Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12507


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Full Text
ANNO XLVII. NUMERO 231
?IU 1 CAPITJJ. E'USARES 09DE AO SS ?kik JORTS.
JpOH tres 016263 tantcdos
TO S dIOS 33 .
;'. r i -.a anno dem.. .
6000
124000
S4#000
no
DIARIO DE
Propriedacle de Manoel Figueira de Para & Filhos.
TERCA FtU 10 D OUTUBRO DE 1871.
.....- *^
para mitro, i real u proviicia.
Por tre* mates adiantadot -............. %TM
Por seia dito idem. ...... #.............. 11*000
Por nove ditoe idem.................... SOUlo
Por um auno idem................... 17#DO0
BAMBUCO.
* SAO A
1i Sra. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Par ; Goo^alves Pinto, no MaranhSo ; Joaqnim Jos de Oiveira & Filho, no Gear ; Antonio de Lemoe Braga, no Aracatr ; Jlo Maria Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Suva, so NaUtl; /os JatfeV
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ;Felippe Estrella & G, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa di Peona; Belarmino dos Saltos Bnlcio, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga,
i
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Govswa; Franeino Tavares da Costa, em Alagte; Dr. Jos Martina Alves, na Bahia ; e Leite, Serqoinbo d C. no Bio de Janeiro.

PARTE OFFieiAL
Hiaiaterio dos aegocios estran-
glrs.
(Traducco). Minutenj -las relacoss exteriores
da BoliviaSnere, 25 de Julho de 1871.
Exm. Sr.tTive a alta honra da recabar a com-
rntiQleajo de V. Exc 1" II Ai mu passado, em
qu m-a avisa qae S. M. Imperial o Sr. 0.'Pedro 11
houve por bem aonnar encarregido de uegoeios
do Brasil oesta repblica ao Sr. El urdo Callado,
civalleira da ordera da Rosa e condecorado com a
ordera T*rea, o qo,*l exercia ioterimiunle estas
funicSas diplomticas.
Condecida--, como sio, as disiinctas q-ialilades
d> uooralo Sr. Gallado, que tem merecido digna-
in*te a mais alta estima di parta de S. Exe. g Sr.
presllen'a provisorio -da-repnblica, de esoerar
qu s intimvs relajoa' que fetirmonte manten a
Bol;va cara o visioho e mio imperio se robaste-
cari) de um. inineira inabilavei u duradoun.
Ajiroverto ejuuppoftunidaJe para cferecer a V.
Exe. a- seguranjis de particular cnsderaj5o
oca qa- tanho a honra le sr de V. Exe. altalo
segure servo.Casimiro Corral.A S. Exc. o
exteriores do imperio do
____
Sr. mini-tro das rvlacdes
Brssil.
Saceia can'.ralLegajo imperial do Brasil na
Bolivia.La Paz, 31 de julho d 1871.
iRm. e Exra. Sr.Tanta) a tirara de pausar as
uos Ae V. Exc, as copias annexas sob as. 1 e 2,
auo'.a |U9 dirig ao Exm. Sr. ministrada* relajos
exteriores desta repblica, por oecasiao de remel-
i.-r-iha a sarta pela qual V. Kx:. me acredita na
qualidade da enearrejado de-negocios do Brasil na
BXivije a resposta que acabo da recebar do mea-
ra) Exm. Sr. ministro das relajis exteriores.
Pre*sleco-me da ojiportunidade para reiterar a
V.Hie. os protestas da raiohi mais alia estima e
disuada consideraba >.
Au Ex ii. Sr. eonstlhairo Maaoel Francisco Cor
r, ministro e secretario de estado dos negocios
a-raageiros.Eduardo Callado.
N.A.Legajo imperial do Brasil na Bolivia.La
l'u, 16 de juIqo de 1871.
Sr. ministro. Teoho a bonra de pas-ar s maos
ii V. Bxc a arta inclusa do Exm. Sr. uinistro e
Mcrelario de espado dos negocios estraageiros do
ra-il, que mo acredita na qualiJada da eacarre
Kdo da legoeios do imperio nesla repblica.
Ao participar-me S. Exc. o Sr. ministro dos ne-
. icos estraogairos que S. M. o Imperador houve
por bara coofenr-me esse importante posto, S. Exc.
na ordena, mu particularmente, que nao poupe
iorco algum para merecer a benevolencia du go-
veroo bjIivi.iuo e par manter e estrellar, cada
vez mais, as relacdes de sincera amfsade e boa
urmonia que felizmente existem entre os dous
paues. *
fusso --segurar a V. Exc, qua a maior dita a
que aspiro hoje a de ser fiel interprete dos dese-
jos manifesudos pelo Exa. Sr. ministro dos neg-
i' e-trangeiros do Brasil, e que empanbarei todos
os meios ao meu alcauce para realisa-los, com sa-
.-fjo5o tanlo mais viva qunlo coincidem ellas
pdrtettamnt8 com os meas mais rdanles votos e
desejos pessoaes.
Rogo a V. Exe. se sirva aceitar os reiterados
protestos de alta estima e distincta consideracao
coa que tenno a honra de ser de V. Exc. ect. etc.
eleExm. Sr. Dr. D Casimiro CoTal, ministro e
secretario de estado da? relagSes extenores da Bo-
livn.Eduardo Callado.
N. (Traducco). Ministerio das relagoes
exeriores da Bolivia. Sacre, 23 de julho de
1871.'
Sf. ministro.Tive a honra de recebar a estima-
val nota de V. S. de 16 do presente e a carta que
a acompanba, de S. Exc. o Sr. minisiro das rea-
oes exteriores do imperio do Brasil em que me
commanica baver sido V. S. acreditado enearrega-
do de negocios do imperio nesta repblica.
AO dar os parabens a V. S. em nome do gover-
no, pela alta e especial confianza que acaba de al-
\.acar de S. M. Imperial, felicito-me sincaramen-
te, pirque 33 disnHictas prejidas que alornam a V.
S. manifestadas de um modo tao sympatbico pan
era a Bolivia, fazem esperar que as intimas rela-
coes que nos ligam com o amigo e visinho imperio
-aegaro a cimentar-se sobre bases inabalaveis e
dur&doaras.
Rogo a V. S. se digne aceitar es'es cordiaes sen-
ti meatos, juntamente com os reiterados protestos
de alta estima e distincta consideracao com que me
assiguo do V. S. atiento e seguro servo.Casimiro
CorralA S. S o Sr. E. Eduardo Callado encar-
reaado de negocios do imperio do Brasil junto da
Bolivia.
o ente humano que l'ora avante ntscer no
Braaii.
A promulgaeao desta lei ser recabida com sa-
tisfagio por tolas as naorja*, e nenhuma dellas re-
oaijars*-ha mais do que o povo dos Estados-Uni-
dos, qae ja deu prova de suas cooviecSes, adop
laad i esses momos principios que, grabas ao pa-
triotismo e energia das cmaras hrasileiras e a es-
clarecida sabedoria de-S. H. o Imperador, acabam
de ser consagradas n'uma lei Indispensav'el ao pro-
greso material t qualqaer naca i, quo justamen-
te exigida por consideragrjes da humanidade e ca-
ridade christa.
E approveito a oceasiao para reiterar a S Exc
o Sr. consclheiro Manoel Fraociseo Correa as se-
guranzas de minha perfeita consideragio. James
R. Parlridge.
A S. Exc. o Sr. Manoel Francisco Correia, mi-
nistro e secretario do estado, ele, etc. etc.
relativos
a bonra
Legacao de Franja no Brasil. Ro da Janeiro,
H de setembro de 1871.
Sr. ministro.Recebi os documentos
ao elemento servil, qae V. Exc fez-me
de enviar.
Alai para a abolido gradual da escravido no
Brasil, que acaba de ser decretada pela assembla
geral e saneciouada por Sua Alteza a prioceza im
parial rsgente, nao deixir de causar em Franja
a maior satisfcelo.
Logo que o goVerno fraacez lave coohecimento
de que a.i i lei se achava em discnssa?, mamfes-
tou-nm lodo o iatarassa que tomava por sea bom
xito e encarregou-me de apreseatar ao governo
imperial suas congratulabas por essa grande e
gloriosa madidn.
Felicito-me, Sr. ministro, por tar a honra de
ser na actuaos circumstancias, interprete dos sea-
limaatos di Franja para com o Brasil.
Aproveito esta oceasiio, Sr. ministro, para re
terar'a V. Exc. as saguran;as de miaba alta cju-
sideraco.
A S. Exc. o Sr. Manoel Francisco Correa, mi-
nistro dos negocios estraageiros, etc., etc., etc.
P. Hocmelle.
Moosenhor internuncio apostlico faz seus mais
silenciosos cumprimentos a S. Exc. o Sr. conse-
Ibeiro Manoel Francisco Correa, ministro e secre-
tario de estado dos negocios estrangeiros, a felici-
tando Moceramente a S. Exc. e ao goverao impe-
rt! pe) completo triumpho da mais nt e beae-
tale lei, tem a bonra de apreseotar-lbe seas
vivos agradecraentus pela especial bondade que
se dignou ter para com elle offerecenio-lhe ura
axemplar dos documentos oflaciaes impressos, re-
lativos ao elemento servil do imperio. D. San-
guigni, inlernuncio apostlico.
Rio de Janeiro, 28 de setembro de 1871.
A' S. Exc. o Sr. consethelro Manoel Francisco
Correa, ministro e secretario de estado dos nego-
cios (strangeiros.
Lezagaode Sua Magostada Fidelissima Rio de
Janeiro em 28 da setembro de 1871.
Illm. e Exm. Sr.O di de hoje flear para sem-
pre assignalado nos fastos do imperio brasileiro.
O projeclo do governo imperial acerca do ele-
mento servil lei do estado : livres serlo d'ora
avante todos os qae nascerem as trra? de San-
ta Crox. Honra; pois, aos poderes pblicos e ao
paiz que por este modo sabam elevar-se n) con
ceite de todos os povos cultos, rendendo devida
horaenagem aos verdadeiros principios da tfivlli
sajao e do progresso da humanidade.
Sua magestade el-rei, mea augusto soberano,
o mea governo e a najao portugueza, exultara
com todos os acontecimentos que importara para
o Brasil engrandecimento, brilho e prosperidade;
cumpro, portanto, oeste momento solemne, ura
grato dever, sendo desses sentimentos interprete
fiel perante o governo imperial, a quem tenho a
honra de offerecer as mais sinceras felicitajdes.
Aproveito a opportunllade para reiterar a V.
Exc. 03 protestos de minha mais alta cqnsidera-
jao e muito profunda estima. Mathias de Car-
valhoe Vasconcellos.'-k S. Exc. o Sr. conselheiro
Dr. Manoel Francisco Correa, ministro e secreta
rio de estado dos negocios estrangeiros, etc., ate.
Goverao da provincia.
Rio de Janeiro, 29 de setembro de 1871.
Ti ve a bonra de receber a ola que, em Jeta de
liootam, dirigio-me S. Exc. raonset.li ir D. Doraeni
eo SingaigQi, internuncio apostlico e enviado ex-
traordinario p)atificio, coagratulando-se com o go
varuo imperial pela promulgijao da lei de refor-
ma do estado servil.
Agradacendo ordialmeoa nr.is este signifleati-
v tejtemunho do particular ialeresse que S. Exe
moasenbor sanguigai mauifesta pela prosperidade
do Brasil, aproveito a oecasio para reiteraras.
Exc. as seguranjas de mraha alta eonsiderajao.
Mmotl Francisco Corma A. S. Exe monsenhor
t. Domeaico Sanguigai, etc., ate
Rio de Janeiro, 29 de setembro de 1871.
Tanho a honra de aceasar a jecepj5o da ola
que servio-s1? dirigir-me, em data de 28 do cr-
ranle, S. Exc. o Sr conselheiro Mathias de Carva-
lh) e Vasconcellos, enviado extraordinario a mi-
uistrd pleaipiteaciario de sna raagestade (ilelissi-
uaa eom o objecto de offarecer ao gjverno impe-
rial as mais sinceras congratularles pela promul-
gacao da lei de reforma do estado servil.
O aovo testemunho do particular iateresse qae
S. Exc. como represeutaate do raesrao Augusto
Sealnr, do sea governo e da najao p mugueza.
manifesta pelo engrandecimento, brllho e prosperi-
dade do Brasil, mais urna prova dt9es'.reita9 re-
ajes de amisale que felizmente ligam os dous
Estados. a-, i-i
O governo imperial, gradecendo cordialmente
) seatimetitos de qae S. Exc. dal interprete,
taz com tola a najo braslleira ardentes votos pelo
profressivo deseovolvimeato da Portugal.
Prevalec-me da oppartuaidade para renovar a
S Etc. o Sr. conselheiro. as seguranzas da minha
alta coiiderajao. Jfanoe Francisco Correia.A
S. Exe o Sr. conselheiro Mathias de Carvalho e
Vaseoocellos.'
Logajo dos Estados-Unid is Rio de Janeiro,
28 de alambro de 1871.
Tira a satisfaco de receber os documentos im-
o rasaos que S. Exe o Sr. consalhiro Manoel
Fraaeiseo Correia, mioistro e secretario da estado
teva a bondad* de enviar-me, a saber: os pare-
do eonselhi de estado de 1868, o projecto da
caajwa dos depaudos e o respectivo pareeer de
1870, a e parecer da commisso especial deste an
no soore o projecto anresentado pelo goverao em
relajio l ejasse servil, projecto iue. tendo tam-
tt*m ido approvado pe'.o senado e oblido a sane
-7io imperta!, 6 boje ledo imperio.
Danto o meas agridecimentos a S. Ex:, o Sr.
cooselaelro Correia, offereeer-tbe-bai igaalmente as
miobij sincera* qeagratalacoes pela passagerc
itMt beoeBealei, qqa garante lardada a '.odo
EXPEDIENTE DO DA 2 DE OUTUBRO DE 1871.
Actos :
O vie-presidente da provincia resol ve no-
mear o eapito reformado, Manoel Alexandrino
de Albnquerque Pita, para servir interinamente
o lugar de almoxarife do presidio de Fernando de
Noronba, durante a ausencia do respectivo ser-
ventuario eapito tambera reformado, Manoel
Claadioo de Oliveira Cruz, que lem ds vtr a esta
capital depor como lestemunba no processo de
invesligajo, que foram sabmettidos o coronel
Jos Angelo de Montes Reg e eapito Joaquim
Antonio de M 'raes.
O vice-presidente da provincia, attenlendo a
que o bacharel Manoel Tertuliano Travasso de
Arroda se acha pronunciado, como ocurso na 2*
parte do 8 do artigo 129 do cdigo criminal,
resolve declarar de nenhum effeito a sua nomea-
jo feita por portara da 6 de setembro prximo
nodo para o cargo de 1 suppiente do juiz muni-
cipal e da orphos do termo de Bom-Jardim.Ex-
pediram-se as necessarias commanicajrjes.
Offlcios :
Ao brigadeiro commandante das armas aa-
torisando o, em solujo ao seu offlcio, a proce-
der nos termos da iofarmajio jnnta por copia da
tbesoararia de fazeadi, quer com relajao ao trans-
porte da commisso de exame' e consamo dos u-
tencilios iaserviveis das fortifleajdes do* littora!
da provincia, quer ao destino que se deve dar aos
referidos utensilios-
Ao viceprovedor da santa casa de miseri-
cordia para fazer constar a respectiva junta ad-
ministrativa, que segando aviso do ministerio da
fazeoda de 22 da setembro ultimo, deve se dirigir
ao corpo legislativo qaanlo ao despacho livre de
direitos, qne solicitou para os medicamentos man-
dados vir da Europa com destino ao consamo dos
estabaleciraentos pos sea carg, pois que o go-
verno imperial nao se acha autorisado a cotT!*-
der semelhanle despacho.
Ao inspector da thesoararia de fazenda aa-
torisando-o a proceder nos termos de saa infor.-
majo acerca do pagamento do premio de 3004
qae no incluso reqaerimeoto solicita o ex-volun-
tario da patria, Joo tfaptisia Alves de Sant'An-
aa, e declarando qaanto ao da dilTerenga de sal-
do qae so pder ter lagar depois qae o suppli-
cante exhibir o competente titulo de divida, con-
venientemente paisado pelo commandante do ba-
talho. M ,a
Ao raesrao transraittindo para os devidos
fias, a patente eoncedeedo as honras do posw de
coronel ao teoente coronel Jos Luiz de Caldas
Lios, e bem assim a de nomeajo de Arsino Co-
reca de Oliveira Gorjao para o posto de capiiao
qaartal-meslre do commando aaperior da guarda
nacienal do mnnicipio de Gojaona.
Ao raesmo enviando para os flus convente-
tes, o pret especial junto em duplcala, que se-
gundo a saa informijao, torna-se necessario pa-
ra o pagamento do premio de 300S que se jul-
ga cora direito o 1* sargento do 2* batalhao de
infantaria do exeroito, Horacio da Rscha e Silva.
Ao raes mo deaiarando para os devldos ef
feitos, qae a lleenca_ concedida act bacharel Aos
de setembro ultime, eom vencimentos na forma
da lei.
Ao mesmo commumeando que por terera al-
legado os negociantes Hett. Wiison 4 C. motivos
de forja maior, pelos quaes nao pjem como se
obrlgaram fornecer carvo de pedra por carre
gamtnto, foi-laes permittido pelo governo Impe-
rial, segundo consta de aviso do ministerio i da
marrana de 6 ile setembro ultimo, fazerem o sap-
primeato preciso com o carvao existente no de-
posito, qae teend elles oeste porto; com tanto qatf
se veriaque ser esse combastivel de primeira qua-
lidade e ca'difle.Igaarcommunicajo tez-se ao
inspector do arsenal de marrana.
Ao mesmo recommeodando qae em vista do
exposto no reqaerimeoto 4 qae se refere a saa
nformacio, do bacharel Candido Alves Macbado,
considere a ajada de casto por elle receida na
qualidade de juiz municipal nomeado para o ter-
mo de Formigas, na provincia de Mioas-Geraes,
como relativa a noaeacao, que posteriormente
obteve para igual ao termo do Ex t, nesta.
Por e>sa thesoararia mandou-se pagar:
A' Manoel Antonio Teixeira, sob a respoesabl
lidade da presidencia, a quantia de 128S400 ris
qae se Ihe est a dever, proveniente do retelba-
mento feito na eo berta do qnartel d) Hospicio.
A' Andr Rampch a de 6474333 ris, qae
tem direito na qualidade de empreiteiro das obras
em execnjlo na Faealdade de Direito desta ci-
dade.
A' pessoa competente a importancia dos vea-
cimentas dos oIBciaes, prajas e calcetas empre
gados no deposito de reerutas, sendo os dos offl-
ciaes e calcetas relativos ao mez de setembro ul-
timo, e os das prajas a 2a quinzena do mesmo
mez. Communicoa-se ao brigadeiro comman-
dante das arma*.
Pela thesoararia provincial tambera man-
dou-se pagar :
Ao praticaote da secretaria da presidencia, Ce-
mentiaj Pbilomuno Manriques de Soma, a quinta
parte dos Vbnciiaeotos de amanuense da mesma
secretaria, por haver exereido esse lagar interi-
namente em alguns das do mez de setembro ul-
timo. __.
Ao capillo Jop Firme Pereira do Lago, a qaao-
tia de 116x700 ris, despendida eom o sustento
dos presos pobras da cadeia do termo da Ouncu-
ry, durante o mez de ageelo ultimo.Coraran-
nicou-se ao Dr. ebete de polica.
Ao commandante superior da guarda naci
nal do municipio do Recife, recommendaodo a
expedijo de suas rneos, para que hoje s 4
horas da tarde te aprsente em frente da igreja
da ordem 3" de S. Francisco, ama guarda afta de
fazer as honras fnebres ao finado tenente do
3* batalhao de infantaria, Jos Bom Ramos de
Oliveira.
Aojis de direito da comarca de (tamb,
accasaodo a recepcaodos raappas estatistieos que
remellen, devplvendo desees os pohciaas, aflm de
qne sajara ministrados ao Dr. ebefe de polica a
quam cabe a formajao da estalistca policial, bem
como oe do juizo de paz do districto de Caric,
para que veobam como snppletorio a estatifica
de 1869, curapriodo a ee*e juiz de paz ministra-
os mappas que anda nao envou, relativos ao
anno passado.
Ao engenhairo enearregado das obras mili-
tares para qne, de conformidade com os orcameo-
tos, que remetteu, e em vista da antorisajao con-
cedida por aviso do ministerio da guerra de 22
de setembro ultimo, mande proceder ao aspbalia-
mento das pri-oes da fortaleza do Brum, e dos
quarteis do Hospicio, Soledide e do deposito es
pecial de iostrai.'jo.-Commanicoa-se a theoa-
raria de fazeoda, remetindose copla do aviso.
Ao thesoareiro das loteras da provincia, ap-
prdvando a deliberajio qae tomou, de transfera
para amanbia 3 do correte, a extrac ja o da lote-
ra 209, anoonciada para 30 de setembro ultimo,
e que nao pode ter logar por acharem-se oceupa-
dos com o incendio, qne naqaelle da, deu-se em
um prelio na freguezia de S. Fre Pedro Gonjal-
ves, o delegado de polica e o respectivo subdele-
gado.
Ao subdelegado do 4 districto da freguezia
dos Afogados, devolvendo o mappa qne remetteu,
afim de que vc-lte como snppletorio da estalistca
de 1867, vistojiperteneerem aquelle anno os cri-
mes nelle mencionados, e recOmmendando que en-
ve o dss crimes commettidos no anno passadq_ e
que dizem respeito a estalistca em organisajo.
Despachos :
Andr Rampck.A' thesoararia de fazenda cora
oro ci desta data.
Bacharel Austerliano Correia da Castro.Como
requer.
Bacharel Candido Alves Machado.A' thesoura
ra de fazeoda com offlcio desta data.
Padre Clemtote Negreiro.Como requer.
Bacharel Ctirsolito Ferreira de Castro C naves.
Remeltido ao 8r. iospector da thesourana de fa-
zenda para mandar pagar.
Dr. Felippe da Figaeiro Faria.Remeltido ao
Sr. inspector da thesoararia provincial para man-
dar pagar pela forma requerida.
Horacio da Rocha e Silva.Dirija se a thesoa-
raria de fazenda.
Jos Caetano Pires da Silva.Informe o Sr. en-
genhairo chefe'da repartjio das obras publicas.
Joo Baplista Alves de Sant'Anna.Dirija-se a
thesouraria de fazenda.
Jos Faustino M*rinbo Faico. Informe o Sr.
Dr. juiz de direito da comarca de Garantaos, oa-
vndo o respectivo juiz municipal.
Luiz Lopes de Oliveira.Informe eom urgencia
o Sr. commissarto vaccioador.
Luiz Francisco Vieira de Lima. Remettido a
thesoararia de fazenda para mandar pagar ao
supplicaote.
LuizJosMa Silva.Remettido ao Sr. inspector
da thesouraria de fazeoda para mandar pagar
Manoel Antonio Teixera.A' thesoararia de fa-
zenda eom offlcio desta dala.
Manoel MMaquias Camargo.Nao tem lugar o
qae requer'
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Offlcio :
Ao subdelegado da fregoezia de S. Fre Pe-
dro Gonjalves do Recife, declarando de ordem da
presidencia, que deixaram de aoompanhar ao sea
offlcio de 29 de setembro ultimo os mappas esta-
tisticos, qae ellejp refere.
EXPEDIENTE DO DA 3 DK4! OUTUBRO DE 1871.
Offlcios *:
Ao inspector da thesouraria de fazeoda, com-
rauuicando qae, segundo aviso do ministerio da
guerra de 22 de setembro ultimo, solicitou-se do
da fazenda a expodijo das convenientes ordens,
no sentido de ser augmentado o crdito destribai-
do essa thesoararia por conta do 14 obras mi-
litares, do exercicio de 1870 a 1871, com a quan-
tia de 1:681*470, para pagamento a Jos Antonio
de Albuqnerque Pedrosa, dos concertos, catadura
e pintora, que fez na fortaleza do Brura.
Ao mesmo, mteirando-o de que no. da 1* do
corrale, reassnatio o exereicio do lugar da di-
rector do arsenal de guerra desta provincia, o
major Francisco Raphael de Mello Reg.
Ao inspector da thesoararia provincial, re-
commendando a expedijo de suas ordens, para
ser entregue na thesoararia de fazenda, afim de
ter o conveniente destino, a quantia de 610*. que
o bacharel Gaspar da Menezes Vasconcellos de
Drammond recolheu em deposite nessa reparltoo,
proveniente do sqhsidio, que vencen o mesmo ha-i
charol, como depntado provincial nos mazos de
bliea dd Paraguay.Comraanicou-ae a thesouraria
de fazeida.
a* angenheiro encarregado das obras mili-
tares para que, emendando se com o gerente da
empresa Drayaage Company, promova a colloc-
eao do9lpparelbos, de iue necessita o qnartel das
n:o Sontas, atteota a nec-sidade qae ha dalles,
em conssquencia da acharem-se arruinadas as
resp*ctfras latrinas. lateirou-se o brigadeiro
comujaidiQie das armas.
A engenheiro chefe da repartijao das obrn
publicaisolicitaodo o director geral interino da
seejo (i estalistca, era offlcio de 18 de setembro
proximi Ando, o concurso desta presidencia para
o cumptmeoto dos arls. 4* e 6" do iegulameuto,
que baikoa eom o decreto o. 4676, de t4 d" Ja-
neiro dtta anno, qaeiri Vmc. confeccionar, para
serem rmettidos aquella directora : 1* nma car-
ta geral desta provincia na escala ordinaria de
metros 1/50,000 cuntetjdo ceta toda a individua-
jo e clareza os limitas dos municipios da provin-
cia, ni conformidade di legisla jao respectiva ; 2o
cartas partiinltres de cada um de seos munici-
pios na escala ordinaria de metros 1/30,000, con-
ten lo com indivtdnaco e clareza os limites das
parochias do mnnicipio, nacoaf^rmidada da legis-
lajio acinal ; 3 ama carta gar',l da proviacia na
mesma escala de metros 1/50,000, contando e dea-
tinturado com determinadas cores a extenso, to
exacta quanto posa ser do dominio agrcola apro-
veitadQ em cuitara e natareza destes; 4* cartas
particulares de cada municipio na escala de me-
tros 1/30,000, cootend e dastioguindo com de-
terminadas edres a extonso e a posijio local das
trras pabjicas e devolatas, susceptiveis de calta
rao a natareza flesns procedmdo, depois de con-
cluidos esses trabalhos, verificajo exacta da po-
sijio geographlea de cala urna das parochias
da proviacia, no ponto em-qua se acha situada a
igreja matriz, determinando a lougitude, latUade
e aititne (ao mensj baromtrica) desses pontos.
. EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Offlcio :
Ao emomaadante do corpo de polica, devol-
vendo de ordem da presidencia, o processo instau-
rado ao cabo .Constantino Antonio da Silva e ao
soldado Lucas Evangelista de Soaza, afltn.de qne
teoha exeeucio a senteoja da junta que os julgou
em ultima instancia.
PERUAMBUCO.
REVISTA DIAEIJL
terliano Corre de Castro, juix raupicipal e de or- marjo e abril da 1868, a a al sr elle tfereeiia -
phlos r)o termo PROFESSOKAS PUBLICAS. Por poruas da
presidencia da proviacia, de 3 e 7 do correte,
foram ootaeadas para regar interinamente as ca-
deiras detosarnojao primaria, do sexo femeoi
no : da Barra da Sermbem, D. Mafalda Aagnsta
Pereira de Paria; de %. Beato, D. Anna Carolina
Osar de Matio; d'AlKaoca, D. Clelia Mana de
Mello gilva.
. X&mKftO BRASfLEIttO.Por portarla da pre-
sidepcia da provincia, de 7 do eOTrent'1, rol pnmea-
do J'rdlifaw Bruno preaidootu da soeiedade Mont9
no Braifefro.
GUARDA NACIONAL. Por portara da presi-
dencia da provincia, de 6 do orrente, foi transa
rido para o servico da reserva, fl "4ndo sgiregado
ao 3* batalhao desse servijo, o eapito da 4a com-
panbia do 3* batalhao de infamara Jos Mtrtanno
d'Albnquerqne.
DELEGACIA LITTERARIA. Por portara da
presidencia da provincia, de 6 do crrante, foi
creada ama delegada literaria na freguezia de
Santa Agulda, comprehendendo os lmites desta
freguezia; sendo nomeado delegado Iliterario Tho-
maz de Araajo Alboqaerque.
D1NHEIROO vapor Cruzeiro do Sul levou do-
miago :
Para a Parabvba 19:000*000
o Natal' 9:183*000
, oCear 23:800*000
, oMaranbao 70:000*000
, o Pari 1:000*000
LIBERDADE.O Sr. Antonio Angosto da Eoa-
seca, digno juiz de paz da freguezia de Santo An-
tonio, mandn baptisar no domingo (8 do corrente)
como livres, os seas escravos Laura e Alfonso, em
regosijo pela publicacao da lei do elemento ser-
vil.
PRONUNCIA. Pala subdelagaeia de Taquare-
tinga, foram prenunciado, como iocarsos as pe
as do artigo 205 do cdigo criminal, Jos Manoel
de Moura e Jos Miguel Pereira.
FER'MENTO GRAVE.No domingo, s 8 horas
e meia da nolte, no pateo do Carmo, Jos Gomes
de Ollvejra, praja do 2. batalhao de infantaria de
linba, ferio gravemente com ama pnnhalada ama
praja do corpo de polica, sendo preso em flagran-
te O fendo foi levado para o hospital Pedro II,
onda est sendo carado.
FESTA ANNIVERSARIA.Oo domingo (8) ce-
lebrn a soeiedade Monte-Po Brasileiro a sua pri-
meira festa anoiversarla, com todo o esplendor,
assistindo ella commissoas de diversas socieda-
des e grande numero de convidados. Dapois de
aberta a sesso pelo sen respectivo director, ocen-
parara a rriban os oradores das sociedades; Mon
te-Pio Popular Pernambuco, Monte-Po Santa Craz,
Artes Mechanicas e Libertes, Liberal Unio Beoe-
Piceote, Uoiao Benefieente Martima, Gabinete Ar-
tstico, e como convidado o Sr. Francisco Antonio
de Oliveira e Silva ; reinando em toda festa a
maior ordera e fraternidade.
SENADORES.A' bordo do paquete Cruzeiro
do Su/ vieram sabbado para esta provincia, de
volta dos trahilbos legislativos deste anno Ss.
Excs. os Srs. senadores viscondi de Camaragibe e
Dr. Francisco do Reg Barros Barrito.
- FERNANDO DE NORONHA. Sabbado 14 do
corrale ao meio dia seguir para este porto o
vapor Parahyba da companhia Peroarabucana,
coniorme o annuacioque se acha no logar com-
petente.
FALLECIMBNTO.Na sexU-feira (6 do corren-
te) dea alma a Deas a Exma. Sra. D. Maximilla
Joaquina de Mondonga Amorim, consorte do Sr.
Dr. Jos doa Aojos Vieira de Amorim.
Era urna senhora eheia de virtudes, qua s po*
diam bem aprecia-las, aquelles qae a conhece-
ram.
A' sua familia damos os nossos sinceros psa-
mes.
RA DE JOO DO REG.Moradores desta ra
sernos queixam do procedimeoto irregalar de cor-
to (requentador de um estabalecitneoto d'abi, es-
pecialmente horas moras da nolte, quando ja
avinagrado grita qnanta obseenidade ha, sem at-
tender s familias que habitara prximo. Seria
bom qae a autoridade policial dsse por essa roa
ura passeio das 10 horas da noite em diante.
HOSPITAL PEDRO II.0 movtmento desse es-
tabeleclmento de 2 a 8 da outnbro de 187! foi
de 299 existentes, entraram 38, samrara 3t, falle-
jeram 6, existem 300, sendo l homie9 e 118
tnnlnerea. i
Advertencia.
Foram visitadas as enferrruvrias estas dias as
, 1^, 6, 7,6,61/2, t, 6 l/. p-loDr. Ramos.
Si/* 7 1/4, 7 UK8, 1/1 6 /l, 6 l/, pelo Dr.
Malaquias.
Fallecidos.,
Jos de An rade Bezerri ; upptexla.
DelBaa Miria da Conceijao; diarrhea.
Antonio Manoel ; tubrculos pulmonares.
Manoel Gomes da Silva ; bopato splenite chroniea.
Joanna Maria ; cancro uterino.
LOTERA.A qae se acha a venda a 210.' a
beneficio do hospital da ordem tereeira do Carmo
do Rtcife, a qual corre no dia II. .
PROCLAMAS Foram lidos no da 8, na
matriz da freguezia de Santo Amonio os proclamas
seguimos:
1." desuncae.
Carlos Ptn'o de Lemos, eom Placida Aagusta
Jacobina.
Constantino Felippe de Santiago, com. Barbara
Quitara dos Santos.
Bellarruino Bezerra de Menezes Leal, natural do
Cear, viuvo de Maria Bellarraioa de Menezes Leal,
com M ra d'Aonunciajao Camello Pessoa.
Gregorio Jos de Carvalho, natural do Cear,
com Rufina Petrunilla.
Hermamn Walter, natural da Allemanha, com
Joaona Francisca do Naacimeoto Mello.
Bilbino Beujamim de Sant'Anna, com Emilia
Maria do Rosario.
Manoel de Araajo Ges, natural da Bahia, com
Constancia Jacintha do Reg Lopes.
Ad.Iberio Joaquim Veredas, com Aguida Bian-
dina d'AIbaquerque.
O estudsnte do 2* anno da Faculdade de Direito
do Reoife, Joo Gabriel Baptista. tendo de se reti-
rar, quer mostrar-se livro e desampediao.
2.a denunciaoo.
Jos Barnar lo de Cirvalno.'eorn Mara Joaquina
da CoDceico, o nubento viuvo de Francisca Ce-
mentina de Carvalho.
Jco da Hora do Nascimento, com Felismlna Xa-
vier da Silva Lima.
Jaremias Manoel de Mendooja Siqueira, com
Lanrioda Mana da ConceijSo.
Antonio Banto d Araajo viuvo de Josepha Ca
rolina Gomes, eom Rita de Cassia Monteire
3.* denuneiajo.
Antonio Manoel da Conceijao, com Caetana Ma-
rianna da Silva.
Joaqoim Getulio d'Azevedo e Souza, com Delmi-
ra Emiliana d'Alcantara.
Silvestre Ribairo d'AIbaquerque, com Thomazia
Maria da Conceijao.
Joaqnim Fernandos d' tzevedo Jnior, com Ma-
ra Emilia Ferreira Lopes.
PASSAGEIROS. -Sabidos para o norte no va-
por Cruzeiro do Sul :
Alfredo Cacias. Dr. Emilio de M. Dias e 1 crea-
di, Lutegorde J'ougge, Domigos J-.se P. de Braga
Jnior e I creado, Joo Ramos. Miguel Woll e 1
creado, Roberto Schaedes, Joaquim Lopes Gallo,
Jos Rufioo de Soaza Rangel, Joaquim Ribeiro
Dantas e 2 criados, Dr. Joaquim P. Bastos daO'.i-
veira a sua mi, Benedicto Pereira Leite, ura r-
mo e um criado, Jos da Silvera de Souza,
Francisco Papa trra P. Grande. Jos Manee! Af-
tooso, capillo Antonio Ferroira da Silva, Eugenio
L. da gil.a, Nicolao Espinla e 5 prajas .da pret.
UtMITERIO PUBLICO.Obituario ) da 7 de
ontobro. ,
Lufa, pardo, Pernambuco, 2 annos, S Jos; la-
terita.
Josepha Maria da Conceijao, parda, Alagnas, 21
annos, solteira, Boa-Vista; bexigas.
Malaqaias, eseravo, preto, Pernambuco, 30 an-
nos, sollero, Boa-Vista; bexigas.
Paulina, parda, Pernapbuco, 1 anno, Santo An-
tonio; varilas.
Jos Flix Ribeiro da Carvalho, branco, Pernam-
buco, 43 annos, casado, S. Jos; febre pernicio-
sa.
Auna Candida Ferreira, branca, Pernambuco,
62 annos, casada. Boa-Vista; hepalite.
Maximilla Joaquina de Mendooja Amorim, bran-
ca,Pernambnco,57 annos.easada, Boa-Vista; cirro
no tero.
Luiz, braneo, Pernambuco, 13 dias, S. Jos; es-
pasmo.
8
Justina Nones da Silva, parda, Pernambuco, 40
annos, viuva, Santo Antonio; tubrculos pulmona-
res.
Antonio Francisco de Aquino Fonseca, pardo,
Pernambuco, 22 annos, soltoiro, Varzea; ptbysica
pulmonar.
Tiberio, eseravo, prelo, Pernambuco, 40 annos,
solteiro, Boa-Vista; anazarca.
* Jos Luiz de Franja, pardo, Pernambuco, 12
annos, solteiro, Santo Antonio, educando do arse-
nal de guerra; anemia.
Julianna Maria da Conceijao, parda, Pernambu-
co, 53 auno.-, solteira, Santo Antonio; bexigas.
PUBLfCACOES A PEDIDO.
O SR. TENENTK-CORONEL SICBASTIO ANTONIO DO
REG BARROS BARRA DE UM TRIBUNAL POR
CRIHE DE SEDULAS FALSAS II!
Eise espectculo espantoso, que. revestido de
formas judiciae-, se representa ha dias aosolhos
da populacao de ama capital, toda excitada por
tao gro3seira flejo, anda oo est terminado.
Pela mais estalta das coucepj5es, em vez de se
npor silencio a um alternado dessa ordem, jul-
gou-se necessario que Ogarasse o ministerio pu-
blico em seu ultimo acto I
E ei-lo que se deixa arrantar.
Antes de ouvi-lo, devemos dlzer-lhe :A ho-
oestdade pnblica reclama o encerramento dessa
peja immoral. A victima escolbida para a execu-
cao de nm plano de elevajo, talvez nao possa re-
sistir ao prolongamento de tao cruel supplieio.
Aotes de todo comprehenda que nao, 9e deve de-
gradar a exercer actos, que repugnara a saa pro-
pria digaidade.
Devia recusarse abertamente como fez ao prin-
cipio, declarando que sua custa nt'nauem se ele-
varia !
Sua misso muito nobre e elevada. Para de-
fenderse da censara, devia antes protestar alta
mente contra essa monstruosa sabverso s lets de
i ostruejo criminal. Se tivesse procadido assim
| o sen moma seria recommendado aos altos poderes
de estado, perante qnera teria exhibido provas de
inteireza e verdadeiro zelo pala causa da justija.
Todos sabem que nesse acto nao se trata de
descobrir os trajos de om ertme, que deixa por si
tao vivos signaos, nem de punir o culpado. Tudo
quanto houve acerca do fabrico de sedulas falsas
era Fernando e aqui, nao paason de vias tentati
vas. Ninguem ignora o qne se fez, e qaem o fez.
Todos raconbecem a innocencia e pareza da vic-
tima. Nlo ha um s hornera nessa capital, que
alo clame contra esse attentade Para qae, pois,
essas delonga9 e restriccoes (Je formas, exigidas
to tarde pelo promotor ?
Respondem-nos :Para justificar a vctima, e
evitar que em gualquer lempo possa reviver esse
procdimeoto ofqcial,
A victima regeita a justificacao que Iha orlare-
cem seus algoies, a nunca poda temer as eonse-
q ciencias dessa invencao absurda.
A iniquidade de certos homens i it|uitavel.
Piquemos aqui. .^aa
Nio tempo de penetrar as cansas secretaj^aesse
procedlmento, nao temp> de descobrir essa ma^
Por boje o no3so fira reclamar em nomedi
publico que ja conbece o ridiculo odaseo qae ser-
ve de base a e.-se processo costra essas protela jo> i
framente calculadas.
Quem ouvo em pleno auditorio sete testemu-
nhas se referirem ao cont de ama lavaadeira.
como bem qualiScou aras d ellas, tilvez a no ea
empeohada em dar-lhe a cor e forma de orna rs-
veiajio, nao quer mais oovir ; j sabe goal *a
base do processo, j sabe qae o ter dito essa a-
vadeira, que vio em um dos qoartos da casa do>
commaodante urna porcao de sedlas exposta*
para serem enchufa por nm ferro de eofommar.
foi o qne servio ao jaiz de fundamento ao pro-
cesso do coronel Reg Barros. E se refkctir,
qne rnente foram chamad s para jurar nessa-
processo sentenciados, eom exclaso absoluta de-
todos os commerciaote do lugar e empregado
de caihegoria, vendo que esses rr.esmos sentencia
dos sem a menor discrepancia aflirmam nao baver
o menor odcio de que a fabricasse em Fernando
sedlas falsas, e que iseo all era impossivet de~
praticar-se, referindo-se todos ao. cont de orna-
lavadeira que j nao existe, deve. naturalmeni-
rir-se de tudo quanlo tem pralicado o Sr. Paulm
Chaves com referencia ao ex-commandante da Ilu-
de Fernando. Em verdade nada mais irrisorio d.>
que a base d'esse processo.
Avante, Sr. Paalito Chaves. Saa concepeo e>
nm primor ('arte, > ama d'essas fiejoes maravi-
rhosas, que nao tem por modelo, nem os conloa o>-
Il.jflmann, nem os trajos vivos de Rabellais; -
uma d'essas composijas excntricas, que pds7i
apparecer copiadas ero todos os actos de indaga -
jo criminal, como um supremo esforjo das cora
binajdes do genio, inspirando um juizo era dili-
gencia, e to pbaotastioo, qae divagando na regio
dos morto. evoca a voz de nm tmulo para coa
veocer os vivos.
Avante, Sr. Paulino.
Nao trema diante da responsabilidade qne as-
sumio.
O que deve valer em seu espirita, e em seu*
sentimentos o acto de rrastar a nm tribunal por
crime infamante um official de patente superior,
recom alendado por um procedimeoto sempre h-.u-
roso, e encanecido sob as armas no servijo de seu
paiz?... Nada.
Oh I Se o bomem honrado que tora empregado
toda sua vida na pratica de actos qne Ilustrara,
seu nome, cheio de brios, possuido de todos os
sentimentos de honestidade, sacrificando sempn
seas interesses ;i sua dignidade,e*forjando-se dj-
breroene para legar a seas Albos um nome qne
s por si o reeommeada a eslima e respailo publi-
co, pode, sem o mencr fudameoto para a mais
leve suspeta, ser arrastado aos tribunaes pt
agentes inconsiderados da justija, quem sojuzga-
ra em se g iranja ?
Se as reputajes inmaculadas plem ser- impu-
nemente mareadas pelosopro imparo de qualqaer
jnrisdiejao, ai d'aquelles sobre quem pesar a ni-
quidade de taes juriediejoes, ai d'aquelle que por
falalidade fr encontrado ero saa carreira desas-
trada. ...
K o un qua saa atuudwr o que lem-id
em lodos os lempos e lagares,, objecto de pablira
venerajlo, e usando de taovlolento artrtrrlo jto-a.
de imraanidades e aspira um premio, qaal o flm
a que tendem as relajees sociaes sob a adminis-
trajo do poder e autoridade publica ?
Que ga/antias nos offerecem as leis, se em sua
exeenjao s servem para opprimir o cidado ho-
nesto ?
O que sao as nossas liberdades individuaes, s
audaciosos agentes do poder judiciario pdem im-
punemente confundir o vicio eo crime cora a in-
nocencia e a virtnde ?
Respondam aquelles que teem com o mais fro .
e cruel indifferentismo assistido impatsiveis a
marcha d'esse attentado, em que se quer iran-lar
a innocencia.
Lourenc Beztrra Carneiro ia Cnnha.
ftll tIOlllO
MEDICO LEGAL, ACERCA DA DOENCA E MORTE
DO BARAO DB JARA6U, POR ANTONIO MARA.
DOS SANTOS BRILHANTS, MEDICO Clfil'R-
GIO.
Exame medico legal.
(Contnuacao.)
Os assistentes do baro de Jaragu aconeellia-
ram-lhe os banhos do mar I No mea relalorip
mostrei a gravidade do conselho, como promotor
do seu segundo ataque apopltico.
Eu duvido da illustrajo de taes conselheiro?.
A moba duvida fundase no mea estado e na mi-
nha pratica. Os taes medicastros nao podem ter
os livros, que tratara desta questi ex-profano;
para que nao digam que eu s que sel, citare,
na ordem chronologica o que tenho estndado para
fundamentar, na escola allopathica, a leviandad*
lethal do conselho dos banbos do mar a um apo-
pltico, que j tina tido o primeiro insulto t
Vejamos .
1835.Manual hygenico e therapeutico dos, oa-
nhos do mar, pelo Dr. Albert Assegond (de Broi),
Brnxellas, 1835. ...
Este livro, em 8, de 178 paginas precedida
d'uma introdocco historsa do aso dos baonos.
na antiguidaie, que termina pelos segrate*
versos:
*
, Da veoiam eriptis quorum non gloria nobis
, Causa, sed militas offlcium que fait.
Ovidio.
A' paginas 116 o autor prova as condijdes em
que um doentp pode ter apoplexia com o uso do
banhos do ma ; qaanlo mais tendo tido nm cu
dous ameajos,
E' de crerjpela data da publicacao que granda
numero de mdicos o nao possuam era o tives-
sem lido... ca anda estajra dentro da casca do Ovo, e naseen
muitos annosdepois... .
1836.Tratado sobre a hygiene e a mediana
dos banhos rijssos e orienlaes, para uso dos mei-
cos e do povd, por C. Lamben, Pars, 18J6.
E' nm livro de XM-390 paginas. Julgo igua^
mente este livro conhecido e Mo por poucos mch-
eos, por isso qae uas escolas nada disto se ea-
1855.Clidica Hydrotherapica de B81180^.10-
dagajSes e observajes sobre doencas ehromoas.
por Lonis Fleary, doas folhetos, o 1* tem t$ e o
2* tem 119 paginas. ..1 .. '
1856.Tratado pratico e rasoavel de bydrotae-.
rapia Indagaedes clnicas sobre a apaucsca
desta medieaeo ao traiamento das toumw*
chroncas do gado, do bajo, do tero, dea pul-
moes e do corajio ; das necralgias, e do rnenra -
tisrao mascnlsr; da chlorose e da anemia ; da
febre intermitiente; das deslocaj5es do otero, da.
hysteria ; das ankilosas, dos tumores brancos. 8v
gotta; das molestias da medula, das affec -
chronicas do tobo degestivo, etc. por Lonis Fien
ry, segunda edijio, Pars, 1856.
E' nm volame, 8* grande, da XVI 59 r -
ginas.
1857.Instrncjio pratiea sobra a hydrDtharapu-
o'tudada debaixo do ponto de vista, da ai

