Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12529


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Full Text
\i-
PMxIMMM
*
ANNO XLVII. NUMERO 278
T I
i v.
TABA A CAPITAL E LSA1ES CIDE SAO SE PACA POBTE.
Por Irta raniea idiantados ^ >>.......
Por mu ditos idem
Por nn uno idem..
Cada
**
avalu

6^000
2,000
14*000
no
DIARIO DE
TERCA FEIRA 5 DE OEZEMBRO OE 1871.
PA1A DIIT10 I PORA DA PHOVIICLL
Por tres mezai adimudoi ..........
Por ieii ditos idem...............
Por nove ditos idem..............
Por nm auno idem *? ti

i
4S0OO
*omo
17#000

'
Propriedade de Mantel Figueira de Faria & Filhos.

SAO AmH:
Ot Sn. Gerardo Antonio Alvea d Filhos, no Para ; Goncalves 4 Pinto, no Maranhio ; Joaquina Jos de Oliveira & Filho, no Ceari ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joio Mara Julio Chavea, no Ali ; Antonio Mvqaw da Suva, no Natal; Joai imito
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ;Fe!ippe Estrella & C, na Parahyba ; Antonio Joa Gomee, na Villa da Penha; Belarmino doi Santoi Bnlclo, em Santo Antlo; Domingoi Jos da Costa Braga,
em Naxareth; Antonio Ferreira de Aguiar, em Gojanna; Francino Tavarea da Costo, em Atagoas; Dr. Jos Martina Alvea, na Babia; e Leite, Sarqninho < C. no Rio de Janeiro.

PARTE OFFICIAL.
ti o ver ao la provincia.
EXPEDIENTE DO DA S UK NOVEMBRO DE 1871.
Acto:
O presidente da provincia, de cooforroidade
com a oroposta do Dr. cbefe de polica, era (llicio
o. 1,609 de 27 da correle, resolve nomear para o
lugar vag) de subdelgalo da fregueiia do Curato
da S o lenle Horacio Pire? Gaivo. Commu-
nieou-se ao chefe.
Offlcros :
Ao Exm. ministro plenipotenciario do Brasil
>m Lisboa, adm de que se digne de transmiltir ao
Exm. muistro brasileiro ero Pars o incluso offlcio,
que convrn seja entregae cera urgencia.
Ao Exra. presidente do Rio Grande do Nor-
te, declarando que s" ter o conveniente destino
os dous offlilos, qiM remetteu para ser entregues
aos reliareis Ernesto Vaz de Oliveira e Alvaro
Fragoso de Albuqoerque, aqu residentes.
Ao vigario capitular, inteiraodo-o de haver o
Dr. ebefe de polkia participado, que, segunda
communicagio do subaelegido de Aguas-bella;,
aiii cnegaram as riuas caixa> coutendo raedicamea
tos aopathicns e horoeopathicos para serem ap-
piieados s pessoas desvalidas, accommetiidas da
labre amarella.
Ao brigadeiro commandanie das armas,
iransmiltindo para es (los conteniente*, a relagio
de alteragoes recorridas no me? de outubro ulti-
m>, eom o espitio do 2 baialhio de infantaria
Luiz Fraocisco de Paula Albuquerque Maranbio,
que serve de ajudante de ordens da presidencia
da provincia do Piauhy.
Ao inspector da thesouraria do fazenda, para
que pela verba soccorros pblicos e sob a respon-
saWhdade da presidenta, mande indernnisar a re-
p.aftigio da polica da quantia de 30*000, despen-
dida pelo subdelegado do di-tricto dos Mentes cora
a cnlaccao de medicamentos destinados a Aguas-
Billas. Lommunicou-se ao Dr. chefe de polica.
Ao juiz dos feios da faznda, transmiltindo
para ter a devida execuco a inclusa precatoria,
qua envin o Exra. presidente lo Maranho.
Ao Dr. chefe da polica, dizendo car intei-
rado de haver silo capturado Rayranndo Francis-
co Antonio, indiciado como autor do homicidio
praticado na pessoa de Manoel Francisco Ribeiro,
o. occasio era que passava a rau polica pela ra do Imperador de volta do toque
de recolher.
Ao raesroo, dizendo flear inteirado de quanto
panieipou o delegado do termo do Bom Conseibo,
relativamente a casa que, servindo de quartel do
respectivo destacamento, fo oceupada pelo pro-
pietario, podendo par sso o mesmo delegado pro-
curar urna ontra casa, que se preste a esse nm.
Ao eomraandante do corpo de polica, para
mandar apreseotar amanha pea 7 horas do dia
na Casa de Detencao, 1 inferior e 12 pravas de.-.ss
corpo, aflra de escoltaren) at o termo de Gara-
nhuns 6 criminosos, que teera de responder ao
jury, devendo essa escolta receber do administra-
dor aquello estabelecimnto o expediente, relati-
vo a sua commissao. Fizerara-se as necessarias
communieagoes.
Portara :
Aos agentes da companhia de navegacio Bra-
siieira, mandando dar transporte para a corte, por
eoota do ministerio da guerra no vapor Presidente,
ao 2' cadete Caud'do Francelino de Miranda For-
jaes.Inteirou-se ao brigadeiro eomraandante das
armas.
Jaspachos:
Antonio Joaquina de Oliveira.Como req'ier.
J?a Leonilio da Cunha Alcanfor. Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Joos Ignacio d'Avila.Informe o Sr. engenheiro
cb-(e da repartigio das obras publicas.
Joio Baptista AIvs de Sani'Aona.Junte o sup-
plicante o titulo da divida, cojo pagamento requer
qusdever ser passado pelo respectivo batalho.
Joio Tiburcio da Silva Guimaries. Informe o
Sr. Dr. juz de orphios desta capital.
Capitao Manoel Claudia.) di Olivara e Cruz.
Sejatn entregues rae liante recibo.
Paulo Jos de Oliveira.Encarainha-3e.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
OIBcios :
Ao Dr. chefd da polica, dizendo flear a pre-
sidueia inteirada de haver silo capturado Anto-
nio de tal, conhecido por paragoayo, e que aguar
da o resultado do processo, que se Ibe vai ins-
taurar.
Ao director do arsenal de guerra, declarando
dem da presidencia, que, segundo comrou-
mcou o Exm. presidente da Parahybs, expedir
a< convenientes ordans para ser paga a importan-
cia das 500 capsulas fulminantes, fornecidas
aquella provincia por esse arsenal.
Ao juiz de direito da 2' vara desta capital,
rogando que se digne dispensar de servir na ac
tual sessao do jury o tenenie-coronel Joao Valen-
tira Villela, cojos servidos como archivista 3o ne-
<*e;sarios ne3ta secretaria.
Ao gerente da companhia Pernimbucana,
.'^ommendando qne de ordena da presiden :i.i,
:n;iada dar passagera proa do vapor rae segu
para o presidio de Fernando de Noronha, ao sen-
tenciado Antonio Joaquim de Oliveira, que tem de
transportar para esta capital *ua mulhar e dous
lilhos, que all se acharo.
visa em ou'ros climas e outras paragens as con
difoes de*ie bero estar que todos almejam.
Nao vivemos roais na poca era que mil obst-
culos de ordena natural e artificial punbam seno e
s vezos invencivel embaraeo esta tendencia dos
povo.
Com o progresadas arles industriaos, Orna pro-
digiosa e repentina revolucSo se operou nos meios
de locomo^ao ; grabas a intelligencia humana, dis-
tancias j uo atterram viajantes ; es:e obstculo
de outras eras nao existe.
Patriotismo, amor do nergo, qne arreigue o in-
dividuo indissoluvelinente ao solo, em que vio a
luz do dia, tambem sentimento que os suaves
e maravilhosos inflnxos da civilisa^So tornara hoje
menos intenso e mais toleravel. As familias so-
ciaej da a^ora nao sao mais inimigos natos, sao Ir-
raaos que tendera umSo, aos lacos de amizade,
confraternis&co.
O hornera civilisadcs nao nm estranho para
outro homem civilisado ; a patria, outrora cir-
comscrlpia aos muros de nma cidade, dilatare
hoje cora os trminos da propria civilsa^ao. Sao
eff.ntos da luz oini-ta, que illiunioou os povos e
os f,-..i 'ii-.u I Tambera quasi que nao subsis-
tem obstculos de crdem artificial a emigrado do
trabadlo e dos capitaes.
O cancro da escravidio nodoa que por toda a
parte vai desapparecendo com o progredir da idea
emancipadora ; o estrangeiro, que outr'ora re-
cuava ante a idea de vir hombrear com o homem
macbioa, com o desdilo-o captivo, j quasi que o
nao v em parte algoma do mundo civilisado e o
Brasil mu breve estar nessa posicio digna de si
e d sen futuro.
A situacao do homem, que est longe da patria,
cerca-se agora de garantas qne em outros lempos
nao eram conhecidas ; meios de proleccao e geral
solicituda resguardam-lhe a vida e a propriedade.
O estrangeiro emfi.n nao fra da patria ura ini-
migo ura auxiliar urna promeisa de riqueza,
urna garanta do futuro, um hospede bem vindo.
Se era algoraa na^ao do mundo teem estas propo-
sites urna realisacio positiva, o Brasil esta entre
ellas.
Preconceitos hostis, paix5as injustas, interesses
egostas, sao sentiraenlos que se nao aninbara e se
nao revdlara na populacao brasileira era suas re-
lacoes com o estrangeiro.
Somos amigos, somos umitas vezes enlbosiastas
exagerados do mrito albeio, e Isso com prejuizo
sensivel de habilitacoes que j possuimos em nosso
propriosolo, fllhas do.nosso trabalho e solicitada.
O que daqui se cocelue clara e positivamente
que em nosso scalo, e especialmente para este
vasto imperio americano, nao subsisten] os obsta-
culos que poderam era outros tempos deter a im-
migracao de colonos.
Logo, se essa iramigracao se nao d, apezar de
condic/ies to favoraveis, porque faltan) no Brasil
as eondicoes sociaes que preparara e faeillum o
bem estar, aliberdade e a paz do immigrante.
A grande Repblica do Norte da America aco-
Ibe annualmente urna prodigiosa quanlldade de
eslrangeiros, j o dissemos e da todos sabido.
Isso tora concorrido para o progresso inconcebi-
vel e quasi miraculoso daquelle palz. Mas porque
a preferencia se decide para l,. e menospreza os
grandes recursos naturaes de nossa patria qae em
nada cede ao colosso septentrional ?
Nos Estados Unidos o immigrante europeu en-
contra, como primeira vantagem e particular meio
de bem estar, a possibildade que lhe do as leis
de oaturalisacao para participar promplamente e
sem demora dos direitos de cidado americano.
Encontra na le de alienacao do dominio federal
os meios de obier trras por pouco preco e com
a maior presteza, para emprego de sua actividade
e base de sua riqueza.
Se traz comsigo capitaes e dispoe de capacidade
para fundar nm estaDolecimento agrcola, toma
sem demora o caminho de oeste, onde estradas de
ferro sem couta e canaes navegaveis o transpor-
tara comraodamante para oseu destino. Nos pon
tos mais remotos da repblica nunca o immigrai-
te esl segregado dos centros p>puloso3 e inhabi-
litado de exportar os productos de sen trabalho
para os raercaJos do littoral ; nunca, porque o
vaperdevassou todas aquellas paragens.
Se o immigrante nao traz capitaes, toma rumo
de leste, flxa-se naqualles estados e -\bi accumula
fcilmente os meios de eslabelecer se mais tarde
as regioes mais productivas e da mais esperan-
ga no futuro.
Oro, o que deseraelhacle possuimos, e o que se
ha feto entre nos de serio, de pratlco a este res-
peito ?
Poderes pblicos com toda torga de seu pode-
ro ; iniciativa individual com toda as vanlagens
que a costumara acompanhar, ainda permanece-
rn qulas, immoveis, esperando que a Providen-
cia destra os ob.Haculos 1 Protestavam at agora
os adeptos do quietismo, qu? emquanto a es*ra-
vidaj nodoasse a nossa historia poltica social, nao
haveria meios Jo attrahir a mmigracao europea
ou americana.
Mas esta barreira esl acahir ; a base j a mi-
nou a lei de 28 de seterabro. O que se pretende
fazer era ta93 conjacluras ? Anda quietismo ? Nao
possivel acredita-lo.
A agricultura gatne em ve3peras de agona Nao
haver brasileiros que a qneiram salvar >
- 18 -
INTERIOR.
RIO DE JA\EIKO
17 DE N0VEM0R0 DE 1871.
Como todas as quesloes, a doi progresos da
: .cultura deve ser esclarecida com o que se pra-
tica e o que succede em paizes estrangeiros.
A comparaco um elemento de juizo.
Lancemos os olhos para a culta Europa e veja-
mos o que succede em dous pontos bem oppostos
ntre si, j no que respeita sua sitnacao geogra
phica j no que se refere sua economa interna e
predicados naturaes.
A Inglaterra e a Tarquia, observa nm economis-
ta, dispoera de recursos pbysicos bem diversos; na
primeira o clima sombro, ennevoado, o solo in-
urta e alagado ; a segunda possue um dos melho
res climas do manda e um solo fertilissimo. Mas
porque a gricultura na Inglaterra, produz cem
vezes mais do que na_ Tarquia ? E' qae all se
gosa de oda coostituicao poltica, ao passo que nos
dominios da Sublime Porta se vive sob o imperio
de um goverpo deploravel.
Janto verdade que, invertida a phrase de ora
-- mde ministro de flnangas, se pode dizer : Dai-
,ne'~>Q potitica, e dar voi-hei boa agricultura.*
O r<-nen0 4 propriedade e ao individuo, a igual
e justa ij-irjbujcao de imposto*, os gastos mode-
rados e reiu 0D verdadeira economa, o bom
eUdo das con-pgfcjgow e das vas de transporte
omflm a nneraaot:. 4ngtj5a e a pai &0 a cond-
cola
C.563 capazes ae aar-r8ent0 a0 traoa|no agr.
e de l^11'"*'pducclo deste grande ra-
mo da industria humana. *
mais necessarias
Mu, se liso verdade, i,
idspesayeis nio serao u ^
uflaam immigrant ao nosso ten. *f y v
O eftraogeFro qae poisue capita, dl8pomvei.
ou que se seute eom Jorgas da jreunii-,*pa C09U'
wlo em
de sen trabalho, fcilmente abaldona
iae nucen e onde a agglomeracio de >aa.vdn
prtrjudica o bem estar commura, se porventur.
Tomos demonstrado em artigos ^recdenles, que
se faz iodispensavel para a vida de nossa lavoura
a importagao de bragos estrangeiros.
Mostramos qne cumpria aos poderes pblicos
favorecer e facilitar essa importago, j modifican-
do aquellas partes da legislago que oppoem em-
baragos de varia natureza vinda de iramigrantes,
j dolando o nosso paiz de meios tac3 de segu-
ranga individual e de protecgo propriedade
que assegurem ao estrangeiro liberdade, justlga
e paz.
Por seu lado, mais do que a qualquer oulrem,
compete iniciativa individual attrahir esses bra-
gas de que a agricultura est careando. Ao go-
verno, as medidas indirectas que prepreos o ter-
reno ; as associagoes particulares, aos proprios
lavradores, as medidas directas, os convites, as
promessas, os contratos equitativos.
Abram-se estradas e canaes ; ponbam-se em f-
cil communicago os pontos do interior do paiz e o
littoral; corra o telegrapho por tola a parte, e
certo nao faltaro homens activos, trabalhadores,
industriosos, qne queiram cultivar este solo ferti-
lissimo, augmentando a sua e a nossa riqueza.
Sem taes condiedes urna utopia esperar que al-
guem se seduza por promessas engaadoras.
Ilaja tambera empenho em divulgar-se sobre o
nosso paiz um conhacimento exacto, urna idea fa-
voravel e lisongeira. Emquanto pairar sobre os
espirites estrangeiros a lembranga das calamida-
des, porque se diz que passaram conterrneos
seus ao chegarem a este imperio ; emquanto se
nio tomar a peito a defeza opportuna, prompta e
cabal de nosso ere rito, seriamente compromettido
nestas questdes, gragas ao desacert com que urnas
vezes procedemos, e exagera gao feta quasi sem-
pre aos soffrimentos dos immigrantes por espirites
pouco conscienciosos; emquanto taes cousas se
nio lzerera, mera lluso suppor-se que possa-
mos ser procurados.
Nesta disenssio somos brasileiros, e nada mais
e nem nos toldam a imaginagao interesses e am-
bigoes nem nos estimolam rivalidades polticas, que
aqu nio cabem.
Tratando-se de salvar o Brasil, entendemos qae
se nio podem dividir os nimos em parcialidades,
que s servaaa para comprometter a bem com-
mura. E' neste espirite qae se inspiram as pala-
vras, que nos saltam da penna.
Digamos, pcis, a verdade, a verdade inteira ao
palz.
Os partidos polticos teem atrazado o andamento
de nossas cousas, porque, agujados do urna pat-
xlo nfrene, se nao liraitam ao '"WP0 N,,r,eM ae
suas'Tatas. .-Miifliro
Ha quesloes em que s se ple ser b. -:.4
pertencer a esta ou aquella bandeira polu..
um erro, e mais do que erro, uro crirne.
Mas infelizmente nao assim qne sa tem enten-
dido.
Um juizo apaixmado, apreciag5es acerbas e tra-
vadas de (el, aecusagdes injastas, mal fundadas,
feilas por mero espirito partidario ; eis o que de
ordinario se ouve as tribunas e se l na impren-
sa diaria, a proposito de actos os mais pensados e
de maior acert.
^ Krn nossas experiencias passadas de colonisa-
i.'Io, como em muitas outras, a paixo partidaria
nao contribuio pouco para nosso proprio descr-
dito, porque ah vieram as exagerares, as hyper-
boles e as diatribas para se proluzir efteito sobre
o espirito publico. Es3as exageragoes toraaram.
como era de esperar-se, grande vulto longe da
patria, e l produziram ainda mais pernicioso re-
sultado.
Nao quer isto dizer que nao hoovessemos erra>
do ; erramos e erramos moito, porque alliiiomo
com soffreguidao as ciiadts e villas europeas a
individuos que-nao eran lavradores, e encujo
numero abundavam vagabundos.
Erramos porque quizemos antes amontoar do
que escolher immigrantes.
Erramos porque nao haviamos preparado o ter-
reno para essa idea.
E' esta urna conlssio oficial, que nao desdonra
a quem a fez porque a pura verdade.
Mas o que tambera certo qne a paixio par-
tidaria, e interesses de toda a ordera eraprestaram
cores mais negras ao qnadro de taes erros ; ad-
vogados pharsaicos nao faltaran que tomassem a
pello a defeza da immigragio estrangeirs, e co-
brissem aos poderes pblicos de labos infa-
mantes.
Sempre a calumnia, sempre a paxo cga e des-
vairada e empecer os progressos de toda a idea,
de todo o pensamento generoso I
Cessem, pois, estas divergencias fataes, este odio
entranbado de adversarios polticos, este empenho
de reciproco descrdito, e o palz ter lacrado
muito.
A idea colonisadora hoje um ponto, em redor
do qual curapre qae convirjam cora simultaneo e
cqmmum eslorgo iodos os partidos, todas as fac-
gdes politieas.
Ilaja auxilio e nio guerra.
A obsarvagao e a designago de erros eoramet-
lidos nao esiao fra deste circule, porque esta
designago, quando a inspira um espirito recto,
verdadeiro auxilio que se presta administragio
e ao poder. ,
Sao 03 governos como o famoso capitao mace-
donio, de que resa a historia; queria Felippe que
de tempos a tempos lhe lembrassem que era ho-
rnera para que o nio arrebatassem as grandezas
de suas victorias e de sea podero. Os governos
necessitam de um correctivo de advertencias, de
conselho, talvez de censura ; mas ludo isso com o
justo nm de conduzir pela melhor sendi.
A tribuna e a imprensa sao a nm tempo respl-
radouros e guias da opiniao publica; fazer deltas
o pelourinho de todas as autoridades um erro
que s ple gerar desastre3 sociaes.
Hija, pois, concurso de todas as vontade?, e,
sera discriminagio de bandeiras, trabalbera tedas
urna nesta grande obra, que deve levantar o sus-
tentar riqueza do paiz, sustentando a sua prin-
cipal fonte a agricultura.
Mas que arraigado no espirito de todos. E' a
iniciativa individual que cabem as medidas direc-
tas ; os poderes pblicos que preparen) o tem uo
e se limitem a esta misso que nao pequea.
Desperte-se era todas as memorias a lembranga
dos grandes resultados obtidos na provincia de S.
Paulo pelo finado senador Vergueiro, que lio vigo-
roso impulso dea colonisagao por conta do3 par-
ticulares.
Nada de centralUar as raaos do peder a inge-
rencia era todos os negocio-'.
Percorra se com ura lancear de olhos a vela
Europa e veja-se o que l succede.
E' njs paizes menos cenlralisado3 que a agricul-
tura prospara.
^A mao do poJer nao levanta resolugoes viris,
nao anima espirites de empreza; esmaga-o, por
que sou poso enorme.
Asmelhores instituigoes polticas sio as ]ue dei-
xam ao cidadao maior somma da liberdade den-
tro dos limites da ordera.
Nestas condigoas o vo rpido eo p'ogresso
infallvel.
O cidado faz-se melhor, adquire mais aptidao
para o trabalho, e sent qie a sua intelligencia
tera horisontes mais largos quando reconhece
que nada pode esporar se nao de si rnestno.
A tutela administrativa sudosa, opprirae, enfra
quece e mata o esforco individual. Daixe-s, pois,
o lavrador entregue aos recursos da sua activ la-
de. Se os governos dispozorera, como convem, o
campo em que deve s^r plantada, esta sement ri-
ca de speranca?, elles a plantario, por que sa-
ben) que hio de colher sasonados Iructos.
Misabra-se a estrada dess.es raelboramontos in-
dispensaveis, convictos de que s disto depende a
vida da nagao, emprehendam os poderes pblicos
a tarefa que Ihes compete. Dast'arte raiar um
dia claro e esplendido para o imperio do Brasil,
mais do que nunra ameagalo de urna crise tre-
menda.
( Diario do Rio)
municipio do Reeife, tenente da 1* companhia o
alferes Felippe Domingos de Soasa Leo, e eapi-
tio da 2' companhia o lente Sebastiao Manoel
do Reg Barros.
HOSPITAL PORTUGUEZ.- No domingo (3)
bouve reuoio d'assambla geral dos socios effac-
tivos, e procedendo-se eleicio da junta adminis-
trativa e da commissao do exame de conta* que
tem de fanecionar no prximo anno de 1872, fo-
rano nomeadus :
Provedor. Joao Jos Rodrigues Mendes.
PERMMBUCO.
HE VISTA DIARIA.
DOUS DE DEZEMBRO. Foi coramemerado
convenientemente o dia do anniversario natalicio
de S. M. o imperador. Durante o da estiveram
embandeirados os navios de guerra e mercantes,
as fortalezas e estagoes publicas, dando a fortale-
za do lirum as salvas do estylo.
A' tarde formaran) em grande parada, no cam-
po das Princezas, a guarda nacional e a tropa
de liona, em numero superior 2,000 pragas,
apresentando-se toda a tropa garbosa o luzida, so-
bretodo a guarda nacional, cujo porte elegante,
disciplina e bons movimentos agradaram em ge-
ral
O cortejo ante o retrato de S. M. .o Imperador,
no palacio da presidencia da provincia, foi muito
concurrido, notaodo-se ahi, alm das ofQcialida-
des de marinha, do exercito e da guarda nacional,
os senadores e deputados genes e provinclaes,
corpo consular, diversos titulares, e empregados
civis e ecclesiasuco!.
A' noute S Exc. o Sr. eonselheiro presidente da
provincia assistio ao espectaculo-gala no tbeatro
Gymnisio (Dramtico.
GUARDA NACIONAL. Por portarla da presi-
dencia da provincia, do t* do crrante : mandou-
se dar guia de passagera* para o municipio de Se-
rinhaero, ao tenente do 21* batalbio de infantaria
do municipio da Bscada, Joao Baptista di Silva
Maia ; foi nomeado o guarda Jos Dativo dos Pas-
sos Bastos alteres da 3' companhia do 6* batalho
de infantaria do municipio do Recite ; forano, no
meados para o 2* esquadrao de cavallaria, dq
**-provedor.Manoel Ribeiro Bastos.
! i "Antonio Correia de Vasconcellos.
me'ta-.';-^-0^'-
5. .ZS^-A^ Prtw.Barboia. .
Morduraos.-AltiJJo JlJ3e Antunas Guiraarass,
Antonio Gongalvos de Aevedo, Joaquira Rodrigues
Tavares tfa Mello, AntoniJ da Silva Puntes Guiraa-
ries, Bernardino Duarte Campo*, Gnilberme Car-
neiro da Cunha Francisco Jos Gomes, Domingos
Jos da Silva NoiJeira, Manoel Alvea Barbosa,
Manoel Fernandes ? Costa Eduardo Augusto
Ignacio M.reir, Manoel M Machado Joaquitu
Manoel Ferreira de Souza, t,?D J,0f6 d ^fj'
la Araujo, Jos Antonio d SousJ ^M,"'!1AnJp0!1'0
Jos Gomes, Julio Soares da Silva, c.sco Ponte*.
Exame de contas. Luiz Jos da Costa Ai.. '!.'
Joio da Silva Regada, e Manoel da Silva
gueira.
FaGULDADE DE DIREITO. Concluirara-se
bontem os actos dos diversos annos, cora os dos
seguinte* alunn -,; :
Segundo anno.Miguel Felippe de Souza Leo
Jumor, siroplesmente.
Quario anno. Jos Antonio Maria da Conha
Lima, plenamente.
Quina auno.Joio de Souza Mannho, Joio de
Si e Albuquerque e Jos Pereira Maia, plena-
mente.
VAPOR DA EUROPA.Fundeou hontem oo la-
marao, s S hora* e 3/4 da urde o vapor ioglez
Talismn, procedente de Lisboa, nao vindo para
Ierra a mala, apezar de ter ido bordo nm pratieo
da barra.
CONCERT. Tera lagar hoje na fabrica de
cerveja, ra do General Victorino, (antiga do
Sebo) ura grande concert promovido pelo Sr. Ju-
lio Poppe, intelligente maestro, bem conhecido en-
tre nos.
Do programla desse divertimanto, pnblicado no
lugar competente desie Diario, v se qae consiste
elle na exacugo, por trala e cinco msicos de
excellentes composigoas mnsicaes e do queima de
um bello fogo preso.
O jardim da fabrica Iluminado gaz e compe-
idoteaaeota preparado irlereca am ptimo centro
de distraegio.
SEDAS DE GOSTO.Para o arruazera da Nor-
ma roa do Baro da Victoria n. 48, acabara de
chegar lindos cortes de gorgnrio de seda de co-
res e outras fazendas de gosto, para as quaes cha-
mamos attengio do bello sexo.
PROCLAMAS.Foram lidos no dia 3, na ma-
triz da freguezia de Santo Antonio os proclamas
seguintes:
i. denunciagao.
Thomaz Fernandes da Cunha Jnior, cora Fran-
cisca Carolina de Brillo.
Joaquim Antonio de Mandonga Pereira, com
Emilia Alexandrna de Albuquerque, viuva de
Lourengo Jos de Carvalho.
Luiz da Costa Loyo, a "ricino, cora Flornda Ma-
ria da Coneeigio.
Alexandre Dorolho das Mercs, com Carolina
Magdalena Christina Hasse.
Sabino Hnulano Csar Gairaaries, com Ale-
xandrina Banicia do Rosarlo.
O alferes Leocadio Alexandre da Coneeigio, com
Anna Constancia da Porciuncula.
Antonio Jos Mandes, com Filonilla Olindna
Farrer.
Barnardmo do Oliveira, viuvo de Francisca de
Paula Ifioraes, com Antonia Cicilia Ra.
2.* denunciagao.
Ce3ar i Cimjello Corroa Lima, com Maria Eu-
genia da G nivea
Demetrio Chrisostorao Piras de Souza, com Mar-
garida Candida d'Assurapgao, viuva de Pedro Eu-
genio da Silva.
Jos Francisco do FigueireJo, cora Mana de
Allerao Cysneiro.
Joao G.-ngalves de Siqueira, com Mana Jos da
Luz.
O tenente Alfreda Ramos Chaves, viuvo de Ade-
laide Leopoldina Carneiro Chaves, cora Rosa de
Cjstro Foseca.
Chrispiniano Marques Noguejra das Chagas, com
Jesuioa Maria d'Annunciagi Lino.
3* denonciagio.
Hermenegildo Tibnr.'io da Silva, cora Candida
Francisca da Costa.
Henrique Francisco da Rocha, cora Joanna Ma-
ria da Coneeigio.
Fructuoso Jos da Silva e Oliveira, viuvo, com
Aqui na Emigdia Pereira Dutra.
Jos Carlos Vital, com Genesia Petronilla Cesar
de Vasconcellos.
Joio da Sila Santo', com Ciaudioa Amelia do
Amara! Raposo.
Joio Faustino Nunes da Silva, com Eurasina
Mana dos Reis.
Manoel Ignacio de Lima, sentenciado civil, cera
Francisca Gomes da Silva.
Ray nundo Libanio da Coacecio, com Francis-
ca Maria da Coneeigio. .
Simao Francisco Guerra, viuvo de Rosa Mana
do Monte, cora Brgida Dennista do Patrocinio.
LOTERA.A qae se acha a venda a 217 a
beneficio da Santa Casa de Misericordia do Recite,
que corre no dia 7.
LEILES. Hoje effectua o agente Martins o
leilao de movis, 2 machinas de costura e outro3
objectos, no lerceiro andar da praga do Conde
d'Eu n. 30 as 11 horas do dia.
Hoje as 10 horas era ponto effectaa o agente
Pinto, no primeiro andar do sobrado da ra do
Viguo n. 5, o leilio de miudezas e calcados; e
ao meio dia eflectuar o de predios conforme se
acha annunciado no lugar competente deste
GASA DE DETENCAO.-Movimento do dia 3 de
dezembro de 1871:
Existiam (presos) 320, entraran) 3, sahiram 3,
existen) 320.
A saber :
Nacionaes 229, mulheres a, estrangeiros 41,
escravos 41, escravas 4.
Alimentados casta dos cofres publC03 255.
Movimento da enfermara, do mesmo dia :
Ti v eram baixa :*
Manoel Francisco dos Santos (febre).
Antonio Francisco dos Santos (febre).
Felicidade Pires da Luz (amenorrhea).
Teve alta:
Jos, escravo de Henrique Saralva.
ESTABELECMENTOS DE CARIDADE. Movi-
mento do collegio das orphlas no mez de novem-
bro'.
Existiam 150, Eniraram 5, existem 1KB
__Movimento do hospicio de alienado* no mez
de novembro:
Existiam 79, entrara 4, sabio i, morrea 1,
existem 81.
HOSPITAL POTRO II.O movimento desse es-
tabelecimnto de 27 de novembro a 3 de dezembro
foi de 300 existentes, entraran) 31, sahiram 30,
falleeeram 12, existem 239, sendo 174 homens e 115
mulheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras estes dia* as
6 1/2. 9, 8, 8, 6 1/2,6, pelo Dr. Ramos, as 7, 7
1/2, 7 1/1, 7 1/2, 7, 7, pelo Dr. Malaquias.
Fallecidos.
Manoel Felippe da Silva ; baxigas.
Rita ; enterite chroniea.
Mana Joaquina da Coneeigio.
Luiz dos Santos ; enterite chroniea.
Luiza paralysia ascendente.
Mara Thereza ; erysipella.
Francisca Mana da Conceigi) ; amolecraento ce-
lebra'.
Luiza Maria ; febre cerebral.
Sfia M. Francisca de Paula ; tubrculos pul-
monares.
Jos Francisco Pereira ; sehyrroze uo ligado.
Jos ; tubrculos pulmonares.
Maria do Carino; alcerago gangrenosa.
COMARCA DE FLORES.-Aeabamos de recc-ber
de Flores una carta de pessoa fidedigna, que
assira se exprime :
O celebre tenente Vicente Ferreira Lima, es-
cudado com a impunidade da seus antigos delic-
ian, tem ltimamente praticado grandes atrocida-
des. Ha 10 para 12 dias, acompanhado de 2$ e
tantos facinerosos, foi villa de Patos, e all ata-
cou o juiz municipal Dr. Aurelio, a quem nio as-
sassinou, como projeclava, por terse Ibe cnido
'is ps urna tilha do dito Dr., na occasiio em que
aneii'*va a 8arRanla deste e lhe esfregava no ros-
toorii c,!"''1'16' Depois de tamanhos desacatos,
ordenouao n'1, Ju'z ,nu,,ic'Pa' Que dentro de 24
horas se retinsse 'h 'f0',90b peDa de mor,P-1
. S.bndo dahi esco:"ad0 de muot se,lU1'
to, de que faziam parte a^ scbnnhcs seus, cerca
rara a casa de um tal BomAm, a 1uem. d*P0'4 de
alguina resiseu;ia assassinarara ^namoaram
outros. Prospguirara no empenho u." assassina-
rem oulros individuo*, que nio morreram jorque,
avisados da marcha dos facinorosos j era nu.1'e"
ro de 50, pozeram-se era caotella.
Depois de todas essas correras atrozes, du-
rante as quaes nio encontrou alguem que per
parte de el-rei o contivesse, recolheu-se casa de
sua residencia, no termo de Iogazeira, ameagando
de fazer all novas victimas; sendo as mai- indi-
gnadas o professor Marcolino Antonio Xavier, e o
subdelegado de S. Jos.
A' vista desles factos, que sio verdadeiros, e
das ferozes disposiges em que se acha o dito Vi-
cente Ferreira Lima, estou vendo a hora que se
dio sceoas t istes em Iogazeira, onde nao ha tor-
ga nem quem della use ; e por isto seria conve-
niente que V. chamas.-!' a sena attengio do gover-
no para o dito termo, cujas ms circunstancias
reclamam nm delegado militar cora ura forte des-
tacamento. Se esta providencia nao for lomada
quanto antes, ver qne as rninhas previsoes se has
de reallsar.
PASSAGEIROS Sabidos para a Ilha de Fer-
nando no vapor Giquii :
Francisco Xavier do Paiva, Ignacio Neves de
Araujo, Laurentino Jos A. Leal, Jos Dias da Sil-
va, Pedro Marcolino dos Sanios, Antonio Luiz Fa-
gundes, brigadeiro Hygino Jos Coelho, major An-
tonio Doruallas Cmara, capitn Harculano G.
Souza Magalbaes, 12 sentenciados de polica, 14
pragas, Jezuita Clemente Negri.
CEMITERIO PUBLICO.-Obituario do dia 1" do
correnle :
Antonia Maria do Nascimento e Silva, parda,
Rio-Grande do Norte, 37 annos, solteira, Boa-Vis-
ta ; tubrculos pulmonares.
Valentina, preta, Pernambuco, 2 anno?, S. Jos;
bexigas.
Mathilde, parda, Pernambuco, 2 annos, S Jos;
congesto cerebral.
Jeronyrao, escravo, preto, Pernambuco, iO an-
nos, solteiro, Santo Antonio; lezao orgnica do
coragio.
Manoel, pardo, Pernambuco, 1 mez, Santo An-
tonio, Casa dos Expostos; febre intermitente.
Lniza Mario, parda. Pernambuco, 20 annos, sol-
teira, Boa-Vista; febre perniciosa.
Tertuliano Marcolino da andeia, pardo, Per-
nambuco, 30 annos, casado, S. Jos; varilas.
Bernardina Maria Ferreira, pieta, Pernambuco,
14 annos, solteira, Boa-Vista; tubrculos pulmo-
nares.
Idalina Fiancisca Rodrigues, parda, Pernambu-
co, 25 annos, solteira, S. J js; varilas.
Maria, preta,Pernambuco S. Jos; espasmo.
Joaquim de Albuquerque Mello, branco, Por
letras.........../I,474:187J370
Letras pagar....
Ttulos em eaucao
Diversas contas...
e deposito....
2,477:030J6<>
6:790^49i
i'll.lHl :.;
275 681*510
3,0O:6O3j62O
S. E. & 0.
Pernambuco, i de dezembro de 1871.
J. D. Bloxham, manager.
L Hendersul, accoutant.
PUBLICACOES A PEDIDO
tugal,
rlia.
53 ancos, casado Santo Antonio; diar-
i
pardo, Pernambuco, 20 ann,
Albino Nunes,
solteiro, S. Jos; marasme.
Vicencia, parda, Pernambuco, 14 raezes,S. Jos;
bexiga*.
M.ria do Rosario, preta, Pernambuco, 40 annos,
estado ignora-=e, S. Jos; hydropesia.
Amaro, pardo, Pernambuco, 2 annos, S. Jos;
ioterite.
Maria, parda, Pernambuco, 8 das, S. Jos; es-
pasmo.
Jos Francisco Fereira, pardo, Pernambuco, 42
annos, solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro 11 ;
schyrroza no ligado.
Amelia Maria Francisca, parda, Pernambuco,
2o annos, solteira, S. Jos; tubrculos pulmona-
res.
Jos, preto, frica, 90 annos, solteiro, Boa-Vis-
ta; tubrculos pulmonares.
Maria, branca, Pornambuco, i anno, Santo An-
tonio; convulsdes.
Maria do Carreo, prea, frica, 70 auno*, soltei-
ra, Boa-Vista, hospital Pedro II; ulseragao gran-
grenosa.
Augusto, preto, Pernambuco, 48 annos, solteiro,
Boa-Vista; delirios tremes.
Joaquiaa Heoriqueta Pessoa de Lacerda, brauca,
Pernambuco, idade ignora-se, casada, Afogado ;
hvdropesia.
"Antonio Francisco da Silva, parda, Pernambu-
co, 18 annos, solteiro, S. Jos; plhysica pulmo-
nar.
Maria, parda, Pernambuco, 4 mezes, S. Jos; nm
tomor na cabega.
Manoel, branco, Pernambuco, 18 mezes, Santo
Antonio; gastro intente.
ENGLISH BANK OF HIO DE JANEIRO
LIMITED.
Capital do Banco em 50:000
accoes de 20 cada urna 1.000.000
Capital realisado......... 500.000
Ftmdo de reserva........ 120.505
BALANDO DA fcxA FILIAL EM PERNAMBUCO, EM
30 DE NOVEMBRO DE 1871.
Activo.
Letras descontadas............. 1,195:337*900
Emprestimos e contas caucionadas **:***ZS
Letras a reeeber............... t8: !ft?ti!A
Garantas e valores depositados... 441:101*.lo
Mobilia te. do banc*.......... i5:52S{Sft
Diversas contas................ ?AS'!?TSn
Caixa.........!T!8PN.......- 1,107:611*130
Rs. 3,200:603 J620
Passivo.
Contas correntes sim-
ples.........
Deposito a praso flxo
com aviso e por
1,001:842*890
O iiietkotlo Xaba e o Sr. Ir.
Collado.
IX.
E materia do artigo presente a historia do Ejyp-
to e da Grecia.
Nem de um nem de outro paiz se faz mengio no
map.a e o Sr. Dr. Collago .- nos falla fia Grecia o
nio do Egypto.
Tendo de tratar desses povos, principalmente
do segundo, adiase o espirito eoleiado entre a*
mil verses e fbulas qu? Ibe attribuem, por quan/
to a historia inteiraraente deficiente e chela das
maiores e mais encontradas opinioes quer sobre
a succe3so das dynastias quer sobre sua enrona
logia.
O Egypto apreseota-nos tolos 03 embarazos pi-
ra base certa e verdadeira sobre a sua historia.
Entretanto para mostrar que o mappa Ziba
presta-se a receber a historia universal exemplifl.
carei cora um reiuado na historia do Egypto.
Ser o reinado de Sesoslris ou Rhamss 111, o
monarcha legendario dessa nagao e cojos factos
ronstiluiram sempre o orgulho do Egypto e a*
mais apuradas investigagoes da archeologa na*
pessoas de Cbampollion, P.ougc, e outros.
Deve-se ter em consideragao que a cbronologia
egypcia extremamente dividida segando os his-
toriadores e arebeelogos, taes como Ch. Figear.
Letronne, Lenormant, Boech, etc.
Cor de carmira Egypto.
No anno 1571, qnlnto compartimento ebeio, Sa-
sostris soberano ; moldura, divisa i do Egypto enr
36 nomes ou provincia, e sua generosidade para
cem os criminosos polticos; no anno de 1569 pri-
meiro compartimento cheio, guerra cora a Eihio-
pia que vencida e que paga ura fibnto em ba-
no, ouro e marphim ; em 1567 moldura, esquipa-
mento de urna frota de 400 volas no mar Ei v -
ihreu ou Roxo e Mediterrneo; segando com-
partimento cheio, conquista das ilhas do mar Ro-
xo e das costas da l'henicia, e das ilhas de Chynr
de algumas Cycladas por seas generaes; 1564
moldura, passagera do Ganges; 1563, primeiro
compartimento ebeio, guerra com os Scythas Thra-
cios *e Colchs, que segnndo Herodoto e Diodro
loram vencidos, e segundo outros foram vencedo-
res ; no anno de 1763 segundo compartimento,
um circulo, colonia egypcia estabelecida na *'<-
chida ; no anno de 1562, oitavo compartimento
cruz grega conspiragio de seu rmo regente Da-
nas para expulsar do (hrono a Sesostris; pri-
msiro compartimento cheio, Sesostriz vem de sua
expedigio e d batalha a seu irmio que vencido
e foge ; no anno de 1560, moldura, elevagio de
dous soberbos manolilhos, em Mempbis fronteiros
ao templo de Pbla-Vulcano em commemoragio d*
suas victorias; ho anno de 1339, quinto compar-
timento cheio, Menephta II succed a Sesostris.
Eis escripto o reinado de Sesostris no mappa
Zaba, tendo deixado de enumerar as duas gran
des empreza3 suas, das guerras da Arabia e da
conquista da maior parte da frica, isto da Ly-
bia, as quaes foram no reinado de Osymandias
pae de Sesostris. Ainda ha dous outros factos que
se podem repnsentur por molduras nos respecti-
vos annos e sao a edificagao de templo) em cada
urna das cidadts do Egypto, assim como as ron
ralhas de Pelusa at Heliopolis com 175 e mtia
milhas de extensao.
Exeoaplilicarei agora quanto a outro povo, o
grego com alguns fados.
O mappa Zaba nao lem esenpta a hi>tora da
Grecia logo nao presta, o argumento levialluin
dos impngnf dores do dito rnetnodo, mas tenho a
conviego, que provem apenas da irretlexo e
precipitagio com qae olharam para o mappa sem
procurar" tuda-lo.
Pode-se designar a historia da Grecia por urea
cor qualquer convencional ad libitum do que a
escrevi; ajmitta se a cor rxa para a un Dista-
rla.
Podia-sc ficar salisleito sob tal razio, pon n
querendo por mim epara o publico ser, escrnpo
loso, designarei cada urna das repblica* ou esta-
do da Grecia sob um) cor particular, assim i
vez de toda Grecia ser representada pela cor ; x ,
ser esta applicada a repblica do Alhena; e n
carnada amarante, a Timbas; a cor de rosa a M >-
cedonia; e o encarnado cor de sangue, represen-
tari os outros pequeos estados da Grecia.
Como na historia antiga ainda representam ca-
iros estados, como o Ponto, a Armenia, a Syria
designar-se ha pela cor de violeta os estados da
Asia menor, ou por outras cores raalizes desta ou
de outras. .
Carthago, essa grande repblica qnetozcin.-
por trra as aguias romanas que em tao ponr "
tempo fez entrar o desespero dentro do* muros de
Roma e qaasi Ibe applica o delenda Roma como
Cali fez appli:ar o delenda Carthago, ter um*
cor especial para representa-la escrevendo as
guerras do Timoleao, Agatocles e dos Mercena-
rio*. .. .
Passo a rao'trar a verdade do qne digo..
Principiare! da abolicio da realeza era Amo-
na*.
Cor roxa.
No anno 1902 ante de J. C. moldura, granJ-
aconiecimento, abolgio
creagio do3 Archontes ; 5 compartamento che i
Medon 1 archonte perpatuo ; no anno 1090, cir
culojno 2 compartamento, colonias atlicas na Ai
Menor.
A historia quer athenienae quer dos outros po -
vos poucos factos nos aprsenla,enumerando ape-
nas o* seus archoutes ou ris, assim pa3so a
apontar algnns factos celebre?.
No anno 622, 5 compartimento cheio, Dracon.
archonte ; T compartimento meio cheio, publica
co do cdigo draconiano; no anno 588, V com
partimento cheio, Cylio; 8 compartimento erez
grega, conspiragio de Cylo; no anno 593 4* com-
partimento cheio, Epimenides; no anas 594, ;>*
compartimento ebeio, Soln, archonte; 7o compar-
timento meio ch6io, cdigo de Solofl ; moldar.
Soln divide os athenieuses em calhegorias etc.
no anno 493, Io compartimento cheio, tuerra do^
Medas; 490 1* compartimento meio eneio bit*
Iba de Marathonia e'c.
Thehas, cor encarnado amarantho.
Sirva de exemplo os factos que escrevo : no an-
no 379, 8* compartimento cruz grega, conspiraga
de Pelopidas, e sna expulsas ; no anno 374 1*
compartimento cheio guerra com os -CorinthK s
no armo 371 compartimento ebeio, guerra con.
Spartha, batalba de Leoctras : 4* compartimerl>
celo Epaminondas e Pehpidas ; rooldnra, fueda-
rf,e de Megalpolis; no anno 368, f *P*r:i-
ment cheio. goerra eontra Alaiandre de Phcresi
no anno 363 eompartimento meio eneio, bau-
Iha de Mantioa ; 4* compartimento cruz I l
nvirte de Epaminondas te etc-


