Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12528


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Full Text
A
ANNO ILVII. NUMERO 277
fABA A CAPITAL E L6A1ES OIDE IAO SE PAGA POBTE.

J
i) .
*
--
for tra mezas adjanudos
Por seis ditos idam .
Por Qm anuo idein.. .
Cada amero valso.
0(1000
(JOOO
S4000
220
SEGUNDA FEIRA 4 OE DEZEMBRO DE 1871.
PABA DEITBO I FOSA DA PBOVIICIA.
Por tres mezet adiandos ................. %flt*
Por seis ditos dem.................'... 134SOO
Por nove ditos idem.................., lOdftBg
Por nm aoao idem ....'............... I7j0ti0
NAMBUC

Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.

--------------------------------pr
SAO A4.HXTKSJ.
i. -
O. Srs. Gerardo Antonio Alves i Filho3, no Para ; 'coopta, d- Pinto, no Maranhlo ; Joaqnim Jos do Oliveira Filho, no Ceari ; AntoujD jje Lemos Braga, no Arica* ; Joio Mari* Joio Chaves, no Alio ; Antonio Marques da Siiva, no fetil; Jo* Jmt
Pereira d'Almeida, em Mamangnapo ;Felppe Estrella d- C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa diM; Belarmino dos Santos Baldo, em Santo AntSo; Domingoi Jos da Costa Braga,
________________________________m Nanreth i Antonio Ferreira de Agolar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoas; pj&os Martina Alves, na Baha; e Leite, Serqainho & C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Hluisferi. da fazeada.
discreto ;. 4,822 de 18 de novbmbro de 1871.
Manda a Pnneeza Imperial Regente, em norae
do Iraperalor o Sr. 1). Pairo II, qu, para exeeu-
se observe o seguale :
Art. I*. As moedas de prata que se cantarera
d'ora em dame tro o liiulo de 0,917 e M valo-
rea, pesas e modelos seguales :
Valrres. Pesos. Mdulos.
Em ris. Em granamos. Em milmetros.
2JU0U 25,5 37
000 12,73 ao
#500 6,373 25
Art. 2. A tolerancia ao peso das referidas moe-
das ser de um decigrainir.a para mais ou para
menos, uas de i}, de cinco centigrammos as de
H, e de vinte e cinco mligramrao* na< de 500
dous milles.'mos. #
Art. 3. As moedas do que se trata terso no an-
verso a eDjie do Imperador, aro a era do cunha
no exerjo; por inscripto de um lado o boom
do Imperador, seguida do numero que indique
quantos do mesmo nome tem reinado, e em abri-
viatara as pahvras :Dti'.grada Conslituciona-
lis Imperator ; e do ontro I ido as seguioies
t Perpetuas Brasilia Defensor, na seguate fr-
mula : Petrus 11 G. C. Imp. et. Prp. Bra. De.;
no reverso as armas do Imperio, lendo por cima
as palavras Decreto de 1870, e por baixo os alga-
rismoj representativos do valor da moeda, segu-
dos da palavra mi.
Paragrapbo uuico. O contorno dess moedas
lera serrba.
Art. 4*. A; moedas da prata serlo aceitas em
pagamento pelas estacfias publicas, seno limitago
ele quantia, mas os particulares nao serla obnga-
dos a recbelas (salvo o caso de mutuo accordo)
seno at a quantia de 20000.
Art. 5*. Sero desmoneiisadas as moedas de 200
rs., btm como todas as oatras de prata que tive-
rem ltalo inferior ao marcado do art. Ia deste de-
creto.
Art. 6*. As moedas de nickel sero compostas
de 28 partes deste metal e de 75 de cobre, e lo-
rio os valores, pesos e mdulos seguintes :
'alores en ris. Ptso em grammas. Modulo em
millimetros.
200 15 32
100 10 27
50 7 2
Art. 7*. A tolerancia no peso dss referidas moe-
das ser de 2 ./* para mais on para menos, e de
.." na composijao da liga.
Art. 8*. Estas moedas mostraro no anverso os
algarismos representativos de seus valores, tendo
por baixo a palavra ris, e por iuscripcao as
lavras decreto n. 1,817 di 3 de telembro de 1870,
.! no reverso a corda imperial, tendo por cima o
dstica Imperio do Brasil, e por baixo a era do
caoba.
Paragraplio noico. contorno destas moedas
jera liso.
Art. t*. As novas moedas de nickel serlo dadas
e recebdas em pagamento at a quaolia de I000.
Art. 10. O estado resarva-se o exclusivo da fa-
bricagao e emissu das maedas de prata, c de ni-
ckel.
Paragrapho nico. O governo, todava, poder
lermillir o cunho da prata dos particulares na
casa da moeda ; devendo a senhoriagein perten-
6dT fazenda nacional.
Art. 11. Ficam revogedas as dispasigces em
contrario.
O viseonde do Rio-Braneo, conselbeiro de esta
do, senador do Imperio, presdeme do conselho de
ministros, ministro e secretario de estado dos ne-
gocios da fazenda e presideate do tribuna! do the-
sooro nacional, assim o tenha entendido e faca
execatar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 18 de novembro
de 1671, 50" da independencia e do Imperio.
Pwxceza Imperial Recente. Viseonde do Rio-
Branco.
de honra no lugar e as boras era qae tiver de
embarcar o brigadeiro Luiz Jos Pereira de Car-
vallio, ex-comraandante das armas desta provin-
cia.
Aoraetmo declarando em resposta ao offleio
de seu antecessor, que deve ser posto em liberda-
da o recruta Galdina Jos Pereira da Silva, visto
nao poder a-sentar praga sera previamente fizer a
optracio que se recusa e nao poder ser a isso
compellido.
Ao presidente do Banco do Brasil responden-
do com a infirmadlo junta por copia do inspector
da thesouraria provincial ao offleio em que den a
razio de nao ter sido acsito por aquello ettabele-
cimentj o saque na importancia de 200:000000,
praticado pela mencionada thesonrara contra elle,
e a favor do thesonro nacional, em 26 de setembro
aitimo, em conta do emprestimode 1,800:0004000
efTeciuado com o mesmo banco.
Ao inspector da tbesourara de fazenda de-
clarando em resposia ao seu offleio, que o es-
cripturrio Jo.- Francisco de Salles Baviera pule
rs. ; e a do titulo de cada moeja uo excedr**, tambem examtoar em ibeoria da escripiuracio
mercanlil pur iiartidas simples e dobradas no con-
curro a quo se vi proceder nessa thesonraria.
Ao mesmo para mandar abonar ao brigadei-
ro Luiz Jos Pereira de Carvalho a ajada de casto,
que Ihe compele nos termos do decreto n. 471 de
26 de agosto de 1816 por ter de reressar corte.
Ao mesmo autorisan*o-o a mandar entregar
a frei Venancio Maria Ferrara, vice-prefeito e cora-
raissario dos Rvd. capuchinhos, os 7:000000 que
por aviso do ministerio da agricultura foram pos-
los a disposico da presidencia com pplicaQio as
obras de que carece o hospicio de Nossa Senhora
da Penba nesta capital.
Ao mesmo mandando pagar sob a respon-
sabilidade da presidenci e pela verbasoecorros
pblicos a gratitacio de 50000 mensaes, ven-
cida por Jo? Eduardo de Souza Landim, como en-
carregado de coaIjuvar o inspector da sa le pu-
blica no expediente asea cargoCommunicouse
a este inspector.
Ao inspector da thesonraria provincial recom-
raendando, em virtade de indicaQio do ebefe da
reparticao das obras publicas, que mande por em
arreraaiaco de conformidada com a ordem da pre-
sidencia de 12 de abril ultimo, a obra da ponte
sobre o rio Una com o augmento de 20 por cento
no valor do respectivo orcamento.Iuteirou-se ao
ebefe.
Por essa thesonraria mandou-se pagar:
A' S Ramos & C, a quantia de 206* despen-
dida durante os mezes de abril a outubro deste
anno, com o sustento dos presos pobres da caieia
do termo de Papacara. Communicou-se ao Dr.
chele de policia.
A' Pedro Jos de Lyra a de 43O0O proveniente
do aluguel de um trimestre veoeido em outubro
ultimo, da casa que serve de quartel ao destaca-
mento da reguezia do Poco da Panella.Inteirou-
pa- se a o Dr. chefe de pdicia.
Ao vice provedor da Santa Casa de Miseri
cordia dizendo que pode mandar inserever no ras
pectivo quadro afim de sefem adraittidos as dnas
primeiras vagas, que se dercm as menores ulnas de
Adelina Bezerra de Araujo.
Ao mesmo autorisando-o nos termos de sua
informado a mandar entregar a Thereza Maria de
Jesns sua Alba Delmira, educanda do collegio das
orphas.
Ao Dr. chafe de policia remetiendo por copia
o offleio do juiz commissario do termo de Agua
Preta, afim de que deas providencias, que julgar
conveniente, no sentido da evitarse algnm cooflic-
to por parte dos indios do aldeiamento do Riacho
do Mattos na demarcaco, que all se val proceder.
Ao director geral interino da nslrnecao pn
blica. Em resposta ao seu offleio com data de 28
do correte, cabe-me dizer a V. S., que Manoel
Manriques de Mira ida Accio foi nomeado por es-
ta presidencia para reger a cadeira de Malhadi-
nha, seguindo-se a pratica establecida de consi-
derar-se para tal habilitado o individuo, que tiver
a carta de approvajlo como alumno da escola
normal e que tiver antradoem concurso, bem que
clas-iBcado seja em lurar inferior, e por isso nao
incluido na proposta para o pruvimento da cadei-
ra para o qual foi feito o referido concurso.
No silencio da lei e regulameoto a respeito des-
te ponto, e em face da pratica estabelecida nomeei
o mencionado Manoel Henriqaes de Miranda Ac-
cioli para a dita cadeira de Malhadinha, como r>ro-
fessor elfectivo. Essa garanta de effectividade
nao lo grande, que os nomeados nao psrraane-
Qam, dorante os priraeiros cinco annos sob a fis-
calisaco da autoridade superior, que pode cas-
aar-lhe os ttulos, como dispoe o art. 25 da le
provincial n. 369 de l de raaio de 1835. Sena
conveniente que a a-serabla provincial na sua
prmejra reu^aio adoptasse urna reforma da ins
trueco publica, que etivesse de harmona com
as neecessdas desse importante ramo do servigo
publico. Pretendo chamar sobre isto a sua Ilus-
trada altenco.
Ao engenhero Dical da estrada de ferro do
Recife a S. Francisco remetiendo em resposla ao
sea offleio copia da informaco do subdelegado da
freguezia de Muribaca, e observando que se o in-
dividuo a que sa refere, desordeiro, melhor
ser despedi-lo do servido dessa estrada, afim de
que nao allegue elle iseoclo, que nao merece.
Ao conmandaote da corpo de policia,autori
sando o engajamento do paisana Salviano Rodri-
gues da Silva, se for idneo.
Ao promotor publico da comarca do Boique
declarando em resposta ao seu offleio, qae esto
dadas as providencias no sentido de sua reclama*
cao ; e que a forca da guarda nacional ahi exis-
tente 'leve s=r dis*olvda, como se determinou ao
commandante superior desse municipio, visto exis-
tir abi for^a suffieiente de polica, e os grupos de
criminosos vo se afugentando ; camprindo que
continu a informar a presidencia clrcumstancii-
damente do que occorrer, e a prestar bons serv-
aos a cansa publica.
Ao vigario da fregnezia de S. Jos de Inga-
zeira. Em resposta ao offleio, em que V. Rvra.
aecusando a recepcao da le n. 2010 de 28 de se-
tembro deste anno, e bem assim a do aviso circu-
lar do ministerio da agricultura, commercio e
obras publicas de 9 de outubro ultimo, me com-
raunica ter se retirado dessa villa, em virtude da
acbar-se abi grassando a varila, por modo a nao
poderem fuocconar as respectivas anlas, cabe-me
reeommendar-lha, qae sirva providenciar de ac-
cordo com as autoridades lcaos, no sentido de
serem vaccinadas as pessoas, que anda o nao fo-
ram, como preservativo de to terrivel epedimia,
e para o que Ihe remeti ama caixinba de folha,
contendo seis tubos capillares e seis pares de la-
minas com lijunpba vaccnica, assim como a co-
pia do offljio, qae em daU de 23 do corrate me
dirigi o commissario vacsioador, a qaem ouvi
sobre o eootedo de sea offleio.
Ao collector das rendas provaciaes do mu-
nicipio de S. Beoto inieirande-o de haver indeferi-
do urna represeatacao de varios habitantes dese
termo contra a maneira porque procede essa col-
lectora na cobranza do imposto da decima, e re-
metiendo copia da informaco ministrada a este
respeito pelo inspector da thesonraria provincial,
afim de que inteirado do sea contelo, a mande
apresentar aos peticionarios.
Portaras :
Ao conselho de compras de marinha appro-
vando o contrato qae, segando o termo que re-
mottea por copia, celebrou com Joio Roberto Au-
gusto da Silva para fornecimento por tres mezes
de cimento Portland, para as obras do porto a
prega de 8/300 por barrica, eotn o peso nanea
t-overao da provine!.
EXPEDIENTE DO DA 27 DE NOVEMUIIO DE 1871.
Actos:
O presidente da provincia, attender.-io ao que
t'equereu o alferes do 9." batalh.ao da infamara da
-'u..rda nacional do-municipio de Olinda nguregado
0.0 3 do Recife, Marcolino de Souza Travassos, e a
vi-ta da infarmaro do commandante superior res-
pectivo era offleio 245 de 10 do correte, resolve
..-lasferi-la para o i1 balalba do auai.-ipio do
'..'cife.
O presideate da provincia, a vista do offleio
1) Dr. chafe da policia, n. 1567, de 18 do correte
revive conceder a Jos da Mor a demissao, qae pedio do cargo de delegado do
-rooo do Cabo.
O presidente da provincia a vis'.a do offleio
i o Dr. chefa de policia, n. 1503, de 4 do correnle
resolve exonerar Joo Francisco de Maraes do car-
ao de 2* supplente do delegado do termo do Oari-
cary.
O presidente da provincia de coaformidade
:oru a proposia do Dr. chefa de polica em offleio
n. 1503 de 4 do correte, resolve Domear o alferes
FoncLco Pereira do Lag para o cargo de 2* sup-
lante do delgalo do lermo do Oancury.
O presidente da provincia, altendendo ao que
-xpoz o i)r. director geral interino da iusirncfo
publica em offleio de 21 do crreme, sob n. 400,
resolve crear urna delegacia Iliteraria na povoaco
do S. Jos da Boa Esperanca da villa da Escada
o i o por limites os do respectivo jnizado da paz
e namear para exercer o cargo de delegado lute-
rano o capito Jos Pereira de Araujo. Kxpedi-
raoi -se as convenientes commumeagdes.
Oficios :
Ao Exra. ministro pieapotenciario do Brasil
mi Paris declarando em resposta ao sea offleio,
que, segando Informa o Dr. chefa de polica j foi
por erle avisado o Baro de Guararapes para man-
dar indemmsar a somma despendida com a analyse
i. mica que se procedeu nessa capital as visce-
ra.' de sen finado irmo, o tenente coronel Joo
-Je S e Alouquerqae.
Ao Exm. presidente do Maranho solicitando,
sm virtade de requiso do brigadeiro commandao-
ta das armas, a expedicao de suas ordens, para
i pela thesonraria de fazenda dessa capital se
declare o que constar dos assentamentos de praca
do cabo de esquadra Leoeaaio Francolino Soares e
.] i soldados Clemente Jos Rodrigues e Joo Jos
Alves, todos do 9* batalb* de infamara.
Ao Exm. presidente da Parahyba responden-
do com ama copla da informaco do inspector da
thesonraria provincial, ao sea offleio, acerca da
rastituicao dos direitos indevidamente pagos nesla
cipital por Prenle Vianna & C.
Ao general commandante das armas recom-
luendando que providencie de modo, a que sempre
qoesabirem as musieas dos corpos de liona a tocar
publicamente sejam acompanbadas por camero
suffieiente de pracas, as qoaes deverao impedir
disturbios oa baralhos qaer na proximidade das
mesmas msicas qnr em distancia, recommendan
do-Ibes que nessas occasides obadecam as ordens,
3ue em bem do socgo publico derem as aatorida-
es nofleiaes.-Neste sentida offleiou se ao com-
mandante superior da guarda nacional do munici-
pio Jo Recife, e ao commandante do corpa de po-
licia com relacio as respectivas msicas.
Ao mesmo para mandar postar ama gaarda
Pessoa.Sim, pagos os
menos de 10 arrobas.Communicoa-se a thesou-
raria de fazenda.
A cmara municipal do Recifa acensando a
recepcaa do offleio, em qae commuaicou haver re-
cebido do tbe8oureiro da repartgo das obras pu-
blicas a ferramenta, empregada na ds-rooca de
nm dos predios incendiados ra do Mrquez do
Olmda e bem assim o saldo da qaantia para isso
destinada, o declarando ficar setenio de que foram
empregadas nis obras do lyceu da arles e offlcios
as madeiras compradas para aquella fira.
A mosma iransmiitindo em resposta ao seu
offleio, copia da informaco do ebefe da roparli-
ci das obras publicas, dando o mol va pelo qual
tem daixado de ser aberta a Iravessa do Caj.
A cmara municipal de Oliuda declarando
qae por ser a despeza coro a numeracao dos pre-
dios e designa cao das pracas, rnas e travessas das
cdades de carcter ialeramente munieipM, nao
pode ella correr palu3 cofres provinciaes como
solicita.
Aos agentes da compaohia do navegaejio
brazileira, mandando dar transparte para a corle
par coma do ministerio da guerra ao 2 cadete
Lauriano Jos de Barros Jnior.Commuaicou se
ao brigadeiro commandante das armas.
Despachos :
Abaixo assignados propietarios moradores na
villa de S. Bento.Nao procede a representado
em vista das informacoes da Ihesouraria provin-
cial.
Adelina Bezerra de Araojo.Deferido com o offl-
eio desta data dirigido ao Sr. provedor da Sama
Casa de Misericordia.
Dr. Fortunato Augusto da Silva.Informe o Sr.
inspector da thesonraria de fazenda.
Joo Angelo de Msndonca.O supplicante tem
de responder ao jury por crime ioafian$avel.
Jas Correia Pessoa de Mello.-Nao tem Ingar,
visto achar-se esgotada o praza marcado pelo art.
51 do regulameato que baixou com o decreto n.
1318 de 30 de Janeiro de 1854, para o recurso de
que se trata.
Maria Coelho da Silva. Estando a supplican-
te sem licenca, tendo alias esgotado a de dous me-
zes, qae Ihe foi concedida, nao poiem ser aDona-
das as faltas.
Manoel Floriano Vieira
direitos nacianaes.
Manoel Joo da Cunta Basto1.Sim, em vista
das informacSes do Dr. director geral. interino da
instruccaa publica e do conselho director.
Thereza Maria de Jesns.Como requor.
Fr. Venancio Manoel de Ferreira.Dirija-se a
thesonraria de fazenda, a quera nesta dala expego
a conveniente ordem no sentido em qae requer.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Offlcios :
Ao director geral interino da instrneco pu-
blica, communicando haver a presidencia ladrado
no requerimento da professora da freguezia de
Munbeca, Mara Caelho da Silva, a que se refere
a ana infomacao o despachoeguiole : Esianda a
supplicante sem licenra, taodo alias esgolado a
de doas raeies qae Ihe foi concedida, nao podem
ser abonadas as fallas.
Ao Dr. chefe de po'ieia, communicando de or-
dem da presidencia, que segundo o mappa da for-
ga do corpo de polica, no da 23 do corrente, es-
tavao de piquete nm sargento, ura cabo e 26 pra-
c,as no respeclivo quartel.
AVISO MARTIMO.
Pela capitana do porto desta provincia se faz
publico, para conhecimento dos navegantes, o e-
dital abaixo declarado, que foi enviado mesma
capitana pelo secretario de S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia com offleio de 4 do corrente,
sob n. 160.
Capitana do porto da provincia do Espirito-
Santo, 6 de novembro de 1871.Joo Paulo da
Costa iN'etto, capito de fragata e do Dorio.
Ed'tal
Da ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
viada, taco publico para conhecimemo dos na-
vegantes, qua na noule do dia 7 de setambro ul-
tmo, foi acceso o pharol de San'a Luiza, que se
acba collocado na barra desta cidade, no logar
denomnalo Monte Moreno, sendo sua posicau 20
171 30" lat. S. 40 10' 30' long. O. Gr. O appare-
Iho luminoso do systeaia disptrco da 4 ordem,
luz branca flxa. A altura total da luz cima do
nivel do mar de 66 ps o que permitte, segun-
do dados de Frunel, ser avistado na distancia de
15 mhas conforme participou o engenbeiro en-
carregado das oirs do sobredito pharol, em re-
latorio apresentado ao mesmo Exm. Sr. com data
de 17 do mencionado mez.
Secrelarh do governa da provincia do Espiri-
to-Santo om 3 de novembro de 1871. Servindo
da secretario o offlcl maior Manoel Correia de
Lyrio. Conforme. No impedimento do secreta-
rio Fiancisco de Paula Neves Xavier.
INTERIOR.
Correspondencia do Diarlo de
Pernambuco.
BlO DE JANEIRO, 14 DE NOVEMBRO DE 1871.
Como da vez passada a ultima hora que Ibe
escrevo, e por isso anda nesta occasio me limi-
tare a referir succlntamente os fados, abstendo-
me das C039iderac5ea que a elles preodem-se.
Tmha Ibe dado conta da resoluco dos acad-
micos da Faculdade de Medicina, e agora devo
accrescentar que a respectiva congregado, ac
quiescendo ao convite delles, dirigi se em 3 de
novembro ao governo, representando contra o no-
vissimo decreto.
Depois deste passo dado pela congregacao, a
imprensa oppoieionista cemecou a atacar os de-
creto?, raa sem apresentar afgumebtos, sem es-
tabelecer discusso seria e digna.
Procurar laocar o ridiculo sobre o acto do go-
verno, e desvairar a opinio foi o que prefino a
opposiclo para manifestar o seu desagrado.
A principio s appareciam nos jornaes os ata-
ques in iiialificaveis dos escriptores da Reforma e
da Repblica.
A contar do dia 9, porm, do Jornal do Com-
mercio e no da Tarde, varias eseriptores tomaram
a paito provar a improcedencia das arguicoes que
eram feitas ao acto da governo e brillantemente o
tem feito.
Aquelies que aecusavano, nicamente porque ou-
viam acensar, depois do exame calmo qae veto
eslabelecer o apparecimento dos artigos publica
dos naquellas folhas, foram reconbecendo que nao
assistia razio aos estadaotes em protestar, e a
congregacao em representar contra o decreto de
22 de outubro.
Agora qae os nimos va-se arrefecendo, qae o
aviso de 10 do corrente, publicado no Diario Ofi-
cial e no do Rio de Janeiro de hoje, veio diffun-
dir luz abundante sobre a qnestao, poneos sio os
que anda poem-se ao lado dos desvairados mo-
cos ; e destes os qae acbam-se com torgas de fa-
zerem acto invocara o apoio do governo para af-
frontar as iras dos refractarios, qae, na cegaeira
em que se acbam, pretestam impedir-lhes que rea-
lizem a sua resol o gao.
O governo certamente providenciar," afim de
assegarar a esses mogos o direito qae qaerem
cercear-lhes seas discordes companbeiros, em ca-
jo namero figurara os turbulentos emissarios da
Facaldade de S. Paalo.
Da Baha cbagaram hoja noticias uuito lison-
geiras para o governo.
Nem um dos e$tudante3 fugo alli dos exames.
Tanto elles, como a congregacao, receberam o de-
creto com grane contentarnento : vio fazendo es
seas exarae, e, segundo consta, it i muitos annos
nao tem appareeida provas lo bis I
lito, reBrtloao qa? dahi consta a respeito do
pracedimeoto dos alumnos dessa Faculdade, vem
dar um testemunha brilhante da exequibilidade
do decreto; apontar o verdadeiro caminho aos
acadmicos desla corte e aos da S. Paulo, e ao
mesmo tempo fazar cal-r as censuras misemeis.
Por aqu paro porque para mais nao me chega
o tempo.
Adeus.
- 23-
m a minha ultima caria falle! Ihe na intenco
que tinhan nanitas esiudaates de medicina de
prestar exame, e na que animava es dscolos da
conlrariar-lhes lio legitimo desejo
Tendo aquellas recorrido autoridade, afim de
manier-lhes o exercicio do sea direito, e constan-
do que estes dispunliam-se a perturbar os traba-
Ihos da Faculdade, os quaes deviaoi omecar em
17 do correnle, tonouo goveroo providencias pa-
ra nao serem arredados dos exames os qne a elles
desejavam ser admittidos, e afim de se BffMtuarem
sob a precisa ordem e com toda a regularidade,
os meamos exames.
Consistirara as providencias na oceupagao de
pontos vizinhos escola por forca publha, a qual
devia acudir ao appallo da director da Faculdade,
no caso de dar-se algura aconteciraenlo qua exi-
gisse a sua iolervengo.
Infelizmente assim suecedeu.
No dia 17, na occasio em que cincuenta e um
estudantes faziam exame, os alronos renitentes,
reomdos aos trefegos de S. Paulo e a gente estra-
nba, iavadiram a Faculdade e emregaram-se aos
mais deploraveis excessos.
Destruiram tuda, ou quas tudo o que se Ibes
deparou no pavimenta terreo. Nos gabinetes de
anatoma, operacoas e partos, situados all, foram
notaveis os estragos. Tentaran) at incendiar o
edificio.
Dispnzeraro-se a penetrar na sala em que pro
cedia-se aos exames, m&s os alumnos qae abi
achavam-se, com os seas lentes, corajosamente
reagiram contra o procedimento brutal desses lon-
cos, e conseguirn! repelllos : foi eoto, confor-
me l se no offleio do director da Faenldade, qae
chegou a forja, euja auxilia hava sido requisi-
tado.
A circumstancia de s ter apparecido a forga
publica, qaando ja se haviam dado ta lamenta-
veis snecessos, e achava-.e terminado o disturbio,
foi motivo para a demissao do segando delegado
de polica, a quem fdra commettida a incumben-
cia de intervir no caso de realizarem-se os factos
previstos, e que no Jornal do Commercio de hoja
exolioa o seu procedimento.
Por ora nao dado formar juiza acerca da ir-
regularidade do procedimento desse fnaecio-
nario.
Devem-se agaardar as declaracSes offlciaes ou
equivalentes para osclarecimento do assumpto.
Deaeeordo com a congregacao foram tomadas
pelo governo as necessarias providencias para que
seno reproduzssem os seriosacontecimentos que
relatamos.
Desde entao, oceupado o edili ;io da Faeuldade,
e suas immediagoes por urna forja numerosa, a
ordem nao ba sido alterada, e com toda a regula-
ridade se lera effectuado os exanas, aos quaes af-
fluera os estudantes, livres carao esto da pressla
dos seus campanheiros insubordinados.
Q jamo a ettes, trata a congregajo de proces-
salo?.
Muito convm, quo inspralo pelo dever, ella
nlo hesite em ii.ll agir as penas da que se raos
trem merecedores esses comnunistas, indignos
de viverera entre mocos briosos.
Cumpre que nao cedara ante o poder do empe-
cho 03 juizas da lio joven*, criminosos, para que
aproveite o exaraph chcorrecco. desilludam-se
osesiudantas deque nao ha correctivo para os
seus desvarios, de que esto Uento das casUgos
que encontrara os Crimea era a nossa legislajo.
I nporta.emfi n, qae desappareoa a tendencia da
mocidade da escola da medicina para represen-
tar espectculos Je notaveMmpropriedade n'uma
cidade civilisada, qaaes *s qua se improvisar,
quando acbam-se reunid os muita$ das sem mam
bro*.
Tsrmino chaman I > a sai esclarecida attenQo
nara os artigis do lornil do Commercio, em que
Tnemisthocles e J. J. victoriosamanle refutaram
quanto se tara dita era dejaboao dos decretos da
jineiro e outubro do orrenta anno.
Adeus.
PERNAMBUCO.
HEV1STA. DIARIA.
GUARDA NACIONALPor portara da presi-
dencia da provincia, de 30 de novembro, foram
designados para servirem de majores dos batalh5es
4" e 8, do municipio do Recife, os capites des
raesmos Jas Tnamaz Cavalcante Pessoa e Jesuna
da Casta Allniquerquc Millo.
DIVISO POLICIAL.Por portara da presiden-
cia da pravincia, de 30 de novembro, foram alte-
rados os limites dos dous districtos de subdelega-
da do termo do Ex, pela forma seguinte :
O do Exu coraprehendera todo o terreno da fre-
guezia que nao estiver comido na freguezia.
O do Granito extremar ao nascente com a fre
guezia do Salgaeiro, ao sul com a de Leopoldina,
ac poeote com a de Oorieury, e ao norte com a
provincia do Cear, na serra Araripe, principiando
do sitio Mundo-Novo aos denominados Grvala,
Taboleiros, Paos-Grandes, Novilho, Madeira, Ara-
ripe, Monte-Alto, Lages, Raymundo Alve3, Rapada,
fave'ja, Barrinho, S:rra-Nova, a encontrar no Bo-
queir'o, limita da freguezia com a de Onricnry.
FERNANDO DE NORONHA. Por ordem da
presidencia da provincia foi traasferida para o dia
5 do corrente, a sahida do vapor da companbia
Peroambacana, para Fernando de Noronha.
THESOUBARIA PROVINCIAL-Peraote a junta
administrativa desta repartilo vo praca na
quinta feira (7 da corrente): os ferrps velbos exis-
tentes na barcada em face do Asyla de Meodici-
dade, em Santo Amaro, avallados em 1:29S000;
e a illominaco publica da cidade de Goyanna,
pelo temqo de um anno, a razo de 286 ris diarias
eada lampela. _
COLONISACAO.Em nossa oitava pagina damos
comete pnbticaca de um folhalo que, sobo titulo
Algunas ideas sobre a colonisacSo do Brasil, nos
foi remedido de Paris pelo seu autor o Sr. Luiz
Rodrigues de Oliveira.
COLLEGIO DE S. JOS.-No da 6 do corrente
(quarta-feirsj as 9 barai da manhia proceder-se-
na aos exames das alumnas do collegio de S. Jos,
sito ruad. Soledade, sob a dir cao das distioe-
las e rauita dignas irmas de Santa Darotba.
Como nos doas annos anteriores, sero admitti-
dos a assistir essa festa da intelligenca, alm dos
paes, tutores oucorrespondentes*flas alumnas, com
suas respectivas familias, aquellas pessoas e fami-
lias qae saben apreciar o colttoo das lettras, e qae
tomara interesse pelo dasenvolvimento e progresso
das nossas (ataras mies de familia.
O acto comegar pela execasai\,do Grande Ca-
pricho Hngaro, de Lhetterer, tocad em doas pa-
nos pelas alumnas Rosa Pacheco Mendos e Cela-
na Amazonas Villas-Boas, segurado sa a reciaco
.
de ura dialogo sobra o estado das linguas pelas
alumnas Maria Antonia Aecioli Miranda, Elvira
Carolina Rodrigues Halliday, Maria Amelia Coelho
Leite, e Clara Carolina la Fonceca; e terminando
pala execuQo do Duetlo brilhante sobre motivos
do Stabat-Mater de Rassini, pelas alumnas Julia
Amelia da Silva Regadas e .'Elvira Carolina Rodri-
gues Halliday.
Passando-se ao exame das alumnas, responde
rao ellas s perguntasqie Ihes forera feilas sobre
cathecisrao da doutrina christa em t das as suas
partes, historia sagrada (aovo e velho testamento),
linguas nacional, franceza, ingleza e italiana, ari-
thmeiiea, geometra e geographia geral e especia
do Brasil.
Nos diversos iotervallos ser exeeutado o seguin
te : Djnna mobile da opera Rigoletlo, pela alum-
na Maria Alves Mrateiro; Martha, pelas alumnas
Amalia Guedes Nogaeira e Julia Clothilde Nobre
da Cmara; Banhos de Olinda, pela alarana Ma-
ra dos Santos Girrda; Rigoletlo, pelas alumnas
Rita Victoriana da Silva, Amelia Leil3 Tllese
Mana Olympia Cavalcanti Lias: Walsa, de Pn-
zarrone, pela alumna Mara Pires da Cunha ; O
vas tu petit otseau ? pela alurana Eua Pereira
da Silva; Sinos do mosteiro, pela alumna Julia
Amelia da Silva Regadas ; La esperanza materna
da Lucia de Lammermoor, pela alumna Alice Alber-
tina das Santos Azevedo; Urna noile em Granada,
pelas alumnas Maria Clementina e Maria Jos Ro-
drigues; A tristeza, pela alumna Miria Amelia
Coelti) Leite ; Os suspios, pela alumna xCaetana
Amazonas Villas-bflas; / due Foscari, pela alam-
na Amima da S Iva Gnlmares; Graca de Deu.t,
pela alumno Atli ia Amazonas Villas boas; Elixir
iU Amor, palas alumms Attllia e Rosa Amazonas
villas-boas; Qaadrilha, pela alumna Cordollna
Lasne; Norma, pela alumna Marcionilla Sette
Fernandos Barros e Victoria Gomes Ferreira da
Canha ; Cliuva de perolas, pela alumna Elvira Ca-
rolina Rodrigues Halliday; A andorinha perdida,
pela alumna Maria Pacheco Mendes; Norma, pe-
las alumnas Francisca Arruda Beltro e Maria An-
tonia Aecioli Miranda; Traviata, pela alumna Isa-
bel da Silva Guiraaraes ; Fio elctrico, pelas alum-
nas Alice Baptista Silva e Maria Amelia Coelho
Leite ; Macbeth, pelai alumnas Francisca Arruda
Beltro, Anna Barbosa Paes Meodooca e Maria dos
Santos Garrido; Nova Italia e Luiza Miller, pelas
alumnas Anna Amalia e Maria Amalia da Silva
Azevedo; /. Lmbardi, pela alumna Julia Clothil-
de Nobre da Cmara; Carnaval de Veniza, pela
alumna Rosa Pacheco Mendes.
Igualmente sera cantados os seguintes trechos
musicaes: duetto dos Foscari, pelas alumnas Leo-
ni Ha Cardoso Ayres e Mari Pacheco Mendes; nm
hymno, em coro, pelas alumnas da segunda cas-
se; nm hymno, em coro, pelas alumnas da tercef
ra classe; sexteto final dos Totean, pelas alum
as Leonilla Cardoso Ayres, M.ria Pecheco Man-
' Margarida Domithila Nobre da Cmara, Mi-
des
na Eulalia Nobre da Cmara, e Rita Adelaide de
Barros Mendonca; um hymno ao menino Deus. pe-
las mais pequeas das alumnas! edro de Nabn-
chonosor, pelas alumnas da terceira classe ; cava-
tina da mesma opera, pelas alumnas da segunda
classe Inflammatus Stabat Mater, sob a direceo
de Leonilla Cardoso Ayres.
Logo que terminar o exame, as alumnas Amin-
ta da Silva Guimares, Hermlna Vasconcelos Coe-
lho, Maria Pires da Cunha, e Alice Albertina dos
Santos Silva recitarao um dialogo da agradeci-
raento, e as alumnas Rosa Pacheco Mendes, Mana
Amelia Coelho Leite, Caetana Amazonas Villas-
bis, e Julia Amelia da Silva Regadas, executaro
em dous pianos um trecha musical de As-
cher.
O programraa da fasta poa bem patente o quan-
to se esforjaram as Ilustradas preceptoras pelo
progresso e adiamamento das meninas que Ibes
foram confiada*, e a variedade do ensino dado no
collegio de S. Jos.
Como complemento das prtvas dos (ract03 co-
Ibidos no anno lectivo, haver, na sala de honra
doestabeleeiraent), urna variada e magnifica ex-
posicao de trabalhos das alumnas, taes como:
bardddos ouro, s la, frco, comas e la, tanto
em relevo como em ponto baixo, tuio posto era
obra sobre broeada de prata, seda e velludo, ca-
semira, talagarja e papel de arroz; bordados a
branca, trancinba, retroz etc.; tapetes de crochet e
obras de comas; flores de todas as qualidades;
desenhos por imitacao, coloridos e em fumo ; di-
versos trabalhos de calligraphia.
L festa que recommendaraos aos nosses chefe
de familia especialmente,
EMANCIPADORA.E-ta saeedado reunio-se
em assembl.i geral no dia 1 do corrente, para
onvir a le tura do relalorio da direejao, e eleger a
nova directora pira o terceiro anno de sua exis-
tencia.
Depeis da leilura do relatorio, a directora pro-
poz para socios benemritos os Exms. Srs. viseon-
de do Rio-Branco e con9elhero Theodoro Machado
Freir Pereira da Silva, e o Sr. Presciano de Bar-
ros Aecioli Lins, os qaaes foram approvades.
Procedendo-se eteico, fieou a directora assim
com posta:
Presidente da assembla geral, Presciano de Bar-
ros Aceoli Lins.
Presidente da directora, coronel Antonio Gomes
Leal.
Vice-presidente, Luiz de Moraes Gomes Ferreira.
Secretarios, Dr. Adolpho Lamenha Lins, e Gas-
par Antonio Vieira Guimares.
Taesoureiro, Vicente de Paula de Oliveira Villas-
boas.
Adjuntos.Rodolplio Krnkemberg, Dr. Manoel
de Barros Barreto, Antonio Gomes de Miranda
Leal, Dr. Estevo Cavalcante de Albuquerque, Cor-
biniana de Aqoino Fonseca, Joo Jos Rodrigues
Mendes, Antonio Jas Silva da Brasil, Laurentino
Jos de Miranda, Felippe Needham.
FREGUEZIA DA BOA-VISTA. Acha-je no
exercicio de subdelegado desta freguezia o Sr. te-
nente-coronel Decio de Aquino Fonseca.
FREGUEZIA DA CAPUNGA.-As novenas de
Nossa Senbora da Conceico, que se celebram na
matriz da Graca, tem sido muito concorridas e ani-
madas, agradando em geral tanto a solemnidade
como o gosto da msica dos versos e a sua execn-
ci.
COMPANHIA PERNAMBUCANA.-E' hoje o ul-
timo da em que recebe carga o vapor Cequia qae
se destina a Fernando de Noronha.
LOTERA.A qae se acba a venda a 217 a
beneficio da Santa Casa de Misericordia do Recife,
qae corre ao dia 7.
CASA DB DETENgO.-Movimento do dia 1" de
dezembro de 1871:
Existiam (presos) 323, entraran) 4, sahiram 7,
existem 320. ,
A saber :
Nacionaes 231, muflieres 6, estrangeiros 40,
escravos 39, escravas 4.
Alimentados cnsta dos cofres pblicos 254.
Movimeoto da enfermara, do mesmo dia :
Tiveram baixa :
Jos Manoel da Souza (adune).
Manoel Jerooymo de Souza (adune).
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.Movi-
mento do hospital de Nossa Senhora da Conceico
dos Lazaros, do 1* ao ultimo de novembro de
1871.
Existiam 16 horneas
mulberTotal 29.
Advertencia.
Foi visitado o estabelecimento pelo respectivo
medico deste o Illra. Sr. Dr.,Tarquino Silvio Vil-
las-Boas nos dias: 2, 6, 10, 14, 18, 22, 26 e 2!
do mez lindo.
Existem emprogados neste estabelecimento 8,
a saber: capello 1, medico 1, regente I, dita 1, bar-
beiro 1, coznhciro 1, serventes 2.
Hospicio de No.-sa Seolnra da Conceiijo das La-
zaros, 30 de novembro de 1871.
O regenle,
Jos Paulino da Silca.
O mordomo do mez,
Manoel Alves da Barbosa.
PASSAGEIROS.Vindos do Rio Farinoso no va-
por Parahyba :
Antonio Alves da Silva, Miguel de Barbosa Gui-
mares e Jos da Fonc:a Guimares.
Entrados da liba de S. M guel no b'ae por-
tugnez /fir Manoel Beoto de Madeiros sua roulher e 1 filh,
Francisco Bento, Francisco Batelno do Araaril, Joo
Soares, Maria de Jess e urna filha, Maria da Od
ceico. Antonia de Jess, Pedro Antonio da Cma-
ra e Joo de Souza
Entrados de Hambargo no patacho norte-al-
lemo Avance :
Wilheraue I. Elionore e C. L. W. Hoffmaon.
Sabidos para o Aracaiy no histe Graciosa :
Joo Agripino de Vasconcelos, izidro Ferreira
Maia, Antonio Bernardino de Senna, Carlos Jo
de Sant'Anna e Jos Ignacio de Carvalho.
CEMITERIO PUBLICO.-Obituario do dia 30 d..
corrente :
Antonio, branca, Pernambuco, 9 dias, Santa An-
tonio; eclampsia.
Benedicto, escravo, preto, Pernambuco, 22 annos,
solteiro; febre maligna.
Eudocio, escravo, preto, Pernambuco, 8 annos,
Baa Vista; bexigas.
Francisca Maria da Conceico, prela, Pernambu-
co, 60 annos, solteira, Boa-Vista, hospital Pedro
11; amolecimenta cerebral.
Mana Thereza, pr-ta, frica, 70 annos, solteira.
Boa-Vista, hospital Pedro II; herysipela.
Joo, braneo, Pernambuco, 7 mezes, S. Jos ;
coivulsoes.
Urna calleja de un preto, remedida pela policia,
Martinho Jos Francisco, preto, Pernambuco, 58
annos, casado, Graja; amoleciraento cerebral.
Maria, branca, Pernambuco, 4 mezas, Graja ;
convulsoe?.
CHRONICA Jl 1)51 IARIA.
TRIBUS*L DI RELlC.lO.
SESSAO EM 1.* DE DEZEMBR) DE 1871
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO CARTA.".!
SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 boras da manha, presentes os Srs. desem-
bargadores Gitirana, Guerra, procurador da ca-
rda, Louraneo Santiago, Almeida Albaqaerqoe.
Mona, Doria, Domingues da Silva, Regueira Costa
e Souza Leo, faltando com cansa os Srs. dr.- m-
bargadores Assis e Uchoa Cavalcanta, abrio-se a
toa aso.
Passados os fetos deram-se os julgaraentos ?e-
iuintes :
ACCRA VOS DE PETICO.
Appellante, Dr. Pedro de Athayde Lobo Hoscoso;
aggravado, o juizo.Juzes os Srs. desembargado-
res Gitirana, Domingues da Silva e Guerra.Ne-
garara provimento.
Aggravante, Luiz Ferreira da Silva ; aggravad ,
o juizo. Juizes os Srs. desembargadores Doria,
Gitirana e Regueira Costa.Deram provimento.
RECURSOS CRIMES.
Recrreme, Manoel Joajuim da Silva; recorrido,
o juizo de d.reito de Pedras de Pogo.Juizes os
Srs. desembargadores Souza Lelo, Atraeida Albu-
querque, Gitirana e Lourenco Santiago.Manda-
ram a urna delig-ncia.
Da juizo de direito d) Baiqae.Reeorrento, Jo-
s Climaco do Espirito Santo ; ree Trido, Antonio
Cesar de Vasconcellas Campos.Juizes os Srs. de<-
embartadores Regueira Cista, Guir.ica, Molla e
Souza Leo.Pronunciaran) n racorrtnte nos s.r-
tigos 129 6." do cdigo criminal.
HABEAS CORPUS.
Paciente Francisco de Arruda Cabral. Nega-
ran) a ordem pedida.
APPKLLAgES CIVEIS.
Da juizo muniepal de Penedo.Appellante, Joo
Baptista de Carvalho Moreira ; apj-ellado, Frao-
ciseo de Medelros.Confirmaran) a seoteoija.
Do ju,izo municipal da Fortaleza. Appellante.
Jos Samico; appellado, Pedro da Cosa e Silva.
Conuramam a sentenca.
Dojuizo municipal do Recife.Apaellantf, o ba-
rio de Una ; appellado, Jos Jacome Tasso.Nao
tomaram conhecimento dos embargo-.
Do juizo'muoc pal da Arcia. -Appellante, Jo
Jos de O.iveira ; appellado, Joaqun) Jo: Pereira
da Cunlu.Confirmada a seteo^a.
Dojuiio municipal da Parahyba. Appellrale,
Trajano Aaoerico de Caldas Brando ; apiellados.
Jos de Souza Barbosa e outro?.Desprezaram o
embargos.
Dojuizo municipal do Recife.Embargos remrt-
tidos.Erab3rgaDtes, a viuva e herdeiros de Se-
baslilo Aniooio Paes Barrera ; embargada, o vis-
conde de Suassuna.Receberam os embr.rgos.
Assignoa-se dia para julgamenlo dos seguintes
fetos :
APPELLAgOES CRUJES.
Do juiy de Mecejana.Appeliaute, o juiz ; p-
pellado, Florencio Jos da Costa.
Do jury do Rio Grande do Norte. Appellante,
Francisco Jo.- do Nascimento ; appeliadn, a ins-
tiga.
Ari'ELLAgOES CIVEIS.
D) juizo municipal de S.-nnhaem \\. >-! r. ,
Alexandre Rodrigues da Silva ; appellada, D. Leo-
nor Felicia Wanderley.
Dojnizo rounicipal'do Recife.Appellante, Joi-
quim Salvador Pessoa de Siqueira CaTaleaote; ap-
pellado, Salvador de Siqueira Cavalcaue.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Guerra :
Do juizo municipal do Aracaty. Appeantp,
Isaas Jos Rodrigues Braga; appellado, Manoel d<>
Naseimeoto Rodrigues Braga. Do juizo munici-
pal do Recife. Appellante, Joaqaim Silverio ao
Sonza ; appellado, Joo Coelho Duarte.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desemt ar
gador Lourengo Santiago :
Do juizo municipal do leo. Appellanles, Mi
gnel Baptsta dos Aojos e oolros; appellado, te-
nente coronei Roberto Correa de Almeida e Silva.
Do juizo municipal de Goyanna Appellante, Jos
Felippe Beterra de Meoezes; appellado, Aodr Pe-
res Vesgueiro de Albuquerque. Da juizo moniei
pal do Aracaty.Appellanles, Vicente Gurgael i*
Aaural e outros ; appellado, Amonio Francisco Pi-
obeiro.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Motta:
Do juizo municipal da Granja.Appellanles, D.
Angela Maria da Cooceicao e oulres; appellado^,
Antonio Flix da Cunha e outros.
Ao Sr. desembargador Doria :
Do juizo municipal do Recife. Appellaotes e
juntamente appellades Dr. Joaquina Francisco de
Miranda e D. Gertrudes Anglica Joaquina., Ap-
pellanle, Manoel Rodrigues Costa Magalnes; ap-
a 13 mulheres, morrea 11 pellaio, Tbomaz de Aquino Fonceca.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
Dojuizo municipal do Recife.-Appellante, J a-
quim Salvador Pessoa de Siqueira Cavalcante; ap-
pellado, Salvador de Siqueira Cavalcante.





