Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12491


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Full Text
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ANNO ILVU. NUMERO 21$
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?AiA k CAFITAl E LDSABIS OIM IAO SE "ASA POITE.
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Por Tai mi
"i'or Mr unos i-Jam
>*or oai anuo jifcib.. .
dQsdto ssaroaro valso.
121000
MI09
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OJJINT FEIHA 21 0 SETEMBRO DE i87l.
FAJA MURI I rOU BA flOfOA.
Por trae ana autaalsoe
Pe* ees dHos hMm. .
'* *6v*j titos idea .
Por me ano dem

Propriedade de Manoel Fgrue
m A>
t
arta & FUhos.
*
Ot Sra. Gerardo Antonio Altes 4 Pmot. no Para ; Goncsives d Pinto, no Maraahlo ; Joaqnim Joai do OTeira d Fno, no Cear ; AntoeJe de Leaos Braga, no Aracatj ; Jlo Alaria Julio CUaves, no Aseo ;. Antonio Marqnea da Suva, no Nttol; Joel
Pereira d'Almerda, em Mamangnapo ;Fe!ippe Estrella d C, na Parahyba ; Antonio Jos* Gomos, na Villa da Mana; Bolarmino dos Santos Baldo, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
; entNaiareth: Antonio Ferreira do Agoiar, em Goyanna; Frantno Tavafet da Costa, em Alago; br. Jos Martina Atoo, na Babia ; e Leite, Serqainbo da no Rio de Janeiro.
'- ~**----------------------------------- ---------------------------- ------------------------------------------------------------------------------------------------------------________________________
na


PARTE 0FFICIAL.
em
4iTerao da provincia.
%KfBIETlL O DA II DE SITEMBBO DE 1871.
Asta :
O viee presidente da provineia, leodo
i 9 4posto do aviso d > ministerio de 14 de
juiao ultimo.. 0 04 oficios da ibesoararia da fa-
tigada de 28, 2'.i e 31 da agosto e 9 do correte
as. 8J9, SU, 5i4, 558 e 559, resolve autoriaar
safe a responsabilidad- da raesma presidencia, dos
itmNAi .decreto o. 2.88i do 1 de fevereiro de
1442. d >us 'tus extraoriiuarios di importan-
te* , para pagamentos das despezas
MU*, <*. que se f -rem lazan ao por coala do minis
arto da jnsti ;a cora presos da casa da delencao,
qae atacados da molestia denominada benb-ri,
*ssiram para o presidio de Fernando de Noru-
ha, tea lo am d* C:3i*i70, para o xen-icio em
ajj| om* o aelnal de 1871 a 1872, como se v das
ietaoustani j aonexas ao ultimo de taes olli
O vicc-pr .'.ideuie da provincia, tendo em
exjosti; no aviso do ministerio do imperio
de 14 de jaiba ul'imo, e os oficios da thesoura-
ria de fzenda de 29 de agosto e 9 4o corrate a*.
m e S59, resolve aut irisar sob a responsabilda-
de da me-roa presidencia, dos termos do decreto
o. 1,881 do 1* da fevereiro de 1842. um crdito
aaerord curio na impv: unca de 1:6154000 par*
pagamento por conta do ministerio da guerra do
atrctei era liquidarlo de 1870 a 1871, da des-
pea feta com a catadora e pintara da euferma-
ria,nilar como medida preventiva, acooselbada
nasas aedicos para evitarse o deseavolvimento da
labre amarla.
6 vi ce-presidente da provin;ia, aiteodendo
ao que requerea o major graduado do 2 bata-
ibis de infanlaria, Jos Libapio do Soaza, e lando
> ficta a int >rmacao do brigadeiro commaadaole
das armas de 14 d i eorrente, sob n. 644, a pare-
oer 4a junu de sade, que o iospeccionou, resol-
te 4* e-iofjfmidada com o ari.'4* 2* do decrete
o. 4.47 Je 3 iie Janeiro de 1866, cuaceder-lae tro
astees 4e liqencji com os ven cunen tos 4o art. 5* {
i't iudo decreto, para tratar de saa salenea-
u froaiocia.Expediram-se as necassarias com-
mMica^aes.
OsUaios:
Ao Esra. presidente do Cear, solicitando
aai vtrtude de reiiuisieao 4o brigadairo comman-
4sme 4a* armai, a azpedicao da suas ordena, pa-
ra ate a thesouraria de azenda daasa capital de-
ciaSt que constar o assentameatos de praca
dttibi de esqaadr do 9* balalbao de infanu-
ra, tfigoel de Soaza Lima. Commaoicoa-se ao
brifadoiro.
Ai vigtrio capitular para informar acerca
do eae eipot* o )aiz de pai da freguezia de S.
Ltareofo ia Matta, no oSlcio junto por copia, re-
lativamente a falta de sacerdote que reja aquella
fUfirrii
Aa brif adeiro commandaote das arma, d-
iaodn eaj resposta ao seu oficio, que visto adiar-
se affecta ao goveroo imperial a obra dos concer-
tas da latrioa da enfermarla militar, nao pode por
ora providenciar---; a tal respailo ; e qaanto sos
oairoe eoncertts reclamados em dito oficio, a re-
lativos a calcada qae cerca aqn-lle edificio, re-
coBmenda-se uesta dala ao eogenheiro eocarrega-
do das obras militares, qae organizo e aprsenle o
emptente ornamento.Officiou-se neste sentido
ao eaf-nheiro.
Ao mesmo, remetiendo, em resposta ao sea
oficio, urna c.da da nformacao da thesoararu
de fazeoda acerca do pagam-nto a que tem di
reto e 1' sargento do 2' batalbao de infaolaria,
Theophilo Antonio de Mallos, e qo por falta de
crdito lera deixado de ser realisado.
Ao in-pector da thesouraria de fazenda,
traosoiillialo para os tin< convenientes, as comas
docu neniad as da receita e despeza da eofermaria
milil-ir Vtsla capital, lelativas ao mez de julho al
timo, is qaaes vai annexo o parecer da joaia de
sade, que as considera no caso de seren rece-
idle.
Ao mesmo, declarando em resposta ao seu
oficio, que acaba de designar o engenoeiro Anlo-
bio Vieeui do Mascimeato Feitosa, encarregado
das caras geraas, para incumb r-se da i-calisa-
eAl do reparos da alfandeja desla capital do que
arrematante Tnomaz do Oarvalho Soares Imo-
dSoSibnaho.Inteirou-se ao mencionado ege-
Dliexa.
Ao mesmo, mandaalo pagar ao cauda Zaba
a qaantia de r.JO.iOOO corrasponlente a ultima
prestado de dous cootos de ris, provenieote da
compra fein pelo governo imperial de vinti exem-
plares de tn-tppa? gran es para o estado da bis-
tarta onivecsal.
Ao inspector da thesouraria provincial, para
mandar pagar a Sabino Jos da Silva, o alugael
de am anuo. venciJo em 15 de fevereiro ultimo, e
carasio de 5003 meo'aet, de urna s casa que
erve de priso no povoado de Palmeiras, coraax-
.3. de Garantiuns.
Ao director do arsenal de guerra, chaman-
do i sua aitoncao para a reclamabas que faz o
origadeiro ommaodatuu das armas, acerca do
concorto do fogao da enfermara militar, o qual
de?de 81 de Jttibo ultimo, maolon se fazer, c ra
coiDmendando qae seja esse concert quaaloaotes
reaiisado. Commanicou-se ao referido briga-
dairo.
Ao ebgeobeiro encarregado das obras mili-
tares, autorisaedo a preferir entre as propostas,
[M devolve, para a snbstitcicao do soalbo da en-
prrnaria militar, a do eogenheiro civil Ernesto de
Ctrvalbo Pies de Aodrade, por ser a mais vanla-
josa a fazenda nacional, visto offereeer esse pro
ponente o abate de 16 por cento sobre a qaaotia
de 0:9024640, em que foi oreado aqa'elle servico,
dedarado qae convm, em vista das pooderaedes
feitas em sua informarlo, em ser alterada a qum
la ciamula da mencionada propo-ta, dando-se
inaior prato para a conclu-o da obra, aflm de
mit o arramatante saja obrigado a dar cometo ao
i--faumento das madeira? depois de qaatro me-
ni do seu apparelhameotc.
Ao jan de direito da comarca de Pao d'Alho,
aeeusaodo o reeebitneuto dos mappaa estatisticos
pelo iuiz municipal a detonado daqoelle termo, a
jais 4e paz do segundo dhtricto da Gloria, a re
cm'Dondaado a remessa com brevidada dos que
dMiaram 4e ser enriados pelas autoridades sob
*ua jomdiccao.
Ao jatz maoicipal da primeira tara dasta
capital, recommendando em addilamento ao ofi-
cio de 28 da jalho altimo, qae remella ao briga-
4eire oemmaadante das armas, copia da sanlenca
que eoadeasaon a gales perpetuas por orina ae
orlt ao toldado da ex ti neta companbia da artifi-
ees desta provincia, los Firro.
Cooacaabia Santa Ttierez.Itforme o Sr. eo-
gestteiro chafe 4a repartico das obras publicas.
OsadMa Ataran 4a Matta e Alba.iu.irqae.-Co-
mo.rttaer.
Coadt Zaba, Dirija-ee a ibetooraria la fa-
2a4s.
ftauaeo Partir 4a Caobs.-Por ora nio tem
logar e que retjaer. sapplieaai<>.
tfasrtsjsiCUraraa Jnior Paso sortaria can-
.ltadta MSWM requerida. __
Jtai Pasrt 4a iva. A' vala 4a tatornstclo,
aaseA a psttatiiio rtqaerida.
iaafalsi Msjnio 4o Mego Barros.Itforo p
' AsWmi '
Jo Tibarcio Valeriano.Ioforme o Sr. prove-
dor da Smta Casa de Misericordia.
Jos Mtfceliao Alvos da Funceca. Informe o
Sr. brigadairo commandaote das armas.
J Polycarpo da Freitas Juoior. Infirme o
Sr. Dr. j jz de direito da comarca, ouviudo o jun
maoicipal do term> de Sennhaam.
Jos Marcelino Alves da Fonceca. Informe o
Sr. brigadeiro commandaote das armas.
Sabino Jo.- da Silva.A' tbasoararia provincial
com nffi-in des a dala.
EXPEDK.NTK DO DA 13 DE SETBMOBO DE 1871.
Acto :
O viee-presidente da provincia, alieodeodo
ao qae expoz o doulor director feral ioleiioo da
inslrucca publica, ata offlri > de 11 do correle,
ib o. 328, resolve aotatar Feroaode Augusto de
Mendonca, para reg*r interinamente a eaideira de
instrucQao primarla di sexo masculino da povoa-
(i de Pilmeira da Garanbaos, mediante a gratn-
.cicjloannual de 600*000 Commnoicou-se aodi-
reelor.
Oficios :
->- Ai excellentissimo presidente da provincia
do Rio Grande do Nirie, remllenlo am satisfa-
zlo a sua requijicio a conta em duplcala, das
-ementa bra^u de correte de ferro de moia po
legada de grossura, qae vio ser remeitidas pelo
inspector do arsenal de marinha a ctpitaoia des-a
provincia no pnmeiro vapor da companhia Per-
oambucaua, qae seguir oara o norte.
Ao bngadeiro commandaote ds armas, ap-
provaodo provisoriamente a daliberaco, qae to
mou, de empregar no lugar de amanuense da se-
cretaria dessa commaodo, o lente reformado Luiz
J -ronyrno Ignacio dos Santos, Picando incluido no
deposito de remitas, vista ter sido transferido pa-
ra o Io regiment de cavallaria ligeira da crte, o
segando cadete prime!ro sargento do deposito es-
oecial de in-trucci", Jos Carneiro Maeiel da Sil-
va, que exeria aquello lugtr.-Cjramunicou-se a
thesouraria de fazenda.
A- domor chefe de polica, recommendando
que providencie no sentido de serem punidos os
ltores dos fictos criminosos, de qae traa o ofi-
cio, junto por copia, 4o juiz coramissario da Esca-
da, Luiz Jos ds Silva.
Ao inspector di thesouraria provincial, ha-
vendo o arb'tro desempatador em Londres dado o
sao lando, fleando em sete mil a qnmbenUs libras
esterlinas a indtmnisaoio devida a Eduardo de
Mornay nos termos da rescisao do contrato por
este celebrado com a provincia em 23 de maio de
1866, eemo consta do offleij de 7 de julho do sai*
oistro brasileiro em Londres a esta presidencia, e
4o original de dito arbitramento, dado era 31 da
maio do corrate anno, e requerendo- me Eduardo
de Mornay por san bastaste procurador o paga-
meato daquella qnanlia, recomiendo a V. S. que
faca dito pagamento, nos termos do aeto de resci-
sao de 19 de fevereiro da 1870, a Mornay, ou a
sen procurador ao cambio do da, verificado pala
qaotacio da praca, frita o abat Jiento de 10 por
cento nos termos da clausula qoarta do referido
acto reseieorio, daveodo Eduardo de Moraay, ou
sen procurador no recibo qae passar declarar ex-
presamente, nio s que oennuma roclamago mais
fara provineia sob fundamento algara com rea-
;io aquello contrato, como que as despezas do ar-
bitramento quaesqoer que tenham sido, eorram
por sua conta, sem que a provincia nenhama res
ponsabilidade tenha por ellas, ludo em termos taes
que exclaam qualqaer davida futura.
Ao mesmo, tenho prsenle o sea oficio de 12
do mez de maio, era qae aeeusaodo o desla presi-
dencia de 2 do mesmo mez, pelo qual ihe fra or-
denado, que pelo crdito extraordinario, bert > na
raesma data, fosse paga a EJuardo de Mornay, a
quantia de 25 0004000 com o abate de mil e qui-
nhentas libras esterlinas, que Ihe f >ram aliantala*,
rae pede Ihe declare a qaem deve entregar dita* li-
bras, e se ao par, ou com cambio, e qual deve ser,
visto nada Ihe ler sido dito a respeito na referida
Mem. Era resposta compre dizer-laeque, tendo
Eduardo de Yforoay recebide do ministro brasilei-
ro em Londres a quantia de mil e quinhentas li-
bras esterlioas por adiantaraento a conta de dita
quantia de 25:000.4000, como consta de" oficio do
mesmo ministro de 4 de abril do correte anno, e
havento o exeellsntissimo seanor conselheiro mi
nistro da agricultura, commercio e obras publi-
cas por aviso de 4 de maio, recimmjndado a esta
presid-ncia que a referida quanlia de mil e qu
nh-ntas libra* paga pelos cofres genes seja res-
tituida com toda a brevidada nos>ivtl. sendo o pa
gamento da quaoa da25:0004000 devida a Edlar-
do de Mornay. oela rescisao do contrato de 23 de
maio de 1866, feito de aecordo com o miui-tro
brasileiro em Londres, afim de serem os cofres ge-
raes iudemnisados daquelle adiantamenlo, aecor-
do manifi-.-tsdo em oficio daquelle ministro de 7
de jai'h", a que se refere o aviso do excellentissi-
mo ministro da agricultura de 11 di ni z passado,
pola V. S fazer a Eduard i de Mornay, ou ao seu
bstanle procurador, o pagamento deduzida a im-
portancia de um saque do mil e quinhentas libras
estrulas, feito ao cambio do da, por casa de re-
conh cido crdito desta praca, pagavel ao minis-
tro brasileiro 3m Londres, ou .-. ua ordem ; saque
que a V. S. era entregue por Eduardo de Mornay
ou seu procurador no acto de ser effectuado o pa-
gamento ordenad), como declara Mornay, em re
querimeoto de 30 do mez passado, estar promoto a
fazer, e que me ser inmediatamente remetlido
para lar o devido destino, correado por conta de
Eduardo de Mornay todas as despezas de dilo sa-
que.
Ao mesmo, coocedendo a autorisaclo que
sollicitou, para considerar como renda do exerci-
co prximo lindo, em liquidacio a qnanlia de
11:2594700, proveniente de saldos e beneficios de
loteras, que, seodo depositados nessa thesouraria
prescreveram por nao terem sido exigidos no prazo
da cinco annos,dando em consumirlo os documen-
tos das cootas de taes loteras, prestadas pelo res-
pectivo thesoureiro.
Ao mesme, recommendando qae mande en-
tregar ao thesoureiro da repartico das obras pu-
blicas a qaantia de 1:5004000 para oceorrer as
despezas com a divisad em tres compartimentos do
salao do lado do poente do gymnasio provincial,
para servirem de dormitorios. Commaaicou-se
ao chefe,
Por essa thesouraria mandou-se pagar :
Ao thesoureiro da Santa Casa de Misericordia a
importancia das despezas feitas no trimestre de
abril a junho deste auno, com os Albos dos volan
tartos da patria, recolbjdos aos coliegios de or-
phaos.
Aos agentes da companhia Brasilera de paque-
tes a vapor, a importancia do transporta dado ao
desertor do corpo de polica, Joaqnim Jos Mar-
tins, da Parahyba para esta capital, no vapor An-
nicota, bem como a duas praoas que o e>eoltaram.
Ao commandaote superior da gnarda nacio-
nal do municipio do Recite, recommeodan4o a ex-
pedicio da suas ordens, para que as 9 horas da
nsaobaa do da 17 do correte, esteja postada em
frente da igreja da veneravel ordem terceira 4e S.
Francisco nesia capital, urna guarda com msica
t bandeira, aflm dt aasiitir ao aeto da fasU ao
lemna, que naqueile da ser celebrada em honra
do paoVoeiro da raesma ordem.
Psrtaria :
Ao eoaaelho 4eotatprat do arseaal da man-
aba, approvaodo o contrato ftito com Joio Robarlo
Augusto da Silva, para o fornecimep.'.o, por tempo
4t asaaas, do carvie cok necesario ao roasmo
arataal. Gomara tou-se a thetouraria lo fa-
Antonio Duarte Carneiro Vanos. Informe o
Sr. commandaote superior 4a guarda nacional da
capital. ai. u i V-:
Compaohia Brasilera.A thesouraria provin-
cial com oficio desu data.
'roal Francisco Miguel de Siqueira.Informa
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Francisca Candida de Jesns. Passe portara
coocedendo a licenca requerida.
Coronel Jos Angelo de Me raes" Reg.-Certifi-
que.
Joaquim Jos do Reg Rangel.Informe o Sr.
Dr. chefe de polica.
Luizs Clementina Viara de Vello.-Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Mtnuel Rufino de Carvalho.Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Martinbo da Silva Costa. Ioforme o Sr. inspec-
tor da tbasoararia provincial.
Comas 4 nd o sh per ler.
NACIONAL DO MUNICIPIO DO RECIFE, 20 DE
SETF.MBRO DE 1871.
Ordem do dia n. 35
Manda o Illm. Sr. coronel commandante suoe-
rior scientihear aos corpos sob sea eommando,
qae S. Exc. o Sr. rice presidente da provincia,
uor porlana de 14 do correte mez mandn dar
guia de passagem para o municipio de Santo Au
iao ao Sr. alferes aggregado do 2* batalhio deste
municipio, Joao Carlos de mza Santiago.
Igualmente raandou o mesmo Exm. Sr. por por
tarias de 15, aggregar ao 6* baulho de iofanla-
ria ao Sr. tenante do batalhio n. 18 do municipio
de Nazaratb, Ladislao Rodolpho. de Araojo Cesar,
e ao 4 batalhio da mesma arma os Srs. : capuo
do batalhio n. 19 daquelle municipio Frannisao de
Aranjo Cezar, e tensle do 7* de Goyanninha. pro-
vincia do Rio-Grande do Norte, Pedro Goncarves
de Arrnda.
E finalmente que por oaira portaria da 15, o
mesmo Exm. Sr., coacedea ao guarda do 1* bata?
Ibio de. artilbaria Heoriqaa Geraldo Janior. sai-
mezes de licenca para ir ao ulterior da provincia
tratar de sen ioteresses pareaiares.
Rodolpho Joao Barmta de Altneidn,
Cortaal ebefe ialerino 4o estado-maior.
EXTERIOR.
Sr.fJr.
' polica.
Despacho?
FRANCA.
PROCESSO DA INSURBKIf < DE PASOS PERANTE
O TERCEIRO COSSELHO DE GUERRA, SOS A
PRESIDENCIA DO COUONEL MEHLI.N, COM-
PREHENDENDO DEZOITO aCCUSADUd.
Audiencia d li de agosto.
(Conti.naacao)
Abri-se ao meloda.
O presidente : refera que o preso LishouDs
nao pote comparecer por djeole, porm tJria
qae tendo recebido ordam para incendiar a pala-
cio do Loxembargo, tora lar con Rgre e Jo lio
Vails qae logo deram providencias para qu. sa
obstasse ao incendio.
Gratiot, negociante de papel : diz qae ven-
deu o papel para o Affranchi, j irnal de Groasset;
ios recebea parle do dinhsiro pago pela prefeita-
ra de polica ; que mandou ao ministerio dos es
traogeiros, mas nunca se poda fallar com Groas-
sel, eque sobre 3,250 francos s receoeu 1,500.
Grotuset : afirma que esses neg icios eram
com o administrador do jornal, e que nunca vio o
Sr.Graliot. o que a lo.-temuoaa confirma.
Mtltra ,cnefe do pessoal ao deposito publico :
e maito ohngado a Paschal Groaiset.
jfastliat, mpressor, testemunha que o reo
nao se oesupiva da admnstracao do joraal qad
estava confala ao sr. Barberet.
Magnabat, chefe da repartico do mioisterio
da nstruccj pablica : foi duas vezas sollo por
benevoleujia de Paschal Groasset, seu discpulo
no lyceu de Tolosa.
OWner Pain, secretario geral de Groasset : nao
sabo nada do papel cmpralo para o jornal.
O reo : Mis s abe de certo o qae se fez dos
ol'jeclos appreheadidos em casa do Sr. Feullel de
C oche?.
A teilemunha : Isso sei. Foram sellados e
guardados.
O presidente : E onde os eocoatraram ?
.4 testemunha : Creio que nos armarios.
O presidente : Ora aqu eala urna testemunha
original. Vae as casas urar o que sea dono l
tem, e nao sabe onde enocnlrou esses objac-
ios.
A testemunha : E-lavara em virios sitios
com os cartuchos e plvora que tambera se encon
trou.
O reo : assevera que sahio do ministerio
quando as tropas da Versafiles chegaram espa-
nada dos Invlidos ; protesta contra a calumnia
er querido abrir ralaQdei com o general pru-
siano Fabrice, com o qaal se correspoaleu ofi-
cialmente quando foi necassario, por causa de ac
tos praticados por guardas naciooaes contra sub-
ditos allerues. Explica outns fac js de mnima
-imporjancia.
Segue-se o Interrogatorio de Verdura, professor, e
ili !< uriro do jornal La Marseillaise.
Verdure : confassa que foi demetlido de pro-
fessor ; que pertence Internad mal e macona
ra ; que foi caixa de La Marseillaise ; que man-
.liaba relagoes com muilas sociedades de operarios,
nega porm qae fkesse propaganda militar. Diz
que no tempo do assedio fura perta-baodeira do
180 batalhio ; que sahira de Pars em tavereiro
e nao regressara seoao a 21 de mare <; que fra
nomeado (nombro da comrauoa sem o s^ber ; qae
nao fra da maioria nem da minora, e votava se-
gundo entenda ; que nao mandou prender nia-
guem no sea bairro.
O presidente : E' iocrivel qae todos estes ho-
rneas que foram maires ou delegados nos diffe-
rentes bairros de Pars nao preaderam ningaem,
e todava toda a gente era presa em toda a ci-
gala!
O reo : afirma que a faderacao da guarda
nacional era omnipotente, e que a 25 de maio, vio
do Delascluse eslabeleeer-sa ua 11" mairie, e afi
xando alli urna proclamicao contra os (uneciooa-
ros, sahira e fra homisiar-se am casa de um sea
amigo. Nega qae atsignasse o manifest de 17
de maio guarna nacional, a que propuzesse a
prohibirlo de eosiaar aos membros das coogrega-
S'ies religiosas, proposta offl^almente publicada.
ao se records de ter asslgnado urna requisico
de 40 litroa de petrleo ao negociante le vernizes,
67 ru de Montreuil, e se o fez foi na ausencia
do sea e llega a quem esse servico pertencia.
Sague-se o interrogatorio das testemanhas.
Nieok*, padre : foi sollo por Verdura que
ihe dea lonpa cem que se distarcasse.
E. Dtlnas, padre : foi tratado com benevo-
leacia pelo reo quando aadava procurando que
uto sa iostaUastam club uaa igrejas de Santo
Ambrosio e Santa Marganda.
M. Wagner, saenrisiio : foi Roquelte lavar
roupa socalar o padre Delmai, e obtuve para isso
licenca de Verdure.
Rot, amoragado 4a mairie do 14* totrieto :
confirma os dtpohntatos anieriorts.
Parrot : Ra tai preso por am eofooel n* boa-
levard da Temple, perto do Chattan d'Eao a sem
cansa. Nio gosloa da mitha eara, i^g o
caso foi etgraeado. Ble eslava a
vallo e eogansva-se esas a tetrit^
o lado: Uto vae ser bonita
lisse-o
eque se
deven procura-
aacloaal. Clase*
tes Is y. Oreo
Iba dav
tra-
direitas, mas escorregou-lhe o p pelo estribo den-
tro, e a estada alrapathava-o.
O pmiitnt- : E ara eorbael T (Ri-o geralJ?
~ A testemunha : 8im seoSor, era coronel. E
en disse ettao : t Ora abi laem os' miseraveis que
mandara aeuudnar ot cidadios. Elle dea por
isto ; ouvisjMsjuez, e gritn : Que diz vo; ah,
patirt aristjgtta.'.tem qaatlo os vamos expdr a
vida pelowMB f u respond Ihe que nio fosse,
Qa e? taSiptajattava. Elle perguniuu-me p>r-
1* n or" ! nnrQ0*>8 de iravez, preudea-me apezar de eu
I be dizer que er salsso.
Ah I 4j suisso, disse 9 oronel. E's dos qu?
vem comer so so pi.
Ea olo o sei como pi, respondi-lhe ea.
voe e operarios. Vimos communa. -L fallaremos.
Eutio fui cem ette.e apresentando-me -Verdu
re, fui lago solio pot elle. O coronel ebamava-se
Liabiifloe.
Segop-se o iolerroratorio de Ferrat Htterato.
'Ferrol : eontossa qae era gritrda nacional,
ielegaio do 0* dniftolo a membTo da junt cen-
tral da gaatda nac:mai, jama cu)- fim era defen
der os iowesses da eUsie. Diz q-ia a deslnlelu -
geaca era tal, qae no Hite! de Ville havia ama
junta de afinara jae onguem tinha nomeado.
Lultier : P co perdii, nomeei a eu.
O reo : barra o esud anarehico da guarda
nacional, eeomo foi preso e sollo sem saber por-
que*. Diz qae no da 18 de marco pass ou o tempo
a soltar presos, um coronel ie mf mtana, um te-
nene coronal da gaardi nacional e oat-os; que
fea quanlo jade por manter Borden e evitara
guerra civil qae na gaarda nacional ha bous
iuos, a mana g-nte que nio prfcisa le calor as
goelas para marchar. Assevera qae a Janta cen
iral logo que souba da prisao do reneral Chinzy,
se dlngio a Leo MeiHet e a Alberto Laroy para
que fosse soVo, e souber t eolio qae a pnso fora
feita por agentes de Loliier.
O prmiente : Porque razio certas proclama-
(des eram usiguadas por membros da Internado
Oreo -vPorque a Internacional oes impox a
sua supre.oaoia. Bu fk loe toda a guerra que
pude, e d'ahl me provieraro alguns desgostos.
OrVaiisV*te : O reo eommanlou um bata-
lbao a disse que baria de matar quantos soldados
de Versuttos pudesse apanhar
Or*: responde ft dissera essa9 palavras
em circotitancias extraafdioaras. Coofessa que
estove no rorte d'lssy, em qae soltoa os semina-
risus. AUrma que o gaotgal Cluorai liaba um
estado majar da caaalhas
quixerom aSbar os iaac
los nos esffo3 maiorea
ret quera aer Jicudor e
respoodaa-ahe : Voes dieu4or ? Bu
a guardar as gradas d hotel 4e Vi|
lame e ipcipaz de maridar. Foi q
e a mailatjfliros. Eram covard-a
partores. ^SBn Nauiliy onda devia estar D
w^*wmaudavj. Apaaas am tenante. O
i -^-^JW vetes.
SMtr.- ia. qae a anarchia era compleU e
qu? lie qapiUin mal por effe ser moderado. Ex
plicas tongamente como o povo de Paris se revol-
tn por vera Franca vencida e o fez general em
chele dos guardas nacionaes. Conclue dizeodo que
nao dorran nem coma emqcnnto os seu* adversa-
rios na cofSjpiaaa passavam o lempo mesa, onde
joven* vivandairas. escolhiaij com gosto, Ihos de-
uvara na* copos o vioho do triumpln.
Rgre: Ea declaro em meu nome e dos
meus collegis que todos esses (actos si estranhos
a commana.
Ferrat: No hotel de Ville havia sarapre amas
10 .rml pu?sn. Nmguera poder dizer que ura
membro da comrauna bebssse l nem um copo da
vinho com agua.
A piltra Charlot, dona de hospedara : den
de comer a Ferrat qae nio Ihe pagoaf* dav il-
raocos de 50 francos, e 20 franca ds gorgeta aos
cocheiros. ,
O quarlo do r} era de vinte francos por mez.
Duas testemunbas ditera que Ferrat as sohou, e
outrajuiga quo cle vaidoso mas na malvado.
Ouvio-lhe fazer ura discurso dizeodo que Trochu
ara um asno qae se iba dassera urna castrla,
raanteiita e ceblas, nem urna sopa saberla fazer.
Segae-se n interrogatorio da Vctor Clement,
operario lintareiro.
A accusatS) coofaisa qae ste reo nao qaiz as
socar-se a uenham acto indigno daciramuna;
antes protesiou contra todos.
Clenml: diz qae na foi da guara nac mal
porque osapiis patrdas servia aos batalhis mo
vais; qaa foi delegado ai 15 districto o maire;
que votoaBna cora naaa centra o decreto dos re
f^ns; qu3 nao recebau dtnbeiro daJourda; que
nio miadou prender x ningaera; que nio pertea-
ca Internacioaal, mas qaa profassa as doutriaas
socialistas de Proulbon. Desde 17 de maic nao
quiz mai- saber da commuoa. S l foi bascar
Ii-tos e papis. Qaindo eniraram as tropas foi pa
ra casa de am negociante, e estave a jogar o bi-
liar; mas dizeodo o dono da casa que a presen-
ta dalle o inquietara, fra para casa esperar que o
prendessem A pedido de Jonrda, declara qaa a
gerencia do ministerio da fazenda oade esteva at
ao flm liaba sido excallente.
Varios padres oouiras pessas depoam resoluta-
m me a favor de Clement, e nio se interrogan
mais porque o onsalho d por averiguadas as
boas aece do rao. Eatre estas testamunha* urna
Hillu o patrio do reo, e nssevera que elle nao
desaraparou a communa para salvar a gente de
Viiugirard, e quando tudo aeaboa foi ea'.regar-ibe
10:600 francos que eram dos pobre* do sea dis-
tncio, diobeiro j eatrague a repartija > compe-
tente. O reo tem grande virtade draesticas.
A aadienoia levantou-se as 5 horas e meia at
ao dia seguale.
recusara nttar com esta gente, que seria meiia-
naira paciftoa. Coofessa qae tora ou a direccao das
ambulancias por ser medico. Era acto de hnma-
oidade. Allega que profesin contra todos os actos
da eommaaa, na setsio de 6 de mam, quando sa
iraiava de decretar a prisao das familias dos gen-
darmes e polica*, apresentoa urna proposte'para
que fos*em tratadas como a* familias dos gaardas
nacionaes. yt
I O presidente : Torno a repetir que triste ver
ssotiiados a taes actos bomens de bi edacacao.
Urna das muiheres dos policas estando a lastimar
o incendio do Hotel de Tuto qne ella va arder, foi
arrastaiU, mona e lanoada no Sena / Qaem ex
ntava es ferocidades ?
Oreo: En oa qae me oppuz a tolas. *
O presidente : Era melhor que livesse rom-
pido com os -eus cnilegas a ponto de o preoderem
na propna oommuna. Seria urna bella accio l
O reo : O jornal oficial nunca publicava as
minhas moedes.
Groiisef : Tudo quantp Rastoil diz ver-
4ade.
" O reo : assevera que naoeatroa na eommu-
na para giveraar, mas sim para administrar o
municipio ; que se deixou elegor porquioseleito-
res eram legtimos por estarem rio antigo reeeo-
seameoto ; qae no lia da entrada das tropas qui-
z-ra prottr a eessacio das hostilidades e que o
dissera a Ling*vo, porm que nao fra possive
reallsar o sea projecto, e eniai recolhra ao seu
bairro.
-Oreo-: E' verdde. Esas nomam dicta tar
mea pan ale.
O presidente: A principaes aecnsaeoes
contra o r i s > atteolado contra c*goveroo t ax-
ritacao ,i guerra civil como membro 4a rniain
n,s pfim^iros das.
O reo-: Fal membro da commuoa cota as
memores iatnncfies.
m#* d Presidente : Qtttna o defcn4r
.A. O reo ; O Dr. G Lecbevalier qae est r ra
Marselha e aqu por elle o Dr. Jbly al qm> re-
gressp.
O presidente : Admira-nos qne esteja ansa
te n'esta ncrai-iio.
O Dr. Delznnt : No tomamos apoutamaaKx
pelo no"o ciiHei;.
Ernesto Martin (na Nord): eonhece oreo
e sabe q.ie corajoso e disciplinado. Vio corao
procedeu no lempo da guerra cora os prassisos
e qaem assm proc4e incapaz de pratiear os
horrores de qu acensada a commnna.
O prndente : Est acabados os iolefwga
ion s. Seguol* Mira no principio da aadieaeia
bao de ser iolerrogadas algumas testemaohsi. ft
segunda parte destinada a ouvir o secusa-r
poblieo.
Levantou se a aadieicia as 3 horas da Uf*..
PERNAMBUCO; "
Bu diste para
ir mtaaar as
Audiencia do dia 19 de a/osto.
(Ultima hora dos joroats da tarde dasse dia.)
Abri se ao mato dia Corren boatos de reve-
larlas importaote
O presidtmte : aprsenla a Billioray ama or-
dem de prisao assigaada por elle, e a Chrapy urna
ordem para apprehender as granadas de petrleo
qae estavam na estaejio do eamioho do (erro de
Lyoa.
Caanipy : nao se records, mas raconhece a
assigoatara.
Prova-se qu Tardare gastava 4 francos no jan-
lar, e ia rara vezas a comrauna. C-surbet e Jour-
le faz'm diversas qbsaivaoota
Jourie : Neste proeeeao ha poiitica e direito
eommum- ... i
Cbawmsjririo promotor: >s reos nio sao ho-,
meas polticos.
B*gue se o olarrogatorio de Rastoul.
Rastout: principia prqieaiaado contra as infa-
mias, aasassralot e incetas dAtaogninolenta ago-
na da eoauaana. Nio aoeila "solidariedsde com
os incoQdblrios da Paria e aatassinos dos reaos,
daaboara da idea civiluadora e prograssista que a
ciim-ouna-Jo sonsa raftasaalar.
O presidente: Casuario asa queo roo nao to-
SWQ parto sativa ataaes atteatados, mas pregando
no club dos matitstltMi qae uio baria Deas, po-
da esperar asea retuHado.
Ordo: Naa esteta l Uouve qaem disaesse
ttl. '
Q muMtstU: Mas o reo aretidia o elab.
trotan em que flnalistva
Seatia-se o interrogatorio das tesleraunhas.
Dubmisson, neg icianla : leve 48 norae escon-
dido era sai ca-a o r e presenGioa a sua deses-
perario par cau-a dos aelos da commana e dos
ioceu los de que s alli leve coobacimenlo. At
quera ir ao Hotel de Ville, mas a testamanhi
disse-lbe que ja eslava todo a arder.
O Dr. Remitid, dcfsnsor do reo : l urna espe-
cie de meosagem em que Rastoul coavidava os
membros da commana a ce-sarem a resistencia e
a offerecerara ao governo de Versailles as suas
eabecas, com a condicio de nao se perseguir mais
ningaem.
Dubuisson : Esse papel f li escripto na 3.*
feira sobra a miaba mesa de jamar.
N'esie ponto do debate o presidente perganta
ai defensor de Ferr qae papel recebau e trans-
onttio aa aaa clieate, porque neobura papel devem
receber os reos sem eoaheamento do tribunal. O
papal era relativo a ser falsa a ordem que diz :
fltpt onifr a fazenda e qae atiribaids a Ferr.
Ferr : Ea somera dase que era falsa, e
quero qae me mostrem o original.
t O presidente : Est no processo. e en dse-
jei moetra-la ao reo qne .nio qmz ve-la e at me
respondn qne tinha o duplicado.
Ganthter, erapregado eommercial : leve Ras-
toul. em casa algumas horas, observoa quio des-
esperado eatava etsa oa crines da eommaaa.
Setae-se o interrogatorio de Descamps.
Descamps : assevera que em 1870 pedir
para entrar no* guardas 4a paz qae itm bter te
en oa prossiaaos ; fui furriel durante o assedio,
e membro do cooselho de familia da sua compa-
ohia ; depois de eleito membro da comrauna, sem
saber bem o que era ; antas do cerco era motda-
dor de gesso ; foi adjunto do 14* districto, onde
traa va da dislribuicao dos soccorros e da flscali-
"acio am geral dos preoos do* gneros alimenti-
cios. Allega que s assisiio a 2 ou 3 sesses da
coramuua. Q uz dar a sua demissao, mas Raoul
Rigauli smeiy.ao de ser fusillado por traidor.
O presidente : Porque tinha medo desse Raoul
Rigault?
O reo : Parque era delegado da prefeitura.
e sempra aozliaqp por doas batalbojs.
O presidente : Erara os famosos vingadores
de Flonrens. Votoa a demolido da casa da Sr.
Tniers ?
0 reo : diz que nao assisiio a essa se.'so,
que poucas vezes la ia e que nao recebeu os taas
mil francos de Jourde. Era 22 de maio desarapa-
rou a mairie e foi esconder se em una casa da
ra Tomiio-l-oire. S l soube dos incendios Nem
d- tal se tral tu na com nana que da faci gover
nava meaos de que raaitas pessoa? imaginara. Nao
assignou ordena do requisico.
O commissario promotor: o r) aecusado de
se m isirar violento com as freirs do sea dutncto.
O reo : diz que s Ins pedio panno de liaba
e barretes de algodi para os diente-. Nega que
a superior fugiss-ide Parispor malo d%e.
Billioray : EHa escreveu-me queixir se
mas nao de Decampa.
vlyf, religioso da douthna christa : Foi
bem tratado por tocamos, benevolencia que nio
era enlao usada. Tando recebido 135 traucos
para 17 compaoheiros, ob-ervou Dascaraps que lal
sorarau nao cnogava para nada, e' elle dissa-lha
me fallasse.a M rtele'. Foi ver este senhor. e
foi posto por elle no meio da ra. P*rece-lhe qae
Decamps n> foi benvolo cora a superiora.
Lindan, dono de hospedara : Teve por em-
pregato o raj, e nunca teve queixa le lie.
Yves Gaiot, testearanba de Lullijr : afirma
ter ouvrlo Lullier dizar a Paulo Meurice na rela-
q i do Rippel que era ialispousavel ser modera-
do em poltica, a.-sim como -lastimar a prisao uo
general Chanzy.
Ssgun-so o interrogatorio de Ulysse Parent.
Ulgsse Parent: diz que entro'a na communa
em virtude das eleice* de 26 de marc e dea a
sua damiasi > a 5 de abril por ver qae a junta
cotral domoava a communa e que os successos
tandiam para a guerra civil que elle nao desejava.
Nii dea mais cedo a sua demisso para nio deixar
sem a (ministrador o 9. districto, qae dos mais
reos. Respinde pelos acloa da communa at 5
de abril, mas s moralmente, porque tando de
abrir a correspondencia do presidente, poucas
vezas estava na sala das sos-Oes. Nao quiz ser
chefe de bataloio da gaarda nacional. Era volun-
tario no 7* batalbao. B' macn mas nanea per-
t ->acera i Internacional.
presidente do club des montagnards, devia saber
com certeza se l e o reo aava respostas indirectas.
O presidente : Responda precisamente.
Rastoul: No club cada qaal defenda os seas
principios e tratava da qaestao da defeza. Deus
nao tinha nada com isto.
O presidente: O rao foi administrador do
dcimo disinclo desde 10 de outubre
Oreo : da qae fei maire, e que se demitlio
por utver na maire urna junta que gover aava
mais de que alie, e qae elle nio poda aoniqailar.
Destara que o seu suceesaor Charapy lotou com
iguaes difijuldades e nio poude veac-las, e ac-
crescenia que nio contara com a iosurreicao de
18 de marco, (toe tando sabido de Pars o governo
todos os roairet fatram para dirigir o povo e ser-
vir de meliaatiros aura qualqaer-coocitiacio.
Com esse intuito aeaitoa as funec&aj de membro
da oommuna.
O presidente : 0 reo teria prestado maiores
servicos llenado fra da communa. E' triste qae
bomens inculcados pr boas ntencoes e prudencia
se lancera em movimentos deste genero,
Oreo: procura provar os desejoa de coocilia-
cio com que se oppoz is eteicojs propondo qae se
reunissem os maires, os depuudos do Parto, e oa
caatdaios que tivessem obtido mais de 20 mil vo-
tos. Pareca Ihe que o govtrao da Verstiles nao
O presidenta : Ha ao processo urna ordem
para incendiar a Bolsa qaa assigaada por Pjrunt
-Oreo: Bam sai, mas tssa oedam nio
miaba.
com
tos^jorsat* *e Parto 4a lO'paaiicaw a urea 4a presidente. Sabia 4a ouiro h
19. 0 presdante dial* a Bastn! que sendo elle I o su nrjrae a sjoas dia seu preme
REVISTA DIARLA
GYMNASIO PROVINCIAL- Amanbaa (sextt-
feira) omeca o reoebimenio da peosio dos alum-
nos internos, meio pen.iiomsus e externos do gyaa
aasio provincial, correspondente ao ulumo trimes
tre d) correte amo, oulubro a dazembro.
CONEGO GA4A Recebemos e agradecemos
um exemplar da biographia do Rvm. ooaego
Francisco Jos Tavares da Gama, escripto depois
da seu falieumauto pelo Sr. Dr. Francisco Manoel
Raposo de Almeida.
PERNAMBUCO STREET RAILWAY. EsU
emprezi, vulgarmente chamada dos bonds, ioav-
gara boje oficialmente o servico de transporte de-
que est incumbida, pereorrendo os sena vehcu-
los a liana principal, qu* se esteude da ra do
Pilar Passagem 4a Magdalena, paaaaado pela^
pontes Sete da Se tem br o, da Boa-Vista e da Pas-
sagem. -
Os carros partirlo as 10' horas do dia do pontn
4o arsenal de marinha, no bairro de S. Fre Pe-
dro Go acal ves do Recito, onde se devario reunir
os convidados da empreza, que ssrio levados- at
o extremo da mencionada linha, e d'ahi recoa-
dnzldos ao Reerfe.
A empresa reotvau nao fazar festa por oeca-
siio da abertura oficial ao transRo ; e, devendb
coraecar amanbaa o seu trafego, ella preferio qua
a toa (esta coutlitluo na applieacio de toda a
sua renda amia de amaabia ao Lyceu de Artes
OdBeios.
To feliz lerabranca 4 credora ertamente de
encomios, e nos os tocemos da melbor boa vonta-
de, por qaanto vemos no referido Lyceu de Ar-
les e Oficios um futuro auspicioso para o en.-ino
profissional, qae por ventara de mais alean
em ama sociedade nova como a nossa, e qae
tem incontestavel -(.s elevar-ae as sciencias de
applicsc) das artesas industrias.
CIDADE DE OLI.VDA. Tendo passado a poca,
invernosa, pedam-nos para lembrar ao Exm. e
Rvm. Sr. D. abbade de S. Beoto a conveniencia da
prosegurera as obras da igreja de Nossa Senbo-
ra do Monte, para que nao deixe este anno a tei-
'.a da padroeira de ser celebrada.
THSsOUlURlA PROVINCIAL Reassumio o
ejercicio do cargo de ajalante do procarador
fiscal da tli-souraria provincial, o Sr. Dr. Miguel
Jos de Alraeioa Peroambuco.
BELLAS ARTESAha-se de presente entra
oi o Sr. J us Marche/iani, deUinctoc^nvnercian-
te de objectos de bellas arles das cidades de Ri-
ma e de aples, trazando consigo um variado e
importante tortirneolo de specimens de obras de
pintan, esculptnra, architectura, fithograpbia,
mosaicos, gravuras era aQo, em cobre e em pe-
dras, que expoz curiosidade publica na Uvraria
dos Srs. Nogoeira & Madeiros, roa Primeiro de
Mircin. i. Racoramnndamo-lo aos amadores.
INSTITUTO HISTRICO E PHILOSuPHICO.
Hoja s 10 horas do dia ha sesst de-ti sociedade,
o'uma das salas da Faculdado de Direito.
COMARCA DE SANTO ANTO-Pelo Dr. juiz
rauuicipal do termo da Sano Antao foi pronun-
ciado, como incurso as penas do art. 205 da c-
digo criminal, pelos feriraantos graves failos cn>
Joao Csetano Ribeiro, o lente coronel Alexau-
drmo Mirtins Correa de Burros.
AS50CI \CA0 COMMERCIVL AGRlOLA.-Ds-
u c irpor cao dos enviara o seguale pedindo a
pubi i cacao : i
i Teado sido convocada a assembia geral dos
socios para ser erapossada a directora actual, pe-
ta seguada vez, para hoatem (20) s 10 horas da
maaha, ae conformidade com o art. 11 d n -
sos estatutos, deu s o caso que tendo de ser tra-
tado materia de imaortancia qua se acha ligiia
mesma posse, comparaeessem smenle pequeo
numero da socios, o que traduzio ama minora
quasi absoluta. Por isso a directora, consiltan-
do os socios prsenles, marcou o da 21, pelas 8
horas da raanha, para a nova reuoio, eaxas-
sembla geral, fuoecionando urna hora depois tota
o numero que se achar prsenle. >
CONCERT PUBLKX). -As sociedades Dose de
Setembro e dos Artistas Mchameos e Liberoes
promovem para sabbado (23), das 4 8 horas
da Urde, no jardim do'patocio da presidencia d
provincia, um concert e basar de prbodas, sen-
do o producto destinado ediicacao do palaceU
para o lyeo de artes e oficios, e para isso con
vidam a popula ;o, qae ah ter entrada median
te o bolo qne- cada pessoa approuver dar.
Tocario as bandas de masica dos 2* e 9* aau
Ihao de iofantaria de linha, subado ao ar da ho-
ra em hora um lindo balio aereosiatico, t send>
qaeimado noute um variado e novo fogo de ar-
tificio.
As duas sociedades nada tem jjoupado para o
brilhantiemo das fatas, contando que a ppala
ci ir secundar os seos esforcos.
TENTATIVA DS SUIClO.-Hantem,^ela se-
gunda vez, tentn snicidar-se, dando aobre a re
Silo do peito esquerdo daas pnubeJadas, o Sr
lanoel Antonio da Silva Rios, qoa ha dias satit*
ciamos a primeira tentativa, por meto de urna,
dote de veneno. M
O infeliz, porm, j se acna salvo, segando se
deprehende da 4eelaraco medica, do msior ptri-
go; aoraaoauawlose mais estar o Sr. Rws tof
fraudo de aauaco mental.
LOTERA.A que se acha i venda a. J08-
btjeftoio dt igreja de Nossa Senhora do Livra
raeSjSda Vanea, a qual corre no dia 22.
LEILAO.-Hoje ao meio dia e'"no armtaam d>
Sr. bario do Livramauto no eaaa 4o ApeUo, aStoc
toa o agento Pinto o toilie 4e 30 tareas de ft o*
carneiro avariado.
PASSAGKiRO.- Saaiio na orrsta naaiotal -
vapor Paraense.
Cheto deSivio 4of diatrtota saval MmaetV
Stoaoas 4a Silva.
CEMRERH) PUBLICO.-Obituario da 4to 4
setembro :

