Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12495


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Full Text
*
*NNO XLVII. NUMERO 219
' -4-


9


fiM A CAPITU R..I?.AJKS 05D2 IAO K AfiA POITZ.
%* r j-o* taeaaa adiautado"........ .'
>eis ditos ieo.....................
i'-- : aai aatiu Jim....................
C^i mamen miso,..............'..*"
6^600
<20000
34JO0
330
DIARIO DE
TERCA FEIRI 26 DE SETEMBRO DE 1871.
----------------.----------------___----------------------------------------------------------1-----------------------------------------------------------
PAJA DIITRO I rU DA P2UVUCIA.
Por t/e* nezea adianlado ................ HZ**
Por Mil ditos ideas........^........... UJIOO
Por nove ditot~Ideen .... .t v ..........
Por om uco dem............-....*
Propriedade de Manoel Iiguefi*a de Faria & Filhos.
C >r. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos, no Para ; Goocalvea A Pinto, no Maralo ; Joaqnim Jos do Ovoira A Filbo, no Cetra ;
Pereira d'Almeida, a Mamanguape ;Felippe Estrella d C, na Parahyba ; Antonio Joa Gonws, na Villa
om Nazareth ; Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyaona; Francino Tavares da Coste, em M^mjmt. Jos Martin* Afra, na Baha; e Leite, Serqoinho d C.
______________________________________________________________;______________________________________-------------- 4M1___---------------------------------------------------


de Leaos Braga, no Aracatj ; Joio Diaria Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no NataJ; Jos
a; Beknnino dos Santos Boleto, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga,
no Rio de Janeiro.


PARTE OFFICIAL
fioverao da provincia.
.PUDIENTE DO DA 14 DK SETEMBRO DE 1871.
Velo* :
O vico-presidente da provincia, vista do
(! > do doulor chefe de po'ieia, o. -1244 de 19
'la correme.-resolve exonerar dos cirgi. de Io e
* supplentes do delgalo do termo de Villa-
U'lii ; ir 0S0 terem aceitado os ditos cargos, os
cidadios Andreliao Pereira da Silva e Seba3tiIo
?ereira da Sdie.
O vise-presidente da provincia, de confor-
miade com a propona do douior chefe de.p>-
licia em offlcio d. 12.4, resolte nomear para o
cargo de delgado do termo de ViUa-Bella o ci-
iaiao los Sobastiao Pereira da Silva e para os
i? 1' supplentes do mesmo os cidadaos Ma-
noel Pereira da Silva e 5a e Sebastiao Jos de
Mi-ga'haes Lopita.
O vice-presi den .' da provincia, atienden lo
ao que reoaereu o altere aggregadj ..o Io bata-
Illa de infamara da guardi nteional deste mu-
nicip'O, loso Cirios de Sous* Santiago, e ae que
rafircqpu o respectivo enmmandsnie superior em
oficio n. 172 d* 26 do niez prximo Ando, resol-
ve u Pie seja dada a guia, de que trata o arti-
g->*4> do decreto o. 1130 de 12 de marco de 1853
para o de Santo Anto aoade tixou sua residen-
cia.
O vice-presidente da provincia, a vista do
que roffeseoiou o coramandante superior dos
muaicipio* de Santo Aato e Cacada em ofcios
de 10 e 30 juihi e 30 de juiho prximo lindos,
quanto a reluctancia da paria do conselho de re-
visio da quaiificagio da guarda nacional do ba-
talnao n. 2' de Santo Anto para procede-la nos
das, que por tres vezes foram marcados, resol-
ve, de cooformidade com o disposto no artigo 91
oo decreto n. 731 de lo de outubro de 1850, un-
i.ir ao mesrao conselho a malta de cem mil ris
. irudamenta entr os ditos membros, devendo
..- coannandame superior marcar novo dia para a
reauio do referido conselho. Expediram-se as
necesarias db-mmuoicagoes.
Oficios :
Ao viee-provedor da sania casa de miseri-
c.H"tia approvando o contrato celebndo com o
i-verendo fre Joio Bapiista do Espirito Santo,
pira seivlr de capello da irmandade da mesma
^anta casa.
Ao inspector da thesouraria de fazen la
irwnmitnnlo para os tios convenientes, os titu-
lo* orneando o bacharei Francisco Teixeira de
S jo-iz de direito da comarca do Liraoeiro ; os
amanaeqses da secretaria da repartilo da poli
ca, Candido Autran da Malta e Albuquerque e
Joaquim Jos do llego Raogel, o l3 para olfieial,
e para nesoureiro mesma secretaria ; o
eaente-eoronel Dscio de quino Fooceea ottic.al
da ardis da Rosa, e linalmente a carta de nalu-
iii'ai;o do padre Francisco Aniano de Soasa
Arauj'".
Ao mesim enviando para oa~ dowdos flns,
i o'dem do tribunal do ihMouro nacional n. 462.
Ao raesm.i comawin. hurr findulo
Autraa da Matia e Albtiqaerque ntralo a U do
corrate no exercicio do lugar de oCDcial da se-
reiaria da reparticio da polica.
Por essa thesouraria maudoa-se pagar :
M machinista Vicente Jos de Oliveira a quan-
tia de 201000 proveniente dos concertos e lim-
peta, que fez p .ra a illaminaco do palacio da
uca'dencia na< noites dos dias 6 e 7 do corren-
..'. Communicou-se ao chefe da repariicao das
.iira. publicas.
A empreza da illuminaco publica desla capi-
tal a de 220*.oO" rs. em que importou o gaz con-
sumido com a illurainac) da secretaria da re-
partijao da polica, a contar de seterabro do an-
iij passado a junio ultimo.
Ao in-pector da thesouraria provincial re-
peliendo o conti -unento de urna pequea caixa,
n? condoli o vapor francez Sindlt, chegado da
corle, contendo 200:0001 em notas do governo,
por conta da 1" prestacao de 800:000, parle do
-mpreslimo contrahido pela provincia cora o
Unco do brasil, e bem a*sim a ola da despeza,
ra ir.iportancia de 1:1825666 rs., feila com essa
u'inessa, e recommendaodo que mande receber a
mencionada caixa; e conserva em deposito a
luantia nella contida at segunda ordem, dando
parta a presidencia logo que se tenha effectuado
ejserecebimento.
Ao mesmo resolvendo, com a informacao
;anla por copia, do delgalo de termo do iuique
i duvida suscitada acerca da conta e relacao das
despezas fetas com o sustento dos oresos po-
bres da cadeia daquelle termo, uo raez de abril
deste nn >.
Por essa thesouraria mandsu se pagar :
Ao alferes Jos. Rodrigues da Paixo as venci-
menlos de urna "esolta de guardas nacionaes que
.ouduzio para esla capital presos e sentenciados
de Garanhuns, os qaaes se acbam recolhidos
.-.asa de delepeo. Communicou-se aocomman-
aante superior daquelle municipio.
A* Benlo Jos de Macedo Pogas a qaantia de
224*920 rs. proveciente dos vencimentos relati-
vo-! ao mez de as n:o ultimo, dos guardas naci-
caes destacados na villa d'Agaa prela. Inteirou-
se ao cemmaodaote superior d-j municipio de
Pasmes.
K Antonio Do:nngues i Almeida Pogas a de
OOO despendida com o sustento dos presos po-
bres da cadeia do termo de Santo Aotao, no mez
de agosto ultimo. Communicou-sb ao douter
chefe de pulteia.
Ao ttente coronel Apolioario Florentino de
Albuquerque Maralo os vencimentos de urna
escolta de guardas nacionaes, que conduzio de
Baique para esta capital presos de instiga, os
quaes achara-se recolhidos casa de deteogo.
Scieotiflooo-se ao commandaote superior do mu-
nicipio de Garanhun-.
Ao carteiro da hesouraria provincial, Antonio
da Silva Araujo o anmenlo, que leve com 9eus
vencimentos, em virtude da lei n. 983 de 12 de
uto deste mno, aentar da data da mesma
4ei.
A' empreza da illamteagao publica desta capi-
tal a qoantiade 22:338*M0 ris, em que impor-
lou o gaz consumido com a mesma illuminagao,
durante os mezes de maio a jotbo desle anno.
Ao doutor chefe de polica concedendo a au-
de polica ou liona, que i^" necessaria por oc-
caiio da (esta do padroeiro da veaeca,vel ordem
:l de S. Francisco.
Ao inspector do arsenal de marrana com-
muniesndo que, segundo particlpagio da secre-
tarla de estado dos negocios da raarinha em 24
de aeosto ultimo, tora aoowado o 1" ttente
Frsaeiseo Xavier Rodrigues Praheiro para ser-
vir de lindante dessa inspeegao, sendo que o
resaeetwi titulo acna-se na secretaria da presi-
dencia para ser entregue ao nomeado, depots de
ssfeitos os respectivos direltos.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal do muofclpio da Boa-Vista, devolvendo a pro-
posu, que remetteu, do commandante do batalhao
u. W de iofaettri, aflm de ser rectiflcada, por
4a 3 e nao da ^ eompanhii, como menciona a
referida proposta, e gara a 5- companhu s ple
*er nomeado o alferes indicado, sendo privado
tesse poste Jlo da Si!verla Machado, que fra
oomeado em 1862, em substituido de Manoel
Ferrara da Cotia.
Ao director do arsenal de guerra, para man-
dar fornecer ao corpo de polica, mediante indem-
nisagao, os objeeios constantes da fetagao jun-
ta. Commnicou-se ao commandaote daquelle
corpo. *
Ao aagenbero chote da repariicao das obras
publicas recommenJanio, a bem da regularidad
do servico publico, que qnando trrer necessidade
de alguna, machinista do arsenal de marrana para
servir de' perito em qu^lquer exame, o requsite
por intermedio do inspector daquelle arsenal, que
o competente para designar pessoa apta para esse
lei,
Ao commandante do corpo de+olicLi, aulori-
sando oengajimento dos paisanos Jos Tnomaz da
Silva Reg, Ja i Feliciano Ferreira, Antonio Sergio
Guimares d'Assumpgo, Joo Correa da Rucha,
Ulegario Jos da Ci ac. Ildefonso Lucio Monteiro
Ja Franga e Joo Severo des Santos.
ao mesmo, para que mande dar baixa ao
soldado Jos Lzaro das Neves, visto ter completa-
do o lempo do seu engajamento, e nao querer con-
tinuar a servir.
Portaras:
A' cmara municipal do Recite approvando,
aflu de que produzam os devidos effeitos, as ai re-
matacSss dos alugueres d casa- da praga da la-
dependencia, constantes da relago que remet-
teu.
Ao gerente da companbia Pernambueana,
mandando dar urna passagem de estado a r no pri-
meiro vapor, que seguir para o norte, ao bacharei
Manoel Thoraaz Barbosa Freir, juiz municipal do
termo de Villa-Vigosa, o qual segu para a
Graoja.
Dita concedendo permissao a Gomes deMattos
& Irraos para embarcar com destino ao presidio
de Fernando de Noronba, ao primeiro vapor da
companbia Pernambueana que para all seguir, os
gneros constantes da inclusa relago.Igual, mu-
tat miUandis, C A. Vauder Linder.
Despachos:
Aotooio Gomes de Mallos.Dirija-se a thesou-
raria de fazenda.
Antonio Jos de Figueiredo. De-se.
Antonio da Silva A-aujo.A' thesouraria pro-
vincial com offlcio desta data.
Benedicto Marques Vieira.Indeferido.
Francisco Pedro de sampayo.In/orme o Sr.
regedor do (ynnasio Provincial.
Irmandade da ordem terceira do S. Francisco
desta cilale.Fieam expedidas as necessarias or-
dens.
Irmandade de Sania Cecilia erecta aa igreja de
A'ossa Seobora do Livramenlo desta cidade.De-
clare a suppliaante se a resolugo de fazer ao
comproraisso, porque se rege, e adJlamento, do
que trata, foi tomada em mesa geral.
Joaquim Jos de Moura. Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria provincial.
Jos Peixoto e Silva.Informe o Sr. inspector
da thesouraria provincial.
Jeajuim Coriolano Montezuma de Medeiros.-In-
forme o Sr. commandante superior d> guarda na-
cional do municipio da capital.
Joo Carlos deSoaza Santiago.Como reqner.
Joaquim Mariano9 de Sonza.Pa3se portara.
Bacharei Jos do Patrocinio Pereira e Silva.
Certifique.
Bacharei Joio da Costa Ribeiro Machado.Cer-
tiflque-se.
Jos Candido de Barros Jnior.Infirme o Sr.
Dr. juiz municipal da 1' vara da capital.
Mara Joaquina de Almeida e Albuquerque.Sa-
tisfaga a supplcante o que exige o decreto n. 89
de 31 de juiho de 1841, para poler ser eucami-
nhada a sua supplica.
KXPEDIENTK DO DJA 15 OE SETEMBRO DE 1871.
Actos:
O vice-presidente da provincia, a vista do
que requereu o capi) do batalhao n. 19 da guar-
da nacioual do municipio de Nazareth, Francisco
de Araujo Cesar, e do que inforraou o comraan-
daute superior deste municipio em offlcio n. 181
de 5 do corrente, resolve de conforraidade com o
art. 45 do decreto u. 1130 de 12 do margo de 1853.
desiguar o batalhao n. 4 para a elle car aggre-
gado.
O vice-presidenie da provincia, attenlendo
ao que requereu o tenenie do batalhao n. 18 de
infamara da guarde nacional do municipio de
Nazarelh, Ladislao Rodolpho d'Araujo Cesar, e a
vista do que informan o commandante superior da
desle municipio em offfcio d. 182 de 5 do corrente,
resolve designar o 6- batalhao de infamara para
ser aggregado o dito lente.
O vice-presidente da provincia, a vista do
que requereu o lenente-quartel-mestre do bata-
lhao n. 7 da guarda nacional do municipio da
Goyaoninha da provincia do Rio-Grande do Norte,
Pedro Gongalves de Arruda, e do que informou o
commandante superior da do Recife em offlcio
n. 183 de 9 do cirreute, resolve designar o bata-
lhao n. 4 de infamara para a elle ser aggregado
o dito leoenie.
O vice-presidente da provincia, attendendo
ao que expde o Dr: director geral interino da ins-
irncco pnbiica em offlcio de hontem datado, re-
solve conceder a exoneragao, que podio o bacha-
rei Miguel Archanjo Pereira do Reg do cargo de
delgalo Iliterario de Barreiros e nomear para o
substituir o bacharei Paulo de Amorim Salgado
Netto.
0 viee-presiiente da provincia, atiendeod*
ao que requereu o bacharei Bento Jos da Costa,
entereiteiro da estrada de ferro da Recife a Victo-
ria e tendo em vista a informacao do engenheiro
em chefe da repariicao das obras publicas de 13
do corrente sob n. 173, resolve approvar as plan-
tas e orgamento da mesma estrada, do qual se
remettera copia repartigo competente.
O vice-presidente da provincia, attendendo
ao que requeren Mauricio Jos dos Santos Jtibe>ro
e informou o Dr. chefe de polica em offlcio n. 1221
de 5 do crreme, resolve retirar Ihe a licenga que
pedio, para lar casa do dar dinbeiro a premio so-
bre penhores, sendo relevada a flanga para esse
tim prestada.
O vice-presidente da provincia, attendendo
ao que requereu o guarda da 5* compaoliia do 1*
batalhao de artilbaria desle municipio, Henrique
Gerardo Jnior, resolve conceder-lhe 6 mezes de
licenga para ir ao interior da provincia tratar de
seus negocios.Expediram-3e as necessarias com
munieacoe^
Officios:
Ao Exm. presidente da Parahyba, responden-
do com urna copia da informago do inspector da
thesouraria de fazenda no offlcio, em que solieitou
providencias no sentido de serem pagos com o
producto dos direitos dessa provincia, arrecadados
nest.i, os juros das apolices, provenientes da divi-
da da mesma provincia.
Ao brigadeiro commandante das armas, de
clarando era resposta ao seo olflcio, que pode con-
ceder a permissao, solicitada pelo 1 sargento in-
valido do 30 corpo dd voluntarios da patria, Jos
Nuoes do Valle, para ir esperar na villa do Pao
d'Alho a decisao do governo imperial sobre sua
baixa ou reforma.
Ao mesmo, inteirando-o de que segundo
aviso do ministerio da guerra de 22 do corrente,
foi approvada a deliberago, que tomou a presi-
dencia,de autorisar o contrato com un medico civil
para servir na guaroigo-e enfermara militar com
as vanlagens inherentes ao posto de 2 cirurgio
do exercito e prevenindo-o de que, nos termos do
citado aviso, deve cessar esse contrato, logo que
naja numero aufuciente de mdicos militares para
o servico.
Ao inspector da tbesouriria de fazenda, re-
metiendo por copia o aviso do 1 do correte,
que o Exm. Sr. ministro da marinba declara ha-
ver approvado o crdito abarlo pela presidencia,
aa importancia de 13:600j, para as despezas a
cargo daquelle ministerio, e bem asim o abono de
851506, feito ao capito do porto Ignacio Acdoii
de Vasconceilos.
Ao mesmo, autorisando-o, nos termos de soa
ioformagio e em vista da permissao concedida em
aviso do ministerio da (azoada de 30 de junho ul-
timo, a mandar que na alfandega desta capital
sejara despachados livres de direitos os objeeios,
constantes da relacao junta por copia, com excep-
gao smeme das dez portadas completas de canta-
ra nella indcalas, pois que taes objeetos tor-
nam-se necesaarios s obras da empreza de Santa
fhereza para o encaoameoto d'agua potavtl aa
cidade de Olinda, segando se v da eluda infor-
macao.
A) mesmo. transmitliodo para os os conve-
nientes, 4 ordens, sendo 3 do tbesouro nacional
>ob ns. 171 a.173 e 1 d > ministerio da guerra da-
tada de 5 do corrente.
Ao mesmo, remetiendo para a devida execu-
io, copia do aviso de 30 de agosto ultimo, em que
o Exm. Sr. ministro da marinba declara, que ao
3o escripturario da contadoria em commissao de
escrivo de segunda clas-e do almoxarifado do ar-
senal de marinba desta proviaeia, Horacio de Gas-
mlo Coelho, somente compete o ordenado corres-
pondente ao periodo, decorrido de 19 de fevereiro
ao flm de margo deste auno, em que esteve
doenle.
Ao mesmo, para que de conforraidade com
o aviso do ministerio da marinha de 30 de agosto
ultimo, maade pagar ao gerente da companhia
Pernambueana a qaantia de 361000, proveniente
de passagem e comedonas abonadas, per ordtm
da presidencia do Para, ao 1 teoente Francisco de
Paula Telles de Menezes, dalli para o Maraahio no
vapor Pirapama, devendo essa despeza ser reali-
sada por conla da verba eventuaesde 1870 a
1871.
Ao mesmo, mandando pagar a pessoa que
se mostrar autorisada os vencimentos no mez de
juiho desle anno, dos guardas nacionaes destaca*
dos em Aguas Bellas. Commnnicou se ao com-
mandante superior do municipio de Garanbuns.
Ao inspector da ihesoorara provincial, re-
meneado, em solacio as duvidas a presentadas em
seu offlcio, copia do em que o presidente do ban-
co do Brasil eommuoicon a remessa de 200:00011,
provenientes do emprestimo feito pelo mesmo ban-
co a e:ta provincia.
Ao mesmo, mandando pagar a Luis do Amor
Divino, on a sua ordem, a qaantia de 301100,
despendida durante os meses de jonh j a agosto
deste anno, com o sustento dos presos pobres da
cadeia do termo de S. Bento. Communicou-se ao
doutor chefe de polica.
Ao director gerai interino da inetruegao pn-
biica, accasaodo a recepeo do offlcio, em que par-
ticipou haver expirado no dia 16 de agosto ulti-
mo, o prazo de dona mezes, concedido professo-
ra publica da povoacao da Venda Grande, Aona
Bezerra Cavaleante da Silva Cosa, para entrar no
exercicio de sua cadeira, e declarando em respos-
ta, que marque a mencionada professora novo
prazo improrogavdl de quhue dias para a/sumir a
regencia da'referida cadeira sob a penas da M.
Ao Dr. chefe de polica, declarando que pa-
ra andamento do proeesso de nrestigaco, a qae
foi ubmeitido b eapilo honorario do exercito,
Manoel Lourengo da Silva, pelo conflicto bavido
na cadeia da villa de Flores, na noute de 22 de
fevereiro deste anno, faz-se preciso,.que remeta
com urgencia, afira de ser transmittido ao briga-
deiro comxandante das armas, o corpo de delicio
dos sol lados Lino Theotonio de Araujo, Cypriaoo
do Monte Baptista e dos criminosos Joo azario,
Manoel Pereira de Souza, Jos Manoel de S raza,
Jos Ignacio da Silva, Manoel de Moura e Joaqnim
Nazano, os sete primeiros feridos e o ultimo mono
no tal conflicto.
Ao inspector do arsenal de marinha, com-
munisando que, seguado consta de participacao da
secretaria do ministerio da marinba, foi indeferi-
do o requenraento em que o almoxarife desse ar-
senal, Antonio Heoriques de Miranda, pedia per-
missao para propr mus um fiel, alm do que
j tem, visto ter o art. 7 do regulamento annexo
ao decreto d. 4,364 de 15 de maio de 1867, mar-
eflo o pessoal de que se de re oceupar a juelle al
moxarfado.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal-do municipio de Garanhuns, devolvendo o re-
querimento do capitao Francisco Leite Cavaleante
de Albuquerque, fin de que faga juntar a res
pecliva t de offlcio, e o parecer da junta de sa
de, como determina o ait. 11 do decreto n. 3,496
Je 8 de juiho de 1865.
Ao engenheiro eocarregado das obras mili-
tares, para que, de conformidale com a antonsa
gao concedida em aviso do ministerio da guerra
de 4 do corrente, mande proceder aos concertos
precisos uo quarlel do 9* batalhao de infamara,
e bem assim a construegao de outra latrina na
enfermara militar, sendo aquellas na importancia
de 2891270, e esta na de 6261070.Fizeram-se
as necossarias coramuoicagSes.
Ao mesmo, recommendando em virtude da
autorisaglo, contida em aviso do ministerio da
guerra de 4 do corrente, que mande coliocar os
cabidos de que oecessila o quariel do 9* batalhao
de iufantaria na importancia de 4201160. Expe-
dirn se as necesarias commnnieagdes.
Ao juiz municipal da proeira vara desta
cidade, dizende em resposta ao sea offlcio, que a
31 de agosto ultimo, mandn a presidencia reco
lber ao S batalhao de infamara de linha que
pertttnce, o alferes Joaquim Jorge de Mello Filbo.,
devendo esse juizo requisita lo quando tur occa-
sio de depdr elle no proeesso, a qae alinde o ci-
tado offlcio.
Ao juiz municipal da segunda vara, oomma-
nicando qne, segando aviso do ministerio de es-
traDgeiros de 2 do corrente, foi remeitida a lega-
cao imperial em Lisboa, para o conveniente de*-
ino, a carta rogatoria, expedida por esse juizo 1is
fustigas daquelle reino, a reqoerimento de Joio
Mariins Pontes, na qualidade de administrador de
sua mulher.
Portarlas:
A cmara municipal do Recife, remettendo
em virtude de sua reqaisiglo, ama copia do re-
gulamento expedido em 13 de abril ultimo, para
a lis calis agio da estrada de ferro do Recife a Ce-
xang.
A cmara municipal de Olinda, respondendo
com urna copia da informagao do ebefe da repar-
tigo das obras publicas, ao sen offlcio relativamen-
te a permissao dada a Jos Augusto de Araujo,
para estabeleeer um oatro ponto de cobringa no
istbmo de Olinda.
Dita, concedendo permissao a Francisca Can-
dida dejsus, para embarcar com destino ao pre-
sidiado Fernando de Noronha, os generes cons-
tantes da relago unta.
Despachos :
Aotooio Serapiao da Roehs.Remettido ao Sr.
commandante- superior da guarda nacional do mu-
nicipio do Buique para mandar passar a guia re-
querida. -
Abaixo assignados donos de alvarengas e ca-
noas.Informe o Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial.
Bacharei Benlo Jos da Costa.Volte ao Sr. en-
genheiro chele da repartigo das obras publicas
para informar sobre a ultima parte do presente
aauMMta superior da guarda nacional do mu-
ipio en eai
ees
nieipio aVenptu
Casnaalii Res Gomes da Silva.Informe o Sr.
ima-Wf *%thesonraria provincial. .
aQaB\fifcareio do Reg Barros.Ja foi pre-
hencbi4n- alagar qae pretende o sopplicanie.
TeBl las Peroaodes Monteiro. Deferido,
vista dataBBacio, dev*ndo ser esta remettido ao
Sr. ni^sffPe iheeonraria proviaeia*, para os
lo eoejeeniootei.
Tenante Joao Paulo Rosa Cesse.Informe o Sr.
provedot daAanta Casa de Misericordia.
Tenenie Jos das Passos Queroz.Informe o Sr.
provedor da Sania Gasa de Misericordia.
Joao Goncalves Perreira e Silva.Passe porta-
rla concedendo a licenca requerida.
Joaquina Marli da Conceigio. Infero o Sr.
8r. et# de polica.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
OtMes: -
Ao brigadeiro commandante das armas, in-
teirando-o de haver a presidencia autorisado o fur-
oectttMato dos objeetos constantes doi dous pedi-
do* qn remellen com officios de 13 e 14 do cor-
rate.
Ao Dr. chefe de polica, dizendo car a pre-
sidencia inieirada.de ter sido nomeado para o tu-
gar de amanuense dessa repaniglo Tnomaz Bar-
reto Loiz de Barros.
Heparti?o da polica.
! scelo.Secretaria da polica de Pernambu-
co, 18 asetembro de 1871.
N. 13S lilm e Exm. Sr.Levo ao con.ieci-
meoto de V. Bxc. que, segundo consta das parti
elpagdes recebldas boje n'esta repartigo, foram
recoihido i casa de delenglo os seguintes indvi-
Na dia 13 do corrate, a ordem do juiz muni-
cipal da 1* vara, Maurilio de S)uza Soares, para
sef proeessado por erime de resistencia.
A' ordem do Dr. deleitado da capital. Josepha
Mara do Reg Barros, Mara Felppa da Cncei-
gao e Benedicto, escrav do Dr. Antonio GongaJ-
ves Ferreira Jnior, por disturbios.
A' ordem do subdelegado da Boarista, Sabino de
Otiveira Maciel, por erime de armas prohibidas,
e Paok, escravo de Jos Eleaterio de Azevedo,
por ter sido encontrado alta noite sem bilbete d
No lia 24, ordem do subdelegado de Santo
Anioeu, Ignacia Mara das Meres, por disturbios.
A' oriem do de S. Jos, Fortunato Jos Ribeiro,
por offeoea* moral publica, Raflao J>s Pire' de
Alcanura e Miguel dos Anjos, por disturbios.
A' ordem do da Boavista, Joio Paulo Monteiro,
por jogoe prohibidos.
P ottcio desU dala participou-me o subdele-
gado do Recife, qae pronaoeiara Albino Victo-
riam dos Santos, eomo ocurso na penas do art.
201 do eodigo criminal.
En data de 17 do corrente, communicoa-uie o
delegado de Sertnh^em, qpe jalgar* improeedenie
o sammario instaurado ex offlcio contra Manoel
\nlanlo de Mello e Silva e Manoel de Mello e Sil-
va, pelos r*rlmeoios fa.tos na pessoa de Zieharias
Jas ees SaoMv por ser verificado do exame de
MotdaSo i e*e se proeedeu no offendido serem
leves os frioaeotcs, nio terem sido presos os reos
em *"j^-*p. <" *irjtjn|r'f*<1|do pessoa raisera-
vel.
Por offlcio tambem de 23 do corrente, partici -
pon-rae o snadelsgado da Magdalena que, s 9 Va
horas da noite do dia anterior, na occasio em
que voltava para o Recife o Botids n. 2, encontra-
rais na ponte d'aqnelle dlstricto com umVcriou-
la que vinha a cava lo trazendo comsigo um me-
nor de nomo Joaquim Anselmo de Carvalbo, e es-
pantndole o cavallo o menor precipitara-se so-
bre os irilbos, do que resn'tou ficar bastante mal-
trtalo, que fez immediatamente condnzir o oflen-
dido para o Hospital Portuguez, aflra de ser con
venieniemente iratao.'e que acerca de ssroelhan-
te tacto vae proseguir na forma da lei.
Deas guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. Dr.
Manoel do Nascimento Machado Portella, vice-
presidente da provincia.O chefe de polica, Her-
mogenes Scrates Tunares de Vasconctllos.
PEMAMBUCO.
1:7851000
1:6801000
1:5871000
1:5821000
1:043*140
1:0001000
5171000
98*000
REVISTA DIASJJL
AUTORIDADES POLICIAE5.Por portaras daj
presidencia da provincia de 23 do corrente, foram
consideradas de nenhum effeito as noraeag5es de
Joaquim Francisco de Souza Lsao e Joaquim Fran-
cisco de Souza Lelo Jnior, para subdelegado e
1* supplente do districto de Gurjah, freguezia de
Santo Amaro de Jaboatao, por na) terem aceitado,
e nomeado para o ca-go de subdelegado Antonio
Ribeiro de Albuquerque Maranhao.
PROFESSORAS PUBLICAS.Por portaras da
presidencia da provincia, de 23 do corrente, foi
permittido s professoras publicas Ignez Barbalho
Ucha Cavaleante e Hormilla Lydia Guedes Aleo-
forado, das cadeiras das povoagSes da Luz e Pedra
Tapada, permutarem as respectivas cadeiras.
DINHEIROO vapor Curtir/pe.trouxe hontem
para os Sr?. : .
Francisco Alves Monteiro Jnior
Albino Amorim 4 C
Adriano Castro & C
A. Valentino da Silva Barroca
E. A. Burle A C.
Agostinho Ferreira da S. Leal
Loyo Sobrinho A C.
Joaquim de Souza Maia & C.
VIGAR103 ENCOMMENDADOS.Pele Exm. e
Rvm. Sr. conejo vigario capitular foram nomeados
vinarios encommendados das fregoezias: de S.
Lonreoco da Malta, o Rvm. Joias Vertuliano Cor-
cino deMacedo; do Altinho o Rvm. Manoel Fran-
cisco Pereira ; da Pedra, o Rvm. Nano Theodoro
da Cosa ; de Marangoape, 6 trvm. Thora Narciso
Pereira de Almeida Coulinho; do Livramenlo na
Parahyba, o Rvm Dr. Jeio do Reg Moura ; do
Sabugy o Rvm. Manoel Tertuliano de Figueiredo;
e dasi Alagse, o Rvm. conego Affonso de Albu-
querqua Mello.
COA0JUTORE5Pelo Exm. e Rvm Sr. conego
vicario capitular, foram nomeados coadjutores das
rregnezias de Mossor, o RVdm. Joo Urbano de
Ollveira do Mucury, o Rvm. Francisco Dorara-
taes da Silva: de Brotas, o Rvm. Manoel Correa
de Aradlo Mello ; de Mimangnape, o Rvm. Fran-
oelino Coelho Vianna; do Aeary, o R
Fernaudes de Sonsa.
PRONUNCIA.Pela subdelegacia da freguezia
de S Fr Pedro Gongalves foi pronunciado, como
curso as panas do art. 201 do cdigo criminal,
Albino Victoriano dos Santos.
NOVO ATHENEU.Ante-hontem noute cele-
ern a associaco Novo Alheen urna sessao
loMbre em honra memoria do seu socio hono-
#roo disuoio e festejado poeta o Sr. Antonio de
Caalro Alves. .
Asila achava-s ornada de preto e eheia se
tonvidados e espeetadores. Entre as oadeiras dos
saciasJwaorarios distinguiase coberta de orepe a
Yo membro distincto, cuja lembranga en con
surada a sessao.
I A s sele horas 4a noute acbando-se prsenle
raed sraaero a socios e as commlssSes do los-
U, Arcbeol^co.. G^aphico Pernambucauo,
ra, declarou abara a sesssao, expondo o flra da
renoio n'ura breve o sentido discurso. Em se-
guida conbe a palavra ao orador -da sociedade, o
Sr. Francisco Antonio Regueira Costa, que discor-
rea largamente sobre a vida Iliteraria do floado,
tomando patente o gnlpe pirque acabava de-pas-
sar a sociedade. Aj< estes seguiram-su varios
discursos proferido, por parte do Instituto Ar-
eheolugico pelo Sr. Dr. Julo Joaquim Fooseca de
Albnquerque; por parte do Club Popular, pelo
Sr. Jos Piulo deOlivdira; por parle do Instituto
Pbilosophico, pelo Sr. Joo de Albuquerque Bir-
ros Guimares; e pelos Srs. Eduardo- Jayme,
Vi*ira da Cunta e Frederico Eorges.
Em bellas e locantes poesas fizeram-se ouvir
osDrs. Joo Baptista Regueira Costa, Antonio Ran-
ga! de Torres Bandeira, e os Srs. Joio Baptista
de Castro Rabello Jnior, Altino de Araujo e Am-
brosio Lyra.
ESTiADA DE FERRO DO RECIFE A OLINDA
E BEBERIBE. O ramal de Beberibe desta vie-
ferrea est aberto at o povoado desse norae.
S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia en-
lendeu dever conceder essa abertura, apezar las
ponderagdes qne fizemos, ha dias.
Ignoramos anda se foi cumprido o art. 29 do
regulamento que baxoa com o de reto n. 193*
de 26 de abril de 1857, relativo s estradas de
ferro de Brasil, bem como ignora o publico quaes
as dsposigSes Hscaes que est sugita essa es-
trada de ferro no que diz respeito sua segu-
ranga, cooservaglo e polica; logo porm que
dsso n>s informemos, vollareroos ao assumpto,
apreciando os fundamentos da autorisaglo da
presidencia, em fice do que dissemos, e do que
corre por conta da administrago dessa estrada.
CAXANG.Enviam-nos o seguale :
Fomos no domingo de raanbaa passear ao po-
voado de Caxang, tencionando ouvir missa na
capella de S. Francisco de Paula ;. e infelizmente
encontramos a igreja fechada, e soubemos que nao
se diz missa all &e nio no lempo de festa.
> E* para admirar que re d isso, atlendendo-se
populaglo, que existe hoje alli, e mesmo porque
consta-nos qae havendo boa vonlade, pode a ir-
mandade contratar algum sacerdote para dizer
missa aos domingis e das santos de guarda.
i Com a chegada do trena de ferro Caxang,
tem aflluido muito povo a visita-lo, e seria pru
dente que o juiz da irmandade dsse ordem para
ser a igreja aberta de manhaa e tarde, afim dos
devotos fazerem ao menos oragao. >
FESTIVIDADE RELIGIOSA.-A do Sr. Bom Je-
sos dos Afilelos, que se venera na igreja' de S'
Jos de Riba mar, flcou transferida para 22 de
outubro prximo vindonro.
HOSPITAL PORTUGUEZ DE BENEFICENCIA.
A festa anoiversaria desta iostituigo, ser ce-
lebrada ao dia 8 de outubro.
NOVA ESPERANCA. Ao estabelecimento de
roercearia Nova Bsveranca, silo a ra Duqne
de Caxias o., acaba de chegar importante vari-
dade de objeetos de phaotasia propros para a
festa do hospital portuguez, tomando-se recora-
mendaveis os delicados gostos.
HOSPITAL PEDRO II.O raovimeoto desse es-
tabelecimento de 18 a 24 desetembro de 1871 foi
de 290 existentes, entraram 44, sahiram 37, falle-
cern) 5, existem 292, sendo 179 homens
muineroi. VE '
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras estes dias as
6 1/2, 7, 6, 7, 6 1/4, 6 1/2, pelo Dr. Ramos,
as 6 1/2, 7, 6 1/, 6 1/2, 7 1/4, 7, 7,pelo Dr. Mala-
quias.
Fallecidos.
Manoel Jaciniho Soares; tubercules pulmonares,
loanna ; apoplexia,
Francisca Cavaleante de Albuquerque ; tubercu
los pulmonares.
Jos ; epilepsia.
Maria ; iorafflciencia das valvalas da aorta.
LOTERA.A'que se acha a venda a 209' a
beneficio da nova igreja de Nossa Senhora da Pe-
nha que corre no dia 30.
LE1LO.Hoje eflecla e agente Martins um
importante leo de cautelas dadas em penhor
(para hquidaco) constando de objeetos de bri-
Ihante, ouro e prata, na Praga da Independencia n.J
33, s 11 horas do dia.
CEMITERIO PUBLICO.Obituario d) da 23 de
selembro.
Isabel Josepha de Oliveira, parda, Pernarabuco
19 annos, solteira, Boavista ; tuborculos pulmo-
nates.
.Manoel Joaquim de Oliveira. pardo, Peroambu-
co, 25 annos, solteiro, S. Jos; varilas.
Pergentina. parda, Pernambuco, 8 annos, S. Jo-
s ; chlonerai.
gao.
4'* as despezas preliminares de sua installa-
r Uo Club Poblar, do lasituto Histrico e PMlo*o
rTrSo Antonio de SanfAons-Iaforme o Sr.ljolc? .^BioW, o Sr. Flix de Figaeir6a Fa-
projecto de estatutos da com-
panhia de Edifleaces ola clda
de do Recife.
gAPITLO I.
Organtiaco da companhia, sua denominaQao, seu
Hm, capital, divisao do capital e duracao da
companhia.
Art. Io Fica organisada na cidade do Recife
urna companbia anonyoia de edificagoes, logo que
leoba subscripta a quarta parte de sua emisslo t-
tal.
Art. 2a A companhia denomiuar-se-ha, compa-
nhia de ediflcagdes.
Art. 3 A companhia lera por fim edificar na
are da cidade do Recife e seu3 suburbios, por
conta propria ou empreilada, toda especie de obras
publicas ou particulares, empregaado os mais
aperfeigoados melhoramentos na arte de edificar,
nao t com proveito da hygiene, como em relago
a economa, commodo e elegancia.
Art. 4' Para realisar seos flus, a companhia se
estibelecercom um capital nominal de........
2 000:0001, dividido em 20,000 accSes de 1001
cada urna na forma do art. 9.
Arl. 5a A companhia depois de organisada a di-
rectora, poder admittir subscriptores que eutrem
com terreos precisameote avaliados na forma do
art. 34 e seas paragraphos.
Art. 6* Fica entendido que, as avaliagoes dos
terrenos; nao se levar em conla os juros corres
pndenles ao pagamento do urna s vez de todas
as prestagSes, qualqoer que seja -o numero de cha-
madas das aegoes eraitlidas dinheiro.
Art. T Installada a companhia, as pesseas me-
nos abastadas que qaizerem associar-se-, poderao
depositar as mos do thesoureiro quantias nunca
inferiores a lOlOOO at prefazerem o valor de
ama acgo, conforme a cotaglo da praga, na data
da ultima prestigio. ..
Art.'8 A companhia durara pelo espago de 40
annos, segundo as concessSes exaradas as leis
I provinciaes ns. 535 de 30 de junho de 1862, e n.
572 de 21 de 1887, art. i.'
CAPITULO IU
Da realitacao de copital e sua applicacao.
Art 9 As chamadas do capital serao fetas em
prestarlas de 10 0/0.
S nico. Depots da priraeira prestacao, as ou-
tras s poderlo ser fetas com o intervao nunca
inferior a 30 dias.
Arl. 10. O capital da companhia ser eropre-
gado :
1* Na compra de terrenos, quando a compa--
nhia convenha adquir-los para edificar, ou para
veode-los.
8 2 Na compra de materia.9 aara sa*3 edifloe-
ges'ou erapreitada?, -
| 3* Ni compra de njachjfla e appr*lhos.
CAPITULO- ni.
Dos accionistas, suas abrigacoese treitoi.
Art. II B' socio da companhia de edirteagoe
todo o indiviiuo ou corporagio que possnir oro*
ou mais aeges.
Arl. 12. Os socioi da companhia terio o direiu
de v itar aa assembla geral, segando o prestabe-
iecido no art 13.
Art. 13. O" socio que possnir o numero d ein-
eo acgd'es (era um voto na assembla geral, o- ea
pnssuir 25 ou mais aegoes lera dous vol', e o
que possuir ICO-acgoes on mais lera 3 votos.
Art. 14 Nenbam socio pode'i votar por m >
de procaraglo, e apreseotar tantas listas qnaasos
sejam os votos de que dispSe.
Art. 15. O socios da companbia lero direil >
de preferencia do aluguel das casas da companhia,
quando fdr para nellas morar.
Art. 16. Nenhum accionista responde por valor
maior de snas acedes (arl. 298 do eod. do eoram.)
mas se nio entrar com a prestacao corresponden-
te a qnalqner chamada oas pocas pretixadas, per-
dera o direito qae liver realisado, e eo tilul"
de accionistas, salvo motivo provado e apreciado
pela directori- dentr-de 60 dias da dala dos an-
nuncios, e a companhia mtndar vender as sua*
acco s pelo prego da praga, e em qoalquer caso
pagar pela mora jaros os razio de-10 0/0 ao
snn<\
Art. 17. As aegoes da companbia dio direil
aos lacros lquidos verificados pelos balangos aa
nuos, aos bens adquiridos no periodo de sua exis-
tencia, quando se haja de liquidar a companhia
(art. 295 do cod. do comm.) pelo modo proscripto
oo 12 do art. 40.'
OANTULO IV.
Da receita, dividendo e fundo de reserva da
companhia.
i Art. 18. A receita da companhia provir ;
1 Do producto da venda dos terreos adqui-
ridos pela companhia-
2* Do producto da venda dos materiaeS adqui-
ridos pela companbia.
3* Do producto das empreitadas publica* oa
particulares.
4* Do producto dos alaguis do< predios
terrenos da companbia.
5 Do producto de toda e qualqner transase! >
feila pela companhia.
Ari. 19. Da renda liquida qne .exceder de 8 O/O,
se deduzir metade para a eriagio de um fondo
de reserva al preencher o valor de 20 0/f>do ca-
pital emiltido.
Io Preenchido o fundo do reserva, toda a ren
da liquida ser destribuida pelos accionistas.
2 O fundo de reserva destinado a indera-
nisar o capital da companbia por qualquer perda.
que soffra.
3* O fundo- de reserva ser depositado em o*
banco, podendo a directora converter urna part
era apelices da divida publica.
captulo v.
Da admtnistracCio da companhia, sua eleiqao, du-
racao t seus empregado s.
Art. 20. A companhia ser administrada por
urna directora composta de cinco membros, o*
quaes sern eieitos pela assembla geral por maio-
e ll. ra absoluta de votos, sendo um dos votados pre-
sidente, um secretario, um ihesounrn 4o6 s.
-Uuoetoff.
i A votago ser directa, clssifteando-o vo-
tante em sua lisia o oome e o cargo que iever
oceupar cada um dos volados.
Art. 21. Alm dos cinco membros eflectiaros da
directora, serlo eieitos pela forma do art. 20
seus paragraphos, e no mesmo dia da ele-eie d
directora, ama commissao fiscal de 3 raenrros e
3 supplentes dos directores.
Os supplentes substituirlo os directores"
nos impedimento de mais de 20 das, e para isso
serlo chamados na ordem da votaeao.
2* O presidente da directora ser substituido
pelo director em exercicio mais volido.
Art. 22. Nenhum membro da comp.-.r!i poda-
r ser eleito director ou supplenie, seis que seja
subscriptor, pelo menos de 20 aeges; i- perder:
o lugar se durante o exercicio fic3r possuindo un
numero menor.
Art. 23. A commissao fiscal, a directora e Jen?
supplentes, exercerao o mandato pelo espago de
2 ann.is, podendo ser reeleitos por oulros 2 annos
subsoquentes.
Art. 24 A direegao nio poder funecionar sem
que se achem reunidos pelo menos quatro mem-
bros.
Art. 25, 0 thesjureiro da companhia percebera
urna gratifleagao de 6001000 para pagar a pes-
soa de sua confiaoga qne o auxiliar na escripia-
rago, podendo ser augmentada esta gratificara
quando os lucros da companhia o perraittirem.
Art. 26. A direegao reunir-seha lodos os mezo',
no dia 8, e extraordinariamente tolas as vezes qu >
o presidente convocar.
Art. 27. As deliberagoes serlo tomadas por
maioria de votos, e havendo eidpate, flcarao para
a sessao segrate, tendo i) presidente um s ve i
como qualquer dos oulros membros.
Art. 28. Os membros da directora reeleitos *
seus supplentes, depois do exercicio de 4 annos s
poderlo ser reeleitos de novo depois de decorn-
i dous annos (ora do exercicio.
Art. 29. Sob a immeiiata iospe^glo da directo-
ra Tunccionari um gerente leito pela assembi.**
geral por miioria absolucta de votos, e na frm.
do art.*8, 1".
1, O gerente dever ser em todo caso um ea-
genheiro nacional e, em falla de engenheiro, ;
membro da companhia a quem a assembla geral
jalgar conveniente.
2/ As fancgdes do gerente, perdurarlo e~-
quanl i bem servir e nao se provar que lenha com-
mettido imlversaclo.
3. Ni caso do 2, inflre, a dir.eeloria convo-
cara a assembla geral para estaeleger outro j-
rente. .: j.
Art. 30. Alm do gerente lera a companhia n~
ajudante deste, nomeado peta directora, o o*'em-
pregados neceJsarios empreza. nomeados pr
porglo que a directora dollos fr careeendo par;*
seus trabalhos.
g uuico. O ajudante do gerente o subsKx
com lodosos seus era pedimentos, eoomalativamen-
te com elle trabalbar sob suas ordens.
capitulo vi.
r
**