-

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-""-.-*",......1 _. mnfivni ane aetermt- p'tuaaaa nepa xo ao pooiouo yis, -~-'
de cajljr. T""' *


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Diari* d Prriambacea Ter^a feira 10

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-
4

t Qeod vidi, quod sensi, qaed
feci.
O que vi, o que experimente!,
e o que Qz.
E' um volme em y grande, de 691 pa-
tinas.
1866. Tratado therapeutieo e clnico de hydro-
tberapia. lh applicaglo dt hydrotherapia ao tra-
-tamento das molestias chrooicas nos estabeleoi-
meotos pblicos e no domicilio dos doenles. Es-
tados de philosophi.i medica e de paibologia goral,
pelo Dr. Lonis Fleu/y, 3' e*cao, 1866.
E' am livro em v, de X195 pagina. Gom
estes estados, se ea me acdoensse n'ums povoacj
eem recursos phareaaeologieos, havendo agaa, cu
rana, como curav as f-mras intermitientes o Dr.
Baeta, vide a sub memoria, cripta em inglez e
latim. Curara, como curou a epidemia typbaide
a nossa esqnadra, em 1806, o Dr. Beroartioo An-
tonio Gomes, pa eo-aetual, e sobre qud esereteu
nm livro, que agora nao teono a mi.
Dina o Dr.tfma L"itao : > o qne pode campro-
metter nm medico ser tolo. >
Qoal ser a escola desles mdicos ?
" t Os td!os s dizsm
e o-qne onvem dtzer.
t L'ignorant a le ton dcisif, faute de savoir
donier. >
Contra as sangras nos ataques apopletieos vo-
tara ja os allopatrus mais instruidos. Fagamos a
expsito do que a sciencia tem boje como mais
correte:
i Dnrand Fardel, tratado do amollecimento ce-
rebra', 1843, am vol. in. 8*. de 540 pagines; obra
laureada pela academia da medicina.
Oorand-Fardel, tratado clnico e pratico das mo-
lestias dos olho8, Pars, 1834. E' nm vol. ln-8',
de VIII 876 paginas.
Nesta obra vol. I, pag. 30, dita : Dever-se-ha
dispensar este luxo, isto o abuso das emiss5es
sangntaeas, que jolgam um dever obrigatorio para
todo o ataque apopltico...
Estas diversas eonsideragdes sohre a inuilidade
obre o inconveniente das eroisKes sanguneas
abundantes, em consecuencia das hemorrhagias
eerebraes, sio baseadas sobre a nossa- propria ex-
periencia.
Paginas .Til.Ha urna difieren? importante
entre a hemorrbagia e o amollecimento cerebral,
com referencia a marcha das alteragoes anat-
micas ; a primeira marcha incesantemente, e
desde o principio para a reparagao e a ci:atr-
sacao, durante que o segundo augmenta peto
contrario ou em extenso ou em deiorganisa-
go. i
Paginas 331 Mas na forma gradualmente
crescente, e mais especialmente caraetistica de
amolleeimento As sangras geraes-i nunca
serio indicadas.
Paginas 33).as paralysias conseqnencia das
hemorrhagias on amoleeimeutos nos velhos, nao
aconcharemos tratamento directos paralysia,
c como a strycbuina e o galvanismo (eleciricida-
de galvnica).
Paginas 3'di.0 exercitio activo, se possi-
vel, oa pelo menos passivo, ser expressamente
reeommendados. A conservacao da cama, o me-
nos prolongada possivel, para evitar os escarros
.on a tendencia aos agorgitamentcs cu pnlmoni-
tes hypastitieo?. As condiccSes da hahilitagao o
ir Ilvre, sao multo importantes. Roehoux repro
dniio o coaselbo dado por Paulo d'Rgino para
habitar as bordas do mar.... Tado que f6r por
excessivo em relagao temperatura, hygrome-
tria, mobili 1a le do ar, (.ole ser nocivo.
Qando fai consultado sobre a applieacao da
eleciricidade de induegio, ou correntes continuas,
s 'm por a exposigaa o apparelho de Bemark,
deixando inniilisar o do hospital de S. Jos, votei
contra___ Para este voto conscienctoso s-r
fundamentado tinha estudado graduadamente, nos
annos posteriores ao aeabaraeato do curso escolar.
as seRuiotes obras :
A Tiaao de 23 de setembre, do 1869.Qis-
rem estudar a questo da electricidade ? Gastem
dons capitaes, tempo a estadar, diaheiro nos ss-
gnintes livros:
i.*A Ganot, tratado elementar de physica,
nm vol. h 8." 722 paginas.
2.*G. B Duchene (de Bonlogne) physiologia
dos mi vi men tos, demonstrada pela expefinenta-
co elctrica, e obemgao clnica, e applicada ao
estafo das paralvias e diffortniiades, un vol. de
pac. XVI-832, 1867.
3"-Haiesbeck, Campen^inm de electricidade
medica, nm vol., 669 pag., 186!.
4. A. Bequerel, tratado das applicagSes da
elecincidade therapeutha medica e cirurgica,
nm-vulume, pag. VII- 514, 1860.
a." J. Dupry, electro-lherapia, on appcaeSo
da lectricidade hasearts silbre irnos prnertiqj,
- nm va!., pag. 167, 18X7. Este trabalho leve ae-
cestit ao premio de 50 mil francos.
6 Nivellet, elactrieidade medica. Da electri-
?agi'gene-alisada, ou um metholo simples, fcil
e inoffensivo di applicar a electrk'dade ao trata
meot'i das molestias internas, nm vo!., pag. 102,
1860.
7. -Tratado sobre a electricidade medica, theo-
ri:o e pratico, e sen uso sobre o tratamento das
paralysias, nevralgia e ontras doenja?, por J.
Althaus doutorera medi:ina, 1859.
Este livro escripto em inglez, e tem VIH
J5i paginas. Para o estular neeessario saber
- Bgfe, e !ra d'isso compra lo. Tira a segrate
opigraphe :
Tbat, whieh forms the invisible but living
w-apon of the eleetric cel; tbat, whici beratet
by the contad of moist dissimilar particles throu-
gii ail the organs of animis and planti; that,
w'.iich flashing from the thunder-nloud-illumi-
nei the wide kjey canopy; that, which draws
ron to iro, and directa tbe silent recumng marcb
of tbe goiding needle ; all, like tbe severa! hues
of divlded ray of light, flow from que one source,
and all blend again together in ono perpetual
forc, wbich is dlnased everywliers.
Alexandre von Hnmboldt, Aspects of Natare.
E" mais fcil impor de sabio do que estudar
para o ser.
Os madrages, mesmo os lentes das escolas,
eontinnando a jostilicar a saa madragaria, dzera
s familias < eu j estou velbo para estudar as
novas doutrinas I
Logo coBtessara elles que de.'da que largaram
os bancos das escotas nunca mais abriram liyro,
pois qne se o abrisse, e o compra-era, iriam
aeompanhando as descebarlas e estariam ao al-
cance deltas em proveito da sociddvle, querotli-
iw, sio elles que ditem : eu nao estado, nem
qaero estados, e as familias devetn pagar-lhes a
madragaria e a ignorancia.
S como quera estuda nao guarda cabras, e o
medico digno desle exame, para o ter carece
reunir todcs os eonhecimentos relativos arle
de corar, nao duvidei estudar as horas vagas a
gimnstica medica, cuja introduego asonselbei
ao director da eseola acadmica.
D'este estudo applicaJo orthopedia, e aos alei
joes que provm das bemiplegias as idades In-
fantis, tenlu igualmente tirado ptimos resulta-
dos.
E para isso comprei as segrales obras das
quaes fago citago para que os medicastros,
qaando me tives-em diante de si sejam raals mo-
destos, visto que quera tera fundo da, e quem au
tem nao pole dar.
Vejamos:
Tratado de gyranastica arrazoada, encarado
pelo lado da onhopedia, da hygieoe e da medici-
na, on curso de exerciclos apropriados a ednea
ci physica dos dous sexos e applicaveis a todas
as idades, com a exposigao dos meios proprios a
indireitar -os desvos e a curar as paralysias e
ontras enfermidades; obra dedicada aos mdicos,
as familias, aos esiabelecimentos de edacagio, por
Cn. Heiser, profeisor de gymnasiica medica no
hospital civil e tfas escolas municipaes de Sira.s-
bourg, director d'am esUbelecimento de gymnas-
iica ortbopedica e medica. Pars I81.
Esta obra tem lXXl paginas, um atlas
com as figuras das creaoeas (e apparelbos em IIi
attitades,
E* precedida d'am relatorio lido pelo Sr. Sedil-
lot i aoeiedade de medicina de Strasbourg.
Pelos trechos segrales se pie calcular a im
portaocli 4o assurapto, e a ignorancia que ge
ramenle coaservam as escias medicas era For-
logal aoode abondam os protento mdicos, sera
provas aeademieas escolares ou so:iaes I Basta
tenkam diploma, que por abuso se confe-
re a matios ign rentes....
Vejamos:
Nao e eertaaente sem urna profunda sabedo-
ria que o corpo e o espirito foram asso:iados pelo
Crealor, e a belleza plast.ea, arada qoe inferior
belleza moral, nao merece menos a attenco dos
mdicos, dos phylosopbos e dos legisladures.-
< A gyonastice, fei j inirolniida oes nossos
colleflot ae exercito; acna-se respeitaea no ea
tabeteeimeolos ortntpedicoH, e diversas leatativas
te tem faiio para chamar as povoaeoes ao
exersici s proprios a empregar em ueu da sanie
e o desenvolv meo to das forgas.
Mr. Heisser onsignou na obra os resultados
da so lofiga e hbil experlt*dye, sem despin-
zar os principios e aa regras da gymuaslica hy-
gieoida, lem-se ooenpado da gymnaaln meaica.
E' nm caminho totalmente novo, no qual entrn
resolutatnenta a Saecia, a Prus>ia e nairo ntliei
Acham-se em Stockholmo e em Berln grandes
gyranasios medicas, oficialmente destinados aotra
lamento das molestias, etc.
Sbpplembnto ao trtalo de gymnasiica orthope-
dicae medica de Chr. Heisser. Tem SI paginas,
urna estampa.
tiniiherapia, oa cara das raoletnas pelo ron ?
viraento, segando o metlioto de Ling, por A. G:or-
ti. Seguido de um abreviado das explicagSes da
thenria de Ling edueacao physica. Paris, 1847.
Tem esta o >ra Ii7 paginas.
Ling quiz com a saa inetituicao meiborar a eon-
dico-physica dos povos da Soecia.
systema de gymnasiica nos quartos de dormir
medico e hygienico, oa ropresentago e deserip-
go de movmentos gyranasticos nao exigrado ap-
perelhos oa ajudantes, e podendo exercer-se com
todos os lempos e lugares, para o aso dos dous
sexos e para todas as idades, seguido de applica-
goes a diversas affeegoes, por D. G. M. Sebrrtef,
doutor era medicina e cirurgia, director do insti-
tuto orttropedieo e raedico-gymn8tico, em Leipzig.
Tradnzido do allemo por H. Van O. Ordt. Pa-
ris, 1856.
Convite.Escola acadmica, director, Antonio
F orencio dos Santos, Lisboa.Illm. Sr. Dr. Anto-
nio Mara dos Santos brilbante.
No domingo 10 do correte pela urna hora da
larde deven) ter lugar na escola acadmica os exer-
cicios gymoaslicos dos seos estuaantes. Se V. qui
zer honrar a nossa escola presenceanlo aquel-
los exercicios milito obsequiar o de V. respei-
toso servo. Escola acadmica 5 de abril de 1870.
Amonio Florencio ios Sanios.
O encarregado do eosind dos preceitos e regras
gymnasticas, nao medico, apenas um hbil ins-
tructor.
Os mdicos nlo sabem este ramo de medicina...
Nao bavendp nada, o Instructor hbil melbor
une nada. As nessas escolas medicas n'este ramo
sao nadr...
(Continuar se ha).
Declaradlo preventiva. -
O abaixo assignado, casad proprietario e fazen-
deiro oa provincia do Piaahy, rade lein seu domi
cilio lendo bontero no Diario de Pernambnco de 4
do correte, ama relago nominal dos guardas na
cionaes designados para o servigodo l'esqnadri
de eavallaria desta capital, deparou com o sen no
me inscrplo no numero dos guardas desigoados
no 3* batalbo de infaoiaria, e porqne o ahaixi
assignado, alm de ser etadante do 4. auno da
Faculdade de Direito desta cidade, apila secre
tario geral do commando superior da guarda na-
cional do municipio de Marvao da raesma provin
ca do Piauhy e se acba competentemente licencia
do para poder estndar aqu a soieneia do direito,
declara poriaoto, quera competir, e a qnera por
accaso tiver lido a alludida rehglo que nao pode
e era deve, por sem dovida, referir se tal nome
ou designagao pessoa lo mesmo abaixo assigna-
do, e sim talvez lgnra individuo de igual nome,
senio fji alguma pilheria de mau gostoque des-
preza.
Recife, 9 de setembro de 1871.
Aristides Cesar Almeida
O ab lixo assignado vera por meio da iraprensa
faaer patente a profunda gratidao de que se acba
peonorado para com o seo amigo de infancia o
Illm. Sr. Francisco Affonso Ferrera. 1* conferento
da alfandega desta provincia. O abaixo assigaado
considera o obsequio rgcebido do amigo, de tao
grande alcance qne, deia por is tente ao publico, receiando offender sua modestia.
Queira. pjis,o meu amigo relevara liberdade que
lomo enra a presente de:laragio e aceitar os pro
tesios de alta consideragio a sua pessua.
Recife 9 de outubro de 1871.
Jos Teixeira Peixoto.
4.* secgao.Palacio do governo de Pernambu-
co >-m 21 de junho de 1870.
Remello ao Sr. superintendente A. de Abreu
Porto, dos trilhns urbanos do RiCie Olinda, para
seu conhecimento e execugio, o regularaento desta
data incluso par copia dado para o serv jo desta
empreza.
Francisco de Assis Pereira Rocha
COPIA,O vice-presidente da provincia, tendo em
vista o requehTiento de 19 de abr! ultimo, do
superintendente da eompanhia dos trilhos urba-
nos do Rncife Olinda, e os pareceres da direc
loria da mesma eompanhia e do engenhefro che
fe da repartigo das obraa pubaa ; resolv*. de
ctnformidade com o art. 4 3 da lei n. 667 de
2:J de abril de 1866 e arts. 14, 17 e 18 dr con-
trato de 22 de julho de 1868 approvar o segra-
te :
REGULAMENTO
DOS TRENS DE PASSAGEtROS
Art. 1.* Os trens diarios eero eompostos de wa -
g6es para tres classes de passageiros, osqua
paga rao os pregos rucados as tabellas annexas A
B, C.
Art. 2. Os passageiros s tero entrada nos
carros com um hilhete on passe de crcnlagao,
competentemente fornecido por um agente da com-
paohia.
Art. 3.a Os passes indicarlo o nome do passa-
geiro e o dia da viagem, e nao podero ser trans
feriaos.
Art. A eompanhia emittir biihetes de assig-
naturas mensaes, cora o abate de dez quinze por
cento ao mez.
Art. 5. Nao serio admittilas asslgnaturas senio
oara as 1" e 2' classes.
An. 6.* As assigaaturas podam coraprehender
tambem s dias santificados, oa smente os dias
uleis, segundo convencionar o assignante.
Art. 7." E' expressanenie prohibido a qnalquer
passageiro :
' % 1.* Viajar em carro de ehsse superior a que
Ibe der direito o sen bilhete.
2.* Viajar as varandas ou plataformas dos
carros, e dearogar-se para ra.
3. Entrar ou sartir dos caros e passar de nm
para mtro carro estando o trem em movimtoto.
4.* Fumar nos saldes oa carros fechados de
tr c;asse.
5. Conduzir materias inflimaveis eu objec-
tos, cujo cheiro possa incommodar aos demais
passageiros.
6. Viajar descaigo em carros de 1." on 2."
classe.
Art. 8. Ninguem poder conduzir nos carros de
l' classe, espingarda nem dntra qnalquer arma de
fogo ; e para poder faza lo nos de 2' ou 3: classe,
preciso que a arma esteja desearregada, o que
deve ser verificado pelo conductor.
Ar!. 9. Nao serio admiltidas nos carros crian-
cas menores de seis annos seta pessoas que as
cooduzara, sendo qne as menores de tr?s annos
serio levadas ao eolio e nada pagara', e desta
idade at seis afl-ias pagarao metale do valor da
passagem.
Art. 10. E' interdicta a entrada as estagSas e
nos tres:
1. As pessoas embriagadas oa indecentemen-
te vestidas.
t' A"s qne padecerem molestias contagiosas.
" Art. 11. A disposigao di art. 8 nao se refere
aos agentes da forga publica que viajarem em ser
vico da polica.
Art. 11 Os passageiros sera bilhete, ou que
apreseotarera passes concedidos outrera ou era
dia difireme do que resar o raesrao passe, paga-
ra ama vijgera inteira, qua'quer que seja o pon-
to que se dirija.
Art 13. 0 passageiro que exceder o trajecto
qoe se der a bilhete por elle comprado, ou que
viajar era carro dec!asse superior que Ihe der
direito o bilhete ou passe pasar o duplo do ex-
cesso.
Art 14. O passageiro qne Inflingir qualquer
das disposiedes do presente regularaento, e, dpois
de advertido pelos empregados da eompanhia, per-
sistir oa iofraegao, ser posto fra da astagio on
carro emune estiver, restilniado-se- Ihe o valor do
bilhete qu houver comprado, se nio liver come-
gado a viagem.
D03 TRENS DE CittG.1.
Art. 16. Cada passageiro pode transportar gra-
tuitamente e sob sua un ca responsabilidade, pm
volume de bagagem cujo peso nio exceda a dez
kilogrammos; conteni que possa ser collocado
por baixo de seu lugar e nio incommode aos de-
mais viajantes.
Esta coneessao nio se entende senio aos ob-
Jeetos de nso ordinario, laes como ronpa, artigos
iletoiliele, etc.
Art. 16. Toda a bagagem que nao se achar as
condic5a do artigo antecdeme, deve ser regis-
trada e ser transportada de conf irmidade com
tabella annexa sbbre a lettra D, pato trem de
ca-ga.
Art. 17. Hiver diariamente pelo menos um
trem da carga do Recife Olindi, e outro deeta
para aquella cidade, mas em horts em qae nio
bajara trens para passageiros.
Nio baverto trens de carga, nos dias santifica-
dos nem noato.
Art. 18. Neubuma sarga, bagagem oa animal,
ser despachidl sem qoe os respectivos donos
on despachantes derlirem /no acto do pegamento
do frele o leger en c,ue devera ser descegregedaa
afim de ser collocadu no volme nm rotule im-
presso (art. 35) devando se fr em algama dases-
lac5es intermediariai, haver pessoa prompta para
recebe-las iramediatnmente (art. Mi.
Art, 19. As latfci'dorias despachadas para a
estagSea da BncrtKilliada, Olinda on Beterbe, po-
dem abl perflMMeeer at 24 tioraa.
Art. 20. Fiado o praio marcado no artigo ante-
cedente, pagario os destlnatarioa oa donos a ar-
mazenatert de 30 is. diarios por nnidade oo frae-
gio de |0 kilogrammas pelos primeiros trlnla das,
e deste prazo em d ante 100 ra. peta mesma uni-
dade.
Art. W. Os ebjei:tos.de grande volme e peso,
porm d pouco valor como tijollot, cal, nudeiras,
etc., pagarlo o ffete Indicad na tabella E, deven
do a cal ser ensacada, e os objoctos carregafos on
descarregados costa ou pelos proprios deque, ou
despachantes, podendopor.Ti -lo peta drmpa-
nbia mediante ajeste previo.
Art ti. Os ob'ectos do maior responsabilidade,
como : vidroa, louga, roobilias e ontrc easa na-
tnreza pagario u rrete estipulado na tabella D,
com augmento de 50 % e serio carregadoa* des-
carregados a co-'ita, isio pelos proprios donos on
deepaobante. u.sfl ce
Art. 23. A eompanhia nao obrigada trans-
portar vdlames de peso superior i qutnheutos ki
logrramos, nem to pooco objectos ae mais valor,
como joias, dinlieiro, etc., aenao cobrando, alm
do respectivo frete, mais raeio por cento a ran, e dee'.araado no respectivo conhecimento a
importancia pela qual fie respoasavel,
Art. ?i. Os animaas e aves dome-ticas s pode-
ro sor transportadas se estiverera acondicionadas
dentro da cau 5es, barricas, capoeira oa jallas, I
e pagaqdo fride dupto ao estipulado na tatella D
Os cies, porm, j podero ser despachados 'se
estiverera imordagados, e pagario o importe de
urna passa .jen de 3* classe.
Art 25. Os animaes de qualquer especie qae
nio forera r< tirados das estacoes immediatimenti-
depois de ; qualquer deposito por conta e risco de quera per-
teucer.
Art. 26. B' expresameme prohibido o transporte
de plvora ou outra qnalquer materia ioflamma-
vel, excepto com autirisagiu do dontor cefe de
polica e em carro especial.
Ar. 27. A responsabilidade da eompanhia cesta
com a entrega Jos objectos aos donos ou destina-
tarios, salvo os casos especificados neste regola-
ment, e para os quaes est dedada a responsa
bilidade.
Ari. 28. A carga que nio forj recebida_ imme-
dialaraente as estacoas intermediarias e nio espe-
cificadas no art. 19, podero ser transportadas
pela onvianhia al a esiacio qae ficar mais pr-
xima, isla at a da Bncruzhada ou Olinda,
pagando o destinatario ou don o excesso da via-
gem e armazenagem se a houver..
Art i'). A compaahia nao responde pelas ava-
ras inherentes oatureza dts mereadorias, como
deterior.-Q) de fruetas, diminuiglo de peso, com
bustio, espontanea effervescencia, evaporagao, ou
eseboaraento de lquidos; asiim como nio ser
respoos vel por avaria de qnalqaer natareza qae
nao for proveniente de negligencia de seas em-
pregados.
Ar. 30 Os despachos serio feitos por am co
nhecimento fornecido ao despachante, e s vista
d'elle seria entregues os objectos.
-Art. 31. A eompanhia obrigada a transpor-
tar dentro de 24 horas os objelos despichados,
sob pena de ama multa correspondente ao duplo
do valor do frete.
Os di u santificados nao sio contados para com-
pletar o prazo da expedigao das mereadorias.
Art 32. Os objectos que no flra de sessenta dias
nio forem retirados das estagdes, serio vendidos
era hasta publica pweoirt o" rieeo de qnera per-
lencer, para pagamento das doapezas que estive-
rera sujeitos, reoolhodo-se p excedente ao depo-
sito publico; preeedwidb, forera, aonuneios nos
jornaas por espago de cinco dias pelo menos.
Fica licito aos donos on despachantes abandonar
os objectos transportados pelo prego da divida de
armazacagem.
Art. 33. No calclo dos fintee as fraocoss de
dez kilogrammos pagari? por unidades inteiras,
assim tmno na importancia total <1o frete de nm
despacho as fraccSss menores de-10 rs. serio con
lados orno 10 rs.
Art. 31. As mereadorias qne nio podenem ser
minoradas com ontras sem damnifica las, s po
dero ser transportadas em wagn especialmente
frotado para esse flm.
Art 3?. Os objectos qn nio sej achares auffl
cienteraente acondicionados e que nao tiverem
um endereco ou marea intelligivel, polera ser re-
cusado- no entio serio transportados sem rtepon-
sibilldado da eompanhia, fazeodo-se esta declara-
gio nos respectivos conhecimentos.
Art. 3t>. Sempre que um despachante on carre-
gador precisar de am wagn para a carga com-
pleta de sua mercad ra, deve reqoisita-lo com
antecedencia de 2i hora, fiesndb o expeditor sa-
jeito croa multa de ojOOO por cada wagn, se a
mercadera nao fai remedida estagao na Hora
convencidnada.
Disrjsigoss oiversas.
Art. 37. A eompanhia poder sob requisgao de
qualquer pessoa e sem prejuizo do servigo, expe
dir trens espaeiaes de passageiros oa de mereado-
rias, mediante as condiedes seguimos:
1.' A laxa dos trens especiaos comorebender
urna parte xa que ser sempre de 20/000 rs., e
outra variavel segundo a distancia, porm nunca
superior a 20*000 at Olinda oa 10*000 at a Ea-
cruzmada
2." Se a requisigio for para viajar das oito ho-
ras da n:ute at cinco da manhia, aogtnentar-se-
ha 50 0/0 a taxi variavel.
3.a O trem especial de passageiros constar de
um carro de 1* classe e de outra bagagem se for
exigido.
4.* O trem especial de carga ser composto do
numero de wades que for requisitado, e o sen
prega ser de 20i000, taxa feta, e do frete dos
wages exigidos cora o bate de 20 0/0.
Art 3S. A importancia dos trens especiaos
paga no acto da reqaiscio, e ao centratador se
entregara ama deelaragio da hora em que dever
partir o trem.
Art 39. Se o trem especial nao estiver prompto
a hora marcada, poder o prejudicado haver da
compaa o frete pago e mais 50 0/0, salvo os
casos de forga maior.
Art 40. .Nao partiodo o trem especial na hora
estipulada em conseqaencja de m vontade ou
negligencia de quem o hauver requisitado, perde-
r este o frete pago.
Ara, 41. Os trens especiaos podero, na saa vol
ti para as otneiaas oa ponto de partida, ser con-
tratados com o abale de 50 0/0 sobre os pregos
estipulados no art. -37, comianto que nao tenham
de ir alm do ponto de onde partiram oa da ofi-
cina.
Art. 42. Os cadveres s podem ser transperla-
dos em wageias caberlos e pelo prego da lotagio
de um carro de 3* classe.
Art. i 3. 0 superinterjdante competente para
representar eompanhia as reclamages de
qualquer natureza dos que se algarera prejudica-
dos pelos empregaljs das estage's e do trafeg >-
Art. 4i. Toda reclamscio qae refenr-se al-
guma laxa indevidamenle paga on cobrada, perla
oa avaria, deve ser immediamente dirigida ao che
fe da estagio do Recife, ulinda on Enerazilhada,
de coja decisao poder o relmante recorrer psra
o superintendente, mas isto deai/o de qnarenta e
oito horas, cebando porm dessa decisao, retaros
uolian*nte para a directora.
Art. 45. Os empregados da eompanhia nie po-
Jem exigir frete nem retribaicao algama qne qao
estiver de accordo com esse regularaento e tabel-
las annexas.
Art 46. Em cada am dos trens podero ser
transportados gratuitamente dous passageiros e
150 kilogrammos de carga em servigo publico, po-
rm com o competente pasee fornecido vista de
ordena do geverno da provincia.
' Art 47 Os empregados da eompanhia sao
obrigados a mioisirar aoe expeditoree oa despa-
enanlos e passageiros todas as iuCormacdes neces-
sarias para a intelligencta do presente regula-
mento. ,
Art. 48. Em cada ama das esuoSes, quer prio-
eipaes, qoer ntermeilarias, devem estar exposto s
ao eaame do) inieressados as tabellas nio s das
horas do partida e ebegada dos trens, como nos
pregas de passagns e cargas.
Art 4,9. Os trens de carga podero tetar ttffl
carro de terseira e mesma outro de segnnda classe
par ai pe6as qtte tiverem de aeompanhar a^
Art. 10. s carros de passtrerrds -e ft de earfa
serio loiadcs peio fiscal do governo de acord com
p np',!ntondeni}e, a sob pretexto algum poder
essa L-iagio sereioedida.
Art Kf. As estacoes diridem-se en prineipees
e intermediarias; as principaes sao as doReeile
gocrusilbsda e Olinda, e as iniertnediarias saa
todas as demais de que tratam as tabellas A, B, C
6 D.
Art 62. as estagdes principaes haveri am che-
e, am fiel de srmazem e os vigas e agnlbeiros on
guarda-desvos que o servico exigir.
Art. 53. as estacoes intermediarias haveri ape-
nas nm bilheteiro e os vigas que forem precisos e
agulbeiros.
Art 64. Aos cheles duestaeoaa principaes com
pele a responsabilidade nio s "dos valoras recei-
da* am brinetes e ce nheojimentoa de carga, com
unsaerr de todo o material trata rodante que for
racoihiilo s respectivas estapes.
Art.55. Para execugio oaVdtsposicao de artigo
antecediente deverao os chafes de-tas estagdes
prestar parante a superintendenaia e a contento
delta, llanca idnea e proporcional aos valores qae
Ibes forem confiados.
Art. 36. Os bilheteiro* das eeaedes interme-
