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Diario de Pernambuco ( Friday, December 15, 1871 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12537

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Friday, December 15, 1871

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12537

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12537

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Friday, December 15, 1871

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12537

Full Text
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AUNO XLVil. NUMERO 286
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U1A 1 CAPITAL E LUCAIKS OOS IAO R PACA POBTE.
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SEXTA FEIM 15 DE DEZEMBRO DE 1871.
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vid M-iT ...*-
Pili DIIT10 I IOU DA PEOVIICIA.

Por tres meiM adiaaUdo* > ,Mj*j,i......... W**
Por Mil ditot rita. *........n ....... iJ#N
Por boto dtoo dem................... ^^fflK
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Por om auno ido* ............. W
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Propriedade de fflanoel Figueira de Faria & Filhos.
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AO A4.MMTK.
'

0 Sra. Gerardo Antonio Alvos & Filhos, no Para ; Gonf a!vea & Pinto, no Maranhlo ; Joaqnim Jos de Oliveira d Filho, no Gear ; Antonio de Lemoa Braga, no Aracaty ; Joio Mara Julio Chavea, no Aaa ; Antonio Marqaei da Silva, no Natal; JoU Jua*
Pereira d'Almeida, em Mamangnape Felippe Estrella A G, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino doa Santos Baldo, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazarelh ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Gojanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martina Alvea, na Baha ; e Leite, Serqninbo d C. no Rio de Janeiro.


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3
S
parte emciAL.
Cioverao la povinciai.
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rarEDiKirri! do b:a 3 de dezembro di: 1871.
Oficios-
obrigaleiro eoTirainlanta das .ar as re-
< maendando expedida de soas ordeos, pira
<4ue no vapor qae se espera do norte sigam para a
carie dez retratas ou soldados dos corpos aqu
sstaeidoadoi, foelaindo entre Mes o soldado do
deposito especial de iostruceso, Jos Francisco
Soares, e remetiendo em lempo opportnno a reta-
ai nominal dsssas pravas, para as providenciar
sobra o transporte dtlla?.
Ao inspector da thesourara de fazenda de-
svariado en re-posta ao sea alucio, qne, de con-
lorraidade cora o pare>r da junta dessa thesoura
fia, eonfn que saja addiada a venda do terreno,
que tica nos fundos d > qu.tr' -t do Hospicio, amo-
ntada pelo aviso do ministerio do imperio de 23
deoatubro ultimo, para quando for aherta deflni-
tivasoenle a ra projeclada naquelle lugar, lieando
assim de nenhum eff-ito a arremata^", que leve
upr nessa reprtalo do mencionado terreno.
Ao roesra- para que, em vista do exporto
pe'.o engenhein encarrngado da liana telegraphi-
ca do sul, caoiio Jos Francisco Coelbo, no otblo
onto por copia, providencie di nulo qae, -ol a
reapon sabilidade da presidencia, se rotsima na
ilfaadtga desta capital do despacho livre de di -
mitos de 900 tobos da ferro batido qne aceresee-
rara i relaco anoexa ordam do thesouro na-
cional o. 180, de 15 desetembro nllimo, depois de
verificada a ana qoatidade e o i n a que se podara
leabaar. i> , se serven- de porte? para a linhi
ttlecrapfeica qoe se vai astalielecer entre o Recife
Uacei, sendo que taes tubos devem ser entre-
fne* ao omb clona do engonlijiru.Fiz-iram se as
necesiaria eomDunicaQdes.
Ao menno iateirandoo de qu? a presidencia
tona a responsabilidad* nao so do crdito, antori-
sada por portara de t de julho de'te amo, ni
inaooruncia de M: .Oil, para a verba socarros
poblieo* aa actual exercicio ; mas tanban da
quaaia de 177^766, qoe anda tornase neces-
ario despender por eonta da nv-nw verba co:,i
04 preses da casa de detengo, que sendo ataca
dos 4a beriberi segairara para o presidio de Fer-
nando de Noronlia.
Ao inspector da theonraria provineial auto-
ris*odo-o nos termos desua informacao, a mandar
niregar ao secretario do gynnasio provincial, ha-
chare! Antonio d'Assumpcao Cabral, os aOOs qoe
*egundo declara o respectivo regador, tornam se
ecMtarios a compra le objectos, reqnisitados pe-
to preparador do moseu daqnetle estabelecimento
o constantes da relaco, junta por copia.Commu-
oleon-se ao regedor.
Ao raesmo. transmittinlo, para os nos con-
enteates, a rarta prentori, annexa ai inclnsn
reqoerimento e expedida pelo juizo dos feitos da
(szMa a favor de Joao Lniz Ferreira Ribelro, so
ttt o pagamento da qaaoa da 110^380, prove-
niente de costas, em que (ora eoodeanada a fa-
zeada jirovincial.
Ao tnesmo para providenciar de forma a ser
realisada pela companhia da estrada de ferro J >
Recife a Caxsng, a entrega da prestaco, a que
abrigada, em vista da clausula 3* do aecordo de
II de abril oltioio, aflm de que possa ter lugar o
pagamento, que reclama o engenheiro Felippe de
FigueirOa Faria, por ter servido de fiscal da mes-
ma estrada durante o impedimento do respectivo
proprietario.
Ao rae: rao, mandando pagar a professora in-
terina da cadeira de instroco primaria de Tim-
baba, Ftlippa PloripM de Farias Mello os seus
^encimemos, deven Jo es-e pagamento ter lugar
depois que a manclonada professora registrar nes-
sa repartico o competente titulo.
Aa provelor da Santa Casa le Misericordia.
Em solujao a<~s seus ofcios de 17 do pr-
ximo passado e Jo ! do corren'.e, cabe-nie di-
zer a V. S., que na pode esta presidencia decidir
a divergencia qoe se nota entre os pareceres m di-
eos, acerca do estado mental do enfermo Domingos
de Hollanda Cavalcaate de Albu.|uerque, mas que
es?a Santa Casa, de aecordo cora a autoridade,
individuo pilera, e amia entender conveniente,
mandar proceder novo exame por maior numo-
ro de perito?, e adoptar-se as suas eonclosoes.
No entretanto, se independente dessa deligencu se
reonheeer que o individuo de que se trata, ple
ser considerado em eslalo de dirigir a sua pessoa,
u nSo descubro inconveniente, em que se Ihe d
alta,sendo isso inirameute da ecouonia interna
ou administra^ao dessa Sama Casa, de harmona
com a autoridade. Assim deve ser entendido na
generalidade des casos o art. 20 do reguamento
de 14 de abiil do correte anno, que dispos o se-
gulnte :
Os alienados nao polerao ser d*spediaos do
Oospieio antes de obterem um curativo completo,
exeepto sendo pen*ionista, os qu es polerao obter
alta qualqner que seja o sea estalo mental, se
assim o requererem as pe>soas que requereram a
sua admlsso, sati?f.'itasa- despezas vencidas. Es-
t daro, porrn, que verificada em urna hypolhese
qnalqner, que urna autoridade procura capricho-
samente de ter em tira hospital de I mcos um ittli-
vidao sao, a directora desse estabelecimento deve
pedir providencias a autoridade superior. Mas,
o? caso varente, e era vista dos do umeotos, que
examinei recoohere-?e. que o acto lo Dr. delega-
do 4 1* districlo desta capital, envundo Hu lana
para o hospicio de alienados em Oliada, tioba tun-
daraeoto, em vala do estado de superexc:acao,
em qae se mostrava ento o enfermo, e do que
platicara publicamente. Se hoje as circumslan-
cias esli modadas, e se os facultativos opinaren]
favoravelmente preteo^o de Hollanda, 6 claro
Sne prevalece o qoe cima delxo ponderado.
Hiato a qoestio de competencia levantada pelo
Dr. jotz municipal e de orpbjs da cidade de
Olinda, nao (em ella fundamento, pois que o refe-
riio Hollanda foi levado para o hospicio, mediante
reqnfticao do delegado do 1* districto do Recife, e
qaaudo e tratasse de manter os direlits de um
cidado brasileiro, que estivesse solTrendo detennlo
llegai, nao era o joiz municipal e de orphos o
competente para tomar cooliecimaato dease recur-
so. Alm disso consta qae pelo ja' * orpios
desta capital est prevena a jurisdiceo, relativa-
ente as questdes suseitidas pelo estado, em que
jazia oa porvenlnra ainda jai o individuo de que
m trata.Commauicou se ao delegado do 1* dia-
tricto desta capital declarando que convm, que
se entenda com a Santa Cata de Misericordia
atarea de ama solacio a dar as representare?,
que existem sobre a conservarlo no hospicio dos
alienados do individuo de que se trata, em ord ai
a ficar bem patente e iustilicada qualqaer medida,
qae se tome no sentido de se Ihe dar alta oa de
-er elle conservado no raesmo hospicio, visto qae
a isposic.ao dessa delegacia foi o dito Hollanda re-
medido para alli.
Ao cnsul de sna magestade fldelissima nesta
capital declarando que, aeerea do exposto em sea
offleie de i do correte, acaba de solicitar inf- oaeSes do joiz de orphios do termo do Pao J A-
iho a quem ordaaa-se qoe providencie logo como
fot da diretlo.Offlciou-se oeste sentido ao mea-
clonk&o iniz.
Ao director geral da instruego publica re-
fliPlisada Btn volme da obra intituladaIris cas-
erocid pela sao autor para uo as esco-
las de tffmiras Iettras da proviacia, campriado
qae informe a respeito de saa alilidade ao easiao,
aflm de que se possa resolver sobre a sna adop-
cao.
Ao commandante do carpo de polica trans-
mittindo, aflm de que lenliam a devida execacao,
as decisdes da junta, qoe em ultima instancia to-
mn conhecimento dis jnlgaraentos das praras
desse corpo, Jaaqaim Jos Martins, Mignel Ar-
chanjo Ferreira Pinto, Joo Evangelista da Silva e
Antonio do Valle Ribelro, cujos processos de-
volve.
Ao msmo para mandar apresenlar na casa
ae detengo no aia 7 do crreme as 7 horas da
nanhla, um inferior e 10 pravas, afim de eacolta-
rem at Cimbres 4 presos que vo responder ao
jury.Coinraunicou-se ao Dr. chefe de polica.
Ao chefe da repartic.io. das obras publicas
autorisando-o nos termos de soa ioformagio, a
dar ao contratante das obras do acude da cidade
da Victoria o c impotente certificado, aflm de que
possa elle recebsr na thesourara provincial a im-
portancia que se ju'ga com direito, proveniente
das obras supplementares, que execotoa no men-
cionado rale.
Despachos :
Joao Luz Ferreira Ribriro. Deferido com of-
icio desta data thesouniria provincial.
Jos Matheus Nones da Silva.Informe o Sr.
inspector da ihe -corara provincial.
Bacharel Jos do Patro:inio Pereira e Silva.
Itforme oSr. m pestor da thesourara de fazenda.
Manoel Telxeira de Carvalho Ralalaa.O sap-
plicaate ja est deferido com as providencias da
das em 1* do orrenle.
Capitao Secandino Jas Barbosa. Informe o
Sr. inspe ctor da thesourara de fazenda.
Dr. L'.iii do Cirvalho P.ies di Andrade.Iofor-
me o m urgencia o Sr. inspector da thesoararia
le fazenda.
Jiaqom Aurelio Wanderley. Informe o Sr.
inspector da thesourara do fazenda.
Abaxo assignadrs moradores era Olila, e pas-
sageiros das trilhos urbanos Jlo Recife Olinda.
Informe o director da companhia dos trilitos ur-
banos do R*cifo Olinda.
Autonio Francisco da HoraSejam entregaos
mediante recibo.
Felippe de Figueira Faria.Remettido ao Sr.
inspector la thesourara provincial para "mandar
fazer o pagameuto logo qae fr a cebranca reali-
sada na forma d) offl:io desta data.
Felippa Fiorippes de Faria Mello.Deferido com
oill -io desta data thesoararia provineial.
Joaqaim lijarte Pinto e Silva.loorme o Sr.
inspector da thesoararia provincial.
EXPBUIB.NTR DO SECRETARIO.
Otlhios:
Ao brigadero eoramandante das armas,
coinmuuicauio que por despacho desta data, con-
cedeu a presidencia 15 das para o recrula Joao
Victorino dos Santos provar iseacao legal.
Ao Dr. chefe de polica, dizeodo licar a
presideacia inteirada de qoe deixra de segur
para o pre-idio de Fernando de arucha o sen-
tenciado, Jos Ignacio do Espirito Santo, e na Jos
Joaqun do Espirito Santo, por ter sido atacado
da varila.
Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro do
Recife Caxaog, remetiendo de ordem da presi-
dencia, 4 exemplares impressos do regalamento
dado eai 11 de abril nllimo para a fiscalisaio
dessa estrada, e declarando quanto a copia do
contrato celebrado para a continuarlo do rama!
dos Afilelos, que Ibe ser enviad* logo qae a the-
sourara provincial, onie foi lavrado o termo do
niesrao contrato, a ministre.Offlcion-se men-
cionada Ihesoararia pin remetter a copia de que
se Irata.
INTERIOR.
CE ARA'.
Recep^o dos restos inortaes do
lllustre general Antonio de
Mampato.
Illm. e Exm. Sr. Ten lo excedido a expectacio
publica a solemoiJade e pompa, com que foi exe-
culado o programma da recepco do3 restos mor-
laes, do Ilustre geaeral Antonio da Sampaio : le-
nha a honra da apresfutar V. Exc. o discurso
que profer, na qaalidade de presidente da cora-
mi-sao (encarregada par V. Exc. aara erigir-lhe
o mausoleo e apresentar o progranma di reccp
Qo), lindas as ceremonias religiosas commemo-
randa es feitos roais gloriosos do nclito general.
I'/jo V. Exc. que se digne de mandar publi-
ca io na folha ofllial, si V. Exc. entender estar
condigno com o merita da to grande cidado ;
posto que eu o snpponha muiti inferior, e maito
qnem tambem, da elevacao do predito gsneral.
E' omaexpressao singella, um voto de respei
losa almiraco sem eioquencia ; porque nimbas
forQas nao poderan corresponder aos meas gran-
des desejos.
Deus guarde V. ExcCear, 27 de novem-
bro de 1871illm. e Exm. Sr. jonselheiro baro
de Taqoary, muito digno presidenta da provincia.
Dr. los bouren$o de Castro e Silva.
Discano recitad:' na igrria catliedral, em o da 25
do crtente mez, pelo Dr. Jos Lourenro de Cas
tro e Silva, por occasiao de serem depositados
na precitada cathedral os restos inortaes do il-
lustre general cearense Antonio de Sampaio.
Seuhures I Em marjo de 1865, como raembro
da commissao patritica, ag^nciadora da volunta-
rios da patria, indiqaei.e todos applauJiram, qoe
ao geueral Antonio de Sampaio fossetn off-recidos
pelo pnmeiio corpo que jiarclioa em abril contra
o cacique do Paraguay, o chapeo e as dragonas de
brigadeiro.
Hoje, honrado ainda pelo Exm. Sr. presidente
da provincia, e dislinguindo-me ineus collegas,
cabe-me tambem a honra de proferir algumas pa-
lavra-, commemorando os feitos mais gloriosos d
mesrao Ilustre general, perante seus preciosos
restos mortaes qne vemos cobertos pela bandeira
do legendario balaihio 26" dos voluntarios cea-
renses, que a d^sfraldaram em toda a campanha
de cinco ioogos anuos, com denodo e valor dis-
tincio.
Releva, senbores, este desvanscimeato 1......
Sao recordares que vio tornar mais saliente o
merecimenio desle Ilustre compatriota, para di-
zer-vos, donde elle veio.
Nomeado anda pelo govaroo para condazir e
levar a preseaca augusta de Soa Magestado o Im-
perador, esse corpo de verdadeiros voluatarios,
mandei bordar com fios de oaro o dstico que se
le nesta bandeiraas ce.vbbncbs aos voluntarios
DA PATBIA.
To honrosa o*srti, com as preces de suas pa
tncias. deram maior garbo e ennobreceram cada
vez mais os bravos qoe a segniram com f, tendo
a convi;cao de qua elevando bem alto e defenden-
do-a co seo sangue, suslentariam a honra e dig-
nidade da patria, traicoeiramenie ultrajada.
Senbores I Antonia de Sampaio, nao teve em
sea nascimenio tradicedes illostres, nenhuma no
breza. Do origem obscura, do nada, de simples
soldado, foi galgando todos os degros da mli-
langa ; chegando bem cedo ao posto de brigadeiro.
illastrando seu nome em algumas provincias do
imperio, e as temerosas jornadas dos .estados,
oo3sos vzlnhos, piuaria alm... al ebegar ul-
tima hyerarchia do nosso exercito, se tao cedo e
em seu vo j de agaa, nao Ihe (osse cortado o fio
da vida pela parca desapiadada.
Mas morrea eombaloado com gloria aa tremen-
da batalha de 24 de maio !
Sabindo sempre pela escada do merecimeoto e
da digaidade, de inoilo baixo soobe elevar-se tan-
to, qae merecen as maiores honras, nao encon-
trando rivaos detractores.
E tudo.... senhores I feitura de si mesrao I
Em sua elevagao, nao deslnmbroa-se, desva-
rando-se com a fortuna ; qae quento mais o en-
grandeca, mais se enoubrecia tambem sua alma
e seu cor a rao, toroaodo-se mais distiocto sea ca'
racter.
Cercado de considerares dlstinctas, era sua
grandeza nao se de^va rou jamis. To nobre era
seo carcter I E eram tao verdadeiros e mereci-
dos esse respeito e estima que gosava, que ainda
mesrao agora, j reduzido a p, craza, ao nada ;
todos o contemplara com veneracao, vendo-o cer-
cado de aureola deslumhrosa t
A assembla provincial, tendo em coosideracao
o grande mrito de quera enchea de gloria sos
provincia natal, boove por bem decretar, qae se
Ihe erigisse am mausoleo, para perpetuar a saa
memoria.
E Sua Magestade o Sr. D. Pedro II, sempre so-
licito pela grandeza e dignidade da patria, recom-
mendou ao seu governo, qae toroasse bem salien
les as honras que bem merecer, quera nessa guer-
ra de Titans, deslambrava todos cora seos pro-
digios de valor, dando gloria ao imperio ; e bem
cedo fizessera entregar ao Cear, seas restos mer-
taes, para maior gloria da provincia.
Gratidao snblime I qne ennobrece mais os sen-
timemos magnnimos de uosso angosto sobe-
rano I
E-----todos nos, e mais cilados de algumas
nages aqui residentes, pi-suidos da religiosa ad-
miracio, procuramos tornar mais solemne este
acto de to honrosa reeepe3o : snffragando a al-
ma nobre e generosa de Antonio de Sampaio, nos-
so venerando diocesano.
E maior pompa... so igual is pompas de i,
Ihe foi feita era Buenos-Ayres ; ma grado ser
to ciosa de nossas glorias e triomphi-s I
Cora magestosasolemnilade, seo fretro foi car-
regado, em duas grandes leguas de distancia, pe-
los cidados mais notaveis. Chegado nossa cor-
te, o Imperador com seas eanselheiros de estado
o carregam ; e agora era soa partida para saa
provincia natal, foi deslumbrante o embarque qae
levo I....
E' assim que a verdadeira gloria, o ment real,
a o reoome sera falacia, hega sera raa;ola a pos-
teridade.
Ainda algumas recordares bem honrosas, se-
nbores I
Nos combates, era elle a estrella que Ilumina.
E sos legiao de bravos, seguindo-o com f e
conlianca, nao recuou j mais ante o perigo, avan-
zando sempre com destemida galhardia.
A (erra trema, quando elle dava a voz de togo I
No exercito denominaram natreme trra ; fe-
re fogo I I
Eavolla no fumo da peleja.....desvanecida a
oevoa. seu chefe sargia com a aureola resplan-
decen^ de gloria.
Ignaes em valore acert,s os bravos do Ria-
chuelo I Sorprendidos entre chatas e barrancas
voltam-se com exforco de animo, e accommeltem
contra a poderosa "frota do insidioso cacique,
apruejando a at por pique os vapores que vo
alcanzando I...
Anda iguaes, s os afratos que investirn! con-
tra a temerosa Hamayt, esse collosso de centenas
de canhSes, de grossas eorrattoi e torpedos mo-
uferos, e mil arliz com explosoas de bombas ar-
denles.
Epopa sublime, que constiae a gloria de urna
grande nacao I
E esses destemidos da marinha brasileira, in-
vestirn) em noute escura e brumosa, pelo meio
de om pplago pavoroso cheio do correntes com
pingentes de torpedos ; cobertos de fogos horri-
veis desparados do tremendo espectro I
Tamanbaimmensidade de bombas e balas, for-
mava grossas nnvens de fumo de figo : e por bai-
xo I I... um baralhro infernal, qne pareca abra-
zar se sob o estampido de um trovo intenso e
prolongado em profaola nunte I
Bello hrrido que nao continha os accommetti
mentos dos bravos de nossa marinha !
l'uai ainda, s o nclito here Sampaio em Pay
saud, onle soube ennobrecer-se pela grandeza
de soa alma e de sea coracao !
E esse globo de estrellas scintiliaotes, senho-
res I... rolou u'um estreito espado de trevas, re-
duzndo-se ao po, ao nada I
Mas, irradiando-se cora phisphorescencia em
largos horizontes deste vasto imperio I
Antonio de Sampaio I l na manso dos justos,
oale lalvez ja gozes desle teu passan,enlo da be-
maventoranca, recebe os sinceros votos de nossa
admiracao o saudade.
Teu nome abencoado da patria, qae te contem-
pla agradecida- ser respeitado por todos qae es-
tremecidos, seatera o amor da gloria.
E o Cear, pequeo torro desse grande impe-
rio, que estremece com desvaoecimento, tendo por
soberano o Sr. D. Pedro II.de am coracao (oo:bre
e magnnimo quanto immensa e inviolavel saa
grandeza e vontade----- recordar pir lodo o
sempre, teas grandes feitos, eDnobrecidos ao cry-
zol da elevacao de tua alma I...
Fortaleza, 25 de novembro de 1371.
as postas, sempre que os ioteressados nao provem,
ante os tribunaes competentes, haverem curaprido
os requisitos exigidos pelas leis e decretos ante-
riofos 28 de dezembro de 1864.
PBB.
O;asumpto qae mais prenlia a attencao no Per
era a eleicio presidencial, a qae s apresentavam
candidatos Ralta (actual presidente), Manoel Par-
do,-Gmez Snchez e Rafiaj Echenique. Em Are-
quipa bavia todos os diasdiz urna corresponden-
cia ao El Comwrcfa le Lima encontros sangren-
tos entre os diversos ciaba eleitoraes, estando a
pipukcao alarmada, porque os hinens que trau-
sitam as ras andana armad* e em attitude
meisadora. Um dos candidatos, D. Raudo Eche-
oiqae, pro n?tiea-me sea manifest fazer reviver
as txempcSes e privilegios do clero, o qae desa-
fiod a opposicio da parte mai3 Ilustre da impren-
sa peruana.
Para coramemorar o anoiversario da occa-
pacJio de Rima pelos italianos celebra rara-se no
da 18 em Lima, Callao e Chorrilho mauifestac5es
contra o papa. 20000 cidados peruanoscuota
El tttirtewil de Limareuniram se na ppaca Bo-
lvar daquella capital e desfiiaram d'abi em pro-
nssao pelas mas, dando se em algumas dellas coa
flictae de que resultan algans ferimentos, sendo
presos diversos eidados.
No da seguale araanbecerara repintadas as ar-
mas pontificias, da porta da casa do delegad *
apostlica, que ao qaeixar-se ao govefno peruano
pedio que fossetn castigados os autores daquelle
aitentado.
Nos dias 21 e 22 sraliram-se violentos abalos
de tremor de trra om Arequipa e Chala.
Por acto de 24 de agosto foj o Sr. D. Manuel
A. Samudi'i nomeado parfeito do departamento do
Amazonas.
AMAZONAS.
Deviam ter tido lagar no da 3 deste roez a elei-
co dos vate deputadis provineiaes qae tem de
unceionar nc biennio de 18721873. E' a nica
milicia que nos dea as folbas da capital do Ama-
zonas.
, Em Obidrs e Saqtarem excellente o estado
a quera son obrigado.^ N'ara trabaTho mais aliara- do que re,olUra infallivelmente a cuodemna-
do, que lenbo entre raaos, verao ellas que nao me 0 aus r09 etc tlc! e[c
esque.;a de que fizeram por mira, que "es son Sao decrridos dez annos, ora mez e 4 da-
mullo recoobecido.- Seo amigo, etc.-C/i, Fred. depois que foi proferido o accordo citado, e ainda
Harlt- nao foi elle eumprido II
t Morrea boniera 17, pela maubaa o chafe da, 0i lre Dfolizes procMdos no leai r^^..
divnao da armada nacional Jo. Antonio de Fana conseguir que se d execuco sentenca do sa
commandante do i- dlstricto naval. Perdea o es f perior tribunal, que os mandoo sobmetter nov
lado umbom e leal servidor, que cahio martyr de julgamento I Contionam presos, o primeiro na
sua dedicagao palo servio publico, levando para Casa de detence desta capiui, e os doos nltioo.-
o tmalo as mais espontaneas horaenagen da ve-1 li presidio de Fernando na qualidade de senien-
oeragao le seus commandados pelo eu carcter ciados a gales I
au seus dotes do earacao O bravo offlcial era.ioitei-, dos de todos os meios de promoverem a defez de
ro e contava apenas 54 annos de idade. 13eUs direitos, assira conculcados T
. Jos Amonio de Faria, que nasceu em Campos, De?era-, Cntinuar pre50S) coma senleneiaJos,
(oroincla do Rio de Janeiro) tem seu bom nome; qUando por urna semen de ora tribunal sope-
rascripto as mais brilhantes paginas da historia das; rorj apenas e3to pronunciados ?
MARIO DE PERNAMBUCQ
RECIFE, lo DE DEZEMBRO DE 1871.
vapor americano.
O Sott/ft America (A portador de jorqaes de
New-York at 24 de novembro, e do Para at 8
do crranle.
Nada adiania este vapor dos Estados-Unidos,
por serem mais modernas as datas que recebemos
por va de Lisboa ; trouxe porm noticias das re-
publicas do Pac Seo.
CHLB.
A commissao das relacSes exteriores nomeada
para discutir o tratado de iregoa indefinida ajusta-
do em Washington, entre os plenipotenciaiios das
repblicas adiadas do Pacifico e o ministro hes-
panhol, reaaio-se em Valparaso, e deaois de re-
uln.io debate conclaio por declarar que a tratado
de tregua contrario honra o seguranza da
repblica e deve ser regeitado pelo congresso.
No da 18 de seterabro apresentou-se ao con-
gresso o novo ministerio chileno, que foi as.-im or
gaoisado :
D. Eulogio Altamiraoa, mim-tro do interior e re-
I sepes exteriores;
D. Abdoo Cefuentes, de josli^a, culto e instruc-
Qo publica;
D. Carrillo E. Lobo, de fazenda, e
D. Anbal Pisto, da guerra e marrana.
Ss ha de qaalificar se a cor poltica deste mi-
nisterio diz El Mercurio ple dizer-se que
mixto de conservador e liberal. >
Celebrou-se no dia 18, com grande pompa, o
anoiversario da proclamarlo da independencia da
repblica. Nessedia assumio o supremo governo
o presidente novamente eleito Frederico Erra-
zuris.
SOLIVIA.
A assembla consumile promalgiu ama lei
declarando aullas todas as adjudicacSes ou alhoa-
5es de qualquer ciasse feitas sob o dominio de
i. Mariano Melgarejo, dos predios rsteos e ur-
banos do estado, dos pertencentes a igreis, s mu
nicipalidades, bospitaes e instrucoio publica ;
sim como dos terrenos baldos e dos
as-
perteacaates
sanitario da popularan. Era Santarem contou nos
pessoa fidedigna, ha apenas ama pessoa doents,
qoe uic lho do Sr. Joo Sovenano de Miranda.
Declina a epidemia em Breves, diz o nosso
correspondente particular na missiva inserta n'oa-
ira parle deste diario. Apparece, porm, a fome
com lodos os horrores oa milfadada comarca, de
que a-escs-a popularan parece codsmnada a
todas as provacoes. Nos qoe abrimos aqui sobs-
cripedes em favor das victimas da pesie e das see
cas no Sulque qae enviamos contribuiros s inf-li-
zes victimas da gnerra franeo-allema, deixaremos
Qaar-se ao meio das exerociantes tortoras da fome
urna parte da pop alagad da provincia ?
PARA.
No vapor Sotir* soguiram para a Cachoeira
pelo Arary, 09 professora* O- A. Derby, e E. R.
Beckley, da onivarsidade de Coroeii, Ithaca, (New-
York) em expedir > scientifica. O resoltado de
ota lovestigaedes nesta parle do valle amazonen-
, ha de ligar-se aos imporlaoles irabalhos que
teua feito o celebre professor Ch. Fred. Hartt as
provincias do Para e Amazonas.
Leui is no Diario do Gram Para :
Seguio hontem (16) para New-York, no pa-
quete Serrimaok, o disllncto geo! ago Carlos Fre
derico Hartt, qae to intimamente tem vinculado
sea nome aos descobrimenlos feilos pela scieocia
na historia natural do valle do Amazonas. O fi-
lustre profdssor, que permaneceu quatro mezes
nesta provincia, fes imprtanles estulos no valle
do Amazonas, blenlo em resoltado de soas acu-
radas investigacoes a confirmaco das iheorias que
professou em sua pnraeira i bra de geologa sobre
a stractura do grande valle, e que estao em to
flagrante contradceo com a diutrina di Dr.
Agassis, obre o drift
Guarlando nos para em oulra occasiao offe
recorraos aos leitores a traduccao de urna memo-
ria que sobre as suas exploracCes escreveu o illas
tre professor, vamos dar em seguida urna noticia
resumida dos Irabalhos qae levou cabo no corto
lapso de tempo que demorou-se entre dj
c O Sr. professor Hartt chegou a esta cidade,
procedente de New-Yoik, no dia 7 de ago-to.
Dous dias depois seguio para Saotarem, oule ga
lou algun3 dias em aprestos para seguir para
Moute-Alegre. Alli chegaado dirigio-se para a
sena Erer, e gastau duas semanas de um labor
nunca imerrompido a fazer investigares, de que
os resultados confirmam as observares feitas em
sua viagein precedente, e da que demos noticia
dos primeiros noraeros do Diario deste anno. Foi
p a serra Tajury, uiarcou-lbe a elevagao e es-
tudou-lbe a stractura geolgica e fez magnifias
eollecedes de fosseis devoniano?, entre as quaes
algumas especies nova?.
i Coordenadas os seos trabalhos, voltou o pro-
fessor a Saotai n e d'abi seguio para Iiaituba,
gastando um mez em explorares as immediaro '=
das cachoeiras, Sao importantissimas as suas ex-
ploracSes do. terreos carboo.feros e custosissiroas
as colleras de aoimaes fossilisados e anligutdades
indgenas. N'um dos montes de conchas das i.n
mediares de SanUrm, que cavou o'uma profun
didade de 20 ps, achoo o filustre gelogo muitos
cacos de louca, ossos, etc., o que levaramn'o a
determinar aquelles moales coao depsitos f-ilos
pelos indios. Sao os mais amigos monumentos in
digenas que ha no Brasil, e de que a idade parece
remon:ar-se dos mais velbosda Dinamarca. Em
seo regresso a Santarm visitn as colonias ame-
ricanas da Diamantina e do Panema e prepara re-
latnos qoe ho de animar a luad..?a' de idnticos
eslaoelecimentos.
. O Sr. Hartt, alm dos seas trabalhos scientiB-
eos, que provam que o Para que al o anno passa-
do era reputado Como ama das provincias de me-
os importancia, geolgicamente fallando, ta'v.-z
ama das partes do mando que mais ioteresso con-
tera para o hornera da sciencia, entregon se a ou-
tros, queteem sna importancia, relativa. Fez 400
e tantas photograpbias dos logares mais aprasi-
veis d esta capital e do interior e tirou urna gran-
de serie de oulras dos costuraos do3 indios, cujas
malocas visitn e de cojas linguas fez am estudo
comparativo entre a tupy, a mandornc e a maes,
organizando um vocabulario em que intercalloo
orare* e I gendas, qae tem um certo cunho de
origiaalidade que encanta.
t Ao embarcar para New York dirigi o lastre
professor ao nosso amigo e collega Jos Goaldino
ama carta, de qoe em seguida damos o texto :
Mea estimado amigo.Peco-1 he que no Diario
em qaanto o no (ac ao livro que eslou escreven-
do sobre a mirara viagem ao Para, anntincia que
maito do que flz para a scieneia e para esta ierra
qae niiona segunda patria peln coragiOi devo a
facilidade com que era auxiliado por todos. Ao
Sxm. Sr. presidente da provincia muito devo, que
elle fez multo pelo bom xito de mioha viagem. O
nosso amigo o .Musir. Sr. D. S. Ferreira Peana
prestou-me o importaotissimo concurso do seu
saber, com ama defiicago que s se encootra em
caracteres superiores. Em Monte Alegre presta-
ram-me monos bons servidas os Srs. Joo Vleme
do Cont e Manael Onstf. Em Santarm, os Srs.
Jos Caetano Correa. Francisco Caetano Correa,
Joaquim Hoaorio da Silva Ribetlo, Baro deSinta-
rm e o Sr. Rhom. Aqal na capital merecem-me
mensioesp'cial os Srs. commndador M. A. Pimen-
ta Bueno e Jos'Lniz da Gama e Silva, digno guar-
da-rar da alfaodega.
Ommitti mallos nomes, qae a pressa com que
eserevo, no momento de- embarcar, no rae- deixa
tempo para declinar os de todo3 os
glorias nacionaes. Sentn praca na armada nacio-
nal em 23 di dezembro de 1833. Foi promovido
a guarda marinha em 27 de novembro de 1837 ; o
segundo teneote, em 2 dezembro de 1839 ; pri-
meiro lente, era 14 de margo de 1849 ; a capi-
tao lente, era 2 de dezembro de 1836 ; a capito
de fragata, em 10 de dezembro de 1864 ; a capi-
to de mar e guerra, em 21 de Janeiro de 1867 e
a chefe de divi-o, em 2 de dezembro de 4869.
Coraraandou os segrales navios : crvelas Bere-
nice, lpyranga, Vidal de Oliveira, D. Januarta,
e Dous de Julho ; fragata Amazonas e encoaraca-
do Heroal. Coraraandou tambem varios transpor-
tes, e foi chefe da diviso de Uraguayaoa e ollima-
;n 'in-' da do 3 districto.
as luas fratricidas de Peraarabuco e Baha
tomnu Jas Antonio da Faria importante parte era
prul Ja iutegridade do imperio, Esteva em todas
as carapaohas do Rio da Prata e na sangrenta
guerra do Paraguay escreveu com sea saagae os
fastos de valor dos filhos do Brasil. No Paraguay
este ve coraraandandoo eocouracado Henal, Era
commeodador das ordens de Chrislo e Ava, cojas
veoeras cobriam o paito d'um denodado campeo
das glorias patrias.
Todos os navios surtos no porto, eslrangeiros
e nacionaes, conservaram-se hontem todo o dia
com soas bandeiras meio d'hasle. A crvela
Slag, que era capitanea da estarao, dava tiros de
peca deqaarto em quarlo d'hora. Quando sahio'o
cadver do arsenal de marinha para o cemiteno,
dea o mesmo navio urna salva correspndete
patente do finado, e outra quando elle foi sepulta-
do. Ao sahimento, que foi muito concurrido, fazia
guarda de honra urna forca de todos os navios de
guerra surtos no porto.
A alfaadega rendeu de I a 7 do correnta
82:431*480.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIAXIA,
PROMOTOB PUBLIC.-Por portara da presi
dencia da provincia, de 13 do corrente, foi nomea
do promotor publico da comarca de Fiares, o Dr-
Flix de Figaeiroa de Faria.
OBRAS PUBLIC\S.Por portara da presiden-
cia da provincia de 13 do crreme, foi nomeado
conductor interino do quinto districto, o pratican-
te da repartcao da3 obra3 publicas Francisco
Amando de Arago Rabello.
GUARDA NACIONAL. Por portara da presi-
dencia da provincia, de 13 do correte, mandn-
se dar guia de passagem para o municipio de
Agoa-Preta ao alferes do 43' batalho de infama-
ra do municipio de Serinhem Carlos Leonardo
do Reg Barros.
DIEHEIHO.-O vapor Pirapnma irouxe para os
Luiz Antonio Siqueira 10:474*000
Alfredo 4 C. 10:174*000
Prente Vianna & C. 7:600*000
Antonio A. de Souza Aguiar. 7:160*000
Manoel Joaquim da Costa Camina 6:0003100
Perdigo, Oliveira & C. 3:500*000
Gimes de Mattos & Irmos. 2:350*000
Jo< Lniz Gon?alves Ferreira Je C 1:936*000
Beroardino da Cosa Campos 939*000
Fraga & Rocha. 890*000
Joaquim Guarda de Basto?. 800*000
Alheiro 0:iveira & C. 700#0"K)
Cunta A Minta. 700*000
Joaquim Jos Connives Beltrao. 452*(i00
Jos Velloso S-iares. 436*910
Antonio de Maura Rolim. 400*000
Joao Alves Quintal. 118*000
Dr. Alvaro Caramba Tavares da Silva. 98*000
SUBSTITUICO DE NOTAS.At o ultimo do
corrate mezsubstituem-se na thesourara de fa-
zenda desta provincia as notas de 2*000 do Ihe-
souro nacional, de papel branco, tendo no alta
urna fignra aegerica, no meio da tarja do lado lo
talad o letreirodecreto de 1 de junho de 183), e
no meio da tarjado lado opposto as armas naci
oaes. Sobre os dzeres lylhograpbados que fazem
n'as pagaveis ao portador, tem o letreiro dous ei
to coai tinta verde.
ABUSOS.Informam-nos que, achando-se ex-
cedido o numero de loncos qae comporta o hospi-
cio de Olinda, tem a junta administrativa da Santa
Casa de Misericordia recsalo admiltiralli alguns
que a polica Ihe tem enviado, visto como corre ris-
co a crande agglomeraco de loncos no diminuto
hospicio de Olinda; mas que essa deliberado tem
sida burlada pelas autoridades'policiaes que, a pre-
texto da serem os kucos pobres, mandara n'os re
colher ao asylo de mendicidade, para obrigir a
Santa Casa a realisar a ntrala no hospicio de
alienadas daqaelles qae nao poderem ser conser-
vados no asylo. E' isso digno d'um a autoridade
policial f Entendemos que no, e por isso cha
mamos attencao do Exm. Sr. conselheiro presi
dente da provincia para esse abuso.
Ainda nos informara que, contra dieposicao de
lei, nestes ultim is lempos tem diversa auturda-
de? superiores se dirigido aos chefes dos estabele-
cimentos cargo da Sama Casa de Misericordia
obre objecto de servida, sem ser por imermedjo
da junta administrativa respectiva, qoal esiao
sugeitos o hospital Pedro II, os collegios de or-
phos e de oiphas, a casa dos expostos.os hospi-
cios dos lazaros e dos lonco?, e o asylo de mendi-
cidade, como que preteodendo menoscabar ai;alla
innta Sendo isso u*i abuso, ainda para elle cha-
mamos attencao do Exm. Sr. conselheiro presi-
dente da provincia, de quem espera a junta re-
medio.
INJUST1CA CLAMOROSACommunicam-nos o
segulnte : ...
Flix de Araojo Lia?, Sabino de Araujo Los
e Hercolano Dias Correa, foram presos em maio
de 1857, como indiciados em tentativa de morto
na pessoa de Jos Becerra de Menezes; da villa
do loga, na provincia da Paraby aa.
Procesaados e suhraettidos a julgamento, fo-
ram condemnados pena de 20 annos de gales em
17 de setembro de 1837, e, appellando da senten-
ca, foi esta confirmada pelo tribunal da rea ci
desta provincia em 1858.
t Interposlo recurso para o supremo tribunal
de joslica, f.'i coacedida a resista por accordo de
30 de novembro de 1859, sendo designada a rela-
cao da Baha para rever o processo e esta por
accord) de 10 de novembro di 1861, mandou,
que os reos fossem submettidos novo julgamen
to, (ior qae dos autos se evidenciava ter havido
. atropello dos direltos da defeza, principalmente no'
cavalbairoslmolo de propor-se os quisilos ao Jory do seoten-
i Chamamos para este faci extraordinario -
vergonhoso aiteoco das autoridades eompe
temes. >
GABINETE PORTUGUEZ DE LEITURA.-No
podeodo ter lugar hoje, como eslava annnnciaaV,
o espectculo em favor desta insliluico, flea tale
transferido para quando ae annonciar.
NOVO VAPOR.Hontem passou para o sal o
vapor americaoo Eri, que segundo coosla km
subslitair o Scuta America, em viigem do sai pa-
ra o norte uo prximo mez de Janeiro de 1871.
PARAHYBA.Pelo vapor Pirapoma, da compa-
nhia Pernambucana, chegado boolem, recebemos
jnrnaes da Parahyba at 12 do corrente, dos qrtae<
tranrerevemos o seguale :
a Seguio para a villa de Paltos, no dia 3
crenle, o Dr. chefe de polica, em consequencu
dos aconleclmentos que alli se deram Diurna-
mente.
Na mesma localldade iem-?e de reunir tam-
bem am destacamento de 50 pravas do corpo de
polica, qae est hora deve estar formad) com
os de diversas oulras localidades do centro.
Semelhantes providencias tornarara-se urgen-
tes e impreseindivels desde que bandos de malfu-
tores capitaneados por Vicente Ferreira Lima m-
vadiram a mencionada villa, coro o fim de ass: -
sioarem cidados pacficos e agentes da autorida-
de publica ; causando o maior alarma em toda en-
marca.
O Dr. Aurelio da Costa Villar, qua3i todos tu
membros da familia Nobrega, o delegado de poli
ca e vigano da fregnezia eram audazmente indi-
gnados como victimas qne seriam do hacamari
daqaelles assassioos; sendo qoe o primeiro esca-
para da eminente perigo, mudaudo-se para o ter-
mo de S. Ji'io, depois de ter havido em sua pro -
pria casa grave conflicto entre individacs que abi
se refugiaram momentaoeamente e um trog> dn
gente dirigida palo mencionado Vicente; confa-
lo, de que re uliaram a morle de Joo de Bomflm
e ferimentos de oitros.
Renoindo-se o jury na villa do Teixeira d i
mesma comarca de Paltos, apparecera aqaelle mal
feitor acompanhado de capangas armados no in-
tuilo de impedir os respectivos irabalhos; o qur
no levou a effeito, por que, no haveodo proces -
sos preparado?, fra dssolvido regularmente ptii-
buoal.
Este fado occorreu pouco antes das que ci-
ma referimos.
Consia-nos que Vicente Ferreira Lima, de-
pois de snas ultimas faganhas, retirra-se para
Ingazeira di provincia de Pernambuco, onde re
side.
o Toda comarca acha-se sob a terrivel iotpres-
so de taes acoDlecimenlos, e ningaem se julga se-
guro.
Durante a semana (inda de 4 a 9 entraran
para o nosso mercado 1,105 saccasde algodo, qu-
se veuderam razo de 7*000 e 7*2C0 por ar-
roba. >
i Na mesma semana despa:haram-se para Li-
verpool as barcas ioglezas Ann e Zanga, aquella
com 1250 sacca3 de algodo, pesando 111,866 ki-
los, e esta com 1,800 ditas, ptando 162,688 ki-
los. r
t Ficam carga para Liverpool a galera ioglezi
Premsir e a barca portugoeza Sympa'ftn >
No municipio da Independen :ta o coronel Jo
s Gomes Ja Silva Araujo Pereira, em satisfieo
per ter completado seus estuJas e receblla o gr i
de bacharel em direilo, o ?en filbo Amaro Gome-
Carneiro Beltrao, dea lberdade sem condicio ai-
gama, a sea esefavo Basilio.
QUE TAL IWilliam Antony, rapaz de 19 an-
nos, preso per ter sido aecusado de deitar fogo u
diversos edificios em Londres, com o fim de co-
lher a recompensa de 1*000 por cada aviso de ii;
cendio que ia dar as cstar.Hs de polica, tem t
hoje nada menos de 114 aecusaces sobre si; en-
tre ellas provou- se a de um incendio qae em 3'i
de abril d'este anno houve uo deposito de ca va-
de Mr. Murrell em Ratcliff, no qual os prejoze-
suLiram verba de 40 contos.
BOA ESPERTEZA.-O jornal Panam Star cen-
ia a seguinte historia mui uotavel da sagacidad
canina :
t Quando um cao quer alravessar om rio oni
abundara os crocodilos, dirige-se margena do ri
e comeca a ladrar com toda a forca- Os croco-
dilos immedialamente se encaminbam na directa
d'onde partera os latidos, esperando que o cao s
lance ao rio para o atravessar nadando; o cao, p >
rm, quando v pela agitacao da agua rfue os s^u
raimigos se esto reunindo ern frente da n-argei
onde elle esteve ladrando, deita a correr com lod
a forca ao longo da roargem do rio, at "basiam
distancia do local era que estivera latindo, e enta
se larra agna e faz o seu trajelo antes qae r
crocodilos dem pelo engao que Ihes pregnu.
CO.NSELHO DE GUERRA.-Terminoa a 17 d
novembro o conselho de guerra, reunido no pon
de Portsmouth a bordo da oo Duque de Wtlpy-
ton, para julgar o capito Arthar Thomu Thropp
lgunsofflciaes e raarinheiros da embarcs?o Me-
gera, pertencente marinha real, qne varoo em
19 de juobo ultimo oa ilha de S. Paulo, navegaod >
para a Australia era cansequencia de um roml<
por onde fazia agna.
O conseibo, presidido pelo vice-alniirante Lo
ring, teve oito ses?5es, onvlo monas testemonh
e peritos, e a defeza dos reos cemprovada com d
cumeolos e testemnohas. O conselho julgon qu -
no 'rana havido impericia, culpa oa neglieenci a
dos aceasadas, e qoe oo havia nada n reprehen
sivel no sen eomportamento fazeodo varar o nn-
vio para sai var;o commum.
Publicada a sentenca, o presidente entregon a
espada ao capitao Thrupp, manifestando a satlsf
c;o que tinba pela absolvico para honra da mari
nha britaonica.
QUE POLICA IO Shangai Courier conta o se-
guinte : *
A noite passada, um guarda indgena de m>
theatro chiaez vio am china efpraitaodo o espec -
taclo por ama janella lateral.
Em quanto e-te eslava assim eniretitio, uo-
ootro china, ladrad de proftssao, approximou-.-
d'elle, e alllviou-o de am relogio de tiro.
* c Depois de Ihe ter tirado o relogio sem o pri-
meiro ter dado por isso, o diseipa de Mereork.
dirigo-se sosegadamente para a porta onde esla-
va o guarda do theatro, o qoal erm placidez lh
dlsse qae tioba presenciado o furto, e alie o coi:
fesioa. O gaarda em seguida prcpoz-lhe qne fos-
sem ambos empenha-lo, o que foi acceilo pelo la-
rapio. Chegados qoe foram. i easa do prego.
Suarda disae que visto elle ser um homem honr
o, e o seu conapaobelro um ladro, davia ter pai-
te maior.
*