I
s
, m wmwi on a nm -uf
riv d Vtrnamboc t-
Ter^a
ffira 5 da Dezembro da 1871
MI
Bil QKMi
Spartha, cor da trra sienne.
No anno 884,,4o compaiimeato cheio, Lycargo ;
T compartiraeoro meio cheio, eon^iituiglt) de Ly
cargo ; naMflj,774, i* compartimento cheio,
(Hierra messenlafa, oo anoo 681, i* compart-
ment cheio, t^joerra m9sseniana ; 668, 2* com-
partimento cheio, conquista da Messcoia ; no au-
no 514, 1* comparfiraento cheio, guerra com Ar-
fo, etc.
Tome-se ama cor qualquer para Carthago, seja
cor de trra italia natural.
No anno 510, 9 compartimento rodo chelo, tra
tado de coramereio entre liorna e Carthago ; nu
anno 479 Io compartimento meio cheio, batalha de
Himra perdida pelos Cirihagia zes ; no, anno
409, compartimento cheio, gama com Syracu
sa ; no aun) 403 9' compartimento cheio, tratado
de paz ; no anno 211 8 compartimenti cruz gre-
tr, guerra civil do Mercenario; no anno 238,
2* compartimento cheio, Annibal principia a con-
quistar a Hespanha, at 2(9 em que se declara a
2" pnsrra pnica.
Eis alguns factos para servir da exeraplo.
Q e os diversos paizes podem ser represrntados
no mappa Ziba, Oca mostrad, sendo que quando
se esgolarera as diversas core?, repres?ntar-se-
ho os outros paites por cores duplas; por exem-
po Syracusa, preto e encimado e assim esere-
ver-se-h a sna historia.
Paro aqni quinto as exemplificacSes sobre os
diversos paizes.aque Uca dito demais para o tiin
a que me propuz, (tu era provar qnej o methodo
Ziba tinha raerecimnnto e que o mappa palia
rauito auxiliar o estu lo 1: historia.
Agora passarei a rleduzir outros argumentos em
favor do methodo 'iba, testa como sor elle adop
lado em varios paize?.
E' a materia do artigo seguinte.
Recife 3 de dezembro de 871.
( Coutinuar-se-ha.)
Jos Augusto remira da Costa. ()
jOisse a la eelypsada V. porque deixou tima
liona p?r* assignar na outra linha emaora bem
junta aq'oella. Ks"p- :irui,:m sern. *& m em tenco e privenrii -por Jtj ??!. eu. c-o
endi assignar. A la, m s V. n'o pode dar to
grande prejuizo as?igo?.ndo coca desperdigo urna
linha, erabora outro nue tambera ts-nh* de asig-
nar, o po-sa fazer em aquella, desta forma V. pv
comproraette como respon-avel desto li-ro do re
nosso senbor. Re o its qoaixe-so deste crime de Isa magestade.
La, ainda roais arrogante atrevidamente, V. vja
qne en nao sou menino de esc >la para semeihant--
aranzel. Re-pista-i-qual dos (loas, qual das duas
(nal das duas cousas. Lua, V. com as suas as-
signaturas, qaasi semore faz a nena mais ou mi-
nos salpicar a falla do livro. Resposta, pois p.'.ra
eu nio ecntinuar, pegue me na mo que segara a
pena de ferro usada p.-r grande corporaco d.:
illustres tlns com minha alma sera acci. E' claro
sabido e applaudido, o vr.la'le'ro Cuidado que a
tas. sempre empurren nos livros qia par grac- fa
Daus", 0 favor dos homens Ibes sao coi linios,e jas
lamente o pala a causa d sna perinu'aca.j de
Jl-rudes para atos, e curda leste mysterio, laso
possuilo da mais viva civilisacio e moralidade,
per*nte quatro eldadios, atacar, interrogar aecu-
sar pir escorrcn'-'ias taes, aqtielle que quando
elle chegouj o acliou at eoto, harmo-iisalo com
os que se cc-mpoe a corp iraca i, que por repetida:'
"vetsa Sii5C?hor*a do dia, fwnj na porta
de um convento Vetes eleico OU piquete de relo, e al raaiw de po-
bres, que por testador nao buscar o pao da can
dsdt. Reaiaente bem parece bi raiao, q-ie an
tes a lua nvirneule a maudo ao prximo couio a si I
mesrno. anles eontiouei a resar publicamente, a 1
Triniadc, lendo bem postas suas diligentes ni2vj
no meio da ru>.
Cuanbarei na realidad-' se preciso fr
Recite, 1J de dezembro de 1871.
V.
Por ocaso assistiraos a ranio pirata do da2
da corrente e fom >s soror :soa d > numero de cor
pos que se apresenlara n, e i*o as-en o instrueg i
que mostravam.
Pareca qua a guirda niclon.il marjhava a sui
dissolacao, graejas, porm, ao impulso que Ihe tem
dado o actual commandaote superior, coronel Ao-
lonio Gomes Leal, e os digaos tora manda o tes e
cfftciats dos diversos cirpos vao e-tes como qne.
auiado do marasmo em que estavam. Ljuvures
ijaa dados a esses offkiae*.
'iae nenhum arrefe?), e que po-sa a guarda ci-
vica, sob os eslorQos seus to dignos chefes
a resentar o brilbantismo, zelo e aplido que
p-r de3ejar e de esperar qae tea ha.
Si bdm que muito j se hija feilo, ainda resti
fazer alguma eousa o se cons-gaii bavenio har-
mona, prudencia c iposicao.
Um espectador.
THE ALLIANCE BRITfSiM ^ FOftEIGN.
Life and Klre Assorano Oropany ealabelecid
wn 824. Capital e 5,000,000
Os agentes desta eompaahia tomara seguro.-
onta rogo sobre predios, gneros e fazendas t
oagam aqu prejuizos devidamente provados.
'.Pabe Schmettau & C
Corpo Santo n. 15.
Seguros mira-rogo
COMPANHIA
NORTKEfffl.
Capital........20,000*00SOOO
Fundo de reserva .... 8,000:000i00(<
Agentes,
Mills Lathan C.
SEGURO CONTRA FOGO
Tho Liverpool Lorvlon & Glob
Insurance Compaay.
Agentes :
Sannders Brothers 4 C.
41Corpo SantoM.
PRAGA DO RECIFB 4 DE DEZEMBRO.
DE 1671.
AS 3 1/2 HORAS DA TABDI.
Colaces officiaes.
Aleodao de Govaona 1" sorle 531 rs. por kilo.
'jambio- -3obre Londras a lJ0 d/v. 2o d. por i 000
l. G. Stopple,
Presidente.
P. J. Pinto,
Secretario.
ALFANDEGA
lendiiner.to do da 1" . 65:.^0770
't^ra do da 4 , 60:347*003
125:9284433
"??;>'?..:.ist<< (Sa alfika!ea.
i'olames entrados com fazendas 86
i cem generes 473 -----561
Volamos sanidos com fazendas 122
com gneros 727
819
De^carregam h ije 5 de dezembro.
IIarca francezaVerid'.anamercadorias.
Darci ingleaP7m' n'-banha.
Oirca ioglfZ Witle Queta earvao e mnchioismi
Brigne ioglczPalmefarinln.
Patacho inglez Jaime Walter varios genero?.
Palach i norte- allemaoA vaneeidem.
Birca inglezi Princesse Alexandrafarinha d*
trig).
B'igue mrle-allemlo,Ucerne idem.
Brigue am:ricanolK Barca inglezi Wuluhal Tayne -meroador1
Patacho americanoCofrera -farinha -is.
Eingse logteMaid of Glanovtne .^trigo.
Patacho aostriaeoCotebret' arvao.
P.tachi norle-alleraSo J'
gneros. .-M Sop'ne vario
mato i Tt oelgosto, tic prohibida a venda das
carnes verdes alem das 5 horas da tarde, e duran
ts o verilo, di 1* de seiemhr a 30 de abril, a
mesma prohibico alem das 4 horas da tarde : os
infractores seraa punidos com a multa do fO| oa
cinco dfas t prlsao, e soffrero o dobro rlra rein-
cidencia.
ArL Fie* prohibido laocar-se, como despejo,
qualquer objf ci que coi rompa as aguas dorio
Beberiba emtodo sea curso : os infractores serao
ponidos com a multa de 10* ou oito dias de pri
rao, e o ibro na rein adeneia.
Art. 3* Fu prohibido era todo curso do rio Be
beriho derrabar-so e inutillsar-se por qaalqner
modo a krvore, que era suas margeos sombriam
s'auas: e multa de 20* ou oito dias de prisio, e o dobr na
reincidencia.
------------
Perante a cmara municipal desta cidade
estar em ha-ta pblica com o abate da quarla
parte, para ser arrematado por quera mais ofere-
cer, no dia 14 de dezembro prximo vindouro, o
imoo-to de 60 rs. por eada p de coqueiro de pro-
dnejao, exceptuado dez pe> para o aso do pro-
prietaro, pela quantia de 870*.
Os pretendentes devero comparecer no referido
dia competentemente habilitados na forma da lei.
i'.h; i da cmara municipal de Olinda 30 de ao-
vembro de 1871.
Matioel Antonio do3 Passos e Silva,
Pro-presidente.
Francisco Alexandre Dornellas,
Porteiro interino no impedimento do secrftsrio.
Vetativo a
"^a cidade do
'.nsiruecoe3
'juantia de....
obras
despachos
Io de
To
onte-pio portuguez.
Teve Ingar eo 30 do mez ultimo a posse da no-
T5 directora ijre idida |ieio o alegro e hone>to
carcter do Illm. Sr. Amonio Baptista Noga*ira.
E' de esper?r qua S. S. nlo se descollar de pro-
seguir n'uma administrar! de fecandos resulta-
dos, como foi a que largou o pider. S. S. exten-
"ameale reUcionado, j ex; "rmentado na pratica
u-iiiiinistraiiva rene os predicados indspensaveis
s realisaQo do elevado de>igio, a qaesio um
lauto de querer e S 5. certamente querer. O
i -.'inento do qnalro social, nma severa e resine-
ra tisealisacao na applicai;> das rends da soe-
dada e por consegumte ai ui-i^ao de n iva- apo
te* da divida publica que vieram augmentar o
capital existente, fui urna das orincipaes tarefa.
11 i raasacta directora, qu. ;hi et exaltando o
n rae daquelles que foram :n.-ansaveis em con cor-
rer iara to ootre fim.
O impulso dado.u qua 1ro social "la ex-d r. v
loria de certo um legado de severa respoosabi-
'ale que cabe a actual.
l para esto assumpto
espirito dos assjciadus,
e esta le p, aliento ao
i un attitade.
S 'berbameote exigente, c. mo que esperando que
t'T'os c esforeos serierntiregados para a acquisi
cao (com a divida cautela ) d i pessoal para o
qaadro ascial. No empreo det expediente, to-
a. o retardamento inglono. Feiiciia leste lugar a alertada escolba do Sr Nogaeira, e
confiamos que sua alminisiracjh, ser tao justa,
quanto honesta, lio sen-ata quanto Ilustrada, tao
grandtesa, quanto f.cunda.
O lempo iBcumbir-se-na de demonstrar, que
nao seremos illud:dos em nossas esperanzas em
aossos desejos e previs -s; tal a conflanca qne
depositamos na directora presidida pelo Sr. o
gueira, e que a sociedade ter de exaltar o mime
de S. S., a par de um carcter nobre e elevado do
muito que ter de lucrar de sea zelo, aclividade e
circumspeccao.
Duas paiavras ao conselho fiscal, composto de
Si cavalheiros, presidido pelo o Illm. Sr. commen
dador Joo Lniz Ferreir.i Ribeiro, tamben nutri-
mos todas ai esperanzas, -"e qae, compreheoder
qae ama fecunda admioistraejo nao consiste ape-
nas em fi.-calisar o simples expediente, qae Ihe es-
t sngeito, e sua ralsso v.ii mais lonye, ccadjuvar
a directora em qaalqner inspirarlo nobre e jus-
ta e era nosso entender o que Ihe enmpre.
Se assira o fizer ter conquistado um irrecusa-
el direito de grtido dos tenhores associados.
Um por muitos socios.
Protector i das fimiliis
Astociaco brasileira de seguro mutuo sobre a vida,
regida pelo Banco Rural e Hypothicario do
Rio de Janeiro.
Lqaidacao de 1871, primeiro quinquennio social.
Os quioboes correspcodenles a cada contrato
mostramura lacro de 80 a 116 per cento, assim
nos contractos de contribuir! nica, como nos de
annnidades, attendendo se nestes ao lempo medio
qaeoeagital permanecer na assoctacao durante
o quinauennlo.
Recite, 1 de dezembro de 1871.
JV. F.de Viiat.
COMMEROH).
IMPERIAL
Companhia de seguros coutra
fogo.
'-' r'.portaco no dia
dezembro.
Pri-i. os portos do exterior.
""* No bi.gue portuguez Trinmpho, para o Por-
loYtf*-jou : Antonio Gomes Miranda Leal 2 gar-
"'"es com 32 litros de agurdente e 4 barricas
'jora 125 kilos de assucar brinco.
Nf escuna portgneza .4jna, para o Rio da
Prata, earregou : P. M. Maury 40 pipas com 460
iitros de cachaca.
Ni navio mglez Courier, para Liverpool, car-
reparara : Birtholomeu & C. 329 saccas com
13,766 kilos de algodo.
Na barca ingieza T/njal Svn, para Liverpool,
,;irrpgaram : Johnston Pater i G. 250 saccas em
16,573 kdos de algodo.
No brigue inglez Rover, para Liverpool, car-
regaram : ilL Lathaa & C. 316 saccas cora
22,266 kilos de aigodo.
Na barca ingleza Rosalie, para Liverpoil,
carrearam : rTenry Willmer 4 C. 336 saccas
com i't "OS kil 's do algodo.
Na barca franceza Granville, para o-Havre,
c.irregaram : Fissel freres & C. 522 saccas com
30,904 kilos de algoJo.
No patacho hespanhol Jaine, para Bnrc.-llo-
na. carregoa : P. M. Maury 124 saccas com
8;<)89 kilos de algodo.
Na galera portugueza Lisboa, o-.ra o Porto,
carregou : Jos Joaqaim d Cos'a Maia 134sac-
cas con 11,954 kdos de algodo.
No brigue portuguez Catete, para Lisboa,
Cctrregaram : Jos Vicente Goiiaho 1 harnea
cuio 6 kilos de assucir branco ; Amurim Irmos
& G. 500 saceos com 37,500 kilos de assucar mas-
cava i o.
Na baria portugueza Diana, para o R-o da
Prata, carregaram : Jos da Silva Luyo & Filbo
400 oarrica^ com 43.920 kil s de a*suear branco.
Na barca ingloia Hele Fentayser, para Li
verpool, carregaram : Mills Lathan A G. 1,200
Sceos com 90,000 k'los de assucar maseivadj.
. No navio austraco hispa, pan M .rceille
carregaram : Keller & G. 700 saceos com 52,501)
kiios de assucar mascavado.
o brigue pirluguez Relmpago, para a Por
to, caTfgirem : Soares Primos 300 saceos com
22,500 kilos de a-sucar branco.
No lagar norte-allem Hong A'mo, para o
Rio da Prata, carregaram : Pereira Garneiro A G
0-iO barrio is com 100,238 kilos de assucar braucj,
'ara os porto-do interior.
Na barcaca Henriqueta, para Mossor, cirre-
param Oh v, ira Miran la A G. 5 barricas com
2l)i k-los de assucar refinado ; Manoel Fern ndes
Fon te, para Maeo, 5 barris cora 480 htro3 to
agurdente.
N i pllnbote nacional Rpido, pora o Rio de
Janeiro, carregaram : Soares Primos 700 saceo
com 45,000 kilos assucir branco ; Amorim [rotos
A C 300 ditos com 2,300 ditos do dito ; Luiz Jos
da Silva Guimares 500 ditos com 37,500 ditos de
dito.
RCCEBEDOR.IA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO.
Rudimento do dia 1 2:887*473
Iciem do dia 4...... 3.299*601
A cmara municipal desta cidade, tendo de
levar a eifoilo a oonstruecSi de seu mercado pu-
blico, convida aspessoas que se qorerero rrcir
regarda mesma einstrnecio comparecerem ha
mesma, no prazo de 60 das da data deste, para
se effecluar a arremataco mediante o orcamento
e a planta approvados, que sa acharo na dita c-
mara e podera ser examinados por quera quuer
arremaiar a supradita obra; tendo am vista as
condici'es absixo mencionadas.
Paco da cmara municipal do Recife, 29 de no-
ve-ir tiro d 1871.
Ignacio Joaquina de Sonta Leao,
Pr-preiidente.
Loureoco Beierra Garneiro da f> ^^
Se-retario. -,'*.
QSQIulas especiaos para o contr;-,,
conitrueco do mercado f:'a'ocq
Recie.
Art. 1." A construios do mercado publico da
cidade do Recife, sera leita de conformid-^* rom
a planta e orcamen'o ipprovado e as
do eoeenheiro fis:al da ebra : pela c
385:0CO000.
Art. 2. O empreiteiro ta* ,.
dentro do prazo de tres comec,^.p,
de viole mezes toaU-1 -*te5 e .as f0B"'"irs D0
trato, sob pena d* -M da MfeMm;* con-
meiro caso e 5 Tira mnlla de o00 ao P*
Art. 3.- 10:000* no segundo.
c5es O pagamento ser feito em seis presta-
,v .oaes. A primeira croando o arremtame
signar o contrato, a segunda quando mostrar o
ccnlieciment de ler embarcado toda a ferragem,
a le: caira quando tiver feito a terca parte das
obras, a quarla quando esliver executados os dous
tercos das ditas obras, a quinta quando esliver
ooclnindo todo o edificio, a sexta seis mezes de-
pois de execuudas e c-mcluidas todas as obras e
conservadas.
Art. 4 0 empreiteiro ter um enzenhelro en-
cai regado de dirigir as obras era execucao.
Art. 5." O empreiteiro ebrigado a fazer por
sua conta e sera direito algum o excesso de ferro
funlido, bando oa laminado qae por ventura baja
8t o peso de 5 toneladas, alem do calculado no
ornamento.
Xrt. 6. O contratante e seas s icios se os tiver
nao poderao em temp algum allegar perdas e
daaos, nem osar da encapacoes algamas para
o que renti'bciam a todcs os cargos fortuitos.
Art. 7." O cuntraiante prestar urna flanc da
80:0003000 jura o pagamentoMas prestarles que
liver de r. ceber.
CONSULADO
Rendimecto do dia l" .
dem do dia 4 .
6.187*074
PROVINCIAL."
. 6:152*912
. .. 7.619*351
13:778*263
Navio entrado no da 3.
Ilamburgo19 das, ptacho norte-ieniao Mara
& Sopltie, de 146 toneladas, capillo G. II M.
Fiscbbein, equipagem 8, carga differontes gana-
ros ; a Gandido Alberto Sodre da Molla.
Navios entrados no dia 4.
Liverpool3i das, barca Ingleza Wilch of Ihe
Teign, de 246 t meladas, capitao I. II. Hutchmgs,
equipagem 10, carga varios gneros ; a Joans
ton Pater A G.
Swansea32 dias, brigue inglez Zeus, de 190 to-
neladss, capilao M. Pherson, equipagem 9, ear-
g carvo ; ao mesmo capitn. Veio refrescar
e seguio para Shanghae (oa India).
Navio sahido no mesmo da.
Una de Fernando.Vapor nacional Gimi, com-
mandante Pereira Marinbo, carga diffrentes g-
neros.
Observacao.
Appareceao norteo vapor inglez Talismn.
EDITAtS
AGENTES
S. P. JOfflSTOX & C;
Raa da Neazala-aova a.
4
() Achando-rae eicommodado as im como ten-
do me retirado pa.ao mato por dias o sobrecarre-
nioe alguna trabalboi oi-me abstalamente im-
^juml pablicar o presente ?r|go mais cedo.
-r A cmara municipal da cidade de Olinda faz
Sublieo aoaseus municipes qua a Exm. Sr. presi-
ente da provincia por port ria de 23 do crrante
approvoa provisoria ente os artigos de posturas
abarxo declarados ; e para, am checueao coahe-
cimento de todos man Jou fzer o.presente edital,
alBxaodo o boj Lugares da costme a publicar pelo
(Harto.
1*350 da cmara municipal daeiale de Olinda,
30 de novembro de 1871.
Manoel Aixooi dos Passos e Sil 7a,
Tro presideate.
Francisco Alexaadre Dornellas,
Coi tetro interino no impedimento do secretario.
Art. 1' Darante a estadio iovercosa, do Ia de
FrtCuliade d Direito,
De ordem do Exm. Sr. d-rector faco publico a
lista dos estudantes que foram habilitados para a
prova oral de inglez. que dever coraecar amanha
S de corrente.
"S-cretaria da facnldade de direito do Recifey4
de dezembro de 1871.
O secretario, i
Jos Hanoi 10 B. de Meneses.
1 Affjnso Olindense Ribeiro de Suia.
2 Alfredo Moreira Gom-s.
3 Albano do Prado Pimentel.
4 Aloxandrino Dias Guimares.
5 Ant-nlo de Arruda Beltro.
6 Antonio do Gaimo Seraflm e Silva.
7 Antonio Jos Ferreira.
8 Amonio Marques de Araorim Jnior.
9 Antonio Marques da Silva.
10 Antonio Philadelphn de Alella Patricio.
11 Antonio Warderley Navarro Lins.
12 Arralado Francisco Nigueira.
13 Accendioo da Slva Villar.
14 Augusto Pereira Pinto.
15 Bem.rlino de Sena Ribeiro Jnior.
10 liarlos Samuel de Araojo.
17 Cyrillo Ozorio Porfirio da Molta._
18 Domingos Jos Ferreira Guiraare1.
19 Egidio Osorio Porfirio la Molla.
20 Fe iciano do Reg Barros Juoior.
21 Francisco de Assis.
22 Francisco de Assis Roza e Silva.
23 Francisco de Assis Brito Jnior.
2i Francisco de Assis Bezerra Jnior.
25 Francisco Barbosa de Paula Pessoa.
26 F-anc;sco Manoel deOliveira Biiarque.
27 Francisco do R go Toscano de Brito.
2S Francisco Ribeiro de Freir e Agollo.
29 Francisco de S.illes Meira e S.
30 Fabio Cabral de Olveira.
31 Flavio da Gunha Lima Ribeiro.
32 II nrique Pereira Maia Vinagre.
33 Hereulano Marcos Inglez da Souza.
34 Hercolano de Oliveira Torres Galindo.
33 Jacmtho d'Assumpijio Paes de MendonQa.
36 Jio Augusto de Albuqaerque Maraoh&o.
37 Joo Cabral de Mello.
38 Joo Lopes Ferreira Filho.
39 Joo Po da Si iva Valensa.
40 Joo da Silva Mello.
41 Joo da Silva Relnmba.
42 Joo Sabino de Lima Pinho.
43 Joaquina Alves Lobo e Veras.
44 Juaquim de Azevedo Carvalbo de Siqueira Va-
rejo.
45 Joaquira Fernandos de Garvalho.
46 Joaquim Monteiro Diniz.
47 Joaquim da Silva Reg Jnior.
48 Jos Baptista Rodrigues Pereira.
49 Jos Gandido da Costa-
50 Jos Garlos Marrano Nabuco.
51 Jos Gavalcante de Caldas Albaquerque.
52 Ji s Flix Garcez.
51 J s Maria Correa das Neves.
54 Jos Pedro de Almei a Pernatnbuio.
55 Jos da Rocha Cavalcante.
56 Leo Alvis Manaia.
57 Mmoel Alves Villela.
53 Manoel Audifaz Carneiro de Albaquerque
59 Manoel de Garvalho e Souza.
60 Manoel Filgucira de Menczes.
61 Manoel Jo: de Medeiros Correa.
62 Mmoel Mana le Sani'Aona P.
63 Manoel Pinto Damazo.
64 Manoel Ribeiro de Carvalho Jnior.
65 Miguel Jos Ferreira Guimares.
66 Napoleo Simoes de Oliveira.
67 Octavio Augnsto de Magaihes.
Ii8 Pedro Celestino de Souza Macieira.
69 lhymnodo Antonio da Rocha Lima.
70 Sebastiio Magi Tarqninio da Silva.
71 Sindulpho Cheledonlo Galafange d'Assumpco
S. Tiago.
72 Timoleo Peres de Albaquerque Maranhio
73 Theodoro Joaquim de Sanl Anna.
a secretaria do tribunal do coramereio de Per-
nambueo faz constar, qne no mez de novembro
prximo Ando foram competentemente archivados,
4a eonformidade cora o decreto n. 4394 de 19 de
julho de 1869, os seguales contractos de socieda-
des
D Rodrigues A Martina, de coja firma fazem
pa-ie Antonio Heoriqae Rodrigues e Castodio
Francisco Martins, qae pode ser asada por ambos
os socios, com o capital de 80:000*; sendo a sna
duraco por 4 annos e o sea objecto oa lm a
compra e venda de assucar era fea tabelecimen-
to ra do Vuconde (tapanca, n 30, desta cida
de, impnrtaclo de conta propria oa eommissao.
De J>.' Vital de Negreros e Hemeterio Vital
de Negreiros eslabeleeidos rna do Imperador
desta cidade, com coramereio de joias, objeetos de
otire, prata e pedras preciosas, ath a firma de Ne-
greiros A traaos, da qua! podem asar ambps es
socio, sendo a sua duraco por 3 asnos, com o
capital de 10:100*575.
,Da D. Maria de Paula Lope e Loix de Paula Lo-
pe?, com estabeleeimeato de reolber gneros da
firma de Vinva Panla Lopes A Filho, que ser
u=ada unicameute pelo socio Luiz eooo alminis-
trador do armnzem, sendo a stu darago por 6
annos, com o capital de 5:000*000.
Oe Francisco Clandino Daarte A C, com esta-
b'leeimento de ferrageus e miudezas na Villa do
Pillar das Alagas, com o capital de !f:0fJ, far-
necides por nm comraanditario, e devendo dita
sociedad* dnrar por espaco de 3 annos.
De Diogo Angosto do Reis e Jesumo Antonio do
Nasciniento, com estabelecimento de compra e ven-
da de calcados nacionaes e estrangeiro ra l)i-
reita desta cidide, seb a Arma Res A Nascmenlo
qne sera usado por ambos os socios, por tempo
indeterminado, cora o capital de 3:4783-100.
De Antonio Leite de MagalbSes Bastos e Antonio
Francisco Certeira, por 3 anno', eom casa de
commercio da cempra e venda de gneros nacio-
naes e estraogeiros. consigoa^lo de assucar e ou
tros quaesqner gneros oa povoicio do Montes,
sob a firma de Magalhes Bastoi A C, que sera
usada por ambos os socios era o capital de.....
70:000*000.
De Amaral, Nabnco, A C, com estabelecimento
de fazendis miudeza* e qumqullharia ra do Ba-
rao da Victoria desta cidade, com o capital de___
20:000* fornecido por um commanditario, sectil
Joao da Silva Gardoso Nabuco e Francisco Gandi-
dido do Amaral, socios d'industria, e a durarlo da
sociedade por 3 aooos.
De Marques A C, com estabelecimento de con-
fe tari-i ra 4" Imperador dsu cidade, com n
capital de 3: 000000 foruecid Por ttm c'..mman-
di ano e por Jos Joaquim Cas ido, sendo Joao Att-
selmo Marques socio d'industria e devendo dita
sociedade durar por espago de 3 annos-
De Joaquim Fm reir Ramos Jnior e Vid ,r!no
Ferreira de Sonza com casa de commere,0 S
cidade, da gneros de esiiva em grosso d a re'alho
TiSiSf*des!a'sob firiJS
4 vi .tormo, da qual omen'e n R inhr-
sendo a duraco da ior> / *ra f?0*1 1
seu eapltal de 45:830 -1,4,e pnr 10 annn9 e
De Gicomo P '**uu
nandes Via" -^oanni e Francisco de Assis Fer-
njjjj ,. una, com commercio de pao, bolacha e
rs -<'gos fabricados com farinha, ra do Ba-
. da Victoria desta cidade, -sob a drma Bonan
hi A C, com o capital de 1:500* sendo a duraci)
da sociedade de 3 annos.
De Justino da Silva Torres e Manoel Jos Al/es
Tosta, por 3 asnos, cora casa de commercio d.i ge-
neres de estiva e do paiz, em Jaragu provincia
das AHtgas, .ob a firma de Justino Torre, Tosa
A C, Com o capital de 76:000*, sendo 60:00)*
fornecidos por am commanditario.
Da Ifarll A C, cora o capital de 50:000* minis-
trado por um ctmraanditarlo, sendo o socio Ma-
noel Jos da roncee* Mariz solidario, devendo a
sociedade durar por espago de 3 annos, e sendo o
sea objecto o comprar, vender e beneficiar assu
cares, de conta propria ou alhcia no armazem
rna do Visconde de liapirea desta cidade.
De Duarle Borges da Silva Jnior e Miguel Luiz
Sougei, associado sob a firma de Silva A Sougei,
por 3 annos, com o fim de fahriear e vender cha-
peos de sol era um estabelecimento ra do Ro-
sario, desta cidade, com o capital de 3:000*000
De Antonio Satyro Fernacdes A G., com o capi-
tal de 5:000* fornecido por um commanditario,
sendo a doracao da sociedade por 3 annos, o fim
social a compra e venda de generes d'estiva, e a
de do estabelecimento no Largo da Matriz da
villa do Pillar provincia das Alagas.
De Manoel Garrido A C, com o capital de.....
6:500*, sendo 6:000* em comandita e 5')05 for-
necidos pelo socio stlidario Manoel Girrido : o fim
social o commercio em gro3so e a retalho e es-
pecialmente a manutenco do hotel denomnalo
Central sito ra Larg do Rosario desta cidade,
deveodo dita sociedade durar por espaoo de tres
annos.
D? D. Josepha Alvares dos Prazeres Ventura e
Antonio F. mandes Peix do Rosal, sob a firma
Viuva Ventura A Rosal, da qual usar o socio
Rosal, as transacijpes tendentes ao giro social,
com o capital de 21:716*913, sendo a duraco da
sociedade de ires annos, e o fim s. cisl a compra e
m'ila de fazendas em um estabelecimeato a ra
da Imperatriz da cidade da Victoria.
Secretaria do inbnnal do commercio de Per-
namhuco, 4 de dszembro de 1871.
Onkial-mai.ir, (
Jii'o Guimares.