diarias, bem como os conductores prestars igual -
mente flanea idnea pelos valores que Ibes forera
tameeoa confiados.
Art. 57. Os chafes drestatSas priaeipaes pres-
tario comas semanalraante, e os bilheteiros e con-
ductores diariamente dos valores qne Ihes forem
confiado*.
Art 58. Os ebefes de estagao nio reeeberio ba-
Sagem nem mereadorias gara descarregar senio
e conformidade com a guia que as deve sempre
aeompanhar, e no caso de faltar algara volume
dos mencionados na guia da descarga, deverio re-
clamar dentro de vrale e qnalro horas cemadas da
chegada do respectivo trem.
Art 59. Os conhecimentos de frete e as galas
da carga ser: passadas de livros de lalao eom-
pldamente rubricados peto presidente da direc-
tora.
Art 60. O superintendente o nico res-
ponsavel perante a directora pelos valores dos bi-
ihetes' fretes e mais objectos qoe a eompanhia
precisar para regularidada do trafago e servico da
loba.
Palacio da proidencia de Pernambueo, 21 de
junho de 1870. Vancco de Ass Pereira fo-
cha. Contere, Antonio Annet Jacome Pi-
res.
Pedido aos Srs. passageiros.
Rogase as pessoas que tiverem de embarcar
que munam-se
sent.
de biihetes antes de tomarem ss-
Preoo das passagens.
do Recife a Olinda pu Beberibe.,
Ia elasse 400 ris
2* dita 30 <
3- dita 200
At a Encru-iilhada, porm, ser o cus'.o de ca-
da ama das classes menos 50 por cento.
Nos domingos e dias santificados havar trem
de hora em har.
O superintendenle, Andri de Abreu Porto.
Aimoz.O pilado da India vendea-se a 2*650
por arroba.
" Axbitr-docrO de Lisboa vendea-se a 3*000
e o do Estreito a 2*700 por galio.
Bacalhao.Vendeu-3e ero atacado a 15* e a
retalho de 14* a 15* por barrica. Ha em deposito
cerca de 12,000 barricas.
Batatas.Vendea-se-a 2* a arroba.
Boiachinhas.dem a 5*000 a barriquinha de
22 libras.
. Caf.dem de 6*500 a 7*600 por airee*.
Cha.dem de 1*600 a 1*780 a lian.
i Cbrvkja.dem da 4*0 i 8*1 a duxia de
botijas ou garrafas.
LougAVenden se a ingle a 320 por cento
de premio sacre a factura.
MAftTBioA.A ingleza vendeu-se a 800 rs. a
libra e a franceza de 680 a 660 rs.
Massas.Vendeu-se a 6*800 a caixa.
Olro de LnmiQA.dem a 2*200 o galio.
Presuntos.Meo a 15* a arroba.
Queuos.Os flamengos venderam-se de 1*600
a 1*300 cada um e o prato a 460 rs. a libra.
SabXo.Vendea-se a 170 rs., do inglez por libra.
ToociNHo.Vendeu-se o de Lisboa a 11*600
a arroba.
Vinagre.O de Portugal vendeu-se de 120 a
125* a pipa.
Venios___Os de Lisboa vendeu-se de 200* a
210*, e os de outros palies de 1803 a 210* por
VexAs.As decoraposigao venderam-se de 580
a 600 rs. o pacote de 6 velas em libra.
Fretes.Do aleodao deste para o porto de Li-
verpool, a vela, 1/8 d. e 5 %, a vapor a 1 d. e
5 %; e carregaodo na Parahyba, rtio^-Grande do
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Life and Pire Assnrance Company estabelecid..
em 1824. Capital 5,000,000
-Os agentes desta compaahia tomara seguros
contra fogo sobre predios, gneros e fazendas e
pagam aqoi prejuizos devidaraente provados.
. Rabe Scbmetlau & C
Corpo Santo n. 15.
rKACA DO RECIFE 9 DB OUTUBRO
DE 1871.
AS 3 i/2 HORAS DA TA1AI.
Cotacoes officiaes. *
Apolices da divida provincial de 8 0,0 a 98 OO.
Cambio sobre Londres 90 div 24 3|4 d. e do
banco 24 1)2 d. por 1*000.
i. Q. Stepple,
Presidente.
P. J. Pinto,
Secretario.
Rendimento do
dem do dia 9
ALFANDEGA
da I 7 ,
232:353*795
40:192*036
272:516*751
Hovimento da alfadega.
Volomes entrados com fazendas
i com gneros 84
Volamos sabidos
com
com
rateadas
gneros
212
237
84
449
Desearregara boje 10 de outubro.
Brigae portuguzIVmmpAovarios gneros.
B/igue norie allemaoBurgermuster Stuve dem.
Brigue alleraoCoronafazendas.
Bngue inglez Wereldburg farinba de trigo
Patacho americanoIzataboado.
Brgue inglezCoilacanos de ferro.
Lugar inglezGeril of the Peiad -varios generes.
Lugar ingle:Saral Sunthoferragens.
Despachos de exportacSo no dia 7 de
outubro.
Para 09 portos do exterior.
Ns bngue inglez ifar& para Liverpool, car-
regarara : Saunders Brothers & C. 200 saccas com
14.847 kilos de algodo.
Na barca ingleza Sleteor, para Liverpool, car-
regarara : Saoaders Brothers & C. 4,336 saceos
com 325,200 kilos de assucar mascavado.
Na barca franceza Mauricien, panya Havre,
carregaram : Tisset freres & C. 1000 conros ver-
des com 2,000 kilos.
No patacho portugoez Liberal, para o Porto,
carregaram : E. R. Rabello de C 351 coaros sal-
gados com 4,212 kilos.
Para os portes do interior.
No vapor Cruzeiro do Sul, para o Cear, o>r-
regon : Jos Miria 3almeira 10 barriels com 737
kilos de assucar branoo.
HfiCEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERN.AMBUCO.
Hendimento do da 1 a 7 (dem do dia 9...... 5.061*069
MOVIMENTO 00 PORTO.
Navio entrado no da 8.
Gayanna6 horas, vapor nacional Parahyba, de
104 tonelados, commandanie O'ivera, equipa
gem, em lastro ; a eompanhia Pernambu-
cana..
'Navios sahidos no mesmo da.
Portos do nnneVapor nacional Cruzeiro do Sul,
commandante Cardoso, carga carne e outros g-
neros.
Ro de JaneiroBarca ingleza Talismn, capito
Henry Blackford, em lastro.
Navios entrados no dia 9.
Terra-Nova 3t das, brca ingleza Lacinia, de
251 toneladas, capillo M. Kenzie, eqnipagera 12,
carga 3000 barricas cora bacalbo, a Sanders
Brothers & C.
Terra-Nova33 dias, lugar inglez Raen; de 251
toneladas, capiao John Williarason, equipagem
11, carga 2,999 barricas com bacalhao, a Jotras
ton Pater di C.
Hamburgo57 das, brgue escuna norte allemSo
Cqjrona, de 288 toneladas, capito C. H. Husle-
de, equipagem 8, carga diffarentes gneros ; a
Prente Vianna & Cl
Observacao.
Nao houve sahidas.
EEITAES.
O Dr. Paulino Rodrigues Fernandos Chaves, juiz
municipal da 1.a vara desta cidade do Recife,
provincia de Pernambueo e seu termo, por S. M.
Imperial e constitucional o Sr. D. Pedro II
qnem Deus guarde, etc. etc.
Fago saber pelo presente, que nos termas do
art. 1 do decreto n. 16j5 de 15 de setembro do
anno prximo passado, dentro do praso de 30 dia
contados da publ.cago deste edital, receber este
juizo propostas par cartas fechadas para arremata
gao por venda dos escravos seguales :
Rosara preta, creoula, de dade 30 auno--, so1-
teira, com habilidades, avahada por 1:000000.
Manoela, tambem preta, crioola, de 18 anuos de
idade snlteira, sem habilidades, avahada por...
1:000*000 os quaes foram penborados por execu-
gio de D. Aona Hachado de Luna Freir Costa,
contra Thomaz de Figueiree e os referidos esera
vos se actiam depositados em poder do depositario
particular Candido Jos da Molla.
E para que conste raandei passar o presente qne
sera publicado pela imprensa e affi. res do costme.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
narabooo, aos 9 de setembro de 1871.
Eu, Manoel Jos da Molta, escrivSo do civel,
subserevi.
Recife, 9 de setembro de 1871.
Pduitno Rodrigues Fernanda Chaves.
.'.?
20:551*463
CONSULADO PROVINCIAL.
Aendimeale do dia 1 a 7 7:959*979
[dem do dia 9....... 3.137*639
11097*618
PRAGA DO RaECIFE
IX 7 K OUTUBRO DB' 1871 AS 3 BOBAS DA TABDI.
REVnrT.4 KKM4NIL.
CambiosSobre Londres eHeetaeram se tr*nae
des asnearlas a 94 \ftA. e particulares 24 5/8 a
24 3/4 por libra. Sendo qae p* a Europa reali
saram saques em crea de 80,000.
ALGono O de Pernambnco eseotbWo e rega-
lar venden-se de 8*700 a 8*900, o de Mearlo e
Parahyba, posto a borda, e 9*400* a *800 por
arrota e hootem 9 sabio aquellas a 9*300 e eates
a 10*500 tambera posto a borde.
AssocAaVendeu-se o *rtb mascavado da
2*400 a 2*800 por arroba.
Nos termos do % 16 do accord i interpretativo
para regular a execacao e convenga > consular de 4
de abril de 1863, entre o Brasil e Portugal, fago
constar da ordem do Sr. Dr. juiz de orohaos e au-
zentes do termo do Recife que nesta cidade filie
ceram os subditos porluguezes Manoel Rodrigues
de Frenas, estibelecido que toi con urna coxeira a
ruado Imperador, de sociedade com Jos Ignacio
Borges e Manoel de Azevedo Santos, morador que
foi a ra da Amorim e o padre Jos Antonio dos
Santos Lessa, fallecido pm Traip na provincia das
Alagas deixaodo bens nesta provincia, nao deixan-
do nenhum dos finados berdeiros eonbecidos, pelo
qoe se faz o presente aviso para que chage ao
conhecimento de qualquer interessado que exista.
Recife, 6 de outubro de 1871.
O esenvao interino,
_____________Theophilo Alces da Silca.
O inspector da alfadega faz paoltco que, ama-
uha 10 do crreme, depois do raeio dia, porta
da mesma repartigo, sero vendidas em hasta
publica, livres de direito ao arrematante, 9 caixas
com fruclas frescas com toque de avaria iraages e
erasJ pesando bruta 360 kil. no valor alucia! de
5* vmdas no vapor inglez Gladiator entrado em
3 do crrenle.
Alfaodega de Pernambueo, 9 de catabro de
1871.
Emilio Xavier Robreira de M dio.
O Dr. Sebastiao do Reg Barros de Lacer-
da, juiz ile direito especial do commer-
cio desta cidade do Recife de Per-
namboco por S. M. a quera Deas guar-
de etc.
Pago saber pelo presente, que no dia 9 de no-
verabro do crreme anno, pelas 11 horis da roa-
nbaa, na sala das audiencias, ter logar a reunan
dasciedares da raassa fallida de Fernando St-pple
da Silva, na conformidade do art. 135 do regula-
raento n. 738 de 25 de noverabro de 1850, afim de
qoe reunidos todos os credorea em minba presenga,
vvrinquem os seos crditos, concedam ou negoem
a concordata oa formem contrato de anio, ad-
mittido por procurador se este nao tiver poderes
especiaos para o aeto, e que a procuradlo nao
ple ser dada pessoa que seja devedora dos tal-
ados, nem o mesmo procurador representar por
dous ou mais diversos credores, bavendo se os qoe
nio comparecerem por si ou por seos procura to-
ros, como adhereoles concordata para soja son
cessao serio contados os votos dos asentes assim
notificados,
Em cumpriraento do que lodos os credores da
ieferida. raassa fallida comparegam em dito dia,
hora e lagar designado, sob pena fie se proceder
sua revelia.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei fazer o prezeate edital que ser atusado
nos lugares do cosame e publicado pela isa
prensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambueo aos 5 dias do mea de outubre oe 1871.
Eu, Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,
escrivo subscrevi.
Ao sello 300 rs. V. S. S. axcaosa.Barros de
Lacerda.
Sebastiao do Reg Barros de Laceria.
O raspador da alfaodega faz panuco, que
exhtindo na mesma os volamos abaixo declarados
no caso de serem arrematados para o consumo,
de conformidade com o disposto no capitulo 6.*
titalo 8. do regulamento de 19 de setembro de
1860 e art. 13 do decreto o. 3217 de 31 de dezem-
bro de 1809, os seas denos ou consignatarios de-
verio despacha-I de, lindo elle, serem vendidos por sua eonta, sem
que Ibes fique eompetindo allegar contra os effei
los d'essa venda.
Armazem n 7.
Marea E P S-N. 4-raa oaixa vinda de Liver-
pool no vapor inglez La Place, entrada no arma-
zem em 25de outubro de 1870, consignade a Cir-
ios Prato de Leraoe Q.
demN 5Un dita, Mem fdem dem.
demN. 6 Urna dita, dem idem dem"
dem H L qnadradoN. 109Urna dita idem
idem, consignada a H. Leger.
fdemN. i 10Urna dita idem idem idem.
Mem E 3N. 18-Uraa dita idem Idem, consig-
nada a Carlos Pinio de Leaaes 4 C.
dem PL ir, diamaJe--N. 079-l>m dita
idem idem, consignada a Aranio & C.
dem N. 686-Urna dita, idem Idem !dam.
dem 93 16 dous diamantesSem numeroUrna
caixa vinda de Liverpool na barca ingleza Delphi-
na, entrada em 6 di dezembro de 1870, consigna-
da a Tboraaz Jetones & C
dem f) P W CN. 6734Urna dita da mesma
procedencia, entrada namesna data, consignada a
D P Wili k C.
dem D B-A & C-N. 111-s tarda idem, con- -
signado > Alves & C.
demN. 113-Um dito idem idem idem.
Ilem-N. l!3-*Jffl dito-idem ifiem idem.
Ilem-N. 117-Uaa dito idem ifiem idem.
IdemAi. ICOUm dita idem idem idem.
dem N. 102Um dito dem dem idem.
demX. 104Um dito idem idem idem.
Idem-N. 106Ura dito idem idem idem.
Idem-N. 109Um dito idem idem idem.
IdomN, 119Um dito idem idem idem.
dem J M P-4N.3-Um dita rindo no navio in-
gles Gladiator, idea, consignada a Jo Mara Pal-
meare.
dem A & a trianguloN. 70.-Uma caixa fia-
da no mesmo navio, entrada em 16 de dezembro.
consignada a Alves & C.
dem M. G 4 C-N. 350.-Uma dita vinda de Li-
verpool no mesmo navio, entrada em 16 de jen
de 1870, consignada a Montero Gregorio 4 C.
demN. 1422Urna dita dem idem dem.
dem A 4 0N. 5-Urna diu idem idem idem,
consignada a Alves 4 C.
dem H LJdiamante B WN. 91Urna dita
idem idem idem, consignada a H. Leger.
dem MGCN. 354-Urna dita idem idem,
consignada a Montero Gregorio 4 C.
dem M fe triangulo O-X. 1550-Uma dita
idem idem idejm.
demN. IpSlUrna dita idem dem idem,
demN. Ip52Urna dita idem idem idem.
dem -N. 1B53Urna dlia dem idem idem.
demN, ip >4Urna dila idem idem dem.
dem0. Ip55Urna dita idem idem idean.
dem A N C LN. 4Urna dita idem idem,
consignada a Alves 4 C
dem U dia nanle P T -X. 121 Cita dita dem
idem idem, ci nsigoada a S. P. Jobnston 4 C.
dem M C i C-X. 349.-Urna dita idem, en-
trada em 12 de Janeiro, consignada a Montero Gre-
gorio.
dem A & C-MN. 3Urna idem idem, consig-
nada a Alve* 4 C.
loem M GJ4 CN 352-Uma dita idem idem,
consignada ai Montero Gregario 4 C.
demN. 1423.Urna dita idem dem dem.
Idera-ft. {1421Urna dita idem idem idem.
dem A 4!C, G 4 H-N. 353-Uma dila idem
idem, coasigpada a Alves 4 C.
dem S P JohnstonSem numeroUm volme
dem, eairado em 31 de Janeiro, consignado a S P
John-loi) 4 G.
dem J R 4 C, SN. 39-Um surrao vndo do
Rio de Janeiro, entrado em 9 de fevereirode 1671,
igoora-se a cjausignagao.
dem S 4j C D iravessoX. 337Urna caixa
vinda de Liverpool na barca ingleza Tiiugscude,
entrada em 18 de fevereiro de 1871, consignada a
Sbafleiiiin 4jC.
demN 338Urna dita idem idem, entrada em
21 de fevereiro, idem.
Idem-N. 839Urna diu, idem, entrada em 24
de fevereiro,|idum.
dem D P.JW.CN 6907-Urna dita idem idem,
entrada em 7 de marco de 1871, dem.
demN. 6831Urna dita idan dem, entrada
em 7 de margo de 1871, idem,
Alfandega; de Pernambueo, 9 da outubro de
1871.
_________Emilio Xavier Sobreira de Mella.
O inspector da alfandega faz publico e,oe
exislindo na mesma os volomes abaixo declara-
dos no caso de serem arrematados para consono
de conformidade com o disposto no cap. 6* til. 3*
do regulamento de 19 des.tembro de 1860, e art.
18 lo decreto o. 3,2t7 de 31 de dezembro de
1863, os seas donos oa consignatarios deverao es-
pacha-los no prazo de trila dias, sob pena de On-
d elle, serem vendidos por sna eonta, sem qae
Ihes fique eompetindo allegar contra os eflaitos
dessa venda.
Armazem n. 7.
Marca A A J C-N. 604.Urna barrica, vioda
de Liverpool no navio inglez Redbreast, entrada
oo armazem em 14 de Janeiro de 1870, consigna-
da a Joaqnim Antonio de Aranjo.
dem idem.\. 604. Uraa dita, idem, idem,
dem.
dem idem.N. 606; lima dita, dem, idem,
idem.
dem idem.-N. 607. Urna dita, idem, ideo,
idem.
dem A J A S-N. 1132,Urna dita, idem idem,
idem.
dem idem.X. 1.Um fardo da mesma pro-
cedencia no navio inglez.Oine Blanch, entrado em
28 de Janeiro de 1871, consignado a Braga Son
4C
dem M X. 480 Urna caixa, idem, no navio
inglez Reveilet, entrado em 1 de fevereiro da 1871,
consignada a Aires 4 C.
dem idem.-N. 481. Urna dita, idem, idem,
dem.
dem A A J CN. 035.Urna barrica da mes-
ma procedencia, no navio inglez Oline- Branch,
entrada em 3 de fevereiro de 1871, consignada a
Joaqnim Antonio de Aranjo.
dem idem.N. 636.
idem.
dem idem.N. 637.
idem.
dem Idem.-N. 638.
idem.
'dem idem.N. 639.
tem.
I lera idem.N. 640. Urna dita, idem, idem,
Idem.
dem idem.-N. 632. Urna dila, idem, idem,
idem.
Idem ide r.N. 633. Urna dita, idem, idem,
idem.
dem idean.N. 634. Uraa dita, idem, idem,
idm.
dem J P! 4 CSera numero.Quarenla e ntna
caixas da mesma pracedencia na navio ingier
Flyng Sceta], entradas em 17 de fevereiro de w71,
consignadas a Johnston Pater 4 C.
dem J d,ianaaie Sem nuaaero.Oito dilae,
idem, idem; idem.
llera J P 4 C Sewenta e oilo ditas, idem,
idem, dem, entradas era 18 de fevereiro, idem.
dem J diamante.Sem numere. Cinco dita*,
dem, dem, idem.
dem idem.Sera numero.Vinte e quatro di-
tas, idem, idem, Idem, eni radas em 20 de reverrei-
ro, dem.
dem J P A CSem numero.Cento e cineoen-
ta e sete ditas, idem.
llera idem.N. 1.Urna dila, idem.
dem idem.N. 4Urna dita, idem
dem dem.N. 5.Urna dita, idem.
dem J diamanta.Sem numero.Vinte e cisco
ditas, idem, idem, entradas em 21 de fevereiro,
idem.
J P 4 G-Sem numero-Quarenta e nove tas'
idem.
dem dem.-Sem numero.-Qaarenta e quatro
ditas, dem, entradas em 24 de fevereira, idem.
dem J diamante.Sem numero. Cincoenta
oito ditas, idem.
dem J P 4 C-N. 2. Urna diu, enlrada ero
21, idem.
dem J diamante.Sem numero CraceenU e
sete ditas, entradas em 27 de fevereiro, idem.
dem J P 4 C-Ssm numero. Quarenta e seis
ditas, idem.
Idam idem. -Sem numero.Qaioze dius, loem,
eatradas em 1 de margo de 1871, idem.
dem J diamante.Sem numero.TrinU e ama
ditas, dem, dem.
dem ilem.-Sam numero.Cinco diUs, ltm
entradas em 4 da margo, idem. -
Uem J P 4 G-Sam numero.Duas diUs, Men,
dem.
dem Idem Sum numero.TrinU e ama di-
Las dem, dem, entradas em 7 de margo, idem.
dem J diamante.Sem numero. Tres dita*,
idem, idem.
Sem uiariASera aumeM.Oito pesos, dem,
idem, ignora-se a consiguagiio.
Iiem ifem.Sem namero. Orlo ditos, rieo,
iden.
dem idem.Sem numero. Um dito, idem,
idem, entrado em 17 de marco, ilem.
dem J A A-N. 824. Un barrica, vinda V
Liverpool no navio inglez Ormaxon, entrad* ert
29 de mirgo, consignado n Joaqnim Attsonln^e
Je Arauo.
dem idem.-N. 3.-Urna dita, idem, ida,ni-
trada era 30 de marco, Idem.
dem dem.N. WS. Urna diu, idea, idnni>
Letreiro.Sem numero.Um-barril, Mem, Ifieni
Al taodega de Prnambuco, 7 de cotoneo da MW.
Emilio Xavier SobrtirA ii MtUt.
Urna dita, idem, idem,
Urna dita, idem, ideas,
Urna dita, idem, idem,
Urna diu, idem, i>m,
De
< Baaaa priesa da Illm. Sr earonel lTmfltl"^tft
L_ REr
V^^M^^^^^^^^^^ r-M| aianai

<



I -
* -*
-
t
1
r =
torio'd PemaibiK Ter^a era 10 de Oulubro de 1871.
-
uperior se faz pudileo, V* no da 13 do corren-
te mez, pelas il luras da raauia, na vara nesta
secretaria reuuiao da juna medica para inspec-
cionar ai pracas da atrda nacional perteueentas
aos erjuadrOej de ea vallara, que requeram ios-
peceo por se jalgarem inhabilitados para o ser
vico activo.
Secretaria do commaado aoperior da guarda
eaoioaal do municipio da tteeife, 9 de outubro de
O secretario interino,
Jos Marcelino Alves da Fonceca.
este espf ctaculo aura de poderem ac'cudir as
necesidades.
soas
O inspector da altaadega faz publico, que Oca
transferida para sabbado 11 do corrate o leilao
dos 89 kilogrammos, peso liquido, das obras .de
vime constantes do edital de 99 do passado, aa
qaaes nao fjram boje arrematadas por falta de
bailantes.
Alfandega de Peroatubuco, 8 de outnbro de 1871.
__________Emilio Xavier Sobrelra de Mello.
A cmara municipal desia ciade, pela pre-
sante convida aos pretndenos a arremata cao do
imposto de 60 rs. por cada p de coqoeiro de
praduccao, exceptuando dez ps para o uso do
proprictarh, pela quaatia annual de 901 000, e
bem assira os alaguen de diversa; casinhas das
Ribeiras,das treguezias de S. Jos e Boa-vista, a
comparecerem at o dia 11 do correte munidos
de flauta.
Paco da cmara municipal do Recife 5 de ou-
tubre de 1871.
Ignacio Joaqun) de Souza Le5o.
Pro presidente.
' Lonreaco Bezerra Carneiro da Gunha.
Secretario.
DECLABACOES.
O lancador da reeebedoria de rendas Internas
Iteraos desta provincia abaixo, assignado previne
aos donos dos estabelecimentos da fregueza da
Varzea de que foratn colledados para pagarera
o imposto sobre industrias e profbsSes no corre-
te exercicio de 187111.
Industrias e Valor loca-
proflssdes. tivo.
futrada do Caxang
Flix Jos Caetano
Vendedor
de carne
secca ton-
cinbo, sa-
bo eon-
tros gene-
rosdopaiz
em peque-
a escala.
IWOOO
C8xangasin).
los Marcelino Go3cal-
V83 Sslgueira.
.Escrivao do
juizdepaze
subdelegado 36*000
Reeebedoria de Peraambuco, 9 de outubro de
1871.
O langadir,
___________________Manoel Antonio Hibeiro.
Pelo juizo de orphaos do termo de 01 nda tem
d ser arrematado de conformidade com o dispos-
lo bo decreto n. 1693 do 13 do setembro de 1869,
o escravo Antonio, no dia 12 do corrale mez, fin-
d a audiencia do juizo.
No dia II do corrale mez de oulubro em
audiencia do Or. juiz municipal da 2" vara, tem
de ser arrematado pelo lempo de 2 anuos, 6 me-
z-a e 10 das, os allngueis da casa terrea, sita na
ra Imp-nrial. junt-i da casa do fallecido Victoria-
no, perlencente a Jo3 Lipes Bias, por execucao
qtu Ihe mova a cmara municipal desta idade,
coja allugael de 16J mensaes, como consta do
escripto em mao do porteiro do juizo.
No dia 12 do corrate, Hada a audiencia do
Dr. juiz de orphaos, sero arrematadas em basta
publica por quem maiores vantagens offerecer, as
casas terreas n. 114 da ra de S, Jorge, terreno
de marinha, e n. 63 da ra di- Guararape^, solo
foreiro, avaliada esia por 1;000 e aqueila por
2.000*
Por isso os beneficiados eoofiaoio na bondada e
proteccio que o ftfaslre publico peroambucaao
sempre soe dispensar a todos aquellos que verda
deiranuate precisam, oosaro esperar a sua valiosa
coadjuvacao paraflm ta justo.
O espectculo devidido em tres partes.
1. PARTE.
1." Exercicios gymnasticos por alguna artistas
aacionaes.
! rea cmica por Floriano
Meu yoy voc me mata
2.* PARTE.
1.* Duto da zarzuella
cantado pelos Sr.-. Orliz e Das.
2.* Exercicios gymnasticos.
3.' PARTE.
1.a rea de Fgaro da opera barbeiro de Se-
villa.
Seguindo-se pelo Sr. Flaviano a representacio
da seena cmica
0 matulo iiparvalhado
E' este o devertimento que os beneficiados offe-
recera ao respeitavel publico.
Os beneficiados desds j agradecer a todos os
Srs. artistas, tanto nacionaes como estrangeiros,
a maneira graciosa pela qual se prestaram tra-
balbar, coadjnvando os nesta borrivel emergencia.
A's 8 1(3 boras.
THEATRO
MAXAMBOMBA
(Em Beber'ibe)
Domingo 13 do crreme. Em beneth-io do ac-
tor cmico.
Lul.
Subir, a cena pela primeira vez a galante co-
media
Paiviuha nao esperou. .
Pelo beneficiado Lul e Mara graade da Boca'da
malta.
LEILOES.
- Superior mobilia
* m corrate
O geme Ollveira far leilao, por ordam de um
negocame prestes retkar-se da provincia, de
completas raobitias de Jacaranda e de amarello
com lampos dejnarmore para sala de visita, de
jaolar e de gabege?, ludo em perfeiio estado e
de gostos os mais modernos, inclusive guarda-vee-
tidos, eommedas, cabides, lavatorios com espeibo,
metas compridas e redondas, marquezio de ama-
rello, tapetes diversos e capachos, venezlanan,
crystaes corno sejaro ecropoteiras, garrafas, copos,
lanternas, galheteiro, toncas para fifferentes mys-
teres, toalbas adamascadas e guardaoapos de li-
nho para meza, ditas de labyrintho, fronbasde
renda e pannos de crochet, malla de viagem, ba-
laios para trocis, 'fcahu deCedro, jarros para
agua, e alm e^esies artigos numerosos outros
uteis e indispe asa veis, addicionando brincos, volta
de euro modernas, um lindo aderece de mosaico
conloado alfinete, pulceira e brincos, e correte de
ouro para relogio, etc.
ME
das 10 boras da manhia em diante, asa na roa
do Vigario n. 16, 2o andar.
VISOS DIVERSOS
4o8rs. assigaanteseste
Diario, que se ach'am em
atraso de pigmento da^ubs-
cripejio, vamos rogar quei-
ram mandar sapnsfazel-a,
aflm de nao soffereminter-
nipco na remessa do mes-
mo Diario.
^%^
casa de ponca
37, na oa-Vista.
Precisa se de ama ama pa-
ra comprar, coziabar e facer
mais algura aervico de ama
familia : na ra da Coteeieio n.
LEILAfl
DE
No dia 13 do correte, depois da audiencia
do 3r. juiz de paz da fregueza de Sau:o Antonio,
a? 2 horas da tardo, tem de ir em praca publica e
serem arrematados dous bites, sjndo um deno
minada D. Joanna, avaliado por 50, e oufro
denominado tEsperanga por 30, penhorado?
v;uva de Francisco Joaquim do Nascimeato, por
execacao de Jos Lopes de Azevedo.
mica
Baaho fro em maxambombi.
Dar fin ao espectculo com a paolpmina
A frea Dominga.
Na qual tomara parte, Paraizo, Engole-Cobra,
Papa-Ove, Joanna Gorda e Galrsto.
Os bilbetes vendem-se na Povoagao n. 30.
AVISOS MARTIMOS
PREDIOS
O agente Puntual, competentemente autarisado
vender em lei o 1 sobrado aito ao pateo do Pa-
raso o 18, 3 partes da casa em que morou o fi-
nado Jos Affonso Ferreira (em Apipucos) ceden-
do se nessa venda ama parle daoeranca dos mes-
mos proprielario?, 1 casa terrea sita travessa da
Em seguida Papa-ovo, cantara a canconeta ce- rua do Prmcipe (n,gamaal9 denominada Cisco)
em solo proprio, cem 2 salas, 2 quartos, cosioba
fra e eaeimoa, e um terrajo com 200 palmos de
frente fundo, sendo pegado -esta um caixao
com ponas roala, etc., faltando tao smenie o
repartimento, estando o mais oasmesmas condi-
edes da de o. 10: .
HOJE
No armazem rua do Boro Jess n. 23 (ontr'ora
rua da Cruz), s 11 hora?.__________________
LEILAO
DE
. 12 saceos com arroz averiado.
HOJE.
O agente Pestaa, far leilao por conta e risco
de quem pertencer, de 12 saceos com arroz ava-
riado,_terca-feira 10 do cerrente s 11 horas da
manha, no armazem do Annes defronte da alian-
dega.
LEILAO
DE '
ggL
Marcolmo Augusto da Silva Villar manda cele-
5rar no cdvento de Samo Amonio do Recife no
aia iu do correte pelas 7'*>s urna ralssa resa-
aa por alma da finada Mara Francisca do Efpiri-
santoi Agr mi do seu presado amigo Manoel
uoncaives Agr, convida aos sens prenles e aml-
808 do roesmo para assistirera um acto de tau'.a
piedade que Ibes ser eternamente reconbecdo.