"^*


n

1
]
Aatnraarda,
tonto ; lieiiga.
Innocencio, esdrevo, meto, Peral
Boa-Vista, haaatite
aa, prete, Baraamonco, 43 anie,
Franca, parda, Pernambaco, 37
Jos, itAUO indo.
o Rodrigues de Siasa, braceo,
Pernambueo, t3 anuo, splteiro, Saoto Antooio,
tubrculo pulmonar.
&
Joanna, prela, frica, 80 annoa, .ave, B.>aVis-
la, hospital Pedra'li anefBtl.
Fraociseo Cansante 4* Arbnqaenron. pardo.
Pernambaco, 33 nos, soMelpo, Boa TM, taospi-
U! Pedro II, tubareato rjednarar.
Mmoel J tcinlbn, fardO) fernambueo, M tinos,
eolleiro, Bo Viap, >dsptai
pulmonar
Joo Per* Gisafaria*. bravo,
sido, Boa Thw, he
Partugai, 34
anno*, casado, uoa vww;"hepaiHe. J^
Felieidade, eserava, prett. Rio Graade do Nor-
te, 7 anoos, solteiro, Boa Vala, eonpaatao eere-
i) ral
Fraocisw da Gusta Arroda} brweo, Peruambu-
*W 38 nao, sobefro, 8 losft tnWrtte ehronrc.
Alfredo, branco, Pernambaco, 2 meses, Santo
Antonio, espasmo.
Maaoel, preto, l'eroambuc a, 3 aaaos, S. Jos,
-rartera.______________. ,-'r
ggBggg III Bff
PUBLICACOES k PEDIDO.
Dian* d. rrnir.6B0 Quinta tora 21 d Setenibro ^."Tnf
CT
tea pota que no asa* 4* I8W
Do seclo 24 a historia do Sr.
para a ututo I, and se ackl
apenaj.indicando o primeiroo nasell
hornera libis ooanew 6 ; o segunde 01
aeootodmenro no anuo 79 e o Tonto o
to de antro hornera Mostr aa aanode9l.
Recorrendo ao livrinho paraaaberroos qaaes lo
Lt onde chftga
dade!
_________-J* {
* parvera
BBMl
_ stan;e,
Biso saber-se quera foi Abra*fc,por q
ioe M elle chamado, asara como que
iraanie era qa f i a etaaneate, o Sr.
Pedro H, ajberculo Ja Zaba nft llera atada Mata o De. de Brighaon
^Ko 1 a
eaT
ala* _> tfifliMtfi '/.aka
^am^ ^strar ^^wibw^b^ aawna^^
catada) da hlMtorl nnl-
IV
En o man Bfatedeaie artigo, depois d expr
coneaieateoaaistoa asertado do Sr. condelaba,
eu fk ver que oor meio dalle nao se aprenda mais
qae limpia* data solada e lomando a*ra exem-
pla Nesso Seohor Je-us CbristO, Luiz XVI e a-
peaban, t.>rnni astate para todos que tal me'.nodu
nao prodoaia o saber, mas o oharlaUoJsnaa de
saber como senoaae tenao dato, twrqaaai saber
de No.so Senhor qae fol baptsado no anoo 30 e
que f m crucilicadn a* atao 33: aaher de lua
XVI que reinoo a 1771 a do Napoteao que .a
imperador em (804, nao dando o systema do Sr.
conde Z iba (mappa e livnnho) mais do qua isto a
respeito de uo importantes per*'naneas, verd.i-
deirameale nao saber cousa alguna a reepeito
dalles.
Coatiaaando na miaha ingrata tareta, ostre
alada qua saber do Brasil iu toi desei>berio por
Cateal em 100, que em 18l proelaatoa a sna
iadapaadaacia e que em lfil houve Bella ama
orofi, aao dando o idioma do Sr. conde Z naaia aada a respeito de aossa chara patria, anda
Yerdadeiraiaeate nao saber consa al (urna respeito
dala; amina cono que eo-iaar que os Estados-
Unidos, depois de sua independencia tem sido go-
Tendos par it soberanos. Tazando crer deste
ando qua f^rmam ama monatctiia, falsificar
escandalouneaas-a historia daqueUa grande re-
pblica
Ot prosidantae dos Eiados-Uaidos, como ho-
rneas eminentes, devlam oceupar os qnartos com-
partimentos no mappa do Sr. 7. iba e nanea os
quintas que, conforme a expaalga feitt por elle no
aea limado, slo destinados aos sjderaflos, salvo
aa par essa senhor ser presidente de ana rep-
blica ser re, ser imperador delta.
Antes da entrar na aaaiyse da historia antfga
aaae prometa que hala oeste artigo, srja-me
permitido dar man aigaos oxerapto da historia
moderna para tornar aiada mais patente X aenna
* ma importancia do trabalho do Sr. conde Zaba.
A historia da (ks ob jrta da America 4 ooatada
por esse senhor do modo seguiote: So anoo de
t 92 Colembo fez as su as prime i ras descoserlas I
A dec berta da India pelos portoguezas, o Sr.
eoade Z iba a resume combinando o mappa con o
livrinho as seguintes palavras : No anua de
1*96 leve lugr a expelido de Vasco da liorna, >
assira como Ja vimos que resumir toda a historia
4a destosera do Brasil as seguintes palavras.
< No anoo de 1500 o Brasil fui descberio por
Gabral.
A historia de Joinoa d'Arc, ess> barcina que li-
brtou por assim dizer a Franca do jxo dos in-
glezes, aoando iodo pareca perdido para o seus,
a cantada pelo Sr. cooda Zaba nes seguintes ter-
mo* < No anuo de 1129 uouva em Franca unu
13 ti i bar Ilustro chamada Joanna d'Arc I >
Mas o que ella fea, as batatbas qua pelejou,
como foi depois martyrnala ote. etc., nada lem
valor para o Sr. conde Zaba I
A grande revolugao ingloia que ao seoulo XVII
"acibou com a monarchia matando o re e procla-
mando repblica, como se pensa qua a costa o
Sr. coade Z*ba?
Simplemrnte deste modo ; No anuo ie 1649
houve na Iogaterra urna ravolucao
E' dsste mesmo mu.i que elle cuota depois a
tremenda rovoluco qne no #e\u! j seguiote aca-
boo com a monarchia em Fraaga, mauodo lam-
bem o ro e prctaman lo a repblica Ti No anno
de 1789, diz elle, houve om Franca orna revola-
cail
Gimo se v, o cliar'utanistno apurado al
quinta samela!.
Nao podeodo contrariar o qne taimo dito, coos-
la-me qo o Sr. crnle Ziba se desenlp* agora di-
lendo que nao ensma a historia unir-erial, mas
qna aprsenla soraente um method para aquellos
que a abem podaran rocorda-la com lacilidide;
oras eotao pergun'.aiei c>mo o intitulametbedo
para o e-ludo da bis', tria universal t Com" anda
preparando meninos e fizando com elles exposi-
fi"i< publicas? Gomo o ofrece ao governo da
prov.beia, por venda para ser adoptado as
aulas I
Domis, de qna modo recordar-se a historia,
' j- exemplo dos Paizes Baizos, da Suissa, da Sue
cia, da Gluna, da Persia, do Japo, da India, ele.
se nao se eoconlra sobre estes paizes urna su pa-
lavr nem no mappa nem no livriaho do Sr.
conde?
De qne modo recordar so a historia da revola-
ba) da Inglaterra, da Franca, dos Estados-Uoidos
sabendo se apenas conforme o rrappa e livrinh^
qae no aono talhonve urna revoluto na Inglater-
ra, n tra nos E-lados H.iid.is f
Da que modo recordar so a historia dos traba-
Ihos, paixao e nortada Nowo Senhor le*us Cts
lo, sabendo se apenas, conforme o mappa e livri-
ahp. que f ir elle baplisado no anno tal e crucifi-
cado no anno Ul .'
Poi- quem pude reter na memoria toda a his-
toria de Nosso Senhor, nao poder reter tambem a
data de seu baptismo e de sua crucifica jao para
que Ihe-cja ue ;essario recorrer ao mappa e li
vrinbo do Sr cmde Zaba ?
Pui< quera pode reter na memoria loda a histo-
ria do Brasil, nao poder rtter tambem a data de
sen desc brimenlo
_ quataes obsarvaedaa sio fdina por
vtugaaca, por qaa sea metbodo ex-
Paseando ao scalo 19 acharaos no mappa ca*
co syrabolos, um indicando ruinas por terretaan
no anno 4.! outro indicando nascimento de homem
eminente no anno 5.% outro indicando morte de
homem eminente no anno 42, outro radicando nas-
cimento de outro homem eminaate no anno 55 e
finalmente, oatro indicando a norte de homem
aniaaota no aano 7 i
Recrreme ao livrinbo achantas os nomes Sodo
a a Gomorrha, bate, Sara, Bbaa a Jacob, Abra
dio, e eolio a historia desso scalo ser contada
e.Qforrne a methodo do Sr. coaaa*aba, da maaei-
r seguiote : No anno 4 Sodema e Gomorrha fo
ram destruidas por um-terremolo ; ao ana 5 aa-
cea na Jada ora homam chaado Isaac ao- ao
0a Ai marren l urna mu(ber chamada Sara ; do
'o Sr. Angosto diaaa ajaa sgajnaM aar pessoa
da familia ar isa nao qoeaMae sabina ao pu-
blico; nao tac >.
Compra oa eacravoa o Sr. Aagasto, popha-oi
dabaixo de conflsaao juaodo por sxtaava pcaea*
dar, as a-iaoda o {acto luz do MbMfo j nao
convm; auioridaaV conpelMla/Cabe tomar
conneiimenio a (azar pohiiaa anl* ijo aegra-
danta, a a mesma aatoridads nM.pod.aae8st>tir
qne passe impune, a sejan veodida os escravos
onda poaaan aonnattar iguaes crimes oem fami-
lias as mesroas circnmstanciaa.
Senboras radaetaM. Introrisa-rae qoaado ooco
dizer-Fuao Tiaajim se de algoam, tirando me a
existencia,-^ oom qaurorei 'irar em miaba aro-
vinera con o Boma da propaiaaVar de veneno de
faosia I T islo lagar ? sopponho que
X
aoao C5 Qisceram dous homens chamados Esaa # Ajinado ajaasa Ui *m a*|or, pan vez qae ornes
Jacob ; no aono 79 morreu Abrabao. r*-
Ij' de quem oasceaa liaac, quem era Sara, ao-
mo Ihe fot predilo que tria um flibo s-udo j
amantada em anuos, de qaen nasceram Esau a Ja
cob, onde morrea Abrabio e a qua fez elle em
/panto vivo, assim como por que causa f ram So
doma a Gomorrha destruidas, a o qao se acta b ja
no lugar em qae eslivjtram situadas, sao coasas pe-
peniuas qae o Sr. conde Z iba aaanando a histo-
ria universal ni) julga aeceesaria eaMnar.
No seclo 18 eocooiramos 6 ymtmlos, e proco
rando a explicagao J*eiles no livriabq mysiaroso,
adiamos lo Jos vendido, Isaac, Josa g.iveraador
do Egyplo, os Judeus habitra a ierra de Gessen,
o qae nos permute Icr a historia deesa sacle, tal-
lo conforme o metbodo do Sr. Zaba, da naaaira
seguiote :
No anuo 38 morreu Ismael ; no anno 56 naajajl
Jjs : uo aono 71 Jos f vendido ; na anao Q$
morreu Isaac ; no anno 86 Jos foi guveroadar do
Egypto ; no aoao 95 os Jadeas habitaran'* Jarra
de Gasten,
E a qaen observar que islo naa histeria, nao
nada, pois que nio se sabe da qan naaejan Is-
mael, nem o que sobra ele foi pradito ; mas da
quem oasceu Jos* nem por qaan, nen por qae
nem para oc.'e fot veo lid.) ; otra como ehegao a
ser governador en atoa trra estrangera, nem ao
me se houve eoai a md her de seu senhor, nem
:orao inlorpretou as soabos do Pbara; o ate, ote.
u Sr. conde Z tb* responder que s un genio ma
liguo pode Ukt tal observacao qua alia levou 30
annos. aprotuBdando o sea ratHAfllo a aao se de
aada diiso tramu p,r qae vio que nada disso e
preciso saber-se na historia universal.
No seclo 17 tamos, compacaadq1 o Tfiajri cota
o li vrin.no, ojprta da Jacob ao aun 13 a raorto dei
Jos no anno 66, man oada raorreram ellas, o qae
oredisse Jacob a cada um de seus los, que aao
os (roncos das li tribus da Israel, o qae le elle
iara casar con tuas dua* primas L'a e Rajsbei e!
porque modo tihteve para si'o direito de grim/an
rutara que perteneia a sa irmia Es ate. -etc.,
sao cousSs que na opiaio do Sc^ajie oa mlf-
reva aber-sa. />
Ns secuto 16 achamas, courbiood^ saapre
manpa e livriuua. Ario, atsa, (gda.MoiMh\
tras quem er^ Aro, qAjadtfejlga eaftaen aatff
os Judeus, quen ej-* Moiss, ei>da oaaaaa, oaaV
Un cri:ilo.M#a (i salwo da ag^sas, d'aada ia\
liara onda tugio, a pof qua fugia, fa*oaa-aide
que, por pequehinas, o Sr. coada aav!%B davar
aecuaar-se. .,;._
No soculo lo achamos xodo ao aatu> ifl, pta;
le no sano 30, morte da Momos aa aaao % or-
te de Jo-u.'. ao anuo oS, mas o qua s emende por
xodo, que foi que sabio, donde salii-, para
onde sabio, e que occaiioaou a sshl*, o^ndaab
ve da rairaculoso durante a viagam, islo a pas-
sagem do> mar vermelho, o nana, no deierto, a
ayua sabida do (ochado, a celuna de f.igo du-
rante a noiiee a columaa de nuveni durante o
da; onde morrea Moiss, que le. deu aos judeus,
o que fez Josu, para que rjm fez parar o sol a
onde morreu, todo ficnu ao eequaeiiiieiilo, d'onde
se cooclae ou qus o Sr. Zaba o oo sabe oa que
seu methodo, nao obiunia o parecer qua aa eo-
conlra as obras do Dr. Brightan nao o aada
dar.
No seculo 14 tola,a historia, s?guadj o Sr. con-
de Zaba, aoosista em stbar-M ana aa aoao 8f
Viviana Jadea urna mulhir Ilustre chamada
Ruth.
No sezulo 13 essa historia lmita-se tambem ao
seguate:
No anno 16 viva urna mijlher chamada D1-
bora, no anno 53 Gadeao derrotqa. os Madianjle
e no anno 76 viva ainda um homem eminente
chamado Abimeleik.i.
Se passames ao secuto 12 a historia contada
do modo seguale;
No anno 23 Jepht derrotou os Ammonltas,
no anno 84 morreu um homem eminente chamado
Sanso e no aono 85 vivia outro homem eminente
chamado Samuel. >
Mas quem foi Ruth, quem fui D-bora, o que fl-
zeram essas mu Iteres para figurareui oa historia
de sea povo ; quem foram'Gaden Abinelech, Je-
pht, e Samuel; como venceu o priineiro aos Ma-
dianitai sem combater, o que acontecen ao tercei
ro quando vultava victorioso para casa, quem foi o
ultimo, o que Ihe aconteced em casa do summo
sacerdote, e que ampregp exerceu entre bs Ja-
deas, o Sr. conde Z iba emitlio lado, talvez por
qae jalgoa que tantas particularidades erara urna
carga demasiadameole graade para inteligencia
dos bra-ileiros.
No seculo l a histeria contada do seguiote
modo :
< No anno 6 reinoo na Jadea Sal, no anno 38
morreu G ilias, no anno 56 reioou David, no anno
78 Absalo fez ama insurreigo mal uccedidi, no
anno 86 reinoo Salumo, no aono 97 foi o templo
dedicado.
Mas quem era Sal, de que molo foi feito rei,
consa nova em Israel guern era Gjiias, como
morreu, se natural ejrtoleniamenie, e oeste ulti-
mo caso quera o matn, como o matou qaal o
resultado de sua morte para os judeus; quem era
David, como chegaa.aser rei de simples pastor
que era, como se tornoa celebre, a historia do sen,
Armaos aodh-i do eo
por nm at> desea
ica qae ao da 3 oa 4
llcto horroroso em eaaa do Sr" Au-
Ti da Sonta, cojo (acto me ara at-
niaha aogra; naa a astada desta
Wore-sa^H na poasa exptar, | Ws,
palo sea sHdre, anuo par hvraf rainha rs
tacio, ; -f
1 este ailo tana no raaodre d
qae setaW Hf aa*
ditaer 4 |on a sha soffj
ie lia b^Blo.
_ronCdT
nao; son nal defimilia,-tive mais oa meaos edu-
ca1
aa
aq.uTm.esajo niBaix Ve/da*aaaunrova^e" n^taI{^"Tf
praca com esta familia quem eslou lijado, elles1
(kspachoi t toeportoffo no da 19 it
$ete>hbiv.
Pan' Of portoa do exterior.
Na barca francesa S. Louis, ara Liverpool,
m : Roberto Ligtbbona 4 C 49 sacias
[881 kilos de algodio : Man llthao 4C.J
saceas com 116 d toa de dito.
Na barca fraaeaza Filiti, para o Havre,
cirregaram : E. A. Baria & C. 266 saceas com
le algodin a Mi awaros s
,671 ditosf
francea 0. tfnac<
rregaram:; AnorlaLfroi
5 meias dhaskaol
JB?JGX*JL
tiva mais oa menos eda-
.ligado, elles
2ae o digam se qnizerem ; a como se:
e seneluante attentado?
Gmarta-na par panoas Jaaaspaltaa vindn d'osn
praca que os escravos vio ser remetiidos para o
Rio da faaeins a aBtawaaagnanVleade \i me
rpponhJ, e peco pela presente publicacao ao pu-
Mtea eai primeira lOfaav tUUn. prniMia an
provincia, sos Dr. ebefa de polica ejuiz tn.an.ic.i-
eat, aao delegado da pottei do termo rraa cba
mem os escravos peraata a jaatica, a evudiquara
desse fado alna de que aearrete can a responsa-
rezon
com
litros
os porto do iaterior.
aa /da/i|o. aars
seo Alvaj Matti
de assnajB finafl pipa eo u
dente.
a 20.
2:-7-#t-
ISA #
Me opponh^, j disea, e peoo ao Bxn. presi-
daan da provincia, aa Dr. chafa de pobea, que,
ao caae de j teran sido inbareadas ditos asea
i* os reqaisite para saren ioterrogadaa^e'ae ios
taurar o competente praawsa.
Rigo aa pabhco que .aspen !a o san jnizo, at
qne posta provar cora j mesmo publico qnem o
autor do atteoudo, parque asan c naicto qae.
aera o Exra. presiden l da provincia, e a Dr. ebefe
de polieia, consaatiro qaa om (acto goal pasee
desapercebUo.
la entra nina c 8*. Augusto urna desailaifa,
a qual nao chaga a ponto da aa pratiar ama a
gano* lo mesquioha a ravultaiita, o mesmo juizo
fajo fl'alle, e se da sna parta ten nienees de me
uffeudar, cano oa duvido, per maja oRnsas qae
en teuba i eebiaa.
(Jaixa-VardeC de agesto de 1871. ,
hronym heoiotio M Stc* Iwrem.
.-.uak' .jg\
i:mil:
n. Ifl-lftCA AOS DOBXtR? O LEREM ES-
TE3 FACfOS. I -F.oratn oBeo-cidos .n>ais de mil
e trwentm adlctnres do> prdpaes*'jornaes nos
Estafos-Uflido;, pacotp.3 de araoatri's cootendo as
pilotas as-ucaradas da Brislol, acomMb*rte flo
pedido especial qqe cada uro dos eTlictores Gzasse
sciente a sna osinrao quaoto ao resallado dos et-
ilJS^roduzidos pof rnislo do snas fitiilii3 on
Jas amigos dnentea. Da innameravel auuiero de
sasftetdrias n/odiflcai-Ses publicadas en resposta,
extrsbhnos.as segnintes passage^s :
~ St. R. B. Cros^e! do Dailf-fiaes, dfc : No
fiunv senhora, ama su pareote.enejtad*, s
" i e/Jectoarim a remortb da inclhCWs hy
as qne Irajrram axtt.rju para data de tres
aPttilhw J^L m". ^ ?.'. -^ *
J. B. -OooMta da rtqrtWftftete. diz : Qae
efl rara pTomptameate sllfriado l'atn estado ebro-
nico da eatotpedmeato dos Intestinos, aeompanha
do d'oroa pentvo! prisio de ventre, mffante o oso
das pilotas que recebera en ontnbroprpri'"*' -as
salo : e nao reeeia recatada aljama. ?>
O Sr. J,!jseph EwaiMs, do tTribubr /&-.
< Eu me jutgava, assim ras pareca, aqsjMajpMaSi.-
co incuravel, porm dons frasquinhos d's pnis
assacaradas de Bristol, flzeram iotelraaentefdes-
apparecer dita minha molestia, da qual haviaf ildo
um martyr pelo espacp d pouco mais oa menos
doze annos.
Similhanie prona sio mais qae Conclusivas,.
A excedente forma en qn^ as plalas vo acondi-
cionadas mettldas dentro em vidranos de crystal,
as tornara invnlneraveis em lodos os climas e
cbnervamse invarlavelmente frescas e perfeitas.
Era todos os cases de impurezas do saogue, a sal-
saparrilha de Bristol, deve ser tomada conjuncta-
meate com as ptelas.
C0MMERCM3.
sc-brlmento e de sua independencia para I ,>eccado e de sua penitencia, seus psafmos eteete."
qae Ihe teja necessano recorrer ao mappa e livn- n,da disso nos ensraa o o.eihodo do Sr. conde
nbo mystrnosiw ?
Se isto na > pode ser contestado, qaal a valor
desees raappas e desses livrinhos, se nao f?rem
para por ells se aprender a historia, nem para
recorda-la?
E' por aso qae o Sr. conde Z ib i nb se attre-
veu a expor o sfa methodo nen em Londres, neto
em P*ris, nem em Rona,*nera em Berlira, nem
em Vieuna, ma- smenle,c n\o disse em Drightun,
pequea cidade da loglaterra, e aqui no Brasil I
Entretanto, boto pjdia elle expo-los em ouiras
peqninas cilides daquelle paiz, a masmo era al-
gumas da Allamanha, Franca, F1-*pacha ? Itulia
sem gran le perigo, mas tan liara sem nenham va-
lor, porque todos saben que se ha all omit
illusiraca> e saber as grandes eapi'.ae, ha muita
ignorancia tambera as pequeas cidades do cara
io, o qne nao admira porqaanlo mesmo do Pari<
s disse Vollairefc nos versos que outra oacasio
citel, qae era en granis espritt, el a sois toujours
ftrtile.
Vejamos agora como nos anta o Sr. conde a
historia amiga. *
Olhando-se para o sen mappa, aeha-se no sca-
lo 24 antes da era cliri-ia ama graade moldara
azul que, segands as aaplicacoes j dadas sigm-
flea grande ac ntecimento na historia bblica, a
recorrendo ao livrinho para ver qae gratde seen-
teeiraenio esse, acba seo soma diluvio.
Eolao a historia desse seculo ser contada con-
formo o methodo do Sr. c ode Zaba, nos seguintes
torno; No anno 53 do seclo 24 anles da era
cnrutia houve nm diluvio.
E a qu historia universal.pelo diluvio, pois, que b lodo o
intresse (O >aber-se de qae modo foi o mando
eraafltvsorno foi o bornea anido a malbar e por
ajtwTeao estamos todos Jjgeitoss rJoemrig, s'
doras a norte, a bam ttm qae oso baila sa
becaa qm naaBaotal hebra nm (avio, mas qne
preciso siner-ae loda camo a or an ',< _
raftan* esse
soaa que dille
( responder

