Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12484


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Full Text
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ANNO XLiL NUMEN 208

* ;
CUARTA FEIIU 13 BE SETEMBRO DE 1871.
?AIA A CANTAL'B IKAII1 OIM IAO SE FACA POKI.
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FA1A ITM I FOU DA f 10TIICIA.
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Mi wiii o iTolao


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Por sai* dito* idean. .
Por nove dito* idea.....
Por na aoao idean.....

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Propriedade de Manoel Fig*afa do Faria Flhos.
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Sm. Gerardo Antonio AJves & Filhos, no Para ; Gonce! vea Pinto, no Maranhio ; Joaqaim Jos de Oiiveira Filbo, no Ceari ;
Pereira 'Almeida, em Mamanguape ;Felippe Estrella & C, na Parahyba; Antonio Jos Goanea, na ViH
em Naxareth ; Antonio Ferreira de Agotar, etn Goyanna; Francino Tavarea da Costa, en AI
di Lemos Bra|a, no Aracaty ; Joao Mara Julio Chayes, no Ass ; Antonio Marques da Sirte, no Natal; Joee
na; Belarmino dos Santos Baldo, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
Dr. JosA Martins Afres. na Babia ; e Leite, Serqainbo A C no Bio de Janeiro.
-

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V
PARTE 0FFICIAL
proprietarios obri-
no prazo de dous
dos artigos antece-
o dobro na reinci-
tTcran da provincia.
LE N. 10.
O Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella, vice-presidente
da provincia de Peroambuco : Faco sai>er a todos os seas habitan-
tes qne a assemblea lefrislativa provincial, sob proposta da cmara
maicipal do Recite, decretou as seguintes posturas :
Ari. 1.* Fica prohibido construir janellas com arcadas as go-
teas, atada que os andares as tenhara, subsistindo comtudo a altura
d* tres palmos, marcados do assoalho do frech <1 para as mesraas
moteas; os infractores seo multados, os proprietarios em trala
-tiil res, e o mcstre da obra era vinte mil res, sendo obligados a
desfaze-la e construi-la de aecordo com o exposto. .
Art. i. Fica revogada a ultima parte do art. 7* das posturas
de 2 de maiode 1866, que permiti as referidas arcadas das janel-
las das soleas.
Art. 3. Os terrenos derolutos deveriio ser cercados por muros
de dous metros de altura, os*qua>'s sero prov sorios, tendo de ser
^llorados i altura marcada as posturas, logo que nelles se edi-
fique.
Arl. 4. As casar que seedificarem ou reedificarera e que ti-
verem ao menos seis metros c srssenta centimotros de io, terao um
sag uo de sete metros quadrados polo menos; exceptuam-se as ca-
cm^s de esquina ou as que tiverem varandas ou jmilas no oito.
Art. 3. As esas que tiverem canos no telhado com biqueiras
lirio seus donos obrigados, no prazo de dous annos, a interna-los
as paredes na forma proscripta no art. 19 das posturas de 2 de
maio de 1868.
Art. 6. As casas que j tiverem os canos internados as pare-
des, as despejando as aguas sobre os passeios, sero os proprie-
tarios obrigados a fazerem-nos encaar para debaixo dos mesmos,
no prazo de sessenta dias.
Art. 7.* Em todas as ostras cajas sero os
ados ao cumprimento da disposi^lo' do art. 3'
anas
Art. 8. Os contraventores das disposicoes
denles pagarao a multa de trinta mil res e
feam
Art. 9. A disposico do art 21 da postura approvada pela le
provincial n. 797 Je 22 de inaio do anno passado, fica extensiva s
agnezias do Poco da Panella e Afoga'os, nio com rchendendo as
pavoaces da Casa Forte, Poco da Panella, Caldeireiro, Monteiro,
Apipucos c Afogados.
Art. 10. Ficam revogadas as disposicoes em contrario.
Mando, portanto, todas as autoridades a quem o conhecimen-
tee execucao da presente resolucao perteneer, que a cumpram c
facam cumprir tao inteiraroenie como nella se contm.
O secretario da presidencia desta provincia a faca imprimir, pu-
bfeear e correr. Balado da presidencia de Pernambuco, 13 de julho
de 1871, 30 da independencia e do imperio.
L-. 3. Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella.
Sellada e publicada a presenta resolucao nesta secretaria da
oresidencia de Pernambuco, aos 13 de junho de 1871.
O secretario,
Elias Frederico de Almeida e Albuquerque.
LE N. 1021.
O Dr. Manoel do Nascimenlo Machado Portella. vice-presidentc
da provincia de Pernambuco : Faco saber que a assemblea legisla-
tiva provincial, sob proposta da cmara municipal do Recite, decre-
tan a seguinte postura addicional :
Art. 1." Ficain prohibidos os dobres e repiques de sinos, ex-
cepto os dados polas igrejas em que se celebrar alguma festivida-
ie, n*o excedendo de tres, durante o dia da festa, e com duraco
le cinco minutos cada um, por oecasio de passar o Sanlissimo Sa-
cramento, chamada dos Seis uara a miss> e para acompanhar o
.^aatissimo Viatico, os signaes de meto dia, trindade, oito e nove ho-
ras da noute e de trrjfo ; os infractores pagarao a multa de dea mil
ris o dofer na reincidencH "
Art. i.* Ficam revogadas as disposic5es em contrario.
Mando, j>ortanto, todas as autoridades a quem o conhecimen-
to e execucao da presentcresolucao perteneer, que a cumpram e
iacam cumprir t<, inteiramente como nella se contm.
O secretario da presidencia desta pro incia a faca imprimir,
publicar e correr. Palacio da presidencia de Pernambuco, 13 de
unho de 1871, 30 da independencia e do imperio.
L. S. Dr. Mnoel do Nascimento Machado Portella.
Sellada e publicada a presente resolucao ne^tt secretaria da
presidencia de Peruambuca aos 43 de junho de 1871.
O secretario,
Elias Frederico de Almeida e Albuquerque.
LEl N l'i22.
O Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella, vice-presidente
da provincia de Pernambuco : Fago saber todos os seus habitan-
tes que a assemblea leg slativa provincial, sob proposta da cmara
municipal da villa de Petrolna decretou as seguintes posturas :
CAPITULO I.
Art. 1 A cmara municipal da villa de Petrolina para o boin
desemp-nho de suas altribuicoes, ter os seguintes empregados : 1
secretario, 1 procurador, 1 fiscal n. villa e outro na povoaco da
Boa Vista. 1 porteiro e 1 alinhador.
Art. 2." Todos este- empregados serao de nomeaio da cma-
ra que os poder iemilllr qu.indo nao llie merecerem confianca.
Do secretario.
Arl. 3. Incumbe ao secretario alem das ofaga^oes que Ihe
2o impostas no art. 79 da lei do 1 de outubro de 1828 o se-
guinte :
| i. Escre.ver as actas das sess5es da cmara e l-las para
que pos-am ser approvadas e assignadas pelos vereadores que a
-ellas tiverem assistido.
2* Ler as pciieoes das prtese os documentos que as acom-
panharem.
g 3.* Escrever os despachos ou a-cordios da cmara as ditas
potiedes e nos respectivos Iivros os termos de juramentos, toma-
das de contas e orgauisar os batneos para serem remottidos as-
semblea provincial.
f 4.* Escrever toda correspondencia da cmara e registra-la no
vro para isso desunido.
| 5.* Registrar no livro competente asearlas ou ttulos dos
empreg dos que o devem fazer por lei ou artigo de postura, as-
rim eomo as marcas e signaei de que trata o art. 53 destas pos-
taras
6.* Classiflcar todos os papis do archivo, emmassa-los me-
thodieamente, e f zer o que raais fr necessario para que sejam
bem conservados.
Ai ti 4.' O secretario por qualquer omisso de seus deveres,
era multado ate quantia de 10*000.
Do procurador.
Art. 5.* Alm das obrigaedes marcadas no art. 81 da lei do 1*
de outubro de 1828. compete ao p-cur dor o seguinte :
% !. Fazer todas as despezas que estiverem autorisadas. por Lei
on artigos de posturas, e as que forem determinadas pela c-
mara. ,
% 2.* Promover com toda actividade a arrecadacaq das rendas
municipaes, qualquer que fr a sua natureza, impostos, rendas e
multas, ja empregando os meios pacficos, j os judiciaes, mas es-
tes s terso logar por especial autorisaco da cmara.
8 3. Velar na conservacSo e limpeza do acougue e curral da
tamara, farendo nelfes os reparos que forem necessarios, ficando
sugeito a faze-los sua casta, quando provierem de culpa ou ne-
gligencia sua.
| 4* Apresentar at o lerceiro dia de cada sessao ordina-
ria, snas contas d -vidamente documentadas e escripturadas regu-
larmente, e bem assim cm moeda o saldo que houvor em favor do
cofre, ao qual ser o mesmo saldo recolhido.
%.* Bropr cmara tanto os meios de augmentar suas ren-
das, eomo os de tornar mais fcil e menos dispendiosa a sua arre-
eadaco.
i 6." O procurador responsavel pelos prejuizo que por sua
negligencia der ao rendimento da cmara, e poder ser multade at
204080 por qualquer falta etn que possa incorrer.
Dos fscaes.
Art. 7.* Compete aos ftscaes alm das obrigac5es que lhe sao
impostas no art. 83 da lei de outubro de 1828b seguinte :
| 1.* Visitar diariamente ot acougues e matadouros, botequins,
osas de mercados e quaesquer estabelecimentos que possam n-
treatar salnbridtde publica, afim de providenciarem contra os
alKUOs qne disserem respeito aos objeclos que nelles sao expostos
A renda.
g 2 Impdr multas aos contraventores da* posturas munici-
naes, lavrancio os competentes autos que remetiera inmediatamente
aniara,para qaeesta dopols de approva-las mande arrocada-
lai i el procurador na forma do f* do art S* destas posturas.
V} Fiscalisar os alinhamentos dados pelo alinhador, nao con-
seatiado qae por este deixem de ser observados os pseeeitos syme-
irleoB,>qdoalinhamento provenha prejuizo ao proprietario
f i ?axer wrreioSes dentro da nlla e povoaclo no 4* de cada
em, e Ara deUas no mez de maiode cala anno, afim de verificar
M^io observadas as posturas e deliberaedes da cmara, bem eomo
se esto as estradas devidamente abertas, para o que lhe fornecera a
cmara urna ajuda de custo rasoavel.
5.* Apresentar a cmara as sessoes ordinarias do mez de
Janeiro de cada anno, um relatorio ciscumstanciado era que daro
coma da fiseaHtacfo dos seus respectivos di-trietos e das multas que
tiverem imposto, podendo propdr as medidas qae julgarem c in-
venientes.
Art. 8." A jurisdic?o do fiscal da villa comprehender toda a
freguezia de Petrolina, e a do fiscal da Boa-vista todi a Ireguezia do
mesmo nome.
Art. 9. Serao responsaveis os fiscaes no tempo em que servi-
rem pelos prejuisos occasionados por. sua negligencia, e por qual-
quer infracrao dos seus deveres sero multados at a quantia
de 40*000."
Do porteiro,
Art H; Ao porteiro compete:
S Ter em sua guarda as chaves da cmara.
2. Abrir as portas da mesma as 8 e meia horas da ma-
nha, quando a cmara ti ver de funecionar, e sempre que for pre-
ciso para as audiencias das differentes autoridades, ou para qual-
quer acto nubl co
| 3. Mantcr o aceio c regularidade da casa,
g 4.* Durante as sessoes da cmara dever conservar-se junto
a porta do salo para fallar s partes, receber-lhes as petlcoes e
lhe dar o devido destino.
S.* Cumprir com deligencia as ordens da cmara e as do seu
presidente.
S 6. Acompanhar o Asea', quando este julgar necessario, den-
tro da villa e cumprir o que pelo mesmo lhe for determinado, para
o melhor desempenho dos seus deveres.
7.* Cumprir o^que lhe for ordenado pelo secretario, no que
for relativo ao servido da secretaria e scu expediente.
Art. 11. O porteiro por qualnuer falta de cumprimento de seus
deveres ser multado at a quantia de 3 JCOO.
Do alinhador,
Art. 12. Ao alinhador incumbe :
1.* Alindar, antes que se d comeco, todos os elificios p-
blicos e particulares que na villa se houverem de levantar, em vis-
ta d despacho da cmara e com assistencia do fiscal
g 2." Observare cumprir exactamente os.preceits symetricos
c regulares.
| 3. Declarar ao p do de-pach i o alinhamento dado com a
devida clareza e particularidade.
4 Ind mmsar ao proprietario dos prejuizos qpe soffrer pelo
irregular alinhamento que lhe for dado.
Art. 13. O alinhador por qualquer omisso de cumprimento
dos seus de veres ser multado at a quantia de 41000.
Dos ordenados e emolumentos.
Art. 14. Os ordenados dos empregados da cmara sero mar-
cados annualmente no respectivo ornamento, e alm de seus ordena-
dos tero emolumentos os seguintes empregados :
S 1.* O secretario ter de cada licenca concedida pela cmara