l
-




i mpenhnn o r
*
r tni=asr
Sm segu la mpenhon o relogln por 1J000.
os ^uie. t>#*r*eea seOris ao ladrio qoa se tan-
Uoa e zmeacou dar-lbe uaaa sova se Iba nao dse
atad*.
J|jM,'ea nigflo. que n'esta occaso pai-
*1T* *J? uuvio **iwt. prtndau a arabos.
MMaftJL A que se aoha a vtnda a il a
twoeoctadg igrej dospjrtto Samo do Recife,
aqaaleawa boje.
LEILAO.Hoje effeetna o agente Pinto en sea
sermono i roa da Crac o. 38, o leilio de cerca
de 0 jarros coi rlOApteiga inglesa, coaforroe o
maun^io (maride coligar complame daete Dia-
rio.
CASA OS TKN'>ao.-Movirnedo da 13 da
dezembro de 4W1 -.
Exisiiam (naos) 358, entraras tt, sahiram Q,
existen) 330.
A saber :
Nacioaae* ttt. mtilbews 7, estrsofairot 38, es
era vos U, enerara< i.
Alimentados a tula dos cofre* patucos UM.
Movimento da enfermara, do mesrao da :
Tdve baixn:
Joao Antonio da Silva, (ferwsentos.)
Tiver.vn alta :
Joaquuuu H ir eir.
Delfloa, escrava de Carvslho Pinto.
PASSAGEIROS.Do vapor nacional Pirapami
airados de Grar-j e portos intermedios:
R.aymnndo Pernanle* de Vasconcellos e nm
criado, Minoal da Sdta, Jacinto) Fartad i, Jaoiu-
oaode Mello Mosqueiro, paire Galdini Jos Soa-
res Pra-ratel, Antonio Lipes T-ixwra, Lourenco
Nunes, Viclor l npreli, Antonio Irapro, /So P. u
lo de Siqueira e bti escravo, Antonio C. Gomas,
Antonio Ferreira Pra'.o Jaaolho K. Napoleo, Lmz
Aaioaio do Soca, G. Giucalves Pedroza, Priminio
O. Ribeiro, sua senbora, cinco Albos e dous escra
vos, Jos J quisa da B Jio Russo Smnoli >, Dr.
Alceotades C. A. S. sua senhora, 4 fllhos e 7 es-
cravos. Manoel G. Maeiel de Brito, Manoel Rodri-
gue* d'Almeiea, Mina da Concedi, Antonio La-
ear, Nicolao leppjr, Uo F. Ri-a Dolra, soase
abara duas nios, T. Pereira Bi-t h, Emygdio R.
de Attiay le, Aotooao Jo- de Sa e Si::., MW J).
CavatVami, Francisco, Antonio da Rocha, M gn I
<). Raposo da Cmara, 9. Mana Joaquina lli-
beiro. Joo Teixeira Brandal a i escravis. Q i-h
rio P.tcbeco Mandes, ura Albo o 3 escrava*, Ha-
noel Leopoldo K. da Cararra, sua seuh8*a um es-
Taro e um criido, 6 pregas de pjlicia e 3 senten
ciados e nm escravo a entregar.
Vmiis de Ni w York e portos intermedios
ao vapor South Amerita :
George Huele, Mmoe! de Castilhi, Mamel Pe-
reira Ramos.
Alm destes vieram mais 38 era transito.
Sabidos para os portos do norte no vapor
South America :
CapUao-teuente Joao J >aquim R. Pinto, Felippe
*. Pereira, sajar Belanuioo do Itero Birro?,
Jos Cavaljiole de Albojuerque Uclioa, Podra
Vicente Vianna e 1 criado, Gabriel Pane, J-i-
Pilo Pinto de Oliveira, Jj: Barlbulomeu, Geo E.
Bjwni, Uauoel Jos dos Santo!, John Tli npson.
CEMITERIO PUBLICO.-Obituaho do dia 13 do
correnle :
Or. Atolio Jote Tavares da Silva, branco, Pornam
buco, 46 aoous, casado, S ; aneurisma.
Mara, branca, Pernambaco 8 meses, S. J.s ; va
nal.
Jos Francisco AaeioM, brane, ?erna-nliaro, 32
anuos, solteiro, Recife; varila cinflaoBla.
Cypnaaj, escrava, prau, P*roa:iibu"., i au-
no?, solleira, Boa-Vista ; tubrculos pulinjaa-
res.
Lntia Francisca da Conceigo, parda, Pernamba-
co, 70 anuos, viuva, S. J is ; aoaiarca.
Jos, pardo, Pernarabuco, 10 das, Bja-Vista ; te-
Mo.
Falizmina Mara da loncelgao, preta, Pernambj
co, JO anoos, solteira, Boa-Vista ; varila.
Silvana Rosa do NSscimento, parda, Pernambaco,
40 lonos.. viava, Grag; molestn no interior.
Franei-ica Joaquina de S:ille-\ braaea, Peroairbu-
co, 20 annos, solleira, Boa-Vi.ts; iuercu:;
pulmonares.
Diario d. firnambnct Sexta feira 15 d. Dezembro da ljm
1.....
"UBLICACOES A PEDIDO.
O methodo Zaba e o *r. Dr.
Collado.
X.
Puso hoje a argumentos racionaos e anilogicos
orin jn'go antes dever traoscrever algaas iro
olios do C artigo do Sr. Collaco.
E1I..8 :
A vista de tudo sin, orno comprebender-se
que bija entro nos homens que teodo-se em con:
He illuMrados e esforenm pira que methodo lio
repmvaJos na Eunpa srjarn aqu admittilos para
0 ensmo da raoi )ade as aulas publica ? >
" E' que esses hora-os superiores ais CoosiQs
aos Suizois, aos Thiers, ans Da Barante, aos Han
rnvm . que estes oao vero I Feliz Brasil I Feliz
ParaamDuio que os v.o nascer o os sustenta H!
Mas na. para aqu o triumplio por mim
slianj.ido, pois que obriguoi o Sr. Ziba a nios-
'ar se peraole o publ co corno aoi seguado Ja
cien k sea patricio, um segundo Len Ba-chi etc.
Depjs de referir as pl vr*s do Sr. conde Zb .
d 1 o mesmo Sr D'. Collaco : tque g ranlia da o
Sr. Z.ib& da verdade do que diz agora 1 A su
'imple* palavra que nao jle ter raaior valor do
1 s a da seu patricio e a dos i.utros imp'Stores.
Qt-m ouvir fallar o Sr. Z>ba cjnh=cora fcil
m'into que u;n pobre horueo de mu mediam
H'te'hgencia ; como que sendo estrangoTo podena
'copar li elvalo cargo em Londres (lireclir
do in-:uulo Cbeisee) ? Se anda oise na capita
do Brasil I
Mai^ abaixo di? o mesrno enher 'outor.
V so que o Sr. Z.ba -sia abinlooato des
mascara lo, encontrando o proteecao na repart ci
ta tosirui-cl) paDlica, o quo nao admira sabend.
w> qno veio canegado de cirus do recjmmeada-
*-e* algamas offlciaes.
E concloo duen lo : t Rosia-me ura seolimen
ii de orguiho e que o Sr Z;>a nao escrever o
meo oome cora > um dos tolos que conseguio em-
bjair.
Risos tre-hos amenos bogados nao s a n>.:i
adversario como a jaees que segairara a opima >
uesse adversario.
Fiquem registrados I
Porque oo ire-ta o mciholu Ztba e o seu
mappa, porque muul e ch riaio f
Porque incompleto, nao abrange todos oo fact h
Historeos as suas diver-as phrases, sua philosopbia
assim romo porque nao dispensa 03 livros nem
wqaeros comp'udiosclementarrs.dizera o* irapjg-
na lores, a*sun cono por cootafaf no diluvio o uo
na erea3> dj mando.
A primeira visu ea argumentos parecom dz-r
raoime serem cheios, porm anaivsados sao oeos
t> Vazios.
Provarei :
1. Ser incompleto. Parea ser iaeontpleto na
importa sua inutilidade deta qne so pJe preen
flher proporcii que se Rr estrilan lo a hist.ria
p rq ianto al am m^io do nvdhor se anprend. r
e nmguem cmiestar isto desde qoe qaa'qoer
aprende meihor o que escrevo do iae o qa d-c
ra un pnenaa enterrar nos m oos e qoe louB
diis depois desapparece. E qao se pode complot r
' rn a bistoria do< diversos povos licou proval<
dos meus artigos anteriores. Se e porque o map
pa comeca do diluvio e nao da creagao do mtodn
rambem am mal f te para os curhtot de todas as sejeojia, addunn
do Un s scalos autanores ao diiavio anezar d-
iM'iniima iaiportaacia histrica merecerem at
corto ponto.
2*0 mappa Ziba nao toda abranger as phases
dos facios a < intil, cbarlatao e fliho da ganancia o do inie-
resse.
E' verdade, o mappa Ziba nao ple compreben-
der as pba>es ios fados, e na philosophia mas
na i importa (al pecha, para si, nem a de irnos
para os qao o admitiera.
Ea eren qne os mappas chronologicos sao mui
to mais complica los assim como preciso toda a
paciencia o atieneS > para e ler a dulas atnd-i
mngu-m os ciaairlc iu li cruamnte I Qiaado
o mappa Ziba tivese s6 oente a vaotag^m daa da-
la*. que ineoutesuvolmesjte son e-*s* relacaoi-'m
obre os mappas cnronulogicos era bastinte para
mer-r aceeitagio pob que sem cancar a vi ta
apanha te Ho. quadrados ou seeuio data-dm
acc-h ; e oauio rueos copli:ado o melbo-
iio z ba vb ponto de vista chroool.fiw por-
ijuaut ao mappas pelos ootroi sv-t-roaa enrfT>
le Lesaf e, Fekraod e o onlros, a imina a b-,
rume* e veruces que 04 eompOnn paseando
de um reinado .otr. ou de novo a mitro eraba-
rafira o qito esiuJa. qa- r p .1h. -er quen la
aair>., cora i tea o grsnd* if-.nh ios a gari-aii>
* e migo acna-sd em u.,so po ier des'Je o du
das datas qne nos dado no mipp Z iba com to-
da a faetlidade e rapidez.
3.* Nia presu umajua Z-hajwriue nao nos
da a.aaa>ca especie. ._
Se o mappa Zabanao presta se* m nktjkn
tambera lio presiam e sao iantaii s nsapaataM
dos em geographia, qne apresentaodo apease M
signaos qne determinam a especie como rio*, mun
tanhas, cidades, dio trazAm os nosnes de cada ama
das especies entretanto em todos os naices ; da
Europa o Amartoa &aa adoptado aceitse obri-
gstorijs no easioo da aeograptait. nosse^asm
pan das Constas, Triiars, Raraate, G lizots, ate, ao
passo qne nao o sao aqu oude al posso diter
qae bera poneos proessores os conhecom e que
oeo sio aespresadus par charlataes tahefc
4.* E'eharlatio e improncuo o mappa Z.ba
porqae nao tras a ptiitosophia dos f\:toseua-
evoliria.
Eu por analoga e cosa toda a raaao, ralo qoa
devo eoacluir qae os aaappas getgrapaiaes si -
tonteis e charlataes, porquanto nesses mappas v
se os diversos paizes classlficados, dividiJos ara
provincias, c >m suas cidades, bielas de rios, eys-
temas de montaohas, lagos, golf, 8., assim
como vd-se a parle liquida dividida era diversos
ocanos mares, etc. etc., mas basta-rae em geo-
graphia qae asi syrabolo junto ao qual se aeba-se
asrtalo nm nome como Paris, Londres, ama ci-
dado da Franca, da Inglaterra i Basta-ate saber
qne taes e taet symbolos qae trazem oicriptos os
oomes sigoificara ros como o ROeno, o Rhodano,
o Ebro e que atravessam esso paiz qa a Frsn
ca, Suws-i, II..s|ianlia Basta-me sabar qae taes
symbolos sigmfi^m cadeias de monianbas e que
sao os Alpes, Pyreneus, Apesaraos el$. ? Bsta-
me saber .que a pine liquida se divide em ocano
Atlntico, Grande-Ocano etc. ?
Nilguem se pronunciara pela afnrraativa.
A gcgraphia ensina-nos, por exemplo, qas Pa-
rs a maior eilade da Frang, sna capital, lera
urna populara i de milli i e meto de habitantes,
|ue arcebispalo, que exportadora das gran
des industrias manofictareiras, que lera taes ras
celebres, boiecird, passeios, edificios, qual o
gri de sna instroejio, a sua divisio era bairros
a sua rle de carainhos de ferro, etc. etc.
o.i :nto a Londres o mesmo.
Nos ris precis saber alera de sua n.v cenca,
se ou oao -ugeito a inoundacSas, se ou nao na
vepavel, se podem ser de auxilio a agricultura ou
industrias das logaras ribeirmbos, qual o torga do
seu corso e exteoao, qual a sna maior e menor
profundidad?, largara e estreiteza.
Na^ ra lio situad qual a sua hrmagao, elevagao, propriedades, se
contera ou nao minas e quaes os metaos era vista
dos terrenos que a consumera, assim como se con-
servam ou nao neves ou geleiros, se lera florestas,
aniraaes etc. ele.
Talvez parega ser ranjta exigencia i-to, porra
o e lud i da geogrpbia deve ser feito sob tal base.
Devo ser a geographia geolgica agrila e iodos-
mal, infelizmente entre nos era a material e m-
jwfici, p>rqae nos jalgando-nos multo adiinta
dos para urnas cousas estamos, ama verdade
bem tnst, multo atrsalos era ludo de profundo,
e s somos superficialissimos em talo.
Nos ocanos alm das divisos, precisa-se siber
da f irga de suas aguas, profundidades grandes e
pequeuas que lera rtaloii sonda, tuas correntes o
as variagjs e as causas a que sao devidas etc.
elt.
Eis o que preciso saber em geographia e qu>
os mappas nao dizem. Para ser se coherente de-
ve-se coodemaar com os mappas Ziba, os map
pas geigraphieoo.
$. arg. O mappa Zaba nao dispensa compen-
dios por i.-so nao presta.
Mas os mappas geographicos tambera nao dis-
pensam os compendios de geographia, logo fra
com elles.
Aprenda-s gpo^raphia sera mappas e vejase
qce resultado se tira ; nao sj estude a historia
sera o mappa Ziba e vejasesea grande diffljuldi-
de da cbrooologia nao contina a subisitir sssira
como todos os factos sao Inteiramente noves par*
quem ostada, ao paso que eom alie os symboius
despertara as especies dos factos, a cor, a nagi e
quadralo e casa o scalo e o anno
V mais um addeodo para corroborar o qne
acabar de expor.
Dum qae e mappa Zabi nao lem a paoaophia
da historia, mas qual o compendio que a traz
com opinids dos diversos dessid-nles na histo-
ria e que andera saaonsetdos p>r estudantes ?
Apontem-me.
Todos os comeodios sao extremamente. diCB-
crentes e apenas s limitara a narragaa n e
cra do* factos e esses raesmo* da'dolos.
Era bstanle o que rica dito para jaslifliar-me
perante o -publico do maresitnea'.o quo liguei ao
m>Mho 1o e mappa Ziba, porn hei de moirar que
estou ao lado de toman* de leitras o illuslradus
Je norae e jue nioguam dir serera tolos.
Recife, y de dezembro d 1691.
(i" ni 11 : !.i ir se ba)
Jos Augusto Ferreira da Costa.
Milli
do ten gaaho na opiniao* doa h .
na.a iiaia leixar deatirar-te coai
capitn Aaloni t Bento da OtiTeira sujo
estibetecer com o missivista liberal desta vttia o
mais perbo cintraste na su* norma de conducta
O Mr Viditente, nao eixou escapaM
4o do dtatricto de Caahotiaho o honesto
Eduiacdo J. Alves de Mello.
O capitao Antmia Beota campeaetrado do ge-
neroso impulso de promover quanto eoubesse em
......i
--------
II
iUUUL
no
inteream
Sco oill
iaiameo aa aroadacia
(na vasto aaver
a asse
oresmeato fara a
rt.-lla
ido
orea-
la con-
Sr.
nhrnaaa verba ao
o d esse aaade,
, wc rabacendo a Exra. Sr.
do capaao Antonia Beato a
para bem aaiisfaiar as andig,
uo tev duvida am mandar lavrat
e craarucaa do aeade coa) o asatal
que nao tem poupado esfargis para eumprir com
o seu coatrat, aenseiuiado attmgir ja ao moio
dt obra, que est sent exeettada com soliiaz e
Ciittforme as regras d'art;.
Ora, nio tendo o maligno missivista liberal se
oo motivos para louvar o capitao Antonio Beato
por tao eloqaente prova |de boa ornada e deaa>
gao ao bem estar dos habitantes d'esta villa e at
o proprio mistivisu, adulterando todo, tova o ci-
nismo de asseverar que, querendo o contratante
aufenr dupla vantagam de san cantrato arastaa
do-se eompletamente d'ele, esi construiado o
agole an tarrea de sua fazoada com manU*e~lo
P' rjuizo dos moradores e proprletarios d'esU villa.
Santo deas, cerno se descreja assim da ver-
dade ?
Pelismante est em S. Bento o Illm. Sr. Or. Leal
engenhsiro fiscal das obras, que era suas lamino-
sas ioformagoes ao goveroo, tem profligado com a
mxima vantagem a* represeniag's apocriphas
fjrjadas pelo impertenente misivhia liberal.
Oeixando de parte o contratante do agude e o
san contrato, resta dizer algamas pahivras com
referencia ao subdelegado do districto do Oonoti-
nho Eduardo J Alves de M>-II , de quem tao alei-
vosaraeoie oceupou se era saa caiilioana o me-
ra iravel missivista, cujas calumnias e perfidias
foram de boa voulada aceeius pela rada;cao do
Liberal, que^s fez pablicar.
Chamando a atlengao do Exm. Sr. conselbsir)
piesidenleda provincia para acuelle subitlegado,
o famoso correspoodenl* indica documentos, que
na secretaria do goverpo deve existir contra o
mesmo, fiagodo ignorar qae o Sr Elaard) de-
feudau-se pelos jornaes d'osta cidale da manetra
mais cabal, persuadiodo comp.etamente ao gover-
no da f.l-iiaJr das arguigdes que Ihe faziam, con-
s-gaindo mesmo que f-m.-e pronunciado eceo-
d;moado por crime de caluraai o seu dapressor.
Tenho f que d'e-ta vez nao pegam as bizas, e
ser mantida a autoridade do subdelegado do s-
nhitinbo, qu9 te n merecido deseos superiores
elogios no deserapenbo de saas funeges, e de
quera o mais caliente defeiio a ser umbices
scenas de escanlalo eimmoralidade, era cuja pra-
tica o nasso hera oo cede a palma a ninguem.
Proeurem as aut ridades saber qual fra o pro
cediraeoto djniz rauni'.ipal supplente no inventa-
rio de ura ponuguez fallecido na freguezia de
Qiipapa, e qie destino dra aqielle avuliado es-
polio, que lero orna idea exacta do carcter do
missivtsta liberal de S. Bato, que se disfarga com
o nome de Joao Repeino de Lacerda, qoa est in-
nocente como Plalos no credo.
Por boje fleo nsto, prometiendo voltar a carga
sea iito fr provocado.
O imparcial.
O padre (mu c Flguelredo ao
honrado curpoeleitural da *"
JJMr Illms. Srs.Ja en me consilera va n'uma grande
divida para com Vv. Se., drsde que eom as snaa
generosas cadjuvagos, me vi pela primeara vet
oleilo meuibro da nossa assunbla provincial;
mas hoja qoe com a maior aeaignidade, Vv. Ss.
aeaiam de sanceionar'o molo porqae defend os
interesses da provincia, resoHocando-me anda em
semeihante post, sinto-me daplicadamente obri^
g crabac mtnlo a Vv. Ss. pela c Bli.uca que Ihes
merec, protesuedo-iries qae ao ezercicio do
a:tu >l mandato eoaiinuarei, como ao passado, s
empregir todos os esforcj- do .|ue sou susceplivel,
aura de desempenbar os' graves encargos qoe esta
reeleigao iraz comsigo.
^Espero, portanto, rec^ber a< ordens de Vv. S-.
nao - ao que diz respailo ao s-rvigo publico
como ao de Vs. Ss. em particular, periDliiindu-me
que me subscreva eom a maior gratidao.
Oo Vs. Ss, arrugo uioito el a obrigadissimo
servo.
Padre .Intonio da Cunha e FiauMredo.
ram : Mills Lathan A-C Ai* seeas-e-aat
JiO kilos de algodo.
* Ha barca fraoceza Vendiaua, para o'Bavre,
eoaram : B. A. Borle & C. 306 saccas eom
,035 kilos de algodo.
Na escuna ingleza Pncea, para o Canal,
carregaram : Saunders Broiers 4 C. 300 saceos
eom 32,500 kilos da assacar maseavado.
So patacho aostriaco Colibre, para Marseille,
carregaram-: Tisset freres & G. I JOO saceos com
90,000 kilos de assucar mascavali.
barca puiaagneza Miihira, para Lbboa,
ara : Luiz las da Sda Guimaraes 30*>
ora li.iHH) kilos t* arsucar maseaaado ;
de Aqnino Faoseaa k C. SOO saeeoa com
tos da dito e datas coa t,'.m ditas d.
brigua p artuanez Mermo, para Lisboa,
am : E. R. Rabel la-* C. 1,360 saceos eom
i os de assacar maaaavado.
-- Ho palhaboie portugoez fliixit, para a llha
de S.|nel, carre|f : Joio do Reg Lima 100
barricas com 11,218 kilos da assacar maseavado
-* No vapor franeez 8nmi carrotarao : Keller & C. i barrica com 13 aba-
eaxis.
fara es port o iotarior.
Na barcaga Silviua, para o Natal, carrega-
ram : Beltrio Oliveira 4 C. 1 sacro com 440 kilos
de assacar branco ; Cunha 4 Miau 2 barricas
eom 142 d tos da dito dito. Para o Rio Grande
da Mora, Fraga 4 Rocha 3 pipas coa 1,410 tros
de agaardente e 8 birrieas com 630 kilos de as-
sacar brane i.
No vapor n icional Jaguaribe, para Acarae,
carregou : Jase Lapes Davim 3 pipas cora 1,440
litros de agurdente.
liare* iaa/ezPife* of ihe Tetn ierro.
Brca ioglezaPMi'ppida varios gneros,
Bngoa portagu-i -Unio dem.
Brigue ingl-z^Pu/m. -tarinba de trigo.
I'alacbo hespaofeol -Carmeviohos.
Barca inglezaQUufallich -bacalho.
Barca iogtezsWiUoft Oiew-carvao.
Barca laglezaHabor Gracebacalho.
Bares iog ezaFtew,rrin Patacho americano Rachtll Coney varios ge-
nero.
RKCEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES- DE-PERNAMBUGO
faeadiraento do dia 1 a 13. 26:958^990
!dem do dia 1 i...... 993*600"
fio, Ernesto Machado Preire Pereira da Silva,
esenvo sjibseravL n, _
___________Seiatiao do Hego Barroe ie Laceria.
O Or. SebasiiSo do Bego Barros de
Lacerda juiz
nesia cidade
M. o* Impera
27:944*596
CONSULADO PROVINCIAL.
endimenio do dia 1 a 13.
(dem do dia I i .
6l:Hi>0*769
6.781* 103
68613*872
CQMMERCIO.
Capital.
"undo de
reserva
da festa da excelsa Immac lada Coiiceiga
da E-cada, erecia qi i(/reja ds Cmceigi
dos Militares d'osta cidado do dia 17 do
crreme.
Os devotos de tao miraculosa Virgero, querendo
dar um fraco testeraoobo da sua acrisolad, devo-
cao, nao lera e.-quecido ineio algura a seu alcatife
oara abrilhaotar a fesla de sua augusta padroei-
ra, cora todo o brillian.i>mo e magnimde digna oe
tao sublime flm E' assim, quo lev.J .3 pela eren
5* da sua devogio e na e-peranga que depositara
aa raetina senhora, que elb-s apresi-ntam ao res-
peitavel publico o segrate pr grarama.
_ Logo quo a aurora aooaneiar o despontar de
tao sublima dia, ser -a ida la eo a urna salva de
l tiros, acorapanliaia de imrafnsas duzas de fo
guetes o repiques de sinos, fareodo despertar,?
devotos para aasislirem, o sacro saenflei 1 da rolssa
encher de jubilo todos os coracoes qae se eham
embalsamados cora >.s crengis' Jo ehristianhmo,
-eudo nessa occasiao hsst-ada a emblemtica ban
Ueira, com as formalidades do eos turne.
Segutr-se-ha a sublime fe-f., pregando n evan-
gelbo o nuito disuado coaegj D Luiz Ferreira
.Nobre Pelinca, iiie prestoa se a vir de N zanlli
para es e Q n
A msica regida pelo nosso maestro J-- Bar-
bosa C dio, tornaadi-'o uotavel pola eaCoilia dos
cautores, ad hec escoihid >s. *
Una guarda de honra concorrer para mais
bn.runtism), e a concorrencia exeossiva dos de
votos como costunia ser, tornar o acto anda mais
porap so.
Doraote a larJe tocarao era corotos, para io
preparados, varias bandas de msicas mareiae?,
disputan lo entro si a esc Iba da melhores pegas ;
suoir aos ares granoe numero de balojs em-
blemticos, de gostos variados, nunca vistos entr<-
os, que trio despertar no Armamento a; ovagoe-
eom que rendemos gneis no*sa carualiva S>-
neraaa.
A* uoile have- Te-Deum oceupando a tribuna
sagrada o oossoeloquf ota prgidor, o Uvra. padre
Auwaio do Albaquerqua Mello.
Terminara festa ara saraptuoso fogo de aricfi-
10, com pegas nieTamente novas, de costo raro .
nunca visto.
Os devotos encarregados dos festejos pedam aos
illustres moradoras d.. ra do Baio da Victoria
para tllamio.rem a frente* de sua casis asiia
eouw aos devotos que tiverem II tres era se'u-. jar
los, e especial fiv.r de mandarom alguroas par ''n'llmento do dia
adorno da Vugein Imraaculada e dos altares. '**m o 9 11
Aproveiiara os mesmos devotos a ocjaslo para
pedirera vena ao respaila.val publico, por nao po-
terera solaranisar to fausto da com a migniflcen-
cia que de.- javam.
seguros
contra
IMPERIAL
Coiupauhia ce
fotro.
AGENTES
S. P. WINSTON 4 C;
llaa da *Jcnzala-nova n. 4t
THE ALLIANCE BR1T1SH 4 F0RE1GN.
Life and Fire Assurauca Company esubelecids
m 1824. Capital X 5,000.000
Os agentes desta corapaahia toniam seguros
:onlra fogo sobre predios, gneros o fazendas t
)g.:m aqui prejuizos devidamento provados,
fFtabe Schraettau 4 C
Corpa Santo n. 15.
MOVIMIENTO DO PORTO.
JVflfos entrados ns dia 14.
ratNnva ~26 dias' D're '*** Glsupollock,
de 449 toneladas, capio Skinner, equipagem
lo, carga 4815 barricas cora bacalbo; a Jluoi-
Ion Pater 4 C.
Terra NJ0V?j;i8 di"''luiar inlei Aml,a Wil-
son, de 208 loatiadaa, capitao Jobo Walson,
equipagem 9, carga i.iio barricas com baca-
Ihao ; a Wilson & C Segulo para a Bibia.
Terra Nova30 das, barca iagieza Flettering, d-1
i9 louela.tas, capital Ceory Burley, equiparo
12, carga 3,200 barnc.s da bacalbo : a Sawn-
ders Broer> 4 C.
Habor Grace34 dias, patacho inglez Rotor Gr*
ce, de 190 toneladas, capuo James Broedn,
eqaipagem 8, carga 2,600 barricas com baca
Iho; a Sawoders Oroiers 4 C.
New-Vojk, S. Thomaz e Pai-20 dias, vaoor
americano South America, de 2009 toneladas,
-commaodante Tenklepangli, rqnipagem 93 car-
ga diferentes gneros; a lleary F.r-ter A C.
M w York4 dias, patacho americano Rachel
Caen, de 219 toneladas capuo Ooney, equipa
gera 8, carga farinha de trigo e outros gneros:
a lleury Forster 4J.
Granja e portos int-rmedios7 das, vapor nacio-
taf Ptrapama, de 312 tonelada, coramandanle
Azevedo, equipagem 30, carg algod. e ou-
tros geparos; a eorapanh a Pernamnucana.
tX'.o de Janeiro27 dias, barca hespaohola Aveli-
na, de 192 toneladas, capillo Antonio Rodos,
equipagem 14, carga jjcarani e lastro : a Pe-
dro M. Mauy.
Navios sabidos no mesmo da.
n n~3'rca ,',rlQBuela Gratidio, capitao A. P.
B. Pestaa, carga a sn:ar e uniros geueros.
Rio de Janeiro e Bahia-Vapor ameiicaoo Sou'h
America, omrnandante Te. klepaag, carga parte
da qae iroux-- de Ntw York.
Rio Grande do Norte Bi igue inglez Medra, ca-
pitao A. Davs, em lastro.
Bahia Patacho ingles Wolfrille. rapilii Co k,
carga parte da que trouxe de New-Yoik.
Obsert',cdo.
Paison para ti sul o vao-r americano Eni, pro
veniente de NtwYotk com desuno ao 10 de Ja
neiro.
de direito especial do eomraerclo
do llecife de Pemambueo por S.
dor etc.
fu saber aos que o presente edital virera, que
por parte de Andrade 4 Reg, em liquidaeio me
foi dirigida a petigo seguate : Perante a
Illm. Sr. Dr. juiz fle^awito espacial a ommer- vio a p
co.Wzem Aadrade 4-0ei;o aaa liqtfoatao, que
queram farer imerroaiper a preaeripcia as letras
abaixo mancioaadas asaltas por seus avadores, a
saber:
lona letra saecadas pela- supplieantes a aceaa
por Manoel Bnerra Bezerra, datada da 19 de roaio de 1801, a prazo
de 8 mazas, da qnantiade 1.084*330 a juros a
2 por eento ao mez.
Urna dita aceita por Jos Tbosaaz do Amara! e
Mello e Antn o Xavier Bezerra e saccada pelos
smnlieantes em 19 da maio de 1866, a prazo de 8
meses, da quantia de 729*180 e os juros de 2
por eento ao mez.
Urna dita aceita por Leandro Justo da Soasa
Barros e saccada pelos sopplicantes em 11 de
abril da 1866, a prazo de 8 mezas, da quantia de
3030*510 o os juros de 1 e meio por eento ao
mez.
Urna dita
aceita pe'o mesmo e saccada pelos
suptilicantes era 14 de agosto da 1866, a prazo de
8 raezes e os juros de 1 e meio por eento ao mez,
da quantia 3:180*880.
E como se esteja aproximando o ternpo da pres
cripcao e os mencionados d*vedores marea em
lugar ncerto e nao sabiio, querem os sup^licaa-
tes protestar para o Ara de ser interrompida a
prescrtpcao e provada a auzeneia des auppliC3dos
Iba seja intimado o termo de protesto por edictos
marcando V S. dia e bnra era que deve ler lugr
i inqaihca. de lestemunhas e jnlgado par sen-
teoc fjain citados na forma requerida. Pedem
a V. S. Ihe delira. E receber merco
Eslava sellada cora sello de eslampilha na ira
ponaacia de 200 rs. legalmente inutilisada na
forma segrate :
Recie, 7 da dzembro de 1871. Aadrada 4
Reg, em liquidacao.
a qual del o seguinte despacho -. De-tribuida,
como reqoereui.
Recife, 7 de dezembro de 1871.Barres de La-
eerda.
Em virtude da T,ual fora a raesma peticao dis-
tribuida ao escrivo deste juizo Muioel Marta Ro-
drigues do Nascimento o qual lavrou o termo de
protesto do tbeor seguinte :
Taran de protestoAos 7 de dezembro de 1871,
na cidade do Recife em meo carurio apparecerara
Andrade 4 Reg em liquidaran, por eeu bastante
procurador o solicitador Joio' Caetua de Abren e
disserara perante mim e as testemuohas infra as-
signadas que nos termos de sua pelicao r> tro pro-
tesiavam conlra seus devedores declarados na dita
peticao que fiea fazendo parte do presente, e le
como assim o disseram e protesta rara, lancei este
termo no qual Jepnis de lido se lirmsram eom as
referidas lestemunhas.
Eu Manoel Maa Rodrigues do Nasoimento, es-
crivo o e>crevi. Joao Caetano de Abren, Anto
nio Machado Das, Francisco Joaquim Pereira.
E tendo os suppiicantes prodozido suas tele-
munhas, sellados e preparados os autos suliiram a
rainha conclusi nelles dei a senteoca seguinte :
Hei pir justificada a auzeneia dos supplicados,
pelo que raaodo Ihes seja intimado o protesto de
folhu por edilaes cora 30 dias de prazo, afflxados
nos lugares do costume e publicados pelos jor-
naes.
Custas ex-eausa. Re;ife 12 de dezembro de 1871
- S lu-tiao do R.-go Barros de Lacerda.
Por forga do qnal o escrivo fez passar o pre-
sente edital pelo qual chame, cito e hei por inti-
mados os ditos supplicados para qua fiquem ioti-
madus do expendido no presento edital.
E para que chegue ao eonhecimento de todos
-tiaodei pass: iroDnrasa e auad) no lugar do costme.
Recife t4 ie cezeroDro de 1871.
Eu Manoel Maa Rodrigues do Naseirnento es-
crivo o snbscrevi.
Recife, 1} de dezembro de 1871.
Ao sello 300 rs. V S S ex-cansa. Barros de
Lacerda.
Seb isliao do Reg Barros de Lacerda.
mestre do presente anno flnsncelro de 1871 a 72,
OWejio >|ani^9||^o de 30 dias para esse paga-
mento sem dependencia de multa.
- ?rmmtit n o>*tembro de 1871.
"-l ? t> jt'V'f istrador,
A. Corpejxo Katfiado Rios.
SANTA CASA Di
RDIA DO
desta Santa Caca
quantia de 600*
do sibrado o. 3 da
tempo a contar de
obrigando se o r-
cenos da qae pre*
iprimeir
raa da
baje at
rematante a fazer oates
alsarem.
Os pretealentas poderla t%ra isso comparecer
quarta-ferra 7 do eorrema, pelas 3 boras da
urde. *
Secretaria aa Saata Casa a Misericordia do Re-
cife, 5 de deeenibro de tTf.
O eserivio,
Pedro Rodrigos de Souza.
ECITAS
Seguros eonira-fogo
COMPANHIA
NORTHERN.
. 20,000:000*000
. 8,000:000*000
Agentes,
-S****-* Lathan & C.

