Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12500


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Full Text

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ANNO XLllll. NUMERO 224
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Por^ae;. ditos irtarn .. .
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SEGUNDA FEIRA 2 DE OUTUBRO DE 1*71.
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soma
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PAA DEIT10 E FOHA DA PHOYIICIi.
Por tre* mtiM adiantadoa -.............
Por Mil df.toe idem. ................
Por nove ditos idem................
Por nm timo idem......... ....*..
DE PERMITO.
i
Propriedade de Manoel Figwira de Faria & Filhos.
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\
fe fln. Gerardo Antonio Alyes & Filhoa, no Para ; Gonfalvea 4 Pinto, no Maranhio ; Joaquim Jos de Oliera 4 PBho, nu Cearf J* de Lemoa Braja, no Aracaty ; Joio Maria Julio Cnavei. no Ah ; Antonio Marque, da Silva, no Natal; tai MU
' Pereira d'Almeida, m Mamangaape ;FeIippe Estrella 4 C, na Parayba ; Antonio Jo* G, 1 W; Nimbo do. Santos Buido, em Santo Antlo; Domingo. Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavares da Coeti, em AH Dr. Joee Martin. Alvo, na Babia; e Leite, Serqoinho 4 C. no Rio de Janeiro______________________
.______________________________________________________,--------,----------------------------------------------------- ,





7

> i
PARTE OFFICIAL
tiuverao da provincia.
EXfEOIRNTE H DA 19 DE SETKMDS0 DB 1871.
Actos : .
O viee-presldeute d provincia, atteodendo
o que requeren o ubelliao Francisco Jo- Cor-
deiro d>s Santos, o informou o Juiz de direito da
scomrea de Garanhuns em cilicio de II do cor-
rente, resolve uomear pira servir de olcial do
registro na referida comarca de conlormidade
com o ari. 7* 3* di decreto n. 1,217 de 21 d
setembro de 1^64, o refundo UlielUio.
O vice presidente da orovincia, de eonfor-
midale com a uropost do Dr. chela de polica em
dCQio n. 1,167 de 21 do mei prximo panado,
resolve nomear para.o cargo de tereiro sopplen-
ta do subdelegado do primeiro districlo do termo
doCibo, o eiadio Christian Eugenio la Silva
Guama).Exjed:ram-se m necessarias oinmuni-
caeQes.
Oicios : .
A) vigario capitula, para que se digne de
' iofjrmar acerea do objeeto da inclusa peiigao da
mesa regadora da irmandade de Santa Cecilia na
igrej) de Nutsa tenbota do Ligamento desia ci-
dade.
Ao brigidcir commandante das arma*, res-
pon lendo com unu copia da iufirmago do Dr.
CBefi de polica, ao seu offlcio acarea do alfares
addiij ao 9' balalho de ufa Diaria, Luiz Jos de
Soifta.
Ao m-smo, remetiendo ein resposla ao seo
offlcio. urna copia da infirmado do director do
arsenal de guerra relativamente ao concert do
ogio da corintia do hospital militar.
Ao ehefe de diviso commandante la divi-
sao naval do seguudo districlo, recommendando a
exp-dgaide suas ordens, uo sentido de ser rece-
ido a lurdo do vapor Puraense. e trauportaoo a
Parar.yba, J >s Vellosa da Silveira, corrido por
coala deste a despea com as respectivas eome-
donas.
Ao nspecl r da llwtouraria de fazenda,
iransmittinJo* para os devidas fins, a tilagao de
um corneta engajado para o aerreo do 6o bata-
ih) de inf miara da guarda nacional deste mu-
nietpio.Commuaicou-se ao respectivo commao-
Pela thwouraria proviucial mandou se pa-
gar :
A' Jos Maria Ferreira Braga, os vencimentos
relativos ao mez de agoto ultimo, dos guardas
uic.onaes destacados >ia viila de Barreiros.Com-
muaicou-S ao commuudanto superior do munici-
pio de Agua Preta.
Ao delegado do termo de P) d'Alho, ou a pes-
".* por elle autorizada, a quaniia de 254620, des-
pendida com os reparos leaos em urna das pri-
shas da cadeia daqueila termo.Iuteirou-se ao Dr.
cb3fe de polica.
Ao bacharel Joaquim Jos Ferreira da Rocha,
a quanlia do 3:283674, em que importoa o for-
uecimento feito ao* presos poDies da oa.sa ai: da
teacio, durante o mei de agosto ultimo.Gom-
muuicou-ae *o Dr. ebefa de polica.
Ao commandante do presidio de Fernando
de N-Tonha, paraqaena primeira oppirtunidade
faca seguir para esia capiial o capitaj refrmalo
do exercito Manoel CI indino de veira Cruz, ci-
rurgiao tambem reformado Francisco Marciano
de Araujo Lima, negociantes Joio Goncalves de
Macado e Manoel Jos de Souza, bem como os
sentenciados Frauciscb Antonio Ribeiro, Antonio
Joaquim de oliveira e Jo.- Francis:o da Silva,
alian de deporem, como testerauuha?, no conselho
de investigacao instaurado ao coronel Jos Ange-
lo de Moraes Reg. Coramunicou-se ao briga-
deiro commaadante das armas.
Ao eo-nmanJan') saperior da juarda naci
nal do municipio da Boa-Vista, declaran lo que
proceda de conf jrmilade com aJ^i, contra o guarda
Antonio Ce^ar de Oliveira qoe, segundo o seu olll
ci. abandouou o deslacaroeuto era "que se achava.
Ao juiz de direito da primeira vara d3ta
capital chafando a sua alten cao para o que ex-
pletenos officios junios por copia, o brigadeiro
commandante das Urinas e o lpente Basilio Jo-
de Barros, aflm le que providencie como achar
c inveniente.
Ao di comarca de Floro.-, remetiendo os
ruodellos que solicitotridos mappas estatislicos, ob
ns. y, ID, 11,12.13. iJ A. 1,'i, 1G, 17, 18, 2i, 21,
22,23,34, 26, 27, 28 e 23, e recommea laudo a
raaior brevidade na remessa da taes mappa*.
Ao director geral interino da imiruccao pu-
blica, inlejraodo-o de haver resolvido, em vista
do que requereu Anacletn Publio de Moraes Car-
valbo, habilitado pelo exlincto curso comtuercial
pernambuoano, que se Ihe uasse o respectivo di-
Dlonia, o qual dever ser assignado por e^sa di
rectora e seu secretario nos termos da lei pro
vmelal n. 1,026 de (3 de julho ultimo.
Ao jmz municipal e de orphaos do termo e
jjyanua, para declarar qual a loi qae creou os
offlcios da ubelliao e escrivj do civel, cuja ser-
venta acha-ve vaga pello fallecimsnto de Miguel
Joaquim de Fanas Braga.
Ao capito do porto, approvado a delibera
cae que lomou de despedir o guarda das diligen-
cias dessa capilauia, Genuino Jjj Marques e de-
signar para o substituir Jos Mana do Amaral.
Commnnicou-se a tbesouraria de fazenda.
Ao mesmo, declarando que para cumprir-
se o disposto no aviso circular do ministerio da
marinea de 31 de dozembro do auno passado, con-
vm qne informe, como j selhe exigi, acerca
da cDnveniencia de haver neste porto nm navio
para qaartc! da companhia de aprendizes mari-
nheiros e da possibilidade de effecluarse nesta
provincia a compra de semelnante embarca^e
Ao director do arsenal de guerra, recom-
commendanio que independenternenle de indem-
nisacao mande entregar a Paulino Jos Celestino
os seu* dous Blhjs, Manoel Paulino Ponciano da
Silva Jos Paulino de Saol'Anna, que se acham
alistados na companhia de aprendizes menores
desse arsenal.
Portara: .
Coneedendo permisso a Francisco Joao de bar-
jos Jnior para embarcar, com destino ao presi-
dio de Fernando de Norooha, no primeiro vapor
que .para all seguir, os gneros constantes da in-
dura relacao.
Despachos :
Anacleto Publio de Moraes Carvalho.Dirija-sa
o sapplicante ao Sr. director geral da instruccio
publica.
Alvaro Paulo Nblalo e Antonio Pereira de Sou-
zi.Informe os Sr;. juizes municipaes e orphaos
desta capital.
Anaeleto Publio de Moraes Carvalho.Nao tem
lugar o que requer.
Antonio Victoriano de Almsida
ao Sr. direj-
Andrade.Nao
tem lugar o que requer. '
Anna Gomes Fernandes Pereira. Passe porta
ria aa forma requerida.
Bernardino Ursulino de Senna.Nao tem lugar
o que requer, era vista da informacao.
euterio Robarto Tavares do Espirito Sanio. -
Js'Xo tem lugar o que reqaer.
Jos Kareellino Alves da Fonceca.Aguarde o
suppcante decisSo do governo imperial.
Baetaarel Jos Francisco de Ges Cavalcante.-
(ktao requer.
Jeronymo Jeaquira Pereira. Infoeme o Sr. Dr.
chefe de polica.
Maris Carolina Affonso Valena. fc- Aguarde a
suppcante o caneurso a que teuv 4* lf a l-'a'3'-!'i'a
a qae se refere.
Maaoel Candido Poreira d,c LvraN'Jo tem lugar.
Manoel Eduardo Lins Wanderley.Passe per-
taria nomeando o suppcante par a cadeira de
Goyaoninha.
Manoel Antonio Taixelre. Informe o Sr. ins-
pector ta theson'aria geral.
Paulino Jos Celestino. -Dirija se
tor interid do arsenal de guerra.
William Richards. -^ Informe o Sr. inspector da
thesourarii^eral. .
EXPEDIENTE DO SEC^ETARIO.
pfflcio :
Ao lente-coronal Ji>ao Carlos de Mendon-
ca Vasconcellos, acensando, de ordem da presi-
dencia, a recepeSo do offlcio em que communi-
cou ter fuacciouado o conselho de r*vista da guar-
a nacional do municipio de Barreiros.
EXCEDIENTE DO NA 20 DE SETEMBBO DE 1871.
Actos:
Ovce-presidenie da provincia, alteaJendoao
que expz o Dr. director geral interino da instruc-
co publica em offlcio de 18 do correte sob a. 30S,
resol ve nomear Quiteria Francisca Pdixoto para
reger lotsrinimnnte a cadeira de hisiracBio pri-
maria do sexo femenino de Sant'Aona da fregu-
lia do Poco di Panella durante o impedimento da
respectiva proprielana e mediante a graticacao.
annnal de 600*.
O vice-presidente da provincia, altendendoao
que requereu Jacintha Avelina da Cruz, professo-
ra nomeada para a cadeira do Olho d'Agua dos
Bredos, e lendo em vista a ioformacao do Dr. di-
rector geral interino da iostruccao publica sob
n. 337 de 16 do correle, resolva prorogar por
mais 30 das o briso, que Ihe oi marcad j para
entrar no exeretcio d; sua cadeira.
O vice-presideute da proviucie, atieodendo
ao que requereu o bicharel Airterliano Correa de
Crasto, juiz municipal de orphaos dos termas
reunidos de Tacarat e Floresta, resolva con:e-
rier-lne 60 das d; licenca pira tratar de sua sau-
de nesta eipilal Expedirara-se as necessarias
communicacoes.
Offlcios :
A > Exrn. presidente da Baha recommendan-
do a expedlcao de suas ordens para que pela tbe-
souraria de lazenda des constar dos .issentaraeotos do msico do 3J classe
do 9 b .tal-ia i de man' .na Joaquim Aprgio dos
Santos, cinforme solicita o brigadeiro cqmmandan-
te das armas.
Ao commandante das armas, dizendo que
ple, como prnpSe, mandar effecjuar a troca dos
ajulantes das fortalezas do Brum e Buraco, pa;-
sando a servir naquelle o tenle reformado Ma-
noel Carneiro Machado Freir, e nesta o alferes
tambera reformado, Tihurcio Joaquim de Andra-
de.Comraunicon-se a thesouraria de fazenda.
Ao cnsul de S. M. Pidelissima nesta capital
declarando em resposta ao seu offlcio, que, segn
do informa o Dr. chefe da pfllicia, apre-eutou-se
voluntariamente naquelle reparticoornen r Agos-
linbo do Reg Medeiros, declarando ser brasileiro
e querer alisiar-se na companhia de aprendizes
marinheiro, em consequencia do que deu-se-lhe
este destino, mas era taiisfacao a sua requisito
expede-se nesta data as necessarias ordens para
ser o dito metnr eliminado da referida companhia
e posu a sua'disposieao.
Offlciou-se nene sentido ao inspector do arsenal
de marinha.
Ao inspector da thesouraria provincial dizen-
do que com a entrega ao thesoureiro da repartico
das obras publicas, era virtude da ordem da pre-
sidencia d 24 de juljio ul imo, da quanlia de 600
para estudos graphicns da estrada de Uaa a Ca-
poeiras, deve considerar de nenhura eilaito a de 12
da mesmo mez, pela qual autorisou-se igual en-
trega.
Por essa thesouraria raandon-se pagar:
Ao capilao Jos Firmo Pereira do Lago a quanlia
de 120. despendida cora o sustento dos presos
pobres da cadeia do termo do Ouricury, durante o
mez de julho ultimo.C>mraunicou-se ao Dr. chefe
de polica.
A professora Ja povoacao dos Remedios, Mana
Auta de Jess Campello. os seus honorarios ja
vencidos e qne se form vaneando. '
Ao empreiteiro da estrada de Goyanna a Naza-
reth, baeharel JoS Lins Cavalcante de Albuquer-
que, a quanlia da 16:226*400, proveniente das
primeiras prestacoes dos 3, 4 e 5 laucos das
obras do seu contrato, como se v dos certificados
anoexos ao iocluso requenmento.
Au inspector do arsenal de marinha recoin-
meodaudo ein virlude de requisicao do inspector
da thesouraria de fazanda, qae mande construir
nesse arsenal um escaler de cedro com as dimen-
soes e suas pertencis, einstantes da MU junta
por copia, para o servico da alfandega do Rio
Grande do Norte.Gommunicou-se ao inspector
da ihrs-uraria. .
Ao juiz de direito de Cabrob dizendo Iicar
n'.eiralo de quanto expz com relacao ao crimi-
noso Antonio Pereira de Carvalho, e declarando
que grato a presidencia saber que essa comarca
vai fjeaado desassombrada de criminosos, e de
fados que tanto affectavam a ordem e seguranza
publica.
' Ao director do arsenal do guerra chamando
a su? attenco para o que expoa o Dr. chefe de
polica nisofflcios jautos por copia, acercados
acto3 de indisciplina t insubordioajao pralicados
pelos artfices desse arsenal, e recommendando que
providencie de modo que nao Qquem sem corree-
cao, e nao se rapitam taes factos.
Ao chefe da reparlicad das obras publicas
aecusando a recepcao do offlcio, em que pede per-
misso 'para mandar alear urna ou mais ras
desta cdadu, aproveitando para esse Qn a quantl-
dade de pedras faceadas, que sobrou com o assen-
tamenlo Jos carris de ferro, e declarando em res-
posta que aceita a sua lembrauca quanto a ra do
Hospicio, davendo extender-se cim c empreiteiro
do calamento, a ver se quer encarregar-se de
executar o da mencionada ra com as pedra?, de
que cima se trata, mediante o descont dellas pelo
preco porque a provincia os recebeu.
Ao mesmo, recommendando quo poja execu-
cao do disposto a art.*13 da le do orcamenio vi-
gente, emenda-se com o empreiteiro do calcamen
to desta cidade, e conforme se est elle disposto a
concordar na suspenso das obras do mesmo cal-
camenti por um oa dous annos, dando-se Ihe
goal praso de prorofacao.
Portaras : ^
A" cmara municipal do Bonito declarando,
para os fins convenientes e em soluc> as duvidas
coudas em representacoes dos 2 e 4 juizes de
paz la fregueiia de Gravat, e sobre que informou
a mesma cmara, que, nos termos da legislarlo
vigente, tendo-se completado a lisia de juizes de
paz da mencionada freguezia, e devendo por isso
ter uocciooado no segando anuo o 3 juiz de paz,
que passou para 2' polo fado doallectraento do
I* e assim or diante, deve foneconar no crrante
anno 3* actual da lista e o anno vmdoaro o 4;
camorindo que quanto s substilaic5es tempora-
rias observe-se a ordem da lista nos impedimen-
to dos respectivos juizes.Neste sentido offlciou-se
sos juizes de paz cima indicados. ,._,.
Aos agentes da companhia de navegacao
brasileira mandando dar transporte para a provin-
cia das Alagas por conta do ministerio da guerra,
no vapor que se espera do norte, ao soldado J-raa
:sco Jos de Soma, qae foi transferido do 2* bata-
Ihao de lofantarl para a companhia flxa daquetia
provincia, e bara alm para a corte ao "soldado ao
deposito especial de io.truc?ao Joaquim Rodrigues
dos Santos.Commupicou-se ao brigadeiro
mandsnte das armas.
Despachos :
Agostinho Francisco Gime.Informe o Sr. ins-
pector do arsenal de marinha.
Baeharel Bento Jos da Cjsta.Paa3e portara
oa forma requerida.
Clemeotiao Bezerra de Alboquerque. Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Corcpaohia Santa Tnereza.Passe portara na
forma requerida.
Francisco Cecilio Manea.Informe o-Sr. Inspec-
tor da thesouraria Je fazenda.
Felippe Santiago de Cralho.Infern o Sr.
commandante superior da guarda nacional do mu-
nicipio do Rio-Formoso.
Coronel Jos Angelo de Maraes Reg Certin-
Coronel Jo Angelo de Moraes Reg.-Certifi-
que.
Bichare! Jjo Lms Cavalcante de Albuquer-
que.A' tnssouraria provincial com offlcio desta
data.
Joaquim Glvalcanle de Albuqnerque.Infirme
o Sr. engenbero chela da repartigao das obras pu-
U riCSf*.
Maria Auta de Jess Campello.A' thesouraria
provincial com tli i o desta data.
Simio Thaotonio da Silva.Concedo o praso de
15 das.
expediente do secretabio.
OUIjo :
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal do municipio do Recife communicando que,
segundo informa o Dr. chefe de polica foi posto
em libardade o guarda Luiz de Paula d'Araujo.
DE
C<>ni i indo superior.
QUAHTEL DO C ).MMANDO 9WEB10B DA fiUARDA
NACIONAL DO MUNICIPIO DO RECIFE, 30
SETEMBRO DE 1871.
Ordem do dia 37.
0 Illm. Sr. coronel commandante supe-
rior manda fazer poblico para os de vid s
flus : qae por portara, de 28 Jo correle
mez. S. Exc. o Sr. viee presideute da pro-
vincia mandn transferir para o servieo da
reserva aos Srs. capil3es Augusto Cesar Pe-
reira de Mandona e Jo de S LeiiSo J-
nior, e tenente Vicente Ferreira Coimbra,
do l." batalbao de infanlaria, fleaodo aggre-
gados o 1. e 3., ao t. batalhSo, e o 2."
ao 3. daquelle servieo.
Manda igualmente fazer constar, que ten-
do sido inspecciona lo no dia 23 do correo
te uiez e considerado doente, carecendo de
am anno de lioeuca para sea trataiuent, o
Sr. tenente coronel Francisco de Miranda
Leal Seve, deve passar no dia 3 de ou u-
bro prximo vindeuro o commajuld fio "ta
lalao, mediante as formalidades do estilo,
ao Sr. major Antonio Bernardo Quinbairo.
' Rodolfo iom Barata de Alumia,
Coronel chefe ioterio de estado maior
a dous horneas desceram e gritaram :
Vm a ommuna !
r- Vrlmin : E' falso*. *
piM, urganto de brigadis na Tulheria*:
) (asilamento dos qaatro, e a presenca
ja jane.Ua da sala do-i mareeh es. Um
Abro A eommuna exclam-iu : -4 Mof os espides < o que na -d*le.niem a
coMMM ^ a comnnoti. Os oalros offlciaes
repelirj o viva. O corone+-Dardelle, coratetq-
dante i fi'ulherias, disse qoe o membr.i da coa-
moiM'WVajrhaio, e qo* esHva J tambem o cor
ntl Bergeret. As vicKrais tinham ebegado (^
horas e forara kvaias aos quartns da irapertJV,
que Urbija e Bergeret occupavsm. All firam
condemnados e remettidos ao Holel e. Villa, d'onle
ragressaram coan escoKa romraandaapelo capiao
de foderaes Bondier. Resolven se de novo que fis-
sem (asilados e assinracoutecen.
~ Vrbuin : -Eu neg ludo isso.
Osantk : diz que foi ea;arregado" no dia 22
de prepararos quanos para Bergeret as Tull i
ras, que vio fusilar os quatro horneas, qoe Ihe
disseram fura por ordem deTJrbain, o qual Ihe
foi mostrado. Era pequeo dar estatura, de nariz
chato, cora paletot escuro e com a banda a tira-
col. Nassa occa3iio foram fusilados mais 2 no
jardim. #
rbam : Sei di SSo horro/es das guerras elvis.
O presidente : Sai horrores, mas nenhura
des rjs qae se presara de bons pais de familia se
iudignou de lai inau litas cruezis.
. Jrbath : Perdo, Sr. presdante ; um i vez
assisti urna eondemuaclo injusta, e gritei indig-
nado. "V
ligue-fe o interrogatorio das teslemunhas da
Ferr.
Salomo Meyer, empregado di cimmuna:
samanta qae no dia 23 nao h uve execug5es no
maire do 11 districlo.
CoHlaut, dem : diz o mesmo.
O presidente Mas houve execuoe?.
Ateiiemunhi : -eria depon do dia 25.
Sr. prasi lente. J eslava rosolvid a limitar-me a testemunka : Ka duas e meia ia almo
aos factos que dizem re.tpeito ao meu cliente. ar_
Ten a palavra o Dr. de Sal, deffinsjor d Pas-
chai Gfouseel.
Q-Or.de Sil: nota que, nao se pola confun-
dir a responsabilidade hist-iHfe. immen^v a pei-
Itetua, com a responssbili lade penal, re-tricti a
us-
set lera a respastoilidale hist>rica. mas nao se
Ihe (ole attribuir a penal ni (icaiXe ais factos
que nao pralicoa nem mandou praticar.
pelo decreto dos refsn, mas nao curaplice do
assa-sino tumultuario n'elles. Desds 21 de
raaiovJe dizer-se que termiura a coramuna o
existia a Junta de Salvacao Publici, que diriga "~ 0 ^ c.atineau, diz como
resistencia militar. Nada tem com os incendios,
e at salvou a casa de R ssni. N> dislrahio
.Pedro Martin, taberneiro, preso por Ibe at-
trihuirem que envene'nava os soldados : En nanea
e-raveoa m.irie di 11 districlo, e creio que ra-
coutundara cora nutro do mesmo noma que est
preso na Oraogerie.
O presidente : Iaterrogar se-lu esse ootri
honieni.
O Dr Ducondray : Recebi agora urna carta
': da crto guarda nacional q e esteve aa- mairis no
dia 23 da inaio, e nao onviu nenhum tiro.
O presidente : Tem a palavra o Dr. Guiean
para defender o reo Ciernen!.
a nsurrelcao d *
Pars nancea do patriotismo histrico da populaca-,
a qual desejava combater, e admira-se de que
.nao passasse a penaa a outra mo para assiguar
1 a paz, que escrevera antes que nao seria cedida
no iniraigo nenhnma pollegada de territorio e ne-
nnuma pedra das fortalezas. Dapois fallando d <
Clement que a aecusago al elogiara, pede qu*
Ella so den otdemp.ri inven-ioab.c,vamparaque a 80a lmt)[) B-M venha
fundos. Ni prendeu nraguera e sollou quantos
ple. A'prata di ministerio do3 negocios esiran-
geiras foi entregue pelo empregado legal a um
nerabro da eommuna e o) a elle. Sl> deu bus-
ca em casa do Sr. Feuillel de Conchas ; f i o sea
cht fe de gabinete.
taar. Foi soldado duraoie o assedio, a bateu se f|lho p(.r(fnn,ar a -,ciedade Qe (ez meu pai ?
em diffarentes sitios.
O presidente : Porjue nii leon no seu re-
giment e apparecen no raeio dis guardas nacio-
aaes ?
Grousset : Eu sahi do regiment cora liceo-
;a do general Le Fi.
Opresidente : Mas um soldado nao vai pira
onde quer.
Oreo: Nos libamos sido licenciados antes
di dia 18 de mareo.
t Defensor : observa que se bateu pela pa
tra contra o< allemes, e que n'esse lempo cao
escroveu nosjirnaese foi uaicameute soldado ;
diz que serapre fii pela conciliario, com quanto
nao aeolbasae- bem certos conciliadores; alirma
3ue pela carta ai general Fabrice f vitou um coo-
.clo, e conclu dizendo ao conselho qmtja justo
e humano com Paschal Groassel que expeliente
rapaz.
Dr. Manchn : defensor de Verdura :
, Ducondray Estas du.is teslemunhas coma vida modesta da seu cliente, professor era
drz'mi a verdada, e para nao faltar ella Vieram Pas de Calais dspois exonerado pelo golpe de esta-
depftr eom o perigo de serera perseguidas por le- do e redi.zido ao offlcio de sapateiro, mas instru-
rem-earvido eommuna.
Latnier, negociante : confirma nteirameate
o sea primeiro depoimento acerca das execuqoes
feitas na present de Ferr no primeiro pata
mar d escada da inaire. At duas mnlheres des-
mataran.
'. O Dr. Ducondray : Provavelmonte foi em
oulra mairie. Diga me a testeraunha so na porta
principal ha degros ou nao.
A tettemunka : Creie que nio ha.
O defensor : Pois engana-se. Ha degros.
Atestemunha : Naqaeilas occasiss nao se
ple re,iara>- em indo.
O defensor : At a data Ihe esiraeceu.
O presidentes. Ugre : Nao esteja a nr. A
sua altitud* insupporlavel.
Aesie'munka : E' verdade que nao posso
prec4aiio-djdo mei, porm afrrao que nao fo.
o diayJa erscaagao de Mazas.
presidente : Vio Ferr t ,
Oa 1 se vi 1 Quando ma le- q conmuten prometer t E porque raza.
eu ia
trico-
llcp;irti{"\o dapHcla
2.' secesao Secretsri da polica de Pernainba co, 30 de setembro de 1871.
N. 1322Illm, e Exra. Sr.Levo ao conne
ment de V. Exc. que, segundo consta das part
cipaeos recebidas hoje n'esta repartico, (aran
hontem recolhidos casa de detencao os segainles
individuos:
A ordem do snbdelagado di Ilecife. tranesco
Leonardo Venancio Dias, requisicii do -cap-.tio
do Porto. _. .
A' ordem do da Santo Antonio, Ttnm eseravo
de Joaquim d tal, por ferimenlos e resistencia ;
Joao fgnacio por disturbios e Antonio, eseravo do
padre Christovi, por offensas moral publica.
A' ordem do de S. Jo>, Rosalioa Maria da
ConceicSo, por .desordera.
A'ordem di da roa vista, LoorancJ, eseravo
de Mannel de tal, por disturbios, Maaoel Joaquim
de Jess, por crime de ferimentis e Ignacio de
Paiva Cassote, p;r cumpcidade em crime de
ferimenlos.
Nesia data particpou-me o subJelegado da Boa
Visi i, que hontem s 8 horas da noite mais ou
raeoo3 o trera dos trilitos urbanos do Recife Be-
benbe, de volu para esta ciJade, pouco ad ante
da estacao da roa dos Pires, fracturou a perna
direta do p-eti esilerio, eseravo de Silrrao
Elvidio Carneiro da Cunha, que se aehava dor-
raindo sobre os trilhis; que o ofandido fii in:
continentemente conduzido para a estagio da
ra da Aurora e d'ahi para o shospital Pedro II
era urna padiola do 9 bata'hao-de infantaria de
linha on pelos Drs. Soriano e Estevo. Caval
cante, Ihe firam applicados 03 primeiros recur-
sos, atim de se proceder hoje a conveniente am-
put'acSo, a qual foi' effsstuada pelos Drs Mala-
quas, Silva Ramos e Soriano, com assistencia
daquelle subdelegad i; que f-z recolher a deten-
cao o respectivo macbinista Manoel Joaquim de
os quae vai proceler na forma da le.
Por offlcio de 2i deste maz communtcoa-me o
delegado da Papacaga qne pronunciara Luiz
Marcelino dos Santo?, como ocurso as penas
do artigo 205 do cdigo criminal.
Deu3 guarde a V. ExcIllm. e Exra- Sr. Dr.
Manoel do Nascim3nto Machado Portella, vice-
presidente da provincia.O chefe de polica, Her-
mogenes Scrates Tacares de Vasconcetlos.
Usiemunka :
l sua presenc*, pergunton-me se
continuar a conspiracao das bragadoirs
leres. '.* >
- O Presidente a Ferr : Ealo o caso o para
rir ? p >
Ferr : Se lu- ...exaito I...
O presidente : Anda sendo assim, nao na-
via motivo para nr. ,.
Ferr/: Afflrrao que nao hoave nesse da
execucao na mairie. Muiias pessoas teem medo de
vr depr. mas o acensado Champy sabe a verdade
e Yerdure lambem."
Champy : diz que nao vio Ferr ni mairie
se lo a 2i por vplta das dua3 horas, e nao hava
saogoe as e-calas.
Verdurc Nao ouvi fallir de taes exe-
cnedes.
O Dr. Ducondrajy : Houve execugas, mas
forara no sitio a que charaam Le Terrain. Ah M
fcxseuiadoo conde de Bfauraont. Eu desejava que
a testen unha fo-se conduzida a mairie, e que a
juslica fose ind gar este caso.
O commissario promotor : Eu comprehendo
o interesse do reo era negar este* factos ; roas nos
admitamos a sinceridade do testemunho de um
homem que traz ao peito as insignias da honra.
As testemunhis do roo sao empregadoa da eom-
muna e cmplice*.
O presidente : Quando foi sola a teslemu-
A lestemunlia : Q ando nos soltarara a todos
dizendo qae a'voar plo3 ares a mairie.
Rgete : A eimmuna tiaha muilos inimigos
e nala*ez contra elles.
O Dr Renault, defensor ds Rasloul : diz que o
seu- cliente viva de il usoas, que nao devia ser jul-
gado pela oltu offlcial da commuaa, mas pelas
ootas-Ucbigraphicas que a defeza pedio.
O Commissarto. promotor : Fizamos todos os
esorgos para descobrir os tathigraphos. Porque
os nao procura o reo 7
O defensor : responde que essa dehgencia
nao dob caber ao3 reos, e acrescenia qaa Rastol
.;. u rtiiitar.t miando octros merabros da
licenja para
do a pensador.
Quanto responsabilidade, peda
dzer que absurdo.
O commissario promotor : Iss,o urna inso-
lencia *
O defensor: Eu pego desculpa. Nao fot in
tangid miaba....
O co%missario promotor: Repito-lbe que
insolencia....
O defensor : Eu nSo fallava do senhor com-
missario promotor, mis das theora que encora
bato
O commissario promotor : Aqui nao ha nin-
guem absurdo. S se o for o defensor. (Excla-
raacoes dos advogados).
O Dr. Gutineau : A classe dos advogados
nao ple adraittir simiioaotes palavras. O Sr.
commissario promotor julga nr direito de ioterv
romper um advogado para Ihe dirigir os epithetos
de insolenta e absurdo.
o defensor aproveKa esta occasio para me dier
palavras que ninguera ou-aria dizer-me na ra...
t presidente (iulerripandq_^ dirigindo-se ao
defensor): O Dr. Manchn deve acostnmar a a
medir s stis fxpre'ssSes e escplhe-las nrelh P le dzer tudo, menos pa'avras wfensyas. Ora
os senhore3 advogados algumi3 vezes e'mpregara
palavras picantes.
O Dr. Manchn: Eu nao quiz asaltar urna
pessba qne respailo, e que...
-t Dr. Rousselle: A palavra absurdo nao era
com a pessoa. E' termo que muitis vezes empre-
gamos no foro...
O presidente : E" que nao estaraos habitua-
dos is.'o, nos.
asee viga Ignacio de Paula Cassote, contra nao ple ser solidarioiqaand oatros fM^ros da
r-.-, ,! nrnir n frm da le. eAmianm. como Leo Meillet. Ranc, Loiseau, Pra
EXTERIOR.
com-
FUAIICA.
PR0CESS0 DA INSURRKIQO DE PAHIS PEflANTE O '
TERCEIH0 CONSELHO DE GUERRA SOB A PRESI-
DENCIA DO CORONEL MERLIN COMPREHENDEN -,
DO DEZOITO ACCUSADOS.
Audiencia de 28 de agosto.
(Continuacao.)
O presidente : Qae fez no da 21 da raaio,
acensado Urbaln 7
t7/-oin : Fui organisar a resis enca no7.
districlo. Depois recebi ordem da Junta-de Segu-
ranza publica para n s retirarmos para a praea
de S. Sulpiclo, mas ea nao cheguei l.
O presidente : Nesse da o reo esi
Iherias, e quando all furam fuslalos quatro i
felizes, ritou da ] mella : Viva a comiAMMa I
Urbain : Neg absolutamente.
O presidente : Pois bem. Nos vamos i
as teslemunhas.
Urbatn : Eu vi urna discusso, us da Ion-
ge. Foi a de um guarna nacional qoe
dos federados a golpes de machado. Pasiou-se o
caso so Hotel de Ville.
t presidente : Nao foi no Hotel de Ville, mas
jira as Tulberias.
Ziegler, empregado nai Tulheriu : conV
que no da ii, das 3 para as 4 da Urde, tronxe-
ram para a praga do Carroasel qaatro horaens,
dous vestidos paisana e douscim uniforsae. Um
e^rt boticario, e dixiarn ser espi5 yaraalllaa.
Foram fusilados. A' janella esUvam doas borneas
qne o ajudante Chaumont disse que erara Bargerel
e Urbain, lepois is 03 ob3erva.r om nm acolo *e
eommuna, como _-.
son Ibeis. nao eato senudos.uo banco dos reos.
Goucluelpadindo que se procurea as notas tachigra-
phicas om casa de Amouroux.
O presidente : Assim se ura.
O defensor de Ferr : indica aovas I63lemu-
a o* commssario'promotor : Maode cla-Ias.
Para mis) nao sao uocassarias.
_ Lombard : diz que a mairie tena .alegraos a
en!?ODr, Ducondry : desala qne se interro-
guen, algans Qt*ii acorea dos boatos relativos
Tofreetdci* i Nos nSo fazemos obra por
boatos contra os rtVos nem a favor. As testemu-
nhas sarao ciUdas.
Le^anU-se a audiencia s hora3 do co3tume.
Audiencia de a? de apsto.
Abri ao raeio dia.
* Z. Opresidente. Ass deram-lhe no Hitel de
Ville ama caixa cm ura railuao e 200 mil francos.
One Ihe fez t ',
u Assi: sai qae destao leve. Fot-me entregue
ao dia em que fui preso Misado en com Dereure
e ontras pessoae. A caia naba nuiles sellos. Eu
nao abr.- Levei-a para o meu gabinete, e fui para
essao da eommuna. A'-sabida fai preso, e nao
soube raaisda caixt. Oavi que tora entregue ao
da o" reo esteve as' a- Sr. MaJrast, chele do material.
_ O presidente : Passou recibo 7
_ Oreo: Passe recabo assignado por mim e
por JJWeawe, mas sem referir o que estava na
alxa qae ea nio abri. ,
~ O presidente, a Rgre : Eicolhe mal a oc-
casio para lr jornaes.
~,Aui : BiiMram'que na caixa havia a som-
na Indicada, mas em titules.
Jurde : .No mea balango tenbo um paga-
nto 4 l.tHOOO francos falto em noma da mu-
einaliiidealaeabril por Varlia, Datenra e
Piudy. Nao sei se este pagamento podara ter re
'?_ 0"oresiienun Tam a palavra o defensor do
rtVa GrnsW Poco Ihe qae se absleaha do consi-
Seraeaespoiilicaj. Ja temos ouvido bastajes. E'
Satil fallar das revolugoe* qae tem havido em
Frama 1\Jos nos a3 conheceraos.
_/Q Dr. de Sal: Eu acceilo a ob3ervaga do
O Dr. Rousselle: Mes isso nae e rasao para
nos dirigir epifheUw inquahfleaveis o Sr. commis-
sario promotor, e para no's fazer violencia,
porque representa o poler militar.
O presidente ai Dr. Rousselle : Queira sen-
lar-se. E' a segunda vez que ih'o digo a nao de-
sej i ter da Ih'o repetir.
O Dr. Manchn : Renova as suas desculpas,
e conclue a defeza de Verdure,
? O presidente : Tam a palavra o Dr. Lavolet
te, defensor de Feral.
O Dr. Laviolette diz que nao appella nem
para a historia, nem recorda as revolugss que
teem sido apenas insurreigSes: explica o papel
modesto que representou o sea" cliente, e descuipa
o empenho da guarda nacional era nao con qua os Prussiasos -se apoderassem de artilhara.
Exclama : Felizes, nos, se tivessemo3 sempre o
mesmo patriotismo, e nao preferisseraos tudo a
nossa vida e a nossa riquesa. Eu pen3o assira, e
julgo-ma feliz e orgulheso de ser francez. (Itiso
do publico).
O defensor: diz qne tal riso respeito de
senlimentos nobres obriga a desesperar da patria
e contiui a explicar como Frat asssigooa pro-
claraagao da 29 de margo para coraprazer com a
insurreico que nio poda reprimir. Cada qual
que se'imagine no lugar do sea cliente (Riso).
Perguota se alguem vendo-se atacado por ladros
os agreda em vez de condescender com elles-7
(Riso). Pois a junta central eslava n'esse caso.
Afflrma qne estve era Pars, e sabe como as cou-
sas se oassaram.
O presidente com brandura : Tratemos de
Frat. .
O defensor faz vanas observagoas acerca
de f*ctos especiaes e trata depois da defeza era
geral, ...
__ Frat: Mas eu quena que o man delen-
O pr.sidtnte ao reo : Nao o interrompa.
O reo : Masille nJo discute o fado, prin-
' O defensor : contina dizendo ,qae Feral
nunca fra raembro da eommuna, que nio deu
ordem para prender ningnem e que tinha as me
Ihores intengSeS Pede indulgencia, porque da
severidade nasce confuso e vtogaoca. A opino
publica contra esta gente agora. O conselho
nao deve escotar essas vozes da ira e rancor.
O presidente : Tam a palavra o Dr. Tnroux,
defensor de Descamps. m
O Dr. Thironx: defende o seuWiente pelo
systema mais pacilico e til, e obtm a geral ap-
provagao.
Falta onvir as defezas da Clement,
e de Ulysses Parent.
Levantt-se a sessao s 5 horas e 3 qaartos.
Audiencia de 30 de agosto.
Abrio-se ao meto dia.
Sioiaterrogadas vanas testemuohas indicadas
por Ferr rara deporem acerca do fuzilameoto
as aseadas da mairie d 11* distrito.
A Sra. Cabr, de Menmontan.: diz que na
raare estava lo sala doa cisaraentos contar
vales de pao; nli vio nem envo nada.
O Dr. Ducondray: Ferr n5o appareceu na
mairie seno a ii de miio para reeeber as part-
cipagoes do combate. /
/,_ o presidente: Entp Jo servigo da guerra
ciafundia-se com o da segnranga militar?
t Dr. Ducondray: Sera duvida. Nassa oc-
casiiij j esuva acendiada a prefeilurada polica,
e tima acabado o servigo de ^egurattga eral.
Raoul-Rigault acaoava de ser fusilado.
O presidente, tastemanba : E nunca sala
di mawie ?
de Gourbet
ainjIO DEPERNaMBUCO
RECIFE, 2 DE OUTUBRO DE 187i
Votlelas do sul do imperio.
Amanhediu h ntem no lamirao o vapor Suuth
America, irasendo datas do Re de Janeiro de 24
e da Bahia de 28 e 29 do passado.
RIO DE JANEIRO.
No dia 23 nao houve sessao as duas cma-
ras.' A ordem do dia no senado, para 25 era :
3.' diseus-o do elemento servil, por ter sido dis-
pejiM'o o intersticio requerimento do Sr. Almei-
da fe Alboquerque, e a 2* discusso da Insreocao
de flireitos companhia Santa Thereza.
Por deereto n. 4,791 de 20 de setembro foram
credas mais cinco cadeiras publicas de instrucgai
primaria, sendo urna para cada sexo, as Tregue-
zias: de S. Jos e do Espirito Santo e "urna para D
a mascolino na da Laga.
Por-esrtar imperial de 13 fez-se merc do ti-
de conselno ao baeharel Joao Jos de O-
a Junqueira.
f Por portara de 21 forara/concelidas :
Ao lente cathadratici da faeuldada de medicina
dolRio de Janeiro, Dr. Vicente Candido Figueirs
deiSabiia, licenga por seis mezes com ordenado,
pah o .u de estudar nos paizes mais adianUaos>
da'Euuij 03 methodos de ensino, e examinar as
inshituiJB^e-estabelacimentos mdicos, de confor-
miUade com o art. 13 dbs e tatutos vigentes, ia-
debendenlemente da contribuigao pecuniaria d*
qute trata o art. 17, e que o mesmo lente renun-
ciara. .
Ao padre Joaquim Eloy de Medeiros, vigario col-
lado da freguezia de S. Miguel, na provincia ca
Sajnia Calharna, licenga por nm anno eom venc-
minio da congrua, para iratar de sua sade ood*
Ihj) coovier ; deixmdo saeerJole qae o substitu
de approvag i do Rvm. diccesano.
i- Por titulo de t foi nomeado Joao Bapf'
de Carvalho Sobrinho para o lugar de praiC^Dlf
d thesouraria de S. Pedro do Rio Grande '*>il-
.__Pelo governo imperial fii nomead0 Bra
de1 Itaiub, enviado extraordinario e '!JinisIr,p;*
nipotenciano do BrasH na Franea, a'b"ro na deci -
dos Estados Unidos e o ^ern? d,"a %S?
Aiaml. a^S"9 Pir,es contratantes, coro o fim
al rnAJTawistr todas as queixas e reolama-
oL. Triarte os Estados Unidos, e providenciar
ompta sftlogSo das mesmas reclamagesj
aram pola>rL de ura tratado que t.
ftoo em 8 da oaio de lo'l