seja qual for o sea objecto 5W) rs.
i 2.* De registrar mareas, signaes e distinctivos, de conformi-
dade com o art. 53 destas posturas 200 rs.
8 3. dem de cada titulo, carta ou provisao 300 rs.
8 4." e quaesquer certidoes que pa. sar receber, de conformi-
dade com o art. 79 da lei do de outubro de 1828, os emolumen-
tos laxados aos escrives.
g 5. O alinhador ter 1*000 por cada propriedadi ou parte de
propriedade que alinhar.
CAPITULO II.
Da construccao das casas,
Art. 15. As que houverem de ediflcar-so dentro da demarcaco
desta villa tero pelo menos 15 palmos de altura, salvo nos lugares
concedidos pela cmara pobreza, nunca as ras principaes:
multa 'de 8*000 ou 8 dias de priso, e de ser demolida a obra a
cusu do dono.
Art. 16. Ninguem ooderi edificar casas cobertas de pama, e
menos raetiucar s existeutes, salto m passarem a ser cobartai. de
telhas, excepto aquellas que a cmara- entender permittir a po-
breza, nunca as ras principaes, multa de 83000 ou 8 dias d pri-
sto e de ser demolida a o)>ra a custa do dono.
Art. 17. Nenhuma pessoa edificar casas nesta villa ebem'assim
levantar muros sem requerer a cmara para esta lhe mandar dar
o alinhamento: multa de 8*000 ou 8 dias de priso, e de ser de-
molida a obra a custa do dono.
Art. 1 <. Todos os donos de casas edificadas dentro desta villa
devero caiar as frentes del/as una vez cada anno, no mez de ju-
nho e conserva-las sempre com aceio: malta de 4*000 ou 4 dias de
priso por cada casa.
Da limpeza das ras.
Art. 19. Os proprietarios e jnquilinos das casas desta villa, sao
obrigados a terem sempre varr tas as testadas de suas habitacSes,
e os moradores de largos e pracas at 40 palmos, em frente de suas
moradas para o centro dos mesmos largos e pracas : multa de 2*
ou 2 dias de priso.
Ant. 20. Ninguem poder lancar lixos e outras quaesquer
immundices as pracas, ras e beccos desta villa, devendo o fiscal
designar lugr.r para taes depsitos : mulla d 2*000 ou 2 dias de
priso.
Art. 21. Tolo aquello quedeijar animaos morios as ras desla
villa soltrer a mulla de 2 000 on 2 dias de priso.
Arl. 22 A mesma inulta ser imposta a aquelle qu vendo ou
sabendo de algum aiiim.il seu morto nos mesmos lugares, nao o (i-
zer immediatamente retirar.
Art. 23. Todo aquello que fizer escavacoes as ras, pracas e
buceos desta vilft, ser obrig^do a entulhar-lfl'os apenas cessar o
motivo, em virtudc do qual tiverem sido feitas, mulla de 4*000 ou
4 dias de priso, e de ser feito o entumo custa do mesmo.
CAPITULO III.
Do tuatadouro e acougue publico.
Art. 24. Nao se poder malar rezes para o consumo publico,
ou mesmo do casas particulares, senao no lugar designado para
matadouro pubh'co, multa do 2*000 ou 2 dias de priso.
Art. 25. Nao se poder matar rezes para o consumo seno de
vespera e sempre das 4 as 6 da tarde, salvo o caso de necessidade,
em que a cmara der licenca para se matar a qualquer hora : mul-
ta de 4*000 ou 4 dias de priso.
Art. 26. Fica prohibido matar-se pa-a o consumo, no mesmo
dia que vem de viajar rezes cansadas ou aperreadas devendo pelo
menos descancarem 24 horas para entrarem no acougue, multa de
4*000 ou 4 dias de priso.
Art. 27. A carne verde, das rezes murtas para o consumo, s
poder ser exnosta venda no acougue publico desta villa, multa
de 4*000 ou 4 dias de priso.
Art 28. A cmara forneceri aos marchantes, balancas, pesos,
cordas e machados necessarios, mediante o imposto de 320 rs por
cada rez, e curral sufficiente onde sejam recolhidas as rz s destina-
das ao consumo ou outras quaesquer, devendo o dono dellas pagar
40 rs. por caneca.
Art. 29. A carne verde exposta a venda que apresentar signaes
do enfermidade ou putrefaeco ser aprehendida pelo fiscal,' quci-
mada ou enterrada e o vendedor multado em 10*000 ou 4 dias de
priso.
Art. 30. Todas as vezes que tiver no acougue desta villa smen-
te urna matolotagem, seu dono nao poder arrobar mais de um
quarto, sem que todos os compradores retalho se satisfacao, mul-
ta de 4*000 oa 4 dias de priso.
Art. 31 Fica prohibido s pessoas que se empregarem no'
enterramento dos corpos humanos cortaran como magarefes car-
nes no acougue, multa de 2*000 ou dous dias de priso.
CAPITULO rv.
Da polica municipal.
Art. 32. Todo aquelle que tirar madeiras destapar cercas ou for
encontrado dentro das rocas cercadas ou quintaes alheios sem li-
cenca dos seus donos, softrer a multa de 4*000 ou 4 dlaa de
priso. .
Art. 33. Toda a pessoa que escrever as paredes de qualquer
edificio ou muro palavras ou quaesquer traeos obscenos, some-
ra a multa de 2*000 ou 2 dias de priso. A mesma pena soffreri
o dono do edificio que dentro de duas horas depois de intimado
pelo fiscal, nao fizer desappareeer as mesmas abscenidades.
Art. 34. Ninguem poder dar tiros dentro da villa ou cacar em
lugares que possa a bala ou chumbo ofrende!1 os moradores : multa
de 2*000 ou 2 dias de priso.
Art. 35. Fica prohibido despirem-se oa lavarem-se quaesquer
individuos que n*o forem menores de 9 annos, no rio em cuja
margem esto coUocadas as casal desta villa : multa de 2*000 ou t
dias de priao. *
Art. 36. Fica prohibido lancar-se ammaes mortos no no den-
tro da demarcaco desta villa : multa de de 2*000 on i dias de
Art. 37. Fica prohibido aos reraeiros e mais individuos que se
empregam no servlco e descarga das embarcacSes o immoral estyto
de andarem completamente despidos, somante farendo aso de um
pequeo saiote : o que assim or encontrado soffrer a malta de
2*000 ou dous das de priso
Art. 36. Ninguem poder expor venda gneros avaro* ou
viciados, nem mandar vender pelas ras algum com meaos fggfc
ttdade do peso legal: motil de 4* on 4 dias de priso.
Art- 31. Toda e qualquer pessoa que impedir, on tentar impe-
dir quatjoer exame dos fiscaes. no exercicio de suas funecoes, ser
multade esa 10* ou 4 dias de priso.
fc APITULO V
Dos pesos e medidas.
Quem otar deairo d'este municipio de pesos e med-
' rem aunnaunente ateridas, soffrer a multa de 3* oa
prohibido era todo o municipio o uso de pesos de
de cuias, bem como as balancas de cuias, com
multa- de 2* ou I dias de priso.
CAPITULO VI.
Dtts estradas.
o* proprietarios d'esle municipio serlo obriga-
Uradas, caminos e travessas nos lugares q ie Ins
pertencer^ntrljendy de largura duas bracas, eonservandoje sem-
pre no mesmo estalo : multa de 10* ou 4 dias de priso por cada
estrada eaplnbo on travs;.
Art 41. Fica considerada estrada real e por isso de utilidade
publim a tova estrato aborta pelo capitn Joao Damasceno Rodri-
gues, de sua azenda Saravilha a sahir na fazenda Prensa e S. Joao
u'este municipio. \
CAPITULO VIL
Davgricullura* crkucao.
Art. 44. Todss os lavradores devero ter as cercas de suas
rocas em bom estado, e cm a necessaria seguranca, de sorte que
embarace a entrada de gauos ou animaos : multa de 10* oa 4 das
de priso
Art. 45. O lavrad >r que maltratar a rez ou animal alheio en-
contrado em sua roca, cercido on tugar destinado plantacao,
sera' mltalo em iH ou 3 das d priso, alm de flear responsa-
vel pelo prejuizo qne der com o raao trato.
Art lfNa.mesma mulla ncorrer e sera responsavel pelos
prejuizos dadas ao lavrador, o dono que tendo aviso de que o seu
animal, rerou criacio, costuma a>rombar cercados ou entrar as
rocas de plantacoes, nio der providencias serias a respeito dentro
de 3 dias. .
Art. 47. Todo aquelle que tocar fogo em terreno alheio de
cultura nade criar, sem licenca ds donos, ou mesmo no seu sem
as rttmmm precisas para evilar o prejuizo de terceiro, soffrer a
mulla de 40* ou 4 dias de priso.
' Art 48. Na mesma pena ncorrer quens tocar fogo em roca-
dos sem as cautellas pncisas para impedir que o fogo se communi-
que s rocas e lugares visinhos.
Art. 4. Ninguem poder* entrar em pastos alheios para cacar
animaos domsticos ou mesmo silvestres? assim como tirar abelhas,
derrubar arvores que sirvam para atnenlacio ou descanco dos
gados, e tirar madeira sb prelexio algen, sem previa licenca dos
donos : malta da 8* on 8 das de priso.
Art. 50. Quando, porm, o dono dotyasto nio quizer dar gu>a
ou licenca para se procurar animaes ou gados no mesmo, poder-
se-ha faze-fi) sem esta, devendo, porem roolher no curral da fa-
zenda para d'ahi conduzir os que lhe perteacerem : exceptua-se no
tempo do tingui. '. .
Art. 51. Todo aquelle que derrubar aagico ou manissona, em
tempo de primeiras aguas, as lateadas de crear, e nao queiraar
as folhas inmediatamente soffrer a multa de 8*000 ou de 8 das
ie priso, alm de ser responsavel pelo prejuizo causado.
Art. 52. Ninguem poder tirar cour>s de gatos alheios, acha-
os mortos, sem licenca dos seus donos: multa de 4* ou 4 das de
priso. a
Art33. Todoa os creadores sero obrigados a registrar na
secretajl da .cmara em livro para Uso destinado, as marcas, fer-
ros, e naes com que usam destinguir seus gados, animaes e
eriatSaTpagando alm do emolumento do 2." do art. 14 o im-
posto d 300 rs. para o cofre municipal, pelas marcas, ferros e
Signaes de cada creador : molla de 4* ou 4 dias do priao.
Art 54. as fazendas, communs ou indivis is Calla consenhor
apar os terrenos e crear ou soltar a quaadade de
, correspondentes ina s ou menos a sua
i das d prlslo. c de sor retirado oa
emolido e casta do "mesmo dono o excedente de gados oa proprie-
daquelle que exorbitar.
Disposicoes'geraes. *_
Art. 53. Nao estando a cmara reunida as leen$as c os ali-
nhamenlos podero ser concedidos pelo presidente e em falta deste
pelo veroador mais votad que se achar na villa.
Arl. 56. Alm do emolumento do 8 5. do art 14 se pagara
por cada alinhamento o imposto de 1*000 rs. para o cofre muni-
cipal.
Art. B7. As multas em que por ventura incorrerem os empre-
gados da 'cmara, somente podero ser impostas por ella, depois de
ouvi-los.' ,
Art. 38. Em qualquer impedimento dos empregados da c-
mara somente a esta competo dar-lhs substitutos, os qiiaes terao
direito a metade do ordenado do eftectivo pelj tempo que ser-
vi rem. .
Mando, portanto, todas as autoridades, a quem o conhecinien-
to e execuqao da presente resolucTio perteneer, que a cesapram e
Jcara cumprir tao inteiramente como nella se contm.
O sec-etario da presidencia desfa provincia a faca imprimir, pu-
blicar e correr. Palaeio da presidencia do Pernambuco, 13 de Junho
de 4871,50 da independencia e do imperio.
L S. Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco aos 43 de junho de 1871.
O secretario,
Elias Frederico de Almeida e Albuquerque.
LEl N. 1023
O Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella, vice-presidente
da provincia de Pernambuco. Faco saber a todos os seus habitan-
tes que a Assemblea Legislativa Provincial, sob prpposta da cmara
municipal da villa do Buique, decretou a* segrales posturas :
P CAPITUL9.I.
Saude publica.
Art. 1. E' prohibido deilar lixos. aguas ptridas, materias fe
caes ou qualquer cousa nociva as ras desta vi la e povoacoes do
municipio; os despejos te taes materias se facam era lugares arre-
dados das habitacoes, ouom cavidades profundas nos quintaes pre-
paradas para tal llm. Os infractores sero multados em 4*000, ou
soffrero 2 dias do priso, se nao tiverem com que*pagar.
Art. 2." as materias ou podridles, de que trata o artigo ante-
cedente, nunc seno despejadas para o lado do acude desta villa,
destinado para agua potavel, e nem para o de qualquer fonte ou
aguada que sirva para algum uso, sob pena de 4*000 de multa ou
2 dias de priso ss nio tiverem com que pagar.
Art. *.*. Ficam prohibidas dentro da villa e povoaces do muni-
cipio salgadeiras e cortumas, devendo os fiscaes designarem lugares
para isso. Os infractores serio multados em 5*000 e oongaaos a
rem aeua potsroi, qualqair objecto que sirva para entulhar, arada mesmo
netos por pequenaTqoe sejam, soffrer a multa de 4*000, se tiver
meio de pagal-a, e se for pessoa miseravel ou escravo 2 das de
nris.0, sendo menor de 14 annos, ser advertido seu yai, tutor, cu-
rador ou qualquer pessoa que o tenha em sua guarda para provi-
denciar e na reincidencia ser multado em 4*000.
/ CAPITULO II.
ArruametUo, elegancia e regularidade exterior dos edificios.
Art. 5. Todaa.es ras que se abrirem nesta *
-
-
-