V
-*


1,1 v _-_


V
jnr*-
1*mi*mmBmwnn*
mmrm

Ja:
...
ds t*rxiambac
Segunda, feira
9
4 tU Dezembro d 1371
^
----------------
O Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor A-ii: .
Do (julio municipal do Recife.-Appellante, Ba;i
lno de MagaihiLs Castro ; sppellada, D. Joaona
Varia das D-res. Appellaote, Trisiao Francisco
Torres ; appellad, D Stnltorinha Germana de Es-
pirito Santo. Apptllsnte, a compaobia dos trilho
urbanos; appellado, I i.- Antanrs Goiinaries. Do
juno rauuicipal do Ico. Appellaote, JoSo Fraa-
ca Dearte e sua muJher; appellado, Jos Be-
cerra da Costa.
Ai Sr. desembargador Doria :
AppeaDtes e appe'ladi s juntan-ente, D.4pria
rsula de Oveira e D. Feiiiarda Joaquina g^e-
vcdo. *
Oo Sr. desembargador Doria ao Se. desemoar-
ador Dosninifues da Silva:
Mh) juio municipal da Imperatiii.ArpeUaote,
Aolonio Fuado (Volcante de AlbiiqiieTqor*, ap
pillado, Ignacio da Cuoha Aibuquerqne. Do joizu
nuocipal nio Al ves Msscareutus -j-appellado, 155o Athanauo
Botelho. M _,
Dj Sr. de?erabargidor Domingoes da Silva ac
?.r. desmibargador Souza Leao :
Djjuizi ruunicpal do Sutral. ADpel'anle, D.
Francisca das Cnagas R-.ndeira de Mello ; appel-
lado, Antonio inaqnim Gongalves.
Do Sr.-flcsciasargador Hegucira Costa ao Sr.
desembargador Souz i Leao :
Do juizo municipal do Recife.-Apellante, Hen-
rique J. Alves i'erreira ; appellado, ttudoiphj
Velloso de Aaevedo.
Oo Sr. desembargador Sooza Lelo ao Sr. des-
embargador Gitirana :
Dj juizo municij! do ftecife. JkapaUaalc, a
preu llana ;-appeld>. Amnelo Francisco Men
des. Do juito municipal da Parahyba.Appeilan
te, Salustioo Gomes da SiWeira ; app Haaos, o
berderos d coronel Joaquim (Jornal da Silveira.
Ao Sr. desembargador Uchoa Cavalcanle :
Do juizo municipal do Uecife.Apunante, Di".
Joaqun Antonio Carneir. da Cuoa (randa; ap-
elado, Dr. Manoel de Birros Barrete.
Levanlou-se a se-sao a uinah.ia da tarde.
Tribuna! lo c.iaaercIo.
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 30 DE
NOVEMBRO DE 1871.
ICSOE-NCIA DO EXU. SR. COXSELEinO AXSSLMJ
FRANCISCO rr.UKTTI.
As 10 horas da maoba, reunidos os Srs. lepu-
lidoa secretario Miranda Leal, Olinto Bastos e Al-
varo de Almeida, fnl.au 'o o Sr. depilado Can-
dido Alcofora lo, qoe participo!! nao poder citapa-
recer, S. Esc. o Sr. conseihriro pres^leota ae
clirou abena a sessc
Foi lida e approrsada a acia da se> ao de 27.
Eiieve prevena o Sr. deseoibarg-dor fiscal.
EX.PEDlRKTE.
Remelladas psla directora 1a secretaria da c-
mara d-s Srs. duputados o o. to:no eiu duplcala
dos aunaea do parlainenio brasileiro.0 tribunal
maudou para o archivo. .
Offlcio do cou^ei valor, da comm.-rcio daPa-
rabyha, remllenlo a rvlarao dos comT.erciant'j.
qae searaic e rubncaraai livros cja mezes de se
lembro e ouiubro. Para areh.v.i.
OBiio da junta dos corretores, aecasan'o o re-
erbuaeuio do offlcio de 23 do expirante, e bieBdn
poader3{o3S sjbre a ded-ao que dra o ttumal
ao obj--ciu do i Uh;j d,-. 23 ds setembro ultimo.
Vi^U at Sr. dseiiibaigidtr tica!.
Joiual llicial de u5 207 a 7.-Para o ar-
chivo.
Foi rubricado o livro Copiadtr de Antonio A!-
beilo de Souza .Agui.r.
DESPACUOS.
Rjquoriraeat) d. llai.ii.ii; Heary A phoas% >: b-
meit-iudj a regi.-lro a aomeattlo de sea caiseiro
Kapba.-I Anaio dos Praieres.-Sim.
De Jo; Boro & Silva, inmellealo tarr-bera :
registro a DOinea$ao de ^eu eaixeiro iLnacl ':.
ves Varzeo. Seja rei.-t;:da.
De Beorlque lo: Vi.'i-a d.i S.lvi, tarabea hb-
fltrndi a regisiro a de seu CiXriro h> Faes
.Stares.R gisiro se.
D; Ignacio da Silva Pdtsoa, ffg^tro i ue :'ra
a Fiunpe da S Iva Pessoa, para caixeiro da >u..
lija decbruioi na pi..; i do Conda u'Eu d. 21.
Cino pede-
De lojqam Be:erra Pessoa & C, dem da que
coalerira a ias B.-zerra Pe^soa 'e }>:> ProCOpio
d^ lii'eira, para saixeiros de sua laja de lateadas
a ra da loaperalnz n. 13 A.Jantera as coicca-
i i i a que se referem.
i Antonio Duarte M ichado, pediodo eertidao de
e ur oa na matriculad) como fe'.1, caiseiro Mi-
notl Araujo da S;lva Aniones.D e > certldio
rtqacrida.
Do Jjaquim Bezerta Pessea &C, requereado
baia no registro da nomea^ao do seo cax-.iru
Luiz Rodrigues de Albuquerque.Como pelel).
Da Autuu Curios Per re ira da Silva, inlerjjrpte
dt couiii.ercio, juntando, para ^ iiie mandar re-
gistrar, o cuLheCimeuto do Imposto oue pagou de
sua pros^ao relativo ao correne exereicio.Vitt
ao Sr. desembargador fiscal.
D Li CarneTro da Caoba, ju&taodo, para ser-
lo rrglrada. a n"mea(;5o le caixtiro 'ue dra a
'- A ve* u Siiva. Deferido.
De Antonio Hapo.-o de Albercaz Jnior, tamben)
jnuiando para o rut-iD.: lira a qae dra a seu cii-
zwro Jos Ai 'es de Mello.Na .rraa requerida.
D) Jos Euztbio Marques Colho, sprestntaodo
a qae dra a Joo Nanea da Silveira, afim de ser
ir.-ciipia no comneienta regisiro.Como requer.
D-' Joio da Rocha e Silva, pedindo iu? so Ihe
v-riifique se de Janeiro a janli) de 1870 foi rfgis-
.ulo aigum documento qa diga respei'.o a dwso-
luo da socitdade que gyrava ue-ta cidade si b ?
i) ^L-a de Camaia di Guiaiares j no ca?o alDrma-
Uva |ual a quanlia cora que se relirou da suele
da Je o sucio Prancisio Jos da Suva GaimarSes, e
>e :i'<.i!a pagou o competente sello.Ceriifique-se.
De Fre.tas Mallos, viudo com a re val Ja ca
do selij ern ronseqaencia do despacho de 20 do
prseme meeVista ao =r. desembargador Ibeal.
Dj Jl-ioet Peroira Lemo?, para se Ifae certificar
fe Jase Pereira Liaosse acna inscripto somo seu
v-xeiro.- Deferido.
De Souza & Guiuiare, para cerlicar se-lhes ss
ttta registradas a^ nomef,Ses de scus caixeires
Alfredo excelsa de O.iveira e J.o Ganjalves de
i.iveira lumor Certifique se.
Do padre Igtacio Francisco das Santos, no mos
n seutido quinto a de J. Aotonio ca Cuta Me
deros.Certilique se.
De Francisco da S.iva Boavista, idr-m respeeti-
vaoent-j a Jo- di Silva Boavista.D-se a eerti-
dao requerida.
De Eulampio Leandro de Goava, para se IIp
certificar a sua matricula como caiseiro de Ao-
u.-lo uciaviano de Souza.S.m.
De Basto A (1, para ss ihes certificar se no
acno de 1S70 i r.un oa nao inscriptos es s-:us cai
xeiroa e quaes os seus a mes e nacionalidades.
Passa se.
De Hermino Ferreira di silva e Joaquim le
. Sonza Miranda Cou'.o, cumprlnlo o despacho ej
orlearu Ibes a juntada e:n duplicata d>; seu coa
trato social.V'.a ao Sr. desembargador li-eal.
De Jos Antonio de Si Le;ia\ Simplicio Xavier
da Rmeea e Viviano da silva Caldas, aprevenan-
i a.regi>tro o sea eoniraio social.Vista ao Sr.
de-eniti^r. .. i .r fiscal.
D) Sr Dr. offlcial maior, declarando qu? por
engao diesra na inforrr.scao que oliimameote
dra relativjiueule aos agentes auxiliares do com
toereio que pagam impoateflj que todos ssa<-havam
quites cun a faztnda, ponpanto a chava o interprete Antonio Carlos Ferreira da
Silva, qae eslava a dever o imposto do correte
eiercicio.Jntese a pelico de Antonio Curios
Ferreira da Silva, a qual vai com vista ao Sr.
dsaembargador flseal.
COM IXFOEMAJaO FISCAL-
Rehabitatao de Autoolu Luiz Machado.dia
d?, per nao estar completo o trituoai
Rsqaeriraentos;
De Francisca Gimes Ribein
De Antonio Jerrnymo Marques
De Amerieo Nello Pirmiano de Manes, ped'>o ser prvidos oo offlcio vago de correlor geral da
praea.de Macei.Adiados.
Nada mai ha ven Jo a despachar, o Exm. Sr.
eoaselheiro presidente eneerroa a sesso s II
toaras e meia do da.
tirio do escrivao 'este tribuoM Alhaqaeriae,; t
3 do cartorio do escrivao AWes de Brito, -.oteja-
dos con as reUctes apr crivaes a 21 s 3 do corren os encontraran) sl-
lalos competentemenltfe no lempo dovhlo.
ACCOB&AO ASSIGNADO.
Embargante Autooio Joaquim Machado, embar-
gado ALt nm Ferniodes Ramos de Oliveira.
rOLOAMENTOS.
Juizo especial do comm-orcio : embargante em-
bargado appellaote appellado autor Aaionio Luiz
dos Santos, ombatgante embargado apptllanlc ap-
pellado reo Francisco Manoel Carneiro da Cunha
Aceit de amendoim
olim. ....
dem de coco .
dem de mamona. .
Btalas alimenticias.
Baunilha ....
Bebidas espirituosas
I Agurdente cachiica.
dem de canna
dem genebra .
dem resillada
dem alcool. .
dem cerveja .
juizes oa St. Accioii, Silva Guimaraes, Miran la Mem vinagre
Leal e-Olinto BasUs.Foram def prtzados os em-
bargis do reo e recibidos es do autor.
Nao estando presente o Sr. Candido Alcqforado,
ru foram proposlos o feitis em qae sao partes,
appdlante appellado Antonia Valeotlm a> 'Uva
Barroca, aponanle appellado o administrador Ua
massa laMida de Sebaaliao Jos da Silva; appel-
lames Silva Rocha & Machado, appellados Feaceca
i Sanies.
PASSXOENS.
Do Sr. desembargador Silva Gairoarcs ao Sr,
desembargador Res e Silva ; appellaata Manoai
Marques de Oliveira, appellado o bar3o de Campo
Verde. ,
Do Sr. desembargador Peii e Silva o S'. des-
emhargalor Accioii : appellantes Tasso A Irmao,
appellado Jos Goocalves da Silva.
Encerrou-se a sessao
ou moti-
.... litro

.
.... kilog.
.
efrmenladas:
.... litr.
.
Mi
671
528
101
5*130
156
300
33u
300
337
600
300
660
Mrjwsi Antonio dos Passa e Silva,
Pn>.prfsidfnie.
Frsnci,-o .exandre Dornellas.
Poriciro merino no impedimento do secretario.
kilog. 476
meia hora da tarde.
NOVO JUNCO DE PERNAMBUCO.
SAtAKCBTK DO HOV0 BANCO DE PKRS.VMBfCO EM UQUI-
DACAO, EM 30 DE NOVF.MBRO DE 1871.
' Mico.
Letras protestadas. .......
Despezas geracs.........
Caixa.Pelos seguintes valores :
3m ouro amoldado. 06iii3O
Era notas do thesouro
e da Caixa Filial do
27:5235030
1605200
OEGLARACOES.
Banco do Brasil
Sm prala e cobre.
137:5J'ii70
il:C55O0o-
28.375S0
Ris. .
Passivo.
>pital.............
Snalsslo............
fundo d reserva........
tfassas fallidas a cargo do Banco .
Dividendos...........
Lucros e perdas.........
Rcis. .
DEMONSTRA";AO DA EUlSSlO
177:111*3'6
66:8163000
7-.35050U0
l0l:iU*W0
H3SJW
4005400
41)15719
177:14)5306
3 olas do valor de
0 ditas
',5 dilas
de
de
*~J5SlO JUDICIAR1A, EM 3& DE N0V2BRO
DE 1871. -
ntasEssctA do bul sb. cosssLHEiao a. r. f
nrn.
Secretaria Julio Guimares.
Ao meio da declarou sa anerla a eeao,
estando reunidos os Srs. desembargadores Silva
fiaimarie. Reis e Silva Accioii, e os Sea. depu-
udo| Miranda Led, Olalo Bastos e Alvaro, f-1-
taado cara pariicipaeio o Si. Candido, Alcofo-
rado.
Lida. foi approvada a acta da seso passaoa.
OseiT"-tario d'e^H trioanal e o oifieial escripia
rario lauc--riCKi Trros, responA-ndo poriaria
qoe lhe-i d rigi SkBsJ. Sr. conseiheiro presidente
%\1 di r.'vinia m?z, declararam qos teodoexa-
te-udd 78 asalos de revistas expedida? do car-
2005000
1005000
305000
Ris. .
S. E. e 0.
4-.C003000
2:0003000
750.5000
7:305O0fl
t
a
>
ura
kilog.
duzia.
ceu'.o
kilog.
>

centro
>
kiiog,
UB
ll IsMICC*
A FEBIS!.
Quero responder 30 Sr. Marcelino Jos Lopes da
m&ueira a m^;s resumida possJtel, e o fac\ coa-
es o-ihe, com bstanle mco dos qwilro vigorosos
'.alyJet.
que If nho escrip'.o, nao aceito o Sr. Marceao
por man julgior; a upinia publica aosso jaiz.
J Ib.! disifi que nao quera Miar no que hoiive
por oceasiao de su casament' ; quem quizar pJr
ptrg-ji.tir ao Sr. J.; :a:n lio do Ueg) Barras,
carcter muit bourado e sisado, que Ule dar in-
for u;.qoos a respeo.
0 Sr. Marcelino fez ama noioenclaiura de er-
vijosburaaniiaJe, por elle fetos, que basia oa-
leslararh Ja maneira parque o fa^o, para se dar
o vajor divido.
O Sr. Marcelino foi fiador conjunta:ni>G-e c ni o
iaaao ecaimeodador Triomaz de Ajumo Fsneeca,
de infeliz tfiesoureiro do conuia lo, com a d le
rer>Qa que o comm&nlador na la receata de seu
alliics-l). e o Sr. Marcelino recebia |*lo lftifo
humanitario que preslnca ao infeliz ttajsentos mil
ris todos os anuos l!l Ji v que o Sr. Marcelino
o falsa por negocio ; foi iufeliz : esta a sane du
bomein ni g .-rante.
Avalia-se .-oraenie por este ficto todos os inai?
i:ue apontoa.
Qu-renlo ultimar este mea eoramuacalo, nao
poso leixar de a rir-mo, transcrever ura topic
de sua corrospoedoncia emqua dizassirn :Tra-
to bem aw mem escravos, andatp volidos e bem
curado, reeeitados por medies, (>er por iga: paga da do Dr. Moscoso ?) e receilas avalas ua
beliea do illuslre pharmaceatico Ribeiro Jnior.
A'comida, responda o'crioulo caxpina Javen:io
Francisco Gomes (aqui que esl a traca) mora
dor na Casa F^rle, quanlo de mira tem recibido e
recibe, que lera concurrido para ler construido
ama casa e compra de um terreo'.'
Na vordade este deve dar boa informagao 'l
Pod'a anaifsar um a u>n todos os iopi:s de .-ua
correspondencia, porm o nao fatjo por j m-> fa !er
a ttmo ccl'iO ; ba ta a eoosolacao qae leaho tilo
n5o s de v log.siar dinlieiro, como o quanlo se
lera dedicado. 5
Aden-, meu mojor, mea hoinetn do palacete, cos-
te sempre com a armzade da
Victima dos proprleanos.
Mera vinho de caj......
Bolacha fina, comprehendidos os
biscoitos........
dem ordinaria, propiia para
embarque........
Caf bom ......
dem escolha oa restolho .
dem torrado 011 moide. .
Gal branca........
dem preta ;.....
Carne secca ( xarque ). .
Carvo vegetal.......
Cera amarella.......
dem de carnauba era bruto. .
dem idem em velas.....
Cha......... .
Cocos seceos.......
Colla. .... .-.
Couros de boi, seceos salgados.
dem idem espichados. .
dem idem verdes.....
dem de cabras cortidos .
Idem de onca......-
Doces em calda.....
dem em gela o.u massa. .
dem seceos .'.....
Espanadores de penaas grndes .
Ideni pequeas......
lem de palha.......
Estciras de carnauba ....
(dem propria para forro ou estiva
de navio........
Estopa nacional......
Farinha de aramia.....
dem de mandioca .'....
?eijao de qualquer qu?.lidade. .
Fumo charutos......
dem garros.......
dem em fo'.habom. .
Ide em pllia, ordinario ou res-
tomlho ........
dem em rolo e em latas bom .
.'dem, ordinario ou restolho. .
ijap .
Liomma de mandil ca. (polvho).
pecacuanha ( raiz ).....
Aagico (toros)......
Caihros........
Enxams ........
Frechacs......
laearand (coucoei.-as) .
Lenha em achas......
!dcm em toros......
Lionas e estelos......
Loor s (prauchoes).....
?o Brasil........
[dem de jangada......
Quiris ......
Vinhatico costadinho de 2o a 30
milmetros do grossura. .
Idem pranchSes de doos costa-
dos at 30 milmetros de gros-
sura .........
dem taboado de menos de 25
milmetros de grossura ..
Tabeado divarso......
Tatajoba........
Travs .........
Varas para pescar.....
!de:n para aguil^adas .
dem para canoas .
Cavernas de s-jcupira(em obra)
Sitos d cicupira para carro. .
Malaeo.......*.
Mel de abeiha.......
Milho. ........
Ossos .
Palha de carnauba.....
Peehury.........
Podras de amolar .
dem de filtrar......
dem de rebollo ; .
Pennas de ema. ...'..
Piassava.........
Puntas ou chifres de novilho ou
vacca.........
Sabao .........
Sal...........
Salsaparrilha ......
Sapa tos de couro branco .
Sebo ou graxa cmrama .
dem era velas. ."....
Sola e vsqueta.....,
Tapioca.........
Uiihas de boi.......
Yassotir3s de carnauba .
dem de piassava.....
dem de imb. j .
Alfandega, ae l'ernambuco, i de dezembo de
1871.
O I.' ocferenlcFlorencio Dotningues da Silva
01*conferenle Joaquim ia Costa Ribeiro.
Approvo. Atfandega, i de dezembro de 1871.
Paes a> Andrae.
Conforme.Joa-ju/m Tertuliano de Mcdeiros.
:7.1a
um
duzia
ceuto
>
ura
I
kilog.
um
duzia
um
duzia
1
kilog.
urna
duna
1
unta
1
par
kilog.
Protectora das ftmili
AstociacSo brasi'eira de seguro mutuo sobre a vida,
regida pelo Banco Rural e HijpoUi'.caio do
Rio de Janeiro.
Liiojdacao de 871, primeiro quinquennio social.
Os quinlioes correspondentes a ca.la ccLtrato
mostram um lucro de 80 a 116 por cen'.o, assim
nos contractos deeontribaiclo nica, como ros dt
annuidades, atiendendo se nesfes ao lempo medio
qae o capital permanecer na associacio durante
o quinquennio.
Rsoife, Io de dezembro de 1871.
iV. F. de Vi lu.
COMMEBOHf,
seguros
Compauhia de
fogo.
i AGENTES
S. P. JOmSTON de C;
Ra da *ieiaza!a-zova a.
contri
4
THE ALLANGE BRITISII 4 FOP.EIGN.
Life aad Fire Assurance Compauy esabeiecidi
ira 1824. Capital C 5,000,000
Os agentes desta compaahia tomara segurii-
:ontra fogo sofero predios, gneros e fazeetiss
pagam aqui projuizo.- (lvidamente prevados.
^Kabe Schmettaa A G
Corpo Santo n. |5.
Seguras contra-fogo
GOMPANHIA
molhos
kilog.
>
>
>
1
molhos
cento
kilog.