O Dr Lachand, defensor da Coarbt : diz
que o seu cliente um grande .rtista, ehefe da
escola, mas homem que na phrase do Sr. Diran,
nunca poude associar duas deas polticas; qu
entrou na eommuna quando j e-uva feita; que
porlanlo nao cotaspiroa era exciloa a guerra ci-
vil. Quando a edumna da praga Vendme, erroa
mais tave por cmplices quantos pediram a de3-
truigo della antes de 18 H* margo, e f rim os
homens do governo de 4 da setexbro os qae lan-
Qartra oo Sena a antiga estatua de Napoleao da
leu la popular, a qual eslava era Courbevoie.
Courbet entrn na communi para salvar os mu-
seus e salvou-os.
t presidente: Tem a palavra o Dr. Lectaa-
vallier oir defender o reo Parent.
O Dr. Lechevallier: sfrala que foram
legaes as eleiges da eommuna ; refere os ser-
vgos prestados por Prente, e a estima qo*
todos lhe-:onsagram no-seu distictoje entendn
que nao s ha de ser ahsolvido, mas sair d'alli
honrado car todos o-' horaens da bem,
O presidente: Ha urna lestemunba a inter-
rogar n Sr. Martin.
Martin thesoureiro da commura no II* dis-
tricte. Nao soube que hndvesse exeenges no
interior da mairie nos dias 23 e 24. Do dia 25
nao pode dzer nada. No dia 23 houve-as no ter- ;
reno do lado.
t presidente : A testemunha nunca sahio ia
mairie nesses dias?
A testemunha : Sahia s 11 horas at meia.
hora depois do raeio dia.
t Dr. Ducondray: Ci que hnivesse exe-
cuges na escala'principal do mairie?
A testemunha: Nao, senhor.
Levanta-se a audienna s horas di costume.
Audiencia de 31 de agosto
Abrio-se ao mei i da.
O presidente : O reo Jonrd pedio que foss
oterrogada urna testemnnha, o Sr. Charlier, socii
do Sr. Fichet.
Jourde : Na sexta feira anterior entrada
das tropas em Paria nao tornou a collocar n > seo
lugar as portas com que se fechavam os cofres
onde bavia considoraveis valores?
Ckarlier : Foram postas no seu lugar do-
mingo pela manhJa.
O presidente: Atestemu.ha pnz no feu lu-
gar as portas que o seu socio abrir ?
A testemunha : NSo sei se era u Sr. Fichet
quem as tinha aberto.
Jourde : Eu tamaem o nao sei, mas o qm
posso asseguwr que os cufre3 eslavam eheios-
de valores.
t presidente: E o fogo chegou a esses co-
fres ?
Jourde : Nao soi e desejaria jabe-Io.
Hivia l 15 m Ihas de franco5, pertencontes a
thesuaro, nis quaes eu nao quiz to.-ar.
Opresidente: E porque, nao comparece
o Sr. Ficltet, tendo sido citado como teslemucha
A testemunha: E-t doente.
Opresidente : Qaanto temp* levou esse a-
balito?
A testemunha : Cerc de duas horas. No
j tinhamos concertado culros cof.es nos Das da
ahril ou principios de raaio.
O presidente : Tam a palavra o Sr. commis-
sario promotor para replicar.
A esta ponto chega o extra:M das folbas da
Paiis da Io de setembro publicadas na larde
do 31.
^to*.
-

-.

ILEfiiVEl
_


r^
mm





V
w-
-_-
bian# da Parnambaca
iqni annexo por cenia, em submelter todas s
alladidas reclamarles pi\.viniente* de actos prati
eados pelos ja mencionados navios e geralmente
denominadas, i RelaraacOes Atobama a um in-
fernal de arbitramento quesera compesto de cinco'
arbitro, sendo estes nomedos do modo segainte :
ora ser nomeado pelo presidente dos Estados Uni-
dos ; um ser nomeado por sna magestade brija-
oica ; S. M. o r da Italia ser envidado para
ornear ora ; o presdeme da Conf deraco Suissa
era Convidado para nanear,um ; e S. M%o Impe-
rador do Brasil sera cljovidado para nornear um.
A* altas parles contratantes depositando in
leira confianza no aSaWto de Jtrstica e imparcia-
lidado qne distingue 5. M o Imperador do Brasn,
amigo cotnraum do dous esttdos, concordaran!.
de cooformdade coin o dito tratado, era dirigir se.
cada urna de per si,, a Sna Mafestide, e pedir me
e sirva nornear Um arbitro para formar, com os
arbitros que tem de ser nomedos pelas ontras
potencias cima mencionadas, o tribunal de arbi-
tratiento, ao qual se submetlerao as questojs a
qne se refere o art. I. io iritado.
c Tendo o abaixo assigoado, enviado extraor-
dinario e ministro plenipotenciario dos E-talos
oidos no Brasil, recebido ordeos de seu gover-
no para commuoicar este accordo a sua magesja-
deo Impera lor do Brasil por parte dos Estados*
Uaides, f i tambem incumbido de expressar o de-
aejo sincero do pre.-ideule, da que sna magestade"
coovenha era prestar ihe seus boos officios-na pre
ente oceasiao e se sirva nornear um arbitro pa-
ra proceder conforna fha estabeleiido.
O abaixo assignado tem a Honra de rogar a
S. Exc. o Sr. cense hiiro Correia que faca suHr
esta eommuoicaco present de sua magestade,
etenha a boodade de dar-lne conheeimento d
que sua magestade.resol*er relativamente ao pe-
dido que nella se faz.
Eaproveita a opportnnidade para renovar
Ihe as seguranzas de sua jperfeita consid*racao.
t A S. Exc o Sr. conselheiro Manoel Francisco
Correia, ministro e secretaria de estado dos neg'
cios estrangeiros. James M. Parliidge.
Secco central.Ministerio dos negocios es -
trangeiros.Kio de Janeiro em 25 de agosto de
1871.
i Tenho a honra de acensar a recepcao da n:ta
que servio-se dirigir-me coma dita de 21 do
corrente o Sr. James R' Partridge, enviado ex-
traordinario e ministro plenipotenciario dos Es.la-
dos -oidos da America
Coramuniea me o Sr. Partrilge que, tendo da-
do lugar a ques'.5es en're os governos dos Esta-
dos-Uudos e da Gr-Brelaoha os actos commetti-
dos por diversos navios, jue originaram reclama
c5$, geralmente assim conhecidas Rei-lmace
Alabama, concordaram os dous Estados em
celebrar o tratado de 8 de maio da correte anno,
com o flm de darem a essas, reclamacoes prompta"
solocio.
O art. i.* do mesmo tratado dspo*a qne sejam tila*
subetiidas a nm tribunal de arbitramento, compbs
lo de cinco arbitros, devendo S. M. o Imperador
ser convilado a nornear tm dalles.
c Em virtude da indicada eslpulac) declara o
o Sr. Patridge que as duas altas partes contratan
tes, dO|>olitando inteira confianca no espirito de
justiQi e iroparcialidade de Sua Mag&stade o Im-
perador, amigo commum dos dous Estados, reso!-
veram couvidar o mesmo augusto senhor para que
se sirva nornear o referido arbitro, manifestando o
Sr. Pariridgo o vivo desejo qae nutre o, Ilustre
presidente-dos Estadoi-Unidos de qne Sua Mages-
tade preste aeus bons ofcios na pre-ente occasio
acqnlescendo aO convite que Ihe fito.
t Termina o Sr. Partridge pedindo qne 9ua no-
ta seja presente ao Imperador e que se Ihe eom-
munique a resoluco que Sua Magestade tora ir.
c Em resposta, tenho a satisfacao de iuf armar
ao Sr. Partridgd que 9ua alteza a princeza Impe-
rial regente, em norna de Sua Magestade o Impera-
dor, a cujo alto conheeimento lerd a ailnda no-
ta, pre-ta se de muio bom grado nornear o arhi-
tro de que se traa ; cumprindo-me accresceatar
qne esta n .m,n\o se far rauito antes de decor
rido o prazo flxado no tratado.
Ajrovt'ito esta opportunilade para renovaran
Sr. Pariridire as seeurancas de minlia alta cans
deraco. Manoel Francisco Coiro.-A) Sr. Ja,-
mes R. Partrulge.
Legacao de S. M. bri;annica.Rio de sneiro,
21 de agosto de 1871.
Tendo se suscitado questoes entre o governo
de sna magestade" briiannica e o governo do- E-ta
do< Unidos em consequencia de actos praticados
pelos differentes navios, que occasionaram as re-
<:lama;des geralmente denominadas < Reclama-
<;oi< .Ka6 as alias partes contratantes, com
o ti:ii de remover e ajoslar todas as qoeixas e, re-
clamatjoes por parte dos Estados-Unid os, e provjjen
ciarpara a prompta solociodas mesmas reclama
cSes, concordaram pelort. 1 de ua tratado qne foi
assignado em Wa-hiogtcn em 8 de maio de 87I,
aqui annexo |i r copia, em tiamtier todas a-
allndidas reclama^oes proveoients de actos pra-
t lea tos pelos j mencionados navios e geralmente i
denominadas Reclamacoes/Haoama, a nm tritio
nal de arbitramento que ser composto de cinco
arbitros, sendo estes nomedos do modo sgtilnte :
um sera nomeado por sua magsstade brftannlca,
nm ser nomeado pelo presidente dos Estados-
Unidos ; sua magestade o re da Italia sera con-
vidado para no anear nm, o presidente da eonfede-
raca i Snissa ser convidado para noiBear nm, e
su magestade o imperador do Brasil ser cqtvl-
d < As altas partes contratantes, deposi'ando io-
teka coiifraoQa no espirito de justiea impaTcia-
li lad *, que distingue Sua Magestade Imperial o
^operador do Brasil, amigo commum dos dous
e.-udos, concordaram, de cooformidade com o di-
to tratado, em pedir cata urca de per si, a Sua
Mage-dade I nnerial, se sirva nornear imi arbitro
-para formar, com os 'arbitros que l.n de ser no
meados pelas oulras potencias cima meocii nada-!
o tribunal de arbitramento, no qinl s-> snbmette-
ro as questoes a que se referb o art. 1 do tra
lado.
Tendo o abaixo assignado, encarregado de ne
gocios de sua magestade briolannica, recebido or-
dem de sea governo para communiear este ac-
ardo a Sua Magestade oliperadr do Brasil, por
parte da rainba sua sb r.ioa, fai tambem incum-
bido de expressar o desejo sincero de sua mages-
tade de qne Sua Magestade Imperial convenha
prestar-lhe seus bon- offlcios na presente oecasio,
e se sirva bornear um arbitro para proceder con-
irme tica eslabelecido.
O abaixo assigeado tem a honra de rogar a
8. Exc. o Sr. conselheiro Maneel Francisco Coc-
ida que faca subir e^ta corrirannicacjro anresenca
de Sua Magestade Imperial, e tenha a bonarie de
dar-lln cooliecimnto do que
solver relativamente ao pedido qne nella se faz.
O abaixo assignado, encarregado de negocios
de sua magostada britaooica, aproveita esta oeca-
sio para renovar a S. Exc. o Sr. cou-elheiro Ma-
noel Prancisco Cmi as seguranzas do sua alta
emsideracao.
AS. Exc. o Sr. Dr. Correa.T. CUment Cob-
told. >
c Sergio central. Mioisterio dos negocios es
tranteiros. Rio de Janeiro em 25 de agosto de
1871. |
c Tenho a honra de acensar a recepcao da no
la que servio-se dirigir me com a data de 21 do
correte o Sr. Thomaz Clement Cobhotd, encarre-
gado de negocios da Gra Bretanha.
c Communica me o Sr. Cibbold que, tendo dado
Jugar a quesides entre os governos da Gra-?re-
lanfaa e dos E-tados-Imiios os actos, commettido
por diversos navios, que originaram reclmacSes1
geralment asg m coohecidas a MoclaroacSfi.s Ata-
ama >, concordaram os dous estados em celebrar
o tratado de 8 de maio do corrente auna, nm o
mu dltlneta.-.Wfinwf F.tntisco Corri.Ko Sr.
Tbimia Cobbold. .... -, 1!
A airandega da e6rte arracadon de i a SJ *
seterobro 2,i39:i569*0 ri.
Ficava a sabir para Pernambnco a barc
portogneM JMn//a Ribeiro. ...
Eis as eotaedes coremereiaes da ultima data :
t Effctaaram-se pequeas transacefijs era cam
bo sobre Londres a 24 1/2 d. para o papel parti-
cular. A uxa do papel bancario contina a ser
24 I/i i. I
Hi muita firmeza nos precns dr.s soberanos.
Os compradores offerecem 10/150, mas os possai-
dores pedem precos mais elevados.
t Negociaram-e peqaenos lotes de apolices ge
raes de 6/, a 99 3/4 e 99 7/8 /, e a 1:000* a di-
nheiro e a 1:0101 para o flm de outubro.
< 9 movmeffto do mercado de accSss foi muito
importante As do Banco do Brasil foram negocia-
das a 200^000 e 203* a dmheiro, 20l e 9051
do anno ; do Rural a 205* a dinheiro'e a 2I0|
para o Om de outubro ; do Commercial a 24* de
premio para 15 de outubro; da Companbia da*
I) .cas da alfandega a 70* dito a dinheiro ; Com
y.anbia de Navegacao Brasil eir 5* 4*, 3* 2* de
descont a dinheiro, 5*500, o*, 4*500 e 4* dito a
diversos prazos. >
baha
Lernos no Jornal
c No dia 10 de setembro, noroh grande, fci
pre-o o reo Jos Paulino, qne no anno de 1868 as-
sassinoa a Joo Candido deOliveira oodistricto da
villa do Camiso. O reo foi reraetlido pelosnbde
legado desse districto aoDr. delegado do termo.
< No da 21 de agosto, foi preso na Tilia de Ma-
cahubas, Vctor Francisco Corto, que assassinou
no auno de 1868, na cidade dos Len^oes, com ta-
cadas, a sna mulber. Foi interrogado e remeltidn
ao D'. delegado daqueile termo.
Na logarRiacho .da Canda, distante 14 leguas
da villa da Barra, na dia 7 de abril prximo pas-
sado (sexta fera da Ptxo) Victorino Alvos, en-
Leoeadia, esffrva ds D. Pal
rinda.
Hormidi, esjrava de Josd Femara
Guilhermina, eserava do Dr. Lola
Branco.
Venaneia, earava de Antonio Henriqn'
aba.
Conrada, eserava de Anacleto Lopes de Medei-
ros.
Maria Luiza, eserava de Agostinho Jo. da Silva.
Pergentino e seu Albo Augusto, esefavo de D.
Umbelina Marra dimes de Soza.
Thomaiia, eaieriv de Petx Venaneio de Caita*
K
Constancia, eteraya de Antonio Henrique de Mi-
randa. ; "
Lnzia, eseriva de Alfredo Jos Antuaes 6uima-
raes.
Anua Francisca da Conceico.etirava e D. Joaa-
na Francisca' de Castro e Silva.
Segunda fftfra 2 d Outubro da H71
'r#f
='-Trai
31
para e at flm de outubro, 206* e 207* para o flm Raehel, eserava de Antonio Joaqohn Vax de Mi-
trando em casa de Anna das Virgens, que jazia. e Silva.
em urna cama, agmisaote, perguntou-lho se casa
va com elle, como prometiera, e corno esta Ihe tes-
pondesse que nio poda, porque estava para mor-
rer, a ferto com urna Tacada, da qual resnlton a
marte da iqfeliz pooeo depnh.
< O delegado Dr. Vidal Ferreira de Maraei Sar-
ment den todas as paovideeeias para a uaptnra do
criminoso, que. vendo se perseguido, internna-se
em amas catingas, onde foi encontrado o seu ca-
dver no principio do corrente mez, presnmindo-
se que o assassino tivesse morrido de f me.
O que sobremodo impressianon e causn ad-
mirado i pessoas que virara o cadver, foi en-
cootra-ro secco e ponpado pelos c >rvos.
Acabsm de ser eapturados no Rio de S- Pran-
cisco dous dos escravos do capito Candido Alves
de Castro Coelho, indiciados como autores do as-
sa;sinato do infeliz Cimillo Alves, seguinlo oson-
tros dous a^sa-sinos tambem escravos para a pro-
vincia de Pernambuco onde se acbam em logar
sabido.
Q cambio regale va sobre Londres 24 A/i d.
por 1*000.
A alfandega renden de 1 a 28 de seterebro
783:47o*OoO.
IM
PERNAMBUCO.
flm de darem a essas reclamaos js proi
lacio.
Oait. 1.- do mesmo tratado dispoe qne sejam
ellas snboietlidas a um tribunal de arbitramento,
compo-to de cinco arbitros, deveodo dina Mages-
tade o Imperador ser convidado rwmear om
delles.
< Em virtude 4a indicada ostipnlaco declara o
8r. Cobbold que as dnas altas pactes contratante.,
-yepusiundo lateira conliaoc i no espirito de jas-
JjC" e imparcialiladje de Sua Magestade o Impera-
dor, *uigo ccmmutn dos doo eittdos, resjlvaram
coaviaai-oraewiJ. TCU,t) MD(Wr) para: qae se
J,r"'?1,r o referido arbitro, manifestando d
t>r oobouia wv|V(}<|gpjl mtr na augusta
eberana de q^, Stta Magestade-preste seus bons
da rSe "rflraSraJ1'11 pediodo ^ w nolai BaSalo."
seja presen;e ?n iinpera*or_ fi nntmk ,ha ^__ iA,
REVISTA DTABIA.
FESTA DELIBERDADE.-A sociedade Eman-
cipadora desia ctdade celebrou hontem, como an-
nnnciaraos, n> salo do iheatro de Santo Antonio,
urna sesso magna em conimeraoracodo 2. ai-
niversario de sua installacao.
Foi urna festa bnlhantemente exoiendida. qor
pelo assnrapto, que como ama seentelba que
anca o incenlio da liberdade nos coracdss patrio
las, qnr pelo modo ermo foi ella recebida por
urna numerosa soeielade que enchia o recinto do
salo, qaar Analmente pelo que all se dis-e de
grande, nobre e sublimemente humanitario e civi
lisador.
Na entrada do theatm, que foi obsequiosamente
prestado pelo Sr. Coimbra, tocavam duas tondas
de msica marcial, cajos sons festivos acolhiam
sympaticamente os amigos daemancipacao dos cap-
tivos, que alliiam beber tangos tragos as auras
de lib?rdad.' que borborinbavam no templo das ar
tes, como que evocando os grandes espiritos do
universo para lomarera parte nessa (esta humani-
taria.
O recinto do theatro achava-se todo ornado com
ptvilhoes nacionaes e ontras bandefras e galharde-
tes, com j arros com fl ^res, com fesliJes de folbas e
ramalhetes de flores, estando tambem tapetado.
S. bre o palco repousava a b30C< da direccao, e
por tras desta em longas filias decadeiras vinm-se
colados lodos os individuos qne a sociedade libar-
tara, em a. de 52, tendo tiracllo ama facha <-er
de. onde sella em ^ttras o' uro Sociedad Ernn-
| cipadora.
Todos os bancos e caderasda sa'/i achavam-se
oceupados, e bem as- im todos os camarotes. A so-
iedadeeraescoIblSi e numerosa. Algumas seuho-
ras firam abrilhaatar a fe-na: tambem all se acba-
vsm muitas pessoas gradas qur na poltica, qur
as letlras, qur as arles on no comroercto.
Ao meio da abri se a sesso. qne fai presidid)
pelo Sr. Swipht, vice-presidente da essembla
geral, na auseocia do Sr. Baro do Rio Formoso,
que por encommodado nao comparecen.
Aberla a sess|o, deelarou o Sr. presidente que
o'Exm. presidenie da provincia communC2ra que
par encommodo nio compareca fe-ta ; depois
do que, a pedido do Sr. Swipbt, o Sr. Dr. Jacobino
I.* secretario da sociedade, lea o discurso da aber
tura, no qual em breves traeos fii feila a histo-
ria da emaneiparo dos eapti vos em todo o mun-
do, at o desenlace que Ihe proeoroa dar no
lira-ii o actual governo, pugnando pela proposta
conhecda dos nossos leitores, e que esta hora
.leve ser lei do pair.
Em seguida faram chamadas as alforriadas pela
sociedade, seodo-lhes eulregnes suas respeelivas
cartas de libsrdade, que elles deposilaram as
raios do Sr. major Porto Carreiro, labeUio publi-
co, qae, como d'aote*, se pre^fou laaca-las nos
seus'livros gratuitamente.
Ligo aps e'se aetd foram iidase entregues 1!
cartas de iiberdade que diversos cidados passa
ram gratanamente antros tantos escravos seus
em norae da sociedad Emancipado, e bem
assim fui proclamada a libordade de ventre de um
cr?seido numero de escravas da diversos senhores,
cujas declarado >s foram leitas durante o anno so-
cial e archivadas na secretaria da sociedade.
Continuando a festa, foi dada a palavra a diver-
Sua Magestade re- sos oradores que se ac.iavam inscriptos, e estes
em pompeaos discursos e bellas poesas souberam
prender a atteoeaa do grande aulitorio, conqnis-
tando Inuros para os seas .talentos e renorae para
a sociedade, a que n felicitaran)- pelos b oeflek
pregados a causa da emancipaco. Entre oatros
toradores citaremos os Sr'.: Antonio Pitanga, Dar-
val de Menezes Fraga, Plinio de Lima, Castro Ra-
bello. Aqoilino Porta, e Garc i,lodosos quaes me-1
recerara sympathicas dernonstracoes de apr>;\
especialmente o nrimeiro, cajo elocuente discurso
mu lo nos agradou.
Dous anuos apenas sao passados que se ins-
talan a sociedade emancipadora do fieeife. e en-
tretanlo grandes, immensos, sao os servicos por
ella prestados a cansa de que se fez generosa
paladina.
A abnegacao patritica doa seus fnewbrop, ana
caridade, seus esfarcos por fazer desapparecer do
Brasil a escravldo, sao cerlameute credores de
um applanso geral da sociedade brasileira, que
taoto tem ganhar com a exunecau lo cancro so-
cial qae corroo o eora^) da gigante Sal-Aoeri-
eano.
Honra, pois, aessa nobre poreao de cidados
que, de ecorda com ama phalange distinctissima
de e-traageiros, verdadeiros amios do -Brasil,
-proenra neneficiar a patria, lavando do seu pavi-
Ihlo auri-verdjawi ndoa que Ihe largaram osdos
sos aatepassaeai t Hanra, sxrore todo, i* direeto-
rias da sociedade Emancipadora, qae sem desean
co tem trabalhado em proi do bem estar da com-
manho brasleiri, procurando rasgar ihe mais
auspiciosos futuro?, mais lisongeiras esperanzas
de'ama civrllsaco avantajada, de um progresso
-asiente sobre a Iiberdade, ^qoe a anreeia que bri-
ilha sobre a fronte das sociedades modernas.
Eis a Data de todas as alforriadas pela socie
dade em numero de cincuenta e duas, com? ja
dissemos :
Sabina, essrava. dr& Hara da Coaeeicio Melle
randa.
Maria do Carmo, eserava de Laurentino Jos de
Miranda.
Jacintha, eserava de Dr. Bento Jos da Costa.
Maria das Noves, eserava de Luis de Oliveira
Lima.
Porpedigna, eserava le Marcolinode Sonta Tra-
veso.
Marcolina, eserava de D. Isabel Emilia da Costa.
Antonia, eserava de D. Patria Izidro da Costa
Moteilb.
Cypriana, eserava da mesraa.
tiuilhermina, eserava,-dem, idea.
Mara, eserava de J lio Alves de
Firma, eserava Se D. Antonia U
ro de Carvalho.
Cordolioa, eserava de Manoel Carnero de Souza
Licerda. ,
Maurcia, eserava de D. Joanna Mara Thsodora.
Maria Triphonia, eserava de Jos Joaqatm de
Olveira (lancalves.
Leaadra, eserava de Manoel Antonio das Passos
rdei
Joanna, eserava de D. Maria Carneiro de Souza
Lacera.
Theodora, eserava de Lniz J*s da Sllveira.
Mari, eserava de D. Emerenciana Argemira
de Si Barrete.
QnTtarda, eserava de D. Thereza de Josas Pi-
gueirAa Furia.
Fortunata, eserava de Francisco Antonio de Pi-
gueiredo.
Mara, escrava^e Antonio Lopes Rodrigues.
Jestina, ejerava de D. Pulieina areia de Mi-
randa.
Maihnde, eecrava de Aristide Jos I^eao.
Paulina, eserava de Carlas E. Riedel. '
Samaritaaa, eserava do.D*. Jos Joaqaim Tava-
res Belford.
Maanel Maranno ieS. Jos, eseravo de D. Ma-
ra da Selodade.
Francisea, eserava de Jo?quim de Almeida e
Silva.
,' Prnklna, eserava de Joio Francisco da Albo-
hCfaerqae Maranho. '
0-iphina, eserava de los de Azevedo Maia e
Silva.
Luiza, eserava de D. Paalia Pirmina Camello.
Raymonda, eserava de Adol.hi Lameoha Lins.
Guilhermino, eseravo de Joaqaim Francisco
Pranco.
Iabel, eserava de Joaquina Jos Moreira.
DEPUTADOS 3ERAES.-No SoufA .4mrea vie-
ram : para Pernambuco o Sr. Baro de Aracagi ;
para o Cear o Sr. Domingos Jos Pinto Braga ; e
para o Para o Rvm. conego Manoel Ios! de i
queira Mendes.
PARA O CEAR -O !i. batalno de Mana-
ra do exereito.^actaalmente na Baha, leve ordem
de prepaaar para seguir para o Cer, Sendo snbs
tituido all pelo 18.*
REPARTICSS PISCAES.-No mez de setembro
arrecadra :
A alfandega 849:301*7.39
O conulado provnflial 116:863*10!
A recebedoria 53.966*115
CURVETA PARAENSE. No sabbado tare
vltoa da Parabyba a -corveta braselra Pranse,
com o pavilho de Exm. Sr. chele de divjsio Ma-
mede.
Iranciseq Perelr i Xavier, com Joanna do Livra
menta Pessoa da Cunta.
Vicente Jos da Silva, cora Joaquina Generosa
le Sant Ana.
Joio Baptsta de Olveira, eom Fellzmina Pran-
elaea das-Chagas.
Joio Evangelista da Silva Jnior, eom Antonia
osa da Conceicio Mariins.
^HOSPITAL PORTUGUEZ.-A festa aniversaria
dainsullajo deite estabeleeiraento, oo corrente
"2j era celebrada no prximo domingo, com
*3_5? eTeBUor do co?,'"ne. P a que nada
ten poupado a directora TetpecWT*. Como no
annos anteriores, haver leilaa d tadas, para a recepcao das qoaes fofara nooeadas
commisoes paroihiaes, como melhor se ver do
annanco publicado n'oulro lugar do presente qu
mere.
C0MPANH1A DO BEBERIDE.-Os accionistas
desta empreza padem mandar buscar, no reapec-
tivo eseripiorio, o reiatorio (maresso) dos traba-
Ihos do anno ftnanceiro de 18701871.
SOUTH AMER CA. vlm dos que tronxe para
ata provincia, leva em ifansito 14 passgeiros.
LOTERA.A qne est venda a 209.a que
foi transferida por ordem da presidencia para o
dia 3, por se aeharem oecapalosna exlinccio d>
incendio os Sr). Dr. delegado de polica e subdele-
gado do Recre, que :5o o presidente e escriva das
extraecoes.
PASSASEIR05.- Vmdos dos porto9 do sul no
vapor South America :
Baro de Araoagy, Bironeza de Aracagy, Fran-
cisco V. Aragagy e 4 criados, Tnsio de Alencar
Aranpe Janior, Maxave Jones, Mr. Carlota Vicen
les, Domogos Jos Pinto Braga Jnior e nm criado
Manoel de Pimenlel, Emilia V. -Pimental, Carlos
Guisephi, Faguel Gui-ephi, Pagaeso Nicola, fiue-
taneo Pasguali, Nicols Pasgnali, Jos Guimares,
Antonio Pereira do Reg, Manoel Raposo, Maeoei
Gonr;alves'de Aguiar, Jos Pina Cabril, Emrpanuel
RufO-ir, Jos Maria da Conceieo e Matilde Mara
dos Passos Noga-ira.
Sguem para o norte :
Capito Tilomas sua senhora e urna lillia menor,
e Antonio Regero y Gaales.