I
-
.
villa e povoacoes I
tr
prest
_ PEBMMBCO.
XETOTA DIABIA.
G0jSJM)A NACIONAL Par portara da
deacia da pr*v'Mcia, de 11 do correte :
Foram privados dos posto?, por nao terem lira-
do patente no prazo legal, os i fflciaes do 13 bata-
Ihio de infaetaria do municipio de Goyanna : ea-
nitao Lndfero C^vilcrtee ia Canh V teaeotes Manoel Mentor de Gouveia, Jos n>dri-
anss Marqaes da Silva, e Joio Paitlo Ferreira de
Aodraea; alfares Casitano Cavalcaate da Cunta
VasswsMIos e Joio Dias de Araojo.
Faraas HOMia :
Para o 43* bulhio do municipio d>. Goyanna :
teneetw qaartel-asaslre Antonio Rioelro Cam-
do> e eirnrgiio Panlmo Parara de Albuquerque ;
KcoapanaisaWtrw os guardas Joia AMon
Rolrigaa Crrete, AatMo G>acalves de Amo-
rta ; V eompeiieatenate o alfares Loiz Gomes
Cotreist alteres o gasrds Antonio Lerretfs ds:
do municipio tero 80 palmos de largura e as travessas 50, os con-
traventores ficam sugeitos a multa de 15*000 e obrigados a demol-
cid da obra que tentarem edificar contra o disposto neste artigo.
Art. t.* Concluidas as edificacoe, reedificaejs on concertos dos
predios que se edificar m, reedificaran ou construirem nesta villa
e povoacoes do municipio serio caiadas suas frentes e oitoes, pena
de 6*000 de malla.
Art 7.* Todos os predios que se edificaran, resdificarem on
concertaran, ito calcadas de tijollos ou podras com -t palmos de
largura, pena de 6*000 de multa e de serem demolidas.
Art. 8.* As referidas calcadas tero a mesma altura para nao
flear degraos quando o terreno for igual torea sero multados em 5*000 e ficaro sugeitos a deraoHcao.
Art. 9.a Naquelles terrenos, porm que tiverem abaixamentos.
ou elevacffes quo nao admita n calcadas d'uma s e mesma altura
terao ellas as extremidades rampadas.
Os infractores serio multados em 8*000 e obrigados e demo- ]
li-las.
Art. 10 Ninguem poder ter nos predios ferreos rotulas ou
postigos que abram para fra, sob pena de 4*000 de multa e de re-
tira-ios.
CAPITULO III.
Edificacao e alinhamento.
Art. II. Ninguem poder edificar ou- reedificar predios nesla vil-
la e povoacoes do municipio sem que tenha obtido licenca previa da
cmara municipal, pagando por aquella 2*000 pena de 8*000 e de
ser a obra demolida a sua cnsla. *>
Art. 12. Nenhum predio sen edificado sem que esteja em ali-
nhamento dado pato cordeador ; pena de 8*000 de multa e de ser
a obra demolida.
Art 13. Todo aquetle que requerer e obtiver licenca da sama-
ra municipal para edificar ou reedificar predios ser obrigado a
comeca-lo dentro de tres raezes e conclui-lo no praso de 18, sob
pena de 10*000 de mulla e de ser dada a licenca a outro que a re-
queira, no caso de nao comecada a obra.
Ari. 14. Os prasos marcados no artigo antecedente s podero
ser espacados por motivos justos.
- Art 15. Todas as casas terreas que se edificarem nesta villa e
povoacoes do municipio tero pe > menos 16 palmos de altara na
frente, as portas 12 e as janelles 7. Os infractores serio multados
em 12* rs. e ficaro obrigados a demol-las.
Art. 16. Nenhum sobrado ser edificado ou reedificado sem que
seus oitoes sejam dobrados e sobre alicerces de construccao tal
que tenhara torca bastante para sultenta-los, pena de 20* de multa
e obrigados os donos a demoli-los.
CAPITULO TV.
Dos objectos que pjdem ser prejudiciaes ao publico.
Art. 17. Ninguem poder depositar p >s ommal |uer cousa na
villa e povoacoes do munici io que possa causar daino ao publico
ou embaracar o transito, pena de 10* de mult e se nao tiver
com que pagar, 5 dias de priso e obrigado a remove-los.
Art 18. Os que derrubarem arvores ou maltas sobre os ca-
minhos e dentro dos ros srm que as tirem immediatamente, serio
multados em 5* e soffrero dias de priso, se nio tiverem com
que pagar a multa, ou se forem escravos.
Art. 19. E' prohibido soltar buscaps nesla villa e povoacoes
do municipio. O fiscal designara lugar era que isso possa ter lugar,
pena de 4* de multa e 4 dias de priso
Art. 20. Ninguem poder dar tiros nesta villa e povoacoes do
municipio, sob pena de 3* de mult e 3 dias de prisin sendo
noute as penas sero dobradas. .
CAPITULO V.
Sobre casas de negocio e outro estabelecimentos.
Art. 21. Ninguem poder abrir tajas, tabernas, ou outro quahraer
estabelecimenlo conimereial nesta villa e povoaco do municipio
sem licenca da cmara municipal, que ser annualmente; os in-
fractores sero multados -m 8*.
Art 22 Ninguem poder estatWecer olarias para fazer telhas
ou tijollos para nsfirn. sem licenca da cmara municipal, sob
pena de 10* fatu.
Disposicoes diversas.
Art. 23. Ninguem poder maltratar rezes alheias quer com caes
e quer com pancadas ou instrumento perfurante, sob pena de 10*
de mult ou 5 dias de priso, se nao tiverem com que pagar, ou se
for escravo.
Art 24. Ninguem poder prender gado alheio em corral ou
por outro qualquer modo, por mais de 24 horas, salvo para bene-
ficiar ; pena de o* de multa ou qualro dias de priso, se nao tive-
rem com que pagar.
Art 23. Ninguem poder pegar vacca alheia para trar leiie
sem consentimento de seus donos ; pena de H de malta oa cinco
dias de priso, se nao tiver com que pagar.
Art. 26 Ninguem poder pegar animaes alheios para servir-sc
delles, pena de 10* de mult ou oito dias de priso, se nao tiver
com que pagar. ,
Art 27. Ninguem poder cacar com caes ou armas de rogo
as fazendas de criar ; pena de 5* de mulla ou cinco das de pri-
so, se fr pessoa miseravel.
Art. 28. Todo aquelle que tirar estacas, varas ou qualquer pao
de cercas alheias e bem assim corlar sipos das mesmas cercas, sof-
frer a mult do 5* ou cinco dias de priso.
Art. 2>. Todo aquelle que, nao sendo criador vender carne
de revou criaco as (liras e mercados pblicos dever apresentar
ao fiscal, se lhe for exigido, urna guia do respectivo inspector de
qaatteira >, informando de quem houve a carne ser da pessoa que
a venden : pena de 4* de mult.
. Art. 31. Todo aquelle que queimar pasiagem dos campos das
fazendas de criar, sero multados em 20*000 e dez das de
priso. L
Art. 32. Todo aquelle que derrubar arvores, que possam ser-
vir para qualquer construccao, ou que facam sombra nos campos
das fazendas de criar, sera ser para flm til, ser multado em
10*000.
. Art. 33. Ninguem poder conservar caes pegadores de cria-
cao ; pena de l'*000 de multa.
Art 34. Todos aqueiles que criaran de tnnta rezes para ci-
ma, sero obrigados a ter c cimbas ou bebidas para seus animaes,
as quaesn o podorao conservar fechadas.
Art 33. Nio s poder criar cabras na povoaco de Aguas Bel-
las e seus suburbios em distancia de meia legua, e bem assim nos
ps de serra da Communate ; pena da 10* de mult.
CAPITULO VI.
DpiwifJer geraes.
Art. 36. Os fiscaes percebero alm de seu ordenado 20 por
cento das mullas que mpozerem o forem arrecadadas. ....
Art 37. Todas as multas o penas destas posturas serao dupli-
cadas as reincidencia?. .
Art 38. Ficam revogadas as disposicoes em contrario.
Mando, portento, todas as autoridades, a quem o conheci-
mento e execucao da presente resolucao perteneer, que a cumpram
e facam cumprir tao inteiramente como nella se contm.
() secretario da presidencia desta provincia a faca imprimir, pu-
blicar e correr. Palacio da presidencia de Pernambuco, 13 de ju-
nho de 1871, 50 da independencia e do imperio.
L S. Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco aos 13 de junho de 1871.
O secretario,
Elias Frederico de Almeida e Albuquerque.______________
gravemente i Luix, escravo de Pedro Florentino d
Andrade. Tendo .se pesio sm raga, os crirainos -
forara presos pooco depoi;, apezar da grande re-
sistencia qae fiteram reunidos nm fulano Pajc.i
J>o de tal, sahindo ferido levemente nease en -
iontro o inspector de qaarteirao Joaqoim Dagoir-
re Jnior.
PRONUNCIA.Palo delegado do termo de Ps-
pacaea foi pronunciado, aproo incorso as pena*
do artigo 257 do eodgo eftminsl, Manoel Joaqoi;>i
Ferreira.
, GAPTURA.-Pela delegada do termo de Aga*
Preta foi capturado recolhido i respectiva cadei.
Miguel Arenaojo da Costa, criminoso ds tentativ
de raorte no termo, a de homicidio en Paje e*
Flores.
CONFRARIA DfAlVRAENTO. Realisca-:
oo domingo, como no dia anterior nal
nunciaio, a festa d feohora do Livra
pela onrameulacio do templo, em cojo re
pandiam-se milhaess da laxes, pela boa
da msica, orden e rehgioaidade na pro
pelo* sermdes do ianglho e Te Denm, i
aos Rvras.Manoelllo Gomsenorlawr
roa Cootinho, asSidute eom quaalo atoL
ea tribuna sagrada; mas qae, peta boa el K
ci e 4aeQoTvlealo. dar teslsmnaoojle
profbaa s alil foi a edueaci\ qne em "