gda como e por qae causa 1a-
tacniraa, a qoaes a ps-
vm, o que impon m
data dalla, o Sr. eonda Si-
ente qne nada dlss* 4 pr*.
. cande
Ziba, nao obstante ler-ihe castado 30annos de es
tud js proteidos I
Do mesuro modo nada se sabe acerca de Absa-
l; i, pois o Sr, conde nao se digoou de dizer uos
aera quem elle era. nem qae motivo o levou a in-
surgjr-se, nem como acabou ; assim como nao se
lignou de dizer-nos tambem qnem era, Salomo,
nem qaal fora a sua sabadaria, nem a sna fraqoe-
za pelas mulberes estraageiras, nem o esplendor
de eu reinado, etc.
Do seclo 10 al a era christaa o Sr. canda Z
bs poneos (icios menciona a respeito da historia
bib'tca, sendo as pnacipaes os seguintes :
Diviso dos reinos de Israel e Jodi, srrtbala-
menio da Elias, morte de Eiiseu. queda do ramo
da Israel. Judiib, primen o dos 78 annos de capu-
veiro, queda do reino de Jud, valia dos judeu do
eaptiveire segunde templo. Jadas Macabeo, Joa-
toas Micbabeo, Simio Miehabeo, conquista da J
rusalm I
Mas quem era Elias, cono foi elle arrebatado e
para onde o foi; quera era Elseo, cono cahiraoi os
reinos da Israel a da Jud, quem faz os jadeos
cap vos, para onde forana levados, como por-
queta foram libertados, qaen cram m Machbaos
como raorreram, quem persegua oa Jadeos, quem
era Juduh, o quo a loraou celebra ao meio de seo
pora, etc. ele. oada disso o Sr. cooda Ziba julgou
tj/ie devia saber quera esloda a historia universal.
O proprio Daniel que faz lo grande figura na
historia santa, j pelas raes propheeias, li pelo
modo mtbgroso pelo qaal sanio ao e salvo do
lago dos leoes; os prophelis Exequial, Jerema"
Joas, Isaas Amos, Biruch ete.; Esllierqaemulher
d^ am re esiraogeiro, te expoz morte paratsal-
ar o seo povo votado deairniecao por Aman ;
Mardocheoi to de Esther qua tia graade parte
leve ao ae:o heroico por L-a ptautado, "nbana-
meBsaoflsereeeram doSr. coada Baba, assiascoran
naahnma nereceran lanbem o grande G*ro
o randa Alejandre. fuDdadoras dos npnrioe persa
Oigaaia, aan o jaadadnr do mbaria d Aeelrioa l'
E assim sa eosuta a historia, on se eosava
a recorda-la I u
Pfc.F. V'Ctilato,
Seguros contra-fego
COMPANHU
NORTHERN.
Capital........20,000:OOOOO(i
Pando de reserva .... 8,000:000*000
Agentes,
Mills Latkan C.
IMPERIAL*;
Oompanhia de seguros contra
fogo.
CAGENTES
S. P. JOmSTON 4 C;
Ra da Seuzala-twra a. 49.
32:419dfW7
COfSUCADO ROVWCfAL.
Benainesto do (dem do da 20......
b awirriT o.
39:123/359
677*190
39:800*349
J..1" l-.l1^^P***^"^^*""f"",WB
MOVIMENTO DO PORTO.
iVaaio sahidos no da 20.
ParahybaCrvete naeioaaj vapor Pardease,
comman Jante capujo de fragata Francisco Jos
Coefho Neto.
nistryagSe.
Ifio honve entradas. Appare:e ao norte an
bntoe.
ED1TAES.
O inspector da alfandega faz publico qne
Brectaa ecnsreaar cal concert dos movis abaixo
declarados perteoeentea ao servico da mesma re-
particao, para o qne convida qaera os queira
fazer v exaflaal ae aaresaatar as snas pro
postas em carta (echada al o dia 30 do correte
r sec/jo.
Urna cadeira de Jacaranda ewn
assenlo de pailmh-.-----.... 3*000
teas datas da amarello eon dita
dito....................... dOOO 9*000
fsiataa
Um banco com asseaio de pa
mnba................... 10*000 M)<000
3* saeti.
Doas cadacm de amarello cora
asseaio da palhinha........ 6*000 6*000
Aemazem .. 1.
Urna mesa de amarello com
okaao...................
Dan mochas con anean de
patojada................. 6*000 16*000
Armasen n. 5.
lia arnario concert a matura
Um mocho com assento de pa-
Arnaaan a. A
Una raes* com oteado........
Un armara, eoacacta e piala-
ra........................
Duas radeiras da anaraba aan
assaate da aalhsha.........
10*000
6*000
>*60t
3*000
8*000
40*000
6*000
Urna mee.
Dnas cadeira*.
Dous lintalros.
Arraazem 'n. II
\iilPra CaaOrlan.
Doas tinteiros.
Aotiga gasrdamerii.
Urna mesa.
Um mocho. -
On linteiro.
Salado armazem n. I.
Una mesa.
Duas qaartioheiras.
Sala da 1' porta.
Seis tinteiros.
Atfsndega de Pernambaco, 16 de setembro de
1871.
__________Emilio Xavier Sobreira de- Mello.
1 asuman do au^erlor
Da ordem do Iiln. Sr. coronel conmandante so-
penar faca publico qna ao da S3 do crranle
nea. pelas I i horas da rasabas, baver Bastase
creiarta reuoiio da junte raadles ; davendo lodos
oa seabores offlciaes e mais pravas que requere-
ram ser inspeceioaadea, aprnaaurem-se no indi-
cado da a hora.
Secretaria do commando superior da guarda
nacional do municipio do Recite 18 de setembro
da 1871.
Jos Carolina Abes da Fonseca,
Capitao secretario interino.
O inspector da alfaodega faz publico, qne
sexta feira i da corrate, depois \Jo meio da,
porta da mesma repariicio, ser vendido em hasta
publica, livra de direitos ao arrematante, an bar-
ril com vinbo tinto da marea G D, avallado an
35*680 res, o qaal velo do Havre no navio fran-
cs Fideliti acorado no mes prximo passado, e foi
abandonado aos direitos por V. Grandin.
Alfandega de Pernarabuco, 19 de setembro de
1871.
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
83000
Dons i
tara
Um cad
"palhinha
244000
19*000
Uflsaneeaeemo!
Dona armariosconcert, e pin-
tura..................... !G**flOO
Dons ranchos om awewe de
palhiaha-................. dOan 30*000
Attoaaecnvn H. .
Urna mesa com oleaeW....... 10*000
1 n armarioconcert e piala-
ra,...................... 8*000
Dooi mocho con assento da
palhiorn.................. 6*000
Urna cadeira de imareUo coro
y asepoto de palbteha........ 3*000 27*000
Aniga guirdaraori.
Una mesa le anareUb eon
oleado................... 6*000
Um lavatorio................ 1*000
Doas cade tras com assento de
paihwtia................. 2*000
Um mocho com dito la..... 2*000 11*000
Telheiro.
Quima carros da mo a 15*.. 223*000
Um dito de raadeira......... 4*00) 229*000
Ponte.
Um wagn de caixao.......... 30*000
Um dita dito................. 20*000
Cinco ditos de raesa a 13*000 73*000 145*000
Sala do arraazem n. 1.
Urna mesa-coneerto e oleado. 10*000 10*000
Sala da 1* porta.
Dan mesasc lacerto e oleado 20*000
Quatro cadeiras cora assento de
palhinha................... 12*000 32*000
Slereomelrta.
Um banco com assento de pa-
lhinha.................... 8*000 8*000
584*000
Alfandega de Pernambaco, 16 de,setembro de
1871.
E/itii'o Xavinr Sobreira de Mello:
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool 4 Looilon A Gtob
Insurance Company.
Agsftles :
Sannders Brothers 4 C.
11Corpo Santo11.
THE ALLIANCE BRITISH & FOREIGN.
Life and Fire Assuranoe Companv eslabelecida
em 1824. Capital 5,000,000
Os agentes daata eompanhia tomara segaros
contra fogo sobre predios, gneros e fazenda e
pagam aqui prejoicos devtdamente provados.
Rabe Scbnetna A C
Corsa Santo a. 15.
i'HAGA DO REOFS 10 DI SETEMBRO
DE I8J1.
aa 3 1/1 boras da tardb.
CotacrJes offlciaes.
Apollces da divida pobliea provincial de 8 0|0
a 95 OjO.
P. J..Mita.
SecreUrto; -
Rendiraento do da 1 a 19 .
dem da dia 20. ,
o22:854*72l
32; 6*0*551
545:nd5*27
HtfTlaaeatn ala a I iba efe t a
O iospecior da alfandega faz publico, que
precisa comprar para servico do expediente da
mesma repartteo os movis abaixo declarados,
para o que convida a quem os queira vender
a apresenta r as snas propostas em cartas fechadas
at o da 30 do correte mez.
1.* seceo.
Urna cadeira com assento de palhinha 8*0(>0
Oaalro tinteiros 12*000
2." seeco.
Tres tinteiros 9*000
Armazem n. 1..
Urna mesa de amarello com 130 cent-
metros de comprlmeato e 87 de
largara 33*000
Um armario de louro enm 220 cent-
metros de altara e 14S de largara
eovernisado 60*000
Armazem n. 5.
Urna mesa de amarello cbm oleado,
sendo de 130 centmetros de cora-
primento e 87 de largara 35*000
Arraazem n. 6.
Um tintetro 3*000
Armazem n. 7.
Doas mesas de amarello com oleado
e asmesmas dimensSes cima 70*000
Urna cadeira com assonto de palhinha 8*000
Doas tinteiros 6*000
I Armazem n. 9.
Urna mesa de amarello com oleado e
as mesmas dimensdes cima 33*000
Daas cadeiras eom assento de palhmha 16*000
Dous tinteiros 6*000
Gaarda'-moria.
Urna mesa de amarello eom oleado' a
as mesmas dimen-es cima 35*000
Uro mocho com as-ento de palhinha 6*000
Um tmteiro 3*000
Sala do srmaiem n, I. '
Urna mesa ds amarello eom oleado,
sendo de 139 centmetros de eom- '
primeoto e 87 de largara. 33*000
Um qnartioheiro 3*000
Sala da primeira porta.
Seis tinteiros 18*000
Armazem n, II.
Urna cadeira com assento de palhinha 8*000
Doas tinteiros 6*000
pesando 186 kilos, at.ado em
brira de l_
600 rs. o kilof, total U1*(BL
Urna diu n. 21, com 24 pecas de brim da lnho
iraacado, pasando 170 kllog., avallado em 800 w.1
o kea^fe, JMAV
-------------^M tabaco 20 de setembro de
S.)hTi!ira de MeH
O Inspector da alfandega faz publico, qae no
da 30 do coataaie,
veudid s era hasta
particlo, otobjec
tas a'ditalaaarli
Urna cadatni-de j
Quatro tiaaaaros.
Tres tintebaa.
meio dia, le/lo
parnacen-
ma atado.
lazei
Urna mesa.
Um armario.
Um tinteire.
Doas mesas.
Urna cadeira.
Doas liaieirr.
1.
Armazem n. 5.
Armazem n. 6.
Armazem o. 7.
Armazem n. 9.
Votemos entradoa* asea tazendis
con ganaroa
ttemes sahidos
cao ganaros
318
76
16f3
777
DasearregJO boje H de saianbro.
lugar norte-allenio Der Prtr'himt-ukmio
Sanaca hneaahola-Joerm ajtrfa ltaraalio
Pa Uebojpsirlaeo-Hiiaida-flrtadarda trigo.
Km
417*000
Alfandega de Pemambneo, 16 de setembro de
1871.
BtrtliO Xarter Sobreira de Merlo.
,^


v.
O mipector da alfandega taz poabee qne
aaaaad* A3dWeaarca>, dei>ii4a mate diai por-
ta da mesma raaarlieAa, seria.vaadMaa asa baate
pBWlaaj liara da darains ao arrenstaate, as-uar-
aaaanjdt aXB eVaadaradas, vaadaa an. brhjaa di-
aamaaanaat^nawd, araaadaate da Achaerpia, en-
" aasatajBaa^nbisaaa-ieaaaignaaaa orden.
n s**rf Amana a. i.
mayC Fifia, 11, em 86 pecas de

BECLARAC0E8.
lu mi
At o dia 25 deste mez o IMaa. Sr. Dr. jote do
eoenraercto receba proposta em carta fechada pera
a arrematarlo por venda a qnem mais offerecer
sobre a avaaclo de 600*, dada ao eicravo Late,
wioaeo. de idado de 10 aano*, pon raais on me
nos. Esti exposto quem o qoera ver, aa can
do Sr. Aatome de Soaza Braz, na roa da Impera*
Bba 3t. _________^^
SANTA CASA DA MiSERluORDlA DO
REC1FE.
A Itlraa. jauta administra .iva da santa casi dr
miaertcordia do Recite lea do da reconstruir o pre-
d quepoeaoe a pateinaote dos esiabelecimenios
de oaridade i raa da Koeda, eon doas andares a
setao, transformando-o an outro de nui s anear
qae aotiteaha doas arrruzens, un no pavimento
lerreo e oatro no sobrado, e os predios ns. 2 e 13
a ru do Burgo*, precisa oontratar esaas obras
nm quem por raeno- preco se quizer encarregar
lo effeclua las, padeudo serem aproveilados o
tnateriaes qae ferem lirados dos amigos predios
t jaldados en hora estado.
Oa pretndeme? devere apresonlar as sua* pro-
postas em cartas (cenadas com declaracao do m-
nimo peque lazem cada urna das radicadas obras.
Secretaria da santa casa de misericordia do Ka-
fe 21 de julho de 1871.
O escri vao,
Pedro Rodrigues de Sooza.
Santa Gasa de Misericordia
do Recife.
Tendo a junta administrativa desta santa casa
de mandar pro:eder aos soncertos de que precisa
a casa terrea n. 47 da ra do Padre Floriano, as-
sim como ao fazimenlo do muro do quintal da de
n. 17 da ra do Nogueira, recebo para isso pro-
postas afim de contratar com quem por menos
tizar ; os esclarecimentos podera ser dados ns3ta
secretaria.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife 12 de setembro de 1871.
O Escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza
qae poder ser coasa***
i santa casa da misericordia do Ra-
Dbro da 1*7!.
O aaatvio,
Pairo Rodriga es dbSboa.
SA3TA. CAM t^sWHfcatTORE^
DO RECIFE.
casa da nise-
o forneainea-
consumir todaa-
rgo, inclusive o
de oniabn a
'
AJiinta
rieanliado
ta dacatoe
oaaaubeUc
mf de men.
deaaaioro.
aVebe propaaas aa na
3 horas da tardo do aaa ti
Secretaria da santa eata
safo 12 de selesabro da
rente.
ricordia do Ro-
tm.
180JOW
180*000
18HHDO
40*000
_____________btdro RlWr^Wrt Soaza
SANTA CASA DA MlBHICORDIA DO BECIFB-
A Rlm. junta administrativa da Santa Casa dv
Misericordis do Recife manda fazer publico qaa aa
sala ^ anas sessoes, no da 21 do mez-deselenhrt-
pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrematados
a qnem mais vantagans onereeer, peto tempo de-
um a tres annos, as rendas dos predios em setai-
da declarados:
ESTABELECIMETTOS DE CARfDADK.
Travs a de 8. Jo.
Casi terrea n. 5......
dem dem n. 11......
Raa das Calcadas.
Cata terrea n. 38. .... .
Raa das Cinco Pealas.
Casa terrea a*
alza Rm de Hartas.
Sobrado n. 4o (andar e setao.)-. *
Roa do Mog ueif a
Casa terrea n. 17...... 304*'O
nna dos Aeaugninbos.
Casa terrea n. 26.......7**:
Roa do Azeite de Peixe (travesa da Madre Paos)
Sobrado n. Ij-.......rlilaHat*
Ra do Prdre Fktrianoo.
Casa terret n. 03......
dem n. 47........
Ra do (lalabonco.
fdem n. W......
Raa do Amorlra.
Sobrado de 2 andares n. 2
Raa do PHar.
Casa terrea n. 73......1H
Roa da Gloria.
Casa terrea a.* 61.....
teriba n. Wl......
n. 93......8 .
(dem n. 56.........
Raa ds Pooie Velha.
Casa terrea n. 32.......
Roa das Cateadas.
Casa terrea n, 36. ... .
Raa da Roda.
dem n. 5> v ...... .
dem n. 7. ;.......
PATRIMONIO DOS ORFflAOS.
' Lirgo do Rosario. -
Primeiro andar do sobrado n. 20. 2l4*aaa>
Roa do Sebe.
Casa terrea n. 43.......
Ra da Gola.
Casa terrea n. 27......
dem n. 29........
Largo do Pazaizo.
Loja da frente do onradon. 29. .
Ra das Larangeiraa.
Casa terrea n. 17.......
Raa de S. Jorge Pttar).
Casa term n. 94. '.....
dem-. 105 .
dem B. 102 .
dem a. m. .
Mem n. 108 .
dem t>. 98.........
dem n. 96.........
Sitio da Mirueira......
Os pretendenles devero apresenlar no i
arremataco as suas flaneas, oa corana
seompeohadoa dea respeetives fiadores. "
Secretaria da Santa Casa de Misericordia-<
site, 21 de agosto de 1871.
O eserivie, **
PfdYo Rodrigues de Souttk
3*0*6*-


aanoata
ImSm
192*601
23V69*


: '.
e
-
THEATRO

'.


SANTA CASA DA MISERICORDIA
DO RECIPE.
A junta administrativa da santa* casa da mise
ricordia do Recife precisa contratar o (ornecimen-
lo ds pao. bolacha e arsucar que liverera de can-
sumir todos os t stabelecimentos pos a sea cargo,
inclusive o asylo de mendicidade no trimestre de
outubro a dezembro.
Recebe propostas na sala de suas sesses, pelas
3 horas da tarde do dia 21 do crrante.
Secretaria da santa casa da misericordia da Re-
cife 12 de setembro de 1871.
O escrlvao,
Pedro Rodrigues de Souza.
SANTA CASA DA MISERICOrtDIA
DO RECIFE.
A junta al ministra ti va da santa casa da miseri-
cordia do Recife precisa contratar o fomecimento
dos gneros abaixo declarados que lem de consu-
mir todos os estabeleeimentos pios a sea cargo nos
mezes de outubro a dezeabro.
Recebe para islo propostas na sala de snas ses.
soes, pelas 3 horas da tarde do dia 21 do cor-
rente, v
Aletria kilog.
Arroz do Maranho idem.
Azeile doce litro.
Dito de carrapato dem.
Agurdente idem.
Racalho kilog.
Batatas idnra.
Cha hysson idem.
Dito prelo idem.
Caf em grao idear
Carne secca idem.
Ceblas canto.
Facioha de mandioca da Ierra IWro.
Fumo do Rio kilog.
Fi-ijo mulaiiobo litra.
Fareilos saeco.'
Gazlata.
Milna sicco. o* ifaa i. ;-
Maneiga francesa kUog.
Sibo dem.
Sal litro.
Tapioca idem.
Teuciobo kilog.
Velas de carnauba iem.
Ditas stearinaa ieosvo, aeob un
VtoBjrre litro.
Viaha de Lisboa idem.
Dte braaco den.
Secretaria da santa aasa fla rnisarieordada Bo
cifa 12 de setembro da I87i.
O nrabr jagni aaaawaatf
Psdn Hnanae ita loav -
SANTA CASA
DO
A libas, joata adoMnMaaaiab da aaan asa, na
r'ata*faira 21 do correase, palas a horaajn 4aa>
tem da ooatratar o foroanne* dea nadwa*-
mentes que- hoavar de aoasanir a bauaada loe-
paal Pedro l aaafnesire daeotahMa deaanbro,
tendo preferencia aqaslie dos licitantes que nasa* I databa
aba tmenlo Dzer sobre os precos caaaMa^ alBuicaii moleqae
COMPANHIR
DE
ZMizui mnmu
Sexta-ftira 22 do c >rrento
Beaeflcto do corpo de coros.
Representar se-ha a mu i tu linda e applandida
opera em 3 acto?, intitulada
B0i!IM
Toma pane toda a eompanhia.
O resto dos bilhetes achara-se dsposici aV
pnblieo, de quera os beneficiados esperan teda
a proteccao, no escritorio do theatro.
Depois do espectculo baver om tren q*jr
tocar em todos os pontos at Apiuocos.
N'om dos intervalos ir aos camarotes a bena
ti ciada cemprinentar os Srs. qae afeitaran a.
prolerciio solicitada.
Corae;ar s horas do costnma.
THE4TR0
COIPANHIi DRAMTICA
Sabbadt) ir3 de setfmbr
ESTREIA DO 1. ACTOR
Tliomaz Antonio EsfHtca,
Primeira represeotacSo da grande a mignatai
comedia em doas acto*, imitada do franeez pelo
distrae to eseriptor portagoezo Sr Aristides Abran-
che*, intitulada .
0 TO JIMIO
4
Personagens.
Meslre Jercnymo, padeiro Sr. Thomaz.
Tbiago dos aojos, propietario Sr. "Brechado.
Luis de Olivetra Sr. De-Gibaabai..
Augusto filbo de Jfrooymo Sr. Rrag.
Jos, por alcaoha, O Peliz Sr. Peregrino.
Aoastacia, nuler de Jeronymo D. Olyatoia.
Jaria, sua Dlha D. Carola,
A aeco passa-se em Lisboa oa'actualidade.
A comedia 0 To Jeronymo foi representa -
da, era Lisboa, innmeras veces; e no theatro 09-
S. Luiz, na corta, sabio a cena mais de 60, cra-
se curvamente, mereceudo eptha.'iasticcs appUa-
sos e elogios de teda a mprensa fluminense.
Segne-se a segunda exibicao da iaieaaasaale
mutlo applaudida comedia eoj. um acto, aada.de
msica, denominada:

Ic^8^
OS VETERANOS
DA
SilEHRA PEHWSEjVI
Persooageos.
Tomsm parta oa Srs. Brechado, Paiapifa|i-
Gifivsoni e D. Onrolina.
Tarniaar a espaclaculo a liqda aadMMnaW
acto, original braeileiro, orMl>alamal"
talada **?.
QtiWB"pens -fti^MIa
bal ae zj 1 Pora
Germano, despaobaat!
-- daaai.ivj i-aS
Antooio, Idem
KagMte, aaixeiro
Frarisbflla
4

nn^


diario d Phtntmbvic Oonta ein Si Je Selembro d 1871.
*.v

A sii passa se ao
P*
AVISO
canuaodiaa*
tiMMf,
[correr
iann-
I fO*
tama-
i do lado do jardim. i . o cmirM, por.meio dn vatro portM
is reertda familia*, noa irawvalloi, ped-
cena nanear.
tenilheies hM|m eide ji o theUro, pelo*
acope stfolntc: *
Camarote de rreote cora 0 arada* 144, doe
* geni ntooo.
SOCIEDADES
IUtli 1TE1R0 E ARTISTA}
WAWI LIRIA i
Pac ser doroiogo 24 do corrate mt o anoiver-
ario 4a flleelaentodo Sr. D. Pedro I, e nao po-
doslo por i-so tonaretn a< baodaa de msica ot
ItaulMei de lina, tora lugar o lasseio no jar Jim
i* palacio, anoowlcdo para aqulie da
8ABBADO, 13 do correte.
-faescio no jardn) do palacio das 4 borai da tar-
de aa 8 da noule.
II uminaijo a giorno
Otas bandas d mUlat tocarlo alternadamente
* d- tura era hura subir um balo areosla
lien.
fi*r aberto o bazar do prendas.
*a iliummafi) da togas de bengala anoantie-
i fe vai echar-se o jar di m.
A Mrala se recebera de cada pes-Oo. o que
4tiu a sua generosidade, era bcneoio do
t-rr*u ca* Artes e flelos
J. D.-E' prohibido tirar se flores.
TheatroS.to Antonio
Agradeciraento.
9Sf. Rio?a rem por este meio agradacer ( por
4& parte ) 9 t 'Jas as p ssnaa qua Ihe faz^rj) o pe
irle de trabalhar as meninas por quarta vez, nao
p-le" satlfizer por ag ra o desejos do publico, e
w adiaute, lera a summa MtisfaCHO de por ao
mote a todos aquellos que desojara sauer que
os motivos que Ihe asMsleparaco saleulr-
tfaejJK) eu pedido.
Seu mata burnide criado.
Dr.r.lficio lliifa.
K. 8.O Sr. Rica est preparando desde j um
*s$eeUeaio cora as duas meniuas Carolina e Julia.
~*VIS0S MARTIMOS"
COJflPAKHI.il
DE
Navegapo Brasileira
Al o dia 21 do correrte es-
perado dos purljs do sul o vapor
Presidente, commandante. Garda,
o qual di-pois da demora do coslu-
me seguir para os do norte.
Bes de j receben-se passageiros o engaja-se a
arga que o vapor poder conduzir, a qual devera
mt embarcada no dia de sua chegada. Eucommen
das e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
do dia da su; sabida.
Kio se recebem coreo encoiiimendas seno ob-
jtame de pequeo valor e que nao excedam a daas
arrobas do pe3o ou 8 palmos cbicos de medical
fado quepassar dostes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos senhorej passageiros que sua*
{aesagens se recebem na agencia, ra do Com-
rcto n. 8.
do rnarlello, rielo qae leste etlliT
acunen-
VENOE-SE
o iiad) e superior patacho austraco Amida, no-
te, de l4 viagem, constru io em margo do cor-
reate ana?, de lot-ici> da 311 toaeialas, deraan-
atiilo canvgalo 13 1|2 pa, pregado e eneavilha-
do da cobre, ora duas inliim da panno, bons
ferros e orreai-is, clasificado no veriusA1-1-
por 14 annos, promp'.o a seguir viage n para qual
{ir destino : para atamina-lo, no aneoradoaro
da descarga detroit* do trapiche do Caoba, e pera
tratar cora o con-io*.urio Joa jom Jos (roncal
ves Beltro ma lo fomnercti n. 5;-
BAHA

E
RIO DE JANEIRO
Para e"ies pertos acha-se prometo a receber
?rga a ben coohecida bare Clemtntina : quem
naosesma quizer carregar dirija-se aos consigna
taos Tnourai de Aiuiqo Ponseca & C. Saccesso-
re*, roa dokVijtario n. 19.
l'a-a o Rio de Jaa^iro.
*gae em pneos dia o brigoe & Pm*lo : para
-argajeraiase na ra do V'ij;rio n. 11, i* andar.
I*ARA O
POKTO-
Vai sabir com brevidtde o patacho portugbez
Literal, capitao Guilherme Joaquim Leal, por ter
parte da carga engajada,para carga e passageiros,
paraos qu com K. R. Rabello A C, a roa do Commercio n.
d, oo com o capito.
LEILOES.
LILAO
Imprtante
irJI i
lo nada te a limite de
Rica* moWliu de jaear
vestidos de ainarellr
dra, camal le smar t~
marqa"zoes, ap. _^
_________, pata
Jardim, mmn peta rop, 2 piaoos proprias para
prinepiantes, guarda comida; taxos estanadcs,
togSes de ferro para alfaiate, dito gara caoaoo, di-
tos pequeos para espirito de vinDo oO gal, mi
Sl^BJ ffrupa4HD*VoUeK^ *c?2
todof os pertencei, cofree de torre e guarda jetas
(prova de fgo), lou(a e vidros para servjoo de
mesa, colheres de metal de principe para mesa,
um rico fiqaeiro de prata di lei, diter.-oa objec-
tos de prato para atts, aneh e al fuetes de ou-
ro com pedral linas, re gioe egloeei (o que ha
de melhor), eaporas de prata, grande quantidade
de chapos do Chde, 80 eaixae de ebampagne,
300 grosas de pbosphoros segoranca, e outro*
muitos objeclcs que se uid mencionara por se
tornar enfadoho'.
Ma mesma oecaiiao se vender na eabrinHt e
um carro eom deur cavaltos arreiados e peruma-
riae de diversas qaalidades.
O agento PoDtual far4 >ao aoifl|aj Do dia e
hora mareada.
Mauricio Jos dos Santos Riheiru. far leilao de
todos os objectos dados em penhor, oor Interven-
gao do agente Martn, no da 26 do correte,
pra^a da Independa d. 33.
VISOS DIVERSOS
mSTlTlUO ARCHEOLOGICO E 6E0GRAPIH-
w mm\m-
Ha ver sessao of iberia qrjintHeira, 21
do getembro corrente>>as 11 tiorfs da ma -
oha.
OllKil H1 DIA.
Pareceies a ojtis trabalhos do commis-
ses.
Secret ra do Instituto, 18 de selembro
le T871.
1. Soares d'Azeveio
Secretario perpetuo.
De ordena do lljm. Sr. director das obri pu
blicas se-c nvida aos proprietarins dos ter enos de
marioha cooiprebendidos entre o gymna^io ea
fundii,'-j do Stirr (>i;lo \-o do norte e sol e entre
a ra da Aurora e estrala de Oliadi pe j lado do
n.s-.ente e poente afl-n de apreseatarem os ^eas
litlos e entrarera en ajuste aralgavel para de-a-
propri.'.QD d)i mas nos.
Sucretaria das obras publicas 20 de setembro de
1871.
O secretario,
Feliciano Rodrigues da Silva.