par
kilog.
cento
duzia
20i
47
*
939
39
2/
238
168
443
436
763
4OO0
U436
566
640
370
. aso
lOOOO
1/1.-I3
784
ISO
*85tHKi
ooo
1200
16/000
12/000
136
681
9z
27
3000
iO
1/090
613
631
GIS
2A130
170
U703
60/000
360
1/500
5000
9-j/OOO
3/000
12/00(1
6/000
i/OOtJ
103
5/000
64000
16/0CK'
20/OOC
45000
96/(M)0
:)3
6/O00
2/4O0
6/0O0
1/000
3/5O0
16/JOO
.35
32J
68
lf
I/O00
RI7
31
l
34
4/796
16(i
tAOO
348
10
2/043
800
340
476
1/2O0
204
380
76b
1/200
9
CRREIO GEHAL
Relajo dos objectos registra-
dos existentes oa admlulsira-
e5 do crrelo desta provin-
cia, para as pesjoas abaixo
declaradas:
Aprieio Jasliniauo da Silva Guimaries (i), Ao
gusto Teixeira de Azevedo, Antonio ce Araorim
Garcia, Antonio Bezerra Cav;.|auie de Albuqoer-
que, Bazilio Antonio Carnc-lro, Calharina dos San-
ios Coelbo, Carlos Hypotft da Santa Helena Mag-
no, Feliciano Rodrigues Pereira, Fernando Stepe,
Francico Feliinino de Albnquerque Mello, Fran-
cisco Anelas do Carvalho Maura, Franci.-co
Marinh 1 Cavalcante de Albnquerque, Francisco
da Piula Santx. Francisco da Silva llejo, Fran-
cisco de S e Albnquerque, Galdino T. Cabral de
Vascon:ellos, Jaaquim de Amorim Garcia, Joaquim
Lopes BatR, Joaquim de Oveira e Souza, Jos
Autoio Floresta Bastos, Jo- Antonio dos Santos
Pooles, Jos J Jos Leandro Sauo. J^i) Emest-j Vinato de Me-
deiro?, Jo5) Luiz Viaona, Joao Visete da Silva
Co"t, Luiz Gonzsga s Menezes, Lonren^o Macha-
do Das, Lisardo de Nazardh B. dos Aojos, Mria
itos Anjos de A F Cariqo, Mauricio Francisco Ferreira da Silva (3),
Manoel Francisco, Manoel Ju io da Silva, Olymio
Saraiva ue Carvalha Nuiva, Pedro de Alcaulara
d>s Gairaares PeiJtdo, Pt-dro Ferreira Branda
(2), Paedko da Silva Casielo Branco Jnior, Ito-
dolpbo Joo Barata de' lmeida, Sebaslio de Ar-
roda.
Admini3tai;ao do correio de Peruaranaco 1 de
dezembro de 1871.
O encarregado do regisiro,
A. Gomes da Silva Ramos.
PAR
0 PORTO
Espera se do Rio de Janeiro a veleira e bern co-
tiheeida barca porlagueza Claudina, que segoir
com brevidade para o porto indicado por j ter a
maior parte da carga engajada ; para o resto e
passageiros, aos quaes otlercce ricos e jcelieotes
comroodo?, trala-se cora Canha Irmos A C, a
ra da Madre de Dos n. 34.
RIO DE JANEIRO
O picho nacional Esfrega est prompto, e o
consignatario fa-lo-ha sabir em 4 das : re hou-
verom carregadores para 1,600 saceos de asr-ucar:
a tratar com Jos Maria Palraeira, largo do Corpo
Santo n. 4, 1* andar.
LEILOES.
ESTABTO MENELEOEM 1832
Sasapariib'a de brisIoL
LEGITIMA E ORIGINAL
|em frascos grandes
Movis, esteiras e candieiros (le
gnz.
Sendo: 1 mobilia de Jacaranda contando de 12
cadeiras de guarnieao, 2 dilas de bracos, 2 eco-
sollos, meza redonda com pedra, 1 sof e 6 ca-
deiras de Jacaranda, 1 sof do dito, 1 rio sanc-
Inario, 1 lavotorio de annrcMo, | cama france-
za, 1 marqueta, 1 msquina de costura, 1 cadei-
ra para menino, 1 bidet, 2 consollos de amarelo.
1 banca de Jacaranda para loga, 1 despertador,
i meza de jantar de amarello, 1 da com abas,
1 raoiubo para caf, candieiros de gaz, esteiras
e moitos oulros objectos de gosto, de urna fami-
lia que se reiir.u para fra da cidade
Na praga do Conde q'Eu o. 30, 3 aodar.
Terga-feira 5 de dezembro
O agente Martios far Itilao dus movis cima,
por crdem de urna famila que se retiroo para lo-
ra da cidad?, na 3 andir do sobrado n. 30 da
praca do Cande d"Ea. ? II hi>ras do dia.
Quarts-Mra 6 de dezembro
BcneOcio do actor
ANTONIO CORS \ DE SOUZA
Subir a scena pe'a pr>meira vez nesia ciJade
o Irado drama em 5 actos :
"1
ENNY
>RIIADEIR1
Per;nnagfn?.
Jentiy.............
Magda!-na........
Berlha Meunier ....
llosa.............
Tiiiago Meunier
Pedro Mranier.....
Julia Ueooier......
Mauricio u'O.'oay...
Un medijr........
S mao............
Creado............
Terminar o especuealo
Actores.
D. Carolina.
D. C.arima.
D. Bafrui.
D. Paulina.
Sr. Le>sa.
Sr. Correa.
Sr Zulmira.
Sr. Guerreiro.
Sr. Antonio.
D. Brochado.
Sr. Cruz-
era a linda ccmedia

Sobrado de 2 andares da ra de,5. Jorge
n. 23, (outr'crd roa do Pil!af)com quia-
lal, eporto para a r^a do Pbrrql, um
sebradinho por ciart^do dito pomo.
Terfa-feira 5 de dez^oibro.
AO MEIO DA
Per intervtnca) do agente Pinto.
No 1* andar do ?oi>raJ>Tla ra do Vigario n. 5,
em 1 acto pelas m^nioas Riosas
UM NOUTE
I ilO
CARNAVAL
Principiar ;'n 8 i|2.
O- bilh-t s pausados com data de 3 lera entrada
nesta neut".
V!3!
IS
TIMOS
Navios entrados no dia 2.
Rio Forraoso-6 hiras, vapor naciooal Parahyba,
de li'i tooelddas, commandaQie Oveira. equi-
p-g-jm 14, em la-tro ; Companiia Peroara-
bucana.
liba de S. Miguel-37 dias, biale porlnguiz Rival,
de i7 toneladas, capilo Ricardo J s Saare:
Jnior, equipaem 6, eoioraenJaa e lastro;
Juo do Rfgo Lima A Filh-5.
Navios sahiios no memo dia.
Rio da PrataPolaca brasileira Marinho, capila^
Jcaqnira Pinto Mooteiro, carga assucar.
New YorkBrigua inglez Bertha Carrengtou, ca
pito Jahn Langloes, carga assacar.
Ob-ervc^iio.
Suspendeo do lamara para Liverpol abarc
ingl-za Craig Elhche, capillo Thompson, cima
mesma carga que irooxe de Iquiqne.
Navio entrado no dia 3.
lljmbnrgo36 dia?, patacho norte-allemao Acnn
(c, de 196 .oneladas. capilo II Schuldt, eqmpa
gem 8, carga varo* gneros; Cunha & Irmao.
Observaeao.
K: meio dia nao houve sahidas.
mim.
HORTHE
Capital........20,000:'WOO.
?undo de recurva .... SVKXhOOO**
Agentes,
MMt Lathan A C.
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool & Londoo A Glob
Insarance Gompany.
Agentes :
Sajinders Brotbcrs & C.
IICiM-po^Saiiio; i
.413ELLA dos rrisios dos obkebos oarros a de
RK1T0 DB RSPORTAQAO. SEXAXA DK 1 A 9 DB
DEZB.VIRO DS 1871.
Mercadorias: Unidade. Valores.
Abanos.........duzia 300
AJgodo era carolo.....kilog.
dem em rama ou em 13a.
Caraciros vivut......nm **^
Porcoa idem. ........ *. ^Wjs
-jtoz com casca. .... kilog,
Idem descascado ou pilado
Aiieoear bria :o .......
dem mascavado.......
dem refinado....... *36
Galliahas........oau iWQ
rapagaio....... 5/OW
A cmara mnnicipal da ciJade de Olala faz
publico aos 8eus mnnicipe que o Exm. Sr. presi
dente Ja provincia por portara de 23 do crrente
approvou provisoria ente os artigos de posturas
absixo declarados; e para que chegue ao conhe
cimento de todos manlou fzer o presente edilal,
ansiado o nos lugares do cosame e publicar pelu
Diario. .
Pago da cmara municipal da cidade de Olinda,
30 de oovemsro de 1871.
Manoel Antonio dos Passo3 e Sil7a,
Pro presidente.
Ffan:8Co Alexandre Dornellas,
Porteiro interino no imped asento do secretario.
Art. 1 Dorante a estagao invertosa, da 1 de
man a 31 de agosta, Oca prohibida a venda das
carnes verdes alera das 5 horas da tarde, e duran
U o verlo, do lde selembro a 30 de abril, a
mesma prohibicao alera das 4 horas da tarde : os
infractores serna ponidos cora a multa de 10* ou
cinco das de prhSii, soffrero o dobro na rein-
cideneis.
^ru h Fica prohibido laccar-se, como despejo,
qnalqocr objeeto qoe co: rompa as aguas do rio
Beberibe em lodo sea corso : os infractores sera >
punidos com a muHa de 10* oa oito das de pri
sao, e o d Arl. 3" Pica prohibido em todo corso do rio Ba
benbs derrabar-so e iniitilisar-se por qoaiqoer
modo as arvore?, qae era sujs margeos sombriaru
as aguas: os infractores sarj p.midos com a
mulu de 20| oa o,to das de prieao, e o dobr na
reincidencia.
Peranle a cmara municipal desta cidade
litara eru-ca-ta publica coa o abate da qaarta
parle para ser arremeta do por quera mais oiTere-
c.r, so dia 14 de deseOibro prximo vindouro, o
irpO'^lf Je w ts. por cada p de coqueiro de pro-
dcc;o*y oxoepinado des pea para o uso do pro-
ipri larra, pela quarjlia do 870*.
i Os preiflBdsules deveriu coapsrecer no referid >
da.on;x>uiat*a)eQte habilitados na forma da le.
l Pa$n j,\ rifara monicipal de 0:ioda 30 de no-
vimbro ds 1871.
eOMPAMHIJL
DAS
Mes^egeries maritmes.
At o dia 11 do crrente rr>>>z espera-se da Eu-
ropa o vapor francez G rcnle, o qual depois da
demora do costme seguir para Boenos-Ayre-.
tocando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Pra condicoes, (retes e passagen?, irata-se ns
agencia, ra do Comrcereio n. 9.
No dia 12 do correrte mez espera-se dos por-
;os do sul o vapor francez Sindk, soraraandanle
Massenel, o qual depois da demora do costums se
gira para Bordeas, tocando e;n Dakar (Gorej
i Lisboa.
Para cendicoes, frete; e .passagen?, trata-se na
agencia, ra do Com-nercio d. 9.
COUPAKHIal
DE
Navega^ao Brasileir
At o dia 8 de n vmbro, espe-
rado dos porros do sul o va-
por S. JacmtliO, commandante
Aikins, o qual depois da derao
ra do coslume seguir para w
portos do norte.
Desde j recabem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual deveri
ser embarcada no ca de sua chegada, encom-
iendas e dinheiro a frete al ao ra< io dia de sua
sabida.
Nao se recebern cerno en?ommendas seno ob
jacios de pequeo valor, e que nao excedan) a 5
arrobas de pese ou oito pemos cbicos de medi-
Go. Todo que "asear destes liraitca dever se;
embarcado como carga.
Prevrae-se aos Srs. pa.>?ageirn3 que suss passa-
geos s se recebem na agencia.
Miodczas e ciliados.
Terca-/eir 5 de dtzombro
.ls il horas esa ponto.
O geme Pinto far leilo, por conta e risco de
qoem pertencer, diff>-rentes miudezas, e cerca de
200 duzias de sapatos do innea e tapete 336 du-
nas de meias p ra homens, s 11 hars do dia aci
ma U&, no 1" aodar do sobrado da ra do Viga-
rio n. o.
LEIO
DE
A S A B E R :
O sobrado de 2 andares da ra da Gompa-
nbia Pernambucana n. 20, (outr'ora ra
do Co la n. 6) t do ou metade.
Uma casa com porio ao lado na ra das
Crioulas (Gapuoga Nova )
Um terreno com pequea casa dentro com
69 palmos do frente e 300 de fundo,
cem alicerces para 3 casas na frente, e
oiii i para a ra das Pernambucanas,
junto casa da venda, 2 cafas terreas
na ra das Pernambucanas j;:nto ao ter-
reno cima.
Terga-feira 5 de dezembro
AO MEIO DIA.
O agente Pinto fura leilo, precedida a comp-
leme aotoris?cao das casas e terrenos aeima dfs-
criplos, sendo* qae o leilo lera lugar ao meio da
no 1* andar do sobrado da ma do Vigario o."o,
por tecasio do leilo de miudezas e calcados.
M
DE
5 caixfs com nbasem novellos (sortijas)
Tefca-feira 5 de dezembro
slO 1[2 horas.
Por inlervencSo do agente Pinto
No andar do sobrado da roa do V gario o. .*!,
onde havtr era contranaci o leilo de miudezas
e calcados.
OGRANDE PURIFICADOR DO SANGUE.I
Esta excellente e admiravel medicina, e
preparada d'uina maneira a mais scientifi*
ca por Cbimicos e Droguistas mui doutoS 6
d'uma instrueco profunda, tendo tido mul-
los annos de experiencia ao par d'uma ton-
ga e laboriosa pratica.
A sua coinposicSo nao consiste d'um sim-
ple extracto d*um s artigo; mas sim,
composta d'extractos d'um numero de rai-
zes, hervas, cascas, e folhas, possuindo to-
das ellas, sua virtude especial oa poder
em curar as molestias as quaes tcem sede
ou essento, no sangue ou nos humores;
e estes differentes extractos vegetac^ achara-
se por uma tal forma combinados ponto
de conservarem em toda a sua for;a, o cu-
rativo especial de virtude, que cada umd*
per si possue. A raiz da planta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras; i' a que
hs usamos nesta preparaco, sendo a rpia-
lidade que todos os mdicos mais prezam
e estimam. Na compusicao da Salsa-
parrilha de Bristol entra mais de 50
por cont (leste concentrado extracto. Ella
n3o encerra em si cousa alguma, que pos-
sa por leve ser perigosa ou injuriosa
sade; e tanto n'este, como ern quasi lo-
dos os mais respeitos, ella inteiramenle
diversa de todas essas mais preparacoes,
as quaes debaixo do nome de Salsaparr-
Iha, sao ac condicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada em doses
mui diminutas d'uma colher de cha por
cada voz. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRIRA DE RRISTOL
em frascos grandes, e assim por este modo.,
dividimos com os consumidores, o grande
pro-veito e vantagem alcancado por aqueiles
que acondicionam sua preparaco em gar-
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
aossa Salsaparrilha de Bristol
oonteem a messa quatilidado igual porco
conlida naquellas garrafas pequeas, e alm
disso. possue ainda muito mais forea e
virtude medicinal do que aquella, qae por
ventura se possa adiar conlida dentro de
seis garrafas de pequeo tamaito. Per-
ianto mui natural, que aquellos, que se
acham oceupados em preparar e vender as
suas producces, em garrafas pequeas,
murmurem e griten) contra os oossos fras-
cos grandes proclamando, que a nossa Sal-
saparrilha de Bristol nao possue. a
menor virtude; porm quo efectivamen-
te s5o elles pastos em silencio, quando indi-
oanios, ou simplesmente referimornos para
com essas centenares de certides e tes-
temunhos auUicnticos, por nos recebidos
de todas as classes da sociedade, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravilhosas da nossa.
SALSAPARRIUIA DE RRISTOL.
A'vantagem de termos os nossos pro-
prios agentes- naquelles lugares aonde as
lifferentes raizos, drogas, hervas, e plan-
tas de que so compem as nossas medicinas,
sao prouzidas, que nos habilita exer-
cer aquelle constante cuidado c disvello na
minuciosa escolha; e o que assegura e ga-
rante uniformidade de excellencia.
Em quanto que, por outro lado, nos rio
aos poupamos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; afim de alcancarmos o melhor
e nicamente o melhorde cada um artigo
ou ingridiente que entra na sna composi-
co; pois levados e compenetrados da
mais firme e persuasiva confianca; que po-
demos afoutamente dizer aos doentes de to-
das as naces, e de todus os paizes, que na
Salsaparrilha de Bristol. possuem
um remedio mais eicaz e seguro ; do que
aenhum outro, que vos tenha sido offere-
cido at hoje, e o qual por certo nao hade
mallograr vossas expectativas, na prompla
e effectiva cura das seguintes enfermidades:
Gasa terrea n
torino
14, da ra do General
(antiga tua do Sebo)
Vic-
Qttarta-Mra 6 do corrente
O agente Martios, competentemente autorisado
far leilo da cssa terrea o. 14, da roa do Gene-
ral Victorino, com 2 salas, 3 quartos, cosinha fra,
quintal murado.
A's 11 horas do dia aiima. oo armazem dara
io Imperador n. 48.
C031PAXIII1
Di?
lavegapao Brasileira
At o dia 7 do csrrecte e-
parado dos portos do nerte o
vapor Cruzeiro do Sul, comman-
dante Cardozo, o qual depois da
demora da costume seguir pa-
ra os do sal.
Desde j recebem-se passageiros e engsja-s a
carga que o vapor poder condosir, a -anal dever
ser embarcada no ai a de 9i:a chegada. Encommen
das e dinheiro a frete at as 12 horas do dia
dasu> sabida.
Nao se recebem como eacomnendas senao o-
j setos de pequeo valore qae Bao excedam a duas
arrobas de peso ca 8 palmos cbicos de medical
Tado quepassar dosjos liMitos dever ser embar-
cado como carga.
Previne-so aos senhore3 pasagetros qae sna?
passagens s se cacebem na ageacia, roa do Com-
mereio n. 8.
Rio de Janeiro
Egpera-se a todo o momento- o trigas nacional
Isabel, o quaJ segoir com brcvjdjule para o porto
acuna, tem Jarte da carga j engajada : para o
resto qae lhe Wla trata-se cem es consignatarios
Antonio LuiaYrte Oveira Azeved C, raa do
Bom Jesos n. 87, i* andar.
fara Li?erp A barca portugneza Coryi (c)*m Sp5> A 1, 1.)
receba algada a /rete pava oomoletar seo carre-
gamento. Trata-se na roa do Vigario a 10.
LEMO
DE
predios e terrenos
Quinta-feira 7 de dezembro
AS i 1 HORAS DA MANHAA
NA
Ageacia da ra do Rom Jess n. 21 (otr'ora
da Cruz.
Um sobrado de i andar, silo roa do Lombas
Valentina (outr'ora Agnas-Verdes) d. 33.
Um grande sitio ds estr; da dos Anieles n. 20,
-com 200 palmos de frente 1300 de fundo, sendo
morada a frente e o bando, boa casa de moradia,
com 80 palmos de frente, boa agua e moitos ar-
vore los fructfero?.
Uma casinha de noria e janella na mesma es-
trada n. 22. com 83 palmos de frente (inclusive
a casa) 1300 de fundo, murado a frente e o fondo.
S res de terrenos coalieans ao sitio e easinha,
com 100. 90, 113 palmos de frente e 1300 de fon-
dos, lamben murados a frente e fundo.
Os Srs. pretendemos bjam de examinar com
antecedencia, e para qualquer ioformacao dir-
an s Carlos da S-lva Araujo na dita agencia.
Escrfulas,
Cliagas antigs,
Ulceras,
Feridas ulcerosas,
Tinha.
Syphilis.ouMal Ve-
nreo
Humores Escrcfu-
. losos,
Irregularidades d3
Sexo
Feminino,
Nervosidade,
Debilidade Geral,
Febra e Malignas e
Febre e Sezctes
Biliosas,
Tumores
Abscessos Apostemas,
Erupces,
Herpes,
Salsagem
mpigens,
Lepra, febres intermitientes e remitientes,
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Onlro-sim, achar-se-ha, que para o bom
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las enfermidades cima apontadas o adian-
tamento da cura, grandemente promovi-
do e apressurado; usando s ao mesTOO
tempo das nossas mui valiosa pli.iias
regeiacs assucar atlas de BrlstVoI,
lomadas em doses moderadas em conr.ee-
rjfo ou conjunctamente com a Salsaparrilba;
ellas fazcm remover e expellir grandes
quantidades de materias morbficas e hu-
mores viciados que se desprendem e livne-
mente circulam espalhados pelo systena,
isto causado pelo uso da Salsaparrilha;
por esta forma facilita a volta e o exercicie
normal das operac5es funecionaes.
msBe.maaszmmr
VISOS DIVERSOS
Aluga-se ama prata escrava baaeoznbeira :
a tratar oa roa do Mrquez do Krvai a. 88 A, ao<
liga da Concordia.
Unix^iro
Preciia-se de um caixeiro com pratica de tber
na : na roa do Raog-I o. 10.
Feitor.
Ollereee-sa nm portogo'-z para feitor a eof-
nbo : na ra da Roda o. 4ft
Jaa<;:iia do.*l uqurrqae IBcfl*
Hodie mini eras tib.
Libania Emilia C?sar de Aibuqu-nn*. Hara
FSmilia de Albaqnerque Brenefond, Emdiada Pla-
dade Pires Ramos, Jaeins Beonefood. Aoiiniod*
Albuqnerque Mello, FraiTisco de Albuquerqne
Mello, viuva, fllha, irmi, genro e irma do fal-
lecido rasjor Joaiuira de Alboqnerque Mstte,
agradecen) cordiatflBea: as pe*soa qae se dH?"*-
ram aeompanlisr ao eemiteri pabhec o* rosVi
mortaes da melle majar, e de novo rogara aw
seas amigos o cridoso ensefn* *o iesWir as
raissas, qae deverao ser eelehrada na sgrej*
Cama e oa capetla do cemiler pWIW, t di* 7
do enrrprm. i| 7 lw)'a d* mv+i*
i'EHU-
ana pulceira 4* Ite cosa Uco, coa smitaMw,
ercbrolbada em ara nape I: a pessoa quo aasam,
qn*rnd resumir pJ leva-l a ma do CMi
ribe n. 26 e alu te dir qoem deas o*Jfr
oae?, te gratificar geaerosamenia.
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aJiario de Pernambuco Yeguada le'u 4 de Dezembro di 1871.

.?

A

SALDES- DE CABELLEIRE^RO
BA BO l>UQlTf3 |*E CAXtLiS W, 5
E
Pi inaciro de Margo n. 7 A priuie.ro andar.
DELSUC, cabeUairelro de Pars, participa ao* seas innmeros freguezes e ao pu-
blico em geni, que acaba de contratar peritos offiriaes francezes para todas as especia-
lidades ; sendo rustes dous estabeleclmentos cima onde o respeiuvel poblico poder
encontrar a delicadeza e ligeircza que neste ganaro de trabaiho tanto se exige em Pa-
lia.
DELSUC nada tem poopadopara que o publico desta cidade. que tantoIhe tem pro
digalisado a soa benevolencia, continu a freqdentar os seus 5ALES MODELO, ficaado
certo o mesaio pob ico que nees encontrar sgrsdo e perfeicso.
Empregados dos saldes
12ofQciaes para barbear.
6 ditos para cortar cabellos.
3 ditos para o postigo.
Del uc para o pontead do bello seoo.
..
..







E' ora pnducto que so ontem da carne do gado vaccum, da qual se tira- todas as
pelles, ten ifoj, ossos etc. Elle tero tados os principios nutritivos da carne sem contar
geiitina, ou fibrina, gordura. N'rwa pequeo volume e peso dado contem 32 vezes
mais sobstaacia alimenticia qn outro igual de carno despida de ossos, pelles etc., por
isfio por pp'jc i que se tome dole se obtem urna forte alimentacSo, que immediatamer;te
produz effeho como tf m sido observado em pessoas debsi, por qualquer caosa o ti
enogafs >iibo succedeo a am homem Fdrido que doas outros trouxeram pbarmacia do
Sr. Firjr.iar.o Antonio de Araujo ( Porto Alegre ) onde recebeo o primeiro curativa, es-
tapd; a i fiaco qne n3o poda voltar p:ra casa; mas logo que tentara duasoitavas de
estradara oJecaminhar sem aJjulorio.
Tal a f.rc-a alimenticia uno anda mais se revelia cam o qti3 suceedeo no escravo
do Sr. eapitJo J o Cezar de Oiiveira acommettido de thetanus, com tarumas lo forte
qa8 aso foi possivel empregir-se medi^acSo interna, podendo o doente tomar, intro-
dltndo-se com.nroita difficoldade pela abertura qae bavia pala falta de um dente 6/8
da Gstr.a...;: carps por dia, cessando os ajmpioaiainervosos no fim de 22 dias.acha-
va-io atcenle era .boto esta lo de vigor, restabelecende-4* logo. Que ura alimento
quena cana os orgSos proprios da rhgestao. se conhece pelo qus aconteceo ao Sr.
cornmerrda'or Antonio Falc5o, que soffrendo deuafa gastro ioterite nao tolerava nem
a agua A f, ango ou d'arroz. Homero da mais de .70 annos com perdas lo abundantes
corad liua o sem alimentar se asta va condemnaio; senio improficoo todos os remedios
intentados; o Exm I)r. Flores empregoa o extratum qne odojnta tomou comrepng
aancia, porm qua desde logo senlio um bem estaV qoe no tinha, e pouco a pouco mais
vigjr, fi;nio restabelecido em pouco das, obrigando-o a sua gratidao a dirigir ao Dr.
Ubatub: na aitestado desse beneficio ( diz elle) para qoe outros podessem gozal-o, e a
falw de conifcmenlo nao obstase a vnlgarisago qne era conveniente que tivesse nm
produrl i lio necessario. Nos casos qne preciso diminuir a preduccao excrementicia
anos artificial, fistula sanaes, attaques bemorrtodarios etc. um valenle recurso. 0 Sr.
I. O. Casir.) n'oro intensk;imi attaqae bemorrboidal que o levou cama durante me-
t.h so obtere cura a!iment.inlo-se com o extractan. Urna fimilia ( do Sr. Joaquim
Mara) rebil e rurrosa, suffria liorrvelmenle, comecon a ozar do extractum e'logo
restabekxao-se, e o Sr. Joaquim Mara agradecendoao Dr. Ubatuba disse-lhe :Dr. V.
correu-me com as doancas de caa. Taes Um sido os resultados de seu emprego que os
principis mlicos o aconselhao, eo consammo tem quadruplicado em toda a parte. Nao
soments applieado c modieta aos enfermo?, mas como meio amenu'cio e mesmo como
prepno para vigorar t alimentos, e dar-Ibes sabor mais agradavel. Ja mutas familias
pre(e:c:n uzal-o uouie.stibstuindo o cha, e tem enenntrado nelie o recurso de p>
derem rpidamente augaentarem dos casos de aecessidade as refeiges para maicr na-
mero de pessoas do que contava, cudarem alimentaca) prompta quando seja preciso
nao have- demora. As pessoas debis, velnas que necessilo tomar ^Iguraa alimeatac5o
no intervao das boras destinadas para a rcfeicSo, tem no extractum um meio pionplo
de satisfHzerero essa necessiJade, melbor e com mais proveito do que nenhura outro.
As mocas que nrs dias de baile se abstera de alimectagao para conservarem a belleza
do talba prej.;di;ando muito a saude, u/. j do extraciura que satisfaz sem prejuizo
esse fim. E'esse producto indispensavel a todos, especialmente s pessojs que viajam
e s qoe moram fra da cidade. A sua iacorrnptibilidad3, peso, volume, a sua gran-
de Cor^a ament! ia, e sua barateza, e o sea agradavel sabor, quando bem preparado,
dio-lhe tal saperioridade que s se faz my.Mer ser conhecido para poder ser apruveita-
da a u'i Jado que elle pre?ti. Como aimeat) para as criancas t"?m proJuzido3 os
melbores reeoitados e at boje bao se conhece outro para subttituir o aleitaraento. Nao
- o extractum por si um ali neato que canse o est mago, que o tenba cheio, porm
um alimento que d fjrfas e p-eenche o fim de levar a economa os elementos an-
maes qi-e ella nec-ssila, epara substituir o que Iba fa ta esse p3so o que certa-
mente necessario ao estomago do homem detrabalho pelo habito que tem, encontra-se
facilmenia p ir baix! prego as substancias vegetaes que existem em qualquer parte
como sjim as raizas, batatas, legurois, g^5os, fariohas, qua com o extractum se faz
ptima o b-lia alimentagn.
Um homem qae tome 6/3 de extractum por dia, que cusa 1S8 rs.. ter uzado de
lolaasubstmcia de 1 i/i hb. de carne fresca sem ossos, pelles etc., o qe por sem
david a'n do que se faz neessa-io priuMpalraente se ajuotr-se-lhe quiesquer
massas, regumes, farinhas, graos, batatar etc., e nm pouco ue gordura, com o qoe,
quaado gaste mais 100 rs. ter ama alimentacSo saborosa, commoda, fcil, muito hygi-
eaica e muito reparadora por 290 rs.
UZA-SE CO.MO CHA Meia colerinha n'uma chicara d'agua, com sal safiQcienta, e
om aromtica (sais?).
COMO SOPA Da urna colherioha a duasem suficiente agua, gordura, tempeiros
e qasesqoer massas, farinhas, batatas, graos etc.
ARROZPrepara-secomo dauzo, dissolvando a porgao
que se (cita nelle para cosel-o.
OS LGU.ME3 As carnes saldadas recupsro com
pen;ave!.
Depoito Pbarmaeie Americane, daFerreira Maia C.
57 llua Duque de Caxias 57.
ella
do extractum na agua
a forca alimenticia indis-
NA
Ra do Crespo n. 20.
Teoio resolvido nao continuar a ter grande deposito de roupa feita, offerece ao
resoenav-iJ. pubreo, e aos negociantes de fra, um grande sortimento, por precos bara-
USitaos para acabar. '
Pilitts sobrecasacos de panno fino de'
125 a 30500O.
' Ditos sacos e refranqueados de casimira a
Ditas ditas preta de 50500 a 90000.
Ditas de brim branco do linho de 20000
40000.
da alpaca preta da
a liWOO.
Ditos, ditos e ditos
SMSOO a 5(5 (00.
Ditos, d tvs e ditos de alpaca branca e
de cr a 20500.
Ditos, ditos-e ditos de bramante de linho
a 20500.
Ditos, ditos e ditos da bramante pardo a
20500.
Cateas da casemira de cor da 50500 a 90.
E outros muitos artigos por precos
Caroeiro da Cunha.
Ditas de brim dec&rde 10600 a 30000.
Ditas de csstor do 10000 a 20500.
Ditas de brim pardo de 10000 a 20300
Camisas da 11 mella, grandes a 3000.
Dias de algodo, muito boas a 20000.
I) tas da linho muito boas a 30500.
Ceroulas de bramante a 10600.
Cobertas de edita a 10500.
Lencos de iinho abainhados a 40000.
baratissimo para acabar, oa loja de Guilherme
CASA CAUVIN A- sarinier, "-"""vsssug?***?
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Aprescnladas i Academia de Scieocias e ao hisiitulo de Franca.
|U| 17PPAn ^^ forma I n LUUHU momegto urna solucrao PBEVWTITA E CURATIVA daf
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
do volume de m relogio, servinde"
de Philtro e Seringa sem o*
3 inconvenientes do fragilldade.
COTA inC CoB fonn, e do T<"*<> d w> r>orto-l!oeda eoiteidt
CO I UlIUO TOBO THATAMENTO.
Contra as atfeccois das palabras, preparado sob a mesma forma.
e poRnr,m,
COIiLYRIO
BiSIHOLOMEO & G
* Depositarlos geni para o BRASIL
b3, m larga do Rosario,'- PBRNAMBUOO,'

A loja dos Arcos de Alvaro Augusto d'Almeida & C. roa do Crespo d. 20 A acaba
le receber pelo ultimo vapor francs Amazonas, alguns artigos proprios gra ensovaes
le noivas, e de modas para grande toilette como sejam :
Kiqossimo cortes da vestidos de blondo para casamento.
Ditos de tarlalana bordados seda para-casamento.
Cortes de seda de bonitos gostos e superior qaalidade.
Colxas de seda, 13a, e 19a e seda.
Capellas com mantas de blondo para ntivas.
Camisas de esgoiao bordadas para noivas.
Fronhaa de esguiSo bordadas.
Lencos de cambraia da linho e laby/intlio.
Superiores lbques de madreperola.
Cortinados bordados de diflerentas pregas e qualidadej;
Sedas de cores de bonitos padres.
Ditas escocezas para vestidos, roopas do menino, enfeites, etc.
Basqoinaa de gorgurao, superior qualidade.
Bornus de la e seda p?ra senbora.
Mantilhas brasileira de fil de seda bordado.
Chicbenez da la e seda.
Cbapelinas de s la branca, e de crpe preto para lulo.
Chapeos enfeitados para senboias e meninas modelo interramentejiovo.
Cortes de cambraia de cor, e braocos bordados.
Lmdos ebrtes de baptiste Frou-Frou.
Toil de- voyage fazenda de*gosto para vestidos.
Alm destes artigas qua se endem por pregos razoaveis tem ootros que s3o pe-
jhinhas extraordiasrias, como sejam .
Damasco de 13a com 9 primos de largura a 10500 o covado.
Cortes de Iaa Victoria com 20 covados por 100000.
Laas com listras de seda a 40) rs. o covado.
Ditas mesc'adas muito boa qoa'idade a 3 JO rs. o covado.
Cassas de cor a 240 e 280 rs. o covado.
Alpaca largas bonitos padroes a 590 rs. o covado.
Lengos de esgoio muito finos a 30 e 40000 a duzia.
Esteira da ludia, mallas para viagem, transparentes, etc, eto,
THRVLHOSO REMEDIO DO
DR. CHAS. DE GRATE .
F%fh\*