de Souza Montero, alteres o sargento Manoel Fre
re de Andrade ; 7* compaohiatenante e alferes
Manoel da Costa Manriques de Camino 8 com-
pauhiacapilo o lenle Manoel Corroa de Me
eras, tenenle o alteres Joio Ranulpho Ceiar de
Albuquerque, alfares o sargento Hercalano Bezer-
ra de ateneaes, a o guarda Joio Jos Tavares de
Si.
Para o 48 batalhio do municipio de Cabrob :
lente da 1' compannia o alteres Leovigldo Sos-
rea da Moli Avelina, alfares o sargento Joao Paes
Landim ; alteres da 3*, o sargento Jos Franclseo
Coelho ; capltio da 4" o tenante Lniz Hypolito de
Lima.
HOSPITAL PORTUGUBZ DK BKNEPICBNCIA.
A fest anaiversaria, qne deva lar lagar oo da
17 do correte, foi transferida para um dos do-
mingos do mez de outubro.
CONCURSO.Com o praxo de sessshla dia, con-
tados de 5 do correte, acha-se concurso o pro-
vimento definitivo do offlcio ds eserivio dos feilos
da taxeodanacional, creado pelo artigo 5.* da lei
n. 242 de 29 da novena iro do 1841, vago pelo fal-
li do serventuario Loix Francisco Brrelo
Almeida.
BSPANCAMMNTO B RESISTENCIA.No dia 26
| agosto, no termo ds Papaeaea^kaadino Jos de
ota Anaa o Manosl Joio da S)au, ejpaacaram
?.
no o
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-JULMLIW-in r ym fjjBff ~" ~ ^
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nte di|-
'oreoe e esmero que apresen,
hniu>4p pqr snas gucsesspraa.
na aeha-se por tal,
s morador^ corneja id
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sinario,
-tinelos coi
e Jos< Marques1
unos esi
lio da
4a eonfrai
i de toi
toa, e q
RA DS S. JOAO.-sta
forma chela de lama, q
a aeolir as consesi
m desprendera. CI
de quera competa,
reparar o mal, qtt
SIM! MANTA!
pparecido do da
para as 11 i/ hora1
-oaaaiaa do be
4* a Boa Vi
ligara t jpnpi.
familias (testes Tapar.nn.
qaiso. e a attituae hostil qae conserva, val bem
a pea qae a aaloridade eompeteate faca com qae
sefa verificada especie le-te novo animal.
JtfNnHa A VaPOB.-Triodo desapparecido du"
raats a cute de 10 para amauheccr do di i II,'
fias machas vapor da compaohia Pernam-
cana, qoesegando era costme achava-se fun-
Jhlt%o logar d^ontiMiada Cais r ewriptorio
tfa mesmaompanh a quem d*r informacoes exactas do lug|m ae
ae achar a lancha.
At aqu lera sido ba'dios toios os esforgos
marea'Jojjieia gerencia para verificarlo do des
LOTERA.A aja M acata venda a 407a,
i beneficio da nov* (reja de N. Sra. da Pee ha, a
qual corre no ota 16 do o urente.
CEMITER.IO PUBLIOO.-tObittiario di a II de
Setembro :
Liberato, pafla, P^rtiambuc, 7 metes S. Jos ;
elampsia.
Antonio, eaeravo, pardo, Paranyba, 33 anno?,
vlavn, Roa-Vista ; vario**.
Francisca Maria, branca, Pernamhneo, 20innos,
aolteira, Boa-Vina, MafM PeJroM; lbrculos
pulmonares.
Josepha Maranbi, preta, frica, 73 amos, vio
va. Boa-Vial, neapiral Pedro II; hepatite etiro-
Biea.
Marianno los, pard.a 8 aonos, Boa-Vista, os-
pital Uadro II ; anemia.
Jesulno Alves de Oliveira, pardo, Pernambuco,
25 aBno*. solrenro -lemplevito albuminosa.
Amelia, braea,o?eroiiabnco, 2 ae. S: eo-
qaeiuehe.
Lacio Candido de Crvalbo, braceo, Porrogal,
76 annos, viavu, Sanio Antonio ; alterado orga-
nica.
Francisco Leoreaeo a Silva, braneo. Portngal
12 annos, soltara, S. M ; varila.
1 (BSTORNCtA. DO IXM.
00 TT
A IO*hors fio da, teta* Jo* reoaldbs ua W1
lepoudes MtraaJa -Leal (secretaria), Olite ,
Alvar, fsjtaado .codl caiisa jiar'ipada. os oVs.
Candido Alcoforaco e-Si Leitio, o Exm. er. con
selhero presidente aorio a teaaao.
('KftftNiCA Jl IMrHRR
TIUHIMMH Ri;i.|(lO.
SESSAO ES 11 OE SETEMSn ) DE 1871.
misiDENCiA no Exm. sn. ftwssLHETno caA-am
SANTIAGO.
Secrttttrio Dr. Virgilio Celko.
As 10 horas da maobla presente-* os Srs. desam-
Dargadores Lovnnco Santiago, ATmeida Albaqaer
qae. Dona, Dominguea da Silva, 'Regueira Co-fi
e Frenas H-rarfifans, fallando corh caasa ds Sra l
deeerobargadores Gitirarw, Guerra, procurador da
coroa, e Souzi TJeSo abrto-se a sessso.
Paseados os eitds deram-se os ligamentos -
gnmtes: B
HABEAS C0BP08.
N'garam soltara ao paciente Manoel J aCftrirn
de Smta Anna, a mandara* qtjej jui maoiclp-*!
do Limoeiro desse a rati"o pcf^te nSo fel ap're--
enur o paciedte neste 'triDUhl, como se rhe Orde
nou.
Concedern) ordera ao paeerte Jos FfOTtlscp
Simaos, para sesso de K do crreme, oOvila
aotoridade competente.
APPSLLA58ES CHIMES.
Do jnry de Olwi ia.-Appellaote. Manoel Ferreira
Carneiro ; appel'ada, a ja ilCa.-lrcproeede.nte.
Do jary d 1 luperatr.-- ApprTiame, o linro: ap '
peilado. Manoel Carneiro de Souza. -nrCo.-e-
dento.
D. jary de G'ya"nnhn.ApperTame. o Jiftto
app-llado, Jos Hyglno de Hjllanla Leiis.-A' no--
vo jary.
D> jury de Iiamb.Appellaoi., o .-juij ; ap
peliado, Manoel Joa.juim JaSiNa.A'-uo^ojara/.
BKtlI'.EMOIA CIVIL.
Ao Dr. carador geral:
Dj jaizo municipal do "R-cifr-. Appellantes, Dr..
Joaqain' Antonio Carnero da Cunha Mwauda oj
antros ; appellado, Dr. Manoel de Barros "Sarrteto.
DELIGKNCIA CfUK.
Ao Sr. desembargador promotor da justica :
Do jury de Pe-queira Appeltaon, o jaizo ; ap
peliado, Mmoel Joa ]uii Neto Nogaeira.
PASSAQEMS.
Do Sr. desembargador Loorenco Siirtiago ao Sr.
de^embarg dor AlmeiJi e Albu juerjue :
D) jury de 8.10 C'in'elii}.AppWlante, ) pro
mitir ; appellado, Martiniano J o Vieira.
Do Sr. desembargalor Ai.meida Albuuaerqae ao
Sr. da^embargil r D>rn :
Dj jaizo municipal da Furia I M. Appellanlo,
aaia Marculina de Sampaio h ootra ; appellada,
a cmara municipal. Do jo. n mnnicipal da .Areia.
lApoellantp, M ji^lhdo, Manuel Franjis-;o A vo (tma. Do jiijo
nw*icipal de Seri 'hem. Appliante, o curador
fitI; appellad, Vicenta M'od^ Wanlerley. Di
jury de BDaneiras. -Appeunte, o jtJiio ; apptl-
ra*>, Antonio Pcreira da S-lva.
n.-. Sr. desembarga lor Doria ao Sr. desembar
galor Dominirnes da Silva:
Do juiy d B.naneira.Appellmle. ojuzo; ap-
pellado. Juo Gomes Barbisa. Do jury do Lagoa-
Grande.Appellantes, Jos Alves Pequeo e ou-
iro ; appellada, a juMica.
Dj Sr. desembargador Domingues da Silva a>
>r. desttnbargador Regueira Co^ta :
Do jaizo municipal de Pao d?s Ferros.AppH
laite, Jos Al^an're da Silva ; apoelludo, Joao de
Callea C".-la. Appellaote, MaDoel Leile do Espiri
10 Santo ; appell .do, Manoel de Caluas Costa. D
laiy di Peuedo.Appelbnle, o jnio appellaoo,
l'raaqvilino Jn Carlos M mpaheira.
Do Sr. desemhargador Rugueira Costa ao Sr.
desembargador &an Leao:
Appell^ces eiveis.Appellan'e, Francisco di,
barros e Silv; appellado, Jos Rib'-iro Ribas. Ap-
pellanie, MsoopI Frrreira dos Sanios Noto ; appel-
lado, Zef uno Lipes de Barros. Appellaote, Ma
noel da Costa L'ma ; appillado, Gabriel Arch.nj
Rodrigues de Mello. Appellante, Pedro Gongalv*
da R cna; apnelladas, D Fraocisca Pelicianna Lo-
pes Bastos e outras.
Da Sr. desemb 'g.ador ProiUs Ihoriques ao Sr..
desenihargadur Otliraua :
D jary da F-rtileza.App-llante. l<<6 Sabiivi
Clirislo ; appellada, a juslc<. Do jorv do Pillar
Appl.ante, o jaizo; ap?.-HJ.i, Ji Tavares dos^
Santos.
As feitos :
fULLACOES CHIMES.
B) Jory de Ctruripe Appellante, o juno : ap-
pellad", M.o.il'LiMlspo. ~ j
Do jny Ja Aolwa.Aj.pe lame, o juizi; sppe
lad), M.noel Joao do Nasclraanto ( valgo Joto Bos
mualdo).
SE6TMBIHCA0.
Recurso crirae :
Ao Sr. de-embargador Almerda Albaqoerqae:
Dj i iizo de direu de Mam.-.oguape Roiurfea
i", o juizo ; recomi, Joo Martin* Parreira N
gueira.
APPLLACOES CRIMBS.
' 'xTr'BMd.
ReceiU arrecada Jj no mes da
ai--
** Despeta.
jporlaacia despendida no
j'etorH-
edias|
i req-ie
(reaVvad
il Jalas _
Q da ntMM>)mi>;
ollcaes de 4 a 9.O tribunal mandoa qae se ar-
chivasse. awvWf
OflBcio da mesma janta, accusandjjtjCfasel
memo do tfflcio de 1 do correle, e pedio do qne 0
iriuaaUhe inicua a pro-vi4eawa a-teair mbra
a falta ne execuSo do art. S '* o deereto n.
2733 de 15 de Janeiro le 1861, por parte dos di
rectores ou gerentes das ompaotiias aoon
O tribunal resolved a,ofFse ^avMiV) wwit'
bargalor I-cal sobfe a, 1" parte d'esie offlcio.
O- regHUf da wrespair-inela y&Htii viV
ment escnpCurado atf n. W. ^_-
P.ram a mr+War odfultrs W>W:
Diario e Copiador, d Magalbtoi Bastos. & C .
DiaUode Res Nascrhnto 5; Cvlftb OS t1^uTtaT>"^,l
Muraos Pwieiro,Copiador 4 G?ouia0 J >t duRo*
6SSPACH0S. .
K furnento de Mitua*. de Oiveira Borges.
oflYecento, para ie,ue se junte aos autos de sus
renabittelo corampreial; o decumento por onde
nvwtra haver -ati-foito a Kr; nci-ci loii de Barros
Jnior a importancia do safio d.. letra de qne era
8arador.Como reqoer.
Oe Miguel Ferreira Pinto, pedindo qae se elirni-
e da respertiva mmriula o nmade seeveaiifei-
r Miguel Ferreira de M randa.Comorpede.
D > mesmo, p-dindo qn se Ihe registre a no -
moa;ao que junta, de en raixeiro que tambem
Wh', Seraphim Femlra Pino.N forma pedid.
De Joaqoim da Costa M lia, pedindo certido de
se achar ou nao matriculado o so eaimro Jot-
qnim Jos de Siqueira.D -e a cert m.
nda.
De Jjs Vital de Negreiros, a.oresantivn lo parr.
er admittida a registro, a nomeacao (le ten oai
xeiro Heaieterio Vital de Negreiro.-"'3im.
De Antjnio da Silva Ponte fiimares, para se
Ibo carttfkar quaes eram os seus caixeiros no anno
prximo passado. Certifi jue-se.
De Francisco Maesirali, aoesentando I regislni
a nomeacao de sea eaixeiro Joao B-apti.-ts Ferreira,
e requ rento baht. na ma'ri;ula do ex-eafeclr>>
Candido F deM randa Purjaz.Deferido.
De L'-.dgero Joaquina de Paria- N ive, submei-
tendo a regislw a ana nomeicao de ealx-ro des-
paohante da casa eommercial de Gregorio Paee do
Amaral.l\egiir*-se.
De J -aquim Silvero de Sonza St C. submette.a
do tambem a r gi tro a nomeacao de seu cai
xeiro Joao de Castro Pialo Rioelr >, e p'-din-lo qae
se fafa eliminar dj resp^-tivo registro os nomos
dos ex-eaixeiros Vlc-^Me S Werio de S uza e A
Vctor de Miraos.PTa forma requerida.
De Joflnna Aceioli Dezerra M irelra, vinva de
Joa 1 Gamos M ireira, juntando, para se Ihe mandar
registrar, edpia ds esrrijtura de dissolucao da
isociedade soba firma de M ireira & Primo.Jan-
tee adaplieatada eseriptara anne..
De Amonio Jos dos R-is. A Hipno Marques do*
Cantse Antooi 1 .Mu-Indo d.is Santo, aprosentan-
do as mjdiflcai.-ois que flzorain n) sen contrato
soetal para qao sejam devidamedte ir .inscripta*-no
jompeteole registro.Vista ai Sr. desembargadjr
Msml
De Joaqnim Fcancisoo do Espirito Santo, eomo
eeesion.irio da massa de Mala k Ejpirito S*nt,
rejMlhendi raNa d jregiairo da barca Agattinko.
i|iiebaolonada na Danta fui vendida eu IrinVi
puWieo.A'chive-se,
De Custilio J s Vanea, prjprietsrio do pata
flho nacional Marin Bmilin pWodo fue se Ihe
expeea o c>mpeteaie registro, afi n de agnir o
seu desun.Vista'o-8r. desembargador fiscal.
De Antonio II -arique Ro rigues e Castalio
Franci'co Mtrtiaa, ;ab'melien1s a registro o sej
emirato soeial. Vista ao Sr, desembargador
fiscal.
De Mariano Machado Freir, satisfazeodi o pa-
recer fiscal proferido nos autos de soa rehabilita-
?lo BommeTKtal.funfte h aos alnto.
Rehabiliticio (adiada) 'd Martinhode Oveir*
Horge-.Aliada, por nao estar o tribunal oom-
>pleto
P^r nada mais haver a despachar se ttova o
Exm. Sr eonselheiro presfdnnte de encerrar a
sesso asile meia horas do dia. qual compare-
cen o Sr. desembargador fiscal.
eira L3 de Setemjpo d 137i
iia minhi declaraelo, appireceu
n lo de Ziba preconi.and 1
ncio em ama srJe de artiga
deferencias ae (aziam ao que
mea pequeo escripfn e tambem
'vafQe qae me bavim escapadoub correr
versac,5fli patealares.
Ni) obstante hto, nada pretenda utpooder pir-
que asi por experiencia propria qaadto custa en-
ae atreve a fazer algura rer^ro
i escrejMr
de eatraBTr,
mira a optiio
sendo brliloiro
do Brasa pracorcen es tuerou
da dos divama Koiteelmentes
tea della 0 ajfrctteeia em que st
dizMdoi qde em tasitaf deter
talvex porie so mi -se pm coi-
do Se Zaba.
de anrc* aoe oava, ocevpado
-
^fcamaM^...... giih > 1 1, ^......1......
* gTe de S. EojTp^o Jljple ;mm
'Oivtraat, coa cue tem
oeste
tai
em alltmar o trabalho qae havii emprehenJo,
Acabo de.irjjaeu.f rnosijsi.no livroi
1 fu V.tjdtz cfimit Prrt%*io 1
wffifitoMw
aeaC
.ue as suyer:des4 iaiilacoei
. rteatmdWP^inStemgrir
donaire; *inp'rrtgn,i*n.pnfpr)0jj10 gnf|
si) as que mais avolfain ao livrdleTnTl poder
isMBWoo de Mr taqtimar o iawocedtel olala, ja nao
digo -da mori4d-i briar-se de boMfaeU, mas # rrni* wu easeiieo
ente qae traja 0'r Ble Brasil,vario u mo'her
forte.
Hoawe por tam ltsieso de tRnidtz di so* par-
te ao dar nm ma is tas brueaa, manaes el
antes chamara Tibulmuat, se fura eoisaiaioio
ao di tmpUefl". ^
Sej porm eorao (dr, dea-lhe Mamarab*,
p>rqoeoseliro ama ballissima aoraociodi
buligaas qoe-^eeai da rota ommura, -elegiaca*,
idyuos de iovilittmo seniimentos, e gvande co-
pia de 1/mctHnnltf nwmhaticos, em qae lia mais
moral pratiea de qa* .{.rimeira vista ae potera
Mis a soa vela dominante, nwn charo Vaseoo>
wl.os, decididamente a-smwsw- ; e nesla w-
peeie ole o na iniurirho'eemosira a an, como o
Satyro d'Alienes. O s(e t amvgasta ndam abi
aijrmcar am apo-ta,um i faaer-ios rir Si hy-
ttocrisia, a outra a dar-roa de vagaroho, se n
J r, ti s veae, qaem late ? a provocar o pos-
ta para dor-the mais tm\> 'Quem ;e poder coa-
ter, pir erempK ao Mr "8 PkusVMmtr :
< No dia em qae te vi 1 vez printeira
Cheia d'encant is, fasciando a gente,
Senti qoeos 'oHijs ten.- enchiam logo
Meu coracao d imr.
Qiarlo crescente.
J nossos lacas o llyaiioeu aporta
D > bem que von gs*r mea paito anctia.
Nao mata resista, u I ^por qae de oras ?
Vea ser fetu earmigo.
A la cheia.
Vou dar ara giro : ser i breve.Espera,
Qne Na rae deixa am atomeuto I Quera dia '
Qde ha vas astro ser f
Qinrio laiagaante.
J oo pono atara-la com tal genio.
Nemea tKer metida nesta cova
Uta* tmetr*a.Pji- eoro j sabes :
A io.A1los, ingrt**.
A kia nova. *
E 1 qua<%nM ponderales nos ni j leva a
sea lio*! ZW*(% vida I
rf-
1 E' nossa existencia am Irem
D qaai.o mundo txt Pea a ataoa por vapor,
Por macftiM o -coracao.
Os trilkos 5o as acedea,
E o cMMfaiCfor seiaew;
E me.'roo assim, roaito9^moo'i<,s
N'is d'sua imprevideneia.
:
Ao 3r. desembargador Gitirana
Do jarj
Ao Sr. desembargador Looreneo Sanago:
Dj jary .le Pesqueira. tppeilante, Joao Mm)o