t
o tal Sr.
dMMl*
CO, e esta ir-
os objete alneios, enloden
* a pVjgss : disto ser idor ti
"ta 'verdade o taeotnrei
veriflu'r**
StlBSft'on'l
Utoe permatojeprao at saMalo pan
um
nfodia o S. iObenigos
presi lente objeclo alg
I
etaBrtodarM r'in
que neo te naviao. sr
,_jufc! ^*p>e*la
jhjMlo algora da soetla* eem *
t dng dehni memOTo d presideiicr I
e1 oV demafi o/r|*i Pede-te ptt 'ant a maioru
presidencia qtte Mia d til 8r. Domlngoa^
se%odu5ara:7e1ll.JW^^ ft
miitir, o qu llletalvez igaore e iao desojara.
_ _______ ._Q.'almtt,ani$. ,
-- Prattsa-ia de anta ao ItWe oa eecrava que
saiba coainhar, engommar e mais lervicoi de om*
crea composta de tres una oa, i rni fnva n. 12
1 andar. ''_
Roa ddf Vurrtt tk 16 3* andar
pneiM -.H,d tiobe, compre, e enjonrne para
ama pessos.
--------
ei^iiata-se
Ais encarregados do baile da oT 30 Ja roa das
Cruzeiras, se est ou nao aaesa a mesma casa para
concurrencia dos convi Ja s; isio desaja saber
Va> iBletes-ado.
Fernambuco Street
Bailway e 0.
Amanba 22 do corrate abre-se ao publico a
iinha de Magdalena.
Parte o 1 carro da estacSo, na ru do Brum
as 4 horas e 45 minuto* da manha, continuando
de 20 era 20 minutos at as 7 horas e 25 rainut.is,
dahi de 12 em 12 minutos at as 10 horas e 21
minutos, e dab de 20 em 20 miuutos at as 2 ho-
ras e 21 minutos, ento de 12 em 12 minutos at
as 4 horas e j'7 minutos, e dapois de 25 em 25
minutos al as II horas e 10 iriuutos da noite.
Oa Magdalena.
Sabe o 1 carro ai 5 horas e 20 minutos da ma-
nha, continuando de 20 em 20 raiuut. s at as 8
horas e 4 minutos, e dant de 12 em 12 minutos al
as 10 horas e 40 minutos, depois de 20 em 20 mi-
uutos at as 2 horas e 36 minuto*, e dab de 12
em 12 minutos at as 5 horas e 36 minutos, con-
tinuando depois de 25 em 25 mnalos at fs 11
huras e 45 minutos da noite.
Os conductores dos carros daro em troco de
diubeiro bilhetes da companbia, os quaes sero
trocados por dinheiro ao escripiorio da companbia
na travs-a do Brum o. 22, lodos os das alis
desde as 10 da m.nha al as 3 horas da tarde.
Pernambuco2t de selembro de 1871.
O gerente,
B. Ernardo Whitman.
Frofessor italiano
Um isaliano que eosinon na Italia e na Suissa a
lingua italiaaa, antbmetiea. geographia e geome-
tra, deseja tomar alguns discpulos para essas ma-
terias, preferindo alumnos O mesrao as Loras
vagas se encarrega de ensinar escripturago por
partidas dobradas, ede fazer algumas escripias de
casa fraoceza ou italiaoa : a procurar na ra da
Aurora n. 23, prxima a casa em que mora o Sr.
Smoltz.
90CIEDADE
Em coutiniv-ciio
A. 2! do corrente.
Caler & C continuara, por iaterveacao do ageo-
udfi^ira, o seu l'eilo de grandioso sortimenlo
de fazendas lnasas mais escolbidas para este mer-
cado
HOJS, QL'INA-FEIRA
peiaHMferas da manha, en ees baconbeido
armaMM i ra do Bom Jess, outr'era loa da
Croz. i jaac fp*
-------TjOTT?
O Sr. Anlr de S e Albuquerque rogado
a vir entender-se com Tasso Ir naos em liquida-
qao a negocio de mntno interesse.____________
ATTENCAO
Vende-se por barato.prec> urna propriedade a
margem da camboa dos Admedios, fazendo-se
toda vaniagam ao comprador, recebeado-se parte
em dinbeiro e parte em tetras ou objectos de
prompta venda ; cuja propriedade cootm urna
grande olaria de peora e cal que lastra 16,000
lijlos de alvenaria grossa e forno que comporta
25.000, com mais um forno e lastro para fazer-se
telhas, ladrilhos, canos e loui;a, cora excellente
barro para qnalquer obra, com dous cxcellentes
viveirus de peixe e com casa de vvenla para
grande familia : as pessoas que preknJerem di-
rijam-se dita propriedade a entender-se com c
capito Delflra Lins Cavalcante Pessoa.
Urna pernota
Sr. Dom ngot TrM. pdf q*e liolRo Aspa-
choa o reqqeri.nttto que Iha fot dirimi em dita
da I il o" corren le, ach*ado*-e-e!le preftto nearH-
go 31. Voic. lleve i bservar nao t o JLcome)jj)g|
bem o artigo 33 5 5." Jos mssos estluloi, depois
nn diga qne a rapaziadB o dma.
Sea smigo
A en!loplU do penit______
Iiinaiidude le S. ChrJ>piin e
Chrispnian De ordem do irmao ipiz sao convidados todos os
irmos desla irmandada a reonirem- e quintafei-
ra 21 do correle, as 4 horas da tarde, neste
consistorio, para em mesa gerl, arscniirse o nos
sj compro mi sso.
Consistorio em mesa raedora no Carino do Re-
cite 19 de setembro d 1871.
Sorviodo de secretorio,
Jnio Qtnteiro Lopes.
Precisa-se de alitfc ansa Ato- daei de daas
pessos: na ra da Moada n. 5. ______
Segn>it)o anrfaf.
Alugase o V andar da ra do Padre Floriano,
pintado e acabado de novo: a tratar na ra <
Rosario i). 22.
Prefisa-se de urna am* para toupiar e cj-
zinhar : na ra do Gazir. 2t._______________
Pavilhao da Aurora.
Um da Iiuperatrlz n t.
O pr iprietario deste acre litadu estabele'cimento
avisa aos seus numerosos freguezes que Ihe :he-
garam pelo ulumo paquete da Europa grande sor-
timento de chapaos-para senhora, da ultima moda;
de Pars ; assim como sedas, popelinas, saidas
de baile, e oulras muitas fazendas de goaio, que
deixa de mencionar para se nao tornar enfadonbo
Todas as snas fazendas do sea estabelecimeot] sao
vendidas per menos qne emontrs qnalquer parle
unas.
A LOJ1
ITURQUEZA
receben o
I Liadas chapen
I Ciapo8ptri8enhoM.
Corte? de da.
^ r'opeliias
^S V. JUlS de tdunulffl.
| CambraiaSae paimiobas
Bouious.
Gorgurao branco.
8 para noiva.
de um cri
Santo
Preeiu-M de ama ana pira o sernco de
urna eau de pooea familia : -na ron do Aleerim
n. 14.
U.1
Precisa se de ama ama qoe salba
coiiohar: na traveisa do Livramenlo
numero 28.
Precisa 4* de doaM caixBtro ene tenham prati
c e takerta : na rtoa do.Doet a. 48.
IIIUIIIIIIII
8
I
ADVOQACIA
BACHAAkL
J. B* P. Crt Seal
VtMa eriMfi prrtataeza que deseja ser ama
Matan M||nM- e andar com drtatfM : ana
nreleajder- dnrija. a roa d Apoilo n. 14, arma-
tem.
~^.
DE L1T.
, *%f**$,B'rf\, defruute do hospital Redro II,
(noi CgMBd) precisa se de B*a de lelte, que e
jaokdme tsmaa banlaele e bom leite. Prefere-
aqoe nao Uter Mima.
Precisa-se de urna ana
para ecziabar e ensaboar
ronpa : tratar na ra
da Ca lela Nova numero
15.
4M4
l'reci-a-se de urna ama para cozi-
nhar sendo Irvrea eserava : na ra
de.IIortas n. 5. padaria.__________
Alug se o 1* andar do sobrado sito oa tra
vessa do Camio n.'l : a tratar na rna estrelta do
Roa.rio n, 2i f addpr.
!Sl
Prediea le de dous eaiwir.-.
lenlirm pratiea de laberni, e que
endueta npiua do ltajgql n. 48.
M-se de a
pequeos que
de" fiador a sua
'prdtn
andar.
a ama qoe
tratar na
ra do Vigario n. 18. tereeiro
^HK\'aW sajba^ cozinhar
Alug e o 2 e 3 andar do atorado da tra
v^ss do G'rpo SjIo n. 27, proprio- para mora-
da de fmula : a tratar no armazem de faztndas
lo meslo predio das 6 as 4 horas da larde.
Pfccisa-se de urna ama que saiba eo
zinhar e comprar c*m perfeigio para
ca-a de pouca famil a, pretere-se escram : na roa
da Aurora n. 5, 2o andar.
AMA
Precist-se de ama ama
para ca-a de pouca fami-
lia e para todo o servic-.
de ca-a : oa Capung.
ra das Crioulas o 28.
Roga-se ,0 Sr. Jezoino, cobrador dos frus
dos coqueiros da roa Imperial, o favor de-appa
recer oa primeira roa n. 138, taberna, porque st
Ihe deseja fallar. FZ-se esta declaracio por nao
se saber onde sua moradia.
Precisa su de 1000*000 subre liynviheca eui
um predio do* melhores arrabaldes d-sla cidade :
quem quizer deixe carta lelxada nesta typogra-
pina com as iuiclaes D A.
s
5
Vjfipulas ptra oojfa.
Ra do Bailo da Yietoria n. 9, anliga
ra Nova.
Previne-.e ao Sr. thesoureiro que nao pa-
gae o quarto de bilhete garantido n. 26 da lotera
que tem de se extrahir no da 22 do correte,
sem nao ser ao abaixo assigoalo, porque o mes-
ojo foi perdido.
Reci'e, 49 de seterairo de 1871.
______________Sebastio Jos de Arantes.
Os abaixo a>siguadus azeiu, v>r pelo presen-
te que di-solverara a sociedade que traba na pa
dara da rae, docPeseadores, que gyron sob a nf-
nia Jo3o Gordal ves A C Ocando o activo e passl-
vo da mesma padaria ao eargo do suelo Antonio
Ferrara de Lima.
bfc, 19 de setembro de 1871.
S
Joio Gosfalves.
Antonio Ferreira de Lima.
Aluga se
o si :lo da estrada de Jilo de Barros, com 800 pal-
mos de frente e 900 de funde, com 2 salas, 4 qnar-
tos, cozinha ao lado e qnarlo do ft-itor e copia tora,
lodo arborisado .- irata-*e com A. de Abreu Port-,
oa estaco da rna da Aurora, estacao da empreza
de Olinda, das 6 da manha as 6 da tarde.
Professor.
Precisa se de um professor qoe leccione a lingna
hespanhola theorica e pratiearnente : quem estf-
ver ne.-tis cundieses queira anuncciar para aer
procurado.
Sociedade Recreativa
Javentude
Nao lento comparecido numero legal de socios,
de orlem do Illm. Sr. presidente novamente
convocada a assembla geral extraordinaria, para
domingo 24 do correle as 6 1|2 horas da manba,
considerando se a mesma constituida com o nu-
mero que comparecer, nos termos da ultima par
le do art. 10 dos estatu s.
Secretarla da Sociedade Recreativa Javentude
21 de setembro de 1871.
O l.*ceeretario,
A- Alcoforado.
Rosario n.Jt.
}
S

-
DE
30 fardo*: com 19a de carneiro
k 1MMIADOS)
Quiata-eira 21 do corrate.
, sb mvi DIA.
O atente P*M Jevar tetHt, por ntorlsao^o
UmmxMUVnU* evjiiBMdWMtai-
eAw por cewa rtseo de que porteW
(ardoaM* ua ae earmairo (avartodoi) a berd de
vapm'rawaz SiadA. na saa airjma, vlagenmale,
&k;A/reiordeaax y, \SSU.^mMkL
do itje afrmeMde*.nasrmaim do narV do Li-
jse Marchegiaot negociante de objectos da
Bellas Artes em enabelecimento em Roma e em
$|ples, tem a honra de levar ao conhecimento
do publico desla Ulostre capitat de Perneaobueo
qne se acha habilitado para receber encommen-
das de lodo e genero, na iiomensa eaptiera das
Rafias Artas : pialara, e-cullora. arebitaaiuajb,
lh-igraphia, osaicos, gravara em ac, em cubre,
em podras doras } ple fmbein reproducir ea
caraos, reiraioe demudo eipeoiaie anda nao
visto nesta cidade e permtanteme parecidos tira-
dos de ouiros em pbotegriptim. -" -
manan eoanaraedas para obras em onro, prata,
marmreo-em qualquer ootrai matorlae asada?
Da arles. Encarregase de objecwc d ico dolos ou
grandes; a retamo ou em grande escalla.
Em relaeo aos objectos de pequeo Calor nao
recebe o pre^o adiaoudo contentando se cora' as-.
egurar n cante ae nier, em quanto porm aos
rendes obfcetos e avalladas onccmmeaas, re-
ibe as coarmissens comas gitidfUs, idgnndo oj
lo cororaercfal. Em vista pnis da muita* re-
. -i que tem ple encarregar-se Uraneai de ou-
os negocios qoe forem de son, aijada.
O annancianie tem apenas as amostras em pe-
oeni escala dos objectos cm camafeos e mosai-
as1 quaec denotam os recursos de qne dlspS
ra foroecer desses e de ontros objectos de raaior
ataMEg,;,^fttitBrftgl
ras da machi at as 3 da tarde, na livraria
onomlca, doi ^'^MMMjA Hedeiro, roa
rimeiro de Marco 0. 1t
do enrenla.
t ponto, no arma
i roa do Bo
daOrez)
afcdoi ce objectos dHH
iRlDf!
oceaer a
-nlstrar
w
Era.cJttrvanCla do ar.
a Je otmyu do irmio direelor convido
senhori socios para se reuniram
'no da 2V do correte, a 10
na tasa las essSes, afim de
d.i novo conseibo qoe tem de
c i
i ilantar", _
r Herr comente com banheiro
date MfalFoaniVimlIrX^p1 '""" rS^^JiffX
( KSTdo onfrpio B^aiirairpJb oMeleaj-- i fonioS '
da 1871.
Jeronrmo Bran<
Precisa-se de nm eilxeiro e
oo pateo do Terco o, 21.
.-atol
11.
aiSt
Missa fnebre do 7 da : por alma de Laiz
Jos de Franca + f f-'- Con'ida-se a fa-
milia e aos amigos T+f.*. para as 7 horas do
dia 23 nalgreia de fa. S. do Livramento ++.
:_____________ -. N. 838 +
i
Bento J,.s da C)sta, prop5e-se a receber em
leas armazens alfandegados do caes do Ramos,
as saccas de la que all- qutzerem depositar, obri
gando-so a fazsr por sua conu o seguro contra
c logo, e respop?abilia-se pela couaerva^lo-g-en"-'
rega do que,para l*;fr.
Iregj
8o"
dedade ALoate-iVip t*Q|iti-
ar Pernambircatio.
an coesequeoda de nio'er enmaareeida aj
iia 1, numero sflfBeiente de socios para baver
assembla geral, de ordem da directora, sao de
Sovo convidados os socios electivos compare-
srora (sexta-feira 22> is T horas da larde: para
em sessao da* mesma asoemhtea, tratar-se de ne-
gocio de importancia.
I Secretaria da soeiedMdo Monte-Pio Popular Per-
nambucano, 19 de setembro de 1871.
Urbano Nenes Machado Amones.
! scretarfo.
On*erece-se ui
rpa e cose .
ara cuidar j
rem Pora
inl
Ama de leite.
Quem precisar de ama ama de leite queira pro-
curar na ra Reacbuello, antiga roa Corredor di
>ispo, sitio n. 51.
*
Precisase de ama ama que
^N saiba engommar e coser omi-
to bem : a tratar na roa do
E
TERESA m
A Jo]a dos Arcos da Alvaro Augusto d'Almeida & C. i roa do Gmpb o.'tO A.
(te receber directamente algsos artigos de moda que passa a maocionar.
Riaoissimo cortes du aHaatidos de Monde para casamento.
Difcs lo taliatana bordldoj seda para casamento*.
Cdttem dedaeda de bonitos gostos e superior qaalidade.
Golxas de seda, 13a, e la e aeda.
Capellas com maatas de blODdepara ooiTt.
Camisas de esgui; o bordadas para norra.
Lencos de cambraia da liobo bordados.
Cortindos bordados de differentes precos e qulidaes.
Borns de lia e seda para setrhora.
Gbapenas de crpe preto ben e^feitadas para lato.
Chapeos enditados para menina modelo inteiramente novo.
Mantilhas brasileira de fil do seda.
Cortes de cambraia de edr, e braocos berdo.
Cb-cheoez de 13a e seda.
Toil de voyage fazenda de gost para veiii&oi.
detones de padrees dovos.
Gravata*. de maito gosto para senhora.
AHquiDhas de crina.
Alm destes artigos qne se vendem por precos raioareis tem Ootos qmsto litr
letras pectancbas como sejam :
Cambraias de cores a 240 e 280 rs. o covdo.
Alpacas largas bonitos padrbes a 500 r's. o covado.
Leflcos dp esgoiao moit finos a 3,3 3,4000,4000o e 550001 duzia.
L5as de c6res a 280 rs.'o covado.
Esteiras da ludia para forro de salas*
ERNESTO & LEOPOLDO
N 2 D Ra do Cabug N. 2 D i
Acha-se montado de forma tal este estabelecim*j>to de jo-as qne pode
vender aos seus numerosos fregueaes em grosso e a retalho e por precos
naui resumidos visto que recebe de coota p upria por todos os vapores de
Europa. O gesto de desenbo do suas joias o mai- lindo do paiz das
modas, onro de le, briluantes verdadeiros, esmeraldas, robins, perolas,
iurquezas, sapbiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do p rto tanto
para igreja como para servido domestico. Convidamos as Exmas. familias
a vi-itarem o dito estabelecimeoto todos es dias at 9 horas da noite.
Preesa-se de dous creados qne sejam livres
ou escravoi: na pbotograpMa da roa do Cabug
n. J8.
mmmm mmmmmmmsfm
i Consultorio homeopa- '
thoo
DO DR. SANTOS MELLO.
Rna do Bario da victoria a. 43.
g| VACCINA
M Todos os domkt|os e an nas le
2 *a 9 norai s tO da mauhaa
g| por pre?o mod-eo, para o qa
Bboin puz vaccinieo.
M Reeoem-se cbafcad.s para vacolnar em
SB nnalqaef casa.
Consaltas mcunas todos os. das pela
2 manhdf
[ Chamados a qaalqaer hora do dia e da
Hnoate. _____ __ ..
Grata a parta medica aos pobres.
giaaiidiiiii0*
Sustento restyiifaflTft di
PELA VERDADEIRA F^B-XIIA
A, kfviT d'Aiita
0, rtiQ amicnado fazem icicmea feos fre-
luczea^ame^Kdj cncwr inglc Lc-PMc reenberam
.nada rmaecsa. d atan ntcecmnte' htmmn, nado
o roaa^aoTCJflaanwddc cara aa miwicnianpii
i tm ocncnlaecente^ apptieada com meo-
vanmfmn nca acoeUpacoes, dcantem
lose do eslomagu; tosse, escarro de sangue.
Qtbyeie-, etc. etc. PpBfrtd*. anda pelo agradave
ibor.Uoiricoa ouira qualaaer.
unapas de ierro para cobrk. casas etc
Formas para assucar de ferro pjntd0 e gaalVanisado
Arados Americanos para varzea e Iadeira.
Machinas a Vapor de forca de lres cavall08.
. fflaCalinaS de descarocar algod3o.
Trilhos d ferro parae[lgenh0Stelc
Fogoes americanos
t Camas de ferro grandes e pqoenas.
Macacos de estiva
Cofres de ferro de MilneeJ3 e OQlros.
Papel deombrulho
' Estes artigos vendem-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes de C.,
N. 4 UA 00 BOVJESUS.
(OUTIt'ORA RA.da Crcz)
i II
Margo 19
Piimeiro
Tendo renovado completamente a leja do predio, em qus teem o seo es-
tabelecimento,
19=A ra Primeiro de Marqo19
com aquello asseio e elegancia de-sejavois acbam-ie agora prvidos do mais
esplendido sortimento de fazendas fis e mt lernas de
SEDA, LA, LINHO E ALGODAO
todas do ultimo gosto, e continuam a ter como sempe, diversos
AfifUKS ESPBCIAES DE M GASA
Garantem, com toda
a* a an-eridade, vender
por menos qoe qual-
quer ontro, porque
recebem a maior parto de su?s
fazendas.



MARCO 19
Crespo). 491 BWoM


ARIA ES
HOfflPATHICf
DE ,j -JI -p,
JOS' AL VES TSElOaiO k 0.
Jo
laboratorio bu
Sabino O. L.
aa astalMlaci
Roaario a. 3
da heme opa
ment de to
i
ESTREITA DO MSMHf vN. 3.
professor em homeopathia, ttndo-se retirado do
rio de seu tloslre e finado amigo o Dr.
slopoa estiveram aob sua direcc*, teat-
|vs ThenoriovC^inia.Ji&iieUi do
acacom que hoorartm-aa os amigos
^.Jjeitavel publico um eompleto sorti-
ac5e hoowopamkae coobecides, recetidaW dan >
acreditadla aasaa de Loadraa e Pars," e iadigenas, bem como toda* qaaate
T&facperta a bxupathia e sna prwtea, reerando qoe (^thiwm'a'hoilrt-
'lo^wtod mete* rjnflana, para o qtte n3o se poupar eSfoxlfs.
PRECOS DAS BOTICAS
GtOBUf.09.
1 botica de 12 medicamentos 105
_ t c_------iO*
{' tneff. n'i atnfSacaO aaaMcnm;
: T)'T*ict\ Jfla*v slimiy i
* .dj dtjN :* ncmf m i*
aajcrr0aa
11 medicamentos
arquez de Hervel o. 9, afluga roa da Coaeordia, l
Precm modtoo. u -*
N. l-laaaDctijaa dn XSmif f andar. 2
outr'ora do QRelmado).




-4**A
N*o ba'necessiJaJe ma geral etn todos os paizes
do que 8 de om pwgante
que seja ao mesrao lempo
innooe de toda a coofianca.
As pilulas que ora offere-
cemos ao poblico preen-
cbem estas cond tSes; pcs
polen) ser tobadas pulas
esoas mais iracas sem
perigo alyum, dSo telo
m sua composi(3o roer-
'corio nem ouiro ingredien-
te nocivo sade, mes
ando C'inrposio de agentes vegetaes mu
fortes, s5o bastante eflkieut s e activos
para purificar 05 coraos m -is robustos.
Q tatos s5o os males que, se no sea
principio fooem combat ios enrgicamente
eos um simples purgativo, nao seriam de
urna vet vencidos ? Grande numero das
Bototos qoe estamos sujeit s se deve.a
tan estado sujo e ii regular do estomago,
figaij 00 vtntre.
Mor purgativo que conhecemos e
qoe podemos recommendar ao publico sao
as PILULAS DE AYER que explorara e pn-
rificam toda a extensao do canal aumerti-
cio, e dio vigor a tudas as partes do org*-
ni mo, corrisindo sua acc3o \iciada e fa-
zendo recuperar sua viuiidade. E' um re-
medio inesiimavel contra dr de cabero
nervosa, enxaqueca, priso do ventre, he
tnorrhoiias, molestias do figado, febre gas-
tro heptica, e ti das as molestias biliosas
que teem suaorigetn no eiitorpec^mento do
ligado que > au?a a escas>ez da hilis na in-
fl mmacao deste org5o qne p-oduz Ierra-
mmenlo da bdis no estomago ou era um
desairanjo geral dos orgos digestivos.
A ICTERICIA prodnzida pela ab orp-
clo da bilis no saogoe, dando pelleje aos
olbos moa cor amarelleota; n5 e somente
dolorosa por si, purm condu aos mais se-
rios solnme ritos. Para cura la tomare de
nma a cinco pilulas todas as nianhaas, isto
bastante para mover o ventre suavemente
at qne se recupere a acta o sa do sys-
tema.
A dyspesia ou indigesto, tem sido tan
tas vezes carada com estas pillas, qne nlo
dnvidamos era diz<-r que soberano reme
dio para este incommodo. Emquantn o
vermes, vpjam o me diz o Me icol Expo
sitar de Nova-York:' as pilotas Oo Ur
Ayer temos adiado um dos memore, reme-
dios para os vermes, bicbi e lombrigas
Nlo ponemos ennumerar aqoi todos os ca-
sos era que sao vantajosas estas pilulas,
tantas sio aa molestias que ss podem com
bater com emprego de um bom purgati-
0 como sao elias. | AiM^BJKfeEi
Em falta de appetito, sao eicellentes;
como digi-sii para a comida, nao ka consa
melhor. Nao .se tem popado trsbaibn
nem despeza para lavar estas ptalas a um
grao de perfeico Ur, qoe nada deixa a
desojar; sao o resultado de anno* de esta-
dos laboriosos e constantes. Pata alcancar
to>as as-vantauens que resoltara de oso de
cathrricos, tfm-se comoinado rnente as
virtudes curativas das pl-ntas qoe sao em-
pregadas na omfeccao das. pilotes. Sua
coraposic 1 ta!, que as enferiBidades une
estSo ao alcance-de sua aeco, raras vete
podem resisti-laa. oa evad las.
Vende-se em toas as boticas e drogara* W. R. Cassels & C.
Agentes gerats.
Neste novo armazem tem um
variado sortimento de fazendas
franrezai, ingiezas, ailemias e to-
das todas se vendem por procos
odeos, afim de acreditar a este
aovo armazem.
Casemiras ingiezas,
francezas. de tuda as
cualidades, brins de
zr Tjboa modernos, cha-
41 MA O l:\U0 DA VICTORIA 41
irmnam tem tin. DE ASSm COmO I
ARIilJM IRMAOS.
IMI.
de so) de seda,
RA
da victoria
asliga ru
NOVA

Y 41.
Assm como tem nma grande
oficina de allante, montada coa
todos os preparoa qoe ka de melhor
dirigida por bebis artistas, qm
pela soa promptidao e perfeieii
nada deixam a desojar.
Roopa de todos 01
amanbos para horneo
meninos.
Por todos oa paqo<
tes recebem-se as me
Ibores e mais moder
as casemiras qoe to-
na Europa.
RA
K
BarSo da Vctor!)
aitif 1 ru
NOVA
41.
ste estabelecimento acaba de snffrer urna reforma radical em acceio, amatas e commodos. e em pontnalidarte dm niL
aseadas, mlmHnte em tndo aflm de melbor serviros seu numerosos reguezes deixa-so de annunciar todas as fsxefidaevjaari
co se tornar massante *. '
LQUIDACAO MONSTIU
II.
23

qoe
Oa mai importante fabrica de eh ps de so] do imperio Ruado Ba rao da Victoria
O d- no daquede estabelecimento resolven veo er os productos da un* fabrica pi-lns precns segorates : mmA
Chapeos de sol de se Ditos, ditos, dit-s. para hornera a.... 85 105 115. 25. 135. 145, 15* IW, 175, lb* *& 2* e 2*5000,
Dims dit s de alpaca a............ 45. 55, 5 75, 85, 95 105'00.
Ditos dins demern para honens a.. 65 75,85. 95, 405. li* Ii5<00.
Dh-s ditos de trim d'esguiao a...... 65 75IMKI, iodos os chapeos cima tem 15 % de descont em dnzia.
Dit s ditos d.- p?nno a............. 25. 35. 45. 55. 65 e 75000 descont 25 /,.
Tambem ba um grande soriimento de fazendas para & orir ai mndese trabalba-se mais barato e Jepres3a do qne em qnal
mitra p rte..
Companhia Al lianpa
DE
seguros martimos estabelecid
na Babia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000-000*000.
Tona seguro da raercadonaa e dinneiro a rise
itnDO em navio de vella e *spores para den-
iro e fn do Imperio. Aaeoeii i roa do Com
5, escriptorio de Joaqnim Jos Gob
m
GASA. DA FORTUNA

Ino Reir Valen ;
me-
I0LO
dn-0. ras da Gamboa du Carmo n. 21,
mwmm-mwwmmm
Alaga m por festa 00 por annn, doa canal
larreas aa povoaci-i de Apipoeoi; tratar na ras
Sas* de Siembro, anti'> d*m d Pnrrelr* n. 1.
FUITO
Haatem, a urde fortararo da ala detrs do so-
hraJo o. H da roa 4o Bario da Vistura, outr'ora
roa Hova, om relofio e conenie e om par de
irassemias de euruvio
rn te aoe seBbnree oalh^rot oa peisoas a
Ka eses UJeci > forem cftieeidoa, o otweqow
1 s apretwoderem qoe .e pagar qoaljaer de-
_ o. Os Mgoae* de retogie rio ftfOMMe : a
cobert hablante Una e amassada de alfjoiia qo-
4*L sem vidro, sobre a machina na lampa a ios-
crca em letra* mah^nlas CaroDometro. a
carrale de gosfc ialet e tem ama eacolMa de
> e voix seado aaei^a e pesando 16 oo 17 oi-
. COMPANH.A
K
lfidiica;6es da c dade do Rm; fe
A dsreetoria prean aria de*sa oomaanbu, eoawa
asaaores *otm> da mesm4.ara comaareeerMai
> neeripi'-k) do Sr. Dr. JaeoWna. A roa dv Qoei
ato a. 79, do t da 21 do taei corrale ao
ie dia. afim de anaHirera a ieiMira ao prejeeto
1 alle e da acta da ses-ao aasaada, sos apre-
Publica goes musicaes.
Acabara de p -bicar-se tres lindas pecas
pra pian saber: a
A celebre Terentelle por Beriol Sis,
precn 2550'.
LINDA, irraade mazurka de concert,
Dltma puolic*c5o mnical do ma-stro Ca
ulbnre, a qnal fui terminada pelo maestro
I. SmiilK prego 25000.
Pl-TITLAZZAR'iMS, liada polka apo
litana, pelo aado maestro Cuzalbore,
pirco 15000.
A* vemta no armazem de pianos e msi-
cas da do i roa do Btfo da Victo
ra a. II. outr'ora roa N - N B. ta sa gravando a linda walsa
per Coda*, o Anjo la meia ooole.
A'Torre.
ILM
traaffuro.
om wtio com
cnente cana de
vreeodaeaaaaoi
freote 4ela no
rk>, Miado opoma
morada para e.-
A caa a*ibralada, e teodo paasao
[tr, d eie>bro de 1871.
**<* Pereira de Muraas Piohairo,
________ fWr Mrm.
p. r eoaeertoa agora, carece de aaiaais a iatari.
Alem da easa de Tiren la ha corheira, alrtaaiia e
aparto para criados: treta-e na roa do Gervasio
Pires a 26 pela machia al w 9 horas, e a tarde
das 4 -m dwate. -
Moga m av oa
roa do R awel a. ti.
pretu de meia daae : aa
RA 1 DE MAHCO oLTIt'ORA DO
CRESPI N 23.
Aos 20:000^000.
O abaixo asrignado tem sempre exposto ven
la os felizes btlhetas do Rio de Jaoeira, pagaod<
.rooptamen'.e, oomo cosloraa, qoalqasr premio.
' PRECOS.
Inteiro 24*000
Heio i2*00.
Qaart3 1000..
________________Mapoo) Martin!> Finza.
SEGUROS
MARTIMOS
A companhia Indemnisadora, eatateiecid
leata pnce, toa seguros marimos aobr.
mvios e en* carregameatoa e eootn og<
1 edificios, m rcadorwa e laoMste: n
oa do Viaario o 4, pavrroanto terreo.
h lirnifrinl -rinr la musa faihch ds Ms7
qoes larras C, teodo de prooaesr a dassiflca-
cio oa respectivos crdito*, coavida os as*oi-
eom da sales aaprssaito-k>, a caasaasas
ais ialsraiiadii aa s&as rmasaarjli toda
praao mararofavel aa cito iaa. a coatar da Me,
deas* as 9 horas da aaaioaa asa da taris, -
escriptorio da massa fallida, larga lo 0 a 6, 2adar. R-cif- 18 de satosaarale 71
fU t* l
Pr&eita-se de oa *-ra*iro
eilmia 4* Ho-ar|.>. 5
l
: na aadara da roa
Aiim de to.*.
Na na da Delaacfa o. 41 areciea-se orna
ana e ielte w seis robusla, sadto leaht bon.
lensaam boodaaia, preferiaa-sa wm Btk
qoe seja sadia : na ru do Duque de Caxiaa, ou-
tr'ora roa das Orozes 0T22, s gando andar.
#JR*aT^il flr^#0#j$0^ft
*
*

X
MUDANQA
O bacbarel Amaro Joaqnim Fonceca de
Alboqasrqae, traosferio sea esciptorio
Ae adogacia para a casa n. K5 raa do
Duque de Caxias, amiga do Q letmado,
onde, nos dias otis, ser eocootrado das
10 horas da mauhaa s 3 da tarde.
rf