I DE
ERNESTO & LEOPOLDO
N. 2 D Eua do Cabag N. 2 D
Acha-se montado de forma tal esta estibeJeGimento de jo*M que pode,
vender aos seos numerosos rYeguezes em grosso e a realbo epor preco
mui resumidos visto que recebe de contajKopria por todos es vaporea de
Europa. O gosio de desenlio de suas jasas o mai> lindo do paiz das
moda*, ooro de lei, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, rubios, parolas,
turqnezas, saphira, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto
para igreja como para servigo domestico. Convidamos as Exmas. familias
a visitaren o dito estabelecimento tolos os dias at 9 horas da noite.
Compra.se ooro, prata e pedras preciosas em obras velhas.
mm mm mmwmm
JOAQUIM
LOPES
AMACHADO a C.
Travessa do Corpo-Santo n. 25
ARTIGOS AMERICANOS
KXRTG OF PABI O RE DA DOR
PAR.A. USO INTERNO E EXTERNO
CUJEA CHOLERA E CHOLERA MORBUS,
&ia_rrh, lato da lauajna, a nm dia.
OM da eab;a, doral d oarid* w
traa minaioa.
Dor d danta, im un minnto.
Honralgia, ero cinco minutoa.
Diloft?a, mi Tiste minntoi.
OarpjnUt incliadaa, em das miantoa.
Clica e conmlifles, em cinc* mraatoa.
Kbeamavtiinio, em nm dia.
F*bi e febro intermitente, em nm dia.
Ser nas eoitai noj ladti, em det
uto a.
Tossee periajewi e refriado*, uuGt
Plaaresia, em nm dia.
Bordex e asthma.
Eemorrhoida e bronciia
InflammaQlo noi ria,
Dyapepsia, ryiipalaa.
lloleitiaa de figado.
PalpitaSo de eoraja*.
EESERVE SEMPRE ESTE RE3VIEDI0 EM SUA FAMH.TA
AS DOEXCAS SE ATRESEJTAM, (ASDO MENOS SE ESPERAS.
OLEO Er.EOTKICO O "EINO OF PAiN" (O re da dor) aqnieu e poaitlTamenw dlaalpa mala de dlffenm
aa!ectlaa e dursa, e alllvl.i mola oa solTrlmentoa e prodaa om mala perfolto equlllbrlu no aratema anmano, o qua na>4
fie eneetnar no mesmo toinpo, eom qnalqaer outro remedio modeclnal.
Ete malto popular remelo eaU agora uando-ee geralmento, pela raaao que mllharec de peeaoaa te tem can*
rrale ecm o dito remedio pelo Dr. Orath oatroa mala.
Eete Imprtante remedio nao ae oBerecs para ourar todaa as doencaa, porem too rnente para aquella eiUsnlaiaf
a Esta operauio noa prlaolatioa da ehlmlca e da elsctrloldade e por laao, e*t applloaTel para o ouramento e par <
rMtaurayio da aefao natural doe erKoe que aoflrem da Inagnlar elrcnla^ao doa fluoa dos prinelpaea nerroa. Oi*
alecrlco O''KIur of Paln onera directamente nos abjorvontoa, blondo deaappareoar a* Inneiteeaeilai slaadalaa aa
tm um tempo lncrlvel, breve aem perigo do aen uao debalzo de qualquer clroumetancl*.
O remo'.lo, urna medeclna pora o nao externo e Interno, oompoato doa lamentos oaratlroi, raaos, herrai, a caacsfi
tase, come ae tem neado doe noaaoa antepasadoa, e daa quaea tem grande existencia so mundo, para ourar todaa m
siol-a tas, Mnente oahendo-se quaes ellas sao.
Fol um (rrande e especiar deicjo da lacnldade de medeclna durante multoa annoe de experiencia para aprender <
aielhoioB modoa qae ae devlam adoptar para curar aa eeirulntea doe^as, e quo propor96ea de medeclna ae derla i
mvico
EM PSRIffAXKZBUGO
NA PHARMACIA E DROGARA
BARTHOLOMEO & C
HT.=34 Ra Larga do Rosario.N. 34.
Cuidao com as falgificat?oas
I>E


mm
'~:', ~.
'Vi* \-'f vNes ij'- Vs)^ s C-'<^
"i
H N. 24 A-Rua larga do Eosario-He 24 Afg
es
^al
E' sem coBtesiaQo, nm dos bem moudo estabclecimeoto de joiss da cidade ?^
do Recife, e. sendo seai pioprietario ass* caprichosos na esculla aw oblartoa ana fi5S|
expSem a venda, lmbrsm ao respeitavel poblico que aproximando-se a foll, nao fo- ^
"'ma sortiai-?a-
es para a lilla
SS finalrcen'.e a tedo
k/3
aquele ou a(|oa'la que so qoeira miinoseir pela faaU do n.ual.
iNj endo enfadooho, respeiiaveis leitores, prestai aienjij aiu o fijai des'.e -^

annnncio que encontrareis, com certeza.
Para o bello sexo
m
.y
&
la
v-
Pares de brincos de phantasia a 8, 9. 10'e US, ditos de cora! a 3 e 44,
ditos para luto a 6/ e 8, meios aderemos modeross com brincos e iinaeie? a 16j, .
r.!:etmh-,s de diverso? gostos a Si, 6 e 84 o p*r, pulceiriohas do coral a 7000, vol- fc&
tishas de dito cois cruzas de ooro a S, cae -leus cora iosotipeiea 'bra c'iique) a Si i|
coral a_2, cruzes de onro e coral a 3, 6j e %, ditas da esmeral- 33gg
1*5, anneh com bmiias pedrus a M para crian- ^,
e broxes para reirt< a i6 e 204.
e 85, Bm d
,^os da, pwolM e rabins 12/, ll, [6$ e l
||gg ea a 3350), dos de pedrai flaasa 6
|| Aos senhores cavalhairos
E' .'nente m Flor da Ouro qne se vendo joias de gc^tJ e por ponco diobeiro
j*a como sejam : guirnicoes cem tres boto.s para absrtura 4, pares/di ditos e da dif
& erentes gc^to? a Si, dilasa 3S, ditas para pannos a 84 cadeia< muito chiques a 201,
p diUs a G300 a oilava. pencin-z da prata (inorada a 4, 44>00 e o, medalh5es para
-f- "de'as a ,2*- medalhas com leras a 8*; aloi de um grande ortimeoto de obras de
.f brilhanies, brincos, braceletes, alflnetes, aderecos completos, meios dos de pedras fi-
>5 nas e coral, medalboes, voltas e*trancellins,anneis com letras e de diversos modelos,
gSBji ocul-, peneinez de ooro, relogios de ouro e prau dourado e de afamados fabricantes,
S85 a88im como 8rDl19 fortimento de obras de pratado Porto, tanto para o servigo do-
^g mestico, como pars igrejas. e garantiraes ser ludo lei.
A Eior de Ouro contina a estar aberta at as
8. horas da noute
Pharmaceuiioo privijefifiavlc
1 atuccessor
Boulevtyd S:intopol, Cu FA.ZclB.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIEB
Apr.sontdis a Acaileaia do Senoias c ao tnalHete de Franca,
T~ *
? ICrnAn Soj to:ni l!,: !'JS'-i':!a- fveiW e dosoida par
rtljtvOfi-' fuser Prevtat: I curtUrj das kiOLESTIiS CUTAC10SA8.
liaTSlfILlC
tf T^'nme rte ubi relogio, .unise da
1 li/rno e srniNG. crave iaceareaientca da frafllldada
ESTOJOS
Com 1 forma, e de TolanK? do l Porp-Mo!
COTKXD 1UU 1R.\T.3/JNT0.
CJOULYIIO Contra as affccoois das palpcbra.
.preparado o 1 niesrua (uraia.
Depositarios geral pare e BRASlaL e K'Oltl I OAf.
34, na larga do Rosario, PEUNAMSUQO.
Cylindros para padara.
Carros de m5o para conduzir fazendas.
Machinas para descarocar algodo.
Poiias de diversos tamanbos.
Canos de ferro galvanisados para enca-
>ament d'agua.
0BJ5CT0S PARA CAITO
Oleado preto para gtirda-ehava de carro
Dito de cores para forro de dito.
Chicotes para dit).
Pontas de lan^a.
G;iloes de seda para o forro de dito, ec-
treitos e largos.
Pregos de cabeca de marfim.
Escovas para dar raxa.
LlCin CONCENTRADO I TITULAO*
0 5r Giiyot chegou a tirar ao alcatrlo a
sua acrimonia eo ?eu amargoi> o que o (orna mais soluvel. Aproveilaiulo essa
felia descoberla, elle prepara un cdr ccin-
eentrado de alcatrlo, o qual, sob um pequeo
volume. conten urna grande proporco da
principio; activos.
O :rt.tr& t Gayot {jouclron di
Guycij pohsue por consequencia todas asvaa-
lagens da agua de alcatro onnaria, sem ter
os inconvenientes. Dasia deitar d'elle urna
coiher de caf n'um copo d'agua para obter
lego um copo de exce'leule agua da aloattio
sem goslo desagr-ui'ivel. Cada qual pode
d'essa mancira preparar a sua a^ua de al-
catrto quando d'clla precisa, o c:;ie ofl'erece
cconomia de (c:i^o, tacidaiie mtrMnorto
e evita o manejo lAo ilc.agnil. : iivatrlo,
0 XI: ii.- 1!* (.,,! s !( uwn
V3il!]gem DUlitas U..:;..- n ,.. mi in>'U inertes, nos c-iao: da i.- 1.. t/i uiicuito*,
tCsse, catn!. =.
O aMeair&o < Cayot eiupri'gado com o ni. i :r e.iio nas iiiois>; > .; n.ies
EjI EIDiD. Vma cuicr de caf ra un\ soya d'uyuu un uui*t c.xkcru d
wjiapara urna arafu :
BRONCrTES
CATARRHO DE DEXICA
DEFLUXOC
TOSSE PERNJA2
IRRITAgO DE PEITO
TOSSE CONVULSA
ES FftKEHTivGES. ~ Mr mroou com umpouco Saga:
AFFEC55ES DA PELLE
CC.lCHES
'MOLE5TIAS DO CCURO CAB^. EE IiJlCCjJS. .'ma/?arterfs/ic}re5tiaro/'
FLUXOS ANTICOS CU RECENTES
CATARRKO DA BEXIGA
O Aloairao de Guyot fot experimentado com um verdnileiro xito no
erincipaes hospitaes de Franca, da Beljica e da Espanha. t'oi reconhecido
que, fiara os tenipos de calor, elle cvnstue a bebida a mais htjgienica, e so-
erctudo durante os tempes d cpllena. Urna intruccao accompanlia cada vid o.
Veud>se na pharmacia e d- ogaria de P, Mau-
rei* fe comp., ra Burilo da Victoria n, 7
^v*i'- -. ., "V I
-

rdJB : | U
> 5

Koi coslomimoa proenrar attestados pera acreditar
reatos t;:;;-arsdf.s, e diiamoi o,ue mi ipplicaco e oa
i asaltado! oMidos pelas pessoai que sa dignarim acceila-
:, Ibes deen cre iK:stadoi considerados grilailoi, e Jcllei que Janea
co e clit.-iataii:s.tio ; Kii ni qoereodo ofeniler is pea-
i]qceesr/oniaatmente nos o'ffcrseeraai.oi que abane
lo iranscriptoi, os bzenioi publicar ro.-.nifestiQdo-lbsi
ioisa gral-o pela allencio, esperando qoe venham
nlf corroborar o conceito, e ceiacio qae tea mere-
cido aosao xarope. A'arlAolomw 4 C.
arrcsTioea.
illas. Srs. Bartbolomeo & C. E cot a mais subida
esisseso qoe declaro aer o xarope iotericaao de urna
ifScacia extraordurarie, peii que soffieodo ba dias da
ataos* tesse. romo .ie nie poder rioravir a noe a
'sjpaito tatemo ds andicameanai qus toroava, a cr
acorr e m torcan cother (ui ellivuiio, e de todo me
Kho boj- restabelecido coga anao^oroente de qj^si
eio fraseo: pato pois a e^se reioRido Banifto a
'*, ;. o:eu Keonbeciueoto. fie Vi. <*. araito, r: '- dutiwdo. Ro-..el Antooio V!;Ss Jnior.
- t casa 2-j ''- alril dn 1m-S.
..,:-. ifri. Ua.^heiam-j t ".. rvaboredissicioewa
'"'; One : ifko-!'.r .. um* l*'wr -..
Vegetal Anerieano, de aia composiclo, qsuUo au
acbera bastante doente de ama couslipacao, aja* o*
tornon conrpletamente ronco e qne trouxe ama feria
tosse, e me impossibilitoa de eumprir os neae daier
de cantor da emprexa lyrica, too agradecer-Ibas aun
completo rembuecimeiiio, qae obtive com am viirr
do mesmo xarope. depois de hiter recorrido a sinoc-
tritameotM. Desejarei qse ootros como ea rceerratt
o len xarope para ae rerem aliviados de lio temsei*
iaocromujo, tis fatal neate pan. Cem melor eoavi4c
racio contino a icr de Vv. Ss. atiento, venerado a
(Lrigailo. Lu Dtmona. Recite 25 de M'.e&n-
de 18C3.
lilas Srs Banhnloraeeac.-O xirope Vegetal Asa
ricino qae Vv. Ss. tem exposlo i venda de loe* *;*
c*.?ia par o cnraliro d'jstimp, cinforay obxeraei *
pUcando-o a ir. a tillo Joaquim, menor de qia^s
annna; victima d'esse Osgtlio, qne ate eatioper esaao*
icederte a dou? tao* ba;ia resistido a ocireaiurMa'
de grande nomeada. Ouc-iram poi* Vi. Ss. i*:a.- e-
expreetto tluopeate eioctra de oteo reeonhecirseaM-aoB
ieriiorio serriv> que ihe prearas cor it-^rcvOaf
inope, credrtan'iaM par aeanre de Vr. S cn^it^
alenlo eolrigido. n.-' icn asto j,
XAROPE:
ES A LID A DE
ERTHOLOM
: i

t
ca a cara certa iu tasse aoiifu e recentes, larrhos palmoaar, utbma tats* cntiu,
Vooebiu, t em grtl contra todos ot sofriraeotos das viat .vipiratoris.
DEPOSITO GERAL
BOTZOA E> DClOCAaiA
U, DA UR0& DO ROZARIO, S4
PERNAMBUCO
uunaec
A tberipeutie das diversai molestias do peito,desde
phirvngite ea mal d* gargint* ate uberculacao
pulmonar, paasandopelas diversai broiiebiies cilarrbaea
a o empbTsema icaba da ser nreqieoida eom niais
iste medicamento, que toaur* primeii* otdem entra
iodos al boje conbecidoi. O sirope Vegetal Americano,
H,rinliDdo_DUranieuie rentsl, Bao contem em SOS
(oinposifi^Hn 16 tomo de opio, e sita somante ne-
tos de plalRs indigenai, cujas propriedidee beneficu
si cura da molestias qae pertencera sos ergios de rei-
irscio forim por nos observadla por Ungo tempo,
com ptimos resollidos eid ves mais creieenies pelo
sus os jslgaraoi sslorisados i ooanasr sirope qae
igora aprsentenos, e a oflereee lo sos ssedicoi ao
publico. Profanaos com ai sllesudos abis* qn* la-
'imos dito. cootimoi que conceito de qoe ja goss
0 xaropo Vegetal ame ricino eresceri o* dii dia,
cuando muito tpds d* *i todos o* p*iHra*s esa vog*.
lita. Sr Barthslomeo ft C,O tarop V*g*Ul Ame-
lieao, preparado em soa eoncl*ldis*le* pbarmacia,
um til remedio pira combiter A lerrivel iiihmi.
Sofra en aqoelli sxolestie ha qnstr* ***, liada
lar combatido oetUqiei mensas* qs* lina*; t*t* alUn*
Ib*, poii o* mena agrdKimintos por ret a*c aJIvia. *
Uo horrivel oval. Com i mais igoi&mtiva- gr*t;-*-.
abicrsvo-a* deVmc*. affectaoso e ruqoBbtRido t> <.
5***ria* 0*rtt.SbsCas* 1A d*f*vr*iro ii. ^^ .
Illmi Srs Bartbelomeo *C. Pepo'.* di qsat. >.,
meses de solTrimenlo com um* isie,ncessabte, iuit
xtisordinario, upeetoriclo de na taUrrbo ta*n>
do, para* total da* forj-is, vjiie o m*aer sau*
me fatigara eouipletamenle, caay.do de tomar
troi remedie* iem runludo v,felicidad* de *;* rsx
Vmes. NPartvam o sirope T,eget*l Americino, a e
lie, grtca* Deui.maaufto restalelecido b> *
don mesas, robusto como te Btdi tueste ae?*. *'
mui** me (ore* **to doeltrtcAo. qn* poderte **-*-
fsxer o aso qae eroiie^em.- Sob eom estima de sarn
oilos rsiwrUo\ criido. ^atoni* ;. *
Coifr* Silva, Rk* a d* fivwairo de ifrJ.
Altas; qaa aaai do zarop* Vegetd Amtrieis t,
oomp jskAe dos Srs Birlliolomeo A C pan csra a at$
fv',e deBux* qae me tronxe nma ronq.idio. qae a* *-u.
'^aia adteBder, iBlimmic* d*r n gutaati, t*^t


--.
.-ai cui..utiuo muqu !!, i mmm m*%mm *T*BO* l*lt* d*r**pkr*CAO, Ada** **BVpl*llirt*Bll reaa.
qs* tiv* foi fortiuim* qae a* proito* por I dlu, asei, i uboloeido
-em o *eo milagros* xroe, toaar.do aptaaii i;, I ,- Um* proteito i...
e ateo/naaMatfofoilo bos sucado. Taoa asir* 4o m -i**ta rtr AraaiM*^!**
ridro do mesmo xarope; i
patide. fUclfe f coa bb *d vidro do mesmo
roteito etera*
ao>


*

d
Di&rk d Pruambiic Segunda leira 4 d Dezembro 1 1871.
0> abaixo asignados, ocies em a
loja de
sendas ra Duque de C-xia? o. 61, sob a raio
aoeial de Le te, Pootes & C. declarara que de mu-
tno atcordo dissolveram a sociedade desde o di 17
de agosto do correte anno, retiranao-se o socio
ioi Castodio Marlins Leite, pago e satisfeito de
sea capital e lucro, bem como desonerado ae
qualquer responsabilidade sobre o activo e passi-
va da referida sociedade, que passam a cargo da
nota firma de Moreira, Pootes 4C.
Peroambuco. 28 de novembro do 1871.
Joo Custodio Marlins Leite,
Jos Moreira Pootes.
Casa da Fortuna
RA DE MARCO N. 23.
O abaixo asaignado tendo vendido a sorte de
2-000*000 no bilhete io'eire n. 4*80 da lotera
137 do Rio di Janeiro, convida o possuidor a vir
receber oa frraa i o costme.
Manoel Marlins Finia.
AVISO
*.*&
O escrivio da irmandade de N. S. da Conceicao
da igreja da Congregarn para comprir o que Je
termina o art. 49 do compromisso da mesma ir-
mandade avisa a lodos os seos irmaos para que
Do domingo 3 do correte mea, as 9 horas do da,
se reooam no consistorio da mesma igreja, para
em mesa geral elegerem os msanos qoe tem de
reger a irmandade no anno de 1872 a 1873.
Preeisa-se tallar com o Sr. Manoel Fraocisco
Gomes, oa roa do Vigario o. 19.
Alosa-se para ama de leite orna preta es-
crava muito sadia e carraosa para mecios: oa
ra do Progresso n 17.___________________,
(Jasa para alugar
Propria para om ou doo seohores empregados
oo commercio, o 3* aodar do predio o. 14, a pra
ca dj Commereio, oo Recife, com excelleote vista
para o mar, etc.
Declara Os proprietarios da linaria acadmica declarara
que o aoooncio publicado oo Dtorio de hontem
(! de dezembro) chamando os Srs. Joaqoim V. de
Mello Pinto e Francisco Marques da Caoba, exu-
dante do 3o anno, nao se entende de forma alga-
roa coto o Sr. Joaqulm Vieira de Mello Pinto, que
faz parte da firma Pioto & Martinlano, e sim com
o Sr. Joaqoim Viriato de Mello Pinto.
CRIADO
Na pbarmacia americana i roa Duque de Caxias
o. 57, precisa-se de om criado para servico io-
terno.__________________
_ Precisase de om caixeiro que teoba 16 a 19
aooos, com pratica de taberoa : a tratar oa cidade
de Olioda, oa roa dos Qaatro Cactos o. 9, em casa
do Sr. Bento Goncalves.____________________
Coznheira
Precisarse alagar orna cozioheiM, preferindo-se
escrava, e se da bom ordenado, agradando: a tra-
tar na roa larg* do Rosario n. 3i, botica.
O advogado S. E. R. Vianna previne s pes;
soas que o nao encontraren] no seo escriptoro
roa do Crespo o. 12,1 andar, que o encontrarao
o sala das sessoes do jorv.______________
Hypotheca-se
ama molatioba, bonita peca, pelo preco que se
convencionar em vista della ; a tratar nesta typo-
graphia. ________
Urna parda qoe saoe lavar, coser, eogom-
mar, counbar, sojeiti qaaotia de 500j, deseja
achar qoem Ih'os empree, mediante o pagamento
de seo servico : qoem Ibe quizer prestar em fa-
vor annnocie.
AN4SS4DOR
Precisa-se de amassadores para cidade de Goy-
anna, trata-se roa estreita do Rosarlo n. S e 7.
GOZINHEHU
Precisa-se de urna ama
prar oa roa Nova o. 48.
para cozinbar e cora-
Aluga-se o andar terreo do sobrado
roa Imperial: a tratar oo raesrao andar.
n. 5 da
Em tempos modernos nenhum descubr-
ment operou maior revolucSo no modo de
orar anteriormente em voga do que o
PEITORVL DE ANACAHIIITA
TANTO NO TRATAMENTO DA
TOSSE, CROPO,
ASTHMA, THISICA,
ItOUQUIDO, RESFRIAMENTOS.
BR0NC111TES,
TOSSE CONVULSA,
DORES DE PEIT0,
; EXPECTURACAO DE BANGUI.
Como em toda a grande serie de enfermi-
ades da gauganta, do peito e dos orgaoi
da respiraco, que tanto atormentam e ra-
zeos soflrer a humanidade. A maneira an-
liga de curar consista geralmente na appli-
cacao de vesicatorios, sangras,sarjar ou ap-
cucar exterior-mente ungentos fortissimos
compostos de substancias vesicantes, alen
deproduzirempolhas; cujos differentes mo-
dos de curar, nao faziam seno enfraque-
eer e diminuir as forcas do pobre doente,
contribuindo por esta forma d'uma maneir?
mais fcil e certa para a enfermidade ais*
lruic3o inevitavel de sua victima 1 Quem d-
erente noisto o effei admiravel do
PEITORAL DE ANACAIIUITA !
THEEZ DE IRRITAR, MORTIFICAR E CAZAJ
INAUDITOS SOFFR1MENTOS AO DOENTE,
CALMA, MODIFICA E SUAVIZA A DOR.
ALLIVIA AIRRITACO
DESEMVOLVE ENTE NDIMENTO,
FORTIF 1CA OCORPO
e faz com que o systema
Desaloje d'uma maneira prompta e rapids
at o ultimo vestigio da enfermidade. Os
memores votos em medicina da Europa (o
Lentes dos Collegios de Medicina de Berlim)
tesficam serem exactase verdadeiras estas
leaces analgicas, oual m dissoja experi-
encia de milliares de pessoas da America
Hespanhola, as quaes foram curadas com
este maravilhoso remedio, sao mais quf
sukientes para sustentarem a opinio do
PEITOHAL DE ANACAIIUITA!
Deve-se notar que este remedio se ach
iteiramente izento de venenos, tanto mine-
raes, como vegetaes, em quanto que porm
alguns d'estes ltimos, e particularmente
aquees que sao dados sob a forma de Opic
e Acido Hydrocianico, formam a base df
maior parte dos Xaropes, com os quaes tac
fcilmente se engaita a credulidade do pu
blico. A ComposicKo de Anacahuita Peito-
a acha-se linda e curiosamente engarrafada*
m frascos da medida de cerca de meio
quartilho cada ura, e como a dose que se to-
ma s d'uma colher pequea: basta ge-
ralmente a applicaco d'um ou dous frascos
effectuacaopara a de qualquer cura.
Acha-se venda nos cstabelecimentos dt
P. Maurer & O., J. G Bravo & C, A
Caors. B. M. Uarhoza, Bart&olomeo & C
ESCRFULAS OU ltHEUMATISMO
e todas aquellas cujadigesto se acha com-
pletamente desarranjada.devem tomar
Aluga-se orna das
viagero, com pequeoo
Imperador n. 33, 1'
melbores casas da Boa
sitio : a tratar na ra do
andar. ____.
Fortugueza
Para casa de nm hornera solteiro, que se trata
com asseio, precisa-se de ama senhora portogue-
za de meia idade, e com bastante eapacidade, pa
ra tomar a tea cargo todo o arraojo domestico;
eozinhaodo e engommando cora perfeicao. Fazem-
se todas as vantagens, qoo merecer sea bom
comportameoto: oo Bazar da Moda, roa Nava
o. 50, se dir cora quera se traa,__________
ama
Precisa-se de orna ama i oa roa de S.
Francisco o. 54, casa de poaca familia.
D-se ara cont de lis a premio com by-
polheca em bem de raz de dobrado valor, nesta
cidade : tratar na ra do Baro da Victoria,
loja n. 31._____________________________
A BOTA DE OIJRO
Neste oovo estabelecimenlo de calcados, sito a
roa do Bom Jezos o 21, sobrado amarcllo, amiga
roa da Cruz, o poblico encontrara sempre om
completo sortimeoto de cacados dos melhores e
mais acreditados fabricantes de Lisboa, Pars e
Londres, nao s para hornera como tambera para
ranazes, senhoras e crianzas, cojo sortimeoto e
reforcado lodos o roezes alitn de poderem assim
ler sempre calcados frescos, para bem servirem
aos seus nomerosos regoezes, os qoaes sempre
que se dignarem frequentar o referido estele-
cimento serao tratados com agrado e sezudez.
Companhia de seguros maril imos
utilidade publica,
Coovidn ios seohores acciraisus para a reonio
de a meio dia em seu escriptoris roa do Mrquez de
Olmda o. 3i, 1* andar, para cumpnmeoto do ar-
tigo 4? dos seos estatutos.
Recife 1* de dezembro de 1871.
O director,
Thomaz Fernandes da Caoba.

