Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12531


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Full Text
ANNO XLVII. NUMERO 280

m u ":
\ *'
fA1A A CAPITAL E HTCAS OWDK WAO SE PACA POBn.
Afir Tren eses atilintados ,~.....',,..-.......
yor sefs ditos idam...................
, Por ora anuo laia......... ...
u BOJBVO avuijK) .....*
2B& +
i
QUINTA FE1RA 7 DE DEZEMBRO DE 1871.
-
PARA BIITIO I PORA DA PBQVI1CIA.
Por trea mozea adiantadof .
Por Mif ditoa idos......
Por nove ditos idem .
Por um auno idea

4.....



MMIa 1 1.
zu#a*g 171000 j ,B






m.

.
- Propriedade de Manoel Figueira de Fara & Filhos.
AO AtiUmtUMi
t rif^rardt-Antroio Altes 4 Filhos,'no Par* ; Goo$alvw Pinto, no Miranhlo ; Joiqaim Jos de OliWira & Filbo, no Cesri ; Antonio de Lemoi Bruja, no Aricitj ; Jlo Mara Jolio Chaves, no Aas Antonio Marpe* da Suva, no Natal; Jos* Jata
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ^elippe Estrella 4 C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Tilla da Penha; Belarmino dos Santos Bnlclo, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth : Antonio Ferreira de Agaiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Leite, Serqninbo d- C. no Rio de Janeiro.
t >

PARTE QUICIAL.
Coverao la provincia.
30 DE NOVEMBRO DE 1871.
EXPSDIKNTR PO DA
Acias : .
O presidente da provincia, atienden lo a pro-
pjiti do lente coronel commmanJanle do Io ba
talho de artilhana deste maoicipio, sobre a qoal
informou o eommaodante superior respectivo em
oficio B. 268, de h>ntem dando, resolv nomear,
ie eonformidade com o dispostn no art. 48 da lei
o. 60i de 19 de aeterabro dd 185'), cara V lente
da 5' omoanhado dito batalbo o guara Salva-
dor E^tevao de Oliveira.
O presidente da provincia, a'.tendendo as pro-
pias dos lente* enrois ommandantes dos i
e 8 batalhesde infamara da guarda nacional deste
maniciuio, e a vista da taforraacin do respectivo
commaadaota superior em cilicio d. 267, de 28
deste raez, resolve, de conforroilade cora o dispo*
to no urt 73 do decreto n. 7J2, de 23 de ouiobro
de 1830, designar os capitos J is Ttiomaz Caval-
eanle Pdssa o Jesuiuo da Cista Albuquerque
Mello, e-te da 1" companhia do 8*, e aquella da
rV do do 4* baUlhoes, para exercerem ai fuacgois
de major nos referidos carpos.
presidente da provincia resolve, de eonfor-
midade com a propo*ta do brigadeiro coinmandan
te das armas era oficio de 18 do corrate sob n.
396, noavar o major graduado do 2o batalhao de
infamara, Jo.- Libanio de Sonta, para exercer
interinamente o logar de major da praca do presi-
dio de Fernando de Noronba, durante a ausencia
do raajor refrmalo Trajano Alipiu de Cirvalho
Mondonga, que ehamado esta capital para jus-
ticar se das aecusages quo Ihe a) fritas.
O preiidente da provincia, lando em vista a
proposta do director geral interino da iostruceo
publica, feita em offlcio de 25 do crreme sob n
iOl, resolve, na eonformidade do ari. 7* da lei o.
.169 Je li de raaio de 1855 noraear, o cidado Ma-
aoel Cynllo de Barros Wanderley para o cargo de
delegado Iliterario do districto de Porto da Gal -
.tallas.
O presidente da provincia, de conformidade
com a propota do Dr. cb -fe de polica em offlcio
o. 1(519 de 29 do correle, resolve alterar os limi-
tes dos doas disirictos de subdelegada do termo do
Ei, os quaes passaro a ser os seguintes : O
districto da villa de Granito extremar ao oascenle
com a freguezii do Salguein, ao sal ora a de Leo-
poldina, ao poente com a de Ooricory o ao norte
com a provincia do Cear na Serra Araripe,
principiando do silio Mundo Novo aos denomi-
nado* Grvala, Taboleiros, Paos Grandos, Novilbo,
Madeira, Araripe, pronte Alto, Lages, Sitio do Ray-
mando Alves, Rapador, Inveja, Barrinha, e Serra
Nova a encontrar n> II ijueiro, limite da fregu -
lia cora a do Ouricury ; O districto do Ex cora-
pretender todo raais terreno da freguezia, nio
camjreheadido ao prirasm.
O presidente da provincia, atienden! j ao que
tbe requerea o promotor publico da comarca do
Brejo, hachare! Giocinato Alves Cavalcante Cara-
biim, resolve cooceder-lhe doos mezes de liesnga
com veoeimeotos na frraa da lei para tratar de
sua sade nesu capital
O presiden;e da provincia, attendendo ao que
rejuereu o padre da companhia de Jess, capellao
contratado do presidio de Fernando de Noronha,
w Baptista Barberti, resolve conceder-lhe dous
mezes de licencia com os feus venciraentos para
vir estacapital tratar de sua sade. -Expediram-
*e as necessarias communicaedes.
Offliios :
Ao Exm director da Facoldade de Direito da
cidade do Recife, soliicitando, para poder satisfazer
o disposto no aviso do mioisteru do imperio de 10
do crreme, que informe com urgencia se ao ser-
vio desse estabelecimento ha escravos de oacao e
no caso alflrmativo qual o 9eu numero, cor, idade,
offleiose estado, se poderao continuar a ser era-
pregsdo3 nesse servio, cono asalariados. cele-
orsodi se para e>se llm os respectivos contratos.
Igoaes, mutatis mutands, ao administrador do cor-
reio, inspector da sale publica e do porto e cora
missario vaccinador.
Ao brigadeiro comraandao'e das armas r -
coramenlando a exoedieao de suas ordens para
jae um inferior e 15 pracas de linha sj aprsente
no da 4 de dezembro vioaouro.s 8 horas da ma-
ubia, na casa de detenoao, para escoltaren! at o
presidio de Fern3odo de Noronha 11 sentenciados
de jastica que para all seguem ni vapor da com-
panhia Pernarabucana.Offlciou-seao inspector do
arsenal de marinua para mandar postar no caes
lo Forte do Hattos embarca^oes sofflcientes para
o transporte at o vapor dos sentenciados e a forqa
de qae se trata.Commaaicou-se ao Dr. chefe de
polica e ao commandanU do presidio, quanto
ida dos sentenciados.
, Ao animo para mandar por a disposieao do
^apilo Jos Francisco Colbo, encarregado da
Mnstraecao da lioba lelegraphca d.sta capital
para o siil, urna prac de cavallara para acompa-
nba-lo, forneceudo-se essa prac.a urna pequea
barraca de campaoha.
Ao desembirgador procorador da cora, so-
berana e fazenda nacional, adra de qae cora ur-
gencia inlerpoohao seo parecer.nos inclusos aatoj
de mediclo e demarcarlo do engenbo Pedra Rden-
la, porteo:eo'e a Manoel Joaquim de Vasconcelios
e proeessados na municipio do Bonito.
Ao inspector dath^soararia de fizenda, iolei-
rando-o de \ae o capellao contratado do presidio
de Fernando de Njronha, padre Cirneme Negn,
renunciando o resto da lieeng de dous mezes oro
qe se acha ne?ta capital, segae para aquelle pre-
sidio no da 4 de dezembro vindouro. -Igual cora-
ntoica Ao mesmo, recommeadando qae providencie
de modo a ser postada a disposieao do captao Jo?
francisco Colho, enearregado da coostraeco da
linha telegraphiea desta provincia para o sal, todo
n material telegraphio existente na alfanlega des-
ta capital.
Ao mf?mo, maodande pagar ao brigadeiro
refirmado Hygino Jos Colbo, presidente da cora-
misso de exame do material do exercito, cargo
das fortilicaoOes da proviocia, a qaantia de 50i
que despenden cora o transporte da referida cora-
rnlsso desta capital i Pao Amarello e Itamarac
Ao inspector da thesonrana provincial, para
fazer pagar ao bacharel Henriqae Mamede Lins de
Almeida a qaantia de 1:000| a qae se julga com
direito, na qaaldade de contratante da confeccao
c impresso do almanack da provincia, relativo ao
anuo de 1872.
Ao vice provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia, autorizando o, nos termos da informarlo
lio jaiz le orpbios, a mandar entregar Joao Ro-
drigaee Liaia a menor sua tutelada Romaalda Ja-
catha Pereira do Reg Brrelo, recocida ao col
lecio das orpbaas.
__Ao inspector do arsenal de marinha, conce-
deado a anterisacao qae solicitan para comprar a
Francisco d'Assis Medeiros Pinto, cem grotas de
torcidas para os eindieiros do pharol da barra,
1*950 ra. a groia.
__Ao mame, permiitindo contratar, como sol
citoa, a factura ou compra de uro estandarte e 18
capacetes para os marinberos da galeota imperial,
a snsiunc*0 ^e gaaes objectos, qae se acharo
"tratados, sendo aqoelle pela quaotia de 450* a
--MMOOO Pl de 'W*000 c*d atB' Pre-
atea os mais modieos, qae encontrn as averia
IaacSes feitas.Commanicoa-se thesoararia da
11 toada.
Ao cotjpj la Confeerato Norte |AlIemla,
d>zendo llcar inteirado de haver, de volta da F.u-
r [i i, reassumido no da 28 do corrente o exerci-
co do sea cargo.Fizeram se as necessarias com-
mnoicaedes.
Ao director do arsenal de guerra, cooceleo-
do a permlsso que solieitou para despender por
coma das despezas mindas desse arsenal a qaan-
tia de 34S000, com os concertos de que ptecisam
o fogao e a chamin da offl:ina de latoeiro.Com-
rouoicoa-se thesoararia de fazenda.
Ao mesmo, para mandar salisfazer o iocluso
pedido de artigos de fardamento para os operarios
militares desse arsenal.
Ao mesmo, recoramendiado que manda for-
necer ao eapilio quarlel mestre do commaado su-
perior deste municipio seis mil carluxos tie festim
e seis mii capsulas falminantes da espacia e adar-
me eoostinte di iucluso pedido, para as salvas do
dia 2 de dezembro prximo vindonro Inteirouse
ao eoramandaote superior.
Ao chefe da repartirlo das obra3 publicas,
para que, era salisfacao ao ispo-to no aviso do
ministerio da agricultura de 21 do corrate, in-
forme acerca do que pede no induro requriraen
to o bacharel Bento Jos da Costa, erapr6zr>no da
linha frrea desta capital laboato.
A.s commissarios do giverno enearregado.
oa liqaidacao das coutas da estrada de ferro do Re-
cife a S. Francisco, afira de que informem acerca
do objeclo do aviso, junto por copia, do ministe-
rio da agricultura de 17 do corrente, relativamen-
te a liquidaco de coatas da mesma estrada.
Ao jui: commissario di municipio do Booito,
acensando a recepejio dos autos que remetleu de
rasdicao e demarcaco do engenho -Pedra P.edoo-
dapertencente a Manoel Joaqun) de Vasconcel-
os, proeessados nesse juizo.
Portaras :
Ao gerente da companhia Pernambucana,
para fazer transportar ao presidio de Fernando de com que ella se i
Noronha, por coma do ministerio da guerra, o te Icavar a V. S.,
major graduado Jo. Libanio de Souza, que vai
all exercer o lugar de majar da praga, seus dous
Sinos e mais a respectiva bagagem.
Ao me^mi, para que mande recebar e trans-
portar at o presidio de Fernando de Noronba,
por coma do ministerit da guerra, os objectos
constantes da inclusa relacao, e acondicionados
em (res caixotes.
Dita, concedendo perraissao ) Francisco Joao
de Barros Jnior, para embarcar com destino ao
presidio da Fernando de Noronha, os gneros
constantes da inclusa relacao, assignada pelo se-
cretario interino da presidencia.
Despachos:
Major Alfonso de Paula de Albuiuarque Mar-
nhao.Nao havendo vaga, nao ple ser concedi-
da a passagem que reqaer.
Bacharel Armioio Corielano Tavares dos Santos.
Como requer.
Aureliano Mamede Cordero.Sim, at o dia 7
de Janeiro prximo vindouro.
Anna Mendes dos Aojos.Nao tem lagar.
Bacnarel Cincinato Alves Cavalcante camblo;.
Concedo dous mezes de licenca com venci-
mentos.
Corapany Limited Draraage Recife. Comple-
tado o sello da peticao dirigida ao governo impe-
rial, seja ouvido o Sr. iospector da thesoararia de
fazeoda.
Daro Cavalcante > Rgo Albaquerque. Sim,
sem venciraentos.
Francisca Raymunda d'Auounciacao.Prove em
como casada.
Bacharel Henrique Mamede Lns de Almeida.
Deferido com o offlcio desta data, dirigido a thesoa-
raria provincial.
Brigadeiro Hygino Jos Coelho. Deferido com
offlcio desta data dirigido a ibesouraria de fa-
zenda.
Isabel Francisc.3 de Quiatal.Diise.
Coronel Jos Angelo de Moraes Reg. Como
reqaer.
Coronel Jos Angelo de Moraes Reg. Ao Sr.
coramandante do presidio de Fernando para in-
formar acerca do que pele o supplicante.
Coronel Jjs Angelo de Maraes Reg. Ao Sr.
coramandanle do presidio do Fernando para in-
formar acerca di que pede o supplicante.
Coronel Jos Angelo de Moraes Reg.Remet-
tido ao Sr. captao Trajano Alipio de Carvalho
Mendonca, para inr ))ar sobre o que allega o snp-
piteante.
Joaquim Cavalcante de Hollanda Albuquerque.
Informe o Sr. inspector do arsenal de marinha.
JooBapiista da Silva Maia.Como requer.
Bacharel Joao Alvares Pereira de Lyra. Con-
ced > um mez improrogavel.
Coronel Joao do Reg Barros Falco. Forne-
ca-se.
O mesmo.Forneca-se.
O mesmo.Forneca-se.
O mesmo.Forneca-se.
O mesmo.Forneca-se.
O me3mo.ForaeQa-se
Joaquina Mana da Concsic.o. Na forma re-
querida. .
Joao Rodrigues Lima.Deferido com offlcio des
ta data, dirigido ao Sr. provedor da Santa Casa de
Misericordia.
Joaquim Baptista Nogueira. Ao Sr. inspector
da thesouraria de fazenda, para mandar fazer as
competentes notas.
Joao Lopes Barba.-Em vista da escrptura de
venda da escrava e seus filhos, nao ha providen-
cias dar administrativamente, podendo o sup-
plicante peranle as justieas ordinarias intentar as
competentes accSas civls e crmlnaes, e requerer
deposito para os mencionados escravos, se assim
entender conveniente.
Bacbarel Luiz Carlos de Magalhaes Breves.-
Encaminhe-se.
Manoel Hara de Hollanda Cavalcante.Remet-
tdo ao Sr. corara n Jante superior da guarda na-
cional de Santo Antao, para mandar postar a
guarda de honra.
Manoel Igoacio Alves Bezerra.Nao consta da
secretaria que os autos do supplicante fossem re-
mettidos presidencia, pelo que mister aguar-
dadlos para depois de proeessados devidaraente,
se passar o ttulo que solicita.
Qaerino Joaquim Madeira.Como requer.
Rufino Manoel da Cruz Coassero. Informe o
Sr. eogeoheiro eocarregado das obras geraes.
Salustiano de Aquino Ferreira.Informe o Sr.
iospector da thssouraria de fazenda.
Tnereza Maria de Jess.Informe o Sr. prove-
dor da Santa Casa de Misericordia.
M^tt Wilson t C. Informe o Sr. inspector do
arsenal de marinha.
Comnaando superior.
QUARTEL DO COMMANDO SUPERIOR DA GUARDA
NACIONAL DO MUNICIPIO DO RECIFE, 5 DE
DEZEMBRO DE 1871.
Ordem do da n. 41.
O coronel ooirnaa Jante .superior tem a malor
satisfacao em dar conheciraento aos carpos da
guarda nacional qae sob sea commando arruma-
rara na parada do dia 2 daste met era applaaso
ao anniversario natalicio de Sua Magestade o Im
perador, dos lonvores, qae o Exm. Sr. coaselheiro
presidente da provincia, houve por bem dispensar
aos Srs. com mandantes, offlciaes e prsca3, que
comparecern), comidos no.offlcio abaixo trans-
cripto.
mesmo eoronel commandante superior mano
agradece aos mencionados Srs comraandantts e of-
flciaes os exfor^os, qne empregaram para reunir
o maior numero de pracas, apresentanlo-as pelo
modo apreciado pela primeira auteridade da pro-
vincia ; e conta que esses esforcos jamis se arre-
leeerao; e que ao contrario lomarlo o desenvolv-
ment, que de esperar para que a briosa guar-
da nacional deste municipio se. colloqoe oa altura
que Ihe compele, atlioja o grao de prosperidade
que Ihe desejj o sea chefe, e seja o que deve ser,
seguro penhur de nossas livres instiluiedes da or-
dem e estabilidade publica.
Secco segunda. Palacio di presidencia de
Pernambuco em 4 de dezembro de 1871.Recebl
o mappa que V. S. me remellen, comeado o nu-
mero de offlciaes e pracas da guarda nacional, e
de primeira linha, qae formaram em parada no
dia 2 do dezembro. E*se amen foi de 210!
pracas. das quaes 1690 pertencem a referida guar-
da, segando se v do mesmo mappa.
Era vista desse numero elevado da Torca da
guarda nacional, a da ordem, aceio e lusimento
apreseotou, leoho por convenien-
recoramendando-lhe que o mes-
mo tai;a aos commindante:, offlciaes e pracas que
comparecern).
Deas gaarde a V. S. Joa) Jos de Oliveira Jun-
qaeira.Sr. commandante superior da guarda na-
cional do municipio do Recie. Antonio Qomes
Leal.
Commando das armas.
QARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
NA PROVLNCIA DE PERNAMBUCO, EM 6 DE
DZEEMBRO DE 1871.
Ordem do dia n. 593.
O brigadeiro inspector e commandante das ar-
mas interino, determina qne urna brigada com-
posta dos balalbdes, segando de infamara da
guarda nacional deste municipio qa) foi posto a
sua disposieao, e segundo da mesma arma de linha
sob o eommando do Sr. lente-coronel Alexan-
dre Augusto de Fras Villar, esteja postada em
frente da igreja de Nossa Senbora da Conceicao
dos Militares na ma do Baro d-. Victoria, pelas
10 horas da manbia do dia 8 do corrente, para
solemnisar a feslividade qae a respectiva irman-
dade tem de celebrar nesse dia a sua Excelsa Pa-
droera a lmmaculada Vrgem da Conceicao.
(Assigndoj -Carlis Betbz de Oliveira Nery,
brigadeiro inspector e coxmandante interino.
Conforme.Clemente hrancio Tavares, tenente
ajudante de ordens enearregado do detalbe.
INTERIOR.
RIO DE JiXEIHO
20 DE NOVEMBRO DE 1871.
Temos como cousa positiva e ndubitavel que a
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Oficios:
ao regedor dogymnasio provincial, commu-
nicando, para os flns convenientes, baver a presi-
dencia, concedido perraissao ao repetidor Aore-
liano Mamede Cordero, para gozar das ferias fra
desse estabeleci ment at o da 7 de aneiro vin
douro.
Ao gerente da companhia Pernambucana, i n-
ie.rando-o de haver a presidencia concedido li-
cenca a Qaerino Joaqaim Madeira, para levar em
sua companhia para o presidio de Fernando de
Noronha o sen eseravo de nome Goncalo. Igual
commooieacao fez-te ao coramandanle do p' sillo.
mmigraco estrangeira cabe principalmente a ta
refi de sustentar a nos3a lavoura. Para a im-
menidade de trras, que possus e3te v;sto impe-
rio a populajo do paiz nao basta, c nao tai-
vez a mais apta porque Ihe faltam os hbitos de
trabaloo, e de um trabalho esp;cial coa'o o agr-
cola.
E' po-svel eatrelanto, e parece-nos qae 3e de-
veria (enttr a colomsaco nacional.
Ha lavradores que, com razo ou sem ella, nu-
tren) repugnancia pelo trabalho eslrangeiro, e se
mostram pouco dispostos a receber no interior de
uas propredades o colono europeu.
Nao vamos ao ponto de Ihes dar inteira raza.
nessa desconfinca, mas eremos que conviria at-
tender-se a esta circum-tancia, proraovendo a co-
lonisacjio nacional cusa do grande numero de
bracos ociosos, que por ahi aojara atopelando a
curte e as capilaes de provincias.
J nisso se ha fallado em documentos offlciaes;
mas quando lero execucao as medidas necessa-
rias ?
Quando. por exemplo, se ha de rever e modifi-
car a lei ds 1850, para que (1 juo o geverno auto-
rsado a conceder gratuitamente praios de trras
mediante condicoesequitativas?
Conviria quo se nao liraitassem phrase escrip-
ia esses planos, de que depende resollado tao im-
prtame, como a vida de nossa agricultura, oa
por outra, a vida da nacao.
Porque se nao bao da tomar providencias a res-
peito da guarda nacional, sentando deste pesado
onus grande numero de individuos qne podem
ser chamados industria agrcola e ahi prestar
servaos relevantes ?
Quando cessar a accao p?rniciosa dsssas infla
encas locaes e mando.-s de aldea, que teem sob
a ameaca da suas garras nao pequeo numero de
bracos destinados ao honrosi encargo de os defen-
der e salvaguardar 7
Fra de cerlo mais grato ao paiz, mais condu-
cente a prosperidade da agricultura, qae taes tor-
gas convergissem para o sea campo, era vez de se
empregarem na raissao de janizaros de urna enti-
dade poderosa, que s servo para opprimir iodo-
ceales e ganhar victoria em pleitos eletoraes.
Desses elementos dispersos aqu e acola, se os
quizessem aproveitar, pudera formarse um bom
ondeo de colonos nacionaes.
Lacraran) lodos ; lacrara a poltica por se ma-
nifestar o voto livre e sincero das popalacSes, j
nao coagidas por esses instrumentos de persegu-
cao e vingaaca ; lucraran) os proprios individuos
elevados da ignobl classe a qae pertenciam, no-
bre prossao de borneas de trabalho honesto :
lacraran) emtim a lavoura om o augmento dos
bracos, qae hoje seu sonh) djurado, a sua es-
trella salvadora, a grandeza de ssa porvir.
Qaaato irnraigracao estrangeira, essa, j o
dsseraos, depende de muitas ostras medidas qae
convin quanto antes levar pxalloa.
S a distrbuicao de ierras um objeclo digno
de seras ponderabas.
Foi ama singular illusao paosar-se qno altra-
hiriamos a immigraco estrangeira qae corra pa-
ra os Estados Unidos, t com a simples medida
de alienar a ierra por preoo menor que as da
grande repblica,
Quiz-se anda mais, e este o cmalo das phan-
(asas, que. Ini-lizmente teem quasi sempre gai>do
os noos poderes pblicos: quiz-se desta aliena-
f>u fazer urna fonte de renda para o estado a irai
acao do qae saccede na Uoiio Americana.
Resultou dahl, seja dito de passagem, urna sin
gularissima victoria econmica ; ao passo que des-
pendemos, segando os clculos offlciaes j publi-
cadas, com a raedicao de ierras carea de..,,
5,000:000*, eolraram para o thesouro como pro-
ducto di referida venda 400:000* ponen qfo ou,
menos no nesrao periodo. Foi urna grande victo-
ria, nao hi duvida.
Quera niverdade se poderia persuadir que ou
tra cousa succedesse ?
Anda que as dessemos gratuitas, nao obteria-
raos mmijragao, porqae nos fallecan) rail outras
condieSes capazes de fallar aos interessas do tra
balho o de capital estrangeira ; como que dan-
do-as por preo, teriamos immigraco capaz de
proiuzir urna renda qae eqailibrasse as despezas
da naco f
Pois o vislissimo e poderoso imperio do Bra-
sil precisa tender ierras para altrahir a colooisa-
co T
Qual era o maior empeaho : alcancar o pro-
ducto desaa venda para engrossar es rditos do
thesouro, ou chamar por todos os meios esses
bragos activos, que cultivando o solo, dariam um
rend monto muito maior e mais de appelecer-se ?
Foi, pos, umi singular illuso querer se por so-
melhaote frraa eotrar em competencia com a Re-
publica Norte-Anorica.
Trras, podemos e devemos offerecelas sera re-
tribalcao ao brap estraogeiro, porque para nossa
grandeza e nal aresperidade nos bastante o
producto do cultivo cora todas as vamagens que
deorrem de seu progressivo aazraento.
Trras podem sei fonte de rendas para ontros
paizes, on le hnumeras utras condlgo is existera
cipazesde altrahir a immigraco ; para onusto
nunca, eooquanto snkiistirera as cirearastancias
de a'.razo de oossai vis da ommuaicaeo 's, e os
dafeitos de nossas leis.
Para qu: viria o colcno europeu comprar por
baixo prego smielliastes prazos no interior de
nossas provincias ? Para gaardar nos seas pa'es
o maito qae colhese v,sto,qae ahi fallecen) tolos
os meios de f zer chegar o genero aos mercados
do paiz t
Nao Ihe de cerlo preferivel comprar muito
mais caro um i propriedade, que Ihe pode dar lu-
cros avultadissimos, gracas aos meio3 de trans-
porte de que dispdem os seus gneros de pro-
duce o T
Oh I for^a dite-lo ; foi este um erro crasso
e qae so nao explica fcilmente en tlenlos de-
dicados ao esludo espjcial de questoes econmi-
cas.
Hiji, pois. modlQcacao em todos estes pontos, e
lucremos ao menos com a : -iIIusa o.
E acrese a ajada ama pondera cao q le se nos
aligan digna de nota.
E' orna utopia irrealisavel pretender competen-
cia con os Estados-Unidos em materia do coloni-
sicao, abstrahindo ja de todas as differeocas de
circunstancias em qne nos achamos, no que res-
peila a raelhorameutos materias'.
A ningaem deiconhecido que a forra da irn-
raigracao europea que para all afflue, vae toda
da Irlanda. Ora, quando tantos motivos de iden-
tidade de lingua e de raga militara a favor de se-
melhiate preferencia, anda nos lisonjearemos de
arriscar o paralello e disputar competencias f
A crreme de immigraco rhndeza nunca se
dirigir par) o Brasil, com menosprezo dos Esta-
dos tai jos, emquaotihonver um canto de trra
devoluto ca grande repblica ; ora parece bom
que tao esperemos de bracos cruzados por essa
jircumstancia. Al l, se ontros brag>s pairo-
learen e^te slo, teremos cahido na miseria e
morridoc me naga o.
A immigragio que nos convra altrahir outra,
e.temus ja dsso p;quenas experetcias que o de-
monstrara luz da evidenei).
21 -
Todos os nossos meios de existencia, de bem-e3-
lar, de aperfeigoamento otelleclual e moral, vem
do trabalho productivo e da economa, e a abun
dancii ou a e^tsrilidade destas duas fonles de to-
dos os nossos bens depende essencialmen'.e do grao
de seguranga de que gosam as populagoes.
Disie isto um notavel escriptor, e verdade que
lodos os dias se demonstra na vida das nagoes.
Por toda a parte em que os omens do traba-
lho confiara no estado dos co.-lumes e das iastitui-
goe?, ahi a iadostra se anima de actividide, ga-
uha forgas e produz a riqueza.
A seguranga individual effriClivaraenle aessen-
cial condigo da existencia e prosperidade dos po-
vos.
Se as nagoe3 que fazem da guerra seu elemen-
to podem at ceno ponto dispen>a-la, por que a
vida Ibes passa no meio de continuas agiUQes e
disturbio?, assim nao succede com as qua traba-
Ihara e se esforgara por entrar na senda da cvih-
sagao.
O B-asil, ura paiz por excellencia pacifico a de-
sejo-o des a tranquilizado que ura dos primei-
res elementos de seu futuro prospero ; o Brasil,
|ue por feleidade se nao desvair com soahos
phantaslico; de glorias militares, e que ba tido ate
hnje o oom senso do nao sobreearregar seus orga-
meatos com a detestavel verba dos grandes exer-
citos permanentes, que s servem para inutilisar
as forgas vivas do paiz ; o Brasil precisa sobre lu-
do para sen progreso de serias garantas de se-
guranga udivdual, cousa de que se ha curado
rnui pou:o entre nos.
O desenvolvimenlo da agricultura depeude, como
o de todas as mai3 industrias, desse grao de sega-
ranea. ,
O lavrador nao trabalha e nao seraea, quando
nao lem certeza de c .Iher as Tractos de seu can-
sado suor. Se Ihe falta segurang.). falta-lha tudo
E que garantas por ventura offerecem as mul-
tas autoridades desse vasto Interior, distanciadas
das capitaes e entregues ao furor d3 suas paixo.'s,
aos clculos de seu in'.ersse e crueidade de
seus ias'.iactos ?
J se nao coatara, por que j sao innmeros, os
factosde^to genero ocGorndoem tae3 localidades
e ainda no seo das proprias capilaes de provm-
Oque dahi resulla, como infallivel coaseqaeu-
qae povoados iotelros vivera merc e disi-
des as mais proprias para conhecer os males qua
affligera esta nu aquella porra > de ssus adminis-
trados, assim como para dar-Ibes remedio prorapto
e efflcaz. *
Seja o merilo a condigo do taes,uomeag533, e
estar feito quasi tudo por parle dos goveruos ge-
raes.
infelizmente nao assim que tem succedido.
Pagara-se obrgagoe* politicis com lugares desta
ordem e por verdadeira calaraiiade nossa, fazen-
do-se injustigas graves ao mrito de aaieriores ad-
ministradores.
Nao raro vr-sa que um grupo dissidente faz
presso subre os timoneros do estado, am do se
substituir promptaraeote um presidente, que, por
deveres sagrados de coosciaacia a por sronr ao
bera pablico, l est doseonlentando o amigos da
faegio.
Di-se ento um phenomeno inleressanle e da
effeitos bera deploraveis ; as presso.'s communi-
cara-se e ao peso dolas succarabe o bom puoli V).
Os aleltores fazera presso sobre o representan-
te da nagn, com a ameag de se nao repelirera
os seus fivores ; o representante da naga) troca
o seu voto de adhes) poltica pela proraessa mi-
nisterial, e esta lera por elfoiio quasi sempre a des-
graga da provincia, por que os seus destinos eslao
oas mana do delegado inepto, imbelle e transigidor,
que o governo geral Ihe enva.
Nao se lisongea penbuo partido poltico de es-
capar a esta pintar?., que a reproduego lidelis-
sima di verdade.
Commetle-se hoje e.s.se crime, cora) se eommel-
ten honiem sob o mflixo de outras si'.uagSes.
O que preciso e essencial para o bem commara
que 3e esqueja de ama vez seraelhanle systema
de administragao, que compromelte todos os ele-
mentos de grandeza deste rico e vastissirao im-
perio.
Se ha cousa sagrada, sobre qae curapre empre-
gar todo o desvello, a escolba das autoridades,
por qae dellas depenia todo o bera estar das po-
pulagoes, toda a seguranga de vidas e propreda-
des. Ora estas condiges, abemo-lo muito per-
faltamente, sao das qua mais favorecen) o progres-
so e desenvolvimenlo da agricultura.
Mola central, de qae depeniem todas as mais no
machinismo da administrara), se a auloridade
boa, opera prodigios a bem do povo ; se m,
constitue-se ura flagello e ura obstculo perenne a
todo o trabalho productivo.
Entraro os poderes supremos da nago nesta
carreira, nesta senda qae acabamos de tragar ?
Ai da patria se o nao fizerern. Lavra o descon-
tentamento por todos os seu3 ngulos, e no circula
dos homens do trabalho o desanimo enormis-
simo.
Ora, se com elles que o futuro do paiz ple
contar, e nao com a turba de empregados publi
eos, que vivera casia dos orgaraentos, bem claro
esta que compre a todo o traose mudar de sys-
tema.
A occasio solemne ; diante de urna crise as-
snstadora, cajos limites se nao podem calcular, se
raedida3 promptas e enrgicas nao forem levadas
. pratica. preciso deseavolver-se todo o patrio-
tismo dos homens a quera esto confiados os des
atinos do imperio. E' nesse patriotismo que ain-
da pode deposiiar-39 um raio de e3peranga ; as-
sim o nao apaguem de todo I
( Diario do Rio )
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
A IMACULADA CONCEICAO DE MARA.
Revestida de suas pomposas e deslumbrantes ga-
las, embellesando-se oa conlemplacao do admiravel
mysterio que amanha se comraemora, pruuncio
da rehabililago da humanidade, a santa igreja ca-
tholica-apostolica romana assim exclama m-
maclala Conceplto est Sanc'.i Virgini. Qme ser-
penti, capul Virgilios pede contrivit.
No-, choios da profunda gralido e jubdo im-
menso, por ver noste mysterio admiravel a aurora
da nossa rehabili'aco moral no presente, a da
nossa venlura na eieraidade, tambera assim excla-
mamos:
Salve, neffave! e augoto mysterio da nossa
sama religiio I Silve, din glorioso no qual o orbe
catholico uno sua voz do supremo pi>tor deno3-
sas alnas, pira solemnisar a tua commemo-
raco 1
A obra mignica e admiravel da mao do Crea-
dor, o hornera, leudo sido creado em estado de gra-
ca, foi coademnado inimsade do seu Creador, c
a ser captivo do peccado, das dores a da marte,
por causa da sobarba e concupiscencia da pri nei-
ra mu hor; sendo nccissario qae a noraildade e a
penitencia da Eva da Graga, de Maria Santissima,
facilitassem o advento da liberdade e do supremo
bera. .. .
E13 o motivo da fesia de amanhaa 1
Em tolos 03 secal03 do chr^tiaaismo as nagoes
que o pressam, paro da macula das heresias e
innovagoes das diversas seitas, em que o org
e as ambigo'S dos homens o dividirn),
. vassides ; e quanlo, quebrantados pela ilade e
exhaustos de forgas, nao linham mais sangue que
dar aos seus tyrannos, erara abandonados aoi
horrores da fome e pereciara miseravelment*
ou as ilhas do Tybre, ou balendo-se nos Circos.
E todos estes, seotnr e escravos, qualquer qc
tosse o grao da sua escravido, combinavam-s-o
para esraagar a mulber com o peso dos seus oc-
probrios, para avilta la com suas devassidoes.
Esta infeliz dcbl pino da genero humano era
reptala como mero instrumento de prazeres ab-
jectos e despreziveis, e senta se aviltaJa 3eu3
proorio? olhos.
O qae seria eot> o hornera que d'ella nascia, e
de quem beba e->m o leite os primeros rudimen-
tos do qua devra ser a edueaejo moral e amor a
familia e nao era secio immoralldade e tyranoia
domastic ?
Por isso a preseotj hslividade religiosa tam-
bera umi festa civil e social, que ao horaem recor-
da o dia em que a mull ;r, sua mi, sua esposa,
sua filha, sua irmla, vio-t. rehabilitada tw
proprosolho?, em que vio re>lituir-se-lhe a so a
dignidade de mi, rindo pila rehabililago da mi
Iner no seio da familia a manifettar-se a rebabil.
tago civil e social da razo.
Maria Santissima, com seo virgneo p, esma-
gou a cabega da serpe infernal, e doraou-lbeo
impelos furiosos. Por isso lados os povos da ier-
ra devera grandes e multiplicadas benenos
Maria Sintissiraa, prsto que as suas gragas mais
e3peciae3 reserva-as esta Amanlissima Mi pan
os povos caibolicos e nesse numero considera rnui
especialmente o povo brasileiro, como o atles'.aoi
os tantos beneficios qua a uossa nago tem re-
cebid).
Prostremo-nos, rro3, nesse dia ante os altares ta
vrgem, e imploremos deila a con'.inuaco das gra-
gas quo tem o Brasil obtido por sua intercesso.
bera como a p3z interna e externa, a fertilidad.-
do slo, a salubridada dos povos, c nservando os
filbos desle abengoado paiz sempre Qeis religiiJ
catholica-apostoliea-ronjana.
VISITAS PRES1DKNCIAES.S. Exc. o Sr. coa!
selheiro presidente da provincia visitou honiem a
casa das audiencias, as obras do gyranasio pro-
vincial e a biblioibeca publica.
DEPUTADOS PROVINCIAES.-Recebemos ha-
tera o seguinte resultado eleitcral :
4.' districto.
Collegio de Garanhuns.
Joaquim Mello Reg
Dr. Eduardo Oliveira
Dr. Adolpbo Lamenna
Vigario Cnnha
Dr. Ribeiro Vianna
Vigario Tito
Dr. Lacerda
Resnmo dos collegios do districto menos Baiqi?
que tem 71 eleilores:
Dr. Adolpho Laraenba
Vigario Tito
Dr. Lacerda
Dr. Ernesto Vieira
Dr. Silva Reg
Dr. Dario Cavalcante
Joaquim Mello Reg
Dr. Eduardo Oliveira
Vigario Cunta
Dr. Ribeiro Vianna
Dr. Alves
5." districto.
Collegio de Cimbres.
Monsenhor Pinta de Campos
Dr. Oliveira Fonceca
Dr. Cambom
Dr. Kutino de Almeida
Vigario Firmino de Novaes
Dr. Salazar
Dr. Antonio Paulino
Arconcio Pereira
Gualier Alencar
Colleaio do Brejo.
Monseohor Pinto de Campos
Dr. Camboim
Dr. Rutina
Dr. Antonio Paulino
Arcoocio
Dr. Salazar
Vigario Novaej
Dr. Ol.veira Fonceca
celebrara
35
38
33
33
:!.;
35
10
211
177
165
160
130
130
110
95
8
7.1
61
30
30
30
30
30
30
30
;.
13
30
M.
30
30
26
1S
17
17
Itosumo dor collegios do Br.jo e Cimbres :
60
60
60
18
VI
17
41
30
1
crpgo' deum regulo feroa, que alh impera como
seahor absoluto. Dabi a dimiouicao de trabalho,
agravacao de desordens, completo desalent das
populacSes; depois o eoosumo dos valores que
existalo e qaa nao podc-ram augmentar, por que
o dominio do terror roaralysra lodas as forgas;
emln a miseria e a completa, decadencia de po-
voages to proraettedoras do futuro e de riqueza.
En o resultado dassas escoihas de autoridades,
que todos os das estamos vrjiio, com grande ma-
goa dos homens de coraejo e de probidade, qae
felizmente anda restara.
A poltica, os interessas de partido sao serapre
es instigadores dessa too*.* nexgotavel de desgra-
nas para o paiz e par a agricaliara, que o pri-
meiro manantial de sjt. riqueza.
Carapriria qua tae?. escoihas so :ejsem depois
da oiai3 srla inves^a/ago, e que recahisem sem-
pre em individuos, pjue, se nao fossem iy?os da
perfeigao desejada, Uvessem ao menos vouadede
a:ertar e de trab?tlhar pelo bera dis populagoes
confiadas sua guarda e vigilancia.
Cumpriria que se Qze3se nao s a respailo da3 menoret autorida-
des, se nao ain'Ja a respeito das primeiras e raiis
distinctas de c,aija provincia do imperio, sem dis-
tinego de cores policas, quando se nao tratar de
cousas polticas.
Cumpre qus esteuda o circulo de altribuigo 'S
dessas a^tondaJes sobre que recahe urna escolha
acertada, aun, de que nao morrjm, com) hoje suc-
cede, onde, s l.-iTde viciado chega o sangue impellido
pelo cerero governatlvo da corle.
DAd^j qqe. nellas canoorram todos o desejaveis
p'^t3H4S jjj) j)9M ? inepto, $q P?9|? W*
jubilosos asse dia e vem acclamando, saudaudo e
louvando o sublime privilegio que s nos livemos
a ventara de ver definido como d igma de f pela
Docca desse enerando anciao chefe supremo da
igreja calholica, Pi IX., rodeado de pastores
das igrejas particulares, viudos de iodo o uni-
Vepredestinada Maria. ab initio el ante sdala, para
Mi do Verbo D.vino, que vinba remir o mundo
e salvar a humanidalo, Maria devi.i ter sido m-
macalada na sua Conceicao, como o tinturo, pre-
dicto as prophecas, desde o principio dos seclos,
e a santa igreja, infallivel em seus venerandos ae-
crelos, defini pela voz do seu vigario que a Vr-
gem destiuada para Mai de Dsus-Homem, tora con-
cebida sem a mais leve sombra de culpa original,
et macula originalis estte. .
A' tao evilente manifeslago, pleoa As miseri-
cordia divina para com 03 homens, devo sua ori-
gen) esta solemne feslividade; este da de verta-
deir < jubilo e de esparangas ionuraeraveis para
todos aquellesqie teem a veolara de estar
communho cora a saota igreja romana.
Os horneas, engorphadoi em tita a casi i de vi
ces e de crimes, achavam-se reduzidos a maior
abjecg^o.
As trevas da idolatra obsca/eoiam toda a trra
era deus tudo qaaato havia oa ereago, at 03 de-
lirios da magraago erara adorados, so verdade-
ro Deus era domo se o nao fosse.
Reoeruara oas vastas abobadas dis templos,
* oBB.___ j._ taAaM na Arn-
Monseohor Pinto da Campos
Dr. Caiuboim
Dr. Antonio Pauliuu
Dr. Salazar
Vigario Firmino de Novaes
Dr. O.iveira Fonceca
Arconcio Silva
Dr. Rufino de Almeida
Guilter Alencar
COLLEGIO DE S. JOS" Teve eileclivameni^
lugar, honiem o exame publico das alumnas o
collegio da c. Jos desta cidaie, dirigido pels
desveladas e distiuctas irmas de Santa D cothaa
cujos esf ros e generosos tentamens para be n
desenvolver* a intelligeneia a formar o corae.ii das
meninas que Ihes 3o confiadas, vo de anoo
anao recebeodo novos e mais vigosos galaroo?,
novo3 e mais vvenles louros, que sem dovida
ainda eslo quem das fadigas e peoas qne essa
boas educadoras se do por preparar condignas
a nossa sociedade e da sua Hustrago as nossas
aturas mes de familia.
Se ba verdade cima de toda a coalaslaga..
que da educago e instruego das mes de fami.i.-
depende o futuro das sociedades. E' evidente qj.
com aspriraeiras caricias e afagos da mo de fa-
milia, sao inoculados no esointo infantil dos nios
os germens di moral, base de toda a sociedad >, e
d'ahi se depreheode quo adstricta se acha a mo-
ral de um povo urna salida educago d'aqael;;..1
quera a batureza irapoz o dever de dirigir
primero3 passos do hornera.
As dignarirmas de Santa Dorotha tara pro-
curado e tem conseguvdo elevar a um subido gri>
essa edic*cao,quer noque dit respeito a illu:-
trago do espirito, ao qual ellas nao se farlam o>
minisirar conheciownios seienticos e liUeraruu
desenvolvendo-lhe todos os dotes, qaer oo locan e
foimago do corago pelas doces iheonas e a.
ves pralicas de urna moral pura e santa, qu tem
a sua fortaleza no Evaogelbo, n'essa livro mesii^
da'vida, em cojas paginas brilnam com sobiJ
os raios luminosos da Religio do d-
verdade!
oa",'parVmehor dizer, dos nvatadouros, os gemi-
do) das victimas humanas sacrificadas s divinda-
des pagas.
Sataoaz, qae linha escravlsada o genero humaao
iazia sentir o pesado jog) lo seu imperio por estes
cruentos sacrificios, parodia sacrilega do sacrificio
do Calvarlo.
A ecravido moral era acompanhada da escra
vido material. Maiiidfiss innumeraveis depen-
dan) da vontale d'aos poacos de horneo i, os quaes
tambera eram dependentes dos caprichos mul-
tas vezas estupidos e algumas ferozes, d um se-
empregada?,
fulgor
vario.
O collegio de S. Jos oceupa, com
merecimento, om lugar mu distincto entris
seas smLares d'esta provincia. Ali aprenden) as
alumnas tudo quanto carece urna senuora para
brilhar com modestia nos sales, tudo quatt
nrecisa a mulher para ser desvedada esposa e ca-
rmhosa me. Algumas meninas ali educadas pri-
mara j na nossa seciedade, e sao geralmenti'
olhadas eom respeito e amor, e apreciadas tant
pelos dotes do espirito como pelas nellezas do co-
rago. ..... ,.
Celebrando essas festas da inteligencia, a? dig-
nas irmas de Santa Darolbia tem em v.sta de-
monstrar que nao desenram suas discipu'a-.
cajos progressos sao patenteados todos os aaoos .-
podem ser devdameole aquilatados.
Na de honiem sobejas provas deram as aluia
oas da qao lm disveladas mies em suas raesira^.
dedicigio, cujos es foros eneontraai i
on-
paixas ignobeis dos pot
Emquauto o povo sua
verta em ouro para eneher os cofres de opulen-
tos ro-consules"; estes passavam as noutas dan
engolphados n prazares e em lid a ca-ia ga de,
a actividade inulleefqi.
wlaral-
n..\as laabais dos potet dn joven$ ^iMA* e oo seo eoracio
meoioioclioido para o k.em a Mra o bW"*
'Kffectivaiu.oAlJ W4aa aa '-
-.
jjt
...uiuaas, argidas, i i
diversas pessoas de po'igo
a^
ILEBIVEL
/
*


