Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12502


This item is only available as the following downloads:


Full Text
': i iiiV


AHNO. XLVil. NUMERO. 226

\kli A CAPITAL E LTOA35S QfSS VH Si" PaGA POBTX.
'or ire niejes adiaotadoa
.'Porotn anao i Jet..
Cada numero a valso.
C40O0
20
QUMTA f EIRA 4 DE OUTUBRO DE 1871.
--------------------------------------------.----------------------------.-----------------_--------------------------
pula Dsmq i fora da peotiicia.
Por tres meses adiajJwi .o...............
Por seis ditos idem....................
Por nove ditos idem *..................
Por nm anuo idem.....*.............
#7
iWIOO
SOIUa
I7IM O
DIARIO DE PE

r
f
i
Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.
AO ACBITII:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos, no Par ; Goocalvea & Pinto, no Maranhlo ; Joaqnim Jos da Olivtira & Filho, no Ceiri ; Antonio de Lemoi Braga, no Aracatj ; Jlo Mara Julio Chavea, no Aun ; Antonio Marae* da Silva, no Natal; Jote Ixtrtt
Pereira d'Almeid, enx Mamangnape ;FeIippe Estrena & C, na Parahyba ; Antonio Joa Gomes, na" Villa da. Peana; Belarmino dos Santoi Blelo, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavares da CosU, em Alagoat; Pr. Jos Martina Alves, na Bahia ; e Leite, Serqninho d C. no Rio de Janeiro.

I- *

%>
PAUTE eiTICIAL.
Continuado das armas.
CARTEL Gfi.VEftAL DO COMMAN'DO DAS ARMAS
NA PROVINCIA DE PKRNAMBUCO. 30 DE SE-
TEsmno dk 1871.
Oriem do da n. 518.
O brigadeiro eonmandaote das armas noroea
o Sr. alfares honorario do exemto Chrispniano
Baarque de M ic lo pira o lugar de amanuense
la enfermara militar desta cidade sob a adrarais-
trago do conselho econmico do 9o balalho de
infantina, em snbstitniclo ao Sr. tenente relorma-
do Luiz Jeronyrao Ignacio dos Santos.
O rae" m a brigadeiro faz publico, que segundo
cbnstou di oriem do dia da repmigio do ajudao-
t* eeneral datada de 31 de agosto ultimo ab o n
781, oi por fenteog do conselho supremo militar
de jGStiea de 13 do referido raez de agosto, o Sr.
tneote honorario do exercito HalioJoro Avslino
de Sopz* Monteiro condemoado a 1 mz de Drisao
pelo criroe de haver iosnliado com o epitheto de
bebado ao Sr. maj-jr do 9 ba'alhao de infamara,
jalganio-o ineorso, nao no art. 236 4* do cdigo
criminal combinad > com os arts 237 3 e 238 flo
mesrao codig) como consideron o conselho de
guerra, mas no 7* dos de guerra; seado no'dia
27 do correrte posto em liberdade.
(Assignado).Luiz Jos Per/ira de Carralh'o,br\
ndeiro.
Conform.-Cte/nente hranctlio Tavares, tenento
ajndarte da ordens encarregado do detalhe.

EXTERIOR.
.


desta espeeie pro-
rnuito clero e mu-
O remello que o; j roaes
|io n, artigo e emprico :
tissimo exercilo.
Ncespitaramos columnas iuleiras para descre-
ver as infinitas Hedas envenenadas com que os
jornaes aristcratas e conservadores perseguem
o ministerio ; 8 pedem era altos brados que seja
organizada militarmente, Bonaparle, aquella
naca), incapaz de conservar a sua prosperidade
se nao viver palo principio da liberdade.
Sabem os reaccionarios inglezes que sua na-
ci regngn.a sempre os grandes exercitos regu-
lares, e que do os teve nem em (rente de Fe-
lippe II, nem de Luiz XIV ou de Napoleao o
granda ; mas tarabem sabem que se consegus-
sera ter um grande exercito, com elle obteriam
forga para sustentar os privilegios da classe al-
ta, e man t o cmbrutecimento que impede o
(despertar consciencia dos povos.
Comtudo as instituigdas liberaes de Inglaterra
ante as quaes se vai desvanecenio o privilegio e
a veiha poltica, tem levado aquella grande na-
ci ao grao de prosperidade de que hjje gosa, e
para a perfeic'-o da qual trabalba o partido da
ideas avocadas.
DIARIO DEPERNAMBUCO
>
Inglaterra.
O SKU ESTADO POLTICO
A cmara dos lords nao cessa na sua .'opposi-
CO ao ministerio liberal, que hoje encaminba os
doslinos da Gaa BrelaDha.
O ministerio dea ama severissima ligio de libe-
ralismo prescinJIndo da cmara alia e promul-
gando, como sabido, apezar do sea voto con-
trario, a abolicio da venia Jos posios no exer-
cito.
A cmara alta, por sen turno, aprsenlos um
vito de censura ao governa. Mas o governo in-
gle* que nao poderla existir nem cinco minutos
sob o peso de om voto de censara pronunciado
pela cmara baxa, viva robusto e sereno com a
cansara da cmara onde se assentam os filhos
das conquistadores normandos, e os principes de
saofoe da roal Inglaterra.
Tara demonstrar que, nio obilante es3a infe-
rioridada poltica; ni) obstante es desacatos ao
poder e os despresos da opiniio, a cmara are-
nara tica anda existe pronancion se contra o
hiil da reforma eleitora, que propoa o escrutinio
secreto.
primeiro ministra de Inglaterra dase qae
padeciam.de cegueira ineuravel, ,os conservado-
res deeididos i nao ver como o espirito revolucio-
nario passou a Estreito e oxidou todas as in?-
ti:uic3n, e toJas as iolelligoncias da Gria-Breta-
nha ; e que pnvilegt) da naci) tao previsora o
mercantil, antepSa-se aos lempos, e converter em
reformas as revolu$5;s Porm o primeiro mi
nistro sapprimioja igreja na Irlanda, transformou-
Iha a propriedade, propoz o escrutinio secreto
qae da independencia aos eleitores, e aboli a ver-
ba dos postos, dando carcter moderno ao aristo-
crtico exereito de Inglaterra, moralmeote van-
cido na campanha da Crimea pelo '^espinio demo
cratico do nosso tempo.
Mis, como bora ecclectico, o Ilustre Gladstone
. eacurece com eapressas sombras todas essaspro-
gre>si vas-reformas.
Os llberaea nio Ihe perdoam o sea proced
manto desda Sadan al paz de Veraalhes ; a
lreqoencia com que pada dotas o pen-das para os
p-iupipes iogle'.es; o bil negando os parquas e
ird;ns public:s as manifealar,5es polticas, e qne
artes de admiltir-se esse btll, combatido na c-
mara dos communs, o applicasse s cidades d
Irlanda, originando conflictos tio gravaa como o
ultimo de Duulin. E-te procedimeato pode tirar-
lae maitos voto e expo le; 'sobre lado catre os
radicaos, desastres na cmara popular, prove-
to?os aos conservadores e funes:os ao progresso
poltico da sua patria. .
A Inglaterra, porm, sustenta visivelmenta o
sao progresso interior ; se dacahio em verdadei-
ra inflaencia na Europa, se deixon de ser o que
era para os liberaos do seculo passado, um mo-
delo sobrepujado j pelo espirito democrtico e
republicano de noato tempo, nao decaho Inte-
riormente, grabas s suas inslituicoes liberaes,
como decahiram lodos os grandes povos entregues
furia do absolutismo. Trinta e um milhoes
cempSam hoje, segundo o cen=o ultimo, a po-
palacao de Inglaterra, Irlanda e Escocia, quanao
ao 28 milhoes exisiiam ena 1861.
Dorante o reinado da raiDha Victoria, a Graa-
Bretaoha augmeotoa em nove milhoes de al-
mas. ii.
t Este augmento, diz com graca um jornal in-
glez, nio se deve aonaxaeio alguma, forca-
da ou voluntaria, mas sim ao bom exemplo
dalo pela propria raiaha, praticando, antes da
c 3ua viuvez, com grande lelo, o preceito bibli-
< co de erescei, e multiplicae-vos >
Mo primeiro censo decenal que se publicar no
prximo seculo, conta-, de certo, a Inglaterra
69 milhSss de almas.
A emigracio detera este ascenso; 1170 euro^
peas de ambos os sexo nascera n'ura dia ; e 478
partenj para longinquas trras; emigragio dolo
rosa sem davida para Inglaterra, mas que en-
gaadrou a nagio mais lire, mas democrtica,
mais irabalhadora do auado-o.s Estados-Uai-
ddS.
Setenta milhoes da almas, perieaceates por sua
origem raga aoglo-saxonia, povoam as oa'.ras
partes do mundj, q_ie, unidas aoa inglezes da
Europa, compoem ama legiao sagrada de mais de
cem milbes. os. qaaes, aonde quer qie se en-
contrem, esli sombra de sua baodeira, teem
seguro o domicilio, a oonsciencia e o joJxi por
aaus iguaes, e a ioterveogao effl:ai no voto de
2U13 coatribuigdes.
E, apezar disto, ha peridicos iogiazes qae ca-
nam contra a liberdade ingleza I O. Blackwod
Magazine, orgao dos conservadores, sustenta qae
as alus e as baixas class?s se desmoralisaram, e
qasessa desmoralisagao resulta all da libar Ja le
concedida palavra c'ao pensamento qae os
. liberaes, e smente elles, sao responsaveis por es-
se retrocesso nos eo3tnmes qae e ensinar a 1er
e a escrever o pevo urna abominagio; que,
desde qae todos eserevem, augmeataraai os cri
oes de falsillcagao deesiripturas e firmas; que
m escolas modernas sao ama calamidade ; qae,
ea logar de eosinar doctrina, ensinam astrono
asa geologa, historia, moral universal, e qae
aoostaaum as eonsciencias a emancipar-se do
circolo das igrejas e a proclamar qae o universo
material e o espirito humano se regem porleis
imatotaveii.
Qwtt o mesmo peridico qae se exungam todas
as ititas com pretendes reformas sociaes, e
a* ss prohibisse ao Dr. Darwm eserever e pu-
blicar os seas preciosos livros sobre a transmu-
tabas das especies, qae, sem dizs-lo claramente,
esamstram ser bom para a poesa, mas rasos-
jelparante a seieaeja, o primeiro capitulo
^at^^^k^BajgjjajBj^
REG:FE, 4 DE OUTUBRO DE 1871.
noticias da Europa.
Chag:a hontem ao meio da da Liverpool per
l.i-liVi, o vapor inglez Gladiator, trazendo datas
de Lisboa at 15 de setembro oonte, doas das
mais que as noticias irazidas pelo Oneiia.
Do Jornal do Commercio, de Lisboa, traos-
crevemos o seguate :
X)dia6 d'estemaz veriflciu-se em Silz'ourgo
a entrevista entre o imperador da Allemanba e o
imperador da Austria. Am0o9 elies se encami-
nharam para o mesmo hotel, aonde se conserva-
rain juntos por espago de um quarto de bora.
Francisco Jos d'Austna vesta o uniforme do re-
giment prussiano de que chefe, e o do impera
dor Gailherme o do regiment austraco, cujo man-
do ordinario Ihe perlence.
< A' noite houve um gran le banqueta ao pala-
cio. Djpois de jantar, o principe de Bismark e o
conde de Beusl tiveram repatidas conversas, que
se prolongaran)1 por bastante tempo.
t D.zem as noticias de Vanos, qae nao eerto
que os retratos dos imperadores de Frang, offare-
cidos por estes familia imperial da Austria, de-
pois da entrevista celebrada em Salzbargo em
1867, houvessera sido retirados do palacio naqnella
occasiio.
c Noticias da Vienna que se julgam fidedignas
assegurara que, como consequencia lgica das re-
lagoes amigaveis estreitadas entre a Austria e a
Allemanha, devido s ultimas entrevistas de Gas-
(ein e da Salzburg a estas patencias resolveram
submeiter a um exame commnm qualqaer qujs-
tio poltica que do futuro podesse surgir na Ea-
ripa. Parece qae tambera se tratou nessas entre-
vistas diplomticas a respailo da ful nacional,
tanto com o proposito da oppor urna defoza efflcaz
entra os seas ataques ultimo!, como com a idea
de provocar urna solagio pratica as questoes so-
ciaes. >
t Esta entrevistas dos soberanos, e conferen-
cias dos seus priraairos ministros sio assamplo
de que muilo se trata na actaalidade. O Times,
no sea oumero de 9 d'este mez, publica um artigo
raaito nolavel, em que compara a allianga, ou ami-
gavel amao, frusto das entrevistas imperiaes de
Gastein, om a saeta allianga, esiabelecida entre
as principaes testas coroadas da Europa em 1815.
< Como j se tem dito, a Italia nio ser estranha
a este accordo, e suppde-se qaa a elle adaerirao
outras potencias, no sentido de afjfingar em base a
segara e futura paz li Europa
- c Mas, nio obstante esta boa intengao que se
apresenta da parte d'aquallas potencias, julga o
Times diffi-il a tarefa em que se empenham. A este
respeito encontramos escripto o seguirte :
t Vivemos hoje n'uma poca d9 rpidas e ines-
peradas Iransf .rraagoas, e de maravillosas mu
dangas j o que hortera consideravamos lio irrea-
lisavel como um sonho pbantastieo, vemo lo boje
realisauo ; o que hontem se tinba por duradouro
e immutavel, jaz actualmente lanzado por trra,
sem esperanga d> se tornar a realisar ; e, nio
obsiaale os e-f ir.;.- que hoje empregam, aqaelles
soberanos e bomens de estado, para conservar a
paz, amanhaa poieria fcilmente tornar a discordia
a ensanguentar os campo da Eurooa.
c O artigo do Times a que nos referimos conclue
com as seguales palavras, dignas de atienta lei-
tara :
t t%. nova allianga, se chegar a verificar-se, nio
lera que obrar tanto contra ama ou outra potencia
isolada, como contra o.- amigos phantasmas revo-
lucionarios, qua surgiram nos das da nossa in-
fancia. Uma> allianga europea tem que ser, quasi
por torga, mooarcbica e aristocrtica. A sarta
allianga aspiro j a um Qm qae era maito superior
s suas forgas, e nao o realisoa ; esta nova allian-
ga, poder talvet cumprir mais o que pramette.
O mesmo jornal censara o governo franeez
pela falt i'de lgica, e da tacto poltico com qae se
enreda em matis dlscassde), e em mesqainhas
disputas com o goverao italiano, entorpeceado de
ama maneira notavel, com as suas infundadas
reclamagSes, a secularisagao dos estabeleclmentos
religiosos de Uaraa.
i O Times qualifica de injusta a sentenga dic
lada pelo tribunal militar de Verstiles contra as
pelroleiras, as quaes enterada nao mertcerem se-
raelhante qaalicagao; palo menos, julga qae se
nao pode provar de urna maneira evidente que
fossem tal. O jemal inglez espera qae a pena do
morle, a qne foram sentenciadas alguma? d'ellas,
ser omrantada em entra menos savera.
As folhas de Londres publicara o discurso
pronunciado por Mr. Gladstone, em Whitby, a pro-
posito da urna petizo qae maitos operarios Ihe fi-
zeram apreseotar.
t Eis aqu algans paragraphos mais importantes
d'esse discurso :
c O bul sobre o suffragio secrato, dizem os nos-
soa iniaigos, nao foi votado na cmara dos com-
mun3, senio em consequencia da cbslnacio e ty-
rannia da raaioria, que desejava imp-lo ao paiz a
todo o transe, e tambera porque o governo fez
qaanto pie para favorecer a manobra. Tem-se
chegado at a apresentar como qnestio se era le-
gitimo que o voto da maioria tivesse mais forga e
autordade do qae o da minora I Ea responderei
qae o bil nao dew o sen triampho obsiinacao e
tyraoma de ama grande parte da cmara, mas
sim ao apoio qae Ihe prestara a maioria da nago.
Coniesso, e tal vez se me censare a minha ig-
norancia, que ea nio sabia que o bil sena rejei-
lado na cmara dos lord3. Lamento sinceramente
que assira lWe3sa sacoedido, raa espero que o
tempo consagrado pela cmara sos communs a
discussio d'aqaelle bil nao srt perdido ; ter-se-
hia perdido o tempo se a medida tivesse sido re-
ieitada pala cmara dos coimaans, qae a cmara
do povo. A cmara do poto voltm o bil do povo, e
qaando o bil for nova nenie apresentado na c-
mara dos lords, o qae espere ser na prxima le-
gislatura, ter entio um carcter de autondaae
que entio Ihe falta va. ,
< As despezas do paiz, emqnsnto teem estao
no poder os actnae3 ministros, pdem comparar-se
com ai dsspezas de todos os gabinetes anteriores.
Os orcamentos da guerra e da marinha nos asnos
de 1868 e 1859 foram orgvqenloi. d>pai. !aqaellal
poca nio havla guerra na Europa. EJ orga-
menlos, preparados pelos nossos antecessores, ele-
vam-se a 26 milhoas. Qnaio o governo actual
se eocarregoa da direccao dos negocios pblicos,
tinba que preparar o orgamenio de 1870, e redu-
zio-o em 4 milhoes e 100 mil libras.
Os orgameetos de 63 69 correspondan! a
um periodo de profunda paz. O de 1870, a urna
poca em que a Europa se achava envolvida na
guerra. Tivemo9 que pedir um supplemento de 2
milhoes ao orgamento; mas lo nicamente em
consequencia do. parigo qae pareca ameagar a
Blgica no comego da guerra cruel entre a Franga
e a Allemanha.
t Foi o governo qae impoz este sacrificio ao
paizf nio; o parlamento obrava movido naquella
occasiio pelos raesmos sentimentoa do povo. E
aio obstarte o cbamamento que o governo faz en-
tio s cmaras, o orcaoaenlo ae 1860 ficoa maito
abaixo do dos nossos anlecessires, qaando a Eu-
ropa gosa va da (qais profunda paz.
< Nio esquegamos nuo-a qae recebemos de
aossos pas um riqaissimo e precioso thesoaro, e
que o nosso dever, como polticos, aug-~uenia-lo,
e nio diminui-lo.
c Quanto mim, espero sinceramente que no
ultimo dia da minha vida poltica, qae talvez nao
esteja longe, desserei do poder com a conviegio
de ter cumprido com a conviegio de ter cumpndo
com o mea dever. Fagamos todos os esforgos ne-
cessarios para conservar, e mesmo melhorar o
methodo seguido prudentemente pela Inglaterra
na sna admioistragio^ e que Ihe dea no conceito
das nagdas urna posigio qae nio secundaria.
Prescindamos de ideas egostas e acanbadas. e re
cordemos aquello magnifico principio do proceder
com os llamis como quizeramas qae se proce-
desse para comoosco (applanas).
c Tambera accrescenlaret qae o poder de In-
glaterra nio decabio; aagmentou, pelo contrari,
se o compararmos com o das outras nagSas da
Europa. S o nosso orgulho, s as nossas tonca-
ras poderara constituir um.perigo para nos; mas
Meamos senhores de nos mesraos, e nao haver
inimigo qae nos prejadiqae; e largos asnos pas-
saro e se saccederao mailas geracBes de bomens,
primeiro qae o povo em que nascemos e que tao
profundamente amamos, perca o sea posto entre
as nagoes domando (raidosos e prolongados ap-
plausos). >
< Assim concluio Mr. Gladstone. Heproduzmos
estes trechos do discurso do primeiro ministro,
nao s para daxarraos ver as ideas que aquella
hornera de estado apresentoa, como para se poder
avaliar bem a lngaagem empregada por elle e
qae laoto tem dado que fazer imprensa do
c A municipalidade da Versailles foi feli
Mr. Thiers pela sua elavagio presidencia da re-
publica. Este respondeu-lhe no* seguales ter-
mos :
< Nenhum pensamento ambicioso, mas a mais
profunda adbesao ao mea paiz me induzio a con-
tinuar na ardua tarefa emprehendida em fevereiro
ultimo. Espero que o faturo nos soja mais favo-
ravel, e lenho motivos para pensar qae os malas
'moraas que temes soffrido sarao carados siraafta-
nsamahja cora os malas materiaes que noiaflligens Sarr
S (Testa molo se collocar o nosso paiz em sita-
gao de recobrar o posto qae Ihe corresponde e
ttesenvjjlver as suas Torgas sob a sua actual trraa
de governo, nova forma qae dea origam a nanitas
duvidas, mas que espero ebegari a ser ama paci-
fica e gloriosa realidade.
Os prefeitos dos bairro3 de Pars celebraram
ltimamente urna reuoiao, na qual resolverara
dirigir urna petigio ao Sr. Tuiers, com o propo
sito de conseguir d'elle o levantamento do estado
de sitio. ,
i Annancia i Estrella Belga que 03 machinis
tas de algumas oficinas se declararam em greve;
outras oficinas seguirn provavelmente e^e
exemplo; os machinistaa pedem especialmente a
dimaugio das horas da trabalho.
t A nomeagao dus Sra. Vicenti, para ministro
das obras publicas da Italia, e Ribotti, para minis-
tro da marinha, oficial.
i O Sr. Gadda, prefeito de Roma, comprehende -
r as suas atlribaiges o exercicio de comraissa-
rio para a transferencia da capital, assampto de
que se traa seria a incesssantemente.
Parece que a prmeira sessio em Roma da
cmara dos deputados de Italia, ter lugar nos
meiados do mez prximo. Segando noticias da
Roma, as obras do palacio de monte Glorio, que
se est preparando, como j disemo3, para all se
eatabelecer o parlamento italiano, estarlo termina-
das no dia 8 de eutubro.
c Diz a Gazela da Cruz que o estado-maior do
exercito prussiano trabalba activamente em escre-
ver urna obra sobre a ultima ga3rra com a Frao
ga. A reiaegao est eocarregada ao coronel Ver-
dy, um dos hornees mais instruidos dos que car-
cam o general Moltke.
Em eon3equeoca do naufragio da galera
allemia Chuchau, que teve lugar na cota da C
rea, foi a tripolagio d'este navio captarada pelos
Coreanos e condazido' para o interior do paiz.
Em consquenea d'isto ogoverno allemio prepara
urna expdigio para castigar severamente as de-
masas e excessos de procediraento d)s habitantes
da Corea.
c Era vista da divergencia de opinioas qae ha
na assembla de Versailles sobre o modo de acu-
dir s necessidade do estado, e do maito qne o
tempo urge, locaado as sesses agora ao sea flm,
o ministre da fazenda, Sr. Pouyer Qaart er, apre
sentou um projecto nm projecto de lei estele-
cendo qae desde o 1* de jvneiro de 1872 se impe-
ra am encargo de 10 por cento sobre todas as
contribuiges directas e indirectas, no caso da
que nao tensara sido votadas receitas equivalentes
antes da data citada. Esta proposta causn viva
iraprassao n'uraa parte da assembla, porque tendo
coacordado em qaa as ferias durassem at ao3
priraeiros dias de dezembro, nio provavel que
oas priraeiras semanas de sessdes possa ficar de-
terminada a grave qnestio do imposto sobre as
materias prima. D'ahi resalta qae o encargo de
10 por cento tena grandes probabilidades de ser
posto em vigor desde o 1 do anno futuro, apesar
de extrema repogftapcia da maioria da assembla
lodo o augmentarlo contribaigio sobre a pro-
priedade territorial;"
i O projecto de lei passou i comrnissio de or-
gamento?, e julgaia-se que a assemb'a nio se
mostrava rouite'lsposta a approvalo.
< No da 9 prneipiou o movimento de evacna-
gio des fortes de Pars pelos Prassano.
i O Sicle traz um-artigo censurando acremen-
te a attitude do coronel Boisdenemetz, presidente
de quarto cesselhi) de guerra de Versailles, e s1
qae elle diz aos reos ebegando a insolta-los.
t Como os leitores terio vlstp, o coronel Mer-
lln tez o mesmo con os reos j sentenciados. Ma-
gistrados mais dignos reclama a seriedade da jus-
liga. Tanto direito teem os juixes ao respeito dos
reos, como os proprios reos ao respeito do que os
ialgam.
i As correspondencias de Londres publicara o
extracto da ultima sessio da junta eentrai da In-
ternacional, presidida pelo Dr. Marx.
i Leram-se em primeiro logar al|umas cartas da
India, anonadando qae a aociagao (az grande*
progressos e em breve destruir o mais odioso que
all existe, as castas.
c As noticias da America eram igualmente ra-
voraveis a propaganda e extensio da (Menudos*.',
porque en Breve se far sentir i saa aegio s% q.
a Blgica redobra a assoeiacau de actlvidaia.
Uemauha, longe de ter sido ssffocada a
pelas ultimas peigeguigoes, augmenta em
em influencia. Espera levar iriampban-
f eandidatoi as prximas eleigoas.
"aspondencias da Suissa dixen qae all
urna activa propaganda:
enva noticias qae indican qae a
commuoa nao delera a associago.
da leitara d'estas correspondencias tri-
tn a jauta da carta enviada ao defaosar da Assi,
da qaestao de soccorros aos refugiad e do qae
se ha de discutir nos congresso'.
< Ora sabido qae na conferencia dos impera
dores da Aastria e da Allemanha sa tratou d'este
assumpto, qae a Inglaterra nio dorme, e que as
demais naguas estio decididas a lomar enrgicas
providencias a este respeito.
c A Europa esta pois em guarda, e agora com
mais razio do que nunca, porque oslnternacionaes
se vio collocaado fora da lei.
* Se querem fazar propiganda, podem faze-la ;
se como assosiacao opsrada se apreseolam a face
da Europa, esta, do sea direito; mas se pretenden)
abasar das suas doutrioas e hostilisar os governos
e promover conflictos as sociedades, tropegario
com os desejos de paz e tranquillidade que tem a
classe, operara, qu1? o maior obstculo que se
pJe-opfor aos seos criminosos intentos.
O 4* CMHelhu de guerra de VersaiUes,pre3dido
pelo coronel Boisdeaemeu, julgoa no da 9 uuas
causas. ,
A primeira era a de Fulgencio Dale.au, sar-
gento-mor atteotado contra o govorna a de ter oommindado
bandos armados. -:,
Esta f)i condemnido a deportagao simpreR
A segunda causa er da de Jaso Baptista La-
garie, acensado de ter commandado bandos arma
dos e de axcitagij pilhagem e ao massacre.
t Foi tambera condemnaio a deportagio simples,
t Eneeto-se anda o jalgaraento d'oatra causa,
qus per ser mais extensa na iaquirigi) de testeraa-
uli is tteoa adiada para a aulieaCla do di 11.
Par-ice qae a commissao de guerra da assem-
bla fratwesa teociona fixar o euadivo das forgas
da repblica em 430 000 horneas, repartidos como
5:000
23:000
219:000
20:000
4:000
3:000
2:000
4:000
9:000
47:000
6:000
5:000
6:000
45:000
10:000
t0:009
11-0001
segua pelas diferentes armas
Estado raaior......
Gandarmeria......
101 rgimentosde infartarla.
30 baialWas de cagadore a p.
4 reginentos de zuavos.
3 batalhoesa de infantaria ligsira de
frica.........
7 companhias de disciplinar -
Ragi meato strageiro. .
3 reglmentos de atiradores argelinos.
56 regimeat ds cavallara .
4 regalentos de cigidores de frica.
9 companhias da remonta e depsitos
de remonta. .......
3 rtgimantos de saphis.....
24 regimentos de artilharia e 2 regi-
raeotos de trem ......
3 regirnenlosde eugenharia.
' companhias da artifijeconstrurtores
oj administrativos.
430^000
PORTUGAL.
Em 15 da setenbro 1 hora e meia da tarde
escreve nosso correspondente de Lisboa :
Aeabara de avisar me que entroa em Liver-
pool o vapor Gladiator, e vou acerescentar algu-
mas linhas a minha de 13 do correrte que remet-
ti pelo Oneiia.
Primeiro qae lado de. rectificar sobre a
formagio de novo gabinete" oque lhes dissedas
pastas da marinha e obras pblicas Todos os jor-
naes da roanhii de 13 erraram como eu erre, e
s os qne sahiram do meio dia em diante a co-
megarpela Coirespondencia de Portugal acerta-
ram Ficou ministro da marinha o Sr. Jayme
Constamino e Moniz, e das obras publicas o Sr.
Cardoso Avelino, o primeiro lente do curso supe-
rior de lettras, acadmico e deputado, e o segun-
do, aiadanta do procarador geral da oora junto
ao ministerio das obras publicas. Ambos sao mi-
foi substaucial e
Estabelcease ama jauta en Tarlt.;
nistros pela primeira vez.
*t Repetlndo, pols, a organisagao do gabinete
que saccedea ao ministerio presidido pelo raar-
quez tfAvila e Boaraa. e caios deerelos hontem
(14) appareceram no Diario ao Governo :
Presidencia, gaerra e fazenla interino -Pos-
tes Pereira de Mello;
c ReinoAntoaio Rodrigaes Sampayo ;
JastigaBarjoaa de Freius;
EstrangeiroaAndrade Corvo ;
t Obras publicasAntonio Cardoso Aveluno ;
t Marinha e ultramar Jayme Constantino
t Ha mais um partido, contra toda a expectati-
va o que mais dificultar a marcha regular d03
negocio; pblicos e sorprendea o Sr. Fortes,
diiem. Prese, pois, qae os avilistas resolverara
organisar-se em partido, com a individualidade
nrooria. formando um outro para se rcumrera e
fundando um jornal que seja orgao das suas ideas.
c Afirmase qne esta resolngio nasceu da pou-
ca ou nenhama importancia e consideragio que o
Sr Fortes dra aqaelle grupo, maito mais naue-
roso na cmara do qae no regenerador, e que
undO servido para elevar este ultimo ao poder,
nem se qner foi convidado para lomar parte no
ministerio. Indigita-sa para presidente o conse-
Iheiro Si Vargas, ministro dimisionario da jas-
tica e negocios eccleslasticos.
O testamento dos ministros
ibnndante.
As folhas desaffeetas aos avilistas poe em re-
levo estas amabilidades da ultima hora, j um
tsnio cabidas em dezm, e parecidas com os per-
diis de acto qae tambera j l vio e que eram in-
jeparaveis dos bons lempos das laminarias pol-
ticas. .
' No dia 13 apresentoa-se o ministerio na c-
mara i'Avila e foi o Sr. Fortes, como presidente
do conselho que primeiro expoz o programan do
gabinete, dizendo que nao pedia apoio aos diver-
sos partidos, mas qaa s desejava a saa expecta-
tiva,
c Houve aooali'ns, segundo o costaras,
t Os coastituintes adherirara a poltica do mi-
nisterio, e j em resultado foram dous dalles, dos
raais salientes na caara eleitos para fazerera par-
te das mais importantes commissQas parlamen-
tares. *6
WOa reformistas a os histricos esto em hosti-
lidade ao nov gabinete.
Wt A lngaagem dos reformistas foi anda mas
desfavoravel a sitaagio, do qae a dos segundos.
c Resumindo lado o qae o Sr. Fortes expoi na
camera: imposto, economas, reforma administra-
tiva no sentido da ampia desoeatralisagao reor-
gani>acio do exercilo com o melhor e mais moder-
no armamento.
a' seite houve reaniio de maioria, segando o
estyllo n'am sali do ministerio do relio, sendo
convidados todos os deputados, Estiveram s qua-
renta e seis.
< O Sr. Sampayo. (ministro do reino) explicou o
pessamento do overao relativamente a deseen-
trasacio, fazensa ver a necessidade do alarga-
asesto dos oooselta.
O Sr. Jay<3e Muniz (marinha) irterpellado por
diffsfTi'ies deputados a respeito das colonias, res-
pesieu que prestar toda a sua attengio aos neg-
nos do ministerio.
O Sr. Cardoso Avellino (abras publicas) irter-
pellado em relagao ao caramho de ferro do sol,
UStrou a conveniencia do sea prolongaraento.
Por parte dos avilittas, os Srs. 9 bargas e
Costa e Sil/a, declararam apoar o governo e votar
I a lei de meios sem redricgSes.
I O visconde de Moraira de Rey (deputado do
partido constituirte) lerabrou que a reatriegio loa-
se at jandro, porm como o Sr. Fontes decla-
roa que o governo teociona abrir as cortes era ja
Miro, relirou a idea da restringi.
i Os deputados que assistiram a esta reuniio
fperteneaTaos partidos avelista, regenerador e con
lituinte.
< Hontem foi apresentada palo governo a pro-
posta de lei da meios, pois o seu anipanho fe-
char a cmara quinto antes, e addia la para Ja-
neiro.
Ora, os trabalhos das commissoes sobre o
orgamento estavam muito adiantados, mas.o go-
verno como nio fez os orgamentoa, nio os adopta,
e mais urna vez serio encerradas as cmaras sem
se discutir lei da receita e despeza.
O orgia do partido histrico era Lisboa des-
raerte a nolida de ter sido o duque de Loul con-
vidado pelo Sr. Fortes para se formar ura ministe-
rio de usia ou coociliagio.
Na cmara dos pares apresentau-se hortera,
o novo ministerio. Fez a exposigio do estyllo o
Sr. Fortes. Respondea-lhs benvolamente o mar-
quez da Sallada.
Falln tarabem o raarquez d'Avila e Balama,
o presi lente do ministerio demissionario, agrade-
cendo ao Sr. Fontes a 3 palavras de benevolencia
que Ihe dirigi, e com relacie a actual sitnagao
politic:., daclarou qae confiava muito na intalli-
gencia e zlo dos cavalbeiros que succederam na
gerencia dos negocios pblicos ao ministerio de
qaa havia feto pane, e qae dava pon arto o seu
apoi i ao actaal governo.
a Quanto as razoas que determinaran! a sna
sahida dos onselhos da corda, explicou o raar-
quez d'Avila, que o ministerio reconbecia que ti-
nba na cmara dos deputados ama maioria qae
nio era suficiente para Ihe dar a forga necessaria
para vencer as dificnldades com que tinha de la-
tar, e por isso entender qae depois de diversas
explicaos ;s feitas na cmara electiva, nio poda
fazar passar alii as medidas de fazenla, bem come
outras igualmente importantes, e a respeito das
qaaes maito se iateressava, e por isso pedir a saa
daraissio.
Qaando em outra occasiio fora encarregado
da penosa missio de formar o gabinete deraittido,
entendeu qae, o qae mais convinha ao paiz, era
um governo de coociliagio, por isso que exista
grande oumero de fracedes de partidos, e nem
urna s com a forga sefflciente para poder go-
veroar. Pareceu-lhe que elle orador, qae nao
estava filiado em nenhum desses partidos, qae
poderla talvez formar o gabinete as condisdes
qae entenda convenientes e qae por isso aceita-
ra o encargo, consultara-se a opiniio da paiz,
porque com qaanto se digam muitas ioexacti Idas,
a veraade qne o governo nio tinha na cmara
electiva o concurso de qae necessiiava ; o resal-
tado dessa coasalta fora virara representados ao
parlamento todos os partidos. Entao elle orador,
pareceu-lhe qne nao haveria inconveniente em
dous ou tres partidos se reunrem, nio havendo
ioeompsiibilidade nos principios qae cada um
delles proclama va, para o goverao poder conti-
nuar na gerencia dos negocios pblicos. Enga-
ara se porm, porqoe a qnestia nio era de prin-
cipios, mas nicamente de noraes, e por isso
que determinara a demissio pedida.
c Disse mais qae talvez que os partidos que se
acham representados actualmente na casa electi-
va, fatigados com a? latas qae teem sustentado,
dssem apoio nova situagio ; seja porm, qaal
for o seu procedimento, o paiz leria de Ihe pedir
estreitas cortas, por nio" quererem sacrificar
cansa publica aos seus caprichos.
Terminoa declarando que por sna parte apoia
a actual administragio.
t Sobra os intentos que ti vera o marquez d'Avi-
la de formar am governo ds conciliagio, anda o
Sr. Fortes fez algumas ponsideragoes, e qae es-
tas ideas eram e sio as do actuai mioislerio, em-
bora composto de elementos homogneos.
Fallaram anda alguna membros da cmara
alta, e o Sr. Andrade Corvo, ministro dos negocios
estrangeiros.
c Rsceben-S3 hontem um telegramraa de Lon-
dres dizendo qae os nossos [unios ficavam alli
eotados 37.
Diz-se que pelo ministerio do rdno se ope-
rario inodiQcagas radicaos n'alguns ramos de
serviga, ese daapi maior laltilude, compativej
com o estado e^wstumes d) paiz, ao principio da
descentrallsagio.
Cortinaim 03 expleudidos jactares da corte.
Era Cascaos val ser dado um obsequio aos offl-
cieos da marinha ingleza.
Ogoverno hespanhol contnuava a agraciar
os individuos, mesmo nio escriptores4 que em
maio ultimo durara at Madrid, attrahios pe
los pregas rednzidos dos caraiohos de (erro.
t No Jornal do Commercio de hoje l-se urna
notavel correspondencia com o titulo de Hespanha
e Portugal do Sr. Dr. Dias y Pepez, em qae se refere
propaganda ibrica.
< Na perorago deste discurso epistolar, diz que
os Portagaezes tem maito amor a sua autonoma
e qae de certo nio a trocars pelas falazes pro-
mesas eom qae o brindan os diplora iticos qae
desejam, agora, por saa conveoiencia a tmido
ibrica.
Com o titulo de pbo/bcto de mokumknto l-se
no Diario de Noticias, de hoje o seguirte que
digno de transcrever-se na integra:
< Qaebroa-se o encanto, o laborioso escaltor e
estatuario o Sr. Vietor Bastos ergueu em flm o vea
do mysterio, em qae um capricho do seu genro es-
conder o segredo da sua obra desunida exposi-
gio de Madrid, a patenteon-a. E' un projeeto de
monumento as navegagoes e descoberlas dos Por-
taguezes. O asstlmpto grandioso. Devia corres-
ponder-Ihe era magostado o monumento. Com
prehondea-o o artista, e idealisou-lhe a significa-
gao.' Modelou um formoso octgono no estylo ma-
uuelino, a architectara nacional, perfailamente ia-
dividualisada. Os ngulos sio guarnecidos por
Srasiosas columnaus. Capolas delicadamente ren-
adas rematam os intercolumnios. Na parle infe-
rior vem-se sentadas cinco estatuas allesoneas
rearesentando as cinco partes do mundo -.Europa,
frica, Ana, America e Oceama, aonde ehegoa o
arrojo dos uossos navegadores. Na parle superior
ha tr3 medalhSes representando tras dos prinei-
paes legisladores coloniaes. As armas portugoazas
sobrosaera no monumento, a que serve de cpula
urna parte do globo terrqueo, sobre o qual esto
tragadas pajra serem representadas em marmore de
cor, as snas grandes divises, qae corresponden
geograpbicamente posigio das ciaeo estatuas. Na
parte superior do globo e dominaodo-o, est o raa-
gestoso grupo dos hroes principaes das nossas
emprezas maritimas. Sao qoatro estatuas em bron-
ze. A dominante e a do illastre infante D. Htnn-
que, iniciador do pensamento das descohertas; a
esquerda flca-lhe o grande Vasco da Gama, que
su cravando a bandeira portnguea no slo na
India; a diret est BartholorntuDias, o pnmei.o
qaeousar^dobrar o cabo da Bes-Esperanga, e
quenosbysmo de suas tormentas ms** Pg
L o leJto mortuario; e WCXa%ca.
eloqueate do pasada, estimuladora e perpetua
geradtes futuras. E tambera lembrar mais una-
vez aos povos extranhos que nagio que lano aval
la na historia da civilisagio do mondo nio pd#
jamis deixar de ser ama sociedade livre e inde-
pendento, regida por si e pela firma de governo
le matt Ibe apronver. Pareeeu-nas o projscto
harmnico em todas as suas partes, obedaesaifo
aos praceitos da siKetca, e grande sem ser se-
vero.
Fallecen o notavel escrptor portuense Joa-
quira Gailherme Gomes Colho, qae era mais
conhecido pelo peseudooymo de Julio Diniz, ata-
das Pupillas do Sr. Reitor, de ilorgadinha de Can-,
naviaes de Urna familia ingleza, e de Otfidalgo*
da casa Mourtsca, qae sahira em folhetim do Jor-
nal do Porto e se estava imprimindo em lvro.
t O Jornal do Porto, o Commercio do Porto, e
os diarios de Lisboa dedieam artigos saudosos d-*
merecida homeoagera a este mallogrado mogo qn-
tarto illustrou as lettras patrias. O .-eu funeral 1.1
hontem no Purlo, Assistio tudo qne alli ba demab
distincto na iraprensa, e Das escolas superio-
res. Gomes Coelho era tambero, um dos ornamen-
tos da escola medieo-cirurgica do Porta. A ana
morie una grande perda para as lettras portu-
guesas.
t 'Foi hontem o baptisado da regulo-bario de
Cabodo D. Manoel Penna. E' curiosa a deeeripeao
da solemnidade. Foi padrinbo el-rei D. Luiz. A
ceremonia foi na capella do pago d'Ajada.
a Fui transferido do Carmo para as cadeias do
Limoeiro o Dr. Antonio Jos Peixoto, brasiieiro,
preso a requisigio da legagio do Brasil nesla cor-
le, e ao qual me refer na minha de 13. Na Cor-
respondencia de Portugal que foi expedida pelo
Oneida iam inseridos os requerimentos e protestos
deste sujeito, contra o que elle diz ser Ilegalidades
na sua captura e detengio sem cnlpa formada, e
no Jornal do Commercio de hoje (15) vem nm novo
requerimento fundamentado e no mesmo sen-
tido.
jjafE' datado do Limoeiro, de 14 do correrte.
Acho todavi. de grande sigeificagio o qua
hoje a este respeito diz o Diario de Noticias:
< Foi mandado superiormente recolher a cade
da cidade o subdito brasiieiro Sr. Antonio Jos
Peixoto. Viera ante-hortera um amigo do Sr. Pei-
xoto fazer-nos o relatorio dos diversos aconuci-
raentos relativos prisio e aos pontos incriminados
para esclarecer a nossa opiniio, e essa narraga
'endia a explicar, por modo qne Ihe destruira a
criminalidad?, os fados graves a que temos allu-
dido com referencia aoa jornaes do imperio brasi-
ieiro e nformagas de outras vas; e nao deso-
jando nunca fazer, nem q le se faga injuslica \
ningnem, pedimos hantem aqu que se legalisass>a
quanlo antes a prisio do Sr. Peixoto, porque um.
vez entregue o caso ao poder judicial garantidos
fleam todos os direitos.
c Hontem, p-rm, nos foi afirmado por carac-
teres respeitaveis, que.essa legalisagio nao se an
esperar, nao s por haver nos actos de_ qa-
accusaiu o preso urna especie, qae anda nao co-
nbeciamos, e qae dizem est comprebendida ao
tratado de extra iicgo, na parte relativa falsifica-
gio de ttulos, como por causa de passaporte que.
ge diz vioha em norae de Antonio* Joaqun Pereira,
e anda pelo negocio de uina leltra, n'nma casa
bancaria desta cidade. Postos estes esclarecimen-
tos com a lealdade e mparcialidade a que sempre
visamos, delxemos que as estagoes competente.*
depurem a verdade dos fados. A jastiga far o
sea dever. >
i No paquete Oneida de Soulhampton, a 13 che-
gau s 8 e um quarto da manbia effaciivamente,
le passagera para Hespanha, a t-x-imperatriz a>*
Francezes, Eugenia, que viaja com o .itulo de con-
dessa de Pierrefond. A comitiva compunha-se oa\
duqueza de Galites, Mlle. Larminat, o raarquez de
Bassano e quairo criados. O raarquez d'Avila
Bolama foi cumprimentar a bordo a augusta via-
jante, e outros funecionarios superiores. Haspe-
dou-se no hotel Central ao caes do Sodr, telegra-
phou logo para seurstarido, o ex-imperador, da
Franga participando-lbe ter chegado bem. El-re>
D. Luiz e S. M. a raiDha D. Mana Pa e SS. AA. os
infantes foram visitar a Ilustre viajarte s 4 da
tarde e demoraram-se tres qaartos de hora. A
rainha seguio logo para CascSes, e el-rei fijou at
mais tarde, e foi depois para a Ajuda.
i o comboio da noute pela liaba de leste parti
a ex-imperatriz, acompanbada pelo duque de
Alba que viera a Lisboa espera-la. Agora foram
despedir-se e prestar-lhe horaenagem El-Re D.
Luiz, os Srs. Fortes, marquez e marqueza d'Avila.
candeda Mesqailella, visconde de Lencastre e va
ras possoas de dislincgio.
t Nio Ihe cilei na minha ultima por esqued-
mento que fallecer a Sra. viscondessa da Clurru--
da, D. Chrisiaa Teixeira de Sampaio. Traba 3<
anuos, era dama de raras virtudes e peregrina
formusura Seu marido filln dnilallecido cond-i
de Farrobos. Eslavara lulando comas mais peno-.
sas circumitancias. Deixa maitos filhos me-
nores.
Fallecen tambera a raie do visenos d*
Ferria.
c Diz-se qae am dos cavalheiros allimamen:
chamado ao conselho da cora ir ccoupar ora da*
principaes postos diplomticos, sendo substituida
Irao gabinete poroatromembro dos mais conspicuos
do partido regenerador.
Hoje s 7 '/i d* nouie haexperieocia dos fogue-
les de guerra do Ss>. Tavares portugnez, na praia
da Torrioha entre Pedroucoj e Difundo. O inv*n
tor j os tinha experimentado parante urna com-
rnissio militar no poligno das Vendas Novas. Fai
convidar hontem o eommandarte e oDaciaes da
fragata americana snrta no Tejo, bem como a cf-
cialidade da esquadra Ingleza qae se acha de-
frootc de Lisboa. Acudir grande maltidioas
praias___ mormenle porque se traa de logo.-
tes. Uos de cores no comego e fira da experiencia.
Servirio de sigaal para que nenhuma embarcagi >
se arrisque a passar as bausas entretanto.
t Eis os ltimos telegrammas aqu receb -
dos:
t Madrid, 13, s 9 horas e 5. minutos da m, -
nbia.Parece-se confirmarse a noticia da que
Sr. Figueirola ser nomeado miiiistro dos negoc -
estrangeiros. Sua magestade el-rei dave ter Mi-
gado esta tarde a Barcelona. Sua magesude a rai-
nha esperada em Madrid araanha.
t Madrid, 14, i 11 horas e 45 mnalos fia ma-
nhia.O rei ebegoa hoatem a Barcelona as a n >
Sida tarde. Ertrou a cavallo e foi rseeWdo cora
Na astacio do caminno