Pon tes, Jos Jeronymo de Albuqaerque Maranhio,
Jos Leandro Sonto, J:ao Ernesto Vinato de Me-
deiros, Joo Luiz Vanoa, Joao Vicente da Silva
Costa, Luiz Gonzaga de Menezes, Loarenco Macha-
do Dias, Lisardo de Nazareth B. dos Aojos, Maria
dos Aojos de A. Ferreira, Malhildes Umbelina do
Carmo, Mauricio Francisco Ferreira da Silva (3),
Manoel Francisco, Manoel Julio da Silva, Olympio
Saraiva de Garvalho Neiva, Pedro de Alcntara
dos Guimares Peixoto, Pedro Ferreira Brandao
(5), Pacifico da Silva Casteflb Branco Jmtr, Ro-
dolpbo Joo Barata de Alraelda, Sebastiio de Ar-
roda.
Administrarlo do correto de Pernambnco 1 de
dezembro de 1871.
O enearregado do registro,
A. Gomes da Silva Hamos.
THEATRO
Quat't-i-feira 6 de dezembro
Beneficio do aclor
AMO C0RR4 DE SOUZA
Subir scena pela primeira vez nesta eiJoJe
o lindo drama era o actos :
GENNY
A
Desde j recebera-se passagelros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de soachegada. Eacommen-
das e Jinheiro a frete at as 11 boraa do dia
da sai sabida.
Nao se recebem como encommendas senio ob-
jeetos de pequ-eno valor e qae nao excedam a doas
arrobas de peso on 8 palmos cabfeos de medicao.
Tudo qae passar destes limites dever ser embar-
cado como carga. ^T~WttL
Previne-se aos senhore3 passageiros qae suas
passagens s se recebem na agen/ia, ra do Com-
mercio n. 8.
PARA ""
0 PORTO
Espera se do Rio de Janeiro a ve'.eira e bem co-
nheeida barca portugueza Claudina, que seguir
eom brevidade para o porto indicado por j ter a
maior parle da carga engajada ; para o resto e
passagelros, aos quaes offerece ricos e excelentes
eommodo?, trnia-se com Cunha Irmos A d,
ra da Madre de Dos n. 34.
ttenpao
B^^A1IEIRA
Permnagens.
Jenny..........
Magd'ahna.....
Bertha Meunier .
Risa...........
Tnigo Mmnier.
Pedro Meunier...
Actores.
D Carolina.
I). Carna.'
1). Eufraza.
D. Paulina.
Sr. Lessa.
Sr. Correa.
Julia Meunier...... Sr Zulmira.
Mauricio o'Otoay... Sr. Guerreiro.
Um medice........ Sr. Antonio.
Stmao........... D. Brochado.
Creado............ Sr. Cruz.
Terminar o espectculo com a linda comedia
em 1 aclo pelas meninas Riosa
UMA NOUTE
DE
CARNAVAL
Principiar s 8 1|2.
Os bilh'tes passades com dala de 3 tem entrada
nesta neute.
TEATRO
GYMMSI3 DRAMTICO
Extraordinario siiccesso!
Qua ta-feira 6 de dez?mb!o
Quarla re(-resenta;ao da eDthu:iasticamcQte ap-
plaudida pirodia em 4 actes
At 7 do correte ao meio dia, serio rec-bida
no consulado britnico propostas para os reparos
necessarios do patacho ingles Cardgan ebejado
em 22 de novembro, de Londres a espeeifleaco
di mesmo pde-se ver no dito consalado, qaal-
qner dia das 11 at s 3 boras.
Rio de Janeiro
Espera-se a todo o momento o brigaa nacional
Zj&e7, o qual seguir com brevidade para o porto
cima, lera parte da carga j engajada : pira o
resto que Ihe ftlta trala-se com os consignis*ios
Antonie Luiz de Oliveira Azevedo A C., roa do
Bom J"sus n. 57, 1* andar. __________
Para Liverpool
A barca portugueza Corea (classe 5(6 A 1, i, )
recebe algadao a frete para completsr seo carre-
gamento. Trata-sema ra do Vigario n. 19.
A secretaria tribunal do commercio de Pernam
buco faz publico que no mez de novembro proxi
mo fiado foram archivados de eonformidade com
o iteereto u. 4.394 de 19 de julho de 1869, os se-
gointes distractos da sociedades :
De Manoel Fran;sco Carneiro, Aotoio Joaquim
Tavares e um commanditario, cuja sociedade gy-
roa sob a firma de Carneiro, Tavares A ('.. reti-
rando-so o meio T.vares paga e ntisfeito de seo
capital, continuando prrm dia sociedade com o-
dous socios seb a firma Manoel Francisco Garneiro
A C, rnente pelo resto do tempo que falla para
preeneher o praso estipulado no primitivo con-
tracto social.
De Beiro A Primo de cuja firma fazem parte
Domingus Nunas Beiro e Manoel Nunea Beiro,
sendo que este se retira pago de sea capital e u
eros, e aquella rica de posse exclusiva do es'.abc-
leciraenti e responsavel pelo aetivo e passivo
De Joo Jos da Stlveira A G. de cuja firma fa-
zlara parte Joo Jos Sa Silveira e Joaquim Fer-
reira da Rocha, a pra?a da Ribeira o. 1, retiran-
do cada um dos socios seu capital o lucros apu-
rados, excepcao das dividas activas que som-
mam 2:572*900 rs. cuja cobranza fiea cargo do
socio Rocha, o qu.tl mensalmente prestar contas
do que houver cobrad.
De Ramos A Temporal, firmado a 7 de agosto,
de coja firma tazem parte Clementino Moreira
Temporal e Jos Bem Ramos de Oliveira, fleando
o a;tivo e passivo a cargo do ex-socio Oliveira,
representado por seu procurador Joaqaira Bap-
tista da Silva, obrigando-se Temporal a acorapa-
nhar a llquilacn da casa, recehendo em remune-
ra cao a quanti de c remisso de 4:109*080 rs. que devia a sobredia
firma, sera prejuizo do que Ihe pjsa tocar no re-
manescente que houver.
De Joaquim Bsptisla da Silva, Jos Bom Ramos
de Oliveira e Ant nio Jos Maia, firmado a 7 de
agosto, cuja sociedade gyrou sub a firma Jos
Bom, Silva 4 G, Picando o aelivo e pa3sivo car-
go do socio Joaquim Baptista da Silva.
De Barbosa A C, de cuja flrm f azi ara parte
Bernardino Alves Barbosa, que fiea enearregado
da liquidacao e de solver o passivo de dita firma.
De Jos Duarto Pereira e Aatonio Lurz Das,
que eram associados sob a firma do 1* a cargo do
qual fiea todo o activo e passivo visto ter falleci-
do o ex-srcio Dias, que foi representado no res-
pectivo distracto pelo cnsul portuguez.
Secretaria do tribunal dicnmraercio de Por
nambuco, 4 de dezembro de 1871.
O ofn:ial-raaior,
Julio Guimares.
DECLARACQES.
Jwz municipal da segunda
vara.
No dia 6 do eorren'e perante o Sr. Dr. joiz mu-
nicipal da 2" vara se ho de arrematar, por ser a
ultima praca, tres casas terreas ns. 11, 13 e 15,
sitas na ra dos Coelbos na freguezia da Boa-
Vista, pcnhoradas.a Luiz Antonio Pereira e sua
mnlher por exeeocao do Dr. Joaquim de Aquioo
Fonseca a quem estao hypoiliecad? as ditas
casas.
Vo praca para seren arrematadas diver
sas cabras que forara appreheodidas, na porta da
casa do juiz de paz Joo Francisco Aotunes, no da
5 do corrente, assim como a audiencia do mesmo
joiz ser na quinta-feira por ser a sextafeira dia
santificado, as 5 horas da tarde.
O escrivao,
Barros Corris.
Mreo"gehal
Heladio dos objeetos registra-
dos existentes na admiuistra-
eo do crrelo desda provin-
cia, para as pessoas abaiio
declaradas:
Aprigio Jusniauo da Silva Guimares (i). .\a
gusto Teixeira de Azevedo, Antonio de Amorim
Garca, Antonio Bezerra Cavaleante de Albaquer-
que, Baziho Antonio Carneiro, Gatharina dos lian-
tos Coelho, Carlos Hypolito de SanU Helena Mag-
no, Feliciano Rodrigues Pereira, Fernando Sieple,
Francisco Felismino de Albuqnerque MelM, Fran-
cisco myotas de Carvallio Moura, Francisco
Marinbo Cavalcante de Albuqaerqne, Francisca
de Paula Santos, Francisco da Silva Rejo, Fran-
cisco de Sa e Albuquerque, Galdino T. Cabral de
Vascon:ellos, Joiqnim de Amonra Garca, Joaqim
Lopes Bastos, Joaquim de Oliveira e Soza. Jos
Os bilhetes acham-se venda no escriptorio do
theatro.
Principiar s 8 1/2.
GRANDE FESTIVAL
W
II. LEIDEN l C.
RA DO f.E\ERAL VICTORINO
IIOJE 5 DE DEZMl'.HO.
Grande novldade!
Extraordinario-concert popular com o concurso
de 3o dos melhore profe'ore de msica,
SOB A DIRECCVO DE
JULIO POPPE
PROGRAMMA
i. PARTE.
I.Onvertura. de N3bucodonosor,musica de Verdi
i,Entreacto de Pblemen el Beaucis, Gounot,
I.Marcha nopcial, Gi'unot.
i.Puik chineza, msica de Poppe.
i. PARTE.
1.Fogo ao su1 e fumo ao norte, Colas.
2.-0 aojo da raeia nou'e (w.lsa), de Colas,
3.O passarinho da malta, de Poppe.
i.Zampa (ouverinra), de II rold.
Fiualisaia o diverniento ct>ra um licdo
Fo artificial,
O jarltm acha-se completamente reformado e
lindamente preparado, sendo toda a lluminacao a
gas.
O prerjo de enfada de 1J000 por cada pessoa.
Principiar a* 7 l| Inras e terminar i 10.
AVISOS MARTIMOS
COMPAMHI*
DAS
Mes^egeries ma'itimes.
At o dia 11 do corrente mez espera-se da Eu-
ropa o vapor franeez Gtronde, o qual depois da
demora do costume seguir para Buenos-Ayres.
tocando na Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para condicoes, fretes e pass.agens, trata-se na
agencia, ra do Commercio n. 9.
No dia 12 do corrente mez espera-se dos por-
tos do sal o vapor franeez Siik/a, conimandante
Massenet, o qual depois da demora do costume se-
guir para Brdeos, tocando era Dakar (Gore!
t Lisboa.
Para condicoes, fretes e passagens, trata-se na
agencia, ra do Commercio n. 9.
estira ac caes daEscaJinh; de-"ia eidade, seb elVotonlo Floresta Bastos, Jo< Antonio 40? Santos ra os do sai.
OJIPAi\UIA
DE
Navegado Brasileira
At o dia 8 de n >verabro, espe-
rado dos portos do 3ul o va-
por S. Jacmtho, ecmmandante
Akins, o qual depois da demo
ra do costume seguir para os
portos do norte.
Desde j recebera-se passageiros e engaja-se
:arga qae o vapor poder conduzir, a qaal dever;
ser embarcada no da de sua chegaria, encom-
nendas e dinheiro a frete at ao m io dia de sna
sahida.
Nao se recebem como enoommendas seno ob-
j setos de pequero valor, e qe nV> euedam a 2
arrobas de pese oa oito palmos eobieos de medi-
So. Tado que pasear destes limites derei se?
embarcado- como carga.
Previ oe-se aos Srs. passageiros que sitias passa-
gens 6 se recebflm na agencia.
compawh'a
DE
STavegago Brasileira
At o dia 7 do corrente es-
perado dos portos' do nerte o
vaprr Cruzeiro do Sul, jomman-
dante Cardozo, o qual .depois da
demora do ectame seguir pa-
LEILOES.
Movis, esteiras e candieiros de
Sendo : 1 mobilia
gaz.
de Jacaranda
contando de 12
cadeiras de guaroco, 2 ditas de bracos, 2 con-
sollos, meza redonda com pedra, 1 sof e 6 ea-
deiras de Jacaranda, 1 sof de dito, 1 rico sanc-
tuario, 1 lavatorio de amaiello, 1 cama france-
za, i iiiarqu- za. 1 maquiua de costura, I cadei-
ra para meniuo, i bidet, 2 consolkis de amarelo,
1 binca de Jacaranda para jogo, 1 despertador,
i meza de jantar de amarello, I dita com abas
1 moinho para caf, candieiros de gaz, esleirs
e muitos outros objeetos de gosto, de urna fami-
lia que se retirou para fra da cidade
Na praca do Conde 'Fu n. 30, 3o andar.
Hoje
O agente Marlns far leilo dos movis aeima,
por ordem de urna familia que se retirou para f-
ra da cidade, no 3* andir do sobrado o. 30 da
praca do Conde d'Eo, s 11 horas do dia.
Sobrado de 2 sudares da ra de S. Jorge
D. 23, (oatr'lra ra do Pillar) cora quin-
tal, eporio para a roa do Pbrrol, ora
sobradinbo por cima do dito port3o.
HOJE
AO MEIO DIA
Per intervengas do agente Pinto.
No i' andar do sobrado da rna do Vigario n. 5,
Miudezas e c-'li;ados.
M2$JaE.
As 11 horas eni ponto.
O agente Pinto far leilao, por conta e risco de
quem pertencer, di9 rentes miudezas, e cerca de
200 duzias de sapai is do ir;nc.a e tapete 33G do-
rias de me'as p. ra lmeos, < II horas do lia ci-
ma dte, no Io andar do sobrado da ra do Viga-
rio n. 5.
P
DE
PREDIOS
A SABER :
O sobrado de 2 andares da ra da Compa-
nbii Pero-imbucana n. 20, (outr'ora ra
do Co-ta n. 0) t do ou metade.
Urna casa com ponSo au lado na ra das
Crioulas (Capung.i Nova.)
Um terreno com pequea casa dentro cora
60 palmos de fente e 300 de fondo,
cem alicerces para 3 casa* na frente, e
oitai para a raa das Pernambucana?,
junto casa da venda, 2 ca^as terreas
na ra das l'ernambucanas junto ao ter-
reno cima.
floja
AO MEIO DIA.
O agenta Pinto f r leilo, precedida a compe-
tente amoniaca) das eaas e terrenos acirxa oes-
criptos, .svndo que o leilo ter lugar ao meio da
no Io andar do sobrado da rna do Vigario n."5,
por recasio do leilo de miudezas e calcados.
DE
5 caixs com linhas em novellos (sortidas)
HOJE
s 10 1(2 horas.
Por intervengo do agente Pinto
No Io andar do sobrado da rna do V gario n. 5,
onde haver em continuaclo o leilo de miodezas
e calcados.
Vc-
DA
Casa terrea n. 14, da ra do General
torino (antiga roa do Sebo)
Quarfca-feira 6 do corrente
O agente Martins, competentemente autorisado
far leilo da C3sa terrea n. 11, da ra do Gene-
ral Victorino, com 2 salas, 3 quartos, cosinna fra,
quintal murado.
A's II horas do dia a:ma, no armazem da ra
lo Imperador n. 48. S
Quarta-feira 6 a> corrate
AS 11 HORA^ODIA.
\geacia da roa do^n ,esW ^ ^"
tr'#ra da Cruz.)
Ao correr do raartello
MOVIS E iOIAS.
le sortimento de chaplliohas de paiha
o o qa ha de mais modurno pajea se-
Umgrj
ede
i HMJB
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'

diario de Pfambuco Tr^a eira 5 de Dezembro d 18?I.
chira, rapellas cera veos para Boivaj e muitos
outros artiguj.
Orlos d< Silva Aranjo far o I ai lio cima
i milit
42 latas com lingaica3't> 80 eiixas cera ba-
_%i talas.
Quarta-eira 6 do corrente
O agente Pestaa far Ieillo por cjnta e risco
de quem partencer dos gneros cima descriptor,
os quaes seri3 vandidos em lote?, quarta-feira s
II hjras da manlia noarmaum doAnre* de-
fronte da alfandega.
s
predios e terrenos
Qoiata-eira 7 de dezembro
AS H HORAS DA MANHA
NA
Agencia da ra do Bom Jasus n. 21 (otr'ora
da Cruz.
Um sobrado de 1 andar, sito ra da Lombas
\ aleutina (outr'ora Aguas-Verde?) o. 55.
Um gratUa; sitio 01 e?tr?da dos Affl etes d. 20
com 200 p|nos de frente. 1300 de fundo, sendo
murado a'freore eo Tundo, boa casa de moradia,
con 80. palmos de frente, boa agua e muitos ar-
Torels fructferos.
Umacasinha de p irla ejanella na mesma es-
trada d. 22, com 88 palmos de frente (inelosive
a casa) 1300 de faodo, morado a frente e o fundo.
SjMp de terreos cuatleuos-ao sitio e casinha,
com 100, 90, 113 palmos de frente e 1300 de fun-
dos, tazbem murados a frente e fundo.
Os Srs. pretendentes bjam de examinar com
antecedeacia, e para qualquer ioformac.ao diri-
ara se a Carlos da Silva Arm.o na dita ageoc3.
Fabrica de cerveja
Largo do Mrquez do Flerval
numero 5.
Acaba de ser aberta nma fabrica de eerveja iue
conal, uo largo do Marque do Herval n. 5, ond-
os apreciaorej euiouiraro aempre prompto, efl
pacha-se qualquer encommenda com presteza.
^JHsajasaaff3!SE3ffis
<-,.', r-5

A T1SBM DE
E OPROGRESSO
mam ler
ti


SALDES DE CABELLEIREIRO
O. P Iscllfana iHvigtitcr Aran-
Jo e Silva.
Geminiaoo Gaeano Fernandos Silva, o cap-
lo Manosl Jos de Sant'Anna e Aranjo, sus espo-
sa e Albos, eordialmente agradecem a tolos aquel-
les que se dignaran) acompanhar at ao cemiterio
publico da villa do Cabo os restos mortaes de sua
prezada esposa, filha, entiada e irmia D. Presei-
liana Mavignier Araujo e Silva, e convidara a to
dos os seus prenles e amigo, e lambem os da
fiaada para assistlrem a missa de rquiem qae
por sua alma ser celebrada na matriz da mesma
villa, sabbado 9 do corrente, as 6 horas da ma-
nha, stimo dia do seu passamenlo
Mnsj|BjBBlsjBjHajBjBtjfM'
Engommidei a.
Annnneia-se nma eogoramadeira na roa dos
Patos n. 12. em sna casa : qaem. precisar dinia-
se l.__________________ '
AMJl
VISOS DIVERSOS
nSTITCTO ARCIOLOGICO E GE0GRAP1I-
CO PERMITA!
(lavar sesso ordinaria ijuinta-feira 7
do correle desembro, pelas 11 horas da
manhaa.
ORDEM DO DIA.
i0 Pareceres e mais trabalhDS de com-
misses;
2. Palestra sobre o problema poltico
econmico do Sr. Dr. Fonseca d'Albuquer-
que, addiado dassessSes antecedentes.
Secretaria do Instituto, 20 de desembro
de 1871.
J.Soares d'Azevedo.
______________Secretario perpetuo.
Festividude de Nossa Se-
nhora da Oonceico na i-
greja da Santa Cruz, fei-
ta p-los devotos.
No dia 9 ao meio dia tocar a msica marcial
do 9o batallio de Jioba, subi Jo nesta occasiao
algumas girnJolas de lugos, aununciando ser a
vespera da cSta da excelsa Senhora ; a noute na-
cer as vespera*. sendo orr.dor paire mestre Iler-
culano Jos de Brilo.
A's 5 horas da manta do dia 10 ha.ver urna
salva real de 21 tirse algumas giraudoias de fo-
go, s 11 horas entrar a festa, sendo a grande
tnissa intitulada Foranga e o regente da or-
chestra o maestro Jos Barhoza Ccelho : no glo-
ria detiibuir-s8-lia boks benlos com a efJJgie da
mesma excelsa S-nhora.
Ao evsngelho subir pela primoira vez (nesta
cMadt) a tribuna sagrada o UvJ vigario padre
Miguel Americo Pereira de Sonsa
A' 5 horas da tarde tocar fra da igreja a mu-
sica marcial do 9o batalhao, as melhores pegas de
seu repertorio, snbndo ao ar diferios baloes, s
i horas hiver nma salva real, s 7 horas entra-
r o Te Ueum, sendo la imperial, pidre me.>tre Lino do Monte Carirel-
lo Luna, terminando a fe-ta cora diversos bal?s.
Os encarregados da festa pedem aos moradores
da praca de suas casa.', pelo que fiearao summaraeute gra-
tos.
Com urgencia
Deseja-se lall-r ao Sr. Fraocisco Gomes
d-a Ol'Veira, procurador do proprietario de
ama casa sita na Ladeira da Bica de S.
Pedro em Olinda, negocio de grande inte-
resse : tratar tienta typogrsphia.
Precisa-se de urna ama para
coziubar em una casa de ponca
familia : a tratar m ra da Praia n. 53, segundo
andar.
RIJA DO 3HOl; OJE CAXIAM IT, 5
E
Primeiro de Marco n. 7 A {^meiro andfer.
DELSUG, cabelleireiro de Pars, participa aos seas innmeros reguezes e ao pu-
blico em geral, que acaba de contratar peritos offioiaes franeezes para todas as especia-
lidades ; sendo nesles dons estabelecimentos cima onde o respeitavel publico poder
encontrar a delicadeza e ligeireza qoe neste genero de trabaiho tanto se exiceem Pa-
rs.
DELSUC nada tenrponpado para que o publico desta cidade. que tanto Ibe tem pro*
digahsado a soa benevolencia, continu a freqaentar os seos SALOES MODELO, ficando
certo o mesmo pub ico que nelles encontrar agrado e perfeico.
Empreados dos saloes
12 offlciaes para barbear.
6 ditos para cortar cabellos.
3 ditos para o poslicn.
Del^uc para o pentead do bello seoo.