AMA
Precisa-se alagar orna
do Cabog o. S B.
ama forra : oa roa
AMA
o. 80, !
Precisase de orna ama para lavan
engommar : na ra Duque de Caxias
andar.____
NOTAS
Troca-se nota do banco do Brasil e de snas
fillaes na roa do Bario da Victoja n. 63, amiga
ra Nova, loja de Jlo Joaqun da Costa Leite.
Para passar a esta.
Aluga-se orna boa casa oo Monteiro, perto do
banbo : a tratar na rna do Doqae de Caxias, loja
de fazeodas n. 71. ^^^_^^_
Ama de leite.
Precisa se de urna ama da leite, preferindo-se
preta, e paga-se nem : oa roa das Triocheiras n.
50, l* aodar.
Mjf Mademoisiie Marie Lavargne, soeces-
25 sor do Sr. Godofredo, tem estabetecido a
J5^ segointe tabella para os perneados, pre-
co de M por cada uro, send i feito na
residencia das Exraas. senhoras, e 25 em ^
^P seu estabelecimenlo : mensalidade de jm.
fii tO para perneado diario na residencia >M
'K de gaas Exmas. cliente;, e de 50f era sen X
fl^ estabelecimenlo. Os peoteados de noiva W
serio pelo preco que se convencionar. Q
Por cada coque qoe Ibe for entregne para X
ser penteado, receber 1*500 de seu Ira- 19
balho, que sera execntado com rada a per- 2ak
feiqio e presteza, ria Primeiro de Mar- '
n. 1%, anlia do Crespo. W
Precisa-se de orna ama qoe cozi
nhe e engomme rauito bem par
peqoena familia : tratar no largo
do Corpo Santo, n. 4,1* andar, das
10 horas da raanhia as 4 da larde. _________
, Empreza do gaz
PernamLuco.
Esu erapreza tem nm lindo sortimento de can-
dieiros, arandelas, pendeotes, etc., tanto era vidro
(crystal) como em metal, e ama variedade de glo-
bos dos padroes mais modernos e por pre?js m-
dicos. As amostras podem ser vistas no escripto-
ro n. 31 rna do Imperador. Bicos para gaz do
raelhor feitio a 60 rs. cada nm. As encommen-
das oodera ser feitas por escripto, na roa do Im-
perador ionio a secretaria da polieia, oa dirigidas
ao abaixo assignado na fabrica S. Jos, que serao
proraptamente atlendidas.
Tbos. N>-wbigging,
Gerente.
Ciuilhermlno Paes Brrelo
Ufe.
Edoardo de Carvalho, profuodamente sentido
pelo passamento de sea sempre leal amigo Gm-
lermiDO Paes Barretlo Filho, convida a todos os
paretes e amigos do fioado para assistirem a mis-
?a do stimo da, que manda celebrar na matriz
da Boa-vista no dia 2 de dezembro, as 7 horas
da manhia. O raesrao espera que todos compa:
recam a este acto de caridad?, pelo que desde ja
se mostra agradecido.
BO
Casa no Po<^> da fanella.
Aloga-se por 600fi urna excelleote casa na ra
do Rio n. 35 daqoelle povoado, com 2 salas, 4
qoartos, cozioha, cocheira, qoartos para criados,
estribara, e mais daas meia aguas separadas : a
iratar com o commendador Tasso.
G4S4 DA FORTUNA
Aos 5:0005
Bilhetes garantidos.
i raa Primeiro de Marco (oatr'ora roa do
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assigoado, teodo veodido nos seusfa
iiea bilhetes um meio n. 1208 com 5:000*000,
om quarto n. 979 com 800*000, dous qoartos o.
350 com 100*000, e outras sortes de 40*000 e
20j 000 da lotera que se acabou de extranir
(216"), coovida aos possaidores a virem reeeber
oa cooformidade do costume sem descont aigam.
Acham-se venda os bilhetes garantidos da
9 parte da lotera, a beneficio da Santa Casa de
Misericordia (217-), que se extrabir quinta-feira
7 do torrente mez.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilheto 3*'J00
Quarto 1*500
Km percio de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*75')
Quarto 1*375
Manoel Martins Finia.
Companhia Allianpa
DE
teguros maritimos estabelecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000:000*000.
Toma seguro de mercadorias e dinbeiro a riso
narkimo em navios de vella e vapores para den-
t e fra do Imperio. Agencia ra do Com-
nercio n. 5, escriptorio de Joaquira Jos Gon-
jaivas Beltrao.
AOS 5:0004000
iSstio venda os felizes bilhetes da 'otaria da
sahia. na casa feliz do arco da Conceicio, loja di
orives no Recife.
Aloga-se o 1 andar do sobrado da ra da
Senzala-velba o. 42 : a tratar ua mesma ra nu
mero 48.
Ama coznheira
Na ra do Pires, sobrado n. 28, precisase
urna ama boa coznheira, pagase bem. ___
de
Na noule de 21 para 22 do corrente mez, for-
taram do engenho Jagaaribe do termo da Escada,
3 avallos, pertencente ao abaixo assigoado, e co-
jos sgoaes sio os segrales : o !. Mellado brao-
co, castrado, lamanho regular, bem feito e gordo,
idade 7 aooos, com a marca H K oo quarto direi
to, e o 2.' da mesma cor, inteiro, bastante gran-
de, nao est magro, idade 8 aooos bem feito, pes-
coco bastaole gordo, tem alm de ootros ferros
um B no quarto esquerdo e o beico branco, e o
3 russo pombo, de tamanho regular, bem feito,
inteiro, idade 8 anno?, ferrado no quarto e no
queixo : cojos cavallos sio de roda e esli leri-
dos nos peitos. Gralifica-se com a quantia cima,
a qoem delles der noticia certa, oa aprehende los:
tratar no Recife com o Sr. Francisco Antonio
de Brito, ra do Gabug o. 11, ou uo mesmo en-
10.
Fabio Vellrzo Freir.
Aos 5:0000000.
Bilhetes garantidos da pro
Tela.
Rna do Baro da
Victoria,
Outrorarua Nova n. 63 ecasat
do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender entre o.
Moa moito felizes bilhetes a sorte de 5:000*00''
em om meio bilhete de n. 1208, a sorte de 800*
em ora qoarto de o. 979, a sorte de 100* em um
bilhete inteiro de n. 475, e um quarto de n. 350
com a sorte de 100*, alm de outras sortes meno-
res de 40*000 e 20*000 da It'teria que se acabo o
de extrahir (216), podendo seas possaidores virem
receber, que promptamente serio pagos.
0 mesme abano assignado convida ao respei-
avel publico para virem ao seu estabelecimenv
somprai os felizes bilhetes garantidos, que na.
ieixr de tirar qualquer premio como prova peloi
ooesmos annnneios.
Acham-se venda os muito felizes bilhetes ga
rantidos da 9" parte das loteras em beneficio da
santa casa da misericordia, qne sera extrabida no
dia quinta-feira 7 de dezembro prximo vindouro.
PRECOS.
Inteiro 6*000
meios 3*000
Quartos 1*500
De 1000000 para cima.
Inteiro 5*500 -
Meios 2*750
Quarlos 1*375
Joo Joaquim da Costa Leite.
TRILHOS URBANOS
do Recife a Olinda e Be-
beribe
Os Srs. possoidores de bilhetes desta
companhia, sao convidados a vir trocar es-
ses bilhetes por dinbeiro, no respectivo es-
criptorio, todos os dias otis das- 10 horas
ao meio dia.
Escriptorio da companhia 2! de novembra
de 1871.
J. F. S. Porto.
Io secretario interino,
Companhia dos trilhos orbanos do Recife
a Olinda e Beberibe.
Nos wagons de segunda classe desta compa-
nhia ser cobrada a passagem pelo preco estipu-
lado no contrato para as viagens nos de terceira
classe.
Re:ife, 30 de novembro de 1871.
O gerente,
G. R. Campello.
diado.
Precisa-se de om para servico ioterno o externo
4e ama casa de familia : a tratar oa roa do Mar-
qnez de Olinda (oatr'ora rna da Cadeia) o. 35.
mNa roa Nova n. 6, precisasa de
ama ama para casa de bomem soltei-
ro ; prefere-se escrava e paga-se
bem.
Na travessa do Arsenal de Guerra
7, precisa-se de ama ama para co-
zinhar e engommar para urna familia
de tres pessoas. ______^^^^
AMA i
nica ea-a ueste genero
HKua Eslreita do Rosario--14
Compra e venle roupa feita
nova e \elha, objectos de
cosnha e de mesa, e
tudo que perten-
Casa em Beberibe
Aluga se um pequeo sitio entre o Porto da
maieira e a povoacao, com ercellonte banho no
fundo, casa caiada e pintada de novo, com flores
a roda, etc. ets. : tratar na ra do Imperador
n. 79, primeiro anlar, ou na ra do Vigario nu-
mero 1, 1* andar.__________.___
Precisase de uina ama pa
ra cozinhar : na ra do Cres-
po o. 18, 2o ?udar.
HvS
A SC
Samuel Hailiday
sociedade Uniao Commercial Beoeficente con-
vida aos sea? associados, a familia e amigos dr
seu tinado consocio Samuel Hailiday, para asjisli
rem a urna raissa que a mesma scciectado manda
resar na igreja de N. S. da Penha no dia i do cor-
rente, as 6 Ii2 horas da manha, Io anoiversario
de seu pagamento.
O secretario,
Joaquim de Alan-ida e Silva.
Precisa-se de urna ama para lavar e engom-
mar para urna pessoa : na pnga da Independen-
cia n. 20._______________________________
Dinheiro juros
D-se a jures de deus por cento, a quantia de
3;000*000 sobre bypotheca em predio de maior
valor : quem precisar deixe carta fechada nesla
lypugraphia cora as iniciaes A. B. C.__________
ECHO AMERICANO
Com o numero
do Io semestre.
12 acabou a
assignalura
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltrao
Rna .lo Trapiche n, o, Io andar,
gacca por i o Jes os" paquetes sobre o banco dt
tfiobo, em Braga, e sobre os esfnrate iuiare en
P.-aaa! :
Lisbja.
Porto.
Valeuja.
Goimar *.
Coiubra.
Owves.
Viseo.
Villa 'o Conde.
ArC'W de Val de Vea.
tftanna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Viiia-Nova de FmeiiCc.
Laraego.
Laoos.
ilovilhia.
Vasca! (Valpasao).
Uiranloiia.
(5eja.
Barceo?.
Precisa-se
de um n:enno de l a II annos
com pratica ou sem ea, para loja
Livranvnio n 3C.
Preci-a-se de um criado
do Carme n. 21, Io -andar.
MARTIMOS
i
A ft-'Epanbia Iadeojoisadora, estabelecid
dMti pi-a\, toma seguros marili^nos aobrt
avos e neos carrfgametos e coiJr fo?(
b ediii'ios, a-^cadoui e mobi!iaflJ
fui do Vigario a, \, pivimioM) wrreo.
PHARMACIA
Especial homeopathlca
VIVA DO DR.
Sabino 0. L. Pinito.
i3Ra doBar5o da Victoria13
Para este aeiipo estabelecimeoto cana
de ebegar x\i ultimo paquete, da casa de
James Epps A G, de Londres, um exeel-
lente sortimento de carteiras e caixas de
todos os tamanho?, qur para glbulos,
qur para tintura-; assira como medica-
mentos em trituracao e em tintura, glbu-
los, ele.; o que tudo se vender por pre-
503 n>ui razoaveis.
Thesouro homeopalhico do Dr. Sabino
0. L. I ral; \ J^
3* edigaW
Maito melhorada e augmentada com um
appendice.
Acha-se veoda na pbarmacia horneo-
patbica da aotiga rna No .'a n. 43.
As preparases desta pbarraaeia conti- w
nnam a ser feitas sob as vistas immedia- .
tas do medico do consultorio, o Sr. Dr. ^.
SJpzama A dos Santos Mello.
mmmmm-mm-mmmmmm
Da ra da Plorentiua n. 20, fabrica de ;er-
vej, voon urna arara para os qoralaes pr -ximos,
e i'ahiodo ero un della?, ero seguida a foi procu
rar &m menino n quera a -cbou faca o favor p
manl-la levar, por eojo irabalbo
A MU AFAMADA
AGUA DE FLORIDA,
DE
nrilKAY A LAXMAM.
He o mais delicado e mimoso ao mes-
mo tempo o mais estavel de todos os per-
fumes, e encerra em si, no seu maior auge
de excellencia, o proprio aroma das verda-
deiras flores, quando ainda na sua flores*
cenca e fragancia natural. Como um meic
seguro e rpido allivio contra as dores dt
cabei;a, nervosidade, debilidade, desmaios,
flatos, assim como contra todas as formas
ordinarias enteca s decid hystericos; de
summa efficacia e n5o tem outro queos
iguale. Igualmente, quando destemperada
com agua, torna-se um dentifricio o mais
agradavel e excelleote, dando aos dentes.
aquella alvurae aperolada apparencia tac
altamente apreciada e desejada pelas Se
nhoras.
orno um remedio contra o man balite
da boca, depois de diluida em agua,
summamente excelleote, faz remover neu-
tralizar todas as materias impuras que se
,-riam roda dos dentes e das gcngivas.
tornando-as duras, sadias e d'uma linda cor
encarnada. Quanto a delicadeza, riqueza
e permanencia do seu fragrant aroma, ella
por certo nao tem igual; e a sua supe-
rioridade sem rival. Ella igualmente tor-
na-se um meio mu cxcellente, para fazei
remover de sobre a pelle do rosto, toda a
qualidade de brotoejas, ebuliges, sardas,
pannos, manchas, impigens e espinhas
Quando se queira servir della como reme-
dio para fazer desaparecer qualquer um
destes disfiguramentos, e que tanto desfei-
am as lindas feicSes do bello sexo; devera-
se usal-a n'um estado de dilluigo, destem-
perando-a n'uma pouca d'agua ; porm no
ratamento de qualquer espinha, usar-se-ha
della pura em toda a sua forca. Final-
mente como um admiravel meio de com-
municar as feices trigueiras e pallidas:
urna pelle macia e d'uma transparente al-
vura, dando-lhe urna linda cor de rosa :
para um tal lim, ella leva a palma a todos
os perfumes que se teem inventado at ho-
je, e existe em plena soberana sem rival.
Bem entendido tudo isto se refere nica-
mente a Agua i>e Florida de Mcrray 6
Lanman.
As imitages que se tem feito na Franga,
Allemanha, assim como em outras partes ;
sao inteiramente inuteis e nvaliosas ; por-
tanto recommenda-se mui especialmente
s senhoras, que tenham toda a precauc5o
e cuidado, de quando comprarem, estejam
certas que comprara.
A Genuina
AGUA DE FLORIDA
DE
MlIRRAY & LANMAN,
A qual preparada smente pelos unicoi
Proprietarios,
Precwa sj de urna ama pa-
cozinbar em casa de ho-
rnera solteiro : a iratar na
roa da Penha o. 17, loja.__________________.
Assisteute
Pirtnina Merer.ci:.n Orneiro contina a morar
n traversa ta matriz de Santo Antonio n. & onde
?e gratificara, pode s?r procurad?.
Com o n. 13, principia a assignatnra do
2o semestre.
Rs. 6^000.
Livraria Francaza
mmmmmummmm mnmm
*m------- medico. m
Dr. Blanoel Enedino Reg Valeo>;a. E
Camba do Carmo o 21. Io andar. M
1 HI" i O Precisase de duas amas para
IMAV servico interno do pequea faroi-
/TiTlilkJ lia : ama Imperial n. 199, por
tima da refioaeo.
Va' a quem toca
Os proprietarios da confeitaria do Campos, sita
ra do Imperador n. 24, tem a honra de levar
ao conhecimento d) respeilavel publico, que re-
ceberam directamente pelo ultimo vapor da Eu-
ropa um variadissimo sortimento de MIMOS.
Por se tornar enfadonho o descrever a varieda-
de e belleza dos objectos que recebemos, limita
rno-nos somente a pedir a attencao das Exmas.
Emilias e dos mancebos do highlife ; por isso
que s a presea dos entendedores poder bem
aquilatar do merec'mento da nossa grande exposi-
cao de objectos proprios para os mimos de feslas.
e para isso peumos somente urna visita ao nosso
estabelecimenlo na ra do Imperador n. 2i
COEFEITARIA DO CAMPOS.
N. B. Para que se torne bem dislincta a nossa
casa, se conservar nm lampeao aceso a noite.
Precisa-se de urna ama para casa
de pouca familia, sem filho : a iratar
na ra do Cabug n. 4. loja de ->uro.
COZNHEIRA
Precisa-se, prefere se escrava, e paga-se bem :
a ra do Mrquez de Olioda o. 40, primeiro an-
dar,__________________________________
O abaixo assigoado teodo lido no jornal de
hontem, no expediente do M. tribunal do com-
mercio, o sen ooroe a par do do Sr. Joaqnii da
Silva Costa a proposito de orna peticao dirigida
por este Sr. ao mesmo tribunal, vem deelarar
qoe nao tem pleito algara com Sr. Costa, nem
com outra qualquer pessoa.
Joio Tavares Cordtiro.
g Monte-Pio Fortuguez.
& Por oidera do Sr. presidente comiou- j&
oico aos Srs. socios que as sessoes ordi- L
. narias da directora continuara a ser as 2
S/L quartasfeiras as 7 horas da ooote. 9
me Secretaria do Monte Pi Portnguez, ea L
S |, de dezembro de 1871.
0> O secretario, J. C.*Lima. W.
& 0000* 00*00#0
Precisa se de ama ama livre ou escrava pa-
ra casa de pouca familia: no pateo de S. Pedro
n. 18.
Na ra da Cadeia do Kecie n
AiTl.'l. 59, precisa se de urna ama para
cozinhar e comprar para casa de hornera solteiro.
AH
para
no
caixeiro,
pateo do
rui d.i Gamboa
mmmmm
Mudanza.
Do dia 10 do carrete em diante estara mua-
do para a ra do Imperador n. i8, Io anclar, o
gabinete de cirurgia dentaria de F. Mai, o qual
dessa dala em dianle ser abi encontrado todos os
dias a qualquer hora. O mesmo, como at aqu,
contioa a prestar-se a chamados. _______
Precisa-se d urna para tratar .1e
meninos, em casa de familia : a tratar
na ru dn Mirqiirz ie Olinla o. 33
AMA
P.ecisa-se de urna ama para cozuhar^rm
casa de pouca fjmilia : i tratar un ra d?s Crn-
zes n. 29, armaz?m i!o movis._______________
Pre-is-i-te alugar urna ama que sai
ba cozinhar, engommar e comprar, pa-
ra casa de pequea familia: na nado ^orpj
Santo n. 2, loJ>.
AMA
^R
.;,
de pouca familia.
Na ra do Hospicio n. 39,
precisase ce iimt ama que
saiba engommar para :asa
Protectora das familias.
Os seohores coniribulntes a essa associacao qu
preferem mandar pagar suas annuidades nesla r '"
viocia, poderlo dirigir-se ra do LivraraeC> a.
19, 1 andar, antes do dia 14 do prximo mu ie
dezembro, afim de que os fundos possam chegar
na sede da asociac.ao, no Rio de Janeiro antes do
seu vencimeolo 31 de dezembro de 1871.
Recife 20 de novembro Je 1871.
Narcis'o Francisco de Vidal
Aluga-se
A casa o. 7. Passagem da Magdalena
tar com J. I. de M. Reg.
a tra-
Precisa se de urna criada engommadeira :
oa roa do Imperador o. 57, 2* aodar, entrada
pelo lado da ponte.
Precisa-se de ama ama que cezinbc
bem, para casa de bomem solteiro :
tratar a roa de marco n. 8 A.
AMA ?
Precisa-se de uraa ama para coz-
har em casa de pouca familia :
ra Velha n. 28, sobrad.
mmmmnmmm&Mm
ADVOGADO M
Dr. Joaquim Correa de Apai.-o gg
O abaixo assignado, lendo de acabar com o seu
negosio, roga aos seus muitos e numerosos fre-
guezes que Ihft e.-to devendo era sua loja de cal-
cado a ra da Imperatriz n. 10, de vir ou mandar-
la pagar sea debito at o lim de dezembro de
(Trente an:w, p;is do contrario ver-se ha obliga-
do, e bem contra sua vontade, entregaras con
lasa seu procurador, para elle rebeber amigavel
oa judicialmente, o que o abaixo assignado e dos seas bous fregm zes isso nao ser necessario.
Recife 31 d;
ouiul'ro de 1871.
AuUnio Rodrigues
n
13LL1M.1
Victoria n. 22.
Preci-a-se de dua* araa*, sendo
urna para & zinhar, ontra_ para
engommar; na ra do Bar.) -la
r.oga-se ao lilm.Sr. Ignacio V.etra deMeiio,
:rivo na cidade de Nazareth desta provincia.
favor de vir a raa do Imperador n. 18 a 1 ODCtajl
iqaelle negocio que V. S. se compromettu reali-
zar, pela terceira chamaaa deste jornal, era fin
de dezembro prximo passado, e depois para ja
aoiro, passou a (evereiro e abril, e na a :amprio
a por este motivo de novo chamado para dte
8m ; pois V. S. se deve lembrar -que este regoc
de mais de oito annos, e qaando c seDhT *?
uno se acbava no es nesla cidade
Prectta-se de costure:ra^ ua leja 1 Bom
Pastor roa Ai Imperatriz 11. 3.________
ftOS p 1 eten(lentes.
Faz-se negocio com a loja da ra Nova n. lo,
garanlinio se arrendamenio : a ir*tar aa mesma
?a travessa
das Cruzes n,
laeiro andar,
nhelro sobre
de ouro, prata e brihan
tes, seja qoal for a qnan- |
tia. Na mesma casa com- g
1 pram-se os mesraos me- i
taes e pete.
Grande hotel central.
Manael Garrido scientiCca a seas amigos e bon^
fregufze, que tendo se associado a son irmSo
Francisco, actualmente em viagem para i Rio da
Prata, e sendo o nico gerente do es.abelccimea-
10, ihes oflcrecem ccramoda hospedagtm, boa
mesa, frescos banhes, e tudo quanto ha de coc-
fortavel : na ra larga do Rosario 2*. 3b' e 37,
di-fronte da igreja.
declarados sao regad 'S a
ao escriptorio deste Diario
Os Srs. abiixo
naodarem ou virem
1 negocb :
Jos Francisco Ribeiro de Sonsa, -dona do co-
lepio de Santo Amaro
Francisco Jos Rabello
0 Medico operador e par- $
Dr. Francisco Jaciniho Pereira da Mol- 2
%$_ ta, a qualquer hora do dia ou da noite (Br
u. "i, 1 andar, pra^a do Conde d'Eu, >%
*5 oatr'ora da Doa-Vista. v
& CONSULTAS G.tATIS AOS POBRES.
5 3
AMA

Precia-sc. de urna ama para cozinhar :
oa roa da Palma n. 42._____________
O abaixo assignado envida os eredore.-i de sea
fioado pai Francisco da Silva Terreiro compare-
cerem na raa da Lapa n 2, no praso de tres dias.
depiis dos quaes fi;a sem tffeito algum qualquer
reclamacao qoe baja. Recite 29 de novembro de
1871.
Jos da Silva jtUaga Rjbeiro.
S ques
Cunha Irmaos 4 C. ra da Madre de Deo n.
34. sacara sobre o Porto e Lisboa.____________
Antonio Victorino da Roena julga nada Jever
nesta praca, roa- se alguem se jolgar seu eredar
por qualquer li ole, se apreeeote na ra da ',013
0. 20 para ser immediaiaroeoie pago, isto oo pra-
so de quairo dlan, tlodos os quaes uao M respon-
sabilisa por qualquer debito. Recife 2 te dezex-
bro de 1872. ___
Uaooel Praoonn do Reis, Aognsu timbeo
do Itei?, Gcilh'rmino Francisco do R-^is, fcmilia
Geraldina do Reis, Bento Jos Crrela, Paulo Jo>-3
Baplista, Roa Man de Lima, Manoel Jo> Bip-
tista e E>tevao Jos Baplist, vera pelo presente
agradecer a todas as pessoas qne se d'gn&ram
acompanbar ao cemiterio os restos mort es de sua
mui prezada esposa, mi, filhos, sogra e mana
Gertrudes Mari* Baplista do Beis ; e ao mosme
lempo convida de novo as me.'raas pessoas e mai
pare tes para assl-tirera ama missi, que pelatua
alma, manaam resar na matriz Ao Corpo !>anli',
no dia S d. corrente, as 7 horas da masbaa, pe.o
que secnfessaroeternamente gratos.
Precisa-se de orna ama
Verdes a. 50.
oa roa da A^a-
Para tomar banhos salgados em
Olinda.
Praia de S. Francisco junto a mar.
Aluga-se duas casas pequeas, de pedra e cal,
pintadas do novo, o. 1 e i por pre^D commodo .
a tratar na ra das Cruzes n. 38, primeiro andar
AMASSAIOR
Contratase um bom amasador que saiba cor-
lar bolachas, para urna padana em Natal, capi-
tal do Hio-Graode do Norte : na ra do Mrquez
de Olinda o. 40, aodar.
C.4IXKIR0
Precisa*se de nm caxeiro de 12 a
dada e que do fiador a sua conducta
Ranuel n. 43.
AMA
nja de
GASA DA FORTUNA
iWA 1 UE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO" N 23.
ios 20:000^000.
0 ab..x3 assignado tem sempre exposto a vorv-
la os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagami
iromptamecte, como costuma, qoalquer premio.
PRECOS.
fateiro 24*000
Meio 12*009.
Quarto 6000..
Manoel Martins Fiura.


14 annos de
: ua roa do
Prcisa-so alugar ama ama para co-
zinhar : oa roa do Queiraado n. 88,
oes k Bastos.___________________^_
Aluga se urna grande casa com sitio, ua
Capunfa ra das Pernarcbucanas o. 25 : qoem
preiender dirija-se a Jua Nova o. 13, ou ra da
Autora n. 15. que achara cora quera trat: r
~ DBILI4S
BeqaeoM, obra de muito gosto, pr prias para o
passal--mpo da (est.a, por serem muito leves pira
ir.iospor ar para o's arrabaldas : no armazem de
Tso Irmaos A C, caes do A x He.___________
Na livraria acadmica i ra do Imperador
o. 79, precisa-se fallar aos Srs. Joaqoim Viriato
de Mello Piulo e Francisco Morques da Cimba a
J negocio fle sen nteres;e.


&
A
Hile. Marie Lavergne, modista em
esbeltos, recontemeote chegada de Pa-
rs, icu-lo comprado ao Sr. Joo Godo-
Iredo Piolo, o seo estabelecimeBto de
cabelereiro a roa Primeiro de Marco
n. 14 .antiga do Crespo) offerece os
seus servicos s Exmas. Sras. deua
bella cidade para os misteres de sua
arle ; o seu esubelecimeoto estprovi-
Jo de habis artistas para a 00a exe-
cuoao de qualquer obra e corle de
cabelles. Faz os peoteados era seu
e.-tabeiecimento por rodada do preoo
do que est empalado para quando
for chamada a residencia das Exrass.
senhoras.
O respeitavel publico encontrara era
seu rd'ndo esiabelecin ento um bello
sortimento de perfumaras francezas
eingl.'zas dos mais acreditados fabri-
> cantes, assim como flores artificies,
objoctos de phantasia, modas, ele. etc.
e vtnde tudo por precns commodos,
pois recebe directamente da Europa.
O ;u estabelecimenlo acha-se aberio
das 0 horas da manhaa as 9 da noule.
S
a
*
Monteiro
Por 300,000 ris.
Aluaa-se urna casa na povoacao do Monte-ro:
tratar na taberna do Sr. Nicolao Machado Freiro,
no mesmo lagar ______ _
l>rtci de urna ama par
cozinhar e comprar : na ra das
Trinchetras D. primeii ai>
AMA
paga-te bem.
i
dar



I
Cario de Pernambuco Segunda eira 4 de Dezembro d 1871.
CHAPELLERIE DES DAMES
nico estabelecimento neste genero
31Ra do Bar&o da Victoria31
AXTIftA RA MOTA
A este estabelecimento acaba de chegar uro. linio sortimento de chapeos de palba
de Italia para senbora, o que ba de mais moderno em forma e Rosto; recebemos tam-
bem chapos para meninos e meninas. Chapellinas de palba, e de gaze, chapeos cor de
caf e cor de cinza, chapeos de palba d'liatlia, pretos para loto, ricamente eofeitados.
Flores para cabello o que ha de melhor neste genero, plomas, gazo, fivellas, veos e mal-
tas oatras fazeodas degosto que se vendem maito'em conta. Concerlam-se tambem
chapeos de palba e de velludo, pondo-os completamente moda, para o que recebemos
formas modernas.
Portanto convidamos as Exmas. Sras. a visitar nosso estabelecimento que se acba
completamente bem sortido d'artigos inteiramente notos e de moito gosto proprios para
afeita.
FIGUREDO & LOPES.
51 Ba do Mrquez de Olinda 51
Outr'ora ra da Cadeia do Eecife
EDUARDO MELLOftC
CARELLEIHEIRO DE PARS
Tem sempre om sertimenio de coques de tranca variado de differentes gostos, pe.
los precos de 35000, 6^000 e 8*000.
NOVOS S0RT1MEN IOS
arnaazem do vapor
Fraaeez, roa do
Calqado
armazem do vapor
Francez, ra do
Bario da Victoria^ ^. Bario da vietorla
(outr ora rna \n J M R|| (onlr ora ra "Vo
va) n. 7. mSBZ&S=^S^m va) n. .
Acaba de rccefocr novas facturas.
Quinquilharias
de phantasia e laxo, como sejam : espelbos, lavas,
joia9 de oaro, correte de plaqu, ricas carteiri-
ohas para dioheiro, cantabas de costara com
msicas, esterioscopo de 50 vistas com msica,
boleas de seda e cestiohas diversas para brago de
-enh ras e de meninas, oculos, pencener com vi
dros de cores, chicoiiohos e bengallas, lado isto
de differentes modellos e qaalidades em grande
numero destes artigos de quinquilharias Anas de
gosto que nao se pode bem mencionar.
Brinquedos
O maior sortimento que se pode desejar de toda
sorte de brinquedos fabricados em diversos paizes
da Europa para eotreteoimento das crianzas.
Botinas de Suzer e de Polak, para hornera, com-
pleto sortimento para todos os gostos vontade
des compradores.
Botas e perneiras para montarla.
Botinas pira senboras e meninas.
Abotinados para meninos e meninas.
Sapaldes de bizarro, verniz, cordavao. e de brim
branco para hornero.
Sapatos de tapete avelladados de chirlot, case
mira preta e tranca portugneze.
Sapatos de vaqueta de verniz com sola de ma-
deira proprios, para banhos.
Perfumaras
Fines extractos, banhas, cosmticos, leos, opia-
tas, poses, agua de cologoe, agua divina, agua
florida, dentfrico, lavande, agua de toilet, tintura
para barba e cabello, pos de arroz, jabonetes.
le.; tudo isto de pnmeira qualidade dos bem co-
obecidos fabricantes, Pivsr o Coudray.
Pregos.
Em virtude das novas facturas e ordens dos fabricante?, vende-se agora tudo precos
baratissimos: no armazem do vapor francez, ra do Barao da Victoria, outr'ora ra Nova nu-
mero 7.
Carrinhos
e berc.03 de vimes para crianzas, de novos diffe-
rentes modelos precos commodos,
'
*
IMPERIAL FABRICA
DE
DE CIGARROS
i
1
19 Ra Primeiro de M&r?o 19
TOMk) renovado completamente a loja do predio, em que teem o s;u es-
ubeledflMofc),
19-A ra Primeiro de -arijo19
cora aquoile aeseio e elegancia desejaven, achara-sa .tiara prvidos do ma
esplendido sortimento de fazendas fioa e modernas de
SEDA, LA A, LINHO E ALGODAO
lodas Jo ultimo gosto, e continuara a ter como sempre, diversos
BT1G0S ESPEQUES DE SUASCASA
Garanten), com toda
a gin:eridade, vender
por menos que qaal-
qner oulro, porque
rectbem em Jireitura
a maior parte 'Je saja
fazendas.
S. JOO DE NlTHEROHT.
m dos problemas que mais em preoecupade
attencao dos legisladores e dos economistas mo-
lernos, particularmente na Ioglaterra e na Fran-
ca, e cere* do qual, ainda em 1868, L. Wolowki
fez ura profundo e notavel discurso, o ajjratl
le deflmr e regularisar, mantendo o equilibrio
antre o interesse e a huraanidade, o trabaibo das
jriancas as manufacturas.
Esta questio grave e melindrosa, eoroeca a ser
entre nos de alguraa importancia, e merece qae a
examinemos coro criterio, tanto mais que foreosa-
ment na substitualo do elemento servil lera ella
de considerarle emeacissima para o futuro des-
envolvimento de nossas industrias.
Recordando com o celebre economista de que
fallamos o profundo pensamento do poeta inglez
qne diz :=tA crianca o pai do homem parti-
Inamos tambero os seus generosos sentimentos re
lativamente i essas frageis e delicadas creaturas,
que ainda na primelra iniciacao da vida presttm
a to importantes servicos sociedade.
Qualquer que seja o eosino ou o labor em qne
se exercitem as torcas ainda debis dessas tracas
existencias, deve presidir o maior escrpulo a sna
Jireccao. a maior vigilancia e cuidado no empreco
i distribuicao do tempo, porque do sen resultado
lepende a aetividade e a energa das novas gera-
{5es, e d'estas as grandes conquistas do futuro e o
progressivo aperfeicoamento social.
Nos secnlos anteriores as industrias oeeopmm-
se mais com os productores. Ao secuto XIX com-
pete a gloria nao so de melborar o fabrico dos
productos, tornando-os mais perfeilos e mais ae-
eessiveis a todos pelo qnantidade e modicidade do
preco como a sorte a condicao, a existencia do
'.rabalbador, do hornera.
Wolewki cita a este respeito as palavras i
Sladstone, que, em urna reuniao de operarios in-
glezes, failando-lbes Unto em seus direitos, como
?ra seus deveres, disse: O nosso scula o se-
clo do operario : e accrescenta que esta phrase
nao sabio de bocea suspeita, pois Gladstone nao
perteoje ao numero daqueiles que lisongeam em
re de servir ao novo.
O bomem d'este modo encarado como bem
primordial da produccao do bem; e o notavel au-
tor que nos referimos entende comnoseo qne a
liberdade que elle conquistou tira toda a sea furga
la energa da alma assoeiada saude do corpo,
la elevacSo do espirito que proporciona o desen-
rolvimento progressivo da babilidade pessoal.
Foi baseados n'esta allianca que os legisladores
ingieres compreheoderam que o instrumeato acti-
vo, o operario, obedeca outras e diversas neces-
idades que as que sao partilba do instrumento
material.
Foi por este motivo Ique se marcaran) e regula-
mentaran) as horas do trabaibo as manufacturas,
3 se atienden sobretudo a que as enancas rece-
oessem a nm tempo o ensino da fabrica e o ensino
la escola.
c Em 1862, diz ainda Wolowki; sanccionou-se
aa Inglaterra a prole, a vigilancia penetrou no
seio das vastas communas industriaes, formadas
aoje em roda da machina de vapor, dessas vastas
ommunas povoadas por miihares de operarios.
\ lei de 1802 fixon a idade em que as crianeas
podiam entrar para as manufacturas e limitou a
duracao do trabaibo.
Pois bem. Este grave e humanitario problema
que levou quasi meio seeulo a resolver, e preoc-
Gopou a attencao de tantos bomens de estados
smioentes, como foram Roberto Peel Lord Aslhey,
boje Conde de Chattsbuago, genro de Palmerston,
3 muitos outros, assignalando urna pagina honrosa
oa historia da eivilisacJo moderna, acha-se reali-
sado, e dando salutares resultados entre nos na
fabrica de cigarros de S. Joao Nitherohy, da qual
o proprietarios os Srs. Soua e Novaes.
J livemos occasiso o anno passado, de escre-
ver algumas linhas acerca deste importante esta
belecimento, e hoje. depois de urna visita qne fi
wmos ao novo edificio ampliaremos aquelle nosso
trabaibo.
A casa onde actualmente est estabeleeida a,fa-
brica sem duvida um dos melhores predios da ca-
pical. .
Alm das e-pacosas accommodac5es inferiores
.ivreaiente arejada como convrn a to numerosa
igglomoracao de pessoas, o predio exteriormen-
te de urna architucturi simples e elegante, e flea
i pencas brabas do mar, onde com auxilio de urna
?onte os productos sao com facilidade embarcados
3 conduzidos para os mercadea.
Cerca de dnzentos meninos ahi receben) o ensi-
no mannal, intellectual religioso e ni. ral. .
A mais perfeita ordem, sem a severidade de orna
rude disciplina, mas ?ntes aconseloada pelos pre-
tiles praticos da autoridade, d um aspecto agr-
lavel a e?ta afanosa communa de pequeos ope-
rarios e e.'perarjcoso ncleo de futuros e moralisa-
los cidadaos.
Em um fasto salao das 7 s 9 horas da tardt
lepois do trabalho e do descanso aprendem os me-
sinos os primeiros elementos da l'eitura da escrip-
ia e da coniabidade. Dissemos prirofliros ele-
mentos porque acreditamos que as noedes rudi-
mentaes da escola no sao outra consa mais que c
Instrumento cora qne mais tarde se deve conclu
i aperfeicoar a edueaeao. Nao custa saber 1er t
sssencial e fazer uso discreto e aproveitavei
ies?e poderoso motor do nosso aperfcic,oamentc
moral.
Depois do trabalho manual e do ensino da es-
ola depois mesmo de algumas horas consattradas
io recreio era preciso amenissr com o estodo df
ilgans do ramos das bellas-artes as tarefas in-
antis.
-. intuito foi sreada urna aula de muzica di-
\ rgida per h.>il pruf^ssor.
Com piuco teaipo de exercicio e o ardor pro-
prio da moeidade j algnn? dos alumnos tocarr
:om verdadeiro adiantamento os instrumentos que
! iscoiheram, e pode diz^r-se que a fabrica tem
j oeja urna banda Je msica $ua disposicao, o que
i!m d^ acerescentar urna agradavel prenda
"a.".) dos aprtndizes, dispensa dias festivos do
estabelecimento, o concurso dos msicos estra-
ahos.
Ora, o grande resultado colhido por este duplc
lyatema do w.n" manual e simultneamente in-
lellectual, que os productos da fabrica de S. Joac
le N therohy, redobrando de valor pela qualidade
perfeivo ugmenlam tambera a fu procura no
mercado e naturalmente os -avultados intcresses
les productos.
Estabeieddi assimcom os outros estabelecimen-
os do mes.co genero a lula da concurrencia, que,
ao direr de um notavel economista, nao outra
jousa mais que* a raanifestacao pratica, a face
material da liberdade, claro est que as condicScs
1 Jo tribuno livre comecam j a ser assentadas, en-
tre nos ;m bases sensatas e de consequencias pro
3 en as.
Ligamos um alto aprfjo s tentativas e ao re-
tulla-Ios desta ordem.
O Brasil precisa eroprefar todos os sens esfor-
;os na pr<.'pogan!a Industriar, nao" esqoecefldc
oaca qae a qnantidade dos productos nada w-
prasen'a, si alia se uj tornar ao mesmo tempo
resomTendavel p>-la sua qualidade, e que esta :
:e obtem cora aj^io eDcaz dos productores ba-
sis e intetllgentof.
Acreditamos, pois, 'ue os Srs. Souza e Novaes
- stam nm'tmperOnte servido ao paiz e temos
?empre prazer m mencionar a estabelecimentos
le'U oaiureta, nao em referencia a esta fabri
m, como a todas ue estiverem fundadas ou se
fundara d'oqaiem diante as mesmas circums-
tancias.
0 anteo deposito nesta cidade 6 no escriptorio
Je Domingos Alva Maihcu?, ra do Viga-
Faz-se negocio
Com a antiga e bem afregnezoda loja de caiga-
do francez i roa da Imperatriz n. 10, livre e des-
sembaracada de qaalqaer cnus; faz-se negoeio
a dinheiro ou a prato conforme se conveneionar;
sendo um bout negoeio para qnem quizer conti-
nuar, e s se vende por ter o dono de se retirar
para a Europa tratar de sna sande. ____
ATTENCA
Precisa-ee de urna ama para comprar e
cozinbar para casa de ama familia composta
de duas pessoas : nesta typograpbia se
dir
CaxaDga*.
Aluga-se urna das melhores casas no lugar Ser-
lozioho, com bastantes commodos e banho atraz
de casa : a tratar no mesme logar, com Francisco
de Paula Cesta,
8MM ftSaftfti3*
Consultorio nomeopa- |
5 thico
DO DR. SANTOS MELLO.
Roa do Bario da Victoria d. 43.
VACCINA.
Todos os domingos e quintas-feiras, pe- H
5 las 9 horas s 10 da manbaa vaocina-se 5
I por prego mdico, para o que ha muito |
B boro puz vaccinieo.
Recebem-se cbamades para vaccinar em 5
I qualquer casa.
H Consaltas medicas todos os dias pela 5
5 manbaa.
| Chamados a qualquer hora do dia e da
I non te.
Gratis a parte medica aos pobres.
Cal nova
chegada recontemente de Lisboa no paUo&t
portaguez Jos ; tem pira veoder Joa-
quina J>s Gonalves Beltro, no sen s-
criptorio rna do Commercio o. 8._______
F. rinha to mi:ho.
Vende-se de snpenor qnalidade t na ra tare*
do Rosario, taDeroa da e-quina defronte da tAa
do Sr. Banholomeu. '
65 marmores de differentes di-
menqoes.
Ainda estio para vender 65 pedras por preco
baratsimo, teodo 11 palmos de eomprimento a
maior, dito da menor 16 polegadas; altura da
mais grossa 2 palmes e l|i, dita da mais delgada
9 polegadas ; soperfice da mais larga i e tr2 pal-
mos, dita da menos larga 12 polegadas : a tratar
na roa do Crespo n. 13 com domingos Henrique
de Oliveira.
Deseja-se fallar com urgencia ao Sr.
Francisco Gomes d'Oltveira, proprietario de
urna casa sita na ra da Bica de S. Pedro
em Olinda, negocio de grande interesse:
tratar nebta typograpbia._________________
Canoa de pao ama-
relio.
Nova, ou em boro estado, nio tendo eavername,
e tendo pelo menos i e 1|2 palmos de bocea e 50
de eomprimento : quem tiver para vender an-
nuncie.
de duas pessoas.
No Corredor 1o Rispo n. 5
precisa-se de urna ama para
todo o servico de urna casa
Machinas de costara.
Cbegaram ao Bazar Universal da ra
Nova n. 22, um sortimento de! machinas
para costura, das melhores quahdades que
existe na america, das qoaes mu.las j sao
bem conhecidvs pelos seus autores, [como
sejam : Weller & Wilson, Grover Silenciosas, Weed e Impertaes e outras
muitas que com a vista dever5o agradar aos
compradores.
- Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho que trinta costureiras pod-m
fazer diariamente e c< zem com tanta per-
f i;5o como as mais pereitas costareiras.
Garante-se a sua boa qualidade e ensina-se
a trabalhar com perfcicjioem menos de urna
hora, e os presos s'*o to commodos que
devem agradar aos ptetendenles,
Vende seo u a!uga-se teneoos em Reberihejeas
rio e sem elle, a contento; terreno para toda
qualquer plautacao, principalmente para capaia
hortaliza ; como tambem contrala-se a'.gua es-
trangeiros para plantar capim e hortaliza, ecar
madeira e fabrico da carvo : quem jireieodcc 4*-
rija-se povoago no lugar denominado Cafcaaca
a tratar com Manuel Klias de Monra,__________
Vende-se a ca>a terrea n. 2o, a roa dea Pes-
cadores, com tres quartos grandes, 2 salla, eos-
nba fora, quintal murado, man ba portio ^o
deita para a ra de S. Joe : a tratar na ra. 4t
Mrquez de Olinda n. 40, 1* andar. ^^____
A 16$00 cada um
Rornous para senbora, os mais modernos q*
em vindo a esta praja, alm de outras farixa
proprias para a fe.-ta, como sejam as seguiotes :
Madapolao francez flno, cambraias Victoria e eom
barra, percales, cretones, chitas finas, Barefe,
las, fusloes, casemiras, brins brancoa e ds eoresv
de linho e de algodo, e outras umitas rateadas
que se ven le barato, i cora a vista : na raafK-
reito n. 55.
s
Flor do Fumo
Acaba de ebegar nova remessa de fu-
mo picado para cigarros e caximbo e ci-
garros especiaes do Para, fabricado por
Jos Julio Sarapaio Piros, o melhor pos-
sivel : nico deposito em Pernambuco,
Praga da Independencia n. 39, loja de
calgado.
ol
VrNDAS.
Gaz econmico para os can-
dieiros de porcelana.
Acaba de chegar este j bem coobecido com-
jostivel, como o mais barato, prompto e asseiado
de todos at hoje conhecidos, e se encontra ven-
da no nico deposito, ra larga do Rosario nu
mero 34.
PAR4 \01V4B0S.
Bonitos ports buquets.
Liodissimos leques de madreperola moldes in-
teiramente novos.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para hornero,
Finas meias de seda para senhora,
A Nova Esperapca auem tem I I I
DESAPPARECAM AS SAUDAS
A Nova Esperanga a ra do Duque de Caxias
n. 63, acaba de receber o bem conhecido leite
de rosa branca, e tambera'leite virginal, es quaes
fazem deaappareeer as 'ardas ou pannos.
^h^.isdi-:
Vende-se um bom e bonito cavallo, graude, mel-
lado, proprio para a parada do dia 2 : a tratar na
eocheira do Sr. Thomaz, ra de Sadto Amaro.
rio c. 2!.
A.Zaluar.
-jjSJneT
L Kival sem t- efundo
Rna Duqne de Caxias n. 91
Jos de Azevedo Maia e Silva, em sua io
j ade miade^as continua a vender lud
por baratos freces que todos admira :
Libra de 13a para bordar a melhor
que ha.
Gaixas com superiores grampos fran-
cezes a
Duzias de facas e garios de um e
dous botes a
Talheres pare meninos a 240 e
Libras de lioba de novello, a melhor
possivel.
Duzia de lencos de cassa com barra.
Caixas de Lichas com 30 novellos 2
Vara de franja branca para toalbas
Duzias de meias cifes muito boas a
Dozias de meias finas para senho-
ras a
Na'albas muito finas, para fazer a
barba a
Caixas com pennss de ac com lo-
que a
Caixas com peanas de Perry azen-
da fina a
Ditas de dita dito verdadeiras a
Caixas com 20 demos papel ami-
zade a
Pe^as de fitas para coz com le-
varas a
Pecas de tranra lisa de todas ai
cores a
Duzias de liuba froosa para bordar
a 400 e
Pares de sapatos de tranca a
Du?ias de baralbos muito fines a
2,9400 e
Ditas de ago'has para machina a
rlesmas de papel almaco sopera r a
Ditas de dito paulado o melhor a
Carr teis de lioba Aesan.dre a
Grvalas de cores muito fiaas a
Ditas pretas pontas bordadas a
Grosas de botes de madrvperola
para camisa a
Novelic delinha branca, 100 jardas
Duzia de cartSes de liuba branca e
preta e de cores a
Thesouras muito finas para unha
e costara a
Gaixas rodeadas para botar rap a
Gaixas cem pos para limpar deules
hzenda fina a
Livro das mtsses abreviadas a
Gopos grandes rom supe: ior banba
Macos de paitos para tientes o
melhor qae ha a
FOLMNHAS
. PARA
0 ,M DE 1872
As feslividaies .-o indicadas para o bisnadoda
Pernaibuco. As horas las maro?, o Bastarda
sol, eclipces, etc. (60 pag.), .'o (xartamento al-
cnladas para Peroambuco : Inlicacoes estas, qo
nao se eocontram Das olbiohas iropressas n^* *
de laneiro.
O PRECO E' DE 400 K5. CADA
Constan) das seguintes variedades .
ANED0T1CA
Con3ta de cincoenta anecdoias inditas, '.cstrt-
das com numero-.- estampas
GOMMERCIAL
GUEKRA FHXNC0PR9SIANA
UUERRA DO PARAGUAY
BELrGIOSA
FOLHIRHA DE PORTi
Rs. 160
Urna folha conteni a folhitha! o kalendari'X
MEMORIAL Pffi.lIlCli
Ou memento diario para 1872.
Um bonito volurae encaderaado pela mcic->
pre^o de
Ks. 2^000
Com meia folha em br. n: para cada da to
anno.
______I-lvrarla franceaa______
Cabriolet
Vende-se um excellette cabriolet n qaitn ro-
das por pnco cnmm)do : na ra da Fijreotica a.
14, casa di> Gurjao.
6,5000
160
4-3000
400
!S00
10OOC
50Ci
160
3^50C'
';^OO0
I0OOT;
320
80fl
:oe
500
40
500
98 Ra da Imperatriz .
UE
Lr>ureiigo Per eir Meudes Qui-
ntar des.
PE MINCHA A 200 rs.
Vende-se urna grande porcao de chitas france-
sas anas, cores escura?, com lo me de avaria, a
200 rs., e 2i0 o ovalo, grande sortimento de cha-
peos de paiha de tolas a-i qualidades para homens
e meninos a i, 23300,3a, i e US, e cutras
muitas fazendas em liquidacao para fechar factu-
ras : na ra da Imperatriz, Baisr Nacional, nu-
mero 72.
Sustento restaurativo da
saude
F-LA VERDADEIRA FARINHA
A, Dii Barry d'Arabia
Os abaixo cssign3doj hiem scienie a seus fr<
guezes, que pelo vapor ing'ez La-Pluln receber&rr.
Jegunda remessa d'e^'a excedente farioha, cuj
uso muito se rccomnvuia pan as cianeas, p8s
soas debis e convalescentes, appiicada com reco
ubecida vantagem as constioaroos, diartheas
oausea do estomago, losse, e-carro de sangue
plubysiq, etc. etc. Preferida ainda pelo agradave!
sabor Uniricoa nutra nnalquer.
MA DO MRQUEZ DE OLINDA N#
E. A. Delouche rcaba de recefcer ast
grande sortirneuio de 'cuios c. piDcetux d
lodas as qaaiidtdo, o vtros uumeracoes.
N mesma casa tem grar.d i
le relogios de Ioj
dem-se muito barat-
qotlidides qtxe vw-
^eni^cial.
O'
. n.ei.s ar ;-:
irtmento siowo,
. ; n.a a ra Daqus