I
grande enlhusiasmo. .. ^-^
farro eslava urna multidao iraosensa que acUa-
mou o rei at ao palacio da capitana.general, ca-
de os quarto/raaes estavam PW"*?;,. fgf "
an vrlndas das casas e3tavam enpayexadas. Un
f!n u nm TeDeum O rei recebar h-aaAda-
putagZ de mil. de 00 mun.dpaUd.des, quavia-
famaBarcelonapari o cnmprimertar 3. 11.
Lneciona visitar as impottantes cidades de Gero
na Tarrosa, Sabadel e outras. O re esta ui-
"eiramente restabelscido e gosando ds- melhor
saiide.
Pj^jiMBUCO.^
sy
,nthese da nossa epopea saraL "ud^'^-^
.manm IA.UK i historia ressmma oas aescuuer
u^WetimdeCe; no segnaio os nomes
tas, em letiras^^?: 'Hn mnnnmanto. ana rea-
dos hroes e a
lisa cabalmenlf

REVISTA. DIABIsV
MONTE PI BRASILE(B.O.-Ot'o dia
tembro proceden esta sociedad^
nova directora, para o anno
d2!ioacio 'do monumento, que rea-1 qaal ficou assim. orgaosada ;
, o pensamento phi|qsQphico e ligio I Dirdores.-Jerpni.ojo s^
r
$ dess-
o da su i
-1871,
.anu
Jos Roq"-1 K*'

.
MHSJMM
'.'- 'I >
mn




DiMt* 4m fwiambAM Qyarla ierra 4 da Oututwo da 1871
***







I
Maet Villaca, Jos Raerte Calixto, Ab lio Pereira
dos Santos Cauro.
Vogaes.-Procopie Joaquim Das, Francisco B.
Pesaos da Vasooneelo, Jos Verissimo de Souza,
Francisco de Barros Correa.
Orador.Maaoel de Miranda Castro.
Thesurriro.-'Manoel loaquim Das.
Cooamissio de canta.Joaqun de Goava Cor-
deiro, Joaqalm N. de Castro Mariz, Antonio L. Pe
reir Dutra.
SOCIEDADE DC-ZB DB SETEMBRO. No do-
mingo (1. do corrate) realisou-e o passeio e
coocerio no jariim de palacio, promovido pelas
sociedades Dozt t Sektn'tro a dos Artistas M-
chameos e Liberan, tondo sido muito man concor-
rido do que os anteriores, remando senpre boa
orlesa, e agradando em geral os bellos premios do
bazar.
A renda total nesie dia elevea-se 66:!ii20,
sendo tt4i7ie arrenadados na porta de entrada,
e 4&8J500 no bazar pela venda de burieles.
Ji coraecam a patentear se as vantagens resul-
tantes para o Lyoeo de Aries e Olcios desse go-
tero de entreteaiment) paMico, onde cada un
coacorre coma quantia que ftie apraz, aventuran-
do setnpre otiter nm objecto do va'.or maior que a
qaantia qne empresa.
Damos nossos emboras s dignas di recaes dee-
sas duas sociedades, pelo feliz, xito dos seus es-
fereos.
CALf.AMENTO.-Vai finalmente ser cacada a
ra do Hospicio.
S. Exe, o Sr. vice-presidente da provincia, acei
lando a lembraoQa ao digno director das obras
publicas, atiend*odo a urgente necesstdade do
oaJcameota daquella roa. raand a que Ihe fosseai
appHeada* as podras qne sobraram pela coitoca-
cio dos trilhcs para os "fmis.
Jff de esperar que o enipreiteiro d ealcemento,
nao fa$a demorar aquella roeluoramento, iodis-
peasavel roa do Hospicio, pelo crescido mov-
ment que alli Ka, principalmente de cirros e car-
rocas.
Pelo verlo o p que ha por dermis insoppor-
tavel, cerno todos saaem.
Fsoiaremos, poi que em poneos dias posea-
mos noticiar a realteacao do calamento daquel
lana.
CASS SOLTOS.Na Ba-Vis a ha presentemen-
te ama quantidade de caes admiravel, o passeiam
livremente por alli.
Hl ntem pela manha no largo do Hospicio, en-
centramos eito reunidos, em plena liberdade I
No cometo do vero torna-se necesaarlo os Sr?.
fiscaes provideneiarern no -eniido de ir tirando a
bumaodade dos herrives males que podera tiles
nsar.
FACOLDADE DE DiRElTO. Por deliberacao
da respectiva eongregscn, foi transferida a pri-
meira prova das Dieses tara o dia 9 do correte
as 10 horas da mauha, em consecuencia de ter
ura dos concurreutes, o Dr. Graciliano de Paula
Baptit, o requerido por incommodos de sa-le.
NOVO ATNENEU.-Reuoio-se na segunda-feira
esta associaco Iliteraria wn sessi extraordinaria
sobre a presidencia do Sr. Flix Figuei 0.1.
O Sr. secretario d conta do seguinte expe-
diente :
Varias propostas para socios eTect-vo?, foram en-
viadas a cornmtsio de yadieinci, 3 oficios de
diversas associ.ie"es ag -adacendo o convite e dan-
do as raides por que nao se flzeram ^presentar
na sessiiJ fnebre do Dr. Castro Alves, un retrato
o&Vrtado pelo Sr. Darval, do mesmo consocio
honorario Dr. Antonio Cas:ro Alves, reeebido eom
agrado mandou se agradecer.
Foram approvados unnimemente para socios
eflectlvos os Srs. Juo Gabriel Bsptista, Frederlco
Rodrigues de Aodrade, Fibio Cabral de O iveira,
para socio eorrepondente em Sergipe o Sr. Luii
Barbosa Midureira Jnior e para h morarlos 'os
distraeros lilteratos Dr. Jos Feliciano de Castilho,
Jote Martlniano de Alenear, Joaquitn Maaoel de
Macedo.
Proceden-se em seguida a eleicia para a directo
ria o mais eommisfd*es sahlndo eleito presidente o
Sr. Argem'ro Galvo vice-presidente Eduar-
do Jayrae Gomes de Araujo, 1-secretari) Fian
eisco Ignacio R drigues Costa, 2 secretario Uriel
Gomes S, orador Francisco Antonio Rigueira
Costa, aijunto Joo A me riso de Carvalho, thesuu
reiro Das Prazeres.Para eoramissio de syodi
cancia Filgueira de Menezes, Joo Americ, Ga-
llillo Serraoo. Eximes, Javentino Lima, Miga
Ihaas e Anstides Madeira. Reviso, Belarmino
Carneiro, Gaspar Drumraond, Argorairo Arocha,
Vicente de Lemos, e Gusroa Lyra.
Em seguida a comraissio noineada para visitar
um socio honorario que se acha doente, dea o re
suludo de sua mis segunda feira 10, aflm de dar-se posse a nova di
rect ria e encerrar-se os trabalhos. lectivos.
PHTYSICA PULMONAR. L-se no Moniteur de
la Photographie do 15 ama correspondencia de Londres, o seguinte :
Algnmas carras que tem apparecido por di-
versas vezes n 1 Photographie News nos dizem que I
segundo a opinifn da rauitas pessas e de alguns I
mdicos o cyaun:o de putassium um ptimo
ffort bon) remedio contra a ph ys[ca pulmonar,
Dt Jnlro monicipal de BarreiTos. Appellante,
Manoel Alves F^rieira: Uad-> Icio FeJIl Ne-
pomuceno Jnior, I^^^Hnatcipai do Ico.
Appellantes, Itigml BapUska ** AnjdHittalros 4
appellados, o leceote-coroneliloberto Corraia de
Almeida e sua mwiar. Do f uto municipal 4e
Agua-Preu.Appelpm, Alfredo Cardnao Poret-
ra ; appeilado, Antonio da ocha Wanderley.
Ao Sr. desembargador Leurenco Santiago:
Do julio municipal de Serinbem. Appetlaite.
Jos Mafia de VasconcoHes Barbosa ; appeliade, o1
tenente-coronel Gaspar Cavalonte de Albnaaer-
que Tlsboa. Do jnizode ausentes do Recie.Ap-
pellaate, ojnizo ; anpellado, Manoel Unarqne de
Gusnrao Lima. Do jary do Sobral. Appeitante,
Manoel Antonio Alvos ; appelliida, a estica. >Do
jury de llame.-Appellant, o Jalao ; apeellado,
ioj Correia dos Saato?. Do jury de Serinfcaein.
App.f llanto, los Sewino Landim ; aapellade, a
Itrstica.
Do Sr. desembargador Almeida Arbaqnerqne ao
Sr. desembatgador Doria :
Do joizo municipal do Recife.Appellantea, Ro-
berto Caroll e oatro ; appellados, Joo Carolle en-
tro. Appellantes, Dr. Joaquim -Carneiro da Cnoha
Miranda e catres ; appellado, Dr. Mtooel de'Baf--
ros Barreto. Appellante, Joaquim Silverio de
Souza ; appellado, Joio Duarle Coeltio. Do Joizo
municipal do^onito.Appellante, Alexandre Be-
?erra de Aibuquerqne Barros; appellado, 'Joaqalm
Jos do Espirito Santo. Do juizo municipal da .Im-
peratriz.Aprellantes, LnizCorreia de Lima-e on-
tros; appellado, Jos Alexandre de Jeras.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Domiegues da Silva:
Do jury de S. Beruardo.Appellante, Francisco
Alves Carneiro ; appellada, a juslica. Do jary de
Aquirar.Appellante, o juizo; appellado, Ra-ymun-
do Jos Francisco i-'erreira. Do juizo municipal' de
Cimbres.-Appellante, a cmara municipal; ap
pellado, major Paotaleio de Siqueira Cavalcante.
Do Sr. desembargador Regueira Costa ao Sr.
lesembargador Souza Leo:
AppellaQdes crimes.Appellante, Lnrreoeo Be-
zerra da -Gama ; appellado, o jniz". Do nizo mu-
nicipal do Recife.Appellante, Amollo de Siquei-
ra Cavalcante; appel'ado, Antonio Carlos Pereira
Je Batgo. Do juizo municipal do Araeaty.Ap-
pellante, a eamara municipal; appellado, Antonio
de Monra e Silva. Appellante, Antonio Correia de
Lima ; appellado, Antonio BaptUta Barbosa.
Do Sr. desembargador Souza Lelo ao Sr. des-
embargador Freitas Heariqnes :
AppellacSes crimes.Appellante, o jaleo; ap-
pellado, Jos Raymundo da Cunlia. Appellante,
Ji ao An.onio da Silva Santos ; appellado, o juizo.
AppeUante, o juizo ; appellado, Manoel los Ribei
ro. Appellante, Benedicta Manoel do Nascimento;
appellado, o juizo. Do juizo municipal do Recife?
Appellante, o baro de BemSca; appellaJo, Ma-
noel Garrido.
Do Sr. desembargador Freilas Hanriques ao Sr.
lesembargad^r Gitirana :
Do jury de Misso Velha.Appellante, los Se-
verino Laodino ; appellado, o juizo.
DELIGENCIA CHIME.
Ao Sr. desembargador promotor da jnstt%a :
B) jury do Llmoeiro.Appellante, Manoel Fran-
cisco de Oliveira ; appellada, a justica.
Do jury de Serinhaem.Appellante, e juizo; ap-
pellado, Manuel Candido de Lima.
Appellante, o promotor ; appellada, Bernarda
Mara de Lia a.
BELIfi ENCA CIVEL.
Ao Sr. desembargador procurador d cora :
Do juizo municipal de Barreiros. Appellante,
padre Emygd lado, Manoel Vicente Pereira de Mello.
As teitos :
APPELLAgoES CIVEIS.
Do joizo monicipal de orpho de Macei.Ap-
pellante, D. Anna Joaqnina dos, o curador dos escravos Lucino e outros.
Do juizo municipal de Baturit. Appellante.
Jos Luiz de Souza ; appellado, Pedro Guedes-Sou-
to- maior.
Do jaizo municipal de Campia. Appelhnte,
Joo Bipticta de Paria Lelle ; eppellados, Joao Vi-
cente de Mello e outros
Do juizo municipal de Cascavel. Appellante,
Joo Victoriano Pereira ; appellados, Jos Francis-
co de Miranda a sua mulher.
DESTBtBiaCAO.
A?&ravos de peilco :
Ao Sr. desembargador Guerra :
Aggravante, Pelippe de S A buqfcfcrqne ; ag
gnvado, o juizo.
nmawez que consta haver hojeblleoidee soppli
De Jos BomCvamos de Oliveira e JeaqnimBap
tis da Silva, distrato tambero social da Irma
los Bm.-SOaa & C.fendo aotoriee falieciinento
de nm dos pplicantes, o trmonal re>olvu qne fi-
casse sem despache a presente peticao.
RehabilKacao de MarUnbo te -Oliveira Qorges
Adiada.
Sobre informagao da secretaria :
Reqoerimeatc de Maaoel Jos dos Santos, regis-
tro da nomeaeao de eencalxeiro Tleodoro Jos
di s Sanies.O tribunal determino! qne te re
mettesse para os fins convemente o reqnerimento
a que se aHa-Je, ao Sr. administrador 4a reeese-
doria.
De Jet Antonio da Silva Machado/ en qne
pede, na qoalidide de snecessor da Qrmt Machado
A ouraj fue seja eliminada do registro a oomea
?ao de Iv Mara Rodrigues de Aineida, cai-
xeiro qoe-fra da sobredi Arma.Procede a dn
vida.
a's 11 horas e sela foi, por S. Exe, o Sr eoa-
conselbeiro presidente, neerrada a teesae.
SESSO JUDICIARIA, EM 2 DE OUTUBRO
DE 1871.
PBISIDKNCIA DO KI1I. SB. CONSELBEOtO A. T tt
nitn.
Secretario Mi Quintaran.
Ao meto dia declarou se aborta 4 sessao
estando reunidos os Srs. desembargadores Silva'
Guimaraes, Keis e Silva e Frena Heoriqnas e es
Srs. deputados Miranda Leal, Cabdido Alcofirado
Olilo -Bastos e Alvaro, hitando sem partfeipacao'
o Sr desembargador Accioli,
Lida. foi approvada a acta da sessao anterior.
O esmio Alves de trfto registrn o ultimo
protesto de letra a 39 do mez liado, sob o n. 1367.
O protocollo do esirivao Albuqoerqae conserva a
mesma numeracao e data indicadas na acta da
sessao de 25 do mez paseado.
niLOAMBNTOS.
Jazo especial doeommercio, embargas infrin-
gentes do jolgado : embargante execotado,6ita-
dor de 8iqoeira Cavalcami, embargado exeiuente
Joaqakn Salvador Pe>soa de Siqueira Cavaleanti
juizes os Srs. Silva Guimaraes, FreiUs Henri.mes
Alvaro e Miranda Leal. Foram jalgados nao oro-
vados os embargos.
Juizo especial do enromercio : embirgant) ap-
pellante roManol Daarte P.odrigaes Pinto, em-
bargados appellados autores os curadores fheae
J f''"j de Antonio Jos G>mes ; jaizes os
Srs. Silva GmmarSes. Res e Silva, Candido Aleo-
(orado e Olinto Bastos, Foram despezados os em-
bargos eom o voto di Kxm. Sr. oaselheiro preji-
denie, sendo votos vencidos os Sr*. va Gnima-
rits e Candido Alce forado.
Appellante Antonio Joaqaim Machado, appella.
do Antonio Fernandes Ramos de Oliveira. Adiado
a pedido de nm dos Srs. deputdos,
NSo estando presente o Sr. dasembargador Ac-
cioli, nao foram per isso prep stos os feiros ada
dos as sessoes anteiiores, emre parte, embar
gsnto Thoro J aqnim do Naselmento, embrgalo
Manoel Ribeiro Bastos; app-Hanle Ttiomaz Duar-
te de Aqnno, appellado Joaquim da Cunha Frei-
r ; appellante Andr Barbosa Soare, appellada
D. Victoria Rufina de Aaevede ; appellante Ma
ncel da Silva Ribeiro, appellado Antonio Pinto de
Moraes Castro.
DESir.XAO \ DE DIA.
Appellaole Jos Joaqaim Gomes de Abren, ep-
pellados a viuva e herteiros de Jos Antonio de
Barros Wanderley. O primeiro dia ntil.
MNMhjjjn,
O Sr. desembargador Res e Silva, por motivos
supervenientes, jaron sospeicSo e deixou sobre a
mesa para nova dutribnicao: appeNante Joan
Blom, appellados Jo Alves Barbosa e oatro.
O Sr. Olhto Bastos nio apresentou o feito adiado
a sen pedido na sessao paseada, entre partes: ap-
pellante Salvador de Siqueira Cavaleanti, eppeha-
do Joaqaim Salvador Pesso de Si raeira Caval-
eanti.
Encerr a se a sessao a ama hora da tarde.
COMMUNICADOS.
Dronchu aguda ou ebronica, efe.; a die de
dnas gotas or urna solucao de dez por cento em
um copo d'agua.
INSTITUTO ARCHEOLOGICO E GEOGRAPHI-
CO.Deve retnir-se amanha, s 11 horas do dia,
na sede respectiva.
MONTE PI PORTUGUEZ.-Domingo ( 8 ) de-
vem rennir-se, no sallo do Gabinete Portugus de*
Leilnra, os socios do Monte Pi Portuguez em as
semblea geral para dar execocio primeira parte
dos artigos 22 e 2* dos estatutos que regera essa
lustituico.
COMPA.MIIA DE EDIFICAgES.Para se deli-
definitivamente sobre a eucorporatao da
berar
ompanbia de Edifica^Bes da cidale do Recife, sao
convidados todos o subscriptores a reuoirem-se
dejois de amanhaa (sexta-feira O ), ra Duque
le Caxias 0. 79, escriplorio do Sr. Dr. Jaeobina.
LOTERA.A que se acha a venda a 210.- a
beneficio do hospital da ordem terceira do Carmo
do Recife, a qual corre no dia 11.
.______
CHRONICA JI'D.UARIJL
inuti \ \i 1 \ mi i< 10
SESSAO EM 3 DEOTUBR") DE 1871.
ttESIOKKCIA DO BXH. SB. CONSKLHE1B0 CAETABO
SAKTIAGO.
. Secretarit Dr. Virgilio Coelho.
Aa 10 horas da maohSa, presentes os Srs. desem-
-fcargadores Gitirana, Lourenco Santiago, Almeida
Albuquerque, Domingues da Silva, Regueira Cos-
ta, Souza Lejo e Freitas Henriques, fallano eom
cansa o Sr. desembargador Guerra, procurador da
cora, abrio-se a sessio.
Passados os feitos deram-se os jubjamentos se
guintes:
aEi:iu Becorrenle, o juizo de dlreito (Ja Eseada; recor-
rido, Bellarraino dos Santo Bltieap Jnior.Juizes
os Srs. dse Hurgadores Doria, r*reitas Ildnriques
Domingues da Silva e Regueira Cosa-Improce-
dente.
Recorren'.e, o jaizo de direito do Cabo ; recorri-
do, Joio RuQno Ferreira.Juiaes os Srs. desem-
hargadorei Domingues da Silva, Doria, Souza Lelo
e Gdirana.-Improc dente.
-- .,.JWIrtBU. < j!'.? Z JIreito da Victoria r-
eorrido, Francisco Sebastiao Paes Barreto.Juir.es
es Srs. desembargadores Soma Lelo, Almeida Al-
baqaerque, Gitirana e Regueira Cesta.Improce-
alate.
AOCAVO DE PETICO.
SAggravarite, Jos Thomat d Agalar Jnior; ag-
avado, o jaizo.Jaizes es Srs. desembargaderes
tirana, Almeida Albuquerque e Doria.D?rm
provmento.
APPEI.LAQ5ES CRIMES.
Do jary da Parabyba.-Appellantes, Jos Alves
Pejueno e outro; appellada, a Jtisrica.-Nao toma-
rara conhecimenio.
Do jury da Imperatriz.Appellante, o Jnizo;
appeHado, Panlo Francisco de Barros. A' novo
jary-
AWL1.ACOES CTVEI9.
Do juizo manidpal da Parahyba.Appellante,
Saloatino Goaef da Silveira ; sppellarjos, os her
delros do coronel Joaqnim Goma la Sttvelra.-
Rerormada a seetenca.
AppellaBte, Manoel da Costa Lima ; appellado,
Gabriel Arehaojo Rodrigues de Mello.Coafirma-
da a sentenc.
^PttlQj2 aoiciPl ao Cear.-Appellaate, Jet
gM'L'M i Mpnlli lia, Joaqaim Antonio da
Uinha.- Canfinuaa a woienaa
noel Seralan de Tcrea ; a*peJUdo,Tjnlzo.-Jul-
apiam nn^ooprocesso por se ter nutre procedido
tnmaltnariaanraje.
JSmba/gos.-Do juizo municipal do.ReeUe.-Enj-
barpnte, Galdtno dos Santos Nones de OKveira
aabarfado, Manoel de Azevedo Anrade.~Porin
desorejados.
PASSAGEM.
DoSr. aeeembajgador Gitirana ao Sr. desembar^
gador Guerra :
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Aggravante, Jos Anlcuio da Costa ; aggravado,
o juizo.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerqne:
Aggravante, Joaquim Pereira dos Santo ; ag-
grav.-do, o jaizo.
Ao Sr. desembargado* Doria :
Aggravante, Ignacio Jos Cabral ; aggravado, o
j uizo.
Ao Sr. desembargador Regueira Corta :
Aggravante?, os menores Francisco, Joaquim e
Antonio ; aggravado, o juno.
Ao Sr. desembargador Sooza Leo :
Aggravantes, Marques Santos t C.; aggravado,
o juizo.
REVISTA CIVEL.
Ao Sr. desembargador Sonta Lelo:
Do supremo iribunal de justica. Recorremos.
Ricardo Grenhagh e outro ; recorrida, Emilia
Rita.
A meia hora da tarde encerroa-se a sessao.
Rectificando o engao bavido na sessao de 30
de setembro, publicada no Diario de 2 de ontn-
bro. Declaro que a sessao foi presidida pelo Exm.
Sr. desembargador Gitirana, como presidente Inte-
rino por encommodo do Exm. Sr. conselheiro San-
tiago.
O Conde da Boa-Vista.
miBUNAL DO COTinERCIO
1CTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 2 DE
OUTUBRO DE 1871.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. COXSBZjJKIRO ANSELMO
FRANCISCO PBRKTtU^
As 10 horas do dia, estando reunidos os Srs.
leputados secretario Miranda Leal, Olinto Bastos,
Candido Alcoforado e Alvaro, e o deputado sup-
peme S Leito, o Exm. Sr. conselbeiro presidente
abri a sessao.
Lida, fui approvada a acta da sessao de 21.
EXPEDIENTE.
Oflicio do secretario do iribunal do commercio
da corte, remetltmdo a lista dos coinratreanles
matriculado?, em numero de oito, ao mez de agos-
to ultimo.O tribunal resolveu qoe fosse arebi
vado.
Offlcio do conservador do commercio da Para-
hyba, remelteado a relaco dos eom inercia otee era
numero i cinco, que,flieram ollar o rubricar os
seas livros n'aqaetla praga nos mezes de mato,
junuo e agosto.O tribunal mandou archivar dito
offlcio.
Offlcio da junta dos eowetores d'esla cidade,
acorapaobado das cotasdee offlciaes da semana
de 21 a O de setembro prximo passado.Para o
archiva.
Jornal offlcial de n. 209 flL-Para o arehivo.
O lino da correspondencia offlcial devida-
..;.5le senpturado at o n. 237.
Distribnira^-sa os segniatee Irvres commarciaes!
-Diario de Vieira Basto P (sasaador de Joo Pe-
reira dos Santos Parofa.
ESWicIre?. .
Retjtrerimento de Jos Bom & Sirva, socios capi-
talista e liquidatarios da extineta firma de Jos*
Boro, Silva & C, solicitando permissaVpsra pode-
rem rontinnar snas tr"ansKc5es commereiaes no
livro Diario que perteucen a extineta firma.Como
reqtierem.
De Marbeos Ausfin & C, pedtndo o registro d
oomea{lo qte luntaro, de sen calxefro Jos Br-
chado de Souza Pimentef.Pago 6 Sendo seflo da
nomeacio, vohe a peticlo.
De Agostibho A IrmSos, juntando a nomeacio
que conferirn) Claudrno Ferreira dos Santos,
para servir de caixeiro de sen estabelecimento de
jolas sito ra do Cafcug O. 3 A.Seta regis-
trada.
De Jo Duarte das Netes, commerdante toa-
tricutaflo, pedindo que re faca erlmtoar do regnuro
a oonreaco de calxefro que dera a "Mancel Silves-
tre Perreira Batcr?, visto reto despedido desna
casa couiroercial.Como pede.
De J< s DaaTte das Neves Jnnlor e Antonio Go-
mes Leal Jomar* submetteailo a registro as anas
respectiTis aottwfCes de ca-xelros da easa cotn-
merclal de Jos Dirrie das Pfeves.Reftftre-ee.
ed pitct fiscal.
De Jos VTtal de Nerrelros e Hemeterio Vital dt
Negrefros, eonirato sbenl.Seja registrado.
Pe Manoel Prinelseo Carnelre, AMoflm Joaqolm
Tavzros e FranceUn'o Xavier da Fonseca, papel da
modiflcaco de sen contato social.Seja regis-
trado.
DeMagalbies Bastos *C, contrito teM
(^tnoTnqrtai.
De tote Bew Ramos de Olive*, distrato social
da firma Batnos &Temporal.-O triboiial rwerfen
que fleasse sera despacho a prsenle peticSo,
Ha ora anno que nm tomlo cobre os despojos
geladee de um pernam^Ocano distincto.
Sim; justamente 11 m anno. Tempo demasiada-
mente lingo, para faier esquecer a vida estril e
sem presumo, de.om homem que consumio-se no
egosmo, e na inaco, sem deixar trago algpm de
si; lempo excesslvaraeote curio, para arrefecer
a aaudale de algum ente qnrido, extlngnicMra-
iklo dos beneficios qne fez, oa apagar a roemona
h-mrosa de servicos, e feitis briihantes e merito-
rios, qne praiicou.
Vamos por nos e da parte de amigos sinceros,
recordar ura nnme benemrito, qne elevou-se e
eonobreceu-se durante a vida, e que depois da
raorte, anda objecto da viva lembranca dos per-
nambucanos.
Permittam os entbusiastas e admiradores c\v
acedes esplendidas dodia, dos magnificas e sobar-
bos aeontecimentos do presente, permittam os uto-
pistas enamorados das maravtlhas do porvtr, que
volvamos os olhos para urna realidade gasta do
passado.
Fallar dos mortose dos morios Ilustres, na
opinio de Marmontel, longe de fundar a escola da
lisonja, e offereeer licao de poltica, ou de cos-
ame?.
A-'sira tem procedido todos os povoe.
Nosie estadio glorioso tomaram a precedencia,
Pericles, na Grecia, Valerio Publcela, em Romi,
e nos lempos mais prximos sobresahiram Julio
Mascarroo, o grande Bossuet, e outm horneas
nota veis, que os leitores contemporneos nao des-
eochecera.
Celebrar a virtude, ou a coragem dos mortos,
que prestaran) servicos a patria, elevar saas faca-
nhas cima do qne os avs baviam feito de mais
glorioso ; prop-las, como exemplo aos viro>, con-
vidar os filhos e irraos tornarem-se diimos del-
les, e empregar, para consolacio dos paes e das
mes, as razoes mais proprias e capazas de dimi-
nuir o seatiraeoto de saas perdas, tal era a usan-
;a da aotiguidade.
Quando Polibio. conduziudo n corpo de seu fal-
lecido collega Junio Bruto, praca publica, subi
a tribuna e expoz aa bellas acg5e de sua vida, o
povo tocado, enternecido, comprehendeu entio
quanta utilidade viria repblica,* de reeompen
sar o mrito, pintando-o eom todos os traeos da
Bloqueada. IraraediaUraento decretou ero le, que
o mesmo uso fa-se observado perpetuamente, por
occaaio da mona dps gran lee h imea?, que liou
vesfem prestado ser vico} importantes ao estado.
O proprio Augusto recitou, aos doze anno?, o
elogio de seu avo, e quando j era imperador, pro-
nuociou o de Germnico, sea sobrieho. Tiberio
segua o exemplo pira eom sea fi'he, e ero, a
respeito do imperador Claudio, sen predeceseor.
Al Cesar, fez o elogia da sua primeira mulher,
mora na flor da i Jade. Kis o qne nos inforoam es
historiadores da literatura antiga.
Desde entio, ae pTescripgoe da le romana, ae
niantem perpetuamente, como um oso profunda-
mente salutar.
Tal a razio qoe neje nos justifica.
Mas, nao espere oDgem que fajamos um w-
ladeiro dlscorso necrolgico, oa ama bafrapriia
cempleta. ,llm de qoe a opportnnidade para o
priraerro j&pwaoo, faWtn nabnitacio espe-
cial qaer para oa traagrana a prioeiro genero,
quer para os do aepuada. fra teman as azas de
E' oeo ainda para qoe a posteridade emita sea
jaizo cewn severa imparcialidade.
Nao, nio esse oosso llm, ole tomamos a misso
de apreciar todos os actoe 4a vida do Ilustre
conde.
Queremos nicamente cemmemerar o anniver-
sario do seu praoteado passamentes Se o fizse-
mos eom o carcter nico de amigo particular e
grato, .' pederamos aoxilios aos ijipulsos de
nosso coracao, e pouco aos imporlaria que nao
preztajni aatenco ao pangerteo; mis desde que
pretendemea excitar a ennosidade e ioteresse dos
qoe Ib e efe psteros, temoso datar de invocar al-
tans iraaesde sua vida particular, e os ficto? mais
salientes da vida publica, ios qoaes resollara a
emnla^o e a impresso fetnnda que causara so-
bre o espirito do tiometn os grtndee exemplos.
Basta, entretanto, que limitemos nosso trabaiho,
a urna ou entra qualldale, a urna ou oatra accao
que mais lenha contribuido para o bem publico,
para a prosperidade da provincia.
O Conde de Boa-vista estreon a sua vida eom a
earreira militar, ende afeegou a postoe superiores;
sem dnvma peten, qoe nio era a sua vocaeio, e
e os factos assim o demoostram.
Bem cedo viajon peto? paites cmlisados da Eu-
ropa, onde adquiri cenhecimeotos e instruccao
emprica, qae produzem, as vezes, resultados mais
priUuos e proveitosos, do que es estados das aca-
demias e universidades.
Deputado, senador e.presidente de provincia, mi
litar, poltico, e administrador, eis nm campo vasto
para discorrer-s- seu respeito. Seu biographo,
porrn, qne cnltive esta sera abundante, quando
julgar opperluno e conveniente. Foi grande pelos
^ feitos-e pelo governo que o nomeou conde coro
erandeso, e o foi tambem pelo povo, que nunca
loe reedsou seus sulfragio.
Nos o vamos encarar debaixo de dous micos
pontos de vista -como eidadado particular, e
presidente de Pernambuco.
Sob o primeiro aspecto, nnguem mais cavalleiro
do que o Conde de Boa-Vista.
Tio civil e affavel se mosirava no trato particn
lar, que fazia o encanto de qualquer sociedade em
qne se a cha va. Era o horoem das tendencias ame
as e soeiaes, na phrase feliz, do Bario de Itama-
raci, esse portento da inteligencia, da eloqaeaeia.
e da poesa, lio fatalmente roubado i glorias per
oambueanas. Nunca nioguem ouvlo da bocea do
Conde de Boa Visla palavras grosseiras, ou menos
attenetosa?. Pootual em pagar as fineza?, que re-
cea, levava este e-crupalo a: as ultimas cama
das e tornara-se popular por saas cortezas e acets-
sbilidade para eom todos. Franco em sua casa,
sonbe pe fritamente conciliar o decoro de seus
hbitos de fidalgo, cora os deveres que o horoem
civilisado deve aqoelles eom qnem eommuoiea.
Mas, nao eram essea meros effeitos da urna edu-
car) cuidadosa, on de sua natural ndole, que o
faziam notavel ou distincto na vida privada.
Merecimento mais real, e apreciado, osoompa-
nhavanessa esphera. O Conde de Boa-Vista era
exeellente pai de familia, no sen lar domestico
seroprereinou a mais invejavel harmona, a maior
ansteridade de costomes, qne se transmittio aos
filhos, como fiel espelho da honestidade dos pais.
Ora, o prototypo de oro bom pai de familia,
orna joia preciosa, um primor lio briihante, que
toda a sociedade deve ofaaar-se e eneber-se de
orgulho de o possuir, por amor de soa propria
moralidade. Sem o mais sineero e profando culto
da moral, nenhura estado p le persistir seguro e
feliz.
Sob o segundo aspecto, omito se tem a dizer.
Nio eomportam os limites de um artigo de jornal,
a analyse ou apreeisco criticas de dnas tongas
presidencia*. A parte poltica por nos rateira-
mecte abandonada ; nao queremos emmaranhar-
nos n'ura ddalo de eogitacSe?, e raciocinios estra-
nbos ao nosso proposito.
E' sofflciente para nosso fim tornsrmos saliente
os traeos principes da parte exclusivamente admi-
nistrativa. Est na memoria de todos em qne ellos
consist ram.
Sabe a provincia inteira que o Conde de Boa-
Vista foi o presidente que dea maior impulso ao
progresso material desta provincia. A' elle se
pode appliear eom justo motivo o Hsongeiro dito de
Ferreira:
1 Eu j desta gloria fleo contente
Qae a mintia trra arnei. >
Administraior de vistas largas, sob essa relacio,
le iot'ncdes benficas em prol da trra onde as
cen, o Conde de Boa-Vista encetoa tantas obras
utei-, e-concluio algumas, que desde eolio data
urna nova era, que servio d fecundo estimlo aos
seas successores. Sem elle o acaohameato e a ti-
midez seriam boje os guias nicos dos nossos go-
vernadores, amigos das economas improductivas.
Este movimento de eonstruccSes foi toman 10 tal
exoapsao e incremento, que actualmente a previn-
rR. """"- 4a* DOSl" *eDtido Ibe exceda on
supplnte. A'sim o attestam as estradas, olns-
picio. e palacio o Iheatre, as pooles e outras mili-
tas obras, algumas de valor e solidez, outras que
reunem estes quesitos a devida elegancia e per-
feco d'arte.
Se incontestavel qne taes resultados sao devhlos
is iniciativas do nobre Conde de Boa-Vista, qnaddo
00 exercicio da presidencia de Pernambuco, tora
de toda a duvida que possne elle ttulos valiosissi-
mos e immorredooros benemerencia que Ihe tem
concedido e Ihe reeonbeceo os seus comprovin-
cianos.
T.ies ltalos sis ?uffl:ientes para alirnentarem no
coracio do povo a memoria gran da seus magn-
ficos servicos cora a mesma constancia e devotacao
eom que outr'ora se alimentava o fogo de Vesta no
templo das virgens.
Eis a gloria sem par que nos habilita a corame-
morar o anoversario da morte de om cidadio,
que nunca ser esquecido.
Nao nos arrasta so o sentimento da saudade e
da gratidio pelo hornero de bem, que j nio existe;
mas o dever da admiraco pelo administrador
feliz que soube deixar alguroa co isa que aplacasse
as paixoes a odios violentos da sua epocba.
Erguei os olhos paja o co. Veris na esphera
estrellada urna zona alvisslma e luminosa chama-
da via tacita, que faz o encanto, e urna raara-
vilba dos estados astronmicos, e para toda a ba-
manidade.
Assim como o Creador do universo, no espaco
em que eollocon militares de mandos esplendidos,
irac. 111 dj centro urna larga cinta de brilbantissi
roas estrellas e estupendas nebulosas, espectculo o
mais lindo que os olhosJfcuraanos tem visto; assim
tambem pode dizer se qae o Conde de Boa Vista
( esta provincia o Creador da aova via tacita
dos melborameotos materiae?, qua fazem o aosgo
orgulho, e que o que ha de melhor para ser
comteroplado pelos olbos da Provicia.
Per aquella via lctea, que os rabes e os Chi-
neaos chamara o Rio celeste, que os prtmeiros ha-
lantes da America do Norte dizem ser o eaminbo,
ou passeio das almas, por aqoelle soberba e imen
so jardim dos deoses, paira sem duvida a auna can
dida do Conde de Boa Vista, como urna das mais
fulforantes estrellas.
E agora, se achara eom razio que pira ella, foi
que o principe dos poetas portugueses, escreveu
este mido verso, de indelevel crenga religiosa :
REPOUSA LA NO CO ETERNAMENTE.
ca. Crea, dsse ea, qae n nio levarei s costa, e
3*?oI5 CO,a3 Ti ticii de 3 de marcj
de 1870.) *
Na parvalheira tudo se diz, e lulo se sabe.
CoosUa-me que o assistente do bario de Jara-
gua, que pertence pltbe illtttre de que falla
Gu Patn, versado nos onlieos da parvalheira e
servindo-se de bisbilhoterices, predis|wndo coro
gracejos parvos a opjoiao dos que me nao conhe-
ciara, para a recepeo que liv,.jlssera : t Qaao
do S. Exe. vir ora hornera de chapeo alio e abas
largas, ollie bem para elle ; porque ja e=teve era
Rilhafolles, etc. I...
E este mendtix (mentiroso), que m>ndicat tib
malum, graeejador ensonso, querendo lisongear
um kagado a urna tartaraga, qae pouco a grada m
i visla, fes a toa triste figura, inculiodo preversa-
mentt no animo dos devasaos a convi.'ru parva
das suas calumnias. D,z o hera de Acautarilha
na sua carta de mato de 1870, dirigida ao Sr. Dr.
Miguel Felicio Bastes da Silva, Impressa no jornal
A Nocao de 26 de julbo deste anno, o seguinte :
Agora o maior erapenho do Sr. Dr. Pinto Pes-
so consisto ora arrancar mea irraio da rainlu
casa para fra e leva-lo para Lisboa, para cujo
flra se associon eom o Dr. Briihante, conhecid? em
Lisboa por um maluco, que ja esleve em Mlhafol-
folies doudo I
O Sr. bario de Alcaniarilha, trapalhao por ex-
celteoca, repete o que ouvio ao seu acreditado
OAiiviirovj, nao assim ? Se hoovesse moralida-
de nos tribu naes, eu chamal ia este misera vel aos
tribuoaes para provar o que nie prjv..ram ou-
tros que alli chamei, e que o jary absotveu de
igual poaca vergonba. Mas o Sr. bari), bavendo
moraldale em Portngal, deveria ter gnlheta nos
ps, pelo que praiicau eom seu irmao bario de
Jaragu e seus legtimos herderos...
Uro hornero que lece uro plano de tonga data,
para e apossar do alheio tero todo3 03 djte?, que
uobilitam o'esta poca, todos os politizo?, que se-
guem a mxima :
Conseguir os los sejam quaes forero os meios I...
poca, e vive na grande roda,
A quHla vertava s,bre o assassinato moral
que o Joi-nal d) Commercio liara tentada coutr
o qerelaote declarando-o em esuio de aluna-
nuTlt^'.6 """W*'*! Por isso metlido em
Rilhafolles I
Mjstrou-se ao jury a falsidade da tentativa.
Para que a pros ten lade vomito p. desorejo so-
bre os membros do jury aqnl Ihe aprsenlo o
seus nomes : Joo Jos de Almeida, Jos Joaqnim
Te.wjra, Jorge Oam, Manee! Joedlhetaado, Dio-
go Bdonrdo Pedro de Soasa, Kamel jUfenso Ro-
drigoea Pita, loaoalm Jet Pereira, Joao Germa-
no Gomes de Frelas, AaKonio Moreira Reto, ki
-vaagellsia Cardozo, Gnllberme Aw Eme.
Habthtacdes por ser fmrado mtre nos : basta
saber ler e escrever.
A nossa legliUoo, por lastmavel autonoma,
exigo que os jurados saibam lr e eserever, e eie-
exigo estas habiliutdas para os deputados da na^
jao I E por isso qne alguna eleito, vomitando d*-
lavras disseram : *^
Cende de Thomir, a loa gloria o carne toca, ca
ao come chega... '
Sr presidente a roiobas ideas como-as en eom
cebo i A parte, baviam de ter bom gostok Seria
un nunca acabar, narrando o qae all se diz
O Jury entendeu-qne a questio era de recon-
vncelo e troca de palavras, e nio traba sido urna
tentativa de assassinato morail
A sociedade portuguesa tinba fieao Irritada,
abalada e suspensa, eom a falsidade da noticia I
Entreguel-roe as mios do jary, qae a salva-
guarda do cldado ; qae vi eu, e que" viram to-
dos eom pasmo e sorprez ? E' um digno baeharel
formado em direito tela Uaiversidade de Coim-
bra quem o afflrma na sua correspondencia, im-
pressa no Jornal do Commercio do Pwto, de 27 de
maia de 1861. Vejamos :
f Fmdosos debales, o Sr. juiz Vaseon jeitos vea
o relatorio de tudo que se unba pasudo, eom a
maior clareza e imparcaldade e propoz pouco
mais ou menos o seguinte qaerito *
Nos artigos incriminados publicados no Jornal
do Commercio de Lisboa houve abuso de lber da-
de de imprensa 7
RecolhiJo o jury easa das conferencias a de-
morando se alli meia hora voltou trazendo o se-
guate veridiclum :
A reeposta do jury foi que nio houve abuso
de liberdade de imprensa as noticias publica-
das no Jornal do Commercio contra o Sr. Bri-
ihante I 11
No tribunal estovara mais de quatrocentas pes-
iraento da entrada em Rilhafolles, oaftedM ne^?n.?i?- err" '1Ue
a propagada pela plebe illit,e da cas- iaoBod JE?I Q M d,M"e
Pois que I chama-se a om hornero doudo cor-
''w l'zque elle (ora recolhido ao hospital dti-
chafalles (alienados), prova-ie eom seto lestemu-
nhas que esse bomem nio estove nunca doudo
nem deu nunca sgnaes de alienacio mental, de-
clara o proprio reo que o autor nao eslava doudo
e o jury decide qae nao houve abuso de liberdade
de imprensa 1
Entio qual o uso da liberdade da imprensa t
Onde eto, enio garantidos os direitos dos cid-
>la s.
Oiarligo extenso e por isas o nio dou na ua
integra.
O Uescaramento do reo fonda va se na imp-.ini-
dadel Os jurados tramiam daquella potencia I
Lobo depois do reo prestar este vil servico *?
toma* a responsabilidad* do qae alo fez, sendo o
admiriisiradar dojoroal, fei pasto fra ; porque
admiis.rava bem de mais.... Esta boa Mr ja
morreo : Deus Ibe perde a triste figura que sem-
pre fei.
Quando tentei o processo quena descubrir a
mao oulta desta diaaolica tentativa, e nio o con-
segu.
Duas
1110 da,
j rae ti
respeito,
recen pe
mire i a
transplan
tro lugar.
e menos f a
.Icaro para chegar at o sol,
lar o ousado vdo do cndor, ae poova oas
eminencias das serra. Viajamo, apenas, ais pa
ni ces, onde todos pe reaffiMe andar. Ha tam
bem tuD oolro milhro, qne nos tota a liberdade
da penas.
Todos os homen?, anda os maia tractos, o
ama mistura de torca e de fraque!, te vfeHPI'
de virtudes.
O Conde de Boa-vista foi bomem.Nio lfciia-a
critica posihvrma deixar te eceopar-se a 1
plexo das qualidade: quem faz io sen hard
setni-deus perfelto, diz Jo? BotHaala na
histrico de Varia I-, nio alma eeto a
earreira qoe (ove seguir, h tosas de
Ibe a fronte de urna aureola brilbaata, fa-lo do-
cahfr aos enes das sean praprias aaanstastas.
Fallar dos dotes apmaliam, aanaaaa e reina,
fsttar a verdade.
Nio lempo ainda de analysar aqueta ida asa
tolas as pbaaee, s tra todas ps loatoosv aa I er-
mittido ao taatosaanar naaat. aVafc maOto seaaa
tas as saas mais Movis acedes. Aqnaajsa mm
gosarara de sua estima, on deim reoeharsaj p
reoclas e baaaficaai, devem star Bfatfto pali'
sentimeates da 4siqip a a mil, o caaseasa e da gnaadao; aqaaUas #aj>w Qg**
supponhem que foram desattendMoa, aj> |X
rtm eaotrariadoe aas asaracaas isa^ansas. que
sempre traer samo ieguimo, laivez nao toaham
adosdrtdo asmase calma e saogoe fri pac se
prononciarem eom justica.
ri:i. vrojuo)
MEDICO LEGAL, ACERCA DA DOEXCA E MORTE
DO BARO DS JARAGl', POR ANTONIO MARA
DOS SANTOS BRlLlfANTE, MEDKX) CTROR-
alo.
A nossa ch/gada e rete,
Alcaniarilha.
t Vendo a filha e genro qua sea pai a sogro es-
lava e viva n'ama localidad, sam medico, era
botica, nem acougoe, isio sem proraptos e im
mediatos soceorre, vieram a ulboa, e convida-
ram-ae a ir ao Algarve para observar o donato,e
var se eslava ou nao no caso de se transportar
par Lisboa, e ser aqu tratado coro meikores e
ais paotnptos .soccotros. Cedi ao convite ; parti-
mos no dia 5, e chegamos no dia 8 de fevereiro a
Aiesntanrha.
A' aoasa ebegada, o Sr. bao de Alcaniarilha,
extranbaado o zelo da Alba e do genro, qae nada
tem de critica vel.. .tinba preparado om plano exe-
crando i
Sabia que em Alcaniarilha nao havi hotel,
peoa todas as prenlas para aue nos fecbas^em
m parta', a asena. aperas / Racebeu-noa a es-
trada, na nova feote da ribeira de Pero, e diste
ne as sum partas estavem fechadas, pondo
31 aa roa, a separando do pai a filb e gen'
< I ao, Sr. nalfq, ne razio haveria para nie
ver o doente ? Vi logo qoe hara despeito, e que
Lidias ai alMUru a j**n*fl mipccc,.. .Eu dase
Jgea toa: Sr. Uaria v vdr otario de Jar-
gn, e dir parto aos seus amigos do estado em
S'i* iSfii a W'S" nerieos oa des/e-
t^!r*r0*8r- "F10 "OBiaa : nie dei-
xo sabir neo irmao, e t aahirT ^r ama senten-
Nascea para a
nao assim 7
O Sr. bario de Alcaniarilha ainda desta vez se
espetou raentindo descaradamente I O Sr. baro
leve diante de si nm medico... Eu Uve dame de
mira o que o Sr. bario e fica sendo...
Para licio a esto tribuno de aldeia, antes de en-
trar na queslo explicaremos.
1.*A historia do chapeo.
2.*O julgamento
mentira
se medica.
3.Moralidade medica di Dr. Lima Le'.So, corn
quem tive relaqSes litterarias.
4.aMedicina orthodoxa, julgaia pela historia, era
Lisboa.
5. Cla33ifteeo dos mdicos do Paco.
6.*A macooana a dar earreira clnica aos m-
dicos, qae nio podem represeniar-se por si.
7.-Gjioj a historia contempla as nullidadas me-
dicas dos altos cargos, Specimens.
8.- Cjmo a h storia respeita os mdicos ioiepeu-
denles. Spacioiens.
O chapeo I
Ht muitos annos que combinei na cbapellaria
do Sr. Raso, na praca de D. Pedro, vulgo Roci, o
modelo do rasu chapeo, confirmando as abas hy
giena visual que a oteosidasle da loz, segundo as
leis da ptica e catoptrica, roe iropressionav lema-
silamonte.
Cooneceram todos os mdicos estas leis da pbi-
sica medica ?
E quaodo esta nao fosse a razo para a adipcao
das abas Iarga3, tinha orna oatra nao meos acei-
ta vel : sei o paiz era qoe nasci, e em qoe vivo,
conbeco qae dominado desde o berco pela inve
ja, e que esta ruim qoalidade, qae domina a
maior parte de seus habitaotantes, obriga estes a
oceuppar-se ero bisbilhoterices, o que proprio
de birborrias, e nesto caso, usando um chapeo as-
sim moldado, dava pasto a estas fecundas imagi-
nacoes que, deixaodo de fallar da rainba pessoa,
se entreteriam, como todos os parvos frivolos, eom
o meu chapeo I F >i o que succedeu.
Alcibiades, po=sindo ora ci, que, segando o
traductor de Plutarco, valia dous mil e quiohentss
francos, den ordem ao criado para Ihe cortar o
rabo, e passear cim o cao de-abado pe'as ras
d'Athenas. 0< amigos cahiram Ihe era casa, la
mentando e censurando o corte do rabo do cao
Que ss diz por ah, perguotou Alcibiades r Nio
goero j falla de ti, 10 fallara no rabo do ci. Pois
bem, foi panfisao mesmo que o mandei cortar, e
consegu o meufim.
Os atbeoeoses oceuparam-se do rabo do cao de
Alcibiades : os portuguezes oceuparo-se das abas
do meu chapeo /...
Redigio-se em Lisboa um peridicoi Epoc,
dedicado a tratar debisbilhotoirices, da toilete das
senhoras, e a obter dinheiro por roeios torpes,-
proprio d'ura escrevlnhad^r devasso, sem visos al-
guns de yergouha e bro. Este jornal dgnou-se
tratar na mesma occasiao do mea chapeo, do dos
Srs. Harteos Ferrio e bispo de Vizeu I Pena foi
que este escriptor, tio applaudido para algumas
seohoras valdosas, morrease eom om cancro na
liogai,
Este eserevnhador perteocia escola de Joao
Bernardo da Rieha, emigrado em Londres.
Esta doutrina veio da emigrarn. O escriptor
que cito, escreveu um artigo, acensando naqoella
poca o marquez de Palmella de ter desviado os
dinbeins da Sra. D. Mara da Gloria. O mar-
quez, que viva na boa sociedade ingleza, aonde
nioguem p!e chamar ladrio a qualquer, sem que
sobre o acensado e o aecusador pese grave res-
ponsabilidade, charaou o autor ao jury, e mostrou
claramente a calumnia. Perguntou-lhe o jais do
tribun.il, que deterraiaava que se fizesse ao accu
sador e calumniador 7
Nada, responden o marquez. Se chamei, esto
miseravel a respoosabflidade foi para rae justi-
ficar perante a sociedade ingleza ; porque nenhu-
ma consideracio mere:e o bomem que calumnia
e mente.
O tal escriptor, verdadeiro pegamaco, no dia
seguinte, em outro artigo disse : que nio tinba
apresentado os documentos para nio envargonhar
o seu paiz I
E nio tinha vergonha de si t I...
Levado novamente ao jury, nio apresentou pro
vas, e foi eandnzido i prisio.
E como, para estar preso, o marques tinha de
o sustentar, esereveu-lhe orna carta, dzendo :
ea nao tinha qne comer, servi-me oestes raeios
para V. Exe. me sasteotar. ...
Esta escola t moa asseoto em Lisboa.
Escrevem alguns artigos infamando senhoras,
ou horaeo9, qae teem telha los de vidro ; man
dam-lhes as pravas em carta fechada, e avisara
aos que sahirio a publica no caso de Ibes nio
raandarera quinze, vnto ou mais libras.
E* entio que se verill a discordia dos torpes
entre si... A questio do Lucifer na Ba Hora
fa prova.
Estes la JrSas o salteadores da honra altaeia cha-
mam a istousa PRcnsso cono oufra qual-
quer I... E a escola vai aggregando a si cada
vez maior numero destes escrevinhadores, que
deslustrara a nobre roissio da imprensa...
(Conselho.) C >mo esto facultativo tem a calva
mostra, e est perfeitamente carees, peco-lhe
que tenha cuidado em trazer a eabeca sempre co-
berta, para que nio seja morto por atgama tar-
taruga ou kagado, e nao se verifique em si a len-
da grega:
Eschylo, cultor da poesa dramtica, marren
oa Sicilia, esmagando-lhe o eraneo orna tartaruga,
deixada cabir por urna aguia sobre a sua cabera
que, sendo totalmente despida de cabello, se augu-
rara aquella ave ser nota pedra. > A. J. Vale,
Miscellaaia Hollenica, pag. 21J.
Botre nos contara-se muitos facultativos de cal-
va i mostrs, e, querendo ler companheiros na
desgraca, procuram esconder a soa Igooraneia,
fazeade espirito...... eom os chapeos alneios !
Elles bom saber que um barro ornado de lenti-
joulaa oio esconde a especie.
Vejara se oeeoltam as orelhas e as earecas por
conveniencia propria....
Annunciava om careca pomafla para fizer eres-
cer o cabello.... Appareceram-me os freguezes
calvos a comprar a pomada, e estraonarsmque
o vendedor fosse careca, e nio a osasse para fa-
zer crescer o seu cabello I Elfe responden : nao
quero ter cabeDo, e por isso nio uso a pomaia ;
o seobor quer que Ihe cresca o cabello e por isso
a compra___ k _
Os mdicos careca*, nio podenflo esconder a
calva, querem, calomniosameoie, arrancar o ca-
bello quelle que tem a cabec. coberta de cabel-
lo e nao carece de chin 1 A careca j para
elles ama desgraca, qne os desfigura.... e a sua
toleima cada vez mais patente. Continen)....
Representantes da saodiee 1 ...... _
(lulgamenic).-NQ da 25 de maio de ItJoi tsve
lugar a decisao do jury no tribunal daJ.B Hora
re do pleito, em que era qnerelante Amoni
Saria dos Santos Briihante, ejquerelado Signeto
acaldes da Silva Rodrigues Trlguelros, editor
responsavel do Jornal So Cmmertw de Usfa.

