Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12527


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Full Text
)T
-*
ANNO XLVI!. NMERC 276
*T
*ARA A CAPITAi E LUGAHK OOS IAO P1U POITE.
Por tru mezes aoiantado......><...........
.or sem ditos dem...................
Por nm anuo Idean.....................
Cu* maero avalao .........,
000
1*000
14)9000
330
SABBAD 2 DE EZEMBRO DE 1811.
PARA DUTIO I FORA DA PBOVHCIA.
Por trea mezes adianladoa................, f|7M
Por mi ditos dem.................... lijfJKX)
Por nove ditos idem................... SOJUo
Por nm anuo idem................... 17#00O




Fropriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.

Oe
AO AfiDIM:
Srt. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Gonealve 4 Pinto, no Maranhlo ; Joaqnim Jos de Oa'vflira Filho, no Ceari ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Jlo Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Sijva, no Natal; Jos Jarfi
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ;Felippe Eslrella & C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Baldo, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Aguiar, em Gojanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martina Alves, na Baha ; e Leite, Serqninho C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Ministerio da Justica.
LE N. 2033-DE 20 DE SETEMBRO DE 1871.
Altera difiranles disposiges da legislado judi-
eiaria.
A Prioceza Imperial Regente, era nome de Sua
Magostado o Imperador o Senhjr D. Pedro II,
Faz saber a todos os subditos do imperio que a
assembla geral decretou e Ella sanccionoa a lei
seguinte :
DAS AUTORIDADES R DAS SUBSTITlTigOES.
Art. i." Na* capitaes, que forem sedes de rela-
Soes, e na* comarcas ds un s termo a ellas ligip
as por lo fcil communicacio que no mesmo da
se possa ir e volttr, a jurisdiego de primeira ios-
lancia ser exclusivamente exercida pelos juizes
de diroito, e a de segunda pelas relagoes.
Na Corte e as eapitaej da Bahia, Pernambuco
e Maranbo, a provedoria de capeilas e residuos
ser de jurisdiego privativa. Na capital do im-
perio creado maii u n lugar dejuiz de orpnos.
1. Para a substituigo dos juizes do aireito
m* ditas comarcas haver juizes substitutos, cujo
numero nao i xceder ao dos juizes elTectivos;
sendo Horneados pelo goeroo d'eatre os doutores
oo hachareis formados em direito com do'is annos
de pratica do foro pelo menos; e servirao por
quatro annos as mesmas condiges e vaniagens
dos joizes municipaes.
Si 2.a Os juizes substitutos .rnente exercero a
jurisdiego plena em falta dos elTectivos que subs-
ntuem-sa recipro:ameate ni raasina comirc, sem-
pre que fr possivel.
3. Sao reduzidos a tres os snpplentes dos jni-
ze* municipaes, delegados e subdelegados de poli-
ca em cada termo ou districto. Igual numero de
supplentes Itrio os juizes substitutos.
jj 4.a E' iicompativel o cargo de joiz munici-
pal e sobstilutos com o de qualquer autoridade
policial.
5." Os chafes da pelicia sero nomeados d'ea-

tre os magistrados, doutores e hachareis em di-
reito que tiverem quatro annos de pratica do foro
ou de adrr.inistraco, nao sendo obrigatoria a acei-
tarlo do carg >. E, quando magistrados no eier-
cicia do cargo policial, na gosaro do predica-
mento de sua magistratura ; vencern, porm, a
respectiva aniiguidade, e tero os mesmos vens-
mentos pecuniarios se forem superiores aos do lu-
gar de chele de pjlicia.
$ 6.a Nos impedimentos i>s chafes de polica
servirao as pessoas que forem designadas pele go-
verao na corte, e pelos presiaeotes na* provin-
cias, guardada, sempre qua fr possivel, a conJi-
gio relativa ao* effectivos.
7.a Haver era cada termo um adjunto do pro-
motor publico, proposto pelo juiz de direito da
raspeetiva comarca e approvado pelo prasidente da
provincia.
S 8.a Na falta do adjunt do prom.lor publico,
as suas funcges sero exrcidas por qualquer
pesjoa idnea nomeada pelo juiz da culpa para o
<-aso especial de que se tratar.
DAS ATTRIBUIQES CRIMINAES.
Art. 1 Aos juizes ds pa\ alm da* sais ac-
tuaas aUribaicjdjs, ompiie :
-, t.' O juiganuato das iafra-Qoes de posturas
Smaicipaas couT" lb??rrafS raito ; Qcaudo, porm, supprimida a compeiencia
pira julgar as iufracgoas dos termos de seguranga
e bara viver.
2. A concessao da llanca provisoria.
Art. 3.* Aos juizes rauaicipae* fica eompeliodo,
alm da entras attribuigoes : x
$ 1.a A orgaosigio do proce3$o erime do con-
trabando fra de fligrante delicio.
2. O julgimealo di infracglo dos termos da
seguranza e bera vivar, que a* autoridades poli-
ciaes e o* juizjs da paz tiverem feito a*3gno.r.
Art. 4." Aos juizas de direito das comarcas do
art. I.* e bem a-sim aos juizes municipaes de lo-
dos os outros termos, lica exclusivamente parlen-
cando a pronuncia dos culpados no* crimes com-
muns ; o julgamooto nos crimes de que traa o
art. 12 7.* do cdigo do procusso crimina! e o da
infraccao dos termo* de segurang* e bem viver ;
podendo ser auxiliados pelos seus substituios no
preparo e organisago dos respectivos procesaos
at o ju'gameuto e a pronuncia exclusivamenie;
e com a mesma limitago pelos delegados e subde-
legados de polica quanto ao processo Jos crimes
do citado arl. 12 7.a do cdigo do processo cri-
mina!.
Art. 3.* Aos mesmos juizes de direito tambera
pertence :
1. O proce'so e julgamento dos crim.s de
contrabando fra de fligrante delicto.
2.* A dacisao das suspeicoes postas aos subs
ttulos e juizes da paz.
3. Em geral quaesquer ontra aribuicoes
conferidas ao* juizes d'( primeira instancia.
Art. 6. Ao tribunal da relacao compele conhe-
cer e julgar todos os recursos inlerpostos das de-
cis5es dos juizes de direito das comarcas do art.
!. ; e aos seus desembargadores, membros das
respectivas relac^, a presiJencia das se3$d8S do
jury as rnesraas comarcas.
ArL 7." Aos juizes de direito em geral, aifh de
suas actuaos aliribuicoe*, compile :
5 I. O julgameuto do crime de contrabando
fra de flagrante delicio.
1 A decisao las su*p?os pistas aos juizes
inferiores e aos mssmos juizes de direito na ordem
designada.
3.* Aconcesio de Tunca.
Art. 8." Ao* substitutos dos juizes de direi'.o das
casarcas do ari. 1.*, e igualmente aos supplentss
dos juizes municipaes de todos os termos, alera da
subitituicao marcada para os casos ds impedi-
mento dos respectivos juizes, compete :
% l. A cooperacao no preparo dos proce330?, de
que trata o art. 12 7.* do cdigo do procesa eri
rainal, assim como na formacio da culpa nos cri-
mes communs, exclusivamente al o julgamento
e a ssatenca de pronuncia ; d;v -nJ j os respecti-
vos juizes competentes, antes de proferirem suas
decisoes, rectificar os procesaos quando fr pre-
C1S0
2.* A concessao de Sancas.
Art. 9." Fica exiincta a jurisr^iegao dos chefes
de polica, delegados e subdelegados no que res-
peita ao julgament) dos crime* de qie trata o art.
12 7." do cdigo do processo criminal, assim
como quanlo ao julgamento das infraecdes dos
termos de bem viver e seguranza, e das infraegoes
de posturas municipaes.
Paragrapho nico. Pica tambem extin:taa com-
petencia dessas autoridades para o procesas e pro-
nuncia nos crimes communs ; salva aos chefes de
polica a faenldade de proceder formacio da
culpa e pronunciar no caso do art. 60 do regula-
mento de 31 de Janeiro de 1812.
Do despacho de pronuncia neste caso, haver
sem suspensao das pris5es decretadas, recurso ne -
cdssario, as provincias de fcil comrauni cacao
com a sede d;s relacSe?, para o presidente da res-
pectiva relagao ; as de difflcil communicacao, pa-
ra o juiz de direito da capital da mesma provio-,
ca.
Art 10. Aos chefes, delegados e subdelegados
de polica, alm das sua3 aetuaes attribuicSes tao
gmenle restringidas pelas disposicoes do artigo
antecedente, e nico, flca pertencendo o preparo
do processo dos crimes de que traa o art. 121 7.
do cdigo do processo criminal at a sen tenga ex-
clusivamente. Por escripto serio tomadas nos
mesmos processos, com os depoimentos das teste-
fnuobas, aa exposicfes da aecusagao e defeza : e
os competentes julgadores, antes de proferirem
suas decisoes, deverio rectificar o processo no que
for preciso.
!. Para a formagao da clpanos crimes com-
muns as mesma; autoridades policiaes devero era
seus districtos proceder As diligencias necessarias
para desi'obrimenlo dos fados criminosos e suas
circumstancias, e iransmi'.lirao aos promotores pu-
Mieos, com os autos de corpo de delicto e indica-
gao das lestemuohas man iJoneas, todos os escla-
recimentos colligidos; e desta remessa ao mesmo
lampo darao parle autoridade competente para
a formagao da culpa.
2. Pertence-lhes igualmente a concessao da
flanga provisoria.
Art. 11. As suspeigoes postas aos juizes de di-
reito sern decididas :
l. as coniarcas.de que trata o art. 1 desta
lei, pelo presdeme da respectiva relagao.
i" as de mais comarcas, pelo juiz do direi-
nito da c.-marca mais viiinha do termo em que
se argir a suspeigao. Urna tabella flxar a ordem
da proximidade reciproca de cada comarca.
DA PRISO.
Art. 12. Para execugao do disposlo nos art*.
132 e 133 do coligo do processo criminal, obser-
var-se-ha o seguinte :
i.' Nao havondo autoridade no lugar em que
se efectuar a prisao, o conductor apresentar im-
mediataraente o reo aquella auloridade que licar
mais prxima.
2." Sao competentes os chefes de polica, jui-
zes de direilo e seu3 substituto*, juizes municipaes
e seus substitutos, juizes de paz, delegados e sub-
delegados de polica. Na falta ou impedimento do
escrivo servir para lavrar o competente auto
qualquer pessoa que all mesmo for designada e
juramentada.
i 3 Quanlo a prisao for por delicto, de que
trata o art. 12 7. do cdigo do processo criminal
o inspector de quarteirao ou mesmo o ofBcial de
justiga, ou commanlante da forga, que effectuar
a prisao, formar o aulo de que trata o art. 132
cima citado, e pora o reo em liberdade, salva a
disposigao do art. 37 da lei de 3 de dezembro de
18il e 300 do regolaraento de 31 de Janeiro de
1812 ; iniimando o mesmo reo para que se apr-
sente, no prazoque for marcado, autoridade ju-
dicial, a quem o dito auto for remettiJo, sob pena
de ser processado revelia.
Art. 13. O mandado de prisao ser passado em
duplicata. O exeeutor entregar ao preso, logo
depois de effectuada a prisao, ura dos exemplares
do mandado cora declaragao do da, hora e lugar,
era que effactuou a prisao, e exigir que declare
no outro have-lo recebido ; recasando-se o preso,
lavrar-se ha auto assignado por duas testemunhas.
Ndsse mesmo exemplar do mandado o earcereiro
paseara recibo da entrega do preso cora declara-
gao do dia e hora.
1." Nenhum earcereiro recebera preso algum
sen ordem por escripto da autoridade, salvo nos
casos de flagrante delicto, era que pir circums:an-
cas extraordinaria! se d impossibilidade de ser o
me*rao pre;o apraseotado antridade'cofflpeteQtel-
nos termos dos paragrapfios cima.
2. a' excepgo de flagrante delicto, a prisao
anies da culpa formada s pode ter lugar nos cri-
me* inaflancaveis, por mandado escripto do juiz
competente para a formagao da culpa ou suare-
onisicao : neste caso .pxBtfider ao mandada ou
reqaisigo declaragao de duas testemunhas, que
jurem de sciencia propria, ou prova documental
de que resulten vehementes indi:ios contra o cul-
pado ou declaragao deste confossando o crime.
3. A filia, porm, do mandado da autoridaie
firmad ora da culpa, na occasiao, nao inhibir a
autoridade policial ou juiz de paz de ordenar a
prisao do culpado de crime inafiangavel, quando
encontrado, se para isso houverera de qualquer
molo recebilo requisigo da autoridade compe-
tente, ou se for notoria a expedigai de ordem re-
gular para a captura; devendo, porm, immedia-
tamente ser levado o preso presenga da compe-
tente autoridad' judieiaria para delle dispor. E
assim lambem fica salva a disposicao do art. 181
mmbro 2. do cdigo criminal.
4.* Nao ter lugar a pri?o preventiva do cul-
pado, se houver decorrido um anno depois da data
do crime.
sos na quantia de 203000 a lOOJOOO, se nao offe-
recerera motivos justificativos de sua falta.
6.* O promotor publico, a quem o adjunto
dever corarauncar a queixa ou denuncia que tl-
ver apresentado, poder addiciona-la como en-
tender mais justo, e proseguir nos termos da for-
magao da culpa.
7. As autoridades judieiarias, sempre que re-
conhecerem casos de responsabilidade, formarlo
culpa a quem a tiver, sendo de sua competencia';
e nao se ido, reraetlerao ao promotor publico ou
seu adjunto as provas qne sirvam para funda-
mentar a denuncia ; participando esta remessa
autoridade a quera competir a formagao da culpa.
Se, porm, o promotor ou seu adjunto nao offlciar
nos prazos dos ? 1, 2o e 3; applicarse-ha a di3-
posiglo do 5*.
Arl. 16. Aos promotores pblicos, alm das ac-
ta as attriboigoes, compete :
Io Assistir, como parte integrante do tribu-
nal do jury, a todos os julgamento?, inclusive
aquello? em que baja aecusador particular ; e por
parle da justiga dizer de fado e direito sobre o
processo em julgamento.
2.* Nos processos por crimes em que caiba a
acgo publica, embora promovidos por aecusagao
particular, pertence tambem ao promotor publico
promover 03 termos da aecusagao e ralerpr qual-
quer recurso que no caso couber, qaer na for-
magao da culpa, qaer no julgamento.
DOS RECURSOS.
Art. 17. O recurso de que trata o art. 281 do
cdigo do proeesso criminal, fica convertido em
aggravo no aulo do proces-'o.
!. Os recursos de pronuncia ou nao pronun-
cia seguiro sempre nos proprios autos; podendo
as partes arrazoar e juntar documentos nos prazos
legaes.
Sao voluntarios os que forera iaterpostos das
decisSes dos juizes de direito do art. Io desta lei,
em processo de formagao da culpa nos crimes com-
muns.
Sao, porm, necessarios os mesmos recursos
das decisSes dos juizes municipaes, que ex o/fi-
co os faro expedir sem suspensao das prisOes
decretadas.
2. Do despacho que nlo aceitar a queixa ou
denuncia, e bem assim da sentenga da commuta-
gao da multa.haver recurso voluutario para o juiz
de direito ou para a relacao, conforme fr a de
ciso proferida pelo juiz municipal ou de di-
reito.
3.* Nao sao prejudicados os recursos nter-
postos e.c-oflicio ou pelo promotor publico, quando
expedidos ou apresentados fora dos prazos fataes;
sero, porm, responsabilisados o juiz, o promo-
tor publico ou qualquer ofDcial do jnizo pela*
faltas ou iaexactidoes que occasionarem a de-
mora.
Tambem em nenhum caso sero prejudicados
os recursos iaterpostos pelas partes, quando por
causa de falla, erro ou omisso do cfficial do ji izo
oo de ontrem ni tiverem seguimento e apresen-
tacao em lempo no juizo ai quem.
- 4. a ppflfcjTo do|ftdjtazvTOda-let de3-
deaembro de 184f s tem efieito suspensivo quan-
do iMerpssta de setenga absolutoria do acensado
do crime iniangavel, e nao sendo unnime a de-
cisao do jury que a determinar. Faltando qual-
quer deslas condiges somente ser recebida no
effejto devolutivo.______
TJTTaiT somente tera effeito suspensivo a ap-
pellago interposta, pelo promotor publico ou par
DA FIANQA.
Ait. 14. A fi.nga provisoria ter lugar nos mes-
mos casos em que se d anga defkiva. Os seus
effeilos duraro por 30 das, e por mais lautos ou-
tros dias, quanios forem necessarios para que o
reo possa apresentarse anle o juiz competente
para prestar a fianga definitiva na razo de qua-
tro leguas por dia.
1. A fianga regular-se-ha por urna tabella or-
gaaisada pelo gaverno, fixando o mximo e o mi
nimo de cada anno de prUo com trabalho, de pri-
sao simples com multa ou sem ella, degredo ou
de'ierro.
2. Dentro dos dous termos, o juiz iudepon-
dente de arbitramento, fixar o valor da fianga, at-
lendendo gravidade do delicio e condigao de
fortuna do reo.
3." Em crime afiaocavel nijguem ser condu
zido a prisao, se perante qualquer das autoridades
mencionadas no art 12 2. desta lei prestar fian
ga provisoria por meio de depo-o era dinheiro,
raetaes e pedra* preciosas, apolices da divida pu-
blica ou pelotestemuoho de duas pessoas reconhe
cidamente abonadis qie se obrlguem pelo compa-
recimento do reo durante a dita fianga sob a res-
ponsabilidade do mximo de que cima se trata;
e estando j preso ser immediatamente solt, se
perante o juiz da culpa prestar fianga definitiva,
na forma dos arts 303 e 30i do regulamcnto de 31
de Janeiro de 1842, ou ainda a provisoria, se nao
houverera decorrido os 30 dias depois de sua apre-
sentago ao juiz.
| 4 O quebrntenlo da fianga importa a perda
de metade do valor definitivo desta e obriga o reo
ao procasso e julgamento a revelia, nos termos do
art. 43 da lei de 3 de dezembro de 1841, suosis-
tindo a disposigo do art. 44 da mesma lei.
5. .N.n Bentengas de pronuncia e nos manda-
dos de prisao se declarar o valor da fianga a que
(lea o reo sujeito.
6. A Manga pode ser prestada em qualquer
termo do proceso urna vez que seja reconhacido
o crime por afiangavel.
7. E' derogada a disposigo do art. iS da lei
de 3 de dezembro de 1841.
DA QUEUA OU DENUNCIA.
Art. 15. Pica abolido o proeedimenlo exoflicio
dos juizes formadores da culpa, excepto no* casos
de flagrante delicto ; nos crimes policiaes e as
espacies dos 5 e 7* deste artigo.
1.a Ne caso de flagrante delieto, se o reo ob-
tiver fianga, a queixa ou denuncia ser aprsenla-
da dentro dos trlnta das da perpetrarlo do de-
licto.
2. Seo ro estiver preso, a qusixa ou de-
nuncia ser offarecida dentro de cinco dias.
3.* Nao estando o roo preso nem afflangado, o
prnzo para a queixa ou deouniia ser igualmente
de cinco dias, contados da data, em que o promo-
tor publico receber os esclarecimentos e provas
do crime ou em que este se tornar notorio.
4.a As autoridades competentes remettero
aos promotores pblicos ou seus adjuntos as pro-
vas que obtiverem sobre a existencia de qual-
quer delicio, afim de que elles procedan ni for-
ma das leis.
0.* Se esgotades os prazos aeima declarados,
os promotores pblicos ou aeus adjuntos nao apre-
sentarem a queixa ou|denuncia, a autoridade (ar-
madora da culpa proceder ex-ofllcio, e o Juiz de
direito multar os promotores ou adjuntos omis
Art. 20. Os casos de que trata 'o arl. 10 do
cdigo criminal sao do conhecimento e deciso
do juizformador da culpa, com appellaco ex-
oflicio para a relagao, quando a decisio fr defi-
nitiva.
O* crimes do arl. 14 do mesmo coligo sio s
da competencia di jury.
Art. 21. Em geral o'estellionalo, de que trata
o 4* do art. 264 do cdigo criminal, o artifi-
cio fraudulento, pelo qual te obtenha de outrem
a entrega de dinheiro, fundos, ttulos ou qnaes-
quer baos, pelos seguinte* meio* :
1." Usando se de falso nome ou falsa quali-
dade ;
S 2." Usando se de papel falso ou fasificado;
| 3. Enpreg.indi-se fraude para persuadir a
existencia djt emprezas, bans, crdito ou poder
supposto ou para produzir a esperanga de qual-
quer accidente.
das atvribuic5ks CIVEIS.
Arl. 22. Aos juizes de paz compele o julgamen-
to das cansas eiveis at o valor de 1001 com ap-
pellago ura os juir.es de direito.
Arl. 21 Aos juizes municipaes compete :
1.* O preparo de todos os feitos eiveis que ca-
bera ao juiz de direito julgar.
2.a O proeesso e julgamento das causas eiveis
do valor de mais de 100 at 5004, com appella-
go pa.a os juizes de direito.
3.a A publicagae e execugao das 3eotengj,s
eiveis podendo ser perante elles interpo3tos e pre-
parados os recursos que dallas conberem.
ArL 24. Aos juizes de dimito compete :
1.' O julgamento em 1* instancia de todas as
causas cvuis as respectivas comarcas, e o prepa-
ro das mesmas as comarcas de que traa o art. Ia
desta le.
Inclue-se nessa competencia o julgamsnto das
partilhas, coutas de tutores, bem como qualquer
outra deciso definitiva que ponha termo causa
era 1' instancia.
2.a A deciso dos aggravos interpostos dos
junes inferiores.
3.a A deciso das suspeiedes postas aos juizes
inferiores.
4.* A execugao das sentenga eiveis nos ter-
mos em que nao houver juiz municipal.
Arl. 23. Os juizes de direilo as comarcas da
que trata o arl Ia podero ser anxiliados pelos
seus substitutos no preparo e instruego dos feitos
eiveis at qualquer sentenga exclusivamente.
Art. 26 As suspeiedes em materia eivel postas
aos juizes de direilo s-rao decididas pelo modo de-
terminado uo art. 11 desta le.
DO PROCESSO CIVEL.
Art. 27. as causas at 100/ o processo ser
snmmarissimo e determinado em regulamento pelo
governo.
as causas de mais de 1004 at 5001 stguir-se-
ba o processo summuno esubelecido no decreto
n. 737 de 25 de novembro de 1850, arts. 237 at
244, salvo tratando-se de bens de raia.
1.a O juiz de 1* instancia que tgr_ein sua
concluso o feito, o despacbar--fib praso d"80' *---Aftra Na corte e na4Pt*es da Babja4 Per^
te offendida, da sentenga de absolvigo, quando fr
esta proferida a respeito de reos accusalos de
crime* punidos no mximo com as penas de mor-
te, ga!* ou prisao com tranalho por vinte ou mais
annis e prisao simples perpetua.
Nunca, porm, a mesma appellago ter effeito
suspensivo, se for unnime a deciso do jury que
determinar a respectiva sentenga.
Na prazo de dous dia* Heve ser interposta a ap-
pellago de que trata este paragrapho, e nao o
sendo por-se ho logo em liberdade 03 reos absol
vidos; 03 sujoilos a penas menores, inmedia-
tamente depois de proferida a setenga absolu-
toria.-
3 6 Nohavendo sesso do jury era algum ter-
mo poder o roo ser julgado em outro termo mais
vizinho da mesma comarca, se assim o requerer e
o promotor publico ou a parle aecusadora con-
vier.
E independenta de convenga) de partes, sempre
qua nao fr possivel effectuar o julgamento do reo
no districto da culpa, ter lugar no juizo do ter-
mo mais vizinho, cora preferencia o da mesma
comarca.
Verificar-se-ba a impossibilidade, se em tres
sc3s5es successivas do jury nao puder ter lugar
o julgamento.
DO HABEAS-CORPUS.
Art. 18. Os juizes de direito podero expedir
ordem de habeas-curpus a favor dos que estive
rem illegalraeate presos, ainda quando o fossem
por determinago do chefe de polica ou de qual-
quer outra autoridade administrativa, e sem ex-
clusa) dos detidos a titulo de recrutamento, nao
estando ainda alistados como pragas ao exercito
011 armada.
Asuperioridadede gr) na ordem da jarisdic-
sio judieiaria a nica que limita a competencia
da respectiva autoridade em resolver sob:e as
prisoes feita* por mandado das mesmas autorida-
des judiciaes.
l. Tem lugar o pedido e concessao da ordem
de habeas Corpus ainda quando o impetrante nao
'.cDha chegado a soffrer o constrangimento corpo-
ral, mas se veja delle ameacado.
2.a Nao se poder reonhecer constrangimen-
to illegal na prisao determinada por despacho de
pronuncia en sentenga da autoridade competente,
qualquer que seja a argulgo contra taes actos,
que s pelos meio* ordinarios podem ser nullifi-
cados.
3. Em todos os casos em qne a autoridade,
que conceder a ordem do habeas Corpus, reconhe-
cer que houve, da parte da que autorisou o cons-
trangimento Ilegal, abuso de autoridade ou vio-
ago flagrante da le, dever, conforme fr de sua
competencia, fazer effectiva, ordenar ou requsitar
a responsabilidade da que assim abusou.
4." Negada a ordem de habeas corpus ou de
soltura pela autoridade inferior, poder ella ser
requerida perante a superior.
5.a Quando dos documentos apresentados se
reconhecer evidentemente a illegalidade do cons-
trangimento, o juiz quem se impetrar a ordem
de habeas-corpus poder ordenar a immediata ees-
sago, mediante caugo, at que se resolva defini-
tivament. *
6.a E reconheeido e garantido o direito de jus-
ta indemnisago, e em todo o caso, das cusas con-
tadas em tresdobro, a favor de quem sttTrer o
constrangimento Ilegal, contra o responsavel por
semslhanle abuso e poder.
% 7. A plana concessao do habeas-corpus nao
poe termo ao processo nem obsta a qualquer pro-
eedimenlo judicial que possa ter lugar em juizo
competente.
I 8." Nao vedado ao eslrangeiro requerer para
s ordem de habeas-corpus, nos casos em que esta
tem lugar.
DISPOSigES PBNABS.
Art. 19. Aquella qu? por impericia, impruden-
cia ou falta de observancia de algum regolamen-
10 commetter ou fr causa de um homicidio in-
voluntario, ser punido com prisao de um mez a
dous anuos e multa correspondente.
Quando do facto resultaren) somente ferimen-
tos ou offonsas pbysicas, a pena ser de cinco dias
a seis mezes.
di o maisxartW(^dg.a/sentenga for deftni-
ti* oo* jjais casos no praso de 10 dias.
2.a 1) Mjustiiicago '3 feitas em qualquer juizo
nao se deiKr traslado, salvo qoando a pane o
pedir. >
3.a Ficarri abolidos os dias denominados de
corte, de que ftata a ord. liv. 3a tit. 1.a
4.a Os feitos eiveis sero na relagao vistos e
jugados por tres juizes, incluindo o relator, que
dever fazer por escripto o relatorio da causa e.-la-
belecldo pelo regulamento do processo eommercial.
5.a O jniz do feito o apresentar com o rela-
torio dentro de 40 dias contados daquelle em que
llio fr distribuido ; podendo o presidente da re-
lagao prorogar este prazo a seu prudente arbi-
trio por mais 20 dias.
6.a Os revisores tero somente 20 dias para a
reviso, os quaes do mesmo modo podero ser pro-
rogados at 30.
I 7.a Das sentengas des juizes de direito em
causa do valor ate 5001 nao haver appellago.
DOS VENCIMENTOS E HABILITAQES.
Art. ''-S. O giverno marcar os vencimenlos que
devem ter os chefes da polica que nao forem ma-
gislrados, nao podendo exceder aos vencimenlos
aetoaej.
Ia Igualmente poder arbitrar aos adjuntos
dos Iproraorores pblicos urna gratiticagi nao
excedente de 5001 annuaes, nos lugares uude jul-
gar c inveniente.
2*0 exercico do carg) de snb*tituto do juiz
de direito por quatro anno* habilita para o lugar
de juiz de direito.
DISPOSICOES DIVERSAS.
Art. 29. A pronuncia nao suspende seno o
exercicio da3 funcgo3 publicas e o direito de ser
votado para elsitor, membro da a*3embla geral e
provincial, e cargos para 03 quaes se exige quali-
dade para ser eleitor, ficando todavia salva a dis-
posigo do arl. 2a da le do li de agosto de 1846.
S Ia E' derogado o art. 66 da lei ie3 de dezem-
bro de 1841, e restabelecido o arl. 332 do cdigo
do processo criminal.
2a Os juizes de direilo nos crimes communs
sero procossados e julgados perante a* relagoes.
Os ebefes de polica igualmente o sero, quer nos
crimes communs, quer no3 de responsabilidade.
3a E' o governo autorisado a fixar o numero
dos juizes da direilo em cada urna das comarcas
do art: 1 sem exceder aos correspondente aos lu-
gares actualmente creados de juizes de direito,
municipaes e de orphos. Todos exercero cumu-
lativamente a jurisdcgo civil, excepgo dos
juizes de Taras privativas; e conjunctamente com
estes a jurisdcgo criminal na mesma comarca,
conforme se deierminar em regulamento.
3 O governo far nova classicago das co-
marcas quanto s entrancias, e feita ella, : por
lei poder ser alterada.
5* O exercicio do cargo de juiz de direito por
seto annos em comarcas de 1* entrancia habilita o
juiz para ser removido para qualquer comarca de
prio ordenado, a graiiGcago do juiz effaclivo e
os emolumentos pelos actos que praticar.
13. O soppleote do juiz municipal, no effecti-
vo exercicio das respectivas funegoes, ter a gra-
liflcago complementar do ordenado do roesrao
juiz e os emolumentos pelos actos que praticar.
Nos termos reunidos essa gralificago ser dividi-
da pelos supplenles que exercerem a jurisdcgo.
14. O governo poder, no regulamento que
derparaa execugao da presente lei, impOr prisao
at tre* mezes e multa at 2001 e far consolidar
todas as disposigas legislativas e regulamentares
concementes ao processo civil e criminal.
Art. 30. Sao revogadas as disposigoes em con-
trario.
Mands portanto, a todas as autoridades, a qnem
o codhecimeBto e execugao da referida lei perlen-
cer, qne a cumpram e fagam curaprir e guardar
to inteiramente como nella se contera. O secre-
tario de estado dos negocios da justiga a faga im-
primir, publicar e correr.
Dada no palacio 1o Rio de Janeiro, aos 20 de
setembro de 1671, quinquagesimo da independen-
cia e do imperio.
PRINCEZA IMPERIAL REGENTE.
Francisco de Paula di Negreiros Sayao Lobato.
Carta de lei pela qual Vossa Alteza Imperial re-
gente, em nome do imperador., manda execular
o decreto da assembla geral, que houve por
bem sanecionar, alterando differentes disposi-
goes da legislago judieiaria, como aeima se de-
clara.
Para Vosaa Alteza Imperial ver.
Gu>lavo Adolpho da Silveira Res a fez.
Chancellaria-mr do imperio. Francisco de
Paula de Negreiros Sayao Lobato.
Tran*itoa em 27 de setembro de 1871.Andr
Augusto de Padua Fleury.
Publicada na secretaria de estado dos negocios
da justiga, era 21 de novembro de 1871.Andr
Augusto de Padua Fleury.
decreto n. 4824 de 22 de novembro de 1871.
Regula a execugao da lei n. 2033 de 20 de setem-
bro do crreme, gue altern differentes di.-po-
Mcods da legislago judieiaria.
A Princeza Imperial regente, em nome de Sua
Magestide o Imperador o Sent or D. Pedro II, usan-
do da atlribuigo conferida pelo art. 102, 12 da
con9liluigo do imperio, ha por bem decretar o
seguinte regulamento :
CAPITULO I.
Das autoridades e substituicoei.
Art. Ia as capitaes, sedes de relagoes e as
comarca* de um s termo a ellas ligadas por to
fcil commumeago qae no mesmo da se possa ir
e voltar, a jurisdcgo de Ia instancia ser exclu-
sivamente exercida palos juizes de direito, e a de
2' pelas relagoes.
Sero declaradas por deereto as comarcas que
j reunem as mencionadas condiges; proceden-
do se do mesmo modo com as que de futuro as
adiquirirem pelo melhorameilo da viago publica
e regularidad de coairaunicagas
3 entrancia.
6a O governo fica autorisado a rever o regi-
ment de cusas.
7a Haver na corte mais dous escrives de or-
phos e mais um para o jury e execugoa3 crimi-
naos com o venciraento annual de 1:2001, tendo
igual vencimento o escrivo compaoheiro.
I 8 O* tabellies de no as podero fazer lavrar
as esenpturas por escreventes juramentados, subs-
crevendo-as elles e carregando com a inteira res-
ponsabilidade ; e ser-lbes-ha permittido ter mais
de om livro dellas como for marcado em regula-
mento.
9a Ser permittido s partes indicar ao dis-
tribuidor o tabellio qie preferem para fazer a
escriptura, sem que por isso haja compensago na
me3ma distribuigio. .
10. O* juizes de direito, desombargadores e
ministros do supremo tribunal de justiga que se
acharem pbysiea ou moralmente impossibilitados,
s erio aposentados, a seu pedida ou por iniciativa
do governo, com o ordenado por inteiro, se con-
taren) 30 annos de servigo effeciivo, e com o or-
denado proporcional se tiverem mais de 10.
8 11. Somente depois de intimado o magistrado
para requerer a anosentago, e nlo o fazendo ter
ella lugar por ioiciativa do governo, precedendo
eonsulta da secgao de justig do conselho de osla-
do, e prosedendo-se previamente aos exames e. *^.
ligeacias necessarias, com audiencia do ;esmo
magistrado, por si ou por um curad ^7 n0 easo de
impossibilidade.
11 Quando substit^.r ao juiz de direito per-
cebar o substituto as comarcas do art. Ia e o
juiz municipal as outras comarcis, alm do pro-
nambuco e Maranbo a proveSttV'de- capeTlas e
residuos ser da privativa jurisdcgo do juiz de
direito que for nomeado pelo governo. Nestas ca-
pitaes e mais comarcas connexas, de que trata o
artigo antecedente, o numero dos juizes de direito
ser marcado por decreto, nao podendo exceder o
correspondente aos lugares aduaes de juizes de
direito, municipaes e de orphos.
Na corte haver urna segunda vara de orphos
e cumulativamente servirao ambos os juizes.
Todos estes juizes- de direito, ainda os das varas
privativas, exercero a jurisdcgo criminal em
districlos especiaea da respectiva comarca que Ihes
forem designados pelo governo na corle e pelos
presidentes as provincias, podendo porm indis-
tinctamenle ordenar as prisas e todas as deli-
gencias ero qualquer parte da comarca.
Art. 3.a Para a substituigo dos juizes de direito
as ditas comarcas haver juizes substituios, no-
meado* pelo governo dentre os doutores ou ha-
chareis formados em direito, com dous annos de
pratica do foro pelo menos, e servirao por 4 annos
as mesmas condiges e vantagens dos juizes mu
nicipaes. O numero dos juizas substitutos nao ex-
ceder ao dos juizes effectivos, e ser fixado por
decreto.
l,a Se torera em numero igual ao dos etlecli-
vos jui:es, cada substituto ser designado o imme-
dalo supplenle de ura dos respectivos juizes de di-
reito e cora elle cooperar; se em menor numero,
a mesma designago sa far em relagao a mais de
um juiz de direito, de sorie que seja a cada juiz
substitua marcada a ordem da especial subslilui-
gao dos juizes effectivos, que tambem a do serj
vico cumulativo determinado pelos arts. 8o e 25
da lei.
2.a O exercicio dos juiz s substitutos regu-
lado pelo modo seguinte :
Aos juizes de direito effectivos das differentes va-
ras, estando em exercicio, sero sempre feitos os
primeiros requerimentos para quaespuer aegoas
ou diligencias judiciaes.
Quando, porm, nao puderem por afluencia de
trabalho, dar prompto expediente, encarregando-se
da preparago do processo, antes de proferirem
qualquer despacho, declararo queseja presente
ao substituto.
Sa o juiz t (lectivo nao estiver em exercicio o
fr substituido parcialmente pelo substituto, a este
se far logo o requerimento inicial. i
Dj taes processos, assim iniciados pelo substi-
tuto, tera o juiz effectivo, voltando ao exercicio a
competencia para continuar o preparo; poder,
porn, de:linar, se, quando Ihe forem aprsenla-
dos, e antes de proferir qualquer despacho nelles,
declarar queprosiga o substituto.
Salva a disposigo especial antecedente, urna
vez iniciada a acgo ou deligencia judicial perante
o substituto, delle mdeclinavel o preparo do pro-
cesso; perlencendo exclusivamente ao effeciivo
juiz de direito, quaado lhe forem os autos conclu-
sos, ordenar compativeis rectificagoes e diligencias
e profarir as sentengas definitivas ou com forga de
definitivas no civel e as sentengas de julgamento e
pronuncia no crime.
Outro sim, quando o juiz de direito effaclivo 11-
ver iniciado qualquer acgo ou diligencia judicial,
s por motivo de suspeigao superveniente, poder
declinar para o substituto a continuago do prepa-
ro do processo.
Art. 4.a O juizes de direito effectivos, na mes-
ma comarca, sub-tituem-se reciprocamente Ha-
vendo mais de dou9, ser designada a ordem da
substituigo pelo governo na corte e pelos presi-
dentes as provincias.
Esta designago ser faita annnalmente durante
o mez de novembro para vigorar desde o Ia de Ja-
neiro seguinte; e o mesrao se praticar em rela-
gao ao* juizes substitutos.
1.a A substituigo reciproca dos juizes de di-
reito effdctivos restricta, as varas substit^:la9
s seutengas definitivas ou com forga vas, em feitos eiveis ou crimes; 5 despachos de
pronuncias, cracasso ou dene;.;0 de ^tiSm
corpus ; deciso de 3us-\;(?e5 e ao iaigameQl0
de appellagoes ou ""a,e3quer recursos interpostos
deju.ze3&in';onores>
7'-- iodos os oulros actos de jurisdcgo volun-
taria ou contenciosa substituido o juiz de direito
?'lio respectivo substituto.
2.a Os juizes substitutos sneute exercero a
jurisdiego plena quando nenhum dos juizes de
direito, que s,e substituera reciprocamente, a puder
exercer, por impedimento ou afluencia de traba-
lho. E, neste caso, percorrida a escala da substi-
tuigo, por comraunicago successiva dos im-
pedimentos, al ehegar ao respectivo substi-
tuto, assumir esle o exereteio da jursdec.>
plena.
3.a Quando o juiz substituto entrar no exerci-
cio da jorisdegeo plena de juiz de direito, ou d
1 qualquer modo ficar impedido, substituido pelo
supplenle, no exercicio dos aclos da jurisdiego
voluntaria ou cootenciesa da competencia ordina-
ria do juiz substituto. Ao supplenle, porm, nun-
ca se devolve o exercic'o da jurisdicgio plena,
sera que tenha sido percorrida a escala de todos
os outros juizes substitutos, que, segundo a ordem
designada, reciprocamente se substituera para o
exercicio daquella jurisdiego.
4.a Anda quando os substitutos exergam a
jurisdiego plena, nao podero conhecer das sns-
peige3 dos arts. II, 2.a, e 26 da lei, se
houverem sido postas a juizes de direilo effec-
tivss.
Arl. 5. as comarcas geraes os juizes de direi-
to conservan) o exercicio de suas antigs aitribui-
ges, augmentadas pela nova lei, assim como os
juizes municipaes nos respectivos termos as quo
Ihes ficarara subsistentes.
O* juizes de direilo sao competentes para defe-
rir juramento e dar posse aos empregados jodicia-
rios nos termos e distrctos de suas comarcas. Bi-
ta competencia nao exclue a das cmaras munici-
paes, na conformidade do seu regiment.
Art. 6.a O numero dos supplenles d is juizes
municipaes, bem como dos substitutos dos juizes
de direito, dos delegados e subdelegados de polica
rednzido a tres.
1.a Os supplenles do* juizes municipaes e dos
juizes substitutos sero nomeados pelos presiden-
tes as provincias, e pelo governo na corte, para
servirem por quatro annos durante os quaes s ter
lugar a demisso delle?, a seu pedido ou nos se-
guinte* casos :
Mudanga definitiva de residencia para fra do
termo.
Aceilago de cargo incompalivel com o de sup-
plente.
Impedimento prolongado por mais de sefs
mezes.
Sentenga condemnalona da autoridade compe-
tente.
2.a Nos casos do paragrapho antecedente, ou
quando se derem vagas por falta de juramento no
praso marcado, ou por fallecimento, sero ellas
preenchidas, e os novos nomeados servirao at o
fim do quatriennio, occopando os ltimos lugares
na escala dos supplentes.
Fra destes casos nao alleravel a ordem da
supplencia.
3.a Os snpplentes dos joizes municipaes, alm
de os subslituirem, todos tres com elles coopera-
rao activa e continuamente nos actos da furma-i-
go da culpa dos crimes communs e mais pr&c -
dimento criminal da competencia dos mestrjos joi-
zes, al a pronuncia e julgamento exclusiva-
mente. /
4*0 termo da jurisdiego do juirz municipal
ser subdividido em tres districlos esp/eciaes, desig-
nando-so a cada sopplente um delj/es, em que de
preferencia ter exercicio; sem ptfr isso deixar de
ser CoTftpetente para ordenar as/pries e quae3-
quer diligencias dt> su of:io, fe, sempre que for
necessario, proceder lambem Jiros actos da forma-
gao da culpa, los outros distnclos especiae?.
Os presidentes das provincial faro essas snbdi-
vises de districlos especiae?, n>o podendo adra-
las durante o exercicio dos rsped.voi supplenles,
salvo se bouver augmeolo ou dimmuigo do ter-
ritorio.
I 5.a Dous mezes depois da publicago da lei
sero nomeados os supplenles dos juizes substitu-
tos para todas as comarcas especiaes; e quatro
mezes depois dessa pnblicaco, os supplentes dos
juizes rauaicipaes no mesm'o da em cada pro-
vincia.
Art. 7.a Os cargos dejuiz municipal e dejuiz
substituto sao incompativis com o de qualquer au>
tondade policial.
Esta incompatibilidade abrange os respectivos
supplentes. _
A aceilago de cargo judiciario importa a perd
do policial, e nao podero 3er nomeados delegados
ou subdelegados de polica os que tiverem cargo
judiciario, ainda sendo mero* supplentes.
Arl. 8.a Haver em cada termo um adjunto do
promotor publico, propo3to pelo juiz de direito da
respectiva comarca e approvado pelo presidenta
da provincia.
Ia Para 03 adjuntos nos termos da maior im-
portancia e fra da residencia dos promotores, po-
der o governo, sendo reconhecida a necessidade,
em attengo ao servigo, decretar gralificages ata
500000.
2 Na falta de adjunto, as suas funcgoe3 se-
ro exrcidas por pessoa idnea, nomeada pelo
juiz da culpa para o caso especial de que se tra-
tar.
3a Na Corte naver ura adjunto com a grali-
ficago de 5001000 para substituir a qualquer do*
promotores em seus impedimentos. Esse adjunto
accumular o cargo de curador geral de orphi.*
da 2a vara novamente creada.
Art. 9a. Os chefes da polica podero ser no-
meado* d'enlre os desembargadores e juizes le
direilo, que voluntariamente se prestaren), ou
dentre oi doutores e hachareis formados em di-
reito, que tiverem pelo menos quatro annos de
pratica do foro ou de administrago Quando ma-
gistrados, ne exercicio do cargo policial, nao go-
zarlo do predicamento de autoridade judieiaria ,
vencero, porm, a respectiva antiguidade, e te-
ro os mesmos vencimentos pecuniarios, se forem
superiores aos do cargo de chefe de polica.
Nos impedimentos dos chefes da polica servi-
rao pessoas que forem designadas pelo govern >
na Corte e pelos presidentes as provincias, guar-
dada, sempre que fr possivel, a condigo relativa
aos effectivos.
CAPITULO II.
SECQAO 1.
Do chefe de polica, delegados t subdelegados.
Art. 10 As altribuigoes do chefe, delegados e
subdelegados de polica subsislem com as segu ri-
tes reduegoes :
Ia. A da formagao da culpa e pronuncia n. -
crimes communs.
2a. A do julgamento dos crimes do art. 12, si
7a do cdigo do processo criranal, e do julgamen-
to das iofraeges dos termos de seguranga e de
bem viver.
Art. 11. Compete Ihes, porm :
Ia. Preparar os processos dos crimes do art. 13,
7a do citado cdigo; procedendo exoflicio quan-
to aos crimes policiaes.
2a. Proceder ao inquerito policial e a todas as
diligencias para r> escobrimento dos fados cri-
minosos e siys circumstancias, inclusive o corpo
de ieH;*^
3*. Conceder Banga provisoria.
Art. 12. Permanece salva ao chefe de polica a
faculdade de proceder formagao da culpa, e pro-
nunciar no caso do art. 60 do regulamento n. 120
de 31 de Janeiro de 1842, com recurso neeessario
para o presidente da relacao do districto, na car-
te e as provincias do Rio de Janeiro, S. Paulo,
Minas, Bahia, Sergipe, Pernambuco, Alagas, Pa-
rahyba e Maranbo; e as outras, para os juizes
de direito das respectivas capitaes, emqoanto ni
se facilitaren) as communicages com as sedes das
relagdes.
SECQAO II.
Dos juizes de direito.
Art. 13. Aos juizes de direito das comarcas es
peciaes compete exclusivamente :
1*. A pronuncia doe culpados nos enraes
muns.