Feitor
OlTerece-se um porluguez para feitor, eom bas-
aplo pratica : ua ra da Roda n. 48.
Precisa-sa alugar um escravo que seja bom
e paga se bem : na padaria da ra, do! Pescado
res n. 1.
Na fabrica de assucar do Monteiro precisa
se de trabalhaderes, prefere-se escravo.
(Jozinheiro
Preeisa-ta de om bom cozinheiro no hotel da
prac : largo da Ribeira de S. Jos n. 9.
do Senbor Bom J-^zns das Portas na igreia
da Madre Deuj.
Ds confurmidade com o que di-poe o 12 do
arf 2! do comproraisso, sao convidados lodos os
irralos a reunirem-se em mesa geral, sexta-fei-
ra 8 de dezembro as 10 horas da manha no con-
sistorio desta irmandade, cm o flra de ser eleita
a mesa administrativa qu tom de fuuccionar no
prximo annu de 1872 a 73.
Secretaria en i de dezembro de 1871,
O secretario,
Manoel Antonio Viepas Jnior.
AMA ^,
Precisa-se de
de familia
sobrado.
urna ama par
ra de Hurtas
Poaqiiiin do Alnqcrqnc Helio
Hodie tnihi eras Ubi.
Libania Emilia Cesar de Albuqu-rque, Utria
Emilia Ja Albu.merqoe BonnefonJ, Emilia da Pe-
dade P,re.s Mami.s, Jacijues BonnefonJ, Antonio de
Albaquerqu-i Mello, Francisco de Albuqnerque
Malli, viofa, filha, irmai, genro e irmos do fal-
lecido major Joiiuira d Albuqnerque Mello,
agradecem cordialman;e as pessoas que se digna-
ram acompanhar ao cemiterio publico os restos
mortaes d'a;uelle major, e de novo roam aos
seus amigos o ondoso obsequio de assbiirera as
missas, qua devero ser celebradas na igreja dn
Carino e n capelU do cemiterio publico, lo dia 7
do erren!, di I u 7 horas d manha.
Servente-
Precisa-se de um servente, preferindo se esera-
vo : no hotel francez. ra das Larangeiras n. 10.
Diaheiro a juros.
D-se a juros de um e meio por centa, a quan-
tia de 4:000/030 sobre hypotneca cm predio de
maior valor : quem precisar deixe carta fechada
nesia typographia com as inician J. P. B.
Ensiuo no3tumo
Sizenando Vidarlo Ramos, professor publico do
povoado dos Monte tem aberta a sua aula noc-
turna na mesma casa de sua residencia. 0
VENERWtL CONFRARI\ DS SAN-
TA RITA DE GASSIA.
De ordem do conelho administrativo convido a
lodos os nossos irmos para reunio de rntza ge-
ral_n> dia 8 do correle pelas II horas da ma-
nha afim de se proceder a elsicao do fiel, visto
ter pedilo escusa, o qae foi eleito.
Secretaria da confraria de Santa Rita de Cassia,
i de dezembro de 1871.
O secretario,
Francisco Lopes da Silva,
Joao Alfonso Torres, faz .-cente que o Sr. Mi-
guel Joaquini de Andrade deixou de ser seo cai-
xeiro desde o dia 4 de dezembro de 1871.
Joaqn ni de a Ibuqnerqiie Mello
A sociedade provisoria Pbilomia, envida a to-
dos os seus membros, e Ilustre f^mia do lina-
do major J>aquim de Albujuerque Mello, para
assistirem a urna mi.-sa que pelo seu eterno re-
pouso manda celebr.r na Ordem Ttrcelra de S.
Freftchco no dia 7 do corrente pelas 7 horas da
manha.
Bjaventura R. de Amorim,
_________________Secretario.
0 JAYHE
Acha-se a sua Daqne de Caxias n, 30, outr'ore
Cruzes.'e prestase a chamados para penteados e
oxecnta qualquer trabalho concernente a sua arle
de cabelleireiro.
ama pulceira da fita cein lago, com brilhantes,
embrulhada em um papel : a pessoa que achou,
qurendo restituir pode leva-la a ra do Capiba-
ribe n. 26 e abi se dir quem o dono e os gig-
otes, e se gratificar generosamente.
:jSociedade beneficente de
soco-ro dos desvalidos
Di ordem do Exm. Sr. vigario capitular, pres-
dante da sociedade beoeficente de soccorros aos
desvalidos, erecta nesta cidade de Olinda, sob a
invocacao de N. S. do Soccorro, convido a todos
os socios e socias in>lalladores da mesma s>cieda-
de, e a todos os seahores e senhiras, que, levados
pela caridade, qjiizerem f^zer parle desta huma-
nitaria associacHi, a omparecerem no domingo
10 do corrente msz de dezembro, pelas 10 horas
do da em casa da residencia do lllm. Sr. Ur. Joao
Francisco Xivier Paes Bjireto, na roa do Bra-
fia), para se tratar de negocio relativo mesma
sociedade.
Gumpre me, ouln sira, fazer publico que con-
tina a i g 11 este mez como monlorao de supradita
sociedate o lllm. Sr. Dr. Paes Brrelo.
Cidale de Oiidj. 4 da dezembro de 1871.
Padrt-Jos May nnnl) Baplista,
___________ 1.* secretario._________
Km obeervancia do dijposto no artigo 31
V dos estatutos convoco aos senhores berieiros da
propriedade eommum Apipncos. que morara fra
da cidade e sens suburbio, para a rtunio eral
ordinaria, que deve ter lngir aa s;gunda domin-
ga do jnez de jansiro vindouro, pelas 10 horas da
manha, na casa de minha asilencia. Apioucos
3 da dezembro da 1871.
O administrador,
____________J' Francisco RBgo Maa.
65 marmrea de (JitTerentes di-
meaqSe.
Anda esto para vender 63 pedrag por preco
baratis-imo, lendo II palmos de eomprjmento a
maiorl djto da menor 16 po'sgndas; altura da
mals groSu 2 palmes e !|i, dita da mais delgada
y polgadalv.supere da mais larga 4 e 1|2 pal-
mos, dita da nanos larga I) pe legadas : a tratar
a roa a, Crespfto.
< Oliveira.
Ao coramercio,
Os abaixo assignados declarara ao corpo do
eomraercio, que desde o uia 30 de novembro ulti-
mo dissolveram a seciedade que tinham em o de-
posito de pao sito a ra do Baro da Victoria n
55, sob a firma Bonanni & C, licando o socio Gia-
como Bonanni re*ponsavel pelo activo e passivo
da dita firma e o soeh Fraocisco de Assis For-
nandes Vianna desoneraio de toda a respon-abili-
dade.
Francisco da Assi3 Fernandos Vianna.
Giacomo Boninni.
Precisa-se de urna ama que
saiba cozinhar com perfei^ao
_ para ca^a de ponca familia
na ra larga do Rosario n. 37.
E um producto que se obtem da carne do gado vaccom. da qaal se tira todas as
peles, tendoes, ossos ele. Elle tem todos os principios nutritivos da carne sem conter
gelatina, ou fibrina, gordora. N'om pequeo vofume e peso dado contem 32 vezes
mais substancia ameuti ;ia que ouiro igual do carne desdida de ossos, pelles etc., por
isso por ponco que se tomedile se obtem urna forte alimentado, que immediaiameute
produz effeito como tem sido observado era pessoas debeii, por qualquer causa ou
WDgnw comosuccedeo aombomem feridoque doas ootros rouxeram p^armacia do
sr. I-irmiano Antonio de Ara$o ( Porto Alegre ) onde recebeo o primeiro curativo, es-
tando- ta> fracoque n5o poda voliar para casa; mas logo que tomou duasoilavas de
estraetnm poiecaminhar em adjuiorio.
Tal a torca alimenticia que ainda mais se revella C9m o que suciedeo no escravo
do Sr. capitao J ao Cezar de Oliveira acorameitido de tbetanus, com thrismus to forje
que nae foi possivel empregar-se medieacao interoa, podendo o doente tomar, intro-
duzido-se com muita dtfficuldade pela abertura que bavia pela falta de um dente 6J
de extractam car^is por dia, censando os symptomas nervosos lo fim de 22 das, acba-
va-8e o doente em bom estilo de vigor, restabelecendo-se logo. Qoe um ali'menio
que na'cansa os orgaos proprios da digesto, se coubeca polo que aoinleceo ao Sr.
commendalor Antonio Falc3o, que soffrendo douaa gastro interite nSotolerava nem
i agua de frango ou d'arroz. Homem de mais de 70 annos com perdas lo abundantes
como tinba e sem alimentarse estava condemna io; sendo improGruo todos os remedios
intentados; o Eim Dr. Flores empregou o exiratum qoe o doente tomou cora repng
nancia, porm que desde logo sentio um bem estar que n"-o tinha, e pouco a pouco mais
vigor, ficanio restabelecido em pouco dias, obrigando-o a sua gratidSo a dirigir ao Dr.
Ubatuba um attestado desse beneficio ( diz elle) para que outros podessem gozal-o, e a
(alta de cOnbecimento nao obstaste a vulgarisacSo que era conveniente que tivesse um
producto tSo necessario. Nds casos que preciso diminuir a produeco excrementicia
nus artificial, stula sanaes, attaqoes bemorrhodarns etc. um valente recurso. 0 Sr.
I. O. Castro n'um intensissimo attaque hemorrhoidal que o levoo cama durante ma-
zes s obteve cara admentando-se com o extractom. Urna runda ( da Sr. Joaqun)
Mana) dbil e nervosa, solTria borriveim^nte, comecou a uzar do extractum elo-o
restabeleceo-se, e o Sr. Joaqoim Mara agradecendoao Dr. Ubatuba disse-lhe :Dr. V.
sorreo-mecom as doeocas .le casa. Taes tem sido os resoltados de seu emprego que os
pnncipaes mdicos o aconselbao, e o consumrao tem quadruplicado em toda a parte. Nao
somenle applicado c. modieta aos enfermos, mas como meto ahmcnucio e mesmo como
propno para vigorar o alimentos, e dar-Ibes sabor mais agradare!. J muitas ratr.iiias
prefeiera uzal-o ooute, snbstituindo o cha, e tem ene .utrado nelle o recurso de po-
derem rapidamento augtcentarem nos casos de.necessidada asraleicSfa para maior nu-
mero de pessoas do qae contava, ou darem alimenta^j p.ompta uuando seja preciso
nao haver demora. As pessoas debis, velbas que oecsssilao toxar ;lj;uma almentac5o
iiomtervallodas horas destinadas para a refeicao, tem no exlncinm um raeo prompto
de satisfazerem essa necessidade, melbor e com mats proveito do qtu nenhum outro.
4s niocas qae nes dias de baile se abstem de alimetaco para conservarera a belleza
lo talbo prejudt-jando muilo a saudo, qzSo j do extractum que satisfaz sem prejuizo
esse fim. K' esse producto indispensavel a lodos, especialmente s pessoas que viajam
e s que moram fra da cidade. A sua incorruptibilidad*, peso, volme, a sua gran-
le torga alimenti la, e sua baraieza, e o seo agrad-ive sabor, quando bem preparado,
dio-lhe tai superiorid^de que s se faz myster ser coobecido para -pod.r ser Bpruveita-
la a ulilidade que elle prest. Como alimeato para as crj,gas tpm proiuzido3os
melhores resaltados e at boje n^ se conhece outro para suolitur o aleitamento. Nao
e o extractum por si um ali neato que canse o est miago, que o teuba cheio, porm
um alimento que d torgas e preenebe o fim de levar a economa os elementos ani-
maos qre ella nectsstta, epara substituir o qae Ibe faUi esse poso o que certa-
mente necessario ao estomago do homem de trabalho pelo habito que tem, encontra-se
fcilmente por banj prego as substancias vegetis queitxistem em quaiqner parle
como sejam as raizes, batatas, legumes, grSos, fariobu, qe como extractum se faz
ptima e bella alimentagao.
Um homem que tome 6/8 de extractum por dia, qi cusa 188 rs.. ter uzado de
f/ lib. de carne fresca sem ussos, pelles etc., o que por sem
A loja dos Arcos de Alvaro Angosto d'Aimeidad C. ra do Crosoo n 20 Aaoba
le receber pelo ultimo vapor francez Amazonas, alguns artig03 proprios para enxowes
le noivas, e de modas parj grande toi etle como sejam :
Riquissmo cortes da vestidos de b'onde para casamento.
Ditos de tarlaiana bordados i seda para casamentes.
Cortes de seda de bonitos gostos e superior qualida-le.
Colxas de seda, 15a, e 13a e seda.
Capellas com mantas de blonde para ncivas.
Cambas de esguio bordadas para noivas.
Fronbas de esgoio bordadas.
Lengos de cambraia de linho e labyrintho.
Superiores leques de madreperola.
Cortinados bordados de differentcs pregos e qualidade3.
Sedas de cores de bonitos padrSes.
Ditas ecocezas para vestidos, roupas de menino, enfites, etc.
Basquinas de gorguro, superior quadade.
Borns de Ia e seda para senhora.
Mantilhas brasileira de fil de seda bordado.
Chacbeoez de. Ia e seda.
Cbapelinas de sia branca, e de crpe preto para luto.
Cbapas venfeitados para senhoras e meninas modelo ioleiraraemVnovo.
Cortes 4* cambraia de edr, e brancos bordados.
L;ndns vori;? de baptiste Frou-Frou.
To^W^fiyjge fazenda denosto para vestidos.
Alrt d3ti-arigjs -jie se vendera por pregos razoaveis tem ootros qaeslope
itunnas ektrorrlioarias, cjino sejam :
D'aTfiscti de Ia com 9 pilmos de largura a 10360 o covado.
Corts de Ia Victoria com 20 covados por 100000.
Las com listras de seda a 403 rs o covado.
Ditas mescladas muito boa quadade a 30 rs. o covado.
Cassas de cor a 240 e 280 rs. o covado.
Alpacas largas bonitos padroes a 500 rs. o covado.
Lengos de esgoio muito finos a 30 e 40000 a duzia.
Esteira da ludia, mallas para viagem, transparentes, etc., etc
0 MRAVLHOSO REMEDIO DO
DR. CHAS. DE GBATK .
i
KIBJG& OP PAIM O RE DA DOR
PARA USO INTERNO E EXTERNO
CXTRA CHOLERA E CHOLERA MORBUS,
euicae muito reparadora por 290 rs.
UZA-SE COMO CHA Meia colliermha n'uma cbicira d'agna, com sal sufficiente e
am aromtico (salsa).
COMO SOPA Danmacolberinhaa duasem sufficieate agua, gordura, tempeiros
9 qaaesqner massas, fannhas, batatas, graos etc.
AKUOZPrepara-secomo deuzo, dissolvando porga do extractum
que se deita nelle para cosel-o.
OS LEGU.MES As camas salgadas recupero com elle a torca
pensavel.
Deposito Pharmacie Americane, deFerreira Maia &C.
57 Rua Duque de Caxias 57.
na agua
alimenticia indis-
\
Canoa de pao ama-
relio.
Nova, ou era hora estalo, nao leudo eavemame,
e temi pelo menos 4 e 1|2 palmos de fcocca e SO
de cora primelo : quem ti ver para vender an-
nuncie.
de doas pessoas.
mmm
N Corredor 1o Hispo n. 5
precisa-se de urna aaia para
todo o servigo de uraa casa

13 eom domingos Henrique
O Sr. Ceeiiuno Cdoildo de Souia Montet-
? -y^-::
.iiillio; iuuo Paes Barrcto
Fllho.
Eduardo de Carvalbo, prufundaraenle sentido
pelo passaraento de sea serapre leal amigo Gui-
lermino Pas Barreno Filbo, convida, a todo3 os
prenles e amigos do finado para assisflrera a mu-
sa do stimo da, que manda celebrar na matriz
da Boa vista no dia 2 de deiembro, s 7 horas
da manha. O mesmo espera que todos compa-
reQam a este acto de caridade, pelo que desde j
se mostra agradecido.
Dinheiro juros
1 <5wi"SL^r28 de dous por cenl0> a qaanji* de
J.ouujooo sobre bypotheca em predio da maior
valor : quem precisar deixe carta fechada nesta
typographia com as iniciaes A. B. C. ;
Aluga-se o andar terreo do sobrado n 5 da
roa Imperial; a tratar do mesmo andar.
IOUPA F
NA
Rua do Crespo n. 20.
Tendo resolvido n5o continuar a ter grande deposito de roopa eta, offerece .
SSSiS^ 3S B98ciatlles de fra m ^ande sortimento, por precos bara-
ac
pssimos para acabar.
Patts sobrecasacos de panno fino de
I2 a 30*000.
Ditos saceos e refra.nqueados de casimira
de cor de 5,5500 a 9000.
Ditos, ditos e ditos de panno preto de 55
a 12(5000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca prela de
2,5500 a 55000.
Ditos, ditos e dito de alpaca branca e
de cor a 25500.
Ditos, "ditos e ditos de bramante de Hubo
a 25500.
Ditos, ditos e ditos de bramante pardo a
25500.
Calcas de casemira de cor de 50500 a 95.
E outros muitos irtigos por precos baratissimo para acabar, na loja de Guiberme
Carneiro da Conba.
Ditas ditas preta de 55300 a 95000
Ditas de brim branco de linho de 25000
a 45000.
Ditas de brm branco de algodo a.....
J5200.
Ditas de brim de cor de I5G00 a 35000.
Ditas de castor de 15000 a 25500.
Ditas de brim pardo de 15000 a 25500
Camisas de flanella, grandes a 35000.
Dias de algod5o, muito bjs a 25000.
Ditas de liobo muito boas a 35500.
Ceroulas de bramante a 15600.
Cobertas de chita a 15500. ,
Lencos de linho abainhados a 45000.
DutIim, fluo di taapc, em nm dia.
Dir de cabe;, dore da envido tm
tres minuto.
Dar de dente, em om minuto.
Henrilgi, em cinco minutos.
Detloca<;Sei, em vinte minuto.
OargiaUt inchada, em dez minutoa.
Clica conTulie, em eince minntoa,
Khanaatiimo, em um dia.
r*r # febre intnmiUnto, em nm dia.
Dor nai eottai e noi lados, m mj|
nato.
Toiaet perigota e refriado, niaft
Pltaresia, em um dia.
Burdez e aitb.ni.
Hemorrhoida e bronchitla j
Inflamma^ao noi rin.
Dyspepsia, erysipetei.
Molestia de figado.
Palpitac&e de eoracaa.
:
RESERVE SEMPRJE ESTE REMEDIO EM SUA FAMILIA
AS DOENCAS SE Al'RESEXTAM, QANDO VESOS SE ESPERAM.
OLEO ELEOTBICO O "JUNO. OF PAIN" (O re da dor) aquieta e posltlramente dlapa mal de dlffrltf
olestlaa e dores, e allivla mal o foCrlmcnlo c produ um mus perfelto equilibrio no systema humano, o que -^
pode eectuar no mesmo lempo, com qualquer outro remedio medicinal. "^^
Ente multo popular remedio esta agora usando-se geralmente, pela raiao que mllbaret de pessoas w tem cuRatr
rratl com o dito remedio pelo Vi. Orath e outros mal. "^Wa^
Ete Importante remedio niio se otTerece para curar todas as doenyas, porem to somonte para aquellas estipula!*
Est operando nos principios da chlmlca e da eleotrleldade o por lsso, esti appllcavel para o caramente e n.m.*
rN.aoi9M te ac9ao natural do orgo. que soOrem da Irregular olrculavao dos fluxos dos princlrae nerro. J
elctrico O sUnK of Paln opera directamente nos absorrentes, faxendo desapparecer as incnaooe. Ja ladtule*
m um tempo lncrlvel, breve sem perlgo do seu uso dobalzo de qualquer circunstancia.
O remedio, urna medeclna para o uso extorno e Interno, composto dos elementos curativo, ralles berra a
tae^como se tem nsado dos nosjos antepassados, o das quaes tem grande existencia no mundo, pa!ra curar I
oleetlaa, ornante sahendo-se quaes ellas sao. V
.J Tand* e ^^ detei da fculdade de medoclna durante muitos annos de experlenoU para aprender
elb^o molos que so dovlam adoptar para curar as seguate doen9as, e que proporoo*. d!"alccln,..dert, ,
NA

UM PERWAMBCO
PHARMACIA E DROGARA X>E.
BARTHOLOMEO Iff.=S4 Rua Larga do Rosario.WT. 34,
Cuidado com as falsificares
LOR DE OU
N., 24 A-Rua larga do Rosario-N, 24 A^
0
E'

BEMINO & IRMA
sem CEtestago, um dos bem montado estabelecimento de juias da cidade
do Recite, e. sendo seus propietarios asss caprichosos na eaeoltu dos objectos que
expoem a venda, lembram ao respeiiavsl publico que aproximando-se a testa, nao fo-
ram indiferentes, maudando vir de couta propria, da Europa um rariadiseimo sortimen-
to que pelo bom posto e primoroso traba'.no importam elegantes presentes para a filha
idolatatrada, a ablhada querida, a consorte fie!, a mai extremosa, a miga dedicada, e.j
?J/$ Dualmonte a ltdo aquelle ou aquaila que se queira mimosear pela festa do natal. j|
SStS K*D !endo enfatl0Dllai respeitaveis leitores, prestai alinelo at o fitul des te vj^
annuncio que encontrareis, com certeza. Ggg
Para o bello sexo ^
Pares da brincos de pbantasia a 84, 94. 10 e 124, ditos de coral a 34 e 44, v
5gf d'tos para loto a 64 e 84, meios dereos modernes com brincos e alfinete* a I64, ^
rorelinhas de diverso? gostos a 54, 64 e 84 o par, pnleeiriohas de coral a 7$000, vol- f7\i
tiohas de dito com cruzes de ouro a 54, cagiletis cora inscripfS.'? (obra chique) a 54 'ja
e 84, Ggai d coral a 24, cruzes de uoro a coral a 34, 44. 64 e 84, ditas de esmeral- RSJ
a, perolas e rubios 124, 144.164 e 184, anneis com bjuitas pedras a 44 para man-
ta a 34500, ditos de pedrai finas a 64 e broxes para retratos a 164 e 204
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Aprcsenrtdas a Academia de Sciencias e o iusritato de Franca.
IMICfiPAn Sob ,0"nl o' Pwiilla, devedidt e doeeada pera fatef de
II CvbAU momento una solueclo FMVHTIV* t CTBATIV4 del
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
do volumo de um relogio, servindo
de Philtro o Seringa sem os
Graves inconvenientes de fragiliaade.
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CAVA IrtO Com rorm(> c do *otu*e de an Porte-MoeJa contend
ESTOJOO TOBO TBATAESro.
Contra as affectois da palpebrw, preparad sob a musota forma.
Deposaiaos geral para o BRASIL, e PttBTI t IL
g3i, jua larga d* Bowio.'^PERNAfttByOQ.*'
>,
Aos senhores cavalheiros
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s
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E' fnente na PJor i Ouro que sa venda joias de gasto e por pouco dinheiro ifSi
*?i como sejam : gumucoes cem tres botiks para abertura 44, pares da ditos e de dif 5sf
-sS!) ^^O^SP1,1?'05 54, ditas a 34, utas para punhosa 84 cadeas muito chiques a 2(>4, ^
* ditas a 640OO a oitava. poaeinez de praia dourada a 44, 44>>e 54, meialhees para
cadeas a 124, medalrns com le ras a 8 ; alm de um grande sortimento de obras de
brilhantes, brincos, brajeletes, alfiaeles, aderemos completos, meios ditos de pedras fl- <,'-:-
as e coral, medalbOes, voltas e trancellios, anoeis com letras e de diversos modelos, sS}
oculo?, pencinez de ouro, relogios de ouro e prata dourado e de afamados fabricantes, t%?r
assim como grande sortimento de obras de pratado Porto, tanto para o servido do- sg^
ei.
sortimento de obras
mestico, como para igrejas, e garantimos ser iudo m.
A Flor de Ouro coatimla a estar aberta at as j
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IU I t7f*4* A fl 8*k formi de P"'111'. deiredida e JoscaJi para
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reos io, serrina d
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do Totume e um
I.TRO e SL.
grate iaceavtalMta d fra|Uiad.
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reparado ob a atesaa (orna.
BARTHOLOMEO & C
DeposiUu-ios geral para e BRASIl. e PRTLCiM.
34, rua Urga do Rosario. fBIWA^tBgQ





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muw d Peraamfctti Ter<;a eira 5 d Dezembro da 1871
ERNESTO & LEOPOLDO
N. 2 D Ra do Cabug N. 2 D
Acha-se montado de forma tal este estabelecimento de joias que pode
vender aos seus nnmerosos freguezes em grosso e retalho epor pregos
mai resarcidos visto qoe recebe de coala propna por todos os vapores de
Europa. O gosto de desenho de soas joias o mais lindo do paz das
modas, ouro de le, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, robins, perol",
tarqaezas, saphiras, wral rosa etc. etc. Obras de prata do ptrtoi tao
Dar igreia como para servico domestico. Convidamos as Exmas. familias
a visitaren o dito estabelecimento todos os dias at 9 oras da noite.
Compra.se onro, prata e pedras preciosas em obras velbas.
CRIADO
Na pharroaeia americana i roa Dnqne de Cis
n. 57, precisase Je um criado pira servico in-
terno.__________________________________
Preeisa-ge de um caixeiro qoe lenha 16 a 19
anno>, com pratica de taberna : a tratar na cidade
de Olinda, na roa dos Qaatro Cantos n. 9, em casa
do Sr. Bento Goncalves._____________
Cozmheira
Precisa-se alagar nma coiinheira, preferindo-se
escrava, e se di bom ordenado, agradando: a tra-
tar na ra larga do Rosario n. 34. botica.
Portugueza
Para casa de om bomem solleiro, qae se trata
com asseio, preeisa-se de ama senhora portugue-
za de meia idade, e com bastante capacidade, pa
ra tomar a sea cargo todo o arranjo domestico;
eozinhando e engommando com perfelcao. Fazem-
se todas as vaniagens, qae merecer sea bom
eomportamento: no Bazar da Moda, raa Ngva
n. 50, se dir com qaem se traa.______________
AMA Precisa-se de ama ama : na roa de S.
OlOLo. Francisco n. 5, casa de poaca familia.
JOAQUIM
LOPES -
MACHADO a C.
Travessa do Corpo-Santo n. 25
OBJECTOS PARA CARRO
ART1GOS AMERICANOS
Cilindros para padarii.
Carros de mo para conduzir fazendas.
Machinas para descamar algodSo.
Folias de diversos tamanbos.
Canos de ferro galvanisados para enca-
aameoto d'agaa.
Oleado preto para goarda-chrjva de carro.
Dito de cores para forro de dito.
Chicotes para dito.
Pontas de lauca.
Gates de seda para o forro de dito, es-
treitos e largos.
Pregos de cabeca de marfim.
Escovas para dar graxa.
ALCATRAO DI SUTOT
LICOR CWICENTIUOO t TITULAD
;,.Ja
II.I ,
colher de caf n'um copo d'agua para obter
logo um copo de excellenie aaiia le alcatrio
sem gosto dcsagraduvcl. -*Jb qi;
d'casu raaneh-a pre|>ii -r
ealrao uuanUo .f-* i i >
economa <.- io|h faHM >
e evila n mam-- >la<> .i.-aai -i"
O AlcalrAn < "
Vanl:*-"l "'' ;:"'>
inertes, ni-
tosses, calan -
Companhia de segaros martimos
ulilidade publica,
Convido sos senhores aceionisus para a rennio
de assembla gerai terca-feira 5 do corrente ao
meio dia em sea escriptorie i raa. do Mrquez de
Olinda o, 34, f andar, para campnmento do ar-
tigo 41 dos seas estatutos.
Recife 1* de dezerabro de 1871.
O director,
Tbomaz Fernandos da Cunta.
******* *******
gademoiselle Mane Lavargoe, ucees-
sora do Sr. Godofredo, tem esubetecido a S
segninte tabella para os perneados, pre- w
co de 4a por cada um, sendj feito na ~6L
residencia das Exmas. senhoras, e 2_ em ct
sen estabelecimento : mensalidade de J&,
100* para penteaio diario na residencia f
de suas Exmas. clientes, e de 50* em sen _E
estabelecimento. Os penleados de noiva flr,
serio pelo preco qae se convencional
Por cada coque que Ibe for entregue para
ser perneado, rec.ber 1*500 de sea tra-
balho, que ser executado com toda a per-
feico e presteza, ra Primeiro de Mar-
. co n. 14, anliga do Crespo. *9 i
lfa*M****&*#*
Companhia Allianpa
DE
seguros martimos estabelecid
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL. .Rs, ,000:000*000.
Toma segaro de mercadonas e dinheiro a riset
naritimo em navios de vella e vapores para den-
xo e fra do Imperio. Agencia ra do Com-
nercio n 5, escripierio de Joaqaun Jos Gon-
;_Iv. Beltrio.
m
Precisa-se alagar urna ama forra : na nial
do Cabug n. 2 B._______________________ '
AMA
n. 50, !
Precisa-se do orna ama para lavan
engommar : na rna Duque de Canas
andar.
Para passar a festa.
Alnga-se ama boa casa no Monteiro, perto do
banho : a tratar na rna do Duque de Caxias, loja
de fazendas n. 71. ._________
__ D-se nm cont de ris a premio com by-
potheca em bem de raiz de dobrado valor, nesta
cidade: tratar na raa do Bario da Victoria,
loja n. 31._________________________________
Precisa-se de urna ama que cozi-
nhe e engomme muito bem par?
pequea familia : tratar no largo
do Gorpo Santo, n. 4,1* andar, das
10 horas da manhaa as 4 da larde.____________
Empreza do gaz
Pernambuco.
Esta empreza tem um lindo sortimento de can-
dieiros, arandelas, pendentes, etc., Unto em vidro
(crystal) como em metal, e ama variedade de glo-
bos dos padr5es mais modernos e por precos m-
dicos. As amostras podem ser vistas no escripto-
rio n. 31 raa do Imperador. Bicos para gaz do
melhor feilio a 60 rs. cada um. As encommeo-
das nodem ser feitas por escripto, na rna do Im-
perador junto a secretaria da polica, ou dirigidas
ao abaixo assignado na fabrica S. Jos, qae serao
oromptamente attendidas.
Thos. Newbigging,
Gerente.
Ama de leite.
Precisase de ama ama da leite, preferindo-se
preta, e paga-se bem : na ra das Trincheiras n.
50, 2* andar.__________________________
'Ou,'
,)-
I < <
.re
eoiktrat d*
0 Si Guyot chegou a tirar ao alcatrlo a
ma acrimonia e o seu amargor insupportaveis,
o que o torna mais soluvel. Aproveilando essa
feliz descoberta, elle prepara um licor con-
centrado de alcatro, o qual, sob um pequeo
volume, contem urna grande propor{So de
principios activos.
O AiMir** de ayo (Goudron de
Guyel) possue por consequencia todas as van-
tagens da agua de alcatro ordinaria, sem ter
os inconvenientes. Basta deitar d'elle urna
6 Aleatr** cjot empregado com o maior xito mt n.. !- ......
CIB BLBID1. macdherd* cafl para um cepo da^uvucuui
topa para urna garafa :
BRONCHITES
CATARRHO DE BEXIGA
OEFLUXOS
TOSSE PERNITAZ
IRRITACAO DE PEITO
TOSSE CONVULSA
El FOKENTtCES. ~ Licor puro ou.com umpouco d'agua:
AFFECQES DA PELLE
COMICHES
OLESTIAS DO COURO CABEI>,JDO
EB UUECCOES. VmaparUdeUerequalroiCaguaWamtmtmtmtnmnla!)
FLUXOS ANTICOS OU RECENTES
CATARRHO DA BEXIGA
O Alcatro de Gnyot foi experimentado com um verdadeiro exite no
vrmeipaes hospltaes de Franca, da Blgica e da Espanha. Foi reconhectdo
Le, para os temvos de calor, elle conslitue a bebida a mais hygiemca, eso-
Iretudo durante os tempos di epidemia. Urna intrucco accompanha cada vidro.
Vecd-se na pliarmacia e drogara de P, Mau-
ic: & comp., rufi Barao da Victoria n,
XARO PE
VEGETAL
I
E SAUDADE
B RTNO LOMEO & C
..-i i tara certa Jai tMse ant'ifu e recentes, catarros! pnlmocar, asthna; tos toarais, tituita
WoDcbu, o em goral esotra todos os soUrimeatos das viu cespirstori,
DEPOSITO ERAL
BOTIO-A. E3 DROGARA
14, RDA LARGA DO ROZARIO, 34
PERNAMBUCO
k ifctrtrt'.'.c ilti diverut moleatiiido peito,desde
t \taryngite en mal d garganu ate a tubercnlatao
j (,':cc;i;r, passaedo pelas diversas broochites calarrhaes
o emphy:ema acaba de ser eorequecida com mai*
le mdicamenlo, qne loas*ra a primeira ordem entrt
do* at boje couhecidos. O urope Vegetal Americano,
11 iBt'."i lo parameife vegetal, nio conifm em *
tou-po-nici um so tomo de opio, lim rnente suc-
i*\ de plantas indgenas, cojas propiedades benficas
*a cera da molestias qna pertencem aos orgaos de res-
fincio foram por nos observada* por longo lempo,
Mm ptimo* resultados cada m mais crescenies; pelo
?ee no* jclgamo* aatoriado* a eompor o xaropa qa
afora presentamos, a oOirece lo aos medico* ao
foblico, Provamo* com o* atlesUdo* abaixo o qnt le-
"me dito, comimos que conceito d qoe ja gosa
urope Vegetal Americano crttcerA d* di* a dia,
deiiodo muito aps de si ledos os peivoraa* tm vogt.
lusa. Sr Bartnalomto k C.-O xarope Vegetal Ame-
.>taco, preparado em sai conceitnadrssima pbarmacia,
nm atil remedio pan combater territel asthma.
Solria en qnell molestia ha qnatro mete*, sem ainda
cr combatido o* laquea mensa** que tinha; ate ultimo
M lite foi Cortissimo que me prosiou por t dias, m,
MKm o *eu milagroso xarope, tomando apenas tres
tes. litio presente nlo fui de aovo atacado^ Piaia
Jsm. uque ruiaboltciao per aau m
Ihe, poi* o* meas agrdeeimtntos per me ter altvla* o
Uo horrivel mal. Com a mais lignificatit gralid
abscrwo-me deVmc*. affectaoso reconheeide exiact
Severin* Duarit.at Ca*a 14 da (averairo de (Mi
Illms Srs Barlholomao IC De poi s da qiaai aau
metes de soffrimenlo com urna tosse incessanle, fi< -
extraordinario, expectoradlo de nm eatarrho amaralli.
do, a perd total das foress, que o manar >
me fatigava completamente, cansado i tomar mu*
tro* remedios sem resultado Uve a felicidade da (abaraje
Vmct. preparavam o xarope Vegetal Americaoo, a aa>
alia, gracia a Den*, me acho restabelecido ha ti ir
don meta*, a robusto como se nada livess* sofra, i
rilidio ma forc a uta declaradlo, qua poderle > *.
ier o uo i
muito* res;
Coi ira
Atiesta que a se i do xaropa Vegetal AmariciM.
eomposielo do* Srs Ba rtholomeo A C. para cara de m
forte daflnxo qta me troixa ama rouqatdlo, qae m hk
qaa qniterem. Son com estima da Vsm
respeitador a criado. nttni htfm
t Silva. Recife 8 da fevereira da 1868.
futa adtender, inflaminacle a dor na gargaala,
grande dita derupiraclo. a fiquei eompletameale tm
tabeleeido com um so vidro do mumi xarope; pet
qne lhea prousto eterna gratidlo. Recita 18 da t>
neiro da 1888. kraem Vaira irtntuVmm
&
T
IiM
V"*-*<>
": :
-.
1,
*.U. i