,


>
Dos deveres inherentes directorio, ao gerente.
a commissao fiscal.
Art. 31. A' directora compete :
1." Fiscalisar a estricta observancia dos pre -
senles estatuios.
2. Organisar o regulamento interino da com-
panhia.
3.* Reunir-se para dar a sua approvagao a. -
l,re as compras e ludo quanto fr relativo ao bJHi
andamento da admiuistracao,
4.a Exigir do gerente, as plantas e organd* -
das obras a edificar por conta propria, on emprei-
lada.
| 5.* Ao presilente da directora compele apr-
senla? assembla geral o relatorio aunual-d*'
traojsacoes e admioistrago da companhia, aeom-
>iohaao do balaogo respectivo, propondo todas as
medidas convenientes empresa.
| 6.a Representar a companbia pelo seu presi-
dente, peraote os poderes pblicos.
7.a Convocar a assembla geral, lodasas vjzj
que a?sira se B.er preciso. .'.
S, Exaintnir exi|ir dos seos emprej.K-



k.



Ci d Ptrnambuc* Ter^a feim 26 dt^etembro da 1871


+
-
a
t .*>
--

Wt

materia L sah-
,o da I lajona,
excedf/ um
Btrabaltvir da wcrtptnnio, os ques devemi
estar sempre ero da.
] 9.* Examinar e appfovar e hlanos semestre
digo, mens*|,.do thesoareiro verifkada a saa
Metida .i.
110. RMaMtaTtos honorarios dos sena empe-
gados, e fiIMpSiiin oo des>mpenfca de suas obii-
gacos, dmestaSi do pagamento os das que
fatMrem sem 9tm Jastlfladf.
| II. Examinar e apprmr a folha dos opera-
rios aprsenla da pelo
$ II Distribuir
cargo das exatses
sitos e obras em a
Arl. 31 Ao gen
I. Comprar
sea pa;
a ccmlfE
Jreis.
da ajaprea, (^Maim^
V Dar o seu iJUdenTas propostai. ne compra
de terrenos, depois dos pareceres d>< perito?, ati.n
de aerein approvadas ou nao pela directora,
jl* Fazer parle da comissia de qae falla o arl.
Y9? *iseatt-ar os tratamos, Tafflnrr ot mandar
tonar o ponto di coropareeimento dos operarios e
refalar o servieo das obras, podeoJo para isso no-
ejaaf cabos ou fitore de sua conflanca.
5 6* Verificar e asslguaras folhas do pagamen
lo dos operarios e jomaleiros que se acbarem sob
saa immediata iaspeccao.
Art. 33. A eoramisso flscal compete :
I Refer a escriptancao dos livros e vor!3
. car as conos e batneos, todas as veas que i
jatear convi-oleole.
toraeio, receita e despeta, est de accordo com o
disposio nos presentas estatutos e conforme aos in
teressts da cotapaohia.
| 3.* Coa rotar a ftJtembia geni dos accionis
tai, todas as vees que a rtirec$ao oio o fl er a sen
pedido no praso de 8 dias.
AHTOLO Vil.
Das p/rardes da cojnpinhia.
Art 31. A compa'i.hia de edili-aces da cidade
da Recife, no intuito de c inseguir seu flS, esta-
belte as aaguintee eondiefies :
| 1. Todo pretndeme a seraccionista na f.m
do art. 8. tara a sna provo-ta por ecrlpto rnoria, destarando o lo:al do terreno, s mi numero
dtaamd>, demarcarlos e a estimativa d > sea valor.
| 2. Ao preteodente a ser accionista segundo o
an. 5, incerre a obrigaean de mostrar seu ierre
nofvre e de-Mnoaracado de quae-quer cratestB-
$5es judlciarias, esaii>fi.ios os rmpo.'tos existen
les.
3. Qaaado avallada os terreos do preteo
dente por ama commiso composta de om mera-
bro da directora, do gerente e dous perito, ehs-
r se a nm accordo sobr o valor i- terreno, po
r a eoapaubia aiqairi lo oa forma dos arls. 8
e 6 on ooiaprando-o a dtnheiro.
f 4.* Ter lugar a mesma dspasieao do 3.
do arl. 31, seniora qae a transaceao da eompanriia
tarar sobre obras a empreitar, publicas on part-
calares.
f 5.* As empreitadas publicas on particulares,
poderao ser leltas pla directora dinheira, oo
em apatices da divida publica geral e provine al.
| 6* Urna vez pir anno pelo menos a direetarU
nspenrinar o estado dos predios daeompaOhia.
7* N-rahnra nquilinoda coraparrhia poder e>ta
beiecer quilquer genero fe negocio ou industria
era que segare para a caropanNta o predio n >
valor d 20 vdzes o alugoel i" todas as sas par
les e d pend/oeia, Meando sempre em qalqaer
hffottieso 9 .'61o reservado para ella.
capitulo vi.
Da ssttobUa geral ds accionistas.
Act. 33, A assemba geral uisdlfraria da cimpa-
lia, a rettniio do- acc.onlstas da mesma, corno
taJfcscriot..sno registro di*ompanh!a.
Arl. 36. A assembla geral ordinaria poder
deliberar legalmeote, achando-se representada |> o
melado das aeqfiK mitiidas.
Arl 37. Qjiqo se coav.icar a MWmibli para
tratar da companhia, esta ? polera deliberar estando
preseai s accionistas que representen! dous tercos
das .vi- s emiiJ s.
Art. -W. Ni) so reunin lo o numero de socios
fl' qae ailam us artigos 36 e 37, far se h i ni va
cmvoea^i e eniii poier a asserabla deb lar
com o numero qae com .areeer.
Art 39. Ai djliber vrii ser por maiiria aDsoluta de votos presen-
tes.
Art. 40. Compete a asserabla gral :
':' 1.* Alterar ou reformar os egu g Resolver sobre aliqaidE^So da compraras,
euj liquidacao devs em todo u caso principiar
pelo menos 5 annos antes de lindar o praso de sos
exi-lenna.
.'!. Estipular os honorarios do gerente.
4 Resolver sobre as propostas da direetoria
o ua couiuHsfti n-ial era Indo quahto fo^^do H-
lensse 1 cimpaohia, e aopr'v.ir os balangu.
Ari. fl. As assemolas g-raes extraordinarias,
s injJerao deliberar e disentir sobre as questdss
iH i m1i- n s annun:ios para sua eonvoca^o.
ArL 41 Alen da asseoiblea geral ordinaria, ha
ver Ciiovoraao extraordtiaria todas vetes que
a directoriapor sua deliberacib, no a requisita >
da cmnmisso fiscal oa por assigoatura de 30 so-
eio* fjr exigida.
Art. 43. R unida a assembla geral sob a pre-
sideacia mt-rina do presidente da directora com
0 sen secretario, preceder se-ha a efeifio do pre-
wlenie e dous secretarios para derigir seas traba-
1 tus -
Art. 44. O relatorio e o bilaneo anna^l da di-
rectora, sera-i publicadi s sntes da reunlo da as
eeioBia gerl ordioaria, e remettidos o gov^rno
ira,.eral era cnraprnnento.da lei n. 1083 de 2 de
agosto de 1860.
CA?ITfLO. IX
Diiposicdes ftrott.
ArL 45. O socio eocorpi.rador da companhia.
Fraueisco Mina Daorr. recoOer palo s*i ir*bi-
Iho at a ben-fleiarias.
y nico. As acc5es benefniarias gosarao do to-
das as vantagens e direitos das demais da ompa
ka,
Art. 46. A companhia, losro que est-jam pre-
en;hidas todas as formahlalesimpo^tis D'las le -
vigentes, annunslar o comeco de soas operaioes,
rnvoeanlo % primeira SbSsio extraordinaria da
asse nbla geral.
Art. 47. Os dividendos da companhia serao se
mestraes, e pagos no dia 13 do ju bo e lo Ja-
neiro.
Art 48. A asserabla gjsrai ordinaria se rea-
oir aonualmente nos dias 10 a l de Janeiro.
Art 49. As diree^Sis novvneota eleMas prin-
Ipiaro a funecionar no dia 1* <- fevereiro.
Art. 50 Tolos os anus no da 31 de dezmbro
que seja o estado da esenpturacao e dos n Al. 51. O thsonreiro prestara ama flanea pelo
en ea'g->, nunca Inferior 100 aesjSes, ou va-
toras equivalentes.
Art. 5!. No caso de haver taotos prelendeotes
aeejor istas, segundo o arL 5, observar-se ha as
torran la*- si-gurates :
| 1* 0-gauisar se-ha u'iia lista dos pretenden
es, segundo a anliguidaie de sua propinas.
I l. i Ir anisada e>r> lista, servie de regra a
priiirilade da inscripta), ou adata da proposta
do prnten lente,-aitendendo-ie om i* logar para
pref-rencia a boa localilaoe do terreno.
ArL 53. Nmguem qae tiver adquerido accSie
por qaalquer raeio sera eoosiderado socio, ame
de faxer o competente*re^lstro no escrlptorto da
companhia, avista dos seas Malos Comprobatoria
Ja companhia, e pelo meaos 30 das anteada rjr
olio da assem ila geral, ordinaria oa exrraWdK
aria.
Art. 54. A primeira direeeSo qne for eleit;
Bio tiver lagar no praso marcado oestes estatu-
tos : porm, a > podando perdurar por mais de
3 annos > seo exereieio.
nao feho, embira o tlvesJft aprofandado por espa-
i) de tnnta aouos taiUa %Mti oara. peque-
a Msa \) 9 deixTid ass lod|t
lera esse silencio de sua parte como,,
sSo de qae o qae ea disse nao p I
do, o Sr. Zaba .recorrau a. /aaeeles e-cho!
oroeseiras, bem certo de qpe nest terreno.,
g acom'paunaria, valo como seria preciso nal
fsso deseer mnito de tainha fligdldade, pois qne
erebo a nao seja oa me imitle conde, vivo bem
e iatfr>" coa o coaoelie qe da nm fate
me** eoncidalBo', ato me teodo tSrta nun
i;.t.cis a Deas) oa dora neSevsdade do andar
regrwafldo por ierras strannas para gaafiar a
da eapacalando cora a inexperiencia, igooran '
eradWdade de- povos n ivoa, oimo tBm feila
iirastl variaa av n.nreiros, joajlasive uro Ul
siesd, pohrto, patrie do ioI*) conde, sera o ser, cna^uf to bem acoiBido pela melh r gente esta ea
tirando-os mnito dinheiro antes de e opa
rrae nao. passava de urn impostor, de om aventu
reiro, para nao diier de um refinado ladrio.
E nao somante nos lera vndo engallar.falsas
condes, como al falsos bispos como um tal Len
Risch, falsos padtes como um lal Ananias e
falsos sabies como nui tal Gonet qas se pr-
punha a dar memoria a quera nao a tinhi,
quasi do nesmo molo que os negromant^i (vulgo
fmliceiros) do fortuna a qoem Bao a tem, e qaaai
Jo mesmo modo que o Sr. conde Zaba seprop69a
ensinar historia uni-'ersal em quairo oo aeta li'
edes comanlo que Ihe comprera sens mappas e
seas livrirjhos pelo prec) que por ellos pede.
O Sr. conde Zaba diz que debalde combato o seu
meih ido, pois qae pes.its disiwetas laolo por stM
iuiJlligencia uparior como pela experiencia da
tastrucao declarara la opinii favoravel qaan-
to utilldade delle, qaer no Rio, S. Paulo, Ba
hia, quer era P.roamliiico, mas o qae o Sr. L\-
ba nao dix qae para obter ena atiestados sua-
plesraeate graciosos, apreseola-se carregado de
mil cartas de recoraimndaco ; aljamas at ofll
ciaes, como son informado, o qua nao permita <
pessas competente) declararem-se livremeote a
respeito de sea raeihod >; que nao obstante essas
r^commenda^es, foi elle vigorosamente eombati-
d > na Baha pelo i 'lustrado Sr. Dr. Lisboa, e qae
mesao aqu em Peroamhuco os dous professoras
de historia no gymaasi provincial, servio cnsul
lados cfflcialmente sobre esse raethodo, pao duvt-
daram responder que para o es'ulo di historia
universal, como o Sr. 7. iba opropSe, ueulm valor
tero, posto quo-possa servir como um adminiculo
na parte chrooolegica.
Foi c mai qaaa, recoramendagioss poderam ob-
ter em favor do Sr. Z\a.
Mas qaem hiabi que nao perceba qae dizer-se
qu9 o metbolo a^ftsenlado para o estado da hu
loria nao presta para fsto e qne quan lo nauito po
der servir de al gura modo para outra causa, e
era realizarte dizer-se qne nao tem o valor que seu
autor rae attribne ?
Os professores exprimemse, pouco maisou me-
nos, nos segnntes termos
Dalii, porai, at ao ponto lo apresentar o
melhodo co:no approprlado e convename para i
estado da historia era toda a sua exteno, ora to
do o vasto crculo de pocas e d acantee mentos
que ella abrange, a dtar das mais remotas evo-
lacS s do mundo, da socidade.e do genero ha
mano, atravs de todas as vicissfta&e's porque tem
elle passado, Vai um grande, vai nm iraraens? es
paco que n ple ser transposto Com facmdad
sob pena de se qnerer faerilcar os interesis
reaes do e*sino, do esto lo de to eminente disci
plraa, qaal a historia universal ao piarlo empre
deleilaoso e mcomple de ama simplea chronie,
de nma tal oa q ni dedoeao ott synopse era sfte-
dMboi das poas percortritfjrS'co qOadro geral dos
tactos historien.
Q ietn somonte muid i dos mpna, da caixa
desymbolds, e da chave Ji m"ihrJdo Zih?, preterr-
desse estudar historia, e iflndi mais a Historia
universal, nada faria, estoa lisso pen ament eda
vencido, poderia, qno mnife, assenhoreV-se
mais pnimptarnente da fflMerieia de tas e tae*
factos, grnpar mais facilrae 'o os acontocimenio-
com relajo a aras oa oofra serie Je annos, a
nma ou outra pitase nitavel da historia da hunia-
nidade, mas an cabo desses mprobos esforcos par
coler ama fomma consiJeraVel de vn^teituies
histricas, poac > houvera adiaotadie fi-anaSa
bendo apenas a chroaica descarnada e naa dos
acoolecimeotes sem poder aprecia-los em sua mais
extensa generalidadee menis inve*tiga-los e jul-
ga-los com overdadeiro criterio ph.ilosopbico, uoi-
co raeio de comprenender e estndar a historia em
todas as suas relacSrS.
N.io ser lato bastadle T
Attenda-se mais para o alie segu I
Dejois de out'ras considerars., o proressors
em iiic-ta i dizeai arad i *
Accrece a estas ontra eonsifleraijao e 6 que
aioda admettida a hypotbese deque pjr seraeihaa-
te methodo se possa com vamagem ensinar e
aprender a fii-torii universal, o que contesto.^ al
Uniat 4*_j>oHiirarS J exuratt u mo est esto
melhodo, se o hou'verm de apreciar e considerar
com applicarao mencionada disciplina em Un
ra de merecer a imporlaricia que a primtira vista
se Ihe poieria reconhteer ele. ele
Pergunlarei ao Sr. conde Ztb< : ser tambera
por vinganca que os prof ssores de historia antua
moderna do gyrflbasio provincial, o prlbeipal es-
labelecimento de rastruefio secundaia qne po>sue
a provincia, apreciara a^slm tao tfeSvatitajo?men-
te o melhodo de sua invencao sdsleolando que
qaera quizease por elle aprender a historia, e me
uos a hiitorla aniverall, nada faria?.
Nao islo rae-rao o qne tenbi semipre dito ?
Se o Sr. conde Zaba nao se qnr haver corarai-
go, hija se com esses prufossoies que estou corto
teceber urna resposta coadigoa. lotnaudo noli na
sua carleira que nao ach >u era Peroimbuco tanta
ijoorancia como suppunha, e que se ivila
quilquer jharlalo, a qualqaer impostor, eogana'
os y rn*i nlracanos appellanlo para sua generosi-
dale e para seus seolimeutos reltgiu-os, procurar
engalos relativamente an que respeita a sua io-
! li.g.'ii ;ia cousa multo diversa, porquaoto a par
le muita ign iraucia e de ruiiita impostura, como
ha era todas as parte?, encontra-se j eoire n6
muito amor s letra?, muita esiul o muito saber
ver ladeiro.
A' hwa;que esc'revo o Sr. cooie Zaba estar ex-
hibiudo no gy'ranasio provincial aUum nieaioos
lue.preparou oa liistoria do piimeiro seculo da
era christaa (em tolas as suas prelecctas o Sr.
coadaZba nao trata de outro seculo I) i sem iu-
vida seS apologistas apmvelrar i a occSasiti para
Ibe tecerem pela i aprensa o*m pomposo etogm ;
mas nao seria mais boarnso para o Sr. conde Zsba
que respoidessem com raciocinios s cun-idara-
ciies qae tenho felto e s qne Oleran tameem os
professores de historia do gymna-io, conotuindo
qae tal melhodo nao prestava para o ensino desea
sciencia ?
E ser elle admattilo as aulas contra a opioiao
"t; >-
nefhoalo Ziba. (
SaHlros boatos vo corread i
me acabara de ferir os ouvidoi; di:
sob ouiro ponto le vista7
abalar a historia, pahflUM.
.._ 1815, comem ora qoadr.STa?
H^Udl^ae., 4o melhodo Zaba : e, eiubora soa
rgaoisacto e sai applieacjb) sejam completameo-
COXSLAO PROVINCIAL.
lo do dia lal).. 49:262*3064
la M...... 10:1168905
"&9;4792tl
le differeotes
di-
ivio
|J>or
em
iples
luida
mi
piq
deposito'
melhodo, que s e nicamente deveri a oeeapar a al
lao^o (toa-amigos da im>"|ftTl Tj^mj o*.
cessiJade de fazer parar o espirito de'
ca ( rci-me 4 dizer que de 1810 i I8i
s. t siK's '/safe %&; 'iitti
e 1843 flz diversa* conferapcias aobre o mesmo ,,
turara de Liverpool, laclo sua qua pi*aar veri-
ficado mol faettmenre por InierweoivS-atgnma
casa inglexa qae de Peraaftabaco ptea a algaMm
de Liverpool ara extracto do reiuono qe o dil
ra-iHuto irabliea anaualuaenie qae m 83i II
outr.is conferencies aioda sobeo o swsrrn omUm
em rigbn, ooaAsniiCia*. detqoeimji o lar. ate
b Ttsou eea suas obra?.
Mas, para, rae trazar i lar da pobeida* todls
e.-ies-lactoe? me perguntaro.
Peia simptea rateo, mpiadoli, i ter neeeaal-
dade de contrariar malvolas insioeafon ase te
dvia bem deixam er qae ii o rt-dlxo de nma
ratelligencia ptico eseratpdioM.
Recife, 25 dseteiobro de 1871.
Conde iV. F. Z-iba.
ee*i
/ecnar--e ha o bafanfi da eorapaohia, qualqner, ^e-ses senhores q e sao sera duvid i os mais com-
PUBLrCCOtS 0 PEPIOC
nicihodo do Hr. eooile Zato*
pura o estad* da historia natl-
vcraal.
V
Tndo sido Informado de qo* tfrit hi (M)
publicado aro artigo do Sr.conop Z.ba em /esp"s-
ta aos oo- tenho e.eripto, aVix-o Oe remeiter bou
tem par atyjogripW o q.ie | mha p em nniimiacao dos (Otros, para vr pilinelro.1
qiie ,t- s^r-h .r d.ria em delb. soa e mjm me
thodo. mas ab I geraeu a m.niiiHitta, e g-iv>u mni
lo. itr-ianto -.ine d-1a sah o f t^na-am n
diciiio ratmbo. (Taes sao o< h.m.ns .aowse eope
riort-s que appparecera entre ns f)
Nao pudendo arl calar urna >6 paiavr para des i
azer as aecasac^es qae crao sea meta.Mivte-
petentes para jalga-io, ente para que o Sr.
coade possa vender >eus mappas e seas livr.nbos ?
Elle assim o espera I
Concluiado por hoje, seja me pernVItido dizer
duas palavras sobre a citado de Bnghton aa In-
glaterra, onde o Sr. conde Ziba diz que expoxera
o'seu melhodo, sera t lo nanea expo-t> que ante-
nem depois era nenhoma outra parte da Europa.
Tend ea dito qae aquella cid.de tinha apenas
30,000 habitantes, ponco mais oa mrnos, refln
lio como era natural, ao lempo etn qae nella esii-
vera o Sr. ZiOa, mas este seohor pensando dar
me nm qnioau, o que nao admirara p..rque eu
nunca me apresentei como invebtor de um melho-
do iniraonloso para o estndo da hi-t ra. 'ss.gura
que Briglltoa tem presentemente 120.000 hab
untes.
PtirgnlHare : o qna tem que Brightoa coala be
j* 120 000 a mas qn mo se trata de seu estado
eaa 18-12, isjo 6, ha I annos passadus f
Todos sabem qae aquella eidode era apena-
oua povoa? ra-igeaficaote ha bem pinino- an-
Qos, e qoe fui s nenie depois qae Jorg- IV come
ra a ir l-passar o verao qae cora, q a a ir lo-
mando alguins iniportaoea, e qne te uepois aug
rasondo mais em irtaae de* adiar ligada a
l onires por nm camiobo de ferro.
O Sr. Zaba na contente de confundir os temos
oio davina augmentar por saa eonU a popalaejo
d qaelia cidade. porque asesa Jatga de eea ieie .
rrwo. na raza, de 33 1|8 por erflie.
Nao quereodo por (inro BMrelo dizer eoal a
poi-ulacau aetoal d.qoella crdade, porqae eoasa
que nao se pede provar eem raciocinios, appeila-
r. I para o dieeiooario de geographia e oi-iona pV
Bouiliei impresso j no Ciirrente"ftna de 1871, o
qaal se l qae a popalaelo de Brtghtoo de 90,000
a mas I
Nao sel qaem ter mais r dad -, e o sabio qae deixo diado, e o Sr. conJe
taba. v
O publico qae desida.
Dr. F. N. Coltaco.
ibodos,
exame,
publica. __
Sdeapidoi
sem fallar de
fZ-se^todava uma'eoofi
IcarjfT
ndjli
o o w, d
e basu Un
ra se ftear cer
edlre oyni
pedo qnjSe e:
esku afaVenc
gaanari'ahea
midia tencas
miaba individaalidade.
V^ZXV JBBSKR
PRACa DO RECIFB
K 23 0B SBTBMBBO DI 1871 M 3 II0BAS DA TABDI
bre Londn
semana,
ido o tota
de Pernaml^dBMhjH
[de 84200 a 8djDuMarr,
eavadjj purgea* ha piteo ea
o
byaH
kif
seceos e.aalgado* vendecam-s*
pT96*o "a' Tndia vtdeu^fle
r arroba..
AlfrrT-DOCBO rJLsnoa
= vleu-se
iWilkl P BrJ|.Bja 2*700 por galo.
Bacalho.Vendea-se de 17<
a 3*000