009 ***********
fcngommdem
Precisa-se de nma boa engommadeira :
do Imperador n. 07, entrada pelo caes de
auvenibro.
na roa
22 de
Pode ser pocurhdo a ven-
ia de b-co de T/Fste da ve
dadeira m rea 1, 0 e 00 em
ca* d<>e S s, Keller & C. :>
ru dn Cruz N. 5
Afioal coeaoo nova remesas de leite con-
deosado da Suissa, pelo vapor Cognac, f
desde ja acarnos esperando pelos seos apre-
ciadores e entendedores deste srtig >: -vende
Keller d C na roa da Cruz n. 8!f
rivioL
faTor de vhr a risaWb Imperador a.
iqoatss aegocio qoe V. S. se compromellea
dadeiembro prximo paseado, depois seraU'
aeiro, passoa s fcaereiro e abril, e naia canario,
por este motivo de novo chamado par Ato
flm ; pois V. 8. as deve lembrar qoe esto Bagaste
i de mais de oito anuos, e qnsado o senhor san
Bho se achava on ns oests eidarte ...
Extracto de carne
Do D-. Ubituha
Fabrica de pedras brancas na provioeja d* Mi
Grxnde do Sui.
Em latas de 2, 4, 8 e 16 on^as. nico deposi-
to em Ppmamhuco, na pharmacia amerieaos de
Ferreira Maia C. : roa Duque de Casias fla-
mero 57.
Fetor
O engeabo Limito Doce precisa de uro feitor
oreferindo-se pertogoes e qoe tena ortica i a
lratr com Leal & Irmo, roa do Mrquez dt-
Olinda n. 56. 1 andar.___________-
Desrja ?e fallar cum urgencia os senhoie-
capitSes de campo, roa de Marcilio Dias n. 3
se dir qnem .
DTVETOT
nica ca neste genero
14-Roa Estreita do Rosario--^
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
todo qoe perten-
Alng--se duas e^cravas para o servico d*
easa : na roa Direita o. 29, 2* andar.
PRECISrSE
Je urna moibpr seo cotlobae eos*-mme para ca de pones famma : na roa to Cahoa n. 0. hotios
A08 .OOOtOOO
Ssiio a venda os felites bilhetes da lotera dt
labia, na easatelii do arco da Conceico, oja dt
artve oo Reciff.
Prrcii-a-ge de urna ama para ca-a de tres
nesoas, pudendo dormir em sua casa : a tratar
oa roa r>reit, loja n. 47. '
-ua lo Vigurio n. 16
Pirisa se de una ama pa-
ra o servico interno de nma
casa de amiba : tratar oa
PHAHMADIA
Especial h< atocvpalhlca
DA
VIVA DO DR.
Sabino 0. L. Pinho.
43Roa do Raro da Victoria43
Para este artigo estabelecimento cana
de rhegar n > niiimo pxqui'te. da cai>a de
Jaron Epps & G, de Londres, om exeel-
lente soriiMieot de can- ir. i. d w us i:ui anh'is, qur para glbulo?,
qnr pra tintura ; as-im cerno niedica-
mentns em trituracao e em tintura, gii'bo-
ln-, eir.; o qne tndo se vender por pre-
q is h ai razuavec.
Thesoaro homeopaihico dj Dr. Sabino
0. L. Pmbo.
3*edicso.
Muito melborada e augmentada com om
app nd ce.
Al principio* do mei prximo esta'So
venda os ejemplares flesia importante
obra.
i
0
m
PEKAS
secos*
Qoom prear de ama ama Donme oara
sadsr coa crUacas, sagaaMaar o costoVar : i tra-
Vas.
-Vadoi Pogaj *C, mt>estreita i) Rwirla a.
*ja0 a fgr.-i*.
Ama
precisar de
erisBf
tarara**ofo^**. *. ta.4r>,
JafMwa asiat, ana eaasrstod.. m tea.
ase aasass iliplif a sstoaaletlia>-an d. aa-
ItMiiMHe qt a-te teas, sito a roa eo Q-tateisdo,
amaleisate Hqat* Casias *>aoia*aado Th*-
*ara de Oero Bfra e >ssWr*iiijidii ttm res
B*ai laMtes algoaa V 'so f Toaaio ao:
dctNtoa, visto aoo aa turna a si 6 *C*' aastf
' T? fl? !Wt|r3 9Ht!t:*9iW0.
O abaixo as-ign-do re;iroao-a* e ror* de>-
ta eteas, para ir exarctr a sea saraos* tote e>
raito aa comarca d* Caxia<, t**ptu ***
raaseo deixa saanrraeHii das Mass. ds e*v
rs advr^aeo. ae Es. Sr. enasfiarTor. I
Sfaira a daoia, oaa qy aa sante sal si
seos tniuHirasas ooa >a>osSr> riasi I tr-
osm d* Oaiasli Lmta, !^ani*aXiv Gsraalr*
lte aasr**- a* Las, su-
rasTaatoate taama*
lo. I
. ftesi, 1 ** s?t*otera mi.
AWCBa /eoaiB^Qatijaa d* Naasrsi.
l^stesa.*iaafH
J-rl.isMnraP.ei
B As prepar ird>s desta pharmacia conti-
n nuarn a ser fetas sob .i- v ! tas eo medico do cousnlhirio, o Sr. Dr.
B J ijioj A dos Satn> M^io.
na ni aa mil
novo !tiu\nf)>
Gollei-ca.i du 1* semei-ne. ns 1 a 5 4?no
As>ignatora do 2* semestre, o*. 8 a 12 42*J0
Os n.. 6 e 7 acharo e * DL LAILHACAR & C.
AgenlH -
Livraria franeeza.
JO! NAL DAS FAMILIAS
Assigoatora par* 1h7I.
K- 2 SIMO.
DE LAILHAAK & C.
ltenles
Livraria franeeza.
NOVO MUNDO.
Assignatura do torceiro semestre; acba-se abgr
la om easa dos agente*.
R. 5*100
DE LvlL4\..rtR &C.
unir franeeza.
ECHO AMERICANO.
A asignatura do pnmr- semestre, os. I a II.
R-. #000.
DE LAILH .CAR & C.
Ag-ntes
Livrana franena.
COLLEGIO ABILIO
Os e?tatntos dte collegio estbelecido oa Cor-
te, acham-se em ca*a de
DE LAILHACAR & C.
_______ Ltvrnria fraaceza.____________
" TRILHS URBANOS
DO
Recife Olinda
e Bebe^b\
Nlo teodo comparec lo num-m legal de accio
nietas para qoe b>ovesse hoja sessao da assem-
Moa geral em cootiunaco dos saos irabalooi so-
bre a reforma dos estalutos, fu a sessao adiada
para 22 do correte, aa 10 h >ras da nuohaa, len
do logar a reaoiio no mesmo lagar dai aateeedeo
tes. O presidente da seasssWda geral sjwads b
zer consiar ao seobores accionistas, qoe teudo-se
dado a hypotbese do art, ii do tit. 3 dos actuae>
e-tatut s. a assembtea fonectoaara ao dia 22 do
crreme, havendo accionistas presentes, oa re-
Dr Miados, qoe eoBsEltaam oa qnarto do capital
da comasahia.
Recife 18 de setombro de 18'1.
O r> seereurio,
Lot Lope* Castello Brapco.
Ooninila t TxV
Fora)ea-se- commita con aceeo e promptidio
em casa de UmWa, ao aadar do sobrado n. 29
do pateo do Prate*.
Sociedarie Mo .te-Po 8aut*
Cnz.
Por dftliberacio do coo*elh > direotnr eommnai
oo a todos os iraai'M da paroewa da 8. los, qor
todas as qaartas-felras. pelas 8 om da larde,
na ver sae*o da referida paroebia oa casa d
mesroa sociedade. ^
Secretarte a sociedade Maoto Po Santa Groz
19 de seterobro ae 1871.
O seore ario,
________Ladislao R d>d|ib'> i* Araojo Onar
Precisa-ce de duas amas, send para cosi-
cbar e mais servlcos internos oe peqnena familia:
na roa I i Preci-a Sr de amh ama forra pa-
ra oouea familia : na ra larga di
rte*afM n. 20 i" andar.
AMA
FWDICAO
BOWMAN
Vapores pequeos pa des-
o roc/tr algodao
> mu d-i Cxfuud preci-a-^e ie om men>
no de 12 aonos pa a coi qoem esliver oa circom^tancia de s propdr, din
jase ao mesmo sino, na e-irada de P^uuo Cma-
ra, outr' ra de J o de Barro-, uo typographia
oeste ji rnal, a fallar com o Sr. Fern-ira.
00 & OGOOO
A 0 0 bacharHi* Jos dos Aojo* Vieira.de 9
A Amorim, e Mgnel Bernaido Vieira e J%
J5 Amnrim tem >ea eenpt to a ra do *
Doqne de Ranas a. 53, 1* andar.
Vtude-se o ^itio Olho de
Vito.
Em Ponte le Ucha.
E-te Miin tem om cobrado de om andar e an-
dar terreo, eoatst 4 eolias, 9 ao.artos. 2'connha?
rom boas f( g5e* e foroo de ferro, e-t>- sobredi
.circulado de jan jilas. T-m em separado graniti
rucheira para ravallos, osa pata feiior e enera-
os o bem <*im SHia para f.zer farmha com seu^
misteres para tal lim. E-la casa tem na frenu
ii>.ns raoteiMs pira fl jira a entrada do PaiuameTim, grande h'uo **
n-ruado c ni grande diveriidade de fructeir.i
grande bnixa para rapim, pidi-ndo sustentar por-
cao de vacas leileiras para :s qoaes tambera ten
enmrondn* de reeoibimento.
O- fuodoa da dita casa e sitio deitam para a Ii
uba ferr*a que segoe desta cidade para Apipucos
,e to *cba livre e desfmbarQadu, visto que a>
qnesiSes qoe os coorenbnres de dito sitio ten
com os euipreileiros de ditos trilbos apenas du
respeito ao terreoo qoe ellos ora ocenoaro, e ot
prejuisos qoe por tal motivo tero cio O- pretend>-ntes p'-dem-se dirigir ra Duqm
de Cana-, loja a. 43. oo roa do Arago, boj
na "iu V *' #* de Peintl3. eaa n.
CAM A H)K lUM
Aos 5:000*
Bilhetes garantidos.
\ rna Primoiro de Marco (ootr'ora roa A
Crespo) a. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, teodo veodido nos seos f*
es otihele am mcio a. 2802 com 5:0004000,
o nutras sones de 'i# > 2v| da lotera qoe s
tcaboo de extrabir i207*), codvids aos posso
(ores a virem reeeber os conformidade do cos-
ame sem descont algam.
Acham-s* a venda o* bilhetes garantidos o
2' parte das lotonas, a beoefleio da igreja de
Nossa Senhora > Livramento da Varzea (208')
qoe se exrahir suxu-feira 22 do correte mea.
nana.
BHticte inteiro SjuOO
Meio bilbete 3000
Quarto 11500
Km y-ru de ftejooo para ou.
Bilhete inteiro 5#*0
M' io bilhete 21750
4aarto 1*3TO
Mano*! UarOas e mi
O ahatiii awiwaarli)- eci-ratn so cor
po de coaaiaercio que desdd o da 15 do
cor ente oVix-'U de ser empregalo d<- sna
casa coBMnercial o Sr. Vicente da Silva Ao
tunes.
Reofe, 16 de seterobro de 187 <
Morae. f rmeos.
Alaga-se o prUneiro, segundo andares e soers-
otao da easa o. 6, cita a roa do Livramento :
tratar na loja do mesmo predio.
Superiores cig.ir s do Kio
de J nei o.
Domingos Alves Matbeo*, nico agente, oesla
provincia da fabrica imperial ae cigarros de &
J.io de Nuherohy, ertabelMida no Rio de Janeiro,
tero semprp nm completo sortimenlo de lodos as
ci arro-, fumo picado e en latas. Tem ignaiment*
os afamados cigarros Conde d'Ea, fonos e un mag-
nifico papel de palha de milho e fumo superior
Para governo de tea* freguezes, qoe tem estabels-
eido depsitos flllaes, as casas aos Srs. Tbomas
Francisco de Salles R sa e Manoel de Souza Cor-
deiro Simos Jomor, oo balrro do Recife, a lodo
qoanto for vendido em outras casas com a Irosa
de S< f^lsillearto-.
Sublu a-sc o sneudamtsiito do pre-
dio da roa do Mrquez de Olinda n. 23,
com crawles comojorlos para qualq^er es-
tabeli-cmeoto cnmmerciil, lamo no pavi-
mento terreo romo no andar : a tratar
com A"toi.io Jos Rodrigues de Sooza, oa
t e.onraria das luoria-
CASA 110 (lp
Aos 5:0i 00O.
Bllhetea
garaatlidoa ala pro
viurla.
Raa da Baro da
Victoria,
Outr'ora ra N>>va n. 63 ecasQB
fio eos turne.
O abaixo assrgnado acaba de vender entre o.
sea- muito retires bilhetes a orle ce SOOinoo
em umm-io bilbete d* n 285. a sorle ae 3*1/
em rr*fio bilhete de n. 827 e um tiilhete de o. 48*
ara a s re de t00, diere de unirs sones me-
res de infiXN) e 201000 da lotera que .-e ara-
bou de exirami (207), podeodo seus uossoidores
/irm rec-ber. qne prompiameote serio pago*.
O mesm abaixo assitrnado convida ao respel-
avel pnblico para virem ao sen estabelecinientt
-.omprat os felizes bilhetes garantidos, qoe Mh
eixar dt tirar qualquer premio como prova pelo*
nesmos auuuncios.
Acbam-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 2' parte das loteras m beneficio da
igreja de N. S. do Livramento na Varzea, qoe sera
ixtrahida do da sexta-teira 22 do corrento mes.
PRESOS.
Inteiro 6l000
meios 3*000
Quartos 13" 'i
Oo lUd Inteiro 5*?0
Meios 2*7o
Quarios 1*375
ii>i> Jnaontm da Co*u Le - Picosa re o um criado turro ou tsvravo
para o servico de nma pess, a s: na roa dr.
HupiciD n 26. 2* andar.
Casi
Precisa-se de nm
larga do Rosario n. 25
heiru
perito cozmheiro
ca ro
*-.
J ESCUN
RSOlBffOlUO DE ADVOCAC1A
DO
Dr. V. Pe-tir do Rogo e Fillws
A* roa do De qoe de Casias o. 75. en
irada stlo largo de D. Podro IL 1 ao
dar.
al
O abano assigaado declara ao raspeilavai
poneos a esas aspsaiaHdaaa ao sarao do eassaasr-
cte, aoa eansaraa s toberna sita oo larga da ri-
betea a. I, s qoaJ perteacia ao Sr. Jao Jas da
Silveir- C, hvr* e sesembaracata de ledo e
doaJoaer aetfvo e passivo. Recite 17 de setombro
Aatoato da Silva Jaator.
KESfitTS
O abaixo aniado, teodo roMsrido a obodo
sonaraQao da (boca qpa prestoo para c-r ca
> dmlMros sobre paabores, leclara qoe ni-
asalma s facer ir'o-aooSes de eropresmos tem
da araorder a darateM(mda$5o. P^runio, toda
a* passess mas iMajSeajwroa oo poder do abaixo
aHtoadf ^ajtess J|aW at o da 26, sob pe
i de sera wu
e>
Dsct^-iao 8.8.
O Sr. autor W. A. Pereira d*a 8aotos rogado
a trir a ra* Huva a. so, oa a iodtear em qoal da*
sos* wldsaeto rdda ser urorurado.
Aluna-i- orna loja propna para negucio cum
a-sooMMdacoa* para rancho : m largo da Basai
ra d> 1 Js-d uarada a 5.__________________
No^idtulas do m#r^
curio.
i ftftalee vli
Qiegaraai a tete ao awrcorio, raa da toapara-
tris o. N, morada defruoto da matriz, lavas d*
aaWwaaars bamws s ssabora, assim coma bofe
oas araste tresea* para aooam, d-us eafeltodas
*, a a amito pn coradas Mus de vel
lado prates a d> cores, e om variado sortiaante
la fTanUs sities de sed*, e ootros icuioe
j>;te- s gotto, cerno podero encentrar o*_
esrraniM SV mercurio, a roa da Imperatriz .
de >v S>raeHe da M-tta.
.^lu^ -se
o segando andar do sibrado o. 38 da rnsNovar
a teaM na Iota.____________________________
Joaquim Jos Gon^al-
ves Beltrao
Raa do Trapiclto n, 5, I* andar.
Saeea por lodos os paquetes sobre o baaeo t
imbo, em Braga, e sobr* os segnin.tes
"ortngal :
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guimarae*.
Goimbra.
Chaves.
seo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Ves.
Vianna do Castello.
Ponto do Lima.
Villa Real
Villa-Nova de Famslkao.
Lamego.
(gata,
CovaMa.
Vascal (Valpasso).
Miraadeka.
aja,
Rarcellos.
WIIMMHPlr
& Risa ala laasaeratrls *
I. ANDAR.
Len Chapeta panecipa ao respertavat poMico
desia captol, quo araba de abrir om nova- esta-
beJecimeato as phatugrapbte a roa cima aseaeio-
nada, teado procerado por ludo* os neta* poaai-
vais o meiboraraento e pertetcio em lodos os tra
balos concernonles a sos arte. A gatera diri-
gida por D. Amelia Cbapebo ja vaatoteasssaata
cooaecida por muHas pessoas desta eaptal
tiverara occasiao de > valiar os seus tra halaos j
lograpbteos e sa maae.r.s porque sa '
da* para com aa teaiaas qo*a lem honrad coa
aa ftvqoeacte.
Os preoos dos irabalbo sate photograpoia sa>
os mais limitado, canso seja a:
Urna doria de earioes S*at
Meia -apa
Dm ambrotypo em osas linda
caixinba. 2*0X)
E o* mais .sa preporcio.
Len Cbapeiia onavida s tsdas os asoantos da
artes a vtreat i ster sea estol
achari abarte asa f hora da
larde.
rr
as da
Pulseira perdida
Na igreja da oroero teroHra de & Praoctee
perdao-M oo dte da teste a* tere logar a* de-
-Ou
aqoaai
eo^nw, ana rt o
I atarte s aoa paibaa do sexo fsmaino da povo*oa*
_ JossKtew-j. __________________
i JM.%. ^Sfivt W*' **fU*' ""*^f-^ ^^ nr"b?^
fia faja'PfdsajiiBsa
ssa^aiampabaira-daaara* podra, toadas
MApur.
ar.fa sari
Prest*--* ama aa
i tetar asis aga
no: w* ry Prea, B t*.+
Oateiiaia^
como Sr.
beleeimenlo ae
decoro, sito
doeaaavos^
at a ptaefate date aesaj
Rootte f| d* Miembro 4$ i
A.V ne K.
par
rtrvfcp
Ipm:
r r






a* Peniaiamai Qmul^,teira O* Siembro de 1811.
$
D. TSj UOWMAN
______Wk Engenheiro com
FUNOICO
>* IUAPO HHin 59
PASSAHDO 0 CHAFARIZ
Pede ao senhore de enjfcnho e oo*roa fritirtaree, e e/topregadores de ma-
cbnmo o favor fle ama visita a seu estabelectmentr), parV'verni o novo sortimento
oompleto que abi (em ; (ois tendu tudo muilo mais barato era prego do que jamis te-
rina vendido, est anda superior era qdalidade e fortidSo; o que coco a'inspeccao pe-
aoal pode-e verificar*. \ M > .
PBDE ESPECIAL ATTENCO A O NUMERO E LUGAR DE SAFUNDFCAO
VftnOrfiR A rnrifl'a H'OTlQ doo mais m Y puro O TUaS a Agua tamarihos conven ente.para as di-
versas circomstanciasdos senhoes proprietarios e para, descarocar algodae.
MnpnrJQg Hg calina de t0ll0S os ,anianno8, as n,el|iore8 i06 a i
fM
i easaizi
g, que sej(E brancas,
p graphi se dlri qnem
existem.
lores
Rodas dentadas iDBf, lntaiti tm t vapor
Tazas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Machinismos
Bombas
para mandioca e algodSo.j Podando t dos
e para serrar madei a (ser rao vi o mo
|pnr 3Roa, vapor,
de patente, garantidas............) o animaes. *
L OQaS aS maCnmaS e pegas de que se costoma precisar.
Paz qualquer concert de machnismo,, pr>co m resumido.
Formas d& farro ,em as melnore8 e ma,s Dar,la8 exisl*nlts no mer-
PnnnmmanduQ Incumbe-se de mandar vir qualquer macbinismo vonta
UijUlUlUCU"iaB-de d08 Chentes, lembrando-lhes a vantagem de fazerem
soas compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qualquernecessidade poje
Ibes pregar auxilio
AradOS ameriCanOS e instrumentos agrcolas.
1RILH0S UKBANOS DO RECIFE M OLINDA.
Do da 1 deontubro em di. nte partirao os trena pela seguinte
TABELLA :
Ida.
ESTACOES DB MANH. DE TARE E. BeMt
Hora>|H. ras Horas U ia- II i a Hora> Hi re H. raslH ia> Horas H-ra f'II .iras
Ra d'Aurora.. .'.30 6*1 7 30 . 8.3(i 9.* 2 30 3 30 4 30 5 30 6.-1' 7.30 830 9.30
Pire.......... 5 32 6 32 7.:<2 8.3 93; 2.32 332 4 32 5 32 632 7 32 8.32 9 32
Principe....... 3.36 6.-.16 '7 36 8 36 9* . .36 3 36 4.36 5.36 6.3'. 7.3-. 836 9.3
Joao de Barros. 3 38 6.38 7.3* 8 38 9 3' 2 38 3 38 4.38 5:8 6 3 7 3X 8.:)8 9 38
E.-(>iiilienti.... 341 6.t2 7.42 8.42 8.45 9 4: 2.42 3.4: 4..2 541 64:- 7 42 842 9.40
Eiiciuilli.itii .. 5.45 6.4* 7.45 9 4. 2.45 345 445 5.45 6.45 7 45 845 9)2
Beln.......... 3 30 6 30 7:0' 8M> 9.1 *.-( 3,'0 4.'0 5.80, 6.50 7 50 850 9 55
CaufH.-GiMiidc. 3.32 6.32 7.521 8.52 9 5 2 5; 3 52 4.52 5.521 6.5z 7.5 8.52 9.5u
Saigaoiiiho..... 5.36 636 7.561 -8.5K 9 5* 2.56 356 4..'6, 0.36 65*> 4.58 f 3581 658 5. 01 6. 0 7. 6 7 56 8 56 9.52
Do ne (.(* hi'.. 5.58 6.3f 7.58 8.58 9.5 2.5 3 5>- 7.58 8.08 9.5
Olioda (ckegadu) 6. 0 7.0 8. 0| 9. 0 40. 1 3. (J 4. 0 . 0 9. 0 10. 8
V ola.
ESTACOES DE MANH. DB TaBDB.
Horas H. ras R<*0 H> ras Hit H .ras Ha Hoia-'ll ia> Hirai Huras Hura Horas
_____ HM . -______ __ __ _._----------- __
5.30 6.30 7 *' 8 30 9:U- 2 30 3 30 4.30 5 30 6.30 7.30 8 30 9.30
Doatte C"6lb0.. . 5.31 6 32 7.3 8.32 9 32 2 32 3.3: 4.:* 5 32 6 32 9 32 8.32 9.32
Salgadinho..... 36 6 36 7.3. 8 36 3i 2 36 3.;i6 - 4 36 3l 6.36 7.36 8.36 9.36
Campo-Grande. M 6.40 7 40 8.40 9.4" J.4< 340 4.40 5 40 ti.40, 7 40 8.40 9.40
Beim......... 42 6, i* 7*2 8., !',; 2 42 ,3 42 4 42 541: 6. .2 7.42 8..2 9.42
Enemiimada... 5*5 645 7.45 8.45 9... 2 4: 345 4 45 545 6 4f 7 45 8.45 9.45
Sspinheiro .... Joau de Barros. 48 6 48 7.48 8 48 9 4> 248 3 4* 4.48 5->S 64 7 48 8.48 9.48
52 652 7.52 8.52 9 52 252 3.52 4 52 5 52; 6 5: 7.52 8 52 9.52
la do PnnciDel 554 654 7.54 8: i 9 34 2 54 3.3. 4..H 5.54 6 34 7.54| 8.54, 9.54 8 58 9.6 9. Ot 10. U
Piros........1 358 6 58 7.58 8.58 9.5 2.3H 358 45h 558 6.58 7,>r
Aurora fckgadaj\ 6. 0 7. 0 8 0 9. 0 IV. l|l 3. 0 4. 1 5. 0 6. 01 7. 0 8 0|
lunar igoa e das saatlOcad OS. -
Do Recife s 6, 7,8,9 e 10 horas da manh; i 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 o 9 da noitc.
De Olinda s 6, 7, 8,9, e tO horas da manh; t. 2 3, 4. S, 6, 7, 8 e 9 da unte.
a OBSEI IVACA 0.
[mbur-
eta ty-
sagrada pa
ivp..grat/tia
por Pinhe'ro.
comprar.
curaca-s-urna huturia
COMI'HA-SE
frascos.vaaioa da tintura jiponea, e pagase a 80
r* rada ora : roa Duque de Caxias n. 50, e
Marque! de Olinda o. 51. ^^____
AFieospa ao^ro
Na roa do Vlgario n. 31 compra-sa om par de
arreos. /* I
aorclo:
na estaco da eonpaohia do Recife a (
Beberibe, panno velho branco qual juer
de 8 horas da manha as 4 da tarde.
Compra se um ou dns buhare com todo a
ens pertences : a tratar oa ra de Bario da Vic
toria (oulr'ora ra Moa) n., 51 {
VrNDAS.
CetiientoPottlttd
Era barrica de 13 arrobas preco mais com-
nudo do que em oatra qualquer parte, veode-ae
too armaien de Tasan Irmaos A C
Bicom e ren'ias
Veude-se rendas e bicos do Araeaty a presos
ounca vistos : oa loja de rateadas de Canato A
Pinneir raa.ita Imoeratrii d. 16.
Leman Frres
vpnite eervfj^ M-iynca e vinhn do Rh'no.
LnvHJa nnrrony
de superior qualidade, em garrafa e meia, ven-
de-e em porjo e a retalho : na rna do Mrquez
de QlipJa p. 39. 1" andar.
Veode-se barato, otn piano, de un do mal
afamado fabricaates : a tratar a rna do Com-
mercio n. 3H.
Fu.
IUH8
Formas de made>ra e ferradas para calcado, de
ponto e tata, vende-se no arraazem da trkvessa
do (y.rpo Santo 17.
Nw dias utcis 3ahe ao ineio-dia, e de Olinda, a 1 hora, o trem do carga, o qual conoz
igualmente passageiros.
O SUPERINTENDENTE,
A. d'Abrtu Porto.
TABELLA DO R MAL DE BEBEKlfiE
que lem principie do 1.' de oulubro de 1871.
l'artida M1.IS III IMS
HUA HII%rA M. 60
N>->ie eslabelecimento liqui .am se os segrate?
artigo* :
CaMiS \> inglezas e francezas, superior qua-
lidaie 40| e 4^4 a duza.
BASQUINAS de seda modernas a 1.^000 e a
18,8'n 0.
t.H *PtLINAS de pilhar eafeitadas, modernas a
600-i
VESTUARIOS para meBinos par metade do prego
l lli.'lrmti..
CES INHOS muito bonitos a 14300 e 2*000.
C"i XAS brancaasupe.'iure a 4*.
Cllll a crt' para vesilus de 2 uias a 41.
SUPEnlultES brin de lraho de core a 1400
a vara.
CAMBRAIAS de cores anas a 260 rs. o co-
Vado.
SAl\S do corea mmto bem enfeitadas a 4*.
DITAS h-ancas bordada a i.
MaDahOi.AO fraoeex a 40o e 500 vara!
Plt'HUS rieaioNtie eofeiiado- a 10*.
GUaHDANaPS de trofeo a 3#40 r. a dnzia.
COI XAS de cr chet moit > grandes 115000.
SKHVICOS ara mesa a ib6'
MEIOS serviros a 1 4000.
POPELINAS de seda a IS600 r. o covado.,
SILE IOS de linho muito i.rgo, >>fca de 26 a-
DAMASCO de lia aznl, d< dns larguras', sepa-
ri r !. idade a 1*800 o covado.
E ooiras muiif f.i.n)'ta.4 iin- lo pitcniM.
Ida.
. ESTACOES.
Encroxilbada....
S-trad-Nva...
Aga* Fra......
Fund.........
Porto da Madeira
j/v^p^nop
K HA.NHA.
H ra.
DBTARDC.
? o 45"
5.4>'
550'
552'
556'
6. V
Huas.
6A.V
6 48'
656'
6.52"
656'
7. O"
II... a
7 4.V
Thf
7.SH'
IJSi'
7 5>'
8.0'
II ia-. H .ra
8 4.V
848
>50'
85;
8 56'
9 0
2.45'
2 48'
1'
252'
2.56'
3. W
H
. H ra-.|
3.45* 4 45*
3 4"' 4.4V
3.S'' 4.SV
3.52' 4.52"
3 56' 4561
4.0P 5 0*
Hora .
545'
548"
550'
552'
5 56'
. 0"
H.ra.
6.4IC
648'
6.5C
651'
6.56"
7 0'
Hira.
7 4V
7 48"
7 50'
7 52'
7.56*
8 O1
H-ra.
8 45'
8 48'
8 50'
8.5i'
856'
9.0'
Varita.
KST^COSS.
BiHribe........
P-rto da Madeira
Puodi..... .
Agoa-Fna......
Srtraa- ova...
2Bcritaa4a....|
DB TAR&K.
Horas.
4 20'
424'
4.28"
4 30'
*.v
43S*
Hras.
5*0"
82V
5.28'
530'
5 31"
535*
H-ras.
6.20-
62;'
6.28'
.>'
6:i2'
6.35'
H-ras.
7.*)'
7V
7i'
-V
7.32'
735*
Hra.
8.30'
8.2'
8 28'
8 30'
8.ar
8^5*
H.i a-.
9.2'
0.1'
9 38'
9 30'
.W
*.3'
A rev**|* #|Baf*T5 Toda a deenga cede Revalesciere da Birry,
que d sadde, energa, appotite?, d.gestio e dea
canso. Ella enra a dispepsia., gastrites, humo-
re, acidez pituita, flato, enjpi, vomites depois
comida e gravidez, con tipa;oas,t). aslfema,
altecrSes pulmonares, bexlga, flga' -erebro e
angne ; 60,000 curas, incluindo mimas dallas no
wttm.
A revalesciere chocolatada da Bsrry
era 2
Delicioso alimento parfllmoeo e eeia, multo
nutritivo, fortificando os feas vos do estomago en
oausar o mooor peso nem Sr de cabeea, nem ir-
rita cao.
nico deposito para o Brasil em Peroambuco
na pbarrnaciar americana Je Ferreira Mala C,
roa do budfsde C^ n. 67. (Todo cuidado
eom a aiiMa4o>.) 1 ti- ___________
Loja
DO
GALLO VIGILANTE
Ras da Crespo t
Acaba de cheg.r pelo nitimo vapor diversos ar-
tigo de novidade, como sejam ;
Lindas teuquinhas eoteitadas para baptisado ;
aMm eiimo cnapnsinbos.
Sapattalsea de seda e de merm.
, Meiaa de seda e fio de Escocia de l a 12 anuos
de idade.
Ricos" leqnes de madreperola todos aberios, o
nwliof oe ha nwte genero; asim como un-
iros de madreperla coji seda, fazenda requis-i-
n; tambera receben grande sorumento de le
|Ut de 6ao Hngindo tnarfim sndalo e madeira,
lano para senboa como >ara meninas.
Soperiore ligas de seda para segurar meias.
Mus de borracha para qnem soffre de inxagoes
ou erisipela.
Seoa frusxa para bordar todas as cres.
Frico de seda para o mesmo fina.
Hetrz preto e de rdres em carnti?.
Fitas fiara cartas de hachareis.
Q i a.tros para retratos.
Lava de pellica, e de seda, branca pretas e de
bodas cores.
SuperiMre capellas para nnivas.
LmJos aiflnetes dt madrtperola para peitos de
eHhoras.
Lindas ahotoadoras para colletes.
Lia ie tolas as cures para birdar.
Superiores pencenez de ac.
Muito finas thwonraa para costara, nnhas e
para cortar easellus.
Superiores pvotes de tartaruga para arregarar
cabellos
Tmtora inglesa para tingir cabellos, a verda-
dera.
Grande sortimento de franjas pretas, largas e
estrellas e lindos pdide. ,
Lindos babadinhot a eotremeios bordido, tapa-
dos e transparei.t-s. .
Querem comprar ?
Guardapisa para vestidos ; preto oa branco?
Papa-lina, larga ou estrella 1
Lencos de linho, bordado no Usos?
B'.nito leqnes, nsso na sndalo ?
A Nova esperanza qnem tem 111
B noviHade!
Acaba de rhegar a Nova E-p*rao(a ra Duqne
de Caxias n. 63. b ecos e boneeas sendo de mol-
des inteirainente n-.vos. vindo entre elles os en-
lraca'lo bonecos de borr-cha : para que se can-
eara ? guando quizerem comprar qualquer nbjecii.
endo b-.m. bonlio ou engracado. leu b em-se logi.
la N va-R n-ranrn rna On<|Ue -le l'.axia- n. 63.
NDVIIIAUE.
A loja do Papanaio araba de recebar um com-
p eto sortimeoto de sedas lavrada de ama .-
cor; assim como um expleodido siirtimenfo d.
ponueiinas de seda, tanto ura como mitro sS i de
lavrore mielramentH n.>vn, e as rdres sao a
iraais delicada- que at bija tem apparerid^nes'e
mercado, eo preco io con.inodo que oo h
quem. deixe .te comprar : oa roa da laiperaicz
n. 40, esquina da roa Site de Setenibr, amigo
b#v> iWm Prrpir.>. ...ja de Vend'- A i'arv]feo.
^POETAS
BIKIT
.'f ; BiaTodintio, com o ja de jiu exs,
avisa a todos is os *eui fregnezes qae
tarrudo todo pelo jrtfo, a vista da fsieo-
1a, | pa/a. todos antuirar, a saber:
Pecs de litas "Cordadas maito fifla 1^00
Thesouras grandes e pequeas t)
mais fino qne lia a iOooe 1^360
Caixas con 2Q quadernos de papel
liso, amisade a rs; 500
Pecas de tranca de 13a e ilgodo as
mais modernas a 160
Frascos com agua de colonia maita
fina a 400 e oOO
Frascos com agua di colonia ver-
dadeira a 800 rs. e 1^500
Chapeos broncos para bapUsadoso
elhor qoe ba a 3*J08 e 3$000
Duzia de botoes-cobeitos de seda
para vestidos por todo o preco 6
"para acabar.
Libra de ar>ia prela a 160
Gr tas i te botoes de louca branca a la
Caixas com 100 envelopes fateoda
fina a oOn, 6< 0 e 800
spelhos ne moldura .lograda a
SOO e 1^000
Pentes pretos volteados para me-
ninas a 240
T o-einis com tinta prela a 80 e lo
Peca de fita elstica mmto fina a 201-
-Latas com superior hanha tO, lnO e 2' 0
Latas grandes com SQMenorbatiha a 320
Frascos com oleo de Pbiiocome a
500 e S< 0
Frascos com macassa | Pernia a 24u
Frascos eom agna de Colonia verda-
des a 1,5000
Ditos rom oleo deba) osa suderior a 320
Carntels de retroz preto com 2
oitavas a 600
Caixas com agolhasfrancezas a 160
(60 240
Pec*8 de tiras bordadas a 500, 600
800 e 15000
Ganafas com a verdadeirc agua
florida a 1*300
C-rt-lba da Dnutroa Cbrist3a as
v mais o odernas a 40>
Livro das missoet abreviadas a 15501.
1 iopos grandes com su e inr banba 10800
Maco; d- pollitos para dente o
melnor que ba a 160
Paco.es com 3 sacoetes inglezes
fazeoda fina a 600
Kscuvas muito finas para limoar os
rlo<"isa 240
Dosalag e dias SMatMeastaa.
1.15, 2.15, 3.15, i.iH, 5.15,6.15,
0 1.45, 3.43, 4.45, 5.4J, 6,4o, 7.45 e
Quem quizt-r vciiha itepres^a,
antes que se acabe
Ao i-ira zeradi Norma
.V roa do Ba 3o da Victoria n 48, antiga
;a N-iva, esquina da d'Santo Amaro
Casacos d- ergurao de seda, ricamento enfei-
tados a iOiOOO.
Ditos de dito a 18000.
Ditos cum pequeo toqoo <1* ra.ifo a lg.
P. p.-lma- de quadrn a 14300 o covado.
Panno para s las a I aOwO o metro.
Cbapelinan che|;adas pt-i a'timo vapor e o nue
ha de mais gosio e de nsais moderno a 154, 184
e 20a cada ama.
Bourns de s da a I5. 184 e 234.
Chapeos de velado de diversas c'or, os mais
i i nd. s qne tm vin 'o a.i mercado a 154.
Rico? corte* d- tarlstana borlado- a seda, pro
prios para bailes e caameniiis a 254.
Alpacas com listas a 500 r o covado.
Vesti'ii* de cambraia bordados.
hnoi5-'S de dita.
Saia bardadas a 34500 e 44 ea.la ama.
omhraia tran ipareotus a 34500 a peca, con-
loado 0 jardas cada pega.
Leque de sndalo a 3*000.
H ranina:- a hespaohola.
6 rgora.) de seda preto com listas assetioadas a
44000 e .vade.
Gai* com listas a 500 o covodo.
Tnalhai de llano a 84 a dnxia.
bitas fraDcoia de c* ftxas a 260 o covado.
Cambra ias de cres a 280 o covado.
Sedioba de qoadros a 14 o envado.
Pooelw>3H de qnadro a 14200 o covado.
O ganiy braceo a 600 r#. a vara.
Ve\.i e eaneilaa para analo.
Chale Tarca a 124 cada um.
Gonenatao de linho a 34500 a dnzia.
Mermas de bloode eifedadas a ssirai s 24 e
38b0.
Calimas do linho para senhora a 84000 cada
i.m.
E mulos ootros objeetos qne se torna enfado-
la* a 14W) o colado: rr^
Veode-ae portas ame km a alm fadadas, ta
baraus que oio paga o casto da m-deira ; apro
veitem que dirto nao vem maia ei : no arraazem
da b la auiarella no .mao da -eerei r a da poici
fe bolas.
Vrndp--e em moib is a I280, o o rento a 14
nn arn.a;em do *nn s ^ef da slfandpg.
Vende-se
j Da Encraxilhada s 6.15, 7.15, 8.15, 9. t' da manh;
.iM.IB4aiate.
DeBeWtoea 6.45, 7.45, 8.45 e 9.13 da manbi;
8.45 da nonte.
OBSERVAgAO.
Nos dias oteia sabe do Recife s 11 horas e 50
ura da tarde on tren de carga, que alera da carga
en exprsaso o aesjife at Bocruzi b. ote. O* irea* siaeote ebegam at o Parto da adelfa;
irle a Beatibe qsund Rr aberte o transpone pelo gnverao da provincia.
tos da man aa o valla de Beberibe 1
coodez paiagaife, inte e volua*.
O SUPBRINTE.NDKNrE,
A nfAkm .P>m.
GRANDE HOTEL
. So oeniro da vonasa, arnasisma.
Ne centra do caasnsroii.
O mais 9*ri m va* arreas.
sMTt* do emaurqtte no caes
W0R9 wtm VMRbtVIS.
2 de Novembro.
unco qoe
vidASOMiin. .
0 -uico onda aotoasneoa* m
pjl^w? hora
an amantes do conamodo.
m i.-rferlof casa dbannos,
aa familias poden hospedar-se sen mnein ils aartutniatii jauib^iosaulo
l
rtoj
acna 0. otsihor cboaolale hespanbol das se ode temor o
ivanio' libra. <*IT -
nifi grande siu'o no lujar denominado Mogonga,
frvgnena do Afogado-, peno oa eslacio, rom
mais de mil ps On coquelros e miras 'arvores de
diversas frncta, viveirus de pene, casa m-iderna
e ptimas ierras para planiacao > pasto, per en-
cent ans berdeiros o finado Antonio Pinto de
Azevolo: a tratar na ra de Pedro Alonso ou-
mero 14. _______________________'
rWm m igual
Luvs d-v pun ufe cas
- \Um a par IS^OO ft par
Na loja Je Sratn Ka ein C, a roa da adeia n.
45, ba superoras e frecas tovas de pellica, ingle-
las. lano pra h-roen- como pasa senboras, pelo
preco de 14500 cada par, o o Falco pode ven-
der peebiiicn-s de.ta.___________ .___________
J. O. C Doyle tem em sea arraazem para
vender o segante :
Ognar Hennessy.
Vraho Xerei.
Dito Lisboa.
Filiradelri.
Uso pa) de arad' melhres fabrcaotos : oa
rna do Oun'mercin n. 38.

