Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12510


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Full Text

AttNO XLVfi. NUMERO 234

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SEXTA FEHM 13 DE OUTUBRO DE 187!.
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DIARIO DE PERMMBUCO.
Propriedade de Manoel Fguerta de Faria & Filhos.
AO

C Srt. Gerardo Antonio Alvss Filhos, no Para; Goncalve d Pinto, no Maranho ; Joaqnim Jos de Olmin & Fho, no Cear ; iatouo de Leaos Braga, no Anear; ; Joto Maris Julio Chaves, no Asta ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ;Felippe Estrella d C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na VH1* haba; Beiarmine dos Saltos deudo, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
am Nazareth ; Antonio Ferreira de Agniar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoai; J)r. Jos Martina Alies, na Babia; e Le te, Serqoinho C no Rio de Janeiro.
------------:________________________________________________________________ y -----------
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------___--------------------------------------------------------,-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------_----------------------------------------------- o ---------------------------------------' >.. .. i
parte ornciAL
Ministerio das negocio* esirau-
geira.
L^gagiodos SiUdoi .Uaios.Rio de Janeiro,
11 de setembro de 1871.
BCibi a aula (a. 3 87). datad de 33 de se-
lembro,: pel qual o Sr. consellieiro Manoel Fran-
ciso "Correa, ministro e secretario. de estado do
negocio estrangeiros, me infirma que S. A. a
Prinoaza Imperial U ogenle, em no.na de S. M. o
Imperaior, h-mv por ben norao*r o Binbde lia-
juba, do conselhi de Sai Majesiade e actualmente
Mviade exiranrJinarw e ministro plenipotenciario
ero Frang, pira membro So tribaul Je arbitra-
lu.)u'.. i> confinnidade com o art. t* do tratado
de Washington.
Peto paquete de ?i do torrente lere esta eom-
uiuoicacio ao enoheeiraento do honrado secretario
dj estado de Washington, e ctou ceno de que o
presidente "dos finados Uailos receber com sa a-
felo a noticia di nomeaeo do Sr. Baro de lu-
jaba, qae goa de^o disimcta repatagio, por seo
saber e iniparcialilade, reputagio qoe junta von-
dinea do. I.mp-rador, que 6 por si nm alte tet-
temanho Je s?u meraennento, deve tornar seme-
Inante uomeagio inleiramente aceitavel a ambas
a- potencias iateressadas.
Agrade?) ao Sr. eonseiheiro Corroa o ter-me
eonrauoicado essa uomeago em lempo de trans-
raitti-la pelo paquete ; e apreveito-me da owaafifto
para ten jvar-lha as stfguraug ts de rainha comple
la considerago.
Ao Sr. oaselheiro Miaoel Francisco Curi i, mi-
nistro e secretario de estado, ele, etc., ele James
. Partridge.
aiiaisterio los negocios eslrangeiros.I\io de Ja-
neiro, 30 da seierabro A-t 1871. Tenhi i honra
de acensar a recapga i da nota que dirigio-me em
37 d crreme o sr. James R. Partiidge, -nvialo
extraordinario e ministro plenipotenciario dos Es-
tadoj-t'nrlos.
Responde o Sr. Partridge nota de 33, pela
4uai tive o prazer de commuuicar-lhe a noraeacio
do Sr. Baro da Itajub para membro do tribunal
de arbitramento, de conforoiidade com o estipula
do ao ari. i' do trataJo de Washington.
Cnmprindo o dever de declarar ao Sr. Partridge
<(ue foi maito agradavel ao governo imoerial a sa
sisfagao cora que o representante dos Estados-Uni-
dos receben:* escolha do arbitro por parte do Bra-
sil, prevalego-me da opportnnidade para reno-
var a\ Sr. Partridge as seguranzas de minba alta
considerago.
Ao-Sr. Jamas R. Partridge, enviado extraordi-
nario e ra.uistro pleaipoleaciario dos Estados Uul-
dos da America, ele., etc.Manoel Francisco Cor-
rea.
Legarlo de M. Britnica.Rio, 26 de setem-
bro de 1871.
Sr. ministro. Tanho a honra de aecusar o re-
ceimento da n u de V. Exc. de 23 do corrente
ini'jraando-me le haver S. A. a Princezi Imperial
Regente, em nome de S. M. o Impera lor, nomoado
o Baro de Itajub, eavialo extraordinario de S.
Sagtitie, emfraci, pana^proceder, na qualida-
da de arbitro brasileiru, de coBrorTtrrrf**y *vr* *n
1* do iratado de Wa-binglon de 8 de maio ultimo.
Na"' Seixei de communicar ao mea governo essa
agradavel noticia ; e aproveilo a opportunidade
para ronovar a V*. Exc. as seguranzas da minha
alu considera i; a o.
A S. Etc. Sr. Dr. Correa, etc.. etc., el:.T. Cie-
rnen! Cobbold.
Montano dos negocios estrangeiros.Rio de Ja-
udiro, 30 de setembro de 1871. Cbeme a honra
de acensar o recebimento da nota que, em 26
do corrente, dirigio-me o Sr. Tnonias Ciernan! Cob-
bold. nearregado de negocios da Gra Bretanha.
Responde o Sr Cobbold nota de 33, pela qual
tive a salisfacao de communicar-lha a oxneacao
Jo Sr. Baro de Itajub para membro do tribunal
de arbitramento, de cooformidade com o estipula-
do ao art. 1* do tratada de Washington.
Carto de ter o 3r. Qsbbold levado ao cooheci-
.ii -ato do seu governo a noticia de que o governo
imperial ostimou saber que oi agradavel ao repre-
sentante de S. M. Britnica a escolha do arbitro
por parte do Brasil, provalego-me da opporlunida
Je para renovar Iba as segarangas de minha rauito
l:-;:ucta consiler.tri>.
Ao Sr. Thoraas Clement Cobbjli.Uanoel Fran-
. neo Correa.
Logaco dos Estados Unidos. Rio de Janeiro,
25 de setembro de 1871.
Techo a tnnra de aecusar o recebimento di no-
ta (a: 3,82o) datada de 27 de setembro, com a
lial o Sr. conselhairo Jlanoel Franco Corre i
remetten-me copias da communicagio do coosui
dos Estados Unidos, era Santa Calharina, ao pre-
-iidaole dessa provincia dtala de 1 de setembro
da 1871; da parta do 1 tenante commandanta da
caahonlra brasileira Henrique Dtat, dirigida a.
mesmo presidente em ~J) de agosto de 1871, e da
parta do delegado de polica do termo de S. Fran
cisco Xavier do Sul, datada de 28 de agosto de 1871,
a tambera copia do pedido que o cnsul dos Estados
aidos, em Santa Catharina, dirigi ao re-pectivo
presidente em 13 de setembro de 1871, solicitando
passagem a bordo do transporte Visconie Inha-
ma para os marinheiros nufragos do navio norte-
americano Arcadia, docamentos esses que ?e refe-
ras ao naufragio da mesma erabarcaco e ma-
uifastam os activos e benvolos auxilios das autori-
dades brasileiras em prol do capito, tripolaeao e
uavio.
Ag/adeco-vo9, Sr. ministro e secretarlo de esta-
do, essas Drovas de sympalbia, e os soccorros que
seria altamente apreciados pelo governo de Was-
hington, quando de tudo tiver coobeeimenlo.
Manifestando mea reconbeeimeato, aproveilo a
jpoortnnidade para reiterar a V. Exc. as sega-
rangas de minha perfeita considerago.
Ao Sr. eonseiheiro Uanoel Francisco Correa mi-
nistro o secretario de estado, etc., etc., ale.James
R. Partridge.
Rio de Janeiro 30 de setembro da 1871.
Sr. ministro.A tei de 23 de setembro de 1871
sobre o elemento servil marca ama pocln impor-
tante na existencia da na gao brasileira ; e sua in-
fluencia Do se estender smente at as fronteiras
do Imperio ; encontrar ehe entre todos oi po?os
militadas.
O ab^ixo assignado faltarla ao sen devsr sa com
i.< motivo nao interpretare os sentimentos do go
vero > e do povo oriental, felicitando em seu nome
e no do abaixo assigoal) a V. Exc. e ao governo
imperial por lio rapiante facto qae sera fonte
segura Je prosperidade ..e engrandecimento para
este visto imperio.
Cumprinlo assim tai grato dever tenho a dis- de 30 do mez Ando o Sr. Hermano Haupt, encar-
tincta honra de renovar V. Exc. a seguranza de
raen maior apreg.j.
A S. Exc. o Sr. Dr. D. Manoel Francisco JCorrea,
ministro dos negocios eslrangeiros do imperio do
Brasil.Erica A. Pena, consul-geraf.
Consulado geral da Suecia e Noruega.Rio
de Janeiro, 3 de outnbro le 1871.
Exra. Sr.Tive a honra le receber os documen-
tos impresso relativos ao elemento servil, qae V.
Exc. foi servido fazer-me enviar ; e eomo o nico
represeatante nesta cOtte da dous paizes livres,
com qae o imperio do Brasil nanea leve se nao re-
laco.'s amigaveis e mutuamente vanlajosa-, pego
licenga de offsrecer tninhas respeitosas congralu-
lacSes a V. Exc, como membro de um ministerio
]ua ligou seu nome lei nobre e humanitaria que
garante a liberdada a todo ente humano que d'ora
avaote nascer di Brasil, medida quesera saudada
com applauso por todo o mundo civilisado.
Aproveilo esta oceasio para ter a honra de rei-
terar a V. Exc. os protestos de minhi alta c.onsi-
lerago e profundo respeito.Leonardo Akerblom.
A S. Exc. o Sr. -eonseiheiro Manoel Franciseo
Correa, ministro e secretario de estado dos nego-
cios estran jeiros, etc., etc., etc.
Consulado geral de Portugal no Rio de Ja-
neiro, 30 de setembro de 1871. O eonseiheiro An
ionio da Almeid.i Cimpas, cnsul geral de Porta-
gal, retribue os attenciosos comprimentos que se
Ji.4ua fazar-lbe o Sr. director geral interino da se-
cretaria de estajo dos negocios estraogeiros, agra-
dece a valiosa offerta dos documentos offlciaes im
pressos, relativos 'ao elemento servil no imperio,
cora quo, de ordera de S. Exc. o Sr. ministro da-
quella repartigo, o raasrao Sr. director geral in-
terino so dignon lionra-lo.
Preval ce-se dasta feliz ensejo para felicitar o
governo imperial pelo grande acto de bumanidade
e da civilisaglo que acaba de realisar, e que ser
a maior fonte do progresso social desse paiz &o
presente seculo.
Rio de Janeiro, em 4 de outnbro de 1871.Re-
cebi com satisfago a nota que o Sr. Baro Caval-
chini Garafoli, enviado extraordinario e ministro
plenipotenciario da sua magestada o rei da Italia
dirigio-me em 1 do correle, felicitando, em nome
do seu governo, ao de sua magestade o Imperador,
pela promulgago da le da reforma do estado ser-
vil.
Dando sinceros agradeciraentos ao Sr. ministro
por esta manifestag, aproveilo a opportunidade
para renovar-lhe as segurangas de minha alta con-
siderago Manoel Francisco Correa.Ao Sr. Ba-
ro Cavalehini Garafoli.
Rio de Janeiro, 5 de oatnbro de 1871.Tive a
honra de receber a nota qae, em 23 do mez nudo,
dirigio-me o Sr. Junes R. Partrilge, enviado ex-
traordinario e ministro plenipotenciario dos Esta-
dos-Uaidos, felicitando o governo imperial pela
passagem da lei de reforma do estado servil.
- AI unir'-.i.id lo ao Sr. Vxrins0 "^u rvimttevi^
ment, devo dectaTar-lha que nao pode o governo
deixar de saber com satisfago que a noticia da
promulgago daquaiia lei ser recebida pelo povo
dos Estados- Uuidos com o maior regosijo.
Aproveilo o ensejo para renovar ao Sr. Partrid-
ge os protestos de minha alta considerago.Ma-
noel Francisco Correa. Ao Sr. James R. Par
tridge.
Rio da Janeiro, 5 de outubro de 1871.O eon-
seiheiro Manoel Francisco Correa, ministro e se
'retorio de estado dos negocios estraogeiros, tem a
honra de aecusar a nota verbal que tervio-se di-
rigir-lhe era data do 30 de setembro linio o Sr.
Conde Koskul, enviado extraordinario e ministro
plenipotenciario da sua magestade o Imperador de
todas as Rnssias.
Agradecenlo ao Sr. conde as congratulares e
os votos sympathicos que julga poder exprimir em
uome de sea augusto soberano, por molivo de pro-
mulgago da lei de reforma do estado servil, o
eonseiheiro Correa aproveita com prazer a op-
portunidade para renovar ao raesruo Sr. conde os
protestos de sua alta considerago.
Rio de Janeiro, 5 da outubro de 1871.Tive o
prazer de receber a nota com data de 2 do cr-
rante, qne servio-se dirigir-me S. Exc. o Sr.
Eduardo Auspacb, ministro residente de sua ma-
gestade O rei los Belgas.
Agradecendo a S. Exc. o Sr. Anspach as con-
gratulagdes as mais vivas que offerece ao gover-
no imperial pela promulgago da lei de reforma
do estado servil, renov-Iha os protestos de minba
mais disliocla considerago. Manoel Francisco
Correia.\ S. Exc. o Sr. Eluardo Anspach.
Rio da Janeiro, !i de outubro de 1871.Accuso
o recabimonto da nota que S. Exc. o Sr. Eduardo
Aaspach dingio-ma em 2 do corrente, como en-
carregado da representago poltica da Austria,
assegurando que o governo de sua magestade im-
penal e real apostlica i eceberia com sympalhia
a noticia da promulgago da lei sobre o elemento
servil.
Manifestando a S. Exc. o Sr. Aaspach o mea re-
coobeeimenlo por essa comuunieago, aproveilo a
oceasio para reiterar-lbe os protestos de minha
perfeita estima e disttocta considerago. Uanoel
Francisco Correa. A S. Exc. o Sr. Eluardo Ans-
pach.
Rio de Janeiro, 5 de outubro de 1871.Accuso
com prazer e recebimento da nota de 2 do cor-
rente, em qae o Sr. Dionysio Rouerts, encarrega-
do de negocios da Hespanha, felicita sinceramente
o governo imperial e o paiz pelo grtale passo que
acaba da dar na seo la do progresso, e exprime a
coutian.;.a de que a lei, extingualo gradualmente
a escravdo no Brail, contribuir para o bera
material do imperio.
Nao posso deixar de agradecer ao Sr. encarre-
gado do negocios o jnteresse que manifesta pela
prosperidade do Brasil; e aproveilo o ensejo para
reilerar-ibe os protestos de minha mais djstincta
considerago.Ifanoef Francisco Correa.Ao Sr.
Dyonisio Rsberts.
Rio de Janeiro, 5 de outubro de 1871.Tanho
satisfago de aecusar o recebimento da nota qne
O Brazil rasolver assia pacifica e espontanea- ervio-se dirigir-me em data de 2 do corrente, o
mente, anda qae a prego de grandes saeriliclos,
ama questo qae tem castado a outros paizes
ros de sangue e pro/audos abalos.
O Brasil, sea governo a sen pevo,
da ajknirago de todas as ^oes ; e
vencido de ser o iaterpraie dos seatimentosde teu
tovaron e de meas concilados, dirgindo ao go-
verno brasileiro cocgralulag5es as mais sinceras,
t a expresso le todos os meas votos peia pros
ioaridae futura do Imperio.
Actai, Sr. ministro, os reiterados protestos de
minha alta eonsiderago,
Hmnann Haupt, encarregado des negocios da
egaglo do imperio Germnico.
k 5. Kx& o Sr. Manoel Francisco Correa, mi-
nistro dos negocios estraogeiros, etc., etc., ele.
Consalado geral da Repblica Oriental do
'ftijuay ao Imperio do Brasil.
&Q de Janeiro, em 29 de setembro da 1871.
Eira. Sr.Alelde 28 do corrente met, relati/a
o lamento servilynm daquelles grandiosos cora
mattitMotos que enche de orgalho ao povo que os
prajjca, e aquella dia ser commamorado como
mentos que foi encarregado de manifestar-lhe pelo
mesmo motivo.
Aprovelto o ensejo para reiterar ao Sr. encarre-
gado de negocios os protesto.* de minha multo dis-
lincia consilerago. Manoel Francisco Corra.
Ao Sr. Panto Hocmelle.
Rio de Janeiro, 3 da outubro de 1871.Em nota
regado do3 negocios da lagagSo do Imperio Ger-
mnico, convenc lo de ser o interprete do sent-
menloj da seu governo e de seas concldado, di-
rige ad governo impjrlal a? mais singaras congra-
tulagSes pela promulgarlo da importante lei de re-
forma do estado servil."
Apreciando devidamente o procedtmen'.o dos
brasileiros, que resolveram pacifica e espontnea-
mente tao melindrosa queslo, o Sr. Hiupt mani-
festa os votos qae faz1 pola prosperidade futura do
imperio.
Cnmprindo o grato dever de agradecer ao Sr.
Haupt a significativa demon=tragao qae acaba de
dar de sea vivo interessa pelo engrandecimento do
Brasil, e retnbuinlo 03 amiguis sentimentos qae
exprimo em nome de sea governo e de seus coa-
cidados, aproveilo o ensejo para renovar ao Sr.
encarregado dos negocios da legago do imperio
Gsrmanico es protestos d miaba alta considera-
gao. Manoel Francisco Carrea.Ao Sr. Harmann
Haupt.
Rio de Janeiro, 5 de outubro de 1871.Tirano a
satisfago de acensar o recebimento da communi-
cagio que, em 29 de setembro ultimo, me d.rigio
o Sr. D. Erico A. Pefii, consal-geral da repblica
Oriental do Uruguay, e na qual, por si, e interpre-
tando os sentimentos do governo da repblica e
do povo oriental, felicita o governo imperial para
promulgago da lei relativa reforma do estado
servil.
Agradecenlo corlialmente ao Sr. D. Erico A.
,Pta ns sentimentos qua manife'ta, aprovetto-me
com prazer deste ensejo para renovar-lhe as ex-
pressdes de minha estima e considerago.Manoel
Francisco Correa.Ao Sr. D. Erico A. Pta, con-
sul-geral da repblica Oriental do Uruguay.
Rio de Janeiro, 5 de outubro de 1871.Teoho a
honra de acensar recebida a comraunieaco do Sr.
Jos M. Fras, cnsul geral da repblica Argenti-
na, datada de 30 do mez fiado.
Agradecendo as congratalacSes que dirigio-me
por motivo da proranlgago da lei de reforma do
estado servil, aproveito a oceasio para reiterar ao
Sr. consol geral os protestos de minha rauito dis-
ime a considerago. Manotl Francisco Correa.
Ao Sr. Jos M. Fra?, consol geral da repblica
Argentina.
Rio de Janeiro, 5 da ontabro de 1871. Teoho a
satisfago de acensar o recebraanto da coraraunl-
cago que, era 2 do corrente, dirigi-rae o Sr. Leo-
nardo Akerblom, cnsul geral da Saeeia e Norae-
ga, por motivo da le da reforma do elemento
servi>
Agradeco cordialmente as coogratutaedes que,
por tal motivo, oftereca ao governo imperial o Sr.
Akerblom, como onico represen'ante nesta corte
da dous paizes cem o%qaaes o Brasil manteve
sempre relagSes amigareis e mutuamente vanta-
josas. -
Aproveito a oceasio para reuovar ao Sr. Aker-
KU-#*^w-QUstas.jla minha emito distincta consi-
derago. ManoelFiMcrsTV TT/rrrtr^-i**.^. Leo-
nardo Akerblom.
Rio de Janeiro, de oatabro de 1871. Teaha
presente a communicagio que me dirigi era data
de 2 do corrente, o Sr. Karl Valai=, vicecnsul
encarregado do consulado geral dos Paizes Bai-
xos.
Agradecendo ao Sr. Valais as vivas congratula-
goes que offerece ao govern? imperial pela pro-
mulgago da lei de reforma do estado servil, apro-
veito o ensejo para reiterar-lhe os protestos de
minha distincta considerago. -Manoel Francisco
Correa.Ao Sr. Karl Valais.
Rio de Janeiro, 5 de ontabro de 1871.Recebi
a commanicago qae o Sr. L. A. Prytz, cnsul ge-
ral da Dinamarca, servio-se dirigtr-me com a data
de 3 do corrente, offerecendo as suas mais ?lnce -
ras congratnlagSss pela promulgago da lei de re-
forma do estado servil.
Agradecenlo ao Sr. Prytz sua manifestag,
aproveito a opportunidade' para renovar Ihe os
protestos de rainha maito distincta considerago.
Manoel Francisco Corra. Ao Sr. L. A. Prytz.
Rio de Janeiro, S de outubro de 1871. Teaho
p'escate a communicagio que servio-se diripir-roe
com a data de 3 do correnta o Sr. Eugenio Emilio
Raffard, cnsul gerM da confederago Suissa.
Agradeco ao Sr. RaEfard as sinceras congratu-
lagSas que offerece ao governo imperial pela pro-
mulgago da lei de reforma do estado servil, e a
certeza que rae d de que ese acto ser acolhido
com a mais viv sym.-oathia pela confederago
Suissa.
Prevaiego-me da opportnnidade pra renovar ao
Sr. Raffard os protestos de rainha mnilo distincta
considerago.Manoel Francisco Corra..ton Sr.
Eugenio Emilio Raffard.
Rio de Janeiro, 5 de outubro de 1871.Foi-rae
entregue a conmnni:agao que, era 3 do correte,
dirigi me e Sr. Carlos G-cheidler cnsul geral
interino da Baviera.'
Agradecendo as cordiaes congratulagdes qae o
Sr. Gscheidler, convencido de qae exprime os sen-
timentos de sea gaveras e de todo o povo bavaro,
offerece ao governo imparial pela promulgago da
lei de reforma do estado servil, prevalego rae da
opportunidade para renovar-lhe os protestos de
minha diMincta considerago.Manoel Francisco
Correa.Ao Sr. Carlos Gscheidler.
. Rio de Janpiro, 5 de outubro de 1871. Tive a
honra de reeeber a c'ommunieagao que me fez o
Sr. Jos M. Fria?, cnsul do Chile nesta corte, com
a data de 30 do mez lindo.
AgradeceoUo ao Sr. Fras ascongralnlagO'sque
me dirige por motivo da promulgago da lei de
reforma do elemento servil, aproveito a oceasio
para reiterar-lhe os protestos de minha considera-
cao.Afano*/ Francisco Corra. Ao Sr. Jos M.
Fras, cnsul do Chile.
fji_preeflU o offioio n. 41 de ir de agosto
ultim? ajjbrind'j a representarlo documen-
tada (a santa casa le Misericordia da capi-
tal, eoitra a injusticia, ij/ie jnlga ter-rhe feito
o jai! povedor de capellas do termo, quan-
do dentoide admitti-la a espcialiar a hy-
pothoH%rl rio thesouro- della, s peo
faito de te-li reiaericV) depois do tetnpo da
prenotfSo e da norte do raesmo tbesourei-
ro, comquanlo si tratare do inventario dos
bens dest.
E a mesena Aofnsta Senhora hoove por
bem mandar decarar qae o goveroo impe-
rial nenbnma inUrferencia pietar nesta
questio. qoe datompetencia do poder ja-
diciario.
Deoa jjoarde a V. Ext.Francisco de
Paula de Negreiros tiyo Lobato.Sr. pre-
sidente da provincia .do Cear.
Sr. Tbomaz Cleraont Cobbold, encarregado de ne
gocio* da Gr-Bretanha.
Offerece o Sr. Cobbold ao governe imperial suas
sao dignos mais boceras eongratulagSes pela alopeo da lei
eston. con-1 ^9 reforma do estado servil, qne deve "contribuir
para o augmento da felieidade e prosperidade do
imperio; e roanifesta a eonvicgo de qae tanto o
seugoverno como o povo britannico recebarlo com
o maior regosijo a noticia da promulgago da mes-
ma lei.
Agralecendo cordialmente ao Sr. Cobbold a ex-
prasso de taes sentimantos, renovo-lne os protesto
de minha mnilo distincta considerago. Manoel
Francisco Corra. Ao Sr. Tnomas Clement Cob-
bold.
Rio de Janeiro, 3 de outubro de 1871.Accuso o
recebimento da ocla que fez-me a*honra de dirigir
em 29 do raei finio o Sr. Paula Hocmelle, encarre-
gado de negocios da Fraoga, e nao posso deixar de
agradecerle as expressoes com qne, referindo-
se lei da reforma do estado servil, pateota o sea
ialerwse pela prosperidade do Brasil.
Por esta oceasio rogo ao Sr. Hocmelle queira
* de grata recordago para a nobre na- transmitlir a sen governo os votos de reconbeoi-
*9^fnauetra. Imeatg do governo imperial pelo? bsqavolos s*Bt-
Ministerio da jmtlea.
Illm. e Exm. Sr.Do oficio de V. Exc
q. 37, de 24 de julbo ultimo consta qae o
tabelliao do pablico, judicial e notas do ter-
mo do Aracaty, Antonio da Costa Lobo,
esercia cumulativamente, por decreto impe-
rial, o ollicio de escriv5o do jnry quando a
lei provincial o. 1,(33 de 24 de novembro
de 1864 desannaxoa os doas oflicios, pas-
saiido o ultimo a ser accutnulado Merina-
mente pelo eecrivao de orphaos.
Tendo sido, porm, revogada essa lei pela
de n. 1,328 de 7 da outubro do iuno udo,
consalta essa presidencia sobre a rein-egra-
cio pedida pelo sarventoario Costa Lobo.
Em resposta fleclaro 'a V. Exc. que o
oficio desanoex?do do escrivao do jury deve
ser posto 6m concarso ; porteado o dito
servenluario accamqla-lo, urna tez que s?ja
Dovameate nomeado.
Deu?i guarde a V. ExcFrancisco de
Paulu de Negreiros Sayo Lobato.Sr.
prndente da provincia do Cear.
illm. e Exm. Sr.A* S. A. a priacea
imperial regerHa pfn not^ 4 tBap>rador,
lolsterio da Agricultura.
Circular.1* sec$i>.Rio de Janeiro,
ministerio dos negociosa agricultura, com-
mercin e obras publicasem M) de setembro
de 1871.
Illm. Exm. Sr.Transmiti a V. Exc...
exemplares da lei n, 20 de 28 do crren-
le, que decUrou libertos os lillios na mu-
Iher eMirava naKidos desde sua data, e pro-
videncion sobre a libertaglt gradual dos es-
cravos existentes, respeiuoio a proprieda-
de, como curapria, e attendeido aos ioteres*
ses da lavoora, nossa prindpal industria,
sioto a neoessidade d s chanr a alinelo
de V. Exc. para o importte assumpto
desta lei, cojo bom xito era parte depen
de da cooperagSo nio s doj jroprietarios
agrcolas, cojos interesaos foram resalvados,
mas tambera de todas as classes da socie-
dade brazileira.
Dava V. Exc. dar promptameite toda a
publicidade a esta lei, maudando-a trans-
crever em todos o- jarnaes da provincia,
distribuindo os exemplares jautos pelas
cmaras mui.icipaes para qae den a sous
municipes conbecimento das respectivas dis-
posices por editaes afiliados nos lugares
mais pblicos.
Oulrosim recomraendo a V. Exc. mande
preparar com urgencia os livros de que tra-
ta o S do art 8o da lei, para seren im-
mediatainente distribuidos pelos parocbos.
Estrilvros ser) abortos, numerados e
rubricadas ou por V. Exc, ou por algum
funeciooario de sua etcolba.
Sua escripturacSo, comprebendendo as-
fimetiis bitos continuar a ser feita
como at agora, sendo comtudo estancia^
que nos assentameulos os parocbos declarem
a data do dia em que ocoorrer qaalquer
daquelles fados, o nome, sexo, cor, Ijaeo
do individuo, e bem assim o nome do senhor
deseuspais.
NSo sendo prjssivel; porm, promptifcar
immedialameute esses livros, e obstando as
distancias das parochia< que possam ser
recebi ios com a desejada rapidez. V. Exc.
ordenar <'os mesmos paroch)sque conti-
nnem a fuer os registros nos livor ;s de
que actualmente se servem, devendo, po-
roto transferir para os novos as verbas dos
nascimentos e bitos occorridos desde o
da 28 do crrante e queja estejara escrip-
turados por ignorancia di lei, ou eraquan-
to dorar aquella impossibilidade.
Deu* gaarde a V. ExcTheodoro Ma
chado Freir Pereira da Silva.Sr. presi-
dente da provincia de...
Circular.Ia secc ',=Rio de Janeiro.
Ministerio dos negocios da agricultura,
commerci i e obras publicas em 30 de se-
tembro de 1871,
Exm. e Rvm. Sr.A lei o, 2040 da 28
do corrente, abri nova era ao imperio,
declarando livres os filhos de molber escra-
va oascidos desie a sua data, e providen-
ciando acerca da lioertacSo gradual dos es
cravos existentes sem offensa ao direito de
propriedade, o sem abalo di agricultura,
nossa principal industria.
Estou convencido de que V. Exc. Rvm.
e os dignos sacerdotes da diocese a seu
cargo, compenetrado da elevada missao, a
que se dedicaran, concorrerao eom suas
luzes, palavra antorisada e influencia para
a boa e perfeita execugao da lei, que de
certo carece do auxilio de todos os borneas
debo i voatade, para ser bem compreben
dida e respailada, como compre.
Aos parocbos irapBe a lei obrigago de
registrar em Jivros especiaos os oascimea
tos e bitos dos filhos de esjrava nascidos
desde a sua data.
V. Exc. Rvma. perceber a importancia
desta providencia, e os gravas inconvenien-
tes qne poden provir do deleixo ou des-
cui io na sua observancia.
Uuaquanto a5o se regula definitivamente
este servido detrmiuei aos presidentes das
provincias que foruecam a cada parocbo
dous livros especiaes, nos qoaas 3er5o re-
gistrados por elle os nascimentos e bitos
dos menci jnidos filaos de escravas.
Como, porm, em razia das distancias
estes Hroi d5o possam ser recebidos im-
mediatamente, recommendei qae os rogis-
tros coo'antiem a sea feitos dos actuass, at
que sejam distribuido* os qovos, para os
quaes o par ocho transferir os assen lamen-
tos effectuadns da data da lei em dilate,
quer por ignorancia de roa exisienca,
qoer por ciusa
Dando coohecimento
didaa a V. Exc Rvma. espero qae srva-
se empregar sua legitima Herveoco para
?|ue os parocbos de sua diocese as execu-
emfleldaente.
Aproveito a opportunidado para reiterar
os prpvsatol de minha perfeita estima e
profunda venerado pe*soa de V. Exc, a
quam Dos guarde.Tfieodoro Hachado
Freir Pereira da Silva.
A S. Exc Rvma. o Sr. bispo de...
1.* secc3o.Circular.Rio de Janeiro.
Ministerio dos negocios da agricultura, com
mercio e obras publicas em
bro de 1871.
litro, e Exm. Sr. Bm additamento ao fje jg7l.
esforcos para auxiliar o governo imperial
neste empenho.
Deus guarde a V. Exc Theodoro Ma-
chado Freir Pereira da Silva. Sr. pre-
sidente da provincia de....
Circular.1.a secc5o.Rio de Janeiro.
30. de setem- Ministerio dos negocios da agricoltora, con-
1 mercio e obras publicas em 3 de oatubro
meu aviso circular desta data declaro a V.
Exc. que acabo de solicitar do mioislerio da
fazenda a expe iicio das convenientes ordens
para que seja posta na thesouraria de fazen-
da dessa provincia a quantia de # -
destinada acqnisico dgs itnos para o re-
gistro de nascimentos e bitos dos filhos de
escrava nascidos da data da lei n. 2040 de
28 do corrente, devendo porm os parocbos
indemnizar os cofres pblicos desta despeza,
visto qoe pelo &.* do art. 8. da mesma
lei corre-Ibes a obrigacao de possuir os
mencionados livros.
Deus guarde a V. Exc Theodoro Ma-
chado Freir Pereira da Silva. Sr. presi-
dente da provincia de....
Circular. 1.a secQo.Rio de Janeiro
Ministerio dos negocios da agricultura, com-
raercio e obras publicas em 3 de outubro
de 1874.
Llm. e Exm. Sr.Coavindo promover a
organisaejo de associaces para a creaco,
trata ment, elucaco o estabelecimento de
menores filhos de escrava, de que falla o
art. 2. da lei n. 2040 de 28 de setembro
ultimo, e desenvolver as iusiituigoes qie
existirem destinadas a este Gm ou eman-
cipaco dos escravos, compre que V. Exc.
informe com urgencia :
1. Se existem na provincia a seu cargo
elementos e disposicoes para fundarem-se
aquellas associaces, devendo (inmediata-
mente, empregar esforcos para sua organi-
sacao, e commonicar-me as medidas qae
por parte do governo forera precisas para
esse firn,
2.a Se existem sociedades de emancipa-
gao j organizadas e funeciooando com es-
tatuios legalraente approvados, devendo V
Exc. promover sua regolarisaco na bypo-
these contraria ; quaes os meios de que
dispe, os servicos que tem prestado, as
medidas qne convru adepta* pa seu des-
envolvimeati; finalmente, s esio dispos-
tas a admittir entre os fins de sua institu-
Co o de receberem os menores Albos de
escravas, mencionados no citado art. 2."
sob qoe condicoes.______________
^jftafcjSim- irvTndo, para a execoco do
qae dispe o art. 3." da lei, crear o fundo
de emancipacio com as forcas necessarias
para obter-se annualmente o maior numero
possivel de maoumissOes," cumpre qoe V.
Ei. chame sobre este assumpto a attenco
da assembla legislativa da proviacia p-ra
qae nos orcameotos provincial e monicipaes
consigne quotas, se lhe parecer, ou para re-
forcar o fundo geral, ou ter applicac3o pro-
vincial ou local.
Deas guarde a V. Exc Theodoro Ma-
chado Freir Pereira da Silva.Sr. presi-
dente da provincia de....
Circular.Ia scelo.Rio deJaaeiro.
Ministerio dos negocios da agricultura, com-
m rcio o obras publicas em 3 de outubro
da 1871.
Illm. e Exm. Sr.Devendo a lei n. 2040
de 28 de setembro ultimo influir mais ou
menos immediatamente na organizaco e
economa do trabalbo agrcola, e desejando
o g)vemo imperial contribuir por todos os
meios para que a evoluco qae se vai ope
rar as relacoes existentes se realise sem
abalo da propriedade que a mesma lei man
leve, e da lavoura. nossa primeira indus-
tria ; re:ommendo a V. Exc. que, em pre-
gando soa influencia offlcial e individual, se
esforc pjr convencer os interes3ados e es
pecialmente os agricultores, das vantagens
que devem aguardar, se medidas adeqaadas
forem tomando no intuito de proverem suas
lavouras o indusirias de bracos livres.
O estudo das crcumstancias e conside-
rarles locaes indispensavel para se pre-
pararen proficuamente os elementos neces-
sario* subs'i'.uicSo do trabalbo escravo
pelo trabalbo livre, que sendo bem dirigido,
dar resultados seguros e lucrativos. In-
cumbindo desse estudo as pessoas mais il-
ustradas dos municipios da proviacia oseo
cargo, s quaes V. Exc. observar a impor-
tancia que o governo imperial liga a esse
servir; e addi'.ando-lhe o que a experien-
cia ibe suggerir, V. Exc. expor-me ha op-
portunamente as medidas que Ibe parecerem
mais apropriadas consecuco deste resul-
tado.
Entretanto V. Exc. dar rio novo toda a
publicidade' minba circular de 30 de Ja-
neiro do corrente aano, faaendo sentir aos
interessados que o governo est disposto a
auxiliados dentro doj limites marcados na
mesma circular, na lauvavel empenho de
introduztrem nessa provincia trabalhadores
europeos, que vepham supprir a falta de
bracos para a manutenco e desenvolvimen-
to de suas industrias.
E por que difflcil maior parte dos
Dispondo o | 5. do art. 8. da lei o.
2040 de 28 de setembro ultimo qae os pa-
rlos sao obrigados a ter livros especiaes
para o lancaraento dos termos de nascimen-
to e bito dos filhos de mulber escrava nas-
cidos desde a sua data, para que esta da-
posicSo produza immed atamente seus ef-
feitos regalarisando-se o respectivo servic.
deliberei mandar preparar e distribuir os
livros precises que sero abertos, numera-
dos e rubricados pelo director geral desti
secretaria de estado, onde V. Rvma., viri
ou mandar receber os que lbecomnetirem.
prevenindo-o de que opportonamente devo-
ra entrar para o thesouro nacional com a
sua importancia.
No laucamente dos respectivos termos
continuar V. Rvma. a pr ceder como al
agora, sendo, porm, esceocial qae nelles
faca expressa mencao da data do nascimen-
lo ou bito do individuo, seu nome, sexo,
cor, iliscao, e bem assim do nome do se-
nhor de seus pas.
Quanto aos termos j laucados nos livroe
actuaos de nascimentos ou bitos occorridos
da data da lei em diante, V. Rvma. os trans-
ferir por ordem cbronologica para os no-
vos livros, logo que estiver de pi>sse delta.
Deas guarde a V. Rvma.Theodoro Ma-
chado Freir Pereira da Silva. Sr. viga-
rio da freguezia de....