DINHEIRO -Os
va ram sabbado :
Para Penedo
Para Macei
Para a Parabyba
Para o Natal
Para Maco
Para Mossor
Para o Cear'
Para o Acararil
O vapor S. Jachttho levoa sabbado
Para M*ceif O:Tf0*O()O
Para a Babia 9:3004000
Para o Rio de Janeiro 132:309*^00
vapores Mndate e Geipii le-
295*130
9:68:00
93'W0O00
3*fWO*O00
70o*nfloo
13Wft*0 0
104rti?,j8O0
5:000*000

SroS^r:la I17:MW*) "fpa" -sx^iszzx
f HROM \ Jllif 1.1RIJL
TRIBUX4L I HKI.ac; i.
SESSO EM^DESETEVlBRDE 1871.
rUSlDCNGIA DO EXM. SR. CONSELHEinO CAKTA.Mi
SANTIAGO.
Secretaria Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da maoha, presen tes os Srs. desem-
oargadores Guerra, procurador da cerda, Loren-
co Santiago, Domingues da silva, Regueira Co-ta
e SooX Leo, fallando com cansa os Srs. desem-
bargadores Almeida Albaquerque, Doria e Preias
Henrqnes, abrie-se a sesso.
Passados os feitos deram-se os julgamentos se-
guales :
AfiGtUVOS DE INSTRUMENTO.
Do juizo municipal do Banito. Aggravante, Ber-
nardino Jos de Souza ; aggravado, Jos Felippe
Bezerra de Meneze?.Juzes os Srs. desembarga
dores Regueira Costa, SoazaLeo e Guerra.Nao
tomararn conheeimento do aggravo contra o voto
do Sr. dessmbargador Guerra
Concederam por seis metes a pedido de D. loa-
quina Virgolina Correia de Olveira, pmrogaco do
prato por seis mezes para a factura do inventario.
Assignoa-se da para julgaraento dos seguiltes
leitos :
APrELLAgOES CTttMBS. .
Do jnry da Lagoa Grande. Appellantes, Jos
Alves Pequeo e nutro; appellada, a jnstica.
Do juizo municipal ie. Mamaoguape.Appellan-
te, Manoel da Costa Lima ; appellado, Gabriel An-
tonio Rodrigues de Mello.
TASSAGBNS.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago, ao
Sr. desembargador Almeida Albaquerque :
Do jury do Passo.Appellante, Francisco Ma
ranno da Paisa o ; appellada, a justj^a. Do jury
de S. BeOto.-Appellinte, o juizp; appellados, os
escravos Joaquina o E-ievo Da jury de Tambo-
ril.Appellante, Vitjl Raymundo a Costa Pinhei-
ro ; appellada, a justiea. to juizo munieipal do
Recife. Appellante, o tenento-coronel Antonio
Francisco Paes de Mello Marfnbo; appejlados, Leal
A Irmios. Appellantes. o commen 1ad >r Jos Pires
Ferreira e oatros ; apnellado, J -s Jeaquim Pirei
ra de Miranda. Appellantes, Jos Pires da Cruz e
sua mulrier ; appellalos, a viuva e fllhos do Dr.
Joo Ferreira da Silva. Appellante, Manoel Fer-
reira Magalhes; appellado, Dr. Alvaro Carneiro
Tavares da Silva.
Da Sr. desembargador Domingues da Silva ao
6r. desembargador Regueira Costa :
Do juizo municipal do Recife.Appellantes. Ma-
noel Rodrigues Oosta MagaiDiet a ouiros ; appel
lado, Tbomaz de Aqnioo Fonceca. Do jury-di
Buique. Appellantes, I, mrenco Bezerra da Gama
e outrns ; appebado. a justiea.
Do Sr. desembargador Regueira Costa ao Sr.
soubessemo?, oa adevinhassemos qae o Sr. Maia,
vendo a melhor perspec*.iw de nosso estabeleci
ment qnizesse melhorar lampera as saas algi-
06irss,
Por ls o, em fevereiro de 1870, dirigise a nos
o ftr. Maia e nos dase que tiaha qnem Ihe desss
'dous conloa de res de lavas, e 1:800*000 an-
nuaes, pela renda de nosso armazem, obriaando-
se o oflerenie a sustentar -a ciT-ru, poim sen
do o arrenlamento pr cinco anno?, e que n
dava a preferencia, por )i "Uosucharmos tu
oelecidos no armazem. Se a Sr. Main oha ie-
melhante offefla nao sabiamoa, porm a realida-
de qae nt para nio perderraos asdesnexas
feitas, e nos eneomraolarmos com mudencas, no
2ub tambem sooreria o nosso negocio, aonumos
imposicao do Sr. Mala, e entregues aa quantlas
exigidos por elle, elle mesmo, nos passou no dia
19 do mesmo mez de fevertiro de 1870, o anno
passado, o documento seguate :
t Reeebi dos Srs. Marques Santos A C. a quan-
tia de 2:000*083, como linas do armazem da ra
do Imperador n. 63, al ao Caes 22 de Novem-
bro, qne os meamos senhores oceupam e conti-
nurtm cesupar at dezembto de 1814 ; pagan-
do o aluguel de 1:800*000 como tica estipulado,
isto mensalmente Recife, 19 de fevereiro de 1870.
Jos Joaquim da Costa Maia
Estava portanto, vendido n< pelo Sr. Maia,
esle gso que elle avaliou em ris 2:000*000, o
qae se evidencia pelas palavras de seu recibo
continuarao a oceupar caja imposieio nos
sujeitamos, porque o osso preju zo, mudando
de casa, s-ria muito mai r ; prejmzo qae o Sr.
Maia hoje procara caozar-nos, pelo qual, "em
terapa, o responsabilisaremos, visto como a lei
nao a cobertura qae serve para horneas que
vo extorqor o que gaouo eom o trabalbo e
sacrificio.
thesoor
ICI'i.'-^* ouxe para o Sr.
!, e letou para o
O vapor Soulh Amen
Jo< Ridrigues-de Snoza
Para 1:900*000.
JAGUARO.^-Com este nome arrbou sabbado
ao nosso porte nm pequeo vapor, hlice, tolo
de ferro, do porte de 79 toneladas, demandando 5
psd'agoa. sob a bandeira ngfeza, afina de deixar
o respectivo eommandante one se aeha doeoie.
E-te vapar, com mala dons, o Porto Alegre e o fli'o
Grande destinam-se ao melhoramenle do porto do
Rio Grande do Sal. Saturara todos Crea juntos de
Glascnn, onde foram construidos, e, tendo sempre
navegada junios at S. Yjcente, seprarara-se ab
depois da sabida deste porto.
FACULDADE DE DIREITO.-Comecam qoartt-
fera as provas da arguico do' candidatos in9 -rip-
ios para o preeqcbimento de ama vaga de lente
substitu i da Faculdade de Direito.
INCENDIO. *'s 2 horas da maohaa de sabba-
do deram os sinos signal de incendio na freguezia
o> S. Frei Pedro Gonealves, o qual se aleara no
otao da sobrado n. 138.da ra da Damingns Mar-
iins, onde raorava o ir'. Manoel da Sirva Pontea.
atiriboind>-se deleixa dos eseravo. Tendo sido
descoberto lago, caasou prejuizo, qae se limitara
parte da conerta e repart ra doto do solio. C*n
pareceram as prio>paes autoridades da provin-
cia.
ACCIDENTE. -Sexta-fera. por volu-daa Sono-
ras danoate, o preto Desiderio, eseravo do Dr.
Silvino Blvidio Carneiro da Gnnha, aehando-se
dormir com pan do oorpo sobre os truno da
vi frrea de Orinda^ penca adianle da eslavo
da ra dos Pires, o Mtiogiio pelas rodas do-
carros do trem que de O inda saon -otra sla ci-
dade s 7 1/2 horas, resallando d'aoi ncar dito
preto com a perna direita frac arada. Oiiffdodi.
do foi condazido para o hospital Pedro II, nde
loe frzeram os primeiros curativos os 'drs. Soria
no de Souza EsievoCavaleaole, sendo-tbe in,-:
Appellaco'.s eriraes. Appellante, Joio Antonio
da Silva Santos'; appellada, a jastica. Appellante,
o juizo; a apellado, Jos Raymundo da Cunta. Ap-
pellante, B-ndicto Manoel do Na9craeota ; appel-
lada, a justiea. Apprllanle, o'juizo; appe'lado,
Manoel Jos Ribeiro. Apneilaco civel.Do juizo
rannieipat do Recife.Appellantes, os berdeiros de
Bernardlno Jos Mooteiro ; appellada, Maria An
] nunciada do Carmo Rocba CasU.
Do Sr. desembargador Souza Leo ao Sr. des-
embargador Freitas Hesriques :
Appellaodes crimes. Appellantes, o juizo ; ap
pejlado, Aolonio Vaz de Souza. Appellante, o juizo;
apoelladb. Antonio Soares da Ca-ta. Appellante,
Laurentiao Alves da Silva ; .appellada, a jastica.
O eonBieto de jnriidieco entre os juireii dos feilos
da tazan Ja de Macei, e o juizo municipal e or-
phos do mesmo.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Appellacio civel.Appellaole, Jos Simiao
pallado, Pedro da Costa e Silva.
DESTBIBUICAO. -
ApellaQSes civeis : -
Ao Sr. desembargador bouranco Santiago:
Do juizo, munieij.al de Porto CalvoAppellante,
Arma Mauric,ia de Souza ; appelladas, Librala Ca-
rlina de Olveira e uniros.
a?-
puuda a perna ne saobado pek) Dr>. MalaqUias,
Silva Ramo< e Soraao.
san
APPELLACUES CHIMES.
Ao Sr. desembargador Domingues da Silva :
Do juizo de direito do Recife. -Appellante, Bento
Jos da Silva' Magalhes ; appellada, a jusliga.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
Dojary 1e Surinbem.AppeUanle, o juizo; ap
pallado, Manoel Candido de Lima.
Ao Sr. desembargador Souza Leo :
Do jury de-Sermbaem. Ajpellante, o juizo; ap-.
penado, Bernarda Mara de Lima.
AGGRAVO DE PETICi0.
Ao Sr. dfaembargador Guerra :
Aggravante. D. Antonia Coelho de Andrade; ag.
gratado, o juizo.
REVISTA GRIME.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuqqerqae:
Ricorrentes, Prefiri, eseravo e
Oraach.n.sta qae dirrfia a lueotnotiya, de no- .^^, ladino eseravo e outros ; reoor
me Manuel Joaqun) de&ds: bem mm o a, nd' D" Inac,a Maru da Sllva Pere,ra-
de nome Ignacio de Paula CaSsote, tonm **os m.n s, a^J?^**^***-
e recolhi jos detenca, e contra elles proeeiTai f 2.1 d^erab.art'ail,'r P?." : _.
T f Recorreote, o juizc de direito da Victoria ; re-
wrrid >, Bilarmiuo dos Sanios Balea i Jnior.
e que s Ibe commn-
^R.aatadeiomar.
niqn a resohacAo que Su
Em resposta, Mnbo a ro
6r. eobboid, que Soa AltezaHftS?* *,rm" ''
regente, em oomastoSua MsgeS.Tt" Pefl
Mjoallo ermheehBanto levei t'. !'"P*^-
presta se de muito bom grade a- noK!., 7\S*'
de qae se traa, enmprindo-me aeea.\X*f*"r"
ata iuweaeAo w far muito antes*,
o pato flxado ne (raudo.
Apriveito estaopportoaidade pt reao'
$T. Cobbnld ai sefuMBv'a de m4a ,a,
y \
Joaquina, eisravA de Martinianno Bezerra Mot>
\ teiro Cavarante.
Liberata, esor*v*-da4>. M*ai Pton. -
Clara, eserava de D. RoVa Candila do Reg Mello.
Joanna Baptsta, escraWa Se BenUde Ffeitas
ftui maraes,
v MiMfliba^eserava fle Aatoniodoa Sabios Oii-
velrtr V
' Matla F.oreneia, serava do btrdsico do finado
Jone da Cunha-^
Otauo, eserava de-D. Jeieyha Alnriaa Pe-
i de Almeida Ctavea.
aatorfdade.
PRO.NNCJA.-Pelo delegado fle Panaeasa *
pronunciadox,az Mirceflno'dos Santos como in;
curso as penas do art. 20o do odigo criminar.
PBQflBSTOS DE EETTRAS,-0 eseriraodos. pro-
les'ns Jos Mariano esta de emana roa de S,
Francisco em (reate da do Dique de Caxia*.
PROCLAMAS Foraraiiidos no dia 1.*, aa.
Matriz da freguezia de Santo Amonio es proclamas
segoinias:
i." aenuneaaeio.
Miguel Venan:io da Srva.'corMUoda^baia
haode infamara de liaba, teta Fraaeelma Fer-
reira Lopes.
Jareimas Manoel de M"ndonca SMoMuf ceas
Lioriwla Mana da Coneeicin.
Jo- Beroarlo de Carvcljo, etm, ""ii rsaajal
da Conceicio, o nobentt viuve de Fraoeisaa Os*
mentina d Carvalho.
Antonio Beato d- Araujo viaja de Jeeepna Ca
rolina Games, eom Rila de. Casua.aleeieira,
Joo da Or do Nasumento,
7i ir da Silva Lima.
Ao Sr. desembargador Domingues da Silva :
Recrreme, o jntzo da direito do Gano; recorr -
ao, Ji o Rufino Ferreira.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
acrreme, Joadjulrrt landel da Rocha Franco;
recurrido, o juizo de direito da Graoja.
Ao Sr. desembargador San Ltao :
Recarreane, o juiz. de. direito da Victoria ; re-
isodrrao, Francisco Sebastio Paes Brrelo.
Ao roeo da encerron-se a sesso.
Jalgon o Sr. Maia que nos intiraidava com saas
bravatas de intimidaae com minia gente, e assim,
era 9 de agosto prximo passado. apenas 1 anno,
5 mezes e 25 Has, depois das lavas, dirigi aor
seu advogado, a pe ti cao segoiate, ao Ulna. Sr. Dr.
Arminio Tavares, mu digno juiz d 2a vara.
IIIm. Sr. Dr. juiz municipal da 2;i vara.
Diz Jo Joaqaim da Costa Miia, qae haverd <
arrendado Marques Santos & C e por espaco de
tres annos (que anda nao eslo fiados) a loj de
seu predio; sito ra do Imperador n. (VI, e pre-
cisando da dita luja para nella estabelecer sa ;
quer fater notificar acs ditos inqulmos para que
entreguem as chaves na praso de 3J das que sor-
rero da notficacao, assim como qae, decorrido
este prazo sem que lenham entregado as chaves
serio despejados juiiialmenle, prei)fli supplicante da permissao da ord. liv. i tit. 24.
Pede perianto deferimenlo. E R. M.Alcofo-
rado.
Qie desharroona nos actos do Sr. Jos Joaquim
da Costa Mala, Que plano artificioso procura o
Sr. Maia erapregar para nos prejodicar, prevale-
cendo se como diz da permissao da le I
Arrendoa-nos o armazem por cinco atajas, con
forme se verifica pelo recibo qae nos passou.
Vendeu, com as luvas que de nos reeebeu, o seo
goso durante cinco annos, demittinda de' si todo o
direito qne permitte a lei, pelas palavrase conti-
nuarao a oceupar ate dezembro de 874, e no lim
de um anno e mezes, vem de nos exigir o arma-
zem nara se estabelecer, e uto no prazo de 30
das II
E como se prevalece da lei, para acobertar urna
txtorc&o, um eslellionato til
Sanio Deus I estaremos transportados ao con-
mIii da coramuna oa entre cambaes? E a lei
por ventara se prestara a ama iojasiiea too cala-
mitosa, causaolo nos prejuizas e prejuzas enor-
mes? Nao serpo-sivel v-n corso na ju-i\e do
paiz nao prevalecer a infidencia do Sr. Maia' so-
bre o direito das partes.
Cumiado iremos trabalhandi para minorar o
nosso mal; e para qae o Sr. Mai) melhor pat.m-
teasse a justiea de nossa caaza, eis qae em 18 do
corrente veio de novo com a pelico egaiote, a
qual oaibora ss barmooise com o espirito da an
tecedjnte, esclarece coratado o termo do arrenda-
ment, erabora anda de creaca pa mastica do Sr.
Maia.
Ei-lt:
Ib o. Sr Dr. juiz municipal da i vara.
Diz Jos Joaquim da Costa Maia, qne ha vendo
arrendado Marques San tos & C por lempo de 3
annos que sevenckm em 31 db dezgurro de 1872,
a laja de sea predio da ruado imperador, soba
numeracio 63, e no caes 22 de novembro vulgar
mepte chamad) PasseioiPabl co, eom a onmeracio
Si, e eam frente para aabas e.-tas ras, e leudo
oecorrido a neces.-i la le imprevista de precisar o
fiupplicante da referida luja, para nella esbele-
cer-se mandou intimar os saoplieadis para qne
Ihe enlregassem as chaves na prazo de 3J das,
all'gando a necettidadeqae he sobredora.
E como quer que teatutn decorriJo os ditos 30
das, e se d a quar'a hypoihe.se figurada na ord.
do liv. 4o til. 24, pnacpio, quer faie los uotitieaT
para despejarem dita loja no praso de 24 horas,
que correrio no car lorio eom a eomminago de
serum despejados jud.cialmente se o nao tizarera
em .dito prazo.
Dec ara o snpplicante jue est pago dos alu-
gueis 711c Um recebido com o protesto, de nio ser
prejadicado o referido despejo, assim cono que
est prompto para restituir as luvas que reeebeu
em relacao an lempo que falta para o arrenda-
ment ; e requer a V. S. qne manda lomar por
leroo o juramento de ser ventado a causa alaga
da, e de sujeiur-se ao que esta disposlo no 1 da
citada ordenacao.
Pede a V. S. deferimeato. E R. M.Alelo-
rado.
Recifa, 18 de setembro de 1871.
Ora, comparemos anda a materia desta pe'.i-
sao com a do recibo que aqui exhibimos.
O recibo dudara que o orasodo arrenlamen-
to fiaalisa em dezembro 1874, a pelico que se
fioalisa em 31 de dezembro de 1811 urna grelagem
de 2 annos I I
O Sr. Maia quando exigi luvas. lalvez j fos
se rom o Bto de llu sobrevir d'oki dias a neces-
sidade do armazem, para nelle se estabelecer, e
procedendo era seu raciocinio, deseo ario oa le,
ura raeth nio da obier dinheiro a vapor, movido
por sna influencia I D se o caso de o Sr. Maia
ex>gir-nos o armazam 4 das depois de assigna-
do o reciba; teria ou nao direito de assim pra
lcar, de cunformidada com o seu modo de in
terpelrar ordenaco I
E mais, Sr. Maia ; dado o caso de proceder
ua alleg icio, est o Sr. Maia to precisado de
recursos, que precise, para eslabelecer-se, nos
vir eocommo lar, faltando sua palavra, e tnan-
chando a sua diynidade de homem, parque de xa
de ser homem o individuo que se afasia, de seas
devores sociaes ? O Sr. Maia pellsa mal, ex-
indo o despejo de nossa loja, ua praso de 21
horas.
E e assim nao porque propoe-se o Sr. Maia
restituirnos as luv is que reeebeu en re'acm ao
lempo que falta para o arrendamenl* 9 B por
que o Sr. Maia nao pode deixar de confes~scr
que as luvas que reeebeu, importara no ganda io
arrendamento at final ; goso do nual o Sr.
Maia uo oos p le privar, sem eom'meUer umt|
estelionato ; e coma sabe- a lei nao aalorsa, em
caso *i Vollaremos sobre eese assumpio.
"Raeife, 3D da setembro da 1871.
Marques Sanios & C.
OOMMERCK).
Segaros contra-fon
COMPANHIA

NORTHERN.
Capital......... JO,000:00000C
Fundo de reserva ^ fj000:000^00e
Aeentta,
Mills Lathan C.
IMPERIAL
Companhia de seguros contra
fogo.
; AGENTES
S. P. JOIMSTON C;
Ra da eazalaaova o. 4t. -
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool d London 4 Glob
Insurance Company.
Agentes :
Saoflders Brothers A C.
lGorpo Santoil.
THE ALLIANGE BaiTISH d FORBKJN.
Life and Fire Assaraoce Company esiabelecida
em 182i. GapiUl 5,000,000
Os asentes desta compaBhia tomam seguros
contra rogo sobre predios, gneros e faieodas t
pagam aqui prejuizos devidamente provados.
Rabe Schmettau A C
Corpo Santo n. 15.
i'KAUA DO RECIFR 30 DE SETEMBRO
DB lb/1.
aS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Gotac5es oflSciaes.
\lgodao da Parahyba 1 sorte 667 rs. por kilo
posto abordit frete de 3ri e 50|0 1 hontem
Cambio sobre Londres 90 d/v 24 3ii e 24 7,*
em papel de fra.
1. G. Stepple,
Presidenta.
Goncalo Jos Alfonso,
Pelo secretario.
ALFANDEGA
Readraento do da 1 a 29 831:I36<0.I
dem o da 30...... 17:366J6&X
oTlmento
Vofuraes sahdos cora
com
8i9:302*73a
da alfandega.
fazendas 63
gneros 327
------ 390
Descarregam hoje 2 de ontubro.
Brigue inglez Mary bacalhn.
Logar inglezC?r7 of the Peind-cerveja.
Lugar ingletSaral Sunlho merca lorias.
Barca inglezaJnnf-bacalho.
Barca francesaA/tiunciVn-varios gneros.
Patacho norte allemaoUeiios vari03 gneros.
Patacho americano James Millervanos genero.
Barca inglezaCetiz of Anadia dem
Patacho americano/:ntaboado.
Despachas de exporta(o no dia 29 de
setembro.
Para os portos do exterior.
Na barca portugnez Audacia, para Liver-
pool, carregou : Joo Jos Rodrigues Mendes 300
saecas com 26,217 1|2 kilos de algodo.
No vapor inglez Talismn, para Liverpool,
earreaaram : E. A. Burle t ('.. 111 saecas com
6,966 kilos de algodao; Manoel G. de A. Silva i
barricas com 12 kilos de doce em eatda; Cardeso
Irmo I caixo e 6 latas de doce com 22 kilos.
Na barca francesa Mauricien, para o Havre,
carregaram : Tssrt freres A (,'. 633 sacess com
44,307 l|2 kilos de algodo.
No bngue hespanhol Maria, para Bareello-
na, carregaram : Pereira Carneiro A C. 458 sae-
cas com 31,482 kilos de algodo.
Na e lona, carregou : P. M. Maurv lo saecas com
10,769 1|2 kilos de algodo.
Na lugar inglez AMre Bnrnijeat, para Liver-
pool, carregaram : Rabe Scharaelteau & C. 6fli
saceos cora 45,000 kilos de assucar mascavado.
Para os portos do interior.
No hiate Dos le mrdo, para o AraciD,
.arregou : Jos Barbosa de Carvalho II mei
barricas cora 887 kilos de assucar branco.
ABELLA DOS PRK50S DOS G8NER0S SOJKITOS A lak
BBITO DB EXPORTA5A0. SEblAI.A DB A 7 DK
RUTUBRO DK 1871.
Mercadorias: Unidades.
Abanos......... duzia
Algodo em caroen.....kilog.
dem em rama ou om lia.
Carneiros vivos. :.....um
Porcos idem...........
.Arroz com casca. kilog.
dem descascado oa pilado
Assucar braneo...... >
dem mascavado.......
dem refinado........
Gallinhas
i'apagains .
Azeite-de amendom
urna
obim.
idem de coco .
dem de mamona. .
Batatas alimenticias.
Bauuilha .
Bebidas espirituosas
ou men-
.... litro
.
.
. kilog.
.
efsrmentadas:
Valore-.
300
13
3V9
40Oi
24001)
m
177
Vil)
"120
43
1*000
5*000
M7
675
SiS
m
541^1
Agurdente cachaba..... litr.
dem de canna......
dem genebra......
dem restilada...... >
dem alcool........
dem eerveja......
Idem vinagre....... >
dem vinho de caj.. ....
Bolacha fina, comprehendidos 03
biseoRos........ kilog.
Idem ordinaria, propria, para
embarque........
Caf bom.......
dem escolha ou restolho ...
dem torrado ou moide. ....
Cal branca........
Idem preta........
Carne secca ( xarque ).
Carvo vegetal........
Cera amarella....... >
Idem de carnauba em bruto.
dem idem em velas, ....
Cha.......... a
Cocos seceos ...:... eento
PUBLICANTES A PEDIDO.
Aoj)ublico e para os Srs jui-
gadores ve-rem.
Nanea o persegnidu pela injnsUea deijrau de
crn RdiSmau*. J W^!^ w 1w w "n? e>*Jra
C?n!-' reotldao for o movel dojulga-
ao-..... ?*f*,?,.*,,"1a|M4i se r*ja de fallar
Lyra.

Mara da
2 lente **J*^^^)l*mm*&W' comp mmissos. comfiaio taliee* ter dinhei-
i'JWZ' IZ^^^^^V1^^ It+mmiMm, Vm la fe eorrer- sa ventado.
e.Portsaa, comiAaMlidtenaslelara-at1^;-pEogaoa-se porm, porque a ju ^!S^^^* I^^'SaSSr^ ama^a.-, do
1 AMmneikriA itadft.-eMai-e)pre Boaiaaes em. nossos pi*-
o Go^$^Zm*w*m> ffi--SS5SS \\TSLSS "S&
t~ s> que ieisariamas de fazer se
476
204
476
442
95
3
27
a
441
m
Rogo aos snliores redactores a patliaaoH)ea- ; *n em toros,
tas nabas no sen ootceituado Diario. nhas e esleto?. -
Engenho Taaetinga 112 de setembro.de^B7:. a&r s fpianrhd>).
Joaquim Gomcalm Guerra. "a Brawl
f----- J dm de jangada. .
Colla
Couros de boi, seceos salgados.
dem dem espichados. .
dem dem verdes ,
dem desabras cortados .
dem de onca.......
Doces em calda.....
dem em gela ou massa. .
dem seceos........
Espanadoresdepennasgrndej .
dem pequeos .......
lem de plha ........
Ssteiras.de carnauba .
dem propria para forroou estiva
de navio........
Estopa nacional......
Farinha de araruia.....
Senhores redactores.Ura man amigo .acaba de
communicar-mt) que, no sea Diario de 15 do pas-
sado, foi publicado contra mira, um asqoeroao acar-
ro de falMdados e insultos, soa a assigoalura de
Antonio Gomas aja Cunha.
Nao conheco este, senh >r. e, nao me aciusando
a conseieoeia de Ihe haver j mais dado o mais m-
significante motivo de queixa, devo snppor jue
subsereveodo elle as falsidadee e insuilos, )ue ras
-foram dirigidos, nada mais fez do qne prestar-se aa
triste papr-lde testa de ferro de alguna meo raneo
roso laimigo, que sem dar-se conbeoer qniz ter
o depravado prazer de ferir-me deslealmwio so- .dem da. mandioca
o nome de outrem.
Nesias cireumslaneias, prezando bstanle a^mir
nba digoidade nao vanho respooder ao signatario
do liiaeilo difamatorio, qae rae retiro, e esore-
vanlo estas linhss o anea dm nico pra votar
quemo lasiigou aecsitar too- honroso encafgo,
para qae, se, lem- algam vislnmbre de lrja, aprsenle descobeno na impreca, assumndo sera
nenhama reserva a responsabilidad de tudoaaan-#
.lo, sob um nome de^coohecido, raaadou pobdar
centra, mies o supracitado Diario.
Nao vendo na liga no contendor, eoea quena;
possa haver-me sena abatimeolo de lioha digoi
dade, ser o mais profundo despreio, a mioha ni-
ca resposta ogttresao. que me foi dirigii),i e- a
teda e inal^uer que per ventura attda se me fuer
pet mais violenta qaoeHa posw-ser.
kilog.
*
nm
>
kilog.
144-'*
ss
33
Feijo de qualquer qualidade. .
Pumoebaralos......
Idem garros ......
dem idem fulha bom. '. .
Idee era fulha, ordinario ou rw-
tomlUo ........-
Idera em rolo e enr latas bom .
tdem, ordinario ourestoJlw. .
Bt#
Geairaa de rr.&ndioca. (polvilh}.
Ipecacuaraha ( raz ).....
AngicQ Cataros ........
Eatams.......
ichaes.....-
acarand (coucoers) .- .
Leaha m achas.
V <
'
V
.

.


MUTILADO
- n 'i'


JL
iao de Peruambuc* Segunda [eir 2 de Oulubro de 1871.
*


'

_i_
duzia
um
duzia
B
kilog.
una
(luiria ......
VinhitM costadiaao de 35 a 30
millin^ros de grossur.i
Mem pranaboes Se dous costa-
das at miiliiuetros de gros-
sura.........
Mtm tafeado de mojos de 15
millimetros de grossura .
Tabeado divorso......
Tatuaba
INWI ,
Varas pan pescar.....duna
dem paraagutinadas
dem para canoas.....nina
Cavernas de sucupiratem-obra)
Eixos d cicupira para carro. par
MeUeo........kilog-
Mel deabeiha.......
Milho. .'........
Ossos '. ....
Palha de carnauba ... molnos
Peehnry. ...... kilog.
Peers dearaolar.....
dem de filtrar.......
Mem de rebollo <
Pennas deema. ...*..
Piassava, ......raolhos
Postas on cbifres de novilho on
vacca.........cento
Sabio.........1"lo-
Sal. .- ,......
SaWaparriltu....... *
Sapatos de eouro branco par
Seto on graxa emnuna kilog,
dem a velas. ......
Sota e vsquela......
Tapioca. ........
l'nhas de boi...... cento
Vassouras de carnauba duzia
dem de piassava.....
dem de imb. j
6*000
16^000
J0#000
1441000
MJOO0
38
6<000
2/400
64000
1*000
3#500
16/000
35
340
68
M
1/000
817
31
18
34
4/796
160
3/800
348
10
9/043
800
340
476
liOO
204
380
768
1/200
960
bacbarel em letra?. As pessoas nolaveis por seu
talento, e recoubecidamente habilitadas podero
ser di-peniadas da prova de capacidade pelo go-
veroo:. o* que ai? tpreswiarem d' cumeotoa que
provean a sua capacidade, ou aio krara dispensa
Jas de prova della, passario por nm ex.me antes
de seren admiftidoi Inscribi: lado de con-
formidade eom o art. 4 do regulamento de-f> de,
maio de 18S6. E para constar maodou o Ekdd.
Sr. vice-director afflxar este edita), que ser pu-
blicado oeata proviocia, na corte e as provincias
mils prximas '
Secretara da Faenldade de direito do Reeife
29 de setembro de 1871.'
O secretario,
Jos Motorio B. de Menezes.^
Alfandeg ae Pawambuco, 30 de setembrj de
4871.
IM.'eenferente Franoiso de P. G. da Silva.
O l.'couferenteHercalano C. Ottoni.
Appravcx Alfandega, 30 de setembro de 1871.
Pues de Andrade.
Conforme.Joaquim Tertuliano de Medtiros.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
Rftodiraento do dia 1 a 29. 49:4171311
dem do dia 30. ...... 48/801
63:966/113
CONSULADO PROVINCIAL.
Itaodimenlo do dia 1 a 29. 90:790/157
Idead a 30...... 26:0731043