m\ jo oaamaQ ao t mn kmtir
d rrnambno ; treinta feira 7 d Dezembro dt 18W
UH M
rapeRavel, revelara* estada pplic1o e mlelH-
feaea prompta e fsri.il, par de exjflfcgfil'fttt^
dnwwf trabalhos escolsticos.
A temmktomijii ia 9 a 1/2 hars da apha,
e foi caabrada no pateo interno o.eSUbeleci-
saoto oafebacioaa a* coflegio, sendo que (Tara
isse traba iQKbiIo previamente caberte a losa e
adornado simplicidad i gosto, eriando-e
jaato face lte am tablado, em forma de pal-
eo, sobre o qtial eslavaavienlada a alumas cas
trae ordens de anos* de 'am amaui tbtfriro senoi-
eircolar.
Dea principio tarta, irie asist*,"lata nu-
merosa e esco!hijot"6cie ade, o Grua Capricho
Hngaro do maestro K'iterer, tocad') a ious pa
oos pelas alumina Rosa Paefceeo Meados e Las-
tana Amazooas Villas Boa, que bem deseaope-
sbaram-se dessa tarifa.
Ero s guida loitaacmpcatoda por ojostro sslle-
ajiaes ama tema jaca-serta sobra o estud.0 da-
linguas vivas, na qa'al -'talentosas reinas, po>-
suido-.se de eoihnsiasmo, deffenderara acalorada-
ante as lingaas de sna predilecto fazendo so-
bresahir suas respectivas belleza', acabando to-
dava por concordaren em que todas as liaauas
fio- fcaUttj e sea cearaeei ment as on aaenos
preeizo para os osos da vida, sendi certa porm
que. nenhama lio quirda e ia> necessaria
cada bomem como qae fallara os outros mera-
oros ds soeiedade em cojo gremio vio a luz,-em
cojo seio vive, e em cajos deslios pode iuflair.
Depois dessa scenadialogo, forana examinada?
as alumna? em atheelsmo, na historia sagrada,
em lnteua nacional, aas linguas franeez, iojflPt
e italiana, em arittaraetica-, era geom mnte em geograpaia, distioguiado se afumas
pela presteza, clareza e conrean cora q:ie resopn
deram as pergnotas qae Ibes foram dirigidas de
conformidad com o prograrama previamente in
prwso a destriboido.
Nos iniervalloj dos diversos assnraplos sobre
que versera o exame, algamas atarooas execuia
ram tre-hos ranaicaes ao piano, ira sea, ora em
frasKis de duas, tres e quam, e outras canlaram
rielas e duetos, cantando ualmente igaacs io-
tervallos, em coro e o r rlaasaa, todas as alumoas.
Findo qas foi o acto de esame, qua tro alara-
aas ie-.eiiipontiarain nma seana dialogo do agra-
derimento, mostrando '.alent, bella diccao a grao*.
Finalmente, para confluir a fasta, quatro Miras
meninas exeentaram, i dous bsaos, urna liada
partitura de Jo-eph Ascbar, dep ii do que djseol-
ven-se a soeiedade 5 horas da tar Je. mostrao
do-se tola ella satisfeita e uenborada para com as
dignas irmaas de Santa Uoroiha, que foram pi
digas em be.ra aeolher e fe-t-jar todos at talle
que, otoresssdos pela instrueco, foram ao seu
stabelrtciraento render cuito ao desenvolviraenti
intellectaal das jovens brasileira?, qua all e.-to
recebando urna educico solicita, cuida Losa e dis
voladamente altineale aus tal Ja so.-iedide mo-
derna.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia asisti
durante aljfum teropj a resta, e viram-n'a eomaejar
-e concluir-se, multas outras pessai da distinecao.
entre as quaes se nolava varios lentes da Facnl-
dade, o director da iostroccao pnblica e slguns
profssores pblicos e partiealKS*.
Prosignm as dignas irmaas de Santa Dorotha
nasua obra meritoria, qas ale n d~>s agrade^imea-
tis daqaelle que rectbsm aas fl:has precios-
menle estiradas, trro o reconheciraento de todo?
qnantos se ialeresMn pela causa da in-truccao e
pelo futuro dest? paiz, sen contar jue na propria
eoosciencia encentrara) esfai extre.n>sas educa
doras u.u d:e lenitivo ;i< suas penas e fi I tri .
grandemente credoras das bencaos d) c>, jue
nun ".a esqaece o bem que a largas maos praticaro
aquelles que llam ,,ela prosperilaie e tranqu l
lilaJe da familia, araestrndo a-naa praticas da
moral evanglica.
No domingo deve ter lujar a dislrihuicao do-
premios s alamnas que os mereciram no auno
lectivo que fiodoa, acto este qus ser eflectuaJ >
pela; 9 horas do dia.
CU'TURA IVIPJRrANr-3-D fjrc qas od-
legaio ds polica de Villa Itaia uianii en lili-
!: "i "i a pjvoacii db U i no itj em procura J) ce-
ebre crimiaoso' Girreia le Athayde, qae all appa-
recer, coro.) hi p)ucos diis n.iticiaioo*, re?ult>u
a priso do mesmo Corris s de m im d.ras c.-imi-
losos do seu eqao, que se achara recolailos
cadsi daqueila villa
A diligencia fu dejempeahada palo coamandao-
ts do respectivo destacara ulo.
r.ltUZEinO DOSUL.-Fanieou hontem as 6 ho-
ras ; meia da tarde no lamaro, este vapor, pruce
deole dos porto do noria do imperio. At 8 hora;
c> comraanicon com a trra.
COMPANIH A BRASILEIRA. conveniente quo
se nao continuo ap'.rnittir a sahiJa dos vapores
des'.a companhia para o norte do imperio n) mes
mo <"ia de sna fhegala dos poros do su I, p >r-
qaanto as liohis de vaperes si conservadas tan-
bem para auxiliar o commercio, e nao fcil tar ao
gsverno o meios de se corro-ponder cora as di
veras autoridades. Do Exm. Sr. conelhirct pre-
ideute da provincia espera o cotnmercij providen
cas R) sentido de cessarera ta^s abasos ^ot parte
da companhia, quo aseim infringe o seu con-
trato.
9

K3RBJA DA C0NGR8GACA0.-A festividade ^ih M0^o^':Mnil,'4Sa\YManMN l'-lossppe'hd)s ntos For.c.C &S,
na greja aaiGoagrega^aj s nJo aa G oewa.Jt* Sri. Accto. Silva Guimiries, Cm*
STRVDA DE PAULINO CMARA. No lia
(atbalo) as 9 horas ita manhi, tero lugir os
eximes das alumno* da esco'a publica da Eocrusi
Ib ida doRosainho, que regida pela professora
D. Francolina Maurina Ja Silva e Alba]uerqae.
PBsMUflZIA DE S. ?LNa matriz respecti-
va ser celebrada no domingo (10) a festa de Nos
3 5.aora da Concei^ao, ocapando a tribuna -a-
rada o Rvm. frei J iaquira do E Evaogelho, e o Rjra. LoonarJo Grego ao Tc-Deum,
seado a orchestra regida p-lo profesaor Cjl'.
SANTO AMARO DAS SALINAS.-A commisai
id^imistradora da capella di-sta invocacao, manda
nunliia as 8 horas do dia celebrar urna missa a
Noa Senhora da Conceicao.
FaEGUEZIA DE SANTO ANTONIO.A audien-
cia do juizo de paz desta freguezia, ser c-lebrida
b< i", no lugar e hora do cistnme, em vez de a-
niiuhi*. por_ser e=e dia santificado.
CONCE'CAO D05 MILITARES.Achaodo-se de
todo concluidas as obras de-la igreja, a respectiva
nnandide eelebra amanhaa a fe-la de sua pa-
droetra cora tolo o esplendor devido to aagus<
ia Smhora ; oc:upando a iribun saguJa o Rvm.
f'ei Joa uim do E-piriio Saato ao Evanei !h e u
Rvm. Amonio de M-jIi Allraqucrque %oTeOenm,
e fend- a orche^tra regida pelo axotossor Santo,
cantando diversas excellenlissiraai senhoras o?
nilos.
A mesa regadora da irmandad poie, aos mora-
dores da ra do Barao da Victoria, o obsequio de
lumioarera as frentes de snas casas na vespera e
dia da fe ta.
ARCO DA PONTE. Enviam-nos o seguinle
programma da lasla da Conceiriono arco da pon-
te Sete de Seteuibro :
Bsjf, ao tocar do meio dia nma gyraodola de
oojbo ,s?hio por e/ro da ;ypogTPs.
PORA QS PORTAS,Pedejn ana para
atteocao do Sr. subdelegado da freg>t*a,
Friji Pedfo <5oo{alves para am desertor tro
cite qae se aba ooiisiado era Fra de P
qoa! poneos dias dtfloron ama mot;a de menor
liad9, bandooaodaa, de i deacal(i em
to ireial do Bnim. O Sr. subdelsaaia da fre,
?ia, sempre sollialto aa reprewaa tos crimes
dew: deseanear soauaoto nao vir punido
acalorado qae, Mm disso, viva armado de
a ataecir todos.
LOTERA.A qae se soba a venda a 117 a
benigno da Santa Casa de Wsericordia Uo Redfe,
a qttal corre boje.
CIA DOS EXP0ST05.O moviatnlo sate ps-
tabelecimento ae-net de ovembrWol o i^ain
te : existiam 160, eutraraaj 10, raorreu I, existem
163 ; siendo 83 no eftibelecimenlo e 84 em anja-
meu'.aQao no poder das Ateas.
CASA DS DETENCAO.-Moviraenlo do dia 3 de
detonar de 1871:
Existiam (preso-) 311, entrsram l, sabio t,
?xistem 3 esiraogeiros 39, sscravos 39^escr..vas 4.
Allmeatados cn-u dos cofres puWieos 249.
Movimeoto da eaferraaria, do masa dia :
Tiversm alta :
Jos Pedro de Albuiuerque e Jos Firmiao
Silva.
(''.MTERIO PUBLICO.- Obituario do dia 4
correte :
Clara Mara do Passos Gama, branca, Paroanu
buc 4G annos, casad?, Boa-vista; taberealo |Ml-
Biooar.
loa, pardo, Paroambaeo, 18 mezes, Recife; ea
lenio.
fMnm Perreira do Reg, Rio Grande xi anaos,
iolieiro, Boa-vista; bexiga?.
Uto homem encontrado no becco do Rosario,
p-irdo; 40 annos Santo Antonio.
Oairo dito dito, cujo nome Ignora se, branco
Franca, freguezia do Recita ; omfriaguez.
J sei Francisco da Costa, branco, II o Grande do
Norte. 3i anno, casado, Bia Visia ; inierit.
Clodoaldo Rjgiooda Silva, branco, Prnambuco,
\i anuo-, solleiro, B >a Vista ; ttano.
Alfredo, branco, Pernambuco, 21 das, Recife;
congesio pulmonar.
Viccncia, parda, Pernambuco.o anno?, S. J;
hexigas.
Anna M L;ma, braaso, Peroambuco, 96 anuos,
soltetra, Ra Vista ; velhice.
Caetf ni Msndes la Ca'.ha Azevedo, branco, Per-
nambui'.o, 60 a-nos, viuvo, Boa Vista ; diabetis
perciente.
; ju bastos e
A:|0forado. Foram desprecia os em
voto vencido o Sr. deseattarfador
ia,
preseof. o ?r. deambargajor Rek
fd acaMIta ai*Arara prr^sstos os feitos entre partes,
aopellanie sppeHao Antonio Valeattm da Silva
Barroca, appellante asp^llido o admiiii.-t(rador da
masfi faliida de Sebarfio Jos da Silva; appel
antes.o< administrador da maesa fallida de An-
tocio 1 *) de Pigueiredo, appellade Jos Alaes de
Agoiar.
Oiaeioa-aa aoSr. dezambargador Doria para que
se digne *r redeber o feto qae pende de embar-
gos eo qual o mesroo Sr. detembargador juiz
revisor entre partes, embargante Frandsjo Jos
de Oliveira;Jnnior, embargados es admitstradore-
da massa fallida de Antonio Jos de Pigueiredo.
F iONDON & BRASILLA.NBANKUWTE.I).
Capitl d(Baacol8,0(M)aCcws
de t 100................. 13,333:3331330
Aeces mRdas 13,000...... U,m":HWK89
Capital pago a43por accao.. 5,):O0AOO0
balango da caixa filial km pf.rxaxbgflq em 30 de
.n^Vembro ds 1871. /^
Activo.
Letras descontadas..........
Crditos diversos, nntros ban-
cos o caixas libaos.......
Caixa:
Km inoeda eerrente.........
da
do
IRNICA JUDMIARM.
Tribu a al to e.# ui arelo.
DE 4
DI
fogo subir aos ares anounciaodo sos devotos da
immaenlada Conceigo ralroeira dolnoerio.ao
som marcial Jas msicas do primeiro da guarda
nacional e corpo de polica, que i horas da tar-
de principiaraj as vespera do esiyllo, depois das
quaes se seguir a novena, tocando antes c depo.s
as respectivas msicas.
Ao romper do magestoso dia 8, ama salva de
bombas ser o prelodio da grande festa da ex^l?a
Padroeira, que taoto loca a lotos os ailSflaa da
fi'jmanidade.
As 10 hora, oolro annun:io de novas gyra-i i :-
las, eoodrmara o eomeca da festiviJade, subindo
ao depois a trbnna sagrada o mui digno vigario
da fre^uezia de S. frei Pedro G>aglve<, o rev.-
rendo padre Antonio M no-t d'Assompgao pari
dirigir a palavra sagrada ao seas paroebianos e
raais onviotes.
tarde, as mns'ets toiarao alternalamnte,
emquaato i-obiro aos ares diversos bildes de es-
eolbido gosto.
noiie principiar a ladsiuha e em seguida se
ri arreada a bandeira, que aeumpaobada dos
tleis sera levada casa da nova jinzi com toda a
pompa e brilhaotisuio pos'ivel, cjDtinuando as
rau.-ic-s a to-arera alternadamente at 11 horas,
aojando terraioara a festa com nma granle gyran
d Ja de fogo de cor.
O froofespicio da capella s^r brillantemente
illaninado, e roga-se aos moradores da ra que
i'lnmioem trahem as frentej de suas casa, tanto
na ve-pera como no ala. t
M0NT3 PI SANTA CRUZ.-Diiarago (10)7'
10 hora d manbaa deva rcalisar-se a aUrflaco
desta soeiedade, coraecaolo o acto-por uraa aussa
solemne na igreja da Concaico dos Mil Uros, e
termiainao- pela eeiso magaa na sbio da soeie-
dade.
TRILHOS URBANOS DO RECIFE A OLINDA.
De 4 do correle em diante soppnmio o Dr. sope-
periotend^Bie o irem das iOoras da noute da
vespera dos das santificado?.
BONI.De aovo nos pedern tooradores deste
lugar aaociumarmos a attencao couipetenu;
para o aboso commeUido por oto aropriatario d Joeiro da Coalia.
visinhanf aje^rercoa a estrada publica pJsnan-|
ICTA DA SE3SAO ADMINISTRATIVA
DEZEM3RO DE 1871.
.'RESIDENCIA DO EXM. SR. COMSELHEIRO ANSELMO
FRANCISCO PERETTI.
As 10 horas la raanha, reunidos os Srs. depu-
udos .-ecretario Miranda Leal, Olinto fla-to, Ca
Jo Alcoforaioe Alvaro da aIihIi, S. xc. o
Sr. eoaMlbeiro presidente doclarou aborta a
tessao.
Foi lila e approvada a acta da sesSo de 30 Je
noveitilro.
BXPBDIENTB.
O03io do prssiJenie e secretario da junta dos
corretores, cobrindw o ultimo bolelira commer-
cial.Para o archivo.
Jornal oJBcal de ns 273 a 273.Para o ar-
chivo.
R)Qcantrou-ie regolarmentd es'rip'uralo o livro
de ngistro da correspoutleccia oflhial at o u. 277.
O tribunal nomeou a junta dos corr ti res do
secante molo :l'ari pre.^itente,-PeJro Josa t*in
lo, para tliisourelro ten-nte coronl Francisco de
Miran la LsaJ Sv,', e para secretario Luiz Amavel
Dabourci.O masmo tribunal resolveu que se l.ra-
vasse e agradecesse a juota que serve actualmenie
e que tem de funecionar at o Hm do presente, a
maueira distincia digna de ser imita Ja por que su
tiouve a m-ina Junta, procede id) s-mpro can
zelo e b.ia vootade. E timbera resolveu o tribu-
nal que se pa:ti<-ipasse junta cu il a nomeago
io< qaa a lera de sustituir, e bem assim a estes
a sua nomeaCjio.
DESPACHOS.
Roqaeriraento de Robt Lightbowa A C, para se
mandar janta dos correterej dar-.lies par o rii-
dj o bao a costume do co.mmeroio em cilcular
fretea sobra wuroi seceos sa'gados, e declarar se
2 arrobas Je agoJ) em pluma ou 83ii libras,
3 arrobas do couros seceos silgados ou 1792 li-
bras equivalem a I tonelada da 70 arribas ou
2240 libras da assu'ir era saceos qaaodo na o
expressameote esuaulado ou contrario na caria de
afr-iameiit >.C ira a rsijaerem.
Di Francisco de Panla C?rdo3o Jnior A C,
offerecer.do a registro a ne meacao de seu caixeiro
Julio Carnsiro Panto.Dafer do.
Do Jos Ferreira da Silva, tambera nfferecendo a
regi-tro a de sen caixeiro J'eraeLle Martioho Per
re'a da Silva.Seja registrada a noin?aco.
DeSiqutirad Irma', juntan lo para o tnesmo
Qra a que ira ao sea caixeiro I-idoro Francisco
d9 Siqueira.Cuno pedem.
Do LalHo Toleairao Cavalc^nti de Albuquer-
7,ue, pelindo a inscnpcSo de seu caixeiro Luiz
hoJrigues de Oliveira, jualanJo para' isto a no-
meugio qus Ihi dra-Sun.
Do major Miguel Beraard) Qoiateiro, (aseada
igaal p?dulo quanto acs ca:x iros que nomera,
Melquades Joa^mm de Souza Santa Rvsa e Ra-
phiei Gomes da Silva.Na forma requerida.
Do Alexandre Americo deCildas Braado, sub-
meltenJo a regi-tro a nomsacao de Caeano Pinto
Cavalcaati e Julio Americo de Caldas Brandal,
para caixeiro) de sua fabrica 1e cerveja s.l' a ra
Je JoSo do Rgo o. 80.Reglst.e-se a nomeaeio.
Da Jo s Maia Ferreira da Cuaba, pedlodo por
certidio o regi-tro da nome.agio de seu caixeiro
Jos alaria Ferreira da Caoba Fu lio.D -se.'
Do Nogoeira Se Mediros, tambera pedrado p r
ce. ndao a iuseripcjau de seu caix<=iro3 Luiz Anto-
uio de Souza e Mauocl Gregorio da S Iva, decla-
iaaio-se quaes as suas naturalidades. -Passe-?e.
De Jos aarte das Nev, pan se Iba cerliHear
o Ibeor do registro da nomeacao de ?eus caixeiros
Anionra Gomes Leal luolore Jo.- Duarie as Ne-
vos Juior. -Na fTina psliii.
De Jo- Rodrigues da Silva Rocha, p.ra ser des-
oolranldo d..s au;os de rehabilitaqo comnercial
de Aot.iniO Luiz Mchalo o r.ut) do arremat^^)
das divilas qce com orara a Caixa Fhal do Banco
do Brasil, que juotou petieao cora que s Imia
oeposlo a dita rehabilnacao, vito como fra paso
o satitfeito do debito a rehabilitando.Opporu*
menle ser deferido.
COM iXFOB.tfAQAO DO SIL DKSE.MBARGADOR FISCAL.
Dj Farraz St Partir, registro Je seu emirato
so-a!.Seja registrado na forma di decreto n.
439 i.
De Jo3 Rodrigues Caohto, e Francisco Car'oso
!e Simas, i Jora de seu distrato tela!.R gstre
se, em confoimidade de decreto o. 439i.
ADIADOS DAS ULTIMAS SESS) -\
De Fraocueo Gomes Hioeiro.Imlef rido.
Da Antonio JeronyraoMarqm-s.laJferti >, ton-
da se asigaado vaacido o Exu. Sr. cunseiheiro
preesid. nle.
De Americo Ncllo Firmiaao de Moras?.Como
reqm-r, passaudo se titulo depois de prestado o ja--j
rameal do estylo. (Assignou-so tambera vencido
o Exm. Sr. conscllieiro presidente.)
Rehabilitadlo da Autoniu Laz Machado.Con-
cedeu-se.
Rebabilita^ao da Antonio Joaquira Seve.Gonli-
ntlaaiiada
O inbuuaj esolven que se nsistisse na exigen-
cia cootida en sea olHciij n. 263 dirigido com-
pauhia udfidMi Pub.ica
Dada a hora do esiyl (II e meia da manhaa).e
nao haveado ra.is a despachar, o Exm. Sr. canse-
ineiro preei Jeuio eacerrou a ses-ao.
Rs.
P'USVO.
Capital fornecido pela eaJxa
matriz.............'......
Depsitos:
Em conta cor-
rento...... tjl8:38iiol0
Depoeitosfixos
e por aviso. 715:763*970
Crditos diversos, outros ban-
cos e eaixas tilines........
,07i:43W410
Ks........
S. E. & 0.
Pernambuco, 5 de dezembro de 1871.
W.H. Billn.
Atwratant.
ecObar-1 nios, porque-ram coosas eoaaexas, e ao 3a poda
Jaicfs davidar a coatineqcia da caasa.
Aj i' qae ao creJor, giraoiido com a hypo-
ibeca, cabe propor aeco de nolMade pelo legiti-
mo interesse qae tem na causa a at mesrao ap-
pvllar da seatenci. que o pwjacoa, a que, sea
respeRo, nao passou era julgadn, por nao Ihe ter
sido Intimada ; o primeiro meio seria pre'erlvel.
Ao 4.* qae a ord. liv. 4 tit. 6 ni exclae a ac-
cao que cabe ao credor h.yQotuecario, porque
alm de nao s.r o arraaaatante nm teraairo, mas
o mesmo, aue promovaa a aoafo, de que deseen
dea a arramataco, a aec3o a nullidade dofai o
jalgailo e araseguinteaaeote a- arteraatacao.
Sub censura.
Recife, t do novembrorde-fil?!.
loti B. Q. Alcoforado.
Ac?o meritoria.
O nosso amigo o lllra. Sr. maj ,r Jrs Thomaz
Pires Machado t'orieiU, digno irmSo do E*m. Sr
vice presidente Or. afanoel Porielia, tendo alfor-
riado gratuitamente Urna na escravlnha no anni-
versarlo do faliecimenlo de seu eslimavel pal,
a:abi de ?rocedfr da mesma forma com a roenar
Ignij ao preto E'.oy pelo atnivarsano de sua pre
zada mi'. O proceJimento do no-so amigo tan-
to mais ootavel, per conitar grande paria de sua
boa fortuna de escravos, os quaes Ihe gao indis-
pensaveU para o trabaibo de seu engenbo.
N. alft-0 OiGAO HE5PONSAVEL.O esto-
mago respon-avel por mais maldades, do que as
conlida dentro da bo.-eta de PanJora. Atraa ou
f.'ouxiJao das fibras dysaeasia, ouiiiJie pies, sao os primelros lnlictnsde mtis'de rae.ade
de enfermidades ioouinradas nos llvro mdicos.
Ataque- o para desde logo cora a Salsaparnlha de
Bristol, o tnico mais natural e correctivo que ja
mais fora concedido pelo reino botnico reiencia
chimica.
Fortifique-se pois o estomago e suavemente es-
timule-se as suas fanccSas gstricas com este fa-
moso restaurativo. Teoba-se em lembranQi que o
appars'ho digestivo, a causa primaria da vitali
ade, d^nde o corpo inleiro recebe os supprimea
tos neeessarios, e que a Salsaoarnlha de Rristol,
ura especifico contra as eofarmidades que o af-
fecta. Era todos os casos de molestias do ligado,
e-tninago e dos intestino*, as plalas assucaradas
de Bnst I, devero ser tomadas ccujaoctamenia
com as pillas.
1^93:171/700
l,92:903900
88.-:)o**810
3,74:43i410
W8:888J800
1^34:150/510
831.3933010
FUBCACOES A PEDIDO.
Hhre mi qaesto peadente
no Trlbnnal da Refocilo.
. PROPOSTA.
Antonio havia hypotaeead Artbar om sitio,
com Doa casa ds pe ara e cal e mudas arvores frac
ii'eras. Esse sino era foral'o a Manuel.
Antonio fall'ceu; o sua neranca foi arrecadaia,
pelo juizo de ausenta?.
Ao tempu d i f.illeciraeato ni) devia Antonio, se-
nao auno e meio de foro; mas demorando-se o
proces30da arre:sJii;io di heranca,dacurreu raai-
anno e recio, sera qae o foro fosse pago, nem o se-
rahoio de saa parte, rej.aeresse ao jaiz de aasen
tes, era p r qual juer outra parte, procurare tal
pagamento.
Ap.aas decorreu aaao e meio, depois do fallec-
tneto do primeiro, Jlanoel prapoz pelo juizo d<
civel um libelio, contra o carador daberanca, para
havi-r o pagamento, dos foros vencidos e a cooso
liJaea i dos dous dom nios; e nada se (endo opp js
to, da parte dos carador, obteve seratenca deca -
raodo essa coasolilacao e com-mn ralo a baranda,
ao pagamento dos '.'-os ; pagamento para o qual
a para o das cu-las, levuu Manoel praga a casa
o mais bemfeitorias, de qu3 foi elle o proprio ar-
remjt3nte, por nm pree baixo.
PERGUNTA-SE.
I.Eeotaaga que decretou
a cono!idacao como iroferida, sob a lalsa supposi-
cao, de ter cahido em eummisso om foreiro, b< je
mono ; e que ao fallecer, nao devia, se nao aoo>
e meio de toro, visto qae, na causa nada foi alle-
ga Jo, nem demonstrado, contra a prelencao de Ma-
aoel, nem se nnsJroU, qual o dia, em que fallecer
o foreiro ? P le computar-?e no Irienmo 4o com-
rarsso e anno e meio deiorrido, depois da morte
do foreiro?
2.*E' on na nalla a serttenca, pela ncompe-
Uoia do juizo, en fs*-d art. 48 do regulameo-
to de 13 de jaaho de 18a!), seguodo o quat, i6 pe
raote o juizo t arrecad^io devem eurrer as ac
c5es, para o pagamento de diWJas, que a heran-
ca arre^adando esleja sajeita ?
3 'Assiste on nao ao credor hypotheeario o
direito de pedir em joizo a annnllaco de tal sen
ien;a ?
4.aPode Manoel excluir e?'a pretenglo de cre-
dor hyjotttecario, pela allega^o de quo oouve o
bem, p.r arrematac) (> que alias so verdade,
qaamo a ama pula dj. preda, as bemfailoria>) ;
de que a arrematado jacial com o deposito do
preco tran-fere para este, todos os oous da cousa
arrenatada, nos te-mos da ord. liv. 4 tit. ; e de
que aa credor hypotli"cano, nao resta >en5o o di-
reito da prel.cio quinto ao resto do precd exis-
'eate ?ra deposito?
Respondo proposla cima :
l.-Qjant) ao primeiro quesito ; que a sen'.en-
fa de que ah ss trata rae parece cora effaito, tar
sido dada s da ser annul'ada. Verincoa-se e3a falsa causa,
desda que ju'gra so o coramisso contra utl forei-
ro, que ao filiejer devia apenas anno e meio de
fo-o, e nao es tres qua para isso se exige era di-
reito. Neste triennio nao se rde imputar o aooo
a meio decorrido dnpois dajuelle fallecimento ;
mxime nunca teodo o senhoro directo pediJo,
faraute >rlle o foro, nem Ihe tendo sido este recu-
sado. Accresce que masmo deorrido o b*fsanio
om vi Ja do foreiro, elle podara livrar-se da pena
Jo :ommis o allegando ^ualjuer dos jn dimsn'o, a qua se refere Corr Tell. Doutr. da-
48. i 308 e respectiva nota (391).
!'-Quanto ao segoodo ; pens que a mencio-
na la jeatenca o anida aulla por incorapet"ncU do
juizo em que foi dada, vista da di-posico clara
e expreasaVte art. 48 do rcgularaenio de 13 da ju-
oho de 1839, citado na proposta, e por viriude do
qual no Julia de arrecadacao, e s nelle poda ter
lagar a accao inteDiada por Manoel para a conso-
lidado dos doas dominio?, e pagamentos dos foros
de vid os,
3-Qaan'.o ao terceiro; que, portanto, ao cre-
Jor hypxhecano asesta o direito"de pelir a nul
COMMERCIO.
IMPERiL
Companhia
seinro
contri*
de
fogo.
AGENTES
S. P. JOfMSTOX C;
lina da %enza!a-nor:t n. 49
THE ALLIANCE BRITISH 4 FOfiEIGN.
Life and Fire Asiurance Company estabelecida
:m 1824. Capital 5,000,000
Os agente desta companhia tomara seguro:
contra fogo sobre predios, gneros e fazendas <
oagam aqui prejaizos devijamente provados.
'.Rabe Schmettau & C
Corpo SanU) n. 15.
Segaros conlra-fogo
COMPANHIA
I0RTHE
Capital,
i'uudo de
Sida.
........ iO,000:000*0()C
reserva .... 8,000:00OyOtX
Agentes,
Mills Lilan C.
SEGURO CONTRA FOGO
Tbe Liverpool & Lortfon Glob
Insurance Company.
Aj,'cntes :
Saonders Brothers & C.
11Corpo SantoU.