EXTERIOR.
Buenos Aj res. tt de seleaaibro
Por mais de um motivo est chamando a at-
tengo ama raensagem do presdeme do Paraguav
ao cotfgresso daqnella repblica, doenreento bas-
tante enrise.
O presidente pedir urna satisfago ao coogre.'-
so paraguayo pelos motivos indicados na meu-1
geni ; o cogresjo nao deu essa sati.-facao, oo o
iiresidenia nao julgou a sufflcieote, e dirigi entao
nova mensagem a proposito da satisfacao pedida
e nao dada, manifestando os seus motivos d*
fensa. ^
Nao acreditamos que nm loon^"' ^u or_
a^qUa^^r^r.; uos rasto^ ^-^raenurei
nem pelo sen objecto nem pela sua Horma. Kilo :
< Assnmpcao, 9 de setembro de 187t.O pre-
sidente da repblica ao congresso legislativo da na-
ci.Com profundo pezar e grande sorpreza re-
cebi a vossa nota de 28 de agosto ultimo, nrgand >
a satisfacao devida ao poder execntivo, qne soli-
citei do vosho bom senso e patriotismo em minha
mensagem de 17 do referido mez.
< Naqoelle extenso doenmento expuz os factoe
com simplicidade e clareza, mostrando-voj qne o
mea pedido nio era rilho de loaco capricho, mas
consequeocia forjada de nm direito incontestavel
e de um dever iroperscriptivel.
t Na vossa resposta nao destrus um s dos
meas argumentos, nao apreseatais nma razio
qne apoie a vossa deliberacio. "A vossa laconi;*
resposta nao se funda em principio algum consti-
tucional. Queris estriba-la no art 63 da no.-sa
carta fundamental, preeodendo converte lo. era
escudo de atrevidos ataques, como se nossa sabia
costituigao pudesse antorisar doutrinas incen-
diarias e allu-ojs indecorosas aos altos podere*
constituidos.
< Iliudis a respost i sob o louvavel pretexto de-
conservar a bdi harmona entre os dous poderes,
nao advertindo que se d exactamente o contrario,
porque precisamente se trata de um facto qne oV-
tra violentamente essa harmona, pela qual o po-
dtr executivo esleve sempre disposto aos maiore?
sacrificio;.
o Alennhais de improcedente a minba me asa-
gern, o qae urna nova affronta ao poder execn-
tivo, se qne lhe dais, como deve suppdr-se eni
homens da vossa llustracao, se que dais, repito,
a essa palavra toda a importancia e gravidade ajni
ella tem no caso snjeito. Chamis improceder,!
um pedido de jastiga I Improcedente nm docu-
mento em qne o execntivo ped reparagao das in-
jurias que por dous raembros des?e congres?o lh:
foram dirigidas Improcedente, emUm, a acensa-
gao feita para desaffronta das graves aecusagoe*
qne se ine dirigiram em plena cmara I Qae pre-
tendis eotao, Srs. RR., que pretendis ? Preten^
derieis, porventura, que o presidente ouvisse pa-
lavras que Ibe ferem o prestigio, que lhe desabo-
nara o bom nome, quando tem a conscieneia tran-
quilla de ter desempenbado satisfactoriamente o
sen dever ? Prelenderiei que o magistrado que-
so acha frente da nagip paraguaya, represen-
tando a sna honra e nacionalidade, fosse nm fi -
mera de pedra e insensivel s leis da honra e do
le ver ? Oa pretenderieis qne o governo se calas-
se, para qne do seu silencio proviesse a eoclisa>
da realidade das culpas que se Ibe attribnem
c Nao, Srs. RR., nio pode ser esta a vossa men-
te, um zelo exagerado e mal enlenildo pd*
ler-vos.indnzido a qualifiar de improcedente has
documento de qne o governo nao podia prescin-
dir sem que ficase sobre a sua reputagao ama
nota infamante.
Tive a deferencia de especificar todas as can-

sas qae raotivaram a minha mensagem, e vos, na
vossa resposta, sem attender a nm s dos meu*
argumentos, limiaisvos a indicar-me e art. 63 da
nossa constitoigio.
t Kstranho essa cegueira na vossa resposta, Sr i.
RR. Ventila-se ama qoesiao de principios e pre-
ciso que o concurse da vossa esclarecida inteili-
gencia illaatre o debate para esubelecer nm pre-
cedente, que sirva, de norma s nossas relaoSe* a >
futuro.
Somos reeem-nascido3 na vida pablica, as ne-
veos da inexperiencia anda nos euvolvem ; p.-
ciso qne vamos dissipando-as ponco a pouco. Na>
possivel eaminhar n'am mar de dnvidas, } a
ten\oo de ftxar as bolas qae marqaem com exaq -
lavradores^esla'beTe'cidos em paragens moito! <* 'a' aitribuitSes da cada podex pa
idMdiaucs^mhuoicuuot '" v *nt%__ant i ra eviur cooQicioa imprudentes, queso servem
distantes dos grandes povoalos, proverem | pm aeoiliur, foro moral da naci e dogj-
se por si mesmos desses trabalhadores, con-, vern0i
vira promover a organisaclo decorapanhias, GomoHnioa resposta ndicais-me a art. G3 .
jella .osstbilidade: que, servindo dej.ntes intem ediarios^e | ^^S^^ $* ^:
imeoto de semeibntes me- eocarreguom de por ao alcance dos mesmos, ^dif a devida ^jfj^ pel 6ffewas ,,q9 m ho
lavradores os bracos de que carecerem asem.
iJFessas companbias o governo nao pora i Este artigo diz qae nia podis ser aecujadoi
doji-h em garantir os mesmos favores ^^^i^^^X^^S^
cados naquella circular. i 9 opioioes e disenraos, deseaipeaeaoJo ^> voio
O que tudo teoho por maito recommen-, miiio ae levadores.
darjo a V- Bic. oerlo de qoe q3o poupari i Sempre pr*'ei o m.ais r^en'e WV a *"x

1 winiupo f






Distm d FettiaiDj\\ce> J Sexta feira i 3 *r*J

,r ftijiiO

1

m

i
saamal consttatele eontiooarei a prestar-lhe
sempre, emqaaato durar o mea goveroo > por
feto vossa invoeaslo ociosa ; a mioba re ida
toeasagem de 17. da agosto acha-se cireomscrptt
nos limites da oifjsieta coostiluciaaal.
Nao sio oa ariboaaes de jasiica qae vos ba
tan porta a exigir de vossos collegas a re-pon-
sabilidade, da suu palavras. Dio : 6 a voz de um
poder constituido-qoe vos falla de potencia a pe
teneia, porque eonhece e reapeta a vossa inde
pendencia e awossa soberanras a voi de nm go
vern honesto qae, seniiao-se ferido por palavras
andacio?39, recorre ao ccngiesso para alcanzar
nina justa e merecida reparado ; porque aa re-
ferida mensagem, Srs.-RI., vos deixei exubemte-
mente provado que njete recurso nao vos peco fa-
vor, mas se me ate jusliei.
Destruida assiin a vossa incaeo, iaotu
que procuris na constnico principie algara qot-
prive o governo de, pelas vas legaes, buscar a
iuslrfleacao de seo actolor|iemente calumniados,
poia a nossa caria fundamental r.a pode privar o
poder execntivo do direito de defeta que assiste a
todos os cidados.
Desgracadaraenle, Srs. RR., nao vejo na vos-
ea resposta mais. que um espirito de opposicao
jopportuna injustiBcavel. Arraslados por ideas
foselas e encastillados em vossos foros e prero-
gavas, eerrais os ouvidos voz da justica, esta-
beleeendo o mo precedente de que os dout alto.*
poderes da naci postara mutuamente dirigir um
ao ostro os mais graves inultos sem qne admit
tais responsabilidade de natureza atguma ; Uto ,
aeris converler as seis relaces em um campo
s inesjotaveis rancores, dastruindo assim toda a
harmoawt esemeando o germen anarchteo da des-
anuo e da discordia.
Masen, Sr>. RR., nao posso cooperar para
e:se resultado fatal a patria, e b i de opp&r-me
com a lei na mao a propaganda de (o dissolveo-
les d rutrinas.
Recosis a dar ao execulivo a satisfaco que
justameate vos peco, recosis a exigir de algn*
de tossos membros a retractacio de sata pala-
vras irr-II'Ciid.-s, o com essa negativa firmis, e
ratificis as aesusacoes lanzadas contra o gover-
oo, dando Ihe deste modo mls furca e mais
valor.
Sinto liaer vos sa opiniao, nada valha o bora nome do governt,
tnsisto com a forca do direito e da razo pela sa-
tifico que me devida.
luspirai-vcs bem nos principios deequidade e
de justica que devem animar os verdadeiros
repre-ententes do povo, despi-vos de toda o exa-
gerado sentimente de aindr prtprio e rendei a de-
vida homenagem rato e a veidade.
A repatrio do poder executivo foi espezinha
da por alguns de fe; questo de honra nao s
para o governo, mas para a naca" que tambera
representis, que essa reputaco eaia limpa de lu-
do com qaanto se pretenden mrncha-la.
Ifcpero qae, penetrados da consideraclo que
consigno na presente mensagem, arrepiareis car-
reir, reconsiderando este melindroso assumpto
com a devida imparoialidade para evitar cooflic-
tos porventura de funesias conseqnencas. CW-
lo A. R'warola.Salvador Jovellenos.
Montevideo, I de outubro da 1871.
E' triste assistir dia por dia dissolucao d.
orna nacionalidade ovs, chela de seiva e le ele
naentos para constituir urna sociedade rica, pros
pera e re peitavel I Querem alguns ver nesta
inla permanente, que '.ndo estraga, que ?nrafta os
odios, qae separa as familias e inquieta a infancia
de nm estado que se orgauisa, que se .prepara
para a ad-lesceneia, que retempera aeu v'g^r
como o memoo turbalento para eli- ? ir vinlida-
de como hornera de ao;a <, de iodepeadeacia, de
allivet provada I
Qie illusao I
Embora a naturezi americana ebre prodigi s
o mafia
que deslumhrara o velho muno, embora a IIj-
publica oriental do Uruguay seja um dos peda;>
m.iis favorecidos de nc-so continente todos os
respeitos, comludo a anrenia, a devastado sy<-
tematiea, a falta de governn, a desordera oa ti
turnio o estado normal, por torca bao de des-
truir todos es grmeos de fecuuJidado iue a trra
eueerra.
Ainda hontera um escriptor tornava aliente nm
faci, que merece bem ser meditado, e qne pode
t considerado camo a photograpkia da aaco.
Qaem olha para esta capital buje, e a compara
c ni o qae ella era ha dez annos apenas, tica pas-
mo com o sea progrjsslvo desenvolvimenio, e a
toma-la para base de seu julgameoto, vaticina
nacao a qae ella ptrt-mce am porvir lisongtiro;
mas se estender as vi-tas alam da seu3 muros, se
pereorrer a campanha, erma Je povoadores, sen?
I cultura, sera rebanhos, sera fabricas, se encontrar
. as pff-A/./i 7ue se traeidam era lula fratricida ;
> que espajkj^p o.(error ea desolacao por todos os
lugares p
confrangido, nB(ccera o"!
dir qj- tem diaiTfe Je i urna sociedale perdida
porque do campo vem as riquezas que alimentan)
as eidades, as prodnci.os do solo que animara o
cominercio, e sen ellas afusila prosperidade nao
ple ser seno ricticia, nao deve significar senj
o medo das capaes que se refugiara no nico
ponto unde anda existe algama girantia para
ella.
Raro o dia em quea imprensa nao denuncie um
crmieeonlra a propriedade, praticado pelos pro-
prios agentes do governo, cu urna selvagem e
monitruosa caruiticiaa, ^ae revela os mais per-
versos inslinctos, a mais brutal ferecidade I Que
importa que o governo condemne este desmandos
em oa decreto rigoroso I era por isso as es-
tancias deixam de ser desbaratadas, os gados ar-
rebatados os trabalhadores dispersos e trncid^dis,
os proprielarios e.-bulhados de seus direito*, de
sen* baveres, d suas vidas t
K' ama pasmosa desorganisarao por toda a par-
te. So mo de ferro poderia hoje salvir este
paiz, comprimindo todos os elementos dissolvemes
qne o agitara. Infelizmen'.e nao vejo esfe horaem
de prestigio, capaz de empunhar as redeas do
governo ecm o vigor e tino que o carro do estado
redama para nao espadacar-se na carreira verli-
P'iosa qae leva.
Esta mioba opiniaohoje partilhada por toios
os eatrangeiros qae aqu vivera, que suspirara por
urna mudanza qualjuer que Ihes traga rleme
soeego, e com elles garanta para seus trabalbos,
para suas riquezas ja a-cumuladas e
no aa.
Veja-se o que diz a ultima revista
Franco Plalence. E' nm artigo que
suas verdadeiras cores a situacao.
Nanea fui maior a confusao do qie boje, nem
jamis notamos que teoha sido tao grande o pe-
rigo.
JBa seis roezes ninguera traha con Tunca; boje
estamos mais allantados, en todos est a descoa-
tlanca.
A desconfianza existe as cmaras, que descon-
fiara do poder execuvo.
A deeconanca est no ? der execntivo, que des
confia das cmaras.
A descooriaoea est na guarda nacional, que
assiste com a arma ao hombro a essa desconQau-
ca igual e reciproca.
A deseor ;iHi-i est na populado, que nao v
em torno de si nem nm olbo que vige, nem mo
qae dirija, nem ama voz que mande, nem urna
idea qae a illustre.
Ao encon.rar-se perguotara os
Aonde vamos? A esta pergunta
Qaem sabe t
Todos os rostos esto sombros.
Toaos os animo esto .batidos.
Os menos inquietos nao sio eertamente oe que
manejara o lema. Forera onde esto mal mais
grave ? Devemos dlze-lo ? E* qae ninguem te
o valor de ua deseonflanca.
Ninguem ataca ; intrigi-se. Nao se derrubao,
se condemnam. lavocim todos os nomes do novo
kaleadario uns aps outros, e terraioatn por aban
dona-Ios todos juntos.
Ja nao nao ha am s jae seja am mrito, urna
esperanza, um ponto.
A aatoridade est debilitada ; a fore,a desappa-
reeen ; o crdito agonisa ; o trabalho deorgani-
salo ; a agricultura acabrunhada o ibesoaro pa
blico exhausto ; os impostos sobrecarregados; a
miseria, emfim se ampliou em cima e em baixo.
Onde e.-t o flm Andam buscando o.
Vivera iludidos I Tiita se enganam f Agitam
tedas as questdes; nenhuma resolvem. Sobrada
razio tm os interesses geraes de queiiar-se;
am, tem muita razio para acensar ao governo e
a* eamaras por nao wrem sabido adoptar oestes
seis mezes passado alguma das tantas medida
cpales de c djurar os extremo que lio faeil
eran de prever.
Sto-tera mnitarato de aceunr o governo e<
as eamaras de falta de "valor, eom o qual j ha
mnito tempo poderiam tsr posto termo a urna si
tnacao da qaal cada da qae decarre aggravaro se
mais os perigos.
Por flm ten maitisiraa razio de laeKar-se
porque sio elles os que scfTrem todes os males
sedes afperda. todas a; ratna*, todo* os saenfl"
mu
enraizadas
do banco
pinta oom
viandantes
responden)
Psra que -serve entre ees rxperiencta f
Por mais que o mini(*erUi muie de bonet sao
seropre as .mesmas eetveca, sem a eapeniencu
que preside, sem o genio que adivinha, sem a
prudeneia que detem, sem a audacia que-acera.
Sempre se reoevam as mesmaa fallas.
Sempre as mesmas utopias absolutamente este^
reis, .
N5o traclo llnba alguma de direcclo.
Em nenhuma previse se fixo. A nao da re-
publieed arrojada ao mar aem-roaao, sem.-agalha,
sera piloto a mare das ondas e das tempesiades.
O novo ministerio gira com os olbos vendados
como ora cavallo de eireo dentro da okcumt
rtncia das queitdes esgotadas. E' a ligica dos
espirito falsos.
Qaando vemos ccmmetter faltas inrperdoaveis,
inconseqaencias srm eaensas, deviarnos apartar a
vista e guardar silencio.
Porm-para que escrevemos I Para fallar en
para calar ? Para disfarcar oa para dizer com
franqueza o que pensantes? Nossa Revista tero
que eseolber nestas qaatro alternativas: advertir,
approvar, vituperar, calr.
Advenir I Ja o temos feito, nao urna vez, mas
njuitas vezes. __.
Approvar I podemos faz-lo em consciencia ?
Mas aqu surge da nossa penna a objeecio a que
nos toca responder.
Com essas observai;oes debilita ao governo. E'
o que negamos redondamente. Nunca um gover-
no eahe sob o peso de suas faltas. Em vi z de de
bilita lo, os ataques injustos, as aecusacoes exa-
geradas farero-lte o servieo de firmadle. Exercera
sobre elle a aeco do mariello. que afonda o prego
s^ bre que tate. Fjrtrftcam-n'o pela tota, engran
deeem-n'o pera trrurapho.
Em vez de queixar-se das observades injustas,
deve felicitarse deltas, se forera fundadas, qae as
torne impotentes. Como ? Aproreitando-as.
h' preciso constituirse ura gjverno do Estado e
nao um goveroo de faccoes. E' preciso organisar-
se o governo dos intere.-ses geraes, e nao o gover
ni dos interesses privados.
O que querem 03 iteresses particulares ? A di
viso, a pilnagem, a usura, o papel-mosda, a rni
na do Estado, e talo isto por ura b:neUoo irame
disto, aproveitavel a una minoria.
Qle querem os interesses geraes?
A ooio, a prosperidade, o crdito, a coover
tibilidade, a forca do Esiado e tado isto por am
beneficio aproveilavel communidade.
Quem representa na actualidade os interesse-
particulares?
Uma tinten i individnos, que de boro grad
Lrlam voari repblica por seu interesse.
Quera represeuta os intereases geraes ? A mas*
honrada quo trabalha, que produz, mas aue bas-
tante simples para doixar-se explorar indignamen-
te pela minora, e que minora ? Onde eneontrae>
este circulo de vidos composto de SO individuo- ?
Nos arredores da casa- do goveroo, na ante-salas
do ministerio, assolapande, tramando os raeios de
lividir entre si os pedacos de andrajos que ainla
restara ao Estado.
Onde encMtraes o circulo dos' interesses ge
raes ? No escriptorio do negociante, na oflkina, uo
lar domestico, no campo.
O quadrt' que snte'eie verdico? Pinta a ?l
luacSo? E a bolsa? Hi nelle espirito de associa
gao ? Nin. Ha espirito de es pee 'lacio? Nao.
Alli a associacao urna palavra sem realidad-*,
e a especulacao urna alavanca sem pooto de tmia,
i")is nao podeoio) dar e .se nome s apostas da
Bolsa, que consistera no pagamento das diffe-
retiras.
A e-peculaco enriquecs um pan ; o jogo ) em
pocrece, a especuladlo f..z circular os capitaes, a
figo os faz redomoinhar, os concentra e os agita
sera lira los de seu lugar ; s quen paga os gas-
tos ? 0 interesses geraes. Eis a verdaJe em
tu 1o.
Nao ha, infelizmente exigeraco nesta severa,
mas juta apreciaco. Ella pinta o estado actual
loste pafz, estado que obr ga o Siglo a terminar sol
rev-|a de quiuiena, h' je publicada com as seguin
tes lintu :
Entretanto, o paquete ]iie se afasia n s dex
em momentos solemnes para o credilo, para o b-.-ra
estar e para o futuro sc-.raomio da repablica, por#
a soltico qu' pda instantemente, voz em grita, a
siluaeji) angusti>a la f.'tenda, nao j.le prolon
gar-se por muitos lias. >
Como chegamos a esta situacio ? Minhas ante
riores correspondencias o teera dito. Os horneo*
de estado desta ierra lio frtil em estadistas, an-
da nao pnlerara cnegar a um aecrdo para reu
nir recursos para a adrainislrayao, embora pen
sera nsso ha mais de um anno, nem e-la se preo-
cupou nunca do mc-io de diminuir suas despezas,
o que ^ervlrla para diminuir-lite o circulo tai
bera d&cripto pe redaetor da Revista j ci-
tada.
; i:d a ila flxa na erais-a j do papel-raoeda, es-
te circulo lambera nao se cansn era estnifar on
fM meios para occorrer aos gasto e delapida-
c5?sS^iaenda publica. Os projectos soelabora-
dos, a presentador 6 recTiagafs, b-imId aa-fa4i,
Ultimameole tinha-se vealo o emprestirao de
qu.ttro mi h5es sancclonado pela re de 17 de j.i-
nho.
Dentro do prazo.de quatro das, marcado para
aprei-entaco das propolas, s ama houve digna
de apreQ >, a dos corretoras.
E aetivou a reserva, mas eta reduzia o
typo de 80 a 70, pituco mais ou meno, e encer-
rara outras condicoes onerosas, sera ufferecer en-
tretanto, ao governo, a.troco de sacrificios, a quaa-
tidade de dlnheiro precisa para solver os couipro-
raissos de expediente que o teera levado a tomar
dinheiro a 15 e 18 pr cento ao mez, para viver au
jourlejour. ?
Por esta razao, principalmente, nao foi adoptada
a propona, e o ministro.da fazrada aprescnlou ou-
;ro projecto de recursos, pedindo j seis mi-
IhOrs, era vez de qoalro, 3 deseando a laxa de ja-
ros a 10 p >r cenia
No-te pr- jerio combraa-se a emissao de ltalos
ao par com a de tres milho:'S de bilhetes fraccio
narios realisada pela junta de crdito publico, e
pensa se assim tirar uiaicr rebultado, sem alten
ler a que a elevarlo de typo de eollocacao dos
ltalos vinte por ce uto, e a diminuicao dos juros,
dous por cento, bao de lomar imposivel a opera-
ci t
Seja como fr, a commissio esp teial do corpo
legislativo de cotnbinacao cora aqnelle ministro, ja
formulou o seu proje;to de lei, nao obstante ain
da nao se poder deliberar a respeito, porque os
dignos representantes da nacao nao se teera'que-
rido reunir, e sabe-'e que a maioria ontra vez
rechacar o projecto.
O recur.;o do papel rnoeda torna so, porianlo o
nico de que ple bncar mo o governo, e jora
esta amea^a o coromercio flea extraordinariamon-
te alarmado,- dispo'to a resistif a mais esia expo-
lagao, sem uber a: onde o drigiro oa aconte-
lmenlos em urna'trra onde j nenhuma garanta
existe.
Ha das circula um requerimento ao poder exe-
cutivo cora muitas assignatnras, para que sajara
nomeadns os geoeraes Goyo Suarez e Canballo
para eomraandarera os exercilos era onarafta
^Este general declara boje que estraabo a se-
melbante raaoifestacao.
Desde hootem corre que esta mposicao seria
aceita, e que estes chefes irao para a campanha.
Para que nao se lembra agora o presidente de sal-
var o principio de autoridade de que deposita-
rio, principio de que se recorda quando se tra-
ta da eooeiliacio dos partidos ?
Os (tsJtancs residentes nesta cidade reunem-ae
boj o em uro grande mteti*g para coasiituirem so-
ciedades anlogas que as Brasletros cpmeca-
rara a estabelecer na campauha, segando j refe-
r, de aecrdo s bases qne live a lembranca d.-
publicar, e que teera sido aceitas, como se v por
estas maoifestai;5js publicas.
Nao esanmera os aossos compatriotas em seu
eonsentimento, que por meio dess as*ociarria
conseguirSo estima e respeito nesta paiz "que
por ouira forma nao Ibas pode garantir a fortuna
adquirida
Bealison se a nomeacao do Sr. Quintana para
eompanheira do Sr. baro de Cotegipe. E'um
hornera tenaz era suas ideas, e aale-brasileiro at
os cabellos, porm illu-lrado, lem ambicio de
gloria, a nao ba de querer estarilisar a opportuoi-
dadedealcanca-li, preferindo ligar seu nome a
urna obra duraloura, a obter o ephernero triura-
pao de produzir urna seiso. C ta orJera, o nosso negociador tambem, qne ama a
franqueza, nao ba di perder tempo cera subtezas
diplomaiicLS, e esion certo de que se entendero
alioal petfeitamente, se que j nao se ebten-
dem.
O Sr. Adolpbo Rodrigue, quevai por parto des-<
la repblica, espera indlcacao do dia do partidt
de seas collegas nara irreunirse a elles.
As folhas "Se Montevideo sio de Ji do pssado.
Segundo o Telegrapho MarUin1) a subscribi pa-
ra o emprestirao oriaulal elevava-se j a......
i 2,600,000 havendo esperancas de qae clegasse
a ser lomada tola a somma de qaatro mi9es
Nada fnai9 da interesse, nem d'alli nem d> 8ae-
Boi-Ayrea, donde sao de 23 as folhas qnetemos.
As dalas do interior sao Pono-Alegre *, Rio
Grande 57 e Santa Caih-rraa 29 do passaio.
Tinha chegado a Pelotas o Sr. marquez Her-
0 Jorml io4kmme\xio daqaoUa cisjdo re^
aO Sr. Gandffla Ferreira os Santos Ffto, an-r
^ pelo Moote-Bioio, aani tres legos, re-
__ndo |adn_lm companaia do outre moca,
qnando repentinamente foi ferido de am rao, qae,
airavossaiido-lhe todo o lado direito do orpo, o
prosiou iostanttneamenta morto.
~ttJfeu eompanheiro qne por nm fatt acaso
pode sajvar-sn, nao soffrendo a mais pequota con-
tnsao, dingio-se cidade a dar parte do acorri-
do familia do finado, qne promptaraentet man-
don buscar, procedeudo-ae logo ao conpetoste
auto de corpo do delicie.
t O finado contava 17 annos e era mcethonis-
to e laborioso. >
A directora provincial do Rio-Grande do Sal
foi autonsada a receber dinheiro ao juro io T*/.
Na cidade do Rio-Grande assenton-se con gran
de solemnidade a pedra fundamental da Igreja do
Nossa Senbura das Dores.
Por acto da presidencia da provincia da Saja
Catharina furara adiadas para 17 de dezembn as
eleicfios de membros da asamblea provincial
Naufragara na praia da Pinheira o hiate-/nao
alvad<-se i trrpolaco qae fdra c. jnduzida ca-
pital pea canhoueira Henrique Das, enviada em
seu soccorro, e perdendo se o seo carregamotr
que consista em mt!h\ exportado da Ugnoa.
Deelaron-se ao presi lente do Maranbq era
re-po.-ta ao cilicio de 2i de julht ultimo, qu> nao
existindo no orgaraento qnota destinada pap gra
ticaeSes ou ajada de cnsto a promotor*, nao
ple ser attendida a preteocao do pronotor pn-
blico, bacbarel Joaquim L-pes L)bo.
Por portara da raesraa data roocedeu se ao
tenente-coronel chee do estalo wior do com-
mando superior da guarda naefontl dos munici-
pios de ka t e Rosario, na provbcia do liara-
nhio, Joaquim Antonio Al ves, dipensa do lapso
de tempo decorrido para apostitr a respectiva
patente.
________
Hontsm a soeedade macooca Unio, por oc-
easio da celebrarlo de ama \x testas do seu ri
t-\ alfurriou umi par dicha, de nome Camilla, de
8 annos de ida le, pela qaantif de 400. A com-
peieote car'a de Mberdade US registrada em no-
tas do tabello Sr. Jos Fancisco de Araojo
Silva.
3 <^h (
D i Rio ii Prata recebemos hontem, pelo pa
qneie inglez Garonne, da luna do Pacifico, folhas
al 27 do passade.
Volata pelo congresso rrgentino a lei robre a
nova capila1, beitava o Residente Sarmiento em
sincciona-ia. D zia-se qie orara pela sanees > os
minislros da guerra, Jnsifia e estrangeiros, econ
ira, os da fazeoda e do coito. Foi-efTectlvamea-
te nroeado para a rnisao especial junto do go-
verno do Paraguay o Jr. Quintana, conheeido
pelo sai espirito de hoiilade ao Brasil. O nos-
so correspondente de Mootevido nao eonidera
esta noraeaco acto de boa poltica da parta dos
nosso alliados.
(i governo oriental abri a 25, e passou ao cor-
po legi>lativo, para considera-las, as propusia ,
que ern numero deseis lite forara apresenladas
para tomada do enprestimo publico de tjuatro
milh*. Bnteoleo Telegrapho Martimo qne a
mais vantajosa datas propostas urna de Herre-
ra e Eastman, qu olerecem lomar toda a sora-
ma dos qaatro inlhes a 80 cora a comraissia de
5% e jotos desdi o Io de julho. A Tribuna, po-
rora, declara todas estas propostas ruinosas para
o Eslsdo, jue fijara pagando 3J a 40 p de juros
ao anno.
Noticias da turapanha do os 6ncos de Appa-
ricra em Areringu, departamento de Tacarem-
h, e o exercit gove-nista do general Borges a
8 ou 10 leguas de distansia, promp.o a dar-lbas
batallta, que us consideravam iraminente, ao
ps_sao que ouiros dmam qjw os insurgentes a es-
qoivarlam, toado ja drvIdTdo as suas forets.
Do Paciflto sabe-se ter sido proclamado p:e
silente do Chile o Dr. Fiaderico Errozney, que
d;|a timar posse a 18 de seterabro. No Peni,
porm, a mr-sma.questo presidencial eslava en
do ngern de diversos fetos de armas entre os
sustentadores dos varios eaodidaios. .
vares da Silva n> cadeira de chantre quo se acha
vaga na cathedr a| d diocese do Mtranha'.
O padro h/t Beroardes de Souza na igreja pa^"
rochial da M'idre de Deoj da dioce3e de Mariaoua
e provincia de Minis-Gerae*.
O padre. Joio Ssveriaoo de Abren o Silva na
cidade d. O padre Francisco Fabiano de As tu Caxeta na
do presidio da Rio-Preto, da mesma diocese.
O padre tfanoel Jos Rodrigues Vieira na do
Eapirito-Saoio da Muluca. 1i nttmraa ilirn-
0 padre Jos Vieira de Soasa Barros oa de Santa
Luzia do Caraogola, da mesma diucese.
Forara eoaeedidas as honras de conejo da s
de S. Paulo ao padre Jos Victorino de Souza
Azevoda.
A presidente da provincia-do Cear foi, ero
data de 30 do seiembro ultimo, rometudo o se-
guiote aviso:
Iilm. e Eam Sr.Forara. presentes a S. A. a
Princeza Imperial Rogente em nome do Impara
dor, os offlcios do antecessor de V. Exc. de 17 de
mtto e 3 de jaoho ltimos, relativos reprsenla-
ci do bacharet Joaquim tiendes- da Craz Gaioa
raes contra o acto do jrjlz de direito da capital,
qne, dando provimento a am aggravo interposto
de lespacho do dito bacharel na qualidade de juiz
municipal snpplente, julgara nullo o processado,
por incompetencia do jaizo, visto seren incompa-
lveis as funeedes daquelle cargo e do de offlciai
maior da secretaria do goveroo dessa provincia,
aceitmalados pelo bacbarel Guimarea.
E a mesma augusta senbora houve por bem
mandar declarar a V. Exc. qae o governo ai lera
que intervir ueste assumplo, sr bre que o poder
judtclarlo proferio sua decisai.
Deas guarde a V. Exc.Francisca ie Paula de
Negreiros Sayo Lobato.
Por portara de 30 de setembro ultime* con-
cedea-se liceoca para residir na provincia de Sau-
ta Catharina ao ca pilas reformado do exerccio,
Jos Caetane de Oliveira Rocha.
Era 28 de seterabro ultimo foi remettido ao
Sr. contador da raarioba o seguate aviso :
S. A. a Princeza Imperial Regente, em nome de
S. M. o Imperador, ha por bera, jo cooformidade
com o parecer doconselho naval, exarado era con-
sulta o. 1,875 de 8 do mez pr. xirao pretrito, man
dar declarar a V. S, para sea coohetimento e
exeeucin, na parte qne Ihe diz respeito, que aos
offlciaes da armada era servieo na compaobia de
aprendlzes mirioheiros do Amazonas, crala por
decreto 4,671 de 17 de Janeiro deste anno, assis
to direito, era presenta das disposigas do a,rt 3
da le n. 646 de 31 de julho de 1832, ao abono era
dobro das maioras arbitradas na tabella do 1* de
dezembro de 1841, como se pralica com iguaes
fuocciooarios do carpo de imperiaes inarinheiros
e oorapanhia de aprendizes da provincia de Matto
Srosso.
Por decreto o. 4,773 de 23 de ago.*U>oi con-
cedida companhi Hydraulica Pelotease, autorj-
Hacao para abastecer U'agua potavel a populagao
da cidade de Pelotas, sob a clausula de ser previa
mente ouvida a competente municipalidade.
O capital da compaobia de 509:0002 divididos
em 2,500 acedes. 0.pagamento das aeros .era
realisado era sete prestacSas sendo a prtmeira de
0| no profixo praso de 30 lias da data do avisos
o as mais de 304 cada urna cora o iotervallo de 60
illas, pelos menos, pre:edendo annuncios pelos
orse*.
Por decreto n. 4,792 de 27 de seterabro nlti-
mo, foi de-ligado do commando supe-ior s subor-
dinado ao dos municipios da Imperalriz e S. Fran-
cisco o 4 batalho de inf miara da guarda aseb-
ias! da provincia do Ceara.
Por aviso de 27 do roes prximo liado fjj Ja
cumbilo do exerccio interino de encarregado do
inarL-'l-g-raeral o eapio d? mar e guerra \nto-
n o Manoet Fernandes, at que se aprsente o
chele de esqaadra Francisca G->rd9r Alvina, t
Una comminao composta dos Srs. Drs. An
tonio Correa de Sonsa Costa, Jos Augusto Nas-
oentas Pinto e Joo Evangelista de Negreiros Sayao
Lobato, Miguel C. Uenezes de Macado e Jos lio
t-lho de Araojo Carvallta foi hontem, era nome da
sociedade Auxilia lora di Industria Nacional, fe
licitar o Sr. visconde do Rio-Branco, presidente
da rejbrida sociedade, pelos esforcos pelo m'smo
seobor empregados para a prompia adopeo do
projecto de -efurma do estalo seivil.
Por igual motivo foi S. Exc, comprimentado
hontem por urna coraraisso de militares, acora-
panbala por quatro bandas de mostea.
Pelo examea.qne se proceden oa casa da moe
da era duas raoedas de prata falsas, do antigo cu-
nti, dos vabres de 11 e S, aprehendidas no
Paraguay, reconhecea-se que a de 11 teni o pe
lo de 12 gramraos e 300 railligramrao, e a de 2JJ
o de 20 1/2 gramraos. Sao feitasde urna liga de
estanbo e antimonio, mas este era pequea quan
idade, sendo fcilmente i*econhecidas como M
sas pelo som, cor, pezo a, mais que lude, pe*
imperfeicio dos relevos e serrilbas.
Foi-nis remettido hontem, noite, de Cara-
guataluba, o seguinte lelegramma, para o qual
chamamos a attenco de quera competir :
< O ultimo temporal causn grande destrnico
oa estrada do interior ; ha cinc das nao ha trau
sito de tropas. O inspectorUa lioha nao lem au
torisa^o para servieo algam, mesmo em casos
extraordinarios.
Os tropeiros que aqu esli cercados e os
quo esto uo alto para deseerero com algura au
xilio de particulares sio quem est abrindo pas
sagero na serra.
Rogamos que pala' voz do seu jornal faca
constar estas publicas cslanidades aos podaras
competentes, dos quies esperamos algunas pro-
videncia-
4 -
Por decreto de 30 da agosto ultimo foi no-
meado cavaileiro da ordera da Rosa o tenente lien
riqae Corre i de Mello, da provincia das Alagas,
de cnoformidade com o 3o do art. 9 do decreto
o. 2,8-0*3 de 7 de dezembro de 1861.
Por decreto de 6 do mez ftndo foi cooeedida
exoneraco do cargo de presidents da provincia
de S. Pedro do Rio Grande do Sul, ao bacharel
Jo B-nto da Guaba Pigueiredo Jooior.
Por decreto de *7jlo dito mes, forara eoseedi-
das> as Reguintes peas oes :
De 96J raeosaes, a D Umbelina Mara da Al
buquerqae, vinva do tenente-coronel honoiario do
exercito Lalz Antonio Corre, de Alottqnerqoe
De (Ai mensaes, a Di Germana Hara da S.
Jos Bury, viuva do eapilio de veiualarios da
patria Jos Eloy Bury.
De 18* raenoaes, a D. Generosa Francisca de
Almeida Plorge, vinva do aleres refermado do
exercito Joao Lopes- Q. ocal ven Paorge, sem pre-
juiza do meio sold que Ihe competir.
Foi concedida ao bacbarel Diogo de Mendooca
Pinto, professor de historia a geographia das an-
tas preparatorias anoexas facoldade de direito
de S. Paulo, pelos ser vicos 'festnelos que tora
prestado no magisterio por mais de 15 amaos de
electivo exareicio, a gratidjacao anonal da>320A;
nos termos dos arts. 28 do regalamento aporova
do pel decreten. 1,331 A de 1T de fevsweiro
de fi, e 24 do regolameota de 3 de raaitf ae
18%
Foi nomeado o Dr. Jos Joaquim de Almeida
Reig para o lagar de lente substituto da FacaldadV
de Direito de S. Paulo.
-i- Por arta* impej-iies da mesma data,.; foi
nomeado presidente da provincia de S. Padre do
Rlo-(rande de Sol o eonselheiro Jaronyrao Mar-
tinlaaoPigneiradt Mello.
Foram> oataraliaadia os subdi:os aorlugueze*
IIIO On tPAMKIJIl'IP Aotonto Albino de Barros, Joio Prat Rodrigues e
2 bk otbro DB 1871. Tito Antonio da Rock, o o dlemio Joo Jflei-,
Do Rio da Prata e portos do sol do Imperio en-1 nv (ron tambem hontem o vapor Oxlderm. J forita xpr^wuit*: a padre J>r. Matee)Fa-
A sociedade raaconica Segredo, creada ha
annos especialmente para a lira de libertarlo, re-
presentada por urna comraisso composta dos seus
nerabros Dr. Antoaio Teixeira da Rocha, Dr. Gar-
los A. de Paula Costa, Joo Pires da Silva, Rodrigo
de L-i.nos Pinbeiro, Angelo Eloy da Cantara, Jos
Pinto dos Res, Joaquim Antonio de Souza Ribeiro,
Antonio Mara dos Santos Banlera, Antonio Sera-
ohim Pinto Machado, Francisco Amonio Proenca o
Francisco de Souzt Machado, apresentou ante-hon-
tem ao Sr. visconde do Rio-Braico urna.mensa-
jera de coogratulaco pelo alto fei'.o do da 28 de
*etembro( dirigida aos membros do gabinete de marco, oiTerecendo-lhes os diplomas de mira
bros honorarios.
' Os trabalhos da commissio brasileira oaJ
socoorros aos Francezes fljaro em breve termr
nados, segundo nos informara, com a remessa de
nm pequeo salda exi=leule am caixa. Carapre
confessar que os membros da coraraisso, acora-
panhaodo urna augosla iniciativa, cumprram com
ztlo e Jdlcacao a carilosa missio. Os seas esfor-
cos tiveram xito feliz.
Consia-nos que o Sr. conde de BomQno ji tem
feito ao Sr. conde de MerMe saxiaa reraessas, cajo
tlatal se -atevara 170,000 Trancos.
De Peraaabuco os valores reraettidos para os
quaes contribuirn) generosamente os Srs. Imfi
do Livraraeato, bario de Vil'a-Bella, Dr. Buarque
de Macado e ouiros, sobem a 60,1)00 francos.
Do diversos documentos que nos foran corarau-
nicados,v-se, por um lado, que foi conscienciosa-
mente feila a dislribnicao dos soccorros t-sTareci-
dos pela generosidade dos Brasileiros; e por oolro
lado que tem sido profunda e sincera a gratiJ i
das papulacos8 soccorridas. 0 documentos a que
nos referimos sao
1." Urna mensagem, respetosanenie enderecada
a SS. MM. Imperiaes, por intermedio do Sr. cond
do Merode e da Sra. conlessa da Montaleraberi,
era que se presta horaeoagem aos generosos Bra
sileiros; assigaada pelos membros da coramis
sio encarregada da distribuicao no departamento
de Haule-Saone, e cujo presidente o Sr. car-
daal-arcebispo de B sancon.
2." Oulra mensagem, era te teraaoho de viva
gralido, igualmente dirigida a SS. MM. Imperiaes
pela commisso do departamento de Doubs, presi-
dida pelo j referido arcebispo.
3.* Urna carta com o mesmo destino, assignada
pela commissio presidida pelo Sr. cardeal-arcebis-
po de Bordos.
4. Una carta dirigida aos Brasileiros pela com-
misso presidida pelo Sr. bispo de Dijon. Esta
carta termina pelas seguintes palavras: cDeus
eonhece todos os Brasileiros que tomarara parte
nesta cruzada da caridade; seas nomes esto gra
vados j no livro da vida. Aceitera elles a borne
nageo da e erno reconheciraento denostas pro-
vincias devastadas.
5.' Um artiga publicado no periodieo Col d'Or,
em !9 de junho, do qual extraamos o seguale
trecho : .11 ,nra ao Imperador e Imperalriz do
Brasil, os quaes, sob o veo do anonyrao, cora real
grandeza, se associarara ao impulso cartdo?o da
naco, sobre a qual imperara. Honra ao Sr. baro
do Bom-Retiro, presidenta da ammisso de soc-
corras no Rio de Janeiro e ao Sr. conde do Bom
Sm, thesoureiro da mesma comraisso >.
. Outro artigo, publicado na mesma folna era
4 de julho, pelo qual se v que a Sra. condessa de
Barral foi encarregada de di-tribuir a quantia de
50.000 francos nos arrebaldes de Parts.
7. Urna relacao minuciosa na qual se observa
qae 1,066 familias forara soccorridas ao departa
meato de Ardennes com os auxilios enviados do
Brasil. w
8. Oulra relacao anloga pelo que respeta ao
departamento de Cote d'Or.
5
Por decreto n. 4.795 de 28 de seterabro ultimo,
foi concedido o augmento de 25:000 ao capital
com que est autorisada a faacciooar a oorapanhia
de Gaz do Para, ficaodo assim elevado o capital
desta companhi a St 173 000.
Renoiram-se hootem era userabta geral, sob a
presidencia do Sr. Dr. Jos Machado Coelbo de
Castro, 87 accionistas do Banco do Brasil repre-
sentando 18,687 aceces.
Sendo submettido diseussio o parecer da com-
missio de exame de conta, que ultimameole pu
Misamos, o Sr. Dr. F. Belisano Soares de Souza
pedio explicaces sobre a compra de apoiiees feila
em outubro do armo passado pelo banco do (be
so oro nacional, declarando que nao qnerra na'
quilla occaaiio analysar esta operaco;mas ape-
nas obter algumas ioformaoes. Declaron lam-
bem o mesmo senbor que, posto considerase
vaatajosas para o baneo as propostas contidas na
3' eooclnso do parecer da coraraisso de exame
do eonta, votara contra ella, porque, como depu-
udo, lera daoppor-se quo sa acara ao baoco as
eoaeessdes pedidas a referida concluso.
O Sr. Dr. Coerao de Castro, satisfazeado ao po-
dido de lororraiedes do %t. Dr. F. Bollsam, leo
as actas das sesses do conselho do baneo em
voa se traloa da compra das apoiiees ao Ihe-
so*''0-
Cf Sr. eonselheiro Joio Manoel Pereira da Silva,
como reator.da comraisso, dase qae esta trabara
Mpeci,Vnief)),oBj 3ea reJatowo, da enmara a
asehees porque nao vira oella mais qae nraa ope-
rario vaPUjasa reasada pelo baoco, nemiulgara,
de en de ver entrar em indagacOeg alhefas ao in
tarasse do? aedonjsUi; ae ase discuta o pareeerl'Jo Altes da Silva.
roservando-se pira fazel-o em outro lugar, oode,
ao contrarit, o Sr. Qr. F. Belisario votara polas
concessss itedidas no relatorio da commissi.
O Sr. Tetxeira de Carraho pedio tambem expli
caces sobre urna venda de apoiiees do empresti-
rao nacional de 1868, operacao que alguns julga-
vam ter sido desvaotajosa ao baneo.
O Sr. Dr. Coelbo de Castro declaron que esses
ttulos tinham sido negocalos por oreeo sperior
ao que regulava no mercado quando a operacao
foi feila ; que pastortarmento hgaa alta d*-pree
na pracv D'tsto, p irra, nal se palia conclar
qus a opera$ fosse lesvantajoia par* o banco.
Os recursos provenientes dessa iramaeco fa
ram empregados era emprestimos s provincias
do Para, Pernamboco a ontras, emprestirao* qne
a adrainistraco do banco jolgava bera garantido-
e qne renden o joro de 8 0/0 ao afino.
O Sr. eonselheiro Pereira da Silva dee arou, am
aparte que a commissas nao se oceuptra cora este
assumpto por nao se compreliender elle no perio-
lo s'bre que devia versar o seu exame.
Encerrada a discussao, forara appnvadas as
seguintes ceselasoas do relatorio da coraraisso de
exame de cantas:
1.a Qae sajara approradas as cantas do exerci
co bancario de 1870 a 1871.
2.* Qae seja approvado o regularaento interno
orgaoisado pela ad niai-.traen.
3. i !. Que seja autorisada a alrain*tra<;o
da banco do Brasil a reqnerer dos altos poderes
do Estado as providencias noces tanas para se
prorogar o prazo da daracia Jo estabeleciraento
por mais 14 aosos, e para'relazir a amo'rti acao
das suas notas em circulaca na cauforraidade
deste prazo.
1 Qie seja igualmente autorisada a adrai-
nistraco do baoco da Brasil a requerer ao gover-
no imperial, que se raodifl jue o art. 56 dos estatu-
tos da es'.abe'eciraea'.o, que ti xa, carao mximo do
prazo para as hypotbecas, o espaco de 6 anuos,
sendo elle elevado a 12, o bera assim outras quaes
quer modicages qae entender coovesleates em
beneficia da lavo ora e do banco, e qae se rearan
disposic,S3S dos raesraa estatutos.
A Sra. D. Luiza Ga-lherraoa Victorio da Casta,
viuva do subdirector do collegio Vic".orlo, Gui-
lherme Victorio; acaba de dar carta da liberdade,
sera clausulas, aos seas tres escravos Alia e
Adriano, Minas, e Jirge crioalo.
Ha cerca de ura anno ordenoa S. M. a Impera
triz viuva que se vendaste a fazanda da Macaco,
de sua proprielad?, e qie, coacuida a venda,
se dsse liberdale a todas os esenvos ne!la exis-
tentes.
Nio sa tenda reaalisado ainii a venda da fa-
zeoda, aguarda s9 esta o:sisia psra tornar elfec
tiva a libartacio dts e'cravo?.
Cousta nos que, s'gaada as instrucQes de Saa
Magestade, ser resorvada una parte de fazeuda
para uso das libertos invlidos ou atianudos em
idade que qaizerem contrauar a residir alli.
6
O paquete francez Giro/ule, da linha de Bprdos,
tpiuxe-nos honlem folhas do Rio da Prata at 1 da
carrete.
Entre os factos dos ltimos dias o de maior ira-
poflaucia ler o presilen'.e Sarmiento pasto o seu
voto le qua eriga Vil a alaria em capital dar
publica. As razo s do voto, assigoadas n'uma
raeusagera ao congresso, mas da'.idaraente se vero
da referida correspondencia.
No estado oriental, rejeitadas todas as propastas
qoe tinham apparecido para o emprestirao publico
de 4 milhSes, o governo apresentou s cmaras le-
gislativas nova propasta para acudir s necessida-
des cada vez mais urgent do esestado.
Nesta propasta o enprestimo elf va-se a .6 mi-
litos de pesos era ouro on 10 % de juros ao
aano. O governo poder emittir al 3 milhes de
pesas era cotas fraccionarias de ura dobrao, con-
vertiveis vontade do portador em notas maiores.
Esta emisso ser garant la por ttulos da raesmo
empreslirao, depositados na junta do crdito publi-
co, que poder colloca-los dentro ou fra do paiz,
e cora o seu producto retirar da circnlaco igual
somma de notas. Os outros 3 milhes soro appli-
cados a solver as dividas da guerra.
Sobre fetos desta mesma guerra nenhuma noti-
cia positiva lentos. Parece, porm, que reinava a
discordia entre os chefes do exerelto governista,
recuando o general Borges obedecer s ordens do
general Castro,
Nestas circunstancias dizia-se que instava o
governo com os generaesGayo Suarez e Caraballo
para afilaren aquelle o commando era chefe e
este o la vanguarda. De urna carta puo cada por
Caraballo deluziase, porm, que nio aceitara
elle commando a'gum a nao ser o supremo.
O nosso correspondente de Montevideo descreve
o eslado de desordera em que a mais de um res-
poito se achava aquella mal aventurada rep-
blica.
D; alfares, ao alferes da guarda nacional da
prafrinoia lo Maraubaa, Ctanta Leop.Uo Ribeito
da Silva.
Da tenante pharraaceutico do corpo de saAde da
exercito, ao ex-tenente pbarmaceulico contratado
Augusto Caisr Diogo.
Foran reformadas, veocendo sold dobrado de
voluntarlo da patria, na confotm:dade das disposi-
ces da ultima parte do art. 10 Jo decreto o. 3,371
de 7 de Janeiro de 1865, visto acharera-se inutili-
sadas para o servieo do exerssfo asa eooseqoencia
de feriraentos recebtdes en asebate, as pracas se-
guimos :
23 "carpo de voloetarios da patria Soldado
Domiagos Jas Booifacio.
29 carpo dito.Soldado Lino los de Souza.
31* carpo dito.Soldados Jos da Silva Braga e
Manoel Theodosio falles.
43 eorpo dito. Aaspecada Jos Zacaras de
Sani'Anaa.
Forara tarabem-reformadas, na confarmidade
das dispostces do 3* do plano qae baixoa com o
decreto de 11 de dezembro de I8t5, cora o respec-
tivo sold por inteiro, os soldados do 8 batalho
le infamara Joio Floriodo e do 9a da mesma ar-
ma, J?rancitica Goaws da Hora, visto acbarem-fo
irapossibilitados para o servieo do exereito, em
consequaocia de fertmento reeebido era combate, a
aquelle por contar mais de 23 annos de service e
achar-se incapaz da continuar nelle.
Por decreto de 4 do correte foi nomeado ca>
pelie alferes da repartiQo ecclesiastica do exer-
cito, o padre Telemaco de Souza Velho.
Por decreto da mesma data foi reformado o calo
de escuadra do 44* eorpo de(volaniartoa da patria
Bellarmlno Antonio Alves, vencendo o sold do-
brado de voluntario da patria, na connarmidaJe
das dispusieres da ultima parte do art. 10 do de-
creto o. 3,3" 1 de 7 de Janeiro de l86a, visto acbr-
se iiutilsado para o servieo do exercilo, era con-
sequen ia de feriraento reebida em combate.
Por portaras de igual data :
Fj demi'.iido Carlos Augusto Danta', do logar
de araanu-mso do escriptorio das olli ira ;.s da fabri-
ca de armas da fortaleza da C raceico.
Foraot oorasedos.
Para o lagar de amanuense do escriptorio das
offlciuas da fabrica d'armas na fortaleza da Con-
ceicao, o pralicante do arsenal de guerra da corle,
Jos Joaquim da Castro Vianna.
Para o lugar de pralicante do arsenal de guerra
da corle, Jos Joaquim de Barros.
O Sr. Joo Marmol Goocalves Vieira acaba de
conced r a liberdade ao seu escravo Eduardo, par-
do, do 2 e meio annos de idade, obrigando-se a
cria lo.
Os operarios da fabrica de cigarros de .
Joo de N lieroliy, prap ra Jale dos Srs. Soma,
N'ovaes Si C, cotisaram-se e libertaran) ama es-
crava ineaor, psrtencente ao Sr. J. F. de Alva-
renga.
El' tanto mais loavavel este acto, qoaoto aquel-
les que o pralicaram dispdin de limitadas re-
cursos.
Lesa na Re vista Commtrciul, de Santos,-ero
data de 3 do crreme :
< Anta hootem pelas 9 horas la n.ute (ai pret.o
pelo inspector de quarleirao Franiuco do Paula
Machado o preto Miguel, que estava farlando gal-
linhas era o quiaial da mesma aatoridade, tonda-
ja urna mi.ra.
Na oeeas'io da prisaoo preto Miguel declaren
ao inspector Machad i que prefaria pagar 41 aela
gallinha mora, e apauhir qaatro duzias le bolo?,
do qua ser preso I I >
O Nofctaor de linas, em data de 30 rio passa-
do, da eonta das seguales: Pelo delegado de po-
lica do Gro-Mogcl, capuo Euze'ie Jos Gon-
zaga, foram capturados os seguintes crimino-
sos :
Jos !' 1:1 lino de S e Silva, no disircto da S.
Jos do Garotuba. como antar da morle do reac-
tivo vigario Jos Victano de Souza.
Oairo ciiminoso de morle, uja naxe ignora-
se, e o r'o Candido t'orreira de Oiveira.
Em virtude da .ordens de duno chafe da policia
da provincia, foi capturado no termo de S. Joio
3tptisia, celo respectivo daligado de polica Ma-
noel Franoi-co de Paula, o criminoso da tentativa
de morle, no termo de Caelil da pr^vocia da
Baha, Angelo Marlios Caldeira.
Pelo delegado de polica desta capital, Antonio
Luiz Mara Soares de Albergara, foi pronunciada
como incursa no art. 197 do cdigo criminal a r
Anua das Dores de Paula Costa, por haver mor
ao proprio (Uno recera-nascido, sendo a pr-juunra
sustentada pelo juiz municipal.
A mesma r, que era moradora da fregueaa de
Antonio Das desta mesma capital, acha se ri-
so reoo'.hida a respectiva cada.
Pla mesma- autoridade fc/f tVtttGeiifo W-arl-
1
I
i
i %