19 RA 1.
(Antiga roa
DE MARCO 19
(TPSfo).
do
ADVOCACIA.
M O Dr. Manoel do Nascimento Machado 3
jg} PortelI| c ;ntica a advogar e pode ser 28
S procura!-> no -t" eftrptorio ra do Im- 55
SU parador n. 83, i andar
^nmmmm mmmmtm
Ounha > llanta, vendem a
ra d Mrquez de Olin-
da d, 40, o seguate :
VINHO XBfiEZ fDPrior, em caixas.
"iOGNAC MARTRLL dem.
YJNHO BORBPAX, firt.
AZK1T8 DOCE RBPi.,r)0: ilao.
Vi.WAGRiiRANp.idem.'
,*m>no-CEARA,kwt
280f
O'JC
35C00
4,5000
iOC
500
600
50C
6C
2C
#!0G
202
1-5500
50O
i JLiTJLi.ri.*\i /
A 3.000 rs, a itc\
Cambraia transparente com 10 jardas a 3f00fl
a pfQa, pechincha : na ra do Crespo n. 20, oja
de Guilherrne ("arneiro da Cunha.
Cal de Lisboa
Cal nova ehegada h >je polo Laia I, vende Joa-
quim Rodrigues Tav.ires de Mello, pra^a do Cor-
po Santn. 17, t-'andar.
Popelinas de seda
A I0ROO rs.
Na loja do Pavi venle-se um elegante soili-
raento das melhores e rnai modernas p~po!ina^
de soda, que se liquida peio baratissimo prejjo de
latiOOrs. o covado, grande pechincha: a roa
da Imperatriz n. CO, i>.ja de Pereira da Silva &
C.
Panno fi-.to
para frizas de machinas de impres-o, e para
prelo?, o que lia de melhor : venle-se na ra e.:-
treita do Rosario n. 12, typngraphia commere.ia!.
{"om o pu j
Objectos p.n Into '
BriJO?, puli:!ias, ip
cruzes, caM lelas c i
a:aiia Je reci lier \- *a I
le Caxia: n. 03... a ;<"'----
E' sT.itr issim
A Nova I>, ra ... jamas < :A< de rtc:':--
i,ivr..K-.- : :.. a\t:n : r-:;. '>' :'-
5ab d ; as v ai aununcie por.n pre eU
:,'.,- si guinti 3 para scieucia de -r:.
M da'ho.-s de madrep>ro'a para voltss, ;ruie
pira o me i o Om, h nitaj caxlshas vaiias d
;; n iprno adreens de madreperola, de-
licadas cerreotes d- pl i |ti>, lindos i ichuva -
oapi:.a(l..- e chpeuiivS para o Q
omo d.sio nltimo aio rtc.;ben eousa muitoes-
" ;ai* de se la copa aita, ou v9llodo p ra
lescr' v. r ''."'* roas-ante...._______
A revaiescieib. *i B*> ^
Londres
Tod a deenija cede a Revalesciere du Bar?,
;' d sade, energa, appetite, difesto des-
canso. Ella cura as dispepsias, gastrites, hamo-
re-, acidez pituita, flato, tiijps, vmitos depc
Ja comida o gravidez, can iip:;oe?.t) asthau,
affccfdes oiilrai'nares, bexiga, dg*f .rebr\) a
ngue ; 60,000 cura-, iacluiada memas deis >:
Brasil.
A revalesciere choco!ai3da du Drry
em p,
Delicioso alimento para airooco e ceia, mnlt
nutritivo, forticando os ervos do .siamc&i se
causar o menor pe;o nem dr de catieca, neta ir
ril*$3o.
nico deporto para o Brasil o em Pernamboo.
U3 pharrr.acia americana de Kerreira Miia 4 1.
ra do Duque de Caitas n. 57. (Ti do cuiiA;
:orn 33 fabilicac^e?.)
GC
Metralhadoras!
ChegijQ para a loja do Pavo um D)agn>S3 st-
limento de corles de v?s(idos de caoJjr.vj com
babadas braocos e de cores, denominada m
tra'hadora, sendo esta hienda a mais mo-erna
de melhor go.-to que tem vindo este anno psra a
festa: assim como receben tambem um lindo
snrtimenlo do cortes de cambraia eom palmichas
bordadas a la, fazenda de multa phaotazia. e v de-se tudo muito roais barato do que em outra
qaalquer parte : na ra da I .iperatriz n. 60, lija
e armazn de Pereira da Silva & C.
Libra- sterlittas
Vende Joaquim J)t Rjmos rui do Boro Jess
o. 8,1* andar.________________________
EspecMidude
Chegou urna pequea remessa de v nh) do
Porto ero caixas de duzia proprt) para meni-
nas ou pessoas doentes.
Bom negocio
Vende-:e a lab rna da ra Imperial D. li*>,
afregezada, desobrigada da pttsa a sem divida
activa por ter* o do do'de retiiar-se da provincia:
tralar na mesma casa. _______
Vende c. 9 : a tratar na mesmn.
Pelo susto para li-
AtienQao
quidar
Sal de Cabo-verde
Vende-se 1,500 alqneires de sal, ebegado oi-
mmente: a tratar no ejcripiorie da roa do tiem
Jesn? n. 3.
..na2, pape
" Mi de
Vende se pelo costo, pira fechar
pintado e donrado com prtBorosos ittt M*4
differentes qua'iJades a gosto.', prupriJ ?aM
rar salas, gabinetes e eapelka etc. AgiTa pjlc
qualquerpes.oa ornar a< pereda do sua ca,
certo* de que a importancia a despender ?cr ijtnal
a que segastari ii'sn tando-a limplesnwoM ciitr:
na trave-a da Malre de Daos o 14, Hrn:3zero de
Candido Alberto Sor da M.>na & C.

iUe! m boma m Quinto
l-;i melhor qual'dade, e prompto ernbif.'ar
teadssna ra do Apo.Mu. I.
Vende-se urna taberna sita ra da Hoed& -
:0, oro [irucos lundss : a tralar na mema.
A' ilj o i i.ok.: i.r:iu a. 10. escripia-
i! de 1 ': J paquira da Costa Mais, en- S
utr-se para vender por commod w!
Azalt-j-M baspanhes.

m
m
m
P.,tiu> de ferro galvanizado para telha-
du.de diversos tamanhos.
Ditas de dito dito lizas.
Bicas de ferro galvanizado.
Ccmieirai dito.
Portadas completas para cantara.
Ladrilhos.
4--Ruado Apollo 4
Julo do llego Lima & Filho tsm para vender,i
0(0 l- uos que em outra ^Iquer parte, o s*-
Linguicas hi Ilhas un latas.
Al.-strao ev barris.
Vmli) do Porto fino ea caixas.
pito girdesox dito dijo.
ti '. ni i dfl pireo e cima e mesa.
"CEMENTO
0 verdideim Porilaod : s so vende u
rna Ja Madre Dens o. 22, armazem de Jote
[Marms de Barros.





.*>
Ciau de PernaiiiCe*
S
eguda
eir'
4 Je Doemhr le 1871.
mm$
DE
FAZENDAS
UGUMREDO a LOPES.
S KM DA KMTRIZ N. 64
Cs proprietarios da I >ja do CYSNEconvidara ao respeiavel publico para viren
prever se do mais completo sortimento de fazenia? finas a precos redolidos, adver-
tido que estes precos serSo a dinheiro. A imperiosa necessidade que temos em
atisfazer nossos cimprjmisso<, njs obrigaro a semejantes redueces. Avisamos aos
freguezes do matto qiecostumam comprar em menorescala, qie nesti casa encoo-
Irarao s.'nceridide e maior commodidade nos precos.
rs.
lar-
LAS cem xadra lindos padihs a 320
s. o covado, pechincha.
DITAS, baregos, lidas cores a 320
9 covado, pechincha.
ALPACAS lisaj cora lindas cores e
gas a 440 rs. o covado, pechincha.
MERINOS lisos c6res diversas e largos a
440 rs. o covado, pechincha.
ALPACAS LAVRADAS muito modernas
c fins a 700 rs. o covado, pechin;ba.
DITAS DIT4S moiio modernas e finas a
3C0 s. o covado.
LA S COM SEDA, lindos padioes que
aeu> > 6 >s foram de I#200, hoja vendemos
por O rs. o covado para acabar.
C CHALAS transparentes finas z 3500
a pee m 8 \t aras, pechinchi. Di-
tas ns a iO.O, IfOO, 5000.....
5&0- e 70000 com 8 I/;? varas. Ditas
*ra: u ntes ci n d js c rtes i a 17 varas
por >00. !Jit"s ds coras muito lia-
:; s a i' i, iOi e 'tiO rs. o me-
tro.
y '.' BORDADAS a l#S(n, 65000,8
e I ;). D.i.S co.Dpregas muito ii>as
a U
BALDES DE ARCOS a UPOOpara acabar
i peeiiiu- ha. Dito> c-jtn safase babado bor-
dado mni o I id)sa 65000.
FILo de s u reto e braceo de superior
qualijadi.1.
ATOALHADOS Recebemos oltimameo-
e atoa hados di Itabo muito supciior por
senos que ena oulra qua!;u?r paite. Ditos
PENTEADORES bordados para saehora
pelo barato prego de 4'500.
C0LXA3 d rosti de cor, muito gran-
des pelo baratissimo prego de 50000 para
acaear.
CAMISAS para liomens a 20000. Ditas
a 20500 al 45500. Ditas bordadas para
homens a 60000 8000 e 100000 cada
urna.
CAMBBAIA com salpicos a 505OO, pe-
chincha.
CAMISAS para men'Dos de todas as
idades.
CHALES chinezes com modernos padroes
muito proprios pan senhoras hones-
tas. Dit'i8 de merino lisos a 20500. Di-
los ditos estampidos muito finos a 50000.
Ditos de metim a 10 00.
LUVAS D2 PELLICA frescas de Jovin a
30500.
LVSfinas com tecido de barege para
acab r 330 rs. o covado.
BOLSAS para viagens a 40500.
TAPETES de diversos tamanhos para
guarnido de sala.
PARA LUTO.
Alpacas, merinos, cantoes, princetas,
cambraias, chitas e incitas outras fazen-
das.
PARA HOMENS.
CASEMAS fiuas com bonitos padres
a 9000, 00500 e 40800 o corte.
ROUPA FEITA
Por baratissimo prego inclusiva superio-
res sobrecasacos de panno fino a 200000.
?a atgodo com bonitos de3enhos a 10800 pech'nlia
" Tamben temos um ezcellente alfaiate que
se enC3rrega de fazor qualquer pega de
Ijs
TALHAS M.u
0CCO a duzia. .
RICOS CORTES
c io bo'ihhis brilban'.es proprios p;ra par-
tidas a 300003.
muito supornres a
* .,.-i, ,i ,.'obra ao obsto defreguez.
de vesHos de filo
POUPELINAS.Temos um completo sor
timento tanto em xidrez como com palmi-
VESIIDOS brincos bordados com babj-Jnhas e Por baraiissimos precos.
eos p=n :cab;ir, l prffo foi de 100000. Ditos brunos com cores, temos um grande sort ment e por
les h)T>hi>n pelo brato precode'menos qnoem oatra qualquer casa.
OJ. Ditos bracos com palminhas de! MUSSELINAS brancas lavradas muito fi-
13a d<> c6r cutio' Ifdos pe'o barato prego as a 400 rs. o covado.
de 60000 Dito:, mais finos a 800,0. BRILLANTINAS brancas lavradas a 500
CRETONES li^>s de cores diveisas peio rs_ 0 covado.
Ca;,lo prec) deb.'OOO. I LENCOS brancos abainhados a 20-200,
D.t s Cun pinl.s rio cores, tazenda so- ; pechincha.
penor a 410 rs. o covado. baBADOS bordados finos de lindos pa-
MANTILHA' a brasi eir de fil de seda dross.
pelo barato prego de I40OO. Gravata-i, collarinhos, punhos e muitos
CAMISAS BORDADAS para senhora por outros artigos que s se encontra na loja do
menos qce em ootra qualquer p^rtc. CYSNE
Kua da Imperatriz n. 64.

M
LXk^JJlfi
-;
lUA DUQUE DE CAXIAS N. 29
Os proprietarios oeste, gran le e bem mont-? Wpeitavel pob>n testa provincia, que se achara cmi um variado e completo sortimento
de movis, tanto ua ionaes como esiraogeiros, solido estes escolhidos capricho por
um dos 80C05 '.'j acha actualmente u-. Europa, e por isso os podem vender mais
baratos 20 '/ menos de quo em oatra quaiquer parle. O mesm' tem contratado com
M Belbores f hric otes daquelle coniincnte as remessas das m^is ricas mobilias eiias
all. Na oflkiaa tem os mais habis artistas deste genero, e por isso aptos a fornecorem
obiiias ? mais aperfeicoadas para as casas da provincia consideradas de primeira
erdem. Pedso, portrato, que venham visitar dito estabeltcimen'o, onde encontrarc
a realidad* do qo i a ^bam de expr, passan-ioa exarninarem : ricas e completas mobilias
ie Jacaranda, uiogm, faia, carvalho, amanillo, etc. etc., ricas e elegantes camas de
garanda, po-setio, amarelio, etc. etc., guarda-ve3dos de amarello, guarda-looca d(
:ira, aaare!Io con taapo de pedra, aparadores de dita, dito, com dita, pett
Soiisttfs, especialmente para f.izer barba, toileties de Jacaranda e amarello, com pedra,
e mnitosoatro3 artigos de gosto, que para se d3o tornar enfadonho prescindimos df
azer aengao dil;s, o que s cora a vista poier2? apreciar.
^SO PURO DE PICADO DE B.VCALH.VO
DAI
TERRA NOVA
DE
H L\GOMBE
EVie oleo fjos lid boi aoceitaao lem merecido,
awilo sa rfcommelfe por ser o m3is purificado
'! at h'y. lera violo, e ainda pelo bou paladar,
nperior a cutro ^ualqner : venle-se no deposito
j: ;ecia! ce Bartholomcn t C.: ra- Larga do lio-
aria 34.
Jos de Sonza Soares A C, veodem em seu Ba-
2 scrtimtnto de joiis de onro p >r resoraido' pretal.
Recoramen lamo-las o bello sexo pernambucano.
Aos senhores funileiros
Venda-se cm pofdio e a retaltio caixa^ de folha
ie F.aoJres e eslaofio, lu lo de muito l-'i qualida-
da e a prego comando : na ra Marcilio Dia n.
31, antiga ra Oir:it3, armaiem.
Veul<
le-se
ama easa cjh terreno lodo plantado, com 100
palmos do largura e 500 de faodo, em Beberise de
bklzo, rna da G^n^rag) : trtase no mesm) la-
lar com Julo Alk'mao.
Superiores cigarros do Rio
de Junis.
Domingos Alves Mathen?, nnico agente cesta
provincia da fabrica imperial de cigarros de S
Joao de Nitherohy, e?tibel acida no h'io de Janeiro,
leai sempre nm completo sortimento da todos o:
ci.'arroj, fu lo picado e en latas. Tem Ignalmenu
os afamados cigarros Conde d'Ea, feitos com mog
oiflco papel de palha de milho e fumo superior
Para governo de seus freguezes, que tem estbale-
sido depsitos ftaes, as cr.sas dos Srs. Thomai
Francisco .le Salles R jsa e Manool de Soma Cor-
deiro Simoes Jnior, no balrro do Recife, e todo
uanto for vendido em ontras casas com a firma
e Scaza Novaos & C. s5o falsificados.
A 3|000
Paletots de alpac lisa.
Est em liquidagao nma penuena porgo de pa-
lebits de alpaca de todas as cores e de diversos
feitio, e vende se a escolber a 34 cada um para
liquidar : na loja do Papagaio ra da Impera-
triz n. 40.
Manteiga ingleza.
Vende se a 800 rs. a libra e 1*760 9 kilo : na
ra de Pedro Aflomo n. t, antiga roa da Praia.
So ha mais cabellos brancos
Tintura japonesa.
86 e tnica approvada pelas as academias de
ciencia, reconheuida superior a toda que tem as-
3Wcido at boje. Deposito principal ra da
ladeia do Reeife n. 51, 1* andar, em todas as bo
icas e casa de cabelleireiro.
Tem venda em seus armazens, alm de outros
rigos de sen negocio regular, os seguintos, que
reedem por precos mais mdicos que em ou-
f gualquer parte :
PORTAS de pinbo almofadadas.
PORTEIRAS de ferro para cercas.
SALITRE ingliz.
E.STERAS da India para cama e forrar salas.
CANOS de barro francez para esgoto.
QE5SO soperior em porcosa e a contento.
CEMENTO de todas as qaalidades.
MACHINAS de descaro?ar algedo.
LONAS e bri3z5es da llussia.
fJLBADOS americanos para forro de carros.
7060ES americanos muito boas e econmicos
VINHO de Bordeanx.
COGNAC superior de Gautier Freres.
7ARELLO em saceos grandes a 3f 500.
AGUA florida legitima.
BALANZAS decimaes.
CADE1RAS ame/lcanas.
RHM da Jamaica.
AZULEJOS de Lisboa.
Xarope sedativo
DE
Oasc de laranjas amargas
COM
BROMURETO DE POTASSIM
DE
IAKOZE
Este novo preparado aprovado peta academia
mperiat de medicina, ^oito sa reeoramente pela
na accao sedaliva e calmante, sobra o systema
aervoso, o bromurelo de potassium, nio deixa de
lar os mais certas resoltados as diversas affec-
vdes do organismo e priccipairnente as molestias
o coracao, das vias digestivas da respirarlo, das
ras genito-nrinarias, na epilepsia, as molestias
lervosas da prenhez, na ia.-omnia das eriangas
lurante o periodo da dentlcao etc. etc.
Yecde-se na (barmacia e drogara
de
Bartholomeu C.
34RIJA LAR3A DOROSARIO34
RIVAL SEM SEGUNDO
RA DUQUE DE CAXIAS N. 9*.
Jof Bigdinho, com loja de miQdezss,
ivisa a todos os os feus fregoezes qoo est
tiirracdotndo pelo prego, a vista da fazeo-
da, para todos admirar, a saber:
Tbesouras grandes e pequeas o
mais fino qne lia a IfSOUOe f5C0
Pecas 'de tranca de 15a e algod5o as
mais modernas a 460
Frascos com agaa de colonia moita
fina a 400 e
Frasco3 com agua de colonia ver-
dadera a 800 rs. e
Chapeos brancos para baptisados o
melhor qoii ba a 3OO0 e
Duzias de boles obertos de seda
para vestidos por todo o preco
para acabar.
Libra de areia preta- a
Grosas de fsoioos de louca branca a
Gaixas com iCO envelopes fazeoda
fina a 500, 60O o
spelhos de moldara domada a
800e $2000
Pentes pret09 volteados' para me-
ninas a 240
rimaros com tinta prcta a 80 e tO
Pecas de fita elstica mttito fina a 20C
Latas com superior banha 60,100 e 2<>0
Latas grandes com soperior banba a 32C
Frascos com oleo de Pbiiocome a
500 e' 800
Frasees com maeass Peruta a 240
Frascos eom agua de Colonia verda-
dera a liJOOO
Ditos com oleo de ba losa sudsrior a 320
Carriteis de ret?oz preto com 2
oitavas a 600
Caisas com agulbas fraccezas a 160
160 240
Peras de tiras borJadas a 500, 60O
800 e lOCO
Garrafas com a verdadeire agua
florida a |5300
Gartilhas da Dootrina CbristSa S3
mais modernas a 400
Escovas multo unas para limpar 03
den tes a 240
"A 3U00.
Retalha-se, para acabar, a tres m> ris por pal-
mo, os lotes de terreno que retttffl do sitio Agua-
zinlia do porto da Madeira, era Brberibe, com 800
palmo? de fondo. Aos domingos e dias santifica-
dos estar pela manhaa em dito sitio pessoa habi-
litada para quac*quer inforraaSs, e para negocio
500
*t500
5^000
160
120
800
nos dns uteis, n
andar.
dj Crespo n. 12, primeiio
Nadadores ou salvas
10Ra do Crespo10
Pecas de algodo com 20 jardas a 4/, 4J500
6(K>0.
Ditas de madapolao a 4i, 5f, 5/500, 6/, e
6*500.
Ditas de dito infestado, francez superior a
10*000.
Chitas fxancezas de todas as qaalidades a 240,
280, 300, 320 e 360 o covado.
Cambraias do tres a 240 e 280 rs. o covado.
Dita lisa de cor a 320 rs. o covado.
Ditas pretas para lato a GiO rs. a vara.
Pecas de cambraia lisa transparente a 3*, 3*301
e 5*000.
Dius de dita tapada Victoria, a 4*, 4*500, 5*
ti i.
Ditas de dita transparente, suissa muito fina
eom 17 varas, 14*.
Ditas de dita bordada com 10 jardas a 7* e
9*500.
Organdy branco fino a 700 rs. a vara.
Bnlhanlina branca infestada a 440 e 500 rs. o
coi a do.
Bretanba de linbo com 23 varas a 20*000 e
25*000.
Dita de dtto'infettada com 30 varas a 27*.
Bramante de fiuno com 10 palmos de largura a
2>-500a vara.
Dito de algedo a 1*500 a vara.
Atoalbado de dito e de linbo com 10 palmos de
largura a 1*500e 3.
Toalhas alcoeboadas para rosto a 7* a duzia.
Ditas de lint do Porto felpudas a f0*600 a
dnzia.
Guardanapes de nho a 3* e 4* a duzia.
Cuberas de ch-ta a 2* e 2*500.
Bilis de chita adamascada forradas, 4*> 4*-5O0
e 5*000.
Colchas de damasco de edres a 4* 6*.
Ditas de fustao aleochoadris a 5*.
Cobertas de l escuras a 2*.
Ditas de algodao brancas a i 1400.
Colln'rinhos de linbo a 500 rs.
Chales de mene lisos preto; e de cores
e 3*i m.
Ditos eslampados t meia casemira a
2*500. '
Damascos d8 cores a 30 rs-,
LeoQOi biancos de cawa Daos, 2*, 2*300 e 3*
duzia.
Ditos it03 e de
3*-~k30 a duzia.
Dit'is ites de carrihrai ia nho
duzia.
Ditos da esgniao do inh* a 'ij, fe*500, 5* e 6*
a duzia.
Bnm Aogola a 610, 800 i> 15000 o corado.
Brio? de linho de cores l?)) rs. o eovado.
d)ries de meia caseinia para calca a 1*200 e
1*400.
Ditos de easemira para .-a)-a a 3*S0, 4*500
5*500.
Casemira de coras de dua3 larguras, 2*, 2*50
e 3* o covado.
Diias pretas, duas lagurls a 22iK)ft o covado.
Pao fino preto e azul a ti, 2-5500, 3*000
3*500.
Dito dito muito Seo superior a 5*, 6* e 7*
covido.
Lans e alpacas de cores para vestidos a 400
500, 600, 708, 800 e 1* o co/ado.
Toalhas com labyiintos para bandejas e para
rosto a 8*, i e 15*.
Camisas de flinella branca, e de cores 2*,
2*500, 3*. 3*500 e 4*500.
Grosdenapoles preto e de cores-S& 3* e 4* o
covado.
Do-se amostra? cora penhor.
Vende-se tambera grande qnanlidade de ronpa
feita e por medida por preces muito reduzidos.
U e
cor abainhado largo a 3* e
finos a 6* s
Oura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopeau
Cssa pomada qne tao bons resultados tem colhi-
d.. as pessoae que dalla tem feito aso acaba de
ehegar para o seu deposito especia!;.
HA
Pharmacia e drogara
DE
Bartholomeu A C. ra larga do Rosario nu-
mero 34-
| 0. 0. DkjIq tem em seu
armazem para vender
O SEGfcJINIE :
C06NAK HENNESSA.
VIMHO XEREZ.
DITO DE LISBOA,
F1LTRADEIRAS.
BITTER
A' ra do Commercio n. 8.
CHAPEOS
DE
Todas 88 qualidad.es
I, l\ ra lar do Rosa-
RA DO
. DE CAMAS
(Outr'ora do dueimado)
T?3do-8e resolvdo d'ura avante vender-se neste estabelecimento todas as azeE-
das exisieates no roesmo, por presos qae todo* admirarSo, acbo do m?o d9ver parti
pa-lo a todas as Exmas. familias ea geral, afim de virem visiiar este ectabelecimentc
ou m8ndarem bascar amostras, garantindo-se-lbea um bom sortimento do fazeodaa d*-
algodo, laa, linho, e seda, emitn ama infinidade de artigos de moda manlando-ae 4
casas das Exmas,.fantilias, por embregado da casa-, tola e qualqwr fazenda para vore
ou esoolherem.
As pessas quo vendem em oteo ir escala poderSo bem sortirem-se r.este estab*
Ifciraento qoe vender pelos msalo procos que em qualquer ca^a importadora, tendp
a fdcilidade de comprar qualquer percho.
O 65 teta ora completo sortimento de roopca bem acabadas oque vende pot
precos muitissimo commodos, mandando tamben facer por medida toda e qaalquer obr*
que os concurrentes desejarem para o que tem cm dos mais habi!itadi3:!mo meatr
alfaiate, cortando por um systema inteirameote novo.
Os annuactos nesta praga esto e por certo de ve ai estar dsaoreditad33mos, po
que ha casas que annuaciam aquilio qjie nao team, o qae o 65 geranio nunca dar-se ea
sea estabelecimento, pois que s deseja bem servir ao publico em geral, pora ganhar
grande nomeada em todo o mundo.
O 65 acba desnecessario tseneionar os precos de suas fazcnas pois qne issotor-
naria-se demasiado macante para os leitores, por lar de ser decassiado extenso sea aa-
nuncio, e mesmo para se tornar menos desendioso, pois qua vendendo muito e moito
barato mister encartar soas despezas. A since?idade dos tratos do 65 julgo qaejio
publico conhece demasiado, pois quo sempru tem cumprido com aquilio quo annaaci,
nao verdade ?
E' INTIL, NAO SE CANGEM, COM O 65 NINGEM P0DE.C0MPET5R
i
ROA DO, DUQUE BE CMiiS
(Outr'ora do Qaejmado)
,
Proprios para banhos de mar : vende-e a 5*,
8,3, 10J e li.3- Chapraan : Rna do Imperador
n. ib.
Chombo de manioao a retaibo, qualquer 2i*
com dtsionto.
Cera era vellas, a 1*400 por libra.
Liaba de rrii e retrez.
Na roa do Vigariu n. 19.
Frevencao necessa ia
Qnando moitas loja procaram adquirir grandes
lucros bq coiipadecendo-se das boleas atonas,
a Nov E-peran^a basca consegui-los em que de
forma alguma va en'esica-las; porqne segu sem-
pre o seu antigo e santo systema de tender bara-
lo para tender muito e ehegar assim ao fim dse-
jado.
A Nova E-peranja na almeja gmente o luro
pecuniario, suas a-piracoe- sao mais benvolas,
em quanto ao interesse raaterhl, contenta-s com
a raediocredade, em quanto p:rm ao moral, on
entao ao ssencial que ella julga nomaadasen-
te urna vasta ambicao, que detesta e faz toda a
guerra ao enstume macarrnico da caresta.
A sua prevencao necessaria, consiste em avisar
ao respeiUvel publico e especialmente ao bello
sexo, qae ella e>l sempre provida do que ba de
raelh t e mais eleginte no mundo das rtodas, e
ejito necessano nao doixarem a Nova Kspe-
racca para prefsrirem outro qualquer esubeleci-
mt-nto, porqne aqni, o typo da caresta, e all,
(na Nova Esperanja) o epylogo de todo auanto
bom e barato.
No Forte do Matos, es-
criptorio por cima do trapiche
Oantas, ha para vender carvSo
das qualidades seguintes:
SUPERIOR NEVVEAOSTTE,
COK.
> FERREIRO.
Vende-se em porcJo e a retamo por"pre-
?o maito commodo.
Vende-se dnas easas em cfas proprios, no lar-
go da Soiedade os. 18 .e JO ; a tratar W roa da
Cruz n. 46, f andar,
rio n. 2i V andar
Se o desejo dos proprs!arios desta fa-
1 erica fosse unicarcento illndir a f pn- !
biiea, ba muito que ter'am ajnunciado-j
I os seus productos, raas para correspon-
I derem mais dignamenie confianza nel-
I les depositada, esperaram receber os j
I objecios e paasoal, que acabara de che- j
gar-lhes.
I H->je, pois, que a sua fabrica ss acha j
montada com a* mais aperfeicoadas ma- j
i chinas, com os melbores petrecnes e ser- j
! vida dos mais peritos oflkiaes europeos, j
! pode,ra os seus numerosos fregueses e j
o publico os) geral encontrar desdi ja. \
Chapu3 de so-i da ultima moda, sen- i
do altos e baixos. {
Ditos de castor da todas as cures, era \
formatos ioglezes e amburguezes.
Ik.- de feltro de todas as qaalidades f
e feitios, tanto para borneo orno para !
crianjas.
Diti>s de velludo para senhra.
.Dtos para ecclesiasticos, riduudos, tri-
anealares e a romana.
D-t)s armados para milares.
Ditos do pasta.
Concerta-se toda a especie de chapoj \
quer de horaem quer de senhora, cora a
maor pericia e mais barato que era qual- !
quer outra parte, assim como so rece- |
bem encommendas tsato para a provin- 1
cia como para fra.
SS?