SEGURO CONTRA FOGO
Tbe Liverpool 6 Loo ion & Glob
nsorance CompaDy.
Agentes :
Saonders Brotbers & C.
i i Corjjtr SaotoII.
PRACADO HECIPbT BE DEZSMBRO.
OE 1871.
AS 3 1/2 HORAS DA TA.RI.1.
Cotac3es ofBciaes.
aambio obre Londres a 90 div. 25 d. por
1*000.
. Q. Stepple, -
Presidente.
P. I Pinto,
Secretario.
u Dr. Sebasiio do Reg Barros de Lacerda ju z
de direito especial do commercio n'eMa cidade
do R-cife de Pernatnbuco, por S. M. Imperial,
etc. etc.
Paco saber relo presente que Vicente Alves Mi-
chad.i, p r sea procurado/ rae dirigi a pe.ico do
theor seguinte :
Hlra. Sr. Dr. juiz de direito do commereio.D,z
Vicente Alvts Machado, que elle credor de Mj
noel Jo-e d'Amorira, pea quantia de juatro cool '
de ri-, imp. rtancia de urna leitra ie seu aec-ito
pelo supplicanie sacada a 17 de julbo de 1866, <
vencida a 17 da Janeiro do anno de 1867, coraos
juros de 2 por eento ao mez, e porque aporoxiraa-
se a poca da iirescripco e o sup lijadle qoo.ra
protestar, alim de qoe a prescripQo se nao resII
*e, saben Jo o supulicante que morto o seu deve-
dor, mas iaaurando quaes seja8 os ,-eus herUiro-
reqaer a V. S. sirva-se do mandar tomar por ter
rao o sea protesto e intmalo por edito* aos ner
deiros do aqpplieado visto seren desoonhecilos o
que requer a V. S. e iguilraonie -adraiui-lo a jus
iificar, marcando V. S. lugar, lia e hora para dito
fim.
Pede
Parante a cmara raumciual desla cuJade es-
tiran em prsca nos das 15 e 16 do correo.e para
ser arrematada por quem menor preco crarecer a
obra da construccao do 21 pares de catacumbas
p.raalultise 20 para prvulos e tres pilastras
d que necesita o reroilerio publico desta me-nu
cidade, or;ida na quantia de 6:369*000 ; aquellas
naMoaa que quizerem arremaur a dita oora ba-
buitem-se na frma da loi.
O orcaraeotn da obra a,-ha-se na secretaria da
raesraa caraaia onde ser facultado aos pretenden
tas.
Paao da caraara mnnieipal do *ecife, li da de-
zembro da 1871.
Ignacio Joaquim da Souza Leao,
pro-presidente.
Lourenco Bezerra Caroeiro da Cocha,
se Tfiarjo.
Perauta a ctuiaia mu hcijjiI oesia co., es
tarao em praa nos dii.s 13 e 16 Jo correte, ta
ra ser arrematado por quera menor pre;i lTere-
cer a obra da construeco de um !e heiro p;.r.
servir de matadouro dt freiruezia lo Pieo da Pa-
nal! avaiiado ora 1:422*000.
A- pessqas qua preienderem arrenpt.r ".oaips-
rcqsm ni pa^o municipal em os referidos J"!a mu-
nidos de liaoca,
Paco da cmara municipal do Rece, li dt
dezt-maro de 1871.
Sgaacio Joaquim de Soun LkSj,
Pro-presidente.
Lourenco Bezerra Carnero da Caoba.
Secretario.
tanta Casa de Misericordia do
Recife. _.
A junta administrativa da santa casa da mise-
ricordia do Recife precisa nootraur o foroeeimen-
ode tcarne verde que houverem de consumir os
estabelecimenlos 'pos a seo e.ngo, btelosive o
asylo de mendleidade, no trimestre da Janeiro a
margo do anno futuro de 1872. Reeebe propos-
tas na sala de suassessoes pelas 3 horas da f-rde
do dia 14 do correnle.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Reeife, fl de dezembro de 1871.
O escrivo,
________________Pedro Rolriimes de Souza.
Pelo juizo da orjibos da cidade da Olioda
vai praga no dia 16 do correte a 1 hora da tar-
de pona do eserivio, Dr. Caldis, a sorte de tr-
ra* j urna vezannunciada, perteo-nte ao aa:en-
te Francisco Joaquim Pereira de Carvtiao Juoicr.
tendo sido de novo avhala por 1.000* ;.sendo a
praca requerida pelo curador do ausenti Dr. Ma-
ooel Joaquim de Miranda Lobo.
ADMINISTIUCAO DJS iKKKll)S l)K PEl-
NAMB'HX) 15 DE DEZEMBRO DE 1871.
Malas pelo vapores Giqui a Jaguaribe da Cora-
panhia Pernambueaua.
A enrrespoadeucia que lem da ser xpedida
hoja (la) pelos vapores cima mencionados para
os portos do snl ate o Araeaj, e para os do norte
at a Granja, sera receida pela maneira segrale :
Macos de jornaes, impressos de qualquor nata-
reza, e cartas a registrar al 2 horas da larde.
cartas ordinarias at 3 horas, a astas ale 3 1|2
pagando porte duplo.
O administrador,
________________Alfonso do Reg Barre*.
Conselho rinha.
O conselho no dia 18 do correte mez, avista de
proposta-recebidas a' as II horas da maobaa,
contrata o foroeeimeola aos navios da armada e
estabelecimentos de manaba, 00 trimestre prxi-
mo vindouro ua Janeiro marco, dos objeclos de
fardameolo seguimos :
Bonels do uniforme bunels do servieo, blusas
de briui branco, blusas de algodo azul, blusas de
panno azul, caigas de brim braueo, calcas de al-
gudo azul, camisas de aigodotialio, cobertores
de la, cobertores de a'godao, eioics de eouro
branco envjrnisado, calcas de panno azul, col-
elides de linho cheios de palha, froabas de algo-
dozioho, lencos de seda preta para grvalas, len-
C'.es de algodozinho, sapatoas teitos ne paiz, sac-
eos de guardar roupa, e traveaseiros de linho
:roi is de palba, p?ra aprendizes snifices ; booets
de panno azol, caxisas de brim branco, calcas de
algodo azul, camisas de algodo azol, caigas de
panno azul, caigas de brim branco, camisas de
baela atol tendo o corno 4 1.2 palmos de eompri-
ment e3 as mangas inclusive os punhos, cami-
sas de baeta azul [oalo o eorpo 3 palmos de com-
primeoto e 2 as mangas inclusive es ponhos, fr-
delas de panno azul, I neos de seda preta para
grvalas, sapaides feitos no paiz, e saceos de lona
para mariuhagem, para imperiaes marinbeiros e
aprendizes ditos; blnsas de panno azul, blusas de
algodo azul, caigas de algodo ; ul. camisas de
algodozioho, e cintos de eouro branco envernisa-
do, para artfice avulsos; caigas de brim bien-
es, caigas de algodo azol, caminas de brim rrr-i
co, camisas de ajgodao asol, e camisas de baeta
azol leado o cor,o 4 1'J palmos de comprimenio
e 3 as mangas inclusive os puohos, para marinba-
gem.
Tirabem o conselho, de igual forra', e no men-
cionado dia 18 do corrente mes, contrata os tomas-
cuuenios ao arsenal de raarinbt de carvo de cr.k
c carvo de padra proprio p^ra forjas.
Sala das sessdes do eonselbo de compras de nj-
rtnha de Pemambueo 13 de dezembro de 1871.
O secretario,
Alexandre Rodrigues do* Aniou
Pelo nresente se faz irabuco que no na 18
d^ corrente depois da audiencia do Sr. Dr. jniz
de orphos sozeaies, ir praca de venda a
casa terrea da ra de S. M zia dos Af ga los, cuja casa vai a praca re rimento do cnralnr da heraog jacenti de Floren-
cia Mara dos Prazeres.
Recife, 7 de dezembro de 1871.
O escrivo interino,
Thoopbilo Ahes da 8>lv.
AVISOS MARTIMOS.
riECLARACOES.
ALFANOEGA
la 13. .
SANTA CASA DA MISERICORDIA D0*PiE IFE
A lilra, juma admraistra'.iva oa Santa Casa ue
Mi-irleordla do Recife, manda fazer publico qae
11a i-ala de suas sessdes, no dia li do mez de de
zembro prlas 3 horas da tarda, lem de ser a: -
naud s a quem mais vantagens i.(Terec3r, pe..
tempo de um a tros annos, as rendas dos preJio-
era seguida declarados.
ESTABELECIMENTOS DE CARIBADE.
Ra de lionas.
Sobrado a. -i-J (andar a solio.). .
Rua larga do Rosario.
Segundo andar do sobrado n. 24 A. .
Rua do Prdro Floriaooo.
tdera d. 47.........
Rua da Clona.
Ca?a terrea rJ.6l......
{PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua de S. Jorge (Pilar).
Ideo n. 108.......
dem n. 98.........
Os pretendentes devero aproientar no acto d
irrematacao as suas flaocas, ou comparecorea
ieompanhados dos respectivos dadores.
Secretaria da Santa Ca*a do Misericordia do Re
ufe, 2 de dezembro de 1871.
O esenvo,
Prdro Rodrigues de Souza.
3Ci00ti
;)08ooo
i80*(,00
2i0000
203*000
2055O01
do correte.
A Reiaoca*.
S. Bento, 4 de dezembro de
1871.
O cavilloso noticialir ue S Danto era srju esti-
rado araozal ingerto no tiorraf d 2-1 d- novera
bro aliim, oo leve anda d'est* ScZ repugnancia
>-m de-arpar a vordade, carreganio o rros fal-
as os se ratecimentfN mais simples com o ma
lenco iotaito da.ltrir a caracteres de reputad)
heui firmada.
Sendo bem eonhi*4o por Taganha*. que Ihe
teeifl conquistad > urna tri-ta ceicohdade, aiu.ia
pelo oo e J-tiatavpl habito da odiar a vftrdale
o missi vista liberal dn S Bnto njj meracareria
ashooras de urna resposta seris'saoi) (ojie
cinsilerar-e qua todo o h'jijetip to;.T direito a bo-i
repaiaci.1, af que se ihe descubra defeitog, qu-
l"smintam eite emwito ; o cifflo o mis-ivj*!a li-
beral de S. Bul; n > sela c-raticeil do todos,
Isvmi prn-* era d-**^r<-if Ibe a ..saara, e tira aiada de f izer pretuVe r a jasti(n-'> < verda K I
? redieulo e rre-poger*.!* do ~
jOO: |fl2fi
5s.445i508

558:34tt,7bi
HoTlnieato 4a
Volames entrados com fazendas
com gneros
Volamos sahidos eom rasendas
com gneros
IfadeM.
67
749
128
793
816
911
Descarregaro hoja 15 de dezembro.
Barca fraocezaiCu/i^ayv4riot generas.
Patacho ooite-allemii Anameedem.
Patacho norle-alleino Marte Supute carvo.
Despacho de estpnrtafia no dia i3 de
dezembro.
Para o pirtm do exterior.
Na galera oonnaqflza 'Lisboa, paca o Parlo;
carregaram : Co*u#ia< 6 l anco-ata com 21
lilr.,s de agiiard. ota da canoa ; S.are Primo* fio
taceu ujrb 4,09.1 kdos de algodo, ISO saceos com
II tW ditos de asonar ma^avado e 5rditos cum
i,800diU)S(|eg mraa
- Na oarca ingleza B>omerang, pera a Canai
carregaram : Rabe Sehamenaa A C. 22 saeeat
COMPANHU
IiO|
- ------. ..___ ^..ainenau
Lperat n 1 eu com jflSS li| lelos de alaodn.
krretsve peodor de:a;3r a caracteres, q0s tu-1 a barca wuigScvf*, para Umpoot.
a V. S. assim Iba defira.E R. M.Esta
va ,e'!a,co,n a estirapilha intitili'ada no va-
lor OOrs.
Re-ife, onze de dezembro da 1871, Joao Caetaa.
d Abren, procurador.
E nesta petgo dei o despacho seguinte :
DesiriDur-". Como roiuT. Recife, 12 de i,--
zembro le l87|.~U,arros de Lcenla.
E nada mais ejnt.nha era dito de^pasho em vir-
toda do qual lora Taita a d-stributcao ao ecrivao
desta mea jmz ., Ernesto Machad 1 Freir Pereira
da Silva, qae fez o termo de protesto do Iheor se
guate :
Termo de pronto.
Ai? 12 de dezerebro de 1871 neta cidade do
Recife, en meu canario perante mira e as teste-
raunhas infra assignadas, conpare:en o suppli-
canta por s-u procurador Joao Caetano rt'Ahreu. e
p^ir eele foi dito qua rednzia a termo o couleti lo
de sua peticao retro,quo uVecia com par** des
te em que depois de lido assigoon cora as iadica-
da* lesfmunnas :
Eu Ernesto Machado Freir Pereira da Silva es
c.ivu e-crevi. -Jo .Caetano da Abreu.Antonio
Cailo* Pereira do Buigo Praca de Len.Faus-
tino J da Foccoca.
E nada mais se craiioba em dito termo de pro
testo aqu Qelraente copudo, e prodoiindo o sup-
licante a> saas lestemunhas que depozeram eon
tenientemente acerca da ausencia d .- .-upplicatos
herdeiros da Manoel Jos de Araorim, o respectiv <
escrivo fazendo sellar o preparar o autos m 0-
f-z conclusos, nelles dei a sentenca do tbeor se-
grate :
Hai pr.r juslicada a ausencia ede-eiohecimenio
dos jastificados, pelo que sejara intmalo do pro-
testo d folbas por edita, s. cop 30 na* de prazo.
i'oV'" n c,a*'- **,S *2 ae dezembro de
J ~'^*0asl,ao to 8 E oadj mais se copimba em dita seiitenga, por
forga da qual o respectivo esciivo ez ptssar <>
presente edital com o prazo d 30 dias, pelo qnal
de seu th'or, cbjmo, cito, ebei p.>r diados aos re-
feridos m< iiicadis au-aa'es eflVscjnh'eidos her-
deiros de Manoel Jo- de Amuciin, por todo o coa
leu lo na patieo o termo de protesto iodo aqu
traoscruito
P .rtaoto ioda e qoalqner pessoa, pareles, ami-
gos oo cmhecidos dos referido* ju*tifl-ados Ihe
pidera,! f,zer ?ci ote de todo exueudtlo.
S para que oh>-8ue ao c.'Bbecimeni d* tod...
andel passar q preaeole. qne tasa publica o p.-l-' Por osla reparticao coaica a rec*br a ao da
lasiirepta e aflUa ra as iag-raa d-. co-iurae. I ! de dezetabro viJoar^ Imposto da dcima >
MniiMtaa aos 13 de novembro de i7l. Jpuraees de mao mort., relativos ao primeiro ae
, RIO DE JAI
1 ara o pono cima segu Metes d ize das o
iirigne nacmai Isabel, lera parle do seu carr.ga-
meolu engajado : para o resta qu Ihe f^lta ua-
a-se com os consignatrios Antonio Luiz de oli-
veira Azevedo 4 C, rua do Bora Je.-u* n. 67 !
andar.
Ar..cniy
Sepuo n-tes d'as o hiate Flor do Rio Gramil ;
a tratar com G mes de Maltes Irmoj, rua do V-
gario n. 86.
A barca portugneza Corc.a (-1 sse ofi A 1, J,
recebe agado a frete para completar eu carri-
gamento. Trata se na raa Vigario a. 19
em direitura etn a carga >|ae tiver no da 16 o
Corrente, iraprelerivelmente segu a bar;agi FJa-
no mostr Jo- Mximo de Arajo, p.^ra carga
nala sa na ra do Vigario n. 33 com Joao Jos
da Cuaba Lopes ou cm Frauoi-co Mamas d
Araorira no mesmo escriptorio ou na Es adinba aa
Alfandega.
BEBERI6
Sao di novo convidados <*8 rs. acci bU
!as dd ta c iiopan ta a reunir m se em v
sembla geral exlraordi aria up dia 18 du
corrate m-z pelas l boras do dia no es-
criptorio de suas sa8 oes roa do Cahuga o.
It>. ol.n dse del perar sobre um peqnern
emprestimo que a mesan companbia a.'C\s-
iita contral)i 1 : prAVPuiadu-S'. eu^Srs acci
instas q ie de cooformidaile c ui a sexuada
oarta do srligo 3 dos seos e?tatolo, ano
nij tri eff ctividde cu,m 0 numioJos
3:->>. aociuii-iaj qm a ella cotopirec^rea.
Rocife, 13 dedzembr ul- 1871,.
O sftwario.
Jos Honorio ftizerra dt Ven ^l.
COMPAjNHIA PGHNAaUJUCAMA
DI
Vaveftaeio eosaelra por vapair.
Parabyba, Natal, Maco, Mossor, Ara
caty, Cear, Mandaba, Acarac e
Granja.
O vapor Jaguahe, eommaiMtai*
Guiltienna, seguir para os por-
tos cima no dia l-'i do correci*
as 5 horas da tarde. Recabe car-
. ga a|a o dia li, encommenaa,.
assageiros e oinbeiro a frete al as i horas i
arde do dia da sabida : escriptorio no Pona 4c
dallos n. II.
GUMPANHlA FEKiNAMBCASA
01
favega^io costelra por vapor.
Goyanna.
U vapor ParaUyba s^nir pa-
ra o porto cima no du {6
correte as 9 hora- da nuuie.
Reeebe carga, encoqj meada.
pHssagciros e diueiro a Tete au.
de : o. secrtMorio 4a Forte di
Manos n. II
0-u>m.yi prov fii i
(T Piara u *Vety *-nn- em to a oatm4aa>
JVte. aanional ilarit Atnelia. ^apoio .ftaneo
Pr-uoi engajada : quem oo mesn-o qatavr oarieat poda
eotaad^^e com Anioaio Aib^to du 8 *aa timar
a ma lo Amorim o. t o eom capitao a tordo.
rW*
;
ra
Jo
Vai ahir eom brevidad- a barca portaoez*
Firmeza, cap'lio Justipo {1 \dngue-s ''^t'i \i, por
w.t aiinr parl O carea, promi-t
e |iasageiros, era <. qnsw tm nc
modos, irata s* r "* E . Raballo k '
Cummficio a. W, oo cotp o oapitio.
f
H
ir
.

j.
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i di-
aJiar
C
.1 u.XTt] fila y. fjfl **\ #1, miimi
jo de Peruambaco Sexta feird 15 de Dezembro de





Faraeimt<
3 maior bnwtaaae, henea porta-
le, por J* ter a nwtor pttte d* er-
.n
afccei, esca
'ara Lisboa
jir bre^e por >Mr a meio- parte da urea
porMtiut Sotaran, eabilae Bafegan
pra caria trau se oca B. R. Rabello C.
C !IA l?Hl*AMjBANA
DI
QQiiirapor vapor
, escalas, Penedo e Aracajti.
0 por Gi'gu/, seguir par
os portos cima no da lo dr
correan as 5 horas da Urde
Recebe carga al o da I i,
e&cominendaj, passageo* e di
ahaWmto ate as 9 horas da tarde do dia di
sahida : no escriptorio do Furto do Mallos o. il
COMPANHIA PTONAMBGANA
.' WS
*Va\Tf7K!U eostetra por rapur
Parlo de GaUobas, Rio Foraoao e
Tateandaa-i.
0 vaper aaeioaal Parahy-
ta,Mfair. para os portos ci-
ma nu da 20 do correle a
meia uoute.
Reatbacarga, encoaornen-
dai atesatfeiros e diabeiro a
irete : Meaeripioriodo Faado Mattos o. 11
RIO DE JANEIRO
Para o indicado- porto o patactu Catsilkas, quero
nelle quiier carrejar, devera tratar a roa do Vi-
gario n. U, e-criptom de Jos Lopes Davin.
^^^^^ Alaga-se ou \eode-s a o* i
M P****93 e silio da-esirada. dosr V- L
|M^p> afctosa. fc. oqaal temiOO
palmos de frente e cerca de
&it> dfruado, com cacjm.ba, feucjeifas,
,. assjro. como vendeune terrenas aos
es d> mesmii, Ierre as frentes e os fon-
muradas, tendo r>a verdad* exctlleote
a pata adifiac3o, nao h) por ser
perto da cdaie, coipo por passar pela
Ote* va frrea da Arraia]: a tratar com
Aoiuaia Jos Rodrigues de Sous na tbesou-
raria das loteras o coa) Cirios da Suva
iaojo na rea do Ho Jess n. 23,. arma-
ara- *v*
i
HPEIA1V FARRi
xrtaoT
Do M*
aGARaos,
r- Alaga-se um escra.vo^ mogo de ba lisura e
flreiro : a iraiar aa roa du Impsradjr n. 'O, 3
ped
indar.
Pede-so a< r. Francisco Lopes Machadol
epeira vir a jabero* 4V" dot Cnelhos n. ID,
t
[OJIO.
A pw oa que anoaueoa preaisar do 4004
r. seb pejibor en urna escrava, dirija-se roa
de Harta* a. 9i.
(Jasa em Oliucla
Alaga-se a casa n. 87 da roa de S. Pedre Mar
lyr, de dons an lares, com quintal, bella vista,
fcesea e cotnmodos para familia : a fallar no Re-
cite roa da Cadeia, hoje Mrquez de Olinda, n. 53,
loja de chapeos.
San em pseos di para e< porto o biate na-
-loaal SabraUw, por ter a maior parte da carga
prornpta. Para o re*lo irau m ana I. Cari ere,
ra daXcoao. 3V.
^smmsmm.............,j g
Preearee de un bom foroeiro para for
nafta, qua emenda perldiumeote : na ra da
SeiaJt*.tava n. 30.
.- iNo-eciip|oro de Vieeote Ferrara Oa Costa
junto ao arco da CoococSo, v'enie-se o seguate :
ca-xae co vidro de gruasma dnpla 15|i3, l|tl,
1"|:I5,19|li e 3,15, c mas de ferro cora estrado
de palhinha, de 5 palmos de largara.de gesto mo-
der.no, lavat^rijs de ierro coai esnelho bldese
regadores._______________________________
Precisa-se faltar a eeeoeio de loieresse, com
o Sr Le vi no Augusto de lloliaada Cbacoa : na
ra Kireiu n. i>ii.
Trabalhidores.
LELOES.


Na refinaria da. ra do Ranj
de um traballudor que entend
beni precisa se de nm menino
el n. i3 precisa se
4 sertico, e tam-
de 12 a 11 anoos.
Manteiga iogleza
em
arros
El
empalbados.
A'S 11 BOBAS EM PO.XTO.
O agente Pinto tevar MU), s ti horas do
da cima ditj em seu escriptorio ra da Cruz,
n. 38, cerca de 60 jarres com auateiga ingleza
lina, ltimamente despachada, a qual se torna re-
cominendada pe a ,-ua boa qualidade.