Agwdf cimenta
Os moradores da Pa-sagem da ata pa aten, gra-
tos ao dhtraolo ciraraandaote e atara eflkiaes do
batalho de artilharia da guarda nacional do B-
cife, peia bobdade e expoeuiaaidaMe eona-qm fo-
raara queile lugar abnlhantar con sua preseo-
gas as fe-taa alli l'eita* por oecasilo da aaer ara
da boba frrea dos Bonds ; e oatrosim, per lerem
para ah mandado a msica da re-pectivo bata-
lho ; vem dar loes ara peblico teetemanao desea
sua gralidao, padindo Ibes entrnalo- devulpa s
por acaso uffeadem cora iss o sua reeonhecida mo-
destia.
AprjveitiB'Jo-se do ensej, os mesmos morado-
res da Passagam agradece spmdaJteYhilar-
raonica do dito lugar a bondade com que se pre-
tou to.-ar duas nuiles consecutivas no careta levan
lado na referida oecasiaoas festas.
Recife, 25 de stembrb de 1871.
O moradores da fatsagem da XegiaUna.
limara municipal..
Na publicas) a pedido assigaaaa por Omega,
diz e(le que al.n dos servigos ftrefalos pilos Srs.
Dr. Mqjcozo e Om^-iro na qualidade de vereaflo-
res, ignora que aigum outro lenba sobresahub. e
por isso oaosa refeie Boujinalmeutd aos dems.
Ab Sr. Omega nao serla difjil satier que o Sr.
Dr. Pitaoga um dos vareadores qne mus traba-
lliam gtseiojLfatigv 1, intelligenct* prornpiaj.boa
voiilaJe, tuda elle r^uo, e jtnais se furia a qor incommodo, examiaauJo por seui proprios
olhos aqoilio de que seocarabe, para dar parecer
desenvolvido eaceriad.-, ejtieaa>ado saa ojiniao
indcpor.deote e esclarecida.
Seria portanto niua ojustuja ."alar os bofes ser-
vicos do Sr. verealor flr. Ptaoga, as.-im como os
dos demais vareadores, que como merotr >s de nm1
corpo c^leetivo, todos se lera esferoadq oa a ">e-
aho de eeonumisar as rendas da UDicip'ilidad,
e de dar Ibes cunvenieote eraprego, t >rnaadi-.-e
d'e&te modo ledos digaos das agradec melos de
seus municipes.
Juilus.
barrqninha de
CajtIHemje *JS$W) por arroba.
Cat^idenraB liSorj Json a ttbra.
bveja.dem da 4*000 .a 8*500 a dozia >
ou gaftfa'i. _^ ,
:.vvondett se ipgleza a 30 ptrr cerno
premio sobVe a factor.
MA.vtEiGA.A' ingle* vrhea-se a S00 r*. a
Hhr e atraoba de 680 a 7'" rs.
Musas.Teu-9e' a CjSfJO'a'c'aisi.
Oled de LiNiugA,Ideja a 2<20J o gallo.
PasSXs.-tra a 51100 a caixa.
Pbesiwtos.Mbm a 14* a arrolla.
Quinos.Os naraengos venderatn-e a U600
;ada nm e o prate a 430 rl a fibra.
SajIcyVfendeu-se a I70r-i., do mjlez por libra.
TocinBo. Yendea-sd o de Libfla 4 12*000
i arroba.
Ttounr.-^) deTortgal vendea-se de 110i a
f I30a?2 pipat
TBWbs Os de Lisboa venden-se de 200* a
liV, os" de dtllros paizr'de 1805 a 220* por
veas.'As efe composr^o venderara-se 580
rs: o pa'cote de 6 vel em I rara.
Descont.O rebate S letras regaln de 8 a
H) por ciraloao.annu.
FbetesDo algodao desle para o porto de Li-
verpool, a vapor, a 1 d. por libra e'5 /,, a vefa,
3/4 d. e 5% e dos'portoj visinHs 1 d. e S% a
vela. .
Grande h riel arfo Hopkael.
Cora e-te titulo se acha acert i coiieorreod
do publico, um grande e nem monfadij hotel a ra
larga do Rosarlo n. 9.
Os seus proprifctarios Dalla teen p>3aTJUo,J)ra
qae p.s-a elle atdnglr as prop)rc6s devraa'*Mio
s aos neos namerosos fregoezes, corao a todas
afusilas porosa quo d sist vaorgens seqal-
rera ublisir.
Nesle novo estabeleeimnto eicontraro udos os
lias, os amigos dos boas Detisco, o qae de man
delicado e saboroso se tem at hole inventado na
arte culinaria, para cuja iesempenno teem as me
Ihores fflelaes.
A par da adtblidade e delicadeza das pesadas
destinadas ao servico interno do estabelecimento
todo a ace.o ser cello empregado, aBra de -er
digno das pessas qae o tiverem de fionrar com a
roa protecco.
Q unto procos seria empre mndict e econ-
micos, por quanto os seas proprietsrios alm. de
qu -rerera crelita-lo; tem n maior tosejo m qnb
todis as pesadas qae o procurarem saiara agrada-
los e fathfeitos,
O es'ab decimfato estar aberto desde as seis
hora* dv iia"haa at as 10 da orate.
a 17*500 sm
-,.!* ertarriea. Bm
barricas.
8ATA^*#r-VeaadAB-p. .^600 aarroba.
Bolachinhas.Idom a oiOJO a ba
MOVIMENTO DO PORTO.
jt^_
Navios. eptradqsuo dia 25.
Terra Nova, '3 dias, barca ingfeza Steleor de 217
toneladas, ejuipagem 1 i, carga 3,0u0 barrica
cora bacalba, a Sjedre- Brotera & C.
"Gaoflols (ua Terra Nora) 46 dias. brigoe inglez
Harrier, de 16 toneladas, capillo John Col,
eqaipagera 11, aarga 2010 barricas -ora baca-
Ibo, a Johnston Pater & C. Seguio para Ba-
bia.
Uamangoape, 12 horas, vapor nacional Coruripe,
de 2 2 toneladas, commaodanle J js llenri iue
SVarequjp.tgenj J7, carga, a|go^3o e oulros
geoexos coaapadbia pernambnca.ua.
Baituaore, 80 iras, patacho porte allemao Tecla.
de 150 tonelada-0, eapitao 11. J. Olitl-ber, eqni-
K4erp 7, carga 1830 barricas com farinha de
l"*Ortun Pater i C,
'... ,. "4wf tahiHw mesmo d,a.
HajBJL barea franceza Teaelele, capuao Jeraiere,
e'rga couros.?' cairos gneros
Ri da Prata, barca portugujza Dona francisca,
capillo Eleio^sde Oiveira Curo, carga a-su^ar.
Babia, e muet Tup.ua, carga a incitna qae tronxe da
Terrt Nova.
ObservacQ. ,
Apparece ab norte duas erob ireacoes.
I
___
EBITAES.
UOMMERCW.
rtTAUA DO RKFe 25 ti* SBTBMBRO
Dt3 1871.
as 3 1/3 horas Da tardb.
Cotacfles ffleites.
ipolices da divida publicade 6 0|0 97 0,0.
Ca obio sobre Lonlres 90 div 24 3l4 d. e do
banco 24 5|8 d. por I*.
. G. Stepple,
Preaidflnte.
P. /. frllfd,
Secretario.
Permte acamifa municipal desta cidade es-
tarSo nuvamente em hasta publica oo dia 28 do
corrate mez, os Impostos de afferiQo de pesos e
medidas pela quantia de. l:38i*'J00, sendo o ar-
rematante o irigado a afi-rir oa da misma cana.'.
ra -em indemotsacao algona ; coqaeiros de pro-
dcelo excepturao dez ps para o uso do pro-
palara 1:450*000 ; caplra de piaata 625*000 ;
200 rs. por cabeca de gado suino, uvelbara o ca-
brura 10*, e ljiaso do ajoclgue por 7*.
O prelenderiles de vetan, comparecer nos refe-
ridos dias com seus fiadores competentemente ba
bilitados.
Paco da cmara municipal de Olio Ja, 14 de se-
tembro de 1871
Manool Antonio dos Pssos e Silva,
Pro presidente.
Marcolioo Das de Arauj >,
'__________________S'cretario. ______
Peraole acamara monieipl dcta cidade esta-
r em praca em oa dias 22, 21,23, 26 e 27 do cur
rente para serem arrematadas par queffl mairi
preco offerecer os alupueis das casiohas do lado
dd norte da ribeira da frvgnezia de S Jo- ns 8
9, 10,11, 12, 13, 14. la, 16, 17, 18, 19 e 20, par
era jo de tros auoos : aquello > que preteini re o:
concarrer a ellas devem nabililir-se na forma
da le.
Pa(.a da cmara, municipal do Recife, 21 de
setembro de 1871.
Ignacio ioaqnim de Suiza Leu,
Pro-presidHoie.
Lanrenco Bezerra Cameiro do Caoba,
Secretario
Al>ANOE(5A
ftendimento do da 1 a 23 .
dem do dia 35. ,
654:837*808'
41636*973
tW:14*78i
Novliaento da alfnde^
Votamos entrados com lateadas
coba genero 138
Volamos

sabidos
com
com
(azoadas
gneros

188
366
De Bngue hespanhol-Mara -bacalhp.
Pstacfio austraco-tnnldafarrnba de trigo.
Patacho norte ailemia/fcas varios gneros.
Barca inglezt-Ceds f m*tmerdadocia.
Barca inglezaMbiror -baralnio.
Bngue italianoPedro Rmgenio varios genero.
Lugar no:te-allemoDer Wf'a/j-4aboado.
Pataca i amerlcao-j/a-Kleak
despacho de tyofKtco no dia 23 &
Para ot pnrtoe do exterior.
Peraato a cmara muurip*.! q'esta ciuade es-
tar ,em praga em os di is H 23,35; 26 e 27 do C"r-
. rente para serem arrematados por qaem mnior
preco offerecer o im oslo de s ferelo de pesos t
medidas pela qraantla de !9;675.
A atremitacliserifeita por tres annos ; aqael
les que pretender em eoncorrer a ella devem hsbi-
litar-se na forma da'tti
ft tn df{ort- do contratt serio declaradas zafe.-
de emtar pra$a.
Paco da cmara munieparao Recite 21 de se-
tertftro de 1871.
Ignacio Jrjaqurm de Sotrra Lela.
Pro presidente.
Lonrenaja Bxerrt Carefro da Canija.
Beeiftrlo.
O Dr. Sebasiio do Reg barros oe Laoerda, jan
de dtretto eoeoil do ceairaercio, e'esia ci lade
do Recife de Peroambueo por sua magestade im-
perial, etc., etc.
Faf> saber aos qus o prsenle ediUI virem. e
li'eile noticia tiverem qae oor parle de Maooel Al
vea Frreira, me foi dirgida a peticao >egaiote:
lll o. Sr. Dr. juiz especial do commereio. z
Maooel Alve Ferreira, negociant d-tabelecido na-
la eraaa que aeado Ibe devxdor Terluliaoo la lio
cha laoiiaga, da qaantia de 578* 190, imporuneaa
deons mira veeeMa em 13 d imtnmbr.i de 1866\
ide-e* ptoaiien a prescripcao da nae-m.
o sopphcaate teodo em vista o artigo 443 du
_.tHirtal, *o rante V. S., oa conformidade do artiga 453 p i
No paiacha aasiri'aco Arminda,' ptQ WfBl|*8r*',nJ 3* io roerao cdigo coolra o suw> te-
La ttoaa *C fflsasatV
riJX
pool, caxre : Mills
eoal7JOOUioad
- Re vapor iogI*
carregaram ; lltp.ri Vnni
saccas eem 28173 kilos do
Irrai >a 4 C. 210 aci com 4
Paronte Viaoaa 10 laceas cam
dito
Na barca franceza FiieliU, para o Ba
rregwam : igttet' Axevedo 3 sa^eoe !M
kil de cife. s Mim,-poi
%
na Dias, e disse perante mnm o as testemunhis in
fra a,sVaf>te,jrae retalla a protesto o comeado
de sua ^ Uro, a qml. offerecia como parte
do presjff termo, que Oca'sendo, e de cono as-
sim o di-se e protestou, lavrei este termo, ab qail
depoiMnido se flrm u com as ditas te'temonbas.
liioel alaria Rodrigues do Na>cinaeoto, es-
crivoo ejerevi -- Bernardino de Senoa Dias.
Francelino Augasto de H llanda Chacn.Maooel
Ibanio de Barro. Falcao. -
lendo o jMplatte nMtfTdo attlas MI"-
ba SanlaMta, pelona irMte que, por sfaes
m 30 da w pr.vo, tfDx.dWf pubeartos eoaro
do estyllo Ms cusa? exHEacsa.
Recife 20 a eterabro de 1871. Seoasuio d^i
^l-go Barros VLacrJa.
Por forca do rUAi' o e.'crivio Jsc possar o pre-
sente pela qual chamo, cito e h;i por intimado o
dito supplictdu, para que- fique scieata lo expen
rtaara qae chegae ao conhecimenlo da todos
raandei paasar o pre auto que ser publicado peia
imprensa e afflxado nos lagares do cosame.
R'cife 22 de setembro de 1871.
Eu Maooel Mara Rodrigues do as lmenlo, es-
enviooBb'eTevi.
Recife 21 de setembro de 1871. Sebastio do
Reg Hart de Laeetdt,
Manoel Maria Rodrigues do Naseimanlo. Aa.
Bthi 300 r,,V. S. S. ex -cansa.
__________Barros de Laeerda.________
iusiecior da allandega faz publico que,
eofiMerido abandonsda a meresdoria abaixo de
clarada por se achar eomprehendida no art. 301
| 2 do regatarmam do- 19 de setembro de 1860
coratahM*) em o art. 599, marca o praso de 30
dias para que dentro delle sea dono oa consigna
tario vmhfl deipaeha-l, sob pena de, nlo o laxen-
do, ser vendida por saa conta sem qae Ibes fique
ompetndo allegar contra os eff-itos dessa venda.
Armatem n. 9.
83 eestas cora arco e 12 ditas contendo ce-tas
dentro, pesando Okilograramas, sendo 80 kilo-
grammas de cesta!* simples de vime para compras
e semelhantes, e 40 kilograrama* do cestiobas
simples de virae-psra costura e semelhantes, as
qBas vierem do Porto na hirca portogneza 8o-
c'rtf-entrada em 18 de julb > a timo.
Alfaodega de Pernambueo Ti de setembro de
1871.
Emilio Xavier Sobrelra de Mello.
CECLARACOES.
CONSULADO. PROVINCIAL.
Sao avisados i s contribu ote de impos-
tos proviae-aes, qae anda nio satiafizeram
as soas qunla, perteocenles ao anno udo
de 187071, qae no d a 29 do correnta
fecha-se o respectivo recebimenio.
Cmisivlaao Provincial, 23 de setembro
de 1871.
' O administrador,
__________A. C. Machado Ros.
Peto jnizo de orphos, escnvo Brito, teem
de ir praca opportnnanente, a reqnerimento dos
herdeirm de oo Alflanasio Das, e despacho do
mesmo jaizo, daas casas terreas em Fra d Por-
tas, ama na ra dos Guararapes o. 63, com 2
salas, 2 qfu-rtos, c.ninha fra, qntntsl inorado,
cbo foruo, e que rende 200 por anuo, outra na
roa de S. Jarge (ontr'ora do Prtar) n. 114, com
urna rrei-agua no fundo e rende 336i por anno,
com quintal morado no fondo em terreno de ma-
rlnha : qiem- qorer maiores'informacSss dirja-
se a4s herdims. roa do Brora n. 20, ou na fua-
dica i ns. IU0 a 1<)\ da mesma rna.
ARITIMOS.
Vaahir
Liberal, cap
partea carga
para ol qu es l
com i. R Rab<
48, oq cana o r
COMP,
o porttgaez
Leal, por icr
e passageire^
oomaodis, tratavs*
na do Comaterea av
ABbCANjT
Navegagd* eosf&a por vapor,
MmangtRrpe.
O vaper Cornrtpe, eonv
mandante Silva,, segoir
para o porte cima a*
dia 28 do corrale a ff
horas da tarde.
Recebe carga, eateaa>-
raendas, passageiros e dinheiro a frete al as *
horas da larde do dia de saa sabida : esria>ttrK>
no Forte d Mallos n. 12.
/<^.
mwz
THEARO
H
HOJE
BENEFI io do artista
Lindo e vanado espectculo divniido era tres
partes, e com o concurso das coaapaoliias dram-
tica, zarzuela e dos professores de msica, os Srs.
a* G unes de Macado, Sala liano Tenorio e o be-
neficiado. ,
PROGRAMMA
1. PAUTE.
A companhia dramtica representar araa das
mlharea comedias do sen renertorio.
! PAUTE.
BrltiaTite mfermcdlo mnsical
!. Pnaniasia pira pinno e orebestra.
2. ;pnch par flaata pelo 3r. Salustiana.
3. Walsa brtriesca d < celebre compositor No-
ronha executada pela primeira vez pelo Sr. Jo;
Gortres de MCedo.
3,' PARTE.
A companhia h'sparmola representara o '.ereei-
ro acto da imito linda z trzuela
Campauone
E' este o espe tcalo qae o beneficiado tem es-
jolhida para offerecer ao illu'tral-' pobijco desta
cidade do quera esp-ra toda a ; 'adjuv.co.
O beneficiado aprovea a odcasiau para agrado-
cor as nas corporacdis aciraa m-nc.onadas o aos
seas i.raaos o'a-ie, a raaneira graciosa pela qual
se prestarara a tomar parte neste espectculo.
Os bilbetes acham-se em ma> do beneficia io e
no dia do espactacalo ai e-criptorio do iheatro.
Principiar < 8 1|2 horas.
Depois do espectculo haver um trena especial,
qae tocar om todas os pontos.
THTB.0
SANT ANTONIO
C0IPAHH1 DUI4TIU
firande snccessa !
Quinta-foira i8 de se embro .^
Segunda rvpresenticio da graode, magnifica e
frerreticamenie apidandida comedia em 2 'des :
O importante psoel de aiestre Jeronymo, des-
emeeeliado pelo Sr. Tno na fiepiuea ; lomaaaV
uualrae.nl parte oa eenndia ae Sras D. Caroli-
na, D Oiyai;.ia e os Srs. Brochado, Peregrino
O aira e D>--Gravanni.
Terminar o espectculo a linda comedia em 1
tu, original brawlearo, ornada 4e mosica, io
Miada
di, *da que.iqoe lerrompida a prescnpgii.
ficatdo salva aoaopplicaoi e tod o lempo o di
' de aefio coaiira b masnao appUoado, oa seas
siroe Mcobraoea da diu quauia e seus ja-
r e para esse Bm vem requerer a V. S se oag-
j.9 maBdar-IHe tomar ponera osea protesto,
i| s*a4>sle ioliiMdo o n#uli do por cari
. d*eles, ea razio 4e te dekar el e oale em la
pripaert, e oio sabido pira o qe preieo-ie
s#eeaBlejasticiirBaforaa d le e doertylio
i. pede aT. I
S. defenmeatee recebe1*
ffo narln portognpx Uberal, para ftrW VW*
carregaram : Bailar Ofltelri ft C. fe coate UteP^ *iw setlola om o seta de eiumoilbrna ira-
eos eloieoidbs com 420 tile.
RECEBEDORIA DE RRTDAS
GRR\ES DE PlHtm
HBdimepto do dia 1 a 23.
dem do dia 18. .

(*) Viraos um exemplar da obra doSr. UBtrniH
. pe-leviios assetwaT, tamo ()uioU oo li> pora*'-
nra rhpido eXante oe (uirnosaW iWlaradai^'dreo
I r i historia bise amrinir, que ele sWu
diverso da metbodo do Br. conde Z*s.
tm*, pa.ntaMo^o ,
Joruocia de 200 res, legaamente BUtilisada da
i rraa segrala :
Recife 14 de setembro de I8?l.0 procurador,
dift.de.teoa Das.
qaai dai e derpaeho Mgainle : .
sMi*oid,-tsBio rejr.BAcife 14 de eatero-
|io de 1871.Barros de Lcerda.
' Bo>,irMde do qaal fura a mesma peicao des-
InkHudt ao eserieio decte juio M ra.oel MarLi >f
irigoe do Na-eimeato. o qaal lavroa o termo a>
etestp do Umot legaiole :
' *1m ?H'^i. -A* U de setembro de 1871
ia4e do Rife enwii cirl.*iti*tpaj-eeu
itatue Manoel Afves Ferrara, por eu tus
papearador o tonoitador Beraardioo de Sea
COMPAiNHIA PEHNAMBCANA
DI
TaTefa^So eosteira por
Partyba, pTRJ, Maelb, MewoS,
catjs Coar, Mandaba, Acarac*
O vapor Pu apoma,com
dante Azevedo, seguir:
os potW aHma no dr 90 V>
crremelas'5 horas i\*re.
Recfbe carga at otW.
encorr meadas, paseageos e di-
nheiro a frete at as 2 horas da tarde do flia
sahida : no escriotorio do Forte doMaiH 12t
^VENDR""
o lindo e superior patachi austraco 11 mds. H
vo, de 1* viagem, construido em raar^o do-dor-
reote aano, de lola^ i da 311 toneladas, Aeaaai-
dando carregado 13 1(1 ps, pregado e Wicsaofoo
do di cobre, com duas anainas de puoho. bw
ferros e correles, classificado no veritaaAVl*-
por 14 ancos, prompto a seguir viagem par qoal-
3aer destino : para ex a mina-lo, no ancoradwe
a descarga d-froat-, do trapiche do Canoa, e para
tratar com o consigoatario Joaqaim Jos Cooejal-
ves Beltrao i rna do Casomen-Un. ___
OTIPl\HI.l
DE
Navegapao Brasileira
At o dia 27 de correte, 4 ape-
rado dos porto do norte o va-
por 8. Jaeittlho, e. mmandow^
A k ns, o qual depois da-demo
ra do costme seguir par as>
portos do sui.
Desde j recebem-se passageiroa- e engaja-se at
carga qne o vapor poder conduzir, a qnt o>vera
ser embarcada no dia de sna chegada, eavoasv
aendas e dinheiro a frete at s 2 horas da ttrd*
de saa sahida.
Nao se recebem como encomojendee sena ofc-
| actos de pequeo valor, e qne nao ezeedam a *
arrobas de pese oa oito palmee cbicos de nea-
cac. Tndo qae passar oestes Maites dever i*er
embarcado como carga. .
Previne-se aos Srs. passageiros qae soas penk-
gens s s recebem na agencia, roa do Coe-
mercio n. 8. _______ ^^^^^^_
Aviso martiiiib.
J.H. Burns, capitn da barca irgleza Wooitam
entrada neste porto por arribada fon;.i*i, ptecasa
fazt'r os e raerlos necessarios contoruie as ttv-
rias foitas e orlenauas pelo consulad iuglea,-e>-
do o segointe :
Um roaslaro grande novo.
2.a verga do juanete de proa.
Macaa>e do nnsiaro do joanele grande.
Estai do ma.-tarca do joibete de pr"s. .
Estai real e bnjarrona graadot ^t-
Uraa bamba nava, praocaes navws m^fzm-
ho-do da qnlha em ambos os lados", do-tadapn -
ment do navio, 25 prancoes para o* fundo do dte
em inri* f**r, tr*s ra editara? reprspatas o-
cavllhadas, aftoal todo comptefcinejjie catotetad
e reparado todas os nacerlos do rtferda .
afira do mesmo pod t Bear ertf estado d* dfg-
bilidade : os pwi-radoni poderlo dirigir a* WD-
pasias era carta-, fechad ao consulado logei-
raa do Commercn o. li, no prazo de 3 dias.
Recite. 23 i- eboobre. d- 1871.

i
*.

Companhia americana e brasilei-
ra de paqireies a vapor.
Al o dia 1 de ouMbre esperad do portee sal o vapor amertoann South America o q*aa d-
pois da demora ln ustanw, eguira para Mw-
Vorlc, tocando no Para e S. amas.
Para fretes e passagena, trata-se com o? agen-
tes IWrary Pnrsier A 11, naa do-Com-nerei- I.
COMPAiNHIA PERNAMBUCANA
*aveija Porto de Gallinnas, Rio Foriuoea e
Taas andar.
OttapoT Parahgba segnir pa-
ra os portos cima no dia 30*
correte a meia nonte.
Recebe carga, encommeoda*
passageiros e dinheiro a frete rt.~
escriptorio do forte do-Mattos n.,12.
COMPANHM PERNAMBUCANA
m
Navegando cortetra.por vapor
Macei, escalas, Peoedo e Aracaj.
O vapor 'onu com i.aay*a*aB-
Guiiberrae, seguir para os atoe-
tos cima, no dia 30 do eomaie
as 5 horas da tarde. Roceaw sar-
ga at o dia 29, encomiawid,
oaseagerroe e dmoairo a frete at. as 1 oaraa o
.arde do dia 4a saatda : escriptorio a* fon d*
altos a. li
,
J

55
LEILOES.
em penst nft^ esa
Tovia parte a* Sra. D. Carolina, D. Paalia^
o os Srs. Brochado, Peregrino, Braga Lyra,
Principiar as 8 /i.
SOCIEDADES
m n mifii i Auras
vm e mm
ootfimo, i* de f'waeW)
0 pas^a no jardim fe paSaeio
Tocar aitaeaasiatueai daaa aaoda 4e au^
sica.
IilmniTivftoag'orno
Estar abarlo oantar I preods.
A entrada sn receeer de cada ri"s4a o i
dictar a ana lenarosirtade, em bugeUoio ata
ycn de Arle* Itfetot
A earada pelo. oonS> do lado to aorle* a'
sbila ?Aio Oo. lado do >ul.
. B.E' probiotto tira ae'Bare. Z
Maarici l -e *.s haotos .Jtta*ir, laiatatfa de-
todo o objectos dados em peobor, oor iatersren-
cao do ageot- Martte-, e*da 1 aacaaMey a>
praca da lnd"o*iici*o,i.________________
,3 orajett
OtoBar is im,
:2j.**.-
prerjttu^
HfWE
O agente esiaoa. Cara leitao por aoau |
de que pertencer, da larris cana i
ta-feira 28 do correle. s Jl t
Oo armazeni do Arares aVfruate
7
.A
IB
M barris de 8 m iwaj Utr Uifoir
O agente Penana >^^H H
de neern pertaae-.r. *^^H^H
1^ boa, t Mas de -f > a,
dade, e serio rend* era um


