Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12512


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Full Text
AUNO ILVII. HUMIS 236

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i*

UBA A SAMTA.l
Por ry mus adiaiitaiios .
Por km rtrtoi io-oia ....
Puf nm anao ukai......
Cad* vajDMro avoiao....
LOGAJlfS Q5DE IA.0 SI f AfiA P01TI.
04000
12)9000
14*000
O
SEGUNDA FEIRA 16 DE OUTUBRO DE 1871.
PA1A Simo E TOSA DA F2Q71ICIA.
Por tre mezea adiaotados
Por teii dito idem. .
Por nove ditos idem .
Por nm tubo idem .
tomo
17I00O
DIARIO DE PERMMBUCO.
Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.
-------------------------_--------------------------------------------------------fc---------------------------------------------:---------------
C% Sn. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Gon^alvei Pinto, no Maranhio ; Joaqnim Jote de Oliveira de Filbo, no Cear ; Antonio de Lemoa Braga, no Aracatj ; Joo Mara JoJio Chavea, no Am Antonio Masque* da Silva, no Natal; Jo4
Pereira d'AImeida, em Mamanfnape ;Felippe Estrella & G, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa 4a Penha; Belarmino doi Santoa Bnlcio, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agriar, em Goyanna; Francino Tavarea da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martina AIyos, na Baha ; e Leite, Serqainho dC no Rio de Janeiro.

PARTE OFFICIAL
Goverao la previne.
KXCBOlKNTi CODA 7 08 OOrtlBBO DE 1871.
Acto :
O vice-presdeale da provincia, teod) era vista
a preposta da cmara manicipal da Recite (sita
< officio de 4 do e arrente sob n. 117, e ni con
formidade do art. 2* di lei de 25 de Gutubro de
4831, resol ve approvir provis.riaraente e mandar
uue se exereiiera as posturas abaxo transcrip-
tas -.
Art. I. As reteiras pal iras, bu fibricas,
qus trabilb3> con fago, s p-adero do ora en
dilate ser estabelecidas as lugiret desltedos
para a- ferraras calderani3 e outras offleinas.
< Art 2.a As ofQ;irtas e esubaleciraantas que
trabalbarem com carvao ds pedra deveril ter
chimins qne e >ndu.zam todo o fu no. As eham-
oi deverao ter a altura superior a qualquer elifl-
uo em circumvisinhanca no permetro de cincoen-
\ metros ojpari a colloeagio 6U prolongamenio
i.-s ebanini Oca marcado o pras o de 90 dias. Os
afractores iaeorrerio ni mulla de 30* e o dobr
aa reincidencia.
O vice-presi lente da provincia, designa para
formar o eonselho de julgamento do sollado da 7'
eornpaoha do corpo de polica, las Francisco dos
lautos Leite, ocurso do crime de resistencia
para : presidente o major Joio Francisco da Cu-
nta : auditor o promotor publico da capital; vo-
V iilenles Felicsimo de Azevedo Mello, Manoel
Prancisjj de Panla e Ji5> Pereira Lagos, alfer^s
Mareolioo da Co la Rapas", o Antonio Joaqaim de
Barros Lima
O vice-presdente aa provincia, attendendo
.10 querequereu Anna Carolina Cesar de Mello, e
talo en vista a raformaca d director geral in-
terino da instruccio publica de 5 do correan soU
n. 3o.l, resolve nomea-la para reger interinamente
a. caieira de inslroccao primaria da villa de Sao
Santo, mediante a gra'.ificagao de 600* an-
anaes.Igual, mala/u matarais, nomeando Cle-
lia Marta do Mello e SIvj para reger interinamen
te a cadeira da povoago d'Allianc.
O vicu-presideu'.i: da provincia, attendendo
ao ao.a requereu p. directora da sociedadeMonte
PtoBrasileiro, e na conformidade do 5 do
art. 19 do dsereto n. 2711 le 19 de dezembro de
tWt, resalte nomtar Jeronyroo Brnno para oceu-
pw a cargo oV director da mesma sociedade.Ex
pedirara-se as necessarias communicacoes.
Offlaos :
< Ao inspector da thesourara de fazenda cora
muoicando que a 3 do crreme assamio o hacha-
re! Leandro Francisco Borges, t* supplenta do juiz
municipal do Limoeiro em exercicio, as fuocgdes
do cargo de juiz de direito daquella comarca. -
An mmo, Inteiranda-o de que, a 3 do cr-
rante, entrou o jniz d > direito da comarca do Li-
tro, fcteharei Fraeci* Teixeira de Sa, aagoso
da liceo; que obteve.
Ao me: rao, recommendando que devalva o
decreto de 6 de seterabro ultimo, que conceleu
aos 8erventuarios dos offlcios de 2* tablilo e es-
crivao de Garanhaus, e de Palmeira dos Iadios,
- permutarem a serventa de ditos offlcios.
Ao mesrao, mandan lo pagar a Ovidio Cy
priano Bezerra de Mello a qaantia de 251620, em
que importou o farnecimento de luz e agoa feito
ao destacamento do termo do Bonito, a contar de
junho a setembro deste anno.Communicon-se
ao Dr. ebefe de pol ca.
Ao inspector da thesouraria provincial para
fazer entregar ao Ibesoureiro da reparticio das
obras publicas, afim de ter a conveniente applica
cjo, a quantia do 2:000, votado no 6* do
art 6* da lei do orcamento vigente para as obras
ds greja matriz da freguezia de Nossa Senbora
da Graca da Capnnga. Communicou-se ao chefe
daquella repartilo.
Ao mesrao, para que, mediante flanja idenea,
seja entregue ao vigario da freguezia da Varzea,
Rvd. Joio Bapti-ta da Silva, o cont de ris, vota-
do pelo arf. 6o 6o da lei do or$ameato vigente
para as obras da igrej matriz daquella fregue-
zia.
Ao mesmo, recommendando que, por conta
da quantia existente nessa repartija", proveniente
do empreslimo contrabido com o banco do Brasil,
faca Indemnisar a caixa de deposito da quantia de
m-.ooos.
Ao mesrao, mandando que, nos termos da lei
a. 129 de 2 de maio de 1814, se proceda a indem-
oisac3o dos estragos causados em urna casa de
taipa, pertencente a Manoel Correa de Mello, com
i con&tfuccao do cano de esgoto da cadeia da villa
Jo Limoeiro, visto nao ter elle querido aceitar a
quantia de 1504, cm que forara avahados taes
estrago.
Ao mesrao, autonsando-o nos termos de sna
informado a mandar entregar ao secretario do
Gymnasio Provincial, bacharel Antonio d'Assump-
cao Cabral a qaantia de 1:200, em que Impor-
ton urna seraphina, comprada para a capella
daquella estabelecimento.
ao. mesmo, declarando em resposta ao sea
oficio, que considere em deposito nessa thesoura-
ria, a disposico da sociedade dos Artistas Mecha-
nicas Lfberaes a quantia de 14:5351157, cedida
pelo empreiteiro da ponte de ferro de Caxaog a
favor daquella sociedade, e proveniente da dille
renga para mais encontrada na ferragera da referi-
da ponte.
Por essa thesouraria raandoa-se pagar :
A Beojamim Ernesto Pereira os vencimeotos a
que tiver direito, na quadade de professor da 3*
cadeira de instrucclo primaria da freguezia de
S. Frei Pedro Goncalves do Recife.
A Candida Menezes Drnmraond professara da 6'
cadeira de instrnecao primaila da freguezia da
Boa-Vista nesta cidade os veacimenlos que lhe
eomptjrem.
A pessoa que se mostrar autorisada a importan-
cia dos vencinientos, relativos ao mez de ago>to
ultimo, dos guardas nacionaes destacados na villa
de Serinbaem. Communicou-se ao respectivo
commandante superior.
Ao inspector do arsenal de marinha antori
saodo-o a augmentar o numero e salario dos ser
ventea, empregados na raontagem das dnas dragas
destinadas ao servico da escavacao do porto desta
cidade.Inleiron- se a thesouraria de fazenda.
Ao mesmo, para qne, em vista da sua infor
tnic,ao, mande alistar na companhia de aprend
zea artfices desse arsenal o menor Cassimiro, de
da Bartosa de Albuquerque Maranhio.
eomraandante superior da guarda naci-
anicipio do Recife, recommendando a ex-
suas ordens, para que seja dispensado
activo o guarda Manoel Alfonso Reguei
ce o lugar de regente externo da casa
doi. itos.Commnnicou-se ao vice-provedor
d IfjM da Misericordia.
actor do arsenal de guerra, para man
aos armazens desse arsenal os objec-
do termo, junto por copia, os quaes,
ao deposito especial de instruccio,
em consumoCommunicou-se ao
lommandanle das armas.
eiro eoearregado das obras milita-
as propostas que remetteu, relati-
_ de quartel dos menores do arse-
*1 de guerra, oreados em 3:529400, e aotorisan-
do-o a aceiur, por ter mais vantajosa, a de Tho-
nuz de Camino Soare* BrandSo Sobrinho.
. Ao eomnundtnte do eorpo de polica, deter-
aauuodo que faca deiucar na villa de Bonito, _i
dlsposicSi do respectivo delegado, as praxis desse
corpo.Expedirara -se as necessarias commuoica-
5ss.
Ao chefe da repartfcao das obras publicas
declarando, a9m de que faca coMtar ao emprei-
teiro do alcaraeQto desta cidade, qae a presiden-
cia ? convni oa su*^enso da exeeucao do mes-
mo calcamento por um anno, dando-se-lhe urna
prorogago de igual tempa, oqaaalo ao calimen-
to de algumas ras com as pedras, qae sobelja-
ram com o assratamenio dos trilhos da companhia
Pernambuco Street Kailwiy, tambam convm, urna
vez que a conduccSo, das mencionadas pedras nao
corra por conta da provincia, embora se fac,i a
reduccao de 20 rs. em cada urna deltas.
Ao jais municipal do termo de Flores, dizen-
do em resposta ao seu offlcio, que pelo art. 111 do
regulamento do corpo de polica, devem ser pro-
cessados no foro coramum as pracas do dito cor-
p>, que se tomarem incarsos no crime de homici-
dio, tentativa deste, ou offensas physicas graves.
Kecommendou-se ao jniz de direito que faca pro-
seguir ds confo-raidade com a lei, o processo ras
taurado naquella comarca aos soldados do referido
corpo, Joio B iptista da Luna e Antonio Manoel da
Silva, indiciados na morte do Joio Nazario, e igual
reeommendacao fez se ao Dr. chefe de polica,
quanto ao delegado daquelle termo.
Ao juiz municipal do tefmo de Caruar, re-
metiendo por copia o offlcio da cmara municipal
respectiva, aflra de que providencie em ordem a
ser restabelecido o hospital ou casa de caridade,
carg) da irmandale de Nossa Senbora das Dores
nessa cidade.
Ao promotor publico da comarca de Olinda,
-.amando a sua altencio para o fado que, segun-
do a gazetilha do Jornal do Recife de 2 do corra-
te, fra denunciado oa sessao da sociedade Liber-
tadora, deveodo reraetter a presidencia qualquer
informacio que possa r.olher a resoeito desse fac-
i. N.ste sentido offioiou-se ao Dr. chefe de po-
lica.
Ao engenheiro fiscal interno da estrada de
ferro do Recife Csxang, autorizando-o a decla-
rar ao gerente dessa companhia, qae pode abrir ao
transito publico no dia 9 do correte, a parte do
proloogamento da linha da ra do Sol a ponte Sete
de Setembro.
Ao engenheiro fiscal da companhia Pernam-
buco Street Ralway, commnnicando para os de-
vidos flns, baver a presidencia resolvido em vista
do que exoz essa companhia, e da informacio da
cmara municipal d > Becife, que se mantenlu a
collocacio de carris da mesma companhia do mo-
do qae est feita no lugar das Cinco-Pontas, por
isso que mais conveniente ao transito publico, e
pouco altera all a planta do ajardnaraento do ter-
reno a cargo da Becrfe Urainage.
Portaras :
A cmara municipal do Recife, recommen-
dando em vista de sua Informacio, cerca do abai
Olinda e travesa
no emprego dos roeio
a efteito a desapropriagao do terreno para conser
var a travessa, qae foi sapprimida no lugar do
predio incendiado naquelia ra.
A' cmara municipal da villa do Brejo, para
que sob pena de responsabilidade, expeca as mais
terminantes ordens afim de que os seus agentes nio
prombara que Antonio Jos Vieira da Cunta, ou
outra qualquer pe-soa, compre ou venda algodao
on outros gneros nos lugares onde bem Ihes ap-
prover, como j se recommendoa a mesma cma-
ra de accordo com as respectivas postaras moni
eipaes.
Dita concedendo permissio a Joio Francisco
de Souza, para embarcar com destino ao presidio
de Fernando de Noronha, os objectes constantes da
relacio junta, assignada pelo secretario da presi-
dencia.
Despachos :
Antonio Jos Vieira da Cunh',. Expediram-se
as coavenienles orden3 no sentido de qae requer
o snpplicante.
Anoa Carolina Cesar de Mello. Passe portara
nomeando a snpplicante para regar interoimente
a cadeira da villa de S. Rento.
Anna Thereza d3 Jess.Iodeferido.
Anua Thereza de Senna Conssero. Informe o
Sr. provedor da Santa Casa de Misericordia.
Anacleto Pablio de Moraes Carvalho. Entre-
gue-se medante recibo.
BeHjaxin Ernesto Pereira da Silva.A' thesou-
raria provincial com officio desta data.
Companhia Pernanbuco Street Bailwjy.Diri-
ja-seo snpplicante ai Sr. engenheiro fiscal res-
pectivo.
Clelia Maria de Mello e Silva. Passe portara
nomeando a snpplicante para reger interinamente
cadeira da Allianca.
Candida Menezes Drnmraond da Qunha. A'
thesouraria provincial cora offlcio desta data.
Flix Jos Marinho. Nio tem lugar o qne re-
quer o supplicante a vista da informacio.
Francisca de Assis Marques.Eatregue-se me-
diante recibo.
Francisco de Souza Puntes.A' vista da infor-
macio nao tem lagar o qae requer.
Gaudencio Anastacio do Espirito Santo.Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Irmandade da ordem terceira de Nossa Ssnhora
do Carmo desta cidade.Auloriso a snpplicante a
despender com as obras de que trata o producto
da lotera concedida, o qual lhe ser entregue de-
pois de prestar contas.
Joio Paulo Rosa Cesse. Nio tem lugar o que
requer.
Jos Antonio de Albuquerqui Pedrosa.Infor-
me o Sr. engenheiro eoearregado das obras ge-
raes.
Manoel Thom do Amaral e Mello. Certifi-
que.
Maria Magdalena da Natividade.Nao tem lu-
gar o que requer a supplicante.
Manoel Marlins de Carvalho. Informe o Sr.
iospectir da thesouraria de fazenda.
Sociedade Monte Po Brasileiro.Passe portara
nomeando o primeiro volado.
Tbeolindo Augusto do Reg. Informe o Sr.
commandante superior da guarda nacianal do mu-
nicipio de Nazaretb.
Zeferino de Almeida Pinto.Informa o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Offlcios:
Ao inspector da thesourana provincial, de-
clarando para os lins convenientes que a presi-
dencia resolveu laucar no requerimento da mesa
regedora da ordem terceira de Nossa Ssnhora do
Carmo o despacho seguate. Autonso a suppli-
cante a despender com as obras de que trata o
producto da lotera concedida, o qual lhe ser en-
tregue depois de prestar contas.
Ao mesmo, commnnicando baver o chefe da
reparticio das obras publicas empreitado cora
Frederico Velloso da Silvera, pela quantia de
400*000, os reparos urgentes de que precisa a
estrada a partir da estacio do Pollo da Madeira
ao povoado do mesmo nome.
vista Europea, ha 41 annoi; da modo qns a sua
anihenticidade ionegavel.
Vejam -se alguns paragraphos d'esta carta :
Dons factos esli boje em evidencia : um na
sociedade geral europea ; ontro oa sociedade fran-
eeza.
c Na sociedade' europea, nao tso rovolocwna-
ri a mente avaocada como a sociedade fraaeeza, a
monareha e aristocracia perecem ; estas vera-se
atacada; principalmente pelas nossas nstiloicSes.
t E' urna loncnra imaginar qae os soberanos e
os nobres da Russia, da Allemanha, da Prussia, da
Italia, de Haspanha e da propria Inglaterra con-
servarlo a riqueza, as honras, o poder, em quan-
to oo centro da civilisacio existir ama manarehia
democrtica, qne falle, que obre e que raflua como
a nossa.
c Ainda quando esses soberanos e esses nobres
dormam ou facam como se dorraissera agora, nem
por isso deixarao de tentar mais oa menos tarde
o dominar-nos, para sua seguranza : eis-ahi por
que a eonlucta do justo meio a o espanto pela
guerra demonstraran! um genio lio pequeo e um
coracio tao pouco elevado depois dos das de ja
Ibo. Ao retrogradar, fugio-se de um perigo qnasi
imaginario entao, para cotlocar o oosso futuro no
perigo mais immiuente.
< O facto relativo sociedade francezi a in
vasio rpida e prxima na propriedade. Percebe-
se boje que a gerarchia das ciasses era a barreira
que defenda a gerarchia das fortunas.
Abatida a legitimidade, e destruida entre nos
a gerarchia das claases, a aristocracia da proprie-
dade vera a ser o ponto de mira, como, quando
debaixo do fugo de batalbio cahe a prlmeira fila a
segunda aprsenla os seus peitos ao inimigo.
c Ha na propriedade todos os graos qae se no
tara na aristocracia; a grande propriedade, a pro-
priedade media e a pequea propriedade, que
equivalem alta nobreza, pequea nobreza e aos
de capa e espada.
c Ao passo que vamos, em breve ptrguntario
os arrendatarios aos possnidores do solo, por que
Irabalbam ellas nos baldos em quanto estes pas-
seiam de bracos cruzados; por que nio teem elles
mais do que urna blnza de chita, em qoanto estes
usam sobrecasacas de panoo. A propriedade in-
dustrial nao flear exceptuada entao
c Determinai boje, depois dos aeontecimentos de
Ivon, que o fabricante seja dono na sua fabrica,
que os sena operarios nio lhe pegara, se assim o
julgarem conveniente, participar no sabbado dos
ganhos da semana.
v Ter-se-ha de conservar urna gnarnigio de
26:000 homens em cada cidade manufacturera e
por ura^soldado de senlinella ao lado de cada ma-
china ?
c Tempo vira em que nio se comprebenda que
houvesee urna, ordem social, era que nm houiem
tivesse nm milhio de reodimeoto, era qoauto que
a outro falta va o 'alimento. Um marquez e um
Jo^acerca do
m4 Mrquez Ae grande proprietario pareceram personagens fau-,
de MarlZ e Barros, "gtieprofeiga |0sas. ^^^fl
ekn Fqte'Sltude, afim de levar < Qaahdo cada cidado eultivaT o BHrfte^t
rea, dev
vas aos
ou tres fangas de trra necessarias para o susten-
to da familia ; quando se tiver ehegado divisio
igual da propriedade e da iottlligeneia ; quando
todos os gosos do ioxo e do espirito, espectculos.
festas, imaginagio, poesa, tiverem perecido sobre
a massa da razao; quando nenhuroa grande em-
preza, nenhum grande monumento possam for-
mar-se nem elevar-se por causa da nivelagi das
fartunas e da indigencia do fisco ; quando a enra-
lagio e at as paixoes estiverera apagadas na doce
mediocridade do lar domestico, essa communidade
das mulheres e dos maridos, auando nio houver
se nao criangas e nao filhos, entao disfructari a
sociedade de nma felicidade incomparavel.
c Gracas a Deus que eu me terei salvo entre os
morios d'esses funestos dias I
A sociedade religiosa, senhores, nao soffrer
essa progresso : a sociedade religiosa, como o
seu Divino Chefe, qne ao mesrao lempo a sua
origem e o seu symbolo' transligurar-se-ha, mas
nao desapparecer para sempre, por qae o sea
principio a vida eterna. O christianismo princi-
piou as catacumbas, perforan a Ierra para sabir
aos templos, engrandecen a verdade phylosophica,
presa havia tres mil annos n'esses templos ; estn-
deu-se com ella pelas cidades, e-palhou-se pelos
campos, e de bomem em hornera se estabeleceu no
globo.
< Agora recua, deixa a pouco e pouco a mull-
dio, torna a encerrar-se as igrejas, donde des-
cera outra vez s catacumbas, para tornar a sabir
de nove.
i Eu vi Jorusalem e Roma ; ouvi as diversas
seitas chrislias entoar os seus cnticos roda do
Santo Sepnlchro, nio longe do Jordo, na trra
dos milagrea, no meio das ruinas des seculos; ou-
vi os hymnos cantados nos tmulos dos santos
apostlos, as margeos do Tiber, entre os sepul-
chros dos cesares e as cadeias dos raartyres, e
sent o que ba ao mesmo tempo de transforraavel
e de eterno no christianismo. Ura quadro, sobre
lodos, ficou bem fixo na minha memoria.
No dia 16 de abril de 1829 aisisti em Roma
ao Miserere de quinta-feira santa, na capella Six-
tna I Era ao cahir do da, as sombras faziam
desapparecer a pouco e pouco os frescos das abo-
badas ; nio se avistavam no fundo do santuario
se nio algnos grandes rasgos do pincel de Miguel
Angelo no Juizo Final.
As velas, succeasivamenie apagadas, deixa-
vam escapar dos navios nm fumo ligeiro, imagera
bastante natnral da vida que se evapora, e que a
esenptura compara com nm vapor leve. Os car-
deaes estavam de ioelnos : o novo papa, Pi VIH,
qae poaco depois havia de morrer, eslava prostra-
do perante o mesmo altar onda algumas semanas
antes eu vira o sen antecessor, Lelo XII.
t A cracio da penitencia e da misericordia,
succedendo s exelamaeoss do propheta, elevava-
se a espacos entra as sombras e n silencio.
Roma christ eslava all com todas as suas re-
cordagSes : mas em lugar d'aquelles pontfices po-
derosos d'aquelles sacerdotes que depanham mo-
nsrehas, um pobre velbo, papa-paralytico, e prin-
cipe da greja sem prestigio annuociava o flm de
nm poder temporal que eivilisono mnndo moder-
no. As obras primas das artes apagam-se cora
esse poder das paredes do Vaticano, meio desam-
parado. Dupla tristeza se apoderava do especta
dor : a Roma de S. Pedro, commemorando a ago-
na de Cbristo, pareca celebrar a sua propria ago-
na, pareca dizer a nova Jerusalem as palavras
que Isaas diriga antga Siio.
Quomodo sede sola cintas 1 Viae Siort lu
geni e o quod non sint qui veriant ad solemni ta-
tem.
< Mas aquillo nio-era emfim, mas s urna irans-
formacio : o christianismo volver obscuridade
de que nasceram as nossas basileas da idade me-
dia ; descera ao sepnlchro do Salvador para ac
cender outra vez o sen faeho, para resuscitar a
luz gloriosa, para mudar por segunda vea a face
da ierra.
De vemos notar que o traduzirraos nos esses
passos da carta de Chateaubriand nio significa qne
estejamos em tndo concordes com as doutrinas
d'elfa.
24 de,setembro, da, Araaz mas fe do Para 8 do
corrate.
Nada adiantam as noticias dos Estad isoidos,
por *?B inals atrazada do que as recebidas por
via de Lisboa.
AMAZONAS.
O apor Animan encauma cima tS Mi ni co-
r, oa sabida do rio Madeira, suppondo-se nao po-
der saffar com fa;ilidade, em coniequeocia da
grande balxa das agnas.
PARA.
Pela presidencia da provincia foratn safce-
ciooados como leis da provincia os actos da as
sembla legislativa : creando a comarca da Viga,
comprehendenlo os termos'da Viga eds Cintra ;
aatorisando a encorporago-d'aiia companhia de
navegagao entre a villa de Bamba e a provincia
de Mallo Grosso, pelo ro Tapajs; e autoraando
o contrato da abertura d'uma estrada que mellio-
re as communicagdos, pelo ro Tocantns, entre o
Para e Goyax. .
Chegira Belmo novo vapor Joo Augus-
to, pertencente companhia fl jvial Paraense, do
mesmo systema dos que navegara o Misssissipe.
M le 158 ps de comprimenlo, 7 e meio de pontal
e 27 de bocea. Foi construido em Wilraidgtons
oo Delaware (Enados-Unidos), de onde sahio a 22
de agosto.
Seguir a 4 do correte para o porto di For-
taleza a canhoneira brasileira Ypiranga, lev..ndo
sen bordo o ebefe do distrcto naval.
Fallecer o Revm conego Joaquina Antonio
da Silva Egues.
Em viagem do Porto para Belra f lleceu Jo
s Moreira da Silva, de 12 annos de idade, natu-
ral da Villa-Nova de Gaia.. .
A aifandega de Belm arrecadou no mez le
selembro 410:495*390 rs.
Lemos no Diario do Gram Para :
* Gtiegou aotehontem (25 de setembro) pela ma-
nbaa, esta cidade. o Sr. Dr. Joaquim Barbosa
Lima, digno juiz de direito da comarca da Boavis-
ta, Gjyaz. Deu-nos o Ilustre magistrado impor-
lantissimas noticias d'aquelia riquitsma regiao,
noticias qae havemos de innsmittir aos nossos lei-
lores, de forma qae elles possam ulilisar-se dos
esclarecimentos completos que (rnese acercados
recursos que alii se prometiera actividade hu-
mana.
< Cootou-nos o Sr. Dr. Barbosa Lima qui des-
cerara de Boa vista 1,500 bols e 100 cavallos, dos
quaes leve estar j as Pederneiras, urna boiada
pertencente ao abastado fazeodeiro Carlos Gomes
Leitio. Lularam os donos d'estes bois com diffl-
culdades sem humero para conduzi los dos deser-
tes sertSes em que eslao estabelecidas as fazen-
das ; prejuizos ioealealaveis ler-lhes hiara feito
abandonar o sea proposito, se nio fossera anima-
dos de tanta forcv de vontade. Ao alravessar a
i Compareceram tres bombas ao lugar do in
ceadio : a do arsenal, a da reparticio de obras
publicas eaila aifandega. So presin servicos a
d aifandega, porque caram inulilisadas as nu-
tras anas quando cornerjararn a funeelonar. A da
aifandega s" retirou sj depois das 6 horas da
tarde.
< Os primeiros agaadeiros que chegaram foram
os conductores das pipas ns. 2 e 72.
< A'era dos soldados e marioheiros em que hon-
tera fallamos, estveram prestando execellentes
servigos contingentes do corpo de polica, das bar-
cas da aifandega, da capitana do porto e das du-
eas e vapores da companhia do Amazonas, da
fluvial paraense, fluvial do Alto Amazooas e Lis-
bonense. Ficaram ferdos 3 raarinberos da capi-
tana do porto, 3 da aifandega e 3 dos vapores
Soure e Madeira.
c Da gente das offleinas da Companhia do Ama-
EXTERIOR.
. Franca.
Em 1831, depois das primaras commooss po-
pulares em Franca, escreven Chateaubriand urna
carta acerca do futuro d'aquelia naci, qne va-
mos inserir, e n'ella annnncia o que actualmente
acontece. Esta jropressa po aagnndo tomo da Rt-
DIARIO DEPERNAMBUCO
RECIPE 16 DE OUTUBRO t)R 1871,
Vapor "^'iraa,
Amaobeceu hontem '.oieado no lamaio o va.
por North Americo^ n^do datas de aw-Yorl
caravana o Aragnaya, soffrea mutto e amito, por, ainda damnos no valor de 3 a 4:0004.
qne fallecia-lhes eml>rcacas, e viram o rio arre
batar na, sua corranhi um crescido numero de ca-
S4^ L. .... .
*P Dr. Barbosa Lim* amio de iua comarca
no ojfjO de agireto a ebegou i Cimri em 15 do
eorrewe.
c Teve lagar no domingo (23) a inaoguracio so-
lemne da associagio promotora da iostruegao pu-
blica. Celebrou-se o acto no sali principal do
Lyceu paraense, onde reuni-se a escola de nossa
sociedade, que fazia all a glorificagio da intelli-
gencia.
< Comegou a sessao de inslallagio, que foi pre-
sidida pelo Sr. presidenta da provincia, por nm
discurso proferido pele Sr. Dr. Freitas, que arti-
eulou em estyb terso e gentil a raiao de ser da
associagio, cuja nstallago se celebrava. Segul-
ram-ae-lhe com a palavra os Srs.Jorg) sobrinho,
que representava a sociedade beneficcnie <28 de
Jalbo> ; Jos do O' ; Maooel M. Ctvalhero de
Macedo, por parte da sociedade typographica pa-
raense ; majr Baena, relator da commiisao que
representava a sociedade t Artstica Paraense ; e os
Srs. Dr. Castello Branco. e o hispo diocesano, na
ordem por qae vio moncionados.
c Realsou-se no doraing) (23) tarde a inau
guracao do servigo dos trena do sy-iema Tnomnn
com urna corrida da astag_ao do Ver-o-peso de
S. Joio. Os carros, que sao ad .ruados com mui-
to luxo iam cheios de passageir s, que correspon-
diam entusisticamente s reclamagoes festivas
com que o povo que estacionava em toda a ex'en-
so dal.nha percorrida pelo comboyo sandava
aquelle melboramento, que um elemento de pro-
fresso. Eslava toda embandeirada a estrada de
. Joio, e os wagom arvoravam um trJpheu de
bandeiras composto com o pendi nacional, ladea-
do pelps de Poriugal e o da Confederagao helve -
tica.
Sio gravissmas as noticias que o vapor Be-
lm trouxe de Obidos. Perturbou se all a ordem
publica, o lar do cidadio foi invadido, a vida da
autondade foi ameagada. Eis as Informagdes que
do acontecimento danos urna testemunha o -calar.
t Susciten se em a noile de 23 de selembro
urna pequea rlxa entre qualro pragas de infante-
ra 11, de qae am destacamento faz a gnarnigio
d'auuella cidadella e alguna paisanos,entre os
quaes alguns portuguezesno lugar chamado Ju-
retepo. Da rixa sahiram feridos urna praga do
11 e alguns paisanos. As autoridades civis pro-
cedern ao3 respectivos corpos de delicio e instan-
laram o processo.
A guarnicao da fortaleza, sabendo no dia se-
grate do conflicto, resolveu desaffrontar os seus
camaradas. Um troco de soldados armados de re-
fes, invadi a cidade e pz cerco .casa comraer-
cial d is Srs Souza Vieira & C, exigindo em latas
gritas a entrega do guarda livros da casa e de
am operario,portuguezes ambos que deviam ser
immolados na desaffronta dos bros a'aquelles h-
roes.
cO p'omotor da comarca.o Sr. Francisco Augus-
to d'Oliveira, que por acaso passava pelo tbeatro do
disturbio, pz em aegio a sua influencia, gragas
qual conseguio dispersar-se o ajuutameato. Os
soldados seguiram depois em grupos para diffa-
tes localidades, indo nm delles atacar a olaria do
subdito portuguez Manoel do Cabo, ataque que nao
levaram a effeito porque inda appareceu o Sr
Oliveira, que conseguio dispersa-los.
c Em seguida foi outro grupo 'estacionar de-
fronte da casa dos Srs. Souza Vieira & C, a voci
ferar aaaeagas, a tentar arrombar as portas da ca-
sa, qae estavam fechadas. Para que Obidos nio
nadasse em sangue tiveram as autoridades, obe-
decendo s imposigoas da soldadesca, de prender
algnos portuguezes I
< Nio foi a docilidade da autoridade capaz de
por pis ao deseofreamento da soldadesca. Um
outro trocoide hroes atacou na ra de Sant'Au-
na o cidadao portugnei Jos Barroso de Bastos,
espaoeou-o, ferio-o, e te lo-hia morte se nio ap-
pareeesse o commandante do destacamento, que a
cusi tez respeitar a sna autoridade.
Estes aeontecimentos, por demais graves,
merecerara a mais aecurada attengio do Sr. pre-
sidente da provincia, que den hontem ao saber
d'estes snecassos as mais promptas e enrgicas
providencias para que populacao de Obidos seja
restituida a paz e a tranqniilidade, que l'has rou-
barara os mantenedores da ordara publica I.
c Hontem i noite (i de outubro) seguio para
Obidos q vapor Ycamaba, cora tropa para rendar
a que st. all destacada, a ooommaudaate das
arui>. i
t Rebentou hontem 3 de oulubro as 2 horas da
tarda nm pavoroso incendio na fabrica de togoj e
artificio do 8r, Hanoci inmm n Aldrld.a, mi
da Coqiilimg5o. h exploaaq de uMi uorgio de
plvora, qne eslava n'Qjn qqarto do edificio, com-
muoicou o incendio ao resto da fabrica, e era bor- sava para ella
roroso o effeiio que produziam as detc aag5es re-'
eradas no meio das labaredas que por toda a
parte cercavam duas casas t
< O fogo coraraunicou se rpidamente em toda
a casa a lavron logo oas que- lhe estavam ao pe.
Urna porcao de polrora que fez explosao ateou nm
incendio n'uma palhoga que eslava ns ra pr-
xima. Onda estavam das boas casas existem
apenas ruinas.
Urna pared, que desabra, eontarara-no-lo,
sepulten sob suas ruinas dous meninos que traba-
Ihavara na fabrica. Um dalles tn retirado mal
ferido, o oulro, at a hora em que escrevemos (7
da noite) ainda nao linha apparecido. '
Compareceram ao logar do sioistro as prn-
cipaes autoridades da cidade, 50 pragas da gnar-
nigo da May, 40 da Ipyranga e 32 do U' de in-
fautaria. Soldados e marioheiros esforgaram-se
at nao mais no sea rude labor e mostraram que
bem merecem o nome de bravos.
Colhemos as segrales informagoes acerca do
incendio que rebeniou antehonlem a tarde na
fabrica de fogos arlificiaes do Sr. Manoel Joaquim
de Almeida, raa da Constituigao.
Havia n.uma sala da fabrica um tabolero
eheio de preparados para fogos de vista e ar e nm
monta de bombas de morleiros. Nao sa sabe co-
mo fez explosao o que eslava no taboleiro. e o
fogo communicou-se s bombas e a qualro barris
com plvora que estavam no mes no quarto, mo-
tivo i aquella detonagao horrorosa, que abalou toda
a cidade desde o arsenal Nazareth Ah ficaram
queimados dous prel;s que estavam trabalhande,
e a que a prestaran soccorros os Srs. Drs. Lemos,
Udida e Canlio.
A explosao dos-qualro barris de plvora, fez
sallar o tectadaeasa.eas travs incendiadas com-
municaram o acendio s oairas parles do edifi-
cio. Cerca de dez barris com plvora faziam ex-
pbsio de lempos a lempos. Urna dessas expo-
soes communicou fogo a urna palhoga que eslava
distante, e cojo tecto arden todo.
< As 9 horas, o incendio que parecer compl
tamente extracto reateoa-se com violencia e ficou
dominado s 11 1|2 horas da noite para fazer nova
erapgi 1|2 hora da madrugada. Fnmegam ain-
da as ruinas. E' o fogo qne arada lavra.
< O Sr. Dr. ebefe de polica, subdelegado do
distrcto e commandante do corpo do polica est-
veram at muito tarda no theatro daquella grande
dssgraga.
c Na offlena do Sr. Almeida restara apenat al-
guns maros esboroados, ennegrecidos pelo incen-
dio. A casa, material estragado, etc., represen-
tan! um prejuito de cerca de 30,000. Os visinhos
tambera soltreram prejuizos. Est calculado que
os Srs. I.i.neira, Balthazar e Vicente parderamo
1 1:500a, o 2* 1:600*. e o ultimo 2:000,1. Ha
illudiodo a vigilancia da escofia,
lancon- se saina o flm do mesmo. *'
Sendo a aotoridade policial do distrcto infor-
mada deste facto lio grave, com as formalidad*
legaes. foi bordo da canda onde se achava amar-
rado Frederico e o pz em liberdde.
PERNAMBUCO.
zonas e dos Srs. Cocino & c. ha Seis ferilcs.
c Os Srs. Charles Collyer, immedato do vapor
Bellem, Augusto Oreline, Jos Augusto da Silva
Castro, um tiiho do Sr. Dr. chefe de polica, Edu-
ardo Araujo, actores Baha e Rodrigues tambem
prestaran muito bons servigos. Nio Ihes men-
cionamos antes os nomes porque escaparaai-nos
da memoria, quando escrevemos a nossa primeira
noticia, como de crer que nos escapem agora,
apesar do muito que nos esforgamos para celebrar
aqui as aegoe* dos qne mais a merecerara naquel-
ia jomada dolorosa >
No dia 3 desle mez (outubro) pelas 10 horas
da manla fundeou em nosso porto o vapor Giao
dos Srs. M.iioel Joaquim de Freitas & Irma). Re-
gressou d'u;na expedigao do Xiog feita a espen-
sas dos proprietarios do navio para que linha par-
tido no da 23 do pretrito, e em qus toraaram
parte os Srs. liento Aranha e diputados provin-
cias padre Arago, e Dr. Tocanlins. O Exra. Sr.
Dr. Abel Graga, digao presidente da provincia, fi-
zara s autoridades locaes expressas recoramen-
dagdes para que removessem todos os obstculos
que podessem entropecer a exjedigao.
i O vapor Giao percorreu 140 milhas, pouco
mais ou menos, na subida do Xing. Foi de sua
fozat a primeira c&choeira, pelos naluraes cha-
mada Ananay. E' de peregrina belleza a regiao
banhda por essa parle do rio, qae deserta, por
que s ba all cerca de 4,000 habitantes esparsos
pelos povoados Carrazedo, Villariaho do Monte,
Tapar, Boa Vista, Porto de Moz, Aveiros, Pom'oa
e Sousel.
t Com excepgio do Porto ds Mz e Srasel, esta-
vam abandonadas estas povoages passagem do
Giao. N'ura lugar era a populagio composta ape-
nas de 4 familias I O moradores estavam ocou-
pados na colheita da borracha as ilhas que ficam
cima de Sousel.
t Na exleasa zona percorrda pelo Giao o rio
qnasi sempre da largura de 5 milhas. Pouco ma-
nos de urna tem nos lugares mais eslreilos. Com
isio profundo, franco navegagao, por embar-
cagoes que calem at 7 ps d'agua.
t Alera da borracha, abundara as vastssmas
reg.es banhadas pelo Xing e seas afllaentes a
salsa, a castanha, o cacan, o cravo, puxiry, o oleo,
a madeira de consirncco e de marceneria,_ taas
cora o pan setm, o acap, a ilaoa, ete. Sio-Jhe
fertlssimas as trras para a cultura do caf, feijo,
milho, ail, uruc, mandioca, arroz, algodio etc.
Tem vastas campias para creago de gado e lodo
o rio emfim, bastante pscoso.
i Antas da secgao das cachoeras encontram-se
Hycurucd, o Tucuruhy, o Jarani e o Paraoamu-
c, que sao es mais importantes affluenles do ri-
qusimo rio. .
, c O flifo nio pasiou alm da primeira caehoei-
ra, porque o estado de sade do Sr. Dr. Tocao-
lios, exigia promplo regresso.
c E' porm fcil veocer a secgao das cachoeras
em vapores como Giao, segundo informaram os
habitantes do lugar, porque o Xing faz all urna
grande curva, que se passa em' 36 horas.
< Ng dia 9 do mez passado (setembro) chega-
ram a Vizeu Frederico Antonio Daniel e Procopio
Lourengo Duarte, vindos da colonia militar de Gu-
rupy, provincia do Maranhio, d'onde erara resi-
dentes e traoalhadores, e agasalbaram se am casa
da mulata Cesara, com quem morava a mi e so-
gra dos meamos. No dia 11 tendo all ehegado o
direetor da colonia, capitio Leonardo Lucan"
Campos, e sabendo da estada desses do'- -* de
reuni os soldados, que compunb'- -* t
- REVISTA SIA&IA.
DLNHEIRO. O vapores Jaguaribe e Pirapavts
levaram no sabbado :
Para Macelo 28.0004000
> n Nalal 35:000*000
> Mossor 30.526*940
a Fortaleza 3:212*090
O vapor North AmerieaX rouxe para os Sr.
Arminio & C. 1:684*910 rs.
CONFRARIA DO LIVRAMENTO.-Pur delibe-
gao da mesa regedora da confraria do Lvrameor<>
deve a pessoa, que se quizer iniciarse irmio, re-
querer mesma mesa, ou ser proposta por algom
dos seus membros, estando presente o pretendeor^
por si ou procurador na occasiio de lavrar-se em
sessao o termo de entrada, O requerimento cu
proposta indicar por iuteiro o oome, idade, pro-
fissio, moradia e estado.
Por mitra acertada providencia e zelo religioso.
delraerou a referida meza, que, as torgas-feira<< .-a
principiar da primeira da novembro, se celebre o <
aliar de Sania Lozia s 7 horas urna missa mes-
ma Sania com a applicagao aos seus devoto, e
que finalmente contine nos sabbados o antigo lar-
go de Nossa Senhora.
RUJGA E FERIMENTOS.-Sabbado i larde, no
pateo da estacio das Cinco Ponas, den-se orna,
rixa entre moloques e pretos que alli vio estacio-
nar com o fin de conduzir as bagagens dos passa-
Seiros. Da lula resultou ferimenlos feito? pe-
radas, o entretanto nio appareceu um soldado l-
policia, nem symptomas de qae houvesse policio
no lugar.
Havia outr'ora urna praga de polica naquetl
estago; esta foi retirada, e, despeno das recla-
raag.'s do agente fiscal do governo, nao foi man-
dada restituir. O resultado ssse qne noliciim....
e que poda ter sido ainda mais deploravel, viu>
como na luta houve at canivetadas atiradas.
Tudo vai assim nesta boa trra : prefere-;e pn-
nir a prevenir o crime.
VlAS-FERREAS DE BITOLAS ESTREITAS:
Chamamos a attengio dos leitores para una impor-
tante artigo sobre esta materia, traduzidu do En-
gineer jornal que se publica em Londres, o qua;
publicamos em nossa 8* pagina.
MISSA FNEBRE. A sociedade Novo Alheen
manda boje rasar algumas musas, s 8 horas d
dia, na greja do Carmo, pela alma do seu conso-
cio Dr. Antonio Silvio Ferreira de Carvalho.
NOVO ATHENEU. Hoje, hi horas di Urd;.
ba sessao desta sociedade, para a posse da nova.
direct on: -
PROTESTO DE LETRAS. O escrivio Jos Ma-
riano acha se de semana, no seu cartoro ra di
S. Francisco em frente da do Duque de Caxias.
RECIFE DRAINAGE.At o dia 18 do jorra-
te devem ser remedidas ao escriplorio do Sr. Dr.
Joaquim Jos da Fonceca, na praga de Pedro H, a?
reclamages que os proprietarrs da cidade do
Recife tiverem de fazer e que quizer-om que ariam
contempladas na representagao que a corami^sS
tera de dirigir presidencia da provincia c air
os abasos crameitidos pela companhia Recife
Drainaje na execujao do seu contrate.
Na pharraacia do Sr. Ribeiro, ra da Imperador
n. 44, acha se o livro ompetenle para a insen.;-
gao dos proprietarios que nao tenda podido aasis-
ur reunio, adhenrem iJa _de represen-
(agio.
CAPTURANo termo de Agua-Preta foi caplu-
radoe recolhido respectiva cada, Jos Soares da
Silva, crimino.o da tentativa de morte,
PRONUNCIA.Pela sublelegacia da Magdalena
loi desprouuncido Manoel Paira da Silva, proeetsa-
do pelos ferimenlos feilos no menor Antonio An-
selmo Je Carvalho, visto nao haver no procesan
prova alguma para a pronuncia.
ESTATISTICA POSTAL. A adminislragio d.
correio expedio para a Europa malas, pelo vapor
francez Gironde, contando 4102 cartas com 6057
portes. 701 jornaes cora 1514 portes, 7 seguro.-
cora 17 porles o 1 amostra com 5 portes senJy :
Para Franga.
carias com 1297 portes
jornaes 209
seguros 8
amostra > 5
Inglaterra,
cartas com 1797
jornaes > 211
seguro 1
Portugal,
carias com 2893
jornaes 1709
Italia.
cartas com 70
jornaes 15
seguros 9
VO POR ELLA O proprietario da loja *
oas Flor de Ouro ra Larga do Rosarioa- **
_A, apprehendeu no sabbado a tarde a nma
mulher de cor parda, que andafva offereceudo por
venda, urna volta de ouro para pescogo ; quem
for pois sea legitimo dono, pode dirigir-se a diu
loja que lhe serl entregue.
PASSAGEIROS.Sahidos para o norte no vapor
PtrawaaM: .. t
Rosa Maria da B. da Conceigao, Emmanuel Rui-
fler, Jacob, Emilia Alder, Fraochco de Oliveira,
Joaquim Antonio da Cunh8, padre Antonio 6. d>
Oliveira Goarita, Joio Pitada, Jos Vieira de G. Ac
cioli, Irmi Duborl, padre Joio Maria CavalcanU<
Brito, Joio Vasco C. de Argonses, Lniz M. Fernn
des Filho, Francisco Gurgel, Antonio de Oliveira
Pinto, Antonio Firison, padre Joaqnim Francisco
i., Felippe Bezerra C Rocha, Joio Carlos G.,Gal-
dioo Jos S. Piraentel, Francisco de O. Urna e 1
fllh a, Justino Pereira de Farias sua senhora e I
Alna e 6 escravos, padre Francisco C. da Costu,
Antonio Teixeira de Albuquerque, Francisco P.nti
T. Chaves, Joanna Maria da Conceigio, Victer ;
da Silva, Antonio C Gomes, Joaquim da Costa z
filho e sua senhora, Jos Venancio da C. Aleocaa,
Miguel Romba R, Dr. Assis Rocha Juoior, Ano
nio Telemaco L. Verde, Jos Antonio C Por" 'fc.L.
Gomes de A. G Jnoior, Viceote Ferra f" -> *T
mingos Jos Saboia e Silva, Dr. p .**%?"3~
Manoel Jos Fernandes Ba'- < < Oliveira.
Sahidos para os r -08- ,
ricaoo North Am- ..ortos do sal no vapor ame-
Ferninl" ->ica :
r Co'' no N. Lins, Florio A. Mendes. Aotnn; i
r' .ueiro, Joio C. Novano, Manoel Aguiar, Er
-sto P. de M. Lins, Antonio T. de Carvalho, Xa-
| dr Ortiz, Antonio Ortiz, Miguel Diaa, Benito On-
de, Joio Garca Noy.



