Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12492


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Full Text

V
MNO ILtflI. NUMERO 216
?A3A A CAPITAL E LfiAMS OIPE W SE Mk POETE.
JP-or t trujes adfrntsubs
f:!,f $ei3 ditos iiBCt .
tora a^ao jJoid.. ., .
Cada mnmero avnlso ,
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y
090
124000
24*000
J20
V
SEXTA 4 |T22 O SETEIHBRO 0 1871.
PAJA DIBTHO E fORA DA PROTOCI.
firXfv Por tres mezes adiantados
Pnr aaiu ditria i/lnn
"
Por seis ditos dem.....
Por oove ditos dem .
Por 'q tnoo dem .

ISISOO
Oflio
171000
i
J
JIARIO DE PE
r? Propriedade de Manoel Figneri
Propriedade de Manoel Fignera de Fara & Filhos.
-

*
AO ASIITII:
Oa Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos. no Para ;Jonjalves d Pinto, no Maranhio ; Joaqnim Jos* de Otveira Filho, no Cear ; An*nio de Lemot Braga, no Aracatf ; Joio Mara Julio Chavea, no Asta ; Antonio Marques da Suva, no Natal; Jos
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ;FeIippe Estrella A C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa -itonha; Belarmino doi Santos Baldo, em Santo Antio; -Domingos Jos da Costa Braga,
em Nauret : Antonio Fenwa de Agoiar. em Goyanna; Francino Tavares da CosU, em Alagoas ; Dr. Jos Martias Alves, na Baha ; e Lete, Serqainho d C. no Rio de Janeiro.
i ._____________________________________________________________________________________________________________________________________________^^_^_
PARTE OmCIAL
#

..
Itcpartico da policial
t.' teeiji) Secrdhna da po;ich d; PeraafflM
P. 1198-III n e Eira. Sr. Liva lo eoafc*.
lento de V. Exc que, s"pnn*lo 000*51 das pin
(ipac* rccbtdas r.njf nesta reprtelo, f,.ram
ionwm reeiihilj i casa de detoneSo'bnaeg'jioie"
rodividuos :
A.4 minfia ord-m, Jos Gom?s Pereira e M gael
Hsnmi do Barros, para reernta*, e Loil Pereira
le Matos para ser recolhido ao hosplmo de alie
nados.
A* ordem do *ubdlegado de S. lose, Amaro
l'erreira da Csla, per d'-ordem ; MnoelFr -eo da S Iva e Angelo Amarai de Pronas, por
rima de Tono
Oeus guarde a V. Exc. Mni. Eira Sr. Dr.
Manvl di Ntscunstiii Machi h Pori*fm, vie--
prey'lente da provincia.*-!) rhe'.> de p.hcia, Her-
mogeoes Scrates Tavnreede Vasconeells.
______________^___________ ______aflea
EXTERIOR.
*.
e duas horas para soltar os presos. Olbe bem pa
ra mil) a lente nnoha e veja qae ae engaa.
Alaslemunki : Ea disae a verdade.
(Ma.
ferr: Escoltia-h entre a miaba palavn e
FRANCA-
i'ROCSSSO DA INSUitHl'.li'V. DE PARIS PER ANTE
O TKHCEIRO CtMSEUlO DE fiCEHRA, sOB A
PRK8IBE.MCIA DO CORONEL MEBXl.N, COM
l'ttKIIICV'iKXDO DEZOI10 CCUSADuS.
Audiencia de 21 de agosto.
Abrise ao meio da, e fur.ua cb miadas e ou-
vdas a requenraeato dos reos vanas ie-lemu-
uhat.
Camas, engenheiro de pontos e ealcadas, di-
rector da exploracao Un gaz : vio Uiysse Taieot
r.-xereer c->m mnita lotelligeaia e tacto a presi-
d-nci da jiiata de hygieut no ooao districto, oa-
sis foi sabstitaido p iu iaMiz Cbaaday. Obt-ve
de P.reat que oao be _Ssorganisassem o bataihj
-da ecopreg^d ps do gu.
O defemor d* $i: r. Cimas aunea re
(uistuu petruleo ?
A testemunha : Nao senlior, porque boba
l ai vi i al tS de maio
O iefeuior d'Assi : Eaio foi am delegado
da muoteipalidade qae o requisita, para a compi-
ubia do gai.
A UmUmh* : Nao pode ser.
O presidente : E' iautu pretender qae ni)
iteesAUraiii cm petrleo.
O defensor d'Assi : Nao digo que nao, e nio
_ a num que perteace defender o roo Ferr. So
desejo provar que a commaoa d; certo nao leve o
p.'aaw antecipado de incendiar Pars.
Ea seguida explica loogameuie o qae diz re>-
iieo a ordem de Ferr : Faites lamber nances,
e nota qae este docuuual veio tarde e sem auto
da tul aprclien-a.).
O presidente : Nos recebemos todis os das
docameulos origiasas que diflereaies pessoas o
.iiinJ"- Aprescntaoj-se aos roa, ls quaes oa
os coate--am verladeiros ou os negam. _>sa ur
dea de Ferr (o eocontrada na algibeira de ai>
osurgente raorlo airaz da larri :ada da Ru
Royale.
O commistario promotor : Para nos ba?la a
i'ertido do pentj Ddlanse que recoohe^e a ledra
de Ferr.
O defensor d'As*i : O Sr. Delarae ja se en-
g.uou urna vez como perito. E' o uq'j da sua
olasse que oai merece t.
O presidente : Temos u;;i doenmeato novo
qu' nos eavioa o presidenta da so:iedaJ3 indus-
trial de Vieana.
O defensor d'Assi : Ja sao aumero-asos taes
duc amemos.
(presidente : E-le 6 di I'.i?al-Rigaalt.
O arfeos >r d'Assi: Eu Dio delgado este ho-
Mi;, ni-u .-mi ii_ ud rt')!' mu a communa.
O presidente : Tudo is< prova que urna p.r-
u- dos nieiubros da commnua quera d-.v.ruir Pa
r,-. Resta Siber se a uutra parte tiohi conheci-
ni ni > do plan i Abi e.-la e ponto.
Cnmut declara a pedido dj Iiarde que este
re^ restnuir.1 a cuniiaQliia do gaz 183 mil frau
. i qae loe man um batalb) da
Oil. F.iram entregues as proprias
aprelM_didas.
Pttimoyen, medico d j ./''iit-'
que no sabiiado o director da prisao Rnaat ii
dissera que a cjmmuua eslava perdida, que iam
incendiar prisi e tambeai a da R>q_;te, e que
o salrasse. Oeclarou Ibe que nao podia, mas qu-
solasse us presjs e >alvass iemuuba te ubrigava a delondo-: > ou a morrer
AMD elle. IV sp.m i u qi" j era tarde que os re
feos seriam fuzilados, que se queimana Pars, e
que por flm inam todos lanr.ar se nos bracos dis
prusai.iu? e -e na lonalisanam allemes. Coofi
como loraiu 1'uziU'los 03 refens, e como padecern)
sereoanieutc. .\c_bum falln. S o padre 1)
guerry, o pa rocho da Maglalena, abri a roupa no
*i!io do peuo, e exdamoa : Feri, seohores, feri.
y. nlo fazilaram mais porque estando auzeute o
director de la Roquelie Francois, o embregado
que o i>ubstiluia ao quiz entregar 3 presos que
(he eram pedidos oara sei stn fuzilados. Um jo-
ven cicial do estado maior,diziam qu; era o con-
de de deaumoot, deitouos bracos ao ptscocode
Fraac it, dizendo-lbe: Salvme, mas j logo as-
'..>.-malo. Tioba sido denunciado p^r una vivan-
leira.
Cotia, eagiiheii-o civil, preso : dejlara qne
estere preso na Uoqaetie por ler dado urna assig-
nalura de favor a um coronel, facto pelo qual foi
o^ndemoado i tres aun is de priso ; que vio Fer
r no cartorio central da Roquetle ao da _"t, a que
.-uva de soorecasaoa parda om gola de veludo.
Kslava tambem Rativier, o qual asisti s exe
cujes. Ferr soltoa-o, mas Ranvier disse-ihe
que nao sabisse .-em salvo conducto que Ibe deu
depois lora da priso. Dabi foi para Meanx onde
o prendern.
O presidente : Como eslevs aa pri-ao, diga o
que sabe.
A testemunha : A ordem para matar os re-
fens tin-a a assigoatora de Ranver, o qual no
__t concentrara eat si toda a autoridade.
Na soote de 24. seriam 8 horas, fui bascar a
aiinha tisana, e vi antio desfilar os refens. O ar-
ceb'spo dava o braco ao Sr. Bonjoan depoit te-
gaiam os padrea Decoadray e Allird, e aps estes
os oturoe. Toaaram pir um corredor qae di pa-
ra o eamiabo exterior, e all encontraram oe teot
alfoces que Ibas chamaran) baodilos e espiOes de
Ve roa illas. Ranver diana antio : < Acabem com
tsso. Pata-os para o caminbo exterior qae vai
ter ao jardim. E'tava tambem otro memoro
da eommuna chamado VaiMaBt, qaa nio awistio
_o fatameDio. Depois onvlram-se os Uros. Na
vdlta eneontrei o director da prisio, Francois que
etlara ttebado, segando Liaba por coetume. Per
ganion cont ar ameactdor, a pondo a mi no re-
solver, donde vinha e. Reapondi qae lioha ido
bascar a miaba tisana, como elle via Replicn :
< Muio bem. fenio deitava-Ibe os milos fra com
He rewjlvar. Narra alada algoma! eircam-
sUsrt-i as-tot importante!.
Ferr : Nenbnma testemQn'ia poda al ago-
ra d-T ooat aariadada qae me vio na Roqueua
no da Sfc en S6 de malo. S aau o retire.
O prndente : Nio sdaaira. O reo esia-a no
cartera o_da a lualet-a-lia o vio, e inda ot ou-
Bidard, alfaife: -OtMeve de Ferr urasalvo
conduelo e pergu itnn-ihe se iam iaesodiar o bou-
arddoPrioe Eafoe. Ferr reapondea qae
o Ihe eomp"tia este se'rvic >, e que se o fizesse,
faiiam ramio bem.
Carnet, caixelro : Alcaneon de. Ferr um
vo-comlucto e ouvo Ihe diz-r que era bom io
odiar o boulrvard du Prince Bugie para sus-
pender marcha das tropas de Vrr'aille*.
Lnmirat, cldado da guarda republicana.
Etove pieso desde 18 de marco at _7 de maio
em qae s* evadi. Etava na Roqaette qaando
vio chegir o p lolio que ia fnzlar os refens. Tra-
zia afrente um tumi tiro da comnjoaa. Depois pre-
senceou a passage>n das viclimas.
U n sida lo insult<>u o arcebispo, e o membro da
eommaoa obiervou-lbe qae ni) viera all para in-
a t ir, mas para cumprir o eo dever. ftepois
V'ltou se para o prelado e disse-lhe : seis do*
no-so- forara morios pelos d^ Versailles. E-taes
condmnados cono refens. Teodes aiguma cousa
a-allegar ? Entij o arcebispo responded : Nio
tenho nada a dizer. Morro pelo bem e pela liber-
dade. > O membro da eommuna anda accres-
ceotou : t 0 arcebispo eslava em correspondencia
-om Versailles, e o prela lo replicoa : a Eslava
empegando esforcos para auxiliar os doas par
udos.
Havia claridade para distin
O presidente :
gur as cessas ?
A testemunha
tocia antes das 8.
O presidente :
'' ni nmi i ?
A testemunha
Eram 7 horas, e ao anou
Iteparou bem no memoro da
diz que era bomem baixo,
Devia ter
guarJa naci
uotas di banco
; De tenas : 'u
i
Bu 6 la feti no da 37 Mire mio du
de caballo preto e barba da raesma cor.
de 25 26 annos.
O prtsidente depois de mandar levantar Fer-
r : Seria este ?
- A testemunha : Devia ser.
* O presidente : Havia doas meatbros da com
mua ?
A testemunha : diz qae ere am com a faxa
encanada e kepi da guarda nacional, e aceres
ceata qae os da eommuna eram como os da ban-
da da Vidocq. Mudavam da trajo a cada mo-
mento.
Marte, sub-chefe do ministerio da fazeoda :
refere como 1 arde tomou eonta do cofre do mi-
ai torio, e a resjetmcla qaa Iba oopuzeram ot em-
pre rados, como foi salvo o gran le livro da divida
publica e oatros papis importantes, tenJo am
delles o copiador de Jonrla qae logo foi remetti-
1o para Versailles. Demonstra como o logo foi
I aneado com petruleo.
O presidentes Eac Mitraran)-se tres barris
que tinhun servido a petrleo.
A testemunha : O corredores estavam anta
dos de petrleo, e as plataformas havia bombas
ioceodiarias. Os canes de agoa estavam cortados.
Jourde: Mantera todas as declaraedes qae
fez. e oegt que recebaste dinheiro le Londres.
Suspendea-se a audiencia por um qaarto de
hora.
Miaivt : conta que os pagamentos do banco
eram em bilhmes pequeos, e que de certo o ulti-
mo dinheiro nao servio para pagar guarda na-
cional porque nao havia quem o trocasse.
Jourde : Eu dis bo, e gastando 45 milboes, salvei milhares d'elles.
Lacaille, ch"fe de reparlico no ministerio
da fajen la : vio que o fogo vinha de cima para
baixo.
Luminet, empregado no tribunal: Foi prso
a 7 de bril Dor um piquete do batalho 106 e
com ordem assignada porJjurde.
Jourde : E' falso.
A testemunha : Veio com sua companhia de
Chatilion e nao quena servir a eommuna. Foi
iireso e levado more do 5 districto, onde esta-
vam muitos individuos e entre elies Joarle a ler
um jornal. Un dxtaes disse-lhe depois de to-
mar conhecimento da parte dada contra a teste-
munha.
Ali I Nao quer servir a eommuna.
Nao quero, nao.
Porqie r
Porque m a causa da eommuna e eu nao
quero deteole-la.
Nao afee que timos os meios necessaros
para obrlgar o* recalcitrantes ?
Sei, mas o mesmo. Pode fuzilar-me se
qui/.er, mas nao me o iriga a defender a canalha.
Eatio Jourde cessou de ler e disse testemu-
nli i :
Quem voc t
Son um homem honrado, e voc nao o de
certo, visio que defeodc a eommuna.
Ande la que ainda ple ir fazer a colheita da
piraenta em Caienna.
Muito bem, disse Jourde fallando ao que pri-
raeiro interrogara a testemunha. D urna carta
de r,-c rino-miira i a este cidado
D'al foi para a prefeitara d'onde fugio enga-
ando um odl'.ial, quem disse qae Haoal Hinault
o sitara. Estava com sna mulber e era vez de
sahir deixou se car. O offlcial aotou isto, e dis-
s '-llie que se pozesse ao fresco depressi, j que
por fortuna fra sollo- Eato sabio. A recom-
mendac > de Jourde dizia que a te-temunha era
homem muito pergoso. A testemunha anda foi
presa deoois, mas conseguio ser tolla. Recoohe-
ce Jourde, e diz que a ordem de priso assignada
por elle deve estar em poder de Ferr. Podem
pergnntar-lh'o.
Ferrf : Nao respondo indicacao da tesle-
munba.
O president: Ferr, tenha a bondades de se
levantar e respmder. O reo costara a reconbecer
a exact'do dos depoimentos favoraveis, e nega o>
oatros. Agora diga me se tem .essa ordem. Sira
ou nao.
Feri : Recnso responder.
A testemunha : Ferr reeebeu-mo muito me;
Ibor que Jnarde.
Jowde : Protesto contra esta testemunha.
Nunca assignei ordens de priso.
i OPresidenle : Veja o que deve ao tea jura-
mento.
A testemunha : Bem o sei e digo a verdade.
Nio tenho razio para mentir. E n'esse dia o Sr.
Jourde es'ava de mi humor.
Carlos Bell: diz qae esteve para ser fazilado
no dia 19 de marco, estando de guarda ao Elysaa.
Sao interrogadas outras testemanhas cajos de-
poimentos teem poaca importancia.
Lasnier negociante: Durante a eommuna era
tenente de artilheiria das raetr.lbadbras, e foi preto
por denuncia de qae f-brieav bracadeiras tricolo-
res para ama conspracao. Doze das depoit fei pre-
so de novo, levado i maire e interrogado por Fer-
r, qne o mandn eonduzir com rros para a
porta da maire. Poneo antes interrogara om po-
lica que a testemunha vio fazlar a tiros de pisto-
la por osa voluntario qaa Ferr charaou. A victi-
ma raBateo quitro tiros, no queixo, no peseoco e
no coraeio. Ao primeiro tiro. Ferr qne eslava
as escadas da maire, grlou : Viva a eommuna I
Depois fuzilaram oatros a bree de espingarda.
Segua-te a roraha ves e a de oatros, mas chama-
rara para isso am pelotio, e o commandante roca
soa por nio atftar a at_am legal, a fez com que
nos recolhs_a_flk*_lo- No dia 7 de maio tol-
mtWsVl Nir BattarlUe, onda para
salvar a vida ttirHun fofo com os federas.
Vi as ca de Ferr.
Ferr : Neg formalmente quanto assevera
esta te-tem inhi.
A testemunha : E ea assevero lado quanto
vi. Ai o primeiro cadver foi arrestado pela ca
Beca.
O presidente : tomo estava vestido Ferr t
A testemunha : De sobrecasaca parda com
gola pru.
O commissario promotor : Era a sobrecasa-
ca das xecued-s.
A testemunha : refere como Ferr estava
"enlado, e c >mo trpnt veio aporta da maire e
gritan Vira a eommuna qaando se fuzilou a primel-
ra victima.
Ferr : Poda ter gritado Viva a eommuna,
mas por isso nao ea sendo verdade o que diz a
tesiemnoha.
O presidente : Conhece b*ra o reo ?
A testemunha : Se o conbeco I E elle tam-
bem me conhece.
Ferr : Este homem tora rancor contra tnim
e nao diz a verdade.
A testemunha : Juro que digo verdade. Eu
bem o coubeco. Os seus oculos, a sua bocea e o
sen nariz nao esquejera fcilmente.
. Ferr : S- eu qnzes< a morte d'esa gente,
oaUva entrega-lof a muliidio qae os detpedaca-
va logo. Eu oo tioba aatoridade para os soltar.
l.evantuu-se a audiencia is 5 bofas e 3 quarto
at o dia seguinte.
Abrio-fe n meio dia.
O presidente: inqaire Coarbet icerca do d lino que se ov u a e-tatua da Paz, que fra dada a
X ipoleo I em 1807 por occasio da paz de Tiltil!.
Era de prata e tirina seis p de altura.
Courbet : nao a vio, e Imagina ^ue a levararo
os amigos do imperador porque tambem desa pa-
receu a esiataeta d> principe impeial, a qual era
de prata como a nutra, e oo se encontraram va-
rios pbjectns da mperairz.
'Jourde nao er que fosse para a casa da
Moeda.
O presidente : pergaota a Jourde como dea
a Ferr 9,500 francos em doas dias segando resam
os recibos.
Jourde : diz qae Ferr Ote reqaisitoa para
pagar aos empregados da tefuranca geral 36,000
francos, e qae de aecordo como ihesoureiro deci-
dir dar-lhe s a 3.* parle, e ainia asaim foi por
se Ihe dizer que a segarasica geral careca de vi
veres para dar de crner aoe prestan
Inatursm-se ainda algamattmmunkat.
Lrmeroux, jornaleiro, o paeto; Esteve de
guarda oa Roquetle desde 10 a 16 da maio, mas
oao vio nada.
O presidente : Nao te nadara guarda dorante
6 das rnostra qae a eommuna eseolhera peonas
de cooflanea para ella.
Bailotean, pintor de decoraedes, e chefe de
ba'.alhai do 130 da guarda nacional : leve ordem
para fazer voar at casas a," t e 4 da praca Ven-
dme, e como a nio executou, foi preso noule
por ordem da junta de seguranza publica. Tioba
de-pedido o batalho sera ordem de se reunir
de novo. Foi roosta_p)a4_(|MSJto, e roliajapoh Pr"
oa Roqaette com os oatros TiresoT.
Billioray : Vio-rae na joola qae o eoadem-
oou ?
A testemunha : Nio nao o vi, aern o conheco.
Marigot, soldado e preso : tinha desertado
em 1869, regressoa a Pars depois de 4 de setena-
bro, e durante o assedio, f >i capitn de allradores
fraacos, mas reconbeeen foi preso e condemnado a cin;o anaos de trabalhos
pblicos. Q lando a eommuna o soltou em 22 de
marco passoa a ser capita, do 187.* batalla >. E'-
tava de guarda no Palais Royal quando Nanis
Piquet mandoa ordem para se queimar o li-
li '10.
Rgra : Nipias-Pquet nao era nada na cora-
arana.
A testemunha : Havia outro chamado Toas-
saint, creaiura de Rao al Rigaall, e feiu coronel
pelo geaeral R >ssel, que me ameactva de fusilar-
me por contrariar as ordens da coramuni. Nao
sili' quera a Qail incendiou o ilacio. .\apia--
Piquet f i fuzilado no pateo da galera de Orlea>?.
Bichar, sargento de sapadores boitbeiros :
denm-liiH urlera paraucendiar a Cruix-Riugeno
dia 24 s 6 da manhiST Nao curapro a orl-m
0 bombeiros nao podam sair porque seriara fu-
zila los. Brunet tinha dado ordem de transferir as
bomnas ao Palacio da lu lu-tra.
Jos Laiinit, cabo de hombeiros: ouvo dizer
que uo du 22 de maio os arlilheiros atiravam com
etroleo : vio passar guarda- naciooaes com bar-
r c s, o quaes. diziam : Est tudo perdido e toca
a incendiar.
Do depoimeoto de3ta testemunha e de outra-
pertenceutes ao corpo dos bombeiroi procura a
defesa mostrar que elles foram dos priraeiros que
se remirara corarauna ; o commissario promo-
tor assevera que a mator parto dos bomoeiros com
o seu coronel foi para Versailles. O presdeme
observa qae nos incendios de Pars as cbammas
sahiam pelo lado inferior das jan-lias, indican 1 >
que havia n s soahos materias ioflara naveis, pro
v vetmente o liquido espesso a qoe chamam fogo
feniano e que se faz pela combinaco do sniphu-
reto de carbooe e do phosphoro. Urna das teste
muuhas vio no ministerio da fuenda petrleo nos
sobrados, as cadeiras e as mezas.
Compcre, picador do corpo de pontes e cal-
cadas : cortou os Oos elctricos collocados sobre
os canos da agua para pegar fugo s minas. Cor-
tou os por baixo da F^sse Saint-Jacques, no bou-
levar Sebastopol-e no sitio da bibliotbeca Ricbe-
lieu.
O presidente : Nao" seguio a dlreeco desse3
Qos?
A testemunlia : Nao seohor. Reeebi orlem
do coronel Monln para os cortar immediatamente
e cumpri a ordem.
O presidente : Fez bem.
0 Dr. Dupont de Bussac: Sabe se foram
corlados Qos elctricos era ouiros sitios ?
A testemunha : eortaram-se tambem na roa
de Buci, e do lado da praca do Panlbeou.
A Sra. Henri Lefvre : Vio fuzlar am ho-
rnera na mairie do tea distrieto, mas nio foi Trin-
que! o homem qae o matoa.
Jacques Mann, negociante : sabe qne em
urna revista da guarda nacin*!, Delesclaze e Cle-
ment fizeram dons discurso- violentos contra o
governo de Vertadles.
O presidente: Era este, Vctor Cleraeot T
Clement i Era eu, era, mas a testemunha
qae diga as palavras que me oavio.
A testemunha : Esteva longe, e por isso nio
ouvio de modo qae se record bem agora, mu
tabe qae o discurso era contra os borgoezes, o pa-
lavrladn e a historia do cosame.
O presidente: manda apresentar a Cledol
am cartaz vermelbo e pergantt-lhe se o reco-
nhece
Clement: Pnzeram ah o mea nome como
candidato a membro da cemmniui pelo 16* dis-
trieto, mas sem mea eonseouraenio.
O Dr. Ducoudray : Foi o qae me saccedea
a mim na eleicio dos m ai res depois de 31 de ou-
tubro.
A testemunha : Ettando aa ambulancia dos
Campos Blyteut depoit de expaltas as irraaes da
caridade e de se quebraren) os eraciUxos, tai no-
meado para reconbecer offlcialmeote ot fllhos na-
taraos e adulterinos. lato diz todo. Ka nio
ceitei estes faocc5es latenuus. No dia 19 de
marco esta va no Elyteo m fttarda qaw era da
3a bstslbae, com o Sr. GoJioeraie Guiot, De-
norraandie, e capito Vale. Vieram os federaes
para Ihe eotregarmos o palacio. Nio obedecemos.
Porm depois veio am batalbio oom ordem de
Assl e cedemos a forra.
Assi: Eu nunca fui o Elyaeu
Rastoul: Observa qae naaca houve queixa
contra elle emqaanlo so oecupou das ambulan-
cias.
t O Ptdre marechal, superior do seminar)
d 1-n)-, l-stem a ii ha de Ferrat: nega as allegacoas
de Frrat acerca do bom traiameoto que Ibe aera.
Ferrat : soltei cinco paires, e a lestomunha
f i ao raen gabinete auertar-me a mo e agrade-
cer me; recommendei que guardassem as conas
preciosas, a live sempre com a testemunha reta-
cos de emisnde.__
O presidente: Qu^r dizer retardes benvolas.
A testemunha : Nao me record da tal. Lera-
oro-me pelo contrario de que Iho fui p^edir a sol-
tura -:e om peso, e tez qne nao me coahecia, e
ai me dea ordam de e tar de p. Os cinco pa-
dres vieram para Issy lirres e foi elle quera os
maudpu prender.
t SnscMa->e debite entre o reo e a testemuoha.
Nessa occasio relenla grande trovoada, e a chuva
caindo no tecto nao deixa oavir nada. Suspnde-
se a audiencia durante um quarto-de hora.
O presidente: Tem a palavra- o Sr. com-
missario urem tor.
O Sr. Gaveau, commissario do governo, mear-
regido de promover e sustentar a aecusajo ;
expoi a historia dos aconteetineutos anieriores ao
da 18 de mat;po, narra como rebentoo a insuriei
cao por obra da juata central organizada aotes
por membrot oa adeptos da Internacional que
de-de 1865 traba a sua orgaoisacao em Pars;
uota como es*Jnsurre*|5o prolongou a oceupa^o
allemaa, impedio o rnascimento da industria e
do eommer:io, demorou a reorgaoisaco dos ser-
vicos pblicos, eltpoz a Franca a carecer deque os
estraogeiros reaSbetecessera a ordem e custou ao
thesouro mil mhes; obierva qae os insurgentes
preferiam paetnar com os prassianos, e qae depois
de infamaren) Pars com a morie dos refens.virlao
sas e innocentes victimas, e de pretenderem quei-
mar Pars, > um foi preso coa as armas oa mi.
Todos os outroa fugiram e esconderam-se covar-
demente ; refere depois como a 26 de marco se
fqrmou a eommuna per meio de eleicSes a qae
oo concomo a matar e mtitior parte dos el eilo-
res, e como os insurgentes adopuram os principios
da Internacional, eonvea a saber, a abolicao do
na e da junta de salvacao pnblica, presidia aos
clubs e tonou pule raui activa as providencia?
ultimas_ da insurreico. Pretende ler dado a sui
damissio quanlo Paris ia suecumbir, qaando o
seu lugar era ao la i j do povo que instigoa e
compronuettou. Revel covardia. E' dos princi-
pies i hefe*. Nao merece piedade.
Jourde foi grande agitador e revolucionario du-
rante o assedio. deoois arrorabsu us cofres publi-
de Versailles li-
i plvora.
Eu protesto. Isso
reappareeeu no dia i\ para receber de Jourde o
resto do cofre da fazenda. Foi quem deu ordem
para se ft-em buscar bombas' de petrleo para
bombardear o earaioho de ferro.de Ly ra.
Regre, homem pergoso, revolucionario ha 20
anuo-, membro da Internacional, ja in-urgenle em
30 de outubro, membro da juoia central da cora-1
mua e da commiss) de fazenda, e curapl'ce de
todos os jacios mans, porm l'-z bem a algumas
pesoas para se prevenir no caso de vencerem os
de Versailles. ^o merece indulgencia.
Luller, bomem intelligento, activo, enrgico, de
coragem reconhecida, fogoso e sem medo da raer-
le, teria carreira adrairavel, se o carcter insocia-
vei. o espirito indisciplinado, e o orgulbo o na > ar
ra.tassem para o mal. E' sabido o que fez, e v-
se que pergoso. Importa obstar a que de fu-
turo perturbe a sociedade.
Rastoul, cuja posico e a de sua familia o de-
viam affasiar de taes attentado- en presidente d)
elnb dos Montagnards, foi membro da commaoa,
seu jornalisu, e inspector geral das ambulancia,
Assislio is ses.-oes da eommuna com assiduidade ;
oppoz-se porm creacio da junta de salvacao
publica, e regeilon a re-pon.-abilidade dos crimet
qne provocou. E' oecessario qae estes homens
sejara castigados pelos excessos a que a soa am-
bico dea origem.
Groasset, ieetes mancebos qae se jactara de
ler perdido todas as llusdes e qae se teem oa coa-
la de agaias por escreverem artigas incendiarios.
Foi miniro dos estrangeiros, dtspoz de dinheiros,
e f iram Ibe achados papis do estado. A saa edu-
caco e a posico de soa familia sao circumstan-
cias aggravantes.
O peeiidente mterrompendo : Os gendarmes
colloquem se entre os reos e o publico. Nao poa-
o"s fto^rtefn^ni ^^a^_WlSine1l*D^m p
commaoa que exereeram raocetts de governo at
3 os actos pelos quaes cada um singn-
aprsenla os documentos da sua gerencia que oado nas fflcioa9 mi,ur#_
apregoa honesta, apezar de jue ell.-s oceuparum nhan, pPlr|en ,, arn
menor espaco do que as notos do bat o de Franca ^_ o Commissart,
que trazia ComsigO lDbmf.
i_J_______!!,,_'* frveDlft de Roflef,,rltf mem- O defensor : Talvez fosse para incendiar
St2 .aed|,8egfa5^eril'COllab,rS" osboaqiiH. Havia um deposito de petrleo na
dor de RaoulR.gaanlt e de Ferr, e encanvgado Avenal de la Bourdennaie
__L^_!_S____ d,slnc,'. procedoa 9e!Te O commissario promotor : E qae- Ibe disse
____-!- P !___! 'gre,a< eaS ""SfS 1ue eS8B P'r.iteo ro pusso ah peloeiercilo t
?_?_/__! a" exe1e1aM. praticadas nos das 25 0 defensor : Nao sao os particular"qae.n
e 2b de maio oaquella uiaine, e quando Roques tem pama i"mu'-"
fill?. V2 lUl??-meDK0i deCarr,*U revt)|-. O commissario promotor : E quem Ibe disse
Z v u^TA CaMda Prhtrra- h H qe oo fo. a guarda nacional ? Ela fez coasa*
Cbampy, frequeoiador dos clubs, membro da Pelre9. O que o defensor insina vergonboo
eommuna e da^eoaimissao das subsistencias, leve nara a FranQa ""aunowo
parte em tudov, appderou-se do cofre do caual __ n detentar Nin n.ui.i M ,,i
Um. _.r,n,e Me nos ltimos das, e i nho.lbe ZrT Torar.'T^JVSiJZ
goverao. doexercito. da religio, do direito da he-
noca, do matrimonio, a portanlo da familia e da
tooifJ
Eitabaieae o principio de que todos os membros
da jama central qae preparoa e levo a a cabo a
insurmfio de 18 de marco, e todas os membros
da commnna qaa a dirigram desde 26 de marco
ate ao nat de maio sao respensaveis dos actos e
deereloa desees doas eorpos dorante o exerciclo
das snas faneedes, pois qae podam ter protestado
oa dado a toa deraisso. Accrescenla, qae Ibes
cabera todas as responsabilidades, qae sao terri-
veis, bem como a dos acto dos seas agentes ou
delegadoa apa diversos
d'imposio, de modo que viesse a ser raeieadora
de luxo.