kilo.
I*, por
e 3 <5|0,
do a-j terrte baixa de caj'ltn.
iiSSO JDICIARIA. EM 4 DE DE2EMBR
DE 1871.
?iRSK>SHTJA DO EXM. SB. CONSEI.HEIBO A. t. J?B
BETTF.
Secretario Julio Guimaraes.
Ao aeio dia deslarou se abert a seao,
js'uudo r-uaidoios Srs. deserabatgA.loteR Silva
Gnlmaraes e Accioli, e os Srs. depoudos Miranda
Leal,'CaoJido Alcotrado, Oirato Bastos e Alvaro,
Miando coa parcpaoao o Sr. dciembargador
Res e Silva.
Lida foi approvada a acta da sesao pastada.
O esenvao Attuqufrque regielrou o ililimo pro-]
testo de leira a l.* do presete raez, sob o n.
Si8z\ e o escriv. Al ves di Brito a 28'do iuez pas,-
,adosub o o. 24I.
ACCoano ASiaHaDo.
EiibaraaDi eurirgvJo Aitoom Luiz d< S n-,
tos, crabafgaote embargado F.aucj.s Manoel C7-'
JUL4A1ENT0S.
dada la dila sentenca por accao rescisoria, si elle
j pa-sou deftaitivamente era jolgado, enaihi
coBtra elle mal, recursos no aaaaraeuto Jos res
peetvas autos.
i." -Quanto ao qaarto, finalraeota; que Maaoel
nao p le excluir aquella credor em razo ds arre-
raitscjao jalicial que fez, e nem este o caso da
onimacao liv. 4. h. 8; desde que a arrematar
foi aaicamente d3s bemfeitorias, e o deposito
apenas do preco destas; ao passo que de nul-
lidade de consoliJacio de que se trata, para que
srja egnalmeute posto era has.a publica-o dominio
u'al do predio (preferido o seohorio directo, tanto
por tanto), a do sea prego cra) do daqaellas aer
paga a importancia da hypotheca. E' a minha
opioio.qoe submetto dos doutos.
Raeif', 3) Jo uoverabro do 1871.
Dr. Joi Silveira ia Souza.
1.* -Me pwere que a sentenca pdde ser ataca
da, por haver 3e firmado era falsa causa, arria vez
q le, era vista do exposto na proposta, nao hsuve
commisso, nos termos da ord. liv. 4. tit. 39, pnne
1SI) pens que pessa ella ser atacada por
incompeteacla de/nizo, por qointa, nao sendo o
i nmisso aaoa divi la, que por forca do art. 48 do
n gula ment de 15 de junho de 1859, devesse ser
cobrada pelo jczo da arrecadacao, poda e, mesmo
airel, devia ser pedido pelo juizo civel.
3.*Boleado que asisto ao hypoihecario o di-
reito da propr a nalWaJe Je tal senteoca porque
4. Sendo minha opinio qae a sentenga ata
eavel, por nullidade, egi visto que nlo po^so ad
mi'.tir que a execacSo sej* valida e pos^a a arre
mataco excluir o credor ajpotnecano da usar e
seu direilo.
Reeifc, 23 dff.floveaibro de-187!.S. M. I.
. Dr. Afluiar.
Respando ao I.r,ora-sto aW^nativamente ; nao
;e poda xt o cootoIjso, qaaWo o3o houve re-
lucuacia Ja pt,rle Jo foreiro er uando, depois de
sua roerle, o hoove Interpeilai/So e se dava jasta
causa para .a^o.daro'corainisio^jbastaadj cau-a
atteolivf pnra a6'!e' se nlo' mcofrar, como teeml
julgalo c.-3?taaie;oao'.e os inbuoaes" e en-unam os
fraxlsis^. Gama decs, ti? n. 3, ictis. 268 o. 2.
Vals-:, c ..?. 11 n. li,. Mell. Pr-lr. liv 3 til. 11
27 in'fm, C ?ho da R:eha f 357.
. A i" jue a s nieuj nuila pela ineaajpeten-
eta-eaabr-rn por.falsa U'a; somete id Jobo
de arteoiJ,.g5a (to* bea se derla prep.Ar a ac-'
para a cobrao$s ^ 4mda, sera mi emb^rgae*}
PRACA DO RECIFR 6 DE DEZEMBRO.
DE 1871.
19 3 l/S HOHAS PA TAKD1.
Cotacas officiaes.
Assuaaramericano regular 2il30 rs. per 15
kilos.
AssucarCanal 1.5500 rs. por kilo.
Algodao do serto Ia sorte 531 r?. por
Algoio do Rio Grande do uiie 379
kilo posto a bordo a fret-a de 1 d.
hontem.
A croesja Cjrapaohia d .iegur. Martimos ti-
lidad Publica 180 cada urna. .
'arrabiosobre Londres a 90 d/v. 23 I 8 d. por
IJOOO. botem.
Ditosobre dito a 90 d|V. 23 d. por UGOO, e do
banco 24 3i d. por la.
Cambiosobre Portugal 90dv 112 !]2 de rramio,
(hontem).
il. G. Stepple,
Fresidea.
P. J. Pinto,
Secretan:'.
300 barricas com 32,821 kilos de assucar masca-
vada.
No patacho brasileiro O. Guifenani, para
Rio Granle do Sul, carregarara : Oliveira Filbos &
C. 200 barricas com 20,833 kilos de assucar
branco.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DB PERNAMBUCO.
endiraento do da.l a 5 7:694|43
fdem do da >. vaaaaj'-i bta.49
------*-------
8:777*670
CONSUWDO 'PROVINflAL."
Sendimeatadodia 1 a 5 13:87ta903
dem do dia 6 ... .- 6.Sr863
22:l8i7C8
MOVIMiNTO 00 PORTO.
Navios tahidos no dia 6.
Barcelona Patacho hespanbol Jayme, caplao
Agostin Connef. carga algodio.
Ro de Janeiro-Barca Ingleza Unifred, capillo I.
D. Ralile, carga parte da qae irooxe de Balii-
more.
Rio da Prata-Logar norte allemao Hongkmg, ca-
plao Garl Som, carga assacar.
Observando.
Nao houve entradas. Appareee ao norte am pa-
tacho-e ao sal ama barc.
EDITAES.
ALFANDEGA
endimento do dia 1 a 5 .
lem do dia 6 .' .
184:2761364
77:60780
261:884*170
-loTfnteato t.i a!fAndea.
voiames entrados
Volumes
sabidos
>
com
com
com
cora
taiendw
gentres
fazendas
gneros
203
543
241
193
.o
131
I Juizo especial do coiomfir.io : m\brmfi* la tambera P,ra a fa^idajlo des do0>i ai de o Bal, carregarim : Perora Cameiro a C
Drscarregam boje. 7 dz dfKmbro.
Barca iogleza Wi'.le Quemanao e machioisrao
llarca ing'ezi Wuluhaf Tuyne-varios, gneros.
Brigue ioglezIFa/Zor/'/varios gneros.
Bngue inglezJohns Walter varios genero?.
Barca inglezaPrincesse Alexanirzfarinba d?
trigo.
Patacho americanoCaprera -dem.
Patacho norte-alleraao Mane <& Sip'ue vanos
gneros.
Patacho norte-allemaoAranidern.
Vapor inglezTa/maHmercadorias
Despachos de exportaeo no dia de
dezembro.
Para os portos do xtdrior.
No patacho norte-alleraao Delmar, para o
Canal, carregaram : Mills Lathan & G. 503 saccas
com 38 391 kilos de algodao.
Na barca ingleza foy-il Stix, para Liverpool,
carregaram : Johnston Pater & C. 137 saccas eem
12,099 k.los de algo 13o.
Na barca poriugueza Cor^a, para Liverpool,
carregarara r Brosielman 4 C. 861 saccas com
68,007 kilos de algodao.
f barca franceza Qrnnville, para o Havre,
carregaram : i'isset freras & (1 8 saccas tota 533
kilos de algodao.
IVa barca portogoeza Grolida, para Lisboa,
carregarara : E. R Rabcllo A a lO saccas com
9.273 kilos de algodao.
No lugar norte-aHemo F/ort-7 Kong, para o
i a da Prata, carregaram Pereira Carneiro A C.
80 barricas eom 10.067 kiios-de algodio.
So brigue naciuuat Fluminense, para o Rio
da Prata, csrregaram : Balthar Oliveira A G. 300
barricas e 80 meias ditas com 48,B1 kilos de
assacar branco; Joao Baptista M,reir 14 barris
om 1.344 litro* de niel.
Na barca Ingleza Jane Joonm para Liver-
pool, carregaram : Saniiders Brtrtbers A G. 800
saceos com 35,800 kilos de as-raer maseavado.
Na baria pafitigaieaa Sitplrn, para Lisboa,
earregram : Tftomaa de AfTflinir PVraswra A Fi-
Ih.oa 500 saceos et-ra -37;560"'kil iv assucar
branco.
No brigne portognez Cotete, para Lisboa,
Brregaram i V ll.'*tiello A a 100 aros sec
eo* ?a!gados con l.tOO k'los.
?ar os portos <1a interior.
-1 fo patacho nacional Ssfrcga, pata o We de
Jaaaro, carregoa : A. da Oliveira sTO-atceos
com 7'SW) klos de assneii tiraaeo.
No date nacional Rpido, cara o Rio de Ja-
neiro, earreaaram S re Prlaa 110 saceos oom
3.K0 kilos de aavucat branco.
Va barca nacional Mimosa, para 6 RidGran
Perante a Majan municipal desta cidade
esteran em tajea nos das 7, 9, 11, 12 e 13 do
correte para ;er arrematada por quera meoor
prego cfferecer, a tbra da consiruetao de 21 pa-
res de oaoumbBs para adultos e SO para par
vulos e 3 pilastras de que oecessita o ceraiterio
publico desta mesma cidade, oreada ua quanlia
de 6 369* : aquellas pessoas qua qnizerem arre-
matar a dita obra habiiilera-so na forma da te i.
O urijameuto da fbra acha-se na secretaria da
mesma cmara, onde ser facultado aos prelen-
deotes.
Pago da cmara muniripai do llecif, 6 de de
zembro de 1871.
Igoacio J.aquira de Sonza Leao,
pro-presidente.
Lourenco Bezerra Carneiro da Ganha,
secretario.
SECLARACOES.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECIFE.
A Illm, junta administrativa da Santa Casa de
Mi.-ericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de suas se^oes, 00 dia 7 do m^i de de-
zembro pdas 3 horas, da larde, tem de ser arre-
matados a quera mais vaniageos tfferecer, pelo
lempo de nm a (res annos, as rendas dos predios
em tegnida declarados.
ESTABELEC1MENTOS DE CARIDADE.
Ra de lionas.
Sobrado n. 45 (andar e sota.). 304*OO
Ra larga do Rosario.
Segundo andar do sobrado o. 2i A. 308*000
Ra do Prdre Fiorianno.
dem n. 47.........180*C0
Ra da Gloria.
Casa terrea n. 61....... 240*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra de S. Jorge (Pilar).
dem n. 108........203*000
dem n. 98.........3054000
Os pretendemos deverao apreentar no acto d*
orpemalaco as suas Sancas, ou comparecer
tewnpaehados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re
;ife, 2 de dezembro de 1871.
O escrvao,
______________Pedro Rodrigues de Souza.
Na porta da casa em qne mora i juiz de p?z
da frrguezia da Boa-Visia, espita 1 l co Atiiunes vo a praca 4 cadeiras de guarsicao,
uraa marqueza, urna mesa re.louda, nm par de
eonohs, ana comnKda grande, 2 cadeiras de
bracos, ura relogio de parede,. 03 qnaes bens fo-
ram penborado a J-aqnim GonQalves Coelho por
execncao de Pedro Alooso Rigneira Pinto de Sra
za ; os q'je preienderem eomparecara no mesmo
lugar no dia 7 de dezembro as 4 horas da larde
SAMA CASA DE MISERICORDIA D RE-
CIFE.
A janta administrativa da S'.nta Casa de Mise-
ricerdia do Recife, precisa centrator o foroecimea-
to dos gneros abaix declarados, qae tem de con-
gummir lodo' os estabel^cimenlos pios i seu car-
go nos raezes da Janeiro a mai 50 do anno futuro
de 1872. Recebe para isto prop_tas na sala di
uas sevos pelas 3 borts da laida do dia 14 do
corrate :
Aletrla, kdrgramrao.
Arns de Maranhaa, idera.
Azeite doce, litro.
Dito de carrapato, dem.
Agaardmte, dem.
Bacalhan, kilogrammo.
Batatas, dem.
Cha hyssoo, idem.
Dito prtto, dem.
Caf em grao, idem.
Carne ^eccal idem,
Cebla cento.
Farraha de nundioca da larra, litro.
Famo do Rio, kilogrammo.
Fejao mulatiroho, litro.
Fareilo, sacca.
G z, lata.
M; ii 1, sacco.
Manteiga franceza, kilogrammo.
Sabio, idem.
Sai, litro.
Tapioca, idem.
Tracinho, kilogrammo.
VeUs de carnauba, idem.
Veas slearinas, dem.
Vinagre, litro.
Vi.iii 1 s'e Lisboa, idem.
D to branco, idem.
Secretaria da Sania Casa de Misericordit do Re-
cife, 5 de dezembro de 1871.
O escrvao,
Pedro Rodriguei de Souaa.
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIFE
Perante a junta administrativa desta Santa Casa
vio a praca pela renda annaal da quanlia de 600*
o primeiro e seganto andares do sobrado n. 3 da
ra da Madre de Deas, pelo tempo a contar de
boje al 30 de janho de 1871, obrigando se o ar-
rematante a fazer uelles os concertos de que pre-
cisaren].
Os preten'ente poderao para isso comparecer
qaarla-feira 7 do correte, pelas 3 boraa da
tarde.
Secretaria-da Sania Casa de Misericordia do Re-
cife, 5 le dezembro de 1871.
O eserivo,
Pedro Rodrigues de Sonza.
THEATO
SANTO ANTONIO
A' pedido.
BALESE MASCARAS
E a>E ELUS 1
(^B^-f*Fa 7 de dezembro
Vespera da Concedi
i. wat
Sabbado 9 de dembre.
Bnelui do actor
ANTONIO CORRi E IMA
Snbir sceraa pela primeira vez nesta ci lade
o lindo drama em II actos :
IRA
I Actores.
D. Carolina.
D. Carolraa.
D. Eufrazia.
Dt Paulina.
Sr. Le.-sa.
C Cona.
T> Ealmira.
Sr. Gaerrero.
Sr. Antonio.
Sr. Brochado.
I vr-onagres.
Jenny.........,...
Magahn .
Beriha Meun
Rosa...
Tciago.Maut
Pedro.MenmerT,',.
Joba Mennier.....
Mauricio o'Ornay...
Um medico........
Simio .4___......
Creado............ Sr. Cruz
Terminar o espeetseale-eom a bada ed*
em 1 acto pelas meninas Riosas
WWl
UM A NOUTE
DE
CARNAVAL
Principiar s 8 i;.
Os bllhetes passados com data de 3 tem tetrada
nesta neute.
O beneficiado pede desctilpa ao respeilavel pa-
blico pela transferencia, causada pelo incoomodo
inesperado do Sr. Guerreiro.
THETRO
GYMMSIO DRAMTICO
Sabbado e domingo
9 e 10 de dezembro
Ultimas represent c5es
da eclbasiasticamenle applaudida parodia- em %
actos
Os bilhetcs acham-se vooda no escriptono do
tbeatro.
Principiar s 8 1/1
N. B. Na prxima semana snbir acea o
novo drama pbaotaslico em 5 actos, iotimlado :
A cordu do eoforcido
iyisos martimos
COMPMHIl
DAS
Messegeries maritmes.
At o dia 11 do corrente mez espera-se da Eu-
ropa o vapor fraocez Gironde, o qaal depois da
demorado costme seguir para Buenos-\yres.
locando na Bahia, Rio d Janeiro e Montevideo.
Para condicoes, fretes e passagen?, trata-se na
agencia, roa do Comraercio n. 9.
No dia 12 do correle mVz espera-se loa por-'
ios do sul o vapor francez 5ncia, eommaudante
Uasseoei, o qual depois da demora do cosiuma se-
guir para Brdeos, tocando era Dakar (Gore)
. I.i -b.'.l.
Para conicSe, fretes e passagens, (rata-se oa
agencia, ra do Cramercio o. 9.
iOH3BA\IIIV
DE
Navegaijo Brasileira
At o dia 8 de n vembro, espe-
rado dos portos do- sul o va-
por S. Jacintlio, ei'.mniandanie
A Icins, o qual depois da dom-
te ia do costume seguir para os
portos do norie
Desde j recebe rase passageiros e engaja.se a
carga que o vapor poder conduzir, a qua! aever
ser embarcada no da de saa chegada, eaedm-
nendas e dinhtro a frete at ao mi io dia da sua
sahida.
Nao se recebem como encoramendas seno ob-
J8C'.os do pequeo valor, e que nao excedacn a 3
arrobas de pese cu oito palmos cbicos de me.li-
sao. Tado que pastar destes limites dever eer
embarcado como carga.
Previoe-se aos Srs. passageiros que suas passa-
gens s se recebem na agencia.
COMPASUI~
DE
lavcga(jao Brasileira
At o dia 7 do correte es-
perado dos portos do norte o
vapor Cruzetrodo Sul, comman-
dante Cardozo, o qual depois da
demora do costume seguir pa-
ra os do sal.
Desdo ja recebem-se passageiros e engsjs-sa
carga que o vapor poder eonuzir, a (pal devora
ior embarcada no dia de sua chegada. EacomaieD-
das e dinheiro a frete at as 12 horas do dia
da sns sahida.
Nao se recebem como oncommndas seuio ob-
j sotos de pequeo valor e que nio exeedam a duas
arrobas de peso oa 8 palmos cbicos de mer'eo.
Tudo que passar destes limites dever ser ambar-
eado como carga.
Previne-se aos senhores passageiros que raiis
passagens s se recebem na agencia, rea doCom-
mercio a. 8._______________________________
Ra DE JANEIRO
O patucha nacional Esfrtga est com sen ct-
rcgateuto completo, devo sabir cora multa brevi-
dade, apenas recebe escravos a frete : tratar
no escripturio do Palmeira, largo do Corpo Sanie.
Mosso em direitum
S'gue impreteriwlmente no dia 9 <'o-correae
a bareaea flotti Amigos, mestre Ji o Antonio ile
Bnto, recebe carga a frete eomnoodo : para-tra-
tar na ra do Vigario a. 33, com 1 o Jos da Ca-
nil i Lage-, oa como Francisco Mariins de Arre
rim, no mesmo etcriplorio, ou etcadiaba da alfcn-
Attenpao
Al 7 do corrate ao meio dia, serlo, recibidas
no consulado brilanco propostas para os repaios
neeessarios do patacho iug'ei Cardgaa cfcagado
era-22 de novembro,. d* Londres, a espeeiflCeao
do mesma pJe-.-e ver no dito consulado, qn;l-
quer dia das 11 al s 3 horas.
PAMA
K=pra so d a to de Janeiro a v&ra a bem o-
abeoda barca piatiugaeaa.Cteudiua, que^|aar.
oom brevidadu para o porto rndioada pr-ji4r a.
maior parla da carga engajada ; para o?- *asto e
passageiros, aos quaes offereee. ricos e^aaaMMKs
ooramados, inaia-se cora r.onha Iraao 4 u,
ruada Mire de Dromn. 3a.
i
Ro de Janeiro
Espfra-'o a todo o momeBto o bri_
tabello qtv-I segafr com brevidde para
cima, tem parte da carga j engajada
festo que tbe falta traa- com es eoo~
Antonie Lui de Oliveira Aievedo & C,
Boffl Jeiu 6. 67*, !'andar.
:


a:
4f

*
A]
-._.>--


1-JlyHanv><* ftftutnttocB Quint* ieir 7 'te Qeitmbro ** 1871
rs
\
*
Paj Jisrerpool
A barca portojroW Cotyn (:hse S|6 A i, 1, ]
receba IgffKtiai' frete para oroaleUirseo carre
tinj_ Trata-se Da ra dj Vigario a. 19
DMj*- rraMir o paqwoo'ai eaixef
I ro de cna'.ijuer estabeleeimento, o qua morador
prto,de Isuarasjri e d fiador da sua conducta
uasta praoj : a tratar na ra Direla a. B. l
LLMT
DE
pre iias e terrenos
HOJE
AS i HORAS DA MANHA
NA
AgqacLi da ra do Boa asus n. 2 (otr'ora
da Cruz.
Un sobrad) de 1 andar, sito ra de L)mbas
Valentina ( i.u'.r'ora Aguas-Verdes) o. 55.
U* fraude ej&aa tcrta dos Afil etes o. 20,
eom 200 palm >s de (rente 1300 de funda, pendo
muradia freuu e o fundo, h ia casa demoradla,
cam 89 p.l.im de feate, fcaa agua e rauitos ar-
rpelos ruiiiiros.
Ua casiah*..da irla e jaoella na mesroa es-
trada n. 5, cwn 88 palm de frente (inclusive
a casa) 13(JQ*.n_lj, mralo a frente e o fundo.
S irieR.de terrenas coattsuos 10 sitio n casinlia,
eotttIOOv 90, 4(3 palmos de (raole a 1300 de fun
dos, taxbem murados a frente e fuo.1o.
Os Srs. pretendeotes hajam de examinar coro
antecedencia, e para qualquer infarmacao diri-
am se CuUs da S Iva Aranjo na dita agencia.
I
kutlM Carolina Dowsley
Jorge DW-'ley (anjete) pretende, por iaier.no-
dio de od amigo, f.izer celebrar tima missa por
alma de stjviawpre ch irada mi Emilia Carolina
Dowsley, Tallecida na corte do Rb de Janeiro ero
(7 do mai passado ; e por este roela convida os
pareles e amigos residoalet nesta provincia para
assislirem ao-acto. que ter lugar na matriz dt
B tista as 8 horas da manla do dia 16 do cor
rente mes, trigsimo do falecimento. Desde ja
agradece o comparecimento das pessoas, a cujo
espirito de caridad faz o presante appello.
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro psra taberna
largado Carme a. 39.
no
S.qties
Juio do Reg Lima & FJIio
boa : ra do Apollo n. 4
.acara sobre LU-
' I-J

DB*
movis e objnetos de esa-ipturio
CONSTANDO DE
L'ma grar.d i secretaria com armario, 1 Btante
de Jacaranda envidrada com secretaria, arma-
rios com partilelkflav I dito o.im caucas de ppala*",
1 biicio, u-'as carteiras para 1 e 2 pessoas, 1 bur-
ra prova de foja, 1 prensa para apenar panos, 2
arnacos para (.tiendas, 2 grandes mezas para (a-
zondas, i grandes armarios forrados de baela por
dentro, e ama balanza decimal
Un* sof, 1 meza redonda de Jacaranda, 1 relo-
gio, 2 cadei-as de b llanto, 1 apparador, 3 cora-
modas, tnarjuaza, mezas, cadeiras, lavatorios,
castigaes, m..ppas e maius outros objectos de es-
criptorio:
floje...
Aa i 1 horas an ponto.
Sehapheitliad A C, ten do Uiuidado sua casa com-
marcial, ar leilo por iotervenejb do agente Pin
to dos obj >c os a '.ima deseriptes, existentes era
sea eseruitorio i roa da Crin n. 42, andar.