Foi remettida era 3 do corrate mez aos Srt.
ios eclores das thesouraras da fazenda osexem-
plares do decreto n. 2,035 de 23 do mez prximo
lido, o qual determina qae a lei n. 1,836 da 27
de seterabro de 1870 continu em vigor no Io se-
mestre do exerccio de 187273, com diversas al-
teraces, se antes nao fr promulgada a respectiva
lei do orcamento, e declara as raesmos Srs. ins-
pectores que a dispo^icio do 3' do art. I* do
mencionado decreta, reduiindoa i8 e 21 % as por
centBgens de 34 e 2o %, que actualmente se co-
brara oas alfaodegas subre os direitos de irapor-
lagao, d-ve convencer ser execuUda do Io de Ja-
neiro do anuo prximo futuro en diante-
Per decseio de 9 de agosto ultimo, foi nomea-
do o major Frederico Augusto de Souza, para o
pasto de corooe! commandante superior da guarda
naci tal dos municipios da Chapada e Barra do
Corda da provincia do Maranho.
Por decretos de 4 do correte:
Foi designada a comarca de Itapelininga, de se-
gunda entraocia na pruvio:ia de S. Paulo, para
celia ter exerccio o juiz as direito avulso Bellar-
raino Peregrino da Gama e Mella.
Foram neceados juizes monicipaes e de or-
pbos:
O bacharel Jos Carioso da Cunha, dos termos
reunidos de Carinhanha e Monte-Alto da provincia
da Baha.
O bacharel Feliciano Aagusto de Oliveira Peo-
na, do termo de Marianaa, na de Minas-Ge-
raes.
O bacharel Joo Felielano da Casta Ferreira, do
termo de Sorocaba, oa de i. Paulp.
O bacharel Augusto do Canto Delgado, do termo
de Xinriea, na mesma provincia.
O bacharel Aquilino Leite do Amara! Coutinho,
do termo de Parto Feliz, na mesma provincia.
Foi nomeado:
OcapilSo Tito Nun?s de M'llo, tenente-coronel
commandante do 3* batalho de iofantaria da
guarda nacional da provincia do Cear.
Por deeretos de 4 do correte mez :
Fez se merc do titulo de conselho ao senador
Joaquim leronymo Fertaandda Cnnha.
Forara nomeados:
Commenlalor da ordem da nasa o coronel Jos
Latz de Calda Lias, offleia! o teoente-coronel Joo
Man el de Se'xas Jnior, e cavaileiro o capito Se-
ba3tio Celiuo de Oliveira Pinto.
Foram concedidas as seguintes pensoes :
De 144i ananaes ao gramete do corpo de im-
periaes marinheiros da provincia de Matto-Grosso,
Jobo de Souza Nascimenta; seas prejuizo do sold
da sua reforma.
De 48/ mensaes a D. Anna Peres Campelto Ja-
come da Gama, mil do tenent-" ronel do exerci-
to Apolonio Peres Carapello Jacorae da Gama, sem
prejuizo do meio sold qae Ibo competir,
De 42| mensaes a o. Hearlnaeta Carolina de
Lira Costa, mi do tenente do 4'] corpo de volun
tarios da patria Antonio Mendss da Casta.
Da 30/ mensaes a D. Candida Mara Florida
Cardim, raai do alferes de voluntarios da patria
Aureliano Henrique Cardim.
De 30J mensaes a D. Carlota Raphaela Dias de
Carvalho; vinva do eapilio de 11* balalbio de io-
fantaria Antonio Jos Pereira de Carvalho, sera
prejuizo do mel sold qae Ihe competir.
De 183 mensaes a Mariana Rosa da Silva, m
do 1 sargento Clementino Xavier da Costa.
De 100 rs. diarios ao soldad.) do 29* corpo de
voluntarios da patria Lino Jos do Sanza.
Foram naturalisados:
Os subditos portugaazes Antonio Jos Machado
de Maraes Carmona, Antonio Joncalves Valenca,
padre Antonio dos Santo? Res, Francisco Jos de
Faria Res, Jos Leite Maehadf', Manoel Fernandes
Freitas Guimaraes, Manoel Perttira Betblero Morei-
ra o o Aastnaco Joo SaUlan.
- rtii uicaiud- oukiiu4uo hit prv*uuiioi*ut k-^^.v-
i tJJ2,ua,*Mi4 jjaifif-rj-servenle da Santa Casa
de Misericordia desta capital Ezejuiel Cona djs
Santos, por haver asphyxiado no proprto leito o
doenle Aalonio Vidal Pereira, era urna das ultimas
nou'es do mez da novembro do anno passado. A
pronuncia foi sustentada pela juiz municipal, e o
delnqueme acha-se recolhido ca- >' i.
Por decreto de 5 do carrele f.irara cone-
didas as exonerai.s que pedirn :
0 Bara de S. L:urenca do cargo de presidente
da proviioia da Babia.
O bacharel Antonio Laz Alfonso de Carvalho
do de Mi aas Geraes.
Por cartas imperiaes de 4 e 5 do dito tsiti
farara comeados prasidenlei>:
Da provincia de Pernarabuco o eonselheiro loid
Jos de Oliveira Junqueira.
Da Baha o desembargados Joo Antoaio ce.
Araujo Freitas Henriques.
De Miaas-Geraes c bacharel Joaqdim Pires Ma-
chada Pariella.
Pr decretos de 27 de setemliro aiimo :
Forara concedidas aos indiri'lbos abaixo men-
cionados hooras de postos milKaras do exercito,
em attencio aos relevantes aerv-'eos que prestaram
aa goerra cooira o Parago. y :
De eapitio ao capito 1? cominhsao da gaarda
nacional da provincia da Rio-Grande de Sul, Ida-
Jino-Gonoalves ?alent.
De tenante ao tenepte de velnutarios da patria
Por decreto Je 6 de outubro forara nomea-
dos :
O eonselheiro Antonio N'iealo Yolentino, para
o lugar de inembro do conselho inspector e lis cal
da Caixa Econcmica e Mome de Soccorro d<*sla
:rte.
Beroardino Jos Pereira Pacheco para o de ite-
.ouroiro da thescuraria de fazenda da provincia
do Cear.
Por decreto de :10 do mez passado foi concedi-
da aa bacbarel Joaquim Jerooyrao Fernandos- da
Cunba a demisso que pedio da lugar da procu-
rador fiscal da Ihesouraria da Babia.
Por decreto n. 5037 de fl de setembro ulti-
mo, foi o gaverno utorisado para conceder isen-
qo de diretto da importaco ao material a trem
rodante necessario construccao e custeo do
ferro carril da cidade de S. Luiz do Maranho e
seus suburbios, (ix-audo o governo previamente a
quaulidade e qualidade dos objectos que hoovs-
rem de ser despachados com tal isenco.
Por Jecuto n. 2038 do mesmo dia 27, foi
autorisada o governo para conced >r seoco de '
direitos ao material xo e tlactuante da empreza
de oavegafao a vapor do canal de Campos a Ma-
Cih.
Por decreto o. 2039 do mesmo dia 27*hi
autoriada o goveroo para conceder isenco. de
direitos ao material necessario s obras da Com-
paobia de Sania Thereza, e.-tabelecida na capital
de Pernambuco ; bera como s materias primas
para a illumioaco a gaz da cidade de Olinda. O
governo mandara restituir a referida companU
quaesquer direitos que teoham silo pagos po
ella, provenientes dos referidos materiaes dospa
chados.
Por decreto n. 2042 de 28 de setembro nl'.-
mt) se declarou que a iseocio de dirertos de !m-
portaeo concedida pelo decreto o. 1565 da % de
jucho de 1868 para os materiaes necessario as
obras do eneanamento d'agua potavel na capital
da provincia de S. Paulo, empreheode nio s artigos importados depios da promulgarn do
mesiso decreto, como os que anteriormente ba-
viam silo despachados para o indicado lira ; de-
vendo effectuar-se a restituico de quaesqntr
quamias que por assa causa se baja cobrada.
Hontem da manliaa o csiello fez signa! lo
achar-se em Kaip urna embareaco que pedia
soccorro.
Era o hiato Attim, procedente de Pono Seg
que tendo fondeado naqaelle lagar ante-uonl
de nante, o, recelando ir i praia, em conieq
ca do mailo mar s resaca oiera o referido s<|
nal.
Ura vapor-de reboque, qne mesfflo n0B,*B'j
raanba rebocara dou? navios para fra daJatT*,
foi ao Ingar onde se achava o hiato e tron:
para dentro do nosso porto sera a menee avatta.
I. A. Imperial mandn entregar ao Sr. Viseen-
de de GuaTatingnel a qnaniia de W't
appltrsda era b,6aer!cio do hospitsl da cidade w
Guaratingoet.
Neteta e PHr**ybmo,M Hntoyjit*
a 13 do pastado o Sr. Manoel ornes
Cruz, fazendeire. aatojison o ftvm. Sr/Vifanb