PERNAMBCO.
rmenle responsaveL A 1 cathegoria pertoncem
os criraes de atlentado c >ntra o governo, de exci-
uco da guerra civil, de recrutar e armar tropas
sem ordem oa aatonsacio do poder legitimo, e de
usurpar ttulos oa fuaeces. Prova depois a exis-
tencia d'estes crales pelos documentos offlciaes
da eommuna e pelas pruclamacdes e decretos e
peciaes que l, citando os artigos 87, 91, 92 e 258
do cdigo panal, era qoe julga ocursos os reos.
A segunda caihegoru abrange o assassioio dos
refens, os incendios, as pri.-oes arbitrarias e re-
da oes, a destruicao de mouuraeQtos pblicos e
de casas habitadas. E ueste ponto recorda que os
reos tendo decretado na comrauoa o assassioio e a
inoite, estraobara que te Ibes impute responsa-
biiidade pelos actos pralicados segundo as suas
ordens
A morle dos relens foi preme litada, como cons-
ta dos documentos, e depois realisada.
Os incendios igoalmeoe. A eommuna requisi
tou petrleo e ouiras materias ral .uniav,-is ; ar-
raazenou-as; depoia foram distribuidas por ordem
da commaoa, tendo-se dado ordem aos bombe ros
para nao sahirem dos quarteis e transferido para o
Campo de Marte lodas as bombas de Paris. L
os recibos das numerosas toneladas de acido sul-
pburico compradas por Ferr.
Suspende-se a audiencia. Continua no dia se-
guate.
Audiencia de 23 de agosto.
Abrio-se ao mem dia.
Tratou-se dos sraetes com qae a eommuna sup-
pria muitas vezes a assignatura de seas membros,
e raterrogon se mais ama te-temunha.
Caulel, director da priso da Sa it no lempo
da eommuna, agora preso : recebeu no da 21 de
maio ao meio dia ordem de Ferr para fuzlar os
gendarme; e os refens que eslavam na priso. Nao
a cumprio, e entregou o documento ao geoeral
Berttie na escola militar. No da 22 foi l o coro
nel Crisier ordenar que se fuzilassem aquelles
presos, mas a testemunha pedio Ihe ordem por es-
crilo. Ele disse que a ia bascar e ao vollou
mais. No da 24 ebegaram priso as tropas de
Versailles.
Ferr : pede qae Ibo mostrem a original, e
sustenta que na > dea ordem para fusilar aquelles
presos.
O presidente : Nem para os soltar de certo.
O commissario promotor : Alera desla teste
maulla ha o capilo que leve na sua rao esse do-
cumento, e a carta do geaeral Beribe a quera elle
foi entregue.
A testemunha: diz que recebeu de Ferr
ordem para a rrecadar 22 mnibus carrejados de
rauoicoHs e plvora, e responden que a priso ne
era paiol de plvora. Ferr escreven-lbe que
guardas-e as ranoices e construisse barricadas.
Ferr: reconhece a la ira deste segunde do-
cumento, mas persisto em negar o primeiro.
O presidente : d a palavra ao commissario pro-
motor para continuar a aecusacao.
O commissario promotor : indica os crimes
de todos os reos presentes, e diz qne Ferr foi o
carrasco da commaoa; latateiaou Viallat, em se-
guida Veysset depois de o nabar; presidio a
execuco dos refens ; assignoa a ordem de fuz-
lar os gendarmes poz fogo a prefeitara de poli-
ca, e mandoa incendiar o ministerio da fazenda :
oa sesteo da comrauoa de 18 de abril pronos a
execocio dos padres e especialmente do arcebispo,
proposta votada unnimemente mandou 'malar
dous policas a tiro de pistola, e esteve na Ro-
qaette em todos ot dias das execoedes. E' perder
lempo commentar estes (actos.
* Quanlo a Assi, considero-o um dos primeiros
chafes da insurreico que estove a ponto de deitar
a perder a Franca. E' o agitador de Creosol,
membro da Internacional, da junta central e da
commnna, director da fabricarn de bombas in-.
centurias e projeclis asphixiaotes e nm dos mata-
res culpados. i
Urbain, membro da coraraona, ease orava nas
reuuioes publicas, prenda arbitrariamente,Saaquea-
va at victimas, dava as ioias, concubina com
quem viva na maine. roahava -Caira do a_aino. a
n flm reparta com os campal Pedio a exe-
oocio dos rafeas, e dea oNB-Fpara se dti-
tarea oe mioloi (ora ana qne reeakitrassem con-
tra ama erdem toa, ,
Billioray, membtyjta junta ceotrfcl, da comrou-
-
pe de Frr.
O commissario promotor, ebnt nuando : Fer-
rat farrabraz, mas nos ltimos dias eclypsou se.
N) pagava a bospedariae linha as algibeiras ebeias
de uuro quando foi preso. Requer contra elle o
rigor da le.
Descamps foi membro da corara un-.\ e mostrou-
se raui severo com as coogregacoes religiosas.
Te ve parto em todos osados al aos ltimos das.
Clemenl operario laborioso e bcondo, mas
qua por rafe icidade soa e alheia se cxallou cora a
leiiuia das obras de Proudhon. Se o conseibo at-
tonder ans depoimentos favoraveis ao reo lera
bre-sc coratu Jo que era membro da eommuna, e
q:i- ella prnticou taotas maldades.
t; mi bet artista da talento, tinha as raelbores
relacoes na sociedade, e forluua independenle
adquirida forca de (rabalho. o conseibe apre-
ciar se a fraquezi do seu juizo poltico merece
indulgencia.
Parent acceitoa e exerceu funcce3 i legaes, mas
en u. me opponno vossa ioduigenca a respailo
deile.
O Dr. Marchand : Ferr desoja apresentar
a sua del' i. <.
O presidente : Tenha cuidado. Nao admiti
aqui elogio da comrauoa.
Ferr : P te estar descansado. Principia a
ler e diz que o imperio tinha cabido na lama e no
sangpe...
' O presidente : Isso s applicavel ao go-
verno da eommuna.
Ferr, coatiuuando : d.z que os successores
do imperio reeusavam a Paris a eleiciiodo erase-
Iho mu pal,
O presidente : E' falso. A assembla esta-
va discutalo essa lei. Nao posso permitir acon-
tiouaco oes-a leitura. -
Ferr: Eu pego perdaj. S as dua. ulti-
mas phra-e-.
O presidente: Que sao as mais vilenlas.
O Ur. Marchand: Asseguro que sao inoi-
lensivas. ,
O presidente : Vamos. Diga li as phrases.
ferr, leo lo : Membro da commuaa de
Paris, estou nas mos dos que a veoceram. Se
quereos a minba caneca lome-a. Nun:a salvare
a vidaMor um acto de covardia. Livra viv, e li-
vre qwiro mirrer. Accresceato s ama phrase :
A fortuna caprichosa. Eu entrego ao futuro e
cuidado da miaba memoria e da teiuba viu
gaoca,
O presidente : A memoria d'um assassiao I
O commissario promotor : Esse manifest
bom-mandar para s gales.
O presidente : Nada d'isso est ero relaco
cora os actos que o irouxeram as lugar em qae
est boje.
Ferr : Isto significa que ea acceito a sorte
qae me cabe.
O Dr. Marchand: O meu cliente defende-se
como entende.
O presidente : Sira, quiz fazer o seu pedes-
tal. Nao falln para nos. Foi para outros.
Ferr : Eu disse qaeaceitava a respoasabli-
dade dos actos da commaoa, e nao tenho qaa ac-
crescentar ao qae j declarei.
O Dr, Bigot, defensor de Assi : allega qae a
pena de morte nao pode ser applicada a crimes
polticos, e qae o sea cliente nio commeitea crimes
orlinanos. Depois procuren defende lo com as
circunstancias ex postas pelo reo.
O presidente interrompendo : Sao 5 horas.
A audiencia continuar aninha.
o Dr. Manchn pede e obten) a palavra
para te mencionar qae o presidente iaterrompera
Ferr quando elle rece rameo dava ao futuro a toa
memoria, e Ihe disaera memoria d'assassno. k
reclamicao feita por mais 3 advogados, osqaaes
todoe se queixtm, por orgio de -anchoo, de que
te chame assassino a quem s agora acensado.
O presidente : Acceito o requer raento. Bisa
expressao etcapou rae. E' como se livdtta dito :
memeria de um homem acensado d'assissino. Eva-
cuera a tala. Esta levantada a setsc.
O publico sabe- diseutindo este incidente com
bastante sussuno.
Noa jornaes franceses vem parte a defesa de
Ferr qoe nio damos per falla de espaeo. Foi
publicada hoje de manha no Diario Popular.
a
que
pr<-
en.-
A ULTIMA ROBA.
Audiencia de 24 de mete.
Abre por discusso acerca dos ineioVatee da
vespera. e dspois contiena a defesa. B'spreteols-
rto um documento em que Miliiere ordenara qae
fossem incendiadas as casas d'onde se Bntii Stfn
sobre i.t federaes.
O Dr. Bigot : analysa os successos e nota
que liaoul-Rigaul aecn-ava As-i de ser agente de
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- .i
REVISTA DIARIA
PERNAMBCO STftEET RAILWAJT.-Teve ef-
lectivainenle Ingar hootera, como abnuncianios, a
abertura oflicial do (rafego da liaba frrea o'essa
empreza, dita dos bonds.
A's dez boras da manha, reunidos em frente
ao arsenal de marioba, grande numero de convi-
dados da empreza, entre os quaes os Exms. Srs.
vice-presideote da provincia e commandaote das
armas, e os grs. Dr chefe de polica, director das
obras publicas, inspector do arsenal de marrara.
conselbeiro inspector da thesooraria geral, a iHo.--
Irissima cmara municipal, diversos repretenia_-
tes da impreosa e da varia empresas, e muitas
outras pessoas gradas, occnpou a eseobida socie-
dade cinco carros da empreza, adrede preparado-.
e partirn) estos em direccio a Passagera da Mac-
daJeaa.
As roas do trajelo estavam replectas de povo,
que curioso assislia essa festa inaugural de un
melborameoto otil e vaotajoso i provincia. Aeja-
nellas dos edificios estavam .igualmente cheias de
gente.
O trajelo fez -se em 25 minutos, muito regular-
mente, e cera plena tatisfacio de todos quantoe se
ioteressam pelo futuro de empresas que, como
essa, trazem ama verdadtira comraoddade ao pu-
blico.
Ao ebegar Passagera foram os carros receba-
dos ao som de msica marcial, e ao estampido de
grande ooraero de fognntos, e bem asstm pasta
rara todos sob arces de folbas e flores, ornados
cora baodeiras e globos de cores, todo preparado
expensas dos moradores do lagar e por inicia-
tiva do Sr major Belltrmino do Reg Barros, to-
dos os luaes, conscios da importancia do melbo-
raraenlo,_quizeram dar am publico testemnnbo do
quanto sao ioleressados na prospendade de saa
provincia.
Cerca de 18 minutos depois voltaram os car-
ros, parando pequea distancia do termino da
lina, em um edificio, onle o Sr Wittman, geren-
te da empreza, mandan preparar um delcafo e
profuzo lunch, com que obsequien os seus convi-
dados ronito cavalheirameote.
Na dupla mesa do feslm tomaram assento mui-
tos cavaloeiros. e, dooco deoois, foram erguidos
enthusiasticos brindes, prosperidade da empreza.
ao Exm. vice-presidente, ao Exm. commandante
das armas, Ilustre unio-americana na potaos
do seu cnsul, o Sr. Sw.fi, aos Srs. Wittraao. Mos-
trag e Wift, irindade que represen a emprez,
ao commercio Je Pernambuco, A-sociacao Com-
mercial Beneficeole, ao Dr. chefe de polica, aos
eogeoheiros preseotes festa, illustri-sima c-
mara municipal, prosperidade do Bra-il etc., etc,
terminando pelo brinde da honra dirigido saa
rangestade o Imperador pelo Exm. Sr. vice-presi-
dente da provincia, qnem conbe a inicntiva dos
brinde, ergoendo o primeiro empreza Pernam-
bueo Street Radioay.
A's II e 1/2 horas, terminado o festim, prose-
guirn) os carros a sna marcha para o Recie, en-
de chegaram s 12 horas oa maihia sendo reee-
bidos no arsenal de marinha por gvraodolas de fo-
go do ar.
Todos os convivs flearam satisfetos, e penho-
rados pelas atiengas e cui lados que m^receram
dos representantes da erapreza.
Os carros sao elegante', fjrtes e ao mesra*_)in
po leves e de fcil direccao. O pessoal qoe os di-
rige parece bom Os cocheiroj guian) os vehcu-
los de p sobre a plataforma pof que ter ninam es
carros nos exiremos. O conductor vai sempre na
plataforma oo-lerior.
Os aoiraaes ( burros) nio excellent s. BrahoYa
no estejam ainda habituados ao servico, cami-
nham com facihdsde, e, sob a vigorosa e hbil
mo que os dirige, dentro era pooco satisfario to-
das as exigencias.
Os trllhos ainda estao nm tann speros, de f-r
raa pelo grande atricto, difficultarem a traceo ;
isso porm desapparecer em breve pelo traf--< >
O piaco pes i do material rodante e uutm tim a
mesma natureza dos trunos, e o moto como sao
elles assentados, tudo facilita extremamente a coi-
locacao oa lioha de qmlquer carro qae por ven-
an desencarrilba. Per esse lado neo'
juizo ter de sollrer o publico, quera i
preza ioteressada em agradar, para o
poupa esforcos.
O servico do rafego deve comecar boje, send>
regalado pela tabella publicada no lagar compe-
tente d'este Diarto.
O producto bruto do trafego de boje generosa -
mente offoreeido pela empreza pan o Lyceu da
Artes e Oficios, como dissemos beatem, coosistin-
do o'itto a principal fasta da companbia. "
Ditos estas palavras, resta-nos congratlalo,
oes com a empreza pela realisacio de lie impor-
tante melborameoto, desejaodn-ibe lio grandes
prosperidades, tio crescidas vanUgent, qae sirva ra
de incentivo aos abundantes capitaes da nona ir-
mia, a America do Norte, i virem procurar otil
empreg) no tolo brasileiro, ain^a bem pouco exp
plorado, e canamente careeedor de pederotas al.
vaneas qne saibam arrancar do sea selo as. im
mensas riquezas qae n'elle te neotee.
ELEMENTO SERVIL -A iUa*trist_na camera
muoicipal da cidade de Nazareta d'etta provincia
pela maioria de sena membros, resol veo dirig i
ama elicitacao ao governo geni pe* appresenta-
cao ao parlamento da propotla aebn o elemeolp
servil a pela energa, -ratea e patriotismo com
qoe a defeodea na cmara temporaria, dando es-
tira plena prova de tea amor a canta da civiiisa-
cio e da huraaoidade, qne a cana da patria.
Do abaixo aatlgeato, qaa em teaoida publica-
mus, ae v esta retoiacao, e -baca aaatm qual a
commistio em qne a cmara mnataiftij de Naxa-
reth delegou a incumbencia de palomear ae fo-
vern teot geaarosM e loanve stntlmeato.
Bit etee docamento:
y Nos abaixo ittisjaa-oi, qaa oaaapos-oa a grao*



I-
'



i



'-"
i!
D)^rw da maioria da cmara muoeioal do municipio te
Kaxareih da Mitta, da provincia de Pernambneo,
nao podendi consegur a mu reatan), Mr a*e de-
pender de ti a saa convocado, ciijonm era e-
fidlar o governo geral pela aiire-entarjto e snaten-
taco do pmjeeto de libertad* do vnolre, vamos
lazar pelo jornal o que nao poiemos ftzer do paco
4$. da mesitia croar.
* A roaioria da camar muoiclpal da cdade de
Nazarela da MaMftda provincia de Peraaraboco.
compota em suWfjMidn"de *e agridattorea e pre;
prietarins de eseravos, cerno iel aat'prate ftj
sentimentis de seus fMBcipes, que, em saa grao
4* auioiia ou quasn Dnaalta* acedan di
boro gasto a idea da liberdede do ventre 8* es
cravaapaorao meio anteo e tincan de oiunnair sea1
abalo, o taer' da scravidauj e dejjceloBgsr pot
mais Iwnp> a cosse de seus^pj^H p -IB q**of
se sdbstaae gran^vmene p
Har, resolva Mmitar o governo geval, ntness
do digne chatowgatiiimd de d)i^rc^-o Exm
Sr. Viscoads-doRiu Branc, nao pela apresen
lavan do irofeeto que consagra i<1* humnaiiarw
da I berdade do ventre, como pela tuVsntJfntacaj
Ta cariara dos senhores deputados i eespeito da
grand e i!lu>lrada minora que o Un frentica e
incoa venieoieraente corabal'io, e fax votos para
qae dito prejecto pssse no correte anuo no senado
e se trne le do pan, qae j assim Oear tran
qaHIo ao meii da aaeiedade e meertesa era qae
se achara todos os seas habitantes.
A maioria da cmara nomdi sos Exraa. Srs.
nena nresi:onse h ro J e Bento da Cunta e Fi
ijueirado e deserabargartor Alvar.> Barbalh > U.-h-V
Cavbante, t fjpnndos Brs. Joaquina Pires Ma
chao TiTlotta Y Mana! Clementioo Carneiro da
Cunta, oara, 88) ceiamis^ao, perante o governo
geral, xpriinijem o sea peosamento, e pede a Va.
Kaes, qae se dignem aceitar o presente imBd.il>>
daa parte importante da heroica e pbil.nirophica
provincia de Paraambaeo.
< Cidade de Mazara-h da Matla da provincia de
Pernambeo, la de alambro de iHtyLpHrculnno
Cava'cant* de. S e AlbuquarquaJiMieurenco Be
zarra Mariano Talca-i. -Jos Cnbralde. 01 eeira
Mello.Mantel Jatf Pinto de Soaza Nev*. Fraa
cisco Rufino Chrr-i A; Crasto Patricio J-isi Ri-
beiro de Vasconcelos.
80CIGDADE DE EDaFICACSS.-rWnirara-se
hiote ii, i hora 4a tan, divr-os subscriptores
de aredea ii'en-i sociedad*, de cuja ennerperaeiv
tra'a u Sr aprat.
Fm lilo, approvsdo e mandado imprimir opr-
)aavi de estatutos, coof^ccimado pela cemmi>a>
aomead n- reuniae anterior. Ao-e* d'isso, po-
raa. furam discuhrtas vanas proposMa apreseuta-
; da*,, ji pelo Sr. Diurai, ja i>or aigans dos ttbi-
oriptres, rebtiv c-'.--a companhia d vilegios e tseocoeS' ijue per orna le da privianla
oka-ve oVftmo'Sr. Duprat paia a encorpOMja"
deuma tat'BoaiMinhia, sendj iaaImente aceita a
ultima do-privilegiado, segundo a anal cele elle
lodo* os seas direitns mediaau 30.000*000 em
aecce^ da cnraaauhia.
BBie,rmiooa-*e tm seguid que, logo que se
achem impresso* oie-Utotes, teja convocada pe
la directa provisoria una nova reunio o*
subscrmjires para a deiiailiva coslilui^j da
coJMPMnts.
O* mtaiutus vli, peis, ser publtuados ; e urna
vez entregue ao dnriuio pnhlieo, fcilmente sera
avaiiada segiraac/t com que se pmcura funJar
urna emprea, ^an, pela -na importancia e necns-
aidade de sua exrstec ia n'uma cdade como esta
do Reif-, vir4'm duvdi ser de grande van
tagnin oara os capitn qae n'ela se empregarem.
OBHA DE r,ARTD\DE.-N* Praia do l^ld^rei-
ro, .-ni a ;a->a ti-rrea de a. 35, meram a vieva e
tre se vpiu 30 anoos ao Estad), morraa dnxn-lo a
familia Di miseria.
RecomineDddmos essa Infeliz familia s almai
earid)sas qa su^piram por praliear aclos ue ver
dadeiro amor ao protira sem oalsntacao, e ve!-
Udas pelo sant mana da modeslia
PaSSElO PUBLICO -.fiwejnado a prestd aftia
da prorinoia d ir c >-w$ > Jt* obras do pasiew publ
co de-u ciJada, do lunar designado e.-iir.. gym
nasio previocial a a fuu.licao do Srs. C. S'.vr 4 C
ronvii.i, p<>r intiTaaedi da repartieai das uba
p.biras, ans niptleurioii de terra'aos da ari
ntaa fu^nto (t/ra, avreeentarera seos viiu'os
Des-a reparuci-i, ln de se sciijrdar na iesp-
prepriac^o d*-vj.Ja.
SOOlEOvDE MOXTE P0 RRASILE1R0.-Ra-
ni"e ou ida Jm da preawier i olei.i) d jJ
aaaa f'iaecuiiumos.
FE3TIVI0ADE RFJ.KTISA.-Foi tran-^ida
par i ni z -ie outnbro p'-simo a festa i> Seobor
li'lill J M1- d- P ilire- illiCloS.
IPOST03 PROVlSaAE5.-So dia i3 do cor
reot le'roina o ri-ceuiraea.0 dos diferente- im-
poi a |iroi .ciae-i, relaiwcs ao anuo indo qg
1870-71, d-v-nto -^ r-speetivu coaUrib.iiaie-,
qii" aiuda na -i .ati-lierae) ;.' suis ^uolas, realisa-
laa ate i'j-w dia p-ri evitaran! com a cobranc
jali'ial mai-ire- il pezaa.
LEB.Uvg\ OG PTCUftAMQBaVdt wpna
Biela do p-vn*! i.i Tere, sua imnortancia ac
tuai, as c >n l'oes n iviraes de erescenie aJHaaa
voiviiNmio.f.iz^m co zrtorda ser compared-s
nr;lb ifaiD*ii'is que entre u vat lendu aviaco
mea# a >i j ih tj" i ir i'ii-c dos beneficies da.
inl.Him sc-ri o girn-n f-; mo ali do^se denea,
V)l*i Ji ne-tesenile g = nhou aqarl'a am?no eea-
kt,f.r 1" d Ui'hoi, n e nir xonameafc) via ao dos tn-
Ih >> ui ino d A npui! s; mas*6 5erio qne so o
euhi'g> .1K", n i i 'i aio la o dito arrabal V
v.-.u agnn ro-opita, ') a d Fructam a-sim u s
p-iuC'i siii i. .j,|M i-:u raui inaraem di peni- ;
i: 11 io o ni i)-l< li-iaucia nao aprev na esa
v.'ui--nteia''nlH :> mhh <4|da4l desae trausilo.
\ uliiiui iialavr.i, pirtinm, nao esta anda dita:
a T.rw e>rau una ficil dale de tran-'iln, qu
v> i. eentr- C'm pr.vilid' tita a ina cireum-
fer:'0'-i i. e iii> le un ra i -nenie deata.
On. tal n-a-a-i i-ane naturalmente Pern-imbn-
ca Stifl RiUwiy; e * naluralineuie, pr
provincia. lateirada, senlo recbila a. iT^ria
com agral).
Outf j do Sr. Dr. loaqaim Antoni.* f>melw da
Cuaba, offTtand > ara exemphr e so ubra inli-
ta!a 1a -/ffado elementar de aireito de' niafi-ucto
loteirado, sendo recebi>j^ offer,eam agrado.
O tnesmo .ecrftariq perpattto..iaeiwaa-^ ae-
guintes offertas : ^S^
^varios ns. ocio Dr. F.gueirda > signas ns. da Uniio Libera
te Hifaav, Arntnnano, Jorxii da Fortaleza, Sani
la Cruz Mercantil it Goyrnnma, pelea respecti-
vas radecc3es ; um exampiar de uro. discurso dn
acluaJeaiaistro da agricultura, pronunciado aa
cantara dos depuU los, offerUdo polo Exm. vice
priMideaie da provincia; ara dito do catalogo aa
urna coe-elo de livras auligoa e modero>s sobre
a esenvidao, offarttdo pele Sr. Lailhacar A C ;
um dito da. segunda serie d* Revista m\inflitmto
tvricode. Sfltmni offartaJo polo nw%nSo.To
^ eelts nffai-tas alo receNhs com afralo, e
andam-ae archivar. ^j=^ ,..,-^
Entra em discussid e e approvado onffira^b
relativo ao 1.* trimestre de abril i |uaho.
Ve n i mesa, Ido e uiaala se imprimir o se-
guinte parecer :
< A eoromissioooineada ple'e>tadfr o dispos-
l) no art. 7 -cap. t* dos estatutos que regsra este
(hiino, allm de qua corabiaaadi o .art. 3 do.-
addrtivos, aprsente ama disposicSo a,ne Upan-
da e altere os effeuos do i referidos artigo;, idea
""'.a consagrada aa proposta jnnta, navno re-
fl 'xionado sobre o assampto, pode dizer, qoe a
vi*ta da d fficaldade hnntvnsa, aae tm havido na,
iMhraoga das raeB"aldia**, o -daSeit avulialo.
T) te jlconta oTIWitato, proveniente de faltaife
agtraento das Sesmas; sobre lado a reong
iianeea e m voatite qae se eneootra ( ra es^epco<-) V maier parte dos socios, para
-atiifaaram aqaillas m>n dfspostcao doe maacioaados artiga, ooaii que
se terna inexeaaivel e por uto da pareeer que
files ri^aem saisriaidos petas egnn'e* al lera-
o-'<. se arem approvad* pelo instlalo:
Kt tala* art >. Os socios eff'ctivos p
dem sermataries ou estraageiros ; o cada uta
dalles entra cora a quintil de 30*000 a titulo de
joia, quaado re:ebe o sen diploma, iseato* de
c airibuicao measal. Additivos art 9. Os socios
correspondeatas pagara da |iia a qaaoua da
ISaOOO e sdtrecebem a revista, por meio de as-
-ignatnra.
i Sala das sesso's do Instituto, 18 de setembfo
de 1871.Padre Li'ao do Honte Carmelo Lana-
Joo ioaamm di Fons'ca e AlliaqaerqueFivu-
citco JtKintHode Satapnia.
Entran eno discusA o sao'approvadas dou*
pareceres da eommisso da admui de socios,
sendo em seguida eleitos socio* correspondentes
os Srs. coronel Jet tn Reg Barros Palca y l-
ente coronel Al'xandre Augusto de r-Vias Vil
lar e Brs Aurelimo Augusto Partir le Oarva>,
Sebastian do tiego Barro* Oe Laeerda, Saf*B*V'
o-ebio de Assumpco e o Sr. Firmino- da Sirva
Vieira.
Nao haveolo mais nada a tratar kvaata-se a
so>ao,
INSTITUTO HISTRICO E PHILOSOPHICO.-
Reunto se h ratera esta sodelade, soba jre-iden-
cia dovice-presrdeote o 9r Ctroelro'6aao.
O Sr. Io secretario l um ffttfio do'Sr.'presiden
tBartdeira de Mallo, fjarticipando qae caipodia
Ciimoarecer a sesso.lateirada.
Foi apresentado pela eOmraissao o trabajho ra-
visorio itos estatutos, ftcando adiscusso addiala
para a leasio -egointe.
Rntrando-se na primflira parte da nr-lem do dia,
e nao eomparecendo o Sr. S:lveira Gsrc, foi a
1 s:ns) da these encerrada, requerimento di
Sr. Adolpho Tacio.
Entrndose na safe onda parte, blete a pdlavra
o Sr. Lmz F. OotUeerfa.s eupendeu como prnpo-
nente a saa opionli s-brkj e^m^e-A mtntiru
-disolutamente prohida peln d-reito natural 1
A' requeriawnto d*. A Birrws proeedbu -sel
ao drteio do the%e, mido eeatoata a-sagntoa.1
propona pelo'Sr F. i'olaedria 9*4 liell tancar
mi *i proprtedmtt attteta, 'hapmdo eximan ae-
rtui4-tdef sendo suiead'W osSrs. Tix-ifa a
Silva, U.indci-a te Mello, Orreia da Biil>.
Xa ia mais hav-^ado tratar, ful marra la para
oriaelra, egunda e lerceira pule da ordena li-
dia da .-.'-j i seguate, a discus-ida reforma d
e-lauto*, a ili-cm-o la Irto-e ("cyost* ; e deivo
vi)lviin;nto sobre a tbee sondada drSr. Cede-1
certa.
ORBES TERCBIRA DE 5. r*H VNragCO.-^Esta
coofrana proced-n hontem ele-elo "dos novs
fiiafclonanos para o anno de 1871 -rS7!,>s quaes
aio: "
Ministro.Jos Joaquim Alve.
ice-ailniairo.lose Huno Olrmaeo da "Silva.
Secretaria. Genuino Jos da Rusa.
5y idico.J >a< Fr.ioei-co Oiro.
Pr-curadoi geral.Fraocisco lojquim Ribelre de
8 i.
Vigario do cnlto.Manoel Jos do Paiva Pm'o.
Mesjre dos novie-w.Jeaqulm do Sonta Murteiro.
Vmiadoras dos enfermes. Ji-iqaim Liypes da C h-
n Ma?,ao Recife ; Man 'el do i iimmto dos
Santos, em S nlu Aot-mio ; Mano'l Jos da Cos-
ta Reg, em S. J s ; Joo de Aquiuo Poncec,
na B..a-Vsia.
Ministra.D Anpelina de Az-vedo Tinoco.
Vice-mmistra. D. Carolina Angosta Leopoldga
Mretra.
Mestra le uovicas.D Isabel Mana de Jaus.
CARUAR.Escreve-oos desta cidade, em 19,
do crrente :
Fo eos ha pouCTt dias visitados p r u.n a b >rd
de seiVagns, nue muiio u is eocuinrool a. m
ceiebre -apitj l'iirn, cojo bitdo do sigaoo> e
c-irp i-t i ae mais. de cem ia*>Mfiaos, leibroa-S"
le sseatar'ap saa acampa.nenio nos arrabalde-
desl< edade. Des te lago o delegado da polica,
>uperior comj
laran eua api-
do methodo Za-
uer em Par
me
inesaio
esse' L
qti i-O'ii n o ..un-no dependi, consisti-Qie aue
as na pr.dongacao de su< triios lo p nit- it
nr.ui da Pa--ag-'ii ao S bral i uran 'e, o i'am
peu jsin4a da Tirra a- m nouM, e n t-rreui |> ano e porfettamente mr. pr a
d, Siii-f a raf-ndi H'rnireza as S-jadiCOa, MM
apoataooi, aonnli de-l'arte ana era !e pro-p -
ri4ad tau-'l-' p-iviMli, e ceaaaiela'ido com iu-
tu* v*r* si u'U' (mt" .!- reoeila, alias mi unan
te ji e la futuro ausoisiwo ; nina ver. qo- -bvi
dever o muwiawiitu da eMicicau ali lomar du-
|)l impalo. a a corrate d- pa-.ag''iros assain -
vai't|ui prpr Va. em resillado da fanui-Uii
do traatparM, e miifao prwaina de ^.traeca j
resiteo-.ia > i>u lulo arr^.bilde.
t. i-X"*uca "ves m-di la, alio d) ja.'ta in-
ter^aa-* .|a a iipf- particular s, qu- al* si propnetaiios de casa- ej
de tiHTau i-, vai Unibe-n ama v.auge a par a:
ba>*)J* i)unt, miias renda sarao amanta i .
, a^t p-|a *
rcii.ii aatur.il di valor locativi Jos p*eim.
qu- ain 'a o-l < e^abelecioeoios aunmor.-ia'*,
qae au se abr^ii, en couseguencia dessau.vi,
ment- x im leo'ea, | id j|<^er8ia esse atrita para se ia
BlfenU'aiaV
E o tal atnaHk po*. nao efoio rasaaariraM'
me'lit' tia-facuuta e O'ff'Hiis de ilj- i' f .'-nd i era aajwal- uesia sanado qu*r a rtltu
traci > di p "lerlftlioo, qur d bn vomail^d*
jefa ida emprrz, H.p..raiao.s que da combUac:
do mnaeimtia aad-iale naru a esev'ifi- .la
raedi la I ribra la, ea 11 que a
peq ihiio rainal nao />r II
coin.ianaiaa, ae meiu j*a*a.i quo
de t "I -* v ra i-r-a la Trre.
INSHTVT* *WH&*/)G1C.Q E
PUBtlCACMS k PfflPO.
Methodo Zaba.
A poslci tae o Sr. Dr. Cellaco recMma para si
de um alcance lio subido qoe impossivet fa-
zer delh idea exaoU E' debiido que as pessoas
istincts tanioaalka i
la expvrieadJI eaitri
o favotaveMWPi a ati
qurr no WB"S- Pauto,
_,TObucn.RNn eiquecerara
rtzaram eeaURar o Sr. Dr. C^fco e
andi.
gile despenalanca ama emaaaeao de sua loa
lerri'.vl e todos desappareeera do hortaonta/rlitel-
{eetual, oso elle campteatumeicido do^u'pO'-
wier inistra; conderaaa es eapiritos JTebedesa
saa -autofldade, d oegra ub^canladft De que
serve ter um coaselho coroposlo de maitas pessoas
meimo de mrito para vellar .pelos iotarawes da
iostruedao pualiea T O Sr. tir. Collaao o ora-
culo. BrajHl.I obedecel-reouncia liberdade de
pensamenr 'S o ir. Df.-GoJIae^-p-aHe e -peaea
por todo o Brasil.
. Nao bastante.-Elle omoipoteote ;Pd*i a
esirajweiroque para o futuro ou-ar pOr o pe no
! e>rBraii, devenjn*nm-*He* vlr iegMrmar*^
peranle o tribuna do Sr. De C'jllap. -B -lie que
iddleariso'estrangeiio bade-fnleT aarih^r u
f irtuna, se en lio ai, Hr ira ou S. Peur&argo.
E' am ^aber profando f
Ku quizara fazer ra*Me-Ur ^w vhIvmi -philo'O-
phos de seas gastos tamul-.Seria umlux > iu-
telloetual para afiea'conlampljr etse prodigio da
sabedona boraaaa. Mas nao, Dio deixais aa vos-
ea* agradas moradas. Defgva<^id< aa v e
o olhar do Sr. Dr. CjI ac/i cabwsc -sobre v< S >i>
estrangetroa \<..*
Entreanii.Uemij ama vantagem qued-me mui-
lo prazerp ir-Hla a parte recebium taomaco'hi-
meato pelas pessoas illustres e pelo pripno iiipe-
rador.laevo-C'iiaio-para Kuaaoi agr lavis
reconlacdas da inmtia viagem o Brasil. -Q lam.-i
ao Sr. Dr. Cdlaco eu ap ntarel em minha arieirj
como ama ertriosiJade exceprnnal.
Q laoto a otdade de n igton, o Sr. Dr. Celia*;0
parece nao estar-em d*a em a estaiistieaida Gra
Sretaotn.B'urna cid iin ae lO mil habi'ante-
segu ido o ultimo censo ; e muita iaarroruale peto
grando nuaiero de seu roliflo->.
Se me rffara ao t- R iherls ni, foijoa erenija da
que o Sr. De. Ojate-(i' distiaelo pea immen*i
dada de swifailanijeimeuto} eslava bina fimnian
sado com oaMtteral s iqglezes; e pare m isirar
que o mea ntata lo ni o A de boje.
Era vists porm do que mostrou em sen ariie >
a) penlaM anais o mau lempo, remetan lo-o
'para os dilf-.rewei estabrieciinentoi seatajtMeo da
Europa e da America do Norte, onda o ir.eu me
tli ulo teta sido admittido.
0 Dr. Caftaeo iu-tu que em meu metaolo e no-
ma.ip.is que cmtm alguns dos faetos rnai. irapor
tantas dn historia universal para mostrar a pr-
ciibilibidade M m-u me h vio e ajM assim como eni
relacio a esses fados pie a masina appcac-
ter lugar com todos es de aais faet-is, aa en-ini-e
toda a historia universal, na i obOairte ter daela
ra lo n livrnilus qit" ueu lira nao eraansia>r a historia,
osim o metnalo pelo qual davia eiu $er eaia-
dada.
Pioalmente, dispecn-me do r. fj!iaeo remet
tendo-apara o sea primeiro art'f.e n qua nao s
recoimaeon a utilidada mioifeau deSnea meibodo,
como aj dec arou que eslaya tazando anl raappa
para appiicar-l > a atsuria 4o BrasH ae o meu me
ibodo fosse um cliarlalanismo, segnram--nte o Sr
Or. Coiiaco nao tf ru liu lacilieulese approveila :o
o'ellt
Racifd i') de sntambro de 1871.
Cande jY. F. Xtba
aatisfeit tjjas'as
os
din taas visinh is e ira
enas sai purgo oa na
ias empregiram paia
ras la>te lugar ; i|utj
de ricar-ra por algua-
U'n '" *m-iii este fnttitvto, eir
alfares Moraes, v<-xia
uu de dealnji-lj-i; .
irte de engaar, taes".
eo n essa autorulade a
^luseginram a pennissao
diis, .p-rlanlo-se bem.
t (am mais ou raaaos soffrivelmetite, posto >ue
s mure abusante ; porque a titulo de lerera a '>ue
na dichi depensvara os p.ibres ere lulos que Iban
cahum as jarra-. Na j contente co u e-la gann i
11 en i, ja avKi-'-vrn na praiica de poqneaos fur
ti-: Kstido as Bausas na:te ponto, eia quv che
g 'ti ao conheeimentu do delegado qia de ap irnti
nava ura outro liando de cigan is. iraamlosab
!.) dous cavados furt.idn, sujos don ia ou un-
curlaresde-i-sos precaleram en sua chegada a
t-sta cidada. E uo o alferes Moraes raunmlo a*
pres-as alnuns soldados do desuetnento aaiii > a -
encontr I'-q a-lie lian lo; ma pre-eniiudo-o os c-
ganis, pozeram-.-e a> fresco Ucan.1 > ooraacii en
quo estavam, uoicameole o povo mtlllterii o ereau
,ca-.
t Foram apprehenlidbs os c.vallos, o quan 1
o ouiro dia, por J -ar larde pretaudia a aut >n-
dete policial ir uo mca'ci desses v.idiu* reunido-
a-s aqu exisp'ates qu l'ie,coust.va eslrom be n
prvido' do arma- do governo, as .quaes sa'Jaig
i llti'.-acnaju.a^ile .pre-cnto na comarca io Br^j
A fmira ques^jam toieados es-es va los la-
zando co no q ie ama p.ipu'aco u->rle c >tn ns ,-
e 'i-iurua* excm>ivameaie a si peculiares. 'Senij-
l anibte fiea commatte por osle canto, cora eape-r.
eialidt-le nos lagares man il povoadis. quinta da
pr<-a*lfr} ha eem o menor rrsj*to as lei< do paz
i Dizeui que o cip>ttli PedaVni > C propi-ianan-
taeig^u y sj que tal gen ex su entre i 6 oqn-
u crei ; e ?lm a'm tap-rulno, qia b je p!
'nudo goma fortuna leo.peaa iaUeKartdvdoia
wifi de viJi, qua ala o de prnporciuar-ib-g-
e mana viitagem iba, .assegara- cea ob'
da parte i- -eu* olif jjjjail
o U giraos a alteueii das aautfta*Na ujutri <
r Hvwnrdoi 4re-* pa'A t-'u g-aude desmuralisaeij preiudiciaii-
OPJWK8I, ^, ,.!.. aT,,. ja ,_. a .,., ,,* .*, ,
a WfeVdade do veaira,
ptraales nadoaaes, na.
servir eta medidaj Ik>s daaviar aV usura
com o.e. cario e de emissaj, a. tuJiJMriar o e-cra
vo, e dpix> que o sJmW iMflvIBaVse wa-perpe-
tua eseurdia, e ara gaverno sattido do aeio do
partid coaaaavador, parMo ao-qaal o pete deve
quasi tudoqaavMo de bnm-aessae, asi pode, uem
deve querer, que a distincta classe dos agriculto-
res (aquai. me ufaui da^wrtencea-) continu a ser
asaiaiada pela asura, alia vasdadefta Sdu do
Averno.
Cancorrer o govarao, e o altoa represeauntos
kiLti"'' MUae os a8r'eoU,res se lib-rtem da
fa\ wdJaafrer pan qae ff re?a a n >ssa agri
cultura, e ccacorrer para que em poucos anuo
'venha duplicar a renda do Bmadn, t por coase
guinte para a felicidade do patz.
Porque florece a agrienltura dos pahae'esierei'
da Europa ? certarnente por quo nao coohecera
nem a escravidao, nem a usura, estas duaa pala-
vras horrorosas e malditas, quo expnmem tudo
qnanto derao e caltmitoso no ncaso pan.
De miniaros de agncuit 'res e proprietarios da
escravos, que exiem oesta comarca, eu mesrao
em toda a previaria (dio-j sem afeada de eef'.cou-
testado) mais de dous terca d> srj numero acei-
tara la bom grado o pn jecto da libecdade do vn-
tre apram-ot ido-pelo govvrao como o mato o-iico, e
-lli-.az de r.xiiuguir a escravido ames do Um do
eculo praseate, sem abalo, e sem -eauaar detri-
manto a Droduccio agrcola,
Com a factura da< entradas te. ferro irao (loan-
do dispoo'veis milhare.s ds robustos brao-s, que
so empregavara aa con lueco doj'noasos gneros
entrados para o mer:adn, e em quaato a mlm ,
a deve ser asta preeniemente a nosaa verdadeira
O'WBisaeao, por j w acrwr habituada com o noss..
arabalho, clima,, e costme-, precisando que o
govevno em ieia aspeetaes tome medidas para que
seja reprimida a-vagabua-lagam, e o meio de vida
de muitos in lividu -s de nossa populacho, qae se
alimentan), e as v rem naohum meio de vida honesto e eoaaecido,
portaoto todo e qualquer partido, que eeoaorrer
para que se red lisera -s melliararaentn aeuua ex
justos, lera concorrido para que ll-ireca a agricnl-
tu/a do nosso paz, e por c^a-eguiate-para a saa
fenci iade.
Comarca de Nasarelh da Malla da provincia de
Peraambucu, l.de seaembrod 1871.
Hercutaao Ctoalcmu de S e Atbuqaerque.
N. 4W-HW4-8tJMMO CW>\0 'X)u AS AF
PECCOES DOSBRON'JMlOS.-'.Seus progressog
sao rpidos e assuitadorua, -Atalh in-sa pus ns
pn ueiros -y nptomis m-diaata doses regalaras d
paitirai de anaiahiHa le Kenp, o qual para i ig
far parar os prngressos ci local ; impelir que a muc-anlada se aggio-
mre nos lubos brnnmiaa-i, f ri lijar os orgaw
si voz, a loalmeaw restaDelecera a s-iide a o vi -
gor de loto o systema resointono. I", noora mas-
ido no caso qae a mote-ta se a-h > j aigum linio
avancada, proporcionara coosidtravel ailivio, a
ara inultos e.s ellertuara na a prompu aura.
r'Portanto as viclirn.s ia tisse, coosiipacss, calar-
rhos, f-iires infl nmitorus dos i>uun qualquer ama uutra-eufermila le d-s orgioa da
irospiracja- nao davem neai por isso desesperar
porara m momento, -da sua 4ieal cura : 'u inexeafiam mau asfp aimiraami a m:irav llltmol BtiTlI () madieamenio, veeadaara reauaralor da v.d. .
hs. i,f#errfauVah.>-0Otra"vei ao su o- f dde, quaiqaer passoa qae o use.jlavo ter >pei-
Hvuea.' >ia ; -
ic d-xa* ***<<
de i>aV9*|"n"'fd'
i innti.i e *>?;
i ma aorjom sur do p.ivo dosen/o. qoe aim das
u^-2J reiteradas seeeas, osta de cintidao a suflVer ci
*^a^Tar&ffs^^ -z
S.,,n. bOTBBIA.A qua so eh* a venda a AOaV j
" da ""
CO -R
siaVnei
Tavara, a r-iH
Hrand., U oi-l dr P.ltlrilOa. JaBJUlb 1 da >
saaio, B.Hi-U'Rnr d'Az va4. wau.r*.nTi>fiHlral, padre Ua-ft r,t" d' Varzea, a qaal oorra boje.
MiMi'a :.r.natt., a a^.r dlailor hWi|ne. iltMiTBRO PBLICa-Obitaarla do dit^O V
f lila e aparavaaa acta a antjee^Jente. .seui.br- :
OiW r' J# 9A ppe Saotiago, pardo, PeiMumbuao, ti
caniiadJJTral wttRlwlar as minbas ideas sofre
litierdaife do ventre, e srjbre a opposkjo parla-
mentar.
Para que nao se diga, que a opiniao pflr mim
maniTesnid ni artigo fue li-qacar a 7 d
age-ti pr-ximo pasado ^svmpftaineaie om1 or-
tejo no gov^ruo, de quem earao agricuiar ada
lepando, e lio a manifastacao ifteera fa-ntNas-
fearftrmemos, vedho deaUrar, qu-v quer o projeeie
da liherdade do ventre, apr.'eniado peto governo,
etoroa ou ni-ieste anuo, le da patz, d'e-ta data
em diaat am livres aa venirae Ae ludas aa mi-
nhis esi-rav.s, cora as condiedes esl.abelecidas nn
iDsinii pmtoot', e se ni> vou mais- adiaste, por
nao iu'o pero.i'.'-.r o pa.|jao compromisao qo- t
ono, -iimpromirM e*w.nprvioiMOie -d-^irus.i
usura dos aginias e o-rnim -rciaaios. '
1\*nho auomM*tihado a;dia!0ao do projeeto da
lUjerdade daveavre, -e*-am todos oael-quente e
esrlradoa dis:ur?a>e do* itluatrad-s opposici-mst:.-,
o j:ia nedes enerntr. (iitaiiio a mi eaa-a que d -
f radsoi-i sio floraina da rh-tonca, circulo vieiuso.
em<*an~, eaclaniacio,pmicui, targlvargreio, theo-j
ras abstracta- e lutvirainanie eooirariaa praca
no que vemos e obser^am-s quotidianantenie.
Ceitente o nico phaniasmaqae apavora os
raeus c llegas-da sul, e o pame->, ia h ib--i- ad
v,g los, e usurarios Co nmercianies Ihes rem m
raudo, de qae o governo len lo boje c .naguilo a
larda liberdade do ven;re, amaobat exigir -n
imoori a da complaiaexiinccio da esjravidao -fm
lude ouisaro, porra cartamaotd nao preei
que os raeus coiiegas taoham vistas de lince p"a
veram, qua nwiu orer, deserer do nos-o puz, da
nossa e-nstiiuic), do nosao i operante, e dos nos-
os concidadius, que comoosco compartilham do
aosso* os i-i, a dos nossos males, ou por o o ir a, e
deserer de si laasmo.
CerUmeute se nio-houvessem visionarios nao
havena quem acraditisse em visoes.
Nao qneri-rem udo aqoaiias, qno se-oppoen
ao pr-j co aproeenuto pelo governo, qae a ta
.irrocipal da amancipacio saja a liberdada do Va
ira, o'O qaert-remaxlinesjao da e-cravido no
prasaatn-secuta, antapirem o nem parlicoHir a
aero publis-', a admillirem, que se pinajfesgo.ni
um- pi.eo-uprido pur urna grmsa correal d'agua,
sem que priioeirj se estanque esta.
No mau u mide pensar, o que e pele aceitar
las opinidcs dos illu-irad is irapoeicionulis. e
niip isio para Tefonnar o funde de esgate da g"
acu pragenla, porn nio laneado sobre aelpor-
iu;o como quarem elle, p ruue seria tancar um
imposto garai obre luda a aepulaae do impar o.
que oonwa o dn*eln naiual do hmiem, quo
- deve snlTrer os pe jnizos'qa-m gosa do banu-
II io e qiiam diracHimenlo lucra com o -erv.e
do escravo o sauenhor, portaoto o impm'.
leve reeahir sd nanta sobra oa proprvtarios de es
cravos, c-ino ja A', ver no prunairo artigo.
K' phiuia-iico, e illusono duerera os u^posicio-
uwUs da -ibenlade do ventre, -qae a criaci > do
iberio proveutenie do ventre nvre trara a d>bar-
oi na o a desordera em n issa- f>zandas, porquaul
-uito- exempu lenbn eu occularmeolo Observa.
Jo em c-utrav em a>giiinas d'n las.
A do-ordem em nossas fazan las cartameote ap-
a ecer, s ie aono do aa-tornar let lo jaiz
.ir-jacioda imerdaie do-ventre. a suave vosas*
anee**, Srs. npp<*>ieionist:i* parlamentares, reca
nirao t das as nossas in-ldi{-, peiaj daagracs
la que formo vicinnis, por lardes cuucefraio euin
v.ssa oopo*ii;i. ayvmatiea, e lojii-ufleaval, para
|ua flcaaaetn na laaerleza, e aa unvida, fon e
ariaeipai de toda a qnaiqoar dea irdem, la-l- ma i
sroio t- os provucaOuies o aun patsado oara
que ae arrele ano a 1 >mwe qvatlqaer medid
i*ra a atUBcei- ieaia^dse*erVriai.,iend9'meiaio
por nasa a im-rdaae-ao-vevia-e.
Pen-o, e pesraam^avDiVa'qvMei eados es proaia
ian,s de es-,ravo*a'. sla eumarca, qua Isare-ua-
n-m emBp-nsado* pela onacia do Vbrt> a e-a
lade do 8 a aua eatuv).. raada de 00
wtjm aea i stMidilt. Iiaama> atm--,
querer oa aabar aaMfn a4a tasaaduel.. ataK
ia aoie^Aram o bemfavaweeaar wmiimwi, l
ipwraraadascalatii e sosaa* laaaaa*, 4 querer
(eua f-e coiiii mea, luesmo
pr-munciados daaaauUs.M.
i .....i
Os>. vcr perpAoo iD30jlon3
oxpa lieH
co, 48 mazna, 8. Ja* ?
Naaaa Saetera do Uvr.- ^ fl rrry. i M.'amavisae.^ e-.r*ava^.A^tal^a>ta^e..
rwii.*tV geraa, aou aameram o -cearMaisaai a
aa-ia, aoianru, Saata Aawnio ? tuaerosuas puhran- ,a-4et a-ewr aa aataasamatarofeoea da-craaV'
o fflao dn 9r istorian niven (h 9*^%rfil ^naasai
dact .rlj isaaidma do Ata JaV hm\ n>t i Jar t Pad r/ avaoeo,
do ii ni oillaajaai 4>-ane->n>s *j>.*'KanLi-too f>* *a9*m$*e- wn iaaanklo*.
:a sein-ni la a a ntor^ii 4a AeataVc da MUHHot Aulomo Jjaqtum da Saai, preto, AMea, 10 ao
'aieirada *i|Mata i'-ihomm plida. <. alteif*, R cife ; VHiavea.
Omr-ifs oeiMada o# AHienta, auavafead t ) gatarwv/-a*rdiv|Peaae4Wiae) 3'aMaaa/tsV
o httt lula a a tatar raaiaaaata aa assldi fine*' a.-a- tMHivatsa.
>re. q i- u Mia-aauaaalsaMlaMMidtoisH do o-orr-ai* Mareelmo Araw Haarlqaas anae-i,
emh mra a *** d- Iva fcHNtaa .oi-j.haaaeu m na >, *oH*t; B-v*ia ; fc-bre aaraMi
rioDr. \ifl*k.. E a-.tnaa.a>aii>t a^na!Nai'tdliliaL*vS1 Dra. *i"^' OmiuHhf.aeaa|dfc'lvafdvlfa em* P.Piinio Alv^s do Figuajedo Brito. pardo, Per-
cee > AKHmrqia, ju^a aTi PtmmmlSft A "snibuco, 31 aoo.', loHaf, Santo do tonta; Cebra
Imttilmia. pnoi e.
IV
a lavoarav W nWaioii>iltWff|| |a4
; parqaaDt aa |oaV* .1BP>**
-l'd'^MiHHe-davtovMra, ou a
afcefeiMJ^Bej alia s'ivt da ar.
ddMaaWfidM tf+W Mal uvjitila v
MdaWfiW
ftc#'ajrma
r----------------------------------------------
millir 4 qoe os mena colega estejam 4e olbos
vndalos natiaie verem do club i ratoeira, qae
se ibes arma, e si se acredita em liU uno, ten-
do en vista, qae os agricultores acoMoaaados com
a MaearidaJe da roca, peosim aaau paiavra sio
eejra do roceiro, igual a a-ti*aa| I engaosa pr.
Hvri do commercianie ( lvawdf &) *xeepv5e>)
fatal illnsii ; porlanlo raeus e-fl-fs figete, eva-
tere, erupere, do lal club do c-mmercio c
lavoura, e conQai no governo quesera cor
a noaaa uaieawalva guardfc
io pense Um'cm o gdaeraoJBsdqAaetvl
3|000
3*810
8*N
10*000
61660
16*080
3*000
6/000
16*000
80880
21*060
19 000
30*000
3" raecSo.
Duas cadeiras de amarello com
asiento de palhinba........ 6*000
Armazem .. I.
Urna mesa de amarello cora
oleado....... ........... 10*000
Dous mochos com assepu> da
palhinha................. 0*000
tra a Armazem o. 5.
ente Un araaro concert e piulara
Ura mocho com assaata deafaV,
lliiuha...^..............
.4
dafj 'uco SJina mesa
m armario,
ra......a.
uascadeinuaft a
asseoto depalhiL
Ardaaim a 7.
ftous armariosco acert e Bas-
tara ....i................
L'ua cadeira cora asgento de
paUpafi...............
Armazem n. 9.
Urna mau cora oleado........' 8*000
Dous armarioscuneeito-e oifl-
tura...................... 16*000
Dous mochos cora assento de
palhinha................. 6*000
Armazem n II.
Urna mesa com oleado....... 10*000
II o armariocoucerto a -pintu-
ra....................... 8*000
Dous moche* eom asenlo de
palhinha.................. 6*000
Urna cadeira do amarello com
assento de palliioba ....----- 3*000
Autiga guirdainoria.
Urna mesa le amarillo eom
oleado................... 6*000
Um lavatorio................ 1*000
Duas cadeiras com ascalo de
palhinha................. 2*000
Um mocho com dito rtiu..... 1*000
Teibeiro.
Qiime carros de mao a 15*.. 225*000
U.n dito de madeira......... 4*00) 220*000
Ponte.
Ura wagn de caixao.........
Un dita dito................
Cinco ditos de mesa a lojiOOO
Sala do armazem
Urna mesaconcert e oleado.
Saa da Ia porta.
Duas mesasz ncerlo e uleado 20*000
'Joatro cadeiras com astelo de
qulhmha.....,........... 12*000
Stere-matria.
Ura banco eom assooli de pa-
lhinha.................... 8*000
dos indicios os inai
e
: l3Mr1
"
i'rL\UA D TOliShr^ai E SETEMBRO
as 3 1/2 uua.vs o rvnna.
<: )Uuj5*s officiaes. -
Algadio 1J orle 5*6-rs. p-r kilo.
Algudo da Uaae'i* ovia631 r-. p ,\ kilo posto
a biT-Ji Ireta le )8d. o o 0,0
Alfada i da Pirahybi I." "o-ia fti rs. por kil
p j.-iai a bordo a kaU aafrd e 5 0-.0 hontem e
boj ). *~ ,
Vpol.ces da divida publicade 6 n.O 98 0,0.
aambio sobra Lonlroa 90 div ti 5,8 d 2i 3;4
i. por i*:
Descont de letra de o mezas 9 0,0 ao auno.
i. (i. Steii."-,
riV'i.tai,;,!.
P. J. Pialo,
SeairoUrio.
\LFANl>EGA
Raa limanto do da I a 20 .
dem na dia 21 ....
SiS:*W5*27i
!7:iiP.38
Wm^iiii"
llov tiiit fia affaimrlfl .a.
Volames entrad.
Vijlames
i
sahidos
com
com
com
com
fazaiid IS
geoeroa
fa teadas
gneros
238
1311
91
278
U'il
370
D--carream h ju 2i 't* set-mnro.
flirea ingleza -CWiz nf Km-tn -mere .loris*.
a---lLii>rar noria-aHama Her Fre-'htingtabtadj.
-n- Pataoh inilaz Jc/m fln//d f irmh le l"g >.
Pata ho au-t'iaco tam-ti f.rnihs ia ingo.
siimaca h 'Itngne iialian >Pedro (ingenio merca lorias.
H'igoo hc^pauh d -Mnna -naca'hai-.
Br-g ia n irte-ai enio C-ret varms gnoro.
Paiacho o^lez Allice Burgrmf -varios goar s.
Despachos de expnrtaco no dia 20 de
setembro.
Para og p >'ins i exterior
No navio p .rtug'i z Liberal, para o Porto.
carregfjBgn : E.U; R h-'lo 4c C. 500 couros sec-
eos saBjattna com 8,000 kilos
HBGEI^DORIA l>E RENO\S" INTERNAS
GER\ES 'EPKK.N\M-GO
Bandiraento dn da I a 20. 32:119*557
dem do dia 21...... 51l*0Vi
32.-H304O7
CNSUL\DO PROVINCIAL.
Baudira-nt i do lia 1
(dem do da 21. .
20.
39.8fl0rVi
t:at9 5Si
46:220*131)
MOVIMENTO 00 PORTO
27*000
11*009
50*000 *
i0*000
73*000 115*000
n. 1.
10*000 10*000
32*000
ril com virlio tioto da marea G D, avallado em
53680 ris. o qual veio do ijavre no navio raa-,
eez Fidelit entrado no mes prximo paseado, e foi
abandonado tos direitos por V. Grande.
Affindega de Pernambeo, 19 de setamBr da
1871.
Emilio Xavier Sonreir de MeWo>
de feraam-
V.
cjarPaJauio da presidaWa
buco em iUto setembro de 4871.
4* seec
juulo
lo da atln-
oumbro de
HMnante a po-tura
amara muuici-
ol re 22,
de ag )-.-
0 vtca-preaS
buico-^ue Ibe I
I831,a*!ve:
adoicioaal abaixi
pal ao Reeifa e ,
lo ultimo.
Artigo anico. Pica nrohibili tancar se aai<
ras, pracas e cutres lugares da atade, lizo cu
qualquer .-ubsiaaeiaague^troduum falla deactio
ou neja prejudicial a saJe publica.
O* eoniraventorespagarla a ma4a de dons mil
res, e dupio na reincidencia.
Dr. Maoel do Nascimento Machado Portilla.'
Conforme.
Adolph) Lameoha Lin.-Conforme.
O secretario,
Lourenco Bazajf Carneuo da Caoba
8*000
584*000
Alian lega de Peinatabuc.i, 16 de setembro de
1871.
Emilio Xamr Sobreira de Mello.
A cambra mjnrciparlMn cidade. para obser-
vancia e exeeugo da pasad/a de 2 de agosto ap-
provada proviscriamenta fila presidencia da pro-
vincia, e para qne :begie ao eonbecimento de
seas maaicipes da puDli:idade do editai por ella
feilo para Yegularidade e bom andamento dos lia-
baihos da liioptza publica.
Ait. 1' As roas da cidade que partirem do
arsenal de marioha em dirercSi ao MmJego, o
qae fe re ai ealc,das, serio varrttar aa- -larrias.
quintas e sainadja de todas as semanas, son."
antriarmente regadas. "'
Ari. 2 As uue Iba forem paralellas, e que ao
forem eticadas seri cascadas oos meamos dia*.
sendo tambera auterioimente mashala-'.
Art. 3 As que a estas forem perpeodiculafa*,
serio varriJas Bs segundas, quartas e sealas-
firss de todas afjaemanas. sendo tambera aonva
oientemeuta bufflediciJas : assim como serio ata-
cadas as qiMtne forem paralellas, e que nao fo-
rem calcadas.
Ait. 4 Totas as praga* oa largos serio Um-
bem varridaa e ciscadas, segundo a ordem de suas
colloc.res, duas vezes por samaoa.
Art. 5* O lixo das varredur- das casas ser*
receido pelaa eprrocas porta das me-mas, no;
dias em que astas roks liverem Je ser varnda*.
Art. G O'ransporta dos esunraes das eival-
lances oa coebeiras, bem como os detritos de fa-
bricas e aukiftas ou cutros qaaesqurr enuilbos,
ario iraporUdos a casta dos propietarios de
taes eslaatkossaeotos ou por ajusie previo.
Pago da amara municipal do Recale 21 de se-
itmbro de 1871. ,,
Ignacio Joaqtiifc de'Sotftrteao,
0- p>o v Louranjo Desertaaroniro da Cnnha,
isasatsno.
Oinspecar da alfandeg faz publico, qne
precisa comprar para sarvico do expediente da
mesma reparticao u movis abaixo declarados,
para o que convida a quem os qneira vender
a ap/esentar as suas prnposias era cartas fechadas
ate o dia 30 do corrate mezv
1.* seccio.
Urna cadeira com asseoto de palhinha
Ouatro tinteiros
.a se:cip.
Tres tinteiros
Armazem n. 1.
Urna mesa de amarello com 130 cent-
metros de cjmprimeai) o 87 da
largura
Un anuario de laura coro 220 ceoii-
metros de altara e 145 de largura
eovernisada
Armazem o. 5.
Un omaa >de amaraUo-mm oleado,
saado te 130canamen'a priraenlo e 87 oe largura
Armazem n. 6.
Um tiamiro
ArmazeaiD. 7.
Duas menas de am.Trat -com-mleano -
e asmesmas dinaaaadaa a tima
Urna eaitetraicoaa-assofte 'le^palhkiha
Oetei)avieirot*
Armazem n. 9.
Urna masa de amarello eein aleado e
as mesmas dimens-V* atima
Duas caJairas com aasento depallilnba
Diua lint i a-s
liuavda-rooaia.
IJ na mvia da amarello aro aleado e
as mesmas dimen-o> cima
ti. mucho euro arenlo de palhinha
Um tinieiro
Sala do rr.nazera n. 1.
Umamesa de amarello eom oleado,
sando de MO cenlimairos o> coti-
pnmeMo 87 "te hrgnra
Um qaarlinlierro
Sala da prim;ira porta.
Seis tinteiros
Armazem n,-il.
Um cadeira em assecto de palHinha 83000
Dous tinteiros 6#8W
8*0, fi
12*000
9*000
33*000
80*800
35 Un
3*000
04000
**on
68880
35*800
6080
8*808
fstjftno
om
3*000
33*ono
3*(00
18J000