D. W.
Engenheiro com
FUNDICiO
59BVADO B8VH **
PASSADO 0 CHAFARE
Religfio.
At ten cao
J. H. Birn?, capitao da barca ngleza Wcodland,
entrada por arribada forrada neste porto com car-
regaraonlo de tabo.ido, e tendo sido enndemnada,
precisa fretar para o porto de Monte-Video e Bue-
nos-Ayres ura navio que carregoe cerca de
300,000 ps de taboado em pranchSes : is pre-
tendemos dirijara-se a rua do Commercio n. 8,
1* andar.____________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
M
Navegando costura por vapor
Macei, escalas, Penedo e Aracaj.
O vapor Gtqui commandacte
Guilherme, segoir para os por-
tos cima no dia 11 do correntt
as 5 horas da tarde. Recebe car
;a at o dia 13, encommenda;.
.iassageiros e dinheiro a frete at as 2 horas d;
arde do dia da saluda : 9scriptorio no Forte d<
Vfattos o. 12.
SANTA CASA DA MlElUCOUDlA DO RECIPE.
A Il:;u. junta administrativa da Santa Casa do
Miser.cordis do Recife manda fazer publico qne na
sala de suas sessoes, no dia'ljdo mez de oulubro
peas 3 horas da tarde, tem de ser arrematados
a qaem mais vaniagjus offerecer, pelo lempo de
am a tres annos, as rendas dos predios em segui-
da declarados:
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Traves>a de S. Jo.-.
Rua de lionas.
Sobrado n. 45 (andar e solio.). 30i000
Rua do Prdre Florianne.
Casa terre? n. 63.......2051000
dem n. "7.........ISOjCOO
Rua do Araorim.
Sobrado de 2 andares n. 26 ... 302*000
Rua da Gloria.
!>sa terrean.61......240J000
.ora u. 93...... 1803000
dam n.56......' ". 203*000
Rua da Ponte Velha.
Casa terrea n. 32......'. 360*000
Rua da Roda.
Idera o. 5.........103*000
dem n. 7.........101*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Guia.
Ca3a terrea n. 27......146*000
Idam n. 29........193*000
Largo do Pazaizo.
Loja da frente do sonradon. 29. 192*000
Rua de S. Jorge (Pilar).
dem n. 102.......0 203*000
dem n-108........205*000
dem n. 98.........205*000
dem n. 96. ;.....204*00.
Sitio da Mirueira.......121*000
Os pretndanles devero apresentar no acto da
oiTc-raatacao as suas llancas, oa comparecerea
ac-impanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
cite, 22 de setembro de 1871.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
O fiscal do Cralo da S de Olinda, faz sci^n-
te aos Sr. proprietaros dos respectivos predios,
S evero reparar os passeios de suas propredades,
d* conformidade com as posturas municipaes em
vigor ; Acanto angelos os infractores, as disposi-
fls do ari. 73 le ditas posturas.
Carato da S, 7 de oulubro de 1871.
O fiscal,
__________ Joaquim Cesario da Rota. -
SANTA GASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
Pea secretaria da santa casa de misericordia
do Recife se faz publico que o Illm. Sr. ihesoarei-
ro interino inajor Laureaoo Jos de Miranda far
pagamento s amas do trimestre vencido de julho
a setembro, no sali da casa dos exposios. pelas
8 iioras da inanua do dia li do corrate, deixan-
do de serem- pagas aquellas que nao aprsenla-
rm as enancas qne ibes foram confiadas.
Secretaria da saata casa de misericordia do Re-
cife 7 de outubro, de 1871.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
THEiTRO
SANTO INTOM0
Espectculo extraordinario em beneficio dos ar-
tistas heipanhoes Ortiz, Miguel Dias, Njy e Conde.
Estes artistas tendo sido obrigados, em eonse-
qaeocia eTom embargo (em justa causa reque-
noenio de Manoel Alvares) a desembarcarem de
bordo do vapor S. Jacinlko, onde j se acbavam
coa toas familia prestes a seguir para a provin-
cia da Babia, se viram por es-e raesmo motivo ior-
g. fUr em Ierra, sem ler pessoa alguma
IftM preetasee auio, ttm meios para se
interem e sem roupa para veslirem, porm como
toda a parte I*ptM moe, encoolraram por
dous cavaiMiros' qne se c'oodoendo do estado
orne elles ae aekavan Ibes abriram as penas
[ soas casas; os qaaes sao os iri. Teixeira, es-
leeioo com ama padaria roa da Florentina,
actualmenle se oum hospedados, e AMo-
' ario do ieatro,
depodereo dar
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Vavega^So coseira por vapor.
Porto de Gallinbas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Parahyba segair pa-
ra o s portes cima no dia 10 d.
crreme a mea nonte.
Recebe carga, encommendas
passageiros e dinheiro a frete n.
escriDtorio do Forte do Mattos n. 12.
AVISO
LDZ E CALOR.
Obra espiritual para os que tratara do exercicio
de vinndes e earainhD de perfeico, pelo padre
Manoel Bernarda, nova edicao. Lisboa 1871, 1
voi. 4* 6*000.
EXBRCICIO DE PEREiiICAO,
e doQtrioa espiriiual, para extinguir vinos e ad-
quirir virtudes, do padre Affono Rodrigues.Por-
to 1869, l vol. 8' 2*000.
GRITOS DAS ALMAS
e meios paraos aplacar, no*a*dieio:Porla 1869,
1 vol. 8 2*000.
EXERCICIOS ESPIltlHIiES
de Santo Ignacio, proposios as pesaros seculares
pelo R p. j. p. PiMBonie.Rio de Janeiro 1871
. PRAUCAS MANDAMENTAES.
ou refiexoes moraes soore os mandmentos da lei
de Deoj pelo padre Fr. M. da Madre te Deo.
Porto 1871, 1 vol. 8 4* 3*000.
__________ Livraria franceza.
Monta Pi Portuguez
De novo sao-convidados os Srs. socios do Monte
Pi Portuguez que nao estiverem compreheodidos
nos 1% 2, 3 e 4 do artigo 13, a se reunirem
em aisembla gral, no salao do gabinete por-
tuguez de leitura. para se dar cumprimento ao
qne determina o 1 do art. 24 dos estatutos, do-
mingo 15 de outubro, pelas 11 boras da maoba.
Secretaria do Monte Pi Porluguaz de Pernam-
Duco, 9 de outubro de 1871.
M. S. Pinheiro,
Io secretario da assembla geral.
A. C.
Hoje LO do corrente
de Abreu continuar o seu leilao de um
explendido sortiraento de fazendas iDglezas, p> r in-
tervencao do agente Pinto : hoje tsrea-feira 10 do
crreme, s 11 horas da manhia, em sea arma-
zem rua do Mrquez de Onda.
Augu.-tu Xery da Silva Lobj, capilo do brigue
nacional' Alberto, entrado, p r arribada forcada
neste porto, cora am carregamento de cebo em
pipas, de Montevideo, (en lo sido condemnad, pre
cisa fretar um navio para levar seu carregamen-
to de cerca de 449 pipas para o Canal para or
dens, e outros lermos conforme a carta de frea
ment. Recebem-se propostas em carias fechidas
al raeio dia de quinla-feira 12 do corrente, no
escriptoro dos consignatarios no largo do Corpo
Santo n. 9, aonde os pretendemos podem dirigir so
para qualquer iuformacio.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DB
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty, Ceari, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Pirnpama.comman-
danle Azevedo, seguir para
os porlos cima no da 14 de
crreme as 8 horas da tarde.
Recebe carga al o dia 13.
encommendas, passagens e di
aheiro a frete al as 2 horas da tarde do dia d:
sahlda : no escripiorio do Forte-do Mallas n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegacdo costeira 'por vapor
Mamanguape.
O v&pcr Coruripe, cora
mandante Silva, seguir
para o porto cima nc
dia 12 do corrente as f
horas da tarde.
Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frele al as 2
horas da tarde do dia de sua sabida : escriptoric
no Forte da Mallos n. 12. ,
AIAUTY E W,
Seguir com a possivel brevidade o palhbote
Emilia, capitao Pereira: anda recebe carga a fre-
te : a tratar com S Lei lio Ir m ios rua da Ma-
dre de De.os o. 1.
COIIPAIHI1
DAS
Messegeries maritimes.
At o da 11 do corrate mez espera-se da Eu
ropa o vapor fraocez Amazone, o qual depois da
demora do costme seguir para Bunos-Ayre.-,
tocando a Baha, RioJaneiro e Montevideo.
Para oondicoes, {retes e passagens, trata-se na
Mttcia, roa do Commercio n. 9.
No dia 13 do correte mez espera-se dos por-
tos do sal o vapor francez Ginmde, eommandaM
Giost, o qual depois da demora do costme se-
'"pwa Bordos, tocando em Dakar (Corte)
Para (rete? e passagens, traU-se
ge Bery Forater 4 CL, rna
com os agen
do Commercio b. 9.
p liO DE JANEIRO
fara o porto aeima segu com brevidade o bri-
gue nacional Dando, tem parte da carga engaja-
da, e para o resto que Ihe falta trau-se com os
consignatarios Antonio Luiz de Ollveira Azevedo
* U, raa do Bem Jesas o. 57, i andar.
LEILAO
DE
Daas tercas partes do sobrade sito rua
do Bemfica n 42, na Magdalen?, o qual
podem os pretendedjs eliminar com
anticiparlo.
a 19 do cor reate.
Por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio d-sta cidade, e requerimento dos ad-
ministradores d-i massa fallida de Sebastiao Jos
da Silva, o agente Ollveira expora novamente
leilao as 2|3 partes do excellente sobrado supra-
dito, o qual se torna recommendavel quanto apra-
sivel pela saa boa eonstruccao e arnenidade da
localidade, e proprio para quem procura arrabal-
de saudavei, leudo a vaougera da coaduco dos
excellemes bonds:
Qttinta-feira
ao meio dia em p
agente rua do B
onlo, no escriptoio
m Jess, Io andar.
do mesmo
DE
200 barricas com farinha de trigo (avaria-
das)
Quinla-feira 12 do corrente.
A'S 11 HORAS EM PONTO.
O agente Pinto far leiio, por antorsacao do
cnsul de Franca, em presenca de seu chnceller e
por conta e risco de quem pertencer de 200 bar-
ricas com farinha de trigo avariadas, bordo da
barca franceza Mauriceu, ltimamente ebegada
.este porto.
O leilao er effectuado s 11 horas do dia ci-
ma dito, no armazem do Sr. Tasso Irmios no caes
do Apollo.
LEILAO
o. 22 nos Qaatro
DE
Urna parla do sobrado
Cantos em Olioda.
Urna dita em ootro sobrao na mesma raa.
Duas partes oo sobrado n. 2 da roa do Cor
doniz nesta cidade e iO:60OA)26 ra. em
dividan activas.
Sexta-feira 13 do corrente.
O *geoie Marlias tar leio, requerimeoto dos
administradores da massa fallida de Manoel de
Souza Carneiro Pimpao, e por mandado do Illm
Sr. Dr. juiz especial do commercio, das partes das
casas e dividas cima pertencentes a mesma massa
(na importancia de 40:600*026).
Era san escriptoro, raa do Mrquez de Olio-
da n. 15, s 11 boras do dia.
Jos Flix. Ilibels-a de Car-
rallio.
D. Carolina Mlitana-Ribeiro de Carvalho e seus
prenles agradecem cordialmente a todas as pes-
soas qne acompanharam os restos moriaes de sea
prezado esposo sua uitraa morada ; e de novo
convida aos amigos e pessoas de eu conhecimento
assisqrem.asmissas que se ho de celebrar no
dia 12 do correte, as 8 1|? horas da manhaa, s-
timo dia.de seu fjncimenlo, na matriz-de S. Jos
flesia c.dade ; pelo que se confe.-sara eternamente
gralcw. _______
Casa de campo.
Aluga-se urna excellente e grande casa de cam-
po margem do acude do Monleiro, com duas
grandes salas, urna saleta, 7 quarto3, com cozinha
bem arejada, grande e Dam plantado sitio, grande
cysterna com agna para bebr, tendo fra alem de
estribara casa para pretos, feitor e cocheira, sala
e quartos para hospedes : a tratar oa rua da Ira-
peratriz n. 34, loj. A
Pede aos senbores de engenho e outros agricultores, e empregadores de ma-
rinismo o favor de orna visita a seu esUibelecimento, para verem o novo sortimento
completo qoe abi tem; pois sendo lado maito mais barato em preco do que jamiste-
iha vendido, est ainda superior em qualidade e foriidao; o qoe coa a inspeccao pe-
*ol nodO'So vGrificsr
PEDE ESf>ECIA ATTENCO Ao NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
VfinA1*Afi A rndflA ft9f*tima dos mais modernos systemas e em
apuro O rUUct U agua umanbos convenientes para as di-
versas cirenmstancias dos senbores propriutar^ps e para descarocar algodio.
Hoendas de canna eism?os lamaoh08'as melhor6s qoe ***
aOaaS dentadas para animaos, agua e vapor.
Taxas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques. "%
BffarilTil^TTiOS para mandioca e alRod3o,l Podendo todos
uat/UaiilOUlUQ e para serrar madera (ser movidos a m3o
Bombas ___
rodas as machinas e pecas de que se costoma precisar#
FaZ qualquer Concert & machioismo, a preco mni resumido.
PormaS ifi "ffirrO tem as me'DOres e mais baratas existentes no mer-
PlnPATYITtlATI^aaIncumbe-se de mandar vir qaalquer machinismo vonta-
uuwuimcuuas de dog dientes, lembrando-lhes a vaotagem de fazerem
soas compras por intermedio de pessoa entendida, e qne em qualquer necessidade pola
Ibes prestar auxilio.
AraQOS ameriCanOS e instrumentos agrcolas.
por agna, vapor,
de patente, garantidas............Jon animaes.
(


'

ARMA SEM DOS LEOES
RUA DUQUE DE CAXIAS N. 29
Os proprietaros deste grande e bem montado estabelecimento scientificam <
respeitavel publico desta provincia, que se acbam com um variado e completo sortimento
de movis, tanto nacionaes como estrangeiros, sendo estes escomidos capricho por
um dos socios ques acha actualmente na Europa, e por isso os podem vender mais
baratos 20 % menos de que em outra qualquer parte. O mesmo tem contratarlo rom
os melbores fabricantes daqoelle continente as remessas das mais ricas mobiiias iena
all- Na ofcina tem os mais babeis artistas desta genero,' e por isso aptos a foraecerem
mobiiias as mais aperfeicoadas para as casas da provincia consideradas de primeira
ordem. Pedem, portmto, que veobam visitar dito estabelecimento, onde encontraran
a realidade do que acabam de expr, passando a examinareis : ricas e completas mobiliaa
de Jacaranda, mogno, faia, carvalho, amarello, etc. etc., ricas e elegantes camas de
Jacaranda, po-setim, amarello, etc. etc., guarda-vestidos de amarello, guarda-loaga de
nogneira, amarello, com tampo de pedra, aparadores de dita, dito, com dita, petiu
toilettes, especialmente para fazer barba, toilettes de Jacaranda e amarello, com pedra.
e mnitos outros artigos de gosto, que para se nio tornar enfadonho prescindimos de
azer menejio delles, o que s com a vista podero apreciar.
TRILHOS URBANOS
do Recife a Onda e Be-
Leiibe
Nao teudo hoje comparecido numero legal de
accionistas para que podesse a assembla geral
funecionar em cootinuacao de seus trabalhos acer-
ca da reforma dos e-tatutos, foi a sessSo adiada
para sexta-feira 13 do corrente, pelas 10 horas da
manliaa, sendo a reuoio no mesmo lugar das an-
teriores. E porque pela terceira vex deu-se a hy-
pothese prevista no artigo 12 dos estatuios que
regem a companbia, o presidente da assembla
geral manda fazar constar aos senbores accionis-
ta^ que no dia cima declralo a assembla func-
ionar com os accionistas presentes ou represen-
lados, que constituam um quarlo do capital da
inia. Recife 9 de oulubro de 1871.
Luiz Lopes Centello Bronco.
Io secretario.
i ODIO
compaa
O Sr. Lourenco Alves Ferreira Unha a
dade de ir rna do flangel n. 67 a negocio.
boo-
O abaixo as-igoado tendo comprado aos
Srs. Chaix 4 Gassier a sua fabrica de cerveza
sia rua da Florentina n. 20, convidar quem se
julgar credor da referida firma, a apresentar sua
conta no praso de tres das.
Recife, 9 de oulubro de 1871.
A'exandre Americo deT.aJdaa Brandao.
:ni
Cerca 70 caixai de enxadasns. t 1|2 3
3 Ipl e 4, portfo xa com 120 chapos de palba do Chile
avahados.
A 1-8 do correte.
O agente Oliveira Ara Mi, per conta *> oto.
prio fabricante das ferrifans snpra-todieadaa a
quenwperlea^r, da* ctep** Jn hile,- avariadoa,
a bordo do vapor amerita ,& Jaantho
Sextt-fira
das dez horas da manhia em vante, em sen ee-
criptorio a raa do Bom Jesas n, 53, l* aafer.
4:000,(j!000
Preeisa-se da quanlia cima a faros de um e
meio por cento ao aoez dndose por garanta 2
predios de dobrado valer : quem quizer dar dita
quaatia aoauncie para ser procurado.
PEDIDO
Pede se ao Sr. subdelegado da fregueza de San-
to Antonio que lance suas vistas n'um cario indi-
viduo morador na rua do Livramento, afim de
providenciar a elle continuadamente eapancar ri-
gorosamente um menino sendo este sen caiieiro.
O CANECA.
r \
i
I I

O Dr. Jos dos Anjos Vieira de Amorim, e seus
(llhos cordealmanle agradecen as pessoas que
lhes Beram o caridoso obsequio de acompanbar
ao esmiterio o cadver de sua mulber e roai, D.
Maxrmitla Joaquina de Mendooca Amorim ; e,
aproveftaaa* o easelo, ai4* tonild as mes-
mas pejMat, feem mo aos mu anHgw e paren-
tes, para ouvirem aa **M *e v4"m renr
no ah "do corrente -al- neraf w nWmia, no
eonveMe de Nem ieabera o Caw).
IfcMeu-ae no dia 8 do correte o sabir da
malriz de Saoto Aolonio depoi 4a. miesa das 11
horas, api leqco de iabyrioao aureadu oem ca-
bello, cajo Leobina : qan acboa-o qae-
reodoreiini-to pede entregar nesia typograpta
ao Sr. Ferreira qne ser recompensado se exifir.
AMA
A, Na.
Predsa-se de ama ama para eoiiahar
e comniar : ua nu do Livramento n. 1
GRANDE SALO DE CABELLEIREIRO
RIJA DO DUQUE DE C tXI.iS M, O
(ANTtGA DO QUEIMADO)
DELSLC. SUCCESSOtt DE JAYNE
Havenio comprado o estabelecimento de cabelleireiro, faz, d'isso sciente ao respeilavel pu-
blico de Ptrnambuco, coovidando-o ir visitar es-e estabelecimento, onde ba de encontrar todos o;
trabalhos com asseio, perfeico e urgencia. Tambem o previne de que tem pefumarias finas, por
-preco eommodo ; e eutrosim que faz lodo e qualquer trabalbo de cabello relativo sua proflssao.
P. S.-Avisa aos seos numerosos freguezes que contini na sua oulra casa, rua Primeir*
de-Marco, amiga do Crespo, n. 7 A, 1* andar, onde bao de encontrar grande soriiment) de perfuman.
e objectos de phantasia.
e
/
Cabelleireiro de Pars. Rua Duque de Caxias n. 50
Tua Primeiro de Mar^o n. 7 A primeiro andar.
.._, INIEEESSALER
A loja dos Arcos da Alvaro Augusto d'Almeida C. rua do Crespo o. 20 A acaba
le receber directamente a'guas artigos do moda que passa a mencionar.
Riquissimo cortes de vestidos de blonde para casamento.
Ditos de tarlaiana bordados seda para casamentos.
a*.-- Cortas de seda de bonitos gostos e superior qealirlade.
Colxas de seda, Ua, e 13a e seda. % .
Capellas com mantas de blonde para noiva.
,+.. Camisas de esguio bordadas para noiva.
Lencos de cambraia de linho bordados.
Cortinados bordados de differentes precos e qualidades.
n^. Borns de Ua e seda para senhora.
Cbapelinas de crpe preto*bem enfeitadas para luto.
Chapeos eafeitados para menina modelo inteirameate novo.
lntilhas brasiteira de fil de seda.
Cortes de cambraia de cor, e brancos bordados.
Cbaehenez de lia e seda.
Tml de voyage fazenda da gosto para vestidos.
Crotones de padrees aovo.
Grvalas de mnito gosto para senhora. ^ ,
81\ ApqaiDbaf de ana.
Alm destes artigos que se vendem por precios rasoaveis tem ootro* q i sio verda- -
leiras pechincbas como aejam : .Dwi.U mjLX. MlXVC. ,
Cambraias de cores a 240 e 280 rs. o covado. ,^;. -^
Xk AlDaaai lare bonitos padroes a 500 rs. o covado.
LencoV de aguiso mnito finos a 30.3J500, 000 e 5*000 a doua.
Uas de cores a 280 rs. o eovado.
Esteiras da India para forro de salas.
vea
h.






tuuk*c* ^ T(;4 *r-ira \0 dt Outubro d* i8*1
MOFINA
41 RM DO BMO Di vlCTORU 41
.Neste noto armazem tem nm
nriado sortmento de fazenda
raocAUJ inglexas, alinalas e to-
la* todas se vendem por presos
odeos, afim de acreditar a esta
evo armazem.
Caumiras inglesas,
H-anataas, de todas as
nulidades, brins de
.'"res e brancos, colei-
Tahoa moderaos, cha-
goi de sol de seda,
RA
DE
ARKUM IRMAOS.
*ari -da Victoria
saties rea
NOVA1
N. 41.
Assim como tem orna grands
officina de alfatate, montada cono
todos os preparas qoe ha de melhor,
dirigida por habis artistas, qaf
pela sna promptidio e ^erfeiclc
nada deixam a desejar.,
Roopa de todoi o
amanos para homeni
meninos.
Por todos os paqoe
tea recebem-M as me-
mores e mais moder-
nas casemiras que ha
na Eoropa.
RA
Bario da victoria
tifa ra
Roga-ss ao nim. Sr. Ignacio V.eira de MUo,
envi na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a raa do Imperador n. 18 a concnii
aquella negocio qne V. S. se comprometteu rea-
sar, pela tereeira chamada deste jornal, em fin
de dexembro prximo pastado, e depois para ja
nebro, passou a Cevereiro e abril, e nada cumprio,
e por este motivo de aovo chamado pan ditc
flm ; poii V. 8. se deve lembrar que este negocie
de mais de oiio anuos, e quando o senhor mi
Abo as chava no ea nesta cidade
ATTENCAO
Aloga-se urna grande eocbeira na rna da Unio,
com deus quartos e solio com outros dons qoar-
tos, tendo Jaoellas, todo eaiado e piolado de no-
vo e omito propria para taberna ou ontro estabe
a tratar na ra da Aurora n. 36, l
N. 41.
Para alugar-se
Um magnifico sitio na estrada di travessa da
Cruz das Almas, com excellenie casa bem ac
bada, com duas sala, seis quartos, grande co
pi, cozinba separada com dispensa, saleta i
qaarto. Boa coxeira e estribarla com mais dous
quartos e t sotio para erlados. Magnifleo quarto
para banho, latrinas, gallinheiro de pedra e cal
cercado de gradeamento de ferro. Fieando dito
sitio perto das estacfoi denominadas: Jaqueira e
a do Arraial : para ver etratar no sitio do eom-
mendador Tasso. _______________
*
i
ecimento
andar.
CASAS
Aluga-se o prmeiro, segundo andares e sobre-
sotao da casa n. 6, ciu a ra do Livramento : i
iraur na loja do mesmo predio.
Mi estabelecimento acaba de soffrer orna reforma radical em acceio, ^ ^^^t Sf^t^^r,
?andae, tinatoeote em todo afim de melhor lervir os sen? numerosos fregnezei deixa-se de annnnciar todas as faiendaa, para
- 3o e tomar massante __________________________________
O PEITRAL DE CEREJA
DO
DR. AYER t ; t
Para a cura radical e certa de todas as molestias da garganta e do pefo, constipa-
qoes.tosses, bronchites, defluxos, rouquido, coqueluche, angina, etc.
Este xarope peitoral o resultado de
ionios annos de esludo por um dos pri-
meiros mdicos da America do Norte e de
experiencias minuciosas nos principaes hos-
pitaes do mundo ; receitado pelos medi-
dos mais distinctos do seculo actual, e
Ocgno de toda a confianca : Io por ser efli-.
caz, alcatifando com urna certeza infallivel
o|assenio da molestia; 2o, por ser inno-
cente e applicavel a qualquer pessoa de
qualquer idade ou sexo, ao homem robusto
ou crianca da mais tenra idade, e nao ser
perigoso se fr lomado, por acaso, em
Cocotudo dever de todos combaleresta
terrivel molestia no seo principio, bem
cilio todos os males que podem condozir
a ella, como tosses, resfrraldades, defluxos,
dr de garganta e bronchites; qualquer
rouquido deve ser tratada immediatamen
je. A experiencia mostra-nos que o Peito-
ral de cereja de Ayer cura todos estes pa-
decimentos, quasi sem excepcSo, e raro
o logar nos paizes onde conhecido, que
nj tvnha numerosos exemplos de curas
lettas por elle. Se se pode prestar f ao
que nomens de todas as classes alirmam
do que elle tem feito ; se podemos acredi-
tar em nossos proprios seottdos, quando
vemos as perigosas alTeccSes do polmSo
fxderem a elle ; se pelemos crer no teste-
jnunbo de iutelligentes facultativos, cuja
obrigacao conservar os fados; e fioal-
grande quantidzde i o 3o por nao ser se-
creto, pois qualquer oedico pode obter a
formula de sua composico, dirigindo-se
pessoalmente, ou por carta, aos agentes
geraes, rna do Viscoode de Ihbauma n.
81, Rio de Janeiro
A grande fama que tem grangeado este
remedio, devido s admiraveis curas da
phtysica pulmonar, molestia esta to penosa
e fatal em suas conseqoencias que aqoelles
que sao atacados dos primeiros symptomas
devem ser tratados o mais cedo pussivel, e
o primeiro remedio que applique, dever
Peitoral de cereja do Dr. Ayer
ser efficaz, pois n3o ba tempo|de fazere-m
ce experiencias. As pessoas atacadas da
phtysica geralmente fazem pooco caso seo mal, at qne seja tarde para cura-la ;
nesla, mais do que em qoalquer outra
cusa, tem sua origem o predominio exten-
so e fatal de um molestia que mostra os
seus estragos com innmeros e assombro-
sos casos na estatistica da mortandade.
Milbares de cas^s de molestias pulmonares
que tioham zomlado de todos os recorsos
da scieucia, tea sido curados radicalmente
com o uso do
mecte, se permittido acreditar em cousa
al urna, est inconiestavelmene provado,
que este remedio cura todas as classes de
molestias cima designadas melhor do que
todos aquello? at boje conbecidos. Bas-
tam UDicaaiente as siiasvir;uiitis intrnsecas,
e o inc ntestavtl bem que km f ito mi-
Ihares de doenles, para que surgisse e se
susteotasse a repulacSo ta que goza. Em-
quanto que muitos outros remedios inferio-
res a este, e que foram acuitados pelo
vulgo, falliarara e foram depois abandona-
dos ; este, tem ganho amigos pela expe-
riencia, e pelos beneficios que tem prodi-
galisado aos aflictos que a elle tem recor-
rido, e que nunca poderSoesquecer as ma-
ravilbosas curas oblidas, porque s5o nume-
rosos de mais, para serem olvidadas. Ne-
nhuma casa de familia deve estar sem um
vidro deste xarope mao; pois nos ataques
repentinos de angina, de croup e nos pa-
roxismos da coqueluche a que esli sojeitas
as enancas, nao ba tempo de chamar um
medico, nena de fazer remedios, e este xa-
rope allivia immediatamente, sentando >
crianca do perigo.
AVISO'.As i reparacOes do D^Ajer
sao preparadas com especial atteuc3o ao
clima dos trpicos, e lem modifichgoiis m-
portantes sobre as que s3o fetas para ou-
tros paizes.
- Pcrt nto, o publico dever notar, e com
cuidado, para que nao seja srdidamente
engaado, qne os remedios de Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil, trazem
rtulos e envoltorios com a descrpc3o mj.
nuciosa para a sua appficacSo na lingoe
____AC
RO
DYVETOT
nica casa neste genero
la-Roa Estreita do Rosario-^
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
Fara alugar-se
Um sitio no Poco da Panella no porto do Paala
com excellente cssa, cora dnas sallas, quatro
quartos e cczinba : estribara, eccheira e qoartos
para criados, e mais dnas casas meias-agnas pa-
ra (malos ou bospedes : tratar com o commen-
dador Tasso.
Engommadeira
Lava-se e engomraa-se cora perfei(3o : na
rna Augusta n. 83._____________________
Aos Srs. profesores primarlos
de ambos os sexos.
Acbam se venda as Jivrarias dos Sr?. padre
Ignacio e Nogaeira, e Barbosa da Mello, exempla-
1 res do opsculo de mrral religiosa, a preco de
610 rs. cada um.
portugueza.
Vende-se em todas as boticas e drogaras do mundo.
W. R. Cassels fy C
Agentes geraes.
O MARAVILHOSO REMEDIO DO
DR. CHAS. DE GBATH .
OLEO ELCTRICO
KI1MO OF PAIIVT O RE DA DOR
PARA USO INTEUNO E EXTERNO
CURA CHOLERA E CHOLERA MORBU8,
, flxo i* MHf, em un dii.
r Mbe^ft, t dorw d onvidi
tri minutoi.
r dt itntt, em nm alante.
Xawalf i, m cinco minuto.
JeMimiii, m Tiste minitet.
Oet*ltol inchdn, em d minntoi.
CeM eonmlioM, ta cine minnto.
te, em m da.
> ftbn inUnaitnU, *m na a.
Sor ni eoitei Me ladee, nina
atee.
Totsea perigosu refriaiLee, muA
Pleureii, em nm dia.
Bnrdei ithm.
HemorrhoidM e broneUt
Inflammeoao noi riai.
Dripepti, eryiintea.
XoleetiM de flgrnde.
Palpitaca de eeracl*.
Mudanca de consultorio nie-
dico.
O Dr. Adrio Luii Pereira da Silva devendo re-
gressar brevemente de presidio de Fernando de
Noronha, mudou o sea consultorio medico Ja rna
larga do Rosario n. oO, para a me. 1 andar, por cima da pbarmacia do tinado Pinlo,
onde o sea c iliega e amig o Dr. Malaquias, con-
tina a dar consallas diariamente das 10 as 11
horas do da.
BESERVE SEMPRE ESTE REMEDIO EM SUA FAMILIA
AS DOENCAS SE APRESENTAM, QUANDO MEROS SE ESPEBAM.
OtVBO ELCTRICO O K1NO OF PAIN (O ni da dor) aqnteU posltlramenu dlartpa maU da ilUBmiM
aMlMUai dorei, a alllvla mal o* eoffrlmentof e produ nm mala perfeito equilibrio no retoma humano, e ana -t>2
ya flaatnar no metmo tempo, oom qnalqnar ou tro remedio medeolnal.
Eato asalto popular remedio etU agora naaado-a geralmente, pela railo que mllharee de pasiiu te Um eanat
gratli ocaa o dito remedio palo Dr. Orath a ou troi mala.
Bate latportanta remedio nao aa oBerece para curar toda* aa doenon, porem to lmente para aquella* eitlpnMk!
aa aeaaa* dlaeeooea.
EtU operando no* principios da ehlmlea a da eleetrleidade e por leso, eata appllearel para o onramento patM
aataaraoao da aooo natural do* orgao* que soffrem da Irregular olronlao do* flnzo* do* prlnoipae* nerre*. OI*f ,
aattrlco O'Klng of Pata opera directamente no* abaorrente*, rateado deaapparaeer a* tachando* da* glaadnlat a*
> tempo lnerlrel, brere sem perigo do aau nao debalze de qnalqner olreurneUncla.
9 remedio, una ntedeolna para o nao externo a Interno, eonpotte do* elemento* oaratlro*, rabas, narra*, a ffaaaaf
* a* tem niado do* noci* antepeJBadoa, e da* qnae* tem grande ealitenola no mundo, para curar tnUjief
i lmente lahendo-ie qaaea ella* lao.
> grande e eapaalal d atejo da facu Idade de medeelna darn te multo* anas* de experiencia para aarai
i acodo* que aa derlaca adoptar paca curar a* aynlnte* doenoaa, que proporooe* de atedeetaa aa derla
T*A
EK PERJtVAlYIBUCO
I H ARMA. OI A. E ROO ARIA*; H
BARTHOI.OMEO & Q
ua Lar doRoUrio.
Cuidado com as falsificares
Aluga-se o 1 auar e os j$ arcuazens oa
casa da ra do Vigario n. 3, proprios para escrip-
torio e Jeposito de imadas por ler gr.-mdei ac
commoda^oss : a tratar ean Manoel Alves Guer-
ra, pai ou lilfao. ._____________
^O ^ gri.tificago.
Fartarao de 26 a 30 Jo prximo passado mez,
da casa, no Poco, do liando Gibson, e em que mo-
rn o Sr. desembargador Rocha, nm paleoi de
panno ioglez encerpadn, ara annel de onro macico
com iniciaes e ama moeda de prela donrada : ai-
garaa pessoa podendo dar ioformacio dirija-se
ca?a .'upradh-.u ou a ra do Bora Jess n. 10,
oatr'ora rna da Cruz. ________
Aluga-Fe o seguodo andar da casa siia ra
do Imperador n. f,
Caxias n. 53.
Joaquiin Jos Gonpal-
ves Beltrao
Roa do Trapiche n, 5, i* andar.
Sacca por lodos os paquetes sobre o banco di
inho, em Braga, e sobre os segaiates ugares en
Portugal :
Lisboa.
Porto.
Valonea.
Guiroares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa so Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castalio.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Pamelicao.
Lamego.
Lanos.
Covilhia.
Vascal (Valpasso).
Miraadeila.
Beja.
Barcellos._______________________
IEIW
MARTIMOS
E
JOWRi FOGO*
A companhia Indemnisadora, establecid
esta praca, toma seguros martimos sobn
lavios e seas carregamentos e contra !ogc
;m edificios, m rcadorias e mobilias : n;
raa do Vicario n. 4, pavimento terreo.
raa do Vigario n. 16.
Precisa se de urna ama pa-
ra o servico interno de urna
casa de familia : tratar na
Engenho e Kedreiras
Arrenda-se nm engenbo distante de-la praga
cin^o legua?, com bom sobrado de viveoda, casa
para lavradores, capella e ptimas trras de pl..n
taedes, pedreiras e fornos de qaeimsr cal. Esta
pr'opriedade offerece grandes vantagens, as pes-
soas jne se propozerem fazer era grande escala
fornecimento de cal a quaesquer obra : tratar
na raa da Soledade n. 78.
Feitos de linho
O R D A D O

