Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12533


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Full Text
V '
ANNO XLVII. NUMERO 282
'
PABA A CAPITAL E. I,fAF?S OtDE IAO SK PASA POHTI.

V

,v
Por u>a mfzes ailiauuaoa .
?oc mis ditos c'jai .
For ota anuo idam.....
Cada aamero avaiso.

*

000
12,5000
. 84,5000
320
SEGUNDA FEIRA II DE DEZEMBRO DE 1871.
y i--------------------------------------------_____
PAILA DEITBO E JOBA DA PBOVIICIA.
Por tres mezet __udoi ?.....
Por seis ditos idem................... tSJSOO
Por nove ditos Mena..................... SOftSo
Por orn anco idem.................. I7|030

Fropriedade de Manoel Kgneira de Faria & Filhos.
AO _U_MT_*:
'j* 8rs. Gerardo Antonio Alves d Filhos, no Para ; Gongaives & Pinto, no Maralo ; Joaquina Jos de Oliveira & Filbo, no Cear ; Antonio de Lomos Braga, no Aracatj ; Joio Mari* Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, ao NitaJ; Jote Jafttf
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ;Felippe Estrella C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belannino dos Santos Bnlclo, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga, *
ero Naiareth : Antonio Ferreira de Agriar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Bahia; e Leite, Serqainbo A C. no Rio de Janeiro.
PARTE O-TTCIAL. .
-iivci-ao da provicicm. -
XPliWKNTE DO DIA 1* DI DEZKUDHO DH 1871.
A os:
O presidente Ja provincia, atndenlo a pro-
;i i-,. dj roaj if omrnandaBte do 2' equadro de
caya lria da guarda nacional deste municipio", so
bre a qual infirman o rwperiivo commauianta
superior im oflt ;io o. 2*0 de 29 da m-z prcximo
Gado, resdve nomear de conormi lile com o dis
ao.m n i art.49 da W,n.6 rio 10 dr set-mbro
da 1330, para o dito esquadi is i-lliciae le-
gitimes : ?
I. cornpanhia. Teaenie o aler..-. F-ftp;e Do-
mingos de Soma Ivao.
2.* corapanhJa^Capiti.a o lenle da k Sebas-
t.aa Manoel do llego B no*.
O presiJentedi provioeia, de conformidad^
coro a pronta da., lenle coronal eo.nmun lame
do G" batalhao d<*iu/anlira da guarda nacional
\
dicta superior rttpeeiivo em offlcio n. tli Je 30
do roez prximo Ando, resol ve nomaar de confor-
tnidade oum o art. 48 da le o. 60i de 19 de se-
tdffibro de 1850, para o posto de dieres da 3*
.-otcpaohia'do dito saialbio o guarda do 1 de ar-
lilturia, Jos Dativo do* Pasaos Baslos.
O prndente da provincia, alteodenda ao
qua requeren o cnente da 4" campanhia do bata-
thio n. 24 da guarda oaeioual do municipio da
, E-cada, Joio Baptista di Silva )lm, e a vista d >
que inf,ruiuu o respectivo c nnnaanl.nto superior
em offlcio de 21 de outubro ultimo, resolvo que se
ilie d a guia de que trata o art. 45 lo decreto n.
1130 de li de mareo do 185-1, para o de Seri-
atiism, aUbde te n flxiJo a -na residencia.
O presidente da provincia, atlenden'do *o que
reqasreu o bacbarel Arminio Oirioiaoo Tivares
dos Santos, juiz municipal da 2' vara desta capi-
tal, rasolve conceder Irte trala das de licor i,
com vencimentos, na forma da le, para tratar de
sua si le.Expedirn a. necessarias comma-
ni!c3es.
GBeios :
ao brigadeiro commaodante das armas, re-
coimendando a expedicao de suas ordea-, uara
jae hoje < 4 horas di tarde s.-ja po*tidaem freo
te da igreja de Nossa Seohora do Cnr no, a (orQa
necessaria para fizer as honras fnebres, devidas
ao cadver do oujorda guarda nacional Joaquim
de Albaquerque Melle.Oiliciou se ao director do
arsenal de guerra para tornees* o cartuxame pre-
ciso as salvas do esiyio.
Aojnspect >r da thesouraria de faznda, man-
dando por a dispu-ica do eugmhelro encarrega-
do da execucjio da linha telegraphica, projectada
para o sol, cauilo Jos Francisco Coelho, a quao-
tia de 8:000^000 de que trata a or km do tribu-
nal do thesouro nacional n. 206 de II .k novem-
bro ultimo. Inteirouse ao mencionado eng-i-
oh4ro.
Ao mesino, transmitiindo os papis relativos
ao sargento mandador do batalhao de engenhi
ro-. Mantel Felippe de Mallo ; *Um de que por
essa thesouraria se verique a sua qualidade de
prari, egundo fu determinad > por aviso do mi-
nisterio da guerra de 23 de novembro ultimo.
Ao raesmo, enviando para os ns convenien-
' tes, as inclusas ordens, sendo urna do tribunal do
tnesouro nacional, sob n. 254, e outra da guerra,
datada de 23 do novemoro ultimo.
Aimesnn, orandaade adantar um mez de
sold ao eapito addjdo ao 2 batlbo de inlauta
ra, Manoel Bezerra de Albaquerque Jnior, que
egue para a provincia do Cear, a reuuirse ao
14* batalhao da roesma arma, para o qual oi ul-
tircamecte transferido, devendo es.se adiantamenu
ser descontado pela quinta parte.
Por essa ihelbnraria mandou se pagar :
A pessa competente a importancia dos venci-
mentos dcsofllciaes, praas e calcetas, embrega-
dos no deposita de recruja?, sendo os dos oflkiass
i caketas relativos ioaei de novembro ultimo, e
os das pracas a segunda qoinzena do mesmo mez.
A quero fe mostrar antorisalo, os viu .; :i..i.
correspoadeutjs a segunda quintena do mez de
novembro ultimo, dos presos sentenciades, exis-
tentes na fortaleza do Brum.Cemmunicou-st ao
brigadeiro eommandanie das armas.
Pela thesouraria provincial tambera mandou -
so pagar :
A Jo' Marii Ferreira Braga, a quantia de___
J35J570, proveniente dos veaciD)Qt03 no mez de
outubro nl'imo, ao destacamento de guardas na-
canles existente na villa de Barreiros.Gommu-
nieotMe ao cotmnaadante superior do municipio
da Agua Preta.
Ao Dr. clufe de polica, para que informe
com brevidade, segundo o que constar dessa re-
pirlicjio, se ha aigama'aulorisacao para o recru
amento no termo do Granito, sendo os recrutados
nva ios com destino ao Crato na provincia do
Cear.
Ao coramanante do presidio de Fernanlo de
Noronba, declarand), que alm de doze semen-
ciados, que devera seguir para esse presidio, vo
rajis os de nomes Raymuodo Nonato Ferreira
Cavalcante e Jos Ignacio do E-pirito Sanio, e dei-
xa de ir Laorenlino Das de Mello.
Ao mesmo, transmiltiudo as guhs dos sen-
tenciados Fraoci-co Antonio Fadirio, Manoel Tra-
jano Barbosa Tiburcio Das de Mello, Jos Fran-
cisco Lima, Braz, escravo, Antonio Salvador de
Oliveira e Lourenco Jos da Bocha.
Ao mesmo, pira fazer regressar esta ca-
pital com seguranza, a disposigao do juiz mu-
nicipal daprimeira vara, os sentenciados Jos Ale-
xandre Barbasa, I^na:io I'e.eira de Sant'Anna,
Antonia Jos Valerio dos Santos Oo?a e Jusepha
Matia da C'jnceico, sendo os dous ltimos para
serem subraetlidos a novos jury.Coinmunicou-
-s ao juiz municipal.
Ao juiz de direito da comarca do Rio For-
mlo, declarando que, embora se deem es incon-
venientes qne receta, deve seresgotadaa urna ge-
ral dos cidados qualificados jurados, multando
a jaelles que no comparecerem sem motivo justo
e provado.
Ao daeonarca de Caruir. recommendan-
do, que envi debidamente instruido o recurso de
gra^a, interposto pelo sentenciado Manoel Teixei-
ra de Ca.rvalbo Ralalo, o qual fl;ou em seu poder,
e anda nao foi devolvido
Ao eommandante do corpo de polica, dizen
do que pode desligar do corpo sob seu commaodo,
i soldado Francisco Antonio dos Santos, visto ter
sido considerado incapai de continuar a servir.
Ao mesmo, autorisando o ongajmnento do
paisano Joio Gervasio Bodrigues dos Santos se fdr
idneo.
A chele da reparlicao das obras publicas,
conceAeodo a aatorisaca >, que solicitou, para man-
dar execntar por administracio ou eipreitada os
reparos do arco sobre o riacho Mangar, os quaes
constan) do orcamento, que remetieu na Importan-
cia de 1:408|OO.Coamunieou se a thesouraria
provincial.
Ao eagenheiro da estrada de ferro do Recife
x Caxangi. Apesar das recommenda;5es que
Vmc. um faite para- que o< trens da eompanbia da
estrada de ferro de Recife Caxang percorram as
ras desta cidade eom velocidade tal que nao exce
Ja a forma do art. 17 do regn'.tmanto de 13 de
abril deste anuo, a 12 kilmetros por hora dentro
dos povoados nao tem essa dhposicio justissima e
prudente sido cumphda pela referida eompanbia,
come ea mesmo bei observado muitas vezes quan-
lo sos trens que atravessam a praca das Pripce-
za. II intem o tr'em que vnlia as 4 hars da larde
para a cidade alravessou a dita praca em grande
velocidaJe, como ooderia dar-so em urna estrada
de ferro regular fura dos povoados. Mindai tomar
o nnme do raaehinista, e verificou-se que'chama-
se Mi noel de Freitas.
Alera dieto, e nao obstantees3a especie de adver-
tencia, i|ue provioba da ter eu enviado o ajmlante
de ordeus da pre.-id-racia ao ponto inicial da liaba
no Caes 22 de Novembro, dau-se o faci de jue o
refando tren cora o mesaii michmista, dentro "em
pouco, seguio para fra da ciJade com a mesma
extrema o prohibida velocid ule. Nestes termos
conveniente, que Vine faca empregar contra
o inacbinis'.a ou contra a companhia os meios
adeqnados que ;o encontrara no citado regulamen-
lo. ira mesmo se entender justo as disposicoos do
decreto a. 2913, de 23 de abril d* 1862.
Portara:
Ao grenle da Ccrapanhia Pernambucana
man lando dar transporte para o presidio de Fer-
nando do NoroBlia. por conta do ministerio da
guerra aos sentenciados militares soldado do 2*
bilalhfo de infamara Antono Laiz Fganles, ex-
solil.wlojguacio Neves de Araujoe J-.is Francisco
da Silva,'que v> all curoprir as penas que lites
forara impostas. Coramunicou-se ao Srigadelro
comraaudaole das arma?.
Despachos :
Bacbarel Antonio Domingos P.ato Jnior.Passe
ponaria na forma requerida.
Gabriel Germano de Aguiar Montarroyos.Infor-
me o Sr. engenaeiro ebefe da repartigo das obras
publica'.
Henrigne Cecilio Barrete de Alraeida.DJ-se
passando o competente recibo.
Tenene coronel HerculanoCavalcante de Si e
Albuquerque.Iukrrae o Sr. eommandante supe-
rior da guarda nacional do municipio de Naza-
reth.
Joaqun Jos de Miranda.D-se o conveniente
desiiao.
Libania Emilia Cesar de Aibuquerque.Ficam
expedidas as conven.eules ordens.
Capillo Manoel Ikzerra de Albuquerqu? Jnior.
Deflrdo com ofcio aest data a thesouraria de
faz rada.
Maaoel Antonio dos Prazeres.D se pissando
o c unpoten;s recibo.
Severo Jos Francisco.-Informe Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
KXPEOIENTE DO SECRETARIO.
Ofcios ;
As director geral inlenno da instrucejo pu-
blica declarando flear inleirada a presidencia in-
teressada de haver sido multado em 5OS00O o pro-
fessor de priraeiras lettras do Altinho, Francisco
Berenguer Cesar de Menezes, por nao ter a-sumido
at o presente o exercicio da mencionada caleira
para a qual obteve permuta.Communicou-se a
thesouraria provincial.
A) grenle da Compaohia Pernambucana
mandando do ordem da presidencia, dar urna pas
sagem de estado a r ate o presidio de Fernando
de Noronha a Salvador Correia de S e Benevides.
Ao superintendente Interina dos trilhos urba-
nos do Recife a Olioda communicando de ordem
da presidencia, e era resposta ao seu ofcio que a
res iluco de 20 de novembro ultimo en nada al-
tera o prrocipio geral e corren'.e, de que a) servi-
51 aarticular prefere o publio, e sempre que se
apresentarem pessoas munidas de passes a servido
publico, devem ser estas as preferidas; entretan-
to para resal var os interesses da cornpanhia pelos
quaes reclama, o na especialissima circum-taucia
de apparecerem mais de dous individuos munidos
de taes passes, oai havendo lugar para elles no
mesmo trem correr o respectivo pagamento por
conta da provincia.
EXPEDIENTE DO DA 2 DE DEZKMBRD DE 1871.
Olcios :
Ao brigadeiro conuandante das armas, re
coir-mendando que faga augmentar pioporcional-
mente a forca, que lera de escoltar os seutencia-
dos destinados ao presidio de Fernando de Noro-
nhi, pois que soguera mais qualro, alm dos de
que trata o offlcio da presidencia datado de hon
tem.Offlciou-se ao Dr. chefe de polica para fazer
enbarcar para aquello prwidio os sentenciados
affjctados de epidemia geral, e bera assira os Oe
nomes Raymunlo Nonato Ferreira Cavalcante e
Jos Igoa-'io do Espirito Santos, como 3olic;ta
o juiz rannicipil da l1 vara, e eommuaiciu se
ao eommandante do presidio, declarando-se que
os pmeiros Jos Manoel de Sauzi e Manoel Jero-
nyrao da Silva vo, parajserem alli tratados, e que
as guias dus dous ultinw ja foram remettidas.
Ao eommandante do corpa de polica, para
que providencie de molo a rccoUterse^ esse
corpo o capuao Alvaro Conrado Ferreira d*Aguiar
Picando o destacamento de Panellas eomposto.de 10
pracas, commandadas por um inferior.Communi-
cju'-se ao Dr. chefe de polica.
Porta.ia:
Ao gerente da cornpanhia Prnam''iiejt).i, man-
dando iranspjrlar para o presidio de Fernando de
N ironha, por conta do ministerio da guerra, os
soldados do 4* batalba de artilliariaa p, Antonio
Francisco, e do extincto corpo de guarnieao, M i>
noel Joaquim de Lima, qu> vaa alli destacar. -Con-
muQcou se ao biigideiro coramandaole das
armas.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
OfQcio?:
Ao Dr. chele de polica, communicando, de
ordem da presidencia, qne no quartel do corpo de
policia esiiveram de piquete, no dia 30 de novem-
bro ult.mo, um sargeato, um cabo e vinte e seis
pragas.
Ao gerente da cornpanhia Pernambucana,
recoramendando que, de ordem da presideicia,
mande dar urna passagem de estado a proa no
vapor que segu para o pre. idio de Fernando de
Noronha a Joaquina Mara da Conceico.
Copia. N. 9.-2" Seccao.Rio de Janeiro, im
nisterio dos negocios estrangeiros, 28 de novem
bro de 1871.
Illra. e Exra. Sr. Comraunico V. Exc. para
os lin- convenientes que S A. a princeza imperial
Regente bouve por bem conceder o seu exequtur
a nomeacao do Sr. Guilherme Otto para cnsul do
Imperio germanko na capital dessa provincia, II
canio supprimido o consulado da confederadlo da
Alleinaoha do norte logo que o Sr. Olla entre no
exercicio das funecoes do seu novo cargo.
Recoramendando a V. Exc. que rae d conheci-
ment da dala em que aquello Sr. apre?entar o
titula para ser lanzado o cumpra-se dessa presi-
dencia, reilero-lhe as segurancas^ de minha per-
feita estima edstincta coasideraca Maaoel Fran-
cisco Correia A S. Exr. o Sr. presidente da pro-
vincia de Pdrnambuco.Cumpra se. Palacio da
presidencia de Pernambuco em 9 de dezembro de
1871. Junqtteira.
Conforme
Luiz Solazar Hoscoso da Veiga Psssoa.
PERNAMBUCO.
REVISTA D1A3U.
talho de reserva, do municipio do Recife, o l-
ente aggregado Ernesto Jos Felippe Santiago.
PROFESSORES PBLICOS. Por portaras da
presidencia da provincia, de 6 e 7 do correte :
foram nomeados professores pblicos Francisco ds
Abren Macedo da cadeira da Lapa de Itamb, e
Manoel Gregorio Teixeira da cadeira de Santo An-
tonio da Maodacaia, na comarca do Brejo ; e foi
concedida ao professor Lutz Cyriaco da Silva, da
cadeira dos Afogados, a gratifleacij por contar
mais de qnraze annos de magisterio.
TRILHOS URBANOS PARA OLL\DA.-Por por-
tarla da presidencia da provincia, le 7 do corren
te, foi permittido directora desta cornpanhia
abrir provisoriamente ao transito publico o ramal
que parte da estacan central no Varadouro e vai
ao largo do Carrao, da cidade de Olinda, marcan-
do se-lba o praio de dous mezes para concluir as
obras da respectiva e: laclo.
LlfJERDADE.O Sr. Jo> Perw da Crni, pro-
pietario resideote na freguezia da Boa-Vista, era
comraemoraclo do auniversario do seu consorcio,
baptisou como livre a sua escrava Umbeiina, par-
da, DIXHRIRO.-O vapor Maninh trouxe pan os
Srs. Braga Gomes A C. 2:850<000.
INSTITUTO ARDIIEOLOGICO E GEOGRAPHICO-
Reunio-se no dia 7 do crrante "esta sociedade,
sob a presidencia do Exra. conselheiro mansenhor
Muniz Tavares e cora assiitencia do; Srs. Drs.
Ayres Gima, Fonce;a de Albuquerque, Soares de
Azevedo, Aprigio Guiraaraes. Soares Braodo, Ja-
ciotho de Sampaio, Afknso de Albuquerque e os
Srs. P. Lino do Monte Carraello, tenente-coronel
Fras Villar e major Porto Carrero e Salvador
Henrque.
E' lida e approva la acta da antecedente.
O Sr. secretario perpetuo menciona o seguinte
expediente :
Um offlcio da Imperial Sociedade de Artistas Ms
chanicos e Libiraes, convidando o instituto se
fazrr representar no acto da solemoisacao de seu
anniversaro.
O Sr. secretario perpetuo declira qus por ter ebe
gado tarde o ofcio, deixou all de eomprer urna
eommiss) do instituto.
Outro do Sr. Dr. Syraphronio Coutinha, offertando
ao instituto um exemplar do relatono pelo mesmo
enhor (ido a 8 de julha dee anno, parante a as-
sembla geral da compaohia de Bebenba, na qua-
lidade de director da mesma.lateirada, sendo a
offertt recebida com grado.
O uro da Sociedade Monte Po Sania Cruz, con-
vidando o institnlo ae acto de saa laitillaco no
dia 10 do correte.
Foi Borneada urna commisslo composta dos Srs.
Drs. Aprigio Gaimaraes, Ayres Gara e Soares
Brandao, para representar o instituto naquella so-
lemndade.
Outro, do provedor da Santa Casa de Misericor-
dia, solicitando pela segunda vez epia da memo-
ria sobre as ruinas do convento de Santo Amaro
d'Agua Fra, lida parante o instituto pelo sen socio
efkctivo Dr. Baptista Rigueira.Qae se respondis-
te que ainda at boje na tioha sido recolbido ao
archivo a referida ocemoria ; motivo pelo qual dei
xou de ser remeilida a solicitada copia.
Oulo do Sr. Dr. Baplista Rigueir* uffarlaodo ao
instituto um volume allistorii das lutns com Iloi-
landizes no Brasil pelo Sr. Adolpho Waiuhagem.
-lol'jirado sendo recebida a efferta com agrado.
O mesmo Sr. Secretarlo perpetuo d conta das
seguintes offertis : Vanos nmeros doDiari'jde
Pernambuco, pelo consocio Dr. Figueiroa ; o n. 32
do j -i nal A Luz e Santa Cruz ; oelas respectivas
redacoes.Todas estas ?offertas sao receidas com
agrado e manlam-se archivar.
'O Sr. major Porta Carrciro obtendo a palavra
fez a seguinte allocucco : Senhore-.E' um laclo
histrico attestado por contemporneos da gloriosa
e immortal revulucaa de 1817, qne rja lamentavel
queda d'aq ielle sublime esforeo de patriotismo, de
amor a liberdade e de virtudes cvicas, que faziam
inveja a propria Soarta, a primeira victima sacrifi-,
cada liberdade foi o venerando padre Jlo Ri-
bt-iro Pessoa.
t Um dos priucipaas o mais preslimosos ebefas
d'aquolla revolufia, sendo perdidas as esperanzas
de libertar a patria, preferio seguir o exeraplo de
Cato, a ver a mesma patria escrava, o padre Jlo
llib.iro Pessoa deu-se a s mesmo a morte l
t A capeila no engenho Paulista no termo de
Oliuda, foi o lgubre e silencioso tbeatro desse
drama.
t O ministro de Jess Consto foi morrer da jo*-
ihos ao p da Crnz da Redempclo.
Algumas almas caridosa-, cujas flearam sempre
ignurados, dorara sepultura ao carpo do martyr,
acreditando sem duvila, que s o lempo destru
na o involucro daquelle espirito, que tanto amou
na trra a liberdade e que tao cheio de virtudes
voara ao co.
FaIIbz persuasao 03 que assira pensaran,
esqueceram, que a ordenacao do lvT5* era le da
monarcha e que a monarebia era absoluta I
t Vencida a revolucao os restauradores, insacia-
veis de viuganga, enlenderam em sua feroeidrde,
que um dos maiores suppllcios que podiara dar aos
vivusera a profanadlo das cinzas do illusire
mailo.
c Fotam a sua humille sepultura, decapitaran
e vieram cheios de jubilo depor ao< ps do Preitor
aquella veneranda cabera como ura presente agr-
davel e precioso I
Presente, com effeilo, precioso e sagrado mas
cuj i immenso valor desconhecerara os selvagens
violadores d'ura sepulcro I
< A veoeravel reliquia foi exposia em um peln*-
rinbo I Lugar destinado para imposiclo de penas
infamantes aos maleitores JII
< O povo, asee eota composto de militares de
cabegas, de br'ecas, de sentiraen'os, de ideas, de
acges, que se agha, que falla, que sent, qoe pro
phetiza mesmo I...
t O povo apezar do jugo em que jaz' segredava
a cada ouvido que a cabera do padre Jlo Ribeiro
Pessoa exclama va no pelotinho. as horas raortas
da noote bradava :Vinganga l vinganca l
Quem ouvio semelbantes orados I
Quera segredava e repeta estes brados 1
i Todos e mnguem.
i O povo signiucava assira o seu intima sent-
mentVinganja.
i Eniretamo os restauradores ouvram esses
boatos, oom ctrto pavor e remarco talvez lembra
dos da sabida senteoca.
a Voz do povo voz de Deus. >
< Qualro annos depois, essa vinganca. que o
povo prephelisra veio I Mas veio calma e genero-
sa, digBa dos vingadores os quaes de reprobos e
malditos passaram a hroes e mariyres, e foram
sobretudo magnnimos I
E-tabelecause comraercialmente nesta cida-
de, onde fixou a sua residencia e casiU cora urna
senhau de uaia araia destinsta desta pro-
vincia.
< Deixaodo depois a vi Ja commarcal, (oi at o
seu fallecimenla o cnsul da Franc em Pernam-
buco.
c Sectario como, j dsse, das i Jis liberaes, fes
serias ndagaQdes dos bomens, dos fados da revo-
lucao de 1817, e ouvindo de todas as "parte un-
nimes encomios ao padre Jola Ribeiro Pessoa,
votan a sua menora respeito e admirara a.
i Ten do alargado as suas rlacoes sociaes, j
por fcua>looga residencia entra ni, ja par seu tra-
to ameno e excellencia de earacter, comava nu-
merosos amigos e enlre elles e finado Francisco
Cavalcante de Mello, que oor tnuito auno? foi juiz
de paz da freguezia le S. Fre Pedro Gancalves
desta cidade, o qiai era conversar < Intima cora
Raadlo acerca darovolucw ds 1817, declarou-
Ih que o padre Jola Ribeiro Pessa era seu pi-
rente.
< Ouvida esta declarara disse-lhe Nandin :
Qoe inuito esliraava s ni-loante circumstancia,
porque possuiaao uraa imprtame reliqua aquel-
le her', e julgaodose no (i u da existencia pela
progressiva aggravaglo de seus males era urna
feliciuade eoconirar um prente do illusire suici-
da, sea apreciador pira legar-lhe a preciosa ca-
beca.
i Revelou emlo N'indin que fra elle que snb-
trahira do pelouricho o crneo do padre J >ao Ribei-
ro Pes.-oa, que ainda o uossuia em perfeito estado
de conerva(io, e assira o dos va a Ci val cute,
visto ola ter liln j- a que legasse aquello ihesburo
histrico.
Commovdo e reconhecido receben Cavalcante
o sagrado presente.
Ufano do seu tbesouro, communieou-me e a
alguns outro* amigos a surprebendente revelaco
de Nandin e eonviloa nos a vistar osen caro pre-
sente.
i uestes visitantes s existnm o nesso digno
secretario perpetuo o Sr. Dr. Jos Soares de Aze-
vedo, o Sr. leoenie-coronel Praneisco Camello
Pessoa de Lacerda e eu em Pernambnco, e o Sr.
commendador Benio Jas Pernandes Barros no Rio
de Janeiro.
Sciente deste importante faci ; e tendo falle-
cido Francisco Cavalcante de Mello, indaguei de
sua familia, se anda exista o venerando crneo, e
tendo resposta afflrmativa, solieitei e -obtiva a sua
transferencia para meu poder, na intuito de reco-
lbe-lo este Instituto, natural repositorio de riqui-
zas desta ordem.
Assim, pois, wnho h je fazer solemne entre-
ga do precioso crneo de um dos mais distinc
ios apestlos das libe-niales patrias, de um per-
nambucaoo celebre, qne illustrou a sua ierra na-
tal por suas virtudes, por sna sciencia e por sua
gloriosa morte.
Consejo da exactdio do que fica exposto, da
honestidade e circuraspscco do fmado Flix Nin-
dia, incapaz de urdir um conta e em objecto to
grave, lenho plena canviccao da denlilade desta
vnerauda cibera ; mas nao me parecendo soffl
ci -nie o meu nico e poueo autorisado testemu-
oul lembro ao iuMituto que afi n de robustecer a
mina expsicio se solicite o tesrennreho das tres
destinctos cavalheiros, a quem me r'feri, para
plena autbentieidade do tacto: nao tanto no pre-
sente, como no futuro
Concluo. pedindo aos zneus nobres collegas
desculpa, por aventurar me a erguer mnha fra-
ca voz ante tao Ilstrala assembli, cuja indul-
gencia espero, escudado pela magnitude do objec
lo que laoto me aniraou.
f A vi individualmente, Exm. Sr. presidente,
peco perdi por vir exciiar-vos dolorosas recor-
dai-o:s do nosso respeitavel e destnelo mestre e
ara^go, cuja memoria s'iupre e sempre vos ha si-
do ebra.
Na a .obslanle, em vossas mos, Exm. Sr. que
GUARDA NACIONAL.P-ir partarai da pre-
sidencia da provincia, de 7 da crrante: mandou
se agiregar ao fr bataluia ^e reserva, do muni -
cipio do Repite, aa oap>'i}.j do 1 de reserva da
provincia de 5ergn&, *jUltao Alves da Araujo ;
9 foi nomeajo JipfiT.j ,ja j. eompanbia do 2" ba- paren de coslumes,
Pelo anno de 1819 desappareceu do pelotrinba
a cabeca j eavera do martyr voluntario da ca
pella de Paulista.
c Varias foram as supposiQdes. A mais aceita
porm pelos dominadores da poca, foi; que os
cumplices oceultos do padre itksurgentt a tinbam
subtrahido.
Decorreram annos, sem qoe houvessa uot'cia do
destino da inapreciavel reliquia.
A abertura dos porlos do Brasil, eolio colonia
portngneza, ao co'ramercio estrangeiro em 1858 e a
segnnda queda de Napoleio o grande em 1815,
trouxeram as nos?as plagas varios estrangeiro?
entre os quaes Flix Nandin, subdito franesz,
moi;a 40 Viriada instruccaa, genio (investigador,
emuasiajta das ideas de liberdade: ejde grande
depasito esta preemsissi ua reliquia
t Sala dasse.-soes do Institua 7 d dezembro
da 1871 Luiz da Cosa Porto Carrejo.
Terminada a leitura o m-sino Sr. dirigindo-sc a
mesa sobre ella coilacou uraa caixa de madeira
invemisada de preto e delh exirahinda a precio-
sa reiijuia de qne se trata, depasit-au-a as mas
do Sr. presidente, o qnal commuviJo dirjio-lli
pajavras de agradeciment) em narae da Instituto.
Era seguida o meraao Sr. presidente declarou,
que no da seguinte ao em que hiva sallado nes-
ta cidade, vnlo da Bahii dingira-se aigrej do
Paraso e ao regente do hospital que enii ali ba-
via, pedir que Iha desse noticia do lugar, em que
se acbavara os restos manaes do padre Joio Ri-
beiro ; e em resposta Ihe dsse o padre Manoel
eptao regente que ali s existia o crneo desse
iflartyr, por qaanto es outros re-tos estavara se-
pultados na capeila do engenho Pauluta ; sendo
que nessa mesma occasiaa o referido padre Ihe
mostrara o crneo, que nao sendo e3te que agora-
olertalo e que no seu pensar mais parece ser
o verdadeiro, conhece que elle estava engaado
bem como o referido regente.
O Sr. majar Sa vador Manrique, obtendo a pa-
lavra, requi-r que seja sobre o assumptn ouvido
o.Sr. secretario perpetuo, invocado pelo Sr. major
Porlo Carrero, em sua expolelo.
O Sr. Dr. Saires de Azevedo, pedindo a palavra,
declarou que era exatissimo ludo quanto revella
va o Sr. raajor Porto (Carrero, e que nlo Ihe era
exiraaho o referido crneo, por te lo visto mais
d'utna vez enpoder daquelle Sr.
O Sr. presidente noixa para a commisslo que
tem de investigar sobre este fado e de verificar se
, ou nlo este o crneo do padre Jlo Ribeiro, os
Srs. padre Lino do Monte Carmello. leoente-co-
rooel Frias.Viliar e major Salvador Manrique.
O Sr. Dr. Aftunso de Albuquerque, manda
mesa a seguinte proposta :
Proponho" que este Instituto mande levantar
um tmulo no-cemiierio publico desta cidade,
atina de ser aelle guardado o crneo que era se
^presenta a este Iastitulo.
Foi adiada para depois da verificarlo.
O Sr. major Salvador-Heorique, como relator
da commisslo de trabalhos historios e archaolo-
gicos, declara que em consecuencia da delibera-
cao lomada na sessao passada, esta commissio
dra as providencias sobre a obra da inauguracao
da columna commembraliva do Arraial Novo, e
que breve vai principiar a obra, pudendo afflrmar
ao In-ttuto, que ant do da Jrl\ de janeirc po
dra ter lugar a inauguraoio desse monumento.
Foi lida, disentida e approvada a seguinte pro-
i Proponho qua par intermedio dest9 Instituto
se peca a cmara municipsl desta capital a snbs-
litmcao por outros dos oomes das mas das Os*
sos, Pociaho e Praa do Callereiro, que neohuma
expressio e origem tem, sendo que em urna dellas
se pooha o nomo Vinte Qnatro de Maio, sfim de
perpetuar essa data em que se dea a maiorba
talba campal ganha pelos alliadas na repblica
do Paraguay.
Sala das sessoes, 7 da dezenjbro de 187t.
Fras Ydlar.
Corre o escrutinio e sio eleilos socios corres-
ponden! 3s os Srs. Drs. : Joio Jos Pinto Jaoior,
Aolooio Caruelro Anlunes Guimiriea a Augusto
Egidio Castro de Jess.
Por aflencia de trabalhos e por >>char-se a ho-
ra adiantada, licou adiada a palwtra Iliteraria.
JURY DO RECIPE.Sntrou sabbado era jalga-
mento o reo Joio Qparte de Oliveira, pronunciado
no art. 269 rjq Q^djigQ criminal, sendo absol-
vido.
THESOURARIA PROVINCIAL.-Foram transfe-
ridas, para 19 do correle as arremat3c5es dos
ferros velhas da amiga Iluminaran publica, e a
tllumtnaclo azeite da cidade de Gayaana.
Perante a junta administrativa desta reparti-
rlo vio a prara, no da 14 do crreme : as obras
de alvenariaecantara necessarias ao assuntameata
do g a 1 .'amento do jar Ir.i do campo das Pnncezas,
rcadas em 6:156294, devendo serera cameladas
dentro de-prcto de 15 dias-e concluidas n a de 4 me-
zes; a obra doa reparos da p^nte de S. Joio,
avahada era 5:084*.
NOVA PUBLICACO.-Sob o titulo da Guia ma-
rtimo accommodaho ao codito eomimrcial brasi
leiro acaba de publicar o Sr. Olavo Jos Rodri-
gues Pimenta, c olkrecer Associarao Comraer-
cial da Bahia, nos apontamentos sobre as diversas
oecorreacia> havidas duraute as viagens dos na-
vios, acompauhados do formulario iodispsnsavel a
seguir para evitar duvidas e contf.stariaei ao che-
garem_aos partos de de tino ou de arribad i. Bera
que alo seja o iraballio lio completo e minucioso,
Cjino fra para desejar, digno de aprecn por ser
elle o pnmeiro pas?o dado para raelhorar os atro-
pellos era que ach va n os capules da navios nos
diversas facas ocurridas a seu borda durante as
viagens, be n carao pelas frmalas que iraz de
lodos os terinas e declararfj ? que deveojaer fetos
bardo. v
ECCLIPSi.Haje ha ecclipse total do sol, iavi-
svel para Peroaraouco.
AUNIVERSARIO.Paz aaianbaa 70 auno3 o re
da Saxonia.
MORTE CASUAL N'o dia G do crreme, no
porto da Madeira, do districlo de Bebsriba, Joan
na Miha de Cas'.ro, menor de 15 annos, quando
lirava agua do rio Beberibe leve um alaque epilp-
tico qus lancou-a nagua, onde morreu aspby-
liada,
IGREJA DA MADRE DE DEUS. Pedem-nos a
publicarlo do seguinte:
t Tendo occasiao de vUitarraos a igreja da Ma-
dre de Deas, amigo templo doj padres de S. Felip-
pe Nei y, con admiraran vimos as grandes obras
que nelle lera feito a irmandade de Sant'Anna na
respectiva sachr3tia, que por certo urna das pri-
meiras delta capital, sendo taes obras feilas sob
a drecci do digno juiz daquella irmandade o Sr.
eapito Jos Pedro das Neves. o qual, auxiliado
pelo Sr. Francisco de Mallos Vieira, tbesoureiro da
mesma irmandade, tem sido iocan?avel nlo s em
promover o bem da corporarao, cuja frente se
acha, como tambera a conservadlo e decorarlo do
templo de que nos oceupamos. J ob:endo cotas
da Ilustrada asserahla provincial, j proraovendo
loteras, o Sr. Jas Pedro, na ausencia de outros
rendraentos, tem oblido meios cora que po le levar
a igreja ao p emquese acha; sendo para lamen-
lar que a irmandade de Saot'Anna nlo tenha an-
da utido d- governo a igreja como re fuerera. Li
vai ura anno que foram pelo gaverna geral exigi-
das presidencia infarmatoas e nlo nos consta
que at hoje fossera ellas ministradas. Anna o
governo semelhante pedido, e par nossa parte
fazeraos votos para que o Sr. Jos Padro, que con-
tina frente dos neg;ios da irmandade, coran
procurador geral, prosiga na tarefa encelada, aflm
de qne sejam"concluidas as obras, com o que mu
lucrar a provincia, lenlo mais ura templo de prt
meira ordem, mesmo em relaclo aos da curte do
imperio. *
PAO RAMONDA.Gresca de dia em dia a fama
d-i, pi que fabnca o Sr. Ramanda, na sua palana
da ra do Visconde de Albui|uerque (outr'ora Ma-
triz da Boa-Vista), e cresce jora toda a razio par-
que elle sem duvidaura dos raelhores desta ci-
dade, nos pela boa qualidade da materia prima
empregiia, como pelo asseio e esmero do traba-
llio, e especialmente por nlo eairar no seu fabrico
nenhuou materia nocida sale, como foi verifi-
cado por diversos mdicos, lkcomraendama-lo,
perianto, aos nossos leitores apreciadores do
b-am pao.
ROC.AMBOLE.Sb este titulo acaba o sympa-
thco artista dramtico Jos de Lima Penante de
panucar urna Ira la e chi-tosascena cemica. Agra-
decemos a offerla de um exe.nplar.
RA DO HOSPICIO.Aeha-ee quasi intran-a-
vel u pissadijo que cororaunica a parle norte da
ra do II /3picio com a Iha do Seve, causando isso
graade iraostorao qusllas que all reidera ou
que vaa tratar negocios d^sse lado. S-rado essa
obra municipal. leiuDramos ao Sr. fiscal da fre-
guezia da Boa Vista qua p"ea quanta antes a com-
petente ratorisagla cmara municipal, para evi-
tar desposa maior.
EXAMES.-Na juarla-feira (O do crreme) t-
vefam lugar os exames dos alumnos da esco a da
quarla cadeira da Boa Vista desta cidade, regida
pelo professor Flix de Valois Cirra.
Deixaulo do camparecer um. (izeramexanes
os seis seguintea : Joio Jos da Hora, Jola Alves
de Carvalno, Laureatino Antonio Cesario do Aze-
vedo, Assenco Mara Goucalves de 'astro Masca-
renhas, Ildefonso da Silva Lima e Aprigio Augus-
to Ferreira Chaves. Em vista dos bous exarars
qne fizeram e do deseavolvimento, que mostraram,
as materias, foram appnovados pleDaraente, me-
recendo priraeiro especial raeoQia nao s dos exa-
minadores, como tambera do Sr. delegado Ilitera-
rio, o Dr. Pedro Atlraso de Mello, qiw terrainou
felicitando o professor pela delicacio o zelo com
que desempenha as funegoes de sen magisterio.
ADMINISTRACA) tSO CORREIO.- Esta reoar-
tigla arrecadou uo inez de novemiaro 5:661Jf7lO,
sondo de :
Sellos 2:8M#310
Cartas 2:0071400
Manoel da Costa .Miranda, Antonio Martn!, Jos
Rodrigues Lapes, Antonio Ramos do Sonto. Jos
da Silva, Mauoel Fernandes Mareces, Jos Freir
de Pintan, Domingos Francisco da Costa, Antonio
Jos de Sauza, Jos Joaquina de Araujo, Antonio
Mouiinbo, Joaquina da Silva Villar, Manoel Moreira
Garrido Junicr, Amonio Gjnealves Villa Verde e 1
irmii, Jos da Silva, Joaqu'r Alves da Silva, Jost
J >aqu'Ti de O.iveira Campos, Antonio Lopea da
Silva Campo3, Maooel Simes da Rocha, Manoel
Alves Lebre, Luiz Ferreira Carduzo, Luiz Aaonio
Freir de Aulrade, Vid armo Das da Sva,
Coosiantinn Rodrigue?, Manoel Lopes Pereira, Ma-
nuel Gomes, Victorino Francisco, Jos Maonel Per-
reira Jos Seura Foutella, Horacio Antonio Manga-
beira. Jo- liamos do Souto.
CASA DE DETEN^AO.Movimento do dia 8 1*
deznmbro de 1871:
Existiam (presos) 313, entraran) 5, existem lk
A saber :
Nacionaes 22, mulheros 8, esiraagoiros 39, ss-
cravas 59, escravos 4.
Alimentados a eusta dos cofres puWicos 244.
Movimenlo da enfermara, do lesrao da :
Teveram uaixa :Antonio da (exilia Oliven3,
gurgerite ; J-aio Brasil do Rosaric, alws3o.
T.verara alia Manoel Francisca dos Samo-,
Martmho Carlos Francisco da Cota, francisco,es-
cravo de M-noel Pinheiro Coelho. Maaoel,escrav>
de Guilherme de tal.
CEMITERIO PUBLICO.- Obitaaio d-a dia 6 do
correte :
Isabel Paulina de Sauer, branca, Aliemanha, 30
annos, solteira. S ; pulmona.
Franeisea, parda, PetnamDuco, 16 anuos, sol-
teira. Boa- VUa ; ttano.
Elias, pardo, Pernanbuco, 1 mez, Santo Anto-
nio ; espasmo.
Francisca Mara da Cooceicio, parda, 48- anno
casada, Boa-Vista ; anemia. Hospital Pedro II.
Florencia Antonia da Cooceicio, parda, Per-
nambnco, 37 annos, casada, S. Jos ; fabre t?
pboide.
Isabel Tavares da Silva Coulinbo, branca, Per-
nambnco, 32 anuos, solteira, Santo Antonio ; a a -
coso abdominal.
Anua, branca, Pernambuco, 4 aonos, Recite :
gastrite.
Joanna, parda, Pernambuco, 6 mezes, Santo Aa-
onio ; deniicio.
Manoel Ribeiro Bastos, braneo, Portugal, 50 ar
nos, casado, Varzea ; molestia interior.
Juviuuno. pardo, Pernambuco, 4 meios, B.J..-
Vista "r gastro intente.
iacorao Geraldo M. Lumachf de Mello, branro.
Pernambuco-, 64 annos, casado, Santo Antonio ;
hemorragia.
Assignantes 405000
Agencias 24*950
Emolumentos fUfjSBQ
Premia fgO
Mavimeato O fondo 629,500
LOTERA.A que se aeba a venda a 218 a
beneficio da igreja do Espiriio Santo do Recife,
a qual c rre no da lo.
PASSAGKJROS.-A' bosdo.do S. Jacintho, vie-
ram com deslino ao norto do imperio ;
2 teneo Francisco Vctor da Fonseca e Silva,
alfres Manoel da Cuoh Albuquerque, Dr. Ger-
vasio Carapello Pires Fnrreira, Jon Patries: Aveli-
ne, Jlo-Candido de Aquino, Mara Isabel Aveli-
ne, Ernesto Herculauo de Souza, Antonio da Cruz
Cordeiro. Manoel Bernardino da Casta Rodrigues,
Matvael Baplista M.aateiro, 15. ex-prar^s do exer-
CiUa.
A' bar Jo do Cruzeir* do Sul vieram com
destino ao sul do imperio :
Joio Vieira de Souza Guedes, sua seohora e s
lilha, Jos de M. M. de lampos, Joi A. Argollo,
Joaquim Venancio Lopes, Arcenio Manes, Grego-
rio A. de L/aio, S menores>dSa mariohs, Rayiaun-
do R. Araaral, Benedicto P. dos Santos, Jos Joio
Araujo, L nirenca Jos B. e I Qlha, Jola Paitwra
de M. Gaimaraes, padre Solan Gn'cia Padreira,
2 praoas, Joio da C. Riposo, Manoel A. A. Ribei-
ro e 1 criado, Jos Cabral de Soasa, Antonio de
s. Das, saa seohora e 1 Riba, 4 esoravos a or-
dem, I soldado e 3 rocrutas.
Viudos no brigue Unido :
Amaro Forreira da Silva, Beato Jos de Abreu,
Jeronyrao Correa, Francisco Mandes, Joio Joaquina
Barbosa, Francisco Barroso Pereira, Antonio Per*
nandes da Cos i Torres, Jos Manoel da Costa,
Jorge Ferreira, Manael Goooalves Fraga, Jos Fer-
reira da Silva, Agoslinho da Silva Cirvalho, Joa-
quim da Cas Alves, Beuigo'. Farnande 'KKONK' i JtttMlARIi.
l'ltllir VIL DI HHI. VVAO
SESSAO EM 9 DE DEZEMBR) DE 1871
fRKlDBNUA DO EXM. SR. C0.VSELHEIRO OAETAN
SANTIAGO.
Secretaria Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manala,presentes os Srs. desem-
bargadores Gitirana, Lourenco Santiago, Guerra,
procurador da cora, Alraeida Albuquerque, Mol-
a, Doria, Donaingues da Silva, Regueira Costa
Souza Lelo, faltando com cansa os Srs. desembir-
gadores Assis e Uchoa Cavalcante, abrio-se i se?
sao.
Passados os fetos deram-se os julgamentos ;e-
uintes:
RECURSO CRIMK.
Recrreme, o juizo de direito do Recife ; recor-
rido, Florencio Rodrigues de Miranda Franco.
Juizes os Srs. desembargaiores Louren^' Santiago,
Alraeida Albuquerque, Doria o Mofta.Itprcce-
dente.
H.VBEAS C0BPIS.
Negaram soltura aos pacientes Nerbert Fer-
nandes Vieira e Luiz de Franc Castro da llosa.
Concedern oidem ao paciente Candido Jo; i i
Silva, para a sessio de 16 do correte.
A?PELLAQ)ES CRIMES.
Do jury do Buiqra-. Apellante, o promotor:
appellada, Manoel Fraociscd Moreno. lmpro:e-
dente.
Do jurv do Mecejana.Appellanle, o juir.a; p-
pellado, Florencio Jo- da Costa. -A' novo jury.
Do jury do Natal.Appellanle, juizo; appel-
lado, Alexandre.Improcedente.
Do jury de P' dos Ferros.Appellanle, Prec-
iaos* Das de Oliveira ; appellada, a jostica.-Im-
procedente.
Do jury da Telha.Appellaotei, Joaqoim Per-
reir Lima e ouiros; appellada, a.>sti?a.Na i< -
raaram conhecimenln.
Do jury da villa dotJParo dr Camaragib?.A-
pellanles* Manoel Barbasa da Silva e o juizo ,.a>-
pellados, o juizo e Antonio Barbosa do Nascimeu
lo e ou.ro.InaproceJente.
Da jury de Mossor.-AppeMante, F.ancisct. i<-
s do Na-ciaiento ; appellada, a jnsti?a.A r '
jury.
APPELLAQ0ES.OIVE1S.
Do Juizo municipal do Recife.Appeilanxe, J >
quim Salvador Pessoa de Siqneira Cavalcaate; :.;
pellado, Salvador de Siquira Cavalcante. D;j-
prezaram os embargos.
Do jiiiza municipal da Parabyba. Amellan:*'.
Salustioo Gomes da Silveira, appelladcc-, o- her
dei;o3 de Jaaquim Gamts da Silveira.D.->;pr--z--
ram os embargos.
no jnijo mnniripal de Agna-Preta.Aapeilaue
Pedro Gongalves da Cycha ; appellad. D. l'rt -
cisca Feliciana Lopes Buslos e suas 3lha?.-C i
firma ia a sentenca.
Do juizo municipal do Banito.Appellanle
qnira Cavalcante da Albuquerque ;.a$pellad.',
noel Pereira Damaeceao.Maodar?^i a oto
ganda.
Da juizo municipal do Ass.Appellaute, V i
cerne Ferreira da Pooceca ; appeHado, Manaei t-
Mello Drontenesr-1 Pessoa.Reforjada a s-ai-u.;
Da juizo municipal do Ico^penante, Migo',
Baptista dos Anj os ; appellado, o teneni-conn
Roberto Corra de Almelda e Silva.Desprez ir a .
03 embargos.
Do juiao mubipal do Awcaty. Appellsne-,
Vicente Gargel do Amarat. e outros v, appelac.
Antonio bYaneisco Pinbeiro.Desprezi#am os e*.-
bargas. ,,
Do taiao municipal do tocife.Apeilantf.
quira Salvador Pessoa4 Siqueira Cavalcana'^ \\
pellado, Salvador de SiQfleir Cavalcan e. \>x
preartm es embargos.
Appellanle, Luiz Aatooio Pweira i apaeilart .
Ignacio Luiz de Brtfaborda.--Conflrrjnaa.a. seo-
tenca.
Assignou-se diavpara jnlgajsento do& seguan >
iMtos :
APPfiLLACACCfttME.
: -
.te..
Do jury de Serlnhiem Appeilau*, o promc.i..
appellado, RsymflnJo Manoel de Sosas.
Do jury de Ca-raar.Appellanle. las Lucan
de Mello ; appellado, Jos da Croa Cordeiro.
DEUOENCIA CRIMK.
Ao Sr. desembargador prometer da justica : '
Do jury da Parabyba Appellanle, o prrroi'Y .
appellado, Ricardo de Assumpcaa Lima.
FAattUQENS.
Do Sr. desembsrgador Guerra ax Sr. deseb* -
gador Loureoco Santiago : .
' Do jolzn municipal do Bonito. AppellaaH, Ja .
Antonio Gomei; sppellado, Manoel Alv*i Preir^.
Do juixo municipal da FortaJssa. Appellanle, ,
cmara municipal; appelladaa D Joanna Mareo
!U,y3 Sampayo e soa jj-oj- Da juiw pjunic:;rl