417*000
Alfandega de PeroambuM, 18 e se'.enjbro de
1871.
E-niHn Xavier Smreira de Mal.
O ni'i-ecior da nilauuigi iaz publico qu>
.b'.a iu 23do eorr-ole, dajiois de meio da. i por
ia da ii.o.-ma raparugo, seiio vendidas em hasta
nuilica, nvre de direitos ao arrematante, as uer
eadiras abis i d-'taradas, viadas no bngue di-
uaiiurquez Amand, pri.oedeite de utuer,
irado e-u. abm uHj,-ft.aJC"n-ignaias a or1"
ArmfPua o. 1.
Un2|^^HRrca P?P a. 21. com >'o pecas
h'iiu iU.h-faaaor.pe.saod.i 18.> kilos, avjiado em
tiOT rs. kfoi;, nital HU60->.
Una difc'a. 2!, "! 24 uicas da brira dn Hnlio
iraiicidi, pes.nlo 170 kilog^ a.-iludo om 800 r .
ki ti l al 136*.
Al.udcgi
1871
Parin. entrados na dia 21.
Rio de Janeiro13 na*, U>tltno imi-na' D Gui
Iheim-ni. de 3 5 luiiaiadag, 6$\Xi--t Uorrea
iti.sSnJ.is, equipagei 10, ea'aa 4.2110 -uinUe
hesp^nh-> i carne ; a J Jf'G. B Itrl?.
T rr-.-yp^a38 das, hngUe ha-oanh"! Mina da
136 ton-l.das, -apta-P. Su". qMp-m (I
car* 3,800 barricas c ni b c lh uT?Jf*'n-
'Ri.i PwnOa d<. Sul23 iras, bngue nrnuein. D.
M'iuncia, da 215 i ii-lad.-, .-anit.an J 5' Rnn-
auea dos Santos, esinljpi'ih li.aarga 99 8U0 ar
robas de car-e ; a A rid'im Ir W> ft .
aVurta tfituio nojnesmq d>a.
A -.

:*"% "f"*r~ *)^W:**<*L.l!!?yf*f**'*.*-*?: *& da Prat -P tarto nl.ional r 'l'iz, capilio
J.- Fainanlla pIDi,i rjirg a-sne-r.
Um mesa,
'Boas quartintiiras.
..Sala
eiUmtelro;
t faniega doPernambacu, Id 'ieietdmbro d
1871.
UrT8.
da
^J maaaetoT
ipraassaadniraur
deflaradoa parle:
_______ iflSjas|faa>IMsaaaae Maaida i qan oa raleara
elBfta_ para com gjrossas nAterifcd* "** aa#irfeav)MM>ir-a8re!aBflaP as am tno
postas em ca U fechada a'd o da 30 do corrate,
a.*aBaiS : -
*mrl**te^ya\pn aa- Vn caauteadr. Jaaaaaasis cm
Mr8md-ia#'ad#uaaoad tnMt< M*m*m\+i *..
usa i .o iiiii-i uruttsaiiin i
i Data a^sadaamarastV tatas data
18*000 '8J#*0
aaaaaa
VB*ba1,*j.^lV..U,....
da Poroambuco 20 de setembro d
S ni i. Xai-" S-hreira de M-ll".
H InSpaCI r-iU .rall I.-!* la'. puDIlCO, l|Ua DO
lia 30 dn c.rreae, dapois de meio aa, ser
veodid s em huta publica, i porta da mesma re
pariica, M nbjectos abaixo deelaraiios perleucea-
t a dita ivparii..- i.i, que saactiam era mao e-tido.
l*se-'(1ao.
U na cadeira da jasaran
Q uiro tiutoiru?.
l'S
Tres tinteiros.
lima masa.
Un armario.
lima mesa.
Um tinieire.
Dnas mesas.
Urna cadeira.
Dous lioteiir.
Urna mesa.
Dini cadoiris.
D us liteiros.
Urna cadeira.
Uuus unieirus.
a
Urna mesa.
UmmOeao.
Um nleiro.
sArmarem n- I.
am o. 5.
Armaaama. o.
Armazem n. 7.
Armazem n. 9.
Armazem [o. li
t3
j-vdsflBsT-
O Dr. s-tiasuao do llago Barrus da Lacerda, iu-
de direiio especial do eo.mnercio do Recife de Pernambeo por S. M. I, qne Dees
guarde etc.
Paco saber pelo presenta edita! que no-prato V
trinta das cantados da pub icaoo do prsenle
recebe este jniso proposias era esrtas fechadas
para a arreroatacio por venda a quera mais dar
sobre a .-vahaciode ,"0*000 dada a quarta pare
dn escravo Miguel de najan Angola, con idade de
60 anoos pooco mais ou meaos euja quaria -parte
parieneente aos execuudos Francisco Thraaz de
Birros Campelto, e l. s Praacirco u'Ouvera e
Silva, e vai a praca por necucao qne a esiea mo-
va ilermmepildo Eduardo do Regn Moatauro, ees-
sionario do Dr. Canden. Al ves M-cbad' seo-i-
feila a arrt-mat?eo na f.-rn que oeiermina o ar-
tigo 1* do decreto n. 169o de^ifj de Setembro de
1869.
C para quechegue ao eachteimeoto de toJ-~
mandei fazer o presente editai qua ser aflatado
no- lugar do coitume e putlicado pala. im-
praaaa.
Dado e passado e nesta cidade de l4#ifo da
Pairan.l.uco, aos Si Je seiaiotro.de 1KJL
Bu. fcrnesU aiaciwdo Freir Pareira-da^8^tj
asen* f i subserevi. ,
Ao sello 300 rt-isV. S. S. ex causa<-
ia Lacerda.
_______.-Hcbattiu to Rejo JH3rtJt.de Lacerda.
Parante ac.i mra mir.ip\<:4**ueidade>essa-
rem nrscji em o das 22, 41 2t, 26 2 ao nr-
renle para serena srramaiadas p>r qoem makr
.preeo-oflerecer osalugoei-daaeai'nhts do lado
de norte di ribeira da freguez. i da 8 li na.-8,
9, K>, l. 18, 13, 14 13. s. 17. i.'!*-**,**"
um jo da-tres-armas : rae**- av paelond veta
conovrer a ellas devera tubintar---*. o* t- iaa
da le.
Pac-i da cmara municipal do Re^ifs, l le
setembro de 1871.
Ignacio 1 wqnim de S >uza Leo,
Pi-pr-sidante.
b-mranco Dexarra larnairo d i Cuaba,
Secreta rK
Peraule a a nira i iio> dina "lid ci-
tar em pra^a em os diis 12 ti S 2d e 27 do cor-
rrnte para S'tretn arrematados p ir quera maior
on-c l oftereeer o im osto de a fer co de pesse
medidas pela quantia da MMTirJI.
A arre na acii sera feita p ir ires annes ; aqatl
les me preterfderem concorrer a alia davem babi-
litar-se na forma da le
As co de antr ir a praQi.
1'iro da cmara municipal lo Recife 21 de sa>
lemoro de 187l.
Ignaeio Joaqai de Sonza Lea>.
Pr i presidenta.
l.ourenQ) Bez-rra Carne.ro da 'Cuaba.
Secr i ario.
OfiURACOFS
AotigafaaaaJ
Sala da uamm n. I
svHe
gan7'0 Joag.gphrejVa Ja UeOfi,
Deord
Oerior
nez, pala'
retara',
c oa mau t o jerlmr.
v. ciruaal conaiandante so-
he aoMia 13. do cairrni>v
maiihia. Das era oesta se
Ujb,kHc. deVeadodOljai:
atfauaafa faz euheieo qu-
awirto- dos aoris B-.I
awrtwvioo da maaaaa re-- rana etin-.pi-coionadus. apzaseaiaram-o
eaalp duahlfa.
Secretaria do ommaai'io sopa.'
nacional du ruunutpio do tt'lt H Ja'
de 1871.
Ult PI51.
At O dia-25 deste mez o Htm. Sr. Dr. Jpiz t>
coramercto receba propo-ta am cana fecna la paT-
a arremaucao por venda a qeera mais ofTeraccr
sobre a avalisr;3o de 6004, dad ao escravo Lmz.
enoulo, de idade de 10 annos. penco mais ou ma-
nos. Esta exposto quem o queira ver, na casa
do Sr. Antonio de Smci Braz, na ra da Irapera-
triz n. 31 __________________^^^
SANTA CASA DA MISKttl .ORiA DO
RECIFE.
A Iflma. junta ad nini-tra.ivr. da sania ea*de
misenmrdia do Recife fnd-i de rrdmsiruir o pre-
dio que possne o patrimonio dos estebdecimetjt?
li- carulade a roa da Moeda, eom d-ms aixiavae e
*.iii'.vJrnssuraanUo-o em outro da ura n ailar
ue-atteiiha dnus ariraans, nm -na pavimenta
errajfkautro no sobrado a os predios as. 8 o t-t-
la afl V Bncjos, precisa cootratir essas obra"
iiraT^^fc-pFirteno- pn$n so^ui^ar' encirrugar
io evmlaaa las, piden do aerem sairavettadua n<
na r-ris qaeprem irrados dos acatos prodsos-
s ulgad.-is em bem estada..
Os pretndanles deveio apreseQiar as srtaiapro-
joias em aartasdecnadas eam deeUraeao aoffd-
uimo po que fazsra cada urna dassodieadas obra-
Secretaria da santa i-asa de misericordia do- tVv
fe ti de Julhode-W*.
O'aacftvio,
Pdrn Rodrignas de Santa.
Siiita Oiisa^ dp M.scricntrv
do Redfe.
- lando a joau ,Mii|rai# deau aot- >
da maaiiiat Akaader .ao.- loaaerto de asu-sv^vw
a ea-a tema a. 49 da raa do-Padre Fl .fwao, as-
m a-rao aorfanafjinu daawx. am.aaiataii J**v
o.d*7 da i
ptatat aS<__
Iter eaotarataainnaf I i8afie4rj
vcwuri%.4.-a>oiafia* da Miaariaaaitedj*rW
i i4nndl.de ......sjiittM>k, ,
. 8 frasean*
Ilire adrifiirs^aSaana
_. eranmataa reaaaaajsa ata>m* 4+.**
* ooiraU o oroeomeatc aasMl
limaunsaa ida maana
VpdaoaatdfcfWsisfJnti-da
I


liari-de Pernambuc Sexta iira 22 d^Setembro
i

coor-1 tranco eavern salo, ericas d) panno azul,
colchS* de Uatm cheio- do pailu, frouhai d ai-
gadaoziaho, Ira^M da afrid-Miarto, sacco< de
gaarJar roo* s*pvo fsltaa ai pii, o irate)
aatrus do linht-ehoiAi de paHta ajan aprendiz?*
arttje.*, b ael< do-paoo) axaL.-BIiias de brim
fcraio, csifMdi ilf oivo azd; etnatm de algoda-
o, etlots de piona azul, caifn drbrim bran
cojcaaiiis de baaaa azul ora i I|i palmas Ae
ctfBfriaMtl) o arfe 3 a manga.* inclu-iva o*
pcnbo*, cainitas ts basta izal cara 3 pilmo* dsfct opera
compriroeaioc carao d u maogi incla>i?eoi
pannos, eoli-boos de liado cheos de paiba, far le-
a* de panno ai.il, sao jos d* losa para mirinhi-
gem o sapitS felto* no paiz para rapariaes ma-
riaiairos e aprenJiies dit >s blasi> de piano azul,
Mitas de atgili azul, calew d? brtm braoco,
caldas de pao > atol, calf* da algodjl) azil, ca-
misas le lgida zrnho, cintos de Caora braoco
ovroi arto, Cjlebos Je lobo chitos da pJhsj
sipttSS f-it o paiz pira artille.* avalso-, ca
rit de brim branca, cojeas da aigodio azul, ca
rottM de b im hfao alzol. > azul.
calWi baeta azil o) i liS/attlmo* de co-nprD^nio o
corpa e3u mangas loelu-ive os punhr, e sapa-
lo-s feiios ni pulpan aarinbagein.
Sala das anadea dn eonseiho de compras de >m
cmha de Peraambaco ti de etembr^ de 1871.
O secretario,
Alexandre Rodrgaos do* Aojo i.
3/ PARTE.
A Srt D. Victoria Fu:), em obsequio a ba
deliciada daojar o bello e sempre applaaditk
passo que te denomina
soprano
4*P
A beneflcrada cantar
or italiano
COMPANHIA
DE
ZARZUELA IISUllllLl
Soxta-foira'22 lo orreate
Beneficio do corpa do c a.
[(presentar -'e ha a na i lo liada eappl iuJJu
Opera em 3 actos, intitlala
Tilill
Toma parle toda a conopanlua
O resta do* bilttett* achamse dipnsicao do
I- ublico, de xjuem os beneficiados esperam toda
a praiecv oo escritorio do ihedtro.
Depois do espectacul) haver un trem que
U>car em todos os punto* At Apiuneos.
N'um dof intcrvallos ir sos camarotes a bene-
ficiada eoniprineotor os Srs que aceitaram a
protecco su!icitada.
Comecar s horas do costme.
5.' PAHTK. 4
A nova e aparatosa zarzuela t 1 acto oria.-
da coros:
A mu DO CGRS1RIG
Persanagan*.
Liiza.... D. Marta- Castillo.
Serafn).. D Luisa LarMIlir.
Aot.i... *T). Marta Granados.
Toomaz.. Sr. Granado.
Pascoja!.. Sr. Plaviano.
Coros, etc. etc.
Principiar* < 8.1i2 horas.
Dapeii^o espectculo haver ata twm especial,
que locera-ora tojlos os pona.
Ao publica.
A beneficiada, pardeo nesta cidade osa aoi
co amparo, pelo/atal filcimento de sen maridp o
tenor Castillo tem coojeacia de que nao 6 o seu
mereciraedTa de artista, porque a priineira a re-
conheeer que esae predicado Ihersllece: porm
convicta da immensa gen>TOsidade. que anima un
povo hereico, como o Paroambucanj, ser da-
da a obseura arti-ta <\nti recorre pela primeira
e ultima vez, em tais circunstancias, urna prova
significativa do quanto sabe ser philaQtro.ico e
e magnnimo, para com aquellos, quo como a be
neficiada impetra sua prolec{.
tta iaalUawfijitttra na Italia e a Swsst a
lingna ttaliaOe^arMlaaeUca. gaagraphia e geome
tri%desfja lomar alguns diseipalos para enea ma-
lerte, preletisate alumno O metnw na bora<
vagas'se en>a>r*ga de encinar eseripturaeio por
partidas dobrartas, e de faaer algumss escripias de
casa rancexa ou italiana i a promrar ni rada
AuwanJU, proiwMA*Ma em que moraoSr.
O Sr^AaM4p MUuquerque rogado
a *r ntt'timm. eom Wm Ir oioe em liqaia-
cao a nfgpc*^ de mutaolrtore.
ai Sr. Bonifacio liosa
Qaaadofl Sr Biosa, titer a luima satufuQa,
de irawr ao ccnbeeiaeKo do pablico, os motivos
que forcaram as mus** MBfalyaarera os traba
ihos sceoicos; teratos, ntaJBado ooao, o tummo
fcsprazer de ree)der-lS3V^icam/(r; afla
do mesmo senbojpiia seapweatar cuno victima,
pira poder apiolar Irvtas a bttfat enrulas.
W A ilha de 8. Miguel.
Precija-sfl de am servente qne sej forro oa
captivev preore^e eapllvo: no hotel francex
roa das Laraageiras n ia
Vende-se-pli Wto preei urna propriedade a
margen de eiaitoe- de Admedies faze*da-sc
toda vaaiafem ae ompradon re:et>sado-se parte
em dinheiro e parte era letree o* ohjeclos de
promp* vena.; tuja propwedade contera-ama
araode elarlt-Oe pedra e cal que lastra 16,000
lijlos de arvenria grossa e rorna que comporta
38001), eom mais am forno e lastro para fazerse
telhas, ladriHios, canos e-,lauca, com encellante
barro para qnalqaer obra, com dons exeellemes
iveiros de peixe e com casa de vvenla para
grande familia : aej>e9oas que pretenderen) di-
rijam-se dita prbprieflade a entenderse eom o
capitao Ddllim Lios Cavalcnnte Prtsea.
i1
Jl
THE&TRO
C01PANH14 NU4TICA
*Sabbad<> 3 d3 setmbro
ESTRElA DO Io ACTOR
Tlioinaz Antonio Espiuca,
Primeira rpresentacaj da grande e magnifica
.comedia em tlous. actos imitada do francez pelo
disticto escriptor portuguez o Sr Aristides Abran-
chis, iotituiada.
A beneficiada ser lhe-hi permanente era sua
memoria a demnostrac.ao qae receber n^ste se i
oeoeficio, e desde j proteste eterno re wobeci-
mento.
SOCIEDADES
EAITKTA
m E LIBERAES
Por serdoitungo 24 do carrente raez o annivor-
aro do falleelmento do Sf. D Pedro I, e n) po-
lendo por i-so tocarem aefcaodas d msica do^
hatalboes de liobi, ter legar o ^asseio no jar Jim
Je palacio, annunc-iadn para aquella <1>a
SABBADO. 23 DO CORRENTE.
Pas=eono jardim do palaeio das 4 horas da lar-
de as 8 da noute. ,
II uminapao a giorno
Daas bandas dn msica tocaro alternadamente
e de hora em hora suoir um balao aereusta
.tico.
E>iar aberto q bazar de prenda.
Uina llluminaci de figos de bengala annun:ia-
ra que vai fecbar-se o jirdira.
A entrada se recener de cada pes'a o que
diciar a sua generosiilsde, em beneficio do
I vi**,, das tres e Offielos
N. B.E' pruliu:ao tirarse 11 tres.
El
1
,1
Persona gens.
Mestre Jeronymo, pedreiro Sr. Thomaz.
Tiago dr>s anjos, proprietarlo Sr. Brochado.
Luiz de Oliveira Sr. n-Giovanni.
Aogasio IHho de Jeronjmo Sr. lirag-. *
Jo-, por alcuoha, O Pe'.iz Sr. Peregrino.
Aoastacia, milner de Jeronymo, D. Olym ia.
Mara, sua filha D. Carolina,
A accao uaaaa-ej em Lisboa oa actualidade.
A comedia O To Jironymo (oi Representa-
da, era Lisboa, innmeras vezes; e no thealro de
S. Luiz, na corle, subi a scena mais d; 60, con-
tculivaineiji.', merecendo enthu$iasliccs applau-
sos e elogios de toda a imprensa flumioense.
Segue-se a seganda exibico da inl'Tes-anle e
muito apalaudda comedia em um aclo, ornada de
msica, "nominad*:
OS VETERANOS
GUERRA PEKIHSULR
Personagens.
Tomam parte os Srs. Brochado, Peregrine, De-
vsnp.1 o D. Carolina.
Terminar o espectculo a linda comedia em 1
a;o, original brastleiro, ornada de msica, inti
tu'.nda :
Qiera pensa na<> casa
Personagrn*.
OeraMBO, descachante d'alfan-
dega Sr. Brochado.
Antonio, idem Sr. Bragi.
Eagenin, caixeiro Sr Peregnno.
Firi-ti !l i D. Carolina,
Anglica D. Panlina.
Buscap moleque 8r. Lyr.
A scena passa se no Rio-Grande do Sai.
Principiar as 8 1/4.
AVISO ESPECIAL.
Para raaor comraodidade das familias, que hon-
raren) est thealro, com aoas presentas, o pro-
prUUf-dy tejan mand-u conilruir urna exteu-
sa varaad, do lado do jardn, a qoal communi-
ca para ol ram trotes, p >r meio de q larro partas,
afi.D das referidas faaiiias, dos iotervailos, pede-
rem passear.
O bilhetei a:ham-se desde j no theitro, pelos
praeas seauinte:
Camaroto de (rente com C entrada) 11J, ditos
doslaa), enea 5 entradas 10*000, cadewa lf0O<>
eiiaaHIMi
NO Jtmhn' M
Cana* las KP'larez*flHt
SfttBaJfe 23 de setenltro
Cranae, eafeolhldo e variado ea-
dlrldldo vm
i a |art3a.
leficio da prima o-na
i melbore? overltwR, dlra
qja se ach ilesinbaido