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1*. O julgttaantft d"i crioaei da que traU o sri.
.t, % 1' i i cdigo do prcssso criminal, e mais
procesaos policiaes.
3. A pronuncia e o iulgamento dos en meai
qae tratadla n. 562 de 18 de jalbo de 1850
eoart I agiere to n. 1090 do 1* de setembro
de 1860.
4. O jaJrimento das infraeges dos termos de
franca eTieni'viver ; por appeilagao, o jnl-
gatoento das infracg -s de postaras mumeipaes.
5. O proceaso e jnlgamento dos empregsdos
fnblicos oo privilegiado-'.
&. O processo e jalgameoto dos erimes de con
trabando fra de flagrante de Icto.
7. A deciso das eoseeigSea postas aos juiaes
substitutos e jnizea e paz.
Em geral, quaesaner outras attrihuigdee confe-
ridas pela legislagio rigente ios jtizc3 de 1* ns-
tasela.
Art. 14. Aos }vizes de ireito das comarcas ue-
res, alera das suas attribuicdes aemaesJ>'ebmps-
te : ^,+jr
1*. O jnlgamento do contrabando fra de II.-
grarle delicio.
f. A deciso das su'peigies postas sos jaltes
inferiores e aos mesmos jaizes de direito ni or-
nea tntg4
Oj presidentes da provincias organisaro urna
Ubella Atando a proximidade de cada ana das
comarca?, cora individuadlo dos seus termos em
relacia as (tras, por onde se regular a eom
peteucia dos respectivos juizes da direito .pira o
jalgamanto 'Hs su-ipe;c}is que Ihas forera poetas;
eabendo o me.-mo ulgamenlo ao juiz de direito
da comarca rr.ais visioba da termo, onde se ar-
gir -a*tfca*icSo.
3\"A eoncessio de Raneas.
Art. 16. Aos substitutos dos juizes de direito das
comarca- especiaes compite :
A Substituir parcial ou plenamente os jaizes
de direito elfectivos, nocuo de impedimento.
2r Proeessar os crime eomoiuos, at a pro
niim-ia exclusivamente.
3*. Cooperaron preparo dos processos do? Cri-
mea do art. 12, 7 do eodtgo b processo erim
nal, emais processos rnliciae, dos 'la lei n. 5Gi
de 18 de jultio de 1*50 e do decreto n. 090 do
l*de setemtoro de 1860, art. Io.
4. Coneeder flaegas.
8ECCO III.
Dos juizes tmmtnpau.
Art. 16. Aos juizes mnnicipaes competen), alera
dis ttrlbmeo* subsistente, as seguinies :
t*. A organis3i,ao do processo de conirabando
Jora d> Migrante delicio,
S. O ju gament das infra.-gSes doi termos de
segoraaja e bera viver que as autorilades poli-
ciaca ou os juize< de paz Inuveretn feito assig-
tur.
Art. 17. Fiara Ihes ex elusivamente competi-
do:
i. O jalgamento des cii nes de que trata o ari.
II, 7> do cdigo do processo eriminl e man
processo- policiaes.
2'. A p.'onunr.ia nos crimes commun?, com re-
curso necessario para o juz de direito respe:-
livo.
Art. 18. A compet' :
I. Alera d. latatttnieo das juizes manicipaes
em eus impedimenta, coipcrar no preparo de
todos os Droeessos crines a cargo dos mesmos
jaizes at a pronuncia e julgamenlo exclusiva-
mate.
2. Coaceder fhnc.
SECGAO IV.
nos juizes de paz.
Art. 19. Aun d.is attnbuigas subsistentes,
compete 103 jaizes de paz :
i. Protestar e u'gar as infraeges de posturas
municipues.
2. Obrigar a tssignar termos de seguranza e
bem viver, nio pode:do porra je.lgar as infrac-
$oas de taes termos.
3 Concelcr a tanca orovioria.
lEO-.'AO V.
Dos promotores pblicos.
Art..20. Aos pnm.toree ptr2>? incu""!."
mais :
i* Assistfr, como pirte ioteprante do tribuna!
do jury, a todo3 o jiilgimeatos, inclusive aquel-
les em que hsj aciusador partienhr ;e por p.ir-
te43 jist'5* dizer de facto e da direito sobre o
procvsso em julgameoto.
2 Promover todos 03 termo.s da cansa no;
[Ti?eisos Vn qae conber a acelo publica, em-
tnri haja aacusador particular; additar a qnei
xr^ oa denua\a o o libeilo, f vas alm ds nadicadas pela parte e interior oj
reearos legae?,\uer ua formaba) da colpa, qaer
n.. j ligamento. \
An. 21. O aijuntdv do prora t r o substituir
em suas faltas ou impedimento?, no srvi;o geral
da pnraotona; e hacend na mesma 'comarca
mais dd un adjunto, ojuz de direito designar
a ril a quera dva tocar essi substitui^o em
primeiro logar.
J !. No termo Je saa residencia o .tdjnnlo nao
eiMndo pre-eote o promotor, tero o inteiro exer-
ei:ij das atlribnlcaes da promotoria relativas
foinncjo da colp'a.
^ 2.: Subsiste a competsnuii do juiz de direito
para a nomeacao d > promotor interino, na lalta ou
irupediraeoto do tlTCtivo e do adjunto.
Al. 22. O' promotores pblicos ou seas adjun-
to3 o fibrigado, sob as penas comrainadas no
it. 1S, o. da lei, a apn: sentar denuncia e pro-
mover a accao criminal:
1* No caso de fl grante d* Hcf, dentro de 30
d:as da perpetrac.o do enme, se o reo obtiver fnn-
t;<; dentro de 5 das, se o ro estiver preso.
2* Fra do fligrante delicio, na.) estando preso
ne n afianzado o to, o prazo sai de S dias con-
ladoa da daia em ue o prcmolor publico, ou quem
uas vezes flzer, receber os esclaredmentos e pro
js do crime ; ou em que este se t >rnar notorio.
Art. 23. O iromctor pn lico pilera adlitar a
queixa ou denuncia, -jua o adjunto ou a pessoa
noraeaJa no caso do 8." Jo art. I. d: lei Doaver
z? resentido, e proseguir nos termos da formarlo
da colpa; devenij para e-te tira o mr-mo adjun-
. >, oo qoem suas vezes flzer, comrauni:arlbe a
queixa oo denuacia logo que a formular.
' O additamnto ser recebido pelo juiz proce3-
sante, se nao bou ver acabado a inqolrifio das tes-
teraonbas do sumraario.
SF.CQAO VI.
Do jury.
Art. 2i. as comarcas esneciaes o jury ser
tre.fldido por ora deserabarg.dt.r da respectiva re-
lacio, nao contemplados 03 que servirem no tribu-
nal do eoramercio.
1." Para presidir a-.s julgameotos em cada
seo diaria de jury nostas comarcas, designara
o presid-nte da relago o deserabargador a quera
locar por escala, segundo a ordem da antigui-
dade.
2.' Nat mesmas comarcae serao'snccessiva-
mente exerciJas pelos juizes de direto, que nao
llverem varas privativas, < altriboiioes, que com-
pe'iam aos joizes monicipaes, qaanto aos actos
p-eparatorios para o jalgamento aerante o jury, e
bem asstra a de proeeder ao sorteio dos jurados.
3. Incumbe Ihes igualmente rresidir as sea-
soes preparatorias al baver nomero if gal de jui-
zes de facto; devendo oeste caso participar ao
desembarged r, a quem competir a presidenta
effectiva, a fi 11 de assurai la.
I 4.* As aesrdss do ju^y as dit^s comarcas se-
rio convocadas por delermncio do presidente da
relami, que para esse flm ofOciar oppertunamen-
:e ao juiz de direito respectivo.
5 Tres dias antes da reama-) do jury, o ra-s-
mo juiz de direilo far remetter os proeesso?, qoe
verera de ser jnlgados, ao socretario da relies^
que os apreaentar logo ao presidente para destrt-
bui-los p I ; desembargad .'es.
Picar em mao do escrivao do jury, para pro-
ceder a chamada, de que Irata o ari. 2iO do c-
digo do processo, urn rol assigoalo pelo juiz de
direito, contando os nbmes dos r)s presos, dos
qne se livrarn sollos oo afianzados, dos acusado-
res o u autoras e das lestemcnbas notificada?.
Se dorante a sessSo forera preparados novos
processos, praticar-ae-ha do m?amo modo.
6." Salvo por motivo de inioresse publico o a
reqaeriuiento do promotor, na etVSlnido alte-
rar a ordem do jnlgamento do? proeeno3 deler-
miaada: l. pela preferencia Jj reos presos jj
anan^ados; 2. en:re 03 raesmo". presos, fda an-
l|gaiial4 da prtsio de cada o"o ; e com igual ao-
ligoidade, pela prloridade da pronuncia, provale
tmt lamnera essa priorllade entra os reos aau-
cado. .
Esta disRosicao o cmrdm para o? ju'gtmentos
em todas as comarcas.
J. Enterrada a sessio periodija do jury, cora-
biaaiao ewrn si os desembargados.', que fioave-
rera presilide aos jalgamento*, e le c mmam ac-
eordo faro o reatoro 'determinado p^lo art. 180
do regulamento n. 120 de, 11 de Janeiro de 1812,
sendo assigoade- peto mais amigo.
Art. 25. Nao haveodo se-so do jury em algam
term, o reo poderi ser julgado em oo'.ro termo
mais viiiuko da majupa comarca, se assirn o re-
ooerer e o promouBabco oo a porte acensado-
ra. eonvier.
Ij ependeatamani da convancij das parla, Vatocer desde logo,
serapre que a-) f)r possivel ttl-ctuar o jiilgamen- polla^ia do pronat>
to do t, districto da colpa, ter lugd^ uj jury
do termo mais visnho, com preferencia o da mes-
ma comarca. i
Vefiflcar-se-ha a mpo3sibilldid?, a em.tras
sessoas ucffessivas'do jury" n&b puder ter Iqgar o
julgamenlo.
Art.
o ha iraposs bilidade quando a falta do jatgi-
mento provier do facto providenciado no art. 53
da lei de 3 de detembro de 1811, ou.quanlo o r6o cas e
dr cuna a ella, iffervcendo escasa para provocaf
o adiamento.
Atu 26. E' convertido em aggravo no auto do
;>r eesso o recurso Ja toe trata o art 181 do c*
digo do processo criminal e do qual tomar o 00
nheetraeoto o tribunal da rela&ip, se por-appel
c.10 toblr o feto.
Art. 27. A so-peijo posta ao presidente do trl
bunal do jory, se nao Mr reeonhecida pe) reco-
sado, nio suspender o julgamtoto.
*rry nao jatga snsjelcfss ponas ao presiden
te do tribunal.
as comarcas especiaes sero julgidas pelo pre-
sidenta da relaco ; e ms coraa:oi3 gewes p>*fc
juiz do direito di mais visinba na ordem desig-
nada.
CAPITULO III.
Do processo crmtnal.
secftio t.
Da pruno.
Art. 28. Atm do que est disposto nos-arfe-. 12
e 13 da lei, a aotoridade que ordeoar oureqisl
tar a priso e o executor della ohiervaro o si-
guite :
O preso nao ser condurido cora ferros, algeraa
cu cor-lis, salvo o caso exiramo da seguranza, qui-
dever sor justificado pelo conductor ; e quando
nao o jutifl ino, alm das penas era que inr.orrer,
ser multado na qoantia de 10*000 a 50000 pela
natoridade a quem fQr apresantado o mesmo
preso.
O exempl.tr do mandado, a que se refere o c-
talo srl. 13, equivale nota constitucional di
colpa.
Art. 29. Aiada antes de iniciado o procediraen
t> da formarlo da culpa ou de quaesqoer diligen
cas do inquerito policial, o promotor publico, ou
quem suas vezes Dzer, e a parte queixwa poderi)
requerer, e a autoridala policial r< presentar,
ceres da necessilade ou conveniencia da priso
preventiva do reo indiciado em ;ri;ne in.fiangeve,
apoianlo-se era prova de que resultem vehemen-
tes (nucios de culpabilidade, ou s-ji conflsso do
mesmo reo ou documento ou declaraba de dua-
te>temunhas; e, feilo o respectivo autoameito, a
autoridade JuJiciaria competente para fornceo
da culpa, reconhecendo a proceden ia dos lodi-
cios contra o argido culpado e a conveniencia de
saa prisao, por despacho nos amos a ordenar, ou
expedinlo mandado enripio, ou rojaisitanlo pnr
commonicacao telegraphica, por aviso geral na
imprensa ou por qnalqoer outro modo que faca
certa a requisico.
i I. Inependente de requerimiento da parte
aecusadura ou repre:cniac,a) da aoteridide poli-
cial, poder do mesmo modo o juiz frtmiJur la
cnlpj, julgando necessari) ou conveniente, rirda
nar cu reqaisitar, antes da prononcia, a prisao do
seja ou nio interposta a ap-
>r pibliioou di pirte.
secc.to 111.
Do inquerito policial.
Art. 38. O chef?3, delegados e subdelegados de
polioia, ligo que por quaiqaer meio Ibes chegao a
oolicia de se lar praticido algara crime commom,
proeederio em seu districtos s d-ligencias ue-
ceiwrist pifa venflacio da existeacia do mesmo
crims, desjobiiraento de todas as suas circomstan*
dtliauueDles.
^encas i que te refere o artigo
antecdante aopjpieheriJem :
f O oerpo del to direct.
ri de ttrime in-flancavpl, a tiv r wlllglloou Ihe
Mr presente aquella prova de que resalteo vehe-
WPTfes Mdfeh'S la culpabilioada do dito r1.
2o A aotoridade pol.cial e os juizes na paz
dev. ra f.zr pender os indicados cuipidos de
Mimas inailhncaveis, descohertos em seas distric-
to?, serapre que tiverem conhecimento de iue pela
aotoridade corrpetente para a forraacao da cu'pa
foi ordenada essa captura, o porque recebessem
diree'a reqn sicao ou por ser de notoriedade
pab'ica qoe o j liz fermalor da culpa a expe-
dir.
Execu'ada a prisa-', im-nodiatam^nte o preso ser
soadtMo presaa^i do mesmo juiz para deile
dispor.
- 3o Nao p)der ser ordnala oa requisitala
nem exeniada a pri-lo do reo nao pronuaciado,
so houver deeorrldo uj anao Jepois la perpelra-
{lo do enme.
SBC^AO II.
Da panga.
Art. 30. E' iaslituida a Banca promisoria nos
mesmos casos em qne tera lagar a defloit va. Os
seas ell.its dnrarao triota das e mais taatos
quantos foren neesssarios para que o reo possa
apresentar se ao jaiz competente alira de prestar
a anga defin.tiva, na rezio de quatro leguas
por dia.
An. 31. Sao competentes para admitr a pres
la^) dajja.oca provisoria o juizes de paz, att-
tefiaaTs pcliciaeTv- jotaes raunicipaes e seus sup-
plente?, juizes de direito e seus substituto.
Nao poder ser pre-tada a lianea provisoria, se
forera derorridos mais de 30 dias depois da pri-
so.
Art. 32. Nao exequivel o mandado de prisao
per crime aiBaocave, se dalle nao constar o vajor
da Baoja que tica snjeito o reo,
Art. 33. Era crime afflaucavel nragaera Sf
conduzi lo pri-o, se perante qua quer das men
:ionaJa* autoridades prestir anga pr meio do deposito em dinheiro, metaej e pelnts
preciosa, apolices da divida poblica, ou pelo tes-
temunho de daas pessoas reconheerdaraente abo-
nadas quo se obriguem pelo cumparteimeoto >1
r) durante a dita fianza, sob a respsnsnbi'ilai-
do valor que fur fixado.
1 Preso o reo em flagrante delicio, ser imme
diatamonte conduzido autoriiade que liear mais
prxima, ou eji policial ou judiciaria, inelusive e
juiz de paz; e esta, procedendo de conformiJade
eom a de'.erminacao do art. 132 do cdigo do pro
cesso, guardadas" as disposicoes do art. 13 da lei,
se reconhecer que o facto praticado celo reo coa?
titas crime afflan;avel, e qaerendo elle prestar
llanr;), o admitir logo a depositar ou caucionar o
valor que, indepondente le arbitrament), a mesma
aotoridade Bxar.
2 P..ra determinar o valor da faoQi proviso-
ria, a autondade respectiva atiender ao mximo
lo lempo de prisao com tralialho, oa de prisio
simples, cora multa ou sem ell), de degredo ou
desterro, em que po.ssa incorrer o roo pelo facto
criminoso; e den'.ro dos dous extremos, que mar-
ca a tabe la annexa este rec'ulament >, lixar o
valor la Arase, teodo em eonsid race), nao s a
gravidade do damoo candado pelo delicio, come a
emdicio de fortuna e cireumstancias pessoaes d <
reo, incluida a importancia do s h.
3" Quando a prisao do reo f >r determinada
por maulado, vista do valor da anga nell3 de-
signado, se regular o deposito ou cauco.
i" X5i se pagar sello da anga previsoria
que for substitu la pela definitiva ; o deposito ou
caugo, porra, da anga provisoria g;rante a im-
portancia do 9M!o devido, se ne :eguir-?e a d.li-
nitiva.
Arl. 3i. Nos lug-res em que nao for logopo-si
vel reeolner ao cofre, da cmara municipal o de-
posit) em dinheiro, metaos ou pedias preciosas e
ap-hces da divida publica, ser elle feto proviso-
riamente era mao de pessoa abonada, e, em sai
falla, Qcar no juizo, deveado ser removido para
o dito cofre no prazo de tres dias, do que tuda se
far raencio no termo da anga.
Art. 35. O juiz competente pera crac der a an-
ga .dcnitiva ple c.^sar a provisoria, so reconhe-
cer o crime pir inaQlancavel, oa exigir a sabsti
luiglo dos a lores provisorios, se estos nao firera
abonados 011 dos objectos preciosos, se nao liverem
o valor sufci.enta.
0 promotor publico, ou quem suas vezes flzer,
sempre que esliver presente, ser oavtdo nos pro-
cessos da anga provisoria, e, era todo o caso,
anda depois de coaceda, ter vbia do respectivo
processo, afira de reclamar o que eonvier ju-tiga
publica.
Ar. 30. No caso de priso do o em flagrante
delicio, quando a anga provisoria for concedida
por autondade que nao seja a competente para a
firmarlo da culpa, remetiera esta no prazo de
ii horas o auto do inquerito, que procedeu, de
de conformidad-e com o art. 132 do cdigo do "pro
ces;o criminal; sendo o raesuo injurr to acira-
panhado do lerrao da anga provisoria, de que se
far dedaraga no protocolo do e.-erivio compe-
tente, aiada quando se verifique a substituirn, de
qoe trata o ari. 12 2* da let.
Otadlo, porra, a anga provisoria for conce-
fk' ""', Pres' Por vir,Q'le d" mandado, no verso
1 'Vh '1V3r '"?arser* langada on ello ad-
'f.f' 7#rt.">-da anga e entregue ao mesmo
SM^gajB* delaa execugo
para ser apreseauu, -^eifo a dar o de vid.)
daraiunlar ao respectivo \,. >irilo no uro-
seguimento. Far-se ha igual de... r
tocolloda escrivio. .
Arl 37. .Poder ser altsrado o valor da floncja %-
provisoria ou me-mo fie.ir ella sem
despacho da pronuncia ou de saa crsflrmagao, ou
se o julgamonlO final innovar a classifl: g.vo di
delicio. \
A inQovacj da cfassicaQao do d-lia-d polo de
pacho de pfoaoucia produzir seo < T.-ito, se nao
estiver pendente de recurso, quer voluntario, qaer
necessario.
A nova clissificagao pelo jalgamento final pre-
2 Eximes a buscas para apprebeis&o de iM-
trumeiitos e documentos.
3 Inquirtcjio de testeaonhas ue houverem
preienceaA) o facto criminoso oa teaham razo
de sabe-L).
\ Pergonlas ao reo e lo olTenlid;.
l n soral tul i o que for til para esclareciraeo-
to do facto e das suas circamstancias.
Ari. iO. No caso d,a flagra ate delicio, oo por
effeito de queixa oa denpncia, se logo-comparecer
a autoridade jadicarrS Competente para formsglo
da colpa investigar do facto criminoso, notorio
ou argofdo, a autorldada policial se limitar au-
xilia la, c lligindo ex-oleio as provas e eielareci-
raentos que p >ssa obter e procedendo na esphera
de saas aurtbuiges as diligencias que ihe ferem
requis.'adas pela aotoridade jadici-ria ou reque-
ridas pelo ?ro.noxr publico ou per auem saas
vezes flzer.
Art. 41. Quando, porra, nao comparec logo a
autondade judiciaria, ou nio instaure irameliala-.
mente o processo da firmagio da colpa, deve a
auioridade policial proceder ao inqoeriiq cere*
dos crimes co amaos da que tiver conbdlmesto
propno, eabendo a aegao publica; ou poi/denun
ca, on a requeriraento da pare interesada ou no
caso de priso em fligraate.
Art. 42. O iaquerito pdicial cinsiste em tola-
as diligencias necessatias para o .lescaorimeot >
dos factoe unrainosos, de suas circum-uncas
e dos seas autores e cmplices, deve ser redu-
zido i instrumento eseripto, observando o se-
gainte :
1. F.ir-se ba corpo da delicio, urna ves que o
crime seja de natureza dos que deixam vesti-
gios.
2.* Dirigir-se-ba a autoridade policial cora toda
a pro ootido ao lugar do delicio; e ahi, al.n do
exama do faeta critnin -so e da todas as sua cir-
cuuist.iocias e descrpgao da lo-alidade em que se
dea, tratar cora cailiJo de investigar e colgir
os indicios existentes e apprehender os instrumen-
tos do crime e quaesqier objeelos enconiraios,
lavraodo-se de tud 1 auto assignaio pela aotorida-
de. peritos e duas testemonhas.
3." I.terrogai o delioquente, qoe Wr proso em
fligraute, e toirnri logo at decfarag5aj jarada<
das pes-as ou escolta que o cenlazirem e das
que presenciarera o facto, ou delle liverem conhe-
cimento.
i.' Feito o corpo do delicio ou sem elle, quando
i possa ter lugar, indagara quaes as testemu
nbas do crime o as far vir a su* presenga. inqui-
no!) as sob juramento a respeiti do facto e sua<
i'ircumstaneias e de seos aulores ou cmplice'.
Estes depoiraentos na mesraa occasio serio es-
criptas resumidamente era um s termo, assignado
pea aatoridale, te>te.nanhas e delinqueate, quan
do preso em flagraoie.
5." Pelar Jar bu^ca cora as formalidades le-
gaes para apprehenso das arraas e iostramentos
do crime e de qaaesquer objectos a elle referen-
tes; e desta diligencia ;e lavrar o competente
aato.
6." Terminadas as diligencias e autoadas todas
a3 pegas, sero conclusas a aotorilade que profe-
rir o sea despacho, n) qnal recapitulan lo o qae
tur averigua Jo, ordenar iub o inqaento seja re
metilo per intermedio de juiz municipal, ao pro
motor publico ou a quem suas Vries flzer; e na
mesma occisiao indicar as testemonhas mais ido-
ueas ue por ventura aiaia oo lenhara silo io-
perdas.
esta rorasssa dar iramadlatameraje parte cir
cu anunciada ao jn z -la direito da comarca.
Nis comarcas epeciaes areraessa ser por in-
termedio da juiz de direilo que tiver a jurisdiegSo
crimiaal Jo qislrieto, sera particip3go a outra au
tiridaJe.
/. Tilas as aili0'-mcas relativas ao inqnento
ero feas nj prazo iuprorogavl de cinco dias,
eotn assisteacia do inlici..do delinquen'.e, se esti-
ver preso; paleado impagnar os depoiraenDs das
teiemonbas.
Podar tambara impugat-los nos crimes afflin-
cidos, se raqaerer sua adrai-sio aos terrao do in-
"(uerito. \
8. Nos crime?, em pe no'tem lugaAa aejao
nublica, o inqaeiita feito a requerimento a parte
iateressala e redaiido a in^irumaato, s> -tha lia
entregue para o u;o que entender. '
9.' Para a noiilicago e compareeiiiiento das
(euemaabas e mais diligencias do iaquterilo poli-
cial ;e ibservara na qae r applicavel as dispo-
.;-'}es que regulara o processo da formagao da
culpa. .
Art i3. Se durante o 'nqaerito policial, a auto-
rilada juiiciaria competente para a f irmagao da
eulpa entrar no procedimiento respectivo, imme-
tatamente a aotoridade policial Ihe commnnieari
oe eaclareeiBeatoi 3 resultado da3 diligencias
pe ja lenha oblide a continuar a cooperar no^
termos do ari. 40. ,
Nao ha prevengan de jurisdiegao no acto do in-
querito policial p'ara o eflaito de peder a atitiri
dade judiciaria ou o promotor publio dir gir-se a
qualquer autorilade policial e requisitar oulras
ioforraag5as e diligencias necessarias; cu, para
o elTeito da peder ex-officio cada quil das aot >ri
ladea paliciaes colber e^clarecimeatos e provas a
bera da raesma ar nagao la culpa, aiala depois
de iniciada.
Art. 4i. O juizes de direito das comarcas es-
peciaes, e os juizes muoicpaDs dos termos das ca-
ri arcas geraes, recebando directamente, por parte
da autondade policial, o inquerito, delle tomara.)
conhecimento e o iraosneiuiro ao promotor pu-
blico ou a quera suas vezas tizar, depcis que veri-
dea-era se do me-mo inquerito resnitam vehamen
1S indicio' de culpa por crime ioaQar.givi-1 coa-
:ra algie.n, e neste ca-o, reconhecida a conve-
niencia da prorapta priso do indiciado, devero
log) Expedir o compleme mandado ou requisi-
co.
Se na) existir no lerrao prom.lor publico ou
adjaato, nomeario pessoa iloaaa que irva no ca
so sugeit?.
Qaaalo o proprio juiz eiTeclivo na poder ea-
carregar-se da iasiracgo do processo, por -Iaen-'
cia de trabalho ou impedimento legitimo, trans-
mittinlo o inquerito ao proraour ou adjunto ou a
quera fr noraeado na filia delles, devea logo de-
clarar qae sej requerid) o re-pectiva subsutulo
oa snpplente, que de preferencia o que tera ju-
risdiegao no districto do cunee.-
SECJIAO IV.
Oo proceaso e ulgamento das infrascoes
de poturas municipces,
Art. 45. Compete aos juizes de paz o julgamen
to das infracgdes da postaras monicipaes com ap-
pellaglo, 00 tfTeito suipeasivo, para os juizes de
direio.
1. Lavradoo auto da iafracgo com assigna
tura de duas testemnnbas, ser renaettido ao pro
Bnrador da cmara municipal, e este, antes da re
querer a execugo jalicial, dar aviso a parte in
hetera para p3*gir a multa, quando a pena fr
pecuniaria.
I 2. Na falla de pagamento voluntario da mul-
ta, ser apresentado o soto da inf'acglo cora re-
querimento Jo procurador da cmara municipal ao
jaiz de paz, qae mandar intimar com a copla do
mesmo auio a parte infractora para comparecer
na primeira audieeia, citadas tambera as teste-
mnnhas que o liverem assignado.
3.4 Sa nao coraptreeer era mand r escusa
relevante, ser julgado a revelia em vista do
anto.
Apresentada e aceita a escusa, ser adiado o
julgarannto para a segninte audiencia.
i. Se a parte infractora comparecer, Ihe er
lido o aulo ; e, qierendo contesta-lo, o juiz man-
dar escrever as suas allfgagde?, e juntar os do-
cumentos que offerecer; rqnirir as testemonhas
da aecnsagao a as qae forera apresentadas pelo
r), at o nomero de tres; e proferir aa de-
eisao oa mesma aadiancia 00, quando mato na
segninte.
">. Sa a parle conderonada qaizer apoellar, po
der faze lo, oa verbalmente logo em audiencia, ou
por escripto. no prazo de 48 horas; e lomado por
terreo o.-ea reqaerimenio, immediatamente n es
erivS'-T far os autos conclusos ao jaiz de direito,
tvarjj. ndo-os direelaraente a e)le, se estiver no
, jgsr, ^W m sa.a aoseocia, pira o eartorio do es
',/ ao do jory, sra de seren spresentadoa ao jaiz
se't a **fi5riJcie!crivI?spi remess espve-
sentados 3u ^ m$ Tm*"^ to cora a multa de 10# ^fj,^i_, ,,, 1.
Art. 46. No flm de cada J."nbe o jaljei i
piLremet:rio eamara muaictp '< ama reUcao
das iQfrarr.Jes de postaras qqe Jlverem Jtti|J dnrartle aquella prazo, declarando as eoodemn^.
goes e absolvieses, e bem assirn as appe'.'.agQ?^
que sa derem. i
SRCgo v.
Do preparo di processo tOt Crtmit polictaes.
Art 47. Os chefes, delegados e subdelegados de
polica, os supplentes dos juizes raunieipaes eos
substitutos dos juizes de direito das comarcas es-
peciaes, organitarlo o processo preparatoria -jas
infractas dos termos de seguranga e bem Viver,
a dos Crimea a que nio el rapaeu pena, msior
qua a muita de 100J, prisao, degredo ou. djeterro
al seis mezas, era mola ou sem Hle, e ires
mezas de casa de correegao ou olUiuvis publi-
cas.
Art. 48. Apresentada a qaeixa oa denuncia de
una dasses crimes, a autoridad-) preparadora man
dar citar o delnqueme para vr-aa roeetiar na
primeira aadiancia.
1* Tari lagar a mesma citaclo, se, inlepen-
d'-nte da qaeixa ou aenaaeia, constar a existencia
de erime policial, e neste caso se proceder pre-
viamente 10 auto cirotwa-Uncud > dt (acto eom
deelaragai das liiStemunhas que nelle hiede ju-
rar e que serlo de duas a cinco.
2.* O escrivao ouoalcial de justiga permitti-
rao ao delnqueme a leitara do requ-rimenlo ou
auto, e mesmo copia lo quando o queira fazer.
J 3. Nao comparecendo o delioquente na au-
diancia apratada, a autoridade dar parle o ja-
ramente sobre a qaeixa, e inquirir suinmana-
meota as anas testemuQbas reduzindo-sa lulo a
escripto.
I it." Comparecendo o dalioqaanle a autoridade
Ihe far a leitur da queixa, depois de tomar o ju-
ramento ao queixoso, ou o anta do % l., recebera
a defeza, inquirir as testemuuhas e fara as per-
guatas que entender necessarias, sanio ludo, ei-
erip--. nos autos, aos quaes raanlar juntar a ex-
posigio a documento- que a parto offerecer.
3.' 5^ ai testemuohas Do pbderem ser in-
quiridas na primeira aultencia, continuar o pro-
cos'n as segrales, at que estejaru colhidos
todos os esclarecimentos necessarios.
% 6.* Termimdo o pr>ce--so preparatorio, poie-
rio as partes dentro de 24 horas, contadas d ulti-
ma audiencia, examinar os autos no eartorio e
offerecer as allfgags escripias que jalgarero
convenientes a bem de seu direito, regulando-se
o prazo de nrdo que oo seja prejudicada a de-
fesa.
Sa houver mais de ura reo o prazo ser de iQ
horas.
7.* Find) o prazo, a autoridade, analysanl
as pecas do processo, emittir seu parecer randa
menudo; e mandar que os auios ajam remeti-
dos aojuiz que liver de proferir a sentenga.
8. Es a remessa se far den'.ro das 48 horas,
decorridas da ultima audiencia, sob pena de mal-
ta de 203 a 1003 qua pela auDridade julgado ra
3 r imposta a quem der eau;a a demora.
9.* Sao competentes para proferir a sealonga,
n.ii comarcas especiae3 os juizes de direito e n u
termos das comareas g'raes 03 juizes manicipaes.
SCQO vi.
Do summario da culpv.
Art. 49. E' abolido o proiedi:iiento exofflcio,
exc-pto.
! Nos casos da fligranle delicio.
2.* No crimes policiaes.
3." Quando o-g"tados ns prazos da lei, nao for
aprsenla la queixa ou denuncia.
4.' Nos crimes di respoosabilidade, sendo com-
petente a aulorilala judiciaria que os reconhecer
em feitos ou papis subraeatidos regularmente ao
seu exarae jurisdiccional.
Art. 50. A queixa ou denuncia, qua_ nio con'.i-
verera os requeltos legaes, nao serlo acceita<
pelo juiz, salvo o recurso voluntario la part.
Ari. 51. A incompetencia do juiz do summario
ooier ser allegada antes da inquirigao das tesle-
raunhas on logo que o reo comparecer en juizo.
^ Io Sa o juiz reouaVcer a incompetencia, re-
metteri o feilo a autor dada competente para pro-
seguir, a qual o ractiear, proce leudo somante
reinquiricSo dis testemunhas, se houverem de-
posto e n ausencia do accus3do e este o reque'rer.
2." 3a nao reconhecer a incompetencia, conli-
ao-T o summario, como so ella nao fura alle-
gada.
3. Era lo la o caso ser tomada por termo
nos autos a alludida exeepclo declinatoria, ou seja
olereeida virbalnenl': ou por escripto.
Ar'. 52. O juiz nao tera arbitrio pira recusar
s partes quae.sq er perguntas s testemuuha,
excepto se nio liverem relagao alguma com a ex-
posiglo feita na queixa ou denuncia ; devendo
porra ficar consignadas no lerrao da inquiriglo a
pcrg'ima da parta e a recusa do juiz.
Art. 53. No ioterrogatorra o accu-aJo tem o di-
reito de juojar qaaesquer dQCJimealj4.eJuiliflca-
co'-', processadas em outro juizo para er^m a ore-'
calos como fr de direitos. ..,-''
Sa allegar cora fundamento a necesaidada ]-
prazo para sso, ser-lhe-ha concedido at tres d:3s
improrogaveis.
8BCC0 Vil.
Dos recursos: ~~ "_
Art. 51. O recurso da pronuncia ou nae pro-
ousQja seguir sempre nos groprios antas; e a;
partes deverlo arrazoar e juntar docuraentos ios
prazos legaes se o requererem.
Esta disposicao nao exelue a necessilade de
traslado para flear no eartorio se o feito hoover de
ser remettido de ura lugar para outro, salvo tx-
pressa delerminaclo do juiz em contrario.
Ari. 55. O recurso da pronuncia ou nao pro-
nuncia :
I 1." E' voluntario quando interposto de deci-
ses dos jaizes de direito das comarcas especiaes,
em processo de formagao da cuica por crime?
c-mmuns.
2. E' necessario, quando interposta d.e deci-
soea dos juizes raunieipaes, que ex-cffleio os faro
exp.-dir sem snspensao das prisoes decretadas.
Art. 56. Nio slo prejudicados os rectrr-03 inter-
postos ex-offlcio ou pelo promotor publico, quan
d expedidos ou aposentados fra dos prazos fa-
taes; serio, porra, responsabilisados o juiz, o
promotor publico ou qualquer oficial do juizo
que por faltas ou iatxacliddes occasionarera
demora.
Tamb^m nio serio prejudicados os recursos
interpostos pelas partes, quando por causa de
falta, erro oo omissio doiffl:ialdo juizo cu de
outrera notiverem seguimento eanresentago em
tempo.
Art. 57. Ha mais os segrales recursos :
i. Do despacho que nao aceitar a qocixa ou
denuncia.
2." Da sentnga de ecmraotagao da multa.
3. Da deciso de autoridade inferior que im
puzer multa conminada por este regulamentr.
Art 53. Das deci oes dos juizes de direito,
quer das comarcas especiaes, quer das geraas, c
recurso ser interposto para a relagi) do districto.
SECAO VIH.
Das appellacoes.
Art. 59. Adisposigo do an.56 aproveita igual-
mente s appellacoes para o effeito de nio ser
prejudicadas, onforme as circunstancia?.
Art. 60. Nio tem effeito suspensivo a apeMagao
do 1. do art. 79 da lei da 3 de detembro de
1841, quando a sentenga absolutoria for "proferida
sobre deciso unnime do jury.
Anda que nio seja ananime a decisio do jury,
tambera nio ter effeito suspensivo essa appella-
gi>, se o crime for alarga-el.
Art. 61. A appellagao, inierposta pelo promotor
publico ou pela parte queixo'a, da sentenga de
absolvigao s ter ef-ilo suspensivo a respailo de
rus acensados da crimes- punidos no mximo
cora as penas de morle, ga's ou prisio com ira-
balha por 20 ou mais aonus e prisao simples per-
peto, se a decisio do jury nio heuver sida un-
nime.
i. No prazo de dous dias deve ser interposta
appellaglo da que trata este artigo; e nio o sendo
por-se hio em liberdade es rus absolvidos; os
ujeitos penas menores do que as mencionadas,
imma'iatameote depois de proferir a sentenga
absolutoria.
- 3 2." Nio slo mus ipplicaveis as dispo?igoes
des arts. 3. do decreto u. 1696 do 15 de se-
tembro da 1869.
Art. 62. Para regular os effeitog das appellagoes
nos easos dos dons artigos antecedentes, prevale-
cer o despacho da prononcia.
CAPITULO IV.
Das altnbuicSes cheis.
SBcgxo 1.
Oes )uiies de paz.
Art. 63. Os j'zes de pat julgario, com appelia-
gao para 09 juizes de lireito, as causas civeis al
o valor de lOOiOOO, sendo previamente intentado
o meio da reconcilia gao.
| !. Apetigo inicial dever eodter, alm do
nome do autor e do reo:
O contracto, tr*oaecao ou facto de qne resul-
tara o direilo do intor e obriggio da reo cora as
necesMflaa espM&cgde3 e estimativa do valor,
quando nn for delerroinado.
A indieagio d pova, Inelasive o rol das tes-
tenJODhat.
2* diado feo a qnem ae dar copia da peti
eto raieiai e reaente elba-na aodiencia apras3da
comas anas te'st^UQlia-, (jue poder levar, se as
tfvef) !ndependente de cilagao oa a hiV< lia do
mesmo lo^se nao coraparaoeij o juiz de paz oa-
vira as testemunhas de urna e outra parte, man-
dando tunar por termo os s&os depaimentos.
3* A citaclo da testomanhi s ser ordenada
sa a parte a requeror.
S 4.* Gonclaiiiaj U inquirigas tomado o de-
poimento ou o Juramento de qualquer da parles,
se fr reqaeria ou ordenado pelo juiz, segundo
os principios geraes do processo serlo ellas ou sidos
verbalraeote juntando-so aos adis, eom qaaes-
quer allegagoes os docuuentoa que onertcerem ;
depois do que o uiz proferir sua teotenga na
mesma audiencia ou na segninte.
% 5 o No caso de appellagao, nao licar traslado,
se o juiz de direilo residir no mesmo lugar : toda-
va, convindo as partes, oo fleir traslado, quan
do o jaiz o 1 appeilacao resida em lugar diverso.
6." A appellagao tora elfeilo saspeosivo e sera
tomada por um simples termo, aotineada a parte
oontraria. As partes rrasoarao era urna ou nu-
tra instancia, onde Ihes eonvier, dando-se 5 dias
mprorogav** cada urna.
7.* Para a xecuf.Io bastar o simples manda-
do contendo a sub Unca do julgado.
O processo de quaesqoer embargos a execuclo
se far su'mmarssiraameote, apreseaundo o em
birgante seu requerimento cora aexposigao do que
juitrar a bera da seu direito; e, euvida a parta
contraria em 48 horas, o juiz decilir anal, com
appellaglo para o juiz de direito.
8." Nenias acgas s as excepgoas de iocora
peieiicia o de suspeige suspenJera o curso da cau-
sa al sua decisio ul.ima.
As mais oxecpges eonstitnem materia de con-
trariedade e sero apreciadas na senienga deni-
tiva.
9* Ha aggravo do de-pacho pelo qual o juiz
de paz jnlgar-ae cora^eleute ou incompetente. A
ex :epgo ser opposta por escripto ou verbalmente
em audiencia ; e do despacho proferido a paite
aggravar, se quizer, para o juiz de direito; de-
vendo o aggravo seguir nos proprios autos.
10. A deciso do juiz de direilo sobre a sus-
peicao peremytoria. A su-peigo ser opposta
era audiencia, p r escripto ou veib.,lraenta; se o
juiz de paz nio recoaliecer-se .-uspeito, depositada
a eaujlo, subir o processo, cora a resposta du
juiz recusado, ao juiz de direito que ouvii verbal-
mente e do plauo as testemunhas offereeidas pelo
recusarte e pelo juiz recu-ado, citadas uma3 e ou
tras previamente para depuren).
SECgAO 11.
Dos juizes mumcipae-
Art. 64. Cumpet'm aos juizes raunieipaes:
l. O preparo de todos os feitos cive:s, cujo jnl-
gamento pertenga aos juizes de direito.
2.* O processo e juramento das causas civiis
do valor de mais de 1003 atoOO com app.ellago
no tifeito suspensivo para os juizes de direito.
1. A publcagao e execugao das sent^ngas ci-
veis, podando ser peraale elles interpostos e preoa
radus os recurso: qua ro caso couberom, salvas as
deci;o-s da competencia dos juizes de direito.
Art. 65. Nao irataudo-se do bens de raz, o pro-
cesso a seg-air-s na^ causas do 2* di artigo au-
leeedi-nte o dos arts. 137 a 244 do rogularaento
0. 737 da 25 de novembro de 1830.
l. processo da execugao nas3ii causas,
ijuanto a embargos offerecidos, sera idntico ao da
accao.
* -2." Se a sent
enga exequenda fr de ju'z muni-
cipal, sera ter havido appellaglo, scrao por elle de-
cididos os embargos, dando as panes os recursos
ue no caso conberem.
3." Nestas acgoe3 s tera lugar as exeepgoes
d: ncorapeteneia e spetela d> juiz, que sarao
pro.:e-sadas na forma dos ^ 9* e 10 lo art 63. To-
das as outras ex epgas euu3lluem en materia de
deezi, e deveiu ser allegadas na cooiestaglo.
Esta di.-posiga) prevalece, aiada que a aegao
verse sabr bens de raiz, uraa vez que o seu valor
nb exced a 500r5.
SF.cg.\o 111.
Dos juizes de direito.
An. &'j. As juizes de direito das comarcas ge-
raes compete:
I,c O jalgamento em i' instancia de todas as
causas civeis de valor at 50.
2." O jaigimento era 1* mstancia Jas de val' r
superior 30?3.
i. A dacisa dos aggravos interpostos dos jai
zes inferiores.
4o A decisio das suspeigoes pistas ao3 juize3
ra rieres eaos mesmos juizes ie direito, ua forma
lo art. 11 da lei.
Ar'. G7. Aos juizes de direito das comarcas espe
ciae.3 competen):
l.8 O juigameaio em 2' instancia das causas el-
'.-ais de valor, at 100.
__-*c9 DroJ>sia-^54^a1alJPl,' em 1* e ultirai ins
fancia das de valor de inais da 109 at 50.
3. O processo e julgamenlo era lJ instancia das
de valor superior a 5003; e a execug) das seu
tengas necias causas.
Art. G8. Os juizes de direio, de qoe trata o arti-
go antecedente, polero ser auxiliados no preparu.
ra>trucro de tillas a3"ca\tsis civeis de sua c ra-
patencia, pelos seus substituios al qualquer soa-
enca extlusivamenle.
l. As fentencas, a qae so refere e-te arl'go.
sao as da absolvigao da instancia e tudas aquel.as
em qoe caiba appellagao e aggravo de petigo ou
io? trmenlo.
Esta dispcsigao ajiplicavel ao caso da sub-ti
taiglo reciproca, de qua trata o art. 4o l, para
detetminar os acios dos jaizes substituios nos fei-
tos civeis e os co* joizes do direito 1 (Techos que
sabltitaiWffl aoutros era suas respectivas va-
ras.
2.' Aos juizes substitutos tambem a exoeuco
das sentencis as raneas civeis de valor le 1003
at 3005, julgadas era l" o ultima instancia peius
juizes de direito, salvas as decisoes que a estes
core pe rere.
Art. 69. Assospeicoes p.)3tas aos jnizo; do di-
reito serlo, julgadas ua couformiJade do art. II da
lei.
En geral ascaucea desuspeigoes exhibida em
juizo serlo reeclhidas aa cofre da cmara munici-
pal respectiva, dentro da 24 horas, junlanio-se
aos autos o necessario conhecimento do procura
dor da mesraa camsra.
'ssego iv.
Diis tetavoes.
Ar!, 70. O feitis civeis serio vistos e ju'gado-
na relelo p r tres jaizes, inclusive o relator, que
dever fazer por escripia o relatora da causa *e
tibelecirto pelo regulamento n. 1597 do 1 de maio
,te 1853, seguindo-se os demais termos desda e
a. 39 at o .r;. 4i do citado rgulamento.
^ 1. A' excepgio do desembargaor procurador
da corda da relaco da c/te', os das outras relages
entrarlo roa ordem de julgadares do respectivo tri-
bunal, snjeilos distribuigao dos feitos era qua oo
teuhira de intervir corno promotores da jusiiga, ou
como pmeuradores da fazenla naciooal.
2." O juiz do feito o apresentar com o rela-
torio dentro de 40 dias contados daquclle era que
Ihe fr distribuido ; pdenlo o presidente da rela-
co prorogar este praso, seu praden'.e arbi'rio.
por mais de 20 dias.
3." O juizes revisores tf rao rnente 20 dias
cada ura, para a revi o, 03 quaEsdo mesmo modo
poijem ser prorogados al 30.
f 4. As disposigdes dos paragraphos anteceden-
tes sao applicaveis acs tnbunaesdo coinmereio.
SEcglo v.
Dtipotict co'xmvns aos juizes municipaes e de
direilo.
Art. 71. Incluem-te na competencia da primeira
in-iancia, conforme o valor da cansa, o preparo e o
julgaraecto das partilbas, con'as de. tutores, bem
como qualquer outra deciso definitiva que ponlia
termo causa na mesma mstaneia.
Art. 72. O juiz da 1* instancia obrigado a des
pachar o feito dentro de 60 dias, contados da con-
clusa), se a seoteaca fr definitiva ; dentro de i(
dia, nos dernais casos.
Farse-ha c rga aojniz eom a ana assignatnra
em livro proprio do escrivio pelo reeebimento do-
autos conclusos; e desse livro se daro s parte-
as certidfs qae pedirem. Slo comprebeodidos
nesta d'sposiglo os junes de 1* instancia.
Ai t. 73. Nos lermos reunidos o respectivo snp-
plenta do jaiz municipal, em exercicio,devera pre-
parar o fei'0 de valor superior a 5004 e remlle-
lo ao mesmo jair, o qual, anles de o fazer sobir ao
joizde direilo, poder ordenar as deligencia que
jnlgar necessarias, devolvendo o processo ao tup-
pente com as convenientes malrucgSes
Quanto as leitos de valor inferior a 500/3 serio
preparados 1 egundo a legisUco vigente e na forma
do novo proceaso estaneleeido (azenlose remessa
delles an juiz municipal para o jnlgamento final.
* Art. 74. Osprssos para as partes allgarem o
que Ihes eonvier serio os mesmos adoptados no
processo commercial ; seguindo-se a esse respeifo
o mata que se acha eatabelecido no mesmo pro-
cesso.
CAPITULO V.
Disocsicdes geraes.
Ar*. 75. O carctreiro, deteotor, escrivio ca cffl
CiI do juizo, qne de qnolqaer medo eiubariear,
demo-ar oa dificultar a expeiclo de urna ordem
de aatVe* Corpus, a eohdacco e aprwntacao do
paciepte pp a Ja aelinra*, alm das poiaa em qne
possa tcorrer na forma da lei erlmioal, ser mnl-
[tado na qeaatia ie 4W 1005 pela lalondade
competente.
Art. 76. Nos municipios, cabecfts de comarcas
especiaes, os juizes de direito qne oo tiverem va-
ras privativas servirlo aoeceasivaaente nos eonse-
Ihos de revi:la da guarda nacional e na mais qne
pela legaalaeao vigente tacumbe tes joiies rount-
cipaee.
Art. 77. Tudi aa juiz s, qe piaparam *a fe.toa
on nelles cooperan, darlo audweeia e das cer-
tos a delerminadotvvma ea duaa vete aa semana
conforme a aflirtaeia de trabalho.
Os Juizes mbstliotos dtrio soan araencia3 noa
mesmos dias tm que as derem as effeetivos antee
ou depois destes, cocrorme Iw- mais c nveniente
e de aeeordo combina rem.
Art. 78. O tabellilea de neta! poderlo fazer
lavrar as escriotnias por escrovestes juramenta-
dos, suli crevendo-as elles e carreganlo cea a m-
teira responabilidade.
Bieeptoan belliio deven ser Imadas
i.* As que cootiverera disposiges testamenta-
rias.
2." As que forana de doagoes caust-mortis.
Em geral, as que bouverem de ser lavradas f-
ra do car tono. *,
Art. 79. Os meemos Ubelliaes podarle ter at
dous livros para as escriploras, se o jaiz de direilo
o permiltir, reconbeeenda a aflaeccia de trabalho
no canario.
as eapilaes, sdes de relagoe?, cssz licenga sera
dada pplo presidente do respectivo tribunal.
1.* O livro destinado ao eaerevente jararoen-
taoo ser iberio e eacerrado com ewa atciaragao
e considerada appeoso do livro de nulas do tabel-
liio.
2. No livro principal de notas, em que ercre-
ver, o proprio tibeUo lara por extracto declara*
gio da cscriptura Iavrada pelo escrevente jura-
mentado, com explcita menga o da folba do livro
appenso do dito escrevente. tsse extracto ou re-
sumo ser assignado pelas partes e testemunhas
sera augmento de despeza para aquellas
3* Os labelliies poderlo registrar era livro
especial as procnragSes e docurtentos, que as par-
les apresentarera e de accordo com ellas ; com
tanlo que na 'senptura publica fagam declarago
e remislo a f ilha desse livro eom as espeeifiCa-
coas necossarias, a aprazimento das partes.
Irt. 80. os lugares, em que existir om s la-
bellio de notas, a conferencia e o concert dos
traslados poderlo ser feitos com o' escrevente ju-
ramentado.
A^t. 81. Os delegados de polica poderlo teres-
envaes especiaes.
Serviiio perante os chefes de polica, como weri-
ves, quaesquer dos empregados das respectivas
secretarias, que elles d"aignarem ; e perceberao
os emolumentos laxados no regiment de cusa9.
Ait. 82. Os juizes de direito das comarcas espe-
cies, eus sub.-titutos, os juizes manicipaes e
seus suppleutes, para os actos da formacio da
culpa, podeiio servir com os escrivies do3 delega-
dos e dos subdelegados de polica nos respectivos
di-lriclo?.
L go que es processos escriplos por aeres escri-
vaas teatiam chegado ao termo de concluso para
a pronuncia, se nao fr presente n juiz des', de-
vero ser remanidos ao escrivio do jury, que os
far concluios ao mesmo jaiz.
Decretada a pronuncia neste caso, ser feito o
laogaraenio do nome do r> pronunciado no rol
dos culpados em o livro a cargo de escrivio do
jury, qua passar os .andados de prisio de taes
reos.
Quando, porra, o juiz da pronuncia fr presen-
te e a decretar antes da remessa do processo ao
escrivio da jury, esia se far logo depois, afina de
ter seguimento pelo eartorio do mesmo escrivao o
recurso necessario para o juiz de direilo, as co-
marcas geraes, ou o voluntario para 1 relagao as
especiaes. Em tolo o caso o escrivio do jory
lngara os nomos das reos pronunciados no rol
dos culpados.
Art. 81. O aventario e partilha dos bens de de-
futo, que deixarem testamento, sem herdeiros
orphos ou interdictos, da competeaeia do juiz
da provedoria.
Na falta de testamento e de herdeiros prphioa
oa interdicto', ser feito o inventario e partilha
pelo juizo cuninum.
Art. 8. Os casi s de que tMa o art. 10 do c-
digo criminal, sao do conhecimento e deci-io do
juiz f irmadjr da culpa, cm appellagao ex-olBcio
para a relagao, quando fr definitiva.
E' decisu definitiva a que ju'gar improcedente
o procedimcni), pr estar o reo incluido era qual-
quer las especies do citado art. 10, ou sij ella
proferida immelialamente pelos juizes de direilo
das co:rar:.s especiaes ou pel^s juzes de direito
das comarcas geraes, em grao de recurso -eies-
sario.
Ait. 85.0s juizes de direilo e promotores pbli-
cos, .-o oblgalos a residir dentro da villa na -
tUtti lifilfjHwll J IJiJllret, Pela Importancia do
foro eque ser designada pelo presidente da pro-
viucia.cm appiovagio do goveroo.
1." Os juizes de direito, que sem licenga 'e
aus-ntareu de snes comarcas, al.n da ro?pon-
sabilidada a que (lea n sujei.os pi-la W criminal,
ser" mu la os na quantia de 50 a 2001000, pelo
presidenta da relacio, qae parais-o es ouvira logo
qua techa contiecimeui') do focto por participa:
gao oficial do presidente da provincia, cu por
qualquer representago.
i." Os juizes municipaes sao igualmente obrt-
gadosa residir dentro da villa ou cidade, tabrea
lo termo, eausei.-tanlo.se deste sem lieenca, m-
correra na mc-mi multa de 5050J0 a 2CO0I-O,
imp)sta pelo jjiz de direito, depois de ou-
vi-los.
Ari. 86. Nos feitos, pndentes de ju garaen'o
na relaco. em que j tiver silo proferida qua.-
qaerde'ei-i) pea turna dos 5 jaizes, per enes
ain la ser terminado o julgament).
Q lanto aos que ssiiyerem ninte distribuid',
iniervirio no ju!ganiento os 3 pri neiros jaizes, na
conformidade do art. 27, 1 da lei.
Art. 87. Os juizes de orphos da corte servirn
com escrivaas di>tracios, pastando um dos acluaes
cun o seu eartorio a servir na 2- vara seo lo
prvidos p.ra cada uraa d-llas 0; d;us luctos do-
vamenta criado0. ...
Francisco de Piola de Hegreiroa S.yao Lobato,
cou eiheiru de estado, senador do imperio, minis-
tro'a secretario de estado dos negocios da ualiee,
a3^m .itenlia entendido e f. Palacio do Rio de Janeiro em 22 de n. vembro
le 1871 10." da Independencia e do Imperio.
PRINCESA IMPERliL RECENTE.- Francisco ie
Paula de Negreiros Satjao Mato.
S3 iO C5 = =>
l-i (* S-. B V/. &. vi.
00-5000?
3 B i -
ti>;e;B.i>; &!*&;
llllllii
xmd:-!* -; >*
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O-J ->
%-IO -JOll*
n m * a a
a
03 OJ O!
- - B i