ME.
vigirttflt-
MUTILADO
HEGVH


diario de Pernambkoo Seata feint 13 de Outobro d* I $71
i

i


freguczia da %MHMP
lsar, como 1'lM^KPi
dita em diante Iba fl
da Eocruzilhala bap-
M suas crias que dessa
apreseoladas.
DlffOEPEffiaitlBUC0
RECiFE 13 DEOrU3RODEi87i.
Noticias do snl do Imperio.
CUegou bootera pela ajaoha o vapor franeex
Cn*ie. trazendo datas do-Rio da Praia al i*, do
Ro de Janeiro at 6 e da Babia at 10 do cor-
wtalt.
Silbas fabricas Parle Oflkta',, Exterior e Inte-
rior vio por extenso as noticias mais importante.1,
arrn das~ quaes apenas encontramos n;s Jrcaos
as qne segaenL^
BStURLlOU do PACIFICO.
O jornaes do Chile alcanc^vara a 14 do pas-
sado. A 18 devia tomar posse do governo da re-
publica o novo prndente, D. Fredesico- Erra
zjris.
O areebispo de Santiago determinara que na
missa de *cgio de grabas nio bonvesse discurso
poltico religioso como de ootras vezes. Quatro
prelados, os de Santiago, Hiraera, Coquimbo e
Concepcin, recebonam o novo magistrado por-
ta da calhedral.
Do rea tirio do ministro da instrn:,-a publica
se v qne no anao de 1870 uaccioaara.j 676 es-
cojas publica*, isio maii 30 qae no anao ante
rior ; 402 escalas privadas. Naqoellas foi de
55,945 o nnmerode alomos matriculados; sen
do 38,903 a existencia media. as-escolas priva-
da* a exigencia media subi a 15,023 alumnos
Oe 1 de jucho de 1870 a 1 de junbo do cor
Mote auno, f>ram distribuidos aos alumnos das
escolas 112,376 volnmes.
D > Per vem confirraacao da noticia de qne
alguns tremores de ierra se erara em Arequipa,
Dio, pot n, eom a violencia do terremoto de
168, era cajo terceiro aniversario, 3 de agosto,1
?e fizerau preces naquella eidade.
RK1 UBLICA DO PAUAUIAY.
Eac n'.lil to i viee presidencia d repub:a o
S. u. u.-.u 1.1., Barreiro.
O presidenta da repubii^ reunir em sua casa
alguna ad vagados, eom qu-m cosult.ju a-.-.r;a do
d.rojto de ppeliacao do oainisiro Giii coaoeana-
d) plocjngrosso.
Os Jornaes desmentiam a noticia de qno o go
v-*ra Ituotiyu.
C Sr. Alcorla em nome de urna socieade de lo
g;?terra, presentara ao goveroo urna proposta
pira c oi/,ira da estrada de ferro, obrigando se a
nten-iu-U at Villa Rija, logo depois de elltclua-
di a compra, e a xratiuua la de Villa Rica at o
Paran ua direccao do Itapua.
IIIO DA PHATA
0 presidente da Coofederacao Argntica recu-
sara saoectonar a le chamada da capital. A 29
em q;:e o presidente d as razoes do seu acto,
mas nio houve sesso, e 03 jornaes de Monte-
vi li., do la 1, oeahuma notieia aceresceatara a
es>9 respeto.
A mensageu do Sr. Sarmiento expSe eom mi
nucioiidj'd as razo.'S q-.ja o Jevaram anao sane
cioaas a tal. Transerevereraos alguns paragra-
phos do referid.) documento. Depois de se refe-
rir aos doa nrojcios de lei nao sancionad >s,
era 1883 o 18GJ, con'.ini o Sr. Sarmiento :
O poler executivo pensa quo urna vez decla-
rada e*senlda a ne&sjdade de dar cova >de s
autoridades naeionaes, as dfflculdido? que leria
iaevitivel-Dente a su* trasladarlo, devomm qiun-
to possivcl, ser diminuidas designando-so ouiro
lugar ou cidale onde se encontrassem elementos
soches, administrativos e polticos, que podessem
eoneorrer para fscilitar o desemp-nho de suas
complcalas funccSes; mas a erecce- de ama ei-
dade oo despnvoado aggrava extraordinariamente
estn diCiouldade*, apresentaodo perigos qae po-
dem compromtter a ex>tenc,a mesma da naco.
O priraeiro e raais v sivol afTistar da gestao
dos negocios pblicos os bmens mais proeminen
tes, que (i ir sua ilada e pisicao eslo pou;) d'is
posto? a sbraMteras-privac.s de ama residen-
cia improvisa Ja no meio dos campos, di. ni minio
cora isio a forja moral do governo.
Libertaram a eaor Mara, no acto de ser
/PjMidV a Boa irin50 deIla de nome Joj. de
idade de 3 anuos, n
, !^-'^de d8 doin,>o chegaram a esta eidade
tres individuos que, sahibdo de casa a p, termi-
naran! a Jornada mentados em tres bons ani-
maos.
Logo depois cegaram esbaforidos outros.tres,
nomens, a quem acorneara o contrario, princi-4
piando a viagema cavallo e lerminavam a pa. I
Assim deu-se o cato :
Os tres ltimos tendo de examinar urna
aguada apearam se porta de ama casa de ne-
goc o sita Bolada, e abi deixaram as esvjdga-
daras.. r
' Pawaram os tres primiiros e vendo os ani-
aos desmontados penalisaram-ae de v los es-
lact aos liotfxtram para dar-lites milbo.
Nao podrara, pprm completar a acf(7o ma(
Mora pois os djoos dos animaos muito a tempe
jppareceram e dalles tomaram conta.
< Presos os carido$os declararam Juvar alaga-
do 03 animaes a ara preto, qu os segarava na
estrada, o fue quer dizer que descobnram urna
o.va especie de eocbeiras auxiliadores des via-
jantes que andam a p. k
i C>mo nio se eifectaara a prisao em flagrante,
e os quasi tesados nao derara queixa, foram postas
em liberdade innocentes creaturas, qae noo-
tuntariamente se transformaran) em ladroes d:
animaes.
Praza a Deus qne Ihes aproveite a li{ao e
o qne de ora avante nao mais aliguen animies
em coc'ieirat ambulantes.
t Firmino, e^cravo do Usado baro de Birtioga,
fgido desde 18-w, foi ultimaaente apprebendido
ao sertao desta provincia e ach-se entregue ao<
herdeiros do d.to finado, deixando no lugar em^
oue resida mulber livre e cinco filhos, penhores
das mais caras aff.-icoi..
s. PAULO.
N) dia 2 do corrente grande numero de ac
demioos precedidos de ama banda de masica,
dirigiram-se ao palacio do governo e foram rece-
bidos pelo p'resrdente da provincia eom qaera se.
congratularam pela adop-Qao do projecte relativo
reforma do estado servil.
Sabindo do palacio seguir, m os acadmico^
pelas priocipaes rua3 da cidide e congratularam-
se tambera eom as rjlacgo.s dos jornaes da ca-
pital.
Regresara de^ampioas o chefe de polica
Dr. Sebastio Jos Persira, e chegara al d Dr.
Daniel di Silva Ribeiro, chinceller do consulado
geral porlugaez ne-la corte.
A Gazeia de Campias em data de 1 do cor-
rente diz o seguate
9 :=1~tm--'w 'f'~....lll
a- V^IgL* ttift b*bcU ttpNlAo.-TeoiMfl logar ao meio dia em
dinheiroos'flMed|U' *#! ticis de 8 a 8 *mfio 5r.rDaajpr AlfrJflueMae, a roa Jo iHp-
por cent* WJfr b. R, a fnnfao djs ^rMarloTeita ci-
A' bordo do Cruzeiro do Sufthmtini di blU. Pamava,^xn nanat>wneVRi n*. ...
o 18* baulblo de infamarla de Ubba, eoiJlW doietsoS^ E^ fcaTl2L Pf"
nnat iq arH >rtM.. ""o PUMrio rol nentem otmlicada sera- o
-ti^B^'" *w- Sy awrJf ufas
a. W**i\m deTblers e o arUe *>br# a nter-
6 carente iodfVorf-'s-eirt eidade -rBl:.. t .,, .
L.OTKHIA. A qae se a ;ha i venda a 311.14
jwaao do patrimooia doa orpliaos, i qual corre
8
de Nazareth o servico para o" assentamento do
tramrosAjUB, cora o auxilio Ja respectiva mu-
nicipali*, foi empreendido pof ama eompanbia,
d que gerente o Sr. coronel fase Lepes Pe
reir de Carvilho, sob a direceo dos Srs. esgn-
ab*iro$ Whianna e Pires Lipes.
I fMila 7 satab deste p irte o vapor Seo- Fia
fon da 6'panbia Bahiaaa, eom < sraade mmero
-a> oonuidadps, entre os quaes iam umitas se-
nnorag. a>rj(a all chegon ma noute, tendo
sido sao'ffado eom mnitos foguetff'ao'passar pela
vid de Itaparici, cuja frente e-tava tola embao-
deirada. .... :
< Ao chegar o vapor a eidade de Nazareth, II-
tammarm-se-as cans. j
< No da seguiste em na barraciio levantado
para a ceremonia, depois de urna mi*ta celebra-
da no proprio lugar, o Rvm. oiroctro prooetef
a betfjko d:s objectos ^juedeviam se.'vr para o
a?sesrtienlBkdo primelro trilno, e tomaado o 'ir.
bario ide Mtinga, cono presidente da cmara
uro martello de prata, baten os pregas pratea-
dossoore o trilbo, sendo imitado pilos domis
vereadWeA por variordepatado- provlnciaes, pe-
las autoridades locaes, e de mais pessoas, qae se
acbavam presentes.
< Era ama tribuna de Mingara, qae abi ba-
via, -recitarara discursos os Srs.- coronel Jos Lo-
pes Pereir? de Carvalho, engenheiro A. L. da Cu-
aba Babiana e Dr. Luiz Alvares dos Santos, re-
Mtando lambem o Sr. D. AaigastJ B. da Silvaira
ama pdesa.
t Foi servido um espleodida copo, ifajua na ca
sa da cmara, dorante o qual se levantaran) en
tbasiasticos brioles.
a A' uoute bouve um liado fogo d artificio, e
a eidade lluminouse.
O trarnroad de Naziretb, um bello ensaio,
a Apz tonga e pertinaz sceca temos tigo ai- za*. 4e^oe anto carece o paw, onde o espirito
S Washington s mtrgeas d > Atlntico e do
magosto-o Potomac medrou ora setmta aonos,
porque et em trra to fecunda quenesso lapso
de lempo produzlo.duplo numero de estados dos
qoe ex'-tiam, quando f i decretada a capital da
Dalia, cutres tantos territorios povoados, cem ci-
dades e qaarenta mil vllUs que sao o assombro do
mundo.
A Anerica hespanhola apenas conta o Rosa-
rio, Valparaso e Colon neste seculo aggregidts
C'irao cidales de importancia, em troca de cera
cilades esticionarias e mil aldeolas immobilisalas
era seis ori aoiro plano. Xo nosao paiz, S. Luiz,
J-jjui, il! j i. Mendoza, sao menos cidades boje do
?ic cram antes e s s margen* do ?ra'.a" e do
rae o resdtteato do Rosario mterromoe a ga-
ra! attag i tojSa O governo nao pode decretar quo
se tra-lde para Villa Mana ama sucielado calta;
e o tura d iuo emigrar para essa capital, etsr-
nimeoto &t, imprimir ao governo a sua coi-
local, i
O presidente insiste ni carencia de tempo para
levantar os edificios pblicos na nova capital,
querer se que ella seja inaugurada em 1875, como
diz a lei.
A m:D.sg)ta era rau'to disjuttida nos jomaos, e
ansiosamente se espera va a decisao do corpo le-
gislativo.
Pjr decreto de 29fon nmbalo o D\ Manoel
(} ratmi enviado extraordiosrio e fuinistro pieni-
p>tenciario era mis-fu especial para concluir os
ajustes de paz cora o Paraguay.
O Dr. D. Luis V. Varella ra'ouor-a o cargo de
sub-secreiirio di ministerio do inlenor.
Nj E-tado Oriental, a cmara aos represen-
tantes, depois de calorosa discassj, rajeilou todas
as propostas para o empre timo de quatro railho s,
e noinsou u na coramisso especial para assentar
n is meio? da modificar a lei de 17 da janbo no
ctlVi de dar proraptos recursos ao govoroo. A
mosraa coramissao tambera foi incumbida da redigir
um novo pr>jecto que possa dar ao thesoaro pu
b!iap al a quaniia de ^eis milboss, e, se nejo-sa-
nfor, seta milh5es.
E>so projacto flera ja redigido e publicado. Do-
cUra que o emprestimo .creado pela lei de 17 de
jioho da elvalo a seis m Ihoes de peso3 de oufo
oi (O porcmto de juro annual. Para facilitar
3 collocarja: do emprestimo, a naco chama a si
o direite da emittir as notas fraccionarias da un
ohrao, tomando sen cargo as qne actaalmmte
existem era circuafio. Contera anda outras dis-
pisljoes o p'ojecto, qne la entrar era discassoma
referida cmara.
Da campa iba na ha noticia importante. Di'Ja-
so que A,iparicio lora removido do commando do
exarcito rev >lucioaario, fieaodo era s*u lugar o ge;
era! Haniz, alo aquella enmmandar o ex-^rcitol
qae opera ao n>rte do Rio Negro.
PARAN.
No 3 a 12 do passado reasumir o exarcicio
di commando superior di guarda nacional do rao-
mclpm da capital o coronel Manoel Antonio Fer-
r'ira.
Proseguan! cora a pos3ivel actividde as obras
do canal do Varadouro, achando-se j conclui-
das 2i7 brae. S gundo nforoBVam- ao Canmer
c:o do Paran, bom o trabalho feilo, sendo para
lamentar qae tenhs de parar e ulvez perderse se
o governo geral e o da provincia de S. Paulo nao
eutrarem cora as somraas i qae se obrigarara para
aux.lio da dita obra.
A sociedado maconiea Perseveraniji libertara,
na jia baptismal, duas cnaa^a do sexo feraiaino,
Iila9 das escravas de D. Anna Pereira do Csrmo
Ferreira e J.os Francisco Pombo.
MVAS GEBABS
Recebemos o Noticiador de Minas at 26 do mez
pisiado e o Pharol al o Io do corrente
Do Noticiador extrahimos o seguate :
. Prisoes imponentes.O Integro magistrado
qne dirige a repaMicio da polica acaba de fazer
rscolher as pri.-Sjs publicas os celebres criminosos
Rita Uoaldina de Rezenle e sen fllho Jos Antonio
da S4va Pinto. Estes reos, pronuneudos ba mais
de anuo, no termo de S Jos de El Re, pelo assas-
nato de diversos escravos seus, zombaram sem-
pre da aec/lo da Justina, conseguido lodo esse lem-
po eseapar da sanecio penal.
i Pelo delegado Je polica do Rio Preto, Dr.
Ftrmiao Ant'SSio Je Souza, foram capturados no
dfetrirto de Santa Barbara do'Monte Verde, no
da lo do correte, os criminosos Manoel Celestino
Pwera e Joaqnim de tal, pronunciados no distric-
lo do Rio do Peixe termo d* Barbacena, como in-
corsos dos arts. 192 e 205 do cdigo criminal.
Do P*re/:
Na fregaeiia de S. Pedro de Alcmtara de Si-
mao Preira, pratiearam ants-hontera a Exm. Sra.
L- IViE e Piul* Villas-Boas da Gama Mon
A^r^'Q*,"0.'''^80 Sr- Gervasio Antonio
suma iva dow Ktos n,ai, 9 m-
guns dias molbados na ultima semana; da modo
que recobrara alent as espetaocas dos nossos la-
vridores no sentido de prisperas colheitas. Os
cafesaes vao cob.ir-3e de vico e fl )res, desabo-
i anda os galbos fartos de riquisimas promes-
as, i
Do Eco Bnnanalente transefeve o Crrelo
Piiutistano o seguate :
O Sr Podro Ramos N\guera tem libertado
dez escravos, todo; vigorosos:
Antonio Luiz, mestre carpinleiro, e sua mu-
her Luiza, Silveria ; Leopoldina, Fortunata, Mara,
Constancia, Fausta Rita, Luiza parda e Julieta.
Todos residem em-ierra de fjzenda do mesmo
senbor, onde ten suas lavonras, e vivem na am-
buodanei, s-ib a generosa proteceo do seu bem-
feil;j Q lando adoecem, sao tratados no hospi-
tal da fazenda eom toda a solicitada.
t O Sr. Pedro Ramos foroeceu ainda por em-
prestimo ao pardo Joo, alfaiate, e ai preto liberto
Joo Congo, o dinbeiro, jullepara se libertar,
e a este para libertar a sua mnlher Silveria, Ca-
bmda, por oica3io de proceder-se a inventario
na casa do finado J. Antonio de Oliveira Gdima
raes de qaem f -ram escra os. Estes, como os
outros, residem era trras da fazenda do mesmo.
E' cJm o maior praier que registram n estes
'actos.
Fallecer em Santos e sepultara se no di3
2, Jo3 Antonio da Fonceca Leite.
Constava em Santos que seriara inaugurados,
nos priraeiros dias do mez corrente, os trabalhos
tram-road. la se dar corae$o liaba da cidale
para a Barra.
Os trabalhos para a illureineeo a gaz e para o
ab .stecimento d'agua, eram retardados em arase
quencia da arribada, Baha, do navio Riclimond,
portador de grande e principal material desnad
i eses dous servidos.
A'cerca das ultima oceurranci de Campi -
nas, escreviam d'esla eidade ao Corrcio Paulistano,
era data de 22 do passado, o segrate :
c Hoje sahio o despacho do delegado de polica
ao processo instaurado contra Salvador Tnevenar,
ii.ho do agente c-.nsular portugus nesta eidade,
pronunciando ao aecusado pelo crime de tentativa
de norte: Este proc S30 foi movido afora outro de
resistencia em que tambera responde o mesmo
agente consular, em virtule d;.s oceurrenetas ha-
vidas aqu a 17 do crrante, entre as autoridades e
o mesmo agente, como o seu jornal e outros teera
a ticado. J se v que o couflicto poda ter con-
sequenclas muito serias, e nelle se derara factos
muito significativos como o que aearretou aquel a
provincia
Seguir no dia 4 do corrente para S. Paulo o
D. abb-ide geral da ordera benedictina, Frei Mmoel
de S. Caetaoo Pinto, adra da fazar a visita trien-
nal aos conventos da provincia sb sna juris-
dlCfio.
D. Maria Francisca da Silva, fallecida em San
tos no dia 4, deixra libertos, em testamento, tre3
escravos que possuia.
RIO DE ASEIR.O.
Pelo ministerio da justiga foi ndefrido o reque-
rmento de Manoel Goncalve^ Ferreira e Silva, de
positario geral de Peroambuco, representando con-
ra o respectivo juiz d i commercio.
' Pelo mesmo, era 5 do carente, communi-
cou se ao presidente do Piauby, que foiapprovada
a sua decisao mandando considerar sem effeito a
nomeacao do alfares Joia Antonio Pacheco para
:apiio do terceiro esquadro de cavallaria, por
contraria a o disoosto no art. 48 da lei de 19 de
selembro de 1850, porquanto pelo aviso de 4 de
Janeiro de 185o s piem ter lugir independeme
de proposta dos respectivos commandantes e da
o dera gradual do accesso, as prmeiras nomea^oas
para os carpos em organisacio, caso em que nao
so acha o referido esquadro.
Pelo minisierio da agricultura, offijiou-se ao
secretario da legagao imperial em Londres, abu-
sando o recebiment da carta'por copia que diri-
gi a lord Gort, declarando Ihe nao poder ser lau-
cada coala da garanta a annuilade paga a M.
Bellany, ex-re.retario da companhia da estrada de
ferro ds Perusmbueo, visto importar mais nra
ouus para o governo imperial, conforme f < re
comraendado mesma legaco em aviso de 4 de
junbo passado.
A alfaodega da cftrte arrecadoa de 1 a 6 do
correte 469:18o*'*! > res.
Eis as noticias commerciaes da ultima data :
Cambio.Sota mam as operares em cambio
d'esta qaiozena:
t S bre Londres eerca de 999,000 a 24 1/4,
2t 1/8, 24,23 3/4, 24 e 23 3/4 d. para o papel
Oancano ; 24 1/, 24 5/3, 24 1/2, 24 3/3, 24 1/4,
24 1/8,24, 23 7/, 2i. 24 1/8 e 1/4, 23 7/8 o 24
d. para o particular.
t Sobre Franca cercando frs. 559,000 a*402 rs.
oor fr. para o papel bancario, e aos extremos de
393 a 400 rs. por fr. para o particular.
Sobre Hatnburgo cerca de M/B 183,000 de 726
a 740 re. por arco banco.
S bre LisbOa e Porto regaln o premio da ta-
bella seguinte :
127 a 13! O/O- vista.
126 a 110 0/0 -a 30 d/v.
125 a I29 0/0-a60d/v.
124 a 118 0/0-a 90 d/v.
t Metaes.Os soberanos foram negociados a
10*150, 160, 200, 220, 250, 260, 280, 300, 320,
350 a 400 a dinbeiro, e de 250 a 700 para o fiui
do mez.
Apoliees.As geraes de 6 0/0 conserva-
ram-se eom moila firmeza a 99 3/4, 99 7/8 0/0 e
a 1:000* a dinhelro, 1:0005 1.0054,1:010* a di-
versos prnz)s. A do emprestimo nacional de!8G8
obliverara de 1:120* a 1:133* a dinbeiro, e a este
al limo prego para pequeo prizo.
c Acedes.Para as vendas realisadas regularam
os seguales precoi : franco do Brasil de 200* a
212* a dinheiro e de 20ff* a 216* a diversos pra-
loa; Banco Commereial, 24* 23*, 21J, 34* de
premio a dinheiro ; Banco Rural e Hypolhecario,
205* a 200* a dinheiro, 210* a 212* a prazo;
Companhia da Doca da Alfandega. de 68* a 78*
de premio a dinheiro, e a 80* dito a praxo curto ;
dita Brasileira de Navegacao, de 5* a 2* de des-
cont a dinbeiro, de 4* a 5*800 a praxo ; dita de
Navfg igo e Comraercio do Amazonas, 350*,
ii m*00a dinheiro ; dita de Garra de Ferrb de
Peroambuco, ds 80* 80* de premio a di-
nheiro ; dita Nitheroyense de 4* a 7* de premio ;
dita de S. Lnlz d Maranbao, aopsr ; dita das Do-
cas de D. Pe,dro II, de II* al i de descont, a
^inheiro.
exeeliente exempio de iniciativa particular e
de eiforco municipal.
A empreza fdi estabelecida sem acso do3
cofres publluus, e% soraent^ cora, o eoncurso dos
accionistas e-codcsssa e apoto i da municipilida-
de, cujos membros etram rro^flaraero d'aquel-
les.
Pjssa ella ser feliz, o animar ou'ras era?re
da ^sociaco unto secessita de Jesenv^lvimen-
lo.
. No dia 5 do crranle houve no erigenho Cu-
be, propriedade do Sr. Vizconde de Pae, um
desastre, que faz algumas victimas, e poz em ris
co a vida de seu filustre proprietaro.
Tendo adaptado ama serrara machina do
engenho, fez e-ta explosio na oocasao da expe-
riencia, levandopelos ares o telbado da' casa, e
abalead) paredes. O Sr. vizconde, qae sssistia
experiencia, fieou bastante maltraado e contuso,
sendo anda mais infetizes tres escravos que fal-
lecern) victimas di desastre.
t O Sr. conde de Pa, qae eslava no'seu en-
geoho Pmdoba, prximo aquelle, onvndo o es-
tampido, dirigio-se a'cavailo, apezar de octoge-
nario, propriedade de seu fllho, porm ji o
encontrou era caoinho, em ama marqueza, em
bus a da :asa paterna.
Foi madicdj.peio Sr. Dr.-.Gayozo, qne de-
clama preci-ar de auxilio de oulr->s mdicos por
:onsderar o caso grave.
A Sra, viseoadassa, que se achava oa cda-
io, rcebendo hootem pela manha a triste noti-
cia, erabarcon em um vapor eom toda sua fami
lia e os m1icos Dr. Horacio Cesar, Dr. Virgilio
Oamasio e Dr. F J. Teix ira corn-todos ormedi-
camentos e preparativos necessarios.
A airandega rendeu de 1 a 9 do corrente
26:490*269
O cambio regulava sobra Londres 2i a 24
1,4 d.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
PRESIDENTE DE PERNAMBUCO Por carta
imperial da 5 do corrente, foi momeado presidente
desta provincia oTSxm. Sr. Dr. Joo Jos de Olivei-
ra lunqueira.
S. Exc. veio para a Baha, sua patria natal, no
vapor Irancez Gironde, davendo vir para Pernam-
duco na crvela de guerra Recife, que abi ticav:
preparando.
CAPTURAS, Pelo delegado do termo do Ouri-
curicury foram capturados e recolbidos respec-
tiva cad'a Manoel Jos de Siuza e Estevao de Sou-
za M ni-iro, este crina noso no termo de Q ixad
da provincia de Cear, e aquelle no termo de Vil-
la-Bella.
COMPANHIA SANTA TH3REZA. Para as
obras do encaaaraenta e illamina^ a gaz de
O'inda, vierara de Liverpool na barca inglezalFoi-
w.'lte, entrada anta hontera, 1784 caaos de ferro,
5 ehafarizes, 2 machinas avapjr, 2 bombas e per-
tenees das mesma?.
ISENT.AO DE DIREITOS.-Por dcreto n. 2039
de 27 d seterabro ultimo, acha-se o governo au-
t trisada a uatodar restituir eorapauha Santa-
Thereza, a importancia dos direitos de materiaes
ja despachados para as obras seu cirgo, sendo
facultapo igualmente o despacha livre do todos os
lreitjs para o* materiaes que ihe forera necassa-
rios, inclusiva as malarias primas para a iliurai-
uacao s gaz da* eidade de Oiinda.
DINHEIRO.-O vapor fran-ez Gtrande trouxe
para :
Loaron Bank 19:1043000
Amorm Irmos & C. 6 OOOiOOJ
Tissatfrres ,'2:731*000
Para a Europa tevou esse vapor, de nossa ?pra-
i;a. 3,003 franco?.
PARA A ELTaOPA.-Cim'9 recbidos em nosso
prto levon o vapor Gironde para a Europa 2801
oas-ageiros.
1RMANDADE DE SANTA CECILIA DO LIVRA
MENT.A irmandade de Santa Cecilia, no lou-
vavel erapenho de festejar eom decencia a sua pa-
droera, do suff.agar os seas irmos professores,
e de soccorrer os que, baldos de recursos d'arte,
cahirem na indigencia, acaba de addir ao sea eom
promisso os artigo?, que se leem no expediente
do governo, publicado neste Diario de 11 do cor-
rente, em cujanole, s 7 horas, fez dita rraan-
dade celebrar urna ladaiaha grande instrumen-
tal em acr"u de gracas.
llivrndo, pois, ne-ta eidade daas irraandades
sob a mesma invocaco, agora mais que nunca
seria conveniente a reunio deltas em ama s, fl-
cando talvez aaais proficua para os artistas msi-
cos a medida tomada ; porque fortalecase pela
unio. ^y, .
FRIMENTOS GR.\YE3.-No dia 7 do crtenle,
pelas 4 e I|2 botas da tarde, em trras do onge-
nho Camarazal da fregaezia de Nazareib, Jos,
esravo de Loureoco de Barros Vascencellos, pro-
prietarij daqulle engeobo, aeommettea e ferio
gravemente cora diversas emuladas do foica Joa-.
aioa Maria da Conceicao, mulber de Pelippe
Santiago do Nasci ment, morador no mesmo en-
genho.
O delnqueme foi preso poocodepeig de commet-
tido o crime, do qual tomn eonhecimento a auto-
ridade local, procedendo vestoria e mas inda-
gacSas para a base do processo qne j est em
vas de instaurar. A paciente foi transportada
eidade da Nazareth, onde est sendo tratada
cusa do proprieurio doeng-mho Camarazal. '
ATROPELLO FATAL. No mesmo dia 7 do
correte, na eidade de Nazareth, nm individuo qne
percorria a ras ao galope de nra cavillo, "apa-
nbou uraa pobre creanga como sea animal, e atro-
pellou a e contundio-a tanto qne deixou a ea pe-
rigo de vida, logrando evadir se sem se saber quem
era, nem d'onde veio ea para onde foi.
LIBERDADE.Aates de se embarcar para a
corle o Sr. Dr. Manoel Gentil da G Aires conce-
den gratuitamente'carta de liberdsde aos seos es-
cravos L rarenca, Vsrissima, Liurrana e Tdom
deixando de fate-lo ao do nome Clemente qae'
preferio continoar em sna companhia, acompa -
nhando-o para o Rio de Janeiro. E' jesto que
aqu consignemos este tacto credor de merecidos
encomios.
PAGAMENTO DE IMPOSTO.-Lambramos aos
nossos assignadtes qne neste mes- devara pagar na
Recebedoria o imposto de iniwlrias-e pm/Stsfet
Sao comprebende todos os estabeleciraentos e pro-
ssSes. Aquellos qae o nio fuerera incorrerao na
mola de 0 0,0, se o imposto pesado, eom a mal-
u peior se torna e para evitar Isjo convm najar-
se em dias. rm
do
LEILAOH tje enNcla o agente Martins as II
?a, O'IMiio et partes do sobra* en Olioda,
aiversas penes no sobrado da ra do Cordiniz a.
2 e dividas D0 M|r de 4O;60G02$ rs., era sea
9So Ar.'S rtl1 d0 Mrquez de OHufla n. 15.
PASsAGEIR03.-0 vapor francez Gironde vm-
wJ-PjrtoidoMVtfOiue:
Mtm J laqtnaa da Coceicao, e 1 cria la, Fran
cisw uias Marmies, Antoolo Jlartins, Bduarlo
WaWoa, sentidor Ovalesnte, Jbs Maria de A'ba-
']2G? f*0. Oljrmsio G calves Rosa, Antonio
KoWigesiCrdeiro, Baar|ne Macado, Flix, Jos
, V > T?s teite- i 'inla Mirera Sarapaio, J.
v? H"1*1, ,ol Grerio to* Santos.
. *Z J*T% o Areaj e portas intermedios ao
vapor aadooiti Jeqm:
r. Joo Gamillo da Araojo. Jeaquim Soares
i?**Aw<,Q8 M. do Naseiraontu e sna senho-
. alfares Francisco Jos da Silva, Antonio Alves
P. Tirtaraga, Josa de beixas, Falix Benvindo de
u-iveira e sua roi, Trajano A. Moreira Lamo?,
Manoel Branca, Jos Luiz doi Santos. Cherubina
!**s8wrVJoaquim Novaes, Jo- Doroioguea das
Dores; J,,aj Giirtwir da Silva Rago-esna familia,
e lva, teneoe Lauriada Paregrino Bandeira
de Msto/Varla Francisca de Oliveira.
Sahidos para a Europa no vapor francez Gi-
ronde :
L Ph. Bilter e sua mulher, Joaqnim da Costa
Almelaa, Antonio Jos de Araojo, Alvaro Joj da
O Maimrore Sevario. Jo.- Tcixeira Leito.
CKMITERIO PUBLICO.-Obituario do da 11 de
ontubro.
Francisca Xavier da Ioearaacao, braaca, Per-
nanibaeo, 50 aaoos, casada, Boavisia, hospital Pe-
dro II;aaemia.
Maria Benedta Siidoji, parda, Parnarabaco, 62
anuo?, viova, Sinto Antooio; hyriiipela.
Olyrapio, eseravo, pardo, Pe/nambuco, 2,3 an-
bos, sokeiro, Recife ; varila.
Jesuino, pardo, Pernimboco, 8 annos,"Bavista ;
hy iropbubia.
Seraldo, pardo, Pernambuco, anoes, S. Jos ;
a nazarea. ^^
Manoel Francisco da Silva, pardo, ignora-se, 44
anaos, solieiro, militar, Boa vista ; coogeslio cerj-
bral._
J o, pardo, Peroambuco, 3 anuos, Saato An-
tonio ; bexigas.
Frsnetseo, preto, Peraanbuco, 4 nn-)3, Boavls-
ia; bexigas.
CTiROMt A JlDIIARLa.
miBmi, oo coiMGRcie
ICTA DA SES3AO ADMINISTRATIVA DE 9 DE
OUTUBRO DE 1871.
PRESIDKNCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO ANSE1M0
FRANCISCO f HtCTTI.
As 10 horas do da, estando reunidos os Srs.
leputados secretario Miranda Leal, Oiintq Bastos,
Caudido Alcoforado, Alvaro de A-'meida e o sup-
pleote S Leito, o Exm. Sr. conselheiro presi-
dea+* abri a sessao.
[^ Lida, approvada a acta da sesso de 5, eom
dedUrjijaj de qae o Sr. depulado Candido Al fo
railo nao frf vencido era vtos por fritarse do
cumprrmento do S 3." do art. 4. do decreto nu-
mero 2733.
XPKDIEMTK.
Oficio do presideute e secretario da junta dos
corredores, acornpsnli ido da cotagSo offlcial da
semana ltimamente liada.Para o arehivo.
QSmo da mesma |UnU, aecusando a reoepeo
do ofQJo que te ihe dirigi em 28 de selembro
prximo passado.Pora o archivo.
Diario offkiil de n. 2di a 129.-Para o ar
chivo. ^* ^^
Registro da c-.rrespendencia offlcial regular-
mente leito at n. 24i.
Foram mandados rubricar os seguintes livros :
Diario de Jos Feliciano de Nazareth e Copiador
de Rrt fleto-nema & C.
DI5SPACH0S.
Refluerimenlo de Joo da Cruz Macedo, reque-
reodA o regiswo do conoecmeoto qoe junta, com-
probatorio de baver pago o imposto de sua pro
lissao de corretor geral Mavo ao primeiro semes-
tre de 1871 a 1871Se.a entregue o documento
depois de registrado.
De Henriqae Guiiberrae Stepple, tambara corre-
tor geral, no meraio sentido.Seja registrado o eo-
nhecimento e depois eo regu ao supplicante-.
De Monteiro da Cunh < 4 C, offareeeado a regis-
tro a nomeacao de seas caixeiros Fraocelino Ro-
drigues de Moara e Francisco Jacinto de Car.a
Iii i. -Seja renislrada.
De Basto Oliveira 4 C, off recaudo tambera a
registro a de seu csixsiro Amaro de Barros Cor-
rea Jnior.Sim.
De Fiaacisco Antonio de Albnquerqne Mello,
apresentando para igual lira a da seu caixeiro
Hirteoc[o Olegario Velloso.Na forma requerida.
Do J o Jos da Ma^aiuae-, tsrabem apresenlan-
do a registro a de seu caixeiro Jos Pergentinb de
Oliveira Rodrigues. Deferido.
De Manoel Moraes de Oliveira, no mesmo senti-
do quanlo de sea eaixeiro Nabar de Paula Go-
mes.Como pede.
Da E. Mallo & C, dem, sendo o caixeiro qua
nomearam Vicente Ferreira de Paula.- Na forma
requerida. ,
De Victor Grandin, ide n, respectivamente doj
caixeiro qae nomeira, Francisco de Salles Moreira tota ?
aetaado reunidos 09 Srs. desembar,radores Silva
Galmares e Reis e Sirva, Accicli, e os Srs. depn-
Udos Miranda Leal, Caadido Aleohrade, Oifnto
Bastos 8 Alvaro.
LMa foi approvada a acta da sessao anterior.
O eacrivo Aibuqaerque registrou o ultimo pro-
testo de letra a 7 do corrala mez, sob o n. TW!,
e o eserivo Altes de Brita a 3 do dito mez, sob o
n. 2372.
ACCODAOS ASSIGSADOS.
j Appellantes os administradores da massa Mlidi
de Antonio Jos de Figueiredo, appellado Francis
co Jos de Oliveira Janior ; appellante Antonio
Jjaqnim Micfiado appellado Antonio Fernandos
irnos de Oliveira.
JULOAM UNTOS.
Juizo municipal e do comraercio da villa de La
vas, provincia do Cea- appellante riThomax
Duarte de Aqnino, appellado autor Joaquina da Cu-
nba Freir ; Inizes os Srs Silva Guim.res, Accio
, Alvaro e Miranda Leal.FJ eanArmada a sen
tenga appellada.
Julio especial do comraercio r appellante exe-
Jnente Andr Birb isa Soare<, appellada execatada
. Victoria Ratina de Azeved ; jaize* os Srs. Ac-
ciol, Silva Gimares, Alvaro e Olioto Basto.
Foi reformada a senltaga appellada.
Juizo municipal e do commercio da eidade d >
Natal, prevnola do Rio Grande do Norte : appel
Unta autor Manoel da Silva Ribeiro, appellado roo
Antonio Pinto de Miraos Lastro ; jwzes os Srs.
Accioli, S Iva Gimares, Alvaro e Candido Aleo-
forado.Foi confirmada a senteo^a appellada eom
> voto do Exm. Sr. cooseltieiro presidente, sendo
votos vencidos os Srs. Silva Ga.marios e Candido
Alcoforado.
Juizo municipal e do commercio da villa do
Bom Conseibo, desta provincia : embargante ap-
pellado reo Tnom Joaqnim do Naacimento, em-
bargado appellante autor Manoel Ribeiro Bastos;
juizes os Srs. Accioli, Silva Gimares, Alvaro e
OlintoBastos. Ordenou- e ama deligeacia cora o
voto do'Exm. Sr. consilbeiro presidente, sendo vo-
tos vencidos os Srs. Silva Gimares e Alvaro.
Aopellante Salvador de Siqueira Cavalcanti, ap
pelladi Joaquira Salvador Pessoa de Siiueira Ca
raicanti; appellante Jos Joa juira Gomes de Abre,
ippelladi* a vi uva e herdeiros de Jos Antooio de
Barros Wanderky ; np lellaotes Andrade Reg,
appellada D. Anna Jueepha Poreira dos Santos ;
appellaate Josa Joaquira Pereira, appellado o ha-
chare! Joaqaim Prancisoo de M.rinda ; appellante
Christovo Vieira Leito de Mella,, appellado Sera-
phim Alves da Rocha Bastos.=Adiados a pedido
dos Srs. depatados.
passagkhs..
Do Sr. desembargador Silva Gimares ao Sr.
desembargador Reis e Mlva : appellante; Correa
4 C. e outros credores do finado R idrigues Gon-
calves Bauos, appellados llearique Marlius Sal la-
nha; 4 C.
Do Sr. desembargador Reis e Silva ao Sr. dasem-
hargador Accioli: embargante Andr 'de Abre a
Porto, embargados Ferreira 4 Martins em liqai-
daco.
distribuicOes.
Ao Sr. desembargador Silva Gaimarles : ap-
pellante Manoel Das do O', appellada D. Jo'ephi
Joaquina Bezerra de Mello ; embargante Augusto
Frederico de Oliveira, emb?rgados Aogisto Ocla
viapp de Souza 4 C.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva : appellantes
Tasso Irmos, appellados os herdeiros de Heory
Gibson ; appellaites oj a fministradores da massa
fallida de Sehastio Jo.- da Silva, appelladcs Fei-
dell Pioto 4 C. em lquidac&o.
. Ao Sr. desembargador Accioli : appellante
Joara Bium, appella 1 s J >s Alves B.irb sa e ou-
tro ; recrreme J o Vicente Ferreira, recorrido
Amaro da Silva Gimares.
Encerrou-se a sesso i urna hora e quarenta
rainal s da tarde.
D.
stetsagimu.
OsHlmi
Dr. Juaqi
Dr. Gasps|
mond.
Dr. Manoel
Dr. Affonsl
Dr. Jos
Dr. Jiaqul
Dr. JoaqOii
diFtjaseea.
de Menetes VaicdMellPs' dr Dgfl
Netto Carneiro le Sout asdelra
qnerai
POBirCAtOES
A PEDiDt.
Illm. Sr. Romualdo Alces de Oliveira.
Li attentament-a saa obra, e q lep- tidonte de
alguns erros typographicos, digna de ser
lida urna e omitas vezes. Para quem t?m
mteresse na causa da hauaaaidade, leudo o
pro do Podo eocontrar oolle verdades
irrefatveis, isto que. a civilisac;3o so-
cial nao esliaiaia difuodida pebs po-
VOS.
Feliz do povo brasilero, fdlues dos po-
vos do universo se, se guiassem pela luz
que sua obra esparge Das trevas em que
vivem. Ao !er o livro, pequeo trabilbo,
porm grande em a cauce, nao posso deixir
do patentear meu sincero aprer > ao laleuto
e ao mrito de to primoroso trabalbo Se
o povo comprebendesse quaes seus verda-
deiros e si- ceros defensores procurara ler
eom atlengo u Lioro do Povo ; porque nelie
contem, qaao'o preciso, para elle apren-
der a chegar felicidad* social- Descolpe
estas linbas-qae sao aexpressSo fie' do apre
qo que dou a *ui obri.
Recife 25 de seterabro de 1871.
J. M. Barbosa Porto.
aquel
nafres da'Kbclia.
Francisco'Faes Barrwto.
Francisco do Barres Barrotto.
Capillo Thpmar Jos da Silva Gusmio.
Cspita Manoel Jo> de Ssnt'Am Aranjo.
Capilo Jos da Silva Cysoetro G limaran.
Capito Francisco de Pava Albuquerqoe Lima.
Joaquira Cdrneiro Lias de Albuqtwr jae.
Ignacio Ferreira Coimbra.
Jos Presbylerio da EtpectIo
Diraingos Jias Pereira da Costa,
Francisco Manoel do RegoBirretto.
Alteres Rannalomen Caetano Guasa.
Luiz fllho d j tenente Joao ohryostomo de Scena.
Commendadpr Braz Carneiro Lelo.
Major Jos flanlo do Reg Barreno.
Jnitss protedoris.
As Emasi Sras. :
D. Laiz.i Francisca de Fanlo Ctvatcantado Alba-
querqae.
D. Miria do O" de Jesns Barreito.
D. Juanna -Ignacia de Jesos.
B. Mara da Paz Tiiieira.
D. Flaovia Augusta Carneiro de Albuqnerqne.
D. Candida Ferreira Coimbra.
D. Anna Francisca Fiche.
Esposa do Sr. Dr. Joo Carneiro Lsao.
Espuma d Sr. Dr. Joao Alves Mergulbao.
Esposa ao Sr. Jbi > Marioho de Sonta Leo.
Esposa do Sr. Silvestre Fernandas da Craz.
Esposa do Sr. Matheus Caetano Gomes.
D. Amelia Bina do S.\ maior Luiz Jos da Costa
Porto Carrelro.
Esposa do Sr. lente Julio Fernandinode Silv/
Mello......
D. Id alma Vax Salgado.
D. Joanoa Fian-isca Pereira Marinho.
B-po-.a-o Sr. cap to Francisco Cimillo de Paulo
Pacheco.
R-po D:; Man- fllha doSr. Tcente Fraaclsco Mendos
das Chavas. -
Espo;a de Sr. Pedro Marqaes da Silva.
Escrivos por eleico
Os Jiluis. Srs.:
Capilo Manoel Joaqnim do Reg Harrello.
Capito Vicente Cysneiro de Alboquerqne.
Tenente Taciano Leopoldo Mavignier Araujo
Major J s do Reg Barros.
Tenente Ernesto Ferreira de Barres Caaneilo
Major Bernardo Ferreira de Barros Caapailo
Manoel Pedro do Reg.
J io Ferreira Coimbra.
J s Marques de AraGrim.
Antonio Pereira do Monte.
Francisco Jos da Silva.
Jos Maria Fernandes.
Eierivas por leieo
As Exraas. Sras. :
D. Annadiaquina Paes Brrelo.
D. Anna Oiympia Barretto de Gusmo.
D. Leopoldina Francisca da Rocha Barros,
Isabel Rodrigues de Oarvalbo.
Kspa da Sr. Joaqnim Fragoso Pereira.
Esposa do Sr. tenenls Florentino Cavalcanle de
Allraquerque.
Raposa do Sr. Manoel Antonio do Monte.
Eiposa do Sr. Ant raio Jaeratho.
Espd a do Sr. Jos Antonio da Sant'Anua.
E-pdsa do Sr. Va-co Vaz da Silva.
E-pO-a do Sr. Antonio Baptista Tuxeira.
E-posa do Sr. Joaquim D tivo Talles de Souza.
E-criv;3 por devoco
O Illms. Sr.:
Comraendador Joaquira Francisca Paes Barretto.
Tunate-corunol Joo Paulo Carneiro de Souza
Bandeira.
Capilo Jos Eloy de Paivat
Tenante Manoel Caetano Gomes Bom.
Tenente Joajura Carneiro Leo.
Vicente de Barros Franco.
Jo de Barros Franco.
Antonio Jos Martins.
Antonio Joaquim Cavalcanln.
Francisco de Sauza Martins.
Jos Joaquim da Silva.


-

por devocio
padre Augusto Adolph-j
Ribeiro de Sce-
S. Beato me ral ja.
O negro Alaroe, a primeira capacidade
do sertSo I
, O oegri'o licenciada, regrLsta e at
advoga, o mentor do celebrrimo Miran-
iella Delgado, que faz tudo q tanto elle quei-
ra, ainda que seja umi asneiro, orna pa-
Fontes.Como requer.
De Felippe Santiago de Alrnelda, dem, sendo
de nome Marc lino Jos Lady o caixeiro nomeado.
I! -gistre-se.
De Jeronymo Delsuc, dem, chamando se o cai-
xeiro, Cuja jnscripcao requer, Alfredo Gomes da
Salva.Sim.
Da Manoel Marques da Oliveira, dem, sendo de
nome Joo FraneistO Biltancourt o caixeiro, que
pretende seja 'inscripto.'Seja registrada a no-
meai^o.
Dr Adriano, Ci?tro4 C, para cerliBcar-se Ibes
se Adolpho de Almeida Guedes Alcoforado aoha se
insertlo coa seu caixeiro.D-se-lhes a certido
reqBWWa.
De-Rocn 4 C, para se Ibas declarar o nome
do caixeiro que matricularan).C-rtfi jue-se.
De Manoel J,s dos Santos, para se lbe certi-
,-ar a omeat;io de seu caixeiro Theodoro Jos do3
Sonto'. Certifique-e.
Da Marjolino Maruns Ferreira da Luz, outr'ora
Marcolino Ferreira da Luz, pira lambem se loe
certificar a de sen caixeiro Constantino Francisco
Cardoso. Certifique se.
Duvida do Sr. Dr. eflifiml-miicr, eom relagSb
ao deposito do contrato de Magalhes Bastos 4 C,
valo cao lerem estes comprido o disposto no art.
i." 7 do regularaenlo de 9 ci abril de 1870.
Procede a- duvida.
Ioforraac) do mesmo Sr., sohrea preteneao de
Jjs Machado de Souza Pimentel, qne agaardava
a obtenQo do titulo de despachante expedido pela
alfaodega para ento pagar o sollo de oOOO.
Gomo requer.
dem, sobre a pretencio de Custodio Jos Vian-
oa, a ser alterado o registro do patacho" ufara
Emilia, eaa vista do erro de lolagao dado na al-
faodega. SMfc, quanflo for apresnlada a carta.
COM UIFOBMAg.VO DO SR. DESEMBGADOR FISCAL.
Requerimento de Jos Lopes Davim, em que
pede o registro do contrato social comraanditario,
sob a firma da Fjandspyf^diao Duarte 4 C
Seja registrado na for.na do decreto i39i.
Da Jiao T-.ixeir tfaehado e Antonio Satyro
Fernandes, id m do oeftrato soeial que celebra-
rara.Registre se, de eoTfmidade eom o decreto
139i
De Domio|os Nunas Beiro e Manoel Nones Bei-
rao, dem do distrito social qae amigavelmente li-
zeram da firma Beiro 4 Primo.Como pedem.
Da companhia de seguros AHiance, para levan
tar a flanea qoe prestara oesu praea, visto baver
em Londres a qae tora presada na forma da lei.>-
Iaforme a secretaria.
Rebabililacao de Martinbo de Oliveira Bargas.
Foi concedida, volando contra o-Sr. secretario Mi-
randa Leal, e estando presente ao juigamento o Sr.
desembargador fiscal.
Sendo 11 horas e meia do dia e nada mais ten-
do vlndo a despacho, o Exm. Sr. conselheiro pre-
sidente encerron a.iessao.
SESSO JUDIGIABJA, BM 9 DE OUTUBRO
DE 1871.
nutsmeteu ao ixm. sb. consblheiro l. r, n
Um
8ortt*m Jmlio> Guimara*$.
Ao mjio, dia.. deciaiouse aberta a sessao,


Pai Alarte, njgrinho diablico, se n5o
acursses ao teu Miraniella Delgado, teria
elle apanbado em pleno dia orna sorra de
seus subalternos, qua ebegaram a apertar
Ihe o gas gnete I
Ttbi! Disto nunca vi.....
Dize ao teu Mirandella que v plantar
pos de burro, e tu vai oa saozalba, e coota
aos teus o sfguinte :
Parceiros eu aqu venuo
Trazer-vos co^sobcSo!
H'-ja samba, baj funeco
E viva j nosso Brasil /
PWe o eseravo casado
A seu filho abracado
-Dizer:passou no senado
O elemento servil l-
0 que lkgou pretextos infundados.
20MITlTOfei~cS W"
DOS.
JUIZES, E5CRIVES E MAIS DEVOTOS, QUE TIEM
DE FESTEJAR NO ANNO DE 1872 O GLORIOSO
MRTIR S. SEBVSTlAO NESTA VILLA DO CA-
iO.
Juizes por eleico.
Oe Illms. Srs : *
Capilo Francisco Paes Barretto. i
Tenente-coronel Antero Vieira da Cunha.
Dr. Antonio da Souza Leo. .
Capilo Francisco Carneiro Uilrigues Campillo.
Juizas por eleico.
As Exraas. Sras. :
Esposa do Sr. raajor Uaab|llino de Paula Souza
Esposa do Sr. Dr. Luiz FaKppe de Souza Leo.
Esposa do Sr. Dr. Jo5o Gonzag Bacallar.
Esposa do Sr. Manoel Csvalcante di Costa.
Jaizes por devoco.
0 Baro de Campo Alegre.
Bario de Tabatinga.
Os Illms. Srs.:
Carlos Victor Bilectron.
Dr. Sebastio do Reg Barros de Laeerda.
Dr. Manoel Clementino Carneiro da Cunha.
Dr. Ignacio de- Barros Barretto.
Comraendador Domingos Martins Pereira Mrrateiro.
Major FirmiiO Jos de Oliveira.
Juizas por devoco.
As Exraas. Sras.
Esposa de Sr. Dr. Armonio Coriolano T/.varea dos
Sadtos.
Esposa doSr. tenente-coronel Jos da Moraes Go-
mes Perreira.
Esposa do Sr. capitoE-tevao iis Ve'.ho Barrelle.
Esposa do Sr. Joaquim Romeira de f, javi.
Di Joaquina Candida da Silva fnscao.
D. Anna fl ha do Sr. eommendady. Maioel: da Te-
ra-Cruz Las e Mello.
Jos Antonio da Cunta.
Escnvas
As Exmas. Sva?. :
D. Maria mi do Rvd.
Si.res.
Epsa do Sr. Alferes Beraardino
na.
K-po-a do Sr. Flix Ferreira Coimbra.
Es,io-a do Sr. Joo da Silva Salgado.
Esposa do Sr. Jos Francis jo das Ch-^is R bro.
Esposa da Sr. tenente Jos Grauino F.-rrera.
E-psa do Sr. Severiano d >s Santos Aguior-
Espo a do Sr. alfares Geminiano Caetano Fernan-
des da Silva.
E-psa do Sr. Manoel Flix da S Iva.
Esposa do Sr. Luis de Franca R> trigas o Mello
E'pd-a do Sr. J >ao Guilbt-rto Camiobas.
Esposa do Sr. alferes Francisco Vctor de Carva-
lho.
The*onreiro encarregado da festa.
O I;lm. Sr. Holitio Tolentino da F.gueiredo L;raa.
Procarador geral.
O Illo. Sr. Joaqnim Manoel do Reg Barreta
Procuradores.
Os Illms. Srs. :
Manoel Josqairn do Reg Barretto Sjbrinhj.
Manoel Iguacio Ciimbra.
Ignacio Jos da Silva.
Manoel J >aqum do Reg Barretto.
Tnaotonio da Silva Vieira Filho.
Jo- Paulo do Reg Birretto Friho.
J;o Rufioo Ferreira Filho.
Francsc Alves de Siuza Azevedo.
Firmino Pomposo de Mal, Falco.
Assignado.
O vigario,
ios Luiz Pereira de Queiioz.


COMMERCIO.
-RAgA DO RECIFE i i DE OUTUBRI?
DE 1871.
U 3 1/2 HORAS DA TARDI. .
Cotaces officiaes.
Algodo serte 892 rs. por kilo.
Algodo de Goyanna 1* sorte58$ rs. por kilo.
Algodo da Parahybi- sorte 617 rs. por kilo
posto a bordo a frete de 1 d. e 5 0|0.
A. B. P. de Me-quita,
Pelo secretario.'
_
ALFANDEGA
Rendiment do da 1 a 11. 371:752/468
dem do dia 12...... 36.622*237
$.
408:374*70o
Hoviuieuto da alfaega.
^oiumes entrados
i
Volnmes sahidos
eom
eom
eom
eom
tazendas
gneros
tazendas
gneros
218
415
210
453
633
ImI
Descarregara hoje 13 de outubro.
Barca ingleza// :len Isabelbacalho.
Patacho inglez-Jsuorlidem.
Brigoe portuguezTriaiapao -varios gneros.
Patacbo aroericuo/za-taboado.
Lugar ingleGeril o[ Ihe Petad-tiOi de ferro.
Lugar ingleSwal Suntlio-idem.
Barca px^iiVmzatVocdnVte-mercadorias.
Brigue al'emaoCorona -vanos gneros.
Brigoe norte alletno-flarjermasfr Stuvedem.
Bngue portuguezRelmpago -dem.
Lugar nglezJtaw bacalho.
Despachos de exportaco no dia 11 de
outubro.
Para os portos do exterior.
Na barca porlugueza Audacia, para Liver-
pool, carregaram : Adamson Howie a C *
saccas cora 36,207 kilos de algodo. .
No vapor inglez Gladiator, para Liverpool,
carregaram : Goncilves Irmos & C. 00 sccs
eom 17,382 kilos de Algodo ; Robert Ligtbebooe
A C 20 fardos eom 3,963 kilos de dito ; Manoel
Fernandes da Costa C 827 ditos eom 4,107
ditos de dito. .. .
No vapor nglez Crusolite, para Liverpool,
carregaram : Tasso Irmos 4 C. 10 saec eom
804 kilos de algodo. ., ... M_
- No brigae ingles Coili, para kverpjol, car-
regaram : Jos da Silva Loyo A Filbo MO saccaa
eom 22,834 kilos de ilgoda.
No brigue ingle* CU of ** P J*J
pool, carregram : Mills Lalhan 4. C. 1M saceaa
eom 10,503 k-lo d algodo.


