Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12496


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Full Text

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anno ilvii. nmm 220
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?UA i CAPTil E MftABEJ GJDF- IA0 SI AA f01ft.
fc* m meses hjwrttdo.....'...'........ OOO
Por wfi dcs titn................... 12*000
l3.n aaa anuo niara..............'........ W0OO
Ctit nutro avalio. ,.............., MO
OliIRT FIM 27 DE SETEMBRO DE 1871.

3
PA1A DIIHO E F01A OA PB07IICIA.
Por trra mam adiantadot
Por mi ditos idem. .
Por nove dito idear. .
Por om anuo idea .

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tomo
17*000
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DIARIO DE PERMMBIM
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Propriedade de Manoel Kgueira de Fara & Filhos.
A Acnmi:
T"
C Srt. Gerardo Antonio Alves 4 FHhoa, no Para ; Gonoalve d Pinto, no Maranhio ; Joaqnim Jos de Oliveira 4 Filbo, no Cetra ; Antonio de Lemoa Braja, noAreeat/ ; Jlo Mara Hifti C\lim. no Amo ; Antonio Marqnee da 91 va no Natal
Pereira d'Almeida, em Mamangoape ;Felippe Estrella 6 C, na Parahyba ; Antonio los Gomes, na Tilla da Penha; Belarmino dos Smtoi Bnleie, em Santo Antlo; Domingos Jos da Coita Braga,
m Nazareth; Antonio Ferreira de Agniar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alago; Dr. Jos Martins Alvos, n Baha; e Leite, Serqninbo dfC no Rio de Janeiro.



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'i

N
DIARIO DE PEBNAMBCO
RSCfFE 27 DE SBTEMBRO DE 1871 .
v Ucean ele SS. Mi. liaiperlaes.
Aluda se acham na A'lenanba os augustos via-
jantes do Brasil.
Acerca da estada de SS. MM. n Allemanha,
encontramos nos jornaes de Lisboa o seguate :
< Fra seguid* mencionamos o seguintes por-
menires sobre a recepc) d iraparaes viajantes
na Allemanha.
< So da 23 de agosto, is 11 o meia da manhaa,
o impera Jor e a imperatriz da Brasil chegaram a
Posldam, onde f o rara recebid >s p >r sua alteza im-
perial o principe herdeiro ; o qual, posto que nes-
-sa mesma manhaa ti vase cbsgado de Inglaterra
coni a princaia sua esposa, e sua familia logo se
dirigi para a estago do camlnho de ferro, aflm
de recebar os ilustres viajantes.
Sua alteza imperial conduzio o imperador e a
imperatriz d) Brasil ao novo palacio de Sans-souci,
. depois de s torera servido do lunch que Ihes
estava preparado, os foi acompinhar a visitaron)
05 principaes objectos de interesse na cidade.
< Depois de terem passeado de carruagem pelo
betlissimo parque de Babelsberg, e dalli seguido
para ,o eastello deGlmcks. oale foram recebidos
pela priaeezi Charles da Prussia, os Ilustres hos-
pedes voltaram pelo caminbo do palacio de Mar-
more para o Castello da Cidade, no qual examina-
ran! com bastante interesse o quarto de Frederico
o Grande. Sua alteza imperial o principe herdei-
ro da Prussia neste momento comegou a fzer al-
gumas eiplieages histricas aos seus Ilustre-
hospedes, e flcou bastante sarprehendido, vendo o
grande conhaei nasto que o imperador D. Pedro
II liaba da historia da Prussia. Em seguida, lo-
na visitar a igreja da Guarnigo, e a abobada
oor baixo do pulpito, que .contm os caixes de
;'re lrico Gnlberme I e Frederico II.
c No palacio de Sans-touct o imperador e a im-
peratriz visitaram a r oha viuva, e depois de se
terem demorado por algum terapo neste interessan-
te local, dingiram se em seguida ao palacio novo,
.inle f jram resabidos por sua aheta imperial a
prtaceza herdeira. O jantar foi aqui servido is
daas horas da tarde, depois do qual suas magesta-
das foram em com'paniiia dos principes imperiaes
11 A!l? nanha visitir quasi todos os edificios p-
blicos em Postdam ; aaoz o qua, o imperador e a
imperatriz partiram pelo caminho de ferro em di-
reegao a Barlin. O principe Carlos da Prussia es-
lava na estago do caminho de ferro, para cura-
priraeolar e despedir se de suas magostados im
periaes.a
Os.daas seguintes artigas sil: tradazidos do
jornal Nachvicluen de Harabargo :
i S sudamos li je dentro dos mssos muros am
nspede angosto. Em viagem de alguns mezes
pela Europa, o impera lor do Brasil o Sr. D. Pedro
II. chegou luje a Haobnrgo.
i Viajando suas rn>gestades imperiaes como sim-
ples particulares, nao Ihes pode ser feita ama faus-
tosa ree>g) offlciai. Foi pors a recepto affec-
Entre a Allem >hi eo Brasil alo ha anta*
nisrao de interesse. Em nenuum sentido se pode
dar onflicto entre ai conveniencias de ambos os
paizes. E* mesmo impossivel qae o estado alie
mi e o jevea esperaa^oso imperio da America do
Sel prosegua;lo ambos em direccao ao mesmo
alvoos progressos da civil'sacao possara ja-
mis enoontrar-se em siiuac.il) hostil. Pelo con-
trario as reciprocas relagSes qae ex3tem entre os
dous paizes sao garantas da mais larga
aftataia. Deslina o Brasil I ama grande parte dos
productos do seu slo para os marcados da Alle-
manha. Em troca d-llie a Allemanha os artigos
da sua industria c deste modo concorrem ambos
os palzs3 para um bem estar commom. Sa o m-
psrio sal-americano em raza) das necessidades
imperiosas do deseavolvimeoto cada vez maior da
sua cultura, carece- de bracos allemaes, corramos
a prestar-Ib 03. Teremos assim do oatro la 11 do
oceam o trabilho allemo auxilalo pela cultura
a'lraai (physica e moral) con3tiluindo bovos po-
voad)S. Sao ja milhares e milhares dos nossos
compatriotas que teudo ido para o Brasil
aebaram all urna segunda patria. De anno para
aano o amen dos nossos emigrantes para all
augmenta ^oasideravelmeiu. Sabemos pois apre-
ciar bem o quanto esta d.lataQao de relagoss con-
' a ao3 nossos Qllios, aos mssos irmos e ao nos-
so di3envolvimento eommercial. Temos por con-
juancla tanto proveito como o propno Brasil
no3 progressos e felicidide desse imperio. E ten
do o Sr. D. Pedro lomado b iniciativa em maltas
C3asas uteis a) Brasil, n) qae timbera lucramos
com i3o, nao podemos deixar de Ihe serm >s sum-
mament reconhecido.
t.Por diversas vezes temos referido j neste
.ual a incancavel actividade com que o senbor
D. Pedro II prora ove por todos os meios moraes
e econmicos a ventura do sea povo. Desde que
'j.a magestade se collocoa testa do imperio, ne-
suma das priacipaes reformas emprehendidas
pelo sen governo deixou da merecer o sea franco
leal apoia, sera que as dil:uldides que sem-
pre sobreveem o t-nlnm desanimado. Nenhum
soberano s&be cumprir melhor a sda misslo. Os
camiahos de ferro e a abertura de grandes ros
no interior, a navegacao a vapor sao coasas que
se devenida iniciativa delle imperador. Nao me-
nor servijo Ihe deve o Brasil com relacio ap-
plicacao e circunstancian agrarias dos extensos
baldos da corta. Hoje sobre todo resplandece a
obra da emancipacao dos negros. O Brasil es-
t eaipenbado em acabar para sempre com a es-
ocavidao e nisto nao faz o giveroo imperial mais
do que secundar as ideas do imperador. Tara
pois o monarcha brasileiro direito estima e ve-
neraco- geral, sendo por isso que contamos co-
ra i urna ventura o v-lo entre nos. >
Os imperadores do Brasil foram obsequiados
cora urna esplendida serenata no rio Alster. con-
fiante do Elba, defronte do Hotel da Europa,
onde se achura. A msica, improvisada por di-
versos negociantes desta prac*, que teem com-
mercio com o Brasil, fez afffuir aludas 9 s 10
e meia da nonle urna immensa multidao.
u Dorante a serenata os membros io corpo di-
plenutieo, o Sr. syndieo Uerek, e outros cava-
Ihairos zeram a corte ao imparador.
< o da seguate pela manhaa suas mgesta-
de deram ttm passeio al Blankenese, onde visi-
taram o parque da viuva do senador Jenish. De-
pois foram* Torre d'Agua, ao p de Roihesiburg-
sort, para gosarern deste bello ponto de vista,
dos arredores do aqneducto. No regresso snai> ma
gstales visitaram o Johinoeo, e conduzidos pelo
Dr. Classen, director da escula dos Hilera tos, vi-
ran o musen e o gabinete de physica, dignndo-
se auistir ao ensino tanto das casses inferiores
como das superiores.
O imperaer aproveitou o tempo em ver al-
guno*.* eousas de Hiraburgo, e tem fallado com
reconnecimento desta bella cidade e da obsequiosa
rectalo que os seas habitantes Ihe fizaran).
< AS nossas magnficas quintas, *s templos
sumplnosos, e os edificios pblicos, foram objec-
tos que mereceram grande attenclo ao impera-
dor. Sua magestade lastimn qne o itinerario da
aa viagem loe nao permittisse mais longa demo-
ra em Hamburgo.
c ma das eousas qae mais agradou ao impe-
rador foi um passeio as 6 horas da manhaa no
paqaeno e lindo vapor Eibe, para ver as novas
constrocjSM d porto e a grande ponte qova so-
bre o rio Elba. O Sr. syndieo Merck acompa-
nhon sua magostada neste passeio.
< Sua magastade dignoa-se recebar no Hotel
da Europa todas as passoas qne o qnizeram cura-
primen tar, e gostoa rauito de fallar com mnitos
allemlts que e-tiveram no Brasil.
f E' de esperar qne esta visita do imperador,
apezar de enra, augmente anda mais a araiade
que une a Allemanha ao Brasil. E' certo qne o
Imperador se mostrou mnito penborado pelo affa-
vel .colhimento que encontrou em Hambnrgo. >
Noticias da Europa.
H ratera as 10 bofas da manhaa fundeon no
lamaro o vapor ioglez Oneida, trazendo datas
le Hamburgo 5, de Pars 7, de Londres 8 e de
Lisboa 13 do crrante.
kranc*-Nomeaio presidente da repblica fran-
ceza oSr. Thiers. Declara-$e constituirte a as-
sembla nacional, O ministerio conserva-se o
mesmo, sendo nomeado vice-presidente e Sr Da-
aurc. Est paga a 3.' prestacSo da indemni-
saco de guerra. Dos communistas foram con-
detnnados marte Ferr e Lultier e absolvaos
Dcamps e Parent, Os outros reos sao condem-
dos a penas intermediarias desde a degredo com
trabalhos pblicos por toda a vida at a simples
prisao por tres mezes, Das cinco raparigas ac-
ensadas de incendiarias, quatro sao coniemna-
aas motie e a ultima a prisao por dez annos
com trabalhos pblicos.
roma.Encyclica do Sanio Padre. CelebragSo do
dies Petri.
GR.\A-BnETANHA.Doenca da rainlia. Estado de
agitacao do reino unido.
smssK.Projeclos de leis para regularem as rea
(oes do estado com a igreja.
ALLBitKtm.K.Conferencias de Gastein Liga da Paz
AgitacSo religiosa, sciisma dos velhis catholicos.
OMKKTE.Fallecimento do grao visir.
QuesiSo da
lloumania.
hkspanha.Amnista poltica. Viagem do re D, Inicio.O presidente di repblica franceza. A.
Amadeu. Expeiicao para Guba. Economas. rT*i*r*.
O art. i.* foi votado por 530 contra 68; a ge-
neralidade alcancen 480 confa 93.
No da l. de setembro exercen o Sr. Toiers
pela primeira vez as funcedes de presidente da
repblica, convidando assembla a mensagem
segainte, qae foi lina pelo presidente:
t Senbor presidente.A minha primeira men-
sagem nao pode ter por flm senao pedir-vos qne
sejaes mau interprete junto da assembla nacional
e que Ihe agradecaos a honra qne me concedeu
cooferindo-me a primeira magistratura da rep-
blica, e principalmente dando-me novos testemu-
nhos da sua conganga.
< Se para merecer esta conlianca, basta dedica-
gao absoluta aos nteresses pblicos, ouso dizer
que son digno' delta (movlmento na assembla:.
Vozes: Mnito bem), e agradego todos os lados da
assembla terem esqaecido as divergencias que
podem separa-los em ilgunsassamptos, para com-
muniearem ao poder maior forga e conceder-lhe
(ambem meios mais largos de praticar o bem (sig-
naos de approvagSoj.
Pode estar cena a assembla de que unido
Hutimamente a ella, unido pelos intuitos e pela du-
ragio dos poderes, a proeurarei pensir asferidas
do oss i desditoso paiz, fazer quanto antes qae
saja livre, bem organlsado, em paz dentro e fra
do territorio, librtalo da iovasao estrangeira, e
alm disto honrado e amado, se tanto possivel,
das nagdesdos dons mundos (aovos e vivos signaes
de approvagao).
< Tal ser o lira constante do; meas esforgos, e
se a assembla nacional, e eu chegarmos a alcan-
ga-lo, ou pelo menos a approximar-nos (Hle, po
deremos ao cabo dos nossos trabalhos aposentar-
nos sem temor ao paiz, a transmittir-lhe intacto o
precioso deposito que no3 condn. (Muito bem
Muito bem).
< Ao concluir esta mensagem, agradec -vos.'Sr.
presidente, o auxilio que en tenho sempre encon-
trado nos vossos actos, e pego que aeolhaes a ex-
pressao da minba elevada e aneetaosa ceoside-
sao para Italia, qaando os generaes francezes,
i elle era, morriam nos campos de ba-
portugal,Mudanca ministerial. Varias noticias
constantes da carta correspondente.
FRANCA.
No dia 30 de agosto apresentou o Sr. Vitet o.re-
la lorio da commisso ensarregada de examinar as
propostas relativas organisagio dos poderes p-
blicos em Franga ; o relator promette fa lar espe-
cialmente na proposta Rivet, cajos autores teriam
feiLo melhor servigo Franga adiando a sua apre-
sen! agio, como diz o relator, mas qae tendo sido
apresentada, de necessidade qne sej aceita
anda que emendada on transformad!.
Examinando a signiflcago pollina da proposta,
diz qno os seu< proprios autores declarara que
nao significa era a raptara do pacto de Birdeus,
nam a proelamago de repblica ; m is que nm
meia da permiltir repblica que demonstre qu
ple viver. O Sr. Vitet diz qae se a proposta e
simplesmente urna questao de titulo, e urna qnes-
to de palavra, conseate; mas qae se nao pode
admittir a questat de tempo ; qae fizar a poca
em qne devem Andar os podares do presidente da
repblica era determioar igualmente a poca em
Jue comegaria a guerra dos partidos; e por isso
ando-se aos poderes do chafa do- siado a dura-
go da legislatura da assembla se evita urna par-
te desses inconvenientes.
Demonstra a necessidade de ser o ministerio
responsavel par i cora a assembla, e que o ohefe
do estado o seja tambera; que ir mais long seria
rasgar o pacto de Bordeus o qus'se deve evitar a
todo o casto.
Oatra questao que se apresentava con saas dif-
flculJades, era saber se o Sr. Thiera teria o di-
reito de usar da palavra na assembla nacional;
qae priva-lo desse direito, era privar o paiz dos
serviros que aquelle eminente orador poda fazer
com a sua palavra eloqnente e convencedora; e
por isso a commisso estbelecende as relaioes
do chefe do estado com a assembla nm certa
solemnidade entender dar maior grandeza a sua
situagao e aconselha-lo a ponpar as mas forgas.
as considerares finaos do Sr. Vitet diz-se que
a assembla reconhece que t;m poderes consti-
tuintes, mas de:lara que nao quer asar d'elles.
Depois do Sr. Vitet segaio-se o ministro o Sr.
Dufauro que approvou o relatoro, e requereu
que eotrasse immediatamente em discasso, mas
que no projeito fallava ama palavra, um teste-
munho de conQanga no horaem ao qual a assem-
bla confia os destinos do paiz. Esta iembranga
foi vivamente apoiada pela esqaerda. Resol vea se
em seguida que a proposta e relatorio voltassem
commisso.
Na sesso do dia 31 houve scenas tumultuarias
e recriminagoes pessoaes que obrigaram o presi-
dente a interroraper a sesso. A commisso de-
clarou que nao (inba duvida em admittir as indi
cag5is do ministro di jastig por isso qae coafe-
rindo-se ao Sr. Thiers as mais altas funegoes do
estado se dava um alto testemunho do mereci-
mento e servigos d'aqaelle estadista.
O Sr. Dufaure declarou em noma do governo
que este aceitava a proposta e relatorio da com-
misso.
Levanlou-se grande discusso sobre se a as-
sembla liaba poderes constituales, ou nao.
O Sr. Q 'iiet apresentou urna proposta para
que a eleigo da nova assembla se effectuasse no
3. domingo da Janeiro de 1872, reuninio-se a
nova assembla no dia 23 do mssmo mez devendo
o Sr. Thiers entregar os seas poderes nova as-
sembla.
Nssta ses.-i) falln o celebre dictador o Sr.
Gambetta contra os poderes constitaintes com
que se julgava a assembla; o sea discurso eaa-
sou profunda imprauio sendo muito apoiado.
O primero considerando do relatoro foi appro-
vado por 433 votos contra 227.
O projecto como foi aposentado pela commis-
so concebido nos seguales termos :
Art. I."O chefe do po 1er execativo lomar o
titulo de presidente da repblica franceza e con-
tinuar a exercer sob a auloridade da assembla
nacional, emqaanto ella nao terminar os seus tra-
balhos, as funcedes que Ihe foram delegadas por
decreto de 17 fevereiro de 1871.
Art. t.'O presidente da repblica promulga
as leis desde que ellas Ihe sao transmitidas pelo
presidente da assembla nacional.
Assegura e viga a execugo das leis.
Reside ne Ingar onde fdr a sede da assembla.
E' ouvfdo pela asssmbla todas as vezas qne o
emenda necesario e depois de informar da sua
iniengo o.presdeme da assembla.
Nomela e demitte os ministros. O conselho dos
ministros e os ministros sc responsaveis perante a
assembla.
Todos os decretos do presidente da repblica
devem ser referendados por nm ministro.
Art. 3.O presidente da repblica responsa-
vel perante a assembla.
'O considerando aposentado pelo Sr. Dafaure
para ser aecrescentado aos outros que preceden o
projecto diz assim:
-Tomando alm disto em consideragio os servi-
gos eminentes prestados nagio uestes seis mezes
palo Sr. Thiers, a as garantas que offerece a du-
raqo dos poderes que elle receben da assem-
bla. .
A emenda do Sr. Dafaure tai approvada por
523 votos contra. 34 entre os quaes contavam o
duque de la Rochefoucault Bisaccia, os marquezes
de l Rocnejaquelein, de la Rocbette, de Fran-
elien, Me la Rochecbymon e de
Valeos, os ene-
raes Martin de Palllre e Temple e outros horneas principe Jernimo Napoleo p;r
aotavels 4 differantas partidos. (Franga no tempo da guerra, e por"
Todos os ministros pediram a sua demisso,
fondados na mudauga poltica dos poderes do
estado.
O presidente da repblica franceza o Sr. Thiers
fiedio-lhes que permanecessem nos seas amigos
ligares e nomeiou para vice-presidente do conse-
ibo de ministros o Sr. Dufaure ministro da jurti-
gs*. O vice-presidente substitne o presidente du-
rante a sua ausencia ou impedimento, e preside ao
conselho de ministros.
A assembla nacional nrladpiar a gosar de
saas ferias parlamentares fleaodo entretanto urna
commisso permanente, qae Junta com a mesa
exercer attribuigOss qae Ihe sao marcadas pelo
art. 32 da eoostitaigo de 1838, resaseitado para
esta conjunctura;
as ferias daram dous mezes, mas a assembla
antes de se retirar deve discutir e votar os projae-
tos Onanceiros qne esto dados para ordena do da,
ou enjos pareceres Jiforara presentados pelas
respectivas commissees.
O ministro da faienda realisou j o 3*pagamen-
to de 500 milbdes 4a indemnisaeo da guerra.
Esto j pagos 1300 rallh^es, devetdo, em eonfor-
raidade corno tratado.de paz, serem evacuados os
lortes de Pars e os departamentos vi9inhos.
Diz o correspondente de Daily Telegraph que o
lagar de presidente da repblica franceza foi for-
malmente otferecidoao duque de Anale qae 'o
recasou pttsilivamedte.
Eotrou em discusso a proposta do Sr. Ravinel
para que o governo, o parlamento, e os ministerios
sejam definitivamente rastllalos em Versailles.
Na sesso do dia 10 a assembla approvou por 432
votos contra 190 a proposta do Sr. Ravinel. modifi-
cada no sentido provisorio; isto qne os diffe-
rentes poderes do estado contnuaro provisoria-
mente a fuaccioaar em Versailles, nao se tendo
tomado urna resolugo defiaitiva sobre a futura
sede do governo.
O governo fraocez anda em oegociagSes para
conseguir mudangas no rgimen econmico esla-
belecido nos tratados com differenie* nag5es da
Europa. O empenho proteccionista do presidente
da repblica franceza, tem provavelmente de ser
mal procedido porque a Allemaoba resiste-lhe cora
vigor, e a Inglaterra igualmente.
A Europa vai no caminho da liberdade coramer
eial, e nao se desvia delle para ondescender com
a Franga.
O Constitucional d curiosas iuformagoes acerca
do depoimento feilo pelo Sr. Thiers perante a com-
misso do ioquerito nomeada para estudar as cau-
sas da insurreigo de 18 de margo.
E' mnito interessante a parta relativa viagem
do Sr. Tniers pelas diferentes corles da Eu-
ropa :
A Inglaterra, disse o Sr. Thiera, esta va vacil-
lante e desejosa especialmente de regalar o seu
procedimento pelo da Russia.
Na Russia affirmavam-se altoe bom som,rui
dosamente, por meio d&testemanlns inequvocos,
em todas as classes da popnlago, as sympathias a
favor da Franga.
c Declarou se favorave! a nos o czar, mas disse
ao mesmo lempo que na guerra que oo se met-J
lia. Eslava evidentemente ligado Prussia.
Como T o qae ignoramos ainda. Ao cabo" de al-
guns das, mudaram os discursos e as caras, di-
ziarn que tinham a certeza de que a Prassia asta-
va prompta a fazer a paz em condgQas rasoavis
a instaram com o Sr. Tniers para elle partir depres-
sa para Versailles.
t. Para que f perguntou elle. Tenbj poderes
para celebrar tratados, contrabir emprestimos,
para tomar qualquer compromisso om vista ;da
continuago da guerra; mas poderes para nego-
ciar a paz, nao tenho.
t O rei de Italia era-nos absolutamente fu-ora-
vel. Chegou a reunir coselhos de ministros e de
generaes:
Os Srs. tem tresentos mil homans de boas tro-
pas,dizia o Sr. Thiers facam marchar cem mil
sobre Lyon. Caberlas pela Suissa e pelos AlpesJ
oo tero nada a temer, e ajudar-nos-bao immen-
so porque obrigaro a inimigo a disirahir-se para
aquelle lado. Com esses cem mil horneas pede
ser que fagamos desbloquear Meiz. O gabraeta
italiano recasou-se formalmente a isto; o rei e os
generaes teriam fcilmente accedido.
O Sr. Julio Favre ex-ministro dos negocies
estrangeiros chamou aos tribanaes o Sr. Latav.
amigo procurador e amigo particular sea, e os
responsaveis do jornal La Verit, que o tinham ag-
gredido a sua vida particular.
Nao nos permita o espago restricto de que dis-
pomos transcrever as pahivras da Julio Favre na
audiencia, narrando como vivera muito'i annos
como nma senhora, como reconneoera os filhos
com;herdara sem o querer do Sr. Odiot oom
Laluy fra sea amigo, se malquistara com elle, e
abasara dos seas segredo; olimos, para fazer re-
ve'agoes' nos jornaes e deshinra-lo, se pudesse.
E' um discurso qae-de certo foi recitado com as
lagrimas nos olhos pelo Sr. Julio Favre.
A senhora a qne e alludia j nio existe, e as
palavras prooameiadas por elle era honra da me-
moria dola oram sentidas proprlas para eom-
mover.
O triburJal coademnou o diilanador a 1 anao
de pris?,o a mil francos de malta, e os outros reos
a um K audiencia principiou no dia 6 e aoabou no dia
7 s 4 horas da manhaa.
Julio Favre, tinha acensado de covarde o
nao estar em
taridoem mis-
talha.
O principe responde.qae viajava no norte da Eu-
ropa 'loando rebentou a guerra, o viera logo ;
que Ihe fura dado o coomando de urna exoedig
qne deva pela Dinamarca aggredr a Allemanha
a qual se oppazeram at cario ponto os ministros
da imperador; que depois seguir "seu primo uo
exercito, at qae elle Ihe ordenara que fosse Ita
lia pedir socearro a Vctor Manuel, dizendolhe
que no enrede nao era preciso para nada; qae
por i-beienca^axjira, e sabendo que os negocios
coiriam ma', qizera regrassar, mas recebera or-
dem do imperador para fijar; a qne fiaalmente
nao (Ora reuoir-ss com Napoleo III no captivero
porque este jh'o prohibir, dzendo-Ihe qne a pro-
pria imperatriz pedir qne nao fosse para l.
Publica os documentos comprobativos.
A exprasslo de que o priacipe, apesar de gene-
ral, nao era preciso para n id i ni) exercito quando
mais arda a guerra, prova qae o imperador u)
apreeiava os talemos militares do primo.
Terminou no dia 4 o julgamento dos dezoito
reos da eommnna de ParisFerr e Lullerfo-
ram condemoados morte Luvait Trinqu t a
trabalhos pblicos por toda a vida ; Assy e Billio-
ray, a deportadlo em um recinto fortificado;
Joarde e Rastoul a simples' djportago, Cjurbet
a seis mezes Qe (IrisSo e quisheatos francos d
multa ; Clement a tres mezes de prisao ; Dacamps
e Parect foram absolvidos.
seoslas do proBesso eIevam-33 a 135 mil fran-
cos, que recahiro principalmente sobre Rastoul,
qne tem quiaze mil francos de rendimento.
Fuoccioaam ao mesmo tempo os outros conso-
laos de guerra. .
Os insurgente.: de Uyon j foram' sentenciados,
mas nenbnm leve pena de morte.
Terminou no dia 5 o qoarto eonselh) de guerra
encarregado de julgar cinco mulheres, acensadas
de ttrero incendiado o edificio da legilo de Hongu
e urna grande parte da rna de Lille.
Retina, Sneteos e Marchis foram cendemnados
morte, Papavoine a degredo em nma fortifleago
e dez annos de trabalhos fofgados a Boeqnin.
As primeiras quatro sao raparigas muito novas.
Falleceu o celebre romancista Paulo de
Kock.
Dzera de Argelia a 25 de agosto que Megaoses
perseguido mnito de parto por Si-Mohamed-Bey,
intenta re'ragiar-se emre os Unhad-Sellenes.
O ganerBoonet dirigi-se para o valle de Bo-
ry-el Kadir, com o projeetito de incendiar as al-
adas dos Agudas. Teve encontros com varias tri-
bus e em todos ellas flcou victorioso.
Os Ooied-Mokraoes que iam iractar com alie,
mas o general exigi qne se entregaseem dis-
cripeo....... '
A columna do general Laeroix est prximo do
El-Miliah, Todas as tribus daquelle distrieto se
submeitaram aos francezes.
ITALIA E ROMA. .
revemos a nova Encyclica que o Saato
ige aos patriarehas; primaze*, arcebijpos
e outr. s ordinarios que esiejam em gra-
munho com a S Apostlica :
aveis aMw.Sile e bengao aposto
lica.Mlius veza venera veis irmaos,
este lonij ponrifloao, ves imos manrttutado com
quanta gratldo acolhemos as expressSes da dedi-
eago e de affelgo que o Deus da misericordia
suseiloa entre vos, e entre os flsis confiados aos
vossos cuidado?, qaando os iniraigos de Deus co-
megaram a invadir a sua propriedade civil para
prevalecerem afinal, sa fosse possivel, contra Jess
Christo, e contra a igreja c qae o sea corpo e a
sna plenitade > ; vos, veneraveis irmos fi o Povo
chri-lo, nao ten Jes nunca deixado de sapplicar a
Deas, a qnem os ventos e os mares obedecem'>
para qne se digne calmar a tempestado ; e nao
vos tendes nanea esqaecido de renovar os teste-
munhos do vosso amor, e de empregar todos
os meios para nos consolar nis nossas tribula-
gdes.
Mas desde qae estamos despojados desta ci-
dade, cabega do mundo catholico, e abandonados
raerc daquelles que nos tem opprimido, tendes,
modo o sen nome pela presente manifestado da
*> virindae do seu,anxlio, raaniraa os espirito
e ihed a esperanga de nm triumptio iadubi-
tavel.
< Mas se raconhecemos qae estes dons provea ',
do dispensador de todos os baas, experimentamos
am seaiimeoto de reconbeciatento muito agrada-
vel tambera para aquelles que, /zenlo-se insiru-
mentos'da Divina Providencia, nos prodgalisam
testemuonos de auxilio, de consoiagao, de homena
gera, de dedicagoe de amor. Cora os olbe e as
mos erguidas para o cu, offereoemos a Uetw lu-
do quanto nossos filhos teem feito por nos em seu
nome suppHeando-Ihe com ardor que exalte promp-
tamante os-seas votos communs peta liberdade da
samase,, pela victoria da igreja, e-peia tranquill-
dade do mundo e qae conceda a cada um de-
les as granas eelesles e nao terrestres que nos po-
demos dar.
Triamos cortamente o desejo de manifestar
particalarmonte a todos e a cada um a nossa
gratido e onosso profundo reconhecimento, mas
o grande numero de manifesugSas de que fomos
objecto de toda a parte, tamo em fados como era
escrlptos e palavras, nao nos permitte absoluta-
mente. Para obler pois de alguma maneira o
que dos nossos desejos, vos pedimos-, venera-
veis irmos, a qnem se dirigem principalmente os
nossos agradecmentos, que os aanuncieis, e ma-
nifestis dstnctamente ao vosso clero,, e ao vos-
so povo. Exorlae-os tambam a perservarar cons-
tantemente comvosco na orago, com espirito
enejo de conflaoga ; porque se a oraglo as-idua
do jasto atravessa as auvens, e nao se extingue
sem-que o Altissimo a tenha acolhido, e se Chris-
to prometteu qne se encontrara no meio de dons
deis notos em tea nome e animados da mesraa
vooiade, que o pae celeste concedera tudo quan-
to ellas pedissem, a igreja universal obter tan-
to maior Segaraoga, pala orago constante e u-
nanime, qua a justlga divina se tranquillise e que
alioal se digne ver destruidas as forgas do infer-
no, batidos e destruidos os esforgos da malicia
humana, e restituidas Ierra, a paz e a equi-
dade.
t Pelo que vos diz respeito, veneraveis irmaos,
empregae lodos os vossos esforgos para affrontar,
sempre mais intimamente nnidos em columna cer-
rada, os iniraigos de Deus, a juellos qae,.con.urna
impetuosidade e por meio de artiii:os sempre no-
vos, ataoam a igreja, que n) ser nunca des-
truida por nenhuma forga, e para resistir mais
fcilmente e mais eficazmente ao sea choque e
por em debandada os seus exercitos.
a Isto ,iae desojamos mal vivamente, e invo-
camos com ardor, deseiarao-lo da todo o cora-
gao a vos e a tola.a fmula catholica ; entre-
tanto, como presagio do aeontecmento ardente-
meate desojado, como garanta do favor divino e
como testemunho nio davidoso da nossa bene-
volencia e da nossa gratido particular, damos
muito auectuosamente, e do mais Intimo do co-
ragao a bengao apostlica a cada nm de vos, ve-
neraveis irmaos, ao clero e a todo o povo,'con-
fiado aos cuidados de cada um de vos.
Dado em Roma, jomo de S. Pedro,.a 5. de
agosto, fasta de Sama Mara em Esqaiiim,. anno
ra o tornar navegavehat Roma, nao s para dar
a capital a importaiwia qne j leve como port
martimo, mas para aprontar grandes precte-
sidades artsticas e histrica qae iulgaro dertr
contar o leito daqaalie rio. .
Preparam-se os plaoer para forticar Rftma,
Uritta-Vecchia, as passagens dos Alpes, e toda*
as fortalezas do reino ; calentada a despezi em
150 railhoes de francos.
Eslava para se abrir erreofa^ao o camino
de Ierro de Savooa frooteira franceza, mas oe-
sabou parle do tnel qupase por baixo da
foria+ea de Vintimiglis, oV modo-aaa s poder.'.
abrir-se cireulagao em outnbn>.
Aeha-se em Genova o oelebre- agitador Mag--
giai, que teneionava impor nm novo programma
no congresso das cem associaeoes aperaras, qne
se ho de reunir em Roma ; foi porm acolhidu
pelos seos amigos socios coro bastante trieza. Em
vista dos novos programmas seeiarHtes Mazzim
pode ser considerado como ooneervaeor e at
como reaccionario.
com a maior parte dos fiis da vossa diocese, re
dobrado as oragoss, e confirma lo por meio de fre-
quentes mensagens, os direitos sagrados da reii-
giio e da justiga, calcados aos p por um atten-
tado inaudita.
t Agora, que por nm acontecimento novo desde
S. Pedro, a absolutamente*inerivel na serie dos
pontificas romanos, temos dhsgado ao vigessimo
sexto anno do nosso ministerio apostlico na ca-
deira romana, tendes dado provas to expen lides
da alegria que vos causa este beneficio insigne
concedido nossa insnfflciencia ; e'tende3. mostra-
do to claramente o vigor ftireseeote que reina
por toda a parte na familia clirisli, qae temos Pi-
cado profundamente commovidos; e tnlodo nos-
sos coragSes aos vossos, temos empregado novas
forgas paraahaogar com mais con langa o comple-
to e absoluto trampbo da igreja.
< Foi-me muito agradavel ver numarosas pba-
tanges de supplicantes correr de todos os lados
aos mais venerados templos; e por toda a parte,
o grandissimo eoncnrso dos fiis aos templos, os
quaes, com o seu pastor, rendiam gragas a Deus
por meio de preces publicas, e possuindo-se d03
sacramentos e do beneficio a nos concedido, Ihe
pediara constantemente a victoria da igreja. Te-
mos alm disso temido oo s diminuir a nossa
afflicg), e as ppovagdss porque- temos passado,
mas mudaram-s em alegria em consequencia das
feliciiagfcs, homooagens e votos expressados na3
vossas cartas ; em presenga de nm grande nume-
ro de fiis ou*: aqu tem viudo de toda a parte,
muitos doaquaes ersm Ilustres pela nobreza do
nascmento, ou eheios de dignidades ecclesiaslisas
e civis, poseo, mais nobres anda pela sua f, e que
lodos unidos em affeigao- e as obras, a maior par-
te dos cidadaos desta cidade, e das provincias oc-
cupadas, corrern) aqai, mesas da longiuquas re-
idas, e qnizeram afvonlar os mesmos pangos e
os mesmos ultrages a qae estamo; expostos, aim
de testemuobarem francamente seas seatimantos e
u de seas cooeJdadios para comnoseo, e traze-
rm-nos volante nos quaes numerosas camenas
de milhares da fiis, pertencentes a todas as na-
o3e? condemnaram enrgicamente, pela sua as-
signtnra, a Invasio do nosso. principado, e pe-
diara vivamente a restituico, reclamada e impos-
ta pela religio, pela instiga e pela propria civili-
,f40 m
, Tambam nesta oceasio recebemos em maior
qaantidade do qae de ordinario o obulo com que
os pobres e os leos se tem esforgado por aliviar
a nossa pobreza, e ao qual se juntaram numero-
sos proseles variados e muito nobres, tributo es-
plendido das artes christias e dos talemos espe-
cialmente proprios para fazer sobresahir o duplo
poder espiritual e real, qae nos foi concedido por
Deus, e alera de tndo isto, urna proviso abundan-
te a expleodida de vestes sagradas a utensilios,
com a qnal nos foi perrattldo soccorrer a falta e
i pobreza de tantas igrejas.
( Maravilnoso espectculo d, na verdade, a un-
dade catholica, demonstrando at evidencia que
a ureja universal, alada que dispersa por toda a
parta a eomposta da pevos differentes pelos costu-
mes geaio o estndos, est fundada no nico espi-
rito de Deus, e unto mais prodigiosamente sus-
tentada por elle.qaanto a impiedade a parsegue
Ihe faz a guerra com mais furor, e tama com
nais astucia arranoar-lhe todo o auxilio hu-
c Prestem-se, pois, fervorosas e- muito elevadas
acg5*l 4 grsa aquelle que, glorificando desta
Senhor de 1871 e vigsimo stimo de nosso
daraate-f aaatr8es.dntfto ix, pipa. >
O Eacyclico foi ptima menta acomido b*Io fieta
da todos os paizes que muito S alcgraram cora
a mederago om que est escripto.
O summo pontifico celebrou no. dia 23 de
agosto na sua capella particular a missa pela Ita-
lia ; depo3 da ceremonia reeebeu as felioitagSes
dos camareiros secretos e honorarios, seculares
e ecclesiasticos, que Ihe ofTarecaram urna estrel-
la de oiro cravejada de brilhantes. O santo pa-
dre recebea tambem as homenagen* dos Srs.
Herby e Qunlem, que em nome dos catholicos da
Irlanda Ihe entregaram urna allocugo com urna
fita verdee oiro, e .urna importante somma. O
reverendo padre. Rocha depoz tambem aos ps
de sua samidade urna importante somma acora-
panhada de urna mensagem em nome dos ca-
tholicos do Canad ; Mr Frescobald, apresentou
urna mensagem e um rico prseme, em nome dos
Florentinos.
D.Felippe Barbern, duquedeCastelvecchio apre-
sentou os comprimemos e adbesoes da guarda
nobre. O papa respondeu que esperava em bre-
ve sabir do Vaticano cora a sua diviso.
Seguio se depois a ofarta da cadeira gestato-
ria, feita pelo cardeal Rario Sforza, e- p*'os na
politanos, sanio presidida a deputago pelo du-
qae della Ragino. A cadeira de nma riqueza
extraordinaria ; a riqueza dos lavores, excede a
profuso do oiro e das pedrarias.
A soeiedade Juvent Catholico, ofTereceu a sua
santidade qunze mil francos.
Concorreram ao Te-Deum que se cantn de
tarde mais de qainze mil pessoas ; sahlda do
templo a maltido victorion Po IX. Houve po-
rm urna manifestago de povo que levava urna
baodeira italiana victorando i Italia. Nao bou-
ve tumultos.
Diz o jornal Unit Catholico que na entre-
vista de Gastein os dous imperadores, da Alle-
manha e da Austria resolvern) restaurar o po-
der temporal do papa, e o reino de aples, des-
lazar o reino de Italia e dar a Franga, a Liguria;
diz-se que a Italia pe lio em conferencias de Gas
tein segaranga contra qualquer intervengo da
Franga na questao de Roma a do poder tempo-
ral do papa.
Diz o correspondente de Roma Gazela du
Italia- que a companhia da Jasas est resolvida a
abandonar Roma logo que seja transferido para
aquella capital o parlamento italiano.
O goverao italiano lomon pcase no da. 17
de agesto de quatro conventos esa Roma, para
delles fazer quarteis, sao o de Santa Mara Mag-
dalena, o de S. Domenico e Sisto, o de S. Cruz
de Jerusalem, e o de Santo Antonio Abbade, pr-
ximo de Santa Mara Maior.
Nao se confirma o boato de ter o ministro
da Franca, o Sr. de la Villestraux psddo expli-
cagdas sobre a lei de sappresso das cammuai-
dades religiosas de Roma e do confisco dos bens
do clero; aa axplicagdes pedidas limitarara-se aos
estabelecimentos religiosos franceses, que tem
de fazer parte de urna eonvengao especial, assim
como todos 03 outros estabelecimentos da mes-
ma natureza' pertencentes a outras potencias.
O governo francei communicou em urna
nota ao Sr. Nigra qua respeilava as conven gons
com as outras potencias e qua no assumpto de
alfandegas s se poderiam alterar por accordo
recproco.
- O-Sr. da Viocez aceitn o cargo de minis-
tro das oirs publicas. Est nomeado ministro
da marrana o Sr. Ribotl. O Sr. Gadda foi no-
raeado prefetto de Roma, e eommissario dos tra-
balhos para a-transferencia da capital.
Urna deputago de cidadaos notaveis de Ro-
ma foi manifestar ao governo o desgosto da cida-
de pelas ultimas desordens, e offerecer se para
ajudar a manter a tranquillidade. O presidente
do conselho agradeceu e disse qua os iaimigos da
Italia se empenbavara era perlubar a orden).
A popnlago de Roma, diz-se, que se acba
descontente, porque estando em Roma os minis-
tros, e os ebefes das repartieras, se conserva
IXGLATKRR4 -
Tem estado lente a raioha Victoria.
Algaas jornaes inglezes tratando da eveo-
taalidade de urna revelugo em Inglaterra, e dizem
que o Sr. Odger e os seus socio especula com o.
ltimos acontecimentos do continente, a com as
disposiedes turbulentas das ciaese operarlas da
Gram-Brelanha, eque desejam costar a qn* o aria-
cipe de Galles suba ao Ihrono.
O Standard chama Qnixotes a este conspira-
dores, e diz que nao encontrara apoio ao povo
ioglez.
Era Dublln hoove um grande meetiog da .
associagao para a amnista dos feoianee. Cateron-
se em Pbenix Park, e foi presidido pelo Sr. Soutli.
memoro do parlamento. A polica nao appareces
mas o povo na volta do meetiog ataooo nma paira-
Iba de polica e resultou d'abi fariseo combata.
Ficaram feridos 30 policas e foi presa muta gen-
te do povo.
Os fuanos qnizeram fazer en Kingstowo,
ao obelisoo levantado para commemorar a visita
do rei Jorge IV Irlanda em 18s>, o mesmo qua
os communistas de Paris lizeram i oolumna Ven- *
dome : Introdnzirara entre a base do monumento
e o pedestal ama grande carga de plvora ; ma*
o obelisco nao soffreu daino algosa, s as casas
rodaque extremeceram comalorgada expo- -
sao.
Continuara as grves en> Newcastle ; os
operarios qoerem s 9 horas de ttabaiho. Asse-
gura-se que se tem espalnado entre os operarios
parajmis de 11,000 libras sterliaas. Os pairos tem
mandado vir machinistas operarios da Allemanha ;
mas estes, logo que chegaram, aasaotaran-se pei-
(ados pelos agentes da Iniernaeioaal, allegando
que os contratos nao eslavara regulares.
Em consequencia dos novos impostes de
Franga no transito dos camiones de (erro, j dimi -
nuio o Humero dos passageiros ds Inglaterra para.
Franga a aagmentou o dos qae se dirigem a Ao-
ven, por onde se faz o commervi entre a Ingla-
terra e a Suissa qae se fasla at agora pela Franca.
O duque de Richmond, no jamar.dos agri-
cultores de Siral-Bogie, deeeeipoa a rinha por
nao apparecer em publico. Armou que estav .
doanls, e disse que era muentesaente coostitucio-
n, coocedenilo s aua coaflanoa a todos os mini-
terioj qne possuem a do pariaaiento.
A deputago fraoeeia que fji a Dublin Iam
sido all muito festejada. Devia sabir dalli no dia
29 de agosto.
No dia 30 de agosto verificoa-se em Handlcy
um meetiog presidido pela auloridade, para se
formar ama soeiedade que sa encarreguoder ennir
fundos para levantar urna estatua ao emiaente ora-
dor e estadista ioglez Jha Bright.
A imprensa inglezs cominaa queixir-se da
impericia dosofilciaes da marnha real, era conse-
quencia de haver encamado, prximo de Nore, a
fragata couragada ltpulse.
Houve no campo de manobras do Aldershot
ama revista expleolda. Foram postan em batera
90 pegas de artilhacia.
tniflfi
Dizem de Bruxellas que o consolho de minis-
tros resol ven appreseclar ao rei um projecto o?
regnlaraeoto para a celebraco de ama exposico
internacionul, naquelia cidade no aooo de Wi.
O re Laopoido II embarcou em Osiende em
direcgo a Dover; desembarcou em Inglateira.
como particular visitou a expostgo internacin:.
de Londres, regressaodo aos seos estados, sem re-
eepcoes officaes a outr s incommoaos inherentes-,
a sua alta posigo.
O Telegraph exaJta a nrbanidade a os bons sen-
timentos qna este facle mella ao monarcha belga,
e v nelle urna prova manfesla da ba intelligeu-
cia que existe emre a Inglaterra e a Blgica.
Caegpu a Anvers urna esquadra hollaud&ua
para transladatr os ossos dos militares neerlanl;-
zes morios durante o cerco, d'aquella cidada'Ji
pelos francezes em 1832 ; eta trasladagio. foi /.-
vestida de um grande ceremonial funche religioso
e martimo.
Dizem de Brnxellas qua no dia 5 de 3*tem-
bro andaram os machinistas as ras em grupos, .
animandorse mais na gtad* praca em frente da
.Bolsa, onde eslavam reunidos os machinetes que
sao mentiros da internacional. Os operarios exi-
gen) : 1." s dez horas de trabalbo ; 2* qtn> a*
horas do trabalho sejam das 6 IjS ao meio da, -
de 1 1(2 s 6 da tarde ; 3.* que perca ama hora
de trabalh o operario que chegar. tarda offieina ;
4. que as horas sapplementaF.es. de irabaltio te
nhara paga dobrada.
Isto foipropost) aos donos das fabricas de Mu
leabeck-Samt-Jean qne nem quiseram discutir con
os operarios. Depois cessou o.trabalbo continuan-
do porm as ontras fabriots para com o prodee
lo serem soecorridos os qne Izeram grve. O*
trabalbo muito, e por isso. ser grande o prejeit.
dos patrdes.
IIa porm asparangas de que os operarios ?.'-
tendam com os patroa?. apesar dos esforgos da fe /
urnacional paraos desunir e malquistar.
SUISSA.
O conselho de estado da Suissa a convite aV
grande conselho do canto de Argovia, apresentou
nm relatorio mostrando-se de aecardo com a opi-
nio d'aqaelle canteo relativamente s providas-
ias que se devlam adoptar para assegntar nma
posigo Ijvre e mdependeote ao estado pita eom a
igreja e especialmente sobre a introdcelo do ca-
samento civil.
As conclosdes sao as seguales : l. As comma
n dades religiosas do oantio devem ser todas n
qne diz respeito sua situago legal no estad),
eonderadas, sob o mesmo pont) de vista; p>>
consequencia o estado deve regular,sob raserv.
da liberdade de conseiencaa pasigao e organis.- -
gao dss communidades religiosas para com o esta
do ; assim como a posigo de cada nm dos s$p,>
membros para com as proprias communidades;
2.* As relaces de nma coramunidde relig.
coma auloridade eedessiastica superior nlHp-
dem ser reguladas seno por meio da um tratad,
devendo este ser submeltido racticaga d.>
estado.
O estado, alm das disposgdes deste tratado rat:-
ainda em Plorenga o pessoal restante das repar- fleano por elle, nao reeenbecar a neohum.%
tigSes publicas e o parlamento
O pouco movimeato da capital, comparado com
o estado anterior ocenpago pelos italianos, tem
causado grandes prejuizos popnlago indus-
triosa.
03 italianos estio dispostos a emprehender
a limpszi e prQfnadwr.ento do lejo do Tihra, pa-
auloridade ecclssiastica superior nfthnma sttri
baicao administrativa, nem direito alaura da iuri>-
dgo. ma veajistabelecida a orden *
dona pomos mencroados no | a tal sobra o <
^rOsSrfofsero de^ futo* considera! ,
gomo nm negoeio exolesvo 9 pl'8'i
-,
I


t
Piano da Prn^tubtt< Quarta feir* 27 da* SeteirADro da I87i
4. Oh regwtos do estado civil deverio ser entre-
gaos a lanceionirips seculares.
5.*. p casamento civil sera estatwteiido de ara
nad legal, mas o casamento civil o podara ser
oa obstaeula a qte-ca la um, segundo a sua-livre
voaude, posta ao aiesrao lempo conteraar-se com
as presrripc&a fiua igreja.
6* O ansiMTOTOso sera declirado assuraplo
exclusiva das eotelint iades de cada urna das coa
Mane*.
7. Ligo qae os saltrtes .destinados, aos paro-
chos caiaohcjs, caja eol|fti)mertiiWi t agora
ao estado, estiverera
maneira que leve !ag
testantes pela lei de
dos de pirochias e
versal era poder do
manas, e ama le 0
reacia.
Parece qae
resolvern) tfao
iadt por lei da msma
ra eos os parochos pro-
marejada 1869, oafm
ejai 01 que ainda esti-
serissor 'guas s cem
regalar esta traasTe-
de Harlins-e daVieona
cficialmeoto-aos oa-
tros goversos o qae se passoa as conferencias de
Gastein, mas aaieameote assegnrar, onde se ma-
nifestare a recetes, a certeza de que nao hoave
all accdrlo aggressivo contra nenham estado,
aatoaeseeie se traten des oteios necesarios para
aanter ra al lera ve! a pai etfopa.
A imprensa aastriaca diz que em Gastein se
fondn a liga da paz, era que entran a Ualta, a
Rasan, a Uinamarea e a HollandsT Parece pa
rea que a adheso da Russia, nao ain la poutKa;
mas ulga so que para wanter a paz uaOrwate
basta m as bijas relacoe- existentes entro osgwer-
nos de S. Paterstm'gae de Berlim.
Vlgoas jomaos sssegurara paren qae e pria-
eipal flm 9as conferencias de Gasioiu taram cora
binar as providencias que se deveriam tomar con-
tra os plan)) da Internacional, e manter Ileso o
principio moaarcico.
O titulo de prncipe conferido onde de
Sisma: k e pessoal para este estadista, e nao passa
a seus lh is, que coolionaria a usar nicamente
do titulo de Cinde.
Esta limtcacj'fsi feita aedido do proprio con-
de de Bisra*rk.
= falso otaeo/o ds que o principe imperial
da A'lemaaba e real da Prussia dsso urna queda
do cava lio.
O aovo gabinete de >Baviera toma ama attite
de extrem amonte contrara aos urteamontanos.
O eaiaistro oes cairos respondeu a memoria dos
bisos, que pediam a sopuressia do Placet, 0 ex
pedio-a ae areebi-po do Munich.
Naase documento diz o ministro qae a pedido
dos bispos fra rageitalo; aeiermina a posigiavjue
o gotera* ocupa em retaca 1 a igreja, e, d*pois
de passareai revisu o procedimeuto observado pe-
los bispos as questoes que tem religan com o es-
tado, demonstra que esse preced meato nio est
em harmona com acon-tituiee.
O mistro as gara qae o governo ha de -prole
fer os eatholicos serapre iue os seas actos estive
rem de aeeordocera os aispesigoes da eeastiiui-
eia.
O ereeoispo do Munich mandou fechar as por-
tas da iereja, onde o absade Priedrich, exesmmuc-
gad) pela sua oppo'igia ao dogma da intellibilida-
il hara celebrado o raatrimoiio cathalieo cajos
eonjugee nao queriam adherir ao novo d igra ; mas
perteacendo a igreja d > munieipo, a aatoridada
civil deu orden? aos embregados da Igreja, que
sio pagos pelo mesrao municipio, a qoe conservas
se o templo aberio as horas do entume. O con-
selho municipal est dispasto a asegurar os direi
tos qae jjlgater nesta qnestao, e o arcebispodiz
se qae esta as disposicoes de exeomrauogar lodo
o eoaselho, al o obrgar a respailar as suas re
solooSes.
O :omtt do movimonto eathole) reformista
de Munich, dirigi um mam/esto aos eatholicos al-
lemies, aastricas e suissos, convidan Jo-os a as
sistirera a um congrego que se deve reunir na-
qaea eidade nos das 2i a l do setembro.
O governo da Gaviera prohibi aos tuneciona-
ros tanto civis como militares d > sea reino, o as-
soetarem-a aos maeoes, Internacional 011 a qnal-
quT ouira UMWiaei-i scidilica ou iodustrial.
O governo prasew e-t resolvido a retirar
de Pran?a o coronel Walaersee, e a snbslitai-lo
pelo Sr. d'Armira, coj 1 carcter raais diplomtico
e menos militar, se cwdnna mais cora a nova ptia
se que vao tomando as relagoes entre a Allemanha
e a Franca.
A imprensa allenaa consilera este (acto como
noia p'ova di ennfljnca e de melhores relcoes en-
tre os doas paize-.
. As lesintelligencias dos pedreiros, marcenei-
ros mineiros em Berlim. Reicheuberg, e Elber-
feld, aim como a greve dos eigarreiros no valle
do rio Mesio, sao obra da Innternaeiooai, a qual di-
rige actualmente as assotuoSes democrticas e so-
cialistas (l Allemanha, procurando f izer proseiy-
tos, e excilofl o povo coBtra a bargaeria, dizeodo
qae ella engorda cu rios.
Os pedreiros de Reriira cederam a mal, sem ane
os pal os donseoiissera era ceder s suas recla-
aaires.
Os ornees caiculam a perd dos operarios nesta
internipcS) de trabalrn, e dizem qae a licao ha
de approveitar aos sicialistas.
Os v-ihos eatholicos de Viesladen reqaereram
para nao pagir os irapostos destinados as despe-
za< das igrejis d>s qae egaem o dogma da infal-
libihdade.
O gnverno nroasMM ininrlo o reqnerimento.
Vai estabelecer-se ara telegrapho submarino
entre B nkam as costas do H mover, e a foz do
Tamisa.
O Sr. Pnnz parolo catholico em Trvef;
filiando no pulpito de uina representaba) feita ao
rei da Pru?sia, alludio a Christo exorcisanio o
di'.bo.
A audacia costoa-lhe seis uezes de priso.
- O governo an*triao fu obrigalo a retirar
os 1 ffere.'imentos liheraes que tinha feto aos bo-
menspolitios do Tyrol, em conjequencia das exa-
gsraJas exigencias fei'.3s p >r aqualles a quera o
overnad jr do Fyrol emende dever consultar so-
bre o assumpto.
O governo austraco di ampia liberbade s rea
.nioes eathilicas*e vigia cora grande severidada a-
a-soeiades polticas.
Os a'i naos da Bohemia protestara contra a se
paraca) administrativa do reino, porque desde
qae a Au'tria reconhee-r a aatonomia da Bohe-
mia imit gao da Hungra, serlo anoutladus pelos
Scheques.
O g iverno hunaro preparase para seguir o
exempto do governo bavaro proceder enrgica
mente contra os bispos catholteos, que trangredi
ram as leis do reino, associanlo-se poaiicaraeoe
ao dogma da infallibiliade : -o mini-tro dos cul-
tos prihibio aosbispes a promolgago dos decretos
do concilio ; a logislaco na Hungra foraece ao
goverot hngaro armas mais fortes de qoe as que
a concordata deixava ao ge*, roo fiavaro.
"Esta'nrs na ^oa des congressos :
Houve ha pouco cngreso de advogados era
Broroberg (Pjionia Prn-siacai; agora ha o dos
J'Wiieanaltos era Smtligari, eesta reunido em
Ireslaa o dos jornalistas. Os empregados de po
dieia tamben preparara o sea, e talvet se rena
em Bromb. rg. No ont^moo haver o da.- a socia-
e5es c mirereiaes era Allemanha, a.**im coma o
das sociedades cooperativas. Bm Labeek vio
renair-se os economistas. Trata-so de orgaBisar
eoagresso das dinecoes dos caminaos de ferro,
em Dresde espera-se so congresso aociatista.
O dos aaatleoa reali-oa se no aaniversario d Bn-
ikoven ; o dos arch6ologos e dos philologos verili-
con-se ha pouco lempo. O dos geographos reu-
ni se em Anvers. Era Ronria havera em ontobro
o 0* congresso medico. O doi velhos eatholicos
na Baviera est annunciado, e o dos novos eatholi-
cos na Suma j se reuni,orno dissemos. O Sr.
de Bismark qner fizar com qoe se rena um con-
gresso universal de correos.
O imperador da Rassa foijviajar no Caaeaso,
a imperatriz foi fazer ama digressao i Crimeia, e
o grao-laque Altxis embaresa para oa Esiados-
Unidos.
O rei da Grecia, lorge I, viaja actualmente
pela A leraanba. Estove no 1 de setembro em
Gastein onde se demonu poacos das. No da 4
de setombro chegon a Veneza, donde parti para
Alhenas. ^
.Pallecea no da 6 de eterabro o grao-visir.
Snecedeu-lhj o ministro da mariaba MahmuodjPa-
ch, por ella mesmo indicado ao snllao. O em-
baixadnr era P^ais Djaiol Pacha, vae ser Hornea-
do mini'tro dos negoeios estrangeiro.
O gove.-no da Ronmanla vae apresentar 3 ea-
msras, na prxima legislatura ara prjeeto para
indemnisaco devida aos credores pabli-
melteo'se' a collocar 830 kitaawtw Sanno Je
firro na Roamania ; o capital par ai
construeci) era ge |7d aH (rx^^HMotnelro.
O governo des Principados garanflo-llie ara jaro de
7 1/, 1. o delegado roqraano aceitou aeaa mis-
de boads de t\S milnSss de francos; as subsenp
C.8B3 dos prastianos Importavard em 2U0 rifllhfjei,
as dos inglezas em 15 railhdas, e os aastrMJeOs
snbsereveram com o remanescente. A sociedada
Stroussberg s pdt em explora^io 530 kilmetro,
e como segundo o contrato, o governo uoicamea
te era raspcosavel pelo preco dos trabarhoa reali
salos, tlaha sea carga a contratador o aagamen
to do juro estipulado. Alen dtsso os trabalho
caram tio defeituosM, qae o governo de Bacha
rest, se|olgoa com direiM a aegar o pedido de 2
milhoaa feito para a su lustantaqao.
A imprensa quer fazer deste rssampto uraa
qaestio de poltica internacional, taado nao
raais do que una kitigto, qua corajwie ao tribn-
naes.
tlttM\TK.
O govsrno Rospanol coaceea am amnista
ampia e completa para todos os delicio poUtioa ;
e em conseqaeocia disso o ministro d-os negoeios:
estrangelros chrigio ama nota circular aos minis-
tros 8e Raspeaba nas-diftereates tftriH.tujdeuiBdo
que dessem pasiaportes a tedos os emigrados po-
lticos qae desejassem regressar Bespanha.
A imprensa bsspanhola de todas as odres, ex-
cepeio dos Carlistas evegiam sem reserva o de-
creto da amnista.
NdU-se agitadlo uarUsta as fronteiras de
Haspaqha, tanto para talo da Franja orno de
Portugal; os ministres "hespanhoes em Lisb&a e
en Versaitles pediram aos goveraos, junto dos
qaaes se achara acreditados, qae aandassera in-
ternar os partidarios de D. Carlos qae so deviara
reamr prximo das Tronteiras. '
Esto se oresnisando dez regimenl)s para
partirem para a Una de Cuba, para reprmireo a
iBsarreico A gazela pnbcaa ata decreto au
terisoa o rainiso de ultramar a contratar o trans-
norte de dez mt hornens para aquella colonia.
El-rei D. Amadeu tem sido multo bem rece-
fe 1o na saa vtagem no interior de Hespanha. Ten-
ciona tambem visitar as lhas Baleares. par-
lio para Yaiiracia a eaquadra do Mediterrneo
para se pdf'lisposico de el-rei.
Te a sido ptimamente acolhido tacto- em Hes
panha como as pracas estraogeiras eempresti-
mo hespanh-d.
Me ultimo eoGse'ho de ministros resolveasa
effectaar algumas refirmas no ministerio d> fo-
manl, e secretara do ultramar qae prodazrrio
urna ecoaomia de cinco milhdas de reales. Pro-
poz-se, tararoam araa economa de vinte railhrjes no
ornamento da guerra.
O Sr. Carbo fol nomeado ea^imvgeaeral das
iihas Baleares.
O duque de Montpensi-r esorevea nraa carta
ao juiz do districto do congresso, estranhaodo qae
fosse citado por raeiu de editaes para depor acerca
do assasMnato do general Prira, sem qus proce
dess-m primeiro citadlo era qualqusr das saas
risidencias offlciae--. O duqae Je M)atpensler es-
t acta lmente fora de Franca, e declara qae est
prompto a fazer o sea depoimesio perante a cora
ptente autorilale hespanhola residente em Frso-
?
Fallecen repentinamente ora Biarritz o Sr
Lau Gonzales Br.ivo; notavel estadista hspaohol,
que era presdante do cooselho de ministros da
raiuha D. Isabel. Tioaa poueo mals de sa33enta
aaaos.
Assegura-s? que a imperatriz Eigenia se dirige
a Hespanha e Portugal, cora o titulo de eonles-a
de Pierrefjods. Diz-se que tenciona comprar a
magnifcente (fropreJade do conde de Farrobv
ao lugar daste nomo, e que j a man Ion por em-
pregados do saa casa ; e que tenciona tlxar psr
aigum tenpo a saa residencia nos suburbios de
Li.-boa.
Entre as economas pmjc.ctadas no ministe-
rio da graca a da jus ica flgura a sappressao de
6 mil duros que o governo pagava nunciaturas
postilicis em .Madrid, e 18 mil que se davam
igreja de S. Joo de Latro da Roma, e das quan-
tias que se davara para sustentajo d) mosteirb d
Montserrat e mias de earidado de Barbastro.
Partirara para Barcelona os priucipaes ajeo-
tes da Internacional era IIi-pmha, com o fl n, se-
gundo parece, de fazer cora que os operarios de
Cataltinha lasara grve.
POBTUGAL.
Era 12 da correte e?creve nosso correspon-
dente de Lisboa :
Como era de esperar, cahio o mihisterio de
que era presidente o mar yi z d'Avla e Bolraa
Lahio aos- golpes reiterados da pnpria cmaro
que ftz eleger. Cahio sem podar conseguir qae
um grupo de amigos pessoaes do chefa do gabina'
te consliluisse partido ; porque nesse grupo uo
havia mm dogma poltico nem econmico delirado
Cahio sem resolver a queslao de fazeada, a abo-
gado s quasli enlas polticas; cahio sem lar
passado o rubicon da resposta ao discurso da co-
rda, do convento que ha tantos annos se disenta
orofo mi e >e tomava como simples cortesa ao
soberaao, e agora foi o pretexto da) mais assa-
nbadas diatribes contra o governo do marquez
d'Avla, ora a proposito das el igoes da Arganil a
de Mirandalla, ora a propositi da prohibieo da-
conferencias democrticas do Cassino Lisbonense,
apoz variassessdes tumultuosas, verdadero esc.11
dalo para o .y?teui3, e tristssimo desaire naci
nal.
t Na sessao do dia 11 do correte declaren o
presidente do onselbo que o ministerio tinha jal-
gado conveniente depor as pastas que Ihe baviara
sido condados, as mos do ebefe do estado ; e
qae S. M. Ihe aceitara a demisso, e encarregara
o Sr. Puntes Pereira de Mallo de formar nova ad
rainistraco, continuando com o expediente os mi-
ni tros deraissionarior, enqaanlono estivesse for-
mado o novo ministeiio.
Era vista desta declaraco forana retiradas as
propostas de ara chaveiro de nterpella;os an-
nunciadas pelos [rano tireurs de lodos es ngulos
da cmara, muitas das quaes versaran) sobre as
celel ra las conferencias do Casino I
Nos jornaes de boje fervilhavam as indigita
a joeoeldadee improprias do asstmpto. O teta-
|B se os \>a poderes do estado abdicando
ja de cortos pri^flagtos aachroaicas, nao ftriam
maito meMor,_ do que deixaado sabsittir anr la-
grante imeorr^itiwiidade com as necessidades do
progresa.
Hija txia ama folha de Li.-baa qna vto
vrandoeonxalgum desenvolvlmento, ate lis poaco
deaeoatjeoMo, eta duas-on mas povoa^Ses impr-
tanles da reino, certas ideas' avatcadas qae coas-
era o dgmii .ios partidos radicaaaimaa '
tora. J, ^^
Seja qual 110 -farca de inania dea h
ata fo. at ideas tem de reper
r ser* a fore* explosiva destaa ideas, 'ao
nos coace-as Ihes forem faaeado ; nao t 1
achinas da vapor carece de vatvolas da>
ranr*. a vina acial e o arande das ideas, t
bam as extgaaa.
Poi noawado bispo do Aigarv (no tatttmeaK)
do asteria)-o Sr. Dr. Antonio Ayres de Goo
vea, presidente da cmara dos depntaos, sacer-
dote da muita inteligencia, instraec>o e boas eos-
Hales.
No J&nuil do CmUifltw do' da 19 cm Y-epH
grapheRevolucao em Portugall-se ao extrac-
to de urna correspondencia dirigida de Lisboa i
um jornal hespanhol. t
< Fez sensaco pela erneza com qae sio ana
lysadaa oaqueltas poucas linhas muitas das nossai
coasas da aclaalidade: E* de 31 de agosto. iQuem
:ubsatnir enes hoatem ? dira o correspon-
den!*.
< Oitncil respeader calhegoricamente Ul
pergunta. Toma corpo o rumor qae eorre era
todos os crculos rmlt aatorisadis duta corte, de
que a revolucao est iraminente, e que nada seria
capar, de d*te-la. Com'.udo acalmou-se agora am
pouco a anciedade publica cora a prxima ebega-
da Jo priBcipo-Huraberto (irmao da rainha). Esta
viagera nio deixa de ter algama sigdifleacao por
coincidir Cora a crise porque atraveasa o reino, e
a sitaaco um tanto difnil, em que desde os suc-
cessos de maio de 1870, est colroca'da' a casa de
Bragan;, itnacao qae tem maitos pontos de con-
tacto com a dos B jurbons de Hespanha em prin
cipios de 1868.
< Julga-se que a tropa, tanto a d'adjSI como a
Jas provincias, ser quera priraeiro,.e dentro em
pouco, levantar a bandeira da robHiio. Assira
que o principe Hambert) abandone o palr, e as c-
maras comecstn as discasiQss, o governo ser Im-
potente' no parlamento e cahira por si mesmo, ( sta
prnneira parte j se realisou) veneras he5paniel*s. Ningnem. dir que esteno-
do de nos capHvarem violento ;* raas forcoso
cootassac. qae' systemstico ,
Safotco satiffatorias. u noticias de Macu.
emp.ehenler algum periodo de torca que o faca
viver alguos meaos mls, aara que arlnat cata
c m mior di-credito.
E anda es meio, o da resistencia pela terca,
Ihe -oria difflcil, porque Dio conta com a tropa.
Alai (pdo o exercito, excepeo de alga as
raros bataihrje, pertenee em corpo e alma ao ve-
Iho ma echal Saldanha, e dilcilmente poder
outro homem, qae nio seja elle, coatar com o ele-'
ment militar, qae tanto domina, desde os ltimos
aconteciraentos poltica. >
(das para o novo gabinete, dando todos como eer- expleudida tourada qqe varios mancebos da pri
flxar
. eos.
O jornal
O jornal prnssiano Gazela da Cruz, diz qae o
governo procurar Dfar com qae aquella prjeeto
teja de Ul natareza e ndole que satisfaga ao mes-
mo lempo as reetamacSes dos credores alleroies
Soria este om meio de pdr termo desintelligen-
eia sascitada entra o gabinete de Berlim a o go-
verno dos Principados, desinlelligenela qne come-
cava a dar serios cuidados no Oriente, ehamada
qneetio Straussberg..
Eca 1858 am praMiaae assim chamado compro
lo riear a pasta da guerra, interinamente a da fa
zenla e a presidencia do con.e.ho ao Sr. Fontes ;
a do reino, ao Sr. Antonio RoIngues Sampaio ; a
da justici ao Sr. Barjooa da Frenas ; a dos nego-
cios estraogeiros ao Sr. AoJrade Corvo, havendo
variantes sobre as da raariaha e ebras publicas.
Parece que a da raarinha foi offerecida aos Srs.
Mattos Ctrreia, Francisco Cista, Candido Costa,
viscoode de Algos e Jay.ne Muniz; e ltimamente
a das obras publicas ao Sr. Jayme Muniz.
t Corao hora em que Ihe e-crevo anda nao
ha admmi tracio formada, reeervo-me para a ul-
tima hora Ihes dar o qqghouver de positivo. Ha
quasi cert za de qae sobre estas bases, se eompo-
r o novo gabinete ; isto todo do partido rege
aerador. K' quasi evidente, nao menos qae o
mar |U z d'.wila tomoa to Jas as disposigdes de re-
sigoago e astucia parlamentar para qae as no-
coOs desta partido, as menos aggressivas e hosti-,
predomioassem, aQm de que os regeneradores Ihe
berdassem o pudor. Sublimes reviravoltas que o
povo coniribuinie nao percebe l mnito bem, e
que por isso ao appaude com aquella jobito e
eothu franea e sinceramente descoberta, qna se estn-
desse bem esignOcasse algum pensamento de or-
dara raaie elevada.
c Diziase boje que o novo ministerio prepara a
le de meios e adiar a cmara at janeiro, para
eniao Iba apresentar as reformas que nesse nter-
vallo elabarar nos diverso ramos de admiuis-
traco.
Do Porto receben tama faina desta urde nm
despacho telegraphico duendo que tora all gra-
tamente acolhida a suaposico de ser mini-aro
da guerra o Sr. Fontes. Em Lisboa reeeberam
se outros telegrammas com -igual noticia.
' A durago do ministerio foi corta e a saa vida
agitada. Recordares odiosas, nao aa deixa ; ves
ligios de ampia iniciativa, tambera nio. Se tra-
ta sse de exerce-la, porm, aeltar-se-hia com ama
maioria oeeillando entre 4 e 6 votos, votando os
proprios ministros qae sio depntados. Que era m
bomens de bem, ninguem o dnvida ; mas inftlhiet
como eataditas, poacos o terio sido mai.
< O Cacto de mais importancia qne oecorren da
rante a sua gerencia, foi a apresentagio do pr-
jeeto de reforma da carta constitucional qae os
regeneradores, quasi lodos histricos e os avilisas
regeiiaram no parlamento.
< FiCaram extremados oa campos. A reforma
da carta ama necessidade instante, como bem o
demonstrou o laminoso relatarte qae precede e
prjeeto, trabalho qae faz honra a Latino Coe bo.
a de qae pelas malas do Gronde e do Talismn
conta aos nossos leilores, bem como da significati-
va caria de i> de agosto do marquez de Sa da
Bandeira, apoiando calorosamente aqaeilas ideas
de reforma.
Disso, claro qae se nio tratar tio cedo, fl-
f mais adiante :
1 Hoja chega aqu 6 principe Humberto. Nio
falta ro-funcc/Ses.
O pavo vea ebegar a esta corte o fllho de
Vctor EmmanueL despedi-Io-ha em silencio,
como o recebera, para dar am tesiemunho ao
paic das sympatriiss qae Ibe'merecera estes via-
jantes. >
Aisira qae lie sabir Jaqui, os bomens das
opposiqoes Jarlo batalha ao governo e veremos
quera vence.
< Qaarenta das leem estado abenas as cortes.
Cala sess) qae aellas se celebra am novo
escantale, um desprestigio do rgimen parlamen-
tar. E aom pedia ser outra cou-a, porque os de
putados sio jabera confiedlos na poltica do paiz,
todos nwls oa raen)3 hio trabaihado para a des-
graga. do pova; asslm o prepararan os doutri
narios.
LibiraJas maohosamante as eleiedas para
que viesse ao parlamento o mata escolhido do doo-
trinar-mo, ao povo tocou a maior parle na luU
do sufragio, onde foi vencido, nio Unto pelo Da-
mero, como pela coaccia, tropelas, Ilegalidades e
compras.
< O pavo lisbonense bem as vio, antes das elei-
c5es, quando os eleitore?, pela maior parte, diziam
publicamente que se abstinham de volar. >
< Direi, era resumo, qae em Lisboa votaram
ao todo 3:693 eleilares, ab.-tendo se 32.277 clda-
dios I f
< Se a capital do reino aprsenla este exrAp'o,
o qoe se ter passado as provincias onde o ci
qui.-iii impara, o clero fanatiaa e o militarismo
inanda ?
t Ciarles as-im formadas qae proveito podero
dar ao paiz?
...........A
O re paraca pecopar-se pouco^com a.-tes as-
-umpios; passa a vida em jantaresr cagadas e ex-
cursdes; esqaece-se dos seus, dos eslrtnhos etc. >
D'aqui em diante (diz a redaegio do Jornal
da Coomurcio de Listan) a correspondencia de-
nuncia acontecimenlos taa graves e ds tal ordera,
qoe a digaidade da oossa iraprensa, e o respito
devido pessoa qae o Estado tem por ctfefo nao
permitiera que os transcrevamos, mesrao pasque
nio temos dados alguna para desment-.os ti um-
phantemente; o que sera duvida sera fcil, se
ne-ta trra rouvesse mais considerago pela im
prensa independente, e as autoridades, ou as pes-
soas altamente collocadas tivessem por costume
fornecer Ihe os meios de rebater as calumnias e
os aleives, de que os horneas de n f, e os es-
peculadores polticos se servem para fazer irans-
viar a < piaiio publica. >
Esta correspondencia, anoaociando e daan
ciando cora grande mysterio acontecimeotos gra
vi-simos, talvez raais am symptoma desse trama
latente que se prepara contra a nacionalidade por
tugaeza, e que muitas vezes nesus cartas me
techo referido.
< Efectivamente o principe Hua.berto esteve
uns dez dias com saa irmo e cuabado. Parti
logo que ebegoa para o paco de Cintra, assistio
Hoogkong
as exigencil
raeira roda e aparentados com a mais amiga 00
bresa de Portugal all deram no dia 4 deste mez.
A' 5 bouve grande montara aas tapadas de Ma
fra em obsequio ao principe herdeiro da Italia.
Dias depois boave jantar da corte no pag< d'Ajula.
O principa viera de Hespanha onde tora vi-itar seo
ir nao o re Amadeo, e no da 9 embarcoa na fra-
gata italiana Principe Humberto que veio aqu
espera lo para o conJuxir a Gibralur, Genova e
Florenca.
< Varias tolbas estraogeiras teem dado a en-
tender qae a viada do principe Hespanha e
Portugal tiuha por flm ama grave missao poltica,
-neoberta com o pretexto dos tacos de familia qae
o ligam s daas casas reinantes da Pennsula.
Saa irmia a princeza Clotilde casida com o
principe Jeronymo Na aoleio era esperada com
sea marido em Madrid.
< Era Lisboa, espera-sa de Inglaterra no dia 14
orj 15 a eoodesaa de Pierrefoud-, ex imperatriz
de Franca, e em Hespanha condeses de Teba
c Nio tenciona demorar-se aqni e partir! lo-
go pete eaminho de farro para Madrid onde vai
visitar sua mii a condeesa de Moatijo e daqaeza
Pearanda.
Contina a duer-se qae a magnifica proprie-
dade do Farrobo, que rerteneeu ao conde daqaei-
le titulo vai ser comprada, agora diz-se qae pe a
sorama de qusrenia conloa de res. Asseveri-se
anda qae o ex-imperador Nanoltio o compra-
dor.
c O governo hespanboi vai condecorando com
hbitos o comineadas aqneltes dos pertugoetes
que na celebrada romaria a Santo Isidro, em
maio, se acharara de repente, o qaaodo menos o
espera vara, objeetos das mais ealhoeiastioas altea
ces. As eoadecoragoet tem priaeipiado asios
que desereveram esses fol helos ou folbelios as
suas impresedes de vtagem a Madrid, o os seos
protestos de graiidio, oa mesmo os sea votos
pan qae se estrellera cada vez mais os vinealw
desss arretecida amisade 0110 os doas novas.
Um- deltas (raembro sffeetivo da commistao
patriotiea, i da desembro da IHO) o Sr. CorU
Godotohin:, na sea Visite a Madrid, iratou a
qnestao eom unto calor, qae os seas eolieas an-
lenderam qae se tomava ineompauvei como as
pinto e lelira dos estatutos da comntesio o aeio
de publicar ara foiaeto, e*m laee idss isto qoe
egaodo aq talle estatuto sio poda elle continuar
a fazer parte dos 40 palrteus, fose qnal fosee a
inlengao com que sssim escreveu.
Assim se votos per anantnidade, na prasaa-
ga do excluido que em vez de se dermttir eHe
mesmo, preferi assislir aos debates e escalar
as Impressoes que no aaimo ibi devia deixar ttl
exclusao de corpo presante.
Alcangata a 19 de jal^o. Orna tentativa de re-
volia aosTesaltira os oabitantes da colonia. Que
Matf lepAr o goverr^dor, Sergio de Souzs, que
na verdade e boa pessoa, mas pouco enrgico e
improprio para logar de Unta respoasabflidade
O pretexto da revolla fot a pouca energa com
se portn aara eaaaaa exigencias*
do governi' chinasVfue estbele-
rao de Mkcu vagase postes de
s o opio. O govajisdor pergun
ho o que davara ftser. Poi-lhe
maouvesse a> rnaOres rolacSes
chinez e se regulasse pele qae ti-
de Hongkoog, colonia ingleza,
Macan. E corao a governo de
e da maior tolerancia para cora
nezas, o contra-almirante Sergio
seguio o mais que pule, as instrucgoesque rece
bao. No cooselho do governo foi-iba adverso o
voto de juiz da direilo LaeerJa, e a ella se neos
toa o partido qae hostilsa ha mu'to o governa-
dor. Carece que algans individuos d'esia par-
cia'lidade qoe maehinaram a revolta, que, a ter-
sa efhctuado, poderia produzr coasequeneias
desastrosas.
t lato de colonias a ama tai distancia da me-
Iropole sio mnito difflces de conservar, sobrelu-
do eom. a insta idade das ministros, era geral
rauito pouco sabedores dos negocios do ultramar.
Seoao veja se qae em se orgaaisando alguna mi-
nisterio, a da raarinha e colonias vai cahtr sem-
pre as roaos do menos exprtente I
A' so obra d'estas inexperiencias e incerte-
za*, medrara as influenoias locaes ]ue se apoiam
as anda mais perniciosas influencias bareaa-
cra'icas.
Junte-se a isto os estragos que all prodaz a
licenrt eom qoe a rapreasa peridica local exer-
ce as suas funcgSes, o imagine se quanto nio ir
de dia para da cahtndo o prestigio da autoridad?.
> Perdida a torga moral dos g iveroalores. pre-
dominara as intrigas, vingam as calumnias, indis-
ciplina se a torga publica e tornaseimposuvel a
admini-tragao colonial.
1 Mas como ha de ser de ontro modo se na
meiropole todo o lempo pouco para fazer e des-
fazer deputados, formar e gastar os ministerios 1
Verifl sou-se antes de hontem na S de Lisboa
a sagragao do Sr. Dr. Americo, bispo do Porto Foi
expiendida a fuaccao, crescido o numero dos con-
vidad 'S, e solemnissima a cerem nia.
(. Vai ser dado o Utalo de bario de Cablnda,
de juro e berdade ao coronel Manoel Jos de Pana,
regul) de Cabini, qae o'anr dia d'esta semana
receber as aguas do bapti-mo oa capella real da
Ajada. Ser padrmho S. M. el-rei D. Luiz I.
1 Este ltalo de bario dado um regulo, faz
antitbese com o talo da regalo (de Badajoz) que
os povos de B dama (na frica uceidenU) conferi-
rn) ao marquez d'Avla, em tesleraonho de grati-
dio, por unto ter contribuido para que fo-se rei-
vindicada para Ponugal aqnella posses-io.
c Vio mnito allantadas as obras da casa pia
emBeim. Como j tiveoccasiao de ibes cantar.
o'muito enrgico provedor, o par do reino Jos
Mara Eugenio de AlraeidaenprebenJeu resuurar
e completar cora leves modiBcagSes no mesmo es-
tylo, o sumptuoso raosteiro que el-rei D. Mam el
fez erigir na Praia do fiaste lo em cumpnmnto,
do voto que Bzera pela empreza de Vasco da
Gama.
As centro do edificio da Ca Prtico, vio ser collocadas as e-tatas de D. Alton-
o Heoriqaes de D. Joio I, D. Joio II e D. Ma-
noel ; e ao centro, n'um plano mmediatamen.e
superior, colloeada a figura da candado. A py-
ramiJe qae ha de rema.ar aquella entrada fica 50
metros superior cruz da torre da igreja dos Je-
roymos.
c Ch giram no vapor Douro viudo de Pernam-
baco e acham-sa no lazareto o actor Taborda e o
photograpbo Il-nrique Nones. Tem sido visitado
pelos seas amigos
< Os eogeoheiros inglezes encarregalos de es-
ludir a olia de Lisboa Cintra, deram parecer
f voravel primeira linba, e contrario i segunda.
Urna carta de Londres, diz esurem rotas as neg)
ciacoes entre o da qae de Saldanha e a eompanbia
que devia tomar a empreza.
Forana noraeados directores do camloba de
ferro do norte, ba poacos dias, os Srs. Fontes Pe-
reira da Mello e Eduardo Soveral. '
Na tolba ofcial de boje vera ama portara
Borneando araa cjumisso coraposta dos Srs. Cae-
Uno Mara Batalha, engecheiro hydrograpbo ;
Gilberto Autonio R lia, major de arulh Uno Pereira Sanchas de Castro, Ladislao Mecano
Machado Alvares da Silva, e Fortunato de Moara
ioutmho de Al neida d'Eca, capitaes de engenba-
ria ; Aaknio dodrgae* Loareiro, viee-presidente
da cmara municipal de Lisboa ; Domingos Pa-
rete da Silva, ea Jos Joaqun) de Almelda, primeiro lente da ar-
mada ; aflra de prop r com a maior brevidade
possivel am plano ger.l das obras que se devem
fazer na margem direiu do Tejo, desde a estagao
do eaminho de ferro de leste al a torre de S. Vi-
cente de Belem.
< D.zem os jornaes de Lisboa que o insigne ca-
ricaturista portnguez Bordauo Praheiro leve urna
proposta mu te vantajosa para ir para o Brasil
Ilustrar um j >rnal semanal.
Parece que vi ser nomead oSr.Joaquim
Thomaz L bo ti'Avila para ama importante missao
ao estrangeiro
< O nuncio de Sua Santidade, raon enhor Alvi-
sio Oregiu vai ser transferido para ontra corle.
< No dia 6 s 5 da Urde, fechou -se em Portu-
gal a sabscrii cao para o emprestimo ha-paohoi,
tente produzdo 127 milboes de reales (5,400 cun-
tas de ris), sendo 82 milhdes em Lisboa e 45 no
Porto.
E' de notar qae da secreUria la fazenda de Ma
drid, vieramlres empregados insultarse na lega-
go hespanhola em Lisboa,'para dirigirem as epe-
ragdes do emprestimo.
Cba-gou no penltimo paquete a reqaisigaa
judicial do tribu iaes do Rio de Janeiro para a
captura do cidado brasileiro Antonio Jos P. iz-
lo, socio da firma Dias Barreiros & Peixoto qoe
est no Carme preso dispo-igio do ministro do
reino. A respnnsablidade do acensado orga por
mais de Iresentos contos. A impreosa do Brasil
aceusa-o de lar falsificado firmas' e de lavrar pro-
cureos para a venia e,transferencia que se rea
lisou e grande numero de apolices da divida pu
blica da qual elle era dep nitario. Peixoto foi preso
no hotel onde se hospedara com sua esposa e dua-
fi hinhas. Encootrarara-se-lhe as bagagens 56
libra', documentos de depo.-itos de cinco cootos n
banco de Portugal, e ndicagdes de quantias im-
portantes no banco de Londres. Vai ser feita a sua
extradicgao para ser julgado ao Rio.
< Ora o :erto que nao ba tratado de exlradic-
gio com o Brasil, e em neme do preso ja pelos
jornaes o advogado Francisco de Castro prute.-tou
entra a illega iJade qae diz ter presidido a cap-
tara.
< Foram colligiJos e publicados por ordom do
ministerio dos-negocios estraogeiros,*-o< relutorios
dos cnsules di Portugal acerca do commncio em
geral. E' um volume reebeado de documentos va
liosos que hio de ser lidus eom a maior aUengao
nao s por aquellos que se dedicam ao grave estu-
do das quftsi s commerciaes e econmicas, mas
Sr. ft Ptdro Ti Imperador do Brasil.* Contra.* a
biograpW M. L, saa esuda no lazareto, ua
e,di|*.*^B? tm a Londres.
t Mtfidei-o vir do Porto, e remetto-lhes ao
exerntHay por esta mal*.
i a viagera de SS. MM IX Allemanha,
eis o qae se lia ba poneos; dias no Jornal do Com-
mercio 1
1 No da 25 de agosto, o imperador a a impera
triz do Brasil ebegaram a Postdam, onde foram re-
comidos por S. A. o principe heraero, ni maMin I
do caminha de ferro. S. A. imperial cengozio
imperiaes viajantes ao novo pelaeio de Saas-seaei,
e depois da se terem servido do lunch que Ihes
eslava preparado, foram todos visitar os principas
objeetos de nteres-e da eidade.
Depois de terem passeald de earrnagera polo
bellisslmo parque le Babehberg e d'aili seguido
para o castello de Glinicfcs, onde foram recebldos
pela princeza Charles da Prussia, os illnslres hos-
pedes voKarara pelo eaminho do palacio de Mar-
more para o castefto da eidade, no qual examina
ram cora baunta interesse o quarto de Frederico
o Grande. 4 r
Sos lteza o principe herdeiro comegou a fa
zer algumas explieacdes histricas aos seus illus
tres hospedes, e ficou bastante surprehendido ven-
Jo o grande conhecimento qae o imperador tinha
da historia da Prussia. Era seguida foram visitar a
igreja da guarnigo e o earneiro, por baixo do pal-
pite, que contera 03 caixoes de Frederico Guilher
rae I e Fredericc IL
< No palacio de Sans-sonci os imperiaes viajan-
tes visitaran) a rainha viuva dirigiram-se depois
ao palacio novo, onde terara recebidos por sua
alteza a princeza herdeira. O jantar foi servido s
2 horas da Urde, depois do qual foram suas ma-
jestades em lompanma dos principes visitar quasi
todos os edificios pblicos de Postdam. O irape
riaes viajantes partirn depois pelo caminh) de
ferro em direegio a Berlim. O principe Carlos da
Prussia eslava na estagio do eaminho de ferro
para camprraentar e despedir-se de saas mages-
tades. >
t Vai reabrir a escola normal de Lisboa.
t Cbegoa a Lisboa e Sr. Glioka, novo ministro
da Russia.
t itegresson a esta corte o bario de Dunreicher
ministro d'Aastria.
a El-rei conceden o exequtur como cnsules
do imperio da Allemanha, a lodos os agentes con-
sulares da antiga confederado da Allemanha do
Norte.
Pedio a exoneragio do cargo de procarador
geral da eora o conselheiro Mirtens Ferrio, no
proprio dia em qae diseafsoa no parlamento sobre
as conferencias do Casino, coja probiblgio foi fun
dada na sabia consulla daquelle magistrado, t
publicada na tolba cfflcial.
Esto venda na casa da viuva Bertrand A
Fimos os importantes manuscripios da casa dos
condes de S. L^urengo, de que representante o
marquez de Sabugo-a.
A iraprensa tem insistido na conveniencia de
serera adquiridos pelo estado esta preciosa collec-
gao de manuscripto, pois seno pote adraittir qne
untas e to copiosas noticias para a historia do
reinado de D. Joao III, sajara de Portogal.
Faila se em 5 ou 6 contos de ris, e que, era
comparago do valor daquella col'.eegao, real
mente insignificante.
Projecta-so. a abertura de um ramal que li-
gue o Tejo c>,m o Sado. Trabalha-se para orga-
uisar urna eompanbia.
1 Appareceram mais restos carbonisaJos de um
outro cidaver no d s-mtulho do predio incendalo
na ra do Corpo Santo. Ha quasi toda a certeza
de que 1 sta victima fosse Manoel Custodio da Costa
Guimares, que tora offlcial de cavallaria notampo
de D. Miguel.
< A junta consultiva de obras publicas infor-
raoa tovoravelmente a proposu felU ao governo
pelo Sr. Alberto Meister para a explorago e cons
truego da camiubos de ferros as direcgdes raais
(requemadas do Minho, afira de ligar os principaes
pontos de prodaegio cora a Gallisa.
t A 3 do Crrente foi sagrado na igreja de S
Domingos, em Lisboa o reverendo hispo de Cabo-
Verde.^ Foi consagrante o reverendo bispo de Bra-
ganga.'e assistentes os prelados do Funchal 1). Pa-
tricio e D. J aquim, corarais-ario da Bulla.
c Parece que ha iJa de apromptar a crvela
Bxrtholomo Otas para urna viagera de circamna-
vegagio, sendo a dita corvetacoraraandada pete ca
pit.) tenente Domingos de Souza Rodrigues, qae
regre-suu de ama coraraissio da cinco annos nos
mares da China e Japio.
Os tbeatros em Listaos esto vvenlo de pecas
muito vistas. O passeio publico cora as grossas
ebuvas com que j prncipiou o outomno, em bre-
ve flear deserto. Vai o eraprezario daquellas fes-
las ao ar livre, Gomes Cardim abrir na circo de
Price um jardira de invern.
E* de esperar qae teoha grande concurrencia
por que sabe variar os espectculos e torna-Ios
baratos que o essancial.
Cardim, que j tinha obtido.ba annos orna
madaiha por salvar no Porto duas creaocas n'ura
incendio, acudi hontem noite, em Campe lila,
nos arrab rides de Lisbca, a outro incendio, onde
poude corajosamente salvar ama pobre entrevida,
qae troaxe ao eolio para o mete da ra, quando j
o teeio da casa esteva em labaredas.
t Parte da eompanbia do Gymnaio anda re-
pre-enta no Palacio de Crystal, no Porto. A ou-
tra parta, em Lisboa. A maior parte das pessoag
da melhor sociedade esto em banhos; Li.-boa mni-
to pouco animada. >
Era l3 accreseenta o nosso correspondente:
1 S- hoje se apresentar-ao parlamente o novo
gabinete, assim constituido :
1 Fontes Pereira de Mell, presidencia, guerra
a interino da fozenda ;
c Antonio Rodrigues Sampaio, reino ;
t Jnio de Andrade Corvo, e-traageiros ;
< Jay ne Muniz, obras publicas ;
B rjuna de Freitas, justigt;
:< Mait is Correia, mariaha.
Parece que o Sr. Antonio de Serpa tambera
foi muito astado para acceitar a pasta da fazea-
da, mas nao annuio ; os Srs. Cauda Costa e Dr.
Av. ico tambera foram convidados para a da ma
rinha ou das obras publieas, e recuaram.
O Sr. Curvo achavarse em Coimbra, donde foi
chamado pelo telegrapho ; o Sr. Footes parece
que tentn con o duque de Loul, chefe do parti-
do histrico combinar um gabinete da fu-o de
regeneradores e histricos, mas o duque nio ac-
ceiton.
E' certa a nomeagio do Sr. Ayres de Gao-
o p'gamento das letras, por convenges feitas com
CiSas bancal as daguelle Jjaperio ; que se obrigam
s pagar as letras no sea vencimento anda qne a>
sua importaacia nio lenha sido pagi em Pars.
O goverao imperial allemao aceitoa a forma
de pagamento anda que bastante complicada, por-
que tem a segnranca de qae a Fraaga pagar to-
do o importe da iDderanisaa>dB'|BaBrTa.
Poi resalvida a crise ministerial de Italia acei-
tando a pasia da marinha o aljnjraate o Sr. Ribo-
ty.em sob-itui^ir"almii'nlt ar. Adonque
nsiava pela ua Mastssoy que consentio a
continuar Interinaasaoie a dirigir os negocios da
marraba, para iraoerear embaragos aos seneaa-
ligos collega, dursdle as naeilagdat do Sr. Bibo-
ty. O Sr. Vuenzrloi efrectivarueote sorosado mi-
nistro das obras publicas.
< O aaniversario da entrada das tropas italia-
nas em Roma no dia 20 Je setembro, nao ser ce-
Itbrado cora festejos offljiaes, mas *-se que nes-
se da o munlejpte dirigir ara manifest ao ejer-
cito e a milicia, e que e-ta torga dar um passeio
militar peas roas de Roma, e qae haver fonc-
ges gratuitas nos tbeatros.
t Fj exonerado do governo geral da Afead 1 e '
Lorena o conde de Sismaik-Bohleo, e promovido
ao posto de general commandante.
Passoa por Slrashargo em dir.-gao a Met o
rei da Saxonia que vae passar revista Sos reg-'
neo tos saxooios que e-tio em Pranga.
vea para a mitra de Algarve.
Anla-hontem boave urna grande desordem na
teira da Loonnba, promovida por antigs desa-
vengas entre js povos de duas freguezias. A tropa
houve-se cora bastan'e ccragem e prudencia. U
aooimistrador do conceibo, D. Fernando Leite,
poriouse com denodo; scffrea ama facada
traiga \ defendea-se com animo e acba-se doenle
de cama.
B' hoje o baptisado do regalo de Cabinda, bo-
je bario do me-mo titulo.
< Aiada se nio effeciuon o emprestimo qae a
cmara municipal de Lisboa foi autorisada a con-
irahir.
< Foi nomeada ama commissao para estudar a
propo.-u do Sr. Pinto Bastos. Aaj|essoes mun-
clpaes tem sido agitadas.
Foi agraciado eom o litote de vfieonde de Por-
to da Cruz oSr. Valenilra de PreMas Leal, nm dos
priocipalmeate pelos armadores de navios, indus- mais respeiuveis cavalbeiros da Iba da Madeira.
cando frenlo das negocios am
rador.
gabinete regona-
dito senhor esteva eommedado> da'caVk" t
Tem estado em exposigio na^esdsaaia das
triaes e commerciantes aos quaes interessam mais
de peno estos neg- co*.
O hvro comega pela circular dirigida pelo Sr.
Meadas Leal ao nosso corpo ccn-uiar em 30 de
marco da 1870 seguiado-se depois os relatnos de
algans eonsutes, aconpanbades de pequeos map
pas estilsticos, onde se enoonirs esbog do singe
ilmeote o movimento eommercisl e mariiimo do
nosso psiz nos porios estraogeiros a qne os relat-
nos se referena. Sio mnito apreclaveis as indica-
edei a conselhos exarados naquelles docuraen-
tss.
c A corte foi ha poacos dias para Cascaos, onde
S. M. a rainha tenciona tomar banhos.
. Parti -no dia 5 para frica (Angola) a curo-
prir degredo de 15 annos a qoe foi coodemoade, o
bacharel Jos Cardoso Vieira de Castro. Amigas
dedicados obtiveram do ministro da ia.-tica qae
partiste as fi da manhia mnito antes da sahida da
leva de criminosos sentenciados a degredo.
c Picoa assim (Iludida a eariosidade da mullidlo
qoe costa ma ir esperar as portes do Limoelro a
sabida daqaell-s desgragados. Algans amigos o
foraav aeoropanhar. Eotre el les eitoa a iraprensa
asmes illustres na iaapraasa e na pe linca. Sea r-
oslo-sanca o abandonoo, senio despedid.
- ,* Todos quanto o virara feliz e avejada lasti-
mam a saa desditosa sorte I
c Palla-sa na creagio em Lisboa.de nm centro
operario para promover os interesses pohileoi e
econmicos das classes proleUrias.
' N* t Parte boj-i no Oneida o Sr. Jo Pal mella, di-
linc.o enlodante e escriptor brasileiro, autor da
Ari-toeracia do Gimi e da Belleza Ferain.
t Cbegoa hontem de Pernambuco em 34 dias e
de S. Miguel em 7, o patacho portuguez Michae-
leme.
1 Espera-sa a manis de Liverpool o vap. r
Gladiator, qae seguir para Pernambuco. Cont
escrever por elle algumas liabas, mas havendo as-
sumpto.
< Consls ao Jornal do Commercio qna os depu-
Udos avilisas celebraran) unta reunio e abi re-
solva bso se confundir coa os regeneradores,
ra, s continuaran) formante grupo porta, pres-
tando com todo a poi o ao goverao; per modo se-
melhanie ao que prestava o partido regenerador ao
mini-ten > demissionaro.
c O novo governo conta com a adtaesio de al*
guns deputados historeos, que se separaran) do
sea grupo, por sympathisarea mnito com a nova
-itoacio.
c OSr. Theophiio Ferreira, am dos qae foram
em maio a Madrid e desereveram em folhetins as
saas impressoes de vtagem recusou a condecora-
gao de Carlos II com qo'e foi agraciado.
Acerca dos esiados do norte,' ultima hora
(ti horas e melada man as) adiociona o nosso
correspondente de Lisboa, em vista dos telegram-
mas ah recebidos:
i Foram aceitas as proposUs do ministro da fa-
zenda de Franea o Sr. Pooyer Qaerter relativa-
mente ao pagamento da terceira presUoo da in
(
prei
Bellas Artes os quadros e mai* trabaibos artisti _,
cosque lem de agorar na exposteio da Madrid I no de e,
. Ea grave qaestio de direito poaco conslita- lem eolabro prximo. lniol
cional algaem a tem pretendido tratar eom face- j < 17 Datara) qae todos 01 expositores rttttsmj < Pabllooa-M
ama|Mga aoWca com algumas ramificagaes na- I demnisacib de guerra pelo governo allemio. Cem
jetas, Barajo, eonvocagio em tempo opportn-
aintea com ns espeeialissi
fio os) livro iotitaUdo. 10
.milhes foram entregaos em metal, a os quatro-
ceu-io8 reslant-s em tetras de canste a Iras a qsa-
tro m,,>asa e date.
, ai^WCddo ecorjomico alleaiia concotTe paraJPreteaba em
>"o O presidente dos Estados Unidos e o eonseiho
de ministros, resolveram empregar todas os metes
para ahafar as desordena na Ci rol i na do Sal.
O ministerio dos negocios da fazeada da con-
federago deelaroa em urna circular qne seriara
araortiaados ao Ora deste anco cem milhaes de
dallar?.
No dia 21 de agosto foi destruida a parte
coramercial da eidade de Paerta Piala, por am
grande incendio. Calculam-se as-perdas em-800
rail dollars.
Chegoa a Genebra o Sr. oV ward, que fot mi-
nistro do presidente Linela e cootra o qost um-
bem hnuve nraa tentativa de assassinato oa oeea-
siao era qae foi morto o presidente.
Caroa-se das feridas, mss fieon parlytico, con-
servando porm todo o vigor intellecto'.
Vieja com doras creados e Jnas jovens prenles
snas, foi a Colifornia, so Japio, China, actual-
mente viaja pela Earopa.
Segando noticias de Nova-York pronuncia-
se actualmente nos Estados Unidos una faci sun>
mmente grave, em con rara, que tambera se ag la n'aqaelle paiz, como
em 'oda a-parte.
O presidenta da Unido nacional -lo trabalho,
acaba de convidar as differenies associatoes de
que se com:S aquella saciedade, par n imearem
os seas delegado, os quaes se hao de reunir no
dia 18 de oumbro prrximo, em conveogio em Co-
lumbus eno Ohio para elrgerem es seus candida-
tos prssidencia e vtee-p'e-idenria d&s I&taiot-
Unidos as prximas elelgSis da 1871.
O faeto como distemos, -nppde se ser da maior
gravidale, por isso que nio se tendo nos Estados-
Unidos, exereido a ii uoeocla da hiecnacionat,
agora se aprsente imponente e persi nfliada n'a-
quella socieiade. que, se bem fosse conheeida com
o ame de < Uaiao nacional do trabalho >, so
achava looge de lado quanto era yanke a idea
de qae os seas socios tossem inti rnacionali-Us, co-
rao rgora o demoaslraram querendo fazer a saa
presidencia suprema, que nanea pd# perten:er a
ama classe d terminada, mas sim o snffragia de
lodos os cidadaos, conbeeidas eomo sio as institu-
goes liberaos da grande repblica.
Antes da re uaiao da con ven rao de (/.lambas bz-
ver brovavelraenle ara congresso preparatorio de '
operarios, no .qual se discutir nm programm,
que ser urna deelaragio de principios, pela qual
se poder fozer conheeer quaes gao as tendencias'
da Unido nacionil do trabako. Mas se a ramea
sidade de operarlos que existe nos Estados Urlldo*,
e que at agora tiverara opiniSes conservadoras,
se declarara partidarios da Internacional, e ebega
a tanto suaousaJia qae tentam apoderar se dos
destinos da repblica, entaa augmentara a sna
importancia.
O jornal d'onde extrahimos esta noticia; nos
termos porque a apresentamos, diz que todos estio
longe de snppdr que esta idea lenha eceo na re-
pblica dos Estados Uni tes, porque o digno presi-
dente, que repetidas provas tem dado de homem
do governo, nio permitttr o desenvolvmenro da
idea internictenal, a qual derrotada, tal vez queira
fundar o seu poder no continente americano, para
d'aili melhor operar com respeito as demats na-
co- s, com a independencia jae ae-te caso teria, e
os grandes recursos de que poderia langar mao. i
E assim conclu1 o* jornal a que alludimos:
t Mas o facto, e certn, de sorama gravidlde,
e nem as demais nagoes consentiro oielhnta
atteatado ontra a tranqarlidade de publica euro-
pea, nem 03 masmos. yanke, nem o general
Grant, nem as cmaras toleranam a destrnigioda
grande obra de Lincoln.
No da 15 de agosto veriflcou se em Hova-
York a testa Iliteraria destinada a commemorar o
centenario do Ilustre poeta e novelistt escasez
Wa'ter Scott, o qual nao tem menos admiradores
no novo mondo, do qae na Europa.
Tomaram parte nesta testa os homens de tetras
raais condecidos na raetropole americana, ffo cen-
tral Paikcolloccra-se a primeira pedrada am mo-
uumeuto que se vai erigir em honra daquelle
giande homem. Hoave prociss5as discursos, o
brindes eathasia:tas unto n que te parqae, como
nos esplendidos banquetes com qoe rematen a
(esta.
As folhas americanas pabeara urna noticia,
que, se nio importante, nio deixa da ser ca-
riosa.
Escrevem da eidade de Lago Salado, capital dos
Mormoos, em Utalo, que algunas mnlberes rocor-
reram aos tribnaes federaos qaeixando-se do
iratamento qae Ibes davam seas maridos o do
abandono em qae as deixavam e a snas filhas,
para irem vivir com ootris mulheres mais jovens.
Este escndalo, em qne consta intemerata j as
autoridades federaes, nio podem deixar de cansar
muflo prejuizo aos sequazes de Brigham Yong ;
nao serla pois para estranhar qae o governo aos
Estados Unido procura?se por termo desorde-
nada vida dos que se fazcm no Utalo defensores
da poligaphia.
O grio duque Alexis, da Ru.'sia, 6 esperado
em New-York em i de outubro. Grandes prepa-
rativos se estio fazenda n'esta eidade para a sua
recepgio. Ser recebido entrada da Babia polo
almirante Gudon, e algans navirs de guerra ame-
ricanos, era nomo dos E-tados Unidos, pelo ane-
jir Hall, o as antordades municipaes em nomew
eidade de New'-Yoik.
Vae residir na casa Brevoort, e dorante a saja
estada haver bailes, revistas, banquetes, etc.
Vae depois fazer urna digressio pelo continente
americano, parando em Chicago e outras cida les.
Em Fort Laramte, tomar parte em nraa cagada
de bfalos, preparada era saa honra peto general
Shernan e outros offleises do exercito.
Era Chicago festejou-se muito a inanguraeio
no mez Ando, do commercio directo com a Eu-
ropa.
Um vapor sabio de Liverpool no dia 29 de jd-
Iho, seguio pelo rio S. Loorengo cima, e depois
de airavessar os lagos at i margem snl do
Michigan, chegon aocaes de Chicago em
agosto ; isto 23' dias depois de ter 1 artido.
Com isto se poupa o tempo qne se gastava em
desembarcar as fazendas em New-Yoik,' e d'anf
manda-las por trra, e se evitara as enormes des-
pezas da alfandega de New-York, e as d tran
porte pelo caminar de ferro.
Grandes prewngdes esli sendo lomadas nss
priocipaes cidades das Estados Unidos e Canad,
contra a approximagio do cholera. Est se pro-
cedeodo a ama limpeza e desinfectegio geral. Urna
aperlada qaareoteaa ter logar em Iftiw-Ydrar, o
doas navios do governo serio postados na Babia,
para receberem os passageiros dos navios infecta-
dos.
Na California ventilou se ora grande prjee-
to, para ebter um su ppri ment adequad de a gas
fresca para abaiiecer a cidada de S. Francisco
E' nada menos que fazer ura tunnel da 108 orillas1'
de compriraenio, o qual atravesee a Sena evaa
at ao lago Taboe.
Esta obra grandiosa e da mxima otillidade, N>
vera ser comeeada ao dia i do canste.
Os lithograpuos de New York esliJaMsl
preparativos para solemoiiar o cepteganc
cabe em aoveaabro prximo, do Ateto SsaSfSlosr
o inventor da lilhofrapfeia. _, ,_ -^.
Est calculado que ba aos IStedof^Hll
1,300 fabricas de queijos e maateiga, qoe si
pridas com o leite de.30W0^ vaeOjte, a qad j:
dazem aooualmente 100J300,
queijo, e numero igual (
tente, 3,000 va ceas predi
de arralis de de qaejo
ris; logo, cada vacca,
ammo, avaliadoa em
il exttortaoi.do que|j
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Ck9$oJnMm M Aficaji'i e
*awr G^fft, triando jornas do prlmi
at 11 a do segundo at 21 do correte.
senoiPK
PsIj. presidencia da provine! i fui con-
ida para o i de marco vindooro a as,
ambla legislativa respectiva, que de ve
i^tooar qo bieonio de 1871873.
CoacluM-a-^e a elic3o de diputados
provincia psra o biennio vtodporo, sendo
elitos: ,
Polo I." dialjito. Dr. Gjncalo Vieira
de Carvalbo e IMo, coronel Antonio Jos
Fernn les de Barros, Dr. Jos Luu Coe'lho
Oisspos, Or. Pelino T7an;i$co de Camino
fobre, Dr. Pedro A. do Oveira Ribeiro,
Dr. Foix J s dt Serra, D Luiz Jos Car
Ero de Soiua Lacera, Dr. Jo5o Maria do
tireiro Tavares. Dr. Mtnoel LamQs de
Sonsa Miebado,, Dr. Antonio Dias Pa, ar-
cipreste-Jos Solero de Meneies, Dr. Ro-
sendo M luricio Lobo.
Peta 2 districto.Francisco Toixeira de
1ariaa, Juao anlas Mirtins dos Reis, Dr.
Maooei bol de A. Aojo, Dr. Candido
PftHo-Lob Dr. emviDdo Pinto Lob3o, Dr. Francisc
Jj* Mar lias Peona, Dr. Guilherme de Souza
Campos, Dr. Gervazio Dantas,. Dr. Manoel
Barbesa A. Ferreira, D.\ Vicente Pjrteila,
Antonio Martins Fontes.
A-.hava-se o exercio de c'iefe de'
poUcia o Dr. Manoel Miria do Amara), juiz
de direilo daCspella.
A presidencia daprov!n:a mandona
capital da libia o inspector da toe ouraria
provinci.il respectiva, afl n de ir contratar
com o Binco dessa cidade om emprestimo
da 52:0005, autorisaJo pela assembla le-
gislativa.
Naufragara as mrte da barra de Ja-
paratubo. a 27 de atwto, a sumaca, brasi-
lera Flor da Coling'uiba\ que ia canvgada
de sal para o po/to da Babia saivaudu-s;
apenas a inpolaclo.
Lera )S no Jornl do Aracaj :
t Nos termos de Laringe ns e Divina
Postara, arsi,n com uos do Rosario, Ca-
pola e J iparat iba, tem apparucilo ultima-
mente in estindo aos andantes as es-
tradas e forlmio gado nos past03 dos en-
genhoj,'* a'guns escravos fugidjs, que se
soppoa^ref jgHrem se depois dessas cor-
reras nos ranchos qoe rganisaram nomais
entraqhjJ > dos mallos. Ostentan) ja urrn
audacii extraordinariae o seu numero
est i:il ni a 11 id mii de 30, qua*i todos
armados oatjansdisponlodesava'gadura.
V ALAGOAS.
Foi exonerado, seo pedido, de pro-
motor publico da commarca de Anadia, o
Dr Alfonso Jos de Mundonca Uchoa.
Lemos .no Penedense:
Ach:m-se entre dos os famosos sal-
teaioret da Moraba, que Um sido o ter-
ror das p i,;u! >coes eircumvisiobas.
< O i marabeiros traospozeram o rio S
Francisco, e vieram bomisiar-se as mal-
tas da Lag a do M i'.to, termo desta villa,
sem duvida com o fim de fazee. ali o seu
ponto estratgico para futuras operares
contra a propriedade e seguranga indivi-
dual.
JS foi atacada, por
propriedade do enganho
Minoel do Niscimeato,
das accometteram
pleno dia, tendo-feito o asslto de amre-
Conbecimeoto traficad > por um d'elles no
intuito de qS i mallograr a empresa.
Era o qne nos (altiva para completar o
estado a Deas, qoe enrgicas providencias sejam
dada", para arredar de nos t5o prfidos
> sitante I
Agora foi o Sr. Nascimento. Qiem se
segoir elle ?
Pedia is ao Sr. bario de Propri, ac
taalmen'.e na presidencia, qoe no j a;cuda,
que dos vre dos assassinos e ladroes. >
c A a!fndjga rendeu no mez de ago-to
1:1608110, e o consulado 5:6604651.
No dia 9 de agosto sui.idou-se enfor-
cando-se, no .ugar denom nado Taboleiro
'I> Qund, Maria Magdalena, que era ca-
sada.
Dis i.-jdagac5e3 procedidas pelo respec-
tivo ublelegado veridcou-se que Maria
movida pelo ci ime protestara ao marido
qie havia recolber sj casa de sua mii uu
soicidar-se.
t Tendo seu marido no dia 8 foito urna
viagem ao Piauby. aproveitou a sua ausen-
cia, munio-se ue orna corda e euforcou-se.
mNAMBUC.
iUiViSTADIAItlA-
BELLAS ARTE3.Ti?emo3 bontem oceaso de
f .:er um.1 visita livraria dos Srs. Nogaeira &
Matoiros a rua Primeiro de Mar?) n. I, onde se
a?b|a ern i*:>i)?igio o objeeios de bellas-arte?,
trmdos de R ma pelo Sr. Jos M irch 'giani, e em
Trdade omito nos agradaran'"o linios e mi
mo3M trbalojs de tnasaieo em alto releTo, novi-
dila artislici nena provincia, e sobre tado e es-
pecialmente as admiraveis essalptaras em lavas
do Vesuvio, ms qaaes, par de naturlidade per-
(eita, v-se o guato e a hibilidada do artisia ro-
mino. Nfo contando cora ta > t-ongeiro acolbi-
meato, como tem tido entre nos, o Sr. Marchegii-
o apenas .uxe eomsigo peaaeoa qaaotdade de
objoetes; mu enearrega-se de mandar vir de Ro-
ma, em curto pr&n, qunlqaer encommeod), por-
q-ie o san vjt estabelecimsoto na cidade eterna,
trsbilba em grande encalla e pode satisfuf r com
rapidei qoa^uer pedido. Reeommendamos aos
l'itorej nm passeio livraria dos Srs. Nogueira &
Medeiros, oode poderlo nunir-se de bellos objec-
tos |tor pones diobelro.
' DI UHBf uO.-Q vapor inglez Ontiia trouxe
para os Srs. Augosto F. de Ohveira & C. 1,000 ;
e levan para a Baha DO OOOiOOO.
O vap.rC/ffla trouxe paraos Srs. :
Amorim Irmios i C ,9564700
Alre io & C. '8264000
Jjs O io$t ves Torres 380*000
Tasso Irma s 319*000
Manoel Yantara Lelte Sampaio JOOOtO
Manoct Barftosa A. Ferreira 180*000
Gonealo Vieira te Helio 160*000
Dr. Targaiato Braulio de Souza Aja-
t"*'} 100*000
6 salteadores, a
do S Francisco
no Caeiro. O la-
a propriedade em
PARA O BUL.Com 8 recebido* em noiso sor*
Vj, levou honum o Ontida 161 pisaageiro* nara d DoaiMoa LiocU do Amaral e Mello, Jos Fao
ntlo apeno. no dBarros Leite, TP., P. M Fraetaoso
EMPiBlUHO IUBTIMO.-0 QMida tronxe
de hmkm^um mIBi a Bnenoi-Ayres, M0.BO0
p*m**apre*imo argMtkHVorahio.na
q gAm !" y* B3TIVA.-Pra a noa.a'prsc*
iriHN tg** :.*0 *? ** i- M. de Bar-
rea f- a1lriii 4 Aleofarado; IS eatxu
rraetu a Freitas A Mattoa, 15 a Pocas & C, u.
DoM^tfcerdeai; IB eaixas queijos a J. C. Braga
& (DI a Minien Brothers & C, 1S a Tasso Ir-
OMt,*ji a f. fiola, 60 asofia ifUJH 11 a A.
REUifAGdlMIBar(guer, sahidJ
de Lista Ara mmm MTtm'MO de agosto, fraz
o segoiite : 98 pifa, mfis^lM barris e f)
eaixas niojio, i la a auile, 3 sacet cominho?, POO
ditos krello, 20 isas ?' Barris vlaag.e, 2W
ditos cal, 70 ditos toaeiaho, 400 varas, de lagedo,
30 barricas carvao animal, 0 ditas e 60 eaixas
cera em velas e em grumo, o fardos ppela/). 31
pairas de cantarla, 200 eaixas cebollas, 61 volu-
mes drogas.
' COMPAHl \. SANTA TUBREZA-Cbegon bon
.teor de Liverpool o brigue ioglez Gerl of thePe-
riti, portador de eroa de cinco mil canos para
as obras do ensanamento d'agni de Olinda.
NAVIOS A CtRjA -Bm Li'bi-SoKrrano e
Laxa para Pdrnambacp, Ltgeiro para o Para ; no
Partoiophira para Feroambacq, Uniao, Adelai
ie e Dome para o Para.
NATOS CHEGADOS.A' Lllbch a 3 Calttt
de Prnambueo, e Bespigue U o Para, a 4 los
dem, a 7 AdHino de Permjnbuco, a 10 Mora-
nhense (vapor) do Cear ; e a 12 Mickulense de
Pernambuco; ao Portoa 4 Douro do Para por
Vigo, e a 5 Unido de Pernambuco por dito.
NAVIOS SABIDOS.De Lisboa-a 5' Ambrose
i vipui) para o Para, a 8 Brunswick (vapor) para
o Maralo; do Porto a 29 Triumpho para Per-
nambuco.
GLADIATOREste vapor, da linha de Lijer-
pool, era esperado em L'sbda de 13 a 17 do cor-
rente, em vagem para Pernambuo.
TELEGRAMMAS COMMERCIAES.-Oj dos Srs.
Knovrles Foster e Piat L?ite, A Sabrinha, de
L 'adres, em 12 do correte ) 5 horas da tarde
dizem o segniote:
c O algido fi^a calmo aos prec : de 8 7/8 a
10 i/2 o de Pernaoihuco, de 8 3/i a 9 o da Pa-
rnhyoa, de 8 3/4 a 9 5/16 o de Maoi, de 9 a 10
t/i o do Maraohao, de 9 i/3 a 9 1/2 o do Rio
Grande do Norte, e a 9 1/2 o do Cear
O acucar tem pouco movirnento os presos:
le 24/6 a 13/ o branco, e de 43/ a 24/ o masca-
vado.
O cacao do Para firme, de 48/ a 6Q/.
Oj couros vendem-se de o 1/2* 11/-segundo a
qnalldade.
COMJRJNtSTAS'FRAXCEZSS.-Do Jornal do
Commercio de Lisboa transcrevem js oseguinte :
A's sais boras eqnareata e cinco minutos vol-
ioqo conselho sala das ses as. A deliberadlo
durou treze horas.
t A gnarda aprsenla armas. Estando de p e
cobertos todos os raembros do conselh \ o pre-
sidente leu a senlenga em nome do povo franeet.
Os quesitos eram cerca de 600.
Os i,u silos geraes de a.UentaJo contra o go-
veini,-*-de excita{Sj a guerra civil,fie recrula
ment de tropas sem autrisacao, de usurpado
le litlos ou de fuocco9<,de assassiolos e de
coiuplicade de assassinios, ds ioceurlio, e de
coujpliciiiade no incendio de ediciGS pblicos e
de lugares habitados,de eompliciiade na des-
iruigo de monumeotes pblicos, de priso;s arbi-
trarias e de detencio peral, que se applicam to-
dos aos nove primeiros reos, dividem-se a retpnito
de cada nm d'esses re u c-.o tantas accasacoei
qaantcs ractos especiaes ha a apontar. Asslm es-
pecifica a senlenc^i cada um dos assas3;nios, eada
um dos faci- de incendio a eargo de cada reo
As resoostas aos/quesitos sao ttidas ainuali-
s, por aoanimidade contra Ferr.
Assi, fji declarado por unaninidade criminoso
em todos os qaesitos, excjpto nos relativos aos
rolen- e a prisdes arbitrarias.
Urbain reconbecido pjr unanimilade crimi
?oso em todos os pontos, excepto nm em que foi
declarado criminoso por seis votos contra um. Ha
uircum-kncias atienuantes em IM favor.
BiUioray reconbecido criminoso em ludo, ex-
cepto no que diz respeito a prisdes.
< Jourde reconbecido criminoso em todos os
pontos, excepto assasiinio de refens, incendios e
ruptura de sellos. 111 circamslaocias attenaantes
em su favor.
Tnnqact, criminosa em tolo3 os pontos, mas
com circ.instancias attennantes.
Champy, criminoso em todos os pontos, anda
qne urna minora de tres votos contra qnatro d
tendeu a sua innocencia relativamente a assassi-
nios, incendios e prisoes.
c Rgere, criminoso, exceplo no que diz respeito
aos assassinios.
a I.'illier, criminoso por unanimi JaJo em todos
oa pooioj. ,
Rasioul, crimines j, excepto nos assassinios e
ncendios. Ha circunstancias aitenuantes.
Grousset, criminoso em todos os pontos pri? -
cipaes, excepto oa destrui(o de monamentos, sab-
tru:cao de titulse roubj de papel.
Vtrdure, absolvido no qoe respeita aos assas-
sinios, incendioe pr Oei arbitrarias.
Descamps, absolvido em todos os pontos.
Clement, abs-jlvido da tudo, excepto no rela-
tivo usurpaQao de fonegoei. Ha circumstaocias
atienuantes.
i Courbet, s declarado criminoso na destrui-
cao da c>lumna Vendme.
t Parenl, i b-olvido de tudo.
c Q tribunal condemna-:
Ferr, por unanimidade, peaa de morte.
t itii, pena de deportacao n"um recinto for-
tificado.
t Urbain, a trabalhes forjados por toda a
vida.
Billioray, pana de deportajio n'um recinto
fortificado.
i Jourde, deportaco simples.
i Trinquet, a trabalhes forjados por toda a
vida.
Champ, deporiac.So n'aira recinto fortifi-
cado.
< Lullier, pena de marte.
< Rgre, a deportacl) n'um recinto fortifi-
cado.
t Grousset, deportajao n'um recinto fortifi-
cado.
Verdure, deportaco n'um recinto forti-
ficado.
c Fetrat, mesma pena de deportajio em re-
cinto tonificado.
Cfment, pena de tres mezes de prisao.
c Conrbert, i pena de seis mezes de prisao.
t Absolve Descamps e^Parent, que serao po3los
em liberdade.
Todos os reos sao coademnados salidariamente
oas custa.
< Levantare a audiencia as 8 horas e 3/4.
LOTERA.A que se acha a venda a 209', a
beneficio da nova igreU de Noss Seahora da Pe-
nha que corre no dia 30.
PAS3AGEIROS.Vlodos do Aracajd e escalas,
no vapor nac onal Giqui :
Dr. Joio Camello de Arau'o, Felismino Caval'
canti da Uotta Nuces, Antonio Pereira Gomes-
Francisco Fernandos, tenente-coronel Vicente Al-
ves de Agolar, capiao Alexandre Maraz da Fon-
seca, Jo' Antaaio Rodrigues de Souza, Thoraaz de
Aqnno Silva Loureiro, Pedro de Aranjo Lima,
Manoel Mmin"Fdruand?3, Jos Das da Cos'a,
Cupertino Guimaraes Bastos, Antonio Guimaraes
Bastos, Manoet (te Carvalho Pelrosa, iosi da Ro-
cha Cavalcan^ Cliullano JosTle Moraes, Hylario
dt Oveira Maia, Julio.Samuel, Eugenio Jos de
Lima.
Valas d Bordeacx na barn argentina Gos-
fx iaaoefade8*PeWra e urna criada.
PASSAGEIR06. Ch^gados hontem da Europa
no paquete inglez Oneida :
Conrado W., Jos 3. Lambly e saa mulher,
Felippe D., Mathitdes Civelms, Jos II. Cormick,
Pedro Carlos, Jos H. Joaqaim da Silva Carva
Iho, Antonio los de Faria Lino, Camillo Cela y
Fernandos, Amaste Ferreira Gmmaries, Fraa-
ciscoG. V.,faa irmaa, Luiz F. de Mello Ca-
valcante, Luiz Alfredo de L, Auna Simiana, Aa
tonio Vasco da Silva, Jos Joaqun Moreira Leal,
Jos Oas Ramos, Custodia Mara da Costa Mj-
rain, Franeteeo Feraando .Isabella, 'os Mara
Ceta y M.
Segaem para o sal:
Heory S., Hyppolilo C, Jos Salgado Zenba,
JosFaUiti
A.
y V., Jos Goncalvaf y A.
'CEMTTERIO PUBUCO.-Giitaario do dia 2i de
setembro : I \
Emilia, branca, Pernambuco, 4 meses. Boa Vis-
ta.conTuUtte. *\
beMaria, pafda, Pernambieo, 1 anno, Boa-Vista,
Florencia Mara da Otcelcio, preta, Pernam-
^.gr^*"'^'8anCo inton^lttrie*.
Antonio, prew, frica, 40 annos, soUelro, Ia-
Franeellna, branca, JPwnaabnco, 1 mezes, San-
to Antonio, convenidos.
Marta.oajrtrtivejn Peoia, branca, Per-
namfeaoo, 48 anoot, eauda 8. Jos, beoaaUo.
aaffwf^^^-^^0' ^"^ ,i'"*
" '.......t" -
Pernamboco, #
r~i-
anno
Mrja,.escrav, parda,
"FM3na^SSn aVFFteMo^arda' Pan-
lyba. 10 nn%,"> ntoi-Vht, anemia.
Niewao, prrt'j,' ktnn, 60 annos, dlfe1r,o," loa-
Vista, hospital redro II, fetanolraamttio.
Aona Mirh da Cmee(e3o. parrda, Pernambneo,
22 annos, solleiro, 8. Jos, hospital Pedro II, va-
rila.
Estevao, branco, Pdrnambtfco, 52 dias, Sinto
Antonio, intt nnmofed/fliti. *
Qumtliano, escravav pi*t, Potaaaawttco, 17
annos, solleiro, Santo Antonio, bexigas.
Antonia Maria da Coni.i5a, parda, Perdam-
bueo, 17 anpos, aolteira, Santo Antonio, Inber-
calo pulmonar.
Ignacio Fructuoso- de AssmmpcSo, branco, Per-
nambuco, 27 aoDos/letano tpontanei.
.Mina Joaquina da Coaceicao. .parda, Peraam
buco, ~3o annos, soheir, S, cancro.
Gabtof Anmk dtf Catro*i>aMs j jppellados, Jo
m Vieira da Cuba a ontros.
ASGlttW tK PRJCtO.
-.< r. dtaemnargafOk'Giflrat* :
^eerroo-at a aesio a 1 hora e 1 qoarto da
tHRONICA lUDWIARIA.
TRIBirXlLiriIlBLA^1
SESSia EM.26 E SETE ]|B R ) DE 1871.
raBSmENCIA'DO'XM. SB. C05SBLKSIE0 CAEtXIfO
, sA^maoo.
Secretarte ';..Virgilio Coelho.
As 10 horas da mannia;pre3entes os Srs. desem-
oargadores Giu rana, Loarenco Santiago, Almeidii
\lbuquerque,'Doria,-Domingnes da Silva, Regnei
*a Costa, Soaz-i Leao a Fre tas Hemiques, faltan-
4o eom causa o Sr.deteiDbargaJer fluerra, procu-
rador da eoroa, abrio-se a sessao.
Passados os feitos-derara-se os jujgameitos se-
uintes:
RECHnSOS CRIMliS.
Reeorrente, o juizo de di reno do Bonita; reoor-
rid), Q itin > Jos de Otiveira. Jures os Srs.
lesenbargadores Lmrenco Santiago, Souza Lelo,
Giiiram e Al.n-i.la Albaqnerqu; Improcedente.
Reeorrente, o juizo de direito do Liraoelro ; re-
corrido, J i i Francisco de Santa Anaa.Juizes os
Srs. deaerabargadores Abaeida Albuquerque, Re-
goeira Costa, Djmiogues da Silva e Sonza L?3o.
Improcedente.
AOQBAVOJ DB'^RTICO.
Aggravante. Munoel ioaquira'de A'm ; aggra
vado, o fuito.Jnizes os Srs.de-emhargad 'res Do-
mingaes-da Silva, Doria Preiias Henrqoes.Ne-
garam provimenlo.
Aggravante, Dr. Candido Jos Casado L'mi; ag-
valo-, o julio. Juies os Srs. desembargadores
Sjnza Lea, Djria e Domingues da Stlvi.^-^o lo-
maram .iJi;cimento.
Aggravanie, Francisco Vieira e Oveira Lian;
aggiavado, o iuizo.Juises os Srs. desembargado-
res Freitas H-nriiaes, Almeida Albuqnerque.e
Regueira Costa.Nao tomaram oonbecimenlo por
nSo ter silo apreseotalo o a Umpo.
babbas conros.
Negaram soltura ao paciente Victoriano Moreno
dos Santos, por estar pronunciado era crime da
morte; e ao naciente Rayoondo Jos da Silva San
tos, por estar seadi proces-ado por crime de roo-
bo.
COMMERCH)
VAA^A DO RECIPE 26 DB SETEMBRO
PE 1571.
* 3 i/1 iuMut* einui.
.'.:_ Cott?5e8 s.
AlgWao da Paratiyba |wr 13 rs. por kilo
posto abordo a frete'de'l d. e5 0|0 (nontem).
H.-G. Stefple,
Presidente.
P. J.Pinto,
Secretario.
ALfrANflIEGA
-Raadunanio do di jSS .
!*,-?'dia 26 7r:. ,
rTommes entrados com fazeodaa
' coa gneros
sata caa da Misericordia do
uelfe.
A IHma. junta alminstrativa da sinta casa da
misericordia do IleciiV. recebe de fldvo propostas;
para oforneciineoto de ame verde a todos os es -
ubdecimentos a sen eargo dorante o trimestre de
oniubro a dezrmbro, na sala de suas sessoes, pe-
las 3 horas da tarde do dia 28 do corrente.
Secretaria da santa casa da misericordia do
fteeife 25 de setembro de 1871.
O escrivie.
-.- ______^Pedro Rodrigue de Souza.
CONSUADU DK PORTUGAL.
Convida-se otwedores ilo fallecido snudiio-por-
luguez AntoniotlMngaes do liego a apresentarem
ueste consulado as sua3 contas no prazo de oto
dias, para serera verificadas o panas. .
I
697:514*781
33:1861870
730:701*651
Voiames sahidos
com
com
faxendas
teneros
47
173*
177
47
380
-rt*7.
Vista, OMvibdM.
Manoel, pardo, Peroambaeo,
ta, entero co'lite
1 anno, Boa Vis-
appellacSes crimes.
Do jury de alaaei.-ej.Vpneltaute. o juizo ; appel-
lad.i, J laquim Antonio Gameiro Saldaobi.A' no-
vo jury. ;
Do jury de Affadia.Appellante, o juiza; appel-
lado, Jos Vicente Ferreira Catanho. A' novo
jury;
Do jury da Atalaya.Appellante, o juizo ; ao-
pellado, Adtonio Joaquim Srivano.A' ovo jury.
Do jury de Penedo. Appellante, ojuio; apoei-
lado ; Tranq-iillino Jos Cirios Mangaban.Im-
procedente.
Dj jury do Brejo di Madre de Dus Aopellai-
te, o joizo ; appellado, Severlno Jos dos Prazeres.
Improcedente,
Do jury de Biturit.Appellante, Antonio Fran
cisco da ilvera ; appellado, Dr. Virgilio Augusto
de Moraes.Nao tomaram coobecinento.
Do jury do Pillar.Appellante, o juizo ; appel-
lado, Jos Tavares dos SantosA' novo jury.
Do jury da Fortaleza Appellante, Jos Sabino
Chrisio ; appellada, a justic;.Improcedente.
Do jury de Mossor. Appellaoi, o promotor
publico ; appellado, Ctememioo de Goes Nogueira.
Nao tomaram conhecimento da appellafio.
PASSAOENS.
J)o Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Guerra :
D i juizo municipal do Cabo.AppeDaole, B.-nto
Josa de Oliveira ; appeliades, a iota berderos
de Miguel Uendes da Silva. Do juno mnnicipal de
Recife. Appellante, Francisco Goncalves Netto,
como tutor do orphao Arthur ; appellado, Manoel
Joaquim B.iotis'.a. Do juizo municipal da Areia.
A;i|i liantes, Juijj Jos de Oveira e sua mulher;
appellado, Joaquim Jos Pen-ira da Cunba.
Ao Sr. desembargador Loureoco Santiago:
Do jury de Tamboril.Appellante, Vidal Ray-
mundo dos Santos Pinheiro; appellada, a Justina.
Ao Sr. desembargador Guer a :
Do juizo municipal do Aracaty. Appellantes,
Vicente Gurgel do Amaral e outros; appellado,
Antonio Francisco Pinheiro.
Do Sr. desembargador Loureneo Santiago, ao
5r. desembargador Almeida Albuquerque :
Do juizo municipal de Baiurii.7 Aopellante, Jo-
s Luiz de Lima ; appellado, Pedro Guedes Siuto-
malor. Do juno municipal de Recife,Appellan-
tes, Dr. Joaquim Antonio Carneiro da Cuaba Mi
randa e outros; appeliados, Dr. Manoel de Barros
Barrete. Appeilante, Joaquim Silverio de Smza ;
appellado, Jo Duarte Coelbo. Dojaizo munici-
pal da Imperairiz. Appellante?, Manosl Correia
Barbosa e qntros ; appellado, Beiieio Vieira Tor-
res Do juizo municipal de M ice 6 Appellante,
D. Anaa Joaquina de Gusmo ; appellado, o cura
dor geral dos orphlos.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Domingues da Silva:
Do juizo dos residuos do Recife. Appellantes,
Manoel Rodrigues da Costa Magalhae3 e outros ;
appellado, Tnoraaz de Aqumo Fonceca.
' Di Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Regueira Costa:
Do juno inuonipal de Mamanguape.Appellau
te, Francisco Luiz Carneiro; appellado, Manoel Tei-
xeira de Castro. Do juizo muaicipal do Recite.
Appallante, Antonio de Siquelra Cavalcanie ; ap-
pellado, Auianlo Carlos Pereira de Burgos Ponce
de Len.
Do Sr. desembargador Jtegoeira Costa ao Sr.
lesembargador Souza Leao:
Appella(5es crimes.Appellante, o juizo; appel-
lado ; Soares da Rocha. Appellante, Laurentino
Alves da Siva ; appellada, a juslica.
Do Sr. desembargador Souza Lefo ao Sr. des-
embargador Gitirana :
De juno de ausentes do Recite,. Appellante,
o juizo ; appellado, Manoel Buarqne de Gu.-mo
Lima.
' Do Sr. desembargador Freitas Hnriques ao Sr.
lesembargador Gitira :
Do juizo mnnicipal d > leo Appallante, Miguel
Baplista dos Anjos ; appellado, tenente-coronel
Ronerto Correia de~Almeida S Iva. Do juizo mu-
nicipal de Q lixeiramobim. Appellante, Jos de
Hallanda Lima ; appellado, Joaqaim Antonio da
Cunba.
DELIGE.VC1A CRIME.
' Ao Sr. desembargador promotor da juslica :
Do jury de Iguara mes de Soasa; appellado, o juiaoj*! DI tej
Appellantes, Joo Clemeutino Freir a ostro; ap-
pellado, o juiao.
Assignon-se dia para jnlgamento dos segbales
teilos :
APPBLLACOBS OTSIS.
Do juizo municipal do Recite.AppeHanlo, Ma-
nuel Martioiano Leite ; appeliados, a vinva e ber
delros de Jos Ferreira do Nascimento.
Appellante, D. Cesara Candida Nobre de Gus-
raao ; appellado, o major Antonio da Silva Gas-
mao.
Do juizo municipal de Agna-Preta.Appallante',
Jos ABonso Ferreira ; appellado, Flix Jos da
Hora.
Do juizo municipal de & Bernardo.Appellante,
Raymundo Carlos da Silva Peiioto; appellado,Ma
noel Herculano da Cunba.
De juizo mnnicipal de SerinhSem.Appellante
o curador eral dos orptaios; appeHado, Yleen
Mecdes Wanderley.
DESTRIBUIAO. 'O+W
Appellacdes crimes : >
Ao Sr. desembargador Doria :
Do jury do Limoeiro.Appellante, Manoel Fran
cisco de Otveira ; appellado, o juHo.
AELL*COI< CIVB13.
Ao Sr. desembargador Souza Leao :
Do juizo municipal do Recife.Appel!anie.Fran
ce Marinbo de AI bu quera, m Malta i |ppellado, Ur-
bano Nones Maohado AoWnai. j
Ao Sa> desembargador Freitas He
Do joizo de ausentes do C;
s Caetano de Albuquerque :
Ao Sr. desembargador GUirj
Do julio municipal i* Gri
gala Mara da CoaoeJcio i
tonlo Fex St Cnoha ontrot.
Ao 6r. drsembargador Guerra :
Do juizo muaicipal de Ipojuca. Appeitant*;
... Descarregara boje 27 de setembro.
irigoe italianoPdro Eitgtniomercaduras.
Lngar norte-allemoDtr FrafUing -laboado.
Uct americanoIza dem.
Patacho norte allemofeiioaTario3 genero.
Barca OjUeu-Crfiz of Kandti -mere* do ras.
Bngue hespaobol -Maria -bacalho.
B*rca ipgleza-Meteor bacalho.
Barca francesaUaur.cinvarios gneros.
Despachos de exportando no dia 25 de
setembro.
Para os partos do exterior.
Ka birca portugneza Audacia, para Liver
pool, carregaram : Broade & C. 100 aaceas eoa>
7,437 kilos de alg jdo.
a barca au-traea Amzade. para Liverpool,
carr-garam : Mills Labau & C. 401 saecas com
35,656 kilos de algodio.
Nj vapor inglez Tatmn, para Liverpool,
carretearan): SyanJis Brotoers A C. 300 saecas
c >m 26,420 k-i- de algodao e 1,750 conros seceos
e verd ;s salgados com 27,730 kilis; Affmsode
Albuiaerque Mirtius Pereira 475 saecas con
23 75'J k los de algodao.
No vaportoglz Amazan, para Liverpool car
regarm : Saundars Bruibers 4 G. 97 fardos com
20,7-5 kiios de algjdo.
No vapor inglez eca, para S juthampton,
carrejaran) : Prente Vanna & C 633 saecas
com 37,963 kilos de algodao.
Para os portos do interior.
Na barcaca Beaviagem, para Mamangnape,
carragaram: Silva Irmaos 2 pipas eem 960 litros
de aguar lente.
No hiale JVoro Invincivcl, para o Aracaty,
carregou : Manoel Augu-to Ignacio Moreira 4 bar
ricas com 108 litros de cervejae8 f asqueiras com
64 litros de genera.
RECEDEDORIA DE~RENDAS INTERNAS
GERAES DE PBRNAMUJCO
Rend ment do da 1 a 25. 38:572*627
dem do dia 26...... 2:30**002
CONSULADO
lendimento do dia i
dem d j dia 26. .
40:876*629
PROVINCIAL.
59:479*212
3:399*744
a 23.
62:878*956
Conselho de compras de ma-
naba.
O coutelha no dia-29 do corrente- mea promove
avista de propostas rebebidas al as 11 boras da
maobia a compra sob ascondices do islylodjs
;seguales objeeios do material da armada :
i t resma de papel de Hollanda liso, 2 linas de
baldeagao, 6 duzias de taboar de 1 i|2"p'jler da,
12 barras de ferro inglez de 3-potegadas de largo
el *|i de grossnra, 12 barrM de Ierro inglez de
4 e-ilegadas de largo e i i|4 de frossura, 12 bar-
ras de ferro inglez de 3 Ij2 p .legadas de largo e 1
de grossnra, 12 barras de ferro inglez de 3-1)2
polegadas de largo e 3i4 do grownra, 12 barras
de ferro fngiez de 3 l|4 polegadas de largo e 3|i
de grosjura. 12 barras de ferro inglez de 3 1(4 de
largo e 7(8 de grossnra, 2 rebolos com 4 palmo?
de dimetro- e I de grossnra, 2 ba?ris de vernz
de collar, 20 aros de pao de 22 polegadas de
dimetro, 10 aros de pao de 18 polegadas de da
metro, 1 (orno om 5 polegadas de boeca e 3 ps
de comprimento, 1 torno com 3 polegadas de bie-
ea e 2 ps de comprimento, e 5 quintas? de rehi-
los com 3|8 i dimetro e 11(2 polegada de com-
primento.
Tambera o conseibo no mencionado dia 29 do
corrente mez, de igual forma contrata o foraeci
ment dos object s abaixo declarados, para com
pleio do de fardameDlo no trimestre projsimo vin-
donro doulubro a dezerabro, a saber :
Para aprendizes artfices.
Diosas de algodao azul, calcas de algodao azul,
camisa de algodoaiolio, cobertores de 15a, cober-
tores de algodl). lencos do seda preta para grava-
las e leoc-js de algodaozioho.-
Para iroperiaes marinbeiros e aprend-
ses ditos.
Calc,as de algodao azul, camisas de algodao
azul, camisas de baela aznl, tendo o corpo 4 1|2
palmos de comprimento o 3 a* mangas inclusive
os pnnbos, camisas de baeta azul, tendo o corpo
3" palmos do comprimento e 2 as mangas nlueTe
os punhos, c lencos de seaa preta para grvalas.
Para artfices avulsos.
Blusas de algodao azul, algas de algodao a;al e
camisas de algodSozioho.
Para marinhagem.
Calcas de brim branco, caifas de algodio azul,
camisas de brim branco, camisas de algodao aiul,
camisas de baeta azul tenoo o corpo 4 i\i palmo-
de comprimento e 3 as mangas inclusive os punho>.
Sala das sessoes do conselho de compras de ma
nnha de Pernambuco 26 de 'etembro de 1871.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
MOVIMIENTO DQ PORTO.
) :;------------ ----------- ----------------------
| Nucios entrados no dii 6.
Arapj e pirto* intermedios3 dias, vapor na-
cfcna'l Giqui, de 225 toneladas, comnandanle
G J-' Gisiro, eqtiipagem 24, carga varios gene
ros; a c mipanhia Pennrobueana.
Baha6 dias, patacho nacional ConCticao, de 176
toneladas, canl ao' Jo- Maciel Peres, eqnipagem
12, carga 9,000 arrobas de carne ; a Amorim Ir-
man & C.
Rio Grande do Sul7 das, lugar brasilelro Ame-
lia, de 253 toneladas, capilao Augusto Vences-
lao dos Santos, eqnipagem 11, carga 12.040 ar
robas de carne; a Oliveira.
A.-- -7 dias, palhjbote nacional Deus te Guie, de
109 toneladas, capu> Manuel Fernandas I>l|es,
Ojagem 7, carga sal e algodao ; a Bartnolo-
matPton renco.
BorddfHBortos Intermedios47 dias, barca ar
gentinvCos'Nopo/(o, de 333 toneladas, capitao
Augu.-to Cejar, de S Pereira, eqnipagem 14,
carga difl -rentes m-rcadorias : a ordena.
Soothanipiou eporoiiotermedios,16 dias,vapor n
glez Oneida, de 1872 toneladas, commandante W.
W. H-rben, equipagem 13" totuladaj, e cutros
gneros; a Aiamsoo 11 >Wie & C.
Torra Nova33 lias, bngue iogle liar y, de 237
toneladas capilao S. Morrie', equipsgem 10, car
ga-3250 barricas com baaalbo; a Sannders
Brothers & C. .
Glasgow -17 dias, lngar Inglez Sorah Smetto, de
193 toneladas, capta i W.lliam Cook, eqnipagem
8, carga 400 barris cora plvora e outros gene-
ros ; a Simpson & C. 9
Gaigow-48 dias, lugar inglez Girl of lh Perioi.
de 211 toneladas, capillo I. H. Gias gem 9, carga carvo e outros goaeros ; a Simp-
son & C
Havre48 dias, barca francesa Maurtcien, de 386
toneladas, capitao Segond, eqnipagem 13, carga
diuoren'es mereadorias ; a Tisaet Freres.
Navios sonidos no memo da.
Rio da Prata e portos intermelius Vapor inglez
Oneida, commandante H-rb-rt, carga parte da
qoe trouxe dos portos da Europa.
LiverpoolBarca franceza S. L'iiz, capilao Vialla,
carga algoio e outros gneros.
Porto da Piaia lemao teres, capilao I. Pienag, em lastro.
EDITAES.
THEATRO
StNTIt ANTOIO
COMPASIHi DRAMTICA
Grande shcccsso !
Quiata-feira 28 de selrtzjbro
gegunda represeniaclo da grande, magnifica e
frenticamente applaudida comedia em 2 ctos :
o linJ j e superior patacho austraco Armida, no-
vo, de 1 vagem, construiio .em mar(o do cor-
rente anno, de loiaelo #b fit lonelldas, deman-
dando earregado 13 <# Rj^regsfo e encalma-
do de cobre, com doas anTainas de panno, bons
ferros e correles, elassifleado no veritasA-1-1
por 14 ancos, prompio a seguir vagem para qual-
uoer destino : para examina-lo, no ancoradonro
da desearga defroote do trapiche do Cunba, e para
tratar cora o consignatario Joiqoim Jos Soscal
ves Beltrio roa dd Oromerolja. 5._______-
briidade : os prelendentes podero dirigir as pro-
postas em cartas fechadas ao consulado inglez,
roa do Commercio o. II, no prazo de 3 das.
Recife, 25 de aeleeoi>ro de 1871.
co^aShiTpmambcana
DE
Navegando costeira por vapor,
Mamanguapo.
O vaper Coruripe, t,om-
mandaote Silva, seguir
para o porto cima n
da 28 do corrente as 5
horas da tarde.
Recebe earga, encom-
mendas, passageiros e diimeiro a frete at as *
horas da urde do dia de tas. sabida : escriptorio
w Forte do Mallos n. 12.
CMPANHiA PEWAMBCANA ~~
M
YavegacSo costeira por rapar,
Patahyba, Nata', Maco," Moasor, Ara-
ea!y, Cear, JWandah, Acarac e
Granja.
O v;-p"rPV,wn9ia,comman-'
dente Azevedo, seguir par
os portos cima no dia 30 do-
corrente as 3 boras da tarde.
Itccfbe carga al o dia 29.
encoa mendar, passagens e di-
nheiro a frete a:6 as 2 boras da larde do. dia da
sahlda : no escriptorio do Forte do Mattos n: 12.