116:863/202
PRAGA DO RECIFE
IM 30 DR HlI DB 1871 AS 3 HORAS DA TARDE
iti:\ is r i si:i a\ vs..
CambiosSobre Londres effectuarainse tran^ac
qoes a 24 5/8. 24 3/4 e 24 7/8 por 1/. Juhindo e
total do saques realisados para Europa .....
130,/'00.
Alqodo O de Pernambuco eseolhido e regu-
lar, sorte vendeu-se de 870O a 8/90O, o de
Macei, pisto a bordo, a 9900 e da Paralivba,
dem, i 93600.
Assucar.O macavado bruto do Canal a 2200
e o americano a 2/600 por arroba.
Ataoz O pilado da India vendeu-se a 2/800
por arroba.
AKrrB-DoCtO de Lisboa vendeu-se a 3/200
e o 4o Estrello a 2/800 por galo.
Bacalho.Veodeu-se em atacado a 15/ e a
retatho de 15/ a 16/ por barrica. Acba-se em ser
17,000 barricas.
Batatas.Vendeu-se a 1300 a arroba.
Bolachinhas.dem a 3/0)0 a barriquinha de
Si libras.
Caf.dem de 6*300 a 7J300 por arroba.
Cha.dem de 1/OO a 2*600 a libra.
Cir vejadem de 4*000 a 8/500 a duzia de
botijas ou garrafa^.
LouqaVendeu se a ingleza a 320 por cento
d-? premio sobre a factura.
Maktkiga.A mgleza vendeu-se a 800 rs. a
libra e a franceza a 660 re.
Massas. Vendeu-se a 6/500 a caixa.
Olbo de unhaca.dem a 2*200 o galo.
PnESUNTOs.dem a 16* a arroba.
Qoeuos.Os flamencos venderara-se a 1*800
cada um a o prato a 500 rs. a libra.
Sabao.Vendeu-se a 170 rs., do inglez por libra.
Toucinho. Vendeu-se o de Lisboa a 12*000
a arroba.
Vinaorr.O de Portugal vendeu-se de 120/ a
130/ a pipa.
' Vimos___Os de Lisboa vendeu-se de 200* .a
223*, e os d ontros paizes de 187$ a 210* por
I/.ipa:
Velas. As de eoraposicao venderam-se 580
j\s. o pacote de 6 velas em libra.
Descont.O rebate de letras regulou de 8 a
10 por cento ao anno.
PautTES.Do algodlo deste para o porto de Li-
verpool, vapor, 1 d. por libra e o %, e a vela
7/8 d. e 5 /0; carregando do 8o-Grande do Nor-
te e Parahyoa a 1 d. e 5 % a vela.
MOVIMENTO 00 PORTO.
Navios eutrndos no dia 30.
lo de Janeiro. 12 dias, barca- franceza Leonce,
de 276 toneladas capito Lafradclle, equipagem
11, em lastro, a M. La'.hram & C Veio rece-
bar ordena, seguio para a Parabyba.
Glastt-w, por S. Vicente, 42 dias, vapor inglez Ja-
guardo, de "7 toneladas, commandante filan,
eqnipagem 16, em lastro, a ordem, segu para
o Rio Grande lo Sul, arribou por estar enfer
mo o capito.
Parabyba, 10 horas, cruveta a vapor Pntense
oominandante capito de fragata Jos Cotlho
Netto.
Navios sahidos no mesmo da.
Graaia e portos intermedios, vaiwr nacioaai Man-
dah, commandante Julio Gimas da Silva, car-
ga iller-ailes gneros.
Tamandar, e portos intermedios, vapor nacional
Parahyba, commandante Oliveira, em lastro.
Aracj e portos intermedios vapor nacional Ge-
qiii, commandante Guiliierme, carga differen-
tes gneros"
Portoi do Sul. vapor americano S. Jacinthe, con>
mandante Alkios, carga varios gneros. .
Liverpool, vapor ioglez Talismn, ommandanie
J. Brodn, carga a godo e as.car.
Navios entrados no dia de oulubro.
Rio de Janeiro e Babia, 5 dias, vapor americano
South America, de 2150 toneladas, commandan-
te Te;.k eptugio, oquipageio 61, carga varios
gneros, a Hsmy Fomter i& C.
New-Tifk. 62 das, brigue aorter allemio Burzer
me Slwe, da 23 toneladas, capito E Haas,
e^uipigira 8, carga d':tT;rentes gneros, a Jo-
bnsioa Pater & C.
liaimore, 50 dias, barca ingleza Talismn, de
420 toneladas, cvpitao II ary Da Arlurd, equi-
pagem 13, sarga 3,700 barricas com farlnha
de trigo, e P. Brothers & C
' Piysnod, 28 das, brigue nacional Olinda, de
tl toaeladas, capito ConsUnliuo Santos Lom-
ea, equipagem 10, carga 3,183 quintase bes-
panhoes de carne a Balthar A Oliveira.
Observa cao.
At meio dia nao bonve entradas.
AafMMee ao su! urna barca ingleza.
Per&nte a cmara municipal desia eidade,
jstara em praca em os das 29 e 30 do corrale,
a 1, 2 e 3 do mes de outubro vindouro, para se-
ren arrematados por qaem maior preco offereeer,
os alugueis das cazinhas ns. 15, 16, 18 20,
lado do norte da tibeira da freguesa de & Jos,
e bem assim o imposto de 120 rs. por cada car-
ga de farinna e utros legumes vendidos nos nuer-
j.ados pblicos das freguezias de Boa Vista 8
Jos, servalo de base a qaaala de 2:500/000
annualmente a por lempo de um anuo,
O* pretendeotes devera) comparecer ao paco
la mesma cmara era releridos dias munidos de
dioa.
Pago da cmara municipal do Recite 28 de se-
'embro de 1871.
Ignacio Joaquim de Souza Lelo,
pr-presidente.
Lourengo Bezerra Carnelro da Cunha,
. _______________secretario "
Peraaie a cmara municipal de'sta eidade,
estar em prag, em os dias 28 e 29 do corrate
e 1, 2 e 3 do mez de outubro vindouro para se
re^ro arrematados por qnem maior prego offarecer,
es espagos onde anualmente se vende em beos
as fresenras aa ribeira da Treguezia de 8. Jos,
servindo de base a quantia de 15/0U0 annual-
mente cada um e por lempo de tres annoe.
As pessoas que pretenderen) arrematar compa-
regam no pago da mesma cmara em es das in-
dicados, munidos de fi ingas.
Pago da cmara, municipal do Reeife, 28 de
setembro de 1871.
Ignacio Joaquina de Souza Leao,
Pro-presidente.
Liurengo Bezerra Carneiro do Cunba,
Secretario.
Faculdade de Direito
Di ordem dj Exm. Sr. conselheiro vice-direc-
lor, fago pnhlico que no dia quartafeira 4 do cor-
rente as rtez horas da manhaa ter lugar a prova
da arguigo reciproca das tese* entre os candi-
datos inscriptos para-o concurso, que vai ter lugar
nesta Faculdade para preenchimento de urna das
vagas ue lente substitulo.
Secretara da Faculdade de Direito d:> Reeife,
2 de outubro d 1871.
O secretario,
_____________Jos Honorio Bezerra de Menezes.
O iuspector da alfaudega faz publico, que
considerando ab.inJunadas por Draga & Gomes em
seu despacho n. 251 de 3 do mez prximo hada,
49 cestas vime viudas do Porto n > navio por-
tuguez Social, entrado em julli > ultimo, por se
acharein comprebendiJas no art. 01 2a do re-
gul de 19 de setembro de 1860, sern vendidas
em hasta publisa, nos termos do art. 599 do mes-
mo regul., no dia 6 de outubro prximo vindouro,
depois de meio dia, pirta da^raesuia repartigo
no valor oOBcial de 286*686, s'ujeitas multa de
66/317.
Alfandega de Pernambuco 29 de setembro de
1871.
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Praviae-se aoe seohores paseageiros que suas
passagens s se recebem na agencia, rna doCom-
Ittercion 8.____________________ -
HU MTI
deve sabir ecm a maior brevidade a barca portu-
Sueza Clemtnina por ter grande parte -da carga
e coma engajada ; para o resto da carga a pai
sigeiros (rata se com os consignatarios T. de
A quino Fonseca & C Saocessores ra do Viga
fio n. 9. *
roa brilhantes, ooro a piala
'horas 4)diaa.:ima.
VISOS DIKBSOS
E
I
9gnir com a pcesivel arevidade o pafhbote
Emiti, eapitao Pererra: aiada recabe carga a fre-
bi: a tratar com S Leiao Irmaos raa da Ma-
dre de Dos n. i.
DECLABACQES.
Qoart-feira 4 do correle, depois da au-
diencia do Sr. Dr. juiz municipal da 2" vara, tem
de ser arrematado por venda, por ser a oltima
praga, a ca?a terrea n. 63, sita na ra de S. Mi-
guel, Fregaezia dos Afogados, com tres janellas
de frente porio a lado, com um terraeo si bre
columms, cinco quartos, tres sarra", estribara,
qasrtos para escravos e feiior, terreno proprio e
bem plantado, com baixa de capim e diversos
arvi.ri d.is, avallado por 3:000*^00. e vai a praga
a reqnermeot de. D. Joanua da atividade Cruz
Mosquita, contra Jos Antonio da Silva Grlo, co-
jo Ascripto acha-se em poder do porteirodo uizo.
COHPAVUI1
Messi3geries maritimes.
At o ata 11 do corrente mes espera-sa da Ea-
ropa o vapor fraocez Amazone, o qual depois da
demorado costme seguir para Buenos-Ayres,
locando na* B.ihiav Rio Janeiro e VuBievido.
Para condiefles, fretes e passagens, trata-se na
agencia, ra do Commercio n. 9.
No dia 12 do crreme mez espera-se dos por-
tos do sul o vapor francs Gironde, commandante
Giost, o qual depois da demora do costums se-
guir para Brdeos, tocando em Dakar (Gore)
Para fretes e passagens, trata-se com os agen
es Henry Forster k C., rna do Commercio u. 9.
COMPAlNHlA PEHNAMBUCANA
BS
?safSo e-Mtel-ra por rap-ar
Pahyba, Nata, Macao, Mossor, Ara-
catr, Cear, Mandah, Acaracn e
Granja.
O vapor Mandah commao
danta Julio, seguir pin
os portos cima no da 30 di
correte as 5 horas da larde
Recebe carga al o dia 29
encornmendas, passagens e di
oheiro a frote al as 2 horas da tarde do dia da
sahida : no escriotorio do Forte do Mallos n. 12.
Aos Sra gs8gonnte8 de^te*
Diario, que se aeham em
atraso depag.mento da>ubs-
cripcao, Timos rogar quei-
ram mandar sptisfi.ze!-a,
afim (te nao soff/erem inter-
rnptflo na iemessa otim-
mo Diario, .
Alaga -se o 1 andjr do seafaWb da roa da
lajaeaa attil'M. teado 1
aoaiaba, mato fresca :
Senzal aova n. 30, para,
sala. aBaTtos, despensa
a tratar aa lo)i.
%
1'lRl O
PORTO
Vai sabir com brevidade o patacho portugus
Liberal, capito Gnilherme Joaquim Leal, por ter
parle da carga engajada, para carga e paesageiros,
para os qutes tem expelientes eommnd >s, trata-se
com K. R. Rabello & C., a roa do Commereie n
48, ou com o captao.
LEILOES.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECIPE.
A lllm. junta administrativa da Santa Casa do
Misericordis do Reeife manda fazer publico que na
sala de suas sessoes, no dia 5 do mez de outubro
pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrematados
a quem mais vaniagns offereeer, pelo lempo de
um a tres anuos, as rendas dos predios em segui-
da declarados:
ESTABELECIMEN'TOS DE CARIDADE.
Traves-a de S. Jos.
Ra de lionas.
Sobrado n. 45 (andar e soto.). 304*000
Roa do Nogueira
Casa terrea n. 17.......304/000
Ra do Prdre Florianuo.
Casa terre? n. 63. ...... 205*000
dem a. 47.........180/000
Ra do Araorim.
Sobrado de 2 andares n. 26 ... 302/000
Ra da Gloria.
Casa terrean.61......240/000
dem n. 93...... 180/000
dem n. 56.........203/000.
Ra da Ponte Velha.
Casa terre n. 32. .....360/000
Ra da Roda.
dem n. 5.........103/000
dem n. 7.........101/000
PATRIMONIO DOS OBPHAOS.
Ra da Guia.
Casa terrea n. 27......146*000
dem n. 29........193/000
Largo do Pazaizo.
Loja da frente do sobradon. 29. 192/000
Ra de S. Jorge (Pilar).
dem n. 10o........152/000
Idemn. 102.......0 203*000
Mera n. 108.........203/000
dem n. 98........ 205/000
Idemn. 96.........204*00.
Sitio da Mirueira........ 121/000
, Os pretendemos deverao apreientar no acto da
jrrematagao as suas flaneas, ou compareceren
acompanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
;ife, 2~2 de setembro de 1871.
O escrivio,
v Pedro Rodrtguet de Souza.
EDITAES.
Faculdade de direito.
EDITAL
be- ordem do lllm. Sr. conseheiro vice-director
ir. Pedro Autran da Matta e. Albnqnerqae, a ero
ctuHpflwuinto do aviso imperial 4 13 do corrente,
Uqo aa*>iit que asta posto cooeurso, coas o pra-
zo aaatro mezaa, a cocui da dau deste, a ca-
aographia e historia a* carao prepara-
jo a esta (acuidad, vaga pela jubilacao
... J a twpecffvo prolesser baeharel Maaoel
torrara taaVha: pelo qne es toe se aiasreat
ittjcrever devera apresentar-** desda j comdo-
cuaieaaos %p reaem-: !.?, ana aaalidade de ci-i
aSa1rn ; 1*. duLhdaflilegal; 3.-, mo-
aMettada patos raapadthtos paroehn, e
Ma carrida nos lagares onde booverem residido
aet>M* Mhaoe aanos ; 4,', oapaeldade profes-
sMttL aifoit abava'ie eabibtoda o candidato al
fOaasiaajani aaroiaento?: Uielo de eapaei-
MHa aaa eoacario, oaiTerida peto ean-
#PHHW]1lltWctao pfimarle-e secnadara
da corte; Utojo de professsr, tambem da malta
ios eoaeurso, coneadido palo govarao taparial;
diptM de doutor, ou de baeharel, as (aaal*-
4m do imperio ou academias estrangeiras ou de
SANTA CASA DA MtSEHICORDA DO
RECIFE.
A Itlma. junta administra .iva da santa casa d<
misericordia do Reeife leudo de reconstruir o pre-
dio que p.issue o patrimonio dos esiabeleeimentos
de caridade a ra da Moeda, com dous andares e
soto, transformando-o em outro de um s andar
que contenba dous armazens, um no pavimento
terreo e outro no sobrado, e os predios ns. e 13
da ra do Borgos, precisa contratar essas libras
:om quem por meno< prego se quizer encarregar
lo effectua-las, podendo "serem aprovitados os
maieriae que forem lirados dos amigos predios
i julgados em bom estado.
Os pretendeotes deverao apresentar as anas pro-
postas em cartas fechadas com declarago do m-
nimo porque fazem cada urna das indicadas obras.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
eife 21 de julho de 1871.
O escrivio,
Pedro Rodrigues de Souza.
LEILAO
DE
45 barris coa vinbo do Porto marca M.
HOJE
O agente Pestaa far Iwlao, por cenia e risco
de quem per eneer, de 43 barris com vinho do
Porto, os qoaes serio veudidos em 1 ou mais la-
tes vonlade dos compradores, no dia segunda-
feira 2 de onlubro as 11 horas da manhaa. na
porta doarraazem'do Sr. Aones defrpBTe da al-
fandega.
DE
25 barris com vinagre de Lisboa.
hmb:
O agente Pestaa fars leilo por cdnta e risco
de quem pertencer, de 25 Darrs "com vinagre de
Lisboa, em 1 ou mais lotea no dia cima segunda-
feira 2 de outubro, na porta do armazem do Au-
nes defronte da alfandega.
DAS
Mais importantes
Para liqndaqao.
A" 3 de outubro.
Schapheitlin & C, teodo de liquidar a sua casa
commercial nesta praca, farao leilo, por intervea-
gio do agente Oliveira, do mais perfeito sortimen-
to de fzend de Ja, linho, lia e de algo Ja to-
das proprias do mercado e cuja nomenclatura se-
ria eofadonha, tanto mais por serem bem conheci-
das e apreciada) pelos aeus amigos amigos e fre-
guezes, quem convidara para o mesmo leilo,
que ter lugar
Terca-feira
pelas 10 horas da manhaa, em sen amigo arraa-
zem sito rna do Bom Jess, outr'ora ra da Cruz
n. 42.
Alises martimos.
COIWPAXIIIA
DE
Navegapo Brasileira
DE
Movis de escriptono, pertencentes mas*
sa taluda de Marques Bruno di C.
Q oaf ta-feira 4 de outubro.
Por ordem dos administradores da mesma mas-
sa, o agente Pestaa far leilo dos movis e mais
objecios existente Nno escriptoiio a saber : 1 co-
fre de ferro, 3 oarasiras, 1 secretaria, 1 armario
1 balcao, 1 machina de copiar e masa, 7 cadeiras,
I dita para escrivaaia, 5 bancas, 3 livros em bram
eo para escripmea^ao, 7 ditos mais pequeos, f
lavatorios, 3 veaatjaoas, 3 mappas, tabella para
libras, orna per^o de diarios alhos, 1 vapor com
vidragas, 10 duzias e 4 escovaa para sapaios, 14
conchas para lavitorios. Tudo ser vendido em
lotes no dia cima qmrtafeira 4 de outubro, s
II boras da manhaa, no mesmo escripiorio, larga
do Corpo Santo n. 6, V ~
Hospital Portupef (b-Bnel-
ceneia em farartin.
No domingo 8 de outubro preaiao. dever ter
ftLi u do aolT''* daiastallato des-
te nospftaf; o que se faz puWieo para eonbeci-
mentodaa pessoas que por cartead*, desepMM fa
zer-oawrtas de prendas pw o saaar. R-tae po-
derao ser derigidas at ao ola *. aa ateanWoe das
commisfdes cojos nomes se stptm :
n ftecie.
OsSr?. :
Antonio Jote Coimera Guimarear \
ao Carlos Bastos de Oliveira.
Manel Ferrefra Bartholo.
Commeodador Joao d) Reg Lima.
Jos Aatonio de Souxa Bastos.
Joio Perelra dos Santos F-rofa.
Jos da Silva Loyr. Sobriuho.
Santo Antonio.
Os Srs. :
Jos Joaquim da Costa Maia.
Antonio Angosto dos Santos Porto.
Manoel Ribeiro de Carvalho.
Manoel Joj Machado.
Jos Fernande: Lima.
Jos Joaquim Alves.
Joaqaim da Silva Costa.
Boa-vista.
Os Sr. :
Jos Alves Lima.
Joao Pereira Moutinho.*
Flix Pera ra da Silva.
Beroardino Gomes de Carvalho.
Miguel Jos Barbosa Guimares.
Antonio Lopes Pereira de Mello.
S. Jo*.
Os Srs. :
Theotonio Flix de Mello.
Jos Joaquim da Canoa.
Vicente Alves Machado.
Gommendador Jos Joaquim de Lima Beirao.
Joao da Silva Ferreira.
JoSo Ferreira da Si iva-.
No8sa Senhora da Graca.
Os Sra; :
Commea iador Jos da Silva Loyo.
Manoel Jos Dantas.
Manoel Jos Carneiro.
Antonio Baptista Nogueira.
tfanoel Teixeira Uatos.
Jernimo doaquim Fiuza de Oliveira.
Manoel da Silva Nogueira.
Passagem.
Os 8r*. :,
Miguel Jo! Aives.
Fr ncisco Jos da Osla Araujo.
Marcelino Jos Gongalves da Fente.
Olinda.
^s Sr?. :
Antonio Ramos.
Joaquim Gerardo de Bastos:
Angelo Baptista do Ksseimenlo.
Luiz Jos da Costa Pinto.
Hospital Ponuguez de Beneflccocia em Per-
nambnco, 29 de setembro-de 1871.
O secretario,
. Loiz Duorat.
D. W BOWMAN
Engenheiro eom
FUNDIClO
VI Itt A < Illtltl 5*
PASSAHDO 0 CHAFARIZ
Pede aos senhores de engenho e outros agricultores, e empregadores de ma-
/fiiaismo o favor do orna visita a sea estabelecimealo, para verem o novo sortimeoto
sompieto que ahi lea; prjis sendo tudo maito mus barato em preco do que jamis te-
ha vendido, esfi anda superior em qualidade e fortdlo ; o qae com a inspeefio ps-
wal pode-se verificar.
PEDE ESPECIAL ATTENgO ko NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDCO
Tapores e rodas d'agua 5LTSSM'!S,.T-
*na circumsUncias dos senttores proprietarios e para descare-c^r algodJo. '
lOGdaS dfi Oaniia de todOS os tamaDl108' as me'hores que aqai
Rodas dentadas ^n aoimaeS( 3gua 9 wpor;
Taxa s da ferro fundido batido e de cobre*
alambiques e f and os de alambiques.
Varhinicmn* p3ra mandioca e ai(?odo,
KOfeuimaiiiug e para 8erraT madei a
XK/BlDaS e patente, garantidas......
Todas as machinas ep8CM de que se a)Slxm precigar
Faz qualquer concert d3 macniDismo,, pr?0 moi regumid0
FormaS de ferrO lem aS me'DOres e mais baratas existentes no mer-
lTlPfiniiTIATl/1eC_IncuBDe'se de mani'ar v'r qualquer macbinismo vonta-
uui/UiUUlCJiUda de d08 dientes, lembrando-lhes a vaotagem de fazerem
sais compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qualquer necessidade pie
Ihes prestar auxilio.
Arados americanos e inslrumeritos agrcolas.
Podendj todos
ser mov ios a mao
por agua, vapor,
i o animaes.


*

-
r ..-----_
MPANH1A,
00
ERIBE
Os Srs. accionistas desta companhia qae
quizerem manir-se de folbetos contendo os
trabalhos e operares desta em^reza decor-
ridos no anno financeiro do i" de maio de
(870 30 de abril d > corrente anno ; po-
dem dirigir se ao escriptorio da referida
empreza ra do Cabug n. 16 qne Ibes se-
rao fornecidos.
Escnptorio da companhia do Beberibe,
28 de setembro de 1871.
O secretario.
Jos Honorio Diserra de Menezes.
Ao publico
Ra do Imperador u. 24.
Ao publico sem duvida a q jera nos dirigimos,
pois, para isso fazemos inserir ueste jornal nm an-
nuncio que deve ser liio por todos com muita at-
tencao.
Nao vimos eom pbrases bombsticas, procurar
convencer o respeilavel publico que acabarnos de
montar urna fabrica e loja de comeilaria, pstela-
ria e culinaria, smeme com o malicioso Jm de
chamar atleoco para o nosso estabelecimento ;
somos amigos do progresso material desia provin-
cia i ccorr*u-nos por isso, a idea da facilitar a
qualquer habitante della, a manir-se com pres-
teza e qnanlia resumida, de qualquer objeoto ten-
dente as tres arles acuna referidas ; eaiabelecen-
do para esse flrn urna confeilaria a rna do Impe-
rador n. 24. sob a segoinle denomnaco
CONFEITARIA DO CAMPOS.
Ama i) leite
Preeisa-se de ama ama de lene, ferra ou es-
crava, qoe nao tenha Qlho : a tratar na ra For-
mosa n. 21, casa da esquina qu tem grdame de
ferro._________________________________
Precisase de ama ama para cozinbar e
comarar : na ra de Hurtaa n, 1. *
jmjrar


I

I ~1 At o dia 8 de oululjro ei-
MW9^. perado dos partos do su I o vapor
hA l||^ Cruzeiro do Su! ((retado) caax
(fl mandante Gardozo, oqnil depbia
^^^^^^r da demora do cosUune seguir pa-
ra os- do norte.
Desde j reoebam-se p<
carga qne o vapor poder
Mr ambareada no da de su* ehegada
das e dinhero a frete at as % horas da tarde
aoudaaoi sabida.
N5a se recebem como eacommendas nenio ob-
j astea de pequeo valor e qne nao excedam a deas
arrobas de peso on 8 palmos cbicos de medicio
Tudo qoapassar destes limites davar sur Mar-
cado como carga.
Uili Fraoclse Barrt de
Alineld-i.
Joaqnim Hag!)lao da Silva Fragoso, convida
aos prenles e amigos deste fioado, para assst-
rem a ama minsa qne pelo rapoqao eterno lbe
manda rzar no dia 4 de outubro aa 8 horas da
entila na matriz de Santo Antonio, trigsimo
diada seu falfadaeato. ^^^^^^^^^
PrecWseT^raaama
para fazer o servico de
Jasa de familia composta
e doas pessoas, excep
mando-se o lavar e en-
gommar, pesta tyeogra-
GAIELLEIIEIIOS
SATYRO & CAENEIllO
Antigos oiTiciaes da Thesoura de Otiro.
Acbam se estabelecidos com salo de caballeireiro roa Dqae de Ca-
59 Io andar.
M
5^-


SO
A TISBiA OE Oli
GRANDE SALO DE CaBELLEIREIRO
Rll DQ DUQIITE2 W12 C1XIIS W,
(ANTtOA DO QEIMADO)
DELSUC, SLCCESSOR DE JtVJIE
Havendo comprado o estabelecimento de cabelleirero, faz Ifsto scente ao respeiravel pu-
blico de Pi rnambnco, convidando ir visitar esse estabelecimento, onde ha de enconirar todos os
trabalhos eom asseo, perfeicao e urgencia. Tambem o previne de que lem pefumarias Anas, por
preco commodo; e outrosim que faz todo e qualquer tr^balho de cabello relativo sua prcfhso.
P. S.-Avisa aos seas numerosos fregaezis qae coniin na sua oulra casi, ra Primeiro
de Margo, amiga do Crespo, u. 7 A, andar, onde aio de encontrar grande sortimenti de perfumara
eubjeetos de phantasia.

Cabelleire o de Pars. Ra Duqae de Caxias n. 50 e
ra Primeiro de Mar$o n. 7 A primeiro andar.
INTERESSA LER
-
A loja dos Arcos da Alvaro Augusto d'Almeida d C. roa do Crespo n. 20 A acaba
le receber directamente algans artigas de moda que passa a mencionar.
Riqaissimo cortes de vestidos de blondo par casamento.
Ditos de tarlaiana bordados seda para casamentos.
Corles de seda de bonitos gostos e superior q^alida Je.
Colxas de seda, la, e la e seda.
Capallas.com maulas de bloodepara noiva.
Camisai de esguio bordadas para noiva.
Leos de cambraia de linho bordados.
Cortinados bordados de differentes presos e dualidades.
Borns de 13a e seda para senhora.
Cbapelinas de crpe preto bea e feitadas pah loto.
Chapeos enleitados para menina modelo inleir imante novo.
Maotilhas brasileira de fil de seda.
Cortes de cambraia de cor, e brancos bordadt s.
Ctucb.eo.ez de la e seda.
Toi) da voyage fazend de gosto para vestidosj.
Cretoes de padroes novos.
Gravitas de mnitj gosto para senhora.
Anquinhas de crina.
Alm destes artigos qae se veodem por precos raztjaveis tem outros qae sao vrdi-
leiras pecbincbas como sejem :
Cambraias de core a 240 e 280 rs. o covado.
Alpacas largas bonitos padroes a 500 rs. o covado.
Lefi?os de esguiSo muilo finos a 3)5.30500,4}000 e SjtOOO a duzia.
Lias de cores a 280 rs. o covado.
Esteiras da India para forro de salas.

-

-
si;
EMCONTLNUACM tt^asnrrisf
ujH nune.
[>aede j reoebem-se passageiros e engaja-sa a
'ga que o vapor poder condnzir, a naaldever*
' ambareada no da de sua ehegada. Rneommen I
da liquida das em penhor, constando de|
objectos debrilhanies 4i\Md
e prata.
ttiata-feira 5 de ni
tubro. (
Mauricio Jos dos Saltos Ribeiro, tari ItfteV,
or nterveaaie ao agease Martins, em Uqoidaelo
de todas as cautellas dadss em peahor.era seo es-'
taberecimento i praca da Independencia o. 33, e
eisoo.
Por rdea do rfmio inlz da irmandade do Divi
W*lto:t.fo > convento de S. Fraspiaco.
vido aos niioa. para asslstirem a taau da S.
Francisco qon isa lugar no dia 4 do corrente mes
netas 10 horas de 41a e o mesmo irmao juiz espera
- visto tanaca recatada canvile tara
ConsistorK* Maaadaae -.ao Mvla Esairilo
Santo cj|L! ? ^n,oai ontubro affBI. ] I ,____
1 Olseeretano,
___________ M.Q. Agr.
- Alaga-so ama das salas de um taicirb '
dar aa roa D|ne de Osxlas: a traiw tu orna*
nana. Jeja.
HM fILOOE
N'ESTA ANTIGA E CREDITATA
FABRICA

UCalTla l* CURTISTHIHTI IU1 MlfllIB S01TI1IIIO Bl
chpeos wm a^Hkl
Be todas as qualidades 1
B tadaa aa feitios I
De todas os pre^oa I
RA DO CRESPO N' 4
ia^a*aaa^B6- saH'4^H^H
1 MUTILADO |
I
aaa
han
*"?
J



. lilll
1-,
n
Diario d* Pemambaco Seg
ti ni
iib 2 dt Outubro d 1811
Nette aovo armazem tem nm
triado sortimento de fazendas
tnaauii, inglezas, aUemlaa e to-
eaa tedas se venden por precos
odeos, afim de acreditar a-este
/qoto armazem.
Cuemiras ingieras,
rrsncezas, de todas as
oalidades, brins de
Ares e brancos, oolei-
rnboi modernos, cha-
os.de sol deseda,
feo*.
RA
ario m victoria ,
satija ra
NOVA*
41 MA DO BABAO DA VICTORIA 41
" "* DR Assim como
ARRUDA IRMOS.
N. 41.
Assim como tem orna granda
oficina de alfaiate, montada coas
todos os prepares qne ha de melhor,
dirigida por habis artistas, qn
pela sna promptidSo e perfeicit
nada deixam a desejar.
Roopa de todos ot
amanos para borneo*
meninos.
Por todos os paqot
tes recebem-te as me-
lhores e mais moder
as casemirai que ha
na Eoropa.
RA
Bario da victoria
aitifi raa
NOVA
N. 41.
Novo Atheneu
De conformidade cem as disposic^Ies dos esta-
latos convido a todos os eobcre- socios a compa-
recerem a Hesso extraordinaria de seganda-feira
2 de ontnbro, s 4 b iras, aiim de proceder-se a
lei^io da directora e mais comraissSes.
Recife 39 de selembro de 1871.
O 1. secretario,
Edgardo Jayme.______

Joo Jos de Carvalbo Moracs, Luiz Al-
fredo de Moraes, e Jos Gandido de Moraes,
soturnamente magoados pela infausta nova
do passsmento de sen sempre lembrado to
e amigo Dr. Sebastio GOcalves da Silva
fa'lecido na Europa no dia 3 de agosto
passado, mandan celebrar orna missa de
rquiem e memento pelo eterno repooso1 de
sua alma, e para este acto que de ver ter
lugar na. ordem teiceira de S. Francisco,
pelas 7 horas e meia da manhaa do dia 3
de ootabro, sexagsimo de sea fallecimen'-
lo, convidara todos os seas amigos e p-
renles, e bem como os do finado, assegu-
raodo desde j que moito os obseqaiaro
aqoelles que os acompanharem nessa ulti-
ma prova de moia estima e amizade que
tribntavam ao finado.
Recife, 28 de selembro de 4871.
>C
Mi estabelecimento acaba de soffrer ama reforma radical em acceio, artistas e commodos <1' *mt^oa"daJf f ^;
odas, finalmente em tndo afim de melhor servir os seas damerosos reguzei de.sa-se de annnnciar todas as fazendaa, pan
%io ae tornar massante
REMEDIO INFALLIVEL
Para as sezoe^febresintermittentep, remitientes e biliosas
DSCOBERTO E PREPARADO PELO CELEBRE MEDICO E CHIMICO

Nesta poderosa e impagavel preparado,
nao entra quina, arsnico e nem bismutho.
Este maravilhoso remedio nicamente
composto de nm so producto vegetal, e
esse mesmo desconhecido at boje scien-
cia cbimjca.
As ezes, febres intermitientes, remit-
ientes, biliosas e perniciosa inflammatoria,
todas tendo sua origem na raesma causa,e
produzindo os mesmos effeitos, porm em
rio differente de intensidade, necessitam
do mesmo tratamento. A causa acha-se
oos tlftuvios contagiosos quo se despren-
dem da vegetacao corrompida, dos panta-
nos e das aguas encharcadas. E' um ve-
neno sublilissimo e insidioso que se absor-
be pelos p .lines e penetra no sangue, de
sorte qoe a molestia s vasca accumula se
por muito tempo no syslema antes de fa-
zer sentir se.
Este veneno effluvial, que o sangue re-
cebe ptl'is pulmoes, opera as sezes da
maneira segoinie : sua intensa irritado no
?ystema taz eicerrar todo o sangue no
corpo nos excretarios internos,o ligado,
. s tins, o pncreas, o ba^o, o estamago e
o potmoes,aiguos dos quaes ou lodos
elle* sao aamutoados do saugue retirado
DR. J. C. AYER
da superficie do corpo ; eis a causa do
periodo fri.
A febre cau-ada pela reaccao, quando
o sangae abandona os excretorios internos
e arroja-se superficie, como n'um outro
esfoioo violento para expulsar o veneno
atravz do outro excretorio chamado pelle;
15o pouco consegoe a natnreza
gundo esforco como no primeiro. Depois
segu o desmaio e prostraco que natural-
mente saccede s grandes agitages, e o
instincto do nosso Organismo o fz abando-
nar a tentativa at que, recobradas as tor-
cas, renova no ontro dia a luta desespera-
da. Saccede depois o desassocego, grande
calor na superficie do corpo, a pel'.e e o
semblante, incoados, terriveis dores de
cabeca, oppressao e latidos as fontes,
pulso cheio e forte, ourina muito corada e
sede intensa; eis o periodo de calor. De-
pois de algum tempo (jue vtria g^-Talmen-
ta de duas a cinco horas), tima transpira-
cao copiosa prcorre por lodo o corpo.
justes symptomas violentos passam e dei-
xam somente urna sensaejo de prostraejio
completa, se -que o ataque rio lem fe'to
algum m-il organiro. Se nao se tonar ai-
gura remedio adequado para curara m-
Vende-se em todas as pharm cas e drogaras do imperio
W. R. Cassels &
Agentes geraes
lestia, os accessos continaam a repetir-se
com urna regularidad^ correspondente ao
seu lypo, e com orna violencia proporcio-
nal intensidade do veneno, modificado
pela resistencia constitucional, ou medicinal,
que se lhe opponha. E' evidente, pois,
que qualquer remedio destinado a curar
ueste se- \ esta molestia, deve destruir este veneno no
sangue, ou arroja-lo fra delle. Com
grandes e pomposos anooncios tem-se offe-
recido muitos remedios para a cura destas
molestias, porm ou n5o tem sido bastante
efficazes ou teem produzilo effeitos preju
diciaes saude em geral. A quina, ainda
que seja^o grande recurso, em que o povo
quasi em geral maor confianca tem, pro-
duz muitas vezes effeitos desastrosos, e to-
mada era grande quantidade sempre pre-
judiciosa sade geral. ^ A preparado qoe
aqu offereteraos ao publico, n5o contendo
em si nenlwma dessas substancias injurio-
sas, por ser nicamente vegetal, promeite,
se fr empregada segundo as direccSes na
lingna portuguesa, que acompanba cada
frasco: estimular os grandes excretorios
internoso jigado, o baco e os rinsa se-
parar do sangue o veneno -offecst^o e ar
roja-lo do corpo.
C.
msrtp
-
A .argn, do rfo do Poco da,^^^^^^00|0(
Panella. ^ iiihiiiii m
MUDANCA
Alaga *e p>r festa ou por anno urna casa cos ^.
- ^-iveis acc>mraodac5es, leodo nm jardim ao 5
Jad., arvores fruclifnras e dando frncto, como sa- m
loxiiriro?, mangaeira?, laracgeiras, goiabeiras, ^ q bacharel Amaro Joaquim Focceca de Z
sAofta*, flgueiras e fracta-pao, etc., cacimba de .) Albuquerque, transferio seu eeriptorlo
gai de beber, port e grade 'e ferro ea frente *
0
SiStrao
Joaquim A Gon a de advogacia para a casa n. 5a ra do A
da me-ma casa, e um dito no fondo do mesmo | ^ Duque de Caxias, antiga do Qaeimado, w
#iti",.eojo olh para a igreja da N. S. da Saude : I on(je nos das utes, ser encontrado das 79.
uue: a pretender dirija se ao Recife na alrande- m lo han da manhaa s 3 da tarde. M
que:u a pretender dirija
a, : tMlsr-eom o despachante Jeiuino F. da Silva,
,->u i i lugar t Caldeireiro onde reside.
Superiores agarres do Rio
de j&neiro.
D mingos A4ves Hatbeus, nico agente nesta
iTjvmcia da fabrica imperial ae cigarros de S.
Ja de Nilherohy; eftabelicida no Rio de Janeiro,
tem sempre nm completo sortimenlo de todos oa
ttrtof, fumo picado e en latas. Tem igualmente
M afamados cigarros Conde d'Eu, feitos com mag-
oifico papel de palba de milho e fumo superior
Pira governo de seu- freguezes, que tem estabeie-
cido deposito^ Bllaes, as casas dos Srs. Thomai'
Francisco de Salles Risa e Manoel de Sonta Cor- !
deiro Smiles Jnior, no bairro do Recife, e todo
joanto for vendido em outras casas com a firma
de Souza Novaes & C. sao falsificados.
0 10 horas da manh s 3 da tard. {$
000 0000000 0000
MOFIHA
Aluga-se
o teguodo andar do sobrado n. 38 da ra Nova:
a tratar na toja.
CASAS
Aluga-se o primeiro, segnndo andares e sobre*
otio da casa n. 6, cita a ra do Livramento : i
tratar na loja do mesmo predio.
Roga-se ao Iilm. Sr. Ignacio' V.eira de Helio,
:rivo na cidade de Nazaretb desta provincia.
favor de vir a roa do imperador n. 18 a conclu!
aquello negocio que V. S. se comprcmettea reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fin
de derembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro abril, e na la enmprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
Sm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocie
de mais de oito anuos, e quanoc o senlior te?
fiho se acbava no es nesta cidade
ATTENCAO
a
I Aluga-se urna grande cocheira na ra da l'nio,
l com dius quartos e soto com outros dous quar-
tn?, tendo Janellas, tndo eaiado e pintado do no-
i vo e moito propria para taberna oa oairo estabe-
ecimento : a tratar na ra da Aurora n. 36, !
' andar.
ves
Roa do Trapiche n, 5, i andar.
Sacca por lodos os paquetes sobre o banco dt
Hioho, em Braga, e sobre os egnittet fugares en
Portugal: ,
Lisbea.
Porto.
Valenca.
Guimaraes.
Goimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vet.
Vianna do Gastellc.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Fame!:.:.
Lamego.
Lanos.
CovJhaa.
Vasca! (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
H1M
DYVETOT
nica caca neste genero
I4-Rua Eslreila do Rosario-14
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que pertetr-
SEGUROS
MARTIMOS
P
cov*n/L fogo
A coapanhia Indemnisadora, estabelecid
***i* praca, toma seguros martimos obr
aviot seus carregaments e contra rogo
nedif/ios, m)rcadori?.s e mobilias: di
tal do Vtgario n. 4, pavimento terreo.
AMA
Precisa se de urna ama para cosinbar, e mais
servicos de ama casa de pequea familia ; tra-
a' Praca do Conde d'Eu n. 30, 2." andar.
CASA OA FORTUM
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
4 roa Primeiro de Marco (outr'ora ra d
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo a? signad o, tendo vendido nos seas te
aies bilhetes um quarto n. 1922 com 5:000*000,
am qoarto n. 1992 com 800#000, um quarto n.
2686 eora-3004000 e outras sortea de Mf e 20J
da lotera qoe se acaboa de extrabir (208*), con-
vida aos possuidores a vlrem reeeber na confor-
[ midade do costume sem descont algum.
.Bu travessa da rna
das Cro/es n, t. pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de oaro, prata e brilhan-
les, seja qial for a qaan-
a. Ba mesma casa cora-
pram-se os mesraos oe-
tacs e pedras.
wwmmmmwmwm*
Trofessor italiano
Um italiano que ensinou na Italia e na Suisa a
lingua italiana, arithmetica, geograpbia e geome-
tra, deseja tomac alguns lscipnlos para esias
Acham-sa a venda os ^bilhjtes garantidos da materia?, preferlndo alnmpo?. O mesmo n>s horas
lo po
cripta
abri;