carias nma de 4 de mao, oatra do roes-
ao anno de 1860, tres antes da questio,
am avisado do qoe se espalhava a mea
por isso, qoanlo a tentativa appare-
imprensa, nao me sobresaliel, eso ad-
pouca vergonha. Esta indusfria, veio
ida da migracao, como mostrei em cu-
(Continuar se-ha.)
Faltara
Ao publico.
a un dever de homenagero se, por
ventura deixasse de vir de- alto da inprensa ma
nifestar ao Illro. Sr. Dr. Manoel Djarle de Farlas,
os sentimentos de minha gratidio, eom provas do
mais reconhecido apreco que tributo pessa do
roesrao senhor. Na ver lade, quando me achando
Joenie de ama terrivel molestia na garganta, que
gracu a Omnipotencia, e a illuslrada iaieiligencia,
e o seo iocaosavel desvelo talvez leria sido sue-
cumbido pelas suas garras, sebio fosse pelos seas
vastos c lohecimenlos, qae me applicando os re-
medios mais evidentes e adoptados ft-z desappare-
ce-la em tres das e me dando logo pro npto res-
ta beleciraeoto. Oxal, se en podesse eom minha
iraca vozj ergaer elogios ao Illm. Sr. Dr. Parias,
guanto fiase a minha vonude ilimitada, todavia
se, daod publicidade, a estas liabas nao inflae o
mrito a sas reconhecido, e o esmerado criterio,
ao meno sirvara ellas como canho da verdade de
om facti que oio poiia passar mecame pela ma
naturezi.
Portai to, receba o Illm. Sr. Dr. Parias estas li-
abas fill as, nao da modestia, mas sim da estima
e gratl o, de quera presa ser
Humilde servo e obrigado.
Paulino Pereira Faustino.
la Es:ada, 3 de ou.ubro de 1871.
Villa
1 iH lio.lo zaba e o Sr. Dr.
Collado.
Nao desejava apparecer em publico, era ques-
tao tioj desagrada vel qual foi a do meihodo Zaba;
00 entr unto sou obrigado por nm dever de con-
sciencii e da verdade, a vir a imprensa dar sstis-
fa;o c 1 minha opinio, assim como levantar pro-
posite 1 qoe o Sr. Dr. Collaco deixon cahir na
serie d seos artigos.
Quer acceitar como campeteoto para disentir
a matei ia o mesrao Sr. dantor; se bem qoe desioe
de om horoem de lettras a maneira desabrida
porque a questio foi desenvolva, assim como
desloca a do terreoo todo scientifico para o das
person: lidades.
Do S Dr. Collao, esperat eo, qoe eom a
urbanid de, criterio e amor da verdade a quesUto
fosse sei a e magistralmente como se duia dlscuida
infelizm ote, porrn, sent qoe deixasse-se o mes-
mo Sr. (ootor levar de exaltamento esqaenendo-se
das coni enienctas de soa poei^io e dignidade para
se ataca o methodo na pessoa do estrangelro,
que devi 1 merecer todo e respeito e consideracio
em relat, io a sua pessoa assim como a soa racto-
nililade
Por n un procurarei conservar toda a calma
precisa t mostrar a falsidade oo.o erro em qoe
se acha ) Sr. Dr. Collaco em relacio ao meihodo
Zaba; q ereodo erer porm qae o Sr. Dr. Collaoa
bem con prehendeu o methodo e recontieceu-lae
alguma 1 tilidade, se bem qae boje por motivos
inexpera los se tenha tornado hostil ao mesmo
methodo
Aps ilgumas conferencias dadas peto conde
Zaba, e eeonhecendo eu a utilidade e vaotagem
qne pod a anferlr-se do methodo exposto palo
mesmo enbor, elaborei alguns ligeiros artigo
qoe dei apreciado publica.
No dlalem que era pnWicado o primeiro artigo
meo, eralinserto igualmente Um entro do Sr. Dr.
Collaco (Diario de Pernambuco 12 de agosto) so
qual invoiava prioridade de pensara cavo Manto
a appficarfio do methodo Zaba historia de Brasil,
adduzindoio mesmo Sr. Soutor certas inaovt(6aa
suas que mais proveiteso toroava e mesmo ma-
thodo; eolreanlo o mesmo senhor achava n;ili-
dade no milhodo, nio Ihe dando porm o aloaoce
a qae rcuitbs faziam Chegar, e isto o fazia por
constar-Ihejestar nm pro fes or da escola traba-
Ihando no r esmo sentido.
No prime ro artigo de sua serie (13 de setea
brol o mesi 10 Sr. Dr. Coliseo refenndo se a 1
declara qne eu depois de soa declaradlo
preconisand 1 o methodo Zaba fateado refe'riawia
a sen artigo e eonversaodes particulares; assim
d opioo geral da brtatlatia
cora elle contra mira qae sendo bra-
a mal qaa elle determinaste dia
tecimaatos relativos a tristorla la
te porque peto mbda
char mais que e saao.
e nio foi a aeelarsei da Sr. 4
as .mlnhas lifettas coaaioasatasa,
i, Sr. doutor reto nm ama tai.
fez de -mao artvgoa,

-
.

como invoc
qae estara
slleiro levav
e mez dos a
Brasil, prora1
nio se poda
Alm de q
que provoca
ha anda nm
tora rapia &ne frz e mam lingos 11 aa
Erebeodeu o sentido. Nio cesura! a Sr. Dr.
orlaco por ter applicedo o mamad K*ba a asma
ra do Brasil i sob urna forma correctas a a sat-
os brasileiros invneasa ata .Sr.
prehender qo af na a aWat
I patio e bem looge dvrs a al-
!UJeflarei qae cons
oda applteade a tiMorla
_ollilmeoto por pin da
pnblica e o sea oonseuo reatar.
Neite ponto! nio descriminei pesso.
ntio de toda
dootor, bem
censara sob'
time artigo
sendo O inelb
pedra o bom 1


1


fcdo de Perae5>uc Qaarla leira 4
.*

i
-.


t
.
II'

qae o Sr. Dr. Collaeo invoca eorao senJo contra-
miui ea mea favor.
Reerindo-nee a oaneira da computacjb as
dita dos acontec raemos inscriptos no mappa de-
clare! coa especialidade a Binaria aoliga na qual
todos os ligios so veiu apontadOs na data do aano
ii e da iaeo mesmo jalgo ser do
M que se applicam a este ramo de
tem universal assim como na lis-
Me media, na moderna poucos sao os
dos eom a data do du visto a difli-
Iftexiste em conserva la por bem tenai
ua seja a aeraoria.
Mis o Sr. Dr. Collaga mal comprehandendo as
nainbas palavras julgou serera ellas ditas coaira
o lajarginja patrio looge de ser assim ea declaro
fas fllaita ventajoso sera elle, senda que para
mim nala na traz de novo, por panto ni) s
pelo mappa iba coito os senos, como os mezes,
como os Ms dos aeonteeimeutos e issp na historia
universal, qae aio o mesmo que ser na historia
particular de um estado como o Brasil; a se fiz
refrenai a tal ponto nio foi por ter lido na de-
clarado do Sr. outor nem ter oavido de conver-
sabas panieolares, que mesmo quando fossem
ne sa.a das sagrado j, tratando-se de dissalir-se
seientificaaenie ama materia, mas essas revela-
cyasnsa marecem o titulo de indiscricio, entre-
tanto tendo en fallad i eem optras pessoas tam-
bara haviara apresentado essas objeccOsa; e ereio
masas, aim como o Sr, Dr. Collado pouie sag-
gjrir taes objeccoas uniros ai poleria fazer e a
eumesmo as podesse apresentar sendo que qaem
pre'ende escrever oa Tallar sobre qualqaer ma-
teria deve coohaeer a forca de razio que tem
assim como as da vidas qne pos-ara a presentar se,
polend a de antelo resolve las.
Foi isio o que fiz aera eapeiar que posterior-
mente f>ste Uto eticado em ama discussSo,
q jando era nada pode utljir a nao aer para qus
se qieira tirar aos outros o ooder pensar.'
Rae Je, 1 de ouiubro de 1871.
Jos Augusto Ferreira da CoUa.
Continuarse ha.
i o Pedro das Naves thesonreiro do festejo ex-
terno de -N as-a SaDbora da Coocei^o do arco da
ponte do Radie, nao loe tendo sido possivtl, em
razio das grandes obras que soffreu dito arco, fes-
tejar a mesma Senhora, no anno de sua eteico
em 1863. Agora poim que ditas obras se achara
iatiramente concluida?, aprsenla a eleigao dos
devotos que tem de concorrer com snas esmolas,
aQm de eojemni-ar-se no di i 8 da dezembro do
correnle ame, a Inmaculada Gooceieio do Mua
Saotissima, excelsa padroeira do imperio, com
aquella pompa e esplendor de que digna.
(Extrahida do Diarto de Pernambuco de 10 de
dtzambro do 1868;.
de Outubw d i71. .
- i

EWcao.
DOS JLIZIi, ESCHtVAKS,. THESL'KEIII E MAIS
fcESAHIOS, QUB HO DE FBSIEIAB A NOSS1
SENHORA DA CONCEIfAO DO ARCO PARA O
ANN0D.1869.
Juiz por eleijo.
O l.lm. Sr. Manbel da Silva Pontea.
. Jaiza por eleico.
A Ex ni. Sra. D. Joanaa da S'ativididade da Cruz
Aiasquit.
Jaiza bemfeitora.
A cien. Sra. D. Mara Rita da Cruz Naves.
Jniz por devoco.
O Illa. Sr. Aolonio Alves de Carvalho Nev?.
Jaiza por devoco.
A Exma. Sra. D. Carolina Sjares de Amorim Ma-
nir,
Juizss protectores.
Os Illm?. :
J j= Jecome Tasso.
Luiz AntoDio Vieira.
Jos Gailherme Gnimaraes.
Manoel Alves Barbosa.
Luiz Gancalves da Silva.
Joi Joaqaim da Silva Games.
Jas Maiheas Ferreira.
Jas Velloso Soares.
J 'rge Jacoroe Tjsso Filho.
Francisco da Albuquerque Mello.
J>s Leopoldo Burgard.
Jos Porranato dos Santos Porto.
Juizas protectoras.
As Exmas. Sras. D.:
Virginia Aurelia Mello de Almeida.
Rita das Naves Cerdoso.
Joaquina das Naves Cruz Bailar.
Candida Paixoto de Albuqnerqae.
Isabel Mara da Cenceicao 0. Eigaeiredo.
Emilia H ;>?a Goma Coimbra.
Mua Suares de Amorim.
Fauomena das Neves Oliveira.
Eugenia Francisca da Coila Meales.
Mara Jos Muniz das Neves.
Felismina Gomes de Araojo.
D i ;liua Mara de Azeveio Santos.
Aagela Neves, esposa do Sr. Jos Duarte das Ne-
ves.
Ciemeatina Goncalves da Silva. ,
Escrivio por eleico.
O Illm. Sr. Dr. Francisco Pedro da Cruz Neves.
Escrivaa por eleica^.
A Exma. Sra. D. Isabel Mara Barbosa.
Escrives por devoco.
Os Illms. Srs.:
ledo Pereira Moutinbo Jnior.
Francisco Vieira Perdigue
Domingos de Sa Pereira.
Jos Antonio Saraiva.
Fredenco Alves Pereira Pinto.
Parmaceutico Antonio Francisco das Neves.
Escrivas por devoco.
As Exmas. Sra-. D. :
Tuereza de Jess Muniz Mendes.
Z'i'mira J jsoibina Barbosa.
Fermina S jares Peixto.
Pautilba Angas :-Fernandos de Barros.
Alexandrioa Cuaba Ferreira.
Carolina da Silva Burle.
Procurador geral.
O Illm, Sr. Captulino Gapcaives Lessa.
Tbesoureiro.
O lilis. Sr. Joao Pedeo das Naves.
Procuradores. ,
Os IHos. Srs. :
Francisco Antonio de Albuquerque Mello.
Joao Fernandos de Mello.
M tooel Duarte de Figueiredo.
Antonio Francisco Cavalcanie de Albuquerque.
J-js Pedro Viz de 0:iveira.
Aiolpho da Silva Manta.
Francisco Xavier Temporal.
Antonio da Silva Campos.
Jos Francisco Rbeiro Je Soaza.
J .s Gonsalves da Fonle.
Jos Alves Barbosa Jnior.
Domingos Aniones Ferreira Tasso.
Jos Jeronymo de Albuquerque Maranbo.
Domingos Jos ia Silva.
Francisco da Rocha Wanderley.
Jiajaim de Soaza N. ves.
Francisco"Manoel da Silva.
Carlos da Silva Arauji.
Aalonio Joaqaim Cascao.
Joao da Silva Lopes.
Recife 8 de dezembro da
:arrea-aram : Ti3sct! frerda & C. So^saccis com
21,682 kilo3 de algodfo e S.000 couros seceos com
1,400. kilos.
No brlgue hespanhoi Mara, pare Bircello-
na, carregaram : Pereira Careeiro A C 506 sac-
cas com 34,001 kilos de algodo.
Para os portos do interior.
No hiate De>s te Guarde, pera o Cear,
earregou : Manoel Alves de Sena 31 meias barri-
cas com 1,956 kilos de assocar braneo.
Na barcada Gratido, pare a villa da Penha,
carregaram : Domingos Alvaro Machado 3 barri-
cas com 174 -kilos de assacar; Bellro Oliveira &
C. S harneas eom 51 kilos de assucar ; Joao Mar-,
tins de Barros 2 ditas com 125 ditos de dito.
Na bareaca Triumphi, para Mossor, carre-
garam Roche I. >al & C. 1 barrica com 56 kilos
de assucar brinco'; Francisco Alves Mathena J-
nior 2 barricas com 1? litros de aguirdeote, 4
garrafes e 4 frasqaeiras com 7 litros de gene-
hra; Manoel Marques Pinto 4 barricas com 352
kilos de assacar braneo e 2 pipas com 960 litros
de agurdente para Hado.
Na barcal,-1 Boa Esperaba, para Maman-
guape, carregaram : Silva & Irmo 2 pipas eom
960 litros de aguar Jente ; Joao L3opoldo Lopes 3
com 1,440 litros de cacbaga.
REGEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 2 2:4,074361
dem do dia 3...... 2.1984733
Augusto d Castra fl*ves.
Angelo Rotulo p*n Toiefea.