AVISOS MARTIMOS
VENDES!
o lindo e superior patasho aas'.riaao Armida, no-
vo, de 1* viagam, coosirui lo ea) marco do cor
real-* auno, de lolacl.i da 331 toneladas, deman-
dando carregado 13 l|j ps, pregadj e encavilha-
do de cobre, com duas aodainas de panno, b.n-
ferrosecorrentes, clasificado no veritasA 1-1
por 14 annos, proropto a seguir viagem para qual
qner desuno :nara examioa-lo, no ancoradonr<>
da descarga defroaf do trapiche do Canha, para
traur cam o consignatario Joi juim Jos Goocal
ve Beltrao ro do Cjoiaaarcii n_ JL
Jos Marcbegiani, negociante de objectt de
Bellas Arles em estabelecimento em Roma e em
aples, tema honra de levar ao conhaclmanto
lo ppblico desta tllastre capital de Pernambuco
qae se acJii habilitado para receber eocommen-
>las de toda o genero, na inmensa esphera das
Bellas Arta : pintara, e^eallura. arcbileoiura,
iiih .graphia, mosaicos, gravara em ac, em cobre,
em pdrai.doras ; ple, tsmbera r^prodozir era
ci'n-.o s, retratos da modo especial e anda nao
visto nesta cidade e perfetamente parecidos tira-
ios de ot)tros em ph itpgranhja.
RecaDe earamisM? 's pan obras em onro, prita,
marmore a em rw-lguer outras materias usadas
n s artes. Encarrega-sa de objectos diminutos oa
grandes ; aretalho na em gr.nie escalla.
Em n-iaco aos nhj^atos de pequeo valor na i
recebe o prega aJiant-ido contentando se com as-
segurar o ajusta que rizer, eoi quanto porm aos
grandes objectos e avultadas enc mmenda, re-
cebe as coinmissSas com ai garaui)*s, segn 1 > <
esiylo corameiTlal. Em vista poi- aas mJtas re-
Iac5e< qu- tera. p.(e eocarregar-se tarabea de ou-
tros negocios que forera de sua aleada.
O annuncianie tam apenas asamn-traj empe
quena escala dos ohjecto< ca as quaes deootatffos recursos de que di?|.5e
para fornecer desses,e de oulro objectos de maior
unnorlaacia aos ameots.) das B-llas Artes.
l'.'e ser procurado, todos os das uteis das 8
horas da maoha at as 3 da larde, na livraria
Beoqpailea, dos Srs. Nogaeira 4 Medeiro?, raa
Pnmeiro de Mirgo n. J.
1^ 1idQ justo.
Ao IIIra. Sr. subdelgalo da villa do Cabo pede-
se para acabar com as bancas de jogo que .exis-
ten) n um dos botis, o qoal todas as nones iraba-
IDam deportas femadas, principalmente drlato-
nado para domiogo. Este pedido Otelo nui
justo quanto ah se tem Teito a 1- lar leja ir muito
pas e fllhos familias.
LOUCA E Y.ID'RQS
m
.#-.
*
SITMto
Aloga-ae am bom sitiion> graode casa de so
brado, eaiada e piotata, Ci)*a. comatoUws pan
Krsnde fraila, commodoe wra.eecravu, 'eoeaei-
ra, estrilara, caa da Daaba.e mulas aQVore, na
Pm,*V d* Magdalena : a Iraiar com.DajDingos
AI ves Mithens, a ra d \ Ytgario a. %k
Na ro. ireiia n. 6i, prae-'e ralltft. o Sr. Sebastian de Mello e Albaanarfla a oeaocio
de sea interesa.
Vn%^
---------------^--------------n-----;------------. I- .
Precisa-ae da ma, ama
que saiba cozinbar paca casa
ww de fanilia de. duas pessoa< :
a tratar na ra do Vneonde de Baj)riea a, 51, 1
andar, outrora do Apollo.
Precisa se de un p.-queno para taberna,
ainda me-mo sera praiici : no largo da Santo
ao I Cruz n. 144.
A M A P' tt.U*.Xco de uma casa de ptt;a familia :
tratar ama da Boia n. 52, S anSar.
15 Ra da Imaeralriz 15
DE m T
. ta EYSSES & MO
To de.begar um novo surtamento, # loudu de s^lTer ama refina o syatema
danegooiodesteesUbelecimenlo, seos propriatanos resolverm expor-eo liautacao
grande qoaatidadt de pratos de loufa, lijeHat, appawlbos de louca para jaataTe rara
aimofo, etc. r
Convida se ns socios para assislirem a sesso
magna que ter lugar no dia 23 do carrete s 6
l|2 horas da tarde.
O secretario,
**'__________________ Raposo.
Precija-se de uma ama pa
ra lavar e lengomraar : na
ra Pnmeiro da Marco a. 7
^\i
A. 1* andar.
IV l
BAHA
RIO DE JANEIRO
Para enes pertos acha-se primlo a receber
carga a be'n conheci la barca Clementina : quem
na mesraa quizer carregar dirija se aos consigna
arios Toomat de A mino Ponseca & C. Successo-
re roa do Vgario n. 19.
Ta a o Kiu segu em poneos das o brigue S. Paulo : para
carga trata-se na ra do Vigirio n. 11, 1 aadar.
PARA O
PORTO-
aahir com brevidada e patacho portngnez
ral, capito Guilherrae Jaaqoira Leal, por ler
..j da carga engajada, para carga e,passag'ro<,
paraos ques tem encellantes commnos, trata-se
coaK. R. Rabello & C, a roa do Commercio n.
W, oa com o capillo.
LEILOES.
m6KAMM\
f.'PARIt.
LIIAO
Lge.
A's 10 horas emiKto, no armszem de
agencias, sito roa do Bom Jeins o. 23
(oolr'ora da Cruz)
Todos oa r.bje .-.tos sero venidas sera rewrva.ao
correr do piartejlo, visto que Male estabelecimen
to nada se acha com limita de precoa.
Rica nMtilias de jocariadi a tiXV. guarda
venido de araarello, lavatorio d^ megao com pe-
dra, camas da amarello para canal, ditas'Ye ferro,
marqnezSes, auiaradores de madeira, ditos de fcr
r sofs e cadeiras avotsas, bancas para jgo, ca
detrs de ferro para jardim, repuxo de ferro pa ra
jardim, eabiles para roupa, 2 pianos proprios paaw
mocpiantes, guarda comida, laxos estnha* s,
groas de ferro para alfliaf,' alto para campo, di
tos pequeos para espirito de vinho ou gaz, nta
chinas para csutuja, ditas para descarocar al(
dao, (do 10 ierras para baixo) sellas inglezes ctro
todos os perlences, cofres de ferro e guarda jojas
(prova de WJgo), lpuga e vidros para servigo de
mesa, cojheres de meta! de principe para meta
obj c
de u
quefca
tidid
g ie
OI)t os
maiiosrjajacaca fla ae ao taegcionam por se
Na raesai ilcaiia se tandera um cabriolet e
am carro eom doas cavalloe arreiados e perfun a-
WmWtm%m.*7
hora aaareaeo.
e ergraca
dos Santos Rrbefro. fifi feflb de
ecios date em penhor
afeae afartMfno dta, M do eorreota.
8raea*>epeeiaB733.
aa
a*
VISOS DIVCTSOS
------------,. r ,--------- _,
A pessoa qa perJtt tres chaves, seco
momcordlO: ta6at nnt V pWindo e iu
ie. awear i ra Tiffi %9fmMt^ t
wtPi
Precisa se de uma ama que saiba
cozinhir: na travessa do Livramento
numero 28.
A directoria da beo-ficente sociedade Monte-
Pio P irtaguez em observancia do artigo 60 dos
estatutos, manda resar uma missa do stimo dia
sahpado 23 do crreme pelas 7 horas da maoha
na_ Ordem Tercira do Carmo, por alma do socio
Joao Pereira Gi'majraes.
U. 6. Pml.oir.%,
- secretario.
Onzinheiro chinez
Jos Joaquim Aff ras", cbn-z, perito na arte
culinaria prop5e-se apromptar comida para f
ra ; portaato, a< pessoas qne quizerera atilisarse
de-se sea prestimo, qneiram dirigir-so a roa da
Conceico, oairro da Boa Vista, o 35, para con
elle contratara sobre as especies de viandas ou
iguanas que Ibes eonvmr, certos de que sero
servidos com promptiJo e acceio, e por prego
mdico, -jt^ m.
lenlo Jus da Costa, prupe-do a recr-r tm
seus armazeos alfondegados do caes do Ramos,
as suecas de lia que all qutzerem depositar, obri
gando-se a Ujm por sua iqtt o seguro contra
o figo, e respaagati|lia-se pela conservagao e en-
trega do que pajab for.
Saciado unte-Pio Fopu-
Em consequencia de nao ter comparecido no
dia 18, numero-suflciente de socios para ha ver
asaembla geral, de ord-ftn da directora, sao de
novo cooidados os socio* effectivrs corapare-
.erera (sexto-eira 2) as 7 hora3 da larde, para
era sesso da mesma assembla, tratar-se de ne
gocio de importancia.
Secretaria dajsociedadj Monte-Po Popular Per-
nambucano, 19 de setemhro de 1871.
Urbano iVunts Machado Aniones.
1 secretario.
Crtada
Offerece-se uma criada pt/toguaza qne engom
ma e coae perfetament!, para estes mistares ou
para cuidar da cnangas : a tratar na ra do 'fi-
lar em Fra de Porta* n. 11.
Alaga se uma ca-oha somante para a fo?l,
beo arranjada, perto da estagaode Paruameirim,
enciendo 1 sala, 2 quarios a cozinha, ao tem sala
da janlar, tem pgo com banho de excellente agua
ribeiro corrente com banhiro para banho e pgo
para lavagem da roupas e sombra de diferentes
arvoredos ; na dita pta;2o se indicar o lagar.
An^iicao
Prec sa-se de ara caixeiro qoe emenda de pa
dara o que d fiadora sua conducta : na ma do
Mirquez de Herv. 1 n. 9, amiga ra da Concordia.
Pirrai oo Aives Ferreira, faz sciente a todos
os seus fregnezes e as mab pessoas que o quize-
rera honrar, qne se acha cora lojt de alaiaie na
ra de Marc-lio Das o. 38 ; onde encontrarn
as casemiras mua modernas e por diminutos pre-
cos aMieYcomo bros, paaonos apo < etc. etf. __^
Precisa-se
de um criado oa de ara moleque : no largo de
Santo \nt nio n. 2, 1" andar.
MASSA FALLID DE FO.NCECA 4
SANTOS.
Tando ficado sera effaito a concordata conce
dida a F necea e Sanies na reuoio de 17 de
ngosto ultimo, em viriude da sentenga proferida
pelo lllm. Sr. l)r. juiz de direito especial do com-
mercio, e P-ndo sido nomeada nova comm'fa
de crditos da referida massa fallida, pade-se a
lodos os credoree Iha exhibam seus crditos ne
escripirrio.de Thomaz de Aqui no "onceca A C a
ra do Vinario n. 19 nos dias 22, 23 e 25 do cor
rente afl-n de serem verificadas
Aluga-se o primeiro andar e os lous arma-
zeos da casa da roa do Vigaro n. 3, proprio pa-
ra escriptono e depozto da fazendas. por ter
grandes aaaaamodacdes: tratar com Manoel Al
ve Guerra, pai ou fllho.
ihm ummmmmmm
k
iOJl
DA
ITURQUEZA
para sen hora.
I recebeu o segninte
aLdiS chapeliuas.
Ouapeos
OOrte? de seda.
Popelinas.

S

Rogaseo Sr. Jezutno, cobrador dos fotos
dos coqueiros da roa Imperial, o favor da appa-
recer na primeira ruin. 138, taberna, porqu se
Ibe deseja fallar. Fz-se esta declarago por nao
se saber onde sua moradia.
Oaixei'os.
Precisa-se de doas caixiros qae tenham prali-
ca de taberna : na roa do Rangel n. 48.
KMittffKHiai m&
m ADVOO\CU 1
BACHAREL
J. B- P. Corte Real m
Rua do Imperador n. 42.
*Mmn-m*mmm mmwi*
Ama j>a a hervir
Urna senhnra prnugneza qus deseja ser ama
de lavar, eogoraraar e andar com chancas : quem
pretender derija-se a roa do Apollo o. 14, arma-
zera. .*.a.

tonco.'
V/5fiil"w 1^ ^]
v otro par nojfa.
.Ca.p.elias^^,
Q- 9, aoga
$foeiedade fteereativa
Juveatude
Nao tenjoj
de or
couvo
dominl
cenaidanado-te a
al de socioe,
novamepto
inaria, pira-
s da manby
mesma coosluida eom o qa-
maro qae cemparecer, nos termas da ultima par
1**0 ara. 10 dos, ealatatos.
i Seaeuria da Soetedade Recreativa Javentude
21 de eterabrs de 1871.
O 1. aeareuro,
A. Awofocaoo.
AMA DE LEITE
Na caa n. 21, defronte do hospital Pedro II,
(nos Obelho-) precisa se de orna de leite, que se
ja sadia e tenbl aboolante e botp leite. Prefere-
a que nao tiver, Blho.
(Juuha s? Manta,, veiid^ui a
rua do Mtvqaez de O lin-
da n, 40, o Feguiute :
VINHO XKREZ i-uoerior, em caixas.
COGNAC MARTELL idem.
VINHO BOREFAL'X, i.em. V. -
AZfJTB DOCK REPINADO, idem.
VINA6RB BRAM -O, ti*eaa. !'
GAFE DO CEAR. saceos.
i liaruu Regala britnica.Regala Imperial,
Conchas. Trabucos, de am mimare
D\9PABRieAS PO B|)3 DE.NO-
\NR, de diversas qaalidades, venfr'
< *rH>a ,t m% Mfl|
Graai OMntidade de cojos de vidro fi-
nos para-api a 4^200, 4JI50Oe 44800 a
dozia, caUces de vidro fios para licor a
31000 a dazia, ditos dec6r para viabj a
S'30 a doaia, garrafas flaas du vidVp bt
carat para vioao a 5*60), 64,6&Q&, 7fi
e 7)5500 o par. bailas coiapoleirasdc vi-
da a 6*300, 74500 e 85500 0 par, nnn-
de e variado sorttmeato de jirrpvfioos para
llore a 34, 44, 54, 64.74, 9$,'M. m,
114, 124, 134, 144. 154,164 e 18400o o
par, cbamins ameri'janus para canJieiro a
24*00 e 24400 a dtuia, es-.arradeiras de
viaro a 34500 o par, globos para caodiei-
roa de. 145001 a 2-4000 cada ofil, lampari-
llas com vidro para cima do m'/?, pa ele
e dependorar a 14501. 1470Q, 24 o 24203
oada orna, bonitas quartinhis haroborguezas
a'44300 e 54000 o par, lindos pa iieiros
de porcelana branca de 14z00 a 34 cada
am, bonitas canecas de porcelana com friso
e esmaltadas para cal a 64000 a dtuia,
escarradeiras e copo de crystal de cor para
lavatorio por 340JO, praiinao de vidr--
para copo a 320, 400 e 50J rs. cada umi,
sestiubas de vidro para passai, figjs, ele
ele. a 800 rs cada uma, compoleiras de
vidro para doce secco a 24 e 25500 cada
urna, cascaes ne vidro >6 p 1420, canecas de porcelana com lampa a
320 rs. cada orna, giibeilas de vidro para
missa a 800 rs. o par, Giaiieifos de vidro
eom globos a 54, iW e. 464i0O cadi om.
E-outri.s artigos que deixamos -le men-
cionar ; e prevenimos a qu o precisar com-
prar algum desles objeclos qu^ approvei-
lem a occssio de comprar los por meaos
20% em raz5o de term s de ltquMal-os o
mais breve possivel. Rua. da Lnaeralriz
n.15.
0LBAD05 E GASEIRAS PARA F.RRO
DE CARROS.
Vende-se oleado preio grosso a 24200
o covado. D to cor de cinza a 14200 e
cor de caf, verde e prelo a 14400 o cova-
do, para acabar.
Panno fino azul escuro a 34700 o covado.
Flanella branca ingleza a I400 o cova-
do. Dda muio fina azul com duas larga
ras a 24300 a covado.
Casemiras escuras e claras de duas lar-
guras a #400, 24600, 24800 e 34000 o
cuva jo,' as qiaes servem tambe o para pa-
lito!. No Emporio Commercial rua da Iua-
peratri? n. 15.
CHAPEOS DE PELLO PRETO^A94003
0~ Emporio Cu antnerciaf est veodtjti'io
chapeos de pello preto para bomeos a 94-
Ditos de castor branco a 104* Ditos de
palba e feltro tanto parabomem e/imo para
crianca. Bonets de cooro da Russia para
meninos a 14500 cada um. Cuapen -s de
seda para baptizados de crianca a 24300,
34 e 34300. Bonitas toiquiobas fraocezas
de 13a para crianca a 860 rs. cada ama
Clupelims enfettadas para seahora a 54,
04 e 74000 cada uma. Chapeos de soldd
seda tanto para hornea) como para se-
nbora Na rua da Iraperatriz n. 15.
GR\NDE \RMAZEVJ Di VARIEDADES
EMI'ORIO COMMERCIAL RUA DA 1M-
PERATRIZ N. 15, DE ULYSEi III-
MAO.
Este novo e grande estabelecimento con-
tina sempre firme em vender barato para
vender tuuito, e em cnseq lencia de nao
haver ainda chegado afgamas oacomavnda-t
que temos feito, e escasso coto te acha o
nosso mercado de artiga* d? g sto vende-
mos por mdicos presos os que se s< gue.
Superior panno prelo Pli a 64 o~ covado.
Dito dito Brasil a 54500.
Sjperiores'casemiras escaras e claras
para palitots, calcas e collete.
Brins brancos de linho de 143 0 a 24600
a vara.
Brim pardo a 300 e 560 rs o covado.
MadapolSo francez e inglez de 54100 a
154 a pe^a.
Grande sortimento de chitas.
C6rte.com 17 ovados de cbaliz a $4000
a 44500.
lobera es de 13a escosmes.
Colia* da. a'godao branca e de cores de
34.0Oa 44800.
Sediiiln-prala a 500 rs. o covado.
Dita braaca a 6 O rs. o c#vado.
C rua.coi l covados de sedinha de
iistra por 90000.
Froabaa.de: crivo a 60a>rs.
Alpaca preta sarjada a 500 rs. o covadti^
I tem branca a 500 rs. o covado.
Guardmapos de lin*ii> para cha a 24600*
e 34600 a-doia.
Ditos para jan ar a 74300 a dnzia.
Cunisiolias bordadas para sonhora a.,.
*
con
08
14100
e
2450 ) a 34000. '
Lmdas cauthraias I nperatriz c
lo jardas par 9.$ OG.
Curtes da ".atabraia (k salpico
varas por 54300.
, l';p -es grandes e pequeaoaH
L-tic js de cassas para criana a
a du/. a.
A g id3o branco e de lista.
Peit'S da es^niaj de-hoba para cami
za a 14
Pu.ih )S o par a 800
C illaritihos finos a 300- e 600
Espaililaos Djrdados fiaos para sel
ras a 54
Maias finas pora hornea, senhora,
c-ancas.
Lia fina para bon.'ar librs a 64
Cirretis de knba Alexandre a 80
Dila em duzia a 920
Abotuadura para colidie a 120, 209. 300
50o
Ditas para punhos a "00 e 14
P.pal de pezo, almajo e pequeo de
cores em caixinba.
Lalinhas de, banba a 80 rs. e em da-
zia a 9iX)
Briucos pretos de burraeba e alfinete a
80
B loes de duraqoe prelo para pariitot
groza a 1800
Grande variedade de ft'es para palitots
e cohete que se vende baralo,
Cusn com dez novelio-s grandes de -li-
nba a 440
Dtas com 50 ditos a G50
50 p-cas cordSo de veMid) 600
Pifia de fita para coz 440
Sabonetes transparantes tinos duzia 600
Cilleros de metal fino para cha, dozia a
24- 00
Ditas para sopa a 44
Tallares de faccas duzia 54, 64 74 84
e 94000
Temos de bandeas ovaes a 404
D.t s lizas a 4
Soboneies finos e iguaes duzia a 14200,
1430e24
Caixas de boloes de osso paral alfa a
200
Sotaes b-anco, duzia a 280
Tranca de 13a e branca de caracol duzia
a 560
Ratroz preto'e de cores, oilava 240
Carnizas de meia croa muilo boas a 14
Sitineta de algodo de caces 1 ara roupa
de montara, e de crianza covado a5'0
M-no preto trancado a covado a 34300
Leudos ae linho em bonitas caixinbas da-
zia 54800
Lindas cambraias bordadas de 13a vara
14000
yColxas da pella de lontrt com dnas vis-
tas a 144000
Cretona matisado para cobirta covado a
70
Grande orinientos di perfumarlas ; \m
bonito loyaiel Je vinhalico coro petfra aar-
more e vidro oval, um guarda mapa de
amarello ; seis eadeiras ga ditas de bracos e doas de balaogo, tudo
de jicarand ra^ssic", propino pa'a um
gabinete e veodtm-se oor liadico pmco
por ser resto. Nao ser mo vender ao
,.



%.
*s

EMPORIO COMMERCIAL
15 Rua da emperatriz 15
?.
& Irma).
^^
on^uitono Jiomeop^
tbco
DO DR. SANTOS MELLO. -
Roa do Batao da VtdarU o. 43.
VAGGINA.
"-*anlaan n atn*" ffiras, pe-
!
yaccis
Reo.
5 DE
lo eTcrRtoa estele
e
Reaaaana-ae caaaiad.a paiatvaeaaur en
qaalqoec casa. 1
. Coa*aUa aladicas todos o diaa pala
roaobaa. ,4 jarTr
1 Chamados a qualauer hora do dia e da:
iaaaiai
Graui a parla raetra aos pakraa.
llillittiH
Sustento restaurati^
skuA
nossos ar
Jaezas ciBaaTTW IPtpalba e de papdi dfJ)sos|&i)s e das(elJ>orw qc
Sitco. Cbarotos dps mais acreditado! /abricantps da Batyiae do Rio de Janeiro
assim, ponteiras para clurnlos e cigarros, achimbos de eopnma. de porr^llana,
" ira de diverjas qoaidides.^le loc e p de gallidlia mwitt) finos a 94MO a
uitos, oatros rticos que dcianos de raenooar.'>*, "P^" ^m'mnnn *m
F^riea. de" cigsnos.:* %
tam atiesta a superioridad* dos cigarro! de soesa fabr.at o graade c#suilNae
lies tem havido do interior e as proviacia* do aorle. Coa, prestza apromptamos
alqoer eacommenda, reraetieoio-a ao seu deiao.
^
Mm ACAMICO
*lisa fuodjre do 7
Joa de Franca. +f
illa------


L *-


41 KliA 00 BAttAO A VICTOBK 41
fmmni tni nm DE w I A88D1 COmo
Ueste novo armatetn tea um
triado sorttmenio de faaejjp.as
firaoreza., ibgiezas, allemas e te-
tadas se vendan por procos
re
aaodicos, afirn de
aovo armazem.
Feditir a .asta
AllillM
Assim como tem ama ^nd-
officina de alfaiate, montada oy
todo* os preparoa qoe ba de methoi
dirigida por babeii artista*, qo
pela sua promptidlo e perfetc
nada deixam a desojar.
Casemiras inglesas,
franootas, de tedas as
ajuiidados, brins de
sores e brancos, cotei-
tinhoa modernos, cha-
naos de abl de seda,
JOS.
RA,
Otario d Itterla
uU| ra
NOVA
N. 41.
Koopa de todoa o
amanos para borneo'
meninos.
Por todoa oa paqu.
tea recebem-ee as me
Ihores e maia motar
as caaatmras qoe b<
na Europa.
RA.
AbVGAUO
gMj D. JOAQCIM COHHfeA de Araujo
67Ba do Imperador67 ..
illlltllllill
Ama de lene
Preeisa-f e de urna que renba bas'ante leite e
qne reja ssdia : na ib< d" Duque de Caxigayoo-
ir'ora ra das -.rutes n. 11. segundo andar.
ft*ft*&*0#fr*0*d
| MANGA i
O bacharel Amaro Joaqaim Fnaceca de .
W Alhoquerque, transferio seo esriptnrln *
de advo^aoa pura a casa n: 53 roa du
t Duque de Caxia, antiga do Q taado,
* onde, nos das otis, nn encontrado das
C# 10 hura? d manha i 3 da larde.
** ftft0* $*
KDgomiirtdHrt ,.'...
Precisa-sede orna boa engommadeira : na roa
S
sari* da victoria
ntifa na
-
3ste estabeiecimento acaba de soffrur urna reforma radical em acct-io, ar
atondas, 'n rmente em todo afim de melbor servir oa *u noaaerosos fregueze
, 2o se tornar massante
N. 41.
s e enmmodoa, e em pontoalidarie as encorn
>3.a*s? de antronciar todas a* fazendas, pan
Ppcle ser pr-cundo a ven-
da dudem m'roa 1, U e 00 'em
cas" d h Si'I^' & 0. : i.
rin du Cruz N. 5
I de
. VIC.0R DO CABELLO .
DO CELEBRE E FESTEJADO CIJIM1CO
Hit. A Y KM.
(MUDE PRODIGIO E EMPEKHO DA EP CA
Nao b^ part apQna un corpo de que mais dep uda da su belleza, do que
um cabellob'>rjiiii. St'j.tn as B'-sssa feiciVs igeiras, us tenhanjos o c>be|o bonito,
sis-mis oxi uhi rico encamo; pelo contrario, seja o obelo meo e as ero. eis que
portnos symi-a hi a
o espressiv) que >eja, pnr si so. eMno-
toda nossa p-y-ionom'a,
rece, e t-sunie um aspe, t' sem i- leresse.
Nete sentido desliamos mu re-poi opanvuta chaina/ a especial atientan da-
eenboras e c val ewo.s ri- boro j?ot" p.i i a df'i-an p'-eparafS aun mfnc: I \igor do tobelkrb o resoltarlo de urna lnjia B>rif de estudna pn.ioDdos
mpr^hendid a prln iuram>avdi chimieo Di. Ay-r, ansii ido por i;tn>- p< f saore- cui
D*n,i. coin o nm e desr^-hrirnii uma u< conttr as pmpr t-dades nonv:is que se eiiro^jym nf-;is <>mras. quem:i laido orea
sniiiam a |>erda dos Cabelhts, lbssj realu>. me effioaz para conseguir ouitosffeiioa i
ba muuo r)fS>ja i Vigor do C'ibello. nlt una tintura, rrtaVc.in'sn sulistancia aljfmj inju
rnta. Nr.) SUja a> mans, uem 'a ''.ibeca, enema Cambraia mai> tina. O Vigor pro
melle.
f.onservar. angui^iirar e a'orm'osear rtMs'nr-ef'n:. .
aa IupeiPf a fiinnacao la caspa. E*il r ecurar.a queda dos cabellos, e re*tou
tmr m'er natural. T n a s .-ihei o- naci te riso* e Sirhantes. pi'r'O'na du-*
Cum mu d< >r de ra'a delicadeza, na n va ila .;0., igi-i vtaes du quo fii p^n ie
creMiii.intn do ca el", fzeiidu-n cr acr ahon a >" h iuc *a. OrfH u a q-iuiolaii'
do Vigor as calvices sero ueulialisadas, cuso as glandes copulares nao 9t aelwm cor-
rompidas.
Si nhoras e h'-mens q:;a a'-teB di dailu se v^em rhei-is io rabelios briivis,.
qoe t^m prididu a esperanto de v-' restituid 3 S'ia bi-ii-za na.ral, "-t be'io o na
memo pliy no, rejjosijar se.|i5n quando vir m 03 cff itos que hVji cuntonuir coiu <
-oa.. u 'tor- Paran nilotlnr "n, c rl. nao oo pa!i t-.'jO"!r.ii- ". rfi'tn') JDnl.. ugr
davel e del cinso d-> que o Vigor de Ayer.
Vnide-w em tod s as drogari &, phirrnacias f
armarLhos do ww>.
W. R. CASSELS ItC
DEPOSITARIOS AGfcNTES G :K\E- PAR\ O IvlPcRlODO BRASIIL.^
Aii de Janeiro
IMIIIS4 LE
Publica coas musicaes.
indas pecas
Bf-riol fils.
Acabam de p b car-se ires
p r pian a ahH :
A ceii- th TertHtelle por
urpeo iM) .*'
IJNDV, (iraode mazo ki de ronce1 !.
.liona uui'ic cao nn ica .111 nu >ir Ca
zalb-rr, a qual fm tnnoaqa pelo m^estn
i. Sin Pi-TITLAZZAR-Nt. linda poka apo
Una, p<-lo cnaio maestro C zuliure
p..Co 15"(>.
A' vf ia no armazem de pianos p mnsi
cas tu Az edo ru do.B i3 < da V>to
ia 11. II. "titi'uTa 1 na N '-"a.
N B. E ta iw gravando a liada wals
pnr lila*, o Anji meia nonie.
A' Torre.
D
H
nm Riti com ex
rel'Hilo Caa de
vivcnd.a e b'ih a
Jfrot" i ta n-
j rio,' spndti npiima
murada para es
irangi-im. A eaa as bridada, eiendn pass^d
p. r ru"orto< agora, carece de ralaeu e |ianr*.
\lero da caa de viveaia ba curbeir, estribarla e
loartu par criados: trau- e n roa d Gervanin
Pii'h o. 26 pela manba al as 9 horas, e a tard-
las 4 m liante.
% H 1
Prrci*a xe d uiim ama
d Cnort-iri" n. 45,
ua ra


A loja do* Arcos d- AIaro Augusto d'Aimeida & C. a ra do Crespo n. 20 A acabs
ale roceber dirprtamnnie agnns mIikos de mo'ia.que passa a me cmnar.
Hiqo ssimo cortes di Ve>ti ios de b>onde para casamento.
Dii"S de tarlatana b irdado- seda para casamenlos.
Coitos de sed i de bonh gosto u superior qualidaio^
Colxas de seda, la, e laa e seda.
CapcIUs com mantas de b'ondepara nuiva.
Cam sas de esgm u bo dadas para uoiva.
L>ncos de carohraia d- bnho bordados.
Co tinados brdalo* de dtfferentes precoa e qualidades.
BornH le lia e seda para senbora.
Cbape'inas de rrpe preto be 11 o feit-tdas para loto.
Chapeos eiif- iiad.is 1 ara menina modelo inleiramente novo. ^
Mantilbas brasi eir de tilo de seda
Cortes d eamb aia de cor, e braucos bordados.
Cb cneoez d lia e seda.
Tnti d-i voyage fazenda de gosto para vestidos.
C eiones de padres novos.
Grav ta- de rant gosto para senbora. -
AnqnirihaN de ciina.
Aim de-tea anigos que se v ndeorpor presos razoavois tem ootros que sao verda
doiras pecb'nchas c ro srjnm :
Cambraia- de core-i a 240 e 280 rs. o covado.
Alpacas largas bonitos cadroes a 800 rs. o covado.
Lencos d eagan muito finos a 3- 3 LSas de cores a 281 r>. o covado.
Esteiras da India para forro de salas.
m

c
Gompana Al llanca
M
^2uros martimos eatabelecidt
na Bahia em I5de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. .OOOOOOJOOO.
Toraa seguro d^ mercadonas e dinneiro a riso
aartmo em navios de vella e vaporo* para dD
ro e tora do Imperio. Agenci t ra do Com
nercio n 5, escriptorio de Joaqaim .'os Oaai
a I ves Heitrao
M f 1 KWS^tfO
m Dr. Msnut-I Eoedtno Re^o Valen^a, me- |
5 dn-0 roa da Gamboa du Car.io n. 21, f^!
;l
aadar.
ftaiwiB mmm-M*mw*z*
Alaga se por resta oa por onnn, duas easas
urreas na poTo(io de A|iipnco : tratar na ma
Seta de Sombro, antiu b-ei d l-Vrrelr-'S n. 1.
do Imperador a. 57, entrada pelo caes de
ni'Venbro.
DTVETOT
nica ca a ueste getvro
14-Kna Eslreila d(T1losario--^
Compra e vende roupa feita
nova el ha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudoque perlen- .
AUnal Cbepon nova reroessa de leite con-
densado da Suirsa, i elo vapor Cognac. *
desde j flcaro-'S espeaudo celos seu- apre
ciadores eentend.ertoSPdesteartiK : vend-
Keller d C a i*ua da Cnr/ n. SR _
PKECISa-SE
de uma mulher que cotinhe e pos mme cara cija
de punca familia : na roa d<> Cahng n. 9 hollr
iquelle negocio qoe V. S. se oomprometteB roali
>ar, pela terceira chamada desio jornal, env fina
le dexembro prximo passado, depois para Ja-
neiro, passoo a bveretro e abril, e nata cnmitrio,
i por este motivo a' de novo cbamado par uto
9m ; pois V S. se deve lembrar qoe este negocio
de mais de oito annos, e qnanao o secnar m*
8bo te chava nn n* oesia cidaa*
Extracto de carne
Do D-.tJb.ittt
Fabrica de pedras brancas na provincia do Ra
Grando du Sui.
Em latasJkl! 4, B 3 16 oneas. nico eBo-
lo em PpTtmHjt, na pharn acia americana da
Perreir3 MaiaTc. :7 ra Duque de Caxias nn-
mero 37.
IMS
,aa
9
Alng-se duas e-cravas para o servido
: a roa Direita n. 19, I* andar.
PHAKMACIA
Especia I met.pafhica
DA
VIVA DO DB.
Sabino JL. Pinho.
0
i
43Ra do Bario da Victoria43
Para este amigo estahelecimmio cana
de i-tingar n 1 iiiumo paijoete. da cs>a de
Jarms Epos & c. o- Londres, nm excel-
ente soriHieiiio de cait-iras e caoa- de
t-d us tan anhs, qi.r para gl-iholnr-,
11 r p-ra tinlera ; as-im o-mn medica-
nienlcis em t'iu rcai> e em Untura, giibu-
I"-, ctr.; oque mdo se vender por pre-
q 'S 01 raZuave*.