JarioJ^H^,eriiamlCo Ten
es de fronte
II ho
da
t* canas m 1000 litas roe ervilba.
aawte Pesien*, fart leilo por eonta e risco
juera p-rtenter, de 10 jaixas cora latas de er-
V qQaes ,erSo vePl,as a vonlde ; ler^
ara 26 do corrento, s U horas da manhaa na
puu do Sr. AnaeBJ rfraaie da afandega.
usa
Bfliete^gpa nos.
i raa-Priaieiro de Marco (ontf'ora ra
Crespo) a. 23 e casa* do costana.
O abanto assignado, tendO vendido dos seos t
rwibeun mu qaarto a. I coa QiWOJUO,
qoario O. 2 eo 8004W, u ne
168-3 cora 300*000 i Jm sortee de 40*
Tem
------------- dejU>ed*d..domire
Tirastba canfor JWS'! aed^am remelle Ja* atedia
la^cao
LEflAO
DOS
Geros tais uiencnios, armacao etc.,
-a a,ss,im mus das divida.s activas da ta-
- Mwm sin na ra doj Acoirguinhos n.
urta-feira 17 do correte,
artesa & C, competentemente autorisados,
lanae teilao por couls e risco de quem pertencej
6r intarvenci do agaote Pestaa, dos gneros
a anaj objetos acinja mencionados, era um ou
MlotM.turto no valer de gneros 2937iO e di-
**^*J7431W, tenio lug-ir a leilo na quarta-fai
ca J? 4o crreme, s Jli horas da manhaa na mes-
as Cabe r.n a.
di toteria que se atabes de extrahir(208)reoeT '8.eo* ^ *-vW> P
vida aos possuidores a vire recebar na canfor
midade do costara* sem descont algara. ..^l8"6;
AcOam-sa.* venda os bObates garantidos da- =, [e,arT ,a* wciedade
Pe fea ipiarut, a bnaciadaQova igrej *etelM 1871,
de Nos* Shofc taltal (2tP")wque se exralidj 1. -W' ttf/^(U6
Ramal de Befen
eaari
a sabbado,30 do correla mal
PHECOS.
BUbete inteiro
Meio bilhele
Quarto H
Sea porcao de tOStfOS pan cima.
BiUute intWro 4*500 .
M-io biltaea 2*750
Quarto J4L323
________________lianoal Manto l*ma.
Fexretra
' Secreja
Pr echase'de
ttdi> o Mfvico .
iras n. 96, sobrado.
roa
Q prcprietarto du mnibus de Cajao
sciente ao publico que co de otubro en
la hawr i nmnihpy pira a Varan,
Preclsa-se de urna araa para connhar eir,
casa da pone familia tratar na roa dasCrn
te o. 29, arroazem de otis.
RefiiiQMo
Precsa-se de trabajadores que
servico da mesma : a tratar na rna
entendam
ENr>ita n.
Para r -ex;po; taco
IMS
de 2098 eaixaa de massas, 50 bar-
de castannas- pinadas, 3i0 caixas
le dozii de vjnuo trato, 1 csrxa de ga-
eV-tias e 30 caitas phospooros.
' I carrate
. I) agflile Oiiveira fara leilo, por ordera do
am narao da S*tad*d<*, a qnalidade de vice-coa-
4a li.ilia nfsu ciaada, e c msigoatario da bar-
taahana ?rt, ejior eonta o risco de qnem
pMlMc^r, preewtida autorisacao da alfaodega, e
e*t HMetoneia 3 un empregado fiscal desU re-
p*Rici stira inencijnados, que rormarara parte docarre-
aaatMu 4a sobfedia barca, e vonder-se bao para
aaattar s espetas provemeates da sua arribada
a* -por, eooi agua aberta, e fra regularraen-
w Q larta-feira
fra* 10 horas da mauia, no arraazon aliando-
ftA* trapixe da corapanhia, largo do Corno
Mata,
PROTESTO.
A carta de ordera dirigida ao Sr. Jos Jacintbo
de Medeiros flrmaado era meu nome urna letra
estranha, a pedido de diversos gneros, deque
soraeme tive scigncia i^aa m'^ apresentoo, inifialte-aie a consignar ora pro
testo eonlra_arespooa*ikJad* da debito resultaa
te della ; nao devo nain p?so aceita-la, afim dt^
que faienlu-aravertr coatra aquello q*e crimi-
nosamente ou son prevalecar-aa de mea norae,
provpqoe a aceto da justija para a rasaanubili
dade penal que emmerfe desse aeso 49 notavel
dolo. Protesto, pois. faz^r roe hir a resnrasab-
dale sopre aquello que deve repenier or ella.
Gameleira 18 de setembro de 187.1.
Manoel Joo du Fonseea Pinto.
Ut
era Ulan-
conforme o
asignantes qne ti vea) i m pesso s qne pretende,
rera pasear a festat-JabaTao das horas da partida;
assim cono do precr* aMHaapJa. na cjxeira
dos mi""^
Alaga-m nm bo
brido cMada a fijada, cora*>omiMoV' para
f*mm, if'*n bibIH a muitas srvores. na
1 WM : a Miar cora Domingos
*51*|l i" O. 21.
r"raeaia-je da ara ama para
fiar afaaer majsalguo aerviejr
ariuDireUa '---
fe
war
II
.t
A direetwia k Hate-Fio :PoVtaguai etn ob
servancia do artigo 60 dos ^slatutos, nanda ce-
lebrar iwa injsj do stimo du. Du U fe ira 27
do correte pelaj 7-boras da manbaB, na rdem
Terceira do Carino, por alma do .saat Aalouja
^^^^^^^^^^^^^^l^jac>yiario.
Precisa-se de araa ama
dame leite : a tratar aa na
AJLl;
^Direjta p. %\ {< andar
~ lo Jos d'a Costa, propde-aa a receber em
MvJfflr altndegados do caes do Ramos,
.*.** *nao-se-a fuer por'sua eonta o seMtaa aaar*
auuiauB
ADVOO^lA
DACIliilt _
1 J. B-P. Caja leal
Ra do ImpeJ U. 1
M-syaaajmaMBK
. km DE LEITE-
a m* p. 2j, defroute^ia Mlitil H+ U
(nosColbor) pTecisa se de m*W&w
ja adiare tenba abuo Jante eWmmTXSm-
a que ny tiver (iibas.
051Ja-:* balita, vwiem a
ra do Mrquez # di-
d n, 40, o seguinte :
VIVHO XEIIEZ i-uoerior, em.caixas.
je aberto este ramal al a. ppatacSo dp Bttbibe
liflLHOS KBANOS DO ICIFE
Do dia 1 de oulubro em diente partiiio os
tabella:
----------*
s pela seguate
ESTACES
DE MAHA.
rtoa d'Aurora..
Pire..........
Principe.......
ioao de Barros.
aaalnbeiro.....
eaernailaaaa...
8otnj...'......
Campa-Grande.
aalgadiobo.....
Duarta Coalijo..
Ottoda (ckmda)
Horas!Horas'Horas Bjcv Horas HoraslHoraa
-*---------\~m-*- ~m\~_,-------- ._ ____!_.-_
5.30 6.30 7.3d 8.30 9.30 2.30 3.30
5.32. 6.3 7.M KM .." 2.32 3.32
8-36' 6.36 7.3 5.18 6.33 7.38 834 9.36 2.36 3.3t;
8.38 9.* 2 38 *&
5.41 6.42 MI 8.41 942 Ui
o.W 6.43 7.45 8.4$ 9.45 45 3^#
8vj 6 50 7.0 8.50 9.50 ' tao 3.M
3.52 6.5 7.52 8.52 9.51 152 3.52
5.56 6.56 7.56 8.56 986 2.56 3 56
5. 68 7.5* 8. .(r| 9. 0 .Sf- 258 358
6. 0 7.0 IO. o| 3. 0
Horas
ora*
VelU.
8BACOBS
ABm*Rfe-,,t- ___W&
-- iVwMsa-ae caa aairaogeira nou acia
erfeila engoramadeira npt-fra : ra de Joao
F^nunii Vieifa. iMj a. 3%.
Ca rdogio cora ca teia de plaqnet, 1 mo-
ba de .imarcllo, 1 dita de jacaraod,
iatro,*, can luiros, matado de um piano,
tfeij do espolio do finido Paula Mon-
ttk<\
Quarta-faira 27 do corrente
l tveaie Marlins far leilo por mandado do
llfea. Sr &r. juii de oruiios e a requeriraenlo do
Of. fase Bern-irJo Galvo Alcof.rado, crsdor pre-
aieft,, do tinado Horaciio Constantino de Paula
Haahlro de tolos os movis existentes no 3o andar
i* arido a- 44 da ra do Imperador, onde resi
4/a o dito fin II^IIAO
DE
FaE^pJas, armac5o e uteucilios (oo Pass'eio
Poblico.)
O aconte Pontnal, vender ora leil'o por manda-
4.a 4>i fHm. Sr. Dr. juiz do commercio, das fazen-
'!*. a-marao o utencilms perteucentes a Bernar-1
i .Tv>tO to OHrern Mchalo
Quinta-feira 28 do corrente.
Na toja de fazeodas sita no Passeio Publico n.
"a, as II h. ras. ___________
\a^a^V^
DE
H-.t portas almofadadas aovas,*e i cavernas
de sicupira
Quinta-feira 28 do corrente
AO MEIO DIA.
* lraoxe do Dantas, o agente Pestaa ar le-
lia do objetos cima, no da quinta-feira 28 do
nrrente, ao meio dia era ponto.
Furtaram na nolte de 22 para 23 do correntio.
c segundo sitio passando a faudicl} em Santo
Amaro, nm poltro-e nra jna.-to, sendo o poltra
rodado, pequeo, de segaoda onda, cora o ferro
\M; o qaarto castanho, de bom tamanho, com a
iaruelha enxada. sigoal de relvlura as mia<]
castrado, sem andares, tem no cocho o f^rro Ja
rineira-3alem de outro : quem os apprehender
ou der noticia no mosmj lugar, ru do Lima n.
10, ser recompensado.
Precisa se da uiua anv para o =ei vi-
cj de uraa casa de pouca familia : a
tratar n? ra da Praia o. 53, 2 andar.
AMA
Palacete ra do Visconde de Gayanna (au-
tiga ra do Mondego.
Aluga ss ou arrenda-se esta bella casa, cora
pequeo sitio, canallada de giz e com todas as
commodidades para grande Umllia, ou qualqoer
estabelecimemo, passando os bouds pela frente :
a tratar a m;sma ra olaria n. 63, com Marcelino
Jos Lopes.
Aluga se urna casa terrea cora suto, rauito
fresca, na ciade de Oiinda iadeira da Mi-eri-
cordia, a esquina das Corijia?, localidade aprazi
vel, muito omraoda para ir aos banhosdo mar,
segurado pela rna doBomtim em frente da mesma
casa : a tratar no Rocife ra Mrquez do Oiinda
n. 5J, loia da cbapss, a para v ja na mesma ei-
dade, a fallar com o Sr. Thoinaz Jos de Gu:n,5o
cora luja de (atendas nos Quatro Cantos.
a rna Direita n. 64, precisa-se fallar cora-
o Sr. bebsstiao^Je Mello e Albuquerque, a negoJiu
de seu inleresse.
Joao Cftrirtiani
Particw -iaa seda ana\gos.aifi'.aguazes qaa se
a rfa ie nove eslabe;ido em sua amiga toja
rna do Bario da Victoria, outr'ora roa Noa n.
44 9ode.se eaoontr um ascolaid> aortimeota de
Chapeos de- todas as qualidades, quer part ho-'
mens quer para senboras.
Idioma, he^paahl
Preoisa-se do una protestar qne heaiana arte
idioma, nao s a tradnzir, conao a fallar e eacre-
ver : quera estiver aessas condiccoas queira an
nunoar,
O ataixo as.signaa.1^, ^Sraaaee^oroulmeale^
lodos que acompauharao) o entrro do sed presa-
do amigo Jos Ferraba Frazo; e convida a p-
virem alguinas missa;, que mauda rezpr, par al-
ma do.-te, na igreja do Carpo Santo, 4.- feira 27,
as 7 lunas.
/. /. de Almeida Olivara.
Ptaciw-se de um catxeiro que techa prati-
ca de taberna de 12 a 14 annos de idade, na ra
do Rangel n. 8.
alfaJ-npariaL
"raqueos, da um railheirc
0 leslamentiropinve.ta.iante dos bens
do fallecido DamUo Pdreira da Cunha, tv't-
enufica a quem se contaderar credo do
efirido fallecido, que apr^aaie sua coot<
no pratfl de 15 dU.\, afim de ser examinada
salijfeila em sea de'i lo t.^mpo; ra do
Mirquez de Oinda, lo o. 4i.
Thomaz Fermndes da Cttnha.
DE
a cajxas com excellentes couros de lustro.
Quinta-feira 8 do.corrente.
Q agenta PesUna far leilao* por.canla e risco
i* qaara perlenoer, de 4 caixas c>ra eouros de
iaatra de superior qualidade era t o.i mais lote,
u ca a raaaha, no escriptono do agento ra do
V gario n. 15 1 andar.
90 Larris com cal nova de Lis-
boa
Sexlafeira 29 do correte.
O agente Pe-tan, far leilo por eonta e ruco
.- aera pertencer, de 90 barris com cal nova de
Lri&da, os quaes seri. 'vendidos era 1 sis, aeita-feira 29 do eorreiite s II.horas da ma-
itfila, o armazem dos Srs. Bodrigues 4 Martins;
rss da Appollo n. 30.
Breve resposta.
Eoganaram-se os Srs. da bombstica suvacada
no da 30 qoando disseraia que nao se reali-ava
para nao fcaver itflaairasc'. Mihor seria que
dissessem que a lal-patoscada nao se realisava em
razao do achar-se quebrada a sorvtteira, e tara
bem pelo corle que eram ern urna sess&o d i ar-
rumba, nos directores que sendo horaens mu /Inut
nao pensar ira passar por ftta decepca.).
________ O cabo de ordens
i
i
1TTENCA0
tteu$lo
Na ra Velha n, ill alugase urna esrrava pro-
pna para casa de familia e ten.lubilidades, por
preco commodo.
iMl
Precisa-se de urna ama para com-
prar, cozinhar e fazer algum servi-
do de urna casa de ponca familia : na ra da Con-
ceifo n. 37, na. Boa-Vista.
Precisa-se de urna ama para todo
de casa de pequea familia
Rosario, leja n. 10.
serv
na ra estreiU
s
Para passar a festa
Aluga se um sobrado com grande quicial mu-
rado, cacimba e algumas fruetetns, cora bastantes
commodos para familia, em Olmda no paieo de S
Pedro-novo : a tratar na ra Imperial n. 5 A, ta-
berna.
LEILO
DE
i)m terca parte* do sobrado, sito a roa
. 4o Ba'aafica, na Magdalena, n. 42, e a
qnal podem os pretendentes examinar
coa anli ipagJSo.
A. 29 do corrente.
Por mandado do lllm. Sr. Dr. jqiz especial do
eaaiaierciil d'esla cidade, e a reqneriraento do
aias'litrador da rama fallida de Sebaso Jo
i Silva, o agente Oiiveira far leilio das 2/3 par-
ie* doexcellent) sobrado snpra mencionaio, o
gaa e torna reomraeoiJaval qjianto aprasival
a sua bi caastruccao t amenidade da Ipeali-
le, e mais proprio para quera vivo em tj pro-
earado arrabal la daeHade, taildo a vantager
auMcal da conduecao dos bellos bonos
Sexta-feira
*j tceio da ea>pom8,aa escrlptorio do dito agenl
>.-fua do Bom Jasas (outr'ora da Cruz) primei-
toaftdar. IV
Fi'tespi io do Ccirmo.
Em consequeoci de ser a fe.-ta de Nossa S3-
nhora do Rosario, >o f domingo do mez de ou-
tubro (1 do fdturor mez) como determina o-com-
pmmiss:. daqne'ta Irraandade, (ica prtanlo trans-
ferida a do Fronlesplcitf do Carmo para o dia 8
do referido mez impreterivelaante, cujo program-
ma sera brevemente annoociado.
De novo pedimos aos Ss. procuradores, que
activen) a cobranza das esmolas dos devotos at
o ultimo dia do correle mez; aflm de que se pe-
sa contar com a quantia recebiJa, da qual depen-
da o brilhaotismo e nomqa h^ mn^oiK fo i,-i.^_
Ta prca do Conde u nu caa u/io rt, Juu.
lo a venda, presisa-se de urna preta escrava ir.,
vender na ra. ~
Vende-se por barata m(0 ana propriedade a
margem da camboa dos flemedios, fazendo-se
toda vaniagemau qou#ador, re;tbendo-se parte
em dinheiro e paria em felras ou objectos d
prdmpu venda-; cuja propriedado comm uraa
grande olaria de pean e cal que lastra 16,000
ii[olosdealveaaria.grpsa a fpmo que comporta
aollOOjCom mais iim forno e lastro para fazer-se
telhas, ladrilhoj, canos a lonca, com exeelleote
barro para qnalquer obra, com dous excellentes
viveiros de peixe a cora casa de vi vea la para
grande familia : as pesaras que prelenderem di-
rijam-se dita propriedade a entenderse com o
capitao Dellim Lins Cavalcante Pessoa.
Outr
Arrenda-se o sitio denominado Peixinho, que
tica ntre Oiinda e Btierib*. margem do rio
com grande cisa para familia numerosa, por ter
duas salas e gabinete na frente, sala de detraz,
dita de jamar, cinco quartos grandes, terraco na
m.& ? *' e!lrib5ria. ba.xa de capioi que
d too reixas par da, com rauiUa rnleiras, gran-
de mangabeiral, terreno para plantacSas ete/que
so com a vista poder avahar :
Ur no mesmo sitio.
para ver e ira-
Gubelliuretro,
,~"
Preeisa-se de 5004, dando se por bypotflaca
urna casa com sitio em ata das arrabalies datta
-- Nest lypi grapbia se (ira quem tem um
S'JJP"* "*r* b0a pitt ma'*d VISOS DIVERSOS
-r-Oabaix aaiigoal tenia coaaiado os que
^fflf?*fr"dfi *,.# Sra. D Aguida
SdliorMa Perlra por este Diario nos du 13
*% ?.* **'"P*ra eomparecarem i casa de sua re-
avaauta, n Urga do fio*axlia. 10 ; e ao cem.
gr*reeeaio pessoa ptm, deilara em nome da
la aaobora, qaeafla nadi lere ne>u, como
taaara qaalqaaf aaac^ ; eae sao leodo'trao-
da eapacie algoma, vtvaado de teas pro-
Naan a' aatkhzaade a dinbairo indo
nata eompra e tenha de aaaaarar reputt, ooaaoj
futaw falsy todo e qialqoer titulo 4* divtdaj
ss por tratara apparec de hoja. por dian
ia- Keetfc4|^^K'4ai<7iT
zwenno Je Almeida Plato.
Satyro 1x de Moraes tendo comprado o estaba
lecimenlo de canedeireiro intitulado a tranca
mrastre-sito ra Duque de Caxlas n. 59, 1-
andar, acaba de dar sociedade no mesmo 'estaba-
le^imeo'o ao Sr. Pedro Carneiro d" Almeida e
tendo sido ambos offleiaes de bem conhecldo sallo
da tesoura de ottro, eoaflam ser por aeus amigos
e tregoezes procurad* para os misteres de sai
protissao, garantindo que fario quant) a sea al-
cance estej para satisfazer com a malar dedica-
0o a sua crescida clientella.
A.os 5:OCO,5OO.
Bllhettf graatldos da pro-
vOia.
Eua' do Barao da
Victoria,
rorara Nova n. 63 ecasai
do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender entre o,
seas muito felizes bilhetes a sorte de 5:03O4OO(i
em nm qnarto de n t9*2, a sorte de 800* em um
qurto oa o. lM. a nm qaarto de- n. 686 com a
a sorte de 3004, alm de outras surtes menor** de
404000 e 20/000 da latera que se arabou de ex-
trahir (208), podondp saas pMsnJdorai rirem re-
ceber, que prompumente serio pagos.
O mesas abaixo auignado convida ao reepei-
tavel publico ^ara virem ao sea esubeleeimanti
Jomprar os felizes bilhetes garantidos, qne oa>
leixar de tirar qualquet pretaio como pro*) pel>
mesmos annuueios.
Acham-se venda os mullo felizes bilhetes ga
raatidos da 12' parte das loteras ara benefic di
nova igreja de N. S. da Penba, qu aar extraoiaa
ao da. sabbado 30 do crranle mez.
PRECOS.
Inteiro 64000
meios 34000
Quartos 14300
De lOOfOOO paxa am. '
Inteiro 54500
Metes U7W
Quartos 14376
Joaa Jaanaim daOna Lt
se ana preta para todo fcervica : na
__*IEF1NAD0, dem.
VINAGRE BRAN 0, irtera.
CAFE DO CEAR. i>accns.
Charutos o Schuorbusch
Regala briuoica.
Operas. Conchas
para cima.
CIGARROS DAS FABICAS OO RIO DE N0-
VAES E LlZAUR, da diversas qaaitdades, vende
i em barricas.
luiimi
\ (jjmulto! io homeopa-
DO DR,SANTOS MELLO/
' Ra do Barao da Vtctori* o. 43.
m VACUNA.
Todos os domingos e quintas feiras, p-:
5 lis 9 horas< 10 da n,anla vacciiti-se
w por preco mod co, para n que ha muito
Sk l.oia puz vaccinieo. .
Kecbem-se chamad, s para vaccnar em
I qusfquer casa.
CoasnKas medicas todos o* das, pela
~ maaliia.
i Guamaoos a qualquer hora Jo dia e da
jjS( noute.
Gratis a parte medica aos pobres.
SustenK) restaurdtivo da
s vude
PELA VERDADEIRA FARI.VHA
A, Dh Barry d Arabia
Os abaixo assfigaados faiem scieote a seas fre
guezes qne. pelo vapor ioglez La-PhUa receberarr
r;egunda remeesa d'>sa excellenia farioha, cuje
uso muito se recoramenda para as crianzas, pes
soas debis e convalescentes, applicada cm reco
nhecila vantagem as coaslipa^oas, diarrheas
nausea do estomago, to-so, esoarro da sangue.
phthysicr, etc. etc. Preferida anda pelo agradave
sabor,IJaMiaoa omra qualquer.
flafcaiio asigoadu declara pelo praaents
que tem jaste e contratado com o Sr. Saiyro Jos
eMori? a v?nda de seu esiabeleclmenlo de ca-
belleireiro intitulado tranca, monstro sito
rna Doque de Casias n. 59, andar, livre e de-
sembaracado de qualquer ouus. Recite 22 de se-
tembro de 1871.
. Jayrae E. Gomes da Silva.
OHada.........
fcaaneCeafeo..
sagadiiiho.....
Caatpo-Grande.
BatAa.........
Mihwa,..
Bsalaaeiro ....
Jeie da larras.
Ra do Prineipe
Pires ........
Aurora (ekgnda)
5.30
5.a
5.36
5 40
5,4*
5.43
5.48
Mi
5.34
5.58
6. 0
Domngos e das santificados.
Do Recite s 6, 7, 8,9 e 10 horas da manha; 1,2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 da noiie.
De Oiinda s 6, 7,. 8, <3, e 10 horas da manila; 1.2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 da noite.
Nos dias ute3 sahe
igualmente passageiros.
OBSERVACO.
ao mcio-dia, e de Oiinda, a 1 hora, o trera de carga, o qual anduz
O SUPERINTENDENTE,
A* d'Abreu Porto.


TABELLA DO RAMAL DE BEfiERIiE '
Furtida dos trens nos dias uteis.


Ida.
ESTAgES. DB M A MA .
Horas: Horas. Horas. Horas. Hora?.
Eocruzilhada.... 545' 6.451 7.45" 8 45' 2.45'
Estrada-Nova... 5.48' 6 48' 7.48' 8 48' 2.48'
550' 6.50' 7.50" 850' tW
Pundao......... 5.52' 6.52' 7.53' 85' 2.52'
Porto da Madeira 5 5- 6 56' 7.56' 8 56' 2.56'
Beberibe........ 6. 0' 7.0' 8. 0' 9. 0' 3. o:
*
u_
TAUDK.
Hora?.
3.45'
3 48'
3,50'
3.52'
3.56'
4. 0'
Hnra^.
4 45'
4.48'
4.50'
4.52'
45'
5 0'
Horai.
5 45'
5 48'
3 50'
5 52'
5 56'
6. 0'
H iras.
6.45'
6.48'
6.50'
6 52*
7. 0r
lloras.
7.4K
7 48'
7*0'
7.521
7.361
8. 0'
Horas.
&.4.V
8.48'
1*8 50'
8.52"
8.5o'.
9. 0'
-Volla.
ESTAQOES.
Beberibe........
Porto da Madeira
Fundi.........
Agua-Fra......
Estrada-Vova...
Encruzlliada___
DE MAMIA.
Horas.
&.20'
6.24'
6?8'
6 30'
632'
6 35*
Horas.
7 20'
' 7 24'
7.28'
7.30'
732'
7.35'
fflA. DE TAUDE
Horas. Horas. 9 2(V Hora?. Horas. Horas. 5 20' Horas. Horas. 7.20' Horas. Horas.
8.20' 3.20' 4 20' 20' 8.20' 9,20"
8.24' 9 24' 3.24' 4.24' 5IV 6 24' 7.2V 8.2V 9.24'
8.28' 9:2-' 3.28' 4.28' 5.28' 6.28' 7.28* 8 28' 9 28"
8.30' 9 3(' 3.30' 430' 5 30' 6.30' 7 30' 8 30* 9.30'
8.32' 9 32' 3.32' 4.32' 532' 632' 7.32' 8.32* 9.32'
8 35' 9 35' --------"----- 3 35' 4 35' 6.35' 6.35' 733* ------ 8.35* 9.35'
Coz nhf ira
Preclsa-se de urna coziaheira forra ou escrava
na ra de Apollo n. 22
Ba'aios e maje balaios
Cestas des manan5o
Directamente vindos d'Europa
Para o nosso deposito de p3o
A' rea-Larga do Rosario
V lJa da trila e seis
Obras de vi me e de pama-
Todo aili acharis.
Domingos e dias santificados.
1.15, 2.15, 3.1a, 4.15, 5.15, C.l,
8.45 e 9.45 da manh; e 2.45,3.45, 4.45, 3.45, 6,45, 7.43 9
.*<, ,?t Eocroii|bada s 6.13, 7.15, 8.15, 9.15 da manh;
.15,8 .13 da noute.
De Beberibe s 6.45, 7.45,
8.45 da noule.

OBSERVACO.'/'* .
hr rt, .rlL!!! .lf 3a',e d0 Recire ? l[ boras e 50 m,natos da maDbaa e velta de Beberiaa 1
c,nTnrin n nan r,de T6'1' ^ Mm d^ c,r ba,n C0Da passageiros, indo e tiUnd..
em expresan o Reeire ate a Euciuz.iha etc. Os trens tmente chegam at o Porto da Madeirie-
iras a Beberibe quando fr aberto o transporte pelo governo da provincia waoeira, e..o
0
= Aln
travegsa do
Saatp n. 23.
TWLHU8 IJIBANOS
Eecife 4 Oiinda
...ia*6* scieole assenhores accionistas que
^r.hV8e32l Wt 8ra cn^uacao
seus trabalhos soWe a ntarraa dos asumios
do
oo 4ia 16 4s oarrepte pesaTli Waa ^"ajaatk
sendo a reuoiao no mesmo lugar 4aa aaaari2r
Recie 22 de setambro de 1871. ^'3Tttnf-
top#clwll Branco.
- Precisase fia u #anrj prluuVT^
ser teitor de um ftieoboT i trtar na
OB)
-_geobo
WP Jess (ontr'ora da Cruz) n.
eagei
Monte-pia Brasileiro.
*/l&lQbm reunido a anamblda geral na dia
ztmasarjan eomo foi annuaciado, de ordeoo do
tf8aaa-4r#eter da nove convido a todos osseabo
es acioi para se reunirem no dia 28 (qaiau-
u_\ a' 7 boras da noite adm da aa proceder a
merejo dp aovo censelbj admiQistrlivo.
rt^sw* do lloat'Pio Brasileiro 25 de siem-
bra de 1811.
Jerooymo Bruno,
1' secretario.
Ama de leite.
ssz yss&m asa**.
. ttsis.-rsr sssr s as
* n^xw de tea laternu. ^
a 23,
50, ^
para
roa do
andar.
SENffORES CONSUMIDORES ACEITAI
CONVITE QUE VOS FAQO.
, Viodeao nosso 9>tabelec:meuto muuir-vos
de sublimes cestinbas finas 9 mais ioteres-
eante as meniuas de encola e jnaiores pare
senboras.
Optimo3 berros para os rescemnacidos-.
Aboadores de crianzas aprender andir.
Bandejas de mais e menos de am metro
para roupa eogommada.
S ilvas razas e de p para por Crolas oa
mesa.
Pratinbos m-tisados para limitar-se o pad*
Collecf5es de balaios pira roupas servi
dg, os maioree ol recem capacidade a roa
pa d 10 pessoas oo espaco de i dias.
Collee?oesde-cafates'e de condecas para
differenles misteres as casas de familia
Ditas de gijjos de vuna para padaria. Di-
tas dsaalaio8para botarle pape.s rasgados
oos escrlptrio?.
Balaios que dividem as facas de garfos.
Ditos com lampa e sem ella para costara
grosaa a qwatqner outra appitcacio.
' Cestas de arco e lampa e sem ella, pian
compras dearnes e otr ,s misteres.
Rollo de cera aWahba aara ascender luzes.
O auiBeflio gr ntla, csra alaa bem
f sewi>etiws a todos -deata cidada-e^ltos tj<
! sis fregaos /Jq.centrg'e de ofltras^jrpvio
-eiae ae nos costomam boorar com os seus
*, (?dj4> afioj de sortirem seus subeLsti-
11 sotas a>ib*a:ofl. fff W
Pedimos igualmente aos noasos-benignos
comparoeniano ^rj preflram ao seo con-
sumo o ao#o ptimo pao coaMoam, pro-
*tffa-o ak. Massas doces torradas e
ha**as A
O SUPERINTENDENTE,
d'Abreu Purlo.
BAZAR ACADBMIC
13 ROA DA 1MPERATR1Z 13
DE
N ^ LYSSES i IRIVIAO
Weste bem conbecido e acreditado esiabelecimenlo, ocontrarao nossos amigos e fre-
goezes ciearros de palha e de papel de diversos ttulos e d:s melhores qualidades de
fumo. Cbarutos dos mais acreditados fabricantes da Babia e do Rio de Janeiro ; e bem
assim, ponteiras para charutos e cigarros, cachimbos de espama.de porcellana, de ma-
deira de diversas.quahdades, de looca e p de gallinbas muito fino! a doOO a duzia, e
muitos oatros rticos que deixamos demenetonar.
Fabrica de cigarros.
-Bem atiesta a supericridade dos cigarros de noSsa fabrea o grande consumo qua
deirls tem havido no inUrior e as provincias do norte. Com presteza apromptaaos
qoalqner encommenda, remetiendo-a jo sea destino.
BAZAR ACADMICO 1
1%BUk DA 1MPERATRIZ13
lysaes & Inuao

._
3
ew^odesos pertencej : a jrajtar eop^ ^
An:'srsifci
mazem._____________________ *r]
-Aluga-K; U^aMnaftWr
urna casa de familia : na rna Di|
0 as 3damaab4. '
*f*i
;vojrados
*" eaa-aa da daos ttiiImI
portugueze; irataMa ra ao
botica,
\mmn leu

le
el Martins de Auwioa tem aa
artee no escrlptorio a*a Tasso Irmaos A C.
-Pr
urna.aa de 4aa9.patsoas
,AJ^ara ,^aaina ama para ta#u servieo de
i traiar na larga do
o st'.io
AtOill ftA
4a estrada de Joaa da Barros, ena 8#0 pe-
rnos de frente e 900 de
tos, cozlnha ao{
todo arborisado
2 salas, 1 qoar
r e copia lora,
de Abren Porto,
?oadito por-
i presen tarea
nesto ooosuiado as suas coaus no prazo da oHo
dla>, para eram verifleada; c pagas,
A loja dos Arcos de Alvaro Augujlo d'Almeida A C. ra do Crespo n. 30 A *aaba
recebar directamente aiguos artigos de moda que passa a meuciooar.
Biqnissimo cortes de.vestidos de blonde para casamento.
Ditos de taiiaiana bordados seda para casamentos.
Cortes de seda de booilos gostos e superior qnalidade. ,
Calas de seda, lia, e 13a e seda. >
Capailas com maulas de blondecara noiva.
Camisas de tgtiao bordadas prp noiva.
Lencos da cambraia d !f0n bordados.
Cortjai(k aerdidos de diiTarentes presos e qualidades.
-Bornus de lia e seda para senbora.
CbapelrBBS do orpe orto bem e-feitadas para loto.
* m ^*f*8 en#ei|Bdps para menina modelo inteiraaMote now.
t*)ti ataatiftas brasiteira da-llde atda.
Cortes de cambraia de cor, e braceos bordadas.
Cbaceaaz de a e seda.
Toil de voyage fazenda de gosto pipa
ratooe de padroea trovofi
GravaAM 4i maii > gosto para sen bar a.
Aatjttiohas-de erica.
_^Att da&tes artigos qaa se rendacn por^reCO* rnoaveis tem ootroa que sio ?erd-
wraapijeWBe" como aejaja:
Canbraias de cores a 24Q e 280 rs. o covado.
Alpacaa largas bonitos paaroes a 800 rs, o covao.
Lencos de eegoiio muito fios a 3$. 3^500,44000 a
Lias de cofas' a 280 rs^o coradlo.

I
Esteira da India para forro
*:


DiftT -m Perutuulwu Terr.a eira 26 de Se^iubro d 1871
Neete nove annaxem tem um
lio ewtimento de fuendis
ingieras, allemlas e to-
se vendem por prefos
Jafim de acreditar a este
oro amazem.
Cftenirae inglexas,
francesas, de todas as
fTUlidaddjs, brins de
sores e brancos, colet-
rinnoi moderaos, cha-
soe de sol de seda,
41 Bl\ DO BARAO D4 VICTORIA 41
_____ ..Mn. DE Aeaim como
!ADYOGADO
De. Joaqcim Corra de Arajo
7Roa no IwtiUDOR67
ARRDA
KUA
arle 4a Victoria
istita ras
NOVA
N. 41. '
Atsim como tem orna grande
officiM de llaiaU, montada coa
todo os preparo meas demelbor,
dirigida por habis artistas, que
peta roa promptidio e perfeick
nada deixam > deitjar.
Roopa de todos os
amanhos para bomem
meninos. .
Por todos oa paqat
le recbense ai me-
Jhores e mais moto*
as usemiras que ba
na Europa. -
RA
Bario Ha victoria
. "tifiru
NOVA
N. 41.
3ste esUbelecimento acaba de soffrer orna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e em pontoalidade as encom-
iendas, inlmente em tndo afim de melhor servir os seus nomerosos freguezes deixa-se de annunciar todas o aiendas, pan
So se tornar,mateante
O PEITRAL DE CEREJA
DO
DR. AYER
Para a cura radical e certa de todas as molestias da garganta e do pejto, constipa-
coes,tosses, bronchites, defluxos, rouquido, coqueluche, angina, etc
Este jarope peitoral o resultado de
iongos annos de esindo por um des pri-
meiros mdicos da America do Norte e de
eiperiencias minuciosas nos principaes bos-
pitaes do mundo; receitado pelos medi-
dos mais distioctos do Reculo actual, e
Ocgno de toda a confianza : Io por ser efi-
caz, alcanzando com urna certeza jnfallivel
o|assento da molestia; 2o, por ser inno-
cente e applicavel a qualquer pessoa de
qualqugr irla'de ou sexo, ao bomem robusto
n crianca da mais tenra idade, e nao ser
perigoso se fr tomado, por acaso, em
grande qoanlidade ; c 3o por nao ser se-
creto, pois qualquer medico pode obter a
frmala de sua composico, dirigindo-se
pessoalmente, ou por carta, aos agentes
geraes, ra do Visconde de Inbauma n.
81, Rio de Janeiro.
A grande fama que tem grangeado este
remedio, dovido s admiraveis coras da
phtysica pulmonar, molestia esta 13o penosa
e fatal em snas coDsequencias qae aqaelles
que sao atacados dos primeiros symptomas
devem ser tratados o mais cedo pussivtl, e
o primeiro remedio que appliqoe, dever
ser efficaz, pois nao ha tempo|de fazere-m
se experiencias. As pessoas atacadas da
phtysica geralmente fazem pouco caso de
sen mal, at que seja tarde para cura-la ;
nesta, mais do que em qualquer outra
cusa, tem sua ongem o predominio exten-
so e fatal de urna molestia que mostra os
seus estragos com innmeros e assombro-
sos casos na estatistica da mortandade.
Milbares de casos de molestias pulmonares
que tinbam zombado de todos os recursos
da sciencia, tem sido curados radicalmente*
com o uso do
Costado dever de todos combaleresta
terrivel molestia no seu principio, bem
como todos os males que podem condzir
a ella, como losses, resfrialdades, defluxos,
dr de garganta e bronebites; qualquer
couqaidSo deve ser tratada immediatamen
%*. A experiencia mostra-nos que o Peito-
ral de cereja de Ayer cura todos estes pa-
linimentos, quasi sem excepto, e raro
o lugar nos paizes onde conbecido, que
ni) tenha numerosos exemplos de curas
feitas por elle. Se se pode prestar fe ao
qae bomens de todas as classes aflirmam
do que elle tem feito ; se podemos acredi-
tar em nossos proprios sentidos, quando
vemos as perigosas affeccSes do polmo
cederem a elle ; se podemos crer no teste-
aunho de iutelligentes facultativos, cuja
c-brigacao conservar os fados; e final-
Peitoral de cereja do Dr. Ayer
mente, se permittido acreditar em consa
al urna, est incon testa ve Imen'e provado,
que este remedio curt todas -as classes de
molestias cima designadas melior do que
tolos aquelles'at boje conhecidos. Bas-
tam nicamente as suasvirtudes intrnsecas.
e o inc -ntestavel bem que tem frito mi-
niares de doentes, para que surgisse e se
susteotasse a reputarlo de que goza. Em-
quanto que muitos eutros remedios inferio-
res 1 este, e que foram aculbidos pelo
vulgo, falbaram e foram depois abandona-
dos; este, ten ganbo amigos pela expe-
riencia, e pelos beneficios que tem pfodi-
galisado aos afflictos que a elle tem recor-
rido, e que nunca poderloesquecer as ma>'
ravilhosas curas obtidas, porque sao nume-
iosos.de mais, para serem olvidadas.- Ne-
nbuma casa de familia deve estar sem um
vidro deste xarope mo; pois nos ataques
repentinos de angina, de croup e nos pa-
roxismos da coqueluche a que estSo sujeilas
as enancas, nao ba tempo de chamar um
medico, nem de fazer remedios, e este xa-
rope allivia inmediatamente^ sentando a
enanca do perigo.
AVWO.As rreparacoes do Dr. Ayer
slo preparadas com especial attencSo ao
clima dos trpicos, e tem modifqfet im-
portantes sobre as que sao feitas para ou-
tros paizes. /
Port nto, o publico dever nolai, 6 com
cuidado, para que nao seja srdidamente
engaado, que os remedios de Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil, trazem
rtulos e envoltorios com a descripeo mi-
nuciosa para a sua applicaco na lingoe
portuguesa.
Vende-se em todas as pharmacias e drogaras do imperio
W. R. Cassels $ C
Agentes geraes.
RA DA 1MPERATRIZ K
PERMMBUCO
55
E. H. -BUiaaON, gerente da tinturara franceza da- roa da Imperatm n. 55, tem a
nocra di participar ao respeilavel publico d'esia cidade do Recife, qae elle acaba de comprar este im-
portante estabelecimento, e qae cennnar a empregar todos os seos esforcos, a applicar todos os seos
%uheeimenios d'arte de tingir e de lavar, assim como se esforcar para obter em seus trabalho;
os melhores resallados, aflm de conservar e augmentar o grande crdito que-este estabelecimentc
teta at hoje lastmente merecido.
Tem esperanzas de que consolidar mais e mais sna repntacao de artista tintnreiro, e o
mcio por qne sabe tirar as manchas e nodoas de qualquer fazenda ; repntacao qae o lornoa lio
Mohecido as cidades de Franca, taes como Nanies e Bordeaox, aonde oceupou o primeiro logar
e ratra-mestre na importante casa do Sr. Ronchn ; Marseilie e Lyo aonde adquiri txcellenfe
comeada dorante o tempo qne all esteve, e em Paris, aonde aeabou o seu aperfeicoamento tintarial
?ob a direccao de Mr. Joli (o Bino) Tice-presidente do Curso de Chimiea e Tinturara (sito na ra
Nova de Revoli n. 98) primeira casa.de Franca neste genero, e aonde o Sr. Gautier, ex-proprietark
do sea estabeleeimenlo o foi engajar com o titulo de contra mestre no servico de tinturara* seda
* fia. w
Em relacao com as melhores casas deFraoca, qae se empregam neste commercio, estar
.empre a par de todas as novas descobertas e combinaefas de cores, e processos melborados.
Emiim, espera qae ama justa aareciaco dos seus trabalhos, fara augmentar a soa fre-
truena j lo grande e bem organisada.
Eis os seas principaes trabalhos :
GRANDE ESPECIALIDADE.
. Tiragem a seeeo de qualquer nodoa em panno.
Lavagem de qualquer vestuario de bomem, mu-
ltar oa crianca, sem o deecoier e conservando-1 be
4 tonino de novo.
Tiragem a seeco d qoalquer nodoa em seda.
i^avagefn de vestidos de seda, de qoalquer cor,
bales de seda, chales de crep da r.hioa, cache
miras francezas, tarlatanas. chales de merinos, ves-
tidos de velndo e chapeos de qoalqaer cor.
' TIRAGEM DE NODOAS.
Tiragem de nodoas em seda, velado e lia, faien-
fordora.
Vai se as casas para o trahalho de tirar nodoas
*m movis oo tpeles dos saldes. .
T1KGIMENT0 DE SEDAS DE COR.
too
TINTURA PRETA EM SEDA.
Tingo-se vestidos, chales, flus, reodas e
larde.
Garante-se a boa qoalidade da Unta e que a fa-
zenda ficar parecendo inteiramente nova.
TINTURA DE LA A EM CORES.
Tinge-se roopa de homem, de mulher ou di
criDea em lia, sem dse wer e na cor qne se de-
sejar, Mar a faienda seja lia para, seda e lia e lia
C aiRodao, on as tres quatidades jonUs.
PoopeMnas, alpacas, rerr, merinos, casimiras,
damascos etc., e embodas as cores qae se queira
TINTURA PRETA EM LA.
Vestidos de hornera, de mulher e de enanca;
sem serem descozidos, e garantindo-ie a boa qqa-
Jlidade da'tinta, nio sajando a roopa branca.
Jos Marebegiani, negociante de objeclo* de
Bellas Artes cem estabelecimento em Roma e em
aples, tem a honra de levar ao coohecimento
do publico desta illustre capital de Peroambaco
ae se aeha habilitado para reeeber encommen-
as de todo o genero, na immensa esphera das
Bellas Artes : pintura, escoltara, arehrtectura,
lithographia, mosaicos, gravara em ajeo, em cuhre,
em pedras doras ; pode tsmbem feproduzir em
camafeos, retratos de modo especial e ainda nao
visto nesta cidade e perfeilameute parecidos tira-
dos de on tros em photognpbia.
Recebe commisos pan obras em curo, praia,
marmore e em qoalqaer nutras materias usadas
as artes. Encarrega-se de objectos diminutos ou
grandes; a relalho oo em grande eicalla.
Em relacao aos objectos de pequeo valor nao
o lorno lio' recebe o preco adiantado contentando-ss com as-
segurar o ajuste qae fizer, em quanto porm aoirj
grandes objectos e avultadas enccmraendas, re-
cebe as eommissees com as garanta*, sejondo o
estylo commercial. Em vista pois tts raoitas re-
lacdes que tem pie encarregar-se tambaa da ou-
tros negocios que forem de toa alada.
O snnuneiaote tem apenas as ameWsi em pe-
quena escala dos objectos c m camafeos e mosai-
co as quaes deootara os recursos de qae dispde
para fornecer desses e de outros objeetos de maior
importaacia aos amantes das Bellas Artes.
Pode ser procurado, lodos os das atis das 8
horas da manh at as 3 da tarde, na linaria
Econmica, dos Sr*. Nogoeira k Medeiro?, ra
Primeiro de Marco n. J.
VlrlfVlIrlIVil
r
mmmm*
MUDANQA
O bacharel Amaro Joaqnim Fonceca de
" Alboquerque, traniferio seo escriptorio
de advogicia para a casa n. 55 i roa do
Dnqoe de Caxias, antiga do Qaeimado,
onde, nos dias atis, seri encontrado das
M 10 horas da msnbSa s 3 da tarde. M
Engommadeira
Precisa-se de nma boa engommadeira : na roa
do Imperador n. 57, entrada pelo caes de 22 de
nevembro.
s
I
AU
DYVETOT
nica casa neste geneo
14-Rii Estrella do Rosario--^
Compr^ e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten- -
Alnga-se daas escravas para o servico de
casa : na ra Direita n. 29, 2* andar,
IMHM tt m
Especial honicepathlca
DA
VIUVA DO DR.
Sabino 0. L. Pinho.
43Ra do Rario da Victoria43
Para este aetigo estabelecimento acaba
de ebegar no ultimo paquete, da casa de
James Epps & C de Londres, um encl-
lente sortimento de carteiras e eaixas de
todos os tamanbos, qur para glbulos,
qur para tintura?; assim como medica-
mentos em tritoracao e em tintara, glbu-
los, etc.; o qae todo se vender por pre-
(os mni razoaveis.
Thesouro homeopathico do Dr. Sabino
0. L. Pnho.
. 3 edicao.
Muito melhorada e augmentada com um
appendice.
At principios do mez prximo estarlo
venda os exemplares desta importante
obra.