4:606*094
CONSULADO
Reodimento do dia 2 .
dem do dia 3 .
PROVINCIAL.
7814781
6914634
1:4734435
MOVIMENTO 00 PORTO.
Nqpios entrados no Ha 3.
Rio Grande do Sal pela Baha, 20 das, sendo do
ultimo porto 12-Patacao nacional Senhorinha,
de 176 toneladas, capilo Manoel Antonio de
Souza, equipagem 10, carga 10590 arrobas da
carne ; a Manuel da Silva Mua.
Liverpool por Lisboa, 23 e i/i d as, sendo do ulti-
mo porto 18 Vapor inglez Gladiator, do 429
toneladas, enmmandante S. Wiiliam, equipagem
25, carga diff.-reniee gneros: Tliomaz Jeffa-
ries & C.
Navios sahidos no mesmo da.
Rio Grande do Norte Escuna ing'eza E'igle
Wing, capiao Befes, em lastrb,
S. MatheusHiati nicional Mrquez de Caxiat,
cap lio Jas J. d i Silva, em lastro.
* Observaba.
Suspendeu do lamaro para Baeais-yres a
barca argentina Cosmopolita, capilo Aogust) C.
1) S Pereira com a mesma carga que trouxa de
Bordeaos
EDITAES.
1S68.
Assigaedo,
O vgjrio, Antonio Manoel d'Assumprao.
COMMERCH).
*-.
ALFANDEGA
tXsBdimeato do dia 2 ,
Uam do dia 3 ,
40:9184060
35:9324726
Nos termos do 1S do accordo interpretati-
vo para regular a execu^ao da coavercao consalar
de 4 de abril de 1863 entre o Brasil e Portugal,
fago constar de ordem do Dr. juiz da anzentes do
termo do Recife, que nesta cidaae falleceram os
subditos por(u;uezes Jos Barbeta Cu perlino, es-
hbelleciJo que foi com casa, de nego:io i ra
Nova n. 67.Jos Gomes Veiga ojo do estabele-
eimeato eomnoercial, sob a firma Veiga & Vianna,
ra do Livramenlo, e Virginio Freir da Olivei
ra, com estabelecimento no pateo da Santa Crnz,
lodos os Qnados sem herdeiros conhecidos, pe i
que se faz o presente aviso para que chegue ao
conhecimento de qaalquer inieressado que exista.
Recife, 2 de oatubro de 1871.
O escrivio,
_________________Domingos Nunes Ferreira.
Faculdade de Direito
a ordem do Exm. Sr. director fago publico
que por deliberacib da Illma. coogregagSo, toma-
da em sesso de luje, a reqaerimeoio do con-
currente ao prximo concarao Dr. Graciliano de
Paula Baplista, o qual allegoa estar doente, foi
transferida a primeira prova da arguir5o das the-
ses para o da 9 do corrente s 10 horas da
m a ab.ua.
Secretaria di Ciaoldiia d* nili 4. a..:r.,
3 de oatabro de 1871.
O secretario,
Jos Honorio B. de Menezes.
Adolpbo Fredarico Koepv
Jos Pope da Silva Lope3.
Jos Machado Botelno.
Jesuino Xavier Saajsuu.
Luiz MiChado Boletho.
Manqel Machado Boielho.
lympio Augusto da Fonceca.
Silvio Antonio Pinto.
Trajano Gasar d'Albuqaerque.
Yicente Ferreira da Silva.
Aiolpho Ramiro S. Tniago d'Oliveira.
Antonio Ferreira Lima.
Carlos Barromea Coltio da Silva.
Ceciliano Augusto de Gasmao L5b>.
Epamioondas Pinto Baodeira de VaseoaceHos.
Francisco Antonio d'Oliveira.
Franci>co Rodrigues Barbn.
Francisco Barges do NascimenlasFeitosa.
Justino Carneiro d'Almeida.
lilysses Parn'ambucano de Mello.
Vicente Bazerra Bapti la '
Secretaria do commando interino do primeiro
esquadr) da cavallarie, eos 3 de oatabro de
1871.
Joaquim Januwio Nunes e Suca, sargento aja-
danie, servindo de secretario. "
Sabdelagacia de polica do Cralo da S 2
de otilubro de 4871.
De ord im deste jnizo acha -se depositado om
cavallo alasij, carimbado no queixo, ferrado de
novo no qaarto, e tendo brancas nma das mias
e a frente : qaem jalgar-se autori'ado a provar
o sea dominio, apreseaie-.se para Ihe ser entregue
aquelle animal dentro do praso legil.
O subdelegado,
_______________________Candido Freir.
Gureio geral
Realeo des objectos registrados existentes
na administrac5o do correio dest-i pro-,
vincia, para as pessoas abaixo meucio-
Bad 8.
Aona Olympia de Campos, Antero Augusto Pe
xoto de Alencar, Aprigio Jusbniano da Silva Goi-
mares, Andr Avelmo Pereira de Silva, iislmira
Mara da Conceifo Oliveira, Gerloa Augaslo R-
beiro, Antonio Augusto da Costa Lacerda, Candi-
do R. Borj/oe da Ptanseee, Errando DeoeleeiaBO
de Layla, Firmieo Theoteaie da Cmara Sautie go, Frederieo Angosto Velloso da Silveira, Fran-
cisco de Gusmo Goimaraes, Francisca Ignaelo
Gomes, Francisca Pereira de Assis, Gentil Rodri-
gues de Souaa, ILgina Mara do Espirito Santo,
Hermenegildo da Cuaba Albuquerque, Josepha
Francolina Pinlo, Geronymo Loureogo de Araujc,
Jezuino Carneiro da Gnaha, Geznina Machado Ma-
Iheiro Braga, Joaquim Lopes Bastos, Joaqaim Das
dos Santos, Joaquim Jas Gadinho Jnior, Joanoa
F. de Gosmao L-bi Vital, Joao Muniz Pereira Ja
nior (2) JoSo Firmino C >rreia de Araujo, Jas
Paulo Macel de Cacvathj, Jos de Queiroz Mallyso
Rbeiro, Joa lympio dos Sanios, Jos Carlos M
Pires N ibuco, Jos Lacas Soares Raposo da c-
mara, Jos Zichariasde Carvalho, Jos Loarengo
da Silva Milanezes, Jos Daarie Pereira, Joi Peres
Campillo de Almeida, Laiza Candila de Amorim,
Leopoldo Francisco aa Silva Mathous, ogaeira
Oran lao, Mauricio Francisco Tarreira da Silva (3),
Manoel Antonio Vieira, Manoel Franciaeo Cruz,
Manoel Alexandrioo de Albujuarque Pitia, Ma-
noel Julio da Silva, Prisciliana O ympio ogaeira
Nevn, Pasquate Gugliclmino, Salvador Dommger,
Silvestre Jos da 11 cha Pinto (2)
Administracao do correio de Peroambuco 2 da
oatabro de 1871.
O enea vegado do registro,
A. Gomes da Silva Ramos.

Lffijm.
'
Movis de escriptofio, pertncentes ma-
WUd* de Marques Bruno C
. UO JE
sa ora7^'i!,3.(>8.*,,mini,,r,!ores d m'm
freXrro *^"0 **rif>*o a saber : 1 co-
i .^^V^H-as, 1 secretaria, 1 armario,
l dHo achine, de copiar e mesa, 7 cadeiras
KrS'3D,a^ lUbellanara
vkGSeelofJ1^ -,4,os veUsoa, 1 vapor eom
IZSgf'1?*"* e4escovaspr UL
de qaem pertevetr de dlrersos movis eom a se-
l.m.: ocblia ce aofno eeanleu com pedras,
i dita de amarellcv alTersae- eaSeiras, lavatorios,
mesas; 1 gnarda-rcapa de mo|no, mea para es-
cnpiorio, vidros, apparefho para cha, e maiios
loulros objeelos necessanos para ease, e serio
vendidos no die cima sexu-feira 6 do corrente,
eserfptono do agente,, roa do VJgarlo n. 15, !
Aluga-se
ama grande casa ea Salta Anajro, tent fabri-
ca do Starr, ltimamente acabad (endoagaa, taz.
e granto quintal eom arvoredor de fracto : i tra-
tar na ra da Aurora n. 16
VISOS DIVERSOS
concha YriT '3CU,'U Pr snalos, 14
lote7nn?.ralaVi,riO- Tado vendido em
largo
LEILAO
na continua cHo
TM DAS '
lais importantes
Pan lquida.qlio.
4 da oatubro.
Senabeitljn & C. coninuam o sea leiiao por ia-
ervengae do agente Oliveira,. do mala perfeila sor-
timentQ de fazendes lioas, as raais escolnidas e
proprias para este mercado
Q iartafira
pelas io horas da maoh^a, em sea amigo arma-
zeai sito ra do Bom Jess, odtr'ora ra da Cruz
n. -k.
fi '
> Aos Sra assigaantes deste
Diario, Que se acham em
atraso de pagamento da>ubs-
crip$o, vamos rogar quei-
ram mandar saptisfazel-a,
afim de nao soff erem iuter-
rupefto na remessa do mes-
mo Diaria
IMTIJTO ARCBBOLOGICO B GEOGMPHI-
GO PEMAIB0CA9O
Haver sess5o orJiaaria quinla-feira, 5
do corrente oatubro, pelas i 1 horas da ma
libia.
OBDKM DO DA.
Pareceres e mais trabalhos de commis-
s5es.
Secretaria do lostitato, 2 de oatabro
de 187!.
J. Soares d'Azevedo
Secretario perpetuo.
AVISOS MARTIMOS
compakiu
DE
;*-
DECLARACOES.
Quarta-feira 4 do correte, depois da au-
diencia do Sr. Dr. joiz municipal da 2' vara, tem
de ser arrematado par venda, por ser a ultima
praca, a casa terrea o. 63, sita oa roa de S. Mi-
guel, Fregaezia dos Afogado3, com tres janellas
de frente porio a lado, com um terrajo sebre
columna?, claco qaartos, tres sallas, estribara,
quartos para escravos e faitor, terreno proprio e
bem plantado, com baixa de capim e diversos
arvoredos, avaliaio por 3:000jr00, e vai a praga
a le juerimeato de D. Joanna da Natividade Cruz
Mesquita, contra Jos Aatooio da Silva Grilo, ca-
jo esc ripio acha-se em poder do porteiro do jaizo.
'
76:850i786
Horlaaeato da alfodega.
Volaoee entrados

Yoiaoej eanidos
com
coa
com
eom
Uzeadas
gneros
fazendas
gneros
88
414
106
382
502

487
Deacerregam boje 4 de oatabro.
Lugar JagleaG*rW / the Petadvarios generes.
Brigoe inglezCoila mercadorias.
Lagar iogleSaral Suntho dem.
Pataeho norte elleaioflitosvirios gneros.
Patache emerieano James itiilervarios genero*.
Barca iugleza-^tiJiw-figJJAde trigo.
Barca franceztif(irc#Mvalios gneros.
Bngue inglez WereldburgtmQba de trigo.
Brigoe portngoez$Ua Ft)teJ&ia~.varios g-
neros.
1 e
Despafho$ i ixwbfo no toa- 2 de
oulubro.
Par o portos do exterior.
Na barca portuguea Audacia, para Liver
lwlear"|on : Jobautou pter C 485 aaccas
com 42,893 kiloe de algodio.
Na barca francea Jfaurcfcn, pira o Havre,
1.a ea^puadro de cavallaria da
guarda nacional do munici-
pio do Recife.
Relacao nominal por batalboes dos guardas naci,
naes desigoados para o servigo d'arma de caval-
laria.
1* batalbao d'arlilharia.
Jerga PachelL
Antoaio Luiz de Oliveira Azevedo.
Sevarino Duarte.
Manoel Joajuim da Cosa Carvalho.
(\omao Maximiano da Cunha.
Joveniano Fernandos da Silva Manta.
Tita Livio Soana.
Jas Francisco Rbeiro de Souza.
D.ogo Jos da Costa.
Ja2o Xavier Rbeiro de Andrade.
Joaqaim Flix Machado.
Jlo Luiz Vianna Jnior.
1* batalhla de infanlaria
Antonio Martina Saldanha Jnior.
Antonio Laiz Bodrigaes d'Almeida.
Angelo Robarlo da Paixae.
Bernardino de Sena Henrique.
Cussy Juvenal do Reg.
Dflfino de Azevedo Villaroaco.
Ernesto Soares de Ate vedo.
Eduardo Claadino Correa Cabral.
Elyjio Alves da Silva Fugueiras.
Elpidio Soares de Azevedo.
Ignacio de Soaza Reg Menteiro.
Joao Godo/redo Alves Pinto.
Jos Lopej da Silva Csrdozo.
Julio Cezar Marioho.
Jos Miguel de Lyra Jnior.
Jos Fernandes Bastos.- n
James Eneas Gomes da Silva Jnior.
Joo Joaquim da Costa Mala Jnior.
Joao Frederieo do Reg Vasconeellos.
Manoel Pereira da Silva Lazo.'
Modesto do Reg Baplista.
Manoel Alfonso Bigaeira.
Kearique Soares d'Azevedo.
Virginio da Silva Fraga.
Viviano da Silva Caldas.
Victorino Jas Monteiro.
Olegario Serapbico de Carvalho Neivi.
Jos de Sonta Ramos. i .
2 batalhao de infanlaria.
Amador do Barros Cavalnen Lin?.
Antonio m Silva GasmSo Jueior.
Aquilino da Silva Gasmo.
Erneeto de Meaezes.
Francisco Ferreira da Silva.
Jeouiao Jas da Rosa.
Gailherme Patricio Bezerra de Carvalho.
Joaqoia Cavalcanti de Hollaoda Albuquerque.
loso Soares de Franca.
Manoel Sabino da Cpeta Maia.
Pargentino Netlo de Atevedo Coulioho.
Salstiane Seterine Ramos.
Theeemlro Jos de Alboquerqne.
3* batalhao de infantaria.
Adolpio de Almeida Guedes Alcoforado.
Aatoaie Luiz de Carvalho.
Aryslde Cea* i'Almeida.
Enstaqaie Marones Lima.
Jasllno Casad Lima.
{aio Godofredo Pinto,
ttnoel Braz Firmo.
Vicente Ferreira Antones.
Panjo-Frtneiw4j Praxere Galvio.
Navegapao Brasileira
At o dia 8 de oatubro es -
perado dos portos do sal o vapor
Cruzeiro ib Sul (fretaloi com-
mandante Cardte, o qual depois
da demora do costme seguir pa-
ra os do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga qne o vapor poder conuzir, a qual devera
ser embarcada no dia de suachegada. Encomaeo
3,. Jinhahrft trata *U ja 9. h. -....J.
o da da su; sanida.
Nao se recebem como eucommendas senao ob-
jectos de pequeo valor e que nao excedam a daas
arrobas de peso oa 8 palmos cbicos d medigc
Tado qae passar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos senhores passageiros qae snas
passagens s se recebem na agencia, ra do Cem-
mercio n. 8.________________________________
U II PORTO
deve sabir com a maior brevidade a barca portu-
gueza Clementina par ter grande parte da carga
de conta engajada ; para o resto da carga e pas-
sageiros traase com os consignatarios T. de
Aquino Fonseca & C. Saccessores roa do Viga-
rio n. 9.
AIAUITI mu'.
Seguir com a possivel brevidade o palhabote
Emilia, capillo Pereira : anda recebe carga a f re-
te : a tratar eom Si Leitao rmeos ra da Ma-
dre de Dos d. 1. .
. DAS
Messegeries martimos.
At o dia 11 do corrente mez espera-se da Eu-
ropa o vapor francez Amazont, o qual depois da
demora do costme seguir para Buenos-Avres,
tocando na Baha, Rio/aneiro e Montevideo:
Para coodiedas, fretes e passagens, trata-se na
agencia, ra do Gommercio n. 9.
No dia 12 do corrente mez espera-se doa por-
tos do sol o vapor francez Gironde, comman Jante
Giost. o qual depois da demora do costanas se-
guir para Brdeos, tocando em Dakar (Gore)
Para fretes e passagens, trata-se eom os agen
tes Henry Forster & C., ra do Commercio u. 9.
LEILAO
EMtMTINACA
da liquidaqao da3 cautelas da-
das era peuhor, constando de
objectos de briihantes ouro
e peala.
Qumta-feira 5 de oa-
tubro.
Mauricio Jos dos Santos Rbeiro, .far leilo
por nter vea cao do agente Mailin-, ea liqaidacio
de todas as caulellas dads^s em penhor.em sen s-
lalaelecimento a prega da Jalapeodencia n. 33,e
constante de briihantes, onro e prata
A' 11 horas d) dia cima. __________
LEILAO
DE
43 paneiroe com tapioca e 2 fardos com li-
nha de barca
Quinta-feira 5 do corrente.
AO MEIO DIA.
e 2 fardos coaa liaha de barca, e sero vendidos
no dia cima iolicadb, s 12 horas em ponto no
trapixe Bario do Livramento, Forte do Mattos.
Alaga ge o i andar do sobrado da ra da
Senzala nova n. 30, para pequea familia, tendo 1
sala, 2 quarto?, despensa e cozinha, muito fresco :
a tratar na loja.

Ao publico
Ra do Imperador n. 24.
Ao publico sem duvida a qaem nos dirgimo,
pois, para isso faiemos Inserir oeste jornal um an-
nuncio qu deve ser lile por todos com moila al-
len^aa.
Nlo vimos eom phrases bombsticas, procurar
convencer o respeitavel publico que acabamos de
montar ama fabrica e loja de coBfeiuria, pastela-
ria e culinaria, sostente com o malicioso fim de
chamar attencao para o nosso estabelecimento ;
somos amigos do progresso material desta provin-
cia eccorreu-nos por isso, a idea de facilitar a
qualqaer habitante dalla, a munir-se com pres-
teza e qaanlia resumida,de qualquer objecto ten-
dente as tres artes cima referidas; eslabelecen-
do para esse fim urna confitarla a ra do Impe-
rador n. 24. sob a seguate denominarlo
C0NFEITAR1A DO CAMPOS.
Ama de leite
Precisase de urna ama de leite, f rra oa es-
crava, que nao tenha filho : a tratar na roa Por-
mosa d. 24, casa da esquina que tem grdame de
ferro.
Precisa-ss de am ealxeiro portugD#t qae te-
nha pralica de taberna; ni roa da Concorda u.
96______________________________
AGRADEC1MENT0. ""
A liberta Laiza tendo boniem receido toa car-
ta de liberdade por oecasio do aoniversarD da
sociedade Emancipadora, nao pode deixardtvir
occopar as columna* desle jornal para aanilatar
sen profundo raconhecimenio para coa aquella
sociedade ; e offerece um voto de graudao aos
Illms. S.-s. Luiz Gong al vea da Silva e cap lies Jos
Anioaio Pinto e Jos Elaueiio de Azevedo, qae
maito contribuirn) para isio ; (toando certos es
refer los seobores qne to humanitario servir
jamis ser olviledo. Ao Film. *r. Jola Luiz Vi-
anna, qae tambem muito se prestoa, para 0 mesmo
se mostra iguajnaenle reaonlwcide.
Monte-pio Brasileiro.
Da ordem do irmao director convido a todos 03
senhores socios e as demais asaciac5es, que por
qaalquer circumsianeia nao Ibes tenha sido entre-
5ue o couvte, para comparecerem no domingo
o correnle, as 9 horas da manba, na greja de
b. Gonzalo, afim da a-sistrem a missa solemne e
em seguida a sesso magna do 1* anoiversario d
sua iostallaoao, no andar do sobrado n. 31 na
praQa do Conde d'Eu.
Secretaria do Monte-pio Brasleiro 4 de oatabr
de 1871.
Jeronymo Bruno,
i___ 4* seerelario.
LEILAO
DE
MOVIS
Ra do Queimado n. 28 1 an-
dar.
0 ag"ente.Ponlual, veoder em leilo, por aoto-
risacao de ama familia qae se retira para fra e
seguate: 1 importante piano de Jacaranda, mo-
biia lanternas, lavatorio de mogn com espelbo,
apparadores, guarda-I auga, meza para jintar, ca-
ma para ca'al, marquezo, quartinbeira, tapetes,
escarradeiras, relogio de parede, cadeiras de
guarnicao, lou;a de porcelana para al moco, e jan-
tar, garrafas para vaho, copos, clices, etc., mu-
tos oatros objectos:
Quinta-fira 5 do correte.
No i* andar do sobrado, ra Duque de Ca-
xias n. 28 (oatr'ora roa do Qaeimado) s 11 ho-
ras.

COMPANHIA PEHNAMBUGANA
DI
%avega^So cestelra por vapor
' Ptrtfaybt, Natal, Mtco, Mossor, Ar.
caty, Cear, MaDiah, Acarac e
O vapor Mandah comman
danto Julio, eegair para
os portos cima no dia 30 de
crtente as 5 horas da tarde
Rcbe carga at o dia K),
eneemmendas, passagens e *-
nheiro a frete al as 2 horae da tarde do dia da
Mhida : no escriptorie do Forte doMaltaa n. 11
PARA O
PORTO-
Vai sabir coa *revidade s pelecho portagaez
Liberal, ca piteo Gailherme Joaqaim Leal, por ter
parte da carga engajada,para carga passageiroe,
paraos qates tem exoeilentes eoaaodos, tratt-se
eom E. R. Rabello 4 C, a roa do Commercio n
48, oa com o capilo.
".'" COMPANHIA PEl^ajffiCAA
DE
costara
Goytoaa.
O ve^idr Feronyen ntoiri pa-
ra o porto cima no dia 6
correnle aa 9 horas dente.
passageiros e inhairo a 0U B;
orte do Mftttef n. i,
DE
Um relogio de prata, 1 cadeia de ouro, 1
pequeo aooel, 6 botes de prata dou-
rada para colleie, 2 ditos de dia para
pannos, 1 bani de sola, 1 caixa de ma-
deira, l cadeira privada, e i porejo de
roupa asada.
Qointa-feira 5 do corrente
O agente Martios far leilo dos objectos e rou-
pa cima, par ordem do Sr. Dr. consol portagaez,
e perlencenles ao espolio de Francisco Louren^o
da Silva.
Em sea escriptorie, ra do Mrquez de O inda
0. 13, i 11 horas do dia aeims^____________
Araujo Carvalho & C. participam ao respei-
tavel publico e com especialidade ao corpo do
commercio, qae deixou de ser seu caixeiro desde
o dia 30 de setembro do correnle anno S Sr. Jos
Joaquim Ferreira Jnior.
Monto Pi Portuguez
Fm observancia da 1* parte do art. 22 e de
eonformidade com o qne preceitaa o 1* do
artigo 24 dos estatutos, sao convidados os Srs
socios qae nao se[acharem incursw nos g| 1*, 2,
3 e 4 do artigo 13, a se reuoirem em assembl
geral, no salo do gabinete portagaez de leilura,
domingo 8 de outubro pelas 11 horas da maoh.
Secretaria do Monte Pi Portugasz de Pernam-
buco, 2 de oatabro de 1871.
M. S. Pinheiro,
1* secretario da assembl geral.
Antonio Alvaro Ferreira da
Silva.
Jesaioo Ferreira da silva, om dos irmos do
fallecido Antonio Alvaro Ferreira da Silva, man
da celebrar ama missa no dia 6 do corrente mez,
nonagsimo dia do sea passameato, na matriz
da freguezia do Poco da Pacella, as 7 horas da
manba, e para esse acto de religia e caridade
convida aos irmos, prenles e amigos do falle-
cido.
LEILAO
Navegacdo
escriptono do F(
por vmpor,
eacriptono
DE
Um relogio de prata com correte de ouro,
2 aooeis. 1 meia commoda de amarello,
1 lavatorio de amarello, 1 dito de ferro,
i marqueza, 2 cadeiras, I cabido de
nadara, e 1 wircSo de roopa usada.
Quinta reir 5 do correte
Q agente Martins, far leilo por ordem do Illm.
Sr. Dr. conanl portagaez, dos moris e roupa ci-
ma perteeeeat9s ao espolio de Antonio Joaqaim
de Brftto.
Em sea escriptono ra do Mrquez de Oliada
o. 15, U horas do dia acia,

Joaquim Miguel do Amaral, intimamente desolado
pela impreviala.-aerte de seu fllia o menor Joo
Bapti-ta Viefra do*- Amaral, fal esido na tarde de
29 de setembro filo; agradece do fundo d'alma a
todos os seas amigos que se prestaran) a acompa
nhar c sabimeoto do mesmo ao cemiterio publico,
acto que teve logar no dia posterior ao do seo
fallecimeolo ; jamis esquecendo os bans e eepon-
laneos obsequios qae Ihe prodlgalisaraa a. socie-
dade a que pertence, denaminada Coraco Hvre e
popular, e a religiosa ir mandad e de Nossa Senho-
ra da Luz, erectajua igreja de S. Jos de Riba
Mar, que em nada se pooparam para a maior so-
lemnidade do acto.__________________________
eoanHHHKaauHKafliBSflMBsaaBBaHBBD
Ao commercio e ao pu-
blic.
l^Previno pelo presente annoocio, para que nin-
guem descont oa fa;a traosaccio algama com as
segaintes lettras por mim acceitas, provenientes
das partes qae comprei no engenho Cacbceiriaba,
as qaaes lettras se acham em mio_ das pessoas
abaixo mencionadas a saber : em mao do Sr. Pe-
dro de Mello e Silva daas lettras, sendo cada ama
de 1:000*, a primeira venclvel em maio de 1872, e
a segunda venclvel em maio de 1873. Em mao, do
Sr. Francisco Mauricio de Mello urna lettra de
800a vencivel em maio de 1872. Em mo do Sr.
Manoel de Mello e Silva ama lettra de 8031, ven-
clvel em maio de 1872. Em mao da Sr. Lacren
tino Ferreira de Albuquerque ama lettra de
1:00015, vencivel em maio de 1872; visto que se
apresen'a om equivoco pelo qual deixo de as pa-
gar, o qae farei logo qae elle fdr deslindado.
Engenho Cachoeirinba, 27 de setembro de 1871.
Jos Teixeira Lima.
CASA M FORTUNA
Aos 5:00O|
Bilhetes garantidos.
4. roa Primeiro de Marco (oatr'ora roa. do
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo asaiguado, tendo vendido nos seos U
ilzee bilhetes um quarlo n. 196 cora 800*000.
um ioteiro n. 2767 com 108*000, ontras sortes
de 40* e 20* da lotera que se acaboa de extra-
hir (209*), convida aos possaidorea a virem re-
ceber na eonformidade do costme sem djeoste
algum.
Acham-se venda os bilhetes garantidos da
8>' parte das loteras, a beneficio do hospital Ja
Ordem Tercaira do Carmo do Recife {210'), qua
se exrahir quarta-feira II do corrente tnez.
" PRECOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Qaarto 1*500
Em porfrt de 100*000 para eima.
Bilhete ioloiro S*J500
Meio bilhete 2*753
Quarto 1*375
i ______________Maroel Martins Fiota.
OJlia elle! viste?, o
Jord'esporas
Porpilijgo do Jan/lio, foi'declarado ao Guatt,
qae nao bavia em sua corporaca am qae tiVesse
capacidade, habilitacdes para tambera desempe-
nbar o lugar como Lord'esporas Otlisabo, ,e por
isso pedio ao Guass permiaso para qua depoi.-
que viessem osjotos.esse Lorde possa continuar
nessa corporaco, al que de novo seja desse car-
go empossado.
lodosos outros, inclusive o aza-negra, chico-
gaga, m mano, mandmgt, bocea de couro, rom-
budo e o moco Qcao surpreheodidos pela maneira
acintosa porque procedeo o Janjo, visto como
nao s insnltou a tolos, coma tambem aulorisou
ao Guass a sens empregados, a fazerem am jai-
za critlio e vergoohaso des Sutterraneos, segun-
do elles se queixam.
A msu ver exacta o que di d'enlre os outros nao enoootrar elle om que
tSo bem sirva, e com tanta intelagencia; sello t
pericia, porque nenium se prestara ser capa-
cho e lambe pratos.
Se for preciso voltaremos com lioguagem mais
modesta.
O recrutado pelo pai.
sn mi ioaiji n'**n




M l
Dr. Ovidio da Gana Lobo
Joao Bajttista Pereira Lobo pungido de deloro-'
so se iliraento, convida seus prenles e amigo?,
e ; os lo seu finado filh -, Dr. Ovidio, para assis-
tirtin s missas que pelo deseando da sua alms,
se celebraro no dia 5 do correte, das 6 s 7
horas da manha oo convento do Carmo desta
cidade.
aMaoaiaaaaBMaa^inHawa^^^^
m
15 atecas con algodio.
Sexta-feira 6 do corrate.
A'S II HORAS EM PONTO.
O ajavH Panal, br latfe per coala e riicc
de qneJf5"Pi 18 ucees eom algodo, as
quaes WM voidMn ea 4 s lote no Aa sexta-
feira o weorrewr, 1s ir lloras da manha em
pomo,
no amanea le Sr.
\&^b\ft
-JJIoveii' e oatros objectos
Saxta-feira 6 do correte.
0 agente Pestaa, far leilo per coala j ruca
Irmandade de N. S, da Coucei-
0 do Ptvoado dos Monles
De orlera do Illa. Sr. Dr. jaiz de capailas, con-
vido a todos os carissimo irmos comparecerem
em nosso consistorio no dia 6 de outubro viodou-
ra, afim de p&r-se em execuco o art. 24 do nosso
ceaproniaao.
Secretaria da irmandade de N. S. da Conceio
ioiWMm, M de setembso ds 187*.
Joatnia Jos Mnreira,
Secretario interino.
Ao commercio
O abaixo asaignado, tem justo e contratado a
compra da taberna sita na roa do Amorim n. Ib*
ao Sr. Jos Ferreira Alves Carioca ; perianto se
alguem se jolgaf com dimito a mesma por qual-
qaer tale, earoenle no praso de 3 ia?, fin-
dos os aaaea aio se attender a reclama^0 a,fa-
aa. Recife, 3 de ootobro do 1871.
Domingos Rodf igaes Cnstelto.
Liberdade
cita da liana de 5X5* paca o completo de sna
liberdade, e snjeiu-se a sabfaear oa seas serviooe
a quem Ihe fier eisa esmola; qaem quizer aunan.
Ci por esse diario,
m do oo
Aos 5:000,5000.
Bilhete* garantidos dapr-
?laacla.
Rna do Ba?*ao da
Victoria,
Outr'ora ra Nota n. 63 e casas
do eos turne.
O abaixo assignado acaba de vender entre oa
seos muito felizes bilhetes a sorte de 5:090400!.)
em am bilhete ioteiro de n. 2499, om qaarto de a.
196 com a sorte de 8004 e em am qaarto de n.
2678 cora a sorte de 1O0J, alm de outras sortee
menores de 4GJOO0 e 201000 da lotera qne s*
acaboa de extrabir (209), podendo sens possaido-
res virem receber, qne promptamente serio pagos.
O mesms abaixo assignado convida ao respe;-
lavel publico para virem ao seu estabeleciment?
compraros felizes bilhetes garantidos, qu9 ni'
deixar de tirar qualqaer premio como prova palos
mesmos aonnoeios.
Achau.-se venda os maito felizes bilhete ga
rantidos da 8' parte das loteras em beneficio do
hospital da ordem terceira do C rmo, que sor.
extrahida no dia quarta-feira II do corrente mez.
PRECOS.
Inteiro 6X000
meto 3*000
Quartos 1*800
De 100*000 para cima.
Inteiro 6/MS00
Meios 2#750
Quartos 1*373
Joao Joaqaim da Costa Le:..
rrtAgA DO KEC1PS 3 DB OUTUBRC
^ DE 1871.
as 3 1/2 nonas da tardi.
GotacSea officiaes.
Ko houve colacoes.
i. 6. Stepple, .
Presidente.
Bernardino de Vasconeellos, '
Pelo secretario.
' Acha se presentemente de passagem. enaPer-
namhuco o Sr. Emmanuel Rofler representante da
mais importante drogara do Rio de Janeiro, o fia
d'este senhor alargar o circulo j vasto dis sua.'
operaco3 commerciaes facilitando assim aos Srs.
drogulsias e pharmaceoticos ;de Pernambnco ob-
terem gneros de orimeira qualidide reunindo ao
mesmo tempe niMtAarateza nunca vista nesse
ulereado cjuvidamo lab.aos nonos assigoante?
para aproveitarenlj ioasiao opportuoa. O Sr.
Emmanuel Rufier esta hospedaqo no hotel Vicjo-
rla do Recife._______________________________
O abaix.0 assignado teodo de&appare-
ctdo boj do aea estabelecimento roa do
Duque de Casias n. 81 orna lettra de aeu
aceite, da quantia de 4:2335330, a prazo de
5 mezes, com a dala (o aceite) de 28 de ae-
tembro do correte anno, a qual a_4a sao
estiva assigoada pelo saccador, apr^aaa-se
em fazer pobic) eaae desappareciiiaoto-
afim de que poasoa alguma negocie dita l('*
ficando corto qaem qaer aue a teohs
que a
Urna eserava de habiadade boa conducta, pn-f een poder qne' o mesmo abaixo assignado-
proceder contra ej'. na froia da lea.
Recife 3 de ootobro de 1871.
Jo Luiz (fe ello.
I





4 ** ____ _ce, Quarta
t
fera
4 dft Outubro d. 1871
**
__

KTTEL
AGIA BE 8R0. ,
13.Roa Eum do Rosario n.33.
Precisase de ora ptimo cosraheiro.
Ta_bem 8 aluga um. moleqae par o servico
_>__B0.
_ lUnoel Ferreira Carreiro, faz sciente ao com-
mereio. que venden seu elabelecimeuto de tras-
tea e oficina a seu irmio Miguel Ferreira Carre.-
n> line deiembaracado de qaalqoer onus,
redamar qaeira fazer ao sesmo sea
Para om lutH de Pf*
precisa- >m engomme : tratar no largo do Ctr-
poSaoto n. 4,1* andar, das 10 neraf
do da as \ da tarde. _______
caixeiro de 11 a '14 ao-
****i9^****
_ Precisa-ae de am
nos: na roa Velha de Santa Rita n. 63.

gera Uver a reclamar qaeira nier >y"'" "--
irfflio no praze-** tres di.*, > contar da da *
te, outro sim o mesmo fai sciente, que tendo de
rerar-se dei* por seas bailantes procaradores
en? primelro logar a sea irmio Miguel Ferreira
Carreiro, e em segando Theodoro BeBier dos San-
ios e Antonio CaetanoSiUa._________________
Kagommadti'a.
Precisa-se d um eserav engocnmadeir que
sej perita : na roa Velba n. 88, sobrade.______
Mo.eque.