A SABER :
O sobrad) de 2 andares da ra da Cumpa-
ohia Pernambucana n. 20, (outr'ora ra
do Co ta n. G) t do ou nietade.
Urna casa com poni to lado na ra das
Crioula* n. 29 (Capungt Nova )
Um terreno compiquena casa dentro n. 20
com 6 > palmos da frente e 300 de fundo,
com alicerces para 3 casas na frente, e
oM) para a roa das -Peroambucinas,
janlo casa da venda, 2 casas terreas
n. 22 e 24 la roa das Pernambucana- jun
to Jo terreno cima.
Segunda-feira 11 do correte
A*S If HORAS
Por ntervencao do agente Pinto, em seu escrip
torio, ra da Cruz n 38.
Urna preta per Ma euznheira e engomma-
deira precisa de 00JX)) para completar o di-
nheiro da sua alfmria, sublocando os seus serv-
qjs at computar dita quanlia : qaeru precisar
Jeixe cuta nesu typograpbia com as iniciaes F.
FAS.
Os Srs. Jos Franc seo R beiro de Soal-
za e Dr. Francise i J s Rabello, o Io pro-
prielario do colregi) de Santo Aaaro e o
proprieiario da om oaro col egi1, s5o
regidos a uandaiem a esta typographia a
negocio de intres-o.
LEIIE E m
.Recife Olinda
a Bdbenln*.
Detaat*em diante alo baver milsoire
de 10 botas di noitena vespera do dfas santi-
ficados.
Recite i de dezembro de 1871.
O gerente,
_________________ G. R. Camttello.
Eurt do um burro
Aa amaoiucer de hoja (arlaran: o abaixo as-
signado, morador no Poco da Panella, nm barro
bem mansv, um poico velho, de e&r rnsso sujo.
com pintas de pedrez, castrado, cora- una sicairiz
prxima a sarnelhi rozultad- de uro gerimum que
leve ha annes : quera do mesnts der noticia ser
renomponsado
Dezembro 5 de 1871.
- :?; __________lAi da Conba Rais._______
Moate-pw S mta C m s.
Teodo de ser installada esta sociedade no dia 10
do corrale mez, de urJem do coasslbo director,
convido a todos seas socios paja comparecer
pelas 10 horas da maohla do referido da oa igra-
ja de Nossa S.'uh. ra da Conceicao dos Militares,
afim de assislirem a missa solemne, e em segaida
a sessao magna que ter lugar na seda da mesma
sociedade.
A nouie a ca^a.estara, aberta a concorreocia
ilaijuelle bem a;sim das
Kxiiias. luilivat.[.ie. digna Ka Jtourar esta so-
ciedade
FmoeistoAtuonioHafSAarreto Jnior,
________________j eirWataf. _____________
Caixeiro
Preci taberna e (6 lialor a aua conducta : na roa Iui-
perial n. 213. __________________________
Precisa-se de orna ama na padaria da ra
de Podre Alfonso n 47.
LEILiO
DA
-Grande casa terrea n. 11 da ra de Santa Tnere -
za (en Ohnda) com 91 palmos de frente e 88 de
fundo; cora urna meia agua pelo ladidosul,
cora 177 palmos de frenle e 23 de fundo, gran-
de potnbal no mesmo correr com 66 palmos,
quintal grande e todo murado, e um grande vi-
ve! ro.
Segunda feira 41 doorrente.
A's i t boras.
Por intarvencao do aponte Pinto, em sea escrip-
tono i ra da Cruz n. 33.
J tao sedico o cosame que ha entre todos
03 que qaerem (izer conhecer de seas estabele-
cimeotos for meio le pomposos annuncios, qae
com bstanlo raza) se arredara os le tures das
massadaa com qae nos mimoseara os taes auoun-
eian:ea. -
O Campos da roa do Imperador numero 28,
se qnizesse-negur e?sa rotina antiga de (izer es
lampar nos jornaes mais lido-, anoancios bombas
ticos precedido de ttulos garrees para melbor
chamar a atiencao do respeitavel publico muito
tena que dizer a respeito de sea bem conheeido
amaiem da vveres sito roa do Imperador n.
28. Diria por exemplo: que no sea armazem
lem constantemente, presamos para Hambre e pa-
ra panella, salames da Lion, quaijos de diversas
qualidide?, nguicis e cbcuricas, ovas de camu-
rupim, conservas laglezas e francezas, vinhos do
Porto e da Figaeira superior, licores fiaos, bola-
cbilias, cha superior vtrde e preto e outros ami-
tos argos q e sao proprios pira rae -j, dispensa e
cozinba. Mas nao.
O Campos so e somente avisa ao respsitavel pa
buco desla c>dade e seu> suburbios, que em rasao
de se aproximar o lempo dos Rega-bofes tem
elle feito do sea armazem mu centro de tuda que
nos grato ao paladar e para qae aingaem du-
vida do que cima se tera dito
Pade-se urna visita a ra do Imperador n. 28,
armawm do Campo.______________________
Declarado emtempo
A primeira confeitaria, pastelaria e culinaria;
acha-se estabeieeid na ra do I.nperador n. i
Em sua (rente asba-ae collocado uro laiipeo com
o segrate leireiro : CO.XFEl t'AItlA DO CAMPOS.
Os-proprielarios daqaelle estabeleciraento teem
capri;hado em fazer dalli um < centro do bom e
agradavel ao paladar
Todos os dias eoconlra-se all, grande sortimen-
to de pastelaria para lan:hes, sobremesas e me-
rendas
Rafieberam. Umbnm d> iui pncommeoda, um
vanadissimo sortimento de caxinbas e cestinha1
ricamente en(eitadas, proprias para os presentes
de (estas do natal.
E se pdam davida no qae cima est dito, que
digam os que all se tem suprido do qae necesst-
t tin, no que perience a estabelectmentoi de tal na-
mreza.
Fiambres, le t5es. pirs, patos, galinhas, ru-
dngs, bolos, pa3tel5es, erapadas, tortas, bolinbos
para cha e d>ees em calda, se eco e ebristalisado,
nacionaes e estrangeiros tudo all se encostra com
limpeza.
S na conf litara Campos, raa do Impera-
dor n 2i.
A:MA
Praia nu ero 70.
Precisase aa urna ama para
casa da duas pessoas que saiba
cozinhar e comprar : na ra da
Fabrica de cerveja j
Largo do Mrquez do Ilervai
numero 5.
Acaba de ser aberta ama fabrica 4e erveja-w
eional, no largo do Marqaeado H*rva+a.6, rnd-
os apreciadores eoxmuaro sempio aMapU.',.4e*s
paeba-tt quajqoer eBComraeada coma*eleza^
0. PrlMlllaB Uavigaicr At*h-
J o Uva.
Geminiano Caeaoo Frsiodea tlaiSiltav'o api-
lo Manoel Jos de St'ABa e Aranja,sa*-8poj-
sa e Albos, cordialraente agradecem a to los aquel-
la que se dignaran) aeonaaotur -alat cetnitero
publico da* villa aV Calo os restos morlaes de sn%
prezada esposa, fllha, enriada e irma D. PrescJ-
liana Mavguier Araujo r Silva, e convidan* lo
dos os seas pareles e amigos, e tambera os da
tioad para assislirem a missa de rquiem qae
por sua alma ser celebrada na matriz da mesra
villa, sabbado 9 do torrente, as 6 horas da raa-
noaa. stimo dia do seu passamen'.o
liDgommadei a.
Anooneia-se ama engommadeira na roa dos
Patos o. 12. era sna casa : qnet precisar dirja-
se l.
familia
indar.
Precisa-se de ama ama para
cozinhar era ams casa de paaca
a tratar na ra da Praia d. 53, segando
Peitor.
Offerece-se am Dortnguw. par feitor, eom bas-
tante pralica : na ra da Ro4jit.48.___________
Na fabrica de ssocar do Monteiro precisa-
se de trifcalhadorep, prcfjra-se esrmvot.-
---------------------------------._- -;------------------------------------------------------------
i 1
Co/inhfiro
Prlsa-le deam bom cozinheiro do hotel da
praf/i : larfo da Rib*ira da S Jis n. 9.________
ThTNDaUE
do Scobor Com Jizo)* das Porlag Da igre-a
da Madre Deus.
Ds conormidade cora -o que dipieo| 12 do
arf 21 do compromisso, sao convidados Uidos os
i rifaos a reunirn-se em meta geral, st-xta-oi-
ra 8 de dezembro as 10 horas da manta no con-
sistorio desia inuiodade, om o ftra de ser eleila
a mesa administrativa que tem de (unecionar no
prximo armo de tgftt a 73.
Secrataria'ea 4 ie dezembro de 1871,
O secretario,
____________Manoel Antonio Viegas Jnior.
Servente
Precisa-sede um servente, preferindo se escra-
vo : no hotel rancez. raa das Larang'iras n. 10
A nBBU i HUBO

K CABELLEIREIRO
RA BO UUQUJC CI CAXIAS 3f, O
Pr.'meiro de Margo _:. 7 A primeiro andar.
DELSUC, cabellelreiro de Pars, pittUipa aos seos inauaaeros reguazes e a^pu-
blicoem geral, que acaba decootralar pentis oflioiaes fran :ezes para todas as es^cia-
idades; tendo ites doas estabelecimentos cima onde o respeitavel publico poder
encontrar a delicadeza e ligeireza que neste genero de traba bo tanto se ex;ge em Pa-
rs.
DELSUC nada tem poopado para que o publico desta cidade. que tanto lbe tem pro
digalisado a sna benevolencia, continu a freqdentar osseus SALuES MODELO, cando
eerto o mesmo pubiicc que nelles encontrar agrado e perfeifio.
Empregados dos saloes
Ira barbear. .__*
OSM^fMr^ corlar cabelle*.
3-iiM-&wo postico.
uc para upeatead do-beifesii)t>.
Pdrta da casa dos arcos, sita Cisi Forte
e parte do terreno incuito na estrada do
Arraial, em que se acba actualmente ser-
viodo de u,ata touro.
Segunda feira 11 do correnle
AS 11 HORAS DO DIA.
O agente Pinto *r Itllao, mandado do Illm.
Sr. Dr. joizde orphos re^uerimento de Serapo
de Mallo Caroeiro, carador dodesacisado Jos Joa-
qaim R.b'ira, da casa e terreno cima menciona-
do (jarte) prtencentes ai mesmo Sr. Ribriro ; o
1 silab sera effiTscluado no e^criptorio do mencio-
do agenle ra da Cruz n. 33.
VISOS, DIVERSO

iraTITO ABCEDLOGICO E GEOGRAPHI-
GO PERNAMBDGA90
Haver sess3o orJiaaria -qainla-feira 7
docorrente deseinbro, pelas_il boras da
manbia.
(01! 'KM DO DIA.
1" Pareceres e mais trabalhos de com-
missoes;
2. Palestra sobre p problema poltico-
ecoaomico do Sr, Dr. Fonceca d'Ali.uquer-
qoe, adii^dj dass'ess5es afliecedeni s.
Secretaria do lastato, 5 de de-embro
de 1871.
J.Soafes d'Azeri'do.
Socrtario perpetuo.
Jos Mara Palmeara faz pob:ico que reven*
do 05 papis de seo escripDrio dea pela (altada
diversas, como sejara letras vencidas deseasa
que, dj;umeatos obrigatori'W nao pagos, e outros
papis do mais oa m n is inaportancia, s.n como
falta-Iba nm maiso-de chapeos do cbil e com cer-
ca de HO cfltpeos 10 pe>s de brioides que lhe
foram subtrahilos do 1*andar do sobrado onde
morou Jos Alves Barbosa, junto do -eu escripto-
rio.em novembro do anno prximo pa.-saio ; por-
tanto protesta eontra qe.em fitar em sea poder os
mencionados ducaiinios, eomo*quem tiver tilo
(i irle no desappaneimaulo4os referidos chapeos,
ttriozSes e mais objacas mos, para em lodo lem-
po asar de sea direito m, protesta mis cuotra
q'ialjur docu.neato que nao liver sua ligtimai
assignatnra, vbioeemo ja tera ap;>arecido seu no-
ma e a^sigaalara como lguma -eiselbanca sna;
par Uso todas as pessoas qae tiverem dicumeoto
seatse dlgaem vir ao sea escriptorlo cou-rir o
rtgioil ce asslfnatara, aQm de evitar maiores
cospliflKdes oa luvidas futuras, como aos acei-
tantes das letras oa dt vedorea de ttulos extravia
doa,queos nao faguamsem seiencia do aanun-
ciante. Reeif o de dezembro de 1871.
zf IIeraoyselle Marie Lavergne faz ijient'c ao
reapeitavel publi :o que eaeontraro em seu sali
4e caWleirelro i roa l'deMaro n. fi, nm com-
pleto sortimento de Invas de pellica, de seda da
lio de Bsccia, tinto para homem como para se-
nhora, a preco commodo bem como um lindo
sortimento ds perfumarlas e objectos de moda.
Traspassa-se a chave de ama casa situada em
ama das molturas ras desta (reguezia, com bas-
tantes commodos para (amilia, piatada e caala de
nrvo; garaniindo se que (az-se todo negocio:
pessoa que quizer deixe carta fechada com as ini-
ciaos J. G. no primeiro andar desta typographia,
em mi do administrador.
Aluga-sa o primeiro andar do sobrado da
ra do Padre Floriao) n. 69 : fatar na praca
da Independencia ns. 18 e 20.
Pi!nas assiicaradas de Bristol.
NAO CONTEM NEM CALOMELANOS NEM NENHM
OTRO MINERAL.
A grande necessidade e falta de um ca-
tbartico ou de urna medicina purgativa, ha
muito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, infinita o gosto e
prazer que sentimos, em podwmos com
toda a confianza e seguTidade, recommendar
as pilalas vegetaes assiicaradas de Bristol,
como urna ^icellente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfeto, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
..omposic5o dessas pululas, que por ah se
vendem, mas sim, s5o preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, hervas plantas, depois de se
aaver chimicamente extrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que contem o verdadeiro valor -medicinal,
daquellas porpes fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a po-
iophgtn, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
2iaravilhoso possivel sobre as regies do
figado, assim eomo sobre todas as secre-
tees biliosas. Isto de combinacSo com o
leptandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e formara urna pilula purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mesma
natureza, que jamis fora apresentado ao
publico. A pilulas vegetaes assiicaradas
ie Bristol, achar-se-h5o sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente efi-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguintes.
Diuheo a jucos.
D-sca juros, de um meio por cente, a quan-
lia de 4:000*030 sobre liypotDeca em predio de
maior vjfor : quem precisar deixe carta techada
nesta typographia com as iniciaes J. P. R._______
Ensiao LOOLurno
'.i si il. |.- o 'ti io o1 >'a 'i1 BHI'CJ di
poveado dos Monte1 tea aberta a sua -aula noc-
turna natnesma caa oV sua resilencia.
YENEa.\VfiL CONFRARK DE SAN-
T \ RITA DE CAS9IA.
De srdem do eon elho administrativo convido a
lodos os noaso Irnia- para reooiao de miza ge-
ral ii dia 8 do correte pelas 11 horas da ma-
nhat afim de se proceder a eleiQo do fiel, visto
ter pedido escusa, o qae (oi eleila.
Secretaria da candna do Santa Rita da Ca-^ia,
4 d dezembro de 1871.
O secretario,
Francisco Lopes da Silva,
Bsbsribe
AMA
Precisa se de ama ama par*
casa de familia : ra de Hortai,
. d. W, sobrado.
Aloga-se urna casa no Porto da Madeira, tendo
duas sallas e tres qnartos e cozinha (ora com
quintal peno do rio: tratar na ra do Livra-
mento n. 34.
_________________________________________i.
Sociedade beneficente de
socorros 03 desvalidos
De ordem do Exm. Sr. vigario capitular, presi-
dente da soeiedada beneBcente de soccorros aos
desvalidos, erecta nesta cidade de Olinda, sob a
invocacao de N. S. do Soeeorro, convido a todos
o socios e socias insultadores da mesma socieda-
de, e a tolos os seahores e senhoras, que, levados
pea caridade, qnizerem fazer parle desta huma-
nitaria associacao, a compareceris no domingo
10 do correnle mez de dezambro, pelas 10 horas
do dia em cas:, da residencia do Illm. Sr. Dr. Joo
Francisco Xavier Paes Barrete, na raa do Bom*
lira, para se traiar da negocio relativo mesma
sociedade.
Compre me, outro sim, fazer publico que con-
tina anda este mez como mordomo de supradita
sociedaie o Illm. Sr. Dr. Paes Barreto.
Cidade de O oda, 4 de dezembro de 1871.
PadroaJs Raymundo Baptista,
1.* secretario.
Em observancia do disposto no artigo 31
1* dos estatutos convoco aos senbores herdeiros da
propriedade eommum Apipoeos, qae morara (ora
da cidade e seos suburbio, para a reuna i geral
ordinaria, qae deve ter lugar na ssganda domin-
ti do mez de ianairo vindonro, pelas 10 boras da
uianha, na c;.sa de tninba residencia. Apipacos
3 de dezembro de 1871.
O administrador,
Joan Francisco do Reg Maia.
65 maniiores de differeiites di-
i meuques.
Anda eslo para vender 65 pedras par preqo
baratsimo, lindo 11 palmos de comprimento a
maior, dito da menor 16 polegadas; altara da
maja, grossa 2 plmese l|i, dita da oais delgada
1) polegadas; sapr-rfiee da maia larga 4 e l|i pal-
mos, dila da menos larga 12 pe legadas t a tratar
na raa do Cn spo n. 13 com domingos Henriqu
de Oliveira.
Perdeu se cinco quartos de bilnete da lote-
ra 217 Jljae so ba de extrabir a 7 daste mez, sen-
do os na. 2903, 2907, 1308, 965, e um outro que
nao deeorei e numero, os ditos bilbeles eslo lo-
dos assignadoi com os nomes seguintes : Jos Ro-
drigues & Torres Bandeira, Donato & Eliseu de
Torres Bandelra, Donato 4 Elisen 4 Torres Ban-
deira, Thereza Hara de Jess 4 Torres Bandeira.
Bogo ao Sr. Thcsoareiro o favor de aprehender os
ditos biihetes se por vastara sabir algaras sorte,
at a presenta do verdadeiro dona Joo Francisco
T. Bandeira.
Dspepsia, ou indi-
gesteo,
dAstringencia, ou..
priso do ventre
habitual,
_ a do estomago e
flatulencia,
Perda de apetite,
Edtomago sujo,
Hydropesia dosmem-
bros ou do corpo,
AffeccSes do figado,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
Joaqun <1c -Ubnqnerqiie Nello
A sociedade provisoria Philotimia, cesvida a U-
do os seos membros, e ilustre familia do liua-
do major Joaquim da Albujuerque Mello, para
as.-i.niram a urna missa que pelo sea eterno re-
pouso manda celebrar na Ordem Terceira de S.
Francisco no dia 7 do crreme pelas 7 horas da
maoba.
B.aventura B. de Amorim,
Secretario.
Em todas as molestias que derivam
sua origem da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse melhor de todo
os purificadores deve ser tomado conjun
'.ament com as pilulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona urna
com a outra, qundo fielmente assim se faz,
n5o nos resta a menor duvida em dizer,
que no maior numero dos casos, podemos
affianrar n3o s um grande alivio, como
tambera urna cura prompta e radical, isto
est bem visto, quando o doente nao se
ache n'um estado muito alm dos recursos
humanos.
MASSA e XAROPE
OECODEINADEBERTHI
Prfconisados por todo* os medico* contra os I
DEFLUXOS, CATHARROS, E TODAS AS
IRRITARES DO PE1TO.
N. B. O Xarope dt Codeina que mertco a 1
honra, alia* bem rara entrt M Medicamenlvil
novos, de Mtr regittrado eomo um do medita-1
nimios officiat* do Imperio Franca disptma j
qualquer elogio.
AVISO. Por cansa da reprehenslvel falsi-1
ficaco que tem suscitado o frlii resultado do|
Xarope e massa de Benli somos rorcados a
lembrar que esies medicanieutos taO jusiamente
conceiluados so se
vendem em ealzln-
base frseos levando *~ ""*\P J&-
a assignatura em
frenle.
46, Ru des Ecolet, t na Pharmacia Central
del-'raufa, 7, liut dt Jju;;, m Para,
; todas as Pharmaaias priuciiiaes dottnuil.
etnl
Acha-se a ra Duque de Caxias n, 30, outr'ore
Cruzes, e prestase a chamados para ponteados e
execuia qualquer trabalho concernente a sua arle
de cabelleireiro._____________________________
Ao commercio,
Os abaixo assignados deslarara ao corpo do
eotnmercio, que desde o uia 30 de novembro ulti-
mo dissolveram a seciedade que liaham em o de-
posito de pao silo a ra do Barao da Victoria n
53, sob a firma Bonanni 4 C, ficando o socio Gia-
como Bonanni responsavel pelo activo e passivo
da dita firma e o socio Francisco de Assis Fer-
nandos Vianna desoneralo de toda a respon:abili-
dade.
Francisco de Assis Fernandos Vianna.
Giacomo Bonanni.
Precisa-se da ama ama qoe
saiba cozinhar eom perfeiQo
_ para casa de pouca familia :
i larga do Rosario n. 37.
E' wn producto qwe se obtem da carne do gado vaceum, da qaal se tira todas as
pelles, tend5es, ossos etc. Elle tem todos os principios notritivos da, carne sem conter
gelatina, ou fibrina, gordura. N'om pequeo volme epeso dado conten 32 vezest
mais substancia alimenticia que outro igoal de carne despida de ossos, pelles etc., por
isso por p'juc> que se tome delie se obtem urna Lile alimentacao, qoe irntnedatameote
prodoz effeito como tem sido observado em pessoas debis, por qualquer causa oa
exanges como succedeo anm bomem ferido que doas outros trouxeram pbarmacia do
Sr. Firmiano Antonio de Araujo ( Porto Alegre ) onda recebeo o primeiro curativo, es-
tando 15) fraco qoe nao poda voltar para cas;- mas logo que tomou duasoita\as de
sstractum pecaminbar sem adjuiorio,
Tal a forca alimenticia que ai-ida mais se revella esm o qae succedeo no escravo
do Sr. capilao J-t3o Cezar de Oliveira acommettido de tbetanus, com thrismus lao forte
que n5e fot possivel empregar-se medicado interna, podendo o doente tomar, intro-
duzindo-se com moila diffieuldade pela abertura que bavia pela falta de um dente 6/8
je extractan carnis por dia, censando os symptomas nervosos ce fina de 22 dias, acba-
va se o doente em bom estado de vigor, restabeleeendo-se logo. Que um alimento
que n5 cansa os orgaos proprios da digest3o, se conhece pelo que aeonteceo ao Sr.
commendaior Antonio Falc3o, que soffrendo diurna gastro iolefite ')5otolerava nem
i agua de f ango ou d'arroz. Homem de mais de 70 annos com per das tao abundantes
como tinba e sem alimentarse e.-tava condemnado; sendo improficuo todos os remedios
intentados; o Exm Dr. Flores empregou o esiratum qoe odoenti tomou com repug-
nancia, porm que desde logo sentioum bem estar que of.o linba, e pouco a .nuco mais
vigor, ficando restabelecido em pouco dias, obrigando-o a sua gratid5o a dirigir ao Dr.
Ubatuba um attestado desse beneficio ( diz elle) para que outros pole.-sem gozal-o, e a
falta de conhecimento n*o obstaste a vulgarisacao que era conveniente que tivesse um
producto to necessario. Nos casos qie preciso diminuir a produca') excrementicia
anus artificial, fstula sanaes, attaqces heraorrholarhs etc. om vaentc recurso. O Sr.
I. 0. Castro n'um intenssimo aitaque bemo-rhoidal que o levou cama durante me-
zas s obteve cara ahmentando-se com o extractum. Urna familia (do Sr. Joaquim
Mara) dbil e nervosa, soffria horrivelmente, comegou a uzar do exfractum e logo
restabeleceo-se, e o Sr. Joaquim .Mara agrad-cendoaoDr. Ubatuba disss-lhe:Dr. V.
correo-mecom as doengas de casa. T3es tsm sido os resultados de seu empregoque os
principaes meiieos o aconselnSo, e o cons-immo lem quadroplicado em toda a parte. Nao
somente applicado c.modieta aos enfermos, mas como meio alimen icio e mesmo como
propno para vigorar o< alimentos, e dar-lhes sabor mais agradavel. l muitas familias
preletem uzal-o nou;e, substituindo o cha, e tem ene mirado nelle o recurso de po-
derem rpidamente aogmentarem nos ca;os de necessidade as rafeijos para maicr nu-
mero de pessoas do qae coniava, ou darem alimentaflo pompta qruiloseja preciso
nao haver demora. As pessoas debis, vellms qaenecessilao toaar .lguma alimentacao
no iotervallo das horas destinadas para a refeicao, tem no extractum um meio prompto
1e satisfazerem essa necessidade, melhor e com mais proveito do que nenhum outro.
As mogas que nos dias de baile se absten de alimeDtac3o para consrvarem a belleza
lo talhe ptejudi;ando muito a saudo, uo j do extractum que satisfaz sem prejuizo
esse fim. E' esse producto indispensavel a lodos/ especialmente s pessoas que viajan
e s que moram fra da cidade. A sua incorruptibilidade, peso, volunte, a sua gran-
de forca alimenti ia, e sua barateza, e o-sea agradavel sabor, quando bem preparado,
do-lhe tal superioridade que s se az myster ser conheeido para poder ser aproveita-
\a a utilidade que elle prest. Gomo alimento para as criaacas tem proluzido3 os
melhores resultados e at hoje n5o se conhece outro para substituir o aleitamento. Nao
o extractum por si um alimento que canse o est miago, que o tenba ebeio, porm
um alimento que d forcas e preenebe o fim de levar a economa os elementos ani-
maos qne ella neccssita,*epara substituir o que lhe falta esse peso o que certa-
mente necessario ao estomago do bomem de trabalho pelo habito que tem, encontra-se
fcilmente por baix > preco as substancias vegetaes queexistem emqualquer parte
como sejam as raizes, batatas, legums, graos, fdriahas, que como extractum se faz
ptima e bella alimentaba.
Um homem que tome 6/8 de extractum por dia, que cusa 188 rs.. ter ozado de
lo la a substancia de i 1/2 lib. de carne fresca sem ossos, pelles etc., o q n por sem
llovida alm do que se faz necissaro principalmente se ajuatir-se-lbe quiesquer
massas, legumes, farinhas, graos, batatai etc., e om pouco de gordura, com o qae,
quando gaste mais 100 rs. ter urna alimentaba.) saborosa, cotninoda, fcil, muito bygi-
enica e muito reparadora por 290 rs.
UZASE COMO CHA Meia colerinba ama chicara d'agua, com sal suflkiente, e
am aromtico (salsa).
COMO SOPA Di urna colherinha a duasem suflicieate agua, gordura, tempeiros
e quaesqoer massas, farinhas, batatas, graos etc.
ARROZ Prepara-secomo deuzo, d.-solvndo a porco doextractam na agua
que se deita nelle para cosel-o.
OS LEGUMES As carnes salgadas recupero com elle a torca alimenticia indis-
pensavel.
Deposito Pharmacie Americano, deFerreira Maia d-C
v 57 Ra Duque de Caxias 57.
^m
Canoa de pao ama-
relio.
Nova, ou em bom estain, nao tendo cavername,
tendo pelo meaos 4 e i\l palmos de bocea e 50
de comprimenlo : quem tiver para vcuder ao-
nuncie.
Dinheiro juros
D-sea joros de dous por cento, quaollade
3;OO*OU0 sobre bypoibefca em predio de maior
valor : quem precisar deixe carta fechada neata
typographia com as iniciaes A. B. G
n. 5 da
Aluga se o andar terreo d sobrada
ra Imperial : a tratar no mesmo andar.
J)o Jos de Caivalo Moraes, vende
a sua loja de fazendas da ra do Duque de
Caxias n. 55, smenle a< faz nas e arma-
cJo ; fazen lo o arreodamento por nove an-
nos; quem pretender dirjase praga do
Commercio tratar com o corredor Goncalo
Jos Alfonso, das 9 horas em diante.
Precisa-se de um caixeiro: no hotel do
Uni verso, pra^a do Commercio n 2.
Manoel Leopoldo Soare?, pelo prsenle annantio
faz sciente ao respeitavel publico, que em virtade
de apparecer outra pessoa com igual nome, resol-
veu assigoEr se desta d-.ta era diante por Manoel
Wadoaldo Stares Talismn.
Recife, 6 de detembro de 1871.
OUPA FEITA
NA
Ba do Crespo n. 20.
Tendo resolvido n5o continuar a ter grande deposito de roupa leita, offerece ao
respeitavel publico, e aos nsgociantes de fra, um grande sortimento, por precos tara-
iissimos para acabar.
Precisa-se
SS3
.Charutos de Schaorbusch
Regala biitanka.Retalia imperial,
Operas. Conchae. Trafcaa, de om millwtri
para cima.
CIfiARROS DAS FABRICAS DO RIO BE NO-
VAS B LIZAR, de divaoaaa tmalidafc, vende
. era barricas.
Pahtts.: sobresateos da panno fino de
12,5 a80#U00.
Ditos saceos e rofranqueados de casimira
Je cor de 50& a 9^000.
Ditos, ditos e dit js de panno preto de 5,->
i 12^000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca preta de
0500 a 540O&.
Ditos,, dito* e ditos de alpaca branca e
de cor a 2#5O0.
Ditos, ditos e ditos de bramante de liona,
i 20500.
Ditos, ditos e ditos de bramante pardo a
20500.
Calcas de casemira de cor de 50500 a 90.
Ditas ditas preta de 50508 a 90000.
Ditas de brira branco de linho de 20000
a 40000.
Ditas de brim branco de algodSo a.....
10200.
Ditas de brim de cor de 40600 a 30000.
Ditas deastor de 10000 a 20500.
Ditas de brim pardo de 10000 a 20500
Camisas de flanella, grandes a 30000.
Ditas de algodo, muito boas a 20000.
Ditas de linho muito boas a 30500.
Ceroulas de bramante a 10600.
Cobertas de chita a 10500.
Lencos de linho abainhados a 40000.
E outros -muilos artigos por precos
Caroeiro da Cennai
biratMiiaio para acabar, na loja de Guilberma
CASACAUVtNt|unra.
de um menino brasilelro de 13. & 14 aunes de ida-
de que tenha ou nao pralica de taberna, e d in-
fermaeoes de sua conducta :rua dos Pescadores
n.43, /
mnibus para J.ibout&o
Contina dona omaibus para J'.biatao, sahindo
do Recife nm as 4, horas da tarde, e pairo as 4
l\% horas da tarde, e volu de laboadb nm as 6
l'J horas da manliaa a outro as 7. hars, no
dmingoa parta do Recite- as 6 hojaj. dji manilla
e volt* as % 1 j2 boras da, larde.
riiarmacuiloo privllaoM suocesor R
louleTarU Sebastopol, 55. JP_SU8.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
AfmeUits a A.caJemia de Scieaciu e ao huiituio de Fita**.
lllirnil.Stk>li"u ** PitUIW. iHJ CUCAU nomeuro u.ua iuUc^ PBBVKHT1VA S CDiUTIVA i*
MOLESTIAS C0MTA8IOSA3
Grava 4aoonT(tat de fmgilld.de.
^nvAiAO Cota'a form, e d voMe de nm Prte-*oed eoittad
ESTOJO TOB*> nATMHWTO.
COI^XTVTRIO Caatrags-agotyfeda palpitas, prppapdo sob, a mesma forma.


\
Diario dt Pvrnamb&c* Quuila (eir 7 r> JDtXembro I%TJ i
/-
ERNESTO Ub
N. 2 D Ra do Cafag N. 2 D
Acha-se montado de forma tal este estr.beleoimento de jotas que, pode
vender aos sens numerosos fregueses em grosso e a retalho e por precos
mui resumidos visto que recebe de conta propria por todos os vapores de
Europa. O gosto de desenbo de suas joias o mais lindo do paiz das
modas, ouro de lei, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, robins., perolas,
tnrqnezas, sapbiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto
para groja como para servico domestico. Convidamos as Exr/ias. familias
a visitaren) o dito estabelecimento todos os das at 9 horas da noite.
Gompra.se onro, prata e pedras preciosas em obras ve Ibas.

LOPES
MACHADO a C.
Travessa do Corpo-Santo n. 25
mmm
JOAQUIH
a iCownhoira .,
Prtha-se llagar ama cozinheira, preferindo-se
escravs.e se d boro ordenado, agradaado: a tra-
tar oa roa larg do Rosario n. 34, botieat
**** **
M Maemoiselle Mane Lavargne, soeces- M
sera do Sr. Godofredo, tero estabetecido a cS
sagwinte tabella para os perneado, pre- 9
co da 4< por cada aro, seod i feilo na Mf
residencia das Exroas, seohoras, a H era *
sea estabelecimenlo : raensalidade de
lOO para penteado diario oa residencia
de suas Exim, clientes, e de 503 em sen c
estabelecimento. Os perneados de noiva l
serio pelo preco que se eonveocionar.
Por cada coqoe que Ihe fdr entregue para ?S5
ser penteado, receber t500 de seu ira- y*
balho, quesera executado eom toda a per- ML
feicao e presteza, roa Primeiro de Mar- '
< d. 11, anliga do Crespo. Q
ompanhia Allianpa
DE
tegoroa martimos estabelecids
na Bahia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL.. Rs. 1,000:000*000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro a risa
b rituno em navios de vella e vapores para den-
xo e fra do imperio. Agencii ra do Com-
nercio n 5, escriptorio de Joaquim Jos Gon-
alves Beltrao.
ART1G0S AMERICANOS
Cilindros para padaria.
Carros de m5o para conduzir fazenda3.
Machina? para descansar algodSo.
Polias de diversos tamanbos.
Canos de ferro galvanisados para cnca-
aanwnto d'agua.
OBJECTOS PARA CARRO
Oleado preto para gnsrda-chnva de carro.
Dito de cores para forro de dito.
Chicotes para dito.
PoDtas de lanca.
Galoes de seda para o forro de dito, es-
Ireitos e largos.
Pregos de cabeca de marfiro.
Escobas para dar graxa.
INTERESA LES
A loja dos Arcos de Alvaro Angosto d'Almeida C. ra do Crespo n. 20 A acab
4e.reeeber pelo ultimo vapor francez Amazonas, alguns artigos proprios para enxovaes
de noivas, e de modas para grande toi ette como sejam :
ftiquissimo cortes de vestidos de blondo para casamento.
Ditos de tarlatana bordados seda para casamentas.
Cortes de seda de bonitos gostos e superior qualidade.
Colxas de seda, !5a, e la e seda.
'.apellas com mantas de blondepara noivas.
Cam-sas deesgoi3o bordadas para noivas.
Fronhas de esguiao bordadas.
Lencos de cambraia de linho e labyrintho.
Superiores leques de madreperola.
Cortinados bordados de dSerente9 precos e qualidades.
Sedas de cores de bonitos pad/es.
Ditas escocezas para vestidos, roupas de menino, enfeites, etc.
Basquinas de Korguro, superior qualidade.
Rorns de 13a e seda para senbora.
Mantilbas braseira de fil de seda bordado.
r.hjcheiez de la e seda.
Cbapenas de seda branca, e de crpe preto para loto.
Chapeos enditados para senboias e meninas modelo inteiramente"4Dovo.
Cortes de cambraia de cor, e brancos bordados.
Lindos cortes de baptiste Froo-Frou.
Toil de voyage fazenda dejgost-) para vestidos.
A!m destes artigos qae se vender por presos razoaveis tem ootros que sao pe.
sitiabas extraordinarias, como sejam :
Damasco de 13a com 9 pilmos de largara a i500 o covado.
Cortes de 13a Victoria com 20 covados por 10500O.
Las com listras de seda a iO rs o covado.
Ditas mesc'adas muito boa qoadade a 3:0 rs. o covado.
Cassas de cor a 240 e 280 is. o covado.
Alpacas largas bonitos padrSes a 500 rs. o covado.
Lencos de esguiao muito finos a 3! e 40000 a duzia.
Esleir Ja [odia, mallas para viagem, transparentes, etc et
A FLOR DE OURO
No 24 A-Rua larga do Eosario-N. 24 A'H
be^ .ni\ & IEOlAO
E' em eoctesttclo, nm ds bem mentado estabelecimeoto de joias da cidade iS3
j Recite, p. rondo seu-. proprietarios sss caprichosos na esecilla des objectos que Wft,
fXDOern a venda, lembram ao respeitavel publico que aproxirasmio-se a testa,
ram indiferentes, mandando vir de conta prepna, d* Europa um variadissimo sorlimen- r
nao fo- .^jg
Para o bello sexo
a U e 4i, *S3
di
5