Pode ser procurado a ven-
da de ago de Trieste da ver-
dadeira marca I, O e 00 em
casados S s.Keller & C.: a
ruada Cruz N. 55
Afinal chegoo nova remesM de leite con-
deosado da Suiesa, pelo va.por Cognac, e
desde j Acarnos esperndomelos seus apre-
ciadores e entendedores deste artigo : vende
Keller 4 C. Ba roa da Cruz n. 55
AOS 5:000*5000
Kstio a venda os felizes hUhetes da lotera ds
ahia. na casa feliz do arco da Conceco, ioja d<
)orives no Recife.
roa do Vigarlo n. 16.
Precisa se de urna ama pa-
ra o servico ioterno de urna
casa de familia : tratar na
Precisa-se de doas amas, senda para cosi-
nbar e mais servlcos internos de pequea familia:
na ra Imperial n. 199, por cima da rafinacao.
AH
Precisa se de nina
da Conceicio n, 45,
ama : na ra
FHDIGAO
DO
BOWMAN
Vapores pequeos pa des-
caroqar algodo.
icoes desta pharmacia conti-
feit
As prepari
nuam a ser feitas sob s vistas inmedia-
tas do medico do consultorio, o Sr. Dr.
Jezoine A. dos Santos Mello.
MOTO INUNDO
Collecco. do 1* semestre, ns. 1 i 5 ijOO
Assigoatura do 2* semestre, ns. 8 a 12 iiOO
Os ns. 6 e 7 aeham-se esgotados.
DE LAILHACAR & C
Agentes
Livraria franceza
JORNAL DAS FAMILIAS
Assignatora para 1871.
Rs. 12*000.
DE LAILHACAR & C.
Agentes
Livraria franceia, .
NOVO~MNDO. -
Assignatora do terceiro semestre; acha-se abor-
ta em casa dos agentes.
Rs. 5*000
DE LAILHACAR A C
Livraria franaza,
ECHO AMERICANO.
Assigoatura do primeiro semestre, ns. 1 a 12.
. Rs. 6*000.
DE LAILHaCAR & C.
Agentes.
_______Livraria franceza.___________
RESG4TES
O abaixo assignado, tendo requerido e obtido
exoneracjo da nanea que prestou para ter casa
de diobeiros sobre penhores, declara que nao
contina a fazer tr nsaccSes de em prestimos e tem
de proceder a devida liqnidacio. Portanto, todas
as pessoas que teem penhores era poder do abaixo
assignado venham resgalar at o dia 26, sob pe-
na de seram vendidos em leilao.
Recife, 19 de setembro de 1871.
. ________Mauricio Jos dos Santos Ribeiro.
Roa do Torres n. 16 3* andar
precisa-se de urna ama qne co-
sinhe, compre, e engomm'e para
nma. pessoa.
Vende-se o sitio Olho de
Vidrc.
Em Ponte de Ucha.
Este sitio tem nm sobrado de um andar e an-
dar terreo, contm i sallas, 9 qaartos, 2 cozinha!
com bon8 fcgoej e forne de ferro, este sobrado
circulado de jaoeilas. Tem em separado grande
coeneira para cavallos, casa para (eitor e escra-
vos e bem assim casa para fazer farioba com seus
misteres para tal flm. Esta casa tem na frente
bons canteiros para flores, com poro de ferro
para a estrada do Parnameriro, grande sitio ar-
borisado c>m grande diversidade de fructeiras,
grande baixa para capim, podendo sustentar por-
cao de vaccas leiteiras para as quaes tambem tem
commodos de recoibimento.
Os fundos da dita casa e sitio deilam para a li
nha frrea que segu desia cidade para Apipacos,
e se acba livre e desembarazado, visto que as
questoes qae os consenbores de ditb sitio tem
com os empreiteiros de ditos trilhos apenas diz
respeito ao terreno que cites ora ocenpam, e os
prejaizos qae por tal motivo tem ousado.
Os pretendentes podem-se dirigir ra Duque
de Caxias, Ioja n. 43, oa roa do Aragao, boje
ua do Visconde do PelotasJ3. casa n.
SEBOROS
MARTIMOS
E n
avmi fogo*
A companbia Indemnisadora, estabelecida
esta prafa, torca seguros martimos sobrr
aarios e seos carregamentos e contra
am edificios, m Tcadorirs e mobilias
roa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
foge
: nr
AMA
Fetor
Tilge se vestidos de seda e gorgarao, chales del Todas aa qualidadea de fazend'as, assim com
eCa e erpe da China de tedas as coree, assimlcbapos de feltro, de Maiitha, de palha de Italk
couo vlndo, rendas e bicos. loa do^Chile
Tudo por prepos commodos.
?reeiia se de am eiior para am silo, referin
do^e eoriagutz .- a Valar na ra de Pedro Af
fooso, ontr'ara Prai, taberna n. 43, das 8 as It
horas da manbia, e de 3 as 6 da iaree.
^iv
rio a. 5,2 andar.
Precisa-se de ana ama pa-
ra oozrohar e qne seja de boa
conducta : na rna do Viga
SOCIEDAD E
CONSULADO DE PORTUGAL.
Ceavidrseo credores do Ulieeido MhdMo er'-
tagaez Alboo Jos da Silva a apremiaran, aeete
consulado, a* soas coalas do orate 4eeMo dies,
pera serem verificadas e pagas
egnatelo andar
Aluga-se o 2* andar da roa do Padre Floriano,
pintado e acabado de novo : a tratar na roa do
Roaario o. 22.
I Dr. Maooel Eoedino Rege Valen ;a, me-
S ^o. rna da Camba do Carme* n. 21, 1*
m aadar.
>> -
. T reeisa-ae de ama am para couprar e co
zaahar : na roa do Gaz a. 24.
AMA
Companhia Allianca
DE
^guros martimos estabelecida
na Babia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL. .Rs. 2,000:0004000.
Toma seguro de roercaionas a dnoeiro a riau
uatimo em navio* de vell* e vaporee para ea>
ro e fre do Imperio. Agenrii roa do Coav
nercio o 8, escriptorio o: Joaqnim Joad Goo
CONSULADO DB PORTUGAL.
CaavMa-ee os credore* do fallecido sobdilo por-
tagoee Francisco Jos dos Santos a apresenurem,
neste consalado, as soas cootas no prazo de oito
dias, para terem veriflcadan e
A' Torre,
Precisa-se de urna ama para casa de dua:
pessoas: na rna da Mosda n. 8.
Superiores cigarros do Rio
de Janeiro.
Domingos Alves Matheus, nico agente oesta
provincia da fabrica imperial ae cigarros de S
Joao de Nitherohy, esta bel acida no Rio de Janeiro.
tem sempre nm completo sortimento de todos ot
ei;arros, fumo oleado e em latas. Tem igualmente
o* afamados cigarros Conde d'Eu, feitos com mag-
nifico papel de pama de mllho fumo superior
Para governo de seos fregoezes, qne tem estabele
eido depsitos flllaes, as casas aos Srs. Tb'omai
Francisco de Salles Rosa e Maooel de Soaza Cor-
deiro Simdes Janior, no bairro do Recife, e todo
Joanto for vendido em oniras casas com a firma
e Sonta Novaes 4 C. lo. falsificados.
Iravessa da roa
Crazes n, % pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de o'ro, prala e truhn-
tes, seja qnal for a pan-
lia. Na snesma casa com-
pram-se os mesraos me- i
taes e pedras. I
imnnmi mmm sus
Sobloca-e o arreadameoto do pre
dio da ra do Mrquez da Ol.inda n. 23,
com grandes commodos para qualquer es-
tabelecimento commercial, tanto no pavi-
mento torreo como no andar : a tratar
com Antonio Jos Rodrigues de Sonza, na
thesooraria 'das loteras.
Aluga-se
o segondo aadar do sobrado n. 38 da ra Nova:
a tratar na Ioja.
GASAS
Aloea-se o primeiro, segando andares e sobre-
setao da casa n. 6, cita a roa do Livramento : i
tratarla Ioja do mesmo predio.
MADAMB ANTOINETTE, modista franceza. l-
timamente chegada a esta cidade, tem a honra de
levar ao eonbeciraento do respeitavel publico, e
com especialidade das Exmas. senhoras e familias,
1.ue est habilitada para fazer qualquer trabalhc
e costara, como eochovaes para casamento e bap-
Usado, roopa branca d senhora, vestidos para
soirs, bailes, etc., etc. Garaote as ultimas modas
por quanto recebe os melhores joroaes que Ibes
dizem respeito, assim como afiance qae em ne
nhuraa outra parte se ba de encontrar mais esme-
ro, bom gosto e promptidio nos irabalhos de sen
genero, pela longa pratica que tem de sua arte por
te-ha exercido com vantagem as cidades de Lvon
e Paris.
LOTO EM 24 HORAS
Precos mdicos.
N. Ra Duque de Caxias, i* andarN. i
Extracto de carne
Do Dr. Ubatuba
Fabrica de pedras brancas na provincia da Ri<
Grande do Sai.
Em latas de S, i, 8 e 16 oncas. nico deposi
lo em Peroambaco, na pharmacia americana di
Ferreira Maia & C : rna Doque de Caxias nn
mero 57.
Precisa-se de ama ama qae saiba co-
tnhar e comprar cm perfelcio para
casa de pooca famil a; prerare-se eserava : na ra
da Aurora n. 8, 3* andar.
Preelsa-ie de ama ama,' jaJves BeJlrao.
pira etisahar t eniaboar d-._____________*----------------------
roopa : tratar na roa i BT 1 Precisa-se de arta, ama
Je Ja eis ft'nva namero | 1 if V ra poirs fiirtlia : os ibi
H. /im/l R9efin n. SO. aoda.*.
forra pa-
Arpa fin
nm sitio cos ex-
cellente casa de
vi venda e baaho
freita* deata, no
rio, seaie optma
morada para e-
tringerro. A asa a sobradada, e tsno panado
por concertof agora, careee de catada a idotota.
Alem da un de Tlreaae ha ewbeira, estribara e
gnarto para riadot: tratare aa rae defOerraaioj
nree n. j, pela nunaa s^ m f horas, e a larde
Wv?m -liante.
GASA. DA FORTUNA
RA 1 DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPN 3.
Aos 20*00*000.
O abaixo assignado tem sempre exposto ven-
ia os felizes hilbetes la Ria de Janeiro, pagando
ttroajptamente, como astenia, qoalquer premia.
PRECOS.
intero JidOO
Meia I4009.
Qosrto 6*000-
.____ MaawsiMartins Finia.
.Inte #*
Na roa do Rastel a. 46 precisa-se de ama ama
qie teehs ho e shandsole Wte.
No sino do Cafando precisa-se ie ara meni-
no de 12 annos pata cuidar de siguas aniones :
quem estiver na circunstancia de ge propor, dirl-
ja-se so mesmo sitio, na estrada de Panliao Caaia-
ra, oatr'cra de Joao de Barros, oa i typograpbia
deste jornal, s faltar com o Sr. Perretas, _______
Ira
P.oga-se a IIlm. Sr. Ignacio V^ira deMailo,
:rivao na cidade deNazareth deeu provincia,
favor de vir a rea do Imperador n. 18 a concii
con ta.
aqaelle negocio qne V. aa se eomprometteu reeh-
lar, pela terceira cbamai a deste
de diembro prximo passado,
aeire, pasaon a fevereiro e
jornal, em fina
e depois paraja-
e abrit e nada caasprio,
e por este motivo de novo chamado* para dita
fim ; pois V. S. se deve lembrar qne este nefoc
i de mais de oito annos, e qo" ? o aaafaor tm
Qho se schava no es nesta ek.
*
Casas para alugar
O aadar da roa Cadeia n. 4, Vsrrea da
Ira ve-a do Livramento n. 13, e a da roa des
Martynos a. JO. _______
Os abaixo assignados fazem seiente ao res-
peitavel publico e especialmente ao corpo do com-
mercio desta cidade, qae desde o da 18 do cor-
rete mez deixoa de fazer part da firma social
de Carneiro Tames A C, o Sr. Antonio Joaquina
Ta-vare;, liuaodj todo o activo passivo a cargo
da nova firma, que deesa dala sin diante gyrar
sob a denominacao de Maooel Francisco Carneiro
* C. Recite 51 de setembro de 1871.
Maooel Practico Cneiro.
Antonio Joaqnim Tavaret.
FrsDcelioo Xaler da Ponseci.
IMPERIAL FABRICA DE QGARROS
DE
S. JOAO DE NlTHEROHT.
Um dos problemas que mais tem preeccnpatfo
atteaco dos legisladores e dos economistas mo-
dernos, particularmente na Inglaterra e na Fran-
ca, e acarea do qual, ainda em 1868, L. Wolowki
tez nm profundo e notavel discurso, o qne trata
de definir e reitularisar, maniendo o equilibrio
entre o interesse e a humanidade, o trabaino das
crianca as manufacturas.-
Esta questo grave e melindrosa, comees a ser
entre nos de alguma importancia, e merece qae a
examinemos com criterio, tanto mais que forcesa-
meote na substituirlo do elemento servil ter ella
de coosiderar-se efflcacissima para o futuro des-
envolvimento de nossas industrias.
Recordando com o celebre eeooomists. de qae
fallamos o profundo pensamenlo do poeta iBglez
Jhe diz :=tA crianca opai do bomem parti-
lamos tambem os seas generosos sentimentos re-
lativamente tssas frageis e delicadas creaturas.
qae aioda na primeira miciaeao da vida prear
j lo importantes serviros i sociedade.
Qualquer qae seja o eosioo oa o labor em qae
se exercitem as forcas aioda debis dessas iracas
existencias, deve presidir o maior escrpulo soa
jireceo, a maior vigilancia e cuidado no emprego
e distrbuicao do tempo, porque do sea resoltado
depende a actlvidade e a energa das novas gera-
edes, e d'estas as grandes conquistas do futuro e o
progressivo apertei?oamento social.
Nos seclos anteriores as industrias ocenpavam-
ie mais com os productores. Ao seclo XIX com-
pete a gloria nlo f demelhorar o fabrico dos
productos, toroando-os mais perleilos e mais ae-
cessiveis a todos pelo quantidade e modieidade do
preco como a sorie a condicSo, a existencia do
(rabalhador, do homem.
Wolewki cita a este respeito as palavras de
Sladstone, que, em urna reunio de operarios m-'
glezes, fa lando-lhes unto em seas direitos, como
em seus deveres, disse : iO nosso scale o s-
calo do operario :> e accreseenta qne esta pbrase
alo.sabio de bocea gospeita, pois Gladstooe Bao
pnenle ao numero dquelles qae lisongeam em
vez de servir ao pevo.
O bomem d'este modo encarado como bem
primordial da prodoccao do bem; e o notavel au-
tor i que nos referimos emende eomnosco qne a
liberdade que elle conquisten tira toda a sea forc
da energa da alma associada sande do, corpo,
da elevacao do espirito qne proporciona o'desen-
volvimento progressivo da Mabilidade pessoal.
Foi bascados 'esta allianca qae os legisladores
inglezes compreheoderam que o instrumento acti-
vo, o operario, obedeca a ootras e diversas neces-
idades que as que sao partilha do instrumento
material.
Foi por este motivo que se marcaram e regula-
mentaram as horas do trahalho aas mannfactarts,
9 se atienden sobretudo a que as enancas rece-
Dessem a um tempo o ensino da fabrica e o eosioo
da escola.
a Em 1862, diz a aa Inglaterra, a prole, a vigilancia penetron m
seio das vastas commuoas indastriaes, formadas
hoje em roda da machina de vapor, dessas vastas
ommuoas povoadas por miibares de operarios.
A lei de 1802 fixoa a idade em que as eriancas
podiam eotrar para as manufacturas e limitoo a
duraco do trsbalho.
Pois bem. Este grave e humanitario problema
que levou quasi meio seculo a resolver, e prsoe-
copou a altengio de tantos bomens de estad- s
sminentes, como foram Roberto Peel Lord A?lt!*y,
hoje* Conde de Chaltsbuago, grnro de P>icei!"'u,
e maitos olros, assigoalando urna pagina h"nr. >a
os historia da eivilisacao moderoa, .n-oa-se r-;. -
sado, e dando salulares resudados entre n<'s i-..
fajaica de cigarros de S. Joao Slbenla, d.i ona
ao propnerarioj os Srs. Souli ITOVle'.-.
J (vemos occasiro o anno passado, de e- -c-
ver alguraas linbas acerca desle importan lo -;.->-
belecimento, e hoje, depois de urna visita qae Ji
temos ar novo edificio ampliaremos atraerla nosso
trabalho.
A casa onde actualmente esta estabelecida a'fa-
brica sem duvida am dos melhores predios da ca-
pital.
Alm das f ;pacosas accommodsede interiores
livremente arejada como convm a tao numerosa
agtrlomoracao de pessoas, o predio exlriormeo-
te de urna archllecturi simples e elegante, e fiea
i pencas bracas do mar, onde com auxilio de ama
ponte os productos sio com facilidade embarcad s
s conduzidos para os mercados.
Cerca de duzenios meninos ah receben o ensi-
no manual, jntelleclual religioso e moral.
A mais perfefta ordem, sem a severidade de nma
rod disciplina, mas antes aconselnada pelos pre-
tiles praticos da aatoridade, d 0m aspecto agra-
lavel a esta afanosa commona de* pequeos ope-
rarios e esperaocoso ncleo de futuros e moraliVa-
dos cidadios.
Em om vasto salo das 7 s 9 horas da tardo
depois do trabalho e do descanso aprendem os me-
ninos os primeiros elementos da leitora da escrip-
ia e- da contabilidade. Dissemos primeiros ele-
mentos porque acreditamos qoe as-Doedes rudi-
mentaes da escola n*o sao outra consa mais qne o
iustrumonio com que mais tarde *" deve conclnir
a' aperfeico?.r a edocacao. Nao costa saber ler >
esseocial e fazer uso discreto e aproveitavei
iesse poderoso motor do nosso sperfeicoamenio-
moral.
Depois do trabalho manual e do ensino da es-
sola depois mesmo de algumas horas consagradas
ao recreio era preciso amenisar com o testado de
ilguns dos ramos das bellas-artes as tarefas in-
lantis.
Nesle intuito foi creada nma aula de muzica di-
rigida por hbil professor.
Com pouco, tempo de exercicio e o ardor pro-
prio da mocidade j algans dos alumnos tocara
;om verdadeiro adiaotamenld os instrumentos que
sseolheram, e pode dizer-se qoe a-fabnea ten>
boie orna baoda de msica soa dispoaicao, o que
ilm de aecrescentar urna agradavel prenda a
sdacacio dos aprendizea, dispensa dias festivos ).
estabelecimento, o coneorso dos musicot estri-
nos.
Ora,.o grande resultado colbido por este daj-i>
tystema do ensino manual e simultaneemente id-
'.elleetual, que os productos da fabrica de S. Joao
de Ntberohy,j-edobrand de valor pela qaalidad
e perfelcio augme'ntam tambem a ua_ procura no
mercado s naturalment". os avallados interesse
los productos.
Estabelecida assim com os ouiros eetabeleeimen-
tos do mesmo genero a Iota da concurrencia, qae,
ao dizer de um aotavoI economista, nao ontra
soasa mais qae a manlfestacio pratica, a fase
material da Uberdade. claro est qae ss coudi\;oej
do trabalho livre comocam j a ser assentadas, os-
tro nos em bases sensatas e de censequencias pro -
lanas.
Ligamos am alto apreoo s tentativas a aos re-
soltados desta'ordem.
O Brasil precisa empregar todos os seos esfor-
sos aa pr-paganda industrial, nao} eeaneeend>
sanea qoe a quantidade dos producios anda re-
presenta, si ella se nao Jornar ao mesmo lerop i
recoramendavel pela ana qualidade, e qoe esta ; 6
se obiem coro auxilio efflcaz dos productores ha-
bis e iotelligeptos.
Acreditamos, pois, qae os Srs. Sonsa e Novase
arestam am importante servico ao paiz e temos
sempre prster em msoeloosT os estsMeetmeotn*
lesu naioreze, nao s em ref^teacia s esto fabri-
js, como a indas oeosiivorem fondadas oo se
ronden d'aqal em diaote atas saespias cireoau-
laneias.
O nico depo-ito Desta cidade ao escriptorio
le Domingos Alves Matheos, tros do flga-
rton.lt.
_____________'________A. Zalear.
A'teoc^o
Previas se ao respeiuwl paelico qoe se aeha a
venda am granos sortimeole s> gaiolai mata-
asa, consa muito linda e muHo c4^iggg^Hpre-
oo : na w>a daPenaa a. 6
- )Sr. AbV-
s vfr ":
ci s PgOCr5 WW'
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f 1 Uli11



to d Pernanibaeo Terca eira 2o d tembro
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o. w.
rf^y Engenheiro oom
FUNDIQO
S RA DO B RUINE 5*
PSSARDO O GHAFARIZ
Pede aos sentares de eogenho e outros agricultores, e empregadores de ma-
"Jiinisao'o favor de orna visita a sea estabelecimento, para verem o novo sortimento
completo gne abi tem; pois sendo tudo muito mais barato em prego do que jamis te-
ana vendido, esta aiada superior em qualidade e fortidao; o que com a raspec?5o pes-
oal pode se verificar.
PEDE ESPECIAL ATTENCO Ao NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
Vflworpa a mlaR Vatrna dos Ts modernos svsteraas eem
a jjui DB U lUUttS U agllit tamanbos convenientes para as di-
versas circunstancias dos senhores proprietarios e para descaro^ar algodo.
Moendas de canna J0ed~ 8 ,amanhos*as melhores qne,aqui
&0 Taxas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques
tfacbnismOS Para mandioca e a'Rod5o,j Podendo
DOmDaS ,je patente, garantidas
X OCtaS aS maCUinaS e pecas 6 qUe se costuma precisar.
I? aZ qUalqUer COnCertO Q machinismo, a preco mui resumido.
Formas fifi f filTO lem a8 meniore8 e m8i8 baralM existentes no mer-
PtiAAmmaniloa Incumbe-se de mandar vir^qualqer machinismo vonta-
jauuuiIIlIiOIIUao,je dos clientes, lembrando-lhes a vaotagem de fazerem
coas compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qualquer necessidade pode
Ibes prestar auxilio.
Arados americanos e ns,rUmentos agncoua.
tridos
para serrar madeira (ser- movidos a mo
[por agua, vapor,
ou animacs.
ai
W*
)
)
I
)
<
)
I
\
)
)
LABORATORIO HOMEOPATHICO
DE
Francisco de palia carbozo jnior i c. .
41.Ra do Imperador41.
Francisco de Paula Cardoso Jnior A C\ animados pela condescenden-
eia, que para cora elles teve o Sr. Dr Jacinth* Soares Rebello, que ha 26 annos
exer-ce o systema homoopathico, gozando sempre de subido conceito, a estado-
lecer nesta cidade umLABOR ATORIJ HOMEOPATHICOde primeira ordem,
digno da confianca e protecc3o do illnstrado e respeitavel publico desta provin-
cia e do norte do Brasil, para oqne, n5> se poupando a despezas nem fadigas
capaces de superar lodas as difficuldades, com que tiveram de lactar, rabalha-
ram incessaotemente desde marco ultimo; julgando ter conseguido o seu desi-
dertum, tem boje a satisfaco de, annunciando a abertura de sua casa, affir-
mar aos amigos da bomeopalhia, que se ju'gam completamente babilia 'os para
o pert'eito desempenbo de todos os misleres do seo encargo.
Os elementos do seu estabelecimento foram todos importados da afamada
casa de James Epps C\ de Londres, um dos primeiros e talvez o mais co-
nhecido e acreditado estabelecimento deste genero; as preparaooes secundarias
(dynamisaces e diluic/ies) foram preparadas com o mais escrupuloso esmero
segundo as regras da sciencia e sob a immediata direcSo e inspeco do mesmo
Sr. Dr. Rebello, cujo nome ligando-se desta sorte ao estabelecimento, a mais
segura garanta que podem offerecer os seus proprietarios s pe3c6as, qae os
bonrarem com a sua confianca, de que no preparo dos medicamentos nio se
poupario esforcos para que sejam bem servidas, pois que a aasteridade.com que
cumpre aquelles todos os seus deveres e sobretudo o respeito, que consagra
sua prrpria reputacao, lhe nao permittiam sacrificar a vida ce seus clientes
ao interesse de terceirot.
6em pretenderem os proprietarios depreciar os productos dos outros
estabelecimentos deste genero, creera todava poder afirmar que nenhum outro
excede o seu em superioridade, e para que nenbuma duvida naja a este respeito,
poderlo todas as peseas qoe quizerem fonecer-se dos seus medicamentos vi-
sitar e examinar o estabelecimento, oode, alm de boticas em globnlos e tin'.u-
ras de varias capacidades desde 42 at 120 medicamentos por preces razoaveis,
enconirarao todos os artigo- que tornam completo o sortimento de casas desta
ordem, taes como: excedentes chocolates, po>denUfricios, encerado de rnica,
tintura de gDaco, etc um lindo vo'ume encadernado domedico no povo ori-
ginal do Dr. More, traduddopeloDr. Silva, Pinto e revisto o augmentado em
3.* edicco pelo Dr. Antonio de Castro Lopes.
Esta obra que contera mais de 500 paginas de impresso e orna estampa
explicativa dos diversos org5os do corpo humano um dos miis claros lvros
destinados aoensioo pratio do tratamento de todas as enfermidades, pois indica,
nJo s os medicamentos apropriados para cada molestia, como a maneira de
applicar e repetir a< dses.
O preco (Telia de iOjOOO para as pessas, que comprarem boticas
neste estabelecinenio, e de 12.4'JOO para as que compraren smente o l.ivro.
Cootando pois, com a valiosa protecclo d cluem 6 proprietarios oseo annuncio, declarando qoe se acha adjacenti ao sen
LABORATORIO o consultorio do Sr. Dr. Jacinlbo Soares Rebello, e que se
encarregam de r-jceber e enviar ao mesmo Sr. Dr. a toda e qaa! pier hora os
chamado; de seus clientes.
;
(
(
MtAS.
Ii'-
VI
Cdrcpra-se um easalzinbo de rolas de flambur-
go, qne tejaos branca?, i>aga-se bem-: neU ty-
poBrpb,it se dir ejnem qpsr comprar. ^
Neajta typoirlprrii com^a-se nma Mona
jigrada por Pinbtlro,
COMPRASE
fraseos rasios da tintara jipooexa, pap-aa a 80
r cada oa : i roa Duque de Caxiat n. 00, e
Marqnet de Ollnda n. Si.___________
Arreios para cuto.
. Na roa do Vigario n. 31 eompra-se om par de
arreios.
na estacao da conpaohia do Rec.fe a Olinda e
Beberibe, panno velbo branco qualquer porcio :
de 8 horas da manhaa as 4 da tarde.
Compra se um o dous buhares cora todos o
seas pertences : a tratar na rna do Barao da Vic-
toria (ootr'ora roa Nova) n. 53.
VENDAS.
<;k%\i>i:
LIU1DACA0
E' PECHINCHA. *
Chita lisa gosto de praga a 0,140, 180 e 330
o covado pechincha.
Cobertores de laa escutas muito grandes a if.
Na loja de Guilherme Carneiro da Cunha : na
ra do Crespo d. 20. ^^__
Cerveja nortvay
de superior qualidade, em garrafas e meias, ven-
de-se em porco e a retalho : na roa do Mrquez
de Olinda n. 39, i* andar.
Vende-se barato, nm piano, ^e um dos mais
afamados fabricantes : a tratar i ra do Com-
mercio n. 38.
Piran ii iGLAL
Luvas de pellica frescas
\$m o par ISaOO o par
Na loja de Santos Falcao & C, a roa da Cadeia n.
lo, ha superiores e frescas luvas de pellica, ingle-
zas, tanto para bomens como para sennoras, pelo
preco de 1 #300 cada- par, e s o Falcao pode ven-
der pecbiDChas destas. ______
Aza de mosca.
E* urna fazenda especial para cobrir quadros,
efpelhos, retractos, etc., demasiadamente transpa-
rente e preparada de forma a evitar completa-
mente o p.
Saboneies inglezes em cixiohas que se vende
por 1*500 a duzia.
Colariohos e punhos de papel.
Vende-se no Bazar da Victoria ra Nova n .
PERAS
Maqas.
Uvas,
Veudem Pocas & C., ra estreita do Rosario n,
, junto a igreja.
BARATAN
Vade-se portas americanas almofadadaa, tio
baratas que nio paga t> casto da' madeira ; apro-
veitem que dito nao vem mais ei : no armazem
da bola amarella nooitio da secretaria da polica
TT
Ba do Duque deCa-
xiai
acaba de recebar nm importante sortimento de
poopeHnas de lia, ii qvae ahrem o preco de 800
rs. o eovado, nio deixeaa de vir ver esta linda fa-
tenda.
VNDESE
A verdadeira gnnma do Acarac em saceos e
harneas, por menoa preco t*o flne em ootra qual-
qaer parte i rna do Vigario n. 11, eacriptorio de
Jos Lopa, r^vjn,. "^
POTASSA
Nova da Rossia : Tendeo Perelra da Cunha
Irmios, roa do Marquea de Olinda n. Jl, eacrip-
torio.
A revalesciere u Barry de
Londres
Toda a deenoa cede a'Nvaleeclera dn Barry,
qne da sade, energa, appeUta, digestio e dea
canso. Em cara aa dispepsias, gastriiee, hamo-
res, acidez pitniu, flato,- enjpa, vomjtos depoii
da comida e gravidez, contipac5es,t) astbma,
atrecc^es pulmonares, bexiga, flga' cerebro e
sango* ; 60,000 caras, ineluiodo munas deltas no
Brasil.'
A revalesciere chocolatada do Barry
em p,
Delicioso alimento para almogo e ceia, muito
nutritivo, fortificando os ervos do estomago em
cansar o menor peso nem dr de cabeca, nem ir-
riUcio.
nico deposito para o Brasil em Pernambuco
na pharmacia americana de Perreira Maia & C,
roa do Duque de Caxias n. 37. (Todo cuidado
com aa falsincacdea.)______________________
J. O. C. Doyle tem am sen armazem para
vender o seguate:
Cognac Hennessy.
Vinho Xerez.
Dito Lisboa.
Filtradeiraa.
Um piano de nm des melhores fabricantes : na
roa do Commercio n. 38.
Terreno a' venda.
Vende-se nm excedente terreno na rna Impe-
rial, proprio, todo aterrado, prompto para edificar,
tendo duas frentes, porto perlo para desembarque
de materiaes com 110 palmos de frente e 300 de
fundo : a informar na rna Ncva n. 7, loja, e tra-
tar com o proprletario na dita rna Imperial, casa
junto a de n. 230.
Joaquim Jote Goocaives Beltrio tem para
vender no sen eeerlptor i ra do Commersl n.
5, os gneros abiixo notados, qae vende mala ba-
lo que am oalra qualquer parte :
AxeftoBftt em^ncoreus.
Amendoas em barricas. -
Caf muido em massos de 1 libra.
Chapees do Chile de boa qualidade.
Cognac marca marte! irires.
Enxadas.
Farinba de mandioca de Santa Calhariui, sac-
eos de 3 e l alqaeires.
Dita da Babia em saceos brancos.
Dita de dita em barricas, proprias para easas
particulares.
Fio de lgodlo da Bahia em novellos.
Ponces. '
Maxados.
Nozea.
Obras de palheta?.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Palitos para denles.
Pregos sortidos.
Panno de algodo da fabrica de Todos os Santos
de Pedroso na Babia. *
Rolhas.
Rap popular da Babia.
Botim em fardos.
Retroz dos melhores fabricantes do Porto- *
Tapioca do Maranhao.
Tabaco simme da Baha..
Verntz copal.
Vinho do Porto agarrafado, caixa de 12 gar-
rafas. ~
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar.
Dito moscatel, verdadeiro de Selubal.
Dito Bordeanx em.caixas de urna duzia.
Dito de caj em caixas d urna dnzia.________
Pomada alpaka
- E' muito coohectda esta pomada e muito
apreciada por sua fioissima qualidade, a Nova
Esperarla qum tem.
Jarros de porcellana
Um completo sortimento de lidos Jarros
de- porcellana (do afamado Bacar) existe na
Nova Esperanca, ra Duque de Caxias
n. 63. _______________________
PIRA MOIVAS
Lindas grinaldas com flores e bot5es de
larangeiras com vivos e sem elles, vendem-
se na Nova Esperanza roa Duque de Caxias
n. 63.
Oleo para machinas
Vende-se na Nova Esperanza ra T)nque
de Caxias n. 63.
Nao b a ver eonTiil^es.
As criancas que nsarem dos-collar.es ano-
dinos, que se Vendem na Nova Esperanca,
est^o septos de convulses; pois o os
verdadeiros recebidos dir^ctaraerik-
Lembrarwja tempo
O proprletario do armazem de vivares i ruado
Imperad* n. 28, vem por meb deaie aononcio
prevenir e avaar ao reepeitayel publico i
dada, qoe 4 o eaarmaiea umdos qoe com mais'
vaotagem pode satisfazer aa anaa bem entendidas
iseoiie!, pois para tal fim tem feiio reunir no
mencionado eslabelecimeoto o mais compleio sor-
timento de acepipe?, e para qoe os dignos leilores
deste aonuncio_nao teoham occasiio de massada
toma areaoluci') de limitar se a lembrar sojneBte
os gneros qne elle tem como espacial novidade, e
o sigoinlo :
Lindas caixas com confeiios, proprias para pe-
queos presentes.
Chocolate em p, este chocolate itm a vantagm
de poder-ae fazer me rao na mesa.
Leite eondensado, a melhjr marca conbcida,
este leite convem principa I mtn;e aoseollegios, bo-
teij e bospilaes, pela prevea Cum que se obtem
qualquer preparado delle.
Tmaras do Egypto, raramente vindo a este
mertado.
Licorts Ooc'3: Chartreaze, Cur?co, Anizete,
Creme de ros?, etc., etc.
ALEM DISSO O CAMPOS
pode garantir que o sen iruiaicm um. csnlro do
bOm o agradsvol ao.paladar, poii nelle se en&o-
trara sem[re ludo quinto poJo iKc.s.'iUr urna
desp-n-a, cuzinha o me;a desde a inais sen sor-
tilla at a mais mediocre.
AGORA ANDA
annuceia tambem fei.o mulatinh: em saceos e a
retalho.
!S
Att*
E. A. Burle -de C, em sen armazem roa
da Crnz n. 48, vendem a precos muito em conla
pra acabar:
Ladrilhos de marmore.
Taboaa e degros de dito.
Mann commum.
Hannite.
Fio de vela.
Cognac fino em caixa e barris de vidro.
Vinbos de B jrdos finos e ordinarios em caixas
e barris.
Licores em caixa.
Fructas em conserva.
Azeita doce em caixas. ________________
Pavilho da Aurora.
Rna da Imperatriz n. .
O proprietario deste acreditado estabelecimento
avisa aos seos numerosos fregnezes qoe lhe che-
garam pelo ultimo paqnete da Europa grande sor-
timento de chapeos para senhora, da ultima moda
de Paris ; assim como sedas, popelinas, sahidas
de baile, e outras mnitaa fazendas de gosto, que
deixa de mencionar para se nio tornar enfadonho
Todas as snae fazendas do sea estabelecimento sao
veudas por menos que empotra qualquer parte.
Bwos e rendas
le-ee rendas e bicoa do Aracaty a precos
nonia vistos : oa loja de fazendas de Canuto &
Pinheiro rna da Imperatriz n. 16.
tHICM)
Vende-se urna carrosa para venda d'.agua, qua-
si nova, e nm boi famoso ; na rna do Atalho n.
I, primeiro pono ao voltar a caixa d'agoa do
Pires.
19 Ra Primeiro de Marco 19
Tende renovado completamente a loja do predio, em que teem o seu es-
tabelecimento, .
19=-A ra Primeiro de Mdnjo19
com aquello asseio e elegancia desejave*. acham-se agora prvidos do mais
explendido sortimento de fazendas foas e modernas de M
SEDA, LAA, LINHO E ALGODAO
todas do ultimo gosto, e continuam a ter como sempre, diversos
RTICOS ESPECIAES DE SUA GASA
Garanten, com toda
a simeridade, vender
- p"r menos qne qual-
ouer ooiro, porque
receben) tm direitura.
a maior parte de suas
fazendas.
19 RA I.' DE MARCO 19
(Aatiga-ra do Crespo).
ME HOTEL CENTRAL
No centro da vneta americana.
No centro do commercio.
O mais porto das via frreas.
O mais peno do embarque no caes ti de Novembro.
O mais peno dos ibeatros.
O mais recomaaendavel aos amantes do comaodo.
O onieo (pao um no interior caa de banboa.
Onoicoqae as faraHa podem bospedar-se sem receio de encontrarem-se com Desloas de
vida eoapett.
O narteo onde aetnalmeote se acha o melbor etoeoiate hespanbol qne se pede toswr a
f uiHr ora ; aaelm eeaa* Umbem M vende libra.
i floaUpeota qoe effer^ oapieu coitiif4t4t A fo* tari* do Roaario a 37 -r-
Leman Frres
vende erveja Mayenca e vinho do Roano.
Eariuha de nilDo
Venie-e farinha de miih) moida a vapor, dia-
riamente, pelos precos eegninles; grossa para
angU, piaies e pa$sanohos a 106 rs., para cangi-
ca e pao de provenga a O rs. e para cuscs a
110 r?., en airobaa mais barato : na ra de
Conveli n, 25.
Vende-se coqueiros pequeos para mudar-
se : quera osquizer dirjase ao sitio Cafando na
estrada de Paulino Cmara, outr'ora de Joao ne
Barros.
Libras sterlias.-
Vende-se no arma? m de fazendas de Augnsto
?. de Oliveira & C, ra lo Commercio o. ii.
Formas
Formas de madeira, e ferrados para oleado de
ponto e laxa, vende-se no aimazem da travesa
do Corto Santo o. 27.
Canoa.
Vende-se urna canoa em peifeito e-tado, a qual
pega dous milheiros de lijlos de alvenaria grossa :
a tratar no armazem de ca n. 9, na praca da Con-
cordia.
I
.....ttK0
A roa do Coramer;ion. 10, eseripto-
! rio de Jos Joaquim da Costa Mais, en-
B eontra-se para vender por commodos
precos :
S Azulejos hespanhes.
Fulhas de ferro galvanizado para telha
m di de diversos tamanbos.
Ditas de dito dito lizas. *
Bicas de ferro galvanizado.
fl| Cumieiras dito.
Portadas completas para cantara.
91. Ladrilhos.
mmmm m mm na nmm*
Materiaes
Na otaria denominadaAroarella--dfronie do
hospital Pedro II, vende-se materiaea maito bons,
e por menoa do qne em ootra qualquer parte.
Fapei fiara forro de sal .8
Chegou para a livraria econmica "ra de
Marco n. t, um hono e variado sorliroento de
papis pintados e doorados para forro de salas
guarios, gabinete?, etc., etc.
Chegaram
modernas anqoinbasde crinollne, demildes com-
modos e moderos: recebeu a Nova Esperanca a
rna Duque de Caxiaa n. 63 ; t ellas .
T