DiMfc d Ifwiaamfcuc" Se*ta tttifa 13 de Oirtubro de itl
No brtraa HoHtwlei Warel d*Brjr, para ponsakrildade do ex-sodo MaBoeMJwn
i .i-Zl^rflttiwTW Latbaa 4 C. 18 a liqoldacao de activo e a^*"]-.
-* No uucko aurte fltnooi, carrefara : fedro Mariyr Uaary* C
193 uceascom ll,M8.tilos de algodao.
No lugar aespanhol Camila, para Barcelona,
eirrefarani: P. M. laory & C. 350 aoeas coa
1U10 kMoa do altodio.
No patosho fortofuex Liberal, para e/Porto,
ean-egaram : E. ILIUoello C. 500 saceos om
37,500 kilos de assacar masoavado.
No vapor fraooez Girondt, para Bordea ux,
carretaram : R. Atoar i eaixa com 13 kilos aa
doce de colaba ; MooharJ Metiler & C i dita com
8 ditos de peona de orna.
Para os portos do interior.
_ Na barcaca S. Benedicto, para Mossew, car-
regaram : Braga Gomes k C. 4 barricas com 15b
kilos de assucar branco. i _'__
Na barcaca Camtaneio, para o Watal, car-
reararam BaHar Oliveira 6 saccas com 460 ki-
loide assucar ; Fraga 4 Rocha 6 barris com 576
litros de aunrteme, e para o Ro Grande de Nor-
ia 11 barricas com 895 kilos de assucar, para Ma-
cio 3 barris com 188 litros de agurdente, e para
Mario 10 barricas com 803 kilos de asquear.
Na barcaca (Jateo do Norte, para aBahia,
carregou : Boaveatara Jas Coelho 1 barris de 5*
com 190 litros de agurdente.
No hute Adelina, para Mossor, carregaram:
Conba Irmos & (1 6 pipas com 1,880 ktros de
cachaca, e Carvalbo A Pereira, para Maco, har-
neas com 210 kilos de assucar
RECEBtDORlA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 11. 2*:'H42?
dem do dia 11...... 1:575*331
Gomes Morelra
Secretaria do tribunal do ewroercio *e Per-
Bambuco 7 de ontubro de1871.
O offlcial-maior,
Julio Guimares.
COMPANHU PERNAMBCANA



f
1

26:798J896
CONSULADO PROVINCIAL,
Reodimento do dia 1 a 11. 13;jHW
dem do dia 12. .... 2 042*635
17:959*784
MOVIMENTO DO PORTO-
Navio iahiio no dia 11.
jtio de Janeiro Patacho nacional Veloz, capitao
Manoel Jos Pereira Caldas, carga sal e palha.
Navios entrados na dia 12.
RioFormoso-6 horas, vapor nacional Paralaba,
de 104 tonelada!, commandante Oliveira, eqai-
gem 11, em lastro; a companbia Peraambo-
cana.
Araeaj e pcrios intermedios4 das e 4 oras,
apor naeicnal Gequi, de 2:3 tonelladas, cora-
mandan:'' Guilherme de Castro, equipagem 30,
carga fliU-renles gneros ; a companbia Per-
nambucana.
Rio de Janeiro e portos intermedios7 dias, vapor
francez Geronde, de 1797 toneladas, cemman
dante Geost. equipagem 119, carga differentes
teneros; a Tisset Prerts.
Rio Grande do Sul 20 dias, patacho brasileiro
Franoolim, de 2o6 toneladas, capitao Carlos C.
Merry, equipagem 12, carga 13,368 arrobas de
carne ; a Amorim, lrmo & C.
Navios sonidos no mesmo da.
BarcelonaBrigne he3panliol Maria, capitao Pa
blo San, carga algodio.
Liverpoollirigue inglez Mary, capitao S. Mor
rish, carga algo lo.
Bordeaux e portos intermedios Vapor francez
Geronde, commandante Seost, carga a mesma
que trouxe dos portos do sul.
Aracaly Hiate nacional Deus Te Guie, capitao
Manoel Fernandes Salles, carga differentes g-
neros
Maraanguape Vapor brasileiro Cururipe, com-
mandante Silva, carga varios gneros.
THEATRO
SANTO ANTONIO
Seacta-feira 13 de outubro
Espectculo extraoriinario em beneficio dos ar-
tistas hespanhoes Ortiz, Miguel Das, N >y e Conde.
Estes artistas tendo sido obligados, em conse-
cuencia d'um embargo (sem justa causa a reque-
nmento de Manoel Alvares) a desembarcaren! de
bordo do vapor S. Jacinho, onde j se acbavam
com suas familias prestes a seguir para a provin-
cia da Babia, se virara por es-e mesmo motivo tor-
eados a flear em tetra, sem ter pessoa algnma
que Ibes prestasse auxilio, sem raeios para se
manterem e sem roupa para vestirem, porm como
em toda*a parte ba boas e mios, encontrarais por
flm doU3 cavalheiros que se'eoodoendo do estado
em que-elles se acbavam Ibes abriram as portas
de suas casas; os qaas3 o os Srs. Teixeira, es-
tabelcjido com urna padarta ra da Florentina,
onde actualmente se aoham hospedado!, e Aoto-
nio Jos'Dasrte Coimbra, proprietario do theatro,
que Ihe proporcionou os meios de poderem dar
este espectculo afim da poderera aecudir as suas
necessidades.
Por isso os beneficiados confiando na bondade e
proteccao que o Ilustre publico pemambocano
sempre soe dispensar a todos aquellos que ver da
deiraraente precisara, ousara esperar a sua valiosa
codjuvaeo para fira to justo.
O espectculo devidido em tres partes.
I. PARTE.
1. Exercicios gymnasticos por alguns artistas
nacionaes.
2.* rea cmica por Floriano
Meu yoy voc me mata
2/PARTE.
1. Duto da zarzuella ____
C 4MPMOHE
cantado pelos Srs. Ortiz e Dias.
! Exercicios gymnasticos.
3.' PARTE.
1.' rea de Fgaro da opera barbeiro de Se-
vilha.
Seguindo-se pelo Sr. Flaviano a representaba 3
da seena cmica
0 matulo aparvalhado
E' este o devertimeuto que os beneficiados olTe-
recem ao respeitavel publico.
Os beneficiados desds j agradecem a todos os
Srs. artistas, tanto nacionaes como cstrangeiros,
a raaneira graciosa pela qual se prestaram. tra-
balhar, coadjuvando os nesta horrivel emergencia.
O beneficiado pede as pessoas que o honraren)
o favor de sotisfaz;rem o seu importe para pon-
par o trabalbo de cobrar.
A's 8 1|2 horas.
Naotgacdo eoetrapor vapor
Macei, escalas, Penedo e Aracaj.
O vapor Gtqui commanttante
Guherme, seguir para es por-
tos cima no dia ldocerrenu
as 5 horas da tarde. Recabe car
f ga at o dia 13, enconwenda.'.
inneiro a (rete at as 1 horas d>
escrip torio no Forte dr
liaseageiros e din
tarde do dia da sabida
Vatios p. 12
GOMPANHIA PERNAMBCANA
DB
SavegaeSo *tlr* por vpr
Parahjba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caly, Ceara, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapama, comman-
dante Azevedo, seguir para
os portos cima do dia 14 de
correte as 5 horas da tarde
Recebe carga at o dia 13.
encommendas, passagens e di
nbeiro a (rete at as i horas da tarda do dia da
anida : no escriptorio do Forte do Maltes a. 11
MOFIN
A<^
m*
i
f
i
Seguir com a possivel brevidade o palbsbote
Emilia, capitao Pereira: anda recebe carga a (re-
te : a tratar com S Leitao Irraios ra da Ma-
dre de Dos n. I.
ECITAES.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin
eiai em cumprimeoio da ordem do Exm. Sr. vi-
cepresidente da provincia de 17 de agosto pro
simo Iludo manda tazer publico que a mesma the-
souraria vende 500 apolices da divida provincial
no valor de 100 cada urna, vencendo o juro de
8 0(0 ao anuo pagos por semestre na segunda
quinzena dos mezes de julho e Janeiro, e devendo
ser resanadas na quinzena deste ultimo mez, ob-
servando-se a nunieracao seguida e tantas quan
tas permiltirem os crditos votados annualmente
precdendo annuncio?. Os pretendemos compa-
recam na mesma thesouraria no prao de 30 dias,
a contar da data deste E para constar se man-
dou publicar o presente pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Peroam
buco 5 de outubro de 1871.
Conforme.Servino de oficial maior,
Landelino de Luna Freir.
De ordem do Illm. Sr. conselheiro inspeetor
da thesouraria de fazenda desta provincia se faz
puolico quo no dia 28 do corrente mez, pelas 2
horas da tarde, lera de seren arrematados por
queo por menos fizer os concerto3 da ponte Sele
de Setembro e pintura desta, e da de Santa Isabel,
oreados em 7:903*500 conforme as clausulas e
orcamento que sero franquiados aos pretendemos
na secretaria da dita thesouraria.
Os licitantes develo dirigir suas propostas em
cartas fechadas ao mesmo Illm. Sr. conselheiro
inspector a' as 11 loras do referido da 28, mos-
traudo-se autheniieamente desembaracados equi-
na tanto com a fazenda geral como com a pro-
viocial.
Secretaria da ihesouraria de fazenda de Per
cambuco 12 de outubro de 1871.
Servlado de Offl:al-maior,
Manoel Jos Pinto.
O Or. SebStio do Reg Barros de Lacer-
da, juiz de direito especial do commer-
cio desta cidade do Recife da Per-
nambuco por S. M. a quero Deus guar-
de ele.
Faco saber pelo presente, que no dia 9 de no-
vembro do corrente anuo, pelas 11 horas da ma-
nla, na sala das audiencias, ter lugar a reumo
dascredores da massa fallida de Fernando Stepple
da Silva, na conformidade do art. 133 do regula-
mento n. 738 de 25 de dezemb o de 1850, afim de
que reunidos todos os eredores em miuha presenca,
vtriliquem os seos crditos, concedam ou neguem
a concordata ou formem contrato de unio. ad-
znittido por procurador se este nao tiver poderes
especiaos para o acto, e que a procuraco nao
pJe ser dada a pessoa que seja devedora dos fal-
lidos, era o mesmo procurador representar por
du9 ou mais diversos eredores, havendo se os que
nao comparecerem por si ou por seus procurado-
res, como adberentes concordata para cuja con
ceesio sero contados os votos dos ausentes assim
notificados.
Em eumpriraeuto do que todos os eredores da
referida massa fallida comparecam em dito dia,
hora e lugar designado, sob pena de se proceder
sua revelia.
E para que ehegae ao conhecimento de todos
maudei fazer o prezeate edital que ser afflxado
nos lugares do costume e publicado pela im
prensa.
Dado e passado nesta eidade do Recite de Per-
nambueo aos 5 dias do mez de outubro de 1871.
Eu, Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,
eserivSo subscrevi.
Ao sello 300 rs. V. S. S. excausa.Barros de
Lseerda.
Sebastio do Reg Barros de Lacerda.
RIO DE JANEIRO
Para o porto cima segu com brevidade o bri-
gue nacional Bamao, leca pr.rte da carga engaja-
da, e para o resto que Ihe falta trata-se com os
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C, rna do Bem Jess n. 57, t indar.
THEATRO
COHAMIIA DRAMTICA
Sabbado 14 de outubro
Grande successo !
Primeira represemacao, neste theatro, do muito
desejado e serapre applaulid i drama em quatro
actos :
DECIARACOES.
liipecgao do arsenal de ma-
rinha
(-se publico que a commisso de peritos exa-
minando, na lnra determinada no regulamonto
aBnexo ao decrete o. 1314 de S de fevereiro
e l3v os cascos, machinas, caldeirai, apparelbo9,
mastreaedes, velamos, amarras e ancoras dos va
ores Pirapama e Cururipe da companbia Per-
nambncana de navegaclo costeira, aehoa todos
ees objeetos em estado de poderem os vapores
navogar.
lnspe;co d* arsenal de raarioha de Pernambu-
eo 11 deouiotra de 1871
Franeiico Romano Stepple da Silva,
Inspector.
Tribunal docommercio.
Eta secretarla faz publico que nesta data a
archivado o dutrato social de Morelra & Primo, de
eaia #rm fa*im parte Manee! Gomes Morelra e'
JojiGomes \I >reir, este represeotadi) pnr sua
t|qf4 ( fiib >. 6nl) a carpo ,e o.b a njea res-
Toma parte toda a companhia. .
Segne-se a interessante seena comfea, ornada
de msica, compo-ta e exibida pe* Sr. Penante,
intitulada:
ACTOR NO
Terminar o espectculo cora a interessante co-
media em urn teto, ornada de msica, intitula-
da :
Os bilhetes Do escriptoris do theatro.
Principiar s 8 1/2.
THEATRO
DA
ZARZUELA
NO
Campo das Prlncezas
Sabbado 14 e outub o
Espectculo em beneficio da tiple
MU Mmm o
Subir seena a linda zarzuela em 2 actos :
EL EXTREMO DE Dfl ARTISTA
0 do de domino azul
Pela Sra. Castilla e Luiza Lariillair.
A ROMANZA DAS FILHAS DE EVA.
Pela beneiciaia.
A aria de Rozina
. Pelo Sr, D. Castillo.
Principiar s 8 12 horas.
Depois do espectculo haver um trem para A-
pipucos e.mais pontos da lioba.
AVISOS MARTIMOS.
GOMPANHIA PERNAMBCANA
DE
SaYega^So costeira por vapor.
Fernando de Noronba.
6 vapor nacional Parahy-
ba, seguir para o porto ci-
ma no dia 14 do corrente ao
mel dia.
Recebe carga at o dia 13,
encommendas, passagelros e
dioheiro a freteat s 10 horas da manhaa do da
kla sahida: no escriptorio[do Forte do Mattos o. 12.
AVISO
Angosto Nery da Silva Lobo, capitao do brigue
nacional Alberto, entrado por arribada forjada
neste porto, com um eirregaraento de cebo em
pipas, de Montevideo, ten Jo sido condemnadj, pre-
cisa fretar um navio para levar seu carregamen-
to de cerca de 410 pipas para o Cmal para or
dos, e ontros termos conforme a carta -de freta-
ment. Recebem-se propostas em cartas fechadas
at meio dia de quinta-feira 12 escriptorio do asignatarios no largo do Corpo
Santo n. 9, anode os pretendeotes podem dirigir se
par qualqner inforraaco.__________________
Att^ncao
i, H. B iros, capillo da barca inglesa Woodland,
entrada por arribada forrada neste porto com car-
r^gamento de taboado, e ten Jo sid j condemnada,
precisa /retar para o porto de Monte-Video s Bue-
oos-Avra>i um oav) que carregue crea de
300,000 p'* detibodj ea) priochKs : js pre-
Gompanhia americana e brasilei-
ra de paquetes a vapor.
At o dia 1S do corrente e esperado de New-
York por S. Tbomaz e Para o vapor ame-
ricano North America, o qual depeis da demora do
costume seguir para os portos do sul.
Para passagens, etc., tratase com os agentes
y HanrForster AC, ra do Coromercio n. 8.
Freta-se ou a volume.
A barcaca Santinka, do Rio Grande do Norte
at ao mesmo porto da capital, por mecos preco
que ontra qoalqaer : a contratar com o annun-
eiante a bordo da mesma, no trapiebe do Bsro
do Livrameato.
Jos Manoel Ramos.
HE
J O % s
EMCONTINAGAO
E 0 ULTIMO
O agente Martins far leilSo, por ordem
de Mauricio Jos dos Santos Ribeiro, para 1
liqaidaQo final de todas as camellas dadas
em penbor, constando de objeetos de bri-
Ihantea, ouro e prata, relogios e ontros
ma tos objeetos, que oram dados em pe-
nher no sea estabelecimento da prafa da
Independencia n. 33
Quarfca-feira 18 do corrate
A's 11 horas do dia na praca da Inde-
pendencia o. 33._______________-_______
LEILAO
DE
Duas tercas partes do sobrade sito ra
do Bemfica n 42, na Magdalena, o qual
podem os pretendemos examinar com
aniicipac5o.
A 1 do corrate.
Por mandado do Illm. Sr. Dr. jniz especial do
commercio desta cilade, e re^uerimento dos ad-
ministradores da massa fallida de Sebastiio Jos.
da Silva, o agente Oliveira expor novamente
IpiIso as2|3 partes do excelente sobrado supra-
dito, o qual se torna recommendavel quanto apra-
sivel pela sua boa eonstruccao e araenidade da
localidade, e proprio para quero procura arrabal-
de saudavel, tendo a vantagem da conduco dos
excellentes bonds:
Quinta-feira
ao meio dia em ponto, no eseriptorio do mesmo
agente rna do Bom Jess, 1 andar.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio 'V.eira de Mello,
jrivo na eidade de Nazaroth desta provincia,
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluii
aqoelle negocio croe V. S. se comprometten reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fln>
de dezembro prximo passado, e depois para ja
oeiro, passon a fcvererro e abril, e nada enmprio,
s por este motivo de novo chamado para ditc
3m ; pois V. S. se deve lembrar que este negocie
de mais de bito annos, e quando o senhor se
flbo se acbava no es nesta cidade
ATTENCA
Para alugar-se
Um magnifico sitio na estrada da travessa da
Cruz das Almas, com exeellente casa bem aca-
bada, com duas. salas, seis- qaarlea, grnde co-
pia, cozinba separada com dispensa, saleta e
qoarto. Boa coxeira e estribarla com mais doas
quartos e 1 sotao para criado. Magnifico qnarl
para banho, latrina, gallinheiro de pedra e eal
cercado de graeamento de ferro. Pieando dito
sitio peno das estarces denominadas : Jaqoeira e
a do Arralal r para ver e tratar no sitio do wm-
mendador Tasso.
Aluga-se orna grande cocheira na roa da niao,
eom dous quartos e sotSo eom ontros dous quar-
tos, tendo janellas, tudo eaiado e pintado de no-
vo e mnito propria para taberna cu ontro estabe
ecimento : a tratar na rna da Aurora n. 36, 1*
andar.
CASAS
Para o Porto
Vai sabir no dia 20 do corrente mez o patacho
portuguez Liberal capillo G. I. Lia!, anda recebe
alguma carea e passageiros : trata-se com E. R.
Rabello 4 C. rna do Commercio n. 48.
PARA 0
VISOS DIVERSOS
Monte Po Portuguez
De novo sao convidados os Srs. sacios do Monte
Pi Portuguez que nao estiverem comprehendidos
nos %l l; f, 3* e i do artigo 13, a se reunirem
em assembla geral, no sallo do gabinete por-
tugus de leiiura, para -e dar cumprimento ao
qoe determina o 1* do art. 2& dos estatutos, do-
mingo 15 de outubro, pelas 11 horas da manha.
Secretaria do Monte Po Portuguez de Pernara-
Duco, 9 de outubro de 1871.
M. S. Pinbeiro,
1* secretario daiassembla geral.
Aluga-se o primeiro, segundo andares e sobra-
ioto da casa n. 6, cita a ma do Livramento : i
tratar na loja do mesmo predio.
Uozinheira e 6nomm>ideira
Na rna da Imperatriz n. 27 precisa-so alagar
urna cozinbeira e urna engommadeira que sejam
peritas e deera fiador de conducta.
Aldga-se o sobrado de um andar e sotao
ra do Poucinho o. 26, defronte do sobrado do Sr.
Temporal, com commodos para grande familia,
quintal bom e cacimba: a ra Imperial sobrado
n. 98.
Precisa-se de urna engommadeira : na tintu-
rara franceza rna da Imperairiz n. 55.
O Sr. Guilherme lorge da Motta lem urna
carta vjnda de Portugal na ma estreita do Rosa-
rio n. 9.
Aluga-se duas casas terreas em Apipncos: a
tratar na ra Sete de Setembro n. 1 (antiga tra-
vessa dos Ferreiros).
Na rna Direita n. 64, precisa-se fallar com
o Sr. Sebastio de Mello e Albuquerque a negocio
de seu interesse.
ALUGA-SE
nma casa em Bebejibe : a tratar com J. I. M. Reg
ma do Commercio o. 34.
I
O magnifico e saudavel chocolate em p, em
pequeas latas, a 3*200 a libra ; vende se nos
seguimos armazens, ma do Imperador n. 40, e
rna Mrquez de Olinda n. 53
Para alugar-se
m sitio no Poco da Plnella no porto do Paula
com eieelleute casa, eom duas sallas, qnatro
quartos e cczinba : estribara, cocheira e qnartos
para criados, e mais duas easas meias-ago&s pa-
ra fmulos ou hospedes : tratar com o commen-
dador Tasso.
AMA
Precisa-se de ema
ama para o servico
de casa de ana fami-
lia eomposta de duas
pessoas, exceptuando se o lavar e engom-
mar: nesta lypograpbia se dir qnem.
Alega-.-e ama mulata mofa : a tratar env
Jaboaiao passaado a ponte tereeira casa do ledo
esquerdo oo a ra do Imperador n. 12. cartorio.
Precisa-se de urna ama fivre ou eserava Da-
r o servico de nma casa de pouca familia : na
rna do Bario da Victoria, antiga roa Nova o 46..
primeiro andar. ^
Ama, de leite.
Precisa-se de urna ama de leit, exige-se banj
leite e boas intorraacSes: na ma da Concordia,*
sjbrido n. 10, 1* andar. _______
P andar, pintado e preparado
de novo.
A pessoa que tinha alugado o 1* andar ama de
Padre Floriano por motivos que bouveram fitixou
de o ir oceupar, o que se previne aquellas peisoas
que pretendan] dito andar e que se Ihe diii.ii -
tar alugalo, que se anda e quzerem dirijam
ma larga do Rosario n. 22._______________\
Precisa-se de urna ama ou eserava para e
geminado, paga-se bem : na ma dos Pires n. 32.
Aluga-se um raoleque e orna eserava : ira-
ar na ra do Queimado n. 2.
Acha-se carga a barca portuguesa Clementina
e pretende seguir com a maior brevidade : quem
na mesma qnizer carregar ou ir de passagem, tra-
te cora os consignatarios T. de Aquioo Fonseca &
C. Successores a ra do Vigario n. 19,
LEILOES.
LEILAO
DE
Urna parle do sobrado n.. 22 na Quatro
Cantos em Olinda.
Urna dita em oulro sobrado na mesma rna.
Duas partes no sobrado n. 2 da ra do Cor
doniz nesta cidade e O:6O0#026 rs. em
dividas activas.
HOJE
O agente Martins larleilo, /equeriraento dos
administradores da massa fallida de Manoel ds
Souza Carneiro Pimplo, e por mandado do Illm.
Sr. Dr. juiz especial do commercio, das partes das
casas dividas cima pertencentes a mesma massa
(aa importancia de 40:600*026).
Em ssu escriptorio, ra do Mrquez de Olin-
da n. lo, s 11 horas do dia.
it-nju
i^$$z0^i&-
LEILAO
tendentes Wfei*f< 3 f9^
t ndar.
v!' G'O'er?!'? 0- 8,
DE
50 barricas de enxadas fe. i o ordinario de
2 112, 3, 3 1|2 e 4 libras. 20 barricas
ditas azuladas <\ei\\z. 3 e 4-libras e
porf3o de ps de ferro, i caixa com 120
chapeos de palba do Cuile avahados.
A 13 do corrente.
O agente Oliveira far leilo, por coma dos pro-
prios fabricantes das ferragens supra-iodicadas e
sem licoiacao de precos, assim como por ordem
do Sr. Pedro M. Maury e por c.inta e risco de
quem pertencer, dos chapeos do Chile, avariades,
bordo do vapor americano S. Jacinho
HOJE
das dez horas da manba em vante. ero seu es-
criptorio a rna do Boro Jess n. 53, 1 andar.
Ssxta-feira 13 do corrente, s U oras em
ponto, na agencia da ra do Bom Jess
n. 23 (ootr'ora da Croi).
Mobilia de Jacaranda, camas oara meninos,
guarda-roupa, guarda vestidos, mesas elastieas
eadeiras, pianos, secretaras, relogios de ouro e
corrente, faqueiros de prat, e diversas joias, e
mnitos outros objeetos que no dia estarao paten-
te aos Srs. concurrente*".
O agente Pontual, far o leilo cima no dia e
hora mrcalos, todo ao correr do martello, como
de coilnme nste estabelecimento.
LEILAO-
DE
MOBILIA
HOJE
O agente Pestaa, far leilo por conta e risco
de quem pertencer, de 1 mobilia de mogno, i dita
de amarello, 1 cama franceza, espedios, 1 guarda-
Mapa, mesa elstica, consol, mesas, vidros, ve-
neziaoas, toucadores, e moiios ontros objeetos de
casa qoe se acharo patentes, no dia sexta-feirt
13 do corrente, s 12 horas da manba oo escrip-
torio do agente n. 15,1* andar, roa .do Vigario.
*ssmiiiJ
TRILHOS URBANOS
do Recife a Olinda e Be-
ber ibe
Nao tendo hoje comparecido numero legal de
accionistas para quepodesse a assembla geral
funecionar em conlinuacao de seus trabalbos acer-
ca da reforma dos estatutos, foi a sesso adiada
para sexta-feira 13 do corrente, pelas 10 Doras da
raanhia, sendo a rennio no mesmo lugar das an-
teriores. E porque pela terceira vez dsu-se a by-
pothese prevista no artigo 12 dos estatutos que
regem a companhia, o presidente da assembla
geral manda fazdr constar aos senbores accionis-
tas, que no dia cima declralo a assembla func-
ionar com os accionistas presentes ou represen-
tados, que constituatn nm quarto do capital da
companhia. Recife 9 do outubro de 1871. ,
Luiz Lopes Castello Branco.
Ia secretario.

Jos Pedro dss Nev?, tendo de mandar cele-
brar missa solemne no dia 14 do corrente mez
pelas 8 horas da manba na igreja da Madre de
Deus por alma de sua idilairada esposa Mara
Leopoldina do Reg Neves, 1 anniv-rsario de seo
falleciraento convida aos seus pareles, amigos e
prenles da.mesma finada para assistirera este
acto de caridaie, pelo que se eonfessar eterna-
mente grato.
por
Missa fnaebre de 7.-. dia!
ci.rthi de iCarvalho Ramosf f~
familia e aos aro gosfff para
14, na igreja de N. S. do Livramento.
as
ama de Ri-
coovida-se a
7 hars do dia
m; i lito
DE
100 caizas com ceblas marca T P B.
HOJE.
A'S 10 HORAS DA MANHAA
1 O agente Pesua far leilo, por cenia e rrsco
de qnem pertencer, de 100 eaixas eom ceblas
marca acimz. embarcadas hoie do Relmpago,
e serlo vendida boj* ? J1 horas ero ponto no
Aone=,
Hospital Portuguez de Benefi-
cencia em Pernambuco.
A junta administrativa deste hospital, muito
penhoraJa atlenco coro que foi acolhida a fes-
ta do 16* anniversario da installacao do estabe-
lecimento ; apressa se a vir agradecer, em geral,
a todas as pessoas que directa ou indirectamente
se diguaram dar urna prova do preco em qoe
teem a missio de caridade a que elle se dedica.
Em louvor de lo dedicados senmentos de bu-
manidade, a mesma juma, manda rezar, no ora-
torio do hospital, no domingo 13 do corrente as
7 horas da nouie uira ladaiciu a S. Joao de Deus
pela vida e prosperidade deesas mesraas pessoas,
a qnem, a junta, uovament tem a satisfaco de
convidar, para a acompanharera ne religue.
Nio tendo sido pcsiivel exprjr oo domingo pas-
udo a apreciacao di publico, todas as prendas
offerecidas em axrlo da manutenco dos enfer-
mos pobres no hospital ; haver, no domingo pr-
ximo nm novo bazar dessas prendas, entre as
quaes ba muitas de apreco que todas sero dis-
tribuidas.
O bazar estar aberto as 4 horas da tarde, oes-
de quando orna msica tocar, em consfderaco
as ptasoas que a elle concorrerem.
Hospital Portaguez de Beneficencia em Per-
nambueo, 10 de ontubro de 1871.
Joao Jos Rodrigues Mendes,
provedor.
Luiz Duprat,
secretario.
Traspassa se oo arrendase om bom sitio junio
a ponte do Maduro, em Santo Amaro das Salinas,
atravessando para Belm, com urna prande casa
de moradia, dous qointaes murados, quartos para
feitor e escravos,- com baixa de capim e muitas
frncteiras^ muito terreno para planiacOes, torna-
se recommendavel por passar a tinha dos bonds
perto e a da raxambomba de Oiiuda : quem
pretender dirija-se ao mesmo sitio.
AMA
A, loja.
Precisa-se de urna ama para coznhir
e comprar : na ra do Livramento n. 1
fcs
rna do Vigario n. 16.
Precisa se de urna ama pa-
ra o servico interno de nma
casa de familia : tratar na
Veneravel coufraria de Santa
Rita De ordem do conseibo admiaistrativo convido a
todos os nossos irmos que leobam interesse ero
lirar das amigas catacumbas existentes em nossa
igreja os restos morlaesque all se acham, a tira
los no praso de 30 dias. afim de serer concedidas.
ditas catacumbas para jazigos perpetuos quelles
irmos que as requererem.
Secretaria da veneravel confraria de Santa Rita
deCassia 4 de outubro de 1871.
* O secretario,
Francisco Lopes da Silva.
Aniare para a lugar
Aluga se o 2* e 3o andares do sobrado da tra-
vessa do Corpo Santo n. 27, proprios para peque-
a familia, muito frescos, exeellente posieo e rio :
a tratar no arraazem de fazendas do mesmo pre-
dio, das 9 as 4 horas da tarde.
Precisa-se
alugar u.n prt to para padaria, na ra estreita
do Rosario n. 9 .
Precisa-se de urna ama pa-
'%. ra casa de familia : ra de
V*,' Horlas n. 30, sobrado
Vende-se oo aluga-se um sitio do Ai
raial lugar denominado Coqur.iros, tra- j
vessa do Acude n. 2, com 303 palmos de |
d| frente e 2 000 ponen mais ou menos de K
2 fundos, tem casa soffrivel, cacimba nova g*
B e exeellente (a prova dos mais rigorosos fli
Vestios e verdes) cora banho derepuebo ai jjg
m xa d'agua e banhlro simples e de choque S
I encanamento d'agua para dentro de casa |
M e para a hera, urna grande parte do sitio ttK
plantado de diversas frocteiras das *
quaes, ja algumas do producto. O dito Jb
sitio torna-se recommendavel pea sua K
posicao e visia pitoreseo pela frescura e !
salubridade do r e dista apenas oitq ou
dez minutos da eslago da casa Amarella I
como a da Porta d'Agua: a tratar no mes K
rao ou na rna Nova n. 23.
Declarado
Joanna Accioly Bezerra Moreira, vinva
do loie Gome3 Moreira, faz constar pfl >
prseme, que dissolveu UBijravelmer.ii
sociedade qu finba (como rri uta : ~
seu finsdo marido) sob a fiai- !oie.r<<
d- Primo na cidade de MamaDg..c....- ,. .) .-
cia da Parabyba, conforme a raspeo i -
criptura de dissolog5o epartilba, lavr
as notas do tabellilo Serrano, d'aquei:
dade em 13 de jnlbo do corrente anuo i>e
1871, e registrada no meritissimo tribuLi
do Commercio de Pemambuco sob n. 03,
em aata de 7 de outubro do mesmo a ni., o.
ficando desde aqueila poca cargo do ex
socio o Sr. Manoel Gomes Moreira, a li-
qoidac3o da referida extincta ritma, sem
m^is responsabilidade aa annucci^nte.
Precisase de uic amassador para i padar.a
da Soledade ;i. 2 A.
^m
Precisa-se de una ama que techa bom leite:
na ra de S. Jorge n. 10, casa da Jeronymo Fer-
reira dos Sanios.
CAIXEIRO.
Precisa se de nm caixeiro que tenha pratiea de
fazendas e que escreva soffrivelmenle, para a vil-
la de Gara ihuns, a tratar na ra do Livramento
O. 6.
O abaixo assigoado faz sciente ao respeavei pu-
blico e especialmente ao corpo de commercio qoe
deixou de ser caixeiro da casa dos Srs. Tasso Ir-
mos & C. desde o da 5 do crreme. Recife 28
de setembro de 1871.
________Manoel de Vlesqnita Bastos.
Na ra do Alecrim n. 20 precisa -
de urna ama para todo o servijo oa
urna familia eomposta de duas per*
soas.
Uottipanhia Recife Drainage.
A companhia Recife Drainage novamente roga
aos senhores proprietarios qoe quando liverem
qualqner queixa aftzer.sobre a conduca dos
trablhadores da companhia oo reclamacde. a res
peite das obras que se executarem em suas casas,
se Rrvara dirigirera se ao escriptorio da compa-
nbia na ra da Imperador n. 26, aonde existe um
llvrc especial psra se langarera taes reclamares.
Os gerentes,
l.'.w & Blount.
Aluga se somenle para a festa ama cannba
bem arranjada, porto da e-tico de Paroamiirim,
contendo 1 sala, 2 quartos, cozinba fra, nao tero
sala de jamar, com cacimba e bomba de exeellen-
te agua, banho corrente com banheiro, pci para
lavagemde roupa e animaes, circulada de sombra
por arvoredos at o banho : na dita estaco iodi-
car o lugar. __________________________
Precisa-se de urna pessoa capaz, dando flan-
ea, para vender espira : tratar no engenho Dous
Irmos: em Apipncos.
Joaquim Jos da Fonseca tem vendido ao Sr.
Felippe Santiago de Afmeida a sua taberna da Ca-
puoga ra das Creoulas n. 33, e julga n da dever
nesta praca oo fra dalla, porm se algoem se
julgar seu credor qoeira apresentar suas contas
para serena pagas, visto ler de retirar-se para Por-
tugal a tratar de soa saude. ,
0 .ixei-o
AMA
i
-' /
\.,
Pre:i-a-se de um que tenha pralisa de Malha-
dose d dador de sua condocta : na ra do im-
perador n. 14.__________^_______________
Per leu se no dia 8 a noite da ra dos Os-
sos em conlinuaco pela da Palma, da Paz at a
do Sol, um lenco branco de grade larga e b;ee es-
treiu, com as iniciaos B. S. C. : gratinca-se^ ge-
nerosamente pessoa que o achou ra Francisco n. 29.
Na ra do Corredor do Bispo o. 5,
prfeis se de*oma ama para o servico
do nma casa de 2 pessoas. _____
Precisa-se de ottlciaes de narbeiro : so sa
o de cabelleireiro da ra da Imperairiz n. 8^
Precisa-se de urna aii.a
para comprar e cosinhar \-
tratar na rna da Alesna u....
t>
Attenpo
Attencio
Urna pessoa que mandou buscar na Prussia, urna
ambulancia hoineopathica, afim de retirar-se para
o sertao, mas sobrevinto novas resolucSes, tenciona
retirar-se para Europa, por este motivo expde a ven
da; quem qnizer, pois,munir-se de medicamentos
de plena eonllanc, approveitar a occasiao ; d-se
ludo pelo costo, at;i de liquidar. A saber: 99
vidros de tintara mi. 233 vidros sonidos de tin-
tura dynarnisada, 139 vidros de 4 grammas com
glbulos preparados, esseucia de rnica, glbulos
inertes, assucar de ieite, opodeldoc de Rhus, biyo-
ni, rnica alcool de 93 e 60 graos em vidros fiaos,
vidros sonidos, carleiras cheias e variis de 40 to-
bos, caixinhai de madeira para 60 e 140 tobos,
encerados para golpes, taiTeiade rnica, ec. etc., e
bem assim i armarinho< de amarello e 2 ha mini-
abas para djtos com tamoo de iciimiire, e 1 rar-
teira cirnrKica para algiuelrs: a rna Imperial
sobrado n. 98, a qualqner hora.
0 rroctfir-'*
Na ra do imperador p, Ji, nr#c>a-*e de ?ar-
ro ero'.
Precisa-se^de um caixeiro de oito a aove annos
para a taberna do pajeo do Paraizo n. 20.______
Hospicio n. 46.
Precisa-se de urna mulber
que saiba coziobar bem, for-
ra ou captiva : na ra do
Folhinhas para
1871.
Para todos os bispados do Brasil, or-
nadas de linda vlnhetas, e dos retratos
dos prineipaes her9s da guerra franco-
alienas, e o successo da morte do gene-
ral Lopes.
Prrc) iOO r.
Livrsria ecoDOmic, ra Primeiro de I
Marco n. i.r
ivde-se
A num t ver aehado bontem um Vaie u'a quao-
tia de' 1004 a lavor de Manoel Jos Fernautns
Barros, o favor de entregar na ra da Cadeta s..
33, armazem, vi.toque de nada vale a nra
qualqner pessoa.__________________.______
Ama fie leite
Precisa-se de om ama de leite, forra ou es-
crava, que nao tenha filbo : tratar na ra Par-
mosa n. 24, casa da esquina qoe tem grdame -
ferro.___________________________
Cnado.
Precisa se de um criado para o servioj de saaa:
na ra do Duque deCaxias n. 30, amiga do Qan-
mado, 1* andar._______________________
Precisa-se de nma ama ou eserava para co-
zinbar somenle, agradando paga-se com generos.i-
dade : a tratar na ra do Pires n. 32.
"
O
lyt"<
AJL1JL
Precia se de urna ame para
comprar, coziobar e fazer mais al
gum servico de casa de pouca familia : a tratar
na ra de Pedro Alfonso, outr'or ra di Praia
n. 53, landsr._________________________
Contrata se a venda de capim annualmente
por prec^ rasoavel : traiar no engeob* Deo
Irma*?, em Apipnccs.

Regare ao Sr. Antmio M.nol i i Conceico
o faror ae vi,- i ra D rla 0. 36 perw*1 de
ATTE1VCAO
Qaepj annuaiou prensar de quairo cooW. d*
res a premio sobre hyjiolheca em predio*, quti-
ra dlrijir se ra da Duqoe de Caxias n. 7j,
andar, entrada pela pra^a de Pedro II, das 40
horas as i a dessa lura em diaoie La roa Ck.
Ho;pieia c. 28. andar terreo.,______________
__ 4 P'ssoa qie aencia precisar ite i:W'3
s premio de om fc^M t"r cenjo : dir.J nw
de ^O'a f\;ta n 3.
AfS!M


*JK
le Wuambaiv* Se.vta feira 13 te Outkro I
V
.

/
. r
S

CASA a mmk
A os 5:000*
Bilhetes garantidos.
A na Pri*o de Mareo (ootr'on roa d<
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaxo assigoado, tendo vendido dos sea U
luee Mftetes om qaarto n. 918 com 5:000.1000,
um inteiro D. 2425 com 80(7*000, um quario o.
2916 com 300*000, hm qaarto o. 113 com 100*,
um meio o. 2236 com 100*000 t ostras sones
de 40* e 20* da lotera qae se acabou de extra-
hir (210a), convida aos possoi dores a virem re-
cebar na conormidade do costume sem descont
aJgum.
?ciam-sa venda os bilhetes garantidos da
15.a paite das loteras, a beneficio do patrimonio
dos arphios (211*), qae se exrahir quinta-feira
19 do eorrente inea.
PREQOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Qaarto 1*500
Im poreao de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Qaarto 1*375
Maaoel Martina Pioaa.
Jornal das fa-
milias.
Asignatura por anno 12*000 : da li-
vraria eeonomica, roa Priraeiro de Marco
n. 2.
Fajo ver ao publico e a tolas as autoridades
Soliciaes desta provincia on de ontra qualquer pn-
e fr encontrado o que abiixo se declara. A ma-
ne: ra de que se toma posse do albete contra a
vontade do sea dono por mais lempo do que
aqoillo que se trata.
No da 9 do eorrente mez, as 1 horas da tarde
loi nm cidado brasileiro na coebeira da ra da
Roda n. 45 alagar um cavallo pelo prego de 5*
para ir no lagar denominado Salgadinbo, qae li
ca junio de Olinda, para entrega-te as 7 horas da
noate do mesmo ais, e como at ao presente o
nao tenba feito nao se sabe qual o motivo porque
Dio se entrega o alheio a sea dono pelo tempo
qae tratoa ; por isso quem deste dr noticia ser
recompesado pelo dono do ca vallo e Ihe di mais a
preferencia rquem (be dr noticia do soppltcan-
te do que mesmo do proprio cavado, para que fi-
que sendo eonhecido pelas autoridades policia.es e
mesmo pelo publica o modo de vida qae tem.
Os sigoaes sao os segrales : o cidadee de
cor parda, trajavaroupa preta, chapeo de man-
Iba, eavanaqe e'bigode, idade vinte e cisco a
trinta auno. Osignaes do cavallo, latao rozilbo
f jvelro, pode ter dez a dore aanos, os ps caga-
os de tranco frente aberta, urna leridanas cos-
tas-do lado direrto, relado nos dous joelhos, tem
urna sobro-cana queimada a mo direila os fer-
tos, ,n4s ojeiaes vem a ser J. D. P. no quarto
direrto, nao M^aoe pintar os ferros do -otario di-
reito, mas Um no -mario esquerdo ierro de novo
. com a marea de sen f^erio dono.
Para banhos do mar
Aluga-se urna excederte casa catada a pintada
de novo na BoaViagem, propria para se passar
testa : a tratarla ra larga do Ilosaric a. 34, bo-
tica.
I?ei amigo;* collega do professor Cteudino dos
Scutos Lopes Ca'tello-Branco, manda rezar na
flMtrif de Santa Antonio, as 7 horas "da manhia
de So do correcto fsesta-feira) urna missa de s-
timo di, pelo seu eterno repouso ; cenvida pois
aos seas parate?, amigos e collegas para assisti-
rem a esse acto de amnae e religio, anteciDan-
do desde j o seu eterno rfi-onlie'vmecto.
AMA
a t matera.
, Precisa.-** de urna ama para eo-
z nbar : na ra do Apollo n. 14,
Procisa-sa de um moleque de 10 a 12 annos
para ajudar no fervlc, de casa a ama ama que
serve a ama familia compost de 3 pessoas : i
roa Pugne'de Caxias o. 73 1* andar.__________
Precisa-se de urna ama para.cosinhar.e com-
prar em urna casa da -daas pescas: na ra da
Caaba do Carrao n. 11.
MM
tv
WZ
AMA
CAPELLAS
Para o da de finados.
Porto & Bastos, com esta*
belecimento de calcado Pra-
ca da Independencia acaba de
receber novo soriimento de
capellas de aljofares e vidri-
Ibos com ioscripcoss, para |o qoe avisam
as pessoas qae se qoiserem prevenir com
orna d'ellas para dpr do tomulo de al-
gum prente ou amigo em dia de finados
As inscripcSes sao as seguintes:
A mea pae.
A minba oie.
A meo esposo.
A miaba esposa. -
A mea filho.
A minba Riba.
Saodades. ___
5 CASABA 010
Aos 5:00$O0.
Bilhetes garantaos da pro-
Tela.
Ra do Barao da
Victoria,
Outrom. ra Nava n. 63 e casa?
do custumt.
O abaixe assigoado acaba de vender entre os
seos muivo felizes bilhetes a sore de o:00i*00
era umjqnarto de n. JrrS, a sorte *de 300* em am
qaarto tfo n. 2946 e nm qnar!o e n. lio eom a
sorte de 100*, alm de outras sirles menores de
40*000 e 20*000 4a leteria que se aetboa de
-extrbr (210), posndo seus oossuidore virem
receber, que promptaaente serio pagos.
O mesme abaxo assignado convida a~ respei-
tavel publico pan v;rem ao sea estabetacimentc -
somprar os felizes bheles garantidos, que na; : larga do Rosario n. oG, para alnem n n. 10,
deixar de tirar qcalquer preauo como prova pelo-' f adr, por cima da pbarmacia i
Calvclr o
Precisa-te de ora saixeh-o.com pratiea d
Ibadoa e padaria, qae II autor a sua conducta :
a tratar na raa eslrei'.a do Rosario n. 5. ^
Alaga-sa urna preta" para todo o
servi?o : Da roa larga do Roeano n.
*8 loja de selleiro._________'
Irieandade de N. $ o
Ter^o
O secretario da irmandade de N. S, do Terco
convida a todos os charissimos Inr.aos pan do-
mingo 15 do correte me pelas 10 horas da ma-
nhaa, no consistorio da matriz de S. Jos, afim de
em mesa geral se proceder a eleigSo dos fonccic-
narios qnetem de reger esta irmandade nos annos
de 1871 a 187. ., ,
Consistorio da matriz de S. Jos do Recite U de
outubro de 1871.
Jos Martins da SJva Borges,
__________-_______Secretari >.__________
AMA Precisase de urna que compre e co-
ailia. gjphe : na ra de S. Francisco n. 54-
LusoBrasileiro
De ordein do presidente desta assoclacao, con-
vido todos os senhores socios coraparecerem a
sesso do dia 15 de ontubro as 10 horas do da,
no salo da ra de Santa Rita n. 1. para tratar-
se de negocios importantes, tendentes a mesma
sotiedale,
O 1* secretario,
JoSo Wanderley.______m__
A s.-ciedade provisoria Regenerado onvida
a todos os R da V. de- qualquer circulo para a
sessio mana, que vai cilebrar na casa das suas
sess5es rna do Imperador hoje s 6 horas da
tarde eQi signat de regosijo pela promuigacao da
lei do elemento servil.________________
Precisa-se de ama para casa de fa-
milia : na roa do Vtgario n. 26, pri-
ndar.
Yrolio tinto e branco supe-
ior
de carcavelloa tem para vender em caixas
de ama duzia Joaqaim Jos Goncalves Bel-
trfo. roa do Commercio n. K.__________
Uaeira?.
Novo sortimento de cadeiras rancezas
venda no armazein de Tasso Innaas & C ao
caes do Apollo. .
AMA
metro
Precisase de urna ama que cozinhe
bem o diario de urna casa e que faca
algunos compras, dando se nm mole-
ii.u.l que para as ir buscar: na ra do
Brum a.~78. __.___
Precrsa-e de urna que sai*
ba cozinlwr e engommar, pa-
m vW W ra pouca familia : no caes da
Comparahia Peroambncana o. 2. .
*t^fc
Alug-a-se
am ejeravo mo^o bom copeiro e fiel
Caleia n. 30.
-na ra da
Miidanca de consultorio me-
dico.
O Dr. AlriSo Luiz Pereira da Silva devendo re-
-gressar brevemente de presidio de Fernando de- Cadeia
^Jorortha, mudou o seu consnltorio medico la rna
Relogios de onro e
prata
dos melhores fabricantes ingieres, framezes e
suissos, veqdem-se por pre;os muito rasoaveivna
loja de joias Esmeralda
RA DO CABUG N. 5.
Espanadores
De paiha o mais bem feito qoe possivei e
mais barato do qae em outra qualquer parte, na
praea da Independencia ns. 38, 37 a 33.
Ao publico
Ra do Imperador n, 24
Ao publico sem dnvida a quem nos dirigimos,
pols para isso faxemos inserir neste jornal nm
annnpeio que deve ser lido por todos eom mnita
attenco.
Nio vimos com phrazes bombsticas, procurar
convencer o respeitavel publico que acabamos de
montar ama fabrica e loja de confeilaria, paste-
laria.e culinaria, somente.com o malicise fim de
chamar attencao para o nosso estabelecimento,
somos amigos do progresso material desta pro-
vincia, occorren-nos por isso, aldea de facilitar
a qualquer habitante della, a munir-se com pres-
teza e qoantia resumida, de qualquer objecto ten-
dente as tres arte cima referidas, est&belecendo
para esse fim ama confeilaria a ra do Imperador
o. 24,-sob a s-egurate denominadlo
CONFfiiTARlA DO CAMPOS.
LembranQs tempo
O proprietario &t armazem de vveres ra do
Imperador n, i&, vem por meio deste aonuncio
prevenir e irisar ao respeitavel publico desta ci
dada, qne o lea arnuzem um dos que cv,m niaie
vanta^ira podo satisfazer as suas bem entendidas
exigencias, pois para tal Hm tem'feito rcuoir no
mencionado estabelecimento o mais completo sor-
timento de acepipes, e para que os dignos leUores
deste annuncio nao teubam occasiio de massada
toma aresolacau de limitar se a lembrar sement
ds gneros que elle tem como especial novidade, e
o seguinte :
Lindas caixas com confeitos, proprlas para pe-
quenos presentes.
Chocolate em p, este chocolate tem a vantagem
de poder-se fazer me mo na mesa.
Leite conden?ado, a me'.hor marca conhtcida,
este leile convem principalmente ao3 collegios, ho-
teis e bospHaes, pela presteza com que se obtem
qualquer preparado delle.
Timaras do Egyplo, raramente vindo a este
mercado.
Licores Anos: Chartrewe, Curacao, Anizete,
Creme de rosa, etc., etc.
ALEM D1S80 O CAMPOS
pode garantir qoe o sen armazem um centro de
bom e agradavel ao paladar, pois nelie se encon
trara sempre ludo quanto pode necesitar urna
despenda, cozinha on mesa desde a mais bem sor-
tida at a mais mediocre.
. AGORA ANDA
annuocia umbem feijio mulatinho em saceos e a
retalbo.