- Joaqu'in Jo>e lionc^ive.- b-.irao lera para
Vender nu seu esi-riptono a ra do C .mnier.'io n.
5, i. gneros abaixo notado, que vende mais bi-
r.ito do qne era outra qualquer parle :
Ai itona m ancireta.
Ainendiia em barricas.
Cafe muido em nias-os de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa quilidad*.
Cognac marca marte! freres.
Enxada.
Par.nba de mandioca de Sama Calbarina, sac
oo:- de 3 e 2 alq.ieire.
Dita da Baha em saceos branens.
Dua de dita em barrica, proprias para :asa
partn-nlares.
Fio de algudo da Baha em novello.
Fonce.
Maxados.
Note; '
fibra dn.palheta.
Papel pnpno para cigarro?,
D.tu azul para botica.
Pahio- para domes. -
Pre(to sottidos.
Panno de aigodan da fabri :a Je Tedcs os S.inlos
de Pedroso na Babia.
Rolha-.
Rap popular da Babia.
Botim em fardo >.
Iietroi dos melhres fabriesutes de Porto-
Tapioca do Maronhao.
Tabaco simonle da Babia.
Vernii copal.
Vinbo do Porto engarrafado, caixa do 12 gar-
rafas.
Dito de dito em barr, proprlo para engarrafar
Dito moscatel, verdadero de Setnbal.
Dito B.rdeaux em caixas de urna tiuzia.
D'io d* raid em eaix" de ama dnrl.
1 1 -- ------ r 1 1
Pomada alpaka
E' rotulo co'.h cida esta pernada e muito
apreciada por sua finissima qualidade, a Nova
Esperanca qnem tem.
Jarros lie porcellana
Um completo sortiment dn lindos Jarros
de pttrcellana (d 'afamado Bacai) existe na
Nova Esperanza, roa Duque de Caxias
n. 63.
i8 mmm*
A Nova "speranca* esta resolvida a vac-
ler baratisslmo, para as Exmrs. modisUs:
enrfttes.forris para vestidos, bot5e, etc. e
tudo mais de qoepr ecizarem ; e isto por
preco minio c. mroodn, com a condico po-
rem das m3sanas Exmas. ujunir-ge distes
bjpclos smente no oito esiahelerimtn' 1
onde encontrarSo o bom. por pouc. preco
o de. NovaEspeTa1 ca, porqne vendo, o as modi>
tas, por emprarem bom e barato.
Na* havera coavnl^es.
As enancas qoe nsarem dos collares anc-
linos, qae se vendem na Nova Esperanca.
est-r3o isentos de corbvul>3es ; pois- s3o os
verdadeiros recebidos directamente.'
E' engracado e desfmhe
Os pies de nova loveocao e que daocam
15 minlos pouco mais 00 menos, murtandi-
sempre de cores, e representando diversos
caracteres, vendem se na Nova EptirauCB
ra Duque de Caxias n. 63.
Lenibranqa tenipo
O proprietario do armazem de vveres rus d
Imperador o. 28, vem por meio desie annunc
prevenir e avisar ao respeflavel publico dests ei-
dado, qoe o seu armazem um do q vaniagem pode sali-faier as suas bera entendida-
exieencias, pois para tal fim tero f;ito rnnir n
n.encionado estabeleeimentoo mais comileto r
tmenlo de acepipe, e para qoo o digno leitores
leste anonncio nao icnham occasio de massadi.
u.ma a resoluta de limitar se a lorabrar ..ment.
o gneros que elle tem como especial novidade,
o s gmnle :
Linda caixas com confoitos, proprias para pe-
queuos presentes.
Chocolate em p, este chocolata tem a vantagem
de poder-se fazer me.-mo na mesa.
Leite coaden-ado, a mehor marca cmh-cida.
este lene convem principal mt na u collegios, bo-
um e bospitaes, pela presteza cum que st obleu'
qoabiuer preparado delle.
Tmaras do lgypto, raramenio vindo a estt
mercado.
Licores finos: Cliartreize, Caraeo; Anizele:
Creme de rosa, etc., etc.
ALEM DISSO O CAMPOS
pode garantir qoe o sen armazem um centro >i,
i.oin e agradavel ao paladar, poi nello se'eDCo
irara >euj| re ludo quinto podo necesitar um..
lesp-n a, eozir.ba 01 mesa desde a mal tem cor
tlda at a mais mediocre.
AGORA AliN'DA
annuncia tambera (el o mulatinbo em saceos c 5
Mallo.
Navidades da rosa
branca
Atpattsd* qnadriiihn, atnl, verde, cor de r
e cor de caf f.zenla inlfiaraente .nova e de o.;.
impura pelo dirmnatu prego de 5(30 rs o eov.ido
na r sa branca, ra da lu.peralnz o 58. Pj.
ra e-.'itar rnn:inos. a (renie da I. ja praia"!- '
h.tia aznt-s e branc-a e as purladas ootti fl re
biacaa.
DE
J IlllS BARATAS
10 -jU a Peca? dfjt'goao cem 20 jardas a 44, 4J500 t .
!>A0 0
U ia de madapoln a 4-"., ."4, 54'JGO, 6i, e
6*0.
j-::z superior a
qualidade a 240
o covad.
- Vhmo-so ana tanejoa com poneos fundos
para princaiaote na Passagem da Magdalb.
rna do Bemfioa n. 1C. o -
Pechincha.
oito boas parretras braceas o rooxas, bem
r.oata ann oVaa perder. Hm do-Manaes de
---------" "***-*****+
de COOe
MMa
Otada nnirWa CaaVia
piexoan wicoa, e pea tentle
roa ou Hooiepo, otaria a. 43.
me-na.
fttfe as
J.a. V*"1* s. **** bVT* Jooe (c.4rv) era
moli b no estado : a-tratar, no pateo do Carmo
esquina da rna do Horta n. I uras'
oar* ato a
*; l(faiot,nV
traba Ibas,
Cusma.
CWM1M.
d>catm a 3gar,pkii|e,no pa-
OiMda^ao^.-I^XS:
A f erdodeka
_^ i en jiccos. t
>alsa parrilha
Yeodesosalsa parniha muito aova e ebegads
ltimamente no aseriptrio do Joaquim Gerardo
de Bassoe, roa do Vigario n Ift. l'aodar.
Terreno a' venda.
Veodje-se um eseellnte terreno oa roo Impe-
rial ftoprin, (ooo aterrado, prenoto para edificar,
irado *oa treotes, p-no perto para esetnbsnfM'
iq naoarsiroo Moa IW palmos e fren* 300 de
(oaoV : a loformar oa roa If ra a. 1, leja, e tro-
tar eon o0rte*rto na'dsta roo Imperial, casa
na. a de a i. _
. E. A. Burle & C, en sin arnasom roa
da 6 os o- 4B, vend m a preoos muilo em cont
pra acabar :
,V4raos e marmore.
tS< e detrios do dito.
'i.Jbjma commom.
Cagse n o em caixa e barra do vidro.
0*aaOte isajrdos lios o ordinarios em caixas
ao|tK
L'onres en csixa. ,...
Frncta en enoterva. .-,
Asesta *? en e*ixa. _.
Lindas prmaldas com flores e botos d*
laraii^eiras c m vivos e sem t-lles, vendem-
>e na Nova E-peranci roa Duque de Caxias
o. 63.
FIVELLAS DE MADREPEROLA.
Bonitas fiveiias de madreperoia bsas o
bordadas proprias para pnlreiras, vendem
se na Nova Espe anga roa Duijne do Caxias
o. 63.
PARA AS FLORISTAS
A Nova Esperaoca a rna Duque de Caxias
n. 63 acaba de recefwr foihas para rosas e
it'outros moldes, a ellas antes qoe se aca-
bemtlt
Oleo pira uactiinas
Vende se na Nova Esperanca rna Duque
de Caxias 0. 63.
taKlMllfi
1|HM Hsa gusta
M
o.fOaV^lWe-JI
eftVt.
I Venas-so
roa Apollo a. 11, eter^'.rr'j.
0 nodoiros
tratar on
HOYO SOBTIIEHTO
DE
BO\E4 l*
A agaia branca, a ru do Duque de Caxias n.
52, eutr'ora do Qneiroado o. 8, acaba da recebe
um novo e bedo sortimeoto de aooeeas de diver-
sa Ojoalaiode- e tamaobus, sendo :
Con rosto de seda, das qae ibofam, e oara
qoe fallan.
Con resto, mies, e ps da porsslana, e pro-
prias poro vestr-se.
Ubraa le porcelana
A aguia branca tem ootro snrtimenlo-do diver-
sas oOra de porcelana, sendo :
Bonitos o ricos raaoa paro pos do arroz.
Ootros para jotos.
Onirus parSanooetes.
Ootros lararaofertos de mosa.
Pequeaa e bonitas pas para agua oyoia.
Poojpaan jarros paro saaloarks.
Oatroa naiores para mesas.
BomM-port relogios.
Lmdas om-liohM urobem de porsettaos.
Eaerivaoia de dita.
B nwHe* ontru nOjeetna para enWtes de mosa.
Vmhv> timo o braneo bup-
iot
de carcavelloe teta pan poder em caixss
de nma dnxia Joaquim hs Goacalves Bel-
tr3o, i rao do Co-a^aercio a. 5.
I)..- do Jito in fot la do,
1040 0
' Cinta frsncez'" de das as
280. 300 310 v 3r) o cova o.
Cambalas de core-" a 240 o 230 rs.
Dita lisa ric cor a 320 r. o ovado.
Diias pretas tara ItM a 6i0 r. a vara.
Pegas oo can.braia Ii>d ti.insparcoto a 3,5 3450o
o SOO.
D.ioSaio dila-tapada Vistoiia, a 44, 44500, 5
e 74.
D tas do dita transparcDU, suissa muito flna
com 17 vara, 144. ,
Duas de (lita burdada com 10 ardas a 74 e
945fi0.
Organ-ly branco fino a 700 rs. a vara.
Br.ihanlira brnnca infestada a 440 e 500 rs. o
roxadii.
Ii.u ba d? iinho com 2o varas a 204OG0 6
isjooe.
Dita de diic. infestada son 30 varas a 274.
Rraiian!" de linho cun 10 palmo de largura a
2 500 a vara.
Uno do alguda > a 14800 a vara.
Atoalhado d* dito e do imrn cu:n 10 ramos dt
largura a 14500 3$
T-alhas aicuchoada para rosto a 7 a dni-a.
Di.s do linno do P rto l l.;i I..3 a 10*000 1
dUZa.
Guardanapos de linho a 34 e 4J a dazia.
C hera de chita a 2 e 24500. '
D.ij-s do cha adaraaccada turradas, 44, 44501'
e 34OHQ.
Cdchas de daraC"i da cons a >4 c 04.
Dua~ do Intftti atoch.ada a 5>,
C bertas de l escuras a 2|.
Dua de algodao branca" a 1*400.
Coiitirinho de linho a 500 15.
Chale de merino lisos protos e de cores 24000
o 340OO.
Din estampados da meia casemira a t t
24MJ0.
Damascos de cores a 640 rs.
L-ocor b.ancos de eassa tloos, 24, 24500 e 3
a uuna. -* ,
Ditos ditos e de cor abainhado largo a 34 t-
34500 a duxia.
D.tos ditos de cambraia d linho nos a 84 &
duza.
Ditos de osguiao de linho a 44. 44500, 54 e 6-;
a duna.
Bnm Angola a CO. 800 e I400 o corado.
Brin. do Ira'.io da core a 50 13. o eovalo.
Cortes de raeia ca-.emira para calca a 14*00 (
14400.
Dj'os de caaemir.i para salea a 34500, 44500 <
5*500
Ca>emiras ds ccres de daas largaras, 24, 24500
e 34 o covado.
D.tas preu, daas largaras a 24500 o cnvvio.
Pao fino preto o aznl a 24. 2*500, 34OOO ..
34*00.
Dito dito taoito Gao superior a 54,64 e 74
covjdo.
L.n o alpacas de cores para vastioos a (00.
5tS, 600, 7* 0, 800 14 o covao.
T.aihis c-iin u hy raras para bandejas e pars
rosto a 84.104 1?*.
Cami-is de fl neita branca, e de cores 24
14500 34, 3groo e 445(0.
Grosdonapolts preto e de coros 24, 34 e 4J ;
covado.
Dio se smestrs com peabor.
Vende-so lamiera grande qo*ntMae> de roops.
(sita o por med: la por precs dwH raduti**.
dnas baiaoes* seimaers, qu*s> no^K en ae/feil
esiaA;, aprec aiodic.: roa do A00D0 o. 30,
aimcwdelwHw'' virt'e.
VIJLTUIII.
065.
Ra do Duque de Ca-
lias
acaba de recaber om tnporiaxila sortsoeoto de
poopaiina de Aa, so qaes abfem o arooo de 500
rs o covado, oo eixom de vfcr ver tsa linda f-
tenda.
Frt Uafai I stelSlar
Veade-s-3 fariaisa de ilbo molda s vapor d'.i-
amotj, polos pfeona argniote : artesa, pan
ig, pioxn o faMianBwS IfOra, para caogni^
pi > de aro-rice: a 150 rs.. e para coarta
r., en> arrabaB *
efli 1?.
xa'* barato : ot rao ao wto-
i ^
i-
:\


Oiao de Pfliamimc* Qtthiit feifa *f ife Siembro
f ka mato cabe ancos
So e nafca tflmtA, t academia de
KiaoTla, reconbeeida aupenor a toda que tem p-
parecid" at hoj* Deposito principal r:
adeia do Recite a. 51, andar, ea> toda* as bo
icas e casa de cabelleiteiro:
Flor da Boa-Vista
DE
0 pronrietario deste bem cmlieoido es-
tabekeimeiU) contina *empre seg ndo saa
antiga forma da primeiro barateiro da Boa-
Vis a e-paramelbor prova admrem o
pre$os segoiotes:
Cuitas escoras e elarts corea fliaa
o covado 160 200 rs. a. .
Cambraias de cores 210, 20 rs. 8
Lias para vestido 80, 320 rs. e
Creps escocias fazetjda nova a..
Alpacas lavradas d'om s cor. .
Cimbraia branca transparente pe-
Cas a 3$5 0 e.....
Ditas d'ta victoria a 44000 e. .
Bramente com 10 palmos de lar-
gara, varas, a 2^000 e. .
Madapolao soperlor pecas 50000 e
Algodo a iJOOOe.....
'Briai pardo trancado pochincha
- covadoa. ... .
Dito dito liso muito fino a. .
Outras multas mais fazendas que vende-
r por precos baratsimos com a sejatn :
pannos pretos, ditos azue?, casemiras. pretas
e de cor, merini, brins brancos e de co-
res, seda para coetes, camisas inglezas para
homens, meias, chapeos de sol etc.
Officiua d'alfaiate
Os digaos freguezes encontraro om gran-
de sortimento de rotipas feitas d*sde. o
mais inferior at ao mais soperior que se
ache no mercado, assim como so manda fa-
zer toda ,e qualquer obra d'encommenda
feitas a capricho, p is para este mister se
acha munido d'nni penio mestre. Garante
safaz-reni semjuor O% de Qtie eno ou,ra
qaalqjer p i > pagar o que compra e nao o aspecto do
a; ibel>'Cmenio.
43 Stua da lmperairlz418
JUNTO A HADAKU FRANCEZA'
400
320
400
(HO
720
8 #000
80000
2,W
6#0uO
50000
320
320
JLibras sr-ili ms.
n armai'in 1t* fazendas de Augusto
F. u- Oliveia A C, ra lo Corooiercio n. 4i.
\m iiiuk k
ft'ii venda era seus arraazeu, aln de outros
txti?8 de sea neg io regalar, os seguintes, qae
nadan por prreos mais mdicos que era ou-
rra "ijalquer parte :
PORTAS de pinso almofadadas.
PORTalRAS de ferro para cercas.
SALITRE mgl.'Z.
B3TKIRAS da India pira cama e forrar salas.
GANOS de barro fraeez para esgoto.
GSSSO superior em norojtea e a connoto.
SEMEN10 de toda ss (jnaiidads,
ACHINAS de: d3*caro?ar algodo.
LONAS e brindes, da Rsala.
OLEADOS africanos para forro le-canoa.
?3IES americanos raaito bons eeconmicos.
FINHG deBordeanx. .
COGNAC superior o 6am PAttBLLO em saca grandes a 3*500.
A tUA florida legitima.
BAI.ANCAS decimae*.
CADEIftAS americanas.
RHUM da hoiaiea.
AZULEJOS de LUboa.
Contra a tosse
PASTiLHAS PEITORAES.
de
f> ntm~, simples erystslisada.
Dita de angica
Naff d* Arabia.
Ser de pinho martimo de Lagasse.
E oatr*s muitas que muito se re:om?DJam pe-
'soas axoaUeatea qn-'dldades.
VeQ.ie p*
PHARMACIA E DROGARA
DE
Bartholomen & C.
31-RA LARGA DO KOSARIA-34
OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO
DA
TERRA NOVA
DE
H. LACOMBE
Este oleo que lao boa acceitaQao tem merecido,
multo se rec>mm?odi por ser o mais parificado
qie st boje tem vinio, e ainda peto bom paladar,
superior a outro qualqaer : vende-se no deposito
spr,cial de Bartholoaiea & C.: ra Larga do Ro-
sara 34. ._____
Xarope sedativo
DE
Casca de hranjas amargan
COM
BROMRETO DE POTASSIM
DE
Este novo preparado aprovado pela aeademia
imperial de medicina, mnito se recoramenda pela
saa, accao sedativa e calmante, sobre o systema
nervoso, o bromurelo de potassiam, n5o d^ixa de
dar os mais ceos' resoltados as diversas affec-
coes do organismo e principalmente as molestias
do c )r.tco, das vias digestivas da respiraco, da*
vas gBoito-arioarias, na epilepsia, as molestias
nervosas da prenhet, na insomnia das criancas
durante o periojo da dnti(o etc.. etc.
Vende-se na pbarmacia e drogara
de
Bartholomen & C.
3-RUA LAR3A DOROSARIO-34
oces, fruclas e flores.
Ra 4a Crnz n. 13' vende todos os das :
Prezuulo em fiambte< a libra.
Ln *haa todos os dias, e diff -renie.'.
Ge'a de mi de vacca era copos.
Daces cryalali-ados de differentes frclas.
Bollos, polios e b >as boccalos.
Baadeijas com boltiohos, enfeitadas
B'inqaets de eravs para oeivas.
Flores avolsas e em boapueU.
SarvetM lados os dtas a noule.
Oerveg'i noruega
da Ia qualidade, vndese em parcaa e a ratalho :
caarmazem o. 4 ru do Commercio.
Jos Antonio Pereira
tem paravendpr.na snabrir. da roa de Bario
da Victoria n. 4 (antiga roa Nova) charutos doa
mais acreditado fabricantes da Babia, como ss-
j im Imperiaes, Normas de ffavana, Operas, Ama
dores, Looirinos e Mhar, de Simas. Imperiaea,
Exposiqio, Lanceirea, Bgarrilhos, do Cardoso.
Miisi-sipes, E\po;cio, Havaoas, Flor de Suspiros,
Londres Almirantea' Brastleiros, Trabucos e Re-
gala Imperial de Joaqaim load dos Res, e ma
qaa'Jdades daaurjs fihricantes. Famos Daniel
Baependy, Rio Novo, linas, Maranhia, Para
Garanhons, e cigarros dj%aeyos famos.
UTA All
Roa do Csbug n.
A este eitabalacimento Seab
[J
(Wtf aro
iba de
grande sorlbanrjiuMM tM de la aou barra de
ciares liadas e escaras; assim como brancas de
moasallna com barra, carrbraias branca traaspa-
rente eom 10 jarda*, oq 8 varas, todo maitd ba-
rato, Ola de Ija.a U%, i jMDsItlJioa a1*800, :
cambraia 3/1 a pe?a; (ala uto tro-
nheiro avist i.
ABMIWAVBIi MOUIilA^AO
SEM LIMITES
ni
LOJft E MMAZEM
PAVAO
FLIX PEREA"M SILVA &".'
NA RA DA IMPERATBIZ K. 60-
8 a inheiro t vista.
Os proprielarios deste estabelecimento teodograr4e aecesaiaad Id diaikaair o m
omrso deposito que tem de fazenias t grande orgeaeit de apurara diibein, tea n-
sol'ij-a fazer Q os seos ariigos: para o qae canvidam ao respeitavel publico desta capUal a ir i^^
poi- ine garanten que em parte algumi poderlo encontrar tfograoda awliamiad' aaag-
rao n3o comprar3o pelos presos qae se Ihes pode vender na lojt d Hvi*; yurbat id
virtindo-se que s se vende a dinbeiro vista. Os rnesmos proprielarios desm esiaae-
lecimento rogam a todos os seas de ved >res desia praf < a favjr to vire ai saldar lot dV
bitos, e lodos aquellos que esiiverem devendo coatas antigs e o Dio fizjrem barie
ser encommodad >s judicialmente.
I.S-slnhas baratao do PaiSe.
Alsacianas com liuJas li=tras de seda a
JiJijOO o covado.
Ditas lisas com muito brilho a i$ o cevado
Atlanta, fizeoda de muito gostj tecida
com seda a 70 rs. o covado.
Ditas com quadros de seda e cores muito
delicadas a 8i0.
Poil de cbvre, d'uma s cor com rouite
brilho a 500 rs. o covado.
Merinos escossezes fazenda de muito gosto
para vestidos bamus e roopas de menino
a OiU rs. o covudo.
Gurguro muito bonito, leudo de todas
as cores a 400 rs. o covado.
l/is nhas codernas com differentes gos-
tos a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas ditai a 280 e 320 rs. o covado.
Baregs Iran-paientes com differentes co-
res a 160 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
de muit > gosio a 500 e 800 rs. e covado.
Cassasdo Pavo.
Cassas inglezas com bonitos gostos a 200
e 240 r<. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francesas de muita phantasia a 400
rs. o covado.
Crt-s de cassas com 7 "varas fazenda
mnilo fina e bonita a 2/J500 e 30000.
Ditas d'organdy brauco e de cores a
2*500.
CAMBRAIAS LABGAS A 800 BS. A YABA.
O Pa?a> tem cimbraia branca transpa
rente de boa qoalidade, com 8 palmos de
largura, que apenas precisa 4 varas para
um vestida e vende a 800 rs. a vara, dita
fiuissima da Escosia tendo a mesma largu-
ra, que vende a \ ({1600.
CAMBRAI vS BRINCAS A 4.5000 "E 40500
0 Pavo tem pecas de cambraia branca
transparentes com 8*1/2 varas que vende
pelo b3rati prego de 45000 e 40300, ten-
do tambem moilo floas de 50000 at
100000.
Ditas tapidas on Victorias tendo de 30500
a peca at a mais fina qae vem ao mer-
cado.
COBTES D'ORGANDY A 40000.
O P.iv3o tem cortes de organdy branco
com 8 l/ varas que vende-pelo barato pre-
go do 40000, assim como Bhissimo organdy
branco com listrinhas c qnadrinbos o me-
Ihor que tem vindo ao mercado e vende
pelo b3ralo prego de 70 rs. a vara.
Crosdenaples preto e de cores.
O Pava,' tem um grande sortimeato de
grosdenaples e gurgorao preto para vestidos
tendo de 10600 o covalo at ao mais su
perior que costoma vir ao mercado, assim
como um grande sortimento de dito* de
todas as cores e branco e nm bonito 8 irti-
m nto de setins branco e de cores que ven-
de por procos mnito em coma.
Poiipel as le seda a >
O Pavo tem nm elegante sortimento de
poupelinas de seda tanto lisas como lavra-
das as mais modernas que tem vindo ao
mercado e vende a 20000 o covado.
ESPARTILHOSA40OOO
CACHEiNEZ a 40, 50 60000.
O Pavao venda espartilbos de todos os ta-
raanhos a 40 e 50003, cachenez parisiense
com deli :ado ponto e de cores, a 40, 50,
6 60000. .
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 80, 100, 120 6 150000.
O PavSo tem om grande sortimento de
cortinados ricamente bordados, proprios
para camas e janellas qae vende de 80 t
160030 o par.
Pegas de carqbraia adamascada com 20
varas a 100000 crochet ricamente bordado
para cortinadosa 10500 o metro. Assim como
ricos damascos com Ce 8palmos de la ru
ra proprios para colchas de camas e tam-
bm ricas calchas de damasco a imiiago de
seda e das de ero het as mais lindas que
tem viudo ao mercado.
MUSSELIXAS
DE CORES
COVADO.
OH
0
0 Pav^o t. m nm bonito sortimento de
musseiinas de cores, padrrjos lneiramenie
oovos e cores fjxas, qua vende a 403 rs. o
covado. Dkas brandas* muito finas a 400
e 500 rs. Melim branco dalodia moito tino
para vestidos e roopas de meninos i 720 rs.
covado. Cretonesda cores muilo encor-
pados para vestidos a 800 rs. o covado,
ROUTA POR MEDIDA NA LOJA DO
PAVO.
0 Pavo tem nmabem montada officina de
alliate, administrada por um hbil me tre
nacional, aonde se manda fa2er qualquer
obra de encommenda, tanto para bomtms
como para meninos, garanliod >-se a promp-
lidio e acei em' todo o trabalho, e no ses-
mo estabelecimento eacontrarao os respeita-
veis freguezes todas as fazendas proprias
orno sejam paooos de toiai as cores qua-
diados e pregos, novas casemiras de gosio
re nsbraocose de cores, assim como todas
asfazendas proprias para flrj de loto.
CASAQUINHOS Al^, 180 E 200000.
0 Pavo ten um grande, sorm
ricos cawijcobos de eeda preta moiio
eofeilados modernos que veadi
180 e 200000, sendo umto di
mais vak% assim
bordiddsJcjjXlV
ALGODAOSI.NllO A 3J00.
O Pv3u tem pegjs da algodiasinhoaMMto
bo* qualida-ie qu vend pelo barato pre^o
de 30200 a peg>. Ditos muito superiores
de 40000 para cima. Algodosinho eofes
tado com a largura precisa para nm tengo!,
sent liso muito encorpado a 90t) rs. o
metro e dio eatrangado com amesma,.|ar-
gora a 102^0 avara.
BRAM VNI?ES A 10600 e 10 W 0 METRO.
O Pavo tem superior bramatrte de al-
godo sendo preciso para om lencol apenas
um e meio metro e vende a 10600 e 1?W00,
e de liubo fazenda muito encorpada, com a
mesma largara a 20OO-e 20500, dito fran-
cez do mais fino que tem iodo ao merca
do a 30000, 30600 e 40000.
ATOALIIADO.
O Pa 3o vende suyenor atoalbado a 10600
e 20000 a vara, dito de liono fazenda muilo
superior de 30000 para cima, sendo ada-
Bfcado.
Fazemla piara, luto.
O Pavo tem um grande noriimenlo de
fiZfBdas pretas para luto, como sejam :
Merino preto con 6 .aalraos de largara
para vest los a 00 jO e 20500 o covado
Merinos pretos e de cordo pira todos
os prgos e differentes qualida Jes.
Bombi8nbas para tados os precos
C imes e lpicas pretas. Liasintias pre-
tas ou cassas de la de 360 at 500 rs. o
covado.
Cassas pretas fraocezas e inglezas de to-
das as qualidades.
Chitas pretas francezas e inglezas de 200
rs. para c raa.
Cr-pe preio para veos.
CASBMIRAS PARA CALg\S A 40, 50, 60,
70 E 80>^)O.
O Pavao tem nm grande sortimento de
cortes de ca-emiras de cores para caigas,
sendo os mais moderos que tem vio lo ao
mercado e vende-se de 40 at 100000 o
corte, ditas em pegas fraocezas e inglezas
para caigas, palitots e eolletes que vende de
10800 at 60000 o covado, ditas escoras a
prova d'agoa que vende a 50 o corte ou
30 o covado, sendo estas casemiras
proprias para meninos de escola por sen
es:uras e de nanita durago.
CIIIPKO* DENL
O Pavo lem superiores chapeos de sol
de seda inglezas que vende a 1.0, ditos eom
bonitos cabos de verdadeiro mar6m ai4,
160 e. 180000, ditos de alpaca de todas as
qualidades.
PANNOS DE Cr\OTH PABA CADE1RAS E
SOPHS.
O Pavo tem um grande sortimento de
pannos de croch proprios para encost de
cadeiras e de spbs, assim como um rico
sortimento de tapetes de todos os* tamanbos
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 40, 40500 E 50.
O Pavo tem pagas de madapolo com 24
jardas ou 20 varas que vende a 40 e 40500
a pega, dito muito fino e largo de 60 para
cima, dito trances do melhor que tem vindo
ao mercado, assim como dito finissiao em
pegas de 40 jardas.
Cortes de ehltas.
a 106IO, 20000 ^,20800^. .
O Pavo tem cortes de chitas franoezas
com 10 covado, que vende pelo barato pro-
co de 10600 e 20000, ditas que vende a
16'i, 200 e 280 rs. o covado, tambero tem
nm gra de soriimento de ditas finas claras
e escuras que vende a 280 e 320 n. o co-
v ido e firtissmas percales miudinbas propri-
as para camisas, vestidos 6 roopaspara me
oinos que se vende a 360 o 400 rs.
LENCOS BBANCOS.
O Pavo tem lencos brancos abanbados
qao se vende a 20OO e 30. a duzia, ditos
raudos de murim sem ser abantados ja
30OO tf..aduzia ; assim como bonitos. len-
cos bordillos para maos.
BOUPA PARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino sendo
muilo bem fetos de 420 at 400000.
Palitos de panna preto fraques e saceos
de 80 at 120000. ,
Ditos de asentir de cor de o^A- ijl
Ditos-de alpaca preta fina da 40 a 60m
Ditos de dita branca e de cores 60080,
Ditos dosnmia taoho trangado a 6#000.
Caigas de casemira preta de 60000 il
120L Ditas de brim branco de liaho de 40000
at 80000.
Ditas de brim de linbo de cor para todt
os precos e quadades. -
Camisas fraaceus e mgleus mm psitf s
d'algodo de 10600 at 50, em dozia vea-
de-se mais barato.
Ditas de meia da 800 rs. para cima.
CerooJae de liaba a algodo, francezas *
feitas na terfaj 11 y g #V ajr
Collfrioboi de pap/L ahredio .es linio
O Pavao tem risa gvmvfiae seda, bres-
co. Groedsospte brssco. aMtp SflUfat<
glcLepjsi. bruteas com'BsIras d
as. a*
MACHIINAS PAR
COSTURA
Chegaram ao Bazar Universal da raa Nova
, 22, um sortimento de machinas para cos-
tura, das mejbores qealidades qop existe na
America, das quaes muitas j sao bem co-
aaecidae pelos ecos autores, como sejam :
Weller Witeon, Grover & Boker Silen-
ciosas, Weed e Iiaperiaas e ouu-as muitas
que com a vista devero agradar aos com
oradores.
Estas machinas teem a vantagera de fazer
otratfatbo que 30 costnreiras pQdem faz r
diariamente e casero, ceu tanta perfeigo
como a$ mais pe feitas costureiras. Garan-
te se a saa boa qoalidade e ensioa-se a tra-
balhar eos) perfeigo em menos de urna
hora, e os pregos sao to resomidos que de-
vem acradar aos pretndanles.
" V-FILOflI
N'ESTA ANTIGA t ClEDITATA
FBRICA
>i
IICIITIl II CHIT1ITII1IITI 101 C0IPLII6 IIIT1IIITI II
CHAPEOS DE SOL:
Be todas ss qualidades I
Be todos es feitioe I
De toda os prego* I
A DO CRESP
o ir 4 1


A4oj,,hPavSo aeha-ss e^ataiileiMote ibm i dannr r> rrrmAratslz.0. 50:'.
Jwhs da ncl'e
rrcperaluz a. |>x*
; ^ .
nico legaimente aatorisado e approvado
pelo conselho de sade.
DNICO 0EP0SIT0
em
PERNAMBUCO-
Pbarmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU 4 C.
34Ra larga do Rosario34."
Para sacos e fOgaetelroa.
8%CCOS
PARA ASSUCAR
CERVEJA DE MABCA
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para veks
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os nmeros estampados
as pegas e nao as etiquetas.
Veodem-se
En casa de
T. JEFFEBIES l C.
46 Ra do Gummercio 46
.BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em rada peca um Mlhe-
Ce eom o oome
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES dt C.
Vende-se a propnedade denominada
da Fazenda na Barreta, com legua e meia
de comprimen! a de Leste a Oeste, e meia
legua de largura de norte a sul, a margem
da estrada de ferro do Recife a S. Francis-
co, com casa de vivenda, grande numero de
ps de coqueiro, sendo toda a trra de muita
prodcelo. Qjcro quizer comprar a mes-
ma propriedade pode entender-se com o Dr
Jjaquim Correar d'Araujo i roa dos Pires
n. 20, ou a ra duoperador n. 83 1." au
dar. Mas ,10 horas di manha as3dat*r>.
Oura apida radical dos
callos
pela pomada Galopeau
Essa pomada qoe lio bons r saludas tem eolhi-
du as pesaoas que dU lem feiio aso acaba de
cnefar para o sea deposito especial..
NA.-'
Barlholomeu & C. roa larga do Rosario as-
\m* Uavta mero 34-
Mat universal
RA DO BARO>a9A VICTORIA (OUTR'O-
Aasb tteaaanr ms mm gfk^^ht-
omoAM cottpfcn aMmeato da machinas de
castora, m OOm ostentares eenbt'lfls, os (farts
garantem por aenos as ditas machinas, e se Ten-
aem por pre^ as t|o ra roa vea qae a t das agr ada-
m wecoa So os segalnfes: WlM* 80*.
H^'."4' ,W*nW. 180, J0Q#, SSO^.
e juus. GaranU'Sa aos compradores a boa
qoalidade de trabalho, e origa-ae a ajinar un-
tas vaaes quistas ab MP^iN Par bam com-
prehendar sei Ves\a lamJkso e mi
perir^caa^ajli^aajsntes pau aa mams
A FLOR DE ORO
E' >sste o distintivo de urna ora e le montadaN
loja de jola?, sita a ra krga da
Rosa io n. 24 A,
Os proprielarios deste elegante estabelecimento tendo em viMa M esforeos ose* I
igr3> Qseram para o eolluearem as condiccoes de nina grande clientelta, filiariam ao uaais
Cvj rigoroso principio se nao viessena a coilumnas do jornal scientiflear ao raSpeKavel po-
t
igoroi
ilc,
M
, qne no me mo estabelecimento. encontrarse sempre o mais completo sortimento
3<< de jotas, como sejam : brincos os mais modernos, para adornarem as delieads ore-
s^ Ihas do bello sexo, e que se vtodem a 8, 9 e tO o par, ditas para meninas1 4, 5" e 6|,
ditas de coral, obra de apurado go to a 3 e 4f, Vuliiubas de ceral com cruzes de ooro
a o|, broches modernos de 3 a 1TI|, ditos com ,pedra< e em sua vidas caixmhas a
10. 1, 16 e 204, rosetas lisas, porm bem trabalhada, de ifwO a 9a. dita cora
pedras de & a 15#, cacoletas a 4#, ditas com lnscrip?oVs a 3*5(0, anneis de diversos
gostos, e com beniia< pedras a 2, 3 e 45, ditas de peroias, esmeraldas e rubins a Gf,
ricas croiea de esmeralda' e rubim a 12, 14 e 16$, ditas d< uuro e coral cota vistas ptiu-
tn?rapbicas a 3, 4, 5', 6 e 74, ligas de c ral a 8, e^deias paVa retogtos SOS, ditia a
C5U0 a oitava, gnaroiojies com tres botdes para abertura^ a 4', ditos de pedrlphus a3SS0P
o par, ditos para ponaos os mais modernos a 7 e 8f. alm d< nm VaraSIssiibo sxttioHO-'
to de jolas de aparado gosto qae recebem por todos os vapores da Europa ; como
sejam : brincos, braceletes, alanefes, aderemos completns, cruzes, rozetas, anoeis de
brilbantes, esmeraldas, perulas e rubins. Medalboes, voltas, trancelins, aunis com let-
tras e de diversos modelos, ocnlos e pencinei de ouro e prata donrada, reiogios de oo-
ro e prata d afamados fabricantes, salvas de prata do diversos tamanbos, ric' ? palitei-
ros e faqueiros, col Iteres para cha e sopa,' maracas paia criancas, e ama inQnidade de
objectos qoe seria enfadf-nho mencioDar-se.
Os proprielarios da Flor de Ouro garantem vender mais barato qae em oatra
qualquer parle, para qoe estar aoerto o ealabeleeimeote das 6 horas da maoba as 8 da
non te.
mi- ^^;

RA DO DUQUE BE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Tendo-se resolvido d'cra avante vender-se neste estabelecimento "todas as fazen-
das existentes no mesmo, por precos qne todoe admirarse, acho de mea dever partici-
padlo a todas as Exmas. familias em geral, aflm de virem visi.ar este estabelecimento
oo mandarem buscar amostras, garanttndo-se-lhes um bom sortimento de f^zendas de
algodSo, 13a, linho, e seda, emfim nma infinidade de ariigos de m< da maodando-se s
casas das Exmas, familias, por empregado da casa, toda e qualquer fazenda para vereo
on escolherem.
As pe lecimento qae vender pelos mesmos precos que em qualquer casa importadora, tendo
a facilidade de comprar qualquer porcao.
O 65 lem um completo sortimento de roopas bem acabadas o que vende por
preces moitissimo commodos, mandando tambem fazer por medida toda ,e qualqaer obra
que os concurrentes desejarem para o que letn um dos mais habirladis;imo mestre
alfaiate, cortando por um systema inteiramente novo.
Os anonacios nesta praca esiSo e por certo devera estar desacreditadissimos, pois
que ha casas qae annunciam aqaillo que nao teem, o que o 65 garante nanea dar-se em
sen estabelecimento, pois que s. desoja bem servir ao publico em geral, para ganbar
g ande nomeada em todo o mundo.
O 05 acha desnecessario mencionar os precos Je snas fazendas pois qne isso lor-
naria-se demasiado macante para os leitores, por ler de ser demasiado extenso-sea an-
nunci", e mesmo para se tornar menos de.pentlioso, pois que vendendo moitoe muito
barato mister encartar soas desptzas. A sinceridade dos (ratos do 65 jolgo qne ja o
publico connece demasiado, pois que sempre tem cumplido com aquillo qne anuencia,
nlo verdade ?
E' INTIL, NAO SE GAK&EM, COM O 65 N1NGUEM f .10E COMPETIR
a
1
Rui DO OED CAXIAS
(Otr'ora do Queimado)

i H ha un
tio, sotos, poddjoj,
?eoda nos a.
Vssse^ssnaa
AedoDMHnoMpM: i
roa roa so Cabg.