MaQas.
Uvas.
Veuddoi t'oias A C, roa estreita to Rosario n.
?. jnnto a greja.
aadar
Alnga-s o x* andar da roa do Padre Floriano,
Encado e acabado de novj : a tratar, ai roa du
w
sanos, tt.
ERNESTO LEOPOLDO
l N2D Ra do Cabula N.2D
Acba-se mootaslo do forma tal eate estabetecimeoto de Jsiat qoe poda
veoder aos eos Mamero^oa fregoesea em grosao e a retamo e por precoa
moi resomidoi visto qoe recebe de coala p opria pr todoa oa vaporee de
Europa. O gosto de desatibo de soaa jotas o mai< lindo do paiz daa
modas, aro de tai, orilhantes verdadeiro, esmeraldas, rabias, peroiaa,
torqoezas, sapbiris, coral rosa etc. etc. Obras de prata do p rio tanto
pa-a groja como para servico sxMStieo. Convidamos as Eimas. familias
a vi-iurern a dito eatabeleetmeoto todoa os dias al 9 horas da noite.
mil HOTEL CESTBAl
lo ceau-o da vneta amerieaM.
& centro 4o eoaawerrio.
0 anals parto das lia- frrreai.
O saato peno do enaparojaa no caes SS de Novembro.
O maia perto toa ihgetMc,
O man neomnonlliy aos anwatM do eomotodo.
IP taoi nennwrkir casa debanboa. -
ajfaiauias fwdem hospedarse se recaa da accooirardoi-w com pessoas da
Preeiaa-ae de ama am* para comprar e co-
iwbar : na roa do Gaz n. 44.
Pavilho la Aurora
Rma ta
O priprMario dmte
I. t.
eatabalatUioeW
qjm ibecne-
garam pelo olttmo paquete da Europa grande sor-
amante de chapeos pas seebora, da oliiou voda
do Paria ; am como sadaa, popeiinao, aaAida
de bolle, e ootras raaiaa faaatdas da gosto, que
delta de mencionar para se nio tornar iifinnan
Todas aa sus hienda do son eattlaeleeimonto si
venaidM par meaos que m potra qnalgner pane.
SOaEDADE
Monte-pio Brasileiro.
Bm ilnervanoa do art. M des neatoa eatttnto
e de ordrm do irmo dirtetur coovido a
sonbores soei para se raliaia em a
aerai no da li du correato, aa 10 Doras da- en
nhla. na eaaa laa seaeoos, afim do so proceder a
a >eFl5ao do novo ennsolho qne tem do adw>iatatrar
aa toeiodade nnJMara anao de 1871-71
Secretaria do aJBnntb*8rasileiro 20 de etem
Sos Thesooro himeopathtc do Dr. Sabino fie
0. L. Piubo. fe
3 edic-o.
SJI Milito mplhoraitae augitienuaa com um 9
oa epp o.i i--. __ K
At priocipios di mez propino esta iu *
9j veuaa os exea/plaru^ anta importaulu !
A. obra. Jjfi
As prepar ros desia uharmaria conti- gg
JBB nnam a ser fsita- mb a- v sias tm n- dm-
tas no medien do ci'i snlic-no, o Sr. Dr. _
1 J zjtorf A nos Sa V" M lio.
m*mmm*mm *m*mm
I\OVO HDMIil
Colle-ca > Un I* sei|.e-ln o- I, i 5 42*00
As-tgiiafura do 2* semeatre, n- 8 a 12 4^200
Os n?. 6 e 7 ^chm e-g .ud .
DK LAlLllACv & C
AceniHS
IJvraria frmeeza.
JO! NAL DAS FAMILIAS
Asignatura car 1^71.
R- 22IM 0.
BE LAILHACAK A C.
Agente*
Utrariii f-anceza.
NOVO MN >0.
Asgignatnra do teiceim iwtnesiie; acba-se aber-
ta em casa dos agenta-.
Rs. o*i 00
DE LIL.H- mR AC.
Litruria fmnceza.
ECHO AMriBlC^NO.
Assigoatura do primer semestre, as. 1 a 12.
R-. fiOOO.
' DE UILH CAR A C
Ap Oles
Livruria (rancea.
COLLEGIO ABILIO
Os estatutos de?ie collegiu esi..bela:ido oa Cor-
te, acbam-se em csa ne
DE LAILB \CAR A C.
________ hvruria maceza
TRILHS URB.\g|K
no
Becife a Olinda
e Bebe ib .
Nao tendo comparec lo nura ro egal Ja ccio
aislas para qoa hjovesse hoja sessao da assem-
rila geral era cooiinuacao d<>s seis trabalhos *
brtfa r-forma dos estatutos, fu a sassao adiada
para 29 do correte, as 10 h >raa da m.nhia, ten
do logar a reoniao oo mwniin lugar das aeieoeoea
tea. O presidente da assembla geral manda (a.
zer cuosrar aoa senhores accionistas, que teodo-se
dato a hypaibese do art, 12 do.lit. 3 dos actnie>
estatnt- a, a a corrento, bavendo accionistas presentes, oa re-
preaniadoo qoe eonstitnam n n qnarto do eapital
da coDpanbia.
Reeife 18 de selembro de 181.
O aecretaro,
Lat Lopes Caatelio Branca.
AOS 5:000^000
fisiin a venda os felizes bilbetes^da lotera dt
iahia. oa casa feliz do arco da Conc-ico. oja d
arive no Reeife.
PTrOiea-tH ile uma ama |iara<%a a de tres
ne-'soas, poden lo iirrmic em sna casa : a ir.itar
na ra D-reiu, l"ja n. 47._____________________
Penaj se de i;ni,, ama pa-
ra o servido interno de um;i
casa de familia : tratar na
o.i do Vigario o. 16
Prensare de duas amas, senil para ensi-
r.har e mais servlcos internos ie pequen familia:
oa rn I pernl n. r99. w eima da reflnagao.
. |a Preci-a ? de uma am forra pa-
\ M \ ra nouca 'amiha : na ma larga illTlil Rosario o. 20. Io andar.
FHDICAO
DO A
BOWttJN
Vaporea peqnenos pa des- ,
Croqar algotlo
mm .Vi miid d I", futni pieci-a-se e um meo
no de 12 annos pa a cm iar di- alyuu ammae* :
inem esttver na cireum-tanei de a- pr ip6>. din
(ase ai< mpsmn smo, i Cau.n
ra, ontr' ra de 1 o de Barro-, mi typ.igraiihia
leste j. rnl. a fallar e.nn .> Sr P-rr ir. ,
- Prrrlsa f le I U00*uOO 1)10 i.y^ ih-.-a en
nm pre'tiu do- melhor-* .rr-bal es d su edad- :
ipiem qn'zer leixe caita f^xada nesla lypngra-
,,h a emn a-i niela.s D *
a r ii* U'u rri
ti.ir _oU tserav.
ra di
)lh
e
ODi'niiu p r\fr*
Foraeca-to commila con acceo epromnttaaa
em casa de familia, no aadar do sobrado a. If
do pateo do Paraizo.
8ociedsde Mo.>te-Pu> 8saia
Cmz.
Por deliboraoao do eooaolb) director eoaaaani
co a todt es iraaios da paroebt de S. Joto, atje
todas as qaarus-feirat, pelas 5 noria da tarde,
aaveri aaoaloao referida paroebia na eaaa a>
meema sooiedada.
a>orataaia e aooiedado Mente Pi Saau Crna
19 de setembro ne 1871.
Preei
ara ii serve de mu pess a
Hospteij n 26 f 3oJar.
Vtude-be o. io
Vi.lr .
Em Ponte le Ucl.a.
E-te sitiu lem orn sobrado de um andar o an:
lar terreo, enntiii 4 sallas, 9 (piarlos 2 enzinha
nm buns fi g<$e< e fnroo de ferro, e-te soluao-
i-in-olado de jai.ellas. T-m em separado giand.
ocht-if par i-avallas, casa pa-a tenor e e^cr-
vos e bem aiim c*a para fa?.er lannba cni seo?
insieres para tal tim. E-ta casa lem na frenti
li-ns eanteims para flore, com punan e fern
pira a estrada do Paruameinm, grande iun ar
ri-n-ado cm grande diver-idade d- fioeteira-
grande baixa para capin>, pudehdo sustentar pni-
can de vacas letleira para as quaes tambem ten
commndos de recolhimenio.
O fundos da dita casa e sitio deilam paca a li
nba frrea qne segoe deu eulade para Apipucos
e acha livra e desemb.iraQado, visto que a-
qaestOee qoe os con-eutiores de dito ilw leo
com o eftipreiteiroa de dito trlh apenas du
respeito ao terreno qnn elle- ora ocenom, e us
prejoizos qne por tal moiivu teinc.uado.
0 pretndanles o^dem-se dirigir ra Duqnt
de Cana-, leja n. 43. on ma do Aragn, boj.
ua .m Vseiw.de iit Peimasi3. >-a-a n.
CASA A COKItlr
Aos 5:000,1
Bilhet-es garantii
v f ua Prtmeiro de Marco (oatr'ora roa d<
Crespo) o. '23 e ca.as do costme.
0 abis o asstgDado, tendo vendido nosseaa tt
nos bilnetcs um tocio a. 2802 com :000*000,
iras sones de io* e 20* 1 lotera qoe s>
icaboo de uiirahir. i207'), convida aitO-powni
orea a viren receter ua conlormidade do eos-
lume aem descont algara.
Acaam-se a venda os bilbetes garantidos o
2.* parto das loteras, a benefe da igr-ja de
Nossa Senbora do Livrameo) da Varzea (St>6")
qne se esrabi- fexu-feira 22 do correte moa.
PREGO.
BHliete inteiro G*ouu
Mein bilhete <000
Quarto I 500
Suc i iTlo do IOO4OOO para cinu.
Bilbete inteiro Ki-toO
Meio bilbete 2*750
Qoarto 1*375
Manin -iota
Aluga-se o piimciro, segundo andares e sbre-
otao da casa n. 6, cita a rnado Livramento :
tratar na luja do niesmo predio.________________
Superiorr*8 ck r- s do Kio
le J nei o.
Domingos Alv -s Mailn-s, ueico agente nesta
proviDiid da fatr'Ca imperial oe cigarro de S.
Jojo de Nnheri hy, est.telcida Do lito de Janeiro,
>rn s.'-npr- nut Con 1 pielj snrltmento da tudos os
i-i arro-,fuiinV|Ucado e en lata Tem igna'rwole
os afamados cigarros Conde d'Ku, fetos x mag
nieo papel de palba de milhu e fumo superior
Para governo de seo- Tregeles, que tem estabelo-
i-ido depsitos iiaes. as estos d.-s Srs. Tb<>max
Franci-cu de So'tes R sa e Manuel de Sonza Cor-
leiro Simdes Jnior, do balrro do Recite, e ludo
luanio fnr andido em outras ca-as eom a Srm
de S nza NiVaes tt C. 3o falsiflra^o.
Subi a-se o'arieuilaueirto do pre-
dio da roa do Mrquez de Olinda o; 23,
com arailes comoiodos para qualq>-er ea-
laiiel'Cin.eato commercial, lano no pavi-
mento terreo rnmo no andar : a tratar
cum A' lo' o Jos Rodrigues de Sonta, na
t esnnraria das lotera-*
(JiM DO IHM"
Aos 6:010/000.
Ullhetea garamtldoa da pro
Tela.
na do Ba o da
Victoria^
Outrorarua iVvn n. 63 e casas
iio Cfstumi',.
O abano asstgnado acaba de vender entr* li
sen- muito feluea bhetes a sorte -e WnjenO
em nm m> io bilheu o 283 a sorte ne 300$
em mem bilhete de n. 827 e um loiti te de D. 489
i-' m ;i r .ni- de i()0*. d em de untraa sories me-
utea de Vu*iioii 2i)*H0tl da lotera un* se aca-
oou de extranir (207), poaendo eus possnidoras
oren rec bet. li promptamente sern pago.
O mesmi- abano aasipnado convida ao respe;-
*vel mblioo para virem ao sen estabelpsiraento
omprai os fe-izes bilbetes garantidos, qne ni,-
teixar d> tirar qual^uer premio coojo prova peto*
o so us annuncio..
Arbam-'ea vendaos muito felizes bilbete ga-
rsniidns da 2 parle das loteras -m rjece6ein da
igreja de N. S. do Livramenio 1a Vjriea. m* ser
xtraCida ao da at-xta-tria 22 do correute roer.
PREgos.
laieiro 6*000
meios 3i'-oo
Quartos J2*>!}
De naiaJ'JOOpara c lu;.
loteirt 5*Mu -
Meios 2*7o
Qnarloa 1*375
i..4r jnaonim 4 i'osi.i l^ i
Aluga-se de um pieto de meia dade : 1
ma diMt neel n. 67________________________
MiiK -se
o cgnndo andar do sobrado n. 38 da rna N0v.1t
a tratar na luja
Joaquim Jos Guncal-
ves Beltro
Rna do Trapiche n, 5, Io andar.
Saeca por todos os paquetes sobre o naneo ambo, em Braga, e sobre y segralos logara or
ortogal:
Lisboa.
Porto.
Val enea.
Unimaro.
Coimbra.
Chaves. .
Maaoall
sitat
que de
0- abatxu asi, po do commercio qott desde o da 15 do
crente dKix casa commercial o Sr. Vicente da Silva An
tnoet.
Becife, 14 de setembro de 1871
*m Miraes b lrmas.
GASA. DA
RA 1 DE He
Aoa
0 baiio asjiguido tero sempro eipesto & veo
la os fsHaas btloetea do Rio de Janeiro, pagaadi
rromptamente, cornacoetuma, qnalqnor premio.
bis da 1871.
JaroBymo Braao,
! seerotario.
eisa.se de ora cabuaro de 11
loo loT-roi o. 11.
13 snaoa
O aecfe'aiio4
Rodulpbo do Aranjo
Cesar
lESlilTES
0 abiixo aeeignado, teu'to requerido o obtido
exoneracio da flanea qoe praaton par Irf casa
de, dmheiroi sobre plaborn, teelara ojaa alo
contina a faier tr- Daee5es de emprestimoa rlun
de proceder a devtda fl inidacio. Portanto, Mas
as peosoat juo tera penbores em poder do aballo
assigaado veobarn resgaur ate o da SA, soi pe-
na de sorem vendidos eni le u.
Rodre 19 de setembro de |7|.
ti dos Santofiheiro.
lime 00 enera va qoe
orvio a nn*
Precisa s0
saiba
casa owepotaaOM
1 aadar.
T rra< a. 16 3* sanar
>-eseOM am ose co-
pre, e engrane para
llores* litaJos a
roaia latarenaansu
praso Improrog avet
desdo si* bf
~4
lloe.baa,------------
rnrliroarii Jana a
\ d> taran, a
o8a
re 1871
Inteiro
Meio
Qoarto
seos.
24
ido Conde.
Arcos de Val de Ves.
Vianna do Casteik).
Ponte do Lima.
Villa ReaL
Villa-Nova de Fsffieiicao.
La mego.
Lasos.
Covilha.
Vascal (Valpasso).
MirandeHa.
a.
Sareeiloe.
Hanoel Martina Fiuza.
MARlTrlOS
11 %
A companhia mdemnisadora. aataboladdi
eau Bjraej, tona segaroe mariUmos aosn
se:
tavkf s carregatMOHI
m edrflnot m readutrurs o 1
o n Viffarin n 4, pivanasto
aauuoiMrod.4-ea .ia
eaas Barro A C, toado i< pTu
NiMi.inN.i 1 nmi
5 Raa ola Iwperadrla >
l. ANDAR.
Loon Cfeapelin parteeipa aa rupiSiva* paSffeo
desia eapital, qne acaba de abrir nn novo esta-
beleeiaento de photofraplila a ra cima meacic
nada, trndo procurado por 'nda* oa anana pessi-
vois o melborament o peTfigao aa toda o tra-
hamos cotcernentes a ana arto. A tasara diri-
gid por D. Amelia Chapelin j> vaatajosamente
coDbecid por muitas pessoa desai eapital qne
tivoram occaia( de vallar 00sea SaAoSin pbo-
tographieo e ai maoeins, porejsa sa toas diAaa
do par com as familias qas a tea honrado coo
sna freqnencla. ^^
Os pasosa dos trabalbps. daB> pholograassa sao
01 mala limitado, eomo sejanj:
. Urna dotta de eartoes
Mais a
Jm aejSrotypo em nn ada
aaSaaa.
* m p/opercio.
CbapaliD convida a tpaaea aasaato ase
iN-ea nsSar sen esSjSsa^SlBsaanv no so
aborto das 7 botas da aaaftj a f aa
taaaa. ^_^_^^ Mlsnl *
Ptoassa-M do
Latas
RasJ
achara
uanja.
Al
UOM
no
tur o razar ata a'aoa aorHeo
aassa Urea n. fs. t*
facas 4
ir do'
ontry ra do Sol a. 23.
a laa-se ana inja acopan
accomrnodaedos Bar '**
ra de S. Jo soatado n. 5.
Na ana da flfjaaaj
flSSaafl
41 fsecica-se
aadia ai
nnBBBBBBBBaO'fo
Hoateaa.sM
orio o. 14 a
ra Nava,
fwrietnraa sasar



J

a
D
l'eruunibuoo Sexta eir 22 de S.leiubro de i871.
a.
II.
com
v
W. ItDWMAN
Ungenheirt
FUNDICifl_____
5* RIJA 1IO Bftl UI *
PASSAHDO 0 CHAFARE
i
A. rev iltscir-re du fa ry. de
Lalas
m Toda a doemj cede a Revalesciere du Barrv,
'ID l
i
Peie sos fenhures fio engenh' e ontros ajrri'uiitores, e e.upregartores de ma-
*binicmo o favor de urna Wsita a seo estabeiBCiaento. para verem- o aovo sortnenio
completo qoe ahi lm ; poi rendo m nha veodido, etst anda superior em qgtliirade e fortidao; o que coui a iospcoSo pe3-
loal pode se v'enffr. ,a. .
PEDE ESPECIAMM'ENgAO Ao NUMERO E LUGAR DE SLA FUNDICAO^
Vapores e rodas d'agua %^'XZ'fJf'*!? X-
versas circunstancias dos senho es proprietarios e para dsplrocar alpndao.
Moendas de eanna e8\:m'.s os um'm n lbore9 1M8qDl
BodaS deQtadaS para animaes, agle vapor.
Tazas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Monhnsmnfi Para m;,ndl0Ca 8 alodio. 1 Pod-nd.i t los
HL'lliliSIllua o para serrar-madei a lser mov o a mSo
'Rnmhfl.fi m ip"r ,,^"a vapor
AJ'Jiiiuaa e patmte, garantidas........M.. J a aromaes.
X OClaS aS maCniUaS e pecas rje qUe se costurua precisar.
J?aZ qUalqUGr. COnCertO ,je macMnismo, a pr*co rtmi resoiivdo.
"PoMIlfta dft ffilTO ,etn as melbore8 e mais barala8 exist'ntes no mer-
TnAAtnm&niloe Incnrnbe-se de mandar vir qnalquer macbioismo vonta
UUUU1U1UUUU5-rto dog dientps, lembrando-lhes a vantagem de fazerem
oa* compras por intermedio de pe>soa entendida, e que em qualquejAecesskiade pode
Ibes pre t-r auxilio
Arados americanos e amemos a#co!..
#.
IEi
LABORATUIUO MEUPATMCO
di
FRAXISCO DE Pilll I.AIDliZO JIPI, k C.
41. Kuiao Imperador41
(
impt
Fiaurifico de Paula Cardos Jmnof cv C\ animados pela condo'cedr-
cia, que p ra com ede* l-ve o Sr. Dr Ji ioib-) Soares Kdb lio. que ha ib" ann s
exarca o VNieroa hio lecer nu ti frtate uu-LvB itUT M HOMEOPATHICO-dep im ira ordeni,
diguo 4 coulidnc/i pr.tere.un -lu i I (Irado e respe ,vr.| puiuVo oesti pr-.vin-
tia a lio norte do Bras.i, para iq ih, "3 se poupa id a -es ezas n miad g-3
capazos A* aperar iodas as lilli nlda ie, co.n qiiei uvera 11 de I fiar. irabaloa-
r-iu incussa .teoie. ae d -sil- m irco iiMiiid, idg a lo t r ron egu'd o sen desi-
dertum, lean "oje a saiisfac de. aunuijyMMti) a alf tora ile sus casa, allir-
lar asamibos da hum op lliia. q>in se jSn rom-l^-m Mito i.abiu-n os para
o peifdilo dos iiipeuho ile tciiliiN o>uAerwiilii .-cu encargo.
()8eleiuAiii s do .-Hu e.siabelecTOeiitoluiam lo lusin-pO"lados da afamada
casa io Junes Epps & *. d< Ln iraipiin dis pri.iiHiros e t;i v-z o mai- cn-
i.hr-Cido e acredita n i-s' b'eci nenio desie gener; ~s prepar {OS e lindaras
(lyiiainicOts d'iu.O-) t>ram iireafra las com o mais eoruuii stg.in 111 as iegr Sr. D-". K bello, cnj) n 'in lii-nd -s? -lest so te ao estabe'HCi- enio, a oais
-egon garanta quo ro Ih ijfereer os s-us i-ropicarios s 1 es as, qu os
I) turara u cia >u cunt.nc*. le quj n pr. par-i do^u^'h-am-no- na s
p>iupa 3o esfurcos pm lien-servidas, pois q>Mp aus.eiHide.com que
C(im|Te aq.el hs lo os os sous oeveres e sobreind o resp^-i o, que consagra
sua pr piia re uiaoS Iho nao pennutiain sacrificar a vida ofl .seu clientes
ao intires.*o d terceiios.
Sm pictendere'1 os proprietarios deprecaros producios dos outros
estaba f.iiueut s 'tst^ genero, cr em todava p d -r aUrror qoi ruinhum own>
excede o seu em lopBwofidade, e pa a que nenhu oa dolida b j*a este r< spei o, /
pndeili todas a-, pescas <| ie qnizerem fo iiHcrse dus seos medio mentos v- v
sitar e exa Minar o ela eci. ent 1, o de adiad* h'ticas em J<>b los e finu-
ras da adas capacidades desde l al me ligamentos por p ecos razoaveis,
encmiiarSo tjdos os aiti/o que tornara c noplei 0 si>" lina uto d^ c^sa? desia
or em.taes -oin': exceiie..tes choco ates, p< dennfri'-.ios. encelado de a'nca,
t mu a de. gna 11, eic om >in v nal do D.. M ir. tr du ido peDr. Sdva, Podo e revisto o augmentado cm
3.a e i cao p lo Dr Antinio de C s ro Lopes.
Esta obr."qiieconte.il mais de oJtt paginas 'o impressao e nm' estam a
exp'icativa d >s div-rsos ..rg5os do 6'rpD.hiiinoi 1 om dos m-is claros livros
deslin" disaoeo'iio pr t>c 1> traiapeato >e tiih-a- enormidades, pois indica,
uo > os toe iicimeui >s aproprudos pfta cada mu!e>lia, como a msaetra de
appli ar e repetir a dses.
precod'ella e de IO?JOK) pira' as pessas, qno enmprarem boticas
nesto eatabelecia-nl-, o de i.Ik)0 para as que coropraroi uionw o uvro.
Giotaido p,)is, co.a a valiosa p>ole co d s amigos di b me patni, con-
clnerno- pr-iprieii-ios o leu a>riuncio, deilar^nio q ie se acha adjcent ao .-en
L\BOR\T.)RIJ o c OMiHorio do S1. Dr J-ci abo Soares Rebdo, o queso
encarregam de ncetie.r o aar ao mesmo Sr. Dr. a toda e qualjUer hura os
chamado de seus clientes ^
t
!
MADAME ANrol.NErTE, modiMa franeza. l-
timamente diegada a esta $idadA, tero a honr* de
levar ao d > r:n ,ulo do reMpeav-l puhlico,
1 -pecialii.de da* Exma. nenhnras e familia>,
pi est habilitaba para kzer qualquer trabalb<
le onstura, orno eocnovar? p -ra casamentu e oap-j.
adn, roop bran;a d- aeohora, vexido p*tmP
s, baile* tu., etc. Garante as ultima modw
nuaniu reetbe oj melhjrf< joroacs qne Ihe-
dizem re-p-\\o, a-sim tura 1 alloica que em e
ntiuma mura par.- se ba de encontrar mais esnie-
ro, liiim gosin e prumpdo us irabalho de fon
genero, pela longa pratica que tem de sua arte p<"
le-la excreido com vaiU#ni na eidades *Lvon
e Pari?.
LUTO EM 24 HORAS
Precos mdicos
Ra Duque de Casia, 2* andarN. i
(oatr'ora do Queimadn).
Precia se de urna. ama pra o mtvico de
urna ca9a de pouca familia : na roa do Alernm
o. 14.
.1110 |i>
a AMA
Precisa-'e de urna ama
para c< zinhar e ensaboar
ronna : trattr na ru
da Ca lela Nova numero
1S.
\MA
Pre-is-e le urna ama qit" s.iba co
zilih ea- de p.HiB famH a. pre.(ore-p escra-a : ni ra
d 1 Aor ira n fi, 2* an 'ar.
AMA
Precis t-aa de urna ama
F.ra ch a p pouca f-oi'i-
i a e para todo o servuj
de ea-a : na'OpuDgi
ra das Crinla* > 28.
*m*mmn mmm mmmmm
Na travessa da roa
das Crazes n, t pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre .penhores
de aro, prata e brilhao-
tes, ^pa (jnal tor a quan-
5 tia. Na inesiDa casa cora-
praei-se os mesaos ne-
! laes e pedras. |
i

i
II
nWPRAS
Coo"pr3.."e o. ca-Aizuho d rale de Himbnc
lio, que >i jin brancas, p-g ii mnt|.hln -e dos i| un r|n-r r.ino'rar.
Iim C..III i-r u.na llisi ra
- M l \\o |{ia
-:\< la iior.Piiihi- r
rrc vasios da limara j-ooneza, p paj^a se a 8
i3da ci : ra Do.pie de'Cana o. 30, e
vla'inez -le Olinrta n. SI. ,
Ni ra <]j Vjgario n. 31 comiTa-so ura par dt
que da sade, energa, appetite, digestio e 4e
canso. Ella cura a.- dispepsia.-, gasirite?, humo
re>, acidez pituita, flato, enjop*, omito oepun
la mmida.e graidez, con (ip*(5m.i) astiioia,
affecgdes pulm"Dare9, bexiga, lli' -erero e
augue ; 00,00 curas, bciulodo munas dallas bo
rasil.
A revalesciere cbocnlatada dn Barry
em i ,
Delicioso alimento para almoco e ceia, muiu
tiuintivo, fcrtifleinida os neros to esUim;.Bo rtm
causar o mooor peso neto dr de cabeca, oen ir
rif-cao.
Uoico deposito para n Brasil em Pernambuco
n pharmacia americana le Perreira Mia 4 1..
ra do Deque d Caxias n. 57. (Todo cuidado
wm as falalficaQdis,)
II.J A
DO
GALLO YIGllANTf.'
Rna do Crespo n. 1
Acaba de cheg r pelo hdimo vapor diversos ar-
tigo de nuvidade, como s jam :
Linda leoquinha eufeitadas para baptisado ;
a^si como cbapiiNob c.
anoo-
Sapatinhes de seda e de merino.
Meias de seda e Bo da Escocia de i a 12
de I4ade.
flico leque de madreperola lodos aberto, o
melbor que ha nesie genero ; asslm como ..ir
ro de ma a ; lamhpm r^ceheu grande hor impnlo de le
que* de d.-o Hngiodo marllni yMt-lalo e madeira,
lano para senho a como .ara aojoaf.
Superiores liga* de seda uar#Wfuiar meias.
Meia d borracha para quera surTre de inxagoes
on eiyMpela.
S-oa frooxa para bordar toda* as cres.
Proco de seda para o mesmo (lm.
Ketrz preto e de core em carntis.
Pita para cartas dr bach.reis.
Q ia.iros pi-ra reirain.
Lnva* de pellica, a da seda, branca pretaa a de
linda rres.
Siipt-ru re* capelia para nnivas.
Lm Jos alfiuetes dt madrt perela para paitos
eiihoras.
Lindas abotoadaras para eolletes.
a todas as rres para b irdar.
riera peoeenet de ago.
ito fina thesouras para costura, nabas e
arVCorlr caballos. jl
guiierlores peates de tartaruga para arregagr
eabedo
Tintura iogleza para tingir cabellos, a verda-
dera.
Grande .sortimeolo da franjas pretas, largas e
eyinila a lindos padides.
Lindn babadinho. e eotremei. s bordados, tapa-
dos e iransoare t- *.
- Joaqnim Jcs Gonealves Beltrao tem para
vender Du seo esi-ripiono a ra do Cimmer.-lo n.
5, <-. genero.* abaixo notados, que vende mais b-
ralo du qoe em nutra qualquer parte :
Azwtoui om aocoretas.-
Aiheodoas em barricas.
Cale "muido em mansos de 1 libra.
Chapen da Chile do boa qi'.ilnlade.
Cognac enarca marll frre.
Eaxadib.
P.irmha de maodirca da Saala 'Catharioa, iac-
co de 3 e 2 aloueires.
Dua da Bah em sancos bifBens.
0*lAJe dita rra bsniea*, croprias lira '''-''f
-artidinirea, -
itid#aigod:io da Babia 2:. acveHflfi
Jhtla.*.
10 para cigarro*.
ra balaca.
Nozes.
Ddo azul
Pablo- p
Prego surt
Pauoo de'algodan da fabrica de Todos os Saatq*
Querem co
arr.'lliv
na at(io da co npanhia d-> R"c f^ a Olinda e
Reberibe, panno velho branco qun juer pirgo :
10 8 hora da maoha as 4 da larde
Con pra se um no d >u- hnhaie> c -ni tnd.- u>
n r>ei leiici' : a uatar na roa do !!ara-i da Vic
na (iair'oia roa Nov) n. -i l
VrNDAS.
RIJA DA IMPERATRIZ N.
PERNAMBUCO
55
a:, ai. firVI oosra ii partiaioar a respaiiavel publico d'esta eidade do Recile, qoe elie acaba de comprar este im-
aorun es".a*e>limant% e qoe antianari a empregar tdu o cus esfocf, a applicar todos os seo-
osbeciiseD'.os d'arte ds fingir o do lavar, assim como se e:rcarMm ohier em sru trabalbo?
i oalharas resaludo, aa de eooaervar a aogaanlar o grande calBto qae esta astabelocirsanti
ten ato hoja |nUo>?nte aierecrdo.
Tem wBcrao-** de qno conaolidar mala a nais soa reputaeao da artista tinluroiro, o c
ao Jo por que sabe nrar a anchas a nodoas de qaalfBer fazeada ; "repotacia que o tomn lie
eonnacido oaa cidadm de franca, taes como Naalts a Bordaaox, aoodo occopoo o primoiro lugai
da rcntra-rnesirp na imprtame asa do Sr. Rodaban ; Marssilie e Lyio anida ad juirlo xcellenh
orneada daran'.e o t^mpo que *NI asteve, eero r^Ua. Me acaben o sen apaifcicoamenlo tinloria!
sob a diraacio Os Hr. Joli (o Albo) vk-prnidei|fla Corso de Calcica, o Tintararia (sito na rui
ova da ftasrali o. fft) priovir casa da Fraaoa late ganern, e aoada afer. Gaotirr, ex proprietark
do sen ottabalaclaaito foi aagajar com o mo de contra maalra'no sarrieo da tmiurariada soda
Qa. '
Em raUcZo com aa DMlbores casas da Fraoaa, qoe se mpregam oeste commjrclo, astari
^rnpre a par 4a todas as nova deacobarta a combioacs^s de core, o processas metnorados.
Etnixn, espera que M^Mi apre;iar3o dos jan trabalhos, f.ara augmentar a sna fre-
^pez'.a (ao f randa a bem crsjM
OR^S^PXILIDADE. TgBO^nSSkJM SSDA.
ruagaa ,* PfJS1"** Po- Tinge-se veatidoa, abales, flus, renda* a (en
La***a> daQJ*Jia^aanarki de h >oanav sfi- Urdt7
ibaj en criaoca, sonsod*or,er acowsnraie aV Oai
o balito da oam 1 ,0^
aV^sa a aaaao da gaalejan* aoduaeaaMe. Tiittv*
H?f *T.!5 ^2l^VS2t?5* *m*m lia, at daslajer a na eftr que
d3> *W6l&tMSruKJl tST *% m ltl* qoalidade JooUs.
. a. J2 ^m iit^!anH <, 15 rn "PoaHIna, alaaels, rap#, merino*, casimira
Tiraf'in da oodoa em swa, velado e Uta, razan- i._Jrl. ... .^i *! v. ..,. .. .
iir^f 1*1 u "~^j^ .-,*. m^mt^J n iL. uaiasaoi ele., e an teda a eoras qoe aa qnairs
VSST^ *!*- i* riNTOftA tBTA BIU.
* -l __ ^.... .. aMUIi, /4,> Unr nnrin Vi
i'ei'entoPotJand
Em barrieas de 13 arrobas preco msts coro-
oodo do que em outra qnalquer parto, vende-.se
iiw armazens de Tas*o IrmSo A C
Gu Papa-tina, larga mi e-ireita ?
Lenc^i de luilii., bordados ou bo?
B n'ln. loqoe, ns.....u aurtal'i ?
A Nova espe' i>Qa quem lem I I I
b Urtvi-'aile!
Araba de rhear x '!< >a K p-raoca rna Duque
de Caxias o. 63. b nec'i e ix.neea-, sendo de mol
le inteiraineiil- I) V..S. viudi^Uklre elle o en
uraQa los boneco de htirr champara que se can-
vaii'? qoand qu'zereni comprar qualqur-r objecii-
elido b"lli. boni'0 o engraCado. lemb em-e I g
NIIVHIAB.
A loja do Papagain araba de reerb'T um corr--
p eU si.rtno-iilo de.sedas lavradas de urna >
eor; assim como om expleodido ortiment d-
poOfielinas de seda, tan!. un. como ontio sai de
lavrops in'eirami'nte o. vos, e a rres sin as
mais dlicada> qoe al boje tem apparerido ne*>e
i-errad., en pr co lo conimodo que nao h
i-iem iteixe de comprar : na roa da luperar 2
n 40, esqjna da roa Site de Setembr, aniig>
de Pedroso na Baiiia.
^.-.Rclha-. W
Rap popular da Babia.
Boln au fardo*.
Itetrqi^a melhore fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranbo.
Taraco simona da Babia.
Vrtlf copal.
Tlnbo do Porto engarrafado, eaixa de 12 gar-
rafa,.
Dito de do em barns, proprio para engarrafar
Diw moscatel, verdadeiro do Sejubal.
Dito Bordanx eni caixa- de-nmS o
Din. de raid em eaixa* de nina du#
Pomada alpaca
E' muito co'-b-cida esta pomada e muitf-
apreciada por sna tintsiniaijualidade, 3 Nova
Esperanza quem tem.
Ja ros de poTeellana
Um completo sort;mept > de lidos Jarros
de porcelana (du afamado Bacar) existe na
Nova tsperanca, ra Duque de Calas
o. 63.__________________________
PR4 lolVi.
Lindas crina I das com flores e boles de
laeaLgeiraa c ni m>us 3 sem elle.*, vendem-
se na Nova E*peraaoa ra Duqae de Caxia^
n. 63.
FIVELLAS DE MADREPEROLA.
BouiUa fivellas de madreperu a I sas o
bordad-s proprias para pnlreiraa, vendem
se na Nova Esperanza ru* Duque de Caxias
0. 03.
PIRA AS FLORISTAS
A Nova Espranca a na Duque do''alias
n. 63 acanalle recener folhas para rosas e
d'oiuios moldes, a ellas antes quS se aca-
beml
Ojeo para machinas
Vende na au Esperance roa Duque
de Caxi n. i:i. ^_______________________
Vji.1i tiiffo t b aiio &UD -
m
11. a 1
Lembran^a teropo
-O proprleiario do a.-mazein de vveres i rna da
Imperador n. J8, v. >u por n:ei> desie annucc
1 ir e avisar ao re; dada, qoo o sen armazem um uVa qoe ci m "tujs
vantagem pode sati-fazir as su .s h?m entflWnJ^"
exieenjias, pois pan ial fl:n U-m fi'ito x
n nslunao eslabek uisi .omplto sci-
tinento 'Je aeeppw, r para qoo o dignos L Il< '
teste ancniciu aS ic^han occa.-ia 1 de, mas
to.ia a rculm do : ..nhrar w-meL 1
c-atem como .;s*.:aj dnJ.u., o
.o s>gc'a'.t- : 1r.
Lindas calxs com conftJlO!', prepr^a 'para p.'-
os presentes.
Chicoitem p, eso jioiotatJ trd j.vam
de poder-se fazer Jie^mb na mesa.
Lelte cocdnsadqjsi| mebiT marca -ioob-rida.
e*ta leite conrrm pnpipal:ntn;e am cjllegio, bo-
tis e hospiaes, pela presteza c tn qui 38 obU-ra
I qualquer preparado deila.
Tmaras do ifgyplo, raramenla riada a ._ 1
Imereado.
P^cors fino-,: Cliartroize, Corajat, Anizele,
(jfeede rosa, ele, eic.
ALEM DI3S0 O CAMPOS
pode garantir que o seo armazem um eeotre *+
nome agradavt-l ao paladar, pois nelld e eneon-
irara senil re ludo qu-nlo (ole D:cessiUr ct'.*
desp n a, cziiiha o 1 me-a i< sde 3 mais bem ro> -
tida at a mais med >rrp.
AGORA ANDA
anonocia tambem (ei 5 mulaiinhj era saceos --- a
r-i.-dh".
a m F Hl.l L'QGIUUII DE s miTfi
caveilos tem p-ra vendpr'^m caix-s
duzia J.iaq .un J> G'inQalve- Bel-
lia du {]{> 111- ri'litj. 5.
t
liiitiTw
Vende-e porta ame ic a alm-Mada*,
barata- que ni paga o costo da mtdeira ; apro
veitem que disto nao vern mais a : no rmate*
da h la amarella nooitA> da *ecret>r a da po iri
fe bolas.
Vende---e em moih > a 1*280, a o eento a II
no arn.ajem d-> ftnn *! d ^Ifande'-.
Vende-se
Leman FrresK
v^nrA perviji M'yne e vinhn do Rhndg
Lnvrja -nnrny
de superior qoalidade, cm garrafas moi,
m porco e a rc'alho ; na rna da
itaggufm purcao
d|PPhia n. 39
! andar.
quez
Veode->e baraw, um piano, du um do tcah
afamados fabricaotes : iraura ra do Com-
ra.rew d. 38.
Fo
Formas de aaderra a ferradas para cacado, de
ponto e lax, vende-ie no armazem da travessa
da O>rpo Sanio 57.
um grande sitio 00 lugar denominado Mogong,
fr.-gu. zia dos Af"gado-, peno da esUcio, com
m>is de mil ps de coquelros e ootras arvore de
diversa fructa*, viveiros de pene, casa moderna
e opymas tetra para plantacio e pasto, uer en-
cent ao hsrdtiro- d finado Anloun- Pinio de
Azeveto: a traur na rna'de Pedro Affooso nu-
mero 14.
le
de
iri
V tlN I Ib-^E
duas balanzas dcima-*, qnei nova*, em perfeil
e-tadi-, a pr-5'i rnodie-i : na na do Apollo a. 30,
rna7ein iip Kiidrgio- & Martina.
Novid&des do mer-
curio.
I.uva.4 d pellica ionvvsj.
Chavaraiu a loja po leercuno. roa da Impera-
rTriXt'. un "SiTUradn ilenrmitB d,i manir, -tiivr- ih-
pnllii-a p.ra tiomem e senhora, assim como bol
na mono fresca para ho nem, d las w i'.-ii.i.la-
ara eijhorat e a moito pn curadas fka de ve|
lodo pretas e de cor?, e ura vari do sor! ment
le franjas e galops de soda, e oulro* o niios ob-
j-rt.i- de gotn, como po'ero encontrar o-con
eorrenies do mercurio, a roa da Imperatriz n. 86,
de lo- B-rnardo da M..tia.
Cxi AS
Vende-se dua casa le r-a* na frefroejia de
Sniu Antonio, mu'tn fre ca* jx.r nao terem casas
leln ole, c<>m coonioicagS-s internas, tendo tres
-ata.*, gabinete, cinco quario-, quioiaes e cacim
ba : .rala se rna In>i>erial h> ado n. 98.
Vande-se renda e blcos do Aracaly a prc?o
onnra vi-t-.s : na loja do fazenda* de Cannto A
Pmheir ro da Imneratrit n. 15.
Val ad as eaaaapan
de