Pares da brincos de pbantasia a 8, Ofl. 10 e 12, d.tos de io.-al
ditos para loto a 6s e Sfi, raeios derf^os modernas com brincos e alanctfi" a I6f,
rotetinhu de diversos gostos a o, 6 e 8 o par, p.ilceiriohas do coral a TflOOO, vol-
turas de dito com cruzesde ouro a o, cajuelas cora inseripc.oes (obra chique) a Sf
e 8*. rlgas d c^ral a -J|, cruze? de oaro e coral a 3, 1. 64 e Si, -Ua de emera'-
la, per-jh*. e rubios lj, lij, to e 18, annei^ com bjnaa pedras a 4J pr.ra enan-
ca a 3^800, ditos de pelm Suas a 6/ e fcroxes para retratos a I6 e 20S.
Aos senhores cavalheiros #
E' smente na Flor da Ouro que e vende joias de gosto e por p-oco dinheiro
como sejam : gmrmcos eom tres botoes para ab-irura i, pares i ditos e de dif
ferentes jrnsto a o*, ditas a 3#, ditas para punhos a 8f cadeias muito chiques a 20
das a 6*300 a oitava. psncinei de prata dourada a \J,, 4*500 e U, raedalhoes para
cadeias a 12*. medaihas com leras a 8; a!m d um grande sorlimento de obras de
brilhantes, brioeos. brailetes, alfinete?, ad-reeo completo, n.eioj ditcs de pedras li-
nas e coral, meua i.oes, vallas e trancellin?, annsis cora elra9 e de diversos modelos,
oculc, pencinei de ouro, relogios de ouro e prata dourado e de afamados fabricanies,
assim como grande sortimento de obras do praUdo Por!:<, tanto para o servico do-
mestico, como para igrejss, e garantimos ser ludo lei.
A Fior ue Oaio contina a estar a berta at as
8 horas d& noute
VEGETAL AMERICANO
C SAUDADE
BART HOLOMEO & C
Wenckias, e aro goial cantra todos m soffrimentes d viaa :eiinloriaf.
DEPOSITO 6BRAL
BOTIOA SS DHOQAHIA
U, BTJA URGA DO ROZARIO, U
PERNAMBUCO
NtUHW
iterr*De dai divorui molntiu do peito, denle
pharrnftte oa ml d* nrginti t a tBbercolavao
.axHMr, pasMDdo pelis diversia broochilet caiarrhaei
Bpbjiem tcabt do sor ODroqoccido coa mir
e medicamento, qao losar primaira ardem antro
o4oo u boje coabaridos. O laropo Vagolol Aaorieaso,
ttnnlindo porameate rrajetol. ato eontm am sua
aomposij* O atalo de opio, o lim ooimbu fie-
000 do plaaua indiganai, cojas prepriedades benfico
ta cara da molalias qna pertencem 101 ar|ios do res-
Iracao foram por nO* obaortadaf por longo tempe,
ora aplicaos re aliado codo m man erotcontet; polo
jao aoa jolgaaioa autohaadoa o ooaapor o laropo o
5t? "*"""o. o olaraca lo aoa Bedicoa a ao
OBWie, rrotaaoo coa oa altaoudoa abono ooaoto*
aoa dito, a coiuaoo qae cancano do na i iota
o larooo V,,.ul Aaoriaor orooeora oio^toaSo,
otnao Bulto opoo do ai todos oa poitorooo oa tc?.
Illa. Sr Bortboloaoo C.- torapa TegMal Aao-
j cano, proparado aa ... eoBcetoadiiolBa aMBaoa,
O ca atll renado para caoabaia* a laniaal aaabaa
Sc/ru o aaoollo oo^Mt.. *\^STJTm
ux coBbMido ooounao OMBOBaa en uabo; oato bIUbm
ojjito M rortiooia* foMa ooa ir iltpoto aamo. tatuado apaowj traa
NO. O tto preaoato aoo ftl da aa.o atoaitePtojo
ihe, pon os moni andotinoalos por ao Mr alMaia i
Uo horrifel mal. Coa a mala aicarlcaoo gratiai/
abscrawo-ma da Vmc. affectoooo a reconbecido criad
- SootTMo Duaru.-So Casa 14 do ewreiro do (MI
lilao Sr. Barlbalomeo C. Dopoia do quil a*
*" "i ~rtB' eo < toooo incenBte, [aitk
aitraordmario, axpectoracio da oa caurrko amaralla-
do, o pardo total doa forcoo. qia o menor poooofc
ao atiaovo coaploUBonU, cansado do tomar su ao>
Vas remedio, aaa rosal lado tWa a f el icidada do sabor ?
Taca, preparaba a xaropa Toaotot Aaotioaao, o m
olla. iTBcao a Dens. aa acbo reelabelocido ka atio
deis aoaoo, a robusto eoao ao Bada ti.aaaa saBrida. i
Slidio bm (orea o ato doelaracAo, ano podara Taoa
ir o ato qae qiiurom.- Soaj coa ostiaa do Taoa
mallo respaiiador a criado. ^atoado /oajaa 4
CuiruStlf. Rocf I do fmr.ir da I Ha?
Alttsta qao Bsoi do xarape Toaotal Aaorica*; a
ooapooijBO doo 8ro airiliaai tVC. pora ana o i
AOS 5:000^000
olao venda os felizes bilbetes da lotera da
iahia, na casa feliz do arco da Conceico, oja di
uries no Recite.
O OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
Nutrimento
MEDICINA!
[Preparados por
Latinan & Kemp
para tsica e toda
quadanta dedo-
eneas, quer seja
na garganta, pe-
to ou bofes.
Express a-
mente escolbido
dos melhores fi-
gados dos quaes
se extrahe o
oleo, no banco
da Terra Nova,
purificado chi-
micalmente, e
suas
prepriedades
conservadas
com todo o cui-
dado, era todo o
frasco, se garan-
te perfeitamen
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a um exame
muitosevero, pelos chimicos de mais tale-n
ot, do governo bespanbol em Cuba,foi de-
valgado por elle e contem
MAIOR PORi^O D'IODINA
do que outro qualquer ole, que elle tem
examinado
IODO E'M PODER SALVADOR
Em todo o oleo de ligado de bacalbo,
e naquelle no qual eontm a maior porcjto
d'esta invaluavel propriedade o nnico
meio para curar tedas as doenras de
GARGAiNTA^ PEITO, BOFES.FIGADO,
Tsica, bronchites, asma, catarrho, H>sse,
resfriamentos.etc.
Uns poucos frascos d carnes aa muito
magro que seja, clarea a uista.e d vigor a
todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutrimento ao systema e encommodando
quasi nada e estomago
As pessoas cuja organisafo tem sido
destruida pelas affeccSes das
Acha-se a venda nos estabeleeimentos de
A. Caors, J. da C. Bravo, 4C..P. Maurer
& C, A. A. Barboza, Bartltolomeu & C 5
pbarmacia americaoaroa doQei-nado n.
Hypotheca-se
urna mulatinha, benita peca, pelo pre^3 que se
convencionar em vista delta ; a ira'ar nesta typo-
graphia.
Joaquim Jos Gon^ol
ves Beltro
Ra do Trapiche n, 5, t indar.
Sacca por lodos os paquetes sobre o banco dt
mho, m Brapa, s< sobra os teguintia 'afiari n
?ormgal :
Lisboa.
Porto.
Valeuv3.
finirn>riftt
Coimbra,
Chavea.
Viseo.
ViUa do Conde.
reos de Ya! de Vx.
Vianna do Casteilo.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famecao.
Laniego.
La nos.
Coviiba.
PHARMACIA
Especial hoincopathica M
d\ ;*
VIUVA DO DR.
Sabino 0. L. Pinho.
43Roa do BarSo da Victoria43
Para este astigo estabelecimento acaoa
de ebegar no uliimo paquete, da casa de
James Epps & C, de Londres, nm excel-
lente sorlimento de carteiras e caixas de
todos 09 tamanhos. qur para glbulos,
quir para tintara;; assim como medica-
mentos em tritura cao e em tintara, glbu-
los, etc.; o que tudo se vender por pro-
cos mui raioavei-.
Thesonro horaeopathico do Dr. Sabino
O. L. Pinho.
3* edicio.
Muito melborada e augmentada eom um
appendice.
Acha-se venda na pbarmacia horneo-
patbica da amiga raa Nora n. 43.
As prepancoes desta pharmaeia cooH-
nuam a ser feitas ob as vistas immedia-
tas do medico do consultorio, o Sr. Dr.
Jezumo A. do Santos Mello.
iiapiBiiAi doo gro airailaaia t'C pota oawoaai
fono daauo oao bm iroojM ut io^o4Ao.]m bo aot
tM>^,^d!l?? ''"J?"''1'.* *T |0Ju. t^>
hfwm i
frauda taha darcapracao,' a Iml
Ubaloeido
airo do 1
oaacn-.-f
ploiaaoaio aa
At i Preci'a-se de urna ama nar
m A cozinbar e comprar : na roa das
l'-i. il. Trincheiras o. 4i, primeiro an-
dar ; paga-se bem.___________
a. -Mr Prtcisa-se de orna para coiinhar
*i"*A e oulra para lavar e engommar :
tratar na raa da Cadeia Vslba, loja de miude-
zas n SO-A._________________.
Precisase alegar nm escravo que seja hora
e paga se bem : na padaria da roa dos Pescado-
res n. i.
AlA
Portugueza
Para casa de nm boaem sulleiro, que se trata
eom asseio, precisa-sa de urna senhora portague-
za de meia idade, e eom bastante capacidade, pa-
ra tomar a sea cargo todo o arranjo domestico;
eozinhando e engommando eom perfeicio. Fazem-
se todas as vaniagens, qae merecer sea bom
eomportamento: do Bazar da Moda, raa Nuva
n. 60, se dir coro qnem sa traa.
Precisa-ie de urna ama qae cozi-
nhe e eogomme muito bem par'
pequea familia : tratar no largo
do Corpo Santo, n. 4,1* andar, das
10 horas da manha as 4 da larde.___________
Empreza do gaz
Pernambuco.
Es'.a empreza tem am lindo sortimento de can-
dieiros, arandelas, pendentes, etc., tanto em vidro
(crystal) como em metal, e nma variedade de glo-
bos dos padioes mais modernos e por pregos m-
dicos. As amostras podem ser vistas no escripto-
rio n. 31 raa do Imperador. Bicos para gaz do
melhor feitio a 60 rs. cada nm. As encommen-
das podem ser feitas por escripto, na rna do Im-
perador junio a secretaria da polica, oa dirigidas
ao abaixo assignado na fabrica S. Jos, qae sero
promptamente attendidas.
Tbos. Newbigging,
Gerente.
Casa no Foqo da Kanella.
Aluga-se por 600J urna excellente casa na ra
do Rio n. 33 daqaeile povoado, com 2 salas, 4
quartos, cozinba, cocheira, quartos para criados,
estribara, e mais daas meias aguas reparadas: a
tratar com o commendador Tasso.

Na noate de 21 para 22 do corrente mez, far-
taram do engenbo Jagaarbe do termo da Escada,
3 -.avallos, pertencente ao abaixo asignado, e ca-
jos sigoaes sio os seguintes : o t.* Mellado bran
co, castrado, tamanho regalar, bem feito e gordo,
idade 7 annos, eom a marca II K no qoarto dire
to, e o 2.* da mesma cor, inteiro, bastante gran-
de, nao est magro, idade 8 annos bem feito, pes-
clo bastante gordo, tem alm de outros ferros
um B no qaarto esqaerdo e o beico branca, e o
3.* rasso pombo, de tamanho regular, bem feito,
inteiro, idade 8 annos, ferrado no quarto e no
qneixo : cujos cavados sao de roda e esto feri-
aos nos peitos. Gratifica-se com a quantia cima,
a quem delles der noticia certa, oa aprehende los:
tratar no Recite com o Sr. Francisco Antonio
de Brito, raa do Cabug n. 11, ou no mesmo en-
genho.
Fabio Vellozo Freir.
ECHO AMERICANO
Com o numero M acabou a sssigoalura
do i semestre.
Com o n. i3, principia a assignatnra do
2o semestre.
Rs. 6.J000.
Livraria Francaza
MEDICO.
Dr. Maaoel Bnedino Reg Valeoca.
Gamboa do Carmo n. 21, 1 andar.
AMAS
tima darefinaco.
awaBBaaiaBa>oo!i jaaaoataaaa
r'recisa-se de duas amas para
servigo interno de pequea fami-
lia : ra Imperial n. 199, por
o
Mudanpa.
Do dia 10 do eerrente em diante estar muda-
do para a raa do Imperador n. i8, 1* andar, o
gabinete de cirnrgia dentaria de F. Mai, o qual
dessa data em diaote ser abi encontrado todos os
das a qaalqaer hora. O mesmo, como at aqu,
contina a prestar-se a chamados.
Piecisa-se de ama ama para cjzinbar em
casa de pouca familia : a tratar na ra das Cru-
zes n. 29, armazem de movis.
AM A Precisa-^ alngar ama ama qoe sai
"' fl ba eozinhar, engommar e comprar, pa-
ra casa de pequea familia : na rna do Corpo
Santo n. 2, ioj.
MOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello,
rivo na eidade de Nazareth desta provinciL
faver de vir a roa do Imperador n. 18 a concicir
aqueile negocio que V. S. se ccruprometteu retir*
<:ir, pela terceira chamada deste jornal, em fin
de dezembro prximo passado, e depois para ja
aeire, passou a fevereiro e abril, e nala campno,
a por este motivo de novo chamado paracuU
5ia ; pois V. S. se deve lembrar que este negecit
k e mais de cuto a^nos, e quanao o senhor un
Sbo se aebava no es nesta cidade
?rebase e cos:ureiras ca loja do Bom
Pastor rea da Ioiperatriz n. 3.
-nos petendentes.
Faz-se negocio com a loja da ra Nova n. 16,
garantindo se arrenJameolo : a tratar ia mesma
0
casa m mam
Aos 5:000^
Biihetes garantidos..
i raa Primeiro de Margo (oatr'ora ra
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado, tendo veedido nos seas !t
.ixea biitates nm meio n. 1208 com 5:000*000.
ira quarto n. 979 com 8004000, deas quartns n.
330 eom 100*000, e ontras sortea de 40*000 e
20" 000 da lotera que se acabou de extrahir
(216*), convida aos possui dores a viren) reeeber
aa conoroidade do costame sem descont algum.
Acham-sa venda os bilbetes garantidos o
9.' parte da lotera, a beneficio da Santa Caa de
Misericordia (217"), qne se extrohiri quinta-feira
7 do corrente mes.
PRECOS.
Bhete inteiro POOQ
Meio bhete 3*000
Quarto 1*500
Eos { de lOOaWOO para cima.
Bhete inteiro
Meio bhete
Quarto
5*500
2*750
1*375
Manoal Martins Fiu-..
4 B0T4 DE OURO
Neste novo estabelecimento de calcados, silo a
ra do Bom Jezus n 21, sobrado amarello, amiga
ra da Cruz, o publico encontrar spmpre um
completo sortimento de calgados los meih. res e
mais acreditados fabricantes de Li.-boa, Pirs e
Londres, nao so para homem como tambera para
rapazes, senhoras s criaogas, cgjo sorlimento
reforjado todo-* os mezes sfim da poderem assim
ter sempre calcados frescos, para bem servirem
aos seas numerosos fregnezes, os quaes sempre
que se dignarem frecuentar o referido estabt-le-
cimento serao tratados cora agraflo e sezudei
Precisa-se alugar ama aaa torra : na rut
do Cabug n. 2 B.
A TI t Precita se de ama ama para lavan
ill engommar: na ra Duque de Cauas
n. CO, andar.
Para passar a festa.
Alnga-se nma boa casa no Monteiro, pnrto do
banho : a tratar na rna do Duque de Caxas, loja
de fazendas n. 71.
Aos 5:000$O.
Bilhets garantidos da pro-
rinda.
Eua do Bai o da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casas
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender entre o
seos muito felizes bilbetes a sorte de 3:000*0OT
em um meio bilhete de n. 1208, a -serte de 800*
am am qaarto de n. 979, a sorte de 100* em am
bilbete inteiro de n. 475, e am quarto de n. 350
com a sorte de 100*, alm de ouiras sortes meno-
res de 10*000 e 20*000 da lotera qae se aeaboo
de sxtrabir (216), podendo seus possaidorai viren
reeeber, cae promptamente sero pagos.
O messe abaixo assignado convida ao respei-
lavel publico para virera ao seu estabelecimnti
comprar os febzes bilbetes garantidos, qae nii
ieixar ds tirar qualquer premio cerno prova peioi
mesmos aununcios.
Acham-se venda os muito felizes bilbetes ga
rantidos da 9' parte das loteras em beneficio da
santa casa da misericordia, qae ser extrahida no
dia juinta-feira 7 de dezembro prximo \iudouro.
PhEgos.
Inteiro 6*000
meios 3*000
Quartos 1*500
De 100i5C00 para cima.
Inteiro 5*300
Meios 2*750
Quartos 1*375
Joo Joaquim da Costa Leite.
Va' a quem toca
Os proprietarios da eoofetsria do Campos, sita
a ra do Imperador n. 24, tem a honra de levar
ao cooheimeato d) respeitavel publico, que re-
ce beram directamente pelo ultimo vapor da Eu-
ropa um variadissirao ^rtimento de MIMOS.
Por se tornar enfadonho o descrever a varieda-
de e belleza dos objectos que recebemos, limita
mo-nos somente a pedir a altencao das Exmas.
familias e dos mancebos do highltfe; por isso
que s a pres nca dos entendedores poder bem
aquilatar do merec>mento da nossa grande exposi-
cao de objectos proprios para os mimos de testas,
e para Uso peumos somente urna visita ao nosso
estabelecimento na rna do Imperador n. 24
COEFEITAFlIA DO CAMPOS.
N. 3. Para que se torne bem dislincta a nossa
casa, se conservar nm lampeo aceso a noite.
Precisa-se de urna ama para casa
de pouca familia, sem lllho : a tratar
na ra do Cabug n 4. leja de ^uro.
AMA
l'rotectora das familias.
Os seahores contribuintes a es?a assoriacao que
preferem mandar pagar suas animidades nesta pro-
vincia, poderao dirigirse ra do Livramento n.
19, Ia andar, antes do dia 14 do preximo mez Je
dezembro, afim de que os fundos possam ebegar
na sede da associacao, no Ro de Janeiro autes do
seu venciraenlo 31 de dezembro de 1871.
Recite 20 de novembro de 1871.
Narciso Francisco de Vidal
O abaixo assignado, lendo de acabar eom o seu
negocio, roga aos seus multes e numerosos I. -
guezes que Ibe ettao davendo em sua loja de cal-
fado i raa da mperairii o 10, de vir mi mandar-
ina pagar seu debito al o lim de dezembro do
corrente anoo, pois do conlrario ver-se ba obriea-
do, e bem contra sua vontade, entregar as con
tas a sea procurador, para elle reeeber amigavel
oa judicialmente, o que o abaixo assignado espera
dos seus bons fregnezes isso nao ser necessarlo.
Recife 31 de outnbro de 1871.
Antonio Rodrigues Pinto.
y (ravessa da ras
i das Grazes n, 2, pri-
J meiro andar, da-se di-
fthelro sobre penhores
"" e ooro, prata e brilhan-
tes, seja qnal for a qnan-
| (ia. ."Sa mesma casa com- m
praot-se os mesraos me- 5
aes e pedras.
AlASSalMIB
i
ContraU-se um bom amatsader que saiba cor-
tar bolachas, p-.ra urna padaria em Natal, capi-
tal do Rio-Grande do N :r;e : na ra do Mrquez
de Olinda n. 40, 1* andar.
GAIXEiKO
Precisa-se de um :a xeiro de 12 a 14 annos de
ilade e qne d fiador a sua conducta : na ra do
Ran'sel d. 43.
Alugasa una grande aa com sitio, na
Capocga rna das Peroaajbucanas n. 25 : quem
pretender dirija-s Jua Ncva n. 13, cu ra da
Auiora n. 15, que achata com quem trattr
NOTAS
Troea-se utas do banco do Brasil e de suas
filiaos na raa do Baro da Victoria d. 63, ictiga
roa Nova, loja de Joo Joaquim da Costa Leite.
ilartgLl
f^#%tx?*itt
i^p^-srr-
TRILHOS URBANOS
do Recife a Olinda e Be-
Leribe
Os Srs. possuidores de biltreCes desta
companhia, sao convidados a vir trocar es-
ses biihetes por dinheiro, no respectivo es-
criptorio, todos os dias otis das 10 horas
ao meio dia.
Escriptorio da companhia 21 de novembro
de 1871.
J. F. S. Porto.
______________1" secretario interino,
GOZMHEIRA
Preeisa-se, preere se escrava, e paga-se bem :
a raa do Mrquez de Olinda n. 40, primeiro an-
dar,___________________
Aluga-se
A casa n. 7, Passagem da Magdalena : ira-
tar cora J. I. de M. Reg.
Precisa se de urna criada engommadeira :
na ra do Imperador n. 57, 2 andar, entrada
pelo lado da ponte.
Precisa-se de ama ama para eozi-
nhar ni casa de pouca familia :
ra Velha n. 28, sobrado.
AMA
ADVOGADO
Dr. Joaquim Correa de Araujo
67Ra do Imperador67
Os Srs. abaixo declarados sao rogad is a
mandaren] ou virera ao escriptorio deste Diario
i negocio :
Jos Francisco Ribero de Sonsa, (dono do cul-
legio de Santo Amaro
Francisco Jos Rabello
0 Medico operador e par- 0
teiro. S
S Dr- Francisco Jacintho Pereira da Mct- H
fj? ta, a qualquer hora do dia oa da noite. flf
5M n. 5, 1* andar, praca do Conde 'En, )L
^ onlr'ura da Boa-Visia.
9 CONSULTAS GKATIS AOS POBRES. 0
0000000 00 000$
GASA. DA FORTUNA
RA 1 DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO" H 23.
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto veo-
la os felizes biihetes do Rio de Janeiro, pa?an promptamente, como coetuma, qaalqaer premio.
PREgOS.
Inteiro 24*1000
Meio 121009.
Qaarto 6*000..
Manoel Martina Fioza.
)
S
8

Mlle. Marie Lavergoe, modista em
cabellos, recentemente cnegada de Pa-
rs, tepdo comprado ao Sr. Joo Gco'o-
fredo Pinto, o sea estabelecimento de
cabellereiro a roa Primeiro de Marca
n. 14 (amiga do Crespo) o*erecd os
seus Barvifoa : KvmBB Sras. tienta
bella cidade para os mistares de sna
arte ; o ata e.-ubdecimento estprovi-
Jo de habis artistas para a Doa exe- '
cuco de qualquer obra e corte de ,
caballcs. Faz os ponteados em seu '
estabelecimento por metade do preco ,
do que est e-tipulado para quando <
for chamada a residencia das Exmas. (.
ibohoras. \
O respeltavel publico encontrar em ,
seu referido estabelecoento um bello I
sortimento de p. rfumarias francezas .
e inglezas dos mais acreditados fabn-
cantes, assim como flores arliflciaes, /
objectos de ; hantasia, modas, etc. etc. '!
e vende tudo por precos commodos,
pois recebo direcamente da Europa. '
O eu estabelecimento acha-se aborto
das 6 horas da manha as 9 da noute. \
Monteiro
For 300,000 ris.
Aluga-se nma ca-. a povoa(io do Monteiro : a
tratar na taberna do Sr. Nicolao Machado Frece,
no mesmo lugar_________________________
Aloga-se uir.a pequea casa e sitio q. W-
zea, por prego commodo : faltar no sitio con'-i-
guo.___________________________________
Aloga-se urna das melhores casas d;i Bo*-
viagem, com pequeo sitio : a tratar na raa do
Imperador n. 83, 1 andar.
AVISO
O escrivo da irmandade de N. S. da Con :-J{i--
da igreja da Congreiaca-j para cumprir o qu9 <>
lormina o art. 4 do compromisso da mesma ir-
a'andade avi^a a todos os seas irmos para que
uii domingo 3 do corrente mez, as 9 hors do dia,
so reunam no consistorio da mesma igreja, para
tin oie.-a gi'ial elegerem os mesarios qne tem do
n ger a irman lade nq.aWno de 1672 a 1873.
G&M to alugar
l-'iiipria para no | do a 8 senhores empregailjj
no comuiercio, o 3' andar do predio n. 14. prs-
i;;ul Cominereo, no Recife, eom excelleoie Ti!!a
para o mar, etc.* W____________
O advogado L E R. Vianna previne as pt_?-
soas que o nao encontrarem no seu escriptorio
rna do Crespo n. 12, 1 andar, o,ue o eneontrarao
ta sala das sessoes do jury.
Iustruccu publio.
No dia 9 do corrente, as 9, horas da manbaa,
proceder-se-ha os exames .das alumnas da escola
publica da encruzlbada do Rosannho a cargo da
professor D. Franeoa Maurina da Silva e Al-
buquerqne. __________^_____
Precisa-ge alogar um escravo Je 14 a 18 ao
dos para servico de casa de familia : a tratar c >m
Antonio Jo Rodrigues de Son na tbesouraria
das Interias, oa em sen rntio no Mentem.
\,m
Precisa-se dr uiua ama pa
ra cotiphar e qutri para en-
_,'gommar : tratar na ra
larga do Rosario n 22, s^gondo andar.__________
Catxeiro
Pre:isa-se de am no hotel da ru larga do Ro-
sario c 29 : paga-M bem.
pequeas, obra de mullo goslo, prrprias para o
passat.rapo da festa, por serena moito leves para
transportar para os rrabaldos : no armazem de
Tasso Irmaos & C, caes do Axllo.___________
Na livraria acadmica raa do Imperador
n. 79, preeisa-se fai'sr aos Srs. Joaquim Viriato
de Mello Pinto e Francisco Marques da Cunha a
negocio de seu interesse. .
Perdeu je hornera am trapcelia de oaro com
os signaes regulles: contendo nma passadeira
com daas \ edras sendo urna azul elaro e natra
verde com veas e no feixe ama bolioha de oaro:
dase 40*5000 de graliflcacao a quem achou que-
rendo entregar na rna dn Duque de Csxia a. 43.
a mar ja. Na ra Direita a. 53, prucia-.-e
^avlTm/m. de nma ama forra oa eserft
BEBERIBE
Urna pessoa que alegua urna casa uaqae
aprasivel arrabalde, a qu'al tem quairo duas salas e eoziuha, banho uo funJo e um
queno sitio bem tratado, tra^passa o^afpgnei
da mesma at'o firn de setembro proxHtfwfnluro.
A casa est cafada e pialada de novo :4\ tratar
oa ra do Imperadar, Ihirarla universal._______
Destjd emprear se uro menino nacional de
14 anDDS d idade, e tem alguma praica de mo-
l; ado- : para infdrmstSes aa ra do Rosario n. 2,
Boa-vista.
Joo Atlfoso Toires. faz scienlc que o Sr. Mi-
guel Joaquim de Aorarte deixou de ser seu ca-
xeiro desde o dia 4 de dezembro de 1871.
MAltlTIMOS
E
-
CONTRA. FOC-O
A companhia Indemnisadora, estabelckla
esta praca, toma seguros martimos sobrn
avios e seas cargamentos vcontra rog j
ta edicio:, nufcadoribs e mobilias: Dt
im rio Vicario n. *? ^uvimento terreo.
AU
RO
yvEtot
Wca casa neste genera
14-Rhi Estrella do Rosario-U
Compra e vende roupa feita.
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesft,.e
tudo que pertvu-
>

.
\
\ '
\
f


Sflo dje PuanjboO Quinta eirfc 7 de Dezembro de 1871.
NOVOS SORTIMENTOS
ent do vapor
rna do
Victoria
rni !**-
f. E$/
Acaba de reeeber
!*' f v.l^
novas
armazem do vapor
Francez, ra do
BarSo da victoria
(ontr'era roa No-
va) o. 9.
facturas.
Calcado
^
Botinas de Setter e da Polak, para horaem, cora
Sleto aortimento para lodos os gostos vontade
9i compradores.
Botas e peroeiras para montar a.
Botinas para senhoras e meninas.
Abotinados para meninos e meninas.
Sapatoes de biierro, verniz, cordavio, e de brim
tranco para hornera. ,
Sapatos de tapete avellodados de charlot, case
mira preta e tranca portagaezes.
Sapatos de vaqueta de vernii com sola de ma-
deira proprios, para banhos.
Perfumaras
traet
agu
itifric
Quinquilharias
Finea extractos, banhas. cosmticos, leos, opia-
tas, poses, asna de eologne, agua divina, agua
florida, deotifriee, lavando, agua de toilet, tintara
para barba e cabello, pos da arroz, sabonetes.,
etc.; tudo tsto de priroeira qualidade dos bem eo-j e berros de vimes para criangis, de novos diffe-
nbeeldos fabricantes, Pivjr j Coudray.
de pbantasia e laxo, como sejam : espelbos, luvas,
joias da onro, cerrente de plaqu, ricas carleiri-
nhas para dinheiro, caixiuhas de costara com
msicas, esterscopo de SO vistas cora msica,
boleas de seda e cestinhas diversas para braco de
jeeh ras e de meninas, oculos, pencenez com vi
iros da cores, chicotinboa e bengallas, tudo isto
de difiranles modellos e qualidades em grande
numero destes artigos de quiuiuilharias fioas de
gosto que nao se pode bem mencionar.
Brinquedos
O maior sortiraento que se p Je desejar de toda
fabricados em diversos paizes
sorte de brinqaedos
da Europa para entretenimettfo das crianzas
Carrinhos
| rentes modelos precos commodos,
Prepos.
baratissimos
mero 7.
virtude das novas faetnras e ordens dos fabricantes, vende-se agora tudo precos
: no armazem do vapor franeez, ra do Barao da Victoria, outr'ora ra Nova nu-

19 Ra Primeiro de Marco 19
Tenilo renovado completamente a loja do predio, em qae teem c sen es-
iabe-eeimento,
19=A rua Primeiro de anjo19
com aqnelle asseio e elegancia desejavet?, aeham-se Mera prvidos do roais
candido sortimento de fazendas finas e modernas re
SEDA, LA, LINHO E ALGODAO
uds do oHimo gosto, e continnam a ter como semppe, diversos
ARflGOS ESPECIES DE SAA
Garantem, com toda
a sinceridade, vender
por menos que quaj-
qner oulro, porque
recebem tra direitura
a maior parte de sua a
fazendas.
m
19 RUA 1.
(Anliga
CASQ
DE MARCO 19
a do Crespo).
<' ;co i: vilegiadfl
tonoi, as pars.
NOVAS ESPECIALIDADES A. tfAflMIER
ApRtc liadas i Aeadeniu de -licieiic.^ < slil to ce Frang,
i L IAR18IER. PJ
" I'Couluvaxl iSbnM
rrr ~*
.tfXLtifl .-
Prevn (:..->
Sol i (fcrma de p.- a. itcvedMa dn-.
dser (kn.ii .aecti i i snh .-,. i
.-.'.. koestias co:;icios.'.s
TMILTRO
o toIhik'' Em i.i Jto, sen indo dt
I I1U.TB0 < S.l;l.\i..i .,., os
jravs iBCD(tDientc de fragilidad
ESTOJCS
Oro
COTE.
rma, f ili> vohme de m f.irte-Moedi
B-IDO JOIO 7ttiTAMESTO.
COLLYBIO Cpatra as atfeccois das palpebrai
papando sob a mesoii lunu.
MRTHOLO
nopositarios geni para e BR4SEI. e I'<>RTUU4X
34, rua larga do Hoaario. PBKNAMBUCO.
.