734
103
4
1
7
193
1
2551
393
69
12
3


portes
porte*
portes

vapor ameriea?
de Asit<
da r-anajm qne viera, e ac- -^ a tripolagio Vindos de New-Yorl no vapor
do comt*io Veriano p -ajpanhado do alteres, North America : -
te tarabam da --' r"fr* de Paal Cavaican-1 Rita Costa BarbesaOma, Francisco
ram "- M"ni}> s ll hor da. noite posa- Lima, AlexaflreJos da Costa Barbosa Lima, Jol.
A.r;,T^2 "* 00i9 eiUT* hospedados Frft-xBrh55 Paula Lima, Maria Angosta Costa Lima.
ti m SuCWW' V^^'aram-lhe as porUvaS-iBias CoalkotCoau Lima e 7 criados, Gabriel Paira,
2*,'*?;?? PmJ Jram os meamos dilswijW^aocsco A. Jaguaribe, Antonio Fernandos Jorg..
ran'a -* MaiJa Pm borao d/?afcra:Maooel da Costa Pinto, Bomlngos Ramo
occasiio, porm, em que Ppasopic pas-' claco da Poriflcagio.
MITILluJu j




Diart* % f ritambuc*. **. Segunda (eir 16 d* Outubro da 1871
-??
\
sx
Passageiros sahidos para Bemodo de Nora-
cha oo vapor brasileiro Perrbhyba, 3 oflkiaes com
saas familias, 60 pravas do 9a batalhio de infanta
ra 13 senleaeiados de j astro i, i ditos militares, e
Alejandrina Maria dos Prazeres.
LOTERA.A que se i sha venda a 111.a i
beoeflcia do patrimonio do9 orphios, a qaal corre
do da 19.
CKMITERIO PBLICO.-Obitaario d) ia 13 de
ontobro.
Maria Francisca Ferreira Guimarss, branca,
Pernambnco, 13 anaos, salieira, S. los; va-
rilas.
Jernimo Rodrigues Lima, Limoeiro, branca,
Pernambaco, 23 anaos, soUeiro, Boa-vista, hospital
Pedro 11 ; ahsorpca urinaria.
Maria ignacia da Concedi, parda, Pernambu
buco, 49 annos, soltoira, aa-visia; hydro-
pesia.
Miguel, braaco,
Anlanis ; bexigas.
Antonio, parlo,
varila.
Mara, branca. Pernambuco, 57 anuo?, viuva,
Coa-vista; apopkxia. *
Roberto, escravo, pardo, Pernambaco, 22 mos
solteiro, Boa-vista ; bergas.
Jeaana, e?crava, oarda, Rio Grande d j Norte, 24
annos, solteire, S. Jos ; varilas.
CBtOMCA JUDlARH.
Peraambaco, 8 jnaos, Santo
Pernamljuco, 3 das, S. Jos* i
TRiniWL Di RGLiC.lO.
SESSAO EM 14 DEOTUBU ) DE 1871.
wksidencu no im. sn. co.vsecubtro caetano
SANTIAGO.
. Secretaria Di: Virgilio Ceelho.
1t 10 horas da manlia, presenten os Srs. desem-
argadores Gitirana, Guerra, procarador da *,ara,
Loamos Santiago, Alraeida Albuquerque, Doria.
Domingues da Silva, Regueira Cos.a, Souza Leo
e Freitas tTeariques, filiando com cansa o Sr. des-
embargador Assis, abri-se a sesso.
Passados os oitos derara-se os julgamentos se-
guintes: '
" BECUBSOS CHIMES.
Recorrerte, e juizo de direil) da Escada ; re-
carrito, Jos Joaqaim ferreira.-Juiz^s os Sr9. des-
embargadores Looren^o Santiago, Surzi Leo, Da-
ra Freitas Henrijues.Improcedente.
Recrreme, o jaizo de direit de S. los ae Mi-
piba ; recorjido, Jos Alves de Mello.Juizes os
Sr*. desembargadores Almeida Albuq rana, Sonta Leo e Daria. improcedente.
Recorrente, o jniz) de direito de Itamb ; rea:-r
ride, Antonio Francisco dos Santos.Juizes os Srs.
desembargadores Dira, FreiasHenriques. D >rain
gaes da Silva o Almeida Albaqaerque. Improce-
dente.
A6GRAV03 DE fETIQO.
Aggravanie, Pedro Aareliano da Cruz Muniz;
aggravado, o Julio.Juizes os Srs. desembargado-
res Domingues da Silva, Regueira C)Sta e Doria.
Negara:n provimento.
Aggravanie, Felippe de S Albuquerque; aggra-
vado, o juizo.Juizes os Srs. desea bargadore) Do-
miagaes da Silva, Lourenco Sanliazo e Freitas
Henriines.Nao totiaram conheciment) por nao
ser caso de aggravo.
Aggravanie, ArisliJes Daarte Carnet roda Cuaba
Gama ; aggravalo, o juizo.Juizes os Srs. desem-
bargidores Regueira Costa, Almeila Albaqaerque
e'Soaza Leo.Nao tomaram conb cimento.
APPBLLAC&ES CRIME8.
Da jury do Sobral.Appellante, Manoel Anto-
nio Alves; appeilada, a juslija.Improcedente.
Do jury de S. Bnto.Appellant, o juizo ; ap-
pellados, Joaquira e Esteva?, escravos. A' novo
jary.
Appellante, Fraactsco Miriaoo da Paixo ; ap-
peilada, a Justina.A' novo jury.
Do jury do Sobral.Appellante, Laiz Franeelino
de Albuquerque ; appeilada, a justica. Jmprocj-
dente.
Do jury de Aquiraz.Appellante, Rayraundo Jo-
s Francisco Ferreira ; appeiladi, a juetica.N>
tomaram conbecimeoto.
Do jury de S. Bernardo.Appellaat, Francisco
Alves Carneiro ; appeilada, a justica. lnproee-
dente.
APPELLA^OES CIVEIS.
Do juizo municipal da Imperairiz.Appellaites,
Lu Correia Lima e outro ; appellado, J M Ma-
chado de Jess.Nnlla a demarcaco.
Dj juizo municipal do Bonito.Appellaite, Ale-
xaalra Bezerra de Albaquerjae Uarns; appella-
do, Jjtquim Jos do Espirito Santo.Reformada a
santeoca.
Do jaizo municipal da Serinhem. Appellante.
AlexanJrS Rodrigues da Silva ; appctfaio, Jo.-
Joaqaim da Silveira.Be.'prcsados os embargos.
Do jaizo municipal de Bataril.Apoellanx*. Jo-
s Lniz de Lima; appel/adr, Pedro Gnedes dos San-
ios Siuto-Maior. Receberam os embargos.
Do juizo municipal da Areia.Appellante, An
tonio Correia Lima ; appellado, Manoel Pereira
dos Anjos Cavalcaate. Despresaram os embar-
gos.
D \ rzo municipal do Recito. \ppellanle, Frai-
dsco Goncalves Nello, como tu'or do orphao Ar
tbnr ; appellado, Manoel Joa |uim Baptista.Rece-
tieram os embargos.
PASSACBNS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Guerra :
Do juizo municipal do Araca'.y.Appellante, a
cmara municipal; appellado, Antonio de Moura
e Silva. Appellante, Antonio Correia de Lima; ap-
pellado, Antonio Baptista Barbosa.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago:
Do juizo municipal da Escada.Appellante, Bel
miro da Silveira Lins ; appellados, Engracio Cae-
tano de Oliveira'e outros. Do jary de Garanhuns.
Apperlante, o juizo; appellado, Antonio Joaquim
da Silva.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Lourenco Santiago :
D> juizo municipal de Igaarass. Appellante,
Jos Gamillo do Reg Barros ; appellado, Dr. Fran-
cisco Joo Carneiro da Cunta.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago ao Sr.
t-embargador Almeida Albuquerque :
1)9 jaizo municipal do ftecie.Appellantes, os
ii rliros de Hercnlano Deodacto dos Santos ; ap
i>f- lados, Manoel Januario de Barroj e sua mulher.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
ir. desembargador Assis :
Do jaizo municipal de Bananeiras.Appellantes,
Lox e Felippe, por seu curador ; appellado, Vir-
ginio Emilio Cavalcante. Do juizo municipal do
Recite.Appellantes, Manoel Pereira Magalhes e
filhos ; appellado, Dr. Alvaro Caminha Tavares da
,Silva. Appellante, Jos Pires da Cru; appella
dos ; a viuva e herdeiros do Dr. Joo Ferreira da
Silva. Do jury do Rb Grande do Norte.Appel-
. I ante, o jaizo : appellado, Manoel Rodrigues Lopes.
Do jary da Atalaya.Appellante, o juizo ; appel-
lados, Jos Ferreira dos Santos e outro. 6o jury
do Sahoairo.Appellante, Luz Antonio do Goes;
appeilada, a Justina.
Ao Sr. desembargador Freitas HenFiques :
Do jalao de ausentes do Recite-.Appellante, o
jnizo ; appellado, Maaoel Uuarqae de Gusmo
Lima.
O Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Domingues da Silva:
Do jary do Sobral. Appellante, Lniz Pranceli
no de Albnqaerqae ; appeilada, a justica. Do jal-
ao municipal de llecife. Appellanie, Antonio
Francisco Paes Je Mello Barrete ; appellades Leal
AIrmao.
Ao Sr. desembargador Assis:
Do jaizo municipal do Recife.Appellantes, Jo-
s Tires Ferreira e ouiros; appelladw, Jos loa-
f nkn Pereira de Hendooca e outros. Appellantes,
os herdeiros de Francisco Antonio Dar Vi ; appei-
lada. a Santa Casa de Misericordia. Do juico mu
nieipal do SobralAppellante, Manoel Diarte Re-
pardo ; appellado, Francisco Alves da Foneeca.
Ae Sr. desembargador Almeida Albuquerque:
Do jary do Saboeiro.Appellante, Luiz Antonio
de Goes; appeilada, a jusli;a.
D> Sr. desembargador Domingues da Sdva ao
Sr. desembargador Regueira Costa:
Do juizo municipal do Recite.Appellantes, An-
toaio Francisco Paes de Mello e outros; appellados,
Lea] & Irado. Appellante, Manoel Alves Vianna;
appellato.mtio Ferreira Cali. Do juiro de di-
'rato A Klje.Appellante, Bento Jos da Silva
Magalhes ; appeilada", a jostra.
Do.Sr. desembargador soma Leo ao Sr. des-
mbargador Freitas Heariques :
kp eiveii.Appellan(ei. Jos Uves Be
zarr nalher ; appellados, Franciseo Alves
de Son km mulher. Appellante, Francisco de
Barreal wpeilido, o Ribeiro Ribas. Ap-
pdllaajl rancheo Mariano de Albdquerque Mello,
^P^^Bnio Nanea Maebado Anlunes.
Do ar. gasembargador Freitas Hanriqoes o Sr.
desemhargador Gttiraaa :
Do jary de Agua-Pre'- -.RMUantes e appel-
^LaaiiTerGraz.
DBLtaSNtSA CB1.W
AoSr. desembargador promonr da instica :
Do jury d*o Recite.Appeaate, o juizo ; appel-
lado, Juventioo Odon Tavares de Lyra.
Do jury de Mecejao.Appellante, o juizo ; ap-
pellado, Florencio los da Costa.
. Do jury do Baiqae.Appellante, Qamliliano Va-
lerio dos Santos ; appeilada,. )uslca.
Do jury de S. Joo.Appellante, o jaizo ; ap-
pellado?, Basilio Rodrigues de Freitas o outro.
Do jary do Grato.Appellante,o jaizo; appella-
do, Francisco Ferreira do Naseimento.
Do jury de Pao dos Perros.Appellaute, Fruc-
tuoso Dias de Okveira; appeilada, a justica.
Asigoou-se dia para julgameoio dos seguintes
leitos :
appellacSessveis.
Dj juizo municipal de Barreiros. Appellante,
Antoulo'FeMx de Souza ; appelladi, Jos Guilher-
me de MeNo.
Do jaizo municipal ds Baiurlt.Appollanto, lo-
s Antonio Nogaeira ; appellado, los Lobato da
Silveira.
Do jaizo municipal do Bonito.Appellante, Ale-
xandre Bezerra de Albuqaerque Barros ; appella-
do, Jeaquim Jos do Espirito Santo.
Do juizo municipal da Imperatrtz.Appellante,
Luiz Correia de Lima; appellado, Jos Machado
de Jess.
Do juizo municipal do Recite.Appellante, Fran-
cisco Goncalves Netto, como tntor do menor Ar-
ihur; appellado, Manoel Joaqaim Baptista.
APPBI.LAQOES CHIMES.
Dj jury deltamh.Appellante, o jaizo; appel-
lado, Jo-e dos Santos.
Do jury de S. Bento Appellante, o jaizo ; ap-
pellado, Joaqaim, escravo.
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Vaz de
Soma.
destbbuicao.
Ag gravo de petlca:
A/gravante, Mathtas Lopes da Cista Maia ; ag-
gravado, o juizo.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Aggravanie, Francisco Bezerra da Silva ; aggra-
vado, o juizo.
AoSr. desembargador Guer-a :
Aggravanie, Ruano Francisco Baptista ; aggra-
vado, o juizo. ,
Aggravame, Jos Hermogenes de Gusmo ; ag-
gravado, o juizo.
RECURSOS CWMES.
Ao Sr. de-embargador Assis :
Recorrente, o juizo de direito do Ip : recorri-
do, Luiz Francisco de Miranda.
Ao Sr. desembargador Domingues da Silva :
Recorrente, o juizo de direito de Mossor ; re-
corrido, Ceme itiao de Goes N'gueira.
APPELLACOES CRIMES.
Ao Sr. desembargalor Hegueira Costa :
Do jury de Mamangaape.Appellante, Jo.- Ma
riano Damasceno ; appeilada, aiostiei.
Ao Sr. desembargador Sonza Leo :
D) jury do Caruar.Appellante, Luciano Jos
Nogaeira de ello ; appellado, Joo da Cruz Cor
deiro.
Ao Sr. desembargador Freitas Hnrtqoes :
D) jury de Pao dos Ferros.Appellante, Fruc-
tuoso D.as de Ollveira ; appeilada, a justi$a.
Ao Sr. desembargador Gi'irana :
Do jury do Recife.Appellante. o juizo ; appel
lado, Juventino Oiiloa T.ivares de Lyra.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa:
Dj juizo municipal da I np^ratriz. Appellante,
Agostmho Jis de Souzi; appellado, Agistinho de
Castro Moura.
Ao Sr. desembargador Sauza Leo :
Dj juizo municipal de Porto Calvo.Appellante,
Bruno Amancio dos Res; appellado, Alexandrt
Hyppolito de Vercosa.
Levantou-se a sessao a urna hora da tarde.
Tal, anresentanto ^aal CoAecintento.Devolva-se
ao snpplicap'e depors 9 registraio.
luformaco da secretaria .no sentido de ser at
tendivel a pretenQi de levantamento de deposito
por parte da ooiapanhia de seguros Alliance.
>)mo rea,ner, ws termos da informaco da seere-
Nada mais honre.
SESSO
12 DE OUTURRO
a. r. ri-
rasiiL\AL
DO COHHEUCHJ
i DE
Udoj jantaroento, o jniz
Ao Sr. deaamb.rjn'. 1 .. .is:
Lima.
id ausentes do Recite.Appellante,
appellado, Manoel baarque de Gusm
L
iCTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE
OUTUBRO DE 1871.
PB1WIDENCIA DO EXM. SR. CONSEI.HEIRO ANSELMO
FRANCISCO PERETTI.
As 10 horas do dia, estn lo reunidos os Srs.
leputados secretario Miranda Leal, Olinto Bastos,
Candido Alcoforalo, Alvaro de Almeida o Exm.
Sr. conselheiro presidente abri a sessao.
Lida, approvada a acta da sesso de 9.
EXPEDIENTE.
Offljio do conserrador do commercio de Ma-
cei, cebrinio urna relaQo des litros stliados
rubricados na forma da lei, para o uso de duas
casas commerciaes d'aqaella pra^a, durante o mez
de setembro ultimo.Para o archivo
Offlcio da directora da coropaania de Beberlbe,
ofertando um eiemplar do relatorio das operacoej
da dita companhia duranta a anuo financeiro par-
acular decorrdo de 1 de majo a 30 Jo abril de
J870 a 1871.O tribunal resolveu que se aecu!
sasse o reetbimento e agradecesse.
Com eodereco do tribunal, urna petico do cor
retor geral Luiz Amavel Dubourcq, apresentando o
eonheciraeolo de haver satisfeito o imposto de sua
profhso- relativo o priraeiro semestre do vigente
exercicio.Registrado o eoohecimeotJ, seja en-
tregue ao snppli.'ante.
Aos Srs. deputaos foram distribuid is 03 livros :.
Diario de Jos Joaquira da Cnnha & C, Copiador
de Marcelino Jos Goncalves da Foote, dito de
Araorim Irmaos & C, dito de Leal & Irmo.
DESPACHOS.
Petico do correlor geral da prsca de Macei,
Guilherrae Garrtt, pedindo, por motivo de enfer-
mtdade, ser desonerado das funccSes de sea ofu-
cio, sendo desonerados tambera seus fiadores Ma-
noel do Vasconcellos e Francisco de Vasconcelos
Mendonca. Como requer, recolhendo es seus
livros conservatoria, nao podando^ os fiadores do
supplicante Qcar desonerados seno 00 prazo le-
gal.O tribunal resolvea que se offlciasse ao con
servador de Macei sobre este assumpto.
De Antonio Campos da Silva, submetteado a re-
gistro a noraeaco de seu caixeiro Manoel da Silva
Campos.Seja regi- irada.
De Ferreira Almeida A C, no mesmo sentido
quanto de seu caixeiro Domingos Ramos da
Cruz.Como requer.
De Antonio Vasco de Algonez Cabra), dem, sen
do o caixeiro que nomara, Satyro de Souza Bar-
bosa.Como pede-
De los Francisco de Figneiredo, tambera sub-
raeltendo a registro a de seu caixeiro Miguel Jos
de Vasconcellos.Deferido.
De Patn 4 C, requerendo o registro da nomea
Sao de sea caixeiro Joo Pinto Colbo.Seja re
giatrada a nomeacao.
De Rosa & Irmo, para se Ibes certificar se,
alera da nomea^o do seu actual caixeiro gus*d-
livros Trajano Cesar de Albuquerque, existe ou
nao algama oatra registrada.Certifiqae-se.
De Francisco Jos Goncalves de Siqueira, para
se ihe certificar se a fk 134 do Uvro 3o tomo 7.a
foi ou nio registrada a nomeaco de seu caixeiro
Francisco Jos Goncalves de Siqueira Jnior.
Certiflqne-se,
De Antonio da Silva Pontes Guimaraes, para se
Ihe dar por certido o dia, mez e anno em que
requerra baixa no registro De oomescis de seu
ex-eaixeiro Aquilino Fernandes, dando-se-lhe tam
bem eenidao da inceripcj de seu caieeiro Manoel
Lourenco dos Santos Colbo.Na torma reqae
ma.
De oio Correa da Silva, para 90 Ihe mandar
certificar o registro da nomeaco de seu caixeiro
Ildefonso de Almeida e Albuquerque. Sim.
De Manoel Osterno Cavaleanti, vindo com a re
validaco do sello como foi exigido por despacho
de 5 do crreme.Regstrese.
De Amaral, Nabuco & C, apresentando para
ser archivado, o sea contrato social.Vista ao Sr.
desembargador fiscal.
De Gtacomo Bonanni e Francisco de A-sie Fer
nandes Vianna, apresentando para o mesmo lira e
sea contrato social.Vista ao Sr. desembargador
fiscal.
De Antonio Gemes da Suva Jnior, apresentan
do a registro o papel de arreodaraento de om
predio.Revalidado o sello do documento por ser
menor do qne o devido, volte a petico.
Be Joo Jos da Silveira e Joaquim Ferreira da
Rocba, apresentando era duplieata o distrato so
extiacta de Joo las da Silveira
que se facaos os lancamentos precisos,
no disposto ao art. 3* 7 dj regala-
ment d. 4503.
De Ceeilia Colbo Raaios de Oliveira viava de
Jos Bom Ramos de Oliveira, e Joaqaim Baptista
da Silva, -pedindo o deferimeuto da petico que
dito sea marido e o segando sapplieaate enesmi-
nharam podlado o registro do dlstrato da lirma
Jas Bom, Silva k C. o que pelo tacto do Xalleci-
raeirto d'elle, deixou de ser despachis, como con-
vinna.Vista ao Sr. desembargador fiscal
Da mesma, no mesmo sentido respectivamente
ao distrato da Qrma Aamos de Temooral.-Visa ao
Sr. desembargador.fltcal.
"Da Pedro Jos Pinto, eorretor grL presentan-
do o conbeclmealo do imposto que pagava pelo
de sua profisgo durante o semestre
'.Seja registrada a entregas ao
Affoaso, tambera eorretor ga-