O aovo estibelecimento de fazendas Anas raa
do Mrquez de O'inda n. 28 acaba de receber p
lo bliimo vapor os raais lidos e modernos pellos
de linho bordados, qne se vendem por preces cc-m-
modoi. A elles antes qne se acabem.
tratar na rna Duque de
Veneravel coafrarfa tic Manta
Hita de Csala.
De ordem do conseibo administrativo convido a
lodos os nossos irmaos que lechara interesse em
tirar das antigs catacumbas existentes em nossa
igreja os restos mortaes que all se acbam, a tira
los no praso de 30 das, afim de serem concedidas
aitas catacumbas para jazigos perpetuos quelles
irmaos que as reqaererem.
Secretaria da veneravel contraria de Santa Rita
de Cassia 4 de oatobro de 1871.
O secretario,
Francisco Lopes da Suva.
AMA
Precisa-se de urna ama
livre oa eserava para
comprar e combar : na
ra da Matriz da Boa-
vista n 5.
AOS SUS.
Proprietarios.
Todos os proprietarios desta cidade do Recife,
sio convidados a comparecerera i rna do Impe-
rador n. U, casa do Sr. major Albnquerqne, no
dia 13 do roez edrrente ao meio da aflm de tra-
taren) da organisacao de una cciedade com o filo
ejpecial de mntaamenie se defienderem das tro-
pelas qne soffrem em seus reies interesses.
Recife, 9 de oatobro de 1871.
Nmeros proprietarios.
AMA DE HITE.
Precisa-se de ama ama de le te ; a tratar no
largo do Viveirn, Passagem da Magdalena, sitio do
commendador Manoel Joaqaira Ramos e Silva.
20,000 RS.
Precisa-se de orna ama boa eogommadeira
roa dos Pires sobrado n. 18
na
O ahixo asignado panecipa' ao respeltavel
poWieo, qfle vft)0>a a na botica e drogara sita
na roa do Catxig n. II, ao ir. Jos Rodrigues
de Sooza Croa, llvre e defembiracaia, e qoem se
jalgar credor la mesma msadn a conta i mesma
ReeiK S de colabro de W1.
Josiquloj M!t;pK) da .Cnu Cerrela.
Andares para alagar
Alagase o 2* e 3* andares do sobrado da tra-
vessa do Corpo Santo o. 27, proprios para peque-
a familia, moho frescos, excellente posicao e ro:
a tratar no armazem de fazeudas do mesmo pre-
dio, das 9 as 4 horas da tarde. ___________
Aluga-se o 2* e 3* andares diurna casa sita
na roa do Imperador n. 49 : a tratar na raa do
Bario da Victoria n. 22 (oatr'ora Nova).
alagar um preto para
do Rosario n. 9
Precisa-se
padaria, oa roa estreita
AMA
Precisa-se de ama
ama para o servido
de casa de orna fami-
lia composta de duas
pessoas, exceptuando se o lavar e engor
mar: nesta typoprapbia se dir qoem.
CASA. DA FORMA
RA i DE MARCO OUTP'ORA DO
CRESP3 .N 23.
Aos 20:000>000.
0 abaixo asfignado tem sempre exposto ven-
la os felizes bilbetes do Rio de Janeiro, pagaudc
aromptamenle, como costuma, qoalquer premio.
PBECOS.
Inteiro 24*000
Meio 124009.
Qaarto 6J000,
Manoel Martins Fiuza.
ADVOGADO
Dr. Joaquim Correa de A raijo
67Ra no Imperador67
Aluge-.e urna mulata mofa : a tratar em
Jaboaiao passaudo a ponte lerceira casa do lodo
esquerdo ou a roa do Imperador o. 12. cartorio.
Precisa-se fallar com o Sr. Jos Francisco
Xavier de Mello, que foi ?enhor do engenho Com-
portas, a negocio-de sea interesse : na ra do
Rangel n. 9, padaria.______________________
Precisa-se de urna ama livre ou eserava pa-
ra o servico de urna casa de pooca familia : na
ra do Bario da Victoria, antiga roa Nova n. 46,
primeiro andar.
Precisa-se de urna ama perfeita eogomma-
deira e copeira : a tratar na roa de Joio Fernan-
dos Vieira n. 34.
No principio da raa Imperial, casa terrea n.
4, existe urna ama de boa eoniucta, que se eflo-
rece para servido intimo.
Aluga- no, pialado e prompto de nuvo : tratar aa ra Uo
Rosaiio n. 22.
Para orna familia de duas pessuas
precisa- se de urna ama que cozioh': e
engomme : a ti alar no largo do Cor-
no Santo n. 4, 1 andar, das 10 hora:
do da as 4 da tarde.
agommadM a.
Preeisa-se de urna eserava engommadeira que
seja perita : na roa Velba n. 28, sobrado.
. 30$000.
D-se e;u qnantia mentalmente pelo alagael de
um servfnte e??ravo : no collegio da Conceicae
Ama de leite.
Preci-a se de urna ama de leite,
leite e b"33 inf< rmsrSes : na ra
s-mrado n. 10. I andar.
exige-se bom
da Concordia,
8ustenTo restaurativo da
s^ude -
PEU VEHDADEIRA FARI.NHA
4, Dn Barry (.'Arabia
Os abaixo assfigoados fazem sciente a seos fre-
guezes, que pelo vapor inglez La-Plata receberarx
jeguoda mnessa d'e. aso muio se recoramnda para as criancas, pes-
car debois e iwnvalescentes, applicada com reco-
Dbecitla'vaoUgem as conslipacdes, diarrbeas.
nausea do estomago, tosse, escarro de sangue,
phthysic, etc. etc. Preferida anda pelo agradave
sabof.Uniricoa outra qnalqner.
IMPERIAL FABRICA DE CIGARROS
S. JoAo DE 1STHER0HT.
Um dos problemas que mais tem prcoeenpedo
attenco dos legisladores e dos economistas mo-
lernos, pariicularmente na Inglaterra e na Fran-
Se ioerca do qoal, aioda em 1868, L. Wolowki
nm profundo e notavel discarao, o qia trata
le definir e regolarisar, manteado o iquilibrio
eoUe o interesse e a humanidade, o trabalbo das
criancas as manufacturas.
Esta questao grave e melindrosa, comoga a ser
entre nos de alguma importancia, e merece que a
examinemos com criterio, tasto maia que foicosa-
mente na substiiuico do elemento servil 'era ella
de considerar-so emeacissima' para o futuro des-
envolvimento de nossas industrias.
Recordando com o celebre economista de qoa
fallamos o profundo pensamenlo do poeta inglez
que diz :A crianca o pal do homem > parti-
mamos tare bem os sen; generosos sentimenlos re-
lativamente essas frageis e delicadas creatoras,
oe ainda na primeira iniciadlo da vida prestam
tao importantes servidos sociedade.
Qualquer que seja o eosino oa o labor em que
3e exercitem as torgas ainda debis dessas fracas
existencias, deve presidir o maior escrpulo i sna
direccao, a maior vigilaocia e cuidado no empreg
distriboi(io de tempo, porque do sea resoltado
deneode a actividade e a energa das novas gera-
c5es, e d'estas as grandes conquistas do fuluro e o
progressivo aperfeiccamento social.
Nos scales aoteriores as industrias oceupavam-
je mais com os productores. Ao scalo XIX com-
pete a gloria nao t de melborar o fabrico dos
productos, tornando-os mais perfeitos e mais ac-
jesiiveis a todos pelo quantidade e modicidade do
prego como a sorte a condicao, a existencia do
trabalhador, do homem.
Woiewki cita a este respeito as palams do
Gladstone, qoe, em ama reuniao de operarios in-
glezes, fa lando-lhei tanto em seus direitos, como
em seus devere, diste: O nosso scale o se-
culo do operario :> e accrescenta qne esta parase
oo sabio de bocea sospeita, pois Gladstone nao
perten:e ao numero daquelles qoe Usongeam em
rez de servir ao pevo.
0 bomem d'este modo encarado como bem
primordial da prodcelo do bem; e o notavel aa-
tor i qne nos referimos entende eomnosco qne a
berdade que elle conquistou lira toda a sea for-a
ia energa da alma associada sande do corpo,
da elevacao do espirito que proporciona o desec-
volvimento progressivo da babilidade pessoal.
Foi babeados n'esta allianga que os legisladores
inglezes comprehenderam que o instrumento acti-
vo, o operario, obedeca ontras e diversas neces-
idades que as que sio partilba do instmmtmo
material.
Foi por este motivo que se marcaran) e regnla-
menUram as horas do trabalbo as manufaciaris,
a se aitendeu sobretudo a que as criancis rece-
oessem a um tempo o ensino da fabrica e o ensiDO
da escola.
c Em 1862, diz ainda Wolowki; sanecioncu-se
aa Inglaterra a prole, a vigilancia penetroa no
seio das vastas communas industriaes, formadas
boje em roda da machina de vapor, dessas vastas
jommunas povoadas por miibares de operarios,
A lei de 1802 fixou a idade em que as criancas
podiam entrar para as manufacturas e limitoo a
luraco do trabalbo.
Pois bem. Este grave e humanitario problema
que levou quasi meio seclo a resolver, e preoc-
cupou a attencan de lanos nomeos de estados
eminentes, como foram Roberto Peel Lord Aslhey,
boje Conde de Cbaitsboago, genro de Palmerston,
8 muitos'outros, assignalando urna pagina honrosa
aa historia da eivilsacio moderna, acha-se reali-
zado, e dando salutares resultados entre nos na
fabrica de cigarros de S. Jlo Nitherchy, da qnal
ao proprietarios os Srs. Sooza e Novaes.
Ja tivemos occasiro o auno passado, de escre-
rer*algomas liuhas acerca deste importare esta-
belecimento, e hoje, depois de urna visita que fi
temos ao novo edicio ampliaremos aquelle nosso
trabalbo.
A casa onde actuikneute est estabelecida a" fa-
brica sem duvida um dos melhores predios da ca-
pital.
Alera das espajosas accommodaroe afru/vs
livremente arejada como conven to niimt-n^a
agglomoracao de pesaras, o predio pjuerlornu'ij-
te de urna x/chilectura simples e efgffoi, o fien
a pe ocas bragas do mar, onde com auxilia '" om
ponte osproauclos sao com facilidade embr:ad-9
i conduzidos para os mercados.
Cerca de duzeotus meninos ah recebem o eaii-
ao manual, intelleclual religioso e mcral.
A mais perfeita ordem, sem a severidade de urna
rod disciplina, mas antes aeonselaada pelos pre-
citas praticos da autoridade, da um aspecto agra-
iavel a esta afanosa communa de pequeos ope-
rarlos e ezperancoso ncleo de futuros e moraliza-
dos cidadios.
Em um vast/i salao das 7 3 9 horas da tarde
depois do trabalbo e do descanso aprenden) os me-
ninos os primeiros elementos da leitura da escrip-
ia e da coniabilidade. Dissemos primeiros ele-
aentos porque acreditamos qne as noches rndi-
mentaes da escola no sao oulra coasa mais que o
Instrumento Com qoe mais larde se deve concluir
a aperfeicoar a educacio. Nao custa saber ler o
essencial e fazer nso discreto e aproveitavel
desse poderoso motor do nosso aperfeicoamento
mcral.
Depois do trabalho manual e do ensino da ee-
:ola depois mesmo de algumas horas consagradas
ao recroio era preciso amenisar com o ;estudo de
alguns dos ramos das bellas-;irtes as tarefas lo-
'antis.
Neste intuito foi creada ama aula de muzica di-
rigida p'r hbil professor. .
Com ponco lempo de exereicio e o ardor pru-
prio da mocidade j algnns dos alumnos tocara
om verdadeiro adiantamento os instrumentos que
ascolheram, e pode dizer-se qae a fabrica tem
Sitio
Prejisa-se de um sitio para quatro estrangeiros
de'preferencia peito da estrada dos bonds : a di-
rigir se na roa da Cruz (Bora Jess) n. 55.
AVARUDO
Algoda} americano de listras para rou-
pa de escravos a 240 o covado : na raa
do Crespo o. 25.,
' andar, pintado e preparado
de novo.
A pessoa que tinha alagado o 1" andar ra do
Padre Florlaoo psr motivos que bouveram deixou
de o ir ocenpar, o que se previne q lellxs pessoas
qae pretendan) dito andar e que se Ihe dizia es-
tar algalo, qaa se ainda o quizerera dirjanle
ra larga do Rosario o. 22_!_________________
Vti^
Precisa-se de ama ama pa
ra casa de familia : i roa de
Hortas o. 30, sobrado
A lf A Preeisa-se de urna ama para servir
au*"* a duas pesst
sario n. 27, 1* andar.
duas pessoas : na raa estreita do Ro-
Precisa-se de orna ama qae teaha bom leite:
na raa de S. Jorge n. 40, casa ds Jeronyrao Fer-
reira dos Santos.
No paieo da Ribeira o. 2t se dir quem pre"
cisa de urna pessoa habilitada para caixeiro de
padaria.
O abaixo assigoado faz sciente ao Sr. Fran-
cisco Rbeiro Pinto Guiarles, que seohor Um-
bem de urna pequea paite do sobrade da raa do
Vigario o. 17, comp herdeiro de Francisco Ma-
linas Pereira da Costa e em tempo tratoa dos re-
cursos qae Ihe permuten) a lei.
Recife, 9 de oatobro de 1871.
_____ Maximiaoo da Silva Guarni.
Precisa-so da ama ama para easa de pou-
ca familia : no pateo di Terco n. 63.
CAIXE1M
Precisase de om eaixeiro qoe tenfia frailea de
fazendas e que. asariiva sofirivelaaeoie, para a vil-
la de GaraahDft*, a tratar oa roa do JvraiB&oto
0. 6.
Precisare de ama ama oa eserava para eu-
gommado, paga-se bem: na raa dos Pires n. 32.
Aloga-se um molequee urna eserava :
ar na ra do Qoeimado n. 2.
tra-
Aloga-se a casa terrea sita na travessa dos
Pires n. 7 constando de 2 salas, 6 qoartos cosi-
nha fra e qpartos para escravos, banbeiro eom
agua do Prata e encanamento de gaz, a tritar na
a dara junio.
MHHJLl fltt HaiHttM$$
iBflJIBflJIPfllav aaaTa^ nanaiBafavRi*iariKaan>^*^.^
SVende-se ou aloga-se um sitio uo Ar-
raial lagar denominado Coqaetros, tra-
vessa do Acode a. i, eom 305 palmos de
frente e 2 000 pooco mais oa meaos de
fundos, tem casa soffrivel, cacimba aova
e excellente (a prova dos mais rig irosos
estios e verSes) com banbo derepneno ai-
xa d'agoa e banhelro simples e de choque
eooaoamento d'agoa para deBlro de easa
e para a borta. orna grande parte do sitio
.plantado de diversas fructeiras daa
quaes, j algomas dio producto. O dito*
sitio torna-se recommeudavel pela sua
posicao e vista pitoresco pela frescora a
salobridad do ar e dista apenas oito oa
dez minutos da estacio da casa Araarella
j a da Pona 'Ago : a tratar no mes
I mo ~a na Q3 Nova o. 23.
whi msKitt*
No pal:: da Ribera o. i% precisa-se' de um
caixeiro de 6 a t8 nnoi portngnez com prallca
de tberri. '
hoie urna banda de msica sna disposicio, o,qne
lm de accrescenlar urna agradave prenda a
dacacao dos aprendizes, dispensa dias festivos do
estabelecimento, o concurso dos msicos estra-
ahos.
Ora, o grande resullado.colhido por este duplo
ystema do ensino manual e simultneamente iu-
telleetual, que os productos da fabrica de S. Joo
Je N therohy, redobrando de valor pela qoalidade
8 perfeieio augmentara tambera a saa procura no
mercado s naturalmente os avultados interesse
les productos.
Estabelecida assim com os outros esUbelecimco-
tos do mesmo genero a lula da concurrencia, qoe,
ao dizer de um notavel economista, nao oulra
coasa mais que a manifestacao pratica, a fae
material da iiberdade. claro est qoe as oondicMs
do trabalbo livre comecam ja ser assentada?, en-
tre nos em bases sensatas e de cons*equencias pro-
Beoas.
Ligamos um alto apreco s tentativas e aoe re-
sultados de-la ordem.
O Brasil precisa empregar todos os seos eslor-
;os na propaganda indusirial, nio* esqoecendo
nunca que a quantidade dos productos nada re-
prsenla, si ella se ni) lomar ao mesmo lempo
recommendavel pela sua qualidade, e que esta i >
se obtem com auxilio eficaz dos productores ba-
sis e intelligentos.
Acreditamos, pcis, que os Srs. Sonta e Novaos
?re-'tam umlmportante servico ao paiz e temos
sempre prazer em mencionar os eslabelecimeotus
lesta naiureza, nio s em referencia a esta fabri-
ca, como a todas qoe osliverem fundadas ou 1
fondeo) d'aqaiem diante as mismas crcum.'-
tancias.
O nico deposito nesta cidade no escriptonc
Je Domingos Alves Matheus, roa do Viga-
rio n. 21.
__________________________A. Zalear.
io Piucor
O abaixo assigoado faz sciente ao respeilarel p
blieo e especialmente ao corpo de eommercio que
deixou de ser caixeiro da casa dos Srs. Tasso Ir-
maos it C. desde o dia 5 do correte. Recife 28
de aetembro de 1871.
______________Manoel de-Mosquita Bastos.
Na ra do Alecrm n. 20 precisane-
de ama ama para lodo o servico de-
ama familia eompota de duas pe*
_ 50*a*
fiimiiiiiiii
BACHAREL
J.P.-Corte Beal
Ra
do Impra inninMi
i

-^B


2

w *
\7
D t'w -te Pernambupo T AII Na ra do Corredor do Bispo n. 5,
.Win prcis -se de orna ama para o servico
Ja cas* de i peasoaa.___________
Precisa-se de offlciaes de Darbeiro : uo sa-
lio de cabelletreico da roa da Imperalriz o. 82.
Companhia Allianpa
DE
leguros mantimos estabelecid
na Baha era 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL.. Ra. 5,000:000*000.
Toma aegaro de niercadonas e diuoeiro a risa
aarttimo em navios de vella e vapores para den
tro (ora do Imperio. Agencia ra do Com-
ment a. 5, escriptorio de Joaqoim lote Goe-
Caivw Beitrio.
AMA
Preeisa-ee de orna ama para o serv-
Sde casa de poaca familia,: a tratar
ai n 18, > andar._____________
Precisa-se de urna ama
para comprar e cosinbar :
tratar na ra da Alegra n. 5.
%m
Pede-se .
A nuem tiver aehado bontem nm vale da quan-
tia de 1004 a favor de Hanoel Jos Fernandos
Barros, o favor de entregar na ra da Cadea n.
58, aranera, visto qoe de nada vale a ontra
qualquer pessoa_________________________
Ama de leite
Precisase de urna ama de leite, forra ou es-
erara, que nao tenha filho : a tratar na rna For-
mosa n. 2i, casa da esquina qoe tem grdame de
ferro._________
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
k roa Primeiro de Marco (outr'ora roa .
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos sena I
litea bilhetes urn qaarto n. 196 com 800*000.
umlnleiro n. 77 com 100*000, t ontras sortea
de 10* e SO* da lotera qne se ac bou de extra-
hir (2091), convida aos possuidores a virem re-
ceber na conformidade do costme sem descont
aigom.
Acbam-se renda os bilhetes garantidos dt
8.a parto das loteras, a beneficio do hospital da
Ordem Tercelra do Carao do Reclfe (O*), que
se exrahir quarta-feira 11 do crreme mez.
PRECOS.
Bilhete inteiro 8*000
Meio bilhete 3*000
Qaarto 1*500
lis poreo de (00*000 para cima.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
Manoel Martins Pioxa.
Forneiro
Precisa-se de um b.im forneiro : Ba padaria da
ra estreita do Rosario n. 5.
TRILHOS URBANOS
DO
ftECIFB A* OMMBA
Por ordem da directora s8o convidados
os Srs. accionistas para, no prazo de 8 das
a contar do dia 2 d'outubro prximo Ando
eralisarem a ultima prestado de suas acedes,
da 2* emissao, na raz3o de 10 %.
Para esse tim ser o Sr. thesooreiro en
contrado no escriptorio da companhia, das
H horas da manliaa 3 2 da tarde de todos
os dias otis.
Recite 28 de setembro de 1871.
Joao Joaquim Alves.
i" secretario.
Aos Srs. accionistas avisa se que a sessao d'as-
sembla geral em continuacAo de sus trabalbos
sobre a reforma dos estatutos ser no dia 9 do
correte (segunda-feira) pelas 10 horas da ma-
nhaa, e no mesmo lugar das anteriores.
Recife, J de oulubro de 1871.
O Io secretario,
Luiz Lopes Castello Bronco.
O Sr. Andr de S e Albuquerque rogado
a vir entenderle com. Tasso lmaos em liquida-
cao a negocio de mutuo interesse.____________
O mafniflo e indavel eboeolat em :, em
pequeas latas, a 3*200 a libra ; vende-se nos
segaintes armaiens, rna do Imperador a. 40, e
ra Mrquez de Oliada n. 53.
Cadella
Perdeu-se urna cachorrinha d'agua muit) man
* e toda branca, acode por Mio : a peen que
aehoua e queira restituir a seu dono, dirija-
ra das Crnzs o. 41, quesera recompensado pelo
seu trahalho.
Vfc*
Casa para a lugar.
Na travessa da ra dos Pires n. 9. com 7 guar-
ios, sendo um no quintal, tendo agua do chafariz,
banueiroe gaz, muito fresca, propria para fami-
lia : para ver a (llave na padaria junto da mesma.
PEDIDO
jRoga se aos capitaes de Campo o favor deap-
precerera ra do Livramento n. 33, negocio
de son interesse.
Precisa-se de urna ama pa
ra comprar e cozinoar, pre-
_ fere se escrava : a tratar na
ra do Mrquez de OliHda, sobrado a. 34, segn-
do andar. -_________
Perdeu-se na sexta feira 29 de setembro da
estacao da ra da Aurora i fu dos Pires, no
trem de 8 i|2 horas da noite que sobia para Olio-
da, nm relogio de prata em ponto pequeo, deseo
berto : a pessoa que aehou e queira restituir a
seu dono, dirija se a Olinda, ra dos Quatro Can-
tos, toja de marcineri, qoe ser recompensado.
a || Precisase de urna ama que co-
1.T1.1. ziahe e engomme par casa de
peuca familia : a tratar na Tua de Pedro AITjbso
numero 29. ^^^^
Preci-a-se de urna mulber
que saiba cozinhar bem, for-
ra ou captiva : na ra do
Hospicio n. 46.
MU
Precisase de urna ama para casa de
homem solteiro : ra da Praia n.
38.
Quein pretender alugar dous pretos proprios
para armazem de assucnr, pode dirigir-se a ra
daSoledade, sitio n. 33.
yinho tinto e branco supe-
ior
de carcavelios tem para vender em caixas
de orna doxia Joaqoim Jos Goocslves Bel-
trSo. I rna do Commercio n. 5.
Uadeira?.
Novo sortimeoto de cadeiras francezas
venda no armazem de Tasso Irmios 4 C. ao
caes do Apollo.
Kival seni >egimdo
Rna Duque de Caitas 9 i
Jos de Azevedo Maia eSilva, em sita lo-
j ade- minde?as continua a vender tudr
por baratos r,rec/is qoe todos admira :
Libra de 13a para bordar a melbor
qoe ha. 64000
Caixas com superiores grampos fran-
ceses a 160
Duzias e facas e garios de um e
dous boioes a 40000
Talheres pare meninos a 240 e 400
Libras de linba de noveilo, a melbor
posaivel. 10500
Duzia de lencos de cassa com barra. 1|000
Caixas de liabas com 30 novellos a 500
Vara da franja branca para toalhas 160
Dozas de meias cruas moito boas a 34500
Dozias de meias fines para senho-
rae a 40000
Duzies de facas e garios cravadas a 30000
Dor de palitos seguranca a 120,
240, 320 e 500
Na ralbas muito finas, para azer a
barba a 10000
Caixas com pennas de ac com to-
que a 320
Caixas com pennas de Perry fazeo-
dafina a 800
Ditas de dita dito verdadeiras a 10200
Caixae com 20 caderoos papel ami-
eade a._ 70*
Pecas de fitas para coz com 10
varas a 500
Pecas de tranca lis* de todas as
cres a 40
Duzias de liuba frousa para bordar
a 400 e 500
Pares de sapatos de tranca a 10800
Dunas de baralbos moito finos a
24400 e 20800'
Ditas de ago'bas para mchica a 20000
Libra de pregos 'fraoce7es a 240'
Resmas de papel almajo xipericr a 30600
Ditas de dito pautad* o memora 44000
Caixasrcom .abneles frucla a 720 e 10000:
Carr>teis de 'inna Aexaodre a 100
Gravatas de corea jnuito fioas a 500
Ditas -pretas pontas bordadas a 600
Grasas de.botes de madrvperora
para camisa a 50C
Novela.-- delinha branca, 400 jarda* 60
Duzia de carfijes de linha branca e
preta e de cores a 120
Tbesouras muito finas para armas
e costura a 500
Caixas redondas para botar rap a 44zO0
Caixas com pos para limpar dentes
fjzcnda fina a 200
Livro das misses abreviadas a 4500
Copos grandes com superior baoba 14500
dajos dd paHtot para dentes o
melbor que ba a 160
ATTENCAO
Vende-s? por barato preco urna jtropriedade a
margem da camba dos temedios, fazendo-se
toda vanugen ao comprador, recebeno-se parte
em dinneiro e parte em letfae ou objectos de
rrompa venda ; enia propriedade concern urna
grande olaria de pedra e cal que lastra 16,000
lijlos de al venara grossa e foroo que comporta
25,000, cora mai um torno e lastro para azer-se
tainas, ladrilhos, canos e louea, com exeellente
barro para qualqaer obra, com dous excellenies
vivero* de peixe e coa casa de vrenla para
graade familia, tuna-ae recommendavel por pas-
ar parto a linha dos boods : as pessoas que pre
tepJerem dirijam-w dita nrppriedade a entender-
se com o capitn DeJflm Lias Cavaleante Pessoa.
s
PHARMACIA
Especial bonteopathica
DA
VIUVA DO DR.
Sabino 0. L. Pinho.
I 43Ra do Daro da Victoria43
Para este antigo establecimento cana.
de chegar no ultimo paquete, da casa de
James Epps & C, de Londres, um excel-
\ lente sortimento de carteiras* caixas de
: lodos os tamaitos, qur para glbulos,
qnr para tinturas; assim como medica-
mentos em trituracao e om tintura, glbu-
los, etc.; o que ludo se vender por pre-
sos aui razoaves.
Thesouro homcopathico d) Dr. Sabino
O. L. Pmho.
3* edicio.
Muito Toelhorada e augmentada com um
appendice.
At principios do roez prximo estarao
venda os exemplares desta importanfe
obra.
As prepar nnam a ser feitas sob as vistas inmedia-
tas do medico do consultorio, o Sr. Dr.
Jezoine-A. dos Santos Mello.
NOVA PUBLICACAO
A Parahyba e o Atlas du Dr. Candido Mendes It
Almdda.
OBSER VACOSS 'CR1HCAS.
Sas livrarias franceza e universal, ra do Cres-
po 9 e Imperador n. oi.
Consutofio hoieopa-
tbico
DO DR. SANTOS MELLO.
Ra do Baro VACCINA.
Todos os dominaos e quintas ierras, pe-
las 9 boras fes 10 da manhaa vaccina-se Z
por preco mod eo, para o que ha muito 89
bom puz vaccnico. i^
Recebem-se chamad, s para vaccinar em 5
qualquer casa.
Consultas medicas todos os dias pela jg
mantiaa.
Chamados a qualquer hora do dia eda fB
noute. H
Gratis a parte medica aos pobres.
mmm mmwmm
Aloga-se duas casas terreas em Apipucos: a
tratar na rna Sete de Setembro n. I (anliga tra
vessa dos Ferreiro-i
m
Aos 5:0G(WOO.
Bilhetes garantidos da pro-
Tela.
Rna do Barao da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casai
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender entre ot
sens muito felizea bilhetes a sorte de 5:000*000
em um bilhete inteiro de n. 2499, um quarto de n.
196 com a sorte de 8004 e em um quarto de n.
2678 com a sorte de 1004, alm de outras sortes
menores de 40*000 e 20*000 da lotera que se
acabou de extrahir (209); podendo seus poesuido-
/es virem receber, que promptamente serao pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respet-
tavel pnblico para virem ao seu estabelecimenti
omprar os felizes bilhetes garantidos, que n(
dexar de tirar qualquer premio como prova paloi
mesraos annnncios.
Acham-se venda os muito (elizes bilhetes ga>
rantidos da 8a parte das loteras em beneficio to
hospital da ordem terceira doCrmo, que sen
trahida ao dia quarta-feira 11 do corrente mez
PRECOS.
Inteiro 6*000
meios 3*000
Quartos 1*500
De 1004000 para cima.
Inteiro 5*500
Meios 2*750
Qoartos 1*375 "
Joio Joaquim da Costa Leiu.
Belogios de ouro e
prata
dos melhores fabricantes ingieres, franeetes e
suissos, vendem-se por pre jos muito rasoaveis, na
toja de joias Esmeralda
RA DO CABUG N. 5.
4 Kua do Apollo 4
Joio do Reg Lima & Filho tem para vender, 20
0[0 menos que em ootra lualquer parte, o se-
guinte :
Lingucas das libas em laUs.
Alcatrao en barris.
Vinho do Porto fino em caixas.
Dito Bordeanx dito dito.
elogios de pareae e cima de mesa._________
Superiores cigarros do Rio
de Janeiro.
Domingos Alves Matheus, nico agente nest
provincia da fabrica Imperial de -cigarros de S
Joio de Nitherohy, estabelicida no Rio de Janeiro,
tem sempre um completo- sorlimento de todas os
eizarros, fumo picado e en latas. Tem igualmenu
os afamados cigarros Conde d'Eu, feitos com mag-
nifico papel de palha de milho e fumo superior
Para gore/n de seus freguezes, qne.-lem estbale-
cido depsitos fillaes, as casas dos Srs. Thomai
Francisco de Salles Rosa e Manoel de Sonsa Cor-
deiro Simos Jnior, no bairro do Recite, e todo
oanto for vendido em ontras casas com a firma
e Souza Novaes A C. sio falsificados.
Na ra Diieita n. til, precisa-se fallar com
o Sr. Sebastiao de Mello e Albuquerqne a negocio
de seu interesse.
ALGA-SE
urna casa em B bejibe : a tratar com J. I. M. Reg
ra do Commercio o. 34.
COMPRAS.
Nesta tvpographla compra-se urna historia
sagrada por PiBheiro.
Compra-.-e urna casa terrea b >a, que tenha
comroL'os para familia no bairro da Boa-Vista; a
trata.- na ra do Hospicio o. 13.
O auaixu assignado faz publico a quera inte
ressar possa, que te* justo e contr.-tadn com o
Sr. Francisco Ferreiea da Silva a compra de urna
casa de taipa com nm terreno qne tem 200 pal-
mos de (rente e 300 de fu: do na estrada velha
d Agua fria perto da estacao deste nome. Se al-
guem pois se julgar erm direto a oppdr-se a refe-
rida venda qoeira-face Jo no praso de tres dias na
ra larga do Rosario*. 14. Recife 7 de outubro
de 1871.
_____________Lourenco Jos fl? Preitas.
VENDAS.
Gaz.conomie > para os can-
dieiros de porcelana.
Acaba de. chegar esto ja bem conhecido com-
bustivel, como o mais barito, prompto e asseiado
de todos at h)je coohecidos, e se encontra ven-
da no nico deposito, i ra larga do Rosario nu
mero 34.
Fara a festa
Aluga-se urna cazinha b?m preparada perto da
estacao do Parnameiiim, coniendo 1 sala, 2 quar-
tos e-cosinba, (alo tem sala de jantarj comcacim
na e bomba, de exceente agua, ribeirO corrente
com banheiro e lugar para lavar-se roupa; cir-
culada de sombra por aivondos ate o banho :
tem contra a falta da sala de jantar, e alguma
menina nao precisar ir ao tanbo de coque, sapa-
linAos e espaitilbo : na mesma estacao se indica-
r <;;i-m.
Costureira
Precisa-se de urna ama qoe saiba cortar e co
ser bju, para casa de pequea familia : diriji-se
a roa do Ccromercio n. 41), 2* indar, ou (tei.xe
earltuesta lypographia cuffl as joiouieaO. ?.
Offii
Atiende
una jp Manta, Fendem a
ra do Miquez de Olin-
da n, 40, o 8egainte :
VINHO XKRKZ superior, em caixas.
COGNAC MARTELL dem.
VINHO BORBFAX, iiem.
AZtTE DOCE REFINADO, dem.
VINAGRE BRAN O, dem.
CAF DO CBARi. saccoa.
rutos de Scknorbusch
Va
nica.Regala Imperial,
Operas. Conchas. Trabucas; de um railhein
cima.
A6 FABRICAS D3 RIO DE NO-