'#
56 AEua do Mrquez de OH
. otr'ora nM Cadeia.
*.<
.i

Sendo este aotigo estabelec memo assaz conbecido como principal o recoawen-
dado pelos grandes depsitos e bons sorlimeotos com qne sempre prima em tarjas
melhoras, mais acreditadas e verdadeiras amachinas americanas para al(
ko, desde 10 60 erras, t hatajado eai todos os lamanhos diversidades de sj
mas e metborameoioe para aorfeitf spispido descarocamento; lornams
serro vistts^ 6 apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alo disto,
jambem maisj_
Apurados vapobes lo60moveis, de forca
(le 3 i 4 cavauos, e pertences.
| Machinas pafl laH AVpa. 1.
I Arados americanos para- ranea
eir.
1 Carros
Tinas
i Bald
Ditos
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelbos para jardins.
Gurdas comidas.
lampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafnjos de ferro,
DOas dU ditos de madeira.
Teraos^rt ijas flnaa.
Correales para atristar madeira.
Cylindros americanos para padarias.
Pertences avulsos para machinas.
Salitre reflnado.

^^^ShT i TW1B0S ZSt^SSSSS .-amfitt-awvsftrtiot artigo,^oe to tvstre **tfaH ^rl^W
".;:' tumuitdoi,
spermacete para
Canoas da ierro.
Bombas de Jaf
Dito* do-dito ettanbasv
Ditos de Bombo.
[a-^B------- p


-________________

DO
DS
FIGUEIREDO & LOPES.
64 MA DA MATRIZ N. 64
Oa propriotaries deste importante e syaipathico estabelecimento da fazendas unas,
vem avisar ao respeitavel publico e particu rmente a sai numerosa freguezia, que o
CYSNE acaba do sortir-se de todo qu.nto hi de gosto e moderno em fazendas Unto
para homens como pira senboras.
E' ochso ciar que os proprfurios da loja do CYSNE naturalmente providentes e
d'nm espirito alt-mente conciliador dos interesaos albeios cora os seas, teem setupre
seguido o magnifco systoma de oferecer venda fazendas de todas as quilidades e pre-
sos relativos de forma qae fcilmente podem fornecer arligos de sua casa accommodados
a todas as fortunas e meios.
E sobre todas as conveniencias e meios preferivel comprar ao CYSNE em con-
aeqaencia da sinceritfade e baraUza cora qae negociam s seus proprietarios.
Nj lojvavel erapeobo de jostiflcaras saas operacSes convidam as Esmas, familias
a visitar a sjmpathici loja do CYSNE chamanto as aiiencbes do publico en geral para
as seguetea especialidades e precos,
PARA IV01VAS.
Vos.capellas, sedas e popelinas orancas
e de ores, g 'Has. ponbos e camisas bor
"dadas, tudo capricbosanente escelhido e
para varios precos.
CRETONE BAPTISTE.
Faten 1a lisa de ama so cor, de cores di-
versas, para ves-i Jos e tambero propria para
eoeabras.
CAMBRAIAS
Transparentes de 8 i/i varas desde
34500 at 84 a per;. Victorias muuo finas
ie 44 at 9000.
CORTES BORDADOS
Fazeoda brainca de delicado bordad i
baixos precos aeompanbada do competente
figarino.
las
Variadissimo e neo sortimente desde a
iaa lisa barata de 4| at a de listras de seda
mus cara qoo pelo pre^o que vendemos
por assim dizer de grao v?ia do gosto
e qoalidade.
8AAEJES
Liados padrees aos presos de 360 e....
400 re. o covado.
SAAS BORDABAS
As qae o CYSNE vende sao bellas e su-
priores.
LUVAS
As nelbores e mais procoradas lavas do
Jonvin, "brancas o de cores sao as qoe o
CYSNE expe a venda.
BALES
De cretones cora babada e bordado, di-
toa de arcos a 145-0, peota'ncha sem rival
no genero.
CHITAS,
Completo e grande sortftento de lodos
m precoz dg padfes mo'darnos e-cores fi-
tiROSDENAPLES
Finos Je todos os precos e larguras s
o CYSNE pode vender barato-
FLANELLAS
De cures o brancas de 500 rs. at 15300
o covado.
ALP\CAS
Lavradas de SOO rs. a 430CO o covado,
especialidad* do CYSNE que n?o corita com-
petidor.
MADVPOLOES
Francei de 2i jardas de 8 at 104000,
inglez de 5-> at 86000, e muito fino.
DAMASCO
Coru 8 palmos de largura, dito eslreito.
CORTINADOS
Para camas e janellas de todos os tama-
nhos, ambraia para o mesmo fin de 20
varas 100 a peca.
ATOUHADO
r>j tribo adamascado, dito de algodao
murto finos, bramante erttraocado> barato so o CYSNE vende. -
GL'ARDANAPOS .
"Grandes e pequeos.
SETINS
Para todos os presos e diversos pe-
droes.
PARA NOIVAS
Camisas bordadas, peitos olarmbe
punbos lisos.
PARA LUTO.
Merinos, princezas, alpacas, cant5o,'feom-
iasinas, ct.itas, cambraias etc., ele, por
presos qae s o CYSNE vende
PARA HOMENS E MEENOS.
Brim.pardo a 640, 840 rs., 14 e 14800
o metro, gangas de 400 e 440 rs o cova-
do, e tambem tetaos o afamado ferim.de
angolla.
CHA?EOS DE SOL
Para bomens e senboras dos celhores
fabricantes da Esropa.
FILOS
De seda, ditos de Itabo, pretos e braa-
cos e mais baratos que em ootras loja.
MEIAS
Para todos os tamanhos e dualidades.
CUALES
De merino lisos o estampados, pretos com
raoja de seda, ditos coa franja de 13a es-
peciaHdade do CYSNE.
Besulpem os nossos fregueses termos sido om pouco exttnsu na narraejo de al
gumas novi lados pois com quanto seja nosso interese* tambera o dos nossos fregue-
ses que iiucretn ogostam sedar Da moda.
tea -Ja lmperatriz n. 64.
FIGEWEDO 4 IMS.

DVo <1 Parnawbuce Quuia #a U nWfeaivo 0gk871
IIVIIBOLEO LITHOTBIPTICO
iftTI IUIIIHATKO E COTTOSO
ESENCIALMENTE EFFICAZ E INFALLI7BL KM DESTOIR AS ANSIAS E
EVITAR A SUA FORMACAO
Guiados pelas iodicarrjeg de mnitos abalisados chimioos, redicot distinctos, que
se derara ao adiado e averiguarlo das cansas qae produzem os padecimentos de raet-
matismo, golta, meias dos rhitts, oexiga, figade, e dloutras visceras; e- sos ensaios dos
meios proprios pata coral-os, chop amos a obler om remedio, qae nanea desdisse a sai
actividad* contra os ditos padecimentos.
Nao nicamente bajeado em theorias que tanto avancamos, mas sim nos satis-
factorios resultados obtidos da sua appltcaco, as innmeras expeleoss, que com elle
(hemos; e deste modo, segaros de seas beneficios effeitos, afootameote o recommeuda-
nxos s pessoas q-:e soffram algumas das molestias cima ditas, oa de algans ootros pa-
decimentos do apparelbo urinario, Ues como o diabtico, glvcosorico albominurico
ele. :
Escasado seria observar qae se nlo pode designar om numero determinado de dses
de om medicamento para corar todos os individuos qoe padefam da mesma molestia ;
pois que a cura est dependente de diversas circumstaocias, inherentes i d.sposic5o na-
tural oo com pleieioT de cada om de lies; un comtudo, certo qae o hydroleo Ivtho-
tripHto antirkmmdtico e gnttot produz sempre acara desejada, qondo se persista em
loma lo o tempo preciso para obte-la; dtvendo ler-se em vista qoe quanto mais invete
rado est o mal mais se deve insistir na applicacSo do remedio.
Podemos tambem afflancar qoe, por mais continuado qoe saja, o oso deste reme-
dio nio cansa desarranjo algom as vas digestivas, mas antes, peta propriedade eminen-
temeDte tnica, que tambem possoe, fortifica o estomago, torna mais facis as digestoes
e, nao poocas veies, tem feito deeapparecer diarrbea, qae eram entretidas pela debili-
dad* geral do apparelbo digestivo,
MODO DK USAR.
Tomamredo hydroleo Iffaotriptico, aw primeiroa qnttro ou cinco dias, duas co-
Iheres de sp;, em agua assocarada, leite, cha ou caf coa leito, e mesmo sein misto
ra alguma, t-a occasio do e1oco, e ootres ao principiar a jantar.
No qoisto ou-sexto da e segointes, lomam-se do mesmo mododit), tres col bares
de cada vez.
Se as ominas d pessoa doente depositara granea porco de areias; se as dores
nepbriticas, rbeumaiicas ou gottosas sao constantes; em fim, se os padecimentos sao
fortes, teroar-se-bao flfwro colberes de cada vea, ea Vea vexes ao dia, a tras comeres
de cada orna.
guando as reas, ou outros padecimentos, leen diminuid*, torna-se s prneiras
doees,
1*elo uso do ffyttrvleo littemptico. v5o, senje mais raroso appsrecimeuto das areias,
?s dores riepbriticas, rbeumatioes e gottosas 1 que de tode desapparecem: aeste poseo
pede dispensar-seo remedio: ulil, porm.como preveativo, tensar cadasawasa urna
oa duas dses -fielle.
Pelo qe respeita aliawatacao, deve -dHa ser regalada de asedo qoe alo sebrecar-
regae o estomago, e era qoartdade tal qoe f ossa ser fcilmente digerida.
A m*bor bebida tem dovida, a agua pura, mes tambera se pode osar de inho
simples ea pouco alcoolico. pe cerveja e vinbos fortes, poocas vezes.
Sobve todo o que mu te recommendamos, ^rasde eroieio, sem fadiga, seis <\w\
elle moito contriboe para-e rapidez da cura.
N. B. Depois de tirar-se do frasco a porcie qae se vai ornar, deve haver o maior
cuidada em o arrolbar mediatamente.
nico deposito em Penambuco
Pbarmaeia americana de Ferreira Mala 4 C, rea do oque de Caxias a. 57, (aa-
tig do Qaeiinado.)
A' AGUIA BRANCA
m DUQUE DE CAXIAS N. fig'
tar'ora ftueimado n. 8.)
A Aguia Branca tendo | receb'o paite de ua?
jnugi eocommeiUtas, em sc^u.iccuio acaba ago-
ra mesmo de receaer ootras, ilgumas das quaes
i6 tornanm etseacliitr.epiu pncisas, e ootras se
fwm apreciadas por seas gostos e qnahdades,
coito sejam :
Meia da fio d'escocia, ubertas para senboras
9 menmsa.
Ditas idem eom listas l3n;bem" para senhoras
a menina.
Dita* idem muik boa|b>s ao posto esjocez.
D*U idea idem braoeas e com lisias para me
anas.
Ditas idem fd<-m para baptbndos.
Ditas de algudao compridas u cem listras para
aaaiMv,
Lavas pratu do tea, para senhora. 0
Ditas de torzal c <1- <>eda part meninas.
Bonitas camisir.has bordadas para senhoras.
Fil de seda, branco e preto com flores miadas.
Dilo da algndii. liso e con flores.
Touquinhaa tardadas para crianzas.
Lindos e moderos cbapo&iobus de fustao para
ditas.
Pentes de tartaruga psra descrr.baracar ou pen
tear.
bitoi de dita tra?etsos pare meoina?.
IV,of de borracha para ditas.
UIms de tartaruga, pequeos, para segurar o
ujarrxdirho acs cabellos de senhoras.
Uranio sortireento de eutVitef de seda para ves-
Udos.
Fiv tUs de leadreperoia e do tartaruga para
pulceira o ti<> p*ra o cabello.
Bonitas b tntu* |ra mentna.
>fO?0 SOKTWENT DE ESt.HOVAES PARA
BAITISADOS
A aguia brar/'a acaba de rtceber novo sorli-
mento de lindos e completos enchovaes para baaj
tisado, e Sem a?*nn separadameiite oamisichas
pan lito-, lindos chapeosinhos de selim franco
Sordado-souiroa-ditos eom (undo de velludo, obra
de mijito gilo, e que servem tambem para pas-
seio, sapMinhfle de se im para o mesmo fim.
WWERNOS EfPElTES DE PLOKF.S,
omadn r,om.liic>is de seda, filas do seiim e fivella
de,uaHlmporoia ao ultimo gosti. e proprios para
bailes, rasamem.os, etc.etc
COLL RES
ELEGANTE
N. 1Ra streita do Kosario N.1

a.
ao bohtoh
A^ba-seJ:d>abrir este importante estabelecimento demindezas superiores oom os
melboreR artigoa de luxo edefneoda para homens e sectores, variado sorfc'mcnto de
perfnanarjas dos mais afamados tuneantes de Paris e L< odres, coma sejara Fiver, Labin,
Condraj, Pinaud,-egand Cboaaeaux, Moapelas, sociel Hj-gieoique, Gosael, Rianail o
Piesse.iLubiu, ete-,etc.
FLORES E PREPARS PARA ELLAS
A Agoia Branca reerbeu lindos ramos de floral
finas, tanto para cabera como para chapeos, a
r>em assim : *
Papelverde liso e e"m listas para folhaa.
Diio de craj para flores.
Folhas de dnerias qnalidades para rosas.
Ditas verdes e lotirosas, obra m va e pala prt-
meira vti viodas cerno amostra.
Frwja) preiss e de divera# trtaras para en-
feita'r vettidos,
COQUES DE TftA>CAS E DE OUTHOS-
MOLDES.
A Agoia Branca aeaba de recebt r ama peqv-
na porcao dos benitos e moderos coquea |rau
dea de tranca e ootros moldes.
ROYER ELECTRO MA*4
N TICOS.
a.. Aguia Branca acaba de receber os pro*aa)
sos collares tociro magntico* j bem conatdi-
dos para facilitar .,deoticid das enanca e.'pre-
serva-las das conv1||{3es.
I SOBRE-SAIAS OU ANQ1KHAS DE
I CLENOLINE.
, Em snbslrtoicio ao ba5s vieram ai anqti
nhas de olenoliue, e arhoro-se vanda oa leja da.
Aguia Branca.
QUADROS PARA RETRATaS,
A Agoia Branca recebeu variado sortimeoto da ,
qundros para retratos.
LBiNQOS BORDJJSpS.
A' loja d'aguia transa, a ra Dnque de Guias
n. 52, en u'ora do Qaeiicdo n. ^ recaben tonito
lencos do cambra' Je lir.hu primorosa mente bor-
dadas, e como de seu Imiv.ivel eoslume est
vendendo baratamnte a 5*0C0t-4tV 8 e 10e'jC
cada um.
; TAM EM l'.ECEWW
rieas camisas de fino espnijo de linbo entoilida*
com mnito go.-lo, e proprias para noivas, on mef-
mo outra Exma. enbora qne poasa e qnera aog-,
mentar o numero de sos boa roupa branca.

'

f:

B
ARMASEM DOS LEOES
RA DUQUE DE CAXIAS N. 29

Alta novidatits
O Mesen E!e**oe ra EstMita do Rosa-
rio n. < vende rieas camisas de camferaia
de liobo boroadae para noivss," e -tameem
de madapolo!*no, bordadas -e en'eitadas
de eotroane.o3 a-*6|, 60d 6^75^000 a du-
zia.
Lindes perneadores gnanweidos de entre-
meios e reudas valencione, i isas calcas de
linbo bordadas e de madapotao, para senbo-
ras, beINssinosortimentode geliobas e pu-
nbos cousa inteiraDcote nova, recebido pelo
ultimo vapor da Europa.
PARA 8APTISAD0S.
O Muses Elegante recebeu os mais finos
e ricos xovaes para baplisades e tambem
lindos vestidos eufeitados para enanca, i rea
Estreita do Rosario a. 1. *
Ultiaaa moda.
O Museo Elegante recebea oeeaais lindos
e modernos chapeos de blond enfeitados
para senhoras, e tambem de velludo e pa-
Iba para enancas, e est vendendo moito
barato para vender logo, a ra Cstreila do
ttasario n, i.
Flores e plumas.
O Musen legante est vendendo as mais
bailas flores e plomas quo tem vindo ao
mercado, assim como om lindo sort men.o
de franja de seda preta coosa de .aparado
gosto ra Esreita do Rosario n. i.
BOTINAS.
No Museo Elegante veode-se botinas de
i. 20 a 2 pOara criangas a 2^000 o par, e
Lbyrintho
0 Museo Elegante vende ricas fronhas de
Os proprietarios deste grande e bem montado estabelic;mento fcientificm w
wI publico desta provincia,, que se acbam com um variado c comnlet. sMinento
veis, laato nacionaes como ostrangeiros, sendo estes eseolb'dos- capricho po~
ai dos socios mane acba actualmente na Europa, e por isso os-podem vender mais
barates 0% senos de que em ootra qnalqner parte. O mesn*) tew cootrawdo com
os meihares fabricantes daqneiieeon ^. Ma aema tem os rmis habis artistas oeste g( ero, e por is>o aptos a foiit-cerem
aaaMiaa as aiars aperfeicoadas para as casas da provincia consideradas de primeira
aladeas, portrato, que venham visitar dito estabelecimento, onde eoconti>r5o
b reatidadedoaoe acabara de eipr, passandoa examinarem : ricas e completas mobias.
vendendo a 3<0F3O no Maseu Elegante ^ rB*i. magno, fa.a. carvaho, amarello, etc. etc., ricas e elegantes eamas de
roa Estreita do Rosario a. |. iacaraoda, pao-set.m. amarello, etc. etc., guarda-ves!idos de amarello,- guarda-lu.,cs de
aagaeira, amarello, com lampo de pedra, aparadores de dita, dito, com dita, petitt
totlatu-s, especialmente para tazer barba, toilettes de Jacaranda e amarello, com p-dra
e oiMtos ootros artigos de gosto, que para se n*o tornar enfadonbo prescindamos d
azor mencao dclts, o que s com a vista f oder5o apreciar.
tambem vende colchas-e oalhas do fustao a
5 Estrena do Rosario" n. i.
Caar <*ecro.
.no a final chegaram os verdaderos
collaSGB de Roy^r, contra as convulsSts dar
criancas e facilitando a denuedo, e esto se
As de 5$ por 4^800
lbyrintho a 640 e I420U, roa Estreit do seda parasenbora
Rosario a. i. no nltlmo vapor.
por
Na verdade barato !t facas finas cabo
de balance ceas dois bot5es a 4*800 a du-
zia, m completo sortimento de cowe-
Iberee de eleetro-piate e facas com cabo de
marua, tudo por precobaratinno qoe ad-
mira, oo Museu .Elegite ra Estreita do
Rosario, n. 1.
AS MODISTAS.
No Jfu-eu Elegante eneontrarao nm com-
pleto sertimeato de bicode blond branoo
e preto, dito crochet, trancas e franjas de
seda de todas as coras, grande sortimento
de galbos de algodao cousa de- lindos dse-;
nhos, cambraia francesa branca e preta para
forrar vestidos, retroz de todas as cores,
entremeto* e babados tapados e transpareo-
tes e agumas de ferro, osso e marfim para
crochet, rea Estreita do Rosario o.'L
iaaiH aco de oaro.
O Museu Elegante vende ricas voltas dou-
radas para seoboras e tambem meios ade-
reces imitando coral, perola e gata tudo
por precos razoaveis, na roa Estreita do Ro-
sario n. {.
Mantilha brasileras
No Maseu Elegante roa Estreita do Ro-
sario o. 1, ven'ie-se lindas mantilbas de
a ISdOCO, cousa vinda

UAJKi IMPEft %TKIZ N 30.
06 proprietanas deste bem conh cido o el-gante estabtleriiwnlo, seis tiRcam
o res-eitavel pub.ico em geral, e com especialidade ao bello sexo (saas amavt-is fre-
mezas) que teem recebi.io pnlos ltimos paquees da Europa, om linio e variado sor-
ao
t
timlo de tudo quanto precito pira ima senhora (que'se presomir ter bom roso)
completar um elegante e iuvejoso toilet. 8 ;
Os proprietarios coitando a m a valiosa coadjuvagSo do seso amavel, teem Sur-
tido o seu estabdecimento de tudo que d mejhor se cteser possa
Os prapnetarios jolgaodo muito tnfadtnbo ou an por assim derimo ssivoi
mencionaros mnumerosobjecto&que cornee o bello sortimento de qoe cima fi-arara
conieotam-*e apenas em relacionar aq lles qoe julgam mais recorcm-ndave^s cela
elegancia, novidade e commodidade nos precos, como sejam :
sem
enpta olTre o choque de cidos forlisaimoa, .
se decompor ; ora, se os cidos nao tem accao so-
bre ella, amito menos a accao do tomno a poda
destruir; feto plauslvel.
Nao a ao coromereio que este meu producto
veioi ser nW ; os profeasores dos collegios, Investi-
gando todos os meios para o adiamntenlo dos
seus discpulos, tem approvekado esta tinta qne
com razao a acharam apta para desenvolver o
tonos educandos, em consequencia da beleza
da cor e facilidade de correr na pequea pela saa
liquidez. Ha exemplos de enancas qoe taavia
muito tempo tinbara orna repugnancia extrema
para a escripia, logo que foi admittida esta tinta
no coliegio, apoderou-se deflftr* cBriosldade eo
gfio, e ponco tempo depoia;,oseu adiantameoto
ora manltesto.
i .J5"*!,IDta' -p3r ^ laDtas vantagena, tem om
arar mata de ama copia, nao ae agglomeram tan- m inconveniente, deteriora-se ao contacto de
Hsnea se vio om processo'nuis perfeito e que ai-
-%'z da tal forma a .atis/azer as eigtncias mais
-WTera da t.-cripiura^aa."
A eua cor Imdissima a lio, precisa de cuida-
aoafgmn psra se con?mr no tinteiro sempre
va t mosma cor, sem borra, croata, bolr on sem
adaa estas maeellas inherentes lodas as tinus
t agora conbecidas, anda mesmo dos nelhores
atores estrangeiros.
Sobrero do, este esrimavelprodtrcto nao ataca as
aannii de ac, antes pelo centrar, a peona
datura om esmalte doasado qae, sendo interes-
aste, asss rjroveitoao.
Sata tinta, nao sendo especialmente para copiar,
tt contarlo deas, eres, en mais copras rao j> ei
dapok s escripia ; preeiao, perra, deixar-lbo
f papel bem moibado sem o enxugar eom o mata-
Drnk>, porque nio ba o risco de borrar. Para ta
mhaa quaotas coplas se qaerm tirar, mas
i-as com o rigmal tirar usa lauta santas
t$tm\*a, sem qoe o original flan fasje
jtJ2i extracoes.
Occorre aqni dizer qoe, para copia
antta iotetligeoeia e haUKdade, sem e qoe a rae-
kMT tatt nao satisfaz, e^aMMstfe-ieeaa setapre
oten atiata, qae imitas sazas *iuass menos
salas tem.
A doia quadade desiatiola Mtreataraaote
apraciavel, pois que evita qae em qnalqner es-
if4ork> baja mais doquaaan ttata paraos di-
versos mistaras.
mqasnto i sua detsbjidada, nio ha a oppr
iHaorteTito pea ^ esta ttata osa* de ss-
outra qualquer; csnvm pois te-la em nteiro
iseotos do menor viainmbre de ontra Mota, e evi-
ena peona suja deomapreparaco
ocomnativel; verificando Jato, nio ha
usar de Unta qne n5o sja Y10-
A-FINA DE MUI*HR0.
Observapao.
Diversas falsiflcacSes e semelbancaa tem appa-
recido, cuja dOrabilidade davidosa. Os Srs.
compradores psdem evitar o engao diriginoo-se
**# wrPMsaecUM.e pediodo atinu qoe en
fabrico
NA CALIFORNIA
DE .,
FAZENDAS MATAS
A' ra do Queiruado n. 17 -oa &9
Loja de Carlos Jos deMedeiros &C.
Junto a phaimaeia americana.
A'm de ootros artigos baratos, encentra-se oa seguintes:
Pecas de cambraias brancas com 8 varas a 2I5O0, 34, e 3^800.
LSasinbas a 320 rs. o ovado.
Camisiobas bordadas para senboras a 91000. -
Chitas a 200 e 210 rs. o covado.
Cambraias de cores a 240 rs. o covado.
Chales de merino estampidos i 2,5000.
Cortes do vestidos com 2 >ajas a 44O0.
Madapoto a 4000 a peca e gftvatas para bomens a 200 e 800 rs.
D3o-se amostras mediante penhor.
Lindos leqoes de marm a 8000
Voltas de correles de borra-ha a 14400
Liadissitms leones para meninas a 2#000
e 24500
Leqnes de madeira a imita^ao de marfim
a 24000
PejUs de regaco para meninas a 240 rs
Dfos com cbata de metal para alisar a
240 rs.
Duzias de liaba de carretel 203 yds. de 80
a 150, 800 rs,
Fiveiliabag de madreperola para pulceiras
o par a 24500
Cixas com !00 pennas (Perry) a 800 rs.
Duzia de meias para senhoras a 44000
A guias para crochet a 140 rs.
Duzia de botoes de setim para vestidos a
320 rs.
Carias com 40 papis de golhas fondo de
o ro a240C0
Gallas de fil e cambraia bordadas a
240 rs.
Carteirinbas com agnlhas de todas as qna-
A final existe nesle
lidades e com nm toque de ferrngein a
240 rs.
Ditas lintpas a 500 rs.
Redes invisiveis para cabello a 400 rs.
Leques de madeira a mitaco de banaalo a
24100
Tem tambf m grande quanlidade de flores
francezas, fitas de sarja de tod-s as cores
e larguras, ditas de velludo, pMa* a de
cores de todas as largaras e de omito* boa
quadade, ditas de setim e de s la.
Retroz de todas as cores e de muito boa
qoalidade
Lindas cesiinbas de palha bordarlas rica-
mente a froco e proprias para meninas
de escoja.
Finissimas meias de los drbcocii. arren-
dadas e proprias para silpatinho rao.
Completo sortimento de Web de seda branco
e preto e de rptimS qualiflade,
Bonitas capel la para nativas
Lavas de pellica brancas e de cores.
i
I

.
CASAS ,<
Vende-se duas casas temas na frgoa de
Santo Antonio, moito fre>cas por n3o terem casas
defroste, com communicacSs loteras, tendo tres
salas, gabinete, cinco quarto, quinlaes e eaohtt-i
ba : u-ata-se i roa Imperial sobrado s, 98.
Venderse coquelroa pequeos para rodar'-
os qeiier dirija-se ae- sititf CafaaO
dePaoJino Cmara, Oatr'oia de Jbso
*l
Nora 4a Itapsia : veMem Pwelra daSnoha
Irmo?, ra do Marque* de OHMa a. U, aten
** -;______________________________
- >eae-ee ebra**taana- e bea enatt*^.
as: no: sms ao'aaassam 4 : a Mtsr ?a>
ste estabelecimpnto um completo e variado sortimento de fodo
qaanto ba de meihor e de mais elegante.
a. 0sJ>r,,Pri"tarp8 rogara as Eimas. Sras. a visitarem o seo esUbelecimento aflaa
de se convencerem do que fica dito, e no caso qne n3o queiram dar-se a este 'traWlho
med^taiB m-Uidos08 dearBOtras otfqpilqaar objacl, os'quaes iftf
Rua da lmperatriz N. 36
LEITO 4 OLIVCIM.
:.l
PADfiAMONOfl
qaleodsaaaltaaa necife roa das Cruz n. 13 sem
alteracio de juecos.
Vid uoy-a de Lisboa.
ftaeasjtasi9a>.abrgada no br*ue Ettctm-
todar,vaada iaa^oim Jos Goncalves Beluie
no sea esxriptorio roa do Cotnaercio oa-
Bap
idmeadenala o 5. cta*,
groas flno, WWa, tWSS?oBto prm^ni na
Baha, Lisboa a Paulo Cordelro ooramon e vapilo
veodn-se em li>rts a a ratalho.
A loja da praca 4a
gou nova rmessa do
a loja de lo
4 : qoem a
Cada"
tntar.
Ted*>se
urra sita,
dar rtja-i
da a, 33, q
.SA
aojf
ii