JTJDiaARIA, EM
- DE 1871.
PMSTMMCIA DO XM. SO. CONSMJImO
Ram.
Secretario Julio Gut manes*
' Ao meio dia declaroa-se abena a sessio,
estando reunidos os Srs. deserobargadoree Silva
Gaimares e Reis e Silva, Accioli, e os Srs. depn-
udos Miranda Leal, Candiere Aleofcrado, Olinto
Bastos e Alvaro. .
Lida, foi approvada a acta da sessao anterior.
ACC0WO8 ASSrOitADOS.
Appellante TbomazDuarte de Aqui.no, appellado
Joaqaim da Cuaba Freir ; appellante Andr Bar-
bosa Soares, appeilada D. Viciara Rnflna de Ate-
vedo ; appellanie Manoel da Silva Ribeiro, appel-
lado Antonio Pinto de Maraes Castro ; embargante
Tbom Joaqaim do Nascimonto, embargado Ma-
noel Ribeiro Bastos.
JCLG AMENTOS.
Juizo especial dorommercio : appellante reo
Salvador d: Siqueira Cavaleanti, appelladi autor
Joaquim Salvador Pessna de Siqueira Cavaleanti;
juizes os Srs. Silva Goiraare., Reis e Silva, Mi-
randa Leal e Olinto Bastos.Poi confirmada a
seDtenca appeilada. \
Juizo municipal e do commereTo do1\ioFor
mosa : appellante antar Jos Joajuim Gomes de
Abreu, appellados reos a viava e herdeiros de
Jos Antonio de Barros Wanderley ; juizes os Srs.
Acaoii, Reis e Silva, Miranda Leal e Alvaro.Foi
confirmada a senlenca appella la.
Juizo especial do commercio : ^pjellaate reo
Jos) Joaq^m Pereira, appellado^oior o hVljarel
Joaquim Francisco de Miranda ; jofzes os"ri.'Ac-
cioli, Silva Guimaraes, Alvaro e Olinto Bastos.Foi
confirmada a seoteoca japnellada.
Embargantes Andrade (t llego, embargada D.
Anna Josepha Pereira dos Santos ; appellanie Leo-
nardo Antonia do Espirito Saoto Porto, appellado
Manoel Joaqaim de Abroa ; appellantes o i admi-
nistradores da fallencia de Alexandre Jos Ribeiro,
appellado Antonio Joaqaim Dnarte.Adiados a
pedido dos Srs. deputad>.
O Sr. Alvaro nao apresenlou o fein adiado a
sea pedido na sesso passtda, entre partes, appel-
lante Christovio Vieira Leito de Mello, appellado
Seraphira Alves da Rocha Bastos.
PASSAOBNS.
Di Sr. desembargador Silva Guimaraes ao Sr.
desembargador Reis e ilva : appellante Manoel
Jos Duarle Guimaraes, appellados os curadores
da fallencia de Antonio Jos Martins Taurina j.
Da Sr. desembargador Reis e Silva ao Sr. desem-
bargador Accioli: appellante o administrad r da
massa fallida de Sebastio Jos da Silva, appella-
do Joaquira Lipes d Almeida.
Do Sr desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Silva Guimaraes : appellante Antonio Fran-
cisco Pereira de Lira, appellados D. Maria Fran-
cisca do Abreu e Lima e o bacharel Franciseo Go-
mes. Velloso d'Albuqner'qae.
DBSTBIBUICXO.
O Sr. desembargador Silva Guimaraes jnrou
sujpeic) e distnbuio-se ao Sr. desembargador
Reis e Silva : embargante Augusto Frederico de
Oliveira, embargados Augusto Octavh.no de Souza
&C.
, AG0RAV6S.
Juizo especial do commercio : aggravanie Gen-
galo Luiz Rabello, aggravado Manoel Pereira Ma
galhes.O Exm. Sr. consolheiro presidente pro-
l'-no :> segainte despacho : Junte-se at o dia 19
do crreme documento, que mostr a importancia
da execucao penhorada.
Jaizo municipal do Cabo : aggravante Manoel
Ignajio de Jess, aggravado Pedro Rolrigaes de
Sonza. O Exm. Sr. conselheiro presdante jurou
suspeico, e foi o feilo apresentado ao Sr. desem-
bargad >r Silva Guimaraes.
Eocerroa se a sesso ama hora e vin:e minu-
tos da tarde.
no ca, aprese
nal da Irma c
C, ala qn
Satisfagan c
de jiaco mdicos, tres votaran contra a sangra,
e daos a favor I O doente foi sangrado e mor-
rea___Os que votarara pela sangra diiam :
que diriam de nos se elle morresse, e nao o Uves-
;emos sangrado?!... Nao Dodiim dizer peior.
Tfiis aqai os argan*3tos dos sectarios da costo-
meira. Se tentasse Taier urna taeraoria acadmi-
ca, mostrara a V. Exc. os absurdosque cerca
ram o baro de Jaragna. E se V. Exc. er nel-
les, muito folgarei, qoo sendo Ihe necessarios, os
tenlia saa cabeeeira. Sem Ihe querer provar o
optimismo do systema homeopathico, ao qaal se
dedicam boje talentos elevados, qae podem ar-
restar com a ignorancia gera), e fecundar o cam-
po aonde a vulgaridaie tropees, fique V. Exc. sa-
liendo que no anno passado foram iniorisados pe-
lo ministro de instruccao publica, em Franca, cur-
sos livres de homvopatliia na Sorbone (universida-
de de Pan). Acabam de ser decretados hospitaes
homeopaihicoe, tanto pode a verdade, a conscien-
cia e estado dos- bomens aosteros. Esta gloria per-
tence a Napoleo III em 1870.
A independencia com que Ihe fallo funda-se na
realidade do trabalbo, e no mea dogma social :
c A incerteza a base da minha fortuna.
Eu nao vivo da mesa do orcaroento... A mi-
nha misso toda ligada huraanidade : procu-
ro fazer sempre bem e nunca mal. Nao me im
ponbo por tricas misera veis, que deslustrara o
genio laborioso, e s dio falsas situaroes aos m-
dicos vulgares e campanudos. Fundado no estu-
do cabeeeira do doente, em face de urna escola
de ensino, seria gosseira temeridade caminhar co-
mo tenho caminbado lio desalTrontadamente. E'
que os tactos apresentados sociedade, e s ne-
gados por parvos invejosos, sao de tal modo sa-
liente;, que exclaem da balanca da opinio tantas
leotat vas tendentes a deprimir o meu continuado
esforco, e proficuo estado. Portante, Sr. baro
a'Alcantarilba, tem V. Exc provas ionegaveis de
que o Sr. bario de Jaraga leve a sea lado a eos-
tumeira medica, ja negada otcialmente.
Tam V. Exc. um alvitre a escolher, e nao o
aceitando, Qcar responsavel pelas'consequencias,
tant> medicas coma moraes, e entregar o Sr.
bar) de Jaragu e sua Alba e genro, ou seguir
viagem para Lisboa acompanbando-o.
Debaixo da minha responsabilidade Ihe afflrmo
que o Sr. bario de Jaragu pie seguir viagem
para Lisboa, e mesmo para Paris, e poder a be-
neficio de um tratamento bem dirigido llcarno os-
lado em que se acba o doente de Partroves.
Quando Cyras Field, banqaeiro americano, con-
sultou os sabios sobre a realisaco do cabo sub-
marino do ojvo para o velbo mundo, fallando a
errpreza duas vezes, dizia o Times : e a Inglater-
ra nao duvidar fazer terceira tentativa, se os ho-
rneas da sciencla acharem a cansa da fallibilidade.
A empreza vingou... As academias discatiara
ainda a impossibilidade, e j o presidente da Ame-
rica passava o segainte tslegramma a rainba Vic-
toria.
G'.oria a Deas no co, e paz na trra aos lio
meas, etc.
Nao foram as academias, que sao verdadeiros
eelleiros, com capacidade para receben m as co
Ibeilas alheias, sem terem nem uro grao germi
aente de seu, qae realisaram esta gigantesca em-
preza.
Nio foram os talentos vulgares, qae mentem a
V. Exc, qae bao de julgar os prodigios da I10-
meopatbia.
Espero que o Sr. baro resolva amigavelraente
a ida do baro de Jaragu para Lisboa ; e se V.
Exc. reeeia algum acontecimeoto, tomo a respon-
sabiiidade de acompanhar o doente com V. Exc,
ou cora a filha e genro daquelle, embarcando-.>
no vapor em villa Nova de Portimo para Lisboa,
aonde poder o iilustre enfermo encontrar todos
os recursos mdicos, que aqai nao tem. Em Lis-
boa poder V. Exc. escolher o medico mais com-
petente, e isto emquanto ha lempo, e a doenca pa-
rece PBRMITTI LO.
Espero a resposta de V. Exc. Crea me aliento
venerador e servo. Alcantarilba, i de fevereiro
de 1871.Antonio Maria dos Sauiot Brilhante.
(Continuar se ha.)
PuBLICACOES A PEDIDO.
RELATORIO
medico legal, acerca da doe.,ic e
do baro-&s-;a*4auAj por Antonio
DOS SANTOS BMLUANTS, sBOtCO
CIO.
Examt medico legal.
(Continuaco.)
Em segaba dirig ao Sr. bario d'AlcanUnlha a
carta que aqni transcrevo. Pensei qne poi" ella
obteria a entrega do direito, ou que elle o acom-
panharla para Lisboa.... Nao fez nem ama cousa
nem ouira, e nao se dignou responder I Veja-
mos :
III i. e Exm. Sr. bario d'Alcantarilha.O flm
principal desta minlii carta dirigida a V. Exc.
urna proposta conciliadira
Costumado aos vaivens da sociedade, vendo que
falsas ideas pertnrbam o socego e decoro das fa-
milias, e sendo a medicina um sacerdocio, e nao
urna empreitada, eumpre-me expdra V.JSxc. qaal
o estado do sea irmo o Sr. baro de Jaraga,
para ver se assim pde termo amigavel ao que
vai tomando porporcoes pouco airosas entre fami-
lia, e ponco respeitosas a esta povoaco.
O Sr. bario de Jaragu veio do Brasil na com
panhiade urna llha casada, e de ama neta sua
tutelada, e foi bospedar-se (porconvite sea...) na
sua casa. Escreveu ao genro, o Sr. Dr. Francis-
co Pinto Pesfa, para vir do Brasil aqai traiar-
Ihe dos seus negocios. (Vde cartas datadas de 29
de abril, e a filha na mesma data ; de 3 de maio,
solicitando com urgencia > a saa vinda, pab
cadas no Jornal do Commercio de Lisboa no dia 7
de noverabro de 1869 J
A' sua chegada acbou o sogro accoraraettido de
um ataque apopltico, e nao de um amollecimento
cerebral; porque este apparece lentamente, aquel-
le repentinamente... O ataque deu-lhe em 31 de
agosto passado, pelas seis horas da manba ; foi
chamado o medico, que s apparecea passadas
rauitas hora. Era o segunlo insulto (segundo o
informe da filha).
No primeiro, que teve lagar no Brasil era feve-
reiro do anno passado, foi o Sr. bario tratado
1 homeopaihicamente, > e licou sem effeto al
gum.
No segundo, segurado os procseos desordena
dos da escola ofQcial licou ne estado f m que se
acha.
Sr. bario d'Alcantarilha, eu exerci 16 annos es
erras girantes no ensino das oselas, e nio me po-
zeram um T nv fronte; por isso eston no caso de
fazer um exame comparativo. E' fcil ser medico,
limitar 1 os eonhecimentos > applieaco dos b*.
nhos do mar, sangrias,,cabsticos e porgantes, etc.,
e daqaiem diante dizer : a scieoeia est engo-
lada. Resta entregar o doente a dieta analptica
(restaurante) e hygiene I 1
A medicina estar tito arrasada *? ^o. Ao Sf.
bario de Jaraga teodo tido o primeiro insulto,
aconselhei-lhe os banhos do mar foi o mesmo que
provocar Ihe o segundo ataque. A sangra ser-
vio-lhe para o deixar estropiado, e 00 estado em
qae se acba. A dieta restaurante poder provo-
car o terceiro ataque, attendendo ao temperamen-
to e idade do doeate.
Para V. Exc ver o fundamento con que repfo-
vo os rejarsos daantiga escola, cRir-lbe-hei ara
tacto qne aqai observei no dia 30 de Janeiro :
Jos Rodrigos Neto, natural de Partroves, fre-
guezia d'Alt>ufeira, de 76 annos de idade, teve ao)
ataque apapletieo, seguido de Irmiplagia do lado
direito, em marco do anno de 18*8. Este hornera,
querendo ser sangrado, e chamando para isso o
barbeiro, este repugnen sangrar am vetho "
Conserva o braco parslytico, talla e aada___ O
Sr. baro de Jaragu, que teve, creio eu, roda
de si as itlosiracSes da localidade, qae repagnava
a sangra, fot sangrado tres vezes no saurue >,
e flcou stropiado I
Accreseento igora : A Sra. D. Maria B. Tei-
xeira, moradora na roa dos Paaquetros n. 177, Ia
andar, lado esqnerdo, tev. bavere dez para onze
annos, um ataque apopletieo, segaido* de amolle-
cimento cerebral, qae a privn da falla, do vi-
do e da vista. Foi e tem sido tratada homeopa-
thicamente, e atada existe boje ti de Jalho de
18701 Tem a idade de 60 e tantos anaos. Reca-
peroa a vista e oavMo, dio falla, e vive assenta<
da n'uma eadeira de rodas e tem a eoasciencia
de todo qae se passa em reda de si.
Este sennora ple ser transportada de Liahoa
para Aicanuriaa. Mas a familia, qne nao reeeia
qae eth, rwupufaads a MU, Jaca testamsa-
to... nio qaer mesmo asim procorar-lbe,* W-
car-Ihe os reearsos medicas daqui petos -f Aleao-
tariiba I E eomtdo or t que parvalheira su-
perior m lado a LisMi...
Qaaads o aaiaaslro da guerra Ferrsri, Uva no
pariameata am auiae apopltico, careado (logo)
V
imperiosem xpiarem as palavras da eora as
cartas de emeessio : nao offendendo a terceiro.
Cidade de Souza, 4 de outubro de 1871.
Jos Olympio Maria dt Seixas *
Reclamacto
Aos egregios tribunaes das relacdes de distrietos
deste imperio, onde quer, que seja feita a (colba
do egregio supremo tribunal de justica a dar final
soluco qussto civil do juizo municipal da ci-
dade de Sonza, em que sao recorrente- Maria da
Conceicio Gomes Mariz e outros, e recorridos Jos
OlyWpio Mia de Seixas e Borges, saa mulher e
otras.
Btms. Sr?., aos vossns conseiaoco.=os auspicios
urwvifu, p*jr raim e 01 meas constltuintes, as bem
solidas e asss valiosas consideracoes, qae em prol
dos nossos direitos de sagrada e inviolavel pro-
priedade presentemente contestada e qaestionada'
pngnam fortemente:
Vede o requerimento dos recorridos ti. 76
dos autos, e a certido junta a mesma fl. v.; mos
ira qae a recorrente s tem direito a parte das
trras do sitio em qaesto, que s tem mcia legoa
de trras e jamis Ihe resta algum direito alera
daquella porcio de trras mais quinhentas e tan-
tas bracas, que tez tirar na mesma demarcaco; e
mais fl. 54 v. esta lavrao um protesto do cura-
dor ad litem, que esclarece.
E-sa demarcaco porra to prejudicial aos re-
corrido1, quanto em sua procedeocia irregular,
porque se v mareos fincados a 81 annos, e fa-
zer-se urna demarcacio agora sem aviventa-los,
(dos autos consta,) preconceito da prepotencia
de um padre amasiado com a recorrente Mariz:
quer elle, que prevaleca a lei da arbitrariedade in-
vadindo a propriedade, distroindo seus direitos
bem clarosnao offendendo a terceiro3, e isto se
v bem expresso as cartas de scismarias, e junto
aos autos ba ama carta dessasassim clama a
viava Francisca Maria da Conceicao contra a aDs-
tenco do uso-fructor snaa trras, onde tem ama
casa de vivenda, um curral, e um grande cercado
com mmitas frutaras; esta recorrida mulher, que
foi do finado Jos Rayraando Pereira, pugna cora
sens tres Albos por aquellas bemfeitorias, a que
teem irrevogavel direito de posse, pois que foram
Albas as referidas bemfeitorias do suor do pobre
pai, e maridodos proprios autos constalos
Olymp o e saa mulher reclamara qae se acham of-
fendidos, e prejudicados com a demarcaco da re-
corrente, toltiendo-lnes o direito, qoe teem em par-
te, isto as quinhentas e tantas bracas de trra
qne fez tirar, alm da meia legua, (vele o reque-
rimento fl. 76) tirando para Isso linhas transver-
sas cora rumos contrarios, e nao tirando a lioha
da qoadra, que a linha oriental.
Os recorridos alteres Milito de Sonza Videres,
e sua mulher reclamam contra a demarcaco da
recorrente ; porque as trras dos recorridos, on-
de teem elles ama cata, e am carral, ella recor-
rente toma com a demarcacio.
Alm de todo isto vo publicados dous docu-
mentos, por onde prova, qoe os recorridos nSo de-
vem perder a questio discutida.
O documento n. i est proferida a sentenca do
jutz demarcante nos autos h ^1,^%^^^^ ^iff
senteoca dada no dia 27 de raaio lo anno de 1865,
no mesmo documento est outra sentenca proferida
pelo mesmo jniz nos satos apartados dos embargos
com a dilTer.nga de 4 metes; porque foi dada esta
seoleaca no dia 27 de setembro do mesmo anno;
note-se, que quando elle jaiz leotenciou os autos
da demarcaco, estava elle tambera com os autos
apartados dos embargos, a prova disto est no do
comento n. 3, vede mais o cynismc desse jaiz: j
tend t decorrido qoatro rnezes, qae elle traba pro-
ferido a sentenca nos antos da demarcaco, e as
Sirtes recorridas appellado delta para a relaco do
stricto, e seguido seas termos, vem elle com o
sea cynisnso na oatra sentenca dos autos aparta
dos dos embargoi^-formaes palavras do jaiz de-
marcante Dr. Manoel da Fneeea Xavier d'Andra-
de: no final da sentenca estas palavras, portanto
prosiga a mesma demarcaco sens termos, caso
nao eneja ainda concluida; nitem bem, os autos
dos embargos estavara no poder del le no tempo,
em qae elle dea a pnmeira sentenca, como j vos
disse, deixando de rofertr a outra sentenca nos
autos apartados, e ftcna eom os autos em si at 3
de junho, e botoa ao oartorto nesse dia sem des-
pacho ; e tendo decorrdo qoatro mezes nao po-
da disentir os recorridos seas direitos em duas
appellacdes sobre o mesmo objecto.
A primeira seatenea, que sahio foi embargada,
e sagato seas termos leeaimenie, e todo dos autos
consta; e por ventara devism estar os direitos
das partes a merc de am jaiz, qae ianca roo
dos autos de embargos, e maneja cora elles sem
ihes dar sentenca ? parece, qne os dereres das par
te para com a lei foram eatisfeitos, assim espera,
que o egregio tribunal attenda as reUmacSes
apresentadas.
Ser falso, que os recorridos teem tetras e nal
las suas bemfettorlas ? nos proprios autos existe ni
docameojes provaodo isto; e corno lavraj ora
jniz o mandada deilasp*io propietario, qae es
ti mamo pacificanieute em saa casa, edificada
por elle t tao desordena qae ais sai,, cerno qae
da parte d aquellos de qaem todos esperara garan-
tas nos sensdireitos, vem cato da ordSm daquel-
le, qae foi votado por oote sanhores ministros,
que campo o supremo tfMfil) de jaitioa deste
DOCUMENTOS.
Illm. Sr. Dr. juiz municipal da cidade de Sonza.
Jos Olympio Maria d6 Sixas e Borges, bem
de seus direitos, pede a V. S. que se digne man-
dar ao escrivo do civel dar certido verbam ad
verbum as palavras do jutz demarcante proferi-
das na sentenca, que deu, quando julgou os satos
da demarcacio d) sitio Bulandeir?, na data de
S. GoDcalo deste termo a requerimento da demar-
eante D. Maria da Conceicio Gomes Mariz e ou
tras; e juntamente as palavras do juiz demarcante
pnf-ridas na sentenca qne dea quando julgou os
autos apaitados dos embargos, qoe botoa o sappli
cante e outros, as linhas da mesma demarcaco,
e as datas de ambas as senlencas, de modo qae
faca f.-Pede a V. S. defarimento.-E R. M.-Jos
Olvmpo Maria de Seixas e Borges.
Certifique-se.Souza, 30 de setembro de 1871.
Xavier de Andrade.
Leonardo Jos Dastes, tabellio do publico, ju-
dicial e notas e annexos, escrivo do jury, vita-
licio, nesta cidade de Souza e seu-termo na pro-
vincia da Parabyba, por sua mage-iale imperial e
constitucional, que Deus guarde etc.Certifico
que revendo os autos da demarcacio e divisio das
ierras do sitio Bulandeira da Jure-a na costa de S.
Goncalo deste termo, de qae trata a petico retro,
delles c insta a seDtenca que jalgou a mesma de-
marcacio e divisio, sendo as palavras da mesma
sentenca verbum ad verbum do modo e maueira
seguintt:
Vistos estes autos da demarcarlo e diviso de
trras do sitio Bulandeira ou Jurema na data de S.
Goncalo entre partes Maria da Conceicao Gomes
Mariz, Agostinho Mondes da Aonunciacio, sua roa-
Iher e oulros: attendendo, que a mesma demar
cacao e diviso esto conforme o direito e ttulos,
as julgo por senteoca e mando que se eumpra e
guarde como nella se contera ; e paguem os de-
marcantes dissidentes as cusas em que os con-
demno, a proporco da parte, que cada um tem
aas trras mencionadas.
E declaro que encontrando nestes autos tres
termos sera rubrica do jaiz constante de fls. 129
verso fls. 191, tivi da reparar esta falta, rubri-
cando os.
Ilei esta por publicada em mo do escrivo.
Cidade de Sousa, 27 de maio de 186o.Mainel
da Foneeca Xavier de Andraie.
E' o que se continba em dita sentenca e pala
vras nella exaradas.
Certifico mais que revendo os autos de embar
gos em auto apartado, oppostos pelo suppficaote e
outros, a demarcaqo de que trata a petico retro
delles consta o despach nelies proferido pelo juiz
que as julgou, o qual despicho do medo e raa-
deira seguidle :
Despacho.Os embargos de II;. visto carao nao
contra direito o modo porque principioa a de-
marcaco do sitio Bulandeira e S. Goncilo; por-
tanto siga a mesma demarcicao seus termos, caso
nao esteja ainda concluida; e paguem os embar-
gantes as costas.
Publicada em mo do escrivo. Cidade de Sou-
za, 27 de setembro de 1863.Miooel da Foneeca
Xavier de Andraie.
E nada mais se eontinha em ditas sentenca.*
que aqu fielmente trasladei dos proprios originaes
nos autos respectivos aos qnaes me reporto em
meu poder e cartorio.
Confer e concertei, eu mesmo, pelo qae vai asta
sem cousa qae davida faca.
Eu, Leonardo Jos Dastes, escrivo do civel, o
assignti nesta sobredita cidade de Souza, aos 30
dias do mez de setembro do anno do nasciraento
de Nisso Senhor Jess Christo de 1871.
Em f de verdade.
O escrivo do civel,
Leonardo Jos Datte.
Illm. Sr. Dr. juiz municipal da cidade de Souza.
Jos Olympio Marta de SHxas e Uorges, bem
dos seus direitos, necos'ita que V. S. se digne
mandar ao escrivo do civel dar por certido Mr
bum ad verbum todos as datas exaradas 00 curso
dos embargos interpostos pelo supplicante.sua mu-
lher e outros, na demarcaco do sitio Bulandeira
da Jurema, data de S. Goncalo requerimento de
Maria da Conceicao Gimes Mariz e oulros, cu jos
embargos se raandou tomar em antos apartados,
declarando mais o mesmo escrivo por certido as
datas em qae fez os autos conclusos os difiran-
les juires que nelies funecionaram, assim como a
Jala dfi, M>nuo--vrstas erecebiraento
19 allegacoes das partes, lodo de modos a conhe
cer-se de qae parte est a demora que honve no
andamento e decise dos mesraos embargos, ludo
de modo que laca f.Pede o sorplicante deferi-
menlo.E R. MJos Olympio Maria de Seixas
e Borges.
Leonardo Jos Daiistesi tabelllao do publico, judi-
cial e annexos, e escrivo do jury, vitalicio, nesta
cidade de Souza e seu termo na provincia da Pa-
rabyba, por sua magestade imperial e constitucio-
nal que Deus guarde etc.
Certifico que, revendo os autos de embargos,
tomados em auto apartado, oppostos pelo suppli-
cacte Jos Olympio Maria de Seixas e Borges, sua
mulher e outros, demarC2co e diviso das trras
do sitio Bulandeira da Jurera 1 na data de S. Con
galo neste terreno, requerimento de Mara da
Conceicao Gomes Mariz o outros, e de que trata a
petico retro, d'elles consta haver eu dado vista
aos embargantes no dia 1 de fevereiro de 1863, e
recebido dos mesmos cora os arttgos de embargos,
no dia 2 do mesmo mez, fazendo eu escrivo os
autos conclusos ao jaiz municipal do termo, Dr.
Manoel da Foneeca Xavier de Andrade, no dia 16
do dito mez, e despachando o juiz ao mesmo dia,
nesse mesmo dia os recebi com despacho devista
aos embargados no dia 22 de fevereiroe recebi
os autos com a impogoacj dos mesmos embargos
no dia 10 de marco do mesmo anno de .1863; dei
vista aos embargantes para sustentaren) seos em-
bargos no dia 14 de marco, e recebi Os autos com
as razdes de susteotaco no dia 31 do mesmo mez
e anno, nesse mesmo dia foram sellados os autos,
e os fiz conclusos ao Dr. juiz municipal Manoel da
Foneeca Xavier de Andrade, no dia 3 de abrfi do
mesmo anuo, o qual deixando o exercicio em 3 de
junho ra'os voltou ao cartorio sem despacho, e rece-
bendo eu escrivo ditos antos os fiz conclusos era 26
de junho, ao juiz municipal suppiente que ento as-
snmio o exercicio Jo?e Olympio Maria de Seixas e
Borges, o qaal jurando saspeicio por ser um dos
embargantes, ra'os voltoa ao cartorio no dia 26 de
junho, e recebendo, eu, escrivo, ditos autos, os fiz
conclusos no mesmo dia ao juiz municipaj sup-
plente que assnmio o exercicio, o major Joo Goo-
calves Dantas, o qual m'os voltou ao cartorio, sem
despacho, no dia 26 de agosto de 1863, a, eu, es-
crivo, os recebendo os fiz conclusos no ala 31 do
mesmo mez, ao Dr. juiz municipal Manoel da ton
ceca Xavier de Andrade, o qual profeno nos ditos
antos o sea despacho, despresando os embargos,
em data de 27 de setembro, tudo do mesmo auno
4r1863; e eu, escrivo, recebendo os autos no
mesmo dia, publique o mesmo despaebo, e o inti-
mei as partes no dia 28 do mesmo mez de setem-
bro : de que tudo dou f e aos mesmos autos me
reporto em mea poder e carterio.
Cidade de Souza, 2 de outabro de 1871.
da compaonia dos irilhis nrbaaos do Recife a
Oliada.
Copla.Secc) 4.aPalacio do governo dePtr-
Bambuco, em 2 de jalln de 1870.
O vicepresidente da provincia, em vista das c-
fonnacoas da directora da crapanhia dos trilbos
nrbaaos do Recite Olinda e Beberibe, e do chefe
da reparlicao das obras publicas de 18 e 27 do
correte,resolve.deconformidade com o4* doi-rt.
8o do'contracto de 22 de julhj da 1868, approvar o
regularaento abalxo transcripto, organisado peo
respectivo superintendente em 18 de abril prximo
lindo, para os raachinistas a mais empregales su-
balternos dt mesma coropanhia.
CAPITULO I.
IACHINISTAS.
Art. I. Todas as vezes qae qaalquer trem es-
tiver prompto partir, dever antes d'isso fazer
execaiar o sigail a. i, indicado no artigo segainte.
Airt. 2.a Os sigaaes ou apitos dados pelas lo-
comotivas sao de quatro especies: i* Um apilo,
significa attcuco para seguir a loiomoiiva sem en-
trar; no desvio: 2* Djus apitos, indica que vai
entrar ao dosvio : 3" Tres apitos, significa qae vai
parar: 4 l)u:s vezes tres apitos indica perigx
Art. 3. As locomotivas devem comecar api.ar
na approximaco de qaalquer encrazihada, colo-
cando sempre trala bracas antes. *
Art. 4. As locomotivas s podem seguir se js
vigas mostraren) ama bandeira branca ; mas de-
vem parar inmediatamente se estes apresentarem
a bandeira encarnada.
Art 5. Urna bandeira verde indica qne a locomo-
tiva deve seguir com a menor velocidade posslvel,
de modo que, se for preciso, pare o trem mma-
diaUmenie ; mas, se a bandeira verde estiver in-
clinada para baixo, aigoitlca que ba a gura detrito
nostrilhos, e neste caso deve seguir a locomotiva
muito devagar e o machinista reparar muito nos
trilbos.
Art. 6.a Acontecenda passar o trem por qaal-
quer ponto em que deva haver um ligia, e nao o
onecntrar, ou este nao Ihe fizar .inal algum, o
machinista deve parar a locomotiva a fui de verifi-
car o que detinha o vigia; mas se a linha estiver
desembarazada, continuar a sua viagem com a
raaior brevidade, dando parte d> o:e rrido ao che-
fe da estaco mais prxima.
Art. 7.0, De uoate os signaos serio feltos com
lampeoes das cores das bandeira* de que tratar:)
os arts. 4* e 3.a
Ari. 8.a Todas as vezes que houvsr qaalquer
demora raaior de quinze minutos, dever o ma-
chinista fazer o signal n. 4, indicado no art. 2.*,
e sempre que ouvir este signal dado por outra
qualqner locomtiva, repeti-lo-ba, dando apda elle
um apilo prolongado, o qae indicar que foi ouviio
o signal feiti por outra locomotiva.
CAPITULO II.
VIGAS.
Art. 9.a Os vigas sao obrigados a ter durante
as horas de servteo as tres biaJt iras e o lampto
com tres cores para fazer os seguintes signaos.
Branco, para dizer que pie seguir. Eocaroado,
para parar. Verde, ue qusr dizer cautela. Es-
tes signaes sao foitos de dia cora as bandeiras co-
mo indicara os artigos 4* e 3 e a noute com iam-
peo.
Arl 10. As bindeiras e lampeoes sero sempre
sustentadas as rajs quando estiverem fazebdj
os stgaae*.
Arl. 11. Quando reeeberera noticia de que urna
machina ou trem sabio fra dos trilhos, ou aconte-
cen qualquer outro desastre, ou a linha estivtr
impedida, mostrarn o signal encarnado, fazeodo
parar qualquer outro trem que estiver viajando
para a mesma direceo, dando immediatameote
parte de tudo ao machinista, aii.n de s?gair a
viagem com toda cautela at o lugar do aconteca
ment.
Art 12. Alera dos vigas havero guarda-des-
vos, s qnaes sero encarregados de conservar
sempre lirapas e azeitadas as agulhas e saas eai-
xas, e fazer entrar no desvio qualquer trem lo-
go que o respectivo machinista houver feto o sig-
nal indicado no n. 2 do art. 2
Art. 13. Se por qualquer circunstancia n..o
puder o guarda-desvio por em execucao o qa
indicar o signal do machinista, dever fazer logo
com que o vigia faca o signal convencionado no
art. 9a para parar a locomotiva, dando logo o mo-
tive por que nao Ihe foi possivel cumprir com o
que exiga o signal dado pelo machinista.
Art. 14. Os guarda-desvios devero experimen-
tar antes da passagera do trem se as agolbas
esto perfeitas, e empregar na passagem do trem-
toda a torca da manivela Dar fechar ham a agu-
ih, nni ae prevenir qualquer detenoraaento o*
sioistro.
rt. 13. Se na passagem de qualquer machina
ou trem as agulhas ou trilhos adjacenies soflrerem
qualquer avaria, o guarda-desvio e o viga com-
munica lo ho imraeJiaiamenle ao cabo de con-
3ervacao ou conservador da linha.
Art. 16. Tanto os vigas, como os guarda-des-
vios, devem estar bem scientes de todos os artigos
destas instrucc,oei e conhecer perteitamerjte os
signaes de que tratara os arts. 2.a, 4.a. 5.a e 9.a
Art. 17. s guarda-desvios sao obrigados a con-
servar sempre livres e desembarazadas as estradas
dos desvios para a passagem das machinas oa trem
qae as procuraren).
Art 18. Averigundose haver deleixo ou ne-
gligeocia da parte dos vigas e guarda desvios oa
exeenco das ordens que reeeberera ou das dUpo-
siedes destas instituiedes, sero ioomediatamente
despedidas da liaba.
Atl. 19. Tanto os machmistas, como os vigia?,
cheles de estaco e mais empregados da linha e
do trafego, recebero as ordens do superintenden-
te, ao qual sao inmediatamente subordinados.
Assignado.-ftvnic/sco de Assis Pereira Rocha.
Con tere.Antonio Annes Jacome Pires.
O superintendente,
Andr de Abreu Porto.
N. 362.ATAQUE-SE A ORIGEM E NAO OS
SYMPTOMAS : Devemo-nos lembrar que os sym-
tomas sao as provas da lucia da natureza coma
molestia. Disse-nos que as torcas animaos esto
ldanlo com o veneno oceulto. Auxiliem-se e
fortifiquem-se com esse restaurativo natnral e so-
berano chamado a Salsaparrflba de Bristo), e o
resoltado nao ser davidoso. Neohuma doenca
pode resistir a essa poderosa allianca. Se o int-
migo se acha derramado pelas veias, este grande
detergente o busca o o desaloja deltas. Coocloido
isto, a tosse que iniiea a phtysica; as chagas denotam a presen?a das escrfulas, os terriveis
padecimentos do corpo e do espirito nherentw a
um estomago achacado; e o estado preternatural
do veelre, desapparecem para longe e logo. Este
puro o poderoso tnico e aiterralivo vegetal e an-
tyseptico; limna, regula, fortalece e vlgorisa toda
a orginisacao interior, e a cura completa.
Acba-se a venda em todas ae partes do atando
civilisado, em todas as principaes lojas de drogas
e boticas.
Em f de verdade.
(Estavam sellados).
O escrivo do civel,
Leonardo Jos Damte.
Declarado.
Acostamado sempre a arcar com as consequen-
cias dos meas actos, qnaesqaer qae elles *ejam,
pois que antes de pratics-los reflicto, e sabendo
3ue espiraos malignes e pegiieninos tem procura-
0 espalbar o boato de ser eu o autor de alguns
artigos publicados no peridicoAmerica Ulus-
traaa, allusivos, segando dizem a am do3 raats
disiinctos lentes da Pacaldade de Direito, venho,
pela presente, declarar qae falso o tal boato, e
mesmo desafio aos vis iutriganles, qae o teem es-
palhado. qoe me eontestera, se sao capases.
Ontrosim, declaro qne, ha mnito. deixei de razer
parte da redaeco do mesmo peridico.
Faco a presente declaracio nio P*"^*8*
de mim a odiosidade proveniente d aqaeiieioosio,
como tambera porque nio eston para -
ponsabilisar pelos actos de ontrem.
Recife, 18 de oolubro de 1871.
Adolpho P. de Burgos Ponte de L,
Secco 4.*Palacio do governo de Pernambaco'
em 2 de junba de 1870. _______'
nenftno per tjpta a Ymc cara sen eoahesfmea-
to e flns convenientes, a inelnsa deRberacao desta
data, pela qual wselvi am via do-.| 6o do art. 8a
do contrato de 22 de juloo de 1868, apernar e
regularaento por Vmc organisado em 18 de abril
prximo nodo, para os raachinistas 6 maia em-
jregados subalternos da companhia dos trrnoa ur-
banos do Recite Olinda constante da copia tam-
ben jauta.
Dea9 guarde a VateFrancisco de Assis Pereira
./tocAo.Sr. superintendente, a, de Abren Porte,
COMMERCfQ,
1 Segures contra-fogo
COMPANHIA
NORTHERN.
Cpifil........20,006:000#W
Fundo de resena .... 8,000:O0O#0OO
Agentes,
Mills Lathan i C.
THE ALLIANCE BrTtISH & FOREIG.
Lite and Fire Assurauce Company estabelecida
em 1824. Capital 5,000,000
so agentes desta companhia tomara seguro
contra fogo sobre predios, gneros e fazendas a
pagara aqni prejuizos devidamente provados
Rabe Scbmetlau & C
Corpo Santo n, 15.
IMPERIAL
Companhia de seguros contra
fogo.
CAGBNTES
S. P. JOfmSTON Ci
Roa da Nenala-nova n. 4t.
SEGURO CONTRA FOCO
The Liverpool dr Londoa dr GWdb
Insurance Company.
Agentes :
SaandersBfOtfarM.dC
11 Corpo 8*rtD-.H.
i' -
V
V'
i
r;
-.
L ""
7r