Quando a pepa de prisao M.rapies ou de piso
com trabalho fr .acempanhada de molla corres-
pondente a tima parte do lempo, aerao preporeto-
nalm-nte augmentados os termos da tabella.
Paleen do Rio da Jaaeiro, em 22 do nuvembro
de 1871.Francisco de Paula de Negnwo- Sayao
Lobato.
'dbcrkto ar. 4825 ds 22 de W)Vtaa) de 1871.
Fixa o numero dos juizes de direiia Oa eorle e
as capitaes d.i^ proviecas da ftabia, P?rnam-
buco e M.ranhlo 5 eos dos respttltwo*.- jaes
sobstiuilot.
A princesa imperial regente, era nome de- se
magesiada o iraparador o Sr. D. Pedro II, aa por
bom, para eaecugia da lei n, 2031 de 20 de se-
(embro ultimo, decretar o segninte :
Art. I* ?* elevado a onze o namero das va,-



------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ T ------------------------------------------------------------------------------------------------
Jikf d Tniambuti SuLbatlu 2 de flezembrO dt
1871.
8
*

ras de juiz-s da dirM 4oftJMf a seis o das ca-
pitaes das pr .viojuC4 |a|l(n -Pemarabucr, e
a cinco o da cauitaj| aTprovracia do Marauhio.
n^ljM'na corto ara iorz des I>itos da fa-
eii-U i! u empelas n residuo*, doos
"''"" Hl1 "^Brfti' *-"' rph.i, fin< au-
ditores, sendo um de gnerra amMMmA.6 >Qariaha,
e iras juizes do civd.
1* Na UaJtaA oo Betf*,tal!iv lo juiz dos
Teiio da M^ii4j(.* apella e re-
siduos, uujJHH iaummerei'.\ outo de orplios
e d ou >| i elv
3. Era S. Lat Jo Marauhio, um juiz do com-
niercie. oulro de Orjnl'1", ara prorodor i'e capel-
las,* rtsbjpoj. dou* if do nivel.
ArtM, anda mesrao os das
varas privativas, tero jurisdiegao criminal cumu-
lativu.A )8if'Acl'el*arn*eia aera cnmulaliva,
mas unicam6Ql3 entre os juizes respectivos.
Arl. 3.* Para os auxiliar do preparo dos pro-
cesaos e es tubstiluir em seas impedimentos sao
crnatjoa eito juiza-s substitutos na curte, seis em
cada urna da-' capilaes da Babia e Pernambuco,
Art.4"ftcam revogadas as disposigSas ora con-
trario.
Frauaisco da Psnla de Negroiros Saya) Lobato,
conse'ihire de estado, senador do Imaerip. mi-
nistro e ?tcretario de estado do3 negocios da jus-
tiC, asim Vlenha entendido o faga execntar
Palacio do Un. de Janeiro em 22 de novembro
de 1871, SO* da indeparUencia e do imp rio.
PD^NUfiZA IMPEIUAL RE5ESTE. -Franc'sco de
Pauta de Negrcirps Saydo Lobato.
recter officiai, soja elle parasefie um agaute
conSden;ial. Ajtt/etceaton o midlroj que esco-
mer e^le agente por nao lmer encontrado em
Bie.nos-Ayrc<, durante asna estada alli. outra
nessoa c ra igual iritelligencia, patr'iotisifia e in-
fluencia p;ra ta debead* rui-aix A commis^)
deu-se por >atife(ta cora as expiicaj?, apezar
de se haver eslraiiliaile a ** de tm hornean
que nao padia inspirar conliauei ao partido colo-
rado, e deliberan publicar a.acta, para desviar de
si qualquer responsahilidade, no caso do Sr. Li-
mas apartar-sedas saas strictas aUrmuiciJes.
Por desintelligencias com o governa U; ieuial o
encarregalo de negocias da Inglaterra, Mac Do -
nald, pedio os seus pssaperte<, retlraado-sa pira
Buenos-Ayres espera do instrucc.oes de ;eu go-
verno. Igooravaqr-se as causas deste rompiraeulo.
nm uba.nde nosut..
No di i 11 do correte elIctuou -so na praea do
comuiereio do Rio Grande, a,reu:io da.26 dos
principies negociantes, afim de Ibes ser api-Ase^-
tada e Kda a represe otaco que tem de ser dirigi-
da aoSr. minitye dq fatenda, pjr intermedio da
presidencia da provincia, contra o inspector da al:
fandega diquella cidide; represenf^ao qde fV
unjnimirnente approvada.
ill.N.VS-liEIl-lES.
O Revm. hispo da Diamaafena, regresando de
urna excursio da 4 Vi raeje/, fjra roe-tido nesta
cidade com as maipros deraonsirajSJ3 deiugozijo;
tmCRKTO N. MU DE 21 l)K MOVK.MBRO l>:. 1871.
)e*ra as condicSes do ar'. i.* oa le n. 2033 de
20 de setembre nlti.no as comarca de Niclhe-
roy, Pao d'Alho e Alcntara ; e Bxa-lbes o no-
mero de [uizes de direito e de eus respectivos
subMituto?.
A orinceai imperial regr-ote em nome do sua
raagestade o imperador o Sr. D. Pedro II, ha por
bem, para execocio da le n. JJ33 de 20 de se-
ifiuaro ulJio, decretar o seguint; ;
ArL 1.a ii) declara Jas e peciaes, tus co'.icSas
As ist. 1 da referida lei, as comarcas de Nicthe
roy, mu Rio de Jauejro : Pao d'Ailn, %.q Pernam-
ouco.; e Alcntara, to IfarnfcS'.
Art. 1." Cada u.ua desas comarcan Ur doui
iUi7.es de airito com jurisl'c i cumaiaiiva t
e de.'igncij de juiz da i' da V vara ;.e d.'os
juizei subjtu|pa/|'
Art. 3." ivc^mirvogadas^* dispo3'.oi.-em con-
trario.
Francisco ie Paula de, Negreiros Sayo Lobato,
coo'elheimde estado, senador do imperio, miara-
tro s secrutano de estado dos negocius da jusca.
a.-sim o tenria entendido e faca execuur.
Palacio do Rio de Janeiro em 22 de novembro
de -1871 50* da independencia e* do imperio.
PMSCK7. \ IMPERIAL RKrENTR.- fVnncico de
Parta de Nrgrtiros Sayo Lo)a!o.
DKCBETO H, 8j7 DE 22 DB NOVEMBRO BE 1871.
Declara de segunda entrancia a comarca de S.
Bernardo da> Russas, ltimamente creada na
provincia do Ccar.
4'priucei imperial regente, em nome de sua
riiagrfiade u imperador o Sr. D. Pedro II, ha por
jcj .-.;dar o scguiu'.e :
Artigo. uoi:o. Fica declarada de segunda en-
r*i,i. a comarca de S Bernardo das Russas,
alUtnaineuie creada na provincia di Ceara pela
eia respectiva asseiubla legislativa n. 1413 de
'IjkB agosto de.-te anno revogadas a- dspo
sicSes em ccatrario.
Francisco e Paula de Prula de Negreiros Sayao
Lobato, cooselheiro Jo estado, senador do impe-
rio, ministro 8 secretario de estado dos o y^cios
da jusliga, assim o teoha entendido e la;a execu-
lar.
Palacio do Rio de Janeiro ero 22 .lt noveirbro
de 1871. 50* da independencia e'do Imperio.
PRINCEZ* IMPEitlAL RGEME.-Fj-ant/sto de
Paula de Negrtros Sayao Lobato.
DECttRTO N. 4828 DE 22 DE NOVEMBRO DE 1871.
Marca o ordenado aumi A do promotor publico da
comarca de S bernardo da* Russas na provin-
cia Jo C"ar.
A princeza imperial reujnt" em uonn do sua
magestade o imperador o Sr. D. Pedro II, ha por
bem derrelar i eguinte :
Art. nico. O promotor publico da comarca de
S. Bernardo da Itussas, da pjpvincia dj Cear
vencer o ordenado annual de 600000 ; revoga-
das as di.-posigoes em coDtr.irio.
Francisco de Paula de Nfgreiros Sayao LobaJ*. j
conseiheiro de estado, senadt>r do imperio, minis-
tro e secretario de estado dos negocios da justica,
assim o tenha entendido a kea execular.
Palacio do Rio de Janeiro ero 22 de novembro
de 1871, 50 da independencia e do imperio.
P8TNCEZ \ IMPERIAL REGENTE Franchcs de
Paula k Nrgreiros Sayao l/ibato.
i'ommsndo das armas.
QOARTEL GKNF.I1AL DO COMMANDO DAS ARMAS
i>A PROVINCIA DE PRNAMBCCO, EM 30 Dl
NOVKMBUO DE I87I.
Ordem do da n. 502
O brigadero inspector e comniandante das ar-
mas interino declara para conhecimento a guar-
uirao e fias convenientes :
!. Qie presidencia em portara de 17 de3te
mez, coocedeo de conformidade com o art. i'' g 2o
do decreto n. 3,579 de 3 de Janeiro de 186o, tres
mer.es de liceoa com o veacimentos do ar'. ii
i' lo citado decreto para tratar de sua ssle nes-
ti cidade ao Sr. raajor graduado do 9" tiatalbo
de lafaotaria Mano-! Azeredo do Nascimento.
2." Que hontem -e apresentou ne:le quiriel ga-
aanl, indo da provincia de Sergipe cuja com-
;tinhia pertea:e o Sr. alfere Alberto Soares de
Aievedo, que se acha no gozo de dous meses de
cenla para tratar de negocios de s. u iniere.'.se.
3." Que hije so apresentou r.-uuuciaudo o restu
da liceoC/i qne obtivera para tratar de sua sade
o Sr. major graduado do balalo de infantaria
ioso L'banio de Siuza, que oi nomeado por por-
tara da presidencia desta data para uterinamente
exercer as fun:r5es de major da prag do presi-
dio de Fernando d .Voronlia, visto ter sido ch-
malo capital o 8r. capillo Trajan) Alipio de
Garvalb'a Mondonga qao as ex-rcia.
(Assigndoj -Cari m Betbz de Olicetra Nery,
'or'gadeiro inspector e jommanlaote interino.
Conforma Clemente Francdio Tacares, l-
ente ajuaante de ordens encarrigado do de-
talhe.
DIARIO DEPERNAMBUCQ
.\otielas do sul do Imperio.
RECIFE 2 DE DEZSMBitO Dg 1871.
AmaKhjen hontfm fatdado ai limar) o va-
p ir americano Mtrrimack, traaenilo joroaes do Rio
de Janeiro de 21 e 2a e .la Baha de 28 e 2i> de
novembro ultimo. Eis o que elibemos delles.
B10 DA i'RATA..
O vapor Pampa, ehegado corte no dia 21, trou-
ze datas do Rio da Prata at 18 de novembro.
.N Rcpublici Argentina fallava-se sempre,
com ma s ou menos iosiseicia, em iovasdes j ir-
danistas m Entre Ros. Agora dava-'e com in-
dub.iaval esta invaso, ref.r;ada em pinilas vin-
das do Saade Orieotal, e accrescentava-ss que o
gjverno feral tioaa mandtdo para o rio Uruguay
os vapores Pampa e Uotetli, ao mesmo lempo que
naque!la provincia sa urdenava urna reuoiao de
niiicias em numero de 3,000 homeni Apetar
desU indubitibilidad', algumas folha considera-
'\m a notioii como tendo o racimo fundamento
detaotm outras anlcrioruenie prop-ladas no rae-
ma seuti4>, eaisndend) qae Jiparte de Lpez
Jordn seria u;wa loucura metter se sera armas
ia diaheiro u'umi empreri que uao podar
inu avante, quaodo dispunba de quasi lodos o
recursos da Entra-ftios.
B4-sa qu o terraaoto, de que ji damos noli-
Mas, sao denou ama > casa era p oa po/oaco
de tiran, ;i:aado1cd os hablantes sem abrigo e
a ais espantosa miseria. Morraram sob as roi-
qa duas pe^soas apenas; foi, porm, raais consi-
dartvel o naia^ro uoa feridos. A mesma catas
tropoe destruio Humaiiuaca, na provincia de Ju-
jO*, rebentaui alli uir*m o seu vulcao. Em
Bo^nos-Aa/rei atriram se subieripcoes para acca-
du-s Ticnaaas.
- No Estado Oriental a situagao era sempre a
aMHM reliUivjments guerra civil. Os blanco
raMra--j| da (reoU da Pay^aadu, desos de
urna lijeir deunustraciio contra a praca. Ai
forfis de urna e entra p.ircialidaje a.ndavam pelas
mmedia \b do Asaojo ,NfgM.
A commis-j pfrmaBeate das cmaras legistivas
nterpeHouo^ereruo .-obre a miesio etnfladaa
l)s Aodr Lamas para entabolar em Boeaos-Ayres
nefociagOas da pac com a junta de emisjrirics
Ucos. Q ministro de estraojeiros responden
cerca de 4,0)0 peasoas, segundo Jeiailihonha,
foram ao eaconlro do venerando preladu.
Um cruzeiro, pelando cerca de 60 arrobas,
fra levado em bracos para a serra do Rio-Gran-
de, para ser all afincado em cararaemoracao da
vlta do Rvm. bii<:0. N dia immediito ao desta
volta, peranle grande ooncurso de povo, foi levan-
tado o cruzeiro, elebraadc-sfl catao urna rais?a
cantada.
OPharol, do Juiz de Pora, transcrevo do
Conservador, da Campanha da Princeza. o segura-
te :
Em Santa Rita da Violera deramse em ins de
OjUtubro tres asaassinatos.
I Hivendo nm individuo saudado pelo ame de
Qaaria-feira a urna mnlher por elle conhecida,
tt'Avott-serixa na qual loffion parta o mariJo, re-
sliltando a raerle deste, Ut do p-lo gracejador, e a
4o graetjador, ferido por Qasrta-reir, qne tam-
-'iu mal a uro offic'al- de jusilla que a la prca-
er.
L<5 se no Noliciador de Minas :
No dia 3 morrau af gado no Rio das Marte,
no termo deS. Jos J'?l Re, o escravo Raymnn-
db, que, sendo perseguido por doas cffiViaes de
jnslifa, para ser presa, por ter rugido do poder de
eu secbor, o major Theodoro da Costa Pereira,
Sii/ou se no mesmo rio, encontrBdo-se o sen o
da ver qnatro dias depois, sera o menor vestigio de
amtusao, ssgnndo declararara os peritas.
RI" DE JANEIRO.
Por'deeretos e canas iraperiaes do 21,22 e 23
de novembro:
Fez-se merc : de titulo de baro de Paqael,
qom grandeza ao bacliarel J>s Tinmaz da silva
Qaintanilha, pelos dishncios serviea prestados
Oausa do imperio na provincia do Maraobo, e ul
Umamente a bem da in-truegao publica, e do tiiu-
lo de eonselho ao bacharel Jos Bonifacio Naseen-
te da Asambuja.
Foi promovido coramendador o ofScial da or-
dem da Ru;a, Francisco Joaquim Bittencourt da
Silva.
Fui nomcaio eavaibair da mesma ordem o al-
teres honorario do exercito, Alcibiades Jos da
Costa Bastos.
Determinou se que a psnsao de 605 raensaes,
cmcedlda a D. Rouifacia Anlonia de Miranda, seia
dividida igualmente entre ellj e sua lilia D Maria
Eulalia de Miranda.
Foi conced!* a penso da 305 mensaes, sem
prejuizodo meio sold, a D. Silveria Cilindra Cor-
deiro da Aibuquerque, viuva do capitaa do exer-
cito Francisco de Paula Ujuteiro da A!buqu;rque.
Furam jubilados, um todos os seus venciraen-
tos, os lentes cithedraticos da facaldade da direilo
de S. Paulo, coaselueiros loaa Cnspiaiano Soares
e Jos Maria de Avellar Broiero, nos termos dos
dacretos Ifgislaliv. ns. 2003 de 30 de agosto e
2016 de 0 de setembro do correte anno.
Foi aposentado, com o respectivo ordenado, o
secretario da mesma faculdade, couselbeiro Jos
Maria de Avellar Broiero. nos termos do decreto
l-gi-lativo n. 1770 de 13 dejulho doaonapas-
sado.
Foram na;uralisado3 os subditos portuguezes
Joa.juira ds Silva Moulinho, Jos Antonio da Cos-
ta Meira, e Manoel Felippe.
FjJ d =ignada a comarca de Caxias, de 2 en-
iruic, na provincia da Maranao, para ne'la ter
axerdcio o juiz da direito Gervasio Cami,e:io Pi-
res Ferreira.
Forim nomeados:
O bacharel Aulonio Jos Pereira, juiz municipal
e de orphaos dos termos reunidos ao Pomflm e
Sauta Luzia, da provincia de Gnyaz.
Jeronymo da Sauza Leao, ten";nte-coronel cem-
maudantti do 2o batalho da reserva da guarda na-
cional da provincia de Pernambuco.
Jos \otoQio Moreira da Rucha, tenente coronel
commandante do o batalho da rtserva di pru-
vincia do Ceara.
Foram designadas :
O capitaa Antonia de Andrade Bjzerra, para ex-
ercer as funegoes da major do batalho de iefan-
taria o. !) da provincia da Parahyba.
O eslado-iLaior do commando superior da capi-
tal da Drcvincia da Parnambuco, para elle ser
aggregido o espito cirurgio-mr do municipio
de Nazareih Dr. Ermirio Cesar Ciutinho.
O o" batalho de infamara da provincia da Ala-
gas, para a elle seraggregado o lenle-coronel
eomniaudacte do 1 corpo de cavallaria Jos Al-
vos de Agui ir.
Foi concedida reforma no mesmo posto ao te-
oente-coranil coramaodanie do 2' batalho de re-
serva de Parnambuco, Dr. Joo Francisco Xavier
Paes Brrelo.
Foram declarados avulso* por nao terem enra-
do era exerelelo durante us prazu3 marcadn, os
juizes de direilo Joo Ladislao Japiass do Figuei-
redu e Meib e Antonio Joaquina Busrque de a-
zareih, aos quaes haviam sido designadas as co-
marcas da Piracicava.na provincia da Miuas-Geraes
e Caxias. na do Maranho.
F. i nomeado o bacharel Firaaino Lisinio da Sil-
va uares, para o lugar de procurador llscal da
Ihesourara do Piauhy, ficando sem eiTeito o de-
creto que noraeara para o mesmo lugar o bacha-
rel Joaquim Nevrton de Camino.
Foram nomeados para a escola militar:
Lf-nle da 1J cadeira do Io anno, o capitao do cor-
po de estado-maior de artilharia Jeronymo Fran-
cisco Coelho.
Lente da 1* cadeira^lo 2 anno, o lenente-coro-
ntl gradaado do corpo de estado maior de Arti-
lharia Antonio Ji s do Amaral.
Lente da 2" cadeira do 3 anno, o major do cor-
po de estidomaior da 1" classe, Dr. Jos Antonio
da F-'U-ee.i Lessa.
Repetidores : o espMia da arma de cavallaria
Luiz Manoel das Chagas Doria, o capil) do corp>
de e-lado maior de arlilbaria Manoel Peixoio Cur-
sino ilo Aourante, e o lente refirmada do exer-
cito E luardo do S Pereira e Castro.
Foram coacedida-, em atlengao aos relevantes
servigos prestados na guerra do Paraguay pelos
individuos abaixo designado?, as honras de postos
miniares do exercito qae se segnem.
Da capdio capitao da reparticao ecclesiastica do
exercito, ao oaoeo capuo em commiso, cone-
go honorario Manoel da Casta IJonoraio.
Passou a aggregado arma a que pertence, na
eonformidade di immediata e imperial resolugao
de 20 de julho do anno prximo passado, tomada
sobre consulta do eonselho supremo militar, o ca-
pitn Jo o* batalho de mfaoiaria Vicente Ferreira
de Faria Goiabeira.
Foi reformado, com o respectivo sold por intei
ro, naconfarmiJade das disposigis do 3 do
plano que baixou com o decreto de 11 de dezem-
bro de 18io, o S sargento do~!6 batalho de ia-
lantaria Manoel Francelino de Almeida Passo?, vis-
to achar-se impossibiiilado para o servigo do exer-
cito em consequeocia do fenmento recebido era
combate.
Foi nomeado o Dr. Joo Joaquim Pizarro direc-
tor da secga de anatomia comparada e zoologa
do masen nacional, com o venclmento annual fi-
lado na tab illa que aeompanbon o decreto n. 123
de 3 de fevereiro de 1812.
Palo ministerio da marinha foi expedido o
segrala aviso ao director da Escola de Ma-
rraba :
< Iilm. a Erna. Sr.Em offleso n. 23 de 23 de
ontubro ultimo, referindo-se V. Exc. ao que dis-
pda o arl. 17 do rejulameato do extrnalo, ufTare-
ce duvidaa tobN a admissa da candidatos que
aao apreseaurem attestados de approvagao em
todas as materias exigidas para a matricula no 1
anno da escola da marinha.
t Da accordo com a opina*) por V. Exc. emitti-
d, e depois oanraada plo conselha de iostruc-
ao, tenho por verlBeado sjna da alludida hypo-
iea na eom effetta omissao no regulamento de que
se irata ; porjue. se o arl. 17 impC a repetico,
o exlernalo, dos exames de geographi e mathe-
epcolas e e,iateMmk jI>tQScm <*Jclara,.todava, que -, esses aaoMm *sr adffliil,-,
*H-aexime.djiiiaWit., S amia que p
art. ib manifestamasle refira-se aos alumnos pa-
H'^tte estabclacunenlc, nrn exclue a anatrieula de
no art. 13 ftgqtamjqtt de 1 de mai do 1863.
ffeste stndo, pos, corrvem Mxar-se a iot.-lli-
Reacia do regulamento de 17 tle Janelrb de 187!,
"a parle a que V. Ere. refere-se, justificada a ore* A alfndaga Tendea de 1 a 28
sqie deliberagSa com odposij pel ar^ 17, t 7l3:816|d78 h.
3o u rne O que a V. Exc. fajo constar para os.devidbs
fll'ltS. >
Peas decretas do minisierio da raariaha, a?.
48iO e 4824 d<4&4e oo^enabr* e-rr*nl'foi eleva-
do a raais SO prifas o oumef); (i:ej da cempanha da ineaore? do arsenal fle ma-
rinha da corle, e cresJa o'ma campintiia ds
aprandizes' arliRcs na' rsetftl de rarldh i do
Har.
Xa Facul4a4ad.MedicJaa i cSrle lizeam
actos pea dias 23 e ii de Wveipbrp.: ,
3* nno re'dfto.-Lacio
>lanexes. Jas Ignacj de
Ambrosio Vieira Brag;a,
Ferreira,
Canija
ai val ha,
Pavolile t
as L^s
$ia^^SrSffffifitoteAI-
jfefc? Vito* de^harmapeutioosVespariauo
Ar^ap, .ecpoJiao Aulonio de Preitastamil,
np Vitfeule de Andrade Joziao liiniia'Cuiias,
iwmant, Miguel Giaes da Awyede Filho,
Aurel*) d"S Saoius Carri, Joaquina de Barras
Seixai L)ur^ro,-^jioii)rimisite.
Da Bast por Pal^^ie^aa ao porto da caai-
lal a ni> Irauc-ij, ^a^M^t, da S*J p'ragis do
nafaoeoe 23 fwoa*.
A' barda do va^o* Mrrima:!: chefra a
e.irtahnhh etfrjpstre Cbra.r{nl.
de novembro
oiuiMUiJiim-UU- .mi i ,i ggg
DL'S DH DEZtSUWia-Cmpleu hoje 4 an-
nes de idade sua mageslade o Sr. D Pedro II, im
perador, ccn
B'asi!.
Po
'or e.-e motivifcafajao osj|!|j^dB:iaes do
ejiyilu,sal,ii9u>|oa, [orjaitzas a navios de guerra
socios no.p^rio, embipjajrando a jpallas, estos e
Faria Filh), Carlos Ajgusto de Maraes' Sarment
Francisca CorreaDatra Jnior, Jqs* Augusto da
Rocha Almeida, Guiherrao Ferreira de Abren;
approvados plenamente.
5' annp.Auast Ferreira dos Saulos. Pedro
Sanchas daLflinos, apnrovaloe cora deincg) ;
Valeriano Ramos da Fooceca, Jo; Olegariu Alves
eneira, Lpiida CoU Cavas Partas, Amonio
LeopldijO dos PBst s, Paulo Cesar Je i
D'ique-EL'lraoa'. 'Aotbnij de S*uz^C#mpo
Baptista k .*>u Viuelli, Frso-;isco de-Paula'e-S.u
za Nev?, Franc|rco Julio Xavier Luis Manoel
Pinto Neito approvadus plenamente.
6o anna.Carlas Arihur M'rac-orvo de Figueire-
dojsjjprovado cara i minee*]; Luiz Fortnalo da
Cosa, Joj Pereira Ladlm Jnior, foirfmi '
I' de .juera, Juao BaptiiU da JIm
da approvados plenamanla ; Joaquim B; ,
Teixeira da Silva Susaao appruvado suapliS.-
menie.
Antonio Jos de as_ repsigo's 'publicas e consulalas, fazando cor-
'rade.j,;
J a> N
mato oa
Lioiilaa
Na Escola Cendal h nveram no3 dias,
e 24 sxarnas, seado o re-olladoo segunto :
Da a ola prfliarfYW 4' no, JHSoVSnBfBura
de.-tiocgo grao 10, FrMuwco Aolynp Cirutiro da
Quoha, Mainel Peixoto C.r^i;io de Arairante, C r
ios Eduardo Saulnicr do Pierreleva Peliciaoo
Antonio B-njamim ; approvados plenamente com
o- grao 9, Galdino Alves Monteirr, GrloJ Maximia-
ua Pimfnta do Laet e Aristides Arnainio Gnarar;
cora o grao 8 Napoleo Angosto Munrz Fr^re,
Augusto Coelho da Silva, Arminio de Figurredo,
Pedro Birn Paes Lerre, Francisco Jos de Sonza
Mello Jnuior, Manoel de Mndonga Gufmares,
Jo: Ricardo Mer.eira d Barros, Antonio Gimes
Sudr, Alcino Jo? Chavante e Juliano o^ de
Amorirn Gomes com o grao 7, antonio Jos flibei-
ro da Cruz iiangel, Tobjas Raballo L-ite, Alberto
Beltaople da Auiar, The.oiiu.lj faedicto de Vas-
concellos, Carlos Augusto Cifyalho de Azau.b ij i,
Emygdid Cavalcanti de M lio. Cesara de Alneida
Nobre de Gusmn, Marcos Thomaz da Osla a S,
Joo Ramos de Qieiroz, Jeronymo Parlado de
Meudonga e Joi Theodoro de S/uza Lobo : e com
o grao 6, Francisco Severiano Braga Torres, Fran-
cisco Carlos da Cosa fleal e Femando Palraeiro
Pereira da Cunha,
a i.- cadeir oo i sano (uhjwica) : approva
dos plenamaasa com o u %, Frauuico van Kr
vence,Viriaio Belforl Duarie; com o grao 8, Em- -t i
Maguo Tygna da Cuoba e Jo.*1 Joaqum d-j Mii..u
da Monieiro Oejli/rea; ,coaa e f r mo Barbosa Lcibo, Jos Aulonio da 2o?ta Gama,
Joo Carlos Albtrio. Arrtouto Borge3 da Costi,
Francisco Ferreira Paes, Jos ioa ,uia de Mirau-
la Borla, Paulino Lopes da Cruz e Trujano Ignacio
da Villanova Ma;hido; com o rao 6, Antonio tu-
quim di Costa Coutp, Eliza Jos Lape', Domiu-
gos Bello de Araujo, Andr Avelina Monlelro, Vi-
cente Paula de Olrroira Castro, Carlos HrrolJ de
Abren e S Ivio de S Valle ; approvados simples-
mente com o grao 5, Miguel Antonio Lopes Peca-
gueiro, Joaquim Aulonio da Cucha Jnior, Alfonso,
'austode Sos, Tito Augusto Franco de Almeida,
Antonio J.aquira de Souza Carneiro, Jjs Osoiio
Nogueira da Si.va, Fernando Pereira da Silva Con
linenlino, Joaquim Francisco Leal Jnnior, IMda-
brando Pompeo de Souza Brasil, Jos Joaquim de
Sa Freir, C leiauu Alberto de Castro Nascunenio,
fcJuardo Pereira de Cimpas, Adriano Nanea Ri-
beiro, Francisco de Sjuza Rala e J is Francisco