A 41500
Vende se Uorzeguios para hornera, obra taxiada
eiem feta, pelo diminuto preco de i*500 : ve-
fiham ra da Imperatriz a. 88, loja de miodezas.

&s
=>
V
Ir
a
* a
i I
D
V
3^


Hu^ lo Barao da Victoria
Alltigil rilft N- Vi IU 2.
Amiai, Nabuco A C convidam os ?eas *m-
ges ereguexes a viren aoaiar Victoria para
apreciar apurado gesto com-quo sao feitos di
versos artigo* que ieceberarurtmaroente da En-
roca, a saber :
Vestidos de blond eom veos e grinaldis para
casamntos.
Ditos de seda liso* e matisados
Dito de fil de sd.i ricamente bordados a ca-
res.
Ditos de chita e de ganga com lodos os ena-
tes necesarios.
Ditos de cambraia Victoria finissima.
Camisas bordadas pva senhora e bomero.
Saiss e peniiadores bordador.
Meias finas de algodio brancas e do cores pan
senhora. .
Sahidas de bailes e boumox d* casemu.
liasquini.- de sela Meta.
Ritas fronhas de labyrintbo berdadas.
Cclxas de seda, ds las e sed, do algodao, ros-
ti e la pura.
Aza de rao;ca de todas as cores, um latea-
da especial para cabrir quadros, espelhor e
retrates, demasiadamenie iranspsrente prepa-
rada de forma a evitar eomptetauente o po.
Celerlnhos e ponhos de papel.
Chapeos ds seda e de velado para nhora e
meninas.
Fitas mac/ioeas de diversa graos..
PerTnmar'as <*e div.-rsos iabricanis, leos, ba-
ohas, tractos e p'a de arroz etc. etc.
Um completo soriimento da cartetras de mar-
8m tartaruga, madreper.-.Ia e couro d* assia,
iodispeusaveis de sedt:, e de teuro a Russia, ine-
tonras e caivetes muito finos.
Um completo sortimento de chapeos de sol ae
seda, bengallas de canoa, balea, borracha e roa-
deira. ..
Charuli s superiores, ramo inglez para eaewm
bo, carteiras e-boloa* de seda -j>ara o mesmo t
ouiros muitos objeetos.
Um completo soriimento de espelhos honrad*
le diversos tamanhos, de 4 a 2o$.
Sabonete inglez em caixihas a IjOO a dui=a.
proprios para suspender barca-
. qas hiates,Tende-se na ruada
n. 59.
mesojos annancios.
Aeham-se venda o raoik- felizes brlhetes ga-
rantidos da 15a parte das loteras era beneficio do
patrimonio dos orphos, qoe ser extraida no dn
quiiu-feira 19 So correte mez.
PECOS.
inteiro 6^000
rneios 34000
Quartos UoOO
De. I0000G :para cinw-
Inteirc 5500
Meios 2*750
-Qaar-.os 1*375
Joao Joacuim da Costa Letta.

AO PUBLICO
Hiero Afaci en.
Afi--. Jt>--*i associaen Iliteraria c >nvida
ac* pr: e a 'M(. rio Dr. A .*-.'v '."'ir- de Carvaihe, assim
eotno ;. :, -ijv i- .i;, i -lectivos como hmi-
r:>: ) i .i .^i.-iicin i.* -:?.* que a soeiedade
roa -.:,:.-, .'tg^ui. IVjh i 16, as 8 horas da
i:>a i "u (-ti.vi dia i-i nu ; 'I!-"Smenlo) no con-
-c''. d Cmv pe i] d-fde ja se conl'essa
..-'ummamenie ^rata.
uA..'-.^, \
SoileuaJe Bitittcente Seis de
Mutko d 1817.
Mana celebrar :iu Mista na igreja do Carmo
abbado i d> c:rrvote p'ir alan da Kx*a. Sra.
D. alaxiuiiila Joaquina de Mindonca Amerim, es-
posa do masa socio Dr. fos do* Aojos Vieira de
Am-rim, e para cujO fin convidamos todos os so^
cics, amigos ejsieaws p.ira as 8 ioia; da (aoba
assi?tirem na.
Secretaria da to'.fcdade Beneflente Seii de
rea de 1817. & 11 d outubro de 1871.
J. M. S. Jnior,
Secretario,
ii biteitan adooIs Alivio Fer-
reir de Carvaltao.
Ooovida-se a familia, parantes e amigo.- do fina-
do Dacbarel Antonio Silvio Perreira de Carvalho
paraassistirem algum-i^ mlMM pelaaim' do mes-
mo finado, na igreja da dem terceira de S Fran
cico, pelas 7 horas da raaoha rii dia li do cor-
reate, stimo dia do seu pasumento.
SEM CASV1BI0
Tro:a-se moeda de cobre, quantis ronca infe-
rior aoOOOO : quem pretender dirjase praca
da ladspenden:ia n. 39. lojt de calcado dos Srs.
P.rto fu Bastos.
'. M A Precsa-ae de urna para casa de pou-
/.M.O. ci familia, que s.iba cozinhar o engom-
mar eom pnjco : a tratar na ra Nova o. 37
2 andar.
zmbar.
I Si roa do Maiqoez de Olin-
kv di, outr'ura Cadeia o. 50, pre-
ciaase de urna ama para co-
Diseja-se failar com o Sr. Jos Perreira Xa-
vier de Mello, que foi sennor di en7enho Compor-
tai: na ra, do Uapgtl n. 9, pidaria.
O Sr. Vctor de Si tTreto, ruoralor no Ro-
ar.nho, 6 rogado vir rm da Cruz n Si, !
aiar, tomr cala de diversos o'jjecto que vie-
ra-n dj engenlii Capo- Grande. __________
Famoso pinho de rena por preco qae nlnguem
p'e vender : do armazem da bella amarslla no
ojia o da setre:aria Ja porcia. _______
Pre;sa-se du nm ei"*ravo Je boa ottiacta
I- folo c MtV.w. i ip. a p-oin '-."dunid.o ; pa
r^a di UB.el n. 9.
0

0
tt
*
0

O abatxo assignado, 2o cirurgio da
armada, medico da :urveta Paraense,
estacionada neste porto, a bem de seu
direito da sua renotaclo vem prevenir
ao respeitavel publico desta cidade, que
Do coaTaoda a sua pessoa com a de al-
guem, xi3 procedimento irregular, que
por all pas?.-; ci-n, medico de dita cut-
veta, air de que nao reciia sobre o
f tbajxo assignado repoasshidad dos
T^ Outro sim deciara o mesmo abaixo as-
0 assignado que nao eve a pesssa alguma
desta cidade.
Recife, 11 de oatabro de '187'.
j Dr. -Jifon Baptisla ik Qliveira. y
r
Hga
?Hge-
iiripio
.. cor-'
^crip-
onde o^ea collega e amigo o Dr. Malaquias, con-
tina a dar consultas diariamente das 10 as 11
horas do da. .
Aluga-se o 1 andar e os dous armazens da
casa da ra do Vigario n. 3, proprios para escrip-
tono e deposito de fszandas por ter .grande* ac
comfneda.59s : a tratar e a Maaoel AlvesGuer*
ra, pai ou filho. _________________
$0$ 06 -gfrtificsc&o.
Fartaraaa de-as^a 30 lo prximo passade mez,
da cisa, no P>?o, do finado Gibson, e em qe mo-
ren e'rSr. desembangador Roeha, um patotot de
panno inglez encerpadn, um annelde ourooacico
cora iaidaes e nma loeda de preta dourada : al-
jzmna pessoa podando dar inorroac^o dirij^-se
casa nzpradieta ou a raa do 'Bom Jess n. 10,
ootr'ora rna da Craz._____________________
20,000 RS.
Precisa'-se de urna ama boa engommadeira : na
ra dos Pires sobrado n. 28. ______________
A viuva & Fdhos de Joao Joaqaim de-Souza
ffi ;. Atiroii e Lima, com leja de sirjaeiro ra da Ca .
^5_ }liuj;a il 1 B, aviam seus devederes que deixou
de ser eobraiior o Sr. Hercuiaco Daniel da
Silva Losrico desda- o m o ftriro T>r*i-to
pasado, entregando a procuraejo qae Ihe Uavia-
mos aaiborgado, nao 1 ovando em -eaaza (|nalqur
recibo passado posteriormente.

Pitcisa-se de am feit'r i'i
da -comarca de Goyana, i !-"* i- i-i -
oho cem o oroprietariu n S". K-u' i
Tavares da Rocha, ou nv- ;< >
respndeme Joo Pereira M >ul Hi >. c -
torio.a ra do Mrquez d"1 O'n- "'
. Precisa-e de urna ama para ca.-a
.O. fere-se escrava : a tratar na Praga da Independea-
ca n.8e 10.
A sociedad* tres 15 li ti rtca ,-r.-<< a-
coto a segunda lotera d"i mez di-, hpvhiooi.
para
Precisa-.-'* de amansadores ia psaaru bes-
panhola em Sania Amaro._________________
4:000!000
Pre-risa-se da inantia s^ima a uros-Je um e
meio por eamo ao mez dando-se por aramia 2
predios de debrado valor : quem' qaizer ar dita
tjaantia aiuAwde para ser procurado.
Nesta tvpograptiia
*agr.;d por Pnbeiro
com^ra-se ama historia
COMKA-Se
ura sitio Da Torre que ioba accominodac/uas e
terrenos para pUatagio de eaplin : a tratar no
escriptono do cooselbeiro Jo; Beotn, roa do Im-
perador n. 57.
Compra-se um >*aririolet de qoatso rodas co-
herto e era bom estad i : na ra das Flores d. 7.
Sitio venda
No Arraial roa da Harmona, vende-se um si-
tio, todo plantado, boa casae banho, que se torna
recommendavei, j -pela sua collocacao topogra-
phica e salubridad* que osa aquella pitoreseo
arrabalde, e ji pola modicjdade com qae se pode
facer tao ptima acqaisicao. As pessoas que o
desojaren) poden derigir-se para informacoes
raa do Livramenta, armazem do Bausa.
Para noivados.
Fitas especiaes -e preparadas para lacds te cor_
tinadas de cama : recebeu a 'Nova Esperaaca,
reaiBaque de Casias d.'63 : -z ellas antes;qae se
acabem, pois vieran somenie ei?. e sao liadissi-
mos.
0 mmiiirnin *
0

Popelina de seda 0
Com-loque deavaria
A. raa do Crespo o. 25.

*
m
m
m
Livraria
mica.
Grande sort'inento de pa?M? pipiados
e douratfo? para forro e guaraijao de
sallan j4bcetee,-e Li vraria econcanca, ioa Priiseifo de
Marco e. 2.
VENDAS.
,6a- cconoiaic. para as can-
dieiros de poreelatia.
Afaba de ohg-r tu j bem cinherilo com-
liusvel, comj .< mais i/arito, prompto e asseiado
de todos al.Jiy* itoriteeifoi, e se encontra ven
da no amco defUtilo, a roa larga do Rosario nu-
mero 3i.
ninw
Monte-pio Popular
Pernambucano
Em visa io que falffl o s.rl. 48 d.is_ estatu-
tos, segundo ordsm du irmao director, sao convi-
dados o socios effectio" a si acharm na casa
das sestjs. s 10 horas da nanhia do dia 15 do
eorrente, afirn de ter OfW a eleijlo do einselho
adminisirativo e comuvsvo dA coatas, que leo de
funeciopar no deiirao :e\;o anuo siial (de 1H71
1872.)
Secretaria da socieiade .5oU-.e P.o Popular P*r-
amba<:aoo. 12 de outubro de* 871.
L':fcaoo Nud" Ma.'-bado Aniane-,
! secretario,
."W wwii nmwaBBia>eWP
[j Novidsde na loja das
seis portas,
t^aiinhas de obren iroderoas proprias para a
estadio prexante, (pe se vende peo baratissimo
pre^c de 40!) < "iw rs o "ovado, inadapoio fran
Antonio JjaqaiiO Fwreira de Carvalho convid
aos collegas e amigos d sei prezado ho, o fina-
do bachirel Antonio Silvio Ferreira de Carvalho,
para Ihe pres'.arem o caridoso obsejaio deouvi-
rem as missas que manda resar pelo eterno des-
canso de sua alma. Da s' timo.du de seu flK*-i-
mento (16 do correle), do convenM-do.Carnw,^^
7 horas do dia.
w mumamt 11 lann !.......im'
Menor Florencio
Aasentou se boje, i^bi'ido de ca^a as 8 horas
da manha, o menor Florruei" Guedes da Costa,
tutelado do abiixo assignado. E' pardo esrnro,
levou calca e aqueta do brim pulo e chipo de
alpaca preta, usadjs; a seguuaa isi que de-
sapparece de casa, eprea;n:-;o que acou^elha-
dopara assim proceier. 0 absixo ass'gnado pro-
testa eootra qaem tiver occnllo dit> menor, roga
quem delle noiber, tenha a botdade de rommu
nicar ao ma-ojo abaixjajiignad. ra dj Mir
quezde H^rva (Oonord) c. 36, oa na'alfan
deg.
Basilio B. Furlado.
Prt.-i.-iSQ de urna ama que saina bem coa-
nhar pa casi d. [a 'ia : a !rlama ru Duque
0? r-xi n. 91, irji.
cz.fnuio lar (o ji _&>00 a poja.
H* ia:n!em ama grande porgao de linhas g
novello de nameros (X) a 120 que se vende
pelo dimiiioio prego ds J09 rs. a libra, fazen-
dfi-se differiOva em i>or.;oes de -'j libras para ci-
ma i na loja d?* f> portas em frente do Livra-
ineato, ______
Para o dia de fi-
nades.
N* ru e'.r"ii* do fi.j#aro n. 3, andar, tem
para vender rias npaiits para lomohs de arjo1,
dontla-- e lefun! ij, ds saudau.;-' roxas, pravos,
perpetuas e sempre-viva, e memo flores bran-
cas, seado ?s iupelbfi orn letreiros de ouro com
qualquer distiutio que se qoeira ; j se acham
promptas, e por preco noito em tonta. Na mes-
ma casa preparaii'-se' bouquets de gosto com fitas
bordadas e skcjiic*. Umbem se ariium capellas,
irazcrrtd os don> s toerpetaas dous da? antes.
Farinhi < maadi'>ca"
Veade-se a ?j;000 o sacco, D3 raa. da Madre de
Dos d, 1. *
AS DE SEDA liidos padroes
a'aKf," bol*; 80o; 10 do.
,41ADAPOLAO a ifOOO, inm e oim &
a .peca. A
ALG0DA0ZINHO a U80 3^000, e X
eom 20 varas a S.
CHITAS ROXAS a 160 rs o covado.
CHITAS PRETA6 finas a.90 rs. o co-
taio.
fiARBGE para lato a O ris.o co-
vado.
ALPACAS LaVBADAS a. 390 e 00
rs. o covado.
Loja de
MAAOEL DJAS XAVIER.
Basquinas de seda
IJiquissimas basoainas pretas de seda enfeita-
daa om gosto t insignias ."r-onids de diversos
graos, bordadas a eoro : veno>e-se no Barar Vic-
toria ra do Bario da Victoria n. 2 'amiga ra
Nova). ___________________
0
*
*
Piano.
Vende-se am piano de mesa proprio para prin-
cipiante : a tratar na roa do Padre Fioriano a. 71,
2 andar.
Folhinhas de Laemmcrt, para 1872 ; vnde-
se na livraria Enciclopdica, ra da Cruz n. 52.
"lOVIDAOE!
Tapetes oreniaes de velludo
acolchoados
O novo estabelecimento de fazendas finas ra
o Mrquez de Oliodi n. 28, xecebeu pelo ultimo
vapor am lindo sortimento dWes novos tapetes,
tamo para salas como entradas c janellas. Em
quaiiaade, tecido e desenhos o(Delhor que se
I -y Je desejar.
A 4l000
Ved^-se espartilbos para meninas e senhoras
pelo tiinuto preco de 4000 : venham nova
loja 4e mindezas da raa da Imperatriz n. 68 ; ve-
nham a olles, antes qae se acabsm.___________
Papel para impressfto,
Venre-se por preco muito barato, bavendo tres
tamanhos: na ra da Cruz n. 34, armazem de
Alves A C.______________________________
! 50 palmos !
Cano de chambo estanhado para agua on
por 4*000.
CHAPMAirS
29Roa do Imperador29.
wmmmkwmkmm
A' ra do t;ommer:io n. 10, escripto-
, rio de Jos Joaquim da Cosa Maia, en-
i contra-se para vender por commodos
i precos :
Azulejos bespanbes.
Foihas de ferro galvanizado para telha-
do de diversos t'manhos.
Dilas de dito dito lizas.
8 Bicas de ferro galvanizado.
Cumieiras dito.
Portadas completas para cantara.
I Ladrilhos.
Joaquim Jos Goncalves Beltro tem para
vender no sea escriptorio ra do Cimmercio n.
o, os gneros abaixo notados, que vende mais ba-
rato do que em outra qualquer parte :
Azitonas em ancoretas.
Araendoas em barricas.
Caf muido em massos de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca martel frres.
Enxadas.
Farinha de mandioca de Saut3" Catharina, ."ac-
co3 de 3 e 2 alqueires.
Dita da Baha em saceos brancos.
Dita de dita m b?rricas, proprias para casas
particulares.
Fio de algodo da Baha em novellos.
Feuees.
Maxados.
Nozes.
Obras de palhetas.
Papel proprio para cigarros.
Dito axul para botiea.
Palitos para dentes.
Pregos sonidos.
Panno de algodo da fabrica de Todos os Santos
de Pedroso na Babia.
Rolhak.
Rap popular da Babia.
Botim em fardos.
Betroz dos melhores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranhao.
lapaco simme da Bahia.
Vfirniz copal.
- Viudo do Porto engarrafado, caixa de 12 gar-
rafa*.
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar.
Dito museatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeaux em caixas de urna duzia.
Dito de caj em caixas de urna duzia.
Querem comprar ?
Guardapisa par vestidos ; preto oo hJBco?
Papa-fina, rarga ou estreita f
Lencos de linbo, bordados ou fiaos *
Bonitos jeques, osso ou sandalu ?
A Nova esperanza a E novidade!
Acaba de chegar a Nova Esperanza rna Da^r mS
de Caxias d. 63, boa ecos e boneca*, ser.do de as
des inteirameute novo; vindo (Df? e'les- os eD.
gracados bonecos de borreha : para qoe st' _^D.
^am ? quando quizerem comprar qualquer^r* ,jKu
sendo bom, bonito ou eupracado, lemnrem- e lepe
da N iva-Eperanca ra Duque dt t'asjw r g.-).
ivendem
[abeo'1.
cervej ro^yeng <
S'':i
Aliento!!!
Vendc-se ior|es de teira em IbfjAI -geometril
de roc-taugul-j;, e situado lopographioa de le;:
ao oeste, \\ de snl a n >i te ao sitio dos craveiro.
lugar do Fundo. A f^rlilidade do terreno banba
do orientalmente pelo rio Ueberibe, a facilidade di
locomocao (a va frrea de Brberibe). a modicida-
de dos prec.0-, a regalaridade e belleza do projc-
to de armamentosloVeoovida ajaxer-sa acquifi-
c.ao e urna poreao qoaiquer do lo agradavel e
iloresco riti, especialmente os pretendemos t
habilaeao campestre e os Gec?-ita'les'de hanb ?
fri-s. '(U prc.endentei podem dirigir-fb ao cnp^-
oheiro A.*F. IV. Seite, a sus cisa n. 9 na estrada
deJoa) de Barro;, ot> a rea de Riactauello, casa
n. 9 do m.ijor Prancl-ieo los da Silveiri, propru
tario d i snpractado filio.
A. revul^sciere u Barry te
Loa iros
Todi a doeng.t cede a Reraiesdere du Carry,
>IU3 da sade, energa, appetite, digesto e de:
anso. Ella enri as dispepsia g -iiites.. hamr>-
res, acidez piaila, fia i, eajps, vomites ftept
da comida e graviJez, cou lipaoo<:s,t) isliima,
aflt'cs8ea puimonareg, bexia, ad' ..erebifl
sangra ; 60,000 curas, ini-luiod- sTa iag d.-'laf dp
Brasil.
A revalecic-re Ghoco^auda do Darry
em p,
Dfi!icioo alimento para almogo e ceia, mu.
nutn'ivo, forUflcafcdo os ervos do estomago sem
cansar o menor peso r.>m dr io. cabeca, uem ir-
ritado.
nico deposito para o Brasil era Peroambaco
oapbarmacia americana de Ferreira Shia &'""
ra do D.ique de Caxias n. 57. (Todo oaidado
com a faisilcaooos.)
Flores
Veade-3e n^is camelias e ouiras llores pro-
prias para c!lo?, en penleadjs de senhora, na
ra da fmxrilrit P..8. casa d' cabelleireiro
0.'il:n Diaite
de
VESDESE
A verdadeir g Nbwa do A-arar em saceos e
barrinaf, .,r niio' araos do que em outra qual-
quer parte ti \a Vifrjo n. i-, escriptorio O
Jus Lopes Dv.:U ^^^ -
VIXA- D8 Citt t
pelo menor pie;c po's.V; ; c ra
numero {9._______
do Viguio
N.l lp.t D iTS WO ai. 19
vndese vinti-U do Pt;l. ingaj'afado, ditos ero
bairis rairos da *i4* s <:on>, oaa e hfjBH*.
veli* bo?tas de w:. _____
"__ y".*nje-in ;im XvHea!* ,-avai'i
ooita cor, ? OW icdad,! : ver ra rna
u A-nar.jq. \,?\W.
mero 10,
Aproveitem a occasio da
pechincha
Talheres maiu'lfinos de dous bo(5es a Jit>-h) a
duzia, ditos de am botao i3J a duzia, talheres
eravados, cabo braaco e preto. a 2/ a duzia. ditos
a 1/600 : na ra Duque de Caxias, amiga do
Queimado ni 111_____________
Barros hespanhoes
Acabara de chegar no brigne Bella FigueirtRse
dous burros muito grandes e bonitos proprios para
tirar raca : a tratar no escriptorio de E. R. Ra-
bello & C. ra do commereio o. 48.____________
CHOCOLATE I PO'
a 3J200 a libra, em pequeas latinhas : s no
armazem do Campos ra do Imperador n. 28.
Cemento Portlaod
Em barricas de 13 arrobas i preco mais com-
inodo do que em outra qualquer parte, vende-se
aos armazens de Tasso lrmao* C
Grande pechincha
Damasco de Isa com 9 palmos de largara, fazen-
da prapria para colchas de cama e cobertas de
piano, pelo bratigsimo preco de l-500 o cavado,
alpacas de cores de padroes miados a oOO rs. o
covado, las de cores raesclidas e de lindes pa-
droes a 310 e 280 o cova lo, cambraiis de cores a
280 e 240 d covado : na. loja dos arco? ra !
de Marco (amiga do Crespo) n. 2o A.
ATTENC&O
Vende-se um sobrado de am andar e s'otao
novo o jnnito bem acabado, com terrieo na fren-
te de.delraz, eoziohs fora, murado, conlendo qua-
tro meias aguas de peora e cal, que rende cada
de mu lo" nma 81000 mensal, ludo no fuoio do mesmo so-
de San- brado cito na rna de S. Joo, fftguazia de 5. Jote
Csoii DU-ldesUCld.a'ie : Ira'ar pa mema ros ?iii C3
maro 4.
A 2^500
Ka loja de Paulo Guluiares.
Botinas de marroquun de todas as cores para
senhora a 24500.
Ditas de dura que preto enfeitadas, para senho-
ra a 3/000.
Chitas rdxas com palma, cor fixa, cova de g
Brim, pardo irrogado fino com pinta de mofo,
covado a 400 rs.
Casineta cor de cima, duas larguras-, dem dem
o covado li.
Amainado de algodSo, gosto moderno, roeiro
l600
Brins de Angola verdadeiro, metro UJ8>.
Casemira ebava de onro, propria para costume,
ovado 21300.
A' RA DA IMPERATRIZ N. 48
Junio a padaria iran.pza.
FEBRAL
chegada hontem a 700 rs. a libra on 14600 o kilo:
so no armazem do Campos rna do Imperador
numero 28._____________________________
Vende-se nma ca?a terrea na Cajunga (ra
da Amizade) n. 38, em chaos.propri.-s: a tratar na
ra de Marcilio Das n. 15.
Pomada alpaka
E' ortito cofiheprda esf-r. pomada e muio
apreciada por sua finissima qualidade, a Nova
Eaperaoa quem leoi.
Jai ios de porcellana -
Um cmplelo sortimento de liados Jarros
de porcellana (do afamado Bacar) existe na
Nova Bsperanca, ra Duque de Caxias
n. 63.
)LE0 PURO DE FGADO DE BACALHlG
DA]
TERRA NOVA
DE
H. LACOMBE
Este oleo que tas Loa acceitaco lera m irecido,
xmto quo al hoje lem vindo, e anda pelo b>m pilada:,
superior a outro qualquer : vende-se io d psito
especial de Barth'lomeu & C.: ra Laga do Ro-
ria 34. '
Breu.
Vende-se doze barris com brea
Margo n. 23 (amiga do Crespo).
na roa 1 te
A 640 rs.
Vende-se sapalos do marroqalm.obra muito bea
pelo preco de 640 rs. : veuhain a ra da Impera-
tr z n. 68, loja de miudezas.
Superiores cigarrs do Ri<">
de Janei;0.
Domingos Alves Uatbeus, nico agente OesU
provincia da fabrica imperial oe cigarros de S
Joao de Nitheroby, estabel *cida no lio de Janeiro,
tem sempre nm completo soriimento todos o'
cinarros, fumo picado e en btas. Tem igualment*
os afamados cigarros Cor.de d'En, feitos com raag
aifico papel de palba de miiho e fumo supehoi
Para governo de seui freguezes, que lem estabele
cido depsitos fillaes, as casas dos Srs. fhoma
PrancUco de Salles R isa e Manoel de Souza Cor
deiro Simoes Jnior, do balrro do Rocife, e todt
auanto fof vendido em outras casas eom a firma
le Sjuz3 Novaes 4 C. sao falsifica Joj.
. 4--Rado Apollo 4
Jlo do Reg Lima & Filho lem para vender, 20
OjO meuos que eau outra -|Hal-|uer parte, o se-
guinte :
Liitguigas as llhsl latas.
Alastran e barr;'.
Vinhi do Porto iloo em Cixa?.
Dito Bordeaos dito dito.
Belogios de pareoe e ckna de mesa.
Vende-se a casa terrea n. ll a raa do Vis-
conde de Goyanna (ootr'era Mondeg.), uas proxi-
midades da imha dos bonls : a trotar na ra do
Crespo n. I. Io andar.
Machinas para desea*
ro^ar algodo.
No es;ri|ilorio de Joaquim Gerardo de Bastes,
ra do Vigario o. 16, 1 andar, vendem se ma-
chinas de 18 -erras para escarcear algodo.
A 10500
Vende-se botinas para meaiaas pio diminun
prego de UoOO o par : venham ra da Impe-
ratriz n 68,! ja do ipiadatas jumo a oadana.
Vviiii. i- urna armaei e> alguns pe,rten.'s :
na rna de 5. ldSi n 19.
Cemento venladeiro Portlarwi.
Vende J >ao Ignacio da Gol, em barricas, per
barato prego: uo arnasM da e.-cadicha da alli-
dega n. 3. ______
Popelina da seda 'e
laa.
Fizrida ioleiamtote nova m nie.,
com pad 5js muito delicados, a tazeoda Oa
um efleilo su-prehendetile em vestido?,
venda se por IA80 r. 'o covado, na leja
qo Papagaio, ra da npfrMriz d. C, de
Mandes 4 Carvalho,
t
tUGVEL
p^-