O problema" resolvio por W Figou.ot Mm o
papel foi conservar a mostarda todas as sua# fropr" !
iM\*fcrh
M.
es':ladi n -'rrpc-i-,">o .ii-t<<
chten-^o -r? pon or instas!*
IMPERIAL
*
FABRIQA
K
DE CIGARROS
S. JOO DE NlTHEBOHY.
Um dos problemas que mafs tera preoecupadt
attencio dos legisladores e dos economistas mo-
lernos, particularmente na Inglaterra e na Fran-
ja, e acerca do qual, anda em 1888, L. Wolowki
fez nra profundo e notavel discurso, o qrw trata
le definir e reeulari-ar, maniendo o equilibrio
?ntre o interesa e a humanidade, o trabalbo das
riancas as manufacturas.
fcta queslao grave melindrosa, comees a ter
entre nos de alguma importancia, e merece que a
examinemos com criterio, tanto maii que forzosa-
mente na substituicao do elemento servil ter ella
le considerar-se etBcacissima para o futuro des-
anvolvimenlo de nossas industrias.
Recordando com o celebre economista de que
fallamos o profundo pensamento- do poeta inglez
ine diz :=tA enanca o pai do horaem part-
'.hamos tambern os seus generosos senlimentos re-
lativamente f f sas frageis e delicadas creatnras,
le anda na primeira inieiacao da vida prestam
i to importantes servicos sociedade.
Qualquer que seja o ensiao oa o labor em que
ie exercitem as torgas anda debis dessas tracas
istencias, deve presidir o maior escrpulo saa
lireccao, a maior vigilancia e cuidado no empregn
1 dislribuicao do tempo, porque do sen resultado
lepende a actividade e a energa das novas gera-
;5es, e d'estas as grandes conquistas do futuro e o
progressivo aperfeicoamento social.
Nos scales anteriores as industrias oceupavam-
3e mais com os productores. Ao scalo XIX com-
pete a gloria nao s de melhorar o fabrico doi
productos, tornaodo-os mais perfeitos e mals ac-
cessiveis a todos pelo quantidade e modicidade de
preco como a sorte a condicio, a existencia de
'rabalhador, do bomem.
Wiiowki cita a este respeito as palavras dt
Sladstono, que, em ama reunio de operarios in-
j'e?M, fa lando Ibes tanto em seus direitos, como
^rn seus devpres, disae : tO nosso seclo o se-
salo do operario :> e accrescenta que esta phrase
-ao j.ihio de bocea suspeita, pois Gladstone nao
penen je ao numero daquelles que lisongeam em
ez de servir as novo.
O bomem d'este modo encarado como bem
primordial da prodoeco do bem; e o notavel au-
tor que no3 referimos entende comnosco qne a
iberdade que elle conquistan tira toda a sea fures
da energa da alma associada saade do corpa,
la elsvaco do espirito que proporciona o desea-
volvimento progressivo da babilidade pessoal.
Foi baseados n'esta allianca qne os legisladores
Inglezes compreheodsram que o instrumento acti-
vo, o operario, obedeca outras e diversas neces-
idades que as que sao partilba do instrumento
material.
Foi por este motivo 'que se marcaram e regula-
mentaram as boras do trabalho as manufacturas.
3 se attendeu snbretudo a qno as enancas rece-
oessem a am tempo o ensino da fabrica e o ensino
la escola.
* Em 1862, diz ainda Wolowki; sanecionou-se
aa Inglaterra a prole, a vigilancia penetrou no
seio das vastas communas industriaes, formadas
aoje em roda da machina de vapor, dessas vastas
lommuoas povoadas por mhares de operarios.
A lei de 1802 fixou a idade em que as enanca?
podiam entrar para as manufacturas e limitou a
iuracao do trabalbo.
Pois bem. Este grave e humanitario problema
que levou quasi meio seeolo a resolver, e preoc-
eopon a atienco de tanto? bomens de estados
sminentes, como foram Roberto Peel Lord Aslhey,
boje Conde de Cbattsbnago, genro de Palmerston,
? muitos outros, assignalando urna pagina honrosa
na historia da civiisacJo moderna, acba-se reali-
zado, e dando salutares resultados entre nos na
fabrica de cigarros de S. Joao Nitherohy, da qual
o proprietorios os Srs. Souza e Novas.
J tivemos occasiso o anno pasudo, de escre-
7er algumas linhas acerca deste importante esta-
belecimento, e hoje, depois de urna visita que fl
remos ao novo edificio ampliaremos aquello nosso
trabalbo.
A casa-onde actualmente est estabeleeida a'fa-
brica sem duvida um dos melbores predios da ca-
pital.
Alea das e.-pacosas accommodaejoes interiores
'vremente arejada como convm a to numerosa
iRgloreoracao de pessoas, o predio exteriormen-
:e de urna architectori simples e elegante, e ca
i ptucas bracas o mar. onde com auxilio de ums
ponte os productos sao com fadhdade embarcados
a ceaduddos para os mercadea.
Cerca de dutentcs meninos ah recebem o ensi-
2 manual, intelleclual religioso e incrat.
A mais perfeita ordem, sem a severidade de nma
rod disciplina, mas ?ntes aconselnada pelos pre-
:eites pratieos da autoridade, d um aspecto agra-
lavel a esta afanosa commona de pequeos ope-
rario- e e los ciJadaos.
Em um vasto salao das 7 s 9 horas da tard<
Jep.. do trabalho e do descanso aprendem os me-
i o os primeirjs e.'omeotos da leitora da escrip-
ia e da coBtabilidade. fissemos priaieiros ele-
aien:-? ponjue acreditamos que as noyes ruii-
mentass lia encola no sao O'^tra couca mais que t
.ostrumemo com que mais tarde se deve concluM
3 apeieicaar a docacao. Nao casta faber 1er c
355;ncia! e faier uso discreto e aproveitavel
iesse pedereso motor do tfosso aperfeieoamentc
acial.
r-i.ois. do trabalho manual e de ensino da es-
cola depois T.e-ir.o de algumas horas consrrada
o recreto en preciso ameois,Tr com o !estuo de
alguns de-, ramos das betlas-artes as tarifas in-
(intis.<
?:- krtaito foi creada urna aula de mozica di-
rigid por hbil professor.
Gpm ponco tempo de exercicio e o ardor pro-
prio da mocidade i i'^uns dos alumnos tocara
m verdadeiro ediaulamento os instramentos que
comeram, e pode dizer-se que a fabrica tera
aoje una i>aoda de nufcca .sua disposigo, o que
llera da accrescentac urna agradavel preeda
3ducac.So dos aprendaos, dispensa das festivos do
esiabeleoknento, o coneerso dos msicos estra-
ahos,
Ora,or:ode resaltado colbido por este tapie
tystema do ensmo manual e simultneamente in-
teectua!, que os produetos da fabrica de S. Joac
Je N theroby, redobrand de valor pela qualidade
a perfeico augmentan) taiobem a sua procara no
mercado e naturalmente os avallados intcresses
l9 producto.
Estabeleeida assim com os outros estabeleeimen-
tos do mesmo genero a luta da concarrencia, que,
no dizer de nra notavel ecoBomista, nao outra
cousa mais ^ce a manifestacao pratiea, a face
material da liberdade. claro est que as condicoes
lo trabalho iivre ctmecam ja ser assentaWas, en-
tre nos em baf-efe sensatas e de eoosequeneias pro-
iaas.
L pn-'cs um alto apreso s tentativas e aos re-
-ultadci desta ordem.
O Brasil precisa empregar todos os seus esfor-
;os ni pnpagaoda industria!, nao; esqo^cendo
niea que s qnanid.-'dedos produHog nata re-
presenta, si eiia se uo toraar ao mesn,o lempo
mmeodjvel pela sua qualidade, t que e?ta ;
" iblem com duxio.efflcaz dos productores ha-
- int..-i-', utos.
Acreditamos, \>j.<, que os Srs. Suza e Novaes
orestam um i:.i:or;snte ervico ao paii e temos
erapre pr:zer em raenclocr os estabc'eeimaakM
iesia naiurez), nao s era referencia a esta fabri
:,circo a tod^s qae estiverem fnodadas ou se
.'undem d'aqui era di3cte as masmas oircums-
tane'j?.
O amco deposita nwta cidade no escritorio
Damiogos Alves Uathens, ro do Viga-
Faz-se negocio
Com a anliga e bem afreguetoda loja de caiga-
do fraicez 4 rua da Iraperatriz n. 10, iivre des-
embaricida de qualquer caos ; fz-se negocio
a dinheiro oa a praso conforme se convencionar ;
sen4o um bom negocio para qaem quizer eonti-
naar, e se vende por ter o dono de se retirar
paraa Europa tratar de saa saud.
ATTENCAO
Precisa-se de urna ama para comprar e
cozinhar para casa de ama familia composta
d* duas peesoas : nesta typographia se
dir.
mmmm mwmm-wmwam
Oonsultono homeopa- |
thico
DO DR. SANTOS MELLO.
Roa do Bario da Victoria n. 43.
VACUNA. SH
Todos os domingos e quintas-feiras, pe- JJBJ
las 9 boras s 10 da manba vaccina-se =S
por preco mdico, para o qae ha maito |
bom puz vaccnico.
Recebem-sechamadcs para vaccinar em *
qualquer casa.
Consultas medicas todos os das pela m
manbaa.
Chamados a qualquer hora do dia e da
noute.
Gratis a parte medica aos pobres.
i mmm mwmmo*
Precisa-se de urna ama
qae saiba lavar e engom
mar para casa de faraHia
qae seja de boa conduc-
ta : na rua de Vigano n.
5, 2 andar.
AMA
Precisa-se
rio n. 21.
A.Za!uar.
m
ADVOCACIA.
0 Dr. Manoal do NascimeiKo Machao
Portilla contina a advogar e pode ser
proeorado no seu escriptorio roa de Im-
perador n. 83, i andar
Letra prdida
Perea te nma letra na imporiancia de oilo
contos de rie, cm que acccilaate o Sr. Nicolao
Joao Liditone o ?; crter Prdn Cliennong Kirsn-
ia; a pesso.i pe ?. tirar schad-, qoerendo res-
t:!ul-la, ter a bmdadc d^ fjzc-!o ao ir. FVvn.C0
;. Piole, rua da >oz n. 33.
singar nma machina para costura : qaem liver di-
rtja-se a esta typographia qae achara com quera
fatar* j--* ~

VNDAS.
f />':; -t
rWv fi'e* r- w.


JpaJf
na
Vende-se um bom e bonito cavado, grande, mel-
lado, proprio para a parada do dia 2 : a tratar na
cocheira do Sr. Thoraaz, rua de Santo Amaro
Kival sem segundo
Roa Duque de Caitas n. 91
Jos de Azevedo Maia e Silva, em saa lo-
j ade miode/as continua a vender tade
por baratos precos que > todos admira :
Libra de 12a para bordar a melbor
que ha.
Gaixas com soperiores grampos fran-
cezes a
Ouzias de facas e garios de nm e
doos botes a
Talberes pare meninos a 10 e
Libras de liaba de novello, a melhor
possivel.
Doza de lencos de cassa com barra.
Caixas de linhas com 30 novellos a
Vara de franja branca para toa Ibas
Dnzias de meias crtfcs mnito boas a
Dnxias de meias finas para senho-
ras a
Na albas muito fiDas, para fazer a
barba a
Caixas com peanas de ac com lo- .
qae a
Caixas com permaa de Porry tazen-
da fina a
Ditas de dita dito verdadeiras a
Caixas com SO cadernos papel ami-
zade a
Pecas de fitas para coz com 10
varas a
Pecas de tranca lisa de todas aa
cores a
Ouzias de liaba frooxa para bord?r
a 400 e
Pares de sapatos de tranca a
Dorias de baralhos muito finos a
24400 e
Ditas de agn>has para cachina a
Reru3s de papel aitsaco superior a
Ditas de dito p?otado o melbor a
Carrteis de Haba Aexandre a
Gravatas de cores mnito ntus a
Ditas pretas pontas bordadas 2
Grosas de bolCes de madrv-peroia
pare camisa a
VovehVe delinha branca, 100 jardas
Duzia de cart5es de linba branca e
preta e de cores a
Toesouras mnito finas para rjnhas
e costura a
Caixas redondas para botar rap a
Caixas am pos para Kmpar dentes
fszeada fina a
Livro das missoea abreviadas a
Macos de pallitos para dentes o
melbor que ba a
60000
160
40000
400
14500
10000
500
160
34500
40000
10000
320
8Co
102OO
706
500
40
500
10800
20801
20OOC
30600
40000
100
50C
600
50G
6C
12C
500
10200
200
10500
160
Sal de Callo-verde
Vende-se 1,500 alqueires de sal, ebegado lti-
mamente : a tratar no escriptorio da rua do om
lesas n. 3.
Balco
Vende-se um btelo de louro de 23 a 30 palmos
em bom est? lo, e urna pipa para aguardeate : na
rua da Senzala-nova n. 1.
MACHINAS
DE
DO
Systema
Vende-se pelo
(500000 cada ama
loria n. 28.
Singer
bralissimo preco de
rua do Baro da Vic
Vende-se
dna Loa casa situada na Capunga, com a
aarlos, 2 salas, cozioha, cacimba e uin
grande quintal plantado: a tratar na rua
de M<.rco n. 7 Io andar.
Feuitus fie him
Venle-se rua da Madre Deu, armazem n. 1
VINHOS
Machinas de costura.
Chegaram ao Bazar Universal da rua
Nova n. 22, nm sortiraento de* machinas
p^ra costura, das melbores qnaldades que
existe na america, dts quaes mu tai j s5o
bem conhecid?s pelos seus autores, [coreo
sejaiii: Weller & Wilson, Grover & Doka,
Silenciosas, Weed e Irperiaes e ouiras
muitas que cem a vista deve rio agradar ao?
compradores.
Estas machinas tcm a vantagem de fazer
o trabalho que trinta costnreiras p'odem
fazer diariamente e cezem coa?, tanta per
f-iglo como as mais pareilas cotnreira<.
Garante-se a sua boa quajida<;e e fusina-se
a trabalhar com perfticaoem menos de urna
hora, e devem asradar aos p'etennVntes,
para ^oivimT
Bonitos port- bu]uets.
Lindissimos leques de madrepero! raolles in-
teiramente novos.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para hornera,
Finas meias de seda para seobors,
A Nova Esperare auem tea I I
DESAPPARECAM AS SARDAS
A Nova E^peranca a rua do Dsqoe d Caxias
n. 63, acaba de reeeber o bem eonhecido leite
de rosa branca, e tambera leite virginal, os quaes
fazem desanDar^cer a* -ardas nn pannos.
GKi.11
Cal nova *
chegada r cen-.mtnie de Lisboa noatlA*
portugaez J.s ; tem p.ra vwfl laa-
qaim Jas Goncalves Blulo, no se s-
criptr rio rua do Omnierrio n. 5.
**---------=-------------i---------------------------.------------
t fibinHit' m ha.
Veale-se da superar qnalUade : na ni* rp
do Rosario, taberna .la e iiuic defreolo da Ihoi
Jo Sr. B.r;h.-I< m-n.
J Rua da Imueratrlz 12.
UE
L'iurengo Pereira Meudes Ulti-
mar des.
PICHINCHA A 00 r?.
Vende-se urna grande porco de chitas fracce-
ias 8nas, cores escura?, com tojue de avaria, a
200 r?., e 240 o covaln, grande sortiraento de cha-
peos de paiha de todas as qualidades Dra rurotos
e meninos a i>, 23O0, 3, i e 33, e cairas
multas fazendas em liqoidacao para Fechar faetu-
ras : na rua da Imperatri;., Ba sr Nacional, nu-
mero 72.
Sustento restaurativo da
saude
PELV VERDAPE1SA FaF.INIA
A, Dn Barry 'Arabia
Os abaixo assignado3 lazera seiecte a seas fre-
gueres, que pelo vaoor inglez La-Pl'.la recebeiarx
Jegunda reme?*a d'e-sa exeellente farioba, cojt
oso muito se recommenda para as eriancas, res-
soas debis e convalescectei, applicaia c n reco-
nhecida vantagtto as constipaedes, diarrbeas
nausea do estomaso. to;>e, escarro 1-. gue
phthysic, etc. etc. Preferida ainda pelo agraJave1
sabor Uniricoa outra qualnuer.
CAMBRM
A 3.000 rs, apeci.
Camnraia transparente com 10 jardas a 3f 00
a. pega, pechncita : oa rua do Cr'-;,u n. 20, ioj.i
de Guilherme Carnriiro da Cucha.
Panno uo
para frizs de m-jehisas de mpres-s?.", e o?ra
prelos, o que ha d>s melhor : vende-se na rai es-
trrit do Ko-ario n. 12. typographia commerei?1.
Especi^iidade
Chegou urna peqqeua reme-sa de vinh-3 do
Porlo em caixas de duzia propri para meni-
nas ou pessos doentes.
Pelo .justo para li-
quidar
Vende se pelo cust, para fechar cuta?, pape
pintado e dourado com primorosos dse nos ic
differentes qua'idades e gostos, proprios >ara for-
rar salas, gabinetes e capellas, etc. a gira ple
qualquer pessoa ornar as paredes Je saa casa,
certos de que a Importancia a despender ser :f aa'
a qae se gastara mandando-a simpleiroente caiar:
na travessa da Madre de Dos n ti. armazem dr
Candido Alberto Sodr da Mv.ta & C.
1
Jo de Souza Soarea 4 C, vendero ^jr sen Ba-
lar a.rua do Harn da Victoria n. -j, .d espcia'
ortment dejlas de ouro pjr resumidos pre;o?.
ReeomOndan-l8 ao bllo sexo r^~nambueauo.
.iocIj: na
loja n. i.;.
Vende ?e pina rarteira e uin
rua le Santo Am>rp (Santo Antonio!
Cimba [rmjis 4 C. em sea armazem na rna
da Hadre ,ie DtH n. 3i, t.>em para venlerde-j
marow accreditadas e por presos eommados .*
Viaho do Porto de Pa'".o e:n nanis de quinto
e decimos.
Dito do c!3 Oao am Larris de -o dito,
?)ito do dito lino em arelas enaapada".
Di".o do diu de tods as (j-jalidade* em caixas
dAjuias
- ESPECIALIDADES
Uhegou ama pequea remeja da vinho do Por-
O em ealxs'4 d; da'la, pr.ipr.i j';.' a'rai ou
paaaoai Vende seo u aluga-se terienos em Beber**,)c<
rio e sem elle, a eviterno; terreno para, totx
qaalquer plsnlac", pniiCipakofale pare afino
hortalica ; cniu t^mbem e ntr.Ma-se algen .-*-
traogeiros para plantar cautn hortaliza, cenar
madeira e fabrico da carvao : quem preieaderdt-
rija-se a povoarao.oo lug r denomiuado Cataes^i:
a '.rstar cotu sjanvl Elias de Honra.
Ven.te-e a ea>a mea n. 5j, a rna des Pes-
cadores, com tros qnsrtcs grrndes, sals*. co-
nha fura, quintal ir.nradn, cariaba e podio que
deita para a rua do S. Jota : tratar aa raads
Marqtiez de OlinJa o. 40, i" ;::,d. r.
16J0U0 cula nm
Borneas jara n-chora, s mais modernos *a#
era vindo a esta prsca, alm de outras faunas
proprias para a fe.-ta, eom-i s-j-in as sttoiiHf.* -
Madapolo fraacez lino, can.braias Vctor* ew
barra, percales, cretpne, ihitas tinas, Bais***,
las, fustoes, caseniims, brin? biaoixis e di ocbr
de lnho e de algod.v, e on'ras muitas fareaas
que se venle barato, cem vi.-ia : na roa D;-
reilo n. 55.
F
llUlsW uru
As festividales >ao induadas [ara o bi;parto*
Pernaibuco. As h< ra- tas mares, ooxorfc
sol, eel'pces, etc. (60 pag.), tn ta>-tsa>eate ai-
culadas para Pernamhuc i: lali :ai oes estas, qo<
nao se (-ncontram uas I'oi:mh: s itupresas mf
de laneiro.
o pre;o f: de w\ v.s. cada
Constara das segtiinle vaneJades .
A.\OTiG
Consta de cincoeuta ancdotas iDtditas, Ju-
das com numero-a- estampas.
COMMEHCIAL
GUEKRA KRxNCOPRUSSIANA
UEKBA JO PARAGUAY
RELIGIOSA
FOLHWHADE PORTA
Es. 10
Urna folha conleudo a Librabat o r ilrsrtir :
Ou memento diario para 1872.
Um benito volme encade toado ^.e!* jbsi;
preyo de
Rs. 21000
Csm mcia folha anno.
Uvrarla franceza
Cabriolet
Vende fe am excel'e ite cabriolet e quaurj ra-
das por p- co c> mmodo : na roa da Floreaau
14, casa dn Gurjo.
RU^ DO MRQUEZ DE OLINDA N#
E. A. De.ouche acaba o reeeber ata
gramle strtiu tnio de octi'us e pir.cemx c
todas as qualidades, e vdroa de todas sa
Qumerages.
N.i mesma casa !;a glande s< rtimtiA
le relogios de todas as qo*lirhdes qae ve-
dem-se muito baratos.
, im
/i r/iiti'lWi
butas ims eaeoras com tjua deavj,ri& a t.
e 7S rs. a peca na iOO rs. o covadj: ds rua l-
de Maryo o. 20, loja de Ga Iberas ;au:tro Ja
Cunha.
T-nie-se ums atmaeao envidraada, ora tat-
ito e utos rotla : na rafa do Conde .d'Eu nu-
mero 9.
Navidades para a
festa
Chigaram loja de ralqdezas e ligado, rioan-
minadao Mtrcurio-rua da mperairir n. 80,
um completo sortimento da frfoaUUs de Qjres,
lovss depellii-4 de Jmvin, franjase galo* de sea
de linios torio.', meias irgletas pa a seohrs,
ditas para bomens e meninos, graola lortlmen'*
de pcifmiurias %:j- f/aneewi do :>j= o la
manhos para irenioos e outros mitos ubiect
qu se vende por menos > qne em ontra parte.
Ltbras sttrii i^s.
Vende-se no ?rmaiera fajeada; de Angosvo
?. de OlivHra A C. rna lo Curan*mu u. i
Veade-se dua*. antas ns vi4inle e^ioysnaa,
; t, lfe>.;a>c. ; : -i! covprar
|r,,-'j j pateo d Cnoiitierio Pjnei *) Rec.?,
7ue a^ira c.-m qncm tratar.
Cora o publico em ^eral-
Objeci s ; r;> loto !
liritieo:-", palct-i'as, brceh ?, a.eiis ad
,-iues, casseletas e mols ir;imen*.e ooves,
icaha de rectbrr \ Nova !';..._.: aruaL-,;.-.
ie Caxias o. fri... a ell. ....
' sempro wmm
\ Njva Usreranca... > i sr "
navidades apara u :-. i :ebe alas q
abe deltas qual aiiuuacie p ru >ea.prfc dec*
ra k- seguiotes para scicueia de algoent.
MtdaltiSes de mudre para yoius, cruits
pira o mesmo ir, I ; iaisitibaa varias -t
ppela-"', tn<..d?rn ad i cm de adreperola, de-
licadas correnfe.i te pa \i, lind -. encbovaes : .
baptisa.li. e rh,; u> ara o inrsmo Tira, besa
como deste altinio ;-..ti.) reeebeu cousa muitots-
pe-cial de seda copa aa, un v.'lodopara senboras,
leterever mais mas-anti..... ___________
A revalesciere d ku ry Londres
Tud- a dcue* cede a Revalotciere du Bar,
taa d sadde, energa, appelite, Lt.gestao e des-
canso. Ella enra a> dispepsia, g.utntes, boscc-
re.*, acides pituita. Balo, enjps, vmitos depo
Ja e imida o gravidez, coa tipajots,'.) '' astbaaa,
aSeccSes pulmonares, bexiga, da' -eretra-
aague ; 60,000 curas, it.claic.de i.-.u.-.as deliis Dt
BrasiL
A revalesciere cbocoUUda do fiarrj
em p,
Delicioso alimento >ara alraoi;o e ceia, niai
ontriiiv-1, fortifleando os ner/os do estemaco se
cansar o menor peso cem -ir de cabegaj oem *
ritaoao.
Caico depo-:':i para is ::i! ,-ru Pernambitc.
ei pUarmacia aawricana ie i-Vrrvira Miia 4*1
"ja to Duque de Caxias n. j'7. (Podo euidid-.
om as falsineacSes.)
A rua d., | ;. vt;,a. iu. tscr.pij-
r>o de lo? J. aqni.n oa* C*18 Mais, en-
eontra-se para vender po? diann-jdos
preces :
Azulejos bespanlies.
'iS5 Polbas Jo ferro naivaauae j>ara leiL'^"
^ i) da diversos laiaulios.
^ Ditas de dito dito lias.
ing Bieas de ferro galvanizada.
j Cumleiras dito.
S Portadas completas para cantara.
91 Ladrilboa>
iwni rnm wm $m mmmm
4 Km do apollo 4
Aa do Reg Lima 4 Filho :jm para vender,
0;0 menos que em eutra yaalquer parte, o m-
gainte :
Ltngnieaa 'as has em lai-s.
Al-atrao e Larris.
Vino do Poro too em csixas.
.i.i Dordeaux dito dita.
IMogi-is de parece e ama de mesa.
\m
m
W9k
li
v O verdadeiro Porlland : s e vendo t*
t c.i da Madre Deus n. 22, armazem de lola
Martina de Barros. ___
Xarope peitoral de James
i deposito oa plurmaiia a-r eana de 9w-
eira Maia & C, 37 rua do Doqne do Caxias aa-
merA 57.



%
.. -


Daiio de Pernamfcoe Quinta eirj 7 Je Dezembro le
1W1?/
i
GRANDE REDUCClO EM PRESOS DE.^SSE
FAZENDAS
CYSNE
DB
36< uniea aprlrawda'npe*!a* aca*stts 4t
amado ate aoja. Deposito principal I roa di
iadeia o RaWi.'M, andar, em todas te b*
icas casa de cabelteirero.
FIGUEIREBO a LOPES.
U RA DA MATRIZ II64
Cs proprietarios da bja do CYSN'E convidara ao respeiiavel pnWieo para virem
pcowrso do mais completo sortimenio de (azeodas finas a preces redazidos, adver-
tido qae estes presos h serio a dinheiro. A imperiosa necessidade que temos em
swrtisfsisr nssscs c mprjnmso. njs obrigaro a semeluants redoerdes. Avisamos aos
ffeguew* 9 matto qie costumam comprar em menor^escala, qie nesti casa encon-
trarlo sinceridad e maior commodidade nos procos.
ULAScom xadrd lindas padiSu a 320, PENTEADORES bordados para senbora
n. cot do, pecbincha. pelo barato prec> de 4*500.
DITAS, bare*w?, liadas cores a 3 O rs. COLXA3 da fos'So deefir, moito gran
o cavado, pecbincha. !das pelo baratissimo preco de 50000 para
ALPACAS lisas com lindas <6res e lar- catar.
ns a 440 rs. o cavado, pec.iucha. CA>USAS para l-omens a 20000. D;tas
MERINOS lisos cores divisas e largos a a 20500 ale WX). bAM bordadas pan
4U>rs.oeovado.p8cbDoha. bome.s a G0OOO 85000 e 10*000 cada
ALPACAS LWRADAS moito modernas uma.
e fioaa a 700 rs. o covado, pech ocha. CAMBBAIA com salp.cos a 50500, pe
DITAS DIT\S muito modernas e Qnas a; cbincba. .
900 rs. o covado. j CAMISAS para menos de todas as
LAS COM SEDA, liodos padrees qae '
seas pieos foram de 1*200, boje vendemos
por 800 rs. o colado para acabar.
CAMBRAIAS transparentes flnasa3J500
a peca om 8 1/2 vara?, pecbincha. Di-
tas Victorias a 4"0 )0, 40500, 55000.....
o500 e 7OO0 com 8 1/2 varas. Ditas
transparentes com dons c rtes u 17 varas
por 110000. Ditas da cores muito lin-
das e tinas a 4riO, 500 e 560 rs. o mi-
tro
SALAS BORDADAS a 4050.1, 60000, 80
e 100)00. Ditas coa pregas muito fhas
a 30500.
BALCS DE ARCOS a 10000 para acabar
ixdwutia Ditos oom aaiaa e babaeto bor-
dad' mui o I od)s a 60000.
FIL de s la (ireto e branco de superior
quatidade.
ATOALHADOS Recebemos ltimamen-
te atoa hados d i linbo moito superior por
xneeos qe em orlra qualqasr parte. Ditos
de algodo c-.-m bonitos desenos a 10800
a vara.
TOALHAS rres a
91000 a dozia.
RICOS CORTES de vest los de fil
era bollinbas brilbanles proprios p-r par-
'^EsKiancos bordados com baba-!nbas e Por l"**'*' preC0S'
dos p?ra acabar, liquidasep r 120000,sea' GROSDE-WLES tanto preto como de
preco foi de 1150000. Ditos bran-os com i core?, temos um grande sort ment e por
bah-ades l))rd;djs pelo ij ;rato pre(;o de menos que em oatra qoalquer casa.
7000J. Dilosbra-cos com palminlias de' MUSSELINAS
lia de cor nottoKndb* pe'o barato preco as a 400 rs. o covado.
de 5OJ0. Dito* m* finos a 80OJO. BIULIIANTINAS brancas lavradas a 500
CREYONES lisos de cores diversas pelo rs. o covado.
barato Mer*i de5000. LENCOS brancos abainbados a 20200,
Dt*cm prctis de-corw, -faesnl-su- ^chincha,
perior a 440 rs.-ocovodo 1 bABADOS bordados finos de lindos pa-
W.VNTJLHAS a brasi.eira da fii-de seda dr5es.
pelo bmto preco de I40GOO. Grvalas, collarinbos, pun'.os e moito*
CAMISAS BORDADAS paia senbora por,antros artigas que s se encentra na loja do
meos qne em ontra qualquer parte. : CYSNE
Ra 'Ja Imperatriz n. 64.
"T
CHALES chiaezes com modernos padrees
moito proprios para senhoras hoaes-
tas. Ditos de merino lisos a 20500. Di-
tos ditos estampidos moito fines a 50000.
Ditos de metia a 10 00.
LUVAS DE PELLICA frescas de Jovin a
30500.
LA AS finas com tecido da barege para
acabar 360 rs. o covado.
BOLSAS para viagens a 40500.
TAPETES de diverso.? tamanhos para
guarnig da sala.
PARA LUTO.
Alpacas, merinos, cantis, princetas,
cambraias, chitas e mitas oatras azen-
das.
PARA HOMENS.
CASEMIRAS finas com bonitos padrees
a 90000, 60500 e 40800 o corte.
ROUPA FE1TA
Por baratissimo preco inclusive superio-
res sobrecargeos de panno fino a 200000.
pech.nha.
Tambem temos um excelLnte alfaiate qne
se encarrega de fazer qualquer pega de
obra ao gosto do fregoez.
POUPELINAS.Temos uai completo sor
tmenlo tanto em xadrez como com palmi-
_ em seas arrnasBns, alea de oatrot
*rteos de sea uefjo'io regalar, os seguintes, qae
wAu por 'preeo.i mal mdicos qne em oti>
PORTAS de piar almofaeadaa.
P0RTE1RAS de ferro para cercas.
SALITRE mglez.
B3TIRAS da India para cama e torrar alai.
GANOS de barro francei para esgoto:
8 380 snperior em po^es e a contento.
CEMENTO de todas as qualidadea.
ACHINAS do dse*r'"1ar algodio.
LONAS e brioioes da ..asia.
OLEADOS aujeneanos para forro de carros.
FOGuES ara'ericanos muito bons e econmicos.
VINHO de Bordeaux.
C08NAC superior de Gantier Preres.
f ARILLO ero saceos grandes a 3*500.
AGUA florida legitima.
BALANCIAS decimae*.
CaDEIHAS americana!.
RHUM da Jamaica.
AZOLEJOS de Lisboa._______
"Xarope sedativo
DE
Gasea de laranjas amargas
COM
BROMRETO DB POTASMM
DE
Este doto preparado apronto' pe* academia
mperiar de medicioa', malo se recommeflda pela
na accao sedativa t calmante, sobre o systeml
nervoso, o bromurelo de potassia, nao dcixa de
lar os mais eertos resallados as diversas affee-
;Ses do organismo e priacipalmente ias molestia!
io corarac, das vias digestivas da rejpira^io, das
vfas geDito-nrinar:is, na epi'epsia, as molestias
aervosas da prenhez,' n* insoinrtt das criac^as
turante o periodada denligao te. etc.
Vende-se na ^harmacia e drogara
de
Bartb
34 -MJ* bA#L-Dliad&ARIO-34
10Ra do Crespo10.
Ae alfodio com 10 jardas a 4/, 4*500
de madapolao 4*. a*, 3o00, 6*, e
franeei
superior
qoalidades a 340,
covado.
*05OO
160
500
11500
50000