ores
O jardim da Nova Esperanca ra do Duqui
de Caxias n. G3, est repselo de D >res de lodt
as quali ladea : queni primeiro chegar colher as
Dais vicosas.
E' bonito
Fronhas de pnro linbo b ir Jadas; esli expos:
tas a venda na ra Duiue de Caxia; u. 63.
Attn(jao
Vende-se a taberw sua a rn imperial n -49
esquioa do becco do Lima, ao motivo aa dir a
comprador.________
-VdHe-te doas rajadas d> cuta terrea,
iendo adH na ra fjndo da mesmi, :ja,rna.do -Cald-ireiro o 33 a
u-alar na roa ti >into Amaro D. 6.
01 o ce iab-ica
Vende-* ua cai l< afi.is Uiaao C, rna da
Cruz :?. -38.
Terreno a venda.
Vende se nm exeellente terreno na rna Impe-
rial, proprio, todo aterrado, prompto para edificar,
tendo duas frentes, porto perto para desembarque
de materiaes com 110 palmos de frente e 300 d
fundo : a informar na roa Nova n. 7, loja, e tra-
tar eom o proprietario na dita rna Imperial, casa
junto a de o. 250.
ffiDho tinto e branco supe-
ior
de carcavellos lem para vender em caixas
de orna duzia Joaquim Jos Gonsalves Bel-
tro, roa do Commercio n. 5.
La de canna.
Vende-se lia de canna a 600 rs. o kilh, no pa-
leo do Carreo, esquina da roa de Hortas, arma-
mmimm wmmmmMmmm
A LOJ1
DA
:
TURQUEZ4
receben o segiiinle:
LindaS chapeUnas.
Ull aPOS para senbora. -
OOrteS 'de seda.
Popelinas
\jll8leS de tonqnim.
Cambraias de paimionas. w
Bpurnous. 5
I Gorguro br4Bee. s
V eOS para noiva.
OapelIaSp.raaoiv,. }
Rna do Bario da Victoria o. 9, amiga 5
I ra Nova. 9
a**
a
fu
6*
e
9
Cemefito Portland
Em barricas _
nodo do ana m entra qualquer parte, veode-se
aos rmateos de TJtJPf Imioa k C
3 ari^baa i preco man com-
ft!k]Pqu
Ceblas.
Vende-se em molhos a M280, e o cento a lf
do anwmn do Annes defronte da alfaodega.
FnblicaQoes musicaes.
Acabam de p-ib icar-se tres lindas peras
para pianoa saber:
A celebre Terentelle por Beriol flls,
preco oO--.
LINDA, grade mazutka de concert,
ultima publicado musical do maestro Ca
zalbore, a qual fui terminada pelo maestro
I. Smolts, preco 000.
PETIT LAZZARONE, linda>>lka apo
litana, pelo nado maestro Cazalbore,
preco i^OOO.
A* venda do armazem de pianos e msi-
cas do Azevedo,- ra do Birau da Victo
ria o. 11, ootr'ora ra Nova.
N. B. Esta- se gravando a linda walsa
por Collas, o Aojo da meia noute.
OLEO PURO DE F1GADO DE BAGALHAO
DA|
TERRA NOVA
.DE
H. LAC0M8E
Este oleo que lio boa acceitaco tem merecido,
omito se reommeada por ser o mais purificado
qne at boje tem vindo, e anda pelo bois paladar,
superior a ontro qualquer : vende-se no deposito
especial de Banbolomea & C.: ra Larga do Ro-
larla 34.
'il Uilltllll
10Ra do Crespo10
Pecas de algodo com 20 jardas a 4d, 4oO 6
5#0jO.
Ditas de madapolao a i*, 5J, 5J300, Gj,d
6*300.
Ditas de dito infestado, francez superior a
lOiOOO.
Chitas francezas de toda as qnalides a -40,
280, 300, 310 e 360 o covado.
Cambraias de cores a 240 e 280 r?. o covado.
Dita lis." de cor a 320 rs. o covado.
Ditas prietas para iota a 610 rs. a vara.
Pecas lie cau.braia \na transparente a 3a, 3oft
e 5aO0O
Ditas de dita tapada Victoria, a 4, 4*500, 3J
e7*.
Ditas de dita transparente, suissa mnilo fina
com 17 vara, 14*.
Dta3 de dita bordada com 10 jardas a e
9*500.
Organdy braneo fino a 700 is. a vara. .
Bnihantina branca infestada a 440 e 500 rs. o
co\ado.
Bretar.ha de Moho com 25 varas-a SOOCO e
25*000.
Dita de dito infestada e. m ?0 vnras a 275.
Bramante de linho com 10 palmos de Urgura a
i 500 a vara.
Dito de algodo a 1*500 a vara.
Atoalhado de dito e de Imbo ara 10 ramos de
largura a l*50e 3*.
Toalhas alcocboadas para rosto a 7* a dnzia.
Ditas d linho do Porto felpudas a 10*000 a
duzia.
Guardanapos de linho a 3* e 4* a duzia.
Cobertas de chita a'2 e 2*500.
Dit?s de chita adamscala forradas, 4*, 4*500
e 5*000.
Colchas de damasco de certs a 4* e *.
Ditas de fusto aicecboadas a 3*.
Caberlas de l escuras a 2*.
Ditas de algodo blancas a 1/400.
Colleirinhos a linlro a 500 rs.
Chales de merino lisos pretos e de cor?9 2*000
e 33000.
Ditos estampados de meia casrmira a 2 e
2*500.
Damascos de core? a 640 rs.
Lencos blancos ty cassa linos, 2*, 2*>'00 e ?*
a duzia.
Ditos ditos e de cor abainhado largo.a 3 !
3*300 a duzia.
Ditos ditos de camluaia de linho (icos a C a
duzia.
Ditos deesguio de linho a 4*, 4*500, 5* o C*
a duzia.
Bnm Angola a GiO, 800 e 1*000 o corado.
Brins de linho da cores a 301 rs. o covado.
Cortes de meia ca>rmira rara lea a 1*200 e
1*400.
Di!03 de casemira para calr.i a 3*oti0, 4*300 <
5*500
Casemiras de cores de duas larguras, 2*, 2*500
e 3* o covado.
Ditas pretas, duai larguras a 2*500 o covado.
Pao fino preto e azul a 2*, 2*300, 3*000 *
3*500.
Dito dito muito fino superior a 5*, 6* e 76
covado. "
Laos e alpacas de cores para vestidos a 400.
300, 600, 710, 800 e 1* o covado.
Toalhas com labyrintos para ban lejas e para
rosto a 8*, 10* e 15*.
Camisas de fl.nella branca, e de cores 2
2*300, 3*, 3*500 e 4*5(0.
Grosdeuipoles preto e de cores ?, 3* e 'i
covado.
.Dan-se amostras com penher.
Vade-se tanbem grande onantidade de roupa
feita e por inndiJa por piejos muito rediizidos.
Ra do Barao ra Victoria
Antiga ra Nov p. 2.
Amaral, Nabuco & C. convidara os ;eus ami-
ros e fregnezes a virem ao Bazar Victoria para
apreciar o apurado gosto com que sao feitos di-
versos artigos que receberam ltimamente da Eu-
ropa, a saber : ?
Vestidos de blond cora veos e grinaldis para
casamento?.
Ditos de seda lisos e raisa'dos
Ditos de fil de seda ricamente bordados a co-
rea.
Ditos de cbila e de ganga cora lodos os enfei-
tes necessarios.
Ditos de cambraia Victoria fioissima.
4 Camisas bordadas para senhora e homem.
Saiis e pentiadores bordado'.
' Heia9 finas de algodo brancas e de cores para
senhora.
Sabidas de bailes e boornox de casemira.
Basquinas de seda rela. '
Ricas froobas de labvrintho bordadas.
CUxa? de seda, de laa e seda, de algodo, fus-
lio e lia pora.
Au de mosca de todas as cflre?, nma fazen
da especial para obrir quadros, espelhor e
retratos, ^demasiadamente transparente e prepa-
rada de forma a evitar completamente o p.
Celeriohos e punhos de papel.
Chapeos de seda e de velludo para senbera e
meninas.
Filas maconi-as de diversos graos.
Perfumaras de diversos fabricantes, leos, ba-
nbas, extractos e p detarroz etc. tic.
Um completo sortimento d carteiras de u.ar-
6m, tartaruga, madreperla e couro da Russia,
iudispeusaveia.de seda, e de couro da Russia, tbe-
zouras e caivetes muito Daos.
Um completo sortimenu de chapjs de sol de
seda, bengalias de canna, batea, borracha e ma-
deira.
Charutos superiores, fomoioglez para cachiin
bo, carteiras e boleas le seda pa o mesmo e
outros moltos objectos.
Um conpleto sortimento de espeJhos dourad-s
de diversos tamanhos, de a 25*.
Saboneta inglez em caixiohas a 1*500 a duzia.
ALGODA
Avariado a 3^000 a
pepa.
na 1 ja d > Payfto
Vende--e per;-.? c
to aupi-.-ior,
peca, gtH
trre i. M.
iai'i mui-
|tera-
D0
GALLO VIGILANTE
Ra do Crespo u. 9
Acaba de chegir pelo ultimo vapor diversos ar-
tigos de novidade,- como sijam :
Lindas tooquinbas enfeiladas para baptisado ;,
assim como chaposinhos.
Sapatinhos de seda e de merino.
Meias de seda e fio de Escocia de i a 11-annos
de idade.
Ricos leques de madreperola todos aberto?, c
melhor que ha n^ste genero ; assim como ou-
tros de madreperla cora seda, fazenda reqni--:-
ma ; tambem recebeu grande sortimento de le-
quts de'o.-so lingindo marfim sndalo e madeira,
tanto para senhora como para meninas.
Superiores ligas de seda para regurar meias.
Meias de borracha para quem Toffre de inxac3es
on erysipela.
Seda frouxa para bordar f"da? as cres.
Proco de seda para o mesmo ilrrt,
Retroz preto e de cores em carriti.'.
Fitas para cartas de bachfrei?.
Qoadros para retrato?.
I.uvas-de pellica, e de seda, branca pretas e de
lindas core?.
Superiores eapa* para noiva?.
Ljndo? alflnrtes dt madrrperola pi.ro peitos de
eohoras.
Lindas abolusduras para collete?.
Laa d tedas as cores para birdar.
Superiores perTci nez de 850.
Muito finas thesonras para coslura, unhas e
para cortar cabellos.
Superiores pentes de tai taruga para arregacar
cabellos'
Tiniura inglesa para tingir cabeHo?, a ver.v
deira.
Grmde strtin.ento de franjas pretas, largas e
estreitas e lindos pad.-e?.
Lindos babadinhoi e eatremeios bordado?, tapa-
dos e transparentes.
Querem comprar ?
Guardapisa para ve-ti dos ; preto ouLi.inco?
Papa-fina, larga no estreita 1
Lencos de linho, bordados 00 lisos ?
Bonito? leqiie?, csso 00 saodalo ?
A Nova espe anca quem tem 111
novidade!
Acaba de-chegar a Nova E-peran^ -rna Duque
de Caxias a. 63, bonecos e bonecas, sendo de mol-
des ioteiraaeate noves, viudo entra lies os en-
granados bonecos de borracha : para qae te ari-
cara T qnaBdo quizerem comprar qoalqcrer ohjoet"
sendo hom, bonito 011 enaracado. lembrem-se logo
day\ va R-peraoca ra Duque de Camas n. 63.
HOSA bRANCA
ra da Imperalri n. 58 ; a frente da luja.pintada,
de litras azues e branca) para evlur engaos.
Sotim par t datos
de fuierior qualidii s da moda a I* .
covadi, saias franoezas Anas com blbade ttnipi *
31900, esta< pe -hinchas s aa aova loja di

:
IV
%


Ter<;a 26
871.
Kio hn Mis caHcIlrt brincos
Tintura japoae a
Se e ubi approvada < academias d*
iconnecWa superior a toda gue-tem ap-
oweewo al h*. IWpwrfto principal iroidi
^adea do IVeeife b. M. aniar, om todas as no
iris e ca?a de csatefletrelro._________' '
IOJA
Flor da Boa-Vista
DE
Paulo Giiimares
O proprietario deste bem onhecido es-
tabieciawntr contina se'mpre sega ado sua
ant'sa fortpa de primefro barateiro da Boa-
Vis ;i s para melhor prova admrem os
prfcvjs et,'yntos :
Cuitas escoras e claras cores fixas *
o covado 60 200 rs. a. 400
Caabraias de coros 340: 280 rs. e 320
Las para vestido 280, 320 rs. e 400
Creps escocezas fazenda nova a.. 610
Alpacas lavradas d'am s cor. 720
Ciaibraii branca ransparente pe-
cas a 355.0 e.....85000
D:U3 d.tavieloria a 45000 e. 8(JC00
Bnmento cono 10 palmos da lar-
para, vara, a 20000 e. 25500
MadaDo!3o superior pacas 54000 e 60O(,O
A!^.5oa45OO0e.....50000
Brim pardo trancado pechincha
covado i......'
Dito dito liso milito floo a. 320
Oatras muitas mais fazendas que vende-
r por precos baratissiuios como sejam :
piDoos pretos, ditos azues, casemiras pretas
e de cdr, marinos, brins brancos e de co-
re, s horneas, mias, chapos de sol etc.
Ofieina d'alfaiate
'Os digacs fregoezes encontraran um gran-
de sortimento de roupas feitas desde o
mas inf rtor at ao mais superior qae se
ache.no mercado, assim como semaBdafj-
zar toda e qualquer obra d'encommenda
feit\s a capricho, pois para este mistere
acha munido d'um perilo mostr.. Garante
anteen semnor 0% de que em outra
li'.ilqne.r prte p-Mo o motivo de o freguez
prgar o qne compra e n3o o aspecto do
estal-J! cimento.
49Ana da Imperatrli48
JUNTO A I'ADAHIA FKANGEZA
Tfui a venda era seas armazens, alm de outros.
afliges do sen neg- io regalar, os seguate*, qae
Naaem por precos mais mdicos que em ou-
tTi ns'j!i?r psrte :
PORTAS da pioho almoadala?.
PORTARAS de forro para cercas.
SALITRE inglez.
BSF&iftAS Ja laclia para cama e forrar salas.
CANrf le barro francei para asgoto.
. SO JopfrTbr em porcoes e a contento.
GSMEfJTO de todas as qaalidadea.
USAS de dascarocar algodo.
AS e brinzoes Ja Rassia,
amaricanos para forro le canos.
f ..'0-.'S americanos milito boas e econmicos.
v s ; te Bot3etnx,.
tJ perior de Gautier Freres.
kltELLO em saceos grandes a 33500.
i?A Bora iugitima.
LANQA3 eeehnae*.
CaDBIHAS americana?.
RHM rta Jamaica.
AZULEJOS da t.'-ti .
e%~*
ntra a tosse

Nk
LOJ E HRMAZENI
ei
FLIX PEREBA U
NA RA DA IMPERATRIZ N. 60-
So a dibeiro at siSa'/ T| W
Os proprietarios deste estabelecimento tendo grande ne^snUd* de djfliifiujr. o im
menso deposito qae tem de fazenda* e grande urgencia da apurare flheiro, teai re-
solid i fazer urna verdadeira liquidado com grandes abatimentos nos pregos de todos
os seus arligos: parao que -onvidam ao rispeitavel publico desta capital a vir sortir-tse,
poMne garantem que em parte algamt poderSo encontrar tfo gjMiHtejorrtmetoe mes-
ino'nao comprarlo pelos presos qne se Ibes pode vender m.lpja Je-vSo ; porm ad-
virlindo-se que t se vende a dinheiro i vista. 0* racimos proprietarios deste eatabe-
le.cimento rogam a todos os seus devedo-es desta peafa e bvor da wb saldar seos d-
bitos, e todos aquelles que estlrerem deventte eflWs antigs ''Otofifcreo'teraojda
ser encommodadjs judicialaxmte.
PASTI.II\sVEiT0aAE3.
de
-pitj etysUHsaia.
1 ; avft) t
a'.vraDia.
: na .-. ri imo de LiW3?e.
. r.' caitas qae millo se rocomeadam pe-
! I II! les oualidas.
Venie na
PHARMACIA E DROURIA
DU
BartholomeQ 4 C.
3i RA LARGA 1)0 tOSARUr3i______
Novidades
do%' mer
curio.
Lavas d> pellica Fonvlo.
Dwfanim a l'ja pj mercurio, ra da Impera-
ti t"n. 86, sobrado defrooto da matriz, luvas de
pellica para bamem e senhnra, asaun como boti-
oas mu to fre?ca? para lio nein, d las enfeitadas
rara seakefa. e as amito p"curadas flus de vel-
udi pretaS a da core, e um variado sortimento
de fraoias e a!5<>s de sela, e ootros rruitos ob-
i'c' i-) gosio, como po.lerao encontrar os con-
i do mere-rio, a ra a Ioiperatriz n. 86,
ja .' li rnardoda !*jtla.
Xa?ope sedativo
DE
Cate a de hraujas amargas
COM
BROMRETO DEPOTASSIUM
DE
vvi preparado apr.ivadi pela academia
ia! de medicina, maito se recimiuenda pela
iaa n^io sedativa e calmante, sobre o systeraa
nervoso, o bromureto a polassium, nSo d;ixa de.
(Jar os erais certos rasultados as diversas affec-
i organisaxj e prineipalmonte as molestias
Jo raeao, di via- digestivas da respirago, da
Tas gearto-rioaria, oa epilepsia, as molestias
anosai da prenbez, na insomnia das crianzas
dar?.e o perioo d; d-micao ote. etc.
Veod-se na .haronea e drognia
de
B;.h Ioipju & G.
ti -RA URSA DOROSARIO-31
>oces, frctas e flores.
loa 'a Crai n. 13' vende toJs os dias :
' Prezutit ara flarabrei a libra.
Lanches tul is os dias, o diffjraotes.
Ge'a da nao de vacca em copa*.
Doren crystaii>adjs de differrati fruclas.
B.ll8<.i'ona* b ni boccalo.
tiuJ -ij..s com builioho, eufeiiidas
Buaju.- i* crav para ooivas.
Fores valias o oui b;upets.
Sorvetss t Jos os dias a noale.________________
Jos Antonio 'ereira
tea para veder na sna faliica da roa do BarSo
da Victoria a. 1 (antiga roa N^va) charutos dos
ni s acreditado'- fabricante; da Sabia, coito se-
j un Imperial, Kormi3 de Havana, -Operas. Ama
dore?, Linlriao? e Leae1, de Si oas. Imperiaes,
Expcisiolo, Lanceiraa, BigarriThn:, de Gardoso.
iis4>ipe.j Expo icio, Havaoas, F1>,r de Saspiros,
Lin-1re=, Ahorrantes Braleiro?, Trabircjs e Re-
giiia imperial, de oaqaim Jos dos Reis, e mais
Vialidades de ouros fabricante''. .Fumos Daoiel
aependy, Ro Nyvo, Mma, Miranhio, Para e
Garanhias. cigarros dos, mesm'-.ffqmos.
1
NIIVIUADE.
A loj do- P^paaak) eba io receber ora con-
poto ortinwnt de sda lavradin de urna t
cOr; assira como om xplenoilo sortlmealo de
pnupeaas de seda, la'oto ug como oulro pao de
Uvroresloteiramente bovos, e aa cores sao as
mais delicada^ qUe at h morcado, lea f-wgo (So commodo qae nao ha
qaem deixe !e comprar : na roa da Imperatriz
o. 40, esaa da rna Sata de Setembro, amigo
bao ca Ferreiros, loja de Meadas A Garvalho.
L.:4slnhas bar&tao do I*av3o.
Alsacianas com lio Jas liitras de seda a
Ii5-j00 o covado.
Ditas lisas com muito bruno a I<$ o cavado
Allantas, ftzenda de muito gosu tecida
com seda a 720 rs. o covado.
Ditas com qaadros de seda e cores mao
delicadas a 640.
Poil de chvre, d'nma s cr contuialto
brilbo a 500 rs. o covado.
Merinos escossezes fazenda de muito gosto
para vestidos barnus e roupas de menino
a GO rs. o covado.
Gurguro muito bonito, leodo de-Md
as cores a 400 rs. o covado.
Laasnbas modernas com differentes gos-
t08 a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas ditas a 280 e 320 rs. o covado.
Bareges transparentes com differontes co-
res a .100 rs. o covad).
Alpacas de cores lisas e lavradas fazonda
de muit) goslo a 500 e 800 rs. o covado.
Cassas do PavSo.
Cassas inglezas com bonitos gostos a 200
e 240 rs. o covado.
Ditas Gnissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francesas de milita phantasta a 400
rs. o covado.
Coi tes de cassas com 7 varas fazenda
muito i*a ebmita a.2>580e 3000.
Ditas d'organdy branco e de cores a
2Ao')0.
CAMBhAIAS LARGAS A 800 RS. A VARA.
0 Pava i tem C:mbraia branca transpa-
rente de boa qualidado,, com 8 palmos de
largura, que ap=nas precisa 4 varas para
nm vestid) e vende a 800 rs. a vara, dita
finissima da Escus.-ia tendoa msma largu-
ra, -qii' vende a ('Op.
CAMBRAI S BRVNCAS A 45000 E 4,5500
O Pavo tem pegas do cambraia branca
transparentes com 8 1/2 varas que vende
pelo Darato preco de 45000 e 4)5500, ten-
do tajTibem muito finas de 50000 at
IOiJuOO. .-
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 3#500
a pega at a mais fina que vera ao mer-
cado.
CORTES D'ORGANDY A 40OOO.
O P'Vo lem cortes de organdy branco
cog 8 l/ aras qoe vende pelo barati pre-
go do 45000, assim como finissimo organdy
neo com istrinhas e qoadrinhos o me-
lhor q'ie lem vindo ao mercado e vende
p,elo barato prego de 720'rs. a vara.
.rostlenaples preto e de cores.
O Pa\) lem um grande sorlimeato de
grojdtnaples e gurgur3o preto para vestido*
tendo de t60J o covado at ao mais so
perior que costumavir ao mercado, assim
como um grande sortimento de ditos de
todas as cores e branco e um bonito sorti-
mento de setiw branco e de cores que'ven-
de por precos muito ern coma.
Saipe3 isas de setSa a 3*00
O Pav9o tora um elegante sortimento de
poopelinas de s-da tamo lisas como lavra-
das' as mais modernas que tem viudo ao
morcado e vende a 2(5000 o cotado.
ESPARriLHOSA4^000
CAOHEftEZ a 4/5, 54 e 6^00.
O PavSo vende" espartilho? de todos os ta
raanhos a 4i5 e 550OJ, cachenez parisiense
com deli -ado ponto e de cores, a 45, 5(5,
e 60000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 8,5, 10(5, W e ^0000.
O Pav5o tem um grande sortimento de
cortinados ricamente bordado, proprios
para camas e janellas qoe vende de 8( at
I6i5000 o par.
Pegas de cambraia adamascada com 20
varas a 10-?0JO.-crochet ricamente bordado
para cortinados a 1)5500 o metro. Assim como
ricos damascos com 6 e.8 palmos de fargn
ra proprios para colchas de camas e tam-
bem ricas dichas de damasco a imiuco de
seda e d.tas de crochet as mais lindas que
lem vjndo ao mercado.
MUSSELINAS DE CORES A 400 RS. O
COVADO.
O Pava) tem um bonito sortimento de
musseoas de. cores, padres apiramente
novos e cores xas, qu vende a 400 rs. o
covado. Ditas brancas muo finas a 400
e 500 rs. Metim bnro da Iadia muito fino
para vestidos e roupas de meninos a 720 rs.
> covado-, Cretones de cores muito encor-
ados para vestidos a ROO rs. o covado.
ROU!*A POR MEDIDA NA LOJA DO
PAVAT).
OPavao tem amabem montada officiaa de
albiate, administrada por um babil me-tra
nacional, aoade se manda- fazer qualqoer
obra de encommenda, tanto para horneas
como para meninos, garantind >se a promp-
tidio e aceio em todo o trabalbo, e no mes-
mo estabelecimento cacontraro os respea-
veis freguezes todas as fazendas proprias
orno sejam pannos de tolas aa cores qua-
diades e precos, novas casemiras .de"gosto
re ns brancos de cores, assim como todas
jsfazendas proprias para f4os de lato.
CASAQUINHOSA M, ity E0|000.
O Pavlo lem un) granee sortiaento de-
ricos caaaquinhos de seda preta maito ten
enfeiladoB" e modernos que vende a H$,
18& e 20o000, sendo fazenda de muito
mais valor, assim como reos chales pretos
bordados com franjas largas dt retroz a
10(5 e 120OCO.
A loja do Pavo seba-e constantemente aborta das 6 hw (U mjflbJa al ai
boras da noile, roa da Imperatriz a. 00. .
E' este o distintvo de umaa^va e tem montada
'. loj i de jaits,ta a rtji larga o
Bosaro n. 24 4
Os proprietarios deale elegante estabelecimento tendo era vista os esforcos qua
wndiccSes de ama granUe clitnula, faltaran) ao mais
' coliiiis do jornal eieMiietr a respeitevel pu-
COSTURA
ALC0AOWiNHO A 3JM0.
--"^tlolem pef*s"de afgcra5;)Sinbo maito
boa qualidade que vende ,j$Iq banto prego
de 3J5fXr a pec-i. Ditos muito superiores
de iQUO para cima. AlgodSosioho aaes-
lado com a largura precisa -para nm lencol,
enri liso, maito ocorpsdo 900\n. o
metro e dito entrangado com a mesma lar-
gura a imo avara.
BRAM ANTCS A l*&e UmO MET'AO.
O Pav5o tem superior fcaunl9 de al-
godaoaeoda precieo para *m teucAl apenas
um e meio metro e vende a fjJWOO e fIfbO,
e de linbo fazenda moho encornada, com a
mesma largura a 2*50^0e 2)5500, dito^ran-
cez do mais fino que tem indo ao merca
o:a mW,30m .4K)00.
ATOALRAIQ.
Q Paio veflde st]^noraioaUMdo*1f600
e l#Wkwr*, diwde' Rfibo fezenda aito
superior 4e i*5000 p>M e>3, sendo ada-
mascado.
FazenJa para luto.
O PavSo~tem Boigraatto .wrtiaienlo de
faaeBdas'BvOta par lat, eomo -sejam :
Merino preiocomO palntns de j.-rgora
para veirtrdosa 5000 e 4^0 O CQy4do
Merinos pretos e de cord3o: pjra todos
os pregos e dtfferentes quaMaae.
Bombisinbas para lo*5S wprefos.-
CantOes e alpacas pretas. LSasiuhas pre-
tas ou cassas de la de 360 <0 500 r*. o
covado.
Cassas prelas frioceza* o inglezas'de to-
das as qualidados. -
Chitas pretas francezas e iagloxas de 200
rs. para cma.
Cr-'peprio pirra veos.
CASEMWAS PARA. CALgU A W, U, U,
. U E 8(5uOO,
O'Pavo tem. erm fraude sortimento de
corles da casemiras de cores para calg.ds
sendo oa aaaie molernos que tem vin lo ao
morcado e vtine-se de 4(5- ate 10(5000 o
corte, ditas em pe?as francezas e injlezas
para fta'gas, pafibots e colUtes que vende de
I 800 at OiJeOO o covado, tas escoras a
prova tfrigoa que *ende a 5^ o corte ou a
3# o covado,.-sendo etas casimiras init
propria's para meninos de escota por
es uras de Biorta dnracSo.
OPavS-j tem snperiores chapeos de sol
de seda inglezas/quo vende a' lv&, ditos com
b >rriUis cabos A*, vordadeiro marrim a 14,
i,5 elSija^drtosde alpaca de todas as
qualidades.
PANNOS DE CHOCHE PARA CADE1RASE
SOPKS.
O Pavao tem om grande sortimento de
[paanos de croch pr"oprio6 para encost de
cadeiras e de sphs, assim como um rico
soriioiento de tapetes de lodos os tamanhos
proprios para salas.
MADAPOLAO BARATO A U, 40500 E 5$.
O Pavao tem paca demadapolao coa 2 i
^*rd* oo 20 varas que-veiide a 45 e 4(5,500
a pega, dito muito fino e larga de 6<5 para
ctma, dito francex do aieHior que tem vindo
ao mercado, assim como dito finissimo em
pecas de 10 jardas.
cric ale ehHas.
a fflW. 1000 e 1(5800.
O Pavo tem cortes de chitas francezas
com 10 covado* qw venda pelo barato pre-
go de 1<5lOOe"2400, lilas 'que vende a
#60, 200 a 286 rs. -o-cofado, tambem tem
am grande sorfimeiito de djtas finas claras
e escuras fjueveuie a 280 e ^20 r-. o co-
vado e fiaissimas percales miudinhas propri-
as para camisas, vestido 6 roapaspara me-
ninos que se vende a 360 c 400 rs. > .
LENgOS BRANCOS.
O Pavao tem lencos brancos abanhados
que se vende a 25400 e 8|. a dazia, das
grandos de marim sem ser abantados a
3500 rs. a duzia ; assim como bonitos len-
cos bord dos para maoe.
ROUPAPARA HOMENS.
Sobrecasacos de patino preto fino eafo
muito bem feitos de 125 at 405000.
Palitos de panno preto fraques o facfb
de 85 at 125000.
Ditos de casemira de cor de 65 al 1
- Ditos de alpaca preU fina de 45 a<650
Ditos de dita branca e de cores 6
Ditos debrtm de linbo trancado a C
Caigas de casemira preta de 65000 at
125000.
Ditas de brim branco de liabo de 45006
al 85000.
Ditas djlintB i? linho de cor paralodos
os pregos e qualidades.
Camisal frMMrns e inglezas com^witai
d'*taod3o-ae ifoop at Sd.em dozia vaa-
de-se maK3Hil0
htas de meia de 860 ri para cima.
Ceroola^IOmro "
feitai na Ierra.
eollariohos de papel, agodao i
qae------t^Jftfl barat?Pa liqnidjr.
Chegaram ao Bazar Universal da roa Nova
q. 22, um sortimento de machinas para cos-
tura, das melhorea qualidades que existe na
America, das quaes maitas j sao bem co-
ndecidas pelos sene autores, como sejam :
WeBer TOlsen, Grover di fioker Silen-
ciosas, Weede Inroeriaps e outrs muitas
flzeram para o coJbcarem oaa
rigoroso principio ee nao ejeaaa v
blico, qae no rae.mo esiabcfeciajento contraria "pro. o- fis-.completo' sortimato
de juias, como sejam : brincos os mais moderaos, para adornarem as delicadas ore-
Ibas do bello sexo, e qoe sa vendem a 8, 9 e iOa o par, ditas para menina, a 4,,5 a H,
ditas de coral, obra de apurado go.-to a 3 e 41, Voliiohas de coral eora wmee de ooro
''a 5i, broches moderaos de 3 a 13*, ditos com pedras e em atas dvudas cairiabaa a
10. 1, 16 e 20/, rosetas lisas, pofo> bf trabalhadas, de 24500 a 94, dilaa am
pedras de 4 a lol, cazoletas a 44. ditas com InscnpcSes a 5#510, anaeis de diversos l
gostos, e com bomtas pedras a 2, 3 e 44, ditas de perolas, esmeraldas e rabias a 64, j
ricas cruzes de esmeralda e rnbim a 12, 14 e 164, -ditas de ouro e coral com vtatac pao-1
toaraphieas a 3, 4, 5, 6 e 74, flgas de coral a 24, cadeias para relogios a .104, OS'tta a
64300 a oitava,guarnieres com tres1 botdes para aberturas a-44, ditos de pedrlnhas a34500
o par, ditos para puohs os mais moderaos a 7 o 84; alm de am variadsimo soUMbb
to de joias de aparado gosto qoe recebem por todos os vapores da Europa ; cerno
sejam : brincos, braceletes, aifinetes, aderecos completos, cruzes, rosetas, anoeis da
brilhantes, esmeraldas perlas e rubina, lledalboes, voltas, trancalins, *oaefa cum let-'
tras e de diversos modelos, oculos e peocinez de ouro e prala durada, eelagioa la ou-1
ro e praia de afamados fabricantes, salvas de prata de diversos tamaohos, ricos palitei-
ros e faqoeiros, co.heres para cha e sopa, maracas pata oiaaaaa, oraa tnndl
objectos que-seria eafadonbo mencionar-se.
Os proprietarios da Flor de Ouro garantem .vender mais barato q.ue em outra
qoalqaer parte, para .qae estar aoerto o oblabtleeimento das 6 botas la uanbi aa 8 da
noute.
que com a vista
pradores. -
Estas machina
o trabalhe jue 3
diariamente e co
como as mais pe
te se a soa boa q
balbar com perf-
hora, e os precos
vem agradar aos
Sagrad?r aos com
'ira vantagem de fazer
tura ras pe dem faz-r
com tanta perfeiglo
>:costureiras.- Garan-
1 dee etsina sea tra-
em mtnos de ama
iSrreRrmidosque de-
eo< ates.
nico legaimente autorrsado e approv;
' pelo coosdlho de sade.
asteo deposito
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU 4 C.
34Ra larga do Rosario34."
do
acarar
saceos e fognetclrcs.
'uceo
PARA AS.MOAP.
CERYEJA DE MABCA
Engarrafada especialmente para & Brasil.
Charutos de Havana
liona para velas
Cambraia Victoria
As verdaderas trazem os nmeros, eslampados
oaa pegas esao as etiqaetas.
Veidem-se
Em casa de
T. JEFFERIES i C.
46 Ra do Gummercio 46
iBSIIIS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazetm em eada pea au bilhe-
te cota o uotue
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES A C.
OuFa rpida e radical djs
callos
pela pomada Galopau
Esaa poa*ada du s pessoas que dalla tem feiio aso acaba de
anegar para o sea deposito especial..
NA
Pbarmaoia e drogara
DE
Bariqplomea & C. ra larga do Rosario nu-
mero 34-
RA DO DliaUE E CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Tendo-se resolvido d'< ra avante vender-se n&ste estabeletaaento tedas as blen-
das existentes no mesmo, por pregos qae todos admirarao, at-bo de men dever partici-
pa-lo a todas as Exmas. familias em ge ral, afim de virem Visitar ete estabelecimento
oa mandaren) buscar amostras, garantindo-se-lbes um bom sortimento de fazendag da
algodo, 15a, linbo, e suda, emfim urna infinidade de axtigos tfe w da andando-se j
casas das' Exmas, familias, por empregado da casa, toda e qualqur fazenda para verem
oa escolherem.
As pessftas qne vendem em menor escala poderSo bem soTttreavse neste eetaae-
lecimento que hender pelos mesmos pregos que em qualquer casa importadera, teado
a facilidade de comprar qualquer porgjo.
O 65 tem um completo sortimenta de roupas bem acabada* o qoe vende por
pregos muilissirao c.-mmodos, mandando tambem faxer por medida toda e qualqoer tora
qoe os concurrentes des-jarera para o que tem um dos mais habilitadsimo meatre
alfaiate, corlando por um systema inteiramente novo.
Os annuncios nesta praga est3o e por certo devem estar desacreditadsimos, pois
que ha casas que ahnunciam aquilld que nao teem, o que o 65 garante nunca dar-seem
sea estabelecimento, pois que s desoja bem servir ao publico em geral, para gaabar
g ande nomeada em todo o mondo?
O 65 acha desneceasario mencionar os precos de soas fazenflas pois que ssotor-
naria-se demasiado magante para os leitores, por ter de ser demasiado extenso sea an-
nuocio, e mesmo para se tornar menos de.-pendioso, pois que veadendo muito e moito
barato mister encurtar suas despezas. A sinceridade dos tratos do 65jolgo queja o
publico conbece demasiado, pois que sempretem cumprido com aquillo qae aononcia.
q5o verdade ?
E' INTIL, NAO SE CANGEM, COM O 65 NINGUEM P. DE COMPETIR
RA DO DUQUE D CAXIAS
(Outr ora do Qneimado)
Bazar nniversal
RA DO BAHAQ DA VICTORIA (OUTR'O-
RA NOVA) N. 52.
Aeaba de ebegr para este grande es la be lee i-
meato ao coapieto sortimento de machinas de
costura da lodos os autores coctwcid .?, os quaes
garaolem por anos as ditas maehioas, e se ven-
dem por presos tSo razoaveis que a indos agrada-
ra, cojos nreoo ss os seguiotes: 404, 604, 804,
1004.1204, 1304. 1405, 1604. 1805, 2004, 2204.
2504 e 3004. Garaute-se acs compradores a boa
qualidade de trabalbo, e obriga-sa a en-inar lan-
as vetes qaantas sejam precisas para bm com-
prehander s. Vende-se tambem pecas e mais
pertences do sobresales pari afe mesmas'machi-
nas. Previne-se desde j que 0 se vai ao cha-
mado para concert e ensino de machinas das que
forem compradas nesle est\beleciraanto.
56 Aua do Mrquez de Olinda56A
cutr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este anligo estabelec.mento assaz conbecido como principal e recommen-
dado pelos grandes depsitos e b rtethoras, mais acreditadas e verdadeiras maehioas auicricauas para alga-
da, desde 10 60 sorras, e havendo em todos os lamanhoa diversidades de sysaa>
mas e melboramenios para perfeito e rpido descarogamento; tornam se dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alm disto, encontrarlo
tambem mais:
Aparados vAPonESLoeoaiovist, de forca
de 3 4 cavallos, e pertences.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e la-
taba.
Carros de mo para ltenos.
Tinas de niadeka.
Raides de dita.
Ditos de ferro estanhado.-
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guardas comidas. ~\
Tampas para cobrir pratos.
Tarracbas para fazer parafusos de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinha. >
Temos de bandeijas finas.
m
Emfim moitos outros artigos.^qoe
eiaminados.
Correntes para arrastar madaira.
Cylindros antepicanos para padarias.
Pertences avolsos para macbioa mt
Salitre ri-linado.
Breu superior.
Moinbos de diversos fabricantes
milbo e ca'.
Debulhadores para milbe.
Aaeite de sperraacete para machinas.
Camas.de ferro.'
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Canos de ferro esmaltados.
Ditos de dito eiieebido.
Dos de chombo..
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
I
s avista e ueste estabelecimento poderac a#r
Seif L^aveuin< Flour
Farinba de trigo j fermentada, propria para
pi, bolos, puddings, etc. em macos de O libras :
a venda nos ar'mszsns de Tas** Iriraos & C
noivat.
>
O Pavao tem rico gurguro de sedaba*
co. Grosdenaple branco multo encofflBff:
Agracianoas brancas com Iberas aVittaV
pjupelinas brancas de sal) lisas lavra-
4a3. Sedas bcanca.lavradaje Uai. fir
pellas com f>aima de floree ia ranga ooar
ricos veos bordados, qt todo sa vqb mais
barato do qoe eqj o.ulc4 flqajaner parte
Ilhi de Gamelleira.
Vende-se o terreno denominado Una, do povoa-
do do mesmo oome : a tratar ao Cora gao da Ou-
ro i ra do Cabng.
Fiiri^4e-millio,"
Vende-se fariuha de.mllho moida a vapor dia-
riamente, petan' preco seguate* : grossa, para
ini, finios e paasartotini a 100'rs., para caagica
e pao de provenea a 120 rs., e para cascas a 140
rs.,em anronna mal Uaruo ;-ia roa ae Coto-
vello n. 15.
GAMA8
Vende-se duas casas tarrea na fragneaia de
kganto Antonio, malta fre:cis poi na taram catas
delroate, oso 0mnraai*c6s interna, lando tres
talas, gabiMle, dneo aoartev, qaintaea caejin.
fr; trata i roa (mparial sobrado n. W,
Besscitou a grande liquidetjSo do ar
zem e loja da ra do DuqM Je O&v
xias n. 29*
?Cambriias 40500 e 2,jt)|f)lls >.c*ts a
do. Cbiu da coras rjiraj e aacar|sa W. *2# n.4)afadc
360 e 400 Pecasle madapolaofiaoa-a A4. 4500, H, 5l
tinbo, a 2^500, U, 3,5300, 4530O e 5*. Ditas marca T, ItffO.a&aaOO o i
listra de seda a 400 e 500 rs. o covado. Alpacas da seda fioM, a 00 o 0
do. Lindos cortes de casemira de cdr a H, Ditos de meia casemira a 24300. pilos cem,
toques de mofo a id. Ditos de brim pardo trancado e liso a 4*1. JJm Prdo Ir aa*
ao a 280 rs. ocovao. Gangas de cores, a 320,360, 400 e COfrem^-a**1
merino liso de cor, a U e 2^500. Dilos astamoados a 4, 4*500 ei
sos a 2I00. Ditos de casemira de cor a 23C0. Chapeos de TosOo He
2:500. Ditos de marin preto a 3^500 a 44. Ditos da ca^MP( *
ta \ lu 20. Uncos de cassa com barra de cor a> e liU2O0 *4aaaa. -
godlo a 1 200 1 400. Ditos adamascados a 2*500. Setm fe
Alm deltas fazeoOis tem muilas ootru qtn aaria \ai^^wmmms.
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iari d* PtHitokuco- ~-> Ter 7
9
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0* Drc
FI6UEIRD0 ft LOPES.
MIHPERATRIZ H 64
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S*
4
I
proprietarios deste importante e sympatbico estabelecimento de fazendas fian,
veo avisar ao respeitavel publico e particu rmente a sua numerosa reguezia, que o
CYSNE acaba de sortirse de todo qoanto ha degos^o o moderno em fazendas tanto
para bomens como para secboras.
E'-ocuso/C.'ar queros proprietarios da.loja do CYSNE naturalmente previdentas e
i'um espirito altamente ooaciiador dos ioteresses albeios com os seos, teem sempre
seguido o magnifico Kystooaa de offerecer venda fazendas de todas asqualidedes e pre
a todas as fortunas e mfoios.
E sobre todas as conveniencias e meios preferivel comprar no CYSNE em cod-
eqnencia a siqceridade e barataza com qae negoctam rs seos proprietarios.
No Id vavel empeo:) de justificar as suas operaces convidara as Exmas. familias
a visitar a sympathici laja do CYSNE chimando as attenc5es do publico en geral para
as segtiintes especialidades e precos,
PARA f>01VAS.
Veos, capellas, sedas e popelinas Dranoas
de-cdrej,;gjllas,ponfids e camisas bort
dadas, todo caprichosamente escolhido e
para varios precos.
CRTOJE BAPTISTE.
Fazenda lisa de orna, so cor, de coras di-
versas, para vestidos e tambem propria para
sombras. .,
CAATBRA1AS
Transparentes de 8 4/2 varas desde
S|KOO at 8)9 a peca. Victorias mono Snas
de 44 at 8*000.
CORTES' BORDADOS .
Fazenda branca de delicado bordado
baixos procos acompaoaada do competente
Agrico.
LAS
Variadissimo e rico sortimento desde a
-Ja lisa barata de 4* al a de listras de seda
ms cara que pelo preco que vendemos
por assim dizer de graca vista do goslo
q o f idade.
BAREJES
Lindos aadroes aos presos de 360 e...
400 rs. o ovado.
SAfAS BORDADAS
As que o CYSNE vende sao bellas e su-
periores.
LUVAS
As melhores e mais procuradas luvas de
Joovin, brancas e de cores alo as qoe o
CYSNE expe a venda.
OALOES
De crotones com babado e bordado, di-
tos de arcos a lo-"' O, pechincba sem rival
ao genero.
CHITAS.
Completo e grande sortirneato de todos
s precos de padrojs moderaos e cores fi-
tas.
GR0SDENAPL8S
Finos de todos os preces e largores su
CYSNE.pode vender birato-
FLANELLAS
J)e eres e brancas do 500 rs. at l#300
9 covado.
Desculpem os nossos freguezes termos
rALPVCAS
Lavradas de 500 rs. a i^OCO" o covado,
especialidade do CYSNE qoe n3o conta com-
patidor.
MADVPOLOES
Francez de 24 jardas-de 8(5 at 104000.
ioglez de 54 at 85000, e muito fino.
DAMASCO
Cor 8 palmos de largura, dito estreito.
CORTINADOS
Para camas e janellas de todos os lma-
nnos, cambraia para o mesmo fim de 20
varas a 104 a peca.
ATO\LHADO
Dlinbo adamascado, dito de algodao
muito fiaos, bramante entrancado e liso, e
barato a o CYSNE vende.
GUARDANAPOS
Grandes e peqoenos.
SETINS
Para todos os precos e diversos pa-
drees. .
PARA NOIVAS
Camisas bordadas, peitos colarinbo e
punbos lisos.
PARA LUTO.
Merinos, princezas, alpacas, cantao, bom-
bafinas/cbias, cambraias ele, ele, por
prepos qoe s o CYSNE vende.
PARA HOMENS E MEEINOS.
Brim pardo a 640, 840 rs., 14 e 14300
o metro, gangas de 400 e 440 rs o cova-
do, e tambem temos o afamado brim de
angola.
CHAPEOS DE SOL \
Para bomens e senboras dos melhores
fabricantes da Europa.
FILOS
De seda, ditos de linho, pretos e braa-
cos e mais baratos que em outras loja.
ME1AS
Para todos os tamaobos e quaiidades.
ClALEC-
De merino lisos e estampados, pretos com
franja de seda, ditos ci m franja de laa es-
pecialidad; do CYSNE.
sino ora pouco extenso na narracao de al,
jnas novidades pois com qoanto seja nosso inleresse arabem o dos nossos fregu
es qoe querem o gostam a dar na moda.
Ra 'Ja Imperatriz n. 64.
FWEIHDO & LOPES.
ltaea Ija a> ul forras a atfate* m exigencias Bata 4ponmp4r i ta, e oe acedos nao M* aejejao ao-
araras 4acnp t uracio. *?**& f***! ?"?/ **& *f to"" **1
A iu cor liodiaauna e nao precisa de unid- "H^Mp0 4ptaitl.
tetina para se eenierw no tintOo sempre f1*0 & xraei eoraroercio qoe fie meo prodod
cm a era ri?waorrayarata, astr 7"0"" "* 5 o Pfofeswres o eotfetioa, tatesti
eias artas maiellas iobereaes lodaW Hoa
k afora, coabeeidaa, aiad amtw loa malhores
atora estranceiroa.
itmit,tMe MmtwH pKxInk nao mci m
mmu te ac, aotai Mfe> Mivirk), a pama
mI^km mb mala, ass proveitoso.
MtU tinta, nao sendo especialmente para copiar,
tk eomtndo doas, tres, va mais copias nm n.ex
ftMh tpapat koB.raqlM4o sed OMHOfar com mta-
aritt,poMM 2* 4a omao-df bmraf. Parase
ttntr Btit de ova eop, aio se ifgiutoenm tao-
fefcinas aoaous cpu seaowem tirar, mas
it-ae eoo ortfM RMIMi' HUa yantas
lsea4Metifitaen prsjwica*)
Oeenragoi diaw q*4ipan apiar importa
w Mata aw uialti, e% multa rMti sempre
tfe tiata, upa tea.
4 eHuMa qoalKhde desta ou extremamente
apnoami, odm qoe evrta ase em qaalqaer es-
JHJI 4 qoe eu tiou paraje i-
*> 4
oio na a oppor
Ufci de -
gaaa>>(4 snwioe para o idiantaneolo dos
seds di c*m ra a achirara apta para desenvolver o
portn edoeandee, m> efmseqnencfa da beh?u
da rr e fcilidade de correr na peqoena pela o*
IkqaMas. 4fe xeaiptw de cmn^m fue bMia
muito tempo tmoam ama repugnancia extrema
para a escripta, logo que foi admttida esta unta
no***, apoderou-ee deMaa a cnrtoshlade en'
>**>> pan tenpo depote o eu adtaMaawMo
era oManteala.
BsU lima, a par da tablas vantigena, ten ana
nico tacn veniente, deteriora-se ao contacto de
ontr qrialqwr; Cftrtm pob t-1a em tllltetfo.
teattol 4* eaeaW vMtmare de ira tidU, 'vi-
terireareoaeaM> safe sfe oom preparando
dinVreaie e maoaapauaal; verteaaufe teta, nao as
ratio pafa-se osar de tirita qne nao seta a VIO-
LETA EXTRA-FINA OS MoNTKfRO.
Observbalo.
Bierta8atelfleace- e MnVtba ncas tei> awi->
reerdw,;ctttt ddraMttdaM 4- Ao^MoH. Os Yrs.
cun*** pe4e r*i? o eMateb M| ad-W
a canas cirsomspectas,. t$tmtmtV faMap
Chopas de ferro para cobnr cafl
Furnias par%wracar deWopioo'eguivaniaao
raos Amerteftttos ^ vriea. Iiaeira
tctanas a Vapor de fora de ,res ^^
MaCnmaS e dewarocar algodlo.
Trihos ^ftrropiraeogenhogelc
- Fogoes americanos
Ganas de iQrro gPJndM e p$vwna.
Macacos de estiva
Cofres de ferro ^ ^i,, 0Dtr08.
Papel deombmlho
Estes artigos tendlm^e'' em '. +.
casa dos importiotet.
ShaW, Hawkb <* .; ; H. ROA DO *0* JfSUS.
(ovra'oiu hoa.oa Cao)
o n.ti
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S5o Qnalmente ebegalas a esta prafa pela segunda vez as verdadeiras preparacoei
do Dr. Radwat de C. de New-York.
Depou de alguna annos, em qne as falsificacoes de Hamburgo e mesmo deNe-w-
York tiveram entrada oeste mercado, aproveitando-se do bem merecido conceito qo<
estes remedios baviam alcancado por seo marailhosos effeitos conseguiram introdozir
te, illudiodo o publico incauto, oom orna redoccSo de preco, nnllificande o verdadeirt
mrito destas admiravem jureparao&ce, imitando as verdadeiras; -porm desacreditan-
do-as com seos nulios effeUos, lembroa-se o aotor de.faier a decraracao abaixo, e :
dar diplomas aos que ven erem m shos legtimos preparados.
Previna-se o respeitavel publico de que as verdadetras preparac&es do Dr. Ka-
oway s se aenden nos depsitos cima doctorados e traiem om retlo igaal ao destt
innoncio.
Nos abaixo assignados, declaramos4 certificamos, qne os Srs. Raymondo Carlos Ler
te A IrmSo, da cidadedo fo do Janeiro, do imperio do Brasil, s3oos nossos agentei
garaes, pela venda de nossos remedio*, tatito no dito imperio como no reina de Parto
gal. Noticiamos ao pobico, qne aao ae podem obter os remediea do Dr. Radwat A C
(o qne sSo preparados 00 taboratoriH do mesmo doctor na idade de Neir-York ikm
Estados-Unidos). senSu das peas as qoe Jiadem prodntir 1 pretente certifleaelo e attes
UCI04 004 a prodozem, subscripu e aTigeada do Br.ftaWAr 6 C. o *6rs Ray
oaondo Carlos Leite dr Irmio como a> p. Todos e cada nm dos -remedios do Dr. Ra-
dwat 6 C. s5o acompanbados de cdulas semelbaDteB ar qoe ptrecem aop desta dar
liOcacio.
Examnese bem a assiRna'nra da /firma o Dr. Radwat ot ao p da present
jertificacao e compare-so coa o /bc-tmile as cdalas com todos 09 fraaww e Baixiab
Radwat dt C.
A' AGIIIA BRANCA
RA DUQUE DE CAXUS N. 52
(Outr'ora Queimado n. 8.)
A Ania Brtrnca tndo j recebido parte de snas
Intigas eocommendas; era seguimenlo acaba ago-
ra mesmo do receber ontras, algaraas das qnaes
se tornavam essenctalmetiie precisas, e outras se
farerri apreclaas por seas goslo e qualidades,
4PO*'o ejafn :
Helas de fio d*e?coc3, abertas para tenboras
i meninas.
Ditas dem coro.listas tambera para senboras-
e menina-:.
Dras idem rnniU bonitas ao gosto escocez.
Ditas ideo idem brancas e com listas para me
Binas.
Ditas idem idem para baptizados.
Ditas de algodo comprid&s e erm Ustras para
meninas.
Lnvaspretas de seda, para senbrra.
Ditas de \et<*\ e de seda para m-1 mas.
Bonitas camisinhas bordadas para senhoras.
Fil de seda, ttranco e pr^'to com flores mindas.
Dito'de algrtdau, liso e com flores.
Tuuqoiolias bordadas para crianzas.
ndos e modernos cbaposinbes de fusilo para
ditas.
Pentes de tartaruga para desembarazar on pen
ttr.
juHo*-dta travesos para meninas.
Daos .do borracha para ditas.
Di'.os t tartaruga, pequeo?, para segurar o
amsrrdHho sos cabellos "d senhoras.
Grande sortimentode enfeitrs do seda para ves-
tido. .
Fivclla? de madrepcrola o de tartaruga para
pnlreira e I ac para o cabelle*.
BHmra b telnhas para menrflas.
NOVO SORTUrfENTO DE ENCHOVAES PARA
BAHISADUS
A aguia branca acaba de receber novo sorti-
mentod lindos e i-umpletos ejichovaes para bap-
tisadn?, e wrn-affn separadamente camlsinhas
paraSrjftb-, l.-nJos chapeosinhos de setim branco
oofdaqs, oalros ditos coro fundo de velludo, obra
do ruoito gasto, e que. servem tambem para pa-
seio, saoaiinhns de p. m pira o me^mo fim.
MODERNOS EXFEITE'S DE FLORES,
ornados com bicos de seda, fltM da.seiim e fivella
der mtdreperola ao ultimo goste, e proprios para
bailes, casamento, etc., etc
FLORES E PREPAROS PARA ELUS
A Agoia Ursnca receben lindes ramos de flaras
finas, tanto para cabe{a como pna chapeos, t
bem assim :
Papel verde li-o e con listas para folbas.
Dito de cores para flore.
Folbaa de diversas qualidades para rosas.
Ditas verdes e lustrosas, obra n( va e peta pn-
meira vei vindas como amoelra.
Franjas pretas e de diversas largnras para en-
feitar ve>tidrs, -
COQUES DE TRA^CAS E DE OTROS
MOLDES.
A Agnia Branca acaba de receber unra peerae-
na porcao dbs benitos e modernos coqnes gran-
des de tranca e oalros molde3.
HOYO SORTIMERTO
E
BOLECAS
A sgnia branca, a ra de Benque de Casias n.
5i, cntr'ora do Queimado n. 8, acaba de receber
nm novo e bello snrtimento de noueoas da diver-
sas qualidades e tamaohos, sendo :
Com rosto de seda, das que chorara, e ontrai
que falla m.
Orn rost", mos, e ps de porcelana, e pro-
prias'para vestir-se.
Obras re pDrcel aia
A aguia branca tem outro snrtimento da diver-
sas obras de porcelana, sendo :
Boaltos e ricos vasos para 16i de araos.
Outro* para joias.
Ontros para ^bonetes.
Outros f ara enfeites de mesa.
Peqnenss e bonitas pias para agua benta.
Pequeos jarros para santuarics.
Outros maiores para meas.
Bonitos pon relogios.
J.imlas ce Escrivanias de dita.
E moitos outrps ohjectoe para enfeites de mesa.
- t
. tX-malmro.
Ra larga k
( Immo- m foarwl
Os proprietarios feste *"*"'--imnalii taaai a '
Ef iranio aieoutien, Tmpiim. oleo, tintara, pMm
taara e anfe n pf.degozo, larop* aa i
DA SALSAJHPARA. i.rn- le AGRIAS, j.
fe,co ; pjr. *mZ4&\
Ootrnatm, setenBeam tnw |
casto acnMWadas #aiail.iades;>i>aH M
fearal, te-awas as propnMarwi esparaataMI
A pharmacia abrir ae-ha a oaaiquer hora 4a
de kMh filil)
rloaario It)
aV&otak >
MeaMcar ao
ABMASEM DOS
RA DUQUE DE C4XIAS N. 29
Os proprietarios (leste grande e bem montado estahelecHnento scientificarr ao
resueitavel publico desta provincia, que se acham com mn variado ecomplet i sortimento
de mofis, tanto nacibuaes como estraDgeiros, sendo estes esceMh dos capricho por
um dos socios quese acba actualmente nn Europa, e por isso os podem \ ender mais
baratos 20% menos de qae em ontra qualquer parte. O mesm-> tem contratado com
os melbores fabricantes daquelle con-iotnte.as remessas das mais ricas mobi'ias feitas
-lia. Na officina tero os mais babeis artistas deste gnero, e por isso aptos a fornecerem
mobilias as mais aperfeicoadas para as casas da provincia consideradas de primeira
otitm. Pedem, portmto, que venbam Visitar dito estabeltemenio, onde enconir a realidade do me acabam de expr, passandoa examwarem : ricas e completas mobilias
de Jacaranda, mognO, faia, carvaiho, amarello, etc. etc., ricas e elegantes camas de
Jacaranda, po-setim, amarello, etc. etc., guarda-vestidos de amarello, guarda loca de
oogoeira, amarello, com lampo de pedra, aparadores de dita, dito, com dita, petils
toilettes, especialmente para fazer barba, toilettes de Jacaranda e amarello, com pedra,
e moitos outros aitigos de gosto. que para se no tornar enfadonho prescindimos de
azar menc3e> delles, o que s com a vista poderlo apreciar.
R(T4 HA IJffPEffcATRIZ H 311.
Os proprietarios desf bem conh cido e el gante estaba lecimento, md- tiicam
ao reseitavel pubteo em g (ueaa) que teem recebn.o p-los ltimos paqu tes da Europa, om linio e variado sor-
timento de tud.i quanto precizo para ima senhora (que se presumir ter bom goato)
complot t nm elegante e invejoso toiet.
Os proprietarios colando com a valiosa coadjuvacSo do sexo amavol, teem sor-
tido o seo estabelecimento de tudo quedd m*-lhor se oesejar poss.
Os proprietarios julgando muito enfadonho ou antes por assim'dizer hnp sstel
mencionar os innmeros nbjectos que compos o bello sortimento de que cima faliaram,
contentam-^e apenas em relacionar aq elles que julgam mais recommtndaveis pela sua
elegancia, novidade e commodidade nos presos, como sejam:
Lindos leques de marfim a 8.^000
Voltas de correntes de borra, ba a I 540n
Liadissim-^s leques, para meninas a 2r$000
e 24500
Leqnes de madeira a imitacSo de marfim
a 2^)00
Pentes de regaco para meninas a 240 rs
Dios com cbara de metal para alisar a
240 rs.
Duzias de linha de carretel 200 yds. de 80*1
a 480, 800 rs,.
FteHiobas de madreperola para pnloeiras
o par a 24500
Caitas com 400 pennaa (Perry) a 800 rs.
Deizia de metas para senhoras a 450l)0
Agolbaepara crotheta 440rs.
Duna de bolsea de setim para vestidos a
820 rs.
Carias com 40 papis de sgulhas fundo de
roajjOOO t. -
(VriMn de fi e cambraia bordadas a
Ore.
GaHertmbas com agulhas de todas as qaa-
lidades e com um toque de ferrngem a
240 rs.
Ditas limpas a 800 rs.
Redes inviaiveis para cabello a 400 rs.
Leques de madeira a imitacao de saoaalo a
a,5C00
Tem tambem grande quan'idade de flores
frat-cezas, fitas de sarja de tod s as corea
e largnras, ditas de velludo, pretas e de
cresele todas as largurasede muito boa
qualidade, ditas da setim e efe- seda.
Retroz de todas as cores e de muito boa
qualidade
Lindas cestinhas de palha bordadas rica-
mente froco e proprias para meninas
de escota.
Finsimas meias deftos da Escoca, arren-
dadas e proprias para sapatinho^so.
Completo sortimento de bico de fedaoraaco
e preto e.do eptima qualidade,
Bonitas cape Ha para nci^as
Luvas de pellica brancas e de cores.
I i
A ima] existe ne-te estabelecimento um completo e variado sortimento de tudo
qpanto h* de meib^r e de mais elegante.
0* pr prntarios r gvm as Cimas. Sraft a vNitari o seo estabelecimento afirn
d* *4 coriVBoeerem de me Bca dito, e no caso que nSoqoerram dar*sea te trabalbo
podero mandar frasear os livros de amo tras oo qualqaer objectO- 'quaes serlo rm-
madtitamefi'.e retkttidus.
Ra da Imperatriz N. 36
SA LCITaO A OLtVEIftfl.
L* -* ____- -______________i_____________
PAO RAMN OA
Rap
m#tom------ ----------
,8 Ot- tfoiao depoBile no Recite ra das Cruz o. 13 sai
1 a9Jastld'aa>rcoa.
.1
l
^ena^S'ra*iria*bi*. o*ros a madetra
i skrapfra *avrnis .Hi*a4pa : i tratar na
ra*4 Afea** *> eaariatorto.
A toja a praca da bdpendafiola n. 8, cka-
pm nwra remewa rtrrito aarediWdo rap tm~
tTosss A. R.eb*. iNfcei, olo e prinew 44
Bhi, Li.-boa e PwtoCordfrro conmion a i-J*a'
veuiitr e em titrs a a rMalho.
------' il <
Ve af-se
a h\\ de tonca da t ra S'ta i roa do Banp
4 : tj.i-in a preteaar tr*i*-te a aiwms
c.a da Indepaoieaefa n, 33, qne ambara aavtqaalt
tratar-


Djto de ^runnabaco Terca (eir 26 de Setenibro de 1971

ASSEMBLA 6ERL

CAMAKA DOS DEPUTAbOS.
DiscussSo do elemento servil.
(Continuagao).
Mas que faz a pro#\>sta do governo ? Si
gando ella, grejulicalos serio os meno.-es,
interdictos, ele estes, pcre.m, nao revena
soffrr a patfa, poeque,* no lando livre a l-
ministragio, q3o podam ser bavidos p* r
culpados, sujeitos pena; lamoem noj
podem dar consenliratoto, porq'uj ni -
livre disposigio ; era se pode prjsum i
consent rento Uiio a respailo dos i.
dictos, minores, ele. Soria, pois, nrn.i
vissima mju^tiga aplicar aquella di.-,
- gio iodist netamente a taes pessoa?, a
ontras, que alias o substitutivo com raza >
excepta, sem todava deix r impune a u
mista) da matricula; mas pune os verdv
deiros culpados.
E o peior alada que, por ama simlos
omissSo de administradores, verbi gralii,
de fazeodas na ausencia dos proprietari s,
seriSo todos os escravos immediatamenie
livres | Portanto viria a soffrer sem acto
seu a pana e a perd i o dono, e nao oa a I-
ministradores; viodo assira a faltar ambos
os fundameatos quo justQc3o semelhant.
-dispoicSo.
O substitutivo recula tal mitaria prou
dantemente, atiendendo justig, s .con-
veniencia, e ao lira que se tem em vi 1.1
sem deixar impune a infracto.
A oroposta dogowrno tambera a3o con-
sagra dispuso alguna, como nosubsii-
tutivo alias se *z, para garaniir os credo-
res e interessados, contra ac!os doi senln
res em seu prejuizo. Q :ero fallar dos rs-
cravos hypotbeca ios e outros. Estam no
mesmo caso ; seo senhor nao der o escra-
vo matricula, nem o credor oa interesa-
do o Qzer, elle Oca livre ; mas abi ba o
consentimento presumido tanto do senhor
como do credor ou i iteres ado.
Quanlo ao prazo", etc., admitalo o su-
bstituto quasi as mesmas dispoMguas que
o governo estab^eceu na prop> sta, coojig
na outras mad las para termos umasHa-
tislica a mais exacta possivel da popolag5o
servil, e poder ento a assembla legis-
lar com maior conbecimento 4j causa.
Relativamente alforria forgada do art.
3., que eu substitu, acresceote o seguin-
te: mediante prooosta dos senhores e
necessais informages; e isto para n3o
romper bruscamente os lagos moraes que
prendara o senhor ao e: cravo ; nicos que
ainda boje podem contemos. O gover.ra na
sua proposta n3o procede assim ; elleqm
quer ter a gloria exclusiva de emancipa
todos, e por eonsegurate el'e quera ha de
indicar o escravo qie deva ser libertado, e
n3o o senhor I
O governo n5o nos di: na sua proposta
qaal o .-vitema que lia de seguir ; e eu,
que n3o quero qie esta qest3o que en-
tregue a reglamentos, nego-IIie estfi
culdade; no substitutivo esto, pois, con-
signadas as ideas fundamentaos, isto as
bases para a libortag3o, que o governo
nao possa alterar. Prefin que o senhor
indique o escravo, porque entendo que s
assim se guardar alguma dsciplia, sobre-
todo as lazendas. N5o ha necessidade de
provocar um abalo anda maior do qoe a-
qutlle que a emancipado por si mesma
ta de produzir.
A proposta do governo dexa ludo para
regulamento, o que prova que nao bou-
ve estudos. Nem ao menos o governo se
lembrou do que est coasignado na le bol-
laadeza que eu traoscrev no livro qoe pu-
bliquei ; ahi se hzem excepges quanto ao
resgate. O resgate custa do fun o de
emancipago deva ser a favor dos escravos
que raerectrem, das fara lias, dos bem com-
portados, e ludo era termos habis Nam
tratamos agora de emancipar todos indis-
t'.QCtaraen'.e : e s m por meio de rsgate
apenas suc:essivo, sem dar lugar a espe-
culares.
Tambera o governo nao nos diz qnl dos
systcmas prefere. Eu j Uve osca>3o de
dizer qua ha doas systemas a respeito d .
modo do resgate : um,' sorle, o *ystema
de Benlhara. Esta idea foi reprolozida
entre nos, era urna memoria ; eu aimpog-
nei, e o r. A. Soares j o havia feiio em
18io, pe lembrou o outro systema, qui
o da preferencia.
Eu procorei com esforz conciiar os do is
systemas, o da preferencia e o da soite,
no art. 2o do substituido ; em primeiro
lugar a referencia, em ultimo logar a sorte
Ha ou nao razo para esta preferea:ia ?
Eu vo lo digo.
Teuho serpre sustentado a tbese de que
bom seria o -ystema de emancipado que da
propria classe escrava [rocurasse libertar
aqueles quaestive^sem em memores con-
diQes da abreviar a extiaegao da escravi-
do em bem de.todos.
E' oo n5o a familia o est^.d.) aatural, e
a' diz a escripura, o estado creado p r
Dus ? Porque n3ohaveraos de obedecer
a esta lei do Creador ? A familia tem sen
chafe natural, o homem, a mulber, os filtros
qua, segn lo o substitutivo, at aos 15
annos devera ser preferidos para acompi-
nbarem seas pas, qae s3o seu3 protectores
e defensores natos.
Estas familias qae assim sahirara Hvre,s
da clas-e escrava, vir3o em condigoes de
permanencia, de moralida le, de ordem, de
trablho, para a sociedade livre; a familia
, na pbrase cloquete e animada do oobre
deputado pilo municipio neutro (o Sr. Dr.
Ferreira .Yianoa), em ama das soas msis
bri'bantes accosaQ5es no jury desta corle
o rocllo vivo da sociedade.
O Sn. Andrade Figeira : Apoiado.
O Sr. Perdigo Malheiro : E' ella
quem salva a sociedade em todas as maiores
crises; desde qae se maotem o respeito
familia, a sociedade est livre de pango.
(Apoiados)
Depois da familia, vem logoiescravo, ho-
mem eu mulher, qoe se faca digno por auas
habitacoes, por seo trabalhor por seus
principios da moralidade, condicSas de boa
e proveitosa libertacSo.
Segu-se logo depois aioda a mulher es-
crava, seg udo as idades de sua maior e
provavel econdidade.
Por este systema tende se evideotemeDle
como disse a principio, ao mesmo fim da
proposta, a lipertacSo do ventre, a liberU?3o
dos-nascluro3 ; mas por modo mais na-
tural, mais justo, mais conveniente mesmo
em bem das proprias cranlas, -infelizes
craelmeote 3eguodo a proposta do governo.
Ainda nesse substitutivo, comtemplad<
por tal forma a geracSo fatora, se lbe abre
urna prefereucia em o o. 6 do art. V alm
de oatras em varios artigos saoseqdentes.
O s bstuUo providencia t iiibem sobre isigMjmbora coalr*
-a jonta, a qocm deer ser iacaiibid a exe rrtw.
cl(3o do re gate.
Sobre o pno deste igualmeote ah se
providencia, domjio o mais Jwito, eqalti-
tivo e seguro, qaanto propridade, qoan-
io liberdade, e qnant < a c. nsi!Jerac5es de
ordera al constitucional.
Ni proposta do governo nada disto se
faz *
Qi.tUo ao fund de emaocipar5o, tam-
her no substitutiva elle convenientemente
constituido, e j bastante rubost), e qae
ple ser elevado, ara se obterem resolta-
Mos milito sat sfactorios; u i emtan'.o que *
'jr'po.ta d) guveno onsigna apenas um
fun lo em extramo ridiou o, da pjuco mais
de 1,000:000^000.
Temse fallado, senhores, e foi cr oobre
ministro 'ie agriculluca quera .o disse, qur
grava a lavoura a laxa de 2 pelo substita-
tivb imputa aos escravos qua actualmente
nao esiSo sujeiDs a ella ; as laxas acluaes
s3o m, 83, J. 4tf ; impondo sobra a la-
voon apenas M por cada escravo, qao se
guarda justa e razoavel proporc3o ? (Apoia-
dos.)
Vozes : Etles aceitam.
O Su. Perdigo Malheiro: --Elies acnla
vara at um imposto n vo ad valorem ;
p,rqio nlo h3o da aceihr um impolo j
:orbcid", como esaa taxa iS) mdica?
Qiial o fazauddiro di provincia v. g. do Rio
de Jeiro que, ten !o 200 escravis. se re-
cusar a pagar 4005 anatns ? E o, que
liver 500 escravos, 1:000)9 annualmeot ?
Tanio mais quaoto o importo para fundo
de libertado, e aera progressivo f
Outra veiba importante a dos i % so-
bre os gneros de exportaran, addicioaado
pala t'i de 1867, chamado imposto de guer-
ra, para auxiliar as despezas da guerra cod-
tra o Paraguay. Sa tem de continuara
pezar sobre a lavouri. como eslou bem
.-.onvencido, ento melhor qua venha e
("roar o fundo de emanciparlo ; aproveila
a urna outra tampanba, qual realmente a
em que estamos agora empenhados ; .mas
Campanha paciBca e ciw .adora, n3o bel
hco'sa e exlarminadora, como foi aquella.
Ser mais gloriosa campadhi. Nem os la
vradoras se recusaro a pagar tal im.osto
pira tal ol
O fondo, se fosse cons itaido como est
no sobstitntiv, dara talvez para cima de
I0,000:000i>, e esta quanlia seria j bastan
te respeitavel para se comedir n > 1* aono
este sy.-teraa de resgate ; as circamstancias
iriam acon-.elhindo o miis qoe sa devesse
fazer; a proporc3o que os escravos se fos
sera reduzindo, ir-se-ha libertando maior
uraero, enabora o fundo se conservarse o
raesni). E soo do opini.So que, anda
quando fosse necessario eleva-'.o, al com
algara sacrificio, o deveriamos fazer ; a"
questo p cuniaria n3o nos deveria aterrar,
nemobstar'a qae abreviassemos dest'arle o
termo final da eman.ip g3o. Acaso merece
mafs a goerra, com a qual fizemos nm sa-
crifki ?(alm de homens, etc.) 100,000:000/?
maij ou menos, aanualmente ? N3opoJe
riamos fazer em bem da libertado, aonual
mente sarificios, alias moito inferiores a
lio elevada sorama ?
N) ar'.'4 do substitutivo consagra-seo
.liriio ao resgate as alienares necessaras
ou forgadas. E' jaslo o prjacipio ; e fo
app'icado conveoieotemente. N3o sa pre-
judica a pessoa algoma. Desde que tem
de ser vendido, melhor qae se pos-a li-
bertar, dando o proprio escravo ou alguem
por elle* o ea valor.
Nesse mesmo art'go, dea le logo se pro-
videncia melhorando a lei de 15 de s.etem
bro de 1869, em disposig5es qae apratica
tem revelado d.feitoosas e prejudicial.
No art. 5o fixam-se alguns casos de al-
forria legal, que de algom modo esiab j
nos nossos ostumes, mss n3o em lei nossa ;
favores a liberdade ; sao casos de libertado
mas com indemnsac3o.
O que novo o art. 6o porque n3o te-
mos era nosso3 costumes, e menos em
nosso direilo, disposi?3o alguma que ga-
rant ao conjoge livro libertar o con}age
escravo, era o filbo libertar sua mi nata-
ral ou legitima, oa o pd legitimo, etc. Ist
novo ; sao aovas vlvulas que por este
projecto se abrem, a bora das alforrias,
portanto a bera da libeitago. E' o pansa-
raonto dominante em roda esta propos a, a
constituico da familia livre na class) ser-
vil.
Nem se diga que sao Iluso as eslas e
rama disposiges antecedentes.
A proporg > dos sexos ni classe servil e
quasi igual, como se \ da estatistica offi
cial que acompanha o relatorio do minis
terio do imperio de 1870, a saber: 875,000
homen3 e 734,000 mulhares ; na corte ve-1
rificou-se pelo recanseamento desse anno
serem 25,000 horneas e 24,000 mulaeres.
Ainda m-.is, daqaelle mesma estatistica,
embora imparfeita, v-se que havia pe'o
manos 40,000 casados, e 9.CO0 viuvos.
O systerai do substitutivo tem em vista
promover os casamentos, a constituico da
familia.
No art. 7o se concedem novos favores
iiberdade e se resorvem diversas queslSes
urai do di-
questio da
iberia.
em vista do
m escravo.
segundo opinires
a qnesiSo fai*
e direito ainda pendentes. Os %% 1, 2o e
3o s3o favoraveis gerag3o futura, como o
4 al especialmeole o art. 2 do substituti-
vo, e o convence a-simples leitura; sendo,
portanlo, grave injastica dizer-se qae elle
ao contempla tal gerago.
,0 citado I" resolve implicitamante orna
gr'avissima qua&to qae temos oo foro e qae
foi snbmettida assembla legislativa, para
interpretar aalhenlicamente a lei; como
consta de um dos relatorios do ministerio
da justica; qual se os filhos das escravas
doadas, a scidos depois da morle do doa-
dor, de vem oa n3o ser trazidos collagSo ?
Com a soluglo ahi dada respeita-se a pro-
pridade ao mesmo lempo qae se facilita a
libertago dosoascituros, sem prejuizo de
alguem, por se entender qae o sao i casta
de todos, como succede sa fallecer antes do
doador o escravo, caso em que n3o vem
collagSo o valor, por se entender que tem
fallecido por conta de todos.
O 2o importa nnovacSo a bem das al-
forrias. O usufructuario n3o tem direilo
de libeitar os escravos nem os filhos da es-
crava. Tal a theoria geni. Mas j o
direito romano permittia, a bem da Lberda-
de, que se rompesse esta regra. Em alguns
casos o usufrocluario pode libertar. Isto
dedoz-se da novella 108 de Jastlniaao. E,
em geral, nos casos em qae n3o ha propria-
mente o usufructo, mas sim ha direilo de
alienar, o que conslitae o que se chama em
direito usufructo improprio ; havido entSo
por propietario, o usufructuario pode Ii-
beitar. E assim em outro3 caso. No
substitutivo amplia-se, apenas em bem da
liberdade dos naacitnros, semelbante dispo-
JO 8 38 do artigo
digo dos1 filhos da
di.eito romano,
qae se conbece ate boje,
No nosso direlio actual,
decisOaa dos trtbnnaes,
giosa. Uns segoem o direito romano; oa-
tros resol vendo por outros principios,, a
apoiandose at no cdigo da Luiaiania,
eotndem qua n5o al<> propriamente escra-
vos. e s acompanham i coQ'ligio de su-.
miis; esto cdigo at dispSa qua taes filhos
podem adquirir bss dorante esse estado,
os quaes s3o entregues a umcarador qae
os administra para entregar-[Vos quando
fr lempo.
.Oa sorte qos pelo coligo da Luizia#a,
qae aem por isso o mais favo'ravel, se re-
solve que estes filhos nao s3 > propriamente
escravos, mas sim livr. Moita mais,. se-
gundo o nosso direlis iis benigno do
qoe o dos Estados Unidos; e mesmo nio
coanego legislago de parle alguma do mun-
do (h )nra seja feita hh pohtoguezes qae nos
Cwederam) qne seja mais favoravel k li
idade do que a legislarlo do Brasil; de-
ve-se resolver que estes filhos to livres.
Mas, emfim, como questSo pendente, me-
lhor que a lei o diga; lano mais quanto
em beneficio "da garacfo fulura, e nio pre-
jjdica a pessoa alguraa.
Eu li em um artigo do Jornal, a que nem
devra repoader, que o que se diz neste
| 4, n3o deflnigin ajtaUt lber,
Sanbores, esta disposig5o iteopiadaexac-
lamenta da definigio dada pelo jorisconsul-
10 Paulo em um fragmento que. se le" no
D':gesto, onde se define tiatuMber. Da
esse jurisconsulto (le).
t Statu liber est qui sta tu tam el desli-
natam in tempus vel conditioneri^hbertalem
habet. (L. A" Dig. de statu liberj.'*
E' ^a/taraenle o que aqui est definido,
si' aquella qoe tem a sua barda le de-
terminada para certa' poca ou dependente
de alguma -coodigSo
Mas a condigSo de que se trata n3o p
qne volsrarmeot* se entenda por tal a qoe
em direito sa diz moio; e sim, o evento
ineerto e futuro de que depenfe a obriga-
c9<, ou que a resolve; adjtcta alforria s
pode ser a condico suspensiva, que apenas
ada oo dilata o pleno,exercicio da liber-
dade.
O prazo a poca" qoe se marca para
cumprime*nto de orna obrigaejia.
Eis os doas el meatos qae. adjectos l-
beitagio, sngnlar oa cOBJuoclamente, coas-
tituem n statu liber
O 5" do mesmo art. 7 4o substitutivo
amplia a disposigJo do art. 2 datlei de 15
de setembro de 1889 em bemjwifltegri-
da le da familia servil. E' anda fundado
no pensamento dominante em todo este
projectoconstruir a familia servil, e faci-
litando a sua I bertagio, ictrolnzi la como
livre na sociedade.
O 7 consagra favores no processo a
bera da liberdade. Pelo que ahi se disp5*,
durante elle ninguem fax despezas judiciaes,
castas, visto qae s afinal teem de ser pa-
gas, coma nos procesaos crimioaes, etc.
Afina porm, s as pagar o qae deca-
hir, excepto aquelle que defende a liber-
dade. '
Se fr o escravo qae decahir, nada paga;
se fr o senhor, pagar ludo. E isto p -
der obstar a certo genero de espeeula(3o
que se tem introduzido ba algom tempo ca-
tre nos; que consiste em faxsr dapoSW
escravos* a pretexto de tratar de sna libfer-
d. de, alogalos para receber os alogoeis, e
depois deixap eternamente paradas as de-
mandas ; o qae com a proposta do governo
su ha d dar em moito maior escala. -
Oatras disposicoes do sabstilulivo nem
precisara explicac3o.
Qoanto ao art. 8o, que tambem orna
sobstiluigSo do Io e,2 do art. 6o da pro-
posta do governo, no mea discorso de 9 de
agosto, e mesmo hoja termo dado a razSo
de saa disposig3o ; prefiro daquella pro-
posta.
Por elle autorisa-se o governo a Jlibei-tar
gradualmente os escravos da nagSo, revo-
gada a lei qne permittia vend los; n3o
quero que elles sejam v ndidos, e sim qae
sejam libertados gratuitamente.
J no aono passado aqui apresentei um
projecto, que a Ilustrada commisso fez me
a honra de aceitar quasi tpsis verbis. Por-
que raz3o o governo a3o havia de tomar
este expediente mais prudente, em vez de
os declarar j de cbofre e ato massa liber-
tados ? NSoseria mais prudente e conve-
niente ? Sempre a injustiga' relativa," desde
que aos o otros se n3o faz o mesmo S;m
pre a doutnna do absoluto i
as minbas emendas nio ha nenhuma
doatrina absoluta, todos os principios est3o
cautelosamente applicados.
Na proposta do governo ainda ba um erro
de direito, quando se dispe que serio li
bertados os escravos em usufructo cora.
D'onde consta, o consenlimento da cora,
usufructuaria, para qae tal se determine ?
Sbese que quando a propridade es ra-
va est dividida em na-propriedade e osu -
fructo (no caso, o n-propriotario a na gao,
e o usufructuario a cora), .era o accordo
dos doas o escravo oao plenamente li-
berto ; tal a regra de direito.
Portanlo, a mioha emenda mais caute -
losa, porque diz : estas disposicoes saO ex-
tensivas, no qoe forem applicaveis, aos es*
cravos dados em usufructo i cora..
O Sr. Andrade Figeira :V. Exc. sal-
va o direito da cora.
O Sr. Perdigo Malheiro :Salvo os di-.
reitos da cora ;'se a cora quizar, pode
convlr em ceder o usufructo, e eniio o es-
cravo ser plenamente livre.
Se o usufructuario un'camente liberta,
nem por isso o escravo Oca livre; se o n
proprietario liberta, conserva o seu direito
o usufructan o. J dzia o direito romano
na lei l1, God. comraon. de manumisa., sem
qoe todava se pudesse pretender cpntradi-
g3o, como expressamente declara esta lei.
O mencionado art. 8 oo % coico Jispa
qae serio livres desde logo os escravos que
por qoalqaer ltalo virem fazenda. Isto
pode acontecer por adjudicarlo, Itc.; entio
a fazenda recebe em pagamento* forgado o
escravo, e nio havendo qoem o arremate,
declan-o logo livre ; e o davedor por sna
parte tem pago como pode. E' ama liber-
tagio parcial, e portanto sem inconven'ente
sem perigo.
Se en alo viste perigos em maoamittir
todos de um s jacto, amanbia mesmo eu
qaereria qae fossem libertps lodos os escra-
vos; mas vejo mullos perigos, aobretudo
no estado incandescente em que se acha a
qaestSo, e achando-nos.'como nos^achamos

sobra um verdadeiro vulco. (Apoiados da
ria).
O art. 9a consagra urna- providencia que
entendo da gran le ntiliiade, e mesmo ca-
cessidad. M u. o governo nem isto acita ;
nao quor a obrigagao de dar conias do pro-
gresso que fr tendo a emancipado entre
a t capricho inqualiflcavel.
Mas anda tenho algumas observagoea a
fazer.
Yoj ago;a tratar da urna -questo de al-
garisraos, rida, apresen lando o resultado
dicalcqlos que t'iiho feito. o resudado
A mesma
Escravos
tes 215,000,
. 8000000...
verba...... 131,280:000*000
eotio existen-
172 000:000(>000
3O3,28O^OO0)JO0O
Sendo 2,000,000 :
A mesma verba........ 131,2^0:000^000
Escravos entio existen-
te 3->6 000, a'.------
8000000............ 260,800:0000000
comparado da proposta do*govorno e das
emendas ou projecio sub;t totivo suauto ao
progreaso daemsncipagio e quaoio aos onus
dos cofres pblicos.
O Sr Ouqck Estrada Teixeira :O ga
verno j nio faz caso dos clculos nialbeifla-
licos, para elle nio lia algarismus, s o
ventre livre, naMa mais; at desmoralisou
proprio recensearaant", que coasignouQO
projecto.
O Sn. Ansrade Figeira:E os bancos
da maioria esto dsenos I
O Sr. Perdigad Malheiro :E' f-cto ave-
riguad^ consta de diversos trabaibos e an-
da da importante parecer da ilustrada cora
raissi espacial Jo anno passado, que na
classe fi-Crava a moralidade muito sope
rior aos nascimentos; coasta miis que as
Iibertag5:s "quasi igualam os nascimentos ;
eu mesmo j o demonstrei em os meus
discuwcs de 12 de jumo e 9 da agodo
Est provad>qiio a so ama dos bitos eal-
foirias comparada com os msoimenlos J
um qoociente de quasi 5 % enQ favor da
extinceiio da escravidio por esses meios; e
isto, tomado pan ba e do esludo o prazo
ou lapso dos dous quinquennius ltimos.
Se. pois. elevarmos o numeio das alfor-
rias, elevaremos aqualle qoociente, e abre-
viaremos a ex'incgSo da escravido. Eis o
proceso do suhsiiiuiivo, para que est'arte,
pelo resgate successivo, possamos o mais
brevemente possivel chegar ao resgate si-
multaneo, libertaco geral.
Suppondo, portanto, "que aquelle quo-
c nte (segundo o substitutivo), seja apenas
da 5 7 teriLO medio annoalmente, nq pe-
riodo de 30 annos teremoi o seguate re-
saltado ?
Sendo 1.500,000 escravos, teramos no
Sm de 10 annos 893,105, no de 15 annos
694,937, no de 20 annos 537,729,' no de
25 anuos 416,085, no de 30 annos 32i,95S.
Sendo 2,000,000 escravos, teremos.no
fina de 10 annos 1,197,474, no de 15 annos
926,582, no de 20 annos 716,972, no de
25 annos 454,780,- no de 30 annos
429,^78.
Mas o robusto fundo de emancipagSo con-
signado no art. ;r do substitutivo, concorre
desde j para elevar cima de 5 % aquelle
quociente-, cora a reduegio successiva an-
nual da escravatura, e com algum reforgo
que se possa dar (moilo possivel e fcil),
esse quociente pode elevarse, termo medio
392,080:0000000
Mas devo ainda observar que muito me
cores s:riam os encirgos do ibesouro com
a libacta'gio a principio sucoessio do subs-
titutivo, o afiaol simultanea, se a pidesse-
mos fazer, por exeraplo, no 20 anno de-
pois da lei. Nista data, segundo,oa cal-
culos j por mim exhibidos apenas existi-
ras os segainter: na 1* bypothese (5 /*
de quociente), on 537,729 oa 716,972 ; na
2* bypothese (7,5 % do'qnocionte), oa .
}5S,i8t) ou 477,982, conforme fosse orga-
da' a populagio servil actual em 1.500,0-0
ou em 2.000.0CO.
Pala proposta do governo, qua u3o ad-
mitte aquelle robusto fundo de emancipado
a apenas conta com o nascimento livre ou
vemre livre. vejara o resultado :
Sendo IJgOO.UOO escravos teremos :
Jaros pagW(art Io) em
porque o governo pre-
nio queirantos
138,414:3000000
23,280:0000000
22 annos (308=
8)..............
Taxi dos escravos e im-
posto de transan ssao
(art. 3o;...........
Escravos eniio existen-
tes, 221,000 (pelme-
nos) a 8000 ttrmo
medio............ 176,800:0000000
Servigo de 188,000 ser- -
vos (pelo menos) a
4000 termo medio.. 75,200:0000000
Somma... 413.694:3000000
goidio e pelo
ende4 nio
apar os oossoa escravos, e sim porque, sen-
do el.es; por ora, quaai oa aicos inatra-
montos do irabilbo, labre todo agrcola,
nao temos oo paiz os teessarioa substitu-
tos, nem masmo t fon ellas coocorrem
para o Brasil; e, ao ario, o evitaaa,
nio p r caosa da escra*idio, mas pela
propaganda adversa ao imperio e por ou-
tros motivos.
Nao desejo qae o governo se arvore rta
introductor de trabalbadores nem mesmo
de colonos; mas qoe auxilie em boa f a
quem os quizer introdozir. .
Eu digo em boa f, parase n5o reproda-
zir o facto passado com o Sr. Bofitacao de
Almeida, de S. Paalo, contra o^joal eato
senhor se qneixoa tio amargamente, e com
tola a razio; pequeos favores pecunia-
rios, llis garantidos, foram lbe qoasi urrs-
tificados ro passo que para se pagar 6004
por cada om asitico, oa coolie, paraca nio
ter 11 svido opposifiot
Nio este -o systema qae desejo para o
nosso paiz; de vemos querer colonos mo-
rigerad >8; sobretodo qne tenbam lami-
da, porqje entendo qae f familia ora
.rincipio de ordem, Je economa, de mo-
ralidade. Seria preciso remover oa obst-
culos que se Iha op(5a no paiz e fra
dede.
5a garan ir a familia.
J n3o fallo da liberdade ampia de cal-
los, porque sou adrerso a este pesament *.
E .tendo qae a nossalegisiagie moito boa.
e garaale elfiazmeote a liberdade de con -
scienca ; traiarmos de asssumpto sobre re-
ligiao agora, seria al om mal ; mas ato
nada tem com tratar se de garantir a fami-
lia qoe n. sej exclusivamente do culto
cailiolico.
fcv
\

I ^L
Sendo 2,00,000 de escravos :
Juros pagos nos 22 an-
nos .............. 184.552:4000000
Taxa de escravos e im-
posto de traosmss5o. 23,280:0000000
Escravos ento existen-
tes, "295.000 (pelo
menos) a 8000.....236,000:0000000
Servigo de 250,000 ser-
vos (pelo menos) a ,
4004 termo medio.. 100,000:0000000
543,832:4000000
annual em 30 annos, a 7,5 '0. E aasim
terems o sesultado segrate :
Sendo 1,500,000 escravos,seriara estes:
no fia de 10 annos 595,404, no de 15 an-
nos 488,292, no de 20 anno3 358,486, oo
de 25 annos 277,399, no de 30 annos
214,639.
Sendo 2,000,000 escravos, seriara : no
fim de 10 annos 798,316, no He. 15 annos
617,722, no de 20 anno3 477,982, no de
25 annos 302,1874 no de 3fl, annos
326,186.
No emtanto que pela proposta do gover
no, ainda com a sua apregoada vantagem
da libertago geral da geraco futura desde
j, teremos : ^-\
Sendo 1,500,000 escaros, fo fim de 30
anuos, o seguinte: 21,715 acravos, mais
188,105 servos (quasi escravos), que som-
ma 409.820.
S;ndo 2,000,000 escravos, no hmlle 80
annos, haver 295,620* escravos, mais
250,807 servo?, que perfar o total de
546,427.
Era qualquer das hypotheses processo
do substitutivo maaifestamente soperjor
ao da proposta do governo no intuito da
libertagSo geral no menor prazo possivel, e
evita absolutamente essa nova classe de
servos, escravos de facto.
O Sr G. Ottoai fez um calculo qua re-
puto menos avoravel ,s miabas emendas,
ou substituilivo ; mas que apezar disto, d
o seguinte resultado, que consta dj seu en-
cllente artigo publicado no Diario do Rio
de 23 de agoslo com nte, quen3o leio por
que a hora est moito adiantada.
Eis o calculo :
No fim de 30 annos, pelo substitutivo
havoria 378,375 escravos, qaando pola pro-
posta do governo haveria 221,715 escravos
e mais 188,105 outros (de-fado) no total
de4O9,80.
Taes seriam os resultados comparados da
proposta e do substitutivo, qaanto extinc-
gao definitiva e real- da escravido.
Passo agora a exhibir o resultado do es-
tado comparado, quanto aos encargos do
ihesouro, al o 30 anno depois da lei, se
nessa data se tralar da emancipagSo geral
dos qae ent3o existirem, prescindido no
entanto daquellas outras despezas a que j
me refer neste man discurso.
Segundo ro substitutivo.
Verbas cerUs remiradas do orgameat ac-
tual:
Taxa de escravos annoal-
mente) ............
Imposto de traosmiss3o
de escravos dem...
2 % addicionaes da lei de
. 1867.............
escravos, teamos:
. 131,2SO:OOO0OOO
Em 30 annos, seriam
Assim qne:
Sendo 1,5000,000
A referida verba....
Escravos nessa poca
(clcalo *5 % re-
ferido) 322,000 (ar-
redondando *o nume-
ro) a 8000000, termo
; medio.........'. 257,600:0000000
Somma..... 388,880:0000000
Sendo 2,000,000 escravos, teriamoa :
A mesraa verba...... 131,280.0000000
Bscravo nessa poca x
(segando o mesmo
clcalo), em 430,000
(arredondando), a...
8000000........* 344,000:0000000
O Sr. Souza Reis :-V. Exc. estabeleceu
todas as condiges do projecto mais con
veniente. (Apoiados da minora.)
O Sr. Perdigo Malheiro :Estou con-
vencido disso; sei, porm, qae s3o p^lavras
perdidas, vox clamarais in diserto; mas
fican consignadas, e a sea lempo se Ibes
(ar justica.
O Sn. Diogo de Vasconcellos :O paiz
ha de fazef-lbe completa jai tica. (Apoiados
da minora.) Com este discuso V. Exc.
est fazendo um relevante servigo. (Apoia-
dos da minora.)
O Sr. Perdigo Malheiro :Por isso eu
disse que venho aqu discutir, nao venho
divagar, nem poetisar; nunca fui poeta,
nunca fiz um verso; aprecio muito a poe-
sa, e mesmo em prosa ha muito boa poe-
sa ; Chateaubriand muito bom poeta ; e
assim ontros.
Mas nestas questes n3o admiti poe-
sas ...
Uma Voz:Nem a belleza do. systjna I
O Sr. Perdigo Malheiro :------. oem a
belleza do systeofa ; para mim a belleza,
ou antes, bondade? do systema, est no que
produzir meuos inconvenientes; nio fago
questSo de minbas opnides, ellas aiii esl3o
todas; quero a emncipag3o o mais breve
possivel, mas pelo modo menos prejudicial..
(Apoiados da minora)
J tive occasio de dizer em gera, se-
gundo a proposta, quaes eram os- onus do
thesooro; agora temos aqu a coiuparagio
i om os que o substitutivo importara para
a hbertago geral.
telo systema deste v-se que os onos ou
encargos dos cofres pblicos sao moilo
menos pesados do que pelo systema da
proposta do governo ; e qoe os desta s3o
aggr.ivados aioda por aquellas verbas in-
certas e indefinidas de que a principio fiz
mengSo.
Agora, pergunto eu, nestas condiges nao
po leriamen provavelmente daqui a 20 annos
decretar, sem inconveniente algum, a
emancipagSo geral de todos os escravos ?
Pareoe-ra.qne a isto o simples bom censo
responde allirmativamente.
A solagSo da proposta do governo, ao
contrario, gom esse complexo de medidas
absolutas, tende infahvelmente a desorgani-
sar tu lo, a precipitar com os mais. graves
e perigosos inconvenientes a solog3o, anar-
chisar o paiz, e leval-o ao'abysmo, a pre-
texto de emancipagSo dos escravr s, em gra-
vissimo damno dos proprios escravos ac-
tuaes, e da infa-'iz gerago futura, que ser
de facto escrava I -
Eis, senhores, qaanto propusta, e quan-
to ao substitutivo.
Mas parece-me que a questao t3o com-
plexa, tio difflcil, t3o aprtinte e grave
em si e as soas conseqbecias, que tos de-
veriamos limitar a esta nica reforma.
3,600:0000000 [-Quero fallar do medidas, preparatorias, au-
xiliares e parallelas.
Deveriamos em mioha opioiio, ter j tra.
lado de algomas como preparatorias desta;
e ainda agora entendo qne as devemos pro-
mover, bom como oatras, que julgo at in-
diapensaveis. Taes sio as qae se referem:
Ia. seguraoga publica e individual.
2a, melborar a administragab da jus-
tica.
3a, derramar a instrucglo e a educago
moral e religiosa, afim de Ilustrar o povp,
darlhe consciencia de si e dos seas direi-
108, levauta-lo, reformar os costumes, des-
envolver a civilisago, elementos moraes da
maior importancia e efflcacia para certas
reformas, e sobretudo para uma reforma
da ordem da que ora nos aecupa toda a al-
tengio ; concorrariam taes almenlos pode-
rosa e proficuamente para grandes resolta-
dos sem abalo.
'So a Santa S nio quizer conceder as
disp?rrsas. de modo satisfactoria, para os
casamentos mixtos, esgotado este meio, en-
tendo que nio estamos inhibidos de tomar
por'ns a resologjSo que eotendVrmos sobie
to grev;, importante e urgente materia.
6a, promover a facilidade de comajmiica-
ges, melborando a viagio publica, estra-
das, nsvegagio, os crrelos, o serviga tele-
graphico etc.
7a, remover os embiragos, mesmo .legis-
lativos e policaes, creados na Europa ira-
migragio para o Brasil, como seja na Prus-
sia e Allemanba, e al Portugal, ate.
8a propagar o emprego de machinas qo
servigo da lavoura, meio de supprir em
certas condiges maior numero da bracos;
e a introdurgio dos melhoramentos em tal
servigo.
9o, eonseguiniemente cuidar na instroc-
gio especial desse importantissimo ramo da
industria.
10, alliviar a lavoura de certos impostes,
ou peto mecos reduzir alguns, como seja
sobre o algodi >, qua se acha em verdadei-
ra crise.
if
/
I
626:000^1000
150:0000000
4,376:0000000
131,280:0000000
475,280.0000000
Se, porm, o qaocieote a favor da ex-
tinegio fr 7, 5 / reduzidos muito mais
m escravos, teramos, sendo 1,800,000 o
aetoaer.
4a auxiliar efJQcazmeute a introduegio de
bracos livre; nio desses coolies oo azia-
ticoa com que se. quer felicitar-oos a trocj
de 6000 por cada om, mas de gente mor-
lisada, qae traga para o paiz ao menos o
valor de sua industria.
Se n3o nos acharos hoje habilitados para
decretar a emaacipjgio, com aquella soffre-
11, promover a creagSo de bancos ru-
raes oo agrcolas, para virem em auxilio
da lavoura e desenvolver o crdito, agrcola
ora lio profundamente abalado.
12, providenciar de modo mais favoravel
sobre a insolvabilidade dos devedores agr-
colas. Se os devedores commerciaotes e
indostriaes gozara de favores em certas con-
diges, por que oio se hJo de elles ampliar,
embora cautelosamente, de modo especial,
aos lavradores? Nio acho qae hoovesw
Disto inconveniencia; pelo contrario, lerla
suas vantagens.
13, rever j n3o digo tanto a legislgio
sobre locagio de servigos, como principal-
mente sobre parcerias: esta materia foi pro-
Qcusntemeote disentida pelo Sr. Carvalho de
Moraes, no seu excellente relatorio aobre as
colonias da provincia de S. Paul, publica-
do em 1870.
14, provocar, o mesmo regular melhor
na legislgio (deficiente neste ponto, apezar
da lei de 22 de agosto de 1860), as socie-
dades anonymas civis, de que j faliei no
meo discurso de 9 deste mez, no intuito
especial de explorarem a lavoura, como ex-
ploran) o commercio e a industria, as com-
panbias ou sociedades anonymas; um sys-
tema j ensaiado verbi grati as Autilnas
francezas, e que sarYar, mantera e talvez
mesmo possa desenvolver a grande propri-
dade agrcola, sobretudo hoje qae, pela
emancipgo dos escravos, teri esta neces-
sanamente de ser tran formada.
15, rever I lei de 22 de agosto de 1860,
afim de que o espirito de associago, alli-
viado de tantos entraves, emancipado por
sua vez, possa conveniente e proficuamen-
te desenvolver-se.
14, facilitar na classe escrava a iustruegio
ao menos primaria e a educago moral e
religiosa. Esta classe vai ser libertada;
intuitivamente indispensavel dar-lbe essa
iostruego, que at-pela constituigio gra-
tuita e garantida a todos. Haveria para
isto um meio muito simples; seria mandar
o governo na corte e os presidentes as
provincias admitlir as escolas primarias,
em horas diffarantes das que sio destina-
das s pessoas livres, as criaogas escravas
qu os senhorss qaizessem que aprendes-
sem a ler, escrever e a receber a edacago
que ahi se d, comtanto que se a presen tas-
sera com decencia. Seria om meio de pre
pralos, desde que tem de ser livres, para
serem bons cidadios.
Por ultimo, o governo tem ama bolsa
qoe pode abrir largamente, e com qnal
pode oblar muito bous resultados nesta
questio ; o cofre das mercs honorficas;
affrooxe s cordeis do cofre- das gragas, e
ver qae pode conseguir grandes vantagens.
E' esta a noeda mais aobre. e precioaa das
mooarchi.
Senhores, sntoma fatigado; tenho aba-
sado por demais da bondade dos meas col-
legas t> ai tos alo apoiado), mas permitais-
me anda uma peqnena divgag3o para ter-
minar.
Diz a Sagrada Escriptura que Deas pro-
pondo-se crear o mundo, comeeou pelo ver-
bo creador fiat lux; et, aeeresceota a escrip-
tura, lux faca est. K verdade de Uto enr-
gica e expreasiva conciso da escriptura est
hoje demonstrada pela phyaioa iaoaerM-
Sabe-se perfeitamente qoe o moviesen
luz na sua iransrniaslO o mais rap*
assombroao que se conhece (P0"^5. *
luz percorre o espago de 75 oo 77,uw
guas em um segundo I
-
(Continuar- tt-ka.
t?. DO IAKIO-^RUA DO UlKjUB DB CaSM


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