Aluga-se am moleqae spto para todo o ser tico :
D roa d Cruz n. 59, I* andar.
*
t
ft
MUDA1ICA
O fcaoharel Amaro Joaquina Fonceca de
Albaauerque, traadferio sen escritorio
de advogaeia para cas n. 55 i roa do
Daque de Caxto; antig do Qaermado,
onde, nos dias otis, ser encontrad.das
10 horas d rnaaba ai 3 da Urde.
COMPANHIA
EOIFICAQES
Cidade do Recife
A flireCtoria provisoria dessa companhi ccnvi-
j. i0aos os .eohnres subscriptores para corapa-
reeerem ^extafeiraodo correte a inora da tarde
no es-nptorio do Sr. Dr. Jacobina, na do Quei-
Bjado n/79. aflm de approvareai a acta da sesao
anterior e tomarem resolocao definitiva sobre a
iocorporacao dacoropanbia.
Reeile. 2 de outobro de 1871.
n M. P. de Me raes Pinheiro.
Espirit Santo de S. fran-
cisco.
Por ordem do irmo Juii 4 irmandade do Divi-
no Espirito Santo dn convento de S. Francisco,
convido aos limaos para assistirem festa de S.
Francisco qan tem lagar no dia 4 do corrate me?,
pelas 10 horas do dia e o mesmo irmio joit espera
qoe comparecam visio termos recebido caavite para
o dito acto. .
Consistorio da irmandade 'do Divino Espirito
Santo erecta no convento de S. Francisco, i de
outubro de 1871.
O secretario,
M. G. Agr.
Precisa-se de ama mulher que saiba bem
cosinbar, para casa de urna seohora raueexa : a
tratar do 2* andar do sobrado da roa do Duque
de Casias n. 46 (antiga do Queiniaiau. 2) entrada
pelo becro do Peixe Frito.
301000.
D-seesta qaantla mensalraenie peto aluguelde
am servente escravo no eollegio da Coneeic_t
Ama de leite
Precisa se alagar ama ama qoe techa bom leite
e qoe -sej sadi : a tratar na roa Duque de Ca-
xias < julr'ora Crnzes) n. 2._________________
Ama de leite.
NIOFINA
Roga-se ao Uta. Sr. Ignacio V.eira de Mello,
envi na eidade deNazatetb. deeta previuela.
favor de vir ra do Imperador a. 18 concraJ
wraelle negocio qne V. S. se compromeea reali-
saiypela tereeir chamada deste jornal, em fin
de nombro prximo passado, e depoi pan ja
eiro, passoa tevereiro e abril, e nd comprio,
s por este motivo de novo chimado para ditc
dm ; pois V. S. se deve lembrar qoe este egoele
a de mais de oito nnos, e qoando o senhor fe*
flho se acbava no es nesta cidade ___
J'ara alugar-se
rgnico sitio na estrada da travessa da
Almas, com exeellente cas bem aca-
bada, com daas salas, seis qoarlos, grande co-
pia, oocinb separad com dispensa, saleta e
qaarto. Boa coxeira e estribara com mais dons
qnartos e 1 soto para criados. Magnifico qaarto
para banho, latripas, gallinheiro de pedrt e cal
cercado de gradeamento de ferro. Fieando dito
sitie perlo das estacos denominadas : Jaquaira e
de Arraial: par ver e tratar no sitio do com-
meodador Tasso-
l
Precisa-se de orna ama de leite,
leite e boas informacoes : na roa
sobrado n. 10, andar.
exige-se bom
da Concordia,
O testamenteiros inventaran te dos bens
do fallecido Damio Pereira da Cunba, sci-
eniifica a quem se considerar credor do
rerido fallecido, que aprsente suacont
do praso de 15 dias, aim de ser examinada
e salisfeita era sea denlo tempo; 'rua do
Mrquez-de Olinda, loja o. 44.
.Tkomaz tfernandes da Cttnha.
No sitio do Cafando precisa-se Je nm meni-
oo de 12 annos para cuidar de algnns animaas :
quem estiver na circomstaocia de se propor, drl-
ja-se ao mesmo sitio, oa estrada de Paulino Cma-
ra, ontr'ora de Joao de Barros, oa a typograpbia
deste jornal, a fallar com o Sr. Eerrer.________
Precisa-se de ama ama de leite : tratar
oa roa da Moeda n. 4J5. .. ; .________
Precisase de urna ama para casa de peque
sa familia : na ra do Sol n. 83.________^^_
^He%
Na ra do Pire?, sobrado
n. 28, precisa-se de urna ama
que seja boa co.iinheira.
AMA
Na roa do Corredor do Bispo o. I,
prfcis'-se de urna ama para o servigo
do ama casa de 2 peasoas.__________________
Precisase de nina ama qoe
eogomme bem, e faca mais al-
gnm servico, torra ou escrava :
na ra do Pires, sobrado n. 28.
AMA
ATTENCA
Aluga-se 'ama grande coebeira na roa da Uno,
com dous quartos e soto com outros dons qnar-
tos, tendo janellas, tado eaiado e pintado de nd-
vo e mnito propria para taberna oa ostro estabe-
ecimeoto : a tratar na ra d Aurora n. 36, Ia
andar.
ANA
P.ecrsa sede orna am para eosinnar, e mais
servicos de ama casa de pequen familia ; tra-
ta- Praca do Conde d'a n. 30, 2. andar.
D. Rosa Porcllla Come de Cas-
tro Mantos.
Joaquim Manoel de Castro Santos e'sensfilhi-
nbos agradecen! cordialmenle a todos os seas ami-
gos que se digoaram de acompanhar at o cemi-
teno o cadver de ana presada mulher e mi D.
Rosa P. Gomes de Castro Santos, e vem de novo
rogar-lhes o caridoso obsequio de assistirem
mi-sa que pelo eterno repouso de sua alma ser
celebrada na igreja do convento d Garmo, pelas
7 1[2 horas da manha do dia 6 do correte, seli-
mo dia do seu fallecime^tO;_____
Aloga-se ama casa no Monteiro, com banho
junto a mesma : tratar na reflnacao do mesmo
lagar.
Precisa-se de urna ama para casa de potica
familia : a tratar na ra Duque de Caxias n. 97.
SEGUROS
MARTIMOS
E
OWR4 FOGO
A companhia Indemoisadora, estabelecidi
esta praca, toma segaros martimos sobre
aavios e seas carregamentos e contra ?ogc
)m edificios, m^rcadorias e mobilias: dj
roa do Vicario n. 4, pavimento terreo.
ALUGA-SE
O prhneiro andar de sobrado da roa do Vigario
n. 3 : tratar na travessa do Corpo Santo n. 25,
armazem de faienda?^______________________
Pfecisa-se de un preto para servico de pa-
daria, com pratica ou sem ella : tratar na ra
do Pilar n. 88, taverna.____________________
' Lav perfeicao : na travessa da Palma n. 26, primelro
andar._________________________________
Preci se de um menino de 11 a 13 annos
de idade com pratca de taberna : no pateo do
Tergo n. 21.____________________________
Precisa-se de offlciaes de barbeiro : no sa-
llo de.abelleireiro da roa da Imperatriz o. 82.
Precisa-se de urna ama para o servido de
urna casa de familia : na ra do Caes 22 de no-
vembro n. 30, i" andar.
4' margem fio rio do Poeo da
Paaella.
Aluga se por festa oa por anno ama cas com
soffriveis accommodaQoes, tendo um jardim ao
lado, arvores fraetiferas e dando froeto, como sa-
potireiros, mangoelras, larangeiras, goiabeiras,
pinhas, figueiras e fructa-po, etc., cacimba da
agua de beber", porta} e grade da mesma casa, e nm dito no fondo do mesmo
sitio, cojo olba para a igreja da N. S. d Saude :
quem a pretender dirija se ao Recife na alfande-
ga, a tratar com o despachante Jezuioo F. da Silva,
oa no lugar do Caldeireiro onde resiqe.________
Aluga-se
o segando andar do sobrado n. 38 da roa Nova:
a trur n loja. .____________
CASAS
Para alugar-se
m sitio no Poco d Pane lia no porto do Paula
com exeellente cas, com daas sallas, quatro
quartos e cciinha : estrlbari, coebeira e qnartos
para criados, e mais daas casas meias-agaas pa-
ra fmulos ou hospedes : tratar com o commen-
dador Tasso.
Olinda.
Traspassa-se o arrendamento da grande casa
roa de S. Pedro-novo, que foi do Sr Ramos, e
est muito limpa, assoalhada e fresca, e alero
disso perto do banho : a tratar na roa do Hospi-
cio n. 23, a qoalquer hora do dia, ou no caes da
Assembla n. 12 no Recife. _______________
Jos Henrique d Silva precisa de nm bo-
lieiro : na roa das Crines n. 38, no i* andar :
pode ser procurado das 10 as 3 da larde, ou na
Soledade, sitio n. 29, onde morn o Dr. Villa*
Boas, a qoalqnar hora._____________________
Sitio
Preaisa-se de um sitio para quatro estraogeiros
de [referencia perto di estrada dos bonds : a di-
rigir se ni ra da Cru. (Bom Jesns) o. oS-
cora pratica de taberna : na ra Direita dos Af-
gados o. 38. __________________________
Aluga-se urna exeellente baixa de capim na
Capuaga a ra da Ventura : a tratar na ra lar
ga 4 K'warto ti. 3., botiei._________________
N
_.
ra do Vigario o. 16.
Precisa se de urna ama pa-
ra o servico interno de ama
casa de familia : tratar na
No pateo da ribera o. 21 se dir quem pre-
cisa de urna pessoa habilitada para caixeiro de pa
daria.
Aiuga-so ama das salas de um terceiro an
-dar na ra Duque de Caxias: a iratar na mesma
roa n. 65, loja.
AMA
Precisa-se de urna ama
que cosinhe e compre
na ra do Crespo n. 18,
2 andar.
Ounsgltorio homeopa-
thico
DO DR. SANTOS MELLO.
- Ra do Bario da Vtctoria n. 43.
VACCfNA.
Todos os domingos e quintas-feiras, pe-
las 9 horas 10 da manha vaccina-se
[ por preco mod eo, para o que ha mallo
[-bom paz vaccinieo.
1 Recel).!in-se chamad para vaccinar em
[.qoalquer casa.
Consullas medicas todos os dias pela
l nuuihaa.
i Chamados a qoalquer ora do dia e da
| nao te.
.Gratis a parte medica aos pobres.
Sustento restaurativo da
s.ue
PELA. VERDABEIRA FARJXtiA
i Bu Barry d'Aralmi
O abaixo asssignados fazem sciente a seas fre
uezes, qae pelo vapor inglez La-Plata reeeberam
Segunda remessa d'essa exeellente farinaa, cuje
ck> mnito m recomraenda par as crianeas, pes-
ao_ debis e couvaiesceotes, applicada com reco-
_leclda vaotagem as constipaedes, diarrheas.
nausea do estomago, tosse, escarro de saogae.
plithysic, etc. etc. Preferida anda pelo agradavei
eabar.Unircoa onra qaaJqaer.
Companhia Allianpa
DE
j^guros piaritimos estabelecida
. na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000:000/000.
Tv._ e|t"o de mercaderas e heiro a risa
aurtrno em navios de vella e vapores para den-
aro e fora do imperio. Agencia i raa do Com-
awrcio n 5, escriptorio de Joaqnim Jes GoB'
&tM BeltrSo.
HDAME ANTOINETTE, modista franceza, ni
limameBie hegada a esU cidade, tem a honra de
"levar e eonnecimento do respeitavel publico, e
_un especialidatle das Exmas. senhoras e familias,
niue ert habilitada para faier uaiqaer trabalhc
fi costara, como eacovaes parasamento e bap-
tisado, rotipa branca de senhors, vestidos para
nr>, bailes, ele., etc. (tarante as ultimas modas
mat quaato recibe os melhores jernaes qoe Ibes
^-flf***"0' at"n como a huml ouira parle se ha de encomrar mais esme-
ro, bom gosto e promptldSo uos trabalbos de ten
Seaerf, pela longa pratiea que tem de soa arte por
e-da fflrjjrcjdo coro vaotagem $ cidade de Lyon
LUTO EM 24 HORAS
I'refos mdicos,
, !-Bua Duqne de Caxia, i* andar. 2
Para eserlptorlo.
Precisa-se de am caixeiro cora as necessarias
habilitaedes de esenptura^ao mercantil : a tratar
oa roa Nava n. 50.
DROGARA universal
NO
RIO DE JANIEIRO
Ra da Asse_ibf* rn. &6
_^??3_ m&?___?
GRANDE DEPOSITO DE
Drogas allopathicas, homeopiihlcas e veterinarias.
*T^rraflranaTTngreis"e-ifric?fS?r*:"*
Sa bonetes, extractos e mais artigos.
Producios ebimiecs das melhores fabricas inglezas
e francesas.
Chocolates Anos eslrangeiros de reeicio e me-
die inaes, preparados (speciaJmente
para este clima.
Representante as provincias seu fllho
EftlMANCEL RUFFIRS.
Mora na roa da Cruz n. 1.______
Aluga-se o 2* e 3* andares de urna casa sita
na ra do Imperador n. 49 : a tratar na roa do
Bario da Victoria n. 22 (outr'ora Nova).
leiro.
Aluga-se ama preta para
todo servico : na roa larga
do Rosario n. 28, loja de sel-
:| Offerece se urna ama para costuras e algnns
servicos leves de casa : a pessoa que quizer di-
rjase ao pateo da matriz de Sau'o Antonio n. 2,
no 2o andar.
Precisa-se de ama ama
Sara casa de pooca familia
ruz n. 29.
qae saiba coiinhar,
: no Rcie, ra da
Precisa-se de um criado
camero 7.
na ra Nova, loja
Aluga-se o i"
do Rosario n. 10 :
reir & C.
andar do sobrado da roa larga
a tratar na pharmacia de Fer-
M
Precisa-ee de urna ama para o servi-
co de casa de pouca familia : a tratar
na rUi da Cruz n 18. 3* andar.______________
. Precisa-se de nma ama de boa conducta
para andar :om crianeas : a tratar na roa do
Commercio n. 44, 2* andar.
Aluga se um moleque : quem precisar di-
rija-se ao largo do arsenal de marinha n. 8.
Aluga-se o primeir andar do sobra-
do fl. 28, roa do Qaeimado a tratar na
laj..
Aluga-se o primelro, segando andares e sobre-
sotao da casa n. 6, cita a roa do Livramenlo : i
tratar na loja do mesmo predio.
A
KOE
DTVETOT
nica easa neste genero
i4Roa Estreita do Rosario-liU M A
Compra e vende roupa feita nr_.lT_.l_.
E-gommadeira
perfeicao
Lava-se e engomroa-se
roa Angosta n. 83. ____
com
na
CRIADO.
No Caf Imperatriz precisa-se de nm.________
Aos rs. professores primarlos
de ambos os sexos.
Acham se venda as livrarias dos Srs. padre
Ignacio e Nogueira, e Barbosa de Mello, exempla-
res do opuseulo de moral religiosa, a preco de
640 rs. cada nm.
Precisa se de ama ama para
cosinhar e algamas compras : na
raa da Senzala Nova n. 30.
nova e velha, objectos de | ^UfA T"
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
r*
Joaqnim Jos Gon ves Beltro
- -J^^.-.y^ ^. K. 10 uJu '4t
Sanca por todos os paquetes sobre o banco d<
inho, em Braga, e sobre os segaintes lagares o
?ortogal :
- Lisboa.
Porto.
Valonea.
Gaimaraes.
Coimbfa.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde,
Arcos de Val de Vea.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa ReaL
Villa-Nova de Fameeao.
Lamego.
Lanos.
Covifta. *
Vascal fValpasso).
Miranella.
Beja.
Bareellos.
^l^fc
Precisa-se de orna ama
para comprar e cosinhar :
tratar na roa da Alegra n. 3.
faixeiro
5
No caf dhinez rna larga do Rozado n. 31
precisa-se de um caixeiro qne tenha pratica de
hotel, paga-se bom ordenado.
Tede-se
A nuera tiver achado boatem um vale da quan-
lia de lOO favor de Maioel. Jos Fernandos
Barros, o favor de entregar na rna da Cadeia n.
53. armazem, vUo qae de nada vale a oatra
qaalqoer pessoa.
Na refioacao da roa Direita n. 22 preoisa-
se 4e trabajadores que emendan do servido da
mesma.
Precisa-se de uma aoja para cas de fmi
lia, na raa do Cabng n. 6. Loja da conquista,
se dir quera precisa. '
(Jaixeiro
Precjsase le um caixeiro
pratica de taberna; tratar
Rosario n. 47.
qne tenha bastante
n rna estreita do
Ka travessa da rna
das (nm _, 2 f&
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ooro, prata e frican-
tes, seja qnal br a qnan-
tia. Na mesma easa com-
pram-se os mesnos me-
Caes
tratar no principio da estrada dos
Altlictos, sitio n 33.
AMA
pessoas.
Precisa-se de ama
ama para o servido
de casa de uma fami-
lia -composta de duas
exceptuando se o lavar e engom-
IMPERIAL FABRICA DE CIGARROS
DE
S. JOAO DE NlTHEROHT.
Um dos problemas qne_ mais tem preoccopado
atteocao dos legisladores e. dos economlsUs mo-
dernos, particularmente na Inglaterra e na Fran-
ca e acerca do qual, ainda em 1868, L. Wolowki
fez ara profundo e notavel discurso, o qte trata
de defluir e regularisar, maniendo o- equilibrio
entre o interesse e a humanidade, o trabalho das
crtocas as manufacturas.
Esta questlo grave e mehodrnsa, comeca a ser
entre nos de alguma importancia, e merece que a
examinemos com criterio, tanto rnais que forcosa-
mente na substituico do elemento servil lera ella
de eonsiderar-se efflcacissima para o futuro fles-
envolvimento de nossas industrias.
Recordando com o celebre economista deque
fallamos o profundo pensamento do poeta inglez
que diz :A crianga o pai do homem para-
mamos tambera os seus generosos sentimentos re-
lativamente essas frageis e delicadas creaturas,
que ainda na primeira iniciacao da vida prestara
j lio importantes servicos a sociedade.
Qualquer que seja o ensino ou o labor em que
se exercitem as torcas ainda debis dessas iracas
existencias, deve presidir o maior escrpulo sna
direceSo, a maior vigilancia e cuidado no empregu
e distribuicao do lempo, porque do sea resultado
depende a actividade e a energia das novas gera-
c5es, e d'estas as grandes conquistas do futuro e o
progresivo perfeicoamenlo social.
Nos seclos anteriores as industrias ocenpavam-
je mais com os productores. Ao seclo XIX com-
pete a gloria nlo f de melhorar o fabrico dos
productos, tornando-os mais perfeitos e mais ac-
cessiveis a todos pelo qnanlidade e modicidade do
preco como a sorte a coudigo, a existencia do
trabalhador, do homem.
Wolewki cita. a este respeito as palavras de
Gladstone, qae, em ama reunio de operarios in-
glezes, fallando-Ibes unto em seus direltos, como
em seus deveres, disse : O nosso secuto o se-
cuto do operario :> e aecrescenta que esta phrase
nao sanio de bocea suspeita, pois Gladstone nao
pertenje ao numero daqnelles que lisongeam em
rea de servir ao povo.
O bomem d'este modo encarado como bem
primordial d prodaecao do bem; e o notavel au-
tor i que nos referimos entende comnosco qne a
liberdade que elle conquistou tira toda a sea torca
da energia da alma associada saude do corpo,
da elevarlo do espirito que proporciona o desen-
volviraento progressivo da habilidade pessoal.
Foi babeados n'esta allianca que os legisladores
inglezes comprehenderam qae o instrnmento acti-
vo, o operario, obedeca ootras e diversas neces-
iidades que as que sao parlilha do instrumento
material.
Foi por este motivo que se marcaram e regnla-
mentaram as horas do trabalho as manufacturas,
s se attendea sobretodo a que as crianeas rece-
oessem a nm tempo o ensino da fabrica e o ensino
da escola.
Em 1862, diz ainda Wolowki; sanecionon-se
oa Inglaterra a prole, a vigilancia penetrou no
seto das vastas commuoas industriaes, formadas
boje em roda da machina de vapor, dessas vastas
commuoas povoadas por miihares de operarios.
A lei de 180J fixou a idade em que as crianeas
podiam entrar para as manufaeturas e limitou a
duracao do trabalho.
Pois bem. Este grave e humanitario problema
que levou qnasi meto secuto a resolver, e preoc-
copou a altencSo de tantos homens de estados
eminentes, como foram Roberto Peel Lord Aslhey,
hoje Conde de Chaltsbuago, genro de Palraerston,
e moitos outros, assignalando uma pagina honrosa
na historia da etvilisaco moderna, acha-se reali-
sado, e dando salutares resultados entre nos na
fabrica de cigarros de S. Joao Nilberohy, da qual
ao propietarios os Srs. Sooza e Novaes.
J livemos occasiao o anno passado, de escre-
ver algamas linhas acerca deste importante esta-
belecimento, e hoje, depois de urna visita que n
zemos ao novo edificio ampliaremos aquello nosso
trabalho.
A casa onde actualmente esta estabelecida a.fa-
brica sem duvida um dos melhores predios da ca-
pital.
Alm das e=pacosas aecomraodacSes interiores
livremente arejada como convm a tao numerosa
aggloraoracSo de pessoas, o predio exteriormen-
te de uma-architecturi simples e elegante, e tica
t. ncucas bracas do mar, onde com auxilio de urna
Pode ser procurado a ven-
da de ac de Trieste da ver-
dadeira nrrea 1, 0 e 00 em
casa dos S s. Keller & 0.: a
ruada Cruz N.65
Anal ebegon nova remessa de leite cor>
deosado da Snissa, pelo vapor Cognac, e
desde j ficamos esperando pelos" seus apre-
ciadores e entendedores deste artigo : vende
Keller & C. na rna da Cruz n. 55.
Precisa-se de daas amas, sendo para cosi-
nhar e mais servicos internos de pequea familia:
na raa Imperial n. 199, por cima da reflnacao.
TRILHOS URBAflOS
no
RECIFE A OLINDA
Por ordem da directora sao convidados
os Srs. accionistas para, no prazo de 8 dias
a contar do dia 2 d'ootobro prximo fiado
eralisarem a ultima prestarlo de snas acetas,
da 2* emissao, na raz5o de 10 /,.
Para esse fim ser o Sr. tbesooreiro en-
contrado no escriptorio da companhia, das
I i boras da manha s 2 da tarde de todo
os dias nteis.
Recife 28 desetembrode 1871.
Joao Joaquim Altes.
1 secretario.
Aos Srs. accionistas avisa-se que a sessio d'is-
sembla geral em cootinuaco de seas trabalbos
sobre a reforma dos estatutos ser no dia 9 do
correte (segunda-feira) pelas 10 horas da ma-
nha, e no mssmo logar das anteriores.
Recife, 2 de outnbro de 1871.
O i* secretario,
Luiz Lopes Castello Branco.
O Sr. Andr de S e Alboquerque rogado
a vir enlender-se cem Tasso traaos em liquida-
gao a negocio de mutuo interesse. _________
SITIO
Aloga-se um bom sitio com grande casa de so-
brado, eaiada e pintada, com commodos par
grande familia, commodos para escravos, cochei-
ra, estribara, casa de banbo e muitas arvores, na
Passagem da Magdalena : a tratar com Domingos
Alves Mathens, a raa do Vigario n _________
i i i Precisa-se de uma ama forra pa-
\ ti \ ra pouca famtlia : na ina larga do
fl.jTI.i_ Rosario n. 20. f andar. ____
Precisa-se de ura caixeiro que tenha pratica
de fazendas para ir para Pao d'Alho : quem esti
ver nestas condicSes e quizer ir apareca raa do
Duque de Caxias n. 52, qae achara com quem
tratar.
Ainda nao appareeea o cabocolinho Antonio,
que desappareceu a 21 de junho, e que da de
S. Pedro foi visto na Encrusilhada de Belem, le-
vou vestido calca e camisa de brim liso pardo
e chapeo do palha, tudo novo ; pde-s? as auto-
ridades polielaes qae o prenda e mande levar a
sea paritiho M A. Caj, na ra Imperial n. 233,
qne recompensara qualquer despeza que possa
haver, por ella nao ter pai e nem mai.
AITENCAO
Vende-se por barato preco uma propriedade a
margem da camba dos Aemedios, fazendo-se
toda vaotagem ao comprador, recebendose parte
em dinbeiro %e parte em letras ou objectos de
prompta venda ; cuja propriedade contera nma
grande otaria de pedra e cal que lastra 16,000
lijlos de aivenaria grossa e torno qae comporta
2o,000, com mais um torno e lastro para fazer-se
telhas, ladrilhotfccanos e tonga, cora exeellente
barro para qualquer obra, com dous exeellentes
viveiros de peixe ecom casa d vvenla para
grande familia : as pessoas que pretenderem di-
rija m-se dita propriedade a entender-se com o
eapito Delfim Lins Cavalcante Pessoa.
Frofessor italiano
Vm italiano que ensmon na Italia e na Soim a
lingua italiana, srbmetica, geograpbia e geome-
tra, desoja tomar algons iscipolos para essas
materia*, preferindo alumno?. O mesmo as horas
vagas se encarreg deeaeinar escripturscio por
partidas dobradas, e de fazer algumas escripias
de casa franceza oa italiana ; bem come abri
una curso le lingua italiana, qae faocionari as S
horas d tarde, na ra da Aurora a. 23, cafa do
Sr. J. moltz.

Aiuguel.
ravTd
Sitio para alugar
Na estrada de Santo Amaro para Belm sitio
o. 8, lia para alugar urna easa com sitio, tendo
muito terreno para plantajes, e pasto para ani-
maos, com muitas arvores de frncto: trata-se
com Antonio Alves Barbosa roa dos Guararapes
n. 82, sobrado._________________
Jumentos hespanhoes
Acabara de chegar no brigue Bella Figutirense,
dons jomemos muitos grandes e benitos proprios
para tirar rasa.; g tratar no escriptorio de E. R.
Rabello di C. ra do eommercio n. 48.
:Wdof.
Precisare de uma ama
para eozionar e comprar,
na rna" d*"Doqne de Ca-
xias, outr'ora ra das
erozes, n. II, andar,
entrada pela tra^w.* <<>
Preeiea-se alagar urna negra escravl^de bons
costomee, que saiba bem coziahar e faxer o ser-
vico interno de ama casa de pooca familia, e se
agradar pagase bem : dirija-se a ra* Bella o. 37,
sobrado de dous andares.
CASA DA FORTUNA
RA 1 DE MARCO OUT&'ORA DO
CRESPO N 23.
los 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto ven-
da os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
?romptamente, como eostnma, qualquer premio.
eos.
teatro ijtOOO
Meto 12*009.
Quarto 6i0O0..
lanoel Martins Fiuza.
ADVOGADO
Da. Joaqun Go__a de Aradjo
67Ra no Imperador67
ATTENMQ
Precisa-se de nma ama para eeziohar para daas
pessoas : na rui do Socego d. 70.
Irostureira
Na ra dos Ossos n. 16, cose se com prompti-
do e perfeicao qualquer roupa para senhoras e
meninas, e mesmo algumas costuras de alfaiate.
AOS 5:0004000
Sstio i venda os fehzes bilhetes d lotera da
tabla, na casa fall do arco da Coneeco, >urivas
Pa* eas de uma modista franceza precisa
se de alguma mulheres costureiras: a tratar no
2* andar da casa da raa dj Daquo de Caxias n.
48, (antiga do Qdftrado p. 21 e fiTd P^o
becco do Pefxrj Prito.
Aluge-.-e uma anuala mo^a : a tratar em
Jaboatio passaudo a ponte tereeira easa do todo
esquerdo ou a rna do Imperador u. 12, cartorio.
** niiiiiii -mmm
ADVOACU
BACHAREL
J. B- P. Corte Real _
Ra do Imperador n. 12. J
)Hml9K9IH'JsRIsW w.
oonte os productos sao com facilidade embarcados
a conduzdos para os mercaacs.
Cerca de dazentos meninos ahi recebem o ensi-
qo manual, intellectnaf religioso e moral.
A mais perfeita ordem, sem a severidade de uma
rude disciplina, mas antes aconseloada pelos pre-
citos praticos da autoridade, da nm aspecto agr-
iavel a esta afanosa communa de pequeos ope-
rarlos e esperanzoso ncleo de futuros e moralisa-
dos cidados.
Em um vasto salo das 7 s 9 horas- da tarde
Jppois do trabalho e do descanso aprendem os me-
ninos os primeiros elementos da leitura da escrip-
ia e da contabilidade. Dissemos primeiros ele-
mentos poique acreditamos qae as nocSes rndi-
raentaes da escola nao sao outra consa mais que o
instrumento com que mais tarde se deve concluir
3 aperfeico&r a educacao. Nao custa taber 1er o
ssencial e fazer uso discreto e aproveitavel
Jesse poderoso motor do nosso aperfeicoamento
moral.
Dspois do trabalho manual e do ensino da es-
Jola depois mesmo de algamas horas consagradas
ao recreio era preciso amenisar com o iestudo de
alguns dos ramos das bellas-artes as _refas in-
faoli's.
-Neste intuito foi creada uma aula de muzca di-
rigida por hbil professor."
-Cora pouco tempo de exereicio e o ardor pro-
prio da mocidade. j alguns dos alumnos tocam
jom verdadeiro adiantmento os instrumentos que
sscolheram, e pode dizer-se quo a fabrica tem
boje ama banda de mas>ca sua disposicao, o que
alm de accrescentar uma agrdavel prenda
_ucaco dos aprendizes, dispensa dias festivos do
jstabelecmento, o concurso dos msicos estra-
ahos.
Ora, o grsnde resoltado eolhido por este duplo
systema do ensino manual e simultneamente in-
tellectual, que os productos da fabrica de S. Joio
de N therohy, redobrando de valor pela qualidade
e perfeicao augmentara lambem a raa procura no
mercado a naturalmente os avallados inleresses
ios productos.
Estabelecida assim com os outros esiabelecmcn-
tos do mesmo genero a lata da concurrencia, que,
ao dizer de um notavel economista, nao outra
sonsa mais que a manifestacao pratica, a face
material da liberdade, claro est que as comiieoes
do trabalho livre comecara j a ser asseotadas, en-
tre nos em bases sensatas e de eonseqnencias pro-
Seoas.
Ligamos um alto aprejo s tentativas e aos re-
sultados desta ordem.
O Brasil precisa empregar todos os seus esfor-
cos na propaganda Industrial, nao" esqoecendo
nanea que a quantidade dos productos nada re-
presenta, si ella se nao tornar ao mesmo tempo
recommendavel pela-sua qualidade, e que esta :o
je obtem cora auxilio efficaz dos productores ha-
bis e intelligonto?.
Acreditamos, poi?, prestam um importante servico ao paiz e temos
lempre prazer em mencionar os estabelecimentos
iesta natoreza, nao s em referencia a esta fabri-
i, como a todas qoe estiverem fondadas ou se
(undem d'aquiera diante as mesmas eircums-
taneias.
O nico deporto nesta edade no escriptorio
le Domingos Alves Matneus, raa do Viga-
rio n. 21.
A.Zalaar.
Idioma hespanhol
Na ra do Raojel n. Si, 2* andar, se dir quem
ensina a 1er, escrever e fallar ttrammaticalmente
o hespanhol, sendo esta a mais moderna : as pes-
soas que quizerem aprender dirijam-se ao lugar
indicado.
COMPRAS.
ROLAS
Compra-se um casalzinbo de rolas de Hambur-
go, que sejam brancas, paga-se bem : nesla vy-
pographia se dir quem quer comprar. '
Nesta typographia
sagrada por Pinheiro.
compra-se uma historia
na esta rao da conpanhia do Rec.fe a Olinda
Beberibe, panno velho branco qualquer porcio :
de 8 horas da manha as 4 da tarde.
. Compra se um ou dous buhares cora todos os
seus pertences : a tratar na ra do Baro da Vic-
toria (outr'ora ra Nova) n, 53.
VrNDAS.
VENDE-SE uma casa de taipa no lugar di
Barro, propria para negocio, e por preee commo-
do : tratar na raa do Rangel o. 43, 2. andar.
Na ra das Cruzes o. 38 Io andar, tem para
vender os objectos segrales, em completo estado
de perfeifo, e com psqueno uso, por ter sido do
uma pessoa que mudou de'resideocia e nao ne-
eessilar dos ditos obj :ctds, podero ser vistos da
10 horas da mannaa s 3 Ju.urd', e vende-se por
moito barato prego.______________________'_
Vende-se ama ca-a terrea na Capunga (roa
da Amizade) n. 38, em chaos.propries: a tratar n
raa de Marcilio Dias o. 15._________________
1 lastre de 4 bicos com correles e pendentes
todo de chrystal, 3 candieiros de 2 bicos de metal,
3 ditos de t bico de dito, 7 arandellas, tudo para
o gaz carbnico, 17 globos para os mesmos, 6 lan-
gas para cortinas, 2 veneziaaa?, 1 lampeao par
jardim, 56 jardas de esteira, I relogio de parede,
140 ps de canos 4e chumbo proprio para enca-
ar agua ecom t torneira, 1 guarda roupa de
amarefio, pejueno, e 1 carteira de di'o para loja.
Tambem se vende um cavallo ajo marftm gordo e
bom._______________________________
No sitio da Soledade o. 29, tem Jos Henri-
que da Silva para vender 1 cavallo ajo marflmr
gordo, bonito e'boio de celia, e 1 mellado guardo e
bonito tambem para sella e carro : poOerao st-r
visos das 4 da tarde s 10 da roanna._______
Espanadores
De palha o mais bem feito qae possivel 9
mais barato do qua em outra qualquer parte, n
praca da Independencia os. 3, 37 e 3fl,
Vende-se a casa n.
tar nesta typographia.
4 da ra do Gaz : a tra*
*_
1
>

_
VENDE-SE
W
dons bonitos estallos, andadores de baixo a meto,
sendo um rodado apa tacado, bastante grande, e
entro eastanho, pequeo : no caes de Ramos nu-
mero 30. .

Desappareceu na noale de sabbado do dia 30
um preto com am caixio conteudo miudezas e fer-
ragens indo coberto com nm encerado e tendo
na tampa estas enicies H A A, e a chapa com a fir-
ma da casa, roga-se a pessoa que o enconirar de
o apprehender e levar na ra Nova n. 39, loja de
Souza k Guimartes.
AMA
Precisa-*e de un a ama que- jaiba
cosinhar e engommar ; e outri que
saiba engoramar e coser : na ra do
Rosarlo Larga a. M, segundo and^r.________
, Na ra do Alecrn n.^20 preci>a-se
de orna ama para todo o servido de
uma familia eomposta de duas pea-
tn-.
O abaixo assignado faz sciente ao respeitavel pu-
blico e especialmente ao corpo de commercio que
deixou de ser caixeiro da casa dos Srs. Tasso Ir-
maos & C. desde o dia 5 do correte. Recife 28
de setembro de 1871.
Manoel de Mosquita Bastos.
Sitio.
Aluga-se o si lo na travessa do Caldeireiro n. 4,
na freguezia do Poco da Panella : a tratar na bo-
tica praca do Conde d'Eu n. 19._______^^^
Aluga-se easa terrea ra Augusta n. 104
com bastautes cojimcdo.) para familia : a tratar
na raa do Imperador n. 81, 2* andar.
Ama de Mto
dous cavados de sella, sendo um eastanho, de
frente aberta, bastante .gordo, andador de baixo
meto ; e outro mellado, de crinas brancas, muito
bom baixeiro '. os prndenles poden; ve los na
rna de Riaehaello casa . Costa, das 6 as 8 horas da i_ M e das 3 as 8 d
tarde. v ^
r
AS
V
Chegaram para novo estabelecimento de fa-
zendas 8nas ra do Marque de Olinda n. 28 os
mais lindos cortes de seda para vertidos, coja, ty
Preiisa.e de uma ama de leite : a iratar na I tu-
rna do Mrquez de OMBd, sibrado _. 31. segn- tenda pe a wii d, mmend-.
do andar. I
Preco f*xi-50000.
u*



D.ar* 4 Pejnambuoo Quutla eira 4 de Oulubro de H71.
5
- /
^
;,
><.
v

5

DO
CYSNE
DE
FIGEIREO ft LOPES.
4 RA DA 1PEBATRIZ l U
Os proprietarios leste importante e sympathico estabelecimento de fazendas finas,
van avisar ao respeitavel publico e particularmente a sua numerosa fregoezia, que o
CYSNE acaba de sortirse de tudo quanto ha de gosto e moderno em fazendas tanto
para homens como para senhoras.
E' ocioso citar que os proprietarios da loja do CYSNE naturalmente previdentes e
d'om espirito altamente conciliador dos ibteresses alheios com os seus, teem sempre
seguido o magnifico systoma de offerecer venda fazendas de todas as qualidades e pre-
eos relativos de forma que fcilmente podem fornecer artigos de sua casa accommodados
a todas as fortunas e meios.
E sobre todas as conveniencias e meios preferivel comprar no CYSNE em con-
sequencia da sinceridade e barateza com que negociam os seos proprietarios.
No lonvavel empeubo de justificar as suas operaces convidam as Exmas. familias
a visitar a sympathica loja do CYSNE chamando as attencSes do publico em geral para
as seguintes especialidades e precos.
PARA NOIVAS.
Veos, capellas, sedas e popelinas.orancas
e de cdres, gollas, puncos e camisas bor-
dadas, todo caprichosamente escolhido e
. para varios precos.
CRETONE BAPTISTE.
Fazenda lisa de urna s cor, de cores di-
versas, para vestidos e tambem propria para
sombras.
CAMBRA1AS
Transparentes de 8 1/2 varas desde
3(5500 at 8)9 a peca. Victorias muito finas
de 4 at 80000.
CORTES BORDADOS
Fazenda branca de delicado bordado
baixos precos acompanhada' do competente
figurino.
LAS
Variadsimo e rico sortimento desde a
!U lisa barata de 40 at a de listras de seda
mais cara que pelo prego que vendemos
por assim dizer de graca vista do gosto
e qualidade.
BAREJES
Lindos padroes a os precos de 360 e...
400 rs. o covado.
SAASBORDADAS
As que o CYSNE vende sao bellas e su-
periores. .
LUVAS
As melhores e mais procuradas luvas de
Jonvin, brancas e de cores s3o as que o
CYSNE expe a venda.
BALOES
De cretones com babado e bordado, di-
tos de arcos a 10500, pecbincba sem rival
ao genero.
CHITAS.
Completo e grande sortimento de todos
os precos de padrees modernos e cores fi-
tas.
GROSDENAPLES
Finos de todos os precos e larguras s
o CYSNE pode vender barato-
FLANELLAS
De cdres e brancas de 500 rs. at 10300
o covado.
LPICAS
Lavradas de 500 rs. a 10000 o covado,
especialidade do CYSNE que nSo conta com-
petidor.
MADAPOLOES
Francez de 24 jardas de 80 at 100000,
Dglez de 50 at 80000, e muito fino.
DAMASCO .
Com 8 palmos de largura, dito estreito.
CORTINADOS
Para camas e jaoellas de todos os tama-
nhos, cambraia para o mesmo fim de 20
varas a 100 a peca.
ATO\LHADO
De linbo adamascado, dito de a)god5o
muito finos, bramante eDtrancado e liso, e
barato s o CYSNE vende.
GUARDANAPOS
Grandes e pequeos.
SETINS
Para todos os presos e diversos pa-
droes.
PARA NOIVAS
. Camisas bordadas; peitos colarinho e
pnnbos lisos.
PARA LUTO.
Merinos, princezas, alpacas, canto, bom-
basinas, chitas, cambraias etc., etc., por
precos que s o CYSNE vende.
PARA HOMENS E MEEINOS.
Brim pardo a 640, 840 rs., 10 e 10500
o metro, gangas de 400 e 440 rs. o cova-
do, e tambem temos o afamado brim de
angola.
CHAPEOS DE SOL
Para homens e senhoras dos melhores
fabricantes da Europa.
FILOS
De seda, ditos de linbo, pretos e bran-
cos e mais baratos que em ootras loja.
MEIAS
Para todos os tamanhos e qualidades.
CHALES
De merino lisos e estampados, pretos com
franja de seda, ditos com franja de 15a es-
pecialidadedo CYSNE.
Desculpem os nossos freguezes termos siao ora pouco extenso Da narracao de al-
camas novidades pois com quanto seja nosso interesse tambem o dos nossos fregue-
ses que querem e gostam andar na moda.
Ra da Imperatriz n. 64.
FIGEIRIDO & LOPES.