ema ai.rraoraia
10 TRAVE8SA DA RA BELLA 10
Nao ha-duvida por falta da modicidade do preco
nao que-tedeixa de mandar eiliocar uas sepul-
turas de prenles e amigos urna lapida para con-
servar a memoria delle?, pois a mcnciioada otU-
i'jua capricha ein desempenhar com gosto e per-
/eicao qualquer trabadlo relativo ao osiabelecl-
manto, como sejam : laminas i", marreore com as
cowpetentes ioscripcoes, pelo* resumjJos precos
de M* 20*068, pedras pi-a consolos, jardinoi-
ra, toilettes .; pole-se e lut.tra-se obras usadas e
tamben se faz todo e qualquer coneerto lauto em
marmore como m crystal, looca e porcelana,
tuao por pregos milstreluiidos.
Irmaadade da venoravel SarH'Aoaa, erecia
oa igre,a da Sapta Cruz da frfgne-
zia da Boa-vitta.
Teodo-se de proceder aeleifao da nova mesa
regedora, couvida-se a todos os irmios a compa-
recerem para .semelhante im no consistorio da
referida igreja no dia 10 de outubr> a 7 oras
da larde, eertos de que se proceder a eleicao
c m o numero de irmios que comparecer, em
virtude da despacho do Dr. juiz de residuos e ca-
pellss.
Recif.', 9 de outebre de 1871.
O escrivao,
Jos Barboa de Miranda Santiago.
Attenpao
Preclsa-se da quanlia "de 2:000*000 a premio,
pelo lempa que se con vencin ar, danlo-se dous
SBravos por garanta, ou a de 400*000 passan-
i-se urna letlra : os escravos porlm fi rana- os
seos servicos pelo premio ; quem quitar annun-
cie por esie pigrio p^ra ser procurado.
Precsase de am menini pan eaixeiro : na
rui do H '*pie:o, labsroa o 2,
Pao Ramonda
No bem conhecido e acreditado deposito de pao
sito i roa do 3aiao da Victoria n. 55, para mais
commodidade dos saibores passageiros da ma-
cliambomha aclia se venda dito pao ; no mesmo
depositi encontcar-se-ha sempre cigarros de di-
verjas quaiidades e charutos da Baha das seguin-
tes marcas : Bismarck, opera, trabucos, regala
britnica e imperiaes de Simas : no deposito da
ra d<> Barao da Victoria n. 55, de Bonanni A C
Novidade na loja das
seis portas.
Llazinhas de cores moderoas Droprias para a
estacao presente, que se vende pelo baratissimo
prego de 400 e 500 rs. o covado, madapolao fran-
cez muito largo a 6*500 a pe.
Ha lambem urna grande porcao de linhas de
novello de oomeros 60 a 120 qoe se vende
peto diminuto preco de liOOrs. a libra, fazen-
do-se dillerenea em porcSes de 25 libras para ci-
ma : na leja das 6 portas em frente do Livra-
mento.
Grande liquidapao
LAAZINHAS A 320 RS. O COVADO.
Muito lindas lisziohss proprias para a pnca
320 rs. o covado, peefalncha : na.loja d.j Gui-
Iherme Caraeiro da Conha, roa do Crrspo n..20.
Pomada alpaka
E' moito cor hecda esta pomada e muito
apreciada por sua finissima qualidade, a Nova
Esperarla qnem (em.
Jarros de porcellana
Um completo sortimeoto de lidos Jarros
de porcellana (4o afamado Bacar) existe.na
Nova Esperanza, ra Duque de Cixias
n. 63._____________________________
OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO
DAI
TERRA NOVA
DE
II. LACOMBE
Este oleo que to boa aeceitacao tem merecido,
muito se recommenda por ser o mais purificado
qoe at boje tem vindo, e anda pelo bom paladar,
superior a outro qualquer : vende-se no deposito
ispecial de Baribolomeu & C.: ra Larga do Ro-
sara 34.
propnos para suspender barca-
Qjs e hiates, vende-se na ruada
Cadeia n. 39.
VNDESE
A verdadeira gomaia do Acarac em saceos e
barricas, por menos preco do qne em ontra qurl
qner parte roa do Vigario n. 14, escriptorio de
Jos Lopes Davim.
Joaquim Jos Goocalves Beltrao tem para
vender ao seu escriptorio i ra do Commercio n.
5, os gneros abaixo notados, que vende mais ba-
rato do que em ootra qualquer parte :
Azeitonas em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Caf muido em massos de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca marte! frres. #
Euxadas.
Farinha de mandioca de Santa; Catharina, pc-
eos de 3 e 2 alqueires.
Dita da Babia em saceos brancos.
Diu de dita em barricas, proprias para casas
particulares.
Fio de algodao da Baha em novellos.
Fouces.
Maxados.
Nozes.
Obras de palhetas.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Palitos para dentes.
Pregos sortidos.
Panno de algodao da fabrica de Todos os Santos
de Pedrs o na Babia.
Rolhas.
Rap popular da Babia.
Botim etn fardos.
Retroz dos melhores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranhao.
Tabaco simonle da Babia.
Verniz copal.
Vinho do Porto engarrafado, caixa de' 12 gar-
ufas.
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar.
Dito moscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeanx em caixas de urna duzia.
Dito de caj em eaixas de nma duzia.
A 2#500 rs.
\a loja de Paulo GulnarSes.
Botinas de marroqaim de todas as cores para
jJjtenbor a 2*500.
Dta"de duraque preto enfettadas, para senho-
ra a 3 #008.
Chitas rdxas com palma, cor fixa, covado a
160 rs.
Bnra pardo trancado fino com pinta de mofo,
c d va do a 400 rs.
Casineta cor de cinza, duas larguras, idem idem
o covado 1*.
Atoalhado de algodao, gosto moderno, metro
1*600.
Brins de Angola verdadeiro, metro l*8o.
Casemlra chuva de ouro, propria para costnme,
covado 2*500.
A' RA DA IMPERATR1Z N. 48
Junto a paduia franceza.
Libras st**rlinas.
Vende-se no armazem de fazendas de Augusto
P. de Oliveira & C, ra lo Commercio n. 42.
UVA
FERRAL
negada hontem a 700 rs. a libra ou 1*600 o kilo:
so no armazem do Campos ra do Imperador
numero 28.
VeBde-se a casa terrea n. 131 ama do Vis-
conde de Goyanna (outr'ora Mondego), as proxi-
midades da linha dos bonds : a tratar na ra do
Crespo n. 12,1 andar__________________
Vende-e na anliga ra Direlta, hoje Marci-
l:o Dias n. 99, queijos moito fressaes do reino a
2* e 1*500, farinha de milho de todas as quaiida-
des e macaas das nltimamente chegadas.______
A 10500
Vende-se botinas para meninas pelo diminuto
preco de 1*500 o par : venjiam ra da Impe-
ratriz n 68, loja de mindaxas junto a padaria.
Vende-se a casa n.
tar nesta typcgraphia.
4 da ra do Gaz : tra-
Fulhinbas de Laemmert, para 1872 ; vende-
se na vraria Enciclopdica, ra da Cruz o. 52.
Flores
Vende-se lindas camelias e oatras flores pro-
pria* para cabillos, on perneados de senhora, na
ra da Imperatriz n. 82, casa de caoellereiro de
Oiiion Duarte.
Vende-se urna casa terrea na Capunga (ra
da Atnizade) n. 38, em cliios.proprics : a tratar na
ra de Marcilio Dias n. 15.
ATTENCAO
Vende se a taberna da ra Imperial ti. 49, es-
quina do becco do Lima : a tiaiar na rm>sma.
CALCADOS.
A I ja de Ml(ados da Bota de Ouro, aeaba de
reeeber nm grande sortimento de calcados dos
melhores fabricant?s de Inglaterra, Portugal i
Franca, a saber : botinas de bezerro o peliea pa
ra iinmen^, bolinas de peiica preta e duraque de
e.res e de cauoi altes pira seahora, ditas de be
ierro, fiotla grosa o gipiados para rapazas-, bs
linas e sapatinho* bordados dos melhores que
lein vfndo e*s prac : na |..ja da Bota de Ouro
lita a roa w oom Jesas u. 21, sobrado ama-
rolU>.
Superior caf do
Ceara'
Vende-se ca ioj d > Hani : ra do Da^ue
1^ Catias o. 73, antia do Queiinad'i. ^^^^
FotHsai da Kiis^fir
'>mpanh'i.
A 640 rs.
Vende-se sapatos de marroq lira, obra muito boa
pelo preco de 640 rs. : venbam a ra da Impera-
trlz n. 68, loja de mindezas._________
A 4$000 ~~
Vende-se espartilhos para meninas e senboras
pelo diminuto preco de 4*000 : veoham nova
loja de miudezas da ra da Imperairiz n. 68; ve-
oham a el les, antes qne se acabem.___________
A 4^500
Vende 6e borzeguios para hornero, .obra taxiada
e bem feta, pelo diminuto prego de 5*500: ve
nham ra da Imperatriz n. 68, loja de miudezas.
MODERNAS BAREGES COM LISTAS DE
SEDA FRANJA AO LADO.
Cbegoo para o armazem do PavSo om
elegante soriimenio das mais liadas b're-
gei e iSaziohas moderoas, tendo ao lado
bonitas listris-assetiaidas com franjas para
os enfeites, as qaaes se vendem mais barato
do que em ootra qualquer parte, porbaver
grande sorlimento desU nova fazeuda na
loja do Pavlo rna di Imperatriz n.60.
nadapolio barato a 5A500
Vmdem se pefas de madapolSo moito sn-
peri-ir te; do 4 palmos de largara com 24
jardas cada peca pelo barato preco de 8500,
por ter tira leve toque de mofo, senSo se-
ria para moito mais dioheiro. Dito francez
finissimo muito largo, por ter o mesmo de-
feito q e larga logo que seja lavado a 7^000
a pe?a, granie pecbincha i roa da Impe
ratriz n. GO, na loja do Pvao de Pereira da
Silva A C
NOVAS BABEES A 400 R3. 9 COVADO.
O PavSo vende deljfitiiajaate moderna
bareges para vestidos, pelo barato preco
de 400 rs. o covado na ra da' Imperatriz
n. 60,
Vende se o engenho Cjnceicao da Bailieria;
na comarca de Catrarazibe, provincia de Alagoas,
duas legoas distante da villa do Passo, porto de
embarque, e em altura que deve passar a projoe-
tada e ja contratada va-frrea de Macet a en-
contrar com a de Una ; moente a correlo conve-
nientemente preparado a todos os respitos ao
melhor modo de facilitar o respectivo irabalho
com o maior aproveitamento ; moendo por urna
machina a vapor de forca de tres e meio cavallos
inglezes do mais moderno systema o sobretodo.e
urna admiravel simplicidade, possoindo os melho-
res efmais uberdosoj terrenos possivel para cana
e qualquer lavoura, tendo urna legoa de fondo e
mais de meia de frente, dando assim lugar a mais
dous engenhos de solTrivel lamanno para moerem
com agua. Reunindo alem de oulras as vanta-
Sens de tres portes de embarque e a proxmidade
e mercados, como sejam a Villa do Passo, Porto
Calvo, povoacoes de lahuminha e de Camaragihe.
Vende-se com a safra prestes a colher para Tnais
de 2,000 pies de assucar, ou com a que se est a
criar, qne nao dever ser inferior. Tambem se
vender algns poneos escravos, boiada, assim
como iguns utencilios, movis de casa de viven-
da, etc., etc. Tambem se arrenda por alguns an
nes, e mesmo com alguns escravos, etc., podendo-
se retirar a machina a vapor e deixar molinote
para animaes, com tanto porem qne se compre a
safra existente : a tratar no referida eogenho ou
nesta cidade com o Sr. Tavares de Mello, p-aca do
Corpo Santo o. 17.
LembranQa tempo
O proprietario do armazem de vveres ra do
Imperador n. 28, vem por meio deste annuncio
prevenir e avisar ao respeitavef pnblico desta ci-
dade, qne o seu armazem um dos que com mais
vaBiagera pode satisfazer as suas bem entendidas
exigencias, pois para tai ira tem feito reunir no
mencionado establecimento o mais completo sor-
tmenlo de acepipes, e para que os dignos leitores
deste annuncio nao tenham occasiio de massada
toma aresolucao de limitar se a lembrar sornenie
os gneros qoe elle (em como especial novidade, e
o siguite :
Lindas caixas com coefeitos, proprias para pe-
queos presentes.
Chocolate em p, este chocolate tem a vantagerc
de poder-se fazer me-mo na mesa.
Leite condensado, a melhor marca contncida,
este leite convero principalmente aos collegios, bo-
tis e hospitaes, pela presteza com que se oblem
qnalquer preparado delle.
Tmaras do Egypto, raramente vndo a este
mercado.
Licores Anos: Chartreize, Curaco, Anizete.
Creme de fosa, etc., etc.
ALEM DISSO O CAMPOS
pode garantir que o seu armazem um centro do
borne agradavel ao paladar, pois nelle se encon-
trara sempre tudo qu.-.n o pode oecessitar urna
despenda, cozinba ou mesa desde a mais bem sor-
tida al a mais mediocre.
AGORA ANDA
annuncia tambem fei.ao r.iuiatinlio em saceos e a
retalho.
D
5 "=
2 2.a
tu
tt
*
C
a;-
-x
m
9
Querem comprar ?
Guardapisa para"vestidos; preto ou branco?
Papa-flna, larga nu estreita ?
Lencos de lisrhe, bordados ou lisos f
Bonitos leques, osso ou sndalo ? t
A Nova esperanza quero tem 11 I
E novidade!
Acaba de chegar a Nova Esperanza rna Duqne
de Caxiaa n. 63, bonecos e bonecas, sendo de mol-
des inteiramente novo, vndo entre elles os en-
graciados bonecos de borracha : para que se can-
eara? qnando quizerem comprar qualqaer oojecio
sendo boro, bonito ou engracado, lembrem-se logo
da Nova Esperanca rna Duque de Caxias n. 63.
Ivendem cerveja mjense
Rbeno.
vil
A revalesciere du Barry de
Lonli'es
Toda a doenga cede ;t Revalesciere da Barry,
que d sade, eoergia, appetite, digoslao a des
canso. Ella cura as dispepsias, gastrites, humo-
res, acidez pituita, fl.ito, enjps, vmitos dapeb
da Comida e gravidez, con tpac5es.t> astoma.
affecciJes pulmonares, bsxiga, ga' -arebro e
sangue ; 60,000 curas, incJuicido mu.ias de'.las no
Brasil.
A revaleaciere chocolatada du Barry
em p,
Delicioso alimento pan almoco e ceia, muito
nutritivo, fortificando os ervos do estomago sem
causar o menor peso neni dr de cabeca, nem ir-
rilaco.
nico deposito para o Brasil em Pemambuco
na pharmaeia americana de Ferreira Maia A C.
ra do Duane de Caxia"' n. 57. (Todo cuidado
com as falsftVneSes.)
Sitio venda
No Arraial roa da Harmona, vende-se nm si-
llo, lodo plantado, i oa casa a baoho, qne se torna
recommendavel, j pela sua collocacao topogra-
phica e salubridade que gosa aqnelle pitoreseo
arrabalde, e ja pela modicidade coro que se pode
fazer lio opuma acquisicao. As pessoas qne o
desejarem pdem derigir-se para nLrmacoes
rna do Livramento, armaren do Balisa.________
Para noivados.
Fila- i'.-pici.-es e preparadas para lacos de cor-
tinados de cuma : recebeu a Nova Esperanca,
ra Duque de Casias u. 63 : a ellas mies que se
acabem, pois vieran! somente sei e rao hndissi-
mos.
Machinas para desoa-
ropar algodao.
No f.s.'.riploriii de J 'aauim (Jeraro de Bastos,
ra do Vigario o. 16,'Io andar, vendm se ma-
chinas de 18 sei ras para descalcar algodao
E. A. Burle & C, em seu armazem a roa
da Crut n. 48, vend;ra a precos muito cm coma
p?ra acabar :
Ladrilhos de marmor. _
Tabeas e dgros de dito.
Maon comurom.
Mannite.
Fio de vela.
Cognac fino ero caixa e barra de vidro.
, Vinhos de Bjrdos floos e ordinarios em caixas
e barris.
Licores em caixa.
Frncias em conserva.
Azetta doce em caixas.
Rui do Barao da Victoria
Antiga ra Nov i?. 2.
Amaral, Nbnco A C. convidam os :eus aroi-
trA,s e freguezes a virem ao Bazar Victoria pata
apreciar o apurado go?ro com que -ao feitos di-
versos artlgos que receberam ltimamente da Eu-
rooa, a saber :
Vestidos de blonl com veos e gtinaldis para
casamtntos.
Ditos de seda lisos e matisados
Ditos de fil de seda ricamente bordados a co-
res.
Ditos de chita e de ganga com lodos os enlej-
es necesarios.
Ditos du cambraia Victoria fiaissima.
(tamisas bordadas para senhora c, hornero.
Saifs e penliadnres bordados.
Meias finas de algodao brancas e de cores para
senhora.
Sabidas de bailes* e bournox de :asemi,..
Casquina* de goda preta.
Ricas fronhas de labyrinlho bordadas.
Cclxas de seda, de la e seda, do algedo, fas-
tai e la pnra.
Aza de mo?ca de (odas as edres, urna blen-
da especial para cbnr quadros, espelhor e
retratos, deraasiatf.mcnte transparente e prepa-
rada de forma a tviiar completamente o p.
Colerlnhos e punhos de papel.
Chapeos de seda e de velludo para senhora e
meninas.
Fit*s macooicas de diverso graos.
Perfumaras de diversos fabricantes, leos, ba- "
nhas, exlrctos e pos ds arroi etc. etc. .*
Um completo sortimeoto d>> carleiras de mir-
fim, tartaruga, madreperi.la e conro da Ru
indispensaveis do seda, e de couro da liussia, tbe- -
zonras e caivetes muito finos.
Um completo sertimenu de chapeos de tal-de
seda, bengsllas de canua, balea, borracha e Ba-
deira.
Charutos superiores, fumo mglez para cachim-
bo, carteiras e bolea* e seda para o mesmo e
ootros moitos nrjectos.
Um completo sortimento d? esp.hos dourad?
de diverses tamanhos, de a 25.
Saboneta inglez em caixinhas a lj'00 a duzia.
Papel para impressfio.
Vende-se por pre^o milito barato, havendo tres
tamanhos: na ra da Cruz n. oi, armazem de'
Alves 4 C.
Cemento verdadeiro JPort!a: !.
Vende lolo Ignacio da Costa, em barrica-, \ r
barato pref.o : no armazem da'escaditha da jl-
dega n. 5.
A' rna(do immeriio 10, esenpt i
rio do Jos Joaqoim da Costa Maia, en
contrase pura vencer p-T c^mmodis
precia :
Azulejos besparLes.
Folh1-' Je ferro galvanizado para (filia-
rlo de diversos tamanhos.
Ditas de'duo dito lizas.
' Bieas de ferro galvanizado.
Caraiciras dito.
Pnrtfds compleei? para cfnlari?.
Ladrilhos.
! 50 palmos !
Cano de chumbo eslanbado para agua Ou gaz
por 4*000.
CHAPMAN'S
________29-Rna do Imperador19.
MI IW
a 3j200 a libra, era pequeas laiinhas : so no
armazem do Campos roa do Imperador n. 28.
Cemento Fortland
Em barricas de 13 arrobas preco mais com-
joodo do qoe em outra qualquer parle, vende-se
jos armazens de Tasso lrmaos A C
Grande pecbincha
Damasco de lia coro 9 palmos de largura, fazen-
da praprra oara colchas de cama e cocerlas de
piaoo, pelo baratissimo prec.0 de l30O o cavad,',
alpacas de dres de padioes miudos a 500 rs. o
covado, aas de cores rnescldas e de lindos pa-
drojs a 3i0 e 2S0 o cova lo, cambrais de coras a
380 e 2io o covado : na; loja dos arcos rna 1*
de Marco (amiga do Crespo) n. 20 A.
Espadadores
De palha o mais bem feito que pcsivcl e
mais barato do que em catra qualquer parle, na
praca da Independencia ns. 33, 37 e 39.
VENDE-SE
doas cavados de sella, sendo nm caslarilio, de
frente aberta, bastante goldo, andador de baixo a
meio ; e outro moilado, de rias brancas, muito
bm bai^eiro os pretndante* P'dem ve !oj na
ra de Biacbuel!- casa de Vijent Ferreira da
Casis, as 0 s 8 horas da manhaa e das 3 ai 6 da
t?:de. #
Na ra das Crntes p. 38 I* andar, tem para
vender osebjectos seguintes, era completo estado
de perfeijao, e com pequeo uau, por ler sido de
orna pestea que rondou de residencia e nao ne-
cessit'.r dos di'os objjelus, podero ser vistos das
10 horas da manhaa as 3 da larde, e vende-se por
muito barato preco.
i lustro de 4 lucos c m convnies e pendentes
todo de clny-ial, 3 e&adieiro* de 2 biuos de metal,
3 dlos a 1 bico de , 7 iranVHa, tolo para
o gaz caiboffico, 15 gi-bos psra os mesmos, 6 lan-
gas para entinas, 2 venpz.ana*, 1 lampean para
jardim, 5fi jirda de psteira, I relngiit rt parede.
I'O ps de canos de chombo proprkkyara enca-
ar agua e com 1 torneira, 1 guirda runpa de
amarell, pejneno, e 1 earteira de dKo para loja.
Tambem se vende um cavallo ajo marte gordo e
bom.
manieipa fiau:eza n va
M ngaeira u. .
VEHDESE
a 720 rs.: na roa da
4TT.ENC0

Vende-so um sobrado de nm andar e sotao-
novo e ncito bem>ac>bdo, coro lerraco na fren-
te de dstnz. eminha fura, morado, contando qua-
tro meias aguas de pedra e cal, que rende cada
orna 8 vni)"menal, tndo ni fnnlo do roeumo so-
brado .o na rna de S. Ii* fregnezla de S. Jos*
desta cu.ide : tratar na mesma ros, casa nu-
mero i.
5

i

\



i


m
4
Oiaiio de Fernamouco Terqa fera 10 Je Ouiubro le 1871.


)
)
LABORATORIO HOMEOPATHICO
DE
miISCO DE PAULA CARDOZO MIOR 4 C
41.Ra do Imperador41.
Fancisco de Paula Cardoso Jnior & G*. animados pela condescenden-
cia, que para cora ellas teve o Sr. Dr Jacintho Soares Rebello, que ha 26 annos
exerce o systema bomoopatbico, gozando sempre de subido conceito, a eslabe-
lecer nesta cidade um-LABORATORU HOMEOPATHICOde primeira ordem,
digno da confianza e protecco do illastrado e respeitavel publico desta provin-
cia e do norte do Brasil, para oque, rd se poupando a despezas nem fadigas
1) capazes de superar lodas as difficuldades, com que Uveram de loctar, trabalha-
ram incessantemeote desde marco ultimo, julgando ter conseguido o sen desi-
dertum, tem boje a satisfago de, annunciando a abertura de sua casa, affir-
mar aos amigos da homeopathia, que se ju'gam completamente habilitados para
) o perfeito desempenbo de todos os misteres do seo encargo.
Os elementos do seu estabelecimento foram todos importados da afamada
casa de James Epps & *. de Londres, um dos primeiros e talvez o mais co-
ndecido e acredita lo estabelecimento deste genero; as preparares secundarias
(dyaamisacoes e diluices) foram preparadas com o mais escrupuloso esmero
segundo as regras da sciencia e sob a iraraediala direcio e inspecao do mesmo
Sr. Dr. Rebello, cujo nome ligndu-se desta sorte ao estabelecio>ento, a mais
segura garanta que podem ofierecer os seus proprietarios s pessas, que os
honraiem com a sua confianca, de que no preparo dos medicamentos nao se
pouparo esforcos para que sejam bem servidas, pois que a austeridade.com que
cumpre aqoelles todos os seus deveres e sobretudo o respeito, que consagra
sua prrpria reputado, lhe nao permittiam sacrificar a vida de seus clientes
ao interesse de terceiros.
Sem pretenderem os proprietarios deprecfar os productos dos outros
estabelecimentos deste genero, creem todava poder afirmar que nenhum outro
excede o seu em soperioridade, e para que neohuma duvida baja a este respeito,
poderSo todas as pessas que quizerem ftrnecer-se dos seus medicamentos vi-
sitare examinar o estabelecimento, oide, a'm de boticas em globalos e tintu-
) ras de varias capacidades desde 12'at 120 medicamentos por precos razoaveis,
enconlrarao todos os artigo* que tornam completo o sortimento de casas desta
ordem, taes como: excelleutPS chocolates, p5s dentifricios, encerado de rnica,
tintura de guaco, etc nm lindo vo'ume encadernado domedico do povoori-
ginal do Dr. Mure, tradu ido pelo Dr. Silva, Pinto e revisto e augmentado em
3.a ediccSo pelo Dr. Antonio de Castro Lopes.
Esta obra que contera mais de 500 paginas de impress3o e-ama estampa
explicativa dos diversos orgos do corpo. humano um dos mais claros livros
destinados ao onsinopratiodo tralament de todas as enfermidades, pois indica,
nao s os medicamentos apropriados para cada molestia, como a maneira de
appli^ar e repetir a* dses.
O prego d'ella de 10$000 para as pessas, que comprarem boticas
ueste estabelecia'mt \ e de 12#'.)00 para a*s que comprarem smente o livro.
Contando pois, cora a valiosa protecc5o d s amigos da homeopathia, coo-
clnem os proprietarios o seu annunjio, declarando que se acha adjacente ao seu
LABORATORIO o c nsultorio do Sr. Dr. Jacintho Soares Rebello, e que se
$ encarregam de receber e enviar ao mesmo Sr. Dr. a toda e qualjuer hora os
de chamados de seus clientes.
)
;
)
I
|
)
I
I
)
)
O Sr Cujot chegou a tirar ao alcatrao a
sur; acrimonia e o seu amargor insupporlaveis,
o que o lorna mais soluvel. Aprovetando essa
feliz descoberta, elle prepara um licor con-
cenirado de alcatrao, o qual, sob um pequeo
rolume, contem urna grande proporcao de
principios activos.
O AleatrSio de Gayos (Goudron de
Guyot) possue por consequencia todas asvan-
tagens da agua de alcatrao ordinaria, sem ter
os inconvenientes. Basta deilar d'elle urna
colher de caf n'um copo d'agua para obter
logo um copo de excellenie agua de alcatrao
sem gosto desagradavel. Cada qual pode
d'essa maneira preparar a sua agua de al-
catrao quando d'ea precisa, c que offerece
economa de lempo, acilldade do u.msporte
e eyita o manejo lao desagradar-! do alcalrao.
O Alia'.ro de iuj< SUb.ttUC COm
vantagem umitas tisanas ims oh Tncnos
inertes, nos casos de deli./--. brunchites,
tosses, calarrhos.
O Alcatrao tim;ot empregado com o maior xito as molestia; fcegnintea:
Cd BEBIDA. Vina colher de caf para um copo d'ayuu uu duus colherts da
eopapara urna garafa :
BRONCHITES
CATARRHO DE BEXiGA
DEFLUXOS 9
TOSSE PERNITAZ
IRRITADO DE PEITO
TOSSE CONVULSA
CH FOMENTAvOES. Licor puro ou com umpouco d'agua:
AFFECCfiES DA PELLE
comichOes
molestias do ccuro cabezudo
ES DUEC(OES. ~~ Uvia par le de licor equalrod'agua (tttc*cuiateir*mmfnp*tmi.)
FLUXOS ANTIGOS OU RECENTES
CATARRHO DA BEXIGA
O Alealro de Goyot fot experimentado com um verdadeiro xito nos
yrincipaes hospita.es de Franca, da Blgica e da Espanha. Foi reconhecido
que, para os tempos de calor, elle conslitue a bebida a mais hygienica, e so-
bretudo durante os tempos de epidemia. Urna intrueco accompanha cada vidro.
Yende-se na pharmacia e drogara de P, Mau-
rr& comp.,ruaBar!ia da Victoria nt 17
A' AGUIA BRANCA
RIA BUQUE DE CAXIAS N. 52
(Outr'ora Queimado n. 8.)
A Aguia Branca tendoj recebido parte desuas
antigs encomrnenda?, em seguimento acaba ago-
ra mesmo de receber octras, algnmas das quaes
se tornavam essencialmate precisa?, e oulras se
fazera apreciadas por seas gastos e qualidades,
coiro sejam :
Meias de to d'escocia, abertas para senhoras
e moins.
Ditas dem com listas tambera para senhoras
e menina=.
Ditas idftm mnito bi)Dtas ao gono escocez,
Ditas dem dem brancas e com listas para me
nina?.
Ditas idem dem para baptizados.
Ditas de algodo compridas e com listra? para
meninas.
Lavae pretas de seda, para senhora.
Ditas de torzal e de seda par menina?.
Bonitas caraisnhas bordadas para senhoras.
Pil de seda, branco e preto com flores miadas.
Dito de algodao, liso e com flores.
Touqainhas bordadas para crianza?.
Lindos e modernos chaposiobs de usto para
ditas.
Pentes de t&rtarnga para desembarazar on pon-
tear.
Ditos de dita traveseos para meninas.
Ditos de borracha para ditas.
Ditos de tartaruga, pequeos, para segurar o
amarradilho aos cabellos de senhoras.
Grande sortimento de enfeites de seda para ves-
tidos.
Fivellas de madreperola e de tartaruga para
pnlceira e lace para o cabello.
Bonitas b Icinhas para meninas,
NOY SORTIMENTO DE KNCHOVAES PARA
" DAKfISADOS
A aguia branca acaba 4e receber novo sorti-
mento de lin los e completos encbovaes para bap-
Usados, e bem aisim separadamente caroisinhas
para ditofl, lindos efeapeosinhos de setim branco
bordados, outros ditos com (ando de velludo, obra
de mojto gosto, e que servem tambem para pas-
eeio, sapatinhos de teiim para o mesmo flm.
MODERNOS ENFEITES DE PLORES,
ornados com bicos de seda, fitas de setim e flvella
de madreperola ao ultimo gosto, e proprios para
iiailes, casamentes, etc., etc.
n.
FLORES E PREPAROS PARA ELLAS
A Aguia Branca reeebeu lindos ramos de flom
finas, tanto para cabeca como para chapeos,
i bem assim :
Papel verde lisio e com listas para foihat.
Dito de cores para flore?.
Polhas de diversas qualidades para rosas.
Ditas verdes e lustrosas, obra neva e pela pri-
meira vez vindas como amostra.
Franja* pretas e de diversas largaras para en-
feitar ve.-lidcs,
COQUES DE TRANCAS E DE OUTROS
MOLDES.
A Aguia Branca acaba de receber ama peque-
a porgio dos bonitos e modernos coques gran-
des de tranca e outros moldes.
HOYO SORTIMENTO
DE
BOLECAS
i
A aguia branca, a ra do Baque de Caxias n.
52, ontr'ora do Queiroado n. 8, acaba de reoeber
nm novo e bello sortimento de bonecas de diver-
sas qualidades e tamanhos, sendo :
Cora rosto de seda, das que chorara, e outrat
que fallam.
Com rosto, maoe, e pos de porcelana, e pro-
prias para vestir-se.
Obras de porcelana
A aguia branca tem outro sortimento de diver-
sas obras de porcelana, sendo :
Bonitos e ricos vaso* .para pos da arroz.
Oatros para joias.
Outros para jabonetes.
Oatros para enfeites de mesa.
Pequeas e bonitas pas para agua beata.
Pequeos jarros para santuarios.
Oatros maiores para mesas.
Bonitos port relogios.
Lindas eestinbas tambem de poreeUana.
Escrivaoias de dita.
E meitos outros objectos para enfeites de mesa,
ha nal* helios lt>reo
Tioiara japoniza.
S a anica approvada pelas as academias de
jcienoia, reconhecida soperior a toda que tem ap.
aarmdci at nota, Daaosito piiocipa i nu da
iideia do Recife n. 51, andar, em todas u bo-
4c*s e casa de cabelleireiro.
IiOJA
Flor daBoa-Vista
DE
Paulo
10Ra do Crespo10
400
320
610
720
2,5500
6^000
50000
320
320
0 proprietario deste bem conheoido es-
iabelecimeoto contina sempre segaindo'soa
inga forma de primeiro barateiro da Boa-
Vista e para melhor prova admirem os
preces segdintes:
Cuitas escoras e claras coree flxas
ocovado!60 200rs.a. .
Oambraias de cores 240, 2SO rs. e
La para vestido 280, 320 rs. e
Creps escocesas fazeada oora a..
Alpacas lavradas d'um 6 ooru .
Cambraia branca transparente pe-
cas a305GO e.....SiJOOO^
ditas dita victoria a 4*000 e. 80000
Bramante com 10 palmos de lar-
gara, varas, a 2*J00O e. .
Madapolo soperior pecas WOOO-e
Algodao a 40OOOe.....
Brim pardo trancado pecbincba
covadoa.......
Dito dito liso mutofioo a. .
Oatras maitas mais fazendas que vende-
r por oreos baratissimos como sejam :
pannos pretos, ditos zoes, casemiras pretas
a de c6r, merios, bros brancos o de co-
res, seda para colletes, camisas inglezas para
homens, meias, cbapog de sol etc.
Otlicina d'alfaiate
Os dignos fregaeze?.encontrara*!) um gran-
de sortimento de roupas feitas desde o
mais inerior at ao mais soperior que se
acbe no mercado, a?sim como se mandara-
ter toda e qoalqaer obra d'encommenda
feitas a capriebo, pois para este mister se
icba munido d'um perito mestre. Garante
se fazerem se menor 20 % de que em oolra
qualqaer parte pelo o motivo de o freguez
l pagar o que compra e nao o aspecto do
estabelecimento.
4Ra da Imperatriz- 1S
JUNTO A PADARIA FRANCEZA
mso mu
Tem venda em seus arm&zeus, alera do outros
irtigos de sen negocio regalar, os sgua'.es, que
tndem por precos mais mdicos que m ou-
tra qualquer parte :
PORTAS de pinbo al mofa dadas.
PORTEIRAS de ferro para cercas.
SALITRE mglez.
SSTE1RAS da India para cama e forrar Halas.
GANOS de barro francs para esgoto.
QESSO superior em porcoes e a contento.
C3MENT de todas as qualidades.
i ACHINAS de descarocar algodao.
LONAS e brinzoes da Russia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
FOGOES americanos muito bons e econmicos.
YINHO de Bordeaux.
COGNAC superior de Gantier Freres.
r*ARELLO em saceos grandes a 3#S00.
AGUA florida legitima. .
BALANCAS decimaes.
CADEIBAS americanas. '
RHUM da Jamaica.
AZULEJOS de Lisboa.
Contra a tosse
PAST1LHAS PE1TORAES.
de "-
Gomma simples crystalisada.
Ditas de angico <
Naff d*Arabia.
Seve de pinbo martimo de Lagasse.
E outras maitas que mnito se recomendara pe-
las'suas expelientes qualidades.
Vende na
PHARMACIA E DROGARtA
DE
Bartbolomeu & C
34-RUA LARGA DO R0SARIA-3i
Pecas de dgadao com 80 jardas a 4/, 41500
DUas de madapolo a 4/, 5 54500, 64, e
61500.
Ditas de dito infestado, francs superior a
10*000.
C!Mtas francesas de tedas as qualidades a 240,
i80, 300, 3*0 e 368'o covado.
Cambraias decores a-240e 280:rs. o eovado.
Dita lisa dd cor a 320 rs. o covt'do.
Bitas pretas para luto a 640 rs. a rara.
Pecas de cubraia lisa transparente a 31, 3150*
Dius de dita tapada Victoria, a 41, 44500, 51
e 71.
Ditas de dita transparente, suissa muito fina
400 laorn 17 vara*, lii.
Ditas de dita bordada com 10 jardas a 71 a
Organdy branco uno a 700 rs. vara.
Bnlhantina branca, infestada a 440 e 500 rs. o
co\ado
Breunha de linho com 25 varas a 201000 e
251800.
Dita de dito'infestada cora 30 varas a 271.
Bramante de linho com 10 palmos de largura a
2f500avara.
Dito de algodao a 11500 a vara.
Atoalhado de dito e de linho cora" 10 palmos de
largura a 11500 e: 31.
Toalhas alcochoadas para rosto a 71 a duzia.
Ditas de linho do Porto felpadas a iOlOOO a
duzia.
Guardanapos de linho a 31 e 41 a duzia.
Cobertas de chita a 21 e 21500.
Ditas de chita adamascada forradas, 41,41500
e 51000.
Colchas de damasco de edrw a 41 di.
Ditas de fustao alcochoadas a 51.
Cobertas de l escuras a 21.
Ditas de algodo brancas a 14400.
Collelrinhos de linho a 800 rs.
Chales de merino lisos pretos e de cores 21000
6 31000. ,
Ditos estampados de mia casemira a 21 e
21500.
Damascos de cores a 040 rs.
Lenos brancos de c.ssa flno3, 21, 21500 e 31
a duzia.
Ditos ditos e de cor abainhado largo a 31 e
31*00 a duzia.
Ditos ditos de cambraia de linho finos a 61 a
duzia.
Ditos deesgniio de toM a 41, 41500, 51 e 64
a dusia.
Brim Angola a 640. 800 e HOOO o corado.
Brns de linho de c*n*s a 500 rs. o covado.
Corles de roeia ca*--ira para caiga a 11200 e
11400.
Ditos de casemira para calja a 31500, 4500
51500.
Casemiras de cores d< duas larguras, 21, 2150
e 31 o eovado.
Ditas pretar, duas larguras a 21500 o covado.
Pao lino preto e azul a 21, 21500, 31000
31500.
Dito dito muito fino superior a 51, 61 e 71
covado.
Lans e alpacas de cores para v93lidos a 400
500, 600, 700, 800 e 11 o covado.
Toalhas com iabyrintos para bandejas e para
rosto 81,101 e 151.
Camisas de Amella branca, e de cores 21,
21500, 31, 31500 e 445C0.
Grosdenapoles preto e de cores 21, 31 e 41 o
covado.
Do-se amostras com penhor.
Vende-se tambem grande qaantidade de roupa
feita e por medida por precos mnito reduzidos.
Dura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopau
Essa pomada qae lao bons du as pessas que delta tem feito uso aeaba de
chegar para o seu deposito especial..
NA
Pharmacia e drogara
DE
Bartholomeu & C. roa larga do Rosario nu-
mero 34-
A TLOR DE OURO
E' este o distintivo de urna nova e bem montada
loja de joias, sita a ra larga do
Rosario n. 24 A,
Os proprietarios deste elegante estabelecimento tendo m vista os esforcos que
flzeram para o eollocarem as condiccoes de urna grande cHentella, filtariam ao mais
rigoroso principio se nao viessem as collumnas do jornal sciemiflea ao respeitavel pu-
blico, que no me.-mo estabelecimento encontrarle sempre o mais completo sortimento
de joias, como sejam : brincos os mais modernos, para adornaren as delicadas or-'
Ibas do bello sexo, e que se veedem a 8. 9 e 101 o par, ditas para meninas a 4, 5 e 6*y
ditas de coral, obra de apurado gosto a 3 e 41, Vollinhas de coral cora erases de ove
a 5/, broches modernos de 3 a 131, ditos com pedras e m anas devidas caixinnas a i
10. li, 16 e 201, rosetas lisas, porm bem trabajhadas, de 21800 a 91. ditas com
pedras de 4 a 151, cacoletas a 41, ditas coro Inscripcdes a 5150O, anneis de diversos
goslos, e com bonitas pedras a i, 3 e 4J, ditas de perolas, esmeraldas e rublos a 61,,
ricas crozes de esmeralda e rubim a 12, 14 e 161, ditas de ouro e coral com vistas pho-
tographicas a 3,4, 5, 6 e 71, flgas de coral a 21, cadeias para relogios a JOl, tas a:
61500 a oitava, guarnicdes com tres botSes para aberturas a 41, ditos de pedrlnhas a31B00
o par, ditos para punbos os mais modernos a 7 e 81; alm de um variadsimo sortimen-
to de joias de apurado gosto que recebem por lodos os vapores da Enropa ; como
sejam : brincos, bracelete?, alftnetes, adereces completos, erases, rozetas, anneis de
brilhantes, esmeraldas, perolas e rnbins. MedalhSes, voltas, trancelins, anneis eorntet-
tras e de diversos modelos, oculos e penelnez de ouro e prata donrada, relogios de ou-
ro e prata de afamados fabricantes, salvas de prata de diversos tamanhos, ricos paliiei*
ros e faqueiros, colheres para cha e sopa, maracas para criangas, e urna inflnidade de
objectos qae seria eufadonho mencionar-se.
,, Os proprietarios da Flor de Ouro garanten) vender mais barato que em outra
^S qnalquer parte, para que estar aoerto o estabelecimento das 6 horas da maub as 8 da
*s noate.
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Qneimado)
Tendo-se resolvido d'ora avante vender-se neste estabelecimento todas es fazen-
das existentes no mesmo, por pregos qne todos admiraro, acbo de mea dever partici-
pa-lo a todas as Exmas. familias em geral, afim de virem visitar este estabelecimento
ou msadarem buscar amostras, garantindo-se-lbes um bom sortimento de fazendas de
algodao, laa, linho, e seda.'emfim urna inflnidade de artigos de mtda mandando-ee i
casas das Exmas, familias, por em Drogado da casa, toda e qualquer azenda para veren
ou escolherem. "n H r
As pessas que vendem em menor escala pederao bem sortirem-se neste estabe-
lecimento qae vender pelos mesmos presos que em qualquer casa importadora, tendo
a facilidade de comprar qualquer porc3o.
O 65 tem um completo sortimento de roupas bem acabadas o qne vende por
precos moitissimo commodos. mandando tambem fazer por medida toda e qualquer obra
que os concurrentes desejarem para o que tem um dos mais habilitadsimo mestr
alfaiate, cortando por um systema inteiramente novo.
Os annuQcios nesta praca est5o e por certo devem estar desacreditadsimos, pota
que ha casas que annuociam aqullo que nao teem, o que o 65 garante nnnea dar-se em
seu estabelecimento, pois que s deseja bm servir ao publico em geral, para ganhar
g'ande nomeada em todo o mundo.
O 65 acha desnecessario mencionar os presos de suas fazendas pois que issotor-
naria-se demasiado macante para os leitores, por ter de ser demasiado extenso sea ao-
nuncio, e mesmo para se tornar menos despendioso, pois que vendendo mnito e muito
barato mister encurtar suas detpezas. A sinceridade dos tratos do 65 julgo que j o
publico conhece demasiado, pois que sempre tem cumplido com aqullo que annancia,
n5o verdade ?
Xarope sedativo
DE
Gasea de laranjas amargas
COM
BRO.UURETO DE POTASSIUM
DE
IAROZE
Este novo preparado aprovado pela aeademia
imperial de medicina, muito se recommenda pela
sua accio sedativa e calmante, Sobre o systema
aervoso, o bromureto de potassinm, nao deixa de
lar os mais certos resultados as diversas aflec-
c5es do organismo e principalmente as molestias
lo coracao, das vas digestivas da' respirac&o, das
?ias genito-urinarias, na epilepsia, as molestias
leprosas da prenhez, na insomnia das enancas
durante o periodo da deticao etc. etc.
Vende-se na ibarmacia e drogara
de
Bartholomeu & C.
34-RA LAR3A OROSARIO-34
PIRA WOIViS
Lindas grnaldas com flores e botoes de
larangeiras com vivos e sem elles, vendenv
se na Nova Esperaoca raa Duque de Caxias
n. 63.
Oleo pira machinas
Vende-se na Neva Esperanza na Duque
de Caxias n. 63.
Nao barer cou vul< ev
As crianzas que usarem dos collares ano-
dinos, qae se vendem na Nova Esperanca,
esUro isentos de convulsoes ; pois s9o os
ve'rdadeiros recebidos directamente.
Bazar universal
RA DO BARQ DA VICTORIA (OUTR'O-
RA NOVA) N. 52.
Acaba de ebegar para este grande estabeleci-
mento um con, pelo sortimento de machinas de
costura da todos os autores conbccidis, os quaes
garantem por annos as ditas machinas, e se ven-
dem per precos tao razoaveis que a todos agrada-
r, cujos precos sao os seguintes: 401, 001, 801,
1001,1201, 1303, 1403,1601, 180jl, 2001, 2201,
2501 e 3001. Garante-se aos compradores a boa
qnalidade de trabalho, e obriga-se a encinar tan-
tas vezes quantas sejam precisas para bem com-
prehender sd. Vende-se tambem pegas e mais
pertences de sobresaleotes para as raesmas machi-
nas. Previne-.e desde j que s se vai ao cha-
mado para concert e eusino de machinas das que
forera compradas neste estabelecimento.
J. 0. 0. Doyle tem em seu
armazem para vender
O SEGUINTE :
COGNAK HENNESS.
VIMHO XEREZ.
DITO DE LISBOA,
FILTRADEIRAS.
BITTER
A' roa do Commercio n. 38.
E' INTIL, NAO SE CANGEM, COM O 65 NINGUEM PODE COMPETIR
ROA DO. DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)