Companhia americana e kasiei-
ra de paqaetcs a vapor.
Atda 1 de oulubro esperado dos porto3 do
sul o vapor americano Soufft America-o qual de-
pois da demora do cosame, seguir para New-
York, tocando no Para e S. Tbomaii
Para frotes e.pas^agens, tratare com os agen-
tes Henry Forster & C., rua dn Commercio l.. 8.
CO.MPANHIA PERNAMBUCAiNA
DB
VaTegaoio costeira por vapor.
Porto de Galltnuas, Ido Fornioso e
Tamandar.
O vapor Parahyba seguir pa-
ra os portos cima no da 30 de
corrente a meta nonte.
Recebe carga, encommendaa,
passageiros e dinhoiro a frete n >
escriptorio do Forte do Mattos n. 12.
O importante papel de mestre Jeronymo, des-
empenbado pelo Sr. Tbonaz Espinca ; tomando
igoalmeote parte na comedia as Sras. D. Caroli-
na, D Olympia eos Srs. Brochado, Peregrino.
Braga e De-Giovanni.
Terminar o espectculo a linda camedla em 1
acto, original brasilelro, ornada de msica, in ti
talada :
Qiiem pensa n?lo cisa
Tomam parte a? Sras. D. Carolina, D. Paulina
e os Srs. Brochado, Peregrino, Braga e Lyra.
Principiar as 8 1/2.
SOCIEDADES
E
1
DOMINGO, DE OUTUBRO
0 passeio no jarditn de palacio
Tocarao alternadamente dnas bandas de -m-
sica.
Ilumiaa$lo a giprno
Estar aberto o bazar de prendas.
A entrada se receoer de cada pesta o
dictar a saa generosidade, em beneficio do
l-ycflu de Artes e Officlos
A entrada pelo portSo do lado do' norte e
sabida pelo do lado do-tul.
N. B.E' probiotdo ttraf-se
que
1 tres.
AVISOS MARTIMOS
PARAO
O inspector da altandega faz publico que,
considerando abandonada a mercadoria abalso de-
clarada por se achar compre hendida no art. 301
2* do regulamento de 1& d* setembro de 1860
combinado cora o art. 599, marca o praso de 30
diai para que dentro dells sea dono on consigna
1IB vnfa despacha la, sob pena de, sao o fazen-
dols* odida|>|f saa elntiseol qm Ibes fique
eodpeuslo tlef rr oodSf#os%ffe5 fessa venda.
Armazena, n. 9.
53 costas eom areo e \T ditas conteado estas
dentro, pesando liOkilogrammas, sendo 80 kilo-
gramo) de cestas simples de vime para compras
a somelhanles, e 40 kilogrammas de eesliobas
kaplesdt vime pira costura e semelhantes, as
quaea viaram do Porto na birca portuguesa So-
cial entrada em i8 de }alh) u timo.
Alfandega de Peroambaeo 23 de setembro de
187J.
Emilio Xavier Sonreir de afelio.
COMPANHIA PERNA.MBCANA
DI
Navegando costeira por vapor
Macei, escalas, Penedo e Aracaj.
O vapor Giqui comman'asto
Guilherme, seguir para C3 por-
tos cima no da 30 do correal*
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 29, eucommenda.',
metro a frete at as 2 horas da
escriptorio no Forte do
passageiros e
tarde do dia da sabida
Mattos n. 12.
LEILOES.
LEILO
DOS
Gneros e mato olencilios, anm^o etc.,
e assim raais das dividas activas da ta-
berna sita na ra do3 Acooguinhos n.
20.
HOJE
Barbosa & C, compettnleme'.e autoridades,
faro leilo por conta e risco de quem pi rti-nco
e por intarvenco do agante Pestaa, dos genero
e mais object.>s cima mencionados, em nm oa
mais lotes tndo no valor de gneros 29570 e di-
vidas 4373390, tendo lugar o lellio na quarta-fei-
ra 27 do corrente, s 11 horas da manhaa na mes-
ma taberna.

LEILiO
Vai sabir eom brevidde" o patacho portuguei
Liberal, capitao Guilherme Joaquim Leal, por ter
parte da carga engajada, para carga e passageiros,
paraos qa com E. R. Rabello A C, a ro do Commercio n.
48, on ern o caoltSo._____________________
Segu neaie3 dias para o Aracajy o bem co
abecido hiate Dos te. Guarde : quem oelle quizer
carregar dirija-se a rua da aladre de Deo, escrip-
torio o. 2, a tratar eom Joaa Alves de Quintal
Navegapao Brasileira
At o dta 27 do corrente, espe-
rado dos portos do norte o va-
por S. Jacintho, commandante
Aikins, o qual depols da demo
rado costume seguir para os
portos doint.
Desde j reeebem-se passageiros e engaja-se >
earga que o vapor poder eonduzr, a qual deveri
ser embarcada no oia de saa ckegada, encom-
aendas e dinheiro a frete at s 2 horas da tardt
de saa sahlda.
Nlo se recebem como encoromendas senao ob-
jactoa de pequeo valor, e qoe nao excedam a 2
arrobas de pese on oto palmos cbicos de medi-
Cio. Tado que passar oestes limites deveri sai
embarcado como carga.
Previae-se aos Srs. passageiros que suas passa-
geui^s.ee recebejsa na agencia, roa do-*es-
leaa tToedlnii,
V-'i-i O aaminBlradois -
A. & Machado Rio*.
CONSULADO Dti PORUJGA
Oroarida-seot eredorM to Ulleeido subdito por-
i AlblMi Joa da gilva a apresretarem, neete
ado, ai SOM eontaa o ptaro deolle as.
- "fn______
!
er > Jos dos lautos a apreae^unm,
stata eosaJtdo, as mu eootas no pra^o de oto
dias, para aareo vertBcadae e paias.
Tara r -exportacilo
DE
Cerca de 209i eaixas de massas 50 bar-
ricas de castanhas pilladas, 340 eaixas
de dozi i de vinho tiato, 1 caixaide ga-
lochas e 30 caitas plinspnrros.
a 21 d corrate
O agente Oliveira fara leilo, por ordem do
Exm. baro da Soledade, na qoalidade de vicu-con-
sul da Italia nasta cidade, econsignatario da bar-
ca italiana 'Tirlo, e por c perlencer, precedida antorieac.o da alfandega, e
com assistenca de um empregado fiscal deu re-
particio e do referido Sr. vice-consul, dos generes
supra mencionados, que formaram parte docarre-
gamento da sobredita barca, e vender-se- bao para
aceorrer s despezas provenientes da saa arribada
esse porto, com agua aberla, e tora regularmen-
te condemna da :
HOJE
pelas 10 oras da manha, n i armazem alfande-
gado e trapixe da companha, (arge do Corpo
Santo.
LEiLAO
DECLARA60ES.
.........
C)NSUADO PROVINCIAL.
i s contnbu atea de impos-
qoeainda hilo sat3fJz-)ram
suai quobM, psrteocsDtes ao anno ffido
,lv?i>^7U4as -nt d
QAIladO ProTlBCal. S fa SStesslro entrada neele porto por arribada toreada, praoi
tater os concertos necessarlos ciintorona "f*0*
ras teitai e ordenadas pelo consulado ingles, sen-
da o seguate ;
m mastareo grande novo,
2.* verga do ioanete de pi&s. .
Macaoie do asasuro do Joaaejs rae.
EsUi do mastareo do Joanetede proa..
Eilal real e fanfarrona grande.
^J^aMvlpranciioea navos pira rec.s-
S. indH ai oostarsi repregadas e en-
cMiihi aOaal tado completamente calafetado
a reo o todos os eoneertoi do referido navio,
aflnvdo mesmo poder flesr em estado de navega-
Um relogio com calis de plaquet, I mo-
bilia de smarello, 1 dita de Jacaranda,
jarros, camiieiros, meiade de um piano,
orna tne&a elstica de amarello e maia
move'u do espolio do finado Paofa Mon-
teiro.
IIOJE. ia
O sgente Martins far leilo por mandada do
lllm. Ir Dr. jaz de orphos e a requenmentojlo
Dr. Jos Bernardo fialvo Alootorsdo, wW;
vilegisdo, do finado Heraeho Consani.no de Panla
Monteiro de todos os movis existentes no 3 andar
o^obradTn 4i da rua do Imperador, onde resi-
da e dito tinado : s 11 boras do da.
80 porlaai akioljdaas nv, e^4 cavernas
- de sicopbra
QuiQU-flra ts flo corre/ite
AO MEIO DIA.
No trapixe do Daotae, e agente Pestaa far lei-
lo dos objeetos cima, no di* ejainta-feira 18 do
corrente, ao meio da em ponto-
sLEILA*
DS
Fazendas, armaclo s oteoeilioa (ao Passeio
fabuco.)
Ouente PoBtnsJ, tender em lellio dci nuMa-
4o dolaaa. Sr, Df- ia't do cotnmerclo, das laxea-


Diaria d r^ruaubuca 'Quiirla (eir 27 de Selembro de 1871.
a Bernir-
te, armicio e utencihon pnrteocentes
dolse ee Oliveira kJAcfcaao
Qinott-eiri 18 do correnle.
Na toja de fataidaa tiu do Poieio Publico n.
,* 11 toras.
\&NtatA
DE
4 eailis com excellentes coaros de lastro.
Quinta-feira 28 do correte.
O atento Pesiaba fari leilio, por cenia e risco
de qnem perteaoer, de 4 caixas ccm coaros de
lauro de superior qualidade em 1 oq mais lotes,
oo a cima quinta-eira 48 do correte as 11 ho-
ra da maoha, no eseriptono do agento ra do
Vicario o. 15 f andar.
Iramdide acadmica
Para alugar-se
Una sitio no Poco da Panilla no porto do Paula
com escolente oasa, com dais sallas, quatro
partos e eciinha : estribara, eocheira a qnartos
para criados, e mais dnas casas meias-aguas pa-
ra fmulos ou hospedes : tratar com o commen-
dador Tasto.
DE
N. S. do Bom Coiiselho.
iuix convido os Ir-
da nova mes* admi-
3 barris com cal nova de Lis-
boa
Sexta-feira 29 do correte.
O agente Pestaa, far leilio por contt e nsco
de quem pertencer, de 96 barris com cal uoa de
Lisboa, os qoaes serio vendidos em 1 cu mats lo-
tes, sexta-feira S9 do corrento as 11 horas da ma-
ihaa,do armaiera dos Srs. ftodrigues &Hartins.
roa do Appollo n. 30. _______ ,"
LEILAfi
DE
oas tercas partes do sobrado, sito a ra
de Bemfica, na Magdalena, 0.42, ea
qo?l podem os pretendeotes examinar
com anticipar*).
A 29 do corrente.
Por mandado de Illm. Sr. Dr. juiz especial do
commereial d'esta cidade, e a requerimeoto do
administrador da massa fallida de Sebastin lose
da Silva, o agente Oliveira far leilio das 2/3 par-
lea do exeellento obrado snpra mencionado, o
qoal se torna recommendavel quanto aprasivel
pela soa boa eeostruccao e amenidade da locali-
dade, e mais praprio para quem vive em lio pro-
corado arrabalde da cidade, tendo a vantagem
actual da condcelo dos bellos bonds
Sexta-feira
ao meio dia em panto, no escriptprlo do dito agen*
te, i ra do Bem Jess (ontr'ora da Cruz) prime-
ro andar.
Para alugar-se
Um magnifico sitio na estrada da tratessa da
Cruz das Almas, com exeellento casa t>em aca-
bada, com dnas salas, seis quartos, grande co-
pia, eozinha separada cora dispensa, saleta e
quarto. Boa eoxeira e estribara com mais dons
quartos e 1 solio para criados. Magnifico quarto
para banbo, latrinis, gallinheiro. de pedra e eal
cercado de gradeamenio de ferro. Reando dito
sitio perto das estafes denominadas : Jaqu;ira e
a do Arraial:- para ver e tratar no sitio do com-
mendador Tasso.
LEILAO
DA
fallida de
ra tal*
Armago e miodezas da massa
Manoel Jos Lopes & Irraos,
ga do Rosario n. 38.
O agente Martins (ara leilio, i requerimento dos
curadores tiscaes da massa fallida de Mannel fos
Lopes A Irmao.e por mandado do Illm.Sr. Br. juiz
especial do commercio da loja da miudezas da ra
largado Rosario u 38 perteneenle a mesnia massa
Sexta-feira 29 do correte, -
A's 11>horas do dia na mesma loja. "
A sociatflo
DE
Guarda-livros
No domingo 1* de outobro, pelas 11 horas da
raanhia, no palacete da sociedade Recreativa Ja-
ventnde, ae pateo de S. Pedro, tera logar a pri-
meira, sessio para a installacao provisoria. Pa-
ra esto tiro sio convidados todos os Srs. guarda
livros residentes nesta praca. ._________
Por orden do nono irmio
mitos mesarlos actaaes, come
utatrativa para comparecerem ao dia 28 do cor-
rale (qulnta-feTa) as 10 horas da maahia, no
convento de S. Francisco, am de razer-ce entre-
ga da nova mesa
Secretoria da irmandade acadmica de N. 3. do
Bom Couaeltro 17 de selembro de 1871. ,
O secretario,
Heariqoe S. M. Leal.
Os abaixo a sainados lazeos sciente ao pu-
blico e com especialidad* ao corpo do commercio,
que dissulveram aaaigavelmanto a soeiedade que
traham-na padaria ra de Pedro Affoaso o. 47,
que gyrava sob a ftrma de Beirao & Primo ; fl-
cando a cargo do ex-soeio. Domingos Nuoes Bei-
rao tolo o active.e passivo do dia 18 do crrante
em dianto. '
Recife de seiembro de 1871.
Domingos Nunes Beirio.
Manoel Nnnes Beirie.
____________.--------------r*-r----------j----------------------------
Aluga-se a mei-agua n. 6 no becco do Fal-
can': a tratar na rna dos Pescadores a. 17.
Precisa-se de ama ama para o serv-
.co interno externo de urna casa de
dnas pasaoaa : na rna da Coneelcio y.
Precisa se de ara caixeiro cora pratica de
raolhados : ni travessa do Llvramento n. 28.
Na ra do Alecrim n. 20 dlreeisa-se
de urna ama para todo o servico da
urna familia conposta de dnas pes-
soas.
Alafa-te dnas ateravas para 'o servico
eaaa : no rea Dtrelto. n. 29, 2 andrj.
"]
AMi
Helalla
perador n. 79, loja,
Precisa-se de urna araa.pre
ferindo-se escrava, para cozi-
nbar : a tratar ra do Ira-
A pessoa que precisa de 5004 sb bypotheca
em urna casa com sitio lora da cidade, pule diri-
girle a rna Nova n. 42, primeiro andar, das 7 as
9 da noite.
*n^
os. 27 e 29.
Precisase de urna ama
para comprar e cozinhar :
na Praca da Independencia
TRJLHOS URBANOS
DO
Recife Olinda
q Beberibe.
Nio lendo boje comparecido numero legal dos
seBhores accionistas aflm de proseguir a assem-
bla geral em seus trabalbos da reforma dos esta-
tutos, foi a cessio adiada para o dia 2 de outobro
(segunda feira) prximo futuro, pelas 10 horas da
maobia, sendo a reuniio no mesmo lugar das an-
teriores. O presidente da assembla geral manda
fazer constar aos senhores accionistas, que, dan
do-se mais urna vez a bypothese do art. 12 do tit.
3* dos actuaes estatatos, a assembla fanecionar
em dito dia com os accionistas presentes ou repre-
sentados, qua constituam um quarto do capital da
compaohia,
Recife 26 de setembro de 1871.
O secretario,
- Lmz Lopes Castello Branco.
Sexta-feira 29 do correte, s 10 horas em
poni, noaimazem de agencia sito roa
do Boro Jesos o.43 (ootr'bra da Cruz.
Os objctos expostos i leilio serio vendidos ao
correr do martello, vito que ueste novo eslabele-
rf auto nada se recebe eom limite de prego.
Os Srs. que desejarem fazer boas compras ha-
lan de apparecer no dia e hora marcada que en-
contrario.
Micas m;bilias de Jacaranda, guarda-vestidos,
santuarios, camas para casal (de ferro e madeira)
e mu.ios curros movis indspensaveis ao uso e
t-ommodidade domestica.
Objctos rieouro e prala (salvas, faqueiros e
joia>), chapeos de folba proprios para a praca e
campo, Louca e vidros, cofres de ferro dos oHbo
res fabricantes, fcgdes para alfaiate e para uso
'liverso, bot5es de madreperola fina (grozas) per-
fumaras era caixas, licores finos era caixas,
larapagne em caixas, relogio de ouro patento in-
glez. machinas para costura, e muitos outros ar-
tigos que se deixam de mencionar, porm que no
da do leilio estario a disposicio dos conCorren-
0 agente Ponlual far o leilio cima no da e
,hDra marcados. _______________________
VISOS DIVERSOS
Aos Srs. assigoantesdeste
Difiri, qviQ se acham em
atraso depi>gamento da>ubs-
crippaQ, vamos rogar quei-
ram mandar saptisfazel-a,
afim ieno sof.ertjminter-
rapefe na i emessa do me-
mo Dkrio._____:_______
ALUGA-SE
urna osera va preta crionla, com 32 annos de ida
de, ponco hui ou menos, sabendo eosinhar, en-
igommar, e facer (odo o servico interno de urna
casa, sendo o $n aluguel de 3OJOO0 : tratar
ra do Imperadsr b. 38. 2* andar.
0 Sr. Theo. Justo
reculbeu se ao silencio para que o publico esteja
.persuadido qoe elle j lancen o mea cont de ris.
O Sr. Theo. Justo respeada petgunta que Ibe liz
300 'Diario de 7 do correte, se z a encororaeoda
*o vapar (o qoe en dovido) venha entonder-se
uo abaixo assiirnado para esclarecer onde exis-
te o mea-J:000$O00.
________________CartanoJct Hiendes.
Precisa se alog.tr
O aaaixo assignado tendo chamado os que
se julgarem credores de sna lia, a Sra. D Aguida
Senho.-iuba Perelra por est Diario nos das 13,
14,13 e Ib, para comparecerem i casa de soa re-
sidencia, rna larga do Rosario n. 10 ; e nao eom-
parecendo pessoa aJguma, declara em nome da
mesma senbora, que ella nada deve nesta, como
em outra-qoalqoer praca; e qne uio tendo tran-
sac.;ao de especie alguma, vivendo de seus pro-
prios recursos e satisfazendo a dinheiro tndo
quanto compra o lecha de comprar reputa, como
reputar falso todo e qualquer titulo de divida
sua, que por ventura appareca de hoje por dian
te. Recife 22 de setembro de 1871.
Zeferino de Almeida Pinto.
Muga se nina casa terrea com solio, multo
fresca, na cidade de Olinda ladeira da Miseri-
cordia, a esquina das Cortezias, localidade aprazi
vel, muito coramoda para ir aos banhos do mar,
seguindo pela ra do BomOm ex frente da mesma
casa : a tratar no Recife i ra Mrquez de Olinda
n. 33, loja de chapeos, e para v la na mesma ci-
dade, a fallar cora o Sr. Thoraac Jos de Gusmao,
com loja de-fazendas dos Quatro Cantos.
Ama de leite.
Precisa se de urna ama que tenba bom e abun-
dante leite : a tratar na ra da Prala o. 23.
Attencjo
Sarna Velha n, 111 aluga-se urna escrava pro-
pria para casa de familia e tera habilidades, por
preco commodo.
1M1
Preclsa-se de urna ama pa*ra com-
prar, cozinhar e fazer algara servi-
co de urna casa de pouca familia : na ra da Con-
ceicao n. 37, na Boa-Vista.
Precisa-se de urna ama para todo servico
de casa de peqnena familia : na ra estreita do
Rosario, laja n. 10. _______
Para passar afesta
Alagase ara sobrado eom grande quintal mo-
rado, cacimba e algaraas fructosas, com bastantes
commodoj .para familia, era Olinda, no pajeo de S.
Pedro-novo : a tratar na ra Imperial n. 3 A, ta-
berna.
Frontespirio do Uarmo
Em oomeqaeocia de ser a resta de Nossa Se-
nhora do Rosario, no 1* domingo do rr.ez de ou-
tobro (1 do futuro mez) como determina o com-
premisso daqueila irmandade, fica portaoto trans-
ferida a do Frontespioio ;do Carmo para o dia 8
de referido mez trapraNvelmehte, cojo prograco-
ma ser brevemente annunciado.
De novo pedmos aos Srs. procaradores, qne
aclivera a eobeanca das esraolas dos devotos, at
o nltimo dia do corrento mez ; aflm de qne se pos-
sa contar com a quaotia recebida, da qual depen-
de o brilhaoti.omo e pompa da mesma festividad^.
Na praca do Conde d'Eu casa u. 16 A, jun-
to a venda, prensa-s de urna preta escrava para
tender na rna.
te oda de pUatacio :
las n. 22.
um negro velbo que en
na Ca panga, roa das Crion-
Precwa-se de alagar um oseravo que. seja
n busto : .tratar na rn velba de Santa Rita n. 9.
Milita ltenlo
ftoga-se /eareedamente as pesaoas que se
aL-iwam m debite para com a profeasora parti-
cular D. Mara i^b Amalla de Miranda, ha pouco
allteiia, e que boje o esli consegointcmente pa-
ra eom a irmaa e aaeeaaaora da fallecida, a Sra.
D. Maria Mazareth Angoau, se digoem de saldar
seus cosspromissos, certas de que, fazendo-o, alera
de nra oataral comprimente de aever, praticario
um merHoriorfcto de beoeiceia, atientas as cir-
enastancias em que boje se oeontra a desolada
familia de D Mara Jos. Nao nma eobranca
de divida, o que faiemos, mas sint snpplicamo
*omd graca o pagamento deltas. Vio fallamoi em
orne do direlio, mas slm da aeeesa>dade; nio
bos dirigimos ao dever, mais sim earidsde.

* Arrendase o sitio denominado Peixinbo, que
fka entre Olinda e Beberibe, margem do rio,
eom grande casa paca familia numerosa, por ter
duas salas e gabinete na frente, sala de datraz,
dita e jantar, cinco quartos grandes, terraco na
frente, coxioha, esinbaria, baixa de capim que
di 106 felxes por dia, eom rauitas frateiras, gran-
de mangabeiral, terreno para plantacdes etc. qne
s eom a visto poder avatiar : para ver e tra-
tar no mesmo sitio.______
Cabellar uro.
Satyro a de Moraes tendo comprado o estabe
Jecimento de cabelleireiro intitulado a tranca
onslro-sItoiTua Duque de Caxias n. 59, P
aadar, acaba de dar sociedade no mesmo estabe-
leeimento ao Sr, Pedro Carneito de Almeida, e
tendo sido ambos offlciaes do bem eonbecido sali
da lesoura de ovo, confian ser por sena amigos
e fregoezes procurados para os vistores de soa
proflssio, garanlindo que fario quanti a ano al-
cance aleja para saJisCanr eom a maior dedica-
ci a sna crescida elientella.
Na rna das Peraamhocanas (lapunga) n. 56,
precisa-se 'e nma ama, e prefere-se escrava.
Orferece se para caixeiro ara rapaz brasilei-
ro eom alguma pratica de padaria, dando fia-
dor a sna andncta : quem precisar dirjase a
esta typograpbia que se dir qnem oa annancie
para ser preenrado. ______
O Sr. annnnaiante que precisa de 3u0 sob
bypotbesa de ama casa nos arrabal Jes d-sta cida-
de, queira dirigir-se nos dias atis das 4 rnras da
urde em diante a roa Augusta n. 94.
SOCIEDADE EMANCIPADORA.
De erdem do Illm. Sr. Jos Matheos Ferreira,
presidente da direccio ceavido a lodos os soeios
da sociedade emancipadora para a sessio magna
qne deve ter lagar no domingo 1.* de oalubro as
11 horas damanhi no theitro de Santo Antonio
ra da Florentina.
Todas as alforriadaa devem comparecer i essa
sessio, para reoeberem as snaa cartas de liberda-
de qne se aehio na secretaria da socisdade.
Sollicito dos Srs. socios ou nio, que no honra-
rem eom a remessa de cartas de liberdade de
seus escravos e deelaracao de hberdade do ventre
de snas escrava) se dignem remelle-las at o dia
30 do Mrente.
Secretaria da soeiedade emancipadora, 20 de
setembro de 1871.
Jote Eustaquio Feretra Jacobina.
1.* Secretario,
%1^
Precisa se de ama ama pa
ra todo o servico: roa .de
Hortas n. 30, sobrado.
O propietario do mnibus de Caxang, faz
sciente ao publico que do 1* de outubro em dian-
te haver I mnibus para a Varzea, conforme os
assignantes qoe ti ver : as pesso s qne pretende-
ren! passar a festa, saberio das oras da partida;
assim como do preco das assignaioras, na eoxeira
dos mesmos omnibns.
CASA M FORTOHA
Aos 5:0001
Billetes garantidos.
i roa Primeiro de Margo (ootr'ora roa di
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos fe
iizes bilhetes nm quarto n. 1922 com 5:0001000.
ora quarto n. 10 eom 800*000, ura quarto n.
2686 com 300*000 e outras sortea de ii e 20J
da lotera que se acabou de extrahir. (2081), con-
vida aos possaidorea a virem reeeber na confor-
midade do costurae sem descont algnmA
Acharc-sa i venda os bilhetes garaoxitos da
12.a parte das lotera?, a beneficio da non igreja
de Nossa Senhora da Penha (209'), que sefexrahi-
r sabbado 30 do corrente mez. >
PRECOS.
Bilbete inteiro 61000
Meio bilbete 31000
Quarto 1*300
im porcio de 100*900 para cima.
Bilbete inteiro 5*300 ,
Meio bilbete 2*750 '
Quarto 1*373
' _________Manoel Martins Pioxa.
Precisa-se de urna ama para cozinhar em
casa de pouca familia ; i tratar na roa das Cru-
zes n. 29, arraazem de movis.
Precisa-se para casa eslrangeira lima ama
perfeila engoraraadeira e copelra : ra de Joao
Fernandes- Yieira, sitio n. 34.
Joao Christiani
Participa aos seos amigos e freguezes que' se
acba de novo estabeleeido em sua antiga loja i
roa do Bario da Victoria, outr'ora raa Nova o.
44, onde se encostra nm escolhido soriinents de
chapeos de* todas as qnalidades, quer para ho-
mens qner para senhoras.__________
Idioma hespanhol
Presisa-se de ara professor que heciene este
idioma, sio a traduzir, como a fallar e eaere-
ver : quem estiver nessas condict;09s queira an
nanciar.
. O abaixo assignado, agradece (or.iij'lmenie, a
todos que acompauharam o ebterro d> seu presa-
do amigo Jos Ferreira Frailo; e coavila a ou-
virem algumas missas, que manda rezar, por al-
ma dette, na igreja do Corpo Santo, 4/ feira 27,
as 7 horas.
_____________J. 1. ie Almeida Olivetr*.

CRIADO.
Precisa-se de nm qne seja copero : qnam ae
jnliar habilitado airija-se ao Caf Imperatriz, roa
4a Jtnperuriz n. l-para traiar.
Jeroiiymo Dehuc, estabelecido eom sali de ea-
bUeirairo aa raa Prioairi de Marco (antiga do
Crespo) n. 7 A, 1* andar, avisa ao respeiiavej pu-
Mieo qoe dlsaolvea aotifSTelmeote a soeiedade
ae tioh eom o Sr. Pappe Ssntiago de Almeida.
uado o iciivo e paaaivo cargtf delle annnn-
iante.
jRfc'fs Jrl de Hmbra Jf 1871.
*> Precisa-se de nm caixeiro que tenba prati-
ca de taberna de* 12 a 14 anuos de idade, na rna
do Rangel n. 8._________________________^_^
O lestamenteiro e ioveotariante dos bens
do fallecido Damiao Pereira da Caoba, id-
entifica a qoem se considerar credor do
refirido fallecido, que aprsente sua conta
oo praso de i5 dia;, afirn de ser examioada
e satisfeita em seo dei lo lempo; i roa do
Mrquez de Olinda, loja n. 4a.
Thamaz Fernandes da Canka.
ATTENCAO
Veode-se por barato preco ama propriedade a
margem da cambda dos fiemedios, fazendo-se
toda vantagem ao comprador, retebendo-se parte
em dinheiro e parte em letras ou objctos de
presante venda; cuja propriedade contera ama
grande otarla de pedra e eal qoe lastra 16,000
i^S.*6 *,"eori* 8roM o forera qoe, comporta
25,000, com mais Um forno e lastro para fazer-se
telbas, ladriibos. cano e looca, eom excellente
barro para qualquer obra, com doos exeelleotes
tiveiros de psixe e com casa de vrenla para
grande familia : as peaaoas que prntenierir di-
rijam-se dita propriedade a entender-ie eom o
capuao Delnm Lio3 Caraleante Pessoa
\OVO MMJW DO
Colleccio do I* semestre, ns.. i i 5 14100
Assignatera do 2* semestre, 'js. 8 a 12 4*200
Os o*. 0 e 7 acham-se esgofados.
DE LAILHAC^RAa
AgenUja
Livrarui franceza.
JOBIAL DAS FAMILIAS
Assifnatora para 1871.
Rfc t2*O00.
DE LAILHAGA & a
Agentes
Livraria franceza.
NOVO MUNBO.
Assignatara do terceiro semestre; aeba-se aber-
a em casa dos agentes.
Rs. 34000
DE LAJLHACAR A C.
Livraria franceza.
ECHO AMERICANO.
Assignatara do primeiro semestre, ns. 1
Rs. 6*000.
DE LAILHaCAR & c.
Agentes.
Livraria franceza.
a 12.
AMA
Roa do Torres n. 16 3* andar
precisa-se de ama ama qne co-
sinbe, compre, e engomase para
nma pessoa.
Superiores cigarros do Rio
de Janeiro.
Domingos Alves Matbens, nico agente nesta
provincia da fabrica imperial de cigarros de S
Joio de Nitberoby, estabelecida no Rio de Janeiro,
tem serapre nm completo sortimento de todos 01
cwarros, fumo picado e en latas. Tem gualmenu
os afamados cigarros Conde d'En, feitos eom mag-
nifico papel de palha de milbo e fumo superior
Para governo de seu freguezes, que tem estabele
eido depsitos filiaos, as casas dos Srs. Thoma:
Francisco de Salles Rosa e Manoel de Sonza Cor-
deiro Simoes Jnior, no balrro do Recife, e todo
3oanto for vendido em outras casas eom a firma
e Sonza Novaos & C. sio falsificados.

Pode ser procurado a yen-
da de ac de Trieste da ver-
dadeira marca 1, 0 e 00 em
casa dos S s. Keller & C.: a
rna da Cruz N. 5
MOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V-etra da Malta,
:rivio na eldade de Nazareth desta provinciJL
favor de vir a rna do Imperador n. 18 a ronemi
aquelle negocio qne Y. 8. ae comprometten
sar, pela terceira chamada deste jornal,
de dezembro prximo passado, a depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e tula compro,
s por esto motivo de novo chamado par* dito
fim ; pois V. S. se deve lembrar qne este negocie
4 de mais de oito annos, quando p aealtor ata
flho se acbava no es nesta cidade
tMalta, ^r
jvincA. ^r
a conenait/^.
Iten reasK
i.'am ftn
Afiual ebegoa nova remessa de leite con-
deosado da Soissa, pelo vapor Cognac, e
desde j Acarnos esperando pelos seos apre-
ciadores e entendedores deste artigo : vende
Keller 4 C. Ha roa da Cruz n. 55.
AOS 5:0004000
Esli i venda os felizes bilhetes da lotera da
Sabia, na easafeliz do arco da Conceicao, toja d<
)urives no Recife.
rna do Vigario n. 16.
Precisa se de urna ama pa-
ra o servico interno de urna
casa de familia,: tratar na
Subloca-se o arrendamento do pre-
dio da roa do Mrquez de Olinda o. 23,
com grandes commodos para qualquer es-
tabelecimento commereial, tanto oo pavi-
mento terreo como oo andar : a tratar
com Antonio Jos Rodrigues de Sooza, oa
tbesoararia das loteras.
Aluga-se
o segando andar do sobrado n. 38 da raa Nova:
a tratar na loja.
CASAS
Alaga-se o primeiro, segando andares e sobre-
sotao da casa n. 6, cita a ra do Livramenta : i
tratar na loja do mesmo predio.
CASA. DA FORTUNA
RDA 1 DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N 23.
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto ven
la oa felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagande
iroraptamente, como costama, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 24*000
Meio 12*009.
Quarto 6*000..
Manoel Martins Fiuza.
Precisa-se de500*, dndose por hypotheea
urna asa eom sitio em nm dos arrabal fes desta
cidade: quera quizer annancie por este jornal-
Nesta typograpbia se dir quem tem um
moleqae para alagar, bom para maadados, eozi-
nba, etc._______________________________
SOCIEDADE
Monte-pio Brasileiro.
Nio tendo se reunido a assembla geral oo dia
24 do corrente como foi annunciado, de orden do
irmio director de nova convido a todos os isnbo-
res soeios para se reunirem no da 28 (qnlnta-
feir.) as 7 horas da noite aflm de se proceder a portugueses :1 trmTaa ^ SeraKTl?
eleieio do novo eeiMlba administrarrvo. brjtjou imperaaor u._ a,
----------------,_________
eleifo _
Secretaria do Monte-pio Brasileiro ?f de setem
bre de 1871.
Jerenyrao Bruno,
! secretarlo.
Precisalse de nm homem portogaes para
ser fetor de nm angaplu ; a iraur na rna do
Bom Jesas (ontr'ora da Crnz) n. 30. !
Auvogado^
Os bacharea losa dos Aojas Vieira de
Amorun, e Miguel Bernardo Vieira do
Amorlm tem sea escripUrio a roa id
~c Duque de Gixias o, 95, 1* andar
Pfeeisfsp de doui carroeeiro's, "prefcra-SB
; rtognaz
OTttca.
No sitio do UihaM pfjMisa.sa Uam tseoi*
co de i2 annos pa>a cuidar da alguna
19oem estiver na ciscnmaiyicia de se ptapdr, HalV
_ ja-se ao mesmo sitio, na amada da PanktotCaaaa-
{re, oatr ora de fefio de Btrm, on rst^gripads
. deste jornal, a c^laTcdA o9r,^etrelra.
rVeta-jede ooiaam de reile w roa Dam* "-- 0 Sr. tfaacel atardus de'Atotlra,ttm pota
ixwsn. 99, loja lo_r?J em ejroodo. rte2 ^.' t.'c-iptor.'n de T4-S' IraSoj & C.
Ama de leite.
Jos Marcbegiani, negociante de objctos de
Bellas Artes cera estabelecimento era Roma e em
aples, tem a bonra de levar ao conhecimento
do publico desta Ilustre capital de Pernambuco
3ue se acba habilitado para re:eber encornmen-
as de todo o genero, na immensa espbera das
Bellas Artes : pintura, escultura, arcbitectura,
lithographia, mosaicos, gravara em aoo, em cobre,
em_ pedras doras ; pode tambem reprodnzr em
camafeos, retratos de modo especial e aioda nao
visto nesta cidade e perfeitamente parecidos tira-
dos de outros em pbotographia.
Reeebe commissoes para obras em ouro, prata,
marmore e era qualquer ontras materias usadas
ms artes. Encarrega.se de objctos diminutos oa
grandes ; a retalho oa em grande escalla.
Era relacio aos objeetos de pequeo valor nao
recebe o preco adiantado contentando se cora as-
segurar o ajuste que flzer, era quanto porm aos
grandes objctos e avultadas encommendas, re-
cebe as commis.'oes cora as garantas, segundo o
estylo commereial. Em vista pois das muitas re-
lacoes que tem pode encarregar-se tambem de ou-
tros negocios que forem de sua aleada.
O annunciante tem apenas as amostras era pe-
quena escita dos objctos f m camafeos e mosai-
co as quaes denotara os recursos, de que dispde
para fornecer desses e de outros objctos de maior
importancia aos amantes das Bellas Artes.
Pode ser procurado, todos os dias atis das 8
horas da manha at as 3 da tarde, na livraria
Econmica, dos Srs. Nogueira & Medeiros, roa
Primeiro de Marco n. J.
Balaios e mais balaios
Cestas de semana nao
Directamente vindos d'Eompa
Para o nosso deposito de pao

A' roa Larga do Rosario
A' loja do triota e seis
Obras de vime e de palba
- Todo alli acharis.
SENHORES CONSUMIDORES ACEITAI 0
CONVITE QUE VOS FAQO.
Viodeao Dossoestabelecimeato muair-vos
de sublimes cestiobas finas o mais interes-
ante as meninas de escola e maiores para
senboru>^
ptimo bercos para os rescemoacidos.
AboadoMB de criancas aprender andar.
Bandejas de mais e mefios de um metro
para roopa eogommada.
Salvas rasas e de p para por troclas oa
mesa.
Pratinhos maisados para mitar-se o pao.
Collecces de balaios para roapas servi-
daj, os maiores off.recem capacidade a roo-
pa de 10 peeaoas oo espaco de 15 diaa.
Cetlecc5es de acafates e de condecas para
djffereotes misteres as casas de familia.
Ditas de gigos de vime para padaria. Di-
tas de balaios para botar-se papis rasgados
oe escriptorio*.
Balaios qae dividem as facas de garfoa.
Ditos com lampa e sem ella para costara
grotsa e qaalqaer outra applicacio.
Cestas de arco e tampa e sem ella, para
compras de carnee e outros misteres.
Rollo de cera branca para ascender luzes.
.0 sortimeoto grande, com elle bem
serviremos a todos desta cidade e aos. nos
soa fregoezes do centro e de ootras provio
cias qoe dos costumam honrar com os seos
pedidos aflm de aortirem seos estabeleci-
Motos de balaios.
Pedimos igualmente aos noisos benigoos
comparochianos que preflram ao eu con-
somo o qomo ptimo pi cormem, pro-
vanea e crilo. Masas doces torradas e
bolachas etc. mmik .\
Precisa-se de duas amas, sendo para eosi-
nhar e mais servicos internos de pequea familia:
na ma Imperial n. 199, por cima da reflnacao.
FDHDICiO
DO
BOWMAN
Vapores pequeos pa
caroqar algodao.
des-
Vende-se o sitio Olho de
Vidr(>.
Em Ponte de cha.
Este sitio tem nra sobrado de um andar e an-
dar terreo, contm i sallas, 9 qnartos, 2 cozinhas
eom bons fog5es e forno de ferro, este sobrado
circulado de janellas. Tem em separado grande
eocheira para cavallos, casa para feiior e escra-
vos e bem assim casa para fazer farinba com seas
misteres para tal flm. Esta casa tem na frente
bons eanteiros para flores, com portao de ferro
Sara a estrada do Parnameirim, grande sitio ar-
orisado e m grande diversidade de fracteiras,
grande baixa para capim, podeodo sustentar por-
cao de vaccas leiteiras para as quaes tambem tem
commodos de reeolhimeoto.
Os fundos da dita casa e sitio deitam para a li
nha frrea que segu desta cidade para Apipucos,
e se acba livre e desembarazado, visto qae as
qaestoes qae os consenbores de dito sitio tem
com os empreiteiros de ditos trilhos apenas diz
respeito ao terreno que elles ora ocenparb, e os
prejuizos que por tal motivo tem cansado.
Os pretendentes podera-se dirigir ma Duque
de Caxias, loja n. 43, oa ra do Aragao, boje
ua do Visconde da PeloiasJ3. casa o.
ST
k>nsultorio homeopi-
thico
DO DR. SANTOS MELLO.
Raa do Bario da Victoria- o. 43.
VACQNA.
Todos os domingos e quintas -feira?, pe-
las 9 horas s 10 da manhaa vaccina-se
por preco mdico, para o que ba muito
bom puz vaccinieo. '
Recebem-se chamad, s para vaccinar em
qualquer casa.
Consultas medicas lodos os dias pela i
manhaa.
Chamados a qualquer hora do dia e da
nonte.
Gratis a parte medica aos pobres.
AMA Precisa-se de urna ama que saiba co-
H Aaa.il. zinhar e comprar c-md perfeicao para
casa de pouca famil.c, prefere-se escrava : na ra
da Aurora n. 5, 2* andar.
Aluga se
o sitio da estrada de Jcao de Barros, com 800 pal-
mos de frente e 900 de fundo, com 2 salas, 4 quar-
tos, eozinha ao lado e quarto do fetor e copia fra,
todo arborisado : trata-se cora A. de Abreu Porto,
ds estacao da ra da Aurora, eslacao da empreza
de Olinda, das 6 da manhaa s 6 da tarde.
Roga-se aos senhores ca pitaes e campo o
favor de apparecerm i ma estreita do Rosario
n. 23, a.nrgicio d sea fnteresse.
Na ma Direua n. 64, preci9a-se fallar com
o Sr. Sebastiao de Mullo e Albuquerqao, a negocio
de sen inleresse.
O Sr. Anli de S e Albuquerqne rogado
a vir entenderse era Tasso lrraaos ero liquida-
cao a negocio de mutuo interesse.
Fetor
Precisa-se de um fetor para nm sitio, preftrin-
do-se ponuguu : a tratar na rna de Pedro Af-
fons \ outr'ora Prai?, taberna o. 43, das 8 as 12
horas da manhaa, e de 3 as 6 da tarto.
rio n. 5, 2* andar.
. Precisa-se de urna ama pa
ra cozinhar e que seja de boa
conducta : na raa do Viga
Av Torre.
nm sitio com ex-
cellente casa de
vivenda e banho
frente desta no
rio, sendo ptima
morada para es-
trangeiro. A easa assobradada, e tendo passado
per coneertos agora, carece de caiacao e cintura.
Alem da casa de vvenda ha coeJMra, estribara e
quarto para criados: trata-so na ma do Gervasio
Pires n. 26, pela manhaa at as 9 horas, e a tarde
das 4 em dame.
SITIO
para mu
Aluga-se um bom sitio eom grande casa de so
brido, eaiada e pintada, com commodos para
grande familia, eommodos tiara escravos, eochei-
ra, estribara, casa de banbo e mullas ardores, na
Paasagem da Magdalena : a tratar eom Domingos
Alves Mamen*, a rna do Vigario a. 21.
Meajtvndo amelar.
Aluga-s o 2* andar da raa do Padre Floriano,
pintado e acabado de novo : a tratar na ma do
Rosario a. 21
Un I
Dr. Manoel Enedino Reko
5 dico, raa da Cambda do Carmo
m aadar.
mmmmm bm *
Predsa-se do ama ama para comprar e co
zinhar : aa roa do Gaz n. 24.________
*reelade nma ama
AMAk
pouca familia
Rosario o. 20, I*
: na
andar
forra pa-
ros larga do

\
N AMA DE LEITE
2JL2J 0- ** defropte do hospil Pedro II,
F-cpelnoi) precisa-se de nm de leite, que se-
abaodaute e bom !e;e Preftre-
"fuOf.
--da nma na para lado serfigj da
. eV5?2 tfoM JaesdAs: a traiar no largo do
Arsenal de GoefrA a. 3.
Companhia Al lianza
tegaroa martimos estabelecida
na Bahia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs.. 2,000:0)04000.
fosas seguro da marcaiorias a dinneiro a risec
narHimo a nattes de vsHa e vapores pata de
ro a fra do imperio. A enea 4 rna 46 Osa-
nereio i S. mrif-i-iio & Joaquim Jos Gon-
>tfvga Bfitrio. ^
IMPERIAL FARRICA DE CIGARROS
BE
S. JOO DE NllHKHOHV.
Um dos problemas que mais tem preoaespado
alinelo dos legisladores e dos economistas mo-
dernos, particularmente na Ioglaterra e na" Fran-
ca, e acerca do qual, anda em 1868, L. Wolowk:
fez ura profundo e .notavel distarso, o qne trato
de definir e regularisar, maniendo o equilibrio
entre o interesse e a hamanidade, o tribuno das
criancas as manufacturas.
Esta queslao grave e melindrosa, cornaca a ser
entre nos de alguma importancia, e mereee ejae a
examinemos com criterio, tanto mais que ferrosa-
mente na substituirlo do elemento servil lera, ella
de considerar-se eltlcacissima para o futuro des-
envolv ment de nossas industrias.
Recordando com o celebre economista de qoe
fallamos o profundo pensamento do poeta iaglec
cine diz :=A enanca o pai do hornera parti-
Ihamos tan. bem os seas generosos sentimentos re-
lativamente essas frageis a delicadas ereatoras,
que anda na prmeira inieiafao da vida prestara
a tao importantes servidos soeiedade.
Qualquer qae seja o ensioo oa o labor em qae
se exercitem as torcas anda debis dessas fraca
existencias, deve presidir o maior escrpulo sua
direccio, a maior vigilancia e cuidado no emprego
a distribuido do tempo, porque do sea resaltado
lepende a aelividade e a energa das novas gera-
edes, e d'estas as grandes conquistas do futuro e o
progressivo aperfeiccamento social.
Nos seeolus anteriores as industrias ocenpavam-
se mais eom os productores. Ao seclo XIX com-
pete" a gloria nio t de melborar o fabrico dos
productos, toroando-os mais perfeitos e mais ac-
eessiveis a todos pelo quantidade e raodiedade do
preco como a sorte a condieo, a existencia do
trabalhador, do bomem.
Woiewki cita a este respeito as palavras de
Gladstone, que, era urna reoniao de operarios in-
glezes, fa lando-Ibes lano em seus direi|os, como
em seus deveres, disse : O nosso scalo o se-
eulo do operario :> e accreseenta qne esta pairas
nio sahio de boeca suspeita, pois Gladstone nao
penen ao-numero daquelles que lisongeam em
rez de servir ao pevo.
0 bomem d'este modo encarado,, como bem
primordial da prodncco do bem; e o notavel au-
tor qae nos referimos entende comnoseo qne a
liberdade qne elle conquisten tira toda a sea for;a
da energa da alma associada sande do corpo,
la elevacio do espirito que proporciona o desen-
volvirnento progressivo da habildade pessoal.
Foi babeados n'esta allianca que os legisladores
inglezes compreheoderam que o instrumento acti-
vo, o operario, obedeca outras e diversas neces-
idades que as que sao panilha do iustrnmenio
material.
Foi por este motivo que se marcaran) e regula-
mentaram as horas do trabalho as manufacturas,
e se attendeu sobretudo a qae as crianeas rece-
oessem a nm tempo o ensino da fabrica e o ensino
le escola.
Era 1862, diz anda Wolowki; sanecione u-.-f
aa Inglaterra a prole, a vigilancia penetron no
seio das vastas commuoas industriaes, formadas
hoje em roda da machina de vapor, dessas vastas
iomrnunas povoadas por miihares de operarios.
A le de 1802 flxoa a idade em que as criancas
podiam entrar para as manufacturas e limiteu a
luraQao do trabalho.
Pois bem. Este grave e humanitario problema
que levon qua-i meio seclo a resolver, e precc-
copou a attenco de tantos bomens de estados
smineotes, como foram Roberto Peel Lord Asir- y.
hoje Conde de Cbattsbuago, genro (fe Pclaeis:' i-.
a muitos outros, assignalando nma t-.-pna honrosa
oa historia da civilisaco moderna, :!,: ere., i-
ado, e dando salutares resultados rnir rras m
fabrica de cigarros de S. Joao Nnherchy, Ja qaf<
io propretarios os Srs. Sonza e Novaes
Ja livemrs occasiro o anno passado, de f ^-re-
ver alguraas linhas acerca deste importante tsu-
belecimento, e boje, depois de urna visito que li
temos ao novo edilicie ampliaremos aquelle nosso
trabalho.
A casa onde actualmente est estabelecida fa-
brica sera duvida um des melbores-predios da ca-
pital.
Alera das espacosas accommodacoes nteriores-
livremenle arejada como convra a' tao numerosa
agglemoracao de pesseas, o predio exteriornen-
te de ama arcbtectun simples e elegante, e rica
i pencas bracas do mar, onde com auxilio de ama
ponte os productos sao com facilidade embarcado
e conduzdos para os mercadea.
Cerca de dotentos meninos ah recebem o ensi-
lo manual, iotellectual religioso e me ral.
A mais perfeita ordem, sem a severidadede nma
rod disciplina, mas antes aconsejada pelos pre-
citos praticos da auturidade, da um aspecto agra-
lavel a esta afanosa communa de pequeos ope-
rarios e ejperancoso ncleo de futuros e moraliza-
dos cidados. .
Em um vasto salao das 7 s 9 horas da tarde
depois do trabalho e do descanso aprendem os me-
ninos os primeiros elementos da leilura da escrip-
ia e da contabilidade. Dissemos primeiros fo-
mentos porque acreditamos que as noedes rudi-
mentaes da escola n-o sioouira cousa maU qne o
instrumento coro qae mais larde se deve concluir
; aperfeicosr a educscio. Nao costa saber 1er o
esencial e f.izer uso discreto e aproveita.vet
lesee poderoso motor do nosso aperfeicoameco
aicral.
Depois do trabalho manual e do ensino da es-
tola depois mesmo de algumas horas consagrada
ao reereo era preciso amenisar com o [estado de
algnns dos ramos das bellas-artes as larefas in-
fanlis.
Neste intuito foi creada urna aula de moajea- di-
rigida p r hbil professor.
Com pouco lempo de exercicio e o ardor pro-
prio da mocidade j Iguns dos alumnos totam
iom verdadeiro adiantamento os instrumentos qu
colheram, e pode dizer-se que a fabrica tem
hoje ama banda de msica sna disposicio, o que
tem de accrescenlar urna agradavei prenda a
aducaco dos aprend zea, dispensa dias festivos do
asta belecimento, o concurso dos moaicos etira-
ahos.
Ora, o grande resultado colhido por esto di.; >>
ystema do ensino manual e simultaneamenie o-
iollectual, qae os productos da fabrica ds S. Jua
de N theroby, redobrando de valor pela qualidade
s perfeicao augmenlam tambem a ua procara oo-
mereado s naturalmente os avultados intarcseeV
lps productos.
Estabelecida assim eom os outros estabelecinsen
tos do mesmo genero a lula da concurrencia, que,
oo dizer de ura notavfl eeonomisia, nio ouira
coasa mais qae a manifestacio pratica, a face
material da liberdade. claro est qae as condicoes
do trabalho livre comscam j a ser assenladas, en-
tre nos em bases sensatas e de consequencias pra-
deas.
Ligamos nm alte apreco s tentativas a aos re-
sultados desta ordem. ~
O Brasil precisa empregar todos os teas estr-
eos na propaganda industrial, nio; esquecetuV
sanea que a quantidade dos productos nada re-
presenta, s ella se nio tornar ao mesmo lempo-
recoromendawel p|a sua qnaMdade, e qae esta >
je obtem cora auxilio efflcaz dos productores na-
seis e intelligentos.
Acreditamos, pois, qae os Srs. Spazi Novios
prestara ura importante servico ao paiz e temos
empre pracer em mencionar os stobeleeirneni
desta oaiorezi, nio i ea reterenela arta fabn-
Js.aomo a bsa qne i?tiverem fandadas on e
fondeo d'aq'ai em diaa:o ntt rnesmas crreBa-
lancias.
O anico deposito nesta didada>|" aasMajato^io-
le Domingos Alves Matheos-a na do* Vita-
rlo n. 21.
A. Zaina r.
- V:'*



m

<

D ano ue Jfenuimjraoo Quwjia eira 27 de Siembro d 1871.
5
D. W. BOWMAN
Engenheiro com
FUNDICIO
PASSAIDO 0 CHAFARIZ
Pede aos senhores de engento e ooiros agricultores, e empregadores de ma-
hinimo o favor de ama visita a sea esubelecimento, para verem o novo sortimento
completo aoe ahi tem; pois sendo todo maito mais barato em pre?o do que jamis to-
aba vendido, est ainda superior em qualidade e fortidSo; o que com a iospectfo pes-
oal pdese verificar.
PEDE ESPECIAL ATTENCO A NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
VAnnrAft A rniia* fTfl CTiifi dos mais modernos systemas e em
vpulos fj ruuctS U agua, tamanhos convenientes para as di-
versa cireumatancias dos senhores propietarios e para descansar algodo.
Moendas de canna Js -,muDhM- "TO",orM qaea,u'
Rocas aentattas para ^m^St agua e vapor.
Tazas de ferro fundido batido e de cobr.
Alambiques e fundos de alambiques.
Machinismos
-OOmDaS de patente, garantidas.
i OaS aS maCUlnaS e peas de que se costoma precisar.
FaZ qualquer eOnCertO de machinisino, a preco mu resumido.
Pormas de ferro S3U* ie,fcorea "te b-ratM *****?
fnAAmmaniloa Incmnbe-se de mandar vir qualquer machinismo vonU-
JJiflLOmmeUUade d08 clientes, lembrando-lhes a vantagem de fazerem
anas compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qualquer necessidade pode
Ses prestir auxilio.
Arados americanos ^0$lrninent08 agriC!as.
para mandioca e algodJo,
e para serrar madeira
Podendo todos'
ser movi los a ma~o
por agua, vapor,
ca animaes.
Ramal de Beberibe.
Achare aborto este ramal al a povoacao do Beberibe.
TABELLA DO RAMAL DE BEfiERlBE
qt.e tem principio na ..' de onibro de 1871.
Partida dos trens nos tlias uteis.
Ma.
ESTAFES.
Encruzilhada....
Estrada-Nova....
AgaarFria..
Fundi.........
Porto da Madeira
Beberibe....
DE MANHA. DH TARDE
lloras. Horas. 6.15' Horas. Horas. Horas. Horas. 3.45' Hora?. Hora*. 545' Horas. J Horas.
5.UF 7.45' 8rl 2.45' 4.45' 6.1o 7.45'
5.48' 6.48' 7.48' 8 48' 2.48" 348' 4.48' 548' 6.48' 7 48'
5.50' .50* 7.50 8.50* 2.5V 3,50' 4.50' 3 50' 6.50' 7.50'
5.52' 6.52' 7.52' 851' 2.5' 3,52' 4.52', 552' 6.52' 1.5
556' 656' 7.56' 8.56* 2.56' 3.56' 4.56' 556' 6.56' 7.OT
6. 0' 7.0' 8. 0' 0. 0' 3. 0' 4.0' 3. 0' 6. 0' 7. 0' 8 ff
8.45*
8.48-
8 50"
8.52'
8-56'
9. 0'
Volta.
ESTAQUES.
Beberibe......
Porto da Madeira
Fundi.......
Agoa-Fna....
Estrada-Nova,
Enerazilhada.
DE MANHA.
Horas. Horas. I Horas. Horas.
6.20'
6.24'
6.28'
6 30'
6.32'
6 35'
7.20
7 2V
7.28'
7.30*
7.32'
7.35'
8.20'
8.24'
8.28'
8.30'
8.32'
8 35'
020"
924'
9.2*
9.30
9321
9 35
DE TARDE.
Hora?. Horas. Horas. Horas. Horas. Horas. Horas
3.20'
3.24'
3.28'
3.30'
3.32'
3.35"
4 20'
4.24'
4.28
430'
4.32'
435'
3.20'
524"
5.18-
5 30'
532'
5.35'
6.20'
6 24'
6.28'
6.30'
6.32'
6.35'
7.20
7.2V
7.2ff
7 30'
7.3*
7 3?
8.20'
8.24'
8.28'
8 30
8.32
8.3o
9.20'
9.24'
928'
9.30'
9.32'
9.3a'
Do talingos e das santificados.
Da Ecrmilhada s 6.13,7.15, 8.15, 9.15 da'manb; 1.15, 2.13, 3.18, 4.13, 5.(3,6.13
.15,8.13 da DDOte.
De Beberibe as 6.43, 7.43, 8.43 e 9,43 da manha; e 2.45, 3.43, 4.43, 3.13, 6,15, 7.45 e
6.45 da noate.
OBSERVADO.
Nos das ute sabe do Recite s 11 horas e 50 minlos da man aa e volta de Deberbe 1
hora da tarde om trem de carga, que aim da cerga e bagagem conduz passageiros, indo e vultando
em expresso.0 Recite at Eocrozitoa etc. Os treos Mmenle chgam at o Porto da'Madeira, e s
irs a Beberibe qaaodo fr aberto o transporte pelo goverao da provincia.
O SUPERINTENDENTE,
A 'Ab'tu Pirlo.
I a tranca msn i
(llHUillEIIOS
SATYRO & CARNEIRO
Autigos officiaes da Thesoura de Ouro.
Adam-.se eslabelecidos com sa;3o de cabelleirciro roa Deque de d- $%
J4 xiaa o. SQ Io andar. i gj
intebessa ler
i
A loja dosArcos de Alvaro Aogoslo d'Atoaeida 4 C. i roa do Crespo n -20 A acabt
it receber directamente ?(guns artigos do moda que passa a mencionar.
Riqaissimo cortes de vef tidos de blonda para casamento.
i Ditos de tarlatana bordados i seda para casamentos.
Cortea ib seda de bonitos gostos o superior qualida le.
Colxas de seda, 15a, e 13a e seda. -
Capailas com mantas de bloodepara ooiva.
Camisaa de esgoo bordadas para noiva.
Leoeos de cambraia de linbo bordados.
Cortinados bordados de differentes precos e qualidades. SL t
Bornsde Ua-a fedapara seabora.
Cnapelinas de crpe preto besa eifeiadas para lula.
' Chapeos enfeitados para menina modelo iuteiramente novo.
Manttlhas brasileira 4e Ci de seda.
Cortes de cambraia de cor, e brincos bordador.
Ch^cheoez de lia a seda.
Toil de voyage faienda de gosto par vestidos.
Crotones de padroes no vos.
Grav.tas de rooito gosto para senbora.
ABqoibbas de crina. s
Alim dejtes- artigo que se vtndem por precos resolvis tem outros qao sao verds
deirai pecbincbas como sejam :
Cambraiaa de cores a 240 e 280 o covido.
AJpaca largas bonitas padroes l 00'ti. o covado.
Leos de esgoiio muKo fino a H- W5O0, iWCO e 3J000 a dara.
L3ai de oro a 280 rs. o covado.
Eatairas da India para forro de $alas.
PROTESTO.
A earu de ordem dirigida ao Sr. Io laolBttw
d Medeiros flrmaado em mea nome am*' "
estraDh'a, a pedido de diversos gneros, da atuj
somente Uve setnela quaodo o referido aeiDor
m'? apretentoa, iropalle-me a'coMignar nm pro-,
testo contra a respoosabilidade do debllOnresultan-
te delta; nao devo nam posso aceita-la, anm de
que fazendo-a reverter ntra aqnelle que cnmi-
nosamente ousou prevaleeer-e de mea nome,
provoque a accio da jatlica par a respoM*Diu
dade penal que emmerge desse acto de o01*'61
dolo. Proteato, pois, faier ree-hir a responsabi-
lidade sobre aqnelle que deve respender por ella.
Gameleira 18 de selembro de 1171. M
___________Manoel Joo da Fonseea finio.
Furtaram na noite de 22 para 23 do eorrente,
de segando sitio passando a (andido em Satto
Amaro, um poltro e am qaartao, tendo o poltro
rodado, pequen j, de segunda mude, com o forro
AM; o qortao.castanno, de bom tamanoo, com a
sarnelha enxada, signal de retadora as mi*,
castrado, sem andares, tero no eocbao o ferro da
ribeira-3alem de ontro : qoem os apprehender
oa der noticia no mesmo lagar, raa do Lima n.
10, ser recompensado.
A \f A Precisa se de nraa ama para o servi-
/lilLa. C4) de Dma casa de pouca familia : a
tratar na raa da Praia n. 53. 2* andar.
Palacete raa do Visconde de {loyanna (an-
tiga roa do Mondego.
Aloga-se oa arrenda-se esta bella cala, com
pequeo sitio, canalada de gaa e com todas as
commodidades para grande familia, oa qualquer
ettabelecimento, passando os bonds pela frente :
a tratar mesma ra olara n. 63, com Marcelino
Jos Lopes.
Precisa-se de om caixeiro eom pralica de
molbados : na raa de Pedro Alfonso n. 54.
COMPRAS.
ROLAS
Compra-se am casaliiobo de rolas de Hambnr
go, que sejatr brancas, psga-se bem : necta ty
pographia se dir quem quer comprar
k i aunia .o un* iui i xx *x u i. vuiuf .. .
Nesta tvpographia eompra-se urna bistona
sagrada por Pmheiro._____________.._______
COMPRASE
irascos vasis da tintara japoneza, e pagase a 80
rs- cada am : roa Duque de Caxias o. 50, e
iarqnez de Ollnda o. 5t. __________i
na estacio da coiipanbia do Recfe a Olinda e
Beberibe, panno velho branco qaalqoer porcao :
de 8 horas da manha as 4 da tarde.
Compra se am oa doas buhares com todos os
seos pertences : a tratar oa roa do Barao da Vic-
toria (ootr'ora raa Nova) n, 53.
A ULTIMA HORA.
065.
Ra do Duque de Ca-
xias
acaba de receber oro importante sortimento de
poupelinas de lia, s qnaes abren o preco de 500
rs. o covado, nao deixem de vir ver esU linda fa-
ienda.
VERDE SE
A verdadeira goman do Acarac em saceos e
barricas, por meaos proco do que em outra qoal-
^uer parte roa do Vigario n. ti, escriptorio de
A revalesciere du Barry de
Londres
Toda a deenca cede a Revalesciere da Barry,
que da sade, energa, appetite, digestio e des
canso. Ella cara as dispepsias, gastrites, homo-
res, acidez pituita, flato, enjps, vmitos depoi
da comida e gravidez, conipa^oes.t) aathroa,
affecces pulmonares, bexiga, flga/ -erebro e
sngne ; iW.OOO curas, inelaindo mauas dallas no
Brasil.
A revalesciere chocolatada dn Barry
em p,
Delicioso alimento para almoco e eeia, mallo
nutritivo, fortificando os ervos do estomag sem
cansar o menor peso nem dr de caneca, nem ir-
riucio. -
Uuico deposito para o Brasil em Pernambnco
na pbarmaei americana de Ferreira Maia A C,
raa do Duqoe de Caxias n. 57. (Todo cuidado
com aa falsincacSes.)___________^_________
J. 0. C. Doyle tem- em sea armazem para
vender o segante:
Cognac Hennessy."
Vinho Xerez.
Dito Lisboa.
Piltradelrar.
Um piano de om dos melbores fabricantes : na
raa do Commercio n. 38.
. Joaqun Jos Goncalves BeltrVtem para
vender no sea escrlptorio i ra do ClNunerilo n.
9, oa gneros abaixo notados, que vende, mais b i-
rato do que em outra qualquer parte i*
Azeltenas em ancorlas.
Amendoas em barricas.
Caf mado em massos de 1 libra. ,
Chfeos do Chile de boa qualidade. .
Cognac marca marlel frres.
Enxaas.
Farinnade mandioca de Sauta Catbarina, sae*
eos de 3 e 2 aiqaeires.
Dita da Babia em saceos brancos.
Dita de dita em barricas, proprias para .asa
particulares.
Fio de algodo da Baha em noveilos.
Fonees.
Maxados.
Nozas.
Obras de pal helas. ,-.
Papel propro para cigarros.
Dito acal para botica.
Palitos para dentes.
Pregos sortidos.
Panno de algodo da fabrica de Todos os Santos
de Pedreso na Babia.
Rojbas.
Rap popular da Baha.
Botim em fardo;.
Retroz dos melbores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranhio.
Tabaco simonte da Babia.
Vernlz copa).
Vinho do Porto engarrafado, eaixa de 12 gar-
rafas.
Dito de dito em barris, proprio*para engarrafar.
Dito moscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeaux em caixas de urna dozia.
Dito de caj em caixas de ama dnzia.
VrNDAS.
Terreno a' venda.
Vende-se nm exeellente terreno na rna Impe-
rial, proprio, todo aterrado, promplo para edificar,
tendo doas frentes, porto perto para desembarque
de materiaes com 110 palmos de frente e 300 de
fundo : a informar na roa Nova n. 7, loja, e tra-
tar com o proprtetarlo na dita rna Imperial, casa
junto a de n. 280.________________________
E. A. Burle A C, em sen armazem rna
da Cruz n. 48, venden a' precos muito en conu
para acabar:
Ladrilbos de marmore.
Taboss e degros de dito.
Mano commnm.
Mannite.
Fio de vela.
Cognac fino em caixa e barris de vidro.
Vmhos da Brdeos finos e ordinarios em caixas
e barris.
Licores em caixa.
Finetas m conserva.
Azeita doce em eaixas.___________________
Ricos e rendas
Vende-se rendas e bicos do Araeaty a precos
nnnea Vistos : na loja de fazendas de Canuto &
Pinheiro ra da Imperatriz n. 19.
Pomada alpaka
E' muito coohecida esta pomada e mnito
apreciada por soa finissima qualidade, a Nova
Esperanca quem tem.
Jarros de porcellana
Um completo sortimento de lindos Jarros
de porcellana (do afamado Bacar) existe na
Nova Esperanca, ra Doque de Caxias
n. 63._______________
PARA MOIVAS
Lindas grinaldas com flores e botoes de
larangeiras com vivos e sem elles, vendem-
se na Nova Esperanca rna Dnqne de Caxias
n. 63.
Oleo para machinas
Vndese na Nova Esperanza rna Doqoe
de Caxias n. 63.
Xo haver convalides.
As enancas que usarem dos collares ano-
dinos, que se vendem na Nova Esperanza,
estaro isentos de convlses; pois sao os
verdadeiros recebidos directamente.
---------->r----------------
LemBranq lempo
O proprittario do armazem de vveres ra de
Imperador n. 28, vro por meio de>:e aanunci
prevenir e avisar ao respeilavel publico d.ta ci-
dade, qne a sen armazem um dos que cem mais
vantagem poe satirfzfr at o*s tem entendidas
xiyencias, pois para tal flm t"m feito reunir a*
mencionado estabclecin.niU) o maig completo sor-
timento de acepipes, a para qei os digcus leitorts
deste annuncio oln lenh^m ocoa-iio de nias?ada
toma a resoluta) brar somente
os gneros que elle tem como m ecial oovidade,e
'o s Lindas eaixas com conteitos, proprias para pe-
queos presente.-".
Chocolate em p, este chocolata tem a vantagem
de poder-se fazer o.e.-mo oa mesa.
Leite condensado, a me.hur marca eonheeida,
este leite convem principalmtme aos collegios, bo-
tis e hosptaes, pela presteza c m que se obten
qoalquer preparado delle.
Tmaras do Cgypto, raramente vindo a -<-t
raercado. -
Licores finos: f.hartreze, Curaco, Anizete,
Creme de rosa, etc., etc.
ALEM DISSO O CAMPOS
pode garantir que o sen rmaiem um centre de
borne agradavel ao paladar, puis nelle se ensoo-
(rara ;e;nire tudo quinto pode necessitar urna
despin-a, cozinha oa mesa desda a mais bem sor-
lida at a mais mediocre.
AGORA ANDA
aonnncia tambem fei.io mnlatinho em saceos e a
retalhn.
mm Lip.ii.io
Vende-se barato, um piano, de um dos mais
afamados fabricantes : tratar roa do Com-
mercio n. 38.
Leman Frres
vende cerveja Mayenca e viaho do Rheno.
Vende-so coqaeiros peqaenos para mudar-
se : quem os qpizer dirija-so ao sitio Cafando na
estrada de Paulino Cmara, ootr'ora de Joo de
Barro'-, ,___________ ^ ,-^ -
Libras st-orli ms. ,
Vende-se ao armaiem de fazendas de Augusto
F. de Oliveira t C, rna lo Commercio s. i.
Formas
Formas de maleira, e ferrados para calcado de
ponto e laxa, vende-se uo aimazem da l'ravessa
do Corpo Santo n. 27. __________________
Canoa.
Vende-se urna canda em pe feito estado, a qoal
pega dousmilbeirosde lijlos de alvenaria grossa :
a tratar no armazem de ca- o. 9, na praca da Con-
cordia.
Materiaes
Na oiaria denominadaAmi reliaJefronte do
hospital Pedro If, vmdese materiaes mntto bon,
e por menos do quesero outra qnslqaer psrte.
r*ipel \ ara forro de sal .s
Chegou para a livraria econmica ra 1* de
Marco n. i, um bonito e variado sorlimento de
papis pintados e dourado- para ferro de salas,
quartos,^abinele>, etc., etc._______
Chegaram
modernas anqoinbas de cnnolin<>, de moldes com-
modos e modernos : recebeu Nova Esperanca
roa Duque de Caxias n. 63 ; a ellas...
Flores
O jardim da Nova Esperaoca raa do Duque
de Caxias n. 6'J, est replecto de torea de todas
as quali Jades : quem primeiro chegar colber as
nais vicosas.
E' bonito
Pronhas de puro lioho bordadas; esto eipos-
tas a venda na ra Duque de Caxias n. 63.
PAO RAMN OA
nico deposito no Recfe ra das Cruz n. 13 sem
alteraco de precos.
IH4DEIRAS
Vende-se travs, encharnele, eaibros e madeira?
de sicapira de differentes dimensdes : tratar na
aa do Apollo n. 25, escriptorio.
Attefl CflO
Vende-se urna carrosa para venda d'agna, qua-
si nova, e nm boi famoso ; na rna do Atalho n.
I, primeiro porto ao voltar>.a caixa o'agua do
Pires.
roa ao Apollo n. escriptorio._____________
^inho tinto e branco supe-
ior
de carcavjilos tem para vender em caixas
de orna duzia Joaqoim Jos Goncalves Bel-
tro. i roa do Commercio n. 5.
Mi
8
Attenoo
Vende-se a laberna sita roa Imperial n. it>,
esqnina dobeceo e'o Lima, e o motivo se dir ao
comprador.
Vende fe duas moradas de casas terreas,
sendo urna na ra dos Martyrios n. 32, e ootra no
fundo da mesma, na ra do Caldrireiro o. 33 : >
tratar na roa 4e Santo Amaro n. 6.
Vende-se ama vacca ue leite, ja mojando.
que de 4 a 5 garrafas de leite, e um garrote :
na ra do Caz n. 14, ciiSo da easa do ehefe da es-
taclo das Coco Ponas, oo na rlfandea com Ju-
veucio Marque da Silva.
Uai de Lisboa
Vende-se no trapiche da compacbia, dsembar.-
neada, a 3i.
A MM \
DA
TRQUEZA
receben o sepinle:,
LindaS chapellnas.
Cb apeos para MDhorl.
vOrteS de seda.
Popelinas
V. aieS de'touqum.
Cambraias & ^milbu.
Bournous.
Gorgueo branco,
i eOo para noiva.
LapelIaS par, noifa.
Rna do Bario da Victoria o. 9, antiga
ra Nova. ,

A 135500 a arroba.
Vende-se velas se composico mnitr. bem fabri-
cada?, cora o surumeoto corooleto, pe, nr^co aci-
ma : na ra do Vtgrio u. 26.
CftrroT
Veode-se um carro de qoatro asseotos para
douscarallos com srreos: os pretendeots p-
t,tB rc-lM na ra-de Reictiuello, casa -leViCente
"tiltil ** 4S lor"* ^*DhJa ft
da j as o Ja tarde. r
Vtode-se ama rasidolea hj ^-'ijeciti
cad^oa fregaz'a de Santo A.to^T uft a d
dar terreo 2 siras, ,1avis a Sil l ,. de-
bawo da eacad.-, Ovziaba r,, malam-wi'rS f
cacimba ; em .ma oa m>h unirn 2 iV 1
feTJ SfS/r^ d ,U insania" e por
sefld,ao U. de i4tnar.M psra ra : naam a
pretender dirija se ao largo 1^Pdra'zS: m
so dua quem venid. '- '
lica j intJM7
Vtcde-? ii v'e cjrca adOOrf. oV
^.d-^r.rrq-r'^r:
71
I*
1
I-
4
a."
O
P3
11
Cemento Portland
Sm barricas de 13 arrobas preco nais com-
aodo do que em onlra qoalquer parte, vende-ae
aos armazens de Tasso lrmoe A C
Ceblas.
Veode-se em molhos a 14280, e o cento a I* :
no arateal a Aunes defronte da alfandega.
I A' ruTao Cmmer:io n. 10, escnplo- I
rio de iot Josqaim da Costa Mais, en- S
eontra-te para vender por coramodos 1
precos :
Azulejas bespaabei.
Firfbas de f.rro galvanizado pira teiha
do de diversos buzan nos. -; i
, Dis.deil.to-dito liaa?. .. ^t
Biess de ferro galvanizado.
' CMteiruMo.
PeMadae ooeepjetai pata caaiaris.
' drilb-.a.
Grande li
(COM PfiENfO DBPEITO)
ar; {009 e UJOO a v,w. iiZbmSi
hia Be SuiWflh ivf*r da CuafA, rta'do
Ge*po v. SO
PublicaQoes musicaes.
Acabara de publicar-se tres lindas pecas
para pianoa saber:
A celebre Terentello por Beriol Qls,
preco 20500.
LINDA, grande mazarka de concert,
ultima publicarlo musical do maestro Ca
zalbore, a qoal fui terminada pelo maestro
I. .Smolt?, preco 20000.
PETiT LAZZARONE, linda polka apo
litana, pelo finado maestro Ca zalbore,
preco 10000.
A* venda do armazem de pianos e msi-
cas do Azevedo, raa do Barao da Victo
ra o. II, ootr'ora roa Nova.
N. B. Esta- se gravando a linda walsa
por Collas, o Anjo da meia noute.
OLEO PURO DE F1GADO DE BACALHA
* DA|
TERRA NOVA
DE
H. LACOMBE
Este oleo que lo boa.aceeitacao tem merecido,
muito Se reeommenda por ser o mais purificado
que at boje tem vindo, e ainda pelo boa paladar,
superior a cairo qualquer : vende-se no deposito
special de Barlbolomea & C.: ra Larga do lio
saria 34.
10Ra do Crespo10
Pecas de algodo com 20 jardas a \l, 1*360 6
cac.
Ditas de madapolo a i, "a, 3ao00, 6i, e
6*500.
Ditas de dito infestado, francez superior a
10X000.
Chitas francezas de todas as qualdades a 210,
280, 300, 320* 360 o covado.
Cambraias de edres a i 10 e 380 r?. o covado.
Dita lisa de cor a 320 rs. o covado.
Ditas pretas para luto a 610 rs. a vara. .
Pecas de cambraia lira transparente a Si, 35(t
e 5/000.
Ditas de dita tapadj Victoria, a i, 1*300, 5<'
1*-
Ditas de dita transparente, ?nisra muito fir.;i
eom 17 varas, 11*. *
Ditas de dita bordada com 10 jardas a 7 e
9*500.
Organd branco lino a 700 is a vara,
Brilhantina branca infrsiada a 410 e 500 rs. o
co\adn.
Uretatha de linho com 23 varas a 20*000 e
25*OCO.
Dita de dito infestada eom O varas a 27*.
Bramante de linho com K) palmos de largura a
2<500 a vara.
Dito de algodo a 1*500 a vara.
Atoalhado de dito e de linho com 10 ;- a I :i: de
largura a 1*500 3*.
Toalhas alcochoadas para rosto a 7* a duzia.
Dits de linbo do Pato ttlpuias a 10*00<3 a
duzia.
Gusrdanapos de linho a 3* e 45 a dozia.
Cuberas de chita a 2* e 2*OO.
Dii?s de chita adamascada forradas, Vi, 40508
e o*iX(.
Colchas de dama -Ditas de fusto alcochoadas a 3*.
Coberus de la escuras a 2*.
Diasde algodo brancas a 1/100.
Colleirinhos de linho a 500 rs.
Chales de merino lisos pretos e de cores 2>.'J
e 3*000.
Ditos estampados de meia casimira a 25 e
2*500. *
Damascos de cores a 010 rs.
Leac,os brancos de cassa linos, 2*, 2>'J00 e ?*
a doaie.
Ditos ditos e de cor abatollado largo a "i e
3*500 a duzia.
Ditos ditos do cambraia de linho finos a 6* a
duzia.
, Ditos deesguio de linho a 3, *500, 5* e 6*
a dozia.
Bnm Angola a 610, 800 e l*CO0 o corado.
Bros de linho de cores a 50J rs. o covado.
Cortes de meia ca ron. ira para calca a 1*200 e
1*100.
Ditos de casemira para calca a 3*300, 1*300 e
3*500
Ca^emiras de cores de duas larguras, 2*, 2*500
e 3* o covado. .
Ditas preus, duas larguras a 2*300 o covado.
Pao fino preto e azul a U, 8*300, 3*C0D
3*500.
Dito dito muito fino superior a 5*, 6* e 7*
covado.
Lans e alpaeis de cores psia vestidos a 100,
500, 600, 7i 0, 800 e 1 o covado.
Toalhas com lal.vrintos para bandejas e -para
rosto a 8*, 10* e'l3*.
Camisas de fhnella branca, e de cures, 2*.
2*500, 3*, 3*500 e 113(0.
Grosdeu;.?oles prelo e de crs2*, 3* e 1* o
covado.
Dio se amostrar com peehor,
Vende-se inmbtni grande quaDudada s roopa
feila e por OWdida rxr precos mnito r'duzid t.
llll
Ra do Baro ca Victoria
Antiga ra Nov p. 2.
Amaial, Nabuco A C. eenvidam os sea* ami-
gos e fregaezes a virem ao Bazar Vicie.'!* para
apreciar o apurado gosto com que o feitos di-
versos artigos qnereceberam ltimamente da Eu-
ropa, a saber :
Vestidos de blond eom veos e grinaldis para
casamentos.
Ditos de seda lisos e matissdos.
Ditos de fil de seda ricamente bordados a co-
res.
.Ditos de chita e de ganga com todos os enfei-
tes necessarior.
Ditos ds cambraia Victoria fioissima.
Camisas bordadas para senbora e hornero.
Satis e pentiadures bordado*. .
Meias Anas de algodo brancas e de cores para
caftn.
Sabidas de bailes e bournox de casemira.
Basquinas de seda prela.
Ricas frorfhas de labyrintho bordadas.
Celias de seda, de las e sed;, d atgodo, fas-
lio e lia pnra.
Aa de mo.'ca de todas as cores, urna fazen-
da especial para obrir quadros, espelhor e
retrates, |demssiadrr,enle transparente, e prepa-
rada de forma a evitar completamente o p.
Colorinos e ponhos de papel. _.
Chapeos de seda e de velluda para senbora e
meninas.
Pitas masnicas de diversos graos.
Pe fumarias de diversos fabricante?, leos, ba-
nha, extractos e pos de arroz etc. tic.
Um ampielo sortiment d<* carteiraa de mar-
flm, tartaruga, madreperla e couro da Rosna,
iodispesaveis de seda, e de couro da Russia, (ha-
zonras e caivetes muito Anos.
Um completo sortimento de chapeos de sol de
seda, bengalas de canna, balea, borra ha e ma-
deira.
Charutos superiores, fumo inglez para cachiro
bo, carteiras e boljas de seda pira o mesmo e
outros muitos objeetos.
Um eosopleto sortimento de espelhos douradis
de diversos lanaanbos, de 1* a 99*.
Sabonete roglez em eaixinhas a 1*600 a duzia.
Avariado a 3^000 a
pepa.
ua loja do PavSo
L Vende-'.e p*Cas fi aigod-jzinho avariad.jB.-
.) sopirier. fk> yn*iiwr..fi pre.jg Je :i*) ?
H> \ &*** a^:-'f raa la l-n^ra-
UW1
PO
.*>.'
GALLO VIGILANTE
Raa do Crespo a. 9
Acaba de ehr-g.r pelo nUimo vapor diversos ar-
tigos de novidade, como sij;im :
Lindas teuquinhas eceitadas para *aptid--'
as9im c-;mo chapo-iorh-s.
Sapatohos de :eda e de merino.
Meias de seda e Bo de Escocia de 1 a 12 afleos
de i!. 4
Ricos leques de madrtperola todoa abertor, -o
me!hor que ha peala genero ; assim como ou-
tros de madreperla com reda, fazeoda rMjftissh
ma ; lamben) receben grande sortimento de le,
quts de .ro lingiudo maifim snJalo e madeira,
tanto para serihma como ,iara meninas.
Superiores ligas de seda ara segurar meia*.
Meias de borracha para quem sutre de nxaces
ou erysipel.
Seda frouxa para bordar todas as edres.
Frcco de seda para o mesmo tim.
Retroz preto e de cures em carrli'.
Fitas para cartas de ba<-h>ri?.
Quali? ptra reiralos.
Lavas de pellica, e de seda, branca pretas e de
lindas core?.
Superiores capellas para noivas.
Linios alllneies di madrtperola para peitos de
ienhoras.
Lindaaabotneduras para cllete".
Lia todas as cores para bardar.
Superiores pencenez de ac.
Muito finas thesouras para costara, unhas a
para cortar cabello?.
Superiores pentes de tartaruga para arregacar
cabellos
Tintu/a ingleza para tinir eabtlloe, a verda-
deira.
Grande sortimento de franjas pretas, largas e
eslreitas e lindos padie?.
Liodns habadinhos e entremeics, bordido?, tapa-
dos e tranparer ti s.
Querem comprar ?
Guardapisa para vestidos ;' preto ou branco?
l'apa-ilna, larga ou estrella?
Lencos de linho, bordados oa lisos ?
Bonitos lequee, osso oa sndalo ?
A Nova eperanca quem tem 111
E novidade!
Acaba de chegar a i*;ova E-peranca ra Duque
de Canas n. 63, feneces e bnnecas, sendo de mol-
des inteiramerue novo?, vindo entre elles os en-
grapados nonecos de borr; cha-: para que se can-
eara T qnando ^nizerem comprar qualquer obiecto
sendo b^m, bonito o o engrs0nfc>, lembrem-se logo
da N va B perenca rila nqut de Caszas n. 63.
t-im para cintos
de uitrior iualW4-! e cote* da moda a l*-j
jvaJ, na* toat;; .ra bibade eres,-,^
3.5500. .;! A .i bov.t ioja da
^CA
ra i* 111 ate Ja 1 ja pittat'a
jde lis'.ras a i,es t oranca- para evitir engaos.


1
1
-
OiaiW'd frnMAi' Quflrla eira 27 Je Miembro
le
1871.
do ha mate cabellos b; aueoa
Tinfhrs japns a.
S a nflica ipprovadi *pehn as academias d.
acusma, reconocida superior a toda que tem ap-
psraeido at hoje. Deposito principal i ra di
3s4ela do Reeife n. 51, anar, em todas as bo-
iras e easa de cabellelrelro.

I0fA
Flor da Boa-Vista
DE
Paulo Gimares
O proprietario des te bem conhecido es
tabelecimento contina sempre aegu ndo sua
antiga' forma de primeiro barateiro da Boa-
. Tis e para melhor prova admrem os
procos seguintes :
Guitas escuras e claras cores fixas
O eovado 160 200 rs. a. 400
Camb-aias do coros 240. 280 rs. o 320
Lias para vestido 280, 320 rs. e 400
Creps escoces fazenda nova a.. 010
Alpacas lavradas d'um s cor. 720
Cabrai; bian:a transparente pe-
as a 355 0 e. ... 80000
Ditas i\U victoria a 41000 e. \ 83U00
Bramante com 10 palmas de lar-
gara.-varas, a-80UQOe-. 2350")
Madapi:5o superior pecas 50000 e G0OuO
Algoda>a-40OOQe.....50000
Brioi p;da trancado pechincha
eovaaoa....... 320
Dito dito liso muitono a. 320
Out! ss muitas mais fizendas que vende-
ri por .pregos baralissiroos Coma sejato :
paanu pretus, ditos azues, casemiras pretas
do cor, marinos, bros brancos e de co-
ros, la para colletes, camisas inglezas'para
borneo:, mias, chapeos de sol etc.
Oilicina d'alfaiale
Os digaos freguezes enconL-ario um gran-
de so tmenlo de roupas Teitas desde o
mais ir.f-Tior at ao mais superior que se
ache no mercado, assim como se manda L-
xer toda e qualquer obra d'encommenda <
feUs a capricho, pois para este mister se
cha re mirlo d'um per to mestre. Garante
se faz.r ;n sem or .-0% de que em outra
qualq p.rte pelo o motivo de o fregoez
s : ro que compra e nao o aspecto do
stabel-dmeoto.
48 -^aa da Iniperatrlz48
JU.NIO A i'ADARlA f/RANCEZA

LOJA E ARJHAZ
UX
FLIX PEREBA DA SUYA fcC.
NA RA DA IMPERATRIZ l. 60-
mD '.-'
8 a tiinheiro vista
menso
Os propietarios deste estabeledmerito ttodogmde^ewssMadede Aarinritrn
so deposito que tem de fazendas e gr&de orgeifcia'dea'pararm dohairo u
solvid, fazer urna verdadeira liquidado cbm graad^s abatitBentos'.oos Breos' iL5
os seas arl.gos: para o que convidara ao rassattavel publico desta eapiWI a >. Jf
poi-lpegar^ntemqae.<-m parte algara t pt)ffe>-enco1lr*rHl6triS*ttotM '
vender Dloja d Pv3o; pop,
memos prpprioiarios deato-es'tabe'-
oonias antigs e o aio firam teriole
rao nio comprario pelos pregos que Se ton pode vender na toja de P.viT^rS-fS"
v.rt.ndo-se que so se vende a d.nbiro vista. Os memos SSSwl*** id'
leumeoto rogam a todos M seas doved .res desta Wff$^fi^?fr
bhos, e todos aquellos que estiverem devendo '<>"' ;- J." 8eus de"
*er eacommodad is judicialmente,
Liaslnhas baratan do ParSo.
Alsacianas com linJas liaras da seda a
10'JOO o covad>.
Ditas lisas com muito brilho a 10 o cevajJo
Atlantas,"fze(ida oe muito gostj tecida
com seda a 720. rs. o eovado.
Ditas com quadros de seda e cores maito
delicadas a 640.
A FLOR DE ORO
E' est loj 1 de joias, sita a raa larga do
Rosado n. 24 A.
,n 0s PrPr!elrio8 "le elegante estabeleci ment tendo em vista os esforcos que
ri Pnrin..-i,0C-rem-na8 endicS5es de grande elUotells, fallariam io mais
t hL ,, ^Pi 80nao.^eBa a co^nma* le jornal-ckiuificar ao KspeiUvet pu-
^-deftiJ? m: esubelecimento eneotoiwfc mpre o mais completo sortimento
^ IhJ nT*,? m : br,neM ?s maLs modernos, para atlornarem delicadas ore-
aL L i T'.eHqDe se !.endem a 8A9 e. 10* P". di: P" meninas a *, 3 e 6*.
a i hrSchS Sde apD/aQ *?& *i e 4A Vo,,Dha8 fc ,rl erus*s e onro
?n *A i Araoderno9 d? 3 13- d',0, com Pedr" en> flM" evids* calilHtts a
1^.\1'ai re ,'.roseta8 l,s"'. Prra bem 'rablhadas, de 2*500 a 9i. ditas com
Sfttn, 'i s5'-' CaCLeU8 a *A dius W lMcripS5es a 55C0. saaeU de dSeS
fs.,.l'_e_com. ^n"5 Pd" >. 3 41, ditas de parolas, esmeraldas e robnTS,
ricas cruzes de
topraphicss a 3
WJaW laMUj(j,
I w ida em 3en3 annazens, alm de ontros
aMi de sea neg io regular, 03 so'guintes, que
fan':ara .oor prejes mais mdicos que tm ou-
tra :.; raer parte :
PORTAS de pinho almofa4a?.
KWTEIRAS de ferro para cercas.
SALITRE inglcz.
JSTKI-'iAS da [odia p^ra cam?. e forrar salas.
ClNOS le barro fraaees para esgoto.
t i- \penor em pi>rc/ies e a coutsnto.
CEKE.NTO d? todas as quaiiJadcs.
VACHINAS de descargar algoJo.
L IaS e briasSes da Rusaia.
>OS americanos pnra forro de canos.
i werieanda multo bons e econmicos.
Bordeaox.
COSS iL superior de Gaulier Freres.
UBI eru saceos grandes a 3^500.
A t wida legitima.
Balanzas detmas'.
CAI.EIkaS americana.
i i Jamaica
AZULRias d L>-b-a.
wrtra a tosss
PASTLliASPElTOaAES.
de
: imple? crystasaja.
Diu< di aoneo *
' .rabia.
S le pi:ilio marilimo de Ligasse.
E oatr-ts maiu-; qoe mito se re.:om3ndam pe-
- lleots qnalidades.
Vende ni
PHARMACIA E DROGARA
D8
H.il'iolomen A C.
3^ RU \ LAMPA DI ROS \RI \34
a ropa sedativo
DE
C c de l ranJAS amar^a
CO'J
BROMRSTO DE P0TAS3IUM \
DE
Bste noto preparado aprvad<> peia academia
il;-' de edieina, muito se recommenda pela
sel aegi'i sedativa e calmante, sobre o syjtema
ervos i, > Iirimurelo potassium, nao d;ixa de
dar j^ m.. i cerijs resultados as diversas affec-
CjS-.-- da organismo e principalmente oas molestias
do Boraeao, das vas digestivas da respirago, das
vas gMito-arinarlas, na epilepsia, as molestias
Mfrasaa da preahez, ni insomnia das criancas
iOi m u perielo d djniigao ele. etc.
Veade-se na phirmaciae drogara
do
Birthilomou 4 C.
34-RA LMT.A DOROSARIO--
Poil de cbvre, d'uma s cfl'r com moito
bnlbo a 500 rs. o eovado.
Merinos escoseies fazenda de muHo gosto
para vestidos b-nus e roupas de menino
a 610 rs. o eovado.
Gur^uro muito bonito, tendo de todas
as cores a 400 rs.'o eovado.
Lass.nhas aodernas com differentes aos-
tos a 400 e 500 rs. o eovado.
Ditas ,iit,s a 280 e 320 rs. o cvJo.
Bareges tran-parentes com differentes co-
res a 460 rs. o eovado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
CassasdoPavao.
Gassas inglezas com bonitos gostos a 200
e 240 r*. o eovado.
Ditas finissimas a 300 rs. o eovado.
Ditas francesas de muita phanbsia a 400
rs. o eovado.
C:tes de cassas com 7 varas fazeod
muito fi.a e bonita a 20500 e 30000.
Ditas d'organdy branco o de eftres a
Zf)o' iO.
CAMBaAIAS LARGAS A 800 RS. AVARA.
O Pava, tem c-iaoraia branca Oraospa-
rent3 de boa qualidade. com 8 palmos de
largura, que apenas precisa 4 varas para
uro resttdg e vende a 800 rs. a vara, dita
unissima da Escosaia t^ndo a mesma largu-
ra, que v.mde a 1^00.
GAMBR.\| S BRVNCAS A 45000 E 40500
Pa\ao tem pecas de cambraia branca
transparentes com 8 i/i varas que vende
pelo barato prec<. de 43000 e 40500, ten-
ioV! m muil0 finas de 5|510,X) **
Ditas tapidas ou Victorias tendo de 30500
a peca ate a mais fina que vem ao mer-
cado.
CORTS
O P
ALGBAOSLNBO A 3*0.
O t^eviotMi m* da>:algodSosirrhomoito
t ifiS a m'- Dll0S, mail priores
fiS? ^ntmi- Ale^dtajoBoenfes-
tado com a largura frrcisa para om feacol,
sendo liso maito encOtpedo a 6oo7s o
metro e dito entrabado cem t mesma lar-
gura a i0280 avara.
BRAMANTES A tftOO o 10fcWO METRO.
O PavSo tem suporor bramanta de al-
godao sendo preciso para nm rencoj tpena
am. e .^*etro veadea 4,J60e 10800
e de linbo fazeod moito- eocorpada, com a
mesaja larguia a 200^0 e 20500, difo fran-
cez do mata fino qo tem 'indo o merca
do a 3mO, 30600 e 4tf00O.
ATOALHADO.
USO. Vende suPerioratoalbedo a l#OO
e 20OOr> a vara, dito de liobo fajenda^muito
sopenor de 30006 par* eima, eeado ada-
mascado.
n n *zeB*a par* luto.
U Pavo tem um grande sortimento de
wzeadas pretas para lato, como sejam :
Merm preto com 6 palmos de l-.rcura
m V-flSlJ0S a m(}0 e 2^00 c^do
Merinos pretos e de cord|o para todos
os precos e differentes cualidades.
Bombasinbas para-lodos os precos.
Cantes e lpicas pretas. Lasinlws pre-
tas ou oassas de li de 968 at 500 rs. o
eovado.
OSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da roa Nova
n. t, om sortimento de machinas para eos-
tura.das melhores qoalidades que exislft na
Aaorica, das quaes moitae j s3o bem co-
nbeeidas pelos seas autores, como sejam :
Weller 4 Wilson, Grover ciosas, Woed eJiaperiaes e outras* muitas
que com tasMa
JfWSJij^PWV
Estas maohJM!
o.Jcabalbo''qne 3
diariamente e co
como as mais pe
te se a sea boa q
balbar com perft
bora, e os precos
tem agradar aos
0 agradar aos com
1 a vantagem de fazer
loreiras podem faz r
com tanta perfeicao
>:co8tureiras. Garan-
lde ensiua-sea tra-
m menos de orna
lifresomidosque de-
endfntes.
&fa\
que ven<
oces, ructas e flores.
Ra la Cruz n. 13' venle todos os das :
Prezunio em fiambrera libra.
Lm-b siols os dias, e diferente.'.
Ge a da mi de vacoa em copos.
Doces crytali.'adls de difforentes fructas.
B 4loe, po lins e b ;ns boccaios.
Baol'ijis com bollinhos, enfeiudas]
Biuju^is de cravs pira noivas.
Flore.' avuzas e em boupieh.
SorTHtm ulos os dias a noute.
IM Anlooio Pereira
tem pan veader na sua fabrica da ra do Baria
da Victoria n. 4 (amiga ra Nova) charutos dos
non acreditados fabricantes da Babia, como se-
j ira 1 nparia*, Normas de Havana, Operas. Ama
dora. Loo lrioos e Leaos, de Simas. Imperiaes,
Espndil), Linceiros, Bigarrilbos, de Cardeso.
M.s> -iv. -s, Expo-t}ao, Havanas, Flor de Sujplro.,
Londres, Almirantes Brasileiros, Trabucos e Re-
gala Imperial, de Joaqaim Jos d .s Reis, e mais
Joaidales d.' ouiros fibri.;ant aep-mdy, Rio Novo, M.nas, afaranbio, Para e
Gir.inhuH. e cigarros dos mesmos famos.
D'ORGANDY A 40000.
vio lem cdrles de organdy. branco
com 8 \i varas que vende pulo barati pre-
co de 40000, assim como fiuissimo organdy
nranco com lisiriubas e qo^drinhos o me-
Ihor. q*ie tem viodo ao mercado e vende
pelo barato pnxo'de 70 rs. a vara.
CfAdenapIcs preto e de cores.
\j ittm um grande sortimeato de
aplese gurgurio preto para vestidos
d 106OJ o cova lo al aq, mais so
perior que cost'ima vir ao mercado, assim
como um-gnode sortimento de' ditos de
todas asnrds e branco e um bonito sorti-
mento de setos branco e de cores
de por pr eos moito em coota.
PonpeJ uas de se Ja a S^OOO
O Pa o tm um elegante sortimento de
poupelinas de s da tanto lisas como lavra-
das as mais modernas que tem vindo ao
mercado e venia a 20OOJ o cvalo.
ESPARTILHOS A40OOO
CVGHENEZ a40,50e60OOO.
O Pava o vend espartilhos de todos os l-
mannos a 40 e 50JOD, cacbenez parisiense
com dri-ado ponto e de cores, a 40, 50,
e 60000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 80, 100. 120 e 10-0000:
O Pavao tem um grdode sortimento de
cortinados ricamente bordados, pioprios
para camas e j mellas que vende de 80 at
1600JO o par.
Pegas de cambraia adamascada com 20
varas a 100000 crochet ricamente bordado
para cortinadosa 10500 o metro. Assim como
ricos damascos com 6 e 8 palmos de largu-
ra proprios para co'chas de camas e tam-
bem ricas olebasde damasco a imitacao de
seda e ditas de ero het as mais lindas que
tem vindo ao mercado.
MUSSEL1NAS DE CORES A 400 RS. 0
COVADO.
NOVIDADE.
A luja do Papagaio acab de recetor um com-
pleto, sortimeato de sedas lavradas de nma s
cor; assim como um eoipLudido sortimento de
{inu^iUuas de seda, tanto am como outro sao de
avr r ?. Inieiramente novas, e as cores sio as
maia dolicj Jas que at boje tem apparecido oeste
mercado, sbu preco lio commodo que sio hi
quino Udixe le comprar: na roa da Imperatriz
n. 40, e<.uu da ra Sate de Setembro, antigo
eco div- P.'1'reiros, tftfa de Mandas k Carvalho.
Cassas pretas francezas e inglesas do to-
das as qualldades.
Cnjias-palas francesas e inglezas d^ 200
rs. peraistma.
Crep prdto para veos.
CASEM1RAS PARA CALQ^S A- 40, 50 60
20 E 84W0.'
O Pavao tem om grande lortiment de
cortes de.casemiras de cores para calcas,
sendo os mais moderos que tem violo ao
mercado e venderse de 40 at 1O0COO o
rte, ditas em pecas francezas e ingtezas
para ca'cas,DaKtots e colletes qae veaddde
10800-ai 60000 o eovado, ditas escur/e a
prova d'agoa que vende a 50 o corte ou a
30 o eovado. ende estas casemiras muito
propnas para meninos de escota por sarem
es ;uras e de moita durado.
N.OV0S VESTIDOS A 50000.
O Pavio tem liados' cortes de vestido de
liaissimas camb-ia> com boatos bordados
dj cores etaoAem todos bordados branco
que vende pelo baratissimopreco de.500.0
c^rla corte, grande pechincha.
PANNOS DE CAflr PARA CADE1RAS E
SOPHS.
O Pav5o tem om grande sortimento de
pannos de croeb proprios para encost de
cadciras e de sphs, assim como um rico
sortimento da tapetes de todos os tamanbos
proprios para salas.
MADAPOLAO BARATO A 40. 40500 E 60.
O Pavo tem pegas de madapolso coa 24
jardas ou 20 varas que vende a 40 e 40500
a pega, dito mito fino e largo de 60 para
cima, dito francez do melor que tem vindo
ao mercado, assim como dito finsimo em
pegas de 40 jardas."
Cortes de chitas.
a 10600. 20000 e 208OO. *
O Pavao tem cortes de cbitas francazas
com 10 eovado, que vende palo baratoapre-
co de 10600 e -20000, ditas que vendo a
160, 200 e 280 rs. o eovado, tambera fcm
om graode sortimento de ditas finas claras
e escuras que vende a 280 a 320 n. o' eo-
vado e fiaissimas percalas miudinbas propn-
as para camisas,- vestidos a roopas para me-
ninos qae se vende a 360 e 400 rs.
LENCOS BRANCOS.
O Paiaaa lengos brancos abantados
quo sulii a-20400 a 30. a doajiv ditos
grando 4a murim sem ser abinoados a
3J200 js. a duzia; assim como bonitos len-
cos bocetos jara maos.
ROUPARUli HOMENS.
Sobrecseos de panno preto"fino aando
_.uito bemieitoi de 120 at 400000.
bonito sorbmento deP- Palitos de-psnno preto fraques saceos
, padroes inieiramente de80.ajfcis|ngrj. aj*w
Ditos-de easateira de cor de 6,
Ditos de alpaca preta fina de 40 a
Ditos de dita branca je de crefiL,
Ditos de brim de liohotrangado saSJDOo"
laSnlSf de ca5emira Preta de 60000 al
1ZQUWJ.
>7
* i*
esmeralda e rubina a H, 14 e 16*, ditas de ouro e coral com visos pb-
, ?, o, o e 7*, ligas de coral a U, eadeas para relogios a 10*. dinas a
sM t'S' 5i?"a!.a' 0*?36 m "res bot5es para aberturas a 4*, ditos de pedrl
Wi V de XPda9Pn'.D,h0HJ S maS m0d"n' a 7 e 8* a4 dB m wiadisstao sorS
' um -J hrfJ 1 d? *5tflae reoebem por lodos os vapores da Europa ; tomo
hrJihL*J braceletes alfloet*, adreco completos, cruies, rosetas, aneis de
.,, Q if'a- raldas ,perolaa e rabin9- Medalb5es, voltas, iraoceiio, anoei com ieM
Inl nr,t, 7 rS ".Oo1."-.ocnlo e pencinezde ouro e.prau dowada, Telogtos de o.
SLVfcJJL*2S"J,brieB?' 9!lvas de frata de diver ros e faqueiros, colaeres para cha e sopa, orracas pan ariaocas, e*ma iuflnidade da 3
objectos que sena enfadunbo mencionar-se. --w ib
Os proprietarics da Flor de Ouro araniem vender mais bajito que em M
9 Doule081" P4n qQe e8tar a,e" esUbllecllDel"0 da B oras damanba uS
AO 65
.T
fJBico lagaimente aotorisado a approvado
pelo conselho de sade.
cnico neposiTo
em
PERNAMBUCO
. Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOME C.
SfRa larga do Rosario34."
; -pm
rara saceos e fogneteiros.
^ %ecos
PARA ASSUCAR
CERVEJA DE MABC4
^IWTahda especialmente para o Brasil.
Onarutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
t j^jz&sjr*"mrapados
Vendem-se
Bm casa de
. T JEFFERIES A C.
40 Kua do^Gummer-cio 46
BBJNS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
' raiem rui eada peca um m he-
te com o Dome
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIBS & C.
RA DO DUQUE DE CAXHS" l
(Outr'ora do Queimado)
Tendo-se resolvido d'ura avante vender-se neste estabelocnrwnto todas as azen-
das existentes no mesmo, por pregos qae todos admirarao, acbo de meo dever partici-
pa-io a todas as Exmas. familias em geral, afim de virem vi>iar aste estabelecimento
oumandarem buscar-amostras, garantindo-se-Ihes um bom sortimento da fazendas de
aigodSo, 15a, lmho, e seda, emfim urna infinidade de artigos de m da mandando-ae as
casas das Exmas, familias, por empregado da casa^ to Ja e qualuuer fazenda para vern)
oa escolherem. r
As pef-spas que vendem em menor escala podero bem soitirem-se neste estaba-
lecimento qne vender pelos mesmos pregos que em quahuer casa importadora, tendo
a facihdade de comprar qualquer porg3o. a
O 65 tem uro completo sortimento de roopas bem acababas o qne vende por
pregos moitissimo commodos. mandando tambera fazer por medida toda e qualqaer obra
que os concurrentes des, jarrn para o que tem am dos mais habilitadsimo mostr
atraate, cortando por um sysiema inieiramente novo.
Os annuncios nesta praga estao e por certo devem estar desacreditadissimos, pois
qae ha casas que annunciam aquillo que nao teem, o que o 65 garante nanea dar-se am
sea estabelecimento, pois que s deseja bem servir ao publico em geral, para ganhar
g ande nomeada em todo o mundo. >
O G5 acha dasnecessario mencionar os pregos de suas fazendas pois que sso tor-
nana-se demasiado magante p3ra os leitores, por ler de ser demasiado extenso sea an-
nunc), e mesmo para se tornar menos desendioso, pois que vendendo maito e moito
barato-e mister encurtar suas despeas. A s/nceridade dos tratos do 65jo!go qoejo
publico conhece dema-iado, po? que sempre tem comprido com aquillo qae annancia,
n3o e verdade ? ^
E' INTIL, NAO SE CANCEM, COM O 65 NINGUEM P.^DE COMPETIR
x.
EDA DO DUOM DE CAXUS
(Outr'ora do Queimado)
56 A
Ra do Mrquez de Olinda56A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACfflNAS
Pavilhao da Aurora.
Hdi la lasaperatrlz n. .
O priitneurio deste acre44udo eitabeleoimanto
ivi3a aos eus nnoMroso fregueies qua Iba che-
gara .d plo uiumo paete da Europa grande sor
ment de cban*>3 para ,6,hor>> Jt d
de Par,; como gedaa, popeliaa, aahidas
de ball e oulras saoiUs tatenda* de goio, <,ue
den* dn m.ocmnar parase nao tornar enadonbo
Todas a. stfas fazendas do sen estabelecimento sao
veniidf por meaos que empotra qnalgner parta.
Yende-se
a loj* de louea da terra.8
4 : qitnn a pretender Wftoi
C da loOop^udenc;,-.
ratar.
O Pavio tem am bonito
musseiinas de cores
novos e cores fjxas, q vende a 400 rs. o
eovado. Ditas brancas, muio fiis a 400
e 500 rs. Metim branco da India maito fino
para vestidos e roopas de meninos a 720 rs.
eovado. CretoDes de cores maile encor-
nados para vestidos a 600 rs. o eovado.
ROPA POR MEDIDA NA LOJA DO
PAVO.
0 Pavio tem ama bem montada oflicina de
alfaiate, administrada por om hbil me tre
nacional, aoade se manda fazer qualqaer
obra de encommeoda, tanto para bomens
como para meninos, garantind t-se s promp-
lidio a aceto am todo o trabalbo.o no mes-
mo estabelecimento encontrarlo os respeita-
veis freguezes todas as fazendas proprias
orno sajam pannos da todas as coras qaa-
diades'e pregos,novas casamiras da gosto
re na brancos a de cores, assim comotodas
,'asfazendas propriaB para btof da lato.
Oura rpida e radical djs
. callos
pela pomada Galopau
Essa pomada qne lio boas resultados tem colin-
do as pessoas que della tem feito uso acaba ds
cuegar para o seu deposito especial
NA
Pharmacia e drogara
n DE
Barlbolomea & C. raa larga do Rosario so-
mero 34-
A*A rS! es^aD,* estabelec:mento assaz conhecido como principal a recom an-
dado pelos grandes depsitos e bons sortimentos com ooe sempre prima em le?daa
^SwS'ia'8"6 ?erdKdera,8 anaerleaiJs para ag"
m Sf ^ aerraa,-a havendo em todos os tamanbos diversidades de svste-
frL S a0rafflent0.s Para Pe,rfeito "P*> Pescar- gamento; tornamaa digna? S.
serena vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; "-
jambem mais:
os quaes, aiem disto, encontrario
Apurados vapores, logomoves, 4a torga
de 3 4 cavallosv e pertencas.
Machinas para lavar rOupa.
Arados americanos para varzea
deira. i l y
a la-
ta
Bazar universal
RA DO BARQ DA VICTORIA (OUTR'O-
RA NOVA) N. 52.
ma"ba de coe?ar P"* *t "nde estabeleci-
mento um completo sortimento de machinas de
costura da todos os autores ooobf cid s, os quaes
garaniem por annos aa dilas machinas, e se ven
-
,Pi^brim braD00 delinbo de *ooo
at 80000.
Ditas de brim de linho.de cor para todos
os pregos equ^^, > ^^
Camisas francezas e inglezas com nortos
d-algod2o.de 10600 at & e. iSSiJ
de-se mais barato.
do Rana el n
*" on a pra
m quem
Dius da meia de 800 rs. pva cima
^Collarinhos de papel., algodiq a liib
qae se vende rauitQ.>aralo pira ajgidar,'
Para noivas.
O Pavio temricpiforgarlo de seda-, brao-
fltt, Grosdenaple branco aotto aoc<
Afraciannas branaaa coaa stru de
Poapelioaa brancas de seda {isas a
dfj. pallas con.HUMiSii1ot%4e Uaaga con
rtcoa fkM^oi, oa todo vaS aiu
barato do qae em outra qaalqaar parta.
toja do Pavio acha-se coostantemwte kberta da? 6 horas da maobia M > m
CASAQINHOS A 450. i|01 ^0000.
O Pavo lem na grande aortfaeoto da
ricos casaquinnos de seda preta ttcuo. bato
enfeitados e modernos qae venda i l|
180 a 200000, sendo fazenda de moito
mais valor, assim como raos chales pretos
bordados com franjas largas de retroz a
Q0 e l^0f3OO.
252tuaW. %r,i*a-8e *os compradles a boa
qoaldade de trafcjfeo, e obtiga-se a ensinar tan-
?JL^?.,UIDta *Jam PrecM5 Para b^ com-
preh9Bder>s. Vende-se tambem pecas e mais
perleaces de sobresalentes para as mesmas machi-
as. -Previne-se desde ji qne s se vai ao cha-
mado para concert e ensino de machinas das que
forem compradas oeste esubeleciaento
Seif LreavuiaK Fiour
iP*riha de 'r'f J* feBtada, propria para
pao, bolos, pudding, etc.. em macos de 6 libras:
os armaieps da Tasso Irmos A C
Carros de mi para atierros.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com valvala para lavatorios.
Ditos de madeira para compras. .
Apparelhos para jardins.
Goardas comidas. 14 F2 s ,. .
Tampas para cobrir pralos. m A
Tarrachaa para fazer parafusos da farro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozioba.
Ternos de bandeijas finas.
Correlas para arrastar madeira.
Cjlindros americanos para padarias.
Perleaces avulsos para machinas.
Salitre reunido.
Breu superior.
Moinhoa de diversos fabricanles
milbo e ca'.
Debalbadores para milbo.
Azeite de spermaceto para nsacbinas.
Camas de ferro.
Bombas de Jtfpy.
Ditas americanas.
Cofres de farro patente.
Canos de farra esmaltados.
Ditos, de dito estanhado.
Ditos da chumbo.
Ditos da borracha.
Folies para ferreros.
ai
v.
para
*
exa"' Ed fim mt0S Utr0S anig*'^Qe 8 avista e ne3te Mtabelaciiaeoio poderio aer
Ilha de Gamelleira.
Vende-se o terreno denominado Ilha, no povoa-
'arinlia deinilho, '
Venle-se farinha de milbo moida a vapor 41a-
rtamewe, peles afeos lerointe- : grosss. para
^ arrobas aais barato : na roa do Coto-
GRANDE NOVIDADE.
Kesuscitou a gfrande Bquida^ao do arimv
zem e loja da ra do Duque d Ca-
xias n. 29.
?Cambraias transparentes da 20600, 30, 30tto0 e 4 t naca niiai v.A.!.' a* i'i
40500o 60.a paga. Dita de forro a M i^,\^i^.^\^\Jt
o I90f6*.Ml M,,'MS tIWM refnesiaJa
Santo Antonio, malta frescas por nao tersa ra*u
Aafroata,, eom commanicagdss internas, tendo tres
ba: iratanSTriu Imperial sobrado n. W. /
do. Lindos cortea de eaaemiri de"^"7'57fiSa da meTa Samta^aL --
fSJl2ffi^^D,t0 ? ^w"" de cor s 205CO. Chapeos da fusilo de cer.com mola a
^kjm?i2?! pref-1 34500e HvPmUWr^ymUkpun daba-
ta a 10190. Laucos de cwsa eom barra ajair a 10 a l#SO0 adui i da al.
^L1 i1?0? m!-b,tM *J 7UU mm brwco a Mo!I7S5
Aiem destas fazendas tem muius oobr qae seria. imposssiHMaWCioaa-lu.


tfikri* dt Piirtimfcoc. Qurte ira 27 d* &etembro d ll.
r
DO
CYSNE
D
FIGliEIREDO ft LOPES.
14 RIJA DA IHMTMZ \ 64
Oj proprietartos deste importante e sympathico estabelecimento de fazeodas floas,
*$flUW|rao respeitavel publico e particularmente a sua numerosa freguezia, que o
CYSNE acaba de sorrse de todo qaanto ha degosto e moderno em fazeodas tanto
pan bomens como para senboras.
E* qchso ciar qae os proprietarios da loja do CYSNE naturalmente providente! e
d'ott espirito altamente conciliador dos intereases albeios com os seus, teem sempre
seguido o magnifico kvstoma de offerecer venda fazendas de todas as qualidcdes e pre
eos lelatlvos de forma qae fcilmente podem fornecer arligos de sua casa accommodados
a todas as fortunas e meros.
E sobre todas as conveniencias e meios prefervel comprar no CYSNE em con*
aequencia da sioceridade e barateza com qae negociam es seos proprietarios.
No- lo ivavel ernpenbo de justificaras suas operares convidam as Exmas. familias
a visitar a sympatbica loja do CYSNE chamando as attencfos do publico em geral para
u iegumtes especiafid^dos e pregos.
ChapaS de ferrO pira cobrir casas etc.
Formas para aastamr <* ierro pato. aaivanwado.
Arados Amertoanos p8ra vartt, e ladeM
Machinas a Vapor de orca d6 ^ ttTallo
iUa ClIaS ^ descarocar algodlo.
Trilhos de ferro ^ eDgenhM> ^
Fogoes americanos
Camas (Je ferro ^ t ^^
Macacos de estiva
Cofres-de ferro dem]DQm e^os.
Papel deombrulho
, Estes artigos veodem-se em
casa dos importa dores,
Shaw, H*wk*s 4C4
If. 4 TOA DO BOM uros.
(ODTO'OBA MJA.DA CZ )
BRANCA

PARA NOIVAS.
Veos, capel la s, sedas e popelinas brincas
e de cores, g lias, pcnbos e camisas bor
dadas, tado caprichosamente escolhido e
par varios precos.
CRETONE BAPTISTE.
Falencia lisa de urna s cor, de cores di-
Tenas, para vestidos e tambera propria para
sombras.
CAMBRA1AS
Transparentes de 8 f/2 varas desde
3(500 at 8 a pega. Victorias mmto Boas
de 4 at 85000.
CURTES BORDADOS
Faada branca de delicado bordado
baixos presos acompanhada do competente
figurino.
LAS
Variadsimo e neo sortfmento desde a
Ha lisa barata de 4 at a de listras de seda
mais cara qoe pelo prego que vendemos
por assim dker de graca vista do gosto
qualidade. '
BXREJES
Lindos padroes aos precos de 360 e...
400 rs. o covado.
SAf ASBORDADAS
As qoe o CYSNE vende s3o bellas e su-
periores.
LVAS
As memores e mais procuradas lavas* de
Joovin, brancas e de cores sSo as qoe o
CYSNE expoe a venda.
BALES
De crotones com babado e bordado, di-
tos de arcos a 1.55.0, pecbincba sena rival
no genero.
CHITAS.
Completo e grande sortimento de todos
os precos de padioas modernos ecores fl-
GROSDENAPLES
Finos de todos os precos e largaras s
o CYSNE pode veoder barato-
FLANELLAS
De cores e brancas de 500 ra. at i300
o covado.
LPICAS
La iradas de 500 rs. a I^OCO o covado,
especialidade do CYSNE qae nao conta com-
petidor.
madvpolOes
Francez de 24 jardas de U at 400000,
inglt z de 5 at 8000, e muito fino.
DAMASCO
Com 8 palmos de largura, dito estreito.
CORTINADOS
Para camas e jariellas de todos os lma-
nnos, cambraia para-o mesmo flm de 20
varas a 10$ a peca.
ATOALHADO
Da linbo adamascado, dito de algodao
muito finos, bramante entroncado e liso, e
barato s o CYSNE vende.
GUARDANAPOS
Grandes e pequeos.
SETINS
Para todos os precos e diversos pa-
droes.
PARA NOIVAS
Camisas bordadas, peilos eolarinbo e
pannos lisos.
PARA LUTO.
Merinos, princezas, alpacas, canto, bom-
basinas, chitas, cambraias etc., etc., por
precos qoe s o CYSNE vende.
PARA HOMENS'E MEEINOS.
Brim pardo a 640, 840 r., 4# 6 t500
o metro, gangas de 400 e 440 rs o cova-
do, e tambem temos o afamado brim de
angola.
CHAPEOS DE SOL
Para bomens e senboras dos melhores
fabricantes da Europa.
FILOS
De seda, ditos de linbo, pretos e brac-
eos e mais baratos qae em oatras loja.
MEIAS
Para todos os tamanhos e qaalidades.
'* CHALES
De merino lisos e estampados, pretos com
franja de seda, ditos com franja de Ha es-
pecialidade do CYSNE.
Descolpem os nossos freguezes termos sino om pouco extenso na narrado de al
gamas noviiiades pois com qoanlo seja.nosso inleresse tambem o dos nossos fregu-
es que qoerem e gostam aidar na moda.
Ra la lmperatriz n. 64.
FKiElREO 4 LOPES.
, m to ora procenM/mafc perfeilo e qne ai-
SSfS e Ul (orina a satiafaier a* xigeooiae mis
tetara* 4a seriptoreio,
A tr lindissima e sis precisa de eoida-
ao algam para se conservar ao tinteiro sempre
Man a aaema cor, sera borra, cresta, bolo* oo tem
talan ata* bhuWIm inherentes total asuntos
al* atara oontMciaV, aina metmo oca maiaorea
aforoa eatraofeiroa.
laatotaao, este estimavel producto nao ataa a
asmas e aeo, antes pelo contrario, a pena
aipartnm eenalte doarado qne seodo lateros-
ataja, aaea proveitosa
att Hato, nao sendo especiakneole para copiar,
II apstala doaa, tres, ou mais copias nro a,ei
ttftk $ aacripta ; preciso, porem, derxar-lba
awanl feam eaeiado sen o ennfw oa> o owta-
asmsv porque nio ba o risco de borm. Pansa
Mraraaiiaiaom*epia, nio se f sjlomenua ua-
qaaaus copias se querem tirar, mas
10 origfoaJ tirar i ama tantas qoantas
, ten qoe o ortgtoal 6qa prejodkado
pan- copiar
Oaaarn asjai diur qie, pan
ajatMillpyia babilidad*, sem qne a
I 1111 alo sttwfax, e o defcito recae sempre
____ rflata, qne omitas veres qoeo menos
destattata extremamente
queeriu qoe em qaalqoer ea-
aaab do que nma tinu para o* *-
fila
^hJtmSS
eripia soffre o choque de cidos fortissimos, sem
e decompdr; ora, se os cidos nao tem acio so-
bre ella, muite meos a acolo do tompo a pdde
dajtmir;Utoplau8iTel.
Nao so ao commercio que este men producto
noter uti; os protectores dos collegios, inveati-
l*a^?0,. "*** PW* o adianumento dai
seos dweipolos, tem approveMado esta tinu, qoe
eom raaio a acharam apu para desenTolfeU
?,Wo4no.e^!?S'?dOT oowqoeneia dabajlfi
a cr e faeitidade de correr na pequea peTcsna"
Hqaidea. Ha execsplos de enancas que avit
muito lempo tmbam urna repugnancia extrema
para a eseripta, logo qoe M admittida esta tinu
no cotiegio, apoderou-se deltas a euriosMade eo
foeto, e pooco tempo depoia o seu adianumento
era mantalo.
HsU tinu, i par de tantos Tanate, tem am
unice meomTeniente, deteriora-se ao ooniacto de
ootra qaalquer; eenvm pois te-la em tinteiro
iaentos do menor vislumbre de outra tinta, e evi-
lar escrever eom a peona saja de una preparacao
dioerenu e ineonpativel; Teriflcando isto, nao ha
f'i0 Cu*!6 < tin qoe nio aeja a VIO-
LETA EXTRA-PINA DE MuNTEIRO.
Observado.
Dhrersaa (aicMaaeBec e temelbaacas ten appa-
recido, coja durabilidade duTideaa. Os Srs.
eonpradorw podas eriur o engao dlrif iodo-ee
caaaa ciriamcpaeai^c penado a tinto qne en
taM
A. C. Uommrc,
i "
2.S.
o o S. o o
SSo Analmente chegadaa a esta praca pela segunda vea as verdadefras preparacoet
do Dr. Radwat & C. de New-York.
Depois dS aigans annos, em qoe as falsificacSes de Hamburgo e mesmo de New-
York tiveram entrada oeste mercado, aproveitaodo-se do bem merecido conceito qat
estes remedios haviam alcaucado por seus maravilhosos effeitoa consegmram introdazir
se, illudindo o publico incauto, com orna redacto de preco, nallificande o verdadein
mrito destas admiravefs preparaedes, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
do-as com seos natos effeitos, lembroa-se o autor de fazer a declaradlo abaizo, e
dar diplomas aos qne vemierem os seos legtimos preparados.
Previna-se o respeitavel poblico de qne as verdadeiras preparac5es de Dr. Ra-
dwat s se vendem nos depsitos cima declarados e trazem na roalo ignara destt
annnndo.
Nos abaixo a asignados, declaramos e certificamos, qoe oe Srs. Raymondo Carlea Le>
te 4 Irm5o, da cidade do Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, alo os nossos agente*
geraes, pela venda de nossos remedios, tanto no dito imperio como no reioo de Porta-
gal. Noticiamos ao publico, qoe nio se podem obter os remedio de Dr. Radwat C
(e qae sao preparados no laboratorio do mesmo dootorna cidade de New-Yerk noi
Batados-Unidos), senao das pos* as qne podem prodasir a prasente certficaaao e altes
lacio e qne a produzem, subscripta e assignada de Dr. Rabwat dt C. e dos Srs. Riy
mando Carlos Leite & Irmio come ao p. Todos cada nm dos remedios de Dr. Ra-
dwat C. aio acompaobados de cdalas smelbantes as qoe parecem aop desta cer-
tifkaQio.
Examine-se bem a assignatara da firma do Dr. Rajmpat d> C. ao p da Tjresenn
MrtificaeSo e compare-se coa o fec-simiU aas cdelas coa todos os frasees e eaixinha
Radwat &
(Soccessores te Joafriin de AJaeida rtnta)
10Ra larga do RossuriolO
Os
liial".
eapii
SEU PINADO ANTE
Extracto aleoolieo, em
. Joete ao artel
rielarlos tfesto estabeteetoMntanna boira
da todas as DroTHMtoe o inaerhx qn occrtnuarlo a preparar
SOR os acreditados e utiaslmes "
.,awro, oleo, amra,
tintara e xaropo do PEtajOlQl <
DA SALSA DO MP.A, tarop da a _
Meto ; pac lao que om d'aqajeWM preprietoriM eontt $ ateos de
Outrocim, setentifloam bam Mo nn coaaaaato ariade sortimonlo de
mais acreditadas especialidades, cenando n [ t pSMjlTjt 'Un
feral, de quen o*i proKietorioc irtoM
ApaaraMctoitfcm'ie^afnUqfMaasVaaB toes, caco
dt poticii V
i d* Water
touarao a prepi
Kx*pVdo MUWGr oto.-ote.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 52
(Outr'ora Queimado n. B.)
A Agoia Branca lendu j reet-bido paite de snas
antigs eocommeodas, em segumento acaba ago-
ra mesmo de reeeber ootras, algumas das quaes
se tornaTsm es?encialinine procisas, e outras se
faxem apreciadas por saos go.-tus e qualidades,
coiro sejam:
Meias de (lo d'evocia, aberlas para enboras
meninrs. .
Ditos idem eom listas tambem para senboras
e menina?.
Ditas dem omite burilas ao gesto escoeex.
Ditas idem idem brancas e com listas para me
ainss.
Ditas idem iiftt para baptisados.
Ditas de algodao compridis o cem listras para
meninas.
' Lavas pretaa de seda, para senbora.
Ditas de tcrjal e da seda para meninas.
Bonitas ctmisioha&.bordadas para senboras.
Fil de seda, braaco e preto com flores miudas.
Dito de aignd&u, liso e com flores.
Touqomhas. bordaitas pata crianzas.
Liados e anidemos chapesinbes de fnsilo para
ditos.
PeaKs de urtaioxa para desembarazar oo pen-
\ev.
Dfos de 'Uta aveso9 para meninas.
Dito de borracha para ditas.
Pitos de tartaruga, peqaeoos, para segurar o
larradilho os cabellos de sen horas. *
Grande sortimento de enhiles de seda para ves-
tidos.
Fivrllas de madreperola e de tartaruga para
pulceir e taco p>ra o cabello.
B> ni'as t) -Iciiiha* para menina*.
NOVO SORTIMENTO DE F.NCHOVAES PARA
BAPTJ5AD08
A agtia branca acaba de reeeber novo sorti-
menlode (indos e cimpletos enchovaes para bap-
tisaos, e bem aicm separidamente camisinbas
para ditos lindos ebapeosinbos de selim braco
bordados, ontroa ditos cora feudo dctmui,o gosto,e que se,rvem lamfcem para pas-
scie, sar.atinh"? de se im psra o mesrro flm.
MODERNOS E.XI-EiTES DE FLOKES,
ornedos cora bicos de seda, fitas de seiiro e Gvella
demadreperola ao ultimo goslc, e- proprios para
toles, easamectos, etc., etc
FLORES E PREPAROS PARA ELLAS
A Agoia Branca receben lindos ramos de' florea
Unas, laoto para eabeca como para chapeos,
bem assim: _
Papel Tetfe ll?o e enm listas para folhas.
Din- de cores, para flore.
Fi Ibas de diversas qoalidades para rosan.
Ditas verdes elustrota, ojira neva e peto pri-
meira ve viudas eomo aqjpstra.
Franjas pretas e de diversas rargnras para en-
feitar ve>lidcs, ___-,
COQUES DE TRANCAS E DE OUTROS
MOLDES.
A Agola Branca acaba de reeeber- nma pnqtvo-
na porc.ao dos b( nitos e modernos coques gran-
des de trace e oulroi moldes.
NOVO SORTIMENTO
DE
BOVEJl&
A sguia branca, a roa do Soque M Caxiac a.
52, ootr'orauo Queimado n. 8, asaba de reeeber
ura novo e bello ortjmento de nonecas de diver-
sas qualidades e tamanhos, sendo :
Com rosWde seda, das que chorara, e entras
qne fallara.
O ra rosto, ralos, e ps de porcelana, e pro-
prias para veslir-se.
Obras de porcelana
A agnia branca tem ontro 3or:iraenlo de diver-
sas obras de porcelana, sendo:
Bonitos e ricos vasos para i a de arrox.
Outros para joias.
Outros para iabonetes.
Outro? para enfeites de mesa.
Pequeoas e bonitas pas para agna becta. -
Peqoenos jarros para santuarios.
I Outros madres para mcas.
Bonitos port relogios.
.in-las-cp-tinhas lrabera da poreellao.
Escrivanias de dita.
E mullos outros objectos para epfeites de mesa.
*.


ARMASEM DOS LEOES
BA DlftUE DE CiXIAS N. 29
.--. P^Pf'?13"^ desto grande e bem monta.to estabelectmento scienficam ae
respeitavel pobl.co desta provincia, que se achara com ara variado ecomplet. sot tmenlo
de movis, tanto nanooaea como estrangeiros, sendo estes escoih-dos capricho dot
fari/9nC.rqaeS^achaactualmeDtenaEarP^ e por isso os pedem vender maia
d mLrA?eD0S,de,q0e T oal!? qaalquer P"'6' *** *** contratado coo
Si^^^Z^^^^m^^r"^ d mais ricas mobilias feiUa
al. Na offietna tem os mais habis artistas deste genero, e por isso aptos a tune Jim
522" PPdmprape,ferda8 Par\ aS CaSas da Pro^wnaSerS?. de priSS
a readade do n^l^rr Th" "T dito est8be'imenlo, onde enecntrarao
de ia arand? SLS ""* ^^a examiBare,n rica, e completas mcbilia
ill^AA 1 mo?no' faia' carva:ho. amarello, etc. etc., ricas e eleeantes camas fe
jacaraad, po-set.m, amarello, etc. etc., guarda-vesdos de amarello Sdaooca da
T, '"' lm?0' com UmP de Pedra' apeadores de dita, do ?om dita Detfi
12, "PecialmPDte P?ra f* barba, toilettes de Jacaranda e am ro?com p?d a
\Z^Xl!Tl6 r' qUe-paM S5 D5 loroar eafadonho prelcnTmPos de
azer mepijSo delles, o qae s com a vista poderao apreciar. .
BAZ4R ACADBMICO
13 ROA DA 1MPERATR1Z 13
DE
N, h ULSSES IRMJIO
rairo. Charutos dos mais acreditados fabricantes da Baha e do Rio de Janeiro : e bem
assim, ponteiras para charolse cigarros, cachimbos de espuma.de porcllsna, de toa-
deira de diversas qualidades, de looca e p de gallinhas muito flnos a 2*600 a dozia, e
moitos outroi artios que dixamos de mencionar.
Fabrica de cigarros.
M B*m a"es.!a a superi ridada dos cigarros de nossa fabrea o grande consumo que
delles tem havido no interior e as provincias do norte. Com presteza aproroptamoa
qualquer enccmmenda, remettendo-a ao seu des ino.
BAZAR
ACADMICO
13RA DA IMPERATRIZ-13
Ulysses & Irmao
\f
ERNESTO & LEOPOLDO
N 2 D Hua do, Cabug N. 2 D 1
Acha-se montado de forma tal este est belecimento de joias qoe pode
vender aos seus numerosos freguezes em grosso e a retalho e por precoa
mu resoplidos visto qoe recebe de conta propria por troca os vapores de
Europa. O gosto de desenho de suas jotas o mais lindo do paiz das
modass curo de lei, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, robina, parolas,
torqaezas, saphiras, coral rosa etc. etc Obras de prata de porto tanto
para igreja como para servico domestico. Convidamos as Eimas. familias
a lisitarem o dito eetabelecimeoto todoa os das at 9 horas da, noite.
GRAIDE
Mirai SI IGUAL
Luvps de pellica f escs i
18500 jwr 18800 o par
Na loja de Santos Paloio A C, a roa da Cadeia n.
If, ka saoariores e frescas lavas de pellica, ingle-
taa, tanto para bomens como para senboras, pelo
pracn 4a, ltm cada par, o s o Falcao pode ven-
der paehiBc,bas destas.
E' PBCBINCHA.
Chito Iba costo 4e praca a DO, HO, 180 o 3M
covado o peenweaa.
Cobertores de lia esenru muito uane a U.
aGnaiai
Aza de mosca.
Na
rna
l loja de Guilherme Carnoiro^
de Crespo n. SO.
s
Cerveja normay
noto e preparada de forma evitar completo- j ^unda i. M, 1 al
inglezes em caixinhas qae se
mente o p.
Sbemeles
por 1000 a dnxla.
vende
(^artr*a*e-punhoi de papel.
Vmo-mlo Bazar da Victoria ra Nova a, t
01-
Vende-se na ea
Craz n. W.


m
-r.- -
Di*rio de PeraambttCll Qurt (tira 2 d Setembro de 1871
r=

JSSElBi|AJEML
CAiMARA DOS DEPILADOS.
Uiscussao do elemento senil.
Conclusio.) %
Mas diz tamben a escritura que Den:,
mo flzera o mundo, no mesmo listante .
consumi seis das, e no stimo fui preciso
ue,caosar; sen di is pon fazer o mundo
comenlo pela luz, porque ras trovas n5o
era possive! trabajar, e a luz a vida I
Dus que Daus! tratos de separar
trras das apaas, crear as plantas, oa ?ni
maes, at que creou o homem ; eis o qu>
'os diz o Gnesis; e o qu es!e n .s etsinj,
esta boje demostrado pelas sciencias mo-
dernas, a geologa e a paleontologa.
S9 en commetter a gum erro V Exc
(1aM,r-Jbar30 da *'la da Barra Ytentia
LS dt> corriairme Porque o ccm
ptente, eeu nestas materias son apenas
curioso on amador. p
O Sr, Baro da Villa da Babua : -E-l
follando maito bem
'Rnhr?ft(IPE"mGA0 M^Hp'B0' ~ O-gortrno.
.enhores, quer sermais que Dew (risada )
porque prehnde que esta sna propo.na er/a
iujttma palavra, quando eu enteodo aL
e apenas ofiat lux ; nem ao menos sedig\aa
def matar aquelle D.-us, qu lev0 seis as
a azer o mando e crear a natureza phvsij
nar^V espritual' das luw'ambs
paitiMpa o homem, o ultimo ente da c/eaco!
Anida man, scnliorea; Deus determino;,
de ce logo as le.s que deveriam ivger o
mundofbfetco; eimlMa o-raundo mor,!;
da ^tnr,!lUe ^^emos no desenvolvimento
da natureza um; certa l.rtidio. o corto
Procosso; nada se faz de cbofre. O du-
Wuie, por exanpio. que a ebtmics tem de-
W0Qtrado Ho ser mais do que capone...
O >R. Baro da Villa da Barra : Car-
Irme Duro-----
O Sr. Pliidigo Malheiro : ____ a
caimic o pe.dz a carbone, sera, poder to-
dMtl restaura-1 j ; o diamante me&mo nao
aa forma seoto por um processo lento, c
assim outros inioenes; a planta, por ejem-
plo, desde que germina at ser perfei a,
aore frondosa e fructfera, passa por um
a>sm tambem os mimaos,
inverter esta
lento ;
quer
o governo
Fu C 'o!. rnHi.ir na mraenMd,
C'.Lrio trr>a de ium D^s .:jirj3 j tirbante inflaidade, -_ '
S .ra'r.** e fi *! S co'* proprik watios t de improviso
Pulo 11* et, fj&nJo o Pjuis).
*
Ello os ?ses enchea de vario seres,
Qje eoch-i.'ii os ares (Taimas cantilenas ;
U'jutros unos surti por Seas piares,
O mar, e s?im eos deo delicia! plenas:
Dmeos prismas oreando e de prateres
O mundo, vida, e d'esta vida as cena,
De razo nos doto discreta e piogae,
C n aqual aa alimaa no"1 distingue.
Sera lerm'o fez o espigo, os h jrtontes,
5 estes b sque de uuibriffffa espewnra ;
L'ri>j\x d-t enormes piucares? os raoaies,
Dea aos cunearas valles a fn'Wenra.
A* fonles f*{ lambt'in du agu as fooies
para sacir-Tio3 a Irwcura ;
B dea it (eras I .rea. is aves caato.
Florea ao prado, i Hjre sumooo encanto.
Oh I Gimo Deas tota, e Jasto, e Grande f
Oh I Zimo leparciar Saos bons rpale f
Gomo'o SeJr reino intermtno st- expante
Por mar e letra e cos, por toda a parle f
Como Elle # espada da jntica bi ande I
Como lo Recto ntoslra-se d'estVirte I
Oh I Como g/fcode a Sua Frovideoci I
Como sempre sua Omnisciencia I
Irado s vezes pelo? negros crines
Dos impos, dos atbea e dns profnov
EJIe d a vasios eos ames, sublimes,
Pela voz dos trovfas felfa aos hannnos:
Orbivago mortal, ah, sao te animes
A' provoear-L(e ^s.aj irr> I O! mndanos
Fatei por agra'r-lbe ; e assira Clemente
Tereis Elle por toa eternamente.
Ch'iodi f. i-jua a Regio aceode,
'Falla, mea oracJo, a voz ergaaos I
Para cora o Kara Duj, Qae nos aaendB,
Mo, ngra'.os a injusiosn^o sejaor? 1
D'Elle ludo deriva, d'Elle pende
Todo a bem iodo o ser, de que gozs*W3:
En, porianto I' Sob os vis auspicios
Publiquemos, fleis, seu* fvneficios.
1863.
Frawt.no Cismonl^o.
processo
Como
ordem?
Ser pelo elemsnlo moral ? No; Da or-
dem moral, o mesmo processo se nota ; o
homem feito na o a crianca que nasce.
quer physicamente, quer interlectual e mo-
ralmente; mesrao na ordem iotelleclual e
moral a crianca rai-se dosenvoivendo pro
gressivannote, at que se torna homem,
prooesso superior muitas vezes a
mais anaos.
Como, poi, pretende o govern*^ prescin-
dindo desta marcha natural, nrogressiva,
e-tabelecida e creada por Dos, que o des-
envolvmeoto da sociedad4 ?,e faca de um
jacto ?
A civilisafo de um povo muitas vezes
um trabalbo mais que regr 4|sr. (Apoiados.'
A propria aboligSo da es cravido n3o um
trabalbo secular ? No v jD4id,) da civilisaco
u.j .muQdo, este traba!1 J9 data apenas da
segunda melad? do se Ca|0 passado, e mais
rigorosamente do coir ltt(-0 do seculo actua!;
jo se tem feito muit< ; indispensavel qoe
a obra se conclua. Mas, entre faze-lo pru-
dentemente o precipitar tndo, ha um espago
immenso, ha um ajjysmo.
Peque raz5o ha vemos de infringir por
tai art essas I eK-naturaes que regem a pro-
pria soiiedad.e. e pelas quaes se faz o sen
progresso, o seu desenvolvimento, sem
perigos ?
^a ordem physica, senhires", e impos-i
vel a infracco dis leis que regem esss
mundo; a 1575o evidente ; a materia n5o
tem vre arbitrio, obedece fatalm?nte s
lei$ que Ibe foram impostas. Eis o motivo
dosse admiravel e eterno equilibrio do
universo, mbi gratia, raantido por leis lio
simples, quaes as da gravitado, qae permit-
tem a myriades de astros percorrer, desle
a criaclB, -em vertiginosa c^rreira e com
movimentos diversos, o espago celeste, a
distancia mesmo incommeosoravel I
Na ordem moral, porem, a iafraccSo po-
de-se dar, porque ha o livre arbitrio, tanto
em relagao'ao individuo, como em relagao
sociedad. Mas segue-seJha asanegao,
a punigo. Quasto ao indiviluo, a les
obediencia de Ado, e sua expuIsSo do
raraiso, com a vergonha d-i raesma dc;-
obedrencit, isto 0. com a punigao dimpro-
pria conscieci-ia ; anda o crin de Gaim,
e sua justa pnnigto. B assim todas as ge-
rages qoe se suc ederam at boje.
Na ordem social o caso mais graw ;
se as leis naiaraes do seu desenvolvimento,
do son progresso, sao infringidas, brusca-
ment? violentadas, como se pretende e ha
de succeder com esta proposta (apoiidos),
nao se pode falo-lo impunemente ; e, assim
como em relaglo ao individuo que cahir
em crime ou peccado se bade seguir a pu-
Dg5o, assim tambam em relago socie-
dade bao d* sobrevir as consequencias
senfeibante infracg5o, que dar on poder
prodazir os seu- extraordinarios e tremen-
dos, mas naturaes resultados as revola-
coes. (Muilo bem! muilo bem!)
(O orador comprimantad) por seus
amigos.)
UTTERATMA,
CANTO DO CATHOLICi
Wamt in the sun, refrehes in the breeze,
Glows in the slan, and blostont in the tree
Lives thro'a'l Ufe, extend thro^all extent....
(Pope.)
___
Para com Deus, que prompto nos allende,
Jasto e gratos e fleis sejamos ;
Co'a sagrada, que Elle nos accende,
Falla, meo coracio, a voz ergamos t
Pois d'Elle e d'Ede s, nasee e depende
Todo o ser, to*o o bem de que gozamos ;
Eia t Sob os Seus vlidos auspicios
Divulguemos, nortaes, Seas beneficio?.
Qaem fez a noile com sen manto escoro 1
Quena com Seu veo dourado fez odia ?
Quem erguea este Co d'anil tao puro?
Quem fez a ierra, o mar, toda a harmona t
Aquelle, para Quem nio ba futuro,
Nem lempo estragador, nem roorte impia ;
Deus. oh I im; Dos, Cuja Sem par grandeza
MauifesU-se em toda a natureza.
O Sea poder, qne certameote nada
Se equipara, as byperboles supera,
Inda a mais atrevida e arrojada,
O Sea poder por tola a parte impera :
Nos transes do soflrer, nesta cansada
Vida, e na morte eeifadora, austera,
.' para ni Seu nome sempre-vivo
Um balsamo efflcaz, am lenitivo.
Todo candara e amor, tddo bondade
Para co'os lbos Seas, os peccadores,
CARTAS AO Dft. JOS: SOCHES DE VZEVBOV
PELO DI. JOO JOAQUIM rONSECA DE' ALB-
QUEUQLE.
Quarla carta.
Mea Ilustrado mestre.As minbas wn-
sideragoes de h(je s5o oBereeidas .igreja
cathohea e coasciencia universa!; tributo
de acrysolado respeito mjligiSo de daristi
e liberdade. do Lomea. O assuropto
'superior, s-minhas forgas, bem sei; mas
nao o intengSo com qae fallo e ao des-
roieresse com qu pretendo concir a causa j
da consciencia com a cansa da liberdatle.
Eu vejo a lula o/ie os espirito descra-
les t^sjabelecem entrfe estes dooe poer
d'alma, levando a homanidade ao patiDulo
2Q 30 a- ^a ro-volta, perdendo. a modelado inexpa-
riente na terrivel ioqoisicSo da virtnde; eo
vejo que luz doebristiaoismo se pretende
suffocar a dignidad da conscieoc *os c-
gos impulsos da libordade, ataeaaado-se a
igreja no que ella tem de mais divino com
referencia felicidade humana; veado ludo
isto, nao posso calar o gr to da verdade
qne tem para raim sobja torca, grando e
profunda reverencia.
Fazendo um ligeiro estudo do mondo es-
piritual e do mundo moral, apoiado na saa.
philosophia e na tbeologia, me toreare i
por mostrar a V. Exc. que a celebre pro-
paganda da liberdade de cooscieocia e a
!Ouca inspirag5o de Sataoaz, o maior inimigo
de Deus e o maiar carrasco do homem
Sei que a morte a ultima patarra deste
mundo e o perdi a lousa do. sepulchro ;
mas sei tambem que a vida humana.com
todas as virtudes ou com todos os cnows,
sobe ao infinito liquidar suas contas com
o p imeiro e nico credor da homanidade;
por isto que choro a3 miserias do nome,
rolvendo as minhas lagrimas para a eterrn-
dade. ..,
O espirito humano em sua actividade
move-se por tres poderes essenciaes ; in-
teliigencia, sensibidade e vontade cada
movimento urna simultaneidade'lpie traz
como reaut'ado o pnsamanto dehaixo de
dilerentes formas, o sentimento em varia-
das faces, a liberdade que s te;m um prin-
cipio : o dever.
As ideas se apresentam. ao espirito; a
apprehenso as recebe ; a sensibidade as
experimenta; a liberdade se decide; vibram-
se todas as evoligoas; urna luz que blo se
apaga porque luz do co, allumia as pro-
fndelas d'alma e d por torca de si mea-
ma a plena afrmagao de tudo o que se
passa, a consciencia, principio de autori-
dade que sanecion?, crenga interior qua s
conhece a verdad*: do que se pensa, do que
se sent e do que se quer ; conselheira in-
tima na imprjlsao espiritual e juiz depois
dos fados consummados, o genio da hu-
manidade,
Daus creou pela consciencia as suas in-
timas relages com o espirito humano;
constituio-se vida da nossa vida, vita anima
Deus, na phrase de S. Agostinho ; e como
pela razo pura o homem nao chega s
verdades sobrenaluraes, cercou a conscien-
cia com o inflnso de sea graga por meio de
urna doce consolago s nossas fraquezas ;
deu-nos a f que a alma da con ciencia.
A' nao ser a Sabia harmona da creagSo, o
homem seria um erro ; sera o auxilio da
inspirago intima, a duvida seria a ver-
dade.
Pela liberdade o homem nSo resolve a
justa deliberarlo nos variados movimentos
do espirito ; na uniSo, necessara da liber-
dade com a consciencia, darazSo com a f,
qna consiste a magostado do espirito e a
dignidade do homem ; a obediencia e o
amor, diz Fenelon, s3o inseparaveis no es-
pirito humano.
Ado violando ho paraizo a sagrada defi-
nig5o destes principios, perdea a santidade
primitiva e fui ponido; desde nto vio se
como um soldado ; encaroo o mundo per
um campo da batalha e.a1 vida por um com-
bate; o pexado abri as portas ao soffri-
mento; essa lula opera-se no sacrificio das
paixoes; a f domando o orgolboda razJo,
a conscienca os excessos da liberdade ; ba
oisto a resigoago do culpado e a punido
do crime; o remorso do passado valbe a
esp*ranga do futuro. .
Cbristo sollicito em avisar o bem, fondoo
a sua religiao como urna segunda coascien-
cia para o delinquente que experimealou a
desgraga de perder a consciencia natural ;
ao passo que pune a colpa, amplia os meios
da redempgo ; define a consciencia pela
lagrima que a esperanca enchoga, pela vir-
tud que tem premios na infallibilidade de
suas promessas. f ...
Eu tenho para mim que a consciencia
irresistivel em seus avisos; os presenti-
me,ntos s5o vozes do coragSo ; na vida mo-
ral o sentimento directo, immediato do
bem; a luz da vontade na contemplaclo
da verdade.
; A razio a o amor eleva a no sa alma i
coimiuoicagw da rida noivwsal; em eada
ponto de partida como de parada, o pensa-
mento contra a verdade do que procura
no movimento generoso da f qoe falla pela
consciencia; nio coqhego jazJo absoluta
nem liberdade Ilimitada; entre a razio e a
liberdade o limita do relativo est na
consciencia ; a fe resolve o mpossivel.
A coofusio em qae labora a celebre pwp
pagoda reside no obscuro embecimento
das vrdadeiras noges do bem e da liber-
dade ; si;.nh indo indiscreto antagonismo en-
tre osconsb.'bos da coasciencia e a livre es-
colba dos moi.'vos, pensar es propagado-
res que fazem wuilo bem a bumanidade,
algemando a consciflncia ao despotismo das
paixoes; fazem grande mal a todos pelo
mi ejemplo e especialmente a si pela io-
gratidSo.
Porqae rnio pralicamoj o bem com tan-
ta serenidade e o mal com taotos escrpu-
los ? E' qoe essa serenidade define a sa-
tisfagao da consciencia e esses escrpulos
explicam a soa reprovaiao ; que a liber-
dade decidindo-se apezar da sua mysteriosa
reflexao, escravisa o homen.
Deus la.ngou no fondo da nossa alma um
preservativo contra a excessira mobilidade
do noaso espirito; e se preservativo a
consciencia que le firma ds f, a melbor
liisioria da bumanidade e o ultimo suspiro
do moribundo; tbesouro da experiencia;
prmeir.) e orrico fundamento da scieacia ;
foi a f qoe- dea a Newton o brilho de suas
profundas combmaces e a Cbristovao Co-
lombo a giorn da deseoberta do novo
mundo.
O maior perigo- o exorne em materia de f; o dogma n3o
se discute ; o protesto coaira o mrsterio
um aitatado contra- uta:-.
O bes nma verd\<*le eterna, in varia vel
e universal; e o prinepro de toda a rida
espirituale de toda a vida moral. ,
E' esta- a verdadeira nof3o do- bem qne
nos dicta consciencia.
E como-praticar o honwn sempre o bem
sendo elle livre ?
Eis o sopbiMM.
A obetHeneia fr lei da cre*fio; eo toda a
natureza ha um principio de autoriiade e
de submijso pea lgica de- dtreito>e do
dever qae s prenden- na harmona* dos
senes; guando as paixoes obedecen a
coasciencia,- o bomem obedece a Dos pra-
ticando o- be ; o be o progresso da
liberdade; ao contrario croando a liberdade
se decide por motivos apaixoaados, o-ho-
rnero desobedece a Dos plateando-o mal;
o mal a sim que Adi cabio i
& exagerado- culto que se presta i liber-
dade em sots abusivasaaiplidoes-, sera atteo-
q5o s leis-^oer espiritases, quer mora*s-,
UDaa anarcbM em phiioaophi, urna revda-
deara morte em theoktgia ; a reprousSo
da consciencia para so-dar pasaagem- i* mis
inspiragoes-da razio.
(^principio da lioerdade d eoascMBera^
1 tim passo para o atheismo ; dscolher a reli-
gin eseoAer a Mwndade; potteo im-
porta adorar a Deus wao bearro de otero ;
a ivlifjio ttt ser creetfc do-komem ; toda
um faz sim theologia< segundo suas neemi-
dad$ ; a humanidad* brta o divine oomo
a aratiaesenwlve-a sita Ua ; eis- os frac-
tos da lbertiBtgejn que denomino tevolUl
contra Deas e amorte do espirito hamano l-
O chri3tianismo a razio- e prioeipio da
verdade oaa- inteUgenciaa, raiao o principio
do bem nos, coragoes, razac e principio da
ordem no universo ; a verdade, o bem e a
ordem sao instiactos de> consciencia ; ella
dicta necessarlamenle a doce influencia des-
tas idaa. no. cam'ioho da nossa vida ; nao
admitid-pedido* da Hberdade, nem concede
favores i razio ; o pensameoto. que nio
conver a santidade- destas grandezas, a
vooade que ato abracar esta sublime ins-
pirado, sio quedas do espirito que se jul-
gam pelo remorso, qoe se traduzca pelo
arrepeodi nenio.
O amor da consciencia um extase; o
extase o arrebatamenlo da nossa alma na
contemplagio do bello, do sublime com to-
dos os sorrisos da felicidade, eis ahi a vir-
tud a ; a paixio a degradagio do homem
que se curva a desordem pelos excessos da
liberdade na escolba do mal com todas as
lagrimas do infortunio, eis abi o crime t No
primero caso o homem soberanamente
livre, no segando toraa-se vilmente escra-
vo; entre doas motivos contrarios a gloria
pertence escolba do melbor; o difficil pao
est no querer, est no sabec obrar com
todos os applausos da consciencia que voz
de Deus no coracio do boroem.
Ha orna confusio terrivel quando se con-
sidera que a liberdade o poder de esco.-
Iber o bem ou o mal; isto um absurdo
em philosophia e em moral; a verdade
preferivel ao erro ; essa preferen ;ia nio
dcstre a liberdade ; a duvida que pro-
duz o desespero.
Porque razo se respeita o homem cuja
firmeza e dignidade inspira a confianga de
todos ? E' porqae a sua perfeigio ostenta-
se na pratica viva e constante do bem em
repulsa continua do mal; porqae elle
verdaderamente livre.
Deus, cuja sabedoria infinita consiste no
summo bem, menos livre sem conhe'cero
mal ? Bondade e ternura, sem limites, ser
Elle escravo do amor ? Nio; este principio
incontestavel; o bomem mais se aproxi-
ma do Ideal Supremo, quanto mais se apro-
xima do bem e do amor; o mal urna ira
queza; a decadencia espiritual e moral;
Adi preferindo o crime i virtude na fla-
grante violagao do direito sagrado da
consciencia.
Eu fujo de urna certa hypoiresia que,
casta de palavras tristemente celebres, pre-
tende destruir a verdade, quando ella vai
de encontr s suas malignas aspirag5es;
o erro sempre Luttero que, se Bastando
da igreja calholica e proclamando o proles
tantismo, acabou por pedir a exterminagio
dos protestantes porqae estes oosaram con
trariar os'seus clculos; essa hypocrisia s
pode vencer o ignorante e o in redlo.
A livre escolba de religiio, aUriboindo-
se consciencia a sanegio dessa escoma,
o genio do mal imperando na bumanida"
de ; o despreso solemne de Deus que,
sobre a trra e entre os homens, ensinou a
unidade da f pela sna igreja infallivel ni-
co ingresso da salvag5o eterna.
Mea bom mestre. A igaaldade dos di
reitos do bem e do mal ama impiedade ;
Sroclamarse a tolerancia do mal em nome
a coasciencia um protesto eoolra Deas;
o mal no^ae tolera ; o principio da toleras
cia tem por banleira a negacio; o senti-
mento moral falla mais ata qae a vontade;
lima da liberdade ; a virtude o fruclo ex-
pontaneo do coracio; eu creio co n toda a
torga d .urna creng immortal que o Caris-
t'anismo 6 a coasciencia universal; Giristo
morreu par todos os hdmeos; todas as
seitas anti-t-brist sio delirios da ingrati-
to!
O que pretendis os livres pensadores
do nosso scalo ? Preerem o despotismo
da Italia ao imperio di Igreja catbolica ;
prestam cu'to i Vctor Miooal e apred-ajam
Po 9o I
Em todos os lempos, como boje, tres
classes de raimtgos gratuitos atacam' o ebris-
tianismo : os heresiircljas, o sopbistas e
borneas frivolos que dotado sombam ; mas
de balde ; o erro n5o prevalecer contra
a verdade; esses ataques nem .perturbara
a sua marcha, nem tocam aoseu triumpbo ;
i par de agressores apaixonados surgem
espiritos verdadeiranente inspirados cuja
vuz a f cojo coracio o amor o mais
decidido pela ^victima sublime do Gol
gota. *
Se Lutbero tormou o sebisma do occiden-
te, Basioet esmagou a bydra da heresia';
em cada lula brilna mis urna estrella no
co s Clarcb e L?ibaiti affrontaodo a Bay-
le e Espinosa; S/ Ijoacio dd Antiocbia,
S Irineu, Tertaliaoo combateno a ment'
ra; Orgenes vencendo o sopbisma de
Clgo; /S. Cjri)lo refutando Juliano;
Fenelon (convertendo Rarosay, S. Paulo
sepultanob o paganismo no Areopagol
Saibam os incrdulos gue o Evangdho
toi escripto para o coracio e nao- para a ea-
beca ; i .mar interpreta lo pela razio tri-
bal bar para o erro ; a raao nunca enxugoe
nma lagrima, diz Chateaubriand ; areIiiao
ciirijia como refere Pastal, hi iaua-sj em
toda a consfienria.
R' triste e lanientavel que a m educa-
gio prodosa mos homcos'; todos1 os ma
les que vdmos- em preyaizo dar gerag5s
parten* di> despreso das verdades religio-
sas ; as doutrinas extravagmtes sio o abys
mo da mocidade ; o exemplo um> mestre
temivei para oe ioeaperieates; a nao ser o
seatimeoto monlr torga iotUinctiv* da na
loreza eeriam bor. iris s ms inspirago^s
de-*bergo !'
O ekrritianismo- acbou o mondo escravo-;
taogoersobre a erdem o immatavel funda-
mento da liberdade-: o homem, a familia e
sociedad* foram objectos do seu amor;
ppoclamou o principa da autoridade desore-
rendo es lmites do mandado e da obedien-
cia-; ae docaras da pez, as bellezas da vi
da a> segoeanga da eterna felicidade sao
Obres que cercana e oraz-; o bem o pri-
mairo amor do homem, da pateroidade aa
famiic, do governo as sociedades; o pri
meiro e o onieo dever da autoridade.
A aegagao deste principio, a falta do
respeilo inviolavel que se )he de ve, em to
dos oe lempos .ha prodozido calamidades
lerriveis ; as revoltas irreftectidas sao attea-
tadas inqualicaveii;. Cbristo foi v,cli-
ma.!
Espirito exaltados, eoracas- sena amor
tem samolantado os mata bello, fundamen
tes-da moral, cptivaoV a d'gnidade na
abjeegao do crime en ataques inslitos a
religiio .lam'.lia! i patria I*
Santificar a dogura do costumes e produ-
zir o sent mente qae se cbama: hamanidade;
inspirar a piedade e ternura para com o po-
bre ; o respeito-para com o-fraco; quebrar a
cadeia dos ioleressesv iaimigos da justia ;
curvar o orgatboa modastia ; elevar o ci-
dado,acima da-prpura imperial; fazer-do
soffrimento orna sublime dignidade perante
la qaaLaa excite a comaaixta; eis os elevados
fins da verdadeira poltica qoe a moral
evanglica ensina nos, m avimeolos progres-
sivos da humanidade.
Qae differenga notavel" se encontra en-<
tre a autoridae paga ea christa ? Aquel-
la, cuja lei era a torea, esta, cuja lei a
virtude f
ero dileitava-se em p; fgo a cidade
queimando o povo em gloria de suas fes tas;
Diocleciano fazia do sangue e do suor de
quarenta mil. homens o alicorea de suas
Thermas, pomposa reuoio de pedradas,
suberbo ejificio de devassido t
A autoridade vera do christianismo;
Theodosio sehumilbando paravra de Am-
brosio na porta de um templo; Garlos
Magno recebeada das mios de um Pontfice
o signal do direito de Daos; S. Luiz sa-
hindo do sea palacio para ir ao HotetDieu,
baixar-se aos ps dos pobres.
Quando a idea do bem tem assentado na
conscieocia o seu po 1er e a sna tor;a, n. a-
co importa o despotismo das paixoes; ve-
ahara em meu appello a santa e heroica
Polonia e a virtuosa Irlanda,
Ha um fado para o qual o christ'anismo
exige mxima attepgSo dos governos, que
a pobres?, essa parto infeliz da bumanida-
de ; nos lempos clebres em que a caridade
nio era conhecida, a escravido resolva to-
das as dilliculdades; para os poderosos o
infeliz era um criminoso, como si o impor-
lunio fosse um crime; hoje porm, sob o
infloio do ebristiaoismo a questio se resol-
ve pelo amor; o pobre urna divindade.
Os governos devem ao trabalbo o seu
maior cuidado ; no trabalbo sabiamente
distribuido e devidamante apreciado que se
removem os obstculos da miseria; no es-
timulo das produgSes da intetligencia qae
se firma o maior esludo econmico; o tra
balho urna riqueza; da indolencia que
se origina a pobreza; a condigio das clas-
ses operaras se grada pela vigilancia ad-
ministrativa ; o commarcio, asarles e in-
dustrias sao o imporio di fo'tuna publica
e da fortuna particular.
A unidade progressiva do genero humano
sob orna mesma lei civil poltica e religiosa,
em urna soeiedade sem dilTerengas nacionaes
tendo por patria o universo, nio urna ut -
pia cmo eutenjem os incrdulos, orna
verdade :uristia; os principios liberaos sao
os nicos que poiem salvar a bom anidada.
*^Meu charo mestre. Doas verdades ne-
Ltou-s contra o papa; rejeitando o principio
de submlsH') ao concilio, nio admiltio ou
tra regra para o bomem que a escriptara
livrementa interpvfitada; cabio no schisma;
atacou a autoridade los papas, os sacramen-
tos, os votos monsticos; escreveu sobra a
liberdade religiosa sendo excomranngado
por Leio X cuja bulla queimou em publico;
agltou toda a Allemanha; a Dieta da Spira
prohibi a propagagio das novas doaifinas;
pelo que, prolestaMm'os retormadore em
nome da liberdade d consciencia, publican-
do a cooflsio olfi;ial de suas crengas I
A desor lem, em seus delirios, abri pas-
sagem monstruosa confusio das ideas do
bem e da liberdade, fazendo do reinado de
Henrique VIH o reinado das persegoigoes
religiosas I
Principio, do capricho, o mais condomna-
vel pela negagi i aa verdade, a liberdade de
consciencia urna heresia f O protestantis-
mo nasceu de um crime I
Deas espera a abnegagio d'a'raa na su-
blime conciliagio da libirdade com a con-
scieocia ; nessa lata qoe se gera a virtude;
a conciencia dicta o dever de um lado, a
liberdade escolbe de ootro; quando esta
sacrifica se por aquella, o homem torna-se
grande, e Deus applaude o herosmo.
Qum nio acooselha a verdade nio pode
punir-; a puaigij previlegro de quem
julga ; se a consciencia pune, a consciencia
joiz; o juiz o hastiado da verdide ;
nio pode ser arbitraria ; circomscreve-se a
lei do justo; a verdade sempre a mesma,
urna e invariavel; s assim, impbe-se;
autoridade.
Ea tojo de contemplar as ideas perdidas
do nosso socalo; despreso^esse falso chris-
lianisino idealisado por tristisshnas celebri-
dades, que se envolvam na mais supina by
pocresia, dando a mi direita a Mahomet e
a esquerra Zoroastres, collocando Conto-
ci e Bondh ao lado de Jess.Cbristo I
Todos os homens- de ven ter urna s
crega : o ebristianismo ; so ha urna mo-
ral : a evanglica; abandeira da humanida-
de tem est insoripgo-:- consciencia a dever*;
Deue e li aerdade I
Contra todos os sepbismas que se- levan-
ta m contra a igreja catbolica, Deus tem* doas
patarras ny^teriosa que juigam a impieda-
de : credo-e eternidade!
Recife, 27 de setembro de 1871
Jbo Joaquim Fonseca de- Albuqumpte.
O
A marcha da hamanidade atiesta bem
alto esta verdade
< Q jando sobre aa reinas da naci ju-
daica se ergueu a igreja eatbolica, a pala-
vra de Deas, conservada-no primeiro pero-
do pela familia de Seto, manlida no segundo
pelos propaetas na naci jadaica, se trans-
mitlia para e illesa s nages modernas pelo
proprio Filbo de Dais qoe, ao deixar este
mondo e sgbindo ao Co, a confiara em
sua sublime pnrezi igreia romana, que
at boje a conserva to para como a rece-
bera do proprio Dana ; ao pa'so qoe a ci-
vilisagio romana cabia debaixo dos golpes
dessa chusma de barbaros, qoe de todos os
lados a invadiram e lbe retalbaram ae im-
mensas conquistas.
E em quanto as mooarcbias se desmo-
ronara e as dyoa&tias se succedem, e com
ellas as respectivas civilisacoes que repre-
sentara, i palavra de Deas fulgor* em
te do o sea esplendor, sem haver soffrido a
rainima solugjj de coBtioaidade, na cpula
di igreja romana, e mantida em sua pureza
por essa serie nio iolerrompida de soeces^
sores de S. Pedro, que urna da>s provas
mais evidentes de qae a promessa de Jess
Cbristo ba sido camprida d* modo a nio
poder ser obscurecida por especie algoma
de. sopbisma.
logo a vontade da bumanidade a ter'
dadeira medida do progresso humanitario,
e o aclfo elemento- que d vida e etercK
da de essa vontade,. a palavra de Deus-
em toda a pureza de sua tradiccio. Quan-
do a humanidade houver ebegado borda
do se sepulcbfo, ah se achara um.aobre e
veoerando anciio, derradeiro saccessor de
S. Pedro, para restituir ao proprio Cbristo
palavra divina, cuja guarda lbe fra con-

cessaras e eternas movem o universo; o
co as proclama todos os das na luz es-
plendente do sol e no brilho fagueiro da
loa das estrellas; ideas que o vasto oc-
ceano canta em seus rugidos, as aves em
seas gorgeios e que se acham, por um mys-
terio inexplicavf do coracio de todos os
bomens; Deus e liberdade I j
Era no principio do seclo XVI; o espr
eapirahinmaas.
I *
NOCOES PKEUWNABSS.
O' magestoso quadro da deseavolugio-di
humanidade se nos aprsenla como orna
cadeia ininterrompida das portentosas ma-
r vi ibas da Cbristo; cadeia<. que, tendo seo
primeiro annel engastado no tronco myste-
rioso da arvore do bem' e do mal plantada
as amenidades do paraizo terrestre, fechan
seo primeiro circulo com o cumprimento de
tojas as propbeGias as medcahas escabro-
sidades do Golgotha, para- d'abi disteader-
se mais firme e radiante; por todos os- pon-
tos do universo, atnavessaado todas as
idadas al encontrar seu termo final pela
realisagio do ultimo verbo no vale saphat.
O'espirito-mais rebelde e pertinaz ios-
tinctivamente levado curar-se eia rev
rente geouflexio anta os esplandidos triam-
phoo do Cristianismo ; o mesmo Rousseau
nio se pode fuar esse dever imposto
pela, propria natoreza. Por asta re-
ligiio aanta, sublime,, verdadeira, d.z elle,
os homens, filhos do mesmo Daos, se re-
coobecem todos por irmios, e a soeiedade
qae os une,, nao se dissolsre mesmo com
morte. > E' o mesmo pbilosopbismo des-
naturado qae se encarrega de prestar tes>
temunboda prodigiosa grandeza doCbris-
lianismo.
A historia em, (odas as suas paginas de-
monstra a complecgao da revolugao moral,
Iqoe debaixo de todas as relages operaa a
nova religiio; ella nos mosira. a mage&tosa
attitude, que assumio o catbolicisrao para
alcangar essa ingente victoria sobre as im-
pertinentes phalanges. do paganismo, a que o
grande broquel de que se servio elle para a
consecugo de seu nobre desidertum foi a
rohabjlilagio do iadividuo, sem com tudo
plantar o principio de am estrello e egos-
tico individualismo. Era preciso effactoar
o restabelecimeoto da digaidade do hornera
abatida, mas de orna manara que saivasse
os direilos de todas as individualidadas, e
que nao deixarei cada urna delias entrenu -
o dependente de seis minguados recursos,
para que o genero humano podesse entrar
as vas de urna nova e verdadeira civilisa-
gio. Foi o que fez o Cbristianismo pro
clamando bem alto o preceilo salutar do
amor do prximo, b3se invulneravel de
ama caridade divina.
A mxima da igaaldade humana, porm
de urna igualdade bem entendida, eque nao
excluisse os resjeitos devidos s superiori-
dades o aos poleres con-tituidos, foi o ver-
bo regenerador, qae salvou o mundo do
calaclysma atterrador que eslava elle coa-
demnado pelos erros crassos do elemento
pagio ; foi ella o fundamento predestinado
para o assentameoto da sublime tbeoria da
confraternisagio universal, escudada nos sa-
lidos esteios de urna liberdade racional,
sy nbolo precursor do toda gloria e de toda
prosperidade social.
O e'emunto volitivo da humani lado por
sem duvi la aquello qae mais prepondera na
balanga da civilisagio dos povos, par isso
que a vontade a faculdado principal do
individuo, e a bumanidade nio otitra cousa
mais do q ie o complexo indeterminado dos
individuos com todas as suas tendencias,
com todas as suas apiragoes. O elemento
mieileciual, iaeonlestavelraeote entra em
grande parle cora o seu valioso contingente
para o carainhar iocessaote do progress*
porqueros avaogos da sciencia sio a mani-
festagioiadispen avedo encadeamenio civi-
lisadoffe.consumera o thermometro infalli-
vel S|f lictorias da verdade. Os melhora-
menlOs.alateriies seguem, eomo quema-
cbinalmenle, o curso qae desenvolve o an-
dar tnamphante do elemento moral. Cada
pbase nova de que elle se revosle a de-
monstrago evidente de urna conquista al-
cangada pelo elemen o volitivo com o au-
xilio impresciadivel do elemento intellectual.
Assim o elemento volitivo a synthese
fra do sea impulso nobre
Dio ba sublime nem heroico
rito da reforma religiosa dominava a Alle-
manha, a Suissa e a Inglaterra; Erasmo,
Wricb alacavara com severidade a rida
ponco asctica dosjrades; tratava-se da
grande questio de iduulgencias,
Appareceu Martinbo Lutbero, da ordena
dos Augusttnhos, ebefe dos reformadores,
clebre pelo sea talento e palo seo owu-
, lh'; a pregagio de'radulgancias pelos Do-
generoso I minieo, quando d'antes era pelos Aagosti-
completa do'progresso humanitario.
Por isso foi qae o Cbristianismo, incumbi-
do da ingente, missio de operar a mais
transcendente revolugao, transforman lo
face do universo, comecou firmando em
bases indestrudiveis a excedencia da liber-
dade humana. E, torga con.'essar, foi
pela rehabilitagio da liberdade perdida
com o erro do parado que o mundo se.
regenerou, lavam o-se prasenteiro as aguas
fiada e vigiada pela immeasidade do amor
de Deus. E assim como a arca de Ne (oi>
a taboa de saivagio no diluvio de aguas, a
igreja romana ser a taboa de salvagio ao
avio de logo. (Dr. Feitosa )
Por esse mado e para condosio de su*
grande obra de regeneragao a aceio e a in-
oencia do Cbristianismo se deveriam es-
tender todos ae- elementos desenvolufivos
da bumanidade, sem que ums lbe esca-
paste, sob- pena de sea trabalho ficar in-
completo, e nio poder eliV corresponder
ao fim que se propunba.
Assim. elle tere de fallar ao elemento
sensitivo, e subvertendo lodos os sentimen-
tos da aotignidade pagia, abri orna nova
era de renascimento para a artes, qae se
viam amesquinbada pelo imperio corrap-
tor de am. desnaturado polytbeismo, porta-
estandarte de todas as suas miserias, de-
todas as-suas baixexas.; 6 no pedestal em
que se assentava a estatua de Venas con-
cupiscente fez elle erigir a estatua candida
e pudibunda da casdade. Esta va comple-
to o triumpbo do bello moral.. As artes,
que sempre vi verana sob a tutela da reli-
giio, i que por iss sempre foram domina-
das pelos diflerentes- mfloxos, que bafejaram
o principia religioso nio padiam de modo
algom ficar estranbaa acgS benfica e re-
novadora do leobo sacrosanta. Na antigai-
dade s o judaismo, conservtodo puras as
tradieges do verba divino, soube manter
as artes o'om p da desenrolrimento com-
pelivel com o grao de civilisaga que po-
dtam atiiagir aquellos tampos idos ; por
qae se, na phrasa do abbade Orsini, s
o principie religioso capas de fecundar a
inteligencia, alargar a imaginagi e dar s
vontades- fortes a audacia para as grandes
empresas, e a paciencia qae amadurece es-
panos,, eomo o entono amadurece os frac-
[.tos, tambem certo. qae todas as vezes
que esse principio se desnatura e se nubla
impregnado de falsas ideas a depravadas.
theuias, a imaginagao sa parrarte, o sentir
monto moral se deiurpa e o bello se reves-
te da fealdade mais enorme dando em. re-
sultado as maiores observares, footes
amagas das mais dars, decepcoes. Os- li-
los-do paganismo s3o a prova us frisante
deste asserto.
Os oovos borisocites e os ampios limites
am que se alargaron! as bellas anas sob a
pressio benfica do Cbristianismo eacheram
de admiragio o mondo e tornaram bem sa-
lientes os relevos da nova poca, que vinha
de se abrir, exaudo os marcos do urna ci
vilisago, que cabia osboroada pelas suas
raesmas iniquidades, e de u na oatra que
garbosa se levantava sobre seos deslrogos,
apagando os derradeiros vestigios da prin-
cipios, qae j baviam perdido sua razio de
sor no completar dos tampos. Sagrando
foi o fracasso da queda, maior e mais im-
ponente foi o acto da reconciliagio. De
um lado o Chrstianismo, sempre, no firme
proposito decalcar os dragos do etro e de
restabelecer em soa naturalidade o principio
da verdade abri para as bellas arles
seos bragos indulgentes, como pobres fi-
lhos prdigos, que loucameote desertaram
da casa paterna para irem pedir o enmu-
siasmo ao principe da. morte e inspiraglo
ao genio do mal; de outro lado, quaes
novas Magdalenas abracadas ao lenho do
Redemptor, < as arles arrependidas e pari-
ficadas se reabililaram ao p da Gru, con-
versado era obra-i as perolas e os diaman-
tes das santas escripturas, levantando tem-
plos gradiosos magostado do Deus verda-
dero, adornando seus altares de imagen
veneradas, espalhand) em fim sobre os ri-
tos e sobre o culto da religiio da Deas era
cificado nio sei que de imponente, de mis-
terioso, de*espiritu dista, que encheu o co-
ra'f5o, preodeu a imagraagio e dea azas
oragio para sabir ao Co. >
Entretanto o Cbristianismo nao proscre-
via nenhnm dos elementos de qae deve a
bumanidade dispr veo carainhar in;essante
de sua perfeclibidado'. A inlelligencia ea-
controu seu conforto e sua sciencia nos
principios do Evangelbo.
.t A palavra de Deus como o onieo ele-
mento moral capaz de dar vida vontade da
humanidade o verbo, a sabedoria, e a
dotrlna, 6 a luz; e porlanto, nio pode ella
dominar na vontade sem qae a inlelligen-
cia se Ilumine, se alargue, se deienvolva,
e essa lux e esse desenvolvimento se uni-
versalisem, 96 democralisem, se tornera ca-
tbolios. O democratisamento da sciencia
, porlanto, o carcter distioctivo da pbase
actual da hamanidade, sob o ponto de vis-
ta da inlelligencia. Todas as barreira,
que cercavam os recintos da sciencia c
por ierra"; as muralhas qoe eeparavam a
rica cidade dos sabios das ridas camptoaa
de da em
2-'

O bm i I abes, fot o motivo pelo qoaLalhero revo|-| salvadora da Redempcio.

-
K
r

dos ignorantes se desmoronara
dia, sendo que a imprensa o grande (
doctor que transmute s derradeiras cama-
das da humanidade, aosi povos mi remo-
tos d) globo a scentelha vivificadora da
electricidade catboW.
f Continuar-fe-ha^
TYP. O DlAmO-ROA DO UQCB OK CiXA* -


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