CavaJcante ; appellada, a jusilla
Ao Sr desOrnb.irgador Aimeida Albaioerqn:
poja-y do"Cib.i.Appellante, o prmotor; ap-
paliad i, Manofi da Costa Pimental.
Ao Sr. desembarga lor Doria :
appellad.,,! aoV.e.ra da Silra e outfon. *
Aosr. seittaargadn-Do.niagaes da Silva :
> ji y 4' I--.....
fljKliCO
Ao Sr,
iESSAO JDCIARIA, EM 11 DE SETBRO
BE 1871.
'assrotiwu no nu. sn. awsELHsrao a. r. n-
RKTTI.
Secretario Julio Gutmaraes.
Ao "meto dia decl.arou se aberta a sessao,
siando reunidos os Srs. desembargadores Silva
Guim^raes, Res e Silva e Accloli, e*js Sr. depata-
dos Miranda Leal, Olinto Bastos e Alvaro, faltan-
do com perticipacao o Sr. Candido Alcoforado.
Lida foi approvada a acta da sesso anterior.
Fui lido o oIBcio d* hoje do Sr. desembargador
Gilirana, eommaaieando nao poder aioda compare-
cer para tomar parte no jalgaraen.o do f ito em
ine elle revisor, por coatinuaretn os sen in-
commodos.
O Exm. Sr. conselhelro presidente maniou re-
meiter para o oartorio corapettnte a revista que o
-apremo ir banal de j'isti{a nao tomoa eosheci-
med;q-:entre pirles, recrreme Antonio Jjaquim
Salgado, recorrido Luiz Fonceca de Macedo.
esenvao A'buqu<>rqae reeis'.roo o ultimo pro-
testo de letra a 9 do jrrente" mez sob o n. 2461,
e o Hscrivo Alves de Briu a 5 do dito mez sob o
n. 2388.
accohdXos assignados.
Embargante Joo do Reg Lima, embargado
B^rnirdioo Alves Barbosa ; embargante Antonio
Gomes Pires, embargado Joo de Azevedo Peroira ;
appsllante J0S0 de Azevado Pereira, appellaia 1).
Isabel Bapttsta da Fondea.
JULOAMBfrroS.
Jnizo especial do comnecco: appellante ap-
pellado autor Antonio Luh dos Sants, appellaiiie.
appellado reo Francitco Manoel Carneiro da Cu
ona ; jjmes os Srs. Silva GuiraaVtM, AccIoIl
Omito Basios e M'rada:Leal. Foi confirmada a
senienca appellada i'tn parte e em pale refor-
mada.
Juno especial do eommereio f embarganta ap^d
peliante W, G. Fennely, embargados appellados
Kilsm Tntt.n & (1 ; juizes oa Srs. Aceioli, Silv
bJi uares, Mraada Leal e Alvaro. Foram des
prezados os embargos.
Aupellante D. Peiiciana Maria Olympl, appella
ios os herdeiros ao bacharel Juvencio Alves Ri
beiro da Silva. Adiado a pedido de am dos Srs.
depitid'*.
Ficam sobre a mesa os fetto entre partes, ap i
pliaites os administradores da masa fajhda d
Anomo Jof de F'gaelrdo, appeliide Praoeisco
J > de Oliveira Jum r ; embargante J..!Barb'.sa
deCarvaih), embargado Amonio de Sonia Bra .
O sr. A varo nao apresnt m os feltoa adrados a
seu pedido na ses>\> dt 3* do mez passado. entre
panes, embargante Salvador He Siqaeira C .val
coat, embargado J aqwm Salvador Pessf.-a de Si
irn. Canleanti; appellante jJ4 Gezario d-
ello, appellado Joo da Coi.ha Res.
PASSAGKWS.
Correado alrax da esparaiifi.
On mesmo da amhieao ap*.
Marcha o Irem atgiraas vetas
Oe. mitoeira bem velca.
At que -a o apo
E cesa tido o rumor:
E' qi'eotao detcttr'dkamot
N'umi morada ulterior. >
J
Q .eria aqai commnoicar-lhe os voluptuosos rao
memos qne passe ao ler a aua Grmeleaaia e
Divtrgeneia, o Amor o secuto, as Diiferengai e
tantos repeutes espiriluoeos e eugrwjaojuaiinos, ma
ne 11 o lempo Oem os limites desu carta de jjrnal
o permittem.
Ag ira a parte seria. As suas Despedidas e oj
sea Pobre sao duas elegas leraissuias, que nos
fajera recordar involuntariamente o desterrado do
Poaio : lodos os seus iJylios a Carmencita, o Meu
oolo e as Gompensafoes sao deliciosos de pe fu me
de saudade, mas cima do todo este luxo de
seotimeoto erguem ae celestes e virginaes os seas;
Amre castos, como aquella prola erythra do
seio da romana, de qne nos falla Polybio cora tan
tj entbusiasmo. Em mlnba opinio este o seu
prira iro edoaslro e a primeira horteasia orieota.
la saa mngoiflea jardineira. Derxe-me ao meno-
trnns:rever as ttes ultimas estro^hes do sea coli-
br, laneAdas i rosa branca e puiiea, qae as es'
cata laagaida :
i
I Do Sr. de-embargad r Silva GuIfnarSes ao Sr
He-eo.bargaJor Heis e Silva : appellaote Antonio,
losqunn alicnaio, appellado Antonio P^maudes
Do jury d> Forlaieaa-Appellante, o jaizo ; ap Kainoa de Ulwrira ; apueliaoie Mmoel Ouart^ R
pelhdo, Florencio J,.s da1 Costa. # tugues, app^Ulosos curadjres "flseaes da fallea '
J "ptratriz.-Aup^UaBte, o promotor
-T? ar|a,or "WH' Ct-sia :
ca de AuUnu Jj- flmes.
Do Sr. desembargador Silva GuimarSes ao Sr
teserabargadur Accwli : appeHaMo Antoni-Joi-
qoim do V-.scoocrllUi. appeilados os adoiioi'tra
d,-res da massa fallida de Ju3j Ferreira da CVH
ojares.
............ja qae a meus olbos
Tq mostraste to bella,
Conseote quo eu te ame eter^ameole,
O' flor das bellas flores.
Qie junto ao seio tea compridas horas
Eu passe oin praier,
Ssrvendoo doce mei-qne.tc l goardis
Em extasa dTamor.
Que a par semere de ti, sempre cantando,
Em qaanto viva fres,
Eu passe-os diaa meus; e eau3i javeja
Aos ootro* minha *rte. >
E logo, a lindas lias eslendeodo,
tre-suro'o el srfla
Park o seio da flor, q'i'eoterneciaa
Botwg-w'o eurrlodo.
*
Es abi qaanto aos versos; agora qaanto i ri-
queza da edic 1, nnuca Pernambuco oioiislmitnan-j]
le O elegante e harmnico dos typbs, esplen-
doroso dos caoteiros em qae a ana Della fflcma
emoldaroo leda parsita, ? git* do papel forte)
na edicao reservada, tornara o sea mimoso 1H
vrr. nm Irvro de principe.
Um cavaco apenas puf ultiow. e n u oooseRi <.
Spi qae haver por ah sasceptiveis ooja tpne-ti-
daie ter de resseour-se o orar quando lr *
Tentartos de rapariga, o Arr$peniiiM*U intil,
Se soHbetse esc ter I o sb>etiiiiu o Veno e o re-
verso A ea>ea e a e.a., a rem te boa >
r o sea mthoJo, mas para elo
.qae. dase haver silo orgaoisado pelo autor
"tigoa pablicadas em sea louvor e um nutro
atairaente a historia do Brasil.
Se o Sr. conde Zaba se livease limitado a islo,
loada dira, feado apeiis*esie sen acto o pa-
gamento de ama divida, embora tivesse encapado
aua perspicacia que elogiar assim a trabalho
qae eonfessava ser c ipia do seo, era elogiar-se a
sraiesaaa, que a itagodro i permiiHdo fizar sob
pena de iocorrer ia reprovaco geral.
Maso Sr. Z4*4-6*0 se liaitou a elogiar-se a ai
mesmo, elogiando trabalho de seus amigos, eUe
pasooadldt e*n5);trepid o em conemnar an
tecipadaraenie-um outro trabalho do mesmo g-e-
ro do qual nao tlnna nenbara conhecimento .por-
que nanea fbe fra Alustrado, sera v*r que dm
tal procedimeuto o exporta a ser laxado com ra-
zio de prclpiia"t!b-etnais alguna censa.
Com effeiio, a nao estar o Sr. Zaba persuadido
de qlie, novo Jopftr, produzlo urna obra to com
pletmente oerfeifa que hinguem Ihe pode 'por as
mos sam que ella perca de seu valor, o que se-
ria nma priva de loueura de sua parte, pJe-si
rauito nem dizer qae fra levado a condemnar as-
sim In llraine um trabalho de que na j (ioha ne
ntium conhecimento, ou porque a isto o iadazram,
o que seria prora de levijudade, ou porque dea
paitado do jui o j eaunaciado pelo autor desse
trabalho acerca do sea mstboio, aproveitou a oj-
casiSb pafa tlraf dello Dma pequea vioganca, o
qae pTtfvirla falta de eavalneirisao.
Sja porm como fr, ierra oom qae o S. Zaba
nos dissesse pjrqatrato ten lo na-ciJo na Euro-
pa, toado sido l elueido, e Roto l aprofundado
o sea melando por espa{) de 30 anaos, como de
clarob, nio qniz auaea exp-lo as gran les cipi
laes daqoella parto do mando e velo propaga-lo
no RrasilT
Ser pelo grande amor qae consagra aos li a-
seiros?
Permita o Sr. cdtrde Z iba' que pela miaba par-
te nao creio oslo.
O Sr. conde Ziba nao pode igaorar, porque est
e.-cripto na-escripiara santa, qae niaguem acende
ama eaffda para mell la debalxo do alquetre ;
cOrao pois deixoo Pana, Lmires, Roma, Beriira e
Vieaoa onde ganharia n u z se o seu metbodo iivesse com effeito a importan
ca qae Inculca,.para fir ao Brasil offe/ecer 0-
seus mappas e m% tlvrlatios de provincia em pro
vincia pelo preco de 6x, 5 e ij ?
Sari por veotdfa qee esteja araarteeilo naque!
laa gran de < capiaes a amor pelo estado da birlo
r, a "testemtihlla foi' tempes, a 'mensagulra da
aatiguidaie omojhe chama Cicen?
Nad: -pDTBm rows recotrhecem qae aaia glo
r* (WferMtt2#Ikli e*ntlar ao scalo XIX a
dtatT IWWrrrlljrecer os e-iudo hielorieos.
E sondo isto asstm, com qu favor e edrhuslas
mo oo seria acolbiio o methido miracutoso qae
promete a q latinar flltio de A15o appropriar-se
em 4 00 ?"Ticies Wda a hirorra uaiversal qae
na phrase de S. Gregorio Oe Jlaziaoze a intelug-sn-
cia collcttva da hiraanidade e ama concepcaj di
sabedoria ?
A lmettlg*ncia colleciiva da humaoUIde e orna
I cincepc j da sabedoria, com effeito, porque quero
souber eonvenieotemetite a historia universal S3
ber tudo o que a bumanidade tem pensado e lu-
do o qae etl tem dorado desde o principio do
mondo, e concebera ao mesmo lempo asaba loia
edin qos Deas a dirige e'goveraa puninJj e pre
JKiando aqaelles qae a mereeem ser.
Se pois o es'.ulo da historia na) con diz a este
resultado, iat) se nao nos habilita para saber
o qne a huinanilade ten pen*ado e o modo p r
que Deus dirige e governa punlado a e premeian to
confurra3 os aetos poT ella oraticalos, pie-sa di-
zer qae hsm mal empregafo o terop) que eom
elle se gasta, porque em vez de proluzir em n o
saber como serla paTa desejar, nao prodaz senSn
o charlatanismo do saber, como uiailo bem dsse
o Sr. lis flarante qae o Sr. conde de Zaba deve
eonhecr.
Este sabio historiador Tefrindo-s ao teenlo
XVlll, disse:
ComB^ava-se a ter tao grande Id4a da razio ha-
mana e do ponto de perra! #0 a que ella ha vi a
ehegado que em todas as sortea de scienslas se
procaravam de prefereucia as notn positiva
Nao se dando nlngaera ao trab'ho a'srabr o que
os orros ravism pensado, on deTjaemjdo'haviim"
jalgado dos fados, cada qual qaeria t Ijs sua
llvre disposi^o afim da levantar vobre essa base
am edificio de raciocinio novo. Para apressar o
momento em quo seria permetiido occapar se
qaalqaer desla fualaco era pre;iso reduzT o
mais posstvel o numero das prirastras noc5s e
principalmeote de-poja-las da toda a especi; de
cor particular. E' assim qde as obras hisforiea-
se dessecaram e loroaram-se um amontoado de
factos sem liga^i ou um serte de raeiinmios
abstractos repoasaado subre ama base ias-alli- o
le. Por este m?io tambem a ignorania elra8C)a a
difuadir-se. Com effjito, para bam poaar es l;-
vros e trabalhos d=*s temaos passados, preciso
qae se tenhi por elles algura amor e estrai;
1 preciso que se ache gosto em lodas as toas pirti-
colaridades e qne se tenh 1 coeflanca em seu me-
reeidjento. Qianlo pelo codtrano so" se ba*c.i
a substancia dalles e dsspresa-se a forma, estala
si sem gosto e sem o'dem; cr-se sempre saber
bastaute, persuadid,, como se eS de qae tud 1
intil porque oada jarece agradavel. Phl Ueste
modo que a intruccSo tontiu-se superficial em
Franca; bascou-se sbmentc o charlatanismo do
sdber an de apoiar de um modo apparente a vai-
dude o raciocinio, 11 com este pretendida am-ir
pelos conhecimentos positivos, nunca foi menor a
verdadeira e real erodieao.
Ei* aqu o que o ra -triodo Zaba atenta fazer nj
Brail no scalo XIXI
Sdbsiiiurro saoerWo ehirlataaismo do saber
tal a-sua mNslo, sebr adoptado as escolas pu-;
blicas como alguns pfetenlem.
S'ja-me pefmindwllnda invocar urna oatra au-
tori ta te em favor de Ihinbi opinio.
Trata-se de ura hoaem rospeitavel. de um phi-
loatpho da^rande nomeiada, de um juiz compe
lente ne.*ta materia pois que foi ministro da ia*-
trucfSo publica em Franca, tratando Sr. Consto-'
ineirinro da academia das scieneias moracs e da
academia franceza.
Ers oque elle diz :
*A'moeidile precisa de llvros'fle nmasabedo-
na -profunda e'mesmo nm ponco difflceis para
habitala a latar eratra as diffleuldade* e trna-
la fjfte na arena lo trabalho. Causa d ver met
-'i? ".? 'D*M o* piocos livros resnmidifs, su-
sob o
2S2 P.ra 8^ .piorio, onrie teoho
r *- '4r* Ontinaar >' m-gistratara,
w cojo o govdftn me dwigQoa em abril
proj.mo-flodo a comarca de Caxias, de 2.'
Cuxanci, na provmia do Maraoso.
Ao'detear por essa motivo o escriptorio
lo Exm. Sr. wnjelhjiri) poderia despedir-
films Srs.:
^'*ffi Cdca7de ^ra^PinheiNs
Belarmioo dta Saot
MaOoel'Josoares
i^iiificativi-f co_
["qa fe me trKM, t3oi%)ctMfi funM'as wes
tom qae ae cncfian -de-cofiarif. qutr to
jpxercicio d* prodtslo < Rudos jnritlicoi,
qner em factos da vi la pritada.qvae jojigsei
I iu go metUr eufritio o dew dagra-
dao, testemuabtnrlo tlaallo li itnpMi-
#t o aprego e elevada esthr en qae -fonlio
S. Eic.
tio pfofundaraente Ler de separar-me
o film, cbnselheiro, porqne o contacto e
I intimidada dos -caracieron honesta, 6-das
ioteil gencias vigorosas e [lustradas, sem-
pre proveitoso. E de certo nao se encoa-
trar ro ejercicio da nobre profissio de
advogr ^era mais probidade, nem mais
t o e fnteresss plo direit-i das partes, e
oem (diga-se a verdade toda) m: is iutelli-
gencia, do que no Exm. Sr. cooselheiro
JoSj Sirvcira le S mza t!
Aceite S. Exc. al minlias despedidas,
cont com om amigo dedicado.
R-oife. 8 de setembro de 1871.
Aulonio ioaquim litarque de Nazarelh.
Ros
Todos os solteiroa, aenlo eneirtvgatoa o- films.
tn> c #io'-'* '- isaii'B 1
Tenente coroael Frao:is.-o Caroeirp Machado
Ju-ia*
Dr,
Ale
4
qao.
I 9V"1
COMPASHA DE MEMNAS
a compleu sorpreu qae nos eaozon o cabal
dejempenho das comedias, A C8IADA IMPA6A-
ma1"^!!1 M0RTO MUr>0 E O PHANTAS-
Animalmente a TW^rLlH HCOPAWHOt,
pelos jovens artistas Jalla e Carolina Itiosas e
Olympia, e Luiz de Di-Ginvanni, nos anima a vir
por este jornal, _pedir aos paes dessas esperaneo-
sas enaftc>s o bseqnlo d> nos dar mals aftuos
eapeclacal'js, seodo o primeiro (se for possivelV
no domngo 17 do correte.
Certos de qne mais orna vti tiremos de apre-
ciar o bom e biilo antecipanoa nossos atradeci-
mentes aos Srs. Riosaa e Oe-GievaoBi.
_ Alguna empregados do eommereio.
COMMERCW.
i ta t. \anxm \
BECITAfta R OFKF.nECIMA A JIE QUERIDO PAI
fOWfaVMO DE ANNAMAS. P0B SHA INCON-
SOI.AVEL FILHA T. S. A.
Com lagrimas nos olbos
Com a dor no eoracao,
Vou sapplicar a mea pai
Que techa de mim compaixo.
Oh I mea pai j qne estaes
Mais perto do Hederaptor
Pede a ella qae me ampare
Pelo sea divuo amor.