<*ur tJC
Aza de mosca.
E' urna fazenda especial para eobrir qaadros,
espelhos, retractos, etc., demasiadamente transpa-
rente e preparada de forma a evitar completa-
mente o p.
Sabonete3 inglezes em caix'rahas que se vende
por 11500 a duzia.
Colarinhos e pnnbos de papel.
Vende-se no Bazar da Victoria ra Nova n. 2.
Mantixa a/800 rs.
Vende-se manteiga inglesa flor 800 rs.-c no
Progresso do Pateo do Ormo n. 9.
Para oratorios particulares e
cap ellas de engenho.
Vndese um altar dourado, bem como os res-
pectivos caslicaes e palmas tambem douradas,
igualmente vende-se dons ornamentos, duas alvas,
estolas, manguitos, sangainhos e todos os mais
pertences, sendo nm dos ornamentos bordado a
ouro uno : nesta typographia se dir quera vende
Chegaram loja do Mercurio, ra da Imperatriz
o. 86:
Ricas franjas de seda preta, turas de pellica
Jouvn, botinas de cores para senhora, ditas de
cordavio e becerro para hornera, oleo extracto-
oriza, ricas flus largas para la?o, ricas gravats
de gurgorao de seda das mais modernas e lindas
cores, e nm completo sortimento de galdes de seda
para guarnecer vestidos e outros amitos objectos
de gosto.
Roa da Imparatriz n. 86, loja denominada
O MERCURIO
pertencente
I0S BBHNAHD0 DA MOTTA.
VNDESE
dons booltos eavaltat, andaderos de baixo meio,
sendo ao rodado apataeado, bastante grande, e
entro castanho, pequeo : no caes do Raaos nu-
mero 30.
IOJA
DO
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo a. 9
Acaba de chegar pelo ultimo vapor diversos ar
t'gos de novidade, como sejam :
Lindas touqainhas enfeiudas para baptisado ;
assim como cnaposinhos.
Sapatinbos de seda e de merino.
Heias de seda e fio de Escocia de 1 a 12 annos
de idade.
Ricos leqaes de madreperola todos abertos, o
melbor qne ha neste genero ; assim como oa-
tros de uttdreperola com seda, fazenda requissi-
ma ; tambem reeebeu grande sortimento de lo-
ques de sso fingindo raarfim sndalo e madeira,
tanto para senhora como para meninas.
Superiores ligas de seda para segurar meias.
Meias de borracha para qaem soffre de inxacSes
ou erysipela.
Seda froura para bordar todas as cres.
Froco de seda para o mesmo flm.
Retroz preto e de cftres em eaniti?.
Fitas para cartas de bachireis.
Qnadros para retratos.
Lavas de pellica, e de seda, branca pretas e de
lindas cores.
Superiores capellas para noivas.
Liados alflnetes de madreperola para petos de
senhoras.
BLindas abotnadoras para colletes.
Laa de todas as cores para bardar.
SSnperiores pencenez de ac.
Muito finas thesonras para costura, unhas e
para eortar cabellos.
cabXs*reS PeB,eS tortara* Pra rra5V
detrf,B 'D8leZa PM* ll0ff cabellos' a Terda-
6rande sortimento de franjas pretas, tartas
estrenas e lindos padrdes
Lindos babadinbos e entremeios bordados, tapa,
dos e transparentes.
56 ARa do Mrquez de Olinda56A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conbecido como principal e recommen-
iado pelos grandes depsitos e bons sortimdutos com qne sempre prima em ter dai
rtelhoras, mais acreditadas e verdadeiras machinas americanas para algo-
da a, desde 10 60 sorras, e bavendo em todos os tamaobos diversidades de syste>
mas e melboramentos para perfeito e rpido descare gamento; tornam se dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os qoaes, alm dist), encontrarlo
tambem mais
Apurados vapores logomoveis, de orca
de 3 4 cavallos, e pertences.
Machinas para lavar roopa.
Arados americanos para vanea e la-
deira.
Carros de mo para atierros.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Dites de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guardas comidas.
Tampas para eobrir pratos.
Tarracbas para fazer parafusos de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinha.
Temos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padarias.
Perteoces avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinbos de diversos fabricantes pan
milbo e caf.
Debnlbadores para milbo.
Azeite de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy. j-
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Canos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreirs.
Em6m muitos outros artigos, qpe s avista e neste estabelecimento poderlo ter
examinados.
Vende-se urna taberna sita a ra de S. Joi
l 19, propria para principiante.
ERNESTO & LEOPOLDO
N 2 D Kua do Cabng N. 2 D
Acha-se montado de forma tal este estabelecimento de joiaa qae poete
vender aos seas numerosos freguezes em grosso e a retilho e per precos
mui resumidos visto que recebe de conta propria por todos os vaporea de
Europa. O gosto de desenho de suas jeias o mais lindo do pas das .
modas, coro de lei, brilhantes verdadeiros, esmeralda, roblas, P*roil*
terquezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tenH
para igreja como para servico domestico. Convidamos aa Exmai. familia
a visitaren! o dito estabelecimento todos os diaa at 9 horas da soite.
Compra.se ouro, prata e pedras preckma em obra velna.


i



Diario de Pemambup Tenia feira 10 de Oulnbro de 1*171.
<>?
DO
CYSNE
DE
FIGUEIREDO ft LOPES.
4 RA DA IPERATRIZ \ 61
Os proprietarios deste importante e sympathico estabelecimento de fazendas finas,
vem avisar ao respeitavel publico e particularmente a sua numerosa regaezia, que o
CYSNE acaba de surtirse de todo quanto ha degosto e moderno em fazendas lanto
para horneas como para aenhoras.
E' ocioso citar qae os proprietarios da loja do CYSNE naturalmente previdentes e
d'om espirito altamente conciliador dos interesses alheios com os seos, teem' sempre
seguido e magnifico aystema de offerecer venda fazendas de todas as qnalidadei e pre-
tos relativos de forma que fcilmente podem fornecer artigos desua casa accommodados
a todas as fortunas e meios.
E sobre todas as conveniencias e meios preferivel comprar no CYSNE em con-
secuencia da sinceridade e barateza com qae negociam os seus preprietarios.
No loavavel empento de jastiflcar as saas operacoes convidam as Exmas. familias
a vuitar a sympathica loja do CYSNE chamando as attencoes do publico em geral para
u seguintes especialidades e precos.
PARA NOIVAS.
Veos, capejlas, sedas e popelinas Drancas
e de cores, gollas, ponbos e camisas bor-
dadas, todo caprichosamente escolhido e
para varios precos.
GRETONE BAPTISTE.
Fazenda lisa de ama s cor, de coras di-
versas, para vestidos e tambem propria para
sombras.
CAMBRA1AS
Transparentes de 8 l/i varas desde
M500 at 8l a pee*. Victorias maito Anas
da 40 at 80000.
CORTES BORDADOS
Fazenda branca de delicado bordado
baixos presos acompanhada do competente
figulino.
LAS
Variadsimo e rico sortimento desde a
ta lisa barata de 40 at a de listras de seda
mi8 cara qae pelo preco qae vendemos
por assim dizer de gra?a vista do gosto
e qaalidade.
BAREJES
Lindos padroes aos presos de 360 e...
400 rs. o covado.
SAIASBORDADAS
. As que o CYSNE vende slo bellas e su-
periores.
LUVAS
As melhores e mais procuradas lavas de
Jouvin, brancas e de cores sao as que o
CYSNE expoe a venda.
BALES
De crotones com babado e bordado, di-
to de arcos a 1)1500, pechincha sem rival
ao genero.
CHITAS.
Completo e grande sortimento de todos
os precos de padres modernos e cores fi-
xas.
GROSDENAPLES
Finos de todos os precos e larguras s
o CYSNE pode vender barato-
FLANELLAS
De cores e brancas de500 rs. at 10300
o covado.
ALPACAS
Lavradas de 500 rs. a 10000 o covado,
especialidade do CYSNE que o3o conta com-
petidor.
MAD\POLES
Francez de 24 jardas de 80 at 100000,
inglez de 50 at 80000, e muito Ano.
DAMASCO
Com 8 palmos de largura, dito estreito.
CORTINADOS
Para camas e janellas de todos os tama-
nhos, cambraia para o mesmo fim de 20
varas a 100 a peca.
. ATOALHADO
Da linbo adamascado, dito de algodao
muito finos, bramante entraado e liso, e
barato s o CYSNE vende.
GUARDANAPOS
Grandes e pequeos.
SETINS
Para todos os presos e diversos pa-
dres.
PARA NOIVAS
Camisas bordadas, peitos colarinho e
punbos lisos.
PARA LUTO.
Merinos, princezas, alpacas, canto, bom
basinas, chitas, cambraias etc., etc., por
presos que s o CYSNE vende.
PARA HOMENSE MEEINOS.
Brim pardo a 640, 840 rs., 10 e 10500
o metro, gangas de 400 e 440 rs. o cova-
do, e tambem temos o afamado brim de
angolla.
CHAPEOS DE SOL
Para homens e senboras dos melhores
fabricantes da Enropa.
FILOS
De seda, ditos de linho, pretos e braa-
cos e mais baratos que em outras loja.
MEIAS
Para todos os tamaohos e qualidades.
CHALES
De merino lisos e estampados, pretos com
franja de seda, ditos ci m franja de 12a es-
pecialidadedo CYSNE..
Descalpem os nossos fregaezes termos siao am poaco extenso na narrado de al-
gomas novidades pois com quanto seja nosso interesse tambem o dos nossos fregue-
ses qae qaerem e gostam andar na moda.
Ra 'Ja Imperatriz n. 64.

FIGEIREDO & LOPES.


JOAQUIM
LOPES
MACHADO ft C.
*

i*******.
Travessa do Corpo-Santo n. 25
ARTIGOS AMERICANOS
Cylindros para padara.
Carros de m5o para conduzir fazendas.
Machina; para descarocar algodo.
Polias de diversos lmannos.
Canos de ferro galvanisados para enca-
namento d'agoa.
OBJECTOS PARA CABRO
Oleado preto para guarda-chava de carro.
Dito de cores para forro de dito.
Chicotes para dito.
Pontas de langa.
Gales de seda para o forro de dito, es-
treitos e largos.
Pregos de cabeca de marGm.
Escovas para dar graxa.
19 Ra Primeiro de Marco 19
Temi renovado completamente a loja do predio, em qae teem o sea es-
tabelecimento,
19=-A ra Primeiro de Marco19
com aquelle asseio e elegancia desejave-, acham-se agora prvidos do mais
explendido sortimento de fazendas finas e modernas de
SEDA, LA, LINHO E ALGODAO
todas do ultimo gosto, e continnam a ter como sempre, diversos
ARTIGOS ESPECIAES DE S GASA
Garantem, com toda
a sinceridade, vender
por menos qne qual-
qtrer outro,. porque
recebem em direitura
a maior parte de saas
fazendas.
119RUA1.DE MARCO 19
(Anflga ra do Crespo).
CASA CAUVIN A1AWWER, ^^sur*-?'
_________ U9m Bonlevard Sebastopol, 55. PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Apreiesttdas i Audemii de ScieMiu e ao Instituto de Tttm.
IMJECCAn Sofc*'?"*Pni, dewdHt e doseid pira fiter iKVLUUnU momento ina solaceo PBBVHTIVA B CBR4TJV m
MOLESTIAS CORTAGIOSAS
IHHIJttdfl^liafi*
CraVee inconveniente do. fr*gili TOJOS "',mtt-e rtihmfi*^^ """**
OOLLYRIO Contra as affeccois das palpebras, preparado sob a.mesma forma.
HlT ATETA 9 I"1* DfpMitrios.gem para o RltlSIL 0 POHTI G]
UULUlaLU &L 34, na larga do Rosario?- PERNAMBUGO.1
i
Chapas de ferro p,r, MWr .
Formas para assacar d, ^ pinlde, mtmlaltt
Arados Americanos m vlTO, .^
Machinas a Vapor ^^^
JTLaCllinaS e descarocar algodao.
Trilhos de ferro para engeDh0S, ^
Fogoes americanos
Camas de ferro graade8 e mmm.
Macacos de estiva
Cofres de ferro de mau, omro,
Papel deombmlho
Estes artigos vendem-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes 4 C.,
n. 4 ba do bom jess,
(outr'ora ra^da Cruz )
I
flanea se vio om processofmais perfeko e qae at-
aja de tal forma a satisfaier as exigencias mais
?ras da eseripturacao.
A toa cor lindissima e nao precisa de cuida-
0 aigam para se conservar do tinieiro sempre
: a mesma tur, sem borra, cresta, bolr oa sem
idis atas matellas inherentes todas as tintas
t agora conbecidas, anda mesmo dos melhores
ctores estrangelros.
Scbretndo, este estimavel producto nao ataea as
mus de ac, antes pele contrario, a peona
dqnira nm esmalte donrado qae, sendo interes-
ante, asss proveitoso.
lata tinta, nao sendo especialmente para copiar,
i comtado dnas, tres, oa mais copias nm niei
*poi de escripia ; preciso, poro, deiiar-lhe
pape! bem molhado sem o enxngar com o mata-
-ojrao, porque nao ba o risco de borrar. Para se
irar mais de ama copia, nao se agglomeram (an-
as (ornas quantas copias se qaerem tirar, mas
*-! com o original tirar i ama tantas qaantas
wlesejam, sem qae o original fique prejudicaio
tas extractes.
Occorre aqui dizer qne, para copiar
(Uta intelligencia 9 habilidade, sem o qae a mer
apr tinta nao satisfaz, e o defeito recae sempre
tJfiataoi.
k dupla qaalidade desta tinta extremamente
nfiiaveL pois qae evita qne em qaalqoe.-' es-
peorlo baja mais do qae ama Unta para os di-
fio.uanto sna dorabilidade, nao ba a oppir
(Bordoviaa potsqasesu tinta fepoiids es-
cripia soffre o choqne de cidos fortissimos, sem
se decompr; ora, se oe cidos nio tem accao so-
bre ella, mu i te menos a accao da tompo a pode
destruir; feto plawivel.
Nao s ao eommercio qne este mea prodneto
veio ser atil ; o* professores dos coliegios, Investi-
gando todos os meios para o adiantamento dos
seas discpulos, tem approveitado esta tinta, qne
com razio a acharara apta para desenvolver o
gosto nos educandos, em conseqoencia da belexa
da cor e facilidade de correr na pequea pela sna
liquidez. Ha exemplos de enancas que havia
muito tempo tinham orna repugnancia extrema
para a escripia, logo que foi admittida esta tinu
do coliegio, apodereoHe dotas a curipsidade e q
gasto, e poseo tempo depois o sea adiantamento
en miDitesto.
Esta tinta, a r>ar de tantas vantagens, tem am
nico inconveniente, deteriorarse ao contacto de
outrs qtskper; cenvm pois te-la em tutelro
iientos do menor vislumbro de ootr tinta, e evi-
tar eserever com a pansa saja de ama preparaco
differente e incompativel; verificando isto, nao ha
racio para se osar de tinta qne oto seja a VTO-
''PO't* LWA EXTRA^IIA DE
Observapo.
el bancas tem appa-
uviioM. Os Srs.
Diversas falsiflcacSes e semelha
Mido, cuja iarafcildito duviaeu. Os
comoradoie* todsm eriur o oofaM dirigin>M
, cmm cirewnsuectaa.s.e padmAo anota que eu
fabrico
BAZAR ACADMICO
13 RA DA IMPERATRIZ 13
DE
ULYSSES & (RIMO
Neste bem conhecido e acreditado estabelecimento, encontrado nossos amigos e fre-
gaezes cigarros de paiba e de papel de diversos ttulos e dis melhores qualidades de
fumo. Charutos dos mais acreditados fabricantes da Babia e do Rio de Janeiro ; e bem
assim, ponteiras para cbarotose cigarros, cachimbos de espuma, de porceliana, de ma-
deira de diversas qualidades, de loo?a e p de gallinbas muito Ooos a 2)5600 a dozia, e
mnrtos outros rticos que diixaraos de mencionar.
Fabrica de cigarros.
Bem attesta a supe-ir ridade dos cigarros de nossa fabrica o grande consumo que
delles tem havido no interior e as provincias do norte. Com presteza apromptamoi
qoalquer enccmmrnda, rometiendo-a ao sea destino.
BAZAR ACADEfflCO
13RA DA IMPERATRIZ-13
Ulysses & Irmo
LOCA E VIDR-OS

Ra da Imperatriz
DE

ULYSSES & IRMAO
Tendo de chegar um novo sortimento, e tendo de s tffrer ama reforma o systema
de negocio deste estabelecimento, seas proprietarios resolveram expor em liquidacjio,
grande qoantidade de pratos de lonca, lijetlas, apparelhos de looca para jantar e para
alraofo, etc.
1. C. Montare.
Grande qoantidade de codos de vidro fi-
nos para agua a 40200, 405CO e 4^800 a
duzia, clices de vidro finos para licor a
3(51000 a duzia, ditos deir para vinbo a
20300 a duzia, garrafas fio s de vidro ba-
carat para vinco a 50500, 6#, 6^500, 7i$
e 7|J500 o par, bonitas compoteiras de vi-
dro a 6^500, 70500 80500 o par, gran-
de e variado sortimento de jarras fiaos para
flores a 30. 40, 50, 60, 70. 85, 90, 100,
110, 120, 130, 140, 150, 160 e 180000 o
par, cbamins americanos para candieiro a
20200 e 20400 dozia, escarradeiras de
vidro a 30500 o par, globos para candiei-
ros de 10500 a 20OOO cada um, lampari-
soa com vidro para cima de rrwa, parede
aependurar a 10500. 10700, 20 e 20200
eddaoma, bonitas qnartinhas bamburguezas
a 40500 e 50000 o par, lindos paiiteiros
ce porcelana branca de 10200 a 30 cada
dm, bonitas canecas de porcelana com frizo
a esmaltadas para caf a 60000 a dozia,
escarradeiras e copo de crystal de cor para
eavatorio por 30000, pratinhos de vidro
lpara copo a 320, 400 e 500 rs. cada urna,
sextiabas d vidro para passas, figos, etc.
etc. a 600 rs- cada urna, compoteiras de
vidro para doce secoo a 20 e 20500 cada
urna, casiicaes de- vidro s para vela a...
10200, canecas de porcelana com tampa a
320 rs. cada ama, galheitas de vidro para
missa a 800 rs. o par, candieiros de vidro
com globos a 50, 140 e 160000 cada um.
E outros artigos que deixamos de men-
cionar ; e prevenimos a que o precisar com-
prar algom destes objectos que approvei-
tem a occasio de comprar-los por menos
20% em razo de termos de liqnidal-os o
mais breve possivel. Roa da Imperatriz
n. 15.
OLEADOS E CASEMIRAS PARA FORRO
DE CARROS.
Vende se oleado preio grosso a 20200
o covado. Dito cor de cinza a 10200 e
cor de caf, verde e preto a 10400 o cova-
do, para acabar.
Panno fino azul escaro a 30700 o covado.
FJanella branca Ingleza a (0400 o cova-
do. Dita omito fina azul com doas larga-
ras a 20300 o covado.
Casenras escuras e claras de dnas lar-
garas a 20400, 20600, 20800 e 30000 o
covado, as qaa$s servem tambem para pa
litot. No Emporio Commercial ra da Im-
peratriz n. 15.
CHAPEOS DE PELLO PRETO A 90000.
O Emporio Commercial est vendeado
chapeos de pello preto para Jiomens a 90.
Ditos de castor branco a 100. Ditos de
palha e feltro tanto para homem como para
crianza. Bonets de cooro da Russia para
meninos a 10500 cada um. Chapelinas de
seda para baplisados de crianza a 20500,
30 e 30500. Bonitas touquinbas francezis
de 12a para enanca a 800 rs. cada urna.
Cbapelinas enfeitadas para senhora a 50,
60 e 70000 cada ama. Chapeos de sold
seda tanto para bomem como para se-
nhora. Na roa da Imperatriz n. 15.
GRANDE ARMAZEM DE VARIEDADES
EMPORIO COMMERCIAL RA DA IM-
PERATRIZ N. 15, DE ULYSSES 18-
MAO.
Este novo e grande estabelecimento con-
tina sempre firme em vender barato para
vender muito, e em conseqoencia de nao
baver anda chegado algamas encommeodas
qae temos feito, e escasso como se acha o
nosso mercado de artigos de gi sto'. vende-
mos por mdicos precos os qae se segu.
Superior panno preto PII a 60 o covado.
Dito dito Brasil a 50500.
Soperwres casemiras escuras e claras
para palitots, calcas e collete.
Bros brancos de linbo de 103(0 a 20600
a vare.
Brisa pardo a 300 e 560 rs. o covado.
Madapollo francez e inglez de 50100 a
150 a psea.
Grande sortimento de chitas.
Cortes com 17 covados de chaliz a 50000
a 40500.
Gobertores de laa escossezes.
Colzas de algodao branca e de edres t-
30000 a 40900.
Sedioha preta a 500 rs. o covado.
Dita branca a 6' O rs. o covado.
C'rtes com 21 covados de sedinha de
lislra por 250000.
I'ronhas de crivo a 600 rs.
Alpaca preta sarjada a 500 rs. o covado.
I lem branca a 500 rs. o covado.
Guardanapos de linho para cha a 20600
e 30600 a duzia.
Ditoa para jamar a 70500 a duzia.
Cnmisinhas bordadas para senora a...
250 e 30'. 00.
Lindas cambraias Imperatriz cortes de
10 jardas por 90 00.
Cortes de cambraia de salpico com 8
varas por 50500.
Tapetes grandes e pequeos.
Lencos de cassas para criabas a 101OO
a duzia.
A'godo branco ede lista.
Peitos' de esguiao de linho para carni-
za a 10
Punbos o par a 800
Cullanubos finos a 500 e 600
Espartilbos bordados finos para senbo-
ras a 50
Meias finas para homem, senhora, e
criaocas.
L3a fina para bordar libra a 60
Carreteis de linha Alexandre a 80
Dila em duzia a 920
Aboluadura para collete a 120, 200 300
500
Ditas para punbos a 300 e 10
Papel de pezo, almajo e pequeo de
cores em caixinba.
Lalinbas de, banha a 80 rs. e em do-
zia a 900
Brincos pretos de burracha e alfinetc s
800
B -loes de duraque preto* para pa'.ii.'
groza a 1800
Grande variedade de botoes para palitot!
e collete qoe se vende barato,
Gaixas com dez novellos grandes do li-
nha a 440
Ditas com 50 ditos a 650
50 pecas cord5o de vestido 600
Peca de fita para coz 440
Sabonetes transparantes finos duzia 600
Colleres de metal fino para cha, duzia a
20000
Ditas para sopa a 40
Talhares de faccas duzia 50, 80 70 80
e 90000
Temos de bandeijas ovaes a 100
1) t s lizas a (0
Sabonetes fios e iguaes duzia a 10200,
10500 e20
Caixas de botoes de osso para caiga a
200
Sutaes branco, duzia a 280
Tranca de la e branca de caracol dozia
a 560
Retroz preto e de cores, oitava 240
Carnizas de meia croa muito boas a 10
Sitineta de algodSo de cores para roupa
de montara, e de crianza covado a 500
Merino preto trancado a covado a 30300
Lencos de linho em bonitas caixinhas du-
zia 50800
Lindas cambraias bordadas de la vara
10000
Colxas de pello de lontra com duas vis-
tas a 140000
Cretone matisado para coberta covado a
700
Grande sortimentos de perfumaras; um
bonito toyalet de vinhatico com pedra mar-
more e vid/o oval, um guarda roupa de
amarello ; seis cadeiras de gnaraicao, 2 de
ditas de bracos e doas de balanco, todo
de Jacaranda massico, proprio para um
gabinete e vendem-se por mdico preco
por ser resto. Nio ser sao vender ao
EMPORIO COMMERCIAL
15 Rna da Imperatrip 16
Ulytses & Irmdo.
ciiayoi:
LIQUIDAC
E' PECHINCHA. on ^
Chita Na* o de pra?a a 200, 140, 280 e 310
covado A pochioclia.
Coartara* de laa eacaras muito grandes a H
Na roja de Guilherme Carneiro da Caoba ;
ni do Crespo n. 10.
Vende-se
a loja de loaca da Urra sita i ra do Rango! s.
4 : queco a pretender dirija-e i mean oa ij>ra-
qt da lodependencia n, 33, qaa achara om afre
tratar-
Vende-se ou aloga-se doas casiohss na lia-
trii da Vanea, litas na roa do Ffo, com aras
qaiotae* coireapondentes as masmas, qae vai a
estrada de detraa, tendo varios arvoredos de frac-
tos : quem pretender dirija se a roa de Sartas,
sobrado da esquina n. 1, I* anear.
1
I
s!