Eliuaa da Almeida ; com o grao i, L.biniu da Sil
va Lima, Amonio Augusto da Coucjigio, Antonio
luboceucio da Silva Piola e Eroeslo da Cauha
Araujo Vlanoa.
Hoave 6 reprovados ; daixarara de fazer exarae
16 aumaos.
Na Escola da Marinha no dia 24 foi o resul-
tado seguiule :
3. anno.Esgrima.(Ensino eommum.)Aspi
rantes approvados : Bernardo Gongalves da Costa,
Jos Rodrigues de Abreu, Alfredo Silveria da Sou-
za, Jos llamos da Fondea, Jerooymo das Ferreira
Neves, Augusto Teixaira Mandes, Candido dos
Sanios Lira, Jmsiiuo da Souza Franco, Aiberto Si
ladino Fi0-uelra Agiiar, Manoel Rodrigues Cajado,
Anbur ludio do Bra>il e Silva, Josa Lopes Pereira
Babia Jnior, Francisco Antonio de Macado, Cy-
rillo Gangalves de Negreiros, Fraucisco Jos Vieua,
Cindido Francisco Garrido Bellos, Alfredo Jos de
Abreu, Bioto Canea da Cunara, Gustavo Antonio
Garuier, JjO Jis d.i Silva e Sauzi e I^ujcio Jos
G.'draao, simplesmente com o grao 2.
Machinas a vapor e desenlia respectivo.lera-
nymo Ferreira das Naves, com disiincgo am de-
senho, plenamente gr)i em raacbinas, Augusto
TaixetraMeudes pleuameute gra 4 e,n machinas,
simplesmente gi) 2 era deseua; Candido dos
Santos Lara, idem grao 3 em machinas, simples-
meunte r) 2 em desenho; Justino da Souza
Franco, di.-'.incgo era machinas, plenamente grao
3 em desenho ; Candil i Francisco Garrido Bailas
Jnior, simplesmente grao 2 em desenho ; Alfre-
do J s de Abreu, simplesmente grao 2 em ambos ;
Gustavo Autouio Garnier, plenamente grao 3 em
aaabes ; Benlo Conos, da Camar, idem, idera
idem ; Joio Jo.- da Silva a Souza, simplesmente
gra 2 era amb,s ; Ignicio Jos GaJiubo, sira
plesmente gr) 1 em ambos.
2anna.(Topographia a desanho respectivo.)
Aspirante : Amonio Leopoldioo da Silva, dis-
liocgaa em desenho, pleuamania grao 3 em topo-
grapiua.
Lemos no Jornal do Comercio :
Pela quaniia de 30.000 realisou a Caixa Mani
cipsl deBenelicencia, para fundar o asylo de mendi-
cidade, a compra de um exellente terreno oa ra do
Imperador, enire o mar e a ra dos Lazaros, com
68 brag?s Je frente e 37 de fuudo, agua, etc.
ASra. Marquezi do Valenga, animada dovarda-
deiro espirito de candada, auxiliou a prove na
municipal cora a quaniia da 10:0001 para effectuir
esta compra, e o Sr. Conde de Bomlm concn eu
cora a de 300*000.
O phiiantropo publico de.-la corte nao deixari
de secundar os esforgos da ostiluigo para levar
a eSeito a fuadago de ura hospicia to necessa'io
nesta cidade.
No da 8 de dezembro, que o da padroeir
do imperio, tira lugar a ceremonia da beneo da
P6dra f'iadamental do refer lo asylo.
U Sr. Caetano Jos Cardosa, L testameo'eiro
e iovemariante dos baos de Jos da Costa Ferrei
ra, ex nsgociante d'esta praga, fallecido em 10 de
setembro do corrate aqno, enlregoo hontem, no
cartono da prov^aoria e em praaenga do a ias-
lamenleiro e gmro daquelle Quado, o Sr. Antonio
Marlins de Onveira, a da varias pessoas de dis-
uucco as cartas respectivas aos seu escravos
libertados pelo referido Ferreira em seu
mente.
testa
O cambio sobre Londres regulava 2% |A d por
I, e as apolices de 6 /. de 1;0034 a l;L06i cada
I
ama.
i."~ -Ellaf,vlam a car8a P4"1 I' afleraaa Shelburn, escuaa fraooeza Lina, barca
dita Tamaulipas, barca grega Zora, galera ballaa-
deza ledo, brigue inglez Sasigne, bircas ditas Oa-
elle, Uarbadoes, Kirkland, Aspasia e eoi Inlent,
barca italiana fte^ina Fu i, brigues aueos Helena
Cari, barca dita Ad>lph.
A alfandega da corta arracalou de I a 14
do corrale 2,153:949l00u
BAW*,
Prccedia-se eleigo de depuiado* assernbl
provincial, nao h .valo anda deeiso lio-al de n*
olium do3 dislrietos.
No dia. 17 suieuurnm Ineses na Faenld*d,e
da Medicina, e foram approvaJos plecjoaenta ;
Mello Wiee. Joq jDealvASdo Buso, Ar-,n;,T"
deSowGonvta, aI^oAw Cysue'iro M<
buquonjue a Bernardo timaa Cji* *?i%
Resplenataeoie. -----< oS"
No dia 28 snstentanm.thaaes e '
n*i*?' ^'oento : Galdiw Cicer ?*&* P>*
KeNjg Tr.eodor Manins, ftalMa4*, ya.l}.uM,
* vuirino Bas-
teo efBw d-a mesmo ugtwto iinparanle no pal
ck) di p'esH"ncii e patada e arrumamento de
tropaja camao das Princeza. e a noite llkhnioa
glo nos t iieios publicas. Tamliem haver es-
pectacnio em grande galano tliaatro Gymimin
Dramtico.
IFELICITACO AO MINISTERIO. A eoramis-
!o omeda" pela sociedad,e Doze de Setembro, e
cpmposia dos Exma. frs.'eootltieira Felippe Lopes
Nato, Bara de Pirapama, coronel Footei e Dr.
Fiaaeisco Mahidv Pjytalla,pra apreseniar-*as feli-
cjugOiS uao. por intermedie da sociedale Doze de
Selm)io lirijia ao goterno imperial o povo per-
uunibucano, pela promulgado da lei qae reforma
o asalo .a.^o'aia .lTdo mez pasaalo, preen-
cheu es-a raisso, depozilapilo as paos do Exm.
Sr. vise "iide d, U.o-Branca a fuliciiago en de re ga-
la pe'o povo p-ro^wliic^ao.
S,_ Ec. en seu mame e ni do? seu? collegas de
minisierio agrad;aj essa muifp*i>aao esponta-
neS, iodo;pr orR-i a sca>iadS patritica Doze
de SBlnmbro, manifesucii- <}\16 tefit^* quanio
as ideas hurnaaTtarias silvara .derrarri^Jas na
proviocia de Peroaaiiaueo.
VISITA PRESIDENCIAL. -S. Exe. o Sr. conse-
Ibeiro presidente da'provincia vjsitou honiem o
eflillcio un qae funeciona a P^culd;iO> da Direite,
as-i-iindo ai i aigur.sactos d jnna, e a col-
'MeB
acto es sfguui!oe Joaquim iljreii^Wlt^ pleBmotif'.
Pairo Chermout Miranda, idem.
Alminio Alvares Alfonso, idem-J
Felippe Ja.- de Lima, dem.
Vicenle Tavaras Rolrignes Lima, idem.
Carlos Hyppohto de S.nta Helena Maguo, idem.
, JURY DO RECIFE. -Foi o antena submattido i
jnlgamento Caudido Florencio do Ntscimaoto,
pronunciado na arl. 201 do cdigo criminal.
F8IilEfiTOSL8VE-.-Nodia 29 do passadi,
na ma do Vigario, da rt'gacxia'de S. Fre Pedro
Gai^alve-, Mutimano Ayes da. Silva ferio cooa
quairo.uuiveudas a Ja.se Antonio Cjll), pondo-
se Ijro em taga^ _
REFORMA JUkCL\WA.-De>ejando liazar
[ intem flzarara
a aucieda.te publica, publrranos no presenta m-
mere alea da reforma Judicial ia com o seu com-
petente regnlamento a demais leg;elai;o sobre de-
sigaaga o numero dos juizes de direilo. Cha-
mando para e.-se assumpio a aiieogo dos leitores,
rtommunicomos-ibes que niemos tirar poreo de
examplires do Diaiia, qne expomes a venda ao
preg, de .OO cada om.
ASSOCIACAO DOS ARTISTAS MECHANlSOS
E UUERAEs DE PERNAMBUCO A fociedade
dos Artistas Mechaoicos e Liberaes de Pernamnu-
o celebra no domingo 3 do crrenle o seu rige
simo anniversario.
A sua festa aniversaria, modesta e digna, se
eompor de urna missa solemne, que ser cantada
ea igreja matriz da Boa-vis-ta, em aca5o de gra-
gas a SS. Virgem do Amparo, sob cuja prolecg-o
se coliocon desde a sua fundagao, e de urna ses-
so magna de recepeo e de iniciaco na casa em
que lera a sua sede rna da Imperatriz.
Desbando a socialaiie anmnantar o raais pos-
iv,L-awa esia, dirigi conviles especiaes todas
as autoridades civis e militares que exislem nesta
capui, bem cosao a todas as pessoas Ilustres e
consideradas aqai resideates, lm das diversas
sociedades, que enira nos funccionam regular-
mente.
Depois da missa, que dava comecar infallivel
mente s 10 horas do dia, a sorjedade com todos
os convidados que se dignarem dar-lhe a prova de
eonsiderago qua Ibes pedio, se dirigir do templo
para a casa de suas sessoes e trabaiho?, aonde
depois da constituir-se em sess) magua, procede-
r a cerimoniosa recepgo de seus convidados, e
a iniciago da varios artistas propostos e approva-
dos em sessoes anteriores, couferindo em seguida
estes os graos qua Ibes foram marcados a vista
das habilitaras provadas por seus proponentes e
autorisados pela consliiuigo da sociedade.
Terminados asses trabalhai a palavra ser suc-
eessivamente dada, s guada a ordem da inscrip-
ga>, a tolos aqueiles Cao vida los ou socios, que sa
inscrevarem para proferirem ou recitaren) discur-
soa ou p /esias, que teuham relaco com o acto,
ou com a progresso do espirito humano, ou cora
o desenviilvimanio da sciencia ou das artes ; sen-
do, porm, absolutamente prohibido discursos po-
lticos, ou mesmo em que se"empregusra al!us5as
polticas, porquaoto oo seio da sociedade dos Ar-
tistas Mechaoicos e Lioeraes nao permeltido po-
lilicar-sa, a vista da le de sua luudago, e de seu
regiment interno, dispasigo mui silutar, q^e
lera sido raantida a 30 anuos, e qae s mantara
sempre.
A noute estira a casa da sociedale abarli e I-
luminada para receber todis aquellas familias ou
pessoa-. que decentemente vestidas concorrerem
a visitar a sala de suas sbsmjjs, ou as salas das di
versas aulas de insiruego primaria e secunda-
ria, que funccionam no estabelecimento.
a sala principal haver urna inbaoa destinada
a aquellas pessoas, que qnizerem recitar discursos
ou poesa?.
Em quaalo estiver a noute aborta a casa da so-
ciedade urna banda de msica militar tocar bel-
la e variadas composig5as musi;aes.
FALL'~CIMENTO.-Hontem psla manha rea
deu o espirito ao seu Cieador o Sr. raajor Joaquim
ds Albuquerque Mal.o, aotigo u mui coaceituado
solicitador do foro d'esta capital, victima de urna
er.fcmilide, que o proslou por mallos dias no
leito, zombando los esfsrgos da medicina. O car-
po do Goalo f i dado a sepultura hontem mesmo
(arde, sendo condazido da igreja do Carmo ao ce-
raiterio publico por crescilo numaro de amigos
que sabino apreciar as qualidades que adonaavara
a alnw que n'esse envolucro habita. O finado
era effectivameate boro pa de familia, bom amigo
e cidido, e sobre tuto era caridoso e muita la-
grima encbngou los afilelos que ao sau coraeo
recorriam.
Nossos psames sua familia.
VAD10'. Re;oiiiraenlamo< soiieila atteopo
do 9r. anbdalegado de Santo Antonio urna sucia
de vadlos veralu que co-tuma vagar alta i*,ne
pelas mas d'assa freguena, olTendendo quemen
contra eom palavras obscenas e injurio;, dars1
li.-mo as portas e jaaaUas das casas de que se
achegam, e arraneando as iab.dai.is dos esiabeto-
(iinentcs, como acontecen uluiuamenie na traversa
da Matriz a ama a.-si-ien'e examinad i.
E' cbnveorenie impedir taes curcerias e eaitar
aua d'ahi resulte algum conflicto com pfssoa sn*-
aos reflectida qne se qheir* haver com ties te-
dios.
MONTE PI POWUGUBBfc. 30 .ds n?-
vembrproceden-se a fleieie da ov;i direstoria
desla sociedade, a nual ficou nssim cmpola :
presidente. Amonio Bapnsia Nxgueira; vicepre-
sidente, Manoel Jos Carneiro secreurifs.Fran-
Siseo Hibeiro Pinto Gntmarae!*- Jeronymo-da Cos-
a Urna ; ihesoureiro, Antonio Lopss Braga.
DINHEIRa -Os vapore Ipoiaca e Jbguaribe
levaran ;
Para a Fortaleza
' A
\ Macei _a
Aracajii
vauor ilerrimaci imrqii pacaoa Srs. i
Ipjj fe dlWaLoyo & FWkt. WXWHIM
Or.MatwelArinurde.H.r^aiH^ 30.OJDJ000
ElanoM Teixeira Bastes S*!*^
ose Rolrigua de Sooz* 800*000
DIARIO DE PERNAMBCCk-S ebefar hojf o
vapor injlez Tateman, da. Nana de Liverpool,
e tribufreroos amanoaa ujmo nstaaeco-d*
ALFANOBflA^Jp mez de aapmhto nflimo
arracalou tsii#CffdnW.39A3ii r
PREGUEZIA DA-*OA-VISTA.-Por eneoffww-
dos de sade .deixou iiontera o Sr. Horacio deGus
mo Coelho o exerclo de subdstegado da fregu-
ta da Boa-Vista, passando^u ao 3' supolente Jo.-
de Barros Correa Selle. O 9r. Horacio Coelba
digno de encomios pelo Interesse e zelo eom que
proceden era seto mezas de exercicio.
VIA FRREA DO CAXNGA'.Em consecuen-
cia de haver parada hoje, Acara interceptado o
transito de'ta linlia al a eslag) de Santo Anta
r ,' ?raate ,empo dec",i*a das 4 e meia al
t> t/2 horas da tarde, fonceronsmlo jmenle da
estagao do porto do capim.
LOTEttA.A que e acha a venda a 117 a
beneliclo da Santa Casa de Misericordia do Recife,
que corre no da 7.
CASA DB DETENgAO.-Movimento do'dia 30 de
oovemliro de 1871:
Existiera (presos) 334, eniraram 3, sahirara li,
exislem 323. i
A saber :
Nacionaes 231, mnlheres 8, eslrangeiros 30
ascravos 40, esaiavas .
Alimentados custa dos cofres pblicos 2G3.
Movimenlo da enfermara, do mesmo dia :
Tiveram baixa :
Jos Izoacio do Espirito-Santo, fobre.
Joo Firmino da Silva, broochito.
Jos Martiniano da Silva, bepatile.
Anunio do Monto Cabral, astbma.
Pi (escravo) de Manoel Pereira Magalhes, fe-
J)re.
Jos (escravo) de Hanrique Saraiva, broochiie.
Joaqaim, (escravo) de Gusmo, aslhma.
Jos, (escravo) do visconde Saassuna, febra.
Tiveram alta :
Joaquim Gomes Bezerra.
Jo Nunes da Silva.
Joaqun Jos de gant'Anaja Norato.
Manoel de Souza Perraz.
Antonio Raspedu.
Rabartn Laipug.
PASSAGEIROS.-Sahidos para o sul ao vapor
Jaguaribe :
E luardo Jayme Gomes de Araujo, Dr. Felip-
pe do Azevedo Faro Jnior, Manoel Gomes da Cu-
lia e 1 criado, Dr. Auroliano D. Nohr ronel Candido de Araujo Lima, Nata > Klein, Ceci-
lia Antonia das Neves, Dr. U migno Mariuhn Lins
Sicopira, Dr. Manoel Barbosa A. Ferreira, G^ngalo
Vieira da Melle, Raphael Archanjo Vaz e Silva,
Dr. Ventara Leile Sarapaya o 1 criado, Raphael
tlranaJvs e sua ssobora, Jos Gomes de Macelo,
sua senhofa, sua cunhada e 1 fi.ha, Dr. Francisco
Rv jrigues Sele, i liilia-, 1 neia e i criado, advo
gado Joo Camilla Araujo, Manoel Caetano de
Ajguiar B., Joanna Maria da Gonceigo, Pedro Ao-
laulo de Oiiveira Ribeiro, Javino Cesar, Sympbro-
nlo Cesar, Thomaz Francisco do Reg M, Dr. Luiz
dos Saotos Gaimares, Ulysses do Araujo Balines,
Antonio de Carvalho Figueireln, Clandina Miria
F. de Jess, Braz Boroardino Lioreiro Tavares e
di criad a, Francisca Pedro da Silva, D. Josepha
Maria do Carmo.
Sabidas para Mamanguape no vapor Cor-
ripe:
Barth Joan, Virgilio, Manoel da Costa Lima, Jor-
ge J. de Araujo Lima, Manoel Fran:isco Paredes,
FVancisco Xavier Cavalcante, Dinna Cavalc.inte de
Albuquerque, vigario Antonio Alves de Carvalbo,
Manoel Vicente da Silva Braga e Joo Macaio.
Sahidos para o norte no vapar nacional Ipo-
juca ,
Dr. Franciaco da M randa Leal, Francisco D. da
Sihr, Dr. Placida de Pmha Pess->a, Jos Joaquim
Sene, Antonio Carreio Lima, Paulo Francisca de
Magalhes, Joaqun) Altanes da Costa Bairos, An-
talo de Amano) Garca, Joaquim da Amirim
ircii, capitn Jos Canuda da .jarros Juuior,
Manoel Anhar A da Silva, Antonio Lobo dos San
tos Maia, Candido Bargas da Fonceca, D. Mana
das Neves Cirne, pd,t.-a Anuncie. Leile da Silva,
AfTraso de Azevedo Maia Filho, Franci.-ce Tava
res Pes3oa de Araujo Juaur e urna flihi de 10
annos, Jos L. da Silva, Antonio Fuado da Mol
ta, Manoel Rabello de O.ivena Caboclo, Mantel
da M. Daurado, Luiz Gil Amaucio. Jos Fraucisco
Emereuciano, Laurenco P. C. Rocha, Antonio
Ferreira da Silva, bacharel Alfralo Ernesto Vaz
de Oiiveira e um criado, Raymuado Ferreia da
Silva, Adolph) A. Gonaas e um criado, Dr. Manoil
Rodrigues de N. Pinlieiroe um criado, Sabino B.
Cistello Braa:o. T.ieaphilo Ferreira da Rocha, Mi-
guel Jjaa;uiru Barreto. Cosme Rocha Bezarra, A.
Cahii, G. Spah, Eduardo Zaanrenaur. Amalia,
Krause.D. Augusia Klal, Dr. Uarneiro da Cunha.
Sahidas para o norte ua vapor americano
emmack :
Lonis Schmalz, Andr Schmalz, Maaael Anto-
nio Barbosa Barrairo, Ciplain Asi. Bwius, Elizia-
t'm, Bertiuo Jos da Miraoda, Elysio de Mello Al-
buquerque, Baajamiu Aaater, Miaoel de Mello
Barata, Jo) Aulonio Alves e urna sobnnha.
CEMITE1UO PUBLICO.-Obituario do dia 20 do
correato :
Lu z dos Santos, preto, Pernarabuca, ii annos,
solleiro, Boa-Mista, hospital Podro II ; hepalite
ebronico.
Maria Benedicta do Sacramenta, prea, Pernam-
buco, 50 annos, viuva, S. Jos ; dyarrha.
Antonio, escravo, prelo, Paroaabuca, ii auno?,
solteiro, Baa Vista ; congesto cerebral.
Luiza, escrava, prela, S. Paula, 31 anuos, soltei-
ra, (loa-Vista ; paralesya.
Gertrudes Maria Ba.aiista Reis, branca, Par-
nambuco, ii anno^, casado, Boa Vista ; myalebr
vachidianua.
Adrianna, pardo, Pernambuco, 10 metes B a-
Vista ; convulsoes.
Emilia, prela, Pernambuco. i mezas, Jos ;
iullaminago do intestino.
Braz Manoel da Arroda, prato frica, i') auno s
solleiro, Graca ; perniciosa.
PUBLiCACOES A PEDIDO.
Protector i das f.milifls
Associaco brasileira de seguro mutuo sobre a tia:
regida pelo Banco fanal e Hypotlucario do
Rio de 'Janeiro.
Liquidago de 1871, primeiro quinquennio social.
Os quinboes correspondentes a cada contrato
mostrara um lucro da 80- a 116 por cento, assim
nos contractos de cootribuig > nica, como nos de
annuidades, atienden!a-se uestes ao teinpo medio
que o capital permanecer- na associaco durante
o quinquennio.
Recife, 1' de dezembro de 1871.
N. F. de Vilal.
Macaquice
Todos lera a sua maoa. Cario valenta d'A?aa
Prela, enrisraoa o seu macaco eom o norae de
Florescente, e como publica forma, escreveuo pe-
las snas porteiras. Nao seria meilvor que Ihe rta-
masse macaca, porque perteuceodo a um macagau,
lalvez liarescess.e..
Tubibas.
COMMERCHL
PRAGA DO RECIFE 1" DE DEZEMBUi .
DE lb7i.
AS 3 1/2 HAS DA TA8D1.
CotaQoes offiae8.
AJgoac- do serto fv sorle 351 rs. por kilo.
Algado de Goyann t" surte 531 rs. por kilo.
Algodaode Mamanguape sea inspeceo 3L1 rs.
por Jtilo,
Algodaoda Faraliybi l% sorte 392 rs. por kilo
posto a bordo a trate da 1 d. e 5 00,
houlera.
Cambtsopr-e Londsea a 0 d/v. 2o d., pea- OOO
(ioniem^
a. G. Slepple,
Presidente.
P. i. Pinto,
Secretario.
iifl'7'jn-v3ro. gen
da
Patacho idg!ez-Car/v3rios gneros.
Patacho inglezBViBca-bafMlhor"-
Bares ingleza-frisiri4^l*-farinha
nlrigr '
Barca ragleza-IT/Mf Quem-civ^ Je rojeinism)
Vapor inglez-i-lvj/, Despacha de, exportado no dia 30 de
novembro.
Para os portos Jo eitterior.
Ns escana p-riugneza Agnla, para o R da
Prata. carregon : P. M. Maary 28 pipas com 48(
litros de cachaga.
Na barca ranceza .UexanHn, para o Canal
carregaram : Rabe Scaamettau & C. iSB ucea
com 13,379 kilos de algodo.
Na barca mglea Brilhunte, para Uvernoe
carregaram : Saunders Brothers 4 C. *)0 anea*
com 17,640 kilos da algoda.
No navio austraco Gno/ano, pa,-a Liver-
pool, carregaram : llaniy WillmeV C 300 ;ac-
caa-eom iym -kilos, de' algodAA. -
Na barca francea Granak, o ra o Havre,
carregaram : Tisset fetres 4 C 710 saccas com
34,033 kilos de algodo e 93 couros verdes com
1,993 kilos.
.v, brigoe portugus Lua f, para Lisboa,
carregaram : Thamaz de Aquino Frjnseca & Filhos
61 saccas cora 3,280 kilos de abjoda.
Na patacho nacional Marrtiio, ;ara o Rio da
Prata, carregaram : Amorim Irmos & C 300 bar-
ricas e ni 33,90* kilos de aseuo/ (arenco.
- No lugar narte-allemio Hotg # ng, para o
Rio da Prata, carregaram : Pereira Cirueiro A C.
100 barricas com 1,229 kilos Jo anu;i*r branco.
e 100 d.tas cora 12,61o ditos da dito ; Jos da
Silva Layo 4 Filho 400 barricas ooaj 44,959ojillos
de dito.
Na galera porlngueza Lisboa, para Porto-',
carregaraip: Siafas Primos W aaceaa com
10,000 kilos de ajsncar rasseavado
Nibrigae inglez lierihe, om% N-#-Yotk,
carregaram : Philips liiothers & 5 20) saceos
com 13,000 kilos de as-uoar raascavado.
No brigne porlugnet Catete, par Lisbaa,
carregaram : E. R. Rabeo A C. 1(0 saceos eom
6,452 kilos de g-mma de rpandioc.
?ara os porlos do intaror.
Na barcaga llenriquttt, p-ra Maca", carre-
garam : Manoel Ferreira Fonles 5 barris de 5*
com 480 litros de agurdenle. Para Mossori), Oii-
veira Miranda 4 C. 3 barricas com 29 kilos de
assucar refinado.
Na barcaga Phr de Camaragibe. para1, o
Passo de Camaragibe, carregou : Beoto F. Gaima-
res I barril cora SC litros de aguardeote,
No plhabole nacional Rpido, para o Rio de
Janeiro, carregaram : Aonrim Irmaos 4 C. 700
saceos com 32,300 kilos assucar branca.
Na barraga S. Benedicto, para o Natal, car-
regaram : Cuuha 4 Mima 18 saceos cera. 1,300
kilos de assucar branco.
H'iCEBEDORlA E KENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO.
riendimento do dia 1" 2:9t7ft73
CONSULADO PROVINCIAL.
fteodimento do dia 1" 6:155*030
MOVIMENTO 00 PORTO.
Nucios entrados no dia i.
New York28 dias, patacho inglez Wol/ille, de
244 toneladas, eaorto Co k. ejuipageai 8, car-
ga 100 barricas cora farinba de trigo eoutres
gneros; a Johnstoo P.uer 4 C.
Havre por Cabo Varde44 dias, brign nacional
fiia, do 22i toneladas, capitao Antonio Fernan-
do Liureiro, equipagem 13, carga sal e garra-
foos vasios > a Amorirn Irma s 4 C.
Rio de Janeiro e Bahati dias, vapor americano
Merrimack, da 2,999 looaJadaa, c.immanJante
\V. Wier, eiuipagen 69, carga caf ; a Heory
Forsler 4 C.
Iquiq-ie84 di'.^, barca insleza Ciaij Ellachie,
do 009 toneladas, cap;to T(ioinp3o:), equipageni
17, carga salare ; ao mesmo capitaa, veio re-
frescar.
Mamanguape13 Isoras, vapor nacional andah,
de 22! toneladas, commaodante I. G. da Silva,
equipagem 17, carga aigada ; a conapanhia
Pernambicana.
New-York33 dias, pataeao inglez Jo/m Waltrs,
Oo 160 tonelada-, capita> Splaf, rquipagm 8,
carga 900 barricas com fariaha da irigo e ou-
tr.s gneros ; a Tasso Irmo 4 l>.
Navios sahidos no mesmo da.
Montevideo Rarca brasiielra Aurora, capitao Jos
Rodrigues Coco, caiga assucar e ouirbs geae-
ros.
C^nalBrigue inglez Chinaron, capitao John Ro-
bera, carga assucar.
Liverpool Barca iogleza SrUante, capitao !(.
Gren. carga algodo.
lew-York, S. Thomaz e Par,Vapor americano
Merrimack, comman lame W. W.er, carga a
raesnia que t ouxe dos porlos do sul.
Mamanguape Vapor nacional Mandak, com-
mandante I. G. da Silva, em lastro.
ECLARACOES.
,nmrm,.w^ x, i
Espectacalo era grande gala para solemnisar a
anniversario natalicio de
S. H. o S. D. Pedro II
Hnralo com a respeitavel preseaga do Ex.*n. Sr.
Presidente da provincia
Depois da compaohia cantar
O hymiio nacional
Representar-se-lia pela tercaira vez a apphudt-
da parodia, original brasheiro, intitnlada :
O espectculo principiar chegada de S. t'xr.
Os bilneies-acham-se i fenda no escriptono do
iheatrc.
Principiar s 8-1/4.
Easaia-se, para subir brevemente sceca o
magnifico drama phant&siico
A eora do enfureado
AVISOS MARTIMOS
'9-78*310
*4i0004000
4:8-78j<110
30 000,000
SiOOOJQO
ReidknaQto
\UFANDEGA
d dia 1* .
65:380*770
llovipAato A* al|Mf-
Veliviias amrados

coa
com
Volum. Midas com
? com
tazeudas
gneros
azeudas
gena.'o*
88
236
------344
167
110
----- 517
Descarregam hoje 4, dB djazembro.
fearea iogletaWem cidfarinba de trigo,
Bsrea (raneaza Ver dianamercadon u.
Brigu98jaie);^-Pii//rtcfarinha.
Pataei portngaez-^toie-pedras.
alacnoamericaooCfljM"ailarinha de-ittgo.
rigne norte-allaraoi4e*m-idenu
inglez&f arinJia, da trigo- ara-cada-
aiv
ira.

OMPAMII
DA.S
Messegeries majitimes.
At o dia 11 do correnle mez esperase da Ea-
ropa o vapor francez Gironde, o. qual depois da
demora do- costme segair par Buenos-Ayre.
locando na Babia, Itio de Janeiro e Montevideo.
Para coadigSes. freles e pass3gens, trata-se na
agencia, ra do Comraercio n. 9.
No dk. 12 do correte mez espera-se dos cor-
tos do sal o vapor francez Swtt, coramandanw
Massenet, o qual depois da demora do costnms se-
guir para Brdeos, tocando em Dakar (Gore1
j Lisboa.
Para coodigdes, freles e passagens, trala-sa ni
ageneia, ra Uo Cpmmercio n. 9.
Bao da Janeiro
Espera-se a lodo o momento o brigne naciona
tsabel, o qual seguir com brevidade para o porto
cima, lera parle da carga ja engajada : para o
reato que Ihe (alta traanse com es consignaiarios
Emie Luiz de Oiiveira Azevedo 4 C, ra do
Jos n. 57, andar.
Para Liverpool
A barca, portugaasa Corea (claasa 5|6 A 1, 1,)
recebe aj^edo a Cre para completar seo "rra-
jamefiip. Trau. se M rnk *? t igat 19, a. U,
IHIB



I/iari* d i'eru&iuic9 Subbado 2 de Dezembro d* 1871.

*
I
PIRA
0 PORTO
Eaoera se do Bio de Janeiro a veleira ft b'joi co-
ntad i barca portugueza C/audmi, que seguir
om *revidade para o porto indicado ror j ter a
maior parte da cari engajada ; para o resto e
paawfeiros, aoa quaes offerece ricos e excelientes
cwnmodos, trata-s* eom Cacha Irmaos & a, a
raa 4a Madre de Dos n. 34._____________
UK-nc
uiftlftUS
RIO DE JANEIRO
O pataeho nacional Esfrega est prompto, e o
conaicnaiario fa-lo-ha sahir em i das : se hon-
SaTearregadores para 1600 caceos de aasaear:
a tratar eom Jas Maria Palmeira, largo do Corpo
Santo n. 4, i* andar.
Alaga-se orna preta escrava boa eoiinheira '
a traur na roa do Mrquez do Herval n. 58 A, an-
tiga da Concordia.
Precisa-se deuina ama para comprar, eozi-
obar e eogommar para ana pessoa : na roa es-
treita do Rosarlo n. 17, 1* andar.
(Jaixeiro
Precisa-se de om eaixeiro com pratica de taber-
na : na rna do Rangel n. 10.________________
Casa da Fortuna
RA" fr DE MARCO N. 13.
O abaixo assignado tendo vendido a sorte de
2:0004000 no bilbete ia eiro n. 4450 da lotera
157 do Rio de Janeiro, convida o possaidor a vir
receber na forma do eoslume.
Manoel Marti os Finia.
liEIliAO
DE
45 laceas marca D A M com arroz variado
de agua salgada
110.11:
O agente Pestaa far leilao por cunta e risco
de qnem pertencer do genero cima em um s
lote, do lia sabbado i do correte, s il horas da
mar*1** no armaiem do Annes defronte da alian-
*f-__________________________
AVISO

Movis, esteiras e candieiros de
gaz.
Sendo: 1 mobilia de Jacaranda contando de 12
cadeiras de guaroic-ao, 2 ditas de bracos, 2 con-
sellos, mera redonda com pedra, 1 sof e 6 ea-
ieiraa de Jacaranda, 1 sof de dito, 1 rico sanc-
tnario, i lavotorio de araarello, l cama france-
ia, 4 marqoea, 1 maquina de costura, 1 cadei-
ra para menino, 1 bidet, 2 consollos de amarelo,
1 banca de Jacaranda para jogo, 1 despertador,
1 meza de jantar de amarello, 1 dita com abas,
1 moinbo para caf, candieiros de gaz, esteiras
muitos outros objectos de gusto, de ama fami-
lia que se retirou para fra da cidado
Na praca do Conde d'Ea n. 30, 3 andar.
Tenja-feira 5 de dezembro
O ageate Marlins (ara leilao dos movis cima,
por ordem de orna familia que se retiroa para f-
ra da eidade, no 3* aodir do sobrado n. 30 da
praca do Conde d'Ea, as 11 horas do dia.
O escrivio da irmandade de N. S. da Conceicao
da igreja da Congrejacao para eamprir o que de
termina o art 43 do compromisso da mesraa ir-
mandade avisa a todos os seas irmaos para qoft
uo domingo 3 do correte mez, as 9 horas do dia,
se reunam no consistorio da mesraa igreja. para
em mesa geral elegerem os mesarlos que tefC de
reger a irmandade oo aono de 1872 a 1873.
Precisa-se fallar com o Sr. Manoel Francisco
Gomas, na ra do Vigarlo n. 19.________^^
Os proprietarios da linaria acadmica deelaram
que o aannncio publicado no Diario de hontem
(1* de dezembro) chamando os Srs. Joaqnim V. de
Mello Pinto e Francisco Marques daConha, estn-
danta do 3 auno, nao se entende de forma algu-
ma com o Sr. Joaquim Vieira de Mello Pinto, que
faz parte da Arma Pinto & Marthrtano, e sim com
o Sr. Joaqun Viriato de Mello Pinto.__________
Peuguola-se ao Sr. gerente da companhia
de trilbos urbanos do Recife ao Caanla, qoe flm
dera a um requeriraento feito a V. S. pelos mo-
radores da estrada do Arraial, qne o empregado
da estacio das offlciuas aflrma ter entregue a V.
S.? Tena Y. S. perdldo-o por deleixo, on por pon-
ca importancia aos snpplicantes f No easo roos-
tra V. S, se assim acontecen, qoe o gerente de
urna companhia deve ser mais cuidadoso no qoe se
diz respeito a >aa gerencia, e no 2 os snpplicantes
esto no caso de serem mals attendidoi por V. S.
e nao serem dest maoeira menoscabados sem ne-
nhuraa consideracio.
Os moradores do Arraial.
cria no
Na pharmacia americana i roa Duque de Casias
n. 57, precisa-se de um criado para servico in-
terno. __________^
Precisase de ama ama
Verdea n. 50.
ua roa de Aguas-
Procede-.e a inventario do* bens do meas fal-
lecidos tios majar Manoel do Nascimenlo da Cos-
ta Montelro e D. Antonia Vieira da Cunta, e por-
que tenha de dar execuco como testamenteiro as
disposicSes de seu testamente, deixando legados
a todos os seas afllhados, me dirijo a todos elles,
solicitando que me apresentem com a brevktade
possivel as eerlidoes de baptismo para em lempo
competente receberem o que Ihes foi doado.
Antonia Vieira da Cnplia.______
Aluga se para ama de ieite urna preta e$-
crava muito sadia e carraosa para meninos : na
ra do Progresso n 17.____________________
Urea para alugar
Propria para um ou doas senhores empreados
no commercio, o 3* andar do predio n. 14, pra-
ca do Commercio, no Recife, com excellente vista
para o mar, etc.__________________________
Aluga-se o andar terreo do sobrado n. o da
ra Imperial: a tratar no mesmo andar._______
Precisa-se de um eaixeiro que tenha 16 a 19
jnnm. cora praliea de taberna : a tratar na eidade
de"blinda, na ra dos Quatro Cactos n. 9, em casa
do Sr. Beato Hypotheoa-se
ama mnlatlnha, bonita peen, pelo preco qoe se
convenclooar em vista dalla : a traiar nesia typo-
graphia.________'
A pessoa que no sabbado 2o do correte per-
den om pequeo embrulho eom dinheiro, no bair
ro do Recife, pode dirigir-se roa do Amorim n.
43, qne dando os sigoaes certos Ihe ser entregue.
Urna parda que sabe lavar, coser, eogom-
mar, cozinhar, sujeiti quanlia de 500, deseja
acbar quem Ih'os empreste, mediante o pagamento
de sea servico : quem Ihe quizer prestar esse fa-
vor annancie. _________________________
Precisa-se de um bomem que saiba plantar
espira : no sitio grande do brigadeiro Joaquim
Bernardo de Figueiredo, na travessa da estrada
de Joo de Barros, confronte a capellinha.
Portugueza
Para casa de um homem solteiro que se trata
com asaeio, precisa-se de ama sennora portugue-
za de meia ida de, e eom bulante capacidade, pa-
ra tomar a sea cargo todo o arranio domestico;
eozinhando e engbmmando com perficao. Fazem-
se todas as vantagens, que merecer sen bom
eomporlamento: no Bazar da Moda, ra Nava
d. 50, se dir eom quem se traa.
Goznheira
Precisa-se alagar urna cozinheira, preferindo-st
escrava, e se d bom ordenado, agradando: a tra-
tar na roa larga do Rosario n. 34, botica._____
O advocado S. E. It. Vianna previne as pes-
soas que o nao encontraren no en escriptorio
roa do Crespo n. 12, l" aBdar, que o encontraro
aa sala das sesadas do jury. ^^__
Ama de leite.
UlliO
DO
Sobrado de 2 andares da rna de S. Jorge
n. 23, (oatr'ora roa do Pillar) com qui>
tal, eportfo para a roa do Phrrol, e om
sobradi'nbo por cima do dito porto.
Terfa-feira 5 de dezembro.
AO MEIO DIA
Por intervencao do agente Pinto.
No 1* andar do sobrado da ra do Vigario n. 5,
DE
Miudezas e calcados.
Tenji-eira 5 de dezembro
As ti horas em ponto.
0 agente Pinto far leilao, por cota e risco de
qnem pertencer, diferentes minlezas, e cerca de
300 dnzias da sapatos de uv.nija e tapete 330 da-
lias de moias p.-ra horneas, s 11 hsras do da
na dito, no
rio n. ".
1 andar do sobrado da ra do Viga-
A S A B E
O sobrado de 2 andares da ra da Compa-
nhia Pernamhncana n. 20, (outr'ora ra
do Co-ta n. 0) t do cu metacie.
Urna casa com porto ao Iddo na raa das
Crioolas (Capunga Nova.)
'n terreno cumpequeoa casa dentro coai
GO palmos de frente e 300 de fondo,
cem alicerces para 3 casas na frenle, e
oita"o para a ra das Pernambucanas,
janto casa da venda, caas terreas
na roa das Pernambucanas janto
reno cima.
Terfa-feira -J de dezembro
AO .MEIO DIA.
O agente 'io'.j i'^r leilao, pre-- lida
ttnte aatorisa^i da-i casas e terrenos cima des
criptos, sin Jo" que o leilD teri lagar ao rneio din
no i' aojar do sobrado da roa do Vigario n."3,
> seasiao do leilao ao ter-
a :omp-
/
LEIO
(sortidas)
DE
j caiiss com nbas em novellos
Teijafeira 5 de dezembro
i 10 1[2 horas.
Por intervencao do agente Pinto
No Io andar do sobrado da ra do Vgario n. o,
onde baver ere couiinadco o leilao de miudezas
e calcados.
DA
Casa terrea n. II, da ra do General Vic-
torino (antiga ruado Sebo)
Quartd-feira 6 do eorrente
t O agente Martins, competentemente autorisado
far leilao da casa terrea o. 14, da ra do Gene-
ral Victorino, com 2 ala, i quartos, cosinha fra,
quintal murado.
A's 11 horas do da a:ima, no arraazem ia ra
4o Imperador n. 48.
LEILAO
__ Aluga-se urna das melhores casas da Boa-
viagem, com peineoo sitio : a traiar na ra do
Imperador n. 33, 1 andar._______________
Assistente
Firmina Merenciana Orneiro contina a inorar
na travessa da matriz de Santo Antonio n. 8, onde
pode ser procurada.
\ lili H DE 1110
Neste novo estabeleeimento de calgados, sito
ra do Bom Jezus n 21, sobrado amarello, antiga
rna da Cruz, o publico encontrar sempre um
completo sortirnento de calcado^ dos melhires e
mais acreditados fabricantes de Lisboa, Paris e
Londres, nao para hornera como tambera para
rapazes, senhoras e enancas, cajo sortirnento
reforjado todos 03 mezes slm de poerem assim
ter iempre calcados frescos, para bera servirem
aos seus numerosos freguezes, os quaes sempre
que ^e dignarem frecuentar o referido estabele-
eimento serio tratados com agrado e sezudez.
Precisa-se de orna ama que tenha bom leite
para criar um menino de seis mezes : a tratar na
rna da Cadeia n. 66, laja._________________
D-se 1:200^ por orna easa dentro desta ci
dade, em chao proprio, qne renda pelo menos
1 1|2 por cento ao mez, e que esteja em boas
condicoes, livre e desembarajada : quera quizer
irija-se ao largo de Pilar n. 17, que achara com
quemjraur. _^__^_________________
AMA Precisa-se de nma ama i na rna de S.
jj, lu a. Francisco n. 54, casa de poaca familia.
AMA
Precisa-se de ama ama para
eosinhar : tratar na raa larga
do Bosaaio n. 22, 2* andar.
AMASSADOR
Precisa-se de amassadores para eidade de Goy-
annj, trata-se raa estreita do Rosario n. 5 e 7.
COZINHEIRA
Precisa-se de ama ama para cozinhar e com-
prar na roa Nova n. 48.
Precisa-se alugar ama
do Cabug n. 2 B.
ama forra : na raa
X 1M A Precisa se de urna ama para lavan
aiu.il. eogommar: na roa Duque de Caxias
n. 50, 1* andar._____________
Part passar a festa.
Aluga-se nma boa casa uo Montelro, perto do
banho : a tratar na rna do Duque de Gaxias, loja
de fazendas n. 71.
I
Tri-a-se notas do banco do Brasil e de soas
Oliaes na roa do Bario da Victoria n. 63, antiga
roa Nova, loja de Joo Joaquim da Costa Leite.
D-se um cont de ris a premio com by-
potheca em bem de raz de dobrado valor, nesta
eidade : tratar na raa do Baro da Victoria,
loja n. 31._________________________
AMA
Companhia de segaros martimos
publica,
Convido sos senhores accionistas para a rennio
de assembla gerai terca-feira S do correte ao
rneio dia em sea escriptorio raa. do Mrquez de
Olinda n. 34, I andar, para cumpnmento do ar-
tigo 42 dos seas estatutos.
Recife de dezembro de 1871.
O director,
Tboraax Fernandos da Cunta.
Maderaoiselle Mane Lavargne, soeces-
sora do Sr. Godofredo, tera estabetecido a e"
Precisa-se de urna ama que cozi-
nhe e engomme muito bem par?
pequea familia : 4 tratar no largo
do Corpo Santo, n. 4,1* andar, das
10 horas da manhaa as 4 da Urde.__________^
Empreza do gaz
Pernambuco.
Esta empreza tem nm lindo sortirnento de can-
dieiros, arandelas, pendentes, etc., tanto em vidro
(crystal) como em metal, e ama variedade de glo-
bos dos padrees mais modernos e por precos m-
dicos. As amostras podem ser vistas no escripto-
rio o. 31 roa do Imperador. Bicos para gaz do
melhor feitio a 60 rs. cada am. As encoramen-
das podem ser feitas por escripto, na rna do Im-
perador janto a secretaria da policia, oo dirigidas
ao abaixo assignado na fabrica S. Jos, que sero
promptamente attendidas.
Thos. Newbigging,
Gerente.
DE
predios e terrenos
Quiota-feira 7 de dezembro
AS 11 HORAS DA MANHA
NA
Agencia da ra do Bom Jess d. 21 (otr'ora
da Croz.
Um sobrado de 1 andar, sito roa de Lombas
Valentina (outt'ora Agnas-Verdes) n. 55.
Um grande sitio na estrada dos AUlictcs o. 20,
eom 200 palmos de frente 1300 de fondo, sendo
morado a frente e o fondo, boa casa de moradia,
com 40 palmos de frente, boa agua e muitos ar-
vcrelos fructfero.
tima easinba de perla e janella na mesraa es-
trada n. 22, cem 88 palmos de frente (inclusive
a casa) 1300 de fundo, morado a frente e o fuodo.
Sortes de terrenos castiguos ao sitio e easinba,
eom 100, 00, 13 palmos de frente e 1300 de fun-
dos, taibem murados a frente e fundo.
Os Srs. preteadeotes bajara de 'minar sora
antecedencia, e para qualiaer inf->rraae5o diri-
jarn m CariM da Un ArJjo ca dita agencia.
Os abaixo asignado?, ?ocies era a loja de
scnl' raa Du-ja i* C Rtaa o. 61, tob a raido
so:ial de Leite, Poutes & C. deelaram -jue de mu-
tou acc i: do dissolveram atociedade desde o dia 17
de. agosto do eorrente auno, retir.-n-o-se o soeio
Joo Custodio Martins Leite, pngj o satisfeito de
eu capital e lacro, bem eoaio dj-onerado de
qnal.iuer respon^abilidade sjbre o activo e passi-
va da referida sociedade, qua passam cargo d3
nova irraa de M reir, Pontes & ,C-
Pernambuco, 28 de novembro do 1871.
Joo Custodio Martina Leite.
Jo;e Moreira Pontes.
tt
O
segrate tabella para os peoleados, pro
C) de 4/1 por cada um, seodj feito na
residencia das Exroas, senhoras, e 24 em K
sea estabeleeimento : meosalidade de 58
1004 para penteado diario na residencia M
de soas Exmas. clientes, e de 504 em seu X
estabeleeimento. Os penteados de noiva (
sero pelo preco que se eenvencionar. /&
- Por cada coque que Ihe fr entregue para rj
J9 ser penteado, receber 14500 de sea tra- W
balho, que ser execotado eom mda a per- A
x feico e presteza, roa Primeiro de Mar- |
r c n. 14, antiga do Crespo. flt,
O Sr. Melchizedeeh Guedes Alcoforado tem
urna carta vinda do Aracaty, na ra do Amorim,
arraazem n. 60.
Casa no Foqo da jVanella.
Aluga-se por 6004 urna excellente easa na ra
do Rio n. 35 daquelle psvoado, com 2 salas,
quartos. cozinha, coebeira, qnartos para criados,
estribara, e mais doas raeias aguas separadas : a
tratar com o ccmmendador Tasso. ________
Precisare de
Ij Carino n. 21, Io
un criado : ra da Gamboa
andar.
;llJK.St 33LB mv&zr.
W* fe *
\ P i
i-nilheriuino Paes Barreto
Silbo.
Eduardo de Carvalho, prufandarnente sentido
pelo pas:amenlo de seu sempre leal amigo Gui-
lermino Paes B.'.rretto Filho, convida a todos os
parea'.es o amigos do Aado para assistirem a mis-
sa do stimo da, que manda celebrar na matriz
da Boa-vista no da 2 de dezembro, s 7 horas
la raanba. O rnesrao tspera qae todos corapi;
recan a este acto de :ar:ad?, p?lo que dede j
se mo?traagraJeciJo.
Aos 5:0005
Biliietes garantidos.
4 ra Primeiro de Marco (oatr'ora iut do
Cref po) n. e casas do costme.
0 abaixo assignado, lindo vendido nos seus le
.izes bilhetes uro meio n. 1208 cora 5:0004000,
ara quarto n. 979 com 800^000, dous quartos n.
350 com 1004000, e outras sortes de 40000 e
20;000 da lotera que se acabon de extrahir
(216*), convida aos possuidores a virem receber
na conformidade do costuras sem descont aigum.
Acfcam-se venda os bilhetes garantidos d:
9.* parte da lotera, a beneficio da Santa Casa de
Miseri:ordia (217'), que se extrahira quinu-feira
7 do correte mez.
PRECOS.
Bilhete inteiro 64000
Meio bilhete 34000
Quarto. 14500
Eb perco de 1004000 para cima.
Bilhete inteiro 54503
Meio bilhete 24759
Quarto 14375
Manoal Martins Fian.
* i
Casa em Beberbe
Alagase um pequeo sitio entre o Porto da
madeira e a povoacao, com excellonte banho no
fuodo, casa caiada e pintada de novo, com flores
a roda, etc. ets.: tratar na ra do Imperador
n. 79, primeiro andar, ou na ra do Vigario nu-
mero 1, 1* andar.
'i nwmam
Precisa-se de ama ama pa-
ra cozinhar : na raa do Cres-
po n. 18, 2* andar.

Samuel Halliday
7,A sociedade Unio Commercial BeneOeente con-
vida aos seas associados, a familia e amigos de
seo finado consocio Samuel Halliday, para aesisti-
rem a urna missa qne a mesma sociedade manda
reaar na igreja de N. S. da Peoha no dia 4 do cor-
rete, as 6 1|2 hora* da manhaa, i anniversaxio
de sen passamento.
O secretario,
Joaquim de Alnteida e Silva.
Copeiro
Preeisa- roa larga do Rosario o 44.
Julio Cesar Cardoso Ayres convida aos parentes
e amigos de sea finado amigo Guilhermino Paes
Bjrreto Filho, para assistirem a urna missa que
por sua alma manda celebrar no sabbada 2 de
dezembro, pelas 7 horas da manhaa, na matriz da
Boavisla.
CRIADO.
Aluga-se uro moiato de idade de 16 annos.
proprio para criado : quem o pretender derija-
Si ra do mperadir o. 23, coxeira de M:noel
Baptista que achara t-m quera tratar_________
Forueiro
Precisa-sede uta forneiro : na raa Ja 3uu nu-
mero 36.
Companhia A!!ian DE
seguros martimos tsabelecidfc
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAFITAL..B.S. 5,000:^304000.
Tema seguro de mercadorias e dinoeiro a rise
cari'-irca era navios de relia e vapores para_dan-
ro e '.-.i'a do mpcr.o. Agei^.. iua do Cu-
mto a 5, eserintorio de Joaquim Jos God-
^ilves ';!tro. ___
AOS 5:000i000
'm veada js flizes bi'hetes da lotera da
labia, na easafezdo arco da Coneeico, iojadt
nrives no Recife.
Na ra det"eiro Arlinso o. 36 precisa-se de
um menino para eaixeiro, preferindo sa dos lti-
mos chebos.
\
^x-
Bella o. 29, loja.
Precisa-se de orna ama quo
rozinbe e engomme para nma
aenhora s : trata-se na rna
No collegio de ar.a Genoveva, ra do
Hospicio n. 22 junto ao qisriel, precisa-se de urna
ama para lavar e eogomn.-ar, ujeitaodo-se a mo-
rar no raesio estabeleihien:o, prefere-se pessoa
escrava.
Aluga-se o 1 andar dj sobrado da ra da
Senzala-velba n.
mero 48.
a tratar na mesma ra nu
Precisa-se de urna ama para lavar e engom
mar para urna pessoa : na praga da Independen
cia o. 20.
Na noute de 21 para 22 do eorrente mez, fur-
tarara do eogeobo Jagoaribe do termo da Eseada,
3 savallos, pertencente ao abaixo assignado, e ca-
jos signaos sao os seguir.tes : o i. Mellado brac-
eo, castrado, tamanho regular, bem feito e gordo,
idade 7 annos, com a marca H K no quarto direi
to, e o 2. da mesraa cor, inteiro, bastante gran-
de, nao est magro, idade 8 aooos bem feito, pes-
clo bastante gordo, tem alm de ootros ferros
um B no quarto esquerdo e o bei^o braneo, e o
3.* russo pombo, de tamanho regular, bem feito,
inteiro, dade 8 annos, ferrado no quarto e no
queixo : cujos cavallos sao de roda e esto lan-
dos nos peitos. Gratifica-se com a quantia cima,
a quem delles der noticia certa, ou aprehende los:
tratar no Recife com o Sr. Francisco Antonio
de Brito, rna do Cabug n. 11, ou no mcemo eu-
genho.
Fabio Vellozo Freir.
Ama de leite.
Precisase de orna ama de leite, preferindo-se
preta, e paga-se bem : na raa das Trincheiras n.
50, 2' andar.
Aos 5:000!O0O.
Bilhetes garantido* da pr-
Tela.
Ra do Baro da
Victoria,
Outr'orarua Nova n. 63 ecasut
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender entre o
mus muito felizes bilhetes a sorte de 5:000400:
em om meio bilhete de o. 1208, a sorte de 8004
em ora quarto de n. 979, a sorte de 1004 era um
bilhete inteiro de n. 475, e nm quarto de n. 350
cora a serte de 1004, alm de outras sortes meno-
res de 404000 e 20/000 da lotera qoe se acabo^
de extrahir (216), nodendo seos possaidorea virem
receber, que promptamente sero pago?.
O mesmo abaixo assignado convida ao raspei-
tavel publico para virem ao seo estabeleeimento
wmprar os felizes bilhetes garantidos, que n
leixar de tirar qualquer premio como prova pelo
inesmos annnncios.
Acbam-se venda os muito felizes bilhetes ga
rantidos da 9' parte das loteras em beneficie da
santa casa da misericordia, qne ser extrahida ni
dia quiota-feira 7 de dezembro prximo vindouro.
PRECOS.
Inteiro 64000
meios 34000
Quartos 14500
De 100(5000 para cima.
Inteiro 54500
Meios 24750
Quartos 14375
Joo Joaqnim da Costa Leite.
Va' a quem toca
Os proprietarios da confeitaria do Campo?, sita
raa do Imperador n. 24, tem a honra de levar
ao conheciraento d) respeitavel publico, que re
ceberam directamente pelo ultimo vapor da Eu-
ropa nm variadissirao fortimento de MIMOS.
Per se tornar enfadonho o descrever a varieda-
de e belleza dos objectos que recebemos, limita
mo-nos somente a pedir a attenco das. Exmas.
familias e dos mancebos do highlife ; por isso
que s a presf nca dos entendedores poder bem
aquilatar do merec'mento da nossa grande exposi-
co de objectos proprios para os mimos de testas
e para isso pedimos somente nma visita ao nosso
estabeleeimento na roa do Imperador n. 24
COEFEITARIA DO CAMPOS.
N. B. Para que se torne bem distinga a nos^a
casa, se conservar nm lampeSo aceso a noite.
TBILHOS URBANOS
do Recife a Olinda e Be-
berbe
Os Srs. possaidorea de bilhetes desta
companhia, sao convidados a vir trocar es-
ses bilhetes por dinheiro, no respectivo es-
criptorio, todos os das otis das 10 hora
ao meio dia.
Escriptorio da companhia 21 de novembro
de 1871.
J. F. S. Porto.
Io secretario interino,
Companhia dos trilbos urbanos do Recife
a Olinda e Beberibe.
Nos wagons de segunda classe desta eompa-
nhia ser cebrada a passagem pelo preco estipu-
lado no contrato para as viagens dos de terieira
classe.
Re: i fe, 30 de novembro de 1871.
O gerente,
_________ G. R. Campello.
C ado.
Precisa-se de om para servico interno e externo
de orna casa de familia : a tratar pa roa do Mr-
quez de Olinda (oatr'ora ra da Cadeia) o. 35.
Na rna Nova n. 6, precisa se de
nma ama para easa de homem soltei-
ro ; prefere-se escrava e paga-se
AMA
bem.
ECHO AMERICANO
Com o numero 12 acabou a assignalcrs
do i semestre.
Com o n. 13, principia a assigDalura do
2o semestre.
Rs. 6,5000.
Livraria Francaza
m MEDICO.
2 Dr. Macee! Enedino Reg Valeooi. j|
04 Camba do Carmo o 21, Io andar. ,-:-j
Precisase de duas amas p*ra
servico interno de pequea fami-
1 _icoa da rerioacao.
COZINHEIRA
Precisa-se, prefere se escrava, e paga-se bem .
a roa do Mrquez de Olinda n. 40, primeiro an-
O abaixo assignado tendo lido no jornal de
hontem, no expediente do M. tribunal do com-
mercio, o seo nome a par do do Sr. Joaqun da
Silva Costa a proposito de nma peticao dirigida
por este Sr. ao mesmo tribunal, vem declarar
que nao tem pleito algum com Sr. Costa, era
com ootra qualquer pessoa.
Joo Tavares Cordeiro.
&0 tt$$0$**S^***
m
0
0
Monte-Pie Portuguez.
Por ordem do Sr. presideote commu-
nco aos Srs. socios que ?s sessSes ordi-
Darias da directora conlinuam a ser as
quartas-feiras as 7 horas da noute.
Secretaria do Monte Pi Pcrtuguez, en
l,' de dezembro de 1871.
O secretario, J. C. Lima.
1
0

0
0
0
''i-I?Mt ','
i -r i Precisa-sti de urna ama para cas*
A Yi/i lepaca faiiii8> ?emfi|ho: atralar
\ JJ.il. na rea do Cabug n. loja d -"jrn.
Protectora das familias.
Os senhores coutribuintes a essa associca" "re
pretrem mandar pagar snas annuadcs nesr pfo-
vioeia, podero dirigir-se ra do Livrarri' to 0-
10, Io andar, antes do dia 14 do prximo ti. Z
dezembro, a3ra de que os fundos possam cbegai
aa sede da associacao, co Rio de Janeiro antes d
eu vencimeD'.o 31*de dezembro de 1871.
Recife 20 de novembro ie 1871.
Narciso Francisco de Vida!
00 00000 0000000
Precisa se de orna ama livre oo escrava pa-
ra casa de pouca familia : no pateo de S. Pedro
n. 18._______________________________
m u m Na ra da Cadeia do Recife B.
.l_?... 59, precisa se de urna ama para
cozinhar e comprar para casa de hornera solteiro.
Mudanza.
Do dia 10 do carrente em diante estar mola-
do para a ra io Imperador n. 48, 1 andar, o
gabinete de cirurgia dentaria de F. Mai, o qua!
dessa dia em iiante ser abi encontrado lodos es
das a qualquer hora. O mesmo, somo at aqu,
contina a prestar-se a chamados.
Mudanpa
0 aiaisi, assignado, tendo do acabar eom o sen
o-'g::to, roga aos seos muitos e numerosos fn-
;; Ihe estio devenlo era sua loja de cal-
Cada a ruadalraperatriin. 10, de vir ou mandar-
' :ar sen debito at o flra de dezembro i'
ote anm, pon o contrario ver-se-lia obrie.1.
do, e bara otra sua vontade, entregaras con
tas a sen procurador, para eile receber amigavel
a jndiiiaSmente, o qne o abaixo assignado espera
dos seus b ia; fri put?es sso nao ser necessario.
Re.'ife ': -t ou:.' ro de 1871.
utonio Rodrigues Pinto.
Antonio S-:eundino do Monte participa aos seus
ouirerosos amigos e freguezes que mudou o ^u
estabeleeimento de cabelleireiro e barbeiro, sito a
rur estreita do Rosario n. 10, para o primeiro an-
dar o 4 da mesraa ra. Espera merecer dos
raesraos seus amigos e freguezes a sua valiosa
coadjuvacao.
AMA
Precisa-se de urna para tratar de
menioos, em casa de familia : a tratar
na ra do Mrquez de On-a o. 3-1
Piecisa-se de urna ama pa
casa de pouca familia : tratar
zes o. 29, arraazem de movis.
ra cjzihar em
na ra das Cru-
AMA
de pouca familia.
Pre-isa-ie alugar urna ama que sai
ba coziohar, eogommar e comprar, pa-
ra casa de pequea familia: na rna dj Corpo
Santo o. 2, oj?.__________________________
Na ra do Hospicio n. 39,
precisase de urna ama qae
saiba engorcmar para casa
Costureira e engomniadeira
Preesa-se de costureira e engommadeira : na
tinturara franceza, ra da Imperatriz n. 55.
Ama cozinheira
Na ra dj Pires, sobrado n. 28, precisase de
nma ama boa cozinheira, paga-se bem._______
Na travessa do Arsenal de Guerra
o. 7, precisa-se de urna ama para co-
ziohar e eogommar para urna familia
de tres pessoas.
AMA
Precisa-se
de om menino de 12
a 14 annos
eom pratica oo sera ella, para loja
Livramento n. 36.
para
no
eaixeiro,
pateo do
^%
Precisa s de urna ama pa-
ra cozinhar em easa de ho-
mem solteiro a tratar na
roa da Peoha o. 17. loja. _________
Da roa da Florentina n. 20, fabrica de ser-
veja, voou ama arara para os qnintaes prximos,
e cahido em on delles, era seguida a foi procu-
rar nm menino e juera, a aehoo faca o favor de
manda-la levar, por cojo trabalbo se gratificar.
AMAS
Victoria o. 22.
Precisa-se de dua* amas, seodo
una para cozinhar, outra_ para
engommar; na ra do Baro da
.
Roga-se ao Iilra. Sr. Ignacio V.eira de Mello,
srvo na eidade de Nazareth desta provincia.
favor de vir a rna do Imperador n. 18 a ronclu
aquelle negocio que V. S. se comprometten reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em flni
de dezembro prximo passado, e depois para ja
neiro, passon a Cevereiro e abril, e na*la cumprio,
a por este motivo de novo chamado para dte
dm ; pois V. S. se deve lerabrar une esto negocie
de mais de otto annos, e quando o senhor mi
Abo se aebava no ea nesta eidade
Precisa-se de cos'nreiras na loja do Bom
Pastor rna da Imperatriz n. 3._____________
flos pretendentes.
Faz-se negocio eom a loja da ra Nova n. 16,
garantindo se arreodamento : a tratar aa mesraa
Precisa-se de urna ama para cozinhar :
na roa da Palma o. 42.
AMA
Na livraria acadmica roa do Imperador
o. 79, precisa- te fallar aos Srs. Joaquim Viriato
de Mello Piolo e Francisco Marques da Cunha a
negocio de seu interesse.
Feitor.
Olforeee-s aro portugoez par feik>r d? ente-
nao : aa raa da Roda o 48.
O abaixo assignado convida os credores de sen
finado pai Fraocisco da Silva Terreiro compare-
cerera na roa da Lapa n. 2, oo praso de tres das,
depois dos quaes fija sem ffeito algara qualquer
reclamacao qoe baja. Recife 29 de novembro de
Jos da Silva Miaos Bibeiro.
S.qiies
Conha rmeos & C roa da Madre de Deoa n.
134. saaarc s jJvr* o Porto e Lisboa.
11JU
da tu
das Crmes n, 2, prl-
mm andar, da-sc di*
iibeiro sobre penbores
de ooro, prata e brillian-
tes, seja qeal for a pan-
lia. Sa mesma casa com- |
pram-se os mesraos me- g
taes e pedras.

m
3
1
i
- Na renacD da rna Dircita o. 22 precisa-se
de trabalhaderes que emendara do servico da
mesma.
Para tomar banhos salgados em
Olinda.
Praia de S. Francisco jonto a maro.
Aloga-se doas casas pequeas, de pedra e cal,
pintadas de novo, n. 1 e i por preco coraoiodo .
a tratar na rui das Cruzes n. 38, primeiro andar
AHVSSAIIOB
Contratase um bom amassador que saiba cor-
tar bolachas, para nma padaria em Natal, capi-
tal do Rio-Grande do Norte : na ra do Mrquez
de Olinda n. 40, l andar.
Ama de leite.
Precisase de urna ama de leite : na roa da Pal-
raa n. 76._________ '________________
Compantta dos irilhos urbanos do Reci/e
GuaQfi-
Em consequenea de arromacao de iropa boje
em frente do palaeio da presidencia, os trens des-
ta companhia nao ehegarlo ao Arco de Santo
Antooio, partindo da estacao da ra do !>oi as a
li5, 5 li* e 6 1,2 horas da tarde.
Escriptorio da companhia dos irilhos urbanos da
Reeife a Caxanga, 2 de dezembro/de 1871.
William Rawlmson.
Gerente.
CAIXEIRO
Precisa-se de om ea xeiro de 12 a 14 annos de
idade e qoe d fiador a sua conducta : na roa do
Rangel D. 43.
Aluga-se
A casa n. 7, Passagera da Msg hiena : tra-
tar com J. I. de M. Reg.
Precisase de una crida i-d^ mimadeira :
oa ra do Imperador n. 57, 2 andar, entrada
pelo lado da ponte.
Precisa-se de urna ama que cozinho
bera, para casa de hornera solteiro :
tratar a ra 1* de marco n. 8 A.
Precisa-se de orna ama para coi
nhar em casa de punca familia :
ra Velha n. 28, sobrado.
ADVOGADO
j Dr. Joaquim Correa de Araujo
07Ri'A do Imperador07

':'"
Grande hotel central.
Manoel Garrido cientfica a seus amigos e bon;
freguezes, que tendo se associado a seu irmo
Francisco, actualmente era vi?gem para o Rio d;\
Prata, e sendo o umeo gerente do estabeleeira-'n-
to, ihes offerecera ccsimoda hespedagem. bou
mesa, frescos banhe-s, e tudo quaoto ha de coo-
fortavel : na ra larga do Rosario os. 35 e 37,
den nte da igreja.
declaraJ'" sao rogad >s a
ao escriptorio deste Diario
0
0
'0.
m
i
.- Srs. abaixo
nandarira ou virem
i negocio :
Jos Francisco Ribeiro de Sonsa, (dono do col-
Ir pi de Santo Amaro
Francisco Jos (tabello
Medico operador e par-
te5ro.
Dr. Francisco Jaein;hu Pureira da Mot-
^ 13, a qualquer hora do dia ou da noita,
** 0. 5, 1 andar, praca do C.-nde d'Eu,
^9> outr'ora da Boa-Vi.-ta.
& CONSULTAS G.tATIS AOS TOBRES.
Aloga-se a casa o. 11 da ra do Jasmim na
Boa-Vista : trata-se na ra do Apollo n. 20._____
GASA. DA FORTUNA
RA 1 DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESP3 N 23.
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto ven-
ia os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptaruente, corno costbrna, qualquer premio.
PRECOS.
inteiro 24/000
Meio i iOO!i.
Quarto 6*000..
Manoel Martins Fiuza.
Preci>a->e de um eaixeiro no hotel do Uni-
verso, preferiodo se nm que falle inglez on alta-
ma : na ra do Commercio n. 2.
&
m
MI le. Marie Lavergne, modista em
cabellos, recentemente chegad de Pa-
ris, tendo comprado ao Sr. Joao Godo- a
fredo Pinto, o seo estabeleeimento de ^
cabellereiro a ra Primeiro de Marco M
n. 14 (antiga do Crespo) offerece os ^
seus servicos is Exmas. Sras. desta f
bella eidade para os misteres de sna
arte ; o sea estibelecimeoto est provl-
do de habis artistas para a boa exe- ?
euco de qoalquer obra e corle de
cabellos. Faz os penteados em sea
estabeleeimento por metade do preco
do qoe est empalado para quando
for chamada a residencia das Exmas.
senhoras.
O respeitavel publico encontrar em
seo relindo estabelecinenlo um bello
sertimeuto de perfumaras fraoeezas
e ioglezas dos mais acreditados fabri-
\ cantes, assim como flores artificiaos, ,a
objectos de phaotasia, modas, etc. ete. '
e vende tndo por precos eommodos,
pois recebe directamente da Eoropa.
O sea estabeleeimento acha- se aberto
das 6 horas da manhaa as 9 da noute
Monteiro
For 300,000 ris. ,
Aroga-se orna casa ea povnaclo do Monteiro: s
traur na wberna d"o Sr. Nicolao Machado Freir,
oo mesmo logar.
.1
1
\

1

ILEEnflL
m


^l ^ D'ario de J^ernamlmco sajy>aao z de nezeniDro d jlb/i:
^
HfHIBEDO & LOPES.
CHAPELLERIE DES DAMES
nico estabelecimento neste genero
Sl_Rua do Bflrao da Victoria31
AXTIttA RIJA WOVA
Auto estabelecimento acaba de chegar um lindo sortimento de ctoapos de palna
de Italia para senhora, o que ha de mais moderno em forma e gosto; recebemos tam-
bera chapeo* para meninos e meninas. Chapellinas de palba, e de gaze, chapeos cor de
caf e cor de cinza, chapeos de palba d'Ilatia, pretos para loto, ricamente entenados.
Flores para cabello o qae ha de melhor neste genero, plumas, gaze, fivellas, veos e mal-
tas ootras fazendas degosto qoe so vendem mnito em conta. Goncertamse tambem
chapos de palba o de velludo, pondo-os completamente moda, para o que recebemos
formas modernas.
Porttnto convidamos as Exmas. Sras. a visitar nosso estabelecimento qoe se acha
completamente bem sortido d'artigos inteiramente novos e de mnito gosto proprios para
a festa.
51 Ra do Mrquez de Olinda 51
Outr'ora ra da Cadeia doRecife
EDUARDO MELLOftC
CAJBEIIEIKKIRO B PARS
Tem sempre om sortimento de coques de tranca vanado de differentes gostos, pe.
los precos de 33000, 6000 e 80000.__________________________________^_
NOVOS SORTIMENTOS
urnazem do vapor
Franeez. rna do
Bario da victoria
(ontr'ora rna No-
va) n 9.
Acaba de rcceber novas facturas.
arinazem do vapor
France/. rna do
BarSo da vietorla
( ontr'ora ra JJo-
va) a. 9.
Calcado
Botinas de Suw e de Polak, para hornera, com-
pleto sortimeoto para todos os gostos vontade
des compradores.
Botas e perneiras para montara.
Botinas pira senhoras e meninas.
Abotinados para meninos e meninas.
Sapatoes de biierro, verniz, cordavo, e de brim
branco para horaem.
Sapatos de tapete avelladados de charlot, case-
mira preta e tranca portugoezes.
Sapatos de vaqueta de verniz com sola de rna-
deira proprios, para banhos.
Perfumaras
Fines extracto?, banhas, cosmtico?, leos, opia-
tas, poses, agua de ct logue, agua divina, agua
florida, dentifrice, lavande, agua de toilet, tintura
para barba e cabello, pos de arroz, sabonetes.
etc.; tudo isto de prlmeira qualidada dos bem co
nhecidos fabricante?, Pivir e Coudray.
Quinquilharas
de phantasia e luxo, como sejam : espelhos, lnva9,
joias de ouro, corrente de plaqu, ricas cartein-
nhas para dinheiro, caixnhas de costura com
msicas, esterioscopo de 50 .vistas cora msica,
boleas de seda e cestinhas diversas para brajo de
sentaras e de meninas, oculos, pencenez com vi-
dros de cores, cbicoiinhos e hengallas, tudo isto
de diferentes raodellos e qualidades em grande
Qomero destes artigos de quiu(miliarias finas de
gosto que nao se pode bem mencionar.
Brinquedos
O maior sortimento que se pode desejar de toda
sorte de brinquedos fabricados em diverses paizes
da Europa para entretenimento das enancas
Carrinhos
e bercos de vimes para ertancu, vos dife-
rentes modelos precos commodos,
Presos.
Em
fcarati9simos
mero 7.
virtude das novas facturas e crdens dos fabricantes, vende-se agora indo a precos
no armazem do vapor francez, ra do Barao da Victoria, outr'ora raa >ova nu-
?

B9nnnm
19 Ra Piimeiro de Marco 19
Tendo renovado completamente a loja do predio, em eras teeio o sea es-
labelecimento, \
19=-A ra Primeiro de htqq19
com aquelle asseio e elegancia desejave, acham-s-a esplendido sortimento de fazendas finas e modernas da
SEDA, LAA, LINHO E ALGODAO
todas do ultimo gosto, e continuara a ter como sempre, diversos
RTICOS ESPECIIS DE SAgCASA
Garanten, com toda
a sinceridade, vender
IMPERIAL FAB
*
BRICA I
DE CIGARROS
DE
a
S. JoAo de Nitheuohy.
Um dos problemas que mais tem preoecupade
attenclo dos legisladores e dos economistas mo-
lernos, particularmente na Inglaterra e na Fran-
ja, e acerca do qual, anda em 1868, L. Wolowki
fez ura profundo e aotavel discurso, o qae trata
de definir e regularisar, maniendo equilibrio
entre o interesa e a bumanidade, o trabalbo das
tfiancas Das manufacturas.
Esta questo grave e mehndrou, coroeca a ser
entre nos de alguma importancia, e merece que a
examinemos com criterio, tanto mate que forcoea-
mente na substituido do elemenio servil lera ella
de coosiderar-se elBcacissima para o fuiuro des-
envolvimento de nossas industrias.
Recordando com o celebre economista de que
fallamos o profundo pensaraento do poeta ingle
}ue diz :=A crianza o pai do hornero para-
lamos tambem os seos generosos sentimeotos re-
lativamente essas frageis delicadas creaturas,
que ainda na primeira iniciacao da vida prestan
a to importantes servieos i sociedide.
Qualquer que seja o ensillo ou labor em qu*
e exercitem as torcas ainda debis dessas iracas
existencias, deve presidir o maior escrpulo i sia
direccao, a maior vigilancia e cuidado no erapreav
3 distribuico do tempo, porque do soo retallado
depende a actividade e a energa das novas gera-
5663, e d'estas as grandes conquistas do futuro a o
progressivo aperfeicoamento social.
Nos scalos anteriores as industrias oeenpavam-
je mais com os productores. Ao scalo XIX com-
pete a gloria nlo so de melborar o fabrico dos
productos, tornando'os mais perfeitos e mais ac-
sesjiveis a todos pelo quantidade e modieidade do
preco como a sorte a condicio, a existencia do
trabalhador, do hornera.
Wolewki cita a este respeito as palavras da
GHadstone, que, em ama reunio de operarios in-
glezes, fallando-Ibes Unto em seus direitos, como
em seus devore-, disse: O nosso scula 6 o s-
calo do operario: e accrescenta qae esta phrase
ao sahio de bocea suspeita, pois Gladstone nao
penenx ao numero daqaelles qae lisongeam em
re de servir ao pevo.
O hornera d'este modo encarado como bem
primordial da prodaccio do bem; e o notavel au-
tor i que nos referimos entende comnosco qae a
liberdade que elle eonqoistoa tira toda a sea torca
a energa da alma associada saude do corpo,
da elevacao do espirito que proporciona o desen-
'olvmento progressivo da habilidade pessoal.
Poi babeados n'esta allianca que os legisladores
inglezes coraprehenderam qae o instrumento acti-
vo, o operario, obedeca outras e diversas neces-
idades que as que sao parlilba do instrumento
material.
Foi por este motivo !que se marcaram e regula-
mentaram as horas do trabalho as manufacturas,
s se attendeu sobretudo a que as crianeas rece-
oessera a ura tempo o ensino da fabrica e o ensino
ia escola.
Em 1862, diz ainda Wolowki; sanccioncu-se
aa Inglaterra a prole, a vigilancia penetrou no
ieio das vastas communas industriaos, formadas
tioje era roda da machina de vapor, dessas vastas
lornrauoas povoadas por mimares de operarios.
\ lei de 1802 fixou a idade em que as crianeas
podiam entisr para as manafactaras e limiton a
lura^o do trabalho.
Pois bem. Este grave e humanitario problema
jue levou quasi meio scalo a resolver, e preoc-
cupoa a attenco de tantos homeus de estado?
eminentes, como foram Roberto Peel Lord Aslhey,
boje Conde de Chaltsbaago, genro de Palmerston,
3 mui'.os outros, a?signalando urna pagina honrosa
aa historia da civilisaco moderna, acha-se reali-
sado, e daedo salatares resultados entre nos na
fabrica de cigarros de S. Jo5o Nitherohy, da qual
o proprietarioj es Srs. Souza e Novaes.
J tivemos occasiao o anno passado, de escre-
ver algumas linhas acerca deste importante esta-
beieciruento, e hoje, depois de nina visita qae fl
:eraos ao novo edificio ampliaremos aquelle nosso
trabalho.
A casa onde actualmente esta estabeleciaa a.ra-
bri:a sem davida ura dos melbores predios da ca-
oital.
Alera das e>pacosas accoramodaQoes interiores
ivrtsieote nrejada como.convm a tao numerosa
' morado - : urna architectur simples e elegante, e 8a
i peuca- bragas do mar, onde com auxilio de urna
3?p.t; os productos sao- cora faciiidaJe embarcados
3 cond'izidos para os mercados.
Ger>:a de duzeotos meuinos ah re:tb6in o en-:-
ao raauual, intrlie^iual religioso e mcral.
A rrnis perfeita ordera, sem a everidade de ama
rude disciplina, raas ?ntes aconselaada pelos pre-
:. is prallcos la aatoridade, d um aspecto agr-
Javel a esU afanosa commana de pequeos ope-
rarios o esptrancoao ncleo de futuros e manja-
las ciJadao?.
Era ura vsl> a'.ao das 7 s 9 horas da tarde
i : d i trabaihoedo descanso aprender os me-
a prime i s el< melos da 1'eKura da escrip-
contabilidade. Hissemos primeiros ele-
raeot: porque acreditamos que as noyes ruii-
menta"? da escola n o sao outra couja mais que c
icstromento com que mais tarde se deve concluH
j aperf-ico&r a educacio. Nio c'.sta saber ler c
assencil e fazer uso discreto e aproveitavel
lesse p ieroso motor do nosso aperfeioamentc
moral.
D"' s do trabalho manual e do ensino da es-
;-'!a .onoi mesuro 1s algumas horas consaeradas
io r ;reio .- precisa amenisar com o .estudo dt
-1 re ;s das bollas-artes 63 tarefas a-
fantis. ...
>",: :. lite foi creada urna aula de muzca di-
rigida p.r hbil prefessor.
Com' p'iueo tempo de exercicio e o ardor pro-
-rio da r>eidade j at^uns dos alumnos tocara
:om wrdadeiro adianumento os instrumentos que
rtCo!hram, e pode dizer-se que a fabrica tem
aoje uwa bauv;a de msica a sua disposi"ao, o que
liui d:i aL-rescentar urna agradavel prenda a
docacao dos apreudizes, dispensa dias festivos do
asUbeeeimenlo, o concurso dos msicos estra-
nbos.
Ora, fl gr:nde rebultado colbido por este daplo
jysterta do ensino manual e simultneamente in-
teUeetaal, que os productos da fabrica de S. loo
6 H tUerohv, refiobrand i de valor pela qnalidade
peife^ao ugosenlam tambera a sua procura ao
morcado 3 naturalmente os avultados intc-resses
los productos.
Eatahalaeida wsim com os uros estabelecimen-
ios do mesrtio genero a lata da concurrencia, que,
ao dizer de um notavel economista, nao outra
:ousa mais que a manifestacao pratica, a face
materu! da hb-rdade. claro est que as cocdic.oes
io tr< balho livre come?am j a ser assentadas, en-
tre nos em bases sensatas e de consequencias pro-
5;oas.
Ligr.mos ura alto apreco s tentativas e aos re-
sultados deta ordera.
O Brasil precia empregar todos <** seas e-fnr-
(flt na propagativa industrial, nao* esqiveeendo
aunca que a qoantldade dos irodu.-.tos naa re-
presenta, si ea se oin tomar a<> mesmo -tempo
recoma.end.vel ida sua qualidade, a que esta c
je obtem cora auxilio elDcaz das productores ha-
bis e intetiigectos-
Acreditamos, pois, que os Sr-s. Souza e Siovaea
jrestain uai impi.-itaute ervico ao paiz temos
iempre pr&zer em mencionar os etahelecRientof
lesta naiur-ez, nao s em referencia a esta fabri-
ca, como a todas qo estiverem fundadas oa se
fanderu d'aqu. em Uiante as mesmas circuras-
taneias.
O nico deporto esta cidade'i no escrlptoric
Faz-se negocio
Con a antiga e dmb afregueroda loja de calca-
do franca* nuda Impera ir iz n. 10, livre e ds-
stmkaracada de qualquer cnus ; faz-se negoeio
a dlntwiro oa a praso conforme se eonvencionar;
ssndo um boa negocio para quem quizar contl-
nuar, e i se vende por ter o dono de se retirar
pera Europa tratar de saa sande.
ATTENCAO
Preclsa-se de nma ama para comprar e
cozinbar para casa de nma familia composta
de duas pessoas : nesta typographia. se
dir._____________________________
Oaxasga*.
Aluga-se urna das melhores casas no lugar Ser-
tozinho, com bastantes commodos e banno atraz
de casa : a tratar no mesme lugar, com Francisco
de Paula Costa,
&MBE 1BII0
Uonsultono homeopa- 1
3
no
>nsutorio nomeopa-
thico
DO DR. SANTOS MELLO.
Ra do Bario da Vtctoria n. 43.
VACCINA.
Todos os domingos e quintas feiras, pe-
las 9 horas s 10 da manbaa vaccina-se
por preco mdico, para o que ha muito
bom puz vaccinieo.
Recebem-se cbamades para vaccinar em
qualquer casa.
Consaltas medicas todos os dias pela
manbaa.
Chamados a qualquer hora do da e da
noute.
Gratis a parte medica aos pobres.
s
Cozinheiro
No prteo da Rtbeira de S. Jos n. 9, Hotel da
Praca, precisa-se de um perito cozinheiro.
ODAS.
Machinas de costura.
Chegaram ao Bazar Universal da ra
Nova n. ti, um sortimento del machinas
para costura, das melbores quahdades qne
existe na america, das qoaes mu.tas j sio
bem conbecid?8 peles seus autores, feomo
sejam: Weller & Wilson, Grover & Boka,
Silenciosas, Weed e Imperiaes e ouiras
moitas qae com a vista deverSo agradar aos
compradores.
Estas machinas tem a vaniagem de fazer
o trabalho que trinta costnreiras podem
fazer diariamente e eczem com tanta per-
fcigo como as mais pereitas co^tureiras.
Garante-se a sua boa qualidade e ensina-se
trabalhar com perfeicloem menos de urna
hora, e os precos s3o to commodos que
devem agradar aos pretendentes,
Pelo casto para li-
quidar
Vende se pelo cuate, para techar conta?, papet
pintado e dourado com primorosos desenos de
differentes qualidades e gostos, proprios para for-
rar salas, gabinetes e capailas, etc. Agora pode
qualquer pessoa ornar as paredes de sua casa,
certos de que a importancia a despender ser igual
a qae se gastara mandando-a simplesmente caiar:
na travessa da Madre de Dos n. 14, armazem do
Candido Alberto Sodr da Molla A C
Cava los.
Vende-se dous excellentes quartos para ca-
briolet, alianga-se a mansidio : quem pretender
dirija se escadinha da alfandega, armazem na-
mero 5.________________________
Aos senhores funileiros
Vende-se em porcao e a retalho caixas de folha
de Flandres eestanho, lado de muito Lea qualida-
de e a prego commodo : na rna Marcilio Dias n.
31, antiga roa Direita, armazem.____________
JOIAS
Jos de Souza Soares 4 C, vendem em 9eu Ba-
zar ra do Bario da Victoria n. 30, um especial
trnenlo de joias de ouro por resumidos precos.
Recommendamo-tas ao bello sexo pernambucano.
VARIADO.
Chitas finas escuras com toque de avaria a
e 7f rs. a peca ou 200 rs. o covado : na raa
de Mar^o n. 0, loja de Guilheime Carneiro
Cunna. _____________________
Cal nova
cnegadi recente-mente de Lisboa no patacho
portugaez Jos ; tem pira vencer Joa-
quim J>s Goncalves Beltro, no seu es-
criptorio roa do Commertij p. 5._______
Farinha de milho.
Vende-se de superior qualidale : na ma larga
do Rosario, taberna da esonioa detroate da botica
do Sr. Banholomeu.
CHITAS
A 240. 260 e 280
Chitas claras e escaras a 240, 260 e 280 o co-
vado, cambraias de cures a 210 o covado : na
loja de Guilherme Carneiro da Cucha, ra do
Crespo n. 29.
Fiordo Tumo
Acaba de chegar nova reraessa de fu-
mo picado para cigarros e calimbo e ci-
garros especiaes co Para, fabricado por -
Jos Julio Sampaio Piros, o melhor pos- 09
sivel : nico deposito em Pernambuco, Praca da Independencia o. 39, leja de S
calgado. ISa
PAWPIMV4B8S.
Bonitos ports buiuet*.
Liniissimos leques ds madreperola mol les in-
teiramente novos.
Cortinados bordado?.
Camisas bordadas para hornear,
Finas meias de seda para reabora,
A Nova Esperanc oue:n tem I
DESAPPARECAM AS SAltDAS
A Nova Esperanca a ra do Duque de Caxias
o. 63, acaba de receber o bem coabecide- leite
de rosa branca, e lam aceite virginal, es juaes
fazem desaoDareeer a; fardas on nannns.
Vende-seo u aluga-se terrenos era Beberibe,com
rio e sem elle, a contento; terreno para toda o
qualquer plautacao, principalmente para cap o e
horlalica ; como tambem controla -se algnns es-
trangeiros para plantar capira e riortalica, cortar
madeira e fabrico da carvo : quem pretender di-
rija-se povoaco ao lugar de-nominado Calienga :
a tratnr com Mamel Elias de Moora.__________
Vende-se a ca-a terrea n. 25, a ra dos Pes-
cadores, com tres quartos grandes, 2 sallas, cos-
nha fora, quintal murado, eaei ba e portao qae
deita para a roa de S. Jo.-e : tratar na ra do
Mrquez de Olinda d. 40, I* audar.__________
A 16#000 cida um
Bornous para senhora, r.s ra.s modernos que
era vindo a esta pra;a, airc >!e outras faienda
proprias para a festa, como sejam as segrales :
Madapolo francez tino, cambraias Victoria e cora
barra, percales, eretones, chitas linas, Bareges,
las, fusloes, casemiras, brins brancos e de cores
de linho e de algodio, e outras frailas fazenas
que se ven le barato, s com a vista : na ra Di-
reito n. 53.______________________________
FOLHINHAS
PARA
kllA IW lOJfc)
As festivdaies >o indicadas para o bispado de
Pernaiibuco. As huras 1as ni3r-, o nascer do
sol, eclipces, etc. (60 pag.), sai exactamente cal-
culadas para Peraamhuco : In i;.;;...Oes estas, qoe
nao se encontrara as folhinhaa impressas no-*'' "
de laoeiro.
0 PRECO E' DE 400 RS. CADA
Constara das segninles variedades .
ANED0T1CA
Consta de cincoenta anecdous inditas, illustra-
das com numerosas estampas.
COMMERGIAL
GUERRA ERAKCOPRUSSIANA
GUERRA DO PARAGUAY
RELIGIOSA
FOLHIUHA DE PORTA
Rs. 160
Urna folha contendo a folhichai o kalenda*.
Gai econmico para os can-
dieiroa de porcelaua.
Acaba de chegar este j bem conhecido com-
justivel, eorao o mais barato, prompto e asseiado
Jo todos ai LDje Mohecidos, e se encontra ven-
da no nico deposito, raa larga do Rosario nu
rn-ro 34.
Me' m barris de quinto
Da melhor qualidade, e prompto a embarcar
vende-se a ra do Apollo n. i.
iial mmmm
Ou memento diario p?ra !S72.
Um bonito volume encdernadi [-ele meis:
preco de
Rs. 2^000
C'->m mtia folha em brn:o p;r cada da do
anno.
EJvrarla francesa
fabriolet
Vende-se ura excellent- cabriolt
ias por prrijo commodo : na ra
14, casa do Gurjo. ______
e q'.ia'r- r-
P.jrentina n.
ROA DO MRQUEZ DE OLINDA N49
,h
r.CSDa i.:
O
. V!
reci-Lfr u.'.
! iuOTK
:
fe Domingos
ra n. 21.
Alvee Mathen;, a roa do Viga-
A.Zaluar.


por menos qne qual-
quer oulro, porque
recebem em direilora
a maior parle de suas
fazendas.



19 RA 1.
i*
DE MARCO 19
roa do Crespo).
m

ADVOCACIA.
G Dr. Manoel do Nascimento Machado
Portelia continua a advogsr e pude ser
procurad,) no seu esoriptorio a ra do Im-
perador n. 83. i ao4ar.
(junha .J Mauta, vendem a
ra du Mrquez de Olin-
da d, 40, o seguate :
VINHO XEREZ superior, em caixas.
COGNAC MARTELL dem."
"VISTO BOREPAUX. ilem.
Vende-se um bora e bonito cavallo, grande, mel-
lado, preprio para a parada do dia i : a tratar na
cocheira do Sr. Thoraaz, ra de Santo Amaro.
"blval sem segundo
tina Duque de Caxias a. 91
Jcs ta Azevedo Maia e Silva, em saa lo
ade roinderts contmu?. a vender tudc
por baratos [Tecos que s todos admira :
Libra de ia para bordar a melhor
que ha.
Gaisas com superiores grampos fran-
oezes a
Duzias de facas e garios de um e
dous botes a
Talheres pare meninos a 210 e
Libras de liaba de novello, a melhor
possiveL
Dozia de lencos de cassa com barra.
Caixas de iichas com 30 Dovellos a
Vara da franja branca para toalbas
Duzias de mer.s enrs muito boas a
Oozias de meias finas para seDbo-
ras a
Sa'albas muito Sds, para fazer a
barba a
Caixas com pecnas de ac com to-
que a
Caixas com peanas de Perry fazen-
da fina a
Ditas de dita di.o verdadeiraj a
Caixas comO caoeruoa p3pel ami-
zade a
petas de fita para coz com 10
varas a
Pecas de tranca lisa de todas ai
cores a
Duzias de liaba fruusa para bordar
a 400 e
Pares de sapatos de irauc* a
Da7ias de baralhos muito fino a
24400 e
Ditas de ago'has para machina a
Resmas de papel aimaco superior a
Ditas de dito pintado o melhor a
oarrteis de ioba A'exandre a
Iravatas de cores mnito finas a
Ditas pretas pontas bordadas a
irosas de bctSes de madrvperola
para camisa a
>5ovei;r- delinha branca, 400 jardas
Duzia de caribes de ltnba branca e
greta e de cores a
Tbesouras muito Goas para QDhas
e costara a
Caixas redendas para bota rap a
Caixas c m pos para limpar denles
f.enda fina a
I.ivro das misses abreviada s
Copes grandes com saperior banha
Macoe ti paltos para d^tes o
mt'w* :.:, peratrfz
L itireneo Per eir *:;
maraes.
Pi ".HINCHA A O I
Yende-sc urna grande psreaa de
tas iaas, corea e-curas, com w-jue
200 t., e iiO o eovalo, grande
pos da paiha e toiss ai .iaali ladea : "
e meninos a 2|30O, 3*, i* e 3*,
multas fazendas era liquidaban para
ras: na ra da Imperatri
mero 72.
G-
chitas fra:-:e-
le avaria. a
raes. de cha
llJ
Ca:r aojoa!, nu-
;:. A. Deoucbe
graiiiie 5: lri.enlo dt
todas ; qualidades,
;:. n t (."es.
N m.sma ca.-a tot ,; -' ''- '
;e relogios do todas s i;,l:d..v.es qae '.-
leiu-so muito baratos.
i.rao publ
w t
. cal

!-

"-
(tfOOQ
160
45000
400
1550C
l^OOC.
SO
160
3550C'
450C0
150K
320
80n
141200
70C
500
40
50C
1580C
2580C
2500C
3560C
45000
10c
500
600
50C
6C
120
500
1520C
20G
15500
15500
Sustento restaurativo
saude
PELA VERDADERA FAI
A, DuBarrj 'Aral
Os abaixo ajssign^dos fazem sciente a seua fre-
guezes, que pelj vapor inglez La-Plata recebaran
Jegunda remes^a dessa exeec-nte fjrinha, enje
uso muito se recorrira:nda \,zv.\ as crian;as, pes-
soas debis e convalescetes, appilcada cera reco-
nhecida vaniagem as const'pa^oea, diarrheas
nausea do Mto*ago, tosse, e-carro de sangue.
pbthysica, etc. etc. Preferida aina pelo ajra.iavel
sabor.Uniricoa outra qualquer.
-, rcci s aJ-r
"in; i traente 1.
r-"a 1 na Doqne
r I
Obji ct ["ra
iii : -. |.u .: ;r br
7. '. cas
ii.-.i-a rif No*
: Casi.- ... 6;{... a ]7: o< :\- -. r .. ><:.' '.'.I
i i .? i-: v : a
A Nava K-'crrnc'. !'
n .v.-'.-i'. ; r.p-i.'t :< :' r-.C
, .. '
ra > m(o uti-a para cunea i-e ilgaeui.
M .. lio.-s d m; i:-., r. a pa iv 5, cru
, ra o me i: -1 .....1S au^ Jr-
,.....;. !-.- mlri'i o..';'. iie-
'.,... |as c, 1 ; .. lindes tneiwva
... oux liu:, I
como d.i- ulli : rfc.i." :-raa muiloei-
pecial esei? c ;>a : a 1 ira senhora-,
les 1 i '' "..._______^__
duBarry de
A3.000rs, apee.
Camnraia transparente eota 10 jardas a 3<000
a pe^a, pechincha : na ra a Crespo n. 20, loja
de Guilherme Carneiro da fcinha.
Cal de
Cal nova ebega la hoje nelo La v-nde Jua-
quim Rodrigues Tav.res de Mello, praca do Cor-
po Santn. (7. I* n.ir.
Popelinas de sea
A I5R0O rs.
Na loja do Pavii vende-se um el^gnte sorti-
mento das nelborea e mais rr.:dernas pepelmat
de seda, que se liquida palo baratiaaimo preeu de
I600 rs. o covad", e grar.de pichincha : a na
da Imperatrii n. 60,: ja Je Pereira da Silva &
C.
PflllUO fiuo
para frzios de machiaas de impTest,af. e para
pre;os, o que ha de melhor : reuie?a na ru.i es-
treit* do Ro.-ario n. 12, typographia commorcia!.
A revalesciere
Lonl s
] : a doeni ce.'.e 5 Revali re du Rarry,
que d sade, energa, appetite, ..ige>;aoe uG?-
canso. Kl!a cur3 as dlspepaia, gastrite?, hume
re, acidez pituita, flato, enjdpa, vmitos depod
rja .:. sida e gravidei, eco tipa^of..'. 1 '' asthma,
ffecs5es pulmonares, bexiga, ja -erebro e
sangue ; 60,900 cera', iuelni ".15 deltas ca
Brasil.
A <.\'j! ^ ciera choc alada du Darrj
eio p,
Delicioso alimento para amuco- e ceia, muitfl
nutritivo, fjrUflcanUo os ervos do estomrKo se;r
causar o menor paso era dr i' cabeca, uea ir
ri lacio.
nico deporto fiara o Bra.-il e nn Pernambt>.-
oa liiarinacia ameri.'aaa Je Fer: ra Maia \ ..
ra do Duque do Caxias 11. 87. (Todo cuidad!
com as falriruv.co.'S.)
atiendo
Vende-se
urna casa cou terreno lodo planuda, cora 160
palmos de largura e 500 de foofio, em tberiee de
baix, ra da Generaco : irta-se no mtuo ln-
3ar com Joo Allerco.
Libras sterlinas
Vende Joaquim Ji RMBoi raa do B. rr IsMl
n. 8, i* andar.
Especiliiiide
Chegou urna pequea remeda de vnho do
Porto era caixas Je da:;a prprij tiara meni-
nas ou pessoas doentea. __________
Bom negoeio
Vende-?e a taberna da ra Iiperiai n. tiO,
afreguezada,dtscbrigada da Braja e sera rviila
activa por ler o dono de retirar-so da pruvinerf.
tratar na mesma caa. .*tt____
a. tu. ecripto-
' t',3 Mala, en-
; ; mmoda
.ra ttlha-
Ven.le-se una taberna sin rna .la Uoeda n.
29, cora poueos lunlos : a tra'.ir na mesma.
A' ra do Cominei ::
rio de Jo; Joaquim d;
contra-se para vender
precos:
Azulej-.s hespatlies.
Folhas de iViro gaivaniaaJa
do de diversos lamatil.is.
Das de dito dito liza.
Bieas i!e farro gaivanuadft
Cumieiras dito.
Portadas coroplelas jara cintaria.
Ladrilhos.
rmrc r^igj rn^r t*KP !?f
mm
4 Hua do Apollo4
jnSo do Reg Lima & Filh tem para vender, JO
00 meuos ijue em outra lualqaer parte, o se-
grate :
Linguieaa ii libas' era tolas.
Alcatrao em barris.
Vinho do Porto fino em caixas.
Dito Bordeax dito dito.
Relogios de pareae e cima de misa.
Vende se a lija do tamnoeos ia. r -
160 g, o ; 'raur nameffi'.
DireiU
CEMENTO
O veniatleiro Poitland : s se vende oa
roa -Ja Madre Dos n. 22, armazm de JoSo
Mar los de Barros.

"cv



!' Ulano de FeroaniDuc" ~ Sabbado 2 de Dezembro le 1871.

