Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12485


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Full Text

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AUNO ILVI!. HUMERO 209
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' Mes adiantado .
2?<*aate ditos Mota /H?
t*oea ooo dem.......
Ceda nana ero avulao. ,
800
12,9000
141000
320
* FEIRA 14 Ot SETEMBRO DE 1871.
>\u mi i roiA u noTuciA.
Por trea
Ht nii dito* idean.
Por mrrt ditos dem
Por am auno idea
<
I *
.

DIARIO DE PERNAMMO.

Propriedade de Kanoel Figaeira de Paria & Filhos.
A

I
2
O. Sre. Gerardo Antonio Alvee 4 Filhos, no Par; GonCalvea 4 Pinto, no Maranhio ; Joaqai* Jo* d, Ot*ra d- Filbo, no Cwrf ; AKonk, d. L^ **a, no Araea* ; Jlo Maria Juno Chave., no Aia ; Antonio Marn- d, Sil*, no Natal, Jotf
Pereira. d'Almeida, em Mamangnape ;Fellppe Estrella d C, na Parahyba; Antonio los Goma*, ni ViDa da Penha; Bolamino doi Santoi Bnlcio, am Santo Antio; Domingoi Joa da Costa Braga
em Naiareth; Antonio Farreira da Agoiar, am Goyanna; Francino Tarar- da Coala, en Ala|ag Dr. Jote Martas Alm na Babia; e Laita, Serquinbo C no Rio da Janeiro.


PARTE OFHCIAL
Couanando superior.
OOAtrCL DO COMSIANDO SUPEMOH DA GUARDA
NACIONAL DO M0NH2IPIO DO RECIFE, 13 DE
SCTKMSR0 DE i 871.
Ordem do dia n, 33.
Toado de conf>rmidada com ai rdeos anterior-
mente dadas passado o Ihm. Sr. coronel comraan-
daaia tapenor revisu dos eorpis da guarda na-
cional, a cada am de p:r si em saas respectivas
paradas; mana declirar, que se por un Udo sa-
tisflzarara sua especiativa quanto ao eumprimeoto
de tas ordens, asseio e pramptido, p.r oulro o
diminuto iiaraen de pragas que algans dos coros
apresentaram nao est en relaco a forca qualifl-
cada, o que dsoola complacencia ou puuca activi-
dada di parle dus Srs. com aandaotes de eorapa-
ohias em chamar servico :-ssas praca?.
Miada publicar a forca que cada um dos corpos
apreseotaram era patada, segundo os mappas que
a occasiao iba foram entregues :
t* balalhao de aiiilbari.a 213 pracas.
! de infantina 254 .
* 177
3* c 223
4* c 177 c
*' 242
e> < 228
1* 217 t
8' c 339
Somma 2,070
Espera portamo o mesmo lllm Sr. coronel com-
3aalauta superior, que os Srs. commaodanies
dM cocaos coatinoem no louvavel intento que nao
ordena, disciplina e morali iade, e se esforcem ain
da mata para os elevar ao maior numero de pra-
vas posaivel, o quo de certo nao ser custoso, se
para esse Km eonvergirem a boa vontade e dedi-
eacio dos Srs. eomnandaotes de companhias,
como a* decrr, e faz certo o augmento que alguns
dalias tem apresentado as ultimas forraaturas.
Maula mais declarar que por despacho de 12
do rorrete, conceleu ao Sr. alferes do 8* bata-
ihio de infamara Antonio de Albaquerqtfe Paes
Barreto, uatro mezei de liceo(a para tratar de
saos negocios particulares dentro da provincia.
B Analmente que no da 10, lambem do corren-
te, reentro em exereicio o lente-coronel Dr.
Jale Francisco Xavier Paet Ba-reto, commandan-
Vi d 2* batalbao do serv;* da reserva deste mu-
oicipio.
Roolpho Joo Barata de Ahneida,
Coronel chefe interino do estado-maior.

EXTEEIOE.
FRANQA.
PBOCESSO DA INSUnREICO DE PARS PERANTE
O TEBCEIRO CONSELHO DE GUERRA, SOB A
RESIDENCIA DO CORONEL MERLIN, COM-
PREHENDENDO DEZOITO ACCUSADO.
Urbak, antigo me>tre ecola. Antes da com-
i'jn.i foi membro do comit de vigilancia e tomou
parte em tolos os moviraentos que houve em Pa-
,is durante o cerco. Mais tarde agraparam-se
oda; as juntas, aflm de formarem a juo'.a central
eroain comparecen em todas asreunides apezar
de na) fazer uso da palavra.
l'rbiin^ segunao elle diz, relirou-se da vida pu-
blica e nao tomou parte nos acontecimentos de 18
de marco.
Nao homem de iotelligeocia, mas sobra-lhe a
arobicao. Aceitou a mairiejdi sptimo districto,
mas cnm a condifio porm d? se nao envolvor em
eleirfies.
Pouco depois foi eleito membro da communa o
com mestre-escola cooseguio entrar para a cora-
missi) de ensino sem abandonar comtudo as func-
$3es ile mairt. No raeaJo de abril estabebeleceu-
se deiioi'.ivamente na mairie em companhia de
aaa irma < liiho.
Alguns diis depois foi viver com elle urna tal
Lerojr, sua amasia, que exercia graode Inflaeosia
toare Urbain.
Eraquan'.J durou a almioistracao desl^, foram
feiUS algumas pesqtiim em casas particulares e
conventos de religiosas A ciJala Leroy acira-
panbava-o algumas vezes quanlo se tratava Jes-
laa ultimas.
fT-ta multier singular que as^istia s sessSea de
differente clubs polticos, exercia as funccaa do
mando guando este eslava ausente, recebendo
leatemunnas o resolvendo diversos assumutoj.
Urbain acusado da se appropriar Ue alguns
vaiorese alfaias quanlo promedia a pesqaizas o de
roubar os fundos destinados ao ensino.
Como bomem poltico uiosirou se sempre exalta-
da as deliheraco s da communa. Foi elle que na
Mtsio de 17 de miio pedio que fosse applicada a
le de refens.
Champy : Foi memoro di communa. Em o
de abril encarregaram-o de inspeccionar as oliici-
aa i: navegacao do canal de Saint-Martn, atim
dse apoderar das quantias existentes em caixa.
No dia 24 de maio compareceu na mairie Jo 11
districto, aiim de roceber mil franco* que hivlam
ido deatribuidos a. cada membro da communa.
No da 25 esleve em ca;a do coronel Bruoel, um
dos agentes do incendio, e uo dia 26 na referida
i /'', que negara a ser quartel general da insur-
reicio.
Champy coren sustenta que passou os dias 26
Detcampt : Foi fundidor. Antes do cerco
d<> Paria era membn da caara federal das so-
tiedadet operarios. Nao se sai>e ao certo que so-
ciedades sao.
Descampa declara que nada tem com a Interna-
cional. Reeearia confessar que fazia parte desla
terrivel associacio, ou a tal cmara realmen-
te astranha Internacional ? Nao foi possivel sa-
be-to.
Descamps foi eleito membro da communa polo
14* districto: Assistia pouco s sessoes, nunca
asoa da palavra, e nao consta que tivesse commet-
tido arbitrariedades ou violencias.
Segundo confessou, assuslava o a responsabili-
' i e quiz demitiir-se duas vetes.
Deseamos deve ter recebido como os outros rail
(raacos- Nao o nega.
Jturie 6 am dos poneos horneas iotelligentes
da coaunoaa. Durante o cerco dos prussianos foi
sargeato da goarda nacional. Em i de marco
formn-se no I* districto urna commissao aflm de
cratir da dafea interior do mesmo districto, e
Joorde M oseado secretario, o ce upando se ae-
ramele do projecto.
Esa 1 de sargo constiiuio-se deQoitivamente a
ioata da goarda nacional do 5* districto, com Jor-
dn por presidente, Dacoste vicepresidente e Jour-
4 secretario.
lia 18 da Bureo apparece como membro da
juta central e ai 26 como delegado do ministe-
rio da f aiestda.
fiHi UBiprtf) ara dos mais delicados, pois tra-
tan-te de centrar fondos a todo cosi. Como
fias o iBlalBltrla da (azoada, nao existe docu-
Mpja algoai qne jostifiqne a dislribuicao e em-
amao des fondos com que lideu.
nado fot aneo em 30 de maio encontraran).
aa4ha U:l7t traswos, qne repreeeauvam o res-
tante das immensas sommas absorvidas pela com-
muna. Joarde confessou que se liaha appropria-
do de seta ou oito mil francos pertencentes ao es-
tado.
No interrogatorio referi os actos da .sua ad-
ministraco, e inicou as seguimos receitas qne re
cebeu :
Receitas diarias^fiap.OOQ francos; empreslimos
do banco 2,000:0wrnirados das caixas selladas
do ra oisterio da fazenda, 4,000:000 ; ttulos de
ac;5es do caminho de ferro, e bonds ao thesouro
14,000 090 ; titulos procedentes do ultimo em-
dresiimo, 200.COO 000; inspeceo do camnha de
ferro 2,0OJ:O00. Total 222,606:000 francos (cer-
ca de qnarenta mil cont* de ris.)
Jourde nao iuz declarar quem foram os seus
secretarios. No segundo relatorio mudou os al-
garismos ou? tinha declarado no primeiro, redu-
zmi-i o total das receitas a 47,000:000 de francos
(cerca da 8,500:0001.)
Ai despezas eram, termj medio, 600 mil fran-
cos diario?, de sorte que at 29 de marco inclusi-
ve ascendern! a 47 milhdes, e o balango portanto
estarif perfeitameote equilibrado.
O mar,juez da PIobjc, sab governador do bao
co, atiesta que este estabelecimento ouoca entre-
gara fundos, assm como nao celera i incestan
tes ameacas de saque. O sub-governador so ce-
deu forea, e assim est consignado nos recibos
que estao era seu pjler. Das suas declara^Ses
resulta que o total das soramis entregues a Jour-
de de 17,691:000 francos, apparecendo pois as
contas apresentaias pelo aecusado um defin de
2,309:000 francos.
Resulta, p >is, de ludo isto que Joarde dispanha
de outros fuios a!.m daquelles que confessou.
Tatvez devese ter accrescentado as verbas da
receita n pro lucio da moeda feta com os vaso-
sagrados das igrejas saqueadas e das baixelas das
lulherias.
Em resumo : Jourde foi membro da junta cen-
tral, membro da communa e delegado da fazenda.
Como membro da communa responsavel pelo
que eila pralicou ; responsavel tambera pelo in-
cendio do ministerio da fazenda.
AUDIENCIA EM 8 DE AGOSTO.
(Conttnuacao depois das 3 horas).
O presidente pergonta a Ferr o qae fez no dia
18 de margo. Ferr dizque fallar depois das tes-
lemunhas
O presidente manda lr os tres interrogatorios
feitos ao reo. nos quaes disse que respondera na
audiencia. Ferr persiste em negar que^eja sua
a lettra da ordem para incendiar o ministerio da
fazenda ; diz que o documento falso, e .qae ues-
te ponto procedern! com elle de modo indigno.
O commissario do governo : A palavra in-
digno nao se pode admiliir pronunciada por Ferr.
Ferr : Nao fallo da aecusacao, mas do jais
qae iostruio o proce-so.
O commissang do governo : Nao Ib'a admit
timos a respeito de ninguem.
Ferr : No processo ha outros documentos
escriptos por rain. Comparem. Essa ordem foi
faferteMla per agente* periftlistM qaa ou qua-
rem mal.
u preside Mr N temos papis assiguados
pelo reo em 27 de maio. Sao ama ordem para fa-
zer sahir da priso os gendarmes e os policas, e
ama ordem de soltura. E devo lembrar ao reo que
em seguida a essas ordaos que foram fuzilados
os gendarmes.
Fkrri : Assim dzem, mas eu nao lenho nada
com i (so. Nao a primeira vez que son acensa-
do, a nao dou cordas para rae acoitarem. Quanto
o futilamento dos refens, nao posso responder.
Segue-se o interrogatorio das testemunhas.
Valentim, creado do gabinete do procurador
da republicano palacio de jostra. Foi preso nos
primeiros dias de maio. Nada sabe, era se quer
a razio porque foi preso. Ferr inquirido a este
respeito recusa responder.
A Sra. Campagne, moradora no palacio de
jusiiea. Estava n^ palaiio no dia 24 de maio s
10 horas da mauhaa, vio andar gente nos quartos
do prefeito, e noten que rasgavam os papis das
paredes e que pintavam os muro*. Dahi a pouco
sahiam chammas por todas as janellas e portas, e
todos os he mena vinham para o pateo da Sainte
Chapelle. Andava entre elles um de pequea esta-
tura a c bello preto. Trazia paletit pardo o a es-
pingarda ao hombro. Obedeciam-lhe todos.
Calford, serralheiro. No da 24 de maio vio
en'rar Furr com cinco iadividuos na prefaitnra.
Ferr perguntou-lhe o que eslava fazenlo. Res-
pondeu que trabalhava na sua officina e Ferr dis-
se-ihe : Sifese dihi, que se vai deitar fogo a isto.
O commissario do governo : E a tastemunha
que Ihe rcspnndeu ?
Calford : Eu disse : Pois vai queimar um
edificio deste ? E eu que tenho aqui a mobillia
de minha mai e de minha cunhada I
Delarue, perito, afflrma que a lettra da or-
dem para ioceniiar o ministerio da fazenda de
Ferr.
Ferr : E cu afflrmo que nao. Escolliam
entre mm e este senhor. Eu poda ter testemunhas
a meu favor, ma- no.qui. Reciei queem breves
Jias as meti??s-jin na cadeia.
Pijard, economi do supremo tribunal : vio
Ferr ir procurar R-ioul Rigault daraote dez das
seguidos.
Pedro Rigeaud, e^ipregado de polica : disse
que no da 24 de maio Ferr viera prefeitura
com o juz de in-truccao Wur.-t e "varios guardas
oaciouaes ; examinara os registros; Ozera urna
lista dos empregados do lempo.do imperio ; raan-
dou chamar nove dos que estavam presos; fallou
a um chamado Veysset, acensado de ter dado en-
trada s tropas da /ersailles, e tarde sanio com
Veysset que nao voltou mais. Foi fuzillado.
Perguntado respeito do meen lio disse que
Ferr, Sicard e Rigault prepararam o incendio
com petrleo, e depois foram dizer ao comman
dante da prefeitura que tivesse cautellade noute,
mas elle reapondeu-lhes : Calem-se animaes. A
salada est prompla e daqm at ao Hotel de Ville
vae ludo pelos ares.
O commissario do governo : Estavam arma-
dos 1
Pedro Rigeaud : Ferr lino i urna bengalita
na mo, e dizia-rae que dexasse arder porque os
edificios eram de abobida.
Vergnerce, empegado de polica : conla a
historia de Veysset e diz quo depois de fazilado o
deitaram ao rio.
Fetr : Como estava eo vestido ?
A testemunha : Cora paletot pardo e cal ;a
pretu, cingido com ama faxa, e na mo ama ben-
gala. Accrescenta que vio Ferr dar dinbeiro aos
guardas nacionaes para fazlarem Veysset.
Ferr : Notem que as testemunhas dzem
qae eu nao esteva armado.
Um empregado de polica : depSe como os
dous antecedentes, e diz qae Ferr entregara
Veysset ao peloto dos Vingadores de Flourens
qae o fasilaram.
Urna senhora vestida di preto: Nao diz nada
importante.
O padre Perrot, primeiro capeltao do hospi-
cio de Bicetre; refere como mallos padres e oe
frades dominicos de Arcueil foram levados a Bi-
cetre, e como pedio a Sx Meillel qae Ih'os en-
tregasse que lhe respondera por elles. K anda
depois lhe rogou qae lhe entregasse o arcebispo,
mas Sx Meillel diste que o cato j nao dependa
Q6U0.
Ferr : Nada disto oomlgo.
Rab*t, comalssarie de aoTicla da Bolea : atu-
ra preto am Mazas no dia SA de i
foi transferido la lUqW'.e coa
S:
por causa das barricadas. Ah enearcram-no
em am quarto sem luz. Gonta a soltara dos pre-
sos e a execncio do arcebispo e dos reaos como
j foi referida nos jornaas. Aecresetnta qne
F*
err quando o expalsaram do sea districto rie-
ra para a prisio de la Roqaetle, e qae todos te
assastaram por saberem qae era omito cruel e
inuito feroz. Narra depois cono te eseapoa, e o
que lhe acontecen at encontrar na pra^a do
Principe Eugenio as tropas de Versailles.
Sospeole-se a sessao e brese um quarto de
hora depois.
E' interrgalo de novo o padre Prrot, o qoal
menciona as deligeneias que fez para salvar o ar-
cebispo por meio do cidadao Pretot, e oeow lhe
dissera um membro da aommaoa qae sao que-
riam nenhama conciliaco com VersaiHes. Diz
que oio pode obter nada de Ferr.
Ferr: Esu testemuaba veio aqui fazer a sua
propria apologa. ,..
O presidente : O reo nada tem coas isso.
Um empregado de polica deode cora os ou-
tros a respeito de Veyss'et.
Michel depoe come os empregados de polica
aecusaodo Ferr de querer fuzilar os empregados
se lhe apresentassem am polica chamado Ran.
A mulher de Michel: diz o mesmo e reco
nhece entre os acensados o reo Ferr.
Barbier, empregado de polica: diz o mesmo.
Um guarda de la Roquette :.Barraos lacios
ja coohecidos de qne se pas-arara alli.
Henriot, guarda de la Riouette : refere qae
os guardas nacionaes lhe ditseram qne vinham alli
fazer soltar o arcebispo e os outros presos.
Muller, tamb sm guarda : diz o mesmo e nao
recouhece Ferr. Ajudon a levantar do chao os
corpos das victimas.
lodo Bance, empregado na Rojuette : confir-
ma as deposicSea dos seas collegas.
Ferr : Nada disto comigo.
O commissario do governo : O reo aecu-
sado da campliee na execucao dos refens.
Brignand : nada diz.
IriNonard, boticario : falln ao arcebispo e
vio na priso o bomem de paletot pardo com gola
da vellido. Nao recoahece r'err.
Jorge Lamotte, guarda de la Roquette : vio
descer o arcebispo, o presidente Bonjean, e o pa-
rodio da Magdalena. Tiraram-lhe, o dinheiro, ai
preciosidades e os vestidos, e fusilaran oa depois.
Tudo foi entregue ao director da prisio Francmi,
e a ronpa foi queiraada no da 25 no sitio do fu-
zilamento. Vio Ferr.
JoSo Baplista Francois, porteiro da casa i.
2 na roa Cbaoveao-Lagarder perguniado se fon
noraeado pela sommaaa director de la Roquelia.
responden que era porteiro, engraixava as botas
dos locatarios, e era criado do medico Herbet, a
que s tinha sido direc'or da corda coa qae abra
a porta.
Lambret: confirma os faclos pastados na
Roquette, assim como Cbvnot, professor do lycen
de Yantes, e o padre Gurio director das misadas
estrangeiras.
BJthn Ouudtni*
Levanla-se a audiencia at ao oulro dia ao meio
dia. Eram 6 horas da tarde.
DIARIO DE PERNaMBUCO
RECtFE, 14 DE SETEMBRO DE 1871.
Vapor Sonth America.
Chegoa hontem pela manha de New-York, por
S Thomaz e Para, o vapor americano South Ame-
rica, trazendo jornaes de New-York at 24 de
agosto, e do Para at 7 do correte.
ESTADOS UNIDOS.
Segando dados officiaes, a divida da graode re-
pblica diminuio no maz de iulho ultimo a impor-
tancia de 194 milhdes ae reales.
Durante o periodo nresidencial do. general
Grant, e3de o Io de nTarco de 1869, a divida na-
cional baixou quatro mil e maio (nilhues de reales.
A fraude que se descobrio no movraeuto de
fundos Hunicipaes por parle da muoicipalidade de
Nova-York, produzio grande indignadlo nos habi-
tantes daquella cidade ; os commerciantes e mais
contribuimos de Nova-York celebraram um mee-
ting para que se procedesse urna iavestigacao
nos livros municipaes. Para se ter urna idea do
eynismo dos defraudadores pub.icos, pasta dzer
que as suas contas apparecem invertidos duzen-
los mitboes de reales na habilitarlo de varias offl-
cias do municipio. 0 povo pede que se appque
um sovero castigo.
A commissao que representa om Nova-York
os dez mil italianos que residem naquella cidade,
concordou em celebrar a unidade da Italia por
meio de urna grande procsso. Ao annunciar
e.-ta sua festa, a commissao diz que nao tem ne-
nlium carcter religioso, nem o seu fim reg-
sijarem-se com a qieda do papa.
Para se formar urna ja do que aquelle
paz, bastante dizer que s no mez da julho se
obtiveram em Washington 1,812 patentes dein-
veiiQao.
Os productos das alfandegas de Nova-York, Phi-
ladelphia, Boston, Baltimore e Nova Orleans, du-
rante a semana que findou era 12 de juuho, ele-
varan!-se a 4,620:000 pesos.
O valor das propriedades agrcolas no estado de
Pbiladelphia eleva-se raais de rail e qnarenta e
tres railhoes de pesos, o dos anmaos atis a 116
milhSes de pesos, e os productos esto calculados
era 184 railboss de pesos annualmente.
A reparQo dos crrelos estabeleceu mais
2,407 administragSes de correio nova. A' 30 de
junho havia em todos os estados 30,045 adminis-
traco.-s postaes.
Diz-se que o governo americano, respondendo
alguns boatos que cora insistencia eirculavam no
publico, flzera dizer semi-offlealmente, que nao se
oceupa directa nem indirectamente da aequisigao
de Cuba, mas que se oppor que a Hespanba
patee o dominio daquella ilha outra potencia
qualquer.
Annunciam de Nova-York, que Mr. Gilmore
pensa em dar, no mez de 1872, um concert vo-
cal monslio, com o proposito de celebrar ama fes-
ta para commemorar a paz universal, que aquelle
senhor jalga segura, pelo oovo tratado de Was-
hington. Neste concert haj de tomar parte to-
dos os poros do mando.
O primeiro dia deve consagrar- Ioglaterra,
eos restantes s deraaisnachas successivamente.
Mr. Gilmore pensa em poder renmr am coro de
20,000 vozes.
O ministro da fazenda dos Bslados Uotdos,
Mr. Bontwell, acaba de publicar uta circular, re-
tirando o aovo emprestimo, com excepcio de ama
somma de 50,000:000 pesos em litlos de I /., o
quaes offereeea aos beos.
Segundo consta por noticias de Philadelphia,
houve no dia 14 de agosto ama exntotao na mina
de carvo em Piuson, na Pantylnma, a qoal cau-
sou a morle de am homem, julgando-se qae mais
dezeseis morreram tnffoendoe ao interior da rain.
Consta que o claustro da aoiversidade d
Yermont ooncordoa em admiuir as seahoraa as
eadwrai, fazendo para ellas am regalamento es-
pecial.
A commissao enearragada da investigar lado
uanto tenha relaoo com a toeiadade seereU da
n-Klnx, iodos os dias faz novoi a L*wrrUm**
deteobri meatos.
Pareoe/oa* est plenamente promdaaaa o Do
ao, donde principal daonaila sociedade pejttafnji as narro
diOooldade liberto* alAot axtaniuav. *
al americano, que se raoslra indignado,
aos que eoraaSem a sociedade o qae
iram a luelles infalizes para serem ob-
grande iojnstic.
Accratcenta a mesma fou qae os libertos oem
ao menot pediram a m berdade ; rec&beram na
quando o governo Ih'a aoat dar, e. foram to ge-
neroaos qae muitos coaf sobetos mtkos, poderiam
deixar-se arraslr por Bm teoiimenlo de vingan-
(a, mas que sa nao cita um nico facto daquelle
genero. Conclue qae ha alada maitos libertos que
estao sustentando o teas amigos amos, arruina-
dos por efTeitos da zoerra.
Annonciam da Wasiiogton qie a le relativa
associacao secreta do> Ka Klax, foi j posta em
rigor, com bons resullados, e cora um excellente
efreito.
O New-York Herald, publica a segnite ca-
nosa noticia :
< Marren ltimamente am desses eates avaros
que sao a deshoora do genero humano. Referrao-
aos a uraa velha, que se oceupa va em apanhar tra-
pos, e que possuia 5,000 pesos guardados ao ban-
co daquella cidade. Deixou todos os seus beds
uraa Bllia da oito annos ; mas julgamisque em
breve se apresentaro outros, reclamando uraa
parte da heraoca, ltalo de paremos prximos
da vtlba. >
Segundo iafonmedes estalisticas publicadas
pelo governo de Washiagton, parece que taoto o
comnerco externo de exporiacao como o de im-
porlagao, augmentaram nos onze mezes anterioras
a 31 de maio, cercada setenta milbdes de peses.
Entre as materias exportadas contara-se lam-
ben o odro, cuja continua extracclo dos estads
e causa da caresta que alli se nota em todo.
E>erevem de 8. Lu:, cora dala de 26 de ju-
lho, qua na tarde do dia anterior tinha tido lugar
um choque entre dous trena de mercadoria?, pro
xfno de Edwaids villa, HUnoi?, no caminho de fer
ro de Toledo e Wabasb; seiaoperarios que iam
n ira dos trena, acarara immtdiatameote mortos,
luyendo mais quatro que Acarara mortalmente
feridos. Ha muitos mais ferilos de menos gravi-
dade.
. A direejo da |ornal o Herald, da Nova York,
mandn ao dos teas redactores para conferenciar
con o celebre ehefe da Internacional, Karl Marx,
para se informar do cara jar, tendencias, e flns
qne se propde aanslla sociedade.
Aquelle joma) publica agora o resultado dessa
conferencia. Ttndo o tea redactor pergaotado
Kart Marx qae papel tinha desempenhado e fn/r-
nacional na ioiarreiQw eommunista de Pars, ras-
pn deu este quea internacional e a communa li-
baos actuado justas durante um certo periodo, por
qne combatiaraeraeimo tnimigo; mas falso que
oe ehefee da insarreco obrassem em viriude de
ordens reeebidatdo comit eeotral da Internacional
de Londres.
< Nos, acerarentou elle, deixamos sempre o
povo proceder segando as circunstancias, conten-
lando nos em anxilia-Io com oa noasos eonselhos.
Foi Uta que fizamos em Pars, com a difTereoca de
que na* podianuu dar cooaetbos em qoaalo a in-
surreifio nao chegoa a^ernm faci consum-
niado. a
Acera dos |niaipies da Internacional Karl
Marx expresaou-sB.Tieeo mais oa menor, nestes
termos:
Acatamos igualmente a monarchia e o capi-
tal. Tanto urna como outro permanecen) n'uma
idade, e ama civilisacao qae desapparecem r-
pidamente. O feudalismo, a escravido, a monar-
chia, o capital, e o monopolio, todos devem desap-
parecer suceessivameate da face da trra. 0 fea
dalismo foi o primeiro que desappareceu; a mo-
narchia vai tao depressa, que mal a julgamos dig-
na de nossos gilpes. O raonopoli > e o capital hao
de segu-la de promplo. A luta ha ser terrivel,
mas necesaria e ine'ilavel.
O capital nao mais do que urna forma da
baha de Bafflm, e eonhece todos os seas estreitos
e escolhos, e j est acosturaado s privacSea e
pengos qae o esperan. Para maior abastecimeo-
to, o ministro da maiinha equipan o navio de
guerra\Congress, e embarcou nerla mil barris de
provisoas e tres mil toneladas de carvo, as quaes
sarao entregues aos tripulantes do navio expedi-
cionario em Groelandia, nos seus qaarteis de a-
V6rOO.
Esta expedieo tem por flm descobrr os mo-
yimentos das correles martimas e atraosphercas,
mclumdo as correles elctricas do circulo rtico'
e determinar a influencia que exercam sobre o
clima, e as flaetnacSes das esiacSes as nossas
zonas temperadas.
O New York-Herald
J
raoatra ter grande eonflan-
?a no feliz xito da expedicio capitaneada pelo ca-
p to Hal. v
( AMAZONAS.
A capital da provincia tinham chafado oa
Srs coronel Joao Wilkens de Mattos e lenente-coro-
nel Antonio Tiburcio Ferreira de Souza.
PARA-
T~ No da 7 do crreme ioaugurou a compa
nhia di estrada de ferro Paraense o servico de
transporte de passageiros entre o Bonlevard e Na-
zaretb, passando pelas estradas de S. Jos, do Ar-
senal e de Nazaretb.
A alfandega renden de 1 a 6 do crreme
90:944*780.
Leraos no Diario de Belm :
Como baviamos ooticlado, renniram se aote-
hontJm (! de setembro) em casa do Sr. Dr. Frei-
tas os eavalheos que fazem parte da associacao
destinada a promover a iostruccao publica nesta
proiineii.
J os raesmos cavalheiros, como tambem no-
ti_eimos ha tempo, tinhara noraeado ama commis-
sao composta dos Srs. Frailas, Roque e Nuues,
encarregada de formular os estaluos. O Sr. Dr.
Freitas, oa qualidade de relator da commissao,
apresentou ante-hontem esse trabalbo, que foi lido
e diseatlido artigo por artigo, e por flm approvado
com ligeiras alteracoes
Decidi-se que a aova sociedade se deao-
minar AssociaqSo Promotora da Instrucco Pu-
blica.
Creada sob to bons auspicios, de esperar
que se desenvolva, e d grande impulso educa-
cao popular.
Foi nomeada ama directora provisoria com-
posta dos Srs. Freitae, presidente; Nones, Io vo-
gal; Roque, 2* dito; Mandes, secretario ; Cruz,
2* dito.
Felizmente vai om bom andamento esta no-
bre associacao, que tanto promette para o futuro.
< Aqu transerevemos os nomes dos cavalheiros
presentes s doas reunioes e qae tomaram o titulo
de socios fundadores:
Os Srs. Drs. Nanes, Freitas, Valeute, Perera,
Menda3, Tocantins, Cruz, Almeida, Cjnio, Lobato,
Pinto; os Srs. Roque, Rodrigues; Barata, Mello,
Gama e Silva, padre Simplicio, coronal Magalbes,
Jos do O', Mello, Lameira, Hildebrando e Lima. >
REVISTA
TRILHOS URBANOS PA
RIBE.A' proposito da n_,
hontem nesta Revista, sob o tUulu" d'esta, julgou a
aiA.
OLNDA E BEBE-I
se v, portanto, qne tem toda a proce-
dencia os fundamentos do pedido qae, en noete da.
seguranca publica e no interesse dos passageiros
| da liaba, lizemos S. Exc. o Sr. vi ce-presidente da
. provincia, no nosso numero de ante-hontem.
i Na recusa da autorisaco pedida para a aber-
tura do ramal a que nos tamos referido, emboa o
oao paraca primeira risia, vai nm grande inte-
resse para a propna emprej, qae, coagida aatim
a cumpi-ir melhor o seu contrato, procurar a een
duvida alcancar lograr um bom conceito pnbCco
pelos meiboramenlos com que vira a dotar a es-
trada, mtlhoramenios qae serio ama garanta
para todos aqaelles qae por ella transitara, e par
aquellos que teera edifleios as proximidades d >
leito da via permanente.
Afflrmou o Sr. Andr Porto que a liona se aczu
as melliores condicoes de solidez, e, como eertea
disso, declarou qne em oito mezes nao tem havid .
aceidenies nem mesmo descarrilbamentos.
Cremos que houve engao nessa alUrmaivi.
Tem havdo accidentes e, anda nao ha ronilo lem-
po, deu-se um dascarrilharaeoto em terreno plano
e n'uma pane recia da linba ; que o diga oSr.
eogenheiro fiscal, para quam declinaraoa da op-
nio do Sr. Andr Porto.
Disse o Sr. Porto : O eUremecimento de va-
gees e do solo que, segundo diz a referida redac-
cao, tanto incommoda ao passageiros e morado-
res das ras que ficam prximas ao transito, nao
assa de urna chimera phantasiada pela redaccao t
yperbolicamente metamorphoseada para o flm de
crear urna to injusta prevencao no espirito do
Exm. vtee presidente da provincia. Mas urna
hgperbole to sem gosto, que basta ser enunciad'
para ser repel ida.'
Nem phantasiamos os eslremecimentos do slo,
era creamos hyperbolas as trepidacoes dos
carros.
Ha poneos das oavimos o Exm. Sr. Dr. Joio
Jos Ferreira de Agoiar, cojo testemaoho tem
para na o mximo valor, dizer que soa casa,
situada na vlsinbanga da estrada de Olinda, estre-
meca com os eslremecimentos do slo todas as
vezes qne per alli passava um trem.
Se isto se d com a casa do Exm. Sr. Dr. Agniar.
que grande e foi perfeitamente bera fundada,
como elle o afflrma, n qae nao acontecer aos pe-
queos edificios ? E responsabilisar-se ha a eera-
panhta de Olinda pelos prejoizos de um poiMve!
desmornamelo de taes casas ? E, se te der om
tal fracasso, nao haverio talvez victimas a la-
mentar ? E sobre quera pesar a culpabilidade ?
De qae provra o eslremecimento uo tolo e dos
carros ? Sem duvida algoma da anormalidad do
leito da estrada. Se esla fosse tao bem constroida.
como afflrma o Sr. Porto se offerecesse a apre-
goada solidez; sem duvida se nao dariam as tre-
pidaces do solo, que sao evidentemente o resal-
tado do qae os franceses chamam mouvement dV
lacet, proveniente nao e de algum deteriorameMo
das molas dos carros e locomotivas, mas tambera.
e principalmente, de um deslocamenlo dos triihos
na oecasio da passagem dos treos, desloeameato
que tem manifestameote por cansa am atroxa
ment Aos eraToe on grampos qa tiua oeBnttkros
sobre os dormentes.
Ninguem dir por certo qae em taes condicoSas
a estrada de Olinda offerece solidas garantas para
am bom e regular trafego.
Nao houve, pois, pbaniasia, nem byperbole o