LEM
Por raanlade do [Um. Sr. Dr. juiz d Ulreite a
especial do ommercio desu ciJade, o ajsnte Oli-
voira far leilao por in.ervencao do aeu preposto
Pinlw Bjrges. di prensa de algodao com todos
os teas accessonos pertencenta massa fallida de
lames Ryder 4 C. e consutindo no segain'.e : 1
machina nydrauliea a vaper e seus pertences, a
saber : 4 prensas completas em pererto esiado,
t balanca de braco, 2 ditas, decimaes, 2 carrinho?,
1 dito o roa., 4 torres de inspeccionar algdo,
i dala, t p, 3 macaados, i serrle, i baldes. 1
ohamin para a machina, 19 caixinhas de madei-
rajara amostras, 1 macaco, 1 barril com 20 ga-
loes de oleo, o que tudo pode ser vendido em 1
s lote, e assim raais 3 fardos de estopa, 11 t|2
pescas de dita, 150 pecas dita grossa propria para
esteirar, 13 pecas do estopa avanada, 11 pecas I
dita enfe-tada, 600 capos de estopa velha, 90 kil.
, de algodao sujo, 1 carteara o banco osados, I ca-
deira de bracu ;
Segunda feira 8 do corrente
as 10 horas da inaohaa no lugar onde se acha
jlloeado dita arenca, no aditicio qae toi theatro
de Apollo, roa do mesmo nome.
Graade
LEILAO
Precisa se de ana mulber par-
tratar de urna menina de 2 annos, e
pouco servico da ama casa : a tra-
tar na na .dos Goararapes n 2.
ATTENCAO
D. Libinia Emilia Cesar de AiTuquorque, vinva
do major Joaquim de Albuquerque Meilo, pede
lodos as pessoa que tivessem irau seu fallecido marido, de nada fazerem relativo as
mes mas iransaccoes, sem com ella, se eateadereni
Recife, 9 de detembro de 1871.
0 Medico operador e par- A elro. X
Dr. Francisco Jacintho Pereira da Mot- H
la, a qualquer hora do dia ou da noite 0
o. 5, ! andar, praca do Conde d'Eu, ^M
oalr'ora da Boa-Vista.
CONSULTAS GilATlS AOS POBRES.
ytnp
Na roa do Viscoode du Suassuna, eutr'ora ra
Je Hortas o. 5, precisa-se de urna ama para co-
zinbar, prefer se escrava.
M bilia, crystaea,
"tura, silb3o,
Terca feira
DE
lunfa, iBacbina de cos-
selim e pertences.
19 do crtente.
NO
Sitio da Poo'.e d'Ucba defronte do caes
do mesmo nome.
O preposlo do agente Oliveira, fu leilao por
ordem de urna iamilia que mudoa de residencia,
le urna bonita mi bia de Jacaranda toda comple-
ta, urna dita de faia branca francea, com sof,
cadeiras, ditas de balanco. jardineiras, consollos
com lampos de pedra, 1 cxcellente cama de Jaca-
randa para casal, guarda-vestidos, guarda-ruupa,
commodas, 1 p-rfeita machina de costura de Ra-
Rer Grovnr, tocadores, toile?, 2 mezas nova3 els-
ticas, guarda-louca enviJracado, gnarda-livros,
apparadores, appardhos para jantar e cha, facas,
garfos, casticae?, copos, clices, garrafas de cry-
taes, jarros, quartinheiras, venezianas, cabidos,!
trens de cosinha, e muitos ouiros objecios uleis e
neessarios para casa de familia; no sitio da
Ponto d'Uchoi defronle do caes ; o leilao princi-
piar s 11 horas, por serem amitos os lotes.
llavera um trem especial para conduzir gratis
os Srs. concurrentes ao referido leilao, que parti-
r do arco de Santo Antonio s 10 horas da ma-
uhaa.
LEILAO
DE
movis e objectos de escriptorio
CONSTANDO DE
Urna grande secretaria com armario, 1 estante
de Jacaranda envidragada com secetaria, arma-
rios com partileiras, 1 dato com caixas de papnlo'
1 balean, boas carteiras para 1 e 2 pessoas, 1 bur-
ra prova de logo, 1 prensa para apenar panos, 2
arxacdes para fazeodas, 2 grandes mezas para fa-
zendas, 2 grandes armarios forrados de baela por
dentro, e ama (salanga decimal
Unrsof, 1 meza redooda de Jacaranda, 1 relo-
gio, 2 cadeia de blanjo, 1 apparador, 3 com-
modas, marauezas, meza?, cadeiras, lavatorios,
casucaes, mappas e muitos outros objectos de es-
criptorio :
Quinta-feira 21 do corrate.
As ti horas em poni.
Schapheitliod&C, i-odoliquidadosua casa com-
marcial, far leilao por iotervencio do agente Pinto
to dos ohjecos aeinia descriptes, existentes em
sea eseriptorio a ra da Cruz n. 42. 1* andar.
VISOS DIVERSOS
Sot.'. Gor.\ Uv.% e
Sjp convidados os aeuos Irms.-. para compare-
cerera hoje (sexta-Ieira) s 6 horas da tarde para
coolioaacao da Sos.-, de bootem.
AMA
Precisa se de urna ama
para coziohar e comprar,
prefere-e que tenha mais
de 30 ansas e qns seja
aeeiada : san da lmp*ra Brrelo i e de novo
tris 1. H, loja. -
Casa em Olinda
Alnga-se, ale o fim de ureo da 4473, o sobra-
do e loja n. 41, da ra de S Beato, cam baslanles
comssodos, a pela quantia de dox*ntos mil reis :
trau-se na roa de S. Praocisco n. 71 Coltegio da
Cooceicao.
PAR SIMIAS
Vende-se camisas proprias para baohos, e cha-
rutos de todas as marcas do conhecido fabricante
Gustavo Albero Schnorbusch, e lumo para ca-
chimbos, inglez e (ranees : no Bazar Victoria, ra
do Har Viciuria o. 2, amiga roa Nova.
SOCiED.iDE DEIFCENTE
LUSO BBtiLEHi
Em nome da directora convido a lodos os so-
cio afhn de comparecern) a sessao geral domin-
go 17 do crrente a 10 Borae do dia na sala de
oossag sessoes, ra Nava de Santa Rita o. 1. Ten-
do S. Exc. o Sr. presidente da provincia ordenado
algumas modificacd*' nos estatutos para poderem
ser appr.ivado; o comparecimeoto de todos os as-
socados afim de terem scicncia das deliberacoes
lomadas pela directora coocerneoles aos raesmos
estatutos, para amplaraenle ser dfccuiida, o pre-
sdeme provisorio desta sociedade resolve a que
tenha principio a sessao mais cedo do que c costu-
ran; assim como manda fazer aoienle aos mesmos
socios que teodo a sociedade de entrar era feria?,
sendo esta a ultima sessao deste anno; espera-se
o eomparecimento de todos para deliberaren)
medidas acertadas que por eraquanto nao pdern
deixar'de serem lomadas; aos propostos convida -se
a virem prestar juramenta
Secreuria do Luso Brasileiro, to de dezemhro
de 1871.
O secretario interino,
Bento de Souza Seyra.
Manoel Baptista de Figuefredo.
Manuel Baptisia de Figueiredo,
Luiza Baptista de Figueiredo, Rosa
Baptista de Figueiredo, Antonio
Reinaldo de M randa e Vicente Fer-
rara da Silva, pungidos da mais
aesrba dr, vera agradecer a todos
os prenles e amigos que se digna-
ran assistir os ltimos sufragios e acompaobaram
os restos raortaes de mea muito presado pai e so-
gro a assistirwu as missas que se tem de celebrar
oa igreja da Madre de Deus no dia 16 do corren
le pelas 8 horas do dia, que desde j se coofessam
sum mamen te gratos por lio pi aclo de caridade.
Fabrica de cerveja na ra do B r3o de S.
Borja, ootr'ora do Sebo.
Q grande e mais bnlbante mecbaaismo de urna
lanterna mgica I I
O espectculo lera lugar no dia 16 e 17 de cor-
rente, as 7 horas da tarde e ser de hora em
hora-Prego por cada cadelra 1#000 rs.
O abaixo assignado havendo lirio urna sociedade
em commandita com a Sri. D. rsula Cordolina
da Rocha Almeida, a qual sociedade est regislra
da no meretissimo tribunal do commercio ; occor-
re que, tendo expirado o praso em 30 de outnbro
do corrente anno, e que, por condi?5es estipuladas
em nossa contrato, o estabelecimento passaria a
pertencer com o acilvo e passivo ao so:io que rxe-
Ihor proposta offerecessa, fechado o balaogo ; e
fazendo o abaixo assignado sua proposta com van-
tagens reciprocas pira aceitar ou ceder o referido
eaiabelecimenlo, a aocia commanditaria nao acei-
loa oemoma nem outra cousa : por hso pelo pre-
sente declara que est em liqnidaco a extioota
lirraa de Jo- do Reg Borges & C, e passam a
perleucer as novas transaegoes desde o 1* de no-
vembro em diaote ao abaixo assignado.
Recife 14 de dexembro de 1871.
Jos do Reg Borges.


liarla u nocla de Mello
Barreto.
Capilao Estevio Jos Paes Barreto, Catharina
Emilia Barreto dos Santos e Joans Francisca de
Albuquerque Barreto cordialmenie agradecen a
todas aquellas pessoas que se dignaran acompa-
nbar al o cemilerio publico os restos mortaes de
soa mui prezada mai, Mara Maooela de Melle
coovidam as mesmas pessoas,
pareles e amigos da finada assistirem as missas
que se bao de celebrar hoje na matriz de S. Jos
pelas 7 1|2 horas da manilla, e por este acto de
cari lade e religue desde j sa coofessam ter-
le gratos.______
^ Alaga-se ama boa cozioheira para comprar
e cozmhar para casa de ponca familia : na roa do
Livramenlo n. 24, 2* andar.
Si Jitt as MmiEaoHT.
Um dos problemas- qoe mete tem preoccupao
sitencao dosjegis'ldares e Hos e
' 1--VH tinli ii aefltioiin i a no
a, e cereraPjuai; anda em~1860h Wolowki
fz un? PrfQDd0 9 aotev^l discarsa, 4 o q-ie trata
Jedeqpir e re,galar,isar. maoteodo o equlbrio
jotre o nleresse, e a humanidade. o trabaloo dai
yianjas as njaonjetujas v
Esta qasflo grave e nw&ndxosa. cono a sel
intrads de alguna importancia, o merece qae
axaminefljos com crilenb, tanto roais que forgysa-
nente na- sn,bstitrjicao do elamcn-.o servil lera ella
le,considerarle, erfleacissima para o roturo des,-
uvlvimento de npasas induciras.
Recordando c.o} o celebre econpmista da que
fallamos o profundo pensaraento do poe,t;a ingle?
toe diz :=iA criaaca i, o pal do hornera parti-
mamos tamben os sefis generosos senlimentos re-
a:ivameuie essas. fragnia.e. iipiirAdas creauras,
)ue ainda na primeira iaicva>A da vida prestan)
a tao importantes secvcos sociedade.
Qualqtter qae seja o eosino ou o febaf em que
e exereitem as torcas aioda debis desses fracas
isteoctas, deve presidir o maior escropoto soa
lireegao, a maior vigilancia e coidado no emprego
i distribuicao do tenpo, porque, do sea reurtao
tesando a aelividae e a energa das nonas gera-
;oes, e d'estas as grandes ecaqieistas do misto e o
.irogretsivo. aperfeigoameulo seal.
Nos scalos anteriores as industrias oeotapavan-
se mais com os pnduciores. AO secuto XIX con-
jete a gloria nao i de melhorar o fabrico do
productos, tornando-os mais perteilos e nais ac-
jessivels a todos pela quantidad e modicidade do
prego como a sorte a ctajdijai), a existencia do
irabalhador, do homein.
Wolowki cita a este respeiio as palavras de
Sladsione, que, em una reuuiao de operarios a-
$Lezes, \ l.mJo-lhoi tanto en seos direites, como
sen seus devores, dase : i0 nosso scula o se-
clo do operario : e accrescenta que esta parase
vio sabio de bocea suspaila, pai Gladstoue ole
pertea^e ao numofo daqoelles qae lisongean en
es de servir ao povo.
0 homem d'este modo encarado como bem
primordial da prodaego do bem; e o netavelan-
ar que nos referimos enlaude comnosco que a
berdade que elle conquislou tira toda a sea forga
Ja energa da alma associada saude do corpo,
Ja elevacao do espirito que. proporciona o aesen-
velvimento progressivo da babilulade pessoal.
Foi baseados u'esta aWanca que os legisladores
ngicau eonpreheoderan qae o iQsiranioot adi-
w, o operario, obedeca outras diversas neces-
material.
Foi por este motivo ,'que se marcaram e regula-
Jii.'tarain as horas do trabalho as manufacturas.
i se aitendeu sobretodo a que as oriangas rece-
oessem a um lempo o ensino da fabrica e o ensioo
la escola.
Em 1862, diz anda Wolowki; sanectauou-se
aa Inglaierra a prole, a vigilancia penetrou no
leio das vastas conmuoas indnstriaes, formadas
aoje em roda da machina de vapor, deesas vastas
ommunas povoadas por multares de operarios.
V lei de 1802 flxoo a idade em que as orianeas
podiam entrar para as manofactoras e Itartoo s
iuragao do trabalho.
Pois bem. Este grave e humanitario problema
jue levou qua^i neio seclo a resolver, a preoc-
:opou a atiengo de lanos borneas de estados
anmenles, como foram Roberto Peel Lord Astbey,
hoje Conde de Cbattsbuago, gearo de Palmerston,
a muitos outros, assigaalaodo una pagina honrosa
sa historia da civilisacSo moderna, acha-se reali-
Tabriea de cigarros da S. Mo Nitjieroay, da qual
ao proprietarios os Srs. Souza e Novaes.
J ii vemos occasizo o amw paseado, de esere-
ier algumas linlias acerca deste importante esta-
aelecimento, e hoja, depois de urna visita que li
eraos ao aovo edilicio ampliaremos aquello nosse
irahalho.
A casa onde actualmente est eslabelecida a'fa-
orica sem duvida um dos melhores predios da ca-
pital.
Alm das espagosas accomraodagdes interiores
'vretnenl arejada como conven a lio ntmerosa
gflomorago de pessoas, o predio exteriormen-
'.e de ama archilectun simples e elegante, e fica
i pe ocas bragas do mar, onde com auxilio de ama
ponte os productos sio com facilidade embarcados
3 conduzidos para os mercados.
Cerca de dnzentos meninos abi receben o ensi-
lo manual, inleileclual religioso e moral.
A mais perfeita ordem, sem a severidade de urna
rude disciplina, mas sntes aconsetnada pelos pre-
citos praticos da auloridade, da um aspecto agr-
lavel a esta afanosa commuoa de pequenus ope-
rarios e esperangoso ncleo de futuros e moralisa-
tos ciJajaes.
Em om vasto salo das 7 s 9 horas da tarde
lepois do trabalho e do descanso aprendem os me-
amos os priraeiros elemeutos da leitura da escrip-
;a e da contabilidade. Dissemos prtmeiros ele-
lenlos porque acreditamos qae as nogoes rudi-
neniaes da escola nio sao outra coosa mais que o
ostrumeoto com que mais tarde se deve concluir
a aperfeigoar a educacao. Nao cusa saber 1er o
assencial e fazer oso discreto e aproveitavel
lesse poderoso motor do nosso aperfeigoamentc
ucral.
Depois do trabalho manual e do ensino da es-
:ola depois mesno de algunas horas coosacradas
to recreio era preciso aawotsar con o testad dt
ilguns dos ramos das belias-jrles as tarefas in-
famia.
Neste intuii i foi creada urna aula de muzica di-
rigida por hbil professr.
Com pouco lempo de exercicio e o ardor pro-
prio da mocidade j alguna dos alumnos tocam
'orn verdadeiro adiantamento os instrumentos qae
iscolheram, e pode dizer-se que a fabrica tem
ooje ama banda de msica sua disposigo, o que
tlm de accrescentar urna agradavel prenda
iducacao dos aprendites, dispensa das festivos do
aMabelecimento, o concurso dos msicos estra-
ahos.
Ora, o grande resultado colhido por este duplo
tystema do ensino manual e simultneamente in-
leileclual, qae os productos da fabrica de S. Joc
le N therohy, redobrando de valor pela qualidade
; perfeiga i augmentara tambem a roa procura no
mercado s naturalmente os avallados interesses
los productos.
Eslabelecida assim cora os ontros estabelecimon-
ios do mesmo genero a lula da concurrencia, que,
ao dizer de um nota ve I economista, nio outra
cousa mais que a manifestagio pratiea, a facf
material da liberdade. claro est qne as condigoes
lo trabalho livre comegam ja ser assentadas, en-
tre nos em bases sensatas e de consecuencias pro-
Bnaa,
Ligamos um alto apreco s tentativas e aos re-
sallados desta ordem.
O Brasil precisa empregar todos os seos esfor-
?os oa propaganda industrial, nao esqoecendo
ama ama pa-
e eotjubar ; na
> Affcmso n. o,
Cfyixeiro
ia* se.d na menino do i a ti anoos para
,: com alguna pratiea ou sem ella : a ira
ro* do Cjboa., 1A.
r
Hla- %1 aA tf . 'y es
larga do lio-
Caigaram pelo uliino* nper vmdo da 1 Oroea
xmnas com perTama/lae proajfias para te faie
presenna, ditas com espeihos mui'.o bonitas para
osatura, e ootro3 mullos objectos de gosio e da
oda, por precos mdicos : So Bazar do Recife
ra da Cajeia n, ftft, -
Irmaadade de li Si da Cmceif^ dus
Militares.
Pevendo ter lugar no domingo 17 do corrente
mej, pelas 8 horas da inaafafu, depois da nissa
ve ti va, a elei.^So da mesa que tem de reger esla
irmaudade p,o anuo de 1872 ; manda por alo o
wosao, servicio de pra4caie, convidar a todos os
irnaos para que sa digue comparecer no coa-
Bistorio desta irmandad para tal flra.
ft soeretarln,
Fraaqsco Antonio de SA Barr-to
SALDES DE CABELLEI3EIR0
ua do mote: oe caxs ar, so
Primeifo d Marco n. 7 A primeiro andar.
DgLSC, cabetireiro de Paris, participa aos seus innmeros fregaezes e ao pp-
JfjWfl gsrll, qo# acaba da contraer perito oflioiaes raacaaas para lodia as aspcia-
lidades; sendo uestes doos esabelecimeotos cima onde o respeiiavel poblico poder
encontrar a delicadeza e ligeireza qae neste genero de traba-ho tanto se exige era Pa-
tSLSlJC nada tem ppapadapara qu o publico desta cidade, (\ae 4ank> lbe tetmfcr.o-
digalisado a sua heqatqjengia, continu a freqafniar os seus SALES MODELO, e(^5nd
certo o mesmo pob ico que nelfee encootrar agrado e perfeicSo.
Empregados dos saloes
ioiliciaes para barbear.
6 ditos para cortar cabellos.
3 ditos para o postigo.
Bel*uc para o pentead do bello seoo.
1
- Muga-sea lo} do sobrado n. 36 na ra da
Madre de Dos, a de esquina para a do Bispo Sar-
dinha : a tratar na roa do Coronel Lamenha, ou-
tr'era des Prazeres, n. 12, das 5 as 7 horas da
larda.
ATTENCAO
Tende-se por barato prc-) urna propriedade a
margem da camMa dos flenedios, fazendo-se
toda vantag6m,ao contuador, teeebendo-ae parte
em dinheiro e parte em ielras ou objectos de
prornpta venda; cuja prapriedade comen urna
pande olaria de pedra e cal que lastra 16.0W
jplos de aivenaria grossa e ton que onporta
23,900, com mais un torno e rastro para fazer-se
tenas, ladrillaos* caaos e louca, eon exaellenie
narro para qoalquef obra, coa djsos exejjilenies
nveiros de pea*, e con casa da viwuli para
grande familia, toraa-se reconmeadavel por pas-
sar perto a Imha dos bonds : as pessoas qu pre-
tenderen dirijam-se i dita propriedade a eniender-
aecono eapiaa Deitim Lias CaaJcaate Peasoa
mnea que a quamidade dos producios nada re-
presenta, si ella se nao tornar ao mesmo lempo
recommendavel pela sua qualidade, e que esta t
te obtem com auxilio efflcaz dos productores ha
aeis e intelligentos.
Acreditamos, pois, que os Srs. Soaza e Novaes
prestara um importante servico ao paiz e temos
empre prazer em mencionar os esiabelecimentos
iesta natureza, nio s em referencia a ela fabri-
ca, como a todas qoe estiverem fundadas ou se
fundem d'aquiem diante as mesmas circuns-
tancias.
O orneo deposito nesta cidade oo escriptorio
Je Domingos Alves Malheus, roa do Viga-
rio n. 21.
A.Zalaar.
**SBaaaanaii........ i ..... iiiniau
l.iuilia Carolina Bowsler
Jorge Dowsley (ausente) pretende, por interme-
dio de um amigo, fazer celebrar urna mista por
alma de sua serapre chorada mat Emilia Carolina
Diwsley, fallecida na corte do Rio de Janeiro en
17 do nes passado ; e por este neio convida os
prenles e anigos residentes nesla provincia para
assistirem ao acta que lera lugar na matriz da
Boa vista as 8 horas da manliaa da da 16 do cr-
reme mez, trigsimo do fallecimeato. Desde j
agradeee o coraparecimenta das pessoas, a cojo
espirito da caridade tes o presente appello.
Precisa -te de orna preta de
mela
A (y1 A ua ra Velha u. 116,
Oaea em Oliatfa.
Aiala est para alugar a casi terrea n. 3 da
Ladeira da Misericordia, com sattas, cinco quar-
to., lerraco na frente e airaz, cozmba tora e bom
quintal, nutto fresca, exceltente vta pela frente,
e para o nar pela parte de tra*. nuilo commoda
para os banhos salgados, por flear ao p da roa
do. Bomfl tu, era direccao aos mes'mos : tratar na
roa do CabogA n. 16. 2* andar.
Na roa estrena do Rosario n. 35 (^obrado)
toroece comedorias pata fura ora aceio e promp-
tidao mandando-se levar em casa dos issignaoles
almoQo das 7 'as 9, e jamar de 2 as 3, ou a hora
qae se convencioaar, a precos conmodo3 e vari
dade as comidas.
(MHEIIU
No-pateo do Cerno n. 20 2 andar, precisa se de
uinaque faca enmaras pa*a urna s p*so.
om producto que se ohtem da carne do gado vaccom. da qual se tira todas as
pejles, tend5es, asaos etc* Elle tem todos os principios nutritivos da, carne sem contar
gelatina, ou fibrina, gorora. N'rjrn pequpno volunte e peso dado contera 32 vezes
mais substancia alimenticia que ootro igual de carne despida de ossos, pelles etc., por
18S0 por ponoo. quase tomedeile se obtem urna forte alimentag5o, que immediatameote
produz effeito. como tem sido observado em pessoas debis, por qualquer cansa oo
exaDgues como succedeo a um homem ferido que doos ouiros irouxeram pbarmacia do
Sr. Firmiano Antonio de Araujo ( Porto Alegre ) onde recebeo o primeiro curativo, es-
tando tao fraco que nao podia voltar para casa; mas logo que U.mou duasoitavas de
estractum pdecaminhar sem adjutorio.
Tal a torca alnenticia que aiuda mais se revella com o qoe suceedeo no escravo
do Sr. capitao Jo5o Ceaar de Oliveira acommeitido de thelanus, com tbrismus lao forte
qu n5e fot possivel empregar-se medicado interaa, podendo o doent9 tomar, intro-
iuziodo-se com moita difBculdade pela abertura que bavia pea falta de um dente 6/S
de extractom carris por dia, cessando os symptomas nervosos do flm de 22 dias.acba-
va-se o doenle em bom estado de vigor, restabelecendo-se logo, (jue um alimento
]ue n3 > cansa os orgaos proprios da digestao, se conhece pelo que aconteceo ao Sr.
commendador Antoaio Falcao, que soffrendo de urna gastro menle nao tolera va uem
a agua de frango ou d'arroz. Homem de mais de 70 aonos com pedas tao abundantes
como tinba e semalimentar-se estava condemnado; sen lo improficuo todos os remedios
intentados; o.Exm. Dr. Flores empregoa oextratum qne odoentn tomou com repug-
nancia, porm que desde logo sentio um bem estar que ojo tDha, e pouco a pouco mais
vigor, ficando restabeleeido em pouco dias, obrigando-o a sua gratido a dirigir ao Dr.
Ubatuba um attestado desse beneficio ( diz elle) para que outros podessem gozal-o, e a
(alta de conhecimento nao obstas-e a vulgarisagao que era conveniente que tivesse um
producto tao necessario. Nos casos que preciso diminuir a prodcelo excrementicia
auus artificial, Astuta sanaes, attaques hemorrholarijs etc. um vaiente recurso. O Sr.
I. 0. Castro n'um inteosissimo attaque hemo-rhoidal que o levou cama durante me-
ea s obteve cora alimentando-se com o exlractum. Urna familia ( do Sr. Joaquim
Mara) dbil e nervosa, soria borrivelmente, comecou a ozar do extractum e logo
res/tabeleceo-se, e o Sr. Joaquim Mara agradecendoao Dr. Ubatuba disse-lhe :Dr. V.
cerreo-me com as doencas de casa. Taes tem sido os resultados de seu emprego que os
principaes mdicos o aconselho, e o consiimmo tem quadiuplicado em toda a parte. Nao
somente applicado araodieta aos enfermos, mas como meio alimenicio e mesmo como
proprio para vigorar ot alimentos, e dar-Ibes sabor mais agradasel. J muitas familias
preteiem uzal-o oouie, sobstituindo o cha, e tem encontrado nelle o recurso de po-
mar em aqueUe arrabaid por lerem raP'damente augneotarem nos casos de necessidade as re(eic5es para maior na-
H2 da noute, ultimo trem que mero de pessoas do que coulava, ou darem alimeatao prornpta quando seja preciso
uo baver demora. As pessoas debis, velbas que necessilao tomar Iguma alimentaco
no intervallo das horas destinadas para a refeigao, tem no extractum um meio prompto
de satisfazerem essa necessidade, mellior e com mais proveito do que nenhum ouiro.
\s mogas que nos dias de baile se abstem de alimei tago para conservarem a belleza
Jo talbe prejodicando muito a saude, uzao j do extractum que satisfaz sem prejuizo
esse fim. E' esse producto indispensavel a todos, especialmente s pessoas que viajara
e s que moram fra da cidade. A sua ncorruplibilidadj, peso, volume, a sua gran-
de torca alimenti ia, e sua barateza, e o seo agradavel sabor, quando bem preparado,
do-lbe tal superioridade que s se faz mysier ser conhecido para poder ser aproveita-
da a utilidade que elle prest. Como alimeato para as enancas tem proluzidos os
melhores resultados e at hoje n3o se conhece out/o para suostiiuir o aleitamento. Nao
o extractum por si um alimeato que canse o est 'mago, que o tenha cheio, porm
um alimento que d torgas e preeoche o fim de levar a ecou mii os elementos ani-
maes qne ella necessita. apara substituir o que Ihe faita esso peso que certa-
mente necessario ao estomago do homem de trabalho pelo habito que tem, encontra-se
fcilmente por baixo prego as substancias vegetaes que existem em qualquer parte
como sejam as raizes, batatas, legumes, graos, fariahas, que como extractum se faz
ptima e bella alimenta^ '.
Um homem que tome 6/8 de extractum por dia, que cusa 188 rs.. ter ozado de
laia a substancia de 1 Mi lib. de carne fresca sem ossos, pelles etc., o q ie por sem
duvida alm do que safas necesario principalmente se ajuntr-s-.-llie quiesquer
massas, legumes, farinhas, gr3os, batatas etc., e om pouco os gordura, cem o que,
quando gaste mais 100 rs. l^r urna altmentagao saborosa, commoda, fcil, muito hygi-
euica e muito reparadora por 290 rs.
UZA-SE COMO CHA Meia colaeriBha n'uma chicara d'a^ua, com sal sufficiente, e
am aromtico (salsa).
COMO SOPA De urna colherinha a duasem sufficiente agua, gordura, tempeiro?
e qoaesqoer massas, fariubas, batatas, graos etc.
ARROZ Prepara-se como de uzo, dissolvendo a porgo do extractum oa agua
que se deita ne'le para cosel-o.
OS LEGUMESAs carnes salgadas recuper3o com elle a torga alimenticia indis-
pensavel.
Deposito Pharmacie Americano, de Ferreira Maia & C.
TRIUJS KftANOS DO RECIf E A BK-
BER1BE.
Ao Sr. Dr. gereaie da compaobia, fazera sentir
muias pessoas do commercio a falla de um tren
todas as noutes para BebjriU:
esli privados de dormir
nao poderem ir as 8
parte do Recife para all.
CASA UA IORTUA
Aos 5:00011
Bilhotes garantidos.
i roa Primeiro de Margo (ootr'ora ma d
Crespo) n. 23 e casas do costume..
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos fe
.xee bilhetes om inteiro n. 2731 com 3:000*000
am quarto n. ti com 300*000, am meio o. 210
com 100*000, e omras sones de 10*000 e
ioa.000 da lotera qoe se aoabou de extrahir
(217*), convid aos possuidores a virem receber
oa conformidade do costme sem descont algum.
Acham-sa venda os bilhetes garantidos tr
7.1 parte das loteras, a beneficio da igreja do Es-
pirito Santo do Recife (218'), qoe se exlrahir na
sexta-feira 15 do correle mez.
PREQOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
In porcao de 100*000 para cuna
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
(Juarto 1*375
M-jnoel Martins Fiou.
Urna parda que sabe eogomraar, lavar, co-
ser ecoziohar, sujeita somenie pela quantia de
.500*. deseja achar quem Ih'os empreste, median-
te o pagamento com os seus servigos : quem qui-
zer auoun:ie.
for um cont de ris
Vende-se urna casa reedificada de novo, com o
terreno que tem 200 palmes de frente e 300 de
fundo com alguns arvoredos, t o terreno vale o
t>reco porqnanto se vende na estrada de Agua-
Fria : tratar na roa larga do Rosario, fabrica
e eigarros n. 14.
PHARMACIA
Especial homcopaihlea
VIUVA DO DR.
Sabino 0. L. Pinho.
43Ra do Rar3o da Victoria43
Para este aatigo estabelecimento acaba
de ebegar no ollimo paquete, da casa de
James Epps & C, de Londres, um excel-
leote sortimeoto de carleiras e caixas de
todos os lmannos, qor para glbulos,
qar para tintura-; assim como medica-
mentos em triturado e en tintura, glbu-
los, etc.; o que tudo se vender por pre-
cos mni razoavek
Tliesouro honeopathico do Dr. Sabino
0. L Pinho.
3* edicao.
Multo melhorada e augmentada con nm
appendice.
Acba-se i veoda na pharmacia horneo-
pathica da anliga ru* Nova n. 43.
As prepar'coes dasia pharmacia conii-
nuam a ser leitas sob as vistas immedia-
tas do medico do consultorio, o Sr. Dr.
Jezuin A. dos Santos Mello.
Onnha $ Manta, venjem a
ra do Mrquez de Olin-
da n, 40, o seguinte :
VINHO XEREZ saperior, m caixas.
qOGNAC MARTELL iden.
VINHO BOREFAUX, en.
AZKITE DOCE REFINADO, iden.
VINAGRE BRAN JO, iden.
CAF DO CEAR. saceos.
Charutos de Schnorbusch
Regala britaoica.Regala Imperial,
Operas. Conchas. Trsbucos, de aja milheirt
tara cima.
CIGARROS DAS FABRICAS DO RIO DE NO-
VAES E LlZAUR, da diversas qnalidadea, vende
m em barricas,
57 Ra Duque de Caxias 57.
Ksasg-.'sw/
i
ape
M
*b
IXJ
raasar;-^;
P(ai'L'
& 1HI4'1
34.RA LARCA DO ROSARIO:34
"* cojtuBiamoi proenrar itletUdoi para acreditar
itssaa preparado!, e dtnamoe qae lae applicacao e oa
rejaslltaoa obtidospclu peasoa*que ae dignaram acceiu-
:. Ibes deen crdito e voga; porque sio eempre oa
lUostadoa considerados gratuitos, dalles qae lanca
lo ebtrlittDitno; mu al quartado odeoder u pa-
leaaqaeejpontaneamente dos orTereeeram. os que abaixo
Ho transcriptos, os faiemoi. publicar manifestando- Ibea
aossa gratidlo pele altooclo. esperando que Teiiham
liles corroborar ocooceito, acceilacio qae ten mere-
lid aoasti itropo. BarlAoIoowo i C.
irmiiNi,
Ulna. Srs. Bartholomco C. com neis sabida
eiisfulo que declire ser o larupe AnericaDo de ama
ifeacie exraardiaarie, pois que soSVeado ha dias de
a'.eaaa Ursa. I ponto de uio poder dormir a noita a
napsito laeiwe de taedicsmantea que tornafa. a elle
acorr e na Hrcc talao aoje rastabelecido com o nso soBiente de quasi
io Irasco, grato pois I essa reeultao manifest a
*. ss. oieu reconhecimento. De Vt. Ss. amiso. e-
erador e obrigado. Manoel Antonio Viga Jnior.
- ~i casa 20 de .ibril de 1WI.
lia-, Sr. Iijril|. .imeo & C. Penhoradissi-nociin
'er ana tc li/er.n. de aroo*bar o asa dn uroi
Vegetal Americano, da na eampoticio, qaaaia ata,
acbeu bailante doent? de ama coastij-acAo. >a aav
tomn completamente roaco e que IrosM aaaa rVt*
tossa. e ma impossibiliton de cumprir os meas desaae*
de cantor da empreu Ijrica, vou agradecer-lhas bm
completo rastabajUcimenio, qa* obliva cam am a* vidra
do mesma xarope, depois da havar recorrido a maiiM
tratamento*. Desejarei qae antro* como aa raearraat
ao Ma iarope para sa varam aliviado* d* lio tarrivat
incommodo, ti* fatal ueste paii. Cam maior coaai**-
raclo continuo a *ar da Tv. S*. alleota, icaerader
obrigado. lat Cramana. Eaeife 15 i* aeleatte*
de 1868.
Illma Srs Bartbolome* IC.-O aarop* Vageial Aa*a*
ricano que V, Ss. tem posto I vaada d* tea* *aV
eaci* par* o eorativo d'astbma, canform aaaarvai a**.
plicaode-o mea nlko Joaqaini. maaor a* ama*
annos; victima d'esse flagell*. que at aalio per ae**
excedente do*s annos baria resistido a catres lares**
de grande nomeada. O'ieiram pei* V*. S*. a*e*e*>
expreasao altamente aincera de mea rtirnahecianaea aa
meritorio servico qn; Uve prastaram com o lodice
xarope. arreriitandm* par* seatpfa a* Vv. Sa. aneaba
aliento e abrigado. Americ futi d* Meadeata.
li.. iJ
NOS HOSPITAES DE PAR'Z AS AM3LANGA5
HOSPITAES MILITARES NA MARWA IMPERIAL!
FHAMGl:ZA E NA MAR.aIA .^.AL (NG! e
O problema resolvido per Mr Ricoixoa' oon q nais aclis resultad na, coraposHio des*
* papel fot conservar k moeUrda aadaa as saas propriedades, obleado *m poneos instaatea,
a com facilidade um efi'eito decisivo con a menor r
da neWnieat>s. (A BoneAoreV eAitataara 4*\
Ejlfir a *j*%natara ao lado, por qae ha
YiJUS, a* Ym^fTtmfU, %
is propne.ia.ies, obleado -m peaeos mstaatet
or ouandade poasivet a *, ** i -