mm



Oiaiio de PernamDuco Sexta fera 13 ie Ouiubro le 1871.
^ -


LABORATORIO HOMEOPATHICO
DE
mW\W DE PAULA CARDUZO JilOl k C.
41.Ra do Imperador41.
)
o ha mal*' caftcMos brancos.
Tintura japones.
36 e nica approvada pelas as academias de
ciencia reoonheeifla saperior a toda *e tem ap-
aado t ho]e. Deposito principal roa di
hdela do Recite n. 51, i* andar, em todas as bo
4e*s e cae de cabelleireiro.
Fiancisco de Paula Cardoso Juoior & G*. animados pela condescnden- (\
ca, que pira com ellas teve o Sr. Dr Ji iaiho Soares Rebollo, que La 26 anuos >
exerce o sy*teraa homoopathico, gozmdo sempre de sabido coneeito, a estabe-
lecer nesta dude ua-L\BORATORU.HO\IEOPATIHCO-deprimeira ordem? _
digno da confianca e proteccao do Ilustrado e respeitavel publico desta provin- (
ca e do norte do Brasil, para oque, n i se poupando a despezad nem fadigas
capares de operar lodas as diflkuldades, coa que tiveram de luctar, trabalha-
raoa Bcsssantemente desde marco ultimo, jolgando ter conseguido o seu desi-
dertum, tem boje a satisfago de, annunciando a abertura de sua casa, aBr-
oi3r aos amigos da borneopathia, que se ju'gam completamente habilita ios para
o perfeito desmpenbo de todos os misteres do sea encargo. t
Os elementos do sea estabelecimento foram todos importados da afamada' (
'casa de James Epps & C\ de Londres, um dos primeiros e talvez o mais co- .
ohcdo e acredita lo estbelecimento deste genero; as preparac5es secundarias
(dynamisac5es e dilui^es) foram preparadas com o mais escrupuloso esmero l
segan lo as regras di sciencia e sob a immcduta direcao e mspeco do mesmo ^
Sr. Dr. Rebollo, cujo nome ligand-se desta sorte ao estabelecimento, ^a mais
segara garanta que podem offerecer os seus proprietario? s pessas, que os
xirarem coma sua confianca, de que ni preparo dos medicamentos nao se (
pooparaoesforcos para que sejim bem servidas, pois que a aasteridade.com quo i
cumpre aquelies toJos os seus deveres e sobretudo o respailo, que consagra .
i sua prrpria reputado, lbe nao permittiam sacrificar a vida de seus clientes
ao interesse de terceiros.
Sem pretenderem os propietarios depreciar os productos dos outros
estab \ecimentos deste genero, creem todav'ra podar aSBrmar que nenhum oatro
excede o seu em soperioridade, e para qne neohuma duvidabaja a este respeilo, /
podero todas as pessas qne quizerem fo nec.er-se dos seus medicamentos vi- \
sitarexaminar o estabelecimento, oide. alm de boticas em globilos e tinta-
ras de varias capacidades desde 12 at 120 medicamentos por precos razoaveis,
encontrarlo todos os artigo^ que tornara completo o sortimento de casas desta (
ordem, taes como: excedentes chocolates, pos dentifricios, encerado de rnica, |
tintura de guaco, etc um lindo volume encadernado domedico do potoori-
ginal do Dr. Mure, tradu/.ido pelo Dr. Silva, Pinto e revisto e augmentado em ,
3.' ediccao pelo Dr. Antonio de Cas:ro Lopes. (
Esta obra qnecontm mais-de 500 paginas de impressao e ama estampa
explicativa dos di verso j org5os do corpo humano om dos nnis elaros livros
destinados ao ensino pratic> do tratamento de todas as enfermidades, pois indica,
os me iicamentos apropriados para cada molestia, como a maaeira de
appli ar e repetir a< dses.
O preco d'ella de 105000 para as pessas, que comprarem boticas
setabeleci atento, e de l JOO para as que comprarem 'smente o livro."
Coniaodo pois, com a valiosa protejo d s amigos da homeopathia, con-
cluea os proprietarioa o sea amancio, declarando qne se acha adjacenta ao sen
LABORVTORI') o c nsultorio do Sr. Dr. Jaciotho Soares Rebello, e que se
encarregam le receber e enviar ao mesmo Sr. Dr. a toda e qualjuer hora os
chamados de seus clientes.
IiOJA
Flor da Boa-Vitta
DE
Paulo Guinnraes
O proprietario date bem onhecido es-
.abelecimento contina sempre. seguindo sua
jntiga forma de primeiro barate iro da Boa -
Vista e para melbor prova adnvrem os
presos, segaintes:
Guitas escoras e claras cre fixas
o corado *0 200TS. a. 400
Jambraiss de cores 240, 280 rs. e 320
Llar para vestido 280, 320 rs. e 400
j^repasfiscocezasfazendaDova a.. 6t
Upacasiavradas d'um a cor. 740
umbrala branca transparente pe-
cas 35uO e.....8fiW00
Oitas dita victoria a 4)5000 e. ... 80000
trmente com 10 palmos de lar-
gara varas, a 2*000 ?. .. .* a^O
vjadapolo saperio; percas 5((000 e 6fJOO
AlgodSoaiJOOOe.....BfJOOO
3nm pardo trancado pechiocha
h
V
BRANCA
M4 DUQUE DE CAXIAS N. 52
(Oatr'ora Quemado n. 8.)
A Api". Brarjca teodoj recibido pirl desuns
>, <;.' sulmeolo .icaLa ago-
ra b liras, algumas das quaes
MtM alna ate precisa:1, c outras se
(em apreciadas pir sea? goit/s e qualidadej,
:
M : li aberta3 para senhoras
.
Dia : U m t ... liitaj tambera para senhoras
pumaa*.
Di- ;' .n maitc b'Daa ao posto escocez.^
dem dem braocia e com listas p:ira m;
isas.
Ditas iJ m m para baptisalos.
Oitis de aigodo eompridas e c.m Iistra: para
swg;
-ii c3a, para senhora.
Ditas de lorg .1 e de seda pan meninas.
FJ mitas eamtsioba bordadas para senhoras.
Fii i" stda, br.inco e preto com flores miadas.
(odio, lino e com flores.
Touqainhas bordadas para criaren?.
L'.ni-i c moderos cbap sinbos "de utao para
StiS.
Peo '. : ad semDaracar on pen
l ir.
: d d'! travr-ssos para rc:ninas. '
Dito- d b rr. litas.
DitOi d* tana ; juenos, para segurar o
sunarradilbo sos rab los de senhoras. /
Gri Dent de enfeites de seda para ves-
lidOS.
Fifilas de roadreperoli e de tartaruga para
fmtceka t' laco para o eaello.
f- mita? b ft i h para m'.-nina.
NOVO S0BT1MENT0 DE ENCH0VAE5 PARA
BAPTiSADOS
A guia branca acaba de receber novo sorti-
eatoda linlose completos enchovaes para bap-
lsad*, e liam a ?ra -separdamente camisinhas
l>ir dilj Hados chapeosinhs de setim branco
tMrdadjM, outroa ditos com funio de vellHdo, obra
de maito i't, e que servem tambera para pas-
*aid, sr.panho? de te im para o mesmo fim.
MODERNOS EMFEiTES DE FLOItES,
uados c xa L:c;s de soda, fl:as de setimje fivella
e madreperola ao ultimo goto, e proprios para
fcaflaa, esasmeatos, etc. ete.
FLORES E PREPAROS PARA ELLAS
A Aguia Branca recebeu lindos ramos de flont
Tinas, tanto para cabeca como para chapea:,
tiem assim :
Papel verde liso e com listas para folha?.
Di) de cores para fLres.
F.ilhas de diversas qnalidades para rosas.
Ditas verdes e lustrosa?, obra neva e pela pri
meira vez viudas como amostra.
Franjas pretas e de diversas larguras paraeC'
feitar vestidos,
COQUES DE TRANCAS E DE OUTROS
MOLDES.
A Agnia Branca acaba de receber urna peque-
a porcao dos bonitos e modernos coques grar-
des de tranca e outros moldes.
ROVO SORTIMENTO
DE
BOLECAS
A aguia branca, a ra do Duque de Caxia* n.
52, culi'ora do QueimaJo n. 8, acaba de receber
um novo e beilo sortimento de nonecas de diver-
sas qnadadeJ e tamanbos, sendo :
C-ju rosto de seda, das que choran), e outraf
que faliam.
Ora rost >, maos, e ps da porcelana, e pro-
prias para vestir-se.
Obras de porcelana
A aguia branca lera outro sortimento de diver-
sas obra? de porcelana, sendo :
Bonitos e ricos vasos para pi de arroz.
Outros para jnias.
Ou'.ros para jabonetes.
Oatro:. para enfeites de mesa.
Pequeas e bonitas pas para agua benta.
Pequeos jarros para santuarios.
Outros madres para meas.
Bonitos port relogios.
Lindas cestinhas tambera de poreellana.
Escrivanias de dita
E amitos ou'ros object s para enfeites de mesa.
10Ra do Crespo10
Pecas de algodao com 20 jardas a 4#, 4^500
Ditas de madapolao a 4J, U, 8>S0O, 6, e
Ditas de dito infestado, francs superior a
aO*00&
Chitas francezas de todas as qnalidades a 240
280, 300, 320 e 369 o covado. 4
Cambraias de cores a 240 e 280 rs. o covado.
Dita lisa de cor a 320 rs. o covado.
Ditas pretas para luto a 610 rs. a vara.
' Pecas de cambraia lisa transparente a 3s 3S30
e-W000.
Ditas de dita-tapada Victoria, a 4J, 4/500, 5J
e7#.
Ditas de dita transparente, suissa muito fina
com 17 varas, 14J.
Ditas de dita bordada com 10 jardas a 71 e
9*500.
Organdy branco fino a 700 rs. a vara.
Brilhantiua branca infestada a 440 e 500 rs. o
eo\ado.
Bretanha de linho com 25 varas a 20/000 e
254000.-
Dita de dita infestada com 30 varas a 27*.
Bramante de linho com 10 palmos de largura a
2 500 a vara.
Dito de algodao a 1/500 a vara.
Atoalhado de dito-e de linho com 10 ramos de
mi ^.v^v^uu. lMgoraal/500e3*.
covaaoa. 320 Toalhas alcoehoadas para rosto a 7/ a dora.
Dito dito liso muito fino a. 320 Ditas de linho do Porto felpudas a 10*000 a
Oatras mailas mais fazendas que vende-
r por precos baratissimos como aejam :
fanos prelos, ditos zoes, casemtrts pretas
i de edr, merinos, brins brancos e de c6-
res, seda para colletes, camisas inglezas para
lomens, meias, chapeos de sol etc.
Oliicina d'alfaiale
Os digaos freguezes encontrarlo nm gran-
le sortimento de roupas feitas desde o
sais inferior at ao mais superior que se
icbe no mercado,-assim como se manda fa-
:er toda e qnalquer obra d'encommenda
feitas a capricho, sois para este misler se
acba munido um perito me&tre. Garante
sefazerem se menor 20% de que em ouira
pialqaer parte pelo.o motivo de o fregaez
i pagar o que compra e nao o aspecto do
estabelecimento.
48 Roa da ImjterAtriz48
JUNTO A PADARIA FRANGEZA
-.I
m
I
Tam venda em seus armaren, alm de ontros
rti|?M de seu negocio regular, 03 seguales, que
rtnem por presos mais mdicos que em 00-
T qualquer parte :
PORTAS de pinho almofadadas.
POMEIRAS de ferro paraxercas.
SALITRE raglez. (T
ESTEIKAS da India para eami e forrar salas.
GANOS de barro francez para esgoto.
GESSO saperior em porcoes e a contento.
CEMENTO de'todas as qnalidades.
MACHINAS de descarocar algodao.
LONAS e brinzSes da Russia.
OLEADOS americanos para forro de cano*.
FOGOES americanos muito bons e econmicos.
VINHO de Bordeanx.
COGNAC superior de GautierFreres.
7ARELLO em saceos grandes a 3/500.
4GUA florida legitima.
BALANCAS dscimae.
CADEIRAS americanas,* *'
RHL'M da Jamaica.
AZULEJOS de Li'boa.___________
Contra a tosse
PAST1LHAS PE1T00AES.
do ~
Gomma simples crysralisada.
Dita- de angico < ,
Naff d'Arabia.
Seve de pinho marjtimo de Lagasse.
E outras muitas que muito se recomendara pe
Iss'saas excellentes qualidades.
Vende na
PHARMACIA E DROGARA
DE
Bartbolomeu & C.
34-RA LAHGA DO ROSARI\-34
Xarope sedativo
DE
3au de hranjas amargas
COM
BROMRETO DE POTASSIM
DE
IjtltOZE
a;e novo preparado aprovado pela academia
mperiaNe medicina, muito se recoramenda pela
>ua ac;ao sedativa e calmante, sobre o systema
lervoso, o bromureio de potassium, nao dejxa de
lar os mais ceos resaltados as diversas aflec-
fiai do organismo e principalmente as molestias
10 coragao, das vas digestivas da respiracao, das
.as genito-urinarias, na epilepsia, as molestias
j^rvosas da prenhez, na insomnia das crianfas
turante o perodo da dentico etc. etc.
Vende-se na pharmacia e drogara
de '
Bartbolomeu & C.
. 34-RUALA113A DOROSARIO-3
P4M UfOIVAS
Lindas grinaldas com flores e botoas de
larangeiras c:m vivos e sem ejles, vendem-
se na Nova Esper-anca roa Duque de Caxias
a. 63.
Oleo para machinas
Vende se na Nova Esperanca ra Duque
de Caxias n. 63.
Vo havera eouvn!< oes
As crianzas que osarem dos collares ano-
dinos, que se vendem na Nova Esperanca,
estero isentos de convulsOes; pois s5o os
verdadeiros recebi jos directamente.
duzia.
Guardanapos de linho a 3/ e 4/ a duzia.
Cobertas de chita a 2/ e 2/300.
Dttfs de chita adamascad* forradas, 4/, 4/^00
e 5/000.
Colchas de damasco de crts a 4/ d/.
Ditas de fustao alcoehoadas a 5/.
Coberras de li escuras a- 2/.
Dias de algodao brancas a 1/400.
Colleiriohos de linho a 500 rs.
Chales de merino lisos pretos e de cores 2/000
e 3/000.
Ditos estampados de meia casemira a 2/ e
/WO.
Damascos de cores p '",0 rs.
Lengos brancos de 1 -sa Anos, 2/, 2/j00 e 3/
a duzia.
Ditos ditos e de coi abainhado largo a 3/ e
3/OO a duzia.
uos ditos do canil 1 de-linho finos a Cja
duzia.
Ditos de esguio de >< 'ho a 4/, 4/500, 5/ e
a dnzia.
Bnm Angola a 640. 0 e 1/000 o covado.
Brins de linho de c a 50o rs. o covado.
Cortes de meia ca ;ra para calca a 1S200 e
caiga a 3/300, 44500
Juas largaras, 2/, 2 50
1/400.
Ditos de casemira pa
5/500
Casemiras de cores d
e 3/ o'covado.
Ditas pretas, duae lardaras a 2/,'iiXl o covado.
Pao fino preto e azul a 2/, 2/500/ 3SW0
3/500.
Dito dito muito fino superior a 5/, 6 s e ~ i
covado.
Lans e alpacas de cores para v-j.nid. a -ICO
300, 600, 700, 800 e 1/ o covado.
Toalhas com labvrinlos para bandejas e paia
rosto a 8/, 10/ e 15/.
Camisas de ti nella branca, e de cores 2/,
2/500, 3/, 3/500 e 4/oCO.
Grosdenapoles preto e de cores 2/, 3/ e 4/ o
covado.
D5o-se amostras com penhor.
Vende-se tambera grande quantidade de roupa
feita e por medida por precos muito reduzidos.
Cura rpida e radie ti dos
J callos
pela pomada Galopeau
Essa pomada qne tao bons resultados tem colhi-
du as pessas que delta tem feito uso acaba de
ehegar para o seu deposito especial..
NA
* -- rtiarmacia e drogara
DE
Bartholomen G. ra larga do Rosario nu-
mero 34-
Bazar universal
RA DO RARQ DA VICTORIA (OUTR'O-
RA NOVA) N. 52.
Acaba de ebegar para este grande estabeleci-
mento um completo sortimento de machinas de
costqra de todos os autores conhteid-s, os quaes
garantem per annos as ditas machinas, e se ven-
dem por preces t3o razoaveis que a lodos agrada-
ra, cujos precos sao os segaintes: 40/, 60/, 80/,
100/, 120/, 130/, 1405, 160/, 1803, 200/, 220/,
230/ e 300/. Garan',e-se ars compradores a boa
'qoalidade de trabalho, e obriga-se a en-in.tr tan-
tas vezes quanlas sejam precisas para bam com-
prehender-sa. Vende-se tambera pecas e mais
pertences de sobresalentes para as mesmas machi-
nas. Previnese desde jaque f se vai ao cha-
mado para concert e ensino de machinas das que
forera compradas neste estabelecimento.
J. 0, 0. D yie tem em seu
armazem para vender
O SEGUINE :
COGNAK HENNESS.
VIMHO XEREZ.
DITO DE LISBOA,
FILTRADEIRAS.
BITTER
. A' ra do Gommercio n. 38.
A FLOR DE OURO
E' este o distintivo de urna nova e bem montada
loja de joitis, sita a ra la^ga do
Rosario n. 24 A,
Os propretaros deste elegante estabelecimento leudo em vista os eeforeo que
fizeram para o collocarem as condicedes de orna grande clientella, fltariam ao mais ,
rigoroso principio se nao viessem as. collumnas do jornal scienlifiear ao respeitavel po-,
blico, que no rae-, rao estabelecimento encontraras sempre o mais completo sortimento
de juias, como sejam : brincos ea mais modernos, para adornaren) as delicadas ore-'!
Ibas do bello sexo, e que se vendem a 8, 9 e 10/ o par, ditas para meninas a 4, 5 e 6/, ]
ditas de coral, obra de aparado gosto a 3 e 4/, Vcltinbas de coral com ernzes de ouro
a 5/, broches modernos de 3 a 13/, ditos com pedras e em sua devidas caixinhaa a
, 10. li, 16 e 20/, rosetas'lisas, pdrm bem trabalbada?, de 2/500 a /, ditas com
-5$g pedras de 4 a 15/, cazoletas a 4J, ditas com InscrpeOes a 5/5CO, anneis de diversos
gostos, e com bonitas pedraa a 2, 3 e 4/, ditas de perolas, esmeraldas e rubins a 6/,
ricas cruzes de esmeralda e rubim a 12, 14 e 16/, ditas de ouro e coral com vistas pbo-
tographicas a 3, 4, 3,'6 e 7/, flgas de coral a 2/, cadas para relogios a 10/, dittas a
6/500 a oitava, guarnieses cora tres bolSes para aberturas a 4/, dito3 de pedrtnhas 3/5O0
o par, ditos para punhos os mais modernos a 7 e 8/; alm de um variadsimo sortimen-
to de jnias de apurado gosto que recebera por todos os vapores da Europa ; como
sejam : brincos, braceletes, alfinetes, aderecos completos, cruzes, rosetas, anoeis de
brilhanles, esmeraldas, perolas e rubins. MedalhSes, vollas, trancelins, anneis com let-
tras e de diversos modelos, oculos e peneinez do ouro e prala dourada, relogios de ou-
ro e prala de afamados fabricantes, salvas de prala de diversos lmannos, ricos palitei-
ros e faqaeiros, colheres para cha e sopa, maracas para erlancas, e urna baftnMade de
objectos que seria enfadonbo mencionar-se.
Os propretaros da Flor de Ouro garantem vender mais barato qne em outra
qualqner parte, para que estar aberio o^slabelecimenlo das 6 horas da macha as 8 da
note.
m
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimada)
Tendo-se resolvido d'cra avaote vender-se neste estabelecimento todas as fazen-
das existentes do mesmo, por precos que todos admiraro, acho de mea dever partic-
pa-lo a todas as Ex as. familias em geral, afm de virem visiiar este estabelecimento
ou mandarem buscar amostras, garantindo-se-lbes um bom sortimento do fazendas da
algodao, 15a, linbo, e seda, emfim nma infinidade de artigos de moda maadando-se a
casas das Exmas, familias, por empregado da casa, toda e qualquer fazenda para verem
oa escolherem.
As pessas que vendem em menor escala poderao bem sortirem-se neste estabe-
lecimeolo que vender pelos mesmos precos que em qualquer casa importadora, tend
a facilidade de comprar qualquer porgao.
O 65 tem om completo sortimento de ronpas bem acabadas o qne vende por
precos moitissimo cemmodos, mandando tambem fazer por medida toda e qualqner obra
que os concurrentes desejarem para o que tem om dos mais habilitadsimo mestre
alfaiate, cortando por um systema inleiramente novo.
Os annuQcios nesta prafa esi5o e por certo devem estar desacreditadsimo, i^i
que ha casas que annunciam aquilla que nao teem, o que o 65 garante oru** dar-se em
seu estabelecimento, pois que s deseja bem servir ao publico em sra' Para g'Dbar
g ande nomeada em todo o mundo.
O 65 acha desnecessario mencioaar os precos de aas fazendas pois que isso tor-
naria-se demasiado macante para os leitores, por ter de ser demasiado extenso sen an
nuncio, e mesmo para se tornar menos desendioso, pois qne vendendo muito e mnite
barato mister encurtar sua, despnzas. A sinceridade dos tratos do 65 julgo qne j o
publico conhece demasiado, po3 que sempre tem cumprrdo com aquillo que annoncia,
nao verdade ?
E' INTIL, NAO SE CANGBM, COM 0 65 NINGEM PODE COMPETIR
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)



Aza do mosca.
E' urna fazenda especial para cobrir quadros,
espelho, retractos, etc* demasiadamente transpa-
rente e preparada de forma a evitar completa-
mente o p.
Sabonetes inglezes em caxinbas que sa vende
por 1/500 a duzia.
Colarinhos e punhos de papel.
Vende-se nc Bazar da Victoria ra Nova n 2.
LOJA
ARMASES! DOS LEOES
RA DUQUE DE CAXIAS N. 29
Os propnelarios deste."1 grande e bem montado estabelecimento scientificam ac
respeitavel publico desta provincia, que se acham com um variado e completo sorlimentc
ota dos socios quese acba actualmente na Europa, e por isso os podem vender mai.-
baratos 20 /0 menos de qne em outra qualquer parte. 0 mesmo tem contratado com
os tnelhores.fabricantes daquelle con'inente as remessas das mais ricas mobilias feitas
all. Na officiaa tem os mais habis artistas deste genero, e por isso aptos a fornecerem
mobilias as mais aperfeicoadas para as casas da provincia consideradas de, primeira
ordem. Pedem, portinto, que veoham visitar dito estabelecimento, onde encontrarlo
a realidade do-que acabam de expr, passando a examinarem : ricas e completas mobilias
4e Jacaranda, mogno, faia, carvalho, amarello, etc. etc., ricas e elegantes camas de
Jacaranda, po-setim, amarello, etc. etc., guarda-vestidos de amarello, guarda looca de
aogoeira, amarello, com tampo de pedra, aparadores de dita, dito, com dita, petit*
tttufcteg, especialmente para fazer barba, toilettes de Jacaranda e amarello, com pedra,
e Bonitos outros artigos de gosto, que para se n3o tornar enfadonbo prescindimos de
*wr menco delles, o que s com a vista poder5o apreciar.
rara oratorios particulares t
capellas dt engento.
Vndese um altar dourada, bem como os res-
pectivos castigaos e palmas' tambem douradas,
igualmente vende-se dous ornamentos, duas al vas,
estolas, manguitos, sanguinhos e lodos os mais
perlences, sendo om dos ornamentos bordad a
ooro fino : nesta typographia se dir quem vende
Potassa da Russia
etn barris : nos armazeos de Tjsso lrnoJos &
Coapaobia.
Vende se na amiga ra Direita, hoje Marci-
lio Blas n. 99, quejos multo frescaes do reino a
3/ o 1/500, farinha de milho de todas as qualida-
des e maclas das ltimamente chegadas.
Mof\
Meias para meninas e meninos com lo-
que de mofo a 2)5000 a duzia, na loja do
Papagaio, ra da Imperatratriz n. 40, de
Mendes 6 Carvalbo.
GALLO VIGILANTE
Ra de Crespo n. 9
Acaba de cbegir pelo ultime vapor diversos ar-
fgos de novidade, como sejam :
Lindas touqumhas enfeiadas para bapthado ;
assim como cbaposinhos.
Sapatinhos de seda e de merino.
Meias de seda e fio de Escocia de 1 a li annos
de idade.
Ricos leques de madreperola lodos abertos, o
melhor que ha neste genero; aesm como ou-
tros de madreperola com seda, fazenda requissi-
larabem recebeu grande sortimento de le-
Chegaram loja do Mercurio, roa da Imperatrz
n. 86 :
Ricas franjas de seda prata, lavas de pellica
Jouviu, bolinas de cores para senhora, ditas de
cordavao e bezerro para hornera, oleo extracto-
oriza, ricas filas largas para laco, ricas grvalas
de gurgurao de seda dae mais modernas e lindas
cores, e um completo sortimento de gal5es de seda
para guarnecer vestidos e outros mutos objectos
de gosto.
Ra da Imparatriz n. 86, loja denominada
O MERCURIO
perteacente
JOS BERNARDO DA MOTTA.
VENDE-SE
dous bonitos cavallos, andadores de baio a mero,
sendo um rodado apatacado, bastante grande, e
entro eastanho, pequeo : no caes do Ramos nu-
mero ao.
Libras sterlinas.
Vende-se no armazem de fazendas de Augusto
I. de Oliveira & C-, ra lo Comnwcio n. VL
DO
ma;
ques de sso ingindo marfim sndalo "e madeira,
tanto para senhora como para meninas.
Superiores ligas de seda para segurar meias.
Meias de borracha para quem soffre de inxacSes
ou erysipela.
Seda frouxa.-para bordar todas as cores.
troco de seda para o mesmo fim.
Reiroz preto e de c6res em carritis.
Fitas para cartas de hachareis.
Quadros para retratos.
IindasVt?6 Pe"Ca' 6 d6 Seda' briBCa prel" e de
Superiom capellas para noivas.
uaios alriuetes de madreperola para peitos de
gLradas abotuaduras para colletes.
Laa de todas as cores para bardar.
^Superiores pencenez de ac.
Muito finas iheeouras para costura, unhas e
para corlar cabellos.
filo?08 PenteS de tartaruga para arre>r
derlUra m'a Pra ungir cabellos, a verda-
Grande sortimento de franjas pretas, lams e
estrellas e lindos padrdes.
yodos babadinhos e ntremelos bordidos, upa-
dos e transparentes.
*W**
56 ARa do Mrquez de Olinda56A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este antigo estabelec ment assaz conhecido como principal e recommen-
dado pelos grandes depsitos e bons sortimeatos com que sempre prima em ter daa
raelberas, mais acreditadas e verdadeiras machinas americanas para algo-
dj, de de 10 60 serras, havendo em todos os tamanbos diversidades de syste-
mas e melboramenios para perfeito e rpido desear, tmenlo; tornam se dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alm dist), encontrarlo
tambem mais:
Conentes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padarias.
Perteaces avnlsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes par
milho e eaf.
Debulhadores para milho.
zeite de spermacele para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas. .rMmr<
Cofres de ferro patente.
Canos de ferro esm?ltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
s arista e neste estabelecimento poderlo ser
^f]
w> :!



I

Apurados vapores t omves, de forja
de 3 4 cavallos, e pertences.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e a-
deira. ,
Carros de mo para atierros.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos conv vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guardas comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafusos de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para eoziaha.
Ternos de bandeijas finas.
Emfim muitos outros artigos, que
examinados.
Cs
Vende -se a au n.
tar nesta typograj
& da roa do Ga
ERNESTO & LEOPOLDO
N 2 ) Ra do Cabug K 2 D
Acha-se montado de forma tal este estabelecimento de joias que pode
vender aos seus numerosos freguezes em grosso e a retalbo e por precos
mui resumidos visto que recebe de conta pcopria por todos os vapores de
Europa. O gosto de desenho de suas joias o mais lindo do paia das
modas, ouro de lei, brilhanles verdadeiros, esmeraldas, rubios, peroras,
turquesas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto
para igreja cerno para servido domestico. Convidamos as Exmas. familias
a visitarem o dito estabelecimento todos os das at 9 horas da noite.
Compra.se ooro, prata e pedras preciosas em obras, velhas.
~81
%



i
I
1
4

<


-o
n

<
Diario d Peniamimoo SeaUa eir 13 de Oututro da 1871.
DO
DE
FIGIEIREDO ft LOPES.
64 RIJA DA IMPERATRIZ N. 64
Os proprietarios deste importante e symDathico estabelecimento de fazendas finas,
vem avisar ao respeitavel publico e particularmente a sua numerosa freguezia, que o
GYSNE acaba de sprtir-se de todo qaanto ba de gosto e moderno em fazendas tanto
para horaens como para sentaras.
E' ocioso citar qae os proprietarios da loja do CYSNE naturalmente providentes e
4'am espirito altamente conciliador dos interesses albeios com os seos, teem sempre
leguido o magnifico ystoma de offerecer venda fazendas de todas as qualidades e pre
eos relativos de forma que fcilmente podem fornecer artigos de sua casa accommodados
a todas as fortunas e meios.
E sobre todas as conveniencias e meios preferivel comprar no CYSNE em con-
secuencia da sinceridade e barateza com que negociam es seus proprietarios.
No loavavel empento de justiOcar as suas operacoes convidara as Exmas. familias
a mijar a sympathica loja do GYSNE chamando as atteng5es do publico em geral para
u seguintes especialidades e precos.
PARA NOIVAS.
Veos, capellas, sodas e popelinas orancas
a de cores, gollas, penbos e camisas bor-
ladas, todo caprichosamente escolhido e
para varios presos.
CRETONE BAPTISTE.
Fazenda lisa de orna s cor, de cores di-
versas, para vestidos e tambem propria para
lombras.
GAMBRAIAS
Transparentes de 8 1/2 varas desde
10500 at 80 a peca. Victorias muito Anas
de 40 at 80000.
CORTES BORDADOS
Fazenda branca de delicado bordado
oaixos precos acempanhada do competente
figorino.
LAAS
Variadissimo e rico sortimento desde a
Lia lisa barata de 40 at a de listras de seda
tnais cara que pelo preco que vendemos
por assim dizer de graca vista do gosto
a qualidade.
BAREJES
Lindos padroes a os pregos de 360 e...
tOO rs. o covado.
SAIAS BORDADAS
As que o CYSNE vende sao bellas e su-
periores.
LUVAS
As melhores e mais procuradas luvas de
.'ouvio, brancas e de cores s3o as "-* rW
:YSNE expe a venda. f
BALES /
De crotones com babado e bordado, di-
-os de arcos a 105uO, pecbincha sem rival
co genero.
CHITAS.
Completo e grande sortimento de todos
a precos de padroes modernos e cores fl-
us.
GROSDENAPLES
Finos de todos os presos e larguras s
o CYSNE pode veoder barato-
FLANELLAS
De cores e brancas de 500 rs. at 10300
o covado.
ALPVCAS
Lavradas de 500 rs. a I0OCO o covado,
especialidade do CYSNE que OSo conta com-
petidor.
MADVPOLES
Francez de 24 [ardas de 80 at 100000.
inglez de 50 at 80000, e muito fino.
DAMASCO
Com 8 palmos de largura, dito estreito.
"CORTINADOS
Para camas e janellas de todos os tama-
nhos, cambraia para o mesmo fim de 20
varas a 100 a peca.
ATOlLHADO
Da linho adamascado, dito de algodSo
muito finos, bramante entrancado e liso, e
barato s o CYSNE vende.
GUARDANAPOS
Grandes e pequeos.
SETINS
Para todos os precos e diversos pa-
droes.
PARA NOIVAS
Camisas bordadas, peitos colarinbo e
punhos lisos.
PARA LUTO.
Merinos, princezas.'alpacas, cantao, bom-
basinas, chitas, cambraias ele, etc., por
presos que s o CYSNE vende.
PARA HOMENSE MEEINOS.
Brim pardo a 640, 840 rs., 10 10500
o metro, gangas de 400 e 440 rs. o cova-
do, e tambem temos o afamado brim de
angolla.
CHAPEOS DE SOL
Para homens e senhoras dos melhores
fabricantes da Europa.
FILOS
De seda, ditos de linbo, pretos e brac-
eos e mais'baratos que em outras loja.
MEIAS
Para todos os tamanbos e qualidades.
CHALES
De merino lisos e estampados, pretos com
franja de seda, ditos com franja de 12a es-
pecia lidade do CYSNE.
KELLER & C.
YEXDEftl
A?O DE TRIESTE
LEITE CONDENSADO
Desculpem os nossos fregoezes termos sioo um pouco extenso na narrac3o de al
punas novidade8 pois com quanto seja nosso interesse tambem o dos nossos fregu
sos que querem e gostam andar na moda.
Imperatriz n. 64.
Roa 'la
FIGEIBEDO k LOPES.
JOAQUIM
LOPES
MACHADO a C.
Travessa do Corpo-Santo n. 25
ARTIGOS AMERICANOS
Cylindros para padaria.
Carros de mao para conduzir fazendas.
Machina? para descansar a!god5o.
Polias de diversos tamanbos.
Canos de -ferro galvanisados para enca-
namento d'agua.
immmammamgm sm
TiAO DIN
OBJECTOS PARA CARRO
Oleado preto para guarda-chova de carro.
Dito de cores para forro de dito.
Chicotes para dito.
Pontas de lanca.
GalSes de seda para o forro de dito, es-
treitos e largos.
Pregos de cabera de marfim.
Escovas para dar graxa.
l\i!M 4 II
19 Ra Primeiro de Marco 19
Tendo renovado completamente a loja do predio, em que teem o scu es*
tabelecimento,
19= A ra Primeiro de Manjo19
com aquello asseio e elegancia desejave*. acham-se agora prvidos do mais
explendido sortimento de fazendas finas e modernas de
SEDA, LA, LINHO E ALGODAO
todas do ultimo gosto, e continuam a ter como sempre, diversos
ARTIGOS ESPECIAES DE SUA GASA
Garanten, com toda
a sinceridade, vender
por menos qne qual-
qoer outro, porque
reo bem a maior parte de sus
fazendas.
19 MJA1.DE MARCO 19
(Antiga roa do Crespo);
A foja de calcados da Bou da Oorn,,acaba de
reeeber oa> grande sortimento de calcados dos
melhores faftrteantrt de loffaterra, Portoial e
Fraica, a saber : botinas de Deierro e perica pa-
ra toases, bolinas-a* peiica preta edoraqo* u
cores de canoa alto para senhora, ditas d. be-
sola grossa gaspiados para rapazes, be.
naa e sapattnbos bordados Epara eriazas dos
oaeHM que tea vtaa* a mi p*f> : na loja. d
B348,44 0^,11*, m d 0MJesw n. Si
sobra* amrm
- E. A. Burle A C, em sen armarero a roa
da Cruz o. 48, vendem a precos muito em conu
para acabar :
Ladrilnos da marmore.
Tainas e erraos de dito.
Mano commom.
Hanoi ie.
Pi de vela.
CogaaeflDoero caixa 6 barris de vicio.
Viihs de Berdos Qnoe e ordinarios em canas
barra.
Licores em caixa *
Finetas em eonserva.
Amia doce en eaizas.
r<
maateifa frasea nova
fran,*
VNDESE
a 720 rs.: na roa da
Vde se a taberna da ra Imperial o. 49, es-
quina do becco do Lima.- a tratar na mesma.
MUTILADO [
COGNAC FIN
A' ra da Cruz (Bom Jess) n. 55
si
a
a.
O
o
Minea it vio un processo'mais perfeito e qae tt-
*a de ul forma a satisfaar as exigencias mais
vera da escriptoracSo.
A toa cor lindissima e nSo precisa de coida-
o alfnm para se conservar no tinteiro sempre
ore a me^ma cor, sem borra, crosta, bolr on sem
oiu ts maiellas infaereoles todas as tintes
t agora conbecidas, anda mesmo dos melhores
teres e?:rangeiro.
aobretndo, este estlmavef producto nao ataea as
coas de ago, antes pelo contrario, a peona
idqnirt nm esmalte dourado qae, sendo interes-
inte, usas proveitoso.
Ssti Unta, nlo sendo especialmente para copiar,
a comtndo dnas, tres, on mate copias nra joei
ipct* d% escripia ; preei?o, porm, deixar-the
epaMl bem metedo ;em o enzop* com o asata-
rrlo, pcrqae nao ha o rkco de borrar. Para se
trar o-ti e ama copia, niio se agglomerara tan-
Mfoftas cuantas epias se qaarem tirar, mas
xe-scoit o original israr i urna Untes ejotes
ladtMtev, sem qae o rtjteal fique prejudicado
Mu txtra^oei.
Oecorreaqai dixt qna.wr eopiar importe
*iia inteHgencia e ktimip, sem e que a me-
kor tiste ne satsfai, e s defilo recae sempre
M; a\liiia, que mastes veas, .dijaem manos
!fc ;eiB. .
IzlU ^aaiidada deste.Unte, .
enij
cripta soffre o choque de cidos forlissimos, sem
te decompor; ora, se o cidos nao tem ac^ao so-
bre ella, muite menos a accio dotompo a podo
destruir; isto plausivel.
Nao s ao commercio que este meu producto
veio ser til; os professores dos eollegios, investi-
gando todos os meios para o adiantanento dos
soos discpulos, tem approveitado esta tinte, que
comrato a acharam apta para desenvolver o
giwto nos educandos, em consesjsjencia da belea
da cor e faciljdade de correr na pequea pela sua
liqnide. Ha exemplos de enancas que havia
mullo lempo tinbam urna repugnancia extrema
para a escripia, logo qae foi adnuuida esta tinta
o coHegw, apodarooHM dellas a coriosidade o
gMto, e posico teesfo depeis o sea adigaasasp,
era manitesto.
Bstatnta,par de taitas vaotagens, tem uro
niiieo inconveniente, deterioraos)- ao contacto de
entra qaalfuer; csnvm pote te-te eu tinteiro
isfatos do meqer vislumbre de qsum tiqu m-
tarascrever coma peona saja de ama prepa
dilTerente e incompativel; verifleaodo isto, n
parase nsar de Mote qo ola seja a VIO-
LITA EXTRA-FI5A DB MuNTORO.
Observapao.
Diversas (alsifleteBes e semeBunaa tem apa>
recldo, cuja durabllMade 6 dovidiaie. Oe Sft.
eotoprsderes podem eviter o aagsaw dirteindo-se
a casas circtmspectes,yi pedindb a tita que ec
fabrico
A. C. Montro,
MICO
13 RA DA IMPERATRIZ 13
. DE
ULYSSES & IRMAO -
Neste bem conhecido e acreditado esfabelecimento, eocontrar3o nossos amigos e fr.
goezes cigsrros de palba e de papel de diversos ttulos e das melhores qualidades de
forro. Charutos dos mais acreditados fabricantes da Babia e do Rio de Janeiro ; ebe
assim, ponteiras p;ira tbarotose cigarros, cachimbos de espuma, do porcellsc?, de bm>
deira de diversas qualidades, de louca e p de gallinbas muito finos a 2,5600 a den,
moitos ouiros arti.os qne, dv-isaraos de mencionar.
Fabrica de cigarros.
Bem attesta a surerkridade dos cigarros de nossa fabrica o grande consumo que
delles tem havido no inttrior e as provincias do norte. Gom presteza aprompta
quaiquer encemm, nda, remettendo-a ao seu deslino.
BAZAB ACADMICO
13RA DA IMPERATRIZ-13
Ulysfses & Irmo


LOUCA EVIDROS
* NO
EMPORIO COHBCUL
5 Ra da Imperatriz 1J
DE
DLTSSES & IRMAO
15
15

Tendo de cheger um novo sortimento, e tendo de siffrer urna reforma o systenta
de negocio deste esbbelecimento, seus proprietarios resolveram ex por em liqoidaao,
grande quaotidade de pratos de louga, tijetlas, apparelhos de loup para jantr e para
almoco, etc.
Grande quaotidade de copos de vidro fi-
nos para agua a 1&200, 40500 e 40800 a
duzia, clices de vidro finos para licor a
30000 a duzia, ditos de cor para vinho a
20500 a duzia, garrafas finas de vidro ba-
carat para vinho a 50500, 60, 60500, 70
e 70500 o par, bonitas compoteiras de vi-
dro a 60500, 70500 e8500 o par, gran-
de e variado sortimeuto de jtr. s finos para
flores a 30, 40, 50, 60, 70, 80, 90, 100,
110, 120, 130, 140, 150,160 e 180000 o
par, cbamins americanos'para candieiro a
20200 e 20400 a dozia, escarradeiras de
vidro a 30500 o par, globos para candiei-
ros de 10500 a 2000 cada um, lampari-
sna com vidro para cima de meza, parede
aependurar a 10500. 10700, 20 e 20200
edda urna, bonitas quartiuhas hamburguezas
a 40500 e 50000 o par, lindos pa'iteiros
ce porcelana branca de 10200 a 30 cada
dm, bonitas canecas de.porcelana com frizo
a esmaltadas para cal a 60000 a duzia,
escarradeiras e ropo de crystal de cor para
eavatorio por 30000, pratinhos de vidr<>
lpara cope 320, 400 e 500 rs. cada um',
seitinbas de vidro para passas, figos, ele
etc. a 800 rs. cada urna, compoteiras de
vidro pan doce secco a 20 e 20500 cada
urna, cas igaes de vidro s para vela a...
10200, canecas de porcelana com tampa a
320 rs. cada urna, galheitas de vidro para
missa a 800 rs. o par, candieiros de vidro
com globos a 50, 140 e 160000 cada um.
E outres artigos que deixamos de men-
cionar ; e prevenimos a quem precisar com-
prar algum destes objectos que approvei-
tem a occasio de c. mprar-los por menos
20% em razio de termos de liquidal-os o
mais breve possivel. Ra da Imperatriz
n.15.
OLEADOS E CASEMIRAS PARA FORRO
DE CARROS.
Vende se oleado preto grosso a 20200
o covado. Dito cor de cinza a 10OO e
cor de caf, verde e preto a 10400 o cova-
do, para acabar.
Panno fino azul escuro a 30700 o covado.
Flanella branca iogleza a (0400 o cova-
d'. Dita muito fina azul com duas largo
ras a 2,5300 o covado.
Casemiras escuras e claras de dnas lar-
guras a 2/iOO, 20600, 20800 e 30000 o
covado, as quaes servem tambem para pa-
litot. No Emporio Commercial ra da Im-
peratriz n. 15.'
CHAPEOS DE PELLO PRETO A 90000.
0 Emporio Commercial est Vendeado
.chapeos de pello preto para homens a 90.
Ditos de castor branco a 100. Ditos de
palha e feltro tanto parabomem como para
crianza. Bonets de cooro da Russia para
meninos a 10500 cada um. Cbapelinss de
seda para baplisados de crianza a 20500,
30 e 30500. Bonitas touquinhas francezas
de 13a para crianra a 800 rs. cada orna.
Cbapelinas enfeitadas para senhora a 50,
60 e 70000 cada urna. Chapeos de sold
seda tanto para homem como para se-
nhora. Na roa da Imperatriz n. 15.
GRANDE ARMAZEM DE VARIEDADES
EMPORIO COMMERCIAL RA DA IM-
PERATRIZ N. 15, DE ULYSSES & IR-
MO.
Este novo e grande estabelecimento con-
tina sempre firme em vender barato para
vender muito, e em consequencia de nao
baver ainda ebegado algomas encommendas
qae temos feito, e escasso como se acba o
nosso mercado de artigos de gesto'. vende-
mos por mdicos pregos os qae se segu.
Superior panno preto PII a 60 o covado.
Dito dito Brasil a tfaOO.
Superiores casemiras escaras e claras
para palitots, calcas e eollete.
Bros brancos de linbo de 103(0 a 20600
a vara.
Brim pardo a 300 e 560 rs. o covado.
MadapolSo francez e inglez de 50100 a
151 a pega.
Grande sortimento de chitas.
Cortes com 17 ovados de chaliz a 50000
a 40500.
Coberloes de laa escossezes.
Colxas de a'godo branca e de cores de
30UOOa 40900.
Sediiha preta a 500 rs. o covido.
Dita branca a 6 0 rs. o covado.
Cites com 21 covados de sedinba de
listra por 250000.
Fronbas de crivo a 600 rs.
Alpaca preta sarjada a 500 rs. o covado.
I lem branca a 500 rs. o covado.
Guard. apos de linho para cha a 20GOO
e 30600 a duzia.
Ditos para jan ar a 70500 a dozia.
Camisinhas bordadas'para senbora a...
2500e 30 00.
Lindas cambraias Imperatriz cortes de
10 jardas por 90 00.
Cortes de cambraia de salpico com ef
varas por 50500.
Tapetes grandes e pequeos.
Lencos de cassss para enancas a I5MI8
a duzia.
A'godo branco ede lista.
Peitos de esguiao de linho para carni-
za a 10
Punhos o par a 800
Collarinos finos a 500 e 600
Espartilhos bordados finos para snbo-
ras a 50
Meias finas para hornero, sentara, e
enancas.
L3a fina para bordar libra a 6#
Carreteis de linba Alexandre a 8>d
Dila em duzia a 920
Abotuadura para eollete a 120, 200 300
500
Ditas para punhos a 300 e 10
Papel de pezo, almaco e pequeo d
cores em caixinha.
Latinhas de banha a 80 rs. e em du-
zia a 900
Brincos preios de burrama e a!fi3&le a
800
B toes de duraque preto para paiitot
groza a 1800
Grande variedade de bo.es para palitotl
e eollete que se vende barato,
Caixas com dez noveltos grandes de ii-
nha a 440
Ditas com 50 ditos a 650
50 pecas cord5o de vestido 600
Peca de fila para coz 440
Sabonetes transparantes finos duzia 60O
Colleres de metal fino para cha, darla a
20OOO
Ditas para sopa a 40
Talbares de faccas duzia 50, 00 7$ 80
e 90000
Temos de bandejas ovaes a 10-3
Dit.s lizas a 0
Sabonetes finos e iguaes duzia a 15200,
10500 e20
Caixas de botes de osso para calca a
200
Sutaes branco, duzia a 280
Tranca de la e branca de caracol dozia
a 560
Retroz preto e de cores, oitava 240
Carnizas de meia crua muito boas a $>
Sitineta de algodo de cores para roopa
de montara, e de crianca covado a 500
Merino preto trancado a covado a 30300
Leucos de linho em bonitas caixinbas do-
zia 50800
Lindas cambraias bordadas de lia vara
10000
Colxas de pello de lontra com dnas vis-
tas a 140000
Cretone matisado para coberta covado a
700
Grande sortimentos de perfumaras; um
bonito toyalet de vinhatico com pedra mar-
more e vidro oval, um guarda roopa de
amarello ; seis cadeiras de guaroioao, 2 de
ditas de bracos e duas de balance tudo
de Jacaranda raassico, proprio para nm
gabinete e vendem-se por mdico preco
por ser resto. Nlo sera mao vender no
EMPORIO COMMERCIAL
15 Ra da Impcratnz 15
Ulysses & Irmdo._____________
LIQU1DAG0
E' PECH1N,"UA
Cbfrliu tost de pnea a"*, 240, 80 e 330
Cobertorefcfelia escuras emito grandes a t*.
N* lola de Guilnerme Caroiro da.Caoba : na
m do crespo,n. O.
- Vende-se
a loja de Iones da trra sita A raa do Ranrel o.
4 : qoem a pretender dirija-se Msnja ou a pit-
ea da Independencia n, 33, qao acnir esa qaess
tratar.________________________________
Superior caf do
Ceara-'
Vende-se na loja do Rolim ; a ros do Doqoe
de Caxias n. 73, amiga do aeimado.
p*
ILfBKH
..


k
Drttro da Pemambiic Sexta feira 13 de Ouubro de 18T


.