U e ojo? a
aova.
VeataI 4
da bomem, de OMlher e de crianza' 4*000 o c.vadp.
o tra*lt* du brar nodoa
Mid- ** aaP doczido, a garamiado-fe a boa qua-
'SEDAS DB COR Ida* JaTHi'. nio so|ad a roapa uranca.
Wa e g-irgorio, chiles de Todas as qua'lidadea de fazenda, as*im com
da tadi aa edraa, aaas Miaadui a trUra, a 3*tnWw, da palba^ de Hab
btoaa,- J.HidaCaa
LOS.
L1 1 d cinui.
Vende-se I aa de canoa a 600 r. n kiil", no pa-
tea do Carao, jsouraa da ra de Hurtas, arma-
zem n. 3.
(M qaiztr uibt depressa,
altes fie se aeake
Ao tfrm zera dn Norma
A' ros d Bartk da Victoria n 48, antiga
roa Nova, esquina da da Sanio Amaro
Casaos* de orgorao de seda, ricamonfe eafei-
tado a SOJOOO.
Dltoa da do a 18*000.
Ditoa aam garata toqiM de moto a 15*.
Pophs>as da qeadro a 1*300 o eovado.
Pana* para has a 1*000 o metro.
Cbapehia ebegada pelo ultimo vapor e o qoe
ba a atas geaio a da mala moderno a 16*, 18*
e.Mp eada ama.
atManrdada aeda a 131.18* a M*.
CbaneM da velado e diversas coros, os mais
badea que wm viudo aa manada a 15 J.
M carias da UrJauaa bordad a teda, pro-
par baila a earaaMae* s>*.
.ca* cora lisia a COO rs a corado.
'sandMi de embraia bordados.
bflaid- de diU.
Satas kv-raadaa a 3*firji a 4* eaaa urna.
ainbral tran ipar*a*us a 3*500 a peca, con-
tando 10 jardas cada n
Loques da sndalo a 3,
M.nnliiss tiespaoboi.
6 'Tgor-lo de seda preto coro INtas asxlnadas a
>-
Tado ]K)r presos
OLEO

HOGG
Gaze com lisus a 500 o envodo.
Toalhas do linho a 8* a'dazi.
bil franiois de eOta flxa a 160 o eovado.
Cambraia da cera a ?80 o candi
Sediuha ds ^D-drus a I* o eovado.
MNaftaa de qaadrn a l*t00 a covaJ \
aody hrsaco 1900 rs. a vara.
Has para amento.
- vjttiwr a Torca n* cada om.
S^wr.-nbof de irehA a 'S*soo a dazia.
P*irinaa de b]..nJe eufeadas a ssum a it a
3*000. c -
Casitas da t% 3 8000 cada
im.____________
Ufara- i PtBIMl M IGIi.lL
*Lu*'n d- peni a f e-cas
ISSOO o par IS360 o par*
Na loja de S.ntos Kaiea* C, a ra da <:adoia n.
43, ha superiores a frescas lavas da pellica, ingle.
zas. unto para borneo como para senhuras, pelo
pre^o de 1*800 cad par, a id o Paleto pode vea-
der peeomch desta.
J. O. C Doria tem em sea armazem para
vender o .segrate :
Cognac saaaaaasy.
Vmbo Xarez.
Dito Lisboa.
Filtraden.
Ura piano de nm dy meihores fabricantes: na
rna do Commerein n. "
Tt#eno a v u i .
Vende se ara excelente terreno oa ro Ifnpe-
rial. proprio, todo aterrado; protnpto para edificar,
leudo duas frentes, pirto perto para de?emt> rqu^
de matenae- com 110 palmos defrentp e 300 de
fundo : a infirmar na rila Nova o. 7. -.ja, ? > tr
lar com o pMuneurlo na dita, roa imperial, casi
junto a do n. 1*0______- ________
^IsaWUTlIhH
Vende-so salsa parnlna multo nova e chegada
ltimamente bo eseriptorio de Joaqaim 6exardo
de Bastee, rnslio Vigaria n. 16, I andar._______
Terreno -a' venda,
Yenda-se nm excalleoje terreno aa ra* Impe-
rial proprio, todo aterrado, proapto paraadincar,
teado das frentes, p*rto parto para drisaatbirqne
da aaaaeriaes eaa> 110 patada 4a fren a 360 de
faadn : ioionaar a^sja.Ja a ja. 7, lafav e tra-
ur rom proprtaurio na diU rna Imperial, casa
jonlo a da n^MO.
E. A. Birle 4 L, em sea armazn a roa
da Croa a. 4\ Tondtm a precos maito em conto
raaaa*ar#
Ladrilboa de marmore.
Tabua* a dagrao de dito.
Masi commaro.
Mnniie.
Pto de teU.
Cognac fioao eaixa abarra da. vidro.
Vanos de Bordos Ooos e ordinarios em caixas
elartl.
IVderes ea* eaixa.
Fructa em conserva.
Aimu daca em caixss.
*E" PECH1NCIIA.
gosto de prasa a 200, HO, 180 e 3O
o corado peebioeha.
Taoito grande a t*
ap
rpa
0 roalfira
a traur ns
la (otada fittnVn
daXrTapo av JO
roa i: Apollo b. Vi, escritorio.
Setiiri pCi cats
de nieror qoalidade e core da moda a I*
eovd >, aia> francez fina c. m baado eres p a
3*500, esta* pe 'bmch 6 na a >v loja da
Pecas do algodao eom 20 jardas a '*$, 4*500 o
5*0 0.
H las de madapolSa a i*, 3*, :j*300, 6/, *
ea 0.
Doas de dito irif.tsdo, franc?z 3np?ri(-r Ti
I0|0 0.
Cinta francezas de todas as qaalidadea a 24>)
280 300 30 e 360 0 cavado.
Cambraias de core* 240 a '280 M. o .aovado.
Dita lisa de cor a 320 rs. o eovado.
Dua* pretas para Hit- % 650 rs. a vara.
Pcijag de cambraia lisa transparente a 3* 3*500
e 3000.
D.i-s ao dita tapada Vietolia, a i, 4>300, -;; *
e73.
D ia* de dita transparente, -uuia ani'.o f\-
tu ni 17 vara-, 14,^.
Diu* du dita bordada con? MrTaYda; a 7
93n0.
Organlv branco fino a 700 :s a vara.
Br ihantiua trnoja ii'biaJa j 440 e 500 rs.
coxado.
Riela-ha de linho com 23 vaia a O*'CO
19,0-. 0. -
lm.. de rito Bfetada .*. m ."'0 vsr39 a 273.
bVamaale de linho .- n 10 palmos davlaruur
2 31 0 : vara.
Uno de lgida1 a 1**00 a vara.
AiiuiAv1 d- loo h .. Iii.ho c- ra 10 palmos '
la.s-nraa IfiSOO-' :l
r-aiSas an-.-rhoaua- para ro>t.> i 7 a dU7 a.
D i. S de linho mi P i tu frrpui s a 10*000
dliZia*-^'
Gu-itd apo* d- Imbn : 3* e 45 a duzia.
C h-ita^ de. lua !W t&H
Do s do rh ta adamasca a |. rrada, 4*, 4*"!!1"
eSSiaO.
1, has de dain.se-. .i' '.'.p"a j o >*.
D 1- de 'u-i alo. 1I1 ad a 3.
, C bertas de la 1 4ggia 1 a 2.
Duas de al|odao brafi'-a- a "'lOft.
C.....innh's de onh.i a Stm >s. I
r.iiaip- ie uieni liso uiio- a daTutaa- 2*0C
e 3 00.
Du. estampado da. meia casimira a 2*
w m-
Dimafcn. de cores 3 540 rs^sjge a,
L oi;o- !) anc.a J. :^m lino*, 2*,'|5"00 e ..*,
a n/ia.
Dn-d 3*300 a duzia.
Ditua ditos de cambraia de Kobo finos a 6* '<
daa.
Dit.is deesgoiSo do llobo a 4J. 43300. 5* e 6;<
a ooza.
Brm Anirola a &\0 $<) a 1*100 o corado.
Hnrt- dt u.h > lr >- O te. .....u.>.
i>>rie do mcia ca-eoiira para caiga a IJOC
1*400.
l).'o* da casen-i.' 1 pira alca a 3*S'J0. 4*3O o
KlMO ,
l^reaura* do cores do djas largura, 2*, 2*5C>r
e 33 Covado.
D ta* pret s, duas largara.' a 2*500 oenvrto.
Pao fino preto o azu! 'a 2J, 24500, 3*000 8
3* 00.
D.io dto muitc (;no 3'Jj:rior aflgXti* e 7* o
co L.ti e aipnc-. do rirej para vestidos a 400,
8HM, 600. 7'0 800 M a -ivad>.
Tm h" c m l|.y mo* vira bao'l'-Jaa "a pin
rosto a 8^.10* e 15*.
Cami-; ne (1 neia hranca, e da ?6re9 2*.
24300 33, 3* 00 e KA,
tiinsaeuapoles prrio-o de Cores -4 3* 9 4*.)
cov.do.
Dito o amnstra? com peabar.
Vende-o ia;:>bem grande joantidade Je roor >
fe't- e por med la c r irec mmtn rednzid.
aoillA.
065.
Rna do Duque de Ca-
R0>A ^ram:a_
rna da Imperatni o. 58 ; a frenie da loja pintad
da I tras azoas brnc< para nUr engao
Vwnie^e perteuc^ para urna fabn
la do carnauba, bem m emSam'Annaemcasa do Sr Tho- lo
s
ve
ur
ns.
h 1 ih.,vea.
B* nma fazenda especial para c. brir, a/udro,
e*pelbi>*, retraet', etc, demasiadameawlraasp*
/ente a preparada de forma a evMar eampieta-
mentr o p.
S Bneie kiglezea em caix>ibaafM as vende
por 1*300 a duzia.
Cntarinbos e poabo de pipe I.
Yea>-*e no Bar r ta Vien-ra Fa Nova a 2.
xias
acaba de recebar nm mporlauto soriimeolo c
poopelinas de laa, a quaaa abrem o pre{0 de,W0
r. o corado, nio deisom de vir ver esta Masa fe
renda. _____
VEHDESE
RUI IOVA M. OO
rata eaubatedoanta Oqoiaam a ea segmates
acUBjas :
CAMISAS ioglezas e francesas, superior qua-
Hitada a 40* e '* a duzia.
B4SQUI.1AS de seda mod-rnas a 15*M0 e a
18*01*0.
1 JIaPiLI.NaS de palba enhilada, aoderaas a
C*0o
VESTUARIOS para meninos iior alada t$ pre?)
de werrado.
CBS INHOS maito bonitos a 1*9*0 2*000.
COLXAS brancas sopariora a 4*1
CHITA corle para vertidos da t sia* a 44.
SUPERIORES orina de linho da airas a 1*500
a vara.
CAMBRAIA* de aoret finas a HO n. o ce-
vado.
S I \s a> core minio bes Wfada a 4*.
DITAS Mancas bardada* a ti.
*\\) \ '01 AO fraooez a 100 .9 5n0 a vara.
PICHtlS ncameate eofeiud,.- a 10*.
6UARDANAP08 da baba a .*40 n>. a uruia.
0MJIAS de tt>4*t assjito ia4aa 11*000
SBRVICOS arameMatb*'
MEMS servio.. a 1-1*000.
POPtUNAS de seda a 1*100 rs. o catado.
SILK biS de linbo mnjto urgo, > rea da 25 va-
ra* a 24*
DAMASCO de lia atol, de d*u largara, aspa-
r r qua idad* a 1**00 o eovado.
Veode-M cuqueros poqoeaos'para nibdsr
*e : quen os quizar dirija,** ao :-iiia Catando
+a de Paof'tna Gatoara, entrar a da Jo2c
flertfP
A verdadeira gornna do Acarar ent sasaes e
barricas, por r.eno ore<^ do'que em noara sjoal
3n>r pare roa do Vigario n. 14, aseriada* '
* L*qie O viro. ^^____
Canoas
Veado-se duas cicoas abenas, nma de flntl
onlra da 400 lijlo*, qne senda aparada*- ain-^a
presura h-v(jo, e per barata preso : raur ot
roa da Mondego, ciarla 0. 63, onda *&o s^
mesma.
Nova da Ratia : TcodMS Piftir di Caab
Innllo*, rna de Mrquez de Girada 1.21, eaenp -
torio.
Vende-se
nm cavilo rndafc apata-aJ. baea audadar d
baiso aiAmeio. rr.ui'.r, aovo inieiro, egerdja: o
.naleo U ribera > S i >.
Ra villa da focada ba ara boro sitia can tasa
do av>rda. randa otribaru a asta eaoa >n*
con-tfnecaa b a ierra para pl*aiavcercad* pa-
ra (avalles e tem crf. riacftn qobpflsa as Ier-
ra da sino mano perro da villa e a haira da es
irada os preten1*3;:>* poj^m entender stw.eo: 1
Antnan iodr snes do Mt-ura a* aaasflsaa Louraoyt d Vende-se,
Vi.ide.saaa fW c Cabo 'illa taberaa aava.
no ateo da Mas. roa do Vbconde da IVtata- c
3 : Qoeaf pret;odor dinjt-sa a raesma Ubere >
qne aolisWTenm qnem trabar. _^^^^__
GAfiJi
^pnpjK
1



thauo de Fernamouco Sexta eira 22 de Setembro le 1871.
*

baraleiro da Boa
prova admrem os
i ha mU esbeltas branees.
Tintura japone .
So DOiea appr.rtr.ula pela a? rcademias dt
ciencia, reeouheeida S,;euor ,t todj que lem ap-
ancido at hoje. Deposito principal a ra d
Gaona do Recite n. 61. i* aoi.ir, em todas as bo
Ka e casa de cabaliereiro.
IjOJA
Flor da Boa-Vista
DE
Paulo Guimares -%
O propietario desiebem onhecido as-
ttbelecintento cantindfeaoipre seg ndojua
antiga forma de primemo '
Vista e para melhor
presos segointes:
Cuitas, escuras e claras c&rles Q
o covado 160 200 rs. a. ?.
Cambryias de coras 240, 280 rs. e I
Lias para vestido 280, 320 rs.
Creps escocezas fazenda oova a..
Alpacas lavradas d'ura s cor. .
Gambrai i branca raosparnte pe-
5s ^ ,55 0 fi.....
Ditas lita victoria a 45000 e. .
Bramen te cora 40 palmos de lar-
gara, varas, a 20000 e. .
Madapolio superior pecas 5(5000 e .
Algod3o 4.-5000 e.....
Brun pardo trancado 6 pechincha
covadoa.......
Dito dito liso muito fino a. -.
Oiilra* multas mais fazendas que
r por prego, baratissimos como
320
400
640
720
80000
85000
2050
CJOi.0
5/JO00
320
30
vende-
8ejam :
SE M LIMITES


Ka'
LOJA E ARMAZEM
DO
PiVAO
NA RA DA IMPERATRIZ N. 60-
S a .fiftheiro-- visto.
pannos prets, ditos azueJ, casemiras pretas
e da c&r, merino}, brins brancos e de cfl-
re, seda para colletea, camisas mglezas para
horneas, m 'ias, chpeos do so! etc.
Qiicina d'alfaiate
Os digaos freguezes eRCont^arSo am gran-
de sortimeoto de roupas feitas desde o
mais inferior at ao mais superior que se
acbe no mercado, assiin como se manda U-
zer toda e qualqaer obra d'encommenda
feitas a capricho, p^i- para este misior se
ba munido d'utn perito mestre. Garante
se faz.;rrtp sem-nor 0% de quo em ouira
qoalqie? p ni pelo o motivo de- o freguez
a.) pagar o que. compra e uo o aspecto do
aiUbel-ci ment.
48flatos da Iniperatrlz48
JUNTO A i'ADARU F1UNCFZA
Libra-sr-ili ms.
se no iirmazMoi de fazendas de Angosto
iv.ji-i \ C.., na Vi Omme'cio n. 42.
IMtt i!,

r la em sus aruiazens, alera de ontros
rti(o3 de sea liego- io regular, os segnintes, <\ "
qq.! por presos miis moicos que em ou-
tra uoatqaor pn :
PORTAS daejohc almofadadas.
PORTIHAS ae forro para cercas.
SALITRE lOflez.
W>$Kin.\S da le!: i pira cama e turrar sala.
JOS da barro trance?, para esgoto.
i:k) superior ero poredes e a contento.
E8!NAS do dcicarocar alodo.
LONAS e briores da Rusgia.
Oi.KrtU^rfl-ji'icaoos para forro de carros.
Hfcer.canos muito bous e econmicos.
Bordeaax.
\'.; superior 'Ia GaatierF-eres.
lEl'-O em ss-.-os grande a 3/500.
k'jk florida legitima.
BALAXGA3 decimae .
. CADKIMA.S americana?.
RHUM 4a J-maica.
AZi.l.KIOS d Li-b^a._____________________
Go&.tra a tosse
PASTiLHASPEITORAES.
de
Soima simples cry.tslisaia.
Tita> da angio
Nsf i trabis*
Seve de pinho martimo de Lagasse.
S oiitr*? militan que muito se re:oraendam pe-
laa^tnaa pxeeileates quilidades.
Vende na
PHARMACIV E DROGARA
M
Barliiolomea & C.
34- RA LARGA DO R03ARIX-34
Os proprietarios deste estabefedmentj tendo gra ide necessidade ia diaiinuir o im
menso deposito qne tem de fazendaae grande orgencia deMlrar(n dioheiro. tem re-
sollido fazer urna ver.i.xJeira iiqui4ac3o com grandas abaOfU boj pracoa de;lodos
>s seus arligos : para o que c >avu|Mpo respeitavei publico deata capiul a vir sortir-se,
poi> Itie gar^ntm que rao n8o comprarlo pelos presos qoe se Ihei pode- vader na-loji Pv3o; porm ad-
virtiodo-se qaa t se vnda a diubeiro vista. Os mesmos proprietarios deste"estaba"-
If.cimento rofam todosj'Oifleus deved >res desta pract favor de vire saldar seos d-
bitos, e todos aquellos que esiiverem devendo contas arrtigai e o oiofiz^rem torio de
ser encoromodad >s judicialisMQte.
i^FLORDEOTRO
E' este o distintivo de urna nova e Ion montada
loji dejoias,sita a ra largrdo
Eosaio n. 24 A.
I.S hlnhan baratao do Pato.
Alsacianascom fWlas liaras de seda a
lo' '00 o covadi.
Ditas lisas com muito bruno a \ft o cevado
Aila.'itis, ftzenda tie muito gosl> tcida
com sda a 70 rs. o covado.
D'laa com quadros de soda e cores muito
delicadas a 640.
P.il de chvre.ju'uma cor com moile f"rtawa 1S*?** !'"
brilho a 5X) rs. o covado.
Mr.nseseos
para vestidos b
a 640 rs. o covndo.
Curtirlo mmto Bonito, tendo de todas
as cores a 400 rs. o covado.
La*snhas aodernas com difiranlos gos-
los a 400 e 500 rs. o covado.
DUas .iit s 28't o 30 rs. o covado.
Bareges tran-parentes com diffdr-entes co-
res a 16,0 rs. o covad >.
Alpacas de cores lisas lavradas fazeiida
de muit) gosio a 500 e 800 rs. o eovdo^
* Cassasdo Pavao.
Cassas inglezas com bonitos go3tos a 200
e 240 r>. o covado.
Ditas finissiroas a 300 rs covado.
Ditas francesas de umita phant sia a 400
rs. o cavado.
Coi tes de cassas cortF7 varas faienia
muito ti is e bonita a 2|jo00 e 3jMX)0.
Ditas d'organ'ly branco % de cores a
23'* -
CAMBHalAS LARGAS A 800 RS||VARA.
ALGOBAOSlNHfl A 320tv
0 Pavao tem peo i& de algodSoslnho muito
boa qualidade qoe vende pelo banto preco
de 3&iQ0 a pef. Ditos muito superiores
de 40000 para cima. AlgodSoewho eofes-
lado com a largura precisa para m lenco!,
sen Jo liso muito encorpado a 900 rs; o
metro e dito entraado, com amesma lar-
BRAM vNrS A-!0d< I^S03 0 MBTBO.
eaes fazenla deioi(MiQ ? Pava ,em ^Pwlw bramante de a
> us c roupas de teoino1 &odao Si'a^ preciso para um lebrol apenas
um e meto metro e ventjea 10600 e.i800,
e de liuho fazenda multo encorpadieora a
raesma largara a 200^0 e 20500, dn ^XraD
cez do mais fino que tem < indo aomerca
do a 30Ogi), 30600 e 40000.
ATOALHAOO.
O Pa'3o vende superior atoalbado a 10600
e 20000 a vara, dito do liubo fazenda muito
auperior de 30000 para cima, sendo ada-
Fazcotla para luto.
O Pav3o tem um graode sortmenlo de
f-tifas pretas para latOj como sejam :
Merino prelo cot 6 palmos de l.rgura
para vest los a 20000 e 20503 o covadaji
Merinos pretos e de cordio pira, toden^
os precos' e differentes qualidades.
Bombisinhas para "todos os presos.
Cimoes e lpicas pretas. Lasinhas pre-
tas oh cassaa de li de 360 at 500 rs. o
OLEO PIRO DE FIGADO DE BAGALHAO
DA
TERRA NOVA
DE
II. LACOMBE
Sp oleo que to boa acceitaejio tem merecido,
-Oiit se r<:c>mmeala por ser o mais purrfieado
que a,i; hoje lera viuio, e anda polo bon paladar,
uperior a entro qnalquor : venle-se no deposito
**pecial de Banboloseu & G. : ra Larga do Ro-
ana 3^___________________________
Xarope sedativo
DE
Gasc de hranjas amargas
COM
BROMURETO DE POTASSIUM
DE
faiROZE
Este novo preparado aprovado pela academia
imperial uV mediciaa, muito se recoramenda pela
t_r 900 sedativa t enlutante, sobn o synema
lervoso, o bromareto de potassiam, nao deixa de
iar os mai canos re*ullados as diversas aff-c-
rj5e> do nrunnismi e prlneipalmente as molestias
o or.ir*, das vias digestivas da re.-piracao, das
vi gei-urioarias, na epilepsia, as molestias
srWKw da prenbez, na iasomnia das crianzas
enitu o periolo da dentiQo etc. etc.
Vende-se na pbarmacia e drogara
de
.Barth-ilomeu & C.
34-RUA L.1R3A DOItOSARIO-34
?oces, fructas e flores.
Roa 4a Cruz n. 13' vende todos oda :
Prezunto fta flarob"es a libra.
Ln'h"S toas o das, iliwaf h
Ge darm de vac-a tm codo, a -
DoJ cru&Ljlode _fr#oM' loctas.
Bo9rsyfiuiJfkjes bdklof
Bajneijfc oom iaBohos, enfeiladas"
8#o ua Plore* ivulsat e em boapuets.
Sorvnrss todo< os dias a nonle.
covado. *%f
O Pai < ljp c inDraia branca Iranspa
rente de bo^pialidade. com 8 palmos de
largura1, q e a-p. as precisa 4 varas para
mi! vestidle vende a 800 rs. a vara, dita
titStmi d4*Escosca t>doa mesma largu-
ra, rpie Vcndfr a 10OO. .
CAMBHA1 S BRANCAS A 40000 E 40500
O Pa\3o le_ pecas de cambraia branca
transparentes com 8 1/2 varas qne vende
peto barato prec de 43000 e 40500, leu-
do tambem amito Dnas de 50000 al
100000.
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 30500
a peca al a mais fina qne vem o mer-
cado.
CORTES DORGANDY A 40000.
0 Pvo lera corles de organdy branco
coai 8 1/2 varas qoe vende pelo baral > pre-
co de 40000, assim como fiaissimo '.rgandy
branco com iislriobas e qoadrinbos o me-
Ibor qne tem-vindo ao mercado e vende
pelo barato preco de 70 rs. a vara.
.rov O Pava") lera um grande sorlimctu de
grosdenaples e gurgurio preto para vestido>
tendo re 106OJ o .coya-lo at ao mais su.
perior qoe costuma vir ao mercado, assim
corno um grande sortmenlo di! ditos de
todas as cores e branco e um bonito sorti-
m nto de sel ns branco e de cores que ven-
de por presos muito em conta.
Poupeliuas de seda a 2O0>O
0 Pavao lem om elegante sortimento de
pjupelinas de 88da tanto lisas como lavra-
das "s mais modernas que tem vindo ao
mercado e vende ji 20000 o covado.
ESPARTLHOSA4*000
CACHENEZ a 40, 50 e 6*000.
O Pavao vend' espartilhos de todos os ta-
mangos a 40 e 50000, cacbenez parisiense^
com deli'ado ponto e de cores, a 40, 50,
e 60000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANSliAS.
a 80, 100. 120 e 1*0000.
O Pavao -tem um grande sortimeolo de
corliuados ricamente bordados, proonos
camas e janaltas que vende de 80 at
HJ o par. *Ov.
Cas de cambraia adamascada con 20
varas a 100000 croctaj^eicamtote bordado
para cortinados* 10500ometro. Assiflacomo
rid>s /lmaseos com 6 e 8 palmos de largu-
ra propnos para cochas de casias e tam-
b:m ricas olebasde damasco a uniacao de
serte e- tas de ero het as mais liadas fue
tem vindo ao mercado.
MUSSELWAS DE CORES A 400 RS. O
, COVADO
bA> I ftMnento de
Cassas pretas francezas e inglezas de to-
das as qnalidades.
Calas pretas.francezas e inglezas de 200
rs. pan c-ma.
Gtvjib prelo para veos.
CA6RAS PARA CALCAS A 40, 50, 60,
70 E 80'tOO.
O Pavao jem am grande sortmenlo de
cortes da-oa-emiras decores f)ara calcas
sendo os maas moderaba que tem vin lo ao
meradoe vende-se de 10 al 100000 o
cort, ditas em pecas francezas e inglezas
para ca'cas, paulla e colletMne vende de
10800 at 60000 o covado, W^uatcoras a
pruvj d'gva u_ue voude a 50 CO"t3 OU a
30 o covari, sendo estas casemiras rnail
proprias para maainos de escola por serem
es :uras e de moita duracao.
GUIPBO DBSOL
0 P.nao tem superiores chapos de sol
de seda injjlezas que vende a 1< 0, ditos com
b mitos cabos d-i verdadeiro m-irfim a 14,
100 o 1800;O, ditos de alpaca de todas as
qualidanV.
PANNOS DE CtOlH PARA CADE1RAS E
SOPHS.
O Pavao tem om grande sortimento de
pannos de i roch proprios para encost de
cadeiras e de spbs, assim como um rico
sortimento de tpeles de todos os tamanbos
proprios para salas.
MADAPOLiO BARATO A 40, 40500 E 50.
O-Pavao tem p^as de madapolaocon: 24
jardas ou 20 varas que vende a 40 e 40500
a peca*, dito amito fino e largo de 60 para
cima, dito francez do melbor que tem vindo
ao mercado, assim cono dito Guissimo em
percas d^ 40 Jardas.'
corles de ehltas.
a 10600, 20000 e 20800.
0 Pava j tem corle de chitas francezas
com 10 covados, que vende pelo barato pie-
co de 10600 e 20000, ditas que vende a
16o, 200 e 280 rs. o covado, tambos tem
um graode sortmenlo de dilas finas aras
e escaras que vende a 280 e 3O r-. o co-
vado e fiaissimas percales miudinhas propri-
as para camisas, vestidas 6 roqpas para me
oaos que se vende a 360 e 400 rs.
iramente
J rs. B
UOTUt^il
da qualidTde, vende se em pjn,o e a ratalbo :
omrmazeni n. 4 rna do Commercio.
iw Antonio Percira
un para tender na sna fabrica da
a_iwria o. 4 (tatiga ra Nova)
ftu
rna do Barao
, charolos dos
i eeredltad a fabrtcantaj da Babia, como se-
j ub Imperta**, Normas de Havana, Operas, Ama
o*es, Loolriaos e Leae?, de Simas. Imperiaes,
Exposig.ii, Lanceiros, BigarrQhos, de Cardoso.
Hutissipe, Expoi^o, Havanas, Plor de Suspiros,
Uttes, Almirantes Braslleiros, Trabucos e Re-
|aHa Imperial, de Joaqoim Jos do i Res, e mais
nulidades de oatros fsbrtcawe?. Fomo Daniel
"twpendy, RiofavqjJ .jglaranhio, Para e
fiaranhun-, i4f*arW _Ot fumo.
Di_r* ,_"fWui__?lII*w
Metim branco da India muo fino
A est
grande
Ares li
m
no
covado,
e 500 rs.
para vestidos e roupas de meninos a 720 rs.
o covado. Crotones de cores muito eocor-
pados para vestidos-a 600 rs o covado.
ROPA PoR MEDIDA NA LOJA DO
(^^. PAVO.
O Pavao tem orna bem montada offleila de
afilale, administrada por om hbil me tro
niciooal, aoiide se manda faer qualqoer
obra do eocommenda, tanto para Bomepi
como para nenios, garantind -se a protap-
Mk teeia em todo o trabalbo, e no ms-
mo sst^leimentossgpDtrarao os respeia-
veiJirgr/ezes todatTW fazenda s prtprias
orno sejam paoaos de tolas as cores qoa-
diades e precos, novas casemiras de fosio
re fis brincos e de cores, assim costo todas
asfazen 1a proprias para falos de lato.
mMiBBwMk m. we temo.
0 PavSo tem am grande sor ti uento de
LENCOS BRANCOS.
O Pavlo tem lenco, brancos abaabtdo
quo se vende a 20 mty. a dnzia, ditos
grandos de marimilfm ser abobados a
30OO rs. a dnzia; assim como bonito len-
cos bord dos pa/a mjtae.Jjk
ROUPA PARA HOMENS.
Sobfecasacos de patrnri preto fino sendo
muito bem feilos de 120 al 400000.
Prlits de panno "preto fraque e accos
de 80 al 120000, ?:s,~,ZZmm .
Ditos de caaerairaoo cor de 60 al 120.
Dito de alpaca preta fina de 40 a 6000o.
Ditos de dita branca 'ua cores 60000,
Ditos de bnm de linbo troteada a 60000.
Calcas de casemira preta&U 60000 al
120100.
Ditas do brim brandle Hnho de 40000
at 80000.
Ditas de brim de linbo de cor para todos
os preco e qaafcdaSe*.
Camisas francezw e inglezas con eitos
d'algodo de 10600 at 50, em dozia veo-
de-S3 mais barato.
Ditas de meia de ROO rs.
PAR'
COSTURA
Chegaram ao Baza? Universal da ra Nova
o. 22, am siriimeoto'de machinas para eos
tura, das melhores qnalidades qae existe m
America, das qnaes moitar j sao bem co
nbecidas pelos seos aolores, como sejam :
Welter & WtUon, Grover d: Boker Silen-
ciosa, Weed e Imperiaes e on;as muitaa
que c pradofes.
Estas machinas tA a vantagem de fazer
o trans be qoe |O^Wureiras podem faz r
diariamente e csem'com tanta perfeiclo
como as mais perfers costureiras. Garan-
te se a sua boa qualidadee ensioa sea tra-
blbar com perfeico em menos de orna
hora, c os precos sao to resumidos qoe de-
vem agradar aos pretendent.es.
Os preprielarics deste elegante etabe^eimento tendo em vista o aforeos qne
flzeram par o colloc; rera na eondlOcdes de una grand cii.iella, ftlurim ao mais
rigoroto principio se nio vitase* a- cnminw do Jornal scienliflcnr ao respeUavel pu-
blico, qu no me mo estabelecjfMoio eneontrare semore o mais computo aortimeote
dejlas, tomo sejam : brincos 6is mal modernos, para adornaren) sa delicadas orc-
inas do bello sexo, e qne se vendem a 8. 9 o IOS o nar.-ditas para meninas a 4, 5 e 6S,
' ditas de coral, obra de apurado go to a 3 e t Voliinbas de coBAn eran de onro
a S, broches modernos de 3 a 134, dito? com pedra? e em soeuBpnia* caixinnaa a
10. I, 16 e 20*, rosetas lisas, porm l>m trafaaJbadae, t_P* a H. ditacoro
bedraa de 4 a lo/, eacolelas a 4*. ditas com Inacrip^oea 3/5(0. anneis de divers
fosar,. wm benitas pedras a S, 3 e -4S, ditas de pcroUa, esmanlda e rubio a 6
ricas croie de esnwutlda e rutim a 12, 14 e Ifi/, ditas de onro e eoral com vistas pbo-
toprapbieas a 3, 4, 6^1 e 7/, Qgas de coral a 24, eadeias para relogio a SOS, ditu a
6/500 a otava, guarnieses cora tres baldes para abertu as a 4/, ditos de pedrwhaa a3/5S0
o par, ditos para pnnhos os mala modernos a 7 e 8/; alen de na variadiselao sortimen* '
lo de joias de apurado gusto qne reeebeiu por todos os vapores da Europa; como
sejam: brincos, braceletes, alfineips, adrrecos completos, erases, rosetas, anoei d
brlbantes, esmeraldas, perol e rubina. Medaines, relias, iraoceiw, anhreoarlMM
iras e de diversos modelos, ocolos e penciaei de onro e prala dourada, reiogios de oo- ,
ro e prala de afamado fabOeantes, salvas do prata de divereo urnaanoi, rie palitei-
' ros c faqoeiros, colherp; para cha e sopa, maracas pata crlancas, e ama nnnidade de
objecto qoe serla enfadonho menciooar-se.
Os propriftarioH da Plor de Onro garaolera vender mais Sfalo qn era ontr
qnalqner parte, para qoe estar aoerio o Gtabelecimento das 6 horas da maana a 8 da
noote.
\Jk DO DUQUE DE CAXIS
(Outr'ora do Queimado)
Tendo-seresfjtvnio dVra avante venderse n^ste esiabidecimento todas as fazen-
das existentes no mesmo, por precos quo todos admirarao, aibn de mea dever parlici-
pa-lo a todas as Exmas. familias em geral, aGm fie virem vi-i ar e-te estabelecimento
ou mandarem buscar aimslrac, garanlmdo-se-lhes um bmn sorttaaenio de f..zendas de
algodSo, la, linbo, o seda, eSaGtalUJma inGriidale de arligos de m da mandandorfe s
casas das Exmas, familias, por tmpregado da casa, toda e qualquor fazenda para verem
Hbu escoiherem.
As pe>sas que vendem em menir escala podero bem sortlrem-se neste aijabe-
lecimento que vender pelos mesmos presos que em qualouer casa importadora, tendo
a facilidade de comprar qoalquer porgo.
0 65 lem um compL to sortimento de roupas bem acababas o qne vendo por
precos muitissimo C'inmodos. mandando tambem fazer por medida toda e quaiquer obra
que os concurrentes des jarem, para o que lem um dos mais bsliitadis.-imo aestre
alfaiate, cortando por um sysiema inteiramente novo.
Os annuacios nesta praca estao e por corto devera estar desacreditadissimoSi pois
qoe ha casas que annuuciam aqaillo que nao teem, o que o 65 g raute nunca dar-te em
sea estabelecimento, p os que s deseja bem servir ao publico em geral, para ganbar
g ande nomeada em todo o mundo.
O C5 ada dasnecessario mencionar os pregos de suas fazendas pois qne isso lor-
naria-se demasiado magante para os jeitores, por ter do ser demasiado extenso seo an-
nunci >, e mesmo para se lomar menos de pendioso, pois que vendando muito e moito
barato mister encnrtar.suas despMMJ A sincendado dos tratos do 65ju'go que j o
nico legaimente autorisado e approvado
pelo conselho de sade.
NICO DEPOSITO
em
PERNAMBCO
Pbarmacia e drogaria
de-
BARTHOLOME & C.
34Rna larga do Rosario34."1
Para saceos c foguetclros.
PARA ASSCAR
CERVEJA DE MABCA
K
Engarrafada especialmente para o Br__
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trasem os amaros esta
oas pecas e nao as etiquetas.
Vendem-se
Em casa de
Ae T. JEFFERIES & Z.
4o Ra do Outnmercio 46
.BINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Traaeo em cada peca am bilhc-
Ce com o neme
DOS
nicos importadores
T. JEFFRRIES Uura rpida radical duis
callos
pela pomada Galopeau
Essa pomada qne tao bons resultados tero colbi-
du as pessoas qae delta, tem feito aso acaba de
ebegar para o sea deposito especial..
NA
Pharmacia a drogaria -
DB
Barlholomea d- C. rna larga do Rosario nu-
mero .14-
publico conhece demasiado, pois
nao verdade ?
qae" smpro tem cumprido com aquillo que annuncia.
E' INTIL, NAO SE CAN^EJUioM O 65 N1NGUEM P>DE COMPETIR