y
Durift 1 Pruaiubac* Sexta tetra 15 de Dezembro o* b.i
3________________________________________________
n
o
RUI Di) BRM N. 52
(Passando o chafariz)
engenheiro Alberto tendo voltado da Europa roga -
quelles senhores que o tem procurado queiram appareoer no
scriptorie para entendercm-se com elle sobre seua negocios.
Igualmente avisa aos clientes que ha diversos maehinismos
a chegar breve, merecendo urna visita de exame.
FORMAS PARA ASSCAR
Aquelltspropiietarios que quizerem ibrm s [) \Afazer suas encommendas, pois a casatm ein vingem e car-
regaudo numero suficiente para suprir a todos quanlos qut-iram.
JOAQUIM
LOPES
AMACHADO a C.
Travessa do Corpo-Santo n. 25
Coxii
Precisa-se atajar M fMU preferindo-ie
escrava, e se d bomj>Nt|jiM|ird*ido: a
sor do Sr.Godor*, leo estableado
segniote tabella fin o* penMot, pre-
go de 14 por cid na, *o4i feito ni
reudenca das Kicnai. seoboras, 81 em
tea estabelecimeato : mensalidae de
100* par nmmia diario o reaMeacia
de suas Exaas. dientes, e de 50* em sea
eslabelecimeoto. Os penieados de noira
jerao pelo preco que se conwncionar.
Por cada coque que Ihe fdr entregue para
ser perneado, recber 1*500 de sea ira-
bal ho, que seri executado com toda a per-
feiyao e presten, i ra Primsiro de llar-
n. 11, antiga do Crespo. gt;
A& A& AM MM'MAm
. W.Tm. ^!W. W^. WMH
mpanhiaAlhanca
DE
seguros martimos estabelecide
na Babia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL.. Re. 8,000:000*000.
roma seguro de mercadonas e dinbeiro a risa
naritimo em navios de relia e vaporea pan den-
lo e fra do Imperio. Aseada ra do Com-
nerdo o. 5, escriptorio de Joaquim Jos Gon-
;alvs Beltrao.
S.
Portngueza
Pan casa de um boa eotteiro, que se trata
eom asseio, precisa-te V BU sentiora portugue-
aa de meia idade, e com bastaate capacidade, pa
n tomar a seo cargo lodo o arranjo domestico;
eoirahando e engomroando com perwicio. Paiem-
se todas as vantagens, que merecer sea bom
eomportamento: no Bazar da Moda, roa Nava
i. 50, se dir com quem se traa.____________
Empresa do gaz
Pernambuco.
Esta empreza tem nm lindo sortimenio de can-
dieros, arandelas, pendentes, etc., tanto em vidro
(crystal) como em metal, e ama variedade de glo-
bos dos padrdes mais modernos e por procos m-
dicos. As amostras podem ser vistas no escripto-
rio n. 31 i roa do Imperador. Bieos pan fax do
melhor feitio a 60 rs. cada nm. As encommen-
das podem ser feitas por escripto, na rea do Im-
perador junto a secretaria da polica, ou dirigidas
ao abaixo signado na fabrica S. Jos, que serio
promptamente attendidas.
Thos. Newbigging,
Gerente.
Preelsa-sef alujar nras|ama forra: na roa
do Cabo?* n. 8.
AMA
Precisa sede ama ama paja latan
eDgommar : n roa Duque da Caxias
n. 80, 1 andar.______________"
i _ m- a Precisa-se de ama ama para casa
4 II I de pouca familia, sem filho: a tratar
fllTIil. na roa do Cabuga n *. loja de -raro.
AMIGOS AMERICANOS
Cyndros para padaria.
Cirros de m5) para conduzir fazendas.
jlaftioas pata destrocar algodJo.
pollas de diversos tamanhos.
Canos de ferro galvanisados para enca-
;mento d'agaa.
' mmmm
OBJECTOS PARA CARRO
Oleado preto para gurda-cho\a de carro.
Dito de cores para forro de dito.
Chicotes para dito.
Ponas de lance.
Gal&es de seda para o forro de dito, es-
treitos e largos.
Pregos de cabera de marfim.
Escovis para dar graxa.
AFLORDEOURO
N. 24 A-Rua larga do Rosario-N. 24 *ft|
g'
BK\jr%m\ & iiurio
em contestaelo, nm dos bem montado estabelecimento de joias da cidade
do Recife, e. sendo aeus proprielariof sss caprichosos na escolha dos objectos que
expOem a venda, lembram ao respeitavel publico que aproximando-se a festa, nao fo-
ram indiferentes, mandando vir de conta propna, da Europa um variadsimo sortimen-
to qne pelo bom posto e primoroso trabalho importara elegantes presentes para a filha
idolatatrada. a arilhada querida, a consorte fiel, a mai extremosa, a amiga dedicada, e
Analmente a todo aqoelle ou aqaalla qae se qoeira mimosear pela festa do natal.
Nao !endo enfadonho, respeitaveis leitores, prestai attencao at o fina! ceste
annunco que encontrareis, com certera.
Para o bollo sexo
Pares de briocos de pbantasia a 8/, 9. 10 e 12/, ditos de coral a 3/ e 4*,
fca9 ditos para luto a 6* e 8*, meios derecos modernrs com brincos e alfinetes a 16*,
V?fi roietinhas de diversos gostos a 5, 8| e 8# o par, pulceiriohas de coral a 7*000, vnl-
AOS 6:0004000
Estao venda os feliies bilhetea da lotera da
Sania, na casa feliz do arco da Coneeico, oja d
nrlves no Recife.
Muga
do Raogeln
se o 1* e 2* andar do sobrado da rea
7 : tratar na taberna do mwmo.
Ooiiseita-se niachiuas paru
costura.
de qualqoer autor por om macbioista nor-
te-americano ba poaco ebegado em
Gasa de Chapman
Ra do Imperador n. 45.
Casa no Poco da Panella.
Alaga-te por 600* ama excellente casa na rna
do Rio n. 35 daquelle povoado, eom 2 nas, i
quartos, coiinba, cocheir, qartos para criados,
estribara, e mais duas meias aguas separadas: a
tratar com o comendador Tasso.
Precisa se de duas amas pare
servioo interno de pequea fami-
lia : i rna Imperial n. 199, por
tima da reflnacao. _______
AMAS
Protectora das familias.
Os seohores contribuintes a essa aMociagio qne
preferem mandar pagar suas annnidades nesta pro-
vincia, podero dirigtr-se a ra do Livramenlo n.
19,1* andar, antes do dia 14 do prximo mez de
derembro, afim de qne os fondos possam chegar
na sede da associac.5o, no Rio de Janeiro antes do
sen vencimento 31 de dezembro de 1871.
Hecife 20 de novembro de 1871.
Narciso Francisco de Vidal.
ct
iwrAs a
n. W.
\
Troca-se BoUs do banco 4 Brasil e de
Qllaes na roa do Bario da Vieloti n. O, a__
na Nova, loja da Joto Joaanim da Costa Lula.
jnsultono omeopa-
tttoo
DO DR. SANTOS MELLO.
Roa do Baro da Vtctoria
VACONA.
Todos os domingos e quintas-tetras, pe-,
ha 9 horas as 10 da maobaa vaeciause
por preeo modieo, pare o qne ha muito
bom paz vaccinieo.
Recebem-sechamadas para vaceanar em
qualqoer casa.
Consultas medicas todos os das pela
manh^Bi
Chamados a qualqoer hora do dia e da- ]
nonte.
Gratis a parte medica aos pobres.
P< ecisa-se de ama ama para cozinhar em
casa de pouca familia : a tratar na roa das Cru-
zes n. 29, armazem de movis.________^^
MOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.e)ra de Helio,
^ivio na cidade deNazaretb desta provineia.
favor de vir a roa do Imperador n. 18 conehib
aqnelle negocio que V. S. se compromettea reali-
or, pela terceir chamad deste jornal, em fin-
de dezembro prximo passado, e depois para ja
aeiro, passon a fevereiro e abril, e naia cumprio
e por este motivo de novo chamado para dib
Om ; pois Y. S. se deve lembrar que este negocu
de mais de otto anuos, e quando o senhor sat
Ano se acbava no ee nesta cidade
Preei-a se de cos'.ureiras na loja do Bom
Pastor rna d* Imperatriz n. 3.

tichas de dito com crzes de ouro a H, eaeoltu com inseripsoes (obra chique) a 5* g
e 8*. figa d coral a 25, cruzes de ooro e coral a 3f, i, 64 e 8j, ditas de esmeral- jg
Jllin UD l'VJia' uuao a g v* ui ^.^--^ (..*. !,<. u^# v
Aos senhores cavalheiros
como sejam : gaarnices
3 feraates ttostos a - jgs da,'peroras e rubios 12|, U, 161 e 18*, anneis com bonitas pedras a i para crian
jgSJ? ra a 3*500, ditos de pedra* finas a 6# e broxes para retratos a 16 e 20*.
E' smente na Flor da Ouro que se vende joias de gosto e por poaco dinbeiro
com tres botoes para abertura , pares de ditos e de dif
para abertura i S,
. 3t, itas para puchos a 8. cadelas muito chiques a 20*,
*r$ ditas a 6$">00 a oitava, pencinez de prata dourada a 1*. 4*500 e 5*, medalboes para
^ cadeias a 12*, medalhas com leras a Si; alera de um grande sortimento de obras de
WS? brilhantes, brincos, braceletes, alfinetes, adereco completos, meios ditos de pedras fl-
'**?. as e coral, medalboes, voltas e traocellins, anneis com letras e de diversos modelos,
*\i oculos, pencinez de ouro, relogios de ouro e prata dourado e de afamados fabricantes,
assim como grande sortimento de obras de pratado Porto, tanto para o servico do-
Destico, como para igrejas, e garantimos ser ludo !ei.
A Flor de Orno contina a estar aborta at as
8 horas da noute

s*
Os Srs. Jos Franc seo R.bwro de Su-
za e Dr. FranciC- Jjs Rabello, o i* pro-
pietario do collegio de Santo Amaro e o
i propietario de om otnro colegia, sSo
rogeos a n andarem a esta typi gra^hia a
oejjocio de ioieresfe.__________________
Schffitlimb & C pedem a todas as pessoas
qae se julgam seas credores nesta pra^a a apre-
sentar as toas comas at o dia 21 do corrente
mez no escripturio da roa da Crnz n. 72, para
serem conferidas e pr*>-
i aixtiiro
Preeisa-se de um eaixeiro para a villa de Ga-
ranbuns, qae tenha prauca de fazendas e escreva
soffrivelmeote: tratar na l.j de fazendas, roa do
Livramento numero 6.
C0Zhtt4
Na roa do Pires, sobrado n. 28, preeisa-se
de urna boa cozinheira, e de boa conducta, forra
oa eserav.
Companhia indemnisadora.
Em cumprimenlo do dispedo no art. 19 dos es-
ututos da mesma compaohia, aereo vendidas 5
de suas ?cc/Ses em tre> lotes, sendo :
Umlote de 15 acedes de os. 116 a 130.
Dito de 20 ditas de ns. 241 a 245, 646 a 650,
971 a 980.
Dito de 10 ditas de ns. 931 a 940.
Os preteadentes deverao dirigir suas propostas
por intervengo de corretores geraes ate o dia 19
do correle, ao escriptorio da dita corapanbia, ra
do Vigario n. 4. __________^______
l BOTA DE IIIRO
Neste novo estabelecimento de calcados, sito
rna do Bom Jezus n 21, sobrado amarello, antiga
roa da Cruz, o publico encontrar sempre om
completo sortimento de calcados dos melhrres e
mais acreditados fabricantes de Lisboa, Pars e
Londres, nao s para bomem como tambem para
rapazes, senburas e chancas, enjo sortimento
refoigado todo os mezes afim de poderem assim
ter stmpre calcados frescos, para bem servirem
aos seus numerosos fregaezes, os quaes sempre
que se digoarem frecuentar o referido estabt-le-
cimento serao iraUpe com agrado e sezudez
Precisa-se alagar um escravo de 14 a 18 an
nos para servico de casa de familia : a tratar com
Antonio Jo Rodrigaes de Souza na thesouraria
das lteria*, oa em sen sitio no Mcnteiro._______
O abaixo assignado, tendo de acabar eom o sen
negocio, roga aos seas maites e numerosos fre-
gaezes qae Ibe esto devendo em sna loja de cal-
cado i rna da Imperatriz n. 10, de vir oa mandar-
Ibe pagar seo debito at o flm de uezembro do
corrente anuo, pois do contrario ver-se ha obriga-
do, e bem contra so vontade, entregar as cen-
ias a sea procurador, para elle receber amigavel
oa judicialmente, o qae o abaixo assignado e.pera
dos seas bons fregaezes isso nao ser necessarlo.
Recife 31 de oatobro de 1871.
Antonio Rodrigaes Pinto.
LIQUIDChO de fim de anno
AO 65
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Esto estabelecimento acaba de receber om imprtame sortimento de diversas li-
^udas proprias para vestidos, sendo poupehnsf* de fda, ?ds, las, percales, dilas com
fiarras proprias para bsbados, lindas cambraits crex, e em fim urna infinidade d'arli-
ges de moda, tudo proprio para a festa, o que tudo vender por precos ii.tei;ament
razoaveis, em consequencia de estarmos prestes ao fim do anno, e o 65 no quer ter
.grande Irabalho cum o seo balarlo, preferindo tomar dinbeiro a fazendas, convida-se
portanto ai respeitvel publico a virem sortir-se na loja do 65 aonde compraro por pre-
tjoi que d3o obtero em ootro qaalqoer estabelecimento; em fim ver para crer.
ROA DO, DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Mssa fallida de Fiuza &
Irm&o.
Os abaixo assigoados, administradores da massa
fallida de Pinza 4 Irmao, convidam aos credores
da mesma para, no prazo de oilo dias, a contar
da data d'este, apresentarem os seos litlos, afim
de fazer-se a classificacao de que trata o art. 859
do cdigo do commereo.
Cidade de Mamangnape, 7 de dezembro de 1871.
MaDoel Seve Filbo.
Jos Flix do Reg Barros.
Declarado emtempo
A primeira confeitaria, pastelaria e culinaria ;
acha-se estabelecida na .ra do Imperador o. 24
Em sua frente acha-se collocado um lamplo com
o segninte lelreiro : CONFESARA DO CAMPOS.
Oo propritlarios daquelle astabele.-imenlo teem
:apri:hadu em fazer daill am cen'.ro do bom e
agradavel ao paladar >.
Todos os dias encontra-se ali, grande sortimen-
to de pastelaria para lanche, sbiemesas e me-
rendas
Reeberam tambem de sua euoomraenda, um
vanadissimo sortimento do callonas e cestinba*
ricamente enfeitadas, proprias para os presentes
de festas do natal.
E se poern duvida no que cima est dita que
digam os que all se tem suprido lo quo necessi-
lam, no jne per^ence a estabelecim^ntos de tal na-
iurna.
Fiambres, leitSes, pinls, patos, galinhas, ru-
lings, bolos, pastelees, empadas, tortas, bolinos
para cha e doees fin calda, secco e christalisado,
naciunaes e estrangeiros todo all se encoatra com
limpeza.
So na confeitaria de Campos, ra do Impera-
dor n. 24. Mj
Precisa se de um criado ou criada iivre oa
escreva, para casa de bomem solteiro : na ra da
Camba do Carmo n. 21, i" andar.
%%fc
Na ra da Palma n. 42,
precisa-se de ama ama para
cozinhar.
nico estabelecimento neste genero
31 Ra do Bar> 5 di Victoria 31
( ANTIGA RA NOVA.)
\caba de chegar s este estabek-cimento pelo-ultimo vapor om grande e lindo sor-
timento de chapeos para senboras, o qae ba de mais novidate, proprios para a festa.
Lindas Capellinas de palha de Italia, frm inteiramente moderna. Ditas pretas para
Jocto. Chapeos do palba de Italia para senhons, ricamente enf-itados. Ditas de palba
para meninas de 2 a 10 annos. Chapeos de velado preto e cor de caf, formas inteira-
mente novas e enfeites de mnito gosto; em fim, recebemos um completo sortimento de
chapeos para senboras, qae estamos persuadidos que o que ba de melhor neste ge-
nero.
Por tanto rogamos s Exmas. Sras., qae bajara de visitar nosso estabelecimento,
onde encoatrarao um grande sortimento de chapeos de todas as qualidades.
GASA CAUVIN A; er
NOVAS ESPECIALIDADES
Ap-f&enjd^* a A'adrom de Sciencias
Pbarmaceutioo privilegiada
succeseor 9
Hbiiatopol, f>8 PARS.
A. MARINIER
c ao lu--.tuta d* Fnaft,
III ICTP ID s',tl J f'"'m, do l'JC'';"J. ito'edida e dc-eida para
illlItuvnU t'*' ilc momento urna solnttao
NlMin cnratira dtl M0LESTU8 CONTACIMA8
INJEfiTOR-PflILTO
Jo Tolome
rolme de um relogio, terriod da
riiiMito e srhinga 01
(ran inceneiltitM de friflllleAt
ESTOJOS
Com
* forea, e de volunte de m Porte-MteAi
COTF.NDO TODO JRKTAMBNTO.
COLLYBIO Centra as affeccois das palpebrai
preparado sob t mesma (orma.
BARTH0L0MEO i C
DeposiUrioa geral para e BRASIL c PORTU4AJL
71, ra larga do Rosario. PERNAMBUOO.
Ernesto
de
Massa fallida de Tneodoro
Castro.
Os abaixo assignado<, administradores da massa
fallida de Tneodoro Ernesto de Catro, coavidam
aos credores da me-ma para no praso de oito dias,
a contar da data deste, apresentarem os seas t-
tulos afim de faxer-se a ciassifleaco de qae tra-
ta o art. 8o9 do cdigo do commereiu.
Cidade de Mamangnape, 7 de dezembro de 1871.
Manee) Seve Filbo.
Jos Flix do Reg Barros.
m 1)0 010
Aos 5:00#00O.
Bilbetca garantidos da pro
Tela.
Rna do Barao da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 ecasm
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender entre o.
mos mnito feliies bilbetes a sorte de 300JOOC
em tres qnartos de n. 14, alm de outras sorte-
menores de iOOOO e 20*000 da letera qae se
acabon de extrahir (217), podendo seas possaido-
res virem receber, qae promptamente serio
pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respet
tavel publico para virem ao sea estabelecimenU
somprar os felaes bilbetes garantidos, que n-ii
deixar de tirar qaalqoer premio como prova pelo>
mesmos annuneios.
Acham-se venda os muito feliz* bhctes g<>
rantidos da 7a parte das loteras em beneficio da
igreja do Espritu Santo do Recife, que sera ex-
trada no da sexta-feira 15 do eorrenie mei.
PRECOS.
Inteiro 6*000
meios 3*000
Quartos 1*500
bn 100000 para cima.
Inteiro 5*500
Mems 2*750
Qoartos 1*375
Joan Joaqnim da Costa L.-ii*.
Na travessa da roa
das Cruzes n, 2, pri-
eiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qoal for aqaan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesraos me-
taes e pedras.
'MaMBariirnlMa! Ili WMW1
MILUS
pequeas, obra de multo gosto, pnprias para o
passatempo da festa, por serem muito leves para
transportar para os arrabaldes : no armazem de
Tasso Irmaos & C, caes do Apollo.
Mlle. Marie Lavergne, modista em tt
cabellos, recentemente chegada de Pa- U
.;- .__1, .____.,! ,n Cr lean Cl:.'.\. .'m>
Attencao.
Al pessoas qae tinbam negocios forenses com t
fallecido procarador major Joaquim de Albuqoar-
qoe Mello, bnbam a bondade de se dirigirm ao
abaixo assignado, qae presentemente se aeba
d'elles encarregado, na roa do Imperador D. 15
Recife. 9 da novembro de 1871.
_________ Jeio B. Pinheiro Crte-Real.
SEGUROS
MARTIMOS
E
DOfTRi FO-O.
A companhia Indemnisadora, eslabonada
esta praga, toma segaros maritimos sobra
aa vios e seas carregamentos e contra 'ogo
)m edificios, m-Tcadoras e mobilias t na
aa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Companhia de seguros maritimos
Itilidade Publica
A direecio convida aos Srs. accionistas a se
reuoirem segunda fe ra 18 do correte, ao meio
dia, *>m sea escriptorio a ra do Mnrqutz de Otisda
n. 3i, para elei^lo de nm director, visto nao ter
aceitado esse cargo o que M eleito.
Recife, 13 dezembro de 1871.
Os directore?,
Feliciano Jos Gomes.
Th-m! F-mnrl rl Cnnha
^
ris, tendo comprado ao Sr. Joo Godo-
fredo Pinto, o sen estabelecimento de
cabellereiro a rna Primeiro de Marco
n. li (antiga do Crespo) offerece os
feus servidos ss Exma?. Sras. desta
bella cidade para os midieres de sua
arte ; o sea estabeleeimt-nto est prvi-
do de habis artistas para a noa exe-
cucao de qaalqoer obra e corte de
cabelles. Faz os ponteados em sea
etabelecimento por metads do preco
do qae est estipulado para quando
for chamada a resideueia das Exmas.
senboras.
jfc O respeitavel publico encontrar em
vS? seo relendo
3^ sortimento de perfumaras francezas
e inglezas dos mais acreditados (abr-
a>, cantes, assim como flores artiflci&es,

n
m
.-a IV*
Friucisco p.i8 Barreto,
Gaspar de Drummond manda resar no da 10
do corrente as 7 horas da maohia na matriz de
S Jos, urna missa por alma do capilo Francisco
Paes arroto ; e para assistirem a esse acto con-
vida a tudos os seus parentas o amigos, 3 aos da-
qaelle flaado. ______,
a -ur Na praca da Independencia ns.
im.JM..l.li)3 precisa-se de ama ama para
cozinhar.
Um mo{u nacioual se offerece para fazer al-
gunas viagens ao sal oa norie do Imperio como
capitao de Bandeira : quem precisar annnacie
por este Diario.
Criado
Precisa-se de am na travessa de 8. Joao n. 20,
casa forrada de azulejo. _______
AMA
Precisa-se de orna ama para cozi-
nhar em casa de pouca familia :
ra Velha n. 28, sobrado.
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltrao
Ra do Trapiche n, 5, ! andar.
Sacca por lodos os paquetes sobre o banco d<
inho, em Braga, sobra os segnistae logara m
ortugal :
Lisboa.
Porto.
Valenc.
Goimaraes.
aST
Vteao.
Villa do Conde.
Arcos de Val da Vaa. }L >
Vianna do Castelk.
Ponte do Lima.
Villa Rea).
Villa-Nova de Famecao.
Lamego.
Lanos.
Covilhia.
Vascal lA'alpaMO). Q
MlrandeDa.
Deja.
BarcaUos.
Urna inuiher de boa conducta que tem pra
tica de lod> o servico loteroj o cozinha com per-
feigao, se offerece para tomar o cargo de ama casa
de bomem solteiro : quem carecer procure no
principio da ra Imperial confronte a matri:, casa
terrea n. 4.
Perdeu-se bontem pela manha urna procu-
rado bastante, assigoada por Joo Bernardo do
Reg e ootros : qaem a tiver achado, quereodo
restituir, pode entrega-la nesta typographia.
Para quem precisar de binos salgados alu-
ga se urna casa em Olinda, mobilbada e com com-
modos para grande familia : a tratar na ra dos
Quarteis n. 18, 3a aadar.
CASA DA FORTUNA
RA 1 DE MABCO OUTR'ORA DO
CRESPO N 13.
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto ven
la os felizes bilbetes da Rio de Janeiro, pagandi
ororoptamente, como costuma, qualqaer premio.
PRECOS.
Inteiro 14*000
Meio 12*009.
Qnarto (5*000-
___^ Manr>el Martins Finza.____
Precisa se de ama ama pa-
ra todo o servic.0 de orna ca
sa de duas pessoas: tratar
oo largo do Arsenal de Guerra n. 3
m
esiabelecin ento um bello $$8/

cbjects de nuantasia, modas, ^etc. etc. ^9
e vende tudo por presos commodos, ^^
pois reetbe directamente da Europa. "Sg
O sea estabelecimento acha-se aberlo Cfr
V) das 6 horas da manhaa as 9 da noute. \J
@SS@ @ S@
Monteiro
Por 300,000 i is.
Alagarse ama casa na povoafao do Monteiro : a
tratar na taberna do Sr. Nicolao Machado Freir,
do mesmo lugar ____
4." batalhio de iofanfarla 4
gnarda nacional.
-O commandante e offlciaes do 4* batalhio da
guarda nacional, feridos de dor, pelo falteeimeato
do ?eu collega e amigo o capitao Henriqne de Mi-
randa Hsnnqnes, mandam no dia JO do corrente
mez selebrar missas pelo repens eteroo do mes-
mo fallecido, as malrizes do Poco Panella, ar-
zea e no invento do^Carme, principiando as 7,
horas da maobaa, e para esse acto de candado
convidam a familia, pareotes e amigos do falleci-
do sendo o trigessimo da de sua morte,
ALUGA-SE
Na cidade de Olinda roa de S. Pedro Aposfo-lo.
a casa terrea o. 13 quem quizer falle oa casa
juuto o. li, com o Sr. Gaspar A, Vieira Goimaraes,
i.u Antcoio Ramos, morador na mesma rna qu
esio autorisados para alaga la. __________
Precisa-se de
ntaeiro, do Caes
bem.
um bom cozinheiro cozi-
do Apollo n. 69, paga-se
O deposito do verdadelro cemento de Porilaod e
gira no armazem da bola araarella no oitio da
secretaria da polica, garaoto-se que niguem
pode vender por menos que neste armazem :
quem comprar de cinco barricas para cima ter
grande ab.tim'-nto, tambem se vende a retalho.
Ignacio aa Suva Deir avi.-a a seus fregu
zes e a quera mais posta iutereasar qu>> segu pa-
ra Pcrnauibuoo cora boa tropa do burros e qne
passar pelos lujares segrales : Pilar, Castanha
Graude, Furto Calvo e E-cada : qnem pois qniser
fazer compras poder encootra-lo ou avisa-lo. Pe-
nedo 3 de dezembro de 1871. ___________
nos
nica ca-:a neste genero
14-Raa Estreila do RosarioM
Compra e vende roupa feita
uova e velha, objectos de
cosinba e de mesa, e
tudo que perten-
i, ry ,, Precisa-se de ama ama pa-
^ ^SfcV'%k.'k ra erv'V' Je Ulua familia
%i V%' do tres pessoas, paga-se bem :
oa ra Bella o. 3. ^^^____
^
^
^1^^
AMA
j milis.
Precisa-se do orna ama
R. Fraucwn a. 34, asa
: oa roa de
de pouca fa-
CRIADO.
Na roa do Hospicio o. 27 aluga-se ara moleqae
escravo de 15 annos para o servico de roa e co-
airo. --""a 'aer
Alaga-se urna casa terrea em A^ipucos i
tratar aa ra* Sete de Setembro n. I.
Precisa-se de urna ama pa-
ra o servico de casa e com-
pras : trata-se na roa Mr-
quez de Olinda, sobrado o. 3i, i" andar._______
Soeiedade Emancipadora,
Cenvido a nova e amiga direcce para a sessio
de po='e no Club Peraarobocano, as 7 horas da
noile do dia 15' ii> correte. Reeife 11 de dezem-
bro de 1871.
Ferrelra Jaeobioa.
Aluga-se o audar terreo do sobrado n. 5 da
roa Imperial: a tratar no msmn andar.
ADVOCADO
8r. Joaquim Correa de Araujo
67Roa do IuptauDOR67
mfiHVVMWM-
Manoel Fructuoso da Silva, morador n* nan
do Hospicio o. 83, declara egunla vez que nio
se respirasbilis por qoalquer debito contrihido
em seo oomp, seja qoe pessoa for, de sua cata ou
de fra, e s siffl levando o potador eacripto seo,
eoja firma seja reconhecida verdideira.
Alaga-se o sobradiubo s'jj no forte da praia
de S. Jos n. i : i tratar na padaria da roa do
rTaage' n. 9.
Eugommadeirii
Paga-se 30i>000 por mez a orna boa en-
gommadeira, e qae f*ca algoos ensaboados
em casa de peqoena familia, prefere-se es-
crava : na entrada da Ponte de Ucna, casa
n. i, antes da igreja de S. Jos.________
Chapeos para Senhora
O Bazr Victoria, ra do Baro da Victoria n.
2, amiga ra Nova, reeebea pelo ultimo vapor
um rico sirtimeuto de chapeos e cbapelinas de
sbda de velludo e de crep, enfeit^dos com gosto
para senhora. Ditos de seda, velado e feltro, tam-
bera afeitados para meninos e meninas bem co-
mo um variado sortimento de leqne de todas as
cualidades, sso, marfim, madeira, sndalo e
raadreperola. .__________________________
A pessoa qne precisa de 300*000 a pretrio,
dirija-se ra de Hortas n. 30. ^^^^^^
O
ndys
O qoe tcLu apparteido de melhor, cheaarain sw
para o 6o a ra do Duque de Caxias. ^^^^
Fular
Fazenlas de la pialadinhas, proprias para ves-
tidos e pelo diminuto pp-co de iOO rs. o aovado,
por qoanto vende o 65 roa do Dnque
Cazias.______________________________
Toalhas
brancas Jiia 8J, porquauto vende o
dn Duque d Caxiv.
d>
f..> a ra
10 65
Ru i do Duqae de Oaxias
Lindas poapalinas de ia pelo dimiooto pre^o df
600 rs. o invado.
de algoiio a 4tK) rs.
Caxias.
Brius
s o 65 a roa do Duque de
AO 65
Rna do Duque de cavias
Bios brancos de lioho por oreos qoe admira,
jende-se a vara a UiOO. 1*600 e mais preco :
(sao muito finos) e grande sortiment de camisa*.
Sao mnito Anas e padroes que agradara ; veo-
de-se o corte 4*300 e o covado a 8*500.
Soso encontra no 65 a ruado Diiqoe demasas
r
PECHINCHA
AO 05
Ra Duque de Caxias
Acaba de ebegar para eate eitabelecrawato,
graudo sortimento de percales a 3J0 ris o cova-
do, ditas cora barra a 360 res, o bm assim ffn-
do sortimrnto de madapoles, o qoe todo aaven-
de por precos rasoavel?.______ _
Vende-se urna excellemte lafceroa, n.i primal
ra curva da Eslrada Nova de aV^M)^ teade nm
excellente casa e commoda, a tratar na icesraa.
A peasoa qua aiaincioa prca**! * .*
retla de aaareo eom pooeo oso dirjase a rn*
) Bario de S. Borj* n. 81 das 3 hera da tarflfr
em diante qoe encontrar com rronn mmr.
Prcci.a-s9 Je nm calxein1 eoj praio d
liberna: n' ra oo Raogel c. 10.
/

-


.1
ow
dt Feniambuco
Sexta eira 15 de Dezembro de 1871.
U.v
OS SORTIMENTOS
tea. .! r.jor
ex, roa *
4a TWrl
'ra ram Xo-
?) 9.
Acaba * roceber noru facturas.
aratazeai o Tapar
Praaeav, ra da
liarlo da Vletorla
( otr'ara ra Na-
va) a. .


Calcado
*
Botinas da tasar e de Polak, para hornea, com-
pleto sortfraento para todos os gostos a vontade
des eoopradorea.
Botas pemeiras para montana.
BoSMn pasa senhoras e meninas.
Abotaadoi para meninos e meninas.
SapalSes de biierro, verniz, cordavao. e de brim
raneo para boraem.
Sapalos de tapete avellodados de -hirlot, casa-
mira preta e mana porto* .
Sapatos de vaqueta de Tamil com sola de raa-
deira proprios, para banhos.
Perfumaras
Fines extractos, buhas, cosmticos, oaos, opia-
tas, poses, agua da cologne, agua divina, agua
florida, dentifriee, lavande, agua de toilet, tintura
para barba a cabella, pos de arroz, sabanales,
etc.; todo isto da prtwira qualidade dos bem co-
nheeidos fabricantes, Phrar e Coudray.
Quinquilharias
da pbantasia e lazo, como sejam : espelhos, Invas,
joias da ouro, corrente de plaqu, ricas carteiri-
ohas para dinbeiro, caixinhas de costura coa
msicas, esterscopo da 30 Utas com msica,
boleas da seda a cestinhas diversas para braco de
enn. ras a da meninas, ocolos, pencenax com vi-
dros de cores, ehicotinhos a bengallas, todo isto
de dilTerentes modellos e qnalidades em grande
numero dastes artigos de quinqailharias Anas de
.oslo que nao se poda bera mencionar.
Brinquedos
O maior sorlimeoto que sa pode dasejar de toda
sorte de blanqueaos fabricados em diversos paires
da Europa para entreteniment das ei aneas.
Oarrinhos
e berros de vimes para crianzas, da
rentes modelos precos commodos,
novos diffe-
Prepos.

Em nrtude das novas facturas a ordens dos fabricantes, vende-se agora tudo precos
baratissimos : no armazem do vapor francez, rna do Bario da Victoria, outrora ra Nova nu-
mero 7.
'i
s
**
Compra-sa. #i
Peijio em mi estado, ou avadado : na travs-
sa do Oavidor, coxeira, quina da roa das Cru-
Compra-se nma rotula de amarello em boa
atado : quem ti ver annuncie.
Compra-s

ura cabriole! americano com quatro rodas, quatro
asseotos, para dous eavallos a am bom astado : a
tratar na ra do Brum n. 96.
ODAS.
Acs 20.000 collerinhos de
papel a 500 rs. a caixa
No Bazar de Londres a ra do Mrquez de Olin-
da n. 28.
Bengallas
O Bazar de Londres recebeu ura eloquenia sor-
limeoto da bengallas eom lindos castoe< pontalras
de marfim.
BONS CAPACHOS.
O Bazar da Londres tero, um grande sorlimento
de eipachos teeidos eom palha de eco proprios
para portes de entrada e porta de sitios.
Pechincha
O Bazar de Londres vende lencos de cambraia
de hnbo j embainhados a 5 a duzia.________
O Bazar de Londres a ra do Mrquez de
Olinda n. 28, recebeu pelo ultimo vapor um ele-
gante sortimento de fazendas finas e de grande
pbantazia proprias para bailes, tbeatros, paaseios
etc., etc.
Como sejam :
Cortes de gaze de ebambery bordados a seda
frouxa com lindas franjas de ratrez.
Ditos de tarlatana branca com bonitos desenhos
a seda frcnxa.
Ditos de tarlatana franceza eom lindos desenhos
a seda frouxa de corea.
Gaze de seda branca eom salpieos de cores.
Dita com listas assetinadas.
Popelinas bordadas com lindos desenhos.
Dita transparente sendo a fazenda quasi toda
seda.
Sultanas de todas as cores franjadas e com bar-
ras assetiaadas.
Merino lavr&do de todas as cores (fazenda de
muito Trfito).
Barrajes de listas e quadro?.
Tafeta nacional (fazenda modernissima de lia t
seda.
Barejes fioas eom listas assetinadas.
Alpacas de cordo eom barras de seda.
Grande sortimento de las cem bonitas barras
de seda.
Cambraias e nanzouckes lisas e com barras.
Cambraias suissas e victoria o que ha de mais
uno.
Cretonas com lindas barras.
Ditos lisos e com listas.
Percales o que ha de mais gosto.
Camisiohas bordadas para senhoras ( completo
sonimento ).
Elegantes cbapelinas de blondo de sda de to-
das as cores e molde o mais moderno.
Chapeos ou ombrinhas de sarja de seda para
senhoras com franjas de retroz e inteirlssos, cabos
de mariim.
Mantilhas de seda brasileira.
Chapeos de palha da Italia para senhoras.
Lindas pelerinas de lia bordadas a seda frouxa,
sendo brancos e de cores.
Casacos da sultana formando segunda saia, ri-
camente enleitados e guarnecidos a sptira. _____
Machinas de costura.
Chegaram ao Bazar Universal da roa
Nova n. 22, am sortimento dej machinas
para costara, das melhores qnalidades que
existe na america, das qoaes muitas j sao
bem conhecidis pelos seus autores, (como
sejam: Weller & Wilaon, Grover & Beka,
Silenciosas, Weed e Impenaes e oatras
maitas que com a vista deverao agradar aos
compradores.
Estas machinas tem a vanlagem de fazer
o trabalbo que trila cosloreiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
Licio como as mais pereitas costnreiras.
Garante-se a sna boa qualidade e ensina-se
a trabalbar com perfeicio em menos de urna
hora, e r s precos slo to commodos que
devem agradar aos pretendentes,
JOIAS
Jos de Sonza Soares & C, vendem em sen Ba-
zar ra do Bario da Victoria n. 50, um especia'
'ortimtnto de joias deoum par resumidos precos.
Recommendaroo-las an b-llo sexo pernambucano.
MACHINAS
DE
COSTURA
DO
Systema Singer
Vende-se pelo baratissioQo preco de
60^000 cada ama : roa do Bario da Vic-
toria n. 28.
19 Ra Piimeiro de Marco
Tendo renovado completamente a toja do predio, em -ue '-em o sen es-
labelecimento,
19=.A ra Primeiro de nrqr=l.l
com aquella asseio e elegancia deaejave*. acham-se a jara prvidos do man
esplendido sortimento de fazendas finas e modoroas ds
SEDA, LA, LINHO E ALGODAO
'odas do ultimo gosto, e continuara a ter como sempre, diversos
ARTIGOS ESPECIAES DE SUASGASA
Garantem, com toda
a sinceridade, vender
por menos que qnal-
qner outro, porque
recebem em direitura
a maior parte de su?s
fazendas.
Yende-se o egointe : urna elegante mobuia
de Jacaranda a Luiz XV constando de 12 cadeiras
de guarnido, i de bracos, 2 ditas de balanco, 2
lindos consolo?, 1 jardineira, i sof, 1 toilet, i lin-
do lavatorio ; todo3 estes objectos de Jacaranda e
com '.ampo de marmore, 2 aparadores de raz,
obra elegante e com tampo das-lou^a tambem com tampo de marmore, i
guarda-vertido de raiz, obra muito elegante, i
guarda-roupa de amarello, 1 mesa elstica com 7
tabaas ; todos estes objects novos e sera defeito,
e outros mnitos : quem quier annuncie a sua
morada para ser procurado.
RlLlimiVS
DE
VARIEDA.DS
PARA O ANN'O DE 1872.
Contendo :
KAi.rNr.SHi) adoptado diocese de Pernamouco-
rABELLA dos emolumentes que sao orados
D> a' secre arias d-is tribunata do commerclo.
pnECOS e horas das partida dos trens das_ estra-
das de ferro e das companbias de navega^o pro-
vioeiaes naciooa oa ei-ttrangeiras.
i.r.i da extingo de elemento serv..
U8TA dos novos noraes das mas desta cidade.
A 100 r?. na livraria Universal.