FERREIRA &
L/i


(Snccessores de Joaquim de Almeida Pinto)
10Ra larga do Rosario10
, ( Junto ao quartel de polica )
O proprietarios d'este estabelecimento teem a honra de identificar ao* respeitavel publico d'es
capital e do de todas as provincias do imperio, que continuarao a preparar PELAS FORMULAS DI
SEU FINADO ANTECESSOR os acreditados e au&imos medicamentos brasileiros, taes como :
Extracto alcoolico, emplastro, oleo, tintura, plalas, xarope e viobo, da miraculosa JURUBEBA;
tintara e xarope do FEDEGOZO, xarope do RABO DO TaTU', P1LULAS ANTI PERIDICAS, xarope
DA SALSA DO PARA, xarope de AGRIO, xsrope do MULUNGO' etc. etc., ludo com a maior per-
feicao ; pjr isso que ura d'aqaelles proprietarios conta 8 anoos de boa pratica na mesma pbarmaci.
Outrosim, scientificam haver feito ara completo e variado sortimento de drogas estrangeiras, e dat
mate acreditadas especialidades, adiando se todo disposicao dos Srs. facultativos e ao publico em
geral, de quem os proprietarios esperam todo acolhimento.
A pbarmaci abrir-se-haa qnalquer hora da noite em caso urgente.
]H
ojo.
el
i*
3 B
I-s
a. 2
- R
8

es
*4
9
I
o-
ce
*
3
3
O

os
x

U9
O
3


El*
3
-
-t
O
(6
B
ce
w 2.
g
2.5.
n
s c (t -i
2a| S
* so
o*
(t
en
3
(D
(6
T
O
03
m

B
s-
8.
tx>
09
s
o
as
a.
o
-t
-a
09
O.
o
S O

a
l
a,
o
03
3
s
I
O
Cu
O
p

EL s
i
0*3
(fc
3
(D
09
s.g.
(6
Srffl
i e w ^
09 s.
re i
09
r*
(t
O
I
s
09
O
3

9
3 H
% 12.
2-
p
-
as
s
(6
3 -
3
P
09
O
p
EL
5
(t
ChapaS de ferrO plra cobrir caaas etc.
Formas para assucar de ferr0 pintd0 e ttnM>
Arados Americanos par, mm 6 Iadira
Machinas a Vapor deforcadelreiietwll08.
JxLaCjlinaS de desearocar algodJo.
Trilhos de ferro ^ engdDh08t
Fogoes americanos
. Camas de ferro ^ e pQDena8.
Macacos de estiva
Cofres de ferro de mDWls t omro,.
Papel deombrnlho
Estes artigos vendem-se en
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes 4 C,
N. 4 RBA DO BOM JB6DS.
(OUTR'ORA RUA4DA CRDt)
Sfe-
SSo finalmente ebegadas a esta praca pela segunda vez as verdadeiras preparacoei
do Dr. Radwat & C. de New-York.
Depois de alguns annos, em qoe as falsiflcac5es de Hamburgo 3 mesmo de New-
i'ork tiveram entrada oeste mercado, aproveiUodo-se do bem merecido conceito qot
estes remedios haviam alcancado por sene maravilhosos elleiios coosegoiram iatrodaiir
se, iUodind'j o publico iacaoto, com ama reduccTio de preco, nullificande o verdadeirt
mrito destas admiraveis prepara^es, imitando as verdadeiras; porm itesacreditan-
Ao-trunt seos nollos effieitos, 4embrou-se o autor de faier a declararlo abaix. e 5
dar diplomas aos que venderem os seas legtimos preparados. ;
Previna-se o respeitavel publico de que as verdadeiras preparaces do Dr. Ra-
dwat -j se veadem nos depsitos cima declarados e traiem um rotulo igual ao desti
jODoncio.
N* baixo assignados, declaram9se certificamos, que os Srs. Raymuqdo Carlos Lei
te de Irmao, da cidade do Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, sao os nossos agentei
geraes, pela venda de nossos remedios, 'tantono dito imperio como no reino de Porto
gal. Noficiamos ao publico, que dio se podem obter os remedios do Dr. Radwat C
e qa sao preparados no laboratorio do mesmo doutor na cidade de New-Yurk noi
Estados-Unidos), senSo das pessoas que podem prodozir a presente certificacSo e altes
lacio que a produzem, subscripta e assigaada do Dr- Radwat & C. 6 dos S|s..B>y
oondo Garlos Leite A rmo como ao p. Todos e cada um dos remedios do Dr. Ra-
owat C. s5o acompanbftda,*< de cdulas semelbantea as que parecem ao p desta.cer-
JCJk).
ie-se bem a assignetura da firma do Dr. Radwat & C. ao p da pre*e*U
MrtflcacSo e comparece com o 'fdC-smk $< cdelas com todos qs fras?oi fl c#ixmb
Radwat A' AGUL1 BRANCA
MK DUQUE' DE CAXUS N. 52
(Outr'ora Queiniado n. 8.)
occa se vio uci processo^mais perfeito e que ai-
i;a de tal forma a satisfarer" as exigencias mais
**4ra da f scr6 A ni cor liBaissima
ma
_ e nao precisa de cnida-
o ilfam para conservar no tititeiro sempre
en a mesma &f.'era borra, cfosta, bolr oo4H
:flas estas marellas inherentes i todas as tintas
* agora conbecidis, ainda mesmo dos melhores
tiores estrangeiros.
. Jobretndo, este estimavel producto nao a'aca a
naas de ac*, antes pelo contrari, a penn*
me, assas provetoso.
ZtU tib; np sendo espflcfamente para copiar,
:omtaao ioas, tres, on mais pfas nnV ;
-peo Je escrlpta ; preciso, porm, flelxar-me
:oi|i ^em-raa|ha.d d o euxogar cftm o matt-
<-rra, porqne nao ha o ri^uo de horrar. Para se
irar taats d* amaTcii, nao sefcggmsrajD n-
u fohae quaotts piaa qiere *rar, mas
- com o origfbal tirar urna tantas qnanus
MdaMJatn, sem que o original Oqa prjudicado
Oceorra aqni diier qe, para copiar importt
alta intelligencia e habilidade, sem o que a m-
lor tinta Blo satisfar, e o etoito recae sempre
okr a tinta, ,qe'muiia> veiei qaem meno
tica tern.
4 *ap!a quaHdad desta lila extremamente
fMClavei. pois qae'evita'qoe em qaalqaer es-
i.otorio naja mais do que uxa nt3 pan os di-
?noanaiateres. -< -
Zi |Kor i9*** Ni QM Jli. l'2!# qsjK'i? de. e
cripta soffre o choque de cidos fortissimost sem
se decompor; ora, se os cidos nio tem .ac$a so-
bre ella, muito menos a accao d tmp'o a poda
destrnirijsloplaasivel.
Nio s ao commercio que este mea producto
velo ser ntil; os professores dos collegios, Investi-
gando todos ps meios para o adiamntenlo dos
sana discpulos, tem approveitado esta Unta, que
com razao a acharsun apta para desenvolver o
gostonos educandos, em consequencia da beleza
lacr e facilidade de correr na pequea pela sua
Ifqmdet. Ha xetbplos de crianzas que bavia
muito tempo tinbam nma repugnancia extrema
para.a^4riptaHogo, que", foi admitida esu tau
no eohegio, apoderourae delias a CBrtoaWjrie e o
goelo, "e ponco tempo depols o feu adiantamento
era mamtesto.
Esta tinta, i par de tantas vantagens, tem hm
nmeo inconveniente, deteriora-se ao contacto de
outr qulquer; canvm pois te-la em tibteir
isentos do menor vislumbre de ouira tima, e evi-
tar eserever com a peana saja de ama preparaeao
dlfferente e incompativel; verificando isto, alo ha
rttfc para'se usar'd traa qne nSo seja a VIO-
LCTA EJPTRA-BNA WT" MtWTBrlK).
A Aguia Branca tepdo j recebido parte de ?uas
amigas eneommendis, em setuimtnio acaba ago-
ra mesmo de recefeer ootras, algomas das quaes
se tornavam essencialmente precisas e ontras se
farem apreciadas por seas gestos e qualidades,
eonro sejam :
kfeias de fio d'escocia, abertas para senherae
e meninas.
Ditas dem eom listas tambem para senhoras
e meninas.
Ditas idem muito bonitas ao gosto ejeocez.
Ditas idem idem brancas e com listas para me
ninas.
Ditas idtra idem para baptizados.
Ditas de algodo compridas e com listras para
meninas.
Lavas pretaa de seda, para senhora.
Ditas de torcal e de seda para meninas.
Bonitas camisicbas bordadas para senhoras.
Fil de seda, branco e pre lo com flores miadas.
Dito de algodao, liso e com flores.
Touquinhas bordadas para crisolas. .
Lindos e modernos cbaposinbos de fusio para
dtaa.
Penies de tartaruga para desembarazar ou pen-
tear.
Ditos da dita travesos para meninas.
Ditos de borracha para ditas.
Ditos de tartaruga, pequeoos, para segurar o
amarradilho aos cabellos de senhoras.
Grande sortimento de enfeites de seda para ves-
tidos.
. Fivellas de madreperola e de tartaruga para
palceira e laco para o cabello.
Bonitas b leinhas para meninas.
NOY SORTIMENTO DE ENCHOVAES PARA
BAPTISADOS
A aguia branca acaba de receber novo sorti-
mento de lindos e completos enchovaes para bap-
tisados, e bem asim separadamente camisinhas
para dito, lindos cbapeosiohos de setim branco
bordados, ootros ditos com fundo de velludo, obra
de muito gosto, e que servem tambem para pas-
seio, sapatinhos de se im para o mesmo fim.
MODERNOS ENFEITES DE FLOBES,
ornados com bicos de seda, fitas de setim e flvella
de madreperola ao ultimo gosto, e proprios para
bailes, casamentas, etc.etc
FLORES E PREPARCS PARA ELLAS
A Aguia Branca rectbeu lindos ramos deflom
fins, tanto para cabca como pata chapeos,
bem assim :
Papel verde li-o e eom listas para folhai.
Dito de cores para flores.
Folhas de diversas qualidades para rosas.
Ditas verdes e Icsirosas, obra ni va e pela prt-
-meira vea vindas ciroo amostra.
Franjai pres e de diversas largaras para ea-
eitar vestidos,
COQUES DE TRANCAS E DE UTROS
MOLDES.
A Agola Branca acaba de rceber urna peque-
a porcao'dos bonitos e modernos coques gran-
des de tranca e ouiros mgldes.
NOVO SORTIMEHTO
DE
BOLECAS
A 'guia branca, a ra do Duque de Caxias n.
5!, cutr'ora do Queimado n. 8, acaba de receber
um novo e bello sortimento de Doneeas de diver*
sas qualidades e tamaitos, sendo :
Com rosto d seda/das que chorara, e outras
que fallam.
Com rosto, mos, e p de porcelana, e pro-
prias para veslir-se.
Obra^ de porcelana
A sgoia branca tem outro sortimento de diver-
sas obras de porcelana, sendo:
Bonitos e ricos vasos para pos de arroz.
Outros para joias.
Ouiros para saboGetes.
Ou'.ros para enfeites de mesa.
Pequeas e bonitas pas para agna benta.
Pequeos jarros para santuarics.
Outros maiores para metas.
Bonitos port relogos.
Lindas ce-Michas tambem de poreellaoa.
Escrivanias de dita.
E muitos outros objectos para enfeites de mesa.
'


t fc^L
*-;<

ARMASEM DOS LEOE
RA DUQUE DE CAXIAS N. 29
Os proprietarios deste grande e bem montado estabelecimento scientificam so
respeitavel publico desta provincia, que se acbam com um variado ecomnteto"sortimento
de movis, tanto nacionaes como estrangeiros, sendo estes escolhidos capricho por
um dos sociosquese acha actualmente na Europa, e por isso os pcdtra vender mais
baratos 20 Vo^nenos de que em outra qualquer parle. O mesmo tem contratado cora
os melbores fabricantes daquelle continente as remessas das mais ricas mobilias feitas
all. Na oificiaa tem os mais habis artistas Oeste genero, e por isso apios a foraecerer
mobilias as mais aperfeicoadas para as casas da provincia consideradas de primara
ordem. Pedem, portanto, que venbam visitar dito estabeltcimen'o, onde encontrarn
a realidade do que acabam de expr, passando a examinarem : ricas e completas mobilias
de Jacaranda, mogno, faia, carva.bo, amarello, etc. etc., ricas e elegantes camas de
Jacaranda, po-setim, amarello, etc. etc., guarda-ves'.idos de amarello, nfrda loaca de
nogneira, amarello, com tampo de pedra, aparadores de dita, dito, com dita, petita
toilettes, especialmente para fazer barba,- loiTeties de Jacaranda e amarello, cora pedra,
e muitos outros artigos de gosto, que para se n5o tornar enfadouho prescindimos de
azer menc3o delles, o que s com a vista podero apreciar.
13 ROA D IMPERATRIZ 13
DE
1

ULYSSES & IRfflO
Neste bem conhecido e acreditado esiabeleci-iienio, encontraro nossos amigos e Tra-
gueases cigarros de palha e de pspel de diversos (lulos e ds melhores qualidades da
fumo. Charutos dos mais acreditados fabricantes, da Babia e do Trio de Janeiro ; e bem
assim.-ponteiras para charutos e cigarros, cachimbos de espuma, de porcellan?, dejna-
deira de diversas qualidades, de tonca e p de gallinhas muito finos a 200*00 a duza, e
muitos outros rticos que deixaraos de mencionar. r
1 Faflbrica de cigarros.
-. Bem atiesta a supericridade dos cigarros de nossa fabrica o grande consumo que
delles tem havido no Qterior e as provincias do norte. Cora presteza Sprorapiamoa
qualquer enccmmenda, remetiendo a ao seu des;ino.
BAZAB ACADMICO
13RA DA 1MPERAT1BZ-I3
Ulysses & Irmao-
Imm mmmmmm m^mmMmHM
A,
.
ERNESTO & LEOPOLDO
. N2.D. Ra do Cabula N.2B
Acho-se montado de forma tal este est belecirento de joias que poda
vender aos seus numerosos freguezes,em grosso 'e a realho epor precos
Tmui resumidos visto que recebe de conta propria por todos os vapores de
Europa. O gosto de desenho de suas joias o mais lindo do paiz das
modas,Tioro de lei, brilhantes vrdadeiros, esmeraldas, rubios, perolas,
tc'rqdszaS, saphiras, coral rosa etc. ele. Obfas de prata do p rto tanto
para igreja. cerno para servico domestico. Convidamos as Exmas. familias
visitaren!'o dito estabelecunenf todos os das al 9 horas da noite.
Ctmpra.se ouro, prata e pedras precie sas'em obras velhas.
-^
"5j
mm
Aza de raoiC\.
i
,4
Diversas falslficacSes fe setnelhaxcas i
reci4o, coja darabUMada iavidosa. Os Srs.
compnnorw poem evitar o gano' dirifindo.se
casas eircamspectas/ e pedindo a tloU que eo
fcbrico '
ArC. tlonieiro.
E" urna fazenda especial pan cobrir quadro?,
espeiho, retractos, etc., demasiadamente transo*-
ret.te e p; epatada de forma a evitar compleu-
mcnte.p [. i
Sabohetes inglezes era caixiobas que se vende .
por 1*500 a duiia.
Calarinhos e ponhos de papel. 0
Veiiese no Uaiar da Victoria ra Nova n 2. (
Ch^garam
modernas anqttinhss de crinoline, dermldes com;
modos e modernos : rCcbPa a Nova Esperanca a
raa'Doque de Caxias n. 63 ; a ellas...
LIQJDACO
E' PEOHINCHA.
ChiU lisa gtfto de prara a JO, O, 280 e 320
covado prchir.cha.
Cobertores de la escura muito grandes a 2.
Na loja de fiuilhermn Carneiro da Cuaba : oa:
ra do Crespo ,n.'2Q. '
Crvya norwoy
! de superior qualidade,'cm garrara e meias ven-,
i de-se em poccaae a retailrq : na rna do Mrquez
de Oi:n n. 39, afldt
qoirtcs) gafcioet, i?
ele:
Liaras -sw^1
Yenda-* o amaiem . F. de Ove^A Ai >c r* '

,*.

UEIVEL





-
\
Oiaiio de FernamDuoo ~ Quajta leira 4 de Ouiubfo
MSq ha mato cabello* branco*
Tintura jappno..a.
So e nica approvada pelas as academias de
s&eneia, roeonbecida superior a toda que tem ap-
pawcido at hoje. Deposito principal i ra da
uadeir. do Recito a Si, i* aciar, em todas as bo
seas e casa de cabelleireiro.
IiOaTA
Flor da Boa-Vista
DE
Paulo Guiniares
O proprietario deste bem conhecido es-
tabelecimento.contina sempre seguindo sa
ntiga forma de primeiro barateiro da Boa
Vista e para melhor prova admrem os
pregos segaiDtes:
Cuitas escoras e claras cores fixas
o covado 160*100 rs. a. 400
Cambraias de coros 240, 280 rs. e 320
LSas para vestido 280, 320 rs. e 400
Creps escocezas fazenda aova a.. 610
Alpacas lavadas d'ura so cor. 720
Cambraia branca transparente pe-
Cas a305 0 e.....85000
Ditas dita victoria a 40000 e. 80000
Bramante com 10 palmos de lar-
gara, var*s, a 20000 e. 205OO
Madapolio soperior pecas 50000 e 60000
Aigod5a40OOOe.....50000
Brim pardo trancado pechincha
covadoa....... 320
Dito dito liso maito foo a. ... 320
Outras mullas raais fazendas que vende-
r por precos haratissimos como sejan
pannos pretos, ditos azues, casemiras pretas
e de cor, merinos, brins brancos e de co-
res, seda para colletes, camisas inglesas para
homens, meias, chapeos de sol etc.
Officina dalfaiale
Os dignos fregaezes encontrarlo um gran-
de 8ortimento de roupas feitas desde o
mais inferior at ao mais soperior que se
aobe no mercado, assim como se manda fa-
ser toda e qoalquer obra d'encomme'nda
feitas a capricho, pois para este misier se
a:ha munido d'um perito mestre. Garante
s ? fazorem se menor 20 % de que em nutra
lalqaer p*rte pelo o motivo de o freguez
i1 pagar o que compra e nio o aspecto do
b 'bel'cimwjto.
Ra da Soaperarlz48
JUNTO A PADARIA FRANCEZA
iflfl
mm t
T : venda em seus annazens. alm de outros
et:gos de seu "negouo regalar, os seguintes, que
faalem por precos mais mdicos que em ou-
tt? quslquer parte :
-PORTAS de picho aimofadadas.
POKTEIRAS de ferro para cercas.
SALITRE inglez.
ESTEIRAS da India para cama e forrar salas.
CANOS de barro francs para esgoto.
GESSO superior em porches e a contento.
CEMENTO de todas as qualidades.
IACHJNAS de descarocar algodao.
. LONAS e brinzSes da Russia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
POGOE3 americanos rauito bons e eeonomieo.
VINHO deBordeaux.
COGNAC superior de Gautier Freres.
fAIE.LO em saceos grandes a 3J500.
AG'JA florida legitima.
RALANCAS decimae?.
CADEirtAS americana.
P.HUM da Jamaica.
AZULEJOS de LUboa.
Contra a tosse
PAST1LHAS PE1TORAES.
do
Gomma simples crystalisada.
Nad d'Arabia.
Seve da pinbo martimo de Lagasse.
E outras militas que maito se recomendara pe
tii'saas oi;elientes qualidades.
Vende na
PHARMACIA E DROGARA
M
Rartbolomeu & C.
3t-RUA LARGA DO ROSARIA-3
Xarope sedativo
DE
Casca de hranjas amargas
COM
BROMURETO DE P0TAS3IUM
DE
Esie novo preparado aprovado' pela academia
imperial de medicina, muito se recoramenda pela
saa acoao sedativa e calmante, sobre o systema
nervoso, o bfomureto d potassiom, nao daixa de
dar os mais certos resultados as diwrsas affec-
Ces fio organismo e principalmente as molestias
do coraco, das vias digestivas da respirarlo, das
v.js genito-urinarias, na epilepsia, as molestias
nervosas da prenbez, na insomnia das crianzas
cara-ite o periodo da denticao etc. etc.
Vcnde-se na pharmacia e drogara
de
Bartholomeu A C.
3-RUA LAR3A DOR05ARIO-31
Doces, fructas e flores.
Ru da Cruz n. 13' vende todos os das :
Prezuoto era fiambres a libra.
Linches lodos os dns, e differentej.
Gela de mao de vacea em copos.
Doce* crystaliados de differentes fructas.
Bollos, polios e bms boceados.
Bandeijas com bollinhos, entortadas,
Bouquets de crav-s para noivas.
Flores avulsas e em boupaets.
Serretas todos os das a noute.
Jos Antonio Pereira
tes para vender na sua fabrica da ra do Baro
da Victoria n. 4 (antiga ra Nova) charutos dos
mais acreditados fabricantes da Bahia, como se-
' am Imperiaes, Normas de Ha vana, Operas, Ama
djres, (/minaos e Leaes, de Simas. Imperiaes,
Exposieio, Lan:eires, Bigarrilhos, de Cardeso.
M.ssi'sipes, Expo -icio, Havaoas, Ftor de Suspiros,
Londres, Almirantes Brasileiros, Trabucos e Re*
giia Imperial, de Joaqaim Jos dos' Res, e mais
qaalidades de outros fabricantes. Fumos Daniel
aepsndy, Rio Novo, Minas, Maranhio, Para e
Garauhan*. e cigarros dos msanos fumos.
MMDADE.
A loja do Papagaio acaba de recebar um com-
pleto sortimento de sedas lavradas de urna s
cor; assim como nm explendido sortimento de
fioupelinas da seda, tanto um como ontro sao de
avrores infSramente novos, e as cores sao as
mais delicadas que-at boje tem apparecido neste
mercado, seu prejo to commodo que nio ha
qaem deixe a. 40, esquina da ra Sste de Setembro, aotigo
beco dos Ferreiros, loja de Mandes & Carvalho.
SEM LIMITES
Nk
LOJA E ARMaZEM
o
*4\i>
PAVAO
FLIX PEREM^DA SILVA ft d
NA RA DA IMPERATRIZ TST. 60- di*
S a dinheiro A vista
Os proprietarios deste estabeleciment tendogrande nece$sdad de diminaro in-
menso deposito qae tem de fazendas e grande urgencia de apurarem dmheiro tem re-
sol'ido fazer urna verdadeira liquidacSo com grandes abatimentos noa precos de todos
os seos artigos: para o qae convidam ao wspeitavel poblico deata capital a vir sortir-se,
pon me garantem que em parte algami poderSo encontrar to grande sortimentoe mes-
rao nao comprarao pelos precos qae se Ibes pode vender na loja de Pavao; porm ad-
virtindo-se que s se vende a dinbeiro i vista. Os mesmos proprietarios deste estabe-
lecimento rogam a todos os seas devedores desta praca 0 favor de viro saldar seos d-
bitos, e todos aquellos que estiverem devendo contas antigs e o nlofizerem terio de
ser encommodados judicialmente.
PIRA NOIVAS
Lindas grioaldas con flores e botoes de
larangeiras com \iros e sem elles, vendem-
se na Nova Esperanza roa Duque de Casias
. 63.
Oleo para machinas
Vende-se na Nova Esperanza rna T>uqae
de Caxias n. 63.
Mo harer coavul^e.
As crianfas qae osaren doe collares ano-
dinos, qae se vendem na Nova Esperanza,
estarlo isentos de convulsOes; pois s5o os
verdadeiros recebidos directamente.
LSiaiahas baratao do PstSo.
Alsacianas com lin Jas lntras de seda a
t^OOO o covado.
Ditas lisas com muito brilho alio covado
Atlantas, f-tzenda de muito gosto tecida
com seda a 720 rs. o covado.
Ditas com quadros de seda e cores maito
delicadas a 610.
Poil de chvre, d'uma s cor com maito
brilbo a 500 rs. o covado.
Merinos escossezes fazenda de muito gosto
para vestidos bjrnus e roopas de menino
a 640 rs. o covado.
Gurgurao muito. bonito, tendo de todas
as cores a 400 rs. o covado.
La~asmbas modernas com differentes gos-
tos a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas ditas a 280 e 320 rs. o ovado.
Bareges transparentes com diferentes co-
res a 160 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
de moit'j gosto a 500 e 800 rs. o covado.
CassasdoPavao.
Gassas inglezas com bonitos gastos a 200
e 240 rs. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francesas de muila pbantasia a 400
rs. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazenda
muito lina e bonita a 20500 e 35000.
Ditas d'organdy branco e de cores a
20500.
CAMBRAIAS LARGAS A 800 RS. AVARA.
O Pava) tem cambraia branca transpa-
rente de boa qualidade, com 8 palmos de
largbra, que apenas precisa 4 varas para
um vestida e vendo a 800 rs. a vara, dita
Qnissima da Escossia tendo a mesma largu-
ra, que vende a 10300.
CAMBRAUS BRANCAS A 40000 E 40500
O Pav3o tem pecas de cambraia branca
transparentes com 8 1/2 varas qoe vende
pelo barato preco de 40000 e 40500, ten-
do tambem muito finas de 50000 at
100000.
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 30500
a peca at a mais fina que vem ao mer-
cado.
CORTES D'ORGANDY A 40000.
O Pavao tem cortes de organdy branco
com 8 1/2 varas que vende pelo baratj pre-
qo de 4#000, assim como finissimo organdy
branco com listrinhas e qoadrinhos o me-
lhor que tem viodo ao mercado e vende
pelo barato prego de 720 rs. a vara.
Crosdenaples preto e de cores.
O Pavio tem um grande sortimeato de
grosdenaples e gurgurao preto para vestidos
tendo de 10603 o covado at ao mais su
perior que costuma vir ao mercado, assim
como um grande sortimento de ditos de
todas as cores e branco e um bonito sorti-
mento de setins branco e de cores que ven-
de por piveos muito em conta.
Poupelinas de seda a S&0OO
O Pavo tem um elegante sortimento de
poupelinas de seda tanto lisas como lavra-
das as mais modernas que tem viudo ao
mercado e vende a 20000 o covado.
ESPARTILHOS A 40000
CACHENEZ a 40, 50 e 60000.
O Pav5o vende espartilhos de todos osta-
manbos a 40 e 55003, cacbenez parisiense
com delicado ponto e de cores, a 40, 50,
e 60000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 80, 100, 120 e! ($0000.
O Pav5o tem um grande sortimento de
cortinados ricamente bordados, proprios
para camas e janellas que vende de 80 at
160030 o par.
Pegas de cambraia adamascada com 20
varas a 100030. crochet ricamente bordado
para cortinados a 10300 o metro. Assim como
ricos damascos com 6 e 8 palmos de largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
bem ricas colchas de damasco a imitaejk) de
seda e ditas de crochet as mais lindas que
tem vindo ao mercado.
MSSEL1NAS DE CORES A 400 RS. O
COVADO.
O Pavo tem om bonito sortimento de
musselinas de cores, padres inteiramente
novos e oores fixas, que vende a 400 rs. o
covado. Ditas brancas muito finas a 400
e 500 rs. Metim branco da India maito fino
para vestidos e roopas de meninos a 720 rs.
o covado. Cretones de cores maito encor-
pados para vestidos a 600 rs. o covado.
ROUPA POR MEDIDA NA LOJA DO
PAVO.
O Pavo tem orna bem montada officina de
allaiate, administrada por um hbil mestre
nacional, aoode se .manda fazer qualqoer
obra de encommenda, tanto para homens
como para meninos, garantind >-se a promp-
tidao e aceio era- todo o trabalho, e no mes-
mo estabelecimento encontrarlo os respeita-
veis fregaezes todas as fazendas proprias
orno sejam pannos de todas as cores qua-
diados e precos, novas casemiras de gosto,
re os brancos e de cores, assim como todas
asfazendas proprias para fatos de luto.
CASAQINHOS A 150,180 E 200000.
O Pavo tem om grande sortimento de
ricos casaquinbos de seda preta maito bem
enfeitados e modernos qae vende a 150,
180 e 200000, sendo fazenda de muito
mais valor, assim como ricos chales pretos
bordados com franjas largas de retroz a
100 e 120000.
ALGOBAOSL\HO A 3W>.
O Pvio tem pepas de algodosmOfJHuito
boa qualidade qae vende pelo barato proco
de 30200 a pp*. Ditos moito superiores
de 40000 para cima. Algodosinhc enfes-j
lado com a largura precisa para nm lenco!,
sendo liso muito encorpado a 900 n. o
metro e dito entrancado com a mesma lar-
gura a 10280 avara.
BRAMiNTKSA 10600 e l^STOO METRO.
O Pavio tem superior bramante de al-
godao sendo preciso para um lencol apenas
um e meio metro e vende a 10600 e 10800,
e de lioho faienda maito encornada, com a
mesma largura a 200*0 e 20500*. dito fran-
cez do mais fino qoe tem indo ao merca
do 30000, 30600 40000. J'
ATOANDO.
O Pavo vende superior atoalbado a 10600
e 20060 a varay dito de lioho fazenda maito
superior de 30000 para eima, sendo ada-
mascado.
Fazeada para luto.
O Pavo tem om grande sortimento de
uzeadas pretas para loto, como sejam :
Merino preto com 6 palmos de hrgura
para vestidos a 20000 e 20500 o oovado.
Merinos pretos e de cordao para lodos
os presos e differentes qualidades.
Bombasinbas para todos os precos.
Cantos e alpacas pretas. LSas'mhas pre-
tas ou cassas de 13a de 380 at 500 rs. o
covado.
Cassas pretas francezas e inglezas de to-
das as qualidades.
Chitas pretas francezas e inglezas de 200
rs. para cima.
Crep preto para veos.
CASEMIRAS PARA GALASA 40, 50-60,
70, E 80000-..
O Pavo tem nm grande sortimento de
cortes de casemiras de cores para caigas,
sendo os mais moderos que tem vindo ao
mercado e vende-se de 40-at 100000 o
corte, ditas em pecas francezas e inglezas
para caicas, palitots e colletes qoe vende de
10800 at 60000 o covado, ditas escoras a
prova. d'agoa que vende a 50 o corte ou a
;)? o oovado, sendo estas casemiras Ut-)
proprias para meninos de escola por serem
es Miras e de mnita duraco.
NOVOS VESTIDOS A 50000.
O Pavo tem lindos corteado vestido de
finissimas cambraias com bonitos bordados
de cores e tambem todos bordado* branco
que vende pelo baratissimo preco de 50OCO
cada corte, grande pechincha.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRASE
SOPHAS.
O Pavo tem nm grande sortimento de
pannos de croch proprios para encost de
cadeiras e de sphs, assim como nm rko
sortimento de tapetes de todos os tamanbos
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 40, 40500 E 50.
O Pavio tem pecas de madapolo com 24
jardas ou 20 varas que vende a 40 e 40500
a peca, dito maito fino e largo de 60 para
cima, dito francez do melhor qae tem vindo
ao mercado, assim como dito finissimo em
pecas de 40 jardas.
Cortea de ehltas.
a 10600, 20000 e 20800.
O Pavio tem cortes de chitas francezas
com 10 covado, qae vende pelo*barato pre-
co de 10600 e 20000 ditas -qoe vende a
160, 200 e 280 rs. o covado, tambem tem'
nm graode sortimento de ditas finas claras
e escaras que vendes 280 e 320 rs. o co
vado e floissimas percales miadinbas propri-
as para camisas, vestidos 6 roopas para me-
ninos qae se vende a 360 e 400 rs.
LENQOS BRANCOS.
O Pavio tem lencos brancos abanbados
quo se vende a 20400 e 30. a duzia, ditos
grandos de marim sem ser abanhados a
30200 rs. a duzia; assim como bonitos len-
cos bordados para mios'.
ROUPA PARA HOMENS.
DE
10Ra do Crespo10
Pecu de algodao com 20 jardas a 4/, 4*300
5J0A
Ditas de madapolao a 4*, B#, SjSOO, 6J, e
6*500.
Ditas de dito infestado, francez superior a
10*0001
Chitas fraweias de todas as qaalidades a S40
m 300, 3 369 o eovado.
Cambraias de cores a 240 e 280 rs. o covado.
Dita lisa de eor a 320 rs. o cova'do.
Ditas preus para lato a 610 rs. a vara.
PQas de eambraa lisa trasparente a 31,3*301
Ditai de dita Upada Victoria, a 4*, 4*500, ttf
e 7*.
Mas de dita transparente, suissa maito fina
eom 17 *w, 4*.
Ditas de dita bordada com 10 jardas a 7* e
9*500.
Organdy branco fino a 700 rs a vara.
Bnlhantiua branca infestada a 440 e 500 rs. o
covado."
Bretanha de lioho com 25 varas a 20*000 e
250000.
Dita de dito'infestada cora 30 varas a 27*.
Bramante lie linno com 10 palmos de largara a
2 '500 a vara.
Dito de algodio 1 1*500 a vara.
Atoalbado de dito e de linbo com 10 palmos de
lardara a l*500e 3.
Toalbas aicocboadas para rosto a 7* a duzia.
Ditas de linho do Purto felpadas a 10*000 a
dnzra.
Gurdameos de linbo a 3*e 4* a duzia.
Cobertas de chita a 9* e S*500.
Dis de cinta adamascada forradas, 4*, 4*5015
5*000.
Colchas de damasco de afks a 4* 6*.
Ditas de fosto aicocboadas a 5*.
Cobertas de li escuras a 2*.
Ditas-de algodio braoca3 a liiOO.
Cotleirinhos de Knho a 500 rs.
Chales de merioc lisos pretos e de cores 2*000
e3*0ftfr.
Dito estampados S*oOO.
Damascos de cores > WtO rs.
Lenco* brancoe de r-.a 0aos,.2, 2*500 e 3*
a duzia.
Ditos ditoe e de c- abainhado largo a 3* e
3*500 a daaia.
Ditos d*os de cambra de linbo finos a 6* a
duzia.
Ditos deesgoiao de 1 -ao a 4*, 4*500, 5* e 6*
a duzia.
Brim Aogola-a 640, S;*e 1*000 o covado.
Briot de lioho de coi. a 50J rs. o covado.
Cortes de meia cas^nira para eah;a a 1*200 e
1*400.
Ditos de caeemira paia calca a 3*500, 4>*500
5*500 .
Casemiras decores do Ju*s hrguras,2*, 2*50
e 3* o covado.
Bitas pretas, duas largara-a 2*500 o covado.
Panp floo preto e azul a 2*, 2*500, 3*000
3*500.
Dito dito muito fino superior a 5*, 6*< e 7*
covado.
Lans e alpacas de cores para vestidos- a 400
500, 600, 700, 800 e 1* o covado.
Toalbas com labyrinios para bandejas e para
rosto a 8*, 10*e 15*.
Camisas de fhnella branca, e de cores 2*,
2*590, 3*. 3*580 e 4*500.
Grosdenapotes preto e de cores 2*, 3*. e 4* o
covado.
Dao-se amostras com penhor.
Vende-se tambem grande quandade de roupa
eita e por medida por precos maito reduzidos.
Para
FIO
saceos e fogueeiras.
SACCOS
PARA ASSCAR
CERVEJA DE MABCA
_a, 3K
agarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os nmeros estampados
oas pegas aaao as etiquetas.
Vendem-se
Em casa de
T. JEFFERIES & C.
46 Ra do Gommercio 46
BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazeai em cada peca nm bS!he-
te coni o nome
DOS
nicos importadores
. T. JEFFERIES A C.
Sobrecasacos de panno preto fino sendo
moito bem feitoe de 420 at 400000.
Palitos de panno preto fraques e saceos
de 85 at 12#0O0. .
Ditos de.casemira do cor de 6# at 12.
Ditos de alpaca preta fina de 4 a 60000.
Ditos de dita branca e de cores 60000,
Ditos de brim de lioho trancado a 60000.
Caifas de casemira preta de 60000 at
120000.
Ditas de brim branco de linbo de 40000
at 80000.
Ditas de brim de linho de cor para todos
os precos e qaalidades.
Camisas francesas e inglezas com peitos
d'algoto de 10600 at 50, em dozia ven-
de-se mais barato.
Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Ceroolas de linho e algodio, francezas e
feitas na trra.
Collariobos de papal, algodao e linho
qoe se vende maito barato pira liquidar.
Para noivas.
O Pavio tem rico gurgario de seda, bran-
co. Grosdenaple branco moito encorpado.
Agraciannas brancas com lastras de seda.
Popelinas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedae brancas, lavradas e lisas. Ca-
pellas com palma
Cura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopau
Essa pomada que to bons resaltados tem colin-
do as pessoas que dalla tem feito aso acaba de
cuegar para o seu deposito especial..
NA
Pharmacia e drogara
DE
Bartholomea & C. rna larga do Rosario na-
mero 34-
\.
A FLOR DE OURO
E' este o distintivo de ama nova e bem montada
loja dejoias,sita a rn* larga do
Rosario n. 24 A,
Os proprietarios deste elegante estabelecimento tendo em vista os estorbos que
fizeram para o collocarera as coodiceSea de ama grande clienlella, faltaran) ao mais
rigoroso principio se nio vieseem as collumnas do jornal tcieaiifiear ao respeitavel pu-
blico qne no me.mo estabelecimento encontrars sempre o mais completo sortimento
de io'ias, como sejam : brincos os mais modernos, para adornaren) as elicadas cja-
Ihas do bello sexo, e qne se vendem a 8, 8 e 10* o par, ditas para menina* a 4, S e 4,
ditas de eoral, obra de apurado go:to a 3 e 4f, Voltinhas de coral con enues da ooro
a 54 broches modernos de 3 a I3f, ditos eom pedras e em suas devidas caixinbas a
10, i'*, 16 e 20f, rosetas lisas, porm bem trabalhadas, de 2#5IM) a H, ditas can
pedras de 4 a 15f, cacoletas a 4/, ditas com Inscnpcdes a 5J50, aunis de diversos
toslos. e com boniU3 pedras a S, 3 e 45, ditas de perylas, esmeralda e rubina a W,
ricas cruzes de esmeralda e rubira a ti, 14 e 1M, ditas de onro e coral com vistas pho-
tographicas a 3, 4, 5, 6 e 7J, ligas de crala U, cadeias para reloglos a S0#, Uwa
6*300 a oilava, goarDHes com tres botoes para aberturas a M, ditos de pedrinha a3S0f
o par, ditDs para punhos os mais modernos a 7 e 8#; alm de nm varia4istimo sortnaau-
to de jnias de apurado gosto que recebem por todos os vapores da Europa ; como
sejam : brincos, bracelete?, alflnetes, aderecos completos, ermes, rozetas, anoeis de
brilhantes, esmeraldas, peroras e rubias. MedarbSes, voltas, trancelins, anaeis com lea-
iras e de diversos modelos, ocnlos e pencinez de oufo e prata donrada, relagios da ou-
ro e prata de afamados fabricantes, salvas de prata de diversos taoiaabos, neos palitei-
ros e faqueiros, colheres para cha e sopa, maracas para criancas, e urna innidade da
obiectos qae seria enfadonho mencionar-se. ___
Os proprietarios da Flor de Onro garantem vender mais barato que em ontra
qnalqner parte, para qne estar aborto o estabelecimento das 6 horas da manha aa & 4a
noute.
s