VARIEDAD
soa mor te
Honra.
A INTERNACIONAL.
(Conolaso).
Esta garanta que pedirnos com tanto di-
reito, pode dar ao paiz a seguranca de qae
estis disposto a cumprir com o que bavais
proraettido ; e a negarchs" ficando como
8oj provado o nosso direito, collocar-vos-
nei&.a'uma sitoialo que segnrament: nSo
ausar in*t-ja ajs bomeni honrados.
Esperando a vossa resposta, cidadSo mi-
nistra,, (tosejamos vos saude e emancipacl
aocia.
Tor accoro o em nome do cmselho fe-
deral.O secreidno, Francisco Mora.
Ifbje, 6 de agosto de 1871.
1S LAGRIMAS DO IMPERADOR.E'
te o titulo de uos artigos que est actu;
nenie, publicando o Saturiay Review, de
Londres, e-qm s3o urna dissertaglo hist-
rica rauito curi isa. Trata se de averga&r
se NapoUQ chorou qoando sa fez a cap ti
lacio de Sedan. Os historiadores achato s-
divididos sobre 'te ponto, porque i.n-
pretendoia que effectivamente chorou e oa-
iros que parroaneceu iranquillamente, h-
roando cigarro. A referida revista discute
ambas as- uypotheses com grande copia de
dados e segundo o testraonho das pessoas
mais autoorisadis.
CREANCAS COMtiNlSTAS, Seguulo
dii. o Sile, &) Pars, brevemente.o rWrl
ocseiho-de gir.-rra celebrar urna audie: ca
curiosa, ba qual figt;rar3o I8rapazes, toilos
de menos de {6 anuos, que provavelmente
sero con.iemmdos a enirarem em uro es-
abelecimento correccional de educado.
Q-alli todos estes rap izas s5o accusados le
terem trabaihado em levantar barricadas oo
disparado tiros contra a tropa. Tenciooa
ranj primeiro -ubmettel os ao tribunal cor-
reccional de Versalhes, mas como se e>pe
ra qiie f.igarc evelagoes importantes, dici-
dio-se julgal-os por meio de um conseiUo
de gurrra.
Destes rapazas 11 sao Qihos natoraes e
7 orpbaos. Dapois dalles sero tambera
jo'gadas 4 raparigas, a raaior parle dis
qoaa* o3o cbegam a ter 15 annos.
tinha a gran eruz.da LegiSo de
ROCHEFORT, MOUROTE MARET.-O
axtsalbo de gaerra de Versalhes, presidido
pelo coronel Merlina, julgm ltimamente
estes tres individuos, accusados de fazerem
parte da redacto do Mot de Ordre, per-
ccaceate a Rochefort, e Je outros periodi
eos revolucionarios, os quaes contnbuiram
e>:n os sem artigos para a creacao di com
iaa do Paris e para os crimes que se
...irastteram durante o seu rgimen pu
- cando njticiis falsas, artigos incendiarios,
etc., sendo os mesmos reos considerados
lambem comraunstas. O conselbp de guer-
ra, aa sua audiencia de 21 de setembro,
coodemnoa Hmriqe Rochefo.t a depotta-
Cao para ura recinto fortificado ; Mourot
a daaorticSo simp'.es, e Maret a 5 annos de
prisao e 500 francos de malta.
Q, GENERAL SEBASTIANI.A Franee
oublica os seg otas apontameatos biogr-
fico do gsneral Sebast^nj, ltimamente
fallecido.
O* generar Sebastiaot, irmao do marecbal
?y mesmon.me, oasceu na Porta(Corsega)
tn I78t e oriocipiou a sua carreira militar
m 1806 sob as ordens de Juoot; fez a
aropanhas de Portugd!, de Hespaoha e da
Prussia. fia balallia de Dresde foi nomea-
do coronel, e em Montereau recebeu um
ariiuetrto qos pz a soa vida em perico,
{tararte os cem dias seguio a sottede Ni-
ooieao e di^inguio-se em Ligny e em Wa
iarto*" Em 183 foi nomeado marecbal
te campo por direito de antiguidade e em
182 coomandoa a piimeira brigada do
exercito da M jri. Dapois da revolaba de
jalh. foi'oorneado toaentegeneral e con-
iriboio muito para a tomada de -Anvers,
Em 837 toi eiovado ao pariato e encarre-
ga.io db commaodj da divsalo militar de
araelba que mais tarde trocou pela de Pa-
rs, aonde se couservou al noute de 2-3
de fevareiro da 1848, sendo entSo substI-
tuidopelo-morexibal Bugeau. Foi depois
^iver para Ajaci, onda se coaservou
VOTO EXQUISITO -\ Gauta de Sch
miyfs publica a segrate curiosa noticia:
t Quero ha alii no nosso piz que nao
oonhecaAbrabao Wetteitein, omercador am-
bulnte de Ziricb, com a sua cabret calva
o coai a louga barba branca flactuaado ao
vento, AbrahSa W-ttstein, que Quuea pro-
u.n'.iou urna pilavra? Elleabi est de novo
entre n; espalbando em redor de si os
bens que a Pr videncia lhe tem dispensado
em favor dos pobres. Mas porque que
dito d3j falla? .Etsa pergonta que todos
fazem. Wet'.e teia fji buir'ora om homaoa
vivo e al gre como os da sua Hade, e che-
gou at a apiixonar ?c. Um dia, porm,
estando a ?s com a joven a qu^m se affei-
Cora, deu-lbe tamanha desenvoltura na lio-
gna. que ella, offindid3 phs inconvenien-
cias que tuha oovido, recusoo se por fino a
dar lhe a sua m5o da esposa. Eoto Wet-
le.stoin fez vol dique, se ella Ibepsrdoas-
se, n5o fallara durante seis annoj. A jo-
ven acceiton esta exquisita penitencia, mas
antes do quarto anuo morrea. Wettestein
ricou i8o pesaroso pela m irte da sua apai
xonada, que acrescenlou ao seu primeiro
juramento o ile jamis fallar dorante a soa
vida, e desde ento nao profere orna onica
.alavrn, o que* faz com urna verdadeira
vociada de ferro.
INAUGURXCAO DO TUNSL DO MONTE
GENIS.Dj peridico l'ranuez la Franee,
extrabimos o seguinte:
* Ura te egramma particular d-nos os
prime:ros promenores sobre inaugurado
do trajecto directo entre Franpa e Italia,
qua cora urna das mais gigantescas empre-
zas que a audacia humana tem tentado.
Foi licntem 18 s dez boras e meia, que
o Irem inaujural do caminho de_ ferro do
monte Ccnis parti de Bardonnche para
v.r receber os convidados reunidos entra-
di franceza do tnel. Vinte e tantos miou
tos bastaram ao comb io, composto de 22
wagons. para atravessar a galera sublerra-
oea. Im nelle muitos membros do gabine
te italiana, que foram recebidos em Ma-
ane pe'.o Sr. Vctor
francez do commercio.
prefeito da Saboya e
personagens clciaes.
quena. Ao meio dii o
qne o astrlogo Borrelly acaba de descubrir
um novo planeta telescpico, que est si-
tuado na coQStellacao ios Peixes, O novi]
asteroide o 115 do grupo coawetiendi"
do entre Marte e Jnpitei e tem oTiriluo de
ama es'rella d 12* grandeza.
A Santi6cac3o ; 7" Pater noster>; 8 For-
.9*- tampaatade ; 10 Ev
IIo iTrislisest anma
12" tStabat m ter dolorosa ; 13
macSo di fgrejj
Irada em Jerusalem
PRINCEZ\S EUROPEIAS.-Segundo um
peridico ioglez, entre as. priacaias euro-
peas a melbor pianista a princeza d
Gales, a que escreve melhores. versoa j
raiuba de Hollanda, as qoe pintara melbor
a czarina da Russia e a esposa do prncipe
Fredarico Garlos, a que/alia cora mais gra-
ta a imperatriz da Allemaoba, a mais for-
mosa a imperatriz da Austria, a melbor
governante a rainbi da Dinamirca.
DESASTRE EM CAMINHO BE FERRO.
A Franco publica em dita de 18 de
corrente o seguinte telegrama sobre um
accidente aue se deu no caminho de ierre
da companhia de LyW, entre a estaco de
Pontsur-Yonne e Cbampy:
t A companhia de Ly5o receben esta mi-
nhSi os seguintes pormenores sobre desear
rillamento de om comboyo em Champ:
t Morrena) onze pessoas e ftearan fe
ridas vinte, das quaes umi gravemeote.
Poderam ebegar a Paris qoatorze ferdos e
os outros Acarara a corar-se em Cbampy e
em Sens. .
NSo se.Sibe aioda os nomes das victi-
mas. O accidente ,t> caosido pela ruptura
de om eixo.
al
Lefranc, ministro
acompaohalo pelo
por muitos outros
A demora foi po-
trera tornou a par-
tir para Bardonnche e dal i para Tarim.
onde fez umi entrada verdadeiramenle
triumphal, no meio do enthus'asmo indes-
criptivel da populagSo. A ceremonia foi
coroada por um grande banquete. O Sr
Vctor L-frano usou da palavra em nome
da Franca, proferindo um discurso qno
produzto grande efleito. A' noute illnmi-
nou-se toda a edade. Esperava-se tm-
bea pelo Sr. Remusat, que, retido pela
quesio do tractado prussiano, n5o poda
partir seno no sabbado noute.
a Otnro despacho d-nos mais os se-
guintes pormenores complementares:
i Bardonnche 17 de setembro, as 3 ho-
ras da tarde.Houve um banquete, ao
qual assiitiram 1:000 pessoaa. O Sr. Vc-
tor Lefranc, ministro do commercio, o Sr.
de Leisepa, ds ministros italianos e muitos
esirangeir. s de dislincjlo assistiram a esta
fe;la. O Sr. Visconti Venosta brndou pela
prosperidad da Franca. O Sr. Vctor
Lefranc, prestando homenigem aos sabios
e aos bomdns de Esta lo italianos brndou
pela unio da Franca a Italia (applausos).
O Sr. do Vmcenzi fez uaia saude a todos
os c .operadores da grande obra que acaba
de coQCloir-se e ao Sr. de Lesseps.
Qrsole, representante da Suissa,
ton 03 pela victoria que alcaocaram
os obstculos oppostos pela na'.ureza. O
Sr. de Lesseps bebeu alliaoca poltica da
Frang e da Italia. O senaioc Ro3a bebeu
unio commercia! franco-italiana. O Sr
\milbau. entregou em nome da soedade
"dos caminhos de ferro da alta Italia, me-
d-lbas da ouro aos goveruos francez e ita-
liano, aos eigenbeiros Grattoni, Gradis e
SommeHter. e medalbas de prala aos ou-
tros cooperadores da grande obra... O
Gratoni agradeces! a todos os italianos
estrangeiros o terem vindo assislir a
estl nugurao.
NOVO PLANETA. Aonuncia La Franee
OSr.
folici-
sobre
VARIAS N.TCJAS ESTRANGEIRAS -
Dos jornaes estraugeiros recebidos hoaum
extrabimos as seguintes noticia :
O general Ladmirault. governador da Pa-
ris, expedio urna ordera para screro presos
todos os individuos qoe procuren distri
buir-pelos soldadjs exemplares de um L-
Ihefo'no qa+ o seu autor se prope de-
raooslr. r que a res xmsabilidade da uiflma
guerra recabe sobre o partid que a
aa oppsi<*3a dorante o imperio.
Parece estar decidido que iulo Jamo
e Emilio Ollivier ser5o recebidos na acade-
mia franceza no mez do novembro.
O. imperador da Allemanha nomeou o
Sr. de Mollke nwechal general, como o
fftra SorJU em Eranca.
Vai consiroir-se em um des melhores
bairros de Roma um dovo tbeatro qoe lera
o tilalo de Theatro Vctor Manoel. Diz-se
que a inaugurado ter lugar no dia 2 de
ontubro de 872. e que se daro nelle es-
petacalos de canto e baile., O engeobeiro
Merazoni o que est encarregado do tra-
bajhos de conslruccSo.
O esculptor italiano Francescbi termi-
nou j ura gropo em bronze destinado ao
monumento qoe se vai levantar em Nova-
York memoria do celebre pianista Gotts-
chalk.
Houve no bosque de Bolonba, em Pa-
ris, no domingo passado, urna corrida de
cvalos, qual assistio um numerossimo
concurso de pessoas, nolando-se comtudo a
falta das muitas e bellas carroagens que ap-
pareciam'era idnticas (estas antes da
guerra.
O conde de Cbambord mandou distri
bair orna somma de 1:000 francos pelos
pobres de Saiot-Cloud, e preienteou com
um soberbo calix de prata dourada a
de Deuil, em Montmoreney.
FOLHETIM
k ILH\_DO FOGO
OH.I\'('K
POR
MEXyORE DU1.18-
sr.
eaoi
N > dia 11 houve ura jaotir em Fre
denchsefeo, para /estejar o anniversario j*r
talicio da rainba Olga do Wortemberg.
Assistiram ao banqaete, entre outros per-
sonagens, o imperador da Allemaoba, o
rei Carlos do Wuitemberg. a gran-doqueza
da Russia, a raioha viuva Paulina do Wur-
lemberg, m5i do rei, a rainha dos Paizes.
Baixos, irm do rei Carlos, o gran-daque
Constantino da Russia, irmo da raioha
Olga, bem como sua filha, a grao dsqueza
Vera filha adoptiva da rainha Olga, a ir-
m5a do rei Carlos, a princeza viava Fra-
derica do Wurtemberg.
O coleare pianista Fraoz Listz j con-
cluio a sua oratoria intitulada o Cttristo ,
que vai apparecer em Vienna. Esta m-
mensa obra divide-se em tres partes e
quaiorze caatos caractersticos, denomina-
dos do modo seguinte : i* introdcelo; 28
Pastoral e Annuncia?5o dos Aojos; 3 Sta-
bat mater speciosa ; 4o Canto dos pasto-
res no presepe ; 5o O tres Reis Magos, 6o
mea
Hymno da Pachoa; I i" R;suraif5o de
Cariis.
O Dr. R stoal, am dos membros da
communa ltimamente condemnados a sim-
ples deportac >, endoodeceu. Para o fa-
zer transportar para o hospital da priso
civil de Versailbes foi necessario recorrer
a sua esposa, que indo prisio buscal-o,
sabio com elle de braco fazando o por essa
forma persuadir de que fra posto em l-
berdade.
Em urna da3 p>voa;5asdj3 Pyrineus
(rancezs, chamada Luiilho^s, e.Uodeceu
repentinamente orna familia inteira, compos-
ta de mariJo, raulber e tres filbos. Os
mfelizes doudos parcon-eram agumas po
voacs visinhas de pistola em punbo e
emeagando quantoi encontravam; a final
os gendarmes conseguiram prendel-os, n5o
sem algum i-erigo e trabaiho.
Em am concurso potico qoe se veri-
ficou em Mauiia foi premiado com a Rasa
de ouro o governador da leferida locali-
dade e distiacto poeta D. Jos Maria Daz.
As cumposigoes premiadas, juntas era um
albura, ser) dadas de presente ao ri
Araadeu, de Hespanaa.
Em Tuim foi inaugurado um moaa-
meata elevado em honra do antigo minis-
tro Paleocappa. Assistiram a inaugurado
o prncipe-de Carigm-n, V'Cto- Lefr.nc, os
muires. de muitas cidades, ^eosdores, de-
putados, diversaa orpo'acies e muitas ou-
iras notabilidades.
-Morreo oj Corsega, na idade de 84
annos o general Sebasliani, irmao do cele-
bre marocha! do mesmo nome.
O gran-duque Alexis da Russia vai fa-
zer umi viagem America. A esquadra
russaque oconaz a Novj-York es4S actual-
mente ancorada em Piymouth. O graa-
duque demorou se algous uias no porto
inglez para ir i cognto a Cb rb:irgr acom
panbado de ura ajudaerte decampo, visitar
os admirareis estabelecimentos martimos
principiados por Luu XIV e concluidos por
Napoleo M.
Falleceu o baro' de Villestrenx, en-
carregado dos negocios de Franca em luiia.
Bste diplmala acbava-se doente ha teopos
e por isso.nh podera comparecer naso
lemnidade da inaugurado- do monte Genis,
fazendo-se representar all pelo visconde de
Bresson.
A evacuac5o dos departamentos fran-
ceses pelas trepas allemes tem all sido
mudo festejada com demonstrabas publicas;
oadepartamentos evacuados embandeiraram-
se e houve diversos banquetes. O povo
mostra-se quasi louco de alegra por se ver
livre da oppresso strangeira.
-Por occasiao do anniversario da to
mada de Metz pelos pruBsiaoos, celebraram-
se na igreja daquella cidade urnas solemnes
exequias por alma dos que morraram defea
deodo a patria. A ceremonia foi celebrada
no di i 14 de setembro e assistio a ella
quasi toda a populacho d* cidada, vestida
de lucio.
Devem ser julgados brevemente pelo
consaibo de guerra de -Versalhes os assa*M-
nos des generaes Clemente Thomaz, Lacn-
igreja | te e Ghaudey.
Um telegramroa de Nova York diz que
na cidade de Trtola (Antbas inglezas)
esiao 7:000 pessoaj sem dorojilio, em con-
seqoencia de om tremor de trra qoe all
houve e que derrubou um grande numero
de casas.
Vai-se reconstruir o tbeatro dos Celes
lins, em Lyo, que fora o sano passado
destruido por um incendio, fr-se que os
trabadlos estarp termiaados em agosto de
1872, podeado portanto .reabrir so em se-
tembro do mesmo aoao.
Parece qae o governo hespanhol vai
conceder a gran-cruZ .de S. Fernn lo ao
imperador di Allemanha.
O principe D. Jo5o de Bourboo passou
por Paris com destino a Biyooa. Viaja
com o ltalo da conde de Almenar.
Diz-se que o marecbal Mac-Mahon,
imitacSo dos generaes Ducrot, Chausy e ou-
tros, vai publicar orna memoria muito cir-
omstanciada e exacta, relativa a tudo o que
occ> rreu desde o principio da guerra at
capitulado de Sedan.
Oodrae, oebefe da soci*lade Interna-
cionil na Rasaia, esteve quasi a ser mofto
em Genebra pelos membros da referida as-
sociaco, que procuravam defater-se do sea
chefe envenen3nio-. Oadins, seatiado*
porm, os symptomas do ven no, recorreu
aos mdicos, qoe o poderam livrar de ama
morte certa; apezar dissq achs-se ainda
multo doente. .
C egou a Berlira o novo embaixador
inglez, Odo Russe!, indo hospedarse no
Hotel Raal. ..
Diem de Roma que o Pipa adiou
para novembro a nomeacSo dos bispos.
En Barlim organison-se ama compa-
nhia para a construyo de caminaos de
ferro allemes, da qual fazem parle diver-
sos banqueiros.
E' esperada em Paris, onde jjermaae-
cer por algum lempo, urna caravana de la-
oonio. compo3ta da urnas duzentis p;ssoas,
entre as quaes viro matas notabilidades
da Liponi.
O imperador Gulbermo conferio ao
conde de Baust o graado eordo da Ordem
da Agoia Negra.
AsSigna-se actualmente em Paris urna
represntelo ao presdeme da repblica
franceza, pedindo-lbe para qoe i thaatros.
bailes pablicos e os cafs Dio salara obriga
jos a fechar-se meia muta.
" Coorbet, o mimbro da communa lti-
mamente coodemnado pelo conselbo de
guem de Versalhes,.est pintando am qua-
dro qie representa o intarior di crea da
O.angerie. onde estiveraa encarcerados al
guns prisioneros coinmanista. Em diver-
sos planas ao quadro veem s j grupos de
prisioneiros, conversando, lendo um jornal
e jogaado. A nova prodoeco de Courbet
diz se que j fora vendida por 45:0 O fran-
cos (8:1OO0OO>) a um sea compatriota,
cajo1 nome se ignora.-
O Sr. Taiers acaba da receber do re
de Haspraba as insignias do Tzo de Ouro.
Como sabido, ao imperador da Austria
assista tambem o direito de conferir essa
Ordem, urna das raais consideradas e mais
antigs da Europa, porque foi fundada em
1420 por Filippe o Bom, duj,ue de Borgo
nha. Os francezes condecorados cora esta
Ordem sao so os duques de Nemours, de
Aumale, de Montpensier, o principe de Join-
ville, o ex imperador N*pole3o, o principe
imperial e finalmente o Sr. Gzol. Diz-se
que o collar do Tozo de Ouro quo vai ser
entregue ao Sr. Taiers--o mesmo que asoa
o falteoido Goazalez Bravo, que foi presi-
dente do conselbo d3 ministros durante o
reinado de Izabel II.
Falla-se com muita insistencia em que
a raiaba de inglaterra vai abdicir a cora
em seaibo.-o principo de Galles, projecto
que se oppoem o mperado^Gulherme e
a princesa Victoria da Prussia.
tiambatta est muito doente, por cansa
de urna inchac5o que lhe appareceu na per-
na direita.
Dizem de Calcuti que, na occasiSo em
que ernrava para o tribunal daqualla cidade
o juiz supremo, o Sr. Norman, fra assas-
sinado por ama india, que lhe dea doas
puobaladas. A aggressora fui logo presa,
notando-se-lhe indicios de demencia, nSo
se sabe se verdadeiros, ou fingidos.
Diz-se que o ministro francez Jolio
SimSo apcesentar no primeiro dia da as-
sembla nacional um projecto de lei sobre
a instraccSo gratuita e obrigaioria em Franca
LmERATMA.
(Continuac3o do n. 302)
VI
O pirata.
toando Eazebio se vio no ees sentio
ailiviar se-lhe o peito de um peso enorme,
arespiroo mais livremeute.
Parecia-lhe que sahira do mundo da mor-
te para entrar na viia ordinaria.
Nao poda afastar-se do ruido e mov
unto qoa bavia aquella hora em todo o
aorta ; as carruagens ia*m _e vinham pelas
roas, crazando-se em diflereotes direccoes;
a turb*-molta de homea3 fallando e pra-
guojando em todos os idiomas pareca
Eozabio om testemunbo certo da realidade
da soa existencia, prvava-lhe, em somma,
cae escapara do mundo dos phantasmas.
A primeira cousa qae lhe occorreu foi
Masar no que devia fazer; lembraodo-ie,
Boro, do que acabava de lhe succeder,
couem tal estado a sua memoria, que re
solvau ir primeiro consultar Ester.
Espern am pedaco para ver-se racops
rava a tranquillidade do espirito.
J dissamas que a cidade de Batavia ao
construida beira mar, mas separada
d'elle por um caaal de perto de tref mi
ibas de lngitade- que conduz baha.
O canal tem na embocadura ama pequen)
fcaia.
Os- feOflandees sao muito previsores.
Para evitar os destroces qae a maro
liria as praias impelida pelas grandes
ondas, coUocaram dous diques de cerca de
doaamitoa de longitude.
pela direita d'estes dirigi Eazebio os
seos passo. ^
Chamoa-lhe a atteocao ama lancea ca
aaoneira que se preparva para largar vel-
ias aproveitando a mar.
Era da bonita construccSo e bem armada
com doas famosas pecas.
aVeqaipsgem era limitada.
Os marinheiros occopavam-se nos traba
ihos martimos, e o capilao prese.nceava
ludo trura.llamenle.
A' urna falsa manobra dos marinheiros
de bordo, a machina fez um movimento
brusco, o sollou se urna barra, cahindo so-
be om hornera, qae recebau em cheo a
terrivel pancada, e cabio ao mar.
Detaram-lhe cabos ; mas como o infeliz
ficou sem ientidos e o mar estava em toda
a forca da mar, nao era j tempo de pres-
tar ouiros soccorros.
Euebio approximou se com o maior ra-
leresse, e o copino, dissa-lbe com asom-
brosa tranquillidide :
Ora abi tem am palife bem mirto.
Mas, volveu Kuzebio, elle n5o teve a
culpa I .
Qaer a ivesse ou n5o, costa-me algu-
mas miLpiastras.
O liomem era algara escrayo, e sahio-
Ibe td-ez muito caro, diss Euzebio.
NSo ba tal, mas nem por isso deixa
de ser verdadrque me arroma, o tocante!
Mas qu3 assim seja, capito ; replicn
Euzebio, oa qae n5) seja, o que vejo
qae nao se abala; por conseguate, o mal
nao ioteressa muito.
' Meu amigo, ea c sou rabe, tornou
o marinbeiro. O qoe est escripto tem de
ser, e as mishas zangas nao remediriam aa
da ; mas se quer orna explicacSo mus clara
das minhas palavras, o!he l ae longe.'
S Eozabio, segaindo com a vista a in-
dicacSo do capitSo, avistoa ama esquadri-
Iha de juocos chinos navegando.
N5o o entendo, disse Euzebio.
Ora essa, seahor Vaa-det Beck !
Eazeb'o estremecen. Como era que o
marinbeiro sabia o san nome, sem nunca o
ter visto ? 01
Pois a coflsa clara como agua, pro
seguio o capitSo ; far-me-hao perder ama
hora de tempo com esta conlrarielade, e
nao poderei largar vellas late da oouta.
__E po que motivo quer sabir antes da
Q0Qte? j -. ^
Porque ? respondeu o capilSo com
um riso que fez estremecer Euzebio, poi-
que lhe lembrod o Dr. Bazilio. Porque ?
repeli ; porqae me seria facilhmo aliivur
aquellas pobres barcos de boa parte do
seucarregamentc.
>h E* piraU ?
Para o servir : atada n5o liaba conhe-
cido ? Terei porveatara .cara de homtrm
honrado? Pois olhe, seria o Sr. o pri-
meiro que ao ver-me se engaaasse.
assim confessa isso ao primeiro
qae ebega, qaajido est aioda oo porto hol-
landez, sob o dominio do governador? re-
plicou Eazebio admirando-se de tanta au-
dacia.
Digo esta3 cousas ao Sr., quena;
abi qaa'qaer. Conhece isto ? accrescenlon
o pirata mostrando lhe a flor que a indiana
lhe dra e elle deixra cahir aa futida.
Effectivamente, disse Euzebio ; o Sr.
parece qua .. .
E arrepeodeu-se do que i dizer.
Mas o capitap acaboa a pbrase :
Que soa o Dr. Bazilio, n5o verdade?
Esse j vai muito longe o Dr. Bazilio est
morto, bem morto, acredite. O qae ve
aqai a olbar para o Sr. e qae lhe paree* o
espectro d'elle, esteve o3o ha muito na palle
de Nungal, e sabe perfeitamente qae se
saicidoo s doas horas da noute passada por
ter perdida ao jogo grande part da sua
riqueza. Eu fai Naagal por espaco de am
qaarto de hora ; saberei bem o que lhe
affirmo ? .',-.,
E se o capito tivesse continuado a fallar
d'este modo, aioda Euzebio teria fleado
muito mais estupefacto.
Mas calou-se, e o rapaz exclamou :
Que qaer dizer tado issso ? Todas
as suas palavras sSo paramim um enygma,
qae me coafuade. Ha viate e qaatro horas,
desde que o Dr. Bazilio se envolvea na rai-
nha vida, Q3o sei o que me succede, oo
pelo menos nao poaso dar urna exp'icacSo
cathegori:a do que me est acontecendo.
Davido de mim mesmo, dos demas e at
de Deas. Cado qoe e:Ma oo inferno, em
samma, nao sei o que diga I
s ettpnchlahos.
I 5o
OS GAPCHINHOS E* PfiRNAMBOCO. FU. SE-
BASTIO.Fft. SERAFIM.O NOVO TEMPLO
OE NOSSA SBNHORA DA PENH.V. COMCLU-
SAO.
Zeloso peto servico do apostolado elle,
partiodo para o Brejo que deixou assignala-
do com os beneficios que ficaru estaiapados,
j bavia grangeado novas sympatbias dos
habitantes de Nossa Senhora do O', comar-
ca de Goyaona, pelos relevantes symbolos
da caridade christa que Ibes prodigalisra.
Nesta excars5o percorreu elle ainda Cim-
bres e toda a ribaoceira de Paje at a fre-
guezia de Serra Talhada.
Em Calomby, que pouco depois tomci o
nome de S. Serafim, obrou elle raaravilhas
espantosas com relaco ao lugar. No mes-
mo dia de saa chegad, 18 de jaaeiro
1863, faz constrnir ama gran le lauda.-No
dia immadiato tracoa o mbito de ana ca-
pella, sob a iavocaco de Nossa Senbora da
ConctiieSo, cajos alicerces catados em doas
dias foram pollos ao (s do efcao em dez!
E no dia 28 asaentou em logar conveoieote
am mignifico cruzeiro de grande valor ar-
tstico.
Nesse mesmo dia, deixando aps si co-
piosas lagrimas de saudade e recoohecimen-
to, tornou a estrada da villa de Flores, onde .
chegoo no dia 29, e n!e ampregou com
menos proveito sua palavra edificante.
Foi tambem nessa excursio qoe ella lao- "
Cou suas vistas paternaes para o povoado
de S. Jos de Paje de Flores, quando vol-
too de Villa-Bella i 6 de feverero.' E o
seu primeiro cuidado foi o respeito s cin -
zis dos morios, erigindo-lbea am cemilerio
que j estava projectado, e qae sendo de-
poi avliado por 8:000|000 aaauas costou
o itof do povo, sempre dcil voz do saa
missionario !
Urna importante tarefa eslava reservada
nos arcanos do Omnipotente Fr. Serafim
de Citao.a. Ha vis 50 annos qoe os habi-
tantes de Ponta de Pedras se viam privado
do doce infloxo da palavra d > missionario
e como que privados da |>alavra divina.,
NSo ousamos- affirmar que fosee castigo da
Providencia.., Mas o que certo qae o
missionario Fr. Gabriel por exprobrar o
vicio e querer plantar o verbo regenerador
navio- sido ahi insultado, e mos sacrilegas
biviam pesado sobre elle f..-. Desde entSo
parece qua a fatalidde pesara sobre esse
desdi tose torrSo. Mas era ebegado o tempo,
de ser a ustica vencida pela misericordia
divina e estava destinado Fr. Serafim para
ser o instrumento da reconciliadlo, que elle
con acryselaoV) amor efleetnou no mez da
Janeiro de 1867, deixando como penhorto
arrependimento e signal de soa passageo
reconstruid a capaila com os donativos pe-
cuniarios e materiaes, que como por en-
canto surgan voz do missionario. Foi,
alm disso, toe me e magestosa a retracta- '
ko do povo de Ponta de Pedras no altar ^
grandioso da caoU-icclo mais perfeita.
co isoladra a salisfaglo do missionar
quando v sua palavra inHtrar-se no cora-
Cio dos povos e arrancar do seu amago o
sublimes prodigios da f ao mesmo tempo-
que a huaianidade exulta aa-banquete da .
civilisacao pelo trrampho moral do imperio
da verdad... Tal foi o triompho de Fr.
Serafim alcancado sobre as iiapias arrogan-
cias e desmesurada ousadia do sacrilegio i
sua fronte radiante de gloria exultou de
prazer e o sorpo mystico da igreja vio mats
dilatada a peripheria de sua belleza.
A,Q "a*marco. appareceu elle em Yer-
tent i^o eflicaimente fez oso de suapa
lavra iusplrada sobre a serra de Taqoare-
tioga, que espantosos trophos logo assigna-
laram a grandeza de sua victoria.'.. Ti-
vemos 12 dias de predica, dizia mais urde*
o zeloso vigaro dessa fregueaia, as quaes
.produziram ffieitos salotarea: confessarem-
se cerca de mil pessoas, casarem-se algoos
concobinados, reconciliarem-se diversos ini-
migos (o qae excedeu noasa espactativa);
em tio corto periodo o intrpido operario
do Senhor fez condozir e juntar em torno
do edificio comecado (da matriz) 30,000 ti-
julios de atvenaria, 150> cargas de cal, pedra
e a rea necessarias para a conclosSo da
obra, 600 caibros, 16 liohas de excelleoie
madeira de conslruccSo,advertiado qae eo,-
tre estas todas lavradas quatro faces, ba
algunws de 5-7 e 58 palmos de comprimao-
to, i t/2 e 2 de largura, e as oatras coa
pouca dif&renca > trazeado se dito material
excepefio da pedra e tijollos de longe a
por camlnhos de ladeiras, sahindo a madei-
ra das mattas virgens as encostas da serra
jara o lugar de seu desuno nos
do povo qae entoava bymnos e
i religiSO do Crucificado.
^
/'

-
.
Socegae ; daqui pouco lempo es-
tire 00 alto mar lotaado contra as ave
marinhas de mo agioro e q Sr. ser o
nico beoeficiado. i .t.
Ea nlo quero essa herauca, reoua^io
ella ; senhor nanea foi tio de Ester.
Isso nSo m imparU.
Importa, porqa aceitar essa heranca
seria fazer om pasto com o diabo, -ajo po-
der nSo reconhaco nem quero r .abecer.
E* ama criaaca, disse o capio tirando
um papel da algibeira, papel qae Eazebio
coobecea logo i primeira vista. Aqai esta
o contrato qa o liga aa Ierra ao qae re-
presenta Bazilio, e com quanto nao esteja
escripio com cbammas sobre pjrgamintio
prelo, tem nSobsubte-Q sello do governo,
e entre os nossos pactos, meu amigo, urna
convenci escripia ou urna letra de cambio
o verdadeiro pa to infernal. O homem
jue assigaa urna letra de cambio, deixa de
pertencer si mesmo ; se nSo paga segua
o a praso, qaer sja Unt83 d;as ou a
vista, tam !oga em cima de si o protesto e
as consequencias d'elle. Shilock era^um
parvo, que apenas pedia doas libras de
carne. Oavra pedir ceitoevinto, cento e
qoarenla, e ta-las-hia todas. Os agiotas e
usurarios moderaos nao s3o tSo estupidos;
pedem logo o co.po e obtem ao sem dilfi-
caldade. De feito, a vootaaa de um homem
livremente demonstrada n'uu docamento
aatorisado com a sua assignatura. quer es-
teja a assignatura escripia com lala ou com
sangue, basta pira o agrilhoar. Assim nos
estamos perfeitamente obrigados, desde o
momento em que, em troca da vida de toa
mulber, me prometesle domir os teus ins-
linctos, que ea te -disse nSo conseguiras
vencer ; e j que s genro de um tabellilo
deves saber qoe assigoaste um contrato
synalmatico, e qoe este produz os seas ef-
feitos desde quaqaalquer das daas partes
principia a po-lo em pratica.
E' certo ; mas quando fi'. essa pro
messa jolgae tratar com um homem como
ea, rflhcom am espirito diablico.
Veos a dizer na tua, que julgavas
conservar-te livre e faltar f promettida
quando tivesses obtido todo o que espera-
vas do ten seraelhante. Esperavas que o
homem com quem te obrigasta nao podesseJ
exigir-te o cumprimento da tua promessa
Teocionavas fazer orna picar di i ? Por fes
gra?a tua nlo ser assim ; cora todo, se
para traaquillisar a toa conscieacia queras
contra" as avea convencer-te de que 0S0 sou nam o Arbi-
0 viudo
tioinbrosj
dava vitas
asmlas
dido do
dicada
As
recebidas e as subscriptas a pe-
missionario pelos fiis para a ia-
pbra orcam em 1:066))SOO ; entre-
-
tanto cono seria mais dispendioso e demo-
rado o trabaiho presentemente por cansa do
overo^ resolveu elle recolher em lugar
conveniente a cal e madeiras aQm de coat-
ouar-se !o mesmo trabaiho apenas chegar o
vero. Bemdito seja aquello que vem em.
nome do Senhor.
(Continuar-ieha).
i
^ V

manes dos persas, nem o Jiphoa dos egyp
cios, eem o Pitbon, nem o Sstanaz de Mil-
too, nem o Meflstfales de Fausto, nem e
Bofonaet dos templarios, nem a serpete,
nem a tarasca da tdade media, nem o diabo
em samma, aflaacode qae alo soa nada
d'isso. E te davdas da miaba palavra,
olba para o mea calcado, olha para o meu.
tarbaote, w'oV rpodes, vide capul, e alo
acharas aea cbivelhos nem garras.
Urna vontade ?
Sim : urna iiamortalidade applicada
um intuito : immortalidade.
Do corpo ou da alma ?
Do corpo, imbcil; a alma immortal
pela sua propria essencia, em quanto que
o corpo raorredouro.
E' ento mmortd ?
Ainda nao, mas cont urna longo vi-
dada de cento e trila cento e qaarenta
annos e quero chegar aos tres seclos. O
espectculo qae ha vinte anos nos offerece
o maodo e to curioso I Por isso o desejo
de vver rae levoa a resuscitar ama scieacia
que se jugava morta, acaba-la, e esse desejo
deu-me a forca e o poder cuj^s provas ti-
veste vista.
Mas pode loiar contra a mora- ? per 1
gaotoa Euzebio cada vez mais espantado.
Parece-me que j o viste ; escota,
porm, vou dizer-te ama d'essas verdades
boje desconbecid^s, mas que sero eviden-
tes no futuro. A morte nao mais do qae
o phaatasma dos ignorantes ; a morte nSo
exista : o corpo a vestidura da alma e
nada mais. Quando o corpo se gasta pelo
uso, a alma abandona-o, como se deixa
um vestido roto e velho, e basca oatro no
primeiro corpo que vem ao man 'o. Pois
bem : a miaba sciencia coasiste em mudar
de trajo antes de se gastar e destruir o que
trago. T
Pronunciou estas ultimas pajavras rilo
se d'aqaella maneirrque tanto aterrava Eu-
zebio.
E' possivel I excfamou este !
Ab perdSo ; dizer-te como, sera
revelar-te a minia sciencia e ficarias entSo
sabeado tanto como eu ; mas o que posso
assegurar-t9 qae quando Euzebio Vao-
deo-Beck, firto de sua malher Ester Ma-
nuis, di?ser: Onde diabo tioha ea a ca-
beca qaando n'uma ooote tempestuosa fai
bascar o Dr. Bazilio, qaera Deas confon-
da ? Para qoe pedi esse odioso Dr. que
resttuisse a vida Ester Qoando
disser essas palavrs, a alma de Euzebio
Vao-do-Beck deixar ojseu corpo, e como
esse corpo estar aioda fresco, sSo, moco
e famoso, para ama existencia viril de
trila anaof, a alma de Bazin, oa o qjne
itraa de certo chefe de baodi-
0 mesmo a
g-J
u
1*
p ratas, se alojar n'elle para
referidos triota anuos.
Por consegainte a sorte do capitia
Nuogallque me noticin...
Foi apenas mudanca de pellaVaa de
trajo.
E assim vivera.. -
At a consumraaco dos scalos, gra-
Cas que a ignorancia dos borneas tanta
que uao existe am s ente qae esteja coa-
forme com a soa sorte.
Todava, ponderoo Euzebio, anda lbe nao
pertenco; e j que me praveoio, qaer-me
parecer qae se coota coruigo acabar a saa
existencia na pelle do capito.
Cuidas isso ? disse o malaio rindo.
E aflianco-lbe qae assim ser.
Pois se ests seguro do que dtzss,
notens razo alguma para desprezar essa
heranca.
Aceito-a, respondeu resolutamente
Eazebio, aceito a. Rico e feliz, resistirei
melhor s infernaes tentaces com que se-
guramente me perseguirs. Empregarei
parta dos meas endimentos em boas obras,
e tendo o co pelo mea lado, ficarei mais
fortalecido contra o tea podero.
Pois mos a obra, retorquio o ma -
laio, mos i obra, e boa saude. A vida
carta ; a toa, especialmente, nao est des-
tinada a ser moito extensa ; faze com qae
seja boa, e at mais ver, Eozebio.
Disse, e vollaodo-fe para o barco, appa-
relbado, j fez um signal com a mi.
Qaatro marmbeiros bolaram a hacha
igua, e approximaram n'a da praia.
O capillo saltoa para a laucha, e pouco
depois atracava ao cosladp do Pralne.
Mal ebegoa ao convez, pegn oa bozina,
e o navio que j oesperava prompta a sabir,
ievantou ferro, a soltaa ao aaoto s velas.
Ao pastar por diaate do aillo onde asta va
Eazebio, o capillo Naogal dirigi com a mi
o ultimo adeos ao esposo de Efler.
O rapaz seguio com a vista o baixel al
se perder 00 uoriaoola.
Depois. dacidio-se a voliar para casa :
mas'o soa estado de son-eexcitacao ner-
vota era indescriptivsl. N'aqoejte mesmo
dii auto de cama com urna toare espa
tosa Ester chamoa o albor medito, a
isle declarou* qoe o doeate niJ rassima
tros dias ao delirio que o innqoihm,
tC'iOmlinmr-se-ha)
T^P, DODIARIO-ttU. DO rUQUB WQ*X#J
-

)
I
f_IMIIUDO


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