(que drssemos. Tambera nao bou ve phantasma-
_.m ref
companhia da estrada de ferro do Recfe a Oiinda garaenl- d09 ,ri!hos para
escravido. Nao pensamos em fazer a guerra era
Inglaterra, eesperamo,- fazer triamphir os nossos
direlos pelos meius legies, uor actos do parlamen-
to. A aristocracia resistir, mas temos a nosso
favor o numero, a intelligeneia, e a disciplina, e
venceremos em Ioglaterra primeiro qae em ne-
nhura'outro paiz, por isso que o trabalho e o ca-
pital j. esio all organizados segundo o systema
cooperativo.
< Debaixo deste aspecto a Inglaterra superior
Franca, aonde a ierra e a '"ndustria estao dividi-
das em pequeas pareellas, o aonde o trabalbador
est solado, e reduzido as suas proprias f.rgas.
t Se o nosso partido subisse ao poder, o pri-
meiro a'cto do parlamento seria depr a rainha, e
proclamar a lepublica. Era seguida ponamos
todas as grandes propriedades em poder do esta-
do, o qual as explorara em proveito dos produc-
tores. Quanto aos ricos nada faria por ellas, o
Sao estes os termos era que se ezpressa a iolha
americana. Esias indicagoes eslo sanio repro-
duzdas na Europa, e apootadas corao verdad iras
principios da associacao, cujos trabalhos os go-
vernos coraecara a prestar a sua mais seria al-
tencao.
Nooutono passado celebrou-sa em Cncinna-
t-u na convengo penitenciaria nacional, qual
concorreram da todos os pontos dis EstaJos-Uni-
dos, bomens de estado, carcereiros de cadoias, e
muilos philaniropislas. Vendo o xito desla pri-
meira reunio, oa concorrenles resolveram dar
todos,os passos, e tomar todas as medidas neces-
sariaa para celebrar um congresso penitenciario
internacional era Loodres, n'um dos primeiros
quinze dias do mez de junho de 1872, com o pro-
posito de reformar a disciplina penitenciaria.
Este projectoj cooseguio o assemimento do go-
verno dos Estados-Unidos, e de accordo com urna
resoluca > de ambas as cmaras do congresso, o
presidente Grant assignou um despacho em que
acredita o Revd. E. C. Wines, secretario da asso-
ciacao penitenciaria americana, como represen
lame do governo doa Estados-Uoidos naquella con-
venci, aulorisando-o ao mesmo tempo para tomar
os accorios qae julgasse cooveoientes.
O ministro de estados, e os embaixadores es-
trangelros qae se achara em Washington, muni-
ram o Dr. Wines cora cartas de recommendaco
para os respectivos goveroes das saas oaedas.
O phylaotropo americano acaba de chegar In-
glaterra, aonde solicitar o apoio do governo bri-
tnico, e das associaces qne s- oecopam destas
reformas do sntema peoal. Por agora a commis-
sao da associacao de seieneias sooiaes de lagUter-
ra nomeon ama commissao composta de tres dos
seas raembros, homeos todos entendidos naquellas
material para ajudarem o Dr. Wines as medidas
preparatorias para o dito congresso.
Dentro em breve deve ser Borneada ama com-
missao maior, e outra auxiliares em outros
paites.
Eatre os americanos daskactos qae pensara as-
listir ao congresso penitenciario internacional,
contase o ex-fovefaedor Soymour, qae latoa
eom o general Grant na ultima eleicio presiden-
cial.
Fallando da prxima expedieo de, capillo
Hall ao polo do norte, diz o NeteYork-HTali, qne
te o navio Poiana nao conseguir plantar a bao-
deira do Esudos-Unido no mesmo polo, nao ser
eertamente por Calta de molos, petreehoa e mnni-
c9et, par Isao qne o. ministro d raanna poz i
iitpoticao do intrpido eapitio Halt t primeira-
maata, una vapor coastruido e equipado expresn-
maata para sntteatar ana tonca temporada na-
qnaUat regiaes, a depois d'ato ama tripalago
eaanlhida eotre o marionairos pratioos em nave-
gar aos maree artfcos.
Aqaelle capillo ma ana'fo explorador da
e Reberibe dever escrever e publicar .-ob a assig
natura do seu gerente, o Sr. Andr de Abreu
Pono, um estirado ar(g), no Jornal do Recife, no
qual sa nos raimoseou cora grosseiras amabilida-
des, que devolvemos quem no-las reraetteu cora
tanta prodigalidade.
^ O que dissemos ua oossa noticia ?... Que o
sr. Dr. vice-presideata da provnola nao devia
consentir ca abertura do ramal do porto da Ma-
deira ao povoado de Beberibe ; para fundamento
dessa negativa distemos que baviam mais de 14
mezas que eslava aberla provisoriamente ao tra-
fego a liaba de Olinda, sera que essa concessao ti-
vessa estimulado a empresa a proseguir nos raeos
de abri-la definitivamente.
Com qua fundamento se ple contrariar a ver-
dado dessa assercao ?
Appellamos para o Sr. eogenheiro fiscal ; elle
que responda sa j liaba de Olinda se acha em es-
la lo de ser aberta definitivamente ao trafego; elle
que diga seas coniieoes indispensaveis para um
bom servico de trafego se achara preenchidas
nessa estrada ; ella que sustente que a seguranca
dos trens e dos passageiros nao constantemente
am -.irada pelas conlieoes do instabilidade do leito
da va permanente I Quanto ao Sr. Andr Porto
desconhecemo3-llio a competencia para responder
estes quesitos.
Se a companhia nitem podido al agir rm-
Iborar a parte da estrada aberta ao publico ; se
nao tem podido augmentar o seu material rodan-
te, de forma a offerecer aos passageiros eommodo,
fcil, e seguro transporte ; se d3o tem podido
mesmo coaservar limpos o aceiados os seus car-
ros, que eslo o'ara estad9 lastraavel, como qual-
quer pessoa ple verificar ; sa nao lera manifes-
tameote camprido cora ti lelidade todas as pres-
cripQoes do seu contrato; como poler olla pro-
ver de remedio todos os males da estrada, aug
mentada com mais o ramal do porlo da Madeira
ao povoado de Beberibe f
E' de primeira e fcil, intuigo. e nao ha raister
de ser-se profissioual para saber-se, que o trem
rodante da urna estrada de ferro deve ser tanto
maior quanto mais avuliado fr o seu trafego e
mais longo o percurso dos seus trena, ou o cora-
corapriraento da linha.
Perguniareraos agora : traz ou nao traz aug-
mento de trafego estrada de Olinda o novo ramal
que se pretende abrir 1 E' ou nao maior a dis-
tancia a psreorrer palos trena ?
Cremos que ninguem haver que responda pela
negativa estas perguntas.
Como, pois, se pretende que baste, para um tra-
fego maior e para vencer maior distancia, um
material rodante que nao satisfaz as exigencias
actuaes do trafago as partes da linha franqueadas
ao publico t
Alm disto sabido geralmente que a compa-
nhia anda nao construio estacao em Beberibe, e
nem seqor alli preparou am abrigo qae sirva de
estacao provisoria para os passageiros. Isto
raaito impoi taote e nao pode passar desapercibido
ao Exm. Sr. viee-presideole da provincia, como
nao tem passado qnem tem ido para as bandas
de Beberibe.
lambem indispeosavel qae a companhia faca
ara desvio na Encrazilhada para os trens da Bebe-
ribe, de forma t facilitar as mudan?as e movinJen -
los dos trens que pan alli se dirige, partiodo
d'aquella estacao.
Ouirosira faz-se preciso para commodidade dos
passageiros, qae a companhia mande alterrar, al
p-lo ao nivel do leito da ferrovia, todo o terreno
comprehendido estire os pontos da eilaclonamento
dos trens do Retie Olinda e dos de Beberibe, na
referida EncratHnada, sem o que continuario os
passageiros a ser obngslos a descer ama nao pe-
quea rampa, arriscando se a dar quedas perigo-
sas, especialmente na notee escuras, que oio sao
raras.
Tolas estas considerases devem pasar oo ani-
mo de S. Exc, ao Uacar o seo despacho bo re-
qaerimmto da emareza, como pesaran no nosso
aepiritos qaando. oeurevemo! a noticia de aute-
bontaoo.
a ana dpmns una- r1"" U,MU*""-. **"">"' "" uuuvo .pnamutma-
ZJVJSTSlSr. \9r,a no oae dlS3emos co,n rererancia ao prolon-
o guyndaste do caes,
cortando a roa da Aurora. A eompanhia nao po-
der nunca apresentar a autorisaco de qne ca-
reca para fazer essa obra, que foi construida
noute e quando era mpossivel so Sr. eoge-
oheiro fiscal obstar semelhante e repreheosvel
abuso.
Houve reluctancia, houve desrespeito sim ; por-
que, determinando o Sr. engenbeiro flseal a sos-
peosao do irabalho, no dia immediato noute em
que foi comor.ado, foi desattenJido, sendo illaquea-
da a sua boa f.
O cltavao, o charope do bosque da coraoanhia Je
Olinia, dizer-se essencalnirnte nacional, recla-
mando por eta considerara > para s o que nunca
se concedeu, o que nao se deve conceder a aa-
nhuma, isto que abusem e o-tentem no abusar.
Se ha merecimen:., se ha materia para louvores
em se ter construido a estrada de Olinda com
ca la s nacionaes, nierecimento que reconbece
raos cora plena satisfacao, louvores que tecemj>
cheios de jubilo, isto nao d direilo empn-n
para saltar por cima dos seus compromisaos;
para abusar daquillo, cojo uso lhe foi permittid
apenas cora criterio e discerniraento; para querer
que se abram excepgoes cdiosas em seu favor.
Decais, o merecimenio da compaohia da via-
ferrea de Olinda nao ob'curi ce da modo algum c
que cabe s emprezas estrangeiras, que, trazend
para aqui os sena capiues, em procura de hones-
tos e razcaveis lucros, concorrem efflcazraen>-
para o desenvotvimento das for?a.s do paiz, faz?r.-
do-o progredir as vias da civilisacao.
Suum cuique tribuere deve tambora ser una
divisa da companhia da ferrovia de Olinda, coa
o de todos aquellos que amara a justica e saber.::
respetar nos outros aquillo que desejara lhes eji -
respeilado.
Em conclusao reiteramos o nosso pedido ao
Exm. Sr. vicepresidente da provincia.
Nao queremos mal, e antes, pelo contrario, dse-
jamos mil e urna prosperidades va-frrea de
Olinda ; roas isso, repetimos, nao nos inhibe d
dever de reclamar pela seguranca publica, amea-
cada nos trena dessa estrada do ferro, e pelo cum-
plimento dos contratos faites com a provincia,
cumprimento que est longe a companhia de Olin-
da de ler dado ao contrato que se obrigou como
cessioaara do Sr. Andr de Abreu Porto.
DINHEIRO.O vapor South America troax
1:000*000 para os Srs. Arraioio ct C, e 484 dol-
lars de ouro para o Sr. Benjamim Hunier.
Esse vapor larou de oossa praca para a do Ri
de Janeiro 4:300*000.
BONDS.Para a companhia dos carris. de ferro
vieram hontem oo vapor South America, doas w.,-
goos e 400 fardos cora feoo.
ORDEM TERCE1RA DE S. FRANCISCO.Cele-
bra oo domingo a festa da impressio das chag i
de seo patriareba, com vesperas, fesla e TeDeum.
sendo a missa do maestro porlagnei Sanios Pn
e a orehestra regida pelo professor Jote Co.h .
Barbosa. Oraro os pregadores da capeHa impe-
rial Fr. Joio de Santa Tbereza, ao Evangelho,
Fr. Joaqum do Espirito Stoto, no Te-Deum. A
msica marcial do 1. batalbao da infamara" d
goarda nacional tocar nos intertallos da festtv
dade, bem corao larde bo claustro da nwanv.
igreja. Das 6 s 10 horas da noale estarlo em ?x-
posico o hospital e mais dependencias da igreja.
INSTITUTO HISTRICO E PHlLOSOPfflCO.-
Hoie reune-se, s 10 heras do dia, esta tocledade,
em ama das salas da Facoldade de Direilo.
NOVO ATHBNEU.Hoja haver sessai a?ab
sociedade a 10 horas da manha, no lugar d -
cosame.
GOMPBNHIA PERNAMBUCANA.-Hoje o a.
timo dia em qae recebem carga oe vapores Ipfyi-
ca e Geuid, para os portos do norte e sol, con-
forme o anoaocio da mesma companhia.
COMPANHIA SANTA THEREZA.Os accin s
tas desta companhia devem realisar 4 8.a pro^u-
Qio do capital tubscripto, 4 razio de 10 por cao-.
al o dia 20 do crrante.
SUICIDIO.-No dia 7 do aorreate o preto E.<
urdo, ascravo de Wlaazar FeiW de Mello, pro-
srsa


i
iii fi Mwnn?
d*P%ni3tb
geod
'su
prieta no dfc ooiVoBb StM'Anna, dij tormo 4b ^*
riahirm, snicidou-se precipitando-se
mMmo eogenbo, onde perecea a
a ejaniacadas.
jrfelt delegada*'do* tenno Me
T*UI2J'J*3 Ri*,,0> inctr bm pena
tX' *^"X *^iln,,,*,' ,o* da. Cruz.
CAPTlWa\j%JM lermo de Cimbres Joi taplnrado
Oolhido calda Haaoel Mooieiro da Racha,
bnec.do por Gajo, coj^Briminoso da tnorte.
a. dafcnhi, a
Quinta 'ein 14 d% Setembro dt 1871
ole Martina, o lel-
ro e praft* sabrs
eotrns Na* s. de
trayessa daiCrozes
mandilo.
nteift no vapor ame-
LOTERIA. A
i beneficio da nov
qoi corre no dia
LElLAO.-H>je
tioMMktiiK
cotaare de or
ouro na asa de
n.1.i ras,
PA
ricaoo Stmlk Amu
Jobo 6. Nali, P,
Segaem para o al ao mesma vapor
Maooel Pereira de Ffgaeiredo, M. Ghewv, Mara
Gollner.
iTBMTg^l PTTDr ,rn ffliimrin do dia 12 de
.S;ten>bro :
Sebastiana, prela, Pernambucn, 72 aonos, sol-
Boa Vist, hospital Pedro II; luberculos pal
IonL eseravo, preti, frica, 60 annos, casado,
& Joe4"; arlrite chrraico. '
Aatonia, eacrava, preta, Pernambuco, i-> annos,
olleira S. Joa ; varilas.
cXaaciica. Josepha Miiia, branca, Pernauraco,
SOTmnn^itnTa, S. Jo ; Rastro enterlre.
fteueinaa*eida Mari*, eserava, preta, Pernambu-
co, O^a-Vala; convui-es.
AngelidASiTemu Maria da Peoh, branca. Per-
naraboco, 60 anuos, viuva, S. Jos ; oongesiao ce-
rebral.
Majenca Luixa dos Sanios, branca, Pernambu-
co, 61 annos, viuva, Itoa-Vista ; enlerite cnrouica.
. Desptza.
[rnportancia despendida ao
jU^ijm...........
>aldo que pas para o Bet
ginto....... ........


ataque
t lbnlio nw qostt
por bberdae fofinluTe
cuodi. de papo amarelJjL quaa
ae se nao bnlisse as Idai sntigas.
Mas aqu "outra vea, sir; eatrevejo auaa parida-
mi, curios*
oos, qae se no'abaix
I Perdea se all ao bo
oto, n peonar de'fowej afearto par
, CAM.iR.1 -MUNICIPAL.
SfiSSAO BXTRa.ORDI.VAHf A Eli 30 DE AGOSTO
DE 1871.
' aneIECU BO SR. DR. S00SA LKAO.
aVenentes os Srs. Ur. Beulo Cosa, Dr. Pitonga,
Dr. Villas-Boas, Gameiro, e Dr. Mo coeo, abrio-se
a lenaio e foi lida e approvada a acto da antees-
denle.
Leu-se o segainie
XPEDIEXTB.
un offlcio do Ekqi. Sr. vice-presidente da pro-
vincia approvando as arrematares feitas por di-
versas peesoas, e sob liaoras uomas, dos lalhos
4a ribeira de S. Jos.Qoe se lavrem os termos.
Oulro do secretario da presidencia, comraaoi-
caodo a cmara man'cipal que foi- pelo vice-pre-
siaeoie da provincia approvada a ni mu e eleva-
caes da esiacao typo do ramal dos Afilien da estra-
da de ferro do Reate a Caxaag, e De n assim o
typo normal da va permanente a construir-a*
n aquello lugar.Inteirada.
Una peiicio do Dacharel Aareliano Aafusto
Pereira de Cnrvalho, e ooiros filb >s e Beto do
noado sargeat > mor Fraoeisso Joaquim Pereira de
Carva:h i, com despacho do Exm vice presiJeat
mandan !o informar.Que se informe-
Oatra d coronel Cirtolano Velloso da Sil eir,
com despacho do Exm. vice presidente da provin-
cia, mandando que a cmara nos termos de saa
lofiriDcao atienda ao supplicante.'',incedeu-se.
Uiii abaixo assignado dos propnetarios de parta-
riae, retinaras e outros eiiabelecimsnios que tra-
balnam com fogo, com despacho de S. Ex\ o Sr.
trien nmsidente da provincia.A commissio de
petiedes,
Ojiro des negociantes estabeleeidoj oa praija da
Independencia. A camar* tomou-o na devilla con
ideracio.
Um offlcio do sobieiegalo da freguexia de Sto-
lo Anioai i commuoicaad) ter assuundo eexersi-
eio da seu cargo.Inteirada.
Ostro do adv.'gdio dos presos pobres, dando o
sen parecer acerca do pagamento das cusas dos
proeeasos, em qae como autora deeabe justn'i
publ'ca.A' urna commissao especial pira a qil
foram o ornea dos os Srs. vereadores Dr. Beoto Costa
e Dr. Angelo.
Ontro d advogado da cmara, dando o sen pa-
recer acerca da pelicV) de Francisco Jas R*poo
In Meno se vounlo contra o Sr. vareador Pi-
taog pelos senintes mol os :
Toto contra a ptica i ele Raposo, por enieoier
qae tendo d liado de conuntur a obra por mai
de ara aam>, havia caducado a licenca adquir la
e quelenio se mudado a forma de edtcacao,
na se d*via perrailtir qae cooiauM*o ma da postura reformla, que era eoulraria 4
l>i i i-Ando. Vnn 6 i-mnara mueielpal
i do Recite. 30 de agosto d) I87L Dr.P
Ka f.tor o Sr. vereador Aogeio, pela Eatiti
de ter elle feto os aheerces de que trata, com
lleenc i da cmara e de oonfonnidade com a pu*
'ara i'iii.io existeole. >
Una iaVrmacaodo fiscal da fregafziade S. Jos
sobre a pencan do Pedro Al 'xmJrmo Hudrigue?
Lins. -A' coTimissao de eliticaei i.
4 O Sr. presdanle da cmara apresentou a segain-
ie proposta : Proponho que sejara de novo
postea empracios alugu-^is das casas da praQa
da lo I p.'iiiii'Miv.a na prxima seiso o que sejam
avis-.ii n os inqailioos -le que a cmara resoivcu
levar a qumtu de IO) sobre cada ama dejig-"
nada pelo seus nmeros, nm a cirrerdoK* de
ou'.ub'o proxim vinJnuro no caso de nao serem
arrematadas. Papo da notara municipal do Re
c(\ 30 de agosto ae 1871.Sjuia Leo.Appro
v^iia.
Un reqnerimento do Sr. vereador Mossoso,
la Hequeiro que o engenbiro wd'udor, exami-
n^oestadu da ribeira 0>a-Visto, prponh
'irje os BjaHuramentiis necossariot para mn-
II ir servir ao fi o aqu 6 deslomad-). P$J ds
cacara nonieipal do J>cf-, 30 da agosto de
1S71. Dr. Lobo Mosco o Aoorovad).
U.o parecer da co.umi-s.ij de eJifiacao nos se-
glllm termos :
Nana Fiaucisco Carneiro Vont^iro, tem direito
a eliH-ir *obre o terreno que :i ser de sus
poese porque d3o prova cora o dociim.nto quo
jimtoo, porque delle se leduz que t-lle ? sua
irmia prop ieiari -s do teir-'oo oade esta situado
o seu pr-idio, ern declaracao de quo -o enten-
de o memo terreno a m do md esdo n n s-
mo documento e nem S-bastii LipesGuiuii-
riea o de pu lar cercar o diio terreno, porqu-
arrendara com esta condicao. no enlamo euieu
de aco'ninissj que a venulliea do dir^ito so-
brea pose do terreao ^ pie deliuitivkineate
a ser iacililo no triounal comp-Hcnie, ou pela
eorporaci a que perteoce o mesmo terreno.
P.e o i- unan municipal do Recif-, 30 de agos
tod-* 1871.-Dr. Prxedes Gomes do Soma Pi-
a tanga Jo Mana Frer- Garaeiro. Appri vado.
O Sr. presidente da c*niara nomeou as comiDi>-
eSes. as quaes Acara compostas da manera se-
ga'iite :
Poliea.Os Sr. Dr. Mosco30 e Costa lloreira.
Ki'l-agai.Os Srs. Gam-iro e Dr. Piianga.
Pet'c s.-D/. Angelo H.mrijues e Dr. Villas
lois.
Mat.doaro.Os Sra. Dr. Mj3C03o e Dr. Aogal>
afennqaes.
Cemiterio publico da cidade.Os Srs. Dr Ptan-
ga e Gimeira.
Cumenos defra. 0- Srs. Gamro e Pe?sos
da Slva,
AiDorisaco.Os Srs. Dr. Villas Boas e Dr. Bcnlo
Costa.
Oespaeharam-38 as secunles peliedes ; do Ao
Ionio Vaienlim da Sdva Birroei, Antonio Mirqoes
Ferreira Fiiho e J s Mir,|iias Firreira. Abel Pms
deCarvalhi, Anloiio T.var.'s de Al ueiil, Fian
seo Cancro Mmleir<> () Francisco J s Rapo-
so, Fulgencio Infante de Abu juerquH H olo Fr. n-
eis' PWnlra de Ci Jos p.miogue M-ia, J-io Ginjuvhs de S o
Beir-', J->o M-noel dos Santos Hartins, Luit Mo
reir de Andrade, Lnn E lo irlo dn H iiisa u, Laut
Blan, Luiuno Benieio de F g isiredo, Mana Eu-
fenu Alves Cavalcante-, M.'ili n VI me Tavsre ,
JfauoHl Pmlo de Albaquerqu*, Man>l lunacio di-
Arrala, Man el Espiad U d M-iit'.n^a, 8-ba-i
Lopes Guimtiies e Vrfiorirp Dvimingos Alves M*ia,
e levant>u-se a sessio.
Eu Lour-nen Becerra Carneiro da Caoba, secre-
tario sub'crevi.
Ignacio Jmt^mim te Soma Ltao, pro-presiden-
te.Aafl'ir H'rtqwu Gomt & i.mi'i Piling -,-. $n0 Titrwmio
v,i\-.t oii. -Cmtim Cu-meo da Costa Morara,
lote Mia Freir Goaviro.
Guian municipal fc^e
iefcfo da 1871.
J Oprooaraar
Jos Simplicio de Sd Kstetes.
PUBLICACOES k
Reflexiss polideas, dirigidas
Sclo rocelro cimcloato o el-
ailo Fabrlelo
CAHlA QUINTA DJ
RIO DE JANEIRO, 20 DE AGOSTO DE 1871.
Esta ol se faz. ejado. ftibraH B4n'n ;fa.
Vir en da minba Tbebaida a eavallo na malinha,
lie-ciien, al a corle ; esperar o "alegran 4e abw-
cir o amigo velho, e llcar com.,cara de palmo e
meo, ao ouvir diier comadre qae partirs para
Pin lamiiiihaiigaba 1
E' duro. Tu mulher c rae eniregoa a. cart
em que explicas .os u gentes motivos da tu* suolta.
jumada, e me ordenas te retnbua eu na' me ma
moeda de que s mea creJor, dirigilo le agora
urnas epbemerides do que por aqu se est pas-
sanio, ou pelo* menos continuando a minha ana
lyse do sabiio discurso, e do sabido orador. S-js
assim ; erapregarei as miohas nuiles nesta diver-
tida occapacao, ja que o rbeumaliam \ a gota e os
calos me privara de fcil looraocii.
Ha coincidencias esi upen tos.' Cbego bontem
tarde, e eu que la no sitio nao sabia amia da-
hoiirarias que deo ao mu dolo' pulitic*. eaio das
nuvens, quanJo rae tratera ao almocii o Ior-inl do
Commereio, onde leio qae o Sr. Jo-% de Alee i.-
empalmoa tarefa p linca, todo o lempo de urna
Jas ultimas sessoat pariaraentores deste auna, p*
ra me roer nos calcaahares e pf a minha in-og-
nifleante pessoa na ordem do dia I Dirs liceoea
por lauto para eu intercalar amas cartinbas sobre
a iocrivel sessai do da 3 do crrante. Xa va-
nada a minha pess >a, mas valo rauito o aresto ; ha
fervoras em que importa deir aguv; vunc* a
repugnancia, e venho scena
Antes da mais nada, pasmo da longinimidale
da cmara, ao consentir d'esi'arte o atropello J
todas as eonveoiencias, a protelacao dos mais se-
rios debates, o le>curar dos mais vitaos iaeres
es, o despreio das disposc<3es do regiment p^r
que deyn dirigir-sa ; e ao tolerar que la lo isto so
sacrifique a certos orgoJbis grrulos, que levara
Oorasa repisar trivialidades, a iojuriar o g-aaro
hiimaio, e a dar tristes duuniiaio) de incapaci.
Jale poltica.
Invoco as mas recordaco-, Fabdcio. R;cjHh
ceras que e*la in-nha c .rrespond-ncia c por teste nunhos exagerado* da c-msid -raca > para
cora o Sr. Aleucar. Trouxera elle irapreasa des-
cabelladas vernoas cooira o podar passoaL S ip
pondo ea qus fosse ama thssa aronip nenie a di>-
cassai que elle raesmo destfi oa, t8.-revi-u a e-s
raspeinjssra me disvi.r u.n a>is do terreoj floit;.
do p. inico ; fcrecotdir-'ld has de qna a es-e nhor auribji, por meus pe-.-i I f, aorecaveis do-
tes como escriptor, estadista, romancista e orador
' antes "da quarasiua um coufassarai desse pilca-
do ). A paga nao se fer. esoerar, bai sensor- co-
necia por, do lugar maccessival, me arre n-c/.r
asiiisinua.dis desagrada veis, Sjbre queja tato
raos ; agora vejo que as completa cora o- manilos
nais fTinos, con as ciluminas mais proprias pa
ra revelaren! o carcter Jo provoca lor; rau la >
negocio de figura. Bitido eui todas a< ds-u
sas, rafat-ia-sa em abrigada ca.sama(a, d'ond ni
atira uioru.i.s.... piparotei. Juigava essj senil >.
qira con seas ademaos meateraorisarM ; aj, oj ;
aqu me lera.
Hiquen timbre oa subliraiJale d < imito fal-
lar ; l o vir oa nao a prepisito, ion tu p)a*.o;
com lano qaa a az mhi role, qua moa ou Dio ra,
o l'igo, ou a paciencia, a rainim de qae o Pre
lor ui cora. Ai, veaeranda F bricio, desadoro
^n -iitha, qna tavj^a C.icaij*av io *
^TTi aprendi. c->m um p'a
~j devein tratar ao ,-rio se
r
nos; porque saas iras lio fihnss; porque deve a
"eaffelri ios feus gradees ge,to*. "e scpTicISB
porque deve a saa exaltacao a um r'riT-aWigqjpnj
que tem dentro em si para o maoler a lona ele/ che
teja esirangelmt-Aiponta cora
para minba pnssda, nao para disentir (qae.
I eiasa do seo gimo), ova paaa ms In-
jariar,** provocar cootra mim o popa urna reac'
eda enrgica T Pols sere, qae mats quer ?
en; nHtun son en ? Ego sum tiui mm.
be o
tos e vi
o, qnan
o coa1"
Sere
impiesso
sobre lal
Falto
envida
Nem lancel
de.m'o
(Ta-.u tu paciencia,
sador, que diz qne se
oo as cousas anas
Go' a materia conv n cfsar o etyl i.
Lavaoie-se a exprasftjo se grande a idea ;
se a idea negra, a Ymari negreja ;
e tenue sendo, se atenue a pbra.se,
Mais tenue do que isto nao In nada.
Sirva, pois, a regra para minha justifi-agii de
ora avauta ; onda rae viras nr, por que consi-
dero a cou'3 riiivel.
Ora, toca a li- "ir a olojuente arenga, con;
qne o campaaudo orador esteve escarne eojo do
parlamento.
Principiou, jurando qne fugiria, como o dia
bo. da cruz, dos ex-rccio- uratonos; de crer qa-
I igo os oavinies se entre segrediss:in qae iam as-
si-tir a nao mais que um ex rcici ora orio. Mas
enganar-se-biain, con esso, pois, ao qio lam a--
itliir era nuis desb.-agad descomp tu'"a a tud
e a todos, com urna ra va, ara pbrenesl tai, que eu
reco.nraeudo cautela, pois nos ataques de hy Iro-
pbibia ipirdo-so com aqneilt sania. Aqu as
dentadas foram em ludj qua:t> o rodeava Je fac
lo, ou loe atropellava o cerebro rain J >.
i) -jt.ula no ministro do imperio, por doa>
ciuies : pri oeiro ter fen no-Ib sos-o doiv
discursos, segundo s^era este ao luseo-fusc.
Dentada no presidente, qae Iho pt-iJid (quan
lo devia mandar- he) se coofor nasse co o o arti-
go 217 Jo regiment ; attnbuo-lhe o plano da res
trmgir a liberdade da trb.io. ; o am-aca a patria
le a deixar na orphan la lo, pnvaado-a dos s-ms
fallat-inos, era I ae sempra apjarece representad.i
urna sjtna dos Demndala*, de Racrae, ou era que
a proposito de u na av'-u, se descrtvam todos os
succe-sos para ra do diluvio
_ Dentada ao poder pessoa! ; isto ja se saba ;
nao hivia remedio se ui cucar na birbutba. E
.i 'lina para a q lal, enoora calhe como emei'
la novado era cemilerio, ha sempre oppurtanidi
Je. i; or I nta da macnqjimha I
Aqu agora, houve um m orvallo as deatada-,
porque S. Exc. fallou de si, o essa a nica pos
soa em que.u nao mor le. Ora, c -mi e si cana
oo monos ara relatono, eis como ociso fo ;
va temoera de entreacto. Dese-ifrtela d> nt.-
coes (st-m sarera da escola ingleza, d'-su feit.),
comparou-se, inode-lameuto coma .-auipe, C"-n o
uraoda jurisconsulto Libe ra, a quera o- contera
p iraue n Imoara por loueo, atiento "aau-ierid-
leerigiiez d> seu eaaaeter, e o sea ara >r h
DerJale, incorrupta librtate dlcaT.icit ." Isti
nao fiz mal: qianto a pmnr.ira parla, a da com
paracao com o impvido, aa.'rri>a<>, rgido easp"r-
rimo, quera ba de gabar a. otflva, seoao o pai que
juer casar ? quanio segn la, (se a intenco fo
a ir.bnir a narraco a Tcito, que, a o < ser assim
aoirana aqoi como Plalos no cred>) nao pa-sa de
urna cilaao fal-a, qna nao quebra osso, e de-
monstra alto sabanea, visto como d'ea'arte
#
aqni vio berraado
os nos toe bombas
que estalam as trombas
A.5 rbinocerontes,
AESUM') D) BsUNGET D\ RECFirA
E ,S^ffl\ DA C.4MARV MBNIIP4U
DO ItKCIPr, m MEZ De bJAIU
DE 1871. i
ajnacio de W70 A 1871.
Saldo do aez de ahnl pro-
amphijuri, quasi como o de Pilintn. Tcito nuo
en applicou a Labeon a l cugo incorrupta libr-
tate, pela simpeseircamstaucia da que uuuca a..
LTeveu urna so palavra a re-peno do tal > tov do;
nos Annaes fallou, sim de um Labeon (IV 47, VI
2:1) m.s essa era o Pnmpeio, e do oatro Lra-on
(II 89), ma es.-o era o TiiiJi e oo mais s ocen-
oi a Ja familia dos belfudos; ora o tal, do b >spi
elt4bj) Pedro II do lera jo de Angnstn, era Lab*up
AntistHj. C o oo-so preclaro orador ouvio pautar
a gall >, mas oo snabe -onde ;- l.-a isso, oo era
Tac i lo, masera aJguuii eollecco frabceza de ana
tocias, oa mi algum Snpico, e fee rauito mal e*n
comparir-se eno Llenn D'esse papoa, por
enewpki, Aula GeHin (XII H) qne dw tal juris-,
prudente tabit e menlecapt 'pete n seguin'e :
" Si'duglabit kumnetn libertas quosdam niuia
ator ve oas ; utque eo. t mtum pemiumqiw ni
Mi hubertt, ni* quod jailum sanctumque t'tet. in,
romana antiguitotbus Uqwsiet." Oa ali, no re'
cora, jiie Oaver suas duvioas, porque o end a-
ur.do vocabuio exprime, amas vetes d ado, o*i-
[ tras (arioso, e miras tolo; mas quinto so resto a
tradoreAo rlanssima. A palavrs nintoquer di-
i*r, drwui'ida, tcbej'j. de mais O Sr. Aleucar ja
4 nos pamcipou que era nimiamente aevero, severo
e'.c B ooiitiaa ^u^f^tMs^ um r,prl(j
dade irapagavel ; '"Mas, seobores, nem esla re
convenga-i ser i tolera i 4. U miaba oon*euaa
(onjcncia), nem a minha delicadeza (delicadeta)
pennsttiria te a fisesM." A note I .
Denuda nos me.Tbros da commissslo esps
etal, a quem accusji de. pregar sermlo ima&o ie
profi oda les, e deaffronlar es bros nacioaaes e a
dignidale do parlamento.
Deqtada nirelamr *.c.mmi8ia, ao res-
pnnder-lh qae as saas paj.rra.*, nem dignas so
de ser ouvidas.
Oentala no govenw, tabricaate de torpedos
polticos, porque o trata com desden e irona.
Denuda na milorS, pprque. o amordaca, e
nn Ihe deix jorrar esta cstadupa de Irresisuveis
araameatos ; e porque i nuioria rio senio o
gabinete, e o gabnto nao selo o presidente
do eometho.
Dentada no s-raado (oulpis ai nmm) e no
conseibo d'e8t,idn, porque oestes elemeutoj vHa-
tieies e anti-eonatitocionaes, qne a tambara vitali-
cia corda se *pola-(macnqpiBn,).
Dentada enS. i. o itfperador, e era S. A. a
regeate.-djzjsnlo a> rajuisteio que.,oo pense ga>
ohir a partida, apetar de tar oai saa? cartas o rei
e a dama.
B-n era qne, ani estas e oa'ras mordedans e
torquezidas. se c melatsse pregand a iosarrricio
ao pacifico pavo, qae nao ja imaginaria que da as
sembla dos seus legisladores, da ora areopag
conservador, surgase ama voz provocando sadi-
g5es e levanta mentes.
Salto a pos jnnto3 por sobre mitras gentileza^
e veolra Ja s nprecacSis centra a imprensa era
geni, qae apoia o governo :
< Inprensa c!anlsliaa do giverao-Licrativa
empraiada -O saof do povj desee do co, com 1
Juoiter treasf mnado era chava de oaro, pira se-
duzir e profaaar a impreosa9 gjverno laocoy
loa-lhe o viras da des njraHssci >, a Ie9ra d<
subven;aoO giverai fihnc aa\ pmii filti,
qae nSi jn-,iiriJa p^tai ideas, mas pelo salan
A iraoraosa sjbven?1fraada reb ilfc ama proMs-
so lo nihre com 1 o j jrn ilumo^-O govern It-
vaotou eontra o orador ama oforte de anonym*-
a qaera io;ambio nj d fitar as saas idasj
as di laricir sjbre a sna pesoa diestis; arti-
gos que, por soa proso, bur se va qaa eran
pagos por t) abstalo e generoso capital-ta, c*
no o cifre secraloAr O> a mi) di ra-rcenaria
para imalto* os alyersarios qae n) sa animi a
eorab iter na trihoaaO goverao cbaraa. ora sra
autillo os nrrjen;riis da pe.iaa, esjep qae ay
pltras-i de Mircial verb 1 el tras tncut, alagara a pa-
iavra a a b;l s.Instrumentos da iiffiaiaco, etc.,
etc>
A qae deferencia ple aspirar quera asm vili-
pen ta, ora a mais desenvolH tiognagem, n>io
os givarms, raas os eseriptoras emmassi ? Qie
estylo e>t), cjae nio arhi p'eeedBnte seno oa*
peiores pigioas Ja Ti-Zpn Virad*.,on di tiesta es-
filada I E com nao olaria bou oopsojiad 1 a
astica, qoaolo teve po' su oosntor qaera B-
tanle dou'arte a or^Tipco-s da jastici
E-ta. radajaha Je iftr ralas assenja omni acca-
sajSo di fut; pdrqae oio esp^roa a diclarac^i
desse facto, antes do accesso bydroihobico f' O a
o presdeme aV con-*elrw, n'ura dlsBarsj antlpodi
dbste, en elegancia. co-teia a Jigoil.de, respon
tu :- Qia o gabinete ac nal nl-itra u*vea-
Ci malo e-criptore; e api lo ex'oiicito
ra?*.,-o insto e leal parla matar ti* ret
sais imqiasac-usIJoosTR Jhuva d'oaro,I
sabvencao. salario, oiarcenarios da panna,
iros argumentos, dos mnc-is da qae si ach
do o arsaaal.io MBilrnante orador I Laneotavel
privilegio o de sini Ihinies eloquancias ; tristtm*
rao. qamli sj^inspirara pieJade. Os illustrad)",
nohres e desititeressalos eicriplores, que assim
se tema vili pan liar, ri3ra dos Laboas,e vao aa
dando.
Mas eu, qae nlo. Ao ora pagador nao dos o
p mh ir. Temos ama contraha que ajustar. En
quanto me illud, supoondo possivel discutir ama
questi), de InJole eMrnsivamote poltica, sera se
iltrapassarera os hrailes^to a'simples edacagao
ensina, osei da mais re-peitoa Iragoagera, e de
plantas prei-auc83 signifleassom apreco, sape-
rior at ao devnlo, dos dotes di adversario. Ful
cauteloso em norofenr palavra que resvalasse
las ule t- polticas'tita as rooraes, sociaes oa 00-
ra, d fezis on debate<. Nao appronve este eo
n-dimento ao tlente athleta : aira a sua metralbadora, de tiros de eortica, sera
resgoar Jo le espeeie alguma; aceito o novo esta
lio a qua me chama : dente por denle, olho por
o ho
Ree mbcer-ge ba qae fui ea o provocado, e qae
quera alTasioa pa-a nim t. mais longo os limites
que eu me havia trfido, foi qaera igoorava o ao-
naxim : quem eospe para o ar na cara Ihe cabe.
Dora avante o esta lisia, o escriptor, o critico, o
romancista, o juriscoosult", sao livre dominio da
amiye, e la f que essa liberdade uo ser pri-
vilegii exclusivo dos Lbenos.
Ja aoteriormanle, com muita estranhza minha,
o Sr. Aleoear me censurara 00 parlamento, como
ootei em carta anterior Oa/>, porra, quo pre-
lenJ-a agir Iludir minha pessoa, quando nesie
neiDuraud-i di corso, preval*cendo se nubrememe
la-i i .inunida les da sua poltrona (aqai o lermo
feraiooo), profano as seguiufes brandaras, a que
desejo augmentar a merecida pnblieidade :
A"c reunidancia mais grave, a que mais re-
vnta no procoJiraento di gnra-te, qte ebaraou
era seu auxilio urna penm e5trtingeira para coad-
juva-lo nos seas traoalhos parlaraeaiares, discu-
tir os negocios do pata, Nucir contra os sen ad
ver-arios ioveclivas.... Ni se loltra que ara ei-1
iraogeim, faltando aosdeveres de oorlezia paral
o paz qae Ihe dea hospiutilale, se arrogo o di-
reito do tu-ajlto, a se eraptnhe era deprimir os saas
caracteres polticos
O jaiz onle -m-ibanta faeti se d-se sera ama
reacedo enrgica do pruno, seria.... etc.
Io, oovo speenneo de e>trangeiropbobia : t",
leouusia de ser eu c-trangein ; 3. convite ao
PiVo pira rae fazsr em postas. Emende rao-nos:
it eu >ou Craeranaio, es w.sto que oasc em Ro
na, e < este illustre preopinante qaer talionar-
me, fa'endo con que o povo me deaepe a tala
(obtruncat capitem, diz oeste caso T. Litio), em
i4jia do ter eu approvado ao velho iooiooalo quo
o seu geoeral da oavailaria gsesse ootr'orao ioes-
mo ao pobre -Sarviiio A*lla. ao- ba razo de
qaeixa.
Ach era reilidade sste o mais babirexpediente
para caiar cintra di clores ; teabn de l orna W*
caiv.-cadi: b mera mono oo flta.
~Q mr por o 8-. Bx 1. ver na minba assIgBatar
um pseuduoyino? i'orque nj^Onva t ea I ftn-
prega-se a p>nJf>uynia, ora pir tctica, era por
nedo, ora por ealoJb; mn- tumbara se adepta as
veies por se pen-ar qae, qoend^se lera aa oorae
mscuro, nada accreseento eir ao valor ou ainsif
nincaoei dos raciocioioe, e< quae-. s|o> a^iai, aora
mais hberdade e juatto, aMtf-aiadoe.
A expiiemii di mnb*-.igaalQr4reoi na ; e ni se imag-- qu*.^ mMidVpaf aNa*
la especie algum* ; apea tivesse modo, corap*-
va ora cao.
'OtttaMraB talento, de..anu a palacio psai
co cmanme vrdalelrament modeaft, o
Sobreira.ae a mirte o nio rouba a
e amigos, tirja a ser um cidadio noli.
sab^r e virtudes, por sea carcter, de cuj. .
zadft rabilas prova ji durant-s sua too carta exls-
tenciat .
Vimos irabalhos quo dexon essa crianca, os
aes por suajMrfaifao lti,-r%bi" *Thih'i4aa. or
ma intelhgaaw roaa fortajaqpa : isa haUaubriaU e de atros eaon plora fraonans,
neeutadas anflunvejateJ talaOljP ; MUenoa ro
. i taances conj#btdos e esariplaa eom flna arta a lo-
a s Iraha ojMpro}aoto sobra o ele- Iizivel grifa;lescrip^tfcs das diversas vlageas
saao depoiVqpi ella aafar-oaa que fuera en oompaohia desea pu, ] ai Bra-
anl8 (L0 *ma* ialavra sil, j no Rio da Prato, a as qoaes a par da flde-
ipto eom ItJiecn qna qos naja. (dade se nota, o gosta crilario coo que foram
aae, isssvlaodo tar aje o gabmeta apanhados e roprodaiidos os episodios miis Im-
-ancar mvepva contra advecsarioi. portantes dellaa: En a heranca sublime qae a
itectiva aigflnTi ; nem o gabinete era seu pai deixoa o hUeressate e sympalhico Sobrei-
ljTvjj|ui eu ie escrever ama rinAa to estimado de quaotos o eonheeeram por
anas manetas affaveis, por sua braadura e ama
bilidade naturaes,
Sentimos que o nosso amigo o Sr. Sobrera de
Harto, esteja na ioabatavel resotaco de gaardsr
os fruetos do brilhaate tileoto de sea lio justa-
mente chorado filne, iodo assim de accordo com
os seo iaento de louvavel modestia era qae sem
pre se losproa esie ultimo, occaluado raesmo de
seus mato muraos amigos esses irabalhns, a qae,
segando dlzia se dava por mero deseufaJo e para
encher suas horas de ocio.
S na mais robusta f religiosa se p le encon-
trar lenitivo para as dores que occasionara perdas
como essa que acaba de sifrer o Sr. cororaenda-
dor Sobrelra de Mello, na religilo, aois deve o
ooeso_ amigo refogiar-se, e o Deas de Misericor-
dia n 1 Ihe recalar o balsamo consolador da re-
ligoaco.
Recife 12 de setembro de 1871.
aaJi'Oearto o dia
------do da 13.
;