I -


RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Otr'ora do Queimado)
-
Tendo-ee resolvido d'ora avante vender-se neste estabelecimento todas as fazen-
das existentes no roesmo, por presos qae todos admirtr5o, acbo de meo dever partici-
pa-io a todas as Exmas. familias em geral, aflm de virem visitar esto estabelecimento
ou mandaren buscar amostras, garaotindo-se-lhes um bom sortimento de fazendas de
algodao, la, linho, e seda, emfim urna infinidade de arligos de moda mandando-se a
casas das Exmas, familias, por embregado da casa, toda e qnalqner fazenda para verem
oa escolherem.
As pesadas qne vendem em menor escala podero bem sortirem-se ueste estabe-
leeimento qae vender pelos mesmos pregos qae em qualqaer casa importadera, tendo
a facilidade de comprar qnalqaer por(3o. -
O 65 tem um conptato sortimento de roapas bem acabadas o qne vendo por
pregos muitis&imo commodos, mandando tambem fazer por medida toda e qnalqaer obra
que os concurrentes des jarem para o que tem om dos mais habilitadis&imo mestre
alfaiate, cortando por um systema inleiramente novo.
Os annaocios nesta praga eslo e por certo devero estar desacreditadissimos, pois
qae ha casas qae aonaockim aqaillo qne nao teem, o que o 65 garante nanea dar-se em
seo estabelecimento, pois que s deseja bem servir ao publico em geral, para ganha:
g-ande nomeada em todo o mundo.
O 65 acba desnecessario mencionar os precos de sas fazendas pois que isso tur
naria-se demasiado magante para os leitores, por ter de ser demasiado extenso sea an-
nuneio, e mesmo para se tornar menos desendioso, pois que vendeodo maito o moito
barato mister encurtar suas despezas. A sinceridade dos tratos do 65 julgo qae ji o
publico eonhece demasiado, pois que sempre tem cumprido com aquillo que aoooncia,
n5o verdade ?
E' INTIL, NAO SE CANGEM, CQM 0 65 NINGUEM PODE C0>IPETIR
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Otr'ora do Queimado)

**f*r fAS.
56 A


k.
Bazar universal
RA DO BARQ DA VICTORIA (OTR'O-
RA NOVA) N. 52.
Asaba de chegar para este grande estabeleci-
mento nm completo sortimento de machinas de
costura de todos os autores conhecd -s, os quaes
garantem por anaos as ditas machinas, e se ven-
dem por pregos tio razoavefs qne a todos agrada-
ra, cujoa precos sao os seguintes *. 40j, 60, 80,
100*. 150a, 1304, 140J, 1604, 180, 200, 220,
230 a 300^. Garaote-se aos compradores a boa
qualidade de trabalho, e obriga-se a ensinar tan-
tas vezes quantas sejam precisas para bem com-
prehender-ss. VenVae tambem pegas e mais
pertences de sobresalentes para as mesmas machi-
nas. Previne-se desde ja qne ( se vai ao cha-
mado para concert e ensino de machinas das que
torem compradas neste estabelecimento.
-Ra do Mrquez de Olinda56A
otr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommec-
dado pelos grandes depsitos e bons sortimeotos com qae sempre prima em ter da
melhoras, mais acreditadas e verdadeiras machinas americanas para alfai-
da, desde 10 60 serras. a havendo em todos os lmannos diversidades de syste-
mas e melhoramentos para perfeito q rpido descarogamento; tornam se dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alem disto, encontrarle
tambera mais:
Farinha demijho,
Vende-se farinha de milno moida a vapor dia-
riamente, pelos precos seguintes : grossa, para
ang, pintos e passarinhos a 100 rs., para cangica
e pao de provenca a 120 rs., e para cuscs a 140
rs^ em arrobas mais barato : na ra do Coto-
vello n. 25._______
, A CASAS
Vende-se duas casas terreas na freguezia de
Santo Antonio, muito frescas por nio terem casas
defronte, com commnnicagoes internas, tendo tres
salas, gabinete, cinco quartos, qnintaes e cacim-
ba : trata-se a ra Imperial sobrado n. 98.
Apurados vapores dgomoves, de orga
de 3 i cavallos, e pertences.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e la-
deira.
Carros de mo para atierros.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanbado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
. Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guardas comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafusos de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinha.
Temos de bandeijas finas.
Em tlm maitos outros artigos, qoe
examinados.
Correles para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padarias. -
Pertences avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantos pan
milbo e caf.
Debalbadores para milbo.
Azeite de spermaceje para machinas.
Camas de (erro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Canos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.


s avista e neste estabelecimento podero ser
de flor de laranga eom
ricos veos bordados, que todo se vende mais
barato do que em outra qualqoer parte.
A loja do Pavio acha-se constantemente aborta das 6 horas da machia iW M 6
horas da noite, roa da Imperalm a. 60.
ATTENCA
A 13J500 a arroba.
Vende-se velas de composicao muito bem fabri-
cadas, com o sortimeato completo, pela preco aci-
ma na ra do Vigario n. M.
i
Cavallos.
Ha para vendar na roa da Grn n. l, cocheira,
10 cavallos por preco coamodo.
Manteca a 800 rs.
Vendase mtah ingim a* 800 rs.
Profrwwto Pateo ipCiraao n,9,
09
GRANDE NOVIDADE.
Besuscitou a grande liquidapo do arma-
zem e loja da ra do Duque de Ca-
las n. 29.
Cambraias transparentes de 2^500, 3,jl, 3*500 e 4# a pega. Ditas Victoria da 40,
45500 e 65 a pega. Dita de forro a 20200. Ditas de cores a 200, 2i0 e 280 rs. o cova-
do. Chitas de corea claras e escaras a 240 e 280 rs. o covado. Ditas percalas finas a 320,
360 e 400 rs. Pegasde madapolio fios a 40, 40500, 50, 505O e 60. Ditas dealgogio-
sinho, a 205OO, 30, 30500, 40500 e 50. Ditas marca T, largo, a 50500 e 60 Lias eom
listra de seda a 400 e 500 rs. o covado. Alpacas de seda finas, a 6u0 e 800 rs. o cova-
do. Lindos cortes de casemira de cor a 50. Ditos de meia casemira a 20500. Ditos
toques da mofo a 10. Ditos de brim pardo trancado e liso a 40. Brim pardo trancado !
no a 280 rs. o covado. Gangas de cores, a 320,360, 400 e 500 rs. o covado. Chalos do
marin liso de cor, a 20 20500. Ditos estampadas a 40, 40500 e 50. DHos pretos li-
sos a 20500. Ditos de casemira de cor a 205CO. Chapeos de tostio de cor com mola a
2:500. Ditos de merino preto a 30500 e 40. Ditos de ca>tor a 30500 e 40. Ditos .fliba-
ta a 10120. Longos de cassa eom barra de cor a 10 e 10200 a dozia. Cobartores de al-
godio a 10200 e 10400. Ditos adamascados a 20500. Setim branco a 400 rs. ocovtdo.
Alm ^tas fazendas tem muitas cotral qae seria imposssive) meoriona-lis,
nn


"W M
Diario de Feraambuc Quarta eira 4 di Outubro da 1871.

u.


I
-*
*?
D >
Vtnde-86
XO.FA
lgnns terreos do sitio denominado Peixinho, que;
no
le entre Otlnda e Beberibe,
a tratar no mesmo.
a margena do ro
Tne se engento) Coneeicio da Baltaeria,
r -nafta de Camaratibe, atovocia de Alagse,
doasfegoas distante da villa do Passo, porto de
embaraa, e esa altan que ieve passar a projee-
tada a ja contratada via-ferrea de Maeei a en-
contrar eotn a de Una ; moente e correle conve-
nientemente preparado a todos os respeitos ao
afear nodo de facilitar o respectivo trabalbo
cou o uuior aproveitamento ; moendo por ama
machina a vapor de torca de tres e meto cavalloi melhor qne ha neste genero ; assim como ou-
inglexes do mais moderno systema e sobretudo tfe tro ae madreperola com seda, hienda requiss-
nma admiravtl simplicidad?, possuindo os melho- ma ; tambera receben grande sortimento de le-
na efanais aberdosos terrenos possivel para cana I qUes de sso flngindo roarfim sndalo e madeira,
qaalqoer lavoora, tendo orna legoa de fondo e (ani0 para senbora como para meninas.
Superiores ligas de seda para segurar meia*.
GALLO VIGILANTE
Roa do Crespo a. 9
Acaba de ehegir pelo ultimo vapor diversos ar-
t'gos de novidade, como sejam :
Lindas teuqutnbas enfeiudas para baptisado ;
assim como chaposinhos.
Sapatinbos de seda e de merino.
Meias de seda e fio de Escocia da 1 a 12 annos
de idade.
Ricos leques de madreperola todos aberto?, o
mala d meia de frente, dando assim lugar, a mais
dooi Mgenbos de soffrvel tamanno para moerem
cosa agoa. Reamado alem de ontras as vanta-
nde tres portos de embarque e a prozimidade
itreados, como seiam a Villa do Passo, Porto
Calvo, povoacoes de Tahumnha e de Camaragibe.
Vende-se cora a safra prestes a colber para mais
de J090 pies de assnear, on com a qne se est a
criar, croe nao devera ser inferior. Tambera se
vendara alguna poneos eacravos, aoiads, assim
como igons uteocilioa, movis de casa de viven-
da, ate., etc. Tambem se arrenda por alguns an
nes, a sesmo com alguns eseravos, etc., pe deudo-
so Mirar a machina a vapor e deixar molinote
para anunaes, com unto porm que se compre a
safra existente : a tratar no referido engenbo on
nesta cidade com o Sr. Tavares de Mello, praca do
Corpo Santo n. 17.
Lembranqa teinpo
O proprietario do armaiem de vveres roa do
Imperador n. 28, vem por meio desie annunck)
prevenir e avisar ao respeitavel publico desta ci-
dade, vaniagem pode satisfacer as snas bera entendidas
exigencias, pois para tal lira tora feito reunir no
mencionado eslabelecimento o mais completo sor-
timento de acepipes, e para que os dignos leitores
desta annnneio nao tenbam occastao de massada
toma a resolacio de limitar se a lembrar somente
os gneros que elle tem como especial novidade, e
o seguinte :
Lindas eaixas com confeitos, proprias para pe-
queos presentes.
Chocolate era p, este chocolate tem a vantagem
de poder-se fater merao na mesa.
Leile condensado, a me.'hor marca conhecida,
esta leite convem priocipalmeoie aos cottegios, bo-
tis e bospitaes, pela presteza com qne se obtem
qnalqaer preparado delle.
Tmaras do Egypto, raramente vmde a este
mercada
Licores Anos: Chartreize, Carabao, Anizele,
Creme de rosa, etc., etc.
ALEM DISSO O CAMPOS
pode garantir qne o sen armacem um centro do
bom a agradavel ao paladar, pois nelle se encon-
trara sempre tndo quanto pode neceseitar ama
despensa, costaba on mesa desde a mais bem sor-
lida at a mais medioere.
AGORA ANDA
annunca tambem feijio malatinho em saceos e a
retalho.________ ';__________________*"
Joaquim Jos Goncaives Beltrao tem para
vender no sen escriptorio roa do Commercio n.
Sos gneros abaixo notados, que vende mais ba-
rato do que em outra qnalqaer parta:
Azeitonaa em aneoretas.
Amendoas em barricas.
Cal mallo em massos de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marea martel frres.
Enxadaa.
Farinha de mandioca de Santa; Catharina, ;sao-
cos de 3 e i alqneires.
Dita da Babia em saceos braneos.
Dita da dita em barricas, proprias para casas
particulares.
Pi de algodao da Bahia m novellos.
Ponces.
Maxados.
Notes.
Obras de pataetas.
Papel proprio para cigarra?.
Dito azul para botica.
Palitos para denles.
Pragos sorn'doe.
Panno de algodao da fabrica 4e Todos os Sanios
te Pedreso na Bahia.
Romas.
Rafe popular da Baha.
BoUn em fardos.
Retrox dos memoras fabricantes do Porta-
Tapioca do Maraubo.
Tabaco simme da Baila.
Verniz copal.
Vinho do Porto engarrafado, caix de' 12 gar
ratas.
Dito de dito em barra, proprio para engarrafar.
Dito moscatel, verdaderro de SetabaL .
Dito Bordeanx em caitas de urna duzia.
Dito da caj em eaixas de ama dnzia.
Meias de borracha para qaem soffre de inxacoes
00 erysipela.
Seda frouxa para bordar todas as cres.
Proco de seda para o mesmo tiro.
Retros preto e de cores em carritis.
Pitas para cartas de bactnreis.
Qaadros para retratos.
Lavas de pellica, e de seda, branca pretas e de
lindas cores.
Snperiores capellas para noivas.
Lindos alfiuetes de madreperola para peitos de
senhoras.
Lindas abotaaduras para colletes.
La de todas as cores para bordar.
Superiores pencenez de ac.
Muito finas thetonras para costura, unhas e
para cortar cabellos.
Snperiores pentes de tartaruga para arregacar
cabellos.
Tintara ingleza para tmgir cabellos, a verda-
dera.
Grande sortimento de franjas pretas, largas e
estreitas e lindos padroes.
Lindos babadinhos e ntremelos bordados, tapa-
dos e transparentes.
Querem comprar ?
Guarda pisa para vestidos ; preto oubranco?
Papa-fina, larga on streita f
Lencos de Itabo, bordados on lisos ?
Bonitos leques, osso ou sndalo ? '
A Nova esperanea quem tem 111
El novidade!
Acaba de chegar a Nova Esperanea roa Duque
de Caxias o. 63, bonecos e bonecas, sendo de mol-
des inteiramente novos, vindo entre elles os en-
granados bonecos de borracha : para qne se ean-
cam 7 quando qaizerem comprar qnalquer objeclo
sendo bom, bonito on engranado, lembrem-se logo
da N va Esperanea rna Duque de Caxias n. 63.
f
A' rna do Comroerio n. 10, escriplo- |
19 ftna Piimwro de Marco 19 .
Tendo renovado completamente a loja do predio, em qns teom o sea es-
tabeieeimento,
19=-A ra Primeiro de Mar^o19
com aquelle asseio e elegancia deaejave*. acham-se agora prvidos do mais
esplendido sortimento de azendas fina n moderna de
SEDA, LAA, LINHO E ALGODAO
todas do ultimo gosto, e continuam a ter como sempre, diverso *
ART1G0S ESPEGUES DE SUi GASA
Garanten, com toda
a sin:eridade, vender
por menos qne qoal-
qner onlro, porque
recebera em direitura
a maior parte de snas
fazedda.
rio da Jos Joaquim da Costa Maia, en
i contra-se para vender por commodos
preces:
Azulejos bespanbes.
Folbas de ferro galvanizado para tena-
do de diversos lamaobo?.
Ditas de dito dito lizas.
Bieas de ferro galvanizado.
Camieiras dito.
Portadas completas para cantara.
Ladnlhos.
i
aa
s
19 RA 1.
(Antiga
DE MARCO 19
lo Crespo).
3
m
laS
3 -8
K""
3 O.
ff
- V
si
D
er
?
=
'JD
I-
o
P3
TU
A ULTIMA HORA.
065.
Boa do Duque de Ca-
xias
Publicapoes musicaes.
Acabam de poblicar-se tres liadas pecas
para pianoa saber:
A celebre Terentelle por Beriol fils,
preco 2^500-
LINDA, grande mazurka de concert,
oitima poblicafio musical do maestro Ca-
zalbor-e, a qaal fui terminada pelo maestro
I. Smolt?, preco <3000.
PETITLAZZAftONE, linda polka napo-
litana, pelo finado maestro Gazalbore,
preco 1)$000.
'A' venda no armazem de pianos e msi-
cas do Azevedo, ra do Bario da Victo-
ria n. II, oatrora roa-Nova.
N. B. Est-se gravando a lida waIsa
por Collas, o Aojo da meia noule.
A 2,5500 re.
Xa loja de Paulo Cinlmariea.
Botinas de marroqaim de todas as cores para
senbora a 2J5O0.
Ditas de dnraqae preto enfeiudas, para senbo-
ra a 3*000.
Chitas rOxas com palma, cor fixa, covaia a
160 rs.
Brira pardo (raneado fino com pinta de mofo,
covado a 400 rs.
Caiineta cor de cinu, dnas larguras, -idem idem
O covado \i.
Atoalhado de algodao, gasto moderno, metro
1600.
Brinsde Angela verdadeiro, metro l!8o.
Casemira chuva de ouro, propna para cosame,
covado 21500.
A' RA DA IMPERATRIZ N. 48
Jnnto a padiria fran PA0.RAMON0A
nico deposito no Recife roa das Cruz n. 13 sem
altaracao de precos.
Vinho tinto e branco supe-
rior
de carcavellot tem para vender em eaixas
de orna dnzia Joaquim Jos GoDcalves Bel-
tr5o. i roa do Commercio n. 5.
E'' bonito
Pronhas de puro linho bordadas; estao expos-
tas a venda na rna Daqne de Caxias n. 63.
LIQUIDACO
(COM PEQUEO DEFEITO)
Brim branco de linho fino, cora pequeo defeito,
a 800, 1 000 e !?00 a vara, 6 pochmcha : na
loja de.Gnilberrne Crneiro da Cnnha, ra do
Crespo n. 20
Grande liquidapao
LAAZINHaS A 320 RS. O COVADO.
Mnito lindas lszinlus proprias para a praca a
320 rs. o covado, pechincba : na loja de Goi-
Iherme Carneiro da Coaha, rna do Craspo n. 20.
Pomada alpaka
E' muito corjbecida esta pomada e muito
apreciada por sua finissima qoalidade, a Nova
Esperanza quem tem.
.Jarros de porcellana.
Um completo sortimento de lindos Jarros
de porcellana (do afamado Bacar) existe na
Nova Esperanea, ra Doqoe de Caxias
n. 63.
Ferro galvanisado
Propho para cobrir casas, estscoes, co-
xeiras, Brmazens, etc.
25501 fo has de derentes tamaches e
grossnr s, cbfgadas ltimamente e ainda
na alfar dega.
Eugli b Salvanized Iroa, 2550 Corroaa-
ted Sbe ts.
Symp on & C, n 10 ra do Bom Je-
ss, onti 'ora rna da Crnz.
proprids para suspender barca-
das e mates, veDde-se na ra da
Cadeia n. 39.
! 50 palmos !
Cano de chumbo estanbado para agna ou gaz
por 4a000.
CHAPMAN'S
26-Rna do Imperador29.
Vende-fe barato, um piano, de um dos mais
afamados fabricantes : tratar ra do Com-
mercio n. 3*.
OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO
DA|
TERRA NOVA
DE
H. LACOMBE
Este oleo que lao boa acceitacao tere merecido,
muito se recommeoda por ser o mais purificado
qne at boje lera vindo, e ainda pelo bom paladar,
superior a miro qualquer : vende-se no deposito
speeial de Bartboloraeu & C. : ra Larga do Ro-
sara 3.
VNDESE
rara oratorios particulares e
capellas de engenho.
Venderse nm altar dourade, bem como os res-
pectivos easeaes e palmas tambem donradas,
igualmente vende-se dous ornamentos, duas alvas,
estolas, manguito?, sangninhos e todos os mais
pertences, sent nm dos ornamentos bordado a
ouro Bao :" nesta typographia se diri quem vende
Vende-se
a loja de lonc* da trra sita a roa do Rangel n.
1 : qaem a pretender dlrija-se i mesma ou i pra-
ca da Independencia n, 33, que achara cm qaem
tratar.______________________ _________
A revaesciere duBarry de
Londres
Toda a deeca cede a Revaesciere da Barry,
que da sade, energa, appetite, digestSo e des-
canso. Ella cara as dispepsias, gaslrites, hamo-
res, acidez pituita, flato, enjops, vmitos depo
da comida e gravidez, con Upacoes,!) asthma,
affeccoes pulmonares, bexiga, flga^ .erebro
sangue ; 60,000 curas, fnclaindo manas deltas no
Brasil.
A revaesciere chocolatada da Barry
em p,
Delicioso alimento para almoco a caa, mallo
nutritivo, fortificando os ervos do estomago sem
cansar o menor peso nem dr de eabeea, nam ir-
ritaro.
nico deposito para o Brasil em Pernambnco
na pbarmacia americana ie Ferretra Maia 4C,
roa do Duque de Caxias n. 57. (Todo cuidado
com as falsificares.)
J. 0. C. Doyle tem em sea armazem para
vender o seguinte :
Cognac Hennessy.
Vinho Xerez.
Dito Lisboa.
Fillradeiras.
Um piano de nm dos melhores fabricantes: na
ra do Commercio n. 38.
Grande pechincha
Damasco de lia com 9 palmos de largara, fazen-
da prapria para colchas de cama e cobertas de
piano, pelo barattssimo preco de 1J500 o cavado,
alpacas de cores de padroes miados a 500 rs. o
covado, lias de eores mescladas e da lindos pa-
droes a 320 e 280 o cova lo, cambraiav de cores a
280 e 240 o covado: na; loja dos arcos roa 1*
de Marco (amiga do Crespo) n. 20 A.
Na rna estrella do Rosario n. 24, 2 andar,
vende-se nm piano de mesa com excellentes vozes
e perfeiumente conservado.
(Jadeira?.
Novo sortimento de cadeiras francezas
venda no armazem de Tasso Irmaos & C. ao
caes do Apollo.
lttenoo
Vende-se um sobrado da um andar a solio no-
vo, e muito bem acabado, coa terraco na frente e
atraz e cosnha lora, e mnrado, ecntendo qaalro
meia-aguas de pedra e cal que rende cada ama
8f mensal, tndo no fondo do dito sobrad sito na
ra de 8. feio fregnezia de S. Jos desta cidade! a
tratar na mesma roa casa u. 4.
Belogios de ouro
prata
dos melhores fabricantes inglezes, francezes e
suissos, vendem-se por pre ;os mnito rasoaveis, na
loja de joias Esmeralda
RA DO CABUG N. 5.
acaba de reeeber nm importante sortimento de, A verdadeira gomraa do Acarac em saceos e
poopeUnas de lia, s qnaas abrem o preco de 500 barrieas, por menos preco do qne em ootra qual-
rs. o covado, nio deixem de rir ver esta linda fa- qoer parlo roa do Vigarie n. 14, escriptorio de
senda. Jos Lopes Davm.
Vende-se nm terreno com 300 palmos de
frente, proprio para edilicar-se nm pequeo sitio
por ter a'guos arvoredos, defronte do penlo de
Agna-Pria: as pessoas qne pretenderea, derija-
Be ao mesmo lugar, na taberna onde estaciona o
irem de Agaa-Fria.
Venda ie ama casa nova que ainda se est
pintando, no lagar denominado Fundi, propria
Sara quena gosta de passar a fesla, por ser perto
> estacSo do Fundi : s pessoaque pretender
comprar derija se aa mesmo logar, da primera
estrala qne vai para o rio.
4 Ka do Apolla 4
Joio do Reg Lima & Filho tem para vender, 20
0|0 meaos que em outra inalquer parte, o se-
gainte :
Linguicas das (Ibas em latas.
A learo barris.
Vinhfa do Porto fino emeaixai.
Dito Btrdeaux dito dito.
Relogios de parede e cima de mesa.
Superiores cigarros do Kio
de Janeiro.
Domingos Alves Hattaerts, nico agente nesU
Srovncia da fabrica imperial ae cigarros de &
uao de Ntherohy, estaoelacida no Rio de Janeiro,
tem sempre um completo sortimento da todos os
ci tarros, romo picado e em latas. Tem Igualmente
os afamados agarros Conde d'Bo, feitos com mag*
nifleo papal de palha de milbo e fumo superior
Para goverrw da sea^ fregaezes, qae tem estable-
cido depsitos flllaes, as casas dos Srs. Thomax
Francisco de Salles Rosa e Manoel de Sonza Cor-
deito Simoes Jnior, no balrro do Recife, e todo
Jnante for vendido em ontras casas con a firma
e Souxa ovaes A C sio falsificados.
Almanak de Castilho
para 1872.
Acaba de dragar na livraria econmica i roa 1* da Marco n. 2, de-
frente do arco de Sanio Antonio.
Ra do Barao da Victoria
Antica ra Nov^i d. 2.
Amaral, Nabuco & C. convidara os Feas ami-
stes e fregaezes a virera ao Bazar Victoria para
apreciar o aparado gosto com que sao feitos di-
versos artigos quereceberara ltimamente, da Eu-
ropa, a saber :
Vestidos de b!oni com veos e grinaldis para
casamento?.
Ditos de seda lisos e malisados.
. Ditos de fil de seda ricamente bordados a co-
res.
Ditos de chita e de ganga com todos os enfei-
les necessarios. "
Ditos de cambraia Victoria finissima.
Camisas bordadas para senhora e homem.
Sai: s e pentiadores bordados.
Meias finas de algodao brancas e de cores para
senhora.
Sabidas de bailes e bonrnox de casemira.
Basquinas de seda nreta.
Ricas fronhas de labyrntho bordadas.
Cclxas de seda, de laa e seda, de algodao, fox-
tao e la pura.
Aza de mosca de todas as core?, urna fazen-
da especial para cabrir quadro?, espelbor e
retratos, demasiadamente transparente e prepa-
rada de forma a evitar completamente o p.
Celerlnhos e pnnhos de papel.
Chapeos de seda e de velludo para senbora e
meninas.
Fitas mac/mtcas de diversas graos.
Perfumaras de diversos fabricantes, leos, ba-
nhas, extractos e pos de arroz etc. etc.
Um ompleto sortimento de carleiras de mar-
Bm, tartaruga, madreperola e couro da Russia,
indispensaveis de seda, e de couro da Russia, tbe-
zouras e caivetes mnito fiaos.
Um completo sortimento de chapeos de sol de
seda, bengallas de canoa, balea, borracha e ma-
deira.
Charutos superiores, fumo inglez para cachim-
bo, carteiras e boleas de seda para o mesmo e
outros muitos objectos.
Um completo sortimento de espelhos donrad9s
de diversos tamanhos, de i I a 23.
Sabonete inglez em caixinhas a i500 a duzia.
Cal
Vende-se
Rodrigues A
dra a 41000
10va de Lisfioa a
roa do Apollo n. 30, armazem e
Harlins, barris de cal nova com pe-
*
Vendelse na aotiga roa Direita, heje Marci-
lio Da?, n. 9, qoeijos mullo frescaes do reino a
2/ e I LOO, farinha de milbo de ledas as quali-
dades e raa; es das ultiraaraecte chegadas.
Vendelse um terreno na travessa do Princi-
pe, freguezii da Boa-Vista a iralar na ra do
Socego n. 3j._________ "
Sitio venda
No Arraill ra da Harmona, vende-se nm fi-
lio, todo panudo, boa casa e baoho, que se torna
recommenmvel, j pela sna collocacao topogra-
phica e salubridade que gusa aqntlle pitoresco
arrabalile, fe j pela modicidade com qne se [ole
fazer tao ptima acqnisicao. As pe-.-tas qae o
desejarero pdem dergir-se para inkrmacoes
rna do Ligamento, armazem do Bali-a.
Leman Frres
vende cervfeja Mayenca e vinho do Rneno.______
Para noivados.
Filas especiaes e preparadas para lacos de eor-
tinados de cama : receben a Nova Esperanea,
ra Duque de Caxias n. 63 : a ellas antes qae se
acabem, pois vieran) somente seis e sao lindis-
mos.
Machinas para desca-
rotjar algodao.
No escriptorio de-Joaquim Gerardo de Bastos,
ra do Vigario n. 16, Io andar, vendem se ma-
chinas de 18 serras para descarocar algodao
VNDESE
Urna casa de taipa em perfeito estado, com um
sitio contendo, 20 palmos de fente e tresentos de
fundo, com arvoredos de frocto, na antiga estrada
de Agua-Fra, fleando perto da estacao dos tri-
tbos de Beberibe : traiar na travessa da ra das
Crozes n. 14, luja.___________________________
Para a testa do hospital
por tugue z
Modernos chapeos de palha, de velado e de se-
da para tenhora, enftitalos com gosto, flores ar-
tificiaos para enfete de cabeca e de vestido, la-
vas de pelica, boarnoux de differente gosto, cha-
peos de seda para enanca, goto inglez, vende-se
no Basar Victoria, ra do Bario da Victoria n. 2,
antiga roa Nova.
Flores
O jardm da Nova Esperanea roa do Duque
de Caxias n. 63, est replecto de flores de todas
as qnalilades : quem primeiro chegar colher as
mais vicosas._______
Papel para impressao,
Vende-se p"or prego ttito barato, havendo tres
tamanhos: na ra da Cruz o. 34, armazem de
Alves A C._______________________________
Cemento Portland
Em barricas de 13 arrobas preco mais cora-
modo do qne em ootra qualquer parte, vende-se
nos armazens de Tasso Irmaos & C
SITIS
Vendase nma casa de pedra e cal, coro terre-
no de dnzentos palmos de frente e trezentos e
trinta de,fu6do no logar do Fundi, ra de Olinda,
confronti ao sitio dos eraveiro?, lambem se vende
terrenos n.) mecmo lugar.l orna-se recomaendavel
porficar perto da estaciodo Fundi e junto ao ro
Beberibe :'.a tratar nos das atis a roa streita do
Rosario n. 11 loja, e domingos e das santificados
no mesmo sillo Fundi coro Miguel Ferrelra Car-
reiro.________________________
R. A. Burle & C, em sen armazem rna
da Crnz n. 48, vendem a precos muito em costa
para acabar :
Ladrilbos de marmore.
Taboas e degros de dito.
Mann commam.
Mannte.
Fio de vela.
Cognac fino em caixa e barris de vidro.
Vinhos de Brdeos finos e ordinarios ero eaixas
e barris.
Licores em caixa.
Fracias era conserva.
Azeita doce em eaixas.
3
i
z




LISTA GERAL
200.
a
I

' > ,
DOS 12 a PREMIOS DA lAn PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL If. 946, A BENEFICIO DA NOVA IGREJA DE NOSSA SENHORA DA PENHA, ^ .....---------------- EXTRAHIDA EM 3 DE SETEMBRO DE 1871.
US. PREMS. .NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. i'-S. PREMS. N8. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. MS. PREMS. FS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
4 fi 1M * 371 6* SS3 0* 722 64 918 6* 1139 6# 1301 64 1488 4 1664 64 1850 64 2811 64 2231 64 2394 64 2457 64 2822 64
s H 207 81 88 =- 39 ** 19 -. 40 6 90 - 69 57 14 34 2401 58 o, 27
- 9 85 70 44 64 35 - 48 14 97 70 . 67 4*4 20 _ 36 Mfi 18 rr 61 64 28 ___
ii - 10 403 71 48 ~ 40 - SO 18 1808 - 83 M 68 30 55 IOJ 10 66 35 _,_-_
14 8 74 9 53 1 45 51 *# 19 8 - 85 76 31 56 64 12 - 71 40 _-_,
A 17 14 79 6* 54 ~- 81 59 18 9 - 87 77 38 _ 89 29 78 IO04 42 _-_-.
! - 19 16 ~", 89 IOi 62 57 67 35 12 95 78 41 *0>4 62 __ 36 - 83 64 44 _____
21 - 2* ~* 20 ^" 90 64 67 m^ 89 72 41 11 - M 1 81 _ 48 64 64 39 94 441 49 ____
38 28 ^ 97 68 60 !* 79 48 4M 11 88 11 41 75 _ 40 - 2701 64 84 _____
- 43 39 * S9 69 ~ 80 0* 80 48 , 04. - 1703 91 ^. 60 _____ 85 _ 47 - 6 71 _P"
II 46 * 46 ^ 600 , 78 88 - 84 48 . 27 f 93 _ 88 87 48 - 8 71 904
40 83 * 86 1 - 79 89 - 85 89 33 - 9 1 91 ti. 61 ___ 91 64 lOi 11 a*. 76 64
m - 4 *^ ao ^~ 14 - 83 95 94 60 44 - M 1908 __ 44 _____ 93 68 64 14 mm 74
aj 7 m 14 ^ 17 88 98 - 1201 69 i 80 10 14 ^. 77 _____ 98 75 81 -'85 -86 95 996rO04 2502 64 7 -8 17 85 _
H 0 ** 68 M 86 1008 - 6 70 - 51 10 17 ^_ 81 . 2300 34 84 _^
88 M a 67 7t 73 M 17 - 89 10 - 10 72 ta 81 **" 31 11 _ 87 -__. 3 48 a* 98 _
m 68 "~ 3o 90 . 16 - 25 83 83 36 14 _ 91 d-b 5 i 46 2911
73 -e ** *** 48 96 18 aoM 17 *- 86 id 64 39 36 93 4 ;s 48 _^ 23
S -i - 78 1 87 : 8 77 78 47 84 -36 - 806 7 12 19 64 23 -24 28 31 33 92 98 98 - 67 41 48 80 aaa> 39 40 41 94 99 2100 64 18 19 21 MI 80 81 57 '** 14 18 36
93 - 8 79 61 rr 18 5 38 1401 _ 81 - 8f 59 44 _. 15 18 04 M. 39
110 - 91 -*- 84 66 - 26 - 36 -. 44 3 il. 94 - 47 -. 16 ___, 29 64 10 67 IO-84 40 atv
5, 301 89 79 - 17 .^ 37 45 8 mmm 1600 - 01 80 ^ 17 _____ 88 __ 29 68 u 46
96 so m 19 *- 39 KM 91 10 8 - 71 . 64 _a 39 -a. 49 33 70 - 80
*P 1 M M 6| A 43 64 84 M* 16 11 ^ 88 _ 43 ___, 61 46 71 * 84
36 # 7 94 88 48 46 88 6# 22 ' 5 ; 85 . 61 46 -_ 81 104 81 i* 73 87 aH>
44 * 8 802 89 *t aa* 81 m 60 17 _ 88 _ 8 50 ,-__, 89 64 63 74 60
21 3 91 - 53 tiii 53 - ft il* jj Al __ 68 aa ____, 61 88 77 -* 64 __
V7 9 r 8 ** 91 - 88 64 - 61 -- J3 29 - 1801 - 68 ' 58 ._-_, 74 88 -* 87 66 _
10 3B ** 11 96 - 71 06 78 39 _ 91 7 78 fft a 78 104 99 88 71 m
l 43 * 18 <* 97 7 83 - 79 45 _ 40 17 81 65 s-r. 81 64 1610 - 99 _ - 72
74 44 21 98 0 t## 98 - 80 a^l 45 - 18 87 78 -. 81 11 _9t# 2801 _H 76 94
7 - 48 14 99 _ 81 U 98 - 82 wmm 59 tftoj 41 - 8 ft 10, 89 ->*_ 88 a 34 64 11 _i 78 01
^ M . 46 91 ' Ufc 7A 95 NJ 1110 -19 85 __ . 76 . 84 19 97 U 9o _._, 87 38 -> 18 __ 88
83 37 ' 16 - 904 87 _ 75 aa. 1- 1 -64 - 41 1003 96 -r- 90 38 * 20 ^ 93 -a.
H ti M#| 64 48 80 11 - 6 * 16 104 92 __ 81 a ' 8 1203 404 91 w * 11 _ 96
" "~ 111 - 7 6* I 36 64 1301 86 . i 1




i*



Diario da Pernambnc Quarla .'eir 4.de Oulibro de 1871

'