Largo do Carmo n. 39, esquina da ra de
Santa The reza.
O propietario deste estabeleciraento convida
aos seus freguezes para virem fazer suas despen-
sas para a festa, pois est com um completo sor-
timento de molbados, ns quaes vende por menos
que em outra qualquer parte,
A SABER :
Vinbo Figueira da melbor marca, idem Lisboa,
dem Porto em barril, idem engarrafado de diver-
sas qnalidades, coRnac inglez, genebra de Hollan-
da, idem de Ottom, idem wida nema, dem la rao
ja, frascos com conserva muito nova, arceixas em
latas de diversos tananhos, ditas em caixinhas
proprias pira meninas e meninos, marmelada de
1,2 libra a 2 libras, doces em calda de diversas
fruetas da Europa, ervilbas portuguezas e fran-
cezas em latas, queijos fhmengos, idem prato,
idem do qoalha, dem de Minas, macarro, talba-
i:m, aletria, gomma de mllho, cb hysson, idem
nxim, idem preto, cbouricas de Lisboa em barris
e latas, azeitonas em latas e em barris, cerveja
de diversas marcas, manteiga franceza flor, idem
iDgleza flor, presunto do Porto, idem inglez pro-
prio para fiambre, charutos dos melhores fabri-
cantes da Babia, Alfcrruba. Alem dos gneros
mencionados, existen outros mullos, os quaes
deixo de mencionar por se tornar muito massaote.
Os precos sero feitos 4 vista dos gneros por se-
rem todos escolbidna e de primeira qualidade.
Cal nova
chegadl recentemente de Lisboa no patacho
portojraez Jos > ; tem para vender Joa-
quina Jos Gonralves Bultio, no seo, es-
cripli>rio rna do Commercio d. 5.
FOLHINHAS
PABA
0 MI DE 1872
As festividades sSo indicadas para o bispado de
Pernatbuco. As horas das mares, o nascer do
sol, eelipces, etc. (60 pag.), sao exactamente cal-
culadas para Pernambuco : Indicares estas, qne
nao se eneonlram as folhinba< impressas no-*' "
de laneiro.
O PREQO E' DE 400 RS. CADA
Constara das segrales vanedadea :
ANEDOT1CA
Consta de cincoenta ancdotas inditas, Ilustra-
das eom numerosas estampas.
COMMERCIAL
GUERRA FRANCO PRUSSIANA
GUERRA DO PARAGUAY
RELIGIOSA
FOLHIflHADE PORTA
Es. 160
Urna folha contendo a folhinhai o kalendario.
Ou memento diario para 1872.
Um bonito volme encadernado peU mdico
prego de
Rs. 200
Cem meia folha em branco par. cada dia do
anco.
Llvraria francesa
CAMBIAIA
A 3.000 rs, ap Cambraia tran-prente com 10 jardas a 34000
a pega, pechincha : na ra do Crespo n. 20, !oja
de Guilherme Carneiro da Cunta.
Pelo custo para li-
quidar
Vende se pelo custo, para fechar sontas, pape
pintado e duurado com primorosos dse los dt
differentes qualidade e gostos, proprios para for-
rar salas, gabinetes e capellas, etc. Agora pode
qualquer pessoa ornar as paredes de sua casa,
cortos de que a importancia a despender ser ipua!
a que se gastara mandando-a simplesmente caiar:
na travessa da Madre de Dos n. 14, armazem do
Candido Alberto Sndr da Molla & C.
A IQ$WQ cada um
Bornous para senbora, os mais modernos qne
em viudo a esta nraga, alm de ootras fazendas
proprlsspara a fem, een sejim as f-rnimvs :
Madajpolio franaez lina, cambraias Victoria e eom
barr, irreales, eretone, chitas Anas, Bareges,
las, fnfides, easeroiaw, brins brancos a de cores
de liaho e de algudjo, e ou'ils muitas fszendas
que sa 'enle barato, -. com a vista : na ra D.'-
reito n. 5o.
Cabjrieiel
AV.IMUN.
Chitas finas escuras com toque de avaria a fi
e H rs. a pega ou 200 rs. o covado : na ra i*
de Marco n. 20, loja de Guilherme Carneiro da
Cunha. ____________________________
Navidades para a
festa
Chegaram loja de miudezas e calcado, deno-
minadao Mercurio-rna da Imperatriz n. 86,
um completo sortimento de grinaldas o flores,
luvas de pellica de Jouvin. franjas e galoes de seda
de lindos costos, meias inglezas para senhoras.
ditas para homens e meninos, grande sorlimen'o
de perfumaras e focos francezes de todos os ta-
raanbos para renioos o outros muios objecto!
que se veode por menos do qno era outra parte.
ITftNp
*
#
B
u, zo
LOJA DE js
MANOEL DAS XAVIER M
Vendp-se: $,
H, 3, ^
I
m\ mnm.
Bonitos ports buquefs.
Lindissiraos leques de madwperola mollas in-
teiramente novos.
Cortinados bordados.
Camisas brdalas para he mera,
Finas meias de seda para senbora,
A Nova E'^frarga auem tem ! I
desappare<;am as sardas
A Nova Esperanga a na do Duque de Caxa3
n. 63, acaba do recebrr o bem conhecdo leita
de rosa branca, e tambem.leite virginal, es quae
fazem desapparecer a3 sardas oa panno.
Vende se um excelleute cabriole! da qualro ro-
das por prego commodo: na roa da Florentina n.
41,a eaado Gnrjo._____________________
Kival iseni M^rundo
Rna Duque de Ca las n. 91
Jos de Azevedo Maia e Silva, em sua lo-
j ade njiuile/ai eontiDna a vender todo
por baratos r rec/>3 que < todos admira :
Libra de lia para bordar a melbor
que ha. 6000
Caixas com superiores grampos fran-
cezes a 160
Duzias de facas e garfos de um e
dous botoes a 4JOO0
Talberes pare meninos a 240 e 400
Libras de liaba de oovello, a melbor
possivel. (4500
Duzia de lencos de casta com barra. 1^000
Caixas de liohas com 30 novellos a KOO
Vara de franja brinca para tnalhas 160
Dozas de me-.as croas muito hoas a 33500
Dnzias de meias finas ara senho-
ras a i^OOO
Na'albas muito uas, para fazer a
barba a i 000
Caixas com peonas de co com to-
qne a 920
Caixas com peonas de Perry fazen-
da floa a 8C(i
Ditas de dita di'o verdadeiras a 13200
Caixas corniO cadernos papel ami-
zade a 70*
Pefas de fitas para coz com 10
varas a 500
Pecas de tranca lisa de toas as
cro3 a 40
Duzias de liaba froexa para bordar
a 400 e 500
Pares fie spalos de trates a i#80
Du-ii's de baralbos muitu linos a
2*i0t) e 2.JSO0
Ditas de agu'has para machina a O^1
Resmas -!e papel alroafo snperi' r a 3(j600
Ditas d dito pautado o melbor a 4006
Carr teis de linha A exandre a ICO
Grvalas de cores muito linas a 500
Ditas prctas ptubs bordadas a PC<
Grosas de botoes de madrvperola
para camisa a 50C
Novellos do linha branca, 400 jardas 60
D:i?ia do carlSes de linha branca e
preu e de cores a 120
rhesoiiras muito finas para nobas
e costura a 500
Caixas red ti das para botar rap a 13*00
Caixas ctQj spara iimpar deutes
fzenda lina a 200
Livro das miss5es abreviadas a 13300
Macos de pailitos para dentes o
melhor que ha a 160
mmmmmwmm
.^i A' roa do ornraeriu n. 10, e?cr.pu-
gj rio do Jos Joaquim da Coala Maia, en
^| contra-se para vender por commodos
I presos :
! Azulejos bespanhoes.
;_:;j Folhas de ierro gaivani^do para telhi-
taft do de diversos tamanhos.
S Dita? Je dito dito lizas.
gg lucas de ferro galvanizado.
2S Camieiras dito.
Portadas completas para cantara,
Ladrilbos.
da

fi
iM
m
19 RA 1.
(Antiga ra
E MRCO 19
do Crespo).
MOINIIOS para moer cato a
i* e ot.
FITAS brancas le aljodaa de diver-
sas larguras a 600 rs. a duzia de pc-
LENCOS de cambraia de linho aba- '^
/rti, nhados a o< e 6* a duzia I a caixa ,a
?yj vale o dinheiro que e d I... 9
w. BRIM pardo trancado mofado para ..jjjji,
ffl roupa de escravos aiCO rs. a vara. V
CAMBRAIAS transparentes a 2/600 *
3S e 3ii00 a peca.
ALPACAS da cores lavradas a jOO -4
rs. o cavado !...
Ra do Crespo n. 23.

ROUPA FEITA

Gor^arslo de a\
W.' Recebeu a loja da America esta liu-
i^ da fazenda para vestidos: ra do Cabu-
g n. 10.

XA
Ra do Crespo n. 20.
Tendo rfsolvido nao continuar a ter grande deposito de ronpa foita, afiTerece ao
r--iielttvel publico, e aos aegociantes de fra, um grande sortimento, por precos bara-
i-irnos para acabar.
Palitts sobrecasacos le panno Ano de
iU ?30K)00.
Ditos saceos e refranqaeados de casimira
de cor de 55509 a 9-?000.
Ditoii ditos e ditos de panno preto de 3#
? 12*000.
Ditos, ditos e ditos de a'paca preta de
jSOO rMOOO.
Ditos, ditos e dito? de sipaca branoa e
4e eta a 2^500.
Dits^-dtos e 4itos Je bramante de linho
a 2500.
Ditos, ditos e ditos le bramante pardo a
>!cas de casemira de <*.6r de 55500 s U.
dmn i* O'jnb.
J o to sdico o costnme iue ha entre todos
os fjue querem fazer conbe:er de seus estbale*
cimentos por meio i pomposos annuneios, qne
cora bastante razao se arredara os leitores das
macadas com que nos mimoseara o; tae3 annun-
cian'.es.
0 Campos da raa do Imperador numero 8,
ge quizess seguir essa rotina antiga de fazer es-
tampar nes jornaes mais lido, annuncios bombas-
ticos preiedidos de titulas garrafaes para melhor
cb3raar a at:eni;ao do respeitavel publico ; muito
tena que dizer a respeto de seu bem conhecido
armaiem de vveres pito ra do Imperador n.
23. Diria por exemplo: que no seu armaiem
tem constantemente, presuntos para Hambre e pa-
ra panella, salames de Lion, queijos de diversas
qualididej, Iingul?a9 e chauncas, ovas de camu-
rupra, conservas inglezas e franceas, vinbos do
Porto e da Figueira superior, licores Anos, bola-
chinhas, cha superior verde e preto e outros mu-
tos artigos que o proprios para mesa, dispensa e
cozinha. Mas nao.
O Campos so e soraente avisa ao respsitavel pu-
blico desta cidade e seus suburbios, que em rasao
de se aproximar o tempo dos c Rega-bofes s> tem
elle fe i io do sen armazem nos grato ao paladar e para que ninguem du-
vide do que aima sa tem dito.
Pede-se urna visita a roa do Imperador n. 28,
armazem do Campo.______________________
- O Bazir Victoria vende meias de la brancas
e de cores para bornea) e senhora, ccroulas de
flanolla, <*ami aj de flanella brancas e da cores e
de mela de laa : na ra do Baro da Victoria nu-
rnerol_________________________
Sao novsimos
Chapeos de palha e de velado para senhora
viudos pelo ultimo vapor, sendo por i?so o que
ba de mais moderno no mercado. Os enfcites e
formatos sao elegantes : roa do Baro da Victo
ra n. U, outrora ra Nova, armazern de cha-
pos deJoo Crlstlani.
Sustento rest'urnvo
saude
PI.V VERDAE1RA FARIXHA
A, Du Barry d'lrabia
Os abaixo asssignados azem scien'.o a seus fre-
guezes, que pelo vapor inglez La-Pla'a receberarc
Jegunda remesa d'essa excellente farinha, cuje
uso muito ?aas debis e convalescentes, applcada com reco-
nbecida vanlagem as constipares, diarrheas
nausea do estomago, twe, escarro de sang'i*
pbthysic, etc. etc. Preferida anda pelo agradavel
sabor.Uniricoa outra qualquer.
NA DO MRQUEZ DE OLINDA NO
hp."
rrcetier nm
pincen< z (i's
de tou is as
E. A. D-jo!J.'.'. "- ba d
grande sorjiwnto de ocn us c
todas as q.ja'idades, e vidros
nutriera't-5.
Na mesraa casa tem g.ande STliai^nt
de'relogios de todas as qoalidides que ven-
dem-se naito baratos.
Coques
O Bazar Victoria van te ccq;;es os mai* moder-
nos e bera acabados que tem vindo ao mercado,
bem como riqaissimos bournu* e sahidas de baile,
e meias brancas bcrdidas pura fenhon tambem
m muito gosto : ua ra do Baro da Victoria
numero 2.
Loques.
Encontra-se no Bazr Victoria um completo
sortimento de leques de todas as oaaii Lides sen-
do madrepertla, 0330, marflm. sanqata a tnadtir,
garanle-e a qualidade e apurado g-isto : na rna
do Baro da Victoria n. 2.
Uiuo publico em goial-
Oblectos para lato I
Brfac ; polctra*. bruebrt, meus adereco,
erases, cacetas e moldes ,n:.:rmeole novos
a^a^a fe. r '' i I"-;' ranea a iaa Daqu
de Casias o. 63... a tiles....
E' senipre assini
A Nova Espernea... jamis acaba do rcefcn,
navidades agora mesmo, netbe tantas que ni.
sabe dolas qoal annuncie I porm sexpre titea-
ra as seanintes -ira sciencia de algaem.
M^Jafhes de madrep.ro!a para voltas, erotea
u*ra o memo Dro, benitas caixinhas vanas d?.
papean. mcdsrnus ad?reos de madreperr, a. de-
licadas correles de plaque, lindos enchovafs para
bspiisados e chapeoiinhoa para o mesmo tim. bem
como di-te nltini) artigo recebeu coma muiloes-
p- clal de sedk copa alia, uu velludo para seniora-,
lescrever mais massante....
Vende-te um grande sitio perio da estacac
do Salgartinho deit3ndo os fundos para o rio e-
beribe : tratar com o Sr. Joao Feitosa : na ra
estreta do Bosario n. 23.
A8U.IO CESAtt BUHGES.
Resumo da grammatica portogueza, 1 vol. cari.
EPTOME DA GRAMMAT1CA FBANSEZA.
t vol. cait. 23000.
Livraria franceza.___
Vende-se terrenos a rrarge
do rio Beben-
be e perto da esiacio : tratar cera o Sr. Joao
Feitosa : na rui e>ireta do Rosario n. 23.
Ditas ditas preta de 5*300 a 9J000.
Ditas de brim branco de linho de 23O0C
i|000.
Ditas do brim branco de algodo a.....
HOO. A
Ditas de brim deefirde 10600a 3*000.
Ditas de castor de iiJOOO a 2*500.
Ditas de brim pardo de 15000 a 2&>00
Camisas de flanella, grandes a 35000.
Ditas de algodSo, moito boas a 2000.
Ditas de linho muito b&as a 35500.
Ceronlas de bramante a ljJ600.
Cobertas de chita a-1*500.
Lencos de linho abainhados a 4<000.
Guulia Irinioi A C. ca sea armazem n^ ra da
Madre de Dos n, 3, teera para vender, de mar-
jas acreditada?, e por pre-;.is commodos :
Viuho do Porto de Paato-oa barris de qumn t
dcimo.
Dito d;to fino em barr* de dito dito.
Dito dito rioo era ancoretas encapadas.
Dito dito de todas as quaiidades era caixas de
duzia.
ESPEC/ALDADE
Chegou urna pcqaena reroessa do vinho do Por-
to em caixas de duria, proprio para mimos ou
pessoas doentos.
Bom negocio.
Vende se a taberna da roa da Ttionvi de ouza,
antiga roa da l.mgoeta n. 1, bastante afregaetada
para a ierra, t maritimoa ; a traur na mesma.
Vende se oro cavallo rodado com pintas
de pedrrz, bom andador de baixo at esquipar,
lodos os 3ndarea com perfeigao, san achaque,
proaria pr os amantes e apreciadores 'lo bello
passeio da festa : a tratar no ateo da Ribeira a>
S. Jos n. 18.
Para cobertas de carros
Venia se vaquetas de lastro e coaros grandes
de lastro para guarda lamas : na roa do Baro
da Victoria n. i par menos do qae era outra
qualqoer parto,
No Muzo Eleganto vendo se tinta rxa extra-
Una, a melhor que tem apparedo al hojo, a
IJMO a botija ; a ella, antes que n acabo : na
ra estreita do Rosario n. 1.
A revalesciere du Barry da
Lona t s
Tuda a daenca eede a Revalesciere du Barr,
que d sadde, energa, appait, dlgestao e der-
canso. Ella cura as dispepsias, gastrites, humi-
res, acidez pituita, flato, enjops, ioroitos oepoi*
da comida e graviJer, con tipagoes.t).'' asthms,
affec^oas pulnionares hexiga, liga/ -ereoro e
saogue ; 00,000 curas, ncluindo mimas delia3 n
Brasil.
A revalesciere chocolatada du Barry
em p,
Deudoso alimento para alrooco e ceia, muitt
nutritivo, f.rtiflcsEdo os ervos do estomago *ea
causar o moaor peo neai dr de cabtea, nem ir
riUelo. .
ico deporto para o Brasil em Pernaiabacc
DI nbarmacia americana ie Ferreira Maia 4 C
roa do Dvdoe da Casias n. 37. ^Todo caidad*
com as !a!.-:ieac/3es.)
Vende-se
a uberna da Boa-viagem defronte da igreja, pro-
pria para principiante e ter commodidade para fa-
milia : a tratar na mesma.

Jjaratiwimo para acabar, na loja de Giilherrne
_ Veode se duas casas de peJra e c, bm
^(Mitmidss s^rn ter ooowto a fczfr, sitas o
Boa H-va i Otiato : tratar no sobrado Bo
d9< Pedro dpoaio'.c, sbralo rt J.
Pcreiri da Cunha lrmos
Ra da Cadeia do Recife N 21
VENDEM:
Vaqueas para carros. -
Bezeiros Ac d Suec.i.i.
F.lhas delinco pard.lato3ros.
Cimento Portlaad.
Potassa da Rassia. _
Alcatrio daSnecta.
Pnedito. :;^>V. _,..< :
Sitio com casa nova.
a estrada nova de Beberibe vnde-st um sitio
com 800 palmos de frente e 1,180 de fundo, com
urna ca-a nova, tendo 3 quarto?, 2 sala. BoiMa
fura e copia, cora cacimba do gua de beber ,
acha-? desocupado, e por isso qnem o pretend r,
dirija-se a rna larga do Bosario n. 12.________
Veodo-se a taberna da ra da Pilar o. 88,
tem pouco. futidos, e a c.sa trn maradia para fa-
milia : a tratar na mesma__________.
Vender
por prf^j ommodo urna vi?r>rla quasi nova, com
nma linda e gorda oareiha de oavallos Aroesirados
no carro, Urabim so venle os civalVs separados
da vic!ria : a tratar no pateo d. Ctrma n. 9, 2o
andar.________
O verdatisiro Portland : s ae ve nie es
roa da Madre Dos n. 22, armazem de Julo
Marns de Barros. ________
Incendio de Paris.
So Bazar Vicien i venda sa 8ieleoscopi"s coro
Importantes vulaa do incendio dos eAiicM* mai?
notaveis de Paris e de divtrsas cidades da Barc-
pi, o que ha da mair notavel: na roa do Harn da
Victoria r. ?.
G ABO i
Azeitonas
Vea Je :-e a 1 i a a acor ata :,
nasl
&a Tia
Jo Amoris
F zenda nova
boa para ve.-ti
A' Mta ames qoa se acahem :
M-rii da china fazenda muiW
do* a 100 o cavado Itl
ltna do aat *a Victoria n- i6 loja da Norma,
VENDE-SE
Vende-.'e am sohr:.d) U um andar n. . *i^
a mi I:n9*rrt, ranta da l"w' do Lima, em k-
,cal |.r>pn:i >aia irtt*ctOf comroeici^-.
pretcneutei pvl-m diripr t$ ao propnelario s
|6 i* 9 i* roanhaa, < da; 5 as 6 da taris.
1

ntfiZ]



/


GRANOE REDUCCAO EM PREQOS DE
FAZENDAS
M O :
Haiio de Fernamimo Sexta eira 15 de De:
lie ha mato
TDlQ
96 e nica appronW" pelea u academias di
tiitncia, i.....iilim illa t! ii toda que tem ap-
ianado at hoje. 1 patito principal roa da
adata do Rawfc . & ante, em todas as bo
iras ca de selelhirviirn.
ezembro

ilri.
LOJA DO CYSNE
DE

64
FIGUEIREDO & LOPES.
ll'A DA ISFEITRIZ \ U
C| proprielarios da loja do CYSNE convidara ao respei'.avei publico para viretn
prover se do mais completo sortiraenio de tazeodas final a procos redolidos, adver-
tiodo qae este presos s serio a dinheiro. A imperiosa oecessidado que tunos em
satisfaier nossos ampromissos, nos obrigam a semelhaotes reducfoes. Avisamos aos
fregueaes do mallo qae costnmam comprar em menorescala, qie nesta casa encon-
trarlo sinceridade e maior commodidade oos preco*.
LAS com xadrc liodoi padios a 320
rs. o covado, pecbiacba.
DITAS, barefws, liadas cores a 320 rs.
o covado, pecbincba.
ALPAGAS lisas com liadas cores e lar-
gas a 440 rs. o covado, pechincha.
PETTEADORES bordados para senhora
pelo barato preco de 4(5500.
GOLXAS da fusio de cor, maito gran
des pelo baratissimo preco de o0(KJ para
acatar.
CAMISAS para horneas a 2$000. Ditas
MERINOS lisos cores diversas e largos a 2^500 at 4*500. Ditas bordadas para
4 iO rs. o covado, pechincha. homens a 64000 8^000 e 10000 cada
ALPACAS LAVRADAS maito modernas j uma.
e fiaas a 700 rs. o covado, pechincha. CAMBBAIA com lpicos a 50500, pe-
DITAS DITAS muilo modernas e fioas a chincha.
90 rs. o covado. CAMISAS para meninos de todas
LAS COM SEDA, lindos padres que
seus precos foram de 10200, boje vendemos
por 800 rs. o corado para acabar.
CAM8RA1AS transparentes finasa3J50O
a peca ci8 1/ varas, pechincha. Di-
tas Victorias a 45030, 40500, 50000.....
S&3QQ e 70000 com 8 1/2 varas. Ditas
trasparentes cora dous c res < por II0OUO. Ditns decores mnito lin-
das e Jtoas a 400, 500 e 560 rs. o me-
tro.
SAIAS UORDADAS a 40500; 60000, 80
e i0-5000. Dilas com pregas muito fiaas
a 30500.
as
idades.
CHALES chinezes com modernos padres
muilo proprios para senhora* hones-
tas. Ditos de merino lisos a 20500. Di-
tos ditos eslampados maito finos a 50000.
Ditos de metim a 10 00.
LUVAS DE PELLICA frescas de Jovia a
30..
LAAS linas com tecido de barege para
acabar 360 rs. o covado.
BOLSAS para viagens a 40500.
TAPETES de diversos lmannos para
gearnicao de sala.
PARA LUTO.
Alpacas, merinos, cant5es, princetas,
outras azeu-
flem i veada mimi araueu.aim de mor
aitigos 4 ten rwfoeifi regalar, os seguate, que
randera por preco mau mdica* o/u
Mvum parte:
de nao kMi v
POKTEIftAS de ferro par carea.
SALITRB ingles, m. V
SSTKfJtAS da India para cama e forrar salsa
CANOS de barro franeex para esgoto.
3ESSO aoaerior em poreSee e a miente.
OEHEJTO da toda aa qpadatM,
MACHUAS de daacarocar algodie. j
'" brieue* da Basan.
americanos para forro de canea.
ES americano mnito boas
VLNHO da Bordeanx.
COGNAC soparior de Gauar Freraa.
rARBLL em aaccoa cnaadea a 3JNC
ifiOA florida legitima
CADE! KA?
PAS americanas.
RHUM da Jamaica
AZULEJOS de Lisboa.
10Ra do Crespo10
Xarope sedativo
padres
BALDES DE ARCOS a 11000 para acabar' "KST* S?*. !
pecbin ha. Diloscom saias e abado bor- c.amljraias' chllas cuitas
dadomuio liados a 60000. iaab" p.R, maamm
aoSodede ^^ Prel 6 braDC ^ S"PerOr i CASEMIBAS finas com bonitos
' ATOALHADOS-Recebemos ultimamen-3 9*000' ^PT$ArT-
ZttSSl S'ODiPtosr Por baratissimo pU ioiasive saperia-
^x^TniffiKE18; iS; ryasr^de paQno fiQo a -0*000-
1 TOALHAS felpudas muito superi res a !c 'Iambem tem,0S T excellenle aIfaiale 9"
90000 dnzia. ,se encarrega de fazer qualquer peca de
RICOS CORTES de vest Jos de fil obra * gosto do fregaez.
c- m bollinhas brillantes proprios para par-! POUPELINAS.Temos um completo sor
tidas a 3O0COO. tiraento tamo em xadrez como com palmi-
VES1IDOS braneos bordados cnra baba- Dbas e Por baratissimos precos.
dos p?ra acabar, liquidase por -1000, sea1 GROSDENAPLES tanto preto como de
prffo foi de 160000. Ditos bramos com core?, temos um grande sortimento e por
babadcs bardados pelo bjrato prero de menos >iaeem outra qualquer casa.
70OOD. Ditos braceos com palmiabas de MUSSEL1NAS brancas lavradas muito fi-
la de cor muilo lindos pe!o barato preco as a 400 rs. o covado.
dVSnir>l?iL?alJ fin-S 3 f*000' I BRILIIANTI.NAS brancas lavradas a 500
CRLTO.NEb lisosde cores diversas pelo rs. 0 covado.
n?-P2 ntn,*^ r i LENCOS braneos abainhados a 20-200,
p*a cora pmt.s de cores, fazends su-' pechn^a.
PTvar,,4,0KCV " B^AD0S bordados finos de lindos pi.
-MAMlLHAs a brasi.eira de fio de seda dres.
pelo tonto peo*de 140000. | Gravatas, collarinhos, ponbos e mato3
CAMISAS BORDADAS para senhora por ontros artigas qae s se encontra na loja do
menos q;:e em ootra qnalquer parte. CYSNE
It a *la
Imperatrz n. 64.
mu &
riSMSEM DOS LEOES
RA DUQUE DE CAXIAS N. 29
ment de move.s tanto nac.ooaiS como eatrangeiros, sendo estes escolaos por nm ios
8tf3K)8 qoese acha actoataente na Earopa. mesmo teto coutrac.ado com os melhore
tabreantes daqaeUconiinentc as remesas das mais ricas mobiaa fciUs all
Na olbcca temos mais babtis artistas deste genero, e por isso pedern aa ve-
ham vM,tir o esuboee ment, aonde encontraro a alidada do que acabaml^xnr
T, fe pode ex.m.nar; ..cas e completas mob lias de Jacaranda, mogao fX cavarao a
rna e | etc. rm.e elegantes camas deja caranda, pao setim. S te e c aarda
esbd de .-mireilo, guarda louca de Logueira e de am, re lo com mpo de oedra8 ana
rado,e de do diU. pe. to.lef.es especialmente para fner a barbaTtoitts de' iaSa
aod. amare.lo, pedr... McnUiai da jacaraad e mognocusturtiras aa minn
toar.0, lh,ars pr. bordar, barios, lavatorios com espelho da ped iarSoTe seis
Gasea de laranjas amararas
GO "
BBOMURETO DE POTASSRJM
DE
LAROZE
Este novo preparado aprovado peta academia
mperialde medicioa, moile ae recomoenda pela
'na aegao sedativa t calmante, sobre a syalem*
aerroso, o bromnreto de potassinm, nao deixa de
lar oe mais certos resultados as diversas affcc-
;oe do organismo e principalmente na molestias
lo coracao, das vas digestivas da roeeiratao, das
rias genito-arinarias, na epilepsia, as molestias
aervosas da prenhez, na iosomma das criancaa
inrante o periodo da dentieao etc. etc.
Vende-se na pbarmacie e drogara
de
Barthotomen 4 C.
3'*-RA LAR3A DORSARIO34
RIVAL SEM SEGUNDO
RA DUQUE DE CAXIAS N. 91.
Jos Bigodinbo, com loja de miudeza*,
avisa a todos os oa sens regaezes qaa est
torrando tudo pelo preco, a vista da azoa-
da, para todos admirar, a saber:
Thesouras grandes a paqneoaaQ
mais fino qae ba a 0000 e 10500
Pecas de tranca de 15a a sigodia as
mais modernas a 160
Frascos com agua da colonia maita
fina a 400 a 300
Frascos com agoa de colonia ver-
dadera a 800 rs. a 10500
Chapeos braneos para baptisados o
melhor qae ba a 30009 o 50000
Dazias de botoes cobertos do sdda
para vestidos por todo o preco
para acabar.
Libra de areia jareta a 160
Grotas. de botSes de tonca>raoca a 120
Caixas com 100 envelopes fazenda
fina a 500, 600 a 800
speibos de moldara doarada a
800 e i0ooo
Pames pretos volteados para me-
ninas a 240
rinteiros com tinta preta a 80 a 100
Pecas de fita elstica maito fina a 20t
Latas com superior banba 60,100 e 200
Latas grandes com superior banba a 320
Fraseos com oleo de Pbi locme a
500e 800
Frascos com macassi | Perata a 240
Frascos com agua de Colonia verda-
deira a 10000
Bilos com oleo de ba aosa saderior a 320
Carritels de retroz preto com 2
oitavas a 600
Caixas com agalbas francezas a 100
J60 2o
Pecas de ttras bordadas a 500, 600
800 a 10000
Garrafas com a verdadeirc agoa
florida a 1,1300
Gartilli da Doctrina ChristSa as
naai moderoas a 400
Escovaa omito finas para limpar os
denles a 240
^revencao necessa ia
Qaando mujlas lojas procaram adquirir grandes
lucros nao compadecendo-se das boleas alheiat,
a Nova Esperanca bnsca conaegni-los sena que de
forma algnma v entesiea-las ; porque segu sem-
pre o seu aotigo e santo systema de vender bara-
to para vender muito e chegar assim ao Jim dse-
A Nova Esperanca nao almeja somente o lucro
pecuniario, snas apvracjies sao mais benvolas,
em quanto ao interesse material, contenta-se com
a raediocredade, em qnanto porm ao moral, on
fplio ao tssencial qae ellajnlga nomeadasen-
Te urna vasta ambicio, qae detesta e faz toda a
guerra ao costume macarrnico da caresta.
A sua prevencao necessaria, consiste em avisar
ao respeitml pobco e especiatmtnte ao bello
sexo, qae ella est sempre provida do qae ba de
molo r e mais elegante no mundo das modas, e
eniao necessario nao deixarem a Nova Espe-
ranca para preferirem outro qoalquer esubeleci-
rneuio, porque aqoi, o typo da caresta, e all,
(na Nova EsperangaJ o epylogo de tudo quanto
bom e barato. .
Pecas de algodao com JO jardas a 44, 4*500
Ditas de madapolio a 41, Sf, 8/800, 6a, e
D^SX). iAUl' 9^0 ft**4" 1
Ollas e dito infartado, frasee! superior a
10*000.
Chitas I/anceas da todas as inflIM"lfa a 240.
80, MO, 3 e 3t o covado. 'vtau,tmHBa ">
Canibraias de cores a SO 380 rs. o cavado.
Dita lisa de cor a man. e> cavado.
Dilas pretas para lato a 640 rs. a vara.
Pecas de cambraia la transparente a 3a, 350f
e 5*80*
Ditas de dita tapada Victoria, a 4*. 4*900, 5A
JUm de diu traoepareote, soasa mnito fina
eom 17 varas, 14*.
Dius de dita bordada com 10 jardas a 7* e
ajbuo.
Organdy braneo Uno a 700 rs. a vara.
Brilhaatina branca infesUda a 440 a oOO rs. o
atado.
Bretanba de lint com 25 vara a 20*000 e
'25*000.
Uta de dito"mfestada com 30 varas a 27*.
Bramante di) liabo com 10 palmo de largara a
2..--500 a vara
Dito de algodao a 1*500 a vara.
Aloathado de dito e de linbo com 10 palmos de
bramal*300e U.
Toalbaa alcocboadas para rosto a 7* a duzia.
Ditas de liobo do Porto felpadas a 10*000 a
dtrzta.
Gnardasapes de linbo a 3* e 4* a duzia.
Cuberas de chita a 2* e 2*50.
Dii?s de chila adamascada forradas, 4*, 4*300
e o*000.
Colchas de damasco de cuba a 4* 6*. *
Ditas de fastao acochoadas a S*.
Coberlas de la escoras a 2*.
Dias de algodao brancas a 1/400.
Coekiuhos de Itabo a 300 rs.
Chales de merino lisos prelos e de core 2*000
3*000.
Ditos estampados de meia casemira a 2* 1
2*500.
Damascos de cores a fiVi rs.
Lencos braneos de cassa tinos, 2*, 2*500 e 3*
a duzia
Ditos ditos e de cor abainhado largo a 3* e
3*500 a duzia.
Ditos ditos de cambraia de linho finos a a* a
dozia.
Dito de esgoio de liabo a 4*, 4*500, 5* e 6*
a dnzia.
Bnm Angola a 640, 800 e 1*000 o covado.
Brins de linbo de cores a 500 rs. o covado.
Cortes de meia casemii a para calca a 1*200 e
1*400.
^ Ditos de casemira para caiga a 3*500, 4*500
5*500.
Casemiras de cores de dnas larguras, 2*, 2*50
e 3* o covado.
Ditas pretas, duas largaras a 2*500 o covado.
Pao fino preto e azul a 2*. 2*500, 3*000
3*500.
Dito dito mnito fino superior a 5*, 6* e 7*
covado.
Laos e alpacas de cores para vestidos a 400
300, 600, 700, 800 e 1* o covado.
Toalhas com labyrinios para bandejas e para
rosto a 8*, 10* e 15*.
Camisas de fhnella branca, e de cores 2*,
2*500, 3*. 3*500 e 4*500.
Groadenapoles preto e de cores 2*, 3* e 4* o
covado.
Dao-se amostras com penbor.
Vende-se tambera grande qaantidade de roupa
feita a por medida por precos muilo reduzidos.
Cura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopeau
Essa pomada que tao bons resaltados tem colbi-
du as pessoas que delta tem feito aso acaba de
chegar para o seu deposito especial..
NA
Pharmacia e drogara
DE
Bartbolomen & C. rna larga do Rosario na-
_______________mero 34- ________
J. 0. C. Doyle t6m em seu
armazem para vender
O SBGUINTE :
COGNAK UENNESS.
VIMHO XEREZ.
DITO DE LISBOA,
F1LTRADE1RAS.
BITTER
A' rna do Commercio 0. 38.
T
I fiar
iNeaHil
nuu be seso
V . ft* I Dg
___ Wt .
ERNESTO LEOPCiB
N.2D Rna do Cabi.^ W99
Acba-se montado deforma tal este esl.beleriraeoto da Jotas qne pede
vender aoa seus nomeroaos regaezes em grosso e a retalbo epor preoa
mni resumidos visto que recebe de conta p opria por todos o* vapores da
Eiropa. O gosto de desecho de suas joias o mais lindo do parz daat
modas, curo de le, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, robins, perelai,
turquezas, sapbira, coral rusa ate ate. Obras de prata do porto tanto
para igreja como para servico domestico. Convidamos as Exuas. familias
a visitaren o dito estabelecamento todos as das at 9 hora da cuita.