Firmino Jos de Oliveira, em testemanbo de gra
lidio ao benemrito pernambueano e nunca asss
chorado conde de Boa-Vista, manda celebrar no
dia 4 de outubro, s 8 horas da manhaa, na igreja
do convento do Carmo primeiro annivenano do
seu passamento urna missa resada pelo descanso
eterno de toa alma. Convida per taoto aos p-
renles e amigosidaquelle 'Ilustre fiaado, para qoe
se dignem concorrer a esse aclo, toroando-o mais
emne.
4F. \
D. Joaquina Emilia da Silva Villaja, D. Maria
Gonealves da Silva Pereira, Domingos Antones
Villaca, Lnn Antonio Pereira, Hermenegildo Gon-
rilves da Silva e Joaquim GonQalves da Silva; ten-
3 recebido pelo vapor ingle?, chegado ltima-
mente, a confirmacao da Infausta noticia de ter
fallecido na Eoropa no dia 3 de agosto prximo
passado, seu prezado mano e cunhado Dr. Sebas-
tio Goncilves da Silva, e desojando sufragar sua
alma, pdeos aos reverendissimos sacerdotes que
quizerem celebrar missas por alma do dito finado,
o facam na segnnia-feira 2 de outubro as 7 horas
as seguintes igrejas: matriz do Recife, de Santo
Antonio, de S. Jos e da Boa-Vista, convento de
S. Francisco, dito do Carmo, e no hospicio de Nos-
sa Senbora da Peuha, onde pelas 8 horas do mes-
rao dia ser celebrado o memento pelo repoozo
eterno de sua alma. Os cima inscriptos rogam a
todos os prenles e amigos do dito finado quei-
ram concorrer a este acto de religio e amisade,
pelo que protestan) desde ja sua gradao para com
todos que se dignarem assistir ao dito aeto.
v i- '
Missa.
Antonio Augusto Ferreira Lima, traepassado de
dr pela in.m-ia noticia da morte de seu presado
irmao, Godofredo Augusto de Souza, em Cajazei
ras, na Parahyba, manda rezar urna mis?a por
sua alma/segunda-teira 2 de outubro|,s 7 horas
di manhaa, na igreja de S. Francisco, e para es
se lim convida seus prenles e amigos.
6f!
Brrelo
pelo presente
prenles e do
Major l.niz Eraoelsco
de Almelda.
Manoel Pereira Camello Pessoa
convida a lodos os seas amigos e
finado cima, para as<|stirem a urna missa que
por sua alma mami'a celebrar na igreja de N. S.
do Carmo,'pelas 7 Inras do dia & de outubro, tri-
gsimo dia do s-u i de reigiaoe cariladc desle j se confessa eterna-
mente gatro.
1
AOS 5:000^000
<4g Vd os felizce bilhetes da lotera da
*. aa caa.'?": 4? air? f ^jj^co, (tu u
*m!*v nc 7W'f. -
12.* parta das loteras, a beneficio da nova igreja
de Nossa Senhora da Penha (209'), que se exrah;-
r terca-feira 3 do corrate raaz.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6#000
Meio bilhete 3 Quarto I 500
fia porfi de 100*900 para cima.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*790
Quarto 1*375
Manoel Martins Pinza
vagas se enearrega de ensioar escriptnraco por
partidas dobrada, e de fazer aigumas escripus
de casa franceza ou iUliana : bem como abri
nm curso te lingna italiana, que faccionara as f!
horas da larde, na roa da Autora a 23, MM d'1
Sr. J. Smottz.
Aos 5:000#OU.
Bilhetes garantidos da pro-
vtncla.
Rna do Barao da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 ecasat
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender entie o.
mo> moito flizes bilhetes a sorte de 5:000*000
em -am quarto de n. 1922, a sorte de 800* em um
quarto de n. 1892, e om quarto de n. 2686 com a
a sorte de 300*, alm de outras sortes menores de
i0*000 e 20*000 da Meria qne se acaboa de ex-
trahir (208), podando seus possaidorat virem re-
eeber, qae promptamente serao pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para virem ao sea estabeleciment
omprar os felizes bilhetes garantidos, que na.
deixar de tirar qualquer premio como prova pelo
sesmos annuneios.
Acham-se venda os muito1 felizes bilhetes ga
rantidos da 12* parte das loteras em beneficio d*
nova igreja de N. S. da Penha, que ser ertrah'da
no dia terca-feira 3 do correte mez.
PRECOS.
Inteiro 6*000
meios 3*000
Quartos 1*800
De 1004000 para cima.
Inteirc 5*500
Meios 2*750 '
Q o artos 1*375
Joo Joaquim da Coila La t.
AVISO.
Aligue). .
Precira-se alugar urna negra escrava de boas
cstumes, que saiba bem cozioaar' e faser o ser-
vico interno de urna casa da pooca familia, e se
agradar pagase bem : dirijan a ra Bella n. 37,
sobrado de dous andares.
Aluguel.
Em virtade do acanalo qne houve no predio da I Alofa-se um moleque de 18 tanos de ida*>,
rna de Domingos JosJIoaWro (ostr'ora Sentala) maito intelligente para todo o servico de ama eaia
e aehar-sa presente o Illm: Sr. Dr. delegado e o *
Sr. subdelegado, nao pode Jr lugar a xtraeci
da lotera qne eslava aniunii>da para 30, teve S.
Exc o presidente da provincia de tras*ferir para
o f: terca-feira 3de outubro
tt .tole --etembra a 1871.
j-= ofqairo i ~o.u
do pequea familia : na rna Bella a 37.
' >Precis*-e de urna ama para ewtnbar i
perfias : na ra do Socego i. 70.
Para alugar-se
Um sitio no Poco da Panella no porto do Paula
com excellente casa, cora duas sallas, quatro
quartos e ccztnha : estribara, cocheira e quartos
ara criados, e mais daas casas meias-aguas pa-
fmulos oa hospedes : it tratar com o commen-
' r Tatao.
abaixo assignado declara ao publico e ao
feto em geral, quo desta data em diaote
4oixoo de aer empregado dos Srs. Tasso Irmos
* C. Reejfe 28 de sjeiemqru de 1871.
**4lanoel Meiqolta Bastos.
IMPERIAL FABRICA DE CIGARROS
DE
S. Joo de Nitherohy.
Um dos problemas q"ue mais tem preoceupado
atteocSo dos legisladores e dos economistas mo-
jemos, particularmente na loglalerra e na Fran-
S, e acerca do qual, anda em 1868, L. Wolowki
i am profundo e notavel discurso, o qie trata
de definir e regularizar, manteado o equilibrio
sntre o interesse e a humanidade, o trabalbo das
:r-ancas as manufacturas.
Esta questao grave e melindrosa, comeca a ser
entre nos de alguma importancia, e merece que a
examinemos com criterio, tanto ir ais que forzosa-
mente na substituido do elemento servil ter ella
de considerar-fe efflcacissima para o futuro des-
envolvimento de oossas industrias.
Recordando com o celebre economista de qae
fallamos o profundo pencamente do poeta inglez
ue diz :=A crianca o p? do hornera parti-
Ihamos tambem os sea; generosos senlimentos re
lativamente tssas frageis e dolicadas creaturas,
que anda na pri.neira iniciago da vida pre-tam
ji lio importantes servicos sceiedade.
Qualquer que seja o ensino ou o labor em que
se exercitem as torcas anda debis dessas tracas
existencias, deve presidir o maor e=crupulo sna
lireccao. a maior vigilancia e cuidado no empregu
a dislribulcio do tempo, porque do seo resultado
depende a actividade o a energa das novas gera-
;8es, e d'estas as grandes conquistas di futuro e o
progressivo aperfeigeamento social.
Nos scalos anteriores as industrias ocrupavam-
e mais com os productores. Ao seculn XIX com-
pete a gloria n3o t demelborar o fabrico do*
productos, tornando-os mais perfeitos e mais ac-
esjiveis a todos pelo quantidade c modicidade do
preso como a sorte a condicao, a existencia do
irabalhador, do. homem.
Wolewk cita a esfe respeito as palavras de
j!adtone, que, em nma reunio de operarios n-
glezes, fa lando-Ibes tanto em seos direitos, como
em seus deveres, dsse : <0 nosso scula o se-
:nlo do operarlo : > e accrescenta qne esla phrase
nao sabio de bocea snspeit'a, pois Gladstone nao
pertenje ao numero daquelles que lisongeam em
vez de servir ao nevo.
O homem d'esiu modo encarado como bem
primordial da prodoeca do bem; e o notavel au-
tor i qae nos referimos entende comnosco qne a
liberdade qne elle conquistou tira toda a sea forca
da energa da alma associada saude do corpo,
da elevacao do espirito.que proporciona o desen-
7o!vimento progressivo da habilidade pessoal.
Foi ba-eados n'esia allianca que os legisladores
'.nglezes compreheoderam que o instrumento acti-
vo, o operario, obedeca a outras e diversas neces-
idade que as qne sao partilha do iostrumento
material.
Foi por este motivo qne se marcaran) e regula-
menturam as horas do trabalho as manufacturas,
s se atienden sobretodo a qae as crianzas rece-
Dessem a nm tempo o ensino da fabrica e o ensino
da escola.
Em 1862, diz anda Wolowki; sanecioncu-se
na Inglaterra a prole, a vigilancia penetren no
?eio das vastas commnoas ndnstriaes, formadas
boje em roda da machina de vapor, dessas vastas
:omrnunas povoadas por mihares de operarios.
A le de 1802 fixou a idade em que as criancas
podam eutrar para as manufacturas e tnitoa a
luracio do trabalho.
Pois bem. Este grave e humanitario problema
que levon quasi meio scalo a resolver, e preoe-
:opon a altencao de tantos homens de estados
eminentes, como foram Roberto Peel Lord Aslhey,
boje Conde de Chaltsbuign, genro de Palmerstoo,
3 muitos outros, assignalando urna pagina honrosa
na historia da eivilisacio moderna, acha-se reali-
zado, e dando salutars resallados entre nos na
.-'abrica de cigarros -do S. Jo5o Nitherchy, da qual
o proprietarios os Srs. Sonza e Nnvaes.
J tiveraos occasiro o anno passado, de escre-
: aigumas linhas acerca deste importante esta
oelecimento, e hoje, depois de urna visita que ft
:emos ao novo edificio ampliaremos aquello nosso
.rabal no.
A casa onde actualmente est estabelecida a fa-
brica sem duvida um dos melhoros predios da ca-
pital.
Alm das e-pacosas accommodaedes interiores
iivremente arejada como convm a tao numerosa
agglomoracao da pessoas, b predio exteriormen
le de urna arcbtecturi simples e elegante, e flea
i pencas bracas do mar, onde com auxilio de urna
ponte os productos sao com facilidade embarcados
3 eonduzidos para os mercis.
Cerca de dnzentos meninos ahi reeebem o ensi-
lo manual, intellectual religioso e mrral.
( A mais perfeita ordem, sem a severidade de urna
vade disciplina, mas antes aconsejada pelos pre-
:eit9S pratlcos da antoridade, d um aspecto agr-
lvela esta afanosa commnna de pequeos ope-
rarios e esperncoso ncleo de fuiuros e moralisa-
los cdados.
Em am vasto salao das 7 s 9 hojas da tarde
lepoi do trabalho e do descanso aprendem os me-
ninos os primeiros elementos da leitura da escrlp-
.a e a contahllidade. Dissemos primeiros ele-
Denlos porgue acreditamos qae as no^Ses rudi-
uentaes da escola no sao ontra cousa mais que o
Instrumento erm que mais tarde se deve concluir
3 aperfeiw.r a elncacao. Nao cusa saber ler o
?ssencaf e fazer eso discreto e aproveltavel
lesse poderoso motor do nosso aperfeicoament
Dora'.
Depois do trobalhamanual e do ensino da es-
rola depois mesran .fe algnmas horas consagradas
o rfcreio rra preciso amenisar com o estudo de
i.'gans do- ramos das bellas-.rtes as tarefas in-
an*.
N'esle intuito foi creada urna aula de, ranzca di-
igid pr hbil prefessor.,
"ora ponoo tempo de exercicio e o ardor pro-
prio da racedadt j ilguns dos alumnos tocara
joro verdadeiro adiantamento os instrumentos que
JSolrieram, e pode dizer-se que a fabrica tem
ooje urna handade mus'ra sua disposicio, oque
j!em de accrescentar urna agradavel prenda
ducjcao (1 s aprendires, dispensa das festivos do
?-!ab"iecmento, o concurso dos msicos estra-
dos.
Ora, o grande resultado colbido por este duplo
ystema do ensino manual e simultneamente in-
llectnal, qne os productos da fabrica de S. Joo
de N therohy, redobrando de vafr pela qualidade
3 perfelcao ugmentam tambera a sua procura no
mercado 3 naturalmente os vullados interesses
los productos.
Estabe'ecfda assim com os outros estabelecmen-
s do mesmo genero a lula da concurrencia, que
no dzer de um notavel economista, nao ontra
:ousa mais qne a manifesiacio pratica, a face
material da liberdade, claro est que as condicoes
lo ;r*balho livrecome;am j a ser assentadas, en
'sa nos em bases sensatas e de coosequencias pro
Senas.
Ligamos am alto apreco s tentativas e aos re
saltados desta ordem.
O Brasil precisa empregar todos os seus esfor-
;o9 na pr-paganda industrial, nao; esqoecendo
innca que a quantidade dos productos nada re-
presenta, si ella se nio tornar ao mesmo tempo
recoraraendavel pela sna qoalidade, e que esla :
>e ofclem com auxilio efflcaz dos productores ha-
seis e intelligento?.
Acreditamos, pois, que os Srs. Souza e Novaes
orestam nm importante servico ao paiz e temos
iempre prazer em raenciqnar os estabelecimentos
esta natnreza, nao f em referencia a esta fabri-
:a, como a todas qne estiverera fundadas oa se
.'andem d'aquiem diaote as mesmas circums-
ancias.
O anteo depoMto nesta ddade no escriptoro
le Domingos Alvgs -Uatheus, rna do Vga-
io n. 21.
A. Zaluar.
Pode ser procurado a ven-
da de &co d Trieste da ver-
dadeira marca 1, 0 e 00 em
capa dos S s. Keller & C.: a
ruada Cruz N. 15
Afinal chegoo nova remessa de leile coo>
deosado da Soisa, pelo vapor Cognac e
desde j ficatnus esperando pelos seaj apre-
ciadores e*entendedores deste artigo : veede
Keller d C na roa da Croi n. 85
Precisa se de urna ama pa-
ra o servico interno de traa
casa de familia :' tratar na-
Ha%\a
roa do Vigario n. 16.
Precisa-se de duas amas, sendo para :osi-
r.bar e mais servicos internos de peqoen fac i- a:
na ra Imperial n. 199, por cima da refina ca.
TRILHOS URBAKOS
DO
AEC1FE A* OIJIMM
Por ordem da directora sao convidados
os Srs. accionistas para, no prazo de 3 diaj
a contar do dia 2 d'ootobro prximo findo
eralisarem a oltima prestac5o de suasaceles,
da 2a emissaV), na razao de 10 o,0.
Para esse tira ser o Sr. tbesooreiro en-
contrado no escriptoro da companbia, das
(i horas da manhaa s 2 da tarde de todo
os das otis.
Recife 28 de selembro de 1871.
Joo Joaquim Alves.
_____________________<" secreta ra.
Roga-se aos seDhores capiles e campo o
favor de apparecerem rna estrella do Rowrio
n. 23, a negocio de seu Interesse.
0 Sr. Andr de S e Albuquerque rogado
a vir entenderse erm Tasso Irmos em liqasda-
cao a negocio de mutuo interesse.
Precisa-se de una ama pa-
ra eczinhar e qne seja de t< a-
condacia : na rna do Viga
%a1kY
rio n. 5, 2a andar.
SITIO
Aluga-se nm bom sitio com grande casa de so-
brado, caiada e pintada, com eommodus para
grande familia, cothmodos para escravos, cochei-
ra, estribara, casa de tiaoho e muitas arvores, na
Passagem da Magdalena : a tratar cora Domingos
Alves Mathens, a ra do Vigario n 21.
AMA
Precisa- sa de
ra pouca familia
Rosario n. 20, 1
urna ama forra p-
: na tua larga o
andar.
VTTENCAO
Vende-se por barato prego urna proprieda:.- a
margem da c*raba dos flemedit)*, nzopd'i-*>e
toda v.uiagora ao comprador, ru,-b.odo ve \iTU
em dinheiro e parte em lelras ou nbj-ivos de
rompa venda ; cuja propriedade c iMm isa
grande olaria de pedra e cal que lasin IC,0 >
lijlos de al venara grossa e forno que couiori
25,000, cora mais um forno e lastro para Ui-i -e
telhas, ladrilhos, canos e looca, com exce.
barro para qualquer obra, com dous exeellecesj
viveiros de peixe e com casa de vvenla para
grande familia : as pessoas que pretenderen) H-
rijam-se dita propriedade a entenderse com o
capitao Delfim Lns Cavalcante Pessoa.
GASA. DA FORTUNA
ROA 1 DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPJ N 23.
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem serapra exposto a vt>
la y felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagar >o
iroraptamente, como costuma, qualquer premlr-.
PRECOS;
Inteiro 24*000
Meio 121009.
Qoarto 64000.
Manoel Martins Pinza.
5
ADVOGADO
Dr. Joaquim Correa de Arai'jo
67Ra do Imperador67
5
3
Aluge e urna mulata meca : tratar fin
Jaboa'.o passaudo a ponte terceira casa do Itvi i
esquerdo ou a ra do Imperador n. 12, cartorio.
Precisa-se de nina ama para com-
prar a cozinhar : na mi de Pedro
Alfonso o, 3,' antiga da Praia.
mamama a*
AMA
e
AMA
Precisa-se de ama ama queco-
sinhe ecompre e todo mais servi^.r
de orna casa de pnuca familia : a tratar na ra d<;
Pydro Affonsr n. 53. primeiro andar__________
H Sn'profbssores primarlos
de aaibos os sexos.
Acham-se vemfifpis livrarias dos Srs. padre
Ignacio a N-guin, e Barbosa de iltllo, exempla-
res do opuajulo de mml religioa, a oreco de
810 ti cada am,
AO PUBLICO.
0 abaixo assignado faz sciente ao respeitavel pu-
blico e especialmente ao corpo de commerco que
deixoa de ser ca'xeiro' da casa dos Srs. Tasso Ir-
mos k C. desde o dia do corrente. Recife 28
de selembro de 1871.
Manoel de Mosquita JBastos.
Sitio.
s Alaga se o si o na travessa do Caldeireiro n. 4,
na fregtezia do Poja da Panolis : a tratar na bo-
tiea praca do Coode d'Eu n. 19. ________
Atoga-se a o.sa tBrie ,i ra Augusta n. 104
com bailantes outnndo* para familia : a ir llar
qa ra do linp*radr n. f'') 2* andar.
.'-ogam-f; Iiih i>feioa. powanies proprioe
para o aervico do xim&m do assncar, bes co-
mo nir pardmbo 'le IV anuos proprio pira copei|
roe oatroe er.ljos ; ru* estreita dolUisirio;
n. 3t; prHn-'rj *t>far.
ADVOCACIA
BACHAREL
J. B* P. Corte Real
Rna do Imperador n. 12.
AVISO
Desappare:eo na noate de sabbado do dia ffl
um preto com um eaixo contengo raiudezas e fer-
ragens indo eoberto erm om encerado e tendn
na lampa esla esriaes M A A, e a chapa com a fir-
ma da casa, rogase a pessoa ane o encontrar de
o apprehender e^ evar na rna Nova n. 39, leja *
Souza & Guimaraes._______________________
Precisa-se de ana ama qoe saib.i
cosinhar e engommar ; e oulra qu-;
saiba engommar e coser : na roa uo
Rosario Larga n. 22, segundo andar. ..
AMA
PrecUa-se de urna ama para o servic) de
nma casa de familia : na raa do Caes tt de no-
vembro n. 30, andar.
Idioma hespunhol
Na raa do Rangel n. S4, t* andar, se dir qae ;
ensina a ler, eterever e filiar gramuiaiicalmeni
o hespanhol, sendo esta a mais moderna : as pes-
soas qae quizerem apiender dirijam-se ao logar
indicada______________________
0 leslamenltiro e iov-eutarianle dos bena
do fallecido DaraiSo Pereira da Cuaba, ni-
entitlca a qoem se considerar credr t1)
refirido fallecido, qoe aprsente soacoo^
no praso de 15 dia?, afim de ser examinaiUi
e satisfeita em sea deido teoifo; ruado
Mrquez de Olinda, loja n. ti.
Thomaz Fermndes da Cunha.
No sitio do Cafund precisa-se Je oMu -
no de 12 annos pa-a ea>Mjh>H$am
iuem estver na circamstancia de JMnHT. dii -
ia-ae ao mesmo sWo, na estrada da taihao Ca -
ra. outr'ora de Jj-lo de Barro ob a lyf-jfrarh
aeite JoroaL W'r eom Sr- Fe"*>-
Atl i:
Na ra 4o
lima at>
orna fiaiili*
soae.
Alecrlm n.
MUTILADO
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ro de 1871
ESTABTO MENELECIEM'1832
Srisaparilha de Bristo!.
LEGITIMA E ORIGINAL
|em frascos grandes
OGRANDE PURIFICADO!* vDO SANGUE.I
Esta excelente e admiravel medicina, e
preparada d'uma maneira a mais scientifl-
ca por Chimics e Droguistas mui doutos, e
d'uma instrucgao proranda, tendo tido mui-
tos annos de experiencia ao par d'uma lon-
ga e laboriosa pratica.
A sua composicao nao consiste d'um sim-
pie extracto d'um s artigo; mas sim,
composta d'extractos d'um numero de rai-
zes, ,hervas, cascas, e foltas, possuindo to-
das ellas, sua virtude especial ou poder
em curar as molestias as quaes teem sede
ou essento, no sangue ou nos humores;
e estes differentes extractos vegetaes, acham-
se por urna tal forma combinados ponto
de conservarem em toda a sua forca, o cu-
rativo especial de virtude, que cada um de
per si possue. A raz da planta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, a que
nos usamos nesta preparacSo, sendo a qua-
lidade que todos os mdicos mais prezam
e estimam. Na composicao da Salsa-
parrilha de Bristol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
nao encerra em sicousa alguma, que pos-
ea por leve ser perigosa ou injuriosa -
sade; e tanto n'este, como em quasi to-
dos os m lis respeitos, c ella inteiramente
diverea de todas essas mais preparaces,
as quaes debaixo do nme de Salsaparr-
Iha, sao accondicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada em doses
mui diminutas d'uma colher de cha por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRIIU DE BRISTOL
em frascos grandes, e assim por este modo,
dividimos cora os consumidores, o grande
proveito e vantagem alcancado por aquelles
que acondicionara sua preparacao em gar-
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
nossa ftalsaparrilha de Bristol
oonteera a messa quantidade igual porcao
contida naquellas garrafas pequeas, e alera
disso, possue ainda muito. mais forca e
virtude medicinal do que aquella, que por
ventura se possa achar contida dentro de
seis garrafas de pequeo tamanho. Por-
tanto mui natural, que aquelles, que se
acham occupados em preparar e vender as
suas producces, m garrafas pequeas,
murmurem e gritem contra os nossos fras-
cos grandes: proclamando, que a nossa Sal-
saparrilha de Bristol nao possue sa
menor virtude; prm quo effectivamen-
te sao elles postos em silencio, quando indi-
oamos, ou simplesmente referimo-nos para
com essas centenares de certides e tes-
teraunhos -authenticos, por nos recebidos
de todas as classes da sociedade, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravilhosas da nossa.
SALSAPARRILHA DE BRISTOL.
-A vantagem de termos os nossos pro-
prios agentes naquelles lugares aonde ai
differentes raizes, drogas, hervas, e-plan-
tas de que se compoem as nossas medicinas,
sao produzidas, que nos habilita- exer-
cer aquello constante cuidado e disvello na
minuciosa escolba; e o que assegura e ga-
rante uniformidade de exce!lencia._
Em quanto que, por outro lado, nos nao
nos poupamos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; afim de trlcancarmos o meihor
e nicamente o meihorde cada um artigo
ou ingridiente que entra na sna composi-
co; pois levados e corapenetrados da
mais firme e persuasiva confianza; que po-
demos afoutamente dizer aos doentes de to-
das as nacoes, e de todos os paizes, que na
ttalsaparrllha de Bristol. possuem
um reraedio mais efficaz e seguro ; do que
nenhum outro, que vos tenha sido offere-
cido at hoje, e o qual por certo nao hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
e effectiva cura das seguintes enfermidades:
0 thesooreiro do Club Popular, abaixo as-
ignado, declara, de orden do eonieltn delibera
tivo do mesmo Club, qoe deixou de ser agente eo-
brador deste,-o.Sr. Francisco Flix das Mercs
?roto, a qual foi sbustituido por Sr. Jjo de as-
ir; Silva, a qnem d'ora em dianle devero os ao-
co pagar suas mensalidaies em vista de recibo
assignado pelo declarante : deixand'i o mesrao Sr.
Prolo du ser cobrador pelo sen estado de siude e
veloice. Recife 29 de setembro de 1871.
Djmingos Siriano CardiwJ
Tuesooro ro.
Pfecisa-se de um ama par.", casa de piuca
familia : a .ralar na ra Doque de Caxias d. 97.
Santa casa da misericordia
No hospital dos lasan uecessita-se de um co-
zioheiro e um serveute : a tratar no mesmo hos-
pital com o regente
Olinda.
Traspasas-se o arreudamento da grande casa
ra de S. Pedro -novo, que foi do Sr Ramos, e
est muito limpa, assoalhada, e frisca, e alem
disso peno do banbo : a tratar ua ra do Hospi-
cio n. 23, a qualquer hora do dia, ou no caes da
Assembla n. H no Hecife. _________________
Jos Henrique da Silva precisa de um bo-
lieiro : ua ra das Crujes o. 38, rio Io andar :
pode ser procurado das 10 as.3 da tarde, ou na
Soledade, sitio, n. 29, onds morou o Dr. Villas
Boas, a qoalqner hora.
Cartas
O Illm. Sr. Dr. Maximiabo Lopes Machado tem
duas cartas no escriptorio da companlua pernam
bncana, caes da Assembla.
Libras sterli ias.
Vende-se no armaiem de fazend.
? de Ollveira & C, ra lo Comraereio n*. i
Materiaes
Na olaria denominadaAmirslladefronle do
hospital Pedro II, vende se materiaes muito bous,
e por menos do que em outra qualquer parte.
. E' bonito
Frc-nhas de purolinho bardadas; esli expos-
tas a venda na ra Duque de Caxlas 0. 63. f .
Vender duas miradas de casas terreas,
sendo urna na roa dos Martyriosn. 32, e ofjtra no
fundo da misma, na ra do Caldeireiro o. 35 : i
tratar na ra de Santo Amaro n. 6.
Carro.
Vende-se um carro de qualro asientos para
dous cavados com arreios : os pretenderles po-
dem ve-Ios na .ra de Reaehnello, casa de Vicente
Ferreira da Cesta, das 7 as 9 horas da manhaa e
das 3 as 6 da tarde.._________^_____________
CARNE DO SERrO.
Vende-se superior carne do tertaV: na roa do
Brum n. f'.'i.
IV ULTIMA HORA.
065.
Roa do Duque de Ca-
xias
acaba de receber na Importante sortimento de
poupelinas de lia, as quaes abren o preco de 500
rs. o covado, nao deixetn de vir ver esta linda fa-
tenda.____________
, TEHDESE
A rerdadeira gomma.do Acarac en sacco e
barricas, por menos preco do que em outra qual-
quer parte a roa do vicario n. li, escriptorio de
Jos Lopes Davina.
Alu^a-se urna Ooa casa com bastantes com-
modos, na Passagem da Magdalena, que fii do
fallecido Dr. Firmo : a tratar na me-roa confron
le o hospital portuguez._________________________
Precisa-se de urna ama.pre
ferindo-se escrava, para cozi-
nhar : a tratar ra do I n-
perador n. 79, loja;
Engommadeira
Lava-se e engomma-se con perfaiclo : na
roa Augusta n. 83.
Para alugar-se
Um magniQi'0 sjto'na estrada da travessa da
Cruz das Almas, com excelente rasa bem aca-
bada, com duas salas, seis quartos, grande co-
pia, cozinha separada com dispensa, saleta e
quarto. Boa coxeira e estribara com mais duas
quartos e I soto para criados. Magnifico quartj
para banbo, lalrinas, gallinheiro de pedra e cal
cercado de gradeamento de ferro Ficaudo dito
sitio perto das esla^des denominadas: Jaqu;ira e
a do Arraial : para ver e tratar no sitio do oom-
raendador Tasso.
-1- Aiuga-se urna casinha para pa^sars* a tes-
ta, bero preparada, com sal, 2 (partos, coiinha,
nao tem sala de jantar, tendo cacimba com boa
agua para beber e bomba, muita sombra de arvo-
redos, banho correte com banheiro de pe Ira e,
ca, poco para lavar rcupa e cavalios, per'.o da
estaba) de Parnaraeinm : na mesma esta^ao se
indicar.
Peno ffalvaisado
Proprio pata cobiir casas, estagoea, co-
xeiras. armauns, ele. '
2550 fo has de d'flerentes tamachos e
grossuras, ch gadas ltimamente e anda
na alfandega.
Euglish Salvanized Iron, 2550 Corruga
ted Sbcets.
Sympson as. oqtr'ora roa da Crnr.
^JIAEIRAS
Vende-se travs, enchamis, eaibros e madeiras
de sicupira de diferentes dimnsSes : tratar na
ra do Apollo n. 25, escriptorio.
Aviamentos para cirros
Vieira & C. tem para vender em sna' cocheira
na ra Nova n. 59, o seguate :
Eseovas de palha para lavar cavailos.
Eocerado para f jrro de carros.
Dito para ps.
Dito para guarda ebuva.
Tapete e panno atol para ftrro.
S da azul para forro.
Lanternas e pregos dt cabtca de marfira.
Boi5es e l>orltas de todas as cres. ( .
Vaquetas muito grandes. .
Chicotes e sola da trra.
Galio largo e ettreito.
Latas com graixa para limpar arreio-.
efundo
Caxlas u.
91
Escrfulas,
Chagas amigas,
Ulceras,
Feridas Ulcerosa?,
Tumores
Abscessos Apostemas,
ErupOes, '
Herpes,
Salsagem
Impigens, .
Lepra, febres intermitientes
Tinka,
Syphilis.ouMal Ve-
nreo
Humores' Escrofu-
losos,
l Irregularidadesdo
1 Sexo
Feminino,
Ne'osidade,
Debilidade Geral.
Febra e Malignas t
Febre e SezSes
Biliosas,
e remitientes.
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Oulro-sim, achar-se-ha, que para, o boro
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las eofermidades cima apontadas o adian-
lamento da cura, grandemente promovi-
do e apressurado; usando s ao mesme
lempo das nossas mui valiosa pllulas
vegetaes assucaradas de Bristol.
tomadas em doses moderadas em conneo
c3o ou conjunctamente com a Salsaparrilha;
ellas fazem remover e expedir grande.'
quantidades de materias morbficas e hu-
mores viciados que se desprendem e livre-
fente circulam espalhados pelo systema.
Uto causado pelo uso da Salsaparrilha; i
por esta forma facilita a volta e o exercicio
otiRial das operacoes fuaccionaes,
TRILFTOS URBANOS *
00
Recife Olinda
Xio itfii-.i s\m. i^ijiparecido Dataeto legal dos
srabora* acocuHa ailm de pf<-a?gir a assem-
bla geral tuc .-j< rabalho; da reoffi-' do esta-,
tutos, foi aw-.-ii) adiada para o dia 2 i'e uatobro'
(segunla flrs) prximo fulnr. paias 10 horas da
manfiaa, sendo a reaniao no m?smn Jugar dasan-
terore-. O presdeme da assembla geral manda
Jaf constar aos teotaores acciunista-, que, dan
do-se mais urna vez a bypothese do art. 12 do tu.
3 dos aetuaesltannos, a assembla foneciooar
esa dte di e\w Sonlata r.!Qies ou repre-
seaados, qur. ooostiiuam um quart, do capiul da
cotopaobia.
Recito W de Idteii.b.-o de 18'!.
O 1* secretario, .
Lu I-od Castflio Brsnco.
Rival sem
IIua Duque de
Jos de Azevelo Maia e Silva, em sua io-
j ade miorje'38 jrntimia a vender tud<
por baratos r recos que < todos admira :
Libia de 13a para bordar a me'lior
que ha.
Caixas com superiores grampos fran-
cezes a
Duzias de facas e garfos de um e
dous botSes a
Talheres pare meninos a 210 e
Libras deliuha de noveo, a'ruelhur
possive'.
Dozia de lencos de eas?a com barra.
Caixas de Ii^-has com '0 novellos a
Vara di franja branca para Ralbas
Duzias de me-.as croas muito boas a
Duzias de muas finas para seuho-
ras a
Otilias de facas e garfos clavadas a
Oazia de palitos seguranga a 120,
210, 320 e
N'a alnas muito finas, para fazer a
barba a
Caixas com peoras de 350 com to-
que a
Caixas com peanas de Perry faan-
da fina a
Ditas de dita dito 'verdadeifas a
Caixas com'0 cadente s papel ami-
zade a
Pe?as' de fitas para coz com 10
varas a
Pecas de tranca lisa de todas as
cores a -
Dii2as de liaba frouxa para bordar
a 400 e
Pares de sapatos de tranga a
Dtias de baralhos muio finos a
24400 e
Dtas de agn'has para inacb;ca a
Libra de pregos franceses a
Reamas A papel abi.a^o .-uperior a
Ditas do dito pautado o meihor a
Ciixas com fabonete rrustt a 720 e
Carrleis de linha A ex and re a
Gravatas de'oores muito fiaas a
Ditas prela pontas bordadas a
Grosas de bctCes de mdivperola
para camisa a
Novello? de linha br?nca, iOO jardas
Ouia de caries de lida branca e
preta e d cores a
Thesouras muito fits para cobas
e costura a
Caixas red- ikjs para botar np a
Caixas coa pos para limpar dentes
fazeoda ifiia a
Livro das raissoes abreviadas a
Copos grandes com su. e inr baoha
Macos drt pallilos para dentes o
meihor que ha a
60000
160
4^000
iOO
I TOO
14000
500
160.
3500
4O0O
3,5000
500
ItfOOf'
320
80C
14200
70V
500
40
500
,14800
24800
ifjfOOC
240
34600
440O0
troo
10
500
600
50C
60
120
500
14200
200
14500
14501'
.160
COMPRAS.
Oitipra-e um cas.ilzinbo da rolas de llarabur-
go, nae sejanc brancas, pa.i-?e bem : nesta ty-
pmiraptiia se dir qnem 'iQ'-r comprar.
Nesta lypograplua c-j:ii jra-se-ama bistona
sagrada poY Pinheiro.
Trtcisa -m da ima
na ra da 9oedavn. &.
ama de leite : tratar
Aloia-se uma casa no ilootoir.i. c. m banho
|o*U a mwm : tnur na reiitt&o do mesmo
^ls\fc