<
GRANDE REDUCCKOEMPRECO
FAZENAS
DE
LOJA
DB
FIGUEIREDO
81 IUA DA 1P
CYSME
a LOPES.
iTRIZ \ 64
Ifl proprietarics da lja do CYS.NE convidara ao respekavet publico para viren
jsrover ss do mais completo sorlimenlo de iazindas finas a precos redazidos, adver-
sa*) que estes prtcos so serio a dinheiro. A imperiosa necessidade qae t-.raos em
atisfazer nossos corapr.>issoi, nos obrigaro a serneluautss redi eces. Avisamos aos
teguezes do maUo qie costuraam comprar ora menor^ escala, qie nesti casa encon-
trarlo sinceridade e maior commodidade nos precos.
UUtS com xadrt lindo3pali5js a 320
ss. o covado, peciiincba.
DlTAS, karein, lindas cores a 320 rs.
covado, pee bincha.
Ai,PACAS lisas com lindas cores e lar-
jas a 440 rs. o covado, pechincha.
MERINOS lisws cores diversas e largos a
410 rs. o covado, pechincha.
ALPACAS LAVRADAS moito modernas
8 finas a 700 rs. o covado, pechincha.
DITAS MT\S mtirto modernas e finas a
SCO rs. o ovado.
HAS COM SEDA, lindos padiSu que
seas precos foram de 100, boje vendemos
ipor 8C0 rs. o covado para acabar.
CAMBRAIAS transparen:es flna<, a 3J300
a pega cim 8 I/ varas, pechincha. Di-
la J Victorias a itfO00, 500, 5000.....
3&0. o 70000 com 8 1/2 varas. Ditas
transparentes com dotis c rtes < ti 17 varas
por 1100001 Ditas da cores muito lio-,
lias e finas a 860, 500 e 500 rs. o nif-
3ro.
SAIAS BORDADAS a 45300. 000, 85!
i loy.'OO. Ditas cotu pregas muito ias|
i :t500.
PENTEADORES bordados para senha*a
pelo barato prego de 4' 500.
COLX4 5 da fusia de cor, muito gran
des pelo baratissimo prego de 50000 para
acatar.
CAMISAS para lomeas a 20000. Ditas
a 2^500 al 40500. Ditas bordadas para
homens a 60000 83000 e 100000 cada
urna.
C.4MBBAIA com salpicos a 50500, pi-
chincha.
CAMISAS para men;nos de todas as
idades.
CHALES chinezes com modernos padies
muito prnprios pan senhoras nones*
tas. Ditos de merino lisos a 20500. Di-
tos ditos estampados muito finos a 50000.
Ditoa de meiim a 10 00.
LUVAS DE PELLICA frescas de Jovin a
:105OO.
L.US finas com tecido de b.rege para
acabar 360 rs. o covado.
BOLSAS para viagens a 40500.
TAPETES de diverso? lmannos para
guarnido de sala.
PARA LUTO.
Tintura jpoui.a.
8 nntaa approvada paja m aaadaraia* dt
iciaooia, reconhecida superior a toda queteatap-
oareaido at hoje. Deposito principal i m d>
ladaia do Recite ve. 51, 1* andar, em todas aa bo-
ica casa de cabelteireiro.
M Sfcijs arajAatnjlal djfoojros
lijos do sea neglo regalar, os segrate, qne
ftndam por presos mai mdicos que am on-
a qualqnor parte:
PORTAS de pinto almoadadas.
PORTEIRAS de ferro para cerca. .'
sAUTae ibIm. ___5
ESTlliAS da India para cama e forrar sala.
CANOS de barro franco* para esgoto.'
dSSOfonerior em poredea a coutonto.
CEMENTO de todas as qoaiidar:.*.
CACHINAS de descarocar algodo.
LONAS e brinzes da Hussia.
americanos para forro de cano,
americanos nmilo bous e econmico,
_ IH de Bordean*,
GNAC superior da Gautier Preres.
fARELLO em saceos grande a 3*500.
AGUA florea legitima.
BALANZAS deeimae-.
CADRIHAS americanas.
BHL'M da Jamaica.
AK'LKJOS de Li>br>a.
D
10 -Ra do Crespo10
Pecas de algodo com 20 jardas a f, 4*500
Xarope
(Jasca de laranja* amargas K^1'
madapol* a '*t, U, 3*500, 6/, e
fraucez superior a
as qualidades a 240,
o covado.
um
6**oe. i
Ditas de Uto infestado,
10*000.
Chitas francezas de todas
m. 300, 310 e 360 o covado.
Cambraias de core a 540 e 280 rs.
Dita lita de cor a 320 rs. o covsdo.
Ditas prela para hito a GIO rs. a vara.
Pecas de cambraia lUa transparente a 3J, 3oO$
e 5*000.
Ditas de dita lapada Vicluiia, a 4, 4*300, 5*
e7*.
Ditas de dita transparente, solas muito fina
com 17 vara?, 14*.
Ditas de dita bordada com 10 jardas a 7* 6
^Organdy dhdo fioo a 700 rs. a vara.
Bnloaatina branca ofctiada a 440 e 500 rs. o
cotad.
Bretinha de linbo com 2b varas a 20*CC0 e
DiU de dito' infestada com 30 varas a 27*.
Brabante de linbo com 10 palmos de largura
2,800 a.vara. -
Dito de algodao a 1*00 a vara.
Atoalbado de dito e de nho com 10 palmos de
.
1
ftUKSDBARCOSi 4('00 pira **lJSX? SF** T^\ fTS'
cambratas, chitas e mmtas outras fazen*
das.
PAR.V HOMENS
CASEMIRAS finas cora bonos padroes
a 90000, (30500 e 40800 o co;te.
ROUPA FE1TA
Por baratissimo pre?o inclusive superio-
res sobrecagacos de panno fino a 200000.
pech.nha.
ovctuacbtj D:!()i 0;im s;:ia e baado bnr-
ado mor o I :dos a 05000.
FILO Je oii preto e luatico deaperior
qoalidade.
ATOALHADOS Reotbemos ullioMmeo-
l atoalbados di liaho moito superior por
3i2Qos qne em oulra qualquer parte. Ditos
s al^odao cota bonitos desenhos a 10800
i vara.
;i hs muito superijres a
TOALHAS f
:<300O a duzia.
WCOS CORTES de vestidos de fil
rra bolnbas brilbantes propriosptra par-
tidas a 3O0COO.
Tamtem temo3 um excellente alfaiato que
se encarrega de fazer qualqoer pe^a de
obra ao gosto do freguez.
POUPELINAS.Tomos um completo sor
tmenlo tan'.o em xadrez como com palmi-
VESTIDOS brincos bordados com L.ba-,n,13S e Por baraiissiaos precos.
ios pra ccabar, liquidase p,ir i fiOiJO, seu GROSDENAPLES tanto preto como de
prejo oi de 160000. Ditos brancos com core?, temos um grande sort.menlo o por
Obadts bordados pelo b;rto preco de!menos ijueem out.-a qualquer casa.
TjOOO. Ditos brai eos com paimiubas de! ML'SSELINAS brancas lavradas muito fi-
.'a de cor mullo lidos pelo barato prego nss a 400 rs. o covado.
^rSL^r' ^S fin?8 3 iW0- BIULIIANTINAS brancas lavradas a 500
(.RETOES lisos de ..ores diversas pelo rs 0 COVado
arate pitp de 50ii. i -LENgos rancos ab3nha(los a WM0
Dito com puit-s de cores, laanda su- pechincha
prior a 440 rs. 0 covado. | UA-BADOS bordados Baos de lindos pa-
MANT1LUAS a brasi.eira de fii de seda'dres.
i-elo barato preco de 140000. Grvala*, coliarinhos, punhos e moito-!
CAMISAS BORDADAS para senhora por otitros anigos que s se encontra na loja do
aenos qce em octra qualquer parle. CYSNE
Ra fe
S
RA DUQUE M CAXIAS N. 29
Os proprieurios deBie." grande e bem montado estabelecimento scientificam ao
raspeitavel publico iesta provincia, que se acham cm um variado e completo sortimento
m movis, tanto naciouaes wiinw estrangeiros, aeiide estes escolhidos capricho por
um dos ancioa queio aoha actuatuierite a Europa, e por isso os podem vender mai-
aaratoai 20 % monos de que em outra qualquer parte. O mesmo lera contratado com
os oelbores fabricantes daquelle continente as remessas das mais ricas mobilias feitas
m. Na ofljuna tem os mais habis artistas deste genero, e por isso aptos a fornecerem
obilias as mais aperfeicoadas para as casas da provincia consideradas de-primeira
dem. Pedem. portioto, que venham visitar dito estabelecimento, onde encontrarse
a realidade do q,oa acabam de expr, passando a examiaarem : ricas e completas mobilia
3 Jacaranda, uiogno, faia, carvaiho, amarello, etc. etc., ricas e elegantes camas de
.scaraad, po-setim, amarello, etc. etc., guarda-vestidos de amarello, guarda looca de
c->gneira, amarello, com lampo de pedra, aparadores de dita, dito, com dita, petiti
tiettes, especialmenle para fazer barba, toilettes de Jacaranda e amarello, com'pedra
e mohos outros aitig03 de gosto, que para se n3o tornar enfadonho prescindimos d
asar men^So delles, o que s cora a vista poderao apreciar.
COM
BROMURBTO DE POTASSIM
DE
Este novo preparado aprovado pela, academia
mperiai de medicina, moito se recommeada pela
na aeco sedativa e calmante, sobre o systema
nervoso, o bromureto de poiastaium, nao deixa de
'ar os mais ceos resultados aa diversas atTec-
;6es do orgaaismn e principalmeate as awleabas
io cor.^j i,.da.- ia? diesliva.i da..resnjrjljo d3
/las genilc-nrinarras, na epilepsia, as molestias
aervosas da prenhez, na insomnia das chancas
dorante o perioan da derulcio etc. ele
Yende-se na (barmacia e drogara
d.
BarthaJomen &
34RA LAR3A JJPQSARIO34
RIVAL SEM SEGUNDO
RA DUQfi DE CAXIAS N. 1.
Jor Bigodinho, com Jeja de mioaezas,
ava a todos es es seos freguezes qus esta*
torrando linio pelo oreco, a vista da fazen-
da, para todos admirar, a saber:
Thesooras grandes e pequeas o
mais finn qne lia a j|000e 10500
Pegas de tranca de lia e algodao as
mais modernas a 160
Frascos eom a?oa de colonia mwta
fina a 400 e 500
Frascos com agua de colonia ver-
dadeira a 800 rs. e 10500
Cbapos braacos para baptisados e
melhor qae ba a 30000 e 50000
Duzias de botoes cobertos do seda
para vestidos por todo o preco
para acabar.
Libra de areia preta a 160
Grogaa de botoes de ronca branca a 120
Gaixas enm ICO envelopes lazeoda
fina a 500, 0C0 e 800
spelbes de moldura dotirada a
800 10000
Pentes preos yelteados pora me-
ninas a 240
Tinteiros com tinta preta a 80 e 100
Pecas de fita elstica muito fina a 20C
Latas cora superior banha 60,100 a 200
Latas grandes com supciiur bauha a 320
Frascos cem oleo de Pbiloeome a
500 e 800
Frascos com macaes J Perata a 240
Frascos com agna de Colonia verda-
dera a 40000
Ditos com aleo de ba >osa suderior a 320
Carritels de retroz preto com 2
oitavas a 600
Caixas cora agulhasfraficezas a 160
160 240
Pecas de uras bordadas a 500, 600
800 e 10000
Garrafas cora a verdadeire agua
florida a 10300
Cartiihss da Doutrina CbrisUa as
mais modernas a 400
Sscovas muito finas para limparos
denles a
alcoeboadas para rosto a 7* a dusa.
Ditas e nho do Porto felpudas a 10*000
tite.
Gnardanapes de nho a 3* e 4* a duzia.
Cobertas de chita a 2* e 2*500.
ibis s de chita adamascada forradas, 4*, 4*300
e 5*060.
Colchas de damasco de coree a 4* 0*.
Ditas de fustao alcoeboadas a 5*.
Cobertas de la escoras a 2*.
Ditas de algodo brancas a 1*400.
Colisiriacos de linho a 500 rs.
Chales de merino lisos pretos e de cores 2*000
a 3*000.
Ditos estampados de meia casemira a 2* e
2*500.
Damasco de core* a i;',' n.
Lencos btaoco do caaea tinos, 2*, 2*500 e 3*
a dasia.
Ditos ditos e de cor abaipbado largo a 3* e
3*500 a ilBzia.
Ditos dito de cambrai > Je liobo finos a 6* a
duzia.
Ditos de esgno de liunv a 4*, 4*500, 5* e 6*
a duzia.
Dnm Angola a 640, 8Co o 1 '000 o corado.
Brias de liobo de crrw a 50 y rs. o covado.
Corits de meia caietoira para calca a 1*200 e
1*400.
Ditos de casemira pora calca a 3*5CO, 4*500
5*500.
Ca^emvas de cores de doas largaras, 2*, 2*30
e 3* o covado.
Ditas prelas, duas larguras a 2*500 o eovado.
Pao fioe preto e azul a 2*, 2*500, 3*000
3*500.
Dito dito muito fino superior a 3*, 6* e 7*
covsdo.
Laas e alpacas de cores para vestidos a 430
300, 600, 700, 800 e 1* o covado.
Toalbas com labyrintos para bandejas e para
rosto a 8*, ID* e 13*.
Camisas de flanella branca, e de cores 2*,
2*300, 3*. 3*500 e 4*5G0.
Grosdenapoles preto e de eores 2*, 3* e 4 o
covado.
Do-se amostras coa penhor.
Yende-se tambera grande quantidade de roupa
feita e por mi-diJa por precos muilo reduzidos.
240
A 3#00.
Retaiha-se, para acabar, a tres mil ris por pal-
mo, os lotes de terreno que restara do sitio Agaa-
zinha do pono da Madeira, era Btberibe, com 800
palmos de fondo. Aos domingos e das santifica-
dos estar pela manha em dito sitio pessoa habi-
litada para quaeqner informacS^, e para negocio
nos das uleis, ra do Crespo n. 12, primeiro
andar.
ua rpida e radical dus
callos
pela pomada Galopeau
Essa pomada qne tao bons resultados tem colbi-
du as pessoas que della tem feito uso aeaba de
chegar para o seu deposito especial..
NA
Pharmacia e drogara
DE ,
Rartholomen C. ra larga do Rosario no-
^^^^^^^^ mero 34-
l 0. 0. Doyfe tem em ^eu
armazem para vender
O SEGUINrE :
COGNAK HENNES.
VIMIIO XEREZ.
DITO DE LISBOA,
FILTRADE1RAS.
B1TTFR
A' roa do Commercio n. 38.
FABRll1!
DE
Nadadores ou salvas
vidas.
Proprios para baobos de mar : vende-se a 5*,
8*, 10* e 125. Chapmsn : Ra do Imperador
n. 45.
VENDE-SE
municao a retalbo, qualquer 24*
Carro.
Superiores cigarros do Rio
de Janeiro.
Domingos Alves Mathens, nnico agente oasta
provincia da fabrica imperial ae cigarros de S
OLEO PL'RO DE F1GAD0 DE BACALHAO ,Ju^ de *W*fi ^ubelicida no Hio de Janeiro,
Vende-se ama bonita e bem construida victoria
com arraios de metal do principe: a ver na co-
eaeira do Thomaz ra de Ssoio Amaro, e a tra-
".ar na ra do Imperador r>. 83, andar.
DA|
TERRA NOVA
DE
H. LACOMBE
Este oleo qae tao boa acceilaco tero merecido,
aaito se r- rameada por ser o mais parificado
fae ai* hoje tem vindo, e anda pelo bom paladar,
aperior a nutro qualquer : vende-se no deposito
especial de Barthalomeo A C.: ra Larga do Ro-
tem sempre um completo sortimento de todos os
cigarros, famo picado e en latas. Tem igualraenw
os afamados cigarros Conde d'En, feitos com mag
aifleo papel de palba de milho e fumo superior
Para governo de seas fregaezes, qae tem estabele-
cido depsitos flllaes. as casas dos Srs. Thomat
Francisco de Salles R isa e Manuel de Souza Cor-
deiro SimSes Jnior, no balrro do Recite, e todo
luanlo for vendido em oatras casas com a firma
de Souza Novaes & C. sao falsificados.
Calpado barato
Boneguins de bezerro tara hornea a 6* e 7*000
Ditos de ph Ditos de dila para meninas a 2*000
Vfnde se na pra^a da Independencia n. 39, loja
4e Fono h Bastos.
Vende-se doas casas em chao proprios, no lar-
n da Soledade as. 18 e 20 : a tratar oa ra da
*fi a. 46, i* andar.
A 3*000
Paletvts de alpaca lisa.
Est em liquidacao urna pequea poreSo de pa-
letuts de alpaea de todas as cores e de diversos
feitios, e vende se a eseolher a 3* cada um para
liquidar : na loja do Papagaio ra da Impera-
n. 40.
9
Chumbo de
com descont.
Cera em vellas, a 1*400 por libra.
Linha de roriz e retrer.
Na roa do Vigario o. 19.
Vende se excedentes terrenos margem do
rio Beberibe e perto da esta cao do camioho de
ferro : a tratar com o Sr. Joo Feitosa : oa rn
estreita do Rosario n. 23.
J-'revenc&o necessa ia
Qnando muitas lojas procaram adquirir grandes
lucros nao compadecendo-se das boleas alheias,
a Nova Esperaoca basca coosegoi-ios sem qae de
forma alguraa va entesica-las; porque segu sem-
pre o seu antigo e santo systeraa de vender bara-
to pira vender muito e chegar assim ao fm dte-
A Nova Esperaoca nao almeja somente o locro
pecuniario, soas aspiragoes gao raajs benvolas,
em quanto ao inleresse material, cootenia-se com
a rnediocredade, em quanto porm ao moral, on
entao ao tssencial qae ella julga nomeada-sen-
te urna va-ta smbicao, qae detesta e faz toda a
guerra ao costume macarrnico da caresta.
A soa prevenci necessaria, consiste em avisar
ao respeiuvel pnbco e especialmente ao bello
sexo, qne ella est sempre provida do que ha de
raelhir e mais elegante no mundo das modas, e
entao necessarto nao deixarem a Nova Espe-
ranza para preferirem outro qnalquer estabeleci-
mento, porque aqoi, 6 o typo da caresta, e all,
(oa Nova Esperaoca) o epylogo de lado qoaolo
e bom e barato. i"
Manteiga ingleza.
Vende se i 800 rs. a libra e 1*760 o kilo : na
roa de Pedro Momo a. 1, antiga ra da Praia.
No Forte do Matos, es-
criptorio por cima do trapiche
Oantas, ha para vender carvao
das qualidades seguintes:
SUPERIOR NEVVEA0STTE.
COK.
FERREIRO.
Vnde-ae em porfo e a retalho por prt-
go moito commodo.
Vende-se por 1:100* a casa terrea na Ca-
tunga (roa da Amizade) n. 38, em chaos Drooriaa
p tratar na roa de Maxcio Dias a. 15. '
CHAPEOS
DE
Todas as qualidades
B, Vi ra larga do Rosa-
rid b. % V andar
Se o desejo dos proprietarios de^ta fa-
brica fosse nicamente Iludir a f pu-
blica, ha muito que teriam annnnciado
os seus productos, mas para currespon-
derem mais dignamente confianza nel-
les depositada, esperaran! reeeber os
objectos e pessoal, que acabara de che-
gar-Ihes.
Hoje, pois, que a soa fabrica se ach :
montada com as mais aperfeicoadas ma- j
chinas, com os melbores petrechos e ser- '
vida dos mais peritos offleiaes europeos, j
podem os seas numerosos freguezes e
o publico era goral encontrar desde j. !
Cbapos de seda da ultima moda, seo- !
do altos e baixos.
Ditos de castor de todas as cores em J
formatos iogleces e amburguezes.
Ditos de feltro de todas as qualidades j
e fetis, tanto para homem como para l
criancas. j
Ditos de velludo para senhora.
Ditos para ecclesiasticos, redoudo, trl-
anuulau.-. e a romana.
Ditos armados para militares.
Ditos de pasta.
Concerta-se toda a especie de chafos f
quer de homem quer de senhora, com a I
_ maior pericia e mais barato qaeem qaal- i
I quer outra parle, assim como se rece- |
I bem encommendas taoto para a provin- |
5 cia como para fora.
RA DO DUQUE DE CA\m
(Oatr'ora do Qaeimado)
Tendo-se resolvido d'ora a-vante vender-so neste estabelecimento todas as fazen-
das existentes do mesmo, por precos qae todos admirarlo, acho de mea dever partict-
pa-Io a todas as Exmas. familias em geral, afim de viram visitar este estabelectraento
ou mandarem bascar amostras, garantindo-se-lbes um bom sortimento de fazendas da
algodo, 15a, linho, e seda, emfim urna infinidade de artigos de moda mandando-ge ai
casas das Exmas, familias, por em pregado da casa, lo Ja e qualquer fazenda para ver
ou escolherem.
As pess&as que veodem em menor escala poderao bom sottiretp-se neate estabe-
lecimento que vender pelos mesmos precos que em qjalquencasa importadora, tendr
a facilidade de comprar qualquer porgSo.
O 65 tem na completo sortiraento de roupas bem acabadas o qne vende por
presos muitissimo commodo, mandando tambem fazer por medida toda e qnalquer obra
que os concurrentes desejarem para o que tm um dos mais habilitadsimo meatr
alfaiate, corlando por um systema intoiramente novo.
Os annuocios nesta praca est3o e por certo (Jevem estar desacreditadissimos, poi
qna ha casas que annunciam aauillo que nao teem, o que o to garante nunca dar-se em
sea estabelecimento, pois que s deseja bem servir ao publico em geral, para ganhaf
grande nomeada em todo o mundo.
O C5 acha desnecessario mencionar os precos de saas fazeada3 pois que isso tor-
naria-se demasiado macante para os leitores, por ler de ser demasiado extenso sea ao-
nnrjcio, e mesmo para se tornar menos despendinso, pois que vendendo muito e mnito
barato mister encurtar saas despezas. A sinceridad dos tratos do 65jolgo que ji o
publico conhece demasiado, pois que sempre tem cumprido com aouillo que anQuncia
nao verdade ?
E' INTIL, NAO SE CANCEM, COM 0 65 NINGEM PODE COMPETIR
RA DO, DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
WWW t *.K.
56 ARa do Mrquez de Olinda56A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz coBhecido como principal e reoottmea-
dado pelos grandes depsitos e bons sortimentos com qoe sempre prima em ter da
iLelhoras, mais acreditadas e verdaderas machinas americana para alea-
da, desde 10 60 erras, e havendo em todos os tamaobos diversidades de sjste-
mas e melhoramento3 para perfeito e rpido descarecameato; tornam se dianas da
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os qnaes, alm disto, encontrara
tambem mais :
m
Libras sterliaas.
Vende-se no armazem de fazeadas de Augusto
f. de Oliveira & C. roa lo Commereiu n. 41
Venda se nm elegante, leve e novo carro de
qnatro rodas, americano : a tratar na roa do Im-
perador n. 80._____________
Veode-se um carro americano de quatro
rodas, novo, muito leve e elegante : a tratar na
roa do Imperador n. 20.
Xarope peitoral de James
Uoico deposito na pharmacia amercana de Fer-
ieira Mala A (i, 87 roa do Duque de Canas nu-
mero 57.
Vende-se ama parelna de burros manso,
ensinados e ptimos para carro: a tratar i ra
do Caes ti de Novembro n. 28.
Formas para pdins e can-
Sica.
A loja de louca da ra Primeiro da Mareo n.
16, de Beroardioo Duarte Campos & C, ebega-
ram as moito desejadas formas de louca para, po-
dios e cangica, as qaaes ge venJem por mdico
preco.
Aparados vapohks- lobomoveis, de torca
de 3 4 cavallos, e pertences.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea* e la-
de ira.
Carros de m5o para atterros.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanbado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guardas- coaidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafosos de ferro.
Ditas dila ditos de madeira.
Trens para cozinha.
Correnles para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padariaa.
Pertences avalaos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes
milho e caf.
Debulhadores para milho.
Azeite de spermacele para machina.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Canos de ferro, esmaltados.
Ditos de dito estanbado.
Dilos de chombo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiroa.
par


Temos de bandeijas finas.
Emfim muitos cutre* artigos, qoe s avista e neste eabFdmeato poderle
examinados.
i
m
MACHINAS
nu mnm kima
De 10 a 40 serras.
VAPOR
para mover as machinas.
Em casa do mpoitunoBpsIRaa do Boa4eias n. 4
Shaw Hawkes 4 C. -l oatr'ora Crua.
^ I
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fTvJDiam d Feriiajui>aeo ^ba4o Ada Je%nbro i 4871.
S-EALIMITBS
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FEUX PEREIBA DA SILVA ft C
NA RIJA DA IMPERATRIZ N. 80-
S a dinfeeiro vista

03 propriet.irios desto estabelecimento ton do grande neccssidade de diminuir o in,
menso deposito que tem de fazeodas e grande urgencia de apurarem dinheiro, tem re-
sollido (azor urna verdadeira liquidacSo cun grandes batimentos dos precos de todo:
os seos artigos: para o que convidara ao respeitavel publico desta capital a vir sortir-st
pois le garaDtem que m parte algara i poerao eacootrar t5o grande sortimoDtoe mes
mo nao compraro pelos precos que se Ihes pode vender na loja de Pavo ; porra ad
virtindo-se qna so se venda a dinheiro vista. Os mesmos proprietarios deste estaba
lecimeDto rogara a todos os seos devedores desta praca o favor de virem saldar seus d-
bitos, e todos aqoelles que estiverem devendo contas antigs e o nao zerem terao dt
ser eacommodados judicialmente.
Lisiahas baratao do Parlo.o T.,'Q Af> Pair&n
Alsacianas com linias tiaras de seda a > AiJjct UU XT*VctU
IiSCOOO o covado. SAIAS BRANCAS BARATAS
Ditas lisas com muitobrilho a l#o c&vado' a 2^500 e 30000.
Atlantas, fazenda de muito gosto tecida, O Pavo vende cortes de boa azendi
com seda a 720 rs. o covado. branca com bonitas barras de pregas, pele
Ditas com quadros de seda e cores muito ha-atis imo preco de 20503 c 3,5000 cad
delicadas a 610. uma, grande pechincha na ra da Impera
Poil de chvre, d'oma s cor com muito! Uta n. 00, loja do Pavo.
brilbo a 500 rs. o covado. j MODERNAS BAREGES COM LISTRAS DE
Merinosescosseres fazenda derauito gosto SEDA E FRANJA AO LADO,
para vestidos b i: us e roupas de menino1 a 800 rs o covado.
a 640 rs. o covado. Chfgoo para a loja do PavS, ra d;
Gargorlo moito bonito, lendo de todas Impemriz n. 60, uro elegante sortimentc
as cores a 400 rs. o covado. das mais lindas bareges modernas e tende
Llasmnas nodernas com differentes gos-'ao lado bonitas listras asselinadas e franjas
tos a 400 e 500 rs. o covado. j Dar os enfeites, as quaes se vender pele
Ditas ditas a 28-) e 320 rs. o covado. ibaraiis imo preco de 800 rs. o covado, pot
Bareges tran res a 160 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
de moito gosto a 500 e 800 rs. o covado.
CassasdoPV&o.
Cassas inglezas com bonitos gostos a 200
e 240 rs. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francesas de muila phanUsia a 400
rs. o covado.
Cortes de casaos com 7 varas fazenda
moito fina e bonita a 25500 e 35000.
Ditas d'organdy branco e de cores a
2|500.
CORTES D'ORGANDY A 45000.
O Pavo tem cortes de organdy branco
com 8 1/2 varas que vende pelo barato pre-
co de 45000, assim como finissimo organdy
branco com istrinhas e qnadrinhos o me-
Ihor qoe tem vn ao mercado e vende
pelo barato precj de 7>0 rs. a vara.
Popel'uas de seda a $.
O Pava,) tem nm elegante sortiuento de
poupelinas de s da tamo lisas como lavra-
das as mais modernas que tem vindo ao
mercado e vende a 2(5000 o covado.
GAMBhAIAS LARGAS A 00 RS. AVARA.
O Pavi) tem cambraia branca iransp3-
rente de boa qnalidade, com 8 palmos de
largara, que apenas precisa 4 varas para
am vestido e vend a 800 rs. a vara, dita
finissima da Escos.-ia tendo a mesm3 largu-
ra, que vende a 15^00.
CAMBRAUS BRANCAS A 45000 E 45500
O Pav3o tem peas de cambraia branca
transparentes com 8 1/2 varas que vende
pelo barato preco de 45000 e 45500, ten-
do tambera muito finas de 55000 at
100000.
Ditas tapws on Victorias tendo de 35500
a pea ate a mais tina que vem ao mer-
cado.
Cros icaaplcs preto c de cores.
O Pavo tem uta grande sorlimeuto de
grosdenaples e gurguro preto para vestidos
tendo de 15600 o covado at ao mais sa
perior qoe costoma vir ao mercado, assim
como um grande sortimento de ditos de
todas as cores e branco e um bonito sorti-
mento de setins branco e de cores que ven-
de Dor pr. eos muito era ennta.
ESPAIITIL10SA45000
CACHENEZ a 45, 55 e 65000
O Pavao venda espartilhos de todos os ta-
manhos a 45 e 55000, cacheoez parisiense
com delicado ponto e de cores, a 45 55,
e 65000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 85, 100, 125 e H5000.
O Pavo tem um gran le sortimento de
cortinados ricamente bordados, proprios
para camas e janellas que vende de 85 at
165000 o par.
Pecas de cambraia adamascada cora 20
varas a 105000. crochet ricamente bordado
para cortinados a 15500^) metro. Assim como
ricos damascos com 6e 8palmis de larga-
ra proprios para colchas de camas e tam-
bem ricas colchas de damasco a imitarlo de
seda e ditas de crochet as mais lindas que
tem vindo ao mercado.
MSSELINAS DE CORES A 400 RS. O
COVADO.
O Pavo tem um bonito sortimento de
musselinas de cores, padres apiramente
novos e cores fixas, que vende a 40J rs. o
covado. Ditas brancas muito finas a 400
e 500 rs. Metim branco da India muito fino
para vestidos e roupas de meninos a "O rs.
o covado. Cretones de cores moito eocor-
pados para vestidos a 600 rs. o covado.
ROUPA POR MEDIDA NA LOJA DO
PAVO.
OPavo tem omabera montada oficina de
allaiate, administrada por um hbil me tre
naeioaal, aoode se manda lazer qoalqaer
obra de encommeoda, tanto para homens
como para meninos, garantind -se a promp-
tidfto e acei't era todo o trabalho, e 00 mes-
mo eiabei*cimentocQcontrar5o os respeita-
veis frageles todas as fazendas proprias
omosejam pannos de todas as cores qaa-
diades e preos.snovas cneairas de gosto
re ns broncos e di cores, assim como todas
Jasazendas proprias pava falos de lulo.
CASAQWNHOS A 155.185 E Q0 iO.
O Pwfl tem um grande sortimento de
icos casaquinbos de seda preta moi o hem
enfeitaio e modernos que vende 1 155,
185 e 050OO, sendo fizenda de muu>

rrrutu
H'BSTA ARTIGA E CHEDMATA
FABRICA
>
IRGIITU II CQBSI1HT1IISTI I C01PLII0 StlTIUlII ll
CHAPIAS DE sei
De toda M qualidades I
Be todos os feitioi I
<

De todas os precos I
RUA DO CRESPO N* 4

Cofres de ferro de MilBers e ootrM
i r8IlQ3S pnra copiar cartas.
Balanpas de pesar, Decimae8i Rofflanag> mc>
Tachas de ierro, tttlBhld0.
Arados Americanos


UrraeS, para agricultura.
Carrinhos de mao.
'

Machinas a Vapor
JlLaCilinaS de descarocar algodo, de 10 at 40 serras.
UapaS e ierrO galvanisadas para cobrir casas etc.,
Estes artigos vcn3em-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes & C,
K. 4 RUA DO BOM JRSUS.
(OUTR'ORA RUA DA CRUZ )
LIQUIDACAO
Mi
.
/en a; assim como delicadsimas bareget
com lidas listras de seda, sendo fazenda d(
muita phantasia a 640 rs. grande pechio-
cba, no armazem do Pavao.
Fazenda para luto.
O Pavo tem um grande sortimento d(
f-izeBdas pretas para luto, como sejam :
Merino preto coco 6 palmos de largar.*
para vestidos a 2^000 e 20500 o covado
Merinos pretos e de cordlo para todoi
os precos e differentes qualidades.
Bombasinbas para todos os precos.
Cantos e alpacas pretas. Llasinhas pre
tas ou cassas de la de 360 at 500 rs. c
covado.
Cassas pretas francozas e inglezas de lo
das as qualidades.
Chitas pretas francezas e inglezas de 20(
rs. para cima.
Crep preto para veos.
GASEMIRAS PARA CALCAS A 4-J, U, U
7,5 E S^oOO.
O Pavao tem om grande sortimento d(
cortes de casemiras de cores para caifas
sendo os mais modernos que tem vinlo ac
mercado e vende-se de 40 al 100000 (
corte, ditas em pecas francezas e inglezas
para caifas, palitots e colletes qne vende d(
10800 al 60000 o covado, ditas escaras ;
prova d'agoa que vende a 50 o corle ou
30 o covado, sendo estas casemiras moiK
proprias para meninos de escola por seren
es ;uras e de mnita duragao.
NOVOS VESTIDOS A 50000.
O Pavo tem lindos cortes de vestido d<
finissimas cambraia* com bonitos '"trdados
da cores e tambem todos b "dados ;i hraocc
que vende pelo bmiissimo prec,o 500(
cada corte, grande pecbinrba
PANNOS DE CROCH PARA CADKIHASI
SOPHAS.
O Pavo tem um grande sortimento di
pannos de croch proprios pi-ra encoBto d
cadeiras e de sphs, assim como um rice
sortimento de tapetes de todos os tamanbo:
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 40, 4 5500 E 50
O Pavo tem pecas de madapojo com 2
jardas ou 20 varas que vende a 40 e 405(K
a peca, dito muito fino e largo de 60 par:
cims, dito francs do melhor que tem vind
ao mercado, assim como dito finissimo en
pecas de 40 jardas.
Cortos de cMttts.
a 10600, 20000 e 20800.
O Pavo tem cortes de chitas franrezai
com 10 covados, que vende pelo barato pre-
co de 10600 e 20000, ditas que vende ;
160, 200 e 280 rs o covado, tambem tea
um grande sortimento de ditas finas clara:
e escuras qoe vende a 280 e 320 rs. o co
vado e finissimas percales miudinbas propri
as para camisas, vestidos 6 roupas para me
nios que se vende a 360 c 400 rs.
LENCOS BRANCOS.
O Pav3o tem lencos br?ncos absnhadoi
que se vende a 20400 e 30. a dozia, ditos
granos de ranrira sem ser abanhados i
30200 rs. a duzia; assim como bonitos len-
tos bordados para mos.
ROUPA PARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino send
maito bem feitos de 120 at 400000.
Palitos de panno preto fraques e sacc
de 80 at 120000.
Ditos de casemira de cor de 60 at 125
Ditos de alpaca preta fina de 40 a 60000.
Ditos de dita branca e de cores 60000
Ditos de brim de linbo trancado a 60000.
Calcas de casemira preta de 60000 at
120000.
Ditas de brim branco de linbo de 40OOC
at 80000.
Ditas de brim de linbo de edr para todos
os presos e qaalidades.
Camisas francesas e inglezas com peitos
d'algodo de 10600 at 50, em duzia ven
de-se mais barato.
Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Ceroalas de linho e algodo, francezas e
feita: na trra. .
CoHarmbos de papel, algodSo e linhc
que se vende maito barato pura liquidar.
Para noiras.
O Pavio tem rico gurguraV) de seda, bran
co. Grosdenaple branco mnito encorpado
Agracianfras brancas com listras de seda,
Poiielioas brancas de seda lisas e lavra-
das. Seda brancas. Imadas e lisas. Ca-
Una da Imperatriz n. 40
Os proprietarios da loja do Papagaio fazera sc3nte ao respeitavel publico, e espe
ci8lmenle Exmas. familias, (amigas da econ imia domestica) que at ao im do anno
ratam de liquidar pelo maior (.reco qoe derem as fazendas seguintes :
Um grande deposito de roupas feitas de todas as qualidades e tamanhos, tanto para
meninos como para bomens.
Uma grande porco de lazinhas, bareges. alpacas lisas e lavradas de todas as
cores, e vendem-st moito baratas para acabar.
Urna grande porco de cassas de cores, e organdys, tanto miadinhas como grvi-
das, muito fixas em cores e muito finas, e veadem-sa por preco barato para acabar.
Bonito sortimento de sedinhas lavradas de cores, e poapc-lin3S, setim branco, pon
eliDa branca lavrada, gorgoro de seda de cor para vestidos, azul claro e cor de
nza.
Uma grande quantidade de lencos de esguio j abainhados, maiores e pequenos:
pelo rnesmo pre?o dos de algodo.
Uma porco de costuraes para meninos de 4, 5 e 6 anoos. de alpaca muito fina,
todos forrados, e delicadamente enfeitados por preco muito barato.
Grosdenaples preto em quantidade de 10600 para cima.
Urna grande quantidade de camisas de linho para homens e para meninos, tanto in-
glezas como francezas, com collarinho e sem elle, absrturas bordadas, collarinhs. pu-
ncos, e ama graede porco de grvalas e maotas de todos os precos, collaiiobos de pa-
el para meninos e homens, ludo por preco baralissimo. .
Podemos asseverar que temos um completo sortimento detodas as qualidades de
fazendas, e nao especificamos todas, para nao tornar o annacio eof3donbo.
A VISTA. FAZ ST2
Ra da Imperatriz n> 40.
DE
MENDES &' CAMLHO
mais valor,,wm cotte riwt- ob*&:.pnrtos rpellas com palma de flor de laranga floo
bordartoa com franjas largas de retroz
100 e f2#XK).
A loja do Pavo acha-se constantemente aberta das
boris da ao*e, roa di Iraperatr ir. 60.
ricos veos bordado*, qoe todo se vende mar>
barato do qoe esa otra qualqaer parte.
6 horas da miaba at n 9
uea m vio um processefmais perfcito e qufr at-
i* de tal forma a satnuer as exifaneias mais
,itru da escpturaco.
1 taa edr lindissima e nao precisa de cuida-
o ilgum para se conservar no tinteiro sempre
om a aiesma edr, sera borra, crsta, bolor on sem
'Ais astas mazellas inherentes i (odas as tintas
.* agora cenbeciJas, anda mesmo dos mslhores
alores estrangeiros.
Sobretndo, este estimavel producto nao ataca aj
anu de a?o, antes pelo contrario, a penna
rquire am esmalte donrado que, sendo iateres-
u, asss pruVeilOsO.
u tinta, nao sendo especialmente para copiar,
a comtudo daas, tres, on mais copias om ojea
oou de escripia ; preciso, poroi, deixar-lhe
iP*Ml bem mol hado sem o enxufar com o maia-
.rro, porque uao ba o risco de borrar. Para se
irar mais de uma copia, nao se afgiooMcaai un-
an tclhas qaantas copias se querom tirar, mas
com o original tirar uma tantas quantas
iMtjam, em qoe o original Bqae prejndieado
itiaa axtracoes. mtii
Oetorre aqm dfzer qne, para copiar importa
*"iU intelliioacia e habilidade, em o qne a me-
ter' tinta nao sausfaz, e o defeito recae sempre
ier attnta, qne muitas veies 'qbem menos
: A dnpla ooalidade dosta tinta xteemameMo
rMiavL po;s que evita qoe em qnalquor *-
nptorio baja mais do qne ama tinta para o di-
Istroanto sm dnrabilidade, nio na roppflr
ttMaor diivida pouqt* esta unta obai m
Singor lanofactnriDg C.
90*000
901000
90*000
Machiuas
Machinas
Machinas
Machinas
l*ra
Para
Para
Para
Familias
Familias
Familias
Familias
lOOi'O
100*000
100*000
tOOOO
Ditas
Di'.as
Dilas
Dita?
Com
Com
Cf-m
Com
Taroj-a
Tamf*
Tsaipa.
Tamp*
lOoOO
103*000
iOiiOOO
tOoiO'iO
i I5*(i00
Ho*O0
115*000
115*000
Brasileiras
Brasilelra>
B a-ileiras
Br?iliirA-
Tuda
Toda
Toda
T-.da
Costura
Costura
Costura
C isiur
H'OOlO
IflCOfO
;00*000
103*000
achinas
Maehinat-
Maebmas
Machinas
de
de
de
de
Manivela
Maci'ei
Manivela
Machinas Para 1 Aifaiates
Machinas Para Alstales
Machinas Para i Alfalates 1
Machinas Para | Alaiates |
ilo*0U0 Machinas Para
\15*000 Machinas Para
115*000 Machinas Para
| 115*000 Machinf.s Para
Sapaleu'o*
SapatejrflS
Sapateiro!
S'psteiros
I i5*000
113*000
115*000
145*000
Machinas
Machinas
Machinas
Machinas
me.- a de
me?a du
mesa de
mesa de
130*000
13*(00
131*000
130*000
Machinas
Machinas
Machinas
Machina*
Exiengu
Extenjo
Eictencao
Exlen?ac
Para
Para
Para
Para
Cbapellenv
Cbsp^lielri*
Chapelieiroi
Chapi i
crrpt soffre o choque de cidos fortissimost sem
se decompr; ora, se o* cidos nao tem accao so-
bre ella, muita meaos a accao do tompo a pode
destruir; isto -ptausivel.
Nao s6 ao commercio qne este mea producto
veto ser til ; os profeseores dos collegios, Investi-
gando todos os meios para o adiamntenlo dos
seus discpulos, tem approveilado esta tinta, que
com mao a acbaram apta pera desenvolver o
gosto nos educandos, em conseqnencia da beleza
da cor e acilidade de correr na pequea pela sna
liquides. Ha examplos de cricas qne navia
muito tempo tinbam ama repugnancia extrema
para a escripia, logo qne oi admillida esta tinta
no coliegio, apoderou-ee deltas a curiosidade e o
foto, e poeeo lempo depois osea adianumento
era maniteeto.
Bsta tinta, i par da tanus vanUfens, lem nm
nico inconveniente, deterkm-se ao contacto de
oetra qaalqaer; c&nvm pois te-la em tinteiro
iseatos do manor vislumbre de eatra tinUj e evi-
tar esexever com a peona soja de Am preparacao
jserente e incompativel; verificando isto, nio ba
raiio para- se usar de tinta que nio seja a MO-
LETA EXTRA-FINA DE MufTEIRO.
Observado.
Diversas falsjfieaefes e semolbaocas tan appa-
racido, cuja durabrlidade duvidoaa. Os Srs.
cdnapcworea nodem vitar o enga^Q dtrtgtndo-se
AlcSB^elrcoftiip^H.P1*^ (
Ntese bem
so numero
nico i gente
) W. H. Chapman. (
Note se beas\
ao ncmero /
45 RUA DO IMPERADOR 45
r, ijk
. c.
o.
Ra Duqu8 de Caxias n. 82
(ANTtGA DO QUEIMADO)
Faria & Gomes, estabelecidos ra uque de Caxias n.
82, pretendeudo realisar a mudanza de seu etabelecimen>
para a ra do Livramento n. 20, at 31 de dezembro do corren-
te auno, resolvem fazer uma liquidacao geral das fszeudas exis-
tentes em seu citado estabelecimento, expondo-as desde hoje a
concorrencia publica, mediante preqos os mais resumidos pos
siveis.
Fazer a descripqao minuciosa dos valrese qualidades de
todas &s fazendas que existem no estabelecimento, sobre ser fas-
tidioso seria enfadonho, por isso,pedemosannunciantesatodo*
quantos estiverem na carencia de fazendas boas, bonitas e ba-
ratas, o f tvor de apparecerem era sua loja ra Duque de Ca-
xias n. 82, na intenqao de comprarem qualquer fazenda per
metade de seus primitivos valores, e na religiosa certeza deque
serSk) bem servidos, apezai de nio seren aqu anunciadas em
stylo seductor e faceto as vantagens que desta lquidaqao deveria
resultar, no interesse de todos quantos quiaerem comprar, por
pouoo dinheiro, boase excellentes fazendas.
RUA DUQUE DE CAXIAS N. 82