338:783|71
28:2tllJii
n7:008/jM&
rwpxopmpa eaoaz de,mo pedir, napi eu de escrever uraa 1
Falla verdade, quando diz qoe ea fui descor
ter pira eom este pilz; e qnera oio qaer passar
fa- paaajaiHjpiome muilo feo, raosire urna s l-
elo anona qae oo deoole .araisade sincera e
jpsiica par eom esa itnpvio/ a quera, ao coo-
trino, nesta mesma pifemica/ logo desle a pri
ir *M Wwd* enargicamente das constante
ex^probacoes que, c -otra elle, e tu lo quanto del-
le vomito o liuatra dat^wada, qae imaginaria
aurora de secul&fouro, quando elle snbisse ao go
?ernp, as mximas eJevajons, emquanto os c
oo fosseraos rebolcaplo ne-ie seculo de ferro, em
iue <
...le sort nnrlesque (en ce siecle de fer)
D'ua planj, quand (I veut, sait f Uro un dac te
pair
Palta verdade, quando rae pioto como devendo
ajoelbar agradecido pala hatpilaltiade que este
pait me concede. Alto l I Usuro ote cora a ba-
aatobmeta que desde a suprema aliara at s in-
timas carnadas rae, ha sido constantemente dispen-
sada ; mas da igual beuevoleaeia te iho sido alvo
era varias nicdss, qae rae nao vendem por mer-
c de hospiulidade o ser en amiga val rabote trata-
do por aquilea a quem trato amigavelmeute. Vim
ara aspai| porque urna importante misso me
tronap;- aanservo-tie. porque me apraz; era pela
vioda, nan pela estada, ha obsequio de qaera qaer
que seja. Nada dato; onnea devi; nada peco que
Bao teja da jusiic; ounca ped. Se aqu prelro
estar; se aqu dspeodo o que possan; se aqu vi-
fvo (respeilanao aa leis, otas sam adular bpmeos,
nem ante precooceitoa de qualquer genero por
joethos em geaatexorio) porque qasro, s por
qae quero, a sem tolerar miis qaa se chama los-
pitiidaie a rainna estada, do qae se < tivesse *
verionho*a pe jaenhz de dar e.sa nema ao aun-
Ihimento fraternal a dedicado qna o braaileiro sn
o mira em todas aa trras qae pereorre, m m m
te era algaraas.
Falta tiualraea'.e ver fade, allegando que eu
leprim 1 os caracteres polticos do Brasil I E' ou-
tra especien ; qusr tasar obeoletla minha cu--
tot Muio lido na historia dt Kranc-, pauta o seu
proeediraento (si paros lice.t eomponere mugis)
pala de Napeeao III, cujo raachiavelismo o levav
a nao taxer gaarna teoo de parceria : Crimea,
Austria, Italia, Ciehiochina, M-xico, ludo foi ten-
tado eom as eoatas. qoeutes ; a a primeara vez que
b vio sziabo, latea tremen Ja ligio da Prassia.
3sta sabtileta agora tora por ti 11 gritar: oA da
fuarda, ah qm felrei, qne me escooam I Tem
igual nenie por lira desvairar o ju zo nos carada
res piliteos, cora ama falsidada. Nanea eu disse
urna palavra contra ora umeo, inlividaal, era
contra asnitoa, coilectiva neute; ea nao bailo se-
no conforme me tocara ; acredito cora siacerida
de qaa as qne oo pencara, como eu pens, por-
que a soa ioloiligeacia as.ira Ih'o ordena, e tai vez
leabam mais razan di qna ea ; s coa o Sr
Aaacie que ea teoh 1 discutido, e o Sr. AUncar
nao plural, para toil te-se se piJer empregar esse norae no sin-
glar.
Nao te quero caocir, Fabricio' querido ; paro
aqni. Cedo eontiouarei os coraraenuros ao grao
ibera.
Agora fechares, lcenlo era assarapto que naJa
toas cora o que preceda, e que urna simples iri-
vialidade moral.
Bu tambera leio as mea Sapieos. e n'ura delles
ello que a argoJissiraa aotig ndala linln, entre
's seus sophis-nas celebres, un denominadoo
Mentiroso, e caja formula era esta :
D qaa mente," e diz qae mente,
meatio ou dice verdade ?
Ate; agora o tvpo mafs cmico daquella virtude
era.a aaoaaagem da DoruUo, na cora < lia da P.
lorneille, qae tem ojime d 1 tal soplnsraa. An-
tes d'is-o, exebtmon ara persoeagem de Plauto :
' Si dix ero mendanctum, soleas meo more fretro",
q e 11ra sanexim nosso tradazo p dio. porque o tan de aeso". Mus *s figuras do Plan-
to, o* Do jan.es e os Pedros, nene seculo de mon-
de marche, j sao fo'saeis e eclipsa los.
Bjm eclipsado s lo, que te pozeste a andar; 1
alenlo o grao crime da mi0^1 caducidade, fossil
es e tea am'go; o qual, depots de se ter dirigilo a
li, tolto-se para o Ilira. Exm, Sr. con-oiheiro Jo-
de \fencar, diieudolhe oblra vez que, para todjs
os effeitos, teuha por eoleo lido qm esta carta
assignida pela pessoa que Jhe approuver, ou pelo
roceiro. *
C/ncnafo.
l'iua s tud ule
DESFOLHADA SOBHE O TMULO DE JOS GON-
l.ALVKS DA SILVA, FALLECIDO EM ESP1.NHAHA,
FAZENDA DA LIBEHDADE, E OFFEHECIDA A
SEU PAI, O ILLM. SR ANTONIO GONCALVES
DA SILVA. at.
At I morrer trocar asiros por cyros!
(Ostro Alvks).
Que cruz essa, qae se alcou oeuiais, esguia e
maca, d'am cs/preste sombra ? ,
Qae goivo esse, qae rodeiara ttricos, n'ura
cemiterio, j cerrada campa?
Que peito glido de marmpea lagea sustenta o
peso, sem bater siqaer ?
M.
!tlc(hilo i".aba.
Don os mena agradeciraentos ao Dr. Collaco pe-
la agradavel sorpresa que me trouxe, tanto mais
llanto soa-lhe reconhecido pela fraoqaeza com a
qnal nos informa que os mavos de sea aitaqae
ivinganga. Sob a iospirauao de uro sentimento
tai nobre, perie-se de vista a coosciencia e a ver
dade. mas atira-se sobre a victima com toda a fon
oa de ara espirito qaa nao lera por lira seaao a
vinganca. Urna vez animado por esla paixo faz-
se Calar a voz da inteligencia e ; se escata os
cooselhos de um genio raaligBO.
Passo em sileocio todis as express5es dirigidas,
cootra a minha pessoa. um e queciraenlo>de
pane do Dr. Colaco, ama fraqu-za d'um espi
rito perturbado que procura cora injurias, obter
ura bora resaltado.
Anda qne nao seja obrigado a dar conto apSr.
Dr. Coliseo quanto ao .n de minba viagem, cora-
rado creio ficar justificado dizendo qoe coasalte
as obras do Dr. Robertson de Bruhioo, bem co-
nhecido no mundo Iliterario, onde encontrar o
oarecer de mea raelhodo na laglaterra em 1831
Qjaato a raioha viagara ao Brasil a questo da Sr
Dr. Collac.-) o lora de todo o bora senso. Nao po-
de eme-bar cono se coosagre osea lempo por
amor a .ciencia I ver Jado qae caJa um o es-
pelho d seu ser ioiellecluai. Pirece-me que o
sr. Dr. Collago contempla o genero humano com
o soccorro de seu proprio espelho. Por isso tem
razo de duvidar.Entretanto para mostrar o la-
do ridiculo de sea raecio:ioio chamo a attencao
do leilor para aconcepci visivel do Dr. Collaco,
elle diz qae percorro o Brasil, sem durida, com
o proposito de fazer fortuna, e acresceota ;jo os
meus mappas sao vendidos a : e 6/1.Snppo-
aha-se que 1,000 exemplares -o vendidos por 6
tola I 6 cunto.
E' preciso ter ero considera (3o a despeza da
lytographia, typographia e eocadernador, etc., etc.
ao mesmo lempo a d speza da 13 raezes de viagem
no Bra-Ii e ver-se-ha qae existe ara grande dfi-
cit ; sendo que todas as miabas conferencias e li-
g" s sao gratis. Eis como tac 1 fortuna.
O Sr. Dr Collaco por sna dignidade faga raelhor
uso da saa inteligencia. Critique o meu raelbode
ou qaalquer outro assumplo, mas faca-o por araor
da scienca e nao por motivo de vinganca.Seja
fiel a digmdade inleltectuai o respeito e carcter
das outras pessas.
Quanto a ntilidade de mea metbodo saperfho
fallarTem-se recoohecido a vaniagera grande
queofferece ao estado da h toria univeisal. Ac-
crescentarei somonte que para ser ura pensador
profundo preciso ter um vasto conbecimenlo de
facios, e meu ra tbodo b-?ro calculado para ha-
bnuar a ordem no arranjaounto dos factos, e par
consegainie giupar as lils pertencenles aos fac-
tos. Eso m^recimeato de meu nn.m^Jo.
Da-pego ma do Sr, Dr. Gdaco si-m rancor ai-
gura respeitrnd a sna opinio individual.
Recife, 13 de setembro de 1871.
Co-d^.V. F. Zaba.
N. 4I2.-POQUE E' QUE AS PILULJjA ASU
CARADAS DE BRISTL E :IMA MEDICINA P-
PULxRfE' porque ellai alnviam ueatnmago, re-
gulara o ligad 1, e prumovem o vigor geral do sys-
iema, ora produzirem o mais leve mcomrajJo ou
dr. Porque a sua aeco uo seguida de aug-
mento de priso de v.-nti>-, e da necessidade de
mamres doses. Porque ellas o ara ealharlico
eguro para os mais fracos; em quanto ijue ao
mesmo ten p 1 sao suDQcieatemente activas para re-
laxar as vas inte-tinaes dos mais fortes. Porque
ellas promuvt-ra o appeie e vivid ani as energas
raentaes. Porque nenbura ingrediente mm ral
contamina as puras sunsuncias vegtaes, antibilio
sa> e aperientes de que .-o comporta. Porque
ellas obram de harmooia cora a oaiureza, e sera a
miniroa violencia. Porque al bujt ainda nao bou-
ve nina s pessoa que as lomaste e que se acbas
se dissalisfeita com us seus efTitos. E, iinalmen
le, porque ellas sao urna medicina propria para o
aso de fami ias, para cujo fim nao tem igual. Ellas
acham-se meitnlas den ro de vidriobos, e por isso
a sua Cunservago doravol era todo os climas.
Era todas as enfermidades atgrr.vadaa ou prove-
nientes de impureza de sangue, a Salsaparnlha de
Bristol, dave de ser lomada conjuntameaie com as
Puntas.
CONSULADO PROVINCIAL.
Reodiraenio do dia 1 a 13.
dem do dia 13.
23:338.|5
5201
"WJWJJIW
MOVIMENTB W PORTO,
Navio entrado no da 13.
Ni w-York por S. Th.raaz e Para-21 das, vapor
americano South America, de 3030 looelapas.
commaadante Tenklepaogh, eqaipsgera 6Var-
ga differentes gneros ; a Henry PorsJer c*C-
Navios sabidos no mesmo dra.
CanalPatacho austraco Aces'e, cap lo Silvagtre
Ghtglenovies, carga algodao.
Demerara-Patacbo inglt-z slanl Lass, capital G.
A. M\ Liod, em lastro de ara.
Rio de Janeiro e Baha-Yap ir americano South
America, coramaodanie Tenk'enpangh, earga
parle da que trouxe de New Yirk a porto in-
termedios.
EDITAES.

De ordem do Idm. Sr. cooselbeiro inspactor
da ibesoonria de fazenda Je.-u proviocia se. faz
publico que pela rdera do thesouro n. 159 do 2\
de agosto ultimo foi autornado crdito para paga-
mento de dividas de ejercicios fiodos, o iwara
s^dos, pois, devero dirigir seus requenruantos a
mesma Ibesuuraria.
Secretaria da ibesourara de fazeoda de Pt-
nambaco em 11 le setembro de 1X71.
ServinJo de ofticia! maior,
Manoel Jos Pinto.
C0MME8CMJ.
Eu fu. bapi.sado;p^to,a>f^aaurornen
nmne por extenso, q\B ^ foa prete-to qpe aimn
co-10 o meu ^itecesar *ata peto nowe de f ira
lotacio Cracmoato, ea qpaodo i nobre oaunr
i-hiraar pelo meu jr* Malp.De t.t K i, ora
Jare! Immemaiaraenje: fttm
comsertUe fetrnm.
Nioguem responde... S funrea Parca, na
dexira a f race, era ngra veste env-dta apunta o
edea murmaraadoura justo roubei Ierra ; foi
viver nes.cis I
Has... desse justo q al o oome r quai ?
Ele se chamara Jos li me lv- da Silva I
Victima de crueis soffreros bem mogo aiuda, n
verdor da vida, quebrara o lo qne familia o
una, para ir bem I raga men ligar t> t
Mas... oh I. cbi era I >eu vi ver peregrino
n'ura ai aaudoso se davia escu&r I Flor mal .b.-r-
la, mas caja baste enrta-se furia loaca do lufo
toraz. peo lera; o moc, ^ua fronte plida cruz
be udiu murmurarPrrdo I
Morrea bem loogt- 'Nem q.ieimou Iba a fron-
te o fogo de sculos de seu pai ..111 1 I Nem Ihe
aqqeceram suas maos geladas rdanles lagrimas
Jas rmas saudosas I
T mesmo a dexira que estn lera em febre,
buscando amigo da passada infancia, terrou-se
apeoas apertaoat o cyrio,paludo Quito do seu
eurpo glido I
* *1 s^ .................................
i -!?? ,a''0' ,ado ,De roabara a fr* ausencia;
ajyaito dapois de morto una oracan.
aira o eitoerao tributo pago ao fllho, a bo.-tia
extrsroa cooaagrada ao irmo I
Bectfc li de setembro de 1871.
ompbfr Mtum in *r
Eujudnio po m o d3o lher, OiraUst ooe
v aodaolp meo fnmnno, *>-touAn n wp
laiein h imam assisoon tratmj, a rJtt m
flyra
.1... agora Brn.
-.ton Antor da :
Tanoyos,. utra Q
outra o Autora
_Jf*
Mratmo a fV*. > f*t.
mi' -f ^
iirratM*, osa
Segaros conlfa-ftgo
COMPANHIA
NORTHERN.
Capital........20,000:000*000
Fundo de reserva .... 8,000:000*000
Agentes,
Mills Latan C.
IMPERIAL
Companhia de seguros contra
fogo.
4." seccan.Secretaria da pre-ulencia de ftt'
oambuco, 2 de setembro de U47I.Edial.NV
lendo sido publicado em tempo o edital de ,d*
mez fiode, pelo qual S. Exc. o Sr, vico pre^idelt
da provincia, para exeeoeo do art. !;. da le pro-
vincial 0. lu da U dj uiiiliii iiiiiibo. majMaMb
convidar todaa as pu*oa-s gajo qa-zerem contra-
tar a coostrueco e explorar*a d# ama ou mais
fabricas de riaco e leciduf de algodSo, sob as ba-
ses e-tabelecidas no referido *ngo, shaixo-tram-
cripto, a apreseotarera suas pmpo>las nos termos
da le n. 963 de 25 de julho do anno passado, re-
solveu o mesmo Exm, s.mbor prorugar at o di*
40 do crreme, o prazo marcado no mesmo edil!
para a aprespntacSo das mencionadas propostas.
O secretario, Elias Frederico de Alraeida e A*B-
querque.
LE N. 1000 DE 13 DE JUXHO DE-4871.
Art. l.s Fiea o presidente da provincia aaiorka-
do a co ilraiar com Antonio Valentim da Silva Bar-
roca, ou com quem malnores vnugens btfereeer
a coo trueco e cxploraco de ama tu mais fa-
bricas de fiaro e lecidos de algodao, sob as se-
grales bases :
1." Privilegio por 12 annos contados da assg-
oa>ura do coi.trato.
2 o C mclu-o de ama das fabricas
de dons anuos da mesma assigpatara.
3." Isenco da dcima uibana de qaaesqnar
outr s impustos provinciaes ou moaicipae* para
os predios da fabrica c oas depeodencias, 00 lem-
po da duraco dopiivilegio.
4.* I ento de Jireitos provmciaes sobre aa
maiei ias primas que consumir e de direilos da,
exoorlaco das que forera confeccionadas na fa-
qic-t.
5. Obrigaco, durante o lempo do priti egio,
de inanu-r, educar e ensinar a pn-fissi defiaa-
deiros e tecelSes a doze orphos ecoiba da pre-
silencia, de 12 a quinte annos de idade por espa-
co de cinco annos. sem estipendio algum da pro-
vincia:
no prazo
CAGEVTES
S. P. JOlfiSTON & C;
Ra da eazala-aova u.
4t.
ito
B. M.
Vm voto de amisade
CbmpletoflB.sa hoto 30 sas qne fcaxoo a seorjl-
" l7"" i 7 dia
gr. BnHte Xavier Sebrrtre oe Mello Jnnior, ftibo
bfiliroo do nosso mui.P) presado amigo o Sr. mi.
la l\\Tte!U** to*""0' *""**
ga ntsto pmtoem, a quem dantos os mato seBiMos
ptame. 1
_QBosojoveneomprovinciano, lia nramato-}
ronfcado aos affagni a ana ga e vtrWa-1
SEGURO CONTRA FOGO
Tiie Liverpool & Londoo dt Glob
Insurance Company.
Aliantes :
Sauudtts Drotliers A C.
I iCorpo SantoII.
THE ALLIANGK BRITISH dr FOREIGN.
Life and Firo Ascarance Coiapauy estabelecida
em 1824. Captol 5,000,000
Os agentes desta companhia tomara separo
contra logo sobre predios, genero e fazendas e
pagam aqai prejuizns duvidamoute provados.
Rabe Scbmeltaa & C
Cuipo Santo n. 15.
i'ACA DO RECIPU DE SETEMBRO
DE 1871.
as 3 l/'2 Hoaxa oa tamb.
Cotacoea effieiaei.
A'godo de Soyraaa sen inapeogo507 rs. por
kilo.
Cambio sobre Londres 90 di 2*i* 3(4 d. por i*
(hiratoro).
rt. .Stappie,
PrasManie.
P.JtBmm,
O inspector da altandega faz publico qoe
sabbado 16 do correte sero levadas baxta pu-
blica, depois do mel da e pirta da mesma re-
parlicao. as mercaderas abano declaradas, im-
pugnadas em factura da tinta Guilberme di Sil-
va Guinarest C, no despacho o. 668 de 12 do
correte, oelo I* coofereule Maooel Peregrino da
Silva, na forma dos artigo* 373 do regulamentnda
19 de seiembro de 1860 e 21 Jas disposic.de* pre-
liminares da tarifa, a saber :
11 lencos de caubraia de linho borda-
dos, valor de um li, total 7i?gO0t>
12 cicas de morim bordadas parasenho-
ra. valor de urna 0.4, total 60jMKM>
12 veos de fil de seda bordados, valor
de um 61 total 9610V*
12 vestidos de eassa bordados para bap-
lisados, valor de ura 12S, total 144024
Altaadega de Pernambuco, 13 de setembro da
18:
Emdo Xivier S >brera de M 1.0.
bECLARACOES.
Nao leve logar a pr- ca das partes da casa
terrea o. 15, a ra do Padre Ploriapa. treguej*
de S. Jos desla cidade, por exe;ucao que. uca-
inuuu L'O.iuo Jor Lopes M>reira. c u ra o au-
zente Aodr Alves da Ponceca Jo mor, por 01 dan
do jaiz, e vai a praca n dia 13 do correle u*z,
linda a audiencia do juiz mu noipal da 2' tara,
pelo preco e quarlia da avahado.
Recite, 7 de setembro de 18? l.
O snliicitadcr,
CaetoDO Xavier Pereira . Teuili QcaJ-i sera t/eiio a coucoidala con-
cedida a Fon-eca t S.ntos na rtan'i de 17 de
igo-lo ultimo, em virtude da seot nga pr (crida
em li do corrate, pelo Sr. Dr. jaiz de direito et-
prcUi do coiuii-rcio, i ordem do mesmo Ba
convidados os sennores cred^re1 para o>ita ren>-
oio bo dia 19 do cirroule, as 11 ho,
nba, na rala das audiencias, aflra de d
obre concrdala, se fbr pnpo-ta, oa
contrato de nao prosedeodo fe a, a>i
administradores. Recite 13 de setoOJ&rv O escrivo do jB'aV ..
Brne-to R. S. Pareira !){:
SANTA CASA
mt
cO>*H
U\ MlsEitlCOtlOfAC
A Ulm. junta aiuuoistrava 1* Santo
Miaencurdis do Recife maoda fazer pnjffl
sato de suaa sesoes, uo dto '4 lo rac |
pelas 3 boras da tarde, Igra Je sf'
a quem mais vantagsos onerecer,
um a eres anno*, ae rendas d<
Casa terrea o. 5. .
Idtm dem 0. U-
/ ^
473
llovile ato a aiftafte^a.
Votamos ealraa\ eo* WfimW ^%9
> com genero 417
VoloJl sahiI|Krn fp^rjinf^iTg-
- #m |erar I 292
I-----471
De carregaa hoto li d totorabro.
Bngoa hllandej-4ia Marginan farioba de
trigo.
Barca iogteza-Cfc of Mandizaasrcadorlas.
Lagar norte-allemofiaropa faftnha de trigo.
Ecnna ingleza-lTipe H/nsg-idem.
Patacho inglezAWic Burgrwfvarios geuer s.
Despachos de exportaedo no dia 12 de
setembro.
Para 09 portes do exterior.
No patacho inglez inventa, para LiveepaaL
carregaram : Mills Latban & C 150 saccas eom
10,263 kilos de atgodo.
.Na barca franceza S. Louis, pra Liverpool,
carregaram : Saonders Broihers 4 C. 400 saeda*
com 24,622 kilos de algodo ; Amorim lrmos &
C. 730 barricas com 76,921 kilos de assocar
raneo.
Na barca franceza Fileble, para o Havre,
carregaram : E A. Burle Je C 1,000 cauros lc-
eos salgados com 12,000 kilos.
Para os partos rto intrioc\
No trale nacional Mara Amelia, papa o
Aracaty, carrezou : Jo- Faasto Marrano tbaj;.-
ricas com 945 kilos de assucar braoco.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PEIVNAMB'CO.
Rendimento do dia 1 a 12. lii:42l#aiH
dem do dia 1 i...... 1:837*144
18:258*88

--sa<

.*^*.,


^ Can iwrea
SaSrala n. 4o (j
'.Cfti terrea r. i/.
Sobos.
i Aceite 4e Paixe (travesa d* Madre fiaos
u n. 1........IttlMMO
HJM do Prdre Floriaane.
GasaHerr* b. ;......366*600
Mea o. 47. O^U^^uA 80*000
mira tro J!JUUQu.
Man. *8........330*000
Itaa do Amoria.
SoBfad a ae 2 andarse a 36 303*000
Roa do Pilar.
* Casa terrea n. 7J i 311*000
Roa da Gloria.
Cal terrea n.* 61 .... .
terrea n. MH .
B. 93 ..;.
n. 56.....,.. .
Hua da Pile VeJBa.
terrea b. 33. .... .
Roa das Cafcadai.
terrea p,,a6. .......
Ra da Roda.
dem n. 5.........103*000
Ideo b. 7.........101*000
PATRIMONIO, BQS ORPHAOS.
Lirge d Rosario.
Priaeiro aadar do sobrado n. 39. 251*000
Ana do Sebo.
Ca terrea n. 13.......140*000
Ra da Guia.
Casa terrea o. 27......146*000
Idea b. 29........193*000
Largo do Pazaizo.
Loja da frente do looradoa. 29. 192J0O0
Roa das Larangeiras.
Casa terrea n. 17.......232*000
Ra de S. Jorge (Pilar).
Casa terrea n. 94.......340*000
dem b. 103........15z*00i)
Ideas u. 10}.......0 303*000
14tm a. Mtt^ ........ DiiOiW
340*000
240*000
180*000
203*000
360*000
194*000
ZARZUELA limiHOLA
Grande espectculo b beneficio do pri-
inirfj Bio dajmm'a
- J, 1. Bv&jgelstf
Sabbd.) 16 ae etemhro'
Sabir scena pe* primeirvves a Brailoha-
da lanuela
Sendo diverso abjeeios dsMI*n|es?refve)rtl
J'Cifp5rd_
Toma parle toda a corapaahia.
Dar fim ao especiacufo o
ATM
Ideoso. 101 ........ lOolOOO
dem o. 98.........203*000
dem n. M.........204OO.
, Stl.o da iliiurir.t.......121*000
Os pi atendemos deverao apresautar no acto da
arrema lacio as suas a rafas, oa comparecereas
apaahailos dos respectivos fiadores.
reiaria da Sauu Casa de Misericordia do Re-
t de agosto de 1871.
O eserivao,
iitgues de Soma.
flasVo Rodr
C onotagael provfucZal.
Pelo eonsufa lo jimvinoial avia-se aos respecti-
vos contribu ules, que termina se nesle mez o re-
cebimento do- diferentes impostes anda nao pa-
gos. Dertn entes ao aono flnanceiro lind > de
#70 71, Benito que, encerrado o mez, serao os
dbitos liquidados e remetlidos thesouraria pro-
Tiacial, aun de ser judicialmente promovida a sua
oobrau?i.
Consalado provincial Io de setembro de 1871.
O administrador,
A. C Macbalo Ros.
SANTA CAS* DA MISEUI URDA DO
RECIPE.
AITImi. junta administra .iva da santa casa de
rnisericordia do Recife ten di de reconstruir o pre-
dio jne possne o patrimonio dos estabelecimentos
de caridad-? ra da Moeda, com d aus andares e
sollo, transformando-o em ontro de nm s andar
(ue cnnteoha dons armazens, ora no pavimento
terrej e outro no sobrado, e os predios ns. 2 e 13
da ra Jo Borgos, precisa contratar essas obras
m ccrn por meno preco se quier encarregar
do effeelaa las, pdenlo serem aproveitados os
msteriaes que ferem tirados dos amigos predios
ejulgadosera bom estado.
O pretendeotes deverc apresentar as suas pro-
posta* em cartas fecaadas oom declaraceo do m-
nimo porque fazem Cada urna das indicadas obra?.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cife 21 de julhofle 1871.
O eserivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Santa (Jasa de Misericordia
do Recife.
Tenia a junta administrativa des!a santa casa
de mandar proceder aos oncenos de que.precisa
a casa terrea o. 47 da ra do Padre Ploriano, as-
sim como ao fazimento do muro do quintal da da
n. 17 da ra do Nogueira, recebe para isso pro-
postas afi-n de coaintar com quem por menos
Bzer ; os esclarecimentos palera a ser dados nesta
secretaria.
Secretaria d* Sania Casa da Misericordia do Re
cifa 12 de setembro de 1871
O Eserivao,
Pedro Rodrigues de Souza
Pela subdelegada do Io districlo dos Afo-
sados so declara que anda se acba depositado
u u Civallo rosso que foi anprelendido em po-
der da Miguel Virissnno de Mello j a lempos, e
quem se juigar cora direito a elle se aprsente
oeste jliza dentro do prazo de 30 dits, a cootar
desta data pa a provar o seo direito e dominio, e
nio co nparecendo no dito prazo ser reroettido
Como b 'us de evento a respectiva au'toridade.
Subdelegada dos Argado?, 13 de setembro de
1871.
O subdelegado,
Joo Chrisoslomo de Albuqueriue.
.'.UVlffiL "
At o dia 23 deste mez o lllra. Sr. Dr. juiz do
comraercio recebe propo?ta era carta fechada para
a arreraat nao por venda a quera mais offereeer
sobre a avaliacio de GOOJ, dada ao escravo Luiz,
crioulo. de idade de 10 aono-, pouco mais ou me
nos. E'ta exposto quem o queira ver, na casa
do Sr. Allomo de Souza Braz, na roa da Irapera-
trij n. 31.
THEATB
r
UR.4HLTIGA
Doaaiuito 17 do corrente
PHmeira repre entacao do expeliente drama em
4 actos, intitulado".
Sr. Braga.
Sr. Brochado.
Sr. De Giovaani.
Sr. Les-a.
Sr. Lyra.
Persona gens.
lUyauado, cgo............ Sr. Peregrino
Y.iiealim Marilhier, d'.iu da
fabrica.................
Jos Pongibrau, operario....
Baralhier, vagabundo.......
Vaajhar, guarla-livros.....
l'o carteiro...............
Um opera rio............... Sr. Oiveira.
Gabriella, irraia db cgo---- D. Jexoiaa.
Sotana.................... D. Corulina.
Operarios.
Terminar o espectculo can a primsira repre-
settagao da ioteressaute comedia em 1 acto, orna-
da de msica, original portaguez, denominada :
OS VETERANOS
GiJM PERIIISULR
Persona gen.
Matbeus veterano.. Sr. Brochado.
Agosoho, idem---- Sr. De-Goranni.
Laz........... 3r.toreg.risw.
Mara d* Coo..-.. ^ Caroliv.
O a/ti>U ^e-Giovaani, >ccedeola a iouumero
podidos; para orgauisar u iu sacledade de repre-
-MMitB|*< dramaticis con -eanir alguna
aftistas de recoibecido merin ; jara satbfazer,
qiaite snta*f ae raoolosados. pedidos, preparou
o eioectuai i cima, em ludo dijno da aprecia-
Caa do itluitrado publico peraamsacano, de quem
LUPI'BBjiaar a conmnala eosdjaraco.
0 MitMM achara se desde j a disposijio do
JJKMmCb o eteriptorio do theatro.
Principiar a 8 Ij4 hora!
Pelo beneficiado e e primeiro bartono o Sr.
Andr Orliz.
Depois do espectculo baver nm trem que
tocar em todos os pontos at Apfraeos.
Comecar s horas do costume.
9DdlIll])si!D2 M'iiilJJ'iJB
DOZE DE SETEMBRO.
DOMINGO 17 DO C BRATE.
Das 4 as 6 12 horas da tarde de-te dia estar
bert-a ao publico o jardira de palacio, tocando al-
ternadamente duas bandas de msica.
A' entrada se recebera de cada pesoa aquillo
qae dictar a sua generoMdade em
Beneficio do Lyceu de Artes e
Officios.
THEATRO *
DA
ZARZUELA
NO
Campo das Prlncuzas
Quarta-feira 20 do corrente
Subir scena um lido e escolhido espectacn
lo em beneficio da primeira dama
MARA. CASTILLO
O programma ser publicado p3los jornaes.
ibal
|e 6:
d
Por InterveaBio d
No armazem e I* andar, do
ata Psate
da iimia
'a ro da Cadeia n. i, essjsdaatstasflM
..
l>orf;3o de caitM d' ^kosphoros do
desembarcadas ttetaan*.
Sexta-Mrt 15 dtv Otreatt.
O agente Pestaa,far teilafjr 18^1* aijjB|i|r
quem pertencer de eaixa dos s^a^aslVos da f\v
ebegados este f'emana, os autos serio vendidas
era nm ou mal* teles stm rmt de pre?", no d|*
itaftra lo do crreme, felas #1 hoBas di m<-
nhaa, no largo da alfaodega.
econotn/stas
^J rran
L. Wolowki
' i 'f JHW
ejtiillbrio
) trbalo? das
Uta Mr
ia, e merece que a
mais que foreosa-
Blo servil ter ella
para o futuro das-
rias.
economista da que
lo do jioeta inglez
do honaom,parli-
" senfimenios re
sa creaturis,
' praspun
. bor em qne
.ebeis dessas rrcias
marr escropulo na
__t 5 cofdado no emprego
fergia das novas gora-
nquistas do futuro e o
.yJamto rocial.
jaaacok* anteruaraa as inou*irias eccopavm-
!fMcoto os pt jwjtore. Ao seeulo XIX com-
(Teteajlrii *iu t-d* utelUorar o fabrico dos
Pro*^ togndo-( Ie'r"*il W pflWw B NMidade do
preo'jmraf ifftl VidTc.il: alWslecia do
rihaiBH*,d-*TT.
^Voiewki cita ivife resalto as palavras if
(aa#tBSM,' pe, tw ama remio ie operarios b-
Itezea, ia lando-liles unto em seos direitos, oomo
aeoa deteres, ditae : O ausso seclo o se-
mmmv paula caboA mm |c.
41.rr*Aua do imperadorH.
aula <
avisos martimos.
COMPAjNHIA PEKNAMBCANA
db
Vavegaco costefra por rapor
Macei, escalas, Penedo e Aracaj.
O vapor Giqui, comman-
dante Guilberuie, seguir para
os portos cima no da 15 do
corrente as 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 14,
encorr raendas, passagens e di-
nheiro a frete at as 3 h >r.s da tarde do dia da
sahida : no escrijatori, do Forte do Mallos n. 12.
BAHA
RIO DE JANEIRO
Para ses partos acha-se prompto a roceber
carga a be-n conhecida barc Clemenlina : quem
Ga mesma quizer carregar dirija se ans consigna
tartos Tooma! de A mino Fonseca de C. Successo-
re, ra do Vigario n. 19.__________________
GMPAiNIIlA PEKNAMBCANA
DE
Vavega^o costelra po vapor.
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty, Gear, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Ipojuca, commantan
te Maura, seguir para os por-
tos cima no di* 15 do corral-
as 5 horas da tarde. Recebe car
ga at o dia 14, encommenda*,
assageiros e dmheiro a frete at as i horas d;
tarde do dia da saluda : escriptorio no Forte de
attos n. 12.____________________________
Rio Grande do wul pelo lllo de
fanelro.
Para os indicados portos spgue por estes dias o
patacho nacional loria Emilia, por j ler quaai
completo o carregaraento o resto que loe falta
recebe-se por modce preco ; a tratar a ra do
Vigario n. 14, primeiro andar, escriptorio de Jos
Lopes Davim.
MARANHAO
Pretende seguir com muita brevidade o paut-
bate nac anal Joven Aithur, tem parte de seu
carregamento prompto, para o resto que Ihe falta
trata-se com os seos consignatarios Antonio Luiz
de Oiveira Azevedo & C, no seu escriptorio ra
do Bom Jess o. 57
segu em poneos dias o b -igue S. Paulo : para
carga trata-sa na roa do Vigsrio o. 11, 1* asdar.
PARA O
PORTO-
Vai sabir com brevidade o patacho portuguez
Liberal, capitio Goilherme Joaqoim Leal, por ter
parte da carga engajada, para carga e pas8geros,
paraos qmes tem excelleDtes.commodas, trata-se
com R. R. Rabello 4 C., a rna do Com mere io n.
48, ou com o capitSo.
LEILOES.
DE
he iiBi
Em continu'j^o
HOJE
14 do corrente.
Mjtteiro, Gregorio & dj contiouarSo, por Inter-
vengo do agente Oiveira, o sao leilo de fazendn
d m, e por isso ainia repetem o convite para a
concurrencia de s us fre(uezes,
HOJS, QUIMTAFEIRA
s hori ft&me em seu armazem, onda serio
AJ i