i

LJPfiD -



Diw* d !*OTnambDe *. eguiula eira 11 as
1871
4o Araeaty. Apaellante, Isaas Jos Bodrigues
Brrga'; appellado, Mraoel 4o Nascmenlo Ridri-
gues Braga.
Ao Sr. Jaa^bsrgador Almeida Albnquerqae:
Do iaizo municipal do Becife. Appellaole, a
preta Mari* ; appellado, Amaacio Francisco Mea
le*.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago ao Sf.
desembarg dor Almeida Albuquerque :
Da jury de Floresta.Appfcllantt. o |ajto ;
pellado, Joaquina desele de Sj*jtM. Do jow
mnr.iopal do H-cife. A peU^nte, t). Francisca
Grega Guimares e notaos ; apprilado, Jo4'Alaes
da Silva Guimaraqfll
Do Sr. desembadkfer MotU ao Sr. desasabarga-
dor Assis:
Do jury le S.iboein. AapeHanm, GiBdido Go-
mes da Silva ; apperhfl|o, Vicente Ferreira Lima.
Do juizo muoielpal de laojoea.AppellaaH, Ga
hru* Antonio de Castro QaBtal ; ajirellado, Jos
Vieira da Cunba. Do Jnis>> municipal da Impera
trk \ppellaoie. Man el Correa Barbosa ; appel
lado. Benicio yieira forre'.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Doraragues da Silva:
in jnry do Assart.Appellante, Pedro Celestino
(ie Ssuza ; appellada, a jostica.
D) Sr. des mbargador Domingues da Silva ao
8r. desembargador Ragueira Costa:
Do |u!zo municipal do Recife.Appellante, Ma-
norl Alves Barbosa Sob'inbo ; appellada, D. The-
reza Gracalvesde J-ssa''Axavedo. Appellantes e
appelladas, D. Anna rsula de Oveira a D. Joa-
quina Felizmioa de A te redo. Appelfan'e, Vfanoel
Rodrigues Cesta Magatha** ; anpeiiado, Thomaz d.;
Aquiuu Fnnceca. Di jury de Iugazeira. Anne!
laue, o jotzo ; appellado, Cyriaco Mendes de Qaei-
Do 9r. desembargador Ragueira Costa ao Sr
desembargador Soma Leio:
Appellac53s eiveis.Amellante, Antonio Furia
do Cavaleanie de Albuquerque ; appellado, Ignaci-o
da Cunba Albuquerque. Apprilanie, liioojenclo
Ridrigoes Lima ; appellados K-ller t C Appei-
laate-, Jos Antonio Valeu;t;n; appellado, Auoo
Mendes da Bur*.
Do Sr. desembargador Souza Lelo ao Sr. des-
embargador Gitirana :
App-llacfcs vea App-.Hanti', D. Francisca
da Chagas Bandein de M lio ; appellido, Anto-
nio Joafaim Goncalves. Appcilante, Hemnque Jo
s Alves Ferreira ; appellado, Uodolpho Velloso de
Azevedo.
Ao Sr. desembargador LTchoa Cavbante :
Appeliacoe* iveis. Appallaole, Manuel Alves
Vianua : appellado, Plavio Perie'ra Catao. Ap
pellacle, Ag.straho Jof de Sonta ; arpeado,
Agostinho de Castro Moora. Appellante, a cma-
ra municipal de Cimbres; appellados, PauUhao ae
Siqueira Civalcante e outros. Appelacao crime.
Appellaole, o julio; appellado, Aniouto trancisco
Pereira.
DEST1UBUICA0.
Arra'llacao crime:
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquer ae :
Di jury da Victoria.Appell .ele, o juno ; ap
pellado, Clemente Bewrr dos Santos.
APPELLAQXO C1VEL.
Ao Sr. dfsemliargatur AlmeidaAlbnqierque:
Dj juizo d03 fettos da fazen d* 6o luc Ap-
pellaole, Aatoniu Jos de Castro *' 4*i la
zeoia nacional. .
RFCLBSOS CniM's-
Ao Sr. desembargador Gnu i na :
Do juno de direiio de A>i -Pe'..Recorre0.
le, Ivon-I Pereira lea Santos; iteorrida, o juizo.
Ao Sr. de-enibsrgador Lourenit anti3go :
Hecnrrenie, o Jnio ; retx-ir.do; Vicei le Rodri-
gues de Mr-Dda Franco.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuqaerque:
D_> Juno de direuo da Victoria. Kecnrreote,
Jcaquim Manoel da Silva ; re-orrido, o juizo.
Ao Sr. deseiuliargadcr Mulla :
H c irrenla, juiz 'I d reiio do Recife ; recor-
rido, M mel de Frei'as G nies.
Levanion-se a sessaoa umabora da tarde.
Tribunal do c 1CTA DA SESSAO AD^MSTRATIVA DE 7 DE
DKZBMiiKO DE 1871.
racSBMKtk do Exal sr. coN'srxnnmo ansklmd
FUANCISCO PERETTl.
i 10 horas da manha, reunidos os Srs lepu
!-*secretaria Miranda Leal, Canudo Alcoforaio
. Maro de Almeida, fallando cora p^riicipagiio
i s Olinto Bastos, S. EttoSf. conselheiro pre-
sideiua decJarou aberia a sessao.
Fj lida e approvida a acia da ses^ao de i.
EtrEDIBNTl!.
Presten jursrrroto de benn eivir o cffldo para
que bavia sido n 'xesdo, de corretoj geral da pra-
^a d^ Macei, Amenco Neiio Firmiaoo de Motaes,
exgediodo se-lhe o compeieoie titula
Foram mandados rubricar os hvros :
Diario e Copiador de Mraoel Postan & 2 Co-
;;dres de Pereira Caroeiro A C, Copiador e
liarlo de Anloni Lnn de O'neira Azevedo \ C,
or de Candido Alerto Sudr da Mua.
OESrACHOS.
Beqoeriroento de Giaeinno Bonanoi e Francisso
re A-sis Feroandes V-anna, apresen'ando para
serlbea registrado o disiralo por elles celebrada
da i .ciedae que tltih^m em um depoiW de pao
Mio roa do Baro da Victoria n. 85.Vista ao
Sr. desembapalor fiscal.
De Juaquim da SI -a Boavi-n, junundo. para
>! seja admittida a reg^tro, a oonJttfao de seu
> ix-iro Jos Joaqnim Ferreira Jnior.Como re-
l -! l>' loaquim Duarte A Irmao, J^ntaido para o
rre-oio flm a que deram ao seu caixeiro Jos Lins
l-anli Pe-soi.Como pe.iVm.
!) Jo^ da Si'.va Lryo & Filho, tamben juntan-
do para er lanada no compefenle rr-gis'.rn, a
ue c nf riram a Antcnio Gomes Leal L- yo, Vie-
iirii- os Sildsnha, Antonio Candido Guimarie;
da Silva, Auastacio Jo> da Cosa, Mano IJjaqaim
re Miranda Sjvc e Antonio J is Pereira Braga,
p ri caixeiros de seos arrrazen^ de aftacft sitos
no largo da Asstmbla d. 1 a> 13.Na formi re-
ouerida.
De AJolino Augusto Pereira de A buquenoe,
seompanhado da nomear^ao de seu caix iro J 51
Anglico Jjaquim da Silva, allm de. ser adrolttidi
.. n g -tro e poder gosar du fror da lei provincial
u. S'JO.-Sim.
Di viuva Paula Lopes A Fho, arompanhanlo
nara ser registrada a oonej^ao de seo caixeiro
'ateroiaoo Cecilio da Poticeca Barroso.Seja re
pi'trada.
D^ Manoe Ffao'iseo de Scnza & C dem, cha-
maoao so o caixeiro Joao Baptisla de Sjuza.Ile-
gistre-se.
Da Rocha Lima A 6olaara.es, dem, endo de
nome Jos Pedro de Castro o caixeiro nomeado.
Como peder.'.
Da Carlos da Silva Araojo, ideu, quanto a Anas-
tasio Alcxaodrioo d-- Silles Dutra Deferido.
Di Jos da Silva Lnyo, Fi ho A C, pednio cr-
tido de ler sido ioscri,t) a f..lhas i lo do lomo 7"
do respectivo livro o sen caiXHirij Manjd Rodri-
gues do Rejo Motta. Cert!lqne-fe.
Di mesmos, reqoereodo igual ctrlido quanto
a Jos Monleiro Torres de Castro.-Na forma pe-
dida.
De Chaves A Viaoaa,parase Ihe certificar eslar
on ni remirada a nomc rio de seu caixeiro
Francisco Joaquim daa Dores, declarauo-se sua
nacionaiidade.D sclhes a ccriidu requetida.
1). Joaqnim Francisco das Cli gas e Silfa, re
qoerecdo igual certidocom relaca'a Baniel de
Aranjo Lope-, que/ora inscripto s b n. 2010 a II
BO v. do compleme livro.Dse-Ibes.
De Domii gas Joanuim Bli-iro, cerlido d ler
sido registrada da 18(58 a 18(19 a nomeaco de seu
caixeiro Guiiherme Joaqaim da Costa.Certifl-
que-se.
De Feroandes & Irmao, certidSo de se achar ini
crip'o o seu caixeiro Ignacio Das Fernandes.
D-M'fed.
DeGuimaries & Alcof irado, pedindo goal cer-
lido quanlo ao sen caix-iro Jos GoB{alv8 Lopes
deetmndo-fe se cidalo brasileiro.Cjmo re-
qoerem.
D- Candido Jos da Silva Gnlmaraes & C, no
mesrao sentido qnanto Jttl'o Lo Ferreira Bas-
to. Ceriilijue-se.
Drt Francisco Jos da Su>a Guimares, sendo o
noaaedo caixeiro Antnnk) El'.rtwij do Cont Saa-
resDeferido.
De Ba-tos Irmios, para qne se Ibes d per certi-
dio o ibeor ia nomeago de seos caixeiros.D-
se-lbes. |
Be loaquim Nicolao Ferreira, para se Ine eerti-
llear ae esta on nao registrada a nomeaco de sej
caixeiro e qaal s ja o seo nome.Gerlifi jne i
Da vinva do liento Eleuierio de Sooza Cauro,
ea liquidacao, para tamhem se Iho c rtiflcar a
mserpcao d sea eaixeira Jo*]uim Igoacio da
Crot Dias.-8im.
Adiou-se a dtsis da rehabililacao impetrada
por Aalonio Joaqss Stv> pelo motivo de nao ea-
ut completo o trlbonal.
E orqna nao hoavess sido presente a Jespa-
Ho papel mais alguir, e Exm. Sr. soosellieiro pre-
sidente encerron
manba
sessio s 11 horas e meia/da
itSSAO JUDICIAR1A, EM 7 DE DEZSOau
DE 1871.
nutsnjKNcu do kxu. sb. conse-heiro a. r. pi
bjxtti. '
terthrw Julio Guimarae.
Ao mero dia declrense aborta a sessao,
estando reunidos os Srs. desembargadores Silva,
olsaries, Rais fi Silva, Aecinh e iria, e os Srs.
depaudos Miranda Leal, Candido Alcofirado e Al-
varo,, (altando ara participarlo
Bastea.
Lija, foi tpprovaaa a acta da sessao passada.
ACCORBAO ASaWWADO.
Embargantes Siiva Rocha & Mahado, exbarga
dos Poneeca & Santos.
jrjLGAKEITTOS.
Presidencia do Sr. deaembargadoa Silva Coimas
raes: jeizo espacial do conHnerCro : appellnte
appellaao autor Antonio Vahniim da Silva Barro-
co. por,si e como lionidatario das exmelas firmas
de Barroca & Medeiro, e Barroca ACaeiro; aa-
lelianio appellado reo o administrador da massa
faltida-de S-basho Jus da Silva ; juizes os Srs;
Accioli, Res e Silva, Miranda Leal e Candido Al-"
cvfirado.Foi reformada em parte a seotenca
appellada, e em parle confirmada.
Appallantes os administradores da massa fallida
de Antonio Jos da Figueiredo, app.Halo Jos. Al
ves de Aguiar.Adiado a pedido dos Srs. d(*.>u
laio?.
agora vo.
Juizo especial do commerrio : aggravanie Anto-
nio Alves de Carvalho Veras, aggravada -Amonio
Ferreira de Dens Mandioik .rnz.
O Exm. Sr. constlheiro presidente negn ptovi-
ment.
passaokns. <
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Doria : appellantes os sdmij'stradores da
massa fallida de Antonio J >- de Fiyueiredo, ap-
pellado Jos Alves de Agoisr.
Do Sr. desembargador Silva Gninraries ao Sr.
desembargar t-?:s i Silva : aprrtIlantes-SfiXas A
Jorge*, appellado Francisco L:f;io de Carvalho ;
appellantes Cortdi A C, appellado Hanriuue Mar-
tos S'idanhi A C.
Do Sr. Jeseraai-gadY l'eis e Silva ao Sr. des-
embargada Aecioii: appellantes Andrade A R-'g>,
apnellada I). Anna Josepha Pereira qos Santos.
Eucerrou-se a sessao nieia hora da urde.
kMU MLiM IPAL
3' SESSAO ORDINARIA AOS 29 DE NOVEMBRO
DE 1871
rRESIDENCIA DO SR. DR SOl'ZA LEAO.
Prsenles o- Sr?. Dr. Pilarga, Angelo Henriqnes,
Dr. Villas-Boas e Dr. Mosroso, abrise a sessao e
toi lida e approvada a acta da antecedente.
Lea- se o seguiole
EXPEDIENTE.
Un oflliio do Exm. Sr. presidente da provincia,
n coa anJ.i a rejepr.ao de oulro desla cmara em
data de 17 do corrente.Inieirada.
Outio do mesmo, tranfmiliirda por copla a res.
posia do chefe das obras publicas, em qu-s expoe
is motivos pelos quaes tero deixado de ser aberta
atraressa do Caj-lnteirada.
Cntro da catrara mnnicipal r*e Jgnarss, ac-
c'tsan'o a psriicipsco que aa Ihe fez Ce tT en-
trado co cxercicio d3 admicisiraeji) o Exm. Sr.
conselheiro Joo Jo da Olivtira Junqueira.-ln-
teirada.
Outro do sclidUdor des rreses pobres, rmet-
tendo o mappa do seu servico. Que se offlcie
gradecendo lio relevantes servicos e o telo com
qne sao prestidos.
Um parecer do engenheiro errdealor, favoravel
a pelirjbde Norberio Pauliuo Francisco das Cha-
gas.Mandon-se pae-r.
Ootro do mearan, favoravel a pejao de Maooel
G.mes Braga.-Man ion-se corlear.
Outro do mesrao, favoravel a pelillo de Joa-
quim Febppe 1a Co-ta. Mandon-*e cordear.
Outro do mesmn, favoravel a petieSo do gnren
te la companhia Brasilian Streei.Conceleft se.
O jiro do mesmo, sobre a petiza-.) de Djrr.etrio
tle Aze\edo Amorim. Acommissao de edili.-a-
cao.
Um c-fllcio do fiscal da freguezia de S. Fiel Pe
dro Grncalves, tratendo ao conhecimento da c-
mara a maneira irregular e incompleti p>r que
se faz o servir da mpeza da mesma f-eguezia
pelo arrfmau'nte do dito servico.-A commissao
de polica.
Ootro do fiscal da frec'oezia da Boa visla, infor-
mando a peiieVi ^e Weneeslio Machado Freir
Pen ira da Silva.Conedea se.
Oulri dolVscalda freguMa de N.S. diGraca.con
soltando e.-ta cmara sobreojnodo de removeros'
grandes tronco* qii" oustraem a ra de J.-ao Pw-
i. les Vieira, na esquina di Olho do Bi.Pelo
se"'.'a da liropeza da cidade.
Urna r.plict de Antonio da Slva F=rreira Ja
ai !.A coramis'o da edificara >.
Urna pelc4o de Joaqnim Francisco do Reg e
oulros. Acommisso de eJilic-acio arase enlen-.
Ir con os mesmos acerca do preijo.
Urna proposta de Jo.-e Antonio GuimarSea de
Icemos, baebarel Angosto Eugenio de Lima.e D.-ul-
fes, si bre a nnmeracio dos predios, e desiguaco
das toz, travessas- e pravas desta cidade. A
commissio da ediQcacao.
Despasharr-m se as peiicScs de Antonio "oaquim
Pir.irade Olivoira, Antonio de Pai/a Ferreira.
Antonio lo? de Farias L>ma, Braga & Pirnentel,
3-nto M.n!eiro da Suva, Francisco Martina do
'urania, Feliciano J >s Guncs, Franjeo lo
Cirf E-tevr-, Franci*i Al""s M.n'.i'im Juj or,
Francisco Antonio de Mello, Joaqnim Das F.-r-
nades, Joanuim Bendicto Vieira o'a Siva, Jia
qnira Felippe J Antonio Marque?, Jos Antonio de 0:ive luz Atonio di PonflcacSo, Laura Pereira da
". >, ilanoel Comes Braga, Manuel Rodrigue*
' M ni'rn, Miia Pi-auc-.-lisa Jorg; de Sooza
Fc-rnanies, Notberto Panoo Francisco das Cba-
".'. Siin'oPeraira de Castro, Wenceslao Macha-
do Vteita Pereira da Silva, o levantou-se a ses
sao.
Eu, Luren-o Bizerra Camciro da Cunba, se-
cretario st:bscrcvi.
Ignacio Joa ini m d>: S'uza Leao, pr-pre-iden-
;e..' i Mana Preire Gameiro. Dr. Prared?s
G'mes de Soozi Pi'anga.Bi-nio J >? da Cosa.
Dr. Pdra de Ah; hyie Lobo Moaoso
serem citados os meo.res, e }untarem procoracli,
sendo noni > lo coradit o di.-lioclo jurucon>ulio
Dr. J >a)viiin Jos de Campjs : ultimadas as"dili-
gencias subirn) os autos ao tribunal aoode depols
de ser indelkjda a preteoco do curador ao tmi-
do de querer, contrariar, e arrasoar a causa, des-
pnesarara os embargofc: de sorte que os menores
foram citados, a janurara proeuracao paraverem-
aa condemnar, e ni) p*ra se defenderem I
O Dr. curador uoraeado nio esreorecou, oppoz
embargas de reatitoieo na disensso dos qoaes
morreu a menor Mi: a, pelo que habilitando se o
Ko, seu nico a legitimo herdeiro visto ler eo
tasado segundas nupcias prosigui os embar-
gos, ciando tambera morreu o menor, e ortto sera
'minlia babiiilaijo como herdeiro do defonto foi
ust c ndemoaoo : cesseu mioba misso de tutor
esperei que baixassc a senteuga para depois de ba-
lo litar-mt opf-dr a que fosse justo, conforme dl-
rnio J v todo oTnuMo que a questio foi cora
os tBtoirM, e nio eomigo, agora vpji o mondo o
qne iniqaidade.
Varaos a ixecucao.
I.* parta
Ao flm de qoatro roezes baixarara nma sentenga
e dua? sobre sentenr^as, sh quaes vinnrn eaada
das as cusas Integralmente sera se fazer a divisa
de p- rm- io na cooformidade da lenlenga exeqnen-
la; f.raoi ni< ellas intimadas como tutor do de-
fuoio. ao Dr. curador do mesrao o Sr. Jja-jnim Jo-
f de Campos, c emfim ao mesmo menor que ha 8
mezes j tinh-.. fallecido, deparando o meirinho
poriuguez Maiaque caou o defuato em sua pro-
pria pesfla, e se den por entendido! Caso estu-
pendo, o mais e-lupeudo a impuni-a ln de^se e<-
fandal so acio I nole se que ossas inlimar,5.!3 eram
smente para se entregar a casa em questao e as
inoosirnosas custas, que se nio dividirn) I
Ningaem-oeste mundo deixsri. passar seai con-
testar tao horroroso atienlado, gedi vista qoera*
foi nogada por eio estar o julzo seguro e qu'nlo
isso so eslav passanio ex qne se apreser.13 o
mesmo meiriuh Maia, um compauheiroe Ti. i'.u-
irha, liiln e curador da demente ; uzeram apre-
hensi na preJia casa, e penhorarara para paga-
mento das imaginarias cu tas mais dnas easiubas
de meu casal, adquiridas al iepois do mea segun-
do casamento ; com escndalo determinaran) ao
inquilino de urna dess3s duas casas qne, .'al em
diante f pagas>e os alugueres ao Sr. Cunba qie
era o proprietarie, e nao a roim I
E de feto o*Sr Cunha princiou, e continua a
recebi-'os criminsmenle sendo cu d-msnda-1"
pela fazenda para pagaras decimas: e n i- seque
por essas pen horas foram intmalas o Sr. D.\ Cim-
pos, e eu como curador, e tntor do menor e e-le
et) su propria pessoa, sendo como ja disse mono
a 8 mezes e lulo i*o cenificado pelo mesmo mei-
rinho o ponogoez Miia.
Protestei eonlra essas bandalheiras c firma nn
direiio em geral, e na lei escripia p -1i vista que
me foi concedida eolio, em meas embargos alle-
gnei as nullidades do aceordao exequendo. e da
execogo excepcional, conotoindo por allegar bem-
feilorias : O mrito, a cranleza a jurisp'Uieocia
dises embargos e a valan lauto pela razo em
que elles assentsra como por ser obra do distincto
jonselbeiro, o Exm. senn* Jos Boto da Cunha
e PigueirJo, mas qui-iindel se o meu adversa-
rio nao luta s por ioieresse, como anda para
mostrar seu preeligi e provar, que o bai tsmaga
a ria.
No correr desses embargos se proceden a vis-
loria no i r lio, nao com os peritos da loovaco
por nao ser no dia aprasado ; mas slra por pes-
soas chamadas no momento, sendo o irmao do
procurador da demente, e nm amigo do mesmo I
j se sabe, dUserara os que Ihes ditou a parcial)-
dade: em continuacio veio o meirinho Miia a
juiz?. enlisse quecilou aodefun'n tm sua vro-
pria pessoa t te deu por entendido, por autor isa-
cao mtnha!
E muiia caridade Ihe servira para o eximir da res-
pon-abilidale criminal, ma* nnnea para validar
as certi '5?s, e todava eu qniz mosirar que o mei-
rroho carece de innocencia, e para isso jan'ei ao
preesso um documento no qual o Sr. Dr. Cam-
pos provava qne no acto de ser citado dissera ao
(ojfhal Maia qne seo curaterado era morio, e que
decarasse na certido, respondendi Ihe o olH:ral
afirmativamente parame o Sr. Dr. Mimel G-n!
da Costa A'vs cujas d 'gnelas n;im>das e w-
raznaio o prtcessw, o juiz reraeit^u a reanlo por
serem s r-mbarges infnngeutes do julgado.
No tribunal f.l o preesso entregue aos juizes
cerloi que o baviur, sida na qoeslio p'inci.'al, os
quaes sao os Exms. Srs. deserobargid tres Gitirana,
Lonranfi Smllajo, Almeida Albuquerqoe, Do
miagues da Silva e Motia, estes por nnanitnldadf
despresaram os embargos mandando p-nseguir a
moustrao'a exeerjeio pira cuja fim desceram os
autos ao juiz a qi^, onle eu pedi vista por parte
le minba mu.her que nunca foi parte na etnia.'
nem foi intimada ds ptjenhoras feitas ea bens ae
raiz de su csal r fti-me ngada a vista, Iggra
v.'i para o tribunal e tivn provimenta s:-ada jaitas)
nesie recurso os Erms. Sr. Asjis, e Sooza Leao,
foniaueiltameffte ilj:erara o.- autos, e apresentei
os embargas es qoaes o juiz taiLbem-os c in*ida
fut infruigeiit.-s: e o.- remeiieu do novo a relacao.
PUBUCACQES h

Manifest
p.ira qne Su3 Migestade o Imperador do
Brasil veja corno se dislribtie justica na
capital de Pornambuco I
S.'rei breve e conciso no esbosa dea faetnsqu?
fulera o-j-'clo do presente rcanifeat-i, deixando a
apreciara i d'ellss aos juristas do Brasil e do muu
d i eivilisado.
Trato e urna questio judicial, cujas partea con
tendoias sao, nm gigante e um pigmeo ; isio ,
como autor o rico o poderoso, e como gao o po-
bre sjbrecarregado de oito filhos. Isso poslo pas-
so aos factos:
Em 1850 comprei era hasta publica ne-ia cidade
nma casa, na execueao de II-nriquM Gibsoa contra
ira D. Francisca Tnjinasia da Couceigo Cunha ;
paguei, e entrei na pisse do predio nanea e pa-
nlicamen't: sendo que mezes depon morreu m-
nlia rou'hir, d.-ixandodous O.hns menores de i
anc is, Hara e J )a, a estes tocou era par.ilha a
mencionada casa.
Depois de algons annos D. Francisca flcou de
mete, foi julgaia interdicta, o como lal se Ihe den
curador, o qna! a pretexto de raelhora de seaten-
ca pfe'pjz en nome da demnt'S acca?,de reivrai)-
caeSo da ca<3, exgiado no hbello. nio s o predio,
c.mo 2inda os alugueres at ifTeeiiva en'reg; :
oppaz-m^ eomo tutor de ateos fi ho, umando pa-
ra advogido o illuslrado Sr. Dr GjJoe, que se me
pre-tou gratis.
iscniio se a queslao, e afinal o 5r. Dr. Hermo-
genes, que era o juiz delermiuou a eritrega da ca-
sa, meaos os a.ageres dos qu*w ab-olv,a os me-
ores, e condemnou as parles as cuias de per-
meio : not.nlo se poM^m que o Dr. curador geral
daqaella poca approxtmaudo-se da demenie rica,
pedio eonira es menores pobres a conderanaci;
no tolum io iibello :
Appellei eomo d.>via para a relacii, e ah alm
das procedenta raio.'s qae expend aigui a ca>a
de milla :
1* perqu sendo os menores ao tempo di pro-
positura do plito maiores de 12 e li aaaos, nao
(oram citados era soas praprias pes-oas;
1 por nao .seibas ter aomeado cralo: osti-
juern, e nao otaiaale a gravidade dessag nuliida
des fot com lulo coarmila no Jofun a senleo{a
appellada. '*
Embargnei-i. sustentando a mesma doo'.nnaque
de lei expressa ; entao o (ribanal reconhecea-
do-a? maadoa de-cr piaatos ao jaiz a qa para
A vista d.'ssa segunda remessa o que liaba eu
a esperar de meas emnargos? morrerjur elles!
assim foi despresaram os ia limine, e m^ndaram
proseguir na rxeatfBo conforme o direito Mas
oot?--8 que de>ta vez Uve pjo meu favor os Voio
d s Srs. desembargad r s Guirana e Molla.
Era vbta dos dou? volos em meu hvor e d-
I r-.ndo osi-ordo quaprosiga aeqecucao con-
forme imito, qniz saber se era do direito o qje
at ai se, t.a^ia feto, e para tsse flm apresen i
como embargos di ddaraco a pe:ie;ao caja le "|
tura abaix> elT-rrco a consideraca> publica, M
junta aos ritos, e entro emjnlgamento, sendo
que de.-ta vea tera vietorlaio a m:nha Justina,
cabindo per ierra a iniqnilade do Sr. Cunha se
por ventura a Bxm. Sr. Molla nao tivesse -mbat-
ri 51 pwa a Eiropa, que foi subtiluido pea)
Exm. Sr. Guerra, i or isso que ti va um terceiro
voto em msu faver, que f;i do Sr. Alraeida Al-
baqneiqae.
J se v pois qnal a minha razio poli ),ue dea
enea senborea juize3 que foram unnimes contra
rnim na primeira seotenca, ire< foram em meu
.v-.r na ulma, sendo sjmenle os Exms. Srs. Do-
mingues da Silva e Lourenr;,c Santiago os que
perseyeraram na mesma idea!
Nesse estado interjiuz recurso de revista, e de-
pois da estar os autos com vista as meo o-'.vo
aavogado o Ilustrado Sr. Dr. Leonardo foi cassado
o preesso por nra despacho exarad na petiQa.--
da demente, no qcul tixava o meu re;urs: de
cliicarra esse oespacho foi do Exm. cr. conee-
lhe.ro presidente di tribunal da relacao, mas r^s
po-amente fallando, digo, que qundo procuro
!egilmnnic silvar-me de uro roubo que em nome
Ja lei se me e;i fazenjjo, nao chicano, defendo o
direito de propriedado que a coostiiulQo do inu
p-rio garante em toda sua plenitude, mas que
infelizmente a mea respailo nao se quer observar
esse to sagrado preceto.
Na foi -parte no preesso senao cotoo tutor ds
meus fil id, logo nao devo ser excutado como
reo vencido, o menor nao devia custas, e quaodo
as dovesse eu como tutor nao as devo pagar por
meu* ben?. e qaaudo trato por todos os meios le-
gaes defendeloa nao chicaoa, com o respeiio le-
vido pego a S Efe. que compulse os autos, e
anto lecotihecer com mua facilidade que sou
victima de nma espohc^o menos diglada civili
saco e Ja moral.
Emflm, S. Exj. mandn que se proseguase no
recurso daudo-se seotenc.* a parte para continuar
a execncao, centra mim qne nao sou reo no pleito
contra o os beos q e nada tem com a queslao dftl
menor, e por castas que nao se deve I deve por
tanto baver na le um meio de salvar-mei aguardo
pois, a ontinuaco da execuco confiada na ra-
zio que me assiste.
3.' e ultima parte.
O Sr. Cuuhi recabendo criminosamente es ala-
guis de nma de rninhas casas coaao cima digo
quiz despejar-roe da ouira, e para este fim apro-
veitando-se di nra pequeo rest > do contas que
rio cariorio do Sr. Cintra a casa de'va de dcimas.
co m a cv lidade de que dotada fez Un algumas
observacJei-; mas este hornera sera etacacij
angmentou s eu.de'espero, lanja a uo aos pubua
de minba m altor e diz Ihe em gritos: a A senho-
ra nao me eonhece, ion muito honrado, saia pelas
roas, e ouviri miaba boa fama, sen marido me
acensoa de ter eo citado defuntcs, nada rr.o-suc-
cedeo porque tenho amigos, e agora bei de vin-
gar-me, ponba-se pirtaoto na rqa.pois a Ihe
disse que nao pode morar n s ; cal...
Niame faiteo certamente disposicao de erapre-
gar justa meo de defesa f. zea-Jo caliir aos ps
d minba esposa, aquella qne abusando da su i
missao a eslava ultrajando ; mas atiendi que ne'-
nhtMS pais ende aquolle que sita defuntos n'o
punido, e antes'6 valida a citafa, onde se ex-ecula
aquemnioem parte na causa, onle cobrase
custas contra B julgado fie etc. etc., nao p Jo cer-
tamente o pobre deffender*se satisfactoriamente so-
bre pena de ir morar no presidio de Fernando, e
por isso recorn ao juiz dos feitos, cont -Ihe o fas-
to e dei-lhe a peticao. Esse digno magistrado o
Exm. Sr. Dr. Abilio despachou-a favoravelmente,
e eniregando-m'a disse:Va, nie se demore para
chegar tempo de obstar semethaote attentado.
Assim tz e salvei a digmdade de minba fian! a.
Eis fielmente os facios de quo sou victima, em
vista dos qaas, e da pet gao ailudida, que abaixo
vai transcripta se aprecie minha situado.
Recife, 5 de dezembro de 1871.
Joaqun Francisco de Albuquerque Santiago.
PETICAO CIMA ALLUDIDA.
Exra. Sr. desembargad r juiz relator.Diz J a-
quim Francisco de Albnqnerque Santiago que seus
embargos nppolos a execufao que Iba inove D.
Francisca Thoaaazia da Con'.eicao Cunha cnce'ra
duas especies diversas: a !. a r.'speito do ac-
eordao proferido na aeijao principal quando o reo
j era fallecido ; a i.' a respailo da execu;ao,
urna espdiaco que contra le se Ihe pretende
fazer. Parece que ten Jo o jaiz da primeira ins-
tancia remedido os autos para este tribunal era
para decis) dos embargos na parte qus presme-
se infringenios do julgado que constime a primei
ra espec.e, e nao a respeito da execucao ; porque
esta a elle compete uiga-la para dar lugir.aos
recursos legacs. Mas e aocordo proferido des-
presando os embargo- parece que fj in lotnm,
a quo nio possivel pelos lacios allegados, s prj-
vados nos aulos, os quaes n) p.de.in sersan:-
cionalos por ura tribunal moralisado; porgue
elles moslram a luz de meio dia que ha coolra e
supphcanie um roubo, urna rapinagera violenta, o
escandalosa I E porque o referido aceordao nao
destiague, nio exprime-se em termos precisos,
vera o .-upplicante requerer a V. Exc. se digne
mandar juntar esta aos aotos para ser declarado
o mesmo aceordao, em termos claros, e jurdicos
a respeito da exeengo : isb) se fici sancebna-
do, e como tal douinna para o foro:
Prixeiro.
A cobranca de custas iodibilas contra o propria
julgado desie mesmo tribunal que mandou devidl-
tas ele permeio como mostra a sentencia que ssj a
11*. 57 verso ?
Segundo.
S; prevaleeem as quatro citatjoas irrisorias o
deponentes, que sem responsabilidado foram leitas
a uro defunio; isto ao r) q>e j tioha fallecido
a oilo mezes, como consta de lis 79 e 9o ?
Terceiro.
Se consentem que prosiga a execucao sem ha
bilitaco dos herdeiros ao difunto, mximo na es-
pecie qae a ias'.auraco do novo jmzo ?
Quarto.
Se permittem que, al n de ser a cobranca des-
sas cusas contra o proprio julgado d-ste tribunal,
devein subsistir as penhoras em bens do suppli-
cante, que coma simples tutor do menor nao deve
per seus bens pagar dividas de seu tctclado anda
que verdaieiras fossem f
Q into.
Se procedem es-as penh:ras f las em bens de
raiz sem citoco da mulher do supplicaoie, que
sendo casadi orif.rme as le3 do imperio c tno se
provou nos ao'os deve gosar do privilegio qae
coafrida a tolas as muiheres casadas?
Sexto.
Se negara o pagamento das bemfoilonas que se
pede, e a lei confere al mesmo as l em'eitoriaj de
ru?
Stimo.
Se na. tendo sido o sopplicante parte na accaa
principal, se nao como Uuor do menor, deva ler
hoja o nome deroa vencidoe oeste sentido e a
f rea bruta, serem seos bens peahorados para pa-
gaoiento de nma imaginaria, e mahc.osa divida
de custas que nao txi-te ?
O.uvo.
Sa finalmente, a pretexta de serem os embargos
de materia velha d-cutida, e j dispresada, sa
consid-ram procedene, boa, e valida essa mons-
truosa execucao, que consume a vergonha do loro,
o despreso da lei, e a mais gr*ve aneando contra
os Bjireitoa do ci lado, e de urna faraiba quo re
:lam.!in d.'sie inbooaljoslica, eijustica con
Ira o rico, e p.deroso que era nome da lei os q-ier
roobar.
NeUea termos pede a V. Exc. deferimeolo.E.
It. VI Daci.-o. Accordio. Qae despre-arn os
embargo?, e mandam qae sab su o aceordao em
bargado. -Gitirana, vencido.Guerra. Almeida
Albaquerque, venciJo.Loorenc Santiago.Do-
mingues da Silva.
pejo e entrega da chave a elle, e nma bslia ma-
nha as 6 horas vajo o mesmo Mala de surprezs
acompirb-ido de fore;a de polica, e qrjer despejar
me ; mas minha moiher esuva db cama por ter
a doos das dado a luz a um tbo, ento a polica
foi quem ('bst)u o meirinbo Maia nio despejar-me,
requer incontinente contra mandado, e aaquilei
no ireuno dia e-sa tranqnioeraia do Sr. Canha,
A> llm de qoatro metes o Sr. Cuna ramio
ctalo, c......(por ora calo o principio e meio,
s cont o Din) oateve pela mesma exechcp fczenda, o mesm carU'rio, e a mesma razio
nm segundo mandado para o mesmo fim, e ordem
ao Sf. M iia para o execatar, o pela manbaa as
unsmas horas fui anda surpreheodidoe Intimada
para sahir da casa incontinenti com arroba fa-
milia, e emqaaoto essa rancoroso meirinho Mata
ebsmsva ganhadorss, qne era costoso obto los em
razio da hora, iratei em ootra sala de fazer a
toda pre?sa nma p-ttejio ao Jak dos feitos, nesse
entretanto mioba mulher aproxiraa-se de Mz!a, e
Wms. Srs. Redactoresyn qualilaJe de sups-
rjnieudento que fui, conforme o ce-ntralo da esira
da de ferro do Recifca Olinda a Btbenbe, desde o
comeco da emprez3, qne finalmente puda levara
faoccionaa ai aos stus termos fiaaesOlinda e
Baberibe; devo esclarecer os felos ao publico, e
esp"Ciaimente aos senborea accionistas da mesma
eropreza, e mais que ludo defender a minha hm-
ra, que tem sido m^nes-cabada, sem razo, ncm
untivo.
Para qne nao sirva tambem de pretexto o alo
se ter ji verificado e sallado a minha conta cor-
rente com a companbia, quer relativa a conslruc
c,o das estralas, quer relativa aos demais encar-
gos sob raraha ex:caco, rogo a Vv. Ss. se sirvara
mjadsr publicar no seu jornal as per;as aqui au
noxas de ns. 1 a 7, afim de qua os seuhores ac-
cionistas e o publico nao contcuera a ser mysli-
eads.
Davo de? de j prevenir e scieotificar a re-peto
das quatro estarces intermediarias, duas de lijol-
lo&e duas ds madeira- (Arrombados,Campo Gran
de, Sdlgadinhi e Principe) ltimamente feitas, que
ni t va eu a menor ingerencia, quer no modelo
e aju te, quer na parta administrativa oessas
obras,
Timb"m ja'go dever p&trntear qne tala a de-
peta, qne correo sob minha ospeeco, tanto de
construccao das estradas, como d"3 atierros, es-
cavacoes, embanesraentos, lastro de toda a iinha,
empreados do irafego, esteSes e mais empreja-
dos objeeios de eonsomo, pequeas djsappropna-
Sjs e;c, etc., como ludo consta de minhas contas
raensaes, crcaram m pouco mais de 180.4005 ;
e que do rcudiraeoto das linhas al 31 de agosto
lo corrate anno recolhi ao cofre da companhii
cerca do I58:O00OOOjhi que bem poder servir
de orientar aos qae ignoraren estes prome-
oores.
Recife 9 do dezembro de 1871.
A de Abren Porto.
N. 1.
Copia do oTjo qna dirig e foi eatregae a Airele
ria no da 4 do coireoie) .
Illm. Sr.Recebi o ofllcio de S. S. datado Se 30
t novembro, no I* do corrente, no qual *o dig-
oou reaietier rinalmenie a conla crreme da coib-
irnccia da estrada de ferro d5 Recife a Olinda e
Beberibe, datado em 30 de novembra, dos galo
* meu cargo como superintendente des-a empreza,
a' Bns de setembro d,ste anno e dizendi qae
a rn desta conla ha a conla corrente da bdhetes,
eipr3K* oa treos extraordraario, bem assim
oio ffguram a meu crdito as cootas de gastos por
mira feitos em julbo e agosto por nao terem arada
sido apreciados os pareceres da commi-sao; o II
nalmente convdando-me para no da i do corren-
te comparecer no eiCriptorio Ha directora para
ultimaco dessa conta.
Tenho a honra de responder a V. S. que nao ha
., v.lrai., uu o. uiuiib a v-a.-a aoil uo ucuiua-, m-uuu a imuil UO rPSpODQer a T. 3. qUB UBU lia
creio que pagon e obteve mandado do meu des- Bovida quanto as ontas de hilhmes, expressos on
exiraoriinarios ; quanto a do assignataras, e car-
ga que nao vem mencionado no ofllcio de V. S. a
que respondo ha pequeo engaoo contra mim,
que fcilmente se verificar.
E' porin para mim bem sirgular, que tendo en
prestado as contas de gastos de conslrttcco aos
mezes de jutho e agosto em devido tempo, nao es-
lejam essas coutas anda verificadas, e em estado
de ser-levado a meo crdito o resultado dellas em
30 de novembro em menos preco do art. W de
uo'ses estatutos, Agorando eu dever a quanti
ficticia de 9:6II*%3 que vem Inserta na conla
.jrrente; c< nimuajido desta forma, a protetlacio
do exarae de minhas contas raensae, e a tardan-
5a de serem em tempo levados a meu crdito es-
tas qnantias; i>to nio ooTo.'e j en havia reqo-
ilado em offlcios de 13 e V de setembro de 1870,
13 de Janeiro, 12 e 3 de agosto duste anao, e se
deixi ver qae, semelhante oalaafo erraneo con-
froaUBdo-se coro o cfflio di V. S. datado de !!
do mez fiado.
Accresce qae varias qnantias de nao pequeo e
moma, tiguram a meu debito indovidaraente e que
nejearsttai da aprettsaUsio de uieus rC:ibos para
serem levadas em conla, como a veiiliiou qun-
do estire para esse lira por duas vezs nos das 2o
e 27 do mez prximo passado nesse escriptorio
conforme a ooia que abl sa lirn, de dlsren^as e
emendas em recibos qae anda figurara a rneu de-
bito nesta conta, e por coasequencia iaexacta a
conta correte que se traa,,
Creio pois, desnecessaria a minha apresentacao
pessoal nesse escriptorio, para ev lar conflictos
desagradavels, e nao depender o ajuste de minhas
comas dessa apresentacao pessoal, por que es.-e
ajuste est smeme dependile dos documsatos,
que necessariamente devara existir no escriptorio
da companhia, que tero, cu dave ler o archivo na
rae tur ordem, e qae devem ser apresentados
para comprovacio d > debi de miobi conta.
Finalmente peco a V. S. de ordenar a nllimacao
de minha conta corrente dos gastos de construcQ i,
incluidos os dous mezes Je julho e agosto, e que
verificado o saldo desta conta se englobe o saldo
dasdemsis contas de bilhetes, extraordinarios, as-
signaturas e cargas; alira de se reeonhecer em
urna s conta o verdadero saldo de todas ellas: e
seja qual Mr esse saldo total, pro oa contra mim,
ser imraediala;.ente embolcado.
V. S. relevar mencin ir-iln qae a superinten-
dencia di empreta na parte da di recen dos tr-
bala >s esteve a meu cargo al 16 de novembro,
"a em que por ofllcio dessa secreta'ria da mesma
Jala liz entrega ao meo sue;essor.
Reitero a V. S. os protestos le alta estima e con-
sideraco.
Recife 4 ds dezembro de 1871.
Deis guarde a V. S.Illm. Sr. Jo- Fortunato
dos Santos Porta, muito digao 1" secietario da
companhia de trilbos urbanos do ll-'cifo a Olinda e
Baberibe.Assigaado. Aair de Abreu Porto.
N. 2.
Tre:hos d s offl .-i--s dirigidos pela superiatenden
cia a directora.
O.B:I de 13 de setembro de 1870.
Ao concluir pego a nobre directora que assiro
como esiou prompio a prestar qaaequ9: eselare-
cimenlos qne Aren necessarios, as-mi tambera te '
nha a booiade de remetter-me lodos os mszes o
examedas minhas contas, pois mais fcilmente po-
derei re-pouaer as duvidas que pos>am tpparacer,
3naod>pos de j se tsr deerrido longo espac)
de lempo etc. etc.
N." 3.'
OiEcio de 27 do setembro da 1870.
" De hnje em di inte vou pagar por quinzena como
fjzem as ouiras linhas ferris d- igoaes ondicfiss,
e a n .bre directora me far o favor de tirar urna
conla corrate dos diobsiros que tenhi re;ebido e
despendida com a lnha por cada mea at o pr-
msiro da corrate do quo tem passado por minhas
rolos, espero que seja.o mais breve possivel, palo
qne desde j aprasso me em agradecer Ihes, n pe-
ci desoolp por ter feiia e-tas con-ileracSes fiihas
de minhas loas intenro-is e:n banefio da empre-
za ; assim o entendo etc. etc.
.....N.'i........
OCfliio de 23 de janiro de 1871.
Oulro sim preciso qae V. S. me fi^a tirar pelos
empregados do escriptorio urna no:a circorastao
ciada dos bi'hetes que ma tem sido eatregu-js por
cada dia do mez, e dos dioheiros par mira entre-
gues nessa directora, todos por das e m^zes e
das assigoatnras e carga e oulros objectos da
companhia para fazer urna conferencia exacta
uos meus livro=; espero que me seja fornecido o
mais breve possivel etc. etc.
' N.'o.'
Offl-io de 12 de agosto da 1871.
Fico scienlo da resolujo tomada era setrrebro
lo anuo passido sobre o pagamento dos empre-
gados, e seria para mim ura servio, que eu ni
sabaria agradecer, resolver essa direeioria um
meio de remover da minha responsabilidado a
venda de b Ihetes e arre-adicio das respectivas
ranortancias, providenciando essa directora no
asntido de ser feito sob sua nica nspecco e res
ponsabilidade este sorvico quo sobrpmod p^zairn-
proficuameae sobre os hombros ) por domis so-
brejarregados de.-ta superintendencia, isso logo
que tenha saldado miaba cjnla cora essa directo-
ra e com as e-tacoes.
Tenciooandodeixar muito brevemente e;se car-
go, pejo e com muita instancia que pe) menos
durante e ses pau:os lempos era qae tenho de me
conservar aqu, llq jje isento do seraelhanie seFV 50
quisi que estranbo as fuccoes de um soperin-
lendente, cuja vilancia e responsalilidide pelo
servir;?de um trafago era duas Iinha1, c;n*crva-
c5o, construccao e reparos de cbias, sao materias
sobejaa para prender a atieurio do espirite mais
forla etc. etc.
' N. C. '
OfBcio de 2) da ago.-lo de 1871
Era relaca 1 finalmente ao desenerntro qu exis-
teaotre 11:709*672 que re-ebi e 9:o81390 que
despend no mez prximo passado, j nedi e rol-
l-ro apua o mesmo pedido da mandar a direeio-
ria tirar minha conta corrente alim- de ser satis-
feito o saldo. Nada mais fcil de comprehender-
se e explicar--e etc. etc.
' N.*7........
Copla do ofllcio dirigido p.U directora superin-
tendencia a respeito da construccao das esta-
coes intermediarias.
Recife 2 de roaio de 1871.
Iiim. Sr.Iicluo a ct.pia do eenlraeto que foi
edebrado^com Francisco Gomes da Suva uara a
coolrticgao das e.-tagoss intermediarias da linha
de Oiinda. para V S. lie ir inteirail^das conli-
{3 s pelas quaes notar que a comr^nbia esta
eb.rgada a transportar os materiaes para til caos-
trcelo, e q ie esta S3r ospeccionada pelo enge-
nbeiro da companhia etc. Ao referido contra'an-
t e ao sea empregado Joquira Corii, V. S
dar ,.a?ses de mudo que transiten) na linha em
quanto durar a construccao das meocionadas es
UcSes.
Daos guarde a V. S.flim. Sr. Aolr da Abreu
Porto, digno superintendente da estrada de ferro
do lt:cifa a Olinda e Beberibe.
(Assigoado) Joao Joaquim Altes, Io secretario.
Collcglo liiillo na corte;
O Jornal do Commercio de 27 de mverabro dc-u
a seguinte noticia:
Fasta da infancia.Ti vemos oceasio d^ a?sistir
h^atern, nocollegio que oSr. Dr. Abilio Cesar Bar-
gas auno ltimamente ua ra do Ypirang, a urna
wrdadeira fe*ta da infancia.
Desejando manifesiar o systema da ensino que
adoptou e quaes os re rallados qo* com elle se po
dem obter, o Sr. Dr. Abilio convidara diversa-
senboras e cavalheiros, n maior parte prente dos
meninos confiados aos seus cuidados, operante
elles submetteu a diversas provasos seus alronos,
que apenas contam quatro mezes incompletos de
r< aueneia naquella cs.tabeltcimento.
Coinecon a fasta pelo hyamo nacional execnlado
por urna banda de marica eotap isla por alum-
no-.
Sego'.o-se orna invocacio a Deas entoada par
siguas manios e acompauhada de coros formados
por todos elles. Eaio o director do eollegio expoz
com algara dsseavclvimeoto o methodo que aSp
tara p ira tn.-truegaj e educicao da infancia, me-
ih,do posta era prat'ca na Babia por es-jaco de
alguns annos cem os ma s songeins resaltados e
que, desenvolvido e aperfeigoado por estados cons-
umes e modelado pelo dos paizes mais adunia los
ileva-se a ctegoriade ura wrdadeira systema d-
io'truecio.
Rao podemos reproduzlr aqui a exposici do'Sr.
Dr. Abilio, nem as diversas consideracsles e exera
pos cem que justificou ello a seu syslema. Cor
sistc ste simplesmente em acompanhar a nalure
za. Assim como a criang, desde que abre os
olhos, vai conbecendo as pessoas o objectas qae a
rodeiam, adjniriodo noedes e alargando a espbera
de seas Conheomentos, nicamente porque tats
pes'nas e objeetns se apresntam freqilentemente
a seus olhus, porque onve repetidas vezes Wes pa
lavras esabe qae a ellas correspaadem taes ideas,
assim no enrim collegial devem os mecas* csiu
dar sem saber toe o fazem, aprender sem mais
leva erfarcj, ajuirir. conhecijaeulu pala prauca
constante, pela reneiica dos tactos, pela aaalyjo
diaria de ludorja)3(vti, q naoto ouvea, pe .s-.
e sentem E.v4adoia o mais possivel i abitraccfo_s,
operando ordioariameote sobreconcreto, nao f
fatigando a memoria dascriaafai.com numeraveis
regr.:s e difidle',s, mas delxandr que cada meni-
no reconhega por si mesmo a exswucia dos prin
cipios que rejera as diversas ordens dd fict
Sr. Dr. Abilio proeora acompanhar no .nsiao >
marcha do desenvolvimento do espHito hrfmi-
00. Pelos meios mais engeahosos irat ao masme
tempo di amenlar o estado; o profesor Dio
sfea, crata, o discpulo nao aprende, weora-e;
s Ii-;i3s misturam-se cnticos.alegres, ao trabalho
suecede o recreio sub-lituido logo por novo traba-
lho na forma to ameno que nao se Iba'sent o pe-
so; concurrentemente elev-se o espirito das
criaocas e ioclinam-se seas eoracee para o
b'm.
Terminada a exposicio passoil-ss a demonstra-
Ci-a pratica. Todos os meninos 'foram chamados
aos aps ootros, e, com adrairacia das pes-oas
prsenles, foram al* dn qae Uzism esperar as
palavras do director. Interrogados s 'bre gran-
matica, anthmelica, historia santa, do Brasil, geo-
graphia, astronoma, botnica, este, todas aquellas
criaocas responleram nao comoalOaoos que tem
apenas quatro mezes de estado, mas com cooheci-
meoio das ideas geraes que'i xpanharc, dis faclos
que narravam.
Para terminar a fasta caja ura daqnelles meni-
nos recitau cj.i a inflexio propria, com as caden-
cias necessarias diversos trechos de poesa. Oque,
p>rn, caosava vrdade ra sorpresa era a'legria
de todas aquilas crianzas, que pafeciam brincar,
nio fazer examos.
D.rado e^ta ligeira aotlcii nao Urnas em vista
reeomraendar urna industria, posto qua n .lre e
coascieaciosamentj exercla; desejimos a,i9nas
traduzir o senlimento dequaatos assistiram a esta
de hoQtom no eollegio Abilio.
E o Diario do Rio deJaneiio di merma dala
expnmio-se nestes termos:
Colu-gio do Dr. Abilio.IPrntem, na anug resi-
dencia do Sr. Dr. Augusto Teixeira ds Preitas, a
ra d i Guanabara. assistimos prova que o dis-
tiocto director deste eollegio din, diaote de muitos
e conspicuos a asistentes, do rapilo apreveitamenlo
de seas aiuda mu tj verdes d-cipuios, oo curto
praso de tres mezes.
O nome do Dr. Abilio em materia e!e en-mo ji
urna invtjivrl recomraendarjao, e i|neren!o-se fa-
zer-lhe a j.osiica a que tem" direilo por seus infaii-
gaveis e-foco e ledicaco, d- vo-se dizer, sera
raceio da exagerar, que a r.'putarrio adquirida
pelo Dr. Ab In. na sua provincia natal nao excede
a seu real merecirnento.
O eollegio. oa parte, material nao pJe deixar
de agradar anda os mais exigomes; um largo,
novo e m igestoso edificio, cercada da bellas e cres-
cidas arvores e vasto jardim, recebando luz e ar
todas as f-ces, presti-se perfeilsroente a -eu novo
destmo. O do-tnilorios aa segundo anl.r teern
todas as c .iiJic/i-* recommeiidad.is pela hygie-
ne. Em todo o .';! fi:i 1 se observa o mus rigoroso
aceto.
C'.ufessou o Sr. Dr. Abilio que o mnito qae
aprender observando os melhores estabeieciravo-
tos dos prizes eivilisadosecoasoa propria exilien-
ca, -res.-lv.'f am-:io a colligiras soas notas a reda-
z as a um r-r.rjn doatrinf, para pralica-lo no
colleg o qu ) abri O reso tado, disse o ilmstre
diractr.r, exedou a tola a speronca; os meninos
estimulados pela emulante, iiorlitn em aprender,
ele modo iue as vezes necessario conle-loi no
-rdor cim q:e >e ?pjlicam.
O systema, embira j pralicado nos Esta-
los Unidos e em algnmas e-colas da Europa,
nsra nos urna n vdade; inv-.ica antes a imagiaav
.jao do que a memoria do discpulo, que pouco cu
uasi nada esluda por si, mas sira ouvindo e atien-
den io.
O mestre estsbriece cem o disc:pulo eonvena-
rjio methodca Sohta lodos os conhacmenios alis
qne sera sentir-so vai o menino adqnirindn. Des-
perta-se Ihe a curiosidade, e por seu voluntario
vnnpBto, sem o menor consirangimanto, antes
com praz-r, o menino Oca sabeno os rudimentos
de scieacias e artes.
- O syslema entre outras vaotagens tem a de obri-
gar pela curio-i ale a allencio de todos os meni-
nos quaudo apren'ea" e pela emoisQo qnande
ura-delles esl reproduzindo o que oovio. Nao ha
ligio nem trabilrn individual; urna alegre e
innocente rivali la le accenddi pela curiosidade de
crianca e raantda por engenhosos e eobres aiiC
eios donieslre.
O Jornal do Cpmme/cio de 17 de novembro d
a seguinte n lleta :
Collegio Abio.Hontem, s 2 horas da tarde,
foi o collegio Abio honrado com a visita da S. A.
a princesa regente, e da seu augusto esposo.
Ao entraren) e sahirera SS. A \. do esta'ueleci-
rmento foi execataio o hymno naci mal pla banda
da mosiea marcial composta dos alumnos, os quaes
ni :orrer da visita reciunm diversas poesa-, e
cautarara em euro a daas vozes alguns bym-
nos.
O director do nascenle ollegio fez parante SS.
A A. urna breve exposieao do seu methilo de ensi-
no : terminando por interrogar gerabne nte a todos
os f lumnes, quer sobre as materias da? aulas pro-
priamente, quer sabr varios assuraptos tl-rariis
e scientificos.
SS. AA. il-pjs da percorrarern tolo o estabele-
oioiento relrarm-sa as 3 t/i horas, Ueclaran-
do-ae satitfeilos do qae observaram.
k<) corpo eleitoral do 4o dis-
ricto,
Davo, por mais de nra motivo, o rcau corar,o
agradecido ao corpa eleitoral do 4* dislrlcto.
Apre?enlanio-in? pela segundn vez luodidati
assmbia provincial, to grande crusada se levan-
lou contra mtnha humle individual dade, qua
diversos amig .3 me aconselharam a atandooar o
pleito, visto Ihes parecer qua>i imposjivel hiver
do minba parte prooabilidade de bum xito.
Mas, ja nio era essa a primeira occasio que
em iguaes circums'.jncias, os mees desleos d-saf-
fectos procuravam conirariar-rae, e que me ca-
ba a gloria de cocfundi-los, apezar da ioiportan-
cia, que se arrogavam, e dos meus fraco* recur-
sos.
Ao corpa eleitoral, pois, entreguei a serte de
minha causa, e orgu!ho-rae era dizer que o mais
expleadido triumpho coroou os meas esforcos.
A bajulacio, a ineaja, a mentira, a calomola,
ludo se envidou com o Um ds dificultar a minha
pntenco, e arredar os quo me auxiliavam.
Cncarregados dessa nobre roisso, algnns can-
didatcs percorreram lodus os co'legios eleitoraes.
Foi, poiem, ti Idsdo tanto esforo.; de nada ser-
vio tamaubo in-'L-mmodo.
Para qua se p ssa bem apreciar qnai]s mi-
nha pisigo nessa lata transcreveroi sem a rai-
r 11111 alierajo, um dos mimosos trechos das cir-
cuales dirigidas ais eh.it tis pelo Sr. Augusto de
Ouveira, que pelo fac-lo de ser depulado geral, j
se considera cora.forcis para impr-r orna cnapa aa
diMrieto, pem o accordo ao menos d-s que nelle
o fizeraui conhecido.
D is seis dc-puta-jos da legislatura que se Co-
da (diz o Sr. Augusto da Oveira) lomamos a li-
bsrdada da recommendar a iealticjio de tres,
quanto aos cutos dous, nm est incompativel e
outro apressnta se por oulro districto, quaato ao
seno o Sr. Ernesto Vioira, nao podemos deixar de
pugnar pela sua exclusa como nma prova de
confianza dada a n-, cooiid.ranao qua durante
a legislatura que fiada elle segregou se do resto
.'a deputacio deixaudo asura de haver amia com-
padta em toda a depnta\- 1 provincial- verdadeir
elemento de forca, para sa obter todas as medidas
reda cadas pelo districto ; e nio s deixou do
:-.- >;np:.!ia:.i' aus seus collegas, como os hoslilisou,
por luds os meios a seu alcance. Caso portao'O
anda V. S. nos benre com a sua confhnca, a mim
e a mea collega (fere-se to 8r. major Kaphael
de Mello Rngo) esoerque ludo far para quo a
lisia mcio-a obienba unanimidade de votos nesse
eollegio, e .me sobraiado o Sr. Ernesto Vieira na
ten'na um s voto.
Muito abrigado, Sr. Aogaato, peco-lbe eocarsci-
Jaaienta que nunca se esqueca de mim em taes
oecs.o3s, p is estoo convencido de que as oas
r. comraeadrOajJero sempre o masmo resultado,
e uierecaro do corpo eleitoral do 4* distrlc a
detida asi leracao.
Mal sabe o Sr. Augusto qae com aa soas circu-
lares modelos prestou me um relevaotissimo ser-
vico. ,
Qaanio aos seus satellites.....so me inspiran
corapa.xo.
Terminando estas poucas linbas, cumpre-me
sobretodo scienfi.'ar a todos os Srs. eleilore, ma h nraram com seus suffragios que uoo-ia es-
qoeoerai as provas de sympalb e eslinm qae
acabara de prodigalsar-me, llcando cerios ('.e qua
ladolempregarei para nao trah r o mandato, que
ma toi coafisdo.
Recife 9 de dezembro de 1871.
Ernesto Vieira de Mello.
Ac?ao meritoria.
O posso amigo o Ulna. Sr. raaj r J>s ThimiV:
res Machado ?ortella, digna trala da Exra Sr.
yije presidente Dr. Mancel Portella, tendo aifcr-
n.ido gratuiamtmte ama .-ua escraviobs no aani-
versifio do faliecimealo de sea osuraavel pa,
asaba de ,roceir da mesma trma cora a rnj;n9r
|Bo pretc Eloy pelo anniversano de sua fre-
s da tttii. O oroctditn-rato do. n^so amigo Sijn-
. por constty grande pane de fu
boa fortuna de escravos, os qjtaes Ihe sao iod%-
prsaveis para o trabalho de sea ageaho.
9
!