Oh I meu pai, ]tie estaes no co,
BsjmW 1 vossa lliha,
Rogai na co ao Senhor
Pela iufeliz familia.
A vossa flha Thereza,
Que na Ierra orpha lio aa,
t'eJe a Daus, por mlm, meu pai
Que ao desamparo estoa.
Oh I meu pai que eu tanto amava
E que lo doce me eras,
Hoje me vejo sem ti
Passando tantas miserias.
MfcACA DO HECIFE 1DE SETEMBRO
Dfi 4871.
as 3 1/1 aoBAS da tab.
Mo houve eoue5es.
.1. 6. Stippte,
Preside**
P. .Piada,
sa- Secretario.
ALFANOEGA
Rendiraenlo do da 1 -a 11 .
dem do dia IS.....
79.0915*80
69 >619*871
3.18:785*671
flortntietttff
Volumos entrados com
eom
4a alfftsftQga.
Volames sahidos
com
com
fazendis
gneros
fazenda*
gneros
m
ai
m
'epSlo
DA?
ga-lhes qae o gnero demanda s.m.lhantes librf? 2fW,!l!!m .n!nhu,na .,da Prof?n
nades sempre que o pioceliera por aiissio pa
lar os costnrae*, escarri"ecendo\ Be porm os t es
oa as taes forem de-m f, abfa Mies passagem
re*pimsa, e diga^hes que o"l8tmitrmo noffle
'Marcial. ^
Sea amigo hmren imig 1,
7. &M'gra ^Kfluo.
S C. II de setembro d- le71.
. 'S10 .6 Va era Pac'1 le"iPo tero aprendido
Wirre poderao erer qje sabera alguma cou*a so-
bre o mondo 1-sobre a bumanidade. Nao. seuho-
res, os Oemeos nio se toraam fortes sena o pelos
fortes estudos, e aquel e qae aapira a am bello fu
turu d-ve deixar aos meamos e as raolheres us II
vfossoperneiaea ; T*6nerite com o exercicio
ap-
Ao Sr. deernbargador Sousal>lj
Plladj, F-'lippe da C- Ao 8r -ter.mnbargador Preits H?orfrmas
D > lor leT^qnrtras. appellaotp, o jalro; ap.
filado, Man.*I Juaooim Neto NogtWra.
4o meio dia eneerrou-e a sessao.
AGOOAVO 'maTHOlIBIITO.
Juizo municipal o do eommereio da cidade da
Parahyba do Noria : aggr.vame Antonio RuBoo
le Smza, a^gravada D Thjreta M.na de Jasas.
O Exm. Sr. conselbeiro presidente negoa pro-
vimento.
Eocerroa-sa a sessioji nma'hora Ja larde.
PUBLICACOES A PEDIDO.
O meibodo
talo
virl
de oensojmoio deve a moedade elevar-se a aliu.a
dos destmla, do -secdlo -XrX
Palera, eoodittuar jo era torraos mais claros
v^mjtmmGW9r.,*mtlB lsb*l
Em ofltros irdgos ifrvocarei oniras aatoridades.1
nao tnenoa>epeK#Vels qne is qae terho eltadol
e-conetnlndo-eite. sea-me perm''itid* dirigir ao*
do Sr. conde Zaba pan o f-f nessos coidaaiiTtvin> qo V.i.aire dirigi
aos seas eH> ecolo iprexino paasido
RESUMO D") BAL.4KCET. DA EECF/r\
ji ra ^-aJU^I^l JUaT*1
MEZ DE
histrico univeraal.
i
Tendo sido pablltsada ntsta Diario qa* a 8r.
profesor daiseula mminl ia faur appeaaie'do;
uiethodo do Sr. eoide Z.ba io ettadn di liitirla
patria, fui oirigado n., intuito -doprootiiraail-
qoar locrapafio futura, a es rever aJgQmas paJa-
frm para o dm de raxer patate qoe esto peesa
ftavla reeorrld pnmeira ma ia dito
n asases bata
an da aaarati-
M
E dS^EZA DA CAJIAH WtWGIPtlm.^^l?^,^L1
DO RECIPE, NO JUEZ DE ABJUL ^^^TaT^nTt^
DE 1871. f^osTjaa .t TpoS^
aiEBCieio de 1870 A 4*71. J &2 Jd^r.eoaaVdo.Zala, eajom
Saldo
1870
ReceHo.
do met de bitco pro-
monto
Pessoas que tem de fesrejw Tossa Senbora
da P z da fregaezia dos Allogados, na
anno de 187 .
Juiz por el-'.irao'.
O Illro. Sr. major Belarmno do llego Barros.
J11 iza p'T Heirao
A Esma. Sra. D. Rita Anglica VaoderJey Llns.
Juiz por devocao.
O !llm. Sr. Lew ildo Felippe Santiago.
Juiza por ilcvoco.
A Exma. Sra. D. Francisca Mara da Coneeicao
Reg.
Bserrvao por elelcao.
O Iii.n. Sr. tenente Jai Chry-ostooo de Senoa.
Escriva por eleicao.
A Exma. Sra. D Anna Joaquina Vieira Mello.
Escrivo por devocao.
Olllra. Sr. Manuel Jo* de Oiveira Lima,
Eserivaa por devocao.
A Exraa. Sra. D. Francisoa, esposa do Illm. Sr.
tenente Flix Lias i'.aviieinte.
Jaizes protectores.
Os Illms Srs. :
Monsenhor Joaqann Piolo de Campos.
Coroael Coriulano Velloso da Silveira.
Tenante coronel Francisco Oarneiro Machado Ros
Joator.
Tenente-coroael Manoel Joaqumi do Reg Albn-
querqne.
Tenante-coronel Alexandre Augusto de Frias Vil-
lar.
Vinario Ioaquim Jos le Parias,
'lapitao Antonio Gon^alves de Moraei.
Cap*ti-a Dslflm Luiz Cavalcante Pessa.
francisco Luiz dos Sanio*.
Benami;a da Cunha Trrelo.
Dr. Alvaro chdi Cavaleante.
Jaiz-as protectora3.
As Ex mas. Sras. :
Barooeza do Ligamento.
Baroneza de Nazarelh.
Anna Joaquina 1o Haga Albaqtierqae.
Aon 1 Frauci.-ca Pau'a Lino.
Maria da Penha Piraentel de Torres Biodeira.
Lu7.i1 da Cta Lima.
Canuda Ro>a da Silva Braga.
Lozu Maria dos Santos,
dara ais Nevos Sa.
Tboodira Maria das Merc* Cesar.
J11 iza da Bmd ira.
A lllraa. Sra. D. Mara Carolina Bandeira da Cu-
nha.
Procurador geral.
O I lm. Sr. tenente Jo- Laclo Lias.
Procuradores.
Os IIIras. Sra. :
Capitao Manoel Joaqnira dos Passos.
T nn e Antonio Correa Mata.
Jo51C iry*o-l imo de Albuquerqde.
Augusto Cesr da Cu oha.
Adt lino Iid>-f> J 'i Bapli.-ta Cesar.
Ignacio de Soaza Luo.
(aldino Pereira Tavares.
Vf-iximian Aatuues Tarares.
Manoel Jos Soares.
"atieso nreiro.
O Illm. Sr. Fraaclsea S.mfljs da Silva Mafra.
N- tulliros
-i' nouie.
Os festeiros.
2* oente.
Todos os empregaios pblicos, sendo encarre-
gados os Illms. Sra.:
Camillo Lina Chavea.
M>j r Mmoel fttmes de Si.
ioo Baptista Osar.
31 nonte
Todos os casados, sendo encarregados os Illms.
Srs. :
Augusto Csarda Cnnha.
M-*oo I Games Pereira Guerra.
Tenente Luiz Feipe Cavaloaato de Albaqoerqae.
* noute.
Todos os artistas, sendo eacarregados os Illms.
Srs. :
MaopI Ferreira.
Ignacio Gomes Villsca.
Joo Caocio Justo dos Santos.
Jorge de Paula Pinto.
&' uoate.
------IW
Descarrefam hoje 13 de setembro.
Lagar ivrrte-allemo Europa farnha de trigo.
Brigoe norto-allemo-C/rejvarios gneros.
Barca IngtetaCeliz of Kindizmtre*dorias.
Brigue hollandezMide Hargnreth fannha de
trigo.
Despacha de expartac,ao no dia 11 de
setembro.
Para os portas do exterior.
No patarha americano Atente, para o Canal,
carregaram : Mills Lathan & 10 siseas com
7,061 kilos de algodao.
Na barca francesa S. Louis, para -Liverpool,
carregaram : fotoiMton Pater aT C. t3 sicas com
oi.llo kiios de algodao.
No vap r ingiez Sundk, para Bordoaux, car-
regou : Marcelino J >s Gunralre ia Fonie 130
Jaceos oom I6A0 kilos da assoear braaco, SS1
4Nm eom 87 OH ditos de dita mascavadoKi 1 bar-
riOAi com 77 kilos du-caf em rarogo.
-TffNa barca franceza Pidehtt, para o Havre,
aairegarara : E A Hurle 4 II. IW) coate saceos
salgados cora 1,900 kilos.
Par os porlos do int-ri'or.
.Ka aareaoa Espirdnti- do Sitie, para Ma-
manguape, earreganm : Braga Gomes 1 barrica
com .70 kilos de assucar branco
Na barcaca Tres lrmaos, para Maco, car-
regaram : Praga di ftocha 21 barricas com 1,593
kilo; de'assncar branco, 6 pipas com 1,6*0 liuoe
de agaaraente ; Francisco Pmto de hhgalliles 1
dita enm/'W litros de agnardeMe.
Na'oareaca Boa Bsperanen, pan l Baha,,
carregou : Boaventura Jos Coelho i barro eom
3Si litros de aguntate.
REOEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GER.lES EPERNAMBXO
RendimenKi do dia 1 a II. I8:148l06.'>
dem do dia 13...... 4:273383-
16:42tJ8
CONSULADO PROVINCIAL.
Reodimento do dia 1 a 11.
dem do dia 12. .
23:5.Ojo II
d>7374701
23:338i312
WOVIMENTO DO PORTO.
Ph 12 -
Nao honve entradas e nem sahidae.
ECITAES
O Dr. Pauliao Bodrigaes FernaadfN Chaves, joiz
municipal da 1." vara -desta cidade do Recife,
provincia de Pernambuco e seu leadlo, por
S. M. Imperial e constitucional o Sr. D. Pairo II
a qaem Deus guarde, etc. etc.
Fago saber pelo presente, qne nos termos de
ort. Io do decreto n. 1695 de 15 de setembro do
anno prximo passado, deatro do praso de 90 das.
contados da pablicacao desie edital.reeuber este
juizo propostas por cartas fechadas para arrema-
taco por venda dos eservos srguintes:
Rossria preta, creoala, de idade 30 asa1*, sol-
teira, eom habilidades, ava'iada por 1:000000.
Manoela, tambem preta, creoala, dr *8 aonos de
idade solleira, sem habilidades, avadada |tor.....
1:000X000 os qaaes foram penhoradt por exeen-
cao de D. Anna Machado de Luna Freiie Costa,
contra Thomaz de Fiqneiredo-eos-referidos esera-
vos se achara depositados em podar do depositario
particular Candido Jos da Mirfta.
E pira que conste raandei passar Aprsenle
qae ser publicado pela imprensa e slatado ncw
lugares do costume.
Dado e passado nesta cidade do fUelffl de Per-
nambuco, ao* 9 de set obro de IH?!?'
En, Mmoel Jos da Molla, escripia (tt civtl,
soh*rrev.
Recife, 9 de setembro de 1871.
Paulino Rodrigues Ferwmdes Chotes.
nfiliSf'* a*os no,re intdwnse villa
5-^,*?'lf*PT''*<.^trsote loul-inrs frtil-,
!**2^*rV^ i'H'vattli birtn noos garder.
l>s WlaYtaHaa'qdl'jiennettt l'ttonder.
^?.'Jf.-Coltofo.
Exoairarro d col
lieia jdlto 3e f
sgatele advocar-a
Todos os neg ciantes, seo la eac irrogado i os Illms.
M .noel Jos Soares.
J >s da t'.osta Arauio.
Candido Tneotooio aa Cmara Santiage.
" '4a noate.
Todss as loltoiras, senda eooarfegadas os Illas.
Augosto Cesar da Cunha.
J"rge Je Paula Piulo.
Adelino Iidelooso de Clqneira Aibnquerqae
Justiau Teixeara de M mra.
m T oaWe.
Todos os ciixeiroa, stndo enaarregadosos JJIm
srs. :
Augusto Cabral de Barros.
Jlauoel Jo* P.-reira.
^Venceslao Jos de Barros.
'Firoimo Antonio do O!
Cilirioo
(1 r. a o 110 Jos lavare- oa $u*njvit aos feitos
da ftzruda desta provincia de Pernamboeo, etc.
Fajo ssber aos que o presente editad virem e
d"lie noticia tiverem qae seavaaem coacurso, com
o pra>u de 60 dia, a conlar derla dala .para o pro-
viraento d Q altivo o oiScn de escrivao-doe-feitos da
fcxeoda nacional, creado peb' art. 5 da le n. 24t
de i9 de oovenibro de 1841, o qual Reara vago
i>or fallecimento do re*iiectiveervotituano vitali-
cio Laiz PiaBOisco Brrelo de A.lmeida.
Os prelendentes ao mj-nio -ott^.o devorSo no
referido oraso presentar os >aas -r-qarrimsDtos
competentemente instruidos de cooformidade cem
o art. li do decreto n. 817 de 3o alo agosto de
1851, aviso n. J5 de 30 de dazembio de 1854 e
decreto 0.-4668 de 5 de janelro'd'o crreme
anno.
E pira que ciegue ao conheotemto de lodos
fOHadei pa>sar o prsenle, qae sera lidn e afflxa-
do nos kgares docostumeepuWnadiepiila irapre)i-
?a. Dalo e passado n ta cid*da do 'fc*aife aos 5
doseiombrode 1871. Eu, Lata Jasgosta Ceibo
Cintra, e>crivlo o escrevi.
Abilh Jui Tm

T ifeuoui do.owamarrio
i^Mie ficaoa
rchivadoi

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I

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boleeftlaa neslfcBal ^ftfMMP Jo negocio d
xaatss. 4%SiMpwmeaero* do pait
o, sob Orma
capital d*
Fo, afino?! "do Nasciroento
liooe! > de^raujo, esta-
.sob a Arma de BorfamiqaB
.__ cara d* negnci de mia*:i>8 e
s.ipital de S0:0*J, senlo 12:000*
fiamos de Oflveira b J jaqulra Bap-
fila. e3!ahel-T.Jo3 ne ta ciiade soba Ar-
ma da Jj.-d BM 4 Silva, cara casa da nfrucio de
caro aecca, e, o mjhUU IQ.030J.
Dacompiabu Je seguro martimo,} e terres-
traiPhenli Pdraambucai\i em alga* artigos de
setas estatutos, e o decreta a carta imperial de
appr^vaco daa mJ.nas alteracoes.
fiitrat).
Silva tfacttado e Ivo Daarte
de Sao. M jura, dissolveodo a sociedade que ti
uham sob a firma deaUcjiaJj 4 Moura, caja II-
qaidacao fieoa a carfbTKex -socio Machado.
Di Divago* Teixeira Basio. B.Irairo Gome* de
Oliveira e Jo Teixeira Lita Basto, dissolvent) a
aociedaie que gyrou sob a firma de Domingos Te i
ira Basto 4 C, cuja liq iidi^So tica a cargo do
eic-socio Domingo* T. Basto.
De Maooel da Cunta barbota Ribetro e o cora-
meadador M>aoel de Viscoocellos, dlssolveado a
socielade qae gyroa BL Mac.i, provincia das
Alagoas, sob a firma de Barbosa 4 Vasconcellos,
cujo activo e passivo ca a cargo do ex-socio Vis-
soaceilos.
Deioa>Pddu Rodrigo, Jui-i Mria djs San-
tos Almeida e Antonio B^nrijue Rodrigue?, qae
gyrou s^ a firma 'de ftolrigues Almeida & d,
cuja li<|ui hcaVflca a cargo da nova firma de Ro-
drigues, Almeida Secretaria do tribunal do commercio de Per
oamoaco 11 de se tura oro de 1871.
O otfijial-maior,
_________________ Julio Guiamat'.s
laspecq&o do arsenal" de ma-
rinha
Faz-se pulajico qae a uflilni^a> de p.eritrs exa-
ininaado, na Urira deletttiinaila no rgfemenlo
annexo ao decreto n. 132 de 5 de evereiro
de 1831, o can, machina, .caldeira, apparelho,
maitreaga i, veame, amarras e ancoras do va-
por" uui'un'pg da companhla Pernambucaia d*
navegaba costeira, acuu todos esses objectos em
estado de poder o vapor navegar.
fnspejcio do arseaal de tuarioba de Pernambu-
co 11 de jetembrbde '871.
Francisco Romano Steppla da Silva,
Ipspector.
"Mr
A'. da 25 leste mez o lllra. Sr. Dr. juii do
comtnerei reeebi propota em carta fechada para
a arremalacai por venia a quem ma oflbrecer
sobre a avaliaco de, 000 J. dada ao eteravo Lnit,
crioulo. de dado de' 10 atnon, pouco mais ou me
nos. E ti exposto que n o queira ver, na casa
do Sr. Antonio le Sdoia Braz, na ra da Impera-
triz n. 31.
DOZE DE SETEMBRO.
DOMINGO 17 DO C jUREMG.
Das 4 as 6 l|i horas da lude Je-te da estar
abert ao publico o jardim de palacio, locando al-
ternadamente duas bandas de msica.
A' entrada sd recebera de cada pesoa aqnillo
qae dictar a ua genero-iiade em
Beneficio do Lyc?n de Artes e
Offic:os.
THEATRO
DA
Campo das Prlncozas
Quarta-feira 20 do crrente
Subir scena um lindo e eseolhido espectacn
lo em beneficio da primeira dama
91.1111.1 CINTILLO
O programla ser publicado palos jornaes.
AVISOS MARTIMOS
Companhia americana e brasilci-
ra de paquetes a vapor.
At o dia 15 do correte e esperado de New-
York por S. Thomaz e Para o vapor ame-
ricano South America, o quai depoisda demora do
costante seguir para os portos do sul.
Para frates e passagens, trata-se cora os agen-
Ws Henry Forster 4 C... ra do Commercio l. 8.
COMPAGINA PEHMMHUCAiNA
DS
Savegafo coseira por vapor
Macei, eeealas, Penedo e Aracaj.
O vapor Giqui, comman-
dantc Macedo, seguir para os
portos cima no da 18 do cor-
rente as 5 horas da tarde.
Rcctbe carga at o dia 14,
encon mendas, pa;sagens a di-
olieiro a (rete at as 2 h Tas da tarde do dia da
Mitd : no escriotorh do P >rt do Mattos n li.
y
baha
E
10 DE JANEIRO
Par cues partos acha-se prometo a receber
cargas be n eonhecida barca Clemenlina : quem
ca jifTraa quizer carregar dirija se aos consigna
tar(os Tr.omaz de Ainino Punseca & G. Successo
n>, ra do Vigarto o. 19.
COMPANHIA PEKNAMBUCANA
DE
Wavega^So eostelra por vapor.
Pirahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
CJttjr, GearA, Mandaba Acarsc e
Granja.
, O vapor Ipojuca, com-nan'aB
.~^r. te M >nra, seguir para os por
tos cima no dia\13docorrant
as S horas da tarde. Recebe car
W g at o dia 14, eneommenda.
oassa^eiros e dioheiro a (rete at as S horas d
tarde do dia da sahida : ascriptorio no Forte
Utos a. II
?IHi
RUUf ,nJo dft **nl Pelo illo do
aaclro.
Para^WteMlos portos segu por e>tes dias o
patacho taMMl Mara Emilia, por j ter qaasi
com|!ate O arregarneuto o resto que Ihs falta
reeebe-se por mdica preco a tratar a roa do
?:gAf.i;. 14, primeiro andar, escriptorio de Jos
Lopes Davim.
I tal sHafc- iow krefrididi o aacho portugoaz
$!n'jS!>,iMi}Pn** J^quim teal, por ter
iM drfargiMiaJidhiparK carga a paseag^iro,
^SflPSJflP6.1*081!60168 comuiod*. irata-Je
48, or com o capiiio.
i
-r
LEILOES.
1 "V
i
prximos
.os d" ontubro, a qual ser opptirianaBent
mnun.'itdo. Os membros das camtnhsffe no-
meadas para sollciur da carWaJe pbCT praadas
ou ilutad mi* o \^ #ma^t*m,ji i
rogados a continuar a sita benfica missao, e a ea
viar, a seu laoapa, es ebj(MaV#ia adqaerin
para aerea reUeioaados oo aoadro de-
basar.
Secretaria do Hospiul Portuguez de BfljMifle
ca un Penatubnco 11 de seienrbro de ttJ't

e paos
D8 t !<
Panos, mafarae, ptaM
HOJB;?^
Oaarla-j^",. 13 du correfe* i
* da tard.
Armazl de J jaquin- Jos
caes
mcm^Sbh Pema
O agelft testfft firl lafliol cota e riscc
de quem perteaaar dos objeotos cima aeneiona-
dos, em lotes a rntale, ni dia aeiraa quarla-fei
ra .13 do corrate 1 hora da tarde.
DE
8 vaccaj, 2 garrotes e i garrotnh#, todos
aeoeturaarloi ao patio.
AS 11 HORAS EM POMO.
O agente Pe-tana, far leilo por conta e risco
de quem perleocer, de 8 vaccas, sendo 2 cera'
c/ias e 6 prestes a parir, 2 garrotes, sendo 1 Je
raga torios, e sera-) vendido* em nm oh mais lo-
tes; quarta fera 13 do corrente, slivirai da,
inanharvo Isreo d" Cnrpo Santo.

IIE IEI
A 13 do corrente.
Moateiro, Gregorio & C, f rao leilo, por inter-
vengo do agente Oiiveira, do mais completo .-or-
timento de f-z ndas, toda propr as do mercado, e
que uiti'i > agradar}) aos seu? frejuezes, a quem
per este meto tambem convidara para o mesmo
leilo, qae ter lugar
Hoje.
pela) 10 horas da manhaa, em seu armazem sito
roa do Bom Jesn, oatr'ora da Crnz.
LEILO
DE
JIII1S
Em cd itinu ^ito.
Sendo diverso objectos de brilhantes, relogios e
ooro a prata, adereces, palseiras salvas e colhe-
res de prata e muitos ontros objectos de ouro
Quinta feira 14 do corrente.
O agente Martins far leilo por ordena de Julio
Isac, de todas as camellas vencidas e dadas em
penhor para liquida gao.
A's 11 horas do dia cima na travessa d raa
las Cruzes, n. 2, ca-a de penhores.
DE
Utna borra grande (prova de fog ) 2 cartei-
ras, 1 p'ensa de copiar carias, ronzas,
paos para estiva, 1 balco, re^arlimenlos
e outros objeclos de escriptnrio.
Suia-feira 15 do. corrente.
As O ho*as do dia.
Por intervenco do agente Pinto
, No armazem e Io andar do sobrado da esquina
t* raa da CaVii n. 2\, esqnina do becco Largo
LEILO
Porreo
DE
do gaz,
de ca,as de phosphoros
desembarcadas esta semana.
Sexta-feira 15 do corrent.
O agenta Ptstana.far leilo por conta e risco de
quem pertencer de caixas com plio-phoros do gaz
ebegados esta temana, os quaes sero vendidas
em nm ou mais lotes sem reserva de prec/>, tao dia
exta feira 15 do corrente, pelas 11 horas da ma-
nhaa, no largo da alfaodega.
LEIUO
DE
Urna casa e sitio no M uocolomb, beira da es
(rada passando a ponte, bem plantado de bons co-
queiros, viveiros, e un terreno no mesmo la-
gar com frente para a estrada, e no fundo a estra-
da de ferro de S. Francisco.
Terca-fein 19 do corrente.
AS 10 1|2 HORAS
Por inlervengo do agente Pinto, em feu escrito-
rio raa da Cruz a. 38.
IjfiEIiAO
DO
Sobrado de 3 andares n. 7, da roa de S.
Bom Jess, oolr'ora da Cruz )Racife).
Terca feira 19 djcrrrente.
A'S 11 HORAS DA MANHAA
O sgente Pinto, levar leilo por mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz de oruhlos, reqoerimento das
herdeiros da finada D. Joanoa J. M. Pires F-rrei-
ra o Subrado da raa da Cruz n. 7, o qual sa tor-
na recommeadado peta sua boa localidade. O lei-
lo ser effectuado s 11 horas do da cima no
escriptorio do referido agente, raa da Cruz n. 38
Transferencia
Do leilo de 200 barricas com farinba de
trigo.
Em conseqoeneia de se esperar o vapor do sal,
oio pode ter lugar o mesmo leilo e ser effec-
tuado qaarta-feira 13 db corrente as 11 1,2 ho-
ras em ponto, da manhaa e serlo vendida* pelo
maior preco sem reserva ; no armazam dos Srt.
Tasso Irmaos.
VISOS DIVERSOS
M.RANHI0
Pretende seguir eom muita brevidade o palba
kia a*ei)MrTorra Arlkur, tea paite da"
aaawfameato promato, para, o resto que Ihe '
trata-se com os seos eoaatgaatario Aatonio
da Oiiveira Aievedo & d, ne sea escriptorio ra
da Boas Jsu o. $7
Aluga-sa urna escrava para coziahar sraen,
te em casa de pouca familii: a tratar roa de S.
Joo, casa perto do gazomelro, com duas janellas
de frente e portio de madeira ao lado.
Uompanhia
Santa Thereza.
Os seohorea accionistas podem realisar a oitava
entrada do capital sabseripto, a raz de 10 0,0
no escriptorio do iractor caixa o Exon. Sr. Ba-
rio da Soledade, al o dia 0 do corrate.
Recita 12 a*.ajtaSBl de 1871.
ma pada
ao caes jo
Iratw
ra do Bnrani. 78.