Dous bas eom roopa tnla, i reb'gio de
piata, 1 caixo com 5 dunas de fecha-
duras do Porto, 3 ditas com dobradiqas,
5 libras de rame de pescar, 415 cachim-
bos, 389 pregos ripaes, 95 ditos cai
xaes, 1 garraf.o com 2 caadas de azei
te d6ce, ( dito com 5 ditas de vinagre,
i eaixa com sabio, 1 barrica c"in 47 ca-
zaes de pratos, 7 libras de liaba* de no-
velios e nutras miudezas
Sabbado 16 do corrente
O agente Martina f.ua leilo, por ordem do llim.
Sr. Dr. cnsul portugus, da roupa, Jerragens e
mais objectos cima, pertencentes ao espolio do fi-
nado subdito portuguez Thoraaz Vicente de Car-
valho.
Em seu escriptorio, ra do Mrquez de O inda
n. l-'i j 11 horas do dia.
LEILO
DE
Duas casas terreas, sitas nasjirincipaes
roas da Boavisia, sendo nma na rna da
Alegra n. 4 e octra na ra do C.to-
vHo n. 9.
O agente Martin?, competentemente autorizado
far leilo das casas terreas cima, sitas Ina Boa-
vista.
Segunda-feira 15 do corrente
O leilo ter lugar no e-criptorio do dito agente
a ra do Mrquez deOtinda n. 15 l*-andar as TI
horas do dia.
Os pretendentes dirijam-se ao referido agente
que dar as expiicaces e inforraa^oes que lhe fo
rem exigidas.
LL4I
EE
Urna casa e sitio no Motocolomb, beira da es
trada passando a ponte, bem plantado de bous co-
queiros, viveiros, e um terreno no mesmo lu
gar com frente para a estrada, e no fundo a estra
da do ferro do S. Francisco.
Terfa-feira 19 do corrente.
A'S 10 1|2 HORAS
Por intervencao do agente Pinto, era seu escripto
rio ra da Cruz n. 38.
I&IIjAO
DU
Sobrado de 3 andares n. 7, da ra de
Bom Jess, ootr'ora da Ooz )Recife).
Ter?a feira 19 d> corrente.
A'S 11 HORAS DA M AMIA A
O 3gont9 Pinto, levar leilo por mandado do
Ilun. Sr. Dr. juiz de ornlos, requerimento dos
herdeiros da fiaada D. Jotana J. M. Pires Ferrei-
ra o s brado da ra da Cruz n. 7, o qual se tor-
na recommeodado pela sua boa localidade. O lei-
lo ser effectuado s II horas dq da cima no
escriotOTio do referido agente, ra da Cruz n. 38
VISOS DIVERSOS
Alnga-39 urna escrava para coziohar smen-
te em casa de pooca familia: a tratar rna de S.
Joao, casa perto do gazbmelro, com duas janellas
de frente e ponan de madeira ao lad.
Companhia
Santa Thereza.
Os seohores accionistas podem realisar a oitava
entrada do capital subscripto, a razio de 10 0,0
no escriptorio do director caixa o Exm. Sr. Ba-
rio da Sotedade, at o da JO do correte.
Recife 11 ae setembro de 1871.
O gerente,
..... _________Justino J. de S. Campos.
Hospital Portugoc de Beneficen-
cia em Pornambuco.
A fasta do anobersario da touallacao desle
hospital flea transferida para um dos prximos
domingos de oulubro, a qual ser opporluna mente
annun:lado. Os mambros das commissoes Ha-
rneadas para solicitar da caridade publica prendas
ou donativos para o bazar do anniversana sao
rogados a continuar a sua benfica misso, e a en
viar, a sen lempo, es ebjectos %ne adquerirem
para serem relacionados no qoaro do mesa
bazar.
Secretaria do HospKal Portaguet de Beneficen-
cia em Pernambuco II de ssntinbro de 1871.
Luis Daorai,
Swwtarte
eolo do perarki:.ffajcre8cema que asta phrase
aao sabio de bocea tnspeita, pois Qladstone nao
Brteaj* ap numere daquelles que lisoogeam em
*BBat servir ao |k-o.
O humera d'este modo encarado como bem
primordial da produceao do Bem; e o notavel an-
tor qu una referimos emende com usco que a
iberdade que elle cenquistou tira toda a sea furca
da energa da alma associada sande do corpo,
da elevaco do espirito que proporciona o deseo
volvimento progressive da habilidade pessoal.
1*04 laseados n'est aalliaoca que o legisladores
agieses c-ompreheoderam que o m.-trumonto acti-
vo, o operario, obedeca a outres e diversas neces-
idades que as que sao part,lia do instrumento
material. "
Foi por este motivo que se marcaran) e regula-
Taentaram as horas do trab.-.ilio aas manifacturas,
s se aitendeu sobretudo a que as criancas rece-
oessem a um lempo o ensino da fab ica e o ensioo
la escote.
Edn86f, dii anda Wolowki; sanecioncu-se
oa Inglatrrs^'a prole, a vigilancia penetrou bo-
jeio das.vasas eommunas iudustriaes, formadas
boje em roda da machina de vapor, dessas vastas
:ommunas povoadas por multares de operarios.
A le de 1809 tiou a idade c-m que as crianc"
podiam entrar para as manufacturas e limitou a
lorat;3o do tratoalho.
Pois bem. Este grave e humanitario problema
que levou quan meto socolo a resolver, e preoc-
sopon a attencao de tantos homens de estados
araroentes, como foram Roberto Peel Lord Aslhey,
boje Conde de Cbaltsbuago, genro de Palmerston,
i uauitos oulros, assigoalando urna pagina honrosa
aa historia da civilisaco moderna, acha-se reali-
sado, e dando salutares resultados ntrenos na
fabrica de cigarros de S. Joo ftilherc-hy, da qual
So proprietartes-os Srs. Souxa e aNovaes.
J tivemos occa>i:.o o anuo passado, de escre-
ver algumas linttas acerca deste imporiaole esta-
belecimento, e luje, depois de urna visita que 0
sernos ao novo edificio ampliaremos aquello nosso
trabalho.
A casa onde actualmente est estabe'ccida a fa-
brica sena durida nm dos melbores predios da ca-
pital, i
Alm das espaQosas accommoda^des interiores
llvremeote arejaa como-convin a lio iiumerosa
a?glom;T-.eo de taessoas, o predio exteriormen
te de nma.arcBiteciura simples e elegante, e (lea
a piucas brabas do mar, onde com auxilio de urna
os productos sao com facilidade embarcados
loaidoa^era os. mercadea,
ca de duzentLi meninosabiTecabem o ensi-
oo manual, iuii-lleciual religieao e me ral.
A mais perfeita ordem, sem a severdade de nma
rod discipliua, mas ?ntes aconselaada pelos pre-
citos praticos da aotondade, d um aspecto agr-
lavel a esta afanosa coromuna de pequeos ope-
rarios e e'ptrangoso ncleo de fuimos e moralisa-
dos eidados.
Em um vasto salo das 7 s 9 horas da tarde
depois do trabalho e do descanso aprendem os me-
ninos os primearos elementos da leilura da escrip-
ia e da cohtablidade. Dissemos primeiros ele-
mentos porque acreditamos que as noedes rudi-
cnentaes da escola n o sao ouira cou-a mais que o
instrumento com que'mais tardt.se deve concluir
e aperf-icoar a educa(o. Nao custa faber ler o
esencial e fazer uso discreto e aproveitavel
desse poderoso motor do nosso aperfci$oamento
me ral.
Depois do trabalho manual e do ensino da es-
cola depois mesmo de algumas horas consagradas
ao recreio era preciso ameoisar com o estodo de
alguns dos ramos das bellas-artes, as trelas in-
W ^ins.
Neste intuito foi creada urna aula de muzica di-
rigida p r hbil professor.
Com pouco lempo de exercicio e o ardor pro-
prio da mocidad j algnns dos alumnos tocam
:om verdadeiro adiaotamento os instrumentos que
jseolheram, e pode dizer-se que a fabrica tem
boje urna banda de msica i sua disposicao, o qne
alm de aecrescentar urna agradavel prenda
tacaco dos aprendies, dispensa dias festivos do
istabelecimenlo, o concurso des msicos estra-
ahos.
Ora, o gr nde resultado colhido por este duplo
ystema do ensino manual e simultneamente in-
.elleetnal, que os productos da fabrica de S. Joo
le N therohy, redobrand-a de valor pela qual-dade
; perfeigao augmentam tambem a sua procura no
mercado i naturalmente os avultados rateresses
les productos.
Estabelecida assim com os outros estabelecimen-
tos do mesmo genero a luta da concurrencia, qne,
ao dizer de uranotavtl ecotiomfs'.a, nao outra
jousa mais que a maoifestaQo praliea, a (ase
natarial da liberdade. claro est quo as cendicoes
do tr>balbo livre comegam j a ser asseatadas, en-
tre dos em bases sensatas e de couseque&cias pro-
dcoas.
Ligamos un alto apreco s tentativas e aos re-
taliados dea ordem.
O Brasil precisa eimaregar lodos os.seus esfor-
{os na pr. paganda industrial, nao esquecendo
aanea que a qua^tidade dos jtroductoap ada re-
oreseate |eH* o*lorajaV ar ejrfco tempe,
reeommendavel pela sua qualidad?, e que esta
ie obiem com auxilio eficaz dea productores ha-
aeis e inlelligentos.
Acreditamos, pels, qne os Srs. Souza e Novaee
jresum ota importante servido ao paiz e temos
lempre prazer em mencionar o estabelecimentos
testa natureza, njio s em referencia a esta (abr
aa, como a todas que estiverem fundadas ou se
'undena d'aqui em dame as mesmas cirenms-
uncias.
O neico deposito neita cisede no escriptorio
te Demtngos Al ves Matheus, roa (te Viga-
rio n. II. '
A- Zilaar.
2'fi5*
AlUga-se o a 3 andares do sobrado da roa
do Padre Floriauo, pintados e concertados de novo,
tratar na ra Larga do Rosario n. SI
t lub <18 Tdietesde eopat
ir
A. Basi.
AMA
familia
n. 08.
Precisarse da urna ama pera
o servico interno de can da
tntw oa rol doi Gainrape.
Precisa-sa de urna ama para tratar de urna
orianca : no largo da Assambla n. 13.
MARTIMOS
PaoTijteGardoso Jdnior A C*. animadoi pela
siles te o Sr. Dr aciaUo SoareiRebello,
,exerce orsystemi homoopathico, goztirJo gStopre de subido
, uai-L\B0R\T0Wj IIOMECtfATBiO)d .
coafianca e proteccao do illttstrado e mpeiOivel publiciS
flohe do Brasil, para o qrje, o5) se poupafldi) a desaftaifleai
zesdesupetax i0Jm Aa diflcttldades, co.n que >erai-de \at\3f,
cessapten^nto desde margo ultimo, julgaodo ter coflscido.0 sea
*" tem.aoiea satisfaco de. annunciandft a abertdra drsua-casa, a
aigos da homeopaiia, que se ja'fam ctBpletatrrtebabiiiaJ
jenbo de todeas salhteres do seu dtearfb. :
)s o gen estabeloctlentoforam todos iportdoa da
^Bpps di Ca, de Loodre, um dos priirieiro e tal vea o _
lo e acredita io estabaleciraeoto deste genero; ae preparares seco
""oes e diluyas) foranl preperaijas com o mais escrupuloso
refraidi sciencia esoba iminedhti direro e inspegfk do m
5r. De. Rebati, cojo oome liganda-se desia sorte ao estabeleciloento,
segura gai%uaque poden olTarecer os seus propaetarib? s re-, qn
, bonrarem com a sua confianca, d qas no.preparo dos medicameniot ie
fWuparSo.esforcojpara que sejam-bem servidas, pois (Jne a austtridadJejwXqoe
^'Compre aquellos todos 03 seus deveres e sobretudo o respeito, qijB eoBsagra
(J sua pr. pria repntacSo, lhe nao permittiam sacrificar a viJa ce seus dieaftat
ar> ioteresse de terceiros.
Sem pr'emdereni os propietarios depreciar os productos dos oS
eatabalecimeotos deste geoero, craem iodavia poder afBrmar <|ue nerjb,uni^
o sea em soperioridide, e par que nenhuaa dtnida !i leao todas as pessas que quizerem fomecer-se dos seas medioAenl
sitar eexaninar o estaieiecimento, oide, alm di b (ticas em guL)ito3 e
rae de variae capacidades desde I at 120 m.!.;amestos por precos razoB
encoolraro tjdoi os artigo que tornam completo o sorttaenlo de casa? rjjjita
ordem, taes como: excelleotes chocolates, pos denttfricios, encerado de rnica,
tintura de guaco, ele um lindo vo ume encadernadordo mkdico no povj ori-
g'oal do Dr. Mure, tnduudo peloDr. Silva, Pinto e revisto c augmentado en
3." edcc3o pelo Dr. Antonio de Csto Lopas.
E?ta obra que contera mais de 500 paginas de irapresso c us estampa
explicativa dos diversos orgos do orpo liuman) ata dos ans cfaros livros
destinados ao ensino praticj do tralamento de todis as enfermidades, pois indica,
nao s os meiicaraentos api-opriados para cada molestia, como a maneira de
applicar e repetir as dses.
O preco d'ella de iOJO00 para as pessas, que coraprarem boticas
neste estabeleciment, e de i#J00 para as que comprarera smente o livro.
Contando pois, com a valiosa proteccSo d s amigos da h -mo-paihia, con-
cluemos.proprielarios o seu anuun:io, declarando que se ada adjicenteao sea
LABOR\TJRIO o consultorio'do Sr. Dr. Jacintho Soares Rebillo, e queee
encarregam Je receber e enviar ao mesmo Sr. Dr. a toda e q al u5r hora oa
chamados de seos clientes.
NK'vCil|*>j><-)>f\'S> fi %mmmm mmmmm
co
'*>$: i
ERNESTO & LEOPOLDO
2 D Raa do Cabag N. 2 D *
Acha-se montado de forma tal este estabelecimento de joias que pode
vender aos seus numerosos freguezes em grosso e a'retalho e por precof
mui resumidos visto que recebe de cuota propria por todos o; vapores W
Europa. O gosto de desenlio de suas joias o mais lindo do paiz das
modas, ouro de lei, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, mbins, perolas,
turquezas, sapbiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do p rto tanto
para igreja como para servico domestico. Convidamos as Exmas. familias
a vMlarem o dito estabelecimento todoo os riba atA 9 horas da nnitA.
tv
NA CALIFORNIA
DA
RA lili QUEIMAjDO Ma. f 9
Junto a pha^macia americana,
Loja de Carlos Jos de Medeiros & C. g
Alm de outros artigos baratos tucontram-se os segnintes : *K
Canaisiuhas bordadas para sc-nhora, cou.-a rnuito chique a 3C00. ^A;
Pec^s de eambraias brancas transparentes com 8 varas a *500, 30C0 e 3oC0 y^$
Laazinbas para 360, 400 e 300 rs. o covado. ^5'
Toalhas felpudas a 720 rs. ; -^J
Chitas a 2!0 e 40 r. o covado. *
Cambraias de cores a 240 rs. o covado.
E casemiras de cores para calcas e palelols a 2300 o covado.
Convila-se os socios para comparecerem na
casa de suas sessri;s uo dia 17 do corrala, pelas
10 horas da manha, aQm de proceder-sa a elei-
cao dos funeciouanoi para o anno futuro.
O sejrelario,
Francisca de Medeiros Rapo.

PublicaQoes musicaes-
Acabam de p ib icar-se tres lindas pecas
para piano3 saber:
A celebre Terentelle por Bsriol flli,
preco U60">.
LINDA, grande mazurki de concert,
ultima publicaco muitcal do- maestro Ca
zalbore, 7 qOat foi terminada pelo maestro
I. Smolts, preco 25000.
PET1T LAZZARONE, linda polka apo
iitana, pelo finado maestro Cazilbore,
preco 1(5000.
A' venda bo armaaem dt pianos msi-
cas do Azevedo, ra do Bara > da Victo
ra 0. 11, ontr'qra rcfarNova.
N. B. Esta- se gravando a linda walsa
por ColNs, o Arijo da meia noote.
Sociedadc Reereattva /uven-
tude
De ordem do Illm. Sr. presidle, e em virtude
do dlsposto no art. 34 dos estatutos vigente-, con-
vido os Srs. accionistas, para domingo 43 do
corrente pelas 7 eras da machia, reunirta-se
no recinto desU sociedade, aflm de qoe coae|Mui Horas"pa'ra produnr o 'son tfhilo, e dorante este
Manoei Gongalves Ajra, Luiz Goncalvs Agr,
Antonio SoncaWei Agr. Mara Thereca Aura,
Luita Francisca da Costa Agr e Silvana Jannaria.
da Salva Agr; gratos a todas as peasoas que
assMiraoa e ^eompanharatn n enterro de ana pre
tada rai e aogra, Uaria Francisca do Espirito
Santo Agr, rogarn anda o caridos obsequio de
assistirem as missas do 7* dia, que serSo alelara-
dos do convento de S. Francisco ai
da mantea do Vi do corrente, se:ta-tal
cojo favor sera 1 elemamente reconheeid"
A pessoa que precisa de criar um menino
a le te dirija-se a ra de S. Jos u. 34, fue se
criar com amor e aitizade. B tamaem a pessoa
que precisar de lavar e eogommar dirija-s|
ma casa.
Guras loMiivei*]
pelo sistema honleoiMitj
i? rUa do Conde da Boa-vista B;i
para dores de df mes, cuja dase ctt'
para esta moleslia, sei qual for o s--u
Baamatorio, a qual 6 muao conhecida aa provin-
cia da Parahyba, Mamanguape, Serta da Rail de
S. Bento, Goyanoiokt, Ararnos. Gaitate-se 2i
r,4-1
A companhia Itdemaieadora, esubelecida
O aecre. Im.
oavios e sea carregamentoa e> contra foge
sm edificioe, n ;readoria* e mobilias : na
roa do Vigario a. 4, pavimento terreo.
Criado
da' a assemblj geral se proceda a eleieae para
um ihesoureiro.
I' aioda objecto da presente convoeacio, -a de-
liberacla sobre uro offlcio dirigido presidencia.
'Secretaria da sociedade Recreativa Juventude, 14
da seteanbro de 1871.
O secretaria,
A Alcoforado.
-Fertar
ruram no a 10 do wrente do boleo do Sdg^0,;:TnaK^u^7V^Va*
xe asslgaado, em occasiao rjae.sefaia'ao trtm **", d,ole* 6 na bl,tt >
corto espacb de lempo desappareeer toda a in-
fltmma;Io e dore on a caria bis o.-sos. As be-
xigas garntese 8das para osea restabelscimen-
to, sem perljo slgum, para rheumatismo agudo,
inflanimaiorios ebronico, hemsrrga desangoee
matestias nos ligados, caagesiio intastiu?!, deseo-
tern, edoraa, anszarca, anemia, anorvexia on
fasuo, caurrho, cepharlagia e eutrtis, queso ga
rarte sua eficacia. Uoien deptasiip das dses para
aa roa.
Paga-se Bem a nm crladd'ga M a 18 aonoa : a
tratar aa raa da Aurora n. 18, das 11 horas a
ama.
das It horas, da Capooga para 6 Ftecife, a qB*a- _
ala dd-UM em ssdulas de 50JJ, 104 e %t, eovorta Pede-.e .10 Sr. Lult Jos de ftanga Olivei-
dita quanlia em papel amarello de embrulbo : ra. queveoh* a bondad de sppai
rogase as autoridades policiaca o a^quaiquer pes- Vigario n. 11.1, no escriptorio dj
soa qae soaber 6u tiver desconflacca de quem foi, qaes Faguude, afina de 1
participar ao abiri*o,asigasdo, qoe recompeaaafa votaww vtadw da^
srojamenle.
AdeHiw
Prestala alagar ama
lvioodBroa:ara*etrtlu
ttiaa Grioulase>


Quinta
letrl 14
SE-
TO
__
di
__-
1171
_=
a oxete, o
omrnutilir PraocJaae Romano Sleple da Iva
PerelraVU*** Cira*} MirJe J. lo Fran-
eiaeo da Sita Nova, tallecido n Portugal, eoa-
vttam M pessoai da a amiaaae toata a outi-
rem im mi ana ialairao reponte do Mi-
no mindam rezar upado Id da correle as 8
lioraa da manhia, irijasimo a do tos
meato, na nutrs do Corpo Salto;
desde ja t pessoas qoe asaittirem a este acto re-
Wh
Mfos
Saltos HeO mnva-s ia na da- Inperatriz o.
47, pH|i ** ntwm n. I, acuda pode ser pro-
carado a aasgar har lo di. ________
Ana de eite.
pasaa- Praelsa-sa de ama aau de lelu qoe teoba boro
aaradcaado. Ma, arefere-se ten fllho : a tratar aa ra do
eaStetore- ?larCa.t.aadar. _______________
Flix Ribeiro da Carva*, raa molber D. Maria
Isabel Rodrigues de Camlho e seos Albos, rofao
aosseas pareotea e a lodos os amitos de seapre-
sadisslmo Albo e irmao, e IV. relia Ribeiro d Car-
valbo o caridoao obsequio di assisUren a ornea
que por toa alma maadtm eelebrar aa aaairiz la
Villa do Cabo pelas 10 acras da maobi da tabla-
do 16 do forrele, vigestoo Donodia da sea pasea-
meato,por coj> servico a rellgi) iravario maja
umpeohor asas mais iDlima e corlea! considera-
ci. ^^^^^^
na roa eda
~ Predsi-se de urna ama
D. 8. .
Precisa-se de uro etiieiro coa pratiea
roolbado : a tratar ae roa direiU a. 14.
Os abalio asaigoados participam ao publico
asa feral a as posaos coas qoem tero transasces
so particular que Sr. Antonio Joaquina de Bri-
4 deixou de ser sea ealxeiro. Recife 1* de se-
tembro do 187!.
Tasto Irmaoi k C
Pode ser procuradoa ven-
da de ac de Trieste a^ver-
dadeira marca 3, 0 e 00 em
casa dos 8 s. Keller & C.: o
ruada Cruz--N. 65
M0F1NA
Rogase aolflm. Sr. 1 aira *_>
^krvir a rea do Imperador a. ac___f
Mella negocio que V. S. se eoeapromeoea reaaV
sar, pela terceira chamada dente Jornal, em fia
dea^osbroproilnWBaaaado, e depois pata ja
neiro, paaaou a fowrafo e abril, a aaia caarpm,
e por eate motivo 4 de boto chamado para*
lm^;iamT..sade^lesabraraaa i
i de mais de oiio anuos, e qaaado o
libo se aebava no a nesta cidade
Attenoao
*_/*SA-
taKaldalte soaraj
u ra da Cadeia do Rectfe a. 3.
safrsde da ra Direiu
le familia, a chave
. 29, e para tratar
19 Ra Primeiro de larg 19
Tendo renovado completamente a leja do predio, em qu9 teem o seu es-
tabelecimecto,
19=,A ra Primeiro de Marqo19
com aquella asseio e elegancia desejave*. acham-se agora prvidos do mais
explenido sortimento de fazendas finas e modernas de _
SEDA, LAA, LINHO E ALGODAO
todas do ultimo gosto, e continuam a ter como sempre, diversos
AMIGOS ESPECIAES DE A GASA
Garanten), com toda
a sin .eridade, vender
por menos qne qual-
qner oolro, porque
recebem rra direitura
a maior parle de sus
fazendas.
PIMPIIIA 8 PISTURA
& Raa ala lemmeratrlz
i* ANDAR.
Len Chapelia parteeipa ja raapeitavsl publico
llena capital, qoe acaba de abrir um aovo esta-'
belecimenlo da pbotographla a roa cima meocie-
nada, teado procurado por todos os meios possi-
veis o meihoramento e perfeicao em lodos os ira-
balbo concernentes a soa arte. A galera e diri-
gida por D. Amelia Cnapaha ja vantajoeameate
conbecida por moiUs pessoat desta capital que
tiversm occasiio de avallar os aeus trabalbos pbo-
tographicos e as maoeirss porque se ten dedica-
do para com as familias que a tem honrado com
soa flaquencia.
Os precos dos trabalbos desta photographia slo
os mais limitados, como sejam:
Urna dozia de canoas 8*000
Meia SdOOO
Um ambrotypo em ama Moda
eaixinba. 2*000
E os mais t m proporco.
Len Cbapelin convida a todos os amantes dat
artes a virem visitar seu estabelecimento qoe se
achara aberlo das 7 horas da manhia as 6- da
larde. ___________________________
Na rua.das Flores n. 33, precisare de urna
ama para todo o servico de ama casa de duas
pessoas.______________ _________^^^
SITIO
rui aliir.
Aloga-ie um grande sitio eu frente a esttcio
do novo ramal do Arraial para grande familia,
com cocheara, banbeiro e muilos arvoredos, como
mangueirae, Jaqueiras, etc., na ladeira dos moros
do Arraial, e no roesmo sitio se acbari qoem d
informaefes a nspelto da ebave : a tratar na raa
do Crespo n. Id, 1* andar
Afinal chegoo nova remesan de leite con-
denudo da Suisss, pelo vapor Cognac, e
desde ji Acarnos esperando pelos seas apre-
ciadores e entendedores deste artiga: vende
Keller i C. m roa da Cruz n. 55.
PRMSa-SE
de ama molber aoe cotinhe e engorante para casa
de ponca familia : na roa do Cabng n. 9, botica
Ainga-sa o l andar e os dous armazens da
casa da ra do Vigam n. 3, proprio para escrip-
torio e deposito de fazendas por ter grandes acora-
moda(5es : a tratar com Manoel Alves Guerra,
pai ou fllho.

ADVOGADO
Da. Joaquim Coma na Araujo
67Ra no Imperador67
111111111111
Ama de leite
Precaa-se de urna qoe teoba bastante leite e
que seja sadia : na roa do Duque de Csxias, ou-
tr'ora ra das Gnes n. ti, segundo andar.
iflt Precisa-se de urna ama de meia idad
<\JxLo. para comprar e cozinhar : na ra Bella
numero 3.
Alugtt-se
19 RIJA 1.
(Antiga
DE MARCO 19
ra do Crespo). >
O sitio na trave.-sa do Caldereiro, freguezia do
hPoco da Panella: tratar na pra?a do Conde
d'Eu n. i9, botica.
/"
vii8.pES 6 ierro para C0Drr casas etCt
r orinas para assuc&r 6 ferro pinid e gaaiv3nisado0
Arados Americanos para varzea e iadera.
Machinas a Vapor de forca de lres cava09
MaCilinaS de descarocar algodo.
Trilhos de ferro para eDgenhos, etc.
Fogoes americanos
LamaS (le lerrO grandes e pequeas.
Macacos de estiva
Cofres de ferro de Milneejs e OUiros.
Papel deombrulho
Estes artigos vendern-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes 4 C,
K. i RA DO BOU JESS.
(OUTR'ORA RUANDA CttUZ )
DROGARA ESPECIAL
HOMEOPATHia
DE
JOS' ALVES THENOR10 & C.
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 3.
Jos Alves Thenorio, professor em homeopalbia, teado-se retirado do
laboratorio bomeopatbico e consultorio de seu Ilustre e finado amigo o Dr.
Sabino 0. L. Pinho, que por muitos anuos estiveram sob sua directo, tem-
an estabelecido sob a firma de Jos Alves Thenorio de C; a roa ertreita do '*1
Rosario d. 3, ende, animado pela coufianca cora que honrarm-ao os amigos H.\
da homeopathia, Ibes oflerece e ao respeitavel publico um completo sorti- ^
ment de todas as preparacoes bomeopatbicas conhecidas, recebidas das mais hw
acreditadas casas de Londres e Pars, e indgenas, bem como todo quanto Xf.
diz respeito a homeopathia e sua pratica^sperando que continuem a honra- Y^i
25,5
m
04(
1104
S5o uteis essas boticas aos Srs. mdicos, seohores de engenho, fazen-
deir.s, chefes de familia, capitales de navios, e em geral a lodos quantos qi-
zerem ddicar-se a pratiea da homeopsthia.
Medicamentos avujjos pelos presos das outras drogaras, bem como
chocolate de londre e do MARANiio para tjso dos doentes em tratameoto
pelo systema bomeopattveo.
lo coma mesma confianca, para o q ja nio se poupar esto reos.
PRESOS DAS BOTICAS
glbulos. TINTURAS
1 botica de 12 medicamentos 104 1 botica de 12 medicamentos
1 24 c 204 i < < 24
i c 36 304 4 < 36 c
i c 48 c 354 1 r 18 . c
1 c c 60 404 1 c c 60 f
i < t 120 704 1 t" t 120 (
o segundo andar do sobrado n. 38 da roa Nova:
a tratar na loja.
AMA DE LEITE-
Precisa-se de ama sem fllho, e paga-se bem :
roa do Vigaiio o. 1. 3" andar, sobrado amarado,
quasi na praca do Corpo Santo._______________
O abaixo assignado, aatorsado por sua ta
a Sra. D. Agnida Senboriaba Pereira, pede > to-
dos qne se jnlgarem eredores da mesma senbora
por ttulos vencidos on por veneerera, o obseqnio
de comparecerem a raa larga do Rosario n. 10,
1 andar, e ino.no praso de 4 das, desta data.
Recife, 1! de ?etembro de 1871.
Zepherino de Alraeida Piolo.
GASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bhetes garantidos.
k. roa Primeiro de Marco (ootr'ora ra d(
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seas le
lues bhetes nra quarto n. 1606 com 5:000*000,
qnatro qaarlos n. 1978 com 800*000, dous meios
d. 2831 coai 3001, dous meios n. 530 com 100J,
um quarto n. 2966 com 100*, e outras sortes de
10* o 20* da loteria que se acabon de extrahir
(206"), convida aos possuiiores a virem receber
na conformidade do costme sem descont algum
Acham-se venda os bhetes garantidos da
(i.* parte das loteras, a beneficio da nova igre-
ja de Nossa Sedhora da Penha (207"), qne se ex-
rahir sexta-feira 15 do eorrente raez.
PREgOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
Km porco de 100*900 para cima.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
Manoel Martina Finta.
AOS 5:000,5000
Sali i venda os feliies bhetes da loteria da
labia, na casafelit do arco da Conceicio, oja dt
rarivas no Recife.
OtTerecese ama ama para criar, com mni-
bom leile : tratar na raa do Brnm n. 73, dat
9 as 4 horas da tarde.____________________
Alog*-se orna loja propria para negocio com
aicommodacoes para rancho : no largo da Ribel-
ra de S. Jos, sobrado n. 8.
Os caradores da massa fallida de Joao Fran-
cisco Borges Ferreira rogara aos devedores a'
mesma massa se sirvam de sati.-fazer o pagamen-
to de seas dbitos at o dia 15 do correte Tnez,
visto depois dessa dala ter-se de proceder a' co-
branca judicial.
Recife 4 de selembro de 1871.
Pede-seaos abaixo declaradas (eren a bottiad*
de vir na raa de Pedro Affooao n. 44 (oo.tr'ora 4a
Praia) a negocio de seos iaiareasea.
Antonio Lios de Albuquerqne.
Bernarrto Cardoso Horeira C
Bastos & Amorim.
Therencio Albano Ferreira.
Francisco Marques Lemos Rlbeira,
Manoel M-reir de Lemos Jnior.
Jo5o Ferreira Carvalbo.
Joao Jos Gomas dos Santo*.
Jos Nunes de Paula.
Joio da Silva Coimbra.
Francisco Florencio da Silva Grilla.
Antonio Lopes chaves.
Antonio de Helio Rodrigues Lonreiro.
Jos Antonio de Gusmao.
Joaquim Antonio de Sonza.
Manoel Antonio de Soma lUbetrov
Alberto Jaeintbo de Sonza.
Joio de So uta Nones Pinto Amorim.
Narciso Jos Franci'co Paraoho*.
Augusto Jos dos Santos Miranda.
Henrique Manoel da Silva.
Jo?e Maria Gomes Ribeiro.
Joao Antonio de Mattos Abrea.
Joio Feroandes de Oliveira Gamito.
Antonio de Sonta Jnior.
Antonio Soares Meirelles.
Candido Fajo de Mello.
Joio Valenta) Das Villela.
vo Gabriel Gome?.
Extracto de carne
Do Dr. Ubatuba
Fabrica de pedras brancas aa provincia 8o Hit
Grande do Sol.
Em latas de 2, 4,8 e 16 enets. nieo deposi-
to em Pernambnco, na pharmaeia americana 4a
Ferreira Maia 4 C. : 4 roa Duque He TJaxia* naV
mero 57. ^____
Precisa se de urna itulher forra eu
escrava que engorme bem : no prin-
cipio da estrada dos Aflictos, sitio n. 33.
AMA
Aluga-se
COMPANHIA PERNAMBUGANA
Do lugar denominado Corda onde se
fuadiada, desappareceu urna laneba a vi
propriedade desta cempaubia, na n ut-j de
o da 1 i do correle : qualqner pessoa que poder
dar algum esclarec ment leona a boodade de di
rigir-se ao escripturio da companh, ne caes da
assembla : compaohia gratificar a pessoa que
dr informales exactas, ou descobrir onde a lan-
cha se ach?._______________________________-
Engommadeira
Precisa-se de tima boa engommadeira : na ra
do Imperador n. 57, entrada pelo, caes de 22 du
nevembro.
CRIADO
Precisa-se de nm criado do boa conducta : ua
ra do Imperador n. 37, entrada pelo caes de 22
de novembro.______________________________
Precisi se de urna ama de
leite para criar uina menina:
no largo da As-emhla o. t5.
Quem precisar de um cn;. do boa conduc:
ta, pars o servigo de casa, dirija se a na Mr-
quez de Olinda n. 56, a tratar com Jos Gomes
Leal._____________________^_______________
Da-se 1:000* a premio sobre hypoiheca :
quem pretender dirija se a estacio do CalJeire.ro
a fallar com o (-rnrregado, noe dir 'luem d.
Precisase de orna ama escrava : na na da
Roda n. 15, para engommar e eotiolur. ______
Aloga-se a loja do sobrado n. 3 a ra da
Caes da Detenjio, com 3 quarlos, quintal e ca-
cimba, preco de 14*000 mensal: i trar no mes-
mo lugar, ou ra estreta do Rosario n. 17, 1.
andar.
No engenho Pares da comarca de Natareth
precisa-se de urna mnlher capaz e de bons cos-
tumes, qne saiba ler, contar e escrever eom per-
feicao para servir de mesira a algninas meninas :
tratar i ra do Marqaez.de Olinda, escriptorio
de Leal & Irmao. ________
AMA
mero 38.
Preeisa-se de ama ama que seja boa
eozinbeira : aa roa do Commercio na-
Precisa-se de um bxnera
cas e andar com nnca carroca
n. 8.
para tratar de va-
: na roa do Sebo
TRILHOS URBANOS
no
Recife Olinda
e Beberib?.
Aos seohores accionistas faz-se sciente qne os
trabalbos da.aasembla geral acerca da reforma
dos estatutos, continuam no dia 18 do correte
pelas 9 horas da manhaa, sendo a reuniao no roes-
mo lagar das anteriores.
Recife 12 de selembro de 1871.
O 1* secretario,
^__^__ Luiz Lopes Caite lio Branca

Gailhermina da Assumpio Vieira de Ananias,
tendo no dia lo do correte, s 7 horas da ma-
nh:. de mandar, celebrar algumas missas no con-
vento do Carmo, por alma do seu sempre chorado
esposo Jos Paulo de Ananias, eonvida pelo pre-
sente sens parentes e amigos para assistirem este
acto de relig) e caridaae, e desde j antecipa os
seus agradecimentos.
A M A Precisa-se de ama ama para cata de
/ poaca familia, prefere-se de maior ida-
de : na praca da Independencia o. 27 e 29.
0 & & &&&&# 0 r* jQ & &
1
Aos 5:000,5000.
nithetea garantidos da pro
Tela.
Bna do Bar:o da
Victoria,
Outr'orarua Nova n. 63 e casas
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender entre o
seos omito feliz.:s bhetes a sorte de 100*000 em
em dous qnartos de n. 2966, alm de outras sor-
tes menores de 40*000 e 20*000 da lotera que
se acabon de extrahir (206), podendo seus pos-
suidores virem receber, que promptamente sorao
pagos.
O mesme abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para vrera ao seu estabelociment
iomprar os felizes bhetes garantidos, que na.
exarde tirar qualquer premio eoto prova pelo-
sesmos annnncios.
Acham-se venda os muito felizes bilaets ga
rantidos da 11" parte das loteras em beneficio da
nova Igreja deN. S. da Peoha, que ser extrabida
no da sexta-teira 15 d) correte mez.
PBCOB.
Inteiro 6*000
meios 3*000
Quartos 1*500
De 100(5000 para cims.
Inteiro 5*500
Meios H'M
Quarlos 1*375
Joao Joaqun: da Costa LefU
CASVS
Aluga-se o primeiro, segundo andares e saara*
sotao da casa n. 6, cita a ra do Livramento : i
tratar na loja do mesmo predio._____________
Superiores cigarros do Kio
de Janeiro.
Domingos Alves Matheus, nico agente' flesia
provincia da fabrica imperial oe cigarros da S.
Joao de Nitberoby, estabelscida no Rio de Janeiro,
tem sempre um completo sortimento de todos os
cigarros, fumo picado e en latas. Tem igualmente
os afamados cigarros Conde d'Eu, feitos com mag-
nifico papel de palba de railho e fumo superior.
Para governo de seus freguezes, que tem estabele-
cido depsitos filiaos, as casas dos Srs. Tnoaiax
Francisco de Salles Ii -sa e Manuel de Sonza Cor-
deiro Siinoes Jnior, no bairro do Recife, e lodo
quanto for vendido em outras casas com a firma
de Souza Novaes & C. sio falsificados.
*
NIUDANCA
U bacliarei Amaro Joaquim Fonceca de
Albuqaerque, transferio seu escriptorio
de advogacia para a casa n. 5o ra do
Duque de Caxias, antiga do Qaeimado,
onde, nos das uteis, ser encontrado das
10 horas da manhaa s 3 da larde.
&
ttenpao
Acaba de chegar a esta cidade, Jo.- Ligori, mes-
tre-ounves, eucarrogando-e de fazer toda e qual-
quer obra de ouro, prala e metal, nao s para
templos como para uzos particulares, limpa e con-
cern qualquer obra por mais deteriorada que es-
leja ; donra e prata. a fogo ou galvanismo : e
pJe ser procurado ra da Mangueira n.
II.
Precisa-se de um foroeiro para urna pada-
ria no mato : quem desojar dirija-se ao caes do
Apollo n. 69, que achara com quem tratar.
Gabinete Portuguez de Lei-
tura
Por or Jera do Illm. Sr. presidente do conseibo
deliberativo convido a todos os senbores membros
do mesmo conselbo a rennirem se na sala das
respectivas sessoes no dia 15 do eorrente, pelas 6
horas da larde, em sessao extraordinaria, para to-
marem eonhecimento das escasas que Ibe serio
apresentadas, e proceder-se a cleicio para os car-
gos da directora vagos pelas referidas escusas.
Secretaria do cooselho deliberativo do Gabinete
Portoguez de Leitura em Pernambnco, 12 de se-
lembro de 1871.
O secretario,
_______________Anlonio Augusto Santos Porto.
Rcga-se ao Sr. J. A. B. L., alferes do 2* ba-
talhao ae infamara de linha, estacionado nesta
capital, qne em das do mez de setembre, qaando
em Santa Catbarina, obrigou-se, por um docu-
mento incontestavel passado por ana propria lavra
a nm companbeiro a'armas, cojo documento toa-
do sido transferido por este ontro, acha se legal-
mente ero poder de urna ontra oes oa desta cidade
ao pagamento de certa importancia ; assim como
a satsfazer ora eerto vale de gneros, que assig-
non em novembro do mesmo anno pssado, a ir
quanto antes liquidar semelhantcs negocios para
nao passar pelo dissabor de ve-lo3 no dominio pu-
blico.
Precisa se de urna ama pa-
^-. ra o servico interno de uina
x&, casa de familia : tratar na
rna do Vigario n. 16.
A luga se
urna escrava para o servico interno e externo de
casa de familia : a tratar na ra larga do Rosario
n. 34, loja. _________
Subloca-se o arrendameDto do pre-
dio da ra do Mrquez de Olinda n. 23,
com grandec commodos para qualqner es-
tabelecimento commercial, tanto no pavi-
mento terreo como no andar : a tratar
com Anloio Jos Rodrigues de Souza, na
tbesouraria das loteras. '
FDIWIUO
ATTENCAO
IgDfr-M a quantia de 1:000*000 rs. a premio con
bfpotheca em pivpriedade, sendo o predio situa-
do n..s frrguezias de S. Jos, Santo Antonio e
Bos-Vista : a tratar a ra do Principe, oasa nu-
mero 26.
9
ra do Brum n. 78.
Precisa-se de ama ama que
seja de idade e que cozinhe
o diario de urna casa : na
ROUBO.
Na noute du 8 do eorrente mez, roubaram 'o
sitio de minha ciara, rui do Mondeg1, tres la-
boas de as>oalho de amarollo, escripto com giz.o
neu nome no meto das taboas : julga-se que fo-
ram vendidas nos rios dos Coelhos. Este Coe-
Ihos Este Coelbos___ Quem as aprehender
ou-mostrar onde ellas esli, receber cincoenta
mil ris.
Recife, 9 de setembro de 1871.
________________Marcelino Jos Lopes.
Criado |
Precisa-se de um criado para comprar e fazee
mais a|gum servigo : na ra do Hospicios. 46.
MI
Na ra estreta do Rosario n. 28,
precisa-se de urna ama.
\ M X Precisa-se de
aillo, de : na rna estreta
urna ama de meia ida-
do Rosario n. 10.
2* andar,
Aloga-se a loja do sobradioho da rna das
Aguas-Verdes n. 55, 'ktratar na roa Nova n. 20,
1" aadar, das 6 as 9 horas das manbia e das* .
as 6 da tarde : para ver, a chave se acha noanp
dar de dito sobradioho.
v>
GASA. DA FORTUNA
RA 1 DE MARCO OUTR'OHA 00
^ CRESP N 23.
Aos 20:000^)00.
D abaixo assigido tem empre exposto ven-,
la os felizes bilbeles do Rio de Janeiro, pagaodc
orernpamente, como costurna, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 24*000
Meio I2#O09.
Quarto 6#000
___________ Manoel Martins Pinza._______
Aloga-se um eseravo mogo o robusto par
qualquer servico : no 3 andar do sobrado a. 36,
aa ra das Cruzgj *
- Aluga se psra r-i?d4l-fla roa ds Plores
o 3; ura e-c avo de 18 snoc d3 idade, fr i re
grinba pira servio de un.
Monte (fio ecclesiastico em
Pernambuco.
A directora provisoria ao Monte Pi Ecclesas-
tico em Pernambnco, convida a .todos os seas so-
cios a comparecerem no consistorio da matriz de
Santo Attonk>, no dia 16 do correte, as 11 horas
*manhaa_pira abi se tratar de negocio) argn
, tendentes aiasma sociedade. &
Secretaria do Monte Pi Ecclesiastico em Per-
nambu:o, 12 de setembro de 1871
Padre Thomaz Coelhe Estima.
Secretario.
Teatro do Santo Antonio.
l'oaipnnhla das meniu.ts.
Aos Sr?. Riojas e Di-geovani, vam a ref-resr o
pedido que Ihes faiom algons nio?os i!o commer-
cio poresie Diario, para raeihor pdennos a
ciar asarliita Julia e Lu;..

Precisase de urna ama line i u escrava pa-
ra o ;ervii;i iirtij de urna c^p. e f.iral'ia fl iue
saiba engumraar : a tratar no Corredor do Ripo
o ?3, mi na roa da Oxhii '}< B
Precisa-se de duas amas, sendi para cosi-
nhar e mais servicos internos de pequea familia:
na raa Imperial n. 199, por cima da reflnacao.
Precisa-se de urna ama
que cczinhe e engomme
bem, para urna ~ familia
de duas pessoas : a tra-
tar no largo do Corpo
Santo n. 4, 1" andar.
C sa da fortuna
Rna Iode Harco n. 23
O abaixo assignado tendo vendido.nos seus feli-
zes bhetes da loteria do Rio n. 368 o premio de
4:000* no n. 878, convida ao possuidor a vir re-
ceber, que promptamente ser pago, como de
costme.
Manoel Martins Finia.
AMA
Vapores pequeos pa a-
caroQar algodao
.\'o si> do C".fund preci-a-se !e um meni-
no de 12 annos pn a cuidar de alguns animaes :
quem estiver BS/cireniostanda de se propr, diri-
ja se ao mesmo aiiio, oa e.-trada de Paulino Cma-
ra, outrVra de J > de Barros, ou lypographia
oeste jornal, a fallar com o Sr. Ferreira.
m Ad ogados
O Os brchar'MS Jos dos Anj03 Vieira de
A Amorim, e Miguel Bernardo Vieira fle
H Amorim tem seu e'criptorio a roa do a
V Duque de Caxias n, 3o, 1* an lar. '^
**&&$:$ ^0
Qoem precisar de um menino de 14 anno
para caixeiro : procure na rna de Santa Rita No-
va n. 31, que achara com quem tratar.
Vende-se o bitio Olho de
Yidro.
Em.Ponte de. Ucha.
Esle sitio tem um sobrado de nm andar e an-
dar terreo, contm 4 sallas, 9 quarlos, 2 cozinhas
com bons fegrje! e fumo de ferro, este sobrado
circulado de jauellas. Tem em separado grande
coebeira para cavallos, casa para feiior e escra-
voa e bem azsim casa para fazer farioba com seos
misteres para tal flm. E-ta casa tem na frente
b"ns cantoiros para flores, com portio de ferro
para a estrada do Parnameirim, grande sitio ar-
borisado c grande baixa para capim, podendo sustentar por-
cio de vac:as leiteiras para as quaes lambem ten
commodos de recolhimeoto.
Os fundos da dita casa e sitio deitaro para a H-
nba frrea que segu desta cidade para Apipucos,
e se acha livre e desembarazado, visto que aa
quesloes que os consenhores de dito sitio tea
com os empreiteiros de ditos trilhos apeaas dia
respeito ao terreno que alies ora oceuparo, e oa
prejaizos que por tal motivo tem closado.
Os pretendentes p'-dem-se dirigir roa Dnqjue
de Csxias, loja n. 43, oa ra do Aragao, boja
na do Visconde da I'elotas 13. casa n.
Companhia Al Lianza
DE
seguros martimos estabelecida
na Bahiaem 1S de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000:0001000.
Toma seguro Se mercadrias e dinbeiro a risca
naritimo em navios de vella e vapotes para dea-
tro e fra do Imperio. Agenoh i rna do Com-
mercio n 5, escriptorio de Joaquim Jos Goa-
calves Beltrao.
O eartono de registro geral das hypolhecas
desta comarca iransferto-se da ra da Peoba n. 7
A para a rna 1 de Margo n. 23, outr ora ra do
Crespo.
Para passnr festa
Aluga-se um sobrado eosi quintal murado, ca-
cimba, algumas frucleras, o bastantes oromodos
para familia, em Olinda no pateo de S, Pedro No-
vo : a traiar na raa Imperial n. 5 A, taberna.
AMA
Precisase de urna ama
nhar f nn'raa da Palma o.
ra cozi-
Ama de leite
Precisa-se de nma ama era bom loite : na ra
do Pires, sobrado n. 28
Precisa^ de ama aou que -fj bs>a ogom-
made'ra no srbrado n. 28. a ra do n
ni o Sr. Eustaquio Aoto-
Paraiza c. 4, armacem
Precisa-te
ci Gome?: no la
da estrella.
AlunsT-se Hias cajas terrea*. ;. rna daSj-
ledade os. 43 9 i? ; lraHr*i ra
n. t
All
nica caa neste geaero
U-Roa Bsreita do RosarioM
Compra e vende roupa i
nova e re ha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudoqueperten-
Pr
litacSes para f
andar.
i trata

< ^
\
^
K
^
i


0 -*rit) %|eniEi
B .
)
' ngenheiro cSfl___________
FUNDIQiO
* 59 RA IM BRIJM S9
v PASSARDO 0 CHAFARE ,
Ptta M MDhaMt de snfenho e ontrot agricultores, e empregadores de ma-
to*1** o favor de orna visita a seu estabelecimenlo, -para veris o novo sortimento
completo que ah tena; pois nodo todo muito raais barato em preco do que jamis te-
oha vendido, est inda aaperior em qualidade e fortidio; o qae com a iospecso pea-
aoal pode-ie verificar.
PEDE ESPECIAL ATTENCO Ao NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
VflivtroM n ir*rio o J'anno dos mais modernos systemas e em
VapOreS e rOaaS a agUa tamaitos convenientes para as di-
versas circumitancias dos senhores proprietarios e para descarocar algodSo.
Moendas de canna % umnb08' M me,borM qoeaqoi
Boda dentadas na,t animaes, ui e va^or. 1 u
Taxas de ferro fundido batido de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
MApTinonoR Para mandioca v'.god30'
^mUlllllUyilUO e ptra 8errur madera
BOmbaS de p,Untet garantidas.......
XOdaS aS maClinaS e ^^ rje qUe se costoma precisar.
FaZ qualquer COnCertO de machinismo, a preco moi resumido.
FnrTTlftS ft ffitTn ,em as raelhores e ma'8 Daratas existentes no raer-
Pnnrtmmonrloa Incombe-se de mandar vir qualquer machinismo vonta-
j^iil/UiililluUliao ,je dos clientes, lembrando-lhes a vantagem de fazerem
toas compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qualquer necessidade pode
Ibes prestar auxilio.
Arados americanos e nstromentos agrcolas.
------------------------------------------ *
Podendo lodos
ser movidos a mo
por agua, vapor,
leu animaea.
CRA1E HOTEL
No centro da vneta americana.
No centro de eommereio.
O mais peno das via< frreas.
O mais perlo do embarque no caes 12 de Novembro.
0 mais peno dos theatros.
O mais recommendavel ao amantes do commodo.
O nico que tem no interior casa de banhos.
O uoico que as familias podem hospedar-se sem reeeio de encontraren)-se com pessoasde
vida snspeita.
O nico onde actoalmeiite se aeha o melhor chocolate hespanhol qae te pode tomar a
qualquer hora ; assim como tambem se vende libra.
O nico Boalmente qne offcrece completa eommodidade por ser o mais espacio do Recife.
A ra larga do Rosario n. 37
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BTaTaTaTaTaTaTaTaTaTaTaTnta Domada e
atllltfl (ie ooGhecilB o boa e
grande sortimento au existe na Non bperM*
a roa Osnna. de Cui %. 3, (anUga roa 4o Qi*
mado) assira pois, seodo qoai impewlvel diaese
ver-se o pande aun ero 4 objectos expoMos tsjsV
da em dito estabeleoimeaio; ella contenta-* eau
rrencionar algona dos objeetos mais rico, e
tetramente novidade... e aproterta o anaeje pala
convidar a todos Feralmente em partfcalar ao
bello sexo, para viMtarea-a illm 4* aawlareni
gosto e perficao de tena objeetos a par d'a* pre-
co rasoavel, pois ella se contenta com poaoojlacro,
tendo sempreem vistas a vender hiajai.fr" veav
der mnito, e de>ta forma ebegar aowb toe todoe
almejam; que o lacro par* soaviaa* a adigas
ds vida....
iot maBaUMp *M aaiodWM,
aviaa a tojfi ^pezes qne esU
torrando flade pPlNPT a 'isla da faien-
. pan todos admirar, a> eaiter:
Pfat de Hat bordadas mirlo toa
Thetouras grandes e pequeas o
Ha pouco mais do dous meies ama eserava,
snbtrabio da algibeira de tea sensor 3 loolM 4s
2OO4 cada ama, o' qual (ex a. diligencia a fon 4a
qae a eserava desse conta d* mesma qaantia, po-
rm al boje tem Ido baldados os es/orco* oaasVe-
gados para- esse fias, constando agora r ella en-
tiegae es quantia a urna das socie|ai*t de
emancipacao para ir jniando aj. se libertar, po-
rm como ul dinheiro nao devo aervir para esa*
dm, por ter sido snbtrahidff, tendo ella confessa-
do, sem dizer o que fez desse dinheiro : portante
pede-se s pessoa* que de tai dinheiro souberem
oa tiverem noticia o favor de darem parte nesta
typographla qae se dir a qnem pertenee.
Proeisa-se da ama' ama forra on eserava,
qae engomme beni e cosa: na rna da Aurora
numero 40.
esaitwii 1 f ame
Dr. Manoel Enedino Rege Valen ja, me- :
dico, roa da Camb! do Carreo n. SI, i
aHdar. __
BMal tlatal-alaV WaW*
Preeisa-se de urna ama de llte, paga-se
bem : a tratar na roa Dlreia 0. i0, segundo an-
dar.
COMPRAS.
Nesta lypographia
sagrada por Pinheiro.
compra-se urna historia
COII'KISE
frascos vasios da tinlura japofleza, e paga se a 80
rs cada ura : ra Duque de Caxias n. 50, e
Mrquez de Ollnda n. 51.
Arreiospiira cirro
Na ra do Vigario n. 31 compra-se um par de
arreios.
Compra-se u Diario de 6 de junho de 1866,
paga-se bem : no escriptorio de fasso Irmios
Companbia.
Carneiro
Compra-so um carneiro que seja grande e gor-
do acostumado a puchar carro ; na ra do Bati
de S. Borja n. 34.
Iiha de Gamelleira
Cercad \ pelos lados e fondos com o rio
Serinhaero.
Vende-fe o terreno denominado liba, janto a
estacan do 3,000 pamos da frente e muit> fundo, e ja se
acba livre a afor. meotos, corct consta de escrip-
luras publlsat passalas nesta cidade do Recife :
tratar no Corarlo de Ouro, ra do Csbng
So finalmente chegadss a esta praca pola segunda vez as
do Dr. Radwat & C.de New-York.
Depois de alguns annos, em que s falsificafSes de Hamburgo e mesmo de New-
York tiveram entrada neste mercado, aproveitaudo-se do bem merecido cooceito qc
estes remedios baviam a'.cancado por seus maraviihosos effeitos confeguiram ititroduzr
ee, illndindo o publico incauto, com urna reduc-.o de pre?o, BoHIficande o vordadein
mrito destas admiraveis preparacoes, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
do-as com seus nnllos effeitos, lembroa-se o autor de fazer a declarado abaixo, e. 1
dar diplomas aos qie ven erem os seus legtimos preparados.
Previna-se o respeilavei publico de qae as verdadeiras preparates do Dr. Ra-
dwat s se vendem nos depsitos cima declara ios e trazem um rotulo igual ao desti
annuBcio.
Nos abaixo assignados, declaramos e certificamos, que os Srs. Raymundn Carlos Le
te 6c Irmo, da cidade do Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, so os oossos agentei
geraes, pela venda de no^sos remedios, tanto 110 dito*impero como no reino de Porto
gal. Noticiamos ao publico, qne nao se podem obter os remedios du Dr. Radwat AC
(e que s3o preparados no laboratorio do mesmo doutor na cidade de New-York noi
Estados-Unidos), senSo das pess as que podem produz'r a presente cerliicco e ?ttes
tacao e que a produzem, subscripta e assigaada do Dr. Radwat 6c 0. e dos Sis. jiay
mando Carlos Leite 6 Irm5o como ao pe. Todos e cada um dos remedios do Dr. Ra-
dwat & C. sao acompanbados de cdulas semelhantes as que parecem ao pe desta cer-
tificac9o.
Examtne-se bem a assigna'.ura da firma do Dr. Radwat & C. ao p da present
sertieacao e compare-se com o facsmile tas cdalas com todos os frascos 6 caixinha
Radwat & C.
ais fino que La a
CaixM com 20 q
lito, amisade a
Paaa de tranca de
ais modernas a l
Frascoa con agua de cetonia muiU
fina a 400 e -
Frascos com agoesie colonia ver-
daleira a MKKit a
Chapeos brancos para baptisados o
melber qoeji a 11906 a
Douas de boaoC eotaHoa de seda
para vestidos per todo o preco
para acabar. *
Libra de arela preta a
Grosaa de botSes ate looca branca a
Gaiaas coa 100 eoTelopea faieoda
Bnaa 800, 600*
spelbos de moldara dourada a
800 e
pejjja prelos Tolteados para me-
Tinteiros com tinta preta a 80 e
Pecas de fita elstica muito fina a
Latas com superior banba 60.100 e
Latas grandes com superior banha a
Fraseos com alee de Pbilocome a
500e
Frascos coa macassa | Peruta a
Frascos sem agua de Colonia verda-
detra a
Ditos com oleo de ba losa suderior a
Carritela de retrox preto com 2
oitavas a
Canas com agnlhas francezas a 1-60
460
Pecas de ttras bordadas a 500, 600
800 e
Garrafas com a verdadeirs agua
florida a
Cartilbaa da outrina Chrlstia as
mais modernas a
Livro das misses abreviadas a
Copos grandes com superior banba
Macos de paHitos para dentea o
melhor qne ha a
Pacoies com 3 sabonetes inglezes
fazenda fina a
Escotas mnito finas para limpar os
den tes a
49500
1*500
800
480
500
4#5O0
51000
460
420
800
4*000
240
400
20C
200
320
800
240
41000
320
600
240
11000
1*300
400
1*500
1*500
160
600
240
a pomada e mnito
nHHLVfe, a Nova
sMp sortimento de lindos Jarros
d peteiH (do afamado Bacar) existe na
Nova Esperaoca, ra Dqque de Caxias
B. 63.
iRt VIH IN
grinaldas com flores e botes
de
laratfarW eom viroa e sem elle?, vendem-
se na Nova Esperanca ra Doqae de Caxias
n. 83.
FTVEOAS DE MAbREPEROLA.
fivellas de madreperola lisas o
rias para polceiras, vendem-
speranca ra Dnque de Caxias
ixmnm uve

PA AS FLORISTAS
A Nova Esperance a ra buque de Caxias
n. 63 acama de receber folbas para rosas e
d'ouiroa moldes, a ellas antes que se aca-
ben!!!
Meo para machinas
Vende se na Nova Esperanza roa Deque
de Caxias n. 63.
RA DA IMPERATRIZ N. 55
PERNAMBUCO
MBS, B. M. ih*o>, gerente da tinturara franceza da ra da Imperatriz n. oS, tem a
uonrade participar ao reepoitavel publico d'esia cidade do Recif?, que elle acaba de comprar es'e im-
portante estabelecimenlo, e que ceanuar a empregar todos os seus esforco,a applicar todos os seos
coDheciraeWos d'arte de tingir e de lavar, assim como se eaforcar para obter em stus trabalhof
s ruelhores resultados, afim de conservar e augmentar o grande crdito que este esubelecimento
tem at hoje justamente merecido.
Tem esperaoca* de que consolidar mais e mais sua. repnta^) de arti-ta niureiro, e c
modo per que ?abe tirar as manchas e aodoas de qualquer lateada ; rcpnitco que o t .rnr.u tac
eonhecido as eidades de Franca, taes corao .ames e Bordeanx, aonde oceupon o primeiro lugar
de cootra-mesire na importante casa do Sr. Jlouchou ; Marseilie e Lyo aoade adjuin.) rxcellcntt
comeada dnranle o lempo qne all esteve, e em Pars, aonde acaben, o sea aperfeicoameuto tintarial
sob a diTec?< de Mr. Joli (o fllho) vice-presideote do Corso de Chimica e Tintararia (sito na ras
Nova de Revoli n. S8) primeira casa de Franca neste genero, e aonde o Sr. Gautier, ex-propnetari(
o sea MiabeleciuMoto o foi eogajar om o mulo de eoutra nestre no servico de tinturan a de sed
Ja.
Em relacio com as melhore^ casas de Franga, que se empregam neste eommereio, estar;
rapre a par de todas as novas descorras e combinacSas de cores, e processos melhofsdos.
Bmfim, espera qae ama Jasta apreciacio dos seas irabalbos, far ausmentar a soa fre-
g wi\i j tao grande e bem erg anisada.
Eis os seos principaee irabalbos
GltAXOE ESPEGIALIDADE.
liragem a seoeo de .qualquer nodoa em p.iono.
En i euh > P s s gt?m veiha
Vende-se o engecho Pas'apem Velha >ito na
fregaezia de Barreiros, a margem do rio Uoa, e
meia legua apenas distante da villa, com porto de
embarque em trras do mesmo engenho. Eslj
moenie o comnt", tem magoifleas maltas e ex-
cellPiites torras com mais d* legua de extengao,
loargpm do rio Uaa, que esiiveram algans an-
nos deseancajas. A tratar com o sea propriela-
rio Antooio Sintugj Paes de Mello no engenho
Man~.i[ilM. ou nesta prega c.iin o aso curre-pon-
dente F. Costa Maia a ra da Cruz n. 52, piimei-
ro andar.
Soi
Vf nde-se um boi maufo para carroga : a ira
lar em Olinda confronte a oilaV) oriental da matriz,
calgacM i-' id p:irapeilo aos lad s.
Bazar universal
RA DO BRQ DA VICTORIA (OUTR'O-
RA NOVA) N. 52.
Asaba de chegar pata este grande estabeleci-
menlo um completo sortimen:o de machinas de
costara de tolos o autores emiliteid .s,#oa qaaes
garau'.em per annos as ditas machinas, e se ven-
tem por pregjs lio razoaveis que a todos aRrida-
ra, cojos oreos sao os seguintcs : 40, 60, 80,
10 >, 1:03, 1301, 1405, 1G0, 1805, 2 220,
250 e 300. Giraut-se aos compradores a boa
qualiiade de trjbalho. e obriga-se a ensinar tan-
tas vezes quanta? sejam precisas para bem com-
prehender-ss, Vende-se tambem pegas o mais
perieuces de sobresalenles para a< mesinas machi-
nas. Prcvine-se desde jaque se va i ao cha-
mado para concert e eosino de macbina3 das que
forera compradas neste estabelecimenlo.
POETAS
BARATAS .
Vende-se porlas americana* almofadadas, to
baratas que nao paga o casto da madeira ; apro-
veitem qae di.-to nao vera maia c : no armazem
da bi>Ja amarella nooiiao da secretaria da polica
Verveja norway
de superior qualidade, em garrafas e meia*, ven-
de-se em porgao e a realho : na rna de Mrquez
de Olinda d. 39, 1 andar.
Querem comprar ?
Gaardapisa para vestidos; preto oa tranco ?
Papa-fina, larga oa estreita ?
Lengos de Kobo, bordados oa lisos ?
Bonitos leqjies, osso ou sndalo ?
A Nova esperaoga quem tem 111
E novidade!
Acaba de chegar a Nova Esperaoga rna Duque
de Caxias n. 63, boneeos e nonecas, sendo de mol-
des inteiramente novos, vindo entre elles os en-
gragados boneeos de borracha : para que se can-
gam ? qaando quizerem comprar qualquer objecto
sendo bom, bonito on engragado, lembrem-se logo
da Njva E'peranga rna Duque de Caxias n. 63.
NOVIDADE.
A loja do Papagaio acaba de receber nm com-
pleto sortimento de sedas lacadas de urna s
cor; assim como om expleodtdo sortimento de
pnnpelioas de seda, lapto um como oolro sao de
vrores inteiramente novos, e as cores sao as
ais delicadas que at hoje tem apParecidoneste
wcado, sea prego lao commodo qne nao ha
lem dente de comprar : na rna da Imperatriz
,40, esquina da rna Sete de Setembro, amigo
be o dos Ferreiros,- loia de Mandes & Carvalho.
Bicos e rendas
Vndese rendas e bicos do Aracaly a pregos
onnea vistos : oa loja-. de fazendas de Canuto &
Pinheiro rna da Imperatriz n. 16. .________
if Leaveuiuf Flour
Farioba de trigo j fermentada, propria para
pao, boios, paddiogs, etc., em magos de 6 libras :
i. venda nos armaze.ns de Tasso Irmaos & C
Joaquim Jos Gongalves Beltro tem para
veider m tea escriptorio a rna do Commercio n.
5, gneros abaixo notados, qae vende maia bi-
rato do qne em onlra qaalqaer parte :
Azeitatas em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Caf asold era massos de 1 libra. .
Chapeos do Cbile de boa qualidade.
Cague marca martel (reres.
Enxadas.
Farinhade mandioca de Santa Caibarina, sac-
eos de 3 e 2 alqueires.
Dita da Babia em saceos brancos.
Dita de dita em barricas, proprias para casas
particulares..
Fio de algodio da Baha em ce vello?.
Postes*.
Maxados.
Noxea.
Otras de palhetas.
Papel proprio para cigarro?.
Dito azul para botica.
Palitos para denles.
Pregos. sonidos.
Pauno'de algodSo da fabrica de Tedos os Santos
de Pedroso na Baha.
Rolha?.
Rap popular da Baha.
Botim em fardo*.
Retroz dos melhores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranho.
Tabaco slmonts da Babia.
Vernz copal.
Vinho do Porto engarrafado, caix. ds 12 gar-
rafas.
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar
Dito muscalel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeanx em caixas de nma anzia.
Dito de caj em caixas de ama duzia.________
Lembranqa tempo,
O proprietario do armazem de vveres roa do
Imperador n. 28, vem por meio deste annuncio
revenir e avisar ao respeitavel publico desta ci-
ada, qne o sen armazem um dos que com mais
vantagem pode satisbxej as snas bem entendidas
exigencias, pois para tal Um lem feito reunir no
mencionado estabelecimento o mais completo sor-
timento de acepipes, e para que os dignos Uitores
deste annnncio nao tenham occasio de massada
toma a resolagao de limitar se a lembrar somente
os gneros qne elle tem oomo especial novidade, e
o s Lindas caixas com confeitos, proprias para pe-
queos presentes.
Chocolate em p, esta chocolate tem a vantagem
de poder-se fazer n;e; tro na mesa.
Leite condonado, a melhor marca conhecida.
este leite convem principalmene ao* collegio?. ho-
te'u e hospitaes, pela presteza en -ue se obtem
qnalquer preparado delle.
Tmaras do Egypto, mmenle vindo a este
mercado.
Licorrs finos: Chartrejze, Carago, Aniz'te,
Creme de rosa, etc.*. etc.
ALEM DiSSO 0 CAMPOS
pode garantir que o sen armazem ura centro do
bom e agradavci ao paladar, pois nellc se encon-
trara sempe ludo quinto pJe oeeesitar ama
despen-a, cozinha oa mesa desde ajnais bem sor-
lida at a mais mediocre.
AGORA ANDA
annuncia tambem fei.o mnlatinho ?m saceos e a
retalho.
Ra da Imperador
n. 37.
sale* depetlto si* antlca e acre-
ditad fabrie* d* Barbalh*
' /, d Cab*.
ftesie bm sortido araiazem exlte nm trtnda
sortimento de tonca fraweia, mnito mi para ca-
sa de lamilla, como seja alguidares puliros
e panillas,. *-:do grandes e pequeoo?. e tu-'
Iboes pira manteiga; ludo de barto'vidrado fran-
cex. Assira como nm completo sortimento le ton-
ga do Barbalho, como seja : jarrSes paia 4 e S
canecos de agua, potes de nm a dos canecos,
munngues, reafnadeiras, qnartinba do Barbalho
e d Babia, vaxos vidrados e por vid/ar para jar-
dim, cacos grandes e de meio para flores, ditos
ditos pequeos para tirar plaas, canos vidradoa
e por vidrar de S, 3, 4, 6, 10 e t polegadas,
feitot p>r machina e que arai nio uan provin-
cia a excepcio dos vindos da fra ; lado meibar
pela qualidade do barro e mala barato do que em
ontra qnalqu'r parte. Em por cao s* faz ibati-
raento de 10 i 15 por canto ; s na roa de Impe-
rador n. 37.
A revalegciere du Batry de
Lonures
Tod a deenga cede a Revalesciera da Barry,
qae da sade, energa, appeiite, digatio e des
canso. Ella cara as dispepsias, gastrites, hamo-
res, acidez pituita, flato, eojdps, vmitos depois
da comida e gravidez, con tipa{dea,t> asthroa,
affecgoas pulmonares, bexiga, &i' -erebro e
sangue ; 60,000 curas, ineluindo raimas dellas nj
Brasil.
A revalesciere chocolatada du Barry
em p,
Delicioso alimento para alinogo e, cela, mailo
nntritivo, fortideando os ervos'do estomago ecm
cansar o menor peso uem dr de cabeca, nem ir-
rita gao.
nico deposito para o Brasil em Pernambueo
na pbarmacia americana de Ferrtira Maia & C,
rna do Duque do Caxias n. 57. (Todo cuidado
eom as falsincagdes.)
N. 2Roa do Bar3o da Victoria, antiga
ra Nova N. 2.
Amaral Nabuco & C, convidara aos senhores
amigos e freguezes para virem ver um eomplel-j
soriimenio que acabum de teceber da Europa.
Volidos de Monde com veos e flores de fran-
ja para noivas.
Ditos de seda de cores e n alisados.
Ditos de fil de seda proprio para bailes; ca-
taflienios etc.
Ditos Ce cambraia e de chita de cotes.
Colciias ue seda e de la e sed de diversas
cres.
Boarnonx cscicezcs de lia, gosto inteiramec'.e
moderno. ?
Batelequesde lia e seda eom capuz.
Camisinhas de cambraia de lioho bordada?.
Heias de fio de Escocia de cores para senh.as
e meninas, e brancas de aig> i.,.
Espariilhos, chapeos de seda e de velludo e an-
quiohas de cima para 4S500.
BARATAS
Lavafcem de qualquer vestuario de homem, mn-
Ibbr oa changa, sen o descozer e ccnservaodo-lhe
o brilho de novo.
Tirafem a seceo de qualquer nodoa em seda.
Lavagem de vestidos de sed, de qualquer cor,
ealee de sed?, chales de crep da China, cache
mirasfraoeeza, larlataaas, ch.les de merin<, ves
lidos de Velado e chapeos de qnalquer cor
TlliAGEM DE NODQAS.
Tiragem de nodoa em eeds, velndo e laa, fazn-
do ieupp recor qualquer mancha resinosa on de
gordura.
Vai se as casas para o trabalbo do tirar nodoa
Bs movis on tapi: .r)e?.
TINGIMFcTTO DE SEf3AS DE COR.
sed
Tinge-se vestidos de seda e ^orguro, chales de
da e crnr>e di China de tedne as cores, assim
TINTURA PRETA EM SEDA.
Tinge-se vestidos, chales, filas, rendas e loo
lards.
Garante-se a boa qualidade da tinta e que a fa-
zenda ficar parecendo ioleiramentennva.
TINTURA DE A EM CORES.
Tinre-se roupa d homem, de mulher ou di
crianga em la, sem desozer e na cor que se do-
-t jar, quer a fazenda seja lia pura, seda e la e las
e lgodio, on a? tre. qualid.'d jonla?.
Poupeoss,. alpacas, rep?, merino1, casimiras
damascos etc., e ero, todas as cores qae se queira.
riNTUHA PRETA EM LA. "
Ves'.id.s da iuiaem, do mujher e de crianga:
>em ser.n -.e garanlindo-se a b?a.q:i*-
lidade da tinta, nao suj?ndo a roupa brann.
Todas as qualidadjs^e fazenda', S!im comf
chapeos do feliro, de Bilba, de palha de Italir
>u do Chile
rendas e b
Tttdo.por pr^is cominodos.
}. O. C. Doyle tem em sea
vender o ?eguinte :'
Cognac Hennessv.
ViDho Xerez.
Dito Lisboa.
Filiradeiras
Um piano de nm d s raelhores fabricantes
ra do Commercio n. 38.
armazem para
na
V ULTIMA HORA.
065.
Ra do Duque de Ca-
xias
acaba de receber um importante sortimento de
poupelinas de laa, as qnaes abrem o prego de 500
rs. o covado, nao deixem de vir ver esta linda fa-
tenda._____^^___________-___________<
Cemento Po.tland
Em barricas de 13 arrobas prego mais com-
modo do qne em ontra qualquer parte, vende-se
nos armazens de Tasso Irmaos & C
__Vende-se coqneiros pequeos para mudar
se : qnem os qaizer dirija-se ao sitio Cafando na
estrada '
Barros.
de Paulino Cmara, outr'ora de Joao de
Verdadeiro fumo de Garauhuns
Vende se por barato prego a retalho '. no pateo
ds Pedro II n. 6, taberna por baixo do escriptq/io
do Sr. Dr. Fonaeca, no amigo paleo do Collegio.
E' pechincha.
Laazi.lias de cores a 40) rs, ditas cora listras
de seda a 4i(, ditas tinas a oOO rs., ditas com lis-
tras da mesma cor a 560 o covado, biim de cor a
400 r?. o covado, cito pardo a 300 rs. covad;>,
chitas de corea a 240 o covado, dita escura a 280,
dita fini.-shia a 300 rs., 350 e 360 o covado, casa
de cor, a 210 o cuvado, dita miudulu flna a 280 o
covado com liodissin^s padioe?, pegas de mada-
polio a 3*300, 43, 4*.300 e b&, dt;.s de dito mul-
lo fino a 800, 7 e 7o00 < pega, toalhas aco-
ehoadas, duzii a (5. dito d.i lindo a 7|ofJ0, do
felpudo a 10^'iOOa dnzia, camisas francezas bran-
ca* e cora peito de u>r muito baratas, camisas de
rr.eia, k-ngos do i,d.s as qaalidadea, unos cortes
do cambraia brauca cm Ostra, Lzenda r&cdcrnn
e poT piig) ii in-nolo, u muites outras i-
as diesmas rondigSes, que s avista do com;
so pele jost flear "a bartela : na ra Daqi:
Caxias n 82.
VEWDESE
VENDE-SE
Ume porgao do eslacas lascadas da emberiba,
viuda de Alsgdas, de mni'.J duragao e proprias
para eslacas oa cercado, que p le durar mais
da 12 annos sem npodreeer o p, o um porgao
de npas grogas com 40 e 59 pa!mv do compri-
do coronel Sua-suua, onii'ora Mariyor-5JSj
Ver,!,':a um carro novo para boi irabalbar,
por barato Ttgj : i tratar no (japicho Cjanba.
<>- Nao ferro ;, ,'erreuy em primeira nX. Na
o-fradado Fun-lo vende.?e j.-rraa cora 300 pai-
me* de fondo, rnnifn b.-Ss trras de barro, em
eonfa, Tia"ia bondidcdis jfrras jiert) i!
nho a da estigan ; a p s-oa | unto p
de virno diniing g.Tio nos 1ia de (rabamo, o
i-pRfpdor J ?c jfachtd) S->-rp j-rnl
no ar-
-S9
Siccos con? ii* i.: pasca,
inazem di rDambnrao
Ava.jii
o sitio da Torre por commodo prego. Este sitio
tem nma grande casa com' solio circulada de Ja
nellas, muito fresca, com boa i salas e qaartos qne
acoramola grande familia, com dous terragos,
-endo nm coberto, com boa agua de cacimba para
beber, tanque nio s para banho como para lava
ge** de roupa e encanaraeoto para casa, e jardim
do referido sitio, com muitas fructeiras arruadas
e difluentes qaalidaies novas, e a maior parte
dando fructos, com um sobradinho, cocheira e
casa para criado-, estribara para ca vallo?, alem
da casa, este- sitio Sea entre tres estradas e perto
da capella da Torre, lodo cercado, com 230 pal-
mo* de frente e 1,200 de fondo, banho no Capiba-
ribe e na melhor localidade da Torre ; tambrai
permuta -se por casas nesta cidade quem pre
tender dirija-se a ra do Coronel Snassana, outr'o-
ra doi Hartyrios n. 4, 3* andar, das 9 as 11 horas
da manhaa e das 2 as 4 1|2 a tarde.
Novidades do mercurio
LUVAS DE PELL CA JOUV1N
Chegarnm loja i o mercorio, ra da Impera
irixn. 86. so orado flelronle da matriz, lavas de
A Nova Esperanza est resolvida a ven-
der baralissimo, para a$ Exmas. modistas:
eofeitos, forres para vestidos, botoes, etc. e
ludo mais de quepr ec.zarerji; e is'o por
prego muilo ccmroodo, com a .rondigSo po-
rera das mesmas Exmas. auDir-se denles
objeetos somente do cito esiabeleciraen'.o
onde encontrarao o bom, por pouco prego
e desta forma ambos lucraren], isto a
Nova Esperarla, porque vende, o-as modtS1
tas, por compraren) bom e barato.
N&o feaver conrnl^Ses.
As chancas que usaren) dos collares aoo-
dioos, qne se vendem na Nova Esperanga,
estJrto isentos de convuls5es; pois s3o os
verdadeiros recebidds directamente.
E' engracado e destrahe
Os pies de nova invengo e que dancam
15 minutos ponco mais oumon s, mudando
sempre de cores, e representando diversos
caracteres, vendem se na Nova Esperanca
roa Duque de Caxias n. 63.
ROVO SORTIMEHTO
DE
BOLECAS
A aguia branca, a ra do Duque de Caxias n.
52, ontr'ora do Queimado n. 8, acaba de receber
um novo e bello sortimento de Doueeas de diver-
sas qualidades o hannos, sendo :
Com rosto de teda, das qui clnram, e outras
qne fallam.
Cnra rosto, rn5ts, o pos di porcelana, e pro-
prias para vestir-se.
Obras fle porcelana
A agoia branca lem ontro sjriimen'.o de diver-
sas obras de porcelana, sendo :
Bonitos e ricos vasos para () de arroz.
Oatros para jolas.
Outros para sabonetes.
Outros para cnfeiteS de mesa.
Pequeas o bonitas pias pa agua beata.
Pequeos jarros para santuarios.
Oulros maiires para rae Bonitos port relogios.
Lindas cestinhas isrobem de poreeliana.
Eserivanias de dita.
E muilos ooiros objechs para endites de mesa.
Jos Antonio Pcrcira
lem para vender na sua fbrica da ra do Bario
Para qnem pretender e hbelec-r-se com ponco
dinheiro, e em nm d'n melb res lagares da cida-
de de Ollnda, por *er a pfimeia casa em fu ate a
ostocio dos trilhos mban.s c. deposito do enaci-
ment do paz e .-.na, tenlo dita casa ja uoi h : I
em peqnena escala, o o motivo da vnla seu
administrador t-r de fa?er urna viagem ao.sul do
impeiio quem pretender riinj-:e ai mesmo es-
labelecimenlJ ou na taberna do S Joao Coelho do
liusario.
pellica para homem e seobora, assim como bou-1ja Victoria n. 4 (antiga ra N .va) charutos do?
"' mais acreditado; fabricantes da Baha, como s?-
im Imperiaes, Normas-do Havana, Operas, Ama
dores, Londrinos e Leaes, de Simas. Imneriaes,
lxposigao, Laueeires, Bigarrilhos, de Car
Missi-sipes, Ex|>oigij. Uavanai, I'lor do-Suiiros,
Londres, Almirantes Braslleiro, Trabucos e Re-
gala Imperial, de Jeaqtttm Jos ta> Iteis, o
qualidades de otrtfos f.l ri'tntes. rumos Daniel
Batpendy, Bioova, Mina?, Miratiao, Pra e
Garauhum, e cigair.'s d is