56 ARa do Marquaz de Oiinda56A
outr^ra rna da GaSeia.
Libras storliaas.
Vende-se no arsaszem de faiendas de Augusto
?. de Ollveira & rA, roa lo Commercio n. 41
Vende se nm elegante, leve e nevo carro de
qnatro rodas, americano : a tratar na roa do Im-
peradorn. SO.
Xarope peitoral de James
Uniw deposito na pharmacia amercaoa de Per-
jeira Maia & C, 57 roa do Duque de Caxias Da-
mero 57. ,
Formas p&ra pdins e can-
gica.
A loja de louca da ra Primeiro de Marco n.
t6, de Beroardino Duarte Campos & C, chega-
rarn as mnilo desejadas firmas de looca para po-
dios e cangica, as qoaes se vendem por mdico
PW1-________
AMI4D0.
Cbitas finas escoras com toque de avaria a 6*
e 7* rs. a peca ou MO o covado : na rna i*
de Marco n. !ol & Gu;!heraie Caroeiro dt
Cuaba.
LOJA DAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como priacipal e recoasaas-
Jado pelos grandes depsitos e bous sortimentos com quo sempre prima em ter da
ceihoras, mais acreditadas e verdadeiras machioa affiserieauas para algo-
l, desde 10 60 seryas, e havendo em todos os- tamanhos diversidades de syato*
mas e melhoramentos para perfeito e rpido descarosamento; tornam se dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, a!em disto, oaeontrsrle
tambem mais:
Apurados vapores locomoveis, de torca
de 3 4 catallos, e pertences.
Machinas para lavar roopa.

Arados americanos para varzea. e la- ',
deira.
Carros de mo para atterros.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de forro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para cesaras.
Apparelbos para jardins.
Guardas-comidas.
Tampas para cobrir praios.
Tarrachas para fazer para fosos de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Treos para cozinha.
Tamos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cyliadros asericanos para padariaa.
Perteaces avolsos para macbinas.
Salitre refinado.
Bren superior.
Moinhos de diversos fabricantes par
milho e caf.
Debulhadores para milbo.
Azeite de spermacete para machicai.
Camas da ferro.
Bombas do Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Canos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanbado.
Ditos de chombo.
Ditos de borracha.
Folies para erreiros.
Emm muitos otros artigos, qne s avista e neste estabelecimento poderlo Mr
examinados.
MACHINAS
PARA ISIW ALGODO
De 10 a 40 serras.
VAPOR
para mover as machinas,
Em casa DoswponTADonEslRua do Bom-Jeso's n. 4
Shaw Hawkes C. \ outr'ora Cvua.
m
ILli II
-l.-


IW'IP
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diario ti* JPernajijLbuc Segunda fera 4 de Dezenibro da 1871.
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SJf LIMITES
Nk *
LOJA E ARWAZEM
Jl DE
FLIX PEREfflA DA SILVA ft C.
NA RA DA IMPERATRIZ N. 60'
B a dinheiro vista
Os proprietarios deste estabelecimento leudo graude necessidade de diminuir p im
menso deposito que tero de fazendas e grande urgencia de apuraren dinheiro, lem re-
soivido fazer orna verdadeira liquidado com grandes abatimentos nos pregos d todo;
os*seas artigos: para o que convidad ao rcs^eitavel publico desta capital a vir sortir-sc
pois lne grantem que mo n3e compraro pelos presos que se Ihss pode vender na loja de Pavao ; porm ad
virtindo-se que s se vende a dinbeiro vista. Os mesmos proprietarios deste estabe
leciniento rogam a todos ds seus deved -res desta praga o favor de viren saldar seus d-
bitos, e todos aquella que estiverem devendo coatas antigs e o nioflzerem terSo d<
aer encommodados judicialmente.
Lqja do Pavo
SAIAS BRANCAS BARATAS
a c2;5oOO e 3C0.
Pa\ao vende cortes de b'ja fazends
LSsalnhas foaratao do Pavo.o
Alsacianas com lia.as li tras de seda a
1,5000 o covado.
Ditas lisas com muito brilho a 15 o ccvado
Allantas, fazenda de multo gost tecida
com seda a 720 rs. o covado. ibran.'a com bonitas barras de pregas, pele
Ditss com qoadros de seda e cores muito baratis imo prego de 25500 e 3-0C0 cad
delicadas a 610. I urna, grande pecliincha oa ra da Impera
Poil de chvre, d'uma s cor com muito tfiz n. 00, loja do Pavo.
O
brilbo a 500 rs. o covado.
Merinos escosseies fazenda de muito gO:to
para vestidos twrnas o roupas de menino
a 610 rs. o covado.
GargurSo muito bonito, tendo de todas
as cores a 400 rs. o covado.
LSS'fibas u odernas com diereiites ges-
tos a 400 e 500 rs. o ovado.
Ditas dil's a 23^ e 320 r>. o covado.
MODERNAS UAREGES COM LISTRAS DE
S2DA E FRANJA AO LADO.
a 800 rs o covado.
Chcgeu para a loja do Pavio, ra d;
Impertrz n. 60, um elegante sorlimentc
das mais lincas bareges modernas e tende
ao !do bonitas istias assetinadas e franja*
para os er.tites, as qnaes se vendeaa pele
bratis itco prego de 800 rs. o covado, pe
B" V FALQUE
N'ESTA ANTIGA E CREDITATA
FABRICA
(32&[i>3M) 2)3 3(3)2.
IRCtlTIA II C0IIT1ITIIIHTI ID1 C0IPLII8 ItITIIIITt II
chapeos nm sol
De todas as qualidadea I
Be todos oa feitiot I'
De todas os presos I
RA DO CRESPO N' 4
LIQ1DACA0
?
Cofres de ferro de Milflers e outros
XTcyaS para copiar carias.
Balanpas de pesar, Decimm, RoBIMft elfc
Tachas de ferro, l8laDhad0.
Arados Americanos
iTraC&eS, para agricultura.
Carrinhos de ma5.
Machinas a Vapor
lldClIlClS Q descarogar algodao, de 10 al 40 serras.
UnapaS G8 ierrO gaivanisadas para cobrir casas etc.,
Estes artigos venem-se em
casa dos importadores.
Shaw, IIawkes < G.|
n. 4 ra do bom jess.
(outb'ora rl'a da Cruz )
OH
Rna da Itnperatriz n. 40
e espe
do anr.o
Bareges tranparentes com differentes cd-'haver um gratde sortimento desta nova fa-
ros a i(50 rs. o covado. penda ; a;sim como delicad-ssimas baregei
Alpacas de c6res lias e lavradas fazenda com lindas listras de seda, sendo fazenda d(
muila phanta-ia a 640 r?. grande pechio-
cha, no armazem do-Pavao.
Fazeada para Into.
O Pav3o tem um grande sortimento d(
fdzendas pretas para luto, como sejam:
Merino preto com 6 palmos de largurs
para vestidos a 25000 e 20500 o covado
Merinos pretos e de cord5o para todos
os pregos e differentes qualidades.
Bombasinbas para todos os pregos.
Canutes e alpacas pretas. Laasinhas pre
tas ou cassas de 13 de 360 at 500 rs. (
covado.
Cassas pretas francezas e inglezas de to
as as qualidades.
Chitas pretas francezas e inglezas de 20(
rs. para cima.
Crep preto para veos.
CASEMIRAS PARA CALCAS A 40, 5f, 60
70 E 80UOO.
O Pavao tem om grande sortimento d*
cortes de casemiras de cores para caigas
sendo os mais moderos que tem viudo ac
mercado e vende-se de 40 al 100000 (
corte, ditas em pegas francezas e inglezas
para ca'gas, palitots e colletcs qte vende dt
10800 at 60000 o covado, ditas escuras i
prova d'agoa que vende a 50 o corte oa ;
30 o covado, sendo estas casemiras muitr
proprias para meninos de escola por aeren
es'uras e de moita duracSn.
NOVOS VESTIDOS A 53000.
O Pavao tem lindos cortes de vestido dt
fiaissimas rambraias com bonitos bordados
de crese tambera toins bordado's hraocf
que vende pelo baratssi-; n pn po e o$0C(
cada corte, grande pechina-ha.
PANNOS DE ORO BE 'ARA CADENAS!
SOPHS.
O Pavo tem om grande sortimento d
pannos de croch prtpri<.>s para encost de
cadeiras e de sphs, assim como um ric
sortimento de tapetes de_.todos os tamanho:
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 40, 40500 E 50
O Pavo tem pegas de madapolSo cort 2<
jarda?, ou O varas que vende a 40 e 405O
a pega, dito muito no e largo de 60 par;
cima, dito rancez do melhor que tem vind(
ao mercado, assim como dito flnissimo en
pegas de 40 jardas.
Curtes de cMas.
a 06OO, 20000e20800. .
O Pavo tem cortes de chitas francezas
com 10 covado;*, que vende pelo barato pe
co de i800 e 20000, ditas que vende ;
60, 200 e 280 rs o covado, tambera tea
um grande surimento de ditas Anas claras
e escuras que vende a 280 e 3O rs. o co
nao e fiaissimas percales miudifthas propri
as para camisas, vestidos 6 ronpas para me
nios que se vende a 360 c 400 rs.
LENCOS BRANCOS.
O Pavao tem lengos brincos abmbadoi
qao se vende a 20400 e 30. a dozia, di lo;
grandos de murim sem ser abanhados i
30200 rs. a duzia ; assim como bonitos len-
gos bord dos para mos.
ROUPAPARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino send
muito bem feitos de 120 at 400000.
Palitos de panno preto fraques e sacc
de 80 at 120000.
Ditos de casemira de cor de 60 at 120
Ditos de alpaca preta fina de 40 a 60000
Ditos de dita branca ede cores 60000.
Ditos de brim de liuho trancado a 60000.
Caigas de ca emira preta do 60000 at
120000.
Ditas de brim branco de linbo de 40OOC
at 80000.
Ditas de brim de linbo de cor para todos
os pregos e qualidades.
Camisas francezas e Dglezas com peitoi
d'algodo de 10600 at 50, em duzia veo
de-se mais barato.
. Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Ceroolas de linbo e a'gq-Jo, francezas (
feitas oa trra.
CoHarinbos de papel, algodSo e linhc
que se vende muito barato para liquidar.
Para noivas.
O Pavo tem rico gurgorSo de seda, bran
co. Orosdenapie braBCO mnito encorpado
Agracian as braecas com listras de seda.
Poupenas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas branca. Imadas e lisas. Ca-
pailas con catan de flor de laranga com
ricos veos bordados, qoe todo se vende maif
barato do ana em ootra qoalqaer parte.
de mottj gosto a 500 e 800 rs. o covado.
Cassas do Pav2o.
Cassas inglezas com bonitos gostos a 200
e 240 rs. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francezas de muila pbanUsia a 400
rs. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazenda
muito fina e bonita a 20500 e 30000.
Ditas d'organdy branco e de cores a
20500.
CORTES D'ORGANDY A 40000.
O Pavo lem cortes de organdy branco
com 8 \t varas que veode pelo barato pre-
go de 40000, assim como finissimo crgandy
branco com listrinhas e quadrinhos o rae-
ihor que tem vierto ao mercado e vende
pelo barato prego de 720 r?. a vira.
PenpeJ-aas de te !: a 3^000.
O Pa^o tara um elegaotfl sortimento de
poupelinas de s da tamo lisas como lavra-
das as mais modernas que tem vindo ao
mercado e vende a 20000 o covado.
CAMBhAIAS LARGAS A 800 RS. A VARA.
O Pava tem cimbraia branca (rampa-
rente de boa qoalidade, com 8 palmos de
largara, que apenas precisa 4 varas rara
am vestida e vende a 800 rs. a vara, dita
rmissima da Escossia tendo a mesma largu-
ra, que vende a 10*500.
CAMBRAUS BRANCAS A 40000 E 4-^300
O Pav3o tem pegas de cambraia branca
transparentes com 8 1/2 varas que vende
pelo bar,.to proco de 4000 e 40300, ten-
do tambera muito finas de 50000 at
100000.
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 30300
a pega ati a mus lina .ja vem ao mer-
cado.
Croslcanples preta e de cores.
O Pa\3j tea ou grande sortimento de
grosdenaples e gurguro preto para vestidos
tendo de 1060-J o covado at ao mais su
perior que costme vir ao mercado, assim
como uin grande sortimento do ditos de
todas a3 cores' e branco e um bonito sorti-
mento de set:ns branco e de cores que ven
de por pneos moto em coma.
ESPARTILHOSA>40OOO
CACHENEZ a 40, 50 e 60000.
O Pav3o venda espartilhos de todos os ta-
annos a 40 e 50000, cachenez parisiense
com delicado ponto e de cores, a 40, 50,
e 60000.
CORTINADOS PARA CAMAS E IANELLAS.
a 80, 100, 120 e 16,5000.
O Pav3o lem um grande sortimento de
cortinados ricamente bordados, proprios
para camas e janellas que vende de 80 at
160000 o par.
Pegas de cambraia adamascada com 20
varas a 100000. crochet ricamente bordado
para cortinados a 10500 o metro. Assim como
ricos damascos com 6 e 8 paira is. de largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
ben ricas colchas de damasco a imitagao de
seda e ditas de crochet as mais lindas que
tem vindo ao mercado.
MISSELLNAS DE CORES A 400 RS. O
COVADO.
O Pav3o tem um bonito sortimento de
musselinas de cores, padres inteirameQte
novos e cores fixas, que vende a 400 rs. o
covado. Ditas bancas muito finas a 400
e 500 rs. letim branco da India muito fino
para vestidos e roupas de meninos a 7 O rs.
o covado. Cretones de cores muito encor-
pados para vestidos a 600 rs. o covado.
ROUPA POR MEDIDA NA LOJA DO
PAVO.
OPav3o tem orna bera montada officina de
altaiate, administrada por um hbil me tre
nacional, aoode se manda fazer qnalqcer
obra de encoramenda, tanto para borneo
como para meninos, garantind -se a prmp-
tidlo e aceio em todo o trabalbo, e no mis-
ino esUibeiecimraiojoacontrarSo os respeita-
veis fregoezes todas as fazendas proprias
orno sejam paonos de todas as cores qoa-
#diades e pregos, novas casemiras de gusto
re us brancos e de cores, assim como todas
fasfazendas proprias para fatos de loto.
aSAQINHOS A 150.180 E 2000'tt.
O P*vi tip Mm.granda sorti-nento df
-icos 3?.'iq6o -'.i u Ja prel moiio bem
enastados e m'4-rro3 qne vende a 15\J.
18# e 200000. sendo fazenda de muito
maif valor, assim como ricos chales pretos
bordados com franjas largas de retroz a
10| 120000.
A loja do PavSo acha-se con-tantamente aborta di| C borai da mtabia at aj 9
horai da noite. i ra da Imperatrix a. 0/
r
Os proprietarios da loja do Papagaio fazem sciente ao respeitavelpublic,
cialmente s Esraas. frmilias, (amigas da econ imia domestica) que al ao fin
ratam de liquidar pelo maior prego que derem as fazendas seguintes :
Um grande deposito de ronpas eitas de todas as qualidades e tamanhos, tanto para
meninos como para homens.
Urna grande portfo de 13azinh3s, bareges, alpacas lisas e lavradas de todas as
core?, e vendem-se muito baratas para acabar.
Urna grande porcia di cassas ie cores, e organdys, tinto miadinhas como grvi-
das, muito fizas era cores e muito finas, e vendem-se por prego barato para acabar.
Bonito sortimento de sedinhas lavradas de cores, e poupelinas, setira branco, pon
elina branca lavrada, gjrgorao de s i de cor para vestidos, azul claro e cor de
1)23.
Urna grande nuantidade de lengos de esguiSo j abainhados, maiores e pequeos
pelo raesmo prego'dos de algodo.
Urna porg3o de costumes para rafninos de 4, 5 e 6 annos, de alpaca muito fina,
todos forrados, e delicadamente enlutados por prego muito barato.
Grosdenaples pelo em quantidede de 10600 para cima.
Urna grande quand3de de camisas de linho para homens e para meninos, tanto in-
glezas como francezas, coa coiUrinbo e sem elle, aberturas bordadas, collarinhos. pu-
ncos, e urna grande porco de gravas e mantas de todos os pregos, collarinhos de pa-
el para meninos e boaant, todo por prego baratissimo.
Pedemos asseverar que temos um completo sortimento detodas as qualidades t
fazendas, e d3o especificamos todas, para nao tornar o annucio enfadouho.
A VISTA FAZ F2
Ra da mperatriz n> 40.
DE
SS &-CARVAL
Aisca sa vio om processo'mis perfeito e que at-
ais Tiiss da escriploraro.
A na cOr lindissima e nao precisa de cnida-
a ?.tgum Par* ai conservar no timeiro sempre
.* a mesma cor, sem borra, en'-la. bolr oa sem
olas estas mazellas inherentes todas as tintas
: agora .-.canecidas, anda mesmo dos melhores
ores estrangeiros.
Sobretodo, este e-msvel producto nao ataca as
-mas de ago, antes pelo contrario, a penna
'iqnir am esmalte dourado qae, sendo interes-
te, astas provwtoso.
&ta tinta, nao sendo especialmente para copiar,
i comeado daas,tres, oa mais copias om n.ei
poii de escripia ; preciso, porm, deixar-lhe
papel bem rooihado sem o enxugar com o mata-
rrao, porque nao ba o risco da borrar. Para se
lolbas (cantas copias se qnerem tirar, mas
cem o original tirar ama tantas qnantas
jara, sem qoe o orlgml flqat prejadicado
itlu xtracoes.
Occrrra aqoj dizer qce, para copiar importa
la itiligeneia e habihdade, sem e qae a me-
ter tinta cao satufai, e o defeito recae sempre
ctrv i tinta, qoe moltaa vezea qaem meaos
upa um.
i dopia qaatidade desta tinta eMraaaoHaae
.frtciaval, pois qae evita qae em qoalqaer es-
npxrio ha;a mais do qae nan tinta para os 'ro aisteraa. ,
iaHjHaoto i toa durabilidafe, tito h p>lr M***100
\m*at aviaa poiiqwMU taai iapcie da es-i
cripta soffre o choque de cidos fortissimos, sen:
se deeompr ; ora, se os cidos nao tem aeco so-
bre ella, mnito menos a aeclo do tompo a pode
destruir; isto plansivel.
Nao s ao commercio que este meo producto
veio ser til ; os profesgores dos coliegios, investi-
gando todos os meios para o adiantamento dos
seas discpulos, tem approveitado esta tinta, sjie
com razao a acharam apta para desenvolver o
Sosto nos educandos, em consecuencia da belera
a cor a faciQdade de correr oa pequea pela sna
liquidez. Ha exemplos da cr.:nc,as que havia
muito tempo tinham orna repugnancia eitrema
para a e?cripta, logo qae fol admirada esta tinta
no eoegio, apoderoa-se dellas a cnrlosidade a o
go^to, e Doeo tempo depois o sea adiantamento
era maniteato.
Esta tinta, par de tantas vantagens, tem nm
onieo inconveniente, detoriora-se ao contacto d
ootra qualqaer; ceavm pois te-la em noteiro
iseotos do menor vislombra de oatra tinu, e evi-
tar escrever com a peana soja da ama preparaco
diTf rente e incompativel; veriflcan.io isto, nao La
raxao para te osar de tinta qae nio seja a MO-
LETA EXTRA-PINA DE MuNTBIRG.
Observa^ao.
Diversu talsiflcacoes a semelhancas tem appa-
recido, cuja durabfdade 6 dnvidosa. Os Srs.
compradora padem evita o engato dirif iwio-m
a casas cireaaapeeus.i.a padindo a anta qoa eu
A. C. ioniewo.
Singer Manufacluring
tfuauo
BOJWOO
90|000
9000O
M .clima-
Macbisas
Machinas
Mdchinas
Pal a
Para
Para
Kainiuas
Fr.ii.ii as
Familias
Fxmili -
1005010
iOOOOO
1004000
10041K
Ditas
Diuis
Ditas
Ditas
1 "in
Com
Com
(,'oin
Tao>i*
Taaira
Tanifi
1055000
1055000
I0."i 000
1035000
lirasileiras
-Bra-ikira-
B a Brs.-ileira*
Tofla
Toda
Toda
T.id
Csiura
Cop'ura
Costura
C'isiura
1O50.0
100 5*0
;ooooo
i o-:-5000"
1 Irua?
M.ichioan
Machinas
Mii.:hinas
,1"
da
de
de
M.nr. Manit**
Maci?e,r..
Mauivetia
lloUOO
1155000
1155000
lt.=55000
Machinas
.'!.'! ii
Mac binas
Machina'
Pira
Para
Para
Para
Aifaiae>
Alfaiates
Allalatcs
Alfaiatps
1135000
1135O0O
1155000
1135000
Machinas
Machinas
>'... -1, :..>
M:. hiili.S
Para
Para
Para
Para
Sapateir*
Sapa te ira
Sapatciros
S'Pateim*
135OO
1455000
1155000
iloOOO
Machinas
Machinas
Machinas
Machinas
me-a do
mesa de
mesa de
mesa de
Extencau
Extnnco
ExtfDcao
Extenc.ao
1305000
130*000
13* 5000
130O(!(l
>!a:liii,.i-
Machinas
Machinas
Machinas
Para
Pra
Para
Para
Chape1-i.-, s
Chapelleiif?
Chaueeirofi
Chapelteires
(Note-se bem\
ao numero /
nico r gente
W. H. Chapman.

Ntese lem
ao numere
)
45 RA DO IMPERADOR 45
liua Duque de Caxias n. 82
(ANTIGA DO QUEIMADO)
m Duque de Cxias u.
seu ei tabelecimeiio
Faria & Gomes, estabelecidos
82, pretendendo realisar a raudanqa d
para a ra do Livramento n. 20, at 31 de dezembro do corra-
te anno, resolvem fazer urna liquidaqao geral das fazendas exis-
tentes em seu citado estabelecimento, expondo-as desde hoje *
concorrencia publica, mediante preqos os mais resumidos poa
si veis.

Fazer a descripqSo minuciosa dos valores e qualidades d
todas &s fazendas que existem no estabelecimento, sobre ser fas-
tidioso seria enfadonbo, por isso, pedemos annunciantes a todos
quantos estiverem na carencia de fazendas boas, bonitas e ba-
ratas, o favor de apparecerem em sua loja ra Duque de Ca-
xias nMp. na intenc,ao de comprarem qualquer fazenda por
meta de de seus primitivos valrele na religiosa certeza deque
serSo bem Eervidos, apezai de nSoserem aqui annu(adas em
esty'o seductor e faceto es vantagens que desta liquida^ deyerii
resultar, noipteresse de todos quantos quizerem comprar, por
pouco dinfceiro, boase excellentes fazendas.
RA DUQUE DE CAXIAS *. 82