lII
34, RA LARCA 00 R
flui coitomatn-. procurar anulados para acreditar
jauto* crtparado, e deixaino* qoe sos spplicaclo e os
jadiados cbtido pelas pessoas qne se dignaramacceita-
%sw. Ibes deaa credila a vega ; porque slo sempre oa
*Ua*Uiloa considerados gratuitos, a dellu qua linca
Ao chirlatanismo; mis ni qoerendo ofrendar as pe-
*M* qoe espontneamente noa offereeeram, os que abaixo
-** trtnscripin*. o* faxemos publicar maaifeslando-lbu
*s gratidlo pela atttnclo, esparando qae tenham
*i**t corroborar o cooceito. e acceiiaclo qua ten mera-
*t aosea xeropa. ariae/omeo C.
rrasvis**.
ilim. Srs. Banholomeo IC. eom a miia sabida
ausuclo qoe declwc er xarope Anenceno de ama
Mcacia axutfrdiifr>, pala que socTreud* ba diu da
4f Mas* tavs. tM.uto d-! ro poder dormir a noite a
t*epaito m'smo de rredir..mentes qne toir.iva, a elle
^cerrie o* lefcr'M e""asr f--.\ tli1. :il, r de lodo me
iMfco Wjt !tstsKt'ec;do com ntv anmenir de quH
J*jc Iriscr grite pos a e?*a retliado u.<, .tito .
a.'"*. *>srnrush'ciiB*Mo. O* *-. -.'. acico, tu
*.*:*! oiTii-atla. Mn< a! Aorcnio Vi-rr niar.
'-.-*" c-.* '--O ; abn; d> tM..
i'l".!, U-mi- t r-. f -Ubi. '-tU 1CI.X
-/>'.>> '->: uV, ;.r. ;,.ikiii
Vegetal Americano, de so eomposielo, qaaaaa m
acbeva baetanta doente da urna constipaclo, qaa *k
urr.ou eompleiaueiite ronco e qoe trouie ama farat
tosse, e me impossibilitoo da cumprir oa aaaas devarat
de cantor da empreza Ijiica, von igradecar-lku mu
completo rutab4ecimanto, qaa obve eom am se vldr
do mesmo xaropa, depoir da fcavar recorrido a ssiim
triumentoe. Duajarai qua eotroa cama aa recorran
ao seu urope pr sa tirem sliviadoa da Uo lerria:
incommodo, ta fataj unte ptit. Cora malor ceuldi-
relo continuo ser de Vv. Sa. tiento, vea ata lar
abrigado. Laix CreaMM. Recite J5 da i
de 1868.
Illms Srs Bartholomea IC O una* Vgtil
ricino qae Vv. S*. Um expono A venda da teda efi-
cacia para o curativo d'asthma, eaoorme obeervei aa>
illcando-o a mea fJlho Joaqaim, meaer 4e qaatra
iDnoa; victima d'esse flagelle, qae ti ectlo par a
> rredenle a doar annos kiavia resistido i eatrea xa
. grande nomeada. Ooniram poi* Vv. S* leeaer
c#nj*.>ic allimcnu sincera asen reeoineciataaMB
mer.orio serrirt' ,;ne !t,e piealaiam cok e iediea*
'- .-;-;,;;, v.,T;e pira in-pra de Vv. St. criaa*
.-.le ci. v-C- Anifieo ^a^:c de ti-t.
i ; a ai*J ^'i
NOTAS
Troca-se notti do banco do Brasil e de aas
Aliaos na raa do Bario da Victoria n. 63, aatif
roa Nova, loja de Icio Joaquim da Costa Leite.
Casa no Foco da fanella.
Aloga-se por 600< ama excellente casa na ra
do Rio d. 35 daquelle povoado, com 2 salas, 4
quartos, coiinha, cocheira, quartos para criados,
estribara, e mais duas meias agnas separadas: a
tratar com o commendador Tasso.
AOS 5:000,5000
Esto i venda os feliiee bilhetes da lotera da
ahia. na casafelii do arco da Conceico, ja di
'nrivea no Recife.___________________________
Aluga-se o Io andar do sobrado da ra da
Senzala-velha n. 42 : a tratar na mesma ra nu
mero 48.
Na noute de 21 para 22 do corrente mer, ur-
taram do engenho Jagnaribe do termo da Eacada,
3 eavallos, pertencente ao abaixo assignado, e ca-
jos signaes sao os segointes: o !. Mellado bran-
co caslrado, tamanho regular, bem feito e gordo,
idde 7 annos, com a marca H K no quarto dire
lo e o 2.* da mesma cor, inteiro, bastante gran-
de' nao est magro, idade 8 annos bem feito, pes-
coco bastante gordo, tem alm de outros ferros
um B no quarto esquerdo e o beico braneo, e o
3 rasso pombo, de tamaubo regular, bem feito,
Dteiro, idade 8 annos, ferrado no quarto e no
queixo : cajos eavallos sao de roda e estao leri-
dos nos peitos. Gratifica-se com a quantia cima,
a quem delles der noticia certa, ou aprehende los:
i tratar no Becife com o Sr. Francisco Antonio
de Brito, rna do Cabug n. .11, ou no mesmo en-
senho. .
Fabio Velloio Freir.
m DO DP
Aos 5:000^000.
Iillhefm garantidos da pro-
Tela.
Rna do Barao da
Victoria,
Outrora ra Nova n. 63 e casai
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender entre o.
moi muito feliies bilhetes a sorte de 5:000*000
em um meio bilhete de n. 1208, a sorte de 800*
em um quarto de n. 979, a sorte de 106* em um
bilhete ioleiro de n. 475, e um quarto de n. 50
com a sorte de 100*. alm de outras sortes meno-
res de 40*000 e 20*000 da leteria que se acahoo
de extrahir (216), podendo seuspossuidores vtrem
receber, que promptamente serio pagos.
O mesma abaixo assignado convida ao rtspel-
tavel publico para virem ao sea estabelecimecv
omprar os feliies bilhetes garantidos, que na<
ieixar da tirar qualquer premio como prova pelo>
mesmos annancios.
Aeham-se venda os muito feliies bunetes g
rantidos da 9* parte das loteras em beneficio da
santa casa da misericordia, que aeri extrahida no
dia quinu-feira 7 de deiembro prximo vindouro.
PRECOS.
Inteiro 6*000
meios 3*000
Qaartos 1*500
De 400.5000 para cima.
Inteiro 5*500
Meios 2*780
Qaartos 1*375 .
Joo Joaqaim da Costa Leite.
TRILHOS URBANOS
do Recife a Olinda e Be-
beribe
Os Srs. possuidores de bilhetes desta
companhia, sao convidado* a vir trocar es-
ses bilhetes por dinheiro, no respectivo es-
criptorio, todos os dias otis das 10 horas
ao meio dia.
Escriptcrio da companhia 21 de novembro
de 1871.
;. F. S. Porto.
Io secretario interino,
GOZnHEIRA
Precisa-se, preferese escrava, e paga-se bem :
a ra do Mrquez de Olinda n. 40, primeiro as-
dar,
* Monte-Pio JPortuguez.
^ Por ordem do Sr. presidente commu-
nico aos Srs. socios qae as sess5eg ordi-
narias da directora conlinnam a ser as ^
quartas-feiras as 7 horas da noute.
Secretaria dT Monte Pi Pertuguez, en m
. 1,* de dezembro de 1871.
mf O secretario, J. C Lima. W
m*
Precisa se de orna ama livre oa escrava pa-
ra casa de pouca familia: no pateo de S. Pedro
n. 18.__________________
ECHO AMER1CAH0
Com o numero 12 acabou a assignatura
do Io semestre.
Aluga-se
A casa n. 7, Passagem da Magdalena : tre-
tar com J. I. de M. Reg.______________________
Precisa se de urna criada engoromadeira
na roa do Imperador n. 57, 2* andar, entrad
pelo lado da ponte.
AMA
ra casa de pequea familia
Santo n. 2, Inj.
de pouca familia.
AMAS
Victoria D..22.
A Mil AFAMADA
aGUA de florida,
DE
HLRRAY a* LAOTIAW.
He o mais delicado e mimoso a .mes-
mo tempo o mais estavel de todos os per-
fumes, e encerra em si, no seu maior auge
de excellencia, o proprio aroma das verda^
deiras flores, quando ainda na sua flores^
ceneiae fragancia natural. Como um meio
seguro e rpido allivio contra as dores de eima da reflnaco.
cabeca, nerVosidade, debilidade, desmaios,
flatos, assim como contra todas as formas
ordinarias enteca s decid hystencos; de
summa eficacia e nSo tem outro queos
iguale. Igualmente, quando destemperada
com agua, torna-se um dentifricio o mais
agradavel e excellente, dando aos dentes..
aquella alvura e aperolada apparencia tio
altamente apreciada e desejada pelas Se
Dhoras. ...
orno um remedio contra o mau hlito
da boca, depois de diluida em agua,
summamente excellente,-fcz remover neu-
tralizar todas as materias impuras que se
criam roda dos dentes e das gengivas.
tornando-as duras, sadias e fl'uma linda cor
encarnada. Quinto a delicadeza, riqueza
e permanencia do seu fragrant aroma, clU
por certo n5o tem igual: e a sua supe
rioridade sem rival. Ella igualmente tor-
na-se um meio mui xcellente, para fazei
remover de sobre a pelle do rosto, toda a
qualidade de brotoejas, ebuligoes, sardas,
pannos, manchas, impigens e espliiMS.
Quando se queira servir della como reme-
dio para fazer desaparecer qualquer um
destes disfiguramentos, e que tanto desle-
amas lindas feices do bello sexo; devera-
se usal-a n'um estado de dilluit;o, destem-
perando-a n'uma pouca d'agua ; porem nc
ratamento de qualquer espinha, usar-se-ha
della pura em toda a sua forca. Final-
mente como um admiravel meio de com-
municar as feic-es trigueiras e pallidas:
urna pelle macia e d'uma transparente al-
vura, dando-lhe urna linda cor de rosa :
para um tal fim,. ella leva a palma a todos
os perfumes que se teem inventado at ho-
je, e existe em plena soberana sem mal.
Bem entendido tudo isto se refere unica^
mente a Agca te Florida de Mrhay 6
Laman.
As imitacoes que se tem feito na Franca,
Allemanha, assim como em outras partes
sao inteiramente inuteis c invaliosas ; por-
tanto recommenda-se mui especialmente
s senhoras, que tenham toda a precauco
e cuidado, de quando comprarem, estejam
certas que compram.
A Gencina
AGUA DE FLORIDA
DE
MlIRRAY A L\NMAN,
A quai preparada sement pelos unicoi
_________ Proprietarios,__________
Hypotheca-se
urna muiacba, bonita pe^a, ptlo preso que se
eonveniotiar em visia della ; ;. traiar nesta tvpo-
grapliia.___________________________________
Joaqaim Jos Oonpal-
ves Beltrao
Rna do Trapiche n, 5, { andar.
Sacca por tod*s es pqutee s-bre o banco de
Miao, em Braga, *r# os sefainine iifim *n
Portagal :
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Saimaraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vea.
Viannado Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famlica'.
Lamego.
Lanos.
Gc'Vilh5i.
Vasca! n'alpasa|_ .
Miraadeila.
Com o n. 13, principia a assignatara do
2o semestre.
Rs. 60000.
Livraria Francaza
MEDICO. m
Dr. Manoel Enedino Reg Valen^a. 25
S CambOa doCarmo n. 21__r andar. ^^^JK
nttmmM mmm
Precisase de duas amas para
Va' a quem toca
Os proprietarios da confeitaria do Campos, sita
rna do Imperador n. 24, tem a honra de levar
ao conhecimento do respeitavel publico, que re-
ceberam directamente pelo ultimo vapor da Eu-
ropa nm variadissimo sortimento de MIMOS.
Por se tornar enfadonho o descrever a varieda-
de e belleza dos objectos que recebemos, limita
mo-nos somente a pedir a attencao das Exmas.
familias e dos mancebos do high-Ufe ;j>or \sso
que s a presenca dos entendedores podera bem
aquilatar do merecmento da nossa grande exposi-
co de objectos proprios para os mimos de festas,
para isso pedimos somente urna visita ao nosso
estabelecimento na ra do Imperador n. 24
COEFEITARIA DO CAMPOS.
N. B. Para que se torne bem distinga a nossa
casa, se conservar um lampeo aceso a noite.
AMA
Precisa-se de ama ama qae ceiinhe
bem, para casa de hornera solteiro .
tratar a roa de marco n. 8 A.
AMA
Precisase de ama ama para eon-
nhar em casa de poaca familia :
roa Velba o. 28, sobrado.
4 1W A Q servS'i t noQedeU quena fEE W^c^nto 31 de'de.mbro de ,871.
Wf&M :Traa Imperial l .99, por Recife 20 de -*$*,, Vidal
Mudanza.
Do dia 10 do cerrente em diante estar mua-
do para a roa do Imperador n. 48, andar, o
gabinete de cirnrgia dentaria de F. Mai, o qual
dessa data em diante ser ahi encontrado todos os
dias a qualquer hora. O mesmo, como at aqu,
contina a prestar-se a chamados. _______
.---- Precisa-se de urna ama para casa
A II 4 de pouca familia, sem (libo: a tratar
Zl.lTl.ll. na ma do Cabug n. 4. leja de -'oro.
Protectora das familias.
Os senhores contribuimos a essa assoeiaco que
preferem mandar pagar suas annuidades nesta pro-
vincia, podero dirigirse ra do Livramento n.
19 1" andar, antes do dia 14 do prximo mez Je
dezembro, am de que os fundos possam chegar
na sede da associacao, no Rio de Janeiro antes do
P, ecisa-se de urna ama para cozuhar era
casa de pouca familia : a tratar na ra das Cru-
jes d. 29, armazem de movis. _______________
Preisa-se alugar urna ama que sai
ba cozinhar, engommar e comprar, pa-
na rna do Corpo
Na ra do Hospicio n. 39,
precisase de urna, ama qne
saiba engommar para casa
0 aoaixo assignado, teodo de acabar cora o seu
negocio, roga aos seus muites e numerosos fre-
cuezes que Ihe estao devendo em sua loja de cal-
cado roa da Imperatriz n. 10, de vir ou mandar-
me pagar seu debito at o 8m de dezembro do
corrente anno, pois do contrario ver-se ha obnga-
do,e bem contra sua voniade, entregar as con
ta3 a seu procurador, para elle receber amigavel
oa judicialmente, o que o abaixo assignado espera
jS =eus bons freguezes isso nao ser necessario.
Recife SI de outubro de 1871.
Antonio Rodrigues Pinto.
PrecUa-se de dua* mas, si-ndo
una para cizichar, ou'.ra ja-a
engommar
na ra do Bara
iOFIK
Ro_-se ao Ii!m. Sr. Ignacio V.elra C% Kell
rivo ca cidsde e Nazareth desta provincia,
favor de vir a ra o Imperador B. iv' s. 'ouduil
iquesle negocio que V. S. se coaiproraettn reaj-
oela tercelra chamada de.'te jcrna!;
i M
sar .
6 esembro prximo passado, e ceps
neiro, passen a feverero e abri!, e naia camprc j
a por este motivo 6 de novo chamado i>ara fti'.-
3m ; pois V. S. se deve lembrar que esto ne..*.' .
i de mais de oito annos, e qnanoo o snior
Bh< >e achara no es resta cidade
Precii-a-se de cos'.ureiras na leja (L Hlm
Pastor ra da Imperatriz n. 3._______________
i os pretendentes
Faz-se negocio com a loja da ra Njva a. lo,
garantindo se arrendamento : a
ADVOGADO
M Dr. Joaquim Correa de Arajo
67Roa do Imperador67
Grande hotel central.
Maneel Garrido scientiQca a seus amigos e bom;
freguezes, que tendo se associado a seu irmu
Francisco, actualmente em viagem para o Rio da
Prata, e sendo o onico gerente do estabelecimen-
to, Ibes offerecem commoda hospedagem, boa
mesa, frescos banhos, e todo qaanto ha de con-
fortavel : na raa larga do Rosario ns. 35 e 37,
detronte da igreja.___________________________
Os Srs. abaixo declarados sao rogados a
mandarem ou virem ao escriptorio deste Diario
i negocio:
Jos Francisco Ribeiro de Sonsa, (dono do cof-
legio de Santo Amaro
Francisco Jos Rabello
000 *tt *****
Medico operador e par- $>
Z telro. W
Jg Dr. Francisco Jacintho Pereira da Mol- g
VX ta, a qualquer hora do dia ou da noite, J
>: n. 5, 1* andar, praga do Conde d'Eu, Jfijj
T ontr'ora da Roa-Vista.
9 CONSULTAS GKATIS AOS POBRES, ft
***m*********
CASA DA FORTWA
RA i DE MARCO OUTB/ORA DO
CRESP3 N 23.
Aos 20:000*000.
O abaixo asslgnido tem sempre exposto ven-
ia os felize? bilhetes do Rio de Janeiro, panada
iromptamente, como costuma, qualquer premio.
PRESOS.
Inteiro 24*000
Meio 12*009.
Quarto 6*000-
Manoel Martins Fiuza.
;#@TO#
"!
ij : Q m e,
sobre
de eero, prata
Lavergne,
modista em
tu*
penliores
e brithan-
ra
ratar aa me-.na
CASA \ MRTBW
Aos 5:000^
Bilhetes garantaos.
i ro* Primeiro de Marco (oatr'on rns o
Crespo) n. 3 e casas Jo costutut.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seos fe
.es bilhetes um meio n. 1208 cora 5:O0OCO0,
am quarto v. 979 com 8001000, dous artos c.
330 com 100J0O0, e outras sortes de WOOO e
20<000 da lotera que se acabou de extrahir
(216"), convida aos possuidores a virem receber
na coeformidade de costuma em descoci algum.
Acham-s. a venda, os bilhetes garantidos di
9." parte da lotera, a beneficio da Saota Casa de
Misericordia (217), que se extrtWri qninta-feira
7 do corrente mez.
PRE?OS.
Bilhete inteiro 6#000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
loe p;rcao de 100d00 para cima.
Bhete icteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Qnarto 1*375
Manoal Martins Finu.
, seja qual for a quan-
tia. 3a mesma casa com- |
pram-se os mesaos me-
I Ics e
1 Para tomar banhos salgados coi
Olinda.
Pnia de S. Francisco junto a mar.
Alaga-e duas casas pequeas, de pedra e cal,
1 pintadas di aovo, n. 1 e 2 per preco commodo :
?. irp-'-ar na ra das Cruzes o. 38, primeiro andar
Contrata e um bom ama-sador que saiba cor-
tar bolachas, par urna pad.ria cm Natal, capi-
tal do Rio-Grande do Noite : na ra do Mrquez
de Oliada n. 10, andar.
I
I
l
'
4 B0T4 DE OURO
Nesie noiO.jSaiabelecimento de calcades, sito
ra do Bom Jetos n 21, sobrado amarello, anliga
rna da Cnn, o publico encontrar sempre nm
completo sortimento de calcados dos raelhores e
mal acreditados fabricantes de Li.-boa, Piris e
Londres, nao s para bomem como tambera para
rapares, senhoras e criancas, cojo sortimento e
reforcado todos os roezes afim de poderem assim
ter sempre calcados frescos, para bem servirem
aos sens numerosos fregueses, os quaes sempre
que se dignaren) fre(uentar o referido estabee~
cimento serio tratados com agrado e sezudez
Ama cozinheira
Na ra do Pires, sobrado n. 28, precisa-se
urna ama boa cozinheira, paga-se b*m._______
CAIXKIRO
Precisa-se de nm ca xeiro de 12 a 14 annos de
iQade e que de adur a *ua conducta : na ra do
Rangel d. 43.___________________________
\ \I LVeiisa-si) alugar ama ama para co-
AiTia nnhar : na ra do Queimado n. 8
loja de Goes A Bastos._________
^ Mlle. Marie
Vr b ill i, recentemeato chegada de P.i- ^
ns, ten u comprado ao Sr. Joao Godo-
fredo Pinto, o seu estabelecimento de
m\ cabellereiro a ra Primeiro de Marco
&) n. 14 i'antiga do Crespo) offerece os *
>*, teus sorvicos-s Exmas. Sras. de;ta
%y bella cidade para os misteres de sua
*4 arte ; o seu e-tabe!ecimento esta provt-
" do de habis artistas para a boa exe- v<
cu^ao de qualquer obra e corle de |
cabe.s. Fai es penleados era seu Q
etabelecimento por metade do prero u
do que est estipulado para quando ^
for chamada a residencia das Exmas. '
senhoras.
O repeilavel publico encontrara em
seu rdndo estabelecitr ento um bello
sortimento de perfumaras franetzas
V e inglezas dos mais acreditados faliri-
v cantes, assim como flores arliliciaes, ,
l_^ objectos de pbanlasia, modas, etc. etc. V?
j^, e vende tndo por precos commodos, M
ffl pois recebe directamente da Europa. ^
, O ?eu estabelecimento acha- se aberto &
7) das 6 horas da manhaa as 9 da noute. ^
Monteiro
Pol 300,000 ris.
Aluga-se urna ca?a na povoacio do Monteiro: a
tratar na taberna do Sr. Nicolao Machado Freir,
do mesmo logar
A" -mr Precisa-se de nma ama par
M A cozinhar e compRar : na ra la*
1TI J\ Trincheiras n. 4i, primeiro au-
dar ; paga-se bem._________________
Precisase de nma ama
Verdes n. 50.
Aluga-se ama grande casa cora sitio, ua
Capunga ra das Peraambucanas n. 2o : quem
pretender dinja-se Jua Nova n. 13, oa ra da
Aurora d. 15, qae aerrat cora quera tratir
M
- O advugad. 8.E. B. Vianca pMine as ps-
soas que o nao encontraren no seu escriptono
ra di Crespo n. 12. i andar, qae o encontrarao
ia jala dt< setedM do jarv.
1I0BILHS
pequeas, obra de multo gosto, prepnas para o
passaterupo 3a festa, por seren moito leves para
transportar para os arrabaldes : no armazem de
Tasso Irraos St C, caes do Axdlo._____________
Na livraria acadmica i raa do Imperador
n. 79, precisa- se fallar aos Srs. Joaqaim Viriato
de Mello Pinto e Francisco Marques da Cunha a
negocio de sen nteresse.___________________
Antero Victorino da Rocha julga nada dever
nesta praja. mas se algucm se julgar seu credor
por qaalqner ti al, se apreeeole na ra da Guia
n. 20 para ssr imraeataraente pago, isto uo pra-
so qualro dia, fiados os qaaes oao se respon-
sabili9a por quaMuer d*b;to. Recif 2 de dezem-
bro d* 187_____
na rna de Aguas-
AVISO
O escrivo da irmandade de N. S. da Conceico
da igreja da Congreacao par cumprir o que de-
termina o art. 48 do compromisso da mesma ir-
mandade avisa a todos os seas irmaos para que
no domingo 3 do corrente met, as 9 horss do dia,
se reunam no consistorio da Tnesma igreja, par.i
bm mesa geral elegerem os mesarlos qne tem de
reger a irmandade no anno de 1872 a 1873.
* asa para alugar
Propria para um oa doas senhores empregado^
no couimercio, o 3 andar do predio n. 14, a pra-
$a dj Commercio, no Recite, com excellente va
para o mar, etc._________________. .
Precisa se de uro "> pa-
ra eoxinbar : na ral do Cres-
po n. 18. *____
fe
rpf^Tedenma^.^ fffS.
mar para ama pessoa :
ci. d. 20.

-
A

Aloga-se pala ama de) Ulta una preta *-
erava muito sadia e earinlios para meBiQ&s : oa wgffl, *om_P,W_j_r
rna do Pro|rwM n 17. jlraperadoro 83,.^
Aluga-e urna da* melhores casas da Poa^
peiiWO sitio : a tratar na rna do-


D ano de Pernambuco Terc.a eira 5 de Dezeoibro de 1871.
b
CHAPELLERIE DES DAMES
nico estabelecimento neste genero
31Ra do Barao da Victoria31
AXTIGA RIJA MOVA
A este estabelecimeato acaba de cbegar xaa lindo sortimento de cbapoa de palha
de Italia para senbora, o qoe ha de mais moderno em forma e Rosto; recebemos tam-
bera chapeos para meninos e meninas. Chapellinas de palha, e de gaze, chapeos- cor de
caf e cdr de cinza, chapeos de palha d'Itatlia, pretos para luto, ricamente eofeitados.
Flores pira cabello o qae ha de melhor neste genero, plumas, gaze, flvellas, veos e mal-
tas ontras fazendas degosto qoe se vendem maito em conta. Goacertamse tambem
chapos de palba e de velludo, pondo-os completamente moda, para o que recebemos
formas modernas.
Portanto convidamos as Exmas. Sras. a visitar nosso estabelecimento que se acha
completamente bem sortido d'artigos inteiramente notos e de maito goslo proprios para
a festa.
51 Ra do Mrquez de Olinda 51
Outr'ora ra da Cadeia do Rectfe
EDUARDO MELLOftC
CABELIiEIBEIRO BE PAR
Tem sempre om sortimento de coqoes de tranca variado de differentes gosios, pe
los procos de 34000, 6000 e 8,0000.
NOVOS SORTIMENTOS
rmazem do vapor
'ramees, roa de
ar
Frameez,
Bario da Victoria
(outr'ora roa No-
ra) n. 9
Acaba de reeeber novas facturas
armazem do vapor
Frameez, ra do
Bario da victoria
(outr'ora roa Xo-
va) n .
Calcado
Botinas de Suter e de Polak, para homem, com-
pleto sortimento pira todo os gostos i vontade
des compradores.
Botas e perneiras para montara.
Botinas pua senhoras e meninas.
Abotinados para meninos e meninas.
SapaiSea de biierro, verniz, cordavo. e de brim
tranco para boraem.
Sapatos de tapete avelludados de charlot, case-
mira preta e tranca portuguere?.
Sapatos de vaqueta de verniz com sola de roa-
deira proprios, para banhos.
Perfumaras
Fines extracto?, banbas, cosmtico?, leos, opia
tas, poses, agua de cologne, agua divina, agua
florida, dentfrico, lavando, agua de toilet, tintara
para barba e cabello, pos de arroz, sabonetes.
etc.; tudo isto de primeira qaalidade dos bem co-
hecidos fabricantes, Pivjr o Condray
Precjos.
Quinquilhrias
de pbantasia e laxo, como sejam : espelbos, lavas,
joias de onro, eorrente de plaqu, ricas carteiri-
nhas para dinheiro, caixinhas de costura com
msicas, esterioscopo de SO vistas cora msica,
boleas de seda e cestinhas diversas para braco de
senhras e de meninas, oculos, pencenei com vi
dros de cores, chicotinhos e bengallas, tudo isto
de differentes modellos e qualidades em grande
numero destes artigos de quiniailharias finas de
gosto que nao se pode bem mencionar.
Brinquedos
O maior sortimento que se ple desejar de toda
sorle de brinqaedos fahricados em diversos paizes
da Europa para entretenimento das crianzas
Carrinhos
e bercos de vimes para enancas, de noves diTe-
renles modelos precos corarn-idos,

Em virtude das novas facturas e ordens dos fabricantes, vende-se agora tudo precos
baraiissimos: no armazem do vapor francez, ra do Rarao da Victoria, outr ora ra .Nova nu-
mero 7.____________________
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IMPERIAL FABRICA DE CIGARROS
DE
S. JOO DE NlTHEROHT.
Um dos problemas qae mais tem preoecupade
attencio dos legisladores e dos economistas mo-
lernos, particularmente na Inglaterra e na Fran-
ca, e acerca do qaal, ainda em 1868, L. Wolowki
fez ura profundo e notavel discurso, o qie trata
de demr e regalarisar, mantendo o equilibrio
entre o interesse e a humanidade, o trabalho das
criancas as manufacturas.
Esta quesio grave e melindrosa, cometa a ser
entre nos de alguma importancia, e merece que a
examinemos com criterio, tanto mais que forcosa-
mente na substituidlo do elemento servil ter ella
de considerar-se emeacissima para o futuro des-
envolvimento de nossas industrias.
Recordando eom o celebre economista de que
fallamos o profundo pensamento do poeta ingles
Jue diz :=A cria tica o pai do homem part-
amos tambem os seus generosos sentimentos re-
lativamente essas frageis e delicadas creaturas,
que ainda na primeira iniciacao da vida prestam
i tio importantes servicos i sociedade.
Qualqner que seja o ensino ou o labor em que
ie exercitem as torcas ainda debis deesas iracas
existencias, deve presidir o maior e'scrnpulo sua
direccao, a maior vigilancia e cnidado no emprego
e distribuicao do tmpo, porque do sen resaltado
depende a aetividade e a energa das novas gera-
cSes, e d'eslas as grandes conquistas do futuro e o
progressivo aperfeicoamento social.
Nos scalos anteriores as industrias oceupavam-
je mais com os productores. Ao scalo XIX com-
pete a gloria nao s de melborar o fabrico dos
productos, tornando-os mais perfeltos e mais ac-
eessiveis a todos pelo qnantidade e modicidade do
preco como a sorte a coodico, a existencia do
irabalhador, do homem.
Wolewki cita a este respeito as palavrae >
Sladstone, que, em urna reanio de operario m-
jlezes, fa!laodo-lbes tanto em seus direitos, como
am seus deveres, disse: O nosso secuto o se-
culo do operario: e accrescenta que esta phrase
nao sahio de bocea uspeita, pois Gladstone nao
perten ao numero daquelles que lisongeam em
vex de servir ao povo.
O homem d'este modo encarado como bem
primordial da prodaccao do bem; e o notavel au-
tor i que nos referimos entende comnosco que a
liberdade que elle conquisten tira toda a sea furg
la energa da alma associada sande do corpo,
da elevacao do espirito que proporciona o deseo-
volvimento progressivo da habilidade pessoal.
Foi babeados n'esta allianca que os legisladores
nglezes coraprehenderam que o instrumento acti-
vo, o operario, obedeca outras e diversas neces-
sidades que as que sao partilha do instrumento
material.
Foi por este motivo que se marcaram e regula-
mentaram as horas do trabalho as manufacturas,
e se attendeu sobretudo a que as crianeas rece-
oossem a um lempo o ensino da fabrica e o ensino
la escola.
Em 1862, diz anda Wolowki; sanccionou-se
aa Inglaterra a prole, a vigilancia penetrou no
seio das vastas communas industriaes, formadas
boje em roda da machina de vapor, dessas vastas
sommuaas povoadas por multares de operarios.
U lei de 1802 fixou a idade em que as criancas
podiam enirar para as manufacturas e limitou a
duraQao do trabalho.
Pois bem. Este grave e humanitario problema
que levou quasi meio seculo a resolver, e preoc-
:upou a attenco de tantos homeos de estados
eminentes, como forara Roberto Peel Lord Aslhey,
hoje Conde de Chatlsbuago, genro de Palmerston,
3 amitos outros, assignalando urna pagina honrosa
ia historia da civilisacio moderna, acha-se reali-
sado, e dando salutares resultados entre nos na
fabrica de cigarros de S. Jo3o Nilherohy, da qual
5o proprietarios os Srs. Souza e Novaos.
J tivemos occasio o anno passado, de escre-
ver algumas linhas aeerea deste importante esta-
belecimento, e hoje, depois de urna visita que fl
temos ao novo ediQcie ampliaremos aquello nosso
rabalho.
A casa onde actualmente esta estabelecida a.fa-
briea sem duvida um dos melhores predios da ca-
pital.
Alm das espa^osas accommodaoes interiores
ivremente rejada como convm a tao numerosa
igglGmoracao de pessoas, o predio exteriormen-
te de urna archite;tura simples e elegante, e flea
i pencas bragas do mar, onde com auxilio de uro
ponte os productos sao com facilidade embaredoe
9 conduzidos para os mercados.
Cerca de duzeutos meninos alii rc-:ebem o easi-
ao manual, inti-llelual religioso e mcral.
A mais perfeita ordem, sem a severidade de urna
rude disciplina, mas ?ntes aconselada pelos pre-
:eitcs praticos da autoridade, d um aspecto agr-
lavel a esta afanosa communa de pequeos ope-
rario; e e>ptrangoso ncleo de futuros e morMia-
los cidados.
Em um vasto salao das 7 s 9 horas da t
Faz-se negocio
Com a antiga e bem afreguezoda loja de caiga-
do francez i ra da Impera tria o. 10, livre e des-
sembaracada de qualqner onus ; faz-se negocio
a dinheiro oo a prato conforme se convenciooar;
sendo um bom negocio para qnetn quizer conti-
nuar, e ( se vende por ter o dono de te retirar
para a Europa i tratar de sua sande. ____
ATTENCAO
Precisa-se de orna ama para comprar e
coziobar para casa de orna familia composta
de duas pessoas : nesta typograpliia se
fifi.
9 Cnsul
B nn rii
s
Consultorio homeopa-
thico
DO DR. SANTOS MELLO.
Ra do Barao da Vtctoria n. 43.
VACCINA.
Todos os domingos e quintas-feiras, pe-
las 9 horas is 10 da manbaa vaccina-se
por preco mdico, para o que ha mnito
bom paz vaccnico.
Recebem-se chamados para vaccinar em
qualqner casa.
Consultas medicas todos os das pela
manhaa.
Chamados a qualqner hora do da e da
oule.
Gratis a parte medica aos pobres.
s
mm mmmwm mmwmmm
Casa da Fortuna
RA 1* DE MARCO N. *3.
'O abaixo assignado leudo vendido a sorte de
2:0004000 no bilhele inieira n. 4450 da lotera
157 do Rio de Janeiro, convida o possuidor a vir
reeeber na forma 4 o cosiume.
Manoel Martins Fiuza.
VENDAS.
Ga2 econmico para os can-
dieiros de porcelana.
Acaba de cbegar este j bem conhecido com-
justivel, como o mais barato, prompto e asseiado
de todos at hoje eonhecidos, e se encontra i ven-
da no nnico deposito, ra larga do Rosario nu-
mero 34.
Machinas de costara.
Chegaram ao Bazar Universal da roa
Nova o. 22, um sortimento del machinas
para costara, das melhores qualidades que
existe na america, das quaes moitas ] s3o
bem conhecid.'s palos seus autores, {como
sejam : Weller di Wtlson, Grover Silenciosas, Weed e Imperiaes e outras
moitas que com a vista deverao agradar aos
compradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho que trinta costureiras podem
fazer diariamente e eczem com tanta per-
fei ;5o como as mais pereitas costureiras.
Garante-se a sua boa qualidade e ensina-se
a trabalbar com perfei<;5o em menos de urna
hora, e os presos slo t3o commodos que
devem agradar aos preteodentes,
Cal nova
chegada recentemenie de Lisboa no patacho
l'ortuguez Jjs ; tem pira vender Joa-
quina Jjs GoocalvM Bslirad, no seu es-
criptorio rna do Ommercio n. 5.
F. riuh i do miiho.
Veode-se de superior qualidtde : na rn larpa
do Rosario, taberna da esquina defrcnle da botica
do Sr. Bariholomen.