Prari.. .-
4-
^* i\) .>ina pk-
V; n ru.
Ptrad-J.
na ostacJo da cjnpaDlta dj fies fe a Olinda e
Beheribe, panno reino b; anco qual iner por?ao :
de 8 horas da raanhia as 5 da tarde.
prop'rios para suspender barca-
qas e hates, vende-se na ruada
Cadeia n. 39.
Vende-se
lguns terrenos do sitio denominado Peixinho, que
flca entre Olinda e Btbaribe, a margem do rio:
a tratar no mesmn.
Vende se o eugenho Onceicao da Balheiia,
na comarca (te Cmara duas legoas ilutante da villa do Passo, porto de
embarque, e em sltura que deve passar a projee-
tada e ja -contratada via-ferrea de Maeei a en-
contrar com a de Uoa ; moente e corrale conve-
nientemente preparado a todos os respeitos ao
meihor modo de facilitar o respectivo trabalho
com o mlor aproveitatnento ; moendo por uma
machina a vapor de forca le tres e rreio cavallo-
ingieres do mais moderno systema e sobretodo Je
uma admiravel simplicidade, pos?uiodo os melho-
res e'mais uberdosos terrenos ppssivel para can-
e (rtraqaer Javoura, tendo uma lega'e^furMj e
nsais de meia de Trente, ando asji;n lugar a mbis
deus engeuhrs de silTuvel tamanho para moerelm
com agua. Reunindo lem 3e otraa s vanta-
Spns de tres portos de embarque e a proximidade
e nurcados, como sijim a Villa do Passo, Porto
Calvo, p'ivoacoes de Tahuminha e deCamarsgibe.
Vende-so com a safra prestes a colher para mais
de 2,000 pies de assnear, ou com a qa se est a
criar, que nao dever ser inferior. Tambero se
vender alguns poneos escravos, bofada, assim
como lguns utencilios, movis de caia de viven-
da, etc., ele- Tatrbjm se arrenda por algn. an
n<>->, e mesrno com .-ilguns escravos, etc., podendo-
se retirar a machina a vapor e deixar monote
para animaes, com tanto pnrm que se compre a
*fra existente : a tratar mi referido engenho ou
nesta cidade ci ni o Sr. Tavares de Mello, praca do
Carp Santo u. 17.
A revalesciere du Barry de
JjOnJres
Toda a daenca cede a Revalesciere da Barry,
lis da sade, energa, appetite,, digestao e des"
canso. Ella cora as dispepsias, gastrites, homo-
fes, acidei pituita, flato, enjps, vmitos depois
da comida e gravidez, con tipa$5es,t> asthma,
3fiec(des pulmonares, bexiga, it -erebro e
ngoe ; 6Q,000 coras, incluindo munas de|las-no
Braiiil.
A revalesciere chocolatada da Barry
em p,
Delicioso alimento para almoco e ceia, muito
nutritivo, fortificando os ervos do estomago sem
causar o menor peso nem dr de cabeca, nem ir-
rita^ao. ,
nico deposito para o Brasil em Pernambuco
oa pbarmacia americana de Ferreira Maia 4 C,
roa do Duque de Caxias n. 57. (Todo cuidado
com as falsifkacges.)
J. O. C. Doyle tem em seu armazem para
vender o jeguint :
Cognac Hennessy.
Vinho Xeret.
Dito Lisboa.
Filtradelris.
Um piano de um dos melhores fabricantes: na
ra do Commercio n. 38.
Terreno a' venda.
Vende-se um excedente terreno na roa Impe-
rta!, proprio, todo aterrado, prompto para edificar,
tendo duas frentes, porto perto para desembarque
de materiaes com 110 palmos de frente e 300 de
fundo : informar na ra Nova n. 7, loja, e tra-
tar com o proprletarlo na dita roa Imperial, casa
junto a de n. >S0.
E. A. Borle A C, em seo armazem ra
da Crnz n. 48, vendem a precos muito em corita
para acabar:
Ladrilhos de marmore.
Tabeas e degros de dito.
Mann commom.
Mannite.
Fio de vela.
Cognac fino em caixa e barjis de vidro.
Viphos de Bjrdos finos e ordinarios em caixas
e barris.
Licoresm caixa.
Froctas em conserva.
Azeita doce em caixas.
k Joiqoim
vender no se
5,os ge
ratodoqoe'em mitra qualquer par:-
Azeions em maretas.
Amendoas em bar ricas.
Caf muido em massos de I libra.
Chapeos do Chile d boa qualidade.
Cognac marca martel frres.
Enxadas.
Farinha de man.Iirca de Santa Catliarrai, sac-
eos de 3.e S alqueires.
Dita da Babia em saceos franco.
Dita de dita em barricas, proprias para asas
particulares. ,
Fio dllgodSo da Babia em novellos.
Fonces. / i
Maxados.
Nozes.
Obras de palhetas.
Papel proprio para cigarros.
Dito ztil. para botica.
Palitos para den'.es.
Pregos sonidos.
Panno de algodaoda fabrica de Todos os Santos
de Tedroso na Bahl.
Rolhas.
Rap popular da Baha.
Botim em fardos.
Retroz dos melhores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranbao.
Tabaco simn te da Bahia.
Verniz copa).
Vinbo do Porto engarrafado, caixa de 12 gar-
rafas.
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar.
Dito moscatel, verdadeiro de Setubel.
Dito Bordeaux em caixas de orna duzia.
Dito de caj era caixas de uma diuia.
Pomada alpaka
E' muito conhecida esta pomada e moito
apreciada por sua finissimaqualidade, a Nova
Esperanca qom tem.
Jarros de porcellana
Cra completo sortimento de lindos Jarros
de porcellana (do afamado Bacar) existe na
Nova Esperanca, roa Duque de Caxias
o. 63.
lempo
nado f!!..
oue c
:.....""" ".i^ierijin.i.11, .i mil<
tmenlo de acepi, ,,, P pur. .,
.deste annonco nao lenhaiaSrcasilo de ma-
someote
PARA JSNIIVAS
Lindas grinaldas com flores e botoes de
laraDgeiras rm vivos e sem elles, vendera-
se na Nova Esperanza rua Duque de Caxias
n. 63'.
Oleo para machinas
, Vende-se na Nova Esperanca roa Duque
de Caxias n. 63.
!o Fiaver coaviitccs.
As enancas que usarem dos collares ano-
dino?, que se vendem na Nova Esperanca,
estirao isenlos de convulsoes; pois s5o os
verdadeiros recebidos directamente. -
PAO RAMNOA
nico deposito no Recife rna das Cruz n. 13 sem
alteraco de precos.
Vinho tinto e branco supe-
rior
de carcavellos tem para vender em caixas
de uma duzia Joaqaim Jos Goncalves Bel-
tr5o. roa do Commercio n. 5.
G
S Q.
3 o t
j.5
3 -g
-> o.
o
&5
B
n
M.i na estrella do Rbsario n. 2i, 2' audar,
vende se um Mano de mesa com excellentcs foses
e perfei'ameDte conservado.
! 50 palmos !
Cano de chumbo e^anhado para agua ou eaz
por i000. *
CHAPMA.V
' 29-Roa da Imperndor19.
Vende se-oma ca>a terrea de pedr* cal,
era chao proprin, com 3 portas, i salas, 2 quartos'
cozinha fra, quintal, na cidade de Olinda, rus de
S. Pedro Martyr : quem pretender dirjase ao ra-
teo d.i Carni'vs'braiTn de um andar n. 1.1.
Vend*-e barato, um piano, de um dos mais
afamados latineantes : tratar rua do Com-
mercio n. 38.
Queda as popelinas.
Chegaram para o novo etabelecimento de fzen-
das (loas rna do Marqiifz de Olinda n -28 os
mais nodos lories de seda pira vtsudo?, cuja fa-
?enda pela sua qnalidade e prejo -e recoronunda.
_____________Preco fixo-.3QjO0O.
Vende-se uma exoellenlt Ub.-rna, na Sol
dade, bvre e dfsemba/{a,da de qual iner debito :
quem a pretender dinja-se_ rua da Imoeratru o.
69. O motivo da venda fe lira ap comprador.
Cal nov i de Lislioa a 4$
Vende-se a rua do Apollo n. 30, armazem de
Rodnpues A Martin*, barris de cal nasa ana
dra a 4*000. ^
V^mie-ae urna taberna na roa dg S. Joo n.
l., com poucos fondos, boa para principiante a
tratar oa me>ma. ...
Vende e UM ptlnsos oelTrT eo Ber.Hnfi
debiixo, Da rua da Rejeneraciu : a tratar n
taberna a rua de S. Joan n. 19.
Ve um c.k. nova Qoe aioda ss est
pintando, no lugar denominado Fundo propria
para oueii ?osta de passar a festa, porler peno
,.5i rt- F"n''*" : as ',e5f0a> '',Je pretender
comprar derija se a raes'iio logar
atraa que 'ai para o rio. .
, Veode-srt
frente, proprio.
prel
:u ,rimeira
HKi palmus de
iA lerronu cota
para edilicar-re um
por ter atgoos arvoredos, defronie o?, ponto le
Agua Fra: as pessoas que preienderem, derija
se ao mesmo lugar, na ubtroa onde fttaciuoa o
trein de Agua-Frf?.
Cavallos.
lia para vender na roa di Cruz
10 cavalio^ por preco eoowiolp,
n. 15, eMb-
1 P
"^
o
3?
- a
n
~f
o
le
P3
m
e
9
Cemento Portland
Em ba/ricas de 13 arroflls preco mais com-
modo do que em outra qualquer parte, vende-se
ios armazens de Tasso lrmaos & C
' rua do Commer :io n. 10, escripto-
rio de Jote Joaqaim da Costa Maia, en-
contrarse para vender por coramodis
precos :
Azuh-jjs bespanhes.
Folha* de ferro galvanizado para tedia-
do de diversos tamanho?.
Ditas de dito dito lizas.
Bieas do ferro galvanizado.
Camieiras dito.
Portadas completas para cantara.
Ladrilhos.
GRANDE
LIQUUIACAO
(COM PEQUEO DEFEIT0)
Brim brsnco de linho fino, com pequeo defeito.
a-800, UOOO e UiOO a vara, pech.ncha na
loja de Guiherme Carneiro da Gonha, rua do
Crespo d. 20
Grande liquidabas
- LAAZ1NHAS A 330 HS. O COVADO.
Muito lindas laszinhas proprias para a praca a
o20 rs. o covado, pechlncha : na loja de fin-
Inerme Carneiro da Cunha.jna do Cr spo n. 20.
loma a resolui.. de limitar se a len.brar
os genero quo elle lein corno especial no-.
e n signiile. :
Lindas calzas com eonfeitos, proprias para
queoos presentes.
Chocolale em pQ, este cho;olla tem a vantagem
de poder-se fazer me: ino na mesa.
. Leite condensadu, a meh.T marra eootateida.
este leite convem principalmfnte aos collgios, bo-
leij e hospitaes, pela presteza eoin que se ob'.em
qualquer preparado tclle.
Tmaras do Fgypto, raramente vindo a e'te
mercado.
Licor rs fino: Clnrire ize, Corar.io, Acizete,
Creme de rosa, etc., etc.
ALEM DISSO O CAMPOS
p!e garantir que o sen armazem nal cer.tr
borne agradavel ao paladar, pois nelle, se en:
Irara fempre tudo quinto ame
despt na,-cozinha oa.mesa desde a n ais bem
ti'la at a mais mediocre.
AGORA AIN'DA
aiotiocia tambem fei o mulatinho em saceos e a
retalh".
mm LIQIIDACAO
10Rua do Crespo10
Pnblicaqoes musicaes.
Acabam de pub'icar-se tres lindas fecas
para piano3 saber:
A celebre Terentellc por Beriol U,
preijo 20500.
LINDA, grande mazurka de concert,
ultima publicaco musical do maestro ('.)
zalbore, a qual foi termioad3 pelo maestro
I. Smolts, preco 20000.
PETITLAZZVRONfi, linda polka napo-
litana, pelo finado maestro Cazaibore,
preco 1,8000.
A venda no armazem de pianos e msi-
cas do Azevedo, l'rua do-Btr5o da Victo-
ria n. 11, ootr'ora rua Nova.
N. B. Esta- se gravando a linda walsa
por Collas, o Anjo da meia notite.
OLEO PURO DE F1GADO DE BACALUAO
DA|
TERBA NOVA
nc
H. LACOMBE
Este oteo que to boa acceitacao tora merecido,
muito se recommenda por ser'o' mais purificado
^ce at boje tem "nodo, e ainda pelo bom paladar,
superior a outro qualquer: vende-se no de-posiio
especial de Bartholomea & C.: rua Larga do Ro-
sana 34.
S'Ofi
e 7
v??tid's a o
1 para
H,
rxas eom palma, cor flxa, covaJe a
Compra se un ou dons bi!hars com todos os
seus pertences : ^ tralar oa ua do Barao da Vic-
lori (ootr'ora roa Nova) n. 31.
OAS.
Licores hygeriC> fnios
DE
Diversas quali iades
A 2->0^ agarra!*
;,24 Ruti fa Uonimevcio 24j
Marci-
rn'oo
Vende se na amiga roa D lio Da--, n. 93. queijos mailo imcMFS v
U e IJ500, Lrinha dn milho daifas t> qua
IjH
Sitio feda
A 24500 rs.
Va loja de Panlo Gnlraarfia. '
Bolinas de warroquim de todas as cores par
enhora a i*500.
Di*ndQriilae Prel eofelladis, para seoho-
ra a 3#000.
Chitas
160 rs.
Bnm pardo trancado fino com piala de mofo,
vivado a 400 rs.
Cailneta cor de cinza, duas larguras, idmn idem
o covado ii.
Iifiu0a,ha<, de algodio, ioUO no'eroo, metro
Bros de Angola verdadeiro, metro U |8*.
Casemlra chuva de onro, propna para costume,
tovadi *500. "
A' RUA DA IUPERATAIZ N. 48
Juoto a pedira fraocna.
..;U..
,*0,;,'J;'.ru.*Jh* w^-' ve.
*JlL5t'(?do.-.bM Banbo. que m tbroa
recw-mdvH ra pela >,!3 c,-,:i.va-ao tnpogra-
phic.i e s.-.loCri i h
arrartalde, e j*
fazer lio 0,4.11* .,<
desBiarem r.*i Mr mUnMcdM ..
ma do Livramfiito. ar: a^emjbRh,: _____
Leman Frres-
v8t.- :-.r-.vji tf :yv2_f vabo ^ ^
Paa oratorios particulares e
(Aiudla* de, engenho.
Veale-ae um aliar dourad, bem como os res-
ives casiioaea e palmas tartibem drmradas,
igualmente vende-se doutomamiiio,., dais Ivas
as, mangji-.o?, uoguinhoi e lodos os mis
^mTf'T iVi1 d0S f^ntoa bordado a
eorofioo nesta typographia se dir quero vende
Rua 'Jo Bario da Victoria
Antitca ra Nov* p. 2.
Amar al, Nabnco A C. cenvidam os Feus ami-
8.s e freguezas a virera ao Bazar Victoria para
apreeiar o apurado gosto com qoe ao feitos di-
versos artlgos qoe receberam ltimamente da Eu-
ropa, a saber :
Vestidos de blonl com veos e grinaldi3 para
casamente.
Ditos de seda lisos e mitigados.
Ditos de fil de seda ricamente bordados a co-
res.
Ditos de chita e de ganga cora todos os enfei-
tes necessarios.
Ditos de cambraia Victoria' floissima.
Camisas bordadas para senhora e homerr.
Sss e penliadores bordado?.
Meia? Anas de algodo brancas e de coros para
senhora.
Sabidas do bailes e bournox de casemra.
Basquinas de seda preta.
Ricas fronnas de labynntho bordadas.
Cdxas de seda, de laa e seda, de algcJao, fu -
tao e lia pora.
Ata de mosca de todas as cores, urna f^zeo-
da especial para cibrir qnadros, espcior e
retrato?, Idemasiad.-.rrenle iransprrenie e prepa-
rada de forma a eviiarcompletamenfe j.
Colorinos e punhos de papel.
Chapeos de se la e de vellcdi pira 'senhora e
menina?.
F\s maconicas de divernos graos.
Perfonwnas de diversos fabricantes, leos, ba-
oha?, extractos e pos de arroz etc. ttc.
Un completo so/tinento d-i carteiras de mar-
iim, tariarn?.i, madreper.-da e conro da Q.m>*ia,
indispensaveis de seda, e de couro da Russia, the-
zoaras e '-anive'es muito finos.
Um competo ?or:i:nenii de chapis de
    sed>, bengallas de canoa, tiiiea, borradla e ma-
    deira.
    Charutos superiores fumo nglez para caetua
    bo, carteiras e bl?as Je- seda pera o me3mo e
    outros m jilos ohjectos.
    Um cjjipleto sortimento de espelhos dooraJ>-s
    de dlvers-s -.amanto?, de i# a 2$f
    Sabonete inglez em gaixinhaga'ljSOO a duzia.
    Flores
    O jardim da Nova lisperanca i rna dj Duque
    as quali lajes : quem primeiro chegar c-lhet a?,
    mais vlcosas,
    Attenpao
    f Vende e una caar? para veiida.d,a''aa e i
    -1 vc'lir g ;aixa d'ajaa do Pires;
    Grande pechincha
    Dama?code IS?xom 9 palmos de largura, blen-
    da praptia para calchas de cama e coceras de
    piano, p-lo baralis^inio preco de ltWO o ovado,
    alpacas e corea do padroes mindo. a 500 rs. o
    ccvadi, las de ci-es m;-clid.is e de lindos pa-
    dn>s a V.Q e 190 o :ou J, eambrahs do cores 9
    80 e O o covado: na; loja dos arco rua f
    de Marco (amiga do Crespo) n. 30 A.
    Panoa.
    Pecns de algodo com 20 jardas a i, ivISOO
    )0 0.
    Ditas de madapolao a i*, of, 3300, 6, e
    6ioC0.
    Ditas de dito nfcttto, francrz sapeii.r a
    tOpOO. fc
    t^iias francezas de todas as qnadades a 5J0,
    180, 300. 3!0 e 360 o covado.
    Cambraias de cores a 2i0 e i80 r?. o covad'-,
    Dita li>a do cor a 320 r?. o covadn.
    Ditas prelas para luto a 6 rs'. a vara.
    Pegas oe cambraia li
    e oOOO.
    Ditas do dita tapada Victoria, a i, i00, U
    Dita? de dila transparente, ?u;a multo fina
    enm 17 vara?, .
    Ditas de dita L-ordada cora 10 Jardas, a 7 e
    Organly hr.inco tico a 700 is a \ara.
    Bnlhanlina branca ibir&iada a 4i0 e .":00 rs. Q
    co\ado.
    Brotar ha de linho com 23 varas a SOCCO e
    2b000.
    Dila de dito infestada cm 30 varas a 275.
    Branauto de linho cora 10 palmos de largura a
    2^500 a vara. *
    Dito de algndao a lrOO a vara.
    Atoalhado de dito e de linho cem 10 ramos e
    largura a UoOOo :i.
    Toalhas aicochoadas para rosto a ~i a duz^a.
    Ditas de linho do P rio rdpoJas- a 10*000 a
    duzhi.
    linard.'.oflpos de linho a ?,t e ii a dnzia.
    . C heras do chita a 2 e 2|o00.
    Dit;s de chita adamascada forrada?, i, 1'C e .j'Or-0.
    Colchas de damasco de cis a i i ti.
    Ditas "de fusio alc-i-hoadas a o.
    O bertas de l escuras a i.
    Dias de algodao brancas a 1100.
    Collejrinhos de linho a 300 i?.
    Chales de merir. lisos' prelos^ de core? |j
    c. 3^000.
    Ditos estampados de meia case mira a 2 e
    200.
    D.imasco de cotes a OiO rs.
    Iicnjo? b'anco? de ce?sa lino?, i(, i'i'M e 3
    U''*.
    Ditis ditose de cor abaraado largo a 3 e
    3$300 a duzia.
    Dte ditos de cambala de listo) finos a 6 a
    i dmia. -
    ' Ditos de esgnio de lobo a i V:J00. !' a duzia.
    Bnm Angola a 610, 800 e U(00 o corado.
    Brin.' do linlu de cores a 30 J rs. o covado.
    Cortes de meia ca-emira para calca a 11200 t
    UiOO.
    Ditos de ca.-emira para :alci a 34300, i300
    oiiiOO
    Caf rmir.i? de cores de du? larguras, 2, 2.
    e"M o covado.'
    Ditas preti?, duas larguras a S906 i eovadn.
    Pao lino preto e izul a ?, 2j30<). 3/(00
    3;oo.
    - Dito d lo muito lino saa*rler a 3
    covado.
    Lans e alpacas de cores para
    501, 600, 7>.0. 800 e 14 n covado. .
    Toa-has cim l.ilivrinios 713ra band-jas
    rosto a 8jS, |0 e |.i/.
    Camias de ll nel'a branca, e de cures
    2*500, 34, :)*30()e 4SC0i
    Grusdenstjoles prelo e o c< re- 4. 34 e 4* o
    covado.
    D.lose arroMrss c.im pennr-r.
    Ye/ide-se ranibtra grande qa*ntidde de roop
    foila e por'med la pi r precos muiio rednzidM.
    DO
    GALLO VIGILANTE
    fie.ua do Crespo a. 7
    Acaba de eheg r pelo ultimo vapof diversos ar-
    tigos de-novidade, como s*jam :
    Lindas trraqurahas enhiladas para bapii.-ado ;
    assim ci.mo chapnsinlKs.
    Sapat'rahos de reda e de merino.
    Helas de seda e lio de Escocia de 1 a t annes
    de idadp.
    Ricos leques de madreperola lo4oi abortos, o
    meihor que ha oeste genrro ; assim como ou-
    tros de ma Jreperola coa reda, fazenda requi?-!-
    uia ; tambem recebe u grande sortimento de le-
    quts de iso lingiodo marllm saodalo e raadeira,
    lanto para senhora como tara menina?.
    Superiores ligas de seda para senurar meias.
    Meias. de borracha para quem soTre de ioxaCs
    oo erysipe.la.
    Seda frooxa para bordar todas as cero..
    Frcco de seda para o mesmo rlm.
    Retroz preto e de cores em carriti?.
    Filas para cari*? d* b>-hfris,
    QiuJros pira re;ra!,?.
    Luvas de pallica, e de s'-da, branca prelas e d9
    Iradas core?, .
    Superiores capeas para n ivas.
    Lindos alliiu tes de mdif perola para peilo? de
    -enhoras.
    Lindas aboiuadnras para collete?.
    Lia -o tiidae 8Toces para bardar.
    Superiores penoenet de ac.
    Muito tinas thesouras para costura,' nuhas a
    para eorUr cabellos.
    Suoeriorej nentoi de tartaruga para arrfgacar
    cabellos
    Tir.!;ir.a ingleza para tingir cabello?, a verda-
    dera.
    SrfOde sortimento de fraojas prelas, largad e
    eslreas o luidos padie?. -
    Linios b.ibadinhot e entremeics bordiios, tapa-
    dos e transpare te?.
    Querm comprrl~
    Cuirdfisa para veiti tos'; prto ou branco ?
    Papa-dos, larga 00 e.-treila t
    Lercoi Je linho, bardados oo liaos ?
    Bonito i.que?, oss.-i ou saodalo ? .
    A Nova esperanca quem tem f f!
    E iiovkfadel
    Je Caxias n. 6-i, beteeo e tr-necas. sendo de n
    dos inteiramente novn, vindo (Dlre ellos o?
    gracados nonecos de borrscha.; para qoe se caa-
    caro 7 qoatido quizerem comprar qualquer
    sendo bom, bonito cu engr^do. lembrtin
    a .> va K'p?rama roa 830,00 de Csxus n
    tim p ntos
    . *aias
    5 0i.
    Ve> ila1->, a q'-sl a*U
    pe?a il j'-en'ir: > .-re-
    irafcir no srm:?em de :2- r. ni praca n-!rua d
    1 de li-trayazoes e braoeai jara evitar engari' *.
    oordl.
    piL.
    wmmMihmmi
    **
    I luHfn J
    - iiimii r


    " '.,/ '
    **
    **P
    1
    Oiaiko de Fernamouc Segunda eira de Ouiubro le 1871.
    Mi ka mal cabellos branco*
    Tiniura japona a.
    36 a oniea approvda pelas as academias de
    ciencia, reconhecida superior a toda que tem ap-
    cido at hoja. Deposito, principal i roa d*
    Sdaia do Recife n. 51, aoar, em todas as bo
    iras e casa de cabelleireiro._______________
    400
    320
    400
    610
    720
    8000
    80000
    25500
    60OuO
    AD9f IHAVEIi IilOtlWA^le
    S3? LlMfS
    Na.
    JLOJA
    Flor da Boa-Vista
    DE
    . Paulo (uimares
    O proprietario deste bem conhecido es-
    tabelecimonto contina sempre segoindo sua
    antiga forma de priraeiro barateiro da Boa-
    Vista e paramelbor prova admrem os
    precos seguintes:
    Cuitas escuras e claras cores tuas
    o covado 1.60 200 rs. a.
    Cambraias de cores 240. 280 rs. e
    L3a.< para venido 280, 320 rs. e
    Creps escocezas fazenda ooya a..
    Alpacas lavradas d'um s cor. ..
    Gambraia branca transparente pe-
    Cas a 355.0 e.....
    Ditas dita victoria a 45000 e.
    Bramente com 10 palmos de lar-
    gura, varas, a 25000 e. .
    Madapo'i superior pecas 55000 e
    AlgodSo a 4,5000e.....5oOOO
    Bnm pardo trancado pechincha
    covadoa. __!
    Dito dito liso muito fino a. '. *-u
    Outras multas mais fazendas que vende-
    r por precos baratissimos como sejam :
    pannos pretos, ditos atoe?, casemiras pretas
    e de cor, merinos, brins brancos e de co-
    rea, seda para rolletes, camisas inglezas para
    homens, meias, chapeos de sol etc.
    Olicina d'alfaiale
    Os dignos frcguezes encontrarlo um gran-
    de sortimenlo de roupas feitas desde o
    mais inferior at ao mais superior que se
    ache do mercado, assim como se manda fa-
    zer toda o qualquer. obra d'encommenda
    feitas a capricho, pois para este mister se
    acha munido d'um perito mestre. Garante
    ie fueren) sem;nor 0% do que em outra
    aaalqaer parte polo o motivo de o freguez
    li pagar o que compra e n5o o aspecto do
    estabelecimento.
    49iua il Imperatriz48
    JUNTO A PADARIA FRANCGZA
    LOJft E ARMAZEM
    DO
    PAVAO
    - DE
    FLIX PEREIBA DA SILVA fr 11
    NA BA DA IMPERATRIZ II, 60
    S a dinheiro vista
    Os proprietarios deste estabelecimento tendo grande* decessidade de dkninoir o in-
    menso deposito que tem de fazendas e grande urgencia de apuraren! diobeiro tea
    solvido fazer urna verdadetra llquidacao com grandes abaiimentos ios preet de todr*
    os seus artigos: para o que convidara ao respeitavel publico deata capital a vir sortir m
    pon ltie garatera que em parte algomi poderlo encontrar o grande sortimeotoe me
    mo n3o comprarlo pelos precos que se Ibes pode vender na loja de Pavao Dorm rl*
    virtindo-se que so so vende a dinheiro vista. Os mesmos proprietarios deste estaba
    lecimento rogam a todos 03 seus devedores desta praca ofavor de virem saldar seus da
    bitos, e todos aquellos que esiiverem devendo contas antigs eo niofizarem lefio *
    ser encommodados judicialmente.
    BF
    IllillS k
    teta a venda em sous ai raazeus, atra de outros
    rogo?, do son negO' io regular, os seguintas, que
    fanio^i por pregos mau mdicos que em ou-
    tra jaalquer pirte :
    POrt'f AS 4". pinho almofadadas.
    PORTEHUS de ferro para, cercas.
    SALITRE mglez.
    ESTEHIAS da India pira cama e forrar salas.
    GANOS da barro francer para esgoto.
    GSSO superior em porcSes e a contento.
    SEMENT de todas as qualidades.
    ENCHINAS de descansar algodo.
    LONAS e briozdes da Russia.
    OLEADOS americanos para forro de carros.
    fOGOES americanos multo boas e econmicos.
    VJNHO de Bordeaux.
    COGNAC superior de Gautier Freres.
    PARSLLO em sacos grandes a 3J500.
    A .'A Qnrida legitima.
    BALAN'CAS decimae.
    CADElltAS americana?.
    RIltJM da Jamaica.
    AZULEJOS de Li-bia.
    ~ *-------------
    Contra a tosse
    PAST'LHAS I'EITKABS.
    de
    Goman simples crysUlisada.
    Dita' de angic t
    Natf d'ATwia.
    Seve da pinho martimo de Ligarse.
    E ouras muitas que muito se recomeniam pe
    las'anaa expelientes qaalidades.
    Vendo n
    PHARMACIA E DROGARA
    DK
    Barthnlomeu & C.
    34 -RA I.AIUIA r) HOSARU-34
    Xarope sedativo
    Casc.i de
    DE
    hraujas amargas
    COM
    BROMRETO DE POTASSIUM
    DE
    Este novo preparado aprovad) pela academia
    imperial d medicioa, muito se recoraraenda pela
    siu aegio sedativa e calmante, sobre o systema
    nervoso, o bromurelo da potassium, nao deixa de
    dar os mais certos resultados as diversas affec-
    c5es da organismo e principalmente as molestias
    do corceo, das vias digestivas da respiracio, das
    vias geniD-urinarias, na epilepjia, as molestias
    nervosas da prenhez, na insomnia das angas
    duraate o periodo da denligao etc. etc.
    Vende-se na (harmaciae drogara
    ' de
    Bartboloraeu C.
    3-RA LAU3A 0ROSARIO-3
    ioces, ructas e flores.
    Ra Ja Crut n. 13' vende todos os das :
    Prezunlo em Qambres a libra.
    Lanches tolos os das, e differentei.
    Ge'a de mo de vacea em copos.
    Doces crystali.-ados de differentes fructas.
    Bollos, poJins e bms boceados.
    Bandeijas com bollinbos, enfe'itadas]
    Rouquets de crav?s para noivas.
    Flores avulsas e em boupuets.
    Sorvefs todos os dias a noute.
    Jos Antonio Pereira
    tem para vender na saa fabrica da rna do Baro
    da Victoria n. 4 (antiga roa Nova) charutos dos
    mais acreditados fabricante* da Babia, como se-
    tm Iaiperiae?, .Normas de avana, .Operas, Ama
    dore;, Lontrinos e Lsae', de Simas. Imperiaes.
    Exposi^io, Lanceires, Btgarrlhos, de Cardeso.
    Mi3j^-ipe3, Expo-icio, Havanas, Flor de Suspiros,
    Londres Almirantes Brasileir >s, Trabucos e Re-
    gala Imperial, d Joaquina Jos dos Res, e mais
    qualidales de ontros fabricantes. Pumos Daniel
    Baep-cdy, Rio Novo, Minas, Uaranbo, Para e
    Garanbans. e cigarros 4os mesmos fumo?, v
    NOVIDADE.
    A toja do Papagaio acaba de receber um com
    p!eto sjrtimento da sedas lavradas de urna
    er; assim como um esplendido aortimento de
    poupelinas de seda, tanto um armo outro sao de
    lavrores ioteiramente noves, e as eres s3o as
    mais delicadas que at boje tem apparecido nesie
    mercado, seu prego tao commodo que nio ha
    quem deixe de comprar : na ra da Imperatriz
    n. 40, esquina da ra Siie de Setembro, antigo
    beco dos Ferreiros, tola de Mendaz & Carvalbo.
    i. siahas barata do Pavo.
    Alsacianas com lindas ltras do seda a
    l^oOO o covado.
    Ditas lisas com muito brilbo a l{> o covado
    Allantas, fazeoda de muito ~gosto tecida
    com seda a 720 rs. o covado.
    Ditas com qoadros de seda e cores muito
    delicadas a 610.
    Poil de chvre, d'uraa s cOr com muito
    brilbo a 500 rs. o covado.
    Merinos escossezes fazenda de muito goto
    para vestidos bjrnus e roupas- de'menino
    a. 640 rs. o' covado.
    GurgurSo muito bonito, tendo de todas
    as cores a 400 rs. o covado.
    Uasmhas aodernas com differentes gos-
    tos a 400 e 500 rs. o covado.
    Ditas ditas a 280 e 320 rs. o covado.
    Bareges transparentes com differentes co-
    res a 160 rs. o covado.
    Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
    de muit) goslo a 500 e 800 rs. o covado.
    CassasdoPavao.
    Cassas inglezas com bonilos gostos a 200
    e 240 f*. o covado.
    Ditas finissimas a S00 rs. o covado.
    Ditas francezas de muita pbanUeia a 400
    rs. o covado.
    Cortes de cassas com 7 varas fazenda
    muito lina e bonita a 2.5500 e 30000.
    Ditas d'organdy branco e do cores a
    2^500.
    CAMBRAIAS LARGAS A 800 RS. AVARA.
    O Pav5) tem ciffiDraia branca transpa-
    rente d8 boa qualidade, com 8 palmos de
    largura, que apenas precisa 4 varas para
    um vestid) e vende a 800 rs. a vara, dita
    Qnissiraa da Escossia tendo a mesma largu-
    ra, que vende a 10600.
    CAMUR.VI S BRANCAS A 40000 E 40500
    O Pavao tem pegas de cambraia'branca
    transparentes com 8 1/2 varas que vende
    pelo barato prego de 45000 e 40500, ten-
    do tambem multo Gnas de 50000 at
    100000.
    Ditas tapadas ou Victorias tendo de O05OO
    a peca at t mais fina que vem ao mer-
    cado.
    CORTES D'ORGANDY A 40000.
    O P.iv3o tem corles de organdy branco
    com 8 1/2 varas que vende pelo barat) pre-
    co d: 40000, assim como finissimo organdy
    branco com-lislrinbas e quadrinbos o me-
    Ihor que tem vindoao mercado e vende
    pelo barato prec.0 de 720 rs. a vara.
    Grosilenapics preto e de cores.
    O Pavj tem um grande sorlimeuto de
    grosdeuaples e gurguro preto para vestidos
    tendo de 106OJ o covado al ao mais su
    perior 'que costoma vir ao mercado, assim
    como um grande sortimento de ditos de
    todas as cores e branco e um bonito sorti-
    mento de settns branco e de cores que ven-
    de por presos muito em conta.
    Poupelinas de seda a 5*oo.
    O l'avaj tem um elegante aortimento de
    poupelinas de seda tanto lisas como lavra-
    das as mais modernas que tem viudo ao
    mercado e vende a 20000 o covado.
    ESPARTLHOSA40OOO
    CACHENEZ a 40, 50 e 60000.
    O Pifio vende espartilbos de todos osta-
    manhos a 40 e 50000, cachenez parisiense
    com delicado ponto e de cores, a 40, 50,
    e 60000.
    CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLS.
    a 80, 100, 120 e 1(30000.
    O Pavo tem um grande sortimento de
    cortinados ricamente bordados, proprios
    para camas e janellas que vende de 80 at
    160000 o par.
    Pegas de cambraia adamascada com 20
    varas a 100000. crochet ricamente bordado
    para cortjnadosa 10500 o metro. Assim como
    ricos damascos com 6 e 8 palmos de largu-
    ra proprios para colchas de camas e tam-
    bem ricas calchas de damasco a imita-cao de
    seda e ditas de crochet as mais lindas que
    tem vindo ao mercado.
    MUSSELINAS DE CORES A 400 RS. O
    COVADO.
    ALGOBAOSINimAJiOQ.
    O Pavaetom pecf de algodosinho muito
    ?0*clu!!Idade 9fl,e tanda P^ barato PCo
    de 3Ot> a pec>. Ditos multo superiores
    de 40000 para cima. Algodlosinbo finfes-
    tado com largura precisa para ora lencol,
    sendo liso muito encorpado a 900 fa. o
    metro e dito eotraofado col mesma lar-
    gura a 10280 avara.
    BRAMANTES A 10600 e 10W) O METRO.
    O Pav5o tem superior bramante de al-
    godo sendo preciso para m lencol apenas
    um e mero ifletrog venda !#BOO e 40800,
    e de liono fazenda muito encornada, tom a
    mesma largura a 20OnOe 20500, diMrao-
    cez do mais fino que tem < Indo ao merca
    do a 30000, 30600 e 40000.
    AT0LHADO.
    O Pav3o vende superior atoalhado a 10600
    e 20000 a vara, dita de liobo fezeoda muito
    superior de 30000 para cima> sendo ada-
    mascado.
    Fazeoda para luto.
    O Pavo tem um graode soriimeBto de
    fazeHdas pretas para luto, como ejam :
    Merino preto con 6 palmos de largura
    para vestidos a 20000 e 20500 o covado
    Merinos pretos e de cordo para todos
    os precos e differentes qualidades.
    Bombasinhas para todos os precos.
    Cantes e alpacas pretas. LSasinbas nre-
    tas ou ssas de Ife da 360-at 500 rs. o
    covado.
    Cassas pretas francezas e inglesas de to-
    das as qualidades.
    Chitas pretas francezas e inglezas de 200
    rs. para cima.
    Crep preto para veos.
    CASEMIRAS PARA CALQAS A 40, 50, 60,
    70 E 80JOO.V
    O Pavo tem om grande sortimento de
    cortes de casemiras de cores para calcas,
    sendo os mais moderos que tem viudo ao
    mercado e vende-se de 40 at 160000 o
    corte, ditas emr pecas francesas e inglezas
    para caicas, palitots e colletes qne vende de
    10800 at 60090 o covado, ditas escoras a
    prova d'agoa que vende a 50 o corte ou a
    30 o covado, sendo estas casemiras muito
    proprias para meninos de escola por serena
    es-.uras e de meita durar,o.
    NOVOS VESTIDOS A 50000.
    O Pavo tem lindos cortes de vestido de
    Anissimas cambraias com bonitos bordados
    de cores e tambem todos bordados branco
    que vende pelo baratissimopreco de 800*0
    cada corle, grande pecbiacha.
    PANNOS DE CROCH PARA CADfilRAS E
    SOPHS.
    O Pavo tem um graode sortimento do
    pannos de croch proprios para encost "de
    cadiras e de spbs, assim como um rico
    sortimento de tapetes de todos os lmannos
    proprios para salas.
    MADAPOLO BARATO A 40, 40500 E 50.
    O Pavo tesm pecas de madapolo com 24
    jardas ou 20 varas que vende a 15 e 40500
    a peca, dito muito fino e largo de 60 para
    cima, dito francez do melbor que tem vindo
    ao mercado, assim como dito finissimo em
    pecas de 40 jardas.
    Corles de chitas.
    a 10600, 20000 e 20800.
    O Pavo tem cortes -de chitas francezas
    com 10 covado, que vende pelo barato pre-
    co de-10600 e 20000, ditas que* vende a
    160, 200 e 280 rs. o covado, tambem tem
    um graode sortimento de ditas finas claras
    e escuras que vende a 280 e 320 rs. o co-
    vado e fiaisslmas percales miudiribas propri-
    as para camisas, vestidos e roopas para'me-
    ninos que se vende a 360 e 400 rs.
    LENCOS BRANCOS.
    O Pavita tem lencos brincos abanhados
    que se vende a 20400 e 30. a duzia, ditos
    grandos de murim sam ser abanhados a
    30200 rs. a duzia;assim cono bonitos len-
    cos bordados para mos.
    ROUPAPARA HOMENS.
    MACHINAS PAR
    COSTURA
    Chegaram ao Bazar Universal da roa Nova
    d. 22, om sortimento de machinas para cos-
    tara, das melbores qaalidades que existe na
    America, das qaaes multas j sao bem co-
    nbecidas pelos seos autores, como sejim :
    Weller & Wttoon, G>over A Boker Silen-
    ciosas, Weed e Imoeriaes e outras muitas
    que com a vista (
    pradores.
    Estas machina:
    o trabalbo que 3
    diariamente e co
    edmo as mais pe
    tese a saa boa q
    balbar com perfc
    hora, e os precos
    vem agradar aos
    o agradar aos com
    a vantagem de fazer
    lureiras podem fai-r
    com tanta perfeico
    ; ftfiostureiras. Garan-
    ladee ensina-sea tra-
    em menos de urna
    !( resumidos que de-
    i tendentes.
    A FLOR DE OURO
    E1 este o distintivo de urna nova e tem montada
    lojv dejoias,sita a ra larga do
    Rosario n. 24 A.
    Os proprietarios deste alegarte estabelecimento tendo.em vina os esforcos que {
    Bieram para o collocarem ou cotiicfSes de nma grande clienteila, Ulariam ao mais i
    rigoroso principio se nao viesseu ai collumnas do jornal identificar ao respeitavel pu-
    buco, que no rae.mo estabelecimento encontrars sempre o mais completo nutinif
    de ji.las, como sejam : brincos os mais moderos, para adornare ai delicadas oro-
    Ihas do bello seso, e qae se veedem a 8, 9 e 104 o par, ditas para meninas a 4, 5 e 6#r'
    ditas de coral, obra'de apurado go-to a 3 e 44, Voltinbas de coral com cruzes de ooro I
    a 54, broches modernos de 3 a 134, ditos com pedra? e em snas devidas caixinbas a '
    10. 11, 16 e 204, rosetas lisa?, porm bem trabalbadaf, d 24800 a 94, ditaa coas
    pedras de 4 a 154, cacoleus a 44, ditas com inscripcSes a 3*500, aooeis de direno*
    gostos, e com bonitas pedras a 2, 3 e 44, ditas de perolas, esmeraldas e rabias-a O,
    ricas cruzes de esmeralda e rubim a 12, 14 e 164, ditas de ooro e coral com vistas pho-
    jpf tograpfaieas a 3, 4, 5, 6 e 74, ligas de coral a 24, cdelas para retogios a 20, ditiw a
    f^; 6*500 a oilava, guarmeoes com tres botos para aberturas a 44, ditos de pedrlnas a3f 500
    o par, ditos para punhos os mais moderaos a 7 e 84; aim de um variadiseimo sortimeo-
    to de joias de apurado go.-to que receben! por lodos os vapores da Europa ; como
    sejam : brincos, braceletes, alneles, aderecos completos, cruzes, roretas, anoeis de
    brilhantes', esmeraldas, perolas e rubios. Medalboes, volt'as, tranoellos, aooeis com let-
    tras-e de diversos modelos, ocolos e peocloex de ooro e prata doorada, relogios de oo-
    ro e praU de afamados fabricantes, salvas de prata de diversos tamanbos, ricos palitei-
    ros e faqueiros, eolberes para cha e .sopa, oaracs pai a enancas, e orna nuotdade do
    SEL objectos qae seria enfadonbo mencionar-se.
    (A proprietarios da Flor de Ouro garantera veoder mais barato qoe em outra
    ^^? qnalqaer parte, para qne estar aberto o eitabolecimeolo das 6 horas da manba as 8 da.
    nico legaimente autorisado e approvado
    pelo conselho de sade.
    CNICO DEPOSITO
    em
    PERNAMBUCO
    Pharmacia e drogara
    de
    BARTHOLOMEU & C.
    3iRa larga do Rosario34."
    Pavilhao la Aurora
    Ra da Imperatriz n. .
    O proprietario deste acreditado estabelecimento
    avisa aos seus numerosos freguezos que Ihe ebe-
    garam pelo ultimo paquete da Europa graode sor-
    timento de eliapxi para seahora, da ultima moda
    de Paris ; as;in eoffia sedas, pepelioas, sabidas
    de baile, e outras muitas fazendas de gosto, que
    deixa di mencionar para.se nao tornar enfadoobo
    Todas as suas fazendas do sea estabelecimento sao
    veudas por meaos qae embair qailquer parte.
    Teade-se
    a loja da louca da trra sita roa o.Baogel n.
    4-: qaem a pretender dirija-se mesma oo pra-
    ca da Inl'['DaJeneia o, 33, que achara cato qaem
    traur
    0 Pavo tem um bonito sortimento de
    musselinas de cores, padrees inteiramente
    novos e cores flxas, que vende a 400 rs. o
    covado. Ditas brancas muito finas a 400
    e 500 rs. Melim branco da India muito fino
    para vestidos e roupas de meninos a 720 rs.
    o covado. Crotones de cores muito enca-
    pados para vestidos a 600 rs. o covado.
    ROUPA POR MEDrDA NA LOJA DO
    PAVO.
    O Pavo tem urna bem montada o/JQcin de
    allaiate, administrada por um hbil mestre
    nacional, aonde se manda fazer qualquer
    obra de encommenda, tanto para homens
    como para meninos, garantindo-se a promp-
    lido e aceio em todo o trabalbo, e no mes-
    mo estabelecimento encontrarlo oa respeita-
    veis freguezes todas as fazendas proprias
    orno sejam pannos de todas as cores qua-
    djades e precos,jjp.yas casemiras de gos.to:
    re ns brancos e de cores, assim como todas
    'asfazendas proprias para falos de loto.
    CASAQUINHOS A itt#, 180 E 20,0000.
    O Pavo tem om grande sortimento dq
    ricos casaquinhos de seda preta muito bem
    enfeitados e modernos que vendo a 154,
    I8 e 2OJO00, sendo fazenda de muito
    mais valor, assim como ricos, chales pretos
    bordados com franjas largas de retroz a
    m e_ i2000.
    Sobrecasacos de panno preto Gao sendo
    muito bemBtte8-de/t*0-at 40|>000.
    Palitos de panno preto fraques e saceos
    de 8.-) at 124000.
    Ditos de casemira de cor de 6 al 12<$.
    Ditos de alpaca preta na de 4$ a 60000.
    Ditos de dita branca e de cores 65000,
    Ditos de brim de liono trancado a.6000.
    Calcas de ca-emira preta de 6-5000 at
    120000.
    Ditas de brim branco delinho de 40O0
    al 80000.
    Ditas de bnm de lioho de cor para todos
    os presos e qaalidades.
    Camisas francezas e inglezas com pellos
    d'algddao de 10600 at 50, em duzia ven-
    de-se mais barato.
    Ditas de meia de 800 rs. para cima.
    Ceroolas de linho ealgodao, francezas e
    feitas na trra.
    Collarinhos de papel, algodSo e lioho
    qae se vende mtrito barato para liquidar.
    Pora iioiTas.
    O Pavao tem rico gvrganio de seda, bran-
    co. Grosdenaple branco muito encorpado
    Agraciaonas branca oo Hstras de Mda.
    Poapelioas brancas de seda tisas e hvra-
    das. Sedas brancas, lavradas e lisas. Ca-
    pellas com palma de flor de laranga
    Para saceos e fogueteiros.
    SACCOS
    PARA ASSCAR
    CERVEJA DE MABCA
    %
    Engarrafada especialmente para o Brasil.
    Charutos de Havana
    Lona para velas
    Cambraia Victoria
    As verdadeiras trazem os nmeros estampados
    as peeas e*nao as etiquetas.
    Vendem-se
    Em casa de
    . T. JEFfERIES i C.
    46 Ra do Gummercio 46
    BRINS DE ANGOLA
    OS LEGTIMOS
    Trazeiu em cada peca um bilhe-
    e com o nome
    DOS
    ' nicos importadores
    T. JEFFERIES A C.
    ura rpida e radical dos
    callos
    pela pomada Galopeau
    Essa pomada qae tao bns resoltados tem eolhi-
    d as pessoas que del la -tem fetto aso- acaba de
    ehegar para o sea deposito especial..
    NA \
    Pharmacia e drogara
    DE
    Bartholomea C. raa larga do Rosario nu-
    mero 34-
    RA DO DU DE CAXUS
    (Outr'ora do Queimado)
    Tendo-se resolvido dVra avante venderse neste estabelecimento todas as fazen-
    das existentes no mesmo, por precos que todos admirarlo, acho de mea dever partid-
    pa-lo a todas as Exmas. familias em geral, aQm de virem; vibiiar este estabelecimento
    ou mandarem bascar amostras, garantindo-se-lbes em bom sortimento de kaendas de
    algodo, la, linho, e seda, emba urna infinidade de arligos de mt da mandaado-se i
    casas das Exmas, familias, por empregado da casa, toda e qualquer fazenda para erem
    on escolherem.
    As pessdas que vendem em menor escala podero bem soitlrera-se oeste estabe-
    lecimento qoe vender pelos mesmos precos qae em quelqoer casa importadora, taado
    a facilidade de comprar qualquer porcao.
    O 65 tem um completo sortimento de roupas bem acabadas o qae venda por
    presos muitissimo cmmodos, mandando tambem fazer por medida toda e qualqoer obra
    que os concurrentes desrjarem para o que tem um dos mais habilitadsimo mestra
    alfaiate, corlando por um systema inteiramente novo.
    Os anna ocios nesta prat;a esio e por certo de vem estar desacreditadissimos, poia
    qae ha casas qae annunciam aquillo que n5o teem, o que o 65 girante nunca dar-se em
    sea estabelecimento, pois que s deseja bem servir ao publico em geral, para ganhar
    g ande nomeada em todo o mundo.
    O 65 acha desnecessario mencionar os pregos de suas fazendas pois que isso tor-
    naria-se demasiado macante para os leitores, por ter de ser demasiado extenso sea an-
    nuncio.'e mesmo para se "tornar menos desendioso, pois que vendendo maito e moito
    barato mister encurtar suas* despezas. A sinceridade des tratos do 65 julgo queja o
    publico conhece demasiado, pois que sempre tem camprido com aquillo que annoncia,
    nao verdade ?
    E' INTIL, NAO SE CANGEM, COM 0 65 NINGEM PODE COMPETIR