MUSSELINAS brancas lavradas moito fi-
SEGUNDO
RA -D&iS bE CAX Jos Bigdinho, com loja de miudezasi
ivisa a todos os o eeusregaezas qae est
torrando todo pete ureco, a vista da faien-
da, para todos admirar, a saber r
Thesooras grandes e peqoeuas o
maia fino qne ha a 10Ot)Oe
Peca de tranca de laa e aifedlo as
mais modernas t
Fraseos com agaa de colo&ia moita
fina a 400 e
Frascos com agaa de colonia- ver-
dadera a 800 rs. e
Gbapoe brancos para baptisados o
melbor qoe ba a 3,4000 e
Dozias de botss cobertos de seda
para vestidos por todo o prece
para acabar.
Libra de areia preta a
G rosas debotes de loco branca a
Gaixas eam 100 envelopes fatend
fin a 500, 600 e
spelhoa de moldara donrada a
800 e
Pentes pretos volteados para me-
ninas a
Tinteiros eom tinta preta a 80 e
Pecas de fita elstica muito fina a
Latas comsoperior banba 60,100 e-
Latea grandes com superior banba d
Frascos com oleo de Pbilocme a
500 e
Frascos com macass | Perata a
Frascos enaa agna de Colonia verda-
deira a
Ditos com aleo de ba josa saderior a
Carriteis de retroz preto com 1
oilavas a
Caixas com agolhas fraocezas a 160
160
Pecas de tiras boraadas a 500, 600
800 e
Garrafas coa a verdadeir agaa
florida a
Cartbs da Dontrina CbrisUa as
mais modernas a
Escovas moito finas para limpar os
den tes a
ieo
120
800
40000
240
100
201
200
320
800
240
10000
320
600
240
10000
10300
400
Dita*
Ditas de dito infestado,
10*000.
Chitas francezas de todas as
180, 300, 320 3e o covado.
Cambraias de ceros a 340 e 280 rs. o
Dita lisa de cor a 330 rs. o covado;
Ditas pretas para lato a 610 rs. a vara.
Pecas de carabraia Un transparente a 3*, 3*301
e 5*000.
Ditas de dita Upada Victoria, a 4*, 4*500, 5*
6.'
Ditos de dita transparente, snissa moito fina
eom n vara, 14*.
Dita* de diu bordada com 10 jardas a 7* e
9*500.
rgano? braneo fine a 700 rs. a vara.
Brilbaatiaa branca infestada a 440 e 500 rs. o
co\adtti
Bretanba de lintao com 35 varas a 30*000 e
35*08.
Dita de- dito'infesuda com 30 varas a 37*.
Bramante de linho eom 10 palmos de largura a
i 500 a vara.
Dito de algodio a 1*500 a vara.
Aloathadode dito e de linho eom 10 palmos de
largara a 1*500 e 3*.
Toalhas aleochoadas para rosto a 7* a dozia.
Ditas de kobo do Porto felpudas a 10*000 a
dozia.
Gnardanapos de hubo a 3* e 4* a duza.
Coberus de ehita a 3* 1*500.
Ditas de chito adamascada forradas, 4*, 4*a0G
e 5*000.
Colebas de dama!eo de eorte a 4* o*.
Ditos de fnstao akoohoadas a 5*.
Goberas-de la escaras a 3*.
Diasdealgodao braBcas a 1*400.
Collermbos de linbo a 500 rs.
Chales de merino lisos pretos e de cores 2*000
e 3*000.
Ditos estampados de meia easemira a 2* e
2*500.
Damascos de eores a && rs.
Lencos torancoe de cas.-; fiaos, **, 2*500 e 3*
a duzia.
Ditos dito e de cor abaraado largo a 3* e
3*300 a dozia.
Ditos diu de cacabrai;- de- Unho finos a 0* a
dnzia.
Ditos de esgaiao de linho a 4*, 4*500, 5* e 6*
a duzia.
Brim Angola 640, 800 e 1*000 o covado.
Brins de linho de cores a 50J rs. o covado.
i Corles de meia eaiersira para calca a 1*300 e
1*400.
Ditos de easemira par clida a 3*500, 4*500
5*500
Caeatrae de cores de uas larguras, 2*, 2*50
3* o covado.
Ditas preta, daa& larguras a 3*330 o covado.
Par fino preto e arul a ti, 2*300, 3*000
3*500.
Dito dito muito fine superior a 5*, 6* e 7*
covido.
Lana e alpacas de cores para vestidos a 400
500, 600, 700, 800 e 1* o covado. v
Toalhas com labyrilos para bandejas e para
rosto a 8*. 10* e 15*.
Camisas de Amella branca, e de cores 2*.
2*500, 3*. 3*500 e 4*500.
Grosdenapoles preto e de eores 2*, 3* e 4* o
covado.
Dao-se amostras com pennor.
Vende-se tambem grande qaanlidade de roups
feto e por mediJa por prega mnilo reduzidos.
Cura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopeau
Essa pomada qae t5o boas resaltados tem coHii-
du as pessoas que dalla tem feito uso acaba de
chegar para o seu deposito especial..
NA
Pharmaeia e drogara
DR
Bartholomen & C. rna larga do Rosario m>
mero 34-
^
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Tendo-se resolvldo d'ora avante vender-se neste ostablecimento todas as fazen-
das existentes no mesmo, por precos qae todos admiraro, acho de mea dever parti
pa-Io a todas as Exmas. familias em gera!, afim de virem visitar este estabeleciraento
oo mandarem bnscar amostras, garantindo-se-lhes om bom sortimeoto de fazendas da
algodo, la, linbo, e seda, emfim ama iafioidade de amigos de mnda mandando-se i
casas das Exmas, familias, por empregado da casa, toda e qoalqaar fazenda para veren
oa escolberem.
As pessas qoe venden em memr escala podero bem sortirem-se neste estabe
lecimento qoe vender pelos mesmos pregos qoe em qualquer casa importadora, tendr
a facilidade de comprar qualqoer porcao.
0 65 tem om completo sortimento de roopas bem acabadas o qne vende por
precos moitissimo commodos, mandando taabem fazer por meii'ia toda e qualqoer obra
que os coocorreotes desejarem para o qua tem om dos mais habilitadissimo meatrt
alfaiate, cortando por um systema intairameste novo.
s-annuncios nesta pra?a esto e por certo devem estar desacreditadissimos, pote
qae ha casas qoe annnnciam aqoillo que nao teem, o qoe o 65-gara ote oBnca dar-se em
seo estabelecimento, pois qoe s desoja bem servir ao publico em geral, para ganhar
grande Horneada em todo o mundo.
O 65 acba desnecessario mencionar os preeos de saas fasendas pois qoe tsso tor-
naria-se demasiado macaote para os leitores, por ler de ser demasiado extenso seo an
uoncio, e mesmo para se tornar meaos despendioso, pois qasvendendo mnitoemoitt
barato mister enenrtar soas despezas. A sinceridade dos tratos do 65jalgo qoe ja
publico conhece demasiado, pois qoe sempre tea cumprido com aqoillo qne annoncu
nao verdade ? "- -
E' INTIL, NAO SE CANCEM, COM 0 65 NINGEM PODE COMPETIR
240
RA DUQUE DE CAXIAS N. 29
Os propietarios deste" gratule e bem montado estabelecimento scientificam ao
respeitavel publico desta provincia, qoe se acbam cm om variado e completo sortimento
de movis, tanto nacionaes como estrangeiros, se^do estes escolhidos -capricho por
um dos socios quese acha actoalmeDte na Enropa, e por isso os podem vender mais
baratos 20 /0 monos de que em ootra qoalqoer parte. O mesmo tem contratado com
os melbores fabricantes daqoelle connente as remessas das mais ricas mobilias fetas
alli Na ofticina tem os mais habis artistas deste genero, e por isso aptos a fornecerem
mobilus as mais aperfeicoadas para as casas da provincia consideradas de pnmeira
ordem. Pedem, porttnto, qoe venham visitar dito estabelecimento, onde encontrarSo
a realidade do qoe acabara de exp6r, passando a examinarem : ricas e completas mobilias
de Jacaranda, mogno, faia, carvalho, amarello, etc. etc., ricas e elegantes camas de
iacaraad, po-setim, amarello, etc. etc., goarda-vestidos de amarello. goarda loaca d
aogaeira, amarello, com lampo de pedra, aparadores de dita, dito, com dita, petitf
toileltes, especialmente para fazer barba, toilettes de Jacaranda e amarello, com pedra,
e rfioitos ootros artigas de gosto, qae para se nao tornar enfadonho prescindimos de
er menino delles, o que s com a vista poder5o apreciar.
J. 0. 0. Doyle tem em seu
armazem para Tender
O SEGUINrE :
COGNAK HENNESSA.
VIMHO XEREZ.
DITO DE LISBOA,
FILTRADEIRAS.
B1TTER
A' roa do Commercio n. 38.
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
FABRICA
leo puro de figado de bacalhao Superiores cigarros do Re
TERRA NOVA
DE
H. LACOMBE
Ene oleo que tao boa acceitaeio tem merecido.
de Janeiro.
Domingos Alves Matheas, nico agente nesta
provincia da fabrica imperial de cigarro' de S
Joao de Nitbcrohy, estabelacida no Rio de Janeiro,
Lito se rtcommenda por ser o mais puriiieado iem gempre um completo sortimento da lodos o
jiffirior a entro qualqner : vende-se no deposito 03 afamados cigarros Conde d'Eu, feitos com mag
especial de Barthlocaeu & C.: ra Larga do Ro-
tara 3L______________________
Metralhadoras!
Ghegoo para a loja d) Pavo om msgoiBjo sor-
liaeoto da corles de vestidos de eambraia com
babd fcraacoj de ooree, d-Miominados a me-
trafliaeora, senda e;,ta f-z na a mais moderna e
de nWaor gosto qae tem vindo e-te auno para a
(esta: asim como receben tambem um lindo
MtfUjcaio de cortes de cambraia com palminhas
Asrdidas a la, faz- nda de moita phantazia, e ven-
de indo muito tnais barat-j do que em outra
qalquer parte : n ra da I operatriz n. 60, lija
e amaten de Partir da Silva & C
Veode-se por 1:100* a casa terrea na Ca-
.joga (rea da Amizade) n. 38, em chaos proprios:
uatar na ra de Marcilio Dias n. 15.
nieo papel de palha de miibo e fumo superior
Para governo de seui freguezes, que tem estele
cido depsitos flllaes, as casas dos Srs. Thoma:
Francisco de Salles R sa e Uaooel de Sonta Cor-
deiro Sim5es Jnior, no balrro do Recife, e todc
anto for vendido em ontras casas com a firma
A 3#000.
Retalha-se, para acabar, a tres mil ris por pal-
mo, os lotes de terreno que restara do sitio Agua-
ziuha do porto da Madeira, em Beberibe, eom 800
palmo.* de fondo. Aos domingos e dias santifica-
dos ef tara pela maohSa em dito sitio pessoa habi-
itada para quaesquer informaedes, e para negocio
nos das uteis, ra do Crespo n. 12, primeiro
andar.
Nadadores ou salvas
vidas.
Proprios para banhos de mar: vende-se a 5*,
81, 10 e 12,5. Chapman : Ra do- Imperador
n. 48.__________________________________
jKrevenco necessaia
Qoando muitas lojas procurara adquirir grandes
lucros,nao compadecendo-se das bolera alhcias,
a Nova Esperanca busca conegui-los sera que de
forma algoma va entesica-las; porque segu sem-
pre o seu anligo e santo systema to para vender muito e chegar assim ao fm deso-
jado.
A Nova Esperanca nao almeja somente o lucro
pecuniario, suas aspiracSes sao mais benvolas,
em quanto ao ioterasse material, conteoia-se com
a mediocredade, em qnanto porm ao moral, ou
entao ao esseooial qoe ella alga nooeadasen-
te urna va-ta ambicao, qne detesta e faz toda a
guerra ao costume macarrnico da caresta.
A -na preveoyao necesjaria, consiste em avisar
ao respeitavel publico e especialmente ao bello
sexo, que ella est sempre provida do qae ha de
rnelh r e mais elegante do mundo das modas, e
entao neeessario nao doixarem a Nova Espe-
ranca para prefenrem oulro qualquer estabeleci-
mento, porque aqu, o lypo da caresta, e alli,
(na Nova Esperanza) o epylogo de tddo quanto
bom e barato.
No Forte do Matos, es-
criptorio por cima do trapiche
/Aiutas, ha para vender carvao
das qualidades seguintes:
SUPERIOR NEVVEAOSTTE,
COK.
FERREIRO.
Vende-se em porcio e a retalho por pre-
go moito commodo.
de m
SCHAPEOSi
DE SS
Todas ss qualidades
[ B, U ra larga do Rosa- g
I rio n. II1/ andar
Se o desejo dos proprietarios desia fa- B|
5 brica fosse nnicameule illudir a f pu- ~
H blica, ha muito que teriam anuonciado B9
k os seus productos, mas- para correspon- gj|
J5 derem mais dignameate contlaaca nel- S
I le3 depositada, esperaram receber 03 9
m objeetos e pessoal, que acabam de che- M
S gar-lhes, m
M Hoje, pois, que a sua fabrica se acha 23
I montada com as mais aperfeigoadas ma- fig
S chinas, com os melhores pelrecaos e ser- ~
fl| vida dos- mais peritos offleiaes europeos, ]
Bga podem os seas numerosos freguezes e H
I o pubiieo em geral encontrar desde j. S
Chapeos de seda da ultima moda, sen- I
do altos e baixos.
Ditos de castor de todas as cores, en |
I formatos ingieres e amburgueses.
Ditos de feltro de todas a qualidades jg
S e feitios, tanto para homem. como pana
fiH criamjas.
Ditos de velwdo para senbora.
Bitos para eclesisticos, redondos^ tri- g
aigulares e a romana.'
M Ditos armados para militores.
Ditos de pasta. m
JOl Concerta-se toda a especie de chapeos B
8 quer de homem quer de senhora, com a fi
5 maior perieia e mais barato que em qnal- I
I quer outra parte, asswa orno se rece- M
I bem eneommendas laato- para a provin- |
! cia com para fra. '
Hutr a *'.
56 ARa do Mrquez de Olinda56A
outr'ora ra da Cadeia.

t
Souza Novaes &'C. sSo falsificados.
Aos senhores funileiros
Vende-se em porco e a retalho caixas de folba
de Fundres e estanto, tudo de muito bea qnalida-
de e a preco coramedo : na ra Mareilio Dias o.
31, anliga roa Direita, armazem.
Cal de Lisboa
Cal nova chegada hjjs pelo ata /, vende Joa<
quim Rodrigues Tavares de Mello, prara do Cor'
po Santo n. 17, 1' ao Jar.
Vende-se duas casas em ches proprios^ko lar-
go da Soledade ns. 18 e 20 : a tratar na roa da
Cruz n. 46, 1* andar.
Ga economice para os can-
dieiros de porcelana.
Aeaba de chegar esta j bem coohecido eom-
juitivel, como o mais barato, prompto e asselado
de todos at h)je eonhecidos, e se encontra ven-
da no nnico deposito, ma larga do Rosario nu-
mero 34.
Me 1111 barris de quinto
Da melhor qaalidade, e prompto a embarcar :
vende-fe a ra do Apollo n. 4.
Formas para pdias e can-
gica.
A loja de loaca da ra Primeiro de Marco n.
16, de Bernardino Daarte Campos & C, chega-
ram as muito desejadas formas de louca para po-
dins e cangica, ast]oae3 se vende m por mdico
prec/i.__________________^_
i LOJA DAS MACHIN4S
Sendo este antigo estabelecimento assaz conbecido como principal e recommt-
dado pelos grandes depsitos e bons 8ortimeatos com qne sempre prima em ter da
melhoras, mais acreditadas e verdadeiras machinas americana para algo
da, desde 10 60 serras, e bayendo em todos os tamanhos diversidades de syite-
mas e melhoramentos para perfeito e rpido descaro$amento; tornara se dignaa da
serem vistas e-apreciadas pelos Srs. agricultores; os^qoaf, alm disto, encontrirl
tambem mais:
Apurados vapores lo60moves, de forca
de % 4 CAVALLos, e perteoces.
Machinas para lavar roopa.
Arados americanos para vanea e la-
deira.
Carros de mao para atierro*.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanbado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardios.
Guardas-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarracbas para fazer parafnsos de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinba.
Temos de bandeijas finas.

VEWDESE
urna boa casa situada na Capunga. eom 5 quar-
tos, 2 salas, cozlnh, cacimba e um grande quin-
tal plantado : a tratar na roa de Margo n. 9,
1* andar._____________ ^
Popelinas de seda
A 44oOO rs.
Na loja do Pava? vndese om elegante sorti-
mento das melhores e mais modernas popelinas
de seda, qae se liquida pelo baratissimo prego de
1*600 rs. o covado. grande pechirtcha : i roa
da Imperatriz a. 60, loja de Pereira da Silva &
C,
Emfim mui los outros artigos, qae
examinados.
SU
Correntes para arraslar madeira.
Cylindros americanos para padariai,
Perteacea avolsos para machinas.
Salitre refinado.
Breo superior.
Moinhos de diversos fabricante* par;
milho e caf.
Debulliadorei para milho.
Azeile de spermtcete para machinu.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Canos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanbado.
Ditos de chombo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
s avista e neste estabelecimento poderlo ?
MACHINAS
PARA DEURIICU Al
t
-
*
De 10 a 40 serras.
VAPOR
para mover as machinas.
En casa dos MPOBTADOfiKijIRa |P Bom-Jegns n.
Shaw Hawkes & C. Itrtr'ora Gru.
i


*


v


1

Na.
*
.COJA I AflMAZEffl
h

FLIX PEREIBA DA SILVA ft C.
UfA BA DA IMPERATEIZ N. 60-
S a dinheiro vista


Os propriaUrios deste estabelecimento teadograode necessidade de diminuir o im
menso deposito que lem de fazendas e grande urgencia de apuraren! dinheiro, lem re-
soltido feaer ama wsrdadeira liquidado com grandes abatimentos nos presos de todo;
os seos wtigos: rarqae convidara ao respeitavel publico desta capital a vir sortr-s<
pois lhe garanto qae ra parte algami poderao encontrar to grande sor timen toe me
mo Dio eooiprarao pe!o9 presos qne se Ibes pode vender na leja de Pav5o; porra ad-
virtindo-se qn s se vende a dinheiro vista. Os mesmos proprietarios deste estabe
lecimento regara a todos os seas de vedares desta jirafa o favor de viren saldar seos d-
bitos, e todos aqaelles qne estiverem devendo coatas antigs e o nio fizerem ter5o dt
aer encommodadus judicialmente.
LSasfahas barata o do Pavo.o
Alsacianas cora lia Jas titiras de seda a
i000 o covado.
Ditas lisas coa muito brilho a 1? o cevado
AUantas, faienda de muito gosto tecida
cora seda a 720 rs. o covado.
Loja do Pavo
SAIAS BRANCAS BARATAS
a 2600 e 3>uuu.
O Pavo vende cortes de boa faiendi
branca com bonitas barras de pregas, pele
Ditas comquadrosde seda e cores muito. baratsimo preco de 2#500 e 35000 cada
*- I ama, grande pechincha na ra da impera
Poil de ctavre, fuma s cor com muilo
brilbo a 500 rs. o covado.
Merinos escosseees fazenda de muito gosto
para vestidos bnus e roupas de menino
a 640 rs. o covado.
Gnrgurlo muslo bonite, tendo de tedas
aa coree a 400 rs. o covado.
L5as nhas aoderaas oom differentes ges-
tos a 400 e 800 rs. o ovado.
Ditas dito a <980 e 320 rs. o covado.
Bareges transparentes com diferentes co-
res a 60 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
de muito gosto a 530 e 800 rs. o cubado.
Cassasdo Pavo.
Cassas inglezas cem bonitos geetos a 200
o 240 ra. o covado.
Ditas feissimas a 300 rs. o cavado.
Ditas francesas de muita phanUsia a 400
rs. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazenda
muito fina e bonita a 20500 e 3,$000.
Ditas d'organdy branco e de cores a
2^(500.
CORTES D'ORGANDY A (060.
O Pavo lem cortes de orgsndy branco
com 8 t/ varas que vende pelo barato pre-
co de 43000, agskn como linissimo crgandy
branco com lisiiinhas e qnadrinhos o me-
lhor que ten vindo ao mercado e vende
pelo barato preso de 720 rs. a vara.
PohfcI uas 4e seda a *000
O PavSo tura om elegante sortimento de
poapelinas de s;'da tamo lisaa como lavra-
das as mais modernas que tem vindo ao
mercado e vend>3 a 20000 o covado.
CAMBhAIAS LARGAS A 808 RS. A VARA.
O Pava tem camnraia branca transpa-
rente de boa qoaltdade, com 8 palmos de
largura, que apenas precisa 4 varas para
om vestido e vende a 800 rs. a vara, dita
flnissima da Escossi tendo a mesma largu-
ra, qne vende a 10-iOO.
CAMBRA! \S BRANCAS A 40900 E 40500
O Pavio tem pecas de cambraia branca
transparentes com 8 1/2 vana qne vende
pelo barato preco de 45000 e 40500, ten-
do tambem muito finas de 50000 at
100000.
Ditas tapidas ou Victorias tendo de 30500
a pega at a mis 6i*a q'-e vera ao mer-
cado.
drosleaaples prcia e de cores.
O Pavao tem ura grande sortimeato de
grosdenaples e gurgur5o preto para vestidos
tendo de 106OJ o covado at ao mais so
perior qoe costnma vir ao mercado, assim
como um grande sortimento do ditos de
todas as cores e branco e um bonito sorti-
mento de setins branco e de cores que ven-
de por prreos minio era coma.
ESPARTILHOS A 40000
CACHENEZ a 40. 50 e 60000.
O PavSo venda espartilhos de todos os ta-
annos a 40 e 50000, cachenez parisiense
com delicado ponto e de cores, a 40, 50,
e 60000.
CORTINADOS PARA CAMAS K JANELLAS.
a 80, 100. 120 6 130000.
O Pavo. tem um gr cortinados ricamente bordados, proprios
para camas e janellas que vende de 80 at
1(10000 o par.
Pecas de cambraia adamascada com 20
varas a 100000 crochet ricamente bordado
para eortinadosa 10500 o metro. Assim como
ricos damascos com 6 e 8 palmos de largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
bem ricas c ilcfias de damasco a imi'acf o de
seda e d tas de crochet aa mais lindas que
tem vindo ao mercado.
MUSSEL1NAS DE CORES A 400 RS. O
COVADO.
O Pav2o tem um bonito sortimento de
musselinas de cores, padres ioteiramente
novos e cores fixaa, que vende a 400 rs. o
cavado. Ditas brancas muo finas a 400
e 500 rs. Metim branco da India muito fino
para vestidos e roopaa.de meninos a 720 rs.
o wvado. Cretone3 de cores amito encor-
pados para vestidos a 600 rs. o covado.
ROUFA POR MEDIDA NA LOJA DO
PAVAO. .
O Pavo tem ama bem montada officina de
alfaiate, administrada por ura hbil me tre
aaeiooal, aoode se manda fizer' qualquer
obra de encommenda, tanto para horneas
como para meninos, garantiad' -se a promp-
lido e aceio em todo o irabafho, e no ms-
mo esube'ecimenlojencontraro os respeila-
veis freguezes todas as fazendas proprias
omo sejam pannos de todas as cores qua-
diades 0 procos, novas casomiras de gosto
re ns brancos e de cores, a&am como todas
{asfazeudas proprias para Mos de. luto.
CASQtflNHOS A 15f. IWE SOOOflL
O Pava,) lea ura grande gorti-cento de
icos casaqoinhos de seda preta maiio bem
enfeitadus e moderaos que ven
184 e"2f$OO. sendo fazenda
mais valor, assim como ricos chalaTIprets
bordados com franjas largas de retro a
104 42#000.
O PaWio tem rico gorguro de eda, bran
co. Gnoadenaple braoco milito encorpado
Agraciaona brancas coa listras da seda.
P'wpelinaa brancas de seda lisas e lavra-
das, Sedas braoeaa. lavradas e lisas. Ci-
pellas com .alma. de flor de laranga coa
rico,* *o bordados, que. todo se vende mai<
barato < que em outra qualquer parte.
A loja do Pavo acha-se contantemetita torta das' 6 Mu da mabuja at aa 9
orae-do-aote, roa da hafefatri &. 60.
"V'FLOei
N'ESTA lWTIGA E 0RED1TATA
FABRICA
*
>
id&5>;m>3
3d>a
IICflTIA II CIIITIITIIIITI IDI GOIFLITI Mltllllll II
curio DE SL,
De todas u qualidades I
Be todos os feitios I
De todu os procos I
RA DO CRESPO N* 4
triz n. 60, loja do Pavo.
MODERNAS BAREGES COM LISTRAS DE
SSDA E FRANJA AO LADO.
a 800 rs. a covado.
Chegoa para a loja do Pavfo, ra di
Imperatriz n. 60, om elegante sortimentc
das mais lindas bareges modernas e tende
ao lado bonitas listras assetwadas e franjas
Dar os enfeites. as quaes se vendem pele
baralisimo preoo de 800 rs. o covado, poi
ha ver um grai.de sortimeeto desta nova fa-
zenda ; assim como delicadsimas baregei
com lindas listras de seda, sendo faenda moia phantasia a 640 rs. randa pecbin
cha, no armaaem do Pavo.
Parecida para lato.
O Pavo tem um grande sortimento d<
f&zendas protas para luto, como sejam :
Merino preto com 6 palmos de largor;
para vestidos a 20000 e 20500 o covado
Merinos pretos e de cordo para todoi
os precos e differentes qualidades.
Bombastnbas para todos os precos.
Cantos e alpacaspretas. Lasinhas pre
tas ou cassas de 13a de 360 at 500 rs. c
covado.
Cassas pretas fraocezas e inglesas de to
das as qoalidades.
Chitas pretas fraocezas e inglezas de 20(
rs. para cima.
Crep preto para veos.
CASEMIBAS PARA CALCAS A *&$, 60
70 E 80UOO,
O Pavao tem om grande sortimento di
cortes de casemiras de cores para alcas,
sendo os mais modernos que tem vindo ac
mercado e vende-se de 40 at 100000 c
corte, ditas em pecas fraacezas e inglezai
para caicas, oalitots e eolletes qoe vende d<
10800 at 60000 o covado, ditas escoras ;
prova d'agoa que vende a 50 o corte ou ;
30 o covado, sendo estas casemiras muitc
proprias para meninos de escola por aeren
escuras e de mnita duraco.
NOVOS VESTIDOS A 50000.
O Pavo t^m lindos cortes de vestido di
finissimas cambraias com bonitos 'bordadoi
de cores e lamber todos'bordados ;' tirana
que vende pelobaratissinoproro :e 50OO(
cada (rte. grande pechincha.
PANNOS DE CRO .H PARA CADEIRAS I
SOPHS.
' O Pavo tem om grande sorlimento dt
pannos de croch proprios pra encost di
cadeiras e de sopbs, assim como um rici
sortimento de tapetes de todos os tamanho.
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 40, 40600 E 50
O Pavo tem pecas de raadapoiao com 24
jardas ou 20 varas que vende a 40 e 405O
a peca, dito muito fino e largo de 60 par;
cima, dito fruncez do melhor qoe tem vinde
ao mercado, assim como dito finissimo en
pecas de 40 jardas.
Cortes de chitas.
a 106O, 20000 e 20800.
O Pavo tem cortes de chitas francezas
com 10 covdos, qne vende pelo baralo pre
50 de 10600 e 20000, ditas que vende ;
16o, 200 e 280 rs o covado, tambera fcn
um grande sortimento de ditas tinas clara;
e escuras que vende a 280 e 3-20 n. o co
-ii e finissimas percales miudinhas propri
as para camisas, vestidos 6 roopas para me
nios qoe se vende a 360 e 400 rs.
LENCOS BRANCOS.
O Pavo tem lencos brincos abanhadoi
quo se vende a 20400 e 30. a duzia, ditoi
grandos de mnrim sem ser abanhados i
30200 rs. a duzia; assim como benitos len-
cos bord dos para mos.
ROUPA PARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino send
muito bem feitos de -420 at 400000.
Palitos de panno preto fraques e sacc
de 80 at 120000.
Ditos de casemira de cor de 60 at 120
Ditos de alpaca preta fina de 40 a 60000.
Ditos de dita branca e de cores 60000
Ditos de bnm de linbo trancado a 60000
Calcas de casemira preta de 60000 at
120000.
Ditas de brim branco de linbo de 40OOC
at 8^000.
Ditas de brim de linbo de cor para todoi
os precos e qualidades.
Camisas francesas e togWzas com peito
d'algodlo da 10600 at 50, em duzia ven
de-se mais barato.
Ditas de meta de 800 rs. para cima.
Caroulas de linho e algodo, franceza3 (
fijius na Ierra.
Coarinhos de papel, algodo a Unbc
qoe sa vende muito barato pira liquidar.
Para noiva?.
Ba da Imperatriz n. 40
Os proprietarios desle bfm conhecido, e acreditado estabe!ecim fazer tima liquidado das fczendas existentes, e pelo roaior preco que podi rera obter,
nao engeilando preco algom at o fwo do anno; portanto prcvincm aorespeitavel publico,
para approveitar a occasio de cossprar bom e barato.
Lencos brancos grredes deesguii
abiinhados'a 30200 a duzia.
ji
Ditos ditos de algodo, e coa abainbado
largo e pintado.
Custumes de slpsca de cores enfeitados
de seda e la para meninos.
Pautte de a'paca de cores para horneas a
30000-
CapeHas e veos para noivas, ludo junto,
preco muito barato.
Ditos adamascados para camas e jone lias,
j recorlados.
de roupas
Um completo sonimeDt)
feitas para h mens e meninos.
Casimiras pretas e de cores, pannos fleos
azues e pretos.
Fu t5es de cores para ve tidos, padres
miodinhos a 4f O rs. o covado.
Cambraias brancas bordadas pra vesti-
dos a 80500 a peca.
ROUPAS FEITAS E OFFICINA DK ALFAIATE
Urna grande qaantidadede palib ts, calcas,
eolletes de pannos, casemiras e brins para
todos os precos.
Camisas de la, ditas de meia, ditas de
linbo, Irancezas e inglezas, collarinhos de
linho e de papel, so: timen to de mantas e
grvalas de seda preta e de cor, bournus e
Grnde sortimeolo de bareges, tSasrabas! oxAxa rxuas fa?.endas, ctmo sej-m :
e alpacas pretas e de cores, lavradas e lisas! Bramante de linho e de algodo atoalba-
para preces moito em conta. I do trancado e adamascado, esguio, meias
Grande variedade de chitas de 240 al para horaens, enhoras e meninos, coberto-
400 rs. o covado. res, colchas e outras muitas fzendas que
Casss decores, e cambraias listadas para- ^ descrevtmos paraoanouucio se nao ior-
diversos precos.


; nar enfadonho. A dinheiro.
Pelo preco qne se vende t a diDheiro.
40 PANGAIO
NA
Ra da Imperatriz ii
DE
40.
MENDES & GARVALHO
ecunaes, Roawaae, etc.
i slanhado.
Cofres de ferro e MiBer ? ootros
x ren$&s pM.a ^pi^ canas.
k Balanzas de pesar, D
Tachas de ferro,
Arados Americanos
171 auuS, para agricultura.
Carrinhos de 11120.
Machinas a Vapor
ilLaCllIlaS ,je lescarocar 3lgodo, de 10 at 40 serras.
vapaS (le lerrO galvanisadas para cubrir casas etc.,
Estes artigos vendem-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes 4 C,
k. 4 roa do bom jksus.
(otr'ora ra da Cruz )
Singer Hanalacturing
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90*000
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Al. ctufi; -
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Krasileira? Bratileiras U a-ileiras Braileiras TJa Toia T^.da Ti.ita
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Cultura
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P.,ra
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Sapaifcito*
Sapatiro
Sapaleiros
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Machinas
Machinas
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Hechioai
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Para
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ChapeHeiros
Chapellejro*-
Chapelicirc*
Chapfllirr.s
(
Note se bem\
ao numero /
Uaico i gente
W. H. Ghapman.
ao numero /
45 RA D IMPERADOR 45
^W_ I
A*c>* vio no) processolnaais pwftiio e que at-
, im u forma a safafair as exigencias mais
aTsraa da cscripinraco.
A m cor lindissima e nao precisi de cuida-
o !fum para se conservar no tintiro sempre
-n a mesma cor, sem borra, crfta, bolor ou sem
1s estas maicllas inherentes todas as tipias
:4 ajora conheeidas, anda mesmo dos melhores
ttans estrangeiros.
'obretudo, este estimavel producto nio ataca as
was de ac, antes pelo contrario, a peona
4quir um esmalte dourtdo que, seodo interes-
K':f4, asss proveitoso.
Rita tinta, nao sendo especialmente para copiar,
i eom'udo duas, tres, on- mais eopfas um res
lepoisd escripia ; preciso, porn, deixar-He
.p-ipel bem molbado sem o enxugar com o mata-
ograi), porque nao ha o meo raz mais de noa cnia, nao sa agglQmeram. tan-
u'ribas quaMS/ copias se qnerem tirar, mes
'ii ooaao original Unir urna untas quantas
lMtjam, sem que a original fique preiadieado
U4 xtracces.
Occorre aqui dizer qne, pera copiar importa,
ilttl telgencia e habIHdade, sem o que a me-
ter 'tinta nao salistas, e # etXto recae sempre
otra a tinta, que muitas wzes quero nmms
wpa lem.
A dupla qualidade desta tinta axtreraansente
urecavel. pois que evita qoe era'qaabjner e-.
mrtorlo baja mais do que un vrm ara-et *-
H*ovtotres.
TBcnanto sus durabilidade, nio ka oooit'
jtainordBtida pofMsift tuttdapptoiaiM.

cripta soffre o choque de cidos (orlissimos, sem
se deeompdr; ora, se os cidos nao tem accao so-
bre ella, muita menos a accio do tompo a pode
destruir; isto ptaasivel.
Nio s ao ooiBoercio que este mea producto
veio ser til ; os profesares dos eollegioe, investi-
gando todos os meios para o adiantamento dos
seus discpulos, tem app'roveitado esta tinta, que
com razio a acharara apta para desenvolver o
gosto nos educandos, em eoosequancia da telera
da cor e facilidade de oarrer na pequea pela >ua
liquidez. Ha exemplos de enancas que havia
muito tempo tinnam orna repngoaneia extrema
para a escripia, logo qne fot adaittida esta Unta
no coliegio, apoderoa-se deltas a aurioeidade e o
gosto, e pooco tempo depuis o sen adiantamento
era nianitesto.
Esta tinta, i par.de Untas vantagen?, tem um
nico Inconveniente, deterwra-se ao contacto de
entra qualquer; c*nvm pis te-la em tieteim
isentoaio menor vislumbre de eutfa tinu, a evi-
tar eserever com a peona soja de orna preparacao
differente e incompativel; verileando Isto, nio ha
razio para se usar de tinta qne nio seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA D MtWTEntO.
Observapao.
Diversas fatsiflcacCes e semelbancas tem appa-
reeido, coja dnraWUdade dnvidesa. Os Srs.
ooapraderes podem aviur o mgano rigindo-se
A c*a ircoatapecus,;, pediu.lo a tis que eo
abrico
i. C, Uonkiro.
Ra Duque de Caxias n. 82
(ANTtOA DO QUEIMADO)
Faria & Gomes, estabeIeci 82, pretendrtelo realisar a mudanza de seu e.tabelecimenlo
para a ruado Livramento n. 20, at 31 de dezembrodo corren-
te anno, resolvem fazer urna liquidaqo geral das fzendas exis-
tentes em seu citado estabelecimento, expondo-as desde hoje a
concorrencia publica, mediante preqos os mais resumidos pos'
nveis.

Fazer a descripqao minuciosa dos valores e qualidades d*
todas s fazendas que existem no estabelecimento, sobre ser fas-
tidioso seria enfadonho, por isso, pedemos annunciantes a todos
quantos estiverem na carencia de fazendas boas, bonitas e ba-
ratas, o Lvor de apparecerem em sua loja ra Dqque de Ca-
itas n. 82, na intenqao de comprarem -qualquer fazenda poi"
met de de seus primitivos valores, e na religiosa certeza deqn
ser5o bem servidos, apezai de naoserem aqui anunciadas em
esty'o seductor e favto es vantaigeas^
sultar, nointeresse de todos qirantos quizerem comprar, por
poueo dinheiro, boas e exellentesifasendaB. ,'
.