I

I


v
LITTRATI)M,
Os >|>ncMnhos
3.
08 CAPUCtlWHOS NA BflOPA, ASIA E AMIGA.
(ContinHagio).
Em 1710, porm, corria-se o veo sobre
a cruel i jlerdiccSo, que havia entrestecido o
corceo peraambncano, de novj os capu-
chinas italianos vraham cictriaar as cha
gas que se a.bavam prorundimente abertal
e sobre a? quaes s elles poderam sppli:ar
o balsamo porque era a ausencia desua pi-
lavra inspirada, que raais as ialamavy.
Dez annos de uno abandono focado havii
sido q decendio d* luto que conservava n
igreja pernarobucaoa um vacuo difll il de
eueber e que privan a reiigiosidade de seos
"filhos dasalutar influencia da palavra edu-
cante desdes verdadeiros lypos da virtude.
Mas emfin nova aurora se deixra desc-or-
tiaar e o mez de agosto de 4740 eocheu
de gallas o peito dolorido do cbristianismo.
Era entio goveraador de Pernambuco S-
baslio de Castro que logo fez entregar as
capuchinhos italianos a igreja e o hosp ci
cm ludo o que havia perteu.i lo aos capu-
chinhos que j Ibe haviam rauda jo a invo
cagio que tinha deDivino Espirito Sania
para a de Nossa Senhora di Penha ; cuja
igreja durarte csse interregno estivera tr?z
annos entregu- zo vigario geral e sete so;
padres congregados, que, coro pezar o di
zeraos, deixaram o templo em adiautado ci-
tado de ruina.
-Dominados do zelo apostlico que enchia
todo o immenso vaccuo de sua ambig >^l-
les nao descangarana no .trabalho insano da'
vinha do Sanhor e coro toda a eflorvesean
cia deram principio ao edificio da recon;-
truegio morl sobre a baze de s >?s
mesmas virtudes, que at boje tem si 11
conservada era toda a sua austheridade e
sublime singeleza. As aldeias Varacap,
dedicada ao patriarchi S, Francisco e sita
da margem do rio do mesmo nome, de ln-
ios kariris, a de S. Pedro, dedicada ao
noesrn) nome, margem do mesmo rio 6
dos raernos odios, a de S. Joo Bautista,
chamada de Rodella, dedicada ao mesmo
perenrsor, de indios porcazes, a de lid-
drim^depois chamada Paip, dedicada
Nossa Senhora do Pilar, s quaes os capo-
chiohos francezes j Divisa iniciado e as
dos Axianos, Agripe, Avargem, Pamb. S.
Feiix Irapur. forano, os afamados thea-
tffia no suas primaras fac;anh8, onde elles
/pantenlearara em toda a 'ublimidade a
grandeza do espirito que os dominava, a
abrasava seos
i
s

magniluie da caridade que
corages,
Esses estimulantes* immorredouros ser-
vidos prestidos caosa da religio eda ha-
maoidade compartilbaram elles com seus
irmos da Bihia nio se recusando ne-
uhum genero de sacrificios, autes arros-
taado as maiores fadigas e sujeitandose s
mais endurecidas privages. A historia
registra com summo prazer seus triump&os
e encarece com gratido seus soffnmentos
6 ba religiosa temeridade.
Em 175 quando foi creada a prefeitura
de Pernambuco, separndose elles da de
pendencia em que estavam da da Babia sa
encarregaram da3 aldeas de Pionc no bo-
qoeiro da Sena Branca no rio do Peixe,
do Brejo, do rio Parahyba, Miranda, joo
Cear, Apodi, Mipf66.no Rio-Grande d)
Norte e oulras que nos n5o lambra a me-
moria, sem que entretanto abandonassem
as primeiras que ha vemos menowiado.
Qaem houver com espirito desprevenido
acowpanbado e reflectido na immensidade
e importancia dos servigos, que preston
Europa, Asia e frica essa ordem respaila -
vel que, equecendo-se at dos lagos dosan-
gue, s visa o co para derramar os saleta
res prodigios de sua caridade ineffavel, com
facilidade poder calcular dos beneficios,
qua espalhou ella aobre esses indio3 qoe
nenho.na idea tinham de Deu3, nem de
religio: e que at viram desconhecido e ne-
gada sna na'tureza raciounl.
Os doveres do homem, os lagos de fami-
lia, os direitos e as obrigagoes da sociabi-
lidadecom a inieclinavel necesidad-* do res-
pailo a obediencia aos poderes constituidos,
eram ensinados essas hordas errantes o
selvagets, moitas das quaes saciavam sua
barbaridade no sangue mesmo de seus se.
raelhon:es, fondand-so toda a doutrina, que
en .lavim ni idea de um Deui justic-iro,
porm bondozo ; e com poaco tempo vi-se
C'imo qae resurgir por encanto urna popa-
laclo pacifica e oLe Jieate, que regeneradla
pela voz do missiona-io corra pressurosae
confia ili partilha dos encantos daverdada
no banquete da civilisagio dos povos. Podem
o o piritos fortes da epocha procurar offus-
car a grandeza de 3eus muitos a relev ratas
servaos cam sophisraaj e fa'sos argumen-
tos, no n nunca conseguira apagar os
tra(?o indeleveia, que nos da xaram grava-
dos no marraore da historia pelo te taonu-
oho irrfcjsavel dos faitosl
A calliechesa dos indios, que anda boje
jcnstitut) urna las importantes miss5es do
governo foi a grande obra, qud abandonada
irneiramente -os cuidados dos missioiarios
produzio os fructos roais sasonados e as
conse.iiiencias.m3sedili;antes. No c asta
qui a Metropole empragise outros meios
para r^coiciliar e moralizar as innmeras
tribj, qnepovoavam o Brazil. Eao mesmo
tempo que se adiantavam na obra da con-
v^rso elles aro levantando templos para
q-ie" com a pralica dos. mysterios da religio
do Calvario af adquirida nao arrefecesse e
fosse augmentando o numero dos seuspro-
selytos. Fui o capuchiohoFr. JosCavaltto-
oe quem m 1752 fez em Pianc a aova
ijr ja dedicada Nassa Senhora da Concei-
C5c lendo sido o hospicio de pedra e cal
kilo por Fr. Antonio da Julianni pelo anno
de 1738. (I) E-n Miprb Fr: Juvenal de
Santo Al ano acabou a igreja, que havia sido
comegada por Mauro ra L^car.oecontinuada
por Fr. ChristovSo di Genova. J Fr. Boa-
venura da Po'itremolle 'bavia come?ado o
hospicio, que seus snccessnres concluiram.
Passou-se isso de 1733 1747. No Apodi'
Fr. Prospero da Millo reconstruio a igreja
d S Jo5o Biptista, fez o cemiterio e outras
obras necessaria-i a igreja e aldea ataque
muis tarde Fr. Fidel de Pastana fez urna
nova igreja de'.iboboda, q-ie ornoucomtr'ez
migeas grandes. Foi Fr. Antonio Maria
Modena quem em Taipii acabou a igreja de
S. JoSo Baptisia, principiada por Fr. Feix
M r'n Modena, fez o hospicio e a torre, as-
sentn o sino, o orglo e ontios ornamentos
e arruou a aldea cbamanda os indios s
verda-leirss regras sociaes.
Fr. Vdal de Tresiardo catheciiisou unaas
nages da indios, que desde i743 haviam
desertado de soas respectivas aldeas owr-
geai do rio S. Francisco, e se embrenbando
pelas maltas commettiam as maiores aiiro-
ci la Jes roabando e violentando, chamou os
ao conhecimento dus deveres sociaes e for-
ra iu desses entes j affeiios ao crime e
perversidade a? aldeasGamelleira e Ja-
car, ambas com suas decentes casas de
orago e seus habitantes iniciados nos mys-
terios da nossa santa rel'giao. la elle ento
Cibrob onde sua palavra fervorosa
vista do catbolico, po-ra forca confesar,
qae uliiaaraante j era cUtMicaihido e nao
cooportiva loi >s os riis qoa alie c mcor-
riam.
Mais tarda Fr. Caries Jos da Especie re-
conhecenlp que a imagena existente ento,
e que bavia sido collocada pelos capuchin
hos fraacezes, era em extremo pequea e
que n5o eatava era propo.-go com o aug-
mento, que havia recebido o templo, collo-
coo ootra feita em Genova pelo asigna es-
culptor Maraoho, que a que presente-
mente existe e remenea a primeira para a
aldiMiranda}m Ciriris novo?, coja
capaila tem a mesma invoc Era assim que esses mUsionarios talo
envidaran! para o melhoramento material e
moral desse povo, que elles onaideravam
e anda hoje consideram to amante da re-
ligio do Sacrosanto marlyr do Go'goiha.
Nunca levantaram um monumento quaiqner
qae n5o servisse ao mesmo tempo para o
erabellezamento da locadade e para o incre-
mento moral de seos habitantes ; a quando
como boje, elles at levantara agudas por-
que reconbecem a necessida.de a os aoffn-
mentos dos povo, que cada vez qae cans
derarem os beneficios qae deltas Ihesresul
tan, prodigalidad as pea mSodo sacerdote
renderlo gracas ao Deas, qoe auoca abando-
na seus filho e qae domeio mesmo damais
esteril|impiedade faz rebentar as- verdejantes
vergonteas da caridade christSa.
A idea moral ao recoabecimeota vm ne
Rodolpho Barata. Eram os golpes da im-
piedade, qua dessa v mesan casa do Sanhor para tbe?tro da suas
iniquidides, e assim abatam os estandar-
tes do Cbriitianismo. E o qoe mais com-
punga e filia sangrar o corceo era qua
apresentaram camo causa de tanta proter-
via a-irreverencia., Irriiio I
Anda o) eslava porm completa a sna
obra do roomenti: o anno de 1832 timSa
de ser para elles o d i provaglo. Era pre-
ciso que ni) se lizessa esperar o cnmpri
ment do decreto, qne em nome do Sr. D.
Pedro II bavia a regencia baixado em 25
de agosto de {831. Eise celebre decreto
que sem comestacao deshonra is nossos
anoes fot urna das provjj, que sempre al-
testavam o regalismo mais desenfreno e
recalcitramento do nosso governo sempre
disposto ferir aquella que abracou coma
religiSo do Estado; e qu3f deva o Bra-
i a estabilidade de suas instrlaic^as e o
desenvolviraento, que se tam anifestado
na antga co ooia. No da 6' de julho foi
pela commisso dos hospitaes exigido o edi-
ficio pala necessidade* absolulameaie inde-
cHaavel de ptssar arara elle os eipasles na
larde do dia 8, e do oV 20 do mesmo- mez
retiraram se os dgaos levitas. Eatretanlo
a caaa qae habitavam Ibes pertencia em vir-
tude de doaeao do terreno e por ter sido
por ltes levantada Ao mais fligraotn in-
jastica eompletava a mm estupenda impie-
dade I Oada estavam taratos servicos-pres-
to
de todos'os pernanbncaaot-
EHes olO' estacara riscados da Imemoria
da Provirxia : pofn o g9*8ruo nao tinha
snsibilidade. A moral da-povo protesiava
contra urna tal iniquidade, os templos se
le/antarara exhibiivJo a lisia de seus funda-
dores,-os oamilersos pela Imguagem dos
emprestes fllavam a pa|av?a do reeoabeci-
roento, e todava o governo era surdi i lu-
do e t qoeria cevar seu sapricho eu pre-
juo da religio e da ordem social sobre
a trez victimas,. (je havesoolhida!" Es-
tupenda demoasirsgao de flaqueza !' Exis
tiam no cvenlo lr*z capuchinhos;. eram
elles e tmente ellas qne mfundiam tao se-
rios receios-ao go*erno. Fr. Joaquimd'A
fragalo, Fr. Gabriel da Xatta e Fr, Paulo
da Genova receberam com.resigoago evan-
glica a requinuada violencia,, que Ibes fa-
zia um gwerna deshumano, e desptico,
abandonavam seas lares com o coraoao tras-
passado pela espada da dar, imploravam a
clemencia do co para seus algozes, mas
nao abaodonavam o frtil torran, qae Ihe
bavia sido coofiado pela obediencia. Fr.
Joaquina foi procurar nos oitalidada em casa
de D. Maria das Passos, Fr. Gabriel no con:
cessariamente hgar-se ramisso da* ue-ludos e i^ue enebiam^ cara prater o eorac
cassidades phisicars e probar mais ama vez A
a sublime conoex"o, qua prend o ele-
mento moral a> elemento material. Philo-
i'uphi'a sublime que da meema juneso- das
pedrae faz elevar-sao bymoo'de gloria para
os escabelios do Eterno, e qoe em todo fiz
resplaedecer os poderes d'lquelle ojue traz
contado at os cabellos de nossas ca-
becas.
Nao- nos po isivel seguir em toda a sua
inmensa serie os beneficios,, que essa. or-
deno respeilavel eapalbou sabr essa pro-
vincia e obre o Brazil! faltam-nee- os
apoatomentos nacesaarios e sobre tado a
tempo-e o espace* O que porm certo
que- elles sao comprovados pelo tesaamu-
nbo de-todos os das, e por lodas as partes
se acbaor tao profusamente disseminados
que a mesma raza i liaa absotta-em. presenta
de lautas e to asigoalados triumpuoa..
O soffrimento porm partilha irracusa-
vel da bamanidade;. e se verdada que
nenhunaa das instuicoas humanas se- pode
eximir dessa lei inevtavel aao o menos
3ue quasi sempre elle completa a batalba
a virtude e qua sea acgaa derroca as ul-
timas impertinencias do erro para tornar
mais solido e real o edificio da vardade, O vento de Pao d'Alho e Fr, Paulo passou tado
para .
oper..u prodigios s propnos da f, que
o esendava, e da doutrina, que propagava.
Ao passo que elles como qua se multi-
plicavam para levar todos os pintos a une-
(;ao di sua doutrina n5o perdiam de vista
o estado de pequenez e atraso em qoe
se achava a sua igreja na cap.tal, e s pro-
curavam occasio opportuna para dar-lbe o
conveniente' desenvolvimento material. A
primitiva cape'da, que havia sido levantada
ja na podia satisfazer lodas as necesst-
dadas que se pro.mnha, porquanto a po-
pulacho ia em expaatosa progressao e seu
ambto era assaz diminuto para comportar
a immensa mnltido que afllaia. Foi Fr.
Boa-ventura dePotremo'e que conbe a gloria
de da--lheanecessariacommodidade recons-
truindo-a e dan lo-Iba proporgoes, que tinha
em nossos dias.
Em 173't tendo sido concluido essa refor-
ma necess^rro liveram elies a satiahco da
ver sau iemplo sagrado 7 de margo pelo
Exm. Dr. Jos Fialho, 0o b spo de Pernam
buco.
A anliga capella oceupava jnslamente o
local onde estiva letantada a capella-mor
do novo templo hoje demolido.
Foi esse incangavel e immitavel ministro
do Seohor que deu-lae as proporgoas qne
tinha elle em nossos das. A nova forma,
que assim tomn o templo, comprazia a




FOLHETIH
A ILHa DO FOGO
ROHANCE
POR
ALBXANDRE DLMAS
.-
(Contiouago do n. 225)
II
O dontor nazi lio.
Euzebio, vendo qoe ninguem lbe respon-
da, achou qae o melhor seria esperar que
o doutor Bazilio sahisse de casa para lhe
servir de guia.
O temporal contiauava.
Os bramidos do mar e o estrepito do
vento seguiam do.mesmo modo.
Qaanto chava, cania com tal violencia,
que pareca aquillo am verdadeiro diluvio.
Mas a drale Euzebio era tao profunda,
o seu espirito eslava tao distante do quanto
se passava, qu nem sequer pensou em sa
recolber debaixo dos alpandres, e deixou-
se ficar exposto furia do vendaval.
Essim espern durante urna hora.
Vendo que a porta continuava fechada
e que ninguem responda aos sens gritos,
desanimado, e julgando qoe a mogaholUa
deza abusara da sua credulidade e qae o
doator nio se incommodaria por causa
delle, voltou pelo caminuo de casa_.
Parava de vez em qaando para nao per-
der o atalho, porque a escuridSo e a chuva
eram taes, qua mal se differencavato os ob-
yectos dous passos de distancia.
Oh I bradava estandendo as mos coao
para invocar a maldigan do co. E' om
misero I Tem as mos a saude dos seus
semelhaates e nega os seus auxilios porque
a vctima nao tem dinheiro para dar em
troco da vida.
Depoii punha a vista no horisoote e ex-
clamava :
Pobre Ester, cuitada l Tu ests con-
demnada e eu nao acbo nm corago piedoso
que me ajada a livrar-te das garras da
marte. E nio teas anda vate annos I Pois
bem : lotarei at ao flm para te defender e
defender-te-hei at qoe Deas te arranque
dai mDbis mos i
(4) Nao pudemos vencar ainleira exacli-
do, porm eto ellas raais ou menos apro-
ximadas darealidade.
mariyria tem sido em todos os tampas a pe-
dra de toque por onde se tem afferido a
sinceridad.; dos sentimeatos cathalico.
Os capuebi-nhos mais de urna vez entre
bs viram-sa obrigadoa curvar a cabera
aos arrancas do arbitrios, e seus servigos
alo-as eximiram porqoa a cegoeira do des
potismo ao lhe deiaa enXergar a virtad e
o mrito qaando se trata de satisfazer seus
caprichos sempre desarrasoados. Iam elies
caminhando na carreira de suas conquistas
moraes e juntando por esse modo oavoa loo-
ros para sua gloria j tao coofessadas pelos
immensos e 'reaes servigos, qa3 prestaram
essa provincia, sem que dessera ouvidos
s voies da maledicencia, que espiravam
abafadas por snas virtudes e per seu zelo
apostlico, e sem mesma temarera e'nam
desctoOarem que eslava ebegada a hora
de alcangar o erro a a mpiedade um da
seus parciaes e transitorios trinmpbos.
Descingavam em seos propr'os merecimen
tos sem se lembrarem que o martyrio a
melhor recompensa da virtude na trra para
que possa ser grande o seu galardo no
co.
Corra o anno de 1832. Em um dos
djas da fevereiro os Albos de M alteo da
Bassi foram despertados pelos repetidos
golpes de martellos, que fazam estalar de
dr as mesmas piredes do templo. O que
era ? Havia no pateo da igreja da Penba,
porm com a necessaria decencia, um gran-
de cruzeiro e as cruzes da viacrucis ...
Pois bem ; eram essas cruzes que estavam
sendo arrancadas e os pilares sobre que
descangavam demolidos por ordem do fis-
cal da fregueziar que era ento e Sr. Jo3o
E, como se tivesse toaado repentina-
mente algnma ras lugio, deitou a correr.
Atrvessoo n'um oslante a monlanha e foi
bater porta de om dos melhoresmdicos
de Batavia.
Os criados nao o deixaram entrar ; mas
o medico, ouvinlo lhe os rogos e os solu-
cos. foi vero qoesuccedia.
Euze io explicou o que desejava.
Que doenga tem sua mulher ? per-
guntou o medico.
Al agora todos dizem ser urna phly-
stea pulmonar.
O medico abraou a cabega, foi urna
mesa, escreveu algaraas Imhas e deuoes-
cripta ao mogo, dizendo :
Faga eom que saa mulher v amanha
cedo para o hospital. Esa carta que Iha
don urna ordem de admisso. Diga que
a levem para a enfermara de S. D... e en
tratarei d'ella com lodo o esmero. Advr-
lo-Ihe,. porm, que essa doenga,mortal
geralmente na Europa, nao conta n'esta ilba
qm s caso de cura,com qnanto esse em-
pyrico Bazilio pretenda curar a pbtysica at
no tercero gra.
Bazilio, Bazilio Sempre .essa- ho-
mem I bradoo Euzebio sahindo para o meio
da roa sem se lembrar.de pegar no papel
que o medico lhe dava. Oh I E' preciso
que esse homem veja Ester, e ve-la-ha, an-
da qae tenha de recorrer forga, e-at lhe
ncendiarei a casa se preciso r.
E, desesperado por lhe lerem dito qoe
levasse sna mulher para o hospital, esteve
ponto de voltar atraz e de se encaminhar
para casa de Bazilio ; pensou, porm, que
Ester havia muito lempo que eslava s, e
conte?e-o essa reflexo.
Pode talvez chamar-me, e eu nio es-
tar ao setr lado para saber o qae qaer. Obi
nio, preciso ir ve-la.
E deftou a correr bom correr na direc-
gio de sua casa.
Finalmente, depois de sahir das opulen-
tas quintas onde residam os ricos negocian
tes hollandezes, entrn as mas tortuosas
e infecas, cujas casas sio habitadas palos
judeus, porque estes teem em Batavia, co-
mo os chinos e malaios.o sea bairro parte.
Mais adiante do bairro jadea eslava a casa
de Euzebio.
Era ama casa das mais pobres.
Traba s o andar terreo.
Atravez da ama esteira, qae servia da
o tempo da iaterdierjao pelos sertoes. Es-
lava reservada para elles a sorte dos pri-
meaos apostlos.
Era 11 de maio de 4836 resol vea as-
semble* provincial que a igreja de Nassa
Senhora da Penba casso ptrtencendo. ir-
mandadede S. Jos d'Agonia que nella es-
lava erecta.
Era essa a segunda vez qne a regencia
da mpiedade provocava a paciencia e a
reconhecida resignagio dos ca aocbinbos ex.
pulsando-os je sua habitagao predilecta.
Mas assim bavia sido determinado nos altos
designos da Deus para que a necessidade
dalles fosse mai3 plenamente confessada,
augmenlando-se a sua gloria: eslava assan
tado qne seus raesmos algozescom a voz
da coutriogSo sopplicariam sua volt.
4
08 CAPUCHINHOS EM PtnNAMBUCOjFft. NJkClOO,
FR. CASTAO.
A lacuna aberta das pag'nas ecclesasli
cas de Parnambuco pela ausencia dos capu
cbinbos nao poda ser preenebida senio pe-
los mesmos capuchinhos.
A coosciencia publica o dizia, o coragio
do povo anciava pela viada de seus missio
narios e afinal as regi5as do poder foram
abaladas pela repercus>ao do clamor que
os espirites religiosos deixavam transpirar
na intensidade de seu soffrimeato pala fu-
gada retirada dos levitas de sua predilec-
gao. .
Em virtude da rosolugao de 2 da maio
de 1840 iTfam elles de novo chamados.
Por esse passo generoso, porm, de restric-
ta justiga, que restituio igreja pamambu
cana uns da seus mais dedicados apostlos
__________J.-----------------------2h-------------
porta e de janalla, avistava se ama iraca
loz. -:
Euzebio tinha acendido essa luz na ves-
pera, e ao va-la exclamou :
Quem sabe se essa triste luz sobre-
vi veu minha Ester I
A sua dr era tio proruada que nio se
atreva a entrar.
Por flm, rennindo todas as forgas, levan-
tou a esteira e precpiton-se o quarlo. "
A rapariga estava imnovel e pareca ador-
mecida. Tinha os o'nos fechados, a bocea
entreaberta, e a respiragia suspansa, se-
gundo pareca.
Euzebio julgou-a morta ; duvidando, po-
rm, inclinava-se para escotar a respiragio,
quando oovio urna risada sarcaStica, risada
que, segando pareca, vinha de om dos
cantos da casa.
Eazebio voltou-se e destingoio na pe-
nambra um homem sentado n'um banco de
bamb, que fumava tranquilamente n'um
cachimbo.
Ora vamos, exlamou este, parece,
meu rapaz, qae-esteve moto tempo mi-
nha espera, porqae, apezar da aio ser pe-
quena a distancia de minha casa sua, ba
todava ama hora que o estou esperando.
Pois que I E' o senhor ? pergantou
Euzebio attooito.
O Dr. Bazilio, respondeu o outro.
Eozebio fltou ento a vista na pessoa que
lhe faliava.
O Dr. Bazilio era homem gordo, de es-
tatura menos que regnfar e um pouco bar-
rigudo. E estas condiges afastavam toda
a comparagio com Satanaz para os qoe
julgam qae o diabo aleijado, fraozioo e
pequeo.
Era muito difficil calcular a sua idade,
porque podia ter trala e cinco annos e pa-
recer muito mais velho do que era, ou
cincoaota e parecer mais mogo.
Era trigueiro, como o sio os homens da
raga branca expostos durante muitos annos
ao ar do mar e aos raios tropicaes.
As faces, bastante bochachodas, attingiam
om consideravel desenvolvimento, 6 os
ossos maxilares davam-lhe i tira ama ex-
pressio que poderia pissar por trivial, se
nio fosse a slngularidade qoe tinha no
olbar. ^
1 De modo que se entie*' o Dr. Bazilio a o
principe das trovas bivia algum parentesco,
o ar da familia s podia achar-se aos olbos
lornaram-se credores de todo o elogio o
presidente de eto o birioda Boa-vista (de-
pois conde e hoja fallecido,^ o Dr. Lopes
Nato, o Dr. Mendes d* Cuaba, o padre Mi-
guel do Sacramento Lopes Gama, e vigario
Francisco Brrelo e outros, que nao poupa
rara axforgas cooperando para a restauragio
das missoas dos padres capuchinhos. Fe-
lizmente foram attendidoa os seus votos,eo-
road-js seas esfor;os de bom xito, e no
dio 41 de setSmbro de 18SI entraram pelo
novo porto vinha, era um navio sardo am
aov corpo de missio. Fr. Placido de
Messiaa,-prefeito, Fr. Sebasti da Mafia,
Fr. Caetano da Gratire, Fr. Seraphim de
Catania eram os novos apostlos, que esque
cidos de todos os ultrages recebidoa as
pessoasde seus antecessorese'radiante deale-
gria pelea novos meioarpie se Ibes proporcio-
na va de tornar mis salientes as grandezas
do catholieismo, viabara-satisfazer a aocieda-
da publicae ab ir mais fundos caminhos para
as jornada da virtude, O veo do esqae-
ciraento bavia apagado a lembranga das af-
frontas da bootem para s deixar midrar
as- aromtica* llores da earidade evanglica.
Quem os visee dizia qua urna divida de
gratido vinaam elles pagar. esse governo
qoe navia redamado as sua preseugas-^ e
que o-prazer e a satisfa?5o qoe traziara es-
tampados nos semblantes- eram a demoos-
traeloavidentedos beneficios recebidos. Eo-
gano- manifest...
Essa sereiiidb-t-e e essa consoladora alegra
erara a prova de sais virtudes e de que o
coravlo calhoco desconhece o espidi e
rancor e de viagaoga e repeUe-todo o sedi-
mento de viogaoga.
Eempossado da igreja e do hospicio fo-
ram breves o effeitos de sua viada. No
mesmo anno dta-4841 alcou Fr. Placido saa
voz no Riacho- do Matto nos lemites dessa
provincia coro a das Alagas onde habitara
o bem conbecido Vicenie Ferreirade Paula,
q -no tantos- males deva essa provincia.
E nao clara m em vio por quo foram bem
notorios os resallados que se colheu.
Ero 4842 governava essa provincia o ba
rio- da Boa-vista (depois conde e hoje falle-
cido), o sul da provincia estava ainda eivado
desse espirita vertiginoso e anarchia que
por lempos asaolou. O ministro do impe-
rador vio que muito conviaha applacar a ir-
rilagio dos espiraos, e que a forga das ar-
rias podendo afinal restabelecer a ordem
social alterada, todava na o faria sem que
espalhasse novas a intensas calamidades an-
.tes de coaseguir objno almdjado ; e segain-
do mais os diclaaes do coragio projectou
o emprego dos meios suasorios, voltando
logo suas vistas para o hospicio da Penba.
E nio se iliodia em sua especala va. Cha-
mou Fr. Placidos prefeilo, expoz-lbe o me-
lindroso das circunstancias e pedio-lhe um
religioso, que fo3se apasigaar tantos espiri-
tos recalcitrantes.
O benemrito sacndote de prorapto abra-
go.i todas as pbases. da situago, medio-lhe
todas as coosequencias e sua bocea nio teve
urna negativa. EJle mesmo segoio para
Paeellas de Miranda e Jacnipe e foi. conven-
cido da palavra do co, qua lhe dizia qae o
verdadeiro arrependimento nasce do coragio
e qoe todas as forgas se abatem perante a
torca da f, travar renhida batalba com as
vertigens da poltica, que pareca ter levado
o seu desenfreamentoao ultimo pauto. Tudo
afrontando e at com preiuizo da sua exis-
tencia lie transportou-se essas maltas
lestemunbas de tantas atrocidades e foi dal-
las mesmo retirar os tristes instrumentos de
Llantas paixoes desordenadas. E. se nio con,
seguio inleiramente acabar todo o movimen
to revoltoso o qoe era huraauamante impos
sivel para os esforgos de nm s honem, que-
brou lhe o encanto e fel-o descer menos
de metade de sua effervescencia. E i\o
reaes foram os seus servigos, que em sua
volta a presidencia prodigalisou-Ihe os mais
sinceros elogio.-'.
Seus esforgos e sua actividade no servigo
divino nio arrefeciam. Com mi bem'a-
zeja e coragio caridoso elle espalbava pro
digamenie todos os beneficios, que creou
o elemento racional da idea catbolica. Por
todas as partes em que sua voz foi onvida
ficavam vestigios de sua passagem e ves-
tigios de ordem tal que a aegio do tempo
nao poda riscar da memoria dos vindou-
rts.
Em agosto de 1843 ediflcou elle no en-
gento Noruega (fiseaia) ana capaila da pe- ^
dra a cal; e am setembro levantou no Rio
Furmoso ama nova igreja com > in-
vocago de Nassa Senhora do Ramio a (ez
carregar os materiaes para a de Nossa Se-
obora do Livrameoto. N'Agaa Prata edifl-
cou a matriz, qae de ba rnoito ni bavia,
orgmisou a irmandade do orago da igreja
de S. los e deixan aforados todos os sitios
e casas da mesma igreja.
lti Agua Preta pela segunda vez seguio
para as maltas onde estava Vicenta de Pau-
la ; e repeli o emprego de sua palavra
em Panel las, Capoeira, povoagio e aldea
dos Barreires. Passoa ; provincia da Ala-
gaas e missioaoo em Parto Calvo, em Cao*
roaraibe e a volta eor S. Jota da Corda
Grande. Perte do se1 lempa astros mis-
sionarios se estendiam pelo norte. *
O- decreto n 373 de 301 da jaiba de 1844
veio- abalar as csovcgOas sobre a aataaomia
da ^reja preteodendo (azur depender a des-
tribuiiau das missoes e a eeoolha dea mis-
ionarius da mero-arbitrio- do- gavaraa a
eximiodo o missionaro capochinho da-abe
dieucia. aos seus superiores ; e em quanto
lo los se guarda vara de apor o Exm. luter-
nunbio,-que de frente atacoo- o arrojo* da
regalismo, e cuja ao'a ao ministro doa es-
lrarjgei;os transpira a mais s3htbeoria,a en-
cona a miis aita importancia*, a incaasavel
pre eitc da Penha sa aprsente com o sea
pro esto- p3ra (alminar a preteapaa desarra-
soai a de um govrno concukador. E mai
tard) d asignando a presidente deata provin-
cia, que soppomos ter sido o Exm. Sr. Tho
maz Xavier Garca de-Almeirta. dous reli-
gios is determinados para certa missia elle
oegluse .campril-ae apenaa- prestou em.
beuijo da religio,. da ordee. social os
d iui religiosos, sendo porro escomidos por
elle.! ETqpe conbeceJor de sens deveres
e zaloso de seus direitos elle nao se abalava.
coma arrogante impesige flagoveroo tem- .
poraj, e nio sacrifkava oro vaa receio as-
santas prero;ativ s da igreja. s o inviolavel
de soas atiribuigoas.
Ai|da>em 1844vlacuipe e Argiaa Preta ou-
viram sos palavra inspirada.
Por esse tempo rebentou a grande re-
volta Ida provincia de Alagoas. Era presi-
dente 1 delta o Exm. conselhairo Bernardo
de Sopa Franca e de Peroaaoobnco o Exm.
Garca de A'meida. A grandeza do mal.
exiga esforgos inauditos e perseverancia
quasi iobrenatufal. O benemrito enviado
aposte 1 ico o brea prodigios, eutretencb o*
cabocl >s d'Agua-Preta e Jacoipe arim de os
afiasta do espirito da ravolla, qua tudo
ameagiva invadir, e que contra toda- a es-
peslat^va e s> pelos esforgos do victoeso
missionaro nio penetrou em Jucaipa e- nem
passo essa provincia. Para sso.chegou
sust ratar duas mil pessoas qjaasi peto
espago de um mez com mantiatentos que
mando i buscar nos engenhos visiahos a de
amigo:, E ao passo que Fe. Placido tan-
tos serlvigos prestara em Agua-Preta e Ja-
cuipe, Fr. Euzebio de Sales e Fr. Henriqu
de S. fedro atravessaram o campa das

Alagoa
do a u dem e a harmona no coragio. mes-
e no modo de olbar. Ainda que, encova-
dos e quasi oceultos por espessas sobran
celhas, eram vivse penetrantes, e.harmo-
nisavam com a nuera da bocea, cujos labios
delgados sorriam de um modo tal que cons
ira la va com toda aquella envoltura hollan-
deza.
O osso frontalera proaminenteede todo
calvo, o que. dexava observar duas protu-
berancias na parte em que a mytnologia
colloca os chifres dos satyros e a magia da
idade media os de Satanaz.
Como era calvo, segundo j se disse,
osava um barrete encarnado que lhe cobria
as orelbas era tempo de fro ou chuva, e
que arranjava em forma de gorro chioz
quando a sua saude nio corra risco algum.
No vestuario nio se pareca nem por
sombras com os collegas. Desde a inva-
sio europea que os mdicos da Batavia
asara casava e caiga preta, colete e grvala
brancos. -
Nada djpto apresentava o trajo do Dr.
Bazilio. Por cima da caiga de nscado tra
ziaoutra de oleado para se resguardar da
chuva. O paleto! era de panno azul, muito
ordinario, mas bastante encorpado, e a gra
vata era encarnada e segura com um alfine-
te em forma de ancora.
Este vestuario, moto aceitavel as mar-
geos d Zuiderz, tornava-se irregular em
Batavia.
Como fica dito, o doutor estava sentado
n'um banco de bamb fumando tranquilla
mente no cachimbo.
Mas por onde veio, Sr. Dr. ? pargun-
tou Euzebio.
Pelos ares e" montado n'um passaro,
responden acompanhando as palavras com o
riso secco e nervoso que lhe era habitual ;
e bm ha de comprebendar que, impellido
por um vento lio desensadeado como o
qae faz, poaco me poderia demorar.
Em somata, sempre Vio que o pri
cipal; obrigado, Dr. obrigado.
E Euzebio esteodeo-lbe a mi.
Bazilio retirou vivamente a saa, dizan
do-lhe:
Cuidado l Olh.s qae se queima com
as rainhas garras.
Nio mi'qae quer dizer, volveu Ea-
zebio.
Ser entio o nico oesta boa cidae
de Batavia qne oi saiba qae satanaz e ea
somos doas famales amigos, e que o prin-
cipe das trovas me visita diariamente, pela
manhi e nouta ? De maaloii para tomar
caf comigo, a noute para ceiar. Afiao-
gam tambera por ahi que, gragas essas
visitas e aos conselhos do principe rebelde,
sou menos ignorante do qua os meus col-
-*~
Alguma cousa tenho ouvilo dizer
n'esse sentido, mas nio comprobando qne
taes palavras se possa dar crdito n'este
tempo em que vivemos.
Ora adeus, meu ainiguinho, nio duvi-
de de couaa alguma. O reconhecimeuto
um fardo qua pesa domis, e muitas pessoas
nao pouparo nenhuma calumnia para se
livrarem de tal carga.
E' .verdade* Dr. mas nio me eolio-
que n'esse numero, porque nio s lhe fica
re agradecido emquanto viver, mas al nio
esquecerei nanea nem o desioteresse nem a
promptidio com que veio en meu auxilio
Bravo I bravo I exclamou o Dr. desa-
tando s gargalhadas. Ora vamos, este
mocinho diverte-me prodigiosamente. Con-
tinu, mea filho ; agradara-me essas expan-
ses do co agio, e moito mais quando se
manifestara com essa torrente de palavras.
Essas expanses provam a belleza da alma
e ea adoro s almas seosiveis. Vamos, qne
deseja ?
Qae, em troca do servigo que me faz
corando Ester, disponha de mim como bem
lhe parecer, e saja qual fr o prego que
impozer minha gratido, estou disposto a
pgalo sacrificando, se preciso fr, a minha
vida, j que a vida me d, dando me a de
Ester.
E' ento um fado o que me prope,
mocinho ? Decididamente, segoio risca a
resenha que as boas almas quizeram fazer
da mim. O reconbecimento Ieva-o longe
de mais. O reconheciment I Co'a breca
dasse sentimento devoraos nos todas des-
confiar.
Dr. bradoo o pobre Euzebio ator-
mentado pelas phrases sarcstocas com que
Bazilio lbe responda, Dr. nao esteja ea*
gando comigo.
Bem longe estou disso, replicn o
Dr. Dovidei porventura de alguma cousa?
En acredito em todas as promessas, porqae
sempre se fazem de boa f. Mas, quando
ebega a occaslo de as comprir. moda o
caso de Qgara, e, os mais honrados, quao-

mo da
explorando as convicc3es e plantan-
revolta.
Esse i servigos s os poda pagar a pro-
vincia :om justa expressao do reeonheci-
mento i da gratido.
Pare e qua Agua-Preta era a logar mais
perigos) da provincia; Vicenta Ferreir do
Paula h ivia deixado eabir a desconfianga
com ra; o sobre essa bella parta da pao-
vi ncii. jE' por isso que anda em 1845,o
grande i missionaro abri nesses tugares
u mi miisio e plan tou com tanta efficacia a
sua palavra que transtornaudo ioos as
planos preconcebidos, chamon os espirito-
ao dominio da f e deu principio ama
grande elegante matriz, alcangando do go-
verno quatro contos de ris para ella.
Nesse mesmo anuo Fr. Sarafim da Cata
na a Fr. Luiz da Belforl seguiram- para Ja -
cuipe e outros lugares das Alagoas a fowm
continuar a obra tao bem encauda- palo
seu ardente antecessor. Nao lo em vo
As paixoes se acalmaram, as famttas viram
novas garantas cercarem seu lar, e o amor
ao trabalho foi reslabelecido na mais doce
paz e com a mais coosoladara satisfagio.
E' assim que sempre teem precedido esses
soldados di cruz e sempre foi esse o san
glorioso intenta.
fContmuar-teha).
do as camprem, fazem sentin-lo o haver^e
obrigado.
Dr. juro-lhe.. .'
Ea agredito sou respeito, mocinho,
o mesmo qoe acredito respeito dosdemai-.
Isto prometiendo Com a melhor boa f,
esquecereis com a melhor boa f do mon-
do iodo.
Bepilo-lhe, Dr. qne juro...
4 Venua c, disse o Dr. interrompendj
Eazebio, veja -se esla pedago de espa-
Iho.
*^ depois ?
Approxime-se.
C estou.
Qua v ?
Vejo a minha imagem.
Pois bem : tanta razio ha para asse-
garar que, decorridos vinte 40003, pense
no juramento que acaba de fazer, como
para affirmar qoe passados esses vinte annos
a imagem que sa reflecte n'esse espelbo
ser a mesma. Mas nio importa, prosiga,
mocinho. Eu sinto muito -mais prarer em
ouvir tallar de reconhecimento do que po-
dara sentir palpando es effeitos d grati-
do. Vamos, avante, e nio m envergonhe.
Em snmma, continuou Euzebio, cojo
intuito era demonstrar, ao seo. estraobo in-
terlocutor que ella nio era um ingrato co-
rno os homens sio ordinariamente. Em
summa, espero que me estar reservada a
felicidtde de provar ao senhor qoe tem
urna opiniio bastante injusta acerca da es-
pecie humaoa. E agora, doutor, nio lbe
parece qae perdemos muito tempo ? Qaer
que despert a doente ?
Para qne ?
Para qae a examine e lbe receite al-
gum remedio.
Bem, disse o doutor com o seu sor-
riso sarcastico. Por agora de nada precisa.
Dorme como ainda nio lera dormido desda
qae adoeceu.
E' verdade.
Aposto que lhe nio oove a respira-
cao ?
O rapaz approximouse da cama e disse
hrjuieto :
E' verdade.



.-


nuar-te-ha)
49
TYpTDOoiAaio^avj M cuque di Csiua

. M .
1..1'


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EMOSHETH8_D1AEBQ INGEST_TIME 2013-09-16T21:45:28Z PACKAGE AA00011611_12502
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES