Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12488


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Full Text

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ANUO IiyU. NUMty 212
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DIARIO DBf
FEIM Itil-SEtWtt-tf IHI.
1 'ORA BA FIOTBCIA.
toe* Moa dem.
J non ditoi ideo
Hr QB anuo idam
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ban
Propriedade de Manoel Figiieira de Fara ft Filhos.

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Aj> AHTM
a gn. Gerardo Aitonie Alvea A Filhos. no Para ; Gonoalvea & Pinto, no Maralo ; Joaqmm to da OTvaira Fho, no Cearf i ^rtonio da Lemos Brag no Aracitj ;
Pereira d'Aimeida, em Mamanguape ;FeIippe Estrella A C, na Parahyba ; Antonio los Gomes, na Villa ^

em Ifaxareth; Antonio Ferreira de Agaiir, em Goyanna; Francino Tavares da Coala, em
PABTE emciAL.
sEorerao da proYlncia.
KPMMK.NTE DO DA S DK S8TBMBR0 DE 1871.
Acto:
O wee-presideote da pronocia, atieodeado
xa qae requeren o esertvio da coi lectora do ma-
nicio de Itanib, Joaquim Manoel de Barros Cam-
pado, e tea lo eic vista o qae a este respailo infor-
tnou e inspector da theaouraria provincial ero of-
ocio 8 Je 1 de agosto ultimo, resol re coo-
eeder-lbe um mez de liceoca para tratar de saa
*ai)eneaU capital.
omSTt
Ao brigadero commandante das armas, re-
commeadando a expedicao de suas ordens, para
qae as quairo horas da larde dos dias 6 e 7 do
arrente, acaem-se reunidos oo respectivo quar-
, a disposica do Dr. delegado da primeiro dis-
trida desia capital, as pravas montadas do depe-
sito de instruccao, qae fr possivel; e aos com-
mandaaies dos carpos de i* finba para no caso de
haver distorbios por occasio do toque de reco-
(bar d > dia t ou da parada do dia 7, promovidos
pelos partidarios de msicas, diaponham torcas de
modo a seren tiles dispersados, ou presos, alim
de rm devidamenle punido.-. Tambem recom-
nundou-se ao coimnaatante superior do munici-
pio de Recito que providencie de modo a seren as
manteas dos batalhu da guarda naciooal que ti-
jera de tocar ao itcolher no dia 6 do correnta,
acompaobadas de pracas de coofiauca, que pos-
ssm aniltiar a polica na dispersio e captura dos
desordeiros partidarios de msicas.
Ao vice-provedor da Santa Casa de Miseri-
cxflb, dizeodo que pode no termos da sua in-
fofiao, reali.-ar com Francisco dos Sauus Ne-
es, i permuta por apolices no valor de um cont
de ff, da meUde do predio n. 18, sito ladeira
da Itericordu na cidade de Olinda, perteneente
a nasa Santa Casa, e doqual coosenhoV o mesmo
Santas Neves.
Ao inspector da thesouraria de fazenda, pa-
ra que a vwta da intormacao do brigadeiro com-
mandante das armas.con referencia u do ominan-
danta agente do deposite de recrulas, das quaes
so eveudicia a lagalidade da daspeza feita no mez
de abril ultimo, con a lavagem da ronpa da en
ernuru iDJliur, mande efectaaf o pagamen 10 des-
MdntMil, bam como da importancia da cera gasta
aaaqette mez com a capella da mesma eniermaria,
deecanitndo-se oesu o valor dos cinco brandos
taraaudoe, o qual dever correr por coau da-
. por falta de talo oa amlUBMii, o,
para o exiravm. GmSSSSm ao
adaote das arma*.
toearnd odr a arrematacao feiu s o
par toaBamdarapCiho Soares Brandio-Sobrl-
adta, dan repopamza qu nirmiiH 9 m
qm jannriina a al(andag daefo eautul
a naatia da l:MSr "F
Ao Ipipeclor da thesouraria provincial, man-
laada pagar ao capitao de carpe depoheia Ca-
mle Angnsto ^rraira da fclva, a qnaaKia de 10d,
proramanu da 3* eompaobia, que conHaandoa ia
salinamente durante o mez de julho ultimo.
Ao commandante superior do municipio do
Keeifa, solicitando* expadicfc) de soas ordens,
para ene ao dia 10 do crranla ana dos batalboes
da gaarda nacional desta capital se aprsente em
freaue da igreja de Nossa Senbora do Livramento
para aasirtir a Testa e acompanbar a imagem da
mesma Senbora, que tem de ser na tarde daquel-
le dia, exposta a veoerajo dos fiis.
Ao inspector da sau le publica, declarando
em respuesta ao seu officio, que leudo em vista a
legatlaaio em vigor, proceda orno entender couve-
niente acerca da pratica abusiva da abertura de
boticas sem os requisitos legaes que alinde.
Ao director do arsenal de guerra, para mana
dar satisfazer com urgencia o pedido junto, que
faz o commandante do Forte do Buraco, de dous
carritets para o mastro em qae se arvora a ban-
deara do mesmo forte.
Portara:
Ao commandante do transporte Isabel, para
rasaba! e condazir para a corte a Joaquim Cha-
ves lledeiros e Albuquerque, pagando este as res-
pectivas comedorias.
Deapaehos:
Atexandre Americo de Caldas Brando.Dirja-
se a thesouraria de fazenda.
Amaro Jos dos Prazeres. lofjrme o Sr. jaiz
de paz do primeiro districto da freguezia da Boa-
Vista.
dapit&o Camillo Augusto Ferreira da Silva.A'
'.hesoararia provincial com offlcio desta data.
Cnryspiniano Buarque de atacedo. Eniregue-
se mediante recibo.
Felippe Benicio de S e l.yra Informe o Sr.
inspecliir da thesouraria de (azeoda.
Francisco Gomes da Costa.Passe portara eon-
cedendo a licenca pedida.
Graaibana Felissicima Cabral. Passe portara
na forma requerida.
trmandsde da Senbora Sant'Anna da Madre de
Deas.Concedo a autorisacao que pede, podendo
a sapplieante despender com as obras de que tra-
ta at a qnaotia de 930J0UO, que Ihe ser entre-
'v. depois de prestada lianza idnea.
Irmandade de Nossa Senhora do Livramento
desta cidade Expedirn se as convenientes or-
dens.
los Tavares de Medeiros. Kemettido ao Sr.
inspector da thesouraria provincial para mandar
dar a certidao requerida.
Joio Baptisla da Silva Maia. Informe o Sr.
commandante superior da guarda nacional do mu-
nicipio da Escada.
Major Jos Libanio de Souza. Paase portara
eoDcdendo a licenca requerida, a vista da infor-
rascle.
l.aiz Jos da Costa e Silva.Informe o Sr. com-
mandante superior da gaarda na:ional do muni-
cipio da Olinda.
Itosalioa Mara da Pariflcacao. Entregue-se
mediante recibo.
Bacharel Zeferino de Aimeida Pinto.Aprsen-
te o tapplieante dedaracao de fiador no sentido
da continuar na responsabilidade da flanea pres-
tada.
Cande Nap. Flix Zaba Informe o Sr. direc-
tor geral da in-arucrio publica.
O aamnw.informe o Sr. inspector da thesou-
rana da rateada
diaria Carolina Pereira de Carvalbo. Conce-
do a licanca requerida, pagos os direitos da fa-
inada, eando este requerimento remettido ao Sr.
inspector da taesouraria de fazenda para os flns
cnaawiatac
CXPBMEXTB DO SECRETARIO.
Ofleioa:
v- Ao brigadeiro commandante das armas, re-
matlOnio e ordem da presidencia, e em satisfac-
jm a o requisicao, o passe na nitrada da Ierro
da Aaeife a S. Francisco desta capital liba, e vi-
a versa, para o sargento aunoxarife dos fortes de
Gain e Naznrntb, Carlos Evangeliiia Muniz.
Ao snesmo, inteirando-o de baver a presi-
daneia remanido ao arsenal da guerra, para se-
atro pedidos qae v'aram an-
da t do carrate.
_ thasoararia provtocial, com-
j preaidencia de accordo com a
, concedida a aatonsacao que soli-
__________I regadora da irmandade da Seohora
Satf Anaa da Madre da Deas para despender com
MntoutaouitTeiaatea qoaalia de 9301000,
riisaiim da banaBoo da lotera extraada ni-
la Uvor de lana obras.
a
KIPKDIR.NTt DO DIA 6 DK SETKHBBO DK 1871.
Actos :
O vise-presidente da provincia, attendendo a
qne a le provincial o. 922 ue 19 demaio de 1870,
elevoa a povoacao do Bom iardim a cathegoria de
villa, na qual ja se acha installaia e fuoccionando
a respectiva cmara municipal, e attendendo a
qne em dito maoniciplo existem qualificados 286
jurados, resolva de cooformidade orno disposto
no arl. 31 da lei de 3 de dezembro de 1841, e avi-
sos de 28 da abril de 1838, e 4 de agosto de 1862,
crear em dito municipio foro civil, ticando o mes-
roo, embon com conselho de jurados proprio, an-
aexo ao do Limoeiro.
0 vice-p'esidente da provincia, de conformi-
dada rom o disposto nos arl*. 7* 1 e 8' do de-
creta 2012 de 4 de noventbro de 1853, resolve no-
mear para es lagares da supplentes do juiz muni-
cipal e de orphaos do termo do Bom Jardim, an-
I nexo ao de Limoairo, os citladosabaixo menciona-
dos, na ordem em que vio collocado-, os quaes
datarlo solicitar os respectivos flalos e prestar
juramento no praso da lei : bacharel Maooel Ter-
tuliano Travsso de Arruda, Joo Felippe de Mel
lo, Jos Caetaoo Pereira de Queiroz, Nicolao An-
tonio Duarte, Jos Francisco Coneiro de Arroda e
Joo Francisco Xtvier da Fonceca.
Designo para sabslitair ao capitao Alvaro
Conrado Ferreira de Aguiar no conseibo de julga-
raen'o, que tem de responder o tenente do cor-
po de polica, Jiao Pires Ferreira, o capitao do
mesmo carpo, Mignel da Fonceca Soares e Silva.
O vice-presidenle da provincia, atleodendo a
ponderacao feita pelo Dr. i he fe de polica em offi
eio de 5 do crreme n. 1222, quanto aa noma da
nomeado para o cargo de 5* sapplente do subde-
legado do 2 districlo do termo de Serinhem, re-
solve declarar que o nomeado para aquelie cargo
o cidadn Joo Accioli Wanderley e nao Joaa
Biptista Accioli Lins, que por engao na proposta
de 5 de jonho ainm >, f>l nomeado por portara de
18 da mez prximo paseado. Expediram-sa as
neessaras communicacoes.
Offlcios :
. A > brigadeiro commandante das armas, au-
torisando-o a conceder permissao, qae aolicitoa
o soldado do extineto 51 corp de voluotarioi da
patria, Hilario Carmelitaod da Poroiuocula, para
ir esperar na villa de Una, pela decisao do gover-
ao imperial sobre sua baixa oa reforma.
Ao inspector da thesouraria de fazenda com-
municaada baver o bacharel Jote Jalio Riguaira
Pinto de Souza, jaiz municipal e de orphaos do
termo do Rio Formoso, e no exercio interino da
respectiva vara** 'reito, entrando a 30 de agos-
to ultimo, no go. $ 13 dias de licenca concedido
pelo oooselheiro nreidetrte da relaco.
Ao mesmo lfftelranio-o da que no dia 18 do
mez prximo fiado, fallecen em Ourieary o pro-
motor publico da comarca da Boa-Vista, bacharel
Flix Ribeiro da Carvalbo Jnior.
Ao mean remetiendo, em resposta ao seo
offlcio, orna copia do contrato celebrado com oa
Em data d 14 d'esie mez cammaaieea-me o
delegado de Jaboatao,que, pelo' subdelegado d'a-
quelle districlo, fo'r pronanciado Roarte Pedro
de Oliv.-ira Sampar, como incurso -as peau do
art. 193 do cdigo criminal.
Deas guarde a V. Bxe.Illm, e Exm- Sr Dr.-
Manoel da NasoMaeato Machado Portella, vlee-
presilente da proviod.O chele de polica, Jirr-
mogenes Scrates Tacares de Tatconcellos.
; Jlo Mara Mi Chavea, no Asan Antonio Marques da Silva, no Natal: J miiM
ha.-Belarminodos Santos Btelo, em Santo AdOo ; DoMungoe Jos da Cosu Braga
Jos Martina Ahee, na Babia ; Uite, Serqoinbo & C. do Rio do Janeiro.

qae elle proprio solioa algans oflleiae;
faVli|*pe ra
FRANCA.
PROCESSO DA I.NSURRF.lCAO DE PARS PER ANTE
0 TERCEIRO CONSELHO DE GUERRA, 80B A
PRESIDENCIA DO CORONEL MERLIN, C0M-
PREHENDENOO DEZOITO ACCUSADOS.
Audiencia de 11 de agosto.
nota qae os
aegeeiaatfs Heff Wilson A C. para farneeerem at
o laa de crrante aano, o carvio de pedra Ctrdlff
e ftew Castte, neeessario ao arsenal de marinha
Sesta provincia.
Ao inspector da .thesouraria provincial, de-
clarando que da qaantia de 2.2201 que se est a
dever a Casiimiro R. Gomes da Silva, proveniente
de fardamentos fomecidos ao corpo de polica no
exercieio, em liquidario de 1870 a 1871, mande
pagar somente a de 383*227, em que importa o
saldo existente do fardamento vencido naquelle
exercieio.
Ao mesmo autorisando-o a mandar pagar ao
capitao do corpo de polica, Alvaro Conrado Fer-
reira de Aguiar, a quantia de 28 080, provenien-
te do expediente das 1*, 3' e 8' compaohia d'a-
quelle corpo, por elle commandadas interinamen-
te, como se v do incluso requerimento.
Ao commandante do presidio de Fernando
de Noronha para que, de eonformidade com a re-
qnsicao do juiz municipal da 1* vara, remeta pa-
ra esta capital na primeira occasio e com a ne-
cessaria seguranca, a ser apresentado ao Dr. che-
fe de polica, o criminoso Vicente Jos da Costa,
afim de ser julgado.Communicou se ao juiz e ao
chefa.
Ao director do arsenal de guerra, recom-
mndando quo com urgencia mande receber a
bordo do vapor S. Jacinlho um caixao, remettido
pelo arsenal de guerra da corte com artigos desti-
nados ao 2 batalha de infatuara de liaba.
Ao commandante do corpo de polica, aatori-
sando o engajamento dos paisanos Jos Mooteiro
Salgado, Caetano do Reg Barros e Antonio Dias
da Silva, se forem idneas.
Ao chefe da repartidlo das obras publicas,
para que com toda a urgencia mande collocar ama
fechadura no porto, qae d entrada para o in
terior das prisSes da casa de deienca.Fizeram-
se as necesarias commanicacoes.
Despachos :
Antonio Valentim da Silva Barroca e Jos Fran-
cisco do Reg.Eocamiohe se.
Alvaro Conrado Ferreira de Aguiar.A thesou-
raria provincial com oilk-i > desta data
Candida Lucio de Cesar Baptista.Nao tem la-
gar a vista da informarlo
Bacharel Francisco Domingaes Ribeiro Vianna.
Como requer, devendo este ser remettido ao Sr.
inspector da thesouraria de fazenda para os flns
convenieites.
Francisco Raposo Falcao.Ioforme. o Sr. ins-
pector da thesouraria de tazenda.
Feroaodo Angusio de Mendonga.Informe o Sr.
eommandante superior da guarda nacional do mu-
nicipio de Garanhuns.
Irmandade de Nossa Senhora do Rosario da fre-
guezia da Boa-Vista desta cidade.Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Irmandade de Santa Cecilia, erecta na igreja do
Livramento desta cidade.Junte a supplicante o
sea compromisso.
Irmandade de Nossa Senhora do Livramento da
cidade da Victoria.Informe o Sr. Inspector da
thesouraria provincial.
Joao Anselmo Marques.Informe o Sr. prove-
dor da Santa Casa de Misericordia.
Liberato Tiburtino de Miranda Maciel.Informe
o Sr. inspector da thesonraria provincial.
Manoel Ferrreira Escovar.A' vista da in-
formacao aguarde o supplicante a decisao do go-
ver no imperial.
Manoel Jos Vieira da Silva.Informa o Sr.
vice-provedor da Santa Casa de Misericordia.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
fBcios :
Ao brigadeiro commandante das armas, in-
teirandr-o de haver a presidencia mandado satis-
fazer os pedidos qae vieram anoexos aos seos of-
flcios de 3 do corrale, sob ns 631 e 633.
Ao chefe da diviso naval do 2* distreto, di-
zendo qae flcoa a presidencia ioteirada de haver
ebegado ao porto desta cidade o hngue escuna de
guerra Tonelero, procedente da Parahyba e de ter
o mesmo brigue de seguir a sea destiao a 10 do
correte.
una
Repartirlo da polica.
2.* seccio.Secretaria da polica de Pernamba-
eo, 16 de selembro de 1871.
N.....Illm e Exm. Sr.Levo ao conheci
ment de V. Exc que, segando consta das parti-
cipacoes recebidas boje n'esta reparticao, fol
honiem reco I hi do i casa de delencSo os seguintes
individuos:
A' ordem do subdelegado de S. Jos, Joio Fran-
cisco dos Santas, como indiciado em crime de
(Vio.
Abno-se ao mel dia.
Urbain : qoeixa-se da InexaetidSo dos jar-
naes.
O presidente : admira-se. de qae os presos
'.enbam jornaes e ha de fazer com qae tal abuso
na continu.
Contin i o interrogatorio.
Jos Extrlier, empregado da mairie do 7.
districlo : Vio o reo exercer as fanecSes de mai-
re, e obiervou qae a Sra. Dapoo, irmaa delle, era
qaem as vezes interrogava os presos.
Haberty, ordenaoca de Urbain : depSe qae a
Sra. Leroy tinha grande influencia sobre Urbain,
que em casa d'este se coma bam, e que e reo ti-
rava dinbeiro da eaixa do easiao para as despezas
da cosioha.
Dr. Rousselle, adrogada do reo
jornaes disseram...
O presidente : Nao iofluam no coaselho os
jornaes.
Rousselle: E' qab a opinio poblica...
_ O presidente : A optnlao publica tambem
nao ioflue no coaselho.
Urbain : Deiculpa-sa com o predominio qae
nana nelte o Sr. de Montaut qne, segando a ulti-
ma testemunha assevera, jantavaa miudo em casa
do reo.
A viuva Leroy, costureira. de 21 anaos: dia
que viva com Urbain, explica o modo de paga-
mento aos professores, narra como foi preso Lao-
dau e a malher por saspeRas de eommaniearem
ora Varsalles, naga qae timase os anoes i osn-
Iber desle praso, e qae dissassa parases violentas
que Iba eio allribuidas, coafessa porm qae sss
casos de oeeesstdade interrogava os presos e ser-
va de secretario. Aeeresenita qae Urbain, te fez
a proposta para o ruanamente dos rafeas, proce-
den asaim porque o levamm a isso. Quando a
Sra. Landaa. al Iba den de comer,
O cotnmissarto promotor : las ella esteva
tres das sem sustento.
A tnlemmnha : Eu nao bavia. de Ir
lh'o cnaa da guarda. .
O pmUtnU : iaaomsaanda an acenaadn
aere qae tome attitade conveniente.
Banal de Montaut, tmate coronel, eaenr-
regado do estado maior So 7.* distrteto : diz qae
oa o icasiaa da explosao po paiol Rapp, Iba apre
sentaram maitos presos e eatre ellas o conde Za-
moyski, qae o pova quena fasillar ; que mandn
prender Landaa por saspeito de cumplice na ex
plosaa ; que Urbaim era contraro a incendios e
maldades, e que e livrara muitas vezas de ser
preso ; por isso o levou para sua casa e o eseon-
deu nella. Aprsenla copia de ama carta qae ao
dia 18 de maio escrevea ao Sr. Thlers, pela qual
se v qae era agente de Vemilles Coafessa qae
narrara a Urbain certas cruezas prati:adas pelas
tropas de Versailles em ama ambulancia. Assm
Ih'o tinham coutado, e entende qae isto as ms
companhias arrastaram Urbain a propr na com-
muna o lusillamento dos refens.
0 commissario promotor : pregunta se bavia
fias subterrnea opara realisar exploides.
A testemunha : responde que os dispuzera
Ciuseret para na retirada dos guardas naciooaes
fazer com qae voassem pelos ares as tfopas de
Versailles a medida que fossem entraudo as ras
da Pars. Accrescenla que Parisel incendiara no
7." districlo e tambem o capitao Latz. A Legio
de Honra e o tribunal de contas foram queimados
palo capitao Benoit.
Bellaigne advagado, e adjanto do miire do
7." districlo : explica de que modo a 27 da marco
os empregados da mairie tiveram de entregar a
aulordade aos revoltosos.
Sao perguntadas muitas outras lestemunbas qae
depd9m acerca da moralidade e carater probo da
Urbain.
Domingos Lettellier, frade dominico : conhe-
cen Urbain mesire-escoia, e depde a favor delle.
Emende que se desvairou com as desordens de
Pars, cuidando elevar-se. Concine dizendo o tex-
to : Sao innocentes os que nao sabem o que fazem.
Urbain : diz que se respandea mal quando o
prendern), foi por imaginar qae o iam fasillar, e
recommendoa ao filha que nao se esqaecesse d'a-
qu-lie dia, por suppor que seria o ultimo da saa
vida.
Su-paolea-se a audiencia dorante 10 mnales
Lefranc : foi solt por Urbaio.
Randon : Urbain favoreca qnantos recor-
ran) a elle.
Urbain: so tem a declarar que lastima pro-
fundamente ter faito a proposta dos refeos e sent
a mai.ir indignaco contra os as-assinios e incen-
dios que se praticaram. *
Segue-se o interrogatorio de Billioray.
Billioray : declara para abreviar os debates qae
foi eieito membro da communa por nma e^eico
que julgava regalar, mas qae nao aceita a solida-
riedade em actos indignos que nao pratisoa, nao
approvon, nem delles leve conhecimento; nega ter
prepralo a revoluco de 18 de margo por qae
lando sido eleito para a junta sentral a 15 era tres
dias nao poda fazer nada ; jdiz qne so leve noti-
cia dos assassioios de Lecomte e Tnomas depois de
realisados, e condemnados : qae s assignou or-
dens de soltura ; que protesta contra a junta de
salvacao publica ; que dea a demisso na vespera
da entrada das tropas; qae as ultimas proclama-
c5es nao eslava nem poda estar a saa assignala-
ra, qae nio se recorda se aasistio a sessao em qae
se deeretoaa demolicao da columna da praca Vea
dome, contra a qual era em parte ; qae sempre
combatea por absurda e ioeoaveaieate a dastrai-
go da casa do Sr. Thiers; qae nio assistio a
nenhuma das sessoes em qae se tratoa dos refens,
nem a morte desles foi conseqasncia do decreto, o
3nal se refera s a militares e [policas; qae at
1 de maio em qae deixoa a communa, nao se
execatara niagaem. 7
0 presidente: adverte-lhe qae o reo sabia
da prisio do arcebispo.
Oreo: responde qae o arcebispo Uva pre-
so como duas oa tres mil pessoas mais, e aocres-
eenta qae nanea fez reqaisi;5es de petrleo. A
communa qaeria saber qaem o tinha por causa da
compaohia do gaz, qua se queixava de nio ter
ruis gaz. O petrleo era para illumlnar a cidade.
O presidente : Mas ao Jornal Qfictal ha nma
ordem asslgua Ja pelo reo ordenando qae se facara
voar pelos ares as casas do 9.* districlo qae irnos-
diam a defesa.
Oreo: diz qae es ordem falta, a refere
qae mandara prender ara fabricante de bracadei-
ras tricolores por saber eras era algjaal para dis-
tinguir oa guardas nacionaes fleje a Verstiles.
A sua ioteacao era evitar conflictos. Elogia da
pois o procedmeoto dj Janu Central n> dia de 18
wPorqfle nio empregoa a so kte:*r-
'* per nadir aos guardas naeiooees qu
as pegas de artilhafiaf
: diz que sempre tomn por brinca-
i pacas aoaa tarara aannigiaa ;
or da gaarda nacional, ana o
eialrade ; qaa s mala urie
tom samdtMec^o hzesse ama carnificina em Paris.
O presidente : Billioray acensado de levan-
tar geata armada.
0 fpo : Sim. Ea nio fui; foi a eommana
quem jetantoa a gaarda nacional.
. ~ JF**idenlt: IIo era guarda nacional, vis-
to qaa lie pagavam.
Ordo : C>mo autos da eommana.
Q-presidente : Tambem aecusado de cm-
plice aja iucendios, e aa demolcio de edificios
pnblinM e particulares.
1 reo .- nega a saa complicidade depois de
21 de maio, e coodemna speramente os actos qoa
*e pratiearara.
Varipa lestemoobas abonara os desejos de con-
ciliaciodi Billioray, e oanara boas acedes d'elle.
Sega-sa o interrogatorio de Jonrde, o ministro
da f uenda da eommana.
Jonrde : declara ter sido esiranho poltica
al 18 de marco e opposlo a cnacao da junta
central enja existencia era publica, e que tinha par
hm constituir o grande coaselho de familia da guar-
da nacional. Refere que a 13 de margo se no-
meara os chefcs de batalho e depois os eoose-
ih)i de legiio, ios qnaas deviam ser lirados os
membret da jonta central para qual o nomea-
ram eatio. A insurreicio foi sorpresa para o,
O caso foi organisado por om nico membro da
junta. Nos nio sabamos de nada. Aoceiiou de-
pois o lagar de delegado da fazenls por nao en-
tender de poltica, e porque era neaessario gover-
no qae maativese a ordem. Nio ordenoa qae se
lirasse dioapiro a aiapneoi. Pedio sotnmas ao
banco para evitar daaordens em Paris a na eipa
raacn da conciliacao.prxima. Pedio-as em forma
de reqnisiaaa foresta para df seargo do Banco qaa
pedia resistir porana bl'nhiam baulhio as mas or-
dena a mantean sempre a baodeira tricolor. Narra
* snaa oparaoSes de Uzeada. Quanto ao toeendio
miaUteri da faztada, cuida que foi preduzila
por ama rutada, cabida no sitia nade bavia mais
papis a qnanao calar era da 28 graos.
preiitnte: Esta raspt ato seria.
Timas* aa praiejgewi qnaada a^anjantam alfsvau
aldeia ziam o mesmo.
A tuiiencia a'^ba ntSkerej e meia.
It eofotto.
Abra ap maie dia pala- iasarragatorio de teste-
para Versailles. Beslay avoreeeo-o mnilo, avi-
sm-o quando o qoeram prender e a sea collega.
A pedido d elle fer se nomear deie'gado da com
maoa ao Banco. D* J a 21 de abril nao bouve
requisisao de dioheiro. Exigiram-flw um nwlno
e ceo mil francos de barras da praa para cunhar UnA
menos, nolawl pelo deboxo. composieo retero
e perspectiva. A colomna Vendme nao poeta
nada disto. Da miaba poaca admiracio pelo-mo-
numento ao desejo de o destruir va*porm grandhr
aaSJdo
janta cen-
Laeeme a Tfcxaae;
tana aata*
naoTaai ratJtira SUeassio acalorada,
ida ftX o*ataran sahir da sala, a que
or 1 hora da aefte, reeommenlaado-
Ibeo qne se nio anixatiom prender de novo por-
que depois a janta nao poderiajsolta-los. O gene
ral nio recoaheee Billioary, mas vendo ama pho-
tographia d'lle com os cabellos eontpridos recor-
a-se.
O Dr, Boyer, advogado do reo : Ea agrade-
co em nome da defeza a benevolencia do general.
O genral Chrtnzy : Nio caso de agradec-
ment. Ea disse a verdade.
Interrogado pelos defensores de Lallier e de Bil-
lioray, o general declara aao ronheear Lallier,
mas qae todos Ihe referiram terem encontrado
n'elle os melhores desajos de o salvar, e concor-
da em qne sen primo, o capitao da engenheiros
Heori, Ih'o dissera tambera. Nao vio a ordem de
soltara parqao ." tratoa da sahir da prisao
0 presidente: Tuio isto prava que as prisdss
se faziara irregularraeate.
Billioray : Seo duvda. Nos nao as po-
damos impedir nem obter fcilmente a soltara
des presos.
O presidente : E' a responsabilidade dos re -
volociooarios.
Billioray : Responsabilidade moral, Sr. pre-
presidende.
O Sr. Bigot, advogida d'Assi, reqaer que se
elimiaem do proaesso os dacumsatos apreseaiados
fura de terapo. Admitte, porm, qae se faga obra
pela carta de Paul Pacha referi lo terera Ihe dito
varios offleiaes prassiaaas em Reims qae o reo
Aisiera agaote de Bismarck. Pede qae seja in-
querida Paul Puche e os offhraes alleraes que
Ih'o disseram.
0coaselho decide qae serio interrogadas estas
teslemanhas, segundo reqaer a defeza.
O presidente : O reo Assi aecusado de ter
miada lo fabricar pelo Dr Irsigre tres kilogram-
nias de acido prassico. Vamos oavir as tesiemu-
nhas.
' haronee, director da fabnca de capsulas de
Montreaii : diz qad fura substituido por ordem de
A-si, porm inquirindo acerca do qae se fizera Da
fabrica, sonbera que o acido prussico tinba sida
posto em frasquiohos coberlos de zinco que erara
introdatidos as Dorabas. as granadas punbam
slrxebnina e sulphureto de carbooe.
Ambroise, empregado da fabrica : diz qae
Ihe mandaran) preparar fraseos de chambo com
acido prassico e phosphoro. Os fraseos eram fe-
chados com sida. Qaem dava as ordens era o
Dr. Irsigre, eorooei e director do arsenal. Vio
Assi difiranles vezes e assistio a carregar as gra-
nadas cara urna dissolucaa de phosphoro mistura-
da de snlphareto de carboae.
.-is-ji : diz qae nunca se empregarara, que
elle saiba, senio bombas com petrleo.
__O presidente : Mas este horaem vio carregar
as granadas com materias nflammaveis.
_ Assi: Ea ignoro isso.
O presidente : Sao ehefes e nao sabem qaem
dea as ordens. Parece que havia um poder oc-
calt5- X ..
Volla-se a tratar de Joarbe.
Jourbe : explica coma fura preso em ama pe-
quena rusga de estadaotes, e diz qae ao acabar a
eommana, os membros d'elia ihe pediram 2:000
francos por cabera. Reduziram o caso > 1:000,
mu quando voitau com ellos s eoeootroo nos 30
eolkcas a qaem lea o dioheiro, e guardn o res-
to, toi elle proprio qaem o reveloa qn.aado foi
raso, e antregon o dioheiro.
_ 0 piesidente : Mas escrevea cartas amosca-
doras as Bsnco.
Orio : diz qae perseguido pelos membros
la cooarauaa, eserevera a Beslay orna carta dzeo-
do-lhe que ao caso de desastre poderia sacceder
mal ao Baaco. Era a 23 de mareo. As paixdes es-
lavampnoilo exaltadas. Varlin, mea collega, qae-
ria ir aa Baoso om dais batalhdes. Coosegai aae
fossemos os ambos sos. Nio nos qoiieram dar
300 rail francos, e sahida o batalho do Banco in
altea nos. Ea proteg o Bineo. Nanea l appare
cea ama baioneta dos federaos. Cbegoa a dar a
toa demissio, mas obrigaram-o a flesr. Parten-
cia i minora da eommana, qae se empenhava em
avilar os excelsos.
_ O marquex de Ploeuc, governador do Banco :
oarra como Ihe foram feitas varias reqaisicoes,
cerno resisti, como ningaem Ihe promettia nem
dava socoorvo, e qoa o Banco tinha antio 3 mil
milhoes, 400 borneas para os guardar. A aa*
cessidAda allegada pela eommana ara pagar aos
gapada nacionaes. No da 1 da abril escrevea
moeda. Dea as barras. Fez-se" a moeda, porm
nao cheg-ia a circular. No dia 11 e maio foi o
banco o batalho dos Vlngaiores Ai Reptsbtieu
com um commissario de polica para darem urna
bases. Resisti e mandoa chamar Beslay, qne sa
flioilroa escandalisado deste proeedimente. O
commissario Le Moasso-mandn pedir ordeos.a
Haoal Rigault e leve-as de se retirar. A r2 foi iS
Jourde quexar-se da qae havia oo Baoeo- deposi
to de armas e pessoas suspeltas. Desenganoo-o
tal respailo. Havia s os 4301 empregados que
formavara o batalho do Banco. Jourde propoz
que o batalho fosse ren lidn por oatro. Reensou
positivamente. Qaeria ao meaos que Ihe perteo-
cesse a gaarda exterior. Nao annuio logo e depois
nao se toroou a fallar d'isto.
Era 21 de maio receben or*>m de Jonrde para
entregar 700 mil francos, e aviso de Beslay de
que o banco u ser atacado por dous baulhas cara
artilhena. Esqaivou-se ainda. No dia 23 rece-
ben nan, ordem assigoada por Delescluze, Ran-
Jf* e Tndon. Dea o dioheiro. Depois no da,
t* dea raais 300 mil francos sob iguaes amea^as
e estn lo o bairro crcalo de federaos. Apagou
parte do incendio do Palais-Royal, e manteve ar-
vorado nos dius raezes da coramana a baodeira
tricolor.
Jiurde : allega que Ihe cabe parte do merec-
manto das boas acedes de Beslay. O Banco deu
IM 10.-030 francos, 9 milbdss da raumcipali lade
de Pars e 7 do baneo. Diz que reduzio a metade
as requei';oas da coraaooa.
Billioray : allega que oio loraoa parte oss-
tas requisitas, e que maalou soltar os presos de
Matas.
O commissario promotor : a railo porque
tevo raedo e esconden-se. Metteu os batalboes ao
foga e foi para casa. E' mais urna covardia.
Ossui, capitio de estado maior: oarra a
prisio de Jourde oa ros, a idea que liaba de qae
o iam fozilar logo, a franqueza a sangae fro cora
qae fallara, e como por ordem da Mae Maboo fra
enviado ao maraehal quando de Versailles chega-
ram as ordeos para cessarem as execaoSas som-
marias. Cauta como verdade ter Jourde decla-
rado o dioheiro qae trazia eteood ido.
Passa-se as testera nonas de defeza.
Dubois, secretario de Joorde.recebea deste 2:800
(raneas.
Tregofii, redactor de .Va -Aon a l, or qne o mi -
atstesto da fazenda M incendiado per ama
**. dao Umtwertmt da ras do Lagambarg,
enaa Jourde cjtnia em ana casa a em dous me -
s gastn 21V franeos.
A an Jienca levantoa-se as 4 botan a mais. No
da seguinta o interrogatorio da pintor Coar-
bert.
Atsdtemia it 14it tjiuta ....
Goeoarreram a aala andieneia muitas cariosos
pira oavir o interrogatorio do pintor Coarbet Pa-
reas que o Sr. Laebaad, deranaor do acensado,
coassgnio aae o Sr. Julio Siman, cujas deetara-
edat considera imoortaolissimas, comparecesse
como testemunha. Eotre as teslemanhas da de-
feza viles se muitas notabilidades scientifleas a
anisticas, taes como o< Srs. Charlan, Violtet, Le-
coote, Cuala, cande de Choiseul, Barbel de Jouy,
Cheoevires, ele.
Ao meio dia 6 meia hora abrlo-se a aadieoeia
e os aecusado* eniraram na sala. O eonselbo
mandn sentar Coarbet mais prximo da tea qae
n is das anteriores.
O presidente : Aecusado Coarbet levaata-se.
Quando corase,au a fazer parle da eommana ?
Courbtt: Em 26 de abril.
O presidente : Foi por essa occasio qae se
publicaran) os decretos mais odiosos: os de re-
fens, destruiclo da casa de. Thiers e da columna
Veodorae.
O rio: Nao con'.ribai em coasa algama pa-
ra a publicaco dessas decretos.
O presidente : verdade, mas sabia perfec-
tamente que se haviam publicado e tinha noticia
das roubos coramelidos nos cofres pblicos.
O reo: Sr. presidente, fiz ludo quaoi > pude
para impedir o mil e cumprir a missio que ma
(ora confiada era 4 de selembro. Julgava tambem
qie talo vina a terminar por conciiiacio.
O presidente : Coneiliajo com os insur-
gentes ?
O rio: Certamente. Julgava que os in-or-
gentes seriara considerados como beliigeranles. A
misso de que fallei ha poaco era grande e honro-
sa. Tratava se de velar pelas nossas ricas collec-
eas. Contava cora a junta de que fazia parte e
om a caoperaejio dos seas membros; reeolhi la-
do que havia de melh r na Malmaison, em Saiot-
Cloud, Meudon e Sevre?. E' verdade que o prin-
cipe Napoleosubtrahira de Meadon maius cous s
GraQas a mira e a aciividade da junta, salvaram-
se objectos de grande valor artstico. Paz sello aos
archivos de Louvre onde estavara 29 caixas com
armas da idade media ; tinha raides para erar
que eram para serem enviadas ao imperador. A-
bn-as afim de inventariar o seu conteudo; o Sr.
Julio Siman approvou esla idea.
Qaeria salvar a miaba respoosabilidade oo caso
de desapparecer alga na.
Os jornaes de Versailles disseram qae ea despe-
daicava as estatoas, que gaardava objectos d'arte.
preciosos, qae venda quadros, quando ao contra-
rio preserve! todas as riquezas das nossas cal-
le ecSe*.
O presidente: Fallemos da eommana. Nao
tedio qua fas stana Vendme T
O rio: Foi ern do Jornal Oficial da com-
muna.
O presidente: Porque nao pedio urna rectifi-
eacioT
O aecusado oio respooden.
O presidente: E oa demoligo- di casa de
Thiers t
Orio: Desempeohei o papel de salvador.
Quiz conservar todos os objectos amigos qae se
aehavam oa praca de S. Jorge. Apreseoiei a mi-
aba demissio quando vi que iam por camioho er-
rado, nomeaodo a janta de salvacao publica.
O Commissario promotor: Cantinuou porm a
fazer parte da eommana e oo dia 14 de maio apre-
sen! o u ama proposta.
O presidente i Qoando se achava a frente da
junta da salvacao publica declaren qae tomara
paisa as lata da liberdade contra os aimigos din
Knbliea, e qae todos os membros da comman?
m responsaveis palos seos aetos.
Coofiau alguns quadros a um gaarda qne habi-
tara a passagem Saumon ; qae quadros foram ?
. O rio: Pertenciam-me e era a roioha nica
fortuna. Os prassiaoos desirairara me maitos em
Ornaos e tinha grande inleresse em conservar os
poneos qae me restavam.
O presidente : Passemos a oolumna Vend-
me. Parece qaa aqoelle mooumeoto desagradava
imito a communa. (Riso.)
O rao: Nio senber. No da 4 de selembro ji
atiabara sido apreseotados quatro projeotos de de-
malicio, aos quaes eu sra estranbo. Criiiqu- i mui-
tas vetes aquello moaamento que oio me pareca
latisfatorio em relami a arta. Nia est modelado ;
as eseulpturas perlenoem a infancia da arle, a dtr-
se-bia qae os escalptores qaa as flsaram nao co-
nheciam os progressos adquirid*s com o lempo.
O presiden : Enfardarara-se- uds objaeSo
no pateo do maseu de Cluny ; qne objectos eramr
y r' deelaroa que eram destinados a ei-
posiclo dos artistas fraoeezes eu Londres.
O Presidente: Tomoa parte em todos os ac-
tos da communa e respoosavel por eUw.
O reo: Seguodo disse, uio live noticia da
maior pane dos decretos.
O presidente i disse qae o reo Coarbet n*>
poma oegar ter assiatido a sessio em qne-se deli-
oerou a demolicao da columna da praca- Vend-
me.
O reo : declara qae propozsra a eoosem-
cao do pedestal, pondo-se-lhe em cima urna esta-
tua cora o barrete phrygio, qne a sua ioteagd*
era transferir a columna para a campo de Marte
oa para qualquer outro sMs onde licasse- beor.
onrque na verdade era obra- d'ne sem vaSor, e-
finalraeote qa8 fra a essa sessio da coramaoa
aoieamente para salvar o general Ciuseret.
O commissario promotor : observa que a de-
misso de Courbet no dia i L de maio alarmada,
pelo rea nao se prova com documento neohnra.
O rio : Ea repito que nao son homem pol-
tico, e por isso dei a miaba demissio.
O presidente : E notavel que dos horrorea-
pralicadus nioguem solidario. No bein lodds-
aspirara a ter tido parte.
O garda da columna : assevera que vi i
Courbert subir aos andaimes preparados para de-
mulir o monumento.
O rio : protesta que nao verdade.
, A Sra. Girar, soteira : diz que leve escon-
dido o reo era sua casa na passagera do Saumoa
at 21 de maio.
Varias outras teslemanhas depdem a favor da.
hora procedmeoto do reo, do sea temperamento
inoffens.va, e das diligencias que empregoa para
salvar as riquezas do Loavre.
Julio Simen, ministro e testemunha de de-
feza : refere que Coarbet tinha sido nomeado di-
rector das Bellas Artes em 14 de selembro pe!>
goveroo da defeza nacional.
Neste ponto suscitonse questo erca da str.
considerado como funcckmaro publico.
Rgere : pergunta ao Sr. Julio Simn se aA>
Ihe eonsia qae os eollegase e lyceas fossem espe-
cialmente favorecidos por elle.
Julio Simn : diz qae nada saba a tai res-
pailo, mais tambem nao Hm eonsta o contraria.
* Roere : recorda ao sniaiitro nma eanfarsn-
Co qae Uvera com elle para qne nao se Anease
oada tanjo de accordo com a aaaembla nacional.
itilio Simn : Nio me teeordo, mas alo ae-
ro negar qae fosse provarel o qae o reo asaras.
Bortau, testeranaha de defeza : dia qoa ob-
tsve da Conrbet nm salvo conduolo, e qaa per-
gunta ndo-Ihe em 9 de maip parque nio sanio da
eommana. Ihe responden qne traba recejo oV
promeite apresentar por escripto as
fozliado. e qne ji o haviam ameaeado.
mnilto Pelsttin : assevera qae estava na
redancao do Rappel quando Coorbot o antro* daos
foram levar all a demissio da minora da cora-
maoa.
O presidente: Ha novs documentos a res-
pailo do reo Jonrde.
Jourde: protesta que oio perteooea nenbum
partido poltico ; qae nao conspiroa para a iosur-
reicao de 18 de marco ; que a janta central era
publica, e qae at se tinham publicado os estfa-
los della. o anto columna entende qne repre-
sentara paginas gloriosas da historia, man pbilo-
sophicamente nao traba importancia, asaim como
jolga absurda a domolicao da cisa do Sr. Thiers
que foi obra da junta de salvacao publica. A res-
paile dos incsndios apella para os juizes, os quaes
vero se corapativel cora taes aelos o seu proce-
der como ministro da fazenda. ,
O capitao Ossud : diz que Jonrde Ihe con-
fessara ter reeebido em ama segunda fera 700
rail francos e ter gisto at a quinta-feira mais de
450 mil.
Jourde
suas contas.
O presidente : os documentos de que fallei
saa : 1. urna ordem para requHices, a qual Fer-
r recoaheee'; 2. ordem de 2i> de maio mandado
evacuar as escolas de meninns e meninas ( Ferr
diz que nao saa) ; 3.* ordem para transporte de
muoices (Ferr confessa que delle); 4. ordem
a Faye, director da Sant, nos segnintes termos :
< Se o exercito dos bandidos de Versailles entrar,
o director da pnso da Sanie, Faiet, maular fu-
zilar os gendarmes que all estia presos.
Ferri : nao sei dessa ordem, e j disse que
nao resDondo.
Serr, tenente : ea vi essa ordem assignada
por Ferr, e viram-na outros offleiaes quando foi
apre-enta l.n ao geaeral Berthe.
Ferr : E' inerivel qae todos os dias se e?t-
jara a apresenlar novos documentos contra nos.
isto contra todas a> praxes.
O presidente : At ao fim da di9cussa o
conselho recebar tolos os documentos que fac/>m
prova.
Da Costa, ajudanle e secretario de Raoul Ri-
gault, moQo de 20 annos : nao diz nada inlcres-
sante M ,-tra grande sangue fro.
Poulet, negociante : refere que sendo preso
peles homens da communa, Ibes ouvira dizer qne
estavara resolvidos a queimar Pars, e qae. a ci-
dade estava toda minada.
Billioray : protesta contra as minas.
Ferri: assevera que as minas nao ehegv
ram a carregar-se.
O commissario promotor : Ea espero que
hei de provar o contrario.
Levanta-se a audiencia para continuar na qaar-
te feira.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIASIA.
LVCEU DE ARTES E OFFICIOS.-0 Sr. Dr.
Antonio Fraosisco Correa de Arauj >, mu digao
jaiz municipal de Pao d'Albo, acaba da prestar un,
valioso servico provincia, dando o mais cabal
dasempenho a missao, de qae foi eaearregado ptla.
presidencia, de agenciar na saa comarca algno
donativos para o Lyceu de Arles a Offlcios
Com um offlcio datado de 44 do correle, d
villa de Pao d'Alho, remenea o referido Sr. Dr.
Araajo s presidencia a qaantia de 1:097A, pro-
ducto da subscripto que promovea, e consta na*
qae Iba falla ainda receber cerca de 7Q0 qae In*
esli subscriptos.
E' certamente digno de ser imitado 9emelhanta
interessa pela instruccao publica.de que mni le-
ladora a assoeiacao dos Artistas Mechaoicos e Li-
banes, i cojo cargo, como sabido, se acha o Lv-
eea de Artes e Offlcios.
S. Exc. o Sr. presideote da provincia mandoa '
entregar a referida qaantia directora da Socie-
dade Patritica 12 de selembro, para o fim de ser
reunida i lubscripcio geral promovida por esta
assooiaoao, qae a deve entregar i dos Artistas Me-
chaoicos e Liberaos em nome da provincia.
Bis s lista dos subscriptores:
Major Caetaoo Correa de Amorim 100*000
Tenle Franco Vieira de Mello 100*000



V
.. Joio Correa de Aranjo Vasooneellos iOOdOOU
A columna oio a reproduc? do modelo qae pelo | Bacharel Chrijtovaa dos Santas Ca-


*T"
**
i .

/
.
Ptrnambac* Segunda feira
*=
Teneote-eoronel Chrlstorlo de Hol-
landa Gavalcao de Albaqaerque
Altores hr Vie ra de Mello Pranco
DKo UaoMItres deSqpw,Cagil-
rsojo Pinrfeiro'
'errpira-G)iH8S-
o Girueiro da Cu-
3>*060
1090
20*090
Marti
10*000
10*000
tO*W0
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10*000
10*000
10*0 K)
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10*000
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10*000
10*000
10*000
10*1100
10*000
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10*! MO
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10*000
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5*110
lli*00
100*000
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Yeaeat
Bacharel
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Vijrario Manoel
Carvalho
Teoeote Jos Rufi
Capitao Antonio Jo:
Joaquim Antonio
cellos
Bar.harel Migno Bfffp Minan Ba-
ealhio
Manuel Antonio denosta Caafa,
Capitao P.ucteal IflDalfle R-
gueiredo ^r
Dito Ant nio de BarroSSJefTea
Padre Antonio Domiogues de V. Ara
gio
Bit) Franklin do Reg Aicioli
Teneote Jj= Barbosa da Mjlta Sil-
Jos Vieira ds Mello
' Loorenco Vieira de Barros
Maooei Eustaquio AJves Tenorio
MtoeM Benjamn Pe-eira Gaaejo
Loorenco do Reg > Lima
Jnrencia da Motta Silveiri
Sebastin D as Pessoa de Lana
Jos Guinea de Freitas '
Alsoandro J >s dt -Parta
J laquiin AI ves Barbisa
Totete Manoel de Sorna Leal
Manoel J 's da Co Vistele Ferreira da R. Garv*o
Attaob Bezerra de MedeiEos
Joaquim de Sauz t Cesta
*PH#n i^valaaoli da Aipuqnerque
Aotoo'H B toioo b>icaa
Jone Anuinio Mauricio
Francisco (inanto Vieira de Mullo
Antonio Jjauo da Cuta
Fifmino Lotwr de Araujo
Vetale Ferreir de Vera*
Joiii de Soma Costa
ij Cavalcan de Albaqusriiuc
Vmoou Perrer da Silva Barbosa
Motn I S tares d Silva
Francisco Antonio de Paria
steres Feai Jos de Oliveira M-lia
1 Francisce Meo lea Ferrara
Antonio Barbosa da Silva U
Ronque Uirthisa
Anmne* da Suva
Joao Marques Bacatbo
MOVO MUNDO.\coa se abena oa-Livraria
FraOcaza-a assigoaiora 4o terceiro semestre d-a
IttOteressatte peridico Ilustrada, que ero poucu
atetes tem reunido mais de treseatos assignadtes
uta provinel;.
A eoileeca dos nmeros publcalos, excepto os
s. 6 e 7, esgotados e que nio serai reiuprossos,
eaeeatra -re na referila livraria, dos Sn. De Lai-
latear* G.
COLLKGIJ AH LIO.-Ene eallegio, que acaba
de ser ra-talUdo n'um dos mais aprzives e .an-
teveis arrabal les da corle, as Larangeiras. offd-
rece aos esludaotes que se destinara aos cursi-
superiores de iostrucci io bellas vaptagenscomo
as que piem offercer os seas semelbanies da
Europa.
A' frente d'esse estabelecimento achare, como
olica osea titulo, o Sr. Dr. Abilio Celar, :emco-
ohedlo no Brasil pela empenho e esforcoa com
que se dedica cansa da instruccao, em cujo far
ui muito tem operado, ni eo publican lo 'alguns
ihrros uteti miada Je, mas t-tubera procurando
desenvolver Ihe o esta pek tstulo.
0> estatutos di oollegirt, conforme o aonuocio
mlicado neste Diario, os scelo eoinoetenje
acbam-se em casa dos agentes Os Srs. Llhaear
* C, na-Livrana Francesa.
PaO.NUN.lA.-A 1 do corrate tai pronuncia-
do pelo subJelegado lo district1 de Jab mo, Hu-
berto l'jdro do Oveira Sampaio, como iruurso o 1
art. 193 do cudigQ criminal.
CANUlHU'.-Desta vill tos escreveo em 9 do
corrente :
O grandioso dia de aossa emancipaban.politice
na paasou de.-apercenilo nesta cidadt>. Tende si-
di coavoct los os nilhues dos baialt.as n. 10 de
. rr-.ira en 7 lo servir i activo, da guarda na
'ol, faraio uutformtsados casa de morada do
cob naadtQlo superior -leste muaicipio, na qnal
os recebea o raes na com ama 1>auda de msica
militar, obsequiaod i-js ca.m algnas refrescos. O
oli'.ialidade eslava lauda, e atada f as oasas das
Dra. j.un) d<> ilirou<> o miKiicipti, onde Utobeui
Ihe.s loram tlTtrecidos refrescas.
a' aoite tlluminaram-se alguos edificios, liiu-
ve msica pelas rua->, tocando em frente das casa-
de diversas ntoridides, dous discursos na porta
a Dr. jui de di:eito, sen lo ara feita por lie :
ambos cominerajravam a independencia dq Bra-
sil. '
k A' todas estas tulaife-tacoes acompanhava um
grad nu n- im de <>iTl>:iaes fardados.
F4 ;o 11E INPCGAaHa do lado da ra da
Muqiiei dn HciTal, fregaezia de S. Jos, urna es
pea de le. -c i tapado, o qual acha-se convertido
a ponto de despeja de quanto imranndicia ha.
ojas exna! ii;o;s ftidas sao 0 raartyrio da visi
nunca e de q ieni por all '.raasita.
. Sen que adiantemos consideracao algnma sobre
o acttt, para elle convidimos as vistas do respea-
uvo oseal, a quera cumpre ftzc-r remover tal in-
ri nodo ; o i|nai se mais de prl*iiiariyrisi aos
i- litaos sua s le, alfecta no entretanto a todos
por ua irradiaban pesiileota, que vicia o ar que
se r'swr.
ESCOLA PUBLICA. Coiuna aberta a ma-
tricula da de luemuas, d- F ras de Pirlas, a qual
ni luipe.di n-n' 1 da professora D. Emilia de Luna,
aoht-ae dirigida pnrD. Atelaide Bittenconrt, ni H
anlar da cusa o.ra dos Guara rapes.
PROCL\M-VS Foram lidos no dia 17, na
. o .mi da freguezia de Santo Antonio os proclamas
-guales:
l. deuunmcao.
Vieeute Jos da Silva, com Joaquina Generosa
de Saot'Ana.
Fraocisco Perei'a Xavier, com Jovma do Livra-
mento IVsot da Cunha.
-loo Evangrtiisia da Silva Jnior, com Aatonia
sa da (]iiiceica'iM>rtins.
De tdato Goiicalves Torres, com Malina Cavalcan-
t Chaves.
Jos Severioo dos Praieres, com Guilhermina
'^andida de Altmquerque.
Joio Baptista de Oliveira, com Felizmina Frao-
d3ea das Chafas.
Joaqoim Jo.- de Soaza, com Antonia Pereira de
Lyra.
L* denuneiaco.
DaverJin> Gomes de Oliveira, soldado do f* ba-
gamn de infaiiliria de liuha, com Mauricia Joa-
quina Dt masa.
Alejandre 6 mbm de Oliveira, coai Javelina Ce
anu de Pigaeir#d>.
3. dimuDciaco.
Fotilio Jos Tavaris. com Mara Joaquina de
oraujo.
JJavm M reir de. Barros, natnral de Portugal,
eont Francisca da V.ua p,-i-a de Meodonca.
Fraoei>co la da Silva Giimares, com Amalia
CaMkn da 9nmem
Isma-l e'raucse Soail, cjm Mari3 Thereza de
JJaaaa
cim Joaquina Brasi-
mbaco,
. .-j,?floTtBtlMn
VjctOjte, sscuvo.-pseto, PenasBb#a\MoaJnMi 1
Santo Antonio; anauret., .- .afll
Mana, sr'et, Affiai, 30 nos, soltara, SjB[
congcstlo cerebral' """*".
- Joannt, parda, Pornomhaco, t anos, 6. Josd ;
varilas.
*3 Ji'8 sjpw, soHeiro, Rea
naof.
Peraamboao li te, A
I---------------------------------------- A 9n ojtmbarga'Vw DeoMngues da Sita/:
Recerreose, o toLo de dfreo do Lu>xaMiaS
corr de, Alexaudre Oeotes Aranha.'
irqbucq,
pliaona
Pojttu,
dor Ugaeira Costf
de dnvitooo Bantodras:
ares a Iva. T^
Tfador Soma Leio : .
julzo de direito do Bonito ; recor-
a da Silveira.
Afcu-agoBS cbimes.
India canillo Snens:
que iroaxe Kres^nestad.
aVoo entrado no dia 17.
pas, sumaca hesoaonola Travia-
Hbdas, capitao V9eaMo Casis,
tdpearga U30 barricas osa baca-
ordem.
Navio sohido no meimq i*.
LivertoolPatacho inglet Jaretita, capitio Breard,
carga algodo.
JTfcfcf.
strt direito e Jnsilr
IHBiTlBrr"
"V

Capital.
Fondo de
>*
Juii Miariri) L:no Ro'ha,
!iz% dos S.n'os Cordeiro.
' Ma t1) I Correa da Silva, c:m Seniorinba
'na Mi-tid 1 Alvares.
PAS3AGEIR0S.-Sabidas para o sul na vapor
L'j.-ij Marques de Oliveira, Domingos Charale,
-.ttavi'i N.greh. N:c Ja i D-nenfre, J,ir Paulo lar-
dosa. Mi-i >ei '>sar Bver a, Mauricio Maos, Julio
Xlen, J>ige Br.no, Pedr. Cirrdi Vieira, JoioLa-
*>es de Abreu Lotie-, Jus de Snixas Beravenoto,
C de Albo |u-rc| le, ''Huruhin 1 Bandeira, Aotu>
nio Ma si PeIrei-n, Jai Ltiz Rodriga*, Abuus
lo Xttter Gvaeiro na Cinha, pidre Jo&> de He-
poouceno Vaiadare-, Manoel da Custa Morcara.
S.hilos p.ri o portos do norte no sapos.
Jpojmea :
Dr. Heraet" Graca, J s Vital de Nef retro. Mo-
ooel Frau.-isco Gomes, Manuel 1e Paiva e 6 rUJta*,
Mmoel G enes M, etr, Jaooli Fexeno, Dr. M noel
Francis.^u H nsoraio Jnl.>r, Amaro Barret* Aibu
ouerqa-M;ranli,i) Jnior, Cypriaoo Porreira do
Sosia, Dr. BtMMQgn* da Silva, Joao ocio, Lofe
de PiahoT.vares, Dr. Antonio de Sunza Carvalh.'.
Vaiiklin S A. Pg^s, j,,j., ft dH Migalhies, bacta-
ni HatoeJ Ihi*'nai Praire, Manuel Meara Koiio.
Antaoio J-iaquim Texeira Barbosa, Prancuao Jur
^mw, Alfredo \V 01er, Gailherma D Ur!), jo,, dre^tainin de Aib>tq lerqaaw
Pl
p
fe, branca,
dos i s.n.SOM.
Jos Anabaslo Daastt, bnsjaja)
unmi 3Qf*' !0l^vi0' ^W P^R*"5
u,tX. Francisco Joso Salvador, brau ,
lOjtOOOs sifll, solteiro, Reclie eraonagoe!
Maria, braoea, Peroimbueo, H mezes, S.
10*000 carilas. a>n
10*000 15 -
Manoel, branco, Pemarabueo, 53 das, Boa-Vis-
ta ; ter.no.
Thereza de Jesns, parda, Pernambaco, 5 an-
uos, soltei.-a, Boa-Vists, elephantiazes des rabes.
Alfredo, branco, Perniabre, 5 anpo,Jioa-Vis-
ia; virKilas.
Antonia, parda, Pernambaco, 6 metes, S, Jjps^ ;
varilas.
Goaoalo, oscravo, prete, Veraainbpao, i'dv&V*
solteiro, Stoto Aoiooio; braigas.
Ant nio, pardo, Parnaotbaco, 3 anaas, Radie.;
bexigas.
Manoel, pardo, Pernarabuoo, 4 mexes, S. Jo|;
espasmo.
Un paralo encontrado na porta da PenJi,
branc?, S. Jo^
cbrom jwmnk
rHiiivvi, 01 i:iHlo
SESSAO EM 16 OE SETBMBll). DE 1871
NJKSIKNCIA 00 0X11. M. COSHLHBiOO C.VBTA.'W
SASTUOO.
Secrttarie Dr. Virgilio Coelho.
Aa W horas da mauhaa.preaiwlei os Sra. deaem-
oargadores Guerra, procurador da cera, Lovria
00 Santiago, AJroeiia Albuquerqaa, Doria, Domm-
gues da tilva, Regnejra Go-u, Soaza Leo e Fre-
tas Heariques, faltando oom cansa es Sr. desem-
barga lor Gitirana, abrie-se t soosio.
Passados os foitoa deram-se os julgaueutos se-
guiotes:
HABK.W OORTPS.
Negaram soltura ao paetento Jos Franeiiw Si-
mo es. Mi
HKCUBSOS CWHSS.
Recorrente, o juizo de direto do Liraoeiro ; re
corrido, Jjs Joaquim dos Sanios.Juizes os Srs,
desemhargadores Freilas Heoriqaes, immgues
da Silva, Souza Lelo e Alraeida Albuquerque.
Imprcedent#,
llecorrete, o juno de direito de Mamanguipe ;
recorrido. Jos Marlins Ferreira Nogueira.Joizes
os Srs. desemhargadores Almeida Albaqaerque,
Doria, Rjgueira Costa e Domingaes da Si|vaIo-
procedeute.
APPELLAV08S CIlliUS.
I)) jury da Anadia.Appellaiile, o jutoi;an-
pellado, Manuel Joo do Natcimenlo. A' J|*>vo
Appellante, o juizo ; appellado, M.tnoe. Leae Bis-
po.A' novo jury.
Do jury do Recife.Appellante, Antonio l>)>
Gome; appellada, a instiga. Nao temarao) co-
nbecimeplo por "r (uro de tpmao.
Vri'tXI.AVOKS CIVEIS.
Dp jnir.o municipal do IIecife.Appellante Uer-
nardino Jos Unan ; ajmeladq, Manoel Gvn?>tVts
Ferreira..Nao i -marain c mhe..-iin 11!.
1 juizo municipal do Bui jjue. Ap jellanle, *
pret, Qaiteria ; anpelia^, Alo^^dre SaiqrniB
de Aibu'.|unrqu". Uef..rala a senienc para res
la jrar a caria de liberdadu a foiha.
111 VIST A UVE!..
Uio de Janeiro.RecorrenHk a preta Engracia ;
recorridos, Manoel Lopes de M >ura e outfos,
Juiaes sorteados us Srs, deseuibargadorea Domin-
gaes di Silva a D revista para refirmar o acoriio recorrido, e jal
gr recrreme livre ; couira o oiq dq Sf. itp-
embrgador Souza Le%>.
PASSA04UH.
Do Sr. desembargad* Guerra a Sr. dosembar
gator Loureapo Santiago :
Di jo,11 municipal do Recife.Apnellante, Ja-
uiiuii de Azevedo Ma } appellada, D. Isabel Cor-
IsiM de Albuquer.jue Lms. Da juila Municipal
d t V oiuna. Appellaiite, Alexaudre BZ-rra de
Vlbu |ucrque Barros ; ap, ellado, Joaquim i s lo
Espuito Sanie Ajpelante, Paulino R -drigu-s de
Oliveira; apellado, Francisco Si.iddS da Silva
ILiiVa. Do juizo municipal da I nperatriz. -Ap-
pe.lautes, Luiz Cirrea de uima e outro ; appeila-
Jo, J -j MieBado de Jess. Do juiz 1 rnuoicipal do
lecife. Aaollapte, Ruberlo Coah ; appellados,
oao Carol e outros.
Do Sr. de?embarga dor Almeida Albaquerqao ao
r. de.-embargaj ir Doria ;
Bki juizo municipal do Recife. 1 Appellanle,
Francisco (3 mi;: I ve- Nelto ; appellado, Manuel J a-
quim Btptista e sua mulner. Appellante, fian-
eisco Antonio Ales Ma-earen^as; appellado, J -ao
Alhanazio Boielho. Di juizo municipal de- M-
manguape.ApptUanie. Manoel la -^u Lnm ;
apjeLado, Saunders Brothers & C Do ju'V do
Btm G nselh.-Aope|late, o julzo; appellado,
Manioiaoo loan Vieira.
Do Sr. desfiiibargador Doria ao Sr. desembar-
{alor Domingues da Silva:
Do juno municipal da Fortaleza. A?pellaqie'
D. Juanna Marcolioa de Sampaio e sua irma.a; ap-
pelada, a cmara municipal. Dojnrydc Bn>-
ueiras Appellanle, o jjizo ; appellado, Aatouio
Pereira da Sil-a
D1 Sr. desembargador Domingaes da Silva ao
Sr. desembargador Regueira Co-ta:
Do juizo municipal de S. J ao.Ap)'liante. Jo-
i Alves Bezerra e sua mull r; appelialo, Frao-
ciseo Alves de Souza. D > juizo municioal da 111-
pirat it. Ap.eb nte, D mingos Rodrigues de Ol-
veira, appellalo, Pelro Brn* Valepte Veras. Di
jury de Bananeiras. -A.o liante, o juizo; ap.-el-
la lo, Jos Gomes Barbosa. Do jury de Alago-
Grande.tppelianie, Jos Alves Pequeo ; appel-
lado, a uaiir .
Do Sr. deseuibargadqr Rygueira Costa ao Sr.
lueuuibar-gador Sout. Leo :
Do juito mu u-.ipal do Recife.Appellanle, Ffar
Siseo G mftlve- Noli 1 ; appeiladp, Ma mel J >a |tiim
apli-ta. Do juizo municipal de Qoiseiramobiin.
appellante, Jos de Hollanda Li ua. appellado,
Joaquim AnioQio da Cuuha. Voinmes
Ao Sr. desembargador Freitas H-nriques : .
Apellantes e appellad s Aitmio de M-ur Cas-
tro e Firmiuu Teixeira de Moura.
Do Sr. desembargador Souza Lelo ao Sr. des-
embargador Freitas lleariques :
Appe>la(o enme.Appettaue, o juizo ; apptl-
lado, Paulo Frsucisco de Barros. Appeliavoes c(-
veis.Appeilaete, Jos Camello do Reg Bairo^;
appellado, Dr. Franci-co Joo Carneiro da Gonha.
Appellante.Miguel Btplista dos Anjis ; appeUa-
lo, teen t -coronel Roberto Corr-ia do Almeida, a
Silva. Appellaoles, Francisco Xavier da Feaceft
e outro ; appellaJo, Anionio G.mciives de liv.ira
Gaerra.
Do Sr. desemb-rgador Preiias H^nriquea ao Sr.
iesembargador Giliraua :
Do juizo municipal dt Garuar. Appeilaotes,
i i' Antonio Valsuiim e outro ; appe.iujo, Autu
Uio Mondes de Barros. Dt juiz> monioipal do
Araeaiy.Appellanles, Vicente Gargel do Aeiaral
e outro ; aopelia lo, Ant mo Francisca PioOwro.
DEI.IOB.faA CHIOB.
Ao Sr. 4esemba 1 gad.tr pr.Mootsr da jumo ;
Do jury de Pesqueira.AppeJIaale, .oo Maioel
CavaJeante; appellado, o juita
D> jury do Gabo.Appeilaote, o juiao ; osaes.
la-lo. Man J da M itta Pi nentei.
aso jury de Mana Pereira.-Appelanto, o juiao;
aopallalo, Jo Vier 1 da Silva.
Bu jai y da imperauiz Appellaate, o pruaioltts,
appellado Hftuoet Joasjuim de Souza.
.. Appeiiaate, o juizo; appellada, Maria Jos dtt
fsiorsvi^aalo
Atsigaoa-ae dia pan. julganuoto dos seguiciv
APeLKr.A<;ds avise.
Do juno mame pl 1,1 le-He. AapeHaote, JuaJ
Cosario do-M-lio ; appellado, Dr. Brueato Adorna-
de Vatconcellos Chaves.
App-Mante, Jo- iAWreira Coalbo apsellado, Dr.
Luiz Lope- Cii-'l o Branca.
Apo*l*nie, Jo.- Ant,010 Moreira Das; appel-
ftlad Dr Ruano Augu-> de Aisseida, u
Apoeilaote, a preta (Jiitna ;appellado, Alosan-.
Ao Sr. deewHbargasW Sonta Leao:
TJVjury da Gra'aja.AppellanfeTOtori Ferrei-
ra dos Santos; appellado, o juno.
AOSSAVO DK PKTigio.
Ao Sr. dsobaras1r me* V}*mm*i
Aggra van le, o bXrao de Lampo Alegre ; aggra-
vado, o jas*, s r'e 'S^o,,,
AWKCLXgOF.S rivws. %
Do juizo municipal da Fales. Ap&Tf/atil
JosTSaiteo ; aWMtlasSOr 9SGZ UXmxng^Xsx.
Ao Sf. dosofflbardpr Doria
Do juico municipal de r
te, %ncUca \m ^f
tBixatra de Caio. .
Eneerrou-sea se&vio a me(a bdra
ajelo dia. .-..,-
limpesa.
' Aj pe'soas qae preunderem arrematar enmpa-
V iMP1 *? da rnesffla cmara em os referidos
dial manaos de flanea.

?UBCACOES A POiDO.

><>e to>
H, 1J. -r HQL^TIAS JVQRADOBaS DAS
CARMES.D todas ellas, o cancro i ma das
iais horriveis. Ligo que haja a menor 'snspeits
t sna presenc, feccorrei immeliatamote a Sal-
snarrll|),a de pVistol. Murtp e^$rrtMI as -spJ
pareacias externas ojae levan a ssperfivSs, teja I
cancro on na>. gpm 1114.0 rjao'dexsm de clsr?.-
meqte mastfar 'uq, sep aspecto, a pres-mca ma-
teria viciada bo singue ; esta incompars| de-
pnntiv a desfolfta^" expulsa erorptamente, ti-
lirpando as suas cansas existentes na circulacio.
gualfluer moliia ^*nrn cafact f tamoroso.wysi-r
pelioso, esneros, e trlerse, assir como tola a
especie de erupqoes escrofulosa.', e;corbalieas, e
lacrosas; s3i segara perfeitimfOie sahjngidas
mediante este njarahoso detergente. Pole-se
quasi chamar nm reoiedib sguro e qie nio fa-
llia ; j o rnesmp nao se nle dizer de nephnm
o'ntro ag3nt medico eouhecld.
IJ an lo se das pilu'as assucaradas dp Brislol,
conluoramente cora a salsaparrIHta, apressar se-ba
mojto a pnrfc
mnnr^mmpiiHnmkvmemamsamm
COMMERCW.
tWfflf>i < Bfo|f^ 4* 4*
ll7l
t' !-c *WWbm** deScuaiLefo,
Pro prcdente.
.^s\WW.ff^^ d- Pw!,
9 Dr*. SbastiSt do Kego Barros de Lacer-
*a, je''* direito especial do commer-
pio dea^ cjdade do Raclfe de Per-
narnbuco pop % Jf. 4 qaeai Deus guar-
de etc.
Faco saber aosqae presente edita I virem e
dallo noticia vesas*. que por parto de Jo- Luiz
de Mello, nte foi cnrifida a noticio do iheor se*
guinte :
' liB, fe
7 ere
B35W70 rs.,
aceita em i
mezr-s; d Joio Cindido
l:50|63O de daas letras aceitas em 18 de Janeiro
da
-iflsLjif ds
ela quantia de
'nef letra por elle
pzo de qualro
Lima, peh de
qaes Tecebei} l:fmSfl3; delsldorp Jacob de
----------
liOt,
I

coMPANHii
NORWRN.
'fi, o.oooKieo/wnft
reserva 8,fe:6M#OO0
in snsl
Agentes,
.tfi/b Lalkan A .
Ponte pela de ):05(30, d duas letras aceitas
sm 36 de abril o da ontubro de 1868, i prazo
de seis mezas, per eoqu das quws recebeu......
7SSJK)00; da Manoel de Soaza Seabra pela de
590J090, de urna letra aceita ato 8 de oulubro
de I86, a t du, por eonu da |ual recebeu
lo'.'oO ; de Andre Trajano Marlins da Ciuz pela
da 7:438*040, de qualro lejpaa aceitas a primetra
ero >0 de margo de ira, i seis mases, e as outras
em 18 do mestuo mez anno, i praios de 24 e 6
Eezes, por cealo nos quaes lambetn recebeu
9190,- quer protestar nos termos do % .1" d
art. 4o3 do cdigo, afim de interrnmper o prazo
da preseripcao, pelo qne requer a V. S. digne se
de mandar tomar por termo o sen protesto, afim
dp fer intimade aos supoiicados nos termos da le.
E porque os qualro primeiro se acbam ausen-
tes em lugar jncerto e nio sabido, requer a V. S.
agne-se aJntii-lo a prduzir testemunlias, atlm
--------- de que, justificada e julgada por sentenca' a ausan
Ca, seiam elles imi nado* do referido protesto por
carta de editos, e o allmo pessoalmente, procedeudo
em todos es termos na forma do eslylo.Pede a
V.S deferimento. Erecebermen. Estavasel-
I ida com o sallo do estampaba na impsruncia de
00 rs., e sob o qual elava o stguile : ftecife
31 de agisto de 18710 advigjdo, llego B>plista.
Na qual dei o despacho saguinte : De-irbuida
como re uer.Becife 31 de agosto de 1871.Bar-
ros de Lacerda.
Em virtude deste dsspacbo fora a mesma pelica ,
I
-*t< ,
I
Vl
Com|>huhia de seguros oontra
Capito
SHront
SEGURO CON TU
i "tbv Liverfiool dr faotvrerj 6V G
Insurance CotBpaaya'"
SaoMiirs Brolherv C.
HCarpe Santo11.
THE AlaLLVNCE BWTISH & FOftEIGN.
Life and Fire Assurance Company estabelecida
sm 18*4. Capital 5J30Q.00Q
.Os agentes desta corqpanhia tomam seguros
contra fugo sobre predios, gneros e fazendas e
pagam aqai prejaizos davidaioeale provados.
- P Rsbe ScbmeUau 4 >l
Corpu Santo n. 15.

i-HACA DO ItECIPK 16 DE SETEMBRO
DB 1871. .
Ai 3 1/1 HORAS DA TA.RDB.
CotafBes ofBcias.
Algodo de Goyanna 1* sor te538 rs., sem ins-
l.eecao 517 rs. por kilo.
Algodo da Parahyba I* sorte 619 rs. por kilo
posto a bordo a frete de 3|4 e 5 0|0.
4jl.cfis da divida publica de 6 0|0 au par, 99
e 98 0|.
Cambio sobre Lon Ires 90 div 24 5(8 d. por 11
(nootetn).
Fre es do alg dio dajui para Liverpool por vapor
vi South mptin1 d. e 8 00 por lib.
H. 8. Stepple,
Presidente.
P. J. Pinto,
Seerelark).
dertribuida ao essriyo deste juizo, Manoel M.uii
Ridrigues dp Xascimenlo, o jual fez lavrar o k-r
I oto da protesto seguate ;
Trino de protesto.
Aj I* da ieteiubro it 1871, ua culada do Recife,
srz, moa cattorio appareceu o gupplicaate Jos
L|iiz de Mello, por seo Bastante procurador 0 sol-
eador Joao Caeta n 3 de Abreu, t dase per ant-
mita e a* testernunbas iufra assignanas ana redu-
na a pr neato o coou lu Ue Ma pelt;o retro, a
qual iifJerecia comq parle do prsenle, que fica

ALPANOEGA
Rea 1 i meato do dia 1 a lo .
dem do dia (6. ,
i37:883/rtVl8
471:834/654
Sendo, e, de :oino a**iai o disse e proiestou, lancei
esto termo, n > qual depoia de I ido so firwou com
as ditas testemuona<.
Eu, Secnodino M.^odoro da Cuuha, escrevenb'
juramentado, o eserev.
Ka, Manuel Maria Rodrigue; do Na cm-nto.
escnvlo, o suhscrevl.
Joao Ca-tano de AUreu, baja Francisco de Mello
Tavartts, Antonio Machado Da?.E tundo o .-up
pbcanle produzido snas testernunbas, sellados e
preparado os autos, subiram minha conclu .
nella dei a seguinte sentenca :
Procede a jqstiikac', pelo qae mandp que o
proleslo de faina -e intime aus supplicad' s au
seeies por editaos, com 30 dias do prazo afflxados
nos lagares do co^tume e publicados pio^ jor-
qae- v /
Cusas ex cansa. -*
R-cifo, 14 de setembro de 1871.Sobastiao do
Reg Barros de La 'erda.
Per forg da qual o scrivao fez passar o pre
sent, pelo qual chamo, cito e bei por intimados is
dit s sqpplicados para que Qquam bem seienles
do expendido.
Recife 15 da setembro de 1871.
En, Manuel Mara Rodrgaos do .\ascirnenlo,
asenvio, o sub-crevi.
Recite, l'i de setembro de 1871.
Sebastio do Reg B. de Lacerda.
sWssta
'. S. f, ex-tw.-Banro:
todo e qBsIqner pessea, prente,
aaweoa eonhecidoojos mearnos justificados po
derlBe-hlo faier sciente da todo o eipedido.-
E para qae chaguo ao cenliecimante de todos
mandei fazer o presente edilal que servj ajxado
nos lagares do cosame e publicado pelos jor-
uaes. 1
Dado e paseado e nesta cidade de Recife de
mambuco, Jtjt**IA das '
Ea. Era wkwMasSgo
oscrt\ io si
Ae sello
Lacerda.
________Seeaslio a Reop ghrros de Laataja.
Peraue 'a cftiara mloie^nlesta cidade, eolT-
r era praco til os dias 15, M. 18, 19 e Mi
arrematado por quero rnaiur
preco offercer o iraoosto de sjbnco de pesos e
Medidas pela qaaniia de lfl:67r?>00.
A arremataco ser feita por ara anno, aqaelles
que p/ejejejareai concorrer a ella, devem habili-
SUjsIttma da le.
a coodicedes do contrato sero declaradas an-
tea do entrar a praca.
Paco da cmara municipal do Reeife 14 de se
tembro de 1871.
Ignacio Joaquim de Sonta Leio.
Pre presidente.
Loorenco Bezerra Carneiro da Cunha.
Al.'andega 15 It setembro de 1971.
*""'* A Ajfi^tscrip'.ornrio.
rfleardo Pereira de Paria.
DtlCl<4Tra4e^mr
Pelo cooeulaWtjsetiBilMMsrtjgilB > resaecti-
vos cnoiritainJea,.aje termina se tente mez o re-
cebimento dos l,'"r-^nTA[" '.mpffftlflf %jpa]^nao pa-
gos, prtefl edleiT lo aooo nnaneeiro findo de
1870 71, sendo qne, encerrado o mez, serio os
Aouraria pro-
movida a sna
8er<(ario.-
|.' seceo.Secretaria da presidencia de Per-
nlrmbaco, de setembro de 1871.Edilal.Nao
tent, fido publicado em lempo o edital de 0 do
convidar i todas as pessoas qae quizerem coo.ra
lar a con-trocean e exiiloracao de ama ou mais
fabricas de fiag 1 e tenidos de algodo, sob as ba-
ses ertabelecMas no referido trtigo, abaixo trans
cripto, a apreseniar?ra snas prposlas nos termos
da lei o. 963 de 25 de julho do anno passado, re-
solten o mesmo Exm, senbor prorogar at o dia
20 do correte, o prazo mareado no mesmo edital
6ira a apreseotacSo das mencionadas propostas.
secretario, Elias Prederico de Almeida e Alba-
querqae.
LEI II. 1000 J3E 13 DE JU.NHO DE 1871.
Art. 1. Fies o presidente*da provincia autorisa
do a contratar com Antonip Valentim da Silva. Bar-
roca, on cora quem melhores vantajeos offercer,
a con trueca" e exploracao de ama cu mais fa-
bricas de naco e tecidos de algodo, sob as se-
guales bases : 4
g I.* Privilegio por 12 annos contados da assig-
natura do corlralo.
i* Concluso de ama das fabricas no prazo
de dous annos da mesma assignatnra.
g 3." Isengao da decima urbana de quaesqaer
antros impostos provinciaes ou municipaes para
os predios da fabrica e uas dependencias, no lem-
po da dur.icio do privilegio.
y 4. I-enr^ao de Jireitos provinciaes sobre as
materias primas que consumir e de direitos de
exooriaclo das qae forem confeccionadas na fa-
qrica.
g 9.' ObrigacSe, dorante o teropo do privilegio,
de manier, educar e epsinar a proflssao de flan-
deiros e teceldes a dozeorpbos escolha da pre-
sidencia, de 12 a quinze annos de idade por espa-
co de cinco annos. sem estipendio algnm da pro-
vincia:
santa casa de
Sirnir o "pre-
ejecimentos
ae caridade ra da Moeda, com dous andares e
sotao, transformando-o em outro de um so andar
qae contenha dons armazens, nm no pavimento
terreo e outro no sobrado, e 03 predio* m, 2 e 13
da ra do Bnrgos, precisa eontrattr essas obras
rom quem por meno- preco se quizer encarregar
lo effectua las, podendo serem aproveitados os
metera es qne fe rea lirados dos aotigoe predios
e julgados em bom estado.
Os pretopdentes deverac apresentar as snas pro-
poetas em cartas fecnadas com declaracao do mi-
oimo peque fazera eada runa das indicadas obras.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cite 21 de Julho de 1871. # .....B*
HECLARACOES.
Tendo fcado sem elfetio a concrdala con-
cedida a Ponseca & Santos na reaniao de 17 de
agosto ultimo, em virtude da s*3nten;a proferida
em 11 do correte, pelo Sr. Dr. jaiz de direito es-
pecial do commercio, de ordera do mesmo sao
convidados os senhores credores para nova rea
olio no dja 19 do corrate, as 11 horas da ma-
nha, na sala das audiencias, afim de veriti :arem
os crditos e dehb.rar-se sobre concordata, se for
pnposta, ou formarem^contrato de nmo, proce-
dendo ?e a neaneacio de administradores.
Recife 13 de setembro de 18'
O eserivi juizo,
Erne-io Hachado P. Pfcira da Silva.
Arrematricao
No dia 18 do correte, fiada a audiencia do
jaij de paz do 2* di:irictu da Boa-vista lem de
serem arrematados os movis seguales : i cadei-
ras de eocuslo, 3 ditas de balacee e 1 sof, cojos
ir oves foram peuhorados Joaqoim Jovencio da
Silva por execu(jp de AtitQitu Jii Mauricio, a
ultima praca.
HKI.A<;O DOS PERITOS QUE PODEM JUI.GAK NA
ALFANDEGA DESTA PBOVINCIA AS QUESTES
PhEVlSTAS PELOS ARTS. 359 |, J06 E 570
5o DO RESPBCriVO REGLLAME.MO.
Fi. neisco Ferreira ll.rges.
Anunio Valentim da Silva Barroca.
Caetano Cyriaco da Costa Moreira.
Hovlnaento da alfu Volamos entrados com (azendis -r
1 poa, gneros 278
278
sahidos
ton
epm
fazendas
generas
303
I6i
------474
D '-carrejara boje 18 d6 setembro.
Uarea inglexa-3i2e/ Asiia mercadorlis.
Patacho ulezaHite* Suro/mi/'r-variosgeoer s.
Ilngue italianoPfdrv Eugenio idom-
Lugar norle-allemuguropu faxinba dt trigo.
Despacho de expartacHo no dia lo de
setembro.
P?r> Qg porlos rloejleriqr.
^fo patacap |nglez Juventa, para Liverpo',
earrefaram : Mills Lathaii & C 10 saccas com 75
kilos de algodo.
Na barca franceza FileUte, pata o Hav'e,
RGCEUtiDORIA DB UEN'DVS INTERNAS
GEK\ES E PEUNAAiBJAjO
aeadimeoto do dia 1 a 16. iO:GR9*5lO
UfBBi. o iin M. 2:UA717
0 Dr. SeiuMiao du II go Barros ua Sgfi, ju>z
3a direiio especial do co nmerco desta cidade
o Recife de Pernambaco por S. M. I., que Den-
guarde etc.
Faco saber peh) presente que Antonio Pedro de
Souza Sotres por sen advugado me dirigi a peti-
co do thoor segninte :
Illm. Sr. Dr. juizde direito especial do comraer-
cio.Antonio PeJro de Souza Soares, sendo credor
de Jos .Antonio da Silva Lemo-, e Jos de An Ha-
de Lima Civalcante o la qaantia de 80oS0
priucipal d'uma letra fia os jures, pelos me-m -
accedas em favor do sopolicaule em 2i de dezem-
bro de 1865 a pra-o de 8 mezes, a qual se acha
veqcida desde 26 de agosto de I806, vetn protes-
tar pera ole V. S- nos termos do artigo 4S3 3.
do cdigo commercial, afim ida interrorapur a
preseripcao en o praso est prestes a concluir, pe
que requer a V. S. qae sendo esta deslnbuida,
digae-se mandar tomar por termo o seu protesto.
E porque as suplicados se a:ham auzenies em
lugar incerln e nao sabido. quer a V. & dgne-
se admitti-lo a justificar aauzeuca ades, afim de
que provado quaoto bate sejam os mesraos sup-
piicados intimados do referido protesto por cartas
de editos nos termos da lei. Pede a V. S defe
rimento. & It. M.
E-tava sellada com urna eslarapilha de 200 fu
iputilisada
Recife, 23 de agosto de 1871.O advegado Reg
Baptista.
K nesta petizo dei o despacho dq thoor se-
guate :
Destnbuida, como requer. Recife. 25 de agos
tp de 187L Sebastao do Reg Barros de La-
Oerda.
E nada mais se cootinha em dito despacho, em
vista du qual fora feita a detlribuican ao escriv
leste mea juuo Eruesto Mchalo Freir Pereira
ja Silva que lavrou a termo de protesto do theor
.segualo :
Termo de protesto:-Aos 23 de agosto de 1871
ae.sta cidade do Recife em meu carttrio p-rant-
miin e as testmounhas iufra auignadas, corapa
eacon o suppiicania por sen procurador Di>go
laptista FernaniJes, e por este foi dito que redu-
Pm:o de Souza, Jo Autonio Saraiva, Jos Tasto o
Manoel Antonio Petos.
LOTEHI \. A nio sa teha i -venia a 208*' _
Z oenoaM) da igrej de Nossa tabora do Uvsa-1 staoocrente, o joizo da direito do Cabo
meato da Vanea, a qoai corra no dia Jt trido, Joi* Carlos Bezerra Cavalcsnt.
DiSTautica*
sloeorso erko6 :
As Se. uaubargaior Doria
reeon
G0N9lHaAOO PIVOVrNGIAL.
Jlendimento dpdia lali tfil
Mem fe dia l>. .
.
H
t'Woassnsr
la r'-VTs
al *i> to*
MOhMEHtOli
i-

21-1921227: w,a termo o conteJo de sao petic^o retro
de
que
Iiuj
dfferecia c-mo parte di>io em que dopois
?ifigu com as indica las lesiemusbas.
lUl*til **'Sroe?" M'cMdo Freir Pereira. da Silva,
t1t8 t"6"' W|o Baotista Fernn"
i JsWwi raovoio* sta m i
feo ttrotdodo 80I-J*osas, patsenoWaaoSsjniW:
de,.MUot****, eapilto JtA^Mnleii
JMB*. so/M l2r6abnrrobaa docoroe : a
tonel da Silva Isla. ,-.
iMOft^tOt^rsJMflrWiVC., *
* 'wJi*Nt|aj|fOk,|1
WJltJsjit^sMlst..
o.?e^...dnsiria>r*npaos : Ri de.. Jtepo
revu iago Baotista Fernanles, Francisc. X
1er de Souza llam-s e Antonia Soares da Multa.
' E nada mais se cootinha JW dito Urmo de pr -
testo aqoi fielmente dallado depeis de que pro tu-
ttndo o supplicaoie ma\t le-temuabas qao de.pe-e
ram convenientemente acerca da ausencia do-
supplioadas o respectivo escrivjo fateodo, .sellar r
proparar os autos 00 os f z conclusos e uelles
panferi a sooteuca da theor sguiie :
Procede }uPtift-0e peto qns, manda qu *(.
snptilicadas au^eota* n&itel d^ fa>lrjs Seja in,-
limodo per eaitaes com 30 dias le praso, afiuaJuS
aos lugares, do oostu/oe e pnfolioos 9*b>* i>r-
osee. Cestas excausa. Recife 11 de setembro de
1871 Sjtba,uao do R(to Barros de Laceran.
I K por fot-cade dita seatenr'aorespecliVOinfcrivio
Ijoo^eate sub.scv fez passr o prsenlo edital,
cus o-ocjrsede 30 dias, neto qrul e ten Utoor,
tkmtm ft.M.-Bot cijido ao* wtrulasjniiplica-
de 3a Qiaa-torrioarttam ante esto Juiao por sisa,
por ata, procurad r tllegaado e pruvanuti o qne a
0. Cramer.
J'-r J' ao Je Amorim.
De S yfnid.
Elnaido Feotn.
Febppe. Niedham.
Caudido C. Qnedos Alcoferado.
Anion.o Luiz dos Santos.
Jo o Carlos Basto; de Oliveira.
J s Joajuim da Costa M.ia.
David N. Bossman.
Antonio Rodrigues Pinto.
Vicente de Paula Villas-Boas.
Jo M r ira da Silva.
Aban Paluxon.
Penelly.
Amonio Bernardo Vaz de Carvaihi.
luiz Uiinnio de Siqueira.
Pmarisco Gomes de Oliveira.
J. O. Doy o.
Augusto Cesar de Abreu.
Cnarles L tlaire. .
J s Amonio Moreira Dias.
Antonio Lopes Pereira de Mello.
J>s Marlins Ferreira.
Antooi ot da Silva Brasil.
Jis Marcelino da R z 1.
L iz Jos da Co-la Amorim.
Jos Alves da Siiva Guimares.
Joaquim Ignacio Ribeiro Jnior.
Manoel Alves Barbosa.
Manoel Luiz dos Santos.
Antonio Lopes Braga.
Autonio Duarte Carneiro Vianna.
riioinaz Pernandes da Cunba.
D. P. Willa.
Joao Fernandas Lopes.
Iliear 10 Coneily.
Jo.- de S Leito.
Joaquim Jo- l ogalves Bellro.
William Uno..
David M. tu I un.
Antonio Pelip^e Moran.
Remigio Emip.
Jos Maria Gmcatves Vieira Guimares.
Manoel Antonio Vieira.
Custodio Antunes Gnimaraes..
Manoel Moreira de Souza.
Manuel Ferreira Pialo.
Francisco Maestral.
Joo Duarte Bi.rges.
Rodrigo Pinto Moreira.
Do mogos Jos Ferreira.
Angosto ("si-rs..
A bino Baptista da Rocha.
Man -el d is S'.t.l is VliUca.
A itoiiio Jo- Pm.
Pre lene Kanglahr.
loa iuiiu Bernardo dos Reis.
Jos Leopoldo Bonrgard.
Olio B hr s.
Jos de Az*veA> Maia e Silva.
loo Cbri-Hanl.
Piancisco IgoaoioTinoco da Silva.
Daniel Cesar Raines.
J aquim Lopes Machado.
Isidoro Bastos.
Oomiogos Jo Ferreira.
ll>plolito lloberio.
Cdem Weihmae.
Carlos Pinto de Lemos.
Eduardo Moraee. !
Luiz de Carvalho Pees de Anitrnie.
Faustino Jc-^ do Santo.
Anselmo Jo- Piolo de Soura.
]li:ardo Pereira de Faria.
Florencio D imingua sil Sita.
Antonio Carlos Je fmh 1 Borges.
Francisco de Paula GooQalres da Silva.
Manoel Cu: U > Crawa.
f"U Atbauasio Bol^lho.
miz Francisco de Mello Cavalcinte.
Man el Peregrino da Sirva.
Joaqun Aarelio WanderieT.
C.rI.. Eduardo ileidel
AIIIma. junta, atetla,
ioaricordi dp Rottfe te
dio ar-
Santa
de
Recife.
tTf*o
sen
5V : >
Tendo a junta administrativa desta santa ana
de manuar proceder aos oncenos de qae precien
a casa terrea o. 17 da ra do Padre Floriano, aa-
sira come ao tazimetio do muro do quintal dado
o. 17 da roa de Nogueira, recebe para loso pr-.
posias afim de eoairalar com quem por menea
os esebrecuneotos podeao ser dados testo
Miaaricordia o Re-
Bjp
sean tana.
Secretaria da SanU Casa da
eife 12 de setembro de 1871
OEsenoia,
Per HodrnmtM de Stntm
Pefa subdelegscia do ankncto dos XfS-
gados se declara qae anda se acha depositada
nm ftjivalio rnsso qne for anprehendido ero po-
der it Miti; Virissioro d Mello j a lempos, a,
quem se fulgor cora direito a elle se apresante
neste jaizo dentro d-~ urazo. de 30 dias, a contar
desta data paa provar o sen; direito e dominio, e
nao eomparecendo no dito prazo ser remetde
como bens d evento a respectiva autoridade.
Subdelogacia dos Afufados, 13 de seiembro de
0 subdelegado,
loan Chrianstnmn de Alhqquerque.
SANTA CASA DA MISERICORDIA
DO HECIKE.
A junta administrativa da sania casa da mise-
ricordia do Recife precisa contratar o fornecimen-
lo i pi. bolacha e aisucar que tiverem de con-
sumir todos os estabeleeimentos pos a sen cargo,
inclusive o asylo de mendicidade no trimestre de
outubro a detembro.
Recebe propoitas na sala de suas sessdes, pehs
3 horas da larde do dia 21 do mi rente.
Secretaria da santa casa da miseria rdta do fte-
12 de setembro de 1871.
cife
0 escrlvo,
Pedro R idrignes de Souza.

SANTA CASA 04 MlSEUlCOrtUlA
riO KECIKK.
A junta a iministraiiva da santa casa dt miseri-
cordia do Recife precisa contratar o firnectfiwB
des gateros abaixe declarado- qne tetn de cerWM-
mir lodos os estabelecimento* pios a seu cargo seo
mezes de outubro a tesen bm.
Recebe pira isto propostas na sala de aas sfl-
soes, pelas 3 horas da tarde do ma 2f %)*vj||t>0
* aoooV-
* e*re
tosca

-
-











tqVjl
Manat Antjnjo ttegas Janior.
Jos Bapso de Castr e SifVji.
rente.
Aletria kilog.
Arroz do Maranhlo idem.
Azeite doce litr i.
Dito de earrapste idem.
Agurdente idem.
Bacalho kilg.
Batatas idem.
Cha hyssoo idem.
Dito prelo idem.
Rafeen grao idpm.
Carne secca idem.
Ceblas cento.
Fxnnba de man lie da trra Rtro.
Fumo do Rio kilng.
F. jai muannho litre.
Paredes sacco.
Gas lata.
Milbo ssceo.
Manteiga francesa kHof
Sibo dem.
Sal litro.
Tapioca idem.
Toiteioho kilog.
' Velas de carnauba idem.
Dius siearinas idea.
Vinagre htro.
Vioho de Lisboa idem.
Diio branca idem.
Secretaria da santa caa da miserteeftlt do Re>
cife 12 de tetembro de 1871.
.0 < scrivo,
Pedro R'd'irue* de Snnra.
SANTA CASA DA MISEKICuROU
DO RECIFE.
A Illma. junta admimsiranv. da saBta casa, oa
qnin'a-feira 21 do correle, pelas 3 huras datar-
de, leui de contratar < farnecimento do- medica-
mentos que hoaver de consumir a botica do aoe-
pital Pe iro II111 inme-tre de ouiubro a dezembro,
tendo preferencia aquelle dns le-tan es qne majar
abatmi nto flzer sobrt os presos constaoles eo>
mesmo receituario, que poder ser ccnsojltdo
nesta secretaria.
Secretaria da santa casa da misericordia do He>
cife 14 de setembro de 1*71.
O e-criva,
_______Pelro Rtlritiues de Stoaa.
SANTA C.4S\ DA MISErtlCOREIA
DO RBCIt'E.
A janta administrativa da sania casa dn mito*
ricordii do Rec fe orecia contratar o f irneciioeji-
to da carne verde que titerera de consumir tojao
os est-belecimentos pios a seu cargo, c-;iu*iee o
asylo de meudicidade, no trimestre de outubro a
detembro.
Recebe propostas na sala de sor. sessdes. peUo
3 horas da larde do da 21.do crreme.
Secretaria da santa casa 1a misericordia do Re-
cife 12 de setembro de 1371.
Oaaserivon,
- ________Padro.-ftytrinnes.de Sooza.
mm geni.
Relc5o das cartas registradas, procedeDsOl
do sul e aorta de imperio, existentes ua
repartif ao do correin desta ci la-ie
Adriano Ramiro de Albuquerque, Antonio Mo>
ra de Castro Delgado, Antsro Augusto Peixeto de
Alencar, Antonio Came'lo Prssoa de Lacerda, Bal-
mira Mana da ConceiQo e Oliveira, Caoiido VW-
ra da Cunba, Car!"* Thom't de Alra-nls, Carite
Hypohto de Santa H lena Mtgnn, Francisca fetfe-
miua de Albuquerque Mello*. Francisco Carneiro
Monteiro, Firmrao The'tm'O da Cmara Saovltffo,
Franci-co l'r.-derico da Rocha Vieira, Hygiea m~
ria dj K-pfriio S-.ntn, Jez'vnn C Tiieiro daCierwi,
Joaquim Lopes Bastos, J i- P-ree- (W| ietlo->
Almeida, Joo Vianna de Me'lq, Lima Ciadida t>
Amorirr, Luiz de C.rvaih Paos d Amtrsde, bla-
neel Fraucisc" Cruz. Madsme C-sta fionut, IssWi
lonia Rita da Motta, Vctor ArcMy WsAsWltaany
A iRooi-tragao do Crrete de Peruau^tJeo'lftJsV
aetembro de iWt.'
O eacarregado do regUtso,
A. nme? d 9lm-r-
_ 4Mt
CasMjt
pr,{Wfe5*#MS-rtrt*a
f
f





/!
-
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.
I
i
-.
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ada-feira 19
propnetario
do Mon
Sr. ISIc*-
na entra-
TWHBJ
a aafr^parfcaa-r *.. .
A beneficiada ser lbj-ha permanente eaa stta
W*!>t- <^sncao.que ra*aarnwM seu
onsfl
fu ct -
Urna ciu e sMotnoHo
trida paasanaVd ^bM,b<
car
da de
Porioler
riP,f,!f
XfffiX,
a baira d*ea-
do o mesmo la-
idjf undo a eitr-
w
dotoitentc.
iJaflOeVi*
ote Piolo, ai io.4Mripit-
BO
Secretaria do Hospital Portugal da!
eia emPeMlbaio tille seiembro de 1871.
inoo
lo#
aatrca-e
frente mez, vista
1 Horas dina
.Be? VestJJo, yffat-
El* armada e statteieclmen
a au tritoaatre pruximu vindoaro
Inarabroide vveres, dieta*, eon
lea :
de Lisboa, azel-
de grao, aatucar
i araroia, aMuoar braceo
. boJaafciaJur aekerkaoaj.
ad*. earf en grao, oaf aaoi
jattaTW) *are, cevadiha, carne
aacet do taM0taaaa!davi. carnauba em velas,
reiio, f*na* <4emmm*a*.trra, Raiman, le-
a^naM^aMrfwaMctaaV nanlcfa franceza,
aao, sanio, anataa^aa alata da Lwboa, tni-
ca, liji lo 4a tana* ajMtfa, teiha, tok> e Lis
ao* va1a*liajaraaNV atennas da-8 em li-
bante mtmt m.
Sala das.iBMilaf ataaianjilto dfreompras de ata
nnha de Pcrosmln^so. U de 'eterubro de r87t.
' O secretario,
-'AiwaMrt- Rodritiae a\w Anioa.
i *aai ii
Ulttf
MAElTtMOS
DE

Navega Ate" o da ?l di correrte es-
perailo dos portos do sal o vapor
Presidente, commandaDte Garca,
o qaal depois da demora de costa-
me seguir para os do nrrte.
Desde j racebeawe passat'eiros e engaja-se a
carga que o vana toder eaoduzir, a qual deveri
ser embarcada no da de suachegada. Encomrnen
das e dinheiro a frele at as 2 horas da tarde
do dia da su> sabida.
Nao se recebara como nncommendas senao oto-
jaetoe de pequeo valor e que nio excedam a dufcs
arrobas de peso ou & palmos, cbicos de medie.
Tudo quepassar destes limitas dever ser embar-
cado como carga.
Prwme-se aos seohores passageiros que suas
passager so se reeebem na agencia, ra do Com-
mercto a 8.
Sobrada d> 3' mdftft
Ba* Jess, oitr'
m
n.'T, da hcfe).
O
Wnt; Sr. Dr. ja% dV'onAio, k reqtrerl
herdeiros da Aada D. Joanna 1. St Prea
ra o aparto da roa da Cruio. 7, o qml
nareeammendado pela sua boa localidad*
lo ser ffectuado li boras do di* aetaaatl no
tmtp torio do referido agente, roa da Gnu a 38
LELA
DE
Hootem, a urda_______________________
orado n. li da roa do Bario da Viitorta, ontr'ora
na iioti, nra relogio e corrate e na par de
borxeuiioj de cor la vio.
!e->e aos aeaborea (oalheiroa on petacas a
uem es&ea objack forem offiaraaidos, o obsequie
Bfm itiuai nnr tt-
Sbaifii aa^
wrm
qi^fagfco,- a
'aiffliMaaa mi -------* tu, 17
ign
coberta bastan
da, sem dro
fad
M'
BJ
.t htba
cvyfl oa
a aocudadBMUaraB P ln IHW, aawWl>
bao

J,
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fllis; L*<
ii>Hl
J 9u;
W ti
Rtlimeiro de Marco
dg f>i|Be^mente a loja do predio, em qua IMH
Ifateoto,
'tir=rtn Trmetro de W^ft^-Of
f!flfrtfM*)'*5$M e ftlegwd1 eatrjaver; <*aMe gora prvido donaii
eipteodWo- sortitoeoio da azaoda fiow o moderoas e
SEDA, LAA, LINHO E ALGODA
lotJts df>-ttitBo, goato, a eontioaam a ter coiik> iwnpre, ditom*
ARTIGOS ESPECIAES DE M$W
Sarantam rnm tnA*

l rnooNro l.awrwif ara Uva.
fcs* U.maaco.d. 4*<*r
Urna casa de pe.ira e cal co ti paln-io
de freote e && L|2 de1 fundo, com graa- kandes de Piueiredo gaj
de ter re do cou245 paknos para a rea,!8"0" Ift 'l'fwl f
da Casa Forte e 261 palmos para a cam-
pia.
finar(a-felra Odooonea e
A's i-t|* toras.
Por interven gil da agente Piakr, en ata esarip
Nrii ra da Crue o. 38. ^a#^ wJ JP
, Tdfjp aioora,
le sea p;
ja Silva,
sistiraja.aa ai*u do>
n.i igreja matriz de S.
ras. da maaWa,- du 4
i a i
am o e
Iscj Lo
sequo
a> laelel
o Hacire, as 6. i
du etXfffM
. *
M
K* L'%'
. a, i da Ctr.we eajae
uada-irak, por cuj> favor aerea etaraamene re
jBUOilp., i *00i?ii '
: tul
s4> -**>
'4
DE
30 fardos coto tea de carneio
(AVARIADOS)
Quarta-feira 20: do corrate
AO MEO DIA.
O agente Pinto levar a leila, por antorisaijao
do cnsul de Franca, em presenija de sea chm-
celler e por conta e risco de quem pertencer 30
fardos com lia de carneiro (avanadjs) a bjrdo du
vapor francez Sindh, na sua ultima viagem de
Buebos Ayres Bordeaux ; o leilao ser electua
do ao meio dia do dia acina Oito, no armazern do
baru do Livramenlo, no Cae- do Apollo.
COMPANUiA PEtt-NAMHlTG.\TA
DE
Mavega^So euslelra pur vapor.
Porto de Calimbas, Rio Foruioso e
Tamaodar.
O vapor Parctyba seguir pa-
ra osportos cima no dia 20 d<
crreme a meia noute.
Recebe carga, encommendas
passageiros e diubeire a brete a:
escriDt)rio do Forte do Mattos n. 12.
BAHA
EiO DE'JANEIRO
Para 8"ies peos aeba-se prometo a reeeber
carga a ben oaDecida barca Clementina : quem
oa mesiua qniter carregar dirija se ana condigna
tartos Tnomac de A uiuo Funseca & C. Successo-
re', ra do Vicario n. 19.
Rio Cira a le do *ul pelo filo de
laaelro.
Para os iadiaaaa ptMai segae pur e.-tes das o
patacho nacional Atara Emilia, por j ter qua*i
completo o cirregameoio o resto que Ihe falta
recebe-se por mdica preco ; a tratar a ra do
Vigario n. 14, primeiro andar, escriptorio de Jos
Lopes Davim.
MARANHO
'
Pretende seguir com multa brevidade o palba-
b>le naci nal Joven Aithur, ten parte de sen
carregaraonto prompto, para o resto que Ihe fa'ta
trata-se com os seas consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevelo & C, no seu escriptorio ra
do Bum I"*su3 n. 57
l'a a o Rio de JiQt-iro.
seiue em pouco da* o brigue S. Paulo : para
c|a iraia-se aa ra do Vigsrio n. 11, andar.

t'AKA O
PORTO-
Vai sabir eom brevidade o patacho portugnez
Liberal, capillo Guilherme Jeaqnim !.-.!, por ter
parte da carga engajada, par* carga e passag^irot,
paraos qu com K. R. Qabello & C, a ra do Conimercio n.
19, oa com o capito.
LEILOES.

-r vi-* DR
Dm oa a twreaa, Ras as priocipaes
roas da Boavista, sendo ama m rea da
Alegra n. 4 e oatra na roa do Coto-
vollo o. 9
O afate Martina, coraueteatam*ate aitori^ado
far leilao das casas terreas cima, sitas na Boa-
ttau. O .
Hoje.
O leilao teri lagar to escriptorio dq dito agente
a ra do Mrquez deOlmdn n, 15 anda/ as II
horas do dia.
Qi pretcnleotes dirfjam-se o referido agente
qoe dar as explicagSa e lnforma{5ei que Ihe fo-
rem ex gidas.
Importante
A 19 do oorrente.
Keller 4 C- faro laillo, per nter venci do agen
laakvelra, da grandioso sorumento de fazeodas
iogtSjs, franceiis, ga'rsns* e allemlet, todas su
perwrea e eacolaidas para esta raer.'ido. onde
4e: .So muito apreciada :
Terca-faira
pttas 19 horas da roanhia, em sen bam conhecido
BO
Dominio directo dos terrenos sitos na roa
do BarSo da Victoria, ontr'ora ra o
va.
Qaarta-feira 20 do correte.
As 10 horas em ponto.
O agente Pinto levar leilao, potmandaio do
IIIm. Sr. Dr.jaiz de orphaos, e jequerimento do
iiventariante dos bens que Acaran per failecimen-
to do coramendadorThornaz d'Aquiao Fonceca, do
dominio direeo dos terrenos sit u na rna do Ba-
Ao da Vtcteria^ ontr'ora rna Nova. O leilao se
r\effectuado s 10 horas do dia cima dito, no es-
crii'rtorio du refer jo agente, i rna da Gru n. 38
LEILAO
DE
MOVIS
Na Ponte d'Ucba, sitio do Sr. Dr, Gentil.
O agente Ponina! far leda-., por autorisaco do
Sr. Dr. Gentil (visto ter elle de retirarse paca f-
ra da provincia) dos movis seguinles : 1 rica
mobilia de Jacaranda a Lniz XV, 1 dita franceza
para gabinete, 2 gnarda-roupa., sendo 1 para se
ubora e outra para h >mem, 1 secretaria magnifi-
ca, 1 toilet de Jacaranda, 2 lavatorios de mogoo
com pedra, 1 c>>mraoda de Jacaranda, 1 mesa els-
tica, I guarda louga, 2 apparadores, 12 caaeiras,
2 etageres, 1 cama para easal, 2 cadeiras de ba-
linco, 1 reirgin de parede, 1 bedite de jacaranl,
8 jarres para flores, e mnitos ontros obj-cios. No-
tando se qne todas os mjveis teem poaco uso e
esli perfeilos.
Partir da estaca.) do Recife um trem exrresso
para a Ponte dTJcha, as 11 horas, que conduzir
as pessoas que qnizerem ir ao leilao
Quarta feira 20 do corrente.
Na raesma casa is 11 3,4 horas.
VISOS DIVERSOS
vu-.i
Jo5o C uaberto Ucnriqucs
Pendra
O Mdvsqr Augitj Jo ilaaricio WaoJerl. y.
manda rezar ama, mi^aa pelo cierno repou-o de
en preaado amigo, q av.'ademico do i* aaoo, i .
Gualberlo llenriques Pcreira, na igrtja ra'tu d;.
Bua-vieu, a 7 horas da mauaaa de 1* do oo;
rente, ingrimo da do sea fallecMneoto.
Para esse acto d religio e cndale convida
na i .- ao* seus amig-.B, como tamben* aos. dile
parelas, cullegas o aasigos; antecipaodo desde
j o mais cordial agradec memo,
&6MTOE rmmmixm dosawue.
Esta excellente e admiravel hiedirifl, e
pwMrafla hima- nranerra a ftatt Mentifi-
cr pef<<%|tMeDig*ji3tft9 fim doatos e
d'BiM4m!^3prrjfu^,i^eteifle' mvi-
ftoamo8-*e^peenciatre^ia ton-
ga e laboriosa prgtica. .M*,
A ss osmposi^ nS#rfSi*te4^sm sha-
to4*rmo.VIik^s^iRig; mae stm,
eoip*ted*wttlrBeto# d'wn mnsers- 4s ra-
Br|#fa*, easew, o f&?Has,'po9ulristo-
iwijfcs-, wa-vrrtwtle wptfim rn podor
aVE m ctiwr .nefettiav s qa* te sd)e
4ffa ou essento, no sangue ou d tomors,;
se porronaTaalraSira cJ^inSfrjF^Bo
de conservarem eni'^lof aanaferfa,*cuM
rativo especial de virtude. ^ue cada um de
pe* st possoe-. A raiz da planta de" Salsa-
(acillia, fir|daiuda.nafi Hotduias, a que
uanaes test ptenaraya, lindo a qaa-
lidadeqti vddjl oanadico rais fream
e 6tiaa}.| N| o|i#osicib da ttnlva-
Sarantarjo, com tuda
in-eridde, tender
wor njeoos grw qoat-
fjuer ou,tro, porgue
receben em dirertora
a aiaior parte de saat
fawpdai.
oCf tfas K;9 pe o; i
JqOt''.- i .")
Mrq o )rjj i
idob
i 1

1.
(.tanga roa
Crespo).
i* -
.u
D. Joaquina Bernardina da Silva Rios e seos 9-
Ibos, abaixo asaigoados, agradecem cord almeute
rao- Srs. Antonio Pinto Ozorio, pharmaoeutico qo
hospital portpguez, e Drs. Pitanga e Pereira do
Urmo pelo ioteresse qne tomaram para salvar a
preciosa vida de seu charo esposo e pai, o que
elT.divamente o cooseguiram, bem como agrade-
cem aos Sr*. subdelegado da freguezia da Ba-
vista e Dr. Jos Suriano por haverera apparecidos
logo qne tiveram conbecimenl) do (acto mostran-
do grande iaterema.
Joa luioa Bernardina de Castro Rios.
Joaquim Bernardino de G. Rios.
Lniz A Silva Rios.
I Francisco Antonio da Silva Rija.
Anua Bernardina da Silva Rios.
Jvio Possidonio da Silva Rw.
A' Torre.
nm sitio com en-
cllenle casa da
vi venda e banho
frente desta no
rio, sendo ptima
morada para es-
trangeiro. A casa assobradada, e tendo passade
per coocertos agora, carece de caiacao e iiintura.
Alera da casa de viven ia ba coebeira, estribara e
qnarto para criados : trata-se na roa do Gervasio
Pires n. 26, pela manha at i.% 9 horas, e a tarde
das 4 em diante.
Braz Plorentino Hennqnes de Soaza convida a
familia a aos amigos de sea finado amigo e colle
ga o bacharel Feliz Riboiro de Camino, para as.
?istirem a urna missa que por sua alma manda
celebrar qaarta-feira 20 do corrente, pelas 7 horas
di rasnhia. na marrlr da Boi vwt.
armaxal i ra
Cro*v
do Bom Jasas, oalr'ora rna dj
8uciecU'ie Hen< ficeute 6 do
Maro.) de 1871
Convida se oa socos para comparecern) na caj
sa le snas saeades no da 20 do correte pelas i
horas da tarde am de procader-se a eteicao dos,
funecinnaries para o anuo futuro.
Recife, 18 da aotambro de 1871.
J. M. 3. Jnior.
.________ Screlario interino.
D. Anua Simplicia Ferreira Tasso, Marianna
Tas-o de Miranda Braga e Jo- Correa Braga.
mi, sobrin )o e amigo do fallecido Domingo Aa-
tnnes Ferreira Tasso, mandam rear algoma?
missas pir sua alma na igreja da Madre de Dos,
segjandt-feira 18 do corrate as 7 horas da ma-
nha, anntversrrio do eu fat'ecimento ; convilam
aos parentes e amigos do me-m.>, para assistirem
a este acto de caridad e religio.
Tsenle Francisco CiencalreN
de Arrala.
A sociedad") Macn,-. Ftrattsa e Ilu naaidade.-.
pelo presente convida a todos os saus irmaos e a
familia, parentes e amigos de sea fajlecido irm.-.
mtenente Francisco Goncalves de Arrnda
.-. para assi-tirem a ama missa que manda
re-ar pela alma do rxe do crreme, pelas 7 lora* la manbaa, na igreja
mafriz de Santo Antonitfff :
parrllhn de RHaSol eatra. mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
nao encerra em |i Ipusa.albita, que poe-
sa por leve ser- perigsa jtt iniuriosfl i
sade; e tanto n'este, como em quasi to-
dos os mais respeitos, ella inteiramente
divera de todas essas mais preparaces,
as quaes debaixo do nome de Salsaparr-
Iha, S5o accondiconadas ou postas ena gari
rafas pequeas,-sendo receitada em doses
mui diminutas d'uma colher de cha por
cada. vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos i
SALSAPARRIKA DE BWStOL
em irascos grandes, e assira per este aaodo,
dividimos com os consumidores, o grande
pro\eito e vantagem.atrancado por aquelle?
que acondicionam sua preparacao em gar-
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
oossa Salsaparrllha de BrUtol
oonteem a messa quantidade igual porcao
contidanaquellas garrafas pequeas, e alm
disso, possue ainda muito mais for$a e
virtude medicinal do qne aquella, que por
__-f""*-" -*^
garrafas de pequeo tamanho. Por-
MOVO Ul \ll
Colleccao do 1* semasire, os 1 5 400
Asignatura do 2* semestre, ns. 8 a 12 4*200
Os o.-. 6 e 7 achara se escotados.
DK LAILHACAR & C.
Agentes
Livraria franceza.
JO NAL DAS FAMILIAS
Assignatura para 1871.
Rs. 12*000.
DE LAILHACAR & G.
Agentes
Livraria franceza.
NOVollUNOO.
Assignatura do tereelro semestre; acba-se abor-
ta em casa dos agentes.
lififOO
DE LMLHAGaR &C.
Livnria franceza.
ECHO AMfiHIGANO.
Assignatura do primeiro semestre, ns. 1 a 12.
Bs. 6*000.
DE LAIL1UCAR & C
Ageatea.
Livraria franceza.
COLLEGIO ABILIO
Os estatutos deste collegie estiboteeido na Cor-
te, aoham-se em casa de
DE LAfLHACAR & C.
Lwraria frahceza.
fililllillilil
PiAKMAClA
Especial hMeopalhlea
VIVA DO DR.
Sabino 0. L. Pinto.
43Roa djBarao daTirjtorta-4J;
Para este aatigo eetabelecimfnto acaba
de ebegar no ultimo paquata, da casa de *
lmes Epps 4 G, de Londres, um excel- i
lente sorliment de cait-iras e caixas de"
todos os Uraaahos. qur para glbulos,
aor pra,4intora-; assinvnomo medica-
mentos em tritura cao a am atura, glbu-
los, etc.; o que tudo se vender por pre-
$os mu raxoa?eh.
Thesouro hameopathico do Dr. Sabino
0. L. Piaho.
3 edicio.
Muito raelhoradae angmenuua com um
appeadice.
At priacipios da mea. prximo estarlo
vea da oa exemplares daau iroporunte
obra.
Aa prepancoes daau pharmacia eonli-
nuam a ser ieitas sob as viuas ;m"din
las d madreo do eonsoMsrio, o Sr.jVr. -
. J-zaioo A. doi Santos Meflo. I
iiiiliiililMri
semj
i^b mui natural, que aquelles, que se
;[acnam oceupados em preparar e vender as
suast produegees, em garrafas pequeas,
murajarem e griten contra os nossos fras-
cos grandes- proclamando, que a nossaSal-
saparrllh de Brlstol no possue a
menor virtude; porm qu5o effectivamen-
te so elles postos em silencio, quando indi-
Damos, ou simplesmente referimo-nos para
com essas centenares de certides e tes-
temunbos authenticos, por nos receidos
de todas as classes da sociedade, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravilhosas da nossa.
SALSAPARRILHA DE BRISTOL.
A vantagem de termos os nossos pro-
prios agentes naquelles lugares aonde as
differentes raizes, drogas, hervas, e plan-
tas de que se compem as nossas medicinas,
sao producidas, que nos habilita eier-
cer aquelle constante cuidado e disvcllo na
minuciosa escolha; e o que assegura e ga-
rante uniformidade de excellencia.
Em quanto que, por outro lado, nos nSo
nos poupamos nem dinneiro, nem dili-
gencias ; afim de alcancarmos o melhor
e nicamente o melhorde cada um artigo
od ingridiente que-entra na sua composi-
cao; pois levados e compenetrados da
mais firme e persuasiva conanca; que po-
demos afoutamente dizer aos doentes de to-
das as naces, e de todos os. patzes, que na
alsaparrilha de Brtstol. possuem
um remedio mais eficaz e seguro; do que
neohum outro, qne vos tenha sido offere-
cido at hoje, e o qual por certo nao hade
mallograr voseas expectativas, na prompta
e effectfva cTira~da^segrnflte$enfenmhus:
Escrfulas, finha.
Chagas antipas,
Feridas Ulcerosas,
fTtunores
Abscessos 'Apostemas,
Erupc3es,
Herpes,
Salsagem
Impigens,

Sj"ph''is'0UM*l ^e-
aeree
Btunores Escrofu-
losos,
Irregularidades de
Foaninino, i
Nervosidade,
Bebilidade Geral.
Feltra e Malignas e
Febre e Sezoes
Biliosas,
Lepra, febjees intermittenies e remitientes,
hfAvpeaia e iclemia, etc., etc.
Oa*TO"iBi, achar-se-ha, que para o bom
reiuJWie epefteileeurativoetoai aqnel-
afima apontadas o adian-
ovi-
1,
FWIhec-
aparrilha;
grandes
morbficas e ha*
,e livre*
sistema,
Q- Os admini4araiada.iaassa fallida de MarlP*** caasadv,^^ d* Salsaparrilha; 9
ay^Ua,*.* eierc^io
faaveaonjip.
LKrLdE&-Aiaaaia. 19 da aarreuie
A M A Precisa-se de urna ama que saina co
ajila itaaar, para casa de ramilla de don
pessoas; a tratar na roa do Visconde ds Ilapari-
ca n. 51 andar, ontr'ora do Apollo
ques Barros & C, leodo de proceder a classica por OSta forma
tdaa raatocHtoa crditos, eoovidam as ppaaait normal iaaV oper
i de ttulos aapresenta-ios baaa aonMaTtet
mais loteressados as anas racjama$3e,, tudo n
praso improrogwrel de oito diaa, a cootar de boje,
deade as 9 boraa da manaaa 4 da tarda, no
aaeriatorio da am Ulhdafrbajn.aa Corno Santo
6,* andar. Raeib 18 de alambro Ve 1871
Alug se o e 3 anaar do sobcalb'da tra
do C;>rpo Saato a..>7, proprlo para mora-
-AlU
Maa
da de familia : a tratav no'araucaa de'faienda
do meimo predio daa as 4 horas da tarde.
Cao ou ttafrft*f*f.U*.e. 9aJs;
ellas fafVNwvtr elpdlr
quanUdades de materias
Dores ^ciajiaa fie
eircum;
edecti
nC'pfO
# agiote Pw^pr em sen ecrtptofto o leino
(as.' _
H da W, efftctda o metmo agente no mes
mo lugar o de dominio directo dos-terrenos da ra
do Birio da Victoria, a urna casa taarea e terre
nos na Casa Fbpte. Ao Neto dia o d fia de car-
neiro, no armaiaa do baro do lavameoto no
Cae3 do Apollo, conforme os ssus annonoios inie
ridos no logar competente deste diario.
para cobrir casas etc.
Chapas de farro
Foma para assucar de ferro ^. gMtvtniM,.
Arados Americanos
machinas a Vapor
Machinas
3*i_.
-bSASHVH %m.-v V* v para eDgerjnos^ ej
Fogoes americanos
Qamas de ferro grand6S e ^Ba
Macacos de estiva
Cofres de ferro d6 momu e omrOB.
Papel deomhrulho
para varn-a e ladeira.
de forca de tres ca val los.
de desaro$af algodao.
TrilhOB de ferro..............
Estes artigo vesdem-se i
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes 4 C.,
n. 4 ba do bom jess.
(outr'oba roa.da Cruz )


os
i
rS i' os re

PlllKllItll
.
DE
RREIRA ft C.

(Snecesiores de Joaquim de Almoida Puta)
10Ra larga do Rosario10
( Joflto ao quartel de polica )
Os proprietarios d'este eetabeleeimento teem a honra de soienliflcar ao resneitavej
capital edil de todas as provincias do.imperio, ce continuarlo a preparai
SW bWMJa) ANTCCBSfiOR as amdiwdes a ntilissimos medicameot >b
Extracto alcoolico, emplastro, oleo, tintara, punas, xarope e viiiho, da
-
> i star
brasileiros,
miraculosa
tii's tomo
JCRDBBBA
m
mmi HOTEL



l de Novembro.

S2o Analmente ebegadas a esta praca pela segunda vez as verdadeiras preparacOea
lo Dr. Rabwat & C. de New-York.
Depois de alguos annos, em qne as falsificarles de Hamburgo e mosmo de Neir-
Vork tiveram entrada neste mercado, aproveitando-se do bem merecido conceto qoa
ates remedios baviam alcancado por seos maravilbosos effeitos consegmram introdazir-
^e, illudindo o publico incauto, com ama reduccSo de preco, nulliScanda o verdadeirc
oaerito deltas adoairavets preparaces, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
lo-as com seos nuttos effeitos, lemhroo-se o autor de fazer a declarac3o abaixo, e i
lar diplomas aos qne ven lerem os seus legtimos preparados.
Previna-se o respeitavel publico de que as verdadeiras preparac&es do Dr. Ra-
owat s se vendem nos depsitos cima declarados e trazm um rotulo igual ao desta
innuncio.
Nos abaixo assignados, declaramos e certificamos, qne os Srs. Raymando Garios Lek
;e t IrmSo, da cidade do Rio de Janeiro, do imperio d Brasil, sao os nossos atrenie*
^eraes, pela venda de nossos remedios, tanto no dito imperio como no reino de Parta-
3*1. Noticiamos,ao publico, que nao se podem obter os remedios do Dr. Radwat 4C
(e que sao preparados no laboratorio do mesm) doutor na cidade de New-York ooa
gstados-Unidos), senao das peas as que podem produzir a presente certifkacao e attea-
laoae e que a produzem, subscripta e assigaada do Dr. Radwat & G. e dos Srs. Ray-
aaondo Garlos Leite A Irrno como an p. Todos e cada um dos remedios do Dr. 1U-
owat & G. 83o acompanhados de cdulas seminantes as que parecem ao p desta eer-
tificaQao.
Examine-se bem, a assignatura da firma do Dr. Radwat C. ao p da preseni*
lertificacJo e corapare-se cora o fac-simUe uas cdalas com todos os fras.-o e caixinha.
Radwat & C.

capital edil de todas as proncias do.imperio, yie continoarSo a preparar PELAS
batora a xarope o FEDE60Z0, xarap* do RARO DO T >t', PILULaS ANTl PERIDICAS, xareaa
anwa Alawupv ww ar a a^aw wa v> m* ay- wv nnuv/ avvy *. ^ a \j t i il.uuo >...*. w...^
DA SALSA DO PARA, xarope de AGRIAO, xarope do MLNG' etc. etc ludo coa a maior pr-
letco ; or isso qne nm d'a4uelles prourietarios eonta 8 annos de boa pralica na mesma pbarmacia.
Outrostas, scientifleam baver feito um completo e variado sortimento de drogas estraageiras, das
maia acreditadas especialidades, aebando se inda dispoiicao dos Srs. facultativos o ao pubnco am
geral, deqaem es proprietarios eperam todo aeolhimenlo.
A pbarnaca abrir se-ba a oaalquer hora da aoite em caso urgente.
"
No centro da venei a ameroaua.
No centro do comraercio.
r/marsperto das vas frreas.
O mais pene do embarque no caes
ktIr 0 mats peno dos iJiaatrus. .
O mair recjamenavl aa amanta do comtaodo.
O nMco que tem no Interior casa de banhos.
O M nefas fiaiitiri podem hospedarse sem receio de encontraram-se com
'"'o'nnioo onde aewalaaaeie se acha o melhor chocolate hespanbol qoa se poaa, toajajr a
oaalquer hora : assira como tambero se vende i libra. 2 ^.
O nico finalmente que offorece completa commodidade por ser o man espac,oso do Raak.
A roa larga do Rolarlo n. 37
-k

V

a. _


r
;uinltY (tira
P*ra*cuft radical e erU detoda as m
peitoral o resultado de
0 estado por tres dos pri-
da Ame*ea lo Norte e de
jtoMifjpriMipe8 nos-
n meajudo petes medi-
do tcale sotoal, a
"a confianca : l' por ser e$-
tlcrocaodo con umi certeza infallivel
no da molestia; 2% por ter toaro-
e apmlicavel a qualqner pestoa de
_ gr idade oo sexo, ao bomem robusto
\*i*oc*.damaistenra4dade, e nao ser
10 te fr tomado, por acaso, em
grande quaotidade ; e 3* por ai
rete, poro toalqper medico pede
frmala de soa composie^, dirigii
aoieealmeote, oo por carta, aos a
genee, rao do Viscooda do Inbaomf O.
ai, Mola Jaooiro.
k grande fama que tora grapgeado
remedio, devido a admirareis
phtysioa pulmonar, molestia sta to
e fatal cm soas conseqoeocias qoe
que to atacados dos primeiroa i;
devota ser tratados o man cedo possi
o pnmoiro remedio qoe appliqoe,
1*
odo dever de todos combater esta
molestia no seo principio, bem
'todos os males qoe podera condunr
,-como tosses, reafrialdados, defluxoe,
de garganta e broncbites; qualquer
deve ser tratada immediatamrn
A experiencia mostra-nos qoe o Peito-
de cereja de Ayer cara todos estes pa-
tenlos, qoasl sem excepcao, e raro
logar oos paites onde coobecido, que
toaba numerosos exemplos de curas
s por elle. Se se pode prestar f ao
borneas de todas aa classes affirmaca
qoe elle tem feito ; se podemos acredi-
em nossos proprios sentidos, qoaado
a as perigosas affecgSes do polmao
a elle; se podemos crer oo tost-
de iotelligentes facultativos, cuja
fio conservar os fados; e final-
Peitoral de cereja do
v*
ioencX3moaido
extoo-
S
os recursos
mente, se permittide acreditar em
al ama, est incoo tettavelmeeie pro
qoe este remedio cara todas as class
molestias icima designadas melhor do que
tolos aqoelles at boje conhecidos. pe-
tam oDicamente as seas virtudes intrnsecas,
e o ioontestavel bem qoe tem felo mi-
lbares de doentes, para qoe surgase e se
suslentasse a reputado de qoe gota. Em-
quanto qoe muitos outros remedios inferio-
res a este, e qoe foram acomido pelo
vulgo,- falbaram e foram depois abandona-
dos ; esto, tea gaobo amigos pela eipe-
rieocia, e pelos beneficios qoe tem prodi-
galisado aos afflictoi qoe a elle tem recor-
rido, e qoe nunca podero esquecer as ma-
ravillosas coras obtidas, porque sao nume-
rosos de mais, para serem olvidadas. Ne-
nbuma cata de familia deve estar sem um
Vende-se em todas as pharmacias e drogaras do imperio
W.R.C***tl,$C.
Agentes genes.
da garganta e do ptjfe, conslipa-
ser estafo ai at tottatatdt fazero-m
se eiawetcot, Ao. pmmoot jtsooao da
phtytict ^Bmmento'iammr^Sflstco cato de
sea mal, at qoe saja tardo para cfa-U;
nosta, atero da qoe em goalqoer ootra
censa, tem soa origem o
so
seos
sos i
Milbaresto
qoe
da
coma
Ayv
*ta>dettt
repentino* da oatei*a, ertmp i nos pa-
roxismos da wfswfteaf tqoe esto sujeius
as enancas, od ba tompo do chamar aso
medico, nem de faier rememos, e esto xa-
ropo ama immediatameate, ises|aao a
criinca do perigo. I
a vi.as preparac5es do Dr.Ajrer
sao preparadas com especial atteocao ao
clima dos trpicos, e tem medificaedes im-
portantes sobre ss qoe sao (sitas para ou-
tros paites. *
Portento, o publico aerar notar, e com
cuidado, para qoe nlo seja sordiaamente
engaado, qoe os remedios de Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil, trasem
rotlos ontoMoriot com o descralo mi-
nociosa pora a toa sooBsocso ni lingoe
portogoexa
ro da ltll
onaiu
I
Alaga-so m K trente i sucio
4*BOTlr9ft fraade (amiha,
eos eodMira, taflefero aMNtr arvoredoi, como
Uaa^cieti^iajaisrii, te, na ladeira do maros
doArraiai, o aroaroroBf ateo m achara qaem fl
Marasete)* tratara roa
nos oto
1

41 RVA DO BARIO DA VICTORIA 41
rrma'/p.m tem nm DE Ansim rnmn t
Neste novo armazem tem um
roariado partimento de fazendas
frauceza!, icglxas, allemas e to-
das todas se vendem por precos
odeos, afim da
ovo armazem.
acreditar a este
ARRUM FUMAOS.
Catemiraa inglezas,
francezds, de todas as
sjotdades, brins de
cores brancos, colei-
riobos moderaos, ch-
feos de sol de seda,
KUA
aro la victoria
intfga tn

NOVA
N. 41.
Atsim como tem ama grana
officina de alfaiato, montada coa
todos os preparas qoe ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela soa promptidlo e perfeiclt
nada deixsm a desojar.
Roupa de todos ot
amachos para bomem
meninos.
Por todos os paqut
te recebem-se as me-
mores e mais moder-
nas casemirag qoe to-
na Europa.
RA

N. 41.
?ste estabelecimento acata de soffrer orna reforma radical em acceio, ariistos e commodos, e em pontnalidade as encom-
, aaalmente em todo afim de melhor servir es seos numerosos freguexes deixa-se de aoouociar todas as fazendas, para
amadas
do te tornar massanie
roa da Imperatrli a.
acndepde aerpro-
Qartuipam ao publico
qaaat tem transa itts
M tr. Aateate ioaqoim Bri-
e wr tea eaizeiro. RaeTfe i a te-
i 74.
Tamo Irraiot k C
T"
P
ITIO
ADYOGADO
JOAQCM GORMU M AlUJO
a67
leite
Preciu-te di ana Mtfcoba bastante leite e
qoe aeta Ma t aYitmasfcaqae de Caxias, ou-
tr'ara roa tas Cruzo n. Si, seguido andar.
4s stosV matlttsfctafflsMtliamt
MUDANQA
ota it
Iptorio
M Ae adrogacia para a easa n. 55 ra do
2 Dtqae te Caxias, antiga do Qaeimado, 2
tef onde, nos das uteis, aera enconirado as Wt
m horas te maabia as 3 da tarde. m
#mm ******$*
Preeisa-MOs m fonairo para ama pada-
ria no mato : *omb tewjar artt-se ao caes do
Apollo a. 60, ajos tetar eoaa paam traur.
Roga-se ao Sr. i. A. B. L., alferes do 2* ba-
laihao ae Intanuria de liaba, estacionado oesta
capital, que em dias do mez de setembre, quando
em Santa Catbarina, eOffgou-se, por um docu-
mento inconteeUTel passado por saa propria lavra
a nm cropanbero d'armas, enjo documento ten-
do sido transferido por este ootro, aeha se legal-
mente em poder de ama ootra pes oa deeta eidade
ao pagamento de certa importancia ; assim como
a salisfaier um eerto rale de gneros, que a?ig-
nou em novembro do mesmo anno passado, a ir
quanto antes liquidar semelbantes negocios para
nao passar pelo dissabor de ve-Ios no dominio pu
blieo.
COMPANHIA PERNAMBUCANA.
Do lugar denominado Corda onde se acbava
fundiada, de;apparecea ama lancha a vapor, de
propriedade desta companhia, na nuate de 10 para
o dia 11 do correte : qualquer pessoa que poder
dar algum esclarecimento teora a boadade de di
rigir-se ao escrptorio da compaobia, no caes da
assembla : companhia gratificar a pessoa que
dr informales exactas, oa descobrr onde a lan-
cha se acba.
Engommadeira
Precisa-se de urna boa engommadeira : na roa
do Imperador n. 57, entrada pelo caes de 22 de
navembro.
Fetor
O engenho Limo Doce precisa de um (eitor
preferiodo-.e portugus e que tenha pralica : a
tratar com Leal & Irmlo. ra do Mrquez de
Olinda n. 56, f andar.
.Deseja se .fallar com nreenci
k''" ue campo, a roa ai ,.>
se dlrqaem .
a os senhore-
V.UIU w* n. t
Joaquiro Pinto Lapa tendo retirado-se para
Portugal, e nao podendo pessoalmente despedir-se
de todos os s. us amigos, pelo presente roga aos
mesmos de aceitarem esta saa despedida, e oV
rece aos meamos sea poaco prestimo na eidade
do Porto, onde vai firmar saa residencia
LIQUIDACAO MONSTRA
Da mais importante fabrica de chapeos de sol do imperio Ra do Bar&o da Victoria n.
a( Oa da 23
Chapeos de sol de seda para senhoras a U, 63, U, 8, 9,5, IOd, U1UM, W, 14,15, m, 17*, 180, e 200000.
Ditos, ditos, ditos, para hornera.... 84.10*. ti*. 124, 13*. 140, 15*. 16*. 17*, W, 20*, 22* e 24*000.
Ditos dii os de alpaca a.............. 4*. 5*. 6*. 7*. 8*. 9* e 10*000.
Ditos ditos de merino para bomens a.. 6*, 7*, 8*. 9*. 10*. 11* e 12*000.
Ditos ditos de brim d'esgoiSo a...... 6*. 7*000, todos os chapeos cima tem 15 % de desmonto em duzia.
DiUs ditos de panno a.............. 2*. 3*. 4*. 5*. 6* e 7*000 descont23 %.
Tambera ba ora grande sorlimento de fazendas para abrir armacoes e trabalha-se mais barato e depressa do que em opal-
qoer outra parte. .
Curas infrilliveis
pelo ojolemia homeopatklco.
A roa do Conde da Boa-visia n. 48 ha dses
tra dores de dente, coja dse cura infallivel
Rara esta molestia, sei qaal or o sea estado io-
flaowiatorio, a qaal maito coobecida na provin-
U da Parahyba, llamanguape, Serra da Ha de
w*o, Goyanninha, Araruna. Garante se Ji
mas para produrir o sea effeito, e dorante este
arto espaco de lempo desapparecer toda a in-
aiimaeto e dores oa a caria noa oaaos. As be-
xigaa garante se 8 diaa para osea restab'lecimen-
A sem perigo algnm, para rheauatisao agido,
sasummatorio, chronico, hemorrsgbia desangnee
SMleslias nos ligados, coogeslo intestin;l, desen-
taria, doma, anaurea, anemia, ano'vexia oa
lastio, cattrrho, cepharlagia e entras, que se ga-
TMta soa efflcacU- nico deposito das dses para
Oaresde denles na botica do Sr. Chagjs na ra
Direili
Companhia
Santa Thereza.
Os senhores accionistas podem realisar a oitiva
entrada do capital subscripto, a razio de 10 OrO
no escrptorio do director caixa o Kxm. Sr. Ba-
rio da Soledade, at o dia JO d* mate.
Recite 12 de setembro de 1871.
tenme,
Justino J: de 8. Campos.
V
4
V
Companhia Allianpa
DE
seguros martimos estabelecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 5,000:000*000.
Toma gnro de mercadonas e dinbeiro a risw
jTWmo en navios de vella e vapores para den-
tro lira do Imperio. Ageoeii i roa do Com-
' i n 5, eecriptorio de Joaqnim Jos Gon
Beltrao.
;l Eoedioo Heg
dico, roa da Camba do Ct
andar. ______
ttmmUHm1 ttM-ttl
A| r A Precisa-se de ama ama para
"* o servico interno de casa de
Xamilia: a tratar na roa dos Goarirapes
. 8.
Aloga-se ama easa terrea com solio corripo
analtas aecommodacOea para numerosa familia,
i a sala assoaihada e aeha-se em boro estado
me Oropela, a roa da Uniio eonfroote ao Gymna-
afe: a tratar i roa Mrquez de Oiioda n. & loja
M Pateos._______________________________'
OOVreee-se ama tpolher de boa conducta,
gara serviC/ interno de ea ata, s Varadonro p, 13, confronte 9 ;ercado de
-FS, nde Whar ecyt quera tratar.
Publicares musicaes.
Aeabam de pablicar-se tros lindas pecas
para pianoa saber:
A celebre Terentelle por Beriol flls,
prego 2*800.
LINDA, grande mazurka de concert,
ultima pablicacao musical do maestro Ca-
zalbore, a qaal fui terminada pelo maestro
I. Smolti, preco 2*000.
PETIT LAZZARONE, linda polka napo-
litana, pelo finado maestro CattJbort.
preeo 1*000.
A' venda no armazem de pianos e msi-
cas do Azevedo, i roa do BarJo da Victo
ria o. II,oatr'ora roaNoa.
N. B. Esta-se gravando t linda walsa
por Collis, o Aojo da meia noolo.
Aluga-se ama grande casa com solio cor-
rido de janellas, acabado ltimamente, e da me-
lhor maneira e gosto, com agua, gas, dea quin
taes murados coro grades de farro e porfi, seto
pee de sapotiieiros, e cinco de coqueiros todos
botando, dots baaheiros separados, Mato aro
ftfft familia e ootro para talo*, estuoada, o-
roeotada e pialada a capucho : caja casa e sitoa
da aa nu do Urna, junto a faadico do Sr. Suar,
fado aiada oa boads trola porto : tratar em
Olinda ra de S. Baalo n. K, 00 no Reeife roa
da Aurora a. it.______________________.
GASA DA FORTORA
RDA I* DE MARCO OTR'ORA DO
CIWSPtTl .
Aos 20:000*000.
O abaixo irojpatdn taro saaaara bm*** f
da m Mitos bUtrotosdo Rio de iaaeiro, pagaodc
promptomenle, como oostuma, qualquer premio.
PRICOS.
Intoiro MJOOO
Qaarto tjoool
..___ Maaoro atarttaa Finia.
AIJ
MCBM
DYVETOT
nica ca-a neste genero
I4-Kua Eslreita do Rosario^
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
Pode ser proetrode ven-
da de
dadei]
eftsa ddfe 8 $.
ruada Cruz N.fc5
dfr
e 00 em
&0.:a
Afloal coegoo nova remessa de leite con-
dentado da Suiasa, pelo vapor Cognac, e
desde j fittmes esperando pelos seas apre-
ciadores e entendedores desie artigo : vende
Keller d G aa roa da Cruz o. 5fi
PRECISASE
desama mnlher iue coxinhe engemroe para casa
dft ponea fajajilia : na roa do (boga n. 9, botiea
O-. Aioga se o t* andar e os dona arasaxeoa da
casa da rudo Vigari n. 3, proprio para aserip-
torio e deposito de faxendas por ter grandes acom-
roodacfes : a tratar com Manoel Alvos Guerra,
pal oa Albo.
AOS 6:0004000
Estio i venda os felizes bilhetos da lotera da
tahia. na casa felii do arco da Conceico, iqrive ao Bjacife.___________________________
Offerecese urna ama para criar, com mof-
bom leite : traur na rna do Brum a. 73, das
9 as 4 horas da tarde.
Alutu-se ama luja propria para negocio cero
accommodaces para rancho : no largo da Ribei-
ra de S. lose, sobrado n. 5.
roa do Vigario a. 18.
Precisa se de urna ama pa-
ra o servico interno de urna
casa de familia : tratar aa
ra do Brum a. 78.
Precisa-e de ama ama que
soja de idade e que coiinhe
o diario de ama casa ; na
Criado
Precisa-se de um criado para comprar e tazoe
mais a|gum servico : na roa do Hospicion. 46.
Precisa-so de daas amas, send > para cos-
ohar e mais servicos internos ae pequea familia:
na ra Imperial n. 199, por cima da reflnacao.
O cartono de registro geral das hypothecas
desta comarca transferio-se da roa da Penba n. 7
A para a ra 1* de Marco n. S3, oatr'ora ra do
Crespo.
Precisa-se fallar com o Sr. Eustaquio Anto-
nio Gomes : no largo do Paraizo n. 14, armazem
da estrella.
Precisa-sede urna ama livre oa eserava pa
ra o servico interno de ama easa de familia e que
saiba engommar : a tratar no Corredor do Bispo
n. 23, oa na ra da Cadeia do Reeife n 1.
TRILHOS URBANOS
no
Recife Olinda
? e Beberibu.
Aos senhorA accionistas faz-se sciente que o
trabalhos da assembla geral acerca da reforma
dos estatutos, continua m rio dia 18 do crrante
pelas 9 horas da manhaa, sendo a reunio no mes
mo lugar das anteriores.
Recife 12 de setembro de 1871. .,
O 1* secretariojv"
______________Luiz Loues Castello Branco.
Precisa- so de urna ama forra pa
ra pouca familia : na ina larga de
Rosario n. 90 i andar.__________
AMA
FDHDICAO
BOWMAN
Vapores pequeos pa des-
caroqar algodao
ta;poroV..mdo^Iroafcrar w e$m aofaroa
I de roas do so aaaet, e qoaado e aaaaar oto
he S sastra ao ee oeatt Mada _
Etractode carn
Do Dr. tataha .
Fabrica do podras braaeas aa orovaKia a Ka
Grande do Sai.
Em latas de 2, 4, t M oafu. Uateo dajasa-
to ero Penuabaeo, aa paarorooii aarorisatro aro
Perreira Mala k C.: roa Dueo de Camas saj-
7. !j _______
CASAS
afale

Aloga-M o triaroiro, aeftade adaras a setrav
solio da casa n. cita a ruado Umrosant: t
tratar na loja do mesmgsradtO;
Superiores cigBrro*46 m
de Janeiro.
Domingos Alves BtaMBa, aasro
Kineia da faoriea imgafali'aVl I
> do Nitaoroaiy, iiiibilaatla a auo do
tem sempre aro csanse aasajattato de
eifarros, fumo picado em latas. Ten igawli
os afamados cigarros Caaroe d*ltt, faites coa arog-
nitoo papel de paiaa da rotao o fumo saparwr
Para go ver no do seto ftonaeaaa, aros tem Miaseis
cedo depsoitoe Ollaoa, aai eaaoo Ooa Sra. Taoaus
Praicisco do Salles Rosa o laaaoei de Soua Cor-
deiro Sirodos Jnior, o naiiTo do*ecife, o todo
rioto for vendido asa aas oaaaa eaaa a
Sooia Novaos k C
Sobmctoo o
hlataendos.
arreodamento
do
dio da raa do Marque do Olinda a. 23,
com grandes fiommodos para qnalmtr et-
tabetecimeot commsrciaj, iaoie oo oaiv
memo torre tomo no ataW : s trata/
com Antonio Jos Rodrigues do Souia, na
thesooraria das loteras.
CASADO
J nlo ama cousa que so precise experimen-
tar! Mesim inteiramente cenhecido o bom e
rande sorlimento que existe na No v- Esperanca
roa Duque de Caxias n. 63, (antiga raa do Qaei-
mado) assim pois, sendo quasi impessivel disese-
ver-se o grande numero de objectos expostos ven-
da em dito estabelecimento; ella contenta-se em
mencionar algnns dos objectos mais reos, e in-
teiramente novidade... e aproveila oensejo para
convidar a todos geralmenle e em particular ao
bello sexo, para visitarero-a afim de apre iarem o
gosto e perfeico de seas objectos a par d'um pre-
co rasoavel, pois ella se contenta com poucoilucro,
toado sempre em vistas a vender barato, para ven-
der mnito, e desta frroa ebegar ao fim qoe lodos
almejam ; que o lacro para saaviear as fadigas
Precisa se de a m aooino de 12 a 14 aanos
do idade para eaixeiro de taberna, qu d fiador
de ana awedarla : aa roa Aagnsla a, 116
Precisa se alagar um preto com praliea de
Kdarla ou sem ella : a tratar na roa do P llar n.
.taberna. ______________________
Precisarse de aaa aaa ojeo seto boa
cozinheira : na roa do Cmaseme aa-
No sitio do Cdfuud precisa-se le um meni-
no de 12 annos pa quem estiver na circamslancia de se propOr, dirVj
ja-se ao mesmo sitio, na estrada de Pa alio Cma-
ra, outr'i ra de J ao de Barros, oa typographia
deste jornal, a fallar com o Sr. Ferreira.
000 ** mmwm
* Advoihdos
fif Os hachareis Jos dos Aajos Vieira de
M Amorim, e Miguel Bernardo Vieira de
S Amorim tem seu eteriptoro a ra do
w Duque de Caxias n, 35,1* nadar.
Vende-se o titio Qlno de
Vidr<\
Eoi Ponte de Ucha.
Este sitio loro um sobrado de nm andar e an-
dar terreo, conten 4 sallas, 9 qaarto*, 2 coziaba:
com bons fogSes e forno de ferro, este sobrade
circulado de janellas. Tem em separado grande
eoobeira para cavados, casa para feitor e esera-
vos e bem assim casa para fazer farnba com seos
misteres para tal fim. Esto casa tem aa frente
bons canteiros para flores, com portao de ferro
para a estrada do Parnarneirm, grande sitio ar-
borisado e >m grande diversidado do Iructeiras,
grande baixa para eapim, podendo sustentar por-
cao de vacsas leiteiras para as qaaea tambero tem
commodos de recolbimeoto.
Os fondos da dita easa e sitio deitam para a 11-
nba frrea que segae desta eidade para Apipucos,
e se acua livre e desembarac^do, visto qoe as
questoes qoe os' consenboree de dito sitio tero
com os empreitelros de ditos trilhos apenas diz
rospeito ao terreno que ellos ora oecapam, a os
prenitos qoe por tal motivo tem cansado.
Os protondentes p^dem-se dirigir i roa Duque
de Caxias, loja n. 43, oa roa do Aragio, boto
ua do Visconde da Pelotasl3. casa n.
A.os 6:000,j(
Bilhrtf gararotldoa lo re>-
ottsjsjm,
Rna do Barao da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casa
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender entro oa
seus muito felizes bilhetes a sorte de 8004000
em nm meio bilhete de n. 285, a sorte de 30tf>
em meio biibete de n. 827 e um bilhete, de o. 489
com a sorte de iOOt, alm de outras sones no-
nores de 40*000 e 2OJ000 da leteria qoe se aca-
bou de extrahir (207), podendo seus possoiorea
viren) reeeber, qtrs. promptamente serio pagas.
O mesmo abaixo assignado convida ao rasoof*
tavel. publico para virem ao sea estabeleccoeato
omprar os felizes bilhetes garantidos, que nao
deixar de tirar oualqaer premio como prava pelo*
tnesmos annancios.
Acham-se 4 venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 2a parte das loteras em beneficio da
igreja de N. S. do Livramento da Varzea, qae ser
extrabida oo dia sexta-teira 22 do cor rente mez;
AOCOliflO
Constando ao aba xo assignado que ai circula-
res e annuncios que dirfglo ao corpo i!n o urner
ci desta praca relativamente ao e^abeiecimento
de agencia sito raa do Bom Jess n. i-j, oa-
tr'ora da Cruz, produzir urna inierpretaca.) >n-
leiramenie diversa aos lins a qae se propos o di-
to estabelecimento. Veaho boje declarar para co-
nhecimento de todos qae os objectos vendidos
neste estabelecimento quer em leilao quer em
particular s serao envegues ao arrematante oo
coa praJar a diuheiro avista e nao por meio de
outra qualquer transaeco como se bavia inter-
pretado.
* ___________Carlos da Silvo Araojo.
O Sr. Manoel Gomes Pinto, tem urna carta
vinda do matto : na raa das Trinjheiras a 43>
fabrica de cigarros._________
' Precisa se de um eriado forro
para o servico de ama pessoa s:
Hospicio) n. 26, j andar.
Alagase por festa ou por anuo, duas easa
terreas na povoacio de Apipucos: 1 tratar na rna
Seta de Setembro, antigo becco dos Ferrelros d. 1 r
Precisa-se demma ama quo
saiba coziohar : i tratar a
ra do Vigario n. 18. tereeiro
oa escravo
na rna do
^%>k
andar.
AMAr
pesanas
AH
aroro 38.
Olinda
Commida pnrafrA
Poraceeroa oommila com acceio o promptidao
em eau da tarois, ao i andar do sobrado a. 2
do aatoo do Pararoo.
Almanak de Castilho
para 1872.
Acaba do chegar de Lisboa, a aeh.vse venda
o hvrana econmica i raa 1* de Marrt) n. ?. de-
frent d > arco de Sanio Antonio.
SEGUROS
MARTIMOS
i
OOITR4 FOCrOo
A companhia IndemaUadora, esublecidf
ootta proet, lomo segaros martimos sobrt
ovino o seos can-egtmeotos o contra tofe
smodifldot, mjfOMtoriot o mobihot: os
ros do Viftrio n. 4, pe^monto terreo.
MaUoaal
PRECOS.
Intoiro 8*000
moros 3*000
Quartos 1*500
De iOOJOOO pan cima.
Intoiro 5*500
Moroa 2*750 -.
Quartos 1*375
Jlo Joaqnlzn da Costa Leito.
No hotel da raa de S. Bento, qoo Oca a pequea
diatancia da praia do Carro;, alagam-se quartos
convenientemente preparados, oa orno convenci-
naren os pretendoatos ; lambem aloga se oa ven-
de-se banbeirrs do palha para baabro salgados.
Precisa se de ama para casa de Lo-
mera soltein, que cozinhe para qoatro
tratar na ra Nava n. 48. loja.
Aloga-se daas escravas para o servico do
:asa : na ra Direita n. 29, 2 andar,_______
Bernardioo ot Leilao, faz ver ao Sr. Joo
Paulo Nunes de Mello que a casa qae o Sr. ala-
u I he na Capanga. roa das Crioulas n. 7, Oo-
-se o alogel qoe pagou ero 20 do correte -
deasa data oro diante passa a alugar a ootra pes-
stt, por isso faz o presente.________________
Aluga-se
Por dous mea, orna easa na Boa-viagem : 0
tratar aa pra ja da Independencia n. 17..
Alaga-te a casa terrea n. 61, na roa da Paf-
asa, com boas coaaaodoa, aroialal, caeiaTOa, oo-
zinba fra te: ealeodor-se na roa da Impera-
triz n. 42, 1 andar, coro o Dr. Chrialovao Xa-
tor bnaaa.
Ka roa Augusta BvS4. precisa-ae de oro
eserava qae eOgomme o eeciabo para ponea fa-
milia. __________________________
assigaadoftfai
Os abaias assigoadoB*rasero scroate ao
Mico o especrolmaate ao corpo do eomarorcio,
no dia t do eorronto diroarvorroa asabjaveloNto>
a soerodade qae tinharo tt taberna sita ao lam>
da Ribeira de S. Jos n. i eaja flrroa ara a aOaV
xo
Reeife,
ifnada.
:ife, li d
de setembro de 1871.
Jlo Jos da Silveira k C.
A )NDE MORA t
Precisa-se saber aonde ora a viava.de Jeio
Lelo de Mello Assoeoaa para I be ser entregue eer
ta quantia qae Iba dovida, oa dirigir-se-ha raa
das Triocbeiras n. 48, 1* andar.
Na rao
fasto oosroeroiro.
a. 8t\ aeba-se aro per-
Ota oflaroco sena orsssroios ao
Oiticii debarbeiro:
para lodo o servico
na raa eatreita do
Preciu-se de urna asna
da eau de pequea familia !
Rosarte a. 10. Toja. __________________
Na roa das Plores o. 13, precisa-se de ana
o servico de ama easa de daas
ama para todo
pessoa a.
Aluga-se
o segundo andar do sobrado a. 38 da roa Nova:
a tratar na toja.
NaraaMroto
barbrro.
q, 68 preefro-se di nm oficial
Fogaist*.
Precisa-se de um bomem intotligente e cuida
doeo para foMNU do um vapor ec nm eageabo
prximo a Haba le ferro: a tratar na raa Augus-
ta n. WO ____________
Precisa-ae de ama .ama de leite
roa d TCoeda n. 35,
i tratar aa
CASA JiA FOITUIU
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
k roa Primeiro de Marco (oatr'ora raa dt
Crespo) n. 3 e casas do costme.
O abaixo assigaado, tendo vendido nos sena ta
liaos bilhetes una meio n. 2802 com 5:000*000,
i outras surtes de 40* e 20* da lotera que ae
acabou de extrahir (207*), convida aos possui-
dores a virem reeeber na confornudado do coi-
maro sem descont algum.
Acham-se a venda os bilhetes garantidos da
2.* parto das loteras, a beneficio da igreja de
Nona Senhora do Livramento da Varzea (208'),
qoo so exrabir sexu-feira 22 do corrate mez.
Bilhete intoiro 8*000
Meio bate 3*000
Qaarto 1*500
fc *?,* MO00 para eiaaa.
Bilheto ioteiro 5*100
Meio-bilhete 2*750
Quarto i|37
Manoel Martina Piara
Mome-Pio Copular Fer-
nambiipano
De ordem de aosao iraw director sao convida-
dos todos os socios, ata da comparecerem uosta
sociedade no dia 18 do ceirento arox, polas 8 t|B
horas a torda, para oro ataaronUa geral tratar-
se de negocios teadeotes t roes aro.
Secretoria da sociedaatoMoato-Pio Paraambu-
:ano, 14 de setembro de RTI.
O 1.a secretario,
_________ Urbano N. Machado Antones.
Tem se para alugar rama roncamba boa ea-
gommadeira, cozoba o lava ; e igualmente usa
criado : tratar na roa de Borlas o. 94, sobrado,
Oa abra saatoaaSae avraaa ao rtapiltavot
publico e ao corpo do comroerero.
ser sea eaixeiro o Sr. Manoel Jos
gueira desde o dia 14 do crreme
Aatonio |j rpas toa* a
ao
daTxotaV
oraaades No-
O abaixo assignado, retfnaOVse roto date
para Portugal, por motivos aiaroioa .4 saa voatade,
e nao laido oeeseotoaoatt aodldro despedir se ta-
lada um de sena atwfoo, doe fea^roeeOeo trav
Ami de leite
Preciia-se di urna ama lem flllio, a paga-se
bem : roa do Vigario n. 1, 3 andar, sobrado
amsrello. qaw ne praca do Corpo Santo
acbe.
prestio
qoalqoer
Joaquiro Pinto Loo*.
GozkheiT
Precisa-se de aro- perito cotiaheiro :,ca rea
iar|a.do Rosario P. !?
i

?"
-
(
-
.

.

'
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i
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..........
.*/> *P Peinimbiico ^guoilr eif 18 de S tembro dt 1171,
ir Bn^l l si* oAMiiti
S
.*
4.
KJ^
IP
com
^
I
FNDHJIO
#9 RWABM Bill U *
Jt jHH^ieD [erJeo^rofajGres, eempre,
dJUM-JnW tmm de ana* rafea* seu -flTlS|fr1fflfciM pee* tarea o nc.
coptelo une ah lea; pois sendo todo amito auis barato em preco do que jamis te-
nsa vendi; est anda superior em qualidede e toftidio;-e 40* com a ioipeccjk) pes-
ores de ma-
novo sortimento
soal podj-se rerifiear.
tersas circumstancias dos sentares proprtetarios e pera descafocar^agolao.
ittE ESPECIAL kJTtf^k O NUMERO E LOGAR DE SA FUNDICAO
Tapora* 9 rodas d'agua t^^ffmit
Moeadas de canna jyg? <*>i". > meibore. qDe aqu
Taxas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fondos de alambiques.
ElPhiniamnfi para maDdioca e algodao.l Poflendo ledos
W/HUUMHUg e paraierrar adeira (ser movidos a mi
mhftfl_ (p*r f*M* vapo^
*** de patente, garantidas............Jou aomuee.
rocas as machinas e p^ de que t Cotoma precuar.
PaZ qUalqUer COnCertO de machoismo, a preco mo resumido.
Formas de ferro tem IS melnore8 e mais baratas existentes no mer-
T3!fliVimmOTl uiuuiiiiUCUUaB de ^g C|jente8t lembrando-lhes a vaotagem de fazerem
anas compras por intermedi de pessoa entendida, e que em qoalqaer necessidade pode
Ibes prestar auxilio.
Arados americanos, ns,raB1entos a*****.
DI
raoeos wio* da ttsaT_
r* cada aaa: i rn* Daant
Marques 4* (MMi o. M.
Arteios
NsrnadoVlfartoa.
amiaa.
da MoMuMo t pMfer carro ; m
do S. Borla a. 3fc.
Lili IrAti
_JkS safo*
ilaaojM aae so para baal
iTpi
O garantas quedad*.
dando tractos, cosa
"tapara criados,a.
da mil este sitio "
daeape
1 '"tipa i ffiaiinwilB ___
WiMlu litio, aaa* aoius fraotelra* arrnau
pella d Torra, >
*oaae4,t0
rteOOMBMilM
oriMla-M por cata* loOTUaoTT ejflm pr*
tondar ejra-M a roa 4o Coroaal Soaatooa, oo'o-
n >, "ampos a.i. Jiaadif-iM O aa II hora
da
de 8 hars da manhia as 4 da Ngl*.
i nn.ni
V*
_____
MTERESSA LER

A loja dos Arcos de Alvaro Augusto d'Almeida A C. ra do Crespo n. 20 A acaba
de receber directamente alguns artigos de moda que passa a mencionar.
Riqaissimo cortes de vestidos de bloode para casamento.
Ditos de tarlatana bordados seda para casamentos.
Cortes de seda de bonitos gostos e superior qualidade.
Col xas de seda, la, e 13a e seda.
Gapellas com mantas de bloode para noiva.
Camisas de esguiao bordadas para noiva.
Lencos de cambraia de linbo bordados.
Cortinados bordados de differentes .presos e qualidades.
Borns de lia e seda para senhora.
Cbapelinas de crpe preto beu e feiladas para loto.
Chapeos enfeitados para menina modelo inteiramnte novo.
Mantilbas brasileira de fil da seda.
Cortes de cambraia de cor, e brancos bordados.
Ch-cheaez d lia e seda.
Toil de voyage fazenda de gasto para vestidos.
Crotones de padres novos.
Grvalas de muit i goslo para senbora.
Anquinbas de crina. *
Alm deates artigos que se vendem por pregos razoaveis tem outros que s5o verda-
deiras pechinchas como sejam :
Cambraias de cores a 240 e 280 rs. o covado. *
Alpacas largas bonitos padres a 500 rs. o covado.
Lencos de esgui5o moito finos a 30. 3^*0, 4W0O e 500O a duzia.
Laas de cores a 280 rs. o covado.
Esteiras da India para forro de salas.

A ULTIMA HORA.
065.
Ba do Duque de Ca-
rias
- ,i
acaba de receber nm imporunla sorttoeea de
ponpelinas de lia, as qaae abroa o prato d,M0
at
fa-
rs. o covado, alo deixem de vir ver esu I:
tenda._______________________________
Cemento Portland
Km barricas de-13 arrobas preco _-
modo do que em outra qualquer parte, rende-se
toa armazeos de Tasso Irmaoa C
Farinha. de mi|ha
Vende-se farinha de milho moida a vapor, dia-
riamente, pelos precos segaiotet : grossa para
ang, pintos e passarinbos a 100 rs., pira cangica
e pao de provenqa a 120 rs., e para cuscos a 140
rs., em arrobas mais barato : na ra do Coto-
vello n. So.
Vende-se
um grande sitio no lugar denominado Mogonga,
fregueiia dos Afogado, peno da esuco, com
mais de mil ps de coqueiros e entras arvorea de
diversas frnctas, viveiros de peixe, casa moderna
e ptimas trras para planucao e pasto, peneo-
centeaaes berdeiros du finado Antonio Piolo de
Azevede: a tratar na ra de Pedro Affonso nu-
mero 14.
ERNESTO & LEOPOLDO
N 2 D Ra te1 Cabog N. 2 D
Acaa-se montado de forma tal ste estabelecimento de jolas que pode
vender aos seus numerosos fregnezes era grosso e a retalho'e por precos.
mu resumidos visto que recebe "de conta propria por lodos os vapores de
Europa. O gosto de deseobo de s'uas joias o mais lindo do paiz das
modas, torqoezas, sapbiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do p rto tanto
para igreja cerne para servico domestico. Convidamos as Exmas. familias
a vi>iurem o dito estabelecitnento todos os dias at -9 bqras da noite.

'

'


PECHIXCOA SEM ICtAL
Luvus de pellica f escs
1SS0U o par 1SS00 o par
Na loja de Santos Falcao & C, a roa da Cadeia n.
43, ha superiores e frescas luvas de pellica, ingle-
zas, tanto para bomens como para senboras, pelo
pre?o de 14500 cada par, e ; o Falcao pode ven-
der pechinchas destas.
J. O. C. Uoyle tem em seu armazem para
vender o quinte :
Cognac Hennessy.
Vinho Xerez.
Dito Lisboa.
Filiradeirs. _..<.".
Um piano de nm drs meihores fabricantes : na
rna do Commercio o. 38.
Ava iado
algodao com peqneno toque de avaria a 33300 a
pega : na ra do Crespo n. 30, loja de Goilherme
Carneiro da Cucha.
Bicos e rendas
Vende-se rendas e bicos do Aracaty a precos
nunca vistos: na loja de fazendas de Canato &
Pinheiro ra da Imperatriz n. 16.
Leman Frres
vende cerveja Mayjnca e vinho do Rheoo.
Ver veja nortvay
de superior qualidade, em garrafas e metas, ven-
de-se em porcao e a retamo : na ra de Mrquez
de Qliada p. 39, Ia andar.____________'
t/ende-se barato, nm piano, de um dos mais
afamados fabricantes : tratar roa do Com-
mercio o. 38.
Jos Antonio Perein
tem para vender na sua fabrica
da Victoria n. 4 (aotiga ra
da rna do Bario
Nova) charutos des
mais acreditados fabricantes da Baha, como se-
j im Imperiaes, Normas fe Ha vana, Operas, Ama-
dores, Loodriaos e Leae?, de Simas. Imprtaos,
Exposleio, Laneeires, Bigarrilbos, de Cardeso.
Misaistipes, Exposicao, Havanas, Flor de Sus piro*,
Londres, Almirantes Brasileiros, Tratoos e Re-
gala Imperial, de Joaqun? Jos dos -Res, e mais
qnaiidadee de outros fabricantes. Fonos Daniel
Batpendy, fiio Novo, Misas, Maranaio, Para e
Garanbnns, e cigarros dos meamos fumo.
Machina para algodao
Machina a vapor.
Em casa de Snaw, Hawkes di C : roa da Cruz
n. 4.
U qnes modernos
Chegaram .ta nltimo vapor vindo da Enropa,
coques grandes da moda, o outros rouitos onjeetos
de gosto; ao BAZAR DO RECITE, ra da Cadeia
o. 11.
VENDE-SE
orna parte que lem os berdeiros de Luiz Pedro
Neves no eogenho Canto, comarca 4o Paseo, pro-
vincia das Alagoas, no valor de i00< : a tratar aa
rna de Mareilio Dias, antiga roa Dreita, n. 09.
Pechincha.
Mailo boas pamiras brancas e ronxas, bom
omuda ? jigoa que se podero plantar seto
rocoto algnm de as perder. Roa do Mrquez do
Olinda ootr ora Cadeia, venda do Campos
----------ooieino, roa da Impera-
. soarado dooroBto da matriz, lavas de
mo -ooilo fraatas para^oowm. ditas onfeitalas
s lias de vitado
sortimeoio de
rouitos objectos
os ooMorrentes
da latporairix 86, do Jooi
tsasix
ATTENCAO
Para qnem pretender tabelecer-se com pouco
dinheiro, e em um dos meihores logares da cida-
de do Otiado, por ser a pnoaeira. casa em frente a
esuco dos trinoa urbanos deposito do encana
ment do gas e acoa, toado dita cas* Ja nm hotel
om pequea escala, o o motivo da venda o sen
dmlnistrador Mr de (atar bom viagem ao sul do
pone : qMsn ar*endr dinjo-se ao nmaio u-
Ubelecjmento ou na taberna do Sr. feio Coelho do
Rosario. _____________
Boa do Imperador
tt. 87.
Uaile itsjsnHei la aaitlga nerr
U Calrica m BavraM
do Calo*
NesU ben sonido aroaaiem existo nm grande
sormento do louca franceza, mnito til para ca-
sa do familia, como aoja alguldares papeiros
e panellas, todo grandes o pequeos, o bu-
moes para manleiga; lado do barro vidrado fran-
cox. Asslm como um completo sormento de lou-
ca do* Barbalho, como soja : jarroes para 4 e 5
canecos de agua, potes de nm a doos canecos,
muriogues, resfriadeiris, quarlinbas do Barbalho
e da Bahia, vaxos vidradus e por vidrar para jar-
Jim, caco* grandes o de meio para flores, dito-
ditos pequeos para tirar plantas, canos vidrados
e por vrarar de 3, 4, 6, 10 e 14 polegades,
feitos par machina e qne aqai nao ba na provin-
cia a.excepcao do* viudos do fra ; todo rneihor
pela qualidade do barro e mais barato do que em
uuira qnalqurr parte. Em porcao se faz )bati(
ment de 10 i IS por eento ; s ni roa de Impe-
rador n. 37.
A revalesciere duBarry de
Londres
Toda a deenca cede a Revalesciere du Barry,
que d sade, energa, appetite, digesiio e des
canso. Ella enra as dispepsias, gastritee, humo-
res, acidex pituita, flato, eojpa, vom.uos depois
da comida e gravidez, con tipagoes,t> astbma,
affec^des pulmonares, bexiga, flga.' .erebro e
sangue ; 60,000 curas incluindo monas deltas no
Brasil.
A revalesciere cbocolatada du Barry
em p,
Delicioso alimento para almoco e ceia, muito
nutritivo, foriiflcando os ervos do estomago sem
causar o mooor peso nem dr de cabeca, nem ir
ritacio.
nico deposito para o Brasil em Pernambuco
na pharmacia americana le Ferreira Miia&C,
roa,do Duque de Caxias n. 87. (Todo cuidado
tona as fal8incac3es.)
JLMA
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo a. 9
Acaba de chegir pelo nltimo vapor diversos ar-
tigos de novdade, como sejam :
Lindas teuquinbas enfeiladas para baptisado ;
assim como chaposinhos.
Sapatiohos de ;eda e de merino.
Meisa de seda e fio de Escocia de i a 12 annos
de idade.
Rios leques de madreperola todos abertos, o
melbor que ba nesle geuero ; assim como ou-
tros de madreperola com seda, fazenda reqaissi-
ma; tambem reeebeu grande sormento de le-
ques de dsso flngindo marflm sndalo e madeira,
tanto para senhora como para meninas.
Superiores ligas de seda para segurar meias.
Meias de borracha para qnem solfre de iniacdes
ou erysipela.
Seda fronxa para bordar todas as cres.
Froeo de seda para o mesmo m.
Retroz preto e de cores em carritis.
Fitas para cartas de hachareis.
Quadros para retratos.
Lavas de pellica, o de seda, branca pretas o de
lindas cores.
Superiores capellas para noivas.
Lindos alflnetes de madreperola para peitos de
santorss.
Lindas abotuaduras para coiletee.
Lia de todas as cores para bordar.
Superiores pencenez de ac.
Muito finas tbesouras para costura, anhas e
para eortar eabollos.
Superiores pentes de tartaruga para arregagar
caMo*
Tintara inglesa para Ungir cabellos, a verda-
dera.
Grande sormento de franjas pretas, largas e
estrellas o lindos nadroos.
Liados babadioboi e ntremelos bordados, tapa-
dos o transpareaiM.
Formas
Formas de madeira e ferradas para clcalo de
ponto e tais, vende-se no armazem da iravessa
do Corpo Santo 17.
Terreno a' venda.
Vende-se om excedente terreno na rna Impe-
rial, proprio, todo aterrado, prorapto para ediooar
tendo dnas frentes, porto perto para deseasWrsn*
de roateriaes com MO palmea de frtnte 300 oe
fundo : a informar na roa Ni va n. 7, loja, e tra-
tar com o propietario na dita ra Imperial, casa
junto a do n. ISO. ^ **
Vende-se seis duzia s de taboas de amarello
Tinbatico de 11 a 16 p Irnos de comprido, palmo e
me o a 1 de largo e grossura. eosladiobo refor-
jado : na roa nova de Santa Rita n. 19, ribeira do
pottr. -____________^_
Veoi??-* qnairo pipas de superior mol de
furo, em barra do qainto, prompto a embarcar :
ni rna nova de San:" HJU n. 10. ribeira do pelxa
"/ranoi VejiVr)
Veodo-se urna bur>
moito bom estado ; a tratar
sqoini di ros de Horta? c. ,
Querem comprar ?
Gaardapisa para vestidos ; preto ou branco ?
Papa-Ona, larga on estreHa 1
Lencos de linbo, bordados on Usos 1
Bonitos leons, osso ou sndalo ?
A Nova esperanca qnem tem 111
novdade!
Anab de ebegar a Nova Bsporaaca roa Duque
de Calas, n. 63, booecos e nonecas, sendo do mol-
dea is4stYarndMe Bveo, fiado entro ellos os en-
gracados boatcos de borracha : para que se can-
caasT qaaado quiaerem comprar uoalqner objecto
saodo bom, bonito on engracado, leabrom-se logo
da N 'va E'peraaca rna Duque de Caxias n. 63.
NOVDADE.
A loja do Papagaio acaba do receber ns* coa-
plato sortimento de sedas lavrada de una s
cor; assim como nm explendido sortinoato de
poupetinaS de seda, tanto um como outro sao de
lavrores mteirasJente novo*, e as cores sao as
atis delicadas que at boj* tena apparecido acete
tasroado, *oa preco i tio commedo que alo ha
qnem deixe do comprar : na roa du Imperatriz
n. 40, esquina da roa Sote de Setena bro, antigo
beeo dos Ferreiros, loja de Mendos di Carvaibo.
PORTAS"
BARATAS
Vendo-ae partas aaaericaaas almofadadas, lio
baratu que aao paja cunto da madeira ,- apro
veitem que 4i.-to nlo vera mais c
240
Joaquim Jo Goncalves Beltrao tem para
vender no seu cseripiorio a ra do Commercio n.
5, oa gneros abaixo notados, quervende mais bi-
rato do que em outra qualquer parte :
Azeitonas em ancoretas.
Amendoas em l-arricas.
Caf muido em massos de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca mariel frres.
Enxadas.
Farinha de mandirca de Santa Catbarina, sac-
eos de 3 e 1 alqueires.
Dita da Babia em saceos brancos.
Dita de dita e:n barricas, proprias para asas
particulares.
Fio de algodao da Bahia em noveilos.
Fouees.
Maxados.
Nozes.
Obras de palhetas.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Palitos para denles.
Pregos surtidos.
Panno de algodao da fabrica de Todos os Santos
de Pedroso na Babia.
Holhas.
Rap popular da Babia.
Botim em fardos.
Retroz dos meihores fabric.iates do Porto-
Tapioca doMaranhSo.
Tabaco simonte da Bahia.
Verniz copal.
Vinho do Porto engarrafado, caix de ligar-
rafas.
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar.
Dito moscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeaux em caixas de urna duzia.
Dito de caj uta caixas de urna duzia.

Pomada alpaka
E' muito coobecida esta pumada e muito
apreciada por sua finissima qualidade, a Nova
Esperanza quem tem.
Jarros de por ce I lana
Um completo sortimento de lindos Jarros
de porcellana (do afamado Bacar) existe na
Nova Esperanza, ra Duque de Caxias
o. 63.
PittA NOIVilS
Lindas grinaldas com flores e butoes de
larangeiras com vivos e sem elle, vendem-
se na Nova Esperanza ra Duque de Caxias
n. 63.
FIVELLAS DE MADREPEROLA.
Bonitas fvellas de madreperola lisas o
bordadas proprias para pulceiras, vendem-
se na Nova Esperanga ra Duque de Caxias
o. 63.
PARA AS FLORISTAS
A Nova Esperanca a ra Duque de Caxias
n. 63 acaba de receber folhas para rosas e
d'ootros moldes, a ellas antes que se aca-
bemMI
Oleo para machinas
Vende se na Nova Esperanca ra Duque
de Caxias n. 63.
.'
ea bola amarelll ao oito da
no armazem
secretaria da policii
(SiKIft
Vef>*f w *fry V>fQ pira W trabalhar,
] p*r barato prefo : i traur lo irnktw Guita.
NOVO SORTIMENTO
DE
lin\K4 AS
A aguia branca, a ra do Duque de Caxias n.
51, outr'ora do Queimado n. 8, acaba de receber
um bvo e bello rtimento de bonecas de diver-
sas qualidades e lmannos, sendo :
Com rosto de seda, das qne ehoram, e outras
que fallara
Com rosto, mios, e pos de porcelana, e pro
prias para vestir-se.
Obras fie porcelana
' A agola branca lem ootro sortimento de diver-
sas obras de porcelana, sendo:
Bonitos e ricos vasos para pos de arroz.
Outros para joias.
Ouiro para labooetes.
Outros para enfeites de mesa.
Pequeas e bonitas pas para agua beata.
Pequeos jarros para santuarios.
Outros malares para mesas.
Bonitos pon relogios.
Lindas eesiinhas tambem de porcellana.
Eserivaoas de dita.
E mottos potros objectos para enfeites de mesa.
Vinho tinto e branco supe-
)ior
de carcavellos lem para vender em caixas
de ama duzia Joaqaim Jos Goncalves Bel-
trao, rna do Commercio n. 5.
VENDE-SIl
dnas balances dec/maes, quasi novas, em perfeito
estado, a proco mdico : oa roa do Apollo o. 30,
armazem do Rodrigues A Mari ios.
100
. 91.
miodezai,
iras rfegae7.es qu esti
^Hdo lado pelo preeo, a vista da fazeo-
pa/a^toos admirar, a saber:
#All|| bordadas muito finas
sooraa grandes e poqoenas o
mais fino qne ba a i000e
ixaa em > Mglernos de papel
liso, misee-e a rs.
PJ da tranca de laa e algodao as
naia Eeoderoas a
Prwfcswm agua de colonia muita
fina a 400 e
FrNoos com agua de colonia ver-
diqein a 800 ra. e
Cbapos brancos para baptlsados o
. melbor qne ba a 34600 e
Duzia fe botbee cobertos de seda
pa/a vestidos por todo o preco
para acabar.
Libra de ardapreta'a t
Ofotie de boloes de looca branca a
Caixas' com 100 envelnos fazenda
flaa a 500, 00 e
spelbos de moldura dourada a
MOe
Pontea pretos volteados para me-
ninas a
Tinteiros com tinta preta a 80 e
Pecas de fita elstica maito fina a
Latas com superior banba 60.100 e
Utas grandes com superior banba a
Frascos com oleo de Pbilocme a
500 e
Frascos com macass | Pernea a
Frascos^eom agua de Colonia yerda-
deira a
Ditos com oleo de ba )osa suderior a
Carritis de retroz preto com 2
oitavas a
Caixas com agnlbas fraocezas a 160
160
Pecas de tiras bor Jadas a 500, 600
800 e
Garrafas com a verdadeiri agua
florida a
Cartilbae da Dootrioa Christaa as
mais modernas a
Livro daa missoes abreviadas a
Copos grandes com supe'ior banba
Macos de palitos para domes o
melbor qo ba a
Pacotes com 3 gaobnetes ingluzes
fazenda fina a
Escovs muito fin-s para lindar ns
denles a
1AW0
14500
500
160
500
10500
50000
160
120
800
iooo
240
100
20C
2C0
320
800
240
10000
320
600
240
10000
10300
400
10500
10500
160
600
jS MODISTAS
\ A P Bsperanca ;da-t ven-
der birsssjsao, ptra aa bte>s. modistas:
r^W^P^^^oJ^^iTe
tuoo me de qoepr ecizarem ; e isiopor
preco moito commodo, com a condicao po-
rem das mesmas Exiflas^oonir-se d estes
objectoa someoie no dito esiabelecinento
onde encontrarao o bom, por pooco"preco
e desta forma ambos lucraran, isto a
Nova Esporanca, porque vende, e as mod'i
tas, por comprarem bom e barato.
IVo ha ver eemveileicw.
As criaDcns que usarem dos collares ana-
dinos, que se vendem na Nova Esperanca,
esUrao isentos de convulsos*; pois s2o os
verdadeiros recebidos directamente.
E' engranado e destrahe
Os pies de nova invenci e que dancam
15 minutos pooco mais ou menos, mudando
sempre de cores, e representando diversos
caracteres, vendem-se oe Nova Esperanza
ra Duque de Caxias o. 63.
s?
ig-io

Vende-se am pe.ju'n.i sitio oa Boa-ViagOB*. em
lugar muito aprasivel, tem boa asa de tiiolo, p-
tima baixa para p antar-se capim : tratar oa
ra da Madre de Ueus n. 36, andar, a con-
duccao para all vai ser muito commeda, visto
comu vao seniarse tri.'hos de ferro al o povoad.
Ea^enlit) Fassagem ve]ha
Vende-se o engerho Passagem Velha sito na
fregueza de Barreiros, a margera do rio Una, e
meia legua apenas distante da villa, com porto de
embarque em trras do mesmo engento. Esti
moente e corren, tem msgoiacaa maltas e ex-
celentes trras com mais de legua ff extenjao,
margem do rio Una, que estiversm algoas an-
nos descansadas. A tratar coro o seu proprieta-
rio Antonio Santiago Paas do Meti no engento
Mangoinho, ou nesta pracaeon o sea correspoc-
dente F.~Cusla Haia roa da ra o. 52. prime:-
ro andar.
Lembranqa teoipo,
O proprielario do armazem de viveral i rna do
Imperador o. 28, vem por meio desta annuncio
prevenir e avisar ao respeilavel paafieo desta ei-
dade, qne o sea armazem am dos que-eom mais
vantagem pode satisfazer as snas bem entendidas
exieenciss, pois para tal fim tem fctto reair no
mencionado estsbelecimento o mais completo sor-
timento de acepipes, e para qoe os dignos leitores
deste annuncio nao lenham occasian de massada
toma aresolucao de limitar so a lombrtr somente
os gneros que elle tem como especial novdade. e
o siguite :
Lindas caixas com confeitos, proprias para pe-
queos presentes.
Chocolate em p, este chocolate tem a /antagem
de poder-se fazer me: mo ua mesa.
Liite condensado, a melbor marca eonntcida,
este leite convera princpalmenie aoj collegos, bo-
tis bospiues, pela presteu com que se oblem
qualquer preparado delle.
Tmaras do Egypto, raramente viodo a este
mercado.
Licores finos: Chartre?ze, Coraco, Aaizele,
Creme de rosa, etc., etc.
ALEM DISSO O CAMPOS
pode garanr que o sen armazem om centro do
bom e agradavel ao paladar, pois aollo se encon-
trara sembr tudo quinto pode necestitsr ama
despenda, cozinha o-i mota desde a mais bom sor-
tida at a mais mediocre.
AGORA ANDA
aonuncia tambem fei.ao mnlatioho om sacos o-a
retalho.
-____________
Novidades da rosa
branca
Alpacas de quadrinho?, inl, verde, cor do rosa
e cor de caf, fazenda inteirameoto nova o de b:a
largura, pelo diminuto pre?o de 060 ra o oovado :
t na ri sa branca, roa da Imperatriz n. 8. Pa-
ra evitar engaos, a frente da loja 4 pialad* do
nslras azues e brancas o as portadas coa Borts
brancas.
v>ude>-e a posse do om terreno do marraba
do principio da rnaJmperial i a tratar no sobrade
ds rna de Horlss n. 46.



f




*Muarosu A
- -

da Boa-Vista
tlfrifflirw
.. bem onhecido es-
na sempre segundo sua
! primeiro baratoiro da Boa-
olDor pro va. adm'rem os
e claras cures fixas
200*3. t. 4(
O. ABO rs. 6 3:
280, 320 rs. e 4X
Mifcfimii nova a*. 61
81000
84000
640oO
5^000
320
320
F
Pa se cor
Caabraia Granel ira asparen te pe
i JSO. ....
4** doa a 450OO e. .
coa 10 palmos de lar-
gar, was, a 2|00O.
aWipjTaa superior pecas 50000 e
a*f*ja tfOOQe.
na fm ira ajad o pe chincha
amtaa. ^. .
Bilo do kso murtctflao a. .
Qutrwsearta: rflvs fazendas que vende-
i|r preces bai^4issias pana sejam :
fasnbf presws, dituMzue*, casemiras pretas
s>4e car, enns, brns-braneos e de co-
sas "i* ,ra coil-Hes, camisas ingtpzas para
chapos de sol etc.
nema d'altaiate
Os Agaii flaquezas oncoatfaraj um gran-
4* MtfHMia de rotipas faitas desde o
aC'-raM* at a mate superior que se
m saercadn, assim como se manda fa-
lo*! a qnvtquer obra d'encommenda
a priesa, poi^ para te misier se
urrnse 4'iiu per o meslre. Gante
se barrea em-nar "0% de que em ontra
cjo>Jc p o p*sn<- 9 que, compra e n3o o aspecto do
itMaats.
4S naa da Inaperatrlz48
JUNTO A I'ADAKIA FRANCEZA
Libra-i srrli as.
Vest4>* at armazam de fazendas de Angosto
F. l OhtBi & C. roa lo Conunercio n. 41.
.'i..,ii'*,
;iij]
ttRE
FLIX PEREffil
NA RA DA IM
viOMMataan aum eb as*
alisa oa ,o;it bMuIot o
,^fcuu saklstfA Nisevjaat a
,4*r la*, *M3
1*1 Um eb
it! ti smqo $l
r.i 1
I
86 a


ossat. '4 n*4 aMiM
*i*4 asaoil bsa tm
i **4a es seus armazens, alm de outros
i *s *ee aego io regalar, os seguales, que
pr precos mais mdicos que em ou-
iajMtpT parte :
JO^T'iS 4* liuho almofadadaa.
POCTOSAS de ferro para cercas.
SAUT3S angla.
BSF&t Q4-S0S barro francez para esgoto.
CRBSt apftrior em purcoes e a contento.
CK7ra.l de todas as qualidades.
sJA-aHW.au de derrocar algodao.
LOfSAS c (irin:3es da Russia.
0L8AW>S americanos para forro de carros.
'P&JuSS americanos emito bons e econmicos.
ytSflO a Bord.'&ai.
C^jSAC sapsrior de Gaatier Freres.
FA-?S?LLu em saceos grandes a 3$S00.
lAOa ft-fda legitima.
BAUSCVS Jeciinae .
CAOE5\S mericenas.
HHPH .:* J..iiaca
AZa.E'v' de ly-boa.
Contra a tosse
PAST LIJAS PEtTOaAES.
de
feK imples cryst.ilsada.
D**' te hu:i 4
Rafe -f Arabia.
9m te pinho ir.ariliino de Lsgasse.
I u"- naitcs que muilo se re:omendam pe-
fcs"A.- txesiealea qu.-lidades.
Vende na
PHUHfAGUE DROGARA
M
Bai iholomen & C.
_____3t -HUA LARGA DO KOSARU-34
OLEO HJaO DE FIGADO DE BACALHAO
DA
TERRA NOVA
H. LACOMRE
Koa i*w qao tio oi acceitacao tera merecido,
mmtj se ttammeia por ser o mais purificado
fon aafc baje '.mu violo, e aina pelo born paladar,
oaets i*wo qnalquer : venie-se no deposito
oper* de Barltiolo ma A G. : roa Larga do Ro-
?:
Xarope sedativo
DE
foca de Liranjas amargas
COM
IOMRETO DE POTASSIUM
DE
lilROZE
atnni preparado aprovado peta aeademia
: i" me-licina, muito se recommenda pela
WBfftA teuva t calmante, sobre o systema
o feromoreto de potassiom, nao d.-ixa de
tar wtm* CN resoltados as diversas affec-
e* dW Jrgaaiamo e principalmente as molestias
angi*. das vas digestivas da respirarlo, das
jeju-arinarUs, na epilepsia na* molestias
a preohei, na insomoia das crianzas
paria J^ da denticao etc. etc.
Tla se ua pbarmaeia e drogara
de
Bartb ilomeu & C.
34-8CA LABIA D0R0SARIO-3
iJoces, fructas e flores.
ttaCrat n. II' vende todos os dias :
FkpBUts mi flarift'es a libra.
LTtwmUdic os dias, e diff.Tentei.
ei* de mi de vacca em cop is.
\ erfs\aii-ados de difiranles (rectas.
.poftiM e b '09 boceados,
i con botliohos, enfeiudas
i de era vs para noivas.
i antlsas e em boupaels.
les tfles os dias a noate.
Chales da renda pretos
a 2000.
.U)APOLA0 MUITO BOM
a SiOlO a pe^a.
JLGODAOZINHO COM 20 JAFDAS
s 34000 a pe^s.
CASBRAIA VICTORIA FINA
a S JOOO a peca.
CA4AQ0INH0S DE CBOXET PRETOS
a 3#000.
LENCOS DE LIAHO ABANHDOS
a urna Hnla eahcinba por 5*000....
HA DO CRESPO N. S3.
GpW?tja era barril, d
perior qu^li&idtt
su
em a de S. P. John;ton A C.,
-oov n. 41.
rok
MTeg noruega
i t-faalidade, venden em porcio e a reUlbo :
ib.% raa do Co'oinerci.
Potassa
FMMam
iarUjnHM}: vendem Cnnba
i uva da Rassia,
desembarcada do navio
Irraacs & C., na
de Dos n, 34.
O
Os proprietarioj dsU
menso deposito qoe teca dVfaaeMlto o^r*
solwd j fazer ama veedadaira lit}uida|i coa'
os seos arligos: para o qsa caiv4aflM* rMftaM^MIi
poi. Ibe garanten qoe em parte a|gM pdarlo nfMttn- 'f" gf"
mo n3o comprar3o petos presos qna atu pi
virliudo-se que s se vende a diobeirO' vista,
lecimento rogam a todos os sea* devadores dea
Ditos, e todos aquellos que estwereaa dttendo
ser encommodadjs jodicialmente.
l.fislnhas baraiao do Pari.
Alsaciaoas com linas liaras de ada *
luOO o covad.
Ditas lisas com muito brilho a 4$(V} corado
Allantas, fizenda de muito goSfc) tecida
com- seda a 720 rs. o covado.
Ditas com quadros de seda e eftres mnito
delicadas a 640.
Poil de chvre, d'uma s cor com muita
brilbo a 500 rs. o covado.
Merms esQpssezes fazenda de muito go&t
para vestidos borona e roapis de menino
a 640 rs. o covado.
Gorgorito mnito bonito, teoflo d todas
as cores a 400 rs. o covado.
L3sinhas modernas com tos a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas ditas a 280 e 320 rs. o covado.
Bareges transparentes com differentes c*
res a 160 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
de moitj gosto a 500 e 800 rs. o cowdo.
Cassas do Pav&o.
Cassas inglezas com bonitos goatosa 200
e 240 r*. o covado.
Ditas flnissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francezas de umita phant-sia a iOCJ
rs. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazenda
mnito Qua e bonita a ib'd e 3*300.
Pitas d'organdy branco e de cores a
20500.
CAMBRAIAS LARGAS A 800 RS. A YARA.
O PavS) tem citnoraia branca transpa-
rente de boa qualidade, com 8 palmos de
largura, que apenas precisa 4 varas para
um vestida e vende a 800 rs. a vara, dita
finissima da Escossia tendo a mesma largu-
ra, que vende a IiJHOO.
CAMBRAI .S BRANCAS A 4000 E-44500
,0 Pav3o tem pecas de cambraia branca
transparentes com 8 {l varas qoe vende
pelo barato prec/ de 4000 e 44500, ten-
do tmbem mulo Gnas de 54000 at
105000.
Ditas tapadas ou Victorias tendo.de 3*500
a pe^a at a mais tina que vera ao mer-
cado.
CORTES D'ORGANDY A 44000.
O P.>v3o tem cortes de organdj branco
com 8 l/J varas que vende pelo barato pre-
co de 4#000, assim como finissimo organdy
branco com lisiriubas e qoadriuoos o me-
Ihir que tem viudo ao mercado e. vende
pelo barato prego de 70 rs. a vara
Croslenaples preto e de cores.
O Pav j tem um grande sorlimeato de
grosdenaples e gurgurSo preto para vestidos
tendo de 14600 o covalo al ao mais su
perior que costuma vir ao mercado, assim
como um grande sortimento do dlos de
todas as cores e branco e uro bonito sorti-
m nto de setins branca e de cores que-veo-
de por prtgos muilo em canta.
Poaapel.uas de seda a l^OOO
O PavJo tem um elegante aortrmento de
poupelinas de seda tanto lisas como lavra-
das as mais modernas que tem vado ao
mercado e vende a 24000 o covado.
ESPARTIU10SA44000i
CACHENEZ a 44, 54 e 640O0.
0 Pavo vend ; espartilhOs de todos os ta-
maohos a 44 e 5SuO0, cacbenex.parisiense
com delicado ponto e de cores, a 44? 54,
e 64000.
CORTINADOS PARA CAMAS E IANELLAS.
a 84, 104, 124 e 164000. i
O Pavao tem om grande sartimento de
cortinados ricamente bordados, p.roprios
pira camas e janellas que vende de 85 at
16)5000 o par.
Pegas de cambraia adamascada com 20
varas a I0;>000 crochel ricamente bordado
para cortinados a 14500 o metro. Assim como
ricos damascos com Ge 8pa!mjs de largo
ra proprios para colchas de camas e tam-
bem ricas olebas de damasco a imitagao de
seda e ditas de ero het as mais Hadas que
tem vindo ao mercado.
M0S9ELINAS DE CORES A 4W RS. O
COYADO. .
0 PavSo tem nm bonito sortiatoto de
musselinas de cores, padrQes inteirameato
no vos e corea Gxas, que vende a 40 J rs. o
covado. Ditas brancas muito aas a OOt
e 500 rs. Metia branco da Indis moito Sao,
para vestidos e roopaa de neniaos a 740 rs.
o covado. Crotones de corsa muilo enoor-
pados para vestidos a 600 rs. e aovado.
ROUPA POR MEDIDA NA LOJA DO
PAV.0.
O Pav3o tem urna be montada officioa de
alivate, administrada por um faabil ais trs
nacional, aoode se rtranda fazer qnalqoer
obra ds eocommenda, tanto para Borneas
como para meninos, garaotind -se i promp-
tidSo e aceio em todo o trabalbo, e ao mes-
mo estabelecimento eacontrarSo os reapeia-
veis fregoexes todas as faiendas pruprias
orno sejam pannos-de tolas as cores qua-
dudes e precos, novas casemiras de osto
re nsbrancose de corea, assim como todas
isfazenlas proprias para fatos de luto.
CASAQUINHOS A 154.184 KJOJQJO.
0 Pavio tem um graade aoctimenta de
ricos casaqoinhos de seda prata muito bem AgrsstaooM br'aoesa eom Jistras
< B
. de
zjrem terio de
i
ALG4A09S\H9' A WMfr.
va|^wr*tpsc?ts'd S^7tntroiirmto^
a.pe> DOo SMitoaaaaiioN*
4**m> paraiotoki- **9>maW*M-
sendo liso.mnilo aucorpadii -a80$
Krfrr a ffro a tfriT w*^ *tw.
URAM LNTES A tifcX) #44^030 METRO
O PavSo tem* soperfoT bramante de al
OdH eaoV pustJ'pSrt *JMlt^lfeat
uaaaMMairk> viMs^^fetia^lBoo,
e de linbo fazedMiSalilikencorpada, com a
mesis-largofa a t09*QV$HlOB, dito fraot-
tez o mais fino que tem-.'indo ao merca-
do a 34000, ,346001 s.44000.
AfOAUAOO.
O PaI vende superior atoalbado a 10600
e 24000 a vara, dito da libbo fazsada muito
superior de 3^000 para cima, sendo ada>
ssawado.
Paaenta para liai*.
O Pavao lera umgraode sorCmeoto de
fdZBBdas pretas para .luto como sejam :
Merino preto cot 6 pateos ds- trgura
par vestidos a 24000 e-24500 osovada
Merinos -pretos e de.cord3o- para toaos
os precos e differentes qoalidales.
Bombisiobas para todos osprego3.
Caotoes s-alpacas pretas. Lasinhas pre-
tas ou cassas de li de 360 at 500 rs. 0
covado.
Casias pretas- francezas s inglezas ds to-
das as qualidades.
Chitas pretas francezas e iaglezas de>20
rs. para cima.
Cr-pe preto para veos.
CASEMIRAS PARA CALQAS A 44, 54v W-,
U B> 8*000.
O Pavo tem osa grande sorlimenls de
cortes de casemiras de cores para caigas.
sendo os mais modernos que tem vin lo ao
mercado e vends-se de 44- at 104080 o
corte, ditas em pecas francezas s inglezas
para ca'gas, palitots s colletes que vende de
I400ai 64000 o covado, diUs-escotas
prova d'ttgoa que vende a 80 o torte X)U a
34 o covado, sendo estas casemiras ajait
proprias para meninos de escola por sjerem
es airas e de moita durag3o.
OIIsPISOsS l>WOL
O PavSo tem superiores chapos de sol
de sedaiioglezas qoe vende a li4, ditos com
bonitos cabos de Vtrdadeiro m^rfim a 14,
104's 1840oOv ditos de alpaca de todos as
qualidades.
PANNOS DE CAO :H PARA CADEIRAS E
SOPHS.
O Pavio tem om graode sortimsnlo de
pannos de croch proprios para encost de
cadeiras e de sphs, assim como sm rico
sortiuiento de tapetes de lodos os tatnaabos
proprios para salas.
MAOAPOtiO BAR VTO A 44, 44300 E 54.
O Pavo tem p:gas de-madapolaocon: 24
jardas oa 20 varas que vende a 44.e 44500
a pega, dito muito fino- e largo de 64 para
cima, dito francez do melbor qoe tem vindo
ao mercado, assim cono dito finissimo ea
pecasdt 40 jardas.
Cortes de cMtas.
a 14600. 24000 e 24809.
O Pavo tem cortes de chitas francasas
com 10 covad, cus venda pelo baralo.pre-
go de 14600 e 24000, ditas qoe vendes
160, 200 e 280 rs. o covado, lambeta tea
um graode soriimento de ditas finas claras
e escuras que vende a. 280 e 310 r. o co-
vado e fiaissima8 percales miodinbae propri-
as para camisas, vestirlos 6 roopas para me
nios que se vende a.360 e 400,es.
enfeitados e modernos que vende a 164,
184 e 204000, sendo faaeoda ds muito
mais vajor, assim como ricos chales pretos
bordados com franjas largas de tetroz a
104 e 124000.
LENCOS BRANCOS.
O Pavao tem longos braees atwBbados
que se vende a *4i0 e 34. a dosis, ditos
Rrarrdos da rssrim sera ser atetaOts a
34200 rs. a duzia; assim como bonitos lea-
Sobrecsstcos de paana preto fino sendo
muito bem jeitos de 124 s '404000.
Palitos de panno preto'lraqoes e saceos
9a84 al I2P00. -~
Dito* ds caseara osear ta. 64t Wh
Ditos, de al pasa praU Ana 4*44*a-4||l880.
DitssiOa ditofcrsos e-deO 64880.
Oiiaa de bria de liaho de cor para lodos
os procos qualidades.
Omisas francezas e inglezas com peitos
d'slgada'Q de 14600 at 54, em duzia ven-
de-aa ass barato.
Ditas de awo ds 800 rs. para-eiaa.
Ceroulas de lrnto 6 aigodlo, francezas e
feita na torra.
CoUarinaps ds papei, algodio e nno
que s tenje mojo barata pf jlaidar.
OfPila-> at>iV*. T
0 PavJo tem rico ufforio de seda, brao-
AgrsdaMM braoesa coa ostras ds seda.
Fsvpetrass brasess de seda Hst e rana-
das. Sedas brancas, lavradas e lisas. Ca-
boIIm eoa palma de flor de taraaga coa
ricos vo tardados, qoejln se vende aais
A loja do Pavio acha-se con tantemente aborta das
boras ds noile, rol da Iraperafriz o. 60.
orJtrs^aiaisr parte
6 bsrsj oYatobfa t u 0
ItllStS PAB\
^i^M'la'tf;
CbegiramTwftuWTlrversalda roa Nova
" naachioaspaa eos
' Hes ^aeeexists oa
J33| beolco-
Js, corno sejam :
Wellerd Wils64*(%ova-^ Boker Sileaf-
ciosas, Weed 4l{neia le ootras mu i tas
que com a vismMwioVgTadar aos coa
SKSSiacllsas4sr& vaalagea-4e facer
q.traialbo qoe 3Scoaureiras podem faz ipf
clsalssm tanta perfeigab
peifeitas costureiras. Garan-
a%a qualidade e-ensiaa-se a tra-
alhar com perfeigSo em menos de urna
hora, os pregossao tSeresiimides qoe de-
vem agradar' aos pretendntes.
fti
;
%
%

^a
nico legaiasote autorisado e approvado
peto conselho de sade.
uraco DEPOSITO
em
PERNAMBCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLME i C.
34Ra larga do Rosario34.
Para saceos e foguetelrea.
$tecos
PARA ASSUCAfl
CEftVEJA DE MABCA
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lom para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os nmeros estampados
oas pegas e nao as etiquetas.
Vendem-se
Em casa de
T. JEFFEB1ES & C.
46 KUa do Gommercio 46
AMftS DE AKGOLA
OS LEGTIMOS
fraaeas osn cada peca asa blthe-
te cosa o aosae
D08
nicos importadores
,T. JRFFEf-ES dt C.
sao

II
nestOI^OMUaeditati
a if lUMUt.I |r*
i : ai/ irf Mig i
-HKMU i cwshstiii.ti iei cmLm irttailt si
<]''
A


.'..>..
fie todessofeiliss-l
salsto-af'praa!
-lYfm*
*
A FLOR DE OTJBO
El este o distintivo de urna nova^ttam tenfa^
loja de joias, sita a bubt krgw do : >
Rosai io n. 24 A, lQl
Os proprieurio deste elegante eauMei3nlo tendo ero vl*ta os eWrorq^e j
) flieram para o eolluareniias condkcdeti de anftifrudftticjOeUa,*|;
i risaroso principio se nao viessem a? culluoaai de Jornal rafiiltiirii i
. bkco, que no rae. mo estabelecimento encontrara* sempre. o mais completo'.sartimeota
d jilas, eomn-sejam : brincos os mais moderno*, para adornaren) as delicadas ore- '
Ibas do bello sexo, e qoe se vendem a 8, 9 e 10* o par, ditas para roeSMat>>4)4e>S|,^|
ditas de coral, obra de apnrado go lo a 3 e 4S, VuliiatiM t ctral.cwu cruies de oara
13A, dKoa coDt^Ulsaievam soM>d**do^ cakta i

a ad, broches modernos de 3 a
10. 11, Ifl e 20, rselas lisas,
porm bem trabalbadas, de 2J300 a 9a, ditas cero
0 podras de 4 a ISi, cacoletas a kl ditas cun lOBcripces a aA3t, anaeis Sj toaaaaa
ifti gostos, e com bonitas pedras a 3 e 44, ditas de perolas, esmeraldas e rebina a 6S,
'" ricas cruzes de esmeralda e rubim a 12, 14 e 1G*, iU da ouru e coral com viitas pho-
locrapbicas a 3, 4, 5, 6 e 7$'ligas de coral a ifi, radefes para rl>.gios a 304, ditlas a
6*500 a itava, guarni.;oe com lrea4toSfes^para.aper(iSS|s f4Jf d#i de pedrlnbas a3*5O0
o par, ditos para panno* os mais modernos a 7 e 8*, aMrode ur variadi>simo SiTtimen-
to de Joias de apurado gosto que recebem por todos os vaporea da Europa ; orno
sejam : brincos, braceletes, alfinetes, adereces completos, eruzes, metas, anaeis de
brilbante, esmeraldas, perolas e rubios. Medamees, voita, traoeeiii, aoo*s com lea-
tras e de diverso modelos, ocotes e pencinez de onro e prata dsorida, retoftea de on-
ro e prata de afamados fabricantes, salvas de prata de diverso*.tamaanoe, rices palille-
ro? e faqneiros, colkeres para cha e sopa, maracas para enancas, e urna inoidade de
objectos qoe seria enfadonbo mencionar-se.
Os proprietarios da Flor de Ourogarantem vender mais barato qoe em outra
qualquer parle, para qne estar apeno o eaUbelecfmenio des 6 horas da maob as 8 da
ooute.

.
Ysnde-se a propnedade denominada
da Fassads na Barreta, com legua e meta
ds coapriment > de Leste a Oeste, e meia
legua de largura da norte a sul, a margara
da estrada co, com casa de viveoda, grande numero de
ps de coqueiro, sendo toda a trra de moita
produccio. Qoem quizer comprar a mes-
ma pr< priedade p Je entenderse com o Dr
Juaquia Cerros d'Araujo a ra dos Pires
D. 20, ou a ra duImperador a. 83 t. as
dar, itas 10 horas da manha as 3 da Urde.
RA DO DUQUE DE CAXMS
(Qutr'ora do Queimado)
Tendo-se resolvido d'ura avante vender-se nesle estabelecimento todas--as tasa-
das existenies no mesmo, por precos que todos admirarao, achu de meu dsver pariici-
pa-lo a todas as Exmas. familias em gtral, afn de virem visiiar e.-le estabelecimento
ou mandarem buscar amostras, garaotindo-se-lbes um bom sortimenio de fozendas de
algodSo, laa, linbo, e seda, emfim ama infoidade de arligos de m da maodando-se s
rasas das- Exmas, familias, por empregado da casa, toda e qualquer fazenda para verem
ou escolnerem.
As pessas que vendem em menor escala podero bem sortirem-se oeste estabe-
lecimento qne vender pelos raesmos precos que em qualqaer casa importadora, tendo
a facilidade de comprar qoalqoer porcSo.
O G5 tem om compl to sortknento de roapas bem acababas o que vende por
precos muilissimo comandos, mandando tambem fazer por medida toda e qualquer obra
que os concurrentes desejarem para o qne tem um dos mais habilitadsimo mestre
alfaiate, cortando por ua sysieaa inteiramente novo.
Os annu-icios nesla praca esiao e por certo devem estar rjeaasreditadissimos, pois
qne ha casas que aonunciam aquillo que nao teetn, o que o 65 g rante nunca dar-ss em
seo estabelecimento, pois que s deseja bem servir ao publico em geral, para ganhar
g ande nomeada em todo-o mundo.
0 05 acha desnecessario mencionar os ptaeos de snas fazendas pois que isso tor-
aaria-se demasiado macante para os eitores,. por ter de ser demasiado extenso sea an-
nunci s e aesmo para se tornar menos despendoso, pois que vendendo muito e mnito
barato mistar encurtar suas despexas. A sinceridade dos tratos do 65 jalee que ja o
publico conhece demasiado, pois que sempre tem cumprido coa aquillo qoe annocia,
aSo verdade ?
E' BWTIL, NAO SE CANOEM, COM 0 63 NINGUEM P.IDE COMPETIR
AO a*a>
RA DO. DUQUE DE CAXIAS
(Ooti'ora do Queimado)
*
Ora rpida e radical dus
kswlbpau
Essa pomada" qne lo boos resaltados tem colhi-
' Sl af ptsseas qne della tem feo aso acaba de
elwfar para e ten deposito epeal..
T* HA
Pharmacia e dragarla
BartholoasWfcfc ras rargs 4o Rosario nu-
mero 34-
Um
toar universal
RA DO BARQ DA VICTORIA (OUTR'O-
RA NOVA) N. 52.
Aeaba da cbaear para esto grande eataNleci-
meite om eompieto forMcneSto de machinas de
costura da todos os autores conhcid s, ofc qeaes
garaotem por anqo as ditas machinas, ih vea-
MMe900#. Garanti-se aos compradores a boa
s^Mfcde de trabarbo, e obriga-se a efi uSr^etes quantas sejam precisas para b;m com-
prehender-s. Vende-se tambem pecas e mais
perteaces de sobresaleotes para as mesinas machi-
nas. Previne-ie desde j que t se val ao eha
ua, oran tmio para eencerto e eosino de machinas das que
brea compradas oeste estabelecimento.
Seif LeaveuinK Flour
Farinha de triso j fermentada, propria para
pi, bolos, paddlngs, etc., ni macos 4* 6 Uhraa:
vssfa, nos armasea de Tasso lupias ^ c
IlhVde Gamelieijra.
Vedse-se o terreno denominado Ilha, no povoa-
do do mesmo dome : i tratar no CoraeSo 4 Qn-
ro 4 roa do Gabog,

56
outr'ora na da Cadete.
LOJA DAS MACISm
Sendo este antigo estabelecmento assaz coohecido mo principal e recomen-
dado pelos grandes depsitos e bons sortimeotos com qoe sempse priaa emQtr das
n-eihoras, mais acrediudas e verdadeiras sascalaas aaaerlcaaaa fMraatfl-
dio, desde 10 60 serras, a bavendo em todos os taaanhas diasrsidades flfsyste-
ma e melhoramenios para perleilo s rpido descarocamento; tornam se dianas de
serea vista e apreciadas pelos Srs. agricaores; os qssss, am 4ist>, encwrarao
tambem mais -
I
Apuradoa vapores LoeoaovKis, de terca
de 3 a 4 cavallos, e pertenoes.
Machinas para lavar roopa.
Arados americanos para vanea e la-
deira.
Carros de mao para atierros.
Tinas de msdeira.
Baldes de'dita.
Ditos de ferro satasbado.
titos eom vlvula para lavatorios.
Ditos de aadeira para compras.
ipparelhos para jasaos.
Guardas comida.
Tampaa para cobrir pratos.
Tarrechas para fater parafusos de ferro.
Ditas dita ditos ds madeira.
Trena para cosios.
Tersos ds aaodsijas finas.
Emfim muitoi ootros artgos,"qoe s
examinados.
rnenles para arrastar aadeira.
Cvlindros amerismos para padsMs.
Pertences avolsoe para aacbinasS,
Salitre refinado.
Brsu sapeiioTi r
Moinhos ds diversos fabri;anls| para
ailla e caf.
Debulhadorer para miibo.
Axftte de saarmaceie pata machinas.
Camas de ferro.
Bombss dajipy. J 5
DiUs amersapas. .
Cofres de kVro Meas.
Cotos de ferro esmados.
de ds esuubiso.
de chambo.
de btgracba.
lea para^iifos.
avista e oeste osUbelecimento poderlo ssr
'^


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1
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^^iJ^m^^i-^^h^ 1^*#*1 Jinwp.

e

DO

CYSNE
FIGllEIREBO ft LOPES.
64 BA DA IPERATRIZ \ 64
Os proprietartos flest* importante e syrapathico estabelecimesto de fazendas finas,
vea avisar ao respeitavel publico e particu rmente a sna numerosa frepuezia, que o
CYSNE acaba de soriir se de tudo qu-nto ha degosto e moderno em fazendas unto
para hornena como para senhoras.
E' oci -so ci ar que 08 propietario j da loja do CYSNE naturalmente previdentes e
d'um espirito altrnente conciliador dos ioteresses alheios cora os seus, lera sempre
seguido o magnifico tystoms de otTerecer venda fazendas de todas as qualid des e pre
(os relativos de forma que fcilmente poden fornecer artigos de sua casa accommodados
a todas as fortunas e meios.
E sobre lodas as conveniencias e meios preferivel comprar no CYSNE m con-
sequencu da sinceriJade e baratdza com que negociam r s seus proprieiarios.
N) lo vavel empentn de justificar as suas operacSes convidam as Exroas, familias
a visitar a sympathica loja do CYSNE chamando as attencbes do publico em geral para
as segumtes especialidades e presos,
PARA N01VA.
Veos, capelina, seda* e popelinas Drancas
e de cores, g lias, pi-nbas e camisas bor
dadas, todo caprichosamente escolbido e
para varios precos.
CRETONE BAPTISTB.
Fazenla lisa de urna s cor, de c6res di-
versas, para vestidos e tambem propria para
sombras.
CAMBRA1AS
Transparentes de 8 1/2 varas desde
30500 at 8 ? pe?a. Victorias multo 9nas
de 44 at 81000.
CORTES BORDADOS
Fazenda branca de delicado bordado
baixos precos acompanbada do competente
Inrit.
LAAS
Variadissimo e reo sortimento desde a
lia lisa barata de | at a de listras de seda
mis cara qoe pelo preco que vendemos
por assim dizer de graca vista do gosto
e quadade.
BAREJES
Lindos padrSes aos precos de 3G0 t...
400 rs. o covado
SAIAS BORDADAS
As que o CYSNE vende sao bellas e so,
periores.
LUVAS
As melhores e mais procuradas luvas de
Joovin, brancas e de cores sao as que o
CYSNE exre a venda.
balOes
De cretones cora babadoe bordado, di-
tos de arcos a IdS O, pecbineba sem rival
no genero.
CHITAS,
Completo e grande sortimento de todos
os pre(o> de padi5es modernos e cores fi-
zas.
GROSDENAPLES
Finos de todos os precos e larguras so,
0 CYSNE pode vendar b trato-
FLA.NELLA9
De cores e bancas de 300 rs. at I $00
o covado.
ALP\CAS
Lavradas de 500 rs. a I (JOCO o covado,
especialidade do CYSNE que n5o conta com-
petidor.
MADVPOLES
Francez de 24 jardas de 80 at 10(>0G0.
inglez de 55 at 81JOOO, e muito fino.
DAMASCO
Com 8 palmos de largura, dito estreito.
CORTINADOS
Para camas e janellas de todos os tama-
nhos, cambraia para o mesmo flm de 20
varas a 105 a peca.
ATO.tLHADO
Da llnbo adamascado, dito de algodSo
muito finos, bramante entrancado e liso, e
barato s o CYSNE vende.
GUARDANAPOS
Grandes e pequeos.
SETINS
'ara todos os procos e diversos pa-
dtoes.
PARA N01VAS
Camisas bordadas, yeitos colarinho e
punbos lisos.
PARA LUTO.
Merinos, princezas, alpacas, canto, bom-
basinas, chitas, cambraias etc., ele, por
presos que s o CYSNE vende
PARA HOMENS E MEEINOS.
Brim pardo a 640, 840 rs., Id e ld$00
0 metro, gangas de 400 e 440 rs o co.va-
jlo, e tambem temos o afamado brim de
UfoUa.
CHAPEOS DE SOL
Para borneas e senhoras dos melhores
fabricantes da Europa.
FILOS
De seda, ditos de lin o, pretos e brac-
ees e mais baratos que em outras loja.
1 MEIAS
Para todos os tamaohos e qualidades.
CHALES
De merino lisos e estampados, pretos com
franja de seda, ditos com franja de 13a es-
pecialidade do CYSNE.
Desculpem os nossos freguezes termo sido om pouco extenso na narrarlo de al
mas novi'iades pois com quanto seja nosso iuteresse tambem o dos nossos fregu-
zes que querem. e gostam a dar na moda.
(taja 'ia Imperatriz a. 64-
tMIIEDv & LOPES.
ESSBNUfAL
Guiados pelas indicases de. nsitos abaiisados chimicos, a medico .distiactos, que
se deram ao es'tudo e averiguaclo das causas qae prodazem os p^decimentos de rheu-
matismo, goda, ardas dus rhifu, t*xiga, fgfidQ. t d'outras mcerat; e aos enaaioa dos
meios pn prios para cural-os, cbean&')a a obter om remedio, que nunca desdisse a sua
aciividade contra os ditos padecimeotot
N3o nicamente baseadp em tbeorias que tanto a vaneamos, mas sim nos satis-
factorios resultados obtidos da sna applicac5o, as innmeras experiencias, qoe com elle
filemos; e deste modo, segoros de seus beneficios effeitos, afoutamenle o recommenda-
moss pessoas q.:e soffram algunas das molestias cima dius.ou de alguna outros pa-
decimtnto do apparelho urinario,,.*^ como 0 abtico, glyeosorico albuminuria)
Escudado seria observar que se n3o pode deaigoar nm numero determinado de dses
de om medicamento para corar todos os individuos que padecam da mesma molestia ;
pois que a cura est dependente .de.diversas circomsiancias, inherentes d*po*Q5o na-
tural ou compleicSo, de cada o,de||ef > 0a> comludo. ceno que o hydroleo lytho-
triplico anii rheumatico e 'gottm prodsz sempre a cura desejada, qundo se persiste em
toma lo o tempo preciso para obfe-ja; dolido, ter-ae. em yista que qjoanto mais ipvete
rido est o mal mais se deve insistir na applicac3o do remedio.
Podemos tambem affiancar qoe, por mais contionado que seja, p uso deste reme-
dio n3o causa desarranjo algam as y?$ digestivas, mas antes, pe? propriedade eminen-
temente tnica, qoe tambem posstje, ortifia o estomago, torna mais facis as digeatoes
e, n3o poocas vezes, tem feo desapparecer dtarrhea, que eram entretidas pela debili-
dade geral do app; reino digestivo,
MODO DE USAR.
Tomam $e do hydroleo lythotriptiCQ, aos primeirps quatjo oq pinco dias, duas co-
Iberes de sopa, em agua assucarada, ieite, cha ou caf com lelte, e mesmo sem misto
ra algumi, na occasiSo do aloioco, e outras ao principiar a jautar.
No quinto ou sexto dia e seguintes, tomam-se do mesmp moo djl), ires coiheres
de cada vez.
Se as ourioas da pessoa doente depositan grande porcao de areias; se as dores
nepbrilicas, rheumalicas ou gottosas sao constantes; em fim, se os padecimeotos sao
fortes, tomar-sebSo quatro coiheres de cada vez,ou tres vezes no dia, a tres coiheres
da cada urna.
Quando as areias, ou outros padecimentos, tem diminuido, torna-se s primen-as
dses.
Pelo uso do Hydroleo lilhotriptico vJo sendo mais raros o apparecimeto das areias,
s dores nephriticas, rheumalicas e gottosas at que de todo desappa/ecem: neste ponto
pode dispensar-se o remedio : til, porm, com prevectivo, tomar cada semana urna
ou duas dses dlle.
Pelo qoe respeita alimentago, deve ella ser rego'ada de modo que nao sobrecar-
regne o estomago, e em quanlidade ta! que possa ser fcilmente digerida.
A mHbor bebida sem duvida, a agua pura, mas tambem se pode usar de :nbo
simples ou pouco alcoolicQ. De crveja e vinhos fortes, poucas vezes.
Sobre todo o qoemuito reccmmendamos, grande exercicio, semfadiga, pois que
elle muito contribue para a rapidez da cura.
N. B. Depois de lirar-se do frasco a porreo que se vai tomar, deve baver o maior
cuidado em o arrolt ar immediatamente.
nico deposito em Pernambuco
Pharmacia americana de Ferreira Maia de C, ra do Duque de Caxias n. 57, (an-
tiga do Queimado.J
lua BRANflS'
DUQUE DE CAXIAS N. 5-
(Outr'ora Queimado n. ft)
h
k Aguia Branca teodoj recibido parte de suas
iotigas eDcommendJi1, em seguimento acaba ago-
ra BMMnoie receber ootras, .Igomas das quacs
M toroavam essencialmeoie precisas, e ouiras se
Nzem apreoiadas por seas gustos e qualidades,
Meias de o d'cscocia, abertas para senhoras
3 meninas.
DMu idem eom listas tambem para senhoras
e meninas.
Ditas idem maitc boDitas ao gesto escocer
Ditas idem idem brancas e com listas para me
aioaa.
Ditas id' m idem para baptizados.
Ditas de algodu cvinpridas e com IUtras para
menina.
Lavas pretas de seda, para senlicra.
Ditas de toreal e de teda para meninas.
BooiWs eamisinhas bordadas para senboras.
Fil de seda, branco e preto eom flores miadas.
Dito de algudlo, liso e com flores.
Tonqnmha.s bordada? para crianas.
Ltadose modernos cbapnsinbos de fusilo para
Pentes.de tartaruga para desembarazar ou pen
*
FLORES E PftEPARS PMA
A Agnia Branca receben lindas mb_
finas, tanto para cabeca como iota rfujM.
bem assim :
Papel verde liso e eom listas *
Dilo de cores para flores.
Fulbas de diversas qoalidadw pa a
Ditas verdes e lustro as, obra na*
meira vez vindas ct.ru:i amostra.
Franjas pretas e de diTersa ta*
feitar vedides,
COQUES DE TRAECAS E ttE OLTUOS
MOLDPS.
A Agnl Branca acaba de rfllri
na por cao dos t* nitos e rm*9f
des de nanea e outros aJItai
ilos de dita travessos para meninas.
Dito? de -borracha para ditas.
Ditos de tartarog*, pequeos, para segurar
troarradilbo aos cabellos de seuhoras.
Grande sortimento de enfeites de seda para ves-
tid. ,
iF'MIm de madreperola e de tartaruga para
pnlceira e laco para o cabello.
Bnita> b Icinbas para meninas.
NOVO SOKTIMENTO DE ENCHOVAES PARA
BAPTISADOS
A aguia branca acaba de receber novo sorti-
nento de lin \o e completos enchovaes para bap-
usad')*, e bem asim separadamente camisinhas
para dito-, lindos chapensinhos de setim branco
boj-dado?, outros ditos com fundo de velludo, obra
COLL RES ROYER EfiECTUO
NETICOS.
A Atoia Branca acaba de recebar ta
sos collares electro mignitlcw j !*>
dos para facilitar a denti;ao das anatcaa*
serva-las das convukes.
SOBRE-SAIAS O ANQUES&IS 9
CLENOLINE.
Em substitniclo aos ba 5es Tienae u
nbas de clenoline, e acham-se > tw*- aa fi^i#a
Agaia Branca.
QUADROS PARA RETRA7IW,
A Aguia Branca recebeu variado ^^jczst* fa
quadros para retratos.
I LEN(,X)S
BORDADOS.
A loja d'apnia tranca, a roa Dncat? t\
n. 52, ontr'ora do Queimado a. 8\ r*r*tea> 1
lenc/is de carnbraia de linno prire- jwi-a*a* aaa>
daoof, e como de seu lonvavel enne
vrndendo baratanunte a000, ff*. P* t 8JM
Jet mnito gosio, e que serveni tambem para pas- cada nm.
i(>, sauaiinhos de seim pan o mesmo tim. TAM EM RECEBETF
MOUER.NOS KM-E1TES DE FLORES, ricas camisas de fino esgaiau de. i*&*
irnados com bfeos de seda, fitas de setim e flvella com mnito gcto, e propriai para **, m
de,maMaereU ao ultimo gfste, e prdprios para mo entra Exm*. senhora que pos-a p
bailes, easatneotos, etc., ttc mentar o numero de sua h-^a reapa
E LE 6A NT E
N. 1- Ruastreita do Rosario l.1
-
% BOU TOII


Ac- ba-se^de abrir este importante estabelecimento deruiudezas superiores com os
tmIhores artisos de taxo e de moda para borneas senboras, variado sortimento de
perfumaras dos mais afamados fabricantes de Pars e L ndres, como sejam t ver, Lnbin,
Conoray, Pinaod, Regand Chonoeaux, Menpebs, societ Mygieniqu, GosmI, Rrmmil e
Piesse Lubin, etc., etc.

Alta novidade
O Mu eu Eleeanl i ra Estreita do Rosa*
rio o. 1 vende ricas camisas de carabela
de linho boraadas para no vas, e tmbeos
de madapolao Bno, bordadas e enditadas
de ntremelos a 40a, 60(J e 755000 a d-
til.
Lindos pentendorea guarnecidos de entre*
meios e reud, s valencione, ricas caigas de
linho bordadas e de madapolao, pan senbo-
ras, bellissiuio sortimento de golinhas e pu-
chos cousa int-iramente nova, recebido pelo
ultimo vapor da Europa.
PARA BAPTISADOS.
, O Musen Elegante receben os mais finos
e ricos enxovaes pira bapti-ados e tambem
lindos vestidos enfettados para crianza, roa
Eitreita do Rosario n i.
UMma moda.
O Musen Elegante recebeu os mais lindos
e modernos chapeos de blond enfeitados
para senhoras, e tambem de velludo e pa-
iba para crianzas, e est vendendo mnito
barato para vender logo, a roa Estreita do
Rosario n, 1.
Flores e plumas.
O Mu seu Elegante est vendendo as mais
bollas flores e plomas que tem viudo ao
mercado, as&im como mu lindo sort manu)
de franja de -da pieta cousa aa apurado
gosto roa Estreita do Rosario n. i.
BOTINAS.
No Museo Elegante vende-se botinas de
n. 20 a 3 pOara crianzas a 2000 o par, e
I ftbyrintho
O Mofea Ele ga* vende ricas froobas de
tambem vende colchase toalbaa de fustao a
5^060 extraordinariamente barato, roa
Eitrjia do Rosario n. 4.
Collar electro.
que arla! ebagaraa* os verdadeirea
collares de Itoyer, centra* as roovntsfitS'.da*
criaheas e fariiitando a denticao, e estfio se
vendendo a 35000 t ar Moseo Elegante
ra Estreita do Rosar.i b. 1.
As de 64 por 4^800
Na verdade barato II Facas finas cabo
de balando com dois ootes a 43800 a du*
zia, om completo sortimento < colbe-
Iheres de electro pate e> facas com cabo de
marQm, tu '.o por prego baratmbo que ad-
mira, no vhiseu Elegante roa Estreita do
RDsarion. 1.
AS MODISTAS.
No Mu-eu Elegante encontrarse um com-
pleto sortimento de bico de blond branco
e preto, dito crochet, trancas e franjas de
seda de tod s aa coras, grande sortimento
de galoes de algod3o cousa de lindos dese-
nhos, cambraia fra ceza branca e preta para
forrar vestidos, retroz de todas as cores,
entremeto* e babados tapados e transparen-
tes e ; gulhas de ferro, osso e marfim para
crochet, toa Estreita do Rosario n. i.
ImlUeSo do uro.
O Museu Elegante vende ricas voitas dou-
radas para senboras e tan, bem meios a te-
recos imitando toral, perola e gata todo
por precos razoaveis, na ra Estreita do Ro-
sario n, 1.
Mantilha brasileiras
Ne Museu Elegante ra Estreita do Ro-
sario n. I, ven>'e-se lindas mantilbas de
abjrintbo 640 e l^Oi, roa Estreita do seda para senhoras a 15000, ecusa vinda
Rosario a. i.
ARMASE DOS LEOES
RA Dl'UE DE (MUS N. 29
Os proprieiarios (leste grande e bem montarlo estabelecimento. siestificasi so
respeitavel publico' lesta provincia, que se acham com um variado ecomplet ^sanete
de; movis, tanto nactonaes como estrangeiros, sendo estes escolhidos i c'pfrehapox
una des socios quese acha actualmente na Europa, e por isso os pod>.-m veerter maia
baratos 20 #/o'tenos de qoe em outra qualquer parte. O mesm tem eontrataafa> coa
os! melhores fabricantes daquelle mnente as remessas das mais ricas oc*ia ritan
A\i. Na oficina tem os mais habis artistas (leste genero, e por isso aptos a ferfMreal
mabilias as mais aperfeicoadas para as casas da provincia consideradas dt primdn
ordem. Pedem, portmto, que venham visitar dito estabelfcimento, onde tucoetr.ile
a realidade do que acabam de expdr, passando a examiaarem : ricas e completas aanMaa
de Jacaranda, mogno, faia, carva ho, amarello, etc. etc., ricas e elegante* raanaa so
Jacaranda, po-setim, amarello, etc. etc., guarda-vestidos de amarello-, goardliHfa dn
nogneira, amarello, com tampo de pedra, aparadores de dita, dito, cora 'tita, patito
toilettes, especialmente para razer barba, toilettes de Jacaranda e amarello, ej
e muitos outros aitigos de gosto, que para se n3o tornar enfadonbo pretictadi
azer aencao delles, o que s com a vista poder3o apreciar.




' no ultimo vapor.
l/m
mi
< V TI** '
ty^?l
Hnnca -e vio wn Droeam mais perreito eque a- cr,Pto w,ffr,e cho|lne 8<*'o8 fortiwimos,. sem
avara da f'cnptoracio. bre ela, muito menos a accao du tompo apode
A sna cor lindsima e n5o preeisa de enida-, **'rB'r. jf10 P'ansivel.
o akam p^r* se conservan qjj. oieiro sempre | f,* e so ,0 coromercto qtw este men prodoeto
ma mf-ma c6t, sem borra, croata, bolflr ou sem v*w aer um ; os profesaorea dos coltegna, invesii-
oaa sus maHlas nberentas- ledas as timas ^d todos os meios para o a<3i*otaninti> dos
traeohmda.s alndameerajdai.nMlhores|?en!,di'e'pulos, tem approvekado esta tinta qoe
to?ea e Sobretodo, este estmave! producW n|o alaea as, 5n",,l'Dn*,e ?2d"! m coMeqnencla da belea
saanae de ac, antee pelo contrario, a penna i r e raciiirtade de correr na pequea pela sna
UepiMom esmaltodoarada qn, sena Ja#are- \'m. rtef- a eiuaplo de enancas qne bav
i mnito tempo tiobam urna repugnancia extrema
para a escripia, logo que foi a<1mltiida esta tinu
no eoltegio, apoderon-se deNas a enriosidade e o
g'.tu, punco tempo depois oseo adianumento
era manitesto.
GMa tinta, par de tantas vantageos,. tem om
nnieo inconveniente, deieriora-sa ao conracto o*t
natra qualqaer; c^nvm poi te-la em tioteiro
iieobis do menor vislumbre de nutra Unta a evi-
tar eacrever eoa a peuna aoja da urna preparafao
dirTerente e rocompativel; veriflaando isio, lo ba
reto para se nsar de tlnm qne nao seja a VIO-
LETA EXTRA-WNA Dff B. NTEIRO. '
__..aasc graaoilpsov.
*U Ola, ni semto especialmente usaa, copiar,
tt amtQdn iJuavtrt'V oa m* W*48 Dn- el
?apon de eripta ; precis, porm, deixar-lta
raapet bem ranibaA sm esxngar cora maU-
cro,pt* car auia de.qma eir', oap.afgi|iawraiB las-
ai (olas qaa.atas couias ae.q^ereo tirar, mas
*ae-*a coro o original tirar i um tantas qnantas
iiillljrn. setp qae o l|iaai' fimt p.-ejudic4o
aataa anelas.
Qoaarra >Wi fe* IP.P po unaorta
asaaia M^U^nev. e b.a^iidaaett qo ame-
*or tinu mi saturaz, e o 4oB^rewejnpre
* a tinta, qoe murtas vezer fffluera- menos
Btpa tem.
A dupla qaalidade de apraeiavel, m\ que avila qoe em qualquer es-
artatorio hala mais do qoe orna unta para oa di-
*aoa misieres.
aqoanto a sua durahilklade, nao ha a oppor
.MOWftawda.
NA CALIFORNIA
i
DE
Observ&Qo.
FAZENDAS
A ra do Queimado n. t7 oa 59
Loja e Carlos Jos de Mederos 4rC
Junto a phHaiaeia americanas
Alni de ontros artigos baratos, eBCODlrase os seguintes:
P*C3 dajrcambra'as brancas eflm i yil,*A5Q0, Z, e 34*06.
La>sinba a Wn. o covado.
Cniisinbas bordadas para senhoras a 3dO0Q.
(bitas a Ot> e *V0 n.*c>vado..
Cambraia^ de coTeg a 2|0 rs. o cov
Ciale.- de BDt r d estampados
CfrrWs do vestidos com 2 >s\,t a
Madapoln a iOOo a pe?a W
Dao se amostra mediante pe
CASAS'
Vende-se duas e--as m, ra< na hvfnkU dJ
Stw Antonio, nmo frv-t-* pp dV aTeWtftfita
detrtato, ci m cn niimrt5*iiatiM, ioaO^r5
flaa. fritiai-M/faja*^?rto-, yaia** Ji |MIS>
: iraia se oa |ta(wriaJ'Si r 4
om ir,

ts nud'j .
alas para brmeos a 200 e 300 ra.
Irm
Diversas faisitkacoes e semettiancaa tem >ppa-
reoma, coja aorabillada > dowdosa. O Srfc -, ____-_
OoK*doNi poda avilar o angas Birit,n4*ar |' ****** c^-r.* i^aaaaWvire' M*J. TTl.
fK WemtvMU'i^ rsawao.a tinta m a* a.: 'qwoi a ajarixtr riOtja.w i
RIJA 1A IMPEH/ITRIZ W3&
Os proprieiarios d-.sle bem conh cido e el gante estabrlecimrnio, -> fcaal
*o reseitavel publico em geral, e com espt-ciahdade ao bello sexo (suas am*m fia>-
aoezas) que tem recebi'io p-los ltimos paqu tes da Europa, um linio e arvetooa*>
lUkrDtO de tud.i quan'o precizo para ima senhora (que se presumir ter IVooafoata)
completar nm elegante e invejoso toilet.
Os proprieiarios contando C(m a valiosa coadjuvig.50 do sexo amavgf, n
tido-o eeu estabflecimento de tudo quednm Ihorse flesejar possa.
Os proprietarios julgando muito nfaiunb) ou antes por assim dizer:
mencionaros innmeros objectos que com be o bello sortimento de que ackaa
content^m-^ apenas em relacionar aq elles que julgam mais re:ommtndats pda
elegancia, noviuade e comm^didade nos presos, como sejam :
Lindos leques de marfim a 8000
Voitas de correles de borra ha a ld40n
Lindissim >s ltques para meninas a 2#00
e 25300
Leques de madeira a injit-c.no de marfim
a 2|()00 '
Peni*s de regaco para meninas a 240 rs
Di os com cna. a de metal para alisar a
240 rs.
Duziaa de linha de carretel 200 yds. de 80
I a 150. 800 rs,
Fivelbubas d madreperola para pulceiras
o par a 2$G0
Caixas com 100 penna-' (Perry) a 800 rs.
Dhzia de meias para senhoras a 4#0l0
A golfeas para crotheia 140rs.
Duzia de boioes de setim para vestidos a
320 rs.
Caixaa com 40 papis de agnlbas fundo de
< OToaiflUlO
Gi lli thas de fil cambraia bordadas a
240 rs.
Crteirinhaa com agulbaa de todas as qua-
A 8n4 eiisV ne te estabelecmv oto um completo e variado sortimeai
qnaoto h^ da malh/>r e de mais elvame.
Oa pjr.pri,tario8 r g^m as Etmas. Sras. a visitarem o sen estapefeci'
$k se ppderasi mandar buscar os li\ros de amo tras ou qualquer objecto, osqaaes
svjed.atameB'.e remettidos.
Ra da Imperatriz N. 36
SA LEITiO & OLIVEIM.
'

dades e com um toque de
240 rs.
Ditas limpas a SCO rs.
Redes iuvisiveis para cahajlo a I0B ol
Leques de madeira a imtac5o ta aaav^i
2&00
Tem tambem grande quanidade de ttra
franceaas, fitas de sarja de tod s aa ctm
e larguras, ditas de velludo, pr*tae- m
cores de todas as larguras ert nctiite) boa
qualidade, ditas de setim e >ie sdtav
Retroz de todas as cores e de maso Mt
qualidade
Lindas cestiobas de- palha b r*
mente froco e proprias^para
de e>con.
Fins dadas e proprias para rapatinrorno.
Completo sortimento de bien de -ida
e pnlo ede i pt.raa qualid Bonitas capella para D(i>aa
Luvas de pellica brancas e de cireo.


S&l**-*-*
*-*
roa do Mrquez de 6ha
w.
Tos'paBna? Catoa'rl Vora da^SiwBtQano*Cnia rea da'Cacimba a. I,
* ros* ^WaMW-
\
OA
lttp

Bnie^ deposita no Recifu roa das Gru n. 13 sem
taraeio de presos.
('al nova de Lisboa
temente cbygada no brigue Enea-
A loja da praca da Ipd^end.ina aV *-
goa nova remessa do muito. acredu** na faaja
gress'i, Ono, R cha, Iraaeez, rolio vtmtrwim
Baha, Lisboa e Paulo Gordoiro eomaoa '
veode-sa em IIWras.aa tetoUp.______'
lO Comis)rcio o-1 ?I da Independencia n, 33, que
escrpiorwi ra do <
, W a
ma-ma
achara i
tratar.

*&.


aaa"""