s
f
Flor do 'umo
Acaba de chegar nova remessa de fu-
mo picado para cigarros e caximbo e ci-
garros especiis do Para, fabricado por
Jos Julio Sampaio Piros, o melhor pos-
sivel : nico deposito em Pernambuco,
Praga da Independencia n. 39, loja de
cateado.
Vende-se um bom e bonito eavallo, grande, mel-
lado, proprio para a parada do da 2: a tratar na
cocheira do Sr. Thoroaz, ra de Santo Amaro.
Rival sem segundo
Ra Duque de Caxlaa a. 91
Jos de Azevedo Maja e Silva, em sua lo
j ade miodezas continua a vender todo
por baratos precos que s todos admira :
Libra de 12a para bordar a melhor
que ha.
Gaixas com superiores grampos fran-
cezes a
Duzias de facas e garfos de um e
dous botoes a
Talheres pare meninos a 240 e
Libras de liona de novello, a melhor
posiivel.
Duzia de lencos de cassa com barra.
Caixas de lionas com 30 novellos a
Vara de franja branca para toalhas
Duzias de me as crina mnito boas a
Duzias de meias finas para seo-
ras a
Naralbas muito Gnss, para fazer a
barba a
Caixas cpm peonas de ac com to-
qcea
Ciixas com peanas de Perry fazen-
da fina a
Ditas de dita di'.o verdadeiras a
Caixas com 20 cadernos papel ami-
zade a
63000
160
40000
400
1 (J5O0
1*000
500
160
34500
40000
l^OOu
320
800
1*200
PAR IN01VAD0S.
Bonitos porls buquets.
Lindissimos loques de madreperola molles in-
teiramente novos.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para homem,
Finas meias de seda para senbora,
A Nova Esperanca auem tem I 1 I
DESAPPARECAM AS SARDAS
A Nova Esperanca a ra do Duque de Caxias
n. 63, acaba de reeeber o bem conhecido leite
de rosa branca, e lambem";leite virginal, os qwes
fazem desapparecer as sardas ou pannos.
Vende seo u aluga-se tenenos em Beberibe.com
rio e sem elle, a contento; terreno para toda e
qaalquer plantacjto, principalmente para capioi e
hortalica ; como tambem contrata-se alguns.es-
trangeiros para plantar capim e bortalici, cortar
madeira e fabrico da carvio : quero pretender di-
rija-se povoacio no logar denominado Cahenga :
a tratar com Manuel Elias de Moora.__________
V>nde-8e a ca>a terrea n. 25, a ra des Pes-
cadores, com tres qnartos grandes, 2 sallas, cosi-
nha fora, quintal murado, eath ba e poitao que
deila para a ra de S. Jos : tratar na ra do
Mrquez de Olinda n. 40, 1 andar.__________
A 16$0U0 c ida um
Bornous para senbora, os mais modernos qoe,
em viudo a esta praja, alm de outras fazend*s
proprias para a festa, como sejam as segnintes :
Madapolao. francez tino, cambraias Victoria e com
barra, percales, creloues, chitas tioas, Bareges,
las, fuslSes, casemiras, brins brancos e da core*
de linho e de algodao, e ou'.ras muitas fazendas
qae se ven le barato, s com a vista : na ra Di-
reito n. 55. ______^_^____
FOLfflNHAS
PARA
0 m DE 1872
As festividales sao indicadas para o bispado de
Perna i.buco. As horas tas mares, o nascer do
sol, eclipces, etc. (60 pap.), sao exactamente cj-
cnladas para Pernambuco : ludicaces estas, que
nao se enconlram as folbrahaj impressas n %
de laneiro.
O PREf,0 E' DE 400 BS. CADA
Conam das seguintes variedades .
ANEDOTICA
Consta de cincoenta ancdotas mulitas, Ilustra-
das cora numerosa estampas
COMMgRCIAL
GUERRA FRXNGO-PRUSSIANA
GUERRA DO PARA(iUAY
RELIGIOSA
FOLHWHA DE PORTA
Rs. leo
Urna folha con'.en.'o a folbichai o kalendario.
(.Kt\K
tos porque acreditamos que as noc.oes rud- -o-
itae? da escola n:o sao outra couca mais que c j __
rumentn com que mais larde se deve concluh Uuza&i
lisa de todas as
/ -
. ,. MES nimt I
19 Ra Primeiro de Marco 19
Tendo renovado completamente a loja do predio, em qoa teem o sen es- j
tabele.'imento,
19A ra Primeiro de arqoISJ
ionx aquello asseio e elegancia desejavei>, acham-sa agr# prvidos do mais
t&Dleutiido sortimento de fazendas finas e modernas Je
SEDA, LA, LINHO E ALGODAO
(i ;cdas do ultimo gosto, e continuam a ter como sempre, diversos
ARTIGOS ESPECIAES DE SOAiCASA
Garantera, com toda
a sinieridade, vender
por meno3 que qual-
qner oatro, porque'
rectbem em direitura
a maior parte de saas
fazendas.
49 RA I.' DE MARCO 19
(iiliga ra do Crespo).
i^^^^Ti^s^^^emo^l?^ de fitas pira coz com 10
ainos os primeiros elementos da limara da escrlp- varas a
a e da coulabilidade. Dissemos PJ^]'08..,6]?' Pejas de tranca
neni
aentae
iustrnmento enm que m_..
j aperf.icoar a educado. Nao custa saber ier ci
esencial e fazer uso disireto e aprovoitave^
jr,!Sfl poderoso motor do nosso aperfei^oamentc
ncral. .
Depcis do trabalho manual e do ensino da es-
la depois mesmo de algumas horas, consaeradas
vj recreioera preciso amenisar com o 'estndo dt
ilgnns dos rara ? das bellas-.trtes as tarefas in-
lanlis. ,.
Neste intuid f i creada urna aula de rauica di-
rigida p r hjfcil professor.
Com p'.ucc. lempo de exercicio e o ardo: pro-
orio da mocidade j alguns do alumnos tocam
-om verdadeiro adiantamento os instrumentos que
seolheram, e pode direr-se qoe a fabrica tem
oje urna banda de masca sua disposioao, o qn
i!4m te accrescentar urna .agradavel prenda
idneacio dos aprtndiies, dispensa dias festivos do
3?tabeecmentn, o concurso dos musico6 e-lra-
ahos.
Ora, o grnde resultado colhido por este duplo
systetr.a do en-ino manual e simultneamente in-
teileetaal, que os productos da fabrica de S. Joao
le N iherohy, redobrando de valor pela qualidade
i pereicao augmentara tambera a sua procura na
mercado 3 naturalmente os avultados mtoresses
ios producios.
Estabelecida assira cora os outros estabeleciraen-
IOS do mesmo genero a luta da concurrencia, que,
qo dizer de um notavel economis'.a, nao oulra
:ousa mais que a manifestado pratica, a fac*
material da liberdade. claro est que as condic&s
io trabalho livre comec.am j a ser assentadas, en-
tre nos em bases sensatas e de conseqnencias pro
dinas.
Ligamos um alto apreso s tentativr.s e aos re
altados desla ordem.
O Brasil precisa empregar todos os sens e?for-
{os na propagan la industrial, na 1* esqoecendo
sunca 'fie a qnantidade dos producto) r,ida. re-
presenta, si ella se nao tornar ao mesme t?mpo
reccratrendavel pela sai qualidade, e que esta -
e obtem cem auxilio efBeaz dos prodo:t r-'.s ha-
bis e intell i gentil?.
Acreditamos, pois, que os Srs. Scuza e Novaes |
prestara um impoiiante servico ao r3'" a temos i
sempre prazer em mc-ueionar os esUbeleciRBfoi
lesta natnreza, nao s em.referencia a e:'.3 fabri
:a, como a todas jue estiverem fundadas en so
.'undeai d'aquiom diante as mearca- :ir:nms-
tancias
O ubico deposito n**t* cidade ce eserlDtorw
Je Domiogos Alvos Matheos, a ra do Vlga-
700
500
de liaba fronxa para berdar
a 400 e
Pares Je sapatos da trne> a
Du-ias de baralbos muito finos a
2400 e
Ditas da ago'has para macnina a
Resmas de papel a!mac/j soperier a
Ditas de Cantis da Unta AexanJre a
Grvalas de cores muito fiaas a
Ditas pretas pontas bordadas a
grois de botoes de madrvperola
para camisa a
Novelice delinha branca, 400 jardas
Dosis d6 caribes de linba branca e
prcta e de cores a
Thesouras muito fioas para unbas
e costura a
Gaitas redondas para botar rap a
Caixas c.'ffl pos para limpar dentes
fazfenda fina a
Livro das missSes abreviadas a
Copas grandes com superior banha
Uacos de pallitos para dentes o
melhor qoe ba a ________
40
500
180C
280C
2OO0
34600
45000
100
500
600
50l
6C
120
50C
1,5200
20G
1*500
1A500
160
iilll 1
3 Ra da lusperatrlz I.
JE
L'jwenco Pereira leudes Gui-
mares.
PSOHINCHA A OO r?.
Vende-se urna grande porcio de bitas franee-
zas finas, cores escuras, com toyje Je avaria, a
200 rs., e iiO o .ralo, grande sortimento de cha-
peos de palha de todas as qna'idades para h)mc-ns
e meninos a i, 2300, 3|, r.i e o, o entras
muitas fazendas em liquidcjio para fechar factu-
ras : na ra da Imperatriz, Ba:sr Nacional, nu-
mero Ti._______________________________
Sustento restaurativo da
saude
[Li VE IDADE'iRA : iHiNUA
A, Di Barry f Arabia
PERSAS
1872.
peln medico
iiiuiiviiir
Ou memento diario para
Um bonito volme encadernado
preco de
Rs. 2#000
Cera meia folha era bran:o p.r* cada da 00
anno.
Uvrarla francez.t
Cabriolet
Vendo se nm excellei'e cabriolet ie quairo ro-
drs por pnco c mm>do : na ra ta Florentina n.
11, casi di. Gurjo.
RM DO MARPUEZ DE OLINDA N49
E. A. De'.ouche acaba de reeeber um
grande sortimento de ceios e pincenez de
tucas as qaalidadii-, o vidios de toda-- es
oumeracOcs.
Na tnusma casa "rn grande s< rtimerj:i
de relogios de lo'.- isqnUidides que
detn-se muito baial .
Os abaixo asssig '"
guezes, que pelo r iag1 '
Fegnnda remessa d'essa excellente ;. ..
uso muito se rec; para as cas ; [es
soas debis e convalescentw, appllcala com reco-
uhecda vantagem as conslipacSes, diarrheas
nausea do comogo. W3S9, escarro de gue
phthysic, etc. etc. nda Jica pe'o agradave
sabor.Uniricoa outra
Cem o pu'u
Objtclc ;. : alo I
I Brincos, pula-iras,
;n:z ', c; : -
\ acoi '' '<' 'i d 1 .'
!e C-xi; n. -...
)
1
.o em c;a.
jf
.1.
mii s aJer
ote n "
: .;: D 3u
IV St'T.L.
V ; Xi
ji : ; de receti'
A 3.000 rs. apee4.
Gamoraia iranspare le
_ peca, pechlr.cti. : c
de Goilherme Carne ro d I
t'j jardas a 3-000
a pe^a. pechlnct. : n-1 1 i Cre?p n. 20, oja
Sal de Cabo-verde
Vende-se 1,300 alqueires de sal, ebegado lti-
mamente : a tratar no escrlptorio da ra do Bom
jess n. 3.__________________
Panao fiuo
para friz>s de maehinas de impressao, p. para
prelos, o que ha de melhor : vnle-se na rna e^-
trtita do Bo'nm u. \i, lypr.praplii^j^i^^a1.
EspeeMitiflde
Chegou urna peqneaa remessa de vioho do
Porto em caixas d-j duzia proprio t-ara meni-
nas ou pessoas d .entes.____________________
rio n. i i.


A.Zaiua:.
ADVOCACIA.
O Dr. Manoel do Nascimento Mt.'.tiado
Purtella contina a advogar e pode -er
procurado no spu escriptorio j roa di em-
perador o. 83, 1* andar
Xarope peitoral de James
nico deposito na pharmacia amer cana de Per-
jura Maia & C, 57 ra do Duque de Caxias nu-
meroW.__________________.__________.
Popelinas de seda
A 1)5600 rs.
Na tota do Pavo vende-se um elegante sorti-
mento das melhores e mais modernas popelinas
de seda, que se liquida pelo baratissimo preco de
UtJOO js. o covado, grande pechincha : ra
da Imperatriz n. C0, loja de Pereira da Silva &
C.____________________________________
Navidades para a
festa
Chegaram a loja de mtudezas e calcado, deno-
minadao Mercurio-raa da Imperairiz n. 8b,
, am completo sortimento de grinaldas de flores,
luvas de pellica de Jouvin. franjas e galoe^ de seda
de lindos go^os, meias igieas paa seohoras,
ditas para homens e meninos, grande sortim-n'-o
de perfumaras e fojos francozes de todos os ta
manhos para meninos e outros multo objectos
que se vende por menos do que em outra parte.
Pelo iusto para li-
quidar
Vende se pelo cusi, para fechar c mas pape.
pintado e dourado com primorosos dse nos O
diferentes quahdad* e gos: J. r-r- rar salas, gabinetes ipellas c Agua pote
qoalquer pessoa ora r a.< p?.r->>* de na caa,
ceno* de que a Importancia a despender era -gnal
a que sega^aria mandando-a smi "mente caiar:
na travesea da Madre de Dos o l, ar,r,azera d.;
Ganlido Alberto Solry da Moa 4 ..
' A Nova lis; < ?
novidad.-s 1 sgor-, ineitto, rbe 1 ala que
1 :. sonnnete I poru eu-pi
, pgouiis para scienca de :.::;:".-.;.
jj lo niailrrp ro'a para voltis, rar-'
pira o me.-r.so fino, nitas caixiohaa vazias
. ;:,.., ;,rer>s do na Ir., -ro ,
c nlites ( 1 lindos .nebovaes p r
bapti=adr.s e rbpeu- rara o rao um,
..om 1 drsto nltiiuu artigo recebeu cuusa muito -
ptclal de seda copa alia, uu velludo para seubo:a-,
lescrever irais macante.....___________
k revalesciere duBauy (ie
Londres
Toda a doenga cede a Revalesciere du Bar?,
,aa d sado, energa, sppelte, digesto e des
canso. Ella cura as dispepsia, gante, am-
les, acide pituita, tlato, enjps, vmitos depo;i
mida o gravidez, con tipac5es,t>. asthma,
afecc5as i-ulm. nares, bexga, llg' -erebro o
sange ; 60,000 curas, racluiudo iutrnas aellas do
I! asil.
A revalesciere choco'.atada du Barry
em p,
Delicioso alimento para almoco e ccia, BlttiW
nutritivo, foriifleaado os ervos do esiomaeo ten
causar o menor peso uem dfir de cabeca, nem ir
rilacao. ,
Uico depo-ilo para o Brasil e em Pernambuct.
na pharmacia americana de Ferroira Maia & -.
ra do Duque de Caxias n. 57. (Todo cuidan
;om as falsi.1cac.3cs.)
tteiitjao
Vendo-so urna taberna sita rna da Moeda a.
0, cum pjucus lunJos : a tratar na mesma.
Wk
Jos de Souza Soates & G
tar ra do Jarao da Virt.
sortimnto dejlas de
Recommeuamo-ias so bello sexo otrnamnuiSno.
venden, em seu I -
ia n. 8 1 especia
i Ido pr<'.:
Ounha $ Maota, vendem a
ra do Mrquez de Olin-
da n, 40, o seguate :
VINUO XKitliZ mporior, em caitas.
COGNAC MAHTELL idero.
VINHO COP.EFAUX. iiem.
AZhlITE DOCi HEFINADO, UedX
VtjfAGBB BHAN "O, dem.
;AF DO CEABAi mc.
Balco
Vende-se um balcio de lonro de 85 a 30 palmos
em bom esl 1o, e urna pioa para agurdente \ na
rna da Senzala-noa n. 1. _________^___
VEHDESE
um boa casa simada aa Capunga. com 5 quar-
los. 2 sal!, coztnha, cacimba enm grande quin-
tal planudo a iraur na ra t* Je Maro* o. J.
! anlar.
Veade-se um box sitia na eilfada do R*s*|labo
n. JO, com 880 pairees de largura -.a frente cel-
ta de 1,000 no fondo com 4,000 swBprl aanto,
tem uma grauda r.ru. em muito b 11 ;:'- > pria par uumorosa i mia, muiu d:verioiJ arvores fructferas e cora a^ecaiids-.ie a l'Mtja
da melhor que pode haver, ten ana grauje Dal-
ia de cipim com agua ni mesma rm que poit.
sustenfr urna p;rco de vocea; '.ow >noo sem
receio de ffeca, tem rus peda, de mata com
bastante madeira de sicupira, e para lU'i|)ar
das esucoes, encruiilidi da Tatiari-.ra ou BU-
lem. se pude gastar de a G mimll er Jo spt-
as 200 rs. depasssgcm por prss>a tanro* e
permuta por casa ou casas na prsa, ju cesra>
se aluga por alguo annos por rteto de arr::a1*
ment : a fatar com 1 Romao m roa da Maire
de I).!is n. 30. _______________"
' VeWe'aamawrteira a lim -. -v na
roa io Santo A A ra do Oommcrao n. 10, e?cnpto-
rio de Jos Joaquira da Cosa Maia, en-
contra-se para vender por cummodos
precos:
A'.ulrjos hespanles.
Pubm de trro galvanizado para tema-
do de divetadi lanMOtaoc.
Ditas de dito dito lizas. hb
BiCIS de ferro galvanizado.
C-tmieiras dito.
PurUa completas para cniana.
4 Ra do Apollo 4
Jjao-do Reg Lima & Filho lem para vender,*
0(0 ceitos qae em outra qaalquer parte, o sa-
u'n'e : ,
Linguicas ti* IthU em latas.
Al-airao en barra.
Vinho do Porto tino em caixas.
Dito Bordeaux dito dito.
Rringlts de pareos e cima de mesa.
CEMENTO-
0 verdadeiro Portland : s ae vende na
rea la Madre Deusn. 44, armaiem de Jlo
Marlios de Barros.

-


.m un tmm^^9
r*

Oiaiio de Pernamimc* Terca feifi 5 de Dezembro le 1871.'
=
FIGIEIBEDO
GRNOE REDCSiO Efli PRECOS DE
FAZENDAS
CTSNE
____________ a LOPES.
ti MI DA SPEMTBIZ \ U
Cs proprietarios da Ipja do CT3NB convidara ao respeiavel publico para virem
prever sa do mais completo sortimento do lazeoda* finas a presos reduzides, adver-
tiodo qae estes pr(Qos so soro a dinlieiro. A imptriosa necossidade qno temos em
satisfazer nossos c:mprjmi$so>, n)s obtigaro a semelbantesredocces. Avisamos aos
freguezes do mallo qie costumam comprar em mecorescala, qje nasti casa encon-
Irarao s'nceridide e maior comraodidade nos preces.
LAS cem xidrc lindos pailn a 20 PENTEADORES bordados para senbora
rs. o covado, pecltinelia. j pelo baralo prego de 45D0.
DITAS, b3re{ifl<, lindas cresa3A.0 rs.' COLXA3 da fusio decr, muito gran-
o covado, pecbiooha. des pelo baratissimo preco de 50000 para
ALPACAS lisas coro lindas cores o lar-1 acai:ar.
gas a 440 rs. o covado, pechincha. CAMISAS para borneas a 2#000. Ditas
MERINOS lisos cores diversase largos a a W*00 al 43500. Ditas bordadas para
410 rs. o covado. peebincha. homeis a 60000 8000 e 10/5000 cada
ALPACAS LWRADAS muito modernas ;uma-
e fin?* a 700 rs. o covado, c pechincba. CAMBBAIA com lpicos a 5)5500, pe-
DITAS DITAS muilo modernas e Soasachincha.
9,0 rs. o covado. CAMISAS para mendos de todas as
' LAVS COM SEDA, lindes padias qne HS*, ,-
seos precos foram de I200, boje vendemos! lLS,s cll.,Dezes com modernos padroes
por 800 rs. o covado para acabar. imuit0 ProPr! P",. senboras boaes-
rinDiiie.....nLm. (s o*f>n!tas- Dil^s de merino lisos a 2#5O0. Di-
a pega oni 8 l/ vara?, c peebincha. Di-
t s Victorias a l$0 JO, 45300, 5^000.....
limo e 7,500.0 com 8 1/2 varas. Ditas
transparentes com doas c res a 17 varas
por II#000. Ditas de cores muito lin-
ts e li.i.s a 4 ', iOO e 560 rs. o dm-
-
SAIA8 BORDADAS a 40500, 60UOO, 83
r 10.3300. Ditas com pregas muito fi:as
a 350 i.
BALDES DE AIICOS a lPOO para acabar
peeolo ha. Hilos cum sajas e abado bar-
dado miii o Lodosa 65000.
FILO de s i reto e branco iie superior
qualidade.
ATOALHADOS -Roe bemos ltimamen-
te aloa'bados Ij linrjo muito superior por
menos que era outra qualijuer parte. Ditos
de Jovin a
para
para
Ditos de meta a 10-00.
LUVAS DE PELLICA frescas
30500.
LAS finas com tecido de barege
acabar 360 rs. o covado.
BOLSAS para viagens a 40500.
TAPETES de diverso? lmannos
guarnicSo de sala.
PARA LUTO.
Alpacas, merinos, caules, princetas,
cambraias, chitas e mnitis outras fazen-
das.
PARA HOMEN'S.
CASEMIRAS finas cora bonitos pudroes
a 9^000, 00500 e 40800 o co-te.
ROUPA FE1TA
Por baratissimo prego inclusive snperio-
res sobrecascos de panno fino a 200000.
Vio ka real cabello* braceos.
Tintura japorca.
S e miica appr ovada pelas a academias de
weoeia, reconbecjda superior a toda que teto ap-
Mjecido at hoje. Deposito principal ra d
iadeia do Recite n. 51, i* andar, em todas a bo-
UM'ilL
Taco i renda era seas araaaicns, alero de oulro
irtigcs da sen negocio recolar, os seguales, que 61500.
rtndem por pregos mais mdicos que em ou
ta qualquer parte :
PORTAS de pin no almofadadas.
PORTEIRAS^e ferro para cercas.
SALITRE ingle?.
B3TBIRAS da India para cama e torrar salas.
CANOS de barro rance para esgoto.
GSSSO superior em porcSes e a contenta.
CEMENTO de todas as qualidades
MACHINAS de descarocar algodo.
LONAS e brinzoos da Rusaia.
OLEADOS americanos para forro de canoa.
BOGUES americanos muito bons e econmicos.
VINHO de Bordeaux.
COGNAC superior de Gantier Frerea.
PARELLO em saceos grandes a 3J500.
AGUA florida legitima.
BALANCAS decimae*.
CADEIHAS americanas.
RHUM da Jamaica.
AZULEJOS de Lisboa.____________
Xarope sedativo
DE
Gasea de laranjas amargas
COM
BROMURETO DEPOTASSIUM
DE
li i toze
Este novo preparado aprovado pela academia
mperial de medicina, muito se recommenda pela
ina accao sedativa e calmante, sobre o systema
ervoso, o bromorelo de potassium, nao dsixa de
Jar os mais certos resultados as diversas affec-
:5es do organismo e principalmente as molestias
io eoracae, das. vias digestivas da respiracio, das
Tias genitc-urinaria, na epilepsia, as molestias
aervosas da pranhez, na nsomnia das criancas
larante o periodo da dentico etc. etc.
Ven de-se na ibarmacia e drogara
de
BarthoJomeo & C
31-RUA LAR3A DOROSARIO-34
c"m boiabas brilhaa'.es ..Tirosp:ra par-
i. !:s a MfrOX
VESTIDOS bnaro'
dos p ra Ecabar.
bordados com !; bi-
de a!:rod5o cm bonitos desenbos a 1,-5800 i peSha
0 TO\L'! ^S f til>s muito snneri tps a I Tamtem lemos uno exce.-nle alfaiate que
^^..i.^ i.s muito snpn.resa|9teDC3rrega de fazer qnalqQer m^<
llCOS CORTES de vest los de fil 'ob"' a0 g0St9 dofre8uez-
POLFELINAS.Temos uai completo sor
,timeolo tamo cm xidrez como com palmi-
nlias e pjr b-raiissimos precos.
iqt.iJasep-r 100,sea GR0S0E5APLE8 tanto preto como de
prico foi iic 105001 Dito-; bransos com cores, temos um grande sort.ment o por
bdr.dcs b : i ; lo b r. !o prf co de menos jr.erm outra qu.ilquer casa.
' 0 Oi!o> bra'.cos com palminhas de MUSSELINAS brancas Iavradas muito fi-
c? ko'olindos peo barato preco nas a iOr. o cavado.
f&n.?il'Jm,ifin?s"^0J0- I BR1LIIANTINAS brancas Iavradas a 500
ETONES !.-.- de .ores diversas pelo rs. 0 covado.
ratojsrfco dfi5000. LENCOS brancos abainhados a 2^200,
Uti&ciiffl p-ntiS do cores, fazendi su- 'pec.bin-ha
peric-r a 440 rs. o covado, AuADOs bordados finos di lindos pa-
:.\NULI!AS a! rasi eir do de seda droes.
L> bar.:to prtcode i4$000. Grvalas, coljariohos, ponbo3 e rauitos
CAMISAS BORDADAS para senbora por oniros artigos que s se encontra na loja du
is q:e em octra qualquer pjrte. t.YSNE
llua 'Ja Imperalrlz
Dlf
!1.
64.

.^-"'"' i .
RIVAL SEM SEGUNDO
RA DUQUE DE CAXIAS N. 91.
Jof Bigodiabo, com loja do mudezs,
jvisa a todos os os seas fregaezes qno est
torrando todo pelo proco, a vista da faieo-
da, para todos admirar, a saber:
Thesouras grandes o peqnenas o
mais fino qne ba a l*>00o 10500
Ptcas de tranca de 13a e algodo as
mais modernas a 160
Frascos com agaa de colonia muita
fina a 400 e 500
Frascos com agua de colonia ver-
dadeira a 800 rs. e I500
Chapeos broncos para baptisados o
melhor que ba a 3^000 e 5^000
Duzias de botes cobertos de seda
para vestidos por todo o preco
para acabar.
Libra de areia preta a 160
Grosas c'e botos de tonca'branca a 120
Gaixas com 100 envelopes fazenda
fin a 500, 6C0 e 800
spelhos de moldura domada a
800 o 1^000
Pernos pretos volteadas para me-
ninas a 240
Timeiros com tinta preta a 80 e 100
Pecas de fita elstica muito fina a 20C
Latas com superior banha 60,100 e 200
Latas grandes com superior banha a 320
Frascos com oleo de Pbi locme a
500e 800
Frascos com mneassa {Peruta a 240
Frascos eom agua de Colonia verda-
dera a i,jooo
Ditos com oleo de ba )osa suderior a 320
Carriels de retroz preto com 2
oitavas a 600
Cakas cora agclhasfrancezas a 160
ICO 240
Peras de tiras borladas a-600, 600
800 e i000
Garrafas com a verdadeire agua
fl'rida a 10300
Carthia da Pontrina Cbristaa as
mais modernas a 400
Escovas-mnito Quas para limparos
denles a
10Ra do Crespo10
Peca de algodo com JO jardas a 4/, 4/500
5/0 jO.
Ditas de madapolo a 4/, 5/, 5/500, 6/, e
Ditas de dito infestado,
to/ooa -
Chitas francerts de todas as qualidades a 240,
180, 300, 320 e 360 o covado.
Cambraias de cores a 240 e 280 rs, o covado.
Dita lisa de cor a 320 rs. o covado.
Ditas pretas para loto a GiO rs. a vara.
Pfl|C" de cambraia la transparente a 3/, 3/50
Ditas de dita tapada Victoria, a 4/, 4/500, 5*
e 7/.
Ditas de dita transparente, suissa muito fina
com 17 varas, 14/.
Ditas de dita bordada com 10 jardas a 7/ e
9/500.
Organdy branco Uno a 700 rs. a vara.
Bnlbaalina branca infestada a 440 e 500 rs. o
aovad*
Bretanha da linho com 25 varas a 20/000 e
25*000.
Dita de dito'infestada com 30 varas a 27/.
Bramante de linho com 10 palmos de largura a
2,500 a vara.
Dito de algodo a 1/500 a vara.
Atoalbado de dito e da linho com 10 palmos de
largura a loOOe 3/.
Tualhas alcochoadas para rosto a 7/ a duzia.
Ditas de linho do Porto felpudas a 10/000 a
dutia.
Guardanapos de linho a 3/ e 4/ a duzia.
Cobertas de chita a 2 e 2*500.
Ditas de chita adamascada forradas, 4/, 4*500
e5*00O.
Colchas de damasco de cSres a 4/ 6/.
Ditas de fuslao alcochoadas a 5/.
Cobertas de la escuras a 2*.
Ditas de algodo brancas a 1/400. '
Colleiriohos de liaba a 500 rs.
Chales de merino lisos pretos e de cores 2/000
e 3*000..
Ditos estampados de meia casemira a 2/ e
2/500.
Damasco de cores a 650 rs.
Lencos brancas de cassa lino?, 2/, 2/dOO e 3*
a duzia.
Ditos ditos e de cor bainbado largo a 3/ e
3*500 a duzia.
Ditos ditos de cambrai de I nho finos a fj
duzia.
Ditos deesguio do lioso a 4J, 4/500, 5/ e 6*
a duzia.
Bnra Angola a 640, 806 n IfOOO o covado.
Brins de linho de cores a 50J rs. o covado.
Cortes de meia casemira para calca a i/200 e
1*400.
Ditos de casemira pn* calca a 3/500, 4/500
fs/fiao.
Casemiras de cores de duas larguras, 2/, 2>50
e 3* o covado.
Ditas pretas, duas larguras a 2/500 o covado.
Pao fiuo preto e azul a 2/, 25U0. 30()0
3*500.
Dito dito muilo fino superior a 5/, 6/ e 1
covado.
Lans e alpacas de cores para vestidos a 400
500, 600, 700, 800 e 1/ o covado.
Toalba< cora labyrintos para bandejas e pare
rosto a 8*, 10/ e lo*.
Camisas de fhoella branca, e de cores 2i,
2*500, 3/, 3/500 e 4/5C0.
Grosdenspoles preto e de cores 2/, 3/ e 4/ o
covado.
Dao-se amostras com penhor.
Vende-se lambem grande quantidado de roupa
feila e por medida por preco muito reduzidos.
ten
240
A 3^000.
Reta:has?, para acabar, a tres mil ris por pal
lio, os lotes de terreno que re-tam do sitio Agua-
zinha do porto da Madeira, em Beberibe, com 800
palni de fundo. Aos domingos e dias santifica-
dos &-!.>r pela manhSa em dito sitio pes3oa habi-
litada para quaesquer informado>s, e para negocio
nos das atis, a roa do Crespo n. 12, primeiro
andar.

>1

m
)UQUE DE CAXIAS N. 29
O, proprietarios deste. gran e a bem moudo estabelecimento t
respettayel publico desta prov.ncia, que se acbam c^m um variado e completo sortimento
de movis, ta.uo nacionaes como estrangeiros, se.do estes escolhidos capricho por
um dos socios que:e acha actnalmeots tu Europa, e por isso os podem \ender mai-
baratos 20% m<;nus da que em ouira qualquer parte. O mesm<> tem contralado com
M melhores fabricantes daquelle continente as remessas das mais ricas mobilias feitas
ilU. -f Ns officiua ten os mais habis artislas deste genero, e por isao aptos a fornecerem
aobmas as man aperfeigoadas para as casas da provincia consideradas de primeirs
: lem. 'eoera, porlinto, que venhara visitar dito estabelecimento, onde eneontr*r2c
a reaiidadj do qua acarra de expr, passando a examinarem : ricas e completas mobilias
Jacaranda, pio-setim, araareo, etc. etc., guarda-vestidos de amarello, guarda tonca di
nogoeira, amarillo, com lampo de pedra, aparadores de dita, dito, com dita, petits
t>:ett;s, especialmente para fazer barba, toilettes de Jacaranda e amarello, com pedra
e mattos outros migos de gosto, que para se nlo tornar enfadonbo prescindimos de
azar menfao deltas, o qne s com a vista podero apreciar.
Nadadores ou salvas
vidas.
Proprios para banhos de mar : vende-.'e a 5/,
S. io* e 12.5. Chapman : Ra do Imperador
n. 4?.
VENDE-SE
a retalbo, qualquer 24/
82
Chumbo de muuicao
com dtsconto.
Cera em vellas, a 1/400 por libra.
Lmha de roriz e retrex.
Na ra do Vigario n. 19.
de Janeiro.
_ Domingos Alves Matheu?, nico agente nesu
TERBA NOVA
DE
H. LACOMBE
Kte oleo que lio boa acceitaco tem merecido, ] ,ift jiiiiw3,'" i7iSrJi."'rinwai ua-
se r^mmenJa por ser o mais purificado em se'n 7^ 1 fmLo .R'/e Tiro'
q at boje tem v.uio. e anda pelo boa paladar, SSS?CM5tth!?tL 'id8
iperior a entro qualquer : venie-se no deposit SfJSSUSMS iw! # Tem ignaloenU
igdj. de barthoio.eu C. : ra Larga TL %$$$^ Oj-J Eu, fetos com mag
provincia da fabrica imperial de cigarro? de S
)o> '
Betralhadoras!
Chegm para a loja do Pavo nm magoifljo sor
t nenio dj corles de vestidos de can,braia com
libados braceo: e de cores, d.-nominados a me-
ira.lndora, >'nd) e=ti f z uJa a mais moderna e
de meihor go.-to qne tem vinJo e.-le anno para a
fe.-ta : asi o como rtubei lan.b.iii um linio
s'nimuwi de rfti de eaitb'aia com palmn.lns
bordad^ a 15a faz-oda de muita phaolazia, e ven-
u-so todo malo nnis barato do que em outra
qualquer pan* : u rna da I peralru n. 60, Na
e arroazei dd Pereira da Silva & C.
,-se por 1:100/a casa terrea na Ca-
Para governo de seus freguezes,
eido depsitos flllaes, as casas dos Srs. Thoraa?
Francisco de Salles K isa e Manoel de Souza Cor-
deiro SimSes Jamor, no bafrro do Recife, e todo
juanlo for vendido em outras casas com a firma
de Souza Novaes & C. s5o falsificados.
Aos senhores funileiros
Vende-se em porcao e a retalbo caixas de folha
de Flandres e estanto, ludo de muito bea qualida-
de e a preco comando : na ra Marcilio Dias o.
31, antiga ra Direita, armazem.
Cal de Lisboa
Cal nova chegada h j3 pelo Liia I, vende Joa-
^revencao necessa ia
Quando muitas lojas procurara adquirir grandes
lucros nao compadecendo-se das bolu alhaas,
a Nov E^peranQa busca consegui-los tem qne de
forma alguma v en!esica-las; porque segueaem-
pre o seu aotigo e santo systema de vender bara-
to tiara tender muito e chegar assim ao fim des?
ftO.
A Nova Esperanza nao almeja gmente o lucro
pecuniario, suas aspirares sao mais benvolas,
em quanto ao inleresse material, eontenta-se com
a mediccredade, em qoanto porra ao moral, on
entao ao tssencial que ella julga nomeadasen-
te urna vasta ambicao, qne detesta e faz toda a
guerra ao costume macarrnico da caresta.
A sua prevencao necessaria, consiste em avisar
ao respeit.vel pub'ico e especialmente ao bello
sexo, qu9 ell est sempre provida do que ha de
mera r e mais elegante no mundo dat modas, e
eniao e necessano nao daixarem a Nova Espe-
ranza para preferirem outro qualquer estabeleci-
menio, porque aqu, o typo da caresta, e all,
oa Nova E5peranfa) o epylogo de ludo ouanto
bom e barato.
Cura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopau
Esa pomada que tac bons resaltados tem colhi-
du as pessoas que delta tem feito uso acaba de
ehegar para o seu deposilo especial..
NA
Pharmacia e drogara
DE
Bartholomeu C. rna larga do Rosario no-
______________mn- 34-
J. 0. 0. Duye tim em
armazem para vender
O SEGUliNTE :
COGNAK UEKNESSA.
VIMIiO XEREZ.
DITO DE LISBOA,
FILTRADEIRAS.
B1TTER
_A' ra do Commercio n. 38.
1 FABRIICA
I CHA PE OS
I DE
Todas s qualidades
I R, l\ roa larga do Rosa-
rio n. l\, 1/ andar
I Se o desejo dos proprietarios desta fa-
Ibrica fosse unicamenle illudir a f pu-
blica, ha muito que terlam annunciado
I os seus productos, mas para correspon-
h derem mais dignamente confianza nel-
8 les depositada, esperaram receber os
I objectos e p.-sseal, quo acabara de che-
gar-lbes.
I Iljje, pois, que a sua fabrica se ach i
I montada com as mais aperfeicoadas ma- I
china?, cora os melhore pelreciios e ser- '
! vida dos mais peritos oflkiaes europeo?,
1 podem os seus numerosos freguezes j
10 publico em geral encontrar desde ja. !
Chapeos de seda da ultima moda, seu- i
i do altos e baixos.
Ditos de castor de toda3 as cores, em |
I formatos inglezes e amburguezes.
Ditos de feltro de todas as qualidades '
Ie feilios, tanto para homem como para ,-
crianzas. \
Ditos de velludo para senliora.
Ditos para ecclesiasticos, redoudos, !ri- !
! angulares e a romana. ]
I Ditos armados para militares.
Ditos de pasta.
Concerta-se toda a especie de chapeos fc
quer de homem quer de senbora, com a fi
maior pericia e mais barato que em qual- S
quer outra parte, assim como se rece- |
bem encommendas taulo para a provia-
ca como para fra.


RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Oatr'ora do Queimado)
Tendo-se resolvido d'ura avante venderse neste estabelecimento todas as fazea-
das existentes no mesmo, por precos que todos admirarlo, acho de meo daver para-
pa-lo a todas as Exoias. familias em geral, afim de virem vioiiar este estabelecimento
ou mandaren) buscar amostras, garantindo-se-lhes um bom sortimento de fazendas d
nlgodSo, la, linho, e seda, emfim urna inSnidade de artigos de moda mandando-se ai
casas das Exraas, familias, pir embregado da casa, toda e qualauer Uzeada para ver
oa escolherem.
As pessas que vendem em mea ir es jala podero bem sortirera-se neste estabe
leJ,n?,.1l0. *5U3 vender pelos mesmos precos que em q-ialqaer casa importadora, tendf
a facilidade da comprar qualquer porc5o.
O 65 tem um completo sortimento de ronpas bem acabadas o que vende por
precos muitissimo commodos, mandando tambem fazer por medida toda e qualquer obra
qce os concurrentes desejarem para o que t3m um dos mais babililadis^imo mestra
alfaiate, cortando por um systema ineiramcnte novo.
Os annuacios nesta praca csto e por certo devera estar desacreditadissimos, poii
que ha casas que aanqpciam aqoillo que nao tecm, o que o 60 garante nnnea dar-sa en
seu estabelecimento, pois que s deseja bem servir ao publico em geral, para ganhaj
g-ande Domeada em todo o mundo.
O Co acba dasnecessario mencionar 05 presos de suas fazendas pois que isso tof
naria-se demasiado macante para os leitores, por ter de ser demasiado extenso sen an-
nuncio, e mesmo para se lomar menos desendioso, puis que vtndendo muito emuitc
barato mister encurtar suas despezaa. A sinceridade dos tratos do Cojulgo queje
publico conhece demasiado, pois que sempre tem cumnrido com aquillo que annancia
nao verdade ?
E' INTIL, NAO SE GANCEM, COM O 65 NINGEM PODE COMPETIR
ROA DO, DUQUE DE CAXIAS
(Ouli'ora do Queimado)

56 ARa do Mrquez de Olinda56A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHIAS
Sendo este1 aotigo estabele&menio assaz conhecido como principal e recommec-
Jado pelos grandes depsitos e bons sorlimentos cora qoe sempre. prima em ter d'u
memoras, mais acreditadas e verdadeiras naachlnas aiacricanas para aiao-
la, desde 10 60 erras, e bavendo em todos os taannos diversidades de sysV
mas e melboramenlos para perfeito e rpido descarcamento; tornara se dignas d
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alera disto, encontrarla
lambeta mais :
fi-M rnuV, iLj\ 10 Zm'i: "".-- y*i uuv cuegaua u ya peio uaia i, venae^oa-
b t'vi na rn, rt?M,,"'-, n!. n ,k' propr,,s: h01? ?"Pes Tavares de Mello, praca do Cor-
p t.a ar oa ru.i de Marcilio Das n. 15. I po Santo n. 17/ i' anlar.
No Forte do Matos, es-
criptorio por cima do trapiche
Oantas, ha para vender carvao
das qualidades seguintes:
SUPERIOR NEVVEAOSTTE,
COK.
FERREIRO.
Vende-se em porcSo e a retalbo por pre-
co muilo commodo.
Vende-se duas casas em chios proprios, no lar-
Kn/n8o4daide a--l8 e W : a tratar na rna da
uuz n. ib, i* andar.
Libras sterlias.
Vende-se no armazem de fazendas de Augusto
y. de Oliveira & C, ra lo Commercio"n. 42.
Mel 1 m barris de quinto
Da melbor qualidade, e prompto a embarcar :
vende-se a roa do Apollo n. 4.
Formas para podas e can-
A loja de lou;a da ra Primeiro de Marp o.
16, de Bernardino Duarte Campos & C, chega-
ram as muilo desejadas forma? de louQa para po-
dios e cangica, as quaej se vendem por mdico
prec\
AVARRDO.
Cuitas fiqas escaras com (oque de aval ia a G
e 71 rs. a peca ou 200 rs. o covado : na ra !
de Marco n. 20, loja de Gu.lherrae Carneiro da
Caoba.
Manteiga ingleza.
Vendase 1 800 rs. a libra e 1*760 o kilo : na
roa de Pedro Aflonio n. i, antiga roa da Praia.
Aparados vapores ogomoves, do forga
de 3 4 cavallos, e pertences.
Machinas para lavar roopa.
Arados americanos para varzea e la-
deira.
Carros de mo para atterros.
Tinas de madeira.
Raides de dita.
Ditos de ferro estanbado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelbos para jardins.
Guardas-comidas.
lampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafosos de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinha.
Temos de bandeijas finas.
Emfim muitos outros artigos, qae
examinados.
m
M
m
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padariai.
Pertences avulsos para macbinas.
Salitre reGnado.
Brea superior.
Muinbos de diversos fabricantes pan
milbo e caf.
Debulbadores psra milho.
Azeite de spermacete para macbicai.
Camas de ferro.
Bombas de Japj.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Canos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanbado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
s avista e neste estabelecimento poder io ft

m
MACHINAS

ttig
De 10 a 40 sorras.
VAPOR
para mover as machinas.
Em casa dos importadores I Ra do Bom-Jesus n. 4
Siiaw Hawkes & C. 1 outr'ora Croa.


Ditri d P^rnwtmco Terc.a feir~5k D^Bitbro dt 18tl.


I '
i


j



'__/
V
5.V LIMITES
Nk
LOJA E MAZEM

FLIX PEREIBA DA SILVA & C.
NA RIJA DA IMPERATRIZ N. 60*
F a dinkiro vista

Os propnetonos deste estabelecimento ten do randa eessidade Je diminuir o im
menso deposito que temde fazendas e grande orgeocia de apurarem dinheiro, tem re-
sotado fazer una verdadera liquidado cm grendes batimentos nos precos de todo;
os seas artigo** para o .jue convdame re-speitavel publico desta capital a vir sortir-s(
pois Ihe garatera que tm parte aigamj poderiSo encontrar to grande swmettoe mes
mo nao comprarlo pelos precos q\\ se Ibes pode vender na loja de P-vo ; porra ad
viruao se que so se .vendo a d.imeiro vista. Os mesmos propietarios deste estabe
ecimento rogam a todas q fceus deved .res desta praca o favor de virem saldar seus d-
bitos, e todos aquellos, que esiiverem devendo contas antigs e o nio flzerem ter5o d<
ser encommodadoa judicialmente.
Liaslnhas foaratao do PavSo.o
Alsacianas com lilas liaras de seda a
I 1000 o covado.
Ditas lisas com muito brilho a i$ o covado
Atlanta?, fazenda e muito gosto tecida
com seda a 720 rs. o covado.
Ditas com quadros de seda e cflres muito
delicadas a 640.
Poil de chvre, d'oraa s cor com muito
brilbo a 500 rs. o covado.
Merinos escosseies azenda de muito gosto
para vestidos birnus e roupas de menino
a 640 rs. o covado.
GorgorSo muito bonito, tendo de todas
as cores a 400 rs. o covado.
Llasmhas aodernas com differentes ges-
tos a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas ditas a 280 e 320 rs. o covado.
Bareges tranparentes com differentes c5-
res a 160 rs. o covado.
Alpacas de cores Ibas e lavradas fazenda
de muito go^to a 500 o 800 rs. o covado.
Cassas do Pavo.
Cassas inglezas com bonitos gostos a 200
e 240 rs. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs. o- covado.
Ditas francesas de muita pbanUsia a 400
rs. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazenda
muito fioa e bonita a 2>500 e 3000.
Ditas d'organdy branco e de cores 'a
24500.
CORTES D'ORGANDY A '1000.
O PavSo tem cortes de orgaody branco
com 8 \ji varas que vende pelo barat 1 pre-
co de 45OOO, assim como inissimo organdy
branco com lislriohas e qoadrinhos o me-
lhor que tem vindo a > mercado e vende
pelo barato preco de 7O rs. a vara.
Ponpel?nas de seda a 8.SOOO.
O PavJo tem um elegante sortimento de
poopelinas de s da lamo lisas como lavra-
das as mais modernas que tem vindo ao
mercado e vende a 2i>000 o covado.
CAMBRAIAS LARGAS A 800 RS. A VARA.
O Pav3) tem cambraia branca transpa-
rente de boa qualidade, com 8 palmos de
largura, que apenas precisa 4 varas para
um vestida e vende a 800 rs. a vara, dita
finissima da Escossia tendo a mesma largu-
ra, que vende a I#300.
CAMBRAIAS BRANCAS A 45000 E 43300
O Pavao tem pegas de cambraia branca
transparentes com 8 i/2 varas que vende
pelo barato proco de 450CO e i&OO, ten-
do tambem muito finas de 5#000 at
O0OOO.
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 3#iOO
a peca at a mais fina que vem ao mer-
cado.
Crosrien^plcs jure e de cores.
O Pava:) tem a:n grande sortime^to de
grosdenaples e gurgur5o preto para vestidos
tendo de 1^600 o covado at ao mais su
perior que costoma vir ao mercado, assim
como um grande sortimento do ditos de
todas as cores e branco 3 um bonito s:rti-
mento de set;ns branco e de cores que veo-
de por procos mudo em conta.
ESPARTILHOSA45000
CACIIENEZ a 40, 5 e 6,5000.
O Pavo venda espartilhos de todos os ta-
manhos a 40 e 55000, caehenez parisiense
com delicado ponto e de cores, a 4;?, 50,
e 60000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 80, 100, 120 e H0OOO.
O Pa\ao tem um grande sortimento de
cortinados ricamente bordados, proprios
para camas e jauellas que vende de 80 at
160000 o par.
Pecas de cambraia adamascada com 20
varas a 100000. crochet ricamente bordado
para cortinados a i 0500 o metro. Assim como
ricos damascos com 6 e 8 palmos de largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
bera ricas calchas de damasco a imi'aca'o de
seda e ditas de crochet as mais lindas que
tem viudo ao mercado.
MSSELINAS DE CORES A 400 RS. O
COVADO.
O Pavao tem um bonito sortimento de
musseiinas de cores, padrees inteiramente
novos e eores fixas, que vende a 400 rs. o
covado. Ditas brancas muito finas a 400
e 500 rs. Metim branco da India muito fino
para vestidos e roupas de meninos a 720 rs.
o covado. Cretones de cores muito encor-
pados para vestidos a 600 rs. o covado.
ROUPA POR MEDIDA NA LOJA DO
PAVO.
OPavo tem umabem montada officina de
allaiate, administrada por um hbil me tre
nacional, aoude se manda fazer qoalquer
obra de eocommenda, tanto para bomens
come para meninos, garantind-se a promp-
tido e aceio em todo o trabalbo, e no mes-
mo estabelecimentojeaconfrarao os respeita-
veis freguez68 todas as fazendas proprias
Oto sejam pannos de todas as cores qua-
dtaa4 precos, novas casrairas de gosto
re ns biscos e de cores, assim como todas
asfazenda-oropi-jjs para fatog a jat0<
CASAOUI^OS A 150.180 E 200000.
O Pavao tem .ia) grande sortimento de
-icos csaquinbo8 u ^a preta mnl0 5^
enfeiUdes e moderno. qQe vende a 150,
180 e 200000, sendo %j*Dda de mnito
mais valor, assim como rifc, Caa|e8 pretos
bordados com franjas largas ^e retroz a
400 e 120000.
ADEIRASI
Loja do Pavo
SAIAS BRANCAS BARATAS
a 20500 e 30000.
O Pavo vende cortes de boa fazend;
branca com bonias barras de pregas, pele
baratis imo preco de 20500 e 30000 cad
orna, grande pecbincba nj ra da Impera
triz u. 60, loja do Pavao.
MODERNAS BAREGES COM LISTRAS DE
SEDA E FRANJA AO LADO,
a 800 rs. o covado.
Cin'gou para a loja do Pavr, ra di
Emperatriz n. 60, um elegante sortimentc
das mais lindas bareges modernas e tende
ao lado bonitas listras assetinadas e franjas
para os enfeites, as qnaes se vender pele
baratis imo prego de 800 rs. o covado, poi
haver um grai de sortimento desta nova fa-
zenda ; assim como delicadissimas baregei
com lindas listras de seda, sendo fazenda de
muita phantasia a 640 r?. grande pechin-
cha, no armazem do Pavo.
Fazen&a para luto.
O Pavo tem um grande sortimento d<
fizeBdas pretas para luto, tomo sejam :
Merino preto cotu 6 palmos de largun
para vestidos a 20000 e 20500 o covado
Merinos pretos e de cordo para todoi
os precos e differentes qualidades.
Bombasinhas para todos os precos.
Can'.es e alp3cas pretas. Lasinhas ore
tas ou cassas de la de 300 at 500 rs. e
covado.
Cassas pretas francezas e inglezas de to
das a3 qualidades.
Chitas pretas francezas e inglezas de 20C
rs. para erna.
Crppe preto para veos.
CASEMIRA3 PARA CALCAS A 40, 50, 60
70 E 80 O Pavo tem om grande sortimento de
cortes de ca?emiras de cores para calcas
sendo os mais modreos que tem vindo ae
mercado e vende-se de 40 at 100000 e
corte, ditas em pecas francezas e inglezas
para ca'cas, palitots e colletes que vende de
10800 at 60000 o covado, ditas escuras
prova d'agoa que vende a 50 o corte ou
30 o covado, sendo estas casemiras muite
proprias para meninos de escola por seren
es'uras e de mnita durarlo.
NOVOS VESTIDOS A 50000.
O Pavo ttm lindos cortes de vestido de
finissimas cambraias com bonitos hordadoi
de cores tambem todos bordados brance
que vende pelo baratissia o pn fo c 50OO
cada corle, grande pecbineha.
PANNOS DE Ci\0 :HE PARA C!
SOPHS.
O Pavo tem um grande sortimento di
pannos de (roch proprios p,ra encost d(
cadeiras e de sphs, assim como um rice
sortimento de tapetes de todos os tamanho:
proprios para salas.
MADAPOLAO BARATO A 40, 40500 E 50
O Pav?o tem pecas de madapolo com 2
jardas ou 20 varas que vende a 40 e 405O
a peca, dito muito fino e largo de 60 par;
cima, dito francez do melhor que tem vinde
ao mercado, assim como dito finissimo en
pecas de 40 jardas.
Curies de eT.as.
a 106GO, 20000e20800.
O Pavo tem cortes de chitas franceza*
com 10 covado, que vende pelo barato pie
co de 10600 e 20000, ditas que vende ;
160, 200 e 280 rs o covado, tambem ten
um graude sortimento de ditas finas clara;
e escuras que vende a 280 e 3O rs. o co
vado e finissimas percales miodinhas propri
as para camisas, vestidos 6 roupas para me
nios que se vende a 360 e 400 rs.
LENQOS BRANCOS.
O Pavao tem lencos br&ncos abanhadoi
que se vende a 20400 e 30. a duzia, dito
grandos de murim sem ser abanbados i
30200 rs. a duzia; assim como bonitos .len-
cos borddos para mos.
ROPAPARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino send
muito bem feitos de 120 at 400000."
Palitos de panno preto fraques e sacc
de 80 at 120000.
Ditos de casemira de cor de 60 at 120.
Ditos de alpaca preta fina de 40 a 60000.
Ditos de dita branca e de cores 60000,
Ditos de brim de linho trancado a 60000.
Caigas de casemira preta de 60000 at
120000.
Ditas de brim branco de linho de 40OOC
at 80000.
Ditas de brim de linho de cor para todoi
os precos e qualidades.
Camisas francezas e inglezas com peitos
d'algodo de 10600 at 50, em dazia ven
de-se mais barato.
Ditas da meia de 800 rs. para cima.
Ceroulas de linho e algodo, francezas {
feitas na trra.
Collarinhos de papel, algodo e linhe
que se vende muito barato para liquidar.
Para noivas.
O Pavo tem rico gurguro de seda, bran
co. Grosdenaple branco muito encorpado
Agraciannas brancas com listras de seda.
Poopelinas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, lanadas e lisas. Ca-
pellas com palma de flor de laranga cea
ricos veos bordados, que todo se veede maif
barato do que em outra qoalquer parte.
i.\.^0 Kii/n!^ JS,Stemflnte aberta dai 6 b0 da mahia at
horas da nete, ra da Imperatriz n.go.

" V1 FALOBI
N'ESTA ANTIGA E CREDITATA
FABRICA
*
IRCIRTIl II CmillIIIIIITI 101 COMPUTO lOlflIIHTQ II
CHAPEOS BE 86L;
De todas as qualidades I
De todos os feitios I
De todas os precos I
RA DO CRESPO N' 4



LIUIDACA
Ba da Imperatriz n. 40
Os proprielarios da loja do Papagaio fazem sciente ao respeitavel publico, e espe
eialmente s Exmas. Emilias, (amigas da economa domestica) que al ao fim do anco
ratam de liquidar pelo maior preco que derem as fazendas seguintes :
Um grande deposito de roupas feitas de todas as qualidades e tamanhos, tanto para
meninos como para homens.
Urna grande porefr de lazinhas, bareges, alpacas lisas e lavradas de todas as
cores, e vendem-se muito baratas para acabar.
Urna grande porcia de cassas ie c6res, e organdys, tanto miudinbas como grvi-
das, muito Asas em cores e muito finas, e vendem-se por preco barato para acabar.
Bonito sortimento de sedinhas lavradas de cores, e poupenas, setim branco, pon
elica branca lavrada, gorguro de seda de cor para vestidos, azul claro e cor de
nza.
Urna grande quanlidade de Ienjos de esguio j abainbados, maiores e pequeos,
pelo mesmo preco dos de algodo.
Urna porejo de costumes para meninos de 4, 5 e 6 annos, de alpaca muito fina,
todos forrados, e delicadamente enfeitados por preco muito barato.
Grosdenaples preto em quanlidade de 10600 para cima.
Urna grande quantidade de camisas de linho para homens e para meninos, tanto in-
glezas como francezas, com collarinho e sem elle, aberturas bordadas, collarinhos. pu-
ncos, e urna grande porejio de grvalas e mantas de todos os precos, collarinhos de pa-
el para meninos e homens, tudo por preco baratissimo.
Podemos asseverar que temos um completo sortimento detodas as qualidades de
fazendas, e nao especificamos todas, para nao tornar o anuncio enfadonho.
A VISTA FAZ F2
Ra' da imperatriz n, 40.
DE
S & CARV;
** -*1
#5
Cofres de ferro de MilBers e oulros
* rentas para copi3r carJ3S
Balanzas de pesar, DaehMeii Romanas> elc>
Tachas de ferro, tslanhad0.
Arados Americanos
UTaeS, para agricultura.
Carrinhos de mao.
Machinas a Vapor
JHarJllTiaS de descarocar algodo, de i O at 40 serras.
V/apaS (le I6rrO galvanisadas para cobrir casas etc.,
Estes artig08 vendem-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes & C,
M. 4 RA DO BOM JESS.
(OUTll'ORA RA DA CttCZ )
s^^^si^ n m. mmmmmm


6,
iw lili
DE
Singcr Samiracliiring C.
(iOUO
OiOOO
90JOOO
90S0O0
Mi climas
MdCbiaas
Hra
Para
Para
Para
K.millas
Faqiilies
Finli3s
Famli*ji
lOOO'O
100000
1005000
100*000
Dras
Ditas
Das
I)la<
108*000
103,8000
105*000
105*000
Hrasileiras
Brasileira?
B a-ileiras
Brasllfiras
1003'KO
100*000
00*000
io;i*ooo
Uacluoas
Machinas
MacliiDa:
Machinas
115*000
115*000
115*000
115*000
>i U-l l.i -
Machinas
Machinas
Machinas
om TlDI-i
Cun Taaipi
Ccm Tam^i
1 Com Tamrs
1 Toaa Uoitara
T).1a Costura
Toda Osluri
TVda Costura
d Maaiveia
de Manivelia
de Manivt l-a
de 1 Maniv !i
Para
P.ra
Pira
Pira
A: (a:a les
Aifaiates
Alfaiates
AlfaialPS
115*000
H5*0U
115*000
115*000
Machinas
Machn: s
Machinas
Machinas
Para
Para
Para
Para
>ji'.;-.i''
Sapaltiro?
Sapateiros
S.:pa'f:-";
145*000
145*000
145*000
145*000
Machinas
Machinas
Hachioas
Machinas
me-a de
rae?a de
mesa da
mesa de
Exteocao
Exlenco
Exlengo
Exlec^o


i ?. '*-.


130*000
130*000
130*000
130*000
Machinas
Machinas
Machinas
Paia
Pra
Para
Para
i.hapel
Chspelle.r.-s
Chapelleirjs
Ch^npleir>s
(
Ntese bem
ao numero
TJnico r-gente
) W. H, Chapman.
(
Ntese lea-
ao numero
i
45 RA DO IMPERA
Jos dos Santos
Neves 4 Irmoo, a
ra Primeiro de
Marpo n. 19, loja,
^ nico deposit(Mm
Pernambuco.

linca se vio rjm processofmais perfeito e que at-
i't de tal forma a satis fazer as exigencias mais
*v*ru da eseriptnracao.
A raa cor Iindissima e nao precisa de cuida-
a atjBm para se conservar do tinieiro sempre
ua a mesma cor, sera borra, crsta, bolr ou sem
ida estas maiellas inherentes todas as tintas
'i agora contiecidas, anda mesmo dos melhores
store estrangeiros.
Sobretodo, este esilmavel producto nao ataca as
unas de ac, sales pelo contrario, a peona
-qtura nm esmalte dourado que, sendo inters-
*tit, assis prove toso.
Sita tinta, nao sendo especialmente para copiar,
a comtudo duas, tres, ou mais copias un .ojei
ipois de escripia ; preciso, porm, deixar-the
'Painel bem molhado sem o enxugar com o mata-
orno, porque nao ha o risco de borrar. Para se
.rar mais de urna copia, nao se agglomeram tan-
u clfcas quantas copias se querem tirar, mas
t- com o original tirar urna tantas quantas
itduejam, sem que o original flque prejudioado
ulas xtra^oes.
Oflcoite aqoi Heer que, para copiar importa
tita inteligencia e habilidade, sem e que a me-
sor tinta nio satisfaz, e o defeito recae sempre
fcr a tinta, qnenrattas veres qnem meaos
t.pa ten.
i dupla qualidade desta tinta extramaaaeiNe
.preciavel, pois que evita que em qualquer es-
mptoro baja mais do que urna Unta para os di-
*rtPi'mhseres.
fnqnnto i sna duraMlidide, nio ka a oppoY
jUauor envida pou qw ua tinta apoia da as-
cripta soffre o choque de cidos fortissimost sem
se decompr; ora, se os cidos nao tem accao so-
bre ella, muita menos a aeco do tompo a poda
destruir; isto plausivel.
Nio s ao eommercio que este meu producto
velo ser til; os profesaores dos eollegios, investi-
gando todos os meios para o adiantamento dos
seus discpulos, tem approveitado esta tinta, que
com razio a aeharam apta para desenvolver o
Sosto nos educandos, em consequencia da beleza,
a cor e faciKade de correr na pequea pela sna
liquides. Ha exemplos de enancas que havi
muito tempo tinbam orna repugnancia extrema
para a escripta, logo que (oi admittida esta tinta
no coliegio, apoderou-se deltas a curiosidade e o
gosto, e ponco tempo depois oseo adiantamento
era maniteslo.
EsU Unta, i par de Untas vantagens, tem om
nico inconveniente, deteriora-se ao conueto de
outra qualquer; cenvm pois te-la em tinteiro
isentos do menor vislumbre de ontra tinta, e evi-
tar serever com a peona suja de urna preparacao
diferente a incompativel; verificando isto, nio ha
razio para se usar de tinta que nao seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MuNTEIRO.
Observado.
Diversas faisificacSes e aemelbaneas tem appa-
reejdo, coja duraoilidade davidosa. Os Srs.
compradores podem evttar o engao dirigindo-se
casas circumspectas,'}>e pedindo a tinta que en
fabrico
i. C Monteiro,
Ra Duque de Caxias n. 82
(ANTtGA DO QUEIMADO)
Faria & Gomes, estabeJecidos ra Duque de Caxias n.
82, pretendendo realisar a mudanqa de seu estabelecimento
para a ra do Livramento n. 20, at 31 de dezembro do corre ri-
te anno, resolvem fazer urna liquidaqao geral das fizendas exis-
tentes em seu citado estabelecimento, expondo-as desde hoje a
concorrencia publica, mediante preces os mais resumidos pos
srveis.
Fazer a descripejao minuciosa dos valores e qualidades de
todas &s fazendas que existem no estabelecimento, sobre ser fas-
tidioso seria enfadonho, por isso, pedem os annunciantes a todos
quantos estiverem na carencia de fazendas boas, bonitas e ba-
ratas, o favor de apparecerem em sua loja ra Duque de Ca-
xias n. 82, na intenqo de comprarem qualquer fazenda por
metade de seus primitivos valores, e na religiosa certeza deque
sero bem servidos, apezai de naoserem aqui annuciadas em
esty'o seductor e faceto *s vantagens que desta liqunlaqao deverao
resultar, nointeresse de todos quantos quizerera comprar, por
pouoo dinheiro, boas e excellentes fazendas.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 82
-