diario de Pernambuco Segunda feira 16 de Outubro de 1871.
T
I
/
i-HACA DO RBtPB 14 DE OUTUBRO
DE 1*71.
AS 3 i/| BOUS DA TAftDl.
CotafSes officiaes.
Algodao da Parahyba 1' sorta 630 rs. por kilo
poste i bordo a rete de 1 tf. e 5 0|0.
t. 6. Siepple,
Presidente.
P. J. Pinto,
Secretario.
ALFANDEGA
Raadimento do dia 1 a 13. ,
dem do dia 14.....
462:948*932
33:2851716
496:234648
Morlmoato da alfadea.
V'jlumes entrados com (azendas 171
eom geaeros 349 -.
Vjfumes.saludos eom [azendas
i > eom gneros
320
309
550
-----85?
Descarregam boje 16 de outubro.
Brigoe inglezDantebacalbo.
Barca franceza Santo Andr varios gneros.'
Barca portogutzaWoodoiUemercaduras.
Brigoe portuguo/,Relmpago idera.
Brigae portuguezTViumpliovarias gneros.
Brigue alleroaoCorona vanos gneros.
Barca ingleza Helen Isabelbacalho.
Pataeho inglez -Isabeldem.
Lagar ioglez Geril of the Petad -canos de ferro.
Lagar iagleSaral Suntho idem.
Birsa inglezaLatinacarvo.
Despachos de exportac&o no dia 13 de
outubro.
Para os portos do exterior.
No vapor inglez Gladiator, para Liverpool,
CArregaram : Sannders Brothers & C. 16 fardos e
34 saccas eom 7,346 kilos de algoda >; Augusto
Frederico de Oliveira & C. 102 saccas cora 7,1-79
kilos de dito.
o brgde hollandez Wald Burger, para
Liverpool, carregarara : Mills Lathan & C. 40
saccas eom 3,600 1|2 kilos de algodao.
No lugar hespanhol Camila, para Barcelona,
carregaram : P. M. Maury & C. 137 saccas coro
8,797 kilos de algodao.
Na birca porlngueza Mana Luisa, para
Lisboa, carrearam : Amorim Irmos & C. 462
couroi seceos salgados eom 5,5i4 kilos.
No patacho portuguez Liberal, para o Porto,
earregaram : Serra Cbnquex & C 16 saceos eom
1.135 kilos de firinha de mandioca.
Para os portos do interior.
Na barcaca Monte Chrislo, p>ra Mamangua-
pe, carregou : Marcelino Jos Gonoalves Fontes 2
barricas eom 125 k'k de assucar.
Na barcaca Constancia, para Muri, carre-
giram : Costa & C 1 barrica eom 86 kilos de as-
s-carrefinado ; Joao Alexandre Vieira, para Ma-
ca), 6 barra da 5o eom 5.076 litros de agurdente.
-Na barcaca Avi Mara, para o Pilar das
AUgoas, carregarara : Antonio Ferreira do Car-
viho 0 barricas eom 144 litros de cerveja.
ABELLA dos precos dos gneros sujbitos a de
HEITO. DE .'EXPORTACAO.SEMANA DE 16 A 21 DE
OUTUBRO DE< 1871.
Mercadorias: Unidades. Valores.
300
238
536
4*000
2/000
68
177
250
166
436
1/000
3*09C
937
675
523
102
5*450
137
300
330
300.
337
600
300
660
476
204
476
442
959
3
27
So8
168
442
Abanos......... duzia
Algodao em caroeo..... kilog.
dem em rama ou em la. >
Cirneiros vivos....... un
Porcos idem.........
Arroz eom casca. .... kilog.
dem descascado ou pilado >
Assucar branco......
dem mascavado.......
dem refinado....... >
Giltinhas........ urna
Papagaioa....... >
Azeite de amendoim ou men-
dobim......... litro
dem de coco ....*.
dem de mamona. ... >
Batatas alimenticias. .... kilog.
Biunilha.......* >
Bebidas espirituosas efarmentadas:
Agurdente cachaca. .... litr.
f Jem de canna.......
Iiiem genebra...... >
dem restilada ......
lina alcool........
Ii?m cerveja...... "
dem vinagro.....,.
dem viuho de caj......'
Bolaeha fina, comprehendidos os
biseoitos...... kilog.
Mvjm ordinaria, propria para
embarque........
Caf bom ...*..
dem escolha ou restolho ...
dem torrado ou moide. ...
Cal branca........
dem preta........ >
Carne secca ( xarque ).....
Carvao vegetal, r..... >
Cera amarella......
dem de carnauba em bruto. >
dem idem em velas,.....
lina..........
Cocos seceos....... cento
Cilla......... kilog.
Ciurosde boi, seceos salgados.
dem idem espichados....
dem idem verdes.....
dem de cabras cortidos um
dem de onca.......
joces em calda..... kilog.
dem em gela ou massa. -
dem seceos....... >
E^panadores de pennas grades duzia.
dem pequeos...... >
lena de palha.......
E:.teiras de carnauba .... cento
dem propria para forro ou estiva
de navio........
E topa nacional...... kilog.
Farinha de araruta.....
dem de mandioca.....
i- jijo de qualquer qualidade.
Fimo charutos...... centro
dem garros...... >
Iaem dem falla bom.... kilog,
Idee era folha, ordinario ou res-
i.. mino ........ >
dem em rolo e et latas bom
dem, ordinario ou restolho.
Rap >
Gomma de mandioca, (polvilhoj.
luecacuanha ( raiz)..... >
ngico (toros)...... duzia
Caleros........ um
Enxams.....
Frechaes........ >
Jacaranda (coucoeiras) duzia
Lenha em achas...... cento
dem em toros......
Lrahas e esteios...... um'
Lour s (praneh5es).....
Pao Brasil........ kilog.
dem de jangada...... um
Quiris...... duzia
V nhatico costadinho de 25 a 30
millimetros de grossura. um 16*00G
Ia:tm pranchoes de dous costa-
dos at 30 millimetros de gros-
sura .........
dem taboado de meaos de 25
millimetros do grossura duzia
Taboado divarso...... >
Titajuba........ kilog.
Travs......... urna
Varas para pescar. .... duzia
dem para aguilhadas ... *
dem para canoas..... urna
Cavernas de sucupira(em obra) >
Eixos de cicupira para carro. par
Melaeo........ kilog.
Mel de abelha.......
Milho.......... t
0*09 c
Palha de carnauba..... molhos
Pechury........ kilog.
Podras de amolar
Mear de filtrar......
dem de rebollo j >
Peanas de ema. ...*
Piassava......... molhos
Pontas ou chrfres de novilho ou
vacca,........ cento
Sabao......... kHog.
Sai ,......
Salsanarrilha.......
Sapaos de couro braaco ... par
Bebe eu graxa emrama kilog.
Idenvem velas. ......
Sola e vaqueta.....,
Tapioca. ......
Unlus de boi....... cento
Vumuras de carnauba duzia
4*360
4*000
1*438
566
640
370
350
10*000
1*133
384
2/130
48*000
21*000
12*000
16*000
12*000
136
681
9i
272
3*000
320
1*090
613
681
545
2*180
170
1*703
60*000
360
1*500
5*000
95*000
3*O00
12*000
6*000
10*000
103
5*0O0
6*000
20*000
144*000
96*000
33
6*000
2*400
6*000
1*000
3*500
16*000
35
320
68
II
1*000
817
31
18
34
4*79
160
2*806
341
16
*04J
860
340
476
i**
04
380
7W
dem de piassava..... 1*200
dem de imb. .].... > 900
Alfandeg ae Pernambueo, 14 de oatubro de
IfcrenteJoa^ulm Aurelio Wanderley:
aferente Joaauim Ignacio de Carvlho
Mendonca.
Approvo. Alfandega, 14 de ontnbro de 1871.
Paes de Andrade.
Conforme.Joaqun Tertuliano de Medriros.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dala 13. 29:760*499
dem do dia 14. 3:971*780
33:732*279
CONSULADO PROVINCIAL.
aendimento do dia i a 13. 19.459*419
dem i dia 14...... 4:498*420
ees sao serie contados os rotos dos a asentes tasto
notittyioi.
Em cumprimento do qoe todos os credores da
referida massa fallida eomparec/am em dito dia,
hora e lugar designado, aob pena de se proceder
sua revelia.
B para que chegue ao conhecimeojo de lodos
mandei fazer o prezenle edital que ser adiado
nos lugares do costme e publicado pela ira
prensa,
' Dado e passado nesta cidade do Recite de Per-
nambueo aos 5 dias di mea de outubro de 1871.
Eu, Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,
eserivo subscrevi. .
- Ao sello 300 rs. V. S.- S. excausa.Barros de
Lacerda.
Seiastiao-do Reg Barros de Lacerda.
23:957*839
PRAGA DO RECIFE
(M 14 DE 01' ri'BIto DE 1871 AS 3 HORAS DA TARDE
REVISTA KMAVIL.
Cambio3Sobre Londres effeetuaram se tran-ac
edas de 24 i/2 a 24 7/8 d. por 1*, sobre Paris de
386 a 395 por fr., e sobre Lisboa a 120 por cento
de premio, subilo as transaccSas realisadas* du-
rante a semana fiada a 115,000.
AlcodXo O de Pernambueo scolhldo e regn-
lar vendeu-se de 8*300 a 9*100, o de Macei
posto a bordo, a 9*300, e o da Parahyba, dem, de
9*300 a 104400 po' arroba ou 15 kilos.
Assucar.Venden-se o bruto de 2*130 a 2*300
por arroba. O branco, somenos e purgado nao
liveram transacSes.
Cocaos.Os seceos e salgados venderam-se a
260 pVr libra.
Arroz.O pilado da India rendea-se a 2*630
por arroba.
Azeitjs-doceO de Lisboa vndense a 2*800
e o do Estreito a 2*70!) por galao.
Bacalho.Vendeu-3e a retaltio de 13* a 15*
por barrica.
Batatas.Vendeu-se a 2* a arroba.
Bolachlvhas.dem a 5*030 a barriquinha.
Caf.dem de fi* a 7| por arroba.
Ca.dem de 1*600 2*600 a libra.
Cerveja.dem de 4*000 a 8*500 a duzia de
botijas ou garrafas.
LodcaVendeu se a ingleza a 320 por cento
de premio sobre a factura.
Manteiga.A ingleza vendeu-se a 800 rs. a
libra e a franceza de 630 a 660 rs.
Massas.Vendeu-se a 6*300 a caixa.
Oleo de lhhiaca.dem a 2*200 o galao.
Passasdem a 0*300 a caixa.
Presuntos.dem a 14* a arroba.
Queuos.Os flamongos venderam-se de 1*600
a 1/630 oada um e o prato a 450 rs. a libra.
Sabao.Vendeu-se a 170 T. do inglez por libra.
Toucisho. Vendeu-se o de Lisboa a 12*000
a arroba.
Vinagre.O de Portugal vendeu-se de 123* a
130/ a pipa.
Vikhos__Os de Lisboa venderam-se de 200*
a 240*, e os de outros paizes da 1805 a 220/ por
pipa.
Velas.As d^composicao venderam-se de 600
a 620 rs. o pacote de 6 velas-em libra.
Descont.O rebate de letras regulou do 8 a
10 por cento ao anno.
Fretes.Do algodao deste para o porto de Li-
verpool, a vapor, a 1 d. e 5 % a velai a 7/8 d. e
5 % e carregando nos portos ?slntoj a 1 d. e 5
9/o a vela e em lastro ds assucar a 30/ e 5 %
LEILOES.
Lalao
O Dr. Sebasliao do Reg Barros de Lacer-
da, juiz de direito especial do commercio
oesti cidide do Kecife de Pernambaco
pir S. M. I. ele, etc.
Faco saber pelo presente que nos termos do
art. 1.a do decreto n. 1695 da 15 de setembro de
1869, dentro dopraso de 30 dias coudos da pn-
blieacao deste edital, rebeber este juizo prepostas
por caitas fachadas para a arrematado por venda
da escrava Damiana, parda, solieira, eom 28 an-
uos de idade ponco mais ou menos, avahada ^>or
800*000, a qual foi penhorada por exesucao de
Jos Joaqnim Pereira de Mendonca eootra Do-
mingos Jos Alves da Silva, hoje seas berdeiros;
e se acha dita escrava depositada em poder do
depositario particular Jos Pereira de Mendonc,
morador na ra .do Duque de Caxias n. 41.
Eu, Maooel Maria Rodrigues do Nascimento,
escrivao, o subscrevi.
Recite 11 da setembro de 1871.
Ao sello 300 rs. V. S. S. ex causa.Barros de
Lacerda.
Seba^tiao do Reg Barros de Lacerda.
Peraoie a cmara muaicipal desta cidade
estaro em praca nos dias 14, 16, 17 e 18 do
correnle para serem arrematados por qnem maior
preco oiTerecer os alaguis dos talh n. 19 e
cauto do lado do norte da ribeira da freguezia de
S. Jos.
Os pretendentes a laes arremataos, compa-
reca) nos dias indicados do pago municipal, mu-
nicipal, munidos de saas flaneas na forma da
Idi.
Pajo da cmara municipal do Recife, 13 de ou
tabro de 1871.
Ignacio Joaquim de Souza L :ao.
Pro-presidente.
Louretijo Bezerra Carnelro da Cnnha,
secretario.
MOVIMIENTO 00 PORTO.
Navios sahidos no dia 14.
Aracaj e porlo3 intermediosVapor nacional Ja-
guaribe, commandante Macedo, carga differentes
gneros.
Granja e portos intermediosVapor nacional Pi-
rapama, commaadante Azevedo, carga differen-
tes gneros.
Ilha'de Fernando-Vapor nacional Parahyba, com-
mandanle Jos Iharique da Silv carga varios
gneros.
GjyaouaHiite nacional Joao Bapttsta, capillo
Joaquim F. de M. Guedes, em lastro.
Macei Wiate nacional Nossa Senhora dos Nave-
gantes, caplto Joaquim Autonio de Figueiredo,
em. astro.
QbterwHji.-
N5) houte entradas.
Navio entrado no da 15.
New-York e portos intermedios22 dias, senio do
ultimo porto 6 horas, vapor americano North
America, de 2,500 tcnejlada3, commandante
Slocum, equipagem 77, carga diffrentes gene-
ros ; a Henry Forster & C.
Navios sahidos no vxesmo da.
LiverpoolVapor inglez Gladiator, commandante
Thomsz William, carga algodao. .
Mossor pelo Ass Jiate nacional Adino dos
Anjos, capitao Manoel Francisco Mmtero, carga
fazendas e outros genero.
Rio de Janeiro e BabiaVapor americano North
America, commandante Slocum, carga parle da
que truuxe dos. portos do norte.
CanalBarca ialeza Meteor, capitao Irvine, carga
assucar.
EOITAES
I im. Sr. inspector da thesnuraria provin-
cial em cumprimento da ordem do Exm. Sr. vi-
ce -presidente da provincia de 17 de agosto pr-
ximo finjo manda fazer publico que a mesma the-
sourarii vende 500 apolices da divida provincial
no valor de 100* cada urna, vencando o juro de
8 0)0 ao anno pagos por semestre na segunda
quinzena dos mazes de julln e Janeiro, e devendo
ser resellada; na quinzena deste nltimo mez, ob-
servando-se a nuraeracao seguida e tantis quan-
ias permittirem os crditos votados anoualmente
precedendo annuncios. Os pretendentes campa-
redara na mesma thesouraria no pra^o de 30 dias,
contar da data deste E para constar se man
dou publicar o preinte pelo jornal.
SscreUria da the-ouraria provincial de Pernam
buco 5 de ou'.ubro de 1871.
Conforme.Servindo de oficial maior,
____________Landelino de Luna Freir.
D ordem do Illm. Sr. conselnero inspeetor
da thesurana de fazenda desta provincia se faz
publico que no dia 28 do corrente mez, pelas 2
horas da tarda, tena de serem arrematados por
quem por menos fizer os concertos da ponte Sete
da Setembro e pintura dela, e da de Santa Isabel,
oreados em 7903*500 conforme as clausulas e
ornamento que sero fraoquiados aos pretendentes
na secretaria da dita thesouraria.
Os licitantes deverao dirigir suas propostas em
cartas fechadas ao mesmo Illm. Sr. codselheiro
inspector a' as 11 horas do referido da 18, mos-
trando- 3* autheotieamente desembarazados e qui-
tes tanto eom a fazenda geral como eom a pro-
vincial.
Secretarla da liiesouraria de fazenda de Per
nambeco 12 de outubro de 1871.
Servindo de OD >a I -maior,
^______Manoel Jos Pinto.______
2.' Secql&.-Secretaria da presidencia de Per-
nambueo, em 14 de outubro de 1871.
Por esta secretaria se faz publico de conformi-
dade eom c disposto no artigo 1. do decreto 4668
de 5 de Janeiro ultimo, que a serventa vitalicia dos
oficios de partidor, contador e deslribuidordo ter-
mo de Agua-Preta, concorreram es cidadaos se-
grate :
loaqaim Marques da Porciancnla.
Joaquim Pereira da Silva.
Marcelino Ernesto de Oliveira.
O secretario,
Eas"Frederico de Almeldae Albnqoerqne.
DE
Cerca de mil barricas eom armba de trigo
das acreditadas marcas abaixo decla-
radas.
TERCA-FE1RA 17 DO CORRENTE.
A 11 horas em potito.
O atente Pestaa, far le lio por eonta e risco
de qaem pertencer, de cerca de 1000 barricas eom
farinha de inga da* marcas -Victoria -00 -e O
Footauamarca preta-o S S S F, as quae se-
rao vendidas em lotes i vontide ; terca-feira 17
do eorrente s II horas em ponto ao armazem do
Sr. Jos Doarte das Nev*.
DE
Um sobrado do t andar e sollo, sito roa
de Hortas n. 52
Oagenta ponina!, competentemente autorisad,
vender em leilao o sobrado acttna
Quam-feira 18 do eorrente.
No armuem ra lo Bom Jesas n. 23 (oatr'ora
ra da Cruz), s 11 horas.
O Dr. Sebasio do Reg Barros de Lacer-
da, jotz de direito especial do commer-
cio desta cidade do Recife de Per-
nambaco por S. M. a quem Deas guar-
. de etc.
Faco saber pelo presente, que no dia 9 de de-
%mbrc do eorrente anno, pelas II horas da ma-
ntisa, na sala das audiencias, ter lagar a reunan
des credores da massa fallida de Fernando Siepple
da Silva na conforroidade do art. 135 do regula-
mento a "> de 25 de nozembio de 1850, aflra de
verifiquen! os seas crditos, ooncedam ou neguem
a concordata ou formem contrato de unio. adr
mittido per procarador se este nao tiver poderes
especlaes para o acto, e qoe a proenraijao nao
pode sar dada i. pessoa que seja devedora dos lal-
tidos, nem o mesmo procurador .representar por
dous ou mais diversos credores, harn do se os que
tc eomparecerem por si ou por seas proenrade-
rea, oao adliereotes concordata para coja con-
.A cmara muaicipal desta cidade, pelo_pre-
sente convida aos pretendentes a arrematadlo do
imposto de 60 ris por cada p de coqueiro de
produce, ao, exceptan i o 10 pi para o uso do
proprietario, pela qaaotia aaoaal de 901*000, e
bem assim os alugueis de diversas easinbas da
ribeira das freguezia de S Jos e Boa-vista, a
eomparecerem at o dia 18 do corrente manidos
de flanea.
Pa?o da cmara municipal do Recife, 13 de ou-
tubro de 187 (.
Ignacio Joaquim de Souza Leao,
Pro presidente.
Lourenco Bizarra Carneiro da Cunha.
Secretario.
DECLARACOEl
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
Pela secretaria da santa casa de misericordia
do Recife se faz publico que o Illm. Sr. thesomei-
ro interino raajor Laurentino Jos de Miranda far
pagamento s amas do trimestre vencido de julho
a setembro, no salao da ca-a dos expostos, pelas
8 horas da raanhaa do dia 16 do correte, deixan-
do de serem pagas aquellas que nao aprsenla-
rem as criaogas que Ibes foram confiada*.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cife 7 do outubro de 1871.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Lnspecqao
do arsenal
iTn ha-
de ma-
Faz-se publico que a commisso de peritos exa-
minando, na forma determinada no regulamento
annexo ao decreto n. 1324 de 5 de fevereiro
de 1834, o cseo, machina, caldeir, appareWJJ
mnstreacao; veame, amarras e ancoras do' ***
por Jaguaribe da compaohia Pernambucana de
navegaca-. costeira, aclnu. todos esses objectos em
estado de poder o vapor navegar.
Inspeecao do arsenal de marinha de Pernambu-
eo 14 de outubro de 1871
Francisco Romano Siepple da- Silva,
Inspector.-
Francisco Romano Stepple da Silva,
Fi3Cahsac3o da fregnezia de S. Jjs, 16 d
outubro de 487i.
O fiscal da freguezia de S. Jos, faz scieote a
todas as pessoas mora loras na mesma, que d'ora
em diante passa a man lar varrer as ras de
Marcilio Dias, Vidal de Neg'reiros e coronel Suas-
suua, as madrugadas de domingo para segunda-
feira, terca para quarta, quinta para sexta e sab-
bado para domingo, isto al o chafariz do largo
do Viveiro ; seguoda-feira para terca, largo da
Ribeira, Assumpc.ao, e Damingos Theotonio; quar-
ta para quinta feira, Santa Rita Nova, dita Ve-
Iba, Santa Cecilia, S. Jos, travessa do mesmo
nome. As demais serao varridas de dia : quero
tiver lixo em su;s casas podero deitar das 10
horas da noute de todos os dias aqu marcados,
isto em vasilhas, sob pena de serem multados os
que botarem de dia, as ras cima mencionadas.
O fiscal,
Erne3tlno Cavalcante de Aibuquorque.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Varega^So costeira por vapor.
Fernando de Noronba.
O vapor nacional Parahy-
ba, seguir para oporto ci-
ma no dia 14 do corrente ao
meio dia.
Recebe carga at o dia 13,
encommendas, passageiros e
dioheiro a freteat s 10 horas da raanba do da
da sahida : no escriptorio do Forte do Mattos n. 12.
LEILAO
DE
JOI i*
EfCONTINUACA
E 0 ULTIMO
0 agente Martihs far Ieiao, por ordem
de Manricio Jos dos Santos Ribeiro, para
liquidacao final de todas as cautellas dadas
em penhor, constando de objectos de bri-
llantes, ouro e prata, relogios e outros
maitos objectos, que foram dados em pe-
nhor no sea estabelecimento da praca da
Independencia n. 33
Quarfca-Mra 18 do corrente
A's 11 horas do dia na praca da Inde-
pendencia n. 33. ____
DE v
Daas tercas partes do sobrade silo ra
do Bemfica n 42, na Magda!en\ o qual
podem os pretndenos examinar eom
anticipaglo.
A 1 do corrente.
Por msndado do Illm. Sr. Dr. jniz especial do
commercio d-sta cilade, e re^uerimento dos ad-
ministradores da massa fallida de Sebastiao Jos
da Silva, o agente Oliveira expor novamente
leilao as 2j3 parles do excellente sobrado supra-
dilo, o qual se torna recommendavel quanto apra-
sivel pela sus boa eonstruc^ao e amenidade da
localidade, e proprio para quem procura arrabal-
de saudavel, tendo a vantjgem da conducao dos
excelleates Loads:
Qaiata-feira
ao meio dia em ponto, no escriptorio do mesmo
agente rna do B^m Jess, 1 andar._________
NEILAO
DE
L"
io da um andar e roto e terrado,
22 palmos, va o de cerca de 70 de
lunif, no bairro de S. Jos roa de S
Joa*b.
Quatto meias apas ni fundo do mesmo
obrado, qoe redem 32# menses,f(lndo
novo e bem consiroido.
Saxla-feira 20 do corrents.
A'S II HORAS EM PONTO.
Por intervenc.ao do agente Pinto, em seu es-
criptorio, roa da Cruz n. 38.
VISOS DIVERSOS
O lente coronel Justino Pereira de
Farias retirando-se para a provincia doCear,
e nao podendo pela presteza de sua viagem
desped;r-se pessoalmente de todos os seus
amigos e das pessoas eom quem tem re-
tacos de amisade, pede Ibes por esse mo
tivo mi! desculpas e approveita a occasio
para o3erecer Ibes- seus servaos naquella
provincia ou em oatro qualquer lugar onde
o seo desligo o conduzir por algum lempo.
"" P.'ecisa-.-e de ama ama que ten ha bom leite
e sera fiihos: na ra de S. Jirge n. 40, casa do
Sr. Jercnvao Ferrara dos Santos.
RIO DE JANEIRO
Para o porto cima segne eom brvidade o bri-
gae nacional Damao, tem parte da carga engaja-
da; e para o resto que lira falta trata-se eom os
coosignatarips Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
4 C, ra do-Bsm Jess n. 57, t andar.
Aviso.
CoDipanhia americana e brasilei-
ra de paquetes a vapor.
At o dia 13 do eorrente esperado de New-
York por S. Tbomaz e Para o vapor ame-
ricano North America, o qual depoisda demora do
eostum seguir para os portos do sul.
Para passagens, etc., tratase eom os agentes
y IknrForster & C ra do Coramereio n. 8
Para o Porto
Val sabir no dia 20 do corrente mez o pataeho
portuguez Liberal capitao G. I. LiaL ainda receb
alguma earga e passageiros: trata-se eom E. R.
itabello de C. rna do Commercio n. 48. .
PARA 0 PITO
Aeha-se earga a barca- portugueza Clementina
e pretende seguir eom a maior brevidede qaem
na mesma quizar oarregar ou ir de pasauem, tra-
te eom os consignatarios I. de.Aqnino Foiseca di
C, saocesOMs a ruaoj Ylfario n. 19,
GAIXEIROS.
pasa efixeiro, de
SF a 16 annos
Aluga-se
O armazem do sobrado da roa do Amorte o.
21, eom daas frente?, no Recife,: tratar na mes-
ma roa d. 82, armazem. ,
Precisa-se de alagar urna casa tnrrea na
frogaeiia da Santo Antonio, as seguintes mas :
Bella, Florentina, 3. Francisco, Rola, Santo Ama-
ro, antiga mundo novo, Flores, Camboa do Car-
roo : tratar ni ra da Cooceicao n. S, t ja-
Visu.
tft
Brejoda
Ateveda ae
0.9.
tods meoiajs
deidade e recen-
de Portugal, para irem para o
de Deas: i tratar coa Manoel
Aadrade, rw Priawrro e K{o
Olinda.
Agencia DnpraC
de transportes acce'.erados da estaco das
Cinco Pontas aos differentes bairros do
Recife e vice-versa.
.0 agente Duprat a prove la a occasio da ebega-
da da safra bots, para cffereeer sens servidos e os
de -ua agencia de transpones aceelerados tojos
os donos cu portadores de eonbecmentos de assu-
car, ou mais g meros viudos pela.estrada de Urro
das Cinco Puntas aos diversos negociantes e rece-
bedore estabelecidos nesta praca, que quizerem
gosar das vantagens da pontaalidade e celeridade,
que a distioguem desde asna creacao em setem-
bro de 184.
A organ.saQo do servico e a dividi do traba-
lbo adoptado, desde a safra de 1863 a 1866, pela
agenci Dofrat, que se tem tornado a providencia
protectora dc3 carreceiros avubos, permittem-lbe
poder, 9em exceder o preco de costume, fazer
transportar aos armazens do Recife, toda e qual-
quer pcrcSo de assucace mais gneros, das 7 as 8
e tr.eia nora> da manna alf as 3 4 horas da
tarde de cada dia, se os conhecimeatos ibe forem
entregues de vespera ou pela maoliaa cedo, ac,om-
panhados do importe do frele, transporte, etc.
Para isso aeh'ar-se-ba o agente Duprat ou quem
saas vezes Qzer, nos armazens das Cinco Pontas,
nos dias atis as horas do expediente, na praca da
Associacac Commercial Agrcola, das 9 s 10 horas
da machia e das i s 3 da tarde.
Os relevantes servidos que o agente Duprat tem
prestado agricultura, industria e ao commercio,
e tambem companbia da via-fsrrea do Recife ao
S. Francisco, eom a sua agencia de transportes
aceelerados e cora a publicarlo do seu peridico
O Brasil Agrcola etc., sao mais que snffieentes
para merecer de todos os interessadis a preferen-
cia para c transporte dos assucares e mais gene
f03, porque lcnge de qnerer monoposar e cumu-
lar o beneficio do. agente carregador directo, o
^^^^Kn/at limita sua axbico .sua cmans-
eme, e d a ganhar ao grande numero
^^K que elle oceupa durante a safra, o
pfo que recebe por eada volume.
10 de outubro de 1871.
F. M. Duprat.
flamoro penalisados.
O portador ie recado. ,
Precisa se da urna ama que saiba cozinbar,
em casa de pouca familia, preferindo-se escrava :
na rna da Cruz do Recifa n. 29.______________
Na roa Direita n. 127, primeiro andar ha
urna escrava para alagar, que lava, cozinba e faz
o mais servico de easa. ___________
Para festa
Aluga-se ama casa em Caxang, eom boas ac-
eoraodacdes, ao entrar da ponte do lado esquer-
do : i tratar na ra do Vigario n. 19.
Beligiao.
LUZ E CALOR.
Obra espiritual para os. que tratam do exercico
de virtudes e caminho de perf-icao, pelo padre
Manoel Bernard, nova-edicao. Lisboa 1871, 1
vol. 4- 6#000.
EXERCICO DE PERFEigO,
e doutrina espiritual, para extinguir vicios e ad-
quirir virtudes, do padre Aftonso Rodrigues.-Por-
to 1869, 1 vol. 8* 2*000.
GRITOS DAS ALMAS
e meos para os aplacar, nova edicao.Porte 1869,
1 voL 8 2*000.
EXERCICIOS ESPIRITAES
de Santo Ignacio, propostos s pessoas secular?-
pelo R P. J. P. Pinamonte.Rio de Janeiro 1871
2*000.
PRATICAS MANDAHENTAES.
ou reflexoes moraes sobre os mandamentos da lei
de Deo3 pelo padre Fr. M. da Madre e Dos.
Porto 1871, 1 vol. 8* 4 3*00C.
Livraria franceza.
Attencao
Urna pessoa que mandn buscar na Prussia, nma
ambulancia homeopaihica, afim de retirar-se para
o serto, mas sobrevialo novas resolucoes, tenciona
retirar-se paraEoropa, por este motivo expie veo
da; qaem quizer, pois.munir-se de medicamentos
de plena conQanca, approveitar a occasio; d- so
ludo pelo custo, afim de liquidar. A saber : 99
vidros de tintura rali. 253 vidros sonidos de tin-
tura dynamisada, 139 vidros de 4 grammas eom
glbulos preparados, essencia de rnica, glbulos
inertes, assucar de leite, npodeldoc de Rbus, bry >
ni., rnica alcool de 93 e 60 graos em vidros fiaos,
vidros sonidos, carteiras cheias e varias de 40 tu-
bos, caixinhas de madeira para 60 e 140 tubos,
encerados para golpes, taffeta de rnica, etc. etc., e
bem assim 2 armarinhos de amarello e 2 banqui-
nbas para ditos eom tampo de marmore, e 1 car-
teira cirurgica para algibeira: ra Imperial
sobrado x. 98, a qoafqupr hora.
HOTEL
POPULAR
Com este titulo vai ser aberto disposigio do
respeilavel publico, na ra do Baro do Triumpbo,
(antiga do Brum) no dia 14 do corrente, o hotel
cima mencionado, o qual offerece todas as van-
tagens por se achar col locado junto a estaca dos
bonds, e juntamente por ter commodos sutlicientt-s
para admitlir qualqner pessoa que' all qneira des-
cancar, no qual encontrarn todos os dias qual-
quer comida com asselo e promptido. Outro sim
tambem recebe-se asignaturas mensaes : assim,
pois, esperando do respeilavel'. publico sua ben-
vola protec;ao afim de que Ihe coadjuvem com
saas presentas, aflangando nao dar motivos que
desgoste qualquer pessoa que honrar com sua
presenca o mencionado hotel.
s
ai
FABWICA
DE
CHAPEOS
DE
Todas as qualidades
tt % 24 ra larga do Rosa-
rio b. 24,1, andar
Se o de-ejo dos propietarios desta fa-
brica fosse nicamente Iludir a f pu-
blica, hmulo que teriara annoociado
| os seus productos, mas para correspon-
rt~ derem mais dignamente confianga ncl-
| les depositada, esperaran) receber o
| objectos e psssaal, que acabam de che-
J gar-lhes.
H Hoje, pois, que a sua fabrica se acha
I montada com as mais aperfeigoadas ma-
S chinas, com 03 melhores pelrecbos e ser-
JtfVida dos mais peritoi officiaes europeos,
podem os seos numerosos freguezes e
o publico em geral encontrar desde j.
Chapeos de seda da ultima moda, sen-
do altos e baixo3.
Ditos de castor de todas as cores, em
| formatos ioglezes e amburgoezes.
Ditos de leltro de todas as qualidades
5 e feitios, tanto para hornera como para
jg criancas.
Ditos de velludo para senhora.
Ditos para eeclesiasticos, redoudos, tri-
B angulares e a romana.
M Ditos armados para militares.
Ditos de pasta.
Concerta-se toda a especie de chapeos
Squor de liomem quer de senhora, com a
maior pericia e mais barato que em qual-
quer oulra parte, assim como se rece-'
bem encommendas tanto para a provin-
M cia como para fura.
Alerta! !
Previne-se ao Sr. Dr. director da instruccao
publica e aos pais de familias, que lancera suss
vistas a um celebre professor no pateo do T....,
que alen de nunca estar na aula, acontece que
reina all a dcsmoralisago, plantada pelo proprio
professor, que omitas vezes manda os alumnos
dar psios, adeos, e offerecer cravos aos visinhos,
isto com grande applauso de toda a famiiia.
PEDIDO
E' o que exigimos de certo professor particular
no pateo do T...., que nao abandone a aula para
andar pelas ras a pedir diariamente dinheiro em-
prestado (para nanea mais pag nhece, e pelo amor de Dos, que est morreado
de fome, a aquelles que igooram quem e Sevan-
dija. ______ _______________
loapulna Francisca de
Oliveira ..*
Pedro Rodrigues de Oliveira, socio da ira
eommercial E. R. Rabello & C. pede s pessets de
sna amizade o caridoso obsequio de assislirem a
missa que manda celebrar segunda-feira 16 do
eorrente, as 8 horas da manhaa, na igrej matriz
do Corpo Santo, por alma de seu' presado pai, fal
le:ido na cidade de Pelotas em 22 de Miembro
prximo passado, e desde j Ibes eonfessa seu re
conhecimento.______.
Precisa-sa de urna pessoa para tratar de
nma doente e paga se bem: no sitio da estrada
vaina do Chora-menino, atoradla do padre Fran-
cisco Joao de Azevedo. __^___
HA
Precisa-se de urna ama de idade e.
que saiba eozinhar. para nma pessoa
a tratar na rna da Crus n. 27._____
IMPERIAL FABRICA DE CKJitROS
E
S. JOAO DE NlTHEROHr.
Dm dos problemas que mais tem preoecupado
atieoco dos legisladores e dos economistas ne-
jemos, pauicularmente na Inglaterra e na Fran-
ca, e acerca do qual, ainda em 1868, L. Wotowki
tez um profundo e nolavel discurso, o qie trau
de definir e regularisar, maniendo o equilibrio
jntre o interesse e a liumanidade, o trabalbo das
criancas as manufacturas.
Esta qaesto grave e raerindroaa, cometa a ser
jnlre nos de alguma importancia, e merece que a
examinemos com criterio, tanto mais que forcoss-
mente na substiiuicao do elemento servil ter ella
de considerar-se efflcacissima para o futuro des-
envolv ment de nossas industrias.
Recordando eom o celebre economista de qoe
rallamos o profundo pensameulo do poeta ingle
ine diz :=tA crianQi o pai do homem part-
Ihamos tambem os seas generosos senlimeaios re-
lativamente i essas fragen e delicadas creatoras,
que ainda na primira mieia^-o da vida prestara
ja tao importantes servicos sociedade.
Qualquer que seja o eosiao ou o labor em que
je exercitem as forcas sinda debis dessas fracad
sxisteneias, deve presidir o maior escrpulo sua
direccao, a maior vigilancia e cuidado no eraprego
3 distribuigao do lempo, porque do fien resaludo
depende a actividade e a energa das aovas gera-
;5es, e d'estas as grandes conquistas do futuro e o
progressivo aperfeicoamento social.
Nos seclos anteriores as industrias occupavam-
ie mais com os productores. Ao seculo Xl% com-
pete a gloria .nao s de melborar o fabrica dos
productos, tornanno-os mais perfeitos e mato ac-
cessiveis a lodos pelo qaantidade e modicidad* do
preco como a' sorte a condicao, a existencia do
irabalhador, do homem.
Wolowki cita a este respeiio as palavras d*
Qladstone, qoe, em urna reunio de operarios io-
glezes, fallando-lhes tanto em seus dlreitos, como
am seus deveres, disse : O nosso seculo o se-
culo do operario : e accrescenta que esta parase
nao sahio de bocea saspeita, pois Sladstone n|c
penen je ao numero daquelles que lisongeam em
vez de servir ao pevo.
O homem d'este modo encarado como bem
primordial da prodcelo do bem; e o nolavel au-
tor i qoe nos referimos entende comnosco qoe a
liberdade que elle conquistou tira toda a sea forca
da energa da alma associada saode do corpo,
da elevacao do espirito que proporciona o desen-
volvimento progressivo da habilidade pessoa!.
Foi bascados n'esta allianca que os legisladores
inglezes eomprehenderam que o instrumento acti-
vo, o operario, obedeca ootras e diversas neces-
idades que as que sao partrlha do instrumento
material.
Foi por este motivo que se marcaran) e regera-
mentaram as boras do trabalho as manufacturas,
s se attendeu sobretudo a que s criancas reee-
bessem a um lempo o ensino da fabrica o ensinc
ia escola.
c Em 862, diz ainda Wolowki; sanecionou-se
na Inglaterra a prole, a vigilancia penelrou no
seio das vastas communas iudusiriaes, formadas
hoje em roda da machina de vapor, dessas vastas
communas povoadas por miihares de operarios.
A lei de 1802 fixou a idade em que as criancas ,
podiam entrar para as manufacturas e limitou a
duragao do trabalho.
Pois bem. Este grave e humanitario problema
que levou quasi meio seculo a resolver, e preoc-
cupou a atlencao de tanto- homens de estados
eminentes, como foram Roberto Peel Lord Aslhey,
hoje Conde de Chattsbuago, genro de Paimerston.
e muilos outros, assigoalando ama pagina honroso,
oa historia da eivilisacao moderna, acha-se reali-
zado, e dando salutares resultados entre nos na
fabrica de cigarros de S. Joo Kilherohy, da qual
o proprielario3 os Srs. Suuza e Novas.
J (vemos occasio o anno passado, de escre-
ver algumas linhas acerca deste importante esia-
belecmento, e buje, depos do una visita que ft
remos ao novo edificio ampliaremos aquella nosso
trabalho.
A casa onde actualmente est estabelecida a'fa-
brica sem duvida um dos melhores predios da ca-_
pital.
Alm das espagosas accommodaefies interiores
livremente arejada como convm a to numerosa
agglomoragao de pessoas, o predio exleriormen-
le de orna architectun simples e elegante, e fica
a pencas bracas do mar, onde com auxilio de lima
'ponte oa productos sao com facilidadi embarcado*
S conduzidos para os mercad'.s.
Cerca de duzentus meninos ah receben) o ensi-
llo manual, intelleclual religioso e me ral.
A mais perfeila ordem, sem a severidade de nm*
rude disciplina, mas ?nles aconseloada pelos pre-
ceites praticos da autoridade, d um aspecto agra-
lavel a esta afanosa communa de pequeos ope-
rarios e ejperancoso ncleo de futuros e raoralisa-
dos cidadaos.
Em uro vasto salo das 7 s 9 horas da urda-
depois do trabalho e do descanso aprendem os me-
ninos os primeiros elementos da leitura da escrip-
ia e da contabilidade. Dissemos primeiros ele -
Denlos porque acreditamos que as nocoes rudl-
mentaes da escola n^o sao outra cousa mais que o
ostrumento com que mais larde se deve concluir
3 aperfeicoar a educacao. Nao custa taber 1er c
esencial e fazer uso discreto e aproveitave!
desse poderoso motor do nosso apertsc,oainenlc
moral.
Depois do trabalho manual e do ensino da es-
cola depois mesmo de algumas horas consagradas
o recreio era preciso amenisar com o .estodo d>*
alguns dos ramos das bellas-orles as tarefas ic-
ants.
Neste intuito foi creada urna aula de muzica di-
rigida p r hbil professor.
Com pouco tempo de exercicio e o ardor pro-
prio da mocidade j alguns dos alumnos toeam
com verdadeiro adiantamenlo os instrumentos que
aseolheram, e pode dizer-se que a fabrica lera
aoje urna banda de msica sua disposico, oque
lm de accrescentar urna agradavel prenda .
sdacacao dos aprendizes, dispensa dias festivos >
sstabelecimealo, o concurso dos msicos estra-
nhos.
Ora, o grande resultado colhido por este dapb
ystema do easmo manual e simultneamente 10-
tellectual, que os productos da fabrica de S. Joac
le 14 therohy, redobranda de valor pela qualidadr
s perfeicao augmentam tambem a sua procura ni
aereado e naturalmente os avultados interesse
lo? producios.
Estabalecida assim com os ouiros estaberecimen-
tos do mesmo genero a lula da concurrencia, que,
no dizer de um nolavel economista, nao outra
cousa mais que a manifestacao pratica, a faca
material da liberdade. claro est que as condicSes
Jo trabalbo livre comecam j a ser assentadas,,en-
tre nos em bases sensatas e de consecuencia prc
Baas.
Ligamos um alto apreco s tentativas e aos re-
bultados desta ordem.
O Brasil precisa empregar todos os seus esfor-
cos na propaganda industrial, nioj esqoeeando
aaoca qoe a qoanlidade dos productos nada re-
presenta, si ella se nao lomar ao mesmo tempo-
recommeudavel pela sua qualidade, e que esta ce-
se obtem com auxilio efficaz dos productores ha-
bis e iotelligentos.
Acreditamos, pois, que os Srs. Soma e Novaes
prestam um importante servico ao paz e te03
jempre prazer em mencionar 03 estabelecimentci
lesta natureza, nao s em referencia a esta fabri-
ca, como a lidas qoe estiverem fundadas ou se
undem d'aqui em diante as mesmas circums-
O nnico deposito nesta cidade no escrlntbr
Je Domugs Alves Malheus, roa do Tiga-
ri0Dl- A.Zalaar.
Itra
Contrata-se annoslmente a venda de capio|
40 ra. no vare e 20 rs. no invern, dando fia
do engento Doas Irmios, em Appuooj,
Aluga-se um molequee urna escrava
ar oa ra do Queimado n. 2.
&MKtttt HIIHII
SlJonsultorie homeopa-
j thico
DO DR. SANTOS MELLO.
B5 Ra do Bario da Victoria n. 43.
VACCTNA.
Tudos os domingos e quinUsfeiraa, pe-
las 9 lloras s 10 da manhaa vaisetavM
por prego mdico, para o qoe ha atollo !
bom pnz vaccinieo.
Recebem-seenamadci para vaccvnar em
qualquer casa.
Consultas medicas todos osdtae#ew|
manbia. .-^i .
Chamados a qualquer hora do dia e da
JlOUl.
Gmtia a parte medica aos pobres.
H noi
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MiMilillit