3*830 n
l tarr n
as muito frescas para homem, ditas enTeitaias
para senbor, as muito procuradas utas Je velltfdo
pretas e de cores o nm variado sorlimento de
franjas e g^tos de seda, a outros muito^ rljectos
do gosto, como .podara encontrar- oa concurrentes
do mercurio, ra Ja l.nper .inz n. 8ii, ue Jos
Bernardo di Molla.
Vendo so urna cirroga em bom estado e ura
boi acoslurnado o farvics : tratar na ra do
Sebo n 8. _______ ^^_^_____
HAMUBBGUEZ1S
Xa bu ni n. 77,
ha para vender s re Befa-
Lias no a'vi paqar'.
Vicho .tinto e b^nco supa-
ii csrcavfi]! ,5 m p .ra tenJe* em
tro, ra o Go*\*nKs} a. ;<.
no
J/
VIGILANTE
I ..dJ'
ii;a to SJre9po o. ?
Acaba de cIicr r pelo nimo vapor diversos ar-
tigo* de novidade, como sejara :
Linlas t o 1 nabas e litada- para baptisadj ;
assim como cnapostnb-as.
Sapatinh'-s de reda e de merino.
Meias d la e fl) Esocia je 1 a l annos
de iade.
Ricos lequrs de madreperola todos aberto, o
melhor que ha nesle genero ; assim como oa-
tros de madreperola coat eJa, fazenda requissi-
ma ; tambem recebeu grande sortimento de le-
quts de o.-so (ingindo marm sndalo e madeira,
tanto para smbora como oara meninas.
Superiores ligas de seda para segurar meias.
Meias de borracha para quem sofTre do inxaces
ou erysipela. -
Seda frouxa para bordar todas as cres.
Froco de seda para o me3mo fim.
Retroz preto e de cores em carriti?.
Filas para cartas de bachireis.
Qiadros para retratos.
Lnvas de pellica, e de'seda, branca pretas e de
lindas core?.
Superiores capellas para noivas.
Lmios111 m les de madreperola para paitos e
senhoras.
Lindas abotuaduras para clleles.
La de i- das as r>e.i para bardar.
Superiores pencenez de ag>).
Muilo floas ihesouras pan costura, oahas 3
para corhr cabellas:
Superiores pea'es de tartaruga para arregagar
cabeil)?.
Tintura isgleza para tiogir cabellos, a verda-
d-ira. *
Grande sorlimenh de franjas pretas, largas a
estreilas e lindos padroex.
Lindos babadinho- c enferaei s b>rdados, tapa-
dos e tr;mspareiit-.
i
i
Nova da Rusia : vendem IVreira da Cuuha
Irn.aos, rna d^Marquez do Ol'nla d. 5I, escr.p-
torio.
----------------------------------1--------------x._____________
NDE-SE
f j
duas balangii decimaes, qusi novas, era perfeito
a iir o m.'idlc : na rna do Apollo 0. 30,
.rmaz.M, Je ''. i: anea AJIariins.
Potaisa
Potassa nova da lluvia, di.-cir.hacada do navio
Altee Pumyeat: ve:4Xn Cuoln Irmaos 4 C, na
rna da Madre d l) os n 34.
Ven !i;-."i um ;
igar i



!
1871.
IKio ha sala ^batias ****** i
So e nnica *H^^^HK" a# academias il
-ciencia, recon "n ap
.reculo M4 ibiSIibV ^^l na d..
Saaii
- Jar, en todas a3 bo
fcireiro.
IiOJA
Flor da Boa-^ista
DE
Paulo (uimarcs
0 proprietario deste bem conhecldo es*
abelecimooto contina sempre segundo na
antiga forma de primeiro barateiro da Boa-
Vista e para melhor pro vi adearem os
procos seguintes :
Cuitas escuras e claras cores fixas
o covado 160 20rs. a. 400
Cambraias de cores 140. $80 rs. e 3O
Laa para vestido 80, 3O rs. e 400
Crep escocezas fazsndaaqva a.. 6i-0
Alpacas lavradas d'um so c>r. 7$0
Cambraia branca transparente pe-
cas a 35 O e.....80000
Ditas iltU victoria a 43000 e. 8*000
Bramente coa 10 palmos de lar-,
gura, varas, a 2,5UOOe. 2050)
Madapollo snperior" pocas 50000 e 60OuO
Algodaoa 41000e-. .... 50000
Brim sardo trancado pecnincba
covado a....... 320
Dito dilo liso muito fino a. 320
Omras moilas mais fazeodas que vende-
r por precos baratissimus como sejam :
pannos pretos, ditos azue, caseuiiras pretas
a de cor, merinos, brins brancos e de co-
res, seda para colletes, camisas inglezas para
homeris, m-ias, chapos de sol ele.
Oiliciiii d'alfaiale
Os dgaos fregueses encontrara y oro gran-
de sortimento de ronp-is fejtas de*de o
mais iaferior al ao mais superior que se
acbe no mercado, assim como se manda fa-
zer toda e qualquer obra d'encommenda
feitas a capriebo, pois pira este misier se
cba munido d'nra perito mestre. Garante
HUMlZtlt
SO
PAVAO
FLIX PEREIBA DA
NA RTJA DA IMPERATMB'*
89 dinheiro i 'tifc ^
Os proprieurio deste estsboleiimesfo tepdogcaa"
menso deposito que tena da fansodat 'grande urgeuci
soUidj fazer urna -verdadeira liquidabi4#ai grandes AaUmtaloa M^pnifi'^io'd _
os seus artigos: para o que coQtidam ao respeitavel jabuco esla capital a vir ser-se,
poi> lite garantem que eat parte algami podarlo encontrar to grande sortmetio ses-
mo nao comprarlo pelos precn que s Ibes pode vender aa loja. d* Ita'o; porem ad
virtindo-se que s se vende a dinbiro vista. Os mesmos proprietarios dasia aalabe-
lecimento rogam a todos os seas devedoreg deeta prafa a Cavar da vire* saldar seos a>-
hitos, e todos aquelles que eatrverem datando eootas antigs e o Dio flzyem terJo de
ser eocommodadjs judicialmente.
se fdZrtrem sem nor 0% de que em outra
qualqoer pirte pelo o motivo de o freguez
s pagar o qoe compra e nao o aspecto do
esatieecimento.
48Ra da laiperatrlz48
JUNTO A MURTA FRANCEZA
Luirs sJt-'li ms.
Vende-se no.lrmaiem le faieudas de Augusto
F. de (Hiveira 4 C, a ra lo Gominercio n. 42.
lll#. lili
MlMi/i:
Tena venda em seas armzens, alm. de outros
irgos de seu nogo io regular, 03 seguintes, que
reni-aru por procos mais mdicos que em ou-
;ra qualqaer psrtc :
PORTAS de pinito almofadadas.
P0R7KIRAS de ferro para cercas.
SALITRE jaglez.
BBXBIRAS da India para cama e lorrar salas.
CANOS de barro francei para esgoto.
3ESS0 snperior im porefes e a contento.
G/SMliN'TQ do todas as qualidades.
tfACWNAS de descarocar aigodn.
LON iS a brinzoas da Russia.
OLaUOS americanos pp.ra forro de canos.
POGES americanos muito bons e ecoaomico?.
VNF10 laBordeaux.
GOG'JAG superior de Gaatier Freros.
FAtliLL em saceos grauJes a 33O0.
AG ^ florida lerU;raa.
BALA.NCAS deeiinae .
CA}B13KtAS americaaa.
UIILM W Jjraaiea.
AZULEJOS de Liboa.
Cop.tra a tossa
PASTABAS PEiTOilAES.
de
Gomen simples ervtalisada.
rt*' de angic
:'. d'vrab:a.
Seve de pinh'i marilino da L:iasse.
E ouiras mditat qui :nuiIo se re.omendam pa-
las**aas exielleots .cualidades.
VeuJe na
PHARMACIA E DROGARA
DE
Bartholomeu & C.
34-RA LARGA DO ROARIA-31
OLEO PJKO DE FIGADO DE BAGALHAO
DA
TERHA NOVA
DE
H. LAGOMBE
Ene oleo qao lio bo^ acce1lac5o lera merecido,
maito que at boje lera valo, e anda'pelo boni paladar,
superior a cairo qaalquer : vende-se do deposito
especial de Barlboloraeu & C. : ra Larga do Ro-
sara 3V
Xarope sociativo
DE
Casca de laranjas amargas
00 M
BROMURETO DE POTASSIUM
DE
LAR&ZE
Este novo preparado apmvado pela academia
imperial de medidna, muito se recoraraenda pela
3ua aeco sedativa e calumnie, sobre o syslema
nervoso, o bromureio de potassium, dSo d-ixa de
. dar os mais ceos resultados aas diversas affec-
';oeJ do "r.; mism e principalmAOte as molestias
da cora cao, das vias digestivas da respiraco, das
geito-urinarUs, na enilepiia, as molestias
ervo as da preuhez, na insomnia das criangas
Uarante o periojo da d.-atigo etc. etc.
Vende-s; na pharmacia e drogara
de
Bartholomeu C.
_____34-RA LaR".A DOROSARIO-34
Vende se fumo capa, de boa qualidade para
charutos: no Recife ra da Cacirnbi n. I, pri-
meiro andar. *
oces, fructas e flores.
Roa ia Cruz o. 13' vende todos os das :
Prezooto em fiambres a libra.
LiBobS i j I ja os da, e difToreotej.
Gea de raao de vacca em copas.
Doces cryrtalhados de differenles fructas.
Bollo?, poJios e b .os boceado?.
Band> jis cora bolliohos, eofeiladas,
Bju|!'.! da cravs para noivas.
Flores avulsas e em boupoet?.
S >rv.ii s todos os das a noute.
Chales Ja renda pretos
a 2Ooo.
MADAPOLAO MUITO BOM '
a 5X000 a peca.
ALGODAOZINHO GOM JO JARDAS
- a 31000 a p*c.
CAMBRAIA VICTORIA FI.NA
a 4aOOO a peca.
CA3AQVINH0S DE CROXET PRETOS
a 31000.
LRXC05 DE JPRtHO ABANHADOS
a dazia m ama linda caixioba pjr 5*000
peehincha.
RA DO CRESPO N. 5.
Seraphinas ou har-
mnicos.
No arinazem de Joiuiat Abimdo de Arauie
C. ra do Mrquez d Olinda n. ti, aioda exis-
tem ptimas ^eraphiaas de oogueim, coa excel-
leoteaaoie, e % veaiem barato pita acabar.
I.i'Hlnha* barsiao do Pari.
Aisacianas com lalas U4ras de.seda a
1)5000 o covado.
Ditas lisas com muito briltto a I o arado
Atlanta.*, futoda de muito gostj tecida
com seda a 720 rs. o covado.
Ditas com quadros de seda e cors muito
delicadas a 640.
Pil de cbvre, d'uma s cor cquj oauite
brilho a 5'X> rs. o covado.
Merms escossezes fazeo'da de muito goslo
para vestidos tuinus e roapas de menino
a 6i0 rs. o covdo.
Gargur2o moito booito, leudo ia todas
as cores a 400 rs. o corado.
L3as:nbas nodernas com differeotes gos-
108 a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas el i t s a 280 e 320 rs. o covado.
Bareges transparentes-com differenU co-
res a 160 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
de muit) gosto a 500 e 800 rs. o covado.
CassasdoPav3o.
Cassas inglezas com bonitos g03tos a 200
e 240 rs. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francesas de milita phanUsia a 400
rs. o covado.
CSites de cassas com 7 varas fazenda
muito fipa e bonita a 20500 e 30000.
Ditas d'organdy brauco e de cores a
20500.
CAMBRAIAS LARGAS A 800 RS. A VARA.
O Pava tem CiOibraia branca transpa-
rente de boa qualidade, com 8 palmos de
largura, que apenas precisa 4 varas para
tira vestida e veode a 800 rs. a vara, dita
liaissiraa da Escossia icndoa mesma largu-
ra, que vendo a 10300.
CAMBRA! \S BRANCAS A 40000 E 40500
O Pavao tom pegas de cambraia branca
transparentes com 8 1/2 varas que vende
pelo barato pre$o de 45000 e 40500, tea-
do tambera muito finas de 50000 at
100000.
Ditas tapadas oa Victorias tendo de 30500
a pega at a mais na qie vena ao mer-
cado.
CORTES D'ORGANDY A 40000.
0 P>vao tem cortes de organdy branco
com 8 \/i varas que veode pelo barato pre-
go de 40000, assim como fiaissimo organdy
branco com slrinbas e qoadrinbos o me-
llior que tem viudo ao mercado e vende
pelo barato preco de 70 rs. a vara.
Grosilemaples preto e de cores.
O Pavlj "tem um grande sortimeato de
gro3denaplese gurgur5o preto para vestido*
tendo de I06OJ o cavado al ao mais sa
perior que costuma vir ao-mercado, assim
cmo um grande sortimento de ditos de
todas as cores e branco e um bonito sorli-
msnto de attioa branco e de cores que ven-
de por pr.fos muito em conta.
Poliptalas de seda a SfcOOO
. O Pavao tem um elegante sortimento de
piupelina de s; da tanto lisas como lavra-
das as mais modernas que tem vindo ao
mercado o vende a 20000 o covado.
ESPARTILMOS A 40000
CACHENEZ a 40. 50 e 60000.
O Pavao venda espartilbo de todos os l-
mannos a 40 e 50000, cacnenez parisiense
com deiiado ponto e de cores, a 40,. 50,
e 60000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 80, 100. 120 e 1-50000.
O PavJo tem um grande sortimento de
corlinidos ricamente bordados, proprios
para camas e j mellas que vende de 80 al
160000 o par.
Pegas de cambraia adamascada com 20
varas a 100000. crochel ricamente bardado
para cortinadosa 10500 o metro, Assim como
ricos damascos com 0 e 8 palmos de larga
n proprios para colchas de camas e tam-
bem ricas olchasde damasco a imi:ago de
seda e d tas de ero bel as mais lindas qu
tem vindo ao mercado.
MUSSELINAS DE CORES A 400 RS. O
COVADO.
Vendtiioe as ca ai terreas n?. i
roa do* G-jarartpes, bem prxima a'
bondi : i' ir lar oa roa Jo Mrquez de
40.
e7
0 Pa\5o tem um bonito sortimento de
musselinas de cores,.padrees inteiramente
novos e cores fixas, que vende a 40J rs. o
covado. Dilas brancas muito fiaas a 400
e 500 rs. Metim branco da ludia muito fino
para vestidos e roopas de meninos a 7 O n.
o covado. Crotones de cores muilo encor-
pados para vestidos a 600 rs o covado.
ROUFA POR MEDIDA NA LOJA. DO
PAVO.
0 Pavao tem orna bem montada officina da
alUiate, administrada por um hbil me-lre
nacional, aoade se manda fater qualqaer
obra de encommeoda. tanto para homens
como para meninos, garantind -se a promp-
udo e aceio em todo o irabalbo, e no mes-
mo esubelecimenlo eacontrario os reapeita-
veia freguezes todas aa fatendas propriaa
orno sejam pianos de tolas as cores qoa-
diadet e pregn, novas casemiras da goaio
re as brancos e de corea, assim como todas
asfazendas proprias para latos de lato.
CASAQUINHOS A 150.180 200i)0.
O Pavao tem um grande sorliraeata d
ricos casaquinhos da seda preta muito beta
enfeilados e modernos que veBde a I1M^
180 e 2' '0000, sendo fazenda de mait
mais valor, assim como ricos chales pretos
bordados com franjas largas de retroz
100 e 120000.
ALGDBAOSWMa k 3*406.
O I'4 3a tora pa^sde aifdanaan naoito
boa qualidade qoe vende* pelo baiala preco
Me 30200 a pef \ Ditos maite superiores
de 40000 tara ata. Alfadioaioao an/as
todo com a largara precisa para nn lengol,-
sendo lisa muito encorpado a 900 r*. o
metro a dito entraado com a mesaia lar-
gara a 10280 a vara.
BRAMANTES A 0OO a 10W>O METRO.
O Pavao tem superior bramante de ai-
godo sendo precise para um leacal ananas
am e meio metro e veode a 10600a 10800,
e de liosa fazenda muito encarpada, cem a
mesma largura a 20OO e 20500, dito fran-
cz do mais fino que tem 'indo ao merca
do a 30000, 30600 e 40000.
ATOALIIADO.
O Pavao vende superior atoalhado a 14600
e 20000 a vara, dito de liabo fazenda muito
superior de 30000 para cima, sendo ada
macado.
Fazenda para luto.
O Pava) tem um grande sorlimeolo de
fazendas pretas para luto, como, sejam:
Merino preto com fr palmos de brgura
para vest loa a"20000 e 20503 o covado
Merinos pretos e de cordSb para todos
os precos e difiTerentes qualid !es.
Bombasinbas para todos os precos.
C intes e alpacas pretas. Iiaasinlia pre-
tas oa cassas de 151 de 300 at 500 rs. o
covau'o.
Cassas pretas fraocezas e inglezas de to-
das as qualidades.
Chitas pretas fraocezas e inglezas de 200
rs. para c ma.
Cpepe preto para veos.
CASEMIRAS PARA CALCAS A 40, 50,
70 E 81-jOO.
O Pavao tem om grande soriimento de
coi les de casemiras da cores para caigas,
sendo os mais moderos que tem vinlo'ao
mercado e vende-se de 40 at 100000 o
corte, ditas em pegas fraocezas e inglezas
para ca'cas, palitois e colletes-que vende de
10800 at. 60000 o covado, ditas escuras
prova d'agoa que veode a 50 o corteoli a
30 o covado, sendo estas casemiras mijito
proprias_para meninos de escola por serena
es;uras e de moita duragao.
CU4PJBOJ UH WOIY
0 Pav3o tem superiores cbapos de sol
de seda inglezas que veode a 1<'0, ditos com
bonitos cboi d; verdadeiro marfim a 14,
160 e 80OOO, ditos de alpaca de todas as
qualidades.
PANNOS DE CMTJi PARA CADE1RASE
SOPHAS.
O Pavao tem um graode soriimento de
pannos de troch proprios para encost de
cadeiraa e de sphs, assim como um rico
sortimento de tapetes de lodos os tamaahos
proprios para salas.
MADAPOLAO BARATO A 40. 4050 E 50.
O Pavao tem picas de madapolao "con: 24
jardas oa 20 varas que veode a 40 e 40500
a pega, dito muito Gao e largo de 60 para
cima, dito francez de melhor que tem vindo
ao mercado, assim como dito Gnissimo em
pegas de 40 jardas.
Curies de cultas.
a 106O, 20000 e 20800.
0 Pavao tem cortes de chitas fraocezas
com 10 covados, qoe veode pelo baraio pre-
go de 10600 e 20000, dilas que vende a
160, 200 e 280 rs. o covado, tambem tem
um grande sortimento de dilas finas claras
e escuras que veode a 280 e 320 rs. o co-
vado e fhissimas percales mi odiabas propri-
as para camisas, vestidos 6 roopas para me-
cios que se veode a 360 e 400 rs.
Chegaram ao Banr ubi versal da roa Nova
a. 22, um soriimento d machinas para eos
Mra, da melbores qualidades que existe na
America, das quaes maltas j sao bem co-
abeciae peloa seos autores, como sejaa :
Weller dr Wilson, Grovep Boker Silen-
mn, Wasi Imperito e omras multas
que com a vista deverlo agradar sos com
pradotts.
Estas machinas teem a vantagem de fazer
a Ira balso que 30>coatureira8 podem faz r
diariamente e cosem com tanta perfeigo
cotw as mais perfitas costureiras. Garan-
te se a sua boa qualidade e eoslaa-se a tra-
nBnr con perfeiglo em menos de urna
hora, e os pregosslo 13o resumidos que de-
vem agradar a pretend>ntes.
COSTURA
n'estDA^OMUireditai'a I
utUMHIJii ** J
(322^Sa^0)
S(D&
CHITUTIIINTI IU1 llffLITI lOlfl
rjBO BK gK:
De todai t> qiAt I
i toses es ieifties I

^_

t>
A FLOR DE OtRO
0J
t! I
lo
i5S
E' este o distintivo de urna bot* Htk mnfofa
loja de joias, sita a ra larga c p si
Rosario n. 24 A, .f nMfM
Os proprietarios deste elegante estaheteeimenTo'lelo'em vTifif os 3ftroYif&e*~i
fl'.eram para o eolloearem nas eondiegoes de iitn grando clirAella, laluriam ao wa i
-.-^s rigoroso principio se do viessem a- collumnas do jornal seieetilcar as tKrhI|
~;ff$t blico, que do memo etabelecimenlo encontrars sempre o> ina,b completo sortimento
,x^4\ de jolas, como sejam : brincos os mafs moderno?, prh adtriarem aa erWailw ore-
jf/*S lha9 ^ De" 8exo-e 1Qe 9e andera a 8, 9 e 10a o par, ditas para meninas a* 4, ti e tj,
'-/ ditas de coral, obra de aparado go to a 3 e 4a, Volnutiaa da aul cwu crus dkoauo
.^* a 5, broches modernos de 3 a 13, ditos con pedras e tm afta* anteas SWAlha
'I?i 10, U, 16 e 204, rosetas lisas, purm bejj trabalhadas, de 2300 a 9, ditas eom
2
^rt tograpbieas a 3, 4, 6, 6 e 7, Bgas de enral s 2* adirtts pf retogwi a
=gg; 6o00 a oiiava, guarnicoes com tres boten para attartar* a dito* Je pedrinba
(Sa&s o par, dito para ponhos os mais modernos a> 7 e &i; aten om Varlafrums 4

^} pedras de 4 a 15JI, cazoletas .a 4a, ditas cSra Insoripsts a 55C0, aooei" de dive/aps
JG ostoa, 8 cem bonitas pedras a 2, 3 e i ditas eerolai, saeraka e Ft-.bfai,
^ji ricas croies de esmeralda e robim a 14 e 16jl,dittrde oro e'cor* coa vistas JJB-
............;;........"'";.""....."
to- de joias do aparado gosto que recebem por lodos os vapores da Europa ; como
sejim : brincos, braceletes, alfinetes, aderecos completos, craze, roletas, anoels de
brilhantes, esmeralda, perolas e rnbins. Hedallides, voltao, tranceiinn, anneis eom !et-
SgJ tras e de diverso modelos, oculos e pencinez de ouro e prala donrada, relogios de ou-
"*S ro e prala d afamados fabricantes, salva* de prata de diversos tamaahos, ric^s palitei-
ros e faqueiros, colhens para eb e sopa, maracas para crianzas, e orna inrtnidade de
objectos qne seria enfadonho mencionar-se.
O proprietarios da Flor da Ouro garantem vender mais barato qne em ontra
3*Z qualquer parte, para que estar aDerto o ealabelecimento das 6 horas da manb as 8 da
non te.
l>
^
%
Para
LENCOS BRANCOS.
O Pavao tem lencas brincos abantados
quo se vende a z^OO e 35. a dotia, ditos
grandos de murim aam ser abanhados a
3^O0 rs. a duzia; assim como bonitos len-
cos bord dos para m5os.
ROPA PARA HOMENS.
S jbrecasacps de panno preto fino seado
muito bem feftos de iU at 401000.
Palitos de panno preto fraques e saceos
de 8,5 at 12*000.
Ditos de casemira de cor de 63 at li.
Ditos da alpaca preta fina de 4 a 6/J0O0.
Ditos de dito branca e de corea 6000,
Ditos de brim de liabo trangado a 6*000.
Caigas de casemira preta de 60000 al
120000.
Ditas de brim branco de liabo de 4(5000
at 8*000.
Ditas de brim de liabo de cor para (odoa
os precos e qualidades.
Camisas fraoceaa e inglesas osm peitoa
d'alfrooao da 1^600 at 9$, em dazia ven*
de-se mais barato.
Ditas da meia de 800 rs. para cima
Ceroulas de liona e algodio, francesas e
feitas oa trra.
Collariooo de papel, algodao e liobo
que se vende muito barato para liquidar.
Para noiras.
O PavSo tem rico gurgorao de seda, bran-
co. Grosdenaple branco muito encorpado
:Agraciaonaa braceas com lietraa de seda.
Poopelinas braocaa de seda lisas e lavra-
das. Sodas braocaa. lavradas e lisas. O-
perlas com palma de flor de laraoga com
ricos veos bordados, que todo se venia mab
nico tegaimente antorisado e approvado
pelo cooselbo de sade.
DNICO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU & C.
34Ra larga do Rosario34.
FI
saceos e fogaietelros.
PARA ASSUCAB
CERVEJA DE MABCA
^ Krjgarrafaaa espocialmente para o Brasil.
Oharatos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras iraiem os nmeros estampados
nas pecas e nao nas etiquetas.
Vendem-se
Em casa de
T. JEFFERIES & C.
5 Ra do Gommercw 46
BBINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
rraze.m em eada peca una bche-
te com o nome
. D0S
nicos importadores
.,.________T. JEFFERIES Vende-se barato, ara piano, de.or eos mais
afamados fabricantes : tratar ra do Com-
mercio a. 3S._____
Vende-se a propriedade denominada
da Fazeoda na Barreta, com legua e meia
de comprimenlj de Leste a 0e4e, e meia
legaa de largura de norte a sal, a margem
da estrada de ferro, do Recife a S. Fraocis-
co, com casa de vivenda, graode -numero de
ps decoqoeiro, sendo loda a trra de moita
producglo. Quem quizor comprar a mes-
ma pn>predade pode entenderse com o Dr
Joaquina Correa d'Araojo ra dos Pires
n. 20, qo a roa do Imperador o. 83 1. ?o
dar, das 10 boras da raanha as 3 da tarde.
y ti**- ^-_j; >L^y vu^*3tJ-*
65