**m
9
'
Diario de Fernambaco Secunda feira 4 de Dezembro de 1871
_____

LITTERATMA.
l.cmb-i-rtur/a sautlosa
HMMftDO DE CARVALH ).
Triste 4e aquel que siempre anda llorando
Las Tusas eparania*, ya perdidas;
Y con dol.ir las lgrimas vertidas
Vanea allin preicu lidj van llegando t
Camoes. (Soneto)
tiran,fiel me.Toru t ai,leva-meaos serenos
pw.geolis d'outr'ormm .- instai-.te ao toeno?!
tea pornatura aprazao ioflii
4haver ja tambara silo feliz.)
Huelle viver, aqaellas tnraa toja*,
~l prnpeusSis, e a-piracoea tao doad.j,
i vei deixai-m agora recordar
tu destroc a siaqui ch>rar!
1 por ora, o cynicos estoicos I
i coraba* j^inai* foram heroicos.
.,^8 s, p*r Deus, oh I nao maldigam, ca >,
:\s ligrimas, qu verto em ininha sohdao.
Soafraeo... ai, que bemein sou. Do barroca
(Iraquza,
Por eerto que nao de (erro a natnreza ;
Kfe para que o Seohor, seus bens a repartir,
Um eorarjio nos den, enao para sentir ?
iv Biuba primavera I O' loira infancia minha,
fpnjne te foste asjit to ce Jo, tao asinba,
Deba nd>>-na p'ra sempre t-nvolto em pleno d
Na vida suspirar, t) ermo, e triste e j ?
luir'ora... um mar de luz, por onde em calmara
Dj descuido i merc vogava a phantasia I
Tadj prawr e eneaato I U.n ser todo vernal I
hi inebvel delicia um novo Elen vital I
K de Tentara laot Msina frua outr'ora
Que me Geno, m?u Dous? Q.ie resta-me j agora ?
S a recordarlo... s a saeda le, eintim,
Essa agri doce meacli, essa... Mis ai de mi:n !
Lsda, e risonba, e doce, e placida, e singel a,
Na vida nao na, nao, ijua 'r.i melbor, mais bella,
Tao rica-da iltusod*, rjsrn tan; assim gentil,
ijiuu por cedo seja a iJade pieril.
Infanciaalvo da vida humana trabalhosa,
(dade fe'ix srmpre, o sjmpre descuidosa :
Oh I ludo enlo be!l >, oh indo ento apraz,
K da inaoceucia o goso, o encantamento (az.
Qae aahroospfeera r.ara o livro e transparente I
Que s> hitar, extreme e limpilo ambiente I
Que eo, de nuven* errm, auri-b rddo, azul I
Que fr I Qie viraejjm, viudas do norte e sul !
Urna ave, mi brisa, o ti il ir il > prados a alcatifa,
O orvalbo matinal, que prvido os borrifa,
A fonte, o murmurinho, as sombras a granel,
O monte, o val? a encol, o paramo, o vergel;
P^ra nisaprazer,radiante de belleza
Todo sorrir parece em toda a natureza,
Mais ebeia euto de vid e dalmae de vigor,
Perenne a transbardar castoionocenteamor.
Scerno p r encantocb 1 rasgo da natureza
O n-roo pranto eat) apra'.nn por ventura.
F. o co mais f irmoso, e mais mic.nte o sol,
Mais potico ocrepu-cl1, e fulg lo o arrebol I
Dapc:8...pa3sairioo t.'rapn.ea anreaqaadra paisa,
E oatro o quadro ento, que ah se nos retrae, i;
Era vet dos jovias forrisos do prazer,
As lagrimas da dor, as nevoas do joffrer I
Aseesteoder subtil nos valles e nos montes.
Tcrbando da existencia os calmos borisontes,
A bypoeondria vem. vem a tristeza ento
Ora sem sombros veos, que ludo a envolver vio.
faiae... nao roa aquelle imo socego d'alma,
Aqaelle almo descuido, a]nella amena a calma ;
Mas sim, inao grado nosso f os trbidos crueis
Cardados to hustis e riiros e reveis
Oi t desprazer. ob 1 dor. Tao espontaneo e liso,
Qm! d'antes nao mais vem aos laoios o sorriso ;
jNmb lao loae e j, n.m to donosa al,
A catarezam de ludo quanto .
IMIsm funesta l-Em vez d'alma delicia,
Jftoftrecreios em vez, em vez dessas blandicias,
A Tirla em sen dezar, do mundo os turbilboes,
Oeste insoodavel pego as mil coniradiccOes.
Ai, ama vez perdida, son-ie covamente
A infancia destruciar ? Nenhures realmente 1
N'ibmai?... oh f magoa I oh dor !... Dio mais
(na vida va
ites delicias a fonte o>treme e pulchra e s.
Crios t como n'alma de, qnanio -se desgranado,
Os Mas recordar do gosto j passado I
Ub toda a sua lorr-a, a modanca do bem
Para u mal, grande Deas I como pnnRlr-no3 vera I
Pretrito bemliO... ureo viver d'outr'ora...
?oim de que me >erve o r>'lembra-lo agora t
E porqne mo lastimo e pirque choro ento,_
Se toda a qceixa nolla, o todo o carme 6 vo f
Nao me deixeis contado, sempre animadoras
KeeordaQOM genlis e to consoladoras I
Pois A idea de ter j:> hnthem silo fez.
48fW.
'Francisco Cismontano.
Vi
Ul
u
Os de ais hospedes
I nsram ic* mjnlos um sobrado,
dus n urea linh. p'ra alagar :
i .". ,>\-i d.i ;i.ura apaix uad),
jiij .'ranee', jue aiorria por cacar.
O.mo fcil 'i-1 crer com os livroa segu
l'.n o segundo audar o nos^o ioglez,
oto no primeire caca eotregue
. ni se e-iabe!'.ce o tal francez.
Ico este forrar a sala toda
:> pe que escidas fiaurava,
Contra elle dando roda
a que mil passaros caciva.
inia urro3 o tuglez com !al ruido,
Cja-9 tanto o incaramodava na leitara ;
Ate que borrivelnienio aborrecido,
1<> massante francei veio a procura.
-{"% r mussi, me di;, voc estar louco f
Tiro... mais tiro... mim nao pode mais I.
n pede vosmec socega um pouco,
So ccairaria non sabe mim que faz !...
FOLHETIH
AILHA DO FOGO
roiv\(i:
POR
ALEXANDRE DUMAS
XXXI
A. Corea vencida pela astucia.
(Concluso).
Mas Maba Dio se lancara sobre Nanga
lio rpidamente como Harruch tena dese-
A atlitade, framente resoluta, do chefe
tos iganos, tinha-lhe inspirado algam re-
ceta; agachada entre o mallo qae cobria o
wrreno encolbida, trmula e com os olhos
feto q sua prest, espera va qae o malaio
'-esse um movimento que favorecesse o
alMfjpt.
HarrQch pareca saccambir angustia
qae Ibe opprimia o peito.
Maha. Maba, gritoa elle ; abandonars
ten dono, qae fonda em ti todas as sua:
esperanzas ? Maha, prepara contra esse
vampiro as toas aQadas garras e despeda-
a-lbe os olhos com as toas poierosas qaei
um.
Eslimalada pela voz do sen dono, Maha
sao heson mais e atiron-se.
Mas Nun?al vira o movimento, e na oc-
cas;5o em qoe Maba se arremessava sobre a
su cabeca, dea um passo para o lado e
receben na capa as garras da panthera, em
qoanto eom a outra mi enterrou o tre
aeado paohal ao lombo de Maba.
A arma penetrara at ao puobo; os mas-
trios do aoh&frl perderam a potente tensio,
Ora.^inborr, t Nesto casa dioheirre estou pagando,
Su Lea -ei quo ooa sou neahum creance.
Cu goste de Bkftrr, e estou cacando...
Caloa-se o inglez, mas fji-se impaciente,
Protesunio ficar moi bem vingad);
Quando ao chegar cima incontinente
D'agna mandn encher lodo o sobrado.
Coando pelas Crestas do soalh\
Brevemente inundon se toda a casa ;
E vendo-se o franc-z sem ig-iMlho,
Poi ao in'!ez fallar rlenlo em brazt :
Oh I sinhorr, oh I sinhorr, voc menino ?
Porsoone mais l bns... non pode estarr ..
Ao que tornou-lhe o inglez com um ar maligno
Top cjqi ? mira gosta de pescar!...
E de feito sentado L'um lanuinln,
n ciiiici na rolo lancava o intil;
Sem se he dar de ver que o ,-eu vizmho
l-'iciva inda peior qje um caracol.
Moralilade.
II t imita gente assim, que ( deseja
Os ouiros reduzir a taboa rasa,
Sem so lembrar que ple. e em breve soja,
Por castigo cabir-lrie o rao em casa I
L. U. Peeejueiro.
Algainis lilt'is sobre a coloul-
sa^o do Brasil.
pars, 2 de agosto de 1871
A nar;a > brasileira so acha empnbada em
reali-ar a abol cao da essravido no Bra-il
e indobitavelmente conseguir acabar dentro
od pouco lempo com essa iostituiejio con-
demnada tcito pelo chrisliaoimo, como pela
pho ophia e pela ro iral; os proprios inte-
resses materiaos da mea) nao podem de-
se i volver-ja r.ipidamenl3 em quanto existir
a escravidi), porque sem instmecio e edu-
caio f.eohum povo pd progredir com
seguranza : ora o escravo nao pd-i ser tiem
instruid;, nem educado : se o fra ganbana
consciencia de seus direitus de hom^m e
infillivelmante se insurgira e se libertaria
pola forffa. Tola a popular) do Brasil tem
pois qu) se tornar liVre para p ider re'.ebt-r
o beneficios di instruccio sem correr o
isco de urna gnfira que serta ao mesmo
tenopo guerra de roca e guerra civil e faria
perigar txitiicia di nifo Brasileira; e
esla composia de elementos heterogneo':
a rar;j europi aindi na-) se acia perfeita-
metite ;.malgamada com a ra<;3 africana e
Cim os aborignes do Brasil; ess3 coadu-
nar) indispensavel para consolidar a na-
fio, destrompo os prcconcitos de ragas :
s a instruego do povo ple prodnzir esse
resultado que d;veser o desidertum de
todo o patriota providente ; o negro tem
sido avinado pela escravidio : mister le
vantar-lhe o moral pela edncigo ; se o ne
gro, embrutecido e aviltado pela escravido
tem sido til ao Brasil, Itve.' educado mais
contribuir para a prosperidade do paiz.
A decretarlo da aboltco da escravido no
Brasil crea um periodo de transico para o
paiz que exige ao mesmo lempo grande pre-
videncia e sabedo.-ia di parle dos estadistas
brasileiros e um grande esforgo de civismo
doj cidados em geral, abm de evitar se
grande abalo as condices econmicas e
polticas da -nagao. lie um dever de cada
cidadio contribuir com a sua iniciativa e com
toda a sua energa para ajudar a nago a
atravessar, progredindo sempre esse deli-
cado periodo de transigi.
Os interesses particulares soffrero em
muitos casos com a abogo da proptieda-
dee do trabalbo escravos e ser mister al-
guma resignagao da parte dos cidados as-
sim prejudioados; a resignagao deve porm
consistir em accommodarem-ses novas cou-
diges de Irabalho, que c i a aboligo, e
nunca no abandono do trabalbo por nao
poderem fazel-o com bragos escravos.
Os fazendeiros sao os mais directamente
interesado:? em que a subMiiiigo do tra
balbo se faga sem graude abalo ; necessa-
rio que as plantagSs nao detxem de ser
tratadas um s auno ; para isso indispen-
savel que cadafaztndairo desde j bem exa-
miDO qual a sua situag) especial e trate
ou de entender-se com o i seus actuaes es-
cravos para que continuem o trabalbo como
operarios livres, ou procure os radios de
obter operarios livres com os quaes con-
trete a conservar) o o augmento das plan-
tagoes, fonte da riqueza nacional.
A obtengo de bragos para conservago
e desenvolvimento da agricultura se torna
pois urna necessidade urgente ; ha j vinte
annos que cessou o trafico de africanos,
donde a agricultura do Brasil recebia annnal-
mente um lorie snpprimeato de bragos; des-
de 1851 po:s nenhum supprimento ten-
do lnvid) em substiluigo do que fornecia
o trafico de africanos, e sendo certo que a
pipulago negra no Brasil dimine rpida-
mente por serexcesstva a mortandade nap)
pubgo escrava, resulta que a agricultor*
brasileira j se acba pre:entemente escassa-
e a panthera negra cabio de chapuz diante
de Harrucb.
Nungal soltou um grito de triumpho e
esgrimi o punhal, amoa^ondo o guebra.
!\l3s n'iste instante, a maior de todas
as pantheras, a pr.meira que seguir Har-
rucb, altrahida por Maba, langou-se com
furioso impeto sobre Nongtl, atirou-o ao
cbo com as suas monstruos) garras
e despedagou-lhe o crneo entra as formida
veis qneixadas.
Ento, e como se este houvesse sido o
sigoal do convite, todas as domis feras se
langaram sobre o cadver do barkisabams,
e se ouvio apenas um mido indescnpiivel,
formado pelo ancioso masligar d'aquellas
pantheras, que dividiam entre si o baoqae
te, triturando os ossos de Nungal.
N'este instante principiava o sol a brilbar
no bcrisonte.
XXXII
Dens perdoa.
Entretanto, caminhra Euzebio largo
lempo, levando Ester nos bragos ; desejava
que elle e a sua companbeira repousassem
na eternidade o mais longo possivel dos lio-
mens.
Trepou pehs ladeiras cheias de^aainhos
e de matto que cercavam Zaad, fj^bu to-
dos os obstculos, e logo se vio n'ama
plataforma, d'onde se dominava am bosque
que a circumdava
Golhen algoos ramos e as folhas seccas
que acbou mais mo; estendea as sobre
as rochas, e det<>u Ester- naquelle impro
visado leito, com a mesma precaoco e cui-
dado que se a pobre senhpra estivesse
viva. 5f
Depois arrancn amas poncas de flores,
e po-las sobre o corpo de Ester.
Enzebio n3o poda acreditar que lado o
qoe hcivia soccedido era a triste realidade ;
mente supprida de operarios e qae iudlsa
pensavel que so Iho procure novas forcas
productoras sem demora, sob pena de vt-a
delinhar, o que importara a ruina do paiz.
Qual o meio de evitar to grande catastro-
phe ? Algans bomens previdentes j o in-
dicaran) nago: a colonisafo. Gragas
iniciativa do senador Vergoeiro e aos seus
intolligcntes e perseverantes esforgos crea-
ram-se algumas colonias ag colas na pro
vincia de S. Paulo, as quaes praiicameo'e
demonstran) nao s a possibilidade, como a
grande conveniencia do esiabelecimento de
colonias do europeos e principalmente de
alinales para conservarcm e desenvjlve-
rcm as plantagoas de caf.
E t p )is demonstrado que a colon'sagodo
Brasil com europeos nlo utopia, mas sim
um fado realisado, embora em pequea es-
cala cmrelagoao desenvolvimento que ple
ter e s nocessidades do paiz. A questlo
da Colomsago to importante como a da
aboligo do elemento servil; ella- s) pre-
sentemente inseparaveis e devem ser atten-
didas ao mesmo tempo e com igual assidui-
dade ; os estadistas que decretassem a abo
ligo da escravido, sen attendr conser-
vago e ao desenvolvimento da fortuna dos
proprietario3 de escravos, commeuerbm
um crirae de lsanago, visto qne ajdestruigo
da fortuna dos particulares importara a
ruina da fortuna publica e a decadencia da
nago. A prosperidade do Brasil t-.m tilo
por bise principal at boje a produego
agrcola ditr^biloo escravo ; abrlinlo-.-e
c-ste esi claro que mister baseal-a no
traba ho livre: o conseguimen'.o desle tor-
ua so pois a grande preoccupag5o publica ;
convirja p ra a soluglo desta magna ques-
to todo o taljnto a toda a energa que os-
tentara e esbanjam os brasileiros emqu toe^ infructferas de poltica abstracta, que
s tem el ido em resultado guerra* fratrici-
das, deitruigo de capitaas, dilapiiago dos
dinbeiros publi os. seguindo se a tantas ca-
lamidades a-apatbia moral, da Dago e o
adormucimento de sua forc vital, em que
uos sorprendeu a invaso paraguaya. Sai-
hamos aproveitar as lig;s que nos lornece
a historia da nossa curta, mas agitada exis-
tencia orno estado independeute. Temos
um paiz do espantosa ferttlidade e de fabu-
losas riquezas; intelligencia natural supera
buoda no povo; que tambem capaz de
actos d- patriotismo e de bravora, como
prova guerra do Paraguay; temos urna
forma de governo adeqaada s circomstao-
cias da socieiade brasileira; leis liberaos
qoe peroiittem aos cidados toda inicia-
tiva.
O q e falta-nos para prosperadnos ? Fa
zer desapparecer os effeitos corruptores da
existencia da escravido; precisamos mori-
gerar, educar e instruir o povo afim de
que o cidado techa consciencia nao s de
seus direitos, como tambem de seas deve
res : mister que o cidado saiba repellir
as arbitrariedades da autboridade, mas sai-
ba se sugeitar ao sacrificio do servigo mili-
tar para que a nago esteja preparada para
repellir qualqaer aggresslo estrangeira ;
mister que a opinio publica seja to forte
e moHlisada e os magistrados tSo rectos e
severos que se torne impossivel a am em-
prendo publico cotnmeller impunemente
malversages; mister fazer menos poli
tica e execatar melhor e conscienciosamente
as leis que temos, de sorte qae o cidado
goze de perfeita garanta para sua pessoa
e para sua propriedade legtimamente ad
quirida.
He mister emfim que o Brasil prouire
obter para si as vantagens que os Estados-
Unidos e a Australia tem sabido colher de
urna forte immigrago de europeos, a qnal
nos fornecer o trabalho livre, e augmen-
tando a produego do paiz nos ajodar a
supportarmos os encargos fiaanceiros resul
tantos da guerra com o Paraguay, encargos
que se tornaro insupportaveis se a prodc-
elo do paz diminuir. Para resolver a
questo da coIonis3<:o mistar encara-la
desde logo debaixo d) conviego de que o
resultado certo, mas dependente $6 gran-
des esforros e de muia perseveranra e de
desembolsos pecuniarios; a questo nao
porem mais diflicil do que decretar a aboli-
go da escravido; questo de estudo at-
iento sobre as condgrjs sociae3 o econmi-
cas e mesmo p diticas tanto do Brasil como
dospiizes, dondo se pretende obter aimmi-
grsgo; estudadas essa3 condiges mister
ter a coragem de combater as difliculdales
que se apresentarem tanto expatriago dos
colonos como ao seu estabelecimento no
Brasil, e attender aos meios pecuniarios in-
dispensaveis para facilitar aos colonos b pa-
gamento de suas passagens para o Brasil.
Sem desembolsar dinheiro iaapossivel es-
tabelecer ama corrente de immigrago regu-
lar e imprtame da Europa para o Brasil,
esforgava-se em arrancar da sua imagina-
gao a lembranga de Cora, da indiana, que
se apresentava dian'e d'elle como a p;rso-
nificago dos seus reraorsos; misa vista do
corpo hnnimado e do lvido semblante qae
traba a seu lado f-lo comprehender a des
consoladora verdade, que Ihe lembrou as
snss faltas, muito mais severamente do que
Ih'o poder i a fazer a consciencia.
Ajoelhou-se diante de Ester, estendeu os
bragos supplicantes para ella, e ergoeodo
a voz como se a infeliz podesse ouvi-lo,
disse :
Ester, a minha fraqueza e a minha
presumpgo perderam-nos ; esqueci-me de
que Deod fez os nossos coragoes frageis co-
rao os nossos corpos, e qae s a imagem
d'este Deas, quando est gravada as al-
mas, nos pode preservar das ms tentages.
Tu perdo)Ste-me, Ester ; mas Deus, qu-
ine jnlga, perdoar-me-ha tambem ?
E continuou, depois de breves instantes
de silencio :
Nao : o amor, tal como no-lo pinta o
nosso delirio, nlo deste mundo ; presen-
timo-lo, mas nlo o conhecemos; aqu s
existe a traigo, a ingratidlo, a fragilidade.
Quando a nossa alma sabe do misero car-
cere que a prende e se eleva para Deas, s
entlo vemos brilhar as nossas trevaa al-
guna rara de luz, qae nos innonda de ver-
dadeira felicidade. Vuu finalmente poder
amar-te como merecas ser amada; minba
Ester, juro-te qoe a morte me ser grata
com este pensamento.
E abandonon-se ao seu desespero; cho-
rando como urna criaoga e batendo com a
cabega na rocha, cbamava Ester com dolo*
lorosa entonago.
Nem os roncos estampidos do canho, re-
petidos pelos cbos; nem os gritos dos
malaios, a qoem os hollandezes nbim der-
rotado e parseguiam em todas as direegoes;
nem o sinistro ciarlo das chammas, qae
mas como muito bem diz o Sr. Tueodoro
Pereira da S Iva em seu relalorio s cama-'
ras: c O dinheiro gasto na introdcelo de
f I) ras colonos nlo pardido; pelo con -
irario, breve volts ao thesouro cntupli-
c cado pelo augmento de produego e por j
c conseguinte das transaegoes commerciaes
O Ilustre ministro ainda muito acertada-!
mente observa em seu relalorio sobre c lo-
nrsaglo que ser correr o risco de ver adiar-
se indefinidamente a solu;lo do problema
e desconhecer os verdadeiros nieresses do
paiz, se o governo lr mesquinho na coa
cessl) de favores aos immurantes sobo
falso pretexto de poupar os dbbeiros p-
blicos. Dj fado o Brasil nao d-.ve ter mido
de gastar d nheiro, mesan empsnhando-se
em dividas grande-', para augmentar a sua
populaglo, especialmenl) aquella qae con-
tnboe directamente para a produego agr -
cola. De mais taes sacrificios nlo serlo
i'ei.os seno por a'gum anuos, pois mais
tarde a immigrago s- i mar espontanea.
Por oulro lado irdspensavel que o B-astl
se decida a fazer sem interrupeo os des-!
embolsos pecuniarias que a soiogj do pro-
blema exige e na proporgo necessaria para
alcangar-se o fim ; no lumiuoso relalorio
do Sr. Tbeodoro Silva eacontra-ie ama
observago muito justa a esse respeito
que em negocios de immigrago os p3qae-
nos sacrificios ainda que repelidos, nao pro-
duzem effeito, e que para crear nuclers im-
portantes de colonisago, que produzam a
attracgo donde resultar a immigraglo e.-
pontanea, mister despender dentro de um
curto prazo a quantia necessaria para irans
po.lar a i paiz um g anda numero de colo-
nos. Nao menos certo que para crear
taes ncleos de col.nisago mister concen-
trar um forte numero di inmigrantes em
urna ou quando muito duas provincias em
vez de distribuidos por difiranlas zonas
do imperio em pequeos gruoos que nao
possuem o? elementos necesarios para
prosperaran com > se tem feito al agora
com gran le d scredito para a aptido do
governo brasileiro em negocios de co ouisa-
gio. O mais acertado seria fortalecer o
mais rpidamente possivel os ncleos de
colonisago j existentes e coadjuvar mais
tarde a sua irradiago. Dous syslemas de
colonisago se devem seguir no Brasil, se-
gando a experiencia a iquirida, pois sao os
que tem producido algam resultado vauta-
joso e correspondem s necessidades da
agricultura do paiz, e as zonas em que esses
dous systemas sa tem respectivamente des-
envolv lo, sao as que devem quanto antes
receber um forte contingente de inmigran-
tes das categoras respectivas. O primeiro
sy.-tema o que servio de base fundago
da colonia de S. Leopoldo na provincia de
S. Pedro do Rio Grande do Sal, onde o
immigrante se torna pequeo propietario
desde qae desembarca na colonia; o sys-
tema qae convm s provincias que produ-
zem especialmente os gneros alimenticios
e tem facilidade de communicages para ex-
porta-los. Como resollado final do traba-
lbo do immigrante deve-se sempre ter em
vista a acqoisigao de urna pequea propra
dade rural; essa geralmente a aspirago
dos lavradores que emigrara da Europa
para paizes americanos.
A provincia do Rio Grande do Sul tem sido
perseverante em seus esforgos para obter
urna immigrago regular, principalmente de
allemes; nao tem essa provincia hesitado
em gastar com auxilios aos inmigrantes
urna parte das rendas provinciaes e vendo-as
boje altamente augmentadas pelo desenvol-
vimrato da produego da agricultura da
provincia, o qual devi lo creago das
colonias allemes, que j boj-) attrabem
como colonisago espoctanoa tres quartas
partes dos immigrantes que annuaimente
chegam provincia, pode a provincia de S.
Peiro servir de exemplo s suas rmaas em
negocios de colonisago.
O que se tem fe lo em pequea escala e
com escassos recursos ni provincia de S.
Pedro o que o governo brasileiro pode
fazer em grande escala em beneficio de todo
o imperio se souber tirar vantagem dos
enormes recursos de que dispoj. N)
pode haver diiraldade seria em examinar
o estado em que se acham as clon'ns do
Rio Grande do Sol; q al a modo prtico
de augmentar-:hes 3 rea de territorio que
d ver receber os novo3 colonos, sendo
igualmente fac! calcular pelos dados qoe a
experiencia tem fornecido qual ser a des-
p;za que ter de supportar o thesouro pu-
blico com a introducto Je 50,0JO colonos
na provincia, numero que junto ao dos co
lonos j existentes all, formar iadubilavel-
menle um foco do attracgo bastante pode-
roso para que a mmig-aco europea para
aquella provincia se torne mtei-amente es-
pontanea. Sob urna boa alministrago
envolvala a frota incendiada, poJeram dis-
trabir Euzebio da sua dr.
Para elle estava redazido o mundo aos
cinco ps de terreno onde ja'zia o corpo ina-
nimado da sua amada.
A nonte adiaolav-se entretanto.
A estrella matutina brilbava deslumbrante
na azulada abobada, purpurbs raos for-
mavam urna extensa linha luminsa, que
principiava a desenhar-se no borisonte.
Era a aurora ; a hora suprema (nada por
Nungal.
Euzebio sentio que um fro extranbo Ibe
corria por todo o corpo e que 03 cabellos
se Ihe erigavam.
Poneos instantes antes cbamava a morte,
e agora qae o espectro d'ella lbe apparecia,
sentia-se possuido de urna vertigem ; no
instante em qae a immensidade do deseo-
nbecido se entreabri aos seus ps, vacil-
lava e recuava espantado. Os seus olhos
encovados voltaram-se para o levaote,
onde a pouco e pouco se ia o co despren-
dendo do manto da noate, onde os arcos
laminosos se augmentavam de segando em
segundo.
Parecia-lbe que o sol, cuja apparigo
bavia de dar o sigoal da sua morte, avan-
gava com rapidez vertiginosa, e nao obs-
tan .e, cada minuto Ibe pareca am seculo.
Occaltoa a cabega entre as mos e pro-
rompeu em doloroso pranto.
As lagrimas refrescaram-lhe o coraglo, e
deram-lbe a resignagao que Ihe faltava.
Peosou no que succederia se faltasse ao
compromisso qne tomara ; vio a mo de
Nungal estendendo se para elle, apartando
os seos restos dos restos de Ester, e nlo
besitou mais em pagar a sua terrivel divi-
da ao soicidio.
Pegn no punhal, descobrio o peito,
apoiando n'elle a arlada ponta, estenden-se
ao pe de Ester, com a cara voltada para
ella, de modo qae osea altimo suspiro po-
fJO.000 colonos poderlo ser importados no
Rio Grande do Su! dentro de 5 annos.
O oulro systema e qae deve merecer at-
teogo muito especiil tanto do governo na-
cional, como do das provincias e dos faz n-
deiros, o systema de c-j1 nisagio sob con-
tractos chamados de parceriaj este syste-
ma lio calumniado na Europa* e especial-
mente na Al lera raba tem-se mostrado na
pratica excellente por olTerecer grandes
vantagens tanto aos colonos como aos f -
zenleiros e de fado o nrrtema que corres-
ponle melbor s necessidades da grande
lavoura, especialmente di do caf. Oscow-
tractos deparceria ht muito lempo existen
no norte do imperio, por exemplo em Per-
nambuco para a cultura da canoa d^ assu-
car cujo proiuc o parlilnado entre o se-
ohor de engenho e os seus aggregados;
sao coatractos tcitos, garantidos anicamen-
te pelo costuras e boa Ao senador Ver-
gueiro perteoce o m rito de ter esiabeleci lo
colonias estrangeiras sob contractos de pir-
ceria com condig)s bem definiJas e firma-
das e sobre essa base creo.) elle as colonias
Ibicaba e Anglica ; as importantes colonias
do senador Saina Q-ieirz tambem tem por
fandamento co tractos de pareara. O con-
tracto de parceria exactamente a soluco
pratica do problema social que tanto a.'ita a
Europa : .4 participara) do operario nos
lacroi da industria, a associaco do capi-
tal com o trabalho. Em vo pois de con-
demnar-se o contracto de pirceria; deve se
combater com energa todas as calumnia-
de que elle tem sido victima ; lem-se che
gado a declarar que o contracto de parceria
importa a escravido disfargaja !
O contrata de parc;ri> pilos resultados
praticos qoe tem produzido fornece a prova
mais evidentee inoul.siivelda granda coa-
vonieneia que ha pira o lavni r europau
em emigrar para o Brasil.
Oj lavradores allemes que emigrara pa-
ra o Brasil engijalos por azendeiros para
trabalbarem as plantagoas de caf sa ge-
ramente pobres, n i possuindo nem o di-
nheiro necjsario para pagamento da s.-
despezas de viagem at o por:o de mar o -.-
de se embarca a para o Brasil; as passagens
sao pagas pelos fazendeiros que os contra-
tara e que tim qe fjroecerlhes igualmente
os meis bagagens at colonia onde se devem esta-
belecer e assim tambem os vveres neces-
sarios sua alimentago al os colonos te-
rem ama primeira colbeita ; o colono coa-
Irahe assim umi divida para com o fazen-
deiro, divida maior ou manor conforma o
numero de pessoas de que se cornpe a
familia do inmigrante; sobre essa divida o
colono paga juros de (i 0/0 ao anno geral-
mente ao fazeodeiro, este lomeo ao colono
ama casa de moradia para si e sua familia,
urna rea de terreno propria para a cultura de
gneros alimenticios, d'onde a familia do co
lono deve tirar o necessario ao seu sustento,
e urna plantaglo de caf j produzindo fructo
que o colono deve conservar e augmentar,
e cujo producto dividido pela metade en-
tre o colono e o propietario ; este fornece
as machinas necessarias para despulpar e
preparar o caf de mane ra poder ser en-
viado ao mercado onde veudido para a
ejportago e igualmente fornece os opera-
rios necessarios mauipulago das ditas
machinas.
A cultura do caf to lucrativa que ge-
ralmeote o colono ao cabo de tres annos
tem amortisado a divida que contrahira com
o fazeodeiro, e que quasi sempre com mais
tres oo quatro annos tem formado um pe-
culio qie be permitle adquirir urna pro-
priedade rural, geralmente as immediagoas
das cidades s quaes fornecem gneros ali-
menticios.
Para o colono extremamente vaotajoso
adquirir a experiencia da agr.cultora do
Brasil custa do fazeodeiro e encontrar ja
creada urna plantago de caf que d rend-
raento mmediato, e que elle s tem que
conservar e augmentar na proporgo qoe
Ihe permittir o pessoal de sua fam lia.
O senador Souza (Jaeiroz, cujas colonias
muito prosperam e goz.am de um legitimo
crdito, nao encontra a menor dilficuldade
em obter boas familias de lavradores alle-
mes, principalmente de Holstein, os quaes
vo substituir os colonos que tendo pag >
suas dividas se retirara para se esiabalece-
rem por conla propria nos arrebaldus das
cidades de Campias, Limeira e S. Jaao do
Ro Claro.
O senador Souza Queiroz introduz an-
nualraente de 120 a 200 colonos allemes
em suas colonias da provincia de S. Paulo,
sem auxilio algumdo governo,
Outro qoalquer fazendeiro que nao tenba
colonias j creadas e acre litadas nao en-
contra porm a mesma facilidade de obter
colonos e para que a iinraigrago e torne
importante, a intervengo do governo m-
dispensacel.
Abolida a escravido, as grandes fazen-
das de-eaf tero de ser suppridis de bra-
cos sob contratos de parceria ou sarao aban-
donadas, o qae importara a ruina do paiz;
os fazendeiros de S. Paulo e Rio de Janeiro
de em procurar a conserraclo de suas for-
tunas na obtengo de bragos sob contratos
e parceria ;^>s colonos se retirarlo das
fazeodas medida que se lbe liberarem
das dividas cintrronlas para com os fizen-
deiro3, m3S se t)rnaro ou compradores
ou afora lores da parte das trras e serlo
assim de grande utilidade aos proprietarios
t:nit>raes, cujas fortunas se tomarlo mais
slidas e sobretudo darlo maior rendimen-
to, tornando-se ao mesmo tempo de mais
fcil realisaglo.
No relatorio referido o Sr. ministro Tbeo-
d ro da Silva all i le difficuldada que en-
contrara os fazendeiros em obterem agestes
capazas para o engajamento do lavradores
ea conlicoas convenientes; qoal a causa
dessa difihuldade seno imoussibilidade o
Sr. ministro parece nao conbecer: ella
partantobin patente en relagla Alie-
manta a, e do deplorar que os representan
tes respectivos do Brazil na. aienaamfeito
c )nh icer ao governo- imperial. Para algaem
ser agente de immigrago na Allemanha
nister qaa, obtenaa urna concessl) ou au-
ihoriiaclo do govern) allem), sema qoal
o damasiado arriscado cabir-se eob a acgo
das ieisq e all; panero a qiem induz a emi-
grar. O governo allemo tem coocedido a
necessaria aulhorisago aos individuas que
a tea reclamado para engajarea colonos
para os Estajos Undts e para a Australia,
mas a tem negado aos que a tm olicitado
para obterem coloaos para o Brazi. Eis a
causa da diflicaldade de obter-se agentes
i lencos. O citado relato; io alile aos em-
baragos po>tos pelos goveroos europeos
emigragi para o Brazil e refariado-se >
calumaias contra este, confessa que da parte
I > governo braseiro nlo tem bavido o
oacessario empenho em restabelecer a ver-
dade. Tal empano exlremamenta in-
lispeasavel e quanto autes deve ser em-
pregad i prin^ipalmentj para com o governo
de Birlim ; mister que o governo brazi-
leiro consiga por meio de alux diplomata
inteligente e consciente de seos devares,
que o g)veroo do imperio ailemo, estando
como fst, em relages de amizade com o
do B.-azi', trate a 63te em todos os negocios
e especialmente nos de emigrago, da mes-
ma fu; in i por que trata os Estados Uni-
dos ; em quinto nao se conseguir essa jas-
tica, nenhum passo se pode dar coa sega*
ranga, afim de propagar-se na Aliemaoba
um conbecimento das vantagens que offere-
ce o Brasil aos lavradores desejosos de
emigrar.
(Gontinuar-se-ha).
CARTA DE UM PUETENDENTE,-Da
Tirbuna de Montevideo transcrevemos a se-
guate, que pode servir de modelo a alguns
dos muitos individuos que desejam em-
pregar-se:
Sr. director.Desejo ter a honra de
ser empregado na secretaria a cargo de V.
Exc. Varias pessoas me aconselharam qae
procurasse antes emprego nos caminhos da
Ierro, mas prefiro servir oa repartigo de
V. Exc, porque sei positivamenie que nao
terei cousa alguma a fazer, o que muito
mais agradavel. Permitta V. Exc. que Ihe
diga quaes sao as minhas habilitagoes e ser-
vigos. Ti ve qaairo reprovagoas nos meus
exames para o grao de bacharel A ultima
foi por ter escnpio a palavra hemem sem h
e a penltima por ter attribnido a Christo-
vo Colombo a tomada dos Castell jos.
No espago de oito mezes techo sido
ammnmnse de um escrivo, pintor de leques.
esc revente de um lit(ralo, agente de cau-
sas perdidas e alfaiate. Desejo, porm,
ago-a dedcir-me era corpo e alma a am
genero da trabalbo menos penoso e mais
productivo, e eis porque tomo a liberdade
de pfdir a V. Esc. um emprego.
t Creio que reno todas as condiges ne-
cessarias,
O meu exterior nao desagravel, poi*
se certo que paucas vezes mudo de ca-
misa, tenho alguns collarinhos pirahos posti-
gos, que me livram da recorrer lavadeira.
d Sou muito flexivel para c in 03 meus
superiores e tenbo muito m letra. Espero
de V. Esc. urna resposta fivoravtl, qae nao
se far esperar, como proprio da su) bon -
dade. De V. Exc, etc.
desse exhala-Io olhando para a mulher que
traba amado.
Elevou o seu corago para aus, implo -
rou a misericordia da Senhor pelo crime
que era obrigado a commetter, e pedio-lhe
que o abandono que ia fazer d) seu corpo
a um dos espirilos inTernae3 servisse para
a redempflo da sua alma, e espern oran-
do que o sol enviasse mootanha os seus
primeiros raios para cravar o paohal no
peito.
Em breve o co se tingio de purpura, e
o semblante da Ester, que estava vallado
para o levante, pareca cobrir-se comuna
reflxo de vida.
Eazebio esquecea se de tado, dos seus
juramentos, de Nungal, da morte.
Todos 03 seus pansamentos se concen-
traran em Ester.
Pareceu-lhe ver que a mo de Ester fizara
um ligeiro movimento.
Dapois am leve carmim coloriu as faces
da joven, os labios tingiram-se de purpura
e as suas compridas pestaas pretas pare-
ciam agiiar-se no fundo nacarado das suas
laces.
Euzebio, paludo e offegmte, poz-se de
joelbos diante d'ella, gritando :
Ester I Ester I
Ao som d'esta voz, os olhos de Ester
abriram-se brandameote, e a joven encirou
em seu marido com iudiscriptivel expresso
de ternura. -
Viva Viva I braioa Eazebio.
Por nica resposta, abri Ester os bragos
e estendeu-os para sea marido.
E o veneno ? O veneno 1 gritava Eu-
zebio.
O veneno... respondeu Ester. Creio
qne o gaebra s me dea am narctico.
Bem poderemos deraonstrar-lhe o nosso
agradecimento, porque nlo ha maior feli-
cidade do qae viver quando o sol principia
a brilhar por sobre a natureza e quando se
reconquisten o coraglo amado.
1
''
i








Euzebio voltou-sa de repente e consultos
o borisonte.
O sol assomava j por cima das monta-
ohas; os seas raios illumioavam os sitios
mais profundos do val'e.
Euzebio langou-se nos bragos de Ester.
E-tavara salvos !
A morte de Nungal torniva a uai los.
Epilogo.
D lis mezes depois, em-'arcavam-se para
a Europa, Euzebio Van-den-Back e sua
mulher.
Teriam podido conservar a parte da he-
ranga do Dr. Bazilio, que nem Arroa nem
Nuagal se tinba apresentado a reclamar; as-
sim Ih'o a consalbava Maes; mas apezar
dos consolos d'esse bom seohor, el.es dis-
tribuirn tudo o que restava pelos hospi-
taes de Balavia e sahiram da ilba lio po-
ces como haviam entrado.
Em compensaglo, fizeram a sua viagem
de volta sem novidade alguma, e o mesmo
barco que os levoa ilba os desembarcoa
saos e salvos no caes de Rotterdam, onda
esto actualmente.
Antes de abandonar Java, Eazebio tinba
mandado procurar Harruch para Ihe deixar
um lestemunho da sua gratidlo : mas todos
os esforgos que fez para o descobrir fo-
ram infructiferos ; nada se tinha ouvido
fallar do guebra, com quanto algans caga-
dores pretendessem ter visto as montes
do centro da ilba um homem trigaeiro qae
parecii ter escolbido para suas companhei-
ras as feras, qoe habitavam os mais tre-
mendos covis do bosqoe, e que entre ellas
viva to dascancado como se estivusse en-
tre horneas.
FIM


U
fl
TYP. 00 DlAHI-ilU DO rUQUB DS UUA


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