    RA DO DUQUE D CAXAS
    (Outr'ora do Queimado)
    ,


    -

    Bazar universal
    RA DO BARQ DA VICTORIA (OUTR'O-
    RA NOVA) N, 52.
    Acaba de ebegar para este grande estabelecT-
    mento um completo sortimeato de machinas de
    costura da todos os autores conhf cid >s, os qaaes
    garaolem por annos as ditas machinas, e se ven-
    dem por precos tao razoaveis qae a todos agrada-
    ra, cojos precos s5o os seguintes : 40, 60, 80
    100*. !20i, 130*. 1405,160*. 1805, 200, 220,
    iaOf e 300|. Garante-se aos compradores a boa
    qnalidade de trabalho, e obriga-se a ensioar lan-
    as vezes quantas sejam. precisas para bem com-
    prehender-sa. Vende-se tambem pegas e mais
    pertences de sobresaleotes para as mesmas machi-
    nas. Previoe-se desde j qne se vai ao-cha-
    mado para concert e ensino de machinas das qae
    forem compradas neste estabelecimento.
    #Mr/ j*
    56 ARa do Mrquez de Olinda56A
    outr'ora ra da Cadeia.
    LOJA DAS MACHINAS
    Sendo este antigo estabelecimento assaz conocido como principal, e recommen-
    dado pelos grandes depsitos e b ns sort'tmeotos com qoe sempre prima em ter daa
    melhoras, mais acreditadas e verdadeiras initchiuas americanas para algo-
    do, desde 10 60 sorras, q havendo em todos os tamanhos diversidades de syste-
    mas e melhoramentos para perfeito e rpido descrocamento; tornam se dignas de
    serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; jos qaaes, alm disto, encontrarlo
    tambem mais:
    Correntes para arrastar madeira. .
    Cyliqdros americanos para padariaa.
    Pertences avolsos para machinas.
    Salitre refinado.
    Brea superior.
    Moiohos de diversos fabricantes para
    milbo e ca'.
    Debulbadores para milbo.
    Azeke de spermacete para machinas.
    Camas de ferro.
    Bombas de Jpy.
    Ditas! americanas.
    Cofres de ferro patente.
    Canos de ferro esmaltados.
    Ditos de dito estanbado.
    Diloas de chombo.
    Ditos, de borracha.
    Folies para ferreiros.
    s avista a neste estabelecimento poderlo ser


    Aparados vapores i/msomoveis, de forca
    de 3 4 cavallos, e pertences. ,
    Machinas para lavar roopa.
    Arados americanos para varzea e la-
    deira.
    Carros de mo para atterros.
    Tinas de madeira.
    Baldes de dita.
    Ditos de ferro estanbado. .
    Ditos com vlvula para lavatorios.
    Ditos de madeira para compras.
    Apparelhos para jardins. .
    Guardas comidas.
    lampas para cobrir pratos.
    Tarracbas para'fazer parafasos de ferro.
    Ditas dita ditos de madeira.
    Trens para cozinha.
    Ternos de Mmdeijas finas.
    Emfim.maitos outros arligos, qae
    examinados.
    Farinlia de milho.
    Yende-se farinba de orilhe moda a vapor da-
    riaanopte, pelos presos segoiotes : grossa, para
    aog, pintos e passarinhos a 100 rs., para caogica
    e pao de oroveoca a 120 rs., e para cascs a O
    r?., em arrotta mais barato : na roa do Coto-
    Vello o. 25.
    ricos veos bordados, que todo ge vende mais
    barato do-qae en ooK tuakpor parte.
    A loja do Pavao acba-se const-mtemente aberta daa 0 "boraa da maobja at aa e
    boras da noite, roa da Imperatriz ti. 60.
    CASAS
    JPeBde-e anas < asas terrea* na freguesa de
    Santo Antasie, osuno frescas por oio terem casas
    defrnte, com coartoonicaeSes internas, tendo tres
    salas, gabinete, cinco quawes, qniataes e cacim-
    ba : tfita-se a rna Imperial sobrado n. 98.
    ATTENCAO
    A 13|500 a roba.
    Vende-se velas de composiclo raoito bem fabri-
    cadas, .com o sortimento completo, pelo preco ci-
    na: o roa 4o Viiario n. ti r
    GRANDE NOVIDADE.
    Resusciou a grande liquidapo do arma-
    zem e loja da ra do Duque de Ca-
    xias n. 29.
    Cambraias transparentes de 24500, 34, 30500 e 40 a peca. Ditas Victoria de 4,
    40500 e U a peca. Dita de forro a 20200. Ditas de cores a 200, 210 e 280-rs.e cova-
    do. Chitas de cea ciaras e escaras a 240 e 280 rs. o covado. Ditas percalas fioa6320,
    360 e 400 rs. Peoasde madapoln fiaos a 40, 40000, 50, 505X e d Ditas deslgof*-
    siubo, a 205GO, 30, 30500, 40500 e 5& Ditas marca T, largo, a 50500 e^0 UH flo
    listra de seda a 400 e500 rs. o covado. Alpacas de seda finas, a 60 eso rs. ocow-
    do. Lindos cortes de easemira de cor a 50. Ditos de meia casemira a 300. Ditos ca
    toques de mofo a 10. Ditos de brim pardo trancado e liso a 10. Brim pardo tran|ed4i-
    no a 280 fs, o covado. Gangas de edres, a 320,360, 400 e 500 rs. o covado. Chelea de
    merino liso de cor, a 20 e 20500. Ditos estampados a i#, 4JSO0 e 50. Ditos preU Mi-
    sos a 20500. Dito* do casemira de cor a 205CO. Chapees de raatio de cor coa IsoM i
    2:500. Ditos de merino preto a 30500 e 40. Ditos de castor a 30500 e 4*. DiftM dt bie-
    la a 10120. Lencos de cissa com barra de cor a 10 e 10200 a duiii. Cobertor*
    godio a 10200 e 10400. Ditoa adamascados a 20500. Setim branco a 400 re. o oc-vafe,
    Alm deslas fazendas tem muitas outras qae seria imposssivei menciona-las.
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    Diar de Pernambuc Segunda (eir 2 de Outubro "d 1811.
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    DO
    CYSNE
    DI
    (4
    FIGEIREDO ft LOPES.
    BUA D4 IIPERATRIZ \ U
    Os propnennos deste importante e sympathico estabelecimento de fazendas finas,
    ven avisar ao respeitavel publico e partica.rmente a sua numerosa freguezia, que o
    CYSNE acaba de sortir-se de todo quanto ha de gosto e moderno em fazendas tanto
    para homeos como para senboras. .
    8' ocioso efcar qae os propietarios da loja do CYSNE naturalmente providentes e
    d'om espirito altamente conciliador dos interesses albeios com os seos, teem sempre
    seguido o magnifico iystoma de offerecer venda fazendas de todas as qualidades e pro-
    cos relativos de forma qae fcilmente podem fornecer artigps de sna-casa accommodados
    a tedas-as fortunas e roeios.
    E sobre todas as conveniencias e meios preferivel comprar no CYSNE em con-
    eqeencia da sinceridade e barateza com que negociara rs seos proprietarios.
    o lo ivavel empeobo de justificar as suas operares convidara as Exmas. familias
    a visitar a sympathica loja do CYSNE chamando as altences'de publico em geral para
    as seguintes especialidades e presos.
    Chapas de ferro ^ ** <*. **.
    Forma para assucar de erro md0\ gMlviB}Md>o
    Aradas AmericanosPlravmw,tad8ira
    Machinas a Vapor deorcadetrMetvaHoc.
    MaCQinaS de descarocar algodao.
    Trillaos de ferro^eDgenhM>elc.
    Fogoes americanos
    Camas de ferro vnimtfpim.
    Macacos de estiva
    Cofres de ferro de MneeJ, e omm.
    Papel deombrulho
    Estes artigos vendem.se em
    asa dos importadores.
    Shaw, Hawkm & C
    H. 4 MJA DO *0M KSS.
    (oTR'OBA RA.DA CbDZ )
    PARA NOIVAS.
    Ves, capellas, sedas e popelinas orancas
    e de cores, gollas. ponbos e camisas bor-
    dadas, todo caprichosamente escolhido e
    para varios precos.
    CRETONE BAPTISTE.
    Fazenda lisa de orna s cor, de cores di-
    venas, para vestidos e tambera propria para
    sombras.
    CAMBRAIAS
    Transparentes de 8 1/2 varas desde
    8(5300 at 85 a peca. Victorias muito finas
    de 4 at 85000.
    CORTES BORDADOS
    Fazenda branca de delicado bordado
    baixos precos acempanhada do competente
    figoroo.
    LAAS
    Yariadissimo e neo sortimento desde a
    .la lisa barata de 4# al a de listras de seda
    mais cara qoe pelo preco que vendemos
    por assim dizer de graca vista do gosto
    e qualidade.
    BAREJES
    Lindos padrdes aos precos de 360 e...
    400 ra. o covado.
    SAASBORDADAS
    As que o CYSNE vende a3o bellas e su-
    periores.
    LUYAS
    Aa melbores e mais procuradas luvas de
    Jonvin, brancas e de cores sao as que o
    CYSNE expSe a venda.
    BALDES
    De crotones com babado e bordado, di-
    tos de arcos a ISO, pecbincba sem rival
    co genero.
    CHITAS.
    Completo e grande sortimento de todos
    os precos de padres modernos e cores fi-
    tas.
    GROSDENAPLES
    Finos de todos os precos e larguras so
    o CYSNE pode vender ti i rato-
    FLANELUS
    De cores e brancas de 500 ra. at 45300
    covado.
    ALPACAS
    Lavradas de 500 rs. a 150CO o covado,
    especiaiidade do CYSNE que nao conta com-
    petidor.
    MADVPOLES
    Francez de 2i jardas de 85 at 105000,
    inglez de 55 at 85000, e muito fino.
    DAMASCO
    ;Com 8 palmos de largura, dito eslreito.
    CORTINADOS
    Para camas e janellas de todos os tama-
    nbos, cambraia para o mesmo fin de 20
    varas a 105 a peca.
    ATOALHADO
    Dj linbo adamascado, dito de algodao
    maito finos, bramante entrancado e liso, e
    barato s o CYSNE vende.
    GARDANAPOS
    Grandes e pequeos.
    SETINS
    Para todos os precos e diversos pa-
    dres.
    PARA NOIVAS
    Camisas bordadas, peitos colarinho e
    punbos lisos.
    PARA LUTO.
    Merinos, princezas, alpacas, cantao, bom-
    basinas, chitas, cambraias etc., etc., por
    precos qoe s o CYSNE vende.
    PARA HOMENS E MEEINOS.
    Brm pardo a 640, 840 rs., 15 e 15500
    o metro, angas de 400 e 440 rs. o cova-
    do, e tambem temos o afamado brim de
    angola.
    CHAPEOS DE SOL*
    Para homeos e senhoras dos melbores
    fabricantes da Europa.
    FILOS
    De seda, ditos d linbo, pretos e bran-
    eos e mais baratos que em outras loja.'
    MEIAS
    Para todos os tamanbos e qualidades.
    CHALES
    De merino lisos e estampados, pretos com
    franja de seda, ditos cuto, franja de 15a es-
    pecia Iidade do CYSNE.
    Desculpem os nossos fregnezes termos si ao om pouco extenso na narrado de al
    jumas novidades pois com (juanto seja nosso interesse tambem o dos nossos fregu'
    tes qoe querem e goslam andar na moda.
    Ba la lmpcratriz n. 64.
    FIGEIIIEBO & LOPES.

    i te vio om processo'mais perfeito e qae at-
    "* *** fo'W; a satiafazer as exigencias mais
    tanr Mfntliestaaa e3o precisa ecaida-
    (calgam per se eonsemr no totei^o aempre
    toa a Manta fr, sera borra, croata bolfir ou em
    waaa astas maiellas inherentes todas as tintas
    al afora coobeeidas, atnda mesmo dos melbores
    taMr'B*Mt4rt>s.
    gaanaroaV, este esUmvmi proaacao, nao ataca, a
    y. de ac, ames pelo contrario, a pe.nna
    nm esmalte donrado que, sendo inters-
    BroVeifeee.
    <'*> taeciadmeataati copiar,
    4A ijllalHili aaa,*ret, a waie optes m u.ei
    oeeaeripu,; preciso,, por, deixar-tbe
    ido m o enxpgarqom o mata-
    rtHrtnoW Pata se
    irar mais de ama cptaioed|ftoaeram tan-
    ^StfSar
    tirar, atas
    Untas quantas
    prejodicado
    dizer
    ktiau, qae:qui)las
    .e, para copiar imparta
    BfloeatM.
    recae sempre
    i qnem menos
    cripta sdffre o choqoe de cidos fortissimos, sem
    se dernmpr; ora, se w acido nao< tero accio so-
    bre ella, muito menos a aeco do tompo apoda
    destruir; isto pJansiveL
    N5o s ao commercio qae este mea producto
    veio ser ntit; os professores'dos eollegios, investi-
    gando todos os meios para o adfantaaento do*
    seos discpulos, tem approveitado esta tinta, qae
    com razao a acharara apta para desenvolver o
    goto nos edneandos, em consequencia da beleza
    da cr e facilidade '-de eorrer na peqaena pela sos
    liquides. Ma exemplos da enancas qoe havj
    maito ternpo tincan orna repngnaocia estrema
    para a escripia, logo que foi admittida esta tinta
    no cOliegio, apoderon-se deltas a cnriosldade e o
    gofto, e poBBO tempo depois osea adiantamentd
    era maniteslo.
    Esl- tinta, par de tantas vantagtns, tem nm.
    ooco inconveniente, deteriora-se ao contado d
    ontra qulqaer; cenvm pois e-l em tfnteiro
    iseotoe do maaor vieTambre de outn tiquee vi-
    tar escrever coa) a peoaa ^uja de ama
    diferente e Bcompativei; verificando isto,'
    ratSo para se nsar de tinta due dio sei
    LTAinmArflNA DE MWBIRa
    S.) analmente chegadas a esta praca pela segasda vez as verdadeiras preparacoei
    do Dr. Radway A C. de New-ork.
    Depois de alguos anuos em qoe as falsificagea de Hambwgo e mesmo de Nev-
    York tiveram entrada oeste mercado, aprovettando-se do bem merecido conceito qw
    estes remedios haviam alcancado por. sena aaaravilboeos effeitos conseguiram introduzir
    se, illndindo o pnblico incauto, com urna redsceio de pre?o, nullificaode o verdadein
    mrito tiestas admiraveis preparacoes, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
    do-as com saos nolios effeitos, lembroo-se o autor de fazer a declarado abaixo, e a
    dar diplomas aos que ven^erem es seus legitieaos preparados.
    Previna-se o respeitavel pobco de que as verdadeiras preparacoes do Dr. Ra-
    o wat sae vendem ao depsitos cima declarados e trazem om rotulo, igoal ao desU
    aanuneio.
    Nos abaixo assigoados,.declaramos e certificamos, qae os Srs. Ratonando Carlos Le
    te & Irmao, da cidade do Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, s3o os nossos agentei
    foraes, pela venda de nessos remedies, tanto aa dito, imperio como no reino de Pertu
    gal. Noticiamos ao publico, qoe nao se podem obter os remedios i Dr. Radwat & C
    e que sao preparados no laboratorio do ineema dootor aa cidade de New-York no
    Estados-Unidos), en5o das pessi as que podem produzir a presente cerliflcacSo e attes
    Uc2o e.quea prodozem, subscripta e assigBa,da d Dr. RjanrAT' 4 C; e dos Srs. Ray
    mando Carlos Leite A Irmocomoao p. Tedos e cada om dos remedios do Dr. Ra-
    dwat de C. sSo acompanbados de cdulas semtlbaotes as que parecem ao p desta cer-
    tificaclo.
    fiamrne-se bem a > asignatura da firma do Dr. R*dwat aerficafo e compare-se^eom o facsmile ua* cdulas opm todo os fraacoa e caixinha
    RBWAt'dr C.
    A' AGU A BRA3VCA
    RtIA DUQUE DE CAXIAS N. 52
    (Outr'ora Queimado n. 8.)
    2.-A2
    A*4a qalMM *-rtfi 6 nanamente
    y**, poto qoe cvua ^Wi imitaaiqaor ea-
    aBpaorio aaia nwta 4*naajaa,Uau paraos di-
    VSSSSttJ^St
    Observapao.
    capital
    W U:hNADO AMBGBSSOft;
    girJaotoal60flUco, i
    Diversas falsiflcacSes e semelha.ncas tem apM- D, SALsi DOPABA, xarf
    recldo, coja darafillidade davRcaa. Xk'wil % Ao'; pir tuo qoe om
    cocaprdores pedem evttar o.eofaao .dirfgiado-ie introito, scientiflaam havjei
    ^>ea^asi)eeUs,iAP4inda a,tinta qu,0| ,ro >U,^ldJ|^Mipwaii<
    ' i. G. HenUiro, *
    (Sveeessores te k'up'm 4e AtaeiafWft)
    10%a rarga d0 psar^->?>
    Brpnr.letarios d'este es en de todas as provlnttta Vtmpfifo,.
    nsw.?ri
    ao resiM*v*l'paWi6o d'esU
    Afflwrai
    , wto m a aww
    4aaa*iaicf "Paiws
    caso-orgeote.
    A Aguia Branca teodo j recebido paito de suas
    antigs encomraendas, em segnimento acaba ago-
    ra mesmo de receber ontras, algumas das quaes
    se tornavam essencialmente precisa?, e ontras se
    fctem apreciadas por seus gostoa e qnahda'des,
    cono sejam :
    lleias de lio d'escocia, abertas para senhoras
    i menrass.
    DHas idem com listas tambem para senhoras
    e meninas.
    Ditas idem mnito bonitas ao gosto escocez.
    Ditas idem idem brancas e com listas para me
    ninas.
    Ditas idfm idem para baptisados.
    Ditas do algodao compridas e eom listras para
    meninas.
    Luvas pretas de seda, para senhora.
    Ditas de torzal e de seda para meninas.
    Bonitas eamisiDbas bordadas para senboras.
    Fil de aeda, branco e preto com flores miudas.
    Dito de algodao, liso e cora flores.
    Tonquinhas bordadas para criancas.
    Lindos e modernos chaposinbo? de foslao para
    ditas.
    Pentes de tartaroga para desembaracar ou pen-
    tear.
    Ditos de dita travessos para meninas.
    Dito? de-borracha para ditas.
    Ditos de tartaroga, pequeos, para segorar o
    amarradilho aos cabellos do senhoras.
    Grande sortimento de enfeites de seda para ves-
    tidos.
    Fivellas de madreperola e de tartaruga para
    pnleeira e foco para o cabello.
    Bonitas b icinhas para meninas.
    NOVO SORTIMENTO DE ENCHOVAES PARA
    BAPTISADOS
    A aguia branca acaba de receber novo sorti-
    mento de lindos e completos enchovaes para bap-
    tisados, e bem a*sim separadamente camisinhas
    para dito--, lindos cbapeosiohos de selim branco
    bordados, ootros ditos com fundo de velludo, obra
    de mnito'gosto, e que servem tambem para pas-
    selo, sapatinhos de se im para omesrr.o flm.
    HODEUNOS ENFEITES DE FIX)ltES,
    ornadas coat bicos de seda, Otas de selira e flvella
    de madreperara ao ultimo goste, e proprioa para
    bailes, casamen tos, etc., etc
    FLORES E PREPAROS PARA ELLAS
    A Aguia Branca receben lindes ramos de florea
    finas, tanto -para cabeca como para chapeos, a
    bem assim :
    Papel verde liso e com listas para ralbas.
    Dito de tres para flore?.
    Fulhas de diversas qnalidades para rosas.
    Ditas verdes e lustrosa?, obra a meira ver vindas como amostra.
    Franjas pretas e de diversas larguras parata-
    feitar vestidos,
    COQUES DE TRANCAS E DE OUTROS
    MOLDES.
    A Agoia Branca acaba de receber urna peque-
    a porcio dos bonitos e modernos coques gran-
    des de tranca e outros moldes.
    NOY SORTIMENTO
    DE
    BOLECAS
    A agnia branca, a roa de Duque de Gaxias a.
    ; 52, ootr'ora do Qaeimado n. 8, ac ba de receber
    um novo e bello sortimento de bonecas de diver-
    sas qualidades e tamanbos, sendo :
    i Com rosto de seda, das que chorara, e outras
    ' que fallam.
    Com rosto, mao?, e ps de porcelana, e pro-
    pria? para vestir-se.
    Obras de porcelana
    A aguia branca tem ontro sortimento de diver-
    sas obras de porcelana, sendo :
    Bonitos e ricos vasos para p* de arroz.
    Ontros para "joia?.
    Outros para-sabonetes.
    Outros para enfeites de mesa.
    Pequeas e bonitas pas para agna nenia.
    Pequeos jarros para santnarics.
    ("luiros maiores para metas.
    Bonitos port reiogios.
    Lindas cestinhas tambem de poreellana.
    Eserivaniaa de dita.
    E moitos ontros objeclos para enfeites de mesa.

    '



    ARMASEM DOS LEOES
    RA DUQUE DE CAXIAS N. 29
    Os proprietarios deste grande e bem monta respeitavel publico desta provincia, qne se acbam com um variado e completa su lmenlo
    de movis, tanto oacionaes como estrangeiros, sendo estes escojbidos capricho por
    um dos socios quese acba actualmente na Europa, e por isso os podem vender mais
    baratos 20 % menos de qoe em ontra qualquer parte. O mesmo tem contratado com
    os melbores fabricantes daqnelle continente as remessas das mais ricas mobiiias feitas
    alli. Na oficina tem os mais habis artistas deste genero, e por isso aptos a fornecerem
    mobiiias as mais aperfeicoadas para as casas da provincia consideradas de primeira
    ordem. Pedem, portanto, que venbam visitar dito estabelccimentd," onde encontrfro
    a realidade do que acabam de expr, passandoa examinaren): ricas e completas mobiiias
    de Jacaranda, magno, faia, carvalbo, amarello, etc. etc., ricas e elegantes camas de
    Jacaranda, po-selim, amarello, etc. etc., guarda-vestidos de amarello, guarda looca de
    nogueira, amarello com tampo de pedra, aparadores de dita, dito, com dita, petitt
    toilettes, especialmente para fazer barba, toilettes de. Jacaranda e amarello,. com pedra,
    e moitos ontros artigos de gosto, que para se nao tornar enfadonbo prescindimos de
    azer mencao delles, o que s com a vista poderao apreciar.
    -
    BAZAR ACADMICO
    13 RA DA 1MPERTR1Z13
    DE
    ULYSSES & IR MO
    Neste bem conbecido e acreditado es'abelecimento, encontrarlo nossos amigos e fre-
    gueses ciearros de palha e de papel de diversos ttulos e das melbores qualidades de
    fumo. Charutos dos mais acreditados fabricantes da Babia e do Rio de Janeiro ; e bem
    assim, ponteiras para clurutose cigarros, cachimbos de espnma.de pqrcellana, de ma-
    deira de diversas qualidades, de lonca e p de gallinbas muito finos a 20600 a dnzia, e
    ortos outros rticos que deixamos de mencionar.
    Fabrica de cigarros.
    Bem atiesta, a saperirridade dos cigarros de nossa fabrica o grande consumo que
    dells tem havido nn interior e as provincias do norte. Com presteza apromptamot
    qoalqner enccmmenda, remettendo-a ao seu destino.
    BAZAR ACADMICO
    13RA DA 1MPERATR1Z-13
    Ulysses & Irmao
    * DE
    ERNESTO & LEOPOLDO
    N.2D
    de jotas que pode
    N 2 D Ra do Cal u^
    Aoba-se montado de forma tal este est be ecimento
    vender eos seus numerosos fregnezes em gijosso e a retalho e por precos
    asi resumidos visto qoe recebe de conta p apria por todos os. vapores de
    Eoropa. O gosto de de&enho de suas joia>e o mais lindo do paiz das
    modas, ouro da lei, brilbantes verdaderos, [esmeraldas, rubios, perolas,
    tnrqneeas, saphiras, coral rosa ete. etc. Obras de prata i porto tanto
    para igreja cerno para servido domestico. Convidamos as Esmas. familias
    a visitarem o dito estabelecimento todos os dias at 9 horas da Boite.
    Compra.se ouro, prata e pedras preciosas em obras velbas. -
    CUA\E
    Aza de mosca.
    ama hzenda especial para cobrir (jnadros,
    " L, retractos, etc., demasiadamente transpa-
    r pr eparada de forma a evHar completa-
    pBt.od.
    i inf leaea em caixinhas qne se vende
    uaiduzia.
    os o ponbos de papel,
    i no B*zsr la Victoria ma Nova n 1.
    Chegaram
    njiagalla y qnlahas de crinoline, de anides com;
    dos e modernos : reciban a Nova Esperanza a
    deCaxias n. 63 ; a ellas...-
    ___
    .. .
    na
    fl para forro de sal >s
    ra a livrari econmica ra oe
    ooV bonito e vaciado sorHmento de
    Mtalo *doora8oi para forro ae salas,
    litfabtaetts, w., e-
    B'PECHWGHA.
    ^rtpdolpca MO, JAO, 280 310
    ra do Grospo o. W.
    ---------:'"-fa .:;: ;---------------------------
    ItGTiiejfl, norway
    do superior qaajidais, m-.garrafas e nejas, W-
    de-?eero porcao'e a retalno ; na ra do Marquex
    de Qjiada n. M, J andar.
    Chita I-
    covado,
    Cobertores
    Na loj
    >Gr<
    Ui-(te Lisboa
    VtadeaiLat!lra>loBe rteaaa, a 3*
    m
    H
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    " *