RA DO, DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado^
tmtu ftJt-&
kc BASTOS
56 ARa do Mrquez de Olinda58jflL
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este antigo estabelec ment assaz conhecido como principal e reconven-
dado pelos grandes d pontos e b -ns sorimenlos com qoe sempre prima em ter das
oieiboras, mais acreditadas e verdadeira maehlaas a me rica atas para alga-
do, desde 10 60 cerras, i bavendo em todos os tamanbos diversidades de'sysle-
mas e melhoramenios para perfeilo e rpido descarogamento ; teroam se dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricsltores; os quaes, alea 4st <, encontrarlo
tambem mais :
^r\HM
ricos casaquinbos de seda preta mal bem Agraciaaaas braacas
enjertados e moderaos que vtade a i50,
invito acaba latee lia ao barra de man valor, aeelm como freos chales pretos
em lOjara, oe avaras, todo muito oa|0 B ****&
de lia a "tSMO t- musolina a 1
BBl A ,0Ja do Pavlo acha-se con Uatementcabera dai 6 horas da manis lUaj 9
" Ta no'e, ron !o Imperatrz a. O. ..
vftti.
tras, tdo nrail
i
Cerowaa de
feitas na-tia.
o!6ri_
vn
para cima,
francezas e
linho
0 Pavao temriee garforlo
eo. Grosdeoaple bra
B^rtf universal,/
RA DO BAMO DA VICTORIA (OUTR'O-
RA NOVA) N. 5.
Acaba da chegar para- es grande e*tai>elcl-
mento nm coa pelo sortimeMp de machinas de
costura de todo os autor coobcfid s, os quaes
garantem por anco aa-daVh j^cSinaa, Jb se ven-
dem por preco lio raloars que a t>do agrada-
ra, cujo* i.recos sao o ^%mmxM4t60t, 80/,
100/. 120/, liOi, I40. 160/, 18SXS0Q/, S90/.
MO/ % 300/. Garante-* ais oompnorm a oa
qualidade de trabalbo, e obriga-ae a n-iur ten-
ias vezes quanta teiaaa prtciaas nafa com-
prehender is. Vende-se umbem pecat e maia
pertenca deat>brMalentes paca as meaioas
na. Previasasa deade ja qae (
mado para coaserlo e ensino de ma
forero corostaSas nota aatebeteoimenin.
8eif LeaveuiK
Fatfma te trico J fermentada, proprta par
pi, Mos, pndois, etc. ero nacos de 6 libras :
venda nos armaren de Tamo rrrnios & C
Apurados vapores vosohovhs, da forfa
de 3 4 cavlos, e^peittqpea.
Machinas para Jayai
Arados amirino
deira.
Carros de mo para alterros.
Tinas de madeira.
Raides de d.a.
Ditos de ferro estancado.
Ditos com valvulaJpsra lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelos para jardios.
Guardas comidas.
. Ttmpas para cobrir pralos.
Tarrachas para fazer parara^
' Duis dita ditos dS madeira.
freos para cozina.
eros de bandeijas fies.
Correntes para arraatjr madeira.
Cylmdros americanos para paduias.
Prtances avulso para machinas.
Salitre relinado.
Moinbos de diversos fabricantes para
milbo e ca'. .. '
Debulhadores para milbo,
Azeite de spermacete para macbiaaa.
Camas de tefro. -
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres ds ferro patente.
Canos de ferro esmaltado*.
Ditos de dito estauhado.
Ditos de fl>HMR Ditos 4a borracha.
Folies para ferreiros.
Emfim mnitos oulros artigos,"qne so avista e neste estabdleciatato podero, ser
examinados.
Hha de l6melh?ira.
^GRANDE W_______
It^T"Eesuscitou apande liquidapo do arma-
zem e loja da ra do Duque de Ca-
xiaa n. 29. 4r~
Poupelinas braaeas da ssda Htaa. ehvra-
das. Sedas brancas, lanadas e lilas. Ca-
Vende-se o terreno denominado lina, na povqa
do do mesmo nomo ; i tratar no Coracaa 4a On-
ro i roa do CabBgifc
Fariutri de raiifeo,
.Vende-e farlnha le almo molda a
riamenle, pelos preco aegaintef
aog, pintos e pasuriDbo a 100 rs ]
e pi de prorenca a 1)0 rt, e pas i
rt.. am arrobas mal bario : na
vello n. W.
Cambraia transpareota do
AiWeOe 65 a pega. Dita de L
do. Chitas de corea claras e
360 o 400 ra. Pecas
31560 a 4o- a
DiUs^de cores
a 80 rs. o cbvliTo, fl
4#m 50,-WoBt
man
dennen caraHr Td
de 4(5,
80 rs. ocova-
1860. Ditos com
fi-
as

J
l


Diario de **rnaJttbeco
Sexta trfra 22 de Selembro


D
FIGUE1RED0 & LOPES.
64 RUI DA HKMTIIZ \ U
Os proprfetaroi^gte importante e sympathico estat
vena avisar ao respejtij ["publico e pnico rmente a soa
irtPie
Os proprietaro deste importante e sympathico estabelecimento do fazendas finas,,
CYSNE aeaba da sorrll'de todo qu.nto h de gosto e moderno
osa fregueiia, que o
em fazendas unto
pan boroens como para seoboras.
E' o<*.i so ci ar qie os 'propietarios ta loja do CYSNE naturalmente providentes e\
d'om espirito ait mente conciliador dos ioteresses alheios cora os seus, t em sempre
seguido o magnifico ystoma de oflerecer venda fazendas de todas asqualidadee e pre
003 relativos de forma que fcilmente podem fornecer artigos de soa casa accommodados
a foflas as fijrtonas b meios.
E sobre todis as conveniencias e moios prefervel comprar no CYSNE em con-
eqoenoia da siocendade e baratiza com que negiciam N) oivavel empenbo do justificaras soa$ operaces convidara as Exmas. familias
a visitar a sympattHci loja do CYSNE chamando as atiendes do pubco en geral para
ar segantes especialidades e presos,
PARA IN01VAS.
Veos, capeles, seda* e popelinas Drancas
e (le cores, gallas, pi nhos e camisas bor
dadas, tudo caprichosamente escolhido e
para varios precos.
CRETONE BAPTISTB.
Fazenla lisa de ama s cor, de cores di-
versas, para ves*idos* tambera propria para
sombras.
CAMBRATAS
Transparentes de 8 i/i varas desde
30500 at 80 a peca. Victorias ranito 9nas
de 40 at 80000.
CURTES BORDADOS
Fazeoda branca de delica lo bordado ,1
baixos presos acompannada do competente
tigurioo.
Ll\S
Variadissimo e reo sortimenlo desde a
15a lisa baratado 40 at a de listras de seda
m.is cara que pelo preco qoe vendemos
por assim dtzer de graca vista do gosto
e qoa:idade.
BAREJES
Lindos padroes aos presos de 360 e...
400 re. o covado
&UASURDADAS
As que o CYSNE^ende s3o bellas e su-
periores.
LliVAS
As melhores e mais procuradas tovas de'
Joovin, brancas e -de cores sSo as qoe o
CYSNE expe a vnda.
BXLOES
Do orejones cora fcbadoe bordado, di-
to; de arcos a 10o O, pechincha sem rival
no genero.
CHtTAS.
Completo e grande surr ment de iodos
os prcos de padtftes modernos e cores fi'
lU GffiSDENtfteS
Finos de todos os procos e larguras s
o CYSNE pode vender b.raio-
FL\NEIX4
De c es e Dianas dttSQD rs. al 10300
o tovado.
D6culpero os nossos /reguezes termos
ALPACAS
Lavradas do 500 rs. a I0OCO o covado,
especia lidade do CYSNE que no conta com-
petidor*
^.MAD VPOLOES
Francez d 24/jardas de 8o at iO>OCO.
iogbz de 50 at 80000. e muito fino.
DAMASCO
Com 8 palmos d'. largura, dito estreito.
CORTINADOS
Para camas e janellas de todos os tama-
itos, cambraia para o mesmo n'm de 20
varas a 100 a p< c.
ATOCHADO
D) linho adamascado, dito de algodo
muito finos, bramante entraado e liso, e
barato s o CYS'V E vendo.
GUARDANAPOS
Graodat e pequeos.
SETINS j
i*ara todos os prtcos e diversos pa-
drScj.
PARA NOWAS
Camisas bordadas, peilos colarioho o
pannos lisos.
PARA LUTO.
Merino*, princezas, alpacas, cantSo, bom-
basinas, chitas, carahraias e.c, ote., por
pncus qoe s o CYSNE vendo
PARA HOMENS E MEEINOS.
Brim pardo a 640, 840 rs., 10 e 10500
o metro, pangas de 400 e 440 rs o cova-
do, e tamben temos o afamado brim de
angoia.
tJrlAPEO> DE SOL
Para homi-ns h senhocas dos melhores
fabricantes da Europa.
FILOS
fie-sda, ditos de lrar=o, pretos e brao^f
oes e mais baratos que, em outras loja.
VEMS
rara todos os tamanbo^Wqualidades.
CHALES
De me< in lisqs e estampados, pretos com]
franja de >da, ditas^t,m franja da 13a es-
peea4idadedo C*vE.
sido um pouco extenso na narrado -de al
gamas no< i iades pois cun quanto seja nusso inleresse lambem o 6 dos nossos fr-t-gue-
zes que querem o gustan a dar na moda.
Una Chapa* de ferro paritiMe um -elc.-
Formas para assmr de ferro Pintdo B gidmiudo.
Arados AmericanosparrVIXzea&eln*
Machinas a Vapor d,^qi]^mMvalIol.
MaChaS de descarcweljpdlo. ^.
Trilhte de ferro pari ^^ el6.
FogSes americanos
Camas (fe flrro grande8, peqoeDa$. m
g* Macacos de estiva
Cofres de ferro de Miineej9 e muros.
Papel deombrnlho
Estes artigos vendem-se em
cica dos importadores.
Shaw, Hawkes dt C,
M. 4 RA DO BOU JRSUS.
(OUTR'ORA RUANDA CRUZ )
wmmmammummmmm mm&zmm
A' AGIM BRANCA
? ^
o.
0 5 rata oja c(
g.
"I "O 6 o
a. , Q*
8P
fie "O
Atoe -e vn> imi> >r. uaiar4n ui form a mMii a MigaMias dmm
*mra- o .
A asa er linrti-mms- e no pwfta decairta-
#3tfOt P ne msiftar DW'UWefo wwpfp
M a muta fdt, 'tm N* r, ftM fb*f o A
ut0**ms intu- NihHTfBtn irfM ni*
t,
iripi !& > L'huqu de sridna' forinimos, sttn
iw dnrompr ; ra, o acicKw nao te ae<}5o so.
br> ella, muiiK menos a acoto dn tompo a pW9
d"'rir ; sto pla'iivp|.
Nn ao ciwmercio qne ente men pridocio
r4ii *nr nM ; o pretores o* eollegins, Investt
paO tiKins 03 mema para o tdtantoniMto do
ra .oHhHd.iac, *wi aewof do8MJbort' >p 4-cipuloR, tem a>proveitadi. esto licta. qo
e*irsagwroa. 'm razio a acuaram apta para, desanvulwer u
lo* i^tp timaH pro* ftdnc.iDd.i, em coowqoeneia da belezai.
tq*>-m** to'iialiJi>ia>na% H 'r e facilidade de eorr* na pfqoena p>ia v
i in .aaaaitiwiraeo ^a olerw J HimI*-!. Ha aimipto da riaaaao qoe ba*ti
iM^ienajtoi >iiinniii nnil.i tampu.uabaro poia rapao^Dia ex4rn
XaU tinta, na W.o jpecialraeotS para copiar, M" a eccripta, logo que fui aJmmida esta uou
ateemtiKto-da!, fr^, nri Biat'tatoil*oHf ir*f O" enltegio, apodarou-ae deftas a eoriosidade eo
?4*-.*rtpu ; AptoMMayitirW ii**> #'H-eHi:o -totopo depoia o rao adraoumeto
epapet o-io moihado *em o enzngar com o mata- (** toaaitoaia.
a/rto, porque nao ha orneo de borrar. Para a B-i bata, A par de taoua toaUfea% Uva ato
tirar mam da am> cjm, nao se aggtorflcram tao- muro in^nveAMB, deierior.-e ao contacto de
ftotoii fpau aOijato'ato ta, ** ""a qaatqnf* H-nveni pols te-la em tintmro
*> toa^^n*loaibre de oaira tiou, eti-
mmtmfgtxm qa o onoal fiqa* |ce)tt>cado Ur aaer^a MMoaoiia aqja.Oa ama praparafao
palM aur5o". -kf^rdaie e irxaapaiiv*4 ~
ljarrejni m go?,jta COpif irajJWr!. *"*" P?M -e UMr
tottitow toiaiMliaft,i toielaaJMiawill|i* Ohl
a nota, qoe tas aeo^^ftaa m.
tos* lam.
i3WBttitt
rittean.io iMo,
-eja a.
18
0
i
S3o flaalmeote ebegadas a esta prafa pela segunda ves as verdaderas preparare
lo Dr. Radway dt C. de New-York.
.cacoes do
Depois de alguna annos, em qoe as falsiflcaeOes do Hamburgo e mesmo de New
?ork tiveram entrada Deste mwcado, aproveitacido-se do bem merecido cooceito qo<
-)8tes remedios baviam aicancadn pur seos maraviibosos effeitos coo>egairam iotrodazit
mrito destas admiravem preparagoes, imitando as verdadeiras r porm desacreditan
la-as com seos noltos edeiios, lembroo-se o autor de fazer a declaracSo abano, e
dar diplomas aos qoe ven erem os seus legtimos preparados.
Previ&a-se o respeitavel publico de qoe as verdadeiras preparicSes do Dr. Ra
owat s se vtndrm nos depsitos cima declralos e trazem um rotlo igual aur dest
aaouncio.
Nos abaixo assigaado^, declaramos e certificamos, que os Sra Raymundo Carlos Le
te 4 Irmao, da cidade do Rio de Janeiro, no imperio do Brasfif s5o os nossos ageniei
^eraes, pela venda de nossos remedies, tanto no dito imperio como no reino de Pino
^al. Noticiamos ao publico, que o3o se pudem otiler os remedios do Dr. Radwat drC
(e que sio preparados no laboratorio do mesmo doutor na cidade de N--w-York uo-
BsUdos-Unidos). senft das pess as que podem produz'r a presente crti6cc9o e tie>
J-lacio e une a produje, subscripta e asstgnada do Dr. Radwat dr C. e dos Srs Ra).
QQiindo Carlos Leite dr Irmao como ai p. Todos e cada um dos remedios do Dr. Ra
owat & C. sio acompanbados de cdulas setnelbantes as qoe parecem ao p desta cer
tificaejk).
Examtue-se bem a aseyraa'ora da firma do Dr. Babwa.* C. ao p da presea
ertificacao e comparece com o fac simile ua* cdulas camuHhn m frascos oeaiitat
'rUaTtoiffdrC.
(SCcesMires 4e Joxfuin de Aldgfc Hti*j
RA DUQUE DE CAXIAS N. 52
(Outr'ora^Queimado n. 8.)
{om l-!cs
tantoate para cohoras
A Agola Branca tendo recr bido gaaV d as
migas eoeommtnili, em se^uimetilo aeaba ago-
ra mesmo de rebeber entra?, algoiuas das quaes
*e tornavam estncijlnn i'ic pr^ciaa, e outras se
fsiem aaaiadas p t st-os n corro *e|Hh
'MtiiaBo dWjfto; i.i.jias panjbtopboras
i m^niiip-^
Ditas*!
i roealna!
Ditas idam raiK bonita ao pr sto escoeez.
Ditas Han '^V"1 blancas e com lista para me
ama.
Ditas foVm idi* pata b.ipti Ditas de algudo d nifriils e erm .-lras para
isenioa*.
(, Lntas pretas de ?'fda, para senhora.
Has de lorail e de seda pan rntoina?.
BdBltascamfflihns bordadas para senhoras.
POe arda, branoo e preto erm flores miudas.
Dito de^lg<>da, li-i) e com flore*.
Tnuquinba bordadas pa a criau^as.
Ufiios e me demos ctn.p"sinbos de fasto pira
ditas.
Peales > tarlarnga para desembaracar co pen
tear.
Ditos A* Jila lrave,ff' para meriina?.
'Diio. do borracha ?ara ditas. ^.
Dito< de tartaruga, pejireno, para spgorar o
marradho aos cabellos de senboras.
Grande sortimenlo do enfritcs c seda para ves-
tidos. .
Pi.vras. de tpjiilroperr la e df tartaruga para
putreira e'l.ip psra o raleMo. ,
rk'Bita* b.trinrns n^r^ lO/pin'.
NOY SORTtMENTOONrjlilVAES PARA
L'AI USADOS
A agaia branca acaba de rxalxT novo sorti-
mento de linios'* fvimpfetos rnenovaes para bap-
usiflAs, e hom *im si'prpd^mcrite caralsiohas
p.-tra dito> lindos ibapcusinhs tle sero .branco
bi;r.Jadni,,ooO -S tji s com tundo <*.*= vtlluiln, obra
de muito po.Hi.c i|i!f soivem tanibem para pas-'
"o, sanatinhis le fe irn psra o m-'smo flm. ,
MOflEHNOS EMFEiTK DE FLORES,
oroapa opm l.ici dsela, fii;s de setira e flvrila
df^nareperola m ultimo go.-tct e proprios para
baile*, .Ms^meatos, etc.i'.c
rape t
D.lo de
Ditas \(
FLORES E PREPAROS PARA ELLiffi
A Agoia Branca receben lindos ramos de floras
Anas, tanto para cabeca como para chapaos,
bem assim :
Papel verde liso e com listas para lolhu.
de tres para flores.
de diversas qnalades para rosas,
verdes e lustrosas, obra n< va e pela pri-
meira vea viodas como amostra.
Franja' preas e de jlkrsas largaras para a-
feitsr ve^liflo, .
COQUES DE TRAIGAS E DE OUTROS
k MOLDES.
A Agola Branca acaba de receber nma peqae-
na poicautoos bunios e modernus coques grac-
dos da* tranc e outros moldes.
ROVO SORTIMEKTO
DE
HO.\KCMK
A .'(uia branca, a ra do Duqae de Caxias o.
5i, cutr'ora do Qneimado n. 8, ac:ba de receber
uro novo e be;lo sortimenlo de oonecas de diver-
sas q6alidades e i.rr anh -, sendo :
Com rosto de aeda, das u,ue ihorm, e ontras
qne falla ni.
Onm rost\ maos, e pos da porcelana, e pro-
prias para ve?tir-se.
Obras le porcehna
A agoia branca tem ontro sortimenlo de diver-
sas obras de porcelana, sendo:
Smitos e rico* vasos para i ", de arrot.
Outros para joias.
i lu i'i para 'abonrtts.
Outros (ara eafeites de mesa.
-Pequeas e bonitas pas p. Pequeos jarros para santoarics.
Outros mai-res para mesas.
Boncrs porl relogios.
Llodas cesiinbas lambern de porecaaa.-'
Escrivanias de dita.
E muitos outros objectos p_5ia enf.-ites de.mesa.




V
ASEM DOS


MA Dl IE fAXIAS N. 2&
Os ptopnetarios iicbte gtaruleebea monta respeiuvel ptiblico u sta provincia, que se aebsm com om variado ecomplet '
de movis, tanto tmioiues couio estrangeiros, sendo estes escoibidos cprichto^or
uro dos sohos qtic-e aclri actualmente u< Europa, e por isso rw podem di le* meto
baratos O% menos do qiie ero otra qualquer parte. O sesmo t-.m coatraiado com
os melbores ibfioaiites daqoellecon ifi-nie as remessas das mais ricas mobi'ias feitat
lli Na ofQctna li-u> os uims liareis artistas leste gi ero, e por isso aptos a utiie.c*rem
ni-ibilias as n>ait> aperf^icoadas para as rasas da provincia consideradas de primeva
or.l.m. Peili'in. portmio, que vendara visitar dito estabetciroen.o, un-le eoc - realidad^, do qu-* aooliam .le expr, passaud ia exdmiaarem : ricas e completas ni bitas
de jecarandi, mofBo, fajiu carvaho, araareiio. e,tc. etc., ricas e elegantes camal de
ja< arnd, po-srtun, amarelio, etc. etc., guarda-vestidos de araarello, guarda loor; de
uogueira, amarello, con tampo le pedra, aparadores de dita, dito, com ^ita, .pettts
tnilett s, especialmpnte para tazer barba, toilettes de Jacaranda, e amarelio, coro.pedra,
e muitos outros aiiigos de gosto. que para se nao tornar enfadonbo prescindimos de
azer o-enco delles, o que s com a vista poderSo apreciar.
-------------------------------------------------------------------------------.----------------------.--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
.
\

RUI A IMPfi1 TH1K IV 36.
Os pniptietarii'S d.-st* bfin conh culo e el ne estab lecim nto, m i!-URcan
o res etiavil pubico em f ral, e com espci lidade ao bello sexo (eas amaveis fre-
U'Zis) que t-em rectb' u p los ltimos ?-aqu tes da Europa,, um linio e variadosor-
tim>nti) do tti-i.i qoan no precizo \,>r* irn setihra (que se presumir ter bom gosto)
curopL'tT um el* gante e inveji.so toilei.
Os propneiarios coolando n nj a v.di'ga coadjimen do seso amave', teem soi^
ido o seu e.-lab b-ctxenl< d indo qu.* d m lltr se --esejar possa.
Os proprietano.s julgan 10 ramio n'i u nh ou antes por assim dizer imp -ssivel
mencionaros innmerosnj-'C'os qu comjS^ heliooTiunento de que cima falaram,
c<>nietitim- e apenas em relacionar aq elles que julgam m^is reoommindave-s pei sua'
elegancia, no\iuade e cumm ididade nos precos, cojo sejam :
f
<
Lindos leqo^s de marfim a FgfO
Voltas de cor rente.', de borra ba 1^400
Li.i'iissim s Itqies para minutos a 4^0
. e 2d500
Leqnes le madeira I^Ml^So de marflm
3 2^00
Pentes de regaco para meninas a 210 rs*
i os cora cua a de metal para alisar a
thO rs;
Du*i*s de lirtfia ecarretel 200 yds. de 80
a t5o. 800 rs,
Fiv-Hinhas ie madreperola para plceiras
, o par a i^m)
Oias com tOO penna (Perry) a 800 rs.
Puria de mes fwi venhoras a ao' O
*tiWhas par. cnt'bei s 140 rs.
Duiia de bolo, s de retim para vestidos a
20 rs.
ifcixaseom 4(>-papfb de fgu'hns fondo de
O HtMrJotO
Q W has do fil e cao braia bordadas a
240 T8.
Carteirinbaa com avulbas de todas as qaa;
A 6o I exista oo te esUbe'ecimo
qoMUO h. de OMfib r e le mais elefante.
4- :
i '
00' D.
idades e com om to^uo de ferrooea-*
240 rs.
a- lim.>as 5< O rs.
Redes invisiveis par rahello a 400 rs. "
L qnes de oadeira a imitacio de aanualo t a
20 00
Tem tamb>-m grande qoao'iddde de floree
fra cezas, fitas de sarja de tod s as coree
e larguras, ditas de velludo, pretas e de '
c s de idita* as larRorasene mnitO boa
qutlidade, ditas de srt'tn e^e yle.
Kciro* ne tudas as cores e de muito boa '
qua lidade.
Lindas ce.s'inhas de pa'ba b> rdadas rica
ni'nte, Iruco a proprias para meninas ,
de e.-co.a.
Fins-ima ovias dados da Escoc), arreo-
dailas o proprias par sapatmfrb faso.
Completo soriirat-ntnde bico de -eda branco
e pr to e do pt'BM QualiOide,
Bonitas apella par eticas
Luvae de pellica braneas c de cftres.

. i

completo e variado sortimento de ludo
O pr 4k .torios r gara, a> E^was. Sra a viirero o seu estabelecwepUj jn A
-Heca* ooowotereai d" qoo bce to. e no caso que ai>qiieirra,.iiarse"a.2| C^Sh
iit p|0*a>i mwdar biisrar u| litros de atuoctras ou qualqurr objecto, os quae* aerao Jjtor
fmedalamen e rem UiJ-s. ^ ^;
Una da rnperatHit N

ia
la d
SI'tUTt
Br so a?]
w)> >too)! tltara^b Oe pr^..
M
OLIVIS.
KM0N3A
W Retire ra d^s Uros o. 13 sem
touia qaalidad* d>U tinta MtremarMWfi D.ariM ,,*hi5S!E ^kMSfi*- "^RP*
bou coa awtt qoe em talqner es- W 1oa^ *rabniaaWV antiflosa. W BM
toJ m ou aaa M di- qtpradoraa peaa Wltar o popa* ri| wre*. ^^. jNMtHtotaBpMi^tolliir ilisU qni
i. C. knt#f9. i
-MlVH l l,isb rh garl rv. hri./oe Knoo*.
A H a prao
gou nova reiiMa^a
gross fino. R cha
buhia, Lib.. Panto
tm*m rh Hirf"< 8to%
I--------=->--------;;i. : !
I
ztsr.
~
ta a- i. eha-
iMm , roio e ,iiroiivra.i|
h commnn e najado
VeHd*>8e
im liad Gon?tve B4u,^'J *: l"n*,Hi|.r" ui *
'& 'i." BH AraBOll


Diario de Pernambuco -
**"'
Sexla
eira 22 4e Setembro de 1871
"TF
iSSEijgLEA GEBiL
CMARA DOS DEPl'IAUOS.
iscusso do elemento scroi.
(Continuaclir'...
O Sn. Abauj Liua : Kmquanto se nao
al ho,e : nifcstar-se a retcgio pela
i'urg*, parque qtwndo se abasa di pir;e 'las
autor: la das a reacio possive!, ai oda a
reacgao viGeafe, a rcg5o armada ( que,
dad* cert^rjr.tl .o-s, legii.aa e i
legal), Dio v o o? mas Ilustres collegis
o que djflfli pode provir ? Attendam bem
a mediteor no seu ultimo voto. Nao a lei
rin a limpo a qneslSo de idde que mu m-q .jhmssio daqaellas qje se possam fa-

'