|


t \
Diario m Feniambac Sabbmlo 2 de Dezembro de 1871
u
UTTERATMA,
Coufldrnl4A.
(oo litro dos reflkxos)
A' .
Deixi que solt b-isa da esperanza
essas tmidas phrase-' folhas solas
de minh'alma infeliz, crnia ile sonhos; *
Deixa que jorre as chamraas dos amores
que o peito escalda e o coracao mimbras !
Quero contar-te as negras amargaras,
os tormentos crueis porque hei pafsado,
cesta vida de tanto desespero,
onde nSo vejo o allivio qne me alent,
'onde nao sinto a crenga que me eleve !
Fatal destino s passo sme acompanha,
como sombra noctivaga que surge
no descampado, em oras solitarias!
Jolgo escutar as vozes dos proscriptos,
desgranados amantes que perderam
todo o florir da sua mocidade
em loucos sonbos, em delirios loncos
E qnem nao sent o coragao quebrar-ss,
oovindo a historia lgubre e funesta
desses entes que amaram loucamente,
coja paixo levara sepultma
todos os gozos de desejos santos,
todos os cantos de inspiradas lyras ?
Condemnado, talvez, entre os humanos,
tenho daeiguer e carregar aos hombros
a croz do meu mariyrio inesperado !
Tenho do a s le mitigar na taca
do fel do meu soffrer, a cojo peso
verga raen curpo lnguido, sem torgas,
como ai busto prostrado pelo raio,
exposte no deserto ao sol e a chova !
F6ra melhor nos ermos da existencia,
procurar o descanco sombra amiga
de nma doce illusao que anima aos olho?,
de urna grata esperanga que conforta I
Talvez a vida se d slise amena
imo a crrente lmpida qne corre,
como da flores o suave aroma 1
Talvez se encontr o desejado abrigo
onde parece a rabote deleitar-se
(Je peregrinas, loiras pbantasias !
Talvez se esqueca os dias desditosos
era que sentimos ancias doloridas,
as sensages de longos soffrimeotos !
Livre, entregase a mente descuidos
aos doces sonbos que na infancia bouvemos,
aos caprichos que a idade nos inspira 1
jPor isso, em triste solidao sem termos,
eu, arrojado aos mares da descrenga,
ooso enviar-te agora os meus suspiros,
Msas tmidas phrasesfolhas solas
de minh'alma infeliz, erma de sonhos!
Ouve os anhelos qne sonhei na vida,
as confidencias do* meu peito ardente !
Sonh'ei um da a toa imagen) loira,
cheia de encantos, cheia de belleza,
e nesse sonho, amei-te loucamente,
como o naufrago as plagas que divisa,
como o proscripto a trra em que nascera I
Sonhei viver comtigo, (oh I sonho infindo !)
a grata sombra de frondosas selvas,
longe do mando, em Edn deleitosa,
onde nao v-so o quadro das miserias,
onde nao sente-se o punbal das dores /!
Sonhei viver comtigo I Oa I qoantas vezes
nao invejei as glorias deste mundo,
para ornar tua Ironte intelligente,
para te erguer da adorago ao templo 1
magraei-te, creag5o celeste,
animada da um sopro omnipotente,
gaem o mando se formara bello,
quem o poro obedecer devera!
Entretanto, infeliz, s posso amar-te,
ne.'ta vida que passo, ignorado
do bulicio do mundo e seas prazeres.'
Nem me dado filar o teu semblante,
nem dirigir urna palavra ao menos,
roda palavra que exprimir podesse
n sentimento que em meu peito vive !
Decollo sempre do esplendor das salas,
onde a vaidade slenla os seus poderes,
s me dado tal Vez oavir as vozes,
essas vozes nascidas da miseria,
qne na soidSo do espago vo perder-se!
Temo as v.zes erguera os teus meus olhos,
recelando trabir o meu segredo,
esse segredo que nasceu-me d'alma I
Antet desejo qua ignores sempre
a idea louca que sargir-me mente,
as affeigos qo pgora te consagro I
Para qne revelar-te n'um momento,
tedas as crenga; que alimenta ao peito,
souhos, delirios e desejos tantos ?
Para que revelar-te esse segredo,
quaudo eu vejo qne, muda e indifferente,
vires no mundo, sem pensar ao menos
no pobre louco que por ti suecumbe ?
FOLHETIffl
A Il\ DO FOGO
noiiisn:
POR
ALEXASDRE DUMAS
XXXI
A forca veaelda pela astucia.
(Continoag5o do n. 275)
O gaebra montou nelle de um palo, dei-
toa a todo o galope na direcgo do rio,
que atravessou a nado, e penetrou no bos-
que, onde aquella manh5a entrara a pan-
thera.
Harrach cbamou-a ; mas a fera nao res-
pondeu.
Raovou o signal costnmado ; mas Maba
nao apparecia. Coidou que o alarma tu-
multuoso, os gritos dos ma'.aios e os tiros
de espingarda e de pega impediam que a
pantbera ouvisse o signal, e avangou, re-
petindo o chamamento.
Mas todo foi en balde.
E o guebra, qne vimos dominar-se em
presenga da morte, deixou-se arrastar at
ao extremo do desespero.
Por flm, ao cabo de um bom pedago,
aviatou urna forma negra que ia para elle
arrastaodo-se.
Tomn a chamar Maha e esta approxi-
moa-se de cavallo, que dea um palo de
espanto.
Harrocb sopeon o cavallo e mettea-o a
passo, persnadido de que a panihera o se-
guira como sempre ; poneos instantes, po-
rm, depois volloa a cara e nio a vio.
Furioso por aquella indocilidad!, que nao
era natural na fra; langou contra ella o
punbal que levava cinta; e com qnanto
Ton, bem usi, urna loucur.i iinaens t
'ora debalde proferir no ejpaeo
pala* as yaas, palavras sera sentido,
sojeit's sempre ao riso dos teos labios,
a indifferenga que eia Uus orbes vejo !
Resignado, porm, corvme ao fado,
ao destino fatal qne me persegne,
aos preon-eitos vis da sociedade !
Despresado de ti, de ti ausente,
eo saberei calar as minhas raagoas,
guartjand i o affecto que te voto ainda,
abajando esse amor que me consom I
E. entretanto, amei-te, amei le, louco,
crendo im.oossivel mais amor na trra!
Vaguei, perdido, n) arcal da vida,
pedicdo ao co um raio de innocencia,
mas forte amor, amor de ti mais digno!
Oh I n3o sabes que am )r to me inspiraste,
que vida e luz ao coragao me deste,
que tbesonro talvez me abriste aos olhos
Amei-te mnito I Oh t juro amar-te agora
por toda a vida e alea da eternidade,
com mais amor que nao sonharas nunca!
V se podes contarde longas horas
que passei, engolphado em minhas dores,
pensando em t, pensando em teu passado,
teu presente feliz e em teu futuro /
Muilas vezes, da noile no silencio,
por ti, vibrei a lyra solitaria,
jug.-.nlo acbar o balsamo suave
as dores d'aluoa, s chagas do meo peito 1
Notas tristonhs, langues e perdidas,
nunca poderam mitigar os males
de quem raurre no eterno soffrirn.'nto .'
Nesse engao fatal qii9 me Iludir,
jnlgava o mtfndo um Edn de delicias,
onde vivas, peregrino archaujo,
derraman lo o folgur dos teus encantos,
desprendendo a harmona dos teus hymnos!
Julguei to o genio sublimado, excelso,
o ser humano omnipotente e eterno,
era cujo olhar eu recobrara crengas;
em cujo ciragio achara affectos !
Mas, oh fado cruel! Tudo Gndou-s9
anta o quad^o das minhas desvauturas,
ante o pbantasma que me segu os passos I
H0J2 maior anda o m-:u supplicio,
ueste triste viver que me inqueta,
qne parece pungir-meet-rnamente !
Hoje me sinto arreraessado vivo,
s chammas etornaes de negro inferno,
aos abysmos de immenso desespero I
Ai! Tntalo de amor! do amor na fonle
eu precisa; afiaal dessedenlar me .'
E onde encontrar o allivio dos meus males,
o dcscango talvez dos meus tormentos ?
;. Eslarei por ventura condemnado
vver to soliente dos meus sodios,
das miuhas illusoas, dos meus desejo-. ?
N5o poderei achar nm'a ma forte
que do meu soffrimento se commova,
derramando por mim urna s lagrima ?
N3o podoreimisrrimo proscripto
encontrar neste mundo de infortunios,
um coragao que sicti os meus anhelos,
que dseje se unir s minhas dores ?
Peregrino, na estrada do futuro,
acaso raiuaa sorte nesta vida,
vagar sem tino, delirante sempre,
a procara de um aojo que me escute,
de urna doce visio que me consol ?
Oh I nao sejas cruel! Bem vs, eu soffro,
implorando de ti, de ti, que adoro,
um lenetivo aos males que snppprto !
Creio no amor que me inspiraste outr'ora,
creio ainda no amor qae boje me inspiras,
creio em ti, no poder que em mm exerces I
Em minh'alma tu tens um templo immenso,
no coragao o altar, nos labiospreces !
Qaa mais de jejas ? Thronoi? Saeptros? Croas?
mantos bordados, tacas crystallinas,
e as vaidades emOm dos teus caprichos ?
Se leu desejo esse, certamente
a loncura em teu cerebro germina !
Da fortuna nao tenho os dous mimosos,
porm tenho p'ra dar le um'alraa forte,
uai peito franco, um coragao ardente!
Sonhei um anjo em meu viver de dores,
anjo de gragas e virtudes santas,
que devera trazer-rae para sempre,
a ventora, a suprema felicidade,
este amor que hf'je a minha gloria I
R >, la, esta aojo que eu busiara era balde,
a meiga fada que encontrei na vida,
a mulhar dos meus sonlioi e desejos I
Para amar-te e por ti julgar-me amado,
eu ni temer supporlar tormentos,
eu nao pensara em commetter flagicios!
A minia vida te pertence Escra.o,
Ibe n3o tocasse, o animal comprehendeu a
sua colera e soltou a't-ans ivos dolorosos.
Harrocb n3o quera perder um s ins-
tante na nova empreza, que projectava, e
como quera acabar a todo o transe, apeou
do cavallo, apanhou o punhal, e agarrando
Maha pelo pescogo, tornou a montare par-
ti a todo o galope, aproveitando-se da ver-
tigem que a lera causava ao cavallo.
Qaando este parti a galope, soltou Maha
um uivo rouco e doloroso, que resoou por
ledo bosque.
Ao grito de Maha respondeu outro seme-
Ihante, mas mais potente e sonoro.
Harrucb, que levava a panthera agar-
rada pelo pescogo, senlio que esta estre-
meca.
Poucos instantes depois, onvio agitar-se
urna cousa entre a folhagem, prximo da
vereda por onde corra.
Dirigi a vista para o sitio onde ouvio o
ruido e vio um enorme animal de pello
atigrado que galopava atraz do cavallo.
Harruch reconbeceu n'aquelle feroz ani-
mal urna panthera das maiores.
Por intrpido que fosse o guebra, fogo-
samente havia de estremecer perante aquel-
lo imminente perigo.
O nosso bere firma-se com bros no vos
no sellim, fere os ilbaes do poderoso cor-
sel, e este redobra a veloz carreira.
Mas a enorme pantbera aceleroo do mes-
mo modo a sua, os olbos d'ella scintillam
na sombra como dous carbonclo3, mas nao
se tam no cavallo de Harrocb, nem no
guebra, mas sim na pantbera negra, cojas
emanages, que deixa em poz de si, aspira
com ardor a terrivel fera perseguidora.
Maba pela sua parte segua com attengSo
os raovimentos do companheiro, qpe encon-
trara no caminbo.
A nao ser pelo medo qae tinha ao dono,
e pelo fortemente que ia segara sobre o
pescogo do cavallo, Miha teria saltado para
a vereda; mas contentava-se com gemer
hrandamente, interrompendo-se de vez em
eu cumprirei, contente, as toas or lens,
ea soflrere submisso, os leus rigores'
Joeliiado em teas ps, bli d sorriodo,
abeafBtr a m3o t3o generosa
qaa me prende em ferros preciosos, _>
para reoder me a liberdade inteira I
Neste mundo era que (a todo embellezas,
o tea amor seria a minha vida,
no ata o ae oatobro ao taesmo asno, e
toa vida seria a minha gloria! qne constava de 50 raembros.
Mi J I este periodo da sna vida,
Nos felises seriamos, to livres
como as agoias al ti volas, qne vam
o espaco rameaio 6 pousaas sobre 03 montes I
Comtigo eu nada desojara I O mando
lerit-, para as, Edn de amores,
co de delicias, fon te dos prazsres!
Deixa, poi<>, que ea de?preaJa as brandas auras
as confidencias do meu paito ardente,
as folhas solas de minha alma livre I
Na soledade em qus me vejo agora,
-me doce soltar, po entre os praotos.
meas suspira* de amor, os meus queixames 1
E quando leras por acaso as phrases,
essas tmidas phrases que desprendo,
inspirado por li, lembra-te ao manos
qup existe um peilo quo ba de amar-te sempre,
que existe um cr&neo que jamis te esquece I
Maio de 1871.
Eduardo de Carvalho.
VARIEDME
A INTERNACIONAL.
O Times do dia 27 de outubro consa
gra urna grande parte das suas columnas
historia oa Internacional, e dedica um
dos seus artigos de fundo ao juizo que os
trabalhos e propsitos desta celebre asso-
ciacfo Ihe merecem.
A narrago do diario inglez nao se afasta
muito da que ni livro que sobre o mes-
mo assumpto publicado em fraucez, escre-
veu o S.-. Osear Testu ; mas accrescenta al
guns pormenores, e d luz o texto dd al-
guas documentos raoi'o iateressantes.
As origens da Iateroacioaal, segundo a
fo!ha in^leza, datara de 1839, poca em
que leiido sido expulsados de Pars varios
o erarios allem3es por causa das suas opi-
niOes polticas, e por serem cmsiderados
perigosos para a paz publica, fuadaram
em Londres urna associagSo. Esta foi pro-
gredindo e pondo-se emj relaglo com os
revolucionarios do estrangeiro, de tal modo,
que em 1847, um anno antes da revolugSo
de Pars, pode verificar-se urna grande
reoniSo de carcter communista, na qual
vemos figurar j dous dos principaes agi
tadores socialistas e fundadores da Interna-
cional ; os allemSes Karl Marx e Frederico
Engels.
Nesta poca sonhavam os commanistas
com se apoderarem da direc(3o do esta-
do, alavanca omnipotente com que julga-
vam possive transtornar toda a ordem so-
cial.
A reunio communista de Londres resol-
veu verificar no segointe anno, 1848, um
congresso em Bruxellas; mas a revolugo
de fevereiro, qae sobreveio em Franga,
obstoa a isto, e provavel qae a triste ex-
periencia qne n'aquetla naco se fez das
utopias socialistas e communistas inflis
se desfavuravelmente, muito mais n'um paiz
piatico como a Inglaterra, no deaeavol-
vmento da associago, cojo inspirador era
Karl Marx.
O movimento socialista re esli se en-
tilo d'outra forma na Gr-Brelanha, orga-
nisando-se as trade's unions, cuja historia foi
j tragada, assim como a dos abasos e es-
pantosa tyrannia a que serviram de instru-
mento.
Em 1856 as 1 trade's unions inglezas
tendem a fundirse, e nos trabalbos verifi-
cados com este intuito, ligara e se d a
conhecer o artisti Odger, outro dos funda-
dores da Internacional.
A exposigSo universal de 1862, cele-
brada em Londres, foi na realidade o ber-
go d'aqaclla associag3o, porqoe em con-
seqaeucia della os delegados dos opera-
rios francezes se puzeram em re!ag3o com
s associagdos britannicas de operarios,
concordando na necessidade d'um centro e
d'uma direccao communs.
Fallando verdade, a poltica preoecu-
pava entao os operarios, tanto como a ques-
tao social, e a em-ucipagao da Polonia era
um dos seus mais vivos desejos
O operario parisiense, animado pelo im-
perador napolenico, que sacrificava os in-
teresses da Franga para Ibes proporcio-
nar trabalho na capital, o5o tinha motivos
para se mostrar queixoso.
quando com roucos uivos, parecendo chamar
para si nm animal da sna especie.
Cida vez que nm d'esses uivos sahia do
tremido peito de Maba, Harruch julgava
oavir um echo ; outro ivo semelhante se-
gua o primeiro, que t5o depressa resoava
longiquo como prximo.
De repente lobrigou Harroch diante de
si, meio occoltas entre a espessra do bos-
que, duas novas luzes sciotillantes, qae se
litavam n'elle.
O nosso grupo passoa como ama tromba
por diante d'elles; mas apenas o guebra
vjltoo os olbos para traz, vio que aquellas
duas brasas faiscantes galopavam tambera
atraz de si.
Eram os olbos de outra panthera, que o
Bagla.
Maha redobra entilo os seas aivos lasti-
mosos, oa para melbor dizer os seas cha-
mamentos commovedores.
As feras pareciam sahir das entranhas da
trra sob os ps do cavallo de Harrocb, de
cada matagal, d'entre cada rocha brotava
um animal da especie de Maha, qae tomava
lagar aa terrivel comitiva, juntando os seas
rogidos aos rugidos dos qae primeiro ti-
nbam chegado.
O espanto, a commogo de Harroch ti-
nham desapparecido completamente.
No seo rosto brilbava ama alegra infer-
nal ; dilatava-se-lbe o coragao ; passava a
vista com indizivel orgulho pelo terrivel
cortejo que o segua. Jantava os seus gri-
tos aos rugidos de Maba, e cada vez qae
ama nova panthera engrossava as flleiras,
soltava ao vento da noote orna furiosa gar-
galhada.
Obrigado, Maba, obrigado, exclamon
Harruch passeando a mSo pelo immenso
lombo da panthera negra. Obrigado por
teres convidado tuaa irm3as da selva para
a fasta qae ea te tinna preparado.
E contiauon :
Hurrah 1 Hurrab, filbos da noote i
Apressemos a oossa carreira, devoremos o
espago. Alm, no horisonte, a selva de
A Internacional nascea, n3o obstanti,
doqs annos depois daqoella exposigSo, en
1864, cefebraidose a soa primeira reu-
Hi5ono tbeitro de Saiot-Martra, e rasolven-
do-se nella a reuniSo d'um congresso em
Broxellas, e a formagSo d'uma junta di-
rectora, que se reuni pela primeira vez
dia 5 de oatobro do
procarot
Internacional qvtar as ques'ioes polilieas,
o3o se pronunciando pela repblica, cuino
alguns dos membros desejavam, nem pela
monarchia, afastando a atjeng 1 das ques-
i5?S qae interesssavara a um s paiz, e
litando-a com preferencia as qoe eram
communs a todos os da Europa. Occu-
poo-a muito especialmenta a soa organisa-
g3o nos prmeiros tempos, e nao sem xi-
to, porque soube em breve altrabir gran
de numero das aisoiiagis operaras da
Gr3-Brelanha, qae foram para ella um
grande reforgo.
O rllemlo Karl Mirx o aulhor tos
primeiros estatutos da Internacional e do
seu programmi, onda se encontra a formo-
sa phrase : No rigbls loitoit dutics, no
duttes toitoul rigbts. Nida da direitos
sem deveres, nada de devores em direi-
tos.
Organisada j a associago, segue-1'o o
Times 03 passos at ao congresso de Gi-
nebra em 18*56, cojas resoluges formam
outro programina mais eitonso, sendo os
principaes os qae assigaam aquella assojia
gao como intuito a emancipacJ di ope-
rario por meio da su'ostituigSo da coo-
peragio pelo salario e palo qua chamara
1 nacionalisaglo da propnedade ", que nao
mais do quo o collectvismo.
Os desastres caus3d)3 pela ommuna
de Pars, longe de deter o progresso da la-
leroacional, mpalli.ain-n'o, e boje trala-se
de fon lar na Inglaterra um conseibo inglez
indeoendente.
O Times diz pouquissimo do periodo
mais interessant; da vida da Internacio-
nal ; o qae medeia desde 1868 at 1870,
no qual se celebrararo r.s congresso3 de
Bruxellas, de Cerne e de Liusana, e no
qual aquella associag3o. por meio da com
mona, dominou algum tempo na capital da
Franga.
A opinlo daqaelle peridico que os in-
temacionalistas sao uns visionarios, e os
seus piraos ama utopia: era particular,
censura qae, em vez de solli ar o seu in
tuito a emancipago do operario por
meio da edncago e da melboria intellectual
do mesmo, misturem as questes econmi-
cas com as polticas, e se oceupem na in-
dependencia da Polonia e d'outros assump-
tos, que Ibes nao dizem respeito.
O Raaea procura persuadil-os de que a
melboria da sua condigo est sendo um
facto, gragas aos progressos da sciencia e
ao desenvolvimento da industria e do cora-
mercio, cuja benfica influencia se nota f-
cilmente sem mais do que comparar a con
digo e a sorte daqoella classe ba trila
annos com a actual.
Pela nossa parte, a differonga mais no-
tavel que acbamos entre o socialismo, tal
como se mostrou lnz publica em 1848 e
tal como boje nos apparece, consiste em
que na primeira destas pocas pretenda
servir-se do estado como instrumento ni-
co para realisag3o dos seus planos, em-
quanto que agora se apreseata como inimi
go da centralisacao e do governo e na ap-
parencia como individualista. Esta diffe-
reoga s de forma, porque se o socialis-
mo no appella j para o estado, iotenta
valer-se do mon;ip;o, depois de ter que
brantado a uniiade di primeiro. Nada per-
dera com isto, antes ganharia muito, por
que a tyrannia localisaia mais pratica e
mais etOcaz do que a d'um govarno, que
o5o poda descer a pormenores.
O Times, ao mesmo tempo que condena-
na por visionarios os intermcionalsts, feli-
cita-se de quo o operario inglez de to-
dos os que compoam aquella associago, o
que raostra mais bom senso: nao podemos
dizer o mesmo em Portugal, aonda a ten-
dencia poltica prepondera sobre a econ-
mica, e aonie se nao se minifastam gran-
des sympathias para cora a restauraga da
Polonia, se involucrara deploravelmenta as
quertois religiosas com as econmicas e se
perde de vista o proprio intuito da Inter-
nacional para propagar sob todas as for-
mas possiveis a auarclia, inimiga irrecon-
ciliavel do trabalao e por consegointe de ope
rario.
RUS3IA. A Gazelta de Moscoio racebeu
informagas muito iateressantes, a rjspeito
da organisago das forgas armadas da Itus-
Tjivadal resplandece com mil fogos, porque
all vos esperam com nm festim digno de
vos I Hurrah 1 Corram, corram comigo;
agneem esses afilados dentes. Nanea mu-
sica tao agradavel me ebegoa aos ouvidos.
E todos avangavam mais velozes do que
o raio e a negra abobada das selvas ficou
em breve em poz d'elles.
Avangavam, e as brenbas, os campos, os
valles desappareciam.
Approximavam se da selva de Tjivadil.
Era n'esta selva que NungaUiba reuni-
do os rajahs qua haviam entrado na c ns-
piraco.
Tinha-os encontrado abatidos e desani-
mados pelas disposicoes qne o governo
bollandez tomara.
A recordago das n3urreigoes chinas e
indgenas de 1737 e 1825, insurreiges
afogadas com o sangae dos criminosos,
apresentavam-se aos olbos d'ellas; viam os
seus bens confiscados e as suas cabegas
postas a prego.
Nangal esforgou-se em reanimar o seu
valor, e anncaciou-lhe que os saltos ta-
balarios de Djojakaria, de Soerobaya e do
Madora estavam decididos a livrarem-3e do
jugo eorope, e que por este motivo tinbam
j as suas tropas postas em movimento ;
fez-Ibes presente que, se os seos apani-
guados eram pouco numerosos, nos arre-
dores da metropole, em compensago, as
provincias de Bantan, de Cberibou, de Xa-
marangne de Preangers estavam promptas
a levantar-se como am s homem; que esta
multidSo, ainda qae fosse sem armas, bas-
tara para anoiquilar o pequeo numero de
dominadores da ilba.
Pintn a grandes tragos a srdida avare-
za, a insolenta tyrannia dos conquistadores,
e fez brilhar ante os olbos dos javanezes a
gloria do trlnmpho e as vantagens mate-
riaes que achariam na independencia.
Oa mais indecisos, fundndo-se no co-
nbecimento que o governo tinha da conspi-
rago, quizeram adiar a exeengio.
Naogai combatea vivamente estes argn-
sa, segando os recentes projeclos elabora-
dos pela autoridade competente.
Dastas informagas resulta que todas as
tropas da ierra rnssai sero divididas em
tropis de linba e tropas lcaos. Em tompo
de guerra, iadapandema das orgas indica-
das, formar-se-ho tropas de reserva, e em
casos extremos, convo;ar-.se-ha urna milicia
nacional.
As tropas de linha'onservaro a sua or-
ganisago actual, com pequea excepgo.
As tropas locaes toro urna organisago e
ama composigao completamente novas. At
agora eram compostas de elementos muito
tiiterogenios; enlraram nellas, regimentos,
batalhes e companbias de fortalezi, ba-
lalbas de govarno, companbias locaes de
districto e outros batilhas esquadres e
bateras de reserva, baUlbo de gaarnigo
da guarda imperial, e finalmente tropas coa'-
madas de applicago.
Esta diversidade de organisago e de
uomas lem um tarmo.
O principal destino das tropas locaes, cr-
ganisadas segando o projcto de qaa se
trata, ser fornicar quidr,s pira a organi-
sago em tempo de guerra :
1." Das tropas de reserva, infantina e
artilla ma a p :
2. Tropas de marcha da todas as ar
mas. Em tempo de paz as tropas lo:ae?.
davera occapar-sa:
l. Di servico interno :
2." Di n-trucci dos recrutas;
3. Dos m os de reunir, uom curio es-
pago, os bomans licencia los e as pragas de
reserva.
Em tempo da gera o oxercilo elevar-
se-ha, segundo o projecto a 1,653:393 ho
m-!n, com 50:934 elfi;iaas da todas as
patentes: haver dentro desie numero, na
Ilussia da Europa 32:817 ofDc.aes e...
l,33i:543 soldados ; no Caucaso 4:071 of-
ficaes e 133:211 soldidos.
O numero total dos bitlhas ser levado
a 1:293, o dos esquidroes do cavallafti a
280. e o das pegas de ar til baria a 2:574.
Neste total a Hussia da Europa contar
c>m 1:129 batalhes, 260 esquadres de
cavallaria, e 2:278 pegas ; e o Caucaso,
cora 126 bataihas, 20 esquadres de ca-
vallaria e 192 pegas.
Em tempo Je paz haver era armas
34:707 ofTi iaes e 730:000 soldados, sem
contar 37:000 homens, que se conserva-
rao temporalmente as companbias dos
distnctos da Bussia da Europa.
necessario accrescantar a estas parcel-
las as tropas cossacas e a milicia nacional.
No caso de guerra na Europa, os clcalos
estabalecem se nicamente para oscossaos
do Don, os quaes forncero nesta caso 66
bataihas de infantaria, e 14 bateras de
artilharia, ou 64:000 homens e 116 pegas.
Indurado as tropas locaes e as da milicia,
baveria deste modo da facto na Hussia da
Europa sempre promptas a ser mobilisadas,
as seguintes tro- as: 876 batalhes de in-
fantaria (948:860 ofliciaes e soldados), 286
esquadres de cavallaria e 396 de cossacos
(com 109:000cavallos). Alem disto, ter
2:488 pegas com 81:800 homens, e 16 ba-
talhes de engenheiros com 19:000 homens.
Sa a tu lo isto se accrescantar a artilharia
e engenheiros ( 3i:0C0 homens) e as am
balancias militares ( 44:800 ), o numero
das tropas mobilisadas, no caso de necessi-
dade, ser elevado a 1,234:460 homens.
Sao estas as orgas de que podar dispor
a Bussia, se porventura se levar a eleito
a organisago qae se projecta; e deste
modo, o imperio moscovita dispor, em
pouco tempo, da um forte exercito para
qualquer eventualidade.
INSTITUTO FBANCEZ. Dapois de urna
larga interrupgo, reuniam-se em Pars nlti
mmente as cinco classes do instituto em
sesso solemne. Cada academia preside
por seu turno essa reunio, e esta anno
toca a vez de sciencias moraes e polticas,
da qual presidente o Sr. Jalio Simn, qae
presidir portanto o instituto, cora o Sr.
Mignet por secretario.
As academias estariam representadas na
mesa pelo Sr. Patn, secretario perpetuo da
academia franceza, Sr. Deliste, Sr. Coste e
Sr. Hen'riquet Dupont, presidente da da
inscripges e bellas lettras; o Sr. Thiers,
Sr. de Bmusate Sr. Casimiro Perier, como
membros das academias franceza e de scien-
cias moraes e polilieas, e o Sr. Dufaure,
qua faz parle da academia franceza, assis-
tiram sesso, se os trabalhos do coose-
Iho gerl lb'o permitti3sem.
No dia 9 de novembro, oSr. Julio Janin,
que substitue Sainte-B:uve, ser recebido
pelo Sr. Camlo Douet. Poucos das "de-
pois, a academia franceza celebrar a sesso
mantos, filbos da fraqaezi e do medo, e
declarou Ibes que s a audacii os poda
salvar ; que todos, comprometidos igual-
mente, seriam victimas dis vingangas dos
seus oppressores ; que o descobrimento
dos seus projectos os obrigava a escolher
entre a victoria ou a morte.
Fallou com tanta eloquencia, que por fim
conseguio restituir aos conjurados o valor
e o enthasiasmo que tinham perdido.
J iara a separar-se, Nanga! para ir ter
com os seus malaios e dirigi-los sobre Bui
tanzorg, e os rajabs para armaram os saus
vassallos e langa-Ios contra os europeus,
quando se onvio um rodo semelhante ao
sardo rugido das embravecidas ondas ao
estalar a tempestade.
O terror apoderou-se de todos; tinham
ouvido um ruido singular ao longe, e sem
poderem atinar o que o produzia, ficaram
attonitos.
Um suor fri Ibes corra pelas geladas
testas.
Poueos instantes depois, os sioistros
murmurios tinbam acabado e s se percebia
o cbo das pisadas de nm cavallo, qae cor-
ra precipitadamente pelos pincaros da mon-
tanha.
De repente, um horrivel concert de gri-
tos di.cordantes e bramidos ferozes resoou
a dez passos de distancia do valle onde es
tavara os conspiradores.
Ao mesmo tempo entrava H irroch n'este
valle.
No primeiro instante, nao ootaram os
rajahs que o cavallo, branco de espuma,
com a crina brigada e o negro cavalleiro
qae agitava no ar o lu'.idio punbal, aiseme-
Ihavam se a um espectro.
As pantberas, assombradas ao verem-se
diante d'aqoella multido, tinham ficado
para traz.
Mas na occasio em qae o gaebra, que
ao primeiro golpe de vista avistara Nangal,
picava o cavallo para ae precipitar sobre
elle, Maha soltou um dos seas lastimosos
uivos, qne to poderosa infloencia pareciam
anaoal, em que discernir os premios qae
ilevia ter dado em 1870.
"Dapois vira a recepeo do Sr. Xavier
Marmier, successor do Sr. de Poagerville,
sendo o Sr. Cuvillier Fleury o que recebar
o aovo immortal.
Antes da terminar o anno, recepgSo do
Sr. Duverger de Haaranne, que substitue
o duque da Broglie.
Depoij deatas rewpg s, proceder-se-ha
s eleiges para os lugares vagos dos Sra.
de Montalemberl, Villemara, Prevost-Para-
dol eMerme.
INTERNACIONAL. Os jornaes inglesas
publicam, sobre ama reunio da Internacio-
nal, o segainle :
* Urna concorrida reunio dos membros
da sociedade secreta cima mencionada teve
lugar no dia 21 do correte, as anas sa-
las, em IIalbora, aSm de disentirem quaes
os melhores meios a adoptar para a propa-
ganda das macbinacoes daquella associago.
c At actualade a associago nao tem
sido auxiliada pela classe operara de In-
glaterra, e desde a publicago do ultimo
panphlet'i poltico, muitos dos socios reti-
raran! os seos nomes, eos fundos baixaram.
Rasolveu-se portanto que se formassem ra-
raaes da ass ciaglo em diversos sitios do
paiz, aQra de p-opagarem o movimento, e
obtarem subscripges entre classes opera-
ras, al'm de p darem continaar na soa
obra.
< Devido a ama resolugo tomada ha al-
guns mezes, para qua os membros do con-
salho estrangeiro, que estojara em Londres
(muitos dos quaes to refugiados commu-
nistas) tivessem assento na m^sa da as30-
ciago era Londres, tem por este motivo ha
j algum tempo existido urna grande pre-
ponderancia de influencia estranjera e po-
lit ca, e aquellos qae representavam as opi-
nioes inglezas, teem si lo sempre vencidos
as votages.
"t Existe portanto um conideravel descon-
tentamento da parte dos socios inglezea,
que sustentam que a-sociedade loi primeira-
mente instituida para, internacionalmente,
a regularen) as qnestes commerciaes das
classes laboriosas, e que visto que agora se
tornou em urna associago poltica, tornou
se indigna do apoio das classes operaras
inglezas, as quaes actualmente sao convida-
das com o fim de fornecerem os ervos
( dinheiro) para a agitaeao estrangeira.
Aqoi leem os bem informados noticiaris-
tas de certos jornias, qaaes sao os pro-
gressos da Internacional em Inglaterra.
HORBIVEL.Conta o jornal francaz Na-
tional o segaiote atrocssimo facto :
Urna menina de 18 anuos de idade foi
assassinada em Barcelona, e, o qae hor-
roroso, foram aeus proprios pas oa aulho-
res do crime. O cadver foi encontrado
nos arredores do edificio das Arrepndi-
das.
c Esta infeliz menina viva em casa de
seu pai, ra da Aurora ; sea pai, viuvo e
tendo urna posigo abastada, tinha ba algum
lempo passado a segundas nnpcias, e como
acontece ordinariamente, a sua nova esposa
viva em muito m inteligencia com a an-
teada, e o pai longe de tomar o partido de
sua filha, dava apoio a sua esposa. Quasi
todos os dias havia desintelligencias e ques-
tes na casa. O cadver da infeliz victima
foi encontrado em um estado to misera-
vel, que costoso foi reconhecel-o: tal era
o numero de ferdas e cbagas que tinba.
Parece que mesmo depois de a terem ma-
tado, os esposos modelos tinbam s ciado a
sua ira no corpo da desbragada ni .mina.
i O jaiz do districto immediataraente se
dirigi ao local do crime, e abri loga um
inquerito, em co3sequencia do qual obteve
indicios sofficientes para dar ordem de pri-
so ao pai e madrasti da victima.
lado visitar a casa dos aecusados, o
juiz all encontrara vestigios de sangue era
diversos sitios; as mos do pai estavam co-
bertor de escoricea, qua sua filha sem
duvda Ihe fizera quando se defenda, e das
quaes elle nao sooba dizer a cansa.
c Outra? pessoas da familia foram tam-
bera presas.
c Todos os cmplices se mostraran],
diz-se, d'um cynismo revoltante nos iater-
rogatorios que Ibes fizaram.
exercer nos seus companheiros dos bos.
ques.
A este gemido, ebrios de amor pela bella
pantbera negra, os seus companheiros, que
pareciam ter esquecido o medo que Ibes
inspirava a presanga de tantos homens, gal-
garamo espago que os separava de Maha,
mostrando os seus olhos scintllantes e
promptos para se atirarem aos conjurados.
Os rajahs, loucos de espanto, fogem atra -
vez da selva, dispersando-se em todas as'
direeges.
S Nangal ficou all impassivel.
II irruch, para deter o cavallo diante de
Nungal, pachou pela redea saca Jindo-a to
violenta mente, que fez dobrar os joelhos do
pobre animal, qae, estimulado pela rpida
carreira que trouxera, cabio prostrado aos
ps de Nungal.
Este, comprebeodendo pelo aspecto de
Harrocb, o perigo que o ameagava, poz no
brago o capote em forma de escodo, e pu-
chando btiosamente pelo comprido punhal
qua Ibe penda cinta, preparou-se para a
defensa.
Nungal, Nungal, gritn o gaebra fi-
lando os ardentes olbos no seu inimigo.
Conde moaste-me ao supplicio do fogo ;
Ormod condemna-te ao supplicio qne re-
serva para os barkasabams; lembra-te de
Meester-Cornelis, Nangal, e ah tens o t-
mulo onde Ormod apontoo o tea lagar.
Ao terroJJnar estas palavras, agarrn Har-
roch com o potente brago a panthera ne-
gra, e dando-lhe meia volta no ar atirou-a
com torga herclea na direcelo do malaio.
Maba, como se houvesse eomprebeodido
o que seu dono esperava d'ella, seltoo am
rugido, e a oda feroz, juntando oa seus
bramidos aos da pantbera .negra, eslreitoa
aa filas e formn rodado grapo o sea tri-
plo cerco de dentes aaaeagadorss.
{Continuar-u-h.
typ. footiuiio-'O bo i>rjQU*Dk cena.
i\



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