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jDisut* +* Fvrumoilmo Segunda (eir 16 de Outubro 41 RIV DO BMO DA VICTORIA 41
Noste doto armaiem tem om
Miado ortimeoto de fazeudas
ftumrii inginas, alterlas e to-
u todas m vendem por procos
DE
aflm de
ovo armaiem.
acreditar a este
ARMJDA IRMOS.
Caeemiras inglezas,
Iranceas, de todas as
fualidades, bros de
efees t brancos, colei-
rinho modernos, cha-
ta sol de seda,
&
RA
ro da Victoria
iij raa
-
NOVA
H. 41.
Aseim como tem orna grande
oficina de alfaiate, montada cosa
todos os prepares qne ha de melhor,
dirigida por habis artistas, pela sai promptidlo e perfeicio
nada deiiam a desejar.
Roopa de todo* os
amanhos para homem
meninos.
Por todos os paqat
tes recebem-se as tre-
lhores e maia moder-
Juas casemiras qne ha
na Enropa.
Este estabelecimento acaba de soffrer orna reforma radical em acceio
finalmente em tndo afim de melhor servir os seas numerosos fregaezes
te tornar massante _____
RDA
4B
BarSo da vteUrla
Mtl|an
NOVA
N.41.
artistas e,commodos, e em pontnalidade as encom-
deisa-se de annnnciar todas as fazeodaa, pan
REMEDIO INFALL1VEL
Para as sezfle?, febres intermitientes, remitientes e biliosas
BESCOBERTO E PREPARADO PELO CELEBRE MEDICO E CHIM1C0
DR.J.C.AYER
da soperficie do corpo ; eis a causa do
periodo fri.
A febreb caucada pela reac?Io, qumdo
o saogne abandona os excretorios internos
e arroja-se superficie, como n'um oulro
esforco violento para expulsar o veneno
atravz do oatro excretorio chamado pelle;
i5o pouco consegue a natoreza neste se-
gundo esforco como no primeiro. Depois
segu o desmaio e prostrago que natural-
mente succede s grandes agitacoes, e o
iostincto do nosso organismo o fa abando-
nar a tentativa at qne, recobradas as tor-
cas, renova no ontro dia a luta desespera-
da. Succede depois o desassocego, grande
calor na superficie do corpo, a pelle e o
semblante, nchados, terriveis dores de
cabera, oppressao e latidos as fontes,
pulso cheio e forte, ourina muito corada e
sede intensa; eis o periodo de calor, De-
pois de algum tempo (que varia geralmen-
te de duas a cinco horas), urna transpira-
gao copiosa prcorre por todo o corpo.
Ests symptomas violentos passatn e dei-
xam sornente urna sensacJo de prostraco
completa, s que o ataque n5o lem fe>to
algum mal orgnico. Se nSo se tomar al-
gum remedio adequado para curar a mo-
Vende-se em todas as boticas e drogaras do imperio
W. R. Cassels & C.
Agentes geraes.
Nesta poderosa e impagavel preparado,
sio entra quina, arsnico e nem bismulho.
Este maravilhoso remedio nicamente
composto de om s producto vegetal, e
sse mesmo desconhecido at bojB scien-
da cbiroica.
As sezoes, febres intermitientes, rf mit-
- ifctes, biliosas e perniciosa infiamraatoria,
todas tendo sua origem na mesma causa, e
prodnzindo os mesmos effeitos, porm em
grao difiere rite de intensidade, necessitam
do mesmo tratamento. A causa acba-se
nos efluvios contagiosos que se despren-
den! da vegetaca i corrompida, dos panta-
nos e das aguas encharcadas. E' um ve-
neno sobtilissimo e insidioso que se absor-
ve pelos pnlmes e penetra no sangue, de
sorte que a molestia s vezes accumula se
por muito tempo no systema antes de fa-
zer sentir se.
Este veneno effluvial, que o sangne re-
cebe pelos pulmoes, opera as sezes da
maneira segointe: sua intensa irritaran no
systema faz encerrar todo o sangue no
corpo nos excretarlos internos,o figado,
es rins, o pncreas, o bago, o estorrJago e
os pnlmes,alguns dos quaes oo todos
elles s2o amontoados do sangue retirado
lestia, os accessos continuam a repetir-se
com urna regularidade correspondente ao
seo lypo, e com orna violencia proporcio-
nal intensidade do veneno, modificado
pela resistencia constitucional, ou medicinal,
que se lhe opponba. E' evidente, pois,
que qualquer remedio destinado a curar
esta molestia, deve destruir este veneno no
sangue, oo arroja-lo fra delle. Com
grandes e pomposos annuncios tem-se offe-
recido muitos remedios para a cora destas
molestias, porm oo nao lem sido bastante
ellicazes ou tetro, produziio effeitos prejo-
diciaes sade em geral. A quina, anda
que seja o grande recurso, em que o povo
quasi em geral autor confianca tem, pro-
duz muitas vezes effeitos desastrosos, e to-
mada em grande qoantidacre semprepre-
judiciosa sade geral. A preparado que
aqoi offerecemos ao publico, nao contendo
em si nenhuma dessas substancias injurio-
sas, por ser nicamente vegetal, promette,
se fr empregada segundo as direcces na
lingna portugueza, que acompanba cada
frasco: estimular os grandes- excretorios
internoso fi00^0' ^af e oa-raa se-
parar do sangue o veneno ojgeasivo e, ar-
roja-lo do corpo..
Rival sem segando
Da*e de Caxlas 91
Jote de Aaevedo Miia e Silva, em sua lo
j ade miodezae continua a vender todo
por baratos precoa qne todos admira :
Libra de lia para bordar a melhor
que ha.
Caixas com superiores granos fran-
cezes a
Duzias de facas e garios de om e
dous botos a
Talberes pare meninos a 240 e
Libras de linba de novello, a melhor
possivel.
Doiia de loncos de cassa com barra.
Caixas de linhas com 30 novellos a
Vara de franja branca para toalhas
Dunas de meias croas muito boas a
Duzias de meias finas para seoho-
rai a
Dozias de facas e garfos crvadas a
Bnzia de palitos segaranc a 120,
240, 320 e
Naralhas muito finas, para fazer a
barba a
Caixas com peonas de ac com to-
que a
Caixas com peonas de Perry tazen-
da fina a
Bitas de dita dito verdadoiras a
Caixas com20 cadernos papel ami-
zadea
Pegas de fitas para coz com 10
varas a
Pecas de tranca lisa de todas aa
cotes a
Duzias de linba fronxa para bordar
a 400 e
Pares de sapatos de tranca a
Duzias de baralbos muito finos a
20400 e
Bitas de agoihas para machina a
Libra de pregos francezes a
Resmas de papel almajo superior a
Ditas de dito pautado o melhor a
Caixas com sabonetes fructa a 720 e
Carriteis de linba A'exandre a
Gravatas de corea muito finas a
Ditas pretas pontas bordadas a
Grosas de botos de madrvperola
para camisa a
Novellos delinha branca, 400 jardas
Duzia de caribes de linba branca e
preta o de cores a
The son ras muito finas para nonas
e costara a
Caixas redondas para botar rap a
Caixas con pos para limpar dentes
fizenda fina a
Livro das missoes abreriadas a
Copos grandes com superior banha
Macos de pallitos para dentes o
melhor qae ha a
MOFINA
kk *tf sM t
~*
*T

A THIOUM M 010
GRANDE SALAO DE CABELLEIREIRO
ki % no ni ou: e caxias v. so
(ANTtGA DO QUEIMADO)
DELSUC. SICCESSOR DE JAV1IE
Havendo comprado o estabelecimento da eabelleireiro, faz d'isso sciente ao respeitavel pu-
blico de P mambuco, coovidando-o ir visitar esse estabelecimento, onde ha de encontrar todos os
iTb-lho com asseio, perfeJcjto e urgencia. Tambem o previne de qae tem pefumarias Anas, por
preco comando; e otrosim qae faz todo e qualquer trabalho de cabello relativo sua proflsslo.
P. 3.-Avisa aos seus numerosos fregaezes qae contina na soa ouira cas, ma Primeirc
de Mn;o, antiga do Crespo, n. 7 A, 1* andar, onde bao de encontrar grande sortimento de perfamarii
e objeetoa de phantasia.
OhbeUeireio de Pars. Kua Duque de Caxias n. 50 e
ra Primeiro de Mar^ n. 7 A primeiro andar.
: fTW. BOWMAN
Engenheiro com
FUNDIDO
5* RIJA DO llftintl 5
PASSAWDO 0 CHAFARIZ
Pedo aos senhores de engenho e outros agricultores, e empregadores de ma-
-dMamo o favor de ama visita a sea estabelecimento, para verem o novo sortimento
completo qae ani tem; pois sendo todo muito mais barato em preco do que jamis te-
jaba vendido, est anda superior em qualidade e fortidao ; o qae com a inspeccio pes-
-mtA pode-se verificar.
PEDE ESPECIAL ATTENCO Ao NUMERO E LUGAR BE SUA FUNBICAO
VatMWAfl O rrtriaa r'oo-nQ dos mais modernos systemas e em
VBIJUre V rUct UO-gUcl tamanhos convenientes para as di-
versas circutnstancias dos senhores proprietarios e para descarocar algodao. .
Moendas de canna Jj^?os umaQh09*as melbore8 qoeaqai
fiOuflS deiltauaS para animaos, agua e vapor.
Tazas de ferro fundido batido e d cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
WA/tltnaiMAfl para mandioca e algodSo.J Podendo todos
leninismos i para serrar made?y
JSOmDaS de patente, garantidas..,.........
?HaS aS maCninaS e pecag de que se costama precisar.
3 qualquer COnCertO de macbnsmo, a preco moi resumido.
FOrmaS de ferro tem as melbores e mais barms existentes no'mer-
Elll50mmAliftf_Incambe-se d mandar vir qoalqaer machiaismo i vonU-
wvviuiuvuww ^ iot C|6ntes> lembrando-lhes a vanfagem de fazerem
mu compras por intermedio de petaos entendida, e que em qualquer neeessidade pode
~*e* prestir auxilio.
Arados americanos iw^ tl,iaK.
ser movidos a mao
per agoa, vapor,
ou animael.
RIVAL SEM SEGUNDO
RA BUQUE BE CAXIAS N. 91.
J/f Bigodinho, com loja d miudezas,
avisa a todos es os eeus fregaezes quo est
torrando tndo pelo preco, a vista da fzeo-
da, para todos admirar, a saber:
Pecas de fitas bordadas maito fin?s
Thesouras grandes e pequeas o
mais fino que ba a l|0OOe
Caixas com 20 quedemos de papel
liso, amisade a rs.
Pegas de tranca de lia e algodao as
mais modernas a
Frascos com agua de colonia milita
fina a 400 e
Frascos com agua de colonia ver-
dadera a 800 rs. e
Cbapos brancos. para baptisados o
melhor qae ha a 34009 o
Duzias de botoes cobertos de seda
para vestidos por todo o preco
para acabar.
Libra de areia preta a
Grosas de botos de louca branca a
Caixas com 100 envelopes fazeoda
fina a 500, 6C0 e
spelbos de moldura doorada a
800
Pentes pretos volteados para me-
ninas a
Tinteiros com tinta preta a 80 e
Pecas de Ota elstica muito fina a
Latas com superior banha 60,100 e
Latas grandes com superior banha a
Frascos com oleo de Pbilocome a
500 e
Frascos com macass | Perota a
Frascos eom agoa de Colonia verdi-
deira a
Ditos com oleo de b 5 osa soderior a
Carriteis de retrox preto com 2
oitavas a
Caixas com agolbas francezas a 160
160
Pecas de ttraa bordadas a 500, 600
800 o
Garrafas con a verdadeirc agua
florida a
Cartilhas da Bontrina CbriiUa as
mais modernas a
Pacotes com 3 sabonetes inglezes
fazenda fina a
Eacovas muito finas para limpar os
dentes a
14500
14500
500
160
500
14500
54000
160
120
800
14000
240
100
20c
200
320
14000
320
600
240
64000
160
44OOO
400
14500
I4OOO
500
160
34500
44000
34000
500
I4OOO
320
. 800
14200
701
500
- 40
500
14800
24800
24000
240
34600
44OOO
14000
100
500
600
50C
60
120
500
142O0
200
14500
14500
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.elra da Mello,
envo na cidide de Naareth deett nrovSKia.
bvor de vir & ro do Imperador n. ft a coocluii
aqnelle negocio que V. S. se compromettea raU-
sar, pela terceira chamada deite jornal, em Om
ie deaembro prximo panado, e depois para Ja-
neiro, pasou a (evereirp e abril, e nal eomprio,
por este motivo de novo chamado para itc
flm ; pois V. S. se dere lembrar qae este negocie
de mais de oito annos, e qaaado o senhor mi
flho se aebava no es nest cidade___________
ATTENCO
Alnga-se urna grande eoebeira na rna da Uniao,
eom dous qoartos e sotao com outros dous qoar-
tos, tendo janellas, tndo caiado e pintado de no-
vo e mnito propria para taberna ou ontro estabe-
ecimento : a tratar na raa da Aurora n. 36, !
andar.
Para alugar-se
Um magnifico sitio na estrada da travesa 4a
Cruz das Almas, com excelente casa bem aca-
bada, com duas salas, seis qnartos, granie co-
pia, cozinha separada com dispensa, saleta 9
quarto. Boa coxeira e estribara com mais dous
qoartos e 1 sotao para criados. Magnifico quarto
para banbo, tatrinss, gallinheiro de pedra cal
cercado de gradeamento de ferrd. Fleando dito
sitio perto das estacos denominadas: Jaqneira e
a do Arraial : para ver e tratar na sitio do eom-
meDdador Tas90.
CASAS
Aioga-se o primeiro, segundo andares e sobra-
solio da casa n. 6, cita a ra do Livramento : i
tratar na loja do mesmo predio.______________
Na ra Direita n. 6i, precisa-se fallar cum
o Sr. Sebastio de Mello e Albuquerque a negocio
de seu ioteresse.
160
OH
DYVETOT
. Unica casa neste genero
14-Rna Estreita do Rosario--i4
"Compra e vende roupa feita
nova e velha, objctos de
cosittha e de mesa, e
tudo que perten-
Fara alugar-se
Um sitio no Poco da Panella no porto do Panla
com ezcellente casa, com duas sallas, quatro
quartos e ce zinba : estribara, eocheira e quarto
para criados, e mais duas casas meias-aguss pa-
ra fmulos ou hospedes : tratar com o commeo-
dador Tasso.
AMA
Precisa-se de nma
ama para o servido
de casa de orna fami-
lia composta de dnas
pessoas, exceptuando se o lavar e eDgom-
mar: nesta typographia se dir quem.
Aluge-:e urna mulata moja : a tratar em
O magnifico e saodavel chocolate era pe, em jaboalo passaudo a ponte terceira casa do lodo
pequeas latas, a 3*200 a libra; vndese nos
seguintes armazen?, ra do Imperador n. 40, e
ra Mrquez de Olioda o. 53-
Precisa-se de urna ama para coziohar
e comprar : na ra do Livramento n. 1
AMA
A, loja.
Vcneravel contraria de Saala
Rita de Csala.
De ordem do conseibo administrativo convido a
todos os nossos irmos que lenham interesse em
tirar dae antigs catacumbas existentes em nossa
igreja os restos mortaes que all se acham, a lira
los no praso de 30 dias, afim de serem concedidas
ditas catacumbas para jazigos perpetuos qnelles
irmos que as reqnererem.
Secretaria da veneravel confraria de Santa Rita
de Cassia 4 de outubro de 1871.
O secretario,
Francisco Lopes da Silva.
Andares para alugar
Aluga se o 2* e 3a andares do sobrado da ira-
vessa do Corpo Santo n. 27, proprios para peque-
a familia, muito frescos, excedente posiclo e rio:
a tratar no armazem de fazendas do mesmo pre-
dio, das 9 as 4 horas da tarde.
Precisa-se de urna pessoa capaz, dando Man-
ca, para vender capim : tratar no ecgenho Dous
Irmos: em Apipacos.
5
a p
do tt
esquerdo ou a ra do Imperador n. 13, cartorio.
Joaquim Jos Gon*?al-
ves Beltro
Rna do Trapiche n, 5, 1 andar.
Sacca por lodos oe paquetes sobre o banco de
mbo, em Braga, e sobre os seguintes lugares en
Portugal:
Usbea.
Porto.
Valenca.
Guimaraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vea.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Faroelico.
Lamego.
Lanos.
Covilhaa.
Vaseal (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
_______Barcellos.________________________
SEGUROS
MARTIMOS
e
COVTR4 FOGO*
A companhia Indemnisadora, estabelecid
eata prafa, toma seguros martimos sobre
lavios e seos carregamentos e contra rogo
im edificios, m^rcadoras e mobilias: n;
raa do Vigaro n. 4, pavimento terreo.
Folhinhas para
S 1871. 5
Para todos os bispados do Brasil, or- jjg
_ nadas de lindas vinhetas, e dos retratos S
M dos priDcipaes hroes da guerra frauco- fg
allenaa, e o sucesso da morte do gene- |
J! ral Lopes.
Preco 500 rs.
I Livraria econmica, ra Primeiro de |
2 Mar;o n. 2. S
mmmm-m mm-mmwamm
Rogase ai Sr. Antonio Manoel da Conceicao
o favor de vir rna Direita n. 26 a negocio de
sen interesse.____________________________
ATTENCO
Vende-se por barato preco urna propriedade a
margem da camoda dos Remedios, fazendo-se
toda vantagem ao comprador, recebendo-se parte
em dinheiro e parte em letras ou objctos de
prompta venda ; cuja propriedade comm urna
grande olaria de peora e cal que lastra 16,000
tijolos de a'venaria grossa e forno que comporta
23,000, com mais um Torno e lastro para fazer-se
telbas, ladrilho?, canos e louca, com excedente
barro para qnalquer obra, cora dous excedentes
iveiros de peixe e com casa de vvenla para
grande familia, torna-se recommondavel por pas
sar perto a linba dos bonds : as pessoas que pre
lenderem dirijam-se dita propriedade a entender
se eom o capillo Delfim Lias Cavalcante Pessoa.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite, exige-se bote
leite e boas iotormaedes : na ra da Concordia,
sobrado n. 10, 1 andar. _______
I* andar, pintado e preparado
de novo.
A pessoa que traba alngado o Io andar i rna do
Padre Florlano por motivos que bouveram deixoo
de o ir oceupar, o que se previne q aellas pessoas
que pretendan! dito andar e que se lhe dizia es-
tar alugado, que se ainda o quizerem dirijamsc a
rna larga do Rosario n. 22._________________
Precisa-se de urna ama ou escrava para ec-
gommado, paga-se bem: na roa dos Pires n. 31
mmmm mm mmmwmmo*
8 Vende-se ou aluga-se nm sitio no Ar- jBJ
raial logar denominado Coqueiros, ira-
vessa do Acude n. 2, com 305 palmos.de
i frente e 2.000 pouco mais ou menos de
S fundos, tem casa soffrivel, cacimba nova
I e excedente (a prova dos mais rigorosos
estos e ver5es) com banho derepueno eai-
M xa d'agaa e banhelro simples e de choque
I encanamento d'agna para dentro de casa
Me para a harta, nma grande parte do sitio
_ plantado de diversas frocteiras das
I quaes, j algumas do producto. O dito
1 sitio torna-se recommeodavel pela sua
2 posiQio e vista pitoreseo pela frescura e
I salubridade do ar e dista apenas cito oa
Sdez minutos da estaco da casa Amarella
_ como a da Porta d' Agua : a tratar no mes
I mo ou na ra Nova 0. 23.
10 PUBLICO.
O abaixo assigoado faz sciente ao respeitavel pu-
blico e especialmente ao corpo de commerclo que
deixon de ser caixeiro. da cas> dos. Srs. Tasso Ir-
mos & C. desde o dia 5 do corrente. Recife ib'
de selembro de 1871.
Manoel de Mosquita Bastos.
d
a :):.
Precisa-se de nma
S. para comprar e cosinhar : :j
K) tratar na roa da Alosna 1 ">,
Pr de-se
A nuera tiver achado hontem om vaK> da qusc-
tia 4o' 100* a lavor de Uanoel J, (VrnaDdM
Barros, o favor de entregar na raa da Cidea c.
53, armazem, vUto que de bada vale a oatra
qualquer pessoa.______'_______^__^^^
Ama fie leite
S
S
600
840
ADVOGADO
Dr. Joaquim Cobua hAuujo
67Ra no Imperador67
AOS SrOOOjOOO
Selio i venda, os felizes bilbetes da lotera da
jante, aa casalelix do arco da Cooeeico, mrivM no Recito.
Almanak de Castilho
* pura 187a... .
Acaba de chegar de Lisboa, e acto-w venda
na livraria econmica i roa 1* de-Har,- f, de-
freole do arco de Santo Antonio.
GASA DA FORTUNA
RA 1 DE MARCO OTP'ORA DO
CRESPO N 13.
los 20:000^000.
O abaixo assigoado tem sempre exposto i vea-
la os felizes bilbetes do Rio de Janeiro, pagando
sromptamente, como costama, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 24*000
Meio 124009.
Quarto 6#000-
Manoel Martins Finia.
Ri Iravessa da rea
das Ciros n, l, pri-
nm andar, da-sc di-
Dhelre sobre penhores
de oiro, prala c krilhan-
tes, seja qial for a fiai-
ta. Na Hesna casa eon-
prai-se ds Besaos ie-
Ues epedras.
PHARMACIA
Especial horneopathica
VIVA DO DR.
Sabino 0. L. Pinlio.
43Ra (b BarSo da Victoria43
Para este aatigo estabelecimento acaba
de chegar oo ultimo paquete, da casa de
James Epps & C, daLondres, um excel-
lente sortimento de carteiras e caixas de
todos os tamanhos, qur para glbulos,
uur para tintura-; assira como medica-
raemos era tritoraeso e em untura, glbu-
los, etc.; o que tndo se vender por pre-
sos iui razoavei-.
Thesouro homeopathrco do Dr. Sabino
0. L. Pinho.
3* edigio.
Muito melhorada e augmentada com um
appendiee.
At principios do raez prximo estarlo
venda os ejemplares desta importante
obra.
As preparicoes desta pharmaeia conti-
nuara a ?er feitas sob as vistas immedia- .
tas do medico do consultorio, o Sr. Dr.
| Jezaine A. dos Santos Mello.
iniiisuiBiiiii
NOVA PUBUCACAO
A Parabyba e o Atlas do Dr. Candido Mendes de
Almeida.
OBSERVACES?CRiriCAS.
"ifts livrarias franceza e universal, ra do Gres-
po o. 9 e Imperador n. 54._________________
mammtat

A mesa administrativa da irmandade de N. S. do
Bora Conselho manda celebrar oo convento de S.
Francisco as 7 horas nma mista na segunda-feira
(16), stimo dia do pasamento do irralo da mes
ma irmandade Dr. Antonio Silvio Perreira de Car-
valho. Convida-se aos prenles e amigos do fina-
do ; e bem como a todos os irmos comparece
rem a este acto de earidade.
Precisa-se de urna ama deleite, forra ou -
crava, que nao tenha tilho : a tratar na ma Por-
mosa n. 24, casa da esquina que tem grdame do
ferro. ______________________________
Prerisa-i-e de urna ama ou escrava para co-
zinhar somente, agradando paga-se com generosi-
dade : a tratar na rna do Pires n. 32._______
Contrata se a venda de capim annnalmenio
por preo rasoavel : tratar no engenho Deu
IrmVs, em Apipnccs._____________________
TRILHOS URBANOS
DO
Recife Olinda
e Beberibe.
Avisa-se aos senh. res accionistas qne a se<.
da assembla geral para a eonclasio dos seus tra-
balhos sobre a reforma dos estatutos foi marcada
Sara o da sexta-feira 20 do corrente, as 10 boraj
a manha, e a reuniao ser no mesmo lugar c'. '
anteriores.
Recife 13 de seterabro de 1871.
O secretario,
Luiz Lopes Castello Branco.
Aiuda eslaf por se alugar uraa das salas Ue
um tereciro andar ba ra Duque de Caxias: a
tratar na mesme ra n. 65.
. f<
Antonio Joaquim Calcio tendo recebido a in-
fausta noticiada morte de sna carraosa mai, Sra.
Maria Rosa Nogueira, e por isso pede a todos os
aens amigos e prenles para ouvirem nma raissa
por alma da mesma qne deve ser celebrada na
matriz do Corpo Santo no dia 17, as 7 horas da
manbia.
Para banhos do mar
Aluga-se ^ma exeel'ente casa cauda e pintada
de novo na Boa- Viageai, propria para se passar a
(esta : a tratar na ra larga do Rosario n. 34, bo-
tica.______________________ __
Pfeeisa mj de uira que compre co-
i'Ooe : o* ra de S. Fraaciseo o 8i
Precisa-se de urna ama qne coz-
nhe com perfeic,io, que seja de meia
idade e de boa eondu:la para casa is
familia : na ra do Brum n. 86, i*
andar, d^fronte do moro do arsenal.
Companhia Allianpa
DE
eguros martimos estabeleciea
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL.. Rs. 2,000:000*006.
Toma seguro de mercaduras e dinbeiro a r;\ t
naritimo em navios de veda e vapores para dat<-
to fra do Imperio. Agencu i rna do Con-
nercio n 5, eacriptorio de Joaquim Jos Goi-
^lvas Beltrao.
iimiinitiii
ADVOOACU
BACHARL
J..B-.P. Corte Real
Ra do Imperador n. (2.
ttstento restaurativa da
saude
PELA VERDADEIRA PARIXHA
A, DoBarry dArabia
Os abaixo asssignados fazera sciente a seos Ere*
uezes, que pelo vapor ioglez La-Piala receberai j
legunda remessa d essa excellente farinha, cojo
uso muito se recommenda para as criancas, pes-
soas debis e convalesceotes, applicada com reeo-
obeclda vantagem as constipa(des, diarrbeae,
nausea do estomago, losse, escarria de sangne,
phthysic, etc. ele Preferida ainda pelo agradavol
sabor.Uniricoa onlra qoalqner._______________
Na ra do Rosario da Boa-Vista n. 18, p*re-
cisa-se de nma ama para cozinbar e lavar.
IB
Aluga-se
Urna casa terrea eom solio, e boas accommo-
daedes, concertada e pintada .recenteraente, na
liba do Retiro, Pasagem da Magdaiana : (rata-'.e-
na rna do Vigaria n. 4.
AMA
"roz n. 18, 3 andar.
Preciase de orna ama pa-
ra o mrvifo de ca#a de pouca
fitnilh : airifUr na rea da.
I
I ll^sV


D.aric de PernamLuco Segunda (eir 16 de Outubro de 1871.
S
, -
*
7
OSA DA FORTUNA
Aoi 5:0001
Bilhetes garantidos.
k roa Primeiro de Marco (oatr'ora roa de
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo Miado, teodo vendido nos seos fe
Uim bilhetes ora qairto n. 918 com 3:000*000.
am inteiro n. 1483 com 800*000, um qaarto n.
3946 com 300*000, am qaarto n. 113 com 100*,
am meio n. 2236 com 100*000 oatras sortea
4* 40* e 20* da lotera que se acaboa de extra-
hir (210*), convida aos possuidores a virem re-
cetor na couformidade do costme sem descont
alfam.
Acham-se i venda os bilhetes garantidos da
15.a parte das loteras, a beneficio do patrimonio
dos erpbios (211"), qae se exrahir quinta-feira
19 do crreme mez.
precos.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Qaarto |*500
lm porfi de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 8*500
Meio bilhete 5*750
Qaarto 1*375
Manoel Maraa Pina.
Jornal das fa-
milias.
Asignatura por anno 12*000 : na ..
vraria econmica, roa Primeiro de Marro
n. 1^
): na li- jsj
de Mar^o 1
mmmm
Sitio e padarfe,
Aluga-se a padacia da Eocruzilhada da Tama-
ripeira n. 3, cora quasi todos os uieneilio,, e o si-
tio multo grande e bom, com bastantes arreres de
fracto, e a eacio dos trunos urbano?, jonto : i
tratar na ra da Madre de Deas n. 30.
CAPELLAS
Para o dia de finados.
Porto & Bastos, com esta-
beledmento de calcado Pra-
ga da Independencia acaba de
receber novo sortimento de
capellas de aljofares e vidri-
lbos com inscripDas, para o qae avisam
as pessoas que se quiserem prevenir com
ama d'ellas para dep&r no tmulo de al-
guna prente ou amigo em dia de finados.
As iascripcoes sao as segaintes:
A mea pae.
A minba miie.
A mea esposo'.
A minba esposa.
A mea Albo.
A minba filba.
Saudades.
AIWA Prwisa-se de ama.para casa de fa-
0.111.0. roilia< na wa do Vigario n. 26, pri-
meiro amfrr. ^
Precisa-se de urna ama qae eoiinhe
bera o diarlo de urna casa e que faca
algamaicompras, dndose am mole-
iiiu'.i qae para as irbasear: na ra do
Brum n. 78._____________________
Precisa-se de ama qae sei-
ba coziohar e engomroar, pa-
_ ra pouca familia : no caes da
Coropanhia Pernambueana e. 2.______
*Va*

89
mz
Paco ver ao publico e a todas as autoridades
Soliciaes desta provincia ou de outra qualquer on-
e fr encontrado o que abiixo se declara. A ma-
neira de qae se toma posse do alheio contra a
vontade do sea dono por mais tempo do que
aquillo que se trata-
No dia 9 do corrate mez, as 4 horas da tarde
loi um cidadio brasileiro na cocheira da roa da
Roda n. 43 alngar um eavallo pelo preco de 5*
para ir no logar denominado Salgadinbo, que'(i -
ca jonto de Olinda, para entrega-lo as 7 horas da
noute do mesmo dia, e como at ao presente o
nao tenba feito nio se sabe qual o motivo porque
nao se entrega o alheio a seu dono pelo tempo
qae tratou ; por isso quem deste dr noticia ser
reeompsado pelo dono do eavallo e Ihe di mais a
preferencia a quem Ihe dr noticia do supplican-
te do qae mesmo do proprio eavallo, para qae fi-
que eeado contiendo pelas autoridades policiaes e
mesmo pelo publico o modo de vida que tem.
Os signaes sao os segantes: o cidade de
cor parda, traja va roupa preta, chapeo de roani-
Iha, cavanoaque e bigode, idade vinte e cinco a
Tinta anno?. Os signaos do eavallo, lazao rozilho
jveiro, pode ter des a doze annos, os ps calca-
dos de branco e frente aberra, urna (erida as cos-
as do lado direito, relado nos dous joelnos, tem
urna sobre-cana queimada na roo direita os fer-
ros, cojas inlciaes vem a ser J. D. P. no quarto
direito, nao se sabe pintar os ferros do quarto di-
reito, mas tem no quarto esquerdo ferro de novo
com a marca de seu proprio dono.
SEM CAMBIO
Troca-se raoeda de cobre, qaanlia nunca infe-
rior a 50*000 : quem pretender dirija-se praca
da Independencia n. 39. loja de ealgado dos Srs.
Porto & Bastos._______________________
Na roa do Marques de Olin-
da, outr'ora Cadeia n. 30, pre-
cisa-se de urna ama para ce-
ltl.%
zinbar.
Deseja-se fallar cora o Sr. Jos Ferreira Xa-
vier de Mello, que foi senbor do engenho Compor-
tas: gara do Baagej n. 9, padaria.__________
O Sr. Vctor de Si Brrelo, morador no Ro-
sarinho, rogado vir ra da Cruz n 32, Ia
aadar, tomar conla de diversos objectos que vie-
ram do engenho Cano< Grande.
Famosa pinho de reiina por proco que ninguem
lile vender : no armazem da bolla amarella no
oito da secretaria da polica._______________
Precisase d um escravo de boa conducta
para todo o servico. paga-se om ordenado : na
roa do Rangel n. 9.
Joea de consultorio me-
dico.
O Dr. Adrio Luiz Pereira da Silva devendo re-
gressar brevemente de presidio de Fernando de
Norooha, mudou o sea coasultorio medico la ra
iaif a do Rosario n. .'iO, para a mesma roa n. 10,
1* andar, por roa da pharmacia do finado Pinto,
onde o sea coltega e amigo o Dr. Malaqnias, con-
tuua a dar consultas diariamente das 10 as 11
horas do da.
Aloga-se o 1* andar e os dous aruiazens da
casa da ra do Vigario n. 3, proprios para escrip-
torio e deposito de fszandas por ter grande; ac
com modado:? : a tratar com Manoel Alvea Guer-
ra, pai ou fllho. '______________________
20,000 RS.
Prdci.-a-se de urna ama boa engommadeira
roa dos Pires sobrado n. 28.
na
A viuva & Filhos de Joao J oaqom de Soaza
Abreu e Lima, com loja de sjrguero roa do Ca-
bag a. 1 B, avisam a seus devedores que deixou
de ser tea cobrador o Sr. Hereujaoo Daniel da
Silva Lovino desde o Sin de fevereiro prximo
pasaado, -entregando a procuraco que lo havia-
nos ouiabdrgad \ nao levando em eonta qualquer
recibo pascado posteriormente.
Preeisa-se de um moleque de 10 a J2 annos
para ajudar no servido de casa a ama ama que
serve a urna familia coraposta de 3 pessoas : a
rn* Duque de Caxias a. 73 1* andar.
SITI9
Aluga-se o grande sitio da estrada do Rosrinho
o. 10, com eaea para numerosa familia e ero bom
estado, havendo ronita diversidade de fructas, be.n
como pode sustentar urna porgan de vaecas, todo
ajano, anda mesm na maior ferca da ?ecca, por
ter urna grande baixa d> eapim, que nunca seca,
e aa distancia para qualquer dos trilitos urbanos,
Eaerozilhada de Belm, ou Taraarioeira, se pode
asiar de cinco a seis minutos : a tratar na roa
da Madre Deas n. 30.
Paf-se negocio com o esUbelecimento n. 55
da roa Duque de Casias : a tratar na mesma.
Paitaran) na noile do dia 7 par* 8 do cor-
reste mez, do eiijreubo Garja de cima da fregue-
sa de iabcatao, tree cavallos, sendo um ruco ta-
lbado com aigomae pintas de pedrez, j velho e
castrado, anda baxo e t gordo, outro castanbo
escuro, grande, eom ama estrella pequen oa
testa, tem nm p aleado, artigo e castrado, e o
outro castanho escoro, com os -cuatro ps calca-
dos e urna listra grande na frente, inteiro e ar-
digo, e todos Um o ferrp MLS. Roga-."* as autori-
dades policiaes e a qualquer pessoa. do po-o que
os encontrar ou poder dar noticias exacta.', o fa-
vor de dirifirec-se ao dito engenbo, onde ero
gratificados cem 100*.
Cunta .# Manta, vendem a
na do Mrquez de Olin-
da n, 40, o.seguate:
VINHO XEREZ superior, em caixat.
COGNAC MARTfiLL dem.
INHO ilOREFAi, ilero.
^Gftf MAM ^0, dem.'
CAFE DO fcAR, wm
Aos 5:000$00.
Bilhetes garantido da pro-
vincia.
Rna do Bai'o da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casas
do costume.
O abaixo- assignado acaba de vender entre o>
leas muito felizes bilhetes a sorte de 5:000*000
em urnquarto de n. 918, a sorte de 300* em um
quarto de n. 29i6 e um quarto de n. 115 com a
sorte de 100*, alm de ontras sortes menores de
10*000 e 20*000 da lotera que se acaboa de
extrabir (210), podendo seus pessuidoret virem
receber, qae promptamente serao pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para virem ao seu estabelecimenti
somprar os felizes bilhetes garantidos, que na<
deixar de tirar qualquer premio como prjova pelo-'
mesmos annaneios.
Acham-se venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 15a parte das loteras em beneficio do
patrimonio dos orphaos, que sera extrahida no dia
quinta-feira 19 do correte mez.
PREgoS.
Inteiro 6*000
meios 3*000
Quartos 1*500
De 100(5000 para cima.
Inteiro 5*500
Meios 2*750
Quartos 1*375
Joo Joaquim da Costa Leiu.
~ FEITOR
Precisa-se de um feitor para o engento Mega
da comarca de Goyaua, tratar no mesmo enge-
nho com o proprietario o Sr. Henrlque Olympio
Tavares da Rocha, ou nesta praca com o seu cor-
respondente Joao Pereira Moutinho, em seu escrip-
'.orio a ra do Mrquez de Olinda n 38.
4:000^000
Precisa-se da qnanlia ciroa a uro? de um e
meio por cento ao mez dndose por garanta i
predios de dobrado valer : uuem quizer dar dita
quantia annuncie para ser procurado.
S Livraria econo-
2 mica.
Grande sortimeato de papis pintados
S e dourados para forro e guarnijao de
B sallas gabinetes, etc. etc.
Livraria economiea, ra Primeiro de
Man;"' o. 2.