--------------- I

8
D.ario da PftiabttC *- Quinto |r& 1 8eten,i>r<5 di 187]


.
WMJUA tfEiL
CA^RA DOS D>I.T*D0S.
Maraato 09 elmtnte seictt.
(Cotjnaaca').
0 *Sr. AmP%igiiua : Desosis
jora.^
0 S Akaujo Lima : Contmuou a dis-
;ssio dos meamos artfgot ; e o que m a
'.curadaminora ? Contra ai dispongo s re-
i, i.ienlaes, prosegnio o daa| cco luda a
fccnerusidade o aaiptudB/l
A. resentaram-se ioterpellacoes, multipli-
0 ram se requasswentos... ^.
O Su. Andwade Figueira : Apenas%>u;
O j. Ai.aujj Lima : ... inventaran!
i-i qaemees de ordem rivo as em que liaa
:.o e reliam-se artiaos disp ratados do re
{tmenlo so para consumir o lempo.
Nio contente com todos estes meios, as-
i,emo a bonrada minora de fzT paredi
lista vi no edificio da cmara dos Srs. depu-
tados, mis na) no recinto desta cmara,
t.ntrava e sahia, sexuado loe aprazia para
uaver oa itio liave trabal .
O Si: Aoraos* Figukira : O meio de
evitar isto mandar-nos para a casa de
< ?rrtrcao,
Sr. Araujo Li>u : Atrs da musa
o S. Esc.,, Sr. presidente, i.vi cavase uro
.arde, -aaturalmente pira verificar se S.
' :o. a mesa falsificava a lina dos pi -,
.catea.
O Sr. AtaaADE Figueira : ijuando se
Jen isso ?
O Sr. Araujo Lima : Para ;orar toJo
ote systema que kjjaja*ja.empreava, di-
'igiam-se maionlg|(pcadezas > ie na 4
q;ro coinmertnrar, desos a las mesm no-
umpos em que lutavam adversarios iaipla-
veis.
O Su. < Duque Es irada Tke*>:ira :
. s!a deste hello accusato.io, por concluso
s a ena de morte.
O Sr Arai'J) Lima.: Nestas crcum-
. .recias, o qu* fazer a maioria )
O Su. Duque Estrada Teixeira :Amor-
dagar, .mordagar e am<>nacar.
O Sr. Anorade Figueira : Condemnar
. di-ci8sao e mandar-nos para a casa de
'correero. (R*ada*.)
O Su AraujiLi.ua :A historia nos ea-
una que as mionas turbulentas...
) Sa. Duoue Estrada Teixeira : Tur-
j'.'iitfii mniio obrlgado.
O Sr. Arvoij Lima:... violentas ou
'icm-tsiadametMp enrgicas", modificarei a
expropio.
O Sa. F.BEUstv.10 :-Mionas resigna-
las.
O Sr arabio Lima : ... ostam de n-
1 6 a sua vontade s majaras fracase m>
deradas. A este papel nao nos resignamos.
(Apohdos.)
O Sr. Duque-Estrada Teixeira :EntSo
rJo aceilam a re-ognago.
O Su. Araujo Lima :Empregamos com
vig>r um dos meio< que as disposigoes re-
...mentaes antorsam, o enrerramento.
O Sn. Joo Mexdes :Medida de or-
dem.]
O Sr. Andrade Figueira:Medida de
deawam
O Sr. Arai jo Lima : Golo de acompa-
ar a historia dos povos ivres. Km sa
aipaciencia e orgulbo, eu bem o sei, tm-
e as minoras retirado do parlamento. Nada
vi, porm, que se parecesse coa a conduc
la da honrada minora, ella me permitir
qae Ih'o diga....
OSr AndradeFigueira :Quantoi mao
ttj melhor j vi, peior j vi, mas cousa
cssim nunca vi.
O Sr. Araujo Lima :Pondo de parte a
qeesiao de forma, porque a minora se re-
cusa va aos debates, forma que reputo raa-
'festamente irregular, compre examinar,
:cn b. tracto, o dircito de parede qae a
minora se arroga.
enhores. a bonrada minora nio pode
j isUfiear um tal direito. Eis as raz5es de
Boa r.jserto.
Todo o unecionario publico dev6-se todo
s cumprimento de eu mwdato, d) qual
o i'6 'e ser dispensado sein autonsa^o
ue seus superiores. Isto prova que os
ruembros d sta casa nao podem donar de
ur,.arpare nos trabalbns sem que a re*'
I cliva cmara os dispense. Os fados pro-
vam pooco em no-so paiz qui o sent men-
t do dever est to profundamente oblite
rido.
O Sr. Andrade Figueira : Eu be de p3
dir lioene maioria para vir 011 ni) vir.
O Sr Araujo Lima :O proceder da m-
DOrii d em resoltaiio a necessidade de una-
iiimidade nos corpos colleclivos para a de-
cfsSo das materias em que eutenddm. Esto
ystema condemoado pela razao e p la
b'.storia.
O 9. Dique-EstradaTeikeiri :Osys-
tema da mai ira apoiado.
O Sr. AraujobMA :Um tal systema.
digo ea, condemnado pela raz3o e pela
historia.
O Su. Duque-Estrada Teixeira : Foi
para isso que se exped a circular das duas
espheras recomineodaodo a elei^So dos de-
putados liberaos e conservadores.
O Sr. Araujo Lima :Sem que sja ido-
l.tra das maiorias, como o temi dito por
tuais de orna vez, sem ellas nao tm anda-
mento os negocios bumanos. Tot capita,
tot senUHia. Urna infeliz na3o, a Polo-
ia, enaw a historia, deveu, em rande
p?rte, stos desgranas a m constitaicSo de
8uas a;8embias nacionaes, em que se exi-
ga a unanimidade, para a solacio das ma-
terias.
O Sr. Duque-Estrada Tkixeuia .Nunca
f,-ram unnimes.
O Sr. Araoio Lima :N3o pode pois a
Lirada minort, com sua ausencia, oudei
rando de cumprir o_sea dever. recusarse
i Cormaga'o da von'ade na,: onal.
O Sr. Duque-Estrada Teixepa:Tendes
feto casa com membros da minora. Isso
? at urna inaratidSo.
" O Se, Araujo Lima :A minora n3o
fiel a soa missSo. A minora aspira ser
proclama iaveave che-fe ie l-tido ; ou-
tri aquellos qae 43o o seu ap 4o propos
U, e qn: por esta fiysa loJaioam como
faltos de dignidad, oa de sub*ervientes,i
opinin d quso q lerquiisjk
Em face deisa accusicS" gr*l e in stinc f
ti, dei urna rasposa "lambem geral e in-
dislincta, qualif.caodo IWelhante opiniao
ne insensata-
S>me hoavesse referido nomeadamene
ao honrab depata 1q pelo C*ar-, tc-lo-hia
Mo, com a delicadez! qae est em meus
hbitos e que e p'opna de cayalbeiros.
Fallou o ilustre tepnudo em Tjb'ro,
Angisto, Lbica, cortez-.os, etc.""Tuclo
isto merece aluina explitar;5o, Foi bom
que se corrigisse Cuto em Augusto;
00 qoe, sem iito a cbronologia tea de
qaeixar-se ; visto qud ^ jurisconsiito La-
hion fbresceunos terpoj de AagusTo;
p sto qae, q isr.de se trata de poder pet-
soal, seriam de mais eff-i.o alio.-Ois a Ti-
berio, um dos montr s mais vis qae as-
cea da corrupcao n>maoa.
Apezar dos elogios de Tcito, cumpre fa-
rer aignns add'Ur-ntos, q-n caraeterisam
o jurisconsulto Libion devJmente.
Em Aulo eHj. elle aecusado como
si otario de urna bsrdade exagerada o fu-
riosa libertan rnnnia et vicors.
Horacio, que nos citou e que to prodigo de louvores, \\ com
os republicanos, cuja caasa aba' donou de-
pois da batalba de Phibppes, o qualiB-a
de louco. De [.'rica q'6 os interpretes,
para salvaren o jurisc usolto, do ac ale
da Horacio, corrigen) o textoLabieno in-
saniorem vez deLabi>m insanior.
como se !(* gera mente.
Refere Sintonio que indicando o jarisr
consulto a Augusto alguus nomis para o se-
nado e perguntaedo Ihe He se nSo coooecia
indvida s mais capazos, responder o ju-
risconsul'o bruse^mente: Cada am pea-
sa como entende : do que Aogu-to Dao
fez caso:
Segundo cr.s, di: a bograjjfia^nniversal.
o jurisconsulto recusou .0 coBsdTTd.i'que
Augusto Ihe oBdrecera .^confffrme ostros,
pretende-o e sabio malogrado. (Tqueau^
m^ntou sua repotag-M 1 e naturalmente leus
rancores c -ctra Aagusto, ac rescento eu.
Gibhon em sua botona' DeclraacSjp e
qaeda do Imperio Komaao depoit.de am-
parar os jiiriscoosalt >s rivdes AteisVOapton
e Aoistio Libion. faz acerca do segundo
esta observarlo, que peco li.-.enga pira re-
pulir em ingle:, lalvez pnuco intellijpveL
po que |iouco ou nada sei desta lingua ;
While ttc- bold repablican pursued bis
inde lendent ii'aas wiibot fear of parados
or innovatioaa, i-to ao pisso que o d su-
m lo repnblicanoaarosegaia em suas ideas
inJep-ndectts sem Ipnor de paradoxos ou
mnovagoes
Isto posto, a par das grandes cualidades
que nrnavam o j'irisconsutio Inbioi, era
elle am homem exagerado, agastado. des-
penado e para loxal.
Referio-se o oebre deputado a cortezos.
Senhores, o cortezio distingese por deas
qualidades, elogios immoderados e abd ca-
cao da responsabilidad privada oa publica
em favor de Czar. O cortexio e em Ce*
zar o sol, o foco de lu e de eator para a
naci; o nico impulso generoso que
mm
maioria nesta casa ou fra delta, jperante
nac3o, como pois, ausenta se ella, como re-
casa-se aos trabalbos, discuto 1
O Su. Duque-Estrada Teixeira: Recu-
sar, n5o apoiado.
OSr. Araujo Lima; Fulmente, senho-
reg, o soicidio tanto crioie na ordem mo-
ral, como na ordem poltica).. Com a reti-
rada, a honrada minora commette am soi-
cidio.
Agora algnmas palavras com relacio ao
illastre depotado pelo Ojar, que em orna
das sessSes anteriores sv dirigi a mim
Eston enjoado de ouvir fallar em podor
fessoal. Importa isto dais aleosas; orna
CQnatilaic3o qae juramos defender, e qae
irrosisll.
materi
Vem
Norte, qoe afogou em rus de sangs a
^ ae'oWlr^m |Mi
consimaado, a escravidie esta aorta t
Sr. presidente, O oobre deputado pelo
Rio de Janeiro que em aitadis sessoes
anteriores occopoa to DmMiatetn.'rxe a-al-
lengo desta cmara desfea te em .'OSPe-
os elogios ffiCfrdade parlamentar.
Sim dusconhecer a importancia dessa
liberdad j, que am) c indica" ind-clmaval
dos povos livres, psjo hcenca a S. Exc. para
(azar apenas umi objervagao.
Em todos os paizes livres da Ciropae
da America existe essa liberdale. Fun>
ciona nehes regalarmente o systemV coro
titucional ?
,Seria temeridale alUrmi-lo. Sao, p)i*.
lodispensiveis muitasouiras ctrcuinslancias,
para jue o regimei pirieanaUr produia
os beos que delte so esperan, e qoe >
bonrado deputado apr^goa.
Assim. entre nos, repeti-lo-liei com o Sr.
presidente do couselb :' profunda ede-
irimentosa a desorgmisa:*j dos pirtiJ -s,
pela falta das condigoes que IIhs s^o inhe
rentes, ideas e chefes qoe as exjcutem de-
vida mente.
Por lal forma esto as iias liralbad is,
que diflicilmeate se distiogusm os limites
que separam os partidos.
Os chefes de partido, mal sohem ao po-
der, esquecem logo Jl'.i- e al liados,, qn-
oseUvaram par converterom a poliiica-eui
corrdbo de familia. D'aln em grande p-ri-
0 desmantelo das causis pubfcas, Jpjr'
que lodos dos queixamos.
Vozes : Isso verdade.
O Sr. AtjApJO Lima : Sr. oresMnte
deixaodo iWpart algnmas oniderag^e*
que teria de fazer, passo a re-pon Ser com
esp.rcialidade a parle do discurso do 1) *
rado debtalo pelo Rio de Janeiro jue oc-
copou-se da proposta.
Sunb.res, a honrada minora, pegolicea-
C) para dize-lo, lem andado um pouco em
desordem na discosilo desia materia.
(Apoiados di maioria.)
araona do d roto] vista a propriedade ordi|M| universal, qotiajroflajdad mani anterior le, qa*
recabe sobre as cousas; tion;a, porm. su i, hi reconHl la
-se, nem p Je
e acra vos.
s nao
Quandose comoate urna medida, conc-ir- sivol.
la-seo plano, distribuem se os papis, diri
ge-so o ataque para todos o poulos, por
forma tal que possa a d ufes a ser com-
pleta.
O Sr. Andrade Ficuemav: Jo pos
sv-I planos com oseoeerramelos.
( Sr Araujo Lima : Assim que a
consiituconaiidade di proposta, acreditava
eo, nao era pasta em duvida 'com serie-
dale. .p"
tem a eOicacia, a vontade qoe de sua pro
pria virtude e energa converte-se em faci
consommado; mais do qoe o priawiro re
presentante da naf.i, o sea 4se>eeor per-
petuo, o sea magistrado a*CiBJMUfa4 seam
t a opraiSo-ciaonal. exliillitPIl ^UW1'
minada, que a exerce sem direkos mageS-
uticos, sem conseibo e sem agentes ; o pai
da patria, a qoem a naca > recoabecida cor-
vare para beijar a augusia dextra,
Senhores na turba dos c -rtezaos, outros
poderlo eocontrar-se, alo aquolles qae
Ci 11 ser va ram urna pos i go che i a de digni-
dade, mas respeitosa para com Cezar, qoe
nunca'o suQocaram com onias enoovella-
das de incens, nem o soterraran), segando
as c nvenieijcias de m memo.
Ha lempos, disse o nobre deputado, em
que a independencia chama-se insensatez e
a ductibilidide sabfldoria. E" isso verdade,
assim como igualmente o o que vou di
zer: Ha lempos em qae a ambicio irri-
tada chamase independencia, $.0 paradoxo
sabedoria.
Sr, presdeme, dire umj explicago ao
noore deputado pela provincia" de fflinas-
Gerae*. que ae ad meu discurso que elle qualiftoaa de pro
clamsc3o.
O meu discarso sabio com erros nume-
rosos, eotranhando se nelle aoartes do meu
nobre amigo, deputado pelo Rio de Janeiro
e que se ach minha esqoerda.
O Sr. Andrade Figueira : E' ver-
dade.
O Sr. Araujo Lima : Foi para corr-
gir estes erros que se reimprimi a procla-
maejio, que eu acreditava ser do agrado do
nobre depotado, porqne, senhores, a co-
pia fiel das proc'amaco>s de S. Exc.
Sr. presiden! \ o nobre deputado pelo
Rio de Janeiro falou-nos em internacional
e em certas vindas da Europa que motivaran)
a proposta qi.e se discute.
O nobre deputado apreciou
coasas. -
Senhores, duas ideas oa dius partidos
disputam o imperio do mando, o socialis-
mo e o cathofcismo.
Um so v no mundo a materia, no ho-
mem animal que come e bebe, como o
porco e at cahir e samir-se na valla.
O outro segu idis moito diversas. lle-
co mece urna coasa immaterial, o homem
intelligote 9 livre, cahindo pela vioiac3o
da le, rehai iliando-se pela virtude. aspi-
rando destinos alm-tumulo. Seguado o
parecer da commissio, adnere ella ao par*
tido catholico, nada tendo de commum
com a internacional.
Sr. presidente, difficilmenle se pode
explicar grandes acontecimentos por c jasa
pe loeninas.
Senhores, a meo ver, duas causas prin-
cipies dSo andamento irresistivel propos-
ta qae discutimos. N
A grande le da solidaridad faz a des-
grana, como a grandeza d homem.
Seuhores, pelo primeirisMfcmem o mal
contaminou .0 mondo. O bem tem sea
contagie salatar, qae parifica a fcumani
dide. |%
No mando c.vilisido o Brasil o-nico
paix qae mantem a tscravidid. Como re-
sistir torrente da civilisacao qoe assober
ba todo ? i
Senhores, se as nages civhfcadas da
Europa e da America modassena em abso
lata oo republicana, ana forma de governo,
acreditis qoe'nos maoteriamoi ne peen
qae estamos T
SR A.MiRADB
temos colonias. ^
T) l. Abauj ljm$ Agora vou mos-
trar que sem Ihaots referencia a escravos,
que fazem os nobres diputad >s, encenata
mallos absurdos*, que
serao obrigados a da
Senhores, se abr
log>em seu primeiro-a
O I nperio do Rasil
es deputado*
anas opimo \s
s'ituigo, vejo
esla disposigo :
as'ociago dos
cididus brasileiros.
Miisadiaote encontr est'oijira diaposi-
Cao: < Sio cuidis brasileiros os na;cidos
no Brasil de pai asir -fi 110, qu- oa) estej 1
a servio de >ua aic3o ^M
Si agirantu do direito de propriedade
lem appticago a toda a-propriedade, mas-
mo sobre escrasus, nii sau.eu autorisado a
crer que as dispoaices citad js uYem ros-
peiio igualmente acodos os Brasihros,
mesmo filos de A fre nos nasciaas no
Brasil ?
Consagra a constiluico a igoa'dale de
todos peraoea le.
S a garanta do di eito de propriedade
appli :a-se a tola a propriedade, mus no es
era va, a igualdade parante a le n) pode
ebegar a lod..s, mesmo a escravos?
Condemna a constituido os privilegios.
C0.0 a extensio la garaotia da propriedailn
* toda a proprie 'a-de, nao posso eu coo-
0 privilegio que lem'uma raca de ter uutra
raga no captiveiro ?
. Piosigo em meu exime : Vos admittis a
Jesapropiiagao do escravo Quero eo n ir.-vos (permiiti que vos diga) a defender
melhor vussa causa. Se a constauico co-
bre rom sua garanta a propriedade esen-
va, impossivel 1 desapropriag ; voo m :-
tra^o. A qae titulo ^uiem-s aVretur a
fesapropnagSo '.' A dous: necessidade 00
defesa do Estado, nos termos da lei de
I82C; mi utidade pobli-a, nos termos
d*lei de l de julho de 18>5.
Ddsapropriamos a escravalura por mo-
tiv-o de seguraaga do Eiailo t Nmgoem
o dase, e sen* is-o perfeitamenle inadmis-
igao r-
occac-
duqoe de Bro-
referio a escravos, ou a propriedade relati- a aropriedld legal deve ana ex
va a escravos. somenle lei.
O SaN3RADF. Figueira :Refere-se s qjL ^naABE^taijEiRA:Na sociedad*
ouveDs. civil imLi aproprdba legal dsve sua.esis-
0 Sr. Araujo Lima :Alta 4a de esjra* Ijencia^
vos, ha mais pmpriadadet.
OSn. F. AassARf:A r
fere se proprrtdade que existi
siap.
O Su Araujo LrisjfeO 03cravo, pro-
priedade etiraordi:tari/ obm exclusiva do|
direito civil, fija sob-a damioio do mesmo
diroita civil. ,.
O Sr. Andrade Ficueira^*-E' om para-
doxo.
O Su. Arwo Lima :5' verdade incoo-
cassa para" mi
Mis, Sr. presidenta, supponlj-se mesmo
qae a consiituicio brasileira se referisse
propriedade sobre escravos, aim^t assim
n3o llcarii preju licada a proposl de que
se trata. WtL
Ga-antindo a propriedade, a commissiu
referia-se propriedade realisada e c
pleta, como resolta do contexto da^
c nsliioici>, que alude ao uso 00 ea>
.OM
atlie anc
O Sr71noiiadeFgsiba:-wI3o, re3olveu
a qur-sl3o pe o direit<> natural.
fcJS. Araujo kn*A^-a Pto funda-
mental da propt'iedjajl : un, extra-
ordinaria no tajfat| fructo da lei, re-
sulta, e>ta coajeql ge a lei poa-abo-
nte.
*hkV
Ja propriedafae, e que suppSe propn
realisadat^l iJL.
Aceres e qn*, conforme e nosso diifto
ciril. a Irarjlcu e indispe.isavel. para con
su amar a pruprlade.
A Constit'JicSo consagra principios qoe-o
cluirqneest* implcitamente condemnado .drVRo oivirdaenvolvel ifipwa, rtstrmge.
1 luouvaraiu
1 mal^s
E' esta i cansa principal qoe nos apata as colonias. Concloe
O Su. ANDaaae FadusmA V Nao ha
um artigo da propoata qae nao seja um
attenlado tontra a coaslitu>Qo.
O Sr. Ariujo Lima :, Vi, poten, qie
slKeonstitoeionalidade do veatre Wre foi
contestada esforca Jmente pelo honrado de-
potado que fallou em urna das ultimas ses-
soes. '
Senhores, sempre que secombaiempre
juizos inveterados, oa o eresses eoraisi-
dos. a priaaeira qaestSo ase se levanta,
a coastitueiooalidade da aaedidi.
Voo, pois, Sr. presidente, examinar esta
materia om pooco asidamente.
Entranda ao assnmpio, esubetoco logo
estas proposicoes : A apastitoicao ate trata
de propriedade escrava : sera altament-
absarda ama seaMante preiencij; a.
_ ote foaat eos nada sana pre-
judicada a questfo anf sa debate. .
O-Sn Amdrade Fbbctura : 5o trata
de propriedade alguoaa determinad 1, mas
trata dos direitos de propriedade.
O Sr. Araujo Lima : Senhores, a ar-
gumentaclo dos mbr-s deputados esta
Garantilo o direito de propriedade, a coas
titaicio estende esta aramia escrava e
froctos qae fazem parte da propriedade.
Senhores, digo eo, a garanta constitucio-
nal nao trata da propriedade escrava.
O Sr. Andrade Figueira : Nem pode
tratar.
O Sr. Paulin) de Souza d um aparte.
O Sr. Araujo Lisia: Em qae ficamos f
Sostenan) VV. EExcs. que a dispos gao
constitucional que garante o direito ae pro-
priedade comprehende a propriedade es-
crava, eu sustento que o3o a comprebende.
O Sn. Andrade Figueira : Enlo ex
J) Sr. Araujo Lima : V. Exc. me ou-
vir ?
Senhores, nao pode a constituicao rete-
nr-se a objeclo o de que nao se Mo-
neda, urna palavra nos seus 179 arligos.
iseatem os oobres deputados. se
sScTcapazes, um artigo da constituyo que
falle em escravos. Como referir si urna le
a objecto, s bre que nao diz onn palavra ?
E agora, acorcenlo eu, nem poda fallar
de escravos.
O Sr Andrade Figusira : Pote falta
em libertos por duas oa tres vezes.
O Sr. Arrojo Lima : Isto cousa di-
versa, o que sustento : Nao ha artigo
expresso na constiluico que falle em es-
cravos, e nem p dia haver.
O Sr. Andrade Figueira : Tambem
nao ha artigo qu/ falle em brancos e por
isso qae qaerem-nos coatestar as suas ga-
rantas.
O Sr. Araujo Lua :; O que senho-
res, urna coQStituicio ? E' a proclamaos" >
e destruigo dos poderes pblicos em qoe
asseota a sociedade poltica ; a conaa
grago dos dircilos fandamenUes .de um
povo.
O Sr. Andradb-Figueira :. Y a ga-
ranta dos dTiitos indivduaes e civis.
O Sr. Araujo Lima : Isto* posto, co-
mo fallara a coostituiclo em esjravos ?
O escravo nao tem relagao com os poderes
pblicos nem com os direitos fun lamentaes
do homem. O escravo a negagSo de to
do o direito ; menciona-lo ser nodoar
grande obra da liberdade.
A disposigao constitaci nal, qae garante
o direito de propriedade, fign em to la
as constituyes dos povos livres'; mas ne
ohuraa deltas com tal disposicao jamis re'
ferise propriedade sobre escravos.
O Sr. Andrade Figueira : V. Excfc
est zombando.
O Sr. Araujo Lima : Poderei estar em
erro, mas o negocio nio se presta a zom
baria ; fallo com tola a seriedade, de qae
soa capas.
A jmntia do direito de propriedade,
qae w se todas as-coosUtnie^es dos
povos lares, rifce-ie ssmirs i proprie-
dade ordinaria, verdadeira qae recahe so-
bre as cossslP"
A escravidio, orna, materia especiaUaai
ma, reqaereria lepstapo jambem especial,
oomo sucoti boa pwMJbb as tem como
^to, no Brasil,
Jasti(ka*ee a lie ida com a uiilid ida pu-
blica ? E' taiaoem nupossivel, por duaa
razftiS.
Estoo eojoado le ouvir repetir as des-
gragas que acompanfaaras a aboliQSo da
escravido. E a baceta de Pandea a
derramar males sem conta sobre esie impe-
rio ; familias mixtas, hecatombe de inno-
centes, abalo da fortuna particular e publi-
ca, perigo da segaranga individual e do
Bstado. ^*
Anda onais; Quaod) se podesse deseo
orir atgum vantagem em desaproaajar o
escr-vo, nao sena essa a uidade de que
fadam nos-sas !eis, qoando auto.isam urna
tal emenda.
O Sa. Anoram: FBoeira : Esta eom
bateado o paralar ''
O Sr, Ai.oaf Uwa : Estou mostran-
do os absajd -s ailbe condoz a opiniao dos
noares dfbvdoi.
OSr. A8jaRAE Fioiemia : Est refo-
taodo o parecer, eu oatava com isso.
O Sr. Araujo Lima : Seab res, segun-
do 1 iei de I845s a otilidade aue aotonsa a
desapropriagao a qae se refere a obras
publicas, estradas, p semelbautat.
Podemos desapropiiar orna casa, para
darttie am* fen) mb asagtnte ? Pode-
mos desapropriar urna faxonda, para que
ella seja mai productiva ? lacooiesUvol-
ate ote nao.
A nio ser assim, a garanta da proprie-
dade no Brasil assemelbar-se-bia u pooco
propriedade na Turqua, em qae o Estl-
do oa o chele do Estado e proprietario
universal.
Assim, se a garanta da constitoicio se
estende ao escravo, impossivel a des-
apropriagao da escravaioa, MI-falta de
segurac do Estado ou de ulilidade em que
se funde.
Senhores, vou mais adan'.9 : S; a ga-
ranta da propriedade de que falla a cons-
lituico appiica-se propriedade escrava,
nao pod .-ido i desaoropriar o escraco isola-
dam-nie, mas sim coujontamente com s
fazeodas. A rasSo simples ; O escravo
accessorio da fazenda.W* que nao pode
separar-se. Como desapropriar o escravo
isoladamente ? Nestes termos seria miste;
comprar todo o Brasil, para pjdermos des
apropriar o escravo 1 Mf
Senhores, anda orna considerago^
A liberdade de industria i ao garantid 1
pela constituicao, como o e a propriedade.
Se a garanta da propriedide refere-se a
escravos, a garanta da lirerdade re'ere-se
igualmente industria sobre escravos.
Hava u/aa kdustria que consista em
man lar compwrescravos, na costa d'Afri-
ca, para vende-lo' no Brasil; foi revogada-
m 1853 com violago da conslituicao que
garante a liberdade de industria.
Revognemos orna lal lei, reslabelecamos
o trafico da costa d'A'rica. Que succede
r ? Seremos postos fra da lei commnm
das nacoes como piratas ou mongos do
genero humano, e enforcados abi em qual-
quer verga de navio! Seria o culto cons
tiiuicl > e aos grandes principios que ella
proclama I *
A opposigao que chega a taes resultados,
que veda a desapropriagSo do escravo, que
s a autoi isa desapropriando o Brasil inlei-
fb, e por tal forma absurda que dispensa
exame, est irremessivelmente condemna-
da.
Senhores, o Duque da Broglie entendeu
qae a carta franoza, nao se referia in
demnisac,3o Ou desapropriac3o do escravo,
e qae era regida palo direito civil.
O Sr. Andrade Figueira :A coaajitui-
gao francesa era clara, dizia qae as cotonas
teriam am rgimen especial.
O Sr. Araujo Lima : I>to n3o resolve a
questao ; a especialidade do rgimen n3o
entenda com a. propriedade. D-se o mes-
mo entre nos, a onstrta$ao nada tem com
eamivos..
ebore8, a verdade esta, repito-o, a
centtitoicio brasileira nada tem com caer-
vos, nem com propriedade sob:e escravos.
O Sr. Andrade Figuwda ; A Franca
tjm lei civil a respailo.
O Sr. Araujo Lima:Tambem nos te-
mos direito civil' qoe rege a escraridio oa a
propriedade sobre o escravo Nem a cons-
tituicao tem referencia/ como se diz, lei
civil.
Senhores, a consiitac3o brasileira seguio
o systema das oonstitoicdss franeexas, esta-
beleceu ama eolleccte de mximas para o
direito civil oauformar-ea coa alias; garan-
tiado o direito de propriedade, leve em
Nao ba tantas pusoas, pelo direito civil 111
capaaes,de adquirir e de dipor ? Nao ba
tantas cousas retiradas do commecio ? Q
mudo por'dbpWjicSis epeciaes se rej* a
son dos nacistoros ?
Respeitado.'' 09 direitos adquirida o*le-
gislador lem grande liberdade de acgo no
tobante ao fmuro ; croa, revoga, altera di
retios arada passo, na ordem poliiica.eomo
oa ordeio civil ; ser isto possivel, sem
offonsa de direito algum, com relago aos
oaocitofs ?
Fmahneote, senhores, o principio da es-
cravdo, aeompaoh nlo o venlre, cm
fado puro da lei; o qoe a lei ereou a le
desf,iz.
O Sn. Andraog Figuewa :A le tam -
bin ereoo a eseravidao, pode ab ih-la
O S. Araujo Lim-a : A razao. com a
praiica universal do mundo civilizado, re;o-
nliete* astado esse direito. E qaanto i
indemaisaeo, o estado, diz o duque de
Brogl.evoSo est obrnado necessaramente
a indemaisar, mas sen to a escravidao um
erro commum dos particulares, como 10
estado, de eqniade conceder algn 11-
demoisacao. Nao invoque, pois, o nobre
deputado, o duque de Broglie qae Ihe
maoifestameole c lutcario. E aqui
monopolios, propriedade aptre oa
eicravos, sobre prodceles litterari% e oa-
tras semelhantes. Obras da sociedade, a
sociedade tem o direito de abolidas qoando
julgar conveniente.
Su. Andrade Figueira ;Salvando a
indemni ag3o.
^Sa. Araujo Lima .--^rimo qoe todos
S/quc as adqu.nram sabiam bem qae O
a sua conta a risco.,.
Sr. Andrade Figueira :Por cODla da
iei. Wr
1.0 Sr. Araujo Lima : ... sabiam bem
Be os lucros iienvados desse em prego com-
Bauam as eventualidades do perigo da
c3o ,a que se expunbam.*
Il Andrade Figueira :A proprieda-
Wn%) si (kMe abolir sem indemnis*-
cao. o mais esp'diago.
O Sit. AmiiJo Lima :Assim, Sr. presi-
aeote, ponddue parle a iniemn>ago, que
lidos ac^it^m. segundo o erro commum,
JlVss equidad-, o nobre deputado a quem
respo do, q >.e a c >mparac,3o que estabele-
ceu improcadtiile, porque nao se podem
comparar oafectos inteiramente di.-seme-
Inaafcs. enire os quaes se oao diSerengas
to profunda* e radicaos.
Anda unja consideragte' ^,,,1,
O nobre opinado qua%om sene amigos
nos aecusam constaniemeate de illngicos,
lambem mauilestamente Ilgico.
Os Pobres.ululados lecoubecem diseitos
O" escravo, segundo a c^pacidade n3o recasam de adquirir direitos, on da sa-
jeiiar sea ubrigagoes.
Como, piiis, contestam direitos que nio
se refe-rem a escravos, mas cien a naseita-
ros. a seres futuros ?
O Sr Andrade Fkueiha : Como qae
a lei liberta tambem seres que nao exis-
traduzr aquella parte da obra do retesa*)
duque, qoe resperto propiie iade s >-
bre o- escravo, e espalaala pelos (azendti-
ros. Sera bom que ates eoobecesaB> as
ideas do duque de Bregue 130 autorisado e
iosospeito sobre eacraves, para ano esiarem
com as cabegas caaias da asoidades, sup-
000*0 qoe a propriedade sobre o escravo
idntica i propriedade sobre a ierra oa
sobre a bosta.
OSr Aorase: Figukira : Per ante o ci-
vil assim.
O Sr. Araujo Lbba :Assim, senhores,
anda quando a constitoicio brasileira sa
refensse propriedade escrava, a questo
nao ficaria prejudieada.
Mais ama res posta anda ao aobre depu-
tado pelo Rio de Janeiro.
O Sr. Andrak Pigussu d om aparte.
O Sr. Araujo Lima ; -Senhores, aecu-
sanvuo constantemente de iilogicos, porque
estaoelecemos pri icipios de que nao tiramos
todas as conseryencias que ellos encerrara.
Simples a resposta. A lei acode ao de-
tea) ?
O Sr. Araujo Lima:E* untaqaesttede
foturej urna quesi3o de estado qae a lei
ree como enleudo.
*> Sr. Aisdraoe FiouEinA : Liberta o
germen. _____
re ao gobern a conveniencia de maadar h q s,u AbaujoLlua :latoquer dizerqoe
no momento em qoe nasos um ser, nao
mais escravo.
Senboras, joigo haver demonstrado as
tboses, que enuociei; a constituyo nio so
oceupa de essravos ; a iateligeoeia contra-
ria coodaz a aosardos mawfestos;. em todo
o caso a constilu jonandade da proposia
esta salva.
Qoslqaer qm soja o- talento do orador,
qoe falla depois de maitos outros, ote pode
elle deisar ae repetir o qoe se tem di.
E' o qae succede com relaejo aos inconve-
nientes aooexoa proposta do governo. 9>
oobre depoiado Dio fes mais de qoe repe-
tir aquillo qoe se tea dito por mais da orna
vez, e a qoe ae tem dado respes.
*'0 S. F. Bkusario :NSo apoiado, a-o
o/ie se nio tem feito.
O Sa. Aswmijo Lha :Perde-me o ao-
bre depotado ; o Sr. Aleacar, qae rompea
a dis -ussao nesta materia, al egou todos
estes inconvenientes a que por minha parle
e de outros oradores se deu resposta.
OSr F. Belisasjo:V. Exc. por ora
velor honrado que n3o pode pagar suas di- est-se cc;)Pido de um ponto, nos qaere-
.... r r CT tnna nnvir i tnl Arann CiKrj o. amanilla
vidas, d-lbe om prazo, e abate. Pois bem,
senhores, no* somos o devedor qnanto i
divida di escravidao ; pagamo-la, como po-
demos, com praz) e com abate.
Mas, senhores, disse-nos o n bre depu-
tado pelo Rio de Janeiro, o frocto do ani
mal, da trra, da casa, nio do proprieta-
rio ? O na. ituro nao est no mesmo caso ?
Senbores, ha quantos seculos, os Ulpia-
nos e Gaios deram resposta ao nobre depu-
tado pelo Rio de Janeiro, a quem peco li-
cenga para Ih' recordar.
*
O hornea, diziam os joriscons
gSos, com sentimenlos mais-bum
q em foram creados todos os frac
fructo. .
Absurdum enim videbalw, hominet in
fructu esse, cum omnes fructus rerum na
tura gratia hominis compiraverit.
N3o se adquirem escravo-, para o fim de
darem Albos. Non temer ancillas ejus rei
causa comparantur ut pariant.
Peg 1, pois, ao nobre deputado que nao
desoa abaixo dos jurisconsultos pagaos, que
reduza, como ells, a propriedade sobre o
escravo, ao usufructo-^aos. servicos.
Mas, senhores, de xando autoridades e
recolbend>me ao santuario da consciencia,
supphco anda ao nobre depulade que exa-
mine por um instante as diffsrencas t3o
profundas e essenciaes que se dio entre a
propriedade ordinaria e a propriedade so-
bre os escravo.', para ver que absoluta-
mente impossivel que urna se confunda com
outra.
Em materia ordinaria, .segundo o duque
de Broglie, cojas ideas resumo, o direito de
rupriedade indefinido; o proprietario faz
da cousa o qoe quer. Exercido sobre es-
cravo.', o direito de propriedade limitado;
o proprietario s faz o que a lei permute.
Em materia ordinaria, o ireito de proprie-
dade absoluto; encerra o oso e abuso.
Exercido sobre escravos, o direito de pro-
priedade condicional; o aboso pode ser
at um et me. Em materia ordinaria, o di-
reito de propriedade incommuiavel, pas-
sada de m o em m3o, em soa iniegridade
essencial. Exercido sobre e.cravos, o di-
reito de propriedade variavel, segando os
tempos, as; I uzea-e as circumslancias. Em
materia ordinaria, o direito de propriedade
perpetuo, sempre tem um senhor. Exer-
cido sobre escravos, o direito de propiieda-
de temporario, exlingue-se com relacio
ao escravo, oa com relacio escravidio.
Assim, senhores, ha difieren
entre*a propriedade ordinaria,
ce sobre as coasas, e a proprie
ordinaria, excepcional ou legal, qae
sobre escravos. Urna anterior ao estado;
a base em qoe elle asenla, sua offsnsa
chama-se espoliagio.
A ootra alba da ki
O Sr. Andrade FioaIMHpao 4 na
sociedade civil toda a pifpaaaad*,
OSr. Aaw> Lima:W om erro. A
mos ouvir a soa opiniao sobre as emendas
Ido Sr. Perdwio Malheiro.
O Sr, Araujo Lima :Senhores, deixarei
em silencio os inconvenientes, nao s por-
que isto j esl respondido, como tambem
porque do-se todos elles no projecto que o
nobre deputado adopta.
O Sr. F Beusario :Mas como ?
O Sr. Araujo Lima:Familias mixtas?'
Este-inconveniente inherente a todos os
systemas, que nao adoptam a aboligo im-
mediata e fatal.
Como exclamava o noore deputado,
que o- menor que nasce boje livre, e o
que nasceo bonlem escravo ?
Como digo eu por minha vez, que em
escravo liberto, e outro nSo.o ? Ah est
a mtsma iniqoidade.
Q Sr. F. Belisario: NSo apoiado.
O Sn. AnAUJO Lima : J disse e repito,
nao pos>o pres.ar o meo assentimenlo s
emendas do honrado deputado pelo Rio de
Janeiro, as quaes assentam no resgate gra-
dual e integral da escravidio.
E' nace lavel este systema por duas
razoes capitaes : nao ba dinbeiro que che-
gue...
O Su. F. BiusAnio: Isto nio exacto.
O Sr. Amabjo Lua :-----. depois soa
iniquidade maniresta. Segundo o duque
de Broglie..
O Sr. Andrade Figueira : Elle con
demna a proposta do governo.
O Sr. Araujo Lima : ... com cuja
opioiio me conformo...
O Sr. Andrade Figueira : Nos lam-
bem nos conformamos.
O Sr. Araujo Lima : ... o erro com-
mum nio devr ser supporlado pelo governo
smente ; is conseqaencias da escravidio
oo a indemoisaoio devem recabir sobra o
governo e sobre os particulares. E' esta o
meu principio constante.
Os nobres depotados querem que o Es-
tado indemoise a escravidao. repcodoundo-
se eternameote.' Reputo-o iapo.-sivel e evi-
dentemente iniqoo.
O Sr. F. Bbusamo : Compare os onus
da proposta do governo com os d*s emen-
das, e vari que aqoelles sio maiores
O Sr. Araujo Lima : Sr. presidente,
urna breve resposta a algumas duvidas. O
nobre daaateao palo 4." dialricto acaou
auito viciosa a aposicio aoe declara in-
carso no crime de reduiir I escravidio, o
senhor qpa fio di i matricola os menores.
Pareas al qoe a oobre depatado nio
tea ratao.
O Sr. Andrade Figueira : Parece me
qoe tinha.
O Sa. Araujo Lima : Os menores as-
cidos depois da lei, qoe nao sio dados
matricola, ficam no captivairo,
O Sr. Andrade Figueira : Nio pode
ser, nio sao aais esvravos; varifkada a
idade, esto Mana.
______ fCaari aaar 1 Da.)
TTP. DOWARtO-n^ DO DUQUE 01 UVAS
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