V,
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Tendo-se resoivido dVra avante vender-se neste esubelecimenlo todas as fazen-
das existentes no mesmo, por pregos quo lodos admiraro, acbo de meu dever partici-
pado a todas as Exmas. familias em gtral, alim de virem visitar e>te estabelectmento
ou mandarem buscar amostras, garaotiodo-se-lbes um bom sortimento de fazendas de
algodao, 13a, linho, e seda, emfim urna infioidade de artigos de moda mandando-se s
casas das Exmas, familias, por em pregado da casa, toda e qualquer fazenda para verem
ou escolherem.
As pessdas que vendem em menor escala podero bem sottirem-se neste estabe-
lecimento que vender pelos mesmos pregos que em qualqaer casa importadora* tendo
a faciiidade de comprar qaalquer porg5o. *
O 65 tem um completo sortimento de roupas bem acabadas o que vende por
pregos muilissimo commodos, mandando lambsm fazer .or medida tqda e qualquer obra
qoe os concurrentes desjarem para o que tem um dos mais habilitadsimo mestre
alfaiate, cortando por um systema inteiramente novo.
Os annuacios nesta praga esio e por certo devem estar desacreditadissimos, pois
qoe ha casas que annuociam aqoillo que nao teem, o que o 65 garante nuoca dar-se em
seo estabelecimeoto, pois que s deseja bem servir ao publico em geral, para ganhar
g ande nomeada em todo o mundo.
O 65 acha desnecessario mencionar os pregos de snas fazendas pois que isso tor-
naria-se demasiado magante para os leitores, por ter de ser demasiado extenso seu an-
nuncio, e mesmo para se tornar menos desendioso, pnis qns vendendo moito e moito
barato mister encunar sua3 despez'as. A s/nceridade dos tratos do 65 julgo que j o
publico conhece demasiado, poi que sempre tem cumpridb com aquillo qae annoncia,
nao verdade ?
E' INTIL, NAO SE CANGEM, COM O 65 NINGUEM P.1DE COMPETIR
, I
\1
RA DO, DUQUE D CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
"-S
^
*Wf J**C
1 barato do'OM em outra qualquer parle.
A loja do Pavo acha-se con taotemeote abe i 0 horas da ma&haa at aa |
ras da noite, i rea da Imperatrii o; 60.
ura rpida-e radical djs
callos
pela pomada Galopeau
Essa pomada que to bons resultados tem colbi-
du as pesaos* que delta tem foiio uso acaba de
chegar para o sea deposito especial..
NA
Pbarmacia e drogara
DB
Barthol mea de C. ra larga do Rosario no-
mero 34-
Aos senhores de eognho.
Vende-se a retalno as diversas machinas o cal-
deirss a vapor, cal deiras de labre para cexinhar a
vapor, litros, leos, fornau'inaia outros ubjec-
193 da amiga refinarao do HoDteiro. Para tratar
irijase aos proprietarios da dita reQoaco os Sra.
Henrique Leidtn A O, na imperial fabrica de eer-
vejan.35, roadlo Bario de S. Borja (Sebo).
AVISO IMPORTANTE.
Devendo seguir com brevidade aa pecas prin-
ctpaes da dita refloacao para o Rio de Janeiro,
esgage-aa o Sra. de engenboi de aproveilar an-
tea da sabida, desta nica occasiio de comprar por
presos commodos machinas fabricadas pela pri-
melra casa francea deste ramo de indusuia,
9
Oerveja em harnl, de u
perior qu tlidnde
se em caja de S. P. Johnslon A O, roa
la-nova n. ti__________________
Cervegi. noruega
^Httdade, vende- ^e em porclo e a rtalbo:
aarmasem n. i roa 4o Commercio.
56 ARa do Mrquez de Olinda66A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este an'.igo estabelec ment assaz conhecido como principal e recommen-
dado pelos grandes depsitos e bons sorlimeotos com qoe sempre prima em ter das
melhoras, mais acreditadas e verdadeiras aachluas amierieamas para aleu-
da, desde 10 i 60 sorras, s haveodo em todos os tamanbos diversidades desjete-
mas e melborameoios para perfeito e rpido desean carnelo; tornam se dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alm disto, encouimid
IBis:
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padarias.
Perlences avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breo superior.
Moinhos de diversos fabrica-lea par
milho e ca'.
D^bolhadores para milho.
Azeite de sper mcete para machipea.
Camas de lecro.
Bombas de Ja(>jr.
Ditasamericaaas.
Cofrea de ferro patate.
Canos de ferro esmaltados.
Ditas de dito estanbade.
Ditos deebsaabs.
Ditos de bowachi.
Folies para ferWro*.
Emflm mohos outros artigos, qae s avista e neste eaubelecimeaio poderlo m
examinados.
Aparados vapores locomoveis, de forca
de 3 4 cavallos, e perteoces.
Machinas para lavar roopa.
Arados americanos para varzea o la-
deira.
Carros de mi para atierros.
Tu aa da madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro ettaobado.
Ditos eom vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardios.
Guardas comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafosos de ferro.
Ditas dita ditos da madeira.
Trens para coaioba.*
Ternos de bandeijas nas.
f
I
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4lL



~$nr 4m fHmn^^ ^.*iQiwiMii i4*r*Jto*ublp ^itf^
V
>
D.
CYSNE
DE
$4
FKUEIREDO a LOPES.
RUA B.i IMPEfiATRlZ % U
Os proprietarios deste importante e sympathico estabelecimento do fazendas finas,
vem avisar ab respeitavul publico e particu rmente a sua numerosa freguezia, que o
CYSNE acaba de surtirse de tudo qu-nto hj de gosto e moderno em fazendas tanto
para homens como para senboras.
E' ocioso ciar qne os propietarios da loja do CYSNE naturalmente providentes e
d'um espirito altamente conciliador dos interesses albeios com os seus, t em. sempre
seguido.o magnifico *ystoma de offerecer venda fazendas de todas as qualidndes e pre
Coa relativos de forma que fcilmente podem fornecer artigos de sua casa accommodados
a todas as fortunas o meios.
E sobre todas as conveniencias e meios preferivel comprar no CYSNE em con-
secuencia- da smceridade e baratiza com que negociam < s sus proprietarios.
No loivavel empenbo de justificar as soas operacoes convidam as Exmas. familias
a visitar a sympathici loja do CYSNE chamando as atlences do publico em geral para
ai segnintes especialidades e presos.
PARA NOIVAS.
Veos, capeles, sedas e popelinas Drancas
e de cores, g das, ptnbos e camisas bor-
dadas, tudo caprichosamente escolhido e
para varios precos.
CRETONE BAPTISTE.
Fazenda lisa de urna s cor, de cores di-
versas, para vestidos e tambera propiia para
sombras.
CAMBRA1AS
Transparentes de 8 1/2 varas desde
30800 at 84 a pe^a. Victorias ramio anas
de ,4)91 at 85000.
CORTES BORDADOS
Fazenda branca de delicado bordado
batios precos acompanhada do competente
figurno.
LAS
Varia.lissimo e reo sortimenlo desde a
laa lisa birata.de-40 at a de listras de seda
mus cara qoe pelo pceco que vendemos
por assim dizer de graca vi-u do gosto
e quaiidade.
BAREJES
Lindos psdroes aos precos de 3C0 e...
400 rs. o covado
SA1AS BORDADAS
As que o CYSNE vende sao bellas e su-
periores.
LUVAS
As melhores e mais procuradas luvas de
Jouvin, brancas e de cores' sao as qoe o
CYSNE expSe a venda.
BALES
De cretones cora,, babado e bordado, di-
tos de arcos a I 05uO, pecbincba sem rival
do genero.
CHITAS.
Completo e grande sortimenlo de lodos
os preco,. depadfes modernos e Cores fi-
xas.
GROSDENAPLES
Finos de todos os precos e larguras s
o CYSNE pode .vender barato-
FLANELLAS
De c-es e brancas de 500 rs. at 15300
o covado.
ALPVCAS
Lavradas de 500 rs. a IA0CO o covado,
especia lidade do CYSNE que nao conta com-
petidor.
MAD\P0LOES
Francez de 24 jardas de 85 at 1O0OCO.
inglez de 55 at 85000. e muito fino.
DAMASCO
Com 8 palmos de largura, dito estreito.
CORTINADOS
Para camas e janellas de todos os tama-
itos, cambraia para o mesmo fin de 20
varas a 105 a pee*.
ATOCHADO
D'3 linho adamascado, d to de algodo
muito finos, bramante entrancado e liso, e
barato s o CYSNE vende.
GARDANAPOS
Grandes e pequeos.
SETINS
i'ara todos os pr.gos e diversos pa-
dres.
PARA N01VAS
Camisas bordadas, peilos colarisho e
punbos lisos.
PARA LUTO.
Merinos, princezas, alpacas, cantSo, bom-
bonas, chilas, cambraias etc., etc., por
precos que s o CYSNE vende
PARA HOMENS E MEEINOS.
Brim pardo a 640, 840 rs., 15 e 10500
o meted, gangas de 400 e 410 rs o cova-
do, e tambera temos o afamado brim de
angola.
CHAPEOS DE SOL
Para bomens e senho. as dos melhores
fabricantes da Europa.
FILOS'
De seda, ditos de linio, pretos e bran-
i.-.os e mais baratos qoe em outras loja.
MEIAS
Para todos os tamanbos e qualidades.
CHALES
De merino lisos e estampados, pretos com
franja de seda, ditos com franja de 13a es-
pecia lidade do CYSNE.
Desculpera os .nossns fregueses termos sido um pouco extenso na narrado de al
gumas novi'tades peis com quanto seja nosso interesse tambem o dos nossos fregu-
zea que querem e goslam a dar na moda.
Ba 'Ja loiperatriz n. 64.
FKEIIEDO & LOPES.

Be e vio um proeesse mais perfeuo e que ai-
ttaf 4a tal forma a saustaier as exigencias mais
mwm ea.ffenptwaco.
A ana cor lurjissima e nao precisa de cuida-
do alfum para se conservar no tin'piro sempre
m a aman ro>, sen borra, eroMa boTor u sem
e4aa estas maiellas inherentes todas as tintas
t aflpra eph*adai>, anda mesmo dos mtlhores
ore etraageiros.
MMutud, este e*t1roav*I producto nao ataca as
* aao, antes Me contrario, a penua
ora esmattkdoundo qoe, sendo nteres-
, ais gmT^ipio.
i Uqta, nao senjo especialmente para copiar,
i catatado dnas.W?, on mais copias nm n el
*apafc Martpta ; preciso, portn, deixar-lba
aytMtft^m afludo sem o amagar com o matt-
riD, ftUfqo* uao ba o-rioda.h.irrar. Parase
Hnr aJR da um* eopia, nao se agglemerara lan-
ItsMkaa quintas eopias se qnerem tirar, ma
Hj eopo oalilaaJ tirar a urea lauta qnanta*
Hliajwi, )* oertftoai flqne prejudicado
HMH aiiraojM
OeeorM ser. as, par apar importa
ufta Qiefligeoea e habiWade, sem o qoe a me-
te* ttau nao Mtwfei, e deleito recae sempre
aafen iuiu, tatnaitaa ae Aqaem meaos
X tapia q^idade desU linfa, i extremamente
awMwL h qoe erua que aoaoalqaer s-
rtMtn*Aaia m* *> qoe ama boti par os di'
taraM ameres.
ibilidade, nao ha a oppr
**!
ESS
DESTRUIR AS ARRIAS E
FlC^toroML^EM
BWTAR, A SUA FOftMACAO .
Guiados pelas iodicaroes de muitos abaliaados clumioo*, e macice disnctos, que
se deram ao estudo e averigoacio das causas qoe produzem o ptdfcimeotes de rkeu-
matismo, golia, areias dos rhius, bextgt*. fyado, e d'outra$ w'swra*,; e apa ensaio dos
meios prepriospara cural-os, chegamos a obter um remedio, que nunca desdisse a sua
actividade costra os ditos padecimentos.
Nao nicamente baseado em tbeorjas qoe tanto vaneamos, njas aim oes satis-
factorios resultados oblidos da sua appltcagao, as irmumeras experieoa, que com elle
fizemos; e deste modo, seguros de scus beneficios effeitos, afoutameote o recommenda-
moss pessoas q e soffram algumas das molestias cima diUs, ou de alguns ootros pa-
decimDtos do apparelho urinario, Ues. como o diafi^aco, glycowrico albomianrico.
etc.
Escudado seria observar que se nao pode deaigoar um numero determina do de dses
de um medicamento para curar todos os individuos que padegara da mesma molestia ;
pois que a cora est dependente de diversas rcumstaacias, inherentes disposicSo na-
tural oo compleicSo, de cada um delles; mas comtado, certo. que, o hydroleo Ivtho-
trptico anti theumatico e gottoso produz sempre a cura desejada, quando se persista em
toma lo o tempo preciso para obte-la; deyendo ter-se em vista que quanto mais invete
rado est o mal mais se deve insistir na applicac3o do remedio.
Podemos tambem aulan^ar que, por mais continuado qoe seja, o oso deste reme-
dio n5o causa de.-arranjn alg.m as vjas digestivas, mas antes, pela propriedade eminen-
temente'tnica, que tambem possue, fortifica o estomago, torna mais facis as digestSes
e,*i3o piucas vezes, tem feito desapparecer diarrhea, que eram entretidas pela debili-
dade geral do appaelho digestivo,
MODO DE;USAR..
Toraanve do hydroleo lythotriptico, aos primeiros quairo ou cinco das, duas co-
Iberes de sopa, em agua assucarada, leite, cha ou caf com leite, e. mesmo setfi mistu-
ra algumi. La ocr.asiao do almofo, e outras ao principiar a jantar.
No quinto ou sexto dia e se guio tes, tomam-se do mesmo molo dit), tres eoiberes
de cada vez.
- Se as ourinas da pessoa doente depositam grande porcia de areias.; se as dores
nepbriticas, rheumalicas ou gottosas slo constantes; em im, se os padecimentos sao
fortes, tomar-se-iiao quatro colheres de cada vez,ou tres vezes no dia, a tres eoiberes
de cada orna.
Quando as areias, oo outros padecimentos, tem diminuido, torna-se s primeiras
dses.
Pelo uso do Hydroleo lithotriptico vao sendo mais raros o apparecimerito das areias,
s dores nepbriticas, rheumatlcas e gottosas at quede todo desapparecem; neste ponto
pode dispesar-se o remedio : e til, porm,.como preventivo, tomar cada semana urna
ou duas dses delle.
Pelo que respeita alimentario, deve ella ser regu'aJa de modo que nao sobrecar-
regue o estomago, e em quanlidade tal que possa ser fcilmente digerida.
A melbor bebida sem 'duvida, a agua pura, mas tambem se pode osar de vinho
simples ou pouco alenolico. De ceneja e viuhos fortes, poucas vezes.
Sobre tudo o que muito recommendamos, grande exercicio, sem fadiga, pois que
elle muito contriboe para a rapidez da cura.
N. B. Depois de tirar-se do frasco a porc5o.que se vai tomar, deve baver o maior
cuidado em o afrolbar immediatamente.
nico deposita em Pernambuco
Pharmacia americana de Ferreira Maia 4 C, ra do Duque de Caxias n. 57, (an-
tiga do Queimado.)
ar- agim wmwm
RUA DUQUE DE
(Outr'ora Queimado
O MflUSKU
N 1Ra Estreita do Rosario N.
A O BOU TOM
Acaba-se d3 abrir este importante estabelecimento den.iudezas superiores com os
melhores artigos de luxo ede moda para homens e senboras, variado sortimrnto de
perfumaras dos mais afamados fabricantes de Pars e L' odres, com > sejam : ver, Lobin,
Coodray, Pinaud, Regand Cbonneaux, Monpelas, societ Hygienique, Gosnel, Rimmi! e
Piese.Lubin, etc., etc.
FLORES E PREPARAS PARA ELLAS
A Agola1 Branca receben lindos ramos de flom
flufs, tanto para cabega como, para chapeos, i
bem assim:
Papel verde li-o e com listas para tolhu.
Dito de cores para flore?.
Folhas de diversas qoaliJades para rosas.
Ditas verdes e lastrera?, obra ni va e pela prt-
listas tanbem para senhoras mera Vei vindas como amostra.
Franjas pretas e de diverjas largaras para e-
leitar vestidos,
A Aguia Branca trndo jreeebido partt de soas
intig.-.a eocommendis. em seguimtn'o acaba ago-
ra mesmo de receber ootra, algamas das quaes
se tornava esseaeialneMe precia?, e outras se
forero apreciadas por seas gastos e qaalidades,
aonrasejam :
Heiae de (lo d'escecia, abortas para senboras
> menin: s.
Ditas idem eom
a menina*..
Ditas dem moilc bonitas ao gosto eacocez.
Ditas dem dem brancas e com listas para me
ninas.
Ditas idfm ldm para baptizado.
Ditas de algodo compridas e cr.m listras para
meninas.
Lavas pretas de seda, para senhora.
DHas de tor$il e de seda pan meninas.
Bonitas camisii has bordadas para senboras.
Fil > seda, hnineo e preto com flores miadas.
Dito de alg'>i5'., liso e com flores.
Tonqniohas berdadns para crianzas.
Lindos e modernos chaposinbos de fusto para
rtites.
Peales de t- Maruga para desembarazar on pen-
t^ar.
Ditos d-! dita travessos para meninas.
Dito de borracha para ditas.
Dtto.< de tariarnga, peqitenos, para segurar o
marradilho aos cabellos de senhuras.
Grande sortimenlo de enfeites de seda para ves-
tida". *
Pivdlas de madreperola e de tartaruga para
pnlreira e bou para o cabello.
li.ii.ias b U-iuhas par ineuinas.
NOVO 30RTIMEXT0 DE EXCHOVAES PARA
BAI'TISADOS
A aguia brasas acaba de receber novo Orti-
ment de iin.tos e eimplotos enchovaes para bap-
lisado.se licm a:--im separadameote camisinhas
para djoj, lin los ebapeosiohoi de selim branco
bordados, ouiros ditos com fundo de velludo, obra
de ronito pisto, e que servem tambem para pas-
eu, sai aiu h"- de MODEitMJS EXFE.TES DE FLOHES,
ornados cora bicus ue seda, fitas de seiim e flvella
de h adreperola ao ultimo gosto, e proprios para
bailes, rasaiuecio*. etc., etc
COQUES DE TRAr-CAS E DE OUTROS
MOLDES.
A Aguia Branca acaba de receber orna pepe-
na porcao dos benitos e modernos coques gran-
des de tranca e outros moldes.
COLL RES ROYER ELECTRO MAG-
NTICOS.
A Aguia Braaca acaba de receber os proveho-
sos collares electro magnticos j bem eonheei-
dos para facilitar a denliQao das enancas e pra-
serva-las das convu1;5es.
SODRE-SAIAS OU ANQINIIAS DE
CLENOLINE.
Em subslitoi^o aos ba 5es vieram as aqni-
nhas de clenoline, e acbam-se venda na loja di
Aguia Branca.
QUADROS PARA RETRATOS,
A Aguia Branca rectbeu variado sortimento da
quadros para retratos.
LEXCOS BORDADOS.
A loja d'apaia tranca, a ra Dnqa de Cx4
n. S2, ontr'ora do Queimado n. 8, receben bonitos '
lencos de cambrsia de lioho primorosamente bor-
dados, e como de sea Imiv.iv. | costunie est oo
vendendo baratamente a 5000, 61, Sf e 10*00
cada nm.
TAM FM RECEBE
ricas camisas de lio espniio de linho ebfeitada
com muilo gosto, e propras para noivas, on mes-
mo outra Exma. sethora que pos.a. e qaira aof-
mealar o numero de sua b'a roupa branca.
b
Alta novitlnde
O Mu rio o. 1 vende ricas camisas de cambraia
de linbo bordadas para no vas, e tambem
de madapolao fino, bordadas e en citadas
de ntremelos a 40, 60)9 e 75^(XK) a du-
zia.
Lidos penteador9f guarnecidos de eotre^
meios e rend. s v!oLCione, ricas caigas de
linbo bordadas e de madapoiao, para senho-
ras, bellissimo sortimento de golinhas e pu-
nbos cousa inttirameote nova, recebido pelo
ultimo vapor da Europa.
PARA BAPTISADOS.
O Most'u Elegante red'beu os mais finos
e ricos enxovaes p ira bapti-ados e tambem
lindos vestidos enfilados para crianza, roa
E&treia do Rosario n i.
UMuia moda.
O Museu Elegante recebeu os mais lindos
e modernos chapeos de blond enfeitados
para senboras, e tambem de velludo e^pa-
iha para crianzas, e est vendendo muito
barato para vender logo, a ra Estreita do
Rosario n, i.
Flores e plumas.
O Museu EUg. nte est vendendo as mais
bellas flores e plumas que tem viudo ao
mercado, assim como nm lindo soit mcn.o
de franja de seda preta cousa oe apurado
gosto roa Estrena do Rosario n. 1.
BOTINAS.
No Museo Elegante ^ende-se bolinas de
n. 20 a 3 pOara crianzas a 20000 o par, e
r V
en pa soffre o choque de cidos fortissimos, sem
se decompor ; ra, se os cidos nio tem acco so-
bre ella, miiii. nieoos a accio do tompo a pode
destruir; isio plausivel.
Nao s ao commereio qne este men producto
veio ser uul ; os pmfeagores dos collegins, Investi-
gando todos os meios para o adianumento dos
seus discpulos, tero approveitado esu tinu que
com raiao a acharara apta para envolver o
gosto nns edncandrs, em eonsequencla da beleza
da er e facilidade de correr na pequea pela soa
liquidez. Ha exemplos de enancas qoe havia
muito tempo tinham nma repugnancia, extrema
para a escripia, logo qoe foi admittida esu unta
no eoliegio, apoderoo-se dellas a enriosidad e o
go' to, a [tonco tempo depois o sen adianumento
era man testo.
Esta tinta, par de tantas vantagens, tem nm
nico inconveniente, dete;ora-se ao contacto de
outra qnslquer; ^e** poia tarta em nteiro
isen;os d rm-nor visinmbre de ontra Ma, e aW>
lar escrever eom a oenna sola d ama- preparado
Mreme, e incompativel; verlflcando isto, nao ba
rata. para se usar de tmt qne no seja a VIO-
LETA EXTRA-PINA DE MnfiTEIRO.
Observapao.
Krsag fatetflpaeft*. e aemethancas tem ap
reodo coja dorabilidad* 4 dovidosa. Oa h..
compradores poiem wiur e masa drignaar
evas circamspectw;j,e pedtndo a
fabrico
Ibyrintho
O Museu Elegante vende ricas fronhas de
Ibyrintho a 640 e if$20c, ra Estreita do seda para senhoras a 150U0,
Rosario n. 1. no ultimo vapor.
tambem vende colchas e toalhas de fusilo a
5^000 extraordinariamente barato, ra
EsWia do Rosario n. i.
\ Cellar eleclro.
Al\que arioal ebegaraoa. oa erdadeiros
collares de Rover, contra as convulsas das
crianzas/ e facilitando a deoticSo, e estao te
vendendo a 33000 no Museo Elegante
roa Estreita do Rosario a. 1.
As de 64 por 4^800
Na verdade barato II Facas finas cabo
de balanco com dois botoes a 4(5800 a du-
zia, om completo sortimento da colbe-
iheres de electro-plate e faeas com cabo dt
martim, tu lo por prego beralinbo que ad-
mira, oo Museu Elegante ra Estreita do
Rosario o. i..
AS MODISTAS.
No Mu-eu Elefante encontrarlo pm.com-
pleto sortimento de bico de blond branco
e preto, dito crochet, trancas e franjas de
seda de tods as cores, grande sortimenlo
de gales de algodo cousa de lindos dese-
rihos, cambraia francesa branca e preta para
forrar vestidos, retroz de todas as cies.
eniremeios e babados tapados e transparen-
tes e agulbas de ferro, osso e marfim para
crochet, roa .Estreita do Rosario o. 1.*
Iml aco de our o.
O Museo Elegante vende ricas vo'.tas dou-
radas para senboras e laa bem meios ate-
recos imitando coral, perola e gata tudo
por precos razoaveis, na ra Estreita do Ro-
sario n, I.
M*ntilha brasileiras
No Moseu Elegante roa Estreita do Ro-
sario n. 1, ven e-se lindas manlilbas de
cousa vinda
INTERESA LER
A loja dos Arcos d* Alvaro Augusto d'Aimeida & C. ra do Crespo n. 20 A acaba
de receber directamente atgnns artigos de moda que passa a mencionar.
Riquissimo cortes d vest los de fronde para casamento.
Ditos de tarlatana b >rdadov seda para casameotos.
Cortes de sed i de bonitas gustos e superior qualida Je.
Colxas de seda, laa, e 13a e seda.
(apellas com mantas de b'oiide.para ntiva.
Cam sas de esgui o bo dadas para noiva.
Lencos t cambraia d^ linho Bordados.
Coi tinados bordados de differentes precos e qualidades.
Borns de lia e seda pra senhora.
CbHpenaa de crpe preto be n e feitidas para lato.
Chapeos enfeitados para menina modelo inteiramente novo.
Mantilbas brasi'eira de aj de seda
Cortes d cambraia de c&r, e braocos bordados.
Cli ebeaez d lia e seda.
Toil d^ vi.yage tezenda de. gosto para vestidos.
C- eiones de padroes novas.
Grav ia- de m.uti gosto para senhora.
Awquiiiba.< de ciina.
Aim de tes anigos que.se veudem por preces razoaveis tem outros qaa s2o verda-
deiraspecbnchas c m.i sejam :
Cambraia* de efires a 240 a 280rs. o cowd.
Alpacas largas bonitos cadroes a 5->o r. o covado.
Lencos d esguiao muito fios a 3(5 3d30D, 4rduO e 5^000 a duzla,
as de crea 28) r<.Qfcovado.
Esteiras da ladia para forra de salas.
qoe
A. C. Monteiro,
CASAS
Vende-se Josa casas terr-as na fregnetla
acto Antonio, trullo fre ras p.,r d2<> terea-i
derinte, a^m coa mooicac*8 nternat,ajada
alas, gabiatte, cinco qaartos qpwiaaa e
t.r rra^-searoalmpeirilfcsfcjK^
Leman Freres
(a,cervea llayenc^.e^nnp d> Rhen^
*Mrt -dumasoad ^a
WSTfeSi
boa naiid btm
oseta)
:na
ARMASEH DOS
RUA DUQUE DE CHUS N. 29
Os proprietarios deste grande e bem montano estabelecimento snentificam ao
respeitavel publico Jesta provincia, que se acbam com um variado ecumplet i soi tmenlo
de movis, tanto nacionaes como estrangeiros, sendo estes escomidos capricho por
um dos socios queso acha actualmente na Europa, e por isso os podem ven 1er mais
baratos, 20% menos de que em outra qualquer parle. O mesm.i tem contiaiad com
os melhores fabricantes daquelle cuirin. nte as remessas das mais ricas mubioas fetas
aUi, Na ofOcina tem os m mobilias as mais aperfeicoadas para as casas da provincia consideradas de primeira
ordtm. Pedem, portinto, que venbam visitar dito estabeltcime'o, onde encontr-rao
a realidade do qu acabara de expdr, passandoa examiBarem : ricas' e completas mobilias
de Jacaranda, mogoo, faia, carva lio, amarello, etc. etc., ricas e elegantes camas de
Jacaranda, po-setm, amarello, etc. etc., guarda-ves'.idos de amarello, guarda lo..pa de
nogueira, amarello, com lampo de pedra, aparadores de dita, dito, com 'tita, petits '
toileU' s. especialmente para t'azer barba, toilettes de Jacaranda e amarello, com p. dra,
e muitos outros aitigos de gosto, que para se nlo tornar enfadoubo prescindamos de
azer menco deiies, o que s com a vista poderlo apreciar.
RIJA 1A l]fIPE**.-%TfftlZ M 30.
Os proprietarios dcsti bem conh cido e el gante eslaWecim^nio, riHut?lc3Bl
ao res edavtl pub ico em geral, e com especi. lidade ao bello sexo (.-uas amaveis fre-
tU'zas) que L-era recebtoo p-los ltimos oaqu tes da Europa, um linio e variadosor-
tim._nto de tud.i quanto precizo para tma senhora (que se presumir ter bom gusto)
completar um elegante o mwjoso toilet.
Os proprietarios coutando r.i m a valiosa coadjuvaclo do sexo amavel, teem sor-
tido o seu etabWeciaienl<> d tudo que d.; m Ihor se ueanjar possa.
Os proprietarios julgando muito inMtnh ou antes por assim dizer imp ssivcl
mencionaros innmeros objecios que com) < bello sortimento de que cima faParam,
contei t -m e apenas em relacionar aq eiles qae julgam mais re:orcm ndave s pela sua
elegancia, novidade e commjtidade nos precos, couio uejam :
Lindos lpqups de marfim a 84000
Voltas de crreme* de borra, ba a 10400
Limiissim s leques para mtniuas a 20000
e i2fS500
Leques de madeira a imitaglo de marfim
a 20tiOO
Pemes de regaco para menims a 240 rs
Di os com coa, a de metal para alisar a
240 rs.
Duzms de linha de carretel 200 yds. de 80
. a 150, 800 rs,
Fivvllmhas d" madreperola para pulceiras
o par a 20500
Caixas com 100 peona* (Perry) a 800^ rs.
Dnzia de mnias para senhoras a 40000
^ulhas para ero.hela 140rs.
D-zia de boii'-. s de sem para vestidos a
i 320 rs.
Caixas com 40 papis de agu'bas fundo de
I o- ro a 20010
'O lli has de fil e cambraia bordadas a
| tW rs.
Carteirinbas com agulhas de todas as qua-
400 rs. .
dades e com um toque de ferrugem *
240 rs.
D la liradas a 500 rs.
Redes iuvisiveis para cabello a
L ques de madeira a imila(o de ;-. a alo z
20100
Tem tambem grande qnandade de flores
francezas, fitns de sarja de tod s as cores
e larguras, ditas de velludo, preta- e de
c-es de todas as largurasere muito boa
qaalidade, ditas de sel>m ede s la.
Retroz rie tudas as cores e de muito boa
quaiidade
Lindas ces'inhas de palha brrdadas rica-
mente (roco e proprias para meniuas
de eco a.
I'inis-ima< meias de fios da Escocia, arren-
dadas e proprias para f apatinno rao.
Completo sortimento de bico de ieda brance
e pr- to e de < ptuna quaiidade,
Bonitas capel la- para nci>as
Luvas de pellica brancas e de cores.
i
A fin^l existe ne te estabelecimnto um completo e variado sortimento de tuda
patato b- de meib>r e de mais elefante.
Os pr pri larios rngam as Exmas. Sras a vi>itarem o seu estabelecimento nfim
e se convencerem do que fica dito, e no caso que nlo queiram dar-se a este trbalo*
poderlo mandar buscar os livros de amo. tras ou qualquer objecto, os quaes serlo im-
med'.atamea.e rera-itidos.
Ra da Tmperatriz N. 36
SA LFITO i OLIVEIRA.
PAO RAM0N9A
1 UoiC" deposito do Recift) ra das Cruz n. 13 sem
Wtffao de procos.
* al nova de Lisboa.
tfDtemente chgada o<> brigue Encon
ende"Joaqoim Jas Gnhcelves Bellilo f lol*i?i
e3cr|ptoTfo raa do Commereio na
E^p
A loja da praca da Independencia a 5. che-
gou nova remesa do mutta acreditado rap sise
grosao, flno. R cha. franceL rotto pnnea di
Babia, Lisboa e Paulo Cord^h-o commuo e visiad
veode-M em llt.raa a ratalko,
-----------Tf
V^udf-se
roa do Raorl
a ma>-ma oo a pfa-
Mbart c.m gaA

i,

"1


T"
8
Diaria ^mamkacd Quinte feir- U di Setembro de &71
:

r
ASSflttEA 6EBI
CAMAU DOi DEPUTADOS.
.isctuto do elemento servil.
(Conti anaci).
, ... irm classes da iateressados apro-
veitar lo con a emancipadlo : o estado, os
proprietarios, os escravos. O estado r bra a raoralidade as leis e o inapreciavel
principio da iguajdade das racas e dos h)
mans peran'e Dos.
O proprierio ganha ama propriedaJc
hooesta., rmralj propriedade do direit >
coramuto, revestida da* raesmas segorancas
que as nossas, em vez dessa propriedade
fune>ta, aceita, inlainunavel, sempre ame :
(adora, dt qoe se nio pode gozar em so-
cego ; propriedade humana, qoe deshon. a,
quo desmoralisa aquella que a posi.:c,
como aquello que a supporta.. No da se-
guite 10 da eraanciptc5i vosos capilaes
valerio o duplo.
Vos sabiis, flnalmeote, o qoe con so
ganha o escravo : ganha o titulo e os direi-
tos de croahira 'la Deu>: a liberdaJe, a
propriedade, a familia, a propria aseoslo,
ea asciisJo de seui filhos. aos foros da bu
manjdgle.
IHfremos acaso meos patriotas, por-
que queremos dar urna patria a uiaa iaca
mteira- de horneas proscriptos ? Seremos
menos patrilas que aquellos que felicitan-
do-se por gozareis de todos as bens da vi la
civil, nao qerem que ontros delles gozen ?
Porventura a heranca dos filaos de Deus na
ter.-j se assemelbar heranca limitada do
pai de familias ni qual os filhos tem orna
parte tanto menos larga, quanto delta repa-
tem maior porcio a seus irmos ? Na >!
Vos sabis mui bem : o dominio do pai
cmmum dos bomens sem limites, est n-
de-se com a civilisaco, e com o trabalb),
3 r.roporfio qae novas racas se apresentarn
para cultvalo : o infinito no espaco, em
lireito', em acuidades, em desenvolvim-in-
to : o cmpo de Deus. Aquello que o rc<
tringe, bradando aos outros -nao entris
aqui, ti3o- s avade es direitos do bo-
rneo), como os direitos o proprio Deus;
d3o s deshummo e cruel, mas tambara
blasfemo e insensato. (Apoiados.)
t Digamos aos prbprietarios : Nao vos
assusteis; abi tendes a nossa juslica e a
nossa forca para manter ds vossos bens e
a vossa seguraba.
c Digamos aos escravos: tNo tentis
ctnqojsiar nadi por outros caminhos, que
nao pelo sentimenio publico; nSo lereis i.u
Ira libirdade se nao acuella que vos prepa-
ramos, associada com a boa ordera com
u irabaino.
Si comis a isto revolelo, sim, so-
mos revolucionarios; mas revolucionarios
como a ordera, revolucionarios como a lei,
rev )lConarios como a religilo, revolucio-
narios como Peeran, como Franklin, como
Fox, como Canning, como O'Connell, cono
os m niiiros mais conservadores da Gr-
Brelanha, como todos esses grandes homens
de tribuna, e lodo3 esses grandes borneas
da Estado qua, achaodo urna verdade so-
cial em grao de evidencia e de opinilo n'nin
novo, a tomim resolutamente da mo dos
philo-op'>OJ, para colloca-la sem perigo na
m^o do legislador, no dominio- dos fados I
Nos enviasse Deus muitos revolucionarios
det) especie, as revolocfies subversivas
longo tempo se fariam esperar. (Novos ap
plausos.)
Nos suscitamos, nos fomentamos, dizei
vos, esperances entre os escravos ? Vede
=3*