Antonio Joaquim Ferreira de Carvalbo convida
aos collegas e amigos i seu prezado fi ho, o fina-
do bacharel Antonio Silvio Ferreira de Carvalho,
para loe prestarera o caridoso obsequio de ouvi-
rem as raissas que manda resar pelo eterno des-
cansj de sua alma, no stimo dia de-seu falieii-
mento (16 do correte), no convento do Carino, as
7 horas do dia.___________ ________
Menor Florencio
Ausentouse boje, labiado de ca?a as 8 horas
da raanha, o menor Florencio Guedes da Costa,
tutelado do abaixo assignado. E' pardo escaro,
levoa ca!c.a e aqueta de tirim pardo e chapeo de
alpaca preta, usados; a segunda vez que de-
sapparece de casa, e presame-se qae aconseja-
do para assira proceler. O abaixo ass'gnado pro-
testa contra qoem tiver oceulto dito menor, e roga
a qoem delle souber, tenha a bondade de comrao
nicar ao me-mo abaixo assigoado ra do Mar
Suez de Herval (Concordia) n. 56, ou na alfao-
ega.
Basilio B. Furtado.
Precita-se de urna ama que saiba bem coii-
nhar para casa de familia : a ratarna ra Duque
de Ctxias n. 93, loja.____________
Precisa-se de ollkiaes de Darbeiro : co sar
de cabelleireiro da ra da Imperatriz n. 82.
AUDACIA
A exemplo da Zalmira i Je ca c:mprar tirlo
e ontros iguae?. Depcis temos o seguro.... E' sem
duvida bom meio de nao prec'sar fazer cao?5ei
era descontar papagaio?.
O Cognac.
A sociedade benefleenie Segredo e Amor da Or-
den) manda celebrar urna missa pelo eterno re-
pouso da alma d- Jos Bom Ramos de Oliveira no
da 17 do c rrenie mez, as 7 horas da manbia, na
igreja matriz de Santo Antonio, e para a qual con-
vida nao i a Exma. familia e amigos desse seu
estimavel consocio, porm tambero a aqaelles que
qaeiram comparecer por espirito de releigiSo e
earldadc
Atenpo
O grande rancho di Bu nos A Togados, achan-
do-se oovamenie preparado nao '. em continua-
c3o 4o trato de lodis os cavallos dos sertanejos,
uim as mesmas garantas, qoe- sempre leve como
tao,.bera para receber desta praca qualquer ca-
va Id: para ser tratado conforme o gofio de ten
dono -^ndo tudo commodo e fav\>ravel pelas gran
des potl".''^88 'lae tera mesmo ranebo, quem
tiver cavados e quizer experimentar ver eom
que fadhaWfc,- ^o "> cavalk bem4 tratado e
seguro sem ps^af Uuu diuheiro qaaoto pede
as c xeiras : qt':. preciiar Jerija>s o jQQijno
rancho if.ie fallar cvw M proprearioi Jos Mi-
rinho de H-ltao>a F*lc?0 Aolos'O 90? e Sa
L'iUo.
Joaquina Mara da Conceicao avisa ao publico
em geril e ao corpo commercial especialmente,
que ninguem faca iransaccao alguma com seo filho
Anezio Joaquim de Abren, bem como que o refe-
rido sea filho nao est autorisado nem para rece-
ber os seus rendimientos, nem para asar do sea
nome em negocio algam, e para que nao se cha-
me alguera a ignorancia em qualquer negocio, faz
a presente declaracaq. e o que for feito ser nnHo.
Precisi-se de urna ama para lodo o servico
de urna casa de pequea familia : a tratar pa
oraga do Cende 4'fe.o Q- 30, i' andar.__________
Club dos proprieta-
ros
A commssio incumbida da redaccao da peti-
cao de queixa ao Exm. Sr. presidente da provin-
cia, contra os abusos da excacao dos trabalhos
da empreza Reeife Drainage convida aos Srs.
proprietarios para enderessarem suas reclama-
oes ou declararen) as videncias soffridas em
seus direitos, no escriptorio do Dr. Joaquim Jos
da Fonceca, pateo de Pedro Un. 6, onde e reu-
nir a referida commisso, at o dia 18 do cor-,
rente afira de serem attendas e devidamente
contempladas na citada petico.
A commisso convida anda a aqaelles dos Srs.
iroprietarios que anda n-i se inscreveram laze-
os, dirigindo-se ao esUbelecimento do Sr. Ribeiro
ra do Imperador n. 44, onde encontraro o rs-
ped vo livro.____________________________
PARA OS QUE VIVEM DA POLTICA.
Tendo os jornaes desta capital ltimamente se
occapado, do ecrvo do subdelegado de S. Jos
de quem menos se deveriam oecupar, roga-se-
Ihes que contnuem no mesmo caminho ate que
seja elle extuerado do dito cargo, porque assim
grande favor fazem a am qae delle particular
inimigo e interesia pelo cargo.
____________O que da noute faz dia._______
ROUBO.
A pessoa a quem se ofTerecer um relogio ame-
ricano, grande, de parede n. 391; appreheodendo.
o e. k-vando-o ao largo da Rbeira de S. Jos n. 9:
nao se recompensar como licar-se-ba obriga.
do ; assim como se proceder contra quem tal na-
gocie fizer.
COMPRAS.
Nesta typographia compra-se urna historia
sagrada por Pioheiro.
VrNDAS.
Para o dia de fi-
nados.
Na roa estreila do Rosario n. 35, andar, lera
para vender ricas capellas para jumlos de aojo?,
donzelas e defuntos, de saudades rdxas, cravos,
perpetuas e sempre-viva, e mesmo flores bran-
cas, sendo as capellas com letreiros de ouro com
qualqoer disliuccao que se queira ; j se acharo
promptas, e por prego muito em conta. Na mes-
ma casa preparara-se bouqnets de gosto com fitas
bordadas e simples, tambera fe armara capellas,
trazendo os dones as perpetuas dous das antes.
Farink i d mandioca
Vende-se a 2*000 o sacco, na roa di Madre de
Deus o..l. '
1 f
Flores
-
Vende-se lindas camelias e outras llores pro-
prias para cabellos, oo penleados de senhora, na
ra da Ihne'ratnz o." 82, casa de cabelleireiro ,d>
Oliln Doarte.
Loja do Pavo
SAI.S BRANCAS BARATAS
a 20500 e 3000.
O Pav5o vende cortes de boa fazenda
branca cora bonitas barras de pregas, pelo
baratistimo prego de 20300 e 30000 cada
urna, grande pecliiocba na roa da Impera-
triz n. 60, loja do Pav5o.
MODERNAS BARESES COM LISTRAS DE
SEDA E FRANJA AO LADO.
a 800 rs o covado.
Chgoa para a loja do Pavjo, ra da
emperatriz n. 60, um elegante sortimento
das mais lindas bareges modernas e teodo
ao lado, bonitas listras assetinadaa e raojas
para os enfeites, as quaes se ven 'em pelo
baraiis;imo prego de 800 rs. o covado, por
haver om graode sort.'mento desfa nova fa-
zenda ; assim como delicadissimas baregea
com lindas listras de seda, sendo fazenda de
muita phanlasia a 6i0 r?. grande pechio-
cha, no armazem do PavSo.*
SITIO.
Vende-se orna :aa de pedra e cal, com terre-
no de duze.ptos palrcos de frente e trezentoi e
niota de fundo no logar do Fundo, roa de Olinda
confronte ao sitio dos craveiros, tambem se vende
terrenoi ne mesmo logr :orna-se recommendavel
por (liar pero da estago do Fandao e jamo ao
rio Beberibe : i tratar nos das uteis a ra estrei-
a do Rosario n 41, loja, e domingoi e dias santi-
acados no mesmo sitio Fundo com M'guel Fer-
reira Carreiro.
Vende-se dons tergos do lob-ado de tres an-
dares e sotio. sito na roa do Mrquez de Olinda,
ontr pra rea da Cadeia Velha n. 47, nue faz qui-
na com a nn dj Madre e Deus: fallar na ra
do Arago n. 1-3, ou Vi-crt-Je de Pelotas.
flelhor tarde qiiennaea.
Tabicas de caoni da India a 300 rs., oroDriai
pafaoseavalleirc.
Chapman's
_______Ra do Imperador numero 29.
Cemento Portland.
O mais superior que tem viudo a este mercado
em barricas de arrobas, forradas eom arces de
ferro : no trapiche Oo^rr, no Reeife. '
Carteira
Vende-se orna carteira'para escriptorio e al
goos objectos do mesmo : i tratar na ra da Ma
dre Deus o 30.
Jacaranda'
... -~-
Vinho tinto e, branco supe-
ior
de ama duzia JoaqoHa Jos Googalves Bel-
trio, a roa do Commercio n. 8._________
Uadeiras.
Novo sortimento de cadeiras francezas
venda no armazem de Tasso Irmaos A C ao
cagado Apollo.
Relogios de ouro e
prata
dos melheres fabricantes inglezes, francezes e
soissos, vendem-se por prejos muito rasoaveis, na
loja de joias Esmeralda
RA DO CABUG N. g.
Espanadores
De palba o mais bem feito que possivel e
mais barato do que em. outra qualquer parte, na
praca da Independencia ns. 33,. 37 e 39.
Vede-se Jacaranda por dalias, gu- vontade
do comprador, pir commodo preco;-sosente para
acabar : i-atar ra do Vigario n. 1/ primeiro
andar.
MCMFO
A 8*4000
Vestuario francezes de lia de ana s cor para
meninos de 3, 4, e ar.aos, odoa tem.toque d
nefo, que mil s preeb, tao forrados e muito
bem nfeitado, formamT.vjaqiioht, calca eco-
le, nunca se vendaran por menos e [Sf> <> 154,
e v.-ndem-se pelo preco d- t-, p'-r ^uia do mo-
Ao publico
Ra do Iniperaclor n. 24
Ao publico sem duvida a quem nos dirigimos,
Pis para isso talemos inserir ne>te jornal am
annuncio que deve ser lido por todcs com maila
attencj.
Nio vimos com phrazes bombsticas, procurar
convencer o respeRavel publico qae acabamos de
montar ama fabrica e loja de confeitara, paste-
ara e culinaria, someote com.o malicioso fim de
chamar atiencao para o nossb estabelecimeoto,
somos amigos Ho progresso material desta pro-
vi^ia, occorreu-nos por isso, a idea de facilitar
a qualquer habitante delfa, a mooir-se com pres-
teza e quantia resumida, de qualquer objecto ten-
dete as tres artes cima referidas, estabelecendo
para esse fim ama confeitara a ra do Imperador
o. 24, sob a seguate denominacio
CONFEITARA DO CAMPOS._______
A 4$500
Vende se borzegoins para homem, obra taxiada
e bem eita, pelo diminuto preco de 4500 : ve-
nham ra da Imperatriz n. 68, loja de miudezas.
proprios para suspender barca-
das e hiates, vende-se na ra da
Cadeia n. 39.
Sitio venda
No Arraial ra da Harmona, vende-se am si-
tio, todo plantado, boa casa e baoho, qae se torna
recommendavel, j pela sua collocacao topogra-
phica e salubridade que gosa aqnelle pitoresco
arrabalde, e j pela modicidade com qae se pode
fazer tao ptima acquisico. As pessoas que o
desejarem podem derigir-se para iafurmacoes
roa do Livramento, armazem do Balisa.
Para noivados.
Fitas especiaes e preparadas para lacos de cor-
tinados de cama : .reeebeu a Nova Esperanza,
ra Duque de Caxias n. 63 : a ellas antes qae se
acabero, pois vieram somente seis e sao lindissi-
mos.
S^y SW\ '^r^ ^Ws s*^ ^^^T\j^^ ^FV ^^'S ^^ sWS y^FS ^FV
m
m
*
ft
m
m
*
0
Popelina de seda &
Com toque de avaria &
A roa do Crespo n. 25.
9k POPELINAS DE SEDA lindos padres )K
m a 300, 600, 800, 1*000 e 1/900 o cova-
3? do. ; X
%K. MADAPOLAO a 4/000, 4*300 e 3*000 9>
i
0
*
si
do.
MADAPOLAO a 4/000, 4*300 e 3*000
a pe?a.
ALGODAOZINHO a 1*800 e 3/000, e
com 20 varas a 5/.
CHITAS ROXAS a 160 rs o covado.
CHITAS PRETAS finas a 200 rs. o co- ^
vado. J9t
BAR.EGE para luto a 240 ris o co- 1L
vado. ^
ALPACAS LAVRADAS a 300 e 00 &
rs. o covado.
Loja de
< MANOEL DAS XAVIER.
NOVIDAOE!
Tapetes orientaes de velludo
acolchoados
O novo esUbelecimento de fazendas finas rna
do Mrquez de Olindt o. 28, reeebeu pelo ultimo
vapor am lindo sortimento destes aovos tapetes,
taoto para salas como entradas e Janellas. Em
quaiioade, tecido e desenhos o melbor qae se
(de desejar.
Apruveitem a occasiao da
pechincha
Taiheres muitoffinos de dous boioes a 3/600 a
duzia, ditos de um boto a 3/ a duzia, taiheres
cravados, cabo branco e preto, a 2* a duzia, ditos
.a 1/600 : na ra Duque de Caxias, antiga do
Queimado ni 111
Borros hespanhoes
Acabam de chegar no brigae Bella Figueirense
dous barros muito grandes e bonitos proprios para
tirar raea : a tratar no escriptorio de E. R. Ra-
bello & C roa do commercio o. 48.
iMWJf
a 3/200 a libra, em pequeas latiohas: s no
armazem do Campos roa.do Imperador d. 28.
pementx) Portland
Em barricas de 13 arrobas preco mais com-
jwdo do que em outra qualquer parte, vende-se
aos armazens de Tasso Irmaos & C
Grande pechincha
Damasco de lia com 9 palmos de largura, fazen-
da prapria para colchas de cama e cobertas de
piano, pelo baratsimo preco de 1*300 o cavado,
alpaeas de cores de padroes miados a 500 n. o
covado, laas de cores mescladas e de lindos pa-
droes a 310 e 280 o cova lo, cambraias de cores a
280 e 240 o covado: na* loja dos arcos ra 1*
de Marjo (amiga do Crespo) o. 20 A.
ATTENCO
Vende-se um sobrado de am aadar e solio
llov e muito bem acabado, cora terraco na fren-
te d detraz, coziuha fura, murado, cootendo qua-
tro meias aguas de pedra. e cal, que rende cada
urna 8*000 mensal, tudo no fu nio o mesmo so-
brado cito oa roa de S. Jc?, fregaezia de S. Jos
desta cidaite : tratar na mesma roa, casa nu
mero 4. '
Veode-.-e ama armacio e alguos perieujes :
a ra de S. Jo3o n. 19. '
Vende-se ama machina propria para tirar
goa e descarocar algodao, assim como orna car-
reea em per'eito estado : a tratar na ra Iinpe-
ral n> 5, andar terreo. _______
Vende-se oa aloga-se ama casa sita na es-
CMda qae segu m frea'e da poveaco da Boa-
vla|emrmoito fresca jior flear da parte do nas-
imRe,'c6m~bas acomoioda^oes para familia : tra-
ta-se na roa. do Hospicio n. 28, ou i roa do Quei-
loadfio. 7o, loja, onde se -lira quen vende ou
lof j. ,
Lembranqa tempo
' O proprietario do armazem de vveres i roa do
Imperador n. 28, vem por meio deste .anrrancio
prevenir e avisar ao reipitavel publico desta ei
dade, qne o sea armazem om dos que com
vaotagem pode satisfazer as aaas bem entendidas
exigencias, pois para tal fim tem feito retiir oo
mencionado estabelecimeoto o mais completo sor-
timento de acepipes, e pira que os dignos Miares
deste annuncio nio tennam occasiao de maada
toma aresolucao de limitar se a lembrar someote
os gneros qae elle tem como ospecial novidade, e
o seguate :
Liadas caixas com confeitos, proprias para pe-
queoos presentes.
Chocolate em p, este chocoleo (em a vantagem
de poder-se fazer meimo na mesa.
Leite coadensado, a melbor marca conhecida,
este leite eonvem principalmenle aos collegios, ho-
tei e bospitaes, pela presteza com que se obtem
qualquer preparado delle.
Tmaras do Egypto, raramente vindo a este
mercado.
Licores finos: Chartreaze, Curaco, Anizete,
Creme de rosa, etc., etc.
ALEM DISSO 0 CAMPOS
pode garantir que o sen armazem am centro do
bom e agradavel ao paladar, pois nelle se encon-
trara sempre todo quaoto pode necessitar urna
despean, cozioba ou mesa desde a mais bem sor-
(ida at a mais mediocre. i
AGORA ANDA
aaouncia tambem feijio mulatinho em saceos e a
retal ho.
Papel para impresso,
Vende-se por preco maito barato, havendo tres
tamanhos: na ra da Cruz n. 34, armazem de
Alves & C.
gaz
R
! 50 palmos !
Cano de chumbo estaohado para agua ou
por 4*000.
CHAPMAN'S
29Rna do Imperador!?.
iiiHIiH!
A' rna do Coromer:io n. 10, escripto-
rio de Jote Joaquim da Costa Maia, en-
contrare para vender por commodos
precos :
Azulejos bespanhes.
Polhas de ferro galvanizado para telha-
do de diversos tamanhos.
Ditas de dito dito lizas.
Bicas de ferro galvanizado.
SCumieiras dito.
Portadas completas para cantara.
Ldrilhos.
Joaquim Jos Goncaives Beltrao tera para
vender no seu escriptorio ra do Commercio n.
3, os gneros abaixo notados, que vende mais ba-
rato do que em outra qualquer parle :
Azeitooas em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Caf muido era raassos de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa quadade.
Cognac marca martel frres.
Enxadas.
Farinba de mandioca de Santa" Catharina, 'sac-
eos de 3 e 2 aiqueires.
Dita da Babia em saceos trancos.
Dita de dita era barricas, proprias para casas
particulares.
Fio de algodo da Baha ere novillos.
Fouces. '
Maxados.
Nozes.
Obras de palbelas.
Papel proprio para cigarra.
Dito azul para botica.
Palitos para deo'.es.
Pregos sortidos.
Panno de algodao da labria t Todos os Santos
de Pedroso na Bahia.
Rolbas.
Rap popular da Baha.
Botim em fardos.
Retroz dos melhores fabricare! lo Porto-
Tapioca do Maranhao.
Tabaco simonte da Baha.
Verniz copal.
Vinho do Porto engarrafad,, o;xa de' 12 gar-
rafas.
Dito de dito em barra, proprio para engarrafar.
Dito moscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeaux em caixas de urna dnzia.
Dito de caj em caixas de urna duzia.
UVA
FERRAL
chegada hontem a 700 rs. a libra ou 1*600 o kilo:
s no armazem do Campos ra do Imperador
numero 28.
Superiores cigarros do Ro
de Janeiro.
Domingos Alves Matheus, nico agente nesta
provincia da fabrica imperial de cigarros de S
Joao de Nitherohy, estabel acida no Ro de Janeiro,
tem sempre am completo sortimento de todes o
cigarros, fumo picado e en latas. Tem igualmente
38 afamados cigarros Conde d'Eu, feitos com mag-
nifico papel de palha de milito e fumo superior
Para goveroo de seas freguezes, qae tem estabele
eido depsitos flllaes, oas casas aos Srs. Thomas
Francisco de Salles Rosa e Maooel de Soaza Cor
deiro SimSes Jnior, no bairro do Reeife, e todc
quanto for vendido em ouiras casas com a firms
Je Souza Novaes & C sao falsificado?.
4 Kua do Apollo 4
J>Io do Reg Lima & Filho tem para vender, 20
0|0 meaos qae ero 031ra qualquer parte, o se-
gainte :
Lingoicas ias libas em laUs.
Alcatrao em barrs.
Vinho do Porto fino em caixas.
Dito Bordeaos dito dito.
Relogits de pareae e cima de mesa.
VELAS DE CERA
pelo menor preco possivel : na ra do Vigario
numero 19.
Novidade na loja das
seis portas.
Lazinhas de cores modernas proprias para a
estacao presente, que se vende pelo baratsimo
preco de 400 e 300 rs. o covado, madapolo ran
cez muito largo a 6*500 a pe a.
ih tambem ama grande porcio de linhas de
novello de nmeros 60 a 1:0 que se vende
pelo diminuto preco de 1*400 rs. a libra, fazee-
do-se dillerenca em porches de 23 libras para ci-
ma : ca loja das 6 portas em frente do Livra
ment.
para o da de finloj.
A loja da fita azul roa do Cabag n. 2 acaba
'receber as melhores empellas de vidrilhos que
tem vindo a esta- cidade : asim cono capellas
dasj aprecia veis perpetuas a ma re la seo m letrei-
ros (immortelle*) e para todo- o precoa: ro-
ga ;e a* pessoa qne Ikeriim pttJiJos, jy as ve-
nham buscar, visto coiej l-oc: JH|| ni; i
grande.
Rud Antiga run Ni.v. r. 2,
Aniiat, Nabuco t> C. cenvidam os seus ami-
Soi e frepuezes a virem ao Bazar Victoria para
apreciar o apurado gosio ct,m que io feitos di
versos sriigos querecebeiam ltimamente da Eu-
ropa, a saber :
Venidos de blocl com veo e grinaldis para
casamento?.
Ditos de f*da lisos e mjtisados
Ditos de fil de seda ricamente bordados a ti-
res.
Ditos de chila e de ganga com todos os enfei-
tes necessarios.
Ditos de cambraia Victoria finissima.
Camisas bordadas para senhora e hornero.
Saiss e pentiadores bordados.
Meias finas de algodo brancas e de cores para
senhora.
Sahidas de bailes e bonrnox de casemi....
Basquinas de seda preta.
Ricas froDhas de iabyrntho bordadas,
Cdxas de seda, de laa e seda, da algodao, fa-
tao e la pura.
Ata de mosca de toda as cores, urna fazen-
da espacial para cubrir quadro?, espelhor e
retratos, demsiadsmenle transparente e prepa-
rada de forma a eviiar completamente o p.
Celerinhos e puphos de papel.
Chapeos d9 seda e de vellud) para senhora e
meninas.
Fitas -magonicas de diversos graos.
Perfumaras de diversos fabricantes, olees, ta-
chas, extractos c pos de arroz etc. etc.
Uro completo soriiotento d-_> carteiras de rnar-
Qm, tartaruga, madreperla e couro da Rusia,
iodispensaveis de seda, e de entro da Rus.-ia, the-
zouras e caivetes muito fines.
Um completo sortimenu de chapeos de sol >
sed->, bengallas de canoa, balea, borracha e ma-
leJra.
Charutos superiores, fumo ioglez para cachim
bo, carteiras e boleas de seda pira o mesmo e
outros muitos oDjectos.
Um completo sorlimento M espclhos dourad-;
de diversos tamanhos, de 4* a 23*.
Sabonete nglez em caxinbas a 1*300 a duzia.
Querem comprar ?
Guardapsa psra estio3 ; preto ou branco?
Papa-fina, larga ou estreita !
Lencos de linho, bordados ou lisos ?
Bonitos leques, osso ou sndalo ?
A Nova esperanza quera tem III
E novidade!
Acaba de chegat a Nova Esperaata vua DQqi?6
de Caxias n. 63, boceces e nonecas, sendo de mol-
des inteiramecte m.vos, vindo entre elles os en-
grasados bonecos de borracha : para que se can-
gara? quando quizerem comprar qualquer cbjecto
sendo bom, bonito ou engracado, lembrem-se logo
da N va Esperanza ra Duque de Caxias n. C3.
vendem ceneja m yense e vinho do
HIieno. 3
mmmm mmmmm mmmm
Altenco!!!

VenJe-se sortes de trra em forma geomtrica
de rectngulos, e sLaagao tcpograpbica de leste
ao oesie, ou de snl a norto ao sitio dos craveiros,
logar do Fundo. A ferlilidade do terreno banha -
do orientalmente pelo rio Beberibe, a faclidade de
locomocao (a va frrea de Beberibe), a modicida-
de dos preco?, a regularidade e belleza do projtc-
to de arruamentos todo'convida a fazer-se acquii-
cao de urna porcio qusquer de tao agradavel e
pitoresco litio, especialmente os pretenderes a
nabilacio campestre e os necesitadas de banh'.f
frios. Os pretendentes podem dirigir-?e ao enge-
uheiro A. F. R. Selle, i sua casa o. 9 na estrada
de Joao de Barro, ou a roa de Riachuello, casa
n. 9 do major Francisco Jo^ da Sllveira, proprie-
tario do supracitado sitio.
A revalesciere du Barry de
Londres
Tud. a doenc cede a Revalesciere du Barry.
que d sade, cuergia, appetite, digeslio e des-
canso. Ella cura as di.-pepsia?, ga-trites, humo-
res, acidez pituita, lalo, enftpa, vmitos dcpc;s
da comida e graviJez, coa iipaeoes,!) a.-tliir.a,
affec33s pulmonares, bexiga, iit .erebro e
mangue ; 60,000 curas, ineluindo o>&nas dellas do
B-asil.
A revalesciere chocolatada du Barry
em p,
Delicioso alimento para almoco e cea, muit
nutritivo, fortificando 03 nerres do estoroajto sei
causar o menor peso nem dr de eabeca, nem ir
ritsgo.
. Uoico deporto para o l'.rasil era Pernambuc
na pharmacia americana le Ferreira Maia & 1
ra do Daque de Caxias n. 57. (Todo cuida 1
jora as )al;ifcnc.ocs.)
Pomada alpaka
E' muito conhecida esta pomada e muit.
apreciada por sua finissima qualidade, a Nov?
Esperance quem tem.
Jarros de porceJlana
Um cmplelo srlimenlo de lindos Jarro
de porcellana (do afamado Bacar) existe na
Nova Esperanza, ra Duque de Caxias
n. 63._________________________________
OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO
DA| '
TERRA NOVA
DE
II. LACOMBE
Este oleo qae lio boa acceitacio tem merecido,
muito se reoomraeada por ser mais purificado
que at hoje tem vindo, e anda pelo bom paladar,
superior a outro qualquer : vende-se do deposito
specal de Bartbolomeu & C.: ra Larga do Ro-
sara 34.

Breu.
Vende-se doze barris com brea : na ra Io de
Margo o. 23 (ajitiga do Crespo)-
A 640 rs. ""
Vende-se sapatos de marroqiim, obra uiio boa
pelo preco de GiO rs. : venham a ra da lH>era-
tr z n. 68, loja de miudezas.
A J05O
Vende-se botinas para meamas pelo diminoto
prego de 1*300 o par : venham ra da Impe-
ratriz n. 68, luja de miudazas junto a padara.
Ceraento verdadeiro Portland.
Vende Joao Ignacio da Cost?, em l.arrica-, por
barato prego : no armazem da escadiiha da alfan-
dega n. 5. ,
Popelina da seda e
la.
Fazmda inleiramente nova no mercado
com pad oes muilo delicado?, fazenda de
am effeito su>prebendante em vestidos, e
vende se rr 10280 rs. 0 cotudo, na loja
do Papagai-, ra da Imp.-ratriz n. 40, de
Mfnrles A Carvalho,
VEilDESE
A verdadeira gomma do Acaracii em saceos a
barricas,por menos preco do que em ootra qual-
quer parte ra do Vigario n. 14, eecriptorio de
Jos Loi>es D*vim. ^^^^
NA RA DO VIGARIO N, 19
vndese vohos do Porto engarrafados, ditos en
barns, retroz de todas as cores, lonas e brinsdes.
velas e bogias de '.era. ________
Vente-se uii exwlk-n eavallo de muito
borita cor, e bom aviador : a ver na rea de Sao-
u Amaro u. I,e> iraUf oa ma! da Cadeia ca-
mero 1C.
1
I


Oiaiio de Prnami>iio Seguuda e'ra 16 Je Ouiubro te 1871.
1;

r





N
*
DE
!


FRASBD- BE PAULA CA1B0Z0 JNIOR 4 C
41.Ru do Imperador41.
(
)
I
'-
i
Fiancisco de Paula Cardoso Jnior & C*. animados pela condescndtn- f
ca, que para con elles teve o Sr. Dr. Jacintho Soares Rebello, que ha 26 apoos v
esdrce o systema bomoopathico, gozando sempre de subido conceito, a estabe-
lecer nesta cidade umLABORATORIJ HOMEOPATHICOdeprimeira ordem, _
digno da confianza e protecclo do illastrado e respeitavel publico desta provin- (
cia e do norte do Brasil, para oque, d3j se poupando a despezas nem fadigas
eapazes de superar lodas as difficuldades, con que liveram de luctar, trabalha-
ram incessantemente d8sde marco ultimo, julgando ter conseguido o seu desi-
dertum, tem hoje a satisface de, annunciando a abertura de sua casa, amr-
mar aos amigos da bomeopathia, que se ju'gam completamente habilitados para
o perfeito desempenho de todos os misteres do sen encargo.
Os elementos do seu estabelecimento foram todos importados da afamada
casa de James Epps & C\ de Londres, um dos primeiros e talvez o mais co-
nhecido e acredita lo estabelecimento deste genero; as preparabas secundarias
(dynamisaces e-diluc3es) foram preparadas com o mais escrupuloso esmero
segundo as regras da sciencia e sob a immodiata direcao e inspecSo do mesmo
Sr. Dr. Rebello, cujo nome ligando-se desta sorte ao estabelecimento, a mais
segura garanta que podem offerecer os seus proprietarios s pessas, que os _
honrarem coma sua confianca, de que no preparo dos medicamentos nao se (
pouparfo esforcos para que sejam bem servidas, pois que a austeridade.cora que ^
cumpre aquellos todos os seus deveres e sobretudo o respeito, que consagra
sua propria reputafo, lhe n5o permittiam sacrificar a vida de seos clientes
ao interesse de terceiros.
Sem pretenderem os proprietarios depreciar os productos dos outros
estabilecimentos deste genero, creem todava podar afirmar que nenhum oulro
excede o seu em superioridade, e para que nenbuma duvida baja a este respeito,
podero todas as pessas qne quizerem fo-oecer-se dos seus medicamentos vi-
sitar e examinar o estabelecimento, o~.de, a!m de boticas em globalos e tintu-
ras de varias capacidades desde 12 at 120 medicamentos por precos razoaveis,
encontrarlo todos os artigos que tornam completo o sortimento da casas desta
ordem, taes como: excellentes chocolates, pos dentifricios, encerado de rnica,
tintura de guaco, etc^ um lindo vo'ume encadernado domedico do povoori-
ginal do Dr. Mure, tradudop&loDr. Silva, Pinto e revisto o augmentado' em
3.* ediccSo pelo Dr. Antonio de Cas'.ro Lopes.
Esta obra que contm mais de 500 paginas de impressao e urna estampa
explicativa dos diversos orgos do corpo humano um dos tmis claros livros
destinados ao ensino pratico do tratamento de todas as enfermidades, pois indica,
n5o s os meiicamentos apropriados para cada molestia, como a maneira de
applbar e repstir a< dses.
O preco d'ella de 10#000 para as pessas, que comprarem boticas
neste estabeleciaenlj, c de 12#'jOO para as que comprarem smente o livro.
Contando pois, com a valiosa proteccao d m amigos da homeopathia, con-
cluem os proprietarios o seu aaouncio, declarando que se acha adjacente ao seu
LABORATORIO o consultorio do Sr. Dr. Jacintho Soares Rebello, e que se
encarregam de receber e enviar ao mesmo Sr. Dr. a toda e qualpier hora os
chamados de seus clientes.
i braiicos.
ja pone zt.
3o e aoic. 'vada pelas as acadeaas *
icieacia, redbVSMKa superior a toda que t mu ap-
krecido at aoj. Deposito principal i mu i
iwlaia do Beeife n. 51,1* anear, em (otes as bo-
ira cata de cabelleireiro.
JLOJA
Flor da Boa-Vista
DE
Paulo Goinarks
O proprietario deste bem conhecido es-
tabelecimento contina sempre seguindo sua
intiga forma de priraeiro barateiro da Boa-
Vista e para melbor prova adm;rem os
precos seguintes:
Cuitas escoras e claras cores filas
o covado 160 200rs. a. 400
Oambraias de cores 240, 280 rs. e 320
Lias para vestido 280, 320 rs. e 400
Creps escocezas fazenda aova a.. 610
Alpacas laVradas d'um s cor. 720
Cambraia branca transparente pe-
Cas a 3)9500 e. gfloOG
Ditas dita victoria a 4)9000 e. 8/9000
Bramente com 10 palmos de lar-
gara, varas, a 20000 e. 2,9500
Madapolo superior pegas 50000 e B0OOO
Algodao a 400006. .... 60000
Bnm pardo trancado pechincha
oovadoa. :. ; 320
Dito dito liso muito fino a. '320
Outras muitas mais fazendas que veede-
r por precos baratissimos como sejafii:
pannos pretos, ditos azdes, casemiras Jrttas
a de cor, merinos, brins brancos e de co-
res, seda para colletes, camisas inglezae para
homens, meias, chapeos de sol etc.
Offieina d'alfaiale
Os digaos fregaezes encontrarlo ota gran-
de sortimento de roupas feitas desde o
mais inferior at ao mala superior qae se
iche no mercado, assim como se manda fa-
cer toda e qualquer ; obra d'encommeoda
feitas a capricho, pois para este mister se
icha munido d'um perito me&tre. Garante
lefazerem se menor 20% de que em outra
qaalqaer parte pelo o motivo de o freguez
s pagar o que compra nao o aspecto do
estabelecimento:
48 Ra 4a lun>cra JUNTO-A-PADABIA JFRANCEZA
nw^m
A' AGUIA
ANCA
RA DUQUE DE CAXIAS N. 52
(Outr'ora Qneimado n. 8.)
A Agcia Branca tendo j recebido parto desaas
a.-.gas eocoaimenJaj, em seguimeulo acaba ago-
n mescao de recebar cairas, alpinas das quaea
8': torna vam essencialmente precisa*, e outras se
fazem apreciadas por seas gosto3 e qualidades,
) sejam :
Meias de fio d'cscocia, abortas para senhora3
t aunin ls.
Ditas idea com listas tambem para senhoras
e renian
Ditas dem muito bonitas ao gosto escocez.
Ditas dem idem brancas e cora listas para ma
Diuas.
ilm dem para baptisaflos.
Ditas c algodao comprid-s e com Iiitras para
meoioax
, I.uvas pretas de seda, para senhora.
Ditas de torzal e de seda para meninas.
Bonitas camisiohaa bordadas para senhoras.
Fil d? seda, tranco e preto cura flores miudaa.
Dito "da algodau, l:o e ora flores.
T')uqoinhas bordadas para crianzas.
Lindos e ino pcsinbes de fustao para
Sitas.
Mea de tirtaTOga para de.'embaraer ou pen-
I ..
Ditos de dit; Iraveysos para meninas.
Ditoa d-; borracha* para ditas.
Ditos da ta |oenos, para segurar o
rradilliD ao? caballos d,i senbaras.
i ida sertiraento de enfeites de seda para ves-
tiJ03.
lias de madeasrola c de tartaruga para ; Prias para vestir-se.
FLORES E PREPAROS PARA ELLAS
A Agnia Branca recebeu lindos ramos de flart
finas, tanto para cabeca eomo para chapeos,
bem assim :
Papel verde l=o e cora listas para folha?.
Dito de cores para flores.
Fulbas de diversas qualilades para rosas.
'Ditas vtrdes e lustrosas, obra neva e pela pri
meira vez viudas como amostra.
Franja) pretas e de diversas larguras para es-
feitar vertidos,
COQUES DE TRANCAS E DE OUTROS
MOLDES.
A Aguia Branca acaba de receber ama peque-
a porcao djs bonitos e modernos coques gran-
des de tranca e' outros moldes.
ROVO SORTIMENTO
DE
A f ?nia branca, a ra do Duque de Caxia? n.
Si, cuti'ora do Qneimado n. 8, acaba de receber
una novo e bello sortimento de nonecas de diver-
sas qualidades e tamanhos, sendo :
Com rosto de seda, das que cboram, e outra:
que Fallarn.
Com rosf>, raaos,, e ps da porcelana, e pro-
pnlceira e lago psra o cabelle
P'.nita; h lesbia para meninas.
NOVO SORTIMENTO DE ENCIIOYAES PARA
BAPTI3AD0S
A aguia branca acaba de receber najo sorti-
r.-nto de linios comple'.os enchovaos para bap-
los, e bam assim separadamente camisinhas
dlto:, lindos cbapeosinhos de selim branco
i .rdados, ootros ditos com fundo de vallado, obra
6 i maito gosta, e que servem tambem para pas-
seio, sapatinhos de se.im para o mesmo fim.
MODERNOS E.XFEITES DE FLORES,
ornados cora bicos de seda, fitas de-setiraje Qvella
:-uadreperola ao ultimo go.uo, e proprios para
ti!e3, eaaameDtos, etc., etc.
Obras de porcelana
A ana branca tem ontro sortimento da diver-
sas obras de porcelana, sendo :
Bonitos e ricos vasos para pos de arroz.
Outros para jcias.
Outros para lahnetoa.
Ontros para enfeites de mesa.
Pequeas e bonitas pas para agua benti.
Pequeos jarros para santuarios.
Outros maiores para mesa3.
Bonilog pnrl relogios.
Lindas ce-tinhas tambem de poreellana.
Escrivanias de dita.
E mnitos ootro3 objectos para cnfeite3 da masa.
ARMASEM DOS LEOES
RA DUQUE DE CAXIAS N. 29
Os proprietarios deste" grande e bem montado estabelecimento scientificam a:
rispeitavel pablico. desta provincia, que se acham com um variado e completo sortimento
d mo*8, Uni nacioaaes como estrangeiros, sendo estes escolbidos capricho por
um dos socios quese acba actualmente na Europa, e por isso os podem vender mais
baratos 20/0 manos de que em outra qualquer parte. O mesmo tem contratado com
os melbores fabricantes daquelle continente as remessas das mais ricas mobilias feitas
all. N officiaa tem os mais habis artistas deste genero, e por isso aptos a forneceren
mobilias as mais aperfeiQoadas para as casas da provincia consideradas de primeira
erdom. Pedem, portanto, que venham visitar dito estabelecimento, onde encontrarlo
a realidade do que acabam de ex por, passando a examiaarem : ricas e completas mobilias
de Jacaranda, mogno, faia, carvalho, amarello, etc. etc., ricas e elegantes camas de
Jacaranda, po-setim, amarello, etc. etc., guarda-vestidos de amarello, guarda looga de
nogaeira, amarello, com tampo de pedra, aparadores de dita, dito, com dita, petiu
tciletles, especialmente para fazer barba, toilettes de Jacaranda e amarello, com podra,
e mnitos outros artigos de gosto, que para se nao tornar enfadonho prescindimos.di
azer menejk) dalles, o qne s com a vista podero apreciar.
G&z economicj para os can-
dieiros de porcelana.
Acabado ebegar esta j bem conhecido eom-
Dustival, eomo o mais barato, prompto e asselado
de todos at h>je conhecidos, e se enconira vea-
da uo uai:o deposito, i ra larga- do Rosario nu-
mero 3i.
Mofo.
Meias para meninas e meninos com to-
que de mofo a 24000 a dozia, na loja do
Papagaio, roa da Imperatratril D. 40, de
Mendel Tam venda em seus armazens, alera de outros
irtigos de seu negocie regular, os seguintes, qae
rnem por precos mais mdicos que em'oo-
'ra qualquer parte:
PORTAS de pinho almofadadas.
PORTEIRAS de ierro para cercas..
SALITRE inglez. .. .
ESIEIRAS da India para cama e forrar salas.
CANOS de barro -traucez para esgoto. -
8ESS0 superior em pbrcSes a contanto.
CEMENTO de todas as qualidades.
MACHINAS dedescarocar algodo.
LONAS e brinzoes da Russla.
OLEADOS americanos para forro de carros.
70G0ES americanos muito bous e econmicos.
VINHO de Bordeaux.
COGNAC superior de Gautier Freres.
PARELLO em saceos grandes a 3J500.
AGUA florida legitima.
BALANZAS decimaes.
CADEIRAS americanas.
RHUM da Jamaica. '
AZULEJOS da, Lifl)oa.
Contra a )tosse
PASTlLHASklTO^AES. '.. .
de '
G-Jiuma simples cTji(aiiad }
Dita' de angrea -' } '
Naff d'Arabia.
Seve de pinho martimo de Lapas-e. A
E outras multas que maito se recomendara pe~
li^'sua- excellentes qualidades.
Vende na
PHARMACIA E DROGARA
H
Bartholoraeu &. C.
34-RA LARGA DO ROSARIA-34
Xarope sedativo
DE .
Case:* de laranjas amargas
COM
BROMRETO DETOTASSIU.M
DE
Ii 1HOZE
Ete novo preparado aprovado pela Scsdemia
mper:a!_de medicina, muito se recommenda pela
ina acelo sedativa r calmante, sobre o syJtema
aervso, o broraureto de potassinm, nao deixa de
dar os mais certos resoltados as diversas affec-
soes do organismo e principalmente as molestias
lo coracao, das vias digestivas da respirarlo, das
Tas genito-urinarias, na epilepsia, as molestias
nervosa da prenhez, aa- in*omnia das crianzas
luraca o perioao da denticao etc. etc.
Vend'e-se na pbarmacia e drogara
DE
f JMH8 MMT1S
10Ra do Crespo10
Pecas de algodo com 90 jardas a 4, 4*500
Ditas de madapolao a 4|, Sf, 84500, 6t, e
6*800.
Ditas de dito infestado, francex superior a
10*000.
Chitas franceta de todas as qualidades a 240,
i80, 300, 30 e 360 o eovado.
Cambraias de cores a 240 e 280 rs. o covado.
Dita lisa de cor a 320 rs. o covado.
Ditas pretas para lato a 640 rs. a vara.
Pecas de cambrai* lisa transparente a 3*, 3*501
e 5*000.
Ditas de dita tapada Victoria, a 4*. 4*500, 5*
7*.
Ditas de dita transparente, snissa maito fina
eom 17 varas, 14*.
Ditas de dita bordada com 10 jardas a 7f e
9*500:
Organdy braneo fino a 700 rs. a vara.
Bnlhanina branca infestada a 450 e 500 rs. o
*0\ ftu()
Bretanba de linbo com 28 varas a 20*000 e
25*000.
Dita de dito:infestada eom 30 varas a 27*.
Bramante de liolio com 10 palmos de largura a
2/500 a vara.
Dito de algodSo a 1*500 a vara.
Atoalbado de dito e de liztho com 10 palmos de
largara a l*500e 3.
Toalhas alcoobosdas para rosto a 7* a dazia.
Ditas de linbo do Porto felpudas a 10*000 i
dozia.
Guardanpos de liabo a 3* e 4* a duzia.
Cobertas de chita a 2* e 2*500.
Ditas de chita adamascada forradas, 4*, 4<20C
e 5*000.
Colchas de dama^io de crts a 4* o*.
Ditas de fustao alcochoadas a 5*.
Cobertas de la eseoras a 2*.
Ditas de algodao brancas a 1*400.
Colleiriuhos de Jinho a 800 rs.
Chales-de merm usos-pretos e de cores- 2*000
e 3*000.
Ditos estampados de meta casemira a 2*
2*300. ; !
Damascos de cores a 640 rs.
Lentos brancos de t ssa finos, 2*, 2*500 e 3*
a dnzia.
Ditos ditos e de o r abainhado largo a 3*
3*"iOG a duzla.
Ditos ditos de samt'^'.a de lnko finos a CJa
dozia.
Ditos deesguiao de i"ho a 4*. 4*500, 5* e 6*
a duzia.
Bnm Angola a 64. ^10 e 1*000--o corado.
Brins de Imho de t(>m a 50J rs. o covado.
Cortes de mea aa 1*400.
Ditos de casemira p*ra calca a 3J5SDO, 4*500
f 5*500.
Casemiras de cores-do daas largaras, 2*, 2*50
e 3* "covado.
Dita3 pretas, daas larguras a 2*500 o covado.
Pao fino preto e asui a 2*, 2*500, 3*000
3*505:
Dito dito muito fino superior a 5*, 9* e 7*
covado.
Lans e alpacas de eores para" vestidos a 400
500, 600, 700, 800 e 1* o eovado.
Toalhas com labyrintos para bandejas e para
rosto a H, 10* e 15*.
Camisas de fhnella branca, e de cores 2*,
2*300, 3, 3*500 e 4*500.-
Grosdenapoles preto & de cores 2*, 3# e 4* o
covado.
Do-e amostras com penhor.
Vende-se tambem grande qaanlidade de roupa
feita e por medida por precos muito reduzios.
de
Bartholomeu & C.
ai-RUA LAR3A DOROSARIO-34
Licias grinaldas com flores e botes de
larangeiras com \ivose5em .elles, vendem-
se Da Nova Esperaoca ra Daqae de Casias
a. 63.
Oleo para mollinas
Vende se na Nova Esprnfa roa Duque
de Caxiasn. 63.
Nao ha ver convulce*.
As. criaucas que usarem dos collares ano-
daos, que se vendem na fova Esperanga,
estaro isentos d convuls.oes';. pois ao o
verdadeiros recebidos directamente.
Cura rpida e radical dos
callos
' pela pomada Galopean
Essa pomada que to bons resultados tem colhi-
du as pessas que della tena feito aso acaba de
chegar para'o sea deposito especial..
NA
Pbarmacia drogara
DE'
Bartholoc d C. ra larga do Rosar;o nu-
mero 34-
Bazar universal
RA DO BARQ DA VICTORIA (OUTR'O-
RA NOVA) N. 52.
Acaba de ebegar para este grande estabeleci-
mento um completo sortimento de machinas "de
costura de lodos os autores conbfcidjs, os quaes
garanten? por annos as ditas machinas, e se ven-
dem por precos lio razoaveis que a todos agrada-
r, cojos presos sao os seguintes : 40*. 60, 80*,
100*, 129*-, 130*. 1405,160*, 180, 200*, 220*.
250* e 300*. Garnta-se acs compradores a boa
qualidade de trabalho, e obriga-se a en-in?r tan-
tas v#zes quntas sejam precisas para bam com-
prehndeY-si. Veode-ss tambem pecas e mais
pertenees de sobresalentes para as mesmas machi
&as. Previne.-se desde ja que s ,se vai ao cha
diado para concert e ensino de machinas das que
forem compradas neste estabelecimento.
J. 0, 0, Doyle tem em sen
armazem para vender
O'SEGUINTE :
COGNAK HENNESSA.
VIMHO XEREZ.
DITO DE LISBOA,
FILTRADEIRAS.
BITTER s
A' roa do Commercio n. 38.