    Diario de Pernambuco Segunda eira 2 de Oulubro de 871

    I
    *

    LITTERATRA,
    o
    eaHiic'viuhos
    OS CAPUCHINHOS NA EUROPA, ASIA E FRICA.
    (Conlinaacao).
    D.onigi d Mil ido e Remig *> Lod,-,
    "ambos, n testemonho de Biverio, proba-
    dos na vride o que pelo sen laclo ganha-
    ram ojnomjs >le dou^ lozeros da Fr
    S. Dionizio eS. Remigio considerados como*]
    os dous luminares daquelle reino Log"
    se lbe foram reunir Pacifico de S Fervazi,
    nraissario geral. Gro'amo ff* Miln,
    (Clemente da Nipoli, Antirab da Pera. Fro
    cisco de Brrgia> Leandro da Venezia, L i
    dovico belga, e Lidavico francez. Eolio
    princ>ara:n sui obra de devocao cora a
    eoDlrocca do convento da roa de Sii
    H moro. A lula era porfiada porque o
    espinio da Franca eilava quasi completa-
    mente parvenido: a impiedade, o athtis
    rao. a raagi', a mais horriv I o!>cenida I-,
    a baixeza e a perfidia, o envenenamento c
    assassini >, reioavam era snmmo grao. E'
    Ardomo etn sua Historia do tei Henriqie -i
    grande,qnem o alruia. Mis os capo
    cbinhos n3> esmorecern) ;- dissiinm'ran-
    se a'cancar a victoria da verdal-. Saus
    successos forano I go extraordinarios ;
    bemqmslos e estimados dos povos, que
    ;] n'lies ora conjunto de virtudes,, t'os'
    em 1775 contavam na Franca 191 coovin
    tos, 42 misses e um pessoal de 4,675 ci-
    puebrahos. E entretanto sempre a mes.m
    \irtide e n inhuma relaxacSo m reg a.
    * Vemos c >m admiraba), dizia Richard em
    1702 ceferindo-se aos capuebifilio?, qoe
    i cao ha um j que nao faca reviver o ;e
    cordar nesses logares a vrtoda di K-0
    glo'ioso palriarcba S Francisco. ,En
    1682 j dzia o ut r do Corlezopre
    destinado. A santidaie de sua Vida, a
    aus'cridads dirgra maravilhavam e ira
    puraham ven)ric\ Sa se considerar rm
    tintas agiac's era qoe se tem afinado
    constantemente a igreja pa herezia, que o
    inferno faz nascer para alarar a pureza da
    fe, conhecer-se-ba a proteceo de que Daos
    a tem cercado em todos os lempos. Como
    p.-oprio d is herticos cstabelecer-se com
    a mascara da piedade e reinar com a re
    be li5o,' calcar ai coosas ma:-s santas e au-
    gustas, profanar os templos e os aJtaros,
    unir piedade a lyrannia; Deus envi u i
    . Franca a ordem dos capuchinhos para op-
    per eua obed eacia e simplicidade de cus
    turnes insolencia d is Iransvhdos e c n
    fortar com o seu exemp'o a fe ca.holica
    -Vacilante, qae a li:enca da guerra o a mi-
    Ngidfde dos hnguenotis haviam en mu-
    los lugare; abalado. E' assra queCail-
    re reconhece e torna b-ra patentes os
    brazas dos capuchinhos.
    Assim accrescenta Cesinale, n5o ser
    muita jactan :ia concluir com Boverio, que
    os exmplos e as ethortacis dos cipuchi-
    nhos con'.ribuiram enm os ootros para rea-
    vivar a pielade. e n conceito religioso na,
    Franca, manifestando assim urna contino
    Cao do antigo mandato : Vade, Francisce ;
    repara domum meam qu labitttr. E a
    sua maior virlude era a v rtudeda pobrezi:
    a revoluc5o de 1789, Thomaz quera o
    affirma, os achon tao pobres e devotos cora
    01 primeiros companheiros di p.tri'rchad is
    pobre.'. Matbia Bjllintaoi, successor de Pa
    ' cuco de S. Gervasio, alcancou esplendidos
    triumpba- era Lione, Avinhlo e Pjis,
    a-oppondo pjr tola parte Mrofan"ac5odo3
    iuiguenotes o sodalicio do Sanlissimo Corpa
    de Christo, comedid) sua infancia por
    Clemente XIH. O apo tolado nao eslava,
    porta ainda purificado ; era necessario que
    o saogie do mwlyrio bjrrifisseo solo io-
    . gr.to da trra de Cirios Mirleli para qi
    tosse coraplela a victoria dos missionario;:
    Pietros Besson da Drenx foi o priraeiroque
    subi ao poitodo sacrificio etn 1589. An-
    slmo pietraraolara tambera foi reproduzir
    em Franca os proligios Je Creta e do Li-
    fiaatO. Angelo da Gioja, oatr'ora conde de
    Bjuchage, revestido do habito de capuchi
    nhc, depon da morte de tma mulher, fji
    quem n'a^Ulles tempos de irapiedade a's-
    s&mbrjn a E-iropa com o seu nome repsl-
    lindo com a ma'"s louvavel nomildade as
    suggcstS de Henriqoe TU, que pretenda
    desvial-o de seu proposito, e apresentando
    .-.final por cmsidera^is bueadas sempri
    no seu espirito de religiosa !ad) dna.s s-.ia
    ves transfjrmac5.;s< Paria e Tilosa foram
    priacipalmen'.e o theatro de saas mais do
    lires facanhas. Honorato da Pargi, Girla-
    mo-d"Arbs, Ensebio de Merloo, Angelo de
    Rasconis e Atbanasio Mole foram ootros tan-
    tas obreiro3 incatjsaveis na obra da regene-
    iac3o do espirito da Franca pervertido por
    - Hotos schismas, por tantas seitas; a virtude
    do habitcapuebinho por toda a parle se fa
    zia patente e offuscava o mondo absorto
    por tanta bumildadee por tanta dedicac5>:
    a este ultimo devem sui ex'Mtencia as in--
    tituicoisdasMagdalnetee das arrepen-
    idas em Pars.
    Por todo parte a uicc3o do cbrsliani's
    mo ia recolhind i os fructos, que brotavam
    expontaneo de sui moral, e que promettiam
    assentar a civiltsaclo em saas bases estaveis
    e permanentes; e os capacbinhos eram os
    semeadores desses gr5os, que trabara' de
    prodozir centuplicada colheita a ponto de
    ' serem considerados como a inslitaigao mais
    til d'aqu riles tompos.
    Quera, po-m, mais abrilbantio e mais
    importancia den ii mis 5)S dos capuchinhos
    na Franca foi Guiseppe L?cfec, verdadeiro
    theologo, conlroversista, missionario e
    poltico na phrase do author daArte de
    verificar as dadas. Ao passo que institua
    a congregacao da Nossa Senhora do Calva-
    rio, em Poilhters e operava mais de quin
    ze mil conversos em Poilou, ella vrava a
    t'ranea de ama nova scisSo religiosa e re
    presentava o papel da verdadeiro diplma-
    la e estadista na cruzada contra os Turcos,
    encarecendo os planos Paulo III e desen-
    volvendo os mais extrenuos esforcos para
    a conquista dos lagares santos. A Franca
    deve Ibes muitas paginas de sua gloria,
    esses ingentes esforcos dos capuchinhos que
    em grande parte deve ella attribair o lit-
    lo defilha predilecta da Igrejaqae boje
    lbe corda a fronte. O catholic'smo, qae
    coQ3titae boje o maravilhoso brazao da Fran-
    ca e qae fal-a marchar na vanguarda da c-
    viitsac' dos povos tem suas raizes no en
    sino dos capuchinhos e na f que elles sou-
    beram plantar n'aqaelles tempos de liberti-
    nagem e de louca vaidade.
    A li>3loria r-ecebea em seu seio a iradiccHu
    desses servicos, porm seos fructos se fa
    zem saborear todos os dias, e em qualquer
    canto da Franca se levanta ama vor de re
    conbecimento e gratidao para abencoar
    iraemiria dessas proiotypos <\i rtesinteres>e-
    eacrisjladi dt-lc^-a), que ludo de [vara para curar do planta da moral maW
    I pura.
    A acc3o beaeQca dos capjchinchis em
    breve se estend^u ao> VdlS Sabalpinos e
    foi desenvolver es-.e gran le ncremen'.o de
    moral, que s pii le resollar do catolicismo
    .So era abi menos pertiniz o empenhoda"be
    rosia e da impiedade; porisso n5ofoi menos
    ojrfiada a lacla e manos glorioso o triura-
    plio. O calvinismo variand) pela divisan
    de seus geclarios em deismo, socinjanismo,
    racinl.smo e naturalismo eslava pur as-
    sim dixer n) apigeu de s a deseo? jluc5),
    e pareca querer tragar em sua voragem a
    f catliilica.ji bstanle aba'.ada em alguns
    espiritoi, q lando Dc-us envioa sea* missio-
    narioi. Valeriano Pinerolo e Mauricio di
    vlorra se fizram logo ouvir para reparar o
    edifch. qie pareca abalar sobre saa mes
    raa ba e,; foraa elles o i primeiros soldados
    la vanguarda civilisadora que se coxpoz
    mais larde d.s Binardi da Aosta, Giasep-
    pe da Fassaoo, Frmcesco de S. Stephano,
    Antonio da Salle, Antanu da Rustigaano e
    ou ros muilos, que sempre fiis aos precei
    ios de sua regra, souberam levar o calvi-
    ui>mo aos ltimos apuros da decadencia, e
    ofertar es ainda bej expaudera .".iqu -lies lugares seus
    celeites aromas.."
    O resulta lo lo"\ como era todas as pirtes,
    raaravilboso ; parece que os capuchinhos
    eram os anjos predestinados para salvar o
    mundo, da orrupcjSo geral. Voltaram
    ao seio da igreja em pouco lempo nos Va1-
    les do P, Mi era e Vrait cerca de 40 JO
    P'ssoas era Deraouta e no Valle vde Scena
    700, na Valle de S.isa 600; mais larde era
    Dron?ro e sua< dependencias \75. em
    Acceglis l"210. cm S Damao em-dous an
    nos 236, em Vermolo io em Casteldel-
    ioo nao fo po.-s -el fe bar a cifra porque
    as coriv^r.-ojs eram continuas. Na pro-
    vin ia d-a Siluzzo era cinco annos p3ssaram
    de 303, mah tarde s.em tres valles alera
    de algum s pessaas illaslr,'S por ooheci-
    mratos, nobrtzi ou oflicio passaram de
    iOOO. Qie raa;.ir gloria? que mais ex-
    plendiJo t'iumpbo ? ,
    A Sil lia achara-se no estado mais deplo-
    ra ve' ; Li o paiz talvez onde a reforma
    mais estrago? fez c mais espantosamente se
    desenvolvis ebegando ponto de os suas
    65 parocbiaa daquelle lempo ( seclo XIV)
    se eacontrar apenas uns cem catholicos, e
    estsrem as igrejas desertas, espoliadas ou
    deslruidis, as cruzes abatidas, os altares
    derribados c restar apenas 01 vestigios da
    anliga religiao; da l ortfndexi, como
    escrevia S Francisco de Sdles era 603
    lem rita VIH. Foi esse var3o extraordina-
    rio que armado da cruz e de sua docilidade
    encetuu a obra d i restaurajao; mas os capu-
    chinos niose (izeram esperar. Ellos mes-
    mos se cfTere:erara e logo se apresentaram
    Spirito di Biutne. Antonio da Teurnon,
    Cherubrao di S. Gi ivani. que Tecebendo o
    abrac-i f.aterno de S. Francisco de Salles
    lomaYara sobre os hombros a gig n-tesca
    i-bra da recoas'.rocc3o moral. Os conven-
    tos da Mmiiers, de Aosta, de Sillanche, de
    La R che, de Rumilly, de Couflans, de Bal-
    ley e oatros, asonversoas em ma"ssa e o
    r.staba'.ecimento da verdadeira moral fir
    inada no escudo i vulneravel da fe catholr
    ca attestaram os trinmphos rtos missionarios
    na S ujia onde os capuchinhos ainda sSo
    boje e que foram' sea3 primeiros padres
    n'aqualles tempos.
    Filho dizi Clemente VIH Cbarubrao.
    ijuando com o auxilio divino, honcerdes
    fundado a Santa Casa de Thonon. orrei
    Valiese, a onde a f caiholica est qitasi
    se ectinguir.
    Era muito alta a recommendacao para
    nao ser attendida por aquelles que s tinham
    em seus corg5es o sagrado fogo da carid'a-
    de. eque lulo sacrificavam pela satisfaca
    de cbaraaFem urna s almi ao regaco do
    cbrislianismo. V lleze com dor m coracio
    vio o rebaulio de Pedro perseguido pelos
    toboj famintos do mais desregrado proles-
    tanlismo, e a f, quasi esquecida dos pro-
    messas do Mestre. vacillar sob o pezo in-
    forme de taotos erros e de tantas heresias
    Mas, engao manifest, a barca d Pedro
    nao sossobra, nem afonda; no meto do
    oais horrendos escarceos ella veoce a tem-
    pe tade e apparece mais fulgurante sem-
    pre escudada na cerleaa de sua victoria.
    Assim foi em todos os lempos, assim foi
    ora Vdleze, assim foi luntem. a sim boje
    n assim ser amanhaa : porta infer non
    pnvalebnnt. > Deus cnsenle que as mi-
    licias do inferno assentem suas bateras e
    nv dem suas forcis para aniquillar a so-
    barba obra de seos eternos pensamentos,
    porque assim o exigi o peccado do Para-
    z,), porque assim o querem a fra^ueza e as
    propensojsda bamanidade, e para que se-
    a m-isass^nalaJa a sui oranipolenca e
    mais respeitada a .ulhoridade indefecftvel
    da baila esposa do seu filho amado t Ape-
    nas so via a sombra da igreja catholica,
    (dizia Biver'o c era con'irmado pelos escrip-
    hres beaes) o clero gast) pelos vicios her-
    ticos tinha quasi perdido a f dos sacra-
    mento celebrara sem c n agrar, absolva
    sera censu:ar, e commugava pao; o via.i-
    co e"aexuema-uncao haviam cahdoem de-
    suso.. Oaomedo Ponlice Romano e di
    igreja catholica amcacava tornar-se t3o
    odioso ao povo-qoe commoraente se dizia
    que seriara era breve instioctos. Era pre-
    ciso por conSequencia muita parseveranca.
    O nome do Cherubino, porm, era conheci-
    do e logo se apresentaram em 1601 Seb;s-
    tiano da Miriana e Agosti^ho d'Asti em S.
    Gtngalfo, dabi penet avam em Vallaze cele-
    bravam, pregava.m ese recolhiam a S. Gin-
    gclfo. Foi a melbor maneira de angariar
    e3se povo rebelde, que acabou reconheceo
    do que es:es padres nutriam om peo-a-
    ment divino que os conforlava e que os
    fazia afastar das coasas mundanas para s
    curarem da salvacao das^almas. Maorizo
    da Morra tambem havia carrgado sua pe
    dra para a obra de levantamento maral.
    Em breve todo ov .Valleze se havia rendido
    e s a capit.11 permaneca recalcitrante. Mas
    Cherubino ah eslava. Luctou e luctou
    muilo; nao poude,porm, completar o seu
    'iriumpho porque a morte o rouboa no
    meto de todos os seos desejos. Paolo de
    Sezena foi encarregado de recoiber o fruc-
    to d seus trabalhos e concluir a grande
    obra, que pezava sobre os capuchinhos.
    Avictoria foi certa, apezar da porfiada
    da lucia.
    A Germania por sua vez proclama berra
    alto os doces effeitos das misses dos capu
    chinbos. O erro e as heresias nao a havi-
    am poupado do corlejo infrene de saas des-
    olacoes; a voz de Lutbero escudada na re-
    belda de Joao Husse Wiclef bavia abalado
    sua f e distrahido sua attenjao. Fazia se,
    porlanV, necassaria a retelo para qae nSo
    fosse do tolo extocta a pureza da dootrina
    calcica nesse mire mignum de tanta m-
    piedade. A santa influencia dos capuchi-
    nhos, que j era conhecdi de qua i todo o
    universo,.tinba tambem penetrado no ct-
    Cao da Geraania; e sendo implorada, por
    intermedio de Mgr. Zoueck, arcebspo de
    Praga, foi pressorosa em se apresenlar para
    completar a victoria da cordado. Loreoto
    da Brinlisi acompanhado de Francesco da
    Taranto, Mari no da Sicilia, Arabrogn da
    Fireoze, Franscesco de Ascalir Giulio da
    Forli, Victoria da Licoli, Gi'o da Venezia,
    Bertoldo da Uiine, Gabrielle da Ioospriick,
    Ambrogio e B.oedetto da Urbino e ootro3
    se incarregaram de tornar essa "influencia
    urna re.i'iclade oa Germaoia. O snecesso
    foi extraordinario ; a f se restabeleceu, as
    conver.-oes se ostentaran em toda a sua
    brilbantti simplicidade e os. templos erigidos
    logo atte.taram a formal renovac3o das ver-
    dades catho'icas. Benedetto Passionei bea
    tificado em 10 de f nossos dias a pro va mais frisante e i rre fra-
    ga vel dese zalo que desenvolveram os ci-
    oacbnbos na Germania : Lorenzo da Brn-
    dise j o havia sido em 29 de marco de
    1783 sob o pontificado de Po* VI.
    S-ilisburgo boje devidi fo pela Bavlera e
    pela Aos'.ria cons ituia no secuto XV um
    dacado. A heresa obavn invadido e at-
    travessado em todas as direcces, a f es-
    lava vacillante e i er tanto fjzia-se nacessi-
    rio ura graode esforz pTT reffeender esse
    fogo, que nuncj s9 extin,*oe de lodo, mas
    qoe na tilas vezas esmorece pelos desvos da
    bumanidade raca_ e rebelde. Silverio da
    Briauson, reliioso*capucbnno tomn sobre
    si essa tarefa ingente, e deu-lbe principio
    cora todo o fervor e entbusiasmoIdioso ;
    mas ella exceda, s forcas limitadas de um
    s horaem, e po'r sso em 1013 Giacomo
    de Augosta e Micbel Angelo de Veilheim
    foram partilhar com ele do glorioso troDlieu
    de sua dedicar;3o e de seus inexcedives tra-
    balhos. Um anno mais t.rde Aaararogio da
    Dioglispilla e Cipriano da Valdenon foram-
    se incorporar essa cru$ada~de paciencia e
    amor para fazer eotrar as ovelhif desgarra-
    das no aprisco do seu legitimo pastor. As
    misses de Radslads, Vangerain e Werfeo
    salvaram Salisborgo e recaperaram os di-
    reiios do catbolicismo calcados imjudente
    mente pelo deluteiios priocpos do erro.
    E sempre os capocliinbos ou. forera os ni-
    cos prologonistas. de{s triumphos oo con
    correr o directamente para" elles.
    Flandres nao escapo A perspipacia e ae
    zelo app3tottco dos missionarios capucbmhos
    Suas vistas descobriara todos os logares e
    seu amor os conduzia sen que boovesse
    obstculo rpa nao vencessera, e perigo
    qe n3o ^ffrontassem. Felico da Pedona.
    Antonio da Gand, Giovani da Ladeo, Gio-
    seppe de Anversa e mais tarde Arcbangelo
    de Farbes offereceram-roe a palavra de con-
    solacao, o verbo- da venlade e conseguirn)
    sutfocar a beresia, qpe j-cawpeava allane-
    ra e arrogante na bella conquista de Alexan-
    dre Farrege.
    Tamoera a provincia RhenMa> nos sobmi-
    ni-tra um bello exemplo dadedicacao edos
    estores dos capuchinhos, fomecendo-lhes
    ao mesmo tempo um vrente laurel para a
    cora de sua glorio. A historia desse paiz
    guarda com grave respelto e sincera grati-
    dao os nomes de Francesco ogant, Corne-
    lio da Ricaoali e Gypriano de Auversa. -Pe-
    d iiie os seus bmms, persaitai-Ihes a ja--1
    rarebia e ella vos- apresentar um crucifico
    e o habito capuebraho; Era essa t da a
    sua nobreza. Mas- suas vozes inspiradas
    aflngentaram o squito de erros qoe a in-
    festa vam, lograram assentar sobre seae des-
    trofos o estandarte fecundo do Calvario e
    Srm r os direitoa de f, abrindo uaa nova
    seada ao elemento civilisador.
    A concupiscencia e a dsvassido de Hen-
    rique VIII bavia ferido a anligaBta dos-
    Santos no que ella tmlw de maki venera
    vel', em sua crenca. A Iiglalirra como con-
    secuencia dessa violenta e cruel apostasia
    tinha recebido em seo seio es principios
    mais concolcadbres da saa moral, e o- esqoe-
    c i;ento das mximas mais comasiahas di
    sociablidade ba-ia originado o mais perni-
    cioso indifferentismo; a priaaoroza obra
    de Agostiaho via se qua derribada e pro
    curava-se risca la mesmo da memtria dos
    inglezes. Era exigir muito; entreuato logo
    as perseguices Qcar.m pendentes sobre as
    cabecai dos catbollcos. D>-se-bia que re-
    nasciaro os famosos.tempos das antigs per-
    seguicas, e qna as furias de outr'ora gua-
    vam os passos e davam a norma s furias
    de entlo. Falaes desvos do espirito hu-
    mano I A chama da l crepita, mas nao se
    apaga, enfranquece, .mas nio se extingue.
    Os novos obreiros deve iam apparecer para
    nao deixar desabar de todo o edificio levan
    lado com tantos sacrificios e que contava
    quinze Reculos de existencia nao obstante
    tolos oS ven lavis da impiedad?, pa:a mo-
    ralizar a sociedade britanni:a e reaccender
    o fogo da f abafado pela fumacenta ernp-
    cao'do protestantismo. E elles se apresen-
    taram : Benede'to Canfeld, G:o ; Crisosto-
    mo, Angelo de Raconis, Angelo da^ Londra,
    Francasco Nogent, Stefano Daley *e ootros
    fpram reergoer a obra de Agostinho, e an-
    da luje a Inglaterra colbe os irados dos
    seus esforcos. A Escossia e a Irlanda tam-
    bem foram contempladas nessa cruzada de
    paz e de amor. E se bem que nao corse-
    guissem tornar oficial a religiJo catholica,
    todava seas servcos nao deixaram da ser
    relevantes e prestigiosos. A Irlanda conii-
    nuou catholica, a Inglaterra abraadoa mais
    o enthusiasmo de suas prses e de seus
    cavalettea, e a Escossia vio dihtar-se mais
    o horisonle de sua f. E' que os filbos de
    Malteo da Bassi tinbam abi entrado com o
    contingente de sua devocao e com o impul-
    so de sua palavra inspirada.
    A vista retrospectiva, porm, em extremo
    resumida, que temos lancado sobre as prin-
    cipaes misses dos c puchinhos na Europa,
    seria s por si saffijiente para demonstrar
    mais plena evidencia os beneficios, qoe
    Ihes deve.a bumanidade e a civilisacao mo-
    derna no glorioso estadio de todas as suas
    invences e espantosos desenvolvmeitos,
    se por ventura com ellas bouvesse. essa or-
    dena respetavel e veneranda fechado o cir-
    cqlo de suas evoloces e porto o marco
    mlario na carreira de seas servicos. N3o
    seria preciso pediar-Ihe mais, poique j ba-
    viam feito muito em prol do principio, que
    defendaos e da doutrna sania e miraculosa
    que expandiam. Mas o vaso honroso de
    saa caridade celeste nao se bavia arada es-
    gotado, e elles nio eram nicamente oa
    misionarios da Europa, mas sim, os mis-
    povos sem ncon'rar
    extremidades do con-
    croi por tolos os
    barreira mesmo as
    tioonte
    Barco do moraera, ierra das revelaces
    de Deus, a Asia se levanta sobre os quatro
    ocanos, e estendendo a daxtra Ejropa, a
    esquerla^Amarica, tocando com om f a
    frica Wb o ou'tro a Oceana, abraca os
    climas e os productos, a civ li-acao e a bar
    baria da mesraas. Mas se elia foi o ber-
    CO da bamanidade, da mesraa maneira foi o
    berco que emba ra as primairas c:sequan-
    cias do primeiro ero ; fui nella qua se des-
    envolvern as seitas mais etupendas e ao
    mesmo tempo mais ridiculas, nao obstante
    ter sido e la a depositara do sangue vertido
    as cumiadas do Golgotlia. Ora, no meio
    dessae horrorosas super.vtices, que faam
    o ente racional e livre d;scer nivelar-se
    cora o mais irracional dos brutos, misler se
    faaia om remedio prompte e efficaz. que
    fosse levar o balsamo t i sangrentas feri-
    d is. Os capjobrahos nao se esqueceram
    de procurar esse remedio no conservatorio
    amorosa de suas virtudes: a Phanicia, a
    yria, a Asia-menor, a Cauc-sia, a Armenia,
    o Tb-bet, o Nepall, oGrio-Mongol, o Indos-
    lao, a Persia, a Arabia, todos esses paizes
    se viram invadidos por essa milicii de-no-
    vas armas, que s tinba para seus immola-
    dores a palavraperdo I ncadj nanitas
    vezes na pyra mesma do sacr icio. Na Pa-
    lestina, onde Giovani Zuaze, G.ovani da
    Troya, e Egidio de Sinta Mara tanto dila
    tarara as 'verdades do Evangelbo, Bernardi-
    no da Fiandra e Ziccaria da Ungria viram
    seus trabalhos coroalos cora palma do
    martyrio infl'gido pe) /uror dos musul-
    manos.
    Se da Asia volverme* as vista para a
    frica ainda ^bi encontraremos os capuchi-
    nhos ; o Egypto, Pripole, T.rais^ Algera,
    Marrooos. Negxicia, Gui, Congo, Matam-
    ba, Angola, S. Tbom, Sckb;lle, Etiopa,
    Llalla, firmara outras tantas paginas glorio-
    sas da historia dos capuchmh >s. Giovani
    Zuaze, Giovani da Troya d pois de alfron-
    tar por mais de ama vez s suggestoes o
    Cade, que os quena chamar se mahometis-
    mo, receberam no Egypto a m re mais
    gloriosa no meio dos tormento mais adro-
    tosoj. Entretanto o ardor nao- havia arre-,|
    f-cido; cincoenta annos mais tarde Girola-
    mo da Cistell Ferreti, Felice da Macrala,
    Bern-ardioo Appignano de novo eatrarara no
    Egypt) e*m a firme resolncao de planiar
    ah a sement da verdo.de.
    Prete que os capuchinhos haviam sido
    instituidos- para se tornurem em poneos
    lempos rw apostlos & lodo o universo, e
    qae nao- devena ficar om s canto- da trra
    em que so palavra ungida nao peseirasse,
    ainda que fosse somonte para recoiber o
    martiyriov que constitue- o mais beNo teste-
    munbo d" verdade da ft catholica. E" as-
    sim que as imospitas regies da Barbaria
    elles se aire*em levar o verbo de Deus e
    traosplantar a sement fecunda, que salvou
    o mundo da. total ruina. Pielro da Piaceuza
    e Felippo doRocccontrada, tomando-sobre
    seus hombro o pesado- encargo da Algeria
    ah encontraban) urna morte procurada pelo
    fervor-do seu>lelo nos horrores d> peste;
    Aogeio da-Farti, Loduvrco d'Alcarau>. Maca-
    rio o Afchan#elo Diotallevi, Ambrogio da
    Milano, Ignaro da Baloaha e outro^conti-
    nuaram suas excursoes pela Barbera, en-
    contrando algens delles o martyri> deseja-
    dp. E' bello notar aqui'O manyro-de Dio-
    nigi. da Picanza, cuja cabera depo3> de cor-
    tada e exposta n'ura pao conlinuou < pregar
    por yiote e quatro horas, operando ainda
    por esse modo ionoraeraveis cooiverses.
    S a f catbolica faz brotar desses prodi-
    gios-!' s a f catholica,. que transporta mon-
    lanhas, capaz de, espancando as Irevas da
    ignorancia e da impiedade, fazer brotttr a
    arvore frondosa da vardade par com su
    salutfera sombra applacar as abrasadoras
    conseqaenaias da primitiva queda.da buma-
    nidade, daodo-lhe forca ingente para arres-
    tar todos os desvos de >.ua fragidade ; e
    ella converte os santos e reprodua em todo
    |^)s tempos a palavra miraculosa. dos Paulos.
    Os fiinas de Mateo da Biss nao se en-
    vergonham da pobreza' evanglica em que
    vivera e cora ella qua, porcorrend o
    mundo por assisa. dizer de um polo ou-
    tro, preparara a vinha do Senhor e multi-
    plicara os la entes para qoando chegar odia
    das coolas.. Atravessando os arenosos de-
    sertos d'Africa e o resfriado gelo dos Alpes
    coro seus ps desca'cos, envoltos em seus
    pesados hbitos e com as eabecas oas en-
    tregues aos ardentes ra03 do so!, elles nes-
    ses mesmos desertos colbem llores para o
    ehristianismo, e do geio fazem reviver o
    man santo ardor pela cansa da verdade. O
    e-morecimenlo do cansafo na-i enfraqnece
    seas membros, multas vezes macerados, as
    longas jornadas n3o os ateraorisara, o rigor
    das estacos n5o os faz retirar de seu pro-
    posito, os duros tratos qoe oj esperara, n3o
    os obrigam arrepiar carreira", nem o mes-
    mo martyrio Ihes diminne as forcas ; elles
    camiobam avante e resignados*, e animados
    pelo espirito, que os confort!, se jolgara fe-
    lizes por entregarem sua mesma Mda em
    sacrificio ao principio de verdade que on-
    sinam.
    E' o que temos perfunctoramente visto
    e o qoe atiesta a historia do genera hu-
    mano.
    Mas o nosso quadro anda nao est coras
    pleto. E' lempo de volvermos as vista-
    para o Brasil.
    3
    os. capuchinhos no bluzll e espcialmen
    te em Pernambuco.
    - Depois de haVermos assignalado os gran
    des e impereciveis triumphos di ordemdos
    capuchinhos em quasi todo b universo, in-
    daguemos os annaes da historia patria e
    pegamos lhe o sea concurso para a imraen
    sa tbse, qoe procuramos desenvolver.
    Nao era crivel que a cao lila e mimosa
    filha de Cibral se vsse mi'.ograda em seus
    sentimentos religiosos e qoe nao aff gasse
    era seu seio virgnea as va torosas cohortes,
    que as>orabraram e ainda assombram
    mundo com perseveranca de suas vistudes
    epela saa tenacidale em expandir as ver-
    dades do Evangelbo.
    O povo brazileiro ode com justa razao
    jactarse de ser utu dos povos mais reli-
    giosos do mundo ; sua mesma consciencia
    o diz e os tactos assz o justifican). A pri-
    meiraMemonstraco, 'que deu elle em 3 de
    maio de 1500 por occaso da primeia
    missa, que em saas plagas se celebrou,
    imitando os portuguezes em todos os sig-
    naos deadoracao, iuda pao foi urna s vez
    contrariida em lodo o decurso de 370 an-
    01. Se algomas vetes parece arrefecer o
    qne a Europa era o emporio de toda a ci -
    vilisacSo, elles comprehendiara qae era jas-.
    lo e necessario estender os beneficios da
    gionarios domando. Embora coabecesseflK W "dor religioso e relaxar se os sagra-
    dos laeos de sua moral que o seu espiri
    lo leo sido bafejado pelo sopro impuro da
    da ignorancia, verdadeira m3i de todos os
    vicios. N8o pode b eorago permanecer
    puro desde qoe as ms ideas tem infeccio
    nada a intelgencii. Mas no fundo de sua
    alma existe o germen de sua religiosidade
    qae at "boje n3o tem sdoradicalmratj des-
    mentida.
    Quanlo o enviado do Senhor faz lhe ou
    vir ana voz convincente e increpa-lhe a en-
    enormidade de sua falta elle curva-se, q
    reverente a'ca o grito do arrependmento,
    que fenlendo os ares, vai levar aos eca-
    ballos do Eterno e signal incoucusso, posto
    que iraperfeito, do seu reconbecimento ac-
    centuado pela sua firme conviocSo.
    E' bello ent i ver nao poucas' vezes urna
    populacho intera dobrar os joelhos a de o
    aspecto impneote de om bomem s porque
    esse hornera vera armado de um cajado e
    carrega era suas mos o Lenho da Redemp-
    c3o E' bel'o ver apz as palavras ungi-
    das do missionario cairera as armas das
    mos dos revoltosos, diqueles que nao se
    receavam de afrontar a justa vinganca do
    enverno, e serem substituida? essas armas
    pe is materiaes que com mais alguns dias
    leem de attestar a cr'eac3)de mais um tem-
    plo para levar ao respeto a veneracao 'da
    posteridade o movimento indelivel de ura
    arrependraeato bem aproveilado I E' bel
    b.ver na corapoccSo da urna verdadeira
    conl ceo as chusmas do pvo apreientarera
    ao ungid i do Senhor as facas e os bacamar-
    les e esle sepultal-as no3 alicorees de l-
    goma capella na de algum cruzeiro. Cer
    lamente aO povo, que assim proiede eqoe
    em soa justificara) exhibe essa prova irre-
    cusa vel, n3o pode ser negado o senlimento
    religioso.O povo brazileiro tem-na exhi-
    bido mais de orna vez : cora mteira sa-
    tisface) qae o registramos.
    Era, portanto, ura bello campo para ser
    roteado pelos capuchiolic, vidos" sempre
    de trabal harem com afn na vinha do Senhor
    tpostolos decididos e affeilos arrestare o
    todos os embaracos, que Ibes oppe o es-
    pirito do mal, elles nao vaeillaram om s
    instante em- se -aprecentarem par* continuar
    na m'raos4 desctfberta de Coombo a rabo
    relo moral que eochia lodos os momenos
    de suas doces locobraces. A America b8o
    podia ser esqueeidar e nao o foi; ella seatiu
    essa palivra predestinada que fazia do meio
    da mais acrrima descrenca brotar a $
    mais convencida e a* virtudes mais conso
    ladoras; ellarecolbeivem seu seio essa se-
    ment de paz e de- amor que ttendo sido-J
    bem cu tivad-a ainda boje apresenta os fruc-
    tos mais sasonados. A religao dos-capu-
    ch-nb is soob inutirno animo do novo-
    continente essa predisposicHo, seguro ba-
    luarte e garante das iasiitnices vigorosas,
    que tem medrado t3o vanlaj os ament em
    seu slo ; que os capuchinhos firmaodo
    com efficacia a palavra- do Evangelbo nao
    se olvidaran! dfi retirar delli todos os ele
    mentos que compoem e fazera progrelir
    qualquer sociedade. Perguntai ao Canad
    e ;is Antilbas o que devem ao zelo dos ca-
    puchinhos; e vos responder3o com ocorpo
    de sua moral e com alguns de seas templos
    e de seus monumentos, que persisiem mu-
    dos, p^orm meus effhases testemunltos da
    passagem desses inspirados mnst?os do
    altar.
    E o Brasil ? E' deHe que nos quere-
    mos hc rapar mais de espa<;o posto qae sem
    a esperaoc de enunmerarmos a ceatesim
    parte de sens beneficios.
    As azas fagoeiras do anjoda verdade sem-
    pre adejaram bondosas- sobre as plagas
    brasileiras. E e^sa inpirac5o que embalon
    em seu bero o povo brasileiro nao-o lera
    abandonado- om s instante ; elle lm\sen
    tido seu benfico intimo, e mais de urna
    vea*foi por elle guiado victoria, colnendo
    ao mesmo tempo os doces fructos da ed-
    6cac3o moral.
    O BrasP logo pouco depois de soa des-
    coberta fb o charo objecto dos inc6ssantes
    craidados dos missionarios. Os jesutas em
    ir; 19 comecaram a soa eslri na esperaocosa
    conquista de Cabral : os Nobregas, os Aa-
    cbietas, os Antonios Vieira e taotos outros
    demonstraram at- a evidencia a forca in
    gente da doutrina catholica. Foram elles
    os poata-eslandarlds da nova cruzada, que
    vinba firrar a verdadeira eonqiisti e alca:i-
    car a mai3 esplendida victoria- no campo
    da ntelligenca.
    Em 1581 os missionarios benedictinos,
    qoe por varias vezes j trabara explorado
    os noves campos que se lbe oftereciam para
    miior augmento da vinfia do Senhor, crea-
    ran na provincia da Babia o sea primeiro
    Mosteiro, tendo soa frente e como seu
    fundador o incaacavel Frai Antonio Ventu-
    ra. Por esse modo se tornavam elles miis
    confiados na propagacao da f e no incre-
    raent> da moral religiosa.'
    Em t586 < foi creada regularmente a
    nova Custodia dos Padres observantes re-
    formados de S. Francisco por Bolla d) SS.
    Padre Xlsto V, datada aos 27 de noveno-
    bro que comeca Pus fidelium. vatis.
    Era virtude dasta creacao coovdou a c-
    mara da cidada do S. Salvador na Bihia ao
    Custodio e commissario geral Frei Melcbior
    de Santa Camarina para ir all fundar oulra
    casa. Achando-se por esse lempo o bispo
    do Brasil D. Frei Antonio de Barreiros de
    visita em Pernambuco, voltou no seguinte
    anno de 1587 com o referido Custodio Frei
    Melcbior e mais dous relgosos, os quaes
    derata principio nesse me3mo afino ao con-
    vento de sua ordem n'aquella cidade de S.
    Silvador, ^em cuja igreja foi collocada a
    imagem de Santo .Antonio da Arguim que
    veio entre os.despojos, que lirarara os al-
    vinslas da fortaleza deste nome na costa de
    Afric3, e a cuj imagem fazia em outro
    lempo o senado da cmara da Baha festa
    annualmenie cora procsso solemne. Fo-
    ram esses os animados trabalhadores qae
    vieram' multiplicar os talentos, que Ibes
    haviam sido confiados. E n3o foram o-
    fruciiferos os seus esforcos.
    Em 1583 se apresentaram os Carmelita?
    calcados. Vendo el-rei qae eram poneos
    os missionarios para propagaren a doa-
    irina em um continente to vasto, mandn
    neste anno para Olioda os frades do Carm
    calcados ia observancia, os qaaes. fjnia-
    ram om convento na capella de Santo An-
    tonio e S. Goncalo por doacao, que os pi
    dm'eiros delta flzeram ao pad-e mestre Frei
    Pedro Vianna, commissario provincial, e
    iralros"religiosos doCarmo de Lisboa, cora
    as cotidices de terem no altar maior a
    imagem de Santo Antonio, de a festejarem
    annualmente com missa cantada, crame-
    moracho no coro e de darem o titulo de
    convento de Santo Antonio do Carmo, Na
    janta das misses de 8 de jolho de 1713
    declarou o prelado que este convenio fra
    fundado por ordem regia, mas que n3o
    exista por causa da invso dos bollan-
    dezes.
    Qaem com boa f e sinceridad poder
    por em d lvida os relevintissimoa aerviejs
    que Dloi pssss atliletas, q ie paraciam ca-'
    p.ichar p>r cumprir oda qu com mal
    exac'dSo seas eocarg, prestaram a cansa
    do cathocismo nesse nosso abane) do slo ?
    Seria lemeridade lal proposito porque a
    historia patria protesta em todas s saas
    paginas contra os seus yioi esforcos. Suas
    palavras Mando o asiento da mais firme
    eonvccS) cjlavam no animo de seus o a via-
    les princibo desconfiados e. salpresos, e -
    os selvagen n5o poucas vezes co mismo
    dia se raostravam convertidos para no da
    segoiote s iransfrmarem^em apostlos de-
    nodados da crenca, qua se tinba com pra-
    zer acilhidoem seus eoraces outr'ora re-
    beldes a qu lquer sanliraento anda os mais
    naturaes. Os templos se erigiam como por
    encanto; e quasi sempre a voz do missio-
    nari) era qoe da va fim s conten das e ap-
    paaava as oifilculdades.
    Mas na) dalles que no; queremos ago-
    ra oceupar; volvamos nossas v.stas para
    os capuchinhos
    A 4 djjuobo do anno de 100 foi lin-
    eada a primeara pedra para a fueda^ao da
    casa convralual e igreja dos padres- eipa-
    cbos da provincia da Conceicao, (^existen-
    te oa cidade do Rio da Janeiro, sob o tito
    lo de SiBlo Antonio, era preserva do prela-
    do des
    rim, do gownaior di capitraia Affonso do
    Albuquerque, e de seu antecessor Martina
    Correa de Si. Conclu io o trabalho prin-
    cipal deste edificio, pairara os fundadores
    no dia 7 da fevrejro de I&15 habitar
    uova casa e n9 dia sd > mesmo mez e anno
    celebravam a primeira missa solemne na
    Qompleta igrejar cuj i capella mor se fina-
    lisoo no anno de Itiii, dando lugar reo-
    derem ah aeces de grj.;is com o sanio sa-
    criQuie1 no dia 8 dv Oezembfo.
    E-lavara iuiciidos os traDaibos dos capn-
    chiuboe no imperio da Santa Cruz n'ajuelle
    tempo possessao portuguesa I E quera pen-
    sara qfie; tao transcedentes se tornaseete el-
    los cjiiv o correr dos lempos e que a pes-
    leridade, batiendo no- arca santa da- historia
    a scieoci d- todus o cos, reputara cora um- antigo e celebre e*-
    cri, tor que conaliiuem el.es orna ^i mais-
    imponanie iastiluico q^e lera existido I En-
    tretanto assim As wn< comecavam elles
    a obra regeneradora, qua haviam tracado- .
    no silencio' de su s locubraces!
    A' 2li de jolho de lt>ldesembarcava as
    jcoslis do Maranho a arrojada porem de-
    pois mallograda exp jdi-;o de Ravardire,
    que irazia comsigo quatro missionarios ca-
    puchinhos. Embora viessem em compnbria
    de um ave&ureiro, sua missao era muito
    differeute da dele, e cfrava-se era firmar o-
    imperio da erdade grabando louros pelo
    o seu incremento ; tiles trabalhan e tra-
    belbarara nviilo : ainda boje a provincia do
    Maranhao su ooofessa reconhecida seus-
    servcos.
    (I) O illMtrado general Abreu e tima de
    saudosa memoria allirrn* pag. 60 de saa.
    Synopsisserem esses capuchos da pro-
    v'mcia da Conceicao, existente no Rio de Ja
    nciro mas segundo se v'-da doacao do-go-
    vernador Mirtim de S* lavrada as olas
    do escrivSo Jblo de Anbaya era now de
    abril de I60& e que vem transcripta no 7^"
    vol. dos Aimaesda Provincia do ftw-rfej/a-
    atiro por MHtatar da Silva Li bi, esses-
    padres eram. da provincia de Santo Antonio
    de Lisboa, sando Coslodi> Fr. Leonardo de
    Jbsas; os qpaes(6 com o dio Custodio)
    ebeganio Mt fevereiro-de IG07 alwncavam-
    ao governador Salvador Correa deSS-a er-
    , raid a da Sania Lazia para a craaco do sea
    {convento, porem jal gand o inconveniente o<
    lugar reclamaram e obteveram edifical-o no-
    morro de Santo Anonio p>r doacepo de>
    Marlim de S, comofica dito.
    (Contin ua r-se-ha.)
    VARIEDAr
    UM) JOGADOR DE SOCO. O Spmtmg
    Ufe it noticia de ter morrido> ltimamente,
    na idade de 51 annos, um dos ltimos mem-
    bros da velna escola dos jogaderes desoco,
    o nico que venceu o celebre Tom Jayers,
    tambem j fallecido. Os s6 admiradores
    cttamavara-lae Oold Nal e havia muilo qoe
    tinha renunciado ao pugilato, empregando-
    ss- nitimamente, como lodos os da sua pro-
    :fisso, n; misler de taberaeifo. Ould Nal,
    diz o referido jornal, era um bomem hon-
    rado e muito respei ado. Era o verdadeiro
    typo de urna classe qua vai desapparecendo.
    FEHRK'. Na Gazeta dos Tribunaek
    acharaos o segoiote curioso documento, que
    se diz haver sido escriplo por Ferr:
    c Tenbo a desgraca de possuir um na-
    riz bastante comprilo. Ningoem imagina
    os desgstos que me tem causado at agora;
    mas devo accrescentar que a minba peque-
    a estatura, e o desenvolvimento des meas
    bigodes contribuiram muilo para isso. Na
    ra os vnndantes voltam-se pan me obser-
    var bem, e sorriem. Os garotos cacam
    comigo e pem-me alcurnias.
    c as escola qoe freqaentei sempre me
    cbamaram a Fada Carabme, o Marechal-
    nariz, o Sem nariz, etc.
    < Qoando en em zangava, acabava o ne-
    gocio em sopapo de parte a parle.
    c Em casa de meas paes riem minba
    casta as pessoas qae nos v8o visitan
    i Na officioa do mea palr3o o mea pby-
    sico desfavoravel causa de me terem por
    intil, e de entaoderem que n5o tenbo ea-
    pacidade.
    c Qoando estoo em socieda4|| com pes-
    soas de iostruccao, por raedo de me ex-
    primir mal, rico tmido, e fallo com tal
    besitaco que nao dou provas de intelli-
    geoca.
    f Alera disto, nao me sei vestir-bem, e
    a minba apparencia eonlrafeitr e canhes-
    tra. Como sou orgulboso, qaero endirei-
    ur-me e transformo-me em caricatura.
    f Para coocluir emfira; tenbo ideas mui-
    to superiores s dos rapazes da minba ida-
    de. Quero parecer severo e serio, mas
    estas qualidades nio se barmooisam com a
    miaba cara de polickinello.
    * Vamos, obre amigo, ser forte, des-
    prezar as ms palavras que te disserem ;
    ter corceo e energa ; venaras e Dingaen
    lera que diter.
    Ha era Paris am proverbio qoe resa
    assinu Os qae triampbam tem H
    JatfoT nao a tem os vencidos. Tra|a,se
    d. taer com qoe se verifique em ti a prt-
    meira parle do P'-!r1b'J-
    ( 8 de oulubro de 1882.

    -

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Full Text
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