RA DUQUE





Otario da Pemambuco Quinta feira 7 de De/einbro da 1871
frx- -
1
se
=
VARIEDDE
llrgem
ttaulsslmt
celeie.
da Cot-



Itoi putera i, Miria,
8l menla origioali non tal ia te
'> ioda I nda, Mara,
Ai|M divino d'amor;
YaWd'etlirea poesa
Ajylo do peccaJor;
E'b aurora precursora,
Gom lerna Itu protectora
E's rainba, E's senhora,
E's fagueira, E's linda flor.
E's Id'J?, c -mo a agucena,
Alva e pora sem ter par,
Qoe em manha rsonha, amena,
Encamo sabes mostrar:
E's linda, qual Inda rosa,
Qoe se ostenta donairosa,
Feiticeira, t5o fe recosa,
Entre as flores a reinar
E's linda, como sao lindos
Os astros puros dos cos,
Qne encantos aos mil, infindos,
Mostram despidos de veos ;
E's linda, qual e a aurora,
Quo rjsonba *e enflora,
Tu, lenitivo a quem chora,
Tu, casta mi do bom Deas I
E's (5o lnda, quanto E*s pura,
Santa Vireem toda amor,
E^trelia ao nauta segura,
&o mand'i iris mil color :
E's linda. E's terna, E's bella,
Eiherea flor lo singella,
Mas refulgente qne a estrella,
Brilh.ir.ilo em cea d'azul cor.
Cercou te Dos Je mysterio,
Sem mam ha te qo:i crear :
ForKiOi: p'ra li un imperio,
Que abrange co, trra e mar !
liivre do colpa e peccado,
Foste a Mi do Increado,
Anjo o ruis puro, adorado,
Por geraejes sem cessar.
Ave, Santsima Virgem,
Honra e paz do povo teu ;
Tu enlevo, tu verligem.
Dos babilan:es do co t
Dos aojos s a alegri?,
E's sacro-sinta harmona,
Livro aberto de poesa,
Astro divino sem veo.
O' Mara, Mi do Eterno,
Assoiabro das geracoes !
Se so tenor do inferno,
E's a esp"ranea das nagoes;
Ora por nos, sacra rosa,
Cecem meiga, a mais formosa,
Sombra aerea e vaporosa,
Balsamo as aliccoes.
Ave, ave, Mi querida,
Estrellas de Betbeiem ;
De graca toda vestida,
Urna qoe aromas contm :
Do teu si lio de pureza,
Ora pea natureza,
Ao Dos de toda a grandeza,
Ao que te fez soa mi !
Assim casta, assim bemdita,
Eva da graca e perdo,
Vi le ierra maldita,
P'ra a livrar da escravido !
Ave, Maria piedota,
Flor de Jada to formosa,
De J:ss mais pura rosa,
Sania Filna de Siao.
Ave, sitn, astro fulgente,
Gloria de Jerusaleo ;
Virgem lerna e clemente,
De Jess a sacia Mi !
Ave, sim, santa Maria,
Voz d'angelica harmona,
Corda 'dberea magia,
Oae encantos aos mil contera.
Ave, cheia degraco,
Alegra de Israe1,
Dallos dons a cheia taca,
Amparo a todos fiel :
Da-te, o poeta, o seu canto,
O anjo, o dilecto mais santo,
O iacredolo, seu espanto,
Entre seu pensar cruel!
intercede, Virgem pora,
Alcanza o nosso perdo ;
Tu astro, que mais fulgura,
Do mundo na bastido I
Intercede, e s bemdita,
Tu Maria, nossa dita.
Farol que os bomens incita,
A socro-santa orago.
Lamego, agosto de 187!.
Cardozo Jnior.
I di sii suesMaicl) pila do general Dea-
vvn, rnis por ora nv.li bi qua confirme!
este belfo.
A commis.s3o parUnmtr fraaeeza
eerrega la de d*- o sea parecer sa|
CJptolac^is diipracistb'tes, vai pr9
os seos irabalhos.
O consemo geral d Sena approvoo
no da 7, por uoanirnidade, um accordo ais-
pondo que a nstrucolo publica seja obriga-
ioria gratuita
Desde o da 15 da setembro ultimo,
tem se cimbado na casa da mieda de Pars
120:000 moedas de 2 > francos em ooro.
Belaiivameot prta, nao se tem cunbado
nestes u ti 003 '.empo seoo moedas de dons
francos, das quaes Pars subministra dia-
riamente 100:000 francos e Bordeas......
50:700 ; a todo 300:000 franc s.
A apnarico em Madrid, nestes lti-
mos das, de urna estrella que ap carece no
firmamento em p!en > da, tem sido objecto
da contemplago dos curioso?, que classfi-
catn o phenomenodem.il modo?, o) faltan
do quem Ibe attribua urna fati.lici signifl
caga o,
Cordova (Repnhlie.4rgeatlna)
7 DE N0VEMBR0 DE 1871.
(Conlinuacu.)
Na parte superior de cada um dos pavi
lh?s de que esiou fallando ba urna immen-
sa estrella as tres frentes, fecjadas por vi-
dros azues, violetas e braacos.
A vista de que goza o espectador eolio*
cada do cbafariz do centro do palacio um
daquelies panorammas sorprendentes, que
necessario ver para admirar e compreben-
der.
Das margrs, deste cbafari/., em meio
das bres, peixes dourados e metimos qie
luclam oaeagindo em urna concha nacara-
da, vem-so desenvolver-se de um e de
outro lido os producios naloraes e manu-
fi,turados do mundo inleiro, e la, no fun
do, atrave dos confasca e cariados gropos
de tantos o.'j-.-ctos, b libando bella luz do
s I do oatona uestes paizes, a iiixuriosa ve-
gelsgo das ras, das quintas de Cordova
pela di/tta, e a esqoera as al.oras do jar
dirn com as boaaLtis, os tactos vermlios
das granjas e das cavallaiicis, e os profun-
dos escondrijos, abarlos pelas quedas d'agoa
pluvial oestes montes de arga e tena de
ailu iSo, formando socavaos ebeios de vege-
taco espontanea.
Nao a vegetaco magestosa e bella do
Brasil, n3o aquella variedade de vegetaes
que se elevam no meio de nossas montanbas
de granito.
Mas esta mL-tura da arte e da natureza,
da civilisacao e do deserto, um panorama
sublime.*
O interior do palacio est oceupado por
cada urna das provincias e nacois que con
tribuiram esta exposigSo, as proporcoes
seguintes
Metros.
I ftlaterra 344,28
Allemanlia 110,92
Italia 38,11
Franca 38,11
Provincia de la
Bioja 76,22
dem Salto 114,33
dem Catamarca 76.22
dem Jujoy 38,11
j. Juan 196.60
Gordova 234,71
Boenos-Ayres 278,47
Mendoza 76.22
Entre-Bios 38,11
S. Luiz 38 11
Santiago 76,12
Tucuman 76,22
Corrientes 76,22
Santa-F 93,57
Cbi.e 27,73
Paraguay 27,73
Bo'iNa 58,22
Brasil 36,9i
Estados Unidos 227,08
a permtttii o systeara das galeras na exp
?ao de P4iii (1807).
dio de Gordova ctfe
ra ostentar cada provli
predoctos.
Dosta raaneira lacra mais em elleito cada
naco, cada provincia que coocorre i est
torneio dafcdostria.
ijfelizmeote o Brasil est ms
do nesla etposico.
s adiamentos pjr que passou ella, at
dilIicnldaJes de transporte do Brasil, o ar-
refecimealo qua houve em rae-'do repuli
dos mdicos mandados do 3rasil Buenos-
Ayres durante a epidemia, t idas essascau-as
coocorrerara para burlar os esforcos qoe li
nba feito uosso previden'e governo,chamando
expositores brasileiros para esta exposicSo.
No compartimento que nos cabe to bri
Ihantemente ornad > com a escodo e os pa
viihes brasileiros, figura apenas urna mesa
onde eto 10 amostras de tabaco e cigarros
da Babia (expositor G. A. Scbnorbuscb),
una colieccj de 26 amostras de variedade
de madeiras da provincia de Santa Gatbari-
na propras para constfueces na^aes, e de
movis, e para oitros maitos Sos iadus-
triaes (expositor A. M Zuardi) ama di ver-
si dade de plaota da provincia de Santa Ga-
tbarina, qoe se acha no iuvernaculo (-txap-
srtor Hyppolito Gaa,lier).
Tres grande, jarros coitendo herva-male,
beneficia la na provincia do Parao pelo
expojitor Horacio Bicardo dos Santos.
S'-is frascos grandes, contendo amostra^
variadas de asquear de canos, elaborado
pelo exp sitor Candi 10 Alfonso Mjfeira.
Debaixo da mesa ba um tercio grande,
e urna lata contendo berva-mate 'importada
pelos expositores Leden Hermanos (Boe-
nos-Ayres).
E' isto apenas o que representa o Brasil
oesta exposico.
era ao me os ostentou-se moa amostra
do cafe do Ko de J loeiro 1
Felizmente, uua poblicago especial (O
Boletim da Exposifo Nacional em Cor-
dova) qoe olbial, fez justma ao Brail.
pois nelie Uve o prazer de ler estas pala-
vras:
t Sentimos verdaderamente que o ri-
qnissimo imperio, em todo o gnoero de
producc5e-, se ache to po! sentado.
Muito se nos haua promettdo que d'alli
vina, e apenas se pode dizer que temos
urna ou oulra amostra da riqueza desse
grande potentado.
c Um immenso vacoo deixou na exposi-
co ; sem embargo vamos decrever o que
est alli.
Depois de expor os objeclo que ahi
esto, termina o olelim da exposico,
ajunta:
* Senlimo-lo devras.
O Brasil devia sorprender nos com tan-
tas maravilnas, como enlbesoura.
Com um imperador dos mais Ilustrados
do mundo, porqae nao o fez? E'am mys-
terio que n5o podemos decifrar.
Sentimos grandemente que a trra dos
diamantes e das riquezas da natureza nos
lenha enviado lo pouco para a exposico
nacional. >
Essa manifestaco de pezar, e essa con-
Qsso das riqueas do Brasil nos sao hon-
rosas, por certo.
Para corresponder esta amabilidade, e
s palavras com qne o presidente da com-
missio directora, o Sr. Eduardo Oliveira,
obseqoiou ao Brasil conversando comraigo
outro dia offereci-lbe duas obras que tinha
irazdo commigo, e que mostra o qo> fomos
na expo3ic3o de 1867. em Paris sao: O
Imperio do Brasil na exposico de 1861
e os doos volumes do relatorio sobre a

exposico universal de
Aqu lico por hoje.
1867.
em
VARIAS NOTICIAS.Dos jornaes eslran-
feiros extrahimos as seguintes:
c inangurou-se ltimamente em Madrid
unctab denomnado da Emancipaco. Os
socios sao communistas, e, na sua primeira
eanto fizeram o elogio da Internacional,
Iallaram contra a religio, contra o congresso,
contra a proprieda le, e pediram o incendio
Oosedificios pblicos por meio do petrleo.
Aaotoridade tooiou desde logo as necessa
ras medidas para punir os novos commu-
eistas.
Noticias telegraphicas dizem que re-
ftentoa novamente a guerra civil no Mexi-
> nlo tendo servido de lic) os barbaros
folamentos em massa que hoove na capi-
tal qnando se deu alli a ultima insnrrei-
e5o.
Diz o Siede que o governo de Ver-
sames prepara om projecto de lei pelo qual
* prohibida a entrada em Franca de todos
es membros da familia Booaparte sem orna
aatorisacSo especial; em conseqaensia desta
Asposico nao podar tmbeos ser eligivel
enbnm dos referidos membros.
No dia 7 do crrente foi inaugurado
em, Vienoa, cota grande ceremonia, em mo-
onenio levantado memoria do impera-
te Maiimiliano'.do Mxico. A' ceremonia as-
stiram o imperador Francisco Jo., os ar-
sitdoques, ministros e grande numero de
espectadores.
Diz o- Gaulez que o ministro da goer
ra o general Cissey, considera superior s
toas (oreas a empreza de reorganisar oexer-
oto francez e ji annonciou o seo desojo de
wtirar-se dos negocios pblicos. Fallava-se
el as-
Total... 2424,00
Agora darei a classificaco admittida pela
commisso directora para os producios ex-
postos.
E' um plano mais ou menos semelnante
ao da nova exposigo de 1800 e a de Paris
de 1867.
Os ohjectcs expostos se dividem em tres
grupos.
O primeiro grupo se divide as cinco
clas-es seguintes'.
Ia Obras da arle (qu) contm) Ia a 5
categoras.
2a Materias e applcaco das artes ube-
raes (que contera) 6a 11a idem.
3a Movis e ootros objectos destinados
s babitaces (que contm) 12a 14a idem
4a Objectos dedicados a melhorar os in-
dividuos, pbysica e moralmente (que con-
tera) 15a 17 idem.
5a Vestidos e outros objectos destinados
ao fiso individual (que conlm) 18* 27a
idem.
O segundo grujo se divide as duas das-
ses seguintes:
6a Producios brutos e manufacturas das
industrias exteactivas, minas, etc. (que con-
tm) 28a 14a idem.
7a Instromejtos u ptocessos das
usuaes (que contm) 35a 45a idem.
O terceiro grujo se divide as tres
sos seguintes:
8a Alimentos seceos e conservados, se-
gando os diversos processos e graos de
prepararlo (qoe contm) 46a 52* idem.
9o Productos vivos e amostras de esta-
belecimentos de agricultura (que contm)
53a a 60a idem.
10a Productos vivos e amostras de esta-
belecimentos de horticultura (que conlm)
61a 66a dem.
Ha, portanto, 3 gropos, 10 ciasses e 6b
cathegorias para a classificaco dos objectos
expostos.
Cada njco expositora e cada provincia
tem, como cima diese, nm espaco sepa-
rado.
Assim os grupos, ciasses e as calhe
gorias se reproduzem em cada seceo ex
positora, ou compartimento.
Nio como na exposico de Paris, em
que cada galena conMnba as mesmas cias-
ses e cathegorias, percorrendo saccessiva
mente os espacos becupados pelas diversas
nacas expoitoras, o que facilitara o estu-
do comparatio dos productos sibilares.
Aqui os productos esto confundidos em
cada recinto.
O estudo comparativo muito diffieil e
qussi impossivel: pdem-se apenas'abranger
as riquezas de cada provincia 03 productos
de ceda meio expositora; nao se pode
compara-R, estudados cotejando-os, como I dade.
d
de adrai-
\ refurma miialcipal
Franca.
A aisembia nacional, aps urna discus-
so summaria, coja brevidade se explica
pelo desejo de por de prompto um termo
guerra civil, pira tirar todo pretexto plae-
sivel revolta de Haris, acaba de modificar
as inslitucoe3 municipaes da Franca; mas
ficou bem entendido que se tratava smin-
te de urna organisaco provisoria, e qoe
urna lei orgnica em breve regulara
modo definitivo todas as questoss
nistrajo communal.
As observaces qoe a recente le provo:a
nao tem, pois, um ioteresse nicamente
doutrinal ou retrospectivo ; podem anda
ser de efiectiva ulilidade em um futuro
prximo.
Ha primeiro que todo umi critica, que e
impossivel nao emittir, sobre nosso modo
de proceder nesta materia, como tantas ou-
tras.
O que faz um industrial intelligente quan-
do deseja renovar seas utensilios, melhorar
sua fabricac)? Informase dos usse re-
gulamentos das grandes naces do estran
geiro; manda vir planos, modelos, projec-
tos, e, depois de bavertuio estudado, cam-
para com madureza a organisaco de esta
belecimentos prsperos de outro* paizes,
innova ou conserva, com conhecimento de
causa. Se nao obrasse assim, accusal-o-
biam, com ra'.o, de talla de prudencia e
iniciativa.
Porque nao faria um estado a mesma
cousa ? Qaando a Franga sent a necessi-
dade de modificar soas institucoes, porque
nao estudariam cora attenco nossos legis-
ladores as in8titoic5es das oatras nag5es ?
N) correr das ultimasdiscus;5es da assem-
bla nacional sobre a nova lei municipal,
por exemplo, afora orna curta excurso feita
por Mr. Bandot e Mr. Lon Say, quanto
administraco dacidadede Londres, nenham
membro pensou em investigar a pratica dos
outros pov^s, nem procurar fra da Franca,
seno modelos, ao menos exemplos. Sao
assim perdidas as melbores licoes para nos.
Picamos como o celeste imperio, cercados
de urna muralba que delem as nossas fron
teiras as ideas do estrangeiro. E' como
se nao tivessemos qoe aprender coosa al-
goma de nossos vizinbos.
Este erro nao tem sido, por certo, ama
das menores cansas da nossos desastres, e
seria emlim a ooscaperda se, convencidos
de que nosso systema administrativo ; como
se tem dito, um objecto de universal invej,
persistissemos em nao querer tirar ensino
nem proveito das experiencias feitas pelas
oulras nacoes. A verdade que muito te-
mos a colber'deltas; notavelmente quanto
ao qoe d z respeito organisago municipal,
ver-se-ba que baveria grande vaatagem para
nosso paiz em nos apropriarmos das prali-
cas de om povo vizinho, que passa com boM
direilo como possuidor de solida liber-
esto municipal uns complicada
I qoe geralmente sfl pensa emFraogi. E.'
Ivez um dos raairalri ) no-so es-
nicional prowar a siupiacaglo e
excess j. A' torca de buscar
deas ciarte, chegamee a
dar nem tolebr coosa alga-
Esta togica terrivel qfe empfegamoe
em toclas nossas leis, faz de no o mar?"'
revolucionario e inconstante dos povos.
A vid,j. pratica comporta e exige mnito
alais aitnc5es, concessoas, irregularidades,
' at anomalas do qoe nosso genio absolutis-
ta nao snppOe nem supporta. Temos o ha
bito constante de ver e estodar uiui da> fa-
ces dos problemas polticos oo sociaes. Pro-
coramos sempre urna formula curta e pre
cisa, de que se aposse nossa imaginaco e
sobre a qual se concentren! nossas refle-
xoes. E' por isso qoe a reforma de nossa
organisaco muni ipal se aprsenla, aos olhds
da maior parte dos francezes, nos seguintes
termos: sero os maires eteitos em todas
as cjotmunas pellos cooselhis municipaes?
N^o serpde estabelecer de maneira mais
aeaohada um problema mais complexo.
Entretanto, a assembla nacional cabio
nesses vebos erros, cujos esco'.bos a expe-
riencia deveria mostrar-lce. E, pois, fez
ama lei que conlm as mais estranbas coa
tradices, Primeirameote decidi qoe os
jnaires fossem eleitos pelos conselhos mu-
nicipaes em todas as commuuas, sem ex-
cepeo ; depois, adoptando orna emenda
ultima hora, f dadas cuja popalicao fosse superior a.....
20.080 almas, assim como para as cablas
de departamentos e dislrctos (a-rondisse-
menl). Estodou se acaso o estado das cou
sas que se iam crear ? E' licito por isto
em duvida Dj todas as nossas leis muni-
cipaes, tao nom< rosas, to di ve sas, a oRi
raa e tal vez a qua dar logar a mai >r nu-
mero da abusos e rrcriminacois. Foi urna
preoceupaco politba, nao um pensameuto
administrativo, que guiou oossos iegi>lado-
res ; fez-ibes medo a organisaco em nossas
provincias, de com Limas anlogas 6s de Pa
ris e aopareo de fuuccionaros municipaes
fallindoem nome de agglonoerac >es consi
deraveis. Ilonseguiram prevenir esse pe-
rigo ? Nao por csrto foi o contrario. As
cabecas de departamentos e districtos de
mais de 2J.000 almas, sao em geral aoligas
cidades da pequea burgaezia e commercio
mediano ; as opimes polticas ah sao or-
dinariamenta moderadas, e a autodade
central alli fortemente representada. Sao
essas cidades que foram privadas de eleger
seo maire, quando o concediam a todas as
cidades de menos de 20.000 almas, isto ,
agglomeracoes pela mor parte recentes, fa-
bricantes, quasi nicamente compostas de
operarios de fabricas ou minas, privadas do
elemento conservador da borgoezia, como
Creusot, Rive de-Gier, Firminy, Forcham
bault, Elbeof, Torcoing, Bo-.bec, Djrneta!,
Vierzon, Laigle, Flers. Granville, Tarare,
Cette e tantas oatras que seria por demais
longo enumerar.
Ha sem duvida entre essas cidades algu-
mas pacificas; mas, quantas sao as fjrtale-
zas do communismo, os covs da Interna-
cional, os theatros habitoaes de todas as
paredes (grves) sanguinolentas, os lagares
do mundo em ojee o antagonismo social
mais violento Con.a-se em Franca urna
centena de semelhanles cidades, coja popu-
lacho regula entre 10 a 20.000 almas Eis
aqu as agglomeracoes a qua a lei da 1871
deu nao o direilo commum, mas o mono-
polio da eleicio de seas maires.
Entretanto, esses magistrados municipaes
tm em suas localidades mais ampias attri-
bac5es, raaor autoridads do que as ca-
becas de districtos, onde fesidem ura sub-
prefeito e om procurador nacional. II i
nisso urna estranha aoomalia. O maire sa-
hrda eleico nis clades operaras de El-
beuf e Creusot; ser noraeaJ) pelo poder
central as pequeas cidades burgaezas de
Yvetot e Autun. Njs numerosas e popalo-
sas agglorasraces mioeiras da bacia de
Loir,', os conselhos municipaes es;olhero
o seu chefe; s a cidade central da Saint
Etienne far escpelo Creou-se po-tanto
esse privilegio para s turbulentas agglo-
raoraces operaras, apenas corastituidas e
filadas no solo, bem como para as pjpula-
coes disseminadas pelo campo. N >s burgos
e villas, muitas das quaes tem quando muito
50 eieitores, algamas vezes menos, n) ha
que receiar qae o espirito de cimaadagern
(eolerie) tome um desenvo'.vira?n o abusi-
vo ? S9 os maires ruraes conservara em
sua plentude o poder regularmeniar de q.ie
gozam hoje, julga-se que a eleico nao dar
lugar a muitos vexame e tyrannias ? Quan
lo a nos, nJ se pissar um annosem que
a lei recente seja" denunciada ao mesmu
lempo como incompleta e excessiva. E'
que, para operar urna deseeatralisaco s
ra, cumprira fazer reformas maito miis
largas, capazes da desmvo'.ver a vida em
nossas commaaas, e de foadar em nosso
piiz o que sempr8 lhe tem fa.tado, o self-
government.
O ponto de partida da toda a desceir
Iwco efficaz e regu ar, urna demarca-
cao muito clara entre as attribuicoes con-
feridas s autoridades locaes e as que o
poder central ou seus representantes cou-
servam. a primeira, b a grande questo
a decidir, e a nica que nossas assem-
blas tem quasi sempre negligencia lo suc-
cessivamente. Entreunto, nao ha muita
incerteza sobre a competencia natural e le-
gtima das municipalidades. A pratica de
todos os povos livre3 tem de ha longos
anuos circumscriplo o campo de acejo das
autoridades locaes, cerrando as communas
no circulo econmico, e vedanic-lhes toda
intervenco no dominio poltico ; mas vede
as conlradi(03s do espirito goveroamaota!
em Franca: emqoanto nossos governos
todos se elevara em theoria o se precavem
na realidade contra as minifestaces polti-
cas procedentes dos corpos monicipaes,
que fazem ellos ? Em cada circunstancia
proposito de
es salicitam,
Oflicial re
grave, at algumas vezes a
acontec montos secundarios, el
acolbem e publicam no Joma
presenUcoes polticas de um grande name-
ro de assemblas municipaes. Esta fla-
grante violaco de todas as nossas leis de
pernicioso exemplo, porqae se os conselhos
communaes teem o direilo de fazer procla-
mares em favor do governo, nlo se lhes
pode recusar o de se pronanciarem com a
mesma solemnidade no sentido contrario.
Por este modo vio as cousas em Franca ;
os poderes incumbidos de fazer observar
is, e que teem nessa observaco inte-
anente, sao os primeiros a viola-
Ha da menor vantagem pessoal e
a.
mente excluidas da toda parlicipseo enf
polica, isiu Q3 direceo dos negocios
geraes do piiz; mas isto nlo basta; sua
propria competencia administrativa deve ser
detsrmiaada com ta1 preciso que ao dei.xe
lagar a arbitrio algum, nem permita qual-
quer asurpaco. Nao se trata de demarcar
fronteiras vagas; a ordem publica exige
orna dsoarcaco rigorosa ecircumstanciada.
O exemplo da Ijglatern neste ponto de
vista, mil a seguir-se : em paiz algum, nem
rnesmo entre nos, tem sido as leis munici-
paes mais numerosas nestes ltimos qua-
renta anuos; mas em vez de se contradi-
zerem e derrogarem umis ou oulras, ellas
se completam e se (ortiScaa. Outr'ora o
direito de se administrarem em plena so
beraoia era reservado, na Gri Bretanba a
um certo numero de cidades qae gozavam
iradicionalmente dessa vaatagem ; eram
chamad is burgos municipaes (municipal bo-
roughs): em 1835, poca de urna impor-
tante reforma, contavam-se deltas 178. As
agglom'eracSes de origem mais moderna,
jue queriam alcangar essa plenitude de in-
dependencia, tnbam des .dicitar e obter do
parlamento um acto especial; era urna car-
ta minuciosa, um verdadeiro cdigo, con
tendo em urna mallido de artigos a eni-
mraco detodis as attrboiejs conferidas
localidada e de todas as medidas que lhe
era permittido tomar. E'assim que o pro
pnetarb intelligeite, quando d por afora-
ment sua propriedaae, nlo se contenta
de conceder um direito de gozo mal deter-
minad i; formula com preciso em clausa-
hs soccessivas, todos os modis de expo-
rapa) que sao lcitos, e circomscreve em li-
mites, que se nao podem ultrapassar, o di
reito de uso do locatario. De tal modo se
previnem muitos conflictos e abusos. Esta
maaeira de fizar leis exige frcenles alte-
ragoes, nomerosas revises nis existentes ;
mas isto mesmo nao om mal. Os ingle-
zes teem achado grande vantagem nesses
desenvolvimentjs successiv is de suas leis;
proporeo que urna nova necesidade se
fazia santir, exiga atlribuiees novas para
as localidades, o parlamento mettia raaos
obra e" acrescentiva algamas clausulas no-
vas s precedentes.
Foi assim qae, depois da grande lei mu-
nicipal de 1835, se fez na Inglaterra a lei
sobre a polica ds cidades (omt -portee clau-
ses act), a lei sobre os malhoramentos das
cidades (town-improvement clames act), a
lei sobre os banh s Debteos e lavanderas
(publie bulls and was-hhoum act), e de-
pois as doas importantes leis de 1848 e
1858, urna sobre a salubridada (publise
healt act), outra sobre a administraco lo-
cal (loc%\ government act). Cada urna des-
tas leis e um verdadeiro livro.
A ultima sobretudo, a de 1858, enumera
de um modo limitado todas as medidas
que podero ser tomadas pelos poderes
locaes, em vista da salubridade. boa ordem
e seguranca. Nada ha em tao completa
contradicho com a pratica Iranceza. Nossa
preguica recua de horror ante todo esse
trabalbo de leis reglamentares.
Todava, por este preco nicamente
qae se pode obter urna descentralisaco ef-
ficaz. Se se quer qae es localidades se
administrem por si mesmas, cumpre tomar
o trabalno de estabelecer, com minuciosa
preciso, o limite de soas atlribuiees. Se
nao se pa o regulamento as leis, ter-se-
na de encarregar disso funecionarioa oo
corpas admiaistrativos ; ento acabouse a
autonoma das localidades: ellas sao vas-
salas de um prefeito ou de um ministro.
Ora, de ioteresse geral qae as localida-
des sejam soberanas, na restricta es pitera
que a "natureza das cousas e a lei determi-
nara. Ellas devem ter s um domiaio cir-
cumscriplo, mas convm tambera que nelle
sejam senhoras. Nossi tutela administrati-
va um ontra3enso, urna excepeo solada
no direito e as constitu c5es dos povos
modernos, e isto par ama consequencia
quasi necessaria de nossa preguica legisla-
tiva ; nao, de certo, porque fagamos pou-
cas leis, mas porque fazeraa las sempre por
demais incompletas-, e depeis preciso re-
nova-las sera cessar. Eraquanto s souber-
mas legislar em termos geraes, tendo nis-
oas comraunas e departamentos atlribuiees
mal definidas e gozando seus mandatarios
de ura poder reglamentar quasi Ilimitado,
ser necessaria a intervenco quolidana
dos prefeitos e ministros para corrigir os
abusos.
Um segundo principio que cumpre consi-
derar, a necessidade de doas regimens
differentes de admaistrag) para as cida-
des e para o campo.
Nao se trata, demo-nos pressa em dize-
lo, de subordinar moralmente o campo s
cidades, nem de dar a estas qualqaer supe-
rioridade sobre o campo ; mas a lgica das
ideas eo exemplo de todos os povos nos
ensinam que insensato submelter mesma
medida administrativa as agglomeracoes
urbanas o asparoebias rura:s. Nada pode
prevalecer contra a natureza das coasas.
Urna cidade de 2 milhoes de almas, ou
mesma de 50,000 almas, nao pode ser re-
duzida mesma organisaco, s mesmas
attribuc5as qua urna povoaglo de 200 ou
300 habitantes.
Uraa das princpaes fraquezas da nosso
systema de in tituices locaes, desconhe-
cer esta verdade, e desprezar sobre es'.e
p into as ligues da historia, bem como a pra-
tica de todas as naco es. Era parte alguraa
da Europa, neru to pouco da America,
houve jamis idea de sujeitar ao mesmo re-
gimen as cidades e os burgos. As primei-
ras teera organismo completo e complicado;
constilaem entes chegados a om alto esta-
do de vida, com ama iufinidade de necessi-
dades e funeces. Os outros pelo contra-
rio nao podem ser considerados isolada-
raente como formando unidades indepen*
denles; sao os elementos constitutivos de
um grapa mais consi leravel,o canta ou
districto,nos quaes se confundem na maior
parte dos servigos administrativos e dos
quaes n) podem ser arbitrariamente se-
parados.
E' tanto mais importante fazer esta dis
ncelo em nosso paiz, qaanto as parochias
ruraes sao mais pequeas e pobres.
Diseram na cmara, sem que esta asser-
co achasse quem a contradissesse: na no
nosso paiz 433 communas com urnai popu-
lacho inferiora 75 habitantes ; 500com-
munas nao tem mais de ana vate eleito
res ; 3,000 contam menos de 150 habitan-
tes 4,000 contam abaixo de 450 almas.
Como se pode entio estabelecer ama pa-
ridad completa no rgimen da administra-
Cao entre as nossas maiores cidades e esses
pequeos grupos ? Falla-se de om direito
que ibes seria commum, como se nao boa
vesse de aos e oatros to grande distancia
rio. E' lempo d acabar con essa* assi-
mUcoes contra a natureza. O exemplo da
Inglaterra ainda nos pode ser aqu de oti-
lidade.
as discasses da .assembla nacional fo-
ram muitas vezes lembradas as parochiaa
de Londres e soas atlribuiees; com todo
nao houve o cuidado de explicar o que
sao na Inglaterra ai corporales que tem
essa denominaco de parochias. Nao so-
monte em Londres que ellas se encontrara
e gozm de dreitos administrativos; mas
em todo o territorio da Gr-Bretanba. Ellas
furraam as ce'lulae embryooarlas, os ele-
mentos constitutivos dos condados, que
corresponden aos nossos departamentos,
e dos burgos que sao os anlogos depaasa
cidades. Nascidas sombra da igrej, fo-
ram ellas a principio divisos eclesisticas
e logo depois divisos civis e administrati-
vas. Gozara de direitos pouco numerosos,
muito crcomscrptos, mas cojo exercicio
nio est snjeito a flscalisacao, intervenco.
ou veto algum superior. A administraco
de seas bens, a manotengao de ana groja
de seu cemiterio, de suas estradas, de saa
illuminaco, sao poaco mais oo menos as
suas nicas atlribuiees. Nao tem poder
algum policial. Quanto instrucc) publi-
ca, ate boje em Inglaterra um servico- par-
ticular, subre o qual o Eslado exerce urna
influencia indirecta por meio de su^ven-
ges.
Niesphera limitada qae acabamos de
lescrever a parochia, seja rural ou urbana,
elia sent ora absoluta ; sua organisaco
simples e est era perfeita harmona com
o pequea numero de attribuiges que lhe
sao concedidas. O corpo soberano da pa-
' oebia o vestry, formado de todos os coa-
trbuiutes. O vestry rene se todas as ve-
zes que aprz a seus membros provocar ama
reonio: nessas sesses, todo vestryman
pode expor suas vista3, seus aggravos,
$uaq cbia sao alli entregues controversia, e
a deciso da maioria que faz a lei. Esta
pequeoa assembla omnipotente, mas
nunca exeree directamente sua autoridade,
adm de evitar perdas.de tempo e cootes-
taces intestinas ; e pele receio tambem
dos excessos de poder nao a delega a nm
s, de sorte que nao ba na parochia ingleza
funecionario algum que corresponda ao nos-
so maire.
O vestry nomeia agentes especiaes para
a direceo e vigilancia dos diversos servicos
sobre os quaes se esiende sua competencia:
sao mordomos (chunh-wardens) para o ser-
vigo financ.ro do culto, ama commisso de
sepultura (burial-board) para administraco
do cemiterio, inspectores de caminaos
(waywardensj, inspectores da illaminago
(lighting surveyors), emfim para soccorro
publico dos mestres e dos guardas dos po-
bres (guardin and owrseen of the poor).
Todo 03 fu accionarios, nao sendo mais do
que mandatarios da assembla dos contri-
buidles, sao responsaveis perante ella e lhe
devem cootas
Tal a autonoma da parochia ingleza ;
mas para todos os oatros servicos de iale-
rdSse mais geral, principalmente para a po-
lica e viaco geral, a parochia incorpora-se
as circamscripces superiores, isto qaer
no condado oo districto anlogo ao nosso
can to, e chamado onio de parochias, qaer
no burgo municipal, conforme a parochia
rural ou urbana.
Por este modo, a legislago ingleza, com
louvavel previdencia, tem respeiudo iodos
os duelos dessas pequeas localidades,
mas l.vrando-se de deixa-las e'trapassar seus
limites naturaes. Todas as atlrboices qae
importava s parochias raraes ou arbanas
conservar, ellas as tem e em completa in-
depen enca; em Franca, nos lhes loriamos
lado mais outra, a manuleoco das escolas.
Fora desta osphera acanhada o perfetamen-
te circumscripta, cessa o deve cessar a com-
petencia das parochias.
A polica, a grande viaco, todos esses
interesses mais geraes dependem ou das
administraces do condada ou dis.rcto, oo
los cooselbos municipaes das cidades. Nao
aa,u lugar de descrever a organisaco do
districto (uno de parochias) ou do conda-
da ; basta dizer que muito differente d*
das cidades, qae vamos em breve analysar.
Ser fcil observar que as cidades inglezas
tem um destino muito mais largo, inslilai-
Ces muito mais lvres do que suas irma'
de Franca: qoe nossos legisladores com-
metteram a fala de assimilar zs agglome-
racoes urbanas s pepenas localidades
ruraes, o que trouxe um rgimen adminis-
trativo nico no mundo, comprebendendo
todas as contradiees, prestand)-se a todos
os abusos, e s prodaziado por Om de
contas o arbitrio.
as cidades, no comego deste seculo, go-
savam em Inglaterra le diversas prerogali-
vas que Ibes haviam oulorgado cartas regias,
uu Ibes conceda a tradieco. Eram so-
mante as cidades privilegiadas, sob o ame
de burgOi munifii,'aes(M/u'ci'/al boroughs)
qae possaiam essas tranquezas. Depois
de muio apalpar e de lougas discusios,
urna le orgnica, de 9 de setembro de
1835, estabeleceu mais harmona em todas
essas administraces variadas, defini 178
circumscripees urbanas, constituindo para
ellas ura organisaco civil regalar, qae
differe notavelmenle da das parochias ra-
raes.
A autoridade administrativa, nosburgis
municipaes, pertence toda inteira e sem
reserva ao conselho muaicipal. Esta as-
sembla cemposta de tres elementos dis-
traaos : o maire, qae smente o presi-
dente da municipalidade, am numero de-
terminado de conselheiros (town-counsellors)
e aldermen. ..
Os burgos, por poaco consideravets quo
,ejam, sao divididos em moitas secces
(wards); a cada ama dellas est signado
certo nomero de conselheiros o aldermen.
Os conselheiros sao eleitos directamente
pelos bnrguezos do burgo oo da secco a
qoe perteacem. Chamam-se barguexes
(burgesses) os que satisfazem a cerus con-
digoes vanaveis de censo e domicilio. Para
ser eleito conselheiro, compre jastificar ama
senda cajo algarismo sobe ou desee con-
forme a popolacao da cidade. Os conse-
lheiros sao eleitos por tres aonos, e sahem
cada anno por om terco. Os aldermen sao
naneados pelos conselheiros para ama
daraco de seis anoos, e sahem oada tres
aanos pela metade. As condioos de ele-
gibilidade sao para ellos as mesmas qoe
para o conselheiros.
(ConUtrnar-mM.


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%lX?*MiitoAwmm^\m<> 40 mais homae, regato ao maior11i\, WiUUl- uU^M 14


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