FABRICA i
; v
* '
56 A
Ra do Mrquez de Olinda56A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
inml O^tO 'intlifi i'l'iK.ilil.i mnul,, nnn~~ .__1_ -i ...
DE
CHAPEOS
DE
es-
No Forte do Matos,
criptorio por cima do trapiche
dantas, ha para vender carvao
das qualidades seguintes:
SUPERIOR NEVVEAOSTTE,
COK.
FERREIRO.
Vende-se em porfo e a retalbo por pre-
co maito commodo.
OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO
DA|
TERRA AOVA
DE
I. LACOMRE
Ete oleo que to boa aceeitaeao tem mereeido
mu.lo se recomaieaJa por ser o mais purificado
fue ale hoje (em vmdo, e anda pelo boa paladar
Qparior a cairo i|ualqur : vende-se no deposito'
pecial de Barit.loajeu Je C. : ra Larga do So-
larla 34.
Estopa por., saceos de as-
sucar,
\VnJe-seesira de'(ualidsde propria para sac-
c-i.*de a-suoar por c mm.do pn-gj : 00 escripto-
no de tuuha Mant3, roa do Mar jaez de Olinda
Superiores cigarros do Kio
de Janeiro.
Dominfos Alvas Matheos, nico agente ntsti
provincia da fabrica imperial de cigarros de S
Joio de Niiheroby, estabelacida no Rio de Janeiro
tem serapre um coa>pleto sormento de todos o
ci /arros, farno picado e en latas. Tem IgaalmenU
os mado* eigarros Conde d'Eu, feitos com mag
mneo papel de palba de milho e fumo superior
Para governo de muj fregueies. que tem estbele-
c.Jo depsitos fl.laes na3 ca9as 4do$ ^J
Prancheo de Salles Rosa e Manoel de Souza Cor-
eiro Simoes Jomor. no batrro do Recife, e todo
auaoto fur vendido em ouiras casas com a Arma
de Soga Novaes A C. sao falsificadoi.
Attr.ngao.
Ven te s* ama casa terree ra do Viscoede de
(joyaoaa, ha pinco reeducada : a tratar na ra
do CrfspA e. ti i* andar.
- Vende-e a bem couhecida e afreguMada ia-
bern na rna Imperial n. 150, por se aehir o do-
no do*nte e pretende bir para o mallo ira lar de
sua ale, irata-sa o negocio na mesmi casa.
AOS PADRES
A Nova Esperanca, ra Duque de Caxias n"
W, e quera vende as meih res meia de laia s
qaaniidade pequea, portante ellas antes que
se acabem. *
Fotassa da Russia
ido, ebega
Caoba Iri
Uniea nova existente no mercado.
Vende-se dnas casas em ebos proprios, no lar-
go da Soledade ns. 18 e 20 : a tratar na roa da
Cruz n. 46, 1 andar.
IlUIDACAO
Para acabar.
AVISO AS PMILfAS.
u dono do grande esubelecimento de fazenda
?h ruar d* iraPeri,ril ^ resolvea liqnidar
todas as farendas de ana loja. as quaes vende a
dinhe,ro por todo preco, tendo entre ellas, ricos
vestidos de blond para casamento, ricos veos, ca-
pellas. sedas popelina, tais, alpaca, cambraia?,
crotones, pemiles, caaacoa, basquinas, e maias
outras fazenda, finas e grossas; ass.m como om
grande sorumento de roana falta, de easemiras fl
na, panos, linho e algodao qae todo t vende ka-
ralo para acabar.
Todas as qualidades
1 S, l\ roa larga do Rosa-
rio n. 2i I/ andar
i Se o desejo dos proprielarios desla fa- BBJ
bnca fosse nicamente illudir a f pu- H
M blica, ha muito que teriam annnnciado |
g os seas productos, mas para correspon-
Hderem mais dignamente contianca nel- i
les depositada, esperaram receber os I
I ubjectos e pessoal, que acabara de che-
Z gar-lbes.
Hoje, pois, qae a sua fabrica se acha
I montada com as mais aperfeicoadas ma-
m chicas, com os melhores pelrecbos e ser
I vida dos mais peritos offlciaes eoropeos,
H podem os seus numerosos freguezea e
I o publico era geral encontrar desde j.
Chapeos de seda da ultima moda, sen-
M do altos e baixos.
Ditos de castor de todas as cures, era
formatos ingtezes e amburguezes.
Ditos de fellro de todas as -qualidades
S e felios, tanto para homem como para
H chanca?.
Ditos de velludo para senbora.
Ditos para ecclesiaslicos, redoados, tri-
I angulares e a romana.
Ditos armados para militares.
DiI09 de pasta.
Concerta-se toda a especie de chapeos
qoer de homem quer de senbora, com a
maior pericia e mais barato que era qual-
quer outra parte, assim como se rece-
bem encommendas lano para a provin-
cia como para fra.
InttffiM maiS
Mei m barris de quinto
Da melbor qualidade, e prompto a embarcar
vende-ae a rna do Apollo o. 4.
Sendo este aotigo eatabele&mento assaz coohecido como principal
dado pelos grande, depsitos e bons sortimentos com qoe sempre prima emWt
melboras, mas acreditadas e verdadeiras machinas amerleauag para S
daa, desde 10 60 aerras, e bavendo em todos os lamanhos 'diversidades de 'Si-
mas e melboramenios para perfeito e rpido desean cemento; tornam se dienaide
lerem v,stas e aprec.adas pelos Srs. agricultores; os quaes, alm disto, encontrarle
lambem mais *
Aparados vapoues locomoves, de orja
de 3 4 cavallos, e pertences.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e la-
deira.
Carros de mo para atterros.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Dites de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guardas-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafusos de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinha.
Tersos de bandeijaa finas.
Euifim maitos oatros artigo?, qae
examinados.
Formas para pdins e can-
gica.
A loja de loaca da ra Primeiro de Mareo n.
16, de Beroardino Duarie Campo & C, ebega-
ram as muilo desejadas formas de louca para po
das e cangica, as quaes se vendem por modic
preco.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padariaa.
Pertences avoisos para machina.
Salitre refinado.
Brea superior.
Moinhos de diversos fabricantes par*
milho e caf.
Debulbadores para milho.
Azeite de spermacete para machina*.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Canos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chombo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
s avista e neate estabelecimento poderlo le}
mrnm

-

MACHINAS
para mam vum

ico
VERDESE
ultimo navio, vendem Pereira da
raa da Cadeia do Reci/e o. II.
Vende-se
Urna boa casa litaad* di Capaaga, com 5
>da no grande quintal plantado: ;
11 de Marco o. 7 i* andar.
I grande quintal plantado: a tratar i
ama boa casa situada na Capunga. com 5 quar-
tos, 1 salas, cozinha, cacimba e um grande quin-
tal planudo : tratar na ra 1* de Marco o. 9,
1 andar.
Libras sterlias.
?*" armaaam de fazendas de Angosto
r. da Oiveira A C, ra lo Commercio n. 4
De 10 a 40 serras.
VAPOR
para mover as machinas.
Em casa nos importadores I Ra do Bom-Jesas n. 4
Shaw Hawkes & C. i outr'ora Cruz.
)@<$i
CASA CAUVIN A. MARIN1ER
Pbarmaceutlco prtTllAttade
Buccessor ,
Sebastopol, BB. IA.XtIS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
ApreMoHdas a Academia de Seieaeiat e ae histituu de Franca.
Sob i forma de Pinina, devedida e doseada para faser 4t
momento ama solcelo rUTSHTIVi I OltUTlTa da
INJECCO
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
INJICTOH-PniLTROi0 & rs^'^S"
Graves inconvenientes de fragilidad.
Xarope peitoral de James
Ualeo deposito na pharmacia americana de Fer-
jira Meta C, 67 roa do Daqne 5 Gulas na, | BARTHOLOIEO G
Coa a for
i e do Tolmae de un Porte-Sloeda eo
TOBO TRATAHBNTO.
----- tW I \/wwO IVW IMIRMUIVi
COLLYHIO Contra a affeccoii das palpebra, preparado sob a mema forma.
POMT16AJL
Depositarios geral para o BRASIL e _
34, roa larga do Boaario.* PBSRNAMBUOO.*


i fKi a IHWii
ti





i



v.
AUJIIKIV-L B.IOC IIIA^AO
SJBM LIMITES
' M fi** <*
ar Mi
Na
LOJA E ARMAZEM
DO
PAVAO
iDtiS,;
"
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA ft C.
KA RA DA IMPERATRIZ N. 60* .
S a dinheiro vista

Os propietarios deste estabsleciroento tendo grande necessidade de diminuir o im
nwnso deposito qne tem de fazendas e grande urgencia de apurarem dinheiro, tem re-
BoMde fawr ama verdadeira liquidarlo com grandes .batimentos nos precos de todoi
os seus irtigos: paraoqae convidara ao respeitavel publico desta capital a vir sortir-s*
pois lae garanten qoe *m parte algnmi poderao encontrar o grande swtimeutoe met
mo n5o comprarlo pelos precos qne se Ihes pode vender na loja de Pavao; porm ad
?irtindo-se qne 6 se vende a dinheiro vista. Os mesmos proprietarios desle estabe
lecimento rogara a todos os seos devedores desta praca o favor de virem saldar seos d-
bitos, e todos aquelles que estiverem devendo contas antigs e o no flzerem terao d
ser encommodados jodicialosente.
Liasiahas bara/ao do Pawfio.o
Alsacianas com lindas l-tra de seda a
1,5000 o covado.
Ditas lisas com muito brilbo a 1 i o ce vado
Atlantas, fazenda de muito gosto tecida
com seda a 720 rs. o covado.
Ditas com quadros de seda e c&res muito
delicadas a GiO.
Poil de chvre, d'uma s cor com muito
brilbo a 500 rs. o covado.
Merinos escosseies fazenda de muito gosto
para vestidos bjrnus e roupas de menino
a 610 rs. o covado.
Gargurio maito bonito, tendo de todas
as cores a 400 rs. o covado.
LSasmbas aodernas com differentes gos-
U)9 a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas ditas a 280 e 320 rs. o covado.
Bareges transparentes com differentes co-
res a 100 rs. o covado.
Alpacas de cures lisas e lavradas fazenda
de muitj gosto a 500 e 800 rs. o covado.
Cassas do Pav&o.
Cassas inglezas com bonitos gostos a 200
e 240 rs. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francezas de muita phanUsia a 400
rs. o covado.
Cortes de castas cora 7 varan f- zea Ja
muito fioa e bonita a 20500 e 35000.
Ditas d'organdy branco e de cores a
20300.
CORTES D'ORGANDY A 40000.
O Pv5o tem cortes de organdy branco
eom 8 1/2 varas que vende pelo barato pre-
co de 40000, assira como Bnissimo rgandy
branco com lislrinbas e qnadrinhos o me-
Ibor que tem vindo ao mercado e vende
pelo barato preco de 720 rs. a vara.
Poapelinas de seda a 94000.
O Pavao tem nm elegante sortimento de
poapelinas de s.'da tamo lisas como lavra-
das as mais modernas que tem vindo ao
mercado e vende a 20000 o covado.
CAMBRAIAS LAUGAS A 800 RS. A VARA.
O Pava i tem c rente de boa qualidade, com 8 palmos de
largara, que apenas precisa 4 varas para
ara vestido e vende a 800 rs. a vara, dita
dnissima da. Escossia tendo a mesma largu-
ra, que vende a 10riOO.
CAMBRAIAS BRANCAS A 40000 E 40500
O Pavn tem pecas de cansbraia hranca
transparentes com 8 i/i varas que vrnae
pelo barato preco de 40000 e 40500, ten-
o tambara muito Anas de 50000 at
00000.
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 30500
a peca at a mais tina que vem ao mer-
00.
tVrosiieaaples preto e de eorcs.
O Pavao tem ura grande soriiu>euto de
,:rosdenapl.s e gurguro preto para vestidos
leudo de 106OJ o cova lo at ao mai su
perior que costuma vir ao mercado, assim
como um grande sortimento do ditos de
todas as cores e branco e um bonito sorti-
mento de setins branco de cores que ven-
de por procos muito era C'nta.
CASAQINHOS A 450, i80 E 200000.
O l'avo tem um grande soriiiueoto de
"icos casaqninbos de seda pn-ta moho bem
enfeitados e modernos que vende a 150,
("80 e 2('0OOO, sendo fazenda de mu i tu
mais valor, assim orno ricos chales pretos
bordados com franjas largas de retroz a
!O0 e 120000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 80, tO0. 120 e 10OOO.
O Pjvuo tem um gr-rade sortimento de
.vortm.dos ricamente bordados, proprios
para camas e j mellas que vende de 80 at
160000 o par.
Pecas de cambraia adamascada com 20
varas a 100000 crochet ricamente bordado
para cortinados a 10500 o metro. Assim cerno
ricos damascos com 6 e 8 palm >s de largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
bem ricas colchas de damasco a imiacSo de
teda e ditas de croibet as mais Jindas qne
tem vindo ao mercado.
MUSSELINAS
DE CORES
COVADO.
A
400 RS. O
O Pav5o tem ura bonito sortimento de
musseiinas de cores, padroea inteiramente
aovos e cores fixas, que vende a 40.' rs. o
covado. Ditas brancas mu no unas a 400
a 500 rs. Meiira branco da india muito tino
para estidus e roupas de meninos a 720 rs.
o covado. Crotones de cores muito encor-
dados para vestidos a 600 rs. o covado.
Me tral hadoras!
Cti^oa para a luja do Pavso ora mfnifl:e-sor-
amento 4 enren de vestido* de oaeikraia eom
babado* bravo* de cure, denuauuados a me-
tralh id'ira, ?ndo e'l^ fai>>nda a mais moderna e
de m<-ihor fo*tn qne tem Tindo eie amo para a
eeta : t'Mm rom.. r*cebea tamban nm (todo
onioKMo de rtim de ea&brya com palmmUa-
nnrdida* a lia. faz.'nda de uiuita bh.^oiaua, e ven
je-.e mdo muito aai* barato da qne em oatra
tjaalqner parte : oa roa ta I nperalru o. 00, ioja
troMMia da Pereira da Silva & C
Popelinas de sedar
A M^f0 r.
Na teja i fi<*-> v^nde tm legaste snrtt-
meato daa auditores a man m 'd-rnas aeaelina*
da t4t, ao s ItffMa palo toar*UMnto pre^o de
taiWO rs. o toM*>, e prande perhin-ha : rn*
da tmperatriz n. 60, k>ja de Pereira da Silva &
C
Loja do Pavao
SAIAS BRANCAS BARATAS
a 20500 e 30000.
O Pavao vende cortes de boa fazend;
branca cora bonitas barras de pregas, pele
baratsimo preco de 20500 e 30000 cad
urna, prande pecbinrha na ra da Impera
triz n. 60, loja do Pavao.
MODERNAS BAREGES COM LISTRAS DE
SEDA E FRANJA AO LADO,
a 800 rs o rnvado.
Chegoa para a loja Bv .'jvSo, ra di
Imperatriz n. 60, um elegante sortimentc
das mais lindas bareges modernas e tende
ao lado bonitas listras asselinadas e franja;
para os enfeites, as quaes se vendem pele
baraiisnuio preco de 800 rs. o covado, poi
baver om grande sortimento desta nova fa-.
venda; assim como delicadsimas bareget
cora lindas listras de seda, sendo fazenda d<
mnita pbantasia a 640 rs. grande pecbin-
cha, no armazem do Pavio.
Fazeada para lata.
O Pava:) tem um grande sortimento d(
fazendas pretas para luto, como sejam :
Merino preto com 6 palmos do largur:
para vestidos a 20000 e 20500 o covado
Merinos pretos e de eordao para todoi
os prego- e differentes qaalidades.
Bombasinbas para lodos os precos.
Cantos e alpacas pretas. Liasinhas pre
tas on cassas de la de 360 at 500 rs. (
covado.
Cassas pretas francezas e inglezas de to
das as qualidades.
Chitas pretas francezas e inglezas de 20(
rs. para cima.
Ovpe preto para veos.
CASEMIRAS PARA CALCAS A 40, 50, 60
70 E 80-00.
O Pavao tem om grande sortimento d<
cortes de casemiras de cores para caifas
sendo os mais modernos que tem vindo ac
mercado e vende-se de 40 at 100000 (
corte, ditas em pecas francezas o ingleza:
para ra'fas, palitots e colletes que vende d>
10800 at 60000 o covado, ditas escuras ;
prova d'agoa que vende a c0 o corte ou s
30 o covado, sendo estas casemiras moit<
proprias para meninos de escola por seren
escuras e de mnita doraejo.
NOVOS VESTIDOS A 50000.
O Pavio tem lindos cortes de vestido di
finissimas cambraias com bonitos bordadoi
de cores e tambera >odns bordados branc
que vende pelobaratissimopr.:eo (*e 50OO(
cada rrte, grande pechincha.
PANNOS DE CttO HE PARA CADEIRAS I
SOPHS.
O Pav3o tem nm grande sortimento d.
panno de > roeb proprios p.ira encost d<
cadeiras e de spbs, assim como um ric<
sortimento de tapetes de todos os tamanho
proprios para xaas.
MADAPOLO BARATO A 10, 40500 E 50
O Pavao tem ptQM de mdapolSo eom 2<
jardas ou 20 varas qne vende a 40 e 405O(
a pega, dito muito fino e largo de 60 par;
cima, dito francez do melhor que tem vind<
ao mercado, assim como dito fin'bsimo en
pecas de 40 jardas.
Corles de eMtas.
a 106HO. 20000 6 20800.
O Pavjj tem cortes de chitas francezai
com 10 colados, qne vende pelo barato pre
rn de 10600 < 20000, ditas que vende r
Mil, 200 e 280 rs o covado, tambera tt-a
nm grai de sortimento do ditas Anas clara:
e oscuras que vende a 280 e 320 r*. o co
vado e finissimas percales miudinbas propri
as para camisas, vestidos 6 roopas para me
nios que se vende a 360 n 400 re.
LENQOS BRANCOS.
O Pavao tem lencos brincos abanhadoi
quo se vende a 20400 e 30. a dozia, ditoi
grandos de munm sem ser abanbados t
30200 rs. a duzia ; assim como bonitos len-
cos bord dos para maos.
ROCPA PARA HOMENS.
S b re-asa ros de pom> preto tino send
muito bem feitos de 120 at 400000.
P-ditos de pann > preto fraques e aacc
de 80 at 120000.
Ditos de casimira de cor de 60 al 420
Ditos d* alpaca preda fina de 40 a 600011
Ditos de dita branca e de cores 60000
Ditos de brim de linbo trancado a 60000.
ChIcs de ca-emira preta de 60000 at
12*00.
Ditas de brira branco de linbo de 40OO(
at 80000.
Dita de brira de linbo de cor para todoi
os prncos e qaalidades.
Camisas fraoeezas inglezas com peiioi
d'alg'idao dt 40600 at 50, em dozia veo
de-BH mais barato.
Dita< de meia de 800 re. para cima.
Ceroulas de linbo e algodao, francezas t
fe.ita? na ierra.
CoMariadMM a papal, atgoio o liabr
qae se vende moito barato p-ra liqoidar.
Para noivas.
O PavSo tem ri.-o gargurin de seda, brao
cp. Groadenaple branco muito encapado
\grariannas branr.aa rom listras do seda
PiQuelinaa brancas 4a seda lisas a lavra-
das. Sedas brancas Vmadas e lisas. Ga-
pellaa com i-alma de fiar de laran^a eos
rica veos bordados, que todnse sendo tjaai*
a.......
m" WMilMl
R'ESTl ATIGA E CHEDITATA
FABRICA
IICIIII1 || CIIIT1ITIIIITI IXI COIHIII IIIT1IIITI II
CHAPEOS Bl SL;
De todas as qualidades I
9s todos os feitioa I
De todas os preoos I
_.
RA DO CRESPO N' 4

I
Cofres de ferro de MilB#ri, .^
Prenpas part copJir cartas.
Balanzas de pesar, Dto,en j^ $
Tachas de ferro, C8UDhad0.

atoe*
a <


Arados Americanos

UraeS, plra agncnlUiri.
Carrinhos de mao.
Machinas a Vapor
JUaCmnaS Q descarocar algodSo, de 10 al 40 serras.
VapaS de ferrO gaivansadas para cobrir casas etc.,
Estes artigos vendem-sa em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes & C,
n. 4 rda do bou jess.
(octr'ora r\ da Cruz )
Ra da Imperatriz n. 40
Os proprietarios desle bem coubecido, e acreditado estabelecimento, resolveram
fazer urna hquidaco das fazendas existentes, e pelo maior preco que podtrem obter,
nao engeitando prego algum at o fim do anno ; porlanto prcvinem aorespeitavel publico,
para approveitar a uceas.Oo de comprar bora e barato.
Lencos brancos grrndes de esgoilj j
abainbados"a 30200 a duzia.
Ditos ditos de algodao, e com sbainbado
largo e piulado.
Custumes de alpaca de cores enfeitados
de seda e 19a para meninos.
Palitots de a'paca de cores para homens a
30000.
Capellas e veos para noivas, tado junto,
prego muito barato.
Ditos adamascados para camas ejanellas,
j recortados.
Grande sortimento de bareges, laasinbas
e alpacas pretas e de cores, lavradas e lisas
para presos muito em centa.
Grande varieda le de chitas de 210 al
400 rs o covado.
Cassas de cores, e cambraias listadas para
diversos precos.
roupas
Um compiti sortimento de
feitas para h'.mens e meninos.
Casimiras pretas e de cores, pannos faos
azues e pretos.
Fu toes de cores para ve;t;dos, padr5es
miodinhos a 4(0 rs. o covado.
Cambraias brancas bordadas para vesti-
dos a 80500 a pega.
ROUPAS FEITAS E OFPICINA DE ALFAIATE
Urna grande qnantidade de palitots, caigas,
colletes de pannos, casemiras e brins para
todos os precos.
Camisas de 13a, ditas de meia, ditas de
linbo, raocezas e inglezas, collarinbos de
linbo e de papel, sortimento de mantas e
grvalas de seda preta e de cor, bournus e
outras rr.ui'as fazendas, cemo tej m :
Bramante de linbo e de algodao atoalba-
do trancado e adamascado, esguio, meias
para homens, tenboras e meninos, coberto-
res, colchas e outras militas fazendas que
nao descrevemos parao annuncio se nao tor-
nar enfadonbo. A dinheiro.
Pelo prego qne se vende a dinheiro.
AO rAP.Ui.UI

NA
Ra da Imperatriz n 40.
DE

MEM)ES & CARVALHO
barato do que em outra qualquer parte.

A toja do Pavao acha-se constantemente aberta das 9 oras da manhSa at as 9\
toras da noii& i ra da Imoerau-u n. 60.
rnica M vio om proeesso'mais perfeito e que ai-
** tal frma a aatipfazer as exigencias mais
"araa da .seriptoraejto.
i iaa cOr lindissima e nao precisa de cuida-
> aiium para se conservar no tinieiro sempre
* a mesma cor, sem borra, crdsta, bolOr oa sem
>4ai astas maullas ilierenles i todas as tintas
agora coobaeidas, anda mesmo dos melhores
itores estraogeiros.
lobulado, este eslimavel producio nao ataca a*
tnss* de ac, sotes pelo contrario, a peona
.juira um esmalte dourado que, sendo inieres-
aia, i asss proveltoso.
CiU tinta, nao sendo especialmente para copiar,
comido duas, (res, on ais eptu nm ine
moh de eacrtpta ; oieeiao, poram, deixar-lba
ua^al boca manado sem o enxogw com a SWaV
.i rao, porque nao ha o risco da borrar. Para se
r*r mais da ama coca, nio se agglomeram tan-
va tomas qoMta* epia* se qnerem tirar, mas
i*-ae com o rigioaJ turar s urna tanta quanus
aase)am, sem que o original fique prejvdioado
*iu axtraiSs*
wcorreaqm dizer qw, para copiar OBporu
aita inteHigencia e bahltidade, sem e que a roa*
t ata nao satiafn, a o dfeito reoaa aaropra
lira s tinta, que maitas vetea qoe ombM
aip* Um,
t dupla qualidade desta tinta exiranumanta
vraeute), poi qne evita que e qualqoef es
itum tuna ato do qoa ama nota a*ra oa A-
ainiMwes.
**ouanto a kua .duraCUidada, ni ta S qsp*
sur nva, m os su tima *W* a
cripta aoffre o cbnqoe de acidas fortissimoe^ *w
te decompor; ora, se os cidos nao tem aci;ao so-
bre ella, multa meaos a aogo do lompo a poda
desirnir; isto plaasivel.
Nio sd ae commercio qne este men producto
velo ser til ; os profesores dos coliegios, investi-
gando todos os meios para o adiantamento dos
seos discpulos, tem approveitado esta tinta, qne
com rao a acbaram apta para desenvolver o
gestnos edncao4ee, em eonaaqnancia da belea
da cor e facilidade de correr na pequea pela ana
liquides. H exemplos de cr.neaa qne hav
maito tempo tinham ama repugnancia extrema
para a escripia, logo qne foi admittida esu tinu
ao oaiiegi, apoderon-ae deltas a euriesidade e u
gosto, poaeo tempo depois o so adiantamento
era bm ni tono.
Esta tinta, a par de untas vacugens, tem un
nntco incoTireniente, deienora-se ao contacto de
oatN quaitoer; oana^M pois te-la em tintein-
ment do nuaor viahiuibre de ouira iintt, vi-
tar aacrever con a senna aoja da oa preparacio
differeute e incompativel; verificando isto, nao oh
razio, para se usar te tinu qne nao seja a VIO-
LOA EXTRA-FWA DE i**TBinO.
Observapao.
Diversas falsiacacBas e semelbancas tem appa-
iseeHn, caja daraallidade dnvidosa. Os Srs.
cotafdores podeaa evitar engaau dirigndo-e
a cawciKjsaspectaa,. e pediado a tinu que eu
A. C. Jfootetro,
MAGDUS DE COSTURA
DE
.
SiHger Mamil'acluring C.
II) 000 SkeDwaa F^ra Familias
OOSOOO Macbioas Para Familias
90SOOO Machinas Para Familias
90*000 Mdcbin.iS Para Familias
100*0 0 Ditas i Com Tn.,.-.k
tooooo Dius Com Taotpa
100*000 Dius i Com Tampa
100*000 Ditas Com T ..
105*000 lirasiletra Toda Cotura
tOSOOO Brasileira- Toda Costura
lOSOOO Bta'ileiras Toda Costura
IOS000 8rsi|pira< Toda Cosiura
l(JO*(H.O
MOfBPO
100*0011
100*000
i.i.-li a.-
Hacboas
Machinas
Mai'liinas
e
dd
de
de
ItaniviN
Maciv-is
Maniv-1 i
Maniv-i..-.
II0*IKX)
115*000
115*000
118*000
M-icliin-o
Machinas
Marbmas
Mchinii
Para
Para
Para
Para
Alfaiates
Alfaialee
Allaiates
Alfaiates
HoSOOO
115*000
115*000
115*000
Maehiuas
Machinas
Machinas
Machinas
Para
Para
Psra
Para
Sar.itt ir
Sapsiei:'
Snpater, -
S^psteir.--
r.5*ooo
li"*0O0
145*000
145*000
Machinas
Machinas
Machinas
Machinas
iiid-a i
mesa de
mesa de
mesa de
Exiengo
Extencao
Extencao
Kxteoean
130*000 Machinas Tara Cbapeliei, os
I30*00 Machinas Para Chapeili-:
13' *000 JaVnaiaas Para Chapellei: .
130*000 Machina Par nhapN>ir<*
/Not
\ ao
Note-se bem\
numero /
Uaico gente
Wa H. Chapman.
/Ntese len.\
V ao nomerr, }
45 RA D IMPERADOR 45
/v
LICOR CONCEMR00 E TiTL. *-*
O Sr C.uyot chegeu a lirar ao alcalra" a
sij acrimonia eoseu amargor insupiioriaveis,
o que o torna mais soluvel. Aprovei:a;do asa
fez dccoberla, elle prepara um licor an-
cealrado de aesanftot o qual. sob um pequoio
voluine, contera urna grande preporcao do
principias activas.
rmrAo le Caj* iGeuiiion de
Cujoi) po.sjuc por cons|Ucia todas asv.in-
tagens da agua de alcatroordmaria, sen: c:
us inconvenientes. Basia deitar d'ee una
cniher de rafe i'im eopo tf: gua para I ' r
loga um epo4e eacetlente nis de .,! n'ro
itiii guslo det.^f.'rai! :vei. Umm bjimj ; ode
d'easa aiaiuira prupai ir ,i mu apun de al-
eatrao ". vi ';.>.>.
ecom una le:ii : ..
eevitau*:.i.--_ la .
O Al<-ru Ur <.,.,. x tu
nnugan muda* n ;. .-.; : ^
tu i es, i. .. vu - i.ii . * '.. .'.,
tejaes, c- i.m 'i i$.

re
i I !l).
0 AlaairSoa aajot emprogado com o Buior ei.io i?.s .: -,,. imKs
Efil BEBIDA. -^'ia coiher de caf para um etfo d oijut. un uuu* cmkert dt
topa para urna aarafa :
BROKCMITCS
CATARRHO OE BEXIGA
DEFLUXCS
TOSSE PIRNITA1
IRRITA(AO OE PEiTO
TOSSE CONVULSA
El Ff3KtITABfS.
a
Licor puroou cen> timpouco d'cju
AFFECC.S OA PELLE
COMICHES
MOLESTIAS OO COURO CABEk
'
CB QUECOS.
UwMtprttde licorequalroH'aguaWn*c*maH(v
FLUXOS ANTICOS 08 RECEH/TK
CATARUHO OA BEXIGA
O Alcafrilo Je tuyot foi experimntate eom um rtrdfdtwn eiito not
fnpaes liospitaes de Frauca, da Belijica e da Equmha. foi rewaifirft
que, para os-tempes de alor, fue e->ast*e a bebida a *wis hyaitmta, e so-
oretudo durante os lempos e epidemia, urna mtruoco aceompanha cada vidro.
Vende-se naphrmacia e d(^ar'a (Je P, Mau-
rer & comp., ra Bar-io da Yiotoria n, J7
[ HlfilVH