-

I
ir.^ vezes de v'iticigao dillicil, o nasudo
' lip'iis da le, ni >dado matricula, ei uo
'.captiveiro.
Sr. Andiuoe Fkueira da um aparte.
O Su Aii.u-jo Lima: O boro ira qo
t, v,o livre em viendo das dispOMCoes da
i nao est m posse disui l|r>-ra|b?
O Sb. Andiwde FkcRiu : NSTestii,
leja o irt. 179 do cu ligo cnmin),
O Su. Adauji Lw4 : V. Exc. que
jcriscooaolto sa e que por nossas lea irn
wi'.te-se a posse smente eni virtudo da lei.
como na> beraocas.
O Sk. Andiudk Eisceira : lato por
ta:a Aeci > da le que elia prevena.
O Sr. Araujo Lima : Pois a 8er pre-
ciso, loriamos aqui essa bella ficcSo.
O Sr. Anorade Fhteika : do contra-
o, fac tsvor de 1er o artigo citado do cd
l'.gn criminal.
O Sa. Ara/o Lima : Senbores, peli
fasta do nascunenio, o i idividuo qae nasoe
'"jpo:s da lei livre, es' na posso ialetra
moleta desm liberdade.
O Sr. Andiiade Fiueira : Lojo o^afl
Bgo e desn-cessario.
O Su. An.\i?j> Lima : O smbor qw
>-' > dar raatrir.u a esse individuo evidente-
aent. sujeita aocapliveiroom uomeuali rp.
Is' parece acuna de toda a cont lacio.
O Sr. F. Beusario : V Exc au pro
tica que o- onus da p'oposla eram meuo-
ks do que os da en>ndi.
O Sr Araiuo Lima : Nao qoero abosar
da b.nidade da cmara, tom ndo em co si-
OvTaco tojas as duvi las que s lera levau-
-lado cmira a propo-ta to afondadamente.
S mirares, condemnada percate Den?,
<.sao perante a raa., a escravid3o lende a
d'sapparecer t lalm nte.
Tentar oppr- be obstculos assemulnr
I crea ici que pira comer as ondas levanta
'Iques de aia
A proposta que se discute, repito urna e
Bailas vezes, to ap.oseoia um< iunovaco,
( veotre livre. Peculio, remissio, interven
Ce da autoridaic, lado'persiste no p, em
.,;e est.
Aeeilemo la, em espir lo d paze decao
o'iac>, e te-emos bem merecido de Deas,
u poslertdadf, e di patria.
Vozns : Muilo; muif bem.
O (Tador e cumplimentado. )
O Sil. PEKJIGA MiLHJBiRO -.
fi.orw, eu comeco por agrad-er o cava-
I .j cismo e a g^nerosidade do meo i iustre
< 'ieg- que acaba de fallar, uro dos mem-
.ros da commisso especial deste aano, que
ve a hondada da datxar me poneos mino-
tos aniel das 4 n-)ras para comear o teu
h.cwto, e obriar me a ir t i ooule,
->osad asm H paciencia dos coegas e
dos ouvmtes, quaoJo com pequeo eifrco
teria viudo, e poupado fallir ea e
1 ora tio ingrata,. ^ ^
O Sr. Ahajo Lima : V. Exc. rfleve-me.
O S*. PerdigAoJalheiho : SeDbores,
; ouealfo por dermis grava para ser
;sM Iraada. Nem eu estou aqoi fazeo, lo
i >'iwa, na ac-.epr3o mesquinha a vulgar
o termo ; acn a ouinba ilaJe 6 a miaba
irSo social, que nao divo a governo al-
vim <:'4do9>. aotorisam quem qaer que
*\-4 a^jroceder para comigo cooao se acaba
L fazer. ( Apoiados.)
O 8. Aradjo Lima d um aparte.
O Sr. Petoi io Malheiro : O mea ca-
i ."ter e a atiaba eiucafo obsiariam a se-
i It'nte procedimento da minba parte.
v Hi uittros apartes.)
(oB) a dizendo, a quasio por o
_-H^iave para continuar a ser tratada
i :. governo como teca sido at agora; e
.. nt profundamente, dentro D'alma, que,
, i t t( corra assun tao g ave perigo, sejs
.. do rtetod.), pelo m-nos qoasi de todo
3rsf;<)da.
O Su. A.MtiADE Figeira :-ralo menos
j ;': desmonl sada.
O Sh. PbiiDftiAo Malheiro:Esta reforma
e^udoqoe (levu sabir do~p?r!amento coui
ti maior prestigio m ral qu jamis orna
puJesse \at. (Apoiados.)
iNo emtnio, de tal modo se ten) proce-
ii lo, se tom atropellado es J,ussces con
.uccessiv.s tncerrameutas e on'ros neios
wienlos, e ate de tort ra, de sorpreza ;
de tal mo lo se tom raesmo desvhdo a rtis
t,abj do seu veriadeiro terreuo. aband i
e ido s i (ji nao d>t<> as emendas que offe
::, porque e-ta< est3o pistas margena)
t proprfi prapo ta do governo para diva-
gatbm os &eus -lofeasoras sobre qoesio i
*bsiratas. sobre prioci;) o que ninguem
. -les ?, qaer pailas iphtcos, quer polticos,
quer eemomicos com Telado a esta ques-
U i, qae, deveudo a discusso ser loda
^raii;a, foi pe. governo e pe a boorada
latiorn trao.-ft>rm tica ou acadmica! aoez il'.artre moioria qu> lem dismt.do a propos-
a, qu .do lem podido fazer se ouvir. O
ipverco e a maio ia tem fgido ao debate
tssle terreno E ansim a discusso sem
resallad j algum ulii, ssm effeito3 pralicos;
l urna palavra, mystificada semelhantc
disco>8 ; n3o se chega a concluso a'gu-
BU real, conviccSo. qiando'deveriam es-
lcr;ar-se para nos convencerem a nos, os
divergentes, de que estamos em erro.
Esta lei (se o fr) subir, portaoto, com
ii'.elamejte d^smoralisada ; e sendo a pri
meira, a maior reforma que n3 poderia-
asos faz ir desde que existimos,'compreben
dido mesmo o tempo colonial, entretanto
Ma tem-se amesiuiohado por tal modo,
}e ea receio muilo qu.nt 3 sua execa>j
s f.(fj, oo porqne venba a ser a lei, por esff
vicio de origem. inteirament'3 burlada, ou
jorque ella provoqae a raiccSo, a resisten-
cia oio sei se diga at corlo ponto fondada.
ffdi o sabemos; temos exemplos ea nos
a hi toria; teis muilo menos importantes,
Je muito m -or aicauce, que nao uffendiam
3 lotereiAM qoo-esla reforma vai offeodei,
afei de 3 de d^zembro de 1841, e a qae
aeDu o cooeloo de eatado, provocaram a
Oacco rmala. Hapoocoi das, fallando
eu d* ? oste mez, refer o qae se pissoa
oatpta registro dos nasoimentos, cisa-
metilos e bitos, a qae maidou-se proce-
der iilgauu agitarlo em c.jrtos municipios
'$$ Pernambuco e Parabybi determinou a
.4aspensIo do respectivo decreto, e nlo se
fe dea mais exacncSo. ,
S esta agitaco pacifica, :jue at agora
e ten proooflciado, nio se limitar ao ter-
teoo da legatidade em qcie tem estado
uel e
f que
clmenU modificar ou revtiga
D lo este paaeiro uasso t3o adiantad i
como ta Cuiiqp.) projocto dj governo.
flflBMt i d-i recioilax- Ainda n
mostr
senS m lit
Vanear; quf
nao resliB-se 4p d-ius pedielitesji Hj I
Io, a ombipacSo sim iltanea r//ferlprii
e, assiauar-se nm pr ao dj t(i, iO ou 30
auno?, do qual i-escravidlo seja exlinclaij
no imperio ; i", a-^mun ipacjj simufwoe
i inmediata.
Vej.m s robres ideputadwS Hn que de
ejue a proposta do governo collocou o
paiz ; excepta) de-tes doas meios ( e ani-
da a^sim o segir. lo se acha na proposta
est ; delta h3j de pr.nir as saas fiiaes
conaequenci^s, como h3) deneccisatlamente
dar-se as da projectada reforma servil,
o ssar como ella so acha n^frojipsla
ijoverno.
Eolendem alguos' que Java
toniervador q'iejBiu j^k
taodo que o paM la as
ra sobre elle recaa a.dllpons,
odios i, e carbam ao libjral a
Julgin que assin o partido
nio ba de fazer, por havr a,
do as sna^idts ra sraofra
partido conservador Boaano
\) partido lber ti oio se na de : lfaer
edi iud le d sse p nido nanear aerapre.
e prtflnder marchar na vanguarda* Noyat
masadiaatatas serio as suas ideas, a
< Abolicionista d- cabera e de coragSi.
desejo t da a a enaiojipncio pre *

irrrfl elid... ; mis entre o statuquo
extremo ta um abysmo ; preciso
essado ; e para Uto o n lamemos pro video ;ias que gradualmente.
como por orna cscadaaynos conduzain quet-
ujflm. (Apoiados)

aoplicado aos escravos da oacio e em usa-
fructo eira) ludo quanlo eu conbeco,
pelo estado especial desta rail-ha, de
mais .adiantado, se acha consignado nessa
iremj|tda pn.posh.
xamin-irei rr.au -urde eiti e outras ques-
i5es.
Desde j devo prevenir qne sinlo n3n
sfji secreta esta sess|o ; porqaanto d-seji-
vv entra ni spre iaclo de c-rtas qoestSes.
i neo venientes de se em tratadas em publi-
c ., e i.ara vam francamente abrir o raen
wraeaVne seto da representacio mcional.
As lutamente occopar-me, o de outras irataiei
apenas com aquella reserva que eu poder e
dever guardar.
S-mboreo, o nebre ministro da agricultu-
ra, quando a >ias falln, no'ou que u nao
houvesse oceupado a tr buna at aoje, tendo
alli;'u apresentarto emendas ou um projec-
to substitutivo proposta do governo, o
qual tinha obrigaco de defender.
O faci ex-acio ;"mas sm raz3o a cen-
sura. Aquella? emendas ou substitutivo
u5o tinham solTridj impugaic3 > ant-s d
fallar o nobn ministro, e eu entend qje
n3o me corra antes disto o dever de *Cud r
tribuna. Qaaoto pr posta, j ha va em
dou discirsos anteriores, -naiudoa m-nba
opiniSo. emDora maiio m g-rai. Ago.a,
pj n, defenienioo sabstitlivo, pretendo
ao mesmo t-mp;, q taoto possa, entrar em
urna apreciado mais detailiala da proposta
do g verno.
Por consecuencia pirecvnn*qne aquella
pequea censara nio tm procedencia al-
guma.
A-jrovditaaJo o ensojo, direi duas palavras
em resposta, pelo qae me diz respeito, a
um a pa'te .'o dis-urso do nobre deputado
oelo CeariVSr Araujo Lim) qae acaboa
de fa lar.
CensuToa S. Ex:. a minora, em cojo nu
mtr^stoa comprehendido. quinto a fazer
pareie. S. Exc. filloa em suicidio, eam-
or Auto de de reres, etc.
Sejei franco, senhores. Desde que se
apreeentou aqai esta fatal proposta, resolv
resistir-ihe tanto quano estivesse as m -
nbas torcas, e por todos es modos.
TAssim entend em minba conscien -ia que
compria um dever sagrado; porque preven
do. quanto me dado, as consequeacias fu-
nestas desta reforma, pelo modo como se
pretende faze-la, faltara minba conscien-
cia como bomem, coma ebristi) e cono de-
putado, se coacorresse com o meu voto, e
mesmt com a minba preseoca para qae
esta proposta fosse lei. (Apoiados)
O Sr. Capanema :Cmcord* plenamente
com o nob'e deputado.
O Sr. Perdic.Ao Malheiro:Desde logo
tomei a firme resol c/m de n'm concorrer
em) a minba presenta par< f O Sn Anduade Figeira:Mato bem
O Sr. Pep.digo Malheiro :Tenho me
opposto aqui a todos os encerr.raentos,
porque devo declarar que desde a Ia sessio
em 18G9 tenbo votad seraprc cootci os
encerramentos; sou amigo da discus-5o que
a lula das ideas, o coraoate di inielligen
ca; a discuIHo'' a vil o encerramento
a mor te moral.
Amo, porm, s discass3o, quando ella
pode esclarecer, convedeer e chegar a a-
gum resultado, isW, quaado om boa f.
E a este respeito,"lembra rae o que me di-
zia meu cimbado E isebio de Queiroz :-^
Qj m io estveres em contestafo com ai
guem, se percebares que elle n5o se quer
canvencer. abandooar a^discuasio; por
que para quera nao se quer convencer na i
ba arg'imentos que convencam, e dos pro-
p ios argumentos que se produzem procu-
lam deduzr arganeut sa seu f >vor.
E' um conseibo de que nunca me esque-
ci, e que sigo nelmente.
Como dvia pelo miu carcter, nao obs
t nte o fado do meu procedimeato, eu fu-
franco e leal para com o govem). Em coa
versarlo mais expansiva e amigave coa
Sr. prrsidente do cooselbo/ nesle mem
e liflcio, disse-lbe o que vim de referir,
isto q ie nao conlasse comigo para fazer
casa em relacao proposta que se discute
Ja eu bav'a dito anteriormente, qae, se elU
nao fosse profundamente modificada, nao
poderia dar-lhe o meu voto ; o li ubli
co pelo Jornal do Commercio, logo no co
meco, desde que formei o meu iuizo.
ModiQcei convenientemente a proposta,
e taris o mea voto ; se nio o fuer des,
nao o podereis ter. N3o coocorrerei com
o meu voto, nem mesmo coma minba pre-
senca para as consequencias funestas qae
semelbaate proposti ha de trazer ao pa z
Nao quero parlilbar de semelbaote respon
sabilidade e cumplicidade.
Cim relaco a encerramentos, direi ainda
que ba pooco se encerrou a discusso de
naif materia vinda ba dias do senado, a re-
forma indiciara, cojts emendas constitainlo
quasi um novoprojecto, apenas form apre-
ciadas em does discarsos, ao primeiro dos
quaes smente foi dada ligeira rosposta por
mera formalidade!
O Sr. Andraob Figubuu :Era um dos
objecios mais importantes
O Sr. PermoAo Malheiro ;Nio s nio
concurr para o encerramento porqaejae
retirei do sali, mas procedendo-se
Ci nominal, vitei contra; e decl
se nio se ti vea se pedido essa totafpr, eu
fara decl racio deste meu voto, como o
tjz em o auno passado.
Esta reforma judiciaria m complexo
de disposicoes tana, verdadeiro monstro bo
raciano, ou antes urna jtal moxiniada, que
tenda a enredar todo, a a sacrij* a or-
dem, a verdadeira liberdade, a pricipiar a
socedada pe pUno inclinado em que ji
e roasaaiantaias sorao as suas ideas,
su8 exigencias.
-. (Ha diversas apartes.)
Senhore'tenbo muilo a dizar: mas pro-
cu arei restringir me o mus possivel, po
que na.'^me posso fatigar muilo, e naj de-
>ejo abosar da paciencia dos collegas que
aqui fe acbo
*Minhas convicgnjL,arespe.to daemanci-
paci) em gral. creo-que s3o bfm coohe-
das, por traballios que tenbo publicado,
sobre totio d-sde 4863. pelo meu proced
meoto e discursos ne>ta ca*a, por acto-
q-ie lenbo praticado. Emim s3o convic-
g5es pre'nndas. E para que nio reste du-
vi t lerei apena* um trecho do prol >go da
ta parte daqoelle ra^o malfaiado livr.ide
18137. ond-> esti a minha proQssi9 de f
J q ie preciso v."ltar,#paz, eu o faru',
apear de nao ser tartaruga d)Amio-.as.
O Sr. F Bei.is%rd: As tartarugas
de rep -nte tornaram-e aguias.
O Sn PeiidigAo HalheirO. : (Le.)
U'V) ainda (azar umi decUraco e
con lis ;"n' publica e solemne.
c Cora quanto niscidoem paiz de escri-
tos, e senbr de escr.ivos, serapre ininb*
C'ins.iencia c razio repugoou o capiiveuo ;
sempre ent-ndt desde o< mais verde* ano'os,
que era islo contrario a lei dadfreador.
Cada vez me cuuveaco mais di saa intqui
lade, desojando e fizendo ardoHfs vot'S
p la tcfucma t3 justa e convename" que
ped-- a Ii iinani la le e a felicidad^ do paiz
Desd 4850 maoif-stei publica multe
-ses vidos, juando dei la? um modetis-
simo t abaiho nisto ico. Em loeiol d-
1864 annunc ei em sesso do lostilol > H s-
t r co e Gjograpbic' Brasiieiro que me oc-
cupava do preente oaaio ; e Uve a honra
dele' nesse mesmo auno, era diferas ses
oes, alguns captulos da 2a parle Ji em
7 de setembrode 1803 ba va lidoem sess3
magua di Instituto dos Adv .;ad .s ikasilei-
ros como sen presidente i>m breve discur-
so contra a escaridio ; era o p otogo do
trabalbo que ora tem sabido a lame.
Na i me lirmtaad i & tbeoria e a desejo
eaa o armo passado huertei gritoitamenie
todas as minhas
eseravos.
As miabas ideas abolicionistas, com
Sj hiuvesse um gvero,
desse oevor conservar iu>
es ravidao (tinto uae-l >). \
pauha lo era safppame iid
.' Sa bouvesseurn piii o q ir- iu c'-ovessq
na 50.1 b indi ira/-- escavrMO- e ao-jU'
ttKdade, elle b5o poJjra'conjir-mi as
suas fileiras.
i Se o Brasil, ou qoal^uer outra na^S,
ente-idesse que osen desenvolv nenio, r
seu*pr..gresso indastri!, nalaral oa^ao al,
-aiflm a saa civilisaco dependa esVncia>
mente do elemento servil, essa nac5o amia
iudigoa de figurar na communhSo das na^Sas
civilisadas. >
Seahores, na obra que pu iliquei sobre
este gravo assumpto, iralei de mostrar a
injusiica da escravid3o em fice da direit <
racional, do direito pbilosopbico, as incon-
veniencias que dtlla resultara quaola 3 or-
dem e onomica, pelitica, social, quaoio 3
moral e i Jostra c3o, o,iiant'i civiliatio.
etc., c nTra debaixo de todas as suas re.a-
ces pDlieas c privadas. Con-la islo de
varios captulos em*q'ie a materia se a:na
desenvolvida.
Ni precisa- entrar de novo, o em pora
perda, iia discass de taes qiesi&es, por
que, p.rt^mim, materia venida; tenho-a
p r lal ; ceito como dounoiaies no assu il-
uto t,id s asses principioa. bem com a
co.ideraaaeio da escravid-operante a bami-
nidade, a-*eligiio e a civilisa^i ; acoit m ,s
mu curad r so vida a conveniencia e at .
jecessidade da exliuccjio daesoravidi, era
ibese.
Albora desejo unicanjecte oceupar-me d-
questo mais pa leuiar. j\i oem Ifatare ,
ua |.rsente occasio, da oppurta'iidade era
geral, sobre a qna! me repart aoquedissr
anienormen e e^cp-ciaimeiie n> raer'das '
curso de l de ju'.bo ; nem 13. pe
opporluuidade em particular den'o
(]ueiia solcSo, poique redro-me a^S mel
dous dwe-jrsos anteriores.
ro apreciar agora a proposta do go-
e as emeadas que uve a no ira d
sr; eis a materia que me ocenpa
a-.tu a! mele, ist o wiodb raen os incoo
veniente para ebegarmos ao grande fim-.
Mas eu preciso-anda dizer alguma cuu-<
eral, t ca^ ligoirameote em aigomas ques-
lies, como tioha prevenido a priacioio.
Ea nao Oqiei estaci nano em 1367.
qpando conclu o trabalho a que me tenbo
referido, oem mesmo fiqoei estacionario
era 4--87i>; tenho acompanbado com a> mai ir
orque m
>e ifJlte
laclo, eu
quant moderadas, nio sao, pois. de recen-
te data ; os naeus estudos nio sao de oc-
casio ; nem desejo a emancipacfeaomenie
dos escravos altos. Qnaudo a motor par-
te nem se oceoptra oo cogita va do apea tao,
eo colligta os materiaes com improbo tra-
bilho, organieava o preeaaso, preporava o
colbia as pravas, os documentos de todo o
genero. pass*a em revista todos os mo-
numentos, punba era contribu sao-todos os
ramos (pede-so dizer) dos mais elevados
coobecimento* humanos, a niauria.T esti-
lstica, a reNgtio, a pMIosopbia odira,ito, a
sciencia ecooomica, para chegar ao-1 esp-
iado linal. As tres partes do preseeie
Ensato o demonstrara ; os viodwnros o jal-
ga iao
A minba convicio profunda e ina
balawl; contra mim mesmo profer como
juiz impacial a sentenga definit va e sem
mais recurso : A escravido orna mi
qnidade inqnalBcavol; um mal peroicio-
si-smo sociedade, ao scravo, ao propno
seohor. A ao .hc3o um acto de intei.a
|osii3, de hunaanidade, e di mais alta con-
veniencia publica ; a aurora da verdadeira
felicidade, o verbo creador da aossa fu-
tura sociedade.
Eis, senbores, quaes eram e s-o ainda os
meas votos, a minna profunda .onvicco ;
nio s o disseniqueile prdogo, e a cada
passo o manifest o correr dessa oora,
como ainda desde 1869 o tenho- feito ne ti
casa as- diversas vezes era que aqui tenho
tallado, como sejam eo 21 da juana, 5 de
julho e 7 desgasto de 18U, 1.40 maa,
7 de juohoe O de jutbo de 1876,10 de
jul'io de 1871, etc. ; manifesiei sempre o
mea modo de pensar, e desde logo a un
neira que me pareca mus acerla resolver e-te gravi.ssi.no problema, nao por
meditas vilenlas, mis por meios mus
acommodados s nossas circumstao ias.
E lano produzio desde logo bom elfeito
o discurso que tive occasio de proferir em
5 de julho de 1869. discutiodo o uroject
que boje a le de 15 de setembro lo
mesmo aano, que no aono seguinte, em
1870, procedmdo-se na minha provincia i
eleic3o para senadores, tive o brdbante re-
sallado de 637 vo os, quando n3o era can
didato deneobuma das rhapas que disputa-
vio a eleicio, e fmha alias contra mim to-
dos os raieress-idos nessas duas chapas e
mais o elemento ofQcial qae protega urna
deltas.
Esse discurso trnnxe-me ainda em toda a
provincia de Minas as melhores relacOes
que boje teobo a felicidade de nella cal
tivar.
Mis ah eu nio fallet em meios violentos
e exagerados para obter-se a reforma indi-
cada ; opinei sobre tudo palo meios indi-
rectos, alguna dos quaes/ no entretanto,
diss-me pareciam nio serem bem cabidos
as actuaes circunstancias do paiz.
E com quanto all mesmo flzesse votos
sinceros pela emaneipafo, e pata qae na
bodeira do grande partido conservador se
lsse, consamada ella, a inserpcio gloriosa
abolico da escravido como j se lia
4- aboliedo do ira/ico todava fli bem
claramentes depender isso do tempo ne-
cesario para tio grave e profanda iran-
farmi(io social.
Pde-se dizer, portaoto, qae a provincia
de Minas orocedeodo por aquella modo tem
adherido a e4as ideu ; por conseguate alo
pode ter adherdirw ideas da pro osta.
Vozes da Minora: Sem duvida.
O Sr. Perdi ao Mawieiro : Como sea
represea tan te, julgo-ofe na obrigac3o de
acompaoha -la oo qae anteado ser a saa opi-
oiio. (Mudo bem da minora.)
Foi bem explcito qaaodo me pronuociei
mesmo em ralacio i polidca e ao partido,
quando resum oo mea breve discarao de
11 de malo da 1870 ornea pnsamnto,
diese entio :
escravae, e ainda alguns s tiGttude o m cimente amane pador no
Imperio, o deseavolvimeoto da idea abol
cionista, aq ella a que lenbo dedicado e
consagrado, para-bem dizer, todo a melhor
lempo da minha vida ; tenbo vi-to con in-
tima satiefacao o progresara- que ella ha na-
luralmesaie feito, vai (azoado e coniioaar a
fazer, sa nio for impedida, por anuidos;
este om dos perigos que vejo na proposta ;
queresa, precipitar as coasas por lal forma,
que ba de acontecer exactamente o nverso.
Semeloante preeipiiac3o, coostraagimeato e
violencia nio do necessariamente contrariar
esse Uene8;8, pacifico e-natural movimeat.
emancipador ; ventcar-ee-ba a coose cia da- pre visir, advertida ji no c-mextr
seguinte:_oem por moito correr se cheg
mais- depiessa ; este aonexim popular da
sabedona pratica, do bom senso, a licgao
d< experiencia.
Senaqueila trabalho eu tiona aventado
cenia %j1o$lo,-nio se segu qae nao pudesse
:i>nf rase-as circomMancids, imaginar7 um
outro piano mais a*omm-dado s convaaien
cas actuis.
(Os^elmeotosatao alli ; ach se todo
compe nbado de mido, que se po lem fazer
liversas combinaods, desda um meio mu
to simples al- a m.is violen'.), o da
emancipar sim iltanea e imm di ta.
F ii o que aconieceu ; desejando conc r-
rer quanto em mim coobesse com a'gnma
cousa, e vendo os perigos da proposta do
e no enlamo ao mesmo tom jo apresenlar
algum outro plano, aiada p ra salvar aida
funlameotal, embora por oniro modo pra-
tico.
. Sr. presidente, como procedera um ge-
neral que, teodo planejado urna cimpanba
ou bataiba, mudassem as circumstaucias ?
Deveria elle persistir syste naueamente nu
seu primeiro plano, apezar de couvencer-se
de qae n3o poderia elle d.r os mesraos re
s dalos, oo dar-ibe-hia com gran le sacri-
ficio ? Vos dirieis qae semeibanle general
se assim teimasso, era um inepto ou um
crimino o. (Ap.uado* da minora.)
N3o me compiro a esse geaeral; mas
entend que, em vista das pengosas couse-
qoencias da pro,aoslad' governo, ea devia
n diflear ou abandonar raesmo aquelle pri-
meiro plano, excogitando e adoptando um
outro. Fui o que fiz, approveitando os
elemento que coogreguei de estudos em
que tenho proseguido sem cessar at a pre-
sente data.
Q lando eu descer analyse a proposta
e oo substitutivo, e demonstrar os resulta-
dos comparados de urna e outra, os meus
oollegas, creio, se convence!3o de qae eu
traba e tenho rzao. A mileria anda n3o
les
foi discutida debaixo deste ponto de vista.
Mas, prosegoindo as minhas observa
c5es gera8s, tem-se dito que esta proposta
do governo a ultima palavra I
Ja ii ve occasio de f.zv ai orneas ob-
servarles sobre este poeto ; Esta proposta
apenas a primeira palavra ; ni pode,
nem deve ser a ultima, excepto se della
provierem conseqoeocias taes, que ess,
proposta por si mesma inhiba, em tal caso,
qualquer outra golucSo....
O Sr. Sooza Res : E' o qae ba de
acn ecer.
O Sr. Psrdigao Malheiro : .. ."'le pelo
fado de semelbaote lei se der a emmci-
pacao geral, porque enti > abi estar a ulti-
ma palavra.
Mas, se etTI^acto se nio der, eu digo
que nio ple ser a proposta a ultima pala-
vra Ugislaiiva*(forit$ em nenhu na parte
do mundo isto succeleo), antes que ebegue
a emaacipagio immediau e simultanea, oo
geral.
Esta propasta precipita. 6 verdade, a
emancipacio geral, com mita inconvenien-
cia, com grandes males e mesmo, damnos
para o Estado, para o paiz e para os pro-
prios escravos, aol'ddos quaes ea me
tenbo poste a qaero acaar-me para defea-
de-Ios, coso eetoa agora fazendo; hei de
defende-Ios ainda em todo este meu dis-
curso, com todas as minhas forcas, por
q te desejo-Ibes sinceramente a li erdade
e a felicW? 'e.
As uliinm pilavras l'gislativaj, qaaes as
de que se trata, seriara, como dtsse ha
poucc, oa a emancip r;3o .liffenda, Qxar'am
prazp. ila qae oio se pode oem se deve
acaflr, ou a em.n;pac3o immediata e si-
radianaa.j e^la sera a n'tuna palavra a que
raaisiedo ou mus tarde se lera infadive -"
mete de prof rir.
Diz-se aiodi que esla proposta a me
lida uqjca c-ampiela ; no.ai bem, seojiu
res, st-i e presuiupco era demasf!
A ucca e cojiplea soiu<;3o .6 aquella que
lia de dar-se talvez dentro mi pooco, a
emancipaco geral. Mas, anda que n3o
peJ) faci e de moda precipitada, ha de
dar-seTne d go j, toas d'aqui a dez, quin
ze oo viole snnos.
E lano Dio nica e completa a solocao
di pr0psta, que o nobre minstro d agri-
cultura, no seu ultimo discurso, disse cla-
ramente qne com o seu syst-raa, admiuido
mesmo o nas'Ciin nto livre (que da um gran-
de golpe na oscravaiura, porqaanto os nas-
cituros serio ivres). a geracio presente se
ver livre da escravido na rim de cia:oJo-
la annoj (l)
Onde eam, portaoto, a apregoada vanta-
gera desia apparat sa proposla, quando. pe.o
seu sy lera i. ainda adoptado em abso uto o
uascimento livre, s oo flm de 50 aono^
estar liberto o ultimo escravo ?
J os meus i.obres co legas estao vend
que demasiada presurapyo ou.iliusio.
Aioda se lem dito, nio s* tem cansado de
repetir, e por isso turno quest3o, que s-
ns nao o fuermos nos termos, da proposta,
ouiros virio que o facam, e lal ez perar
II i aqu las qoesiS's nesta apparente
.implieidade de tai proposito.
Quem .^3j asaes oufros ? Que quer diaer
prior ?
tlaraecemos pelo mais simples: peior do
que esta proposia quer dizer cousa mah-
adiantada do que ella ? Ea j disse o'a
l>ouc i, nao crabeco nada mais adiantad >
esta que t8o do que a emancipacJfc -iraul-.
tanea, ou seja a prazo ou seja immedial .
,-Mas em que cabefa se melleu ooje; quer
no partido cons rvador. quer no partido li-*|
b ral, semelbante soluci ?
A irapreosa abi tem fal ailo ; ninguem a
quer, ao menos por eraquarrto; eu mesmo,
que entendo que, se pud issemos deeWtar
amanlia a eminepacao geral; seria o>me-
Ihar, e Ih3 dara o meu voto, pens, ten no
dito e repito que, oas circumstaocias em
djue nos acbamos, nio podemos decrete-la
j?; ba vemos d e*per r qae ohegue a op-
p i tuoidad ., parquea idea caainha e ha de
chegar al esse extremo. Emquanto nio
nouvermos detniti-naraeiite abolido a escra
vidao no Brasi, a idea aboli ;kn sta nio fi-
car satisfeita ; nao nos Iludamos, hade
ella avaocar sempre para o seo m; e r a
esiu (ira que eu tambera queroebeg-r, ms
nio pelo camiobo vertiginoso e precipitado,
om que se embrenbou a proposta do goveno
e sim pela-nica vereda firme e segura, mo-
ral e juna, que tracei as emendas ou
sabslituiivo offeracido.
Quem sio essea outros: Querem referir-
le aos liberae- ?' Seahores, os liberaos coor
signaran oo sea programma apenas estes
dous principios nascim-nto livre e facili-
tar as libertacoas. Portaoto, a que vem
quererem metter-nos medo com a ascensio
dos liberaos, se eiles nio podem fazer esto
reforma no sentido mais adiaatado ou peior
(segundo a axpressi) usada), como de-
raonstrei, por ser impoasivol, e quaado
raesmo entendo qae nem eilee se animanam
a faz-ia nos termos da proposta ? A on
sequencia ser que o partido conservado!
carregar cora o odioo e com a respousa-
oilidade peda man eir porque se pretende
fazer lio importante reforma, qaai a con
signada na proposta em dis as s3o, colbendo
os niieraes os loaros pela iniciativa e sus-
sustent'cao da idea da emancipico E o
govemo, que quer fallar em n me do par-
tido cons rvador, pansa que ass m arranca
esta glori. do partido liberal, e que faz um
grande servico ao paia e ao proprio partido
conservador f
Pois bem, 003 termos do projectdf^ono
conservador, eu declaro que reptilo seme-
lbante gloria. (Apodos da opposic5o). Fa-
ca se a reforma segundo os principios e a
iodole do partido conservador, que eu es'a-
rei cora o governa que a isto se pmpuzer,
seja este ou outro gabinete ; pouco rae ira-
pota com o seu pessoal. Fizesse o mesmo
part do liberal a reforma como eu entendo
que deve sor feila, e eu Ibe dara o meu
voto.
Senbor. s, n3o nos devemos abracar sanio
com a b mde ra que nossa ; deixemos ao
part lo liberal realisar as suas ideas como
elle o entender, conforme a stia ndole,
salva ao par.ido o oserva lor a resistencia
que Ihe propria. Esta queto am uen
teraeote social, e todas as q esto es eminen
teniente socaes s31 polticas; nem o podem
deixir de ser', ou alias descoahecida toda
a historia, e lodos os principios que regem
a materia.
Senbores, fallou-se ainda em levantar se
a plebe, os proletarios, como tiara alterrar
os propnettrios que represootavam contra
esta proposta, e tambes para atterrar-nos a
aos que aos oppunhamos a ella ; e at nes
ta cmara se distribuio urna proclamado
criminosa, que felizmente foi abafada ; mas
na aprensa, em um artgo publicado no
Jornal do (mmerTio jssignado Spartacus,
de algom modo repercuti a pirase qae f i
aqai proferida por um ministro da corda
plebe, proletarios. O qae plebe, prole-
tarios, seohores, oo Brasil ? Estaremos no
caso da Europa, onde ba essa classe ? Fe-
lizmente n3o; temos um paiz vastisaimo e
frtil, onde se vive, como me dizia ba lem-
pos um bom portugus, ao p de algumas
bananeiras. Qual seri essa classe a qae se
refer) o nobre ministro?
Eu nio poseo descobrir outra sanio a
propria classe escrava ou a gente de cor;
e tanto assim qae nesse mesmo artigo
assignado Spartacus, levantarse a qoeslio
das cores, pella branca, pelie preta a ama
relia. Isto por dentis ridJeM^paanlo
nio fosse perigoso. Desdi J| i o Bra-
sil vieran negros da cota dTlriee, nanea
houve esse despreso pela rac africana, qae
alias se noUva em outros paites, principal
mente nos Estados Unidos.
Os pobres negros em tratados em prio
cipio menos bem, mas agora sio tratados
perfeitamente bem, aobretudo de 1860 para
c, tanto na cidade como ao campa. (Apoia-
dos). Os castigos qae se Ibes fasiam. ja oto
se fazem ; as criaocinbas llbos oo fiibaa de
oscravas sio tratadas com todo o desvedo e
bumanidade, e nio raras vetas ao rollo de
nossas mulere e de nossas Albas; a al-
me-itaciu e o vestoario sio conf na veis e
de boa qualidade ; nada Ibes falta, quer es-
tejara de sade, quer doentes. E mesmo
esse matiz que existe na populaco brasi-
lera, lio va dada, nio prova al relace'l
mais intimas entre as diversas ragas ? A
que vem pois, levantar se ama qoento de
pelle branca, preta e amarella ? Se eu ti-
vesse a minha pelle preta e oo enin;o bom
corac3o. que culpa liaba ea da cor'de mi-
nha pella T
Senhorna, eu conheco muitos individuos
escora que valere rnais do qae
pelle clara (Apoiados). Esta a
verfladel^TOo vemos as escotas, oas aca-
deraias, as igrejas, ao nosso lado tiomeos
distioctos, doos estudaoles de pelle de cor 7
Nao vemos no parlamento no governo, no
cooselbo de estado, em missoes dipiomali-
cas. no, ejircito, as repariicres publicas,
gemflp^llelle mais ou menos escura, de
raga mesligada mesmo com a africana ? A
jo. veio, p >is, levaolar-se oeste debite to
raesqunba seoo odiosa questio de ragas ?
No; n -oca li vemos, era temuvueni eus
perrmttir que teabamos jamis semelbante
qu'Sto. as Estados Uoidm hnovo isso;
mas depois da guerra > ae tem modificado.
All a questao era nao de e.-cravidio que
trazia des >rezo para os escravos e libertos,
como tambero, de races ; e o bomem ainda
o mais claro, que ttvesae um resq icio de
me-liga, era desviado de luda a sorieuade,
los veiiieolos pblicos, dos botis, dos
meamos, e at as igrejas, mesa da com-
raunh3o tinhaw ora lugar reserva o. Isto
em ura paiz r ipablican ), oo le alias sa do-
veria pre.-urair perle ta igbalilale !
Entre dos mii.ca buuve semelbaote cou-a ;
n.>ssa cooslituigao, .sas Ifis, uosos eos-
tomes provam esta verdade. Em toda a
uarh estamos ao ladodesses honvns ; as
igrejus curvamo o s rodos coro iguawiade
diaute do Nosso Seohor ommum ; muitas
vezes mesa da commoono nao nos des-
pre/^mos de beber na mesma taca em que
antes de nos aeaba de beber um bomem
de p-lle prela ou escura ; eis a verdadeira
igualdad o frater idade pregada por S.
Paulo, a s3a duutrioa do C rislo en:- real e
effaetiva execugo oeste paift
Se fallo oslo, pelo perigo de se pre-
tender levantar entre nos orna questio de
ragas, que nunca houve, p >r felicidade nos-
sa ; perigo ainda maior, qaando se lem,
d si'arte, em vis-la constitu la arma de pro-
paganda, elemento emancipador I
Disse-se, aioda, que era preciso precipi-
tar-se a passagem desta proposta, porqne
torea-so urgmtissima. Ora. eu desejava
que o nobre presidente do conseibo, que
quem.sempre nos tt-rn n-petido aqui esta
historia de urgencia, me diseeese quem
creou lal urgencia. Ella nie foi creada se-
oio pelo proprio governo. Poia o governo
nio boba o- meio suave de meiter am dis-
cusso o projecto apresaotado no- anuo pas-
sado fel commisso e-peciai, amo qual
ralo eslava elle aomprometdo, e poda fa-
zer-lbe, portante, aa altaraooaa aue eoten-
desse convenientes ?
; Nio-teria sido osle proeadioMoto muilo
mais acertado, do que vir aqoi orna nofta
apreseatap semelbante proposta, com qna
ninguem. con la va ? Nao foi ist que efeoo a
prassao- qae se lem lavado ao ultimo grao
pelo procedimento- do proprio governo na
discussad desta materia V
O Sr. Gafanejua. :Apoiado ; elle tm-
beos j vinha sob pressio.
O Sr. Perdigad M.u.hkiho.: .Nem se di-
ga qae a pressao vem do ealraogeiro. Se-
nuores, preciso nao e*qoecer a origem da-
e-crawdio no Brasil No boje somos lega-
tarios de am irisas losado, nio temos culpa
de ha vernos senado uo paiz implantada a
escravido, essa pessima e odiosa insti-
tuicio^
Quemintrodozo escravos no Br sil foram
exactamente aquellas nagoes que boje que-
reaa exercer pressao. A Hespmba e Por-
tugal comegarana o trafico de neg os maitn
cedo ; mas as nutras nago-s. a Franga, a
[Inglaterra, a Dinamarca, a Saecia, era lira
t >das, e anda essas que boje querero. estar
na vanguarda da cvIshcd, foram trancan-
tes de escravos, e, mais que neobnma,
o foi aalnglaterra, como reconhaceu Can-
nog, oppondo-se aboli;3 do trafico,
t Qiiaai nenhum, dizia em 1 le margo de
1799,^elle entre as ooiras nagoes; a In-
glala/ra, por assim dizer, exerce o seu mo-
nopolio.
Ainda mais, senbores, os proprios reis e
-ainiias eram interessados nesse commercio,
joe eot3o n3i repatavam i licito ; fa'iam-se
onir*los, denominados osenos em Pwrla-
gal, e em Hespaoh \ assientos, p ra a intro-
duce ai i de africanos na America, nos diver-
sos estad is e coloaias. No Brasil, a pro-
pria corda portuguesa faia o :ommercui de
africanos, o at privilegiado ; comlituio se
porianto verdadeira trafic-nte de escravos;
e nio altendia s i eclamacoes da colonia,
que comprava por alto pre^i taes escravos,
quando alias coroa porliigoeza imporiavam
em baixo prego, gaohaodo assim sob;e este
200 ou 300 V. I
You ler cmara .ni trecho curioso si .
bre este ponto que se acha pagina 25 da
minba obra :
t A corda porlugueza, nio coatente com
os imuo>tos e outras vaatagens que retrava
do commercio dos escravos negros, lomou-o
a si, fazendo-os comprar para importar na
colonia, revendendo-os com grande lucro.
A C. R. de 21 de dezembro de 1692 ap-
phcou oeste intuito a somma de 25,000
cruzados, alias destinados ao emprego de
drogas. A C R. de 16 de novembro de
1697 diz aipressamente que o re lomara a
si iniroduzilos a bem dos povos. A de 6
de fe ve re ro de 1703 taxou o prego de cada
um em 1601000; e a Prov. de 24 de uva-
reir da 1718 em 300,9000. apezar de reco-
nbjear qae ao re fiesva cada um, posto oas
capiunias, em 94,510001 A Pro, de 19 de
julho de 1719. iodeferindo a representacio
lo povo contra samaloante proco, o man-
tevel >
Se, pois, foram oa ialroaaclom as pre-
mia oecdos, o proprioa reis e raiobas,
qne tmbam li privilegio de semelbante
commercio, nos que somos os legatarios,
ba vamos da pagar crualmaole o que oa aos-
%o aalspensae iteram ? E pderto com
jastica, eiercer semelbante pressio taes
oacdM?
a
ul.lbtMl ku*wtrU^BDi(^l*t


'


I'


.
L.
m


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