r
Diario de PriambuCO a* Ter(, dfa 10 d> Outubro di 1871

\
v
-

_ LITTERATRA.
FaciildadU de direito do Recre
'* PARECER SOBRE AS OBRAS 00 DB BU A/.
FLORENTINO HEMUQL'ES DE SOUZA.
(Cooclasao).
Este rrabalho. firmado era prufnndo es-
tulto da legislago tnais -aperfeignada da ou-
tros'paizes e enriquecido d3 conslder
qoetentSo uto haViam sido produ/i i as
pelos raro commentadore- doliowo coli-
go, como nio ignora esta Ilustre en
gregjgo, citado e seguido em nosso !6 o,
como a ultima palavra profeiida crca das
qaest5es de responsabil'dade nos crira<; de
libardade de exprimir os pensameotus, e
em homenagem- saodosa memoria do sen
autor, muilo grato commissSo confesar
que riesse va'ioso opuscalo ha espago soffi-
cieote onde possam estender-se s largas
vistas dos douto e alimento abanante para
saciar aqne les, que quize'rem confortarse
coro'o esiudo desse importante ramo do
direito.
Expriminlose por esta forma, presume
a c mmissSo de ter dito bastante para que
se conheca o sen juizo acerca- das tres pu-
blicagns do nosso finado collega, sobre
materia criminal, e dspensa-se assim de
eraittir mais formalmente opioii sobre o
nierit i dellas e vantagem ou conveniencia
de seren recommendadas a^s que e>t e
n3 .estad a m a sciencia do direito cru'.i-
nal.
E' porm consch do sen dever que o
lente dota disciplina na nossa faculdade. e
membro desta coinmissSo, nao hesita em
declarar que encerrando aqaelles escriptns
oexanm serio e acorado de algumas dispo
sig5es de nossa legislacao penal, e especial-
mente urna, apreciigo desenvolvida dos
principios, que Ibe serviram de base; sen
pr entendeu que fazia um grande servio
aos seus alumnos recoramend indo Ibes a
sua leitara, alm de liie parecer que mais
completo e eflkaz ser esse servico se aque-
les verdadeirarnente se compenetraren! Aa
saa recommeudago.
IV
Do p)der moderador ou analyse do tit'tl
S" capitulo 1', da constituir') poltica do
lirazil.
A questo agitada ni imprensa e no par-
lamento, acerca da responsabilida te dos
miittMroi de estado peo* actos do poder
moderador, levnu o Ilustre Or. Braz a
preterir este primoroso trabalho. em qm
lofa o modesto titulo de Ensaio de direito
constitucional, se eocon-ra aprofundadi
aotlju do ltalo i" do capitulo 5 do nos-
no pacta fundamental e apreciado e tota
Co de muitas e graves qnestfies constitecio-
naes, alm de especial e.'fietida refat g3o
da dontrina que consagra a resp msabilnla -
de ministerial pelos actos daquelle poder.
Espirito investigador, e anaiytico, domi-
nado pelos bons principios da ciencia pol-
tica, o autor do ensato de direito constitu-
cional deu mais ama prova de sua illutra-
gSoj amor ao paiz, publicando esse livro
de tnanife8ta utilidade para todo o cidado
brazleiro, e especialmente para o ensino
da mocidade, qne se dedica ao etudo das
sciencias jurdicas e sopiaes.
Considerando a celebre diviso tripartida
do podpr publico era legislativo, ejecutivo,
e judicial base essencial dos governos livres,
o itlost-e publicista justifica no entretanto,
e explica como reconhecimento de urna
verdadeira necessiiade govemativa, como
elemento indispensavel de ordem, e venia-
deira liberdade, e mola principal nos go-
vernos monarchichos coostitucionaes repre-
sentativos a instituic3o constitucional do 4o
poder poltico; o moderador, ditinid'i e
proclamado pela nossa cmstitaicio poltica,
e deduzido da exacta theoria scientifica.
As questes suscitadas contra aquella di-
viso. e a solacio, que recebem do domi-
nio da sciencia. sao ahi expostas com eleva-
do criterio, 8 com o ensino di historia,
ham cuno a sempre flagrante questio da
soberana do povo, e a theoria do direito
divino no terreno da distincciSo entre o di-
reito e exercicio da soberana.
Descendo da theoria analyse, o nosso
finado colleg; mostra como bera proceder
o legislador consiituinte, delegando o poder
moderador ao imperador pela unidade de
acg3o; e pela perpetoidade da oac3o e seu
primeiro representante,Je jus-ificani ante
os principios na -cieen a hereditariedaie
da monarchia, e discute o grande principio
da inviolabilidade da pessoa do raonarcha,
condigio essencial eslabilidade do throno,
e tranioilidade do Estado, e dogma po-
ltico baseado no grande principio da
representacao nacional.
Chegado porm a este ponto, oDr. Braz
exps e critica com fecidide as explica-
ges, que alguns publicistas tem dado a in-
violabilidade, considerando-a, ora como urna
fiego, e ora como incapacidade de accio; e
depois de indicar o verdadeiro sentido, e
alcance da expres3oresponsabilidad al-
guma=ie que esou o legislador constituin-
te faz sensivel,a distineco existente entre
a irresponsabilidade do monareba, e a que
propria dos outros membros da represen-
tago nacional.
FOLHETIM
AILHA JO FOGO
ROMANCE
POR
AL1XAJDRB DllMAS
(Conlinuacao do n. 300)
Tre 9nrere, um d
Euzebio Van-den-Beck ia 13o depressa,
que o escrivJo, sabindo logo em segotmen
tod'elle, nao pode alcacca-lo.
Em menos de um quaito de hora ebegoo
cidade baixa.
Desde pela man'nSa nio tiqba deixado de
pensar no Dr. Bazilio.
- NSo o julgava dotado do poder sobrepa
toral que o vulgo Ibe attriboia, e ainda as
aim d2o poda collocar os (actos que pre-
senciara no numero dos acontecimentos
ordinarios.
Ainda que no aceitava o supinatura-
lismo, senta profundo terror ao lembrar-se
de que, segando as palavras do Dr., este
assistiria i todas aa latas do sea coracSo e
da sua alma.
Sempre Ikl aoseu piano, o Ilustrado au
tor se n*03 revela em toda esta obra possoia
,do desta t5o precio?, e indicataa da grande
firmeza de espirito, qual e a tendencia cons-
tante m eslabelecer claramente os pr'nci
pi ts, pira proceder depois por va da mais
vigorosa dedcelo.
E'assim que ao empenbar-se com vigor
na confuntscao da p econisada mxima par-
. isentaro rei reina e nSo governae
csniifHra! a insustentav I em face do nosso
direito constitucional, elle com a lingoagem
la raz3o e da lgica combale a doulrina, em
substancii quasi idntica da famosa maxi
un qual a ele que a mvi .labilidade monar-
cliic i ''ecorro da rsponsahilidade dos mi-
oi?ros de estido, e sustenta que pelo con-
iraiio a ioviolabilidada monarchica a ra-
zrio de ser, e de algumi sorte,o fundamen-
to la reiponsabilidade dos agentes do po-
d^r executivo,
Comprebendc'ndo devi jmenle que para
bem conhecer a natureza do poder modera-
dor nao basta ter estedado o sen fim, mis
ainda n^cessario estudar separadamente
cada urna de suas attribuicoes, que sao os
meios da realisafo d sse fim o disiinct"
escrptor, pelo methodo analytico examina
como esse poder constitucin 1 por excil
lencia, manifesta se, e desenvolve-se no
exercicio de siias elevadas prerrogativas,
quaes as reheoes que tem com os outros
poderes modciados, e como o imperador,
em sua qualiiaie de chefe supremo, e pri-
uibiro r presentante da naco exerce.as at-
tr;bu ces proprias desse poder, e privati-
vas do S'a pessoa.
E porqua esja. attiibuices moderadoras
podem ser classificadas era tres categoras
disiincas correspondentes a cada um dos
ou'.ros tres poderes polticos, o autor ana
lysa cada urna del'.as, e desenvolv com
proveito as questes, que Ihss 3o perti-
nentes.
$t se detivesse na apreciafo. ainda que
rpida, do modo por que o Dr. Braz consi-
lerou urnas e ootras, a comraiss3o faltara
ao corrtyromisso, que a si irapoz ao formu-
lar este parecer, e ao qual se referi no
principio delle.
Seria raesmo i upossivel seguir o autor
na s>a marcha ("ntamente laboriosa.
Basta- consignar que elle quiz escrever
e eff^ctivam-nte preveu um profando com-
mentario sobre todas as aribaicoes do
pod'r moderador.
Depois de to completo e rejlectido e la-
do, n3o s do i n da instituic3o, como das
attribuicoes conferidas ao poder moderador,
o iliu-trado Dr. Braz dedica quasi metade
do seu livro ao exame da grave qaestSo da
responsabilidad*! ministerial pelos actos do
poder modera-lor.
E' principalmente nesta parte da sua
obra, que ii>slle se revelara o cidad3o, e o
uublicista consciencioso, imbuido da s3a
doutrina constitucional, e preferindo sem-
pre o amor da verdade, e o ioteresse da
patria aos applausos da poltica do dia.
Encarando a famosa questSo debaixo do
seu ponto de vista mais elevado e philoso
phico, o dislincto escriptor demonstra e
conclue pelo raciocinio e pela au'oridade
que o poder moderador um poder abso
lulamente irresponsavel por sua mesma na-
tureza, e que em face da verdadeira theoria
dos governos monarchicos constitucionaes
de tolo inadmissivel a respon-abilidado mi-
nisterial pelos actos daquelle poder.
E' ent3o que, para corroborar esta con-
cluso, ella descendo da syntbese analyse,
mostra gomo nem a fim do poder modera-
dor poderia jamis ser attingido completa-
mente, nem cada nraa das suas attribuicoes
convenientemente exercitada, te porventara
o monarcha no exercicio desse poder supre
mo, que Ibe privativo, hoovesse de pre-
cisar s referen la de um ministro respon
satV, para que fossem levadas a effeito as
determinacOes de sua yontade soberana.
E dopois disto, deixando 6s dominios da
theoria para passar ao jus constitutum, o
Ilustre autor escudado ni forca qae d3o as
proprias convic;oes, e apoiado nos princi-
pios da verdadeira sciencia poltica, faz pa-
tente pela lettra clara e terminante do c-
digo fundamental brasileiro o carcter de
inconstitucional da doatrina contraria que
elle sostena.
Neste ponto de sua obra, obrlgado a cora-
bater os seus Ilustrados antagonista prio
cipalmenle o distincto parlamentar, autor
do opsculoNatureza e limites do poder
moderador, o nosso estimavel collega o
faz com decid da vantagem ; e cheio desta
coragem e independencia, que dao a verda-
de e solidez dos principios, refula os argu-
mentos apresentados por elles, e conclue
aduzindo a proposito muitas considera
coas, tendentes a firmar a verdadeira doa-
trina constitucional.
Tal em traeos geraes o livro sobre o
poder moderador, ou ensaio de direito con
stitucional do Ilustre Dr. Braz.
C nforme j declaroo a commrsso, a uti-
lidade desta obra incoatestavel n3o s
para todo cidado brasileiro, como para a
mocidade acadmica, por amor de qaem o
Ilustrado profeasor, segundo elle diz" no
piOfacio, deu mais vastas proporc5es ao
seu livro, n3o desejindo que este se limi-
taste a ama obra inteiramente de circums
tancia, mas sim qae concorresse para oea
sqo dos boas principios da sciencia poltica.
Ainda em abooo deste til e excellente
livro, seja permttido commissao transcre
Ter ne-te parecer o valioso testemonho exa-
rado na Memoria historica-academica de
t864, apresentada pelo nosso benemrito
coilega, ;o Sr. conselheiro Dr. Joi fiento
da Cun'.a Figaeiredo.
Se o apparecimento de qualqoer pro-
duccSo litterara marca sempre dia festivo
para os bomens doutos, e om padrio de
gloria para a corporacSo a que pertence o
predestinado de Minerva, o importante tra-
balho daSr. Dr. Braz FloreDtiao Henriques
- Mas eis qae, quando ella menos o espe-
ra if reapparece o primeiro marido, o
qual, correndo caa do lio, reclama o
precioso deposito que Ihe entregara. O
pobre velbo ficoa consternado, e exbortoo
o sobrinho a que se conformasse com a
saa desdita. Este, porm, nao o atienden,
e obrigou o tio a acompanha-lo, 'de noite, i
casa de sua antiga mulher. O velbo Irava
de urna lahterna e v* cm o redivivo at
porta da residencia da mnlher, entrcga-lhe
ahi a linterna e retira-se, depois de o ver
entrar.
No dia seguate, n3o rec=ben jo noticia
alguma e d3o v ndo apparecer o sonrinho,
de Soza traz ainda om valor mais quaHfi-1 Tica sobresaltado e i parte do occorrido
cado, quando tem por fim d recto rwiabe-
lecer a ortbodoxia da doatrina poltica so-
bre a natureza e attribuicoes do poder mo-
derador: doutrlni infeliflunte'to desvfr
tuada, tSo sopbismada nestes temaos no
p.rlamento, Como fra delle.
< NSo occasio opporluna, e aem ate
considero com forcas bastantes pan fazer
urna descripcSo analytica dessa ioteresante
obra: apraz-me someote commemora-la,
declarando com intima conviccSo que unto
na deduc?3o e verdade dos principios, como
na clareza e rigor lgico da exposicao, o
autor firmou sua boa repnlac3o, conquis-
tando de mais as sympathias dos bomens
sinceros, que nao sabem mentir conscien-
cia e ao paiz com vistas mesqoinhas de ali-
mentar o egosmo, ou lisoogear as poiesta
des*do dia. # ^
A commiss3o terminara aqui a sua tare/ij
fa, se o3o entendesse dever, em bomwia-
gem aturada e p.cente appl;ao do
nosso finado coilega, menciomr os seus
trabalhos de aonotac s aos cdigos crimi-
nal, e do processo, ao coramereia, e final-
mente constituicao po i tica. r
Feitas com melbodo e precisSo, essas an-
ootacSes, constantes de leis, decrefo, avi-
sos-e decisoe< dos tribunaes, s5o muitas
vezes Ilustradas pelas indiciosas observa*
ces do distincto compilador, o qusri faz
preceder a cada um des-ses seas trabalhos
urna bree introdacc3o, oo-de na mais rijo-
rosa synthese, define a nossa constituido,
e orgaoisac3o polticas, cadi um no-; cdi-
gos annotados, e indica o systema segaido
na confecc3o dessas leis primarias, conclui-
do por deduzir de verdades elementares a
vantageos que aprsenla cada sonplexo de
disposicoes legislativas.
E' certo, e nem neceesario qpe a com-
raissao o demonstre, a grande utilidade que
adrainistneao da justica, e a todos qae
mais ou menos directamente nell iotervem,
proporcionara essas collecges anortada?,
pelas quaes se tornam to fcil a-consulla
das leis, quaoto utii o seo estado.
Fra talvez enosso aaodoso coilega um
dos primeiros a encinar do nosso piz este
modesto genero- de trabalho scientifico, e o
fez com 13o bou xito, qoe o mais- tisoo-
geirn acolnimeoto mereeeram as suas col-
lecces a ponto (assegora a commissao) de
acharem-se esgrtadas a edigoes, e de se
rem aioda actualmente mnito procuradas,
apezar da existencia de Irabalhos igoaes
feitos por outros^ e do- alraa > em qae boje
se acbaon ellas, n3o abraogendo ai- leis e
avisos posteriores aos aonos de 185ft e
1860, em que foram segunda vez publi
cadas.
Pondo definitivamente remate a este j
to loogo parecer, e sojekando-o voe-sa
Ilustrada considewicao, a commissSo jolga
dever declarar, como o- tem feito com re-
ferencia a cada urna das obras, qoe as pro-
dnecoecieotificasdO'eiprelembrado Dr.
Braz Florentino Heoriqpe de Souza, teste-
munbando seus elevados- talentos e estudo,
consttoem para esta facaldade, como para
o paiz, outros taotos ttulos de gloria, e sao
preciosos dons feitos sciencia e lemas
patrias.
Becife, 17 de dezembro de 1870.Dr.
lodo Jos Ferreirtt de Aguiar.Dr. Sanoel
do Nascimento Machada Portel7a.Dr. Joo\
Capistrano Banra de Mello Fdho (re-
lator).
aos vizinhos. Proceden lose a averigua-
c5es, verificou se que a mulher n3o tornara
o ver o primeiro marido, e que o segundo
havia desapparecido. Deu-se eni3> busca
na :ast da mulher. A primeira prova qae
se apresenton foi a lanterna entregue ao
marido, a qual um cao foi por aos pes dos
visitantes. Depoir, pegando outra vez nella
com os denles, encaminbou se para os ar-
redores da casa, e, poasando-a ao p de
um montao de lenba, nao se moveo mais
d'dlli.
Tratando nto de remover a lenba, en-
contrara u tres cantaros qae tinham servido
para azeite, e nos quaes eslavara os resta*
mutilados do infeliz rao:chante.
O assassino nao tornou a apparecer, e a
riuva auicdoo-se.
RIVAL DE CHiARINI.Diz o Diario de
Barcelona que ea todas as localidades da
Andalua (mrmente ero Sevilba e na ilha
de S Fernando; nao se falla ag ra seno
de dous toaros sabios que se deixam diri-
gir com a maior docilidade pjr um moco
pastor, denominado El-Tiri.
Entre outras c^usa, manda o rapaz aos
touros que se ajoelbem a seus ps, e os
aniones obeifcem-lhe ; conseniem-ihe ca-
v.Igar no dorso, e fiogem-se morto*, at
Veceberem ordem' de levantar se. Er urna
palav'ra, na presenca do mogo pegoreire as-
sotaem os touros a attit-.ide de cordeiros da
maior mansido e docilidade.
Ofxer;icio mai exlraordioario e nteres-
sante aquelle envque Et-Tiri, queixando-
se de om soffrimeoto que o punge, abre
demasiadamente a bocea; ehega-se oesse
momento um dos touros. e iotrodoz Ibe cora
toda a delicadeza uro boticSo na bocea.
El-Tiri e os seos dous dUcipolos devera
proximaaieote ir ckf represenlages em
Madrid.
MA BMBAIX4DA ESFOMEADADiz
um jornal fraucez que existem em P ris 25
pessoas, cuja situago 9 digna de lastima.
S3' os araodarins da embaixada enviada
pero Filno do Co, como chamara ao impe-
rador da-China, para apresentar ao ex-im-
perador Napoleo III as suas desculpas em
rela$o aos- assassinatos de Tien-sin.
Estes-pobres diabos ha mais de um aono
qoe 68X30-esperando em Pris opportunida-
de de-apreseator as suas credenciaes, mas
a to desojada occasio o) ebega.
Entretanto teem esgotade- os cobres que
troaxeram do Celeste Imperio, e os embai-
xadores esto no maior desespero. E o
peor qae, reclamando algnm auxilio do
primo dSol liveram em respoota, e eaa
linguagem nada celestial, que serirai snb-
mettidos- aos maiores tormentos, si pelos
seus proprios meios nao pudessem man-
ter-se.
Em tal- situago, o infeliz Tsoog-Hon,
VARIEDAD
Julgava qae o elhar do Dr. o persegua
e lhe penetrava no peito como a pona de
urna espada.
Enzebio nao viva, ho poda permane-
cer assim, e a morte sbita e inesperada do
Dr. Bazilio simplificava a questo.
Porque essa morte accrescentava mais
urna impossibiliiade material aquellas qae
a razo de Euzebio oppooha contra os
phantasmas da sua imaginago.
No que menos pensava era na heraoca,
o arrancava da miseria para o con
dos mais ricos capitalistas de
qae
verter n am
Batavia. .
Sem que se alegrasse com a desgraca do
que tinha salvado a vida de Ester, nio li-
aba a virtude necessaria para se aflligir
por um acontecimento qae o desembara-
gava da tutella para elle insuportavel.
Alm disso, quera estar certo de qae o
Dr. Bazilio nao podra subtrabir-se sorle
commum.
Urna vez que tinba morrido, o poder que
lhe attribuiam era Ilusorio.
E ahi est porque motivo Euzebio quera
ver. A certeza da morte do Dr. era para
o rapaz a restauragSo da vida ordeaada e
pacifica. __ ....
Por precipitado qae fosse no camibhar,
n5 deixoa de perceber que os auriaheiros
do porto, e exactamente os malaios, eetavam
reanidos em grupos e fallavam com pro-
nanciada animaglo. ,
Pareceu-lhe aqflfllo tnuilo natural. Traba
primeiro-embaixador, leve que empenhr lo f6r do seu agrado, comtanto que
BOA RESPOSTA. Mulber, tenbo ci-
mes!
Porqoe f
P.irqae qasndo me apanbas fra de
casa sabes para a ra.
E' verdade.
De boje por di ante nao veras nem sol
nem sombra. Nao has de sabir.
Porgue ?
Porque diz S. Paulo que a mulher
n3o deve abandonar o marido.
Sim, sei que elle dissa que a mulher
devia seguir o marido.
E en'.o ?
Mas nao disse que o marido devia se-
guir a mulher.
ACADEMIA FRANCEZA. Os socios
effectivos desta academia s3o 40 e gera. -
mente todos de reconbecido merilo.
Pois ent3o, perguntou certo iodividao
a um socio, como diabo s lo acadmico ?
Nio vs que para o o. 40 se precisa
da um zero I!!
PROJECTODE COLONISAgiO.A com-
panhia do Mr. Poston, creada para colon-
ar o territorio di Colorado com os prisio
neiros da commuaa, despertoo a emula-
go dos Estados Unidos, e j sao muitos
os emprezarios e sociedades que pedero
Fraoga esses horneas, considerados na Eu
ropa como um pergo social, mas a quera a
America, loige de temer, esteode a mo
amiga. -
Temos vista um pedido dirigido ao go-
ver-o fraiicez, diz El Siglo, de dos prio-
cipaes capitalislas de Njva-York, pedindo-
o transporte dos prisioaeros revolucciona-
rios para certos territori s que possoem oa
t> o i x;. California.
Na impossibildade de re;rodozr inte
gralmente esse importanle documento, vi-
raos fazer delle um ligein extracto,
Dizem os pelici -sari js que, sabendo ter
o governo francez desojo de desembaragar-
se, por meio da deportago, dos cramo-
n i tas e internacioaalistas presos, e na cer-
teza de que o goveroo, ao lomar e-sa me-
dida, rwo pode ser a-liffereuie ao futuro
dos deportados, esperara di magnaninwda
de do governo que os remella para as ier-
ras nrgeos da companhia, as margens do
Pacifico do Norte, onde darao a cada depor-
tado O ac/es de terreno no dia de sea
ebegada, e 50 acres mais tres annos de-
pois da posse e cultura dos priaeiros.
A compaohia diz que te 33 milhSes de
duros para desenvolver o seu pensamento,
e oede ao governo francez que pela sua
parte coopere pra essa colooisago, que
coastituir ura- paiz francez que ha de dar
grande utilidade Franga em pouco
tdmpo.
A cooperago que a empreza pede o
transporte para a California doe- que forem
sentenciados deportago, e rages para
todos por espago de 60 dias, e se o gover-
no nao os qaizer transportar por sua conta,
a empreza far e3se servigo, recebendo mil
fraacos pelas passageus de cada- um.
Asierras qoe a- companhia pos-ue s3o
41,000 milhas quadradas
O clima parecido cora o do sul da Ita-
lia,Nproduz os. mesmos fructos que aquelle
paiz e o Pacifico banba duas de suas costas
u'uuja extenso de 800 milhas.
A empreza offerece liberdade aos colonos
para qoe eslabelegam all o goveroo que
)algarera mais conveniente ao desenvolv-
ment material e moral da comrauradade,
a relig3o que q.iizerem, faaendo quan-
no
SUICIDIO.Na ultima viagem do vapor
Silex, do Rio da Prata para Montevideo,
um dos passageiros de r langou se ao
mar, sendo imitis as diigeocias que se fi-
xeram para o salvar. .Registrada a saa
bagagem, com as formalidades legaea en-
controo-se lhe urna moada de ouro, ou-
ira de prata e 60 pesos f papel) de Bue-
nos Ayres, vindo a mber-se. pelos seus pa-
pis, que era oaloral de Sevilba, sendo ^
aeo^norae Fraocisco Barra. Aqaelle des-
gragjdo, para explicarlo de tamaoho altea-
tado, deiou escripto as seguimos liabas :
t Vou dar am pulo deste navio com o
desejo de acabar a vida afim de mais de-
pressa ver a Nosso Sanhor Jesus-Cnritto e
sua mil a Saotissima Virgem.Frantco
Barra.
ENCONTBO IMP0S8IVEL.Convewa-
vara dous individuos em certa roda sobro
um abaroameptro qae se dera eDtre dooa
carros uas ras de Baenos-Ayres.
Com certeza o3o ia em ura dees \im
credor e no oulro o devedor.
Porqoe ?
Porque esses nuoca se encontram.
DESGRACA SOBRE DESGRACA.No
I do correnle mez de setembro, em Fra-
gozella, povoago do rcnselbo de Viaein em
Portugal, sahio non pobre mulher do cam-
po pira o seu trabalho e deixoa fechada*
em casa duas crianeinhas, seus filhos, SO
de qoatro ano s e o cu tro mnito mai?
novo.
Nesse dia tinham feito certa operacto r
um porco e o pequeo mais velho assistira.
Vend -se a s com o irmo, tangos Dio
de urna faca e fez na crianga operagSo
Imag.'ne-se as dores qae soffrea
pequenino f Morreu as ra.3 s do operador,
e eue cobrio-o com o lencol.
Voltou a mi e perguntou ac filbo d
amos pelo o airo : respondeu aquelle mos-
trando a inscien ia do mal que fizera : est
a dormir no bergo ; fiz-lbe como lizeram no
porco.
A uwi corre ao bergo : v o filho osorto;
no auge da affiicgo, com a cabega perdida,
tira um chnelo do p, bate urna pincada
na c beg do filho mais velbo, e este eahe
mo. to no cbo.
Imagine-se que tal ser a o estado daquel-
le coragSo de mi. vendo-se entre os cada-
veres de seus dous filbinbos t
Deu boje entrada as cadas d> Vizea *
desbragada mulher.
Sirva este fcto de nova advertencia para-
os pas que deixam presenciar a seas filho
soenas de sangae, e confiara a gaarda- dalles
a quero ri3o pode guardar-ee a si propfio. .
I
(

ao igpaj.
o inMix
em casa de uro Judeu a sua tnica cor do
sol, bordada a ouro, uniforme de grande
gala. Ko venden o seu c'nio-azol, e o se-
cretario Noeis-Cleu j se privou tambera
da sua riquisskna vestimenta, que tinha um
drago cor de logo, bordado.
O jornal que refere estas eittranastancias
aconselha o chele da repblica franceza a
que receba quaato antes estes infelizes, se
n3o quer dar occas'3o a qui apparegam de-
pois vestidos como vemos a/imagem de S.
SahastiSo.
NOVO F*EI LUIZ DE SOUZA, COR-
RECTO E AUGMENTADO.-O"correspon-
dente do Semapkore, de Marselha, em Sban-
gai, conta um facto que ltimamente se deu
na cidade Nan-Bwell, a 50 milhas de Shang
bai. A cidade foi lomada pelos rebeldes
em 1861, o paiz assolado por essas bordas
barbaras, parte da populaco assassioada',
e alguns horneas vlidos levados como pri-
sioneros ou como servos dos insurgentes.
Entre estes u timos figura va um homem
que, ao partir, confiara a mulher aos cuida-
dos de um tio. Os rebeldes, expulsos
completamente do paiz pelas tropas impe-
riae8, levaram comsigo, d'entre os prisio-
neiros, aqaelles qae ihes podiam ser alis.
A mulher resiguou-se viuvez; porm,
volvidos'cinco annos, o tio disse-lhe que
sem duvida o marido tinha morrido e con-
venceu a a que desposasse oatro hornera,
que lhe apresentou. Ella consentio e ca-
sou-se, em segundas nupcias, com m mar-
chante bem arranjado, com o qual, por al-
guns annos, viven tranquilla e feliz.
onvido qae o Dr. Bazilio era adorado pela
populacho maritima do bairro onde resida,
e at muitos se espantavam de qae o Dr.
houvesse escoltado, semelhante bairro, mor-
tal para o europea.
Mas o Dr. resista aos ares mephiticos
dos pantanos, e a saa saade, inalteravel,
nio contribuio pouco para a propsgago
dos boatos espalhado's acerca das suas re-
iages com Satanaz.
Do raesmo modo que na vespera, a casa
d'elle pareca deshabitada. Nao se ouvia
ruido algem que indicasse, nao j o acon-
tecimento qae se dra, mas nem sequer
qoe all houvesse moradores.
Nao obstante, a porta que d'antes se
conse vava fechada, eslava agora aberta.
Euzebio a9o se Ota ao incommodo de
bater ; foi entrado.
Dirigile logo ao gabinete onde a for-
mosa hollitodeza o liaba recebido.
Os fardes, aa caixas e demais objectos,
lado eslava no sea lugar ; nio se va, po-
rm, criado nem pessoa algama.
Tado era deserto.
Euzebio chamoo, mas embatde.
Eocaminhoa-s para a porta por onde
desapparecera a saa moca conterrnea, e
tornou a chamar.
A porta dava paa am corredor escaro.
Euzebio adiantou-se pelo corredor.
Ao fim d'elle vto am rato de luz, qae
sania' pelo buraco da techadora de urna
po/t'a.
J06EPH1NA GAVOTI.E-este o nome
de urna actriz italiana, que casou em Bue-
nos-Ayres com o riquissimo moco Fabio
Gmez contra a vontade de toda a familia
deste, que empregoa todos os meios pos-
siveis para evitar aqaelle calamento, e en-
tre outras coasas fundava-se em oue Gavot-
(i era casada na Italia, e que sea marido,
Luiz Capra, aioda viva.
E era certo. Mas a Sra. Gavotti, casada
em Italia, submetteu o marido a am exaros
medico, do qual resulteu que o tribunal,
por accordo reciproco entre os conjugas,
declaren nollo o matrimonio.
Capra apresentou-se agora de novo aos
tribunaes, e pede um segundo exame e a
validado do seu matrimonio com a Ga-
votti.
Que resaltar deste novo exame, e por-
que Capra o reqoer, n3o o sabemos. E'
porm certo, que Capra passeia de carrua-
gem e se cha transformado n'om signore,
sem que se lhe conheca fortuna alguma
nem conste que tirasse alguma sorte na lo
teria.
A luz pareca ser de vellas ou tochas.
Euzebio emporroB a porla e recnou sor-
prendido ao ver-se i entrada de um apo-
sento mobiliario bollandeza.se nio fossem
os raios solares que entravam pelos vidros
da janella, ju'garia estarnas brumosas mar-
gens do Zuiderze.
Nada faltava para qae assim podesse
acreditarse ; nem as vasilbas de Delft, nem
aa jarras de jacinthos e tulipas, nem os
quadros de Gerardo Dow e de Meris, nem
os movis e arcas de carvalho, nem as es-
tufas e esqoentadores, ainda que em Bata*
va, onde o calor chega aos quarenla graos
lemelhaotes utensilios nao tinham applica-
gio.
A cama era tambem de carvalho com
os cortinados de sarja verde.
Do lagar onde Euzebio eslava nao poda
ver o que bava na cama.
Defronte d'clla ficava ama mesa, e sobre
ella via-se um pequeo .crucifixo dmela),
qoatro vellas accesas e urna grande taga
ebeia de agua benta.
Entre a cama e a mesa orava de joelhos
urna rapariga, vestida de preto.
Ao raido, qae a porta fez abrindo-se,
vao de encontr s leis geraes da repu
blica.
O reqaerimento, acompanhado de infinida-
des de memorias e documentos foi apresen-
lado ao Sr. Thiers pera erabaixador dos
Eilados-Uoidos em Pariz.
Como dissemos, sao varias as propostas-
doste genero que se tm feito, e, segundo,
/eraos em varios peridico., tambem Iva
ura da Repblica Argentina.
Assegara-seque o governo francez j de-
ra o seu assentimento propona do M.
Poston, mas que, em vista das muitas pro-
postas, meditar delidameniu no que mais
convenha aos interesses da Franga e ao fu-
turo dos desgragados subraeUidos
acgo dos tribunaes de justiga.
boje a


PRESERVATIVO.Um dislincto medico
norueguense aconselha os sjguintes perse-
vativi s e remedios enrgicos :
Conira o cholera.Morrer tres annos.
sete mezes e sinco dias antes que a epide-
mia se declare.
Contra a angina.Enforcar-se com um
barago velho.
Contra a dr de cabega.Cortal-a.
Para nao ter filhos.Ter filhas.
BOA RESPOSTA.Perguatavam a um
rapaz : Quantos annos tem?
NSo sai.
Pois possivel ?
' sim.
Mas n3o se lerabra da data em que
nasceu ?
Esl zombando... Eu era lio pequeni-
no... comopoderiadecorar datas!...
BALANCO DO IMPERIO FRANCEZ.
Urna gaceta italiana, intitulada // Mwirnn-
to\ publica o seguate balango do segando
imperio em Franga :
t Disse Napoleo qoe- o imperio era a
paz; vejamos qual foi a paz e quaes os seos
effeitos :
As guerras do imperio costaram :
c A da Crimea 8S,< OU bomens entre
morios e feridos e 2 milhares e 200,000,00
de francos.
A da Italia 85,000 horneas e 1 milhar
e 150,000,000 de francos.
t A do Mxico 67,000 horneas e------
500,000,000 de francos.
t A da Prusia 200,000' hemens, e 10
milhares.
t Total 537",0OO homens : 13 milhires O-
850 railh5es.
c O imperio se ganhoa Nise e Sj.br.yi
com 850,000 habitantes, pardeo Alsacia f>
Lorena com um mitho e 950*00 .
Differenga de 1 miibSo e 110,000 ha-
bitantes.
t O imperador, sua familia e sija sftrto
recebiam pela lista civil, doages 65 mi-
I no es anuuilmente; logo em 18 ruaos
somma 1 milhar e 170 mitbres de fnneos.
f Resumo. O imperio e imperador
custaram :
637,000 homens,
15 milhares de francos.
1 milhSo e 1,110,000 habitantes.
f O imperio elevou a divida poblica 22
milhares ; rateressee e amortisago a 6%
importara em 1,330,000, isto 36 francos
por cabega de imposto annuo.
Com toda esta somma despendida com
o imperio se poderiam estabelecer :
36,000 escolas pora meninos
oas aldeas, villas, etc. a fraa-
cos SO.tOO por cada urna 1,8X)iO0O
36,000 escolas para meninas 1,800,000
300,OjO kilom. de caminho.
vicinai a fraucos 20,000 por ,__
kilom. ....... 6,000,000
26,000 kilom. de va frrea de-
partamental a fr. 150,000
prr kilom.....3,980^00
Dotagio a 72,000 escolas a frs.
1,000 annuaes .... 1,400,000
------__,_
Total. .
-r

i.
vio Euzebio, indicou-
seu lado e conii-
vo'.toa se a rapariga,
lhe qae se ajoelhasse
naou resaado.
Era evidente para Euzebio qae entrara no
qaarto moriuario e qoe o Dr. eslava u'i-
qoella cama.
I Eatebio desejava certificar^ ; mas tinhalafogados.
pira isso de arredar a mesa ou de olhar
por cima da hollandeza.
Ajoe bou e quiz resar por alma do defnn-
lo ; mas era tal a saa preoccopago, que
nao se lembrava de orago alguma.
Encarou na rapariga para descobrir a
verdade; mas ella orava fervorosa e since-
ramente, e as lagrimas corriam-lbe pelas
faces urnas aps outras.
Aquella dr era profaaia e verdadeira.
Pois, Sr. disse Euzebio com os seui
bol5es, afin3l de contas, parece qae o tal
Dr. era um bom diabo, porque o sentimen-
to desta rapariga n3o pode ser nem mais
certo nem mais simplorio.
E, como para agradecer mocioha, es-
tenden-lhe a m5o.
A b airua benta, offerecea-a ao rapaz e afastoa-
elle caraprir com a piedosa obri-
se, para
reservada.
15,600,000
gago que lhe eslava
Euzehi flcou em freote do cadver.
Diasiparain-se as davidas do rapaz.
Era o Dr. Bazilio.
Por coQsegainte o Da Unha morrido.
E a sua morte foi"*, i3o rpida, que nem
a pbysionomia a'^'ihe alterara.
Os ollio eauvam fechados, o coragSo
n3o ba',a, eram as nicas differengas de
qQTuto vivo
Os cabellos grisalnos qoe aioda estavam
hmidos.
A hocca nio perder nada de sua expres-
s3o desdeahosa, expresso qoe contrastava
com a rigidez cadavrica que todo o cotpo
apresentava, e houve um instante em qua
Euzebio jalgoa qae ia ouvir o riso ostri-
deate que tanto mal lhe fazia.
O cadver tinha as m3os jonias sobre o
peito. A rapariga havia-lb'as alado com urna
fita-
Euzebio aproveitou urna occasio emque
a hollandeza eslava absorta as seas ora-
ges e mecheu aos dedos do cadver.
Estavatn fros como a nave.
As davidas tornaram a desapparacer.
O Dr. Unha morrido.
Euzebio sahio do quario morluaria exha-
lando um suspiro, que, se n3o revelava
zer, adicava pelo racnus que o sea coragio
se tinha alliviado de am terrivel pj
Qaando chegoo qaasi porta J
tou que a rapariga o tinha segu
"Euz^bfo voltouse para se desp*
ella aiiroa-se-lhe aos bracos, exornando
por enlre lagrimas e solocos.
_ Ai t meu Deus, mea Deas I Pobre
Dr. Bazilio I Um sanbor 15o bom i
^rX*"

Estivera pouco tempe aa agaa, e por
de-lo to depressa
to Deas I
Que seri de mira san-
(Continuar se-ha)
41 tW^"diario-bu A fto t OE Ul M


Full Text
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