Carta fcr*i a phllaaaphia.
film. Sr. Df. Jas Siriloo de Souza.
Nio estranhe V. S. que ea ibe dirija a pre-
saalajmr mi> da imprenta. Ul consi
bnrfU me detenniooo rdwjrr deste modo.
goal foi ter eu de fallar ,de uo assompt>
qie interessa a maito-s, e q zao entend n5o deftr #*r trotado somante
eulre mim e V. S.
Dapois desta indi pensavel salisfagao.qae
espero sera aceita de v^S., dir-lbe-hei que
|i com o maior prazer as Sua* Lices d-
phosophia elementar racional e moral, e
rogeroe qaeira aceitar os meas eordiaes e
sinceros parabens por mais e^ta notitel pu-
blicaeio da peona de Y. S. Com essas Li-
cdes, Sr. doctor, fez V. S. um verdadeiro
servico ao mu paiz, servigo tao relvame
que tal vez nao saibam debidamente apre-
ciar.
Deveras urna das principaes causas dos
hediondos males da presente sociedade a
lalla absoluta do eosiao da sia pbiloso-
pria.
Desde Renato Dascartes, que foi o refor-
mador da pbitosophia no mesmo sentido ein
que Mirnho Lathero o foi di reiigio ca-
tbolica, nao liouve mais philosopbia as au-
las, a n3o ser no claustro de algumas o
deua religiosas, oo em alguns seminarios
que licaram liis a pbilosopbia cbnsta dos
S. S. P. P. e dootores da igreja.
Dapois de Cirtesio o* chamados philoso
phos circumferuntur omni vento doctrina'
co.no palnas que voam discrigao doa ven-
tos ; e (o que mais ) todos com os seas
no vos sy-lemas qua ha tre3 scalos teem
appareado, lodos, digo, otfeoderam mais
oo menos a pureza de nossa santa reli-
giao.
E' nm fado, Sr. doutor. que todas a i
obras dos pbilosopbos modernos acuam-se
no Index dos livro- prohibidos. Principie
do proprio Descartes e desc ao P. Male-
bran-rn. Locke, Condiilac, Raot... Gun-
tber, Baltzer, Froschammer, Hemes... o
moderno ontologismo, e ver qae as obras
de todos os productores dos novo* sysle-
mas philosopbcos foram todos prohibidos
pela santa igreja, porque tolos otleadiam
a f.
Sa as obras p^ilosophicas do padre Ven
tora, h ta sciencia, n5o foram anda postas no Index,
tamos o equivalente ; porque boje formal
heresia condemnada p lo santo concilio do
Vaticano allirmar qoe o homem nao pode
com a .-.' razo conbecer com certeza a
existencia de Dis. Ora. isto inconciiia-
vel rom a doutrina tradiciona isla ensina la
por Ventura. E' pois para inferirse que a
doutrina tradicioualista acha-se condemnada
pe i.'reja.
Do Rosraioi, homem de snbtil engenho.
permitta-me que Ihe nao falle. Entenda
quem pader, e concilie quem souber com a
uoulrraa calholica o que elle ensma, por
exemplo, acerca do Ente inteliigivel ou ideal,
do qual diz (Psicbl. v. I I. i c. 5 ari. 1)
que qnanto a entidade idanlica-se com o
sentido corpreo, isto , com o corpo ; e
(P-icb v. II. i c II 840) qie ideniiti-
ca-se com Deas! E como harmonisar com
os concilios Vienense e Lateranense V o qoe
elle ensina acerca da forma subsl?ncial do
corpo humano, a qual como diz n3o a
mesrna alma, mas nm effeito d alma I
E a-i-im se todos os novos phi osophos
com os seus systemas offeoderam a revela-
cao, segu se qoe na provincia da pbitoso-
phia na ha ootro caminho pira os chris-
tos afora do tri hado pelos antigos.
E accrescente, Sr. doutor, que alguis
dos novos philosuphos foram bons cbrislio?,
de f pura, e obras edificantes. Descartes
era cattioco, bons catholicos eram arabem
Maiietiranche, Ventura e Rosmini; ese
el es flih os da santa igreja nao poderara
adiar timi dontri ia nova que nio offendes
se a -ov-hco, concluo que nao existe una
phi osip-iia moderna.
E-s wrdade, Sr. doctor, tica admiravel-
i)i; < 'infirmada se olbarmos paa a dou-
trina d s antigos, a qual longe de acbar-se
em nppugi;Io, a nica que sempre soube,
e Hiapra p.le explicar e confirmar a rev-
laca.
Disto nos convence, alm de outros ar-
gumentos, a voz da igreja, que fallando di
doutrina de S. Thorasz, comparativamente
s ostras, diz que nenhom dos que a reguo
cahio em erro, e que pelo contrario aquelle
que d*ila se aparta deve ser sospeito de nao
dizer a verdade. Semper fuerit de veritate
suspectns.
A revdago, como V. S. sabe, um pha-
rol p>ra a mssa mente, e posto qoe a phi-
losoL'hia n5o parla delta como de principio
de d^-monsTacao, comtndo serve-lne como
de luz pira livra-la do erro. Ora, a philoso-
phia escholastica 6 confimiada pela revela-
gao, que contraria os modernos systemas
philosopbicos; lo^o aquella pbilosophia foi,
, e s-i sempre a nica verdadeira, cujis
dontriuas podem ser desenvolvidas e enri-
quecidas, mas nunca abolidas sem cahir se
em erro.
E' o abandono dessa doutrina, e em seu
lu^ar o ensino da philosohia moleta, urna
das prmcipaes causas da irreligi5o, da im-
moralidade, e do estrago social que presen-
ciamos em nossos das. E isto de dous
modos: 1. porque todas as dootrinas con-
tra a f, a moral cbrista e a ordem social
com as qoaes os apostlos do inferno qoe-
rem corromper a mocidade sao exbaoridas
da philnsopbia moderna, oasegaem-sedella
como consequencias necessarias; 2." por-
que o< harneas imbu los das dontrinas mo-
dernas Dio tem principios inconcossos com
que possam resi^t r ao erro.
Para conjurar esses males, e encaminbar
a mocidade no estodo das s5as dontrinas
o livro de V. S. eminentemente adaptado ;
ahi ensioada a verdadeira phtlosopbia de
S. Tho'maz, em que V. S. acertou comple-
tamente.
Na Imgna de V. S., eu nio conheco livro
mais substancia!, to exacto e proprio para
um pequeo corso de pbilosnpbia do que as
Lifdes de phosophia elementar racional e
moral.
Alii se acba um programma completo de
estudo philosophico quer especulativo, quer
pratico; as materias segeem se e enea Jeara-
se com escolente ordem, serviodo as ante-
riores de luz para as segointes; as questo ;s
ao disculi Jas com agudeza e precisSo; as
opiniQas anfas e modernas sao confronta-
das e debatidas; emfim nada falta para qne
o livro de V. S. tenba (oda a actaalidtrde e
possa servir de texto as aulas de pbiloso-
phia.
A ultinn parte di livro, a qaal V. S. cha-
moa Eikicaou Dinito Natural, me parec
destinada a poder substituir os manuaes se-
guidos as FaeutllaJes da Direito, as ca
dei<-afpAHKrei'(r%itaral, onde infellmente
tem voga doutiinas errneas contrarias a
moral chrisRa e ao- bem da ordem social.
A parle pratxa de seu corso de philoso-
pbia para n m, Sr. doutor, a mais im-
par ant-i, por can?t das applicacSas ramea
distas qie se podem fa^er das doctrinas
aella ensinadas; e a ordem social moderna
codtkina o meu asseto*
, As dootrinas que ensinam que os honiuns
d5o s considaradoi iimbstracto et in essen-
talibus, mis tambera in concreto e todivi-
dalmente sao gjaes... que o homem por
direito natural totalmente in dependente...
que o .lado nao reconhece sutoridade su-
perior, nem mesmo a de Dous... qe a
igr.-ja foi. o usurpadora dos dtreitos dos
principes, tem dado como fructo o commo-
nismo, o socialismo, e como conseqnencia
bgica a Internacional, que a ultima forma
social derivada daquelles principios.
O direito natural e.xposto por V. S o
antidoto de iodos es^es peniciosos princi-
pios. Ahi se encontram as gmonas dou-
triaas caristaas acerca da moralidade dos
actos humanos, da loi, do direito, do dever,
da propriedade, da natoreza da sociedade
qaer donesti-a qoer poltica e fnilmente
das relacoes da igreja co n o estado.%
A verdade cora que at aqui tenho enun-
ciado o juizo que formi acerca do livro de
V. S., essa mesma vardade, Sr. doutor,
obriga-me a confessar que em todo o seu
livro ha um ponto om que n3o posso con-
cordar, a dou'.rioa da premoco physica,
doutrb-, n) de S Thooiaz, permitta-me
dizer-llie^mas dos thomistas. Nem eu nem
agora de minha escola sabe conciliar aq oella
doutrina com a liberdade do homem, e con
ira a qual sempre me pronunciei cnsinando
phosophia. Entr tanto a dou'rina da pre-
moco pode ser Ij livremente ensinada
corao a do congruismo que igo, como o
determinoo a santa igreja.
V pois, Sr. doutor, que o nico ponto
em que estarnas divergentes 6 de livredis-
cuss) para os Sinos da igreja.
A experiencia das cousas do seo paiz j
me tem ensinada que aqoelles qae escrevein
'vros didcticos na a os devem fazer volu
raosos, qie assustdra os preguicasoa; os
compendios bomeopathicos sao por easa ra
zao os mais estimadas. Esse me parece
ser o motivo de nio tar encontrado eu no
precioso livro de V. S. mais desmvolvimen
tos acerca de alguns pontos nota veis da
sciencia que siia exactamente expostos, mas
com pouco desoavotvimento para aquelles
que os igoorain.
Esperando eu que as Lindes de V. S. te
nbam breve urna segunda edifo, ltenlo o
real merecimento della, tomarei a libordade
da dicar aquellos pontos que em mira hn-
milde conceito demandara mais explicaces
para impedir que outros entendam mal o
qua abas verdadeiro.
Ni Licio XXX n. 30 e XXXI n. 45 est
magistralmente demonstrado que o sentido
faculdade ver et proprie cognoscitiva, as-
sin como a differenca essencal existente
entre o coahecimento dos sentidos e do in-
tellecto : o esse ponto em verdade de m-
xima importancia no presente estado de
coasas, pas vemos em todos os compen-
dios, feitos a pressa, negado o carcter
cognoscitivo aos sentidos, e a sensaco re-
putada nma cga moJiioacjta cerebral.
Nio obstante, eu desojara ver mais am-
pios dasenvolvimentos nesse particular, para
tirar toda possibilidade de confuso entre
os actas da sensato e os da intelligeocia.
Na Licao X(IV e na que trata da unio
d'alma com o corpo eu quereria orna anno-
lario para impedir que os menos versados
em nossa doutrina confundissem a uniao de
substancias com a uni3o sebstancial. E para
6sse lira fura talvez ndcessara mais explica-
ces na Licao XX sobre a causa material e
formal; porjue sera entender bem o que
a materia prima, e a forma substancial nao
possivel que una estudante possa bem en-
tender o que significa ser a alma, forma
substancial da corpo.
Na Licao XIX mostra V. S. egregiamente
a distraer j entre a existencia e a essencia
das crealuras; mas pens eu que seria bam
l ,rnar, bem patentes que s: compare a ex.s
tencia com a essencia consioerada i abs-
tracto; porqoanto comparada ella cora a
essencia coacreta ou existente como tal,
pasto que alguns ahi achem distinccSj real,
eu a nao adraiito, pela razo de que afinal
de comas o existente n3o senSa a essen-
cia reduzida a acto, ou a essencia actual.
Como V. S. v, essas observares nao se
referan as doutrioas, quo estas es tao exac-
tamente expostas, mas smente a maior
desenvolvimento das mesmas, para que ou-
tros possam mas fa;ilmente entender o que
V. S. ensina como mestre.
Terminan lo essas ligeiras obi3rvaca-
sobre o precioio livro de V. S., p-go-lhe de
nov que aceite os meus pirabcns por um
trabalho tao assigaalado, com o qual deu V
S mais um combate em favor da verdadei-
ra pbilosophia, concorreudo para que esta
entre outra vez na posse de sua cadeira, e
triumpbe do erro philosophico, cojo pai nos
te pos modernos foi Renato Descartes, a
quem com raz3o om moderno escriptor re-
conhece, com indecente complacencia, como
pai da emancipaba ante-ebrista da razo
humana da luz da revelado divina.
Queira, Sr. dootor, aceitar os protestos
de estima e coosideraejo com que son de
V. S. Illma. humilde criadoC. M. Negri,
S. J.
A Marieta.
Vite um da opulenta de belleza,
e, do contemplar te, me seu ti poeta 1
Orgulhoo-se por certa a natoreza
em te cremdo assim, Marieta !
Enlevada na luz dos teas olhares,
na voz, no gesto, nos sorrisos teus,
d'alma soltei tu trmulos cantares
que se perderam nos suspiros meus!
Aps, segu na vida a sombra tua,
quasi lonco da amor e de alegra (
Sonhei te sobre o leito, bella e .na,
entre nveos de insenso e de harmona I
Hoje te vpjo ainda mais formosa,
Marieta vigem dos amores I
Teos o perfume anglico da rosa,
entre os gratos perfumas de ontras flores t
O mundo le semelba um paraizo,
a vida um sonha ardente de poeta I
Para mito, que inspirei-me em too sorriso,
talo deserto e triste, Merleta !
Peregrino do mbot que- era vSe procuro,
divisa esa ti a perfeicao de Daus.
Majgnfc.Ko m<"> A*ur. I 1 -
a gloria, o aojo dos rTfstinos men^
Novemlaro de 1871.
AT T
3 AO
Antonio Gttrtos.
JkZI
[artyrloa.
A ABMI.V.

D G(
BW ^BP
Feliz de mim, se em vossos pes, senbora,
podesse alada mea perdi acbaT.
Feliz de mim, se vossos labios castos,
urna esperanca ray podessem dar!
Mas ai! de mim I 'Ao despreza 1q amanto
restara penas a sandide e a dr t
O mond que era um paraizo oatr'ora,
boje um ermo que me causa htnrof !
Entre a agoaia que-me punge n'alma,
vem a lembr-raca de um porvir talvez,
onde o descaoco encootrarei na vida,
onde vos mesmo m^is feliz seris!
No entanto soff o sem queixar-me ao menos
da indiffereoca que mostraes mim I
Nao sei diier-v;s se inda nais vos amo,
se isto delyrio, se c loucura em5m !
Ignoro aiada porque tent amar-vos.
crend'impossivcl vosso am<-r gosar !
Por to la gloria s de vos almejo
um riso apenas, um furtivo olbar l
Ab quo nao seja urna illu-3o, sen'aora,
a crenca pura qoe por vos senti !
Possam meus labios munnorar ain 'a,
Feliz um dia j por vos vivi !
1371
Evaristo Cnelho.
VARIEDME
MISCELNEA ETKYNGCIKi
= Diz a Gazeta de Pars ser cousa re-
solv la que em principios de dezerabro se
elTecloe em Compiegue nma conferencia
entre Thiers e Bis nark. Parece que essa
entrevista ter por fin a obtencSo de novas
:oacess5as pela Franfa. O mesmo diario
diz que o conde de Mo ike acompanbar
provavelmente o grande cbincelier allemo
na sua viagem.
O Fgaro de Paris aflirma que diver-
sas ofQciaes tinham mandado para Camden
llonse, residencia do ex-imperad r, urna
corfta de ouro cara as cores do imperio,
em te'temuobo de bomenagem imperatriz
Dla festa da santa do sen nome. A cora
t nha esta inscrip^io : O exercilo de Ser-
saines ao imperado *.
O ministro da marinba de Franca
cibi de nomear ama commisso encarre-
ga la de estudar as modi9cac3s que ne-
cesario introdazirse nos navios encaura-
C-ados e de apresenlar as bases de nma no-
vo tctica naval.
Morrea oo dia 14 de uovembro, em
Rulo, o contra-almiraule francez Dieudonn.
Gontava 59 amos de idade.
Segundo refere o Pall Mal Gazette
i primeira nev que este anuo cahio era
Londres foi no dia 17 de oovembro.
A nova opereta de Harve, intitulada
O throno da Escocia e levada scena pola
primeira vez, ha das, no llaeatro das Va-
riedades em Paris, foi pessimamente rece-
aida. A imprensa de Paris diz que a nova
composiclo do maestro francez maito me-
diocre.
Acaba de installar se em Paris urna
agraciadlo que tem por titulo. A Vigilante
unio de amigos do progresso da ordem e
do trabalho, e cojo fina combater os es-
tragos da In'ernacional.
A Gazeta oficial allema publica o
texto da lei para a cons'rucco dacaminbo
de ferro de S. Gotbardo, e o convenio en-
tre a AHemanha, Italia e Suissa para sub-
sidiar a empreza.
Dizem de Dublim qae Kelly, aecusado
do assassinato de Talbot, ebefe de polica da
capital de Irlanda, tora abslvido, mas qne
ter de comparecer de novo tribunal, pela
aecusaco de ter disparado om revolver con-
tra outro polica. Dafronte da casa do advo-
cado de K lley bouve mamfes.ages paci-
ficas, bavendo-as igualmente era Cork em
honra de Kelly.
Acabam de ser approvados os traba-
Ibos preliminares para o projecto de um
canal sobre a margena esquerda do Main,
indo de Francfort at ao Rbeno, e parece
que brevemente v3o principiar os trabalho
para a realisacjo d'esta importante em-
preza.
O governo frncez resebeu proposta
ie Berlim para a celebracao de um tratado
postal fraoco-prussiano, sob as mesmas ba-
ses, quanto aos portes comidos na tratado
anglo-francez.
Tniers vai pelr assembla para que
o ordenado dos ministros seja elevado de
62 a 72,000 francos.
Brevemente serlo inauguradas em
Franca as viagens de recreio a Hespanha
e Portugal, para as quaes est convidada a
imprensa franceza.
Foi forlemente pateado em um tbea-
tro de Brnxellas um drama de Damas, in-
titulado a Visita das Nupcias.
Em algumas bolsas estrangeiras foi
ltimamente afinado um aviso prometiendo
ama recompensa de 10,000^000 a quem
descobrir oa prender om individuo de Lon-
dres que commeitea om grande roubo em
obrigacd8 e ttulos de dicersascompaobias.
ENTREGA DO TOSO DE OURO A
IHIERS.L-se o seguate na Frunce de
20 de novembro:
* Petas 7 horas da larde de boje foi en-
tregue palo Sr. Olozaga, ministro de Hes-
panha, o calar do Tosan de ouro ao Sr.
Thiers, presidente da repblica, qae teve
por padriohos oo aas stentes os Srs. Guizot
e principe de Ligoe, ambos ellas, membros
da ordem. A ceremonia teve legar em um
Jos saloes do palacio da presidencia com
a maior simplicidada. Depois da ceremo-
nia houve om jantar a o qaal assistiram os
ministros e o grande chancellar da Legao
de honra. Diz-se que o governo bespa-
nhol enviara ao Sr.- de Remusat, ministro
dos negocios estrangeiros, o grande cordo
da ordem de Izabel a Catholica e ao gene-
ral Cissey o de Garlos III. Finalmente o
Sr. Hernndez, secretario da eeabaixtda de
Hespanha, diz-se qae tora elevada ao grao
de commendador da ordem da Legao de
Hter* o Sr. Prado, segondo secretario,
vatleiro da mesma ordem.
TAo"dTa'lSTR14
( Concluso.)
Mu esta transaoio tlp saisfe/. oem os
aHeaaes, qoe queriam maior numero de
liberdades, nem os hngaros, que pediam
autononra mais completa!
. Seguo-se-lhe o ministario Schmerling que
repellio a idea federalista;'era porm par-
tidario da centralisago dentro do rgimen
constitucional, e aob oste,ponto de vista or-
gaoisou o poder, concedendo liberdades em
wdo qoanto o sea systema poltico Ih'o
permiltia.
Divilio o reicbstig em daas cmaras,
urna para, as provincias de Gisleilbnnia, e
outn para o conjunto da monrch a; mas
os mamaros de que a segunda se corapn-
nha, nao eram moito affeiQoados autono-
ma dos povos stavos e uagyares, e em
crasequeacia da intolerancia qne desenvol
Mi os represent ran tomar asseuto na cmara, e os tchecos
fizoram o mesmo, depois da sua adhesao
momentnea em 1861. Isto produzio urna
crise, e cahio o ministerio.
Mas o;n> este aconlecmento raotivou al-
goma excilacSo nos partido; interesados
vio-je por instantes a nacSo em siluaco dif
licil, parque a cmara ulo sabi que deter-
minarlo h.via de tomar para n,1o perder a
uoidade nacional, lim para onde a Austria
se encaminlma. R-solveu sa conceder al-
uinas attr.buiges mais s nacioaadadas
qae ti a vi a m occasionado o confl co, e nesta
intuito publicou o gabinete Belcredi o sen
manifest deselembro, suspenden lo acn'.
i.tuia de fevereiro e entrando em nego-
ciadles coro os federalistas.
Pareca, etfi;tivameote, que com esta
marcha poltica e com a rault.dao di con-
cjsses feitas aos povos variara a s.tuaco
^eral da Austria adquiriudo esla novo poder
e forca nova; nao succedeu porm assim,
eso serviram as lib)-dade> coacedilas para
abrir o appeMo da llougria e da BofaiOBa,
as quaes dedararam com mais energa do
qae nunca qae qaeriam lodos os seus di
reitos histricos.
Foi en o que o Sr. de Beust sa encar-
regou da direcco dos negocios, decidido
a fundar um rgimen constitucional, leal e
sincero, qoe podesse satisfazer aos eleme i
tos hoslis a toda a governacao central; e
de felo, assiai foi, parque o Sr. de Beo>t
poz em pratica o seu programma com a
maior firmeza : quatro mezes depois era
Hungra um estado autnomo, quasi inde-
peodapte ; a situadlo das uacionali lades
slava nio marecera providencia alguma
importante, mas em compensado atacava-
so de frente a tiansfurraago da Austria
n'um estado constitucional.
Assim eslava a questao poltica na Aus-
tria em 18S7. Passemos agora orna vista
de olbos pelo modo de ser da Austria des-
de enio al hoje.
O imperio esta dividido em provincias, e
cada ama destas em grupos. O primeiro
desles de que as provincias se compoem
formado pelos grandes proprietants ; o se-
gundo pelas negocian es, e o lerceiro pelas
municipalidades ruraes; < cada um destes
elege cerlo numero de representantes das
dietas provinciaes ; a proporcSo varia con-
forme o territorio das provincias. Assim
que na Bohemia o primeiro grupo elege 70,
o segundo 75, e o tarceiro 79; a'garismos
que respectivamente sao na Moravia de 30,
32 e 31, na Gallitzia ai, 53 e 74, e na
Baixa Austria 15, 18 e 21.
O numero de hispo i e arcebispos eleva
se a 33, e a seis o de leitores da Universi-
dades. Os grandes propietarios formam
ora grupo eletora! smenle em cinco pro
vincias, qne sao: Bb.mia Moravia, Silesia,
o Tyrol e Bokowina.
As povoacres que teem carcter de villa
esli tambera divididas em circumscripcoes
eleitoraes.
As diatas teem dapla competencia: tra-
tam nm numero determinado de assump-
tos de inleresse local, e elegem do seu seio
03 membr. s do rechsrath.
A assemb'.a elege os seus diputados
por raaiorh absoluta, mas ha tambara nma
proporcio fixa com respailo aos tres gru-
oos de qua se compa; a Bohemia, por
exemplo, elege 5i deputados, 16 do pri-
meiro grupo, 10 do segundo e 20 do ler-
ceiro Este systema, que est ainda em
pratica. foi obra da Schra-rling, e portelo,
felo unicaffieote p ra assegurar a influencia
dos grandes proprietarias e do clmenlo
germnico.
O reichsratb comprebande duas cmaras,
a cmara alta e a cmara baixa.
A primeira formada de pares heredita-
rios, cardeaes e arcebispos, e alguns outros
escolbidos entre os homens de mais talen
to, tanto da magistratura como do exercito
e bellas-artes.
A cmara de deputadas coala 203 m ru-
bros, delegados pelas dietas.
Estando a< cousas neste estado, eucar-
regou se o Sr. da Bao't em 1867 da gover-
nacao da Aastria, propondo-se o restbale-
cimento do rgimen constitucional. Nao o
aterraram os obstculos que ti nha de ven-
cer ; com o seu talento e fina dipl macia
ludo conseguio merc das suas aspiraces.
E por fina, o reichsratb qua se reuni a 22
de malo desie anno constitue um periodo
memoravl na historia da Austria* e foi um
aconlecmento nos annaes das conquistas
da liberdade.
E agora, qua a posica do Sr. de Beust
mais segara pareca, ca de repeata, e to-
dos ficim surprelien li ios parante a n ti-
eia do telegrapbo, e talvez ainda mais po
rante a sequidio dessa noticia. Singular
destino, o dos homens d'eslado Depois
de ter conjurado durante cinco anuos todas
as tormentas e todas as coases, depois
de ter dominado as situ.cSes etpinbosas
mais complicadas, depois de ter assumbra
do a -Europa pelo sea talento de equili-
brista sem igual, cai o Sr. de B -ust tao
tristemente, que oem mesmo a opiaiio do
seu paiz pode explicar essa queda I
Vio j decorados alguna das, e continua
aiada no mesmo p o enygma da demisso
do conde da Beust, chanceller do imperio
austraco. Cada peridico faz sea com-
mentara, e us resumiremos em seguida
os principaes.
Cabe em primeiro lagar a' orna corres-
pondencia enviada de Vienna ao Sicle, im-
portante pelas reveladles qae eacerra.
Diz assim:
< Dando-se crdito chronica, e mais
pela influencia e ph popnlaridade cada
vez mais creseenttrdo chan;eller. A elle so
altribuia o mrito e a hontYtle tr salvado
o estado, fazeodo abortar o compromisso
com a Behemia, a olle se coosiderava como
arbitro soberano dos desticos do pa'u; e o
imperador, dominado entretanto por tao
vasta intelligeocia. era apenas orna sombra,
um brinco as m3os do sea primero coa
selheiro ; e comqaanlo o Sr. de Beast nao
rapetisss a celebre pbrse deo rei reina
mais nao governa sabia perfeitamenta pol-
a em pratica, raelbor do qne ningaem.
Sao estas as razfcs qua junio de Francisco
Jos taziam valer as pessoas mais intimas,
os seas amigos d'infancia, os geoeraes, os
os archiduques:
Para corroborar estes ditos, fabricaram-
se relatorios de polieja comprovando que o
6r. de Beust passava n i popularlo pelo rei
de acto; mostraram-sa ao imperador arti-
gos de jornes em que os meredmentos do
chanceller eram grandemente exaltados.
Quem havia de mandar publicar aquellns
louvaminhas seno o proprio chanceller ?
N3o era assiduo companhe'ro de j amalis-
tas ? N3oos coavidava tolos os das para
jan-ar? Acaso fazia my lerio da sua colla
boraco com tal oa qual peridico liberal
e at sospeito de demorada ? Seria con-
veniente qua um chanceller assim mendi
gasse reclamos e cnchesse as columnas das
i lias publicas de dilbyrambos em bonra
sua, quando apenas se proounciava o nome
do imperador ? Depois aventaram se cer-
tas bist'helas a respeito da vida privada e
l'icd do conde, por saberem que assim po-
deriam influir no espirito do soberano,
rauilo inclinado saulidade.
Por fim, todos estes estorbos juntos con-
seguiram convencer o imperador de que se
nao mandasse ao demo o saxonio hertico,
em breve elle vina a ser um P.cbelieu, e
o nome de Francisco Jos ira figorar na
galera dos reis ociosos.
Sa o Sr. de Baust esiivesse ao fado de
todos estas tramas, havia de conseguir com
a sua destreza ordinaria dar cabo delles oa
pelo menos embaralbir as cartas; mas
exausto pela lua qne livor a de sustentar
contra o conde Hobenwart e os tchecos,
eslava docate e recoluido em casa. Atrai-
coavam-n'o as pessoas mais suas fami iares,
e qaalquer que pela manla o cortejava
c latamente uo Uallhaus plalz tramava con-
tra elle a noute no pequeo circulo de
Sebos brunn.
Garla manba foi visitado pelo conse-
Ibeiro d'eslado Brauu, addido ao gabinete
do imperador.
Depois de se ter informado em nome
do soberano da sua saude, sccrescentou o
Sr. de Brann que o imperador a eucarreg-
ra de Ibe perguntar se Ihe nia parecera
opporiuno, no interesse da sua saude, o
renunciar por algum tempo aos negocios
pblicos. O aviso era claro e conciso, nao
havia illudir-sa acarea da intenso, porque
a doen^a do Sr. de Beust nio o impedir
anda de dar todo o exped ente aos nego-
cios que Ihe estavam incumbidos. Instan-
tes depois foi o conde ter com o imperador,
e logo vio, no modo como era recebdo,
que estava perdida a posic3o.
Quando se sonbe em Vienna da demis-
sas do chanceller, ningaem quiz acredi-
tar na noticia, que j ouiras vezes se est-
ibara sem fundamento ; depois, quando j
nao bavia duvida possivel, senhoreoa-se de
toda a gente a mais dolorosa commo-
co.
O caso est ainda ou parece estar tao es-
curo, que nenhuma foiba combina com ou-
tra as opinias a tal re.-p.-ito.
O Temps diz que o Sr. de Beust caira
na occasiio em qae a sua posic^o na Aus-
tria pareca mais segura do que nunca,
sebd isto tao certo, que at a opisio se
vio obrigada para exp'icar a queda do mi-
nisterio a altriuui-la a motivos puramente
pessoaes que nio sao do dominio publico.
Aqoelia lolu i acba dilli;:l siippr qua a in-
flueacia do Sr. de Bismark fosse o motivo
da demisso de um rivoi hoje conquistado e
desarmado, mas nao Iba parece impossivel
que o imperador d'Austria nao perdoasse
ao sou chanceller a especie de violencia que
Ihe fez levanio-o a Salzburgo, ou que o
Sr. de Beust se ache gasto ao ctbo de cin
co annos, passados no ingrato trabalho dos
negocias austro-hngaros. Mas o Temps
certaman.e ha de ter coahecimento das
coasideracoas pessoaas, dispensadas pelo
imperador d'Austria ao sou ex-ministro, c
qae est em contradicho com as saas sup-
posieSes.
O Temps, em todo o caso, mastra-se sa -
lisiado de que essa mudanza de pess 1a nao
envolva mndanca alguma qaanto conti-
nuaco da poltica pacifica da Austria, se-
gundo Ihe ijhrmrai os seus corresponda-
les, accrescentando que alm de ser o Sr.
Andrassy o contiuuador da allianja conclui-
da em Salzburgo, nao ba viso algum de bos-
lilidade para a Fiang nessas tendencias
da urna poltica dora nada por aconteci-
mentos ra.is fortes do qne as sympatbias
nalaraes eas recordago^s.
Deiiam entrever tiaalmeote o; corres-
po tdentes do Temps, que am gabinete An-
drassy nio abracara necessariameota com
i^ual cordealidade a Russia e o imperio da
AHemanha, seno que p^.o contrario, ser-
vira lalvez para acentuar ainda mais a tan-
so que se nota entre aquellas dois impe-
rios, e da qaal o Sr. de Bismark parece
preoecupar-se un po oca.
A Poltica de Madrid er n outra vers3o.
Diz esta folba :
Podemos hoje offerecer aos nossos
O ministerio Hoaanwart quiz salvar esla
alternativa cedendo is exigendas dos bo-
hemios e polacos como antea ae nha cedi-
do s dos ongaras. Logo iodos os dentis
estados, al a Bukooina, reclamaran) iguaes
concessoes. O perigo era immioeute : j
n3o se trata va de constituir ama monarebia
onida, senib ama especie de embyrao fe-
derativo, heterogneo e monstruoso. E
nao s c arria grave risco de naufragar a dy-
nstia dos Hapsbargos, privada de toda a
representadlo no meio de tantos povos in-
dependentes, senio que fraquejava com ella
causa da iioerdade, sintbelisada boje na
constituido do imperio, que os par lid os na-
cionalistas querem rasgar, imbuidos em ex-
cesivas preoecupagoes, e dominados pe-
las ideas feodaes oa ultramontanas.
Qae poderia fazer o conde de Beast em
tae.s circumstancias, e coohecendo o perigo,
sen3o expol-o a Francisco Jos, e propor-
Ihe e escolber entre sua politi:a, salvado-
ra do throao e da liberdade e a de Hoben-
wart ? O imperador aceiloo as vistas e o
pngramma do seu chanceller o minate
rio II raenwart teve de largar as pastas, e
chamou-se Kellersperg, centralista liberal,
para formar um novo.
Todava, esta victoria alcanzada por Beast,
iniciador das entrevistas de Salzburgo, e ta-
xado de allemo no seu proceder e as
suas aspirares, pode ser representada pelo
desconlament > dos tchecos como triumpbo
d'ama encoba'ta intriga de B smark, c rao
araeara de urna germanisagao mais completa
da que a reaisada al aqui. E o conde de
Beu3t, para afastar esta suspeita, para pri-
var de semelhanta arma o inimigo, teve a
abnegagao de resignar os seus elevados po-
deres.
A prova de que tudo isto valor enten-
dido entre Fraocisco Jos eo seu ex-minis-
tro, que substitue e.-.ie ultimo o conde
Andrassiy, que tinha caminhado sempre ac-
corde com elle n i -ysiema dualista, e re-
presenlava frente do governo hunharo a
resistencia contra as rebeldas dos povos
esclavoes. Alm dsso, para demonstrar
faca da Europa que o seu ex chanceller nao
cabio em desgr^gi, o imperador foi visital o
a sua propria casa, sem previo aviso, e dau-
do-lne as maiores mostra3 de aprego e cor-
dealidade.
Finalmente, Beust nao vo'.ta vida pri-
vada, mas passa a desempenbar a embai-
xada de Londres, sem duvida dalti, como
do ponto ceutral da acgj diplomtica, con-
tinuar dirigindo com a sua iufluencia os
negocios d'Austria.
Agora o mais prova ve! que, depois do
acio de energa levado ao cabo, mimando
dissolugo das dietas provinciaes, e fechando
Jenitavamente a porta s aspiragoes fede-
ralistas, o novo governo de soa in imperial se apressar em offerecer aos bo-
hem os e galitzios todas as garantas de in-
dependencia que sejam passiveis dentro da
constituigo vigente.
E assim como estas folbas, cujas opinioet
deixamoa apoaladas, as demas que temos
vista nao sao mais contestes na explicarlo
dos motivos que determinaran a crise na
Austria.
Do mais que houver daremos iuteira coa-
la ao leitor, at ficar bem desembaragada
esta meada.
em
importante papel Ihe cabe a ella nesta cri-
se, do que a historia, a camarilha qaa tem
soa frente a beata arehiduiuexa Soffaia,
consegoio persoadir o soberano de aj* o
seo poder e prestigio estavam ameac/ados
leitores urna explicagio bastaute verosmil,
anda que fondada em meras conjecturat,
como as demais que correm pelos circuios
diplomticos. E' sabido que o conde de
Beust foi autbor do pacto constitucional qae
erigi a Hungra em estado independente,
e sabstitai o ao antigo imperio austraco a
dupla monarebia austro-baogara, com um
governo e urna cmara em Vienna e outro
governo e outra cmara em Bada Pesih.
Este systema de dualismo satisfaz a mais
argente aecessidade do momento ; encerrou
porm o imperador e a soa soprema chan-
cellara n'am dilema atroz: como se ha-
via d negar s demais naciona idades qae
om caracteres bem pronunciados e distrae-
tos apparecem de um e outro lado do L-itha
a autonoma outorgada aos hngaros ? Nio
se fltaa procedido arbRrariamente tragaodo
as duas metales do imperio, urna vez que
cada urna deltas, loage -de apparecer uai-
ficada, e apresentava urna amalgama incon-
gruente de poyos?
Tao certo isto, qoe, apenas cancluido o
pacto, pfincipiou a luta sorda oa abara na
parte transleitbana dos esclavee com os
magyares; na parte cisleithaoa dos bohe-
mios e galitzios contra os allemSaa.
i reforma mu al el pal
Franca
(Conlinuago.)
A constituigo do anno III, como j vimos,
havia dado um rgimen particular as cida-
des de 100,000 habitantes e mais; divida-
se cada urna deltas em nanitas municipali-
dades dislinctas reunidas sob orna junta
central de nomeago do governo.
Esta solago por demais artificia!, e
nao offerece garanta alguma de bom resul-
tado. Salvas as cidades de Lyon e Paris.
a upiniio mais geral que todas as agglo-
merages urbanas devam ter urna o.gaaiza-
go exactamente uniform?, e qoe n3o se
[i .loria fazer de urna grande cidade urna
justaposgo de padagos isolados.
Ha entretanto una medida que nos pa-
rece completamente necessaria, e que, a
dizer a verdade, nao urna derogago do
principio que acabamos de estabaiecer.
Fra para desojar que toda cidade de
mais de 50.' 00 habitantes fosse obrgatu-
namente dividida em circamscripgoes fixas,
leudo por base a popolaga, sem dovida,
porm mais ainda as origens, as tradigas.
as alflmdades da espirito da hbitos; cada
ama dessas circamscripgSes n raleara, na
razo do' algarismo de seus habitantes,
cerlo numero de membros para o conseibo
municipal.
Gumprina evitar as mud ragas frequentes
e arbitrarias dessas divisos, que n3o se-
riam nao tanto secgias eleitoraes como
quarteires cada um com seu carcter par-
ticular. Nio nos engaemos: para desen-
volver a vida municipal em am grande
centro, nao basta faz9r nomear 30 ou 49
conselbeiros por escrutinio de lista; para
urna boa orgauisago local precisam-se ra-
zea muito mais numerosas, muito mais ra-
mificadas. Que viria a ser o corpo huma-
no, se elle s tivesse para a circnlagio d!
sangue a arteria aorta e as cartidas ? A
vida r-se-uia enlanguescendo, se nao se
tomasse masmo impossivel; sao os vasos
capillares que vo ramilicar-se em todos os
membros e nutrir lodos os cargaos; sio
elies que asseguram a vida regular, sa ti
prodactiva.
Acontece com as corporages moraes o
mesmo qae com os entes organizados ; so
querem que urna cidade importante tenba
vida manieipil qoe qne nio seja artificial,
compre dar a cada qoarterio o meio da
deseavolver-se e firmar-se; am erro qae-
rer supprimir estas dfvisdes naturaes e ele-
mentares. Feliz Inglaterra, com todas is
suas parochias, cada urna das quaes tem
exiUeneia propria f
Eis-l.os cuegadoi orgauisado da cida-
de de Paris, i qaal addicionamos, como
de costme, a cidade de Lyoi.
A j lee (S discusaoas recentes, dissereU
qoe a admiaistragao dessas vastas cidades
era nm problema lio insolnvel como a qoa-
dramra do circolo. Nio nos deixemo,*
amedroutar demais por difficaldades que
de looge leu a apparencia de monUnbas,
e que se aplaiuam seusivelmaate quando se
Ibes aproxima com resolugio.
Segundo a marcha que temos seguido
at aqu, fagamos que o preceito preceda
ao examplo, e perguntemos francamente
Inglaterra como se administra a adade de
Londres.
( Continuar-se-ha )


i
TYP. DO DIARlO-rt DU DUQUE DB CiH
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