os,
que grande crimel Nao sabis qae o nico
suplicio que Dos nlo permitte ao hornera
impr para seapre ao homem a desespe-
racao ? Que nada to pacieote como a es-
perance "/... <
vista destas paginas eloquentes parece,
como ja disee, que o grande orador francez
fallava para o Brasil, na presente conjunc
tura! Passarei a 1er outras passagens nao
menos eloquentes do asigne orador, o ce-
lebra padre Flix; mas receto abosar da
paciencii da cmara.
Ve/Es: Liia, lea.
____A Uberdade o movimenlo livre da
vontades no bem.
Esti deltaico, verdadeira no homem,
o por igual na sociedade. Quanto ruis
se desenwlve, s perpeta por Jess Caris
to o movimento de tolas as vontades no
bem, tanto mais a liberdade humana, e so-
cial se aproxima do sea lypo otemal, ao
passo que quanto mais esto movimento de-
cresce peio d isprezo das mximas ch: istias,
tanto mais a litaerdade humana e social se
afa=ti do seu typo eternal
O complemento, a consammaclo da li-
berdade, o paraso. O co a patria
dos livre-. O complemento da escravido
o reinado le Satn e...
Quae:quer quo sejam as diffieuldades
que a mistura da verdade e do erro, do
bem e lo mal, imponha s sociedades, cum-
pre Iwer ltizir na re^io dos principios urna
verdid elemsntar, que tantos livros tene-
brosos e iodecifravei3 discursos bao obscu-
recido as iotelligenciaa mais rectas. O
trabnlho de restaoracao evanglica que to
mes f .ito em bem da autoridade eda liber-
dade, tentar.'.mos hoje emprehender em bem
d? on'.ro elemento de proaresso social, qae
se tem designado pela palavra Igualda le
. Fsta palavra mais clara que toda ade-
GniQao. Materialmente, nada ha mais sim
p'.es que urna cousa igual a ootra, ou duas
consas que tem a mesma propor^o.
Mis na orlem em que a liberdade se
desenvolve, a palavra igualiade tem accep-
C5es profunlamente diversas, donde resulta
nos discursos, e donde pode resaltar as
iMtituices sociaes perigsa confuso.
... Ha ama iguatdade legitima e pro
grettiva que o christianismo produz e con-
sagra : a igaaldade de direito. Ha ootra
igualdide falsa e retrograda, qoe o cbns
tianismo cr-ndemna: a igaaldade de con-
/
dicaes. -__
t O christianismo, qoe encerra a synthese
completa d todas as coasas, conciba har-
moniosameot a igoaldade e a desigualdade,
a igualda 1e hamana e a designaldade socia,
e converte ambas em engrandecimenta da
aociadade.
c Ha entre tolos os bomens ama igoal-
dade radical e inalienavel que resalta de
orna r'ignidade identiea: a igaaldade de
direito oa a igaaldade diante da jastica.
Todo 9 qae tem ama dignidade na creacSo
receben do Creador direitos proporcionados
a esta dignidade; e, portanto, em toda a
Sarta onde se encontrara dignidades igaae>,
a direitos igoaes. Ora a dignidade hama-
na existe em todos os bomens, brancos ou
negros, livre/ oa escravos. D'ibi o ronda-
ra ento racional da igaaldade diante d di-
reito 3 da jastica. EsU igoaldade no s o
sagra, *o too
man longe, e digo que foi ella o aea r rador, como M eos o'-se autor ereaeio.
Ao *?uvi certoj homens, coj. oHws
baiem no present, como era birreira opaca
que Ibes vela toda a luz do paseado, crer-
se-hia que a igaaldade da direito ama
idea, que pal >s fias do ultimo seclo ci-
hira no cerebro de alguna videntes, para
alurniar o futuro, a preparar um novo mun-
do. A acreditarse en seos discursos
alm de ura certo eyelo inodernissi
mo, no ha, raesmo atravz dos miiores
seculos chaistjos, senSo privilegios, costas
e desigualdades de todas as espjceis. Nos-
sos magi-trados n3) administravim senio a
iniqoi lade ; nossos reis n5o governavam
senao a es:ra\id3o ; nos-as lei) no otosi
gravara senSo a injastfra, e a no-aa socia
dade nio se componha s9n3o de tyrannos e
escravos.
Queta aos 20 annos, nlo leu em livros
acreditados, e autores famosos, essa rbe-
torica da historia, qae se exaltlva diante do
psente, se embriagava com o futuro, a
vibrara pomposas insultos ao passado ?
Brinco de criancas que bomens de 40
anoos no desdenhavam, fique consista em
fasar nossos pais pequeos, para nos pro-
clamar grandes, miseraveis, para nos pro-
clamar ricos, escravos para nos proclamar
livres.
t Por for.una, o reinado dessa rhetorica
passou, e esse imperio da phrase pirece
loor o seu occaso. Alguna soplmvis po
dvolomar a voz, para repetir esses orculos
da mentira: a buminidade j Ibas no vlari
crdito. E' tempo de, por sobre ama
graodes cousas desnaturadas pelo embuste
restituir a pala'vra verdade, que ni i
mente. A verdade, interpretando a histo-
ria, brada, atravez de 19 seclos, que a
igual iade da direito nao poli ser aceita co-
mo idea mo lerna semeada na sociedade, ao
rebol de urna revolucSo celebre, e amaiiu
recida aos ardores do seu sol : a verdude
brada que a igualdade de direito a gran-
de conquista de Jesos Christo restaurador.
Fundada na natareza, e presentida pela ra-
zo, o paganismo a tinha aniquilado, afo-
gisdo-a nis orgias doorgalbo, e nasdevas-
si toes da sua pbilosophia : Jess Cbrisl) a
restanrou, ampliou, transfigoroo.
* S um dogma christo, pot, trstfxe
em seu 9eio a raiz primeira da igaaldade
dos horneas diante da justica. Este dogma
o d) anidada da nossa especie, finia a
pbilosophia antiga desconhecido ignominio-
samente esta identidade de naturaia, e est
unilade de rac/a, que assignalaa todos os
homens a mesma origem, a mesma- nobreza. (|
O pensamento do proprio Aristteles nau-
fragou neste ponto, ebegando 'ensinar
que os escravos no tinham alma sem 'Iban-
te dos livres. Se no dominio da phiioso-
phia pag3 os escravos tiobam o nome de
homens, n3o conservavam a dignidade do
nome, nem ousavam reclamar-lhe oa direi
tos. A pbilosophia, de coocerto com a
inijui lado humana, abaiisra a sua gloria
em consagrar as sociedades essa mons-
truosa designaldade, qae se eacootra mais
.ii menos, sol formas diverjas, p>r toda
a parte onde Jjsu3 Christo nio revetou o
mysterio da dignidade hamana ; desigual-
dad degradante que se pode resemir bes
tas palavras : de ara lado todos os di-
reitos, de outro todos os labores O ho-
rnera livre dspota do homem escravo ; o
homem escravo mercadoria do homem li-
vre : tal era o abysmo de separaclo qae o
paganismo abrir entre o homem e o ho
mera ; e esta designaldade qoe insulta a
natureza humana e detnrpa a obra de Deus,
era ratificada pelas leis, aolorisada pelos
costumes, consagrada pela religilo, aceita
por todos como condicSo legitima, como
situaclo normal. E os philosophos, em
vez de pensarem em protestar contra essa
degradado do genero humano, Ihe pres-
tavam o apoio de sua avullada sabedoria ;
igooravam o segredo da nossa igualdaie por
que ignonvam o mysterio, qua era a sua
fonte primaria, o mysterio da nossa uni
dade.
E o insulto que as trevas do paganis-
mo recebeu a igualdade humana, recebe-o
por igual da pbilosophia moderna no ful-
gor do christianismo, como aggravacSo de
desprezo para ella edeopprobrio paraos
philosophos. No empenbo de atacar e q|f-
troir em nomo da sciencia a unilade da
nossa raQa, testemuoba immortal da noss<
igaaldade, os philosophos do ultimo seclo,
emuitoj do actaal, ousaram todo, negaram
lado, inclusive a evidencia ; affirmaram
ludo, inclusiva o ioopossivel. N) intuito
de na contra tar a honra de orna mesma
descendencia e a gloria de um mesmo sin-
gue, nos infligirn) a rajonadas mais igno-
miniosas origeis, nos apresentando como
li ios, e posteril-.de de lado, excepto fi-
lho3 de nossos pas, e posleridade de Ado.
Multiplicando em nome da sci?ncia as racas
e as descendencias humanas, destruiram o
fundamento dogmtico dessa gloriosa igual-
dade,- que faz irradiar sobre todo3 ns ho-
naen o espl-mlor d ana patsrnidade
commam.
Com a onidade do nosso sangoe dog-
matisou o christianismo a igualdade funda-
mental da nossa nat reza, tornando assim
lara sempre e impos:tveis essas demarca
cues profundas entre os homens e os ho-
mens, entre as ragas e as ragas ; e a ver-
dadeira igualdade diante da justica nascia
espontanea dessa igualdade diante da na-
tureza, baseada n'uma doctrina obrigatoria,
e n'uma rovelaclo divina.
i Com a igualdade fundada na unidade
da rac>, proclamon o christianismo a igual-
dade di;nte do destino. Sim, o christia-
nismo nos assegura a todos o mesmo di-
reito posse de Deas, e nos impSe a mes-
ma responsabilidade perante a sua juslica:
eis a raz primaria da igaaldade de direito.
O direito radical, o direito, principio de
todos os direitos, o direito de marchar,
e chegar ao proprio destino. Este direito
inalienavel, absoluto, invariavel. O mes
mo Deus nio oo-lo pode tirar, por a sua
sabedoria no-lo creou necessariamente
O direito ao destino est para toda a crea-
tora encerrado no acto divino qoe Ihe d o
ser e a vida ; e dest'arte 6 constituido em
essencia o direito soberano diante da jostra.
O qae justo o que conforme i regra,
o qae condoaz ao destino. A jastica o a
regra suprema o caminbo qoe conduz o
hornera ao seu fim ao qual todo o bomem
tem direito.
: Ora, senbors, qual segundo o cbns
;/% n uapitiitpm ri reitos que o hoaft pele a i* coosas da
viagem, o seu direito ae temo da visgtm
* absolotoV o Rateen, IftMo a preetAsa
divina, temasse direito, qoe s o christia-
nismo ousoa proclamar dogeaticanaeot*, o
direito de peaaofr aas, em ama palana, e
direito ae infinito.
Parecer taWez a alguns homens frito
k>j qoe vulgar est id, etodVia resoive
Ha em ?ua simplicdade divida todo o pro-
blema da igaaldide humana Todo aquelle
qoe limit) na tei-ra e no tempo IrWpira-
ces e os direitos do homem, destre a base
profunda da mais sublime igualiade. O
finito nio igual ao jpflnilo, e quando elle
s posto como objacto da posse, o di-
M'to de ora homem exclae-odiwito de
outro hornera. O contrario ae na respai-
lo da posse da Deas : esu, mesmo em
graos diversos, e proporci flk* ao mrito,
sempre a posse de Daus noo. a posse
do infinito. E por qae a posse do infini-
to, a posse da um, aem cessar de ser
tambem a posse do otro, depois de outro,
e depois de todos ; porque todos podem,
em nome de Deas, reivindicar o direito de
possair Deas.
c E esta igoaldade diaote da jastica divi-
namente consagrada pela igualdade* diaote
da recompensa, o aindamis pela igual-
dale diante do castig >. O caatigo afligido
a todos por om mesmo joiz recto e iofatlivel
na proporco dos deudos, como a recom-
pensa distribuida a todos na proporco
dos merecimenlos ; em duas palavras : A
cada um segando saas obras. Unicuique
seci(ndnm opera ejus. Tal v a lei da jus-
tica divina, que arratti ao tribunal de Deus
sob o metrao nirei todo o que ha da mais
alto e de mais hande.
* Ab, seuhores, es sei ojoe nio rarooffe-
rece a trra especlacoios. qne provoclo
n'alioa humana' os brados da |ustica. que
fazem sonh.ir ao povj, no reinado de juma
igoaldade impossivel, reparaos terriveis.
Quantas vezes os desherbados des te aran-
do vm passar como um insulto o carr > da
fortoea, que leva ocrrnwem trmmpho, e
a iniqqidaile fe I i"/, resu pinada na opulencia,
sanio- aa gloria f fHante destes escndalos,
em que as gerarcbs socaeparecen orga-
nisar a mjnstica e*-insultar a- Pro videncia/
compre&endo que aa iraagineclu popular
passam sonaos de gjialdade slvagem,. que
tendera destruido de toda a gerarchia, e
sepultar sob saas reinis 03 moostroosos
abusos, qae a malicie human* faz- naser
todos os atas da designaldade social : sm,
esta repanaao dos insultos seculares faitea
igualdad- hamana pela' iniqotdade d raou nao ama a divislo- de seos bens ', ,
|homens, o povo;a iooca, e com elle a ia>
voca lambeta a razio e-e bom seaso, ma
o povo se Ilude evidenmente.
A grande repacaclo de humeaa igual -
dade vira. : un dfa os caetiges a ce oppro-
brios- infligidos aes poderosos, ao ricos a
aos sabios orgolbosos, no grao proporcio-
nado aos abasos da riqjsesa, do peder, e
do genio, fro resplandecer aaa claridades
da> jastica de-Dos-a igoaldade ultrajada na
trra pela ietqoidade- dos bomens. La os
coladores dos direitos dos-peqaenoesma-
gados palo sea carro de triumpho, serlo
caadeauado,. esnome V scieeciai re-
parar dianta do- universo, pelo espectculo
lie seu crinaos- castigados, a-igoaldade ha
natna, insultada- peto espeeaaculo- deseas
crimes felizes.. Eolio o. ptaeo- da Provi-
dencia v que aoesagra as designaldade- so-
ciaes ser restaorado em rodas-as iataili-
goocias, e brilbaai com toda* as soat bar-
nonias no feeda- da todo o penaaoie^to.
Enlo, finalmente, repartido, lado coa so-
berana equidade por Jess Gbristo, joiz. dos
vivos e dos moebs, aos culpados o castigo
ea bumilbacio, aos justos a recompensa e
a gloria, todo ser restaurado para a eter-
nidade era fesas Christo Nosso Senbor.
c Mas nao s no timiar da etaroidade
e%vAom a sea patria, a com a sua c iade;
Cristo invocou kpenas m s titulo,
e de Filfio do Homem ; annuotiando deste
modo ao mundo urna nova era, era em
lee a bomanidada c mecoa a gozar de seos
frot, e em que, depois do nome de Deas
nada devia ser superLr ao noma do homem,
nada mais erficaz para ob'er occorro, bon
ra e fraternidade.
Em cada ama das palavras doTilho
do Homem, em cada uma de suas acedes,
se manifesta este espirito e essas palavras
e essas aecea reunidas, s3>> as qne formara
o Evangelfco, qae o direito novo e un
versal. Uma vez plantado no mundo o
Evangelho, Jess Coristo c mandou levar
por seos aprst'. no : lde, e pregai o Evangelho a toda a
ereatuta A propagarlo, a commnnblo, a
nnivers lidade se toroaram a senda de todo
o movimento, a nos mesraos logares, onde
at eatio araeote se oa va a bulla do egois
mo, nio se oavio d'ahi em diante senio o
rumor do passo accelerado da caridade.
t Onde esto hoje os gregos ? Onde os
romanos ? Cride a cidade ? Onde o direito
heleno e o direito qairite ? S. Paulo, nio
podendo reprimir por rmis tempo no peito
o castigo da bumanidade iriumpbante, ex
clama : J nio ba judeu nem grego ; j
nao ha servo nem livre; j nao ha macho
era feraea, porque todo3 vos sois aro em
Jess Christo !
t O' vos homens im qoatro ventos car-
deaee do mundo, bomens que vos suppon
des differenles em racas e direitos, nio sa-
bis o qae dizeis; nao esta no mundo
por milberros ou por ajilhoes, nem ebegais
a ser dous, sois apenas nm f
Assim se eonstiluio, nio smente o
homem, nao somante a hamanidade, mas a
unidade do bu mam, e a onidade do- genero
humano. Queu oSonde hoje o homem,
oSendo a bumanriade, e quera olT-nde a
bumanidade, otlende a Deus, que seo au-
tor, seu p.ai, a sen protector.
,,. O Evangelbo foi a carta conslita-
cianal, a declarado do direito universal...-
c Era, porm, necassario que o Evang-
Ibo annoeciado ao montro1 se toraasse' um
direito novo, a regra rjncJamental das rela-
ces humanas, e que os mesmos que Ihe
negassem a divindade, como dout/ma. se
corvasse a seu jugo, como legislacio, base
de Podas as= kgistaxSes.
... O'motivo da escravido, senbores,
pois- que queris saberlo, porque o- ho-
mem nao ama o bomem ; porque o*ho-
mem nio ama1 o trabaiho; porque o bo
tianismo, o verdadeiro deslino humano
Possuir Deus: para todo o heme* a vida
terrestre um caminhoi cojo terso Del
Deas visto, Deas amado e poesoido na
eternidade. Qoaesquer qne aejaom oa di-
que Jess Christo far resplandecer nelle a
gloria da iguardade ; j mesmo sobre-a trra
esta igualiade comeca, se- deseayaolve e ae
manifesta neHe no tempo,, aguardando sua
grande nyanifestaco na eternidade. A vida
real do todos os ebristios em Jess Christo,
oa Jess Chisto vivendo em todos os chris-
tlos.Eis aqci, senhores, o grande my -
terio que outr'ora desaovolvi nesta cadeira,
e que hoje nao faco senao recordar, como
a demmstrac5o mais evangelio e mais
christmente incoatrastaval da nissa legiti-
ma igualdadea unidale da. Jess Christo
na totalidade dos chrisilos^d'ond,e a igoal-
dade de todos 03 christlos na unidad de
Jess Christo. Muitos sao os mmbros,
mas o-corpo um ; ; ha muitos ebiblabs.
mas no ha senio nm s Christo: Mull
nniim sttmus in Christo. Que I pois o
christianismo ensinou esta doutrioa ? Qoe!
pois esta pregaco retambou de uma a ou-
tra extremidide do mundo, e toda a buma-
nidade a creu ? Sim, a bumanidade creu
na nossa igualdade consagrada no proprio
seio da vida divina, que desceu a todos o a
cada um,de per si por Jess Chrislo nosso
ebefe ; sim, a humanidada reconheoeu,
amoo, adorou Jess Christo que se deu a
todos os homens para os elevar todos a si.
Jess Christo, nivel divino desta igaaldade
humana, porqae Jess Christo, Daus em
pessoa, tudo em cada ura, como emtod.s
tudo. t)mnia in mnibus Chrislum. Ah I
j me nio admiro de ouvir os notos repe-
tir com S. Paulo estas sublimes palavras,
que retumbara por toda a parte como o
hymno da verdadeira humana igualdade,
nasuda e triumphanle no coraco do Ho-
rneen Deus : N3o ha mais Judeus nem
Gregos j nio ha escravos nem livres, j
nio ba grandes nem pequeos, porque todos
vos sois nm em Jess Christo. > Omn-.s vos
unum estis in Christo Jesu. Vos todos
que trazeis na fronte o signal do baptismo,
achais-vos revestidos de Jess Christo.
Quicumque baptisati estis Christum indttis -
tis. Vos f stes feito imagem da Deas e
elevados! altara de Christo. Ora, Jess
Christo em todos goal a si mesmo. Vos
sois todos filbos de Deas, irralos da Jess
Christo ; a mesma magostado desee sobre
vos da fronte da mesma paternidade ; sob
os olhos de om pai divino o filho de Deas
vale o filho de Deas; e nesta anidada, qua
nos fax irmos de Christo, o christo vale
o chritlo; o rhrislio coberlo de trapo 6 o
chritlo cobe to de parpara tem o meamo
vestido e a mesma grandeza, porque am-
bos sao vestidos da tnica de Jess Christo,
e Jesos Christo o seu modelo commam.
O eloqaentiasimo Lcordaire, one Mon
t'alembert dizia valer de par si a So.bona,
assim se exprima propasito da escravi-
do :
c Antes da viada da Jasas Christo, lodos
diziara : c Ea son grego, ea too romano,
en too jadea. > Qaalqear que ara amos-
cado oa interrogado, responda afano : Ci
vi rmatms sum ego. Cada om so MCU
tmfia porque o bomem nio ama natural
motile nada do que eonstitue a fraterni-
dade. >
O avogado Paredes, em uma sociedade
-emancipadora do Cuba, dizia, em uma da
suas meis numerosas reunidas :
j. A escravido- ama das consecuencias
do peccado origine), como tambem o slo
tedas essas tyrannias execraveis qae crea-
rais um direito iniquissimo-que torna o ho-
mem senbor da raeao e da vootado de cu-
tre-borneas como elle creado livre, e de-
pendente s-de Dse- Esta doutrina- entre
aaac5as gentlicas- tomoa loes properces
qoe dividi o genero- humano em duae-cas-
ts- distiocSoe : uma composta- do homens
fosaos imafem dfr Deus, ootra de bomens
avikados eondicau de bruto.
- A que-ia primitiva do bomem treexe a
qaasi total extincelo da verdadeira aoc3o
da: dignidad humana, de modo que os po-
vos-mais aoligoi do-aun lo catasiderafaea a
liberdade crelt como-privilegio exclusivo de
uma parolo da huniaoidade, nio como o
dimito nataral. do genero buraauo.
Na poca da promulgacae do Evaoge-
Ino a escraoidio era o-direito commam de
todas as- nacoes. O Divino Legislador^ nao
abelindo da-um golpe a escravido pessoai,
fulminou-a em seu principio, revelando ao
bomem o segredo de seu destino na vida
futura, assim como- o da sua dignidade na
vida presente. As hov.s relaces iue o
christianismo eslabeleceu no seio da grande
familia humana comecaram a extinguir as
differflncas injuriosas que extremara o bo-
mem livre do bomem escravo.
Foi o Evangalho que tez, soar ios ou-
favoraveis aos escraajoj, maj nio passoo de
principios por demais vagos e puramente
especulativos.
Alguns annos depois da morte desta
grande genio, O faci mais importante qae
a historia do mondo oflerece passava se oa
Jadea. Josas Christo expirava em ama
cruz, e Roma oavia pregar a doutrioa ebria-
ta. O Apostlo das naces a formolava,
ensinanlo que todos os homens, sem ne-
nhuraa distinecao, nascidos do mesmo pai,
resgatados pelo tangue de um Deus, eram
sabmettidos aos mesmos preceitos.
< Em sua epstola aos Glatas (III, 28),
bradava : c Nao ba judeu, nem grego, ser-
vo nem livre, macho nem emea: todos sois
um em Jess Christo.
J o Divino Mestre-bavia dito : Um
s o vos so pai, que est no co. >
< Em oatros lugares reprodoz o Apos-
tlo o mesmo pensamento. Aos Colossen-
ses (III, 11) diz : Nio ba dioarenca de
gento e de judeu, de brbaro, e da scytba,
de ervo, e de livre, mas Consto todo em
todos.
Aos Corinlhios (XII, 11) repete: N'um"
i^HL ;-Moito bem f
MiBsA:-Ohf ohl
mesmo espirito lomos baptisados todos nos,
para seimos um mesmo carpo, ou sejamos
jvleus, ou gentos, oo servos, ou livres.
* ... Registrar as modiicacas suce-
sivas porque passou a escravid3o romn i
antes e depois dos imperadores ehrijttos,
referir om d -s mais numerosos beneficios
que tro-ose a influencia, a pi rocipre indirec-
ta, depora direcw, da rebgio cbrtetla no
dominio do direito.'
Eis aqirir senhores, as footes em qoe se
tsapiroa a eomnaissao, a quaf nao fez mais
qr de pharol a outras oates na solacio deste
grave problema social.
QrSst CAnneso Fontrs: Todos nos es-
tamos de accordo-com estes principios.
O 9b*. Pinto b C.vmpos- :Acredito que
assim ; fago toda a justica s iotences
da Ilustrada dissidencia ; mas deploro que
admttind' os principios, discordem na sua
applicacao, n3o aceitando a proposta do
governo, que resoive do modo mais saave
a questao s que me.'bor consolta os iate-
resses da lavoura. (A otados e nio apoia-
dbs). A proposta, cora as precaacoes cam
que foi redimida, nao-"ataca a eonslituicao
da propriedade actaal, nio altera osystema
de trabalho, porque as suas providencia
s entendem com a geracSo futura, e sem"
graade oous para o thesouro.
nao ap- ados).
Acorami3s5j repito, respeitoa o mais
que pode os intferessesda lavoura; reco-
nhecea a necesaidade de ir extirpando pouco
a pouco o cancroda escravido, e aqoi peco
descoipa ao mea' nobre coilega, depatado
pela Bn-bia, o Sr.. bario da-Villa da Barra,
para entrar ainta- na saa sera, maopro-
metto nio ir alm. Um certo escritor diz
que a maior aeco de Aonibal foi uma risa-
da que deu ao ver o pbilosopho Formilo
fazer em sua presenca dissartacos sobre a
arte mdttar; nio quero provocar i goal ri-
sada ao meu nobre amigo. (Risadas).
O Sr, AnoraiFigkiia>: | a Venus
Vaga?'
O Sr. Pinto ob Campos :^tfoito den no
goto aosWustres deputados a pobre da Ve-
tms Vaga! (Risadas). Pois- bem. j que
desejam saber quero essa- Venus Vaga,
direi qae a mli daquelle raoieque endia-
blado, qoe figura de protogosUta na come-
dia Demonio Familiar, do nobre depatado
pelo Cear. (Hilaridade geral).
O Sh. Evaristo oa Viga t-A obra* do
Sk conselbeiro Alencar n50 s3o pase-se-
rem debicadas. (Apelados da opposic O
O Sr. Pinto bb Campos-.Perdo 'N5o
eotou debicando as obras do Sr. conse.bei-
ro Aiencar: estou apenas indicando a pro-
cedencia da Venus Vaga, V. Exc. devia
ter feito esta observado quaodo o-nobre
daputao pelo Cear, no empenho da-iidi-
calarisar o parecer da commss3o, travou
dos cabellos da Venus Vaga, e arremessou-a
sobre o tapete no meio de risadas (apoia-
d'.-s da maioria). Nassa oc:a-i'o, di-se eu
em. aparte < que o ridiculo
que era serio > ; e quando

vidos do-escravo. palavras- de conforto, e
promes-sas de liborlaclo no grande princi-
pio da fraternidade entre lodos oa bemens.
Todas estas mximas consoladoras foram
proclamadas por S. Paulo em suas epstolas
aos corinlhios. aos galatas. e aos colosson-
ses, dizendo que j ulo bavia dHerenca en-
tre o livre e o escravo. Onesimo era um
escravo fgido do Poilemon, que procuran-
do a protocolo de S. Pao I o em Romo, este,
depois de eonvart-lo f a baptisa-lo, o
reenvi a Phemon, dizendo : Eu te
rogo por meu filho Onesimo, que gerei as
minhas entranhas. Elle vai, nio como es-
cravo, mas, em vez de escravo, um irmia
mu'.to amado, prin;palmente de mim, e
quanto msis da assim na carne, com) no
Senbor?
Mr. de Caqueray, professor da direito ro-
mano na faculdade de Rennes, diz, era sua
excellente obra De L'esclavage chez les Ro
mains, o seguinte : Os jurisconsultos ro-
manos dividiam tolas s pessoas em livres
e escravos. e era isto o que ellos clumavam
sumia divsio. Deflniam a escravido
Servitus est constitutio juris gentium, qua
quis dominio alieno contra naturam subji-
citur.
< Esta definicSo, dada por um juriscon-
sulto contemporneo de Papinano, da Pau-
lo, e de Ulpiniano, contm a um tempo uma
idea falsa, a justifleaco da es:ravidao
(constitutio juris gentium) e urca idea ver-
dadeira, a critica da instituiclo (contra na-
turam). Indica perfeitamente o estado dos
espiritos no tempo da bella po:a da juris-
prudencia romana,
t Os jurisconsultos que permanecern)
paglos, qaizeram justificar a escravidlo, e,
parlindo de um principio falso, chegawm
consequencias iniquas.
dfcfar
4 TOZCS DA
VoJiS D*
O Sr Pinto de Campos : A coramis-
slo, repito, nio disse oda qae podesse
escandajar a illustraja. dissidencia. Mes-
mo no seio desta samara, om nouvet re-
presentante da naci, o varando Sr. arce-
bispo da Babia, boje fallatido, profano be
mnito anaos verdades esergicas contra o
trafico dos africanos, e em geral contra a
escravidlo, baseando-se nos principios do
christianismo: e se eu nio receiasse mo-
lestar a paciencia da cmara, leria om tre-
cho de to bello discurso :
Vozes : Lea, leia, *^
O Sr. Pinto de Campos :Pois bem ; di-
zia o grande arcebispo, om sessaV de 3 de
julbo: < ...Para colorar o crime. invo-
vocam-se as leis da humanidada atrozmente
supplantada, assim como j se tem invocado
sacrilegamente o sagrado nomo da relrgiao,
com o pretexto de converter os africanos,
como se ama religilo celestial a divina, aa
religilo qua proclama os primitivos diraitoe
do homem, que o restituio i soa dignida-
pe, mostrando estampada oo sea ser a for-
mosa iraagera da divindade, uma religilo,
emQm, que reprova a violencia e a forca,
que. n obrase do sabio Fnloo nao pode
fazer seoao hypocrias, sa podesse propagar
por taes nteios deametralmente opposto
ao seu prodigioso estabeleciroento. (Apoia-
dos.)
... < Coofesso, Sr, presidente, que a
primeira vez qoe oufo tal proppsc3o*f
Sempre estive persuadido de que a palavra
escravidodisperta a idea de todos a*"
vicios e $rimes (apxadb*) ; assim como que
o doce nome deliberdade^-desperla as>
sensacoys, e as i leas de todas as .virtudes,
de todos os bens (apoiados ge raes): sem-
pre entend que a escravido & trm estado
vi'lento, qmabate o espirito, ementa as fa-
cilidades der entendimento, perverte o cora-
fo, destre ebrio, etoda a emutafifro da
eirtmle ; sempre lastimei, finalmente, a
serte de tenros-meninos brazileiros; que,
nasetndo e vivedb entre eseravos, reoeoem
desd seus primeiros annos as funestas %m-
pressdes dos contagiosos exemplos desses7
seres- degenerados-, c oxal que eu me en-\
ganarse l Oxal qne tanta familias- nao-
tivessem deploradoainfamia e a cergonha,
em que-as tem precipitado immoralidade"
dhs escravos ( Apoiados. y
Eis aqu, senhores, a mesmissima lingoa-
(Apoiads e gem, os- mesmissimos principios exarados
oo parecer da i oiiunisso t Notavel con-
traste t raqnelles bons lempos- as palavras
do grande arcebispo eram recebidas ccoi
applausos- no seio desta augusta cmara.
baje o parecer da commisslo, que nio
ssnlo uma reproducQo do qoe foi ji dito,
reeebi le-pe a nobre dissidencia-como um
grito revolucionario F
OSr. Caozo Fowes ;A idalo boa.
O; Sr. Pisto oe Campos :Ahf est (
Todos dizem-que a idea boas mas quan-
do- se trat^ de leva-la a effeiio palo modo
mais- prudente e suave, atacaosee at os
P'iotipios, para se poderem negar as con-
seqoenciasf A idea, sim bea*. mas nio
ese-boa, tememsi sana forca, resistivel,
qae a impelle; ama idea qae va, qoe
leva diante da si hesitacoes e resistencias,
a qne, quanto mais comprimida, tanto
maior ser a sua exaios5o. (Apoiados.)
^H um aparte.)
Bco justifa sinceridad de inteoedes
da nobre dissidencia, qae n3o davido em
dner qoe. se ella amanbia fosae governo,
seria a primeira a promover a prompta
adopclo desta propoata.,.
O Sr. Aracjo Lima : Apoiade.
OSr. Puwe de Campos :..porque con-
sidero os nobres membros da disndencia
to patriotas como e ministerio, e todos
aqoelles qae prometen) a reazaclo desta
importante- reforma,
(Ha diversos apartes da minora.)
Sr. presidente, veja que meesMo inter-
rompendo.mnito, socorra-me. (Risadas.)
OSn. presidentb*Atteneao.
O Sn. Pinto d&. Campos^Sim, senho-
nio mata va o res, a nobre minora se fosse governo ama-
eu assim fallei,; nha, por-se-hia frente desta reforma, e-
r s
tuiha na mente duas passagens da historia. ;eu estara ao seu lado ; porque nio trafico
< A guerra, dkm ollas, d ao vence
dor o direito de toatar o vencido ; se este
poupado (servaius), reduzido escra-
vidlo e se chama servo: Serv ex, eo appel-
latti sunt, quod imperatores captivos ven-
der, ac per hoc servare, nec ocHdere so-
en. Eis aqoi, pois, accrescenlavam ellas,
ama iosttuc3o do direito das gentes, por-
qae a guerra usada entre todos os povos
a em todas as nacoes se encontrara escra-
vos. Sob este ponto de vista: Servitus ett
constitutio juris gentium.
Onde beberiam este pensamento, qoe
codo oa tarde ha va de fazer cahir a es
cravidio ? Nao julgamoa difJficii indicarle
a fonte.
< Cicero, inspirando-se da pbilosophia
greta e dos grandes principios da humani-
dade, havii proclamado algumas seotncas
Juliano apostata, no seu furor contra o
christianismo, nao duvi.iou criticar, ridico-
larisando, o Padre-Nosso. O Padre Nosso!
Se o sublime, como o define Longino, a
olevaclo, a profundidade, e a simpcidade
fundidas do um s jacto, empasta nenhuma
brilba como- no Padre Nosso (Apoiaao;)-
Entretanto o imperador apostata dizia com
grandes ^argalhadas ao rhelorico Libanio,
seu fmulo : Bravos! apanhei o Gallileu
(assim ebaaiava por e'scarr.eo a Nosso Se-
uhor Jesos Christo), apanboi o Gallileu em
flagranto delicio de egosmo nesias pala-
vras : Pardoai-noa, Senbor, as nossas di-
vidas, assim como perdoamos aos nossos
devedows. Mas, senhores, dentro de
poucos^lias, o proprio Libanio profera a
oraclo fauebre em presenca do corpo muti-
lado e exanime do sacrileb-o abcarnecedor
da ornpio dominical t
No 2o seculo, um thaologo da seita de
Marao, inimigo implacavel dos livros do'
antgo testamento, criticando ridicolamente
os M nd'Miit'ntus da Lei de Deus, dizia ha-
ver duplicaclo de preceito no sexto e no
("nono mandamentos, equo portanto, em lu-
gar de serem dez os Mandamentos, dev'.am
ser nova, (Risadas).
OSn. Cnuz'Machado: Nao compareo
Padre Nosso com o pareoer da commisslo.
O Sr. Pinto de Campos : No estou fa-
zendo tal comparaco; estou dizendo que,
se as proprias obras que teem o conbo da
sabedoria divina, nio tem sido poupadas
pela critica ridicula, nio admira qua o pa-
recer da commisslo tenha passado por
iguaes provaces (apoiados da maioria);
mas eu espero que, dentro de pouco tem-
po, este to malsinado parecer ser lido
como o manual do cidado brasleiro. (A-
poiados e nio apoiados). Haja vista o que
aconteceu com a Encyclica e Syllabus do
soberano pontfice, que sendo a principio
racobidos naspontas das espadas por todos
os espiritos livres, como uma condemnaclo
de todas as (bordadas sociaes, hoje come-
cam a reconhecer qae-naqaelles dous au-
gustos documentos se acba a incarnaca) vi-
va da verdade, e oa Estadqg-Unidos j do-
rara ba penco um solemne testeraunho dea-
te recoohecimento.
(Ha diversos apartes)
O Sr. Pinto de Campos :A commisslo
nio disse senio verdades conhecidas, esla-
beleceu a questlo no terreno dos verdadei-
ros principios, eoja luz mostrou que a
proposta do poder executivo, de preferen-
cia a todos os alvitres offerecidos as diver-
sas emendas, qne hio silo offerecidas, a
que melhor favorece os interesses reaes da
lavoufa,
r.ora as minhas convicces, que em pont03
capitaes sao immutaveis (apoiados), sem
excluir aquellas modificaces qae o tempo
e a experienciajaconselham. O moa ma or
pezar que a nobre dissidencia deixasse
de asompanhar o sen partido, o partido-
conservador, ou em oceas 3o em que este
p irado vai er ir-se de gloria cura a adop-
Co desta reforma...
O Sn. Araujo Lim,v :Apoiado.
O Sr. Pinto de Campos :.... um se-
gundo remorso, que os nobres deputados
hio de ter no futuro. (Apoiados e nao
apoiados.)
Quando a commisso elaborou o parecer,
na parte que diz respeito excedencia e
superioridade. do trabalho livre sobre o
traba lio escravo, qualificando o primeiro
de intelligente e productivo, o segundo de
tosco e nfecond), tinha ante os olbos nm
mappa estatistico muito importante, que foi
tracado pelo correspondente do Jornal do
Commercij, em Nova York, publicado em
27 do setembro do anno passado, com o fim
especial de orientar os brazileiros na presente
questlo. E, compoanto pretenda annexar
ao meu discurso este iuteressanle trabalho,
cuja refleclida leilura ha de produzir muito
bom efieito no an rao dos nossos agriculto-
res, me antecipo desde j em ofterecar ao
juizo da cmara a synthese. deste mesmo
trabalho, pela qual se mostra praticamente
a superioridade do trabalho livre, sob to-
das as relaces. Demonstra que os Estados
da Sul, apezar de oceuparem roma rea de
territorio muito mais vasta, o de possuirem
terrenos comparativamente mais feriis eram
sobre-pujados pelos Estados do Norte, at.
mesmo na agricultura,
Era verdade, segundo se v do censo
feito em differenles apocas naquella nado,
os Estados do Sul, j na agricottsra, no
commercio, na industria fabril e j final-
mente no valor da propriedade. Debaixo
de qualquer destes aspectos a superiorida-
de dos Estados sem escravos sobra oa Ca-
tados com escravos indubitavel, pois
calculo fundado em dados qoe ioipiram
toda a confia oca.
Assim na agricultura conforme oa aigs>
rismoa do correspondente, o Sol tinha e>
o dobro da superfloa o Norto Mi i to-
zar da sua grande fertfMade, nlo so I iba
menos terreno cultivado do qn o Norte,
como quasi tres vesos o Masorp de acres
ocultos. Almdiato-aasaeW^OsoPter-
te, nlo obstante ocepnarom rtt | mo
maior qoe ai do Sol, tinhamquaai dobrado
V,,r' (C~*m*r-*-U-
tTp. 6obfRi6-Rtl D WrJfJI 1TWUI
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