Aza de mosca,
E' urna fazenda especial para cobrir qnadros,
espelbo?, retractos, etc., demasiadamente transpa-
rente e preparada de forma a evitar completa-
menta o p.
Sabonetas joglezes em caixinhas qufr se vende
por 1*500 a duzia.
Colarinhos e punhos de papel.
Vende-se no Bazar da Victoria ra Nova n. tv
A FLOR DE OURO
E' este o distintivo de urna nova e bem montada
loja de joias, sita a ra larga do
Rosario n. 24 A,
Os proprietarios deste elegante estabelecimento tendo em vista oa esforcos que
fizeram para o collocarem as condicedes de nma grande clienteHa, kltariam ao mais ,
rigoroso principio s* nSo viemm a eollumnas do jornal seientiflear ao respeitavel pu- ,
blico, que no memo estabelecimento encontrars sempre o mais completo jortimento
de jolas, eomo sejam : brincos 'os mais modernos, para adornaren! as delicadas orc-
inas do bello sexo, e qae se vendem a 8, 9 e 10* o par, ditas para.meninas a 4, 3 e 6*,
ditas de coral, obra de aparado go;-t) a 3 e 4*, Voltinhas de coral com crozes de ouro
a 5*, broches modernos de 3 a 13*, ditos com pedras e em anas devidaa caixinhas a
10, li, 16 e 20*, rosetas lisas, porm bem trabalhadas, de 2*SM a 9*, ditas eom
pedras de 4 a 15*, cacoletas a 4*. ditas com inscripcOes a 5*5C0, anueis de diversos
gostos, e com bonitas pedras a 2, 3 a 4, ditas de perolas, esmeraldas e rabias a 6*,
ricas crozes de esmeralda e rubim a 12, 14 e 16*, ditas de ouro e coral eom vistas pho-
tographicas a 3,4, 5, 6 e 7*, figas do coral a 2*, cadeias para relogios a 20*, dittas a
6*500 a oitava, gaarmeoes eom tres botoes para aberturas a 4/, ditos de pedrlnhas a3*500
o par, ditos para punhos os mais modernos a 7 e 8* alm de um variadissimo sortimen-
to de joias de apurado gosto qae recebem por lodos os vapores da Europa ; como
sejam : brincos, braceletes, al&netes, aderecos completos, cruxes, roxelas, aunis 4
brilbantes, esmeraldas, perolas e rnbins. HedamSes, voltas, trancelins, anneis eom lat-
irs e de diversos modelos, ocnlos e pencinez de ouro e prala donrada, relogios de ou-
ro e prala de afamados fabricantes, salvas de prata de diversos tamanbos, ricos palitei-
ros e faqaeiros, colhores para cha e sopa, maracas para criancas, e ama innidada de
objectos qae seria enfadonho menciouar-se.
Os proprietarios da Plor de Ouro garantem vender mais barato qne era outra
qualquer parte, para qae estar aberto o estabelecimento das 6 horas da manha as 8 da
noute.
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Qneimado)
Tendc-se resol vid o d'ora avante vender-se neste estabelecimento todas as fazen-
das existente &o mesmo, por precos que lodos admirarlo, acho de meo dever partici-
pa-la a todas as Evmas. familias em gtral, afim de virem visiiar este estabelecimento
ou mandarem bascar amostras, garantindo-se-lhes um bora sortimento de fazendas de
algodao, la, linbo, e seda, emfim urna infinidade de artigos de moda mandando-se a
casas das Exmas, familias, por empregado da casa, toda e qualquer fazenda para verem
ou escoierem.
As pessas que vendem em menor escala podero bem sortirem-se neste estabe-
lecimento que vender pelos mesmos prejos que em qualquer casa importadora, tendo
a facilidade de comprar qualquer porreo.
O 65'tem um eompleto sortimento de roupas bem acabada o que vende por
presos muitissimo commodos, mandando tambem fazer por medida toda e qualquer obra
que os concurrentes desejarem para o que tem um do mais habilitadissimo meatre
aifaiate, cortando por um sysleraa inteirameate novo.
Os annuacios nesta praca eslo e por certo devem estar desacreditadissimos, pois
que ha casas que annuaciam aquiilo que nao teem, o que o 65 garante nunca dar-se em
seu estabelecimento, pois que s eseja bem servir ao publico em geral, para ganhar
grande nomeada em todo o mundo.
O C5 acha desnecessario mencionar os precos de suas-fazendas pois que issotor-
naria-se demasiado macante para, os leitores, por ter de ser demasiado extenso sen an-
nuncio, e mesmo para se tornar menos despendise pois que vendendo muito e muito
barato mister encurtar suas despezas. A sinceridade dos tratos do 65 jalgo que jio
publico conhece demasiado, pois que sempre tem cumprido com aquiilo que annoncia,
n5o verdade ?
E' INTIL, NAO SE CANCEM, COM O 65 NINGUEM PODE COMPETIR
RA DO DUQUE DE CAXS
(Outr'ora do Queimado)


Mr a.i:
56 ARa do Mrquez de Olinda56A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommen-
dado pelos grandes depsitos e bons sortimentos com que sempre prima em ter da
melhoras, mais acreditadas e verdadeiras machinas americanas para algn-
sio, desde 10- 60 serras, e havendo em todos os tamanhos diversidades de syie-
mas e melhoramentos para perfeito e rpido descarocamento; tornam se dignas'da
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores ; os qaaes, alm disto, encontrarlo
tambem mais:
JLOafA

rara oratorios particulares e
capellas dn engenho.
Vndese am altar dourado, bem como os res-
pectivos casticaes e palmas tambem douradas,
igualmente vende-se ffoUs ornamentos, ddas al va*,
estolas, mangnitos, sanguinhos e taos os mais
pertenees, senlo um dos ornamentos bordado a
ouro fino : nesta typograpbia se dir quem vende
Chegaram loja do Mercurio, ra da Imperatriz
n. 86 :
Ricas franjas de aeda preta, luvas de pellica
ouvin, botinas de cores para senhora, ditas de
cordavao e bezerro para homem, ofeo extracto-
oriza, ricas fitas largas para lago, ricas gravatis
de gurgorao de seda das mais modernas e lindas
cores, e um eompleto sortimento de galSes de seda
para guarnecer vestidos e outros mnitos objectos
de gosto.
Rea da Imparatriz n. 86, loja denominada
O MERCURIO
pertencent
JOS BERNARDO DA SJ0TTA.
VENDE-SE
dous bonitos-cavallos, andadores de baixo a mel,
seodo um rodado apatacado, bastante grande, e
outro castanho, pequeo : oo caes do Ramos nu-
mero 30.
Labras sterliaas.
Vonde-se no anoaiam de fazeadas de a
t. d OUvejin C, 4 ra 4o Commercio n.
DO
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo n. 9
Acaba de chegir pelo ultimo vapor diversos ar
t'gos de novidade, como sejam :
Lindas tonqninhas enfeitadas para baptado ;
assim eomo cbapeosinhos.
Sapatinhos de seda e de merino.
Meias de seda e fio de Escocia de 1 a 12 anuos
de idade.
Ricos leques de madreperola todos abertos, o
melbor qae ha neste genero ; assim como ou-
tros de madreperola com seda, fazenda requissi-
ma; tambem recebeu grande sortimento de lo-
ques de foso flagrado marfim sndalo e madeira,
unto para senhora como para meninas.
Superiores ligas de seda para segurar meias.
Meias de borracha para qnem soffre de inxacoes
ou'erysipeja.
Serfa fruxa para bordar todas as cres.
Froco de seda para o mesmo fim.
Retroz preto e de cores em carritis.
Fitas para cartas de hachareis.
. Qadros para retratos.
Lavas de pellica, e de seda, branca pretas e de
lindas cores.
Superiores capellas para noivas.
Lindos alfiuetes de madreperola para peit03 de
senhoras.
Lindas abotuadaras para colletes.
La de todas as cores para bordar.
Superiores pencenez d'ago.
Maito finas thesonras para costara, unbas e
para cortar cabellos.
Superiores pentes de tartaruga para arregacar
\ cabellos
Tintara- ingleza para Ungir cabellos, a verda-
deira.
Grande sortimento de franjas pretas, largaa
estreitas e lindos padrSes.
Lindos babadinbos e entremeioa bordados, tapa-
dos e traMparentea.
Vende-se a casa n. 4 da, fUAdo 6 ; Ua-
W BU typographia.
Apurados vapores LoeoMOVEis, de forfa
de 3 4 cavallos, e pertenees.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e la-
deira.
Carros de mao para atterros.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estancado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guardas comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafusos de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinba.
Ternos de bandeijas finas.
Emfim muitos ootros artigos, que s
examinados.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padariaa.
Pertenees avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para
milbo e caf.
Debulhadores para milho.
Azeite de spermacete para machina.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Canos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
avista e neste estabelecimento poderlo se:
[G .'"COI
ERNESTO ft LEOPOLDO
N. 2 D Ra do Cabug N. 2 D
Acha-se montado de forma tal este estabelecimento de joias qne pode
vender aos seus numerosos freguezes em grosso e a retalho e por precos
mu resumidos visto que recebe de conta propria por todos os vapores de
Europa. O gosto de desenha e suas jotas o mais lindo do paiz das
modas, ouro de le, brilbantes verdadoiros, esmeraldas, robins, perolas,
turquesas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto
para igreja cerno para ervico domestico. Convidamos as Exmas. familias
a visitarem o dito estobelecimento todos os dias at 9 horas da noite.
Compra.se oop prau e pedras preciosas em obras velhas.


Diario d Pernambuc Secunda feira 16 de Outubro d 1871.

i

DO
CYSNE
DE > .
FIGUEIREDO a LOPES.
4 BA DA INPERATBIZ N. 64
Os proprietarios deste importante e sympathico estabeleciraento de fazendas finas,
vem avisar ao respeitavel publico e particularmente a sua numerosa freguezia, que o
CYSNE acaba de sortir-se de tudo quanto ha de gosto e moderno em fazendas tanto
para bomens como para senboras.
E* ocioso citar que os proprietarios da loja do CYSNE naturalmente providentes e
d'um espirjto altamente conciliador dos ioteresses alheios com os seus, teem sempre
seguido o magnifico systcma de offerecer venda fazendas de todas as qualidades e pre-
sos relativos de forma qae fcilmente podem fornecer artigos de sua casa accommodados
i todas as fortunas e meios.
E sobre todas as conveniencias e meios preferivel comprar no CYSNE em con-
equencia da sinceridade e barateza com que negociara os seus proprietarios.
No.loavavel empenbo de justificar as suas operaces convidam as Exrnas. familias
a visitar a sympathica loja do CYSNE chamando as attences do publico em geral para
u teguLntes especialidades e precos,
PARA NOIVAS.
Veos, capeilas, sedas e popelinas orancas
e de cores, gollas, penos e camisas bor-
dadas, tudo caprichosamente escolhido e
para varios procos.
CRETONE BAPTISTE.
Fazenda lisa de urna s cor, de cores di-
versas, para vestidos e tambera propria para
sombras.
CAMBRAIAS
Transparentes de 8 1/2 varas desde
10500 at 8)5 a peca. Victorias muito finas
de 40 at 85000.
CORTES BORDADOS
Fazenda branca de delicado bordado
baicos precos acompanhada do competente
gurno.
LAS
Variadissirao e rico sortimenlo desde a
la lisa barata de 40 at a de listras de seda
mas cara que pelo preco que vendemos
por assim dizer de graca vista do gosto
e quaiidade.
BAREJES
Lindos padres aos precos de 360 e...
400 rs. o covado.
SAIAS BORDADAS
As que o CYSNE vende sao bellas e su-
periores.
LVAS
As melbors e mais procoradas luvas de
Jonvin, brancas e de cores sao as que o
2YSNE expe a venda.
BALOES
De crotones com babado e bordado, di-
u>% de arcos a I05CO, pecbincba sem rival
no genero.
CHITAS.
Completo e grande sortimento de todos
ot precos de padres modernos e cores fi-
u*.
GROSDENAPLES
Finos de todos os presos e larguras s
o CYSNE pode vender barato-
FLANELLAS
De cores e brancas de 500 rs. at 10300
o covado.
ALPACAS
Lavradas de 500 rs. a 10OC9- o covado,
especialidade do CYSNE que nao conta com-
petidor.
madapolOes
Francez de 24 jardas de 8-5 at 10)5000,
inglez de 5,5 al 8(5000, e muito fino.
DAMASCO
Com 8 palmos de largura, dito estreito.
CORTINADOS
Para camas e janellas de todos os lma-
nnos, cambraia para o mesmo fim de 20
varas a 1 00 a peca.
ATOALHADO
Dd linbo adamascado, dito de algod5o
muito finos, bramante enlrancado e liso, e
barato s o CYSNE vende.
GUARDANAPOS
Grandes e peqoeoos.
SETINS
Para todos os precos e diversos pa-
dres.
PARA NOIVAS
Camisas bordadas, peitos colarinho e
puncos lisos.
PARA LUTO.
Merinos, princezas, alpacas, canto, bom-
basinas, chitas, cambraias etc., etc., por
precos que s o CYSNE vende.
PARA HOMENS E MEEINOS.
Brim pardo a 640, 840 rs., 1)5 1,5500
o metro, gangas de 400 e 440 rs. o cova-
do, e tambem temos o afamado brim de
angola.
CHAPEOS DE SOL
Para bomens e senboras dos melhores
fabricantes da Europa.
FILOS
De seda, ditos de linbo, pretos e bran-
cos e mais baratos que em outras loja.
ME1AS
Para todos os tamanhos e qualidades.
CHALES
De merino lisos e estampados, pretos com
franja de seda, ditos Com franja de la es-
pecialidadedo CYSNE.
Desculpem os nossos fregnezes termos siso nm pouco extenso na narrac-ao de al-
fumas novidades pois com quanto seja nosso interesse tambem o dos nossos fregu-
tu que querem e gostam andar na moda.
Ra da Imperatriz n. 64.
FIGEIIEDO & LOPES.
*..*
Tr-
--*v*-a^>*tf* w--
JOAQUIM
LOPES
MACHADO & C.
Travessa do Corpo-Santo n. 25
ARTIGOS AMERICANOS
Cjiindros para padaria.
Carros de m3o para eonduzir fazendas.
Machinas para descansar aigodo.
Polias de diversos tamanhos.
Canos de ferro galvanisados para enca-
nfimento d'agua.
OBJECTOS PARA CARRO
Oleado preto para guarda-chnva de carro.
Dito de cores para forro de dito.
Chicotes para dito.
Pontas de langa.
Gales de seda para o forro de dito, es-
trenos e largos.
Pregos de esbeca de marlim.
Escovas para dar graxa.
19 Ra Primeiro de Btrco 19
Tendo renovado completamente a loja do predi:, em jos teem o seu es-
tabeleciraento,
19=A ra Primeir> de ar<;r19
com aquello asseio e elegancia desejave achara- 2 aurora prvidos do mais
esplendido sortimento de fazendas finas e moderna-- <\>.
SEDA, LA, LINHO E AXGODAO
todas do ultimo gosto, e continuam a ter como sempre, diversos
ARTIGOS ESPECIAES DE SUA GASA
Garanlem, com toda
a sin:eridade, vender
por menos que qual-
qoer ontro, porque
rcfbem *ra direitura
a maior parte de suas
fazendas.
19 RA I.' DE MARCO 19
(fatiga ra do Crespo).
A fcia e caleos da Bota de Outo, aeaba de
receber oro raUs sorflmeat* -de ealcados dos
melhores bbrieaates de iMbterra, Portofal e
Praaca, a saber : botinas de becerro e peliea pa-
ra horneo, botinas de peiiea preta e duraque de
cores e de caaos altos pira senhora, dHas de be-
ierro, sai |nt*a e caspia* para rapases, bo.
tilas mlnia berdadoa aar criaogas dog
alborea 4m tea vindo a aasa praea : oa lea d
BottdeOor, ifta i rna do Bom haa 0. 21*
obrado amaren.
Q.1
sa roa da
E. A. Burle & C, em sea armaiem' rna
da Croa n. 48, vendem a precos muito em conta
para acatar :
Ladrilbos de marmore.
Taboas e degros de dito.
Maon commum.
Manaiie.
Fio 4 aria.
Cognac Qno em caixa a barris de vidro.
Vinhos de Brdeos fios e ordinarios em caixas
e banis.
Licores em eaixa.
Praetas em conserva.
Azeita doce em caias. "f J
Vende-se a berna da,roa Imperial d. 49, es-
quina do beeeo do Lima : a tratar na mesma.
KELER&C:
VNDEME
AC DE TRIESTE
LEITE CONBENSADO
CERVEJV DE MICA
COGNAC FIM
A' rna da Cruz (Bom Jess) n. 55

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3

anca se vio om processojmais perfeilo e qae at-
iaja da tal forma a satistaier as exigencias mais
veras da escriptoracao.
A sna cor lindissima e nao precisa de enida-
.o algom para se conservar no tioteiro sempre
,ojh a mesma cor, sem borra, crsta, bolor on sem
odas estas maullas inherentes todas as tintas
itf agora conbecidas, anda mesmo dos melhores
torea estrangeiros.
Sobretodo, este estimavel producto nao ataca as
,nnas de ac, antes pelo contrario, a penna
idquir om esmalte doorado que, sendo inters-
ame, asss proveitoso.
lata tinta, nao sendo especialmente para copiar,
l eomtodo doas, tres, oa mais copias ana ;niex
tapoja da escripia ; preciso, porm, deixar-lbe
tpapel bem raolhado sem o enxngar com o mata-
lorrao, porqae nao ha o risco de borrar. Para se
irar mato de ama copla, nao se aggloneraat ta
u folbas qaaotas copias se querem tirar; mas
ae-se com o original tirar ama tantas (mantas
Mdeeijam, sem qae o original fique prejudicado
islu extracSes.
Oecerrea^t dizer gae,para copiar importa
S'la intelligeBcia e babNMade, sem eqoeame-
Unu nao satisfaz, 0 deleito recae sempre
obre a tinta, qae mallas vezas qnem meos
Td
qnadade Asta
dMB>da
trsoa mlitarw.
taraanto i sna
.issator davida poto qw asu
d extremamente
o^ em qcMlqaar ea-
paraoa^-
cripu soffre o choque de cidos fortissimosL sem
se decompor; ora, se os cidos nao tem accao so-
bre ella, maita menos a aeco do tompo a pode
destruir; isto plausivel.
Nlo s ao commercio qae este mea producto
veio ser til; os professores dos collegios, Investi-
gando todos os meios para o adiantamento dos
seas discpulos, tem approveiudo esU tinta, qae
com razio a aeharam apta para desenvolver o
rio nos educandos, em conseqoeneia da beiesa
cor e facilidade de correr na pequea pela sua
liquidez. Ha exemplos de enancas qae havia
muito temp tmhara ama repugnancia extrema
para a escripia, logo qae foi admittida esu tinta
00 coliegio, apoderoa-se deltas a cariosidade e o
gosto, e -ponco tempo depois o sea adiantamento
tUmmnm
Bata tinta, i par de tantas vantagens, tem om
mico inconveniente, deteriora-te ao contacto de
ootra oaalquer; cenvm pois te-la em tiatejro
isenios do menor vislumbre de ouira tlnu, e evi-
tar eseraver com a penna tria de orna preparacio
difTerenU e incompativel; vwriflaado Uto, nio ha
Observa^ao.
Diversas fatoificaoSaa semelbancae tea apea-
recido, coja darabiUdada duvidesa. Os Srs.
compradores podem avilar o eogano dirigindo-se
casas drcamspectas,Ca pedindo a tinta qae en
BAZAR ACADMICO
13 ROA DA IMPERATRIZ 13
DE
ULYSSES & IRMAO
Neste bem conbecide e acreditado esiabelecinjento, encontrarSo nossos amigos e fre-
guezes cigarros de palha e de papel de diversos litlos e das melbors qualidades de
faneo. Cbarntos dos mais acreditados fabricar tes da Babia e do Ro de Janeiro ; e bem
assim, ponteiras para charutose cigarros, cachimbos de espnma, de ponelkna, de ma
deira de diversas qualidades, de looca-e p de gallinbas muito finos a 260O a dezia, e
moitos oulros rticos que deixamos de mencionar.
Fabrica de cigarros.
Bem attesia a supericridade dos cigarros de nossa fabrica o grande consumo qae
delles tem havido no interior e as provincias do oorte. Com presteza promptamot
qoalquer enccmmcnda, remettendo-a ao seu deslino.
BAZAB ACADMICO
43RA DA IMPERATRI^-13
Ulysses & Irmao >
LUCA EVIDROS

NO

COHRCHL
Ra da Imperatriz 15
DE
ULYSSES & IRMAO
Tendo de chegsr um novo sortimento, e tendo de sijffrer urna reforma o sysU.ma
de negocio deste esubelecimento, seus proprietarios resolveram expor em liqoidaco,
grande qu?nlidade de pratos de louca, lijellas, apparelhos de louca para jantar e pan
almoco, etc.
opprlIrV
A. C. Momiro.
Grande qaantidade de cooos de vidro fi-
nos para agua a 4&200, 4oC0e 4)J800 a
dozia, clices de vidro finos para licor a
3,5000 a duzia, ditos de cor para vinho a
2i$5Q0 a duzia, garrafas finas de vidro ba-
carat para vinho a 50500, 60, 6500, U
e 7)5500 o par, bonitas compoteiras de vi-
dro a 6#30O, 7^500 e 8/5.500 o par, gran-
de e variado sortimento de jarros finos para
flores a 30, 40, 50, 60, 70, 80, 90, 100,
110, 120, 130, 140. 150, 160 e 180000 o
par, cbamins americanos para candieiro a
20200 e 20400 a duzia, escarradeiras de
vidro a 30500 o par, globos para candiei-
ros de 10500 a 20000 cada um, lampari-
saa com vidro para cima de meza, parede
aependurar a 10500. 10700, 20 e 20200
eddauma, bonitas quartinhas hamburguezas
a 40500 e 50000 o par, lindos pateiros
ce porcelana branca de 10200 a 30 cada
dm, bonitas canecas de porcelana com frizo
u esmaltadas para caf a 60000 a duzia,
escarradeiras e copo de crystal de cor para
eavatorio por 30000, pratinbos de vidro
lpara copo a 320, 400 e 500 rs. cada um,
sextinhas de vidro para passas, figos, etc.
etc. a 800 rs. cada urna, compoteiras de
vidro para doce secco a 20 e 20500 cada
urna, casiicaes de vidro s para vela a...
102CO, canecas de porcelana com lampa a
320 rs. cada orna, galheitas de vidro para
missa a 800 rs. o par, candieiros de vidro
com globos a 50, 140 e 160000 cada nm.
E outros artigos que deixamos de men-
cionar ; e prevenimos a quem precisar com-
prar algum destes objectos que approvei-
tem a occasiao de comprar-los por menos
20 % em raz5 de termos de liquidal-os o
mais breve possivel. Roa da Imperatriz
o. t.
OLEADOS E CASEMIRAS PARA FORRO
DE CARROS.
Vende se oleado preto grosso a 20200
o covado. Dito cor de cinza a 10200 e
cor de caf, verde e preto a 10400 o cova-
do, para acabar.
Panno fino azul escuro a 30700 o covado.
Flanella branca ingleza a 10400 o cova-
do. Dita muito- fina azul com duas largu-
ras a 20300 o covado.
Casemiras escaras e claras de duas lar-
guras a 20400, 20600, 20800 e 30000 o
covado, as qnaes servem tambem para pa-
litot. No Emporio Commercial rna da Im-
peratriz n. 15.
CHAPEOS DE PELLO PRETO A 90000.
O Emporio Commercial est venciendo
chapeos de pello preto para bomens a 90.
Ditos de castor branco a 100. Ditos de
palha e feltro tanto para bomem como para
crianza. Bonets de couro da Russia para
meninos a 10500 cada um. Cbapelinas de
seda"para baptizados de crianza a 20500,
30 e 30500. Bonitas tonqumhas francezas
de 13a para enanca a 800 rs. cada urna.
Cbapelinas enfeitadas para senhora a 50,
60 e 70000 cada urna. Chapeos de sold
seda tanto para homem como para se-
nhora. Na roa da Imperatriz n. 15.
GRANDE ARMAZEM DE VARIEDADES
EMPORIO COMMERCIAL RA DA IM-
PERATRIZ N. 15, DE ULYSSES d IR-
MO.
Este novo e grande estabeleciraento con-
tina sempre firme em vender barato para
vender muito, e em conseqoeneia de nao
baver ainda ebegado algumas encommendas
que temos feito, e escasso como se acha o
nosso mercado de artigos de gesto'. vende-
mos por mdicos precos os que se segu.
Superior panno preto PII a 60 o covado.
Dito dito Brasil a 50500.
Snperiores casemiras escuras e claras
para palitots, calcas e collete.
Brins brancos de linbo de 103(0 a 20600
a vara.
Brim pardo a 300 e 560 rs. o covado.
MadapolSo francez e inglez de 50100 a
150 a peca.
Grande sortimento de chitas.
Corte com 17 ovados de chaliz a 50000
a 40500.
Cobertores de la escossezes.
Colxas de a'godao branca e de cres de
30000 a 40900.
Sed i L ha preta a 500 rs. o covado.
Dita branca a 6'O rs. o covado.
Crtes com 21 ovados de sedinfca de
listra por 250GOO.
Fronhas de crivo-a 600 rs.
Alpaca preta sarjada a 500 rs. o covjdo.
dem branca a 500 rs. o covado.
Guardanapos de linho para cha a 20COO
e 30600 a duzia.
Ditos para jan;ar a 70500 a dozia.
Camisinhas bordadas para senhora a...
24500 e 30000.
Lindas cambraias Imperatriz corles 3e
10 jardas por 90 00.
Cortes de cambraia de salpico com S
varas por 50oOO.
Tapetes grandes e pequeos.
Lencos de cassas para mangas a tHOO
a duzia.
A'godao branco e de lista.
Peitos de esguiSo de linho para mi-
za a 10
Punhos o par a 800
Collaritibos finos a 500 e 600
Espartilhos bordados finos para senbo-
ras a 50
Meias finas para bomem, senhora, a
crianzas.
Ua fina para bordar libra a 60
Carreteis de linha Alexanre a 80
Dita em dozia a 920
Abotuadura para collete a 120, 200 GOO
500
Ditas para punhos a 300 e 10
Papel de pezo, almaco e peqaeno d
cores em caixinha.
Latinbas de. banba a 80 rs. e em do-
zia a 900
Brincos pretos de burracha e alfinete a
800
Boffies de duraque preto para palito
groza a 1800
Grande variedade de bo'es para palitot
e collete qae se vende barato,
Caixas com dez novellos grandes de li-
nha a 440
Ditas com 50 ditos a 650
50 pecas cordo do vestido 600
Peca de fita para coz 440
Sabonetes transparantes finos duzia 600
Col I eres de metal fino para cha, duzia a
20000
Ditas para sopa a 40
Talbares de faccas duzia 50, 60 70 H
6 90000
Temos de bandeijas ovaes a 100
Ditos lizas a (0
Sabonetes finos e iguaes duzia a 10200,
10500 e 20
Caixas de botoes de osso para ca'ca a
200
Sutaes branco, duzia a 280
Tranca de 13a e branca de caracol duzia
a 560
Retroz preto e de cores, oitava 240
Carnizas de meia erna muito boas a .'0
Sitineta de algodao de corea para r.- upa
de montara, e de enanca covado a 500
Merino preto trancado a covado a 30300
Leucos de linho em bonitas caixinbas ,;:-
zia 50800
Lindas cambraias bordadas de lia vara
10000
Colxas de pello de lontra com duas vis-
tas a 140000
Cretone matisado para coberta ovado a
700
Grande sortimentos da perfumaras ; um
bonito toyalet de vinhatio com pedn mar-
more e vidro oval, um guarda roupa de
amarello ; seis cadeiras de guarni, 2 de
ditas de bracos e doas de balanco, tudo
de Jacaranda massio, proprio para um
gabinete e vendem-se por mdico preco
por ser resto. Nio ser mi vender no
EMPORIO COMMERCIAL
15 tua da Imperatrs 15
UiysSes & lrmdo.

LIQUIDACO
E' PECHINCHA. am ^
Chita Usa gosto de praa a *, 40, 280 e 3iO
o covado peehioeba.
Cobertores de laa escaras muito grandes a 1*.
Na loja 4a Guilherme Camauro da Cuaba : na
jraM Graspo a. .
Vende-se
a loja de loaea da terra sita i roa do Rangel n.
4 : qaem a pretender dlrtja-se mesma oa i pra-
ca da Independencia n, 33, qae achara esm qaem
tratar-___________________________.
Superior caf do
Ceara'
Vende-se na loja da Roiim : roa do Duque
de Caua o. 73, aotif a do Qaeimado.


8
Diario da Pernambuc Segunda feira 16 de Outubro de 1871

-



'

I

V>
'
I*
I
UTTERATRA.
letrada le frrro de bitola
estrella
A primeira importante revluglo no oso
dos caminhos de ferro va progredindo c. m
feliz su;so, oto sem forte opposigS da
rolioa. da dilerenga e dos prejuizos; m.-:s
easss obstculos a difiiaildades, quer sy m
directos, quer indirectos, vjo esapparec."i-
do medida que se arraiga a convieclo d;
que aos psi/es que ti ida na possnem fi -s
frreas, oa onde estas s3o euo eteaato n-<)
mero, convem l-ias quano ante, e qoa
Utas devem ser productivas e uaofontes de
perdas.
Ha saen'.s ura meio de obter compL-
tamente-fste resultado:
Iteducco da bit ola, augmento don decli-
ves c curvaturas, caminhos de ferro bar tos
em summa, inachinismo apropriado a ttm
pcunomico servco do trafego, e severa ob-
servancia da economa na construcco e na
administraco.
Poneos ha, mesmo entre aquelles que tem
seguid) attentamente ai discussfhs sobre
vias frreas de bilola eslreita, as columnas
este jornal e de outros, que fagam idea da
extensao que ltimamente tomoa essa re-
forro a.
P le se resumir a situaglo do segante
mojo:
Na Lidia esiabeleceuse a bitila de 3 pea
e 3 pollegadas em tal escala, que far ref-
lizar tm systeraa provavelmente de militares
de milhis. A largira reduzila ser elT:e-
tivamente a uaicj adoptada nesse paiz.
A Australia, a Tarmania e a Nova-Zaho-
dia vao seguindo o mesmo caracho. Es-
pecialraoote a Austraba est determinad) a
aceitar a refurm e a p-la carapletaraeir.e
em execugSo.
Na Kussia a bilola de 3 ps e 6 porga-
das est definitivamente adoptada, e os ra-
sultados do trafeg.i ver-se-bao muito breve
era urna extensa i ele de linhas do norte ao
su!, do Biltico ao intrior da Sibaria.
No Egypio adoptou-se a mesma largura.
Nos Estidos-Unidos esto em construcco
ou vao ser mecadas mais de 2,003 milias
de vias frreas de bitola estreita.
A California vai estabelecenlo caminhos
ile farro da bit la reduzda em todas as di-
recg.-s; 1 ancana-se linhas no territorio do
oeste e do noroeste, onde basta abrir cora-
manicacoas para converter regios desab.ia-
das em ricos districtos de agicaltura ou de
rainerag-). N s estados centraes e orien-
taos, onde ha miis energia e abundancia de
capitao?, formam-se emprezas organisadas
por capitalista* e engenheiros que promo-
vem a coastruccao de vias frreas de bitola
estreita independenteson tributarias das li-
iba. existentes.
No Canad, onde o progresso muio
mais lento, constroem-se estradas de ferr.o
de bitola estreita: na propria iltia do Piin-
cipe Eduardo charaam se empreiteiros pira
a construcco de urna lioha de 3 ps e (i
pollegadas desde Casumpec at Geortown,
em urna distancia de 120 milhas.
To gradualmente vao se operando as mais
rpidas m.idanQas e meihoramentos em re-
dor de dos, que diflicil comprehender que
taes modadas e operara. Nos ltimos 12
mezes temos fivido na historia, a mais com-
movente e raaravilhosa historia que o mundo
civilisado jamis vio ; e nao podemos jal
ga-la, porque osacontecimenlospassam, eoa-
trabidos pelo effeito da distancia, que eaho-
Ca os contornos, mas apaga os detalbes, an-
tes de podermos realmente comprehender o
que se passoj. Nao pode fcilmente tomar
oosigao deOioUa no espirito, o que nao
palpavei ao3 sentidos. Quando os caminhos
o sub titarara as estradas ordinarias,
e a rapidez as vjagens quadruplicoo, e o
loforto e fiCilidade de traasaeges aug-
mentaran! ioQuitameule, produzio se urna
poderosa roudanca para todos palpavel,
; os effeito; eram perceptiveis aos
seati.js; porra, impossivel julgar dos
meii /. amentos que se realisaram desde os
di--, .'.a estrada de ferro de Manchesler e
L; ;poolat o temp) presente, sem tomar
um ponto de parada para delle rever,
eoiijiisrac e co aparar tolas as alteragoes
e desenvolvimentos, cada ura dos quaes
veio a servir ao ra h j i obtido.
Assim agora, posto s ja a a&misso da
largura de 3 ps e (5 pollegadas a maior
mudaaga que se tenha realisado nos cami-
nhos de ferro, desde que estes existem, esse
fado attrabe pouca atlengaa, salvo dos ca-
pitalistas e engenheiros empenha los na
qaesto; e qaando no futuro existir syste-
ma mais comp'.eto do que aquelle a que nos
referimos, ficar-se-ba ento maravilhado des-
FOLHETIffi
A ILHOO FOGO
ohwti;
POR
ALEXA\DRE DLMAS
(Gontinuago do n. 23i)
VII
i m codlclllo orlglmal.
Lembramse, queridos leitores, de orna
especie de escrivo que annunciou Van-
den-Beck e Ester Menuis a morle de seu
lio?
Pois era era mais nem menos, do que
o escrivo de diligencias do tabeliionato de
Waes.
Morava este na praga de Wellebrede,
urna das mais bonitas da Batavia.
O tabelliSo Maes era om original bastan-
te caracterisado, e por tanto nao demais
consagrarmos ama ou dnas paginas res
eha da sua dupla pbysionomia, pbysica e
moral.
Physicamente considerado, o tabeili o
Maes era alto, gordoe barrigudo ; lioha es-
tatura de tambor-mr, mas de cara rapada,
nariz aquilino e unn cutis rosada qne fazia
o nariz curioso contraste com a soa estatura
besculea.
Moralmente.fallando, Maes duplicava-se,
isto ha va dous horneas debaixo da mes-
ma palle.
Um era Maes, o tabellio.
O ootro era Maes, cavalbeiro particular.
Nada mais simp'es, metbodico, pontaal,
ordenado' e arranjido, do que Maes, o ta-
bellio.
. Se s qaatro horas da madrugada algaem
reclamava a saa presenga para negocios di
ta gnu le mu liega e se apreciar aquelle a
quem foi deiJa a reforma.
E' nosso prop.jsito oeste artigo registrar
a historia do oauvimento da bitola estreita,
tanto para oneuiirnto do publico actual,
como amis part'cularmente para refencia
no futuro. E consideramos que assim cum
primos ora dever especial, nao so porque
temos siloquasi interroajpidamente advoga-
dos da largura reduzida, mas ainda porque
entendemos que os. verdadeiros autores da
reforma lm direito ao davido reconhecimen-
t), alm de que estamos convencidos de
que, sm este registro nao tardara muile
que iui mullida) de prelendentes se apre-
euiassem disputando aqnillo qne nooca Ihes
.pertenc-u.
II i juntamente 8 anao3, desde qu) a via
frrea de Festiniog. de 2 pea de largura,
construida em 1833 para ser servida por
inimaes, foi convertid) em linha de traccao
a vapor para o transporte de passageiros
e_ de ardosias extrabidas das momanhas de
Festiciog, para se embarcaremaa caes de
Portmadoc. Esta mudanga de um caminbo
servido p ir aniuaaes em urna estrada servida
por locoDolivas p de ser considerada como
un dis prinoeirjs pasaos para o progresso
a que umos h)je chegido.
A via fe rea de Festiaiog n5o fj, ver-
dade, a primelra linha de bitola excepcional-
mente estreita servida por vapor. Sjm vol-
lar ao^primeiros tera,-;)> dos caminhos de
(erro, iiavia a lihha de Broelthal Valley, per-
tideCilonia, camabito'a de 2 pes e 7
[Hj{|-?adas j m traf'go. A linha deQieens-
land, ctm a largara de 3 e C pollegadas,
b3via sido explorada, e praticamente adopta-
d', depois da experiencia oblidjt em um pe-
queo caminho de ferro da mesma largura
na Nova Zelandia. Na Noruega M. Cari Pihl
esta va regolvendo o problema de dar cami-
nhos de farro a um paiz esseocialmeote po
bre, no qual os engenheiros ioglezes haviam
provado por cusilas e at ruinosas expe-
riencias que a bitola ordinaria era commer
eialmente impossivel.-
Mis foi da experiencia iugleza que resul-
tarara os dados pastos em pratica pelo go-
verno colonial, e adoptados pelos engenhei-
ros do continente pelos americano-; espe-
cialmente ; e da via frrea de Festiniog re-
sultou a nica experiencia proveitosa neste
paiz sobre a elcacia do servigo as linhas
le bito'.a estreita. Entretanto, posto que
hja olio anuos que se fez a primeira trans-
formagSo nesta linha, e qu3 outro3 enge-
nheiros tenham indepeadentemente tratado
de resolver a questo dos caminhos de ferro
barato?, basoanlose na reducgSo da bilola,
apezar disso, ha apenas dous oa tres annos
que a grande reforma comegou a ser seria e
systematicmente agitada.
V de a pena passar era breve revista a
parte que a via frrea de Festiniog tem real-
mente representado na reforma que consi-
deramos. Mas, nao ob-tante a energia des
envolvida em provar a capacidade desta li
nha e mostrar quanto poderia fazar com ma-
cbinismo apropriado, nao tivesse havido ex
periencia, e sim smente a theoria para
guiar, a questo de relucglo da bitola em
sua applicagSo geral teria licado sem solugo
por outros dez annos.
Tanto se lera faliado e escripto sobre a
linha d) Festiniog, tanto citada por toda,
parte, qaeoantigo caminho de transporte
de ardosias adquerio celebridade nem mes
mo excidida p^la grande estrada de ferro
do f2c8co ; e esta cotoriedade que tem
levado muitos a urna critica desfavoravel, e
a publicaren) que o caminho de ferro tem
simplesmente servido de annuncio para ul-
teriores intoresses pessoaes, Dizem estes
que o trafego da nha peqaeno, que a
carga das mais pasadas e de menor vol-
me que todos os declives s3o em favor do
maior peso, e que, nestas circumstancias, o
servigo que presta proporcionado s sois
dimjii:i33s, emqaanto qae a classe especial
de machinas nella usadastm ludo a seu ta-
vor pa'ra a produ*;3o de boos resultados.
Por estes e outros especiosos argumentos,
eertos rotiaeiros e alguns impellidos por
motivos pessoaes, desfiguram o papel da
via frrea d i Festiniog, tanto como aquelles
que, satisfazendo a mitras vistas, e levados
pela exuberancia do sentimeoto ao veremo
que sepdle fazer em urna lioha de menos
de 2 ps de largura, sahem clamando pela
bitola de 2 ps em toda a parte.
O seu fira especial a estrada de ferro
de Festiniog tem ampia largura; tem
comparativamente de transportar um peque-
no numero de passageiros e urna carga con-
sideiavel, qae mediado apenas cerca de 15
ps por tonelada, permiti que o material
rodante seja o mais simples possivel, de
sorte que os truchs sobre os quaes trans -
portam-se as ardosias sao baixos e peque-
tabellionato, Maes apresenlava-se de falo
preto gravata e luvas braocas, segundo
mandava a etiqueta batava.
Nmguem se (embrava de o ter visto
p as ras dorante o da.
No exercicio das suas funegoas n5o sob-
ria nunca.
A sua pbysionomia revelava sempre o quer
oue fosse da gravidade do codicilio, ainda
que se tratasse de urna escriptura de es-
ponsaes.
S por terceira pessoa fallava aos clien-
tes, e evitava cuidadosamente toda a pa-
lestra que se af4Stasse das faoccoss do seu
cargo.
Mas, desde o escarecer, oa o qae o
mesmn, s seis em ponto da tarde, termi-
na v a ou suspenda Maes o sea trabalho, e
com um suspiro de satisfagan largava a sua
tarefa, jumamente com a tal compostara
seria e a lgubre bysionomia.
Via-se-lhe no semblante a satisfagan ;
despia o fato preto, que nao agradava l
muito..a sua esposa, malber decente e ar-
ranjada, ainda que viva e petulante, e vesta
um falo de piqu branco ; despejava qaa-
tro oa cioco copos de genebra e transfor
mava-se em Maes, cavalheiro particular, isto
n'am homem alegre e foliSo, qoe apre-
ciaba as delicias de um cachimbo carregalo
de opio, e qae atravessava as reas estreitas
e torlaosas, e os lelheiros e casebres de
Mistern-Cornlys, e acabava regularmente a
ooole em Campong-Cnino oa no thatrinho
da praga Voyaog Telina, onde segando as
ms lioguas, ia estudar a litteratura dra-
mtica do celeste imperio ; porm, de
Qotar-se qae os costumes ntimos das lindas
malaias alirahiim qaelle theatro os seas
melhores concorrentes.
Seriam amas cinco horas da tarde. Eo
cerrado no sen escriptorio, diante de ama
estante carregada de livros e processos,
qaa eslava dispondo conscienciosamente,
contemplava Maes de vez em qaando o sea
eos, e os carros de passageiros sao accom-
modados s exigenci is de um povo, algum
tanto primitivo. Mas para um trafego or-
dmar.o semelhante bitola seria totlmente
impropria, visto qae sera insufflciente para
o servigo geral de mercadorias oa passagei-
ros a mxima largura de vehculos qae ad
mittiria, se bam qua nella se poieriam col-
locar machinas capazes de satisfazerem s
maiores exigencias desse servigo. Assim
advoga Jos e ioimigos desarrasoados da bi-
tola estreita, jalgam falsa luz o caminho
de ferro di Festiniog e deiiam de ver qae
esta era a nica linha na Ioglatem era qae
o problema poda ser resol vido c un algum a
pereig3o, do mesmo modo que deixam d
apreciar completamente a iraportracia dos
resultados obtidos. Verdade qae darn
te tolo esse lempo ex;sti na Noruega om
systema de vias ferrias, cuja largara tintu
sido cuidadosa e judiciosimente escolhida,
em attenc3o s exigenciai de nm trafgo
geral, e que fra a qoesto inteiram-nte
resokija sobre o modelo mais economice.
Mas, excepto pelos dados escriptos epu-
blicados pelo hbil engenheiro Mr! Pibl.
concernenle execugo e capacida le de-sis
linhas, na" o a pro -eitaram estas a experiencia.
Ajunte-se a isso que o trafego naquelle paiz
insignificante demais para dar idea da
grande capacidade de ama via frrea de bi-
tola estreita, e qoe a forg de traegio erm
pregada era proporcionada s necessida Jes
lo servigo, e comprehender-se ha prompt.-
raente porque que era impossivel obter da
dos completos. Por outro lado, ocaaainho
de ferro de Festiniog fica m3o, com seus
ortes declives dfcscendo para Portraadoc e
com suas aperladas corvas dando a npla
opporlanidade para txper encas da nsepa-
ravel relacSj cora o assampto. A'm disso
o anico elemento qae faltava tinha sido sop-
prido gragas energia de Mr. Spooner, su-
perintendente da iinba : machinas do syste
ma Fairlie eslavam percorrendo a estrada
e provao lo dararn?nte quanto servigo se
poda fazer sobre o mesquinho par de tr-
bos com suas pesadas rampas e voltas as-
peras. Tivesse a via frrea 3 ps e 6 po-
lcadas de largura em vez de menos de 2
p<, que ter se-hia provaveluienie poopido
raetade das ridiculas asserges que sobre
ella e sobre assumptos connexos se tem es
palhado.
Desenvolvida, enio, como foi por Mr.
Spooner e Mr. Fairlie, a via frrea de Fes-
tiaiog tornoa-se urna perfeita linha de expe-
riencia, e nada mais. Nenbum dos que es-
to a ella ligados tem reclamado mais do
que iss\ e s argumentos de opposico e
toleimada apologa Ihe tem dado indevida
importancia. Nao obstante foi esta Iinba o
bergo das grandes emprezas que agora sur-
gem de todos os lados.
Em 1860 o governo russo, qu estava al
gura tanto ao facto de que se tinha feito
nella, recommendou ao ministro das obras
publicas que convidasse Mr. Fairlie a visitar
S. Petersburgo, para obter delle informa
ces se bre a capacidade de suas a achinas
e sobre a experiencia que tinha colhido do
servigo na linha de Festiniog.
O resultado da entrevista foi a noraeagSo
pelo imperador da Rassia, de ama eommis-
so incumbida de vir a Inglaterra investi-
gar a verdade das informagQes favoraveis
prestadas no retatorio de Mr. Fairlie.
A commissao aqu ebegou, como sabida
sendo presidente o conde Alexis Bobrinsky,
e membros varios eminentes engenheiros
russos, os quaes, juntamente com o geiaral
Sir W. Baker, capitao Tyler e outros, Visi-
taran) o caminho de ferro de Festiaiog;
nao pouparam esforgos para se satisfazerem,
nao s qoaoto verdade da exposi;5o que
Ibes fra feila, mas tambem a respeito da
vantagem relativa para ara trafego geral
de linias econmicas, baseada sobre a ex
periencia do caminho de ferro de Festiniog
com seu servigo especial. N3o mister re-
ferir agora longamente todo o que ento se
passou ; basta recordar aos nossos leitores
que, guiada pelo qae tinha visto, fortificada
tambera com a experiencia do systema no-
rueguense de 3 pos e 6 polegadas, a com-
missao russa voltou para S. Petersburgo, e
tal relatorio apresentou, que durante o mes
de maio seguate, depois de discutida a ma
teria em urna reumao dos principaes bo-
rneas scientificos da Rassia, o imperador
decretou a immediata construcco da estra-
da de ferro de Livny com 3 ps e 6 pole-
gadas de largura, comegando na ou parto
da es'ago de Vierhovia. da via frrea de
Orel e Eletz, e Ierra nando em Livny, em
urna distancia de 39 milhas. As obras co
megaram no ultimo verlo e ficaram conclui-
das no mez de novembro segrate, apezar,
do descommunal rigor do ultimo invern.
Esta va frrea nlo foi, entretanto, aberta
fato preto e passava dolorosamenle a m3o
pela gravata, como se o corpo e o pescogo
estivessem impacientes por largar a gravata
e o fato.
Passava continuamente os olhos da es-
tante para o relogio, qaando se abri a por-
ta do escriptorio e nm dos officias do ta-
bellionato entrou dizendo :
Sr. tabelli3o, a Sra. Vao-den-Beck
Mencs deseja fallar-lhe.
Que entre, que entre, respoadeu Maes,
Os clientes nao devem esperar, 6 muito
menos as dientas, accrescenloa sorriodo.
Mas, notando qae o official poda dar
sua ultima parase um interpretarlo leviana,
accrescentou :
Especialmente qaando as dientas slo
tSo respeitaveis como a senhora Van-den
Beck. Mande-a entrar.
O tabellio mirou se ao espelho, para ver
se tinha bem composto o falo e a grvala.
O official apresentou a Sra. Van-den
Beck.
A recente enfermidade de Ester e a in-
quietago em que a tinha o estado de sea
marido, revelavam-se na pbysionomia da
pobre Sra.
Estava paluda, mas a saa pallidez ainda
a fazia mais formosa.
O tabelliSo chegou-lhe ama poltrona.
Ha de permittir, miaba Sra., qae
principie pergaotando pela saude de seo
esposo.
Vai melbor, Sr., vol vea Ester, apezar
dos orculos da seiencia ; o medbo j me
tinha feito perder todas as esperanzas.
O Sr. Maes sorrio. Ester continuou :
A saa moeldade e robustez triompha-
ram do mal; j desapparecea o delirio, e
com o delirio as borriveis vises qae o
atormentavam. Ao estado de exaspero
soccedeu nm desalent que me inqoieta,
mas de qae espero triampoar.
E' do crer, tornoa o tabellio, qoe
julgou ter satisfeito todas as convenien-
ao publico antes de margo ultimo, em con
secuencia de demora na en rega do materia!
rodante e das machinas
A aegao enrgica da Russia nesta qaestSo
loi iateiramenle devida S exparienVia oblida
ao paix de G tiles e o mesmo se pode dizer
a respeiD da decisSo mais recentemen'e to
mada sobre a futura bitola dos caminhos de
ferro Ua India,- em consequencia dos rela-
torios do capilo Tyler e dos outros mam-
bro3 do conse ho indiano trae acompanha-am
a cemuissSo russa, o secretario de estado
da India remetleu para este paiz as infor-
raages qoe tinham sido levadas aos;u o
obecimento. O resu'lado foi que oulra com-
missao .vf0 a? paiz de Galles, coroposta
principalmeole d's primelros engenheiros e
oolros ligadas a repartigSo dis obras pu-
O'ias ai Indi em cujo numero podemos
mencioaar o coronel S.rachsy, o corone!
Dickens, M Sianton, M. L-)ard, etc., alm
de M. Rendel e o.otros. Aqui repilram-se
experiencias semel .antes s qae haviam con
vencido a commissSo russa, e os resultados
em referencia aoseogenheir >s daladia foram
os mesmos. Os corone s Strachey e D.c
kos e M. Rendel pronunciaram-se, :omo
sabido, a favor da bitola de 2 ps e 9 pa
legadas, emquanto M. John Fowier, tratan
do da qaesto sobre mais larga base, que
como sempre a temos discutido, chegou
cancloso de que o saldo das vantagens
era em favor da b'tola de 3 ps e 6 pole-
gadas. Os tres primeiros cavslhairos a:ima
oomeados, que tinham sido incumbidos de
apresentar o relatorio ; impressiooados da
capacidade do caminho de ferro de Festi-
niog, exprimiram a convieg) da qie urna
b.to'la ponco excedente a 2 ps seria suffi
cente para' as necessidodes da India. Mis
guiados por maftra reflislo, acooselharam
que se adoptassa definitivame de na India
a argura d 2 pos e 9 polegadas. Cabio
a drciso suprema entre as ditas opinies,
e ficou Cstabelecido qae a futura bitola dos
caminhos de ferro da In-1 a s / i i de 3 ps
e 3 polegadas. Este resultado foi io
questionavelmente devido ao anterior pro
cedimenio da comm:ss3o russa e s facili-
dades offerecidas pela- linhas do paiz, de
Galles.
At agora temos mostrado que era dous
vastos paizes, onde antes existiara vias fr-
reas de bilola larga, e um dos quaes ao
menos diminava directa e indirectamente o
mais violento antagonismo sustentado l pe-
los engenheiros residentes e aqui pelos en-
genheiros consultores, o novo systema fir-
raou-se e vai sem duvida estender-se rpi-
damente nos annos mais prximos.
Passamos em seguida s nossas remotas
colonias da Australia e Nova Zelandia, e aos
Estados-Unidos. Na primeira existe a mais
viva agitago a respeito dos caminhos de
Ierro de bitola estreita e trata-se de aban
donar a pratica existente, qae toraou-se ab-
solutamente ruinosa para os interesses das
colonias. Era um paiz de t3o vastas diraen-
soes como a Australia, mal povoado, na
maior parte agrcola, no qual as localidades
favoraveis esto largamente separadas urnas
das outras e dos ceiros commerciaes, a
commaoicago por estrada de ferro signifi-
ca vida, e a sua ausencia estagnago epara-
lysia Entretanto, tao impossivel oa Aus-
tralia como foi na Noruega, construir os
velhos typos de vas-f-rreas. A experien-
cia ingleza de boje d aos colonos o que
elles reclamara em troca da' stereotypada
pratica de absoluta gerag3o prnfissional.
Ainda aqu a experiencia do caminho de fer-
ro de Festiniog prestou servigo tao,com-
pleto e satisfactoriamente que j os-ienge-
nheiros apologistas da bitola larga, engaja-
dos na Australia, tiveram de resignar seos
postos ou amoldarem-se s inevitaveis mu-
dangas.
E se esta determinagao tao notavel nos
Antpodas, n3o mmos fortemente assig-
nalada nos Estados-Uuidos. J l existe
um systeraa de caminhos de ferro, pela
maior parte da bitola ordinaria, de muitos
milbares de milbas ; ms essa extens3o,
vasta como apenas cobre urna peruana
parte do paiz como urna rede effectva.
Nos estados de leste e do centro, nos quaes
se constroiram grandes estradas, troncos e
ramaes, urgente a necessidade de um
sub-systema. O estado de Massachusetts
procura obter um bil aulorisando a cons-
truego de eslrac'as de bitola estreita, e o
seu exemplo ser seguido por muitos ou-
tros. Mas oo occidente da Uiiio, sem fal-
lar da California, onde o novo systema est
13o completamente estabelecilo qae a bi-
tola presente tornar-se-ba brevemente ex-
cepcional, a necessida'de de taes estradas
mais vivamente sentida e mais ardentemen-
te sustentada.
Vastas exteasoes de trra, que podem
ser ricas em raid iras, humus, pastos emi-
oeraes, est a agora desaproveitidas por
falla de estradas de ferio, e s pedem en-
copantes pan augmentaren) a renta do paiz.
Unir esses rustridos aos centros de cidades
e a beira-mar, colloca-los ao alcance da co-
lonisago, habilitados a obterem supprimen-
tos, e a exportaren! o qoe prodozem, de
modo a mimar a immigr-agSo, s pode ser
realisado pelos mais econmicos caminhos
de ferro. No, portanto, de admirar qae
l-o engenheiro americano, vendo a praticabi-
lidade de taes linhas quasi nao hesite em
anear se inteiramenle em emprezas cojo
luccjsso seguro.
Que nao tenham elles mais cedo adoptado
em larga extensSo o caminhos de ferro de
bitola estreita, expl-ca-se pelo fado qoe em
qualquer mudanga radical o engenheiro ame
ricano toma a Inglaterra por guia, mas urna
vez qae vio resolvido o problema, seja este
qual fr, o pos logo em pratica em larga
escala, emquanto nos, mais sobriamente,
ainda estamos pensando nelle.
(Continuarse ka).
VARIEDAD
cias, de crer qne a senhora venha fallar-
me da beranga de sen to.
Exactamente, Sr., porque o escrivo
falln me de um codicilio com certas con-
digoes, que altenuam os effeitos da he-
ranga.
Assim minba Sra. ;.mas principie-
mos pelo priacipio, e fallemos do inventario
qae, segundo as leis tive de fazer dos beos
movis e immoveis que o testador dexa.
Como quizer, volveu a Sra. Van-den-
Beck, fazendo umi cortezia.
Techo a honra de lhe dizer, mioha
Sra..; continuou o tabellio, que esta be-
ranga consderavel, muito mais do que
suppe. Encootrei um activo que nao
montar menos de um m>lh3o e qainhen-
tos mil florins, e quanto ao capital passivQ
n3o existe, porque o Dr. Bazilio deixou dito
no seu testamento qae nao devi nada
ningaem.
Mea Deas 1 exclamou Ester cheia de
alegra. Meu querido Euzebio, que feli-
cidade para mim o ver-te assim tao 'rico 1
Ser feliz, muito feliz, pdenlo desfroclar
todo o de que at agora se tem visto pri-
vado por pobre.
A:cre8cente, disse o Sr. Maes, para
maior satisfago saa, que a heraaga s
Sra. pertence e pde com ella enriqoecer
seo esposo.
Oh I Coofesso, disse ella, eston con-
lentissima... Porque eu amo tanto 0
mea querido Euzebio I Elle quer-me
tantp t
O tabellio consaltou o relogio, e iater-
rompea-a dixendo :
Tonho o prazer de por as soas m3os
ama copia do inventario da riqueza do Dr.
Bazilio, hoja soa.
Consiste:
i* N'ama plantado no districto de Bui-
teozorgs, avaliada om dezeseis mil florins.
2o Em qoatfocMm mil .(barras deposita-
dos na casa Vai>dn-Beck, urna das mais
fortes de Batavia,
HORROROSO CRIME. Urna carta de
Forcalquier Alpes Baixos dirigida ao
Journal des Debits, diz :
Um criine terrivel, que faz recordar os
horrores dos assassinalos de Tropmann,
acaba de encher de horror e loto a pequea
villa de Lury e suasvvznhang milia iiteira, consistindo de quatro pessoas,
pai, rni, e dous Gihos, forira assassioado3
na sua propria residencia, no domingo pas-
sado, de tarde. O assassino ou assassinos
mataram as suas nfelizes victimas a golpes
de mchalo. O alarme foi logo dado pelos
visinoos das victimas, cujos gritos de ago-
na foram distinctamente ouvdos; mas in-
felizmente, devido escurido da noite, os
autores do crime poderam escapar, e n3o
se sabe em que di recelo,
* As autoridades militares e cvs que
foram avsalas dooccorrido a toda a pressa
adoptaram as medidas mais enrgicas para
a prislo dos malfeitores.
Foi chamada a gendarmera, e fe ex-
pedir m ordens s diversas localidades li-
mitrophes, para exercerem urna vigilancia
rigorosa sobre todos os viajantes.
i Urna luta tenaz, tinha evidentemente
tido lugar entre os assassinos e as suas vic-
timas, e julga-se qae aquelles deveriSo tam-
ben) ter ficada ftidos, e por este meo
provavel qae anda se lhe possa provar o
sea crime.
< A natureza escabrosa do paiz em que
os homicidas se refogiaram, talvez possa
oceultar o seu escon Irijo por algum tempo,
mas n3o tardar muito que nSo sejam des-
eobertoa e presos.
STRASBURGO. A Gazela de Strasburgo
publica a carta de despedida que o conde
de Bismark B jhem dirigi as aathoridades
e funcionarios pooheos de Strasburgo.
Eis aqui como se expressa o antigo go-
vernador da Alsacia e Lorena :
( Sua magestade o imperador e rei dig-
ooo-se re'evar-me das minbas luneges de
govornador geral, cajo cargo desempenbe
dorante um anno, e n^o posso separar-me
de attribuiges que cada vez me eram
mais queridas,sem demooslrar-vos o meu
afiecluoso agradecimentb pela bflnevolen-
cia e conflanga.rom que me distinguiam no
meio de to difOceis circumstancias. O meu
agradecimeoto dirige-se especialmente
patritica abnegag3o dos funecionarios e
empregados, e tambem a todos os que con-
tribniram por meio da saa pacitica attitude,
da sua justa apreciaco das circumstan-
cias, para conservar a este formoso paiz e
os seos nobres habitantes os beneficios da
paz.
< Chegou a pocha em que a administra-
..To passa para as mos de ura alto func-
cionario mais experimentado do qae ea.
Oxal que as leaes intenges do governo
possam encontrar, como at agora, o sau
me hor appoio no esclarecido patriotismo
dos habitantes, que aceitando a soberana
dos soccessos occorridos, 03 colloquem su-
periores instabilidade dos sentiraent >s.
eus proteja a Alsacia-Lorena, e os
seus habitantes 1 Strasburgo 5 de setem-
bro de 1871.Conde de Bismark Bohem.
tenente-general.
O CANCN. A origem do canean per-
de se na nebulosade dos scalos mdi-
cos. O que significa canean :' Porque mo-
tivo es-e o nome de um bailado libidi
noso, desordenado ? Ningaem o sabe ao
certo.
3o Em duzenios e irinta mil florins en-
contrados no quarto do finado e que esto
em meu poder.
4 Finalmente, em differentes mercado-
ras que esio tambem em meu poder...
A senhora Van-den-Beck, interrompea o
tabellio.
Bem, bem I disse-lhe ella. Ea nao
duvido do Sr., teabo con Sanca ; estoo,
porm, impaciente por saber qoal essa
clausula condicional de que me,falln...
Esta pergunta atrapalhou visivelmenle o
Sr. Maes, o qual segua com o maior es-
crpulo o precedo de Horacio: Ad eventum
festina.
Tossio, limpou vagarosamente a cara com
o lengo, franzio as sobrancelhas, poz os
ojalos, qae usava n3o s como symbolo da
sua profissao, mas tambem como adorno
da soa ligara, e acabou por dizer, briocan-
do com a cadeia do relogio :
Tenho a honra de lhe dizer, minha
Sra. que preferira esperar o restabeleci-
manto da saude de seu esposo para Ibes
expr esta clausula, a qaal s interes-a di-
rectamente o Sr. Van-den-Beck nos seas
effeitos. E sendo elle administrador na-
tural dos seus bens, parece-me convenien-
te que esperemos, adiando por agora essa
clausula, pouco urgente.
Nlo s a coriosidade que me faz
insistir; talvez Eozebio n3o possa por muito
tempo tomar a direcgSo dos nossos nego-
cios. Alm disso, no qae dizia dorante o
delirio ha eertos episodios relativos s soas
relages com meo tio, qae me parece mais
pradente nlo lhe fallar em taes cousas. Por
conseguate, expliqae-me as condigas d'es
se testamento singular.
E, defeito, minha Sra, bem singa-
lar, e tanto, qoe nao sei como deva expri-
mir o pensamento do testador sem me atas-
tar do respeito qoe devo a Sra. e qae devo
mim mesmo. Se ao meos fossem se i
horas i
Seis horas t repetio Ester. Poif
O sabio professor Littr, que tem pas-
sado a existencia na iadagigSo da origem
das palavras francezas, achou esta extranba
etymo'ogia. Ella digna de ser divulgada,
ei-la : ,
Durante o reinado acido tfico dos Esco-
lsticos, as univerdidades eram o foco da
vida social, e, pde-se mesmo dizer, qne
da vida poltica dos povos.
As reaeges e as revologes verifleavam-
se nos claustros das cathedraes e nos claus-
tros das escolas, Uns eram theatro de con-
troversia scientifica sob a modesta capa do
ensino, es outros eram o theatro das con-
troversias polticas.
Enea migadas eram as lulas e contenda
dos partidos, s vezes pelo mais ftil pre-
texto.
Certo dia as universidades fraacezas foi
objecto de ama discusso ergo'.ista a ma-
oeira como deva pronunciar-se a coojanc-
go latina quan,.
Uns, os conservadores de tradicg3o esco-
lstica, opinaram para que subsististe a
lrma aotiga quam, pronunciaado-se todas
as letras.
Outros, os progressistus oa revoluciona-
rio;, queriam qae se contrahisse qae se
pronunciasse qam.
11 aove, portanto. quam quam nistas o
canean nistas.
Mas vem de longe o appello dos revolu-
cionarios vias de facto, e para chegarem a
um tal extremo, nao havia insulto que fosse
poupado.
A palavra can can ficou synonimo da bal-
bordia. do alvorogo, da descompostura.
Dep is do triumpho dos progressistas
(cancanistis), < s vencedores dangavam fa-
enda posturas indecentes para celebrar a
derrota dos contrarios. Dihi a origem/
pouco nobre, mas bastante graphica e vero"
simil do celebrrimo bailado, que boje
conhecido com o nome de canean.
Pode ser que o sabio philologo techa
maila razo, mas o canean n3a se presta a
(3o grande ascendencia, e nem mereca t
seria invesligag3o.
-
PRI30 PERPETUA. O engenho ame-
ricano nao tem limites. Vejam l do qoe
se foi lem'brar om inventor de Nova Orleans
Havenlo fabricado urna barra da maior
seguranga, resolveu provar ao mondo a sua
perfeigao. Encaixou-se dentro della, ma-
nido de alguns vveres e de ura bilheie de
1,000 dollars, e ordenando, depois, que
atirassem ao rio a chave da barra, des-
aliou a todos os ladros e serralheiros a
que o viessem lib rtar e tomar-lbe o seo
bilbete. Dorante a semana que preceden
s'oltimas noticias, todos os serralheiros,
mecbanicos e ladrees do districto, trabalba-
rara intilmente bateado, turando e rotu-
rando, sem consegoirem abrir aburra.
O peior qae o homem de genio grita
agora l de dentro pelo buraco da facha-
dora que dar 10,000 dollars a quem o
tirar d'alli.
Nao ha, porm, probabilidades de qae
isto se consiga, 13o mar a vi Ib os a a cons-
truegao da armadilha de aova'especie.
Resta apenas nm recarso qoe o de fa-
zer fundir toda a machina em urna forna-
Iba, depois de introduzir (se for possivel)
pelo buraco da fechadura, orna roupa in-
comhustivel ao engenhoso engaiolado.
Cumpre-no declarar qae a folba, d'onda
extrahrmos esta curiosa noticia, nlo insiste
em que lhe deem inteiro cridito,
ROTHSCHILD. As casas Rotbschild de
Londres, P ris, Vienoa e Francfort, vio ter
um dia de festa esplendida. O motivo d'es-
ta festa o completar-so agora 103 annos
da fundagSo da casa matriz. O fundador
foi Anselmo Meyer Rotbschild, em Vieooa.
em 1771. Era enl3o peqaeno o capital d-.
Anselmo. Esiabelecea-se apenns com o
pouco que tinba ecooomisado como c-.ixeiro
de um banqneiro, contando porm com o
crdito que iinba adquirido pela sua ac'.vi-
dads e boa conducta. Umanigo importan-
te consegoiu-lhe ser o agente do eleiti" de
Hesse, possoidor de grande for tona. Qaan-
do teve lugar a invas3o franceza na Austria,
o honrado Anselmo salvou com grandes
sacrificios a fortuna do eleitor. Qaando
este soube do facto ficou tao sorprendido
como agradecido ao seo Anselmo. A re-
munerago que lhe deu foi conservar os
seus captaes na m3o d'elle por alguns annos
sem juro e depois cora um juro mdico.
O imperador da Austria a pedido do eleitor
de Hesse, coocedeu a Anselmo um grao de
nobreza com braz3o tendo por divisa Con-
cordia, Industria, ntegridade. Anselmo
era o pai dos actuaes Rothschilds.
bem pouco tem que esperar: ouga, esto
dando as seis.
E assim era ; apenas, porm, dea a ul-
tima badalada, entrou precipitadamente ao
esciiptorio urna mulher
Era a respeitavel esposa de Maes, qoe
sem ver Ester entrou gritando :
Enl3o, no que pensa ? Acabam de
dar seis horas; os officias e os escreventes
j se foram, e a genebra est prompta.
Porque se demora ?
O tabelliSo cbamou a atteoco de sua mu-
lher para a-Sra. Ester, qae se tinha levan-
tado.
Welbelmioa, disse-lhe elle, esta e a
Sra. Van-den-Beck. a esposa de Maes.
As das senhoras comprimentaram-se.
A Sra. Maes era o reverso da medalba
comparada com sea marido. Era como
elle, enorme ; mas o sea desenvolvimento
nao tinha sido em altara, senSo em tapes-
sura oa circunferencia. Sob este ponto de
vista, o seu volme era tal, que nlo havia
portas para ella; por todas lioha que pas-
sar de lado.
Os olhos, pequeos e brilhantes, o nariz
arrebitado e a bocea grande, mas armada
com trala e dous denlas igaaes e brancos,
qae mostrava continuamente, davam-lhe
ama pbysionomia exquisita e muito mais
do que se pode imaginar, porque o co
prodigalisra com ella o adorno viril qae
faltava sen marido: os bigodes. A' todo
i.-to deve accrescentar se a cor de lijla do
nariz e das faces, era um pbeoomeno.
Na Sra. Maas contrastava a vivacidad
com o seu aspecto, e ella propria attriboia
a ligeireza qoe tinha saa origem franceza,
porque nascea em Liege nos tempes em
que as proviocias valonas eram provincias
francezas.
(Cottmur'se-ka)
TT. fe) DIAR10-R* DO T/'UQE DI QaZIAf
4
Y
l
m


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