'



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0
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I

L


im
eJiarie de Pernamt>u Segunda /ira 11 dt Dezenik d* 'i871.
*
s

w

I
JQMMERCIO.
IMPERIAL
Cumpaiihia de segaros contra
fogo.
AGENTES
S. />. JOmSTON A C;
"ana da *euz*U-Hova a. 48
TilE ALLIANCS BMTISU A FOfiEIGN.
Life aad Pire Assurance-Company esubelecida
MD 1824. Capital 5,000,000
O* ajenies desta compauhia toraam seguro!
contra tugo sobre predios, gneros e fazendas t
pagm aqu nrejuizos devidaraente provados.
JRabe Schmettaa. A G
Corpo Sauto o. 15.
bruta
Segeos
conira-ogo
COMPANHIA
Capital.
Pando de reserva
1BI
20,000:000*000
. 8,000:000*000
Agentes,
Mills Lalkan C.
segu
Tito. I

0 C0NTRA FUGO
ivorpool & Lon .'on lob
lusjifaCQ Compitay.
Agentes :
Saaoders Brothers d C.
11Corpa Santoti.
Ident de carnauba em
dem dem em velas, .
Qt.........
Cfoosteocos......,
Colla.........
Coaros de boi, seceos salgados.'
dem idem espichados....
dem idem verdes.....
(den de cabras cortidos .
dem de onea.......
Docoe era calda.....
dem em gela ou massa. .
dem seceos .......
Espanadores de pennas grades .
dem pequeos.......
(era de palha.....; .
Este iras de carnauba ....
dem propria para forro ou estiva
de navio........
Estopa nacional......kilog.
Farinha de araruta......
dem de mandioca.....
Feijo de qualqer qualidade.

canto
kdog.
um
i
kilug.
<
duzia.
cento
436
763
4*360
588
entro
kilog,
maga
rs. por
posto a
DO HEGIKH 9 DE DEZEMBRf
DE 1871.
43 3 i/ HORAS DA TARfil.
CoUces officiaes.
As.-raMrbnuoiaiacri:ano regular 25150
!">Jvil.jJt
Asucjr-del|a!l6 WT u .r 15 kilos
bordo a Inte de 2o, e 5 00.
AUodaodo |' sorte 855 rs. por kilo.
AJkuJtj de Qovaaaa e Mamaugoape 1" sorte
BSS-r*. por kilo
AlgeaJule Macei t' sorte 033 r-. pr-r kilo pesio
a berdo a,f/ete de 7|8 e 5 0,0.
Cambii sare Londres a 90 dtv 24 3|4 d. por
por 14000, do banco, ne da 7.
Diu-sobre dita a 90 djv. 23 d., 24 7|8 d., e do
banco 24 3|4 d. por 1*.
Cambiosabr o Porto pagavel em Londres, a 90
djv. i", l|8 d. por I .
Cambio-sobre Pari/*.W div. 375 rs. por ranco,
do b^nco, ao dia 7.
a. (. Stepple,
Presidente.
, R J. Pinto,
Secretario.
um

kilog.
um
duzia
um
87*.
350
10*000
um
78i
2* ISO
48/000
24*000
12*000
16*000
12*000
136
6S1
92
MU
3*000
320
1*090
613
631
545
2*180
170
1*703
60*000
360
1*500
5*000
95*000
3*000
42*000
e*ooo
10*000
103
5*000
6*000
16*000
20*000
ALFANDEGA
Rendiraenlo do dia 1 a 7 .
Mam do dia 40 .
309:Q6i335
32:060*229
34I12U54
novlacuo da alfaude;
Volames entrados com ftzeodas 184
com genctos 585
;a.
Vstain-s sabidos
com
cun
(azendas
gneros
211
17
769
687
Descarregsm hoje 10 de dzembro.
Barca franceza Firmezavarios gneros.
Barca iag'eziWaluJiaf Tayne varios genero.
Barca iogiezaWillage Quemcarvao e michi-
tii.-rj j.
Patacho norle-aliemo Mane & Sop'ae vanos
feaaros.
Brigae ioglezll'-ir/bii//vanos gneros.
Paiacha ooriealtemi Avanceidem.
B-rca franceza Coligny idem.
Despachos de exportarlo no dia 7 de
dezembro.
Para os portos do extorior
No brigue nacional Fluminense, para o Rio
da Prata, iarregarara : Pereira Carneiro A C. 10
pipas cora 480 litro3 de cacha?* ; Balthar Oveira
A C. 303 barricas com 35,056 kilos de assucar
branco.
Ni esiuna portagueza Aguia, para o Rio da
Prata. carregou : P. M. Maury 10 pipas com
19,200 litros de caebaga. Para Montevideo, E. R.
RaDello A G. 50 harneas e 50 meias ditas com
11,161 kilos le aucar brauco.
Na barja ingleza Helen Fintaysin, para Li
varpool, carregaraw : Mili; Lailian A G. 485
saccas com 3 ,086 kilos de algoJo.
No navio inglez Canci, para Liverpool, car-
re tarara: Thoraaz J (Teiies A C. 88 saccas com
6.3 5 lelos de algo lao.
No vapor inglez Talismn, para Lverpio',
carrezarara Raba Schamaltau A C. 372 sacas
com 27.022 kilos da algodo.
Ni barca franceza Granville, para o Havre,
cai-rasarara: fiiset f.eres A G. 140 sachas com
10.094 kilos de algodo.
No brigue pertuguez Relmpago, pira o Por-
to, carregou : Rocha Lima Guimare. 115 saccas
coao 13081 kilos de algodo
Na gatera portaguuea Lisboa, pira o Porto,
carr-aaram : Parate Vano* 4 C. 5 b.rricas com
334 kilos a*sflcar branco ; Soares Primos 900 sac
eos cora 67,oOO kilos de assocar miscavajo.
Na barja portagaelW(ia, para o IVo da
Praa, csrregarara : Jo- Silva Loy> A Filbo
280 Barricas com 37,452kihs da a..
- N i navio mglez s, para o Canal, carrega-
ram : J ? da Suva L>yo A Filho 1,400 saceos
com 105.000 klos de asacar mascavado.
Na bar ja portugoeza Saphira, para o Porto,
carr.giram : GarvalhoA Nognaira5o5 saceos cora
41,0^5 kilos de aisuear mascavado.
Na barca portugoeza Corea, para Liverpool,
eirregaram : Thorau de Aqnino Foaseca A Fiihos
755 saceos com 56,625 kilos de da assucar mas-
cavado.
Para 03 portos do interior.
No pautbate brasileiro Jov-.m Aiikiu; pa-
Parto Aligre,carregaram : Oliveira Sobrinbos 600
JJW saceos c-m 4,500 kilos de assuear branco.
No biatt nacional Ripido, para o Rio de Ja-
neiro, carregaram : Araorira Irmos A C. 300 sj-
eos com 22.500 kilos de acucar braneo.
Na barca nacional Mimoa, para o Rio Gran-
de do Sal, carregou: Feliciano Jos Gowj 35
barricas e 65 meias ditas cd 8,030 kilos de ss-
sucar branco. .
ABELLA DOS PBBCdS DOS GNEROS Sl'JEITOS A DB
KE1TO DS ESPORTAgO. SHMAHA. DK 11 A 16 DE
DEZEMBRO DE 1871.
Mercadoras: Unidades.
Abanos........ duzia
Algodo era caroco .nn,_ kilog.
Fumo charOtos
dem garros.......
dem dem folha bom. .
Idee era folha, ordinario ou res-
tomlho.........
Idem era rolo o em latas bom
dem, ordinamourestolho.
Rap i
Gomrna de mandioca, (polvilho). t
pecacoanha (ratz).....
Angico (toros)......duzia
Caibros ........um
Enxams -..... ,
Frechaes........
Jacaranda (coucoeiras) duzia
Lenha era achas......cento
dem em toros...... >
Lindas e esteios......
Lour s (pranchScs).....
Pao Brasil........
dem do jangada......
Qoiris ......
Yinhatico costadinho de 25 a 30
aiillimetros de grossura. .
dem pranchoes de dous costa-
dos at 50 millimetros de gros-
sura .........
Ida ai taboado de menos de 25
millimetros de grossura .
Taboado divorso......
Tatajuba........
Travs.........
Varas pava pescar.....
dem para aguilhadas .
dem para canoas.....
Cavernas de sucupira(em obra)
Eiios da cicupira para carro. .
Melaeo........
Mei de abelha.......
Milho..........
Ossos. .
Palha de carnauba.....
Pec.hury........
Peoras de amolar .....
dem de filtrar......
Idera de rebollo s .
Pennas de ema. ...*..
Piassava.........
Ponas ou chifres de novilho ou
vacca.........
Sabo.........
Sal........., .
Sa'saparrilha.......
Sapatos de couro branco .
Sebo ou graxa enirama .
dem em velas. ......
Sola e vaqueta.....,
Tapioca.........
Unha3 de boi.......cento
Vassouras de carnauba .
dem de piassava ....
dem de imb. i .
AlfandegaJ ao Pernambuco,
1871.
O !.* conferenteCarlos A. L. de Souza.
0 t.' eoalerenla Slanoel A. V. Jnior.
Approvo. Alfandega, 9 de dezembro de 1871.
Paes de Andrade.
Conforme.Joaquim Tertuliano de Medeiros.
R'iCEBEDORlA E RENDAS INTERNAS
GERAES E PERNAMBUCO.
3 aumento do dia 1 a 7 10:870*929
Idem do dia 9...... 4:318*116
duzia 144OOC
96*000
kilog. 33
urna 6*00C
duzia 2*400
c 65000
orna fcOOO
3*500
par kilog. 16*000 33
'320
f 68
i 16
mullios 1*000
kilog. 817
31
> 16
> 34
4*796
molbos 160
cento 2*800
kilog. 348
10
i 2*043
par 800
kilog. 340
i 476
> 1*200
204
cento 380
duzia 768
* 1*200
> 960
de dezembro de
Hovro-Bifca fraoseza rtmrtlle, capitio HazoB,
carga golo, ejoatros gt>uroi.
Ilia-Grande do Norle-Pataelm norte alUmao Al-
H)ii4capU') Sca*d, niaitro areia.
Nadas entrados na dia JO.
Aranaty5 das, hiaM nacional Deus tt Gutrde\8
155 lon^Mas. oapitao Manol Feraandes Jale?,
' f 'laipagem 7, carga algodo eoutros gneros;
Barlbolomeu Lourenco.
Bahia8 d:a, paach) nacional Perseverante, de
231 tonelada?, capitio Manoel Anjanio de 8oaia
OeUrao, eqaipagam II, eaT?'fWrtutes gene-
ras ; a Manop.l Teixra Basto.
Montevideo-4} dias, patacho nacional Bom Jess,
de 170 t rabiadas, capftao Manoel Toralo do
Nascimeoto, equipagem 9, earg* 3.200 qulntaes
hespnhes de carne ; a Lf yo A F*ho.
Porto37 dias, brign portnguez Unio, de 148
tonelada, capitio Antonio Jos Pereira, equipa-
gem l, carga vlnho e oniros gneros ; a Soares
A-Primo.
Barcelona58 dia, sumnia hespjnhala Carmen
de 94 tonefada, eapitao Malo'Pages, equipa-
gem II, carga vinbo e onlros elTeitos ; a Perei-
ra Carneiro A C.
Rio de Janeiro10 da, birea franceza Tamauli-
pas, de 203 toneladas, capillo F. Sietout, eqai
pagem 11, em. lastro ; a Thomaz Jelferies A G.
Rio de Janeiro27 dias, barca .norneguense Stella,
309 tonelada', capitao I. osen, equipagem 11,
em lastro ; a Lidsiooe Hobilliard & G.
Liverpool 33 das, barca ingleza Fellppine, de
295 loneladas, capitao Hsnry N. Banks, equipa-
gem 11, carvo e outros g*neros ; a Braga
Son & C.
Ntcios sahiits no tnettno dia,
Rio de JaneiroHiate nacional Jt'fjrirfojeapilao An-
tonio Gongaives Lima, carga asiucar.
Rio da PrataBrigue brasileiro Fluminense, cap-
lio Antonio Vtcenle Jnior, carga as-urar
Rio Grande do Norte'Brigue inzlez Jaid of Uta-
nioern. capitao Ghaddock, era lastro,
lianalBarca franceza Alexandre, capilla Band,
carga algoJo e assucar.
Mamanguape.'auer naeisial ilandali, comman-
taate J. G. da Silva, em laslro.
103 M'cuelvWekno ttenoOdo L-sa.
104 Manoel Antero Muiros Fprtido.
o Maacel E'teltita Caralcaoie Pesio Jnior.
06 Mslbiaa. Carlos de Araojo Uaciel.
M Manoel de CarvaUto e Sooza.
I8 aple JoSia&xA* livetra,
09 O jilon da Cuaba.
10 Pedro Celesiino da Souza Macidra
] 11 Pairo Vicenta Vianoa.
,, \*Waa*<*'o Antonio da Racha Lim#.
113 I'.nno Augusto da Almeida Jumor.
114 Sanirao Ximana* da Ol.n-ira Maie'.
13.Sdb.uiao Elias da Roa e Silva..
lio S JI7 Sindulpho Ghelodon.-o C. d'Asnmp;o S-
o Sofronte tntiq-unin da Paz Pwtellk.
19 Thodoro Altes P^chuco.
120 T.rianno Un M 1 Jl Tomaz Landra
121 Terenrii Praocisco do Eipirito Srato.
1-3 Timoleo Peres de AUtnqcerque Maraalia?.
Ii4 Vicenta da Fria.Gorjio.
1*5 Vitorino Peteira'Mala Vinagre.
eslrangeirm, com o capital de
lo nacionaes ccwso
15:000*000.
Secretaria do tribunal do comraerek> de Peinara
buco 7 de dezwtbio da tl.
0.o3k'lal-naLr,
Jolio Guimare.
A mesma secretoria faz igualmente publico qoa
foi inscripto no litro competente como eorreior
mairicnlado da pract de Macelo o 8r. Amefit)
Aello Firiniano Ca l.'orass.
Secretaria era w. supra. /
O < fll i j! na a i o r,
Julio Gaimarie.
BELARACOES.
ECITAES

13:215*245
Perante a cmara munfripil dasla cldade
estero em praca nos dias 7, 9, II, 12 e 13 do
correa!.' para :er arrematada por quera menor
preco bIT.-recer, a obra da construccao de 21 pa-
res de catacumbas para adultos e 20 para pr-
vulos e 3 pilastras da que uecessita o cemiterio
publico desla mesma cidade, oreada na quantia
de 6:369* : aquellas pessoas qne qnizefcm arre-
matar a dita obra habilitem-se na forma da le.
O ornamento da obra acha-se na secretaria da
mesma cantara, onde ser facultado ao3 prelea-
ddnles.
Pa?o da cmara municipal do Recie, 6 de de
zembro de 1871.
Iznaeia Joaqniq da.Seuza Leao,
propresfaente.
L:uracfo Bezufra Garneiro da Gonha,
' seereiarin.
CONSULADO
rlendimento do dia i a 7
dem do dia 9 .
PROVINCIAL.
. 28:006*637
. 6.347*833
34:354*484
llura em rama ou era lia. v.
Carneiros vivos....., nm
Porcos idem..........
Arroz com casca. -kilog.
idem descascado ou pilado
Assucar branco......
dem mascavado.......
dem refinado.......#.
Gallinhas........ama
Papagaios....... >
Azeit de amendom oa rnen-
dobim.........litro
fdem de efleo ...... i
idem de mamona. ...
Batatas, alimenticias. .... kilog.
Baunilha.......
Bebidas espirituosas efermeatodas:
Agurdente cachaba. .... litr.
dem de caima.......
dem genebra...... .
f dem restilada.....
Ideo alcool......',
dem cerveja .
dem vinagre ... .
dem vinhe de caj-
Bolacha fina. comprehendido3 os
mscottos., ....
dem ordinaria, propria para
embarque........
Gaf bom .
dem escolha oa restolho .
dem torrado oa raoide. _, .
Cal branca........
dem preta.......,a
Carne secca ( xtrqne ).
Garvao vegetaL.......
Cera amarella. ......
Valores
300
238
488
4*000
2*000
68
177
230
135
436
37
673
525
156
: I
PRACA DO RECIFE
SI 9 DE DEZEMBR DE 1871 AS 3 HORAS DA TARDE.
BEVI9TA EHAML.
CambiosSobre Londres ellectuaram se tran-ac
Coas nanearas a 24 3/4 a particulares da 24 7/8 a
25 J. por 1*. Seudo o total Jos saques de -___
150,000.
AlgodoO de Pernambuco escolo.''*a regu-
lar vondeu-se de 730J a 8* por arroba oa 13
kilos.
Assucar.Ven Jan-se o branco da4*200a4700
o sumen, s de 3*6.0 a 3*900, o mascavado our-
gido di 2*700 a 3*. o bruto de 2*100 a 2*200 e
o americano de 1*900 a 2* por arroba.
Agurdente.Vendeu-se de 60* a 62* por pipa.
Couros.Os seceos e salgados veuderant-se a
270 rs. por libra.
Arroz.O pilado da India vendeu-se a 2*200
por arroba.
Azsitb-docbO de Lisboa vndense a "2*800
e o do E-treti a 2*700 por galao.
BACA*.H>.Vendeu-se a retalho de 14*000 a
16* por barrica; lijando o deposito supndo com
10,000 quintaes.
BatatasVendeu-se a 2* a arroba.
Bolaghimias.dem a 5* a barriquinha.
Cafb.Idera de 8* a 9* por arroba.
Cha.dem de 1*600 a 2*600 a libra.
Csbvbja.Idera de 4*000 a 8*000 a duzia de
botijas ou garrafas.
LocgAVendeu-se a ingleza a 400 por cento
de premio sobre a factura.
Mantbioa. A ingleza vondeu-se a 800 rs. a
libra e a franceza a 680 rs.
Masas.Vendeu-se a 7*500 a caixa.
Oleo dk lixhaca.dem a 2*200 o galao.
Passas.dem a 8*500 a caixa.
Presuntos.Idera a 16* a arroba. *
Queijos.Os Ilamengos venderam-se da 2*200
a 2*400 cada um e o prato a 600 rs. a libra.
Sabao.Vendeu-se a 170 rs. do inglez por libra.
Toucinho. Vendeu-se o de Lisboa de 11*000
a 11*300 a arroba.
Vinagre.O de Portugal vendea-se de 1205 a
125* pipa.
Vemos Os de Lisboa venderam-se de 200*
a 240*, e os de outros paizes de 187$ a 235* por
pipa.
Vblas.As de composico venderam-se a 580
rs. o pacote de 6 velas em libra.
Fuetes.Do algodo deste para o porto da Li-
verpool, a vela, id. por libra e 5 / e para o Ca-
nal a 1 1/8 d. e 5 /. e carregando na Parabyba
para o mesmo porto al 1/8 d. e 5 % Do assucar
d'oai para Liverpool, a 23/ por tonelada e dos por-
tos vi olios a 45/ por tonelada; e d'aqoi para o
c.mal a 60/' por tonelada a dos portos prximos a
61/6 por tonelada.
Permite a cautara municipal da.-ta cidade
estirao em praca nos dias 9, li, 12 e 13 do cor-
rene para ser arrematado por quem menor preco
offerecer a obra de construccao de um telneiro
para servir de maladouro da fregaezta do Poco
da Panella, a valia lo em n. 4:422*000.
As pessoas que pretenderen) arrematar carp
r i;vii no pa;o municipal em es referidos dia'
muoi tal d: llanca.
Paco da caara municipal do Recie, 7 de
dezeinoro de 1871.
Ignacio Joaquim de Souza Lea),
Pro-presidente.
Looren^o Bizarra Carneiro da Cunln.
____________________Sjefetario._________
Faeadade de Diteito
Do ordem do Exm. Sr. director f*c > publico a
lista dos emulantes que se hibilaram era lingua
nacional para a priva, que deva comegir no dia
11 do correte as 9 horas da manha.
Secretaria da Faculdade Je Direito do R;cife, 9
de dezembro de 1871.
O secreta-io
Jos Honorii B. de Xlenezes.
1 Alfonso Jos de Mendonca Jnior.
2 Aflonso Ondense Riticiro de Souza.
3 Antoaio de Arruda Beltrao
4 Antonio I), de Oveira Reg Nctto.
5 Antonio Marques da Silva G'jimares
6 Antonio Sergio Lopes Lima
7 Argcrairo Alve. Arxa.
8 Augusto Cezar di Andrade
9 Alexandrino Das Guimaraes.
10 Alfredo Moreira Gomes.
11 Antonio Jos Freir.
12 Antonio Pinheiro Lobo de Menezes
13 Antonio Ignacio da Silva Jnior.
14 Asceodino da Silva Villar.
15 Alfredo Abdon de Loyolla.
16 Bernardo Antonio de M-Ldjm;i.
17 Carlos Samuel de Araujo.
18 Casimiro dos Reis Gimes e Silva.
19 Cynllo Osorio Porphlrio.
20 oaetano Estellita G. Passoa Jnior
21 Cesario Antonio Cardoso Ayres.
22 Constantino da Silva Tavares
23 Daniel. Oveira Barros de Almeida
24 Deodato Catino Villela dos Santos.
25 Deomedes Goacalves da Silva.
26 Eielb.Tto Q cii da Costa Campello.
27 Egidio O-oio Porfirio da Matta.
28 Ernesto Marq es da Silva.
29 Euclides de Aquino Foneeca.
30 Francisco do Reg Barros e Araujo Jaulor.
31 Francisco B Mho de Andrade Jonior.
32 Francisco Jos de Araujo Mello.
33 Francisco de Salles Rlbeiro Campos.
34 Pablo Gabral de 01iveir\
35 Francisco Cona de Araujo Vsconcellos.
36 Francisco Marquas Camaebo.
37 Francisco Soares da Silva Retumba.
3S Eraneisco da Assis Brillo Jnior.
39 Francisco de As3is Rosa e Silva.
40 Francisco Manoel de Oveira Buarque.
41 Francisco de Assis 8*zerra Junicr.
42 Franci-co Muniz da Silva Ferraz.
43 Fabio Aastrleliano Moreira Temporal
44 Fraocisco Pereira de farros e Silva.
45 Fraaciseo do Rege Tutean1) de Brillo.
46 Fellsberto Elysia Bezerra Monte-Negro
47 Gregorio Maga Borges da Foneeca.
48 Gnilhermino Vieira da Gunba.
~ Na porta da casa em que mora o juiz de p;z
da .-tg.iezia da.Boa-Visu. capit. Joo Franch-
n Aniunes van a praca 4 cadeiras de guarx,icao,
urna raarqueza, nma mesa redondo, um par de
consol w, urna comund grande, 2 cadeiras da
bracos, um rtlngio da parede. os quaes beos fo-
ram penhorado a J.aquira Gon{alves Coelho por
execiioao da Pedro Alfonso Rigaeira Pmlo de Sra
za ; os q?e pretenderen! comparecam no mesmo
ajar no dia 7 de^dezembro as 4 horas da tarJe.
SAMA CAS* DE m5ERlCRDA DU RE-
CIFE.
A junta adminisirativa da Santa Casa de Mise-
ricordia do Itecife, precisa contralor o foroecimen-
to dos gneros abaix.) declarados, que tem de con-
su'nmiriijJoi os estibelrciinentos'pos sen jar-
go dw mezes d( Janeiro a marco do anno futuro
de 1872. Recibid para ato propisla na sala de
snasessoes pei 3 horss da tarde do dia 14 do
correle :
Aletrl3, kigraramo.
Dito da iiarrapato, idem.
Agnardrate, Hiera.
Bacalbao, kilogranmo.
Batatas, irttin.
Cb hysson, dem.
Dito pret.i, dem.
Caf em gra, idem.
Carao ieee.1, idem,
Cbala.-, Cuito.
Parraba de mtndicca da terrra, litro.
Fnmo do Rio, kilogrmrao.
Feijo mulallcn-i, Hlro.
Fareilo, sanca.
Gsz, lata.
afilio, sacco-
Manteiga franceza, kcgratnmo.
Sabao, idem.
Sai, litro.
Tapioca, Idem.
Toneinho, kilsgrammo.
Velas de carnauba, idem.
Velas stearins, dem.
Vinagre, litro.
Vinho e Lisboa, idem.
D:to_branco, idem.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cifa, 5 de dezembro da 1871.
O escritao,
Pedro Rodrigues de Souza.
SANTA CASA DA HlSLRIuORDlA DU
RECIFE.
A junta administratlta da .anta casa de miseri-
cordia do Reclfa preelsa contratar o forneeimento
de pao, bolacha e assucar que h:nverem de eon
sumir todos os estabelaciraentos pos sea cargo,
inclusiva o azylo da raendicidade, no trimestra.de
Janeiro marco do anno faluro de 1,872. Recebe
proposta na. ala de suas sessoas pelas 3 horas da
(arde do dia 14 oo correaje.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re
derde dezembro de 1871.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza
AS II HORAS DO DIA.
0 agenta Pinto far lfllaV>, a mandado do Illrn.
r- ur.Jojida orpkos i rejuerimet:to de Seraptao
de Millo Carneiro, curador do desacisado hn Joa-
quim iLbeiro, da a-a e terreno cima
d" (airie) perieucees ai mesmo Sr.
leao ser ediTecIudo no e-criptor o
no gema rna da Croz n. 38.
lilil AO~
DE
Ciixas oom batatas
f; HOIE
O agenle Pestaa far leilo, por canto e risej-
de qoem pertencr, deeaixja com excoNentcs ba-
aias, lijj"-, s 11 horas da loinhaa, ni pcrtajdo
armazem do Annes, defronla daaifandega
ARITIMOS,
Bit) 4.8 Janeiro
Esrrfra-se. a todo, o momento o. brigue nacional
ISAbrlyO qual oir com brevidade para o porto
cima, lera parte da carga j engajada : psra
resto que he falta trala-sa com os coosignaiarios
Antonio Lolz. da Oliveira Azevedo & C., ra do
i! >! i J..-U- n. 57, 1* aodar.
vapor.
COMl'ANHU PERNAMBCANA
DE
Navegando costara por
Mamaoguapc.
L O vaper Coruripe, com
mandante Silva, segni
para i porto cima nc
dia 12 do correute as ;
horas da tarde.
Recebe carga, encom-
raendas, passageiros e dinheiro a rele al as
horas da tarda do dia de sua sabida : ascriptoric
ao Forte d-t Manos n. 12.
(3v)nsutad> provir.ciyl
Por esta repsrlicao couiega a recebar se no dia
l da dezembro vidouro o impasto da docima ur-
bana e o de 5 0rj sobre as readas dos bea3 de :or-
pora^oe* de niao mora, rela.ivos ao primeiro se-
mestre do presente anno linraceiro de 1871 a 72,
correado d'ani o praso do 30 dias para esse paga-
mento sera dependencia de molla.
Consulado proviueial, l u> nvenibro de 1871.
O administrador,
A. Orneii-o M'Chado Rins.

pr
V

SANIA CASA DE MISERICORDIA UU
RECIFE
Peranle a junta administrativa desta Sinta Casa
vio a prag pela renda annual ifa quantia de 600
o primeiro e segn lo andares do sobrado n. 3 da
rna da Madre de Deu., pelo terapo a contar de
hoje at 30 da Onho de 1871, obrigaodose o ar-
rematante a fazer nellea os concertos da que pre-
cisarem.
Os preten 'entes poderlo para isso comparecer
quarta-feira 7 do correte, pelas 3 horas da
tarde.
Secretaria' da Sania Casa de Misericordia do Re-
cife, 5 le dezembro de 1871.
O ejcrivao,
_________________Pr-dro Rodrigue? da Sonta.
Por mandadi da Iilm. Sr. Dr. juiz municipal
da Ia vara, o porteiro dos audilorios vender em
hasta publica no dia 12 do cqrrente mez a 1 hora
da tarde III saceos com milho, os quaes esio no
trapichado Cunlia, e 60 ditos do dito que estao
no armazera daSerra Chu]ure AlC, sendo que
incipiar a arrematado no trapiche do Cuaba,
Andar no rmate ti Chuquere & C. Convidam-
se tos pretenr entes coaiparecerem no dia indi
eado nos referidos lugares x.minarem os refe-
ridos saceos com milho, os quaes farara arrestados
por Joaquim Giralda de Bastos ao sea develor
Antoaio Caetaoo de Oliveira ; ujos sa:cos tem a
marca A. C. 0.
Ara ca y
gSegue oestes das o hiate Flor do Rio Grande :
a tratar no Gomes de Mallos Irmaos, ra do Yi-
gario n, 26.
COMPAMHX1
DAS
Mescegaries maritmes.
At o dia II do correnle mez espera-so da Eu-
ropa o vapor fraacez Gtronle, o qual depois da
demora do cosame seguir para Buenos-Ayres.
tocando na Baha, Rio da Janeiro e Montevideo.
Para condigoas, fretes e passagens, lrata-se m>
agencia, ra do Cummercio n. 9.
No dia 12 do correnle mez e.spera-se dos por-
:os do sul o vapor fraocez Sindh, eommaodao'.e
Massenet, o qual depois da demora do costurae se
guir para Bordos, tocaudo era Dakar (Gorej
i Lisboa.
Para coodiroes, fretes e passageo?, trata-se oa
agencia, ra do Comiuercio o. 9.
movis e objectos de esenptorio
CONSTANDO DE
Urna grandi secretaria com armario, 1 elaoli*"
de jacaraod envidrtgada tata tea-naana. arma-
rinj com partk'eira, 1 4|a cem caixts da papelao'
I balea li -.j, ear|rt(islpa.ra I e 2 pess a?, I bur-
ra prnva de fdgi, 1 prna a#ra apartar paBos, 2
arai:.cO-s para jjraadaj, 2 pandes raezasoitra fa-
zenda-, 2 eran.tl dentro, e urna baUnca, decimal
Um |Q*M meza, reianUa. ce jac'Mttd^Wl relo-
gio, 2 Cadaw-M nibalao^o, 1 inpaftalar3.com-
modas, marqnezas, meza?, cadeiras, lavatorios,
castices, mappas e muitos onlros objectos de es-
cripturio :
Quinta-feira 21 o corrente.
As 1 f horas em ponto.
Schipheillind AC, tea lo liquidado toa casa rom-
marcial, far leilo vrintervenco do agenie Pinto
to do< obj-eos a'.iina descriptos, existentes era
seu esenptorio a ra da Cruz n. 42, 1* andar.
VISOS DIVERSOS____
Antonio Victorino da Rocha julga na la da-
ver Beata praca, a se alguem .-e julgar stu eredor
por qualqner titulo se aprseme na ra da Goia
n. 20 para ser Immeiiatamente pago, ist) no pra-
so de 4 dia?, fiados os quaes nao se responsabilisa
p.-r qualquer d>bito. Rrc.a 2 de dezembro do
1871. ______________________
Atkvco.
Ven le se urna casa terrea ra do Visconde de
Goyanna, ha poueo reedificada : a tratar na ra
do Crespo n. 12, 1* andar.
O capao C. Kelly precisa tomar a risco mar-
timo a quant.a da cinco a seta contus de ris ;o-
bre o patacho iojilez Cardgem e seu frete de Ma-
cei, para um pono no Reino Unido.
A receber*ordens sendo a dita quantia precisa
para effecinar os reparos necessari >? nu iueexo
navio para poder seguir sua viagera d'aqm para
Macei e d'ahi para nm porto no Canal.
Os prelendenles dirigirn suas propostas nm
carta fechada, ao coasulado britnico al meio
dia de 12 do corrente.
RIO DE JANEIRO
O patacho nacional Esfrtga est com seu car-
regaraenio completo, deve sabir com omita brevi-
dade, apenas recebe escravos a frete : traiar
no escriptorio do Palmeira, largo do Gorpo Santo.

COMPAMM


kilog. 476

M0V1MENT0 DO PORTO.
Navios entrados no dia 9.
Montevideo31 das, sumaca hespaobola Pacp do
163 lon-ladas, capital Flix Porta, eq a i pagem
11, earga 3,800 qnintaes hespanhoes de earue ;
a Bailar Oliveira C.
Bahia17 das, hiate portnguez Deligenle, del 140
toneladas, eapi'lo Io Miria da Triodae, dqai-
pagem 9 carga 9,992 arrobas de cama ; a Amo-
rito irtnaa & C.
Mamaoguape14 horas, vapor nacional Manph,
de 22 toneladas, comraandante Julio G. da Silva,
e ]rpagana 17, carga algiio e outros generes,a
a Coopaahia Pernambacana.
Aracaiy17 dias, hale nacional Flor do Rio
Grande, de 62 toneladas, capitao Miguel Jos da
Costa, equipagem 6, carga atendi e outros ; g-
neros ; a Gomes da Mallos nanao.
Sabia21 dias, brigae norte allemio Burgeiffii
, ter Stuve, de 230 loneladas, capio E. Moas.
e^u'pagara 7, em ltiro ; a Raba Sehamatlou
A C.
Navios sahidos no mesmo da.
Portos.do norte Vapor americano 6. Jacuyho,
commaodante Aikios, earga dillereoies ge-
17 nsros.
a-Brigoe porioguez Colette, capilo JosdJa-
nutri da Cost, carga assucar e onlros ge-
442 ero.
300
330
300
337
600
300
60
204
476
44
z
49 Gustavo Olynpio de Mondonga Fonloura.
50 Hjnrique Stepple G Lima.
V

51 Honorio Barros Wanderley.
52 Hermino Mariins Curcello.
51 H irero de Fretas Oliveira.
54 Jacniho Ros da Paola Soares.
55 Joo Candido da Moraes Reg Jnior.
56 Joao Carlos Golzta.
57 Joo Evangelista Carneiro da Cunha.
53 Joo Monteiro Peixoto.
39 Joo dft Reg Barres. .
GO Joao Ftrelra 4a Silva.
61 Joo da Silva Mello.
62 J. 61 doo Lipes Ferrelra Filho.
04 Joaquim Jos da Silva Snliag\
65 Joaquim Monieiro Dioiz.
66 Joaquim Olympio le Paiva.
67 Joaquim Pereirade Mello Moraes.
08 Joaquim fiernandes da A'buquerque.
69 Joaquim Alv.es Lobao Veras.
70 Joaquim Bo(nem Bom Pessoa de Mello.
71 Jaciniho d'Assutnprr Paes de Mendonca
72 Joas da Seuza Taveiro Moreira 1
73 Jos CordeiroAlvIm da Silva.
74 Jos Cnperiino Dantas.
75 Jos Flix Garcez.
7G Jos da Foneeca e Si va,
77 Jos Joaquim Coeiho Je Freis Hanriqaes.
78 Jos Maooel Cavalcante de-:mei4a.
79 Jos Mauriio de Torres Temporal.
80 Jos de MeodoDca Mallos Moreira.
81 Julio Pereira de Carneiro.
82 Jos J. Castho Branda.
81 Jos Mara Corroa das Xev,
84 Jos Pedro fle Almeida Perl
85 Jo:c 3onifaio: da Sila Ca
86 J,s CalistraioCariilQi de'
87 Joventino-Plyiarpo Alves _...
88 Jos Paulino de Brillo Araujo.
89 Jos Marcelino da Roza e Silva.
90 Jo- Cario da Slta Guimaraes.
91 Lourenco Justimaoo TaVares e flollaoda
92 Lu z G miaga da Almeida Araujo.
91 Luiz Francisoe da Coala,Ferreira.
94 Lu z Antonio Marqoes da Suva Guimaraes
95 Maooel Eugenio da Rocha Samico.
96 Manoel Piolo Dmaso.
97 Maooel de BarfM Barrate Filho. ,
98 Maooel do Naacimesto Gaslro e Silva
99 Maooel Octao7afGu9de3 Nogaeira. i]'

100 Manoel Balraazar Pereira Diegas.
101 Malaqnias de Lagos Ferreira C. Jaolor.
102 Manoel CamllloFerreira Landna.

Sao coovidadoi os Srs. accionistas dasta
corapaaaia a reanirm-se em *ssembla ge-
ral xtraordiaaria no dia 13 do corrente
mez para iratar-se d- negoebs argentes, .i
qual lera lugar as 1-2 horas do dia cima
mencionado do escriptorio de suas sessSes
roa do Cabug d. 1(.
Itecife, 9 de dezembro de 1871.
O secretario.
Jos Honorio Bizerra de Menezes.
Santa 'Jasa de Misericordia
do xecife.
A Ilion, junto admwistfatita da santa casa de
misericordia do Recita, na quiata-feira 14 do cor-
reare, pelas 3 horas da tarde, tara de contratar o
forneeimento dos medicamentos qne honter de
consumir a botica lo bosplial Pedro 2* no trimes-
tre de Janeiro a marco do anno tutnro de 1872,
tendo referencia aquella dos licitantes que maior
abatiraento fher sobre 03 presos constantes do
mesmo reccituario, que podtr ser consultado nes
la secretaria. -^ ^m ^.
_ Secretaria da Sania Cata da Misericordia do Re
cife 9 de dezembro de !8J1.\
O Escnvao,
_________________Ptiro Ro-ijuet de Souza
aiita "casa di nfcrteordia do
Rccife.
A jftw administrativa da santa casa da mise-
ricordia de Recifa precisa contratar o forcee i men-
(o de earne verde que bouvetem de consumir os
estaoelecimebtos pos a sea rgo, inclusive o
asylo de menJicidaie, oo trimestre de Janeiro a
marco do anno fu'.uro de 1872. Re:ebe propos-
tas na sala de suata*s^es pelas 3 boras da trde
do dia 14 do correnle.
Secreta/i da-Sania Cata de Misericordia do
Itecife, 9 d dezembro de 18M.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
PAB1
0 PORTO
Espera se do Rio de Janeiro a veleira e bera co-
checida barca portugueza Claudina, que seguir
com brevidade para o porto indicado por j ter a
maior parle da carga engajada ; para o resto e
passagelros, aos quaes offarece ricos e excelient-??
commodos, trata-se com Cunha Irmos A C.,
ra da Madre da Daos o. 34.
iVa Liverpool
A barca portagueza Corea (chsse 5|6 A 1, 1,
recebe algadao a frete para completar seu earre-
gameoto. Trata-se oa ra do Vigario n. 19.
Manoel Riber Bastos.
D. Deolioda Mara Ribein Basto- agradece cor-
dialn.enle a todas as pessoas que se dignaran
acompanhar es restos rr.ortaes de seu serepre lem-
brada marido Manoel Ribeirn Basto?, atilm como
junta admini.-traliva do Hospital Pi.rtcguez da
Beneficencia e a irmanad<> da ordem terceira da
S. Francisco ; ao meaioo lempo convidaos seus
amigos para assLsiirr-ai algumas inissas qne man-
da dizer no stimo dia, a qual tera lugar qnarta-
fera 13 do corrente, as 7 1 horas da nianba,
no ceraiterio, e desde j fica sommamenie grat.
Aluga-se urna casa propria para g'aode fa-
milia, em Caxang : a traiar ra Passageo da
Maglalona, ra d- Pas-and n. 35.
Cas:i em O;da
Aluga-se a casa n. 27 da roa de S. Pedra Mar-
lyr, do dons antares, oom quintil, bella vista,
fresca e commodos para (imilla : a fallar no li--
efe na da Cadeia, hoje iLiqutz de Olinda, n. 53,
leja de chapeos.
Gabinete porcnguez
de leitura.
De ordem di Illm. Sr. presidenta do eon-elfia
deliberando onvido aos membros do mesmo en-
selho i se reonrem em sessSo ordinaria qu.-na-
feira 13 do correte, as 6 horas da larde, na sala
rfas respeciivas ses oes.
Secretaria do cooseibo deliberativo do gabinete
portjguez de leilura era Pen:.mbuco, 9 de de-
zembro do 1871.
Antonio Augusto dos Sanios Porto,
______________________1* secretaro.
Aluga-se a casa n. 23 da ra do Cont da
Boa-Vista, outr'ora Formosa, senlo o pavimento
terreo, primeiro andar e solea, Indo com mcilo
bons conpiodos: quera pretender dirija se roa
da Aurorin. 3, 2o andar, qna achara com qoem
rajar_______________
Recebe-se, noa arredores desta capital, para
pastarem simplesmeLte, sendo a horas coovenieu-
les, pealados, recoIbWos, ou para serem sempre
tratados em estribara, cavallos ou burros at um
eerto numero; garante-se a fhundancia e boa
qualidade de pasto. Dispe-se, para os aniraaes
racionados ou recolhidos, ue boa baixa da capira.
111 abundancia de agua corrente para bebida e la-
vagem d.s animaes : na ra Direita n. 127, 2'
andar, entrada direita, dir-se-ba aonde e com
qoem se traa.
Massa
LEILOES.
LEILO
DE
PREDIOS
A SABER :
O sobrado de 2 andares da ra da Compa-
nbii Pernambucana n. 20, (outr'ora ra
do Co ta n. 6) t do oa metade.
Urna casa com port3o ao iado na roa das
Crioola* n. 29 (Capanga Nova.)
Um terreno cora psquena casa dentro n. 20
com 60 palmos da frente e 300 de fondo,
com aiieerces para 3 casas na frente, e
oita > para a ra das Pernambucanas,
jonto casa da venda, 2 casas terreas
n. 22 o24 na roa das Pernambucanas jun-
to ao terreno cima.
HOJE.
A*S H HORAS
Por intertencao do agente Pinto, em seu escrip-
orio, ra da Cruz n 38.
fallid de
IrrnSlA
Fiuza &
Os abaixo assigoados, admmisiradoret da m -.-i
fallida de Fiuza A Irmao, convidam aos eredores
da mesma para, no prazo de oo dias, a contar
da dala d'este, apreseolarem os sens tilulos, atim
Je fazer-se a classilicacao de que trata o arl. 859
I i uodig) do commercio.
Cidade de Mamaognapo, 7 de dezembro de 1871.
Manoel Seve Filho.-
_________________Jos Flix do Rfgo Barros.
ompanliii ludemuisadow.
Epa cumprimenlo do disposto no art. 19 Jos es-
tllalos da mesma companhia, sero vendidas 45
Je suas ?ccoes em tres lotes, sendo :
Um bilhete de 15 iccOes de os. 116 a 130.
Dito de 20 ditas de os. 241 a 248, 646 a 650,
971 a 980.
Dito de 10 ditas de ns. 931 a 940.
Os preteodentes devero dirigir snas propostas
por intervenco de corretores geraes at o dia 19
do correte, ao escriptorio da dita companhia, ra
do Vgario n.4.

Tribunal do commercio
Esto secretaria faz publico que f orara ach vados
na forma da lei:
47 intrato de sociedade de Rodrigues A Cardoso,
da qual azaro parte Jos Rodrigues Canario e
Francisca Cardoso de Cimas, ficaodo o ex-sooto
Cnhoto de possa do estabelecimento e raspoosavel
pelo passito, e retirando-se o ex-aotio Carloto
competenlemeote pago e satisfeita de sen cata
e lacros.
O contrato de sociedade de los Vieira de Si
queira Ferraz e Anwnio Jos Pereira, associados
nesta cidade son a firma Ferraz. & Pereira em nm
estabeiecimanto de gneros solidos e lquidos, taa-
-
IMAl
DA

Grande casa terrea n. 11 da rna de Santa 'friera-
za (em Olinda) com 91 palmos de frente e 88 de
fondo; com nma meia agna pelo lado 4o sul,
com 177 palmos de frente e 23 de fondo, gran-
de pombal no mesmo correr com 66 palmus,
quintal granda e lodo murado, e um grande vi-
veiro.
HOJE
A's 11 boras.
Por tatervencao do agente Pinto, em sea escrip-
torio a rna da Croz n. 38.
[O
io Paito da
al part
LEILO
Da casa em que mora o desembargado*
Castodio Gaimar5es, ra da Conquista n.
4, furtaram um re gio d'oura patate Suis-
so, descoberlo com urna correte tambera
de ooro, maitofioo, e que tem doas peritas,
turto ste commettido s "!0 horas do dia 9
do corrente mea, deniro de um quarto de
vastir.
A' polica se recomienda a ai prehenn-i
do tarto e do larapf, mUrtt como a qualqner
pessoa a quem ditos objectos forera ofLre-
cidos, sendo generosamente recompeasada.
Mua
casa dos arcos, sita Cum Forte
arte do terreno acuito na estrada do
Jp'aial, em que se acha aclaalmente per-
^iodo de mataotro.
Hoje,
fallida'ie Tneodoro Ernesto de
^*Ca9tro.
Oa abaixo a-signado-,, adminislradores da ma-sa
fallida de Tbeodoro Ernesto de Cairo, coUvilam
aos credores da mesma para ni praso de oito dias,
a contar da dala ueste, aproseniarem os seus li-
lutostllm de fazer se a caasiQcac-aj de que tra-
ta o Irt. 859 do cdigo do commerciu.
ida le de Mamangnape, 7 de dezembro de 1871.
Maacel Se Fdo.
ifarroj.
fla raeiaida-
r, ou s para
Precisa-"se
He para cozl'nlnr
cozinhar : na roa da Cadeia
Precita so
arta lora bypo-
_ deM0#OO0 a .
theca em nma escrata e pelo lempo de 4 mezes:
quem quizer dar anouncie para sef procurado.
" '
--------......um. VTT
----------


Dar** d Vr&K>j*iiLO* Segunda leira 11 it Dezembro* ic 1871
ae
ERNESTO & LEOPOLDO
N. 2 D Ra do Cabug N. 2 D
Acha-se montado de forma tal este estabelecimetrto de jotas que pode
vender aos seos numerosos fregoezes em grosso e a retalho e por presos
mu resumidos visto que recebe de conta propria por todos os vapores de
Eoropa. O gosto de desenho de suas joias o mais lindo do paiz das
modas, curo de lei, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, robins, perolas,
turquezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto
para igreja como para servico domestico. Convidamos as Exmas. familias
a visitarem o dito estabelecimento todos os dias at 9 boras da noite.
Compra.se ooro, prata e podras preciosas em obras velbas.
mmmWM
JOAQUIM
LOPES
LMACHADO a C.
Travessa do Corpo-Santo n. 25
1

ARTIGOS AMERICANOS
Gylindros para padaria.
Carros de mo para conduzir fazendas.
Machinas para descansar algodSo.
Polias de diversos tamanbos.
Canos de ferro galvanisados para enca-
aamento d'agua.
OBJECTOS PARA CARRO
Oleado preto para guarda-chova de carro.
Dito de cores para forro de dito.
Chicotes para dito.
Pontas de langa.
Gal5es de seda para o forro4de dito, es-
treitos e largos.
Pregos de cabega de marfim.
Escovas para dar graza.
Coz n he ira
Precisa- alagar ama coiioheira, preferlndo-se
escrava, e se da boro ordenado, agradando': a tra-
tar na na larga do Rosario n. 3i, botica.
Mademoiselie Mane Lavargoe, sueces- mk
sondo Sr.odofredo, tem estabetecido a cj
seguinte tabella para os perneado, pre- Jr.
eo de \l por cada um, sendj feito na Mf
K residencia das Exmas. senhoras, e 21 era cS
9 seu estabelecimento : mensalidade de ym
100* para penteado diario na residencia M
de soas Exmas. cliente?, e de 50| em seo X
Jgjr, estabelecimento. Os ponteados de noiva
serao pelo preco que se convencionar. |&
Pof cada coque que Ibe r entregue para JE
ser penteado, reeber Uo'OO de seu ira- JP
balho, que ser executado eom toda a per- M
feicao e presteza, a ra Primeiro de liar- S
co n. 11, antiga do Crespo. &
Companhia Allianpa
DE
leguros martimos estabelecidfc
na Bahia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Ra. 5,000:000*000.
Toma seguro de mereadonas e dinbeiro a riac*
naritimo em navios de vella e vaporea para den-
to e (ora do Imperio. Agencia na do Com-
xtercio n 5, escritorio de Joaquim Jos Gon-
ptm Beltrao.___________________________
AOS 5:0004000
Estao venda os felizes bilbetes da lotera da
iabia, na casa feliz do arco da Conceico, oja di
-nrives no Recife.
1VTEBESSA LEI
A loja dos Arcos de Alvaro Aogusto d'AImeida & C. ra do Crespo n. 20 A acabt
de receber pelo ultimo vapor francez Amazonas, alguns artig03 proprios para enxovaes
de noivas, e de modas para grande toi'ette como sejam :
Riqotssimo cortes de vestidos de blonde para casamento.
Ditos de tarlatana bordados seda para casamentes.
Cortes de seda de bonitos gostos e superior qaalidade.
Colxas de seda, la, e la e seda.
Capeas com mantas de blonde para noivas.
Cam sas de esguio bordadas para noivas.
Fronhas de esguio bordadas.
Lengos de cambraia de linho e Iabyrintho.
Superiores leques de madreperola.
Cortinados bordados de differentes pregos e qualidades.
Sedas de cores de bonitos padrees.
Ditas escocezas para vestidos, roupas de menino, enfeites, etc.
Basquinas de porguio, superior qualidade.
liornas de la e seda para senhora.
Mantilbas brasileira de fil de seda bordado.
Ch-cneaezde 13a e seda.
Cbapenas de seda branca, e de :rpe preto para lato.
Chapeos enfeitados para senhoias e meninas modelo inteiramente~novo.
Cortes de cambraia de cor, e bran:os bordado.
Lindos cortes de baptiste Frou-Frou.
Toil de voyage fazenda dejgosto pira vestidos.
A'.m destes artigos que se vendem por precos razoaveis tem oatros qae sao pe.
biabas extraordinarias, como sejam :
Damasco de 13a com 9 pilmos de largura a !5-">00 o covado.
Cortes de la Victoria com 20' covados por iO^OOO.
Las com stras de seda a 40.) rs. o covado.
Ditas mascadas muito boa quadale a 3 O rs. o covado.
Cassas de cor a 240 e 280 rs. o covado.
Alpacas largas bonitos padroes a 300 rs. o covado.
Lencos d) esguio muito^finos a S e 45000 a duzia.
Esleir da India, millas para viagem, transparentes, etc., et
Portugueza
Para casa de um boraem solteiro, qae se trata
com asseio, precisa-se da ama sendera portugue-
za de meia idade, e com bastante capacidade, pa
ra tomar a sen cargo todo o arranjo domestico;
eozinhando e engommando com perfeicao. Pazem-
se todas as vantageos, que merecer seu boro
eomportamento: no Bazar da Moda, roa Nta
p. 80, se dir eom quem se trata.
se
Hyootheca-se
urna mnlatlnba, bonita peca, pelo preco qne se
convenciooar em vista delta ; a tratar cesta typo-
graphia._______________________________
Dinheiro jaros
Di-se a jaros de dons por cento, a quantia de
3;000000 sobre bypotheea em predio de maior
valor : quem precisar deixe carta fecbada nesta
typograpbia coro as iniciaea A. B. C.
Aluga-se o andar terreo do sobrado n. 5 da
ra Imperial: a tratar no mesmo andar.
Jlo Jos de Carvalbo Moraes, vende
a sua loja de fazendas da ra do Duque de
Caxias n. 55, smente as fazen las e arma-
cao ; fazendo o arrendameuto por nove an-
uos ; quem pretender dilija se praca do
Commercio tratar com o corrector Gonzalo
Jos Alfonso, das 9 boras em diante.
rX
V
m
N. 24 A-Rua larga do Rosaro-N. 24 Aj|
BEMUIL\ & IKUAO
E' sem contestarn, um dos bem montado estabelecimento de joias da cidade jjH
do Recife, e. sendo seus proprietsriot *s?as caprichosos na escolha dos objectos que Si
expSem a veDda, terebrara ao respeitavel publico que spreximando-se a festa, nao fo- ^
ram indiferentes, mandando vir de couta propria, da Ka. pa um variadisslmo sortimen- r
to que pelo bom gosto e primoroso traba'ho importara elegantes presentes para a lha
, a amiga dedi<^da,
festa do natal.
;io at o ilaal deste
annuncio que encontrareis, com certera.
Para o bello sexo
45<5D pareg (je briocos de pbantasia a 8|, 9fi. 5.0 e I2, d.'tos de coral a 3 e i,
.'.-'-i) ditos nara luto a 64 e 8j, meios aderemos modernes eom brincos e alnete< a 16|,
wro rnetinhis de diverso? gostos a 5$, 64 e 84 o par, pulceirinhas de coral a 75000, vol-
SS) tir has do dito cora cruzes de ouro a til, capleUs cum mscripeoes (obra chique) a 54
&& e 84. in d coral a 24, cruzes de ouro e coral a 34, 44. 64 e 84, ditas de esmeral-
p. la, perla; e rubins lif, 144,164 e 184, aunis eom bonitas pedras a 44 para crian- f3j
ggg -;a a 34-W9, ditos de pedras fioas a 64 e broxes para retratos a 164 e 204.
Aos senhores cavalheiros
E' ,'tnente na Flor de Ouro que se vende joias de gosto e por poueo dinbeiro >S
como sc-jam : guirnicoes cem tres botoes para abertura &4, pares da ditos e de dif f*,
. ferenUs gostos a 54, ditas a 34, ditas para punhosa 84 eadeas muilo chiques a 204,
">> ditas a (' j.'.-iX) a oiuva, pencinez de prata dourada a 44, 44500 e 0-5, medalhoes para
^S cadeias a 124, medalhas com leras a 84; alero de um grande sortimtnto de obras de '";.
Afii brilhantes, brincos, braceletes, alQnetes, aderemos completos, meios ditos de pedras ti- 5
Q% as e coral, medalhoes, vitas a trancellios.anneis cora letras e de diversos modelos,
4KQ ocnlo?, pencinez de ouro, re'ogios de ouro e prata dourado e de afamados fabricantes, (.
assim como grande sortimento de obras de pratado Porto, tanto para o servico do-
mestico, como para igrejas, e garantimos ser todo lei.
A Flor de Ouro contina a estar aberta at as
8 horas d* noute
S3>K

Dtc!arac3o emtempo
A primeira confeitaria, pastelaria e cnlinaria ;
acta-se estabeleeida na ra do Imperador n. 24
"Entua frente atha-se collocado um laropeao coro
0 jarate letreiro : CONFEITARIA DO GAMPOS.
O* proprietarios daqaelle estabelecimento leem
cipriehado em fazer daili um centro do boro e
arraa\w*l ao paladar .
Todots dias eocontra-se all, grande sortimen-
lo de paevelaria para Ian:hes, sobremesas e roe-
rendas
Reer* vamdiMno sortimento de caxiabas e cestinnas
ricimente eoeiu Jas, proprias para os presentes
de fastas da natal.
K sa pdetn duvida no que cima est dito, que
digam os qae all ee tem soprido do que necessi-
tam, no que pert&ee a eslabelecimentos de tal na
loreza.
Fiasbrc^, leitoes. pirs, patos, galiohas. pu-
uings bolo, pasteloes. empadas, tortas, ooliohos
para cha a doeaa em eiida, secco e chriatalisado,
nadoaae* e estraofeira todo all se eoeobtra can
impeza.
S na confeitaria da Campos, ra do Impera-
** a 24.
Precisa se de urna ama pa
v ra cozinhar em urna casa de
W poaca farai u : a tratar na
ra da Praia n. 53 2 andar.
A pessoa que achou um chapeo de sol pe
qneno, de seda, cabo de mtrflro, na ida do irem
na l* classe -"o Recife para Beberibe, de i bora
da tarde, e quereodo restituir a sea dono na roa
do Queimado n. 12, 1* andar, Ihe Mear agrade
odo, oa ^e recompensar se exigir^
AMA
Precisa-se de urna ama para cozi-
nhar em casa de pouca familia :
ra Velha n. 28. sobrado.
Precisa-se de aro menino de 12 a 14 annos:
na roa Velha da Santa Rita n. 53.
Fabrica d cerveja
Largo do Mrquez do Herral
numero 5.
Acaba da ser aberta um fabrica de cerveja uae
ci^nal, no largo io Mrquez do Her val o. 5, onds
oa aprecia lores encontrarlo sempre prompto, de--
pacba te qu>lqaer eocomnynda eom prasteza.
Lar i Precisa-se de urna ama par
TI \ cu* de do pessoas qua saiba
i"A t\ cozinhar 9 comprar 1 na ra da
u aro 70.
!65 marmoree de differentes di-
menqoes.
Ainda esto para vender 65 pedras por preco
baratis-iroo, leudo 11 palmos de comprimento a
maior, dito da menor 16 paiagadas; altura da
mais grossa $ palmes a 144, dita da mais delgada
9 polegadas; saperfice da mais larga & a I [2 pa!
mos, dita da menos larga 12 ptlegadas : a tratar
oa roa do Crespo d. 13 com domingos Henriqae
de Oliveira.
Preetaa-se (aliar a negpslo da lnterass, com
Traapaeaa>sa a chava da ama casa situada em
ama das melbores ras dasta freguezia, com bai-
lantes comotodoa para familia, pintada a eaiada da
orvo; garantindo aa qae faz-se todo negocio: i
pesioa qaa quizer deiie carta fechad coa aa mi-
aiaaa J. G. no primeiro aodar desta typograpbia,
em mi do admiaisindor.
A luga e por aaao e0 Irsla ama usa na
o Sr. Lenne Angosto de Hollandl Cc : na P050 da-ft*?iB., cam bons caatsi'ntfos para farol'
i na pjrfjta p. bf, jia: -J (ratag Si .H^riS D- W, rtfiowirt udaiv
Precisa-se de um eaixeiro: no hotel d
Universo, praca do Commercio n 2.
Empreza do gaz
Pernambuco.
Esta empreza tem um lindo sortimento de can-
dieiros, arandelas, pendentes, etc., tanto em vidro
(crystal) como em metal, e orna variedade de glo-
bos dos padides mais modernos e por precos m-
dicos. As amostras podem ser vistas no escrito-
rio n. 31 i ra do Imperador. Bicos para gaz do
melhor feitio a 60 rs. cada um. As encoromen-
das oodem ser feilas por escripto, na rna do Im-
perador junto a secretaria da polica, oa dirigidas
ao abaixo assignado na fabrica S. Jos, que serao
promptamente attendidas.
Thos. Newbigging,
__________________ Gerente.__________
Casa no Foqo da fanella.
Aluga-se por 6004 ama excellente casa na roa
do Rio n. 35 daqaelle povoado, com 2 salas, 4
quartos, cozinha, cocheira, quartos para criados,
estribara, e mais duas meias aguas separadas: a
tratar cora o cemroendador Tasso.
Precisa-se} alagar oma>ma forra : na ruaT
i Cabng n. 2 B.
do Cabpg
A II A Precisa sede ama ama para lavan
Aillil eDgommar : na ra Duque de Caxias
n. 50, 1* andar.
Par.i passar a festa.
Aluga-se ama boa casa no Monteiro, perto do
Lanlu : a tratar na rna do Duque de Caxias, loja
de fazendas n. 71.
AMA
Precisa-se de ama ama para casa
de poaca familia, sem filho : a tratar
na ra do Cabng n. 4. loja de 'aro.
Frotectora das familias.
Os senhores contribnintes a essa associacio que
preferem mandar pagar soas annnidades nesta pro-
vincia, podero dirigir-so roa do Livramento n.
19,1* andar, antes do dia 14 do prximo mez de
dezembro, aflm de que os fundos possao chegar
na sede da associacio, no Rio de Janeiro antes '
sea venclmento 31 de dezembro de 1871.
Recife 20 de novembro de 1871.
Narciso Francisco de Vidal.
N0T4S
Troca-se notas do banco do Brasil e da soas
Qliaes na ra do Barao da Victoria n. 63, antiga
rna Nova. Joja de Joao Joaqqim da Costa Leite.
MENELECIEM 1832
ESTABTO
Salsaparilba de Bristol.
LEGITIMA E ORIGINAL
I KM FRASCOS GRANDES
do
I
i HI" i O Precisase de duas amas para
A wl A \ servico Interno de pequea fami-
liTlfiaJ lia : roa Imperial o. 199, por
cima da reflnaco. _____________^^
Precisa-se de ama ama para cozinhar em
casa de poaca familia : a tratar oa ra das Cra-
zas n. 29, armazera de movis. ____________
MOFIHA
I\oga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello,
:rivo na cidade de Nazaretb desta provincia,
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a coocioii
iquelle negocio qae V. S. se compromettea rcali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em m
de dezembro prximo passado, a depois para ja
aeiro, passoa a Cevereiro a abril, e nada camprio.
1 por esta motivo de novo chamado para din
Sm ; pois V. S. se deve lembrar qaa esta negocit
da mala da oito annos, a quando o senbor sar
flho sa achava no es nesta cidade
Preeisa-se de costoreiras na loja do Bom
Pastor roa da Imperatriz n. 3.
mnibus para J&boat&o
Continua dens mnibus para Jaboalao, sabindo
do Recife nm as 4 horas da tarde, e ontro as 4
1|2 horas da tarde, e volta de Jaboatio nm s 6
1|2 horas da manhaa a ontro as 7 horas, e nos
domingos parte do Recife as 6 boras da manba
e volta as 5 1|2 horas da tarde.
Precisa-se de ama ama na padaria da ra
de Pedro Affonso n 47.
Precisa-se de 4004000 para a liber Jade de
urna escrava, a qual se proroptiQca a prestar seas
servicos at descontar a d ta quantia : quero pre-
tender annancie.
m -mw m Precisa-se de ama para cozinhar
imlTM/m e ootra para lavar e engommar :
tratar na roa da Cadeia Velha, loja de miude-
zas n, SO A.
Alogase o 1* e 2 andar do sobrado da ra
do Raogel n 7 : a tratar na taberna do mesmo.
Os abaixo assigoados, teero a honra de partici-
par ao respeiUvel publico a principalmente ao
digno corpo commercial, que desta data em dian-
le, estabsleceram nesta praca e na de Macti
casas de r.ommisses sob as Armas de Lidstone.
Robilliard 4t C. aqui, e R< billiaid, Lidstone & C.
em Macei. para compra e venda de diversos ge-
oaros, sendo a casa d'aqui, anida ao servico das
alvarengas, para earga e descarga de navios
nacionaes e estrangelros.
Recife, de dezembro de 1871.
N. J. Lidstone.
W. W. R. billiard.
Precisa-se.
Uro eriado : na ra do Rosario di Boa vista nu
mero 12.
CASI
Precisa-se ama casa peqnens, fura da cidade,
para dous mogos estrangeiros : quero tiver din-
ja-se a roa da Cruz n. 4, esenptorio.
FESTA.
Os devotos da Senhora da Canclelo da greja
do Espirito Santo fe^tejam sua exeelca padroeira
no da !0 do correte, com mi sa solemne e ser-
mo : e a ooote com ama ladainha, sendo crs r
da festa o padre Grego, a qua I entrara as 9 Id
da manho, a ma'ica do professnr Cola.
MUA ATT
M
Existo no serlo do As.-, provincia do Rio-
Grande dj Norte, ama porvao de gado vacara e
nena parte de trra, ero qae esto situados per
(encent, boje aos herdeiros do fallecido Hanoel
Jos Teixeira Bisto, filho de D. Rosa Doarte Ce-
drin: qoem pois for herdelro daquelle fallecido
Basto qneira dirigirse a roa da Madre de Deus
n. 1, para tratar a respailo.
Caixeiro
Precisase de um caixeiro otra taberna
largo do Carroo n. 39.
no
Os Srs. Jos Francisco Ribeiro de Sou-
za e Dr. FraocifO Jos Rabello, o i" pro-
prietario do collegio de Santo Amaro e. o
2o proprietario de om ouiro col egio, sao
rogados a mandarem a esta typograpbia
negocio de intereso.
Presisa-se de ama ama
qae saiba lavar a engom-
mar para casa de familia
qae >eja de boa conduc-
a : na roa da Vigarto n
5, 2" andar.
AMA
Letra perdida
Perden-ae ama latra na importancia de oito
eontos de ris, ara qaa acceiuota o Sr. Nicolau
Joio Lidstone a sacatfor Pedro Chermong Miran
da; a passoa qne a ti ver achado, qaerendo ras
titui-la, ter a boodade de faze-lo ao Sr. Francisco
J. Pinto, ra da Cruz n. 38.
AMANSADOR
Precisa-e da um amassador da padaria : na
ra dos Pires o. 45. v* ~
Peda-so ao Sr. alteres Brllto do 9 qaeira
vir a taberna da roa dos Coelhos n. 10, a nego-
cia^______________________
Alaga-sa orna casa junto a estaeio o i. j
Kmbo, cuja casa (era 3 quartos espacoso, salla
frente, nm graoda lelbeiro para aseravos a tea
gaz e agua do eneaoamento : tratar na solada-
de d. S A, padaria.
ScrurVitnrah & C peaem a tedas as papaas
que se julgam seus cradares nesta praca a apre-
senur at saaa eonta ata" 0 dia 21 do /.orrente
m*t no M.eripturio da roa da ClOI 71 para
serem. coq/eridas a paga*.
aos pretendentes.
Faz-se negocio com a loja da rna Nova n. 16,
garantindo se arrendameuto : a iratar 33 mesma
4 BOTA DE OURO
Neste novo estabelecimento de calcados, sito
ra do Bom Jezus n 21, sobrado amarello, antiga
roa da Cruz, o publico encontrar sempre uro
completo sortlmento de calcados dos roelhires e
mais acreditados fabricantes de Lisboa, Pars e
Londres, nao s para homem como tara bem para
rapazes, senhoras e criancas, cojo sortimeDto
reforcado todos os mezes aflm de poderero assim
ter sempre calcados frescos, para bem servirem
aos seas numerosos fregaezes, os quaes sempre
que se dignarem frequentar o referido estabele-
cimento sero tratados com agrado e sezodez.
O abaixo assignado, tendo de acabar eom o seo
negocio, roga aos seus rauitos e numerosos re-
guezes que Ihe esto devendo em sua loja de cal-
gado a ra da Imperatriz n. 10, de vir oa mandar-
ino pagar seu debito at o Gm de dezembro do
crreme anuo, pois do contrario vervse ha obriga-
do, e bem contra soa vontade, entregar as con-
tasa sea procurador, para elle receber amigavel
ou judicialmente, o que o abaixo assignado espera
dos seus bons freguezes isso nao ser necessarlo.
Recife 31 de outubro de 1871.
Antonio Rodrigues Pinto.
Precisa-se alugar um escravo Je 14 a 18 an
nos para servico de casa de familia : a tratar cm
Antonio Jos Rodrigues de Souza na thesonraria
das loteras, ou em seu sitio nn Monteiro.
Precisa-se de nraa ama pa
ra cozinhar e. outn para en-
gommar : tratar na ra
larga do Rosario n 22, segando andar. ____
vttft
Caixeiro
Precisa-se de um no hotel da ra larga do lio
sario n. 29 : paga-se bem. __________________
Aos 5:000*5000.
ep* garantidos da
Tela.
Rna do Baro da
Bilhetes garantidos da pro-
Tela.
Victoria,
Outr'orarua Nova n. 63 ecasat
do costuran.
O abaixo assignado acaba de vender entro o
teas araito felizes bilhetes a sorte de 300400<
em tres quartos de n. ii, alera de oatraa sorte-
menores de 404000 e 204000 da lotera qae s-
acaboa da extrahir (217), podeDdo seus possuido-
res virem receber, qus promptamente serc
pagos.
0 mesmo abaixo assignado couvida ao respei-
tavel publico para virem ao seu estabelecim^m
comprar os felizes bilhetes garantidos, qce na
ieixarade tirar qua'qner premio eomo prova peki
sesmos annuncios.
Aeharo-se^ venda os multo felizes bilbetes i
rantidos da parte das loteras em beneficio da
igreja do Espritu Santo do Recife, que ser? ex-
trahida ao dia sexta-feira 15 do correnie mei
PRECOS.
Inteiro 64000
meios 34000
Quartos 14500
De 1005000 para cima.
Inteiro 54300
Meios 24730
Quartos 14375
Joio Joaquim da Costa Le-i
CAIXEIRO
Precisa-se de um caixeiro nacional ou estran-
geiro, que tenba prstea de taberna, danda fiador
de sna conducta : a tratar no berco da Bola nu
mero 14.
Mademoysatle Marie Lavergne faz cente ao
respeitavel publko qne encontraro em seu sali
de cabelleireiro ra lde Marc.o o. 14, am com-
pleto sortimento de luvas de pellica, de seda e de
o de Escocia, tanto para hornera com para se-
nhora, a preco eommodo ; bem como um lindo
sortimento ds perfamarias e objectos de inda.
AMA
Precisa se de-
casa de familia
n. 30, sobrado.
ama ama para
roa de Hortas
Desejase arromar om pequeo para caixei
ro de qoalquer estabe'eciroento, o qual rooradoj
perto de Igoarass e d fiador de soa conducta
nesta praca : a tratar na ra Direita n.8.
Procede-se a inventario dos bea* de uiea* fal
lecidos tloi major Manoel do Nascimento da Costa
Monteiro e D. Antonia Vieira da Caaha; e por-
que tenha da dar exacucio como testaaenteiro as
disposicoes de sea testamento de'xando legados i
todos os seas afilhados me dirijo a lodos elle ao
licitando qaa me apreseotem com a brevidade
possivel as cerUdoes da baptismo para em lempo
competente recebaran o qoa Ibes foi doado
Artero Vieira da Caoba.
Precisa-se de orna ama con muita urgen-
cia para casa de rapaz solteiro, nesta typo-
grapbia se dir ___________
CAIXEIRO
Precisa-se de nm que tenha de 10 a 14 annos,
qoa s*ja portoguez, prefsre-se dos chegados a
poneo : na ravaasa da (ra do Raogel n. 77.
_
Joao do Reg Lima A Pilho lacam sotre Lis-
boa : 4 rea do Apoito n. 4.
Na travessa da roa
das Crazes n, % pri-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja cual for a quan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesraos me-
aes e pedras.
AHASSAIMIR
Contrata-se um bora amassador que saiba cor-
tar bolachas, para urna padaria em Natal, capi-
tal do Rio-Grande do Norte : na ra do Mrquez
de Onda n. 40, andar.
Aluga-se urna grande casa -cora sitio, na
Capunga roa das Perna- luid na* n. 2o : quera
preteuder dirija-se Jua Nova n. 13, ou ra da
Aurora o. 13, que achara coraaquem tratsr
M0BILI4S
pequeas, obra de muito gosto, pnprias para o
passatriwpo da festa, por serem muito leves para
transpor'ar para os arrabaldo : no arraazem de
Tasso Irmaos 4 C, caes do Abollo.
G
8

Lavergne, modista em
cabellos, recentemente chegada de Pa- ^
ris, tendo comprado ao Sr. Jrao Godo- ^
fredo Pinto, o seu estabelecimer.io de *
cabellereiro a rna Piimeiro de Margo
V o. 14 (antiga do Crespo) offereci 03
fecs servidos s Exmas. Sras. de;ta
bella cidade para os nisteres de soa
arte ; o seu esfbelecimento est provi-
Jo de habis artistas para a noa exe-
iS\ curio de qualquer obra e corte de
\3' eabelloa. Faz es perneados em seu
e^abekcimeuto por m^tade do prec.o
do que esta estipulado para quando
for chamada a residencia das Exmas. A
senhora?.
j, O res; ei'xvel publico encontrar em e
' seu referido r?tabeleci" ento nm bello
^, sortimento de perfumaras francesas ;a
e iofif-a:-. dos mais acreditados f-bri- ^
, cante", assim como flores srtifleiaes, r
9 cbjectos de [-haotasia, modas, etc. etc. *
e vmde todo pir precos commodos,
s> pois recfbe d.rec:amente da Europa.
^aal O ''J e>-t%'t-:Ii:im(nto acha-se ?berto
Xy) das 6 boras da manh* as 9 da noute.
Monteiro
For 300,000 ris.
A'uga-se urna casa oa povoacao do Monteiro: a
tratar na taberna Jo Sr. Nicolao Machado Freir,
no menino lagar_________________________________
0 Mi
Aeba-se a roa Duque de Caxias n, 30, nutr'ore
Cruzes, e pre^ta-se a chamados para perneados e
executa qoa'quer trabalho concernente a sua arte
de cabelleireiro.__________________________
Canoa de pao ama-
rello.
Nova, ou ero bom estado, nao lenio cavername,
e 'ndo pelo menos 4 a l| paHraos de bocea e 50
de eornpriraen'.o : queru tiver para vender an-
nuacie.
OGRANDE PURIFKLVDOR DO SANGUE.I
Esta excellente e admiravel medicina, e
preparada d'uraa maneira a mais scientifi-
ca por Chimicos e Droguistas mui doutos e
d'uma instniciTio profunda, tendo tido nim-
ios annos de experiencia ao par d'uma lon-
ga e laboriosa pratica.
A sua composiclo nao consiste d'um sim-
ple extracto d'um s artigo; mas sim,
composta d'extractos d'um numero de rai-
zes, hervas, cascas, e folhas, possuindo to-
das ellas, sua virtude especial ou poder
em curar as molestias as quaes teem sede
ou essento, no sangue ou nos humores;
e estes differentes extractos vegetaes, acham-
se por urna tal forma combinados ponto
de conservaran em toda a sna torca, o cu-
rativo especial de virtude, que cada um d
per si possue. A raz da planta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, a qu
nos usamos nesta preparaco, sendo a qaa-
lidade que todos os mdicos mais prezam
e estimam. Na composicao da Salsa-
parrtlha de Brlaa)! entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
nao encerra em si cousa alguma, que pos-
sa por leve ser perigosa ou injuriosa
sade; e tanto n'esto, como em quasi to-
dos os mais respeitos, ella inteiramente
diversa de todas essas mais preparac5es,
as quaes debaixo do nome de Salsaparr-
Iha, s3o acondicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada em doses
mui diminutas d'uma colher de cha por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRIBA DE BRISTOL
em frascos grandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
proveito e vantagem alcancado por aquelles
que acondicionam sua preparadlo em gar-
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
nossa Salsaparrllha de Bristol
oonteem a messa quantidade igual porfo
contida naquellas garrafas pequeas, e altm
disso, possue ainda muito mais forca e
virtude medicinal do que aquella, que por
ventura se possa achar contida dentro de
seis garrafas de pequeo tamanho. Por-
tento mui natural, que aquelles, que se
acham oceupados em preparar e vender as
suas producces, em garrafas pequeas,
murmurem e gritem contra os nossos fras-
cos grandes: proclamando, que a nossa Ral-
saparrilha de Bristol n3o possue a
menor virtude; porm quo effectivamen-
te sao elles postos em silencio, quando infu-
samos, ou simplesmente referimo-nos para
com essas centenares de certides e tes-
ti'munhos authenticos, por nos recebid liu todas as classes da sociedade, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravilhosas da nossa.
SALSAP.VKU1L1IA DE BRISTOL.
A vantagem de termos os nossos pr->-
prios agentes naquelles lugares aonde as
differentes raizes, drogas, hervas, e plan-
tas de que se compoem as nossas medicin?s.
s5o produzidas, que nos habilita excr-
cer aquelle constante cuidado e disvello na
minuciosa escoma; e o que assegura e ga-
rante uniformidade de excellencia.
Em quanto que, por outro lado-, nos nao
nos poupamos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; afim de alcancarmos o melhor
e nicamente o melhorde cada um artigo
ou ingridiente que entra na sua composi-
cao ; pois levados e compenetrados da
mais Arme e persuasiva confianza que po-
demos afoutaraente dizer aos doentes de te-
das as naces, e de todos os paizes, que na
Salsaparrilha de Bristol. possuem
um remedio mais efficaz e seguro ; do que
uenhum outro, que vos tenha sido offerc-
cido at hoje, e o qual por certo n3o hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
e effectiva cura das seguintes enfermidade:;:
TEILHOS URBANOS
do Rec'fe a Olinda e Be-

beribe

Os Srs. possuidcre8 de bilhetes desta
companhia, sao convidados a vir trocar es-
ses bilbetes por dinbeiro, no respectivo es-
criporio, todos os dias uteis das 10 boras
ao meia dia.
Escriptcrio da companhia 21 de novembro
de 1871.
J. F. 9. Porto.
1 secretario interino,
COaWHEIRA
Precisase, prefere sa escrava, e paga-se bem :
a roa do Marquz de Olinda n. 40, primeiro aa-
darj_______________________
Aluga-se
A casa o. 7, Passagam da Usgdalena : i tra-
tar cora J. I. de M. R^go.
Precisa se de nraa criada eniiornmadeira :
oa ra do froperadpr o. ", S aadar, entrada
pato lado da penle.____.^_^^_
Precisa- de urna ama para coriuhar: no
largo do Tarjo o, 7J : p;;vJ ,|0e |eDnj da 30 a
40 odo.
Escrfulas,
Chagas antigs,
Ulceras,
Feridas Ulcerosas,
Tinha,
SypbiliSjOuMal y((.
nereo
Humores Escrofu-
losos,
Irregularidades d
Sexo
Feminino,
Nervosidade,
Debilidade GeraK
Febra e Malignas o
Febre e Sezes _
Biliosas,
Tumores
Abscessos Apostemas,
Erupcoes,
Herpes,
Salsagem
Impigens,
Lepra, febres intermitientes e remitientes,
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, ichar-se-ha, que para o bom
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las enfermidades cima apontadas o adian-
tamento da cura, grandemente promovi-
do e apressurado; usando s ao mesmo
tempo das nossas mui valiosa pilulaa
vegetaes assnearadas de Bristol.
tomadas em doses moderadas em connec-
c3o ou conjunctamente com a Salsaparrilha;
ellas fazem remover e expollir grandes
quantidade de materias morbficas e hu-
mores viciados que se desprendem e livre-
mente circulam espalhados pelo systema,
isto causado pelo uso da Salsaparrilha; e
por esta forma facita a volta e o exerticio
normal das operac5es fuaccionaes,
Consultorio homeopa-
thico
:
M
S
DO DR. SANTOS MELLO.
Rna tfo Baro da Vtcloria a. 43.
VACCINA.
Todos os domingos e quintas-feras, pe-
! las 9 boras as 10 da manhaa vartwa-M
I por preeo mod co, para o qaa ba immio
I bom pui accioico.
5 Kecebera-se cbamad, s para vaccinar a
| qualquer casa.
Cousultas medicas lodos os dias pala
manilla.
Chamados a qualquer bora do dia e da
noute.
Gratis a parle medica aos pobres.
Pde-se ao Sr. Franciseo Lon* Machado,
qneira vfr tabarna da ;u ds CM^nsa n. %% .%
negocio.
s
y
*
i
^
\


z=r
D ario de Pemimbuo
Secunda
eira 11 de Dczembro de 1871.
5
NOVOS SORTIMENTOS
\
-

anuxen do vapor
Fraaeez, rao do
Bario de victoria
(ontr'ora ra No-
va) n. 9.
Acaba de rectber oras facturas
armazem do rapor
Francez, rna do
Baro da Victoria
( ontr'ora roa Mo-
ra) n. 9.
Calcado
Botinas de Suzsr e de Polak, para bomem, coto
pleto sortimento para todos os gostos vontade
dea compradores.
Botas e peraeiras para montarla.
Botinas pira senboras e meninas.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatoes de biierro, verniz, cordavo, e de hrim
branco para bomem.
Sapatos de tapete avelludados de charlot, case-
mira preta e tranca portuguezes.
Sapatos de Taque de vernix com sola de ma-
deira proprio, par banhos.
Perfumaras
Fines extractos, banhas. cosmtico?, leos, opia-
. tas, poses, agua de cologoe, agua divina, agna
florida, dentar ice, lavando, agaa de toilet, tintura
para barba e cabello, pos de arroz, sabonetes.
etc.; todo uto de primeii.a qualidade dos bem co-
ndecidos fabricantes, Pivjr o Goadray.
Quinquilharias
de phantasia e laxo, como sejara : espelbos, lavas,
joias de ouro, cerrente do plaqu, ricas carteiri-
ohas para dinheiro, ca>xinbas de costara com
msicas, esterscopo de 50 vistas com msica,
boleas de seda e cestiohas diversas para braco de
enh ras o de meninas, oculos, pencenez com vi
'iros de cores, cbicotinhos e bengallas, tudo isto
de dffferentes modelloa e qualidades em grande
numero desees artigos de quinioilharias Qaas de
j-osto que nao se pode bem mencionar.
Brinquedos
O nnior sortimento que se pode desejar de toda
sorte de brinquedos fabricados em diversos paizes
da Europa para entretenimento das enancas.
Carrinhos
e berros de vimes pira criancis, de novos difle-
rentes modelos precos commodos,
CASI DI FORTUNA
A os 5:0001
Bilhetis garantidos.
i roa Primeiro de Marco (ontr'ora roa do
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seas fe
.ixea btihet-s ara inteiro n. 3731 com 5:000*000
am quarto n. i i eom 300*000, um meio n. 210
com 100*000, e ou'.ras sortea de iO/OOO e
20*000 da loteria qne se acabou de extrahir
(217*), convida aos possuidores a virem reeeber
aa cenformidade do costume sem descont algum.
Acbam-se a venda os bllbetes garantidos a;
7.a parte das loteras, a beneficio da igreja do Es-
pirito Sanio do Itecifd (218*), que se extrahir na
sexta -feira 15 do corrente raez.
PRECOS
Bilbete inteiro 0*000
Meio bilbete 3*000
Quarto 1*500
Ka porclo de 100*900 para cima.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilbete 2*750
Quarto 1*375
Manoal Hartins Finia.
Prepos.
Em virtude das novas facturas e ordens dos fabricantes, vende-se agora tudo precos
baraiissimoB: no armazem do vapor francez, ra do BirSo da Victoria, ontr'ora ra Nova nu-
mero 7.
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*"; .

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!
jo m wm em i m
19 Ra Primeiro de Marco L9
TeoJo renovado comp!etamnte a loja do predio, em qu?. teeru : s
belecimento,
19^-x-V ra Primeiro de arqo19
:om aquelle asseio e elegancia desejaveis, acham-sj h: ra prvidos d: maii
eiplendido sortimento de lazendas finas e modernas de
SEDA, LA, LINHO E ALGOBAO
todas do nltimo gosto, e continuam a ter como sempre, diversos
RTICOS ESPECIAES DE SOACASA
Garantem, com toda
a B.eridade, vender
por menos que quai-
qoer outro, porque
recebem em direitura
a maior parte de saas
fazendas.
19 RA i.' DE MARCO 19
(Amiga tu do Crespo).
DE

ROUPA FEITA
NA
Ba do Crespo n. 20.
-
Tendo resolvido n3o tontinuar a ter grande deposito de roopa /eia, oBerece ao
renpeitavei publico, e aos negociantes de fra, um grande sortimento, por presos bara-
tsimos para acabar.
1
9alitts sobrecasacos de panno fino de
<-'* a 30^000.
Ditos saceos e refranqoeados de casimira
de cor da 5*300 a 04000.
Ditof, ditos e ditos de panno preto de 54
a 124000. I
Ditos, ditos e ditos da alpaca preta de
25500 a 5*000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca branca e
de edr 24500.
Ditof, ditos e ditos de bramante de linho
a 24500.
Ditos, ditos e ditof de bramante pardo a
24500.
Calcas de cjaWra de sor d* 34500 a O/i.
Ditas ditas preta de 54500 a 94000.
Ditas de brim branco de linbo de 2400C
a 44000.
Ditas de brim branco de aigodo a.....
1420. '
Dtta de brim decir de J 4600 a 34000.
Ditas de castor de i4000 a 2500.
Ditas de brim pardo de 14000 a 24500
Camisas de Hanella, grandes a 34000.
Ditas de aigodo, moitp bs a 24000.
D.tas de linho muilo boas a 34500.
Ceroulas de bramante a 14600.
Coberlas de chita a 14500.
Lencos de linho absinbados a 44000.
E octrr- maits artigo* por pre;; Lart^,,'ri9 p?fa. avahar, m !oja de Gnilberm*
Caroeiro Cante.
Jus Mara Palmeira fai pablieo que revea-
do os papis de sea escriptdrio dea pela falta de
diversos, como sejara letras vencidai de tensa
que, doeamentos obrigatorios nao pagos, e ootros
papis de mais ou menos importancia, aisim como
falia-lhe am masso de chapeos do chille com cer-
ca de 140 chapeos e 10 pegas de briazdes qae Ibe
foram snbtrahidos do 1* andar do sobrado onde
morn Jos Alves Barbosa, junto do ?8 escripto-
ric, em uovemt.ro do anno prximo passado ; por-
tanto protesta contra qaem tiver em sea poder os
mencionados documentos, como qnem tiver tilo
parte no desappareciraento dos referidus chapeos,
brinzSes e mais objetos sens, para era todo lem-
po asar desea direito: protesta m;is contra
qual]uer documento que nao tiver sua legitima
asignatura, visto como j tem apparecido sea no-
me s asignatura como alguma semelbanca sna;
por isso todas as pessoas que tiverem documentos
seas se dignem vir ao sea escriptorio conferir o
original com assignatara, afim de evitar maiores
complicares ou davidas rotaras, como aos acei-
tantes das letras ou devedores de litlos extravia
dos, que os nao paguem sem scieneia do anDon-
ciante. Recife 6 de deiembro de 1871.
Precisa-se de araassadores : na padaria d*
ra J j Rangel n. 9.
AM\
Precisa-se de ama na ra Dire:<
ta n. 86, 2 andar.
CASA. DA FORTUNA
RA i DE MARGO OUTR'ORA DO
CRESP3 N 23.
Aos 20:000*000.
0 abaixo assignado tem sempre exposto ven-
ia os telizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagande
promptamente, como costama, qaalquer premio.
PRECOS.
Inteiro 21*000
Meio 124009.
Quarto 64000.
________________Manoel Martins Finia._______
Faz-se negocio
Com a antiga e bem afreguezoda loja de calca-
do francez a roa da Imperatriz n. 10, livre e des-
sembaracada do qualquer cnus; faz-se negocio
a dinheiro cu a praso conforme se eonvencionar;
sendo um bom negocio para qnem quizer conti-
nuar, e > se vende por ter o dono de se retirar
para a Europa tratar de sua saude.
Machinas de costura.
Chegaram ao Bazar Universal da ra
Nova o, 22, um sortimento del machinas
para costara, das melhores quahdades que
existe na america, das qoaes maitas j s5"
bem conhecidvs pelos seas autores, [como
sejam : Weller & Wilson, Grover & Beka,
Silenciosas, Weed e Impenaes e outras
muitas qae com a vista devero agradar aos
compradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho que trinta costoreiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
fe ic3o como as mais pene i tas costoreiras.
Garante-se a sua boa qualidade e ensina-se
a irabalhar com perfeicaoem menos de uma
hora, e os precos so 13o commodos que
devem apradar aos preteodentes,
JOUS
Jos de Sonza Soares A C, vendem em sea Ba-
lar ra do Bario da Victoria n. 50, am especia'
*ortimtnto de joias de ouro por resumido precos.
Recommendamo-las ao bello sexo pernambucano.
MACHINAS
DE
COSTURA
DO
Systema Singer
Cal nova
chegada recentemente de Lisboa no patacho
portogoez Jos ; tem para vender Joa-
quim Jo$ Goncalves Beiiro, no seu es-
criptorio roa do Comniercio'n. 5.
ATTENCAO
9
Preoisa-se de nma ama para comprar e
cozinbar para casa de orna familia composta
de duas ptfsoas : nesta typographia se
dir.
" Uma boa casa situada na Capunga, com o
quartos, 2 salas, cozioha, cacimba e um
grande quintal plantado: a tratar na roa
i de &>rco n. 7 Io andar.
mat
I (Sil
i-m*
S ADVOCACIA.
O Dr. Manoel do Nascimento Machado
jg Porii la ontintia a advogar e pode ser
^r procurado no seu escriptorio ra do Im-
3i3 perada n. S3, 1* andar.
miwmmmmi
Joaquim Jos Goncal-
ves Beltrao
.Rna do Trapiche n, o, Io andar.
Ssa por todos os paquetes sobre o banco de
inLo, em Br2ga, e sobre os seguintes lagares n
Portugal :
Lisboa.
Porto.
Valonea.
C-oimare.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Via do Conde.
A reos de Val de Vei.
Vianaade Castalio.
Ponte do Lea.
Villa Real
Vila-Xova de Famc-iicao.
Lamegou
Laes.
Covilnia.
Vascai ^Valpasso).
Mirandella.
Beja.
BasceUoi.
nica casa neste genero
M-Rua Estreita do Rosario--i4
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
0 Hedico operador e par-
S telro.
5 Dr. Francisco Jacintho Pereira da Mot- C
XX ,a- a qua'quer hora do dia ou da noite, W
fn..". an^ar, pra?a do Conde d'Eo, M
ooir'ora da Boa-Vima.
CONSULTAS tKATIS AOS FOBRES. O
COMPRAS.
Compra-se ama taberna cora poneos fundes:
no pateo do Corroo n. 39.
VrNDAS.
LIQU1DVCA0
Para acabar.
AVISO A? FAMILIAS.
O dono do grande eslabeleritrunto de fazendas
sito a ra da Imperairii n 2, re-olveu liquidar
todas as fazendas de iua loja, as quaes vende a
dinheiro por todo preco, tendo entre ellas, ricos
esiidos de blond aira casjmen:,'. ricos veos, ea-
pellag, sedas pojatna", l, il|>a<, cambwia,
cretone, periatafa eaeace?, bas-juina*. e msia
oulr.i? UzpndM-iaaa gr s { 3s>hp' mo no
granle ortioealo *a f>upa feita, de eawra*
I?, pao, tiriMe lfd> no j-.t- e vejla ba-
Vende-se pelo
60,5000 cada uma
toria n. 28.
baratissimo prego de
roa do Baro da V.c-
Vende-se
Largo do Carmo n. 39, esquina da ra de
Saota Thereza.
O proprietarb deste estabeleci liento convida
aos seas freguezes para virem faz-r suas <1epen-
sas para a festa, pois est -com um oraplelo sor-
timento de molbados, ns'quaes vende por menos
que em cutra qualijuer parte,
A SABER :
Vinho Figaeira da meihor marca, idem Liboa,
dem Porto era barril, idem engarrafado de diver-
sas qualidades, cognac inglnz, genfcbra de ilollan-
da, idem de Oltom, idem wida iterna, dem larao
ja, frascos com conserva muito nova, ameixas em
latas de diversos tinanho?, ditas em caixinhas
proprias pira meninas e meninos, raarmelada de
l|2 lra a 2 libras, doces em calda de diversas
fructas da Europa, ervilhas portuguezas e fran-
cezas em latas, queijns tlaraengos, idem prato,
idem de qoalha, dem de Micas, macarrzo, talba-
rim, aletria, gomraa de mliho, cha hysson, idem
uxim, idtra preto, cheuricas de Lisboa era barri*
e latas, azeitonas em latas e era barr?, eerveja
de diversas marcas, raanteiga francza flor, idem
inglezafljr, presunto do Porto, idem inglez pro-
pno para flambre, charutos dos melhores fabri-
cantes da Babia, Alf-rrobn. Aiem dos generes
mencionados, existem outros muos, os quaes
deixo di mencionar p>r se tornar muito mascante.
O preco *erao feitos vista dos gneros por se-
rem todo- -colbidos e de primeira qualidade.
J to sedi^o o costume que ha entre todos
os qne querem fazer conhecer de seus es'abele-
cimentos por meio le pomposos annuncios, que
com bailante razo se arredam os leitores das
massadas com que nos mimoseara os taes annun-
cianies.
O Campos da rna do Imperador nnmero 28,
ge qaizesse seguir essa rotina antiga de fazer es-
tampar nos joroaes mais lidos, annuncios bombas
ticos precedidos de ttulos garrafaes para meihor
chamar a attencio do respeitavel publico; muito
tena que dizer a respeito de sea bem conbecido
armazem de vveres sito ra do Imperador n.
28. Dira por exemplo: qae no seu armazem
tem constantemente, presuntos para flambre e pa-
ra panella, salames de Lioa, queijos de diversas
qualidades, liuguicas e eheuricas, ovas de cama-
rapim, conservas inglezas e fraceezas, vinhos do
Porto e da Figueira superior, licores finos, bola-
cbinhas, cha superior verde e preto e outros ami-
tos artigos que ;o proprios para mesa, dispensa e
cozinba. Mas nao.
O Campos s e somonte avisa ao respiilavel pa-
blieo desta cidade e sem suburbios, que em raso
de fe aproximar o lempo dos Rega-bofes o tem
elle feilo do sen armazem um centro de tude que
nos grato ao paladar* e para qae ninguem da-
videdoqne cima tetera dito
Pede-se ama visita a ra do Imperador n. 28,
armazem do Campos.
Coques
O Bazar Victoria ven le coques os mais moder
nos e bem acabados que tem vfndo ao mercado,
bem como ri.jnisiraos bourna* e sabidas de baile,
e meias brancas borddas pr ra senbora tambem
de muilo gosto : na ra do Darn da Victoria
numero S.
Leques.
Enconlfa-se no Bazar Victoria um coroaleto
sortimeoto de leques de todas as qualidades, sen-
do madreperla, o?so, marfiro, sndalo e madeir?,
garante-se a qualidado a apurado goto ; na roa
do Birao da Victoria n. 2.
- O Bazar Victoria vende meias de laa brancas
e de cores para hornera e senbora, ceroolas de
fanelia, :ami a de Oanella brancas e da cores e
de meta de la : na roa do Bario da Victoria no-
mero 3. _______
Veude-se aun terrea n. 25, a ra des Pes-
cadores, com tres quartos grandes, 2 sallas, cosi-
nha fora, quintal morado, ca:io ba e por lio qne
deita para a roa de S. Jos : tratar na ra do
arquex de Mtnda n. 40, 1* andar.
Estopa par. saceos de as-
sucar,
Vne-M lpa de qualidade propria para as-
cos de suear wr commodo preco : no escripto-
rio de Cjttba MOt, \ r 0. Vi.
FOLHINHAS
FAH.\
0 m OE 4872
As feslividales sao indicadas para o bispado de
Pernai>buco. As horas las mar, o nascer do
sol, eclipeeg, ele. (60 pag.), o exartamente cal-
culadas para Peroambuco : InJica(5s3 estas, que
nao se encontrara as folhinhaj impressas uo>'
de Janeiro.
O PRECO E' DE 400 RS. CADA
Constara das segrale variedades .
ANEDOT1GA -
Consta de cincoenta ancdotas inditas, Ilustra
das com numero-a estampas.'
COMMERCIAL
GUERRA FRANCO I'RUSSIANA
GUERRA DO PARAGUAY
RELIGIOSA
FOLHIfiHA DE PORTA
Bs. 160
Uma folha contendo a foiriinha o (calendario.
A 160C0 c-.da um,
Bornons para senbora, us mais modernos que
em vindo a esta praja, alera de omraa fazendas
proprias^para a festa, erno >i|ki as >f quintes :
Madapolao francez (ion, t*n.braiai Victoria e com
barra, percales, crtoiip-, chitas llnw, Bareges,
laa?, fusloes, casemira?, brin b. ancos d da cures
de linho a de algi.da\, e cn:ras umitas fazendas
qae se ven le barato, : cira a vita : na ra Di-
reito o. 53.
C abriolet
MHiai
Oa memento diario p?ra 1872.
Um bonito volurae ec;ajtfaado peU medico
prego de
Rs. 2&000
Com meia folha era branco para cada dia do
anno.
Uvraria franceza
CAMBRAIA
A 3.000 rs, apto?.
Cambraia transparente com 10 jardas a 3^000
a pega, pechincba : na ma do Crespo n. 20, loja
de Guilherme Caroeiro da Cooha.
Pelo justo para li-
quidar
Vende se pelo custf, para fechar cenia?, pare
pintado e dourado cem primorosos dse bos de
diderentcs quahdades e gos'os, proprio para for
rar salas, gabinetes e capellas, etc. Ag>ra pede
qualquer pessoa ornar as paredes di; sua ca-a,
cerlos de que a importaucia a despender ser igual
a que se gastara mandando-a simnlesmente calar:
na travessa da Madre de Dos n li, armazera de
Candido Alberto Sodr da Molla & C.
Vende-se duas casas na cidade de G yanna,
no becco do llosario o. 7 : quera quizer comprar
dirija-se ao pateo do Ceraiterio Publieo do Itec.fe,
que achara com quem tratar.
Chitas linas cscuias com tcque de avaria a C
e li rs. a peca ou 200 r. o covad-): na ra !
de Margo n. 20, luja de Gu.Inerme Carneiro da
Cunba.
Novidades para a
festa
Chegaram loja de miudezas e calcado, deno-
minadao Mercurio-ra d:i Imperatriz n. M>.
um completo sortimento de grinadas do flores,
luvas de p-.-llk-a de Jiuvin. franjase gales de seda
de lindos ^o-to?, meia.* inglezas paa serh ras.
ditas para homens e meninos, grande sortim ato
de perfumaras c f:os francezes de todos os ta
mauhos p.-.ra meninos e ou'.r.-s muitns objeetc
que se vende por menn do- qne era outra parte.
Vende se um excedente cabriolet de quairo ro-
das por nreco rnmmodo-: ua rna da Florentina n.
>l,a caldo Goijo.
Kival se;n .uKundo
Rna Duque le Caitas n. 91
Jos de Azu\edo Maia e Silva, em sua lo
j ade rxiude a; ryntioua a vender tudo
por baratos i reg's que todos admira :
Libra de 13a para bordar a me!nor
que ha. 6i$000
Gaias com superiores grampos fran-
cezes a 160
Duzias de facas e garios de um e
dous boioes a 4<000
Talheres pare meninos a 240 e 400
Libras de linba de novello, a meihor
posaivel. 1,5500
Duzia de lencos da cas,a coa batra. 1^000
Caixas de licbas com SO nn ellos a 500
Vara de franja branca para toalhas 160
Dozas de me-:a cniaa moito toas a 3)5500
Dazias de meias finas ara .>et ho-
ras a 4000
Na-alnas muito finss, p?ra fazer a
^ barba a i^ooo
Caixas com pennas de ac cem to-
que a 3o
Caixas com peioas de ferry fezen-
da fina a Sfr,
Duas de dita di'o verdadaitas a (0200
Caixas com'iO cadernoi pa. d ami-
zade a 70
Pecas de fitas para coz & m 10
varas a 500
Pecas de tranca lisa de Ui'.ub a
cores a 40
Duzias de iiuha frioxa ara ordar
a 400 e 500
Pares Je sapatos de traigo a 1'80C
Dtnias de bar;!hos muilo finos a
S6400 e 800
Ditas de agu'Las para tr*ach-oa a 20000
Resmas de papel almaco .-ofern r a 30600
Ditas de dito pautado o meiliur a 45C00
Garr teis de iinha A exandie a I0O
Gravatas de corea mnilo fifias a 800
Ditas pretas p atEg rxndad-8 a 600
Grosas de btCes de m-drv,erla
para cami.-'a a "0"
Novello.- delioba branca, 400 jardas 6C
Dazia de carines de lidia branca e
preta e de cores a 120
Thesouras muito Ci as para i. has
e costura a r.00
Caixas redondas para b( Caixas c. ib pos para linii'ar denles
fzenda fina a
Livro das missoes abreviadas a l
Macos de pallitoi para deotea u
melLor que ha a 160
mmmsm m wm mmmm
A rna do Cumirer .1 > 11. 10, escr-pto- Z3&
rio de Jote Jraquim da Costa Maia, en- J?5
contra-se para vender pr commodos |P
Azl!ij 19 liespai,lit?. j^f
Fuihas de kiro galvanizado para te.a- \$
do de divers' s lamanhos. ub
Ditas le .!;tfi l*a?.
Bicas de u n galvanizado.
Cnmieiras dt". a
Porl .das cumptei ara Cntaria.
;
Vende-se um bom e bonito cavallo. grande, mel-
lado, proprio para a parada do dia 2: a tratare?
coeheira 3 Sr. Thomaz, rui de Saato Amaro
PAR4 i\0lVA00S7_
Bonitos port> hii^uets.
Lindissiraos leques de y ': t. ia rr >l jes in-
teiramente novos.
Cortinados bordsdos.
Camisas bordadas para hoa;em,
Finas meias de seda para feuhors,
A Nova Esperacc-i ouem tem I I
DESAPPARECAM AS SAtDAS
A Nova E?peranca a rna do Duque de Casias
n. 63, acaba de nceber o bem conhecido leite
de rosa blanca, e tambera leite virginal, os quaes
fazem desapparecer as sardas oa pannos.

O
4 Rna do \ polio 4
J&So do UegoLima 4 Filno t":n para v ic.r, SG
0.0 nu-uos que em cotra qualquer parto, o se-
grate :
Liuguicas as [Ibas era lats.
Aleatran era barris.
Vmho do Porto lioo em caixa?.
Dito Bord.iux dito dito.
Reloghs lia pareae e cima de mesa.
Cunha Irmos & C. era sea arma:em na rna
da Madre de Deus n. 3i, teem pra venlfr de
marcas accredadas e por precos oramodos :
Vinho do Porto de Pasto era barris de quinto
e decimos.
Dito do dito fino em barris de dito dito.
Dito do dito tino era anctretas encapadas.
Dito do dito de todas a. qualidades em caixas
de duzias.
ESPECIALIDADES
Chegou uma pequea rerae-sa e vinho do Por-
to em caixas de duzia, proprio para mimos ou
pessoas doentes.
liiidui
Nin iitiivs'
99 Ru* da Imperatriz 9 9.
DE
L'.'wengo Per eir Mcudes Gui-
marc-s.
PSCH^NCHA A 500 rr.
Vende-se nma grande porcao de chitas franee-
zas 6na?, cores escuras, coro toque Je avaria, a
200 rs., e 240 o covalo, grande sormeclo de cha-
peos de palha do todas as qualidades para homens
e meninos a 2*. 2J300, U, 4* e 50, e outras
mnitas fazeodasem liquidaca) para lechar factu-
ras : na roa da Imperatriz, Ba-sr >';:"oca!. nu-
mero 72.
Sustento restaurativo da
saude
PELA VEBDADEIRA FAHi.NHA
'A, Do Barry d'Arki
Os abaixo asssigoaddl fazem sciente a seas (re-
guezes, que pelo vapor inglez La-1'iata receberan:
jegunda remessa d essa exceliecte farinha, cojo
asa mallo te recommenda para as enancas, pes-
soas debis e convalescentes, applicada com reco-
nhecida vantagem as constipag5e?, d.arrbea?,
nausea do estomago, tosse, escarro de san^oe,
phthysic, etc. etc. Preerida arada pe!" H'radtv*
iabor,Uniricoa outra qualquer
Xarope peitoral de James
Uaieo deposito oa pharma;i amer-c^sa d For-
4ira Mala, di C, 57 roa do Duqat mtroo7.
RU>\ 00 MRQUEZ DE 0L1NDA N49
E. A. De cuche ac-tba de reeeber nm
grande sorliini tito de ocu'oa e pmctnez de
todas as qoa idadrt, e vnrroa de todas as
numeraee.s.
Ni raesma casa tem grande si rlimento
de relogios de todas as rjuahddes que vea-
dem-sc moito haraln?.
um o j)ublico em geral.
Obiecto para luto !
riaco?, pulceira, r.ncbe?, meioa adereces
crozas, casioletas e incides iutdiament novos,
acaba e reetber N'ova Esprraoea a ra Daqoe
de Caxia< n. 63... a illej___
E' sempre assiui
A Nova Esperanja... jm. is acaba de rec-:>or
novidades I agora n.e.-mo. reCfhe tantas que cLo
sabe dellas qual aununcie por.n ;empredcla-
ra as segninles para sciencia de dgner.
Medaihoes do madrepero'a para vcltas, CTOZs
p ppela.', moderno ad.;regos de madieperola, de-
licadas Ci rrenles de plaque, lindos etchovaes para
baplisados e chapeufinhos (.ara o m^smo flm, bem
como deste ultimo aitio ncctiou eonra muitoes-
ptcial de seda copa alia, utt velludo para seahora*,
lescre\er mais masante....
A revalesciere dn Barry de
Londres
Tuda a doenga cele a P.evalesciire da Barry,
que d sade, energa, appetite, digeslao o des-
canso. Ella cura a? dispepsia?, ga.>irite, humo-
res, acidez pituita, tl.it>, enjps, vmitos depo
da cumida o gravidez, ern Upr.cdee.u a*thms.
afFec^oes ulrrmnares, bexiga^jla' erebro t
saDRU ; 60,000 cura>, uclumdo mu.ias deilas u:
Brasil.
A rcv.-lcrire cboiol^ada da Barry
era [>,
Dt-licio.'o alimento para alm;.-;.< e eeia, moiic
nutritivo, toriitkando os ervos do osluuugo sen
cusar o menor pese nem dr de cabeca, nex ir
riucao.
nico depu-ito para o Brasil era Pernambua
na pbarmacia americana de Ferreira Uaia di C.
roa do Duque de Casia n. 57. (Todo cuidadi
*.om as alsincades.)
0 verdadeiro Portlind : s m vende oa
roa da Madre Deus n. 22, armazem de Joio
Martins de Barros.
Incendio de Pars.
No Bazar Victoria vende-se stoleoscopios com
importantes vistas do incendio dos ediees mais
notareis de Paria de diverja? cidade da Euro-
pa, o que lia de mair aoUvei: ca roa do B. rio da
Victoria n 2.
l~gtl


f*
Di ano de t5ernaniDuov Segunda eira 11 Je Dezembro le 1871.
GRANDE REQUCCaO EM PREQOS
FAZENDAS .
DE
DE
FIGIEIREDO ft LOPES.
u mnmm \ u
Cs propric-tarios da loja do CYSNE convidam ao respei.avel publico para viren
pro ver so do mais c rapizo sorlimenio de azeodas fiaas a procos redazidos, adver-
tiodo que estes prfcos serao a dioheiro. A imperiosa necessidade que temo3 em
aatifazer nissos c -rapnraisso?. njs obrigaro a semelbantasreducces. Avisamos aos
fregueses do ruatto qie costumim comprar em menor/escala, qie nesti casa encon-
traran s'nccridide e maio," coraraodidada ao precos.
"20; PENTEADORES bordados para
pelo barato preco de 44500.
lo ha mal cabellos forneos.
x Tintura japonesa.
S a noiet approvada pelas as academias dt
ciencia, reeonecida superior a tuda que teca ap-
uroc-ido at boje. Deposito principal ra da
'.adeia do Recite n. 51, I* aniar, em todas as bo
(ai e casa de cabelleireiro.
m iVUKH
rs.
LAAS cora udr*i liados paiiois a
rs. o (evado, pediincha.
DITAS, baroftV. lidas cores a 3-0
o covado, pechmcba.
ALPACAS lisas com liadas cores
gas a 410 rs. o covado, pechincha.
MERINOS l?os cores diversas e largos a
4.0 rs. o covaJo, pechioiha.
ALPACAS LAVRADAS tmiito modernas
e finas a 700 rs. o covado, pecb'ncba.
DITAS DITVS moito modernas e finas a
OJO rs. o covado.
LAS COM SEDA, lindos padrees qne
seus presos foram de 15200, boje vendemos
por 8C0 rs. o covado para acabar.
CAM8RAIAS transparentes Qna3a3$5C0
a peca om 8 i/i varas, pechincha. Di-
tas Victorias a IJS030, 40500, 550OO.....
500 e 7,5003 com 8 1/2 varas. Ditas
transpirantes cora dous c rtes i>o 17 varas
D>r 11)3300. Dii^s decoras muito lin-

sanhora
I
DE
COLXAS de fusio de cor, mudo gran
des pelo barasaimo preco de 54000 para
q lar- acauar.
CAMISAS para horneas a 2,5000. Ditas
a 25500 al 45500. Ditas bordadas para
homens a 60000 8000 e 105000 cada
ama.
CAMBO AI A com salpicos a 55500, pe-
chincha.
CAMISAS para men:nos de todas as
idades.
CHALES chinezes cora modernos padies
muito proprios para scnhoras hones-
tas. Ditos de merino lisos a 25500. Di-
tos dit03 estampidos mnito fio23 a 55000.
Ditos de rnetico a 15 00.
LUVAS DE PELLICA frescas de Jovin a
35000.
LAS finas com tecido de barege para
acabar 360 rs. o covado.
BOLSAS para viagns a 45500.
TAPETES de diversos tamanhos para
Igbarnicjo de sala.
PARA LUTO.
Alpacas, merinos, cantoes, princetas,
BALOES DE ARCOa a 15000 para acabar canibraM| chitas e muitas outras fazen-
das e fijas "WO, 500 o 500 rs. o m<:-
Iro.
SAKS BORDADAS a 45503, 65000,85
e I05W0. D!as euin pregas muito fiaas
a 35500.
;.. chin ba Ditos com saiase babado bor-
dado in.ii o hados i 65000.
FILO de-fla preto e brancq de superior
qoaliflade.
ATOvLilADOS Roo bemos ltimamen-
te atoa hados d 'inbo muito superior por
menos que em ootra quahjuer parle. Ditos
das.
de alcodo com bonitos desenhos a 15800 *
muito supon res a I s
PARA HOMENS.
CASEMIRAS finas com bonitos padres
a 95000, 65500 e 45800 o corte.
ROUPA FE1TA
Por baratsimo preco inclusive superio-
res sobrecasscos de panno fino a 205000.
; pcch nha.
Tamben temos um excedente alfaiate que
se encarrega de fazcr qualquer pe$a de
obra ao gosto do freguez.
POUPELINAS.Temos um completo sor
tmenlo tanto em xadrez como com palmi-
a vara.
TOALHAS felpudas
15C00 a dola.
RICOS CORTES de vest los de fil
c ra bolliobas hrilbantes proprios p.ra par-
^VESriDofbrancos bordados cora naba-jDh8 e Pr baralissimos preco*.
'os p-rafcabar. liquidase por 1 5000, sea I GR03DENAPLES tanto preto como de
pnco fot de 165000. Ditos braceos com core, temos un grande sort ment e por
babados b)rdsdj3 pelo btrato preco de menos ueera outra qualquer casa.
7000). Ditos brar.cos com palminhas do MSSELINAS bran:as lavradas .muito fi-
nas a 4C0 rs. o covado.
BR1LHANTINAS brancas lavradas a 500
rs. o covado.
LENCOS braneos abaraados a 25200,
pechincha.
i BABADOS bordados finos de lindos pa-
dres.
: barato preco de I450CO. i Grvalas, collarinhos, pun!os e muitos
CAMISAS BORDADAi para senhora por onlros arligos que s se eocontra na loja do
meaos que tm outra qualquer parte.
Ra 'Ja
lia de ir muito lindos pe o 'barato preco
de 550J0 Ditos mais tinos a 85000.
CRETONES lisos 'de uAres diversas pelo
barato preco de5000.
t s Cira piiil s de re,'fazenda su-
perior a i 40 rs. o covado.
MANTILAS a brasi eir do fi' de seda
CYSNE
Imperatriz n. 64.
rwvw
EiillE1
fia venda ero seus armazem, alera de outros
rtcos de seh nego.io recalar, o seguintes, qae
fisaem por preces mais mdicos que ea on-
ra qualquer parl :
PORTAS do piano almofadadas.
P0RTE1RAS de ferro.para cercas.
SALITRE iBglez.
SSTE1RAS da-India para cama e forrar satas.
CASOS de barro rancea para esgoto.
8KSSO snperior em perecea e a-OBtaato.
GEMKNTQ de todas as qoatidades.
MACHINAS de dusearo?aj algodo.
LONAS e briozoes da Ruasia.
OLEADOS americaoos para forro-de carros.
7060ES americanos moRo bous econmicos.
VINHO de Bordean*.
COGNAC superior dfrGaatier Freres.
7ARELLO em saceos graades a 3*300.
RtJA florida legitima.
BALANRAS decimae.
- CADKIRAS americanas.
RHUM da Jamaica.
AZULEJOS da LW>oa-___________^_^
Xarope sedativo
DE
Gasea de laranjas amargas
BROMURETO DE POTASSIUM
DE
Este novo preparado a pro vado pela academia
mperial de medicina, mnito se recommenda pela
ua accao sedativa e- calmante, sobre o systema
ervoso, o bromdreto de potassiom, n3o deixa de
~?t os mais conos resnltados as diversas alfcc-
,5es do organismo e principalmente as molestias
\a coracao, das vias digostivas da respiracao, das
la? genito-urinarias, na epilepsia, as molestias
aervosas'da preohez, na insonmla das crianzas
larante o periodo da dento^ao etc. etc.
Vende-as .na pharpacia e drogara
de
Bartholoroca & C.
34 RA LAR3A DOROSARIO-34
SEM SEGUNDO
RA DUQUE DE CAXIAS N. 91.
Jc Bigodinho, com luja de-miudezas,
avisa a todos os os seas Ireggeves que est
torrando tailo pelo preco, a yuta da fazeo-
da, para todos admirar, a saber:
Thesouras grandes e pequeas o
mais fino qae ha a 15000 e
Pacas de tranca de la,. algodo as
mais modernas a
Frascos com agua de colonia muita
fina a 400 e
Frascos com agua de colonia ver-
dadeira a 800 rs. e
Chapeos braneos para baptisados o
melhor que ba a 35000 e
Duzias de botes cobertos de seda
para vestidos por todo o preco
para acabar.
Libra de areia preta a
Grosas de botes de lonca'branca a
Gaixas cora ICO envolques fazeuda
un a 500, 6f 0 e
spelhos de moldara donrada a
600 e
Pentas pretos volteados para me-
ninas a
Tineiros com tiota preta a 80 e
Pecas de fita elstica m-iito fina a
Latas com superior banha 60,100 e
Latas grandes com snperior banha a
Frascos com olep de Philocome a
500 e
Frascos cem macass jj Peruta a
Frascos eom agaa de Colonia verda-
deira a
Ditos com oleo de ba josa suderior a
Carritels de retroz preto com 2
oitavas a
Caixas com agulhasfrancezas a 160
160
Pecas de tiras bor Jadas 500, 600
800 e
Garraf?s com a verdadeirt agua
florida a
Gartiibas da Doctrina Cbristia as
mais modernas a
Escovas muito finas para limpar os
domes a
iJTl:
RA DUQUE DE CAXIAS N. 29
Os proprietarios deste granJc e bera uioutido estabelecimento scientificam ao
rmpeitavfii publico desla provincia, que se acbam cm um variado e completo sortimento
da movfi?, ta.it) nacionses como estrangeiros, se^do estes escolbidos capricho por
um dos socios que:e actu actualmente na Europa, e por isso os podem vender mab
baratos 20% maoos de que era outra qualquer parte. O mesmo tem contratado com
os melbore? fabricantea daquelle con'iotnte as remessas das mais ricas mobilias feitas
ilH. Ni ofOcitia ten os mais habis artistas deste genero, e por isso aptos a fornecorem
niobias as mais aperfeicoadas para as casas da provincia consideradas de primeira
ordem. Pedem, portrato, que venham visitar dito estabelecimento, onde eacontrarSc
a realidad; do que acab.im do exp'r, passando a examinarem : ricas e completas mobil
le Jacaranda, mogno, faia, carvaibo, amarello, etc. etc., ricas e elegantes camas de
Jacaranda, po-selim, araarello, etc. etc., guarda-vestidos de amarello, guarda looca de
nogueira, amarello, cora lampo de pedra, aparadores de dita, dito, com dita, petits
toilettes, especialmente para fazer barba, toilettes de Jacaranda e araarello, com pedra,
e muitos outros artig03 da go3to, que para sa no tornar enfadonho prescindimos de
az^r 'lenco dalles, o que s cora-a vista podeo apreciar.
I
Superiores cigarros do Rio
de Janeiro.
Demingos Alves Harneas, onico agente nest:
provincia da fabrica imperial de cigarros de S
loo de Nitberohy, estabelacida no Rio de Janeiro,
tem sempre um completo sorlimento de todos ot
ei jarros, famo picado e eu latas. Tem igual men
vende-se no deposito os afamados cigarros Conde d'En, feitos com mag
jMJcial de Bartholoooeu 4 C.: ra Larga do Ro-1 B|flco papel de palha da milho e fumo superiur
Para governo de seas fregaezes. qae tem stabele
cido depsitos filiaos, naa casas dos^r.-. Thomai
Francisco de Sics Rjsa e Haooel de Souza Cor-
deiro SimSes Jnior400 bairro do Recife, e todc
uaoto for vendido em ontras ca-as com a ffrm
b Souza Novaes & C. s3o falsificados.
OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO
DA|
TERRA NOVA
DE
H. LACOMBE
Este oleo que to boa acceacao tem merecido,
jit) ?e rfCommenJa por ser o mais purificado
(jUfl l hoje lm vmJo, e aiuda pelo boa paladar,
ior a cairo qaalqaer
lpecial 1*
aria 34.
Metralhadoras!
3t para a loja do Pavo cm magniflso sor-
do corles de vestidos da can braia com
< nraiir. ,--, e do core?, denominados a me-
tra.hidora, endo e^ta Lieni a mais moderna e
demeibor gosto qn* tem vindo este anno para a
testa : assim como receben tambem um linJo'
j.rimf no de corles de cacbra'a com palmahas
cordada a la, fazenda di muila phautaiia, e ven-
(J-S)BtuJo mnito man baratj do que em outra
qaalqaer parte : na roa di I .iperatriz n.-fiO, loja
e armazera de Pereira da Silva & C.
Vende-se por l:l00 a ca?a terrea na Ca-
tanga (roa da Amizade) n. 38, em chaos proprios :
9 tratar na ra de Marcilio Dias n. 15.
Espeei^lidade
Chegon nma peqoena remesa de vinho do
Porto em caixas de duzia pnpri > para meni-
nas ou pessoas doenles.
AOS PADRES
A Nova Esperanza, ra Duqae de Casias n;
03, quera vende as melh res meias de laia : a
qnantidade pequea, portad; ellas antes que
se acabem.
15500
160
300
15500
55000
160
120
800
15000
240
100
20C
2C0
320
800
240
15000
320
600
210
15000
1*300
400
10Ra do Crespo10
Pecas de algodo com 20 jardas a i j, ii'OO
B|bm
Ditas de madapolao a \&, $t, 5/500, 6/, e
6*500.
Ditas de dito infestado, francez superior a
10*000.
Chitas francezas de todas as qualidades a 240,
280, 300, 310 e 360 o covado.
Cambraias de cores a 240 e 280 rs. o covado.
Dita lisa de cor a 320 rs. o covado.
Ditas pretas para luto a 610 rs. a vara.
Pecas de cambraia fifi transparente a 3*, 3*501
e 5*000.
Ditas de dita tapada Victoria, a 4*, 4*500, 5*
e7*.
Ditas de dita transparente, soissa muito fina
com 17 vara, 14*.
Ditas de dita bordada com 10 jardas a 7* o
9*300.
. Organdy branco uno a 700 rs. a vara.
Brillantina branca iofesiadj a 440 e OO rs. o
covado.
Bret:mha de linno com 25 varas a 20*000 e
25*000.
Dita de dito'infestada com 30 varas a 27*.
Bramante de Jinuo com 10 palmos de largara a
i 1500 a vara.
Dito de algodo a l*iO0 a-vara.
Atoalhado de dito e de linbo com 10 palmos de
largura a 1*500 e 3*.
Toalhas alcocboadas para rosto a 7* a dnzia.
Ditas de linho do Porto felpadas a 10*000 a
daiia.
- Guardanapos de linho a 3* e 4* a diftia.
C. bertas de chita a 2* e 2*500.
Ditas de chita adamascada forradas, 4*, 4*300
e 5*000.
Colchas de damasco de cores a 4* 6*.
Ditas de faslao alcocboadas a 5*.
Cebarlas de la escaras a 2*.
Ditas de algodo brancas a l 400.
Culi, iridios da linho a 500 rs.
Chales de merino lisos pretos e de cores 2*000
e 3*000.
Ditos estampados de meia casemira a 2* e
2*500.
Damascos de core a 40 r.
Lencos braneos de eassa tino?, 2*, 2*500 e 3*
a duzia.
Ditos ditos e de cor .baiohado largo a 3* e
3*S00 a dozia.
Ditos ditos de cambran de linho fios a 6* a
dnzia.
Ditos de esguio da Itabo a 4*, 4*500, 5* e 6*
a duzia.
Bnm Angola a 640, 800 e 1*000 o corado.
Brins de linho de cor s 3 50 J rs. o covado.
Cortes de meia casen.ira pura calca a 1*200 e
1*400.
Ditos de casemira para calca a 3*500, 4*300
5*500.
Casemiras de cores de duas larguras, 3*, 2*50
e 3* o covado.
DUas pretas, duas larguras a 2*500 o covado.
Pao fino preto e azul a 2*, 2*500, 3*000
3*500.
Dito dito muito fino superior a 5*, 6* e 7*
covado.
Lans e alpacas de cores para vestidos a 100
500, 600, 700, 800 e 1* o covado.
Toalhas com lahyrintos para bandejas e para
rosto a 8, 10* e 15*.
Camisas de flanella branca, e de cores 2*,
2*500, 3*. 3*200 e 4*5C0.
Grosdenpoles preto e de cores 2*, 3* e 4* o
corado.
Dio-se amostras com peohor.
Vende-se tambem grande quantidade de roupa
feita e por medida por precos muito reduzidos.
240
salvas

Nadadores ou
vidas.
Proprios para baabos de mar : velde-se a ot,
3*, 10* e 125. Cbapman : Ra do Imperador
n. 45.
Frevencflo necessa ia
Qaando muitas lojas proenram adquirir grandes
lucros nao compadecendo-se das boleas alhcias,
a Nova K-peranca busca consegui-los sera que de
forma alguma va entesica-las; porque segu sem-
pre o sea amigo e santo systeraa de vender bara-
to para vender muito e chegar astim ao fim dse-
judo.
A Nova Esperance nao almeja gmente o lacro
pecuniario, suas aspirarle- sao mais benvolas,
em qoanto ao interesse material, eontema-se com
a mediccredade, em qaanto porm ao moral, 00
ento ao ssencial que ella jnlga nomeadasen-
t) ama vaita arrbico, qae detesta e faz toda a
guerra ao coslume macarrnico da caresta.
A soa prevenc.o necessaria, consiste em avisan]
ao ivspeit-.vel pub ico e especialmente ao bello
sexo, que ella est sempre provida do que ba de
melh r e mais elegante no mundo das modas, 6
ento necessano nao deixarem a Nova Espe-
ranza para preferirem outro qaalqaer estabeleci-
mento, porque aqu, o typo da earestia, e all',
(na Nova Esperanca) o epylogo de tudo qaanto
bora e barato.
No Forte do Matos, es-
criptorio por cima do trapiche
dantas, ba para vender carvSo
das qualidades seguintes:
SUPERIOR NEVVEAOSTTE,
COK.
FERREIRO.
Vende-se em porefc) e a retalho por pre-
co muito commodo.
Vende-se duas casas era chaos proprios, no lar-
50 da Soledade ns. 18 e 20 : a tratar na roa da
Crnz n. 46, 1 andar.
Gaz econmico para os can-
dieiros de porcelana.
Acaba de chegar este ja bem conhecldo eom-
justivel, como o mais barato, prorapto e asseiado
de todos at hije coohecidos, e se encontra ven-
da no nico deposito, roa larga do Rosario na
mero 34.
VENDE-SE "
Um boi e urna carroea de duas rodas :
ro do Mnniz, das 6 as 9 da raanhii.
Libras sterliaas.
Vende-se no armazera de fazendas da. Angosto
1. de Oliveira & C., i roa lo Commereio n. 42.
no virei-
ura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopeau
Essa pomada que to bons resaltados tem colhi-
du as pessoas que della tem feito uso acaba de
chegar para o sea deposito especial..
NA
Pharmacia e drogaria
DE
Bartholomen & C. roa larga.do Rosario no-
mero 34-_______________
J. 0. U Diyle tem em mi
armazem para vender
O SEGINrE :
COGNAK IIENNESS.
VIMIIO XEREZ.
DITO DE LISBOA,
FILTRADEIRAS.
B1TTER
A' roa do Commercio n. 38.
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Tendo-se resolvido d'ora avante vender-se naste estabelecimenlo todas as fizn*
das existentes no mesmo, por pregos qae todos admiraro, acho de mea dever partid*
pa-lo a todas as Esmas. familias em geral, aQrn de virem visitar este estabelecimento
ou mandarem bascar amostras, gar-antindo-se-lbes ura bnm sortimento de fazendas de
algodio, la, linbo, e seda, emGra urna inflnidade da arligos de moda mandando-e
casas das Exraas, familias, por empregado da casa, toja e qaalqaer (azenda para verea
oa escolberera.
As pessoas qne vendera em menor escala poderlo bera sortirem-se neste astaba-
lecimento qae vender pelos mesmos presos que era qualquer casa importadora, tecdo
a facilidade de comprar qaalqaer por?3o.
O 65 tem am completo sortimento de ronpas bem acabadas o que vende po
precos moitissimo comraodos, mandando tambem fazer por mea toda e qualqaer obr
que os concurrentes desejarem para o que tem ura dos mais habilitadsimo mostr
alfaiate, cortando por ura systeraa inteiramenia novo.
Os annuocios nesta prar;a est5o e por certo devora estar dosacreditadissimos, pota
que ha casas que annunciam aquillo que n3o teem, o que o 05 girante nunca dar-se es
sea estabelecimento, pois.que s deseja bera servir ao pabco em geral, para ganbar
grande nomeada em todo o mundo.
O 65 acba desnecessario mencionar o-; precos. do snas fazendas pois que isso tor-
naria-se demasiado macante para os leitores, por ter de ser demasiado extenso sen an-
nuncio, e mesmo para se tornar menos desendioso, pois qua vendendo muito e moito
barato mister encurtar snas despezas. A slceridade dos tratos do 65 jalgo qne j o
publico conhece demasiado, pois que sempre tem curaprido com aquillo que annanda,
nao verdade ?
E' INTIL, NAO SE CANCEM, COM O 65 NINGUEMPODE COMPETIR
ROA DO DUQUE DE GAMAS
(Outr'ora do Queimado)

rste
S'ia
HHB
DE
1CHAPE0S
gj DE
Todas p B, Vi roa larga do Rosa-
rio n. Vi, I, andar
Se o desejo dos proprietarios desta fa-
brica fo3se aoicamente Iludir a f pu-
xk blica, ha muito que teriam annonciado
j| os seus producto, mas para currespon-
nMi derem mais dignamente confianca nel-
M les depositada, esperaram receber os
I objectos e psasoal, que acabam de che-
S gar-lhe3.
Hoje, pois, qae a saa fabrica se acha
I montada com as mais aperfeicoadas ma-
mS chinas, eom os melbores petrechos e ser*
i vida dos mais peritos ofQciaes earopeos,
5^ podem os seus numerosos frejaezes e
I o publico em geral encentrar desde j.
Chapeos de seda da ultima moda, sen-
S|g do altos e baixos.
Ditos de castr de todas as cores, em
SS frmalos ingteies e amburguezes.
Ditos de feltro de todas as qualidades
S e feitios, tanto para homem como para
Sa crianza?.
Ditos de velludo para senhora.
Ditos para ecclesiaslico3, redoudcs, tri-
fii angulares e a romana.
Ditos armados para militares.
S Dito3 de pasta.
Si Concerta-se toda a especie de chapeos (B
B[ qusr de homem quer de senhora, com a SOR
S maior pericia e mais barato que era qual- Z
35 quer outra parte, assim como se rece- S3
M bem eneommendas tanto para a provin- |
S ca como para fra.
*wmmmm mmmwm
Me i Da melhor qnalidade, e prompto a embarcar :
vende-te a ra do Apollo n. 4.
Formas para pdins e can-
gica.
A loja de lotiza da ra Primeiro de Margo n.
16, de Bernardino Daarte Campos & C, chega-
ram as'mnito desejadas formas de louca para po-
dios e cangica, as quaes se venden por mdico
prefo.
VERDE-S
ama boa casa situada na Capanga, com 5 qnar-
tos, 2 salas, coiinha, cacimba e nm grande quin-
tal plantado : a tratar na ra 1* de Marco n. 9,
1 andar.
Popelinas de seda
A 1(91600 rs.
Na loja do Pavio vende-se ara elegante sorti-
mento das melbores e mais modernas popelinas
de seda, qae se liquida pelo baratissimo preco A
14600 rs. o covado, grande pechincha : int
da Imperatriz u. 60, loja de Perain da Silva &
C.
56 ARa do Mrquez de Olinda56A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como principal e reconanea-
dado pelos grandes depsitos e bons sortimentos com que sempre prima em ler dai
melhoras, mais acreditadas e verdadeiras machinas americanas para aigo-
da, desde 10 60 sorras, e haveodo em todos os tamanhos diversidades de ayate-
mas e melhoramentos para perfeito e rpido descarecameuto; tornara-sa diguaa da
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os qoaes, alera disto, encontrara*
tambem mais:
Aparados vapores LDeoMovEis, de forca
de 3 4 cavallos, e pertences.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para vanea e la-
deira.
Carros de mo para atierros.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanbado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jard'ras.
Guardas-comidas.
lampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafusos de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinna. .
Temos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar m'adeira.
Cylindros americanos para padariif.
Pertaces avolsos para machinas.
Salitre refinado.
Rreu -superior..
Moinhos de diversos fabricantes par
milbo e caf.
Di-bulbadores para mibo.
Azeite de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de Ierro patente.
Canos de ferro esmaltados.
Ditos de' dito estanbado.
Ditos de ebumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
Era fim muitos outros arligos, que s avista e neste estabelecimento poderlo sr
examinados.
MACHINAS
para mam aigomo
De 10 a 40 serras.
VAPOR
para mover as machinas.
Em casa dos importadores I Ra do Bom-Jesus n. 4
Shaw Hawkes 6 C. I outr'ora: Croa.
/



-*.
1
<*-
..
.
\


4


I
\
Diaho d l*rnambaoo Segunda Un* 11 de Desseiubro de 1871.
SM LIMITES
Nk
LW-E MMUEM
FLIX PEREIBA DA SILVA a a
NA RA DA IMPERATRIZ N. 60*
SO a dinheiro vista
Os propr&Jtarios est estaDlecimanto tendo gmde necessidade Je diminuir o m
menso deposito qao tem de azondas e grande urgencia de apurarem dinheiro, tem re-
sollido fazer uma verdadeira liquidado cura grandes balisnentos nos presos de todo:
os seus artigos: par*o que c.mvidamao respeitavel publico desta capital a vir sortir-s<
poislbe garintm goflr em parto a!goni- poderlo encontrar t3o grande scwtimeDtoe me*
mo n3o comprarto petos prec >s qae se Ibes pode vender na loja de P virtindo-se quei se vende a dinheiro vista. Os mesmos.propietarios dste estabe
lecimento rogam a todos os seus devedores desta prafa o favor de virem saldar seus d-
bitos, e todos aquees qua cstiverem dovendo coatas antigs e o nio fizrem ter3o d
ser encommodad js judicialmente.
Loja do Pava
SAIAS BRANCAS BARATAS
a 20500 e 3)5000.
O Pa\3o vende cortes de boa azendi
branca cora bonitas barras de pregas, pele
haratis imo prc$0 de 2d300 e 3000 cad
uma, grande pecliincha na ra. da Impera
triz u. 60, loja do Pavao.
MODERNAS BARE5ES COM LISTRAS DE
SSDAE FRANJA AO LADO,
a 800 rs o covado.
Cbegou para a loja do Pava'', roa di
GurgurSo maito bonito, tendo de todas Iraperairiz n. 60, um elegante sortimentc
Unsinhas baraao do Pavita, o
Alsacianis com huelas lilraa de seda a
IJOO o covado.
Ditas lisas com moito brilho a 1$ o ce vado
Atlantas, fazenda de muito gosio tecida
com seda a -720 rs. o covado.
Ditas com quadros de seda e cores muito
delicadas a oiO.
Poil de chvre, d'uraa s cor com muito
brilbo a 500 rs. o covado.
Merinos escossezes fazenda de moito gosto
para vestidos b)rnuj e roupas de menino
a 640 rs. o covado.

1 *
rrriLQii
N'ESTA ANTIGA E CRED1TATA
FABRICA
i
(3m^pa()3 5)3 (Da
lICtlTIi II GtRSTllTIHRTl 101 CIIPLITI IMTI1IITI II
CHAPEOS BB SSLi
De todaa u qualidadei I
Be todos os feitios 1
De todu os preeos I
RA DO CRESPO N' 4
as cores a 400 rs. o covado.
L3?s nhas nodernas com differeotes ges-
tas a 400 e 500 rs. o covado.
Dit3s dils a 280 e 320 rs. o covado.
Bareges transparentes com differentes co-
res a (60 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
de muitj gosto a 500 e 800 rs. o covado.
Cassas do.Pavao.
Cassas inglezas com bonitos gostos a 200
e 240 n. o covado..
Ditas finissimas a 300 rs. o covado.
Diias francezas de muita phanLsia a 400
rs. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazenda
moito flaa e bonita a 2/5500 e 35000.
Ditas d'organdy branco e de cores a
20500.
CORTES D'ORGANDY A 4,5000.
O Pav5o tem cortes de organdy branco
com 8 \ varas que vende pelo barat > pre-
co de 40000, assim como finissimo organdy
branco com listrinhas e quadrinbos o me-
Ihor que tem vindo ao mercado e vende
pelo barato preco de 7O rs. a vara.
Potipel-aas de sera a 8*)0
O Pavao tem um elegante sortimento de
poupelinas de s:da tanto lisas como lavra-
das as mais modernas que tem vindo ao
mercado e vende a 20000 o covado.
CAMBKAAS LARCAS A 800 RS. A VARA.
O Pav31 tem camnraia branca transpa-
rente de boa qualidade, com 8 palmos de
largura, que aponas precisa 4 varas para
a vestido e vende a 800 rs. a vara, dita
.Qissima da Escossia tendo a mesma largu-
ra, que vende a tiOO.
CAMBRA1AS BRANCAS A 45000 E 45300
O PavSo tem pegas de caitbraia branca
trapsparenles com 8 1/2 varas que venae
pelo barato prec de 45000 e 45500, ten-
do timbera muito finas de 55000 at
10/tOO.
Diis tapadas o-i Victorias tendo de 35500
a peca at 3 muis lina qae vem ao mel-
gado.
c.rosleauples prcia e de cores.
O Pava) tem um grande sortirneato de
grosdenaplcs e gorgoro preto para vestidos
tendo de I560J o co va-Jo at ao mais su
perior que costnroa vir ao mercado, assim
como um grande sortimento do ditos de
toda3 as cores e branco e um bonito sorti-
mento de setin3 branco e de cores que ven-
de por piveos muito em C'nta.
ESPARTILHOS A 45000
CACHENEZ a 45. 55 e 65G00.
O Pav3o venda espartilhos de todos os ta-
manhos a 45 e 55000, cacnenez parisiense
cem delicado ponto e de cores, a 15, 5>,
e 65000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 85, 105. 125 e t $5000.
O PavSo tem um grande sortimento de
cortinados ricamente bordados, proprios
para camas e janellas que vende de 85 at
165000 o par.
Pegas de cambraia adamascada com 20
varas a 105000. crochet ricamente bordado
para cortinados a 15500 o metro. Aspimcomo
ricos damascos com 6 e 8 palmos de largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
bem ricas lebas de damasco a imi aca"o de
seda e ditas de crochet as mais lindas que
tem vindo ao mercado.
MSSELLNAS DE CORES A 400 RS. O
COVADO.
O PavSo tem om bonito sortimento de
musselinas de cores, padr5es inteiramente
novos o cores fijas, qne vende a 401 rs. o
covado. Ditas brancas muito finas a 4001
e 500 rs. Metim branco da India muito fino
para vestidos e roopas de meninos a 720 rs.
o covado. Cretones de cores muito encor-
pados para vestidos a 600 rs. o covado.
ROPA POR MEDIDA NA LOJA DO
PAVO.
O PavSo tem ama bem montada officina de
allaiate, administrada por nm hbil me tre
nacional, sonde se manda fazer qualqoer
obra de pneommenfla, tanto para bomens
como para meninos, garantind '-se a protnp-
tidlo e ceio em todo o trabafbo, e no mes-
lo estabeiecimentojeocoritrarao os respeita-
veis fregnezes todas as fazendas proprias
orno sejam pannos de totas as cores qoa-
dtades e pre eos, novas casemiras de gosto
re os trancos e de cores, assim como todas
asfazeodas proprias para fatos de lato.
CASAQTNHOS A 155.185 E 205000.
O I'.iv5;) rem om grande sortimento de
"icos casaqninbos de seda pr^ta moito bem
enfeitados e modernos qne vende a 155,
185 e 200000, sendo fazenda de moito
mais valor, assim como ricos chales pretos
bordados com franjas largas de retroz a
105'e 14KW0.
das mais lindas bareges modernas e tende
ao lado bonitas listras assetinadas e franjas
para os enfeites. as quaes se vendem pele
baratsimo preco de 800 rs. o covado, poi
baver um grande sortimento desta nova fa-
zenda ; assim como delicadsimas bareget
com lmdas listras de seda, sendo fazenda de
muita phantasia a 640 rs. grande pechin-
cha, no armazem do PavSo.
Fazenda para lato.
O Pavao tem um grande sortimento dt
fazendas pretas para luto, como sejam :
Merino preto com 6 palmos de largor:
para vestidos a 25000 e 25300 o covado
Merinos pretos e de cord3o para todor
os'preeos e differentes qualidades.
Bombasinuas para todos os preeos.
Cantes e alpacas pretas. Lasinhas pre
tas ou cassas de 13a de 360 ate 500 rs. (
covado.
Cassas pretas franeczas e inglezas de to
das as qualidades.
Chitas pretas francezas e inglezas de 20
rs. para cima.
Crep preto para veos.
CASEMIRAS PARA CALQAS A 45, 55, 65
75 E 85 '00.
O Pavao tem um grande sortimento d(
cortes de casemiras de cores pan caifas
sendo os mais modernos que tem vindo ac
mercado e vende-se de 45 al 105000 c
corte, ditas em pecas francezas e ingleza.'
para caifas, palitots e colletes que vende d(
15800 at 65000 o covado, ditas escuras :
prbva d'agoa-que vende a 55 o corte oa i
35 o covado, sendo estas casemiras moiu
proprias para meninos de escola por seren
es:uras e de moita dnracao.
NOVOS VESTIDOS A 55000.
O PavSo t?m lindos cortes de vestido d<,
finissimas cambraias com bonitos bordador
de cores e tambem todos borirdos hranc
-500
I
Eua da Iinperatriz n. 40
Os propietarios desle bem conhecido, e acreditado estabelecimrrito, resolveram
fazer urna Iiqnidacao das fazendas csistentes, e pelo maior preco que pod^rem obter,
nao engeiando prego algum at o fim do anno ; portante prvinem aorespeitavel publico,
para approveitar a occas:3o de comprar bora e barato.
Lencos brancos grrndes de esgui ja
abaiohados"a 35200 a dnzia.
Ditos ditos do algodo, e com abainbado
largo e pintado.
Custumes da alpaca d:) cores enfeitados
de seda e 13a para meninos.
Palitots de a'paca de cores para bomens a
35000.
Um completo sortimentj de roupas
feitas para h mens e meninos.
Casimiras pretas e de cores, pannos fiaos
azues e pretos.
Fa t.'S de cores para ve tidos, padrSes
miudinhos a 4(0 rs. o covado.
Cimbraias brancas bordabas para vesti-
dos a 85500 a pecji.
ROUPAS FEITAS E OFFICINA DE ALFAIATE
Urna grande quantidade de palitots, caifas,
Ditos adamascados para camas e janellas
j recortado?.
Capellas e \)s para noivas, ludo junto, colletes de pannos, casemiras e brins para
prego muito barato. todos os prefos.
Camisas de la, ditas de meia, ditas de
linho, Irancezas e inglizas, collarinhos de
linho e de papel, sortimento de mantas e
gravatas de seda preta e de cor, bournus e
Grande sortimento de bareges, lasiubas I outras ffiu'as fazendas, amo sej m:
e alpacas pretas e de cores, lavradase lisas' Bramante de linho e de algodSo atoaba-
para prefos muito em cenia. do trancado e adamascado, esguio, meias
Grande variedale de chitas de 240 al para bomens, senioras emeniOi, cobertu-
400 rs 0 covado. res, colchas e outras muilas fazendas que
Cassas-de cores, e cambraias lisudas para'D0 descrevemos parao annancio se n3o tor-
diversos preco. inar enfadonho A dinheiro.
' Pelo prefo que se vende a dinheiro.
PAP4GA10
NA
Ra da Imperalriz n 40.
DE
CARVA
que venda pelobaratissiajoprcf :e
ciida rrte. grande pfcbmi ha
PANNOS DE CRO :H- PAILA CADRAS I
S0PI1S.
"O Pav3o tem am graude sortimento d^
pannos de rrocb proprios para encost d
cadeiras e de sphs, assim como um rice
sortimento de tapetes de todos os tamanho:
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 15, 45500 E 55
O PavSo tem pegas de msdapolSo com 4
jarda* ou 20 varas que vende a 45 e 4550
a pega, dito moito nao e largo da C-j} pan
cim?, dilo rancez do melhor qoe tem vind<
ao mercado, assim como dito finsimo en
pegas de 40 jardas.
Cortes de cMas.
a 15600, 25000 e 25800.
OPav3> tem cortes de chitas francezat
com 10 covado, qoe vende pelo burato pre
ctle 15600 e 25000, ditas qne vende ;
too, 200 e 280 rs c covado, tambem t-n
um graiide sortimenlo de ditas finas c!ar?.
e escuras que vende a 280 e 320 rs. o co
r;.do e finissimas percales miudinhss propri
as para camisas, vestidos 6 roupas para me
ninos*que se vende a 360 o 400 rs.
LENCOS BRANCOS.
O PavSo tem lengos brincos absnhadoi
qoo se vende a 25400 e 35- a duzia, ditot
graodos de murira sem ser abaDhados i
35200 rs. a duzia; assim como bonitos len-
gos bord dos para m3os.
ROUPAPARA IIOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino send
muito bem feitos de 125 at 405000.
Palitos de panno preto fraques e sacc
de 85 at 125000.
Ditos de casemira de cor de 65 at 125.
Ditos de alpaca preta fina de 45 a 65000.
Ditos de dita branca e de cores 65000.
Ditos de brim de linho trangado a 65000.
Caigas de casemira preta de 65000 al
125000.
Ditas de brim branco de linho de 450C
at 85000.
Ditas de brim de linho de edr para todot
os preeos e qualidades.
Camisas francezas e inglezas com peitos
d'algodao de 15600 at 55, em duzia ven
de-se mais barato.
Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Ceroulas de linho e algodo, francezas c
feitas na terca.
Collarinhos de papel, algodo e linhc
qae se vende moito barato pira liquidar.
Para noivas.
O PavSo tem rico gorgorlo de seda, bran
co. Grosdenaple branco moito encorpado
Agraclannas brancas com listras de seda.
Ponpenas braocas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, lavradas e lisas. Ca-
pellas com palma de flor do laranga coa
ricos veos bordados, qoo todo se vendo mair
barato do que em ootra qoafqoor parto.
>-.
A loja do PavSo acba-se constantemente aborta das 6 horas da manla at as 9
horas di ooite, roa df loperatriz n. 60. u
**nca se vio om proeesso'mris perfeito e qne at-
-. da tal forma a sa'.isfazer as exigencias mais
rrarsa da escriptora^ao.
A toa cor Iindissima e nao precisa de cuida-
0 lijara para se conservar no tinteiro secepre
a a mesma eOr, sem borra, er&sta, bolo* 00. sem
?ias estas mazellas inherentes todas as tintas
.3 agora conhecida?, alada mesmo dos melhores
tures e3trangeiros.
Sobretodo, este estimavel producto nao ataca as
tasas de ac, antes pelo contrario, a penna
iqoirt nm esmalte donrado qne, sendo interes-
ante, 4 asss proveitoso.
lata tinta, nao sendo 'especialmente para copiar,
a eomrndo duas, tres, on mais copias nm u.ez
pott de escripta ; preciso, porm, deixar-lbe
psrjel bsm molbado sem o enxugar com o mata-
-0; rio, porqoe nao ba o risco de borrar. Para se
rr mais de uma copia, nao se aggiomeram tan-
cripta soffre o choque de cidos forssimos, sem
se decompr; ora, se os cidos nao tem aegao so-
bre ella, muite menos a aeco do totopo a poda
destruir; isto plansivel.
Nao s ao commercio qne este men producto
veio ser ntil ; os professores dos collegios, investi-
gando todos os meios para o adiantamento dos
seus discpulos, tem approveitado esta tinta, que
com razao a acbaram apta para desenvolver o
gosto nos educandos, em conseqnencia da beleza
da cor e facilidade de correr na pequea pela soa
liquidez. Ha exemplos de enancas qne havia
amito tempo tinham uma repugnancia extrema
para a escripta, logo qae (oi admittida esta tinta
no coliegio, apoderou-ea deltas a enrieeidade e o
gosto, e ponco tempo depois o sea adiiniamento
era manitesto.
Esta tinta, par de tantas vanugens, tem nm
cnico inconveniente, deteriora-fe ao contado de
as oitas quacta" copias se qaerem tirar, mas outra qnalqner; csnvm pois te-la em tinteiro
*t-u com o original tirar uma tantas qnantas
ladeaajam, sem qne o original flqna prejndlcado
h.u axtraedes.
Gocorre aqu dizer q#, para copiar importa
arfa BteUigeneia e babiHdade, sem e qoe a me-
: r tinta nao satisfaz, e o defeito recae sempre
ft a tinta, qne multas vezes qnem menos
ipa tem.
4 dnpla qoadade desta tinta 4 tremamentc
f ntisvsl. do que vita qoe em quaiqner es-
lorio naja mais do que orna tinta para os dt-
rtoa misteres.
Ptt(]aanto sn dorabilidsde, lio ha a onpftr
|tiMor dura I* qoa mu unta daoou da m-
isentos do menor vislumbre de ontra tinta, e evi
ur escrever com a peona snja de nma preparacao
diferente e mcompativel; verificando isto, nao ba
razio para ss usar do tinta qne nio seja a MO-
LETA EXTRA-FWA DE MuNTEIRO.
Observado.
Diversas filiifltusigi e semeltaancas tem appa-
recido, coja HaJodada dnvidosa. Os Srs.
compradores poWB evitar o engao dirigindo-ee
i, em eiwgWpeflttsyH ptmrto attnu qnatn
fabrico -\ .
i. C. onteiro,
1
Cofres de ferro da Mileers e 0trcs
I* vllIj/Sb para copiar earlas.
Balanzas de pesar, DecDltli Romanas> ^
Tachan de ferro, cslaDhad0.
Arados Americanos
i^rades, p3ra 3grcpitura.
Carnnhos demao.
Machinas a Vapor
;* >
de descarogar algodo, de tO at 40 serras.
wxiapaS e ierrO galvanizadas para cobrir casas etc.,

Estes artigos vendem-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes 4 C,
. 4 HUA DO BOM JESS.
(OUTfl'ORA ROA DA CrCZ )
sss

(liAnii BffFfipo
'MI)
Singer
ing C,
>.tO000
9O|000
00*000
90*000
M-elnua-
Machinas
Maehioas
M^ch!nn
pjra
l'^ra
Para
Para
ramillas
Familias
l-^mihas
Ramillas
UUihO
100*000
1oo^ooo
ion4000
Ditas
Dita-;
Di'as
DlI3<
Com
Com
Cr,m
Com
TaiL, a
Ta) i
T pa
108*000
10000
iOoiOOO
105*000
Brasileira
Bra:i!eira-
U. > ii. ir;-5
Urasileira^
Tta
Toda
Toda
Tuda
Co.-tura
Costura
Costura
C'sinra
too*otO
tusofo
tOOOOii
10-1*000
"achiuas
Matbinai
H achinas
Machinas
llSdOO
115*000
15*(XI0
115*000
Machinas
Machi as
Machinas
Machn**
1135000
115*000
115*000
ilSOOO
145*000 Machinas mu-a de
145*000 Sa^hioas mea da
145*000 Machinas mesa de
'145*000 Machinas mesa de
Machinas
M.teliiu 9
Machinas
'1 ri.i,; ..-.
Um Mam
de M'i *
de Mamv> iii
(1H Man-v 1
Para ^ Aifaues
Para Aifniates
Para Alfalates
Para Altaiatp
Para
Para
Para
Para
S3;.oU'li..i
Sapateiro?
Sf.iteiroP
Exiencio
ExtftDca.
Extencao
Extenao
130*000
130*000
131*000
130*000
Maehioas
Machinas
Mecbioas
Machina
Para
Pira
Para
Para
''.h:;.(, -iri-
r.h peelr''"
Cbapefiro:
Chipeip
(Ntese bem\
ao numero /
[Tinco {gente
Wa H, Chapman.
(
Noto se bec\
ao numero )
45 RA DO IMPERA
Ra Duque de Caxias n. 82
(AKTtGA DO QUEIMADO)
Fariji & Gomes, estabelecidos ra Duque de Caxias n.
82, pretendendo realisar a mudanqa de seu ettabelecimeLc
para a ruado Livramento n. 20, at 31 de dezembro do corren-
te anno, resohem fazer uma liquida^ao geral dasfizendasesi-
tente3 em seu citado estabelecimento, expondo-as desde hoje a
concorrencia publica, mediante preqos os mais resumidos pos
srveis.

Fazer a descripqo minuciosa dos valores e qualidades de
todas is fazendas que existem no estabelecimento, sobre ser fas-
tidioso seria enfadonho, por isso.pedemosannunciantesatodos
quantos estiverem na carencia de fazendas boas, bonitas e ba-
ratas, o fVvor de apparecerem em sua loja ra Duque de Ca-
xias n. 82,. na intenso de comprarera qualquer fazenda por
metade de seus primrtiwos valores,e na religiosa certeza deque
serao bem servidos, apezai de nfU> serem aqui annuckda^ em
esty'o seductor e faceto es vantagens que desta Hquidaqao de?erio
resaltar, nointeresse de todos quantos quizerem comprar, por
pouco dinheiro, boas e excellentes fazendas.
RA DUQUE DE CAXIAS N, 82
v
/
i
i WTIlMl 1



Icario de Pemambiic
Segunda
feira 11 de Dezembro" de 1871

VAWEDADE
M preer.
Abr, winis, o oratorio,
Acenda jJ'iJIFa beola ;
Creio que temos tormenta,
Qoe j vt jo fuzilar :
Vai bascar o tutu 'osario
E vem cooiigo rezar.
As toas preces 5o puras,
O Senhor ta de te ouvir ;
Vamos, rild, Iba pedir,
Que ninguem Ihe pede era vSo...
Misericordia, raeu Deus !.. .
Como rebeuta o trovSo I...
Que furiosa tormenta
Se destecha sobre nos I...
E nos du3* aqui eos,
Sem ningaem p'ra nos valer !...
S-inta Barbara !... qus fuzis,
Qoe me fazem estremecer!...
Coitados do3 navegantes
o je sobre as ondas do mar
Andao serapre sem cessar
Catando com este furor...
Qae relmpagos to fortes I...
Tem piedide... Senhor !...
Minha ci, estou cora mado ;
Ai meo Deus, eu hoja morro I...
.Miaba rai, man D ras, soceorro !...
O em nos lia de aqu valer ?!...
Micha mSi, qoe trovoada I...
Estou cora tnedo de rnorrer !...
Mi Santissima !... por piedade,
Modera essai iras las !...
TV.m compauo de nos duas
N 'ala iSo grande alllieco :
Nao desprezes, Deus eterno,
Minha sioge a oraeo !...
Virginia, miaba Gibinba,
N3o vs como cuv.)-te Deas ?
Repara... ciha p'ra os cos,
V se j limpos nao esto ?
Desd qoe tn Iba pediste
J se nao ouve o trovo.
ii se abrandou a tormenta,
A chava j pooca :
Quena pe era Dos sua f
Nao deixa de ser Miz
Toa orago foi oovida,
O ten corago nSo diz ?...
Oh! se o diz!... Sim, minha mi,
A minha alnp o reconhece ;
O santo fervor da prece
Ningoem sabe o que elle :
S nos agora sabemos
Qoanlo vale em Deus ter f!...
APLOGO. O PUSTAS1LG0, O SAPO E ABA
Mais cedo ura dia qae todos
O pintasilgo acordou,
E depois de alegre canto
Sentio ruido e esculoo.
Era um sapo qae l vinha
Fulo a pulo camiohando,
E p'ra meiga e terna r
De continao coaxando.
Veos ahi, duro bemzinho ?
Perguniava o bicbaroco ;
Aqui vou, dizia ella,
Aqui vou, espera ura pouco.
Nisto cbega o par mimoso,
Oade estava o passarinbo,
Qae do ramo era que pousra
Para os ver volta o biqainbo.
J to cedo, meo amigo
Nestes bosques namorando 1
O' pintasilgo pergunta
Ao sapo que ia coaxando.
E' ver.iade, tornou este,
Aqui vou crn a minha Nise.
O pintasilgoolbe bem,
Veja l ninguera o pise.
O sapo meio enQado
Ao pintasi!^') tornou :
O que que diz ?.
epressa a parase inuiou.
Mas logo este
NSo nada, nao se zangue,
O qaa ea disse p'ra sea bem,
Va andand" do vagar,
Olhe l, nao pise alguem.
lato agora outro caso
O sapo eniao proseguio,
E logo com a me^ga r
O sea camiaho seguio.
Um carro, porm, que vinha
De cargas assaz pesado,
Passoo por cima do sapo,
Que o doixou logo esmagado.
Qae fazas ahi bamzinho
A ave loraou zombando,
E elle com o mesm> orgulbo
Responden'stoa descaogando.
Moralidade.
i
Quantos ha por este mando
Que sem terem nem um trapo
Na desgrana ou na miseria
Sao peiores qae este sapo I...
A a as olhos verde**
Ea vians olhos formosos,
Verdes, gent, graciosos,
Nadando em mago fulgor ;
Eram ons olhos galantes,
No seu brilbar penetrantes
Mais do qae as seltas de amor!

Seoli-me ao ve-loa levado
A um outro lar encastado,
Qae assim jamis coaheci ;
Naqaelles fulgores tantos
Ea t am mando de encantos
Nos verdes olhos qae ea vi.
Era um Edem de ventaras,
Um mar de immensas dotaras
Qae iuandoa-me o corarlo :
Uos verdes olhos lio bellos,
Qae qoanlo man via, em v-los
Nutria maior paixo I
A'ite esjei o!h)s brilbantts
Eram m'ijs da; instales
De ura(ventaroso existir;
Era omnarora de flores,
Naqoelfe brilhar de amores,
NaqueHe vte lazir !
Quo lindos olbos t qae lindos !
Uos olhos assim s vindos
Do sH no vivo brbar I
Qoa liad ;s olhos fsceiros,
TSo raeigo3, tSo feiliceiros
Verdes como o verte mar I...
Como eram tiles furmosos
Tao meigos, lo graciosos,
Os'erdes olh s q;e ea vi i
Depois qae deixei de ve-Ios,
Aquellos olbos to bellos
Nos verdes ora js morri I
Le monde marche.
I
Mami, en quero om vestido
Como aquello da Cbiqninha,
Que outro oia cora a Rosioba
Ni igreja dos militares
Provo.tu tintos olaares !
Qae vestido to bonito I
Meio azul, meio encarnado ;
E como lio bem armado
Eslava o lago da cinlura
R al.and.i lae a figura !
E o tremendo, enorme coque
Qae o tantico Ib > eoc bria!
Como bera corresponda
N'aquc le tildar to coquette
C-rai o chic da toilette 1
Mami, nSo ve como as mofas
Costeo hoje de ir igreja,
P'ra que todo u mando as
Primaren naq'iella roda
Eu lo o o rigor.di anda ?
veja
Oh sic n3o diga isso !
Pois ajfora prmitti.l)
Na igreja o ruesmo vestido
Que so osa ri'm recreio.
No tbeatro ou no passeio ?!...
Ni ren terapo riauem ia
De urna igreja qualquer festa,
Sem levar a mesraa testa
Envolvida na escomilha
Que fecbava-lhe a mautilha !
Pois, o que ?! boje se usa
as igrvjas, de fazendas,
Do fiares, fitas e rendas.
Que nos bailes e partidas
Sao smente permittidas ?!...
= Ora, veja" o s, raamSi.
Como est to alrazada !...
Ento vosmec casada
Por veotura isto ignora ?
Nao sabe que moda agora ?...
Po^s nSo v todos os dias
Os anauncioscomo sSo ?
Como msica, ao sermSo.
Perdem melos os milos
S p'ra ouvir cantar os solos ?
E quera canta ? !.. p:rveotura
Sao tiples, velbos carrancas,
Desaceitadas crianzas
Que nada sabem de notas ?.
Pois nao !.. sao lin las devotas!...
E como ellas v3o ?... de preto ?...
Ora da-se tal regresso ?-----
Nao, senhora, boje o progresso
Ordena que nasteteias
Nao baja velhas nem feias !. .
sto, sira, qae bonito !
Pois ento mami achava
Que era melhor quaudo entrava
Na igreja a calva ou a torta
Tirar o chapeo porta TI...
O qae, menina, o que dizes ?!..
Ento lambem so consent
Na caboca actualmente
Capo no templo sagrado ?!..-
Como est ludo mu lado /!...
Ai 1 met Deas ai quera mo dar
l).'i.\:r l.-.i; mundo j\ !...
Vai, menina, vai, sinb,
Fazetodo o que poderes,
Vesle l como quizeres !.,.
Urna vei qoe isto moda,
Qae todas fazem assim,
Faze-o tambera quanto a mim
Hei da amar serapre o reg.'esso
Se isto assira que progresso I..
Mas qaeira Deus qua nao morra
Sem ver inda acabar isto
E ebeio o templo de Cbristo
Daqaella gente modesta
Que outr'ora vi, e nao desta !...
L. M. Piccguetro.
MUSEO NACIONAL.Escreve o Sr. Dr.
Ladislao Nelto :
D'eotre varios preesates offerecidos ues-
tes altimos tempos ao museo nacional pelos
Srs. Dr. Ernesto Pereira de Abreu GalvSo,
Jos Francisco T. do Nascimento, conserva-
dor do passeio publico e director da escola
mal do Jardim Botnico, permitame V.
qae lbe faca meoejio de ama alpaca e de doas
jabars-moleqaes, remettidos depois de
mortos ao museo onde agora se acbam con
vesientemente preparados e promptos a se-
ren expostos nos seas respectivos arma-
rios.
t Estes jaburs perteoccram ao pequeo
grupo das aves do Passeio Publico, onde
alguns visitantes, para sua distraerlo e fla-
gello daquelles pobres animaos, de continao
Ibes atiram pedras e matam-n'os por Gm,
como o flzeram a estes doas .representantes
da especie Metera americana, Como as
cegonbas,' a cafa especie oot'ora pertence-
ram, s3o os nossos jaburs-moleqaes as
aniores aves ribeirrahas de qae hoave an-
da noticia.
c Vivem ordinariamente em bandos ave-
tados, meaos a voarem as altaras do qae
andando na planicie, beira dos lagos e
das ros, onde ao ver se-lhes a plumagem
alvadia sobre duas loagas pernas, nuas e
pretas, como a cabera e pane do pesclo,
jalgafrM bit ter ante os olhos urna roda de
raenws africanos, mal vestirlos de camisi-
^
nbas de algodS ?, circamstancia. ewa donde
a elles Ihe veio seu vulgar appallido. Sao,
porm, deag-JciosMsimos no andar e na
forma, tanto do crneo corno do bico, e a
isto devem talvez o nome genrico pelo qal
na sciencia os conhecemos.
c Sobre a alpaca, ruminante grestimoso,
de que nao ha quem nao tenha j noticia,
nada lbe direr. senSo que o iadividuo ora
existentj ao museo pertencia ao "homaro
dos qae, n3o ha "aaito, o governo imperial
mandou vir para~ o Jardim-Rotanico o.ido'
queira Deas Ihe n5o caiba a mesma sorte
aos camelo: qae se eaviarem, alguns anno:-
atrai, para o Cear
' Com o qae at aqai Ihe termo dito de-
vera'se icabar esta nota e contentara me tam
bem eu, se, po: fallar de animis ed) masen
nacional que o me3mo f*a tratafde zoologa,
a j rae vitssse, de momento lerabranca, uu
artigo do jVooo Mundo sobre o mu-eu zol
lgico de Cambridge ;erca de cujas rique-
zas veio ahi a pel'o mencionar-se o noiso
bauseasem conhecimenloexicto do qae elle
hojee. 9
* O alludid" artigo foi j transcripto n'uma
fo'ba desta corte e pode bem ser que se
destne a passarem reiteradas transcripcoas
desie novo jo veiho mundo, se quo j o
nSo fez o proprio original, era papel e tinta,
para no.dizer em carne e osso qua os nao
tem.
t Sej ou oS) transcripto, porm. este
artigo, corra mundo oo se deixe ficar ahi
parado, ha nelle um periodo que se acha
de todo em todo em desconcert com a ver-
dada e em de.-hirmonia c>m os principios
at boje observados pela seinata redacejo
do Novo Mundo.
i Parece que o museunacional, diz aquel
le jornal, tem mais junecionarias do que
precisa e mais specimens do q-ie absoluta-
mente carecepa'a'.er eslenome.
t Nem urna ne.n ontra destas duas sup-
posices tem sequer vislumbre de ra!i-
dade.
Cono funcii.inario em servico effectivo,
a mim fmenie o lem tido o museu nacio-
nal ha bons o aonos a e-ta parte, e no de-
correr de to lo esse lempo doas nicos pre-
paradores, accoraulando anda um dellos o
nao pequeo, servico da porleiro, bao me
auxiliado nos mais-qoe complexos irabalhos
de q airo secces desta estabelecimeato.
A despeito, porm, deste causativo la-
borera que de conou se me dividem for-
ras e aiteticoes, a despeit) de exiguos ven-
cimeolos de 80Ui> ananaes que a le n. 164
de 2o de setembro de 1810, vai para mais
de 30 aonos, as ha marcado aos directo-
res do museu, e a despeito, eraim, dos
anda mais exiguos honorarios dos referidos
preparadores que, em virlude da mesan
le nada mais tem que 500 mensaes, nao
entrn nunca para este estabelec.mento ca-
dver de animal qoe o deixassemos apodre-
cer por falta de quem os preparasse ; nan-
ea cessou, antes tenio considera velmente aug-
mentado a correspondencia do mosen na-
cional com os museus e naturalistas estran-
geiros, e bem assim om muilos partcula
res de nossas provincias; e, finalmente,
nunca mez algum se ha passado em qae om
ou mais dias baja ea deixado de percorrer
as nossas cercanas a colleccionar quanto de
mais curioso aos produz a fecunda nata-
reza desta zona.
< Pondo anda margem recelos de qae
por fataidade me seja tomada ama justifica-
rlo qae se me figura necessaria, devo ae-
crescentar que toja esta trra invoco em
teste-mundo do que teobo publicado, quer
em folhetos, qfier pela impreosa peridica
do paiz, em pro I do museo brasileiro, em
cujas collecces mais qae averiguado est
quanto ha elle com isso lacrado.
No tocante aasencia de specimens de
que absolutamente carece o museu para me-
recer este titulo, no qae cima deixo dit>,
est, cuido eu, virtualmente respondida a
aecusago.
Todava dou-me pressa em accrescen-
' lar qua to pobre o nosso museu que ne-
nnoma duvida ha hoje em dia em ser elle o
pnmeiro da America do Sul, era ser mais
rico do qae muilos di Inglaterra da Franca
e dos Est3dos-Uoidos, do que o da Lisboa,
o da Rruxellas e o da Upsali, sendo que
igual seno superior m9 parece ser a mai-
ioj dos mais afamados da Italia,da Holln ia,
da Aliemaaha, etc. O de que precisamos
espado e coramodo para as nossas eollecca3,
um parque zoalogieo para estudos exue-
rimentaes nos dous reinos orgnicos, e ,
finalmente (veja-se quania sem razSo te ve o
Novo Mundo), um certo numero de colec-
cionadores activos e intelligeates a cujos
Irabalhos e viagens deva em breve o museu
nacional ser copia fiel de quantas riquezas
aprouve a Deas enthesoarar neste vasto e
grandioso territorio.
POLTRONA MUSICAL.A historia que
se segu nao e um cont de E igar Po ou
R.ndelaire. Pessoa chegada ha poocode
Nova-York assegurou-lha Libert a autben-
ticidade absoluta.
Ha poaco mais d'um mez morava na Ter-
ceira Avenida n. 25 um negociante por nome
Jorge Cuonings. Era um bomem de genio
pacato e que jamis manifestara paixes vio-
lentas.
Tres anno3 antes tinha elle trazido da
Suissa nafa sua muher ara presente qoe
esta, joven ainda, recebera com infantil ale-
gra. Era urna poltrona musical, qae toca-
va o Miserere do Trovador quando alguem
se assentava nella. Nos primeiros tres me
zes Cunnings divertia-se muito com esta ca-
deira, mas ao cabo de um anno ganhou-Ibe
averso, e smente a vivas instancias de sua
mulher desisti do proposito de desfazer-se
dalla. Prohibi, porm, expressamentaqoe
alguem se assentasse na poltroa >.
A 15 de setembro Cannings voltoa para
casa s 7 horas da tarde, pareca contraria-
do e acolheu muito framente ae caricias da
esposa. A'sperguntas desta responda que
tinha tido desgostos naquelle dia e afastou-a
de si cora ralo humor. A pobre mulher foi
cahir na poltrona qae principiou a tocar im
mediatamente.
Ento Cunniogs, tomado de snbita raiva,
lanca mo de orna machadinha qae estava
ao p do fogSo da sala, atira-se sobre a mu
Iher, racha The a cibeca, e com todas as
torcas pz se a amiudar cora o mesmo ins-
trumento golpes sobre o encost da cadeira
qae continaava a tocar. NSo tardn a vol-
tar lbe a razSo ; estacou ento, tirou da ca
deira o cadver ensanguentado. astentou-se
no logar della e com om tiro de pistola fez
voar os seas proprios milo. Quando, at-
trahdos pele detonado, os criados entra-
ram na sala a poltrona tocava as derradei-
ras notas do Miserere.
A POLYGAMIA.-E' sabido que ao cons-
tituir s Ojgranle ju-y na cidade do Ligo
Salgado forano recusados todos os polyga-
raoi. Acontecen lo que tres d'entre elles
protestassem contra esta medida, allegando
que a polygamia faz parte das doctrinas
fon Jamen taes da igreja de que sao mera-
bros, que foi revelada pelo proprio Dees
dita igreja; que, finalmente, nao crimi-
noso de adulterio o hornera qae vi.'e na po-
lygamia, ormulou o primeiro jaiz, Mi-
Kean, a sua opioij nos tarnns seguintes :
O sophisma, por meio do qual se pre-
tenle provar que a polygamia est em har-
mona com a civilisacjo americana, consiste
em dizer que ella urna pratica religiosa;
que a tolerancia religiosa um do; princi-
pios fundamentis das iostituices america-
nas e da constituico federal; qne. por
consoguinte, a mesraa polygamia protegi-
da pela constitu, So, e que sao incoastitu-
cioaaes todas as leis que a prescrevem.
Se os americano-, geralmente fallando,
fosseal um povo de barbaros, ou se vigo
rasse entre eiles o governo patriarchal, na
til dizer que ddixarLm de existir tanto a
nossa c nstitai^So como as instituicaa que
possuimos.
t E' cheio de bamilhacSo que me vejo
na necessidade da ac.reEcenlar que a nossa
constituico e instituigas, longe de recom-
mendarem, nSo permittem a tolerancia de
ama pratica manifestamente contraria ci-
visago. Teem existido algumas religioes
|W ex'giam sacrificios humanos ao sol, ou
a iinmol,;".a > de crianzas aos crocodi los das
Ganges; mas se factos desta ordem fossem
prauesdos ne4e paiz, quem qae se atre-
vera a justifica los invocando a tolerancia
religiosa ?
Mas, pira qae havemos de per ier lem-
po em di cutir prooosic'S da natureza
desta qoe ora nos submettida?
< Quando os ladro js farem admillidos
como juradas nos proeessos de roubo;
quando os gatunos forera chamados a jol-
gar os casos de forto, e os assassinos os
da himicidio, ento serij tambera convo-
cados os bigamos, qM sustentara, em
substancia, que a sua relgio a do crime,
aSrn da jalgarem, na quaiidada da jurados,
dos casos de bigamia e de adu lefio. Gra-
bas, porm, aos seculos de civilisacao
christa, nao sao anda ebegados esses lera-
pos; e a julgarmos palos coostautes pro-
gressos da rafa humana, devemos esperar
qne nunca hS) de chegar, falizmen e.
A recosa foi sustentada, e regeitalos os
tres jurados em qua.-.io.
VIOTIMA DOCHLOROFOftMIO.O jury
do coroner em Nova-Yo. kacaba de pronun
ciar a segninle sentenca, sobre o facto da
morte de Julia Doolittle, qae fallecer em
casa de um dentista, sob a influencia do
cbloroformio :
< Segando o depoimento das testemu-
nbas, foi a morte de Julia Doolittle de vida
ao emprego do cbloroformio qae lbe pro-
duzio a paralysia ou a suspensSo das fnne-
ges do corago; e, embora absolvamos de
toda a colpa, no caso vertente,ao medico
Jorge Little, que lbe admi istrou aquella
substancia, recommendamos a todos que s
a a^pliquem nos casos mais graves, que
possam reclamar o emprego de um anes-
tnesico to poderoso.
LTIMOS PENSAMENT03 DEU1IA AS-
PHYXIADA.Nao ha muito lempo, na ci-
dade de Chicago, qa i acaba de toraar-se
alvo da atieocio uuiversal, em razSo do pa-
voroso incendio que esleve quasi a red azi-la
a completa ruina, baixou sepultura urna
pobre mocinba, cuja morte teve lugar as
circumstancias que passamos a descrever.
Indignaraen.e engaada pelo amante, que
Ihe prometiera esposa-la, resalveo por ter-
mo existencia. Escreveu ao 'mancebo,
annunc';ando-ibe a firme resoluco que adop-
tara ; e collocoo, bem vista, uraa carta,
sobremodo enternece.1 ira, sua mai, que
tinhi, segn lo o costoma,. sahido a traba-
Ibar no campo. Depois disto, fechon-se no
seu aposento, lapoa cora pannos todas as
frestas das janellas, acceodeu tres fogarei-
ros, vestio se toda de branco e deitou-se na
cama.
AHi ticou a esperar a morte ; e, emquan-
to e-perava por ella, ia tomando nota de
tado o que se passava, em si mesma, com
ura lapis, de que se bavia munido :
Nao sinlo nauseas; tenbo a cabeca
desemoaragada. Vejo urnas moscas negras
a voliearera-me dian'.e dos olhos. Simi-
ram-se as moscas. Tornam a apparecer
as moscas de ainda ba poaco. Agora sira ;
estou soUreado muito ; tenho tSo quenta a
testa, que me escalda as mos.
Neste ponto cabio Ihe o lapis da mo. A'
noite, quanlo oseis voliaram para casa,
a pobre menina j nSo era mais que um
cadver.
SALVA POR ENGAO. O Times de
Malla refere uraa historia singularmente
contrisladora.
Dods jovens recem-casados gozavam da
la de mal, em viagem, a bordo do vapor
grego Eunomia.
Este navio incendioo se. O marido, no
aage da desesperaco, precipita se eo ca-
marote, toma nos bracos a mulher e atira-
se ao mar abracado com ella.
Depois de passarem pelas terriveis an-
gustias, sao ambos recolhidos por ura esca-
ler ; all porm, 'reconhece o marido, com
indescriplivel pasmo, que bavia salvado a
urna pessoa estranba. Tinba-se engaado
do camarote. Torna-se ao vapor, onde ve-
rifica que a consorte suecurabira victima
das cbammas. A pessoa, salva por engao,
era urna joven senhora de Alhenas.
EXPERIENCIA INTERESSANTE.Noti-
cia ama folha de Nova-York, que n'um dos
dias do me: passado tivra lugar naquella
cidade, na confluencia do canal Street e East
Rroadway, urna experiencia das mais iote-
ressantes, feta com o apparelho Rabeocka
para extineco de incendios.
O resaltado tinha sido concladente. Em
menos de dous minutos urna cazinha de ma-
deira, incendiada, fra salva da destrt-
elo.
INVERN ESCANDALOSO.Ha dias re-
ferimos o caso de om invern to. rigoroso,
qae chegava a gelar a propria chamma.
Ahi vai oquo ejusdem furfuris, que aca-
ba de ser-nos communicado, muito par-
dsele. Perde-nos o coramanicante a indis-
crico:
Despedia-sd um viajante estrangeiro de
urna senhora com quem travra reacdeB no
paiz de que mjt ausentar.
Quer-ni eoto, deixar? disge-lbe
mu... E nSaiavasaodad
Moitas, minha senhora ; de todos, de
tudo... De ludo, menos- do invern...
Da invern ? Achon o desagndavel ?
Dasagradavel, n5o oirei... Mis fri,
minha senhora, fri de fazer chorar.
Ah I E u qae dira o senhor so bou-
vesse experimentado t do ultimo anno !
Isso que f i fri I Oloe: estava a chalei-
ra ao fogo, a ferver; *e a desp'ejar-lhe a
agua: nem pingo! EstJ>a gelada!
A reforma uiauic'p il em
VflIH
(Continuaco.)
Nossas cidades regorgilam le orna popa
pu bf.ao flacluante, noraadi, aventGreira. e
a prudencia ordena que se n3 abandone
sna adminiistracSo esta categora de'pes-
soas.
Haveria entretanto perigo em mostrar-se
por dernais rigoroso n doraco a residen
cia necessaria para a obtengo do direito
eletoral.
Na communa, um anno de residencia pa-
rece ser o que rasoavelraente se pode exi-
gir : ir mais longe seria mosWar urna pre
medilacSo de exclus'o contra urna ciarse
iatiira de ciJados, seria tornar cahir na
arbitrio, e cedo ou tarde ter-se-bia de re-
primir recoltas.
As condices de elegoilidarle parece nis
Jevera aproximar-se quanto fo; possivel das
jJo eleitorado
Sabindo assim do suffragio universal sem
resiricgao, nomeado por om periodo de tres
aon s, reelegvel anaaalmente pelo terco, O
c oselho municipal na esobera .!;i- attriboi-
cues qae a lei concedo s localidades, vem
ser o administrador nico da cidade.
In.anrt essencialmenio que a sitoago
Jo iiviire seja mudada.
Hoje o governo representativo s existe
realmente em nossas cidades.
O primeiro magistrado municipal tem
poderes muito extensos e sobretodo muit i
pessoaes.
De facto e niesrao de direito, ao menos
certos respeilos, um senlnr absoluto,
p )is que pode tomar delibaragas sem con-
sultar a a-sembl i municipal.
G-agas nossa legislago, o maire um
personagem predominante, cuj vontada
previl-ce moitas vezas do coaselho.
A lei de 1867, definilo nova casos em
qne a municipalidide pode lomar delibara-
gas r.'gu!amealares, isto exacutorias por
si mesoias, nao diz ella: < no caso de dis-
cordancia entre o mayor e o conseibo mu-
nicipal, a deliberago s ser executada de-
pois da approvagSo do prefei'o?
Assim, o primeiro magistrido communal,
por si s, pode dar xequa e mate ao con-
seibo iateiro. Daqui resulta que o maire
carrega ordinariamente lodo o fardo da ad-
mmstrago da cidade. Nenbuma situago
poderia ser ma3 opposta aos principios do
self-gover-ment.
Sera razio se invocara respeito das lo-
calidades as famosas regias da diviso dos
poderes, e querer-se-hia distinguir em cada
cidade o executivo e a assembla delibe-
rante.
Estas duas partes da autoridade, a deli -
beragSo e a acgSo, que pode ser til sepa-
rar em um vasto tbeatro, devem na aca-
nbada espbera dos interesses commuoaes
ser reunidas e confiadas s mesmas mos,
sob peaa de numerosas complicages e
grandes abusos de poder.
Em Franca, como na Inglaterra, o canse-
lho municipal deve pois administrar real-
mente e executar per si mesmo suas pro-
prias delberacoss.
Para esse efleto, bom que seja divid lo
em algumas commisses, tendo ada uraa
sua competencia, e dirigindo nm ramo es-
pecial de servico.
Desta sorte se far que as populages se
oleressem de veras nos negocios da cidade,
flearo repartidas com eqoidaie as respon-
sai ilidades e encargos, e se desenvolver a
vida e iniciativa locaes.
Nesle systema o maire nao mais do
que o presidente do conselho, pelo qual
deve ser eleito todos os anuos.
O seu papel acha se reduzido s menores
proporgas; o poder pessoal desapparece
da communa.
E' para desejar que esa reforma nao se-
ja retardada, ou os maires capazes e dedi-
cados virio em breve faltar.
Ji fe acbam poucas pessoas que queiram
aceitar essa tarefa, to pesada como in-
grata.
Condemuados um trabalho obscuro e
sem remunerago, destinados quasi todos
se tornarera era curto praso impopulares,
esses magistrados, principalmente as cria-
das, sSo boje difficilmeote recrutados; po
der se-bia mesmo dizer que, sem a pers-
pectiva de recompensas honorficas, seria
qa .si iinpossivel encontrar om cidado con-
-ideravel que consentisse em ser maire de
urna cidade importante.
Nao seria assim para ara simples presi-
dente do conselho municipal: o trabalho e
a responsabilidacra seriara melhor di-ididos;
baveria menos receios dessa impopalaridade
qae anda fatalmente ligada ao pod r pessoal,
ainda o mais honesto e consciencioso.
Eraquanto s attribuigdes do maire nSo
forem notavelmente redolidas, e nao se
houver restituido aos conselhos muocipaes
-as funegoes executiras, estaremos longe de
urna descentralisagSo eCficaz.
E' apenas necessario dizer que os conse-
lhos especiaos formados no seio do conselho
municipal para a expedigao dos negocios,
deveriam ser permanentes, como na Ingla-
terra.
Bastara que o conselho todo nSo fizesse
mais do que quatro sesses ordinarias
determinadas por le; mai poderia sempre
reunr-se em sessoes extraordinarias re-
qoisigio da metade dos conselheiros.
Accrescentemos que nem o maire nem o
conselho poderiam em caso algum ser re-
vogados, suspendidos, iosolvidos pela auto-
ridade central.
SSo reformas bem radicaos, dir-nos ho,
e difficeis de operar em um momento em
qoe o paiz parece em dissolagao. SSo sem
duvida estas reformas radicaes; mas pare-
ce qae nSo nos devemos limitar mesqoi-
nbos melhoramentos de cousas miadas.
Jolgam por ventura qae ama nago atra-
vesse seraelhante crise sem que sua consli-
tuigao seja prompumente abalada, sem que
sua maneira de viver seo rgimen, sua by
giene se modifiquem completamente 1 Os
acontecimeotos sSo que nos imprem, nSo
como dever, mas como necessiJade, orna
transformacSo total.
A' doas passos do abysrao todos sentem
qoe oo podemos proseguir no mWQ 3-
combo; compre voltar iraz e tomar a sen-
da opposta.
Em toda a Franca, a vida, o psnsamen-
lo, a activiiade, esto ponto de Ciliar;
por nao terem servido, todos os orgSos lo-
caes estSo guasi paralyticos, e esta insen-
sibilidade fe todos os membros do corpo
social amcaga estebder-se e entregar a pa-
tria inerte todos os ioimigos exteriores e
interiores.
Ora, se querem restabelecer a vida, nSo
ba dous metbedos, ha s om, o exercicio
regular de todos os orgSos. Custar-uos ha
alguns esforgos, algumas sonsacos doloro-
sas,{qoera o duvida ? E penoso sacudir ama
immobilidade inveterada. Seria, por certo;
mais coramodo espera/ que om salvador
nos cabisse das novena* o se dignasse to-
mar nos sob sua tlela, embira nos preci-
pitassemos ao cabo de alguas anuos es
u n abysrao aindamis profundo e insope-
ravel.
Nao se pode restaurar as ioetituiges li-
vres sera restituir s localidades sua com-
pleta autonoma, sem dar-Ibes administra-
ges colleclivas. Para nos, nao ha sobre
esto ponto a menor dovida. Ha ma'to
lempo que todos os espiritos esclarecidos
de Franga, e com surprebendnte nnani-
midada todos os publicistas, todos 03 ba-
raens de estado da Earopa, descrevera o
mal da que padecemos e predizem as saas
consequencia?. Nossa excessiva e inhbil
centra isago administrativa, eis o mo r-
gimen que nos roe, e que devemos corar
antes qoe se torne irremediavel. NSo ha
necessidade de inventar am novo systema;
ha um j prompto e feil, que fuacciona
aa nosso lado ba seculos, o systema inglaz;
esse qua qnereriam's ver estabelecido
era Frang, e isto seria tanto mais fcil
quinto dirante alguns aoaos urna organi-a-
Co local bastante anahga, a da cou-uitui-
co do armo III funecionoa felizmeala eatre
nos: fun clonara ainda, repilo-o, se nao
fra o attenta lo de Napoleo, que qniz
varrer de nosso solo todos os obstculos ao
despotismo, e qoe par demais o conseguo.
Para ju>titicar os vicios mais nocivos de
nossa organisacj local, nao faiUm argu-
mentos e-peciosos, pilos qaaes se dexam
levar, nao s o vulgo, porm mo tos juris-
tas e lgicos. Coma admittir, dizem, que
as cidades p issam gozar de urna completa
autonoma na espbera de seus interesse
municipaes ? Seria a desorden administra-
iva e a dissolugao de nossa andale polti-
ca. Ao 'cabo do periodo de 20 aonos qae
acabamos de atravessar, na verdade mal
cabido pretender que a tutela do poder
central seja urna garanta seria da economa
para as localidades e para os contribuales.
Era que paiz do mundo, no goso mais
Ilimitado do self-governement, se vio to
escandaloso excesso de despezas notis e
loxuosas como as nossas cidades e provin-
cia 1 manos importantes. SoffrerSo jamis
as cidades e condado da Inglaterra 00 da
America semelhanta extensSo de sua divi-
das e encargos: essa mi vem de funciona-
rios imprevtdeutes qae todos os goveraos
successivamente mandam sob os diversos
nomes de subprefeitos, secretarios geraes,
conselheiros de prefeitura, govejnar as nos-
sas localidades urbanas e raraes, sao por
sua origem, educacSo e maneira de viver,
os mais improprios homens do mondo para
o cargo de protectores dos dinheiros das
commanas.
O mais nfimo camponez e o mais humil-
de burquez tem ideas muito mais serias e
claras de contabilidade ou economa.
Se eotendem conservar para sempre em
cratela nossas cidades, enmpre ao menos
dar-lues outros conselhos jadiciarios qae
nao esses administradores sem experiencia
e indiferentes. Alm disto, nSo nos enga-
emos sobre o sentido e extenso dessa au-
tonoma communal que todos os homens
Ilustrados reclamara. Para que urna lber-
dad e seja efficaz, basta que seja imulamec-
te demarcada.
As munxipilidadas nao devem depeader
d: funecionarios da poder central, com a
raissio da as fiscalisar e conte-las arbitral-
mente, d^vem sim estar snjeiUs as leis mi-
nuciosas qae circumscrevam com rigor o
circulo era que ellas se podem mover, que
ponham barreira aos desvos possi>eis, l-
tnitado p incipalmente o poder de tomar
emprestado e vender, e de laxar os contri
buintes. No de m3is ist > sao ailribuices
quo apenas podemos lrat:r superfunctori:-
mente neste estado.
A unidade poltica nada tem que recetar
da independencia das localidades, se soabe-
rem e quizerem limitar essa iniependaocia
em malarias de intaresse local. A demar-
cago fac de fazer-se. A rrdem judicia-
ria, por ejemplo, em nenhum dos seus
graos deve proceder dos poieres lacaes.
No m-^mo caso est a forga publica. A
guarda nacional igualmente urna nslitni-
go qua deva desapparecer Milicias bar-
guezas, subordinadas aos magistrados da
cidade, esto em completa co .tradigo com
ns principios da sociedade moderna. Sao
resto; de orgaaisago fjudal, que em pouco
lempo nos arraslanam de novo anarchia
"da idade media. O proprio nome que al
hoje se tem dado a essas milicias cidadas
um como protesto anticipado contra o pa-
pel exclusivamente local que se Ibes tem
querido attribuir; com effeito, toda a forga
nacional deve pertencer nago toda e de-
pender nicamente do poder central.
A abolicSo irrevogavel da guarda nacio-
nal portauto urna medida exigida nao s
peto estado actual dos nimos, mas tam-
bera pela lgica das instituiges. At no
ponto de vista doutriual, nSo ba besitago
possivel; se persistem em reivindicar a
existencii de urna forga armada, cojo com-
mando pertenga aos magistrados commu-
oaes, renunciam por esse facto reivindi-
cado do direito de eleger esses magistra-
dos pela municipalidade. De duas coasas
urna: ou os maires e agentes municipaes
sahirSo da eleigo em todas as cidades e o
guarda nacional ser supp imida ; o a enlac
ser esta mantida e o governo momear os
maires, bem como todos os agentes mu-
nicipaes, E' ama alternativa rigorosa : nao
possivel achar om meio termo.
Para nos, a eleigo dos maires traz com
sigo a suppressSo da guarda nacional. Em
paiz nenhum qae tenha vigorosas institoi-
goes locaes, se encontra forga anloga ; as
milicias inglesas teem oatra organi>agSo e
oo tro carcter, alm de que dependem de
pe:s:nagens noraeados pela rainha ou por
seus representantes,
(CMfiNMr-afto. >
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