fKtri &
fcgnndi tan \S Siemkd d. Hftl
imn*
u
-

CAMA1A DOS DEPUTADOS.
Ditomm- tmkmento servil.
fBeaaWcS-V) j 7 i
Corneeon o oejbra epatado dizeodo q.ie
en alo tinhi tomado em considerado to
ot'* seos argumentos. A cansar abe
qftaYalrn depojado snbindo 'tribuna nS>
. temobrigaci) de considerar e respmd;!
a lodos os argumentos do seo predecess >r,
considera e respinle aquellas qu-j ju'g-i
que no momeito deviii merecer urna res-
posta.
Disse S. Exc. que eu fiz consideracSs
geraes nio pertiaeales a) seu discorso.
Tambera em nada pode sto offmd*r-m-\
porque, filiando sobre a materia e Miando
em primeiro losar, devia dar orna idea ge-
cal acerca do plano do projecto, e nio es
Uta adstri toa essa frmala de so respon-
der s pergunta* do honrado depatado,
Tendo relacSas migaveis com o nobre
deputado, sndo at ambos deputados pelo
mesmo districto, d3o poda ter para com
ella senio motivos de cordtabdade ; entre-
tanto que pareceu-me, parecen a todos,
que havia ama certa prevencio da parte d >
nobre deputado na analyse 13) miuda que
quiz instituir, parecendo ama sabbatina.
(Abolidos.)
A injutica do nobre deputado resulta
alvez da sua preveacio. S Exc. crilicon
um tpico desse discurso, no qual eu ex-
puz cmara que, desde os primeiros pas-
sos na carreira politici, disse comigo mes-
maque, dado o caso tivesse a boara <1e
occupar um assento nos conselhos da nacSo
e a questio fosse aposentada, daria o meo
voto- a favor. Ora, n3o ha aqui nada q ie
pudesse autorisar ao nobre deputado a di-
zer que da parte do orador que se dirige
cmara havia esse entbusiasmo incubado.
Eu nao me declarei abolicionista; compre
henda a grande responsabilizada de aguar
esta questio ; mas. desde que dei os pri-
meiros passoa na vida poltica, nos momen-
tos de lutima reflftxSo. dizia comigo mesrao
que, se ella viesse lela da discusso, da-
ria o meu voto a favor.
Reli o meu discorso r3o quero fazer
elogio nenhom minha obra; pelo contra-
rio sou o prime ro a reconhecer a minha
incapacidad* (n3o apoiados), mas o q ie
disse tuquella occasiio estou prora,to a
sustentar hoje e serapre; e assim como es-
tou prompto a mostrar que n3o tem funda-
mento varios captulos de aecusagio formu-
lados pelo nobre deputado.
Dizia Benjamn Franklin que, se tivesse
de fecomecr a viver, tena seguido os
mesmos passos que bavia trilhado d orante
a sua longa carreira. Eu, sem querer n m
de fotige comparar me com este homom
notavel, digo que, se tivesse de pronun-
ciar outra vez um discurso as circunstan-
cias de entaj, reproduzina o mesmo que
pronuncie!, porque julgo que dessa forma
prosurei justificar a proposta do goverao, e
dar urna resposta ao conjunct) dos argu-
mentos do nobre deputado, sem que tives-
se ebrigaco restricta de considerar a cada
um de per si.
nobre depatado disse que as medidas
da proposta arouxavara o lieos entre o
sanhor e escravo. Eu apresentei ento
varios anjpmeotos para mostrar que no
mea entender tees lacas nJa eram afr oti-
lados ; e ainda hoja no correr do mea dis-
cano disse algema cousa a respeito. S.
Exc lez<-me a graca de 1er smente alguos
trechos, ni) lea todos, e agora nio os lerei
para nio cansar a paciencia da cmara.
ftespondeodo igualmente ao 3' ponto, a
marte antes dos 8 annos, disse que, como
o e-cravo no regimem actaal, pereceado an-
tes dos 8 annoa, nao indemnisado pelo
estado, tarabea o estado nao tem nenhuma
onrigaco de indemoisar, caso elle morra
otes dos 8 annos no rgimen da-lei; qie
era um fado prejudicial ao senhor, mas que
a lei nao poda ser casustica
Ao 4o ponto tambem responda que, se
a mai obtem a liberdade e leva o filbo, deve
;omputar-se o valor do filbo no preco da
alforria da mai, porque o senhor nao ba de
aolrer prejuizo com a perda da cria.
(Aqui troca-se um dialogo enire o orador
a o Sr. Baro da Villa da Birra.)
Quaoto aos filhos dos liberto?, entendo
que o senhor da menor, qae tem osufruido
os seus servaos, obrigado a carregar com
ellas at qae a mai altinja a 21 anno', e
obligado a isso por om preceto de boma-
nidada e de religiio. Esleargumeato para
mim tem todo o va'or, embora para alguns
deputados da minora ni) lenba proceden-
cia, fiesta materia presto homenagefll com-
pleta aos preceitos da reli?i3o, aos precei-
tos da humanidade, e n3o sigo a opini3o de
personagem de urna das obras de Walier
Scott, que, achando se em vesperas de ama
batalba, e perguntando-lhe um companhero
se j tinba pensado na sua alma, na sua
salvarlo, respondeu-lhe; c Meu amigo, este
negocio de alma n3o comroigo, com o
capell3o do regiment. (Risadas.)
Quanlo ao absurdo moral, fioanceiro e
poltico, como ea qnalifique', nao ha nisto
a menor offensa a S. Exc, porque o absur-
do n3o se refere pessoa, refere-se ao plano
e s ideas. Declaro que respeito muito os
talentos e a pessoa do nobre deputado pela
Baha, o que j disse no oatro discurso.
N5o affirmei que o nobre deputado Igno-
rara o direito natural, disse que naquelle
memento o havia desconhecido, o que se
pde-dizer sem offensa ao mais abalisado
publicista. Nio havia.'portanto, raz3opara
o nobre depotado offender-se.
N3o quero analysar todos os pontos for-
mulados pelo nobre deputado, porque a
hora est terminada e esta discassio poaco
adianta cmara: quiz smente mostrar
qae o discurso de S. Exc. no fando nada
tem qae me possa offender. O qae me ma
guou fo a forma por que S. Esc pronon
ciou-se, e a forma pode ser engaosa; tal
vez da parte do nobre deputado nlo hon-
dease nentroma idea de qaerer lan?ar-me
Sior certos argumentos o estigma qae, se
osse procedente, caberla entio a todos os
oradores parlamentares.
Na ficoldade de medicina, disse o nobre
depjiUdo, qae fez cihir o systema gaoglo-
nar com ama s5 observacio : aqui na c-
mara o negocio differeote : a controversia,
e o debate n3o cessam tio fcilmente.
Sr. presidente, esta discusso, qae a
3% vai se approximaodo do sea desenlace.
A cmara dos Srs. deputados se Ilustrar
com este voto.
Pela minha parte, levando umi pequea
padra par. o edificio, tenho enmprido o
mendeer.
Vci.Es Muito bem i
(0 orador cunprimenado.
OSR. MINISTRO A AOfi
(silencio)< Sr. presidente,
exigencia* d >arg q'oerataret
a responder ao rajOjhmrada a Dircalar
amigo deputado p?fa prflvlndli Bo Rio de
Janeiro ; mas tendo S fxc. fflwtre ebefe
dos mpngoadores da rtfornia do estado
servil, consumido hontem qoatro longas
horas sobre este assntnpto...
O Sn Pisto de Campoj : Sem tocar
nolie.
O Sr. Ministro da Agricultura : ...
julguei de meu dever pedir a palavra, nJo
lint) pira contestar t-das as proposgSes
qie bonlern S. Exc. emittio, as quaes na
sua quasi tolalidade foram estranhis ao
mesmo issumpto...
O Sr. Pinto de Campos e outro Sr. De
putado : Apoiado.
O Sr. Ministro da Agricultura : ...
visto como disserS) respaito i poltica do
paiz, elemento que nao datara ter-se inlro-
duzido ueste debate (apoiados); mas espe-
cialmente para rectificar certos fictos a que
S. Exc. se referi, oppor-me a algamas
propositas suas que necessilam de imme-
diata refatacio, e finalmente significar que,
existmdo ama emenda oflerecida por um
dos org?.os mais aotorisados di minora, em
substituido da proposta do governo, at
boje o sea digno autor n3o se apressoa a
justifica-la, e pelo contrario conserva se
silencioso...
O Sr. Duque-Estrada Teixeira :
Est inscripto.
O Sr. Ministro da Agricultura : ...
quand) pareca que para os eiclarecimentos
do debate S. Exc. devia correr tribuna
para convencer a todos dos de que asiias
comidas era sia emenda s3o salvadoras e
no tem inconvenientes...
O Sr. Pkiimco Malheiro : Anda
nao oi impugnada a emenda.
O Sr. Duque-Estrada Teheira : E
tem sido perfeilamente justificada no debi-
te e na imprensa.
O Su. MiNisTito da Agricultura : Eu
observei hornera que o honra Jo depatado
pelo Ro de Janeiro, por orna coincidencia
que lame do, manifestou a mesma tenden
cia e o mesmo procediraento que em todos
os paizes onde se tem tratado da abolic5>
da escravidio manifestaran! aqoelles que
considerndose circnmspectos e reftectidoi,
nada qneriam fazer, apparentando alias
quererem alguma cousa.
Tal a forca da idea da emancipagilo dos
escravos, tal a ne;essidade de que nio se
conserve indecisa a sua solacio, rjaaado,
como agora, a opinio pablica a exige, que
os propries impugnadores de toda e qual-
quer reforma do estado servil Dio podem
cerrar inteiramente os elhos luz da eivi-
lisaco e tornarera-se insensiveis ao eogran-
d-'.cimento e prosperidade de se paiz. por
mais eoergicos que tejan os interessesop-
postos da propredade de escravos.
Eis o que succedeo liontem ao nobre de--
putato, como a tod >s os oradores da oppj-
sigao que se tem occapado do aasumptn
Asse>eram, cerio, que noqoerem. qae
nio se deve deixar indecisa e abandonada
a questo, mas oppoem tantos obstculos,
previ'm tantas diculdades e perifos, qae
por fim iiludem-se e ao paiz, recorrendo
aos raeios protelatorios, qae em resaltado
so servirlo para a conservar;! i do jftift qw>
aggravado pelas excit coes favoravaia a ad-
versas idea, embora protesten) ellos pro
prios qae esse statu quo nio pede conti-
nuar a ser mantido.
Eu bem sei que seria temeridad* impar-
doavel, se procorassemos resolver a qpestio
servil de sabito, sem atteocio aos interesses
qae nio deixam de ser legitimo^ dos pro-
prielarios de escravos e da Uvoura, fonte
de nossa riqueza; sem atteodermos aos
riscos do empobrecimenti do Estado e da
ruina das fortunas individaaee ;e por isso,
nao obstante as reclamacSes da moralidade,
da justica e da religiio, a aboligio imme-
dial3 da escravidio n3o pode ser decretada
alo DJeri s lo t3o oedo.
Por acaso o governo na proposta que se
discute sacriflceu os interesses actuaes da
propriedade e da lavonra, interesses dignos
da protecc3o, a principios absolutos como
se tem dito ? Pelo contrario, o que cam-
pna ao governo elle o fez: concilioo aquel-
es interesses quanto Ihe foi possivel com o
grande principio da igualdade dos horneas;
respeitou o passado, s corrigio o futuro.
Se houvealgum Sieieio foi o do principio
da libertaclo, isto por bem de omi solacio
prudente que dsse garmtus ao passado e
ao presente. (Ap -iados.)
Tal foi o pensamento dominante da ro-
posta do governo; e ea deploro qae mais
de um dos seus impngnadores, como amia
hontera o meu honrado amigo, patenteando
suppostas incoherencias de injusticas, com-
parando a sorteados que nasceram escra-
vos e dos que venhara a nascer livres, Dio
tenham querido comprehender que a ori-
t-sm, a causa, mas a causa justificativa
dessas suppostas in oherencias, foi a rigo
rosa necessidale de que por motivos lo
ponderosos, como os que j expuz, nio se-
guissemos o rigor inflexivel da lgica e d i
humanitario principio da igualdade dos ho-
mens, sacrificando-o um pooco na solnc31
que adoptamos, como eu o reconheco e
como tantasvezes o faz o legislador, acoja
sabedoria e prudencia est commettida a
dilcit tarefa de harmonisar os interesses e
direitos do presente aos interesses e exi-
gencias do futuro do sea paiz, (Apoiados
e nio apoiados.)
Sera possivel qne a respeito da escravi-
dio mantida no paiz ba mais de tres seco-
Jos, tolerada, e mesmo regolansada pela
legislarlo civil, prelendesse o governo, a
n3o ser por urna candara ou insensatez,
qae nunca Ihe poderia ser descolpada, re-
solver de chofre a questiro do estado servil,
declarando a abocij. iiamediala ? Nio
seria pejo contrario sd-dover imprescindi-
vel indicar todas as modificares possiveis e
composic5es de interesses e direitos oppos-
tos cora oespirito conciliador, de qae esti
dando provas, qae man festa na sua pro-
posta ? (Apoiados.)
O Sn. Duque Estrada Teixeira : Con-
ciliador ; Dio apoiado.
O Sr. Ministro da Agricultura : Fallo
da conciliario do presente com o faturo
Bfctt
-1
2
quo. em
pirigo d
ejo de iojwmo4e
do a socceasivas manurissds.
are i taawri qw seanfhanle sotu
co o governo nio aceitot, nea aceiU, e
oenhum governo a aceitara o as drenmstan-
cias actoaes, porqaa olft s servira para
augmentar as dlfucaldadas do faturo, pro-
vocando em punco lempo transtornos gra-
vsimos, cojas consequencias nio licito
calcular previamente. (Apoiados.)
Mas, Sr. presidente, fazendo estas obser-
vares, desriei-me do intuito qui tinha de
demonstrar qae o iliastre deputado pelo
Rio de Janeiro, tendo se oceupado hontem
coa a iniciativa, dignidad* e liberdade do
parlamento, com a organisacSo dos partidos,
seas cbsfes e suas bandeiras, comaconsti-
t lelo do aono oftavo, tribnna-o e corpo
legista ti vo da Franca, cim as reformas efei-
toraes, das municipalidades, a da nstruc-
C?o pablica, esqaecen-ee de qne" fnend-<
ahondantes considerares sobre tio vastos
a sump.os, timava o lempo que devora
empregar em disentir a proposta, ou deixa-
lo aos seos amigos para qne a discutissem,
visto que lastimiva falta de liberdade da
tribum quando asava delta amplamente.
(Apoiados.)
E' caso ootavel I O nobre depatado quan
do assim proceda, ceosorava entretanto a
honrada maioria...
O Sr. Duque-Estrada Teixeiha : Nio
apoiado ; defenden a minora.
O Sr. Mini.tro da Agricultura : ...
oo defenda a Ilustrada minora pela resis-
tencia activa de sua systemitica ausencia
com que diariamente tonta iaapedir que asta
cmara se rena para qotr funecione.
Assim se esquecia de que esse facto nio
pode ser considerado seoo c mo urna o-
raccio de lei, que oio pds ser applaa-
dido nem mesmo pelo nobre depotido, lio
dedicado* rejularHade de>sy-tema qae
nos rege. Hontem uppunlKr, sem funda-
mento, embancada a Nberdade da tribuna,
su> porque a maioria tsm osada *a medida
do encerrament qae faculta o nossoregi
ment contra e>abuso dn palavra, medida
qu (f tem etopregado eos*materia que dis-
cutem os nbre deputados-desde o pri-
meiro mez da sessio.
Eu nao posso dekar de oppor uro pro-
testo defesa que- o nobre' deputa i* fer
aqielle abusivo sjstama de asaencia de* mi-
noria, costra o qnai d%vera a4ts manifes-
tarse, procurando ao mesmo tempo conter
com sua aotorisada palavra e conselhos as-
seos Ilustrados amigoe, para qae nio per--
sistam no- projecto de obstar s nossaaH
rennioes, resistiodo lei que Ib prescreva
o dever de comparaoerem keri oert*
para a abertura das sessoes.
O S. Pa-huno-de Sansa : En* declare
que nio era proposite*.
O Sir. MrfMswo da. Agmccltur*:-Ea
sperava qne Si Exc. a estiraulaaae para
qpe asam d proeedaaaetBi
Coaaprebendavque a sainara mi sa dixe
dnepoiar de seo direiies flseaiaw a acH
C*> da aaaiort e do goverao eflkaawaemU,
mas saaafTS aediente ^hai.
Loo*a-la-h aa> aasinn nouvesaa proca-
dilo em todo oeerrer da presenln sassio :
ma noto qno o-aoa proiisaaBintn aVoppros-
siw aoa dtoaaav da oeaiotn exortiiunta.
porajne imparta >iaaracci da lei ejpa-rege
esta cmara. {o apoiado, a potadas.) ^
& S, Pmreia>. CUaaraa-c E* om A-
peeie de perjaro faltar ae aneada. _.
> Sft. WBWtmo da AcnacuLTUR* : U
appello para o pundonor... .'
d Sr. Durjam-Estrada Tbixjidk.. :)
Tambem nos appollamos para isso.
(i Sr. Ministro da Aojuculturav:
para a honra Aos ilustras depatado, siem-
bros da minora,, e caofio qae era suas
consciencias reconbecer > que um de
sens de veres ni) deixar de coocorrer s
sesses, submettendo-se ao regiment, qati|
nos superior a todos, para que hora le-
gal estejamo prsenles e fuaccionemo*.
(Apoiados.)
Nem se comprehende que o'am corpo
colleclivo como eBte, ojo quonwi para qpe
se possa eocetar os trabalhos diarios ama
medida de orden, se possa justificar a a sencia syslemalca que burlaa as- previaas
do regiment, impedindo a affetividad*. dos
nossos trabalbos.
Deas nos livrn de qae a minora tanha o
direito de animllar a maioria pela au&encia :
isto seria resistir I opini*> publica, repre-
sentada pela maioria, o principio dominante
e caracterstico do systema representativo,
e sem o qual elle Dio seria realizavel.
A verdade que a ausencia. era ama as-
sembl i legislativa om mal o ta a grave qae
autorisa medidas de constraogimento. Na
P'opria Inglaterra estatuio-se contra ea
era anligos lempos o emprego das multas
e al o da delencio possoal na casa dos
communs, penas que sio simples ameacas,
porque nio sio applicadas, tal a foro* do
e-pinto publico uaquelle paiz, onde nao
haveria grupo que recorresse ausencia
systemalca para resistir*a opiniio pabli^,
Sei que esse recurso nio seria effica alp,
como aqui o porque a cmara dos com-
muns sendo entretanto numerosa e nio.
ot stante o quorum, apena de 40 mem-
bros.
O Sr. Cruz Machado : Desgrasado do.
governo qae em 600 nio tem 40.
O Sr. Ministro da Agricultura :
Assim ; mas isto pro va duas cousas : a
necessidade da reforma do nosso regiment
ceica do quorum (apoiados), e a necessido
de de que sendo elle to elevado, como
a qae facilita .o xito do manejo a que me
tenho referido, esligmalisemos todos nos
o procedimento da iliastre minora (apoia-
- A-
ffeieW :
s eticada.
.tuiA :...
bem o sei; mas a obserfscSo absoluta que
vi hontem, da n a fivardade da tribu-
na o paladio nuil gar e sagrado do
rgimen constitucional, o qus nio tao
exacto como se disse, purqae importara o
desapret de outras garantas constilacio-
naes igoalmente efficazes, contraponho que
a fiberdade de tripona querdizer irrespon-
sabilidade de palavra, mas nio abuso pro-
telalorio de palavra, contra o qual licito
empregar o recurso legal de opportunos
encerramentos, para que o grande principi >
do systema representativo, a synthese da
opiniio publica encimada na maioria, nio
sa nullifique pelo procediraento Ilegal da
minora.
O Sr. Duque-Estrada Teixeira : Os es-
forcos da maioria teem sido a mordaza con-
tra a minora. ^
O Sa. Ministro da Agricultura :.Obser
varei qae a liberlale da tribuna, conside-
rada como oso da palavra a sua-irresp >nsa-
bilidade, nii tem aeisado de ser garantida
i nobre minora, qoe delta tem usado com
vamagem da causa publica (apoiados da
maioria), se tio smente da causa publica a
minora se tivesse compenetrado nesta ques
tio. (Apoiados da maioria).
Porn nio ; longas horas e toogos dis-
cursos se tem pronunciado acerca da qaes-
tio servil desde o comeco da presente ses-
sio, tratanlo-se de tolo e dessa quesBo
com tanto az*dome e paixio da parte da
minora, que deserto ella nio se pode quei-
xarcom fundamenta de qua nio baja goza-
do de libardade da tribuna.
O Sa. Capanema :-At com encerramen-
tos previos I
O 9 Alencar Awwwe : E' melbor
propdr u encerramento do que faltar ao de-
ver de comparecer a fazer casa.
mente oppdea obica\g$Tmtc6m*4i i! O qta Ho dirH adquiridos ?
adopvio da reforma, porqan tambera aerio
responsaveis de terem convertido orna q 'es-
Uto social em qnesiio poltica. (Muitos
apoiados da maioria).
O Sr. Pereira a Su.va : Quem a con-
verteu em qnesiio Dolidca foi o ministerio
ai resposta falla do tbrono.
(Ha varios apartes).
*0 Sr. Ministro da Agricultura :Sinto
qae a poltica queira intervir n. solucii
deste gravissimo problema pretenden do se
at e-tab6lecer como ffnha divisoria de par-
tidos, com sua bandeira, a minutencio dis
farcala dj tat quo ou cousa peior, por-
que a manutencio do que existe cheia de
pergos l
O Sa. Duque-Estrada Teixeira Con-
tra isso protestara as emendas que esli na
mesa.
O Sr. Ministro da Agricultura :Mas
se esta a liaba divisoria, se esta a ban-
deira que deve assignalar as divergencias
do partido conservador, eu peco licenca aos
honrados mambros para lembrar-lbes que
alguem que tanlo se distingue na sua com
panbia, e a quem eu prupno nio cesso de
tributar minhas horaenagens, dizia nesta c-
mara a 5 de julbo de 1860* o seguiole :
Aproveito o aparte do nobre deputado
Sr. Cruz Machado. Diz S. Exc. que essa
lei (a do trafico) faz honra ao partido con-
servador. Pois bem: se na braieira do
partido conservador eu leoabole/io do
trafico, estimara mnito poder le? na
mesma bandeira, e nsumm*a a gmde
obra, a sua complementarabolicio d es-
cravidio. En applicaTia neste caso o trecho
potico do Sr-. ChateaDbrianl, miando no-
Genio do Ckriafiamsnw, epopa sagrada da
relg:io catholic,. mencionando o grandes
beneficios que humanidade trouxe o cliris-
tianismo, comprebendeu entre elles a abo-
licio da escravi.iro, e se exprime desie
O Sn. MiwisTno da Acmcultur.* ;O que" modo : Ajoutons pour couronner tant des
certo aue por tal forma teem discutido bkttfaitf, un bienfaW qui devatt etre ecriten
bem difflcit este passo de transigi ;
oio obstante os nobres deputados censurara
ao governo por injustica e deshamanidade
para com os escravos qae o fleam sendo, e
de violencia ao direito de seus seohores,
censara contradictoria, maaifestamente con-
tradictoria I
B?m comprebendo o qae preteodem o
nobres deputados, e o qae os satisfara. O
governo seria prudente, conciliador e sabio,
se enganasse ao paiz propondo como meio
de solver a crise a manntencio do statu
certo e que por
o Ilustre mem-broa da minora, que, por
n'o procederem com aquel* olma o recli-
d5i>indisperaveis em todos os assomptoi
sujeitos ao nosso soobeciraento e muito
mai do da reforma do estad servil, j de
si tl> melindroso e dWficil, deploramos que
discussio,corjD.a tm o illus radios oppnsicionistas, nio te-
nha si lo tio proveitosa, como poda e devia
ser, tae sio os desvosr as recrminacfoa
e personalidades que se teem observado no
debate, qpe em ves-- de o~ ncentrar-se sobre
a proposta abri largas poltica, ndole
e reorgacisac3o don- partidlas, e al- bontem
dea lugar disputa da competencia de seus
tbefea I (ipoiados da maioria reelwaacoes
da minora).
Nao pretendo, parque o tempo- me
muito precioso, aconapanhar ao meu honra-
do amigo naa-apreciafoes qpe fez quanto
aos partidos- politice-; assegnro smente
que o goverao n5o ten-o proposito da des-
organisa-los^ e tambem nao pretendo-dis-
petar para o* Sr. presidente o conseibo a
Irptisniiidn de chefe do partido conserva-
dor, posicio-a que akaa Iba davam e dio
MKoalestave direito os sea-mrito, os
aans talento- e os seas servioj. (Muitos
apelados da. maioria, e-nio-apoiados dn-mi-
aom).
O'Sn. CABftJXEMA-Na pode ser anafe
o-partido conservada*.
. OSr. Mt3csTR0>DA AoaicuLWUU.:f^an
tof 1 legitimidade e/competencia dos chafes
departidos, apenas cbservare': que nas~so-
dadad.es polticas proamwencia do tio
laoorosa, aaaa dfficil posicSo s obim-se
on deve obtfr-sepem espontanea confianza
dos. correligionarios.
. Vozes i* MMOHt.u:Essa- a venmdeira
doutrina.
, -O Sa. MunsTRO ia Agricultira :Nes-
sas sociedades a confianza nio se impoe ; o
prestigio Dio se improvisa;. preciso tra-
:balho, talento e a illnstraco, honradez e
patriot sao, qualsdades qoe tanlo ennobre-
cem o digno Sr. presidente do conselho.
(Apoiados da maioria).
Observarei anda que em taes sociedades,
sendo como a. confian?, o elemento cons-
titutivo a causAnica da preminencia dos
c befes, ella, assim como nio Ibes, pode ser
conferida por ootros ttulos quo uio aquel-
los, e- de sobra os possne o nobre Sr. pre-
sidente do conselho, tambem nao pode sen
exeneida e mantida como dictadura. (Apoia-
dos e nio apoiados).
OtSn. Capake.hu Podo ser ebefe d
terceiro partido.
Uma Voz da Maioria iEntio o de l
o quarto.
Outra Voz :A laz vai fazer-se !
O Sn. Ministro da. Agricultura :Diz-
*0, Sr. presidente, que o governo o res-
ponsavel pela sitoacao, tristissima .-ituaco
em que se acha o partido conservador.
Ha orna verdade que compre confessar.
Quand o se trata do assumptos graves, como
a questio servil,' oingaera se Muda, todos
sio responsavis, os que fallara e os qoe
oio fallam, os qoe promovem e os que se
dppoea, os que auxiliara e os que resisten;
todos teem a sua parta de responsabilidade
perante a historia. (Mjilos apoiados).
O Sn. Cruz Machado ;Cada um tem a
sua.
t O Sr. Ministro da Agwcultura :O go-
,verno aceita a que be cabe...
O Sr. Pereira da Silva:A responsa-
bilidade de quem provoca.
O Sr. Ministro da Agricultura :..
porque convencea-se de qne era opportuno
cuidar de resolver a questio servil, qoe se
aggravava pela indecisao, como o anno pas
sido acontecen, pols antio, no comeco da
sesso, bastara talvas a simples adopcio do
registro dos escravos, medida que j era
insufficieate no fim da mesma sesso
ktres Sor dms les anales de la plu'lhto -
pierabolitipn de teselavage:
Eu desejaria viver bastale para lar os-
cripta na bandeira do partido conservador
a mesma inscripcio quo Chateaubriand gra-
voh na bandeira do carisiiansmo;
O* Sr. Pinto de Campo :S o commis-
sio nao tinba o direito de encarar esta
questio segundo os principios da pbiloso
pbia, da religiio e da morat! (Apoiados)
O Su. ministro- da AcniuuLTURa-: S>
infelizmente a poltica vai-se apoderando da
quesio-do estado tervil, loavo-rae na opi-
niio do diatncto Sr PerdigSto Malheiro, so-
bre qual deva ser a bandeira do partido
conservador, se o statu quo, se a abolicio
}5o d escravidio. (Muitos apoiado da
doria).
(TrocanMe diversos apartes^.
Do que j disse no cornejo deste d/svor-
sfl-nio pode restar a mnima divida de-qoe
b governo aooca tevo-o intuito- de resdver
atuestio do estado servil de modo abrepto
e menos prudente.
Baten dend* qne se-devia adaptar o prin-
cipio da aboetle gradual par as gerac&es
futuras, mas com reseiacie e firmeza para
len-lo-ao So, mantendo-se a o raasmoienat
po- a> propriedade exisaante, soWico asta
respeitadora do principio oppostos, que em
coasequencia da circoaatancias actuaes- nao
podaaa ser sacrificadoa* e pelo contrario
cosapria qae aaaim fosean hanmonisadae.
O governo por este moa consutou as exi-
gencias de nossa civilsacjao e db prospari-
dadle futura do paiz, atteodeu aos interes-
ses- da lavoura, nio daaorganisando-o-tratM-
1ho, e prover.do-o pelo contrario- do breos
doe-ftbos das-oserava nascidos depois- da
lei at que completem M annos>;. prudaate
aprendizagem a que na sua minoridada ti-
nba o direito-.de sujete-ios.
Reforma de transifio e concHiacio do
presente como futuro, nio obstante- ser
esta a sua natareza, os nobres depntados
caosuram-n'a. de incoherente porque satisfaz
3 necessidades oppostas, como se estivesse
o poder do-legislador supp las nao exis-
tentes.
Se pelo contrario, o governo- propozesse
Ningaam ignara qoe s adquiridos sio
os direitos qne ao faodam em facto oa
actos existentes, como om contrato, ova
santenca passada era jaifado. Serio, porm,
direitos adquiridos aqoeUai qae coosistem
n'nau esperanca, aquellas que sio mora
apactagio da eventtMidaaa ?
Aquelles por exenaplo, qoe tem. a espe-
ranza de berdar de seus pas on prenlas,
na conformidade da le das soccesseas,
creaco do direito civil, como o o direito
de propriedade sobre o escravo, se, anda
era vida dos mesmos, pas ou prenles,
vera modifkar-ss a sua espaotacio, por qoe
lei seja modificada, poderlo reclamar o
seu direito adquirido a orna e eotualidade
com qoe conlav^m, mas qoe Dio se reali-
sou ? Jamis algum jurisconsolto diase qae
a pertorbacio de taes eventualidades, qa
o mallo^ro de taes espectacbos a-js offensi-
vo a direitos adquiridos.
Nio o ; porque nio havia direitos ad-
quiridos, ao qoe ainda nio existia, ao qae
smente eslava na ordem dos posarveis.
Eu chamo especia'menle a attencao da c-
mara para a lei de 2 de selembro de f847.
Ella, como todo sabem, dispoe qoe o
reconbeciment dos filhos nataraes se/a- fei-
lo so por eseriptura pnbUea oo testamento,
raas sendo elles reconbecido at entio por
todas as ootras formas do direito, se ainda>
viviam seu pas qaando foi promulgada
aqoella le e nio os reconoeceram por al-'
yuiii dos don meios que estabeleceu, em-
bora fussem r conhecidos por ootros diver-
sos, poderiam ettes qaeixar-se de naver per-
dido anas esperaocis, mis nio de offensa
ao sea direito-adqoirido qu) u nao Invia.
Nio se diga pui que se alienta coatra o
direito de propriedade, contra a conslrtoicio
do imperio-: porque, embora o direito civil
considere o fimo existente da eserava como
aeeessio do dominio Oo senhor, o legislador
aoonlle semelbante ficcio. comqoo' to man-
de respeitar o que existe, porque nio poda-
alterar opassado, mas regule o futuro coa*
siderando livres os filhos das escravas...
O 9r. Pereira da Silva : Esses- prin^
cipios si> errados.
O Sa, Ministro da Agricultura : Es-
tes principios sio verdadeiros, sio injontes-
taveis. (Apoiados da maioria.) Eu provoco
o nobre depotado pelo Rio de Janeiro para
qoe os refute, e nio o onsegor.
OSr. C.m'ank.ma-:J esti contestad
pelos proprios principios establecidos por
V. Exc.
(Ha outros apartes)
O Sr. Ministro ba Aoricu.tura : A>
plenitude do direito de propriedade em re-
lami ao qpe est adqoirido, aiaj: essa
garantida pela constimifo, essa-excede Ja
competencia do legislador; mas sio ideas
que- se repeliera a drdireilo adquirido, o
que presuppe um faeto passado on pre-
sente, e a de espectac do futuro qae an-
da nio existe, pode existir ou \M
(Ha diversee apartes.)
Sr..presidente, o direito romana diapnnha
qoe era> do dominio da lais e das eonst-
tuiciSas regalar os nagoeios futuros, mas
oio revogar os facto passa loe.; principio
esto tinto do direito erril como-de direito
publico. A motos paseados contrapee-se a
id de negocios pandantes ; e coa relacio
a direitos s os fados qaa se acnaat no do-
minio-de algaem, e jnio Ihe podem ser
tirados, sio oa qae conetituem diteitos ad-
quiridos.
Porlanto, o filhos Ja eserava qpe nas-
cerem. depois da reforma, nao existentes
agora, seria absurdo- qne fosseo objecto
adquirido do-direito da-propriedade dos se-
nhores de suas mii. Por orna ftecio mai
conbeeida, e filhos j existentes de escra-
vas seguem, a condioio deltas ; a reforma
ni muda a passado, mas regola o folnro,
3ue nio do dominio do propietario, mi.
o legislador.
(Ha diversos aparaos.)
Defeodo. com sinceridad osla theoria ;.
estou bem convencido de que o Ilustrado
jurisconsulto, qne est minha direita ( o
Sr. Perdigio Malboiro), nio. pode contestar
procedencia dos fundamentos jurdico*.
medidas sbitas quo obrigassem a lavoura da opnio que sustentou....
w piuuauuiouiu ua nuimo uiiuun i!- ------------- -------------------------------
dosl, a qaal, se persistiese no sea intento O Sa. Dcque-Estrada Teixeira : Venba
mai esta accusacjlo -para o gabinete de 16
de julbo, a quem V. Ex:, apoiou.
O Sa. Ministro da AorNcltura : Agra-
dlo ao mea honrado amigo a benevolencia
com qae me est interrompeodo.
O Sa. Duque-Estrada Teixeira :Nio
benevolencia, civismo.
O Sn. MynisTaoDA Agricultura : E pe-
cothe lcenca, apezar do respeito qoeIbe
tributo, para nio responder ao tea apae.
Acredito qae em meu precedente discurso
obre a reforma que discutimos S. Exc. ter
encontrado resposta satisfactoria ao aparte
com que acaba de me honrar. (Apoiados da
maioria). ..
Conforme ea dizia, quando se est sob i
influencia de alguma crise, todos teem o
sea qoinhio de responsabilidad; o gover-
no reeoDheee a qoe Ihe cabe, porque enten-
dea qae ora opporlono resolver a qaastio
servil, promoveodo perante o parlamento
e conseguisse realiza-lo, iautilisaria os es
forcos e opinio da maioria, coa offensa
dos sios principios do systema representa-
tivo.
O Sr. Duque-Estrada Teixeira :
Esforcos empregados pela mordica.
O Sr. Ministro da Agricultura :Deas
os livre de qae a theoria qoe hontem oivi
nesta casa prevalecesse como procedente e
verdadeira.
O Sr. Cruz Machado : O governe
Um maioria e quorum, nio doisaaaa da*
cutir a maioria com a minera, parece qoe
desconfa da soa maioria I
Uma Voz da Maiojua : Esl-ie apre-
ciando o prcedimanto da minora.
O Sr. Cruz Macrido : Nio tan qoe
apreciar, porque a minora tem direHoa
seas.
O Sr. Ministoo da Aowcoltura : Ea
comprehendo, Sr. presidenta, qoe oau des
garantas qoe noe di o systema qae fl
rege o di liberdade da triboni...
a perder os br(os qua possue actualmente
e procurar outros qpe no paiz nio se encon-
trara, deste modo, sim, que o trabalho se
desorganizara e segair-sebia a ruina das
fortunas particulares e publica.
Fiquem. tranquillos os proprietarios de
escravos, aceitera de boa vontade a le. se
fr adaptada, nao perturbem o seu rgimen,
altraiatn pelo bom irataraento, humanidade
e reciprocidade de interesses a affeieio e
boa vontade de seus oovos trabajadores
at os 21 annos, que elles serio os melto-
res colonos para a cultura dos campos, nos
quaes permanecerao.
O segredo para que o consiga so de-
pende dos proprios agricultores. (Apoia-
dos).
Tem se dito, porm, qoe a proposta traz
grande pertorbacio ao rgimen das propie-
dades com o eslabelecimento de familias
mixtas de escravos e livres, como se nio
fosse ura facto que actualmente as fazen-
das e engennos vivera em coraranm escravos
e homens livres, sem qie baja perlurbacio ;
como se o grande interesse dos senhores
em attrahir e conservar os novos brac>s qae
a reforma Ihes d oio os haja de ensinar a
evitar o sea desaproveitamento, porque ura
dos.effeitos da mesma reforma ser o de
tornarem se os proprietarios de escravos e
agricultores mais providentes, econmicos
e laboriosos, como j succedeo depois da
cessaco do trafico de africanos.
Tem-se dito igualmente qae da proposta
resaltario injustas desigualdades para seres
perfeilamente igaaes filhos dos mesmos
pais, mas uns escravos e ootros livres;
porm, qaando se trata de solver problemas
como o do estado servil, qual o legisla
dor qae se se detem diante de alguma des-
igualdade individual, qaando 6ca salva a
eolleclividade dos individuos para os quaes
legisla ? A oio se proceder assim, as leis
seriam casusticas.
Tem-se dito Aclmente que a proposta do
governo oa alteando coatra a constitu
?3o do imperio.
Bem sei qae a constituyo garante a pro-
priedade em toda a aoa plenitade; mas,
perganto, em qae desrespeittda a pro-
priedade do senhor com a medida da pro-
posta relativa libertaclo dos Albos de suas
escravas, que ainda nio exislem, s porque
podem existir ?
Nio coatesto que a propriedade sobre o
escravo deva ser manlida e respailada como
(andada em um direito legal, isto pro-
priedade actaal; mis em relacio ios fl hos
qae venhara i nascer das escravas, contesto
O Sa.. Capanema : Elle est absorto
com os principios que V. Exc piga.
O Sa. Ministro da Agwcultura :. V.
Exc. obrigame a dar-lhe uma resposta bre-
ve, mas peremptoria.
Remeti o iliastre depotado ao inters
santissimos estudos fritos pelo meo Ilustra-
do collega o Sr. Petdigio Malheiro acerca
da lei de 9 de setembro do 1847.
A theoria que en sustento com, re'acao
ao direito de propredade sobre escravos,
elle- defendeu-a cora lucidez e vantagem na-
quelles seus estudos. A nica diflareoca
que existe a de ter feito S. Exc. applica-
cio dos mesmos principios que expend a
hypotbeses diversas.
(Ha diversos apartes.)
Mis, Sr. presidente, destruida a clava
de Hercules do supposto a neniado pro-
priedade e a constitoicao do imperio, com
a qaal os nobres deputados constantemente
nos agjridem, procurando ao mesmo tempo
indspor nos com a classe agrcola, pergan-
to : O qae querera os nobres deputados ?
Se tio smente queram o que, como seu
ergio propoz, o Ilustre deputado por Mi-
nas, na emenda que ora s j disente conne-
xaraente com a proposta do governo devo
d--clarar-ibes que depois de tanto esperar
ricemos sorpresos com o palliativo das me-
didas qoe lembram para a solucio da
questio.
OSr Prdigo Malheiro:E' um sys-
tema qae bei de explicar.
(Ha ootros. apartes.)
O Sr. Ministro da Agricultura :Nao
posso alongar-me, Sr. presidente. Nie
pretendo roobar o precioso tempe cma-
ra ; pois qae conheco quanto tae naces-
sario ; e, portioto, sem qoe entre em lar-
gos desenvolvimentos acerca da emenda do
honrado depatado, noto smente qoe 8.
Etc., cono o goverao em sua propoeta,
soggere modificares ao direito de proprie-
dade, como, por exemplo, para qae nio ve-
nhara collacio o filhos da escroae, li-
bertados pelo donatario, embora nascidos
a otes dos fallec raen tos do doaUor, e tam-
bem para que o usufructuario possa liber-
tar os filhos dis escravas dados em asofruc-
to, nascidos no tempo do mesmo usufructo,
disposicio qua faz extensiva ao caao da fl.
deicommsso e outros de propredade limi-
tada oa' resolavel.
Z
^


\
'

\
v
sai eobolo; mu nio se engmem os illas- formalmente qae esteja adquirido til direito
tres membros da maorii qae to quotidi-1 de qae tinto se nos teta fallido,
(&*tm*ar-tt-ka.)
TYf. DO pliniO-KU A DO DUUTJB DI UA8



aflWJaTA


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