I1
Ar
9

Diario da Pernambueo Tei<;u feira 5 da Dezembro da 1871
UTTERATRA,
O laacaincat da nao.
( DO .NGLZ, DE HEJsBt W. UO.NGriLLOW )
Ao lllm. Sr. Carlos Adolpko de Apellar Alckorn.
lembran(a do seu alumno reoonhecido e resyi
ttdor.
Tudo es'. conclu lo Finalmente
llaiou briltaante a aurora dedada :
iijje a veleira o;'u R-rb.-a e bolla
Ao mar, ao vasto mar, tai serlan^ada.
Hranineia puro o co do arroto puro,
E obre a praia tmida e serena
O sol com toda a .u u.aislada
Ergue-se agora a conte.nplar tal scena.
O grande ocano, velho corno o tempo
E HM o tempo-forte e nao sondad.',
Jj olTreg) se agua e rumoreja
cima, abaixo, e de uro, e de uulro lado.
O sea (urgido solo nao sncga
E aqu, e alli, em fluxo incosanle,
A louga barba bran*a como a nev
Sacdu sobre o pe lo palptame.
Ei-!o que, impaciente, a nao espera,
Q-ie oa arenosa praia v-se anda,
i.eda, tuitiva e toda embanderada
Era honra d'e?te dia ds honra infloda I
Ja se enfunam as rata brancas velas,
Que a eavolve.ii Ci>mo nm vJ candido e puro ;
Oir-se-hia proropti para (empozar-se
C'o prisco mar salgada, ondoso, escuro.
Eolio, c>'.ir impones!?, o enmallante
Aceua ; e lo*o, v,.z atroaddra,
Tod s altelos uiartellioJj impeliera
Fra da praia a faia uadadora.
Vde-a : move-se ja, >mo sentinJo
Da vida u ar na orladura quilha ;
Ja se esprai.i nos braco do tridente,
E os Ifqoijoa dominios calca e tnlha,
Eis do meio da turba aglomerada
Ergue-so eut i um brado estrepitoso.
Que onisono ae.irdauJo os gardos chos
Assim diier paroit ae pgi un leso :
Reeebt'-a no leu seio, J-Ihe a egide
i>.; tua pr.ieccn, da forga tua ;
Tooia-a cun ijda a sua mojidade,
Toma-a coa) toda a, gentileza saa I
Quo f irraosa ella est, oh I qolo garrida
tote Ha-se no eqiionv. amigo seio,
Qje cora tantos assomos do ternura
A comprime em suave devaneio I
Si agr, nao, aira vez do mar profundo,
Sulea as ondas e os ventos, triumpbante !
O oloar humedecido___a voz tremen'e
Qn'impom ? Em tua rota, sus! avante I
Surge no mar da vida Ah I so ore o seio
U'esie mar, que te preste doce abrigo,
Oala sempre navegar tu possas
Firma, inclume, iseata de perig.i!
A fortaleza, o amor, a confianza
Sobre Elo e Nepta.no prevalece;
E do naufragio da> Ilustres vidas
Alguma cous i sempre permanece.
Ela, surie tambero, tu, nao do estado !
Sempn famosa nao, segu o li'U norte I
Surge, Uoij Ameri anj, surge
lodepeudente e livre, graude e forte !
Vas suas incertezas e e?peraccas
Que manlem de futuro, prasenteira
Bem dizendo a grmJezi de teus fados
De ti depende a humauidade inleira.
Bem 9abomo?, quem fez a tua quilha.
Cabos e velas, masUros e mastro ;
K sobre que bigoroas e om |u fogos
Forjarara-d-te as ancoras o os lastros.
Nao temas. Mis___quo choque repeniino ?...
E' o'scarco a ijjdirar-su no roched ,
E' o ranger dis enxarclas e das velas,
E' a viracao gemeaio furto, medo.
Maito embora as rastioga?, ss tormenta*,
E as dubias ardenta*,a'; dada
Veleja, rompe a fi do graude <.eewo,
TranspSe, na a e'pumea, unlj9a estrada !
Nossas lagrima?, r. ~.a.- >sperancas,
E aspiracffps e prew t quf'tnme?,
F nossa (I l palavra
Tudo Cifra-;e en udo re? times.
1870.
Franrino Cismontano.
H
AHIEDADE
i'11211 ts ilcas sobre n coioai-
.-..(..a*1 o Brasil.
Pl'.IS, 2'l DE ACOST DE 1871
(Conlinuaco.)
E' misier qud o governo brasi'eiro so
i,i a obrar com perseveranca segundo
10 qoe adoptar para promover a im-
migrsco; nao llie m.is permiltidodeixar
correr reveli.i ama qu.ato to mpo.ta!
o da qual tiat depend.i.ita a piosperidado
sileiro nao emoregue o necessario empenho
om restbslecer a verdade quando o Brasil
calumniado ; o goveruo e seus agentes
diplODMticoj icerec-in severa censura por
tal deleixo; j tempo que a naco inda-
gue do proveito que tira em despender
centenas de cont; de ris com legagoes e
embaixadas cojos titilares pouco ou nada
mais sabem acerca do Brasil sen^o qe este
lera urna caixa filial do thesouro p buco
em Lon Ires, que Ibes paga pontualmentc
sens honorarios:
Dispensando-se esse luxo intil de em-
baixadaso legags, feriamos orna economia
que sem duvida nos permititiria introdozir
miihares de colonos no paiz sem augmen-
tarraos os impostor-.
Os cnsules geraes e os cnsules podem
perfeitamente representar os interesses do
Brasil na Europa, em cujas intrigas po -
liticas nao precisavamos intervir ; nos-
sos interesses na Europa sao relativos
ao commercio oa colonisacjo ; cabem
perfeitamente na aleada dos consolados
geraes, para cujos cargos deve o go-
verno e3Coier bomens activos, intelligen-
tes, com a iastnicr;3o necessaria para bem
desempenbarem suas funccas, conhecedo
res dos paizes d'onde pde-se esperar urna
immigraQao til e das linguas respectivas, e
especialmente borneas com vontade mani-
fesia deservirem ao paiz.
Empenhando se o governo em estbale-
cer ama corrente de emigrapo europea
para o Brasil torna-se necessario qae haj
raa'fs estabilidade do pessoal eacarregado
desse servigo, aflm de qae individuos em-
pregados ganhem a experiencia precisa e
tenbam tempo de aproveita-la em beneficio
da coloniaacSo; mister qae o trabalbo se
faca pontaalmeat, sem interrapc5o e sem
grande dependencia de outras repartieses
publicas para evitar perda de tempo da
qual pyde resaltar descrdito para a repar-
tido dos negocios de colonisacao.
E* mister qae o9o baja mudanca do mi-
nistro respectivo por algn anuos e qae est 3
disponha, como indica o- Sr. Theodoro Sil-
va, no sea re la torio, do J fondos necessario?
de maneira poder enmprir pontaalmente
83 contratos quando mesmo tenba expirado
a lei de ocmdnto ; e.se ponto moitissi-
mo iracoitfite.
D.t fjeto para crear e dejen olter o ser-
vico di immigrac.i) e eolonisacSo mister
o que no Brasil se, cbama dictadura, ainda
mais forte do qae a qae estibelcea-se para
os telegrap*ios.
O Sr. Toeodoro Silva parece ter dado
seria attengSo questSo de colonis3?3o ;
o que se infere do seu reUlor'u as cmaras;
se fjr ella conservado no 30a posto, maior
conlucimento e experiencia ganbar da
- Oo esem divid conseguir prestar ao
rifllrfcs serviQO? qu sua; condiQSs econo
ancas exigem imperiojimn'.e ; mis evi-
date que se loma necesario confiar na
Iniciativa, energa. persevaran?a e honesli-
dade desse cidadio ou d^quelle que for
posto testa desse ministerio ; se torna
iimbem necessario min strar-lhe os fundos
correspondentes aos contratos em que elle
deva entrar pira obler colonos e dos quaes
elle dever dar contas minuciosas em devi -
do tempo; vote-se urna ce ta sommi o en-
tregele ao ministro enjarrado da colo-
nisacao que a depositar cm ara l-aoco que
Ihe ollereca seguranza e dlla dispor me-
dida das riecessidades do servici e ihi-)peo
dente do tbesoaro nacional; o Brasil que-
rendo tormr se im,;or;ad>r -iecolmo? deve
operar como qaalquer importador de fjzen-
das: deve ter um bom pessoal erxarregado
do servido de receber e collocar a sna im-
pcrtacSo, e bom pe-soal na Europa q:e re-
na e remelta colonos o v nunte?, o mais
economicamenle possi.el, para o Brasil ;
haver m?i)r economia em importar em
larga escala, pois j as passagns pDder
tiavcr forte reduceo de prego ; a Jjsp.'za
com o rec^bim^nt) dos colonos e com o
pessoal no Brasil ser menor em proporc)
do numero maior de novgraul s.
A de.-p- za com o pessoal na Europa nao
deve sor maior do qua a que se faz com o?
cnsul idos geraes, qae devem prestar-se
ao servido de mmigracJo sem remanerac5o
especial.
Na provincia de S. Piulo j ha un bom
principio de colonisaclo ; inTodaza-ie alli
den'ro de um cuno prazo 30 a 'iO mil calo-
se seter assin creado cm segundo fo
de aitracco \m a immgr?clo e.-pontatiea;
entre S. Paulo e Rij Grande do Sal j ex's-
l?m alguns nuches colonia: qie polem
coadjav r a irradiac3o d-: cdjuisaco por
essa frtil zona interm diaria que co.n-
prebende as provincias do Paran e de Santa
Ca'.harina.
A intro,!ucc5o da ^0 100,00 colonos
no sul do imperio dentn de quatro ou cinco
annos garantin pois, fortifican lo os na-
clsos de ciionisago j alli exi-t:n'es, o
estabelcciraento de urna immigracSo expon
tanea sulDciente para manler a lavoura
sem.ro supprida de bracos.
O'dinbeiro empregado na introdcelo dos
colouos, quando mesmo em parte nao ve-
ha ser cobrado pelo gove no, que no
enlanto rehaver grande parte d->s colonos
direclameute, ou dos fazendeiros, conforme
o systema sob o qua! o colono tiver sido
importudo, capital que produzir juro
elevad) para o paiz pelo augmento da pro-
ducto agrcola; com om desembolso de,
termo medio, 2000000 por colono, isto ,
com 20,000:0000000 para a introducto
de 100,000 colonos, ou razo de 1,090
cotilos por anno, o paiz pode dentro de 5
annos resolver a qnesto de colonisacSo,
pois como fica expoto, :eali-ada a in'.ro-
dccfo d'esse numero de colonos em S.
Paulo e Rio Grande do Sil, t r-se-ha crea-
do f:os di altraccio basta o te fortes para a
iramigracao expontanea; o Brasil ter en-
to se tornado conheci !o como favoravel
immigrago europea e a CijljnisagSo das ou
tras provincias do imperio se far' com ex-
tr mi facilidade.
Ora, 20,000:000,5000 somma de que
o Brasil pode fajmente dispor e um des-
emboco mdico em relaraao enorme re-
sultado i^ue se conseguir; calculando ijue
o governo faca em muito^ ca'os, ou como
regra geral, favores pecuniarios aos colonos,
isto doai.o de paite do al'.anlamento
para passagem, o qu-J em nntros casos ve-
nha perder com fazendeiros ou coloaos
qae se tornem insolvente? ; calculndose
para ta?s sacrificios, termo medio, 500000
por cohno, o prejoizo do thesouro publico
viria ser, no fim de cinco annos, de 5,000
contos de reis; ter-S3-hia, porm, salvado
a agricultura da decadencia: facilitado a
transicSo do trabalio escravo para o traba-
dlo escrav | ara tr balb ) 'i re, e no ang-
men'o js impjloa resultantes .lo aug
ment di populacho productora,o thesouro
publico enconi*aria larga comoensaco: o
que mister que nao re esbinge o di-
nheiro da n ca e que saja empregado par
o servido de eolonisaej) o dmhe ro que para
esse fim for votado.
Oem dirigida a operaco, pode ella ser
feita com um capital de 5,00010000000 e
um crdito de igual somma em um binco
favor do minisiro encarregado da colonisa
C?o; q.ie no primairo auno de trabdbo
serio, o numero do c loaos importar para
as duas provincias nao poderia exceder de
10 a 12 mil importando orna despeza de
2,000 2,400:0013000 ; no segundo anno,
os restantes 2,600 3,000:00000(0 seriam
absorvidos, e talvez paite do crdito ; este,
porm, deixaria margena aiada sulliciante
para a im.jortago do 3o anno: no 3* aano
j muitos fazandeiroj o mesmo colon >s po-
deriam restituir boa parte dos adiantamen-
los feitos, restitt.cvj que continuara
ter logar no 4o e 5o anno, e que forneceria
os raeios da continuar a introducto de co-
lonos de sorte que lindo o 5" anno, o mi-
nistro poderia provavelmenfe liquidar a
conla de emprestimo do banco, nao vindo
o thesouro publico desembolsar sen3o os
5,000:0000000 de capi.al, qae seria a des-
peza real dos cofres pblicos para resolver
a importante questo da colonisacao.
Deve-se contar que a Allemaoba ser a
principal fon te d'onde o Brasil tirar colonos
e nessa direcgo devem ser feitos grandes
esforcos; ha, porm, mesmo em Franca,
no Gaste e ni Sul e hoja talvez mesmo na
Alsacia e Lorena, por causa do desconten-
tamente resultante da annexaco, elementos
excelentes para colonisar o Brasil e que
devem ser aproveitados; lio poaco deve-se
oegligenciar a obtencio de lacradores por
tuguezes ; sao expelientes colonos.
A Suissa tambera pode fornece los bons;
o esseocial que os agentes do governo
brasileiro e os cnsules geraes atteadam
devidamente boa escolha das colonos.
A colonisacSo sob o systema de parceria
apresenta exigencias ditterente3 da Voni
sacio de pequeos proprietarios; es
contra mais facilmeata o pessoal conve
te; comtanto qoe se possa offerecer aos
immigrantes terrenos convenientes e em si
maga i vantajosa nao I Pf ponezes qua osqueiram comprar; o gover-
no com a experiencia qae j tem da creaclo
e do d asen rol vira acto das colonias do Rio
Grande do Sol deve saber o qae deve pre-
parar em beneficio lo Europeu qae emigra
para se tornar pequeo lavrador; utilse-sa
a experiencia adquerida; a composi$5o do
passoil das familias que v3o para a peque-
a livoura ndiffarente, comtanto que os
respactivos cutes possam trabalhar para
so.tenta-las; podea levar poneos ou mui-
103 lilhos mesmo pequeos e incapazes de
servirem n >s priraeiros annos para o traba-
Ibo agrcola: em seguida tornara se essas
creaogas excelentes colonos.
Para a pequea lavoura mais fcil obter
colonos que paguem suas passigens, e que,
em saman, possuam algum peculio.
Ao contracto do parceria pela injuaU
prevenc3o qae contra elle existe, 36 se snjei-
tam os colono? qoe no possuem dinheiro
suffiente para pagarem suas passagens e
por outro lado nao nada indifferentfl ao
fazendeiro colonisador a composiejio do pes-
soal das familias que eagaja ; o fazendeiro
tem um desembolso de capital: na casa em
que aloja o colono; no valor das plantacSes
que Ihe confia conservado e explorado ;
nos adiantammt is para passagens e para
alimentos nos primiros mezes de sua che-
gida colonia o n5o pode contar com os
servaos do colono e de sua familia smo
durante o tenpo em que esta fica devedor
dos adiaotamentos ou pelo praza do con-
trato, se praz: C3rto; assim para qua
o negocio sej) remunerativo para o fazen-
deiro, ae:cssarie que a familia do cobnc
seja firmada de no pessoal ap'.o traoa-
Ihar desde que desembirca e po:sa produ-
zir bastant); ssim as fam lias que contera
muitos men res que nao po lem prestar
desde loga srico na lavoura do caf, e
pal contraro absor>em com os cuidados,
que elle; eiigin tolo o tempo da mi, ao
paso qua dcmanlam ma;or sacrificio de
tempo do pai para a prolucfo doj ga:e
aos alimenticios necesarios ao sustento da
famili-, distrahrado-o assim da cultora do
caf, :).c r!\ai ao fazendeiro ; 20 contra-
rio conven lbe as familias qua emigrara
com qnatro ou mais filhos autoras de 10
anaos de idide, visto que taes familias p
dem ter empregadu na p!antac3o do ca'
quasi constan teme ta cinco pessoas, ficando
a mai para os irabalhos domsticos.
Tes familias se encontram no Ilolsein,
na Pomefania, na Westphalia e Thcrinhnia.
mas sero difficeis de onter em quanto nao
for legalmenle permiltido aos agentes de
immgra.a.) as ireraconvidar a emigrar para
o Brasil. A solu?5o da questao da col) isa-
Cao imputa o eslabelecimento slido e rapi
do do progresso do paiz, por quanto os
raeios indirectos que ne:essariamente se
devem empregar para attrabir aimmigrac5o
creaco de escolas; construegao de estra-
das ; navegago dos rios; divisS9 das trras
devolutas que seo repartidas pelos colo-
nos ; exapropriacao de terrenos particulares
para igual lim; melnoramento da legislado
e especialmente da relativa aos casamentos
entre catholicos e acatholicos; boa adrai-
nistracSo da justica, que deve garantir s-
lidamente apropriedadedo colonos3o po-
deros s alavancas de progresso e prospe-
ridade. Nao hesite o Brasil em contrabtr
emprestimos para despezas reproductivas;
cora mais instruegj e melhores mei communicacao e de transporte, o trabalbo
da nac5o ser mais lucrativo, a producen)
agrcola augmentar rap.damente, o com ella
a renda publica, muitas industrias se crea-
rao no paiz, que boje n5) podem prosperar
por faita de psssoal instruido e de meios
de transporte, e quanto mais largo fr o cir-
culo deaego dos Brasileiros, isto. quanto
maior fr o numero de industrias em que
se possam oceupar lucrativamente, menor
ser o seu empenho em mendigaren) em-
pregos pblicos com ordenaos cuja mes-
quinhtz tanto cop-ra para a corrupgao
deixaro de ser simples consumidores para
se t rnarcm productores, gozando ao mes-
mo tempo de maior indicanlncia e bem-
estar.
Concloindodevemos iosi-tir na n9r,essda-
le da interve;g5o immediata do governo nos
negocios de colonisago, porquanto nenhuma
associarao particular, por bem organisada
que sej a; podar jamis vencer, sem inter
vencao do governo, s dilficuldades que se
aprosentam ao estabelecimento do urna im-
migragao espoatanea para o Brasil. Outros
paizes da Ara? rica do Sul precisam, como o
Brasil, de colonisago e mister contarmos
cora a concurrencia delles; apresse se pois
o nosso governo enaproveitar a situago
actual da Europ para encirreirar para
Rras! a immigracao que do contrario se di-
rigir a outro paiz cojo governo se empe-
penhar em attrihil a.
LCIZ nODRICUES DE OL1VEIBA..
istoria, estarJo to reunidos e compactos fez nada; segnndo elle tem seguido o re-
como a bonradez Ih'o impSe. gimen do addiamenlo. Pois a nos parece
Quanto aos NapoleSes, necessitarei de af-1 nos que o governo fez alguma coosa : de-
firmar mais urna vez que a desgragan5o fa-sembaracou a Franga da occopagao estran-
ria sen3o aportar os seus lagos, que lodos geira, trouxa a patria os quatrocentos mi'
formara apenas ora feixa, que nio ha entre prisioneros qua o imperio liaba dado Al-
eles rivalidades ambiciosas? lemanha; proclamoa, finamente a depon-
O direito populir Em qae oalra ori- g3o do imperio,
gem poder beber-se a lorga e a legitimida- O principe acba que ttodj Isto 3o bas-
E'
de necessarias a um governo definitivo, si-' tanta, e nos somos;do mesmo parecer.
n3o pedindo as ao consentimento leal e li- preciso que a assembla d quanto antes
vre da maioria doscjidad3os ?
A discnssii sople principiar quando
se tratar de applicar esse principio por um
urna saneg3o jurdica ao exilio dos apo
lees
O principa termina a epstola asseguran
di que os boaaparlistas no conspirara
acto directo do pavo ou pela soa vontade' Nao ha. n3o haver conspirigSo banapar-
tis'a. E' ii sabido o que isso vale. Nao
impossivel que os bonapartistas nao cons-
pire), mas provaja experiencia que se deve
proceder cora ells corao se conspirassem.
expressa indirectamente felos seus repre-
sentabas.
Vio-se j algum paiz em situagSo mais
gravee qua polesse \ir a ser mais desas-
trosa 1
Nao neg os erros que o imperio pade-
ria commetter dep ;is do victorioso plebis-
cito de 1870; a histoia pronunciar acerca
da parte das responsabilidades, que eviden-
temente s3o multplices.
A guerra foi desgragida para as nos3as
armas ; m?.s de;di o dia 4 da setembro,
accuraulam-se as catastropbes, e os fados,
ultrapassand > as previsSes mais horrendas,
despenham-nos n'um abysmo, cujas profun-
didades n3o podemos anda sondar bem.
RevoIug3o dimte do estrangair, incapacida-
de, ausencia de patriotismo, destruigSo de
Pars, anarcu.i!, tudosopportamos para che-
garmos a urna assembla ni q iai os pirti-
dos se annullam reciprocamente, que deita
por fira e a grande cusi a nomeagSo d'um
gaverno provisorio, enjo resultado a im-
potencia.
Veda effactivamente, o que a Franca tem
a fazer, e o qua o sea poler faz ha alguns
mezes :
Reorganisacio da etarcilo, ad aJa;
Ju'gunanio dos criminosos aliado.
Trinta mil prisioneiros a gemer ln qaa-
tro mer.es nos pon'.S.s, eutre o quaes lia
de certo muitos innocentes, que deplorara
a lentida.) da justig- :
Reformas finance ras adiadas;
Situag3o industrial e coaraaroial, tra-
tados de commercio com as potenciis es
trangeiras, que se quer modificar, a liados.
Questao da capital: Paria declrala sus-
peia. Versailles capital polrica; como se
a daslocag3o da capital n'um paiz de ira-
g3o fosse cousa pos.ivel, apezar de sous
inconvenient.-s, at de seos perigos I
Poda ser, n'um paiz novo, sem historia
sera precedentes, como nos Esiado3-Uni-
dos; nao pode ser n'um paiz como o nos-
so ; aqu nao se decreta urna capital, reco-
nbecem-a, e algomas vezes snpportam-a.
A capital da Franga como o sol, existe, e
lembra me a pbrase do general Bonaparte
aos plenipotenciarios austracos :
Quer reconbecessem ou nao a rep-
blica, ella como o sol ; cega quem nao a
v I
Adiada ainda esta quest3o.
Finalmente, a questo fundamental, e que
prima cima de todas as outras, forma do
governo, adiada.
Entra todas as assemblas, a assembla
actual nao ser a menos apta para fundar
um governo definitivo ? Sob o ponto de
vista do direito, tem esse mandato ? Terri-
vel quesl3o.
a sua propria orgem, as circurastancias
da sua eleigo, n3o Ihe torna impraticavel
esse direito ?
O PRINCIPE NAPOLEO.
Este principe, como nao pode pronunciar
em Ajaccio o discurso que levava estudado,
transformoo-o em manifest, e delle nos
do alguns paragraphos es peridicos fran-
cezes. X
Traduzimo-los em seguida:
Existe um poder interino ; qoaes sao
03 seus direts ? quaes os nossos deveres
para cora elle ?
Os seus direitos, o que nos Ihe devemos,
a conservago da ordem, o repellir to-
do o acto de violencia e respailar a legali-
dade.
Devemos-lbe este exemplo de modera-
?5o.
Os nossos direitos sao fazer prevalecer
portlos os meios legaes o que nos consi-
deramos como bem do paiz, o que nos es-
peramos para obter um governo definiti-
vo, ao qual deveremos entSo completa obe-
diencia quando o povo o tiver estabele-
cido.
S duas bases sao possivais para om go-
verno definitivo : o direito divino e e direito
popular.
O direito divino, qoe busca a sua or-
gem na conquista, perdendo-se na nonte dos
lempos, san.cionado por muitos seclos de
poder, derrubado ba oitenta annos pelas
nossas revoluges successivas; esse direito
n3o o discalirei, porque para todo o bomem
imparcial, tem o peior de todos os defeitos,
o de ser impossivel,repellido como est pe-
lo paiz.
Nao distioguirei 03 diffarentes ramos da
casa de Bourboo, para os oppor uns aos
outros; nao recordarei as usorpagSes in-
ternas desta familia : nao sei se ha direito
a procurar boje muitos pretendentes na casa
de Bourboo.
Nao lbe farei essa injuria, e prefiro ad-
mittir qae instruidos pela desgraga e pela
Falla se de intrigas, de conspirarles bo-
napartistas.
Sinlo-raa cim valor para tralar de todas
asquestoes, porque nada tenho a esconder,
porque a miohi franqueza tira a sua forga
da sua lealdade ; nio haver conspiragSes
bonapartistas. Ha pitriotas sinceros, bo-
mens convicto?, que upontara aos seus con-
cidados o que consideram como salvago
do paiz, do paiz, que exercera cora mode-
rago os seus direitos de cidadios, respei-
lando a ordem, para nao augmentar os de-
sastras pblicos.
E para lulo so dzer, sabem qua 3 s3o
os que recrutaram muitos partidarios aos
Napoleoes ? E' a casa de Bourbon, com-
provando a sua abdicago com a aTirmago
da bandeira brandeira branca, symbolo do
antigo rgimen ; sao os radicaos extremos,
que abusam de todas as liberdades, o que
veio a dar, depois d'uma dictadura impo-
tente e odiosa, nos horrores da commuaa !
Ah nos esperaremos, sera duvida, abrir
ds olhos do povo fazendo-o comparar de-
z oto anaos de prosperidad-.', de socego, de
gloria, com a nossa situago desde o dia \
de setembro : o commercio moribundo, a
industria parslysada, as otlicraas fecha-
das.
Assim um bomem misero, doentio, se
lembra do seu estado de vigor e de forga.
Quando obtiverem o apptllo para o povo,
poder principiar a reparago.
Agora uns commeatariosinhos precisos.
O principe pede tambera o appello pa-
ra o povo e alfirma, com a gravidade de
Josepb Budhomme, que s duas bases sao
possiveis para um governo definitivo : o
reito divino e o direito popular. O direito
divino condemnado sem appellago nem
aggravo ; fica o direito popular. Neste
passo, temendo o primo do ex imperador
que se julgasse que fallara s por sua conla
ilirraa que os Napoleoes formara apenas
um feixe, e qae nio ba entre ellas rivali-
dades ambiciosas. Isto o que menos im-
porta.
O principe deita depois orna vista d'olhos
para a situag3o qae a guerra creou Fran-
ga, e pretende que desde o dia 4 de se-
tembro se sccomulam as catastropbes. Es-
queceu-lhe dizer qae se as catastropbes se
accumnlavam, ento, procede isso de que a
Franga principiava a pagar os erros de seu
primo ; j n3o tinha o exercito qoe apo-
leolll entregou em Sedan, e Bazaineesta-
va encerrado em Metz, fazendo o que se sa-
be, emquanto as tropas al em3es se preci-
pitavam sobre a Franga e vinham sitiar Pa-
rs.
Em Paris, qae lucia durante perto de 5
mezes, na provincia, que se levanta para
ama lacla desesperada, v o principa a
ausencia da patriotismo. Este vleme
bomem era um grande patriota, elle que
sempre se esquivara na vespera das bata-
Ibas, sob pretexto de missoes diplomticas,
e qae dorante o bombardamelo de Paris
edurante a guerra na provincia, descancava
tranquilamente na saa villa de Prangins.
Isto sim, qae patriotismo i
Dada esta Helo aos que resistiram aos
prussanos, passa o principe ao exame do
governo actual, e acba que o governo nJo
INGLATERRA.A6nal os iaglezes tirana-
no3 todas as duvidas a respailo do accordo,
de que tanto se tem falla 'o, feito entre os
lord?, e o conseibo das classes operaras.
Os lords prutestam enrgicamente contra a
noticia que tem espalhado, de que aquella
una) tenha por fira derrubar o gatdaete
Gladtsone. N'algumas caita3 que algn-
dqnclles senhores tem feito publicar, con-
fessam elle?, que, conbeceodu a siioago
pirque atravessa o proletariado e conhecen
do tambara o pavoroso problema que se
apresenta ante seus olhos com as aspira
ge3 das classes trabalhadoras, entendem
que a nica maneira de organisar publica-
menta o que os operarios chimara a sua
t-mnocipag5o social, e aprosimarem-se del-
tas os horneas de intelligencia, e o? qua pe-
la sua autoridade podem dirigir o ncovi-
msnlo social,
O snguinte memorndum qua tradozimos
tex ualmente, dar urna idea exacta dos de
sejos que anima os i lustre? bomens ingle-
zes que o asignaram :
t Convidados por Mr. Scctt RussJl, pre-
sidente di junta dos representantes de ope-
rario5, para cooperar amigavel e imparci
menta na e;co'ha dos meios qua pode o,
produzir a emancpago social das classes
operaras, os abaixo assignados compromet
tem-se a empregar da sua parte quaotos
meios estivereo) ao sea alcance para remo
ver 03 obstculos e difiieuldades, qae na
actualidade se op.oem a ^ua legitima asp-
rago.
Temos em mu;ta conta a coafianga que
nos mostra e reconhecamos que temos ne-
cessidade de responder ao cbamamento qae
seno* faz para por termos distancias que
por desgraga separan) as differentes clas-
ses da sociedade, acreditando que poderc-
m s conseguir o fim desejado, se ambas as
partes se mostraren) animadas de sentimen-
tos de tolerancia e de generosidade, que
ora as compraeme de reconhecer.
A junta poda estar certa de que todos
os Eccordos que tem r, submettidos nos
sa coasiderag3o, sero cuidadosamenta es-
tudados por nos, com quanto u5o deva
mos ao mesmo tempo oceultar, que a ta-
refa de que nos encarregara nao deixa de
offerecer d.fficuldades.
Nao podemos ser partidarios de urna le-
gislado, que n3o corresponde igualmente
aos interesses de todas as classes da so-
ce la le.
Reservamo-nos o direito de optar, de.
pois de maduro exame, pelos meios que
nos paregam mais convenientes em pre-
senga daquelles qoe nos propuzera, para o
que devemos ter completa liberdade indi-
vidual ou conectivamente, aasim como da
abandonir o poslo que hoje aceitamos,
quando na nossa oplnio julgarraos que a
nossa cooperagao nao resulto em vantagem
do povo, nem satisfaga nossa consciencia.
Salisbury =Carnavon.Lichfield. San-
don John Manners,John S. Packington.
Stafford Northcote.Gastme Hardy.
Cordora (Rcpiiblle* Argentina)
7 DE NOVEMBRO DE 1871.
A exposigao de Cordova, de que tinha
eu noticia desde Janeiro de 18G9, pela lei-
tara das publicagoes argentinas, attrahio me
a esta cidade, onde cheguei s 10 horas da
noite de 3 do corrente, depois de urna r-
pida viagem do Rio da Janeiio.
Amigo, como sou, de todas estas festas
da industria e do trabalbo nao quero deixar
de cumplir a palavra que dei, remetiendo
correspondencias desta cidade durante o
tempo era qua me demorar aqui, relativas
esse importante assomplo.
A imprensa faz aos povos um grande
servigo, quando os chamma a assistir, ara-
da qoe era espirito, s exposiges dos ou-
tros povos.
Nao ha gropo de boraens, por pequeo
e insignificante que seja, por sequestrado que
apparega no mappa das nages, que nao seja
capaz de colaborar na obra universal do
trabalbo e da civilisago humana. A vida
de cada povo est ligada do resto do mun-
do por vnculos t3o fort-s, que nao dado
a nenham prescindir dos outros na elabo-
rago de sus destinos.
Desde os Cesares da lyro e Caithago,
que apresentavam as riquezas dastas nagoes
ao commercio do mundo, at Londres c
Paris, que neste seculo con-eguirarn attra-
hir a seu palacio de crystai a aciiviiade in-
dustrial de todas as nagoes, as exposiges
tm sido o melhor meio de que se tem ser-
vido a humanidade para ligar os povos en
tre si, fazendo nascer com tilas relagSas
mutuas de interesses que lera approximado
os bomens de todos os climas, consolidan
do seus vnculos e produzindo a solidarle-
dade, que a base da sociedade mo-
derna.
Ainda mais, para o proprio povo que faz
a exposigao, ella urna prova de haver che-
gado ao grao de adiantamento requerido
para tomar parte activa na etaborago cvi-
lisadora do mundo. A exposigao eleva esse
paiz a seus proprios olhos, d lbe a cons-
ciencia do que e do qoe vale : nma es-
cola, um ensino, um estimulo para chegar a
desenvolver os elementos productores que
do a pisse dos objectos da arte, da ri-
queza.
Produz vantagens econmicas ; porque,
doorando a produeco pelo estimulo da de-
manda, dobra a riqueza nacional com ella a
renda.
Produz vantagens sociaes, porque esses
concursos sao focos de illustraco para o
povo, que aprende ndles a estimar-se, a
educar-se com o coohecimento de si pro-
prio e de seas recursos, civilisando a mais e
mais com contacto do estrageiro qae iojec-
ta vida nova na sociedade a qae chega, con-
viva novo para o festina do trabalbo e da
industria.
Produz vantagens polticas porque: at-
trabida a attengo e o interesse das povoa-
ces para estas graadfi obras, se desperta
mais vivo o exignie o sentimento da paz,
se segara e consolida a igtegridade nacional
pela una a do? eslorcos e dos interesses na
igoaldade das asprac5es e dis glorias do
trabalbo. .
Taes verdades se acbam em grande par-
te provadas rao-Brasil pelas nossas exposi-
ges de 18G2 e 1867, e agora b3o de tir
demonstradas para a Repblica Argentina
tambera pela actual exposiclo,qoe para eda
j um padr3o de gloria drante dos sacri-
ficios que vence u. Marcada para o 4* de
margo do anno qu vai lindar a abertora
desta exposigao, nao pode ter lugar em con-
sequencia da crise fatal por que passou a
Repblica Argentina com a revolug3o de En-
ire-Rios (1870) e a epidemia de Buenos-Ay-
res (principios da 1871), sen3o a 15 de oa-
tubro. .
N3o me foi lcito, como desejara, assistir
a esta ceremonia augusta do trabalbo, da
industria e do commercio; mas,satisfazen-
do a justa curiosidide do3 leitores do Jor-
nal do Commercio, darei a^gons pormeno-
res daquella esla, segundo p6 tom sido re-
fer i is pelas pessoas que' ale tm obse-
quiado aqui.
No da 18 de outubro. pelas 2 horas da
Laido, colloca-.'o o presidente darepoWaa
sobre o tibiado electo no vestbulo prinelfal
do palacio da Expsito, tendo sua di-
ruta o ministro do interior e sua esqoer-
la o da jusliga, culto e instruego publica,
acompanhado de S. 3. I o bispo de Gordo-
va, do corpo diplomtico estrangeiro, dos
goveraadores das provincias de Cordova,
Sallo, Corrientes, Sania F& S. Luiz, do
presideate e membro3 da commisso direc-
tora da Exposigao e dos jurados e delegados
das ouiras provincias e da Repblica .a Bo-
livia ; rodeado da immenso auditorio de
sen horas e cavallairose de oomaroso povo,
que se estendia pelos jardins, deu-se o sig-
nal da ceremonia com a bengiio que o hispo
langou sobre a Exposigao e o povo reunido
ahi.
Poz sa ento de p o presidente da com-
uiis-o directora da ExposigSo e pronuuciou
o discurso, em que ennumerou os traeilho
que derain em resultado o faci daquella
solemnidade, fazando ento entrega do pa-
lacio ao presiden.e da repblica.
Neste discurso, que Uve occ3Sio de lr
o Sr. D, Eduardo Oliveira, que por diver-
sas vezes passou pelo Brasil, quando ia a
lazar seos estudos de zoologa e botnica
na Allemaoba e nos Estados-Unidos, fazendo
a ennumeraro dos diversos paizes que ti-
nham concorrdo festa da intelligencia e t'o
trabalbo, diz sobre o imperio estas paU-
vras:
t O Brasil nos enva a bella vegetag) de
seus bosqa.es, como vedes em nossos binver-
naculos, e suas raadeiras de construego,
perfeitamente preparadas, nos mostram a
riqueza de sua Flora.
Seguio-se-lhe o ministro de rastruccJo pu-
plica, que, como ministro iniciador e em
grande autor parle daquella obra, expoz ao
povo e s nagoes representadas neste acto os
movis qoe impelliram o governo a reali3a-
lo,|sem significado proprio e as consequen
ciasique no provr traria para a repblica.
Neste discurso, que live tarabem j o
prazer de ler, estSo estas palavras sobre o
Brasil o as outras nagoes circumvizinbas.
c As nagoes qae nos rodeam quizeram
em honra nossa qae a festa argentina fosse
coadecorada pelos esplendidos dons da na-
lureza americana; e estira comnosco neste
dia o Brasil, nosso aliiado em campos de
batalha, onde n5o se recolberam outros tro-
phos seno a liberdade para um povo, o
Paraguay que contribuimos a remir tom o
prego de nosso sangue; Bolivia, nossa ir-
ma, que se inclina das altas montanhas,
esperando que desembaracemos o leito dos
rios interiores para entregar nos os ricos
productos de seus los tropicaes; a Rep-
blica Oriental, t3o adhesa s nossas vicissi-
ludes, que nos parece aos Argentinos como
urna contiauacSo da patria; Chile, que para
commeraorar a velha fraternu^da na victo-
ria, nos enviou com o trigo ne suas coibet-
tas a aguia dos Andes, que presencou sor-
prendida l da rocha uaccessvel a passa-
gem de nossos exercitos.
Termraoo o acto o presidente da rep-
blica pronunciando um bello discurso mui-
lo apropiiado ao assumpto.
Urna salva de 101 tiros responden ul-
tima palavra do primeiro magistrado da re-
pblica, qoe naogurava a primeira manifes-
taco dada pelos povos do Prata de seu pro-
gresso e civiiisago, e annunciava ao povo
que o grande fado eslava realisado. En-
toaram ento as bandas de msica o hymno
nacional. 0 povo descubrileentbusiasma-
do. As tropas a iresentam as armas. Abrem-
se de par em par as portas do palacio, e
penetra a mulldo no recinto delle por to-
dos os lados. O publico ficou no paiacio e
jardins al s 7 horas da noite. Darei ago-
ra a descripeo do parque e palacio da Ex-
posigao de Cordova.
Os leitores bao de estar lembrados de
urna correspondencia mnha, escripia de
Buenos-Ayres, em raaio do anno passado
em que Ibes dei noticia de minha primeira
visita a Cordova para assistir inaugurago
do ferrocarril cenlrai argentino que leve lu-
gar a 18 de maio daquelle anno. Ento Ibes
fallei dos trabalhos preparativos para os jar-
dins e palacio da Exposigao, que se inicia-
vam ao lado do sol do passeio de Salretnon-
te, formoso passeio e lago desta cidade
de que naquella correspondencia dei noti-
cia.
Pois bem : dabi Jatarei a historia destes
jardins, para ioteirar a meus leitores do que
o parque adjacente ao palacio. No dia i
de abril de 1870 M. Eugenio Berlhant jar-
dinero em ebefe da Exposigao, receben
ordens do presidente da commissSo direc-
tora de tragar um parque ao estylo inglez
oo lugar que oceupam boje esses jardins.
Esse terreno era at ento urna quinta plan-
tada de alfafa pela maior parte, e com lega-
mes. Fizeram-se os trabalhos de remogo
de trra, de nvelamento, de abertura de
ras, etc. A trra tirada da exca.vagSo feita
para o lago foi aproveilada para formar caa-
leiro ; as ras tiveram.as formas convenien-
tes, tendo as bordas formadas com arpeaos.
As ras principaes, desde a entris as
parque at o palacio tem 16 metro de lar-
gura e ama extenslo de 480 Mros, ou
7.200 melros de superficie. as ras se-
cundarias a largara varia e 4 a 6 roetres,
que apresentam nma *tengao de J.33
metros ou 96,650 tetros de superficie,
alm de varias prajrW qae tem de saperflcie
1,900 metros. .
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(Continatr-M-ba).
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