Preia-*# daipii M f
seja de ida* |ua oouaBe
o diario de urna casa : aa
Na noute de 8 da esmnie mea, raubaram do
sitio de minh olaria, a ra do Moflet1. l".'
boas de sssaslbo
meu nome no
ram vendidas
Ihos Eate Qoellos
ou naprr oda el
""i**/ naipajl
-estrtpTO com fiad
alga-se qae fd-
ol Esj Cod-
ender
coenta
Cftd
Precisate de rus criado para comprar a laxa*
mais a (gura ser vico : na ra do Hospieion. 46.
Na ra e preclsa-se de nata ama.
1K1
Precia-se alojar onia ewrava para a str-
v;co de roa : m rt a srfiia do Rosario n. 28.
Precisa-se da ona ama de roea ida-
aa roa estreita do Rosario n. 16.
AMA 4o1:
l' andar, ______"
" Prtefsa-te da doaa attM, aattt par ensl-
r.har e mais servidos atemos de pequea familia:
na ra I nperial n. 1W, pot cima da reflna(o.
JllilUI
Os abaixo assigoados visam ao publico e espe-
cialmente ao corpo d) commercio, que de coramum
accordo dlssolveram a s^cleflade qne gyravanesia
pra^a sob a Arma de Jjaquira Pinto Capa & So-
briuhos, fieando' todo o activo e passivo a cargo
dos socios Joaqun) Piolo Lapa Sobriuho a J s
Sans Lapa, desde o 1 do corrente.
Recfe) de setembrode 1871.
Joaquim Pinto Lapa.
Joaquim Pinto Lapa Sobrinho.
Jos Soares Lapa.
AMA
Precisa-se de urna ama
qne coznha e eognmme
bem, para urna familia
de duas pessoa; : a tra-
tar no largo do Corpo
Sanio n. 4, i* andar.
Cs
Una i"
di fortuna
de llareo n. 27
O abaixo assigoado tendo vendido nos seus.fell-
zes bhetes da lotera do Rio n. 368 o premio de
4:000/ no n. 878, convida ao possuidor a vir re-
ceber, que proraptamenle ser pago, como de
costume.
Hanoel Martins Fiuza.
Precisa se de trabajadores : na refinaco
da ra Direi'a n. 10.
Precisa-se de urna aroapa-
v ra o servido iuterno e extsrno
a. de ama casa de duas pessoas:
oa roa da Oraceicao o. 7.
*,m
O cartono de registro geral das hypolheca
desta comarca traasferio-.se da ro*>, da Penha o. 7
A para a roa 1* de Marco o. 22, oiao da ra do
Crespo.
P\ra passar festa
Aluga-se um sobrado com quintal murado, ca-
cimba, alguraas fructefras, e bastantes :on?modos
para familia, em Olinda no pateo de S, Pedro No-
vo : a tratar na ra Imperial n. 5 A, taberna.
AMA
Precisa se de nma ama para cozt-
nhar : na raa da Palma n. 42.
Ama dw le te
Precisa-se de urna ama era bom leiie
do Pires, sobrado n. 28
Precisase de urna ama que eja boa eogom-
madeira no sobrado n. 28, ra do Piren.
Escola publica.
.Acha-se aberta a matricula da e-cola publica
de IputtBga desde o mez de agotto prximo pas
sado.
O professer publico,
Tertuliano Ernesto de M. Camino.
Sociedade Liberal Uniao Be-
neficente.
Por deliberaoes administraliva sao convidados
os senbores socios para urna reunio familiar,
que ter lugar no dia quarta-teira 13 do corren-
le, as 6 1|2 h'ras da larde, na ele da mesma as-
sociacio, a fin de tratar-se de medidas impertan
tes a bem da eslabilidide e ioteresses scciaes. A
administrado muito conSa na probidade e crite-
rio de seus irmaos qne esta reunio ser a mais
repleta possivel, e que muito int re.-.a a cansa da
huraaoidade, lim limitado da nossa corporaclo.
Secretaria da Sociedade Liberal Uniao Benefl
ce ule era 9 de seteno uro de 1871.
G secretario,
Theophilo Pedro do Rosario.
I
D. Mara Alexandrioa de Carvalbo, avia ao
publico e a seus ioqailinos, que o sen procurador
e nica pessoa habilitada para receber os alo
gueis de suas casas e passar recibos a >s sesmos,
o sen genro o Sr. Joaqiim Pernandes Vianna.
Os credores do casal do tinado Manuel Fran-
cisco Daarte requeiram ao jais da provedoria
dos residuos, eserivo Nunes, o pagamento de saa-
contas e ttulos, jnniando-os, para serem attendi
dos ao respectivo inventario.
Aluga-se urna pequea ca*a no lugar do
Manguinbo, tendo espa{oso terreno cora arvores
de fruclo e lagar para planta de bortafice e ca-
pira : a tratar no raesmo lagar, casa n. t.
_ Preei>a-se fallar com o Sr. Eustaquio Anto-
nio Gomes : no largo do Paraizo n. 14, aricaZem
da estrella.
IMPEfllffl
8* Jalo K tnmoav.
dos proMeataa qa- nMds tem praocenpado
a loa hatiiadaies e dad eccMoalelaaao-
fdrticBlaiaiaau aaJaataterra a na Fran-
~* do qua, aind aa MM, L. Woiewki
modo # notavel disBorao, o qne trata
raaplartaar, aotaoda o e^ibrio
aterrase a bumaaMada, o trabaiba das
aaaanfaeUira.
a ser
a
memos r'1lBlaa1a,> lar'" mais que forzosa-
mente na labstfl b dV Siento servil lera ella
la eonsiderar-sdraUfl m para o futuro dei-
savolvi meato deHSn ras.
(coreando l ____K economista deque
;_\ J-*\ x Precisa-e de urna arafpa
Tk\ W^%l\ 10d servico, para casa de
^P \TOJ m" pouca ramilla
ra das Crioulas n. 28.
2'ES
Alaga-se o 2 e 3* andar do sobrado da me.
do Padre Pleriano, pintados a coneeriados de novo,
tratar na ra Larga do Rosario n. 21
nto do poeta ioglez
do humera par li-
..-.os'aentlmemos re
* esta frtg e delieadas reatoras,
priawira iniei?Ie di Ma prestam
servieos k sociedade.
a o enslno on o labor en qae
.faa alada debis deseas fmeas
**?, deve presidir ni malof eseropnlo sua
(fe, a maior vigilancia e cuidado na tapregu
JnniclD de trope, porque do sen retaliado
wMada aellvidade e a energa das uovaa geta-
* d'asUa as grandes conquistas do futuro e o
suciai.
daVBFainlariorea aa industrias oceopavam-
je mais eom os pr)ductores. Ao seculo XIX cora-
;?*>_>jtorla nSo de melborar o fabrico do?
prodnclotornando-os mais perfeilos e tnais le-
cauivai* todos pelo qoautidade e mdicidada do
preca catil a sarta eUndicia. a.eleucia do
irabiljiff.doJiomein.
Wolevfkj cita a ste rtaM'o as nalavras d-
jladstone, qn, te ama reunio ie operarios in-
glezes, fajando-lUns tanto em seus direitos, como
em seos devere.', di.se : O nosso scula o s-
calo do operario : e,'accre;cepti que esta phrase
nao sahio de bocea sispeila, pois Gladstone nio
pnenle ao numero daquelles que lisoogeam em
m de servir o pevo.
0 hornero e d este modo encarado como beni
primordial da producto do betn; e o nolavel aa-
tor qne nos referimos emende conmoseo que a
liberdade qne elle conqfiMou lira toda a sea for;a
la energa, da alma associada ande do corpo,
da elevaq35 do epirito qtie proporciona o desea
volvimento progressivo da habilidade pessoal.
Poi babeados n'esla alllanja que os legisladores
inglezes comprehendran) que o iDtrnmento acti-
vo, o operario, obedeca a oatras a diversas neces-
idades que as que o partiiba do instrumento
material.
Poi por esle motivo que, se marcaram e regula-
mentaram as horas do trabaiho as manufacturas,
a 3e atienden sobretudo
Dessem a um lempo o ensino"
la escola.
Em 1862, diz anda Woluwki; saneconen-se
aa Inglaterra a prole, a vigilancia penetrou Do
seio das vastas commnnas industziaea. furmadas.
hoje em roda da mach na do vapi.T, dessas vastas
:ommuaa povoadas por miihares (fe*operario?.
A lei de 1802 flxou a idade em que as criaoca-
podiara entrar para as manufacturas e limitou a
laracjio do trsbalho.
[os bem. Esle grave e humanitario problema
qne levuu qua-i raeio scalo a resolver, e preoe-
capou a a Henean de tanto- bomens de estados
eminentes, como foram Roberto Peel Lord Aslhey,
boje Conde de Cbaitsbaago, genro de Palmeislon,
s rnuitos culros, a^signalando umj pagina honrosa
na histona da civilisag.ao moihrns, acfaa-screafi-
'ado, e dando salutares resulladi enire nos na'
fabrica de cigarros de S. Joo N-then hy, da qual
io proprietarios os Srs. Scvza e Novaes.
J livemos occasi;o o anno passado, de escre-
ver alguraas linhas acerca desie imporlacte esta-
belecimen'.o, e luje, depois de nma visita qne fl
eraos ao novo edificio ampliaremos aquella nosso
irabalho.
A casa onde aclu%imenle est eslabelecida a fa-
brica sem duvlda um dos melbores predios da ca-
pital
'Alm das espacias accommodai5s3 interiores
iircmeoie arejad como' eonvera a lio numerosa
ifblaimracao'de pessoa?, o predio exteriormen-
telde nma architeelura simples e elegante, e Oca
) p 'ucas bracas do mar, onde com auxilio de ama
ponte os produelos sao cura facilidade embarcad js
s cooduzidos para os mercades.
Cerca de dnzentos meninos ah recebem o ensi-
ao manual, int- llectual religioso e me ral.
A mais pi rfeita ordem, sem a severidade de orna
rnde disciplina, mas antes aeonseloada pelos pre-
:eitis praticos da autoridade', um aspecto agr-
' lavel a esta afanosa commnna de peqnenos ope-
rarios e e los cidadios.
Em um vasto salo das 7 s 9 horas da tarde
Jepis do Irabalho e do descanso aprendem os me-
ainos os primeiros elementos da leilura da escrip-
ia e da cuntabilidade. Dlssemos primeiros ele-
lenlos porque acreditarais que as noedes rodi-
tnenlaes da escola n o sao outra cuu-a mais que o
instrumento com que mais tarde se deve concluir
3 aperfeicoar a educara.,. Nao custa saber ler o
jssencial e fazer uso discreto e aproveliavel
lesae poderoso motor do nosso aperfeicoamento
ncral.
Depois do trabaiho manual e do ensino da es-
cola depois mesmo de alguraas horas consagradas
o recreio era preciso amenisar com o estudo de
)lguns dos ramos das bellas- res as larefas in-
.'anlis.
Nesie intuito fo creada urna aula de raozca di-
rigida p r hbil prufssur.
Com pouco lempo de exercicio e o ardor pro-
prio da mocidade j algnns dos alumnos tocam
;om verdadeiro adiantamento os instrumentos que
jscolheram, e pode dizer-se que a fabrica tem
boje ama banda de msica sua disposicao, o que
alm de accrescentar urna agradavel prenda
:dncacai dos apnndzes, dispensa dias festivos do
tabelecimeuto, n concurso dos msicos estra-
ahos.
Ora, o gr; nde resullado colhido por este duplo
ystema do ensino manual e simultneamente in-
.eilectual, qu os productos da fabrica de S. Jlo
Je Ntheroby, redobranda de valor pela qual dade
i pertei^o ugraentam tambera a sua procura no
mercado 9 naturalmente os avultados interesses
tes productos.
Establecida assim com os oulros estabeleciraen-
tos do.mesmo genero a luta da concurrencia, qne,
ao dizer de umnotavtl eeonomisia, nao outra
*.oasa mais qae a manif-.-iacjb pralic, a faje
naterjal da liberdade, claro e-t que as condigoes
lo irabalho lvre come^am j a ser assentadas, en-
tre nos em bases sensatas e de censeqnencias pro-
was.
Ligamos um alto apreso s (nativas e aos re-
taliados desta ordem.
O Brasil precisa emprgar todos os seos esfor-
ios a pr. pagan Ja Tuflastrial, no esqoeceodo
>- j aa que a quantidade dos producios cala- re-
Bp'a, s ella se pi lomar ao mesmo lempo
~- iKommendaArel pela sua qualidade, e que esta ;
te obtem coro auxilia eCQcaz dos productores ha-
bis e ntelligentos.
Acreditamos, poi, que os Srs. Sonta a Novaes
prestara nm roportania.flr*vico ao palz e temos
wmpre prazer em mencionar os eslabelecimenlos
lesta Daiuraaa, ou t em referencia a asta fabri
m, como a tdas qoe esliverem fundada* ou se
oodeui tfaqui em dhnle as mesmas cireneov
lancas.
O nice deposito- ne?ta efad no escriptorio
le Dumiugus Alves Matheas, ra da Viga-
rio n. 21.
A. Zaina r.
AilRIOJiHW
ucyg
PAULA CAB029 0101 k C.
ua do lmffer&aol*-4i. O
F.aacisco de Pauta Car Jobo JUIlor d 0a. ania>adoi p& condesceaden-
cia, qoe para mm ellos teva o Sr. r Jaciaiho Soaraa RebsJIo, rjne ba 26 auDos
exerceTsYfiwaw bfiina(jp4Jico, fdziad) sem >r Je snbiJj caaceilo, a
mLfibm Uii-Ha^OR.R)RH HDMEOPATICOd""
?t e protecfo do jllnMrado o respeitavel Boblffo
"""rasil, para o que, u%) se [)oopai4o a dsiatazas aem
r toda as dilficoldaies, eo.n qua4erata delucOT. Il
mcessaaUadata date marvt> uliimo, jigando Br ceaseauja.^1 sea
deratum, tem bof a saiisfa^o de, annuneiando a abertura da su3 tasa,
) amigo d|t hotoeopaibia, que sd ju'gam coippJetaaMnte baaiia iotjara
liT^^r^^^fJWlItipInho de todos us raterea do sen aacarf*.
' s do lea estabelecrmenlofirsm toaosianporados 4a afAda
J & Cm! de Londres, una dos priiaeiro e tTvex o mais co-
o i i redrki estabelecimenio deste genero; as preparaos secunovias
:sar;56:S e diluooja) forata-preparadas com a mais escrupuloso estfero
-as di sciencia e sob a iaimediiti directo e inspec-o do mmo
, cujo nome lignkl'-se desta sorte ao estabelecraento, aaais
segura gaiNH|ie podem offuaaoer os seus proprietario s tesi-Aaa, crfl| os
honraren) cuma sin confiaoci, da cjua no preparo dos medicameaios dB se
pouparSo esforgoajara que sejambem servidas, pois que a aosleridade.cotfte
eoapre aqoeiies toilos os seus deveres e sobretudo o respciio, qm conigra
a sua pr, p.ia reputaco, Ibe nao pernuitiam sacrificar a Vida e seu dientes
ao iiiteresse de tefeeiros. ^-C
Sem pretaailerem os proprietarios depreciar os prodnetos 'dos ofifcos
^ptabelecimentos deste genero, crcem todava podar affirmar ipie uenbum outro (
f excede o seuemsBpe.ioridade, e para que nenhuma duviJahaja a estoresfjto, ^
podra) toda as pessas rj-ie quizerem fo-oacr-se dos saus medicaflentoll. vi-
sitar eexaninar o estaoelciaieiit>, o^dn. alm da b>tCas em glob dos e fe-
ra* de varias capacidades desdo 12 at 10 m.t i '-amentos por pregos razoBis,
^ encontrarfio todo os artigo^ que tornam coaiploto o sorlknento da casaaJiwta
ordem, taes como: excelleutes chocolates, p5i deniifricios, encerado-de araica,
tintara da guaco, ele um lindo vo ume encadeipadojlo -medico do povoori-
gnal doi>r. Mure, tr.duiido peloDr. Silva, Pinto e revisto o augmentado em
3.* ediccao pelo Dr. Antonio de C s ro Lopes.
Esta obra qecontin mais de 500 paginas de-impresso e urna estampa
explicativa dis diversos orglos d) crpo human i umiio^. miis claros livros
deatinados ao ensiao praco do tratamealo de todis as eofertnidades, pois indica,
ni) s os meiicametitos apropriados para cada molestia, como a maneira de
applicar e repetir as dses.
0 prisco d'eila de 105030 pira as pe3s6is, qne comprarem botica
oeste estabeleciBeato, e da ltfKM) para as que comprarem rnente o livro.
Contando pois, com a validsa proteccio d 8 amigos da homepata, con-
cluem o proprietarios o sau anuan:io, diiclarando que se icha adiaceata ao sea
a que as enancas rece- .( LiBORVTRIO o c nsultorio do Sr. De. Jiciolho Soares Reballo, e que se
sino da fabrica e o ensinu encarregam de reeeber e enviar ao meimo Sr. Dr. a toda e qual jae hora o
chamadoi de seus clientes.
V
I
)
)
)
)*H*p^t


oa Capnnga.
I
i lub Domingo 17 haveri sessao extraordinaria ao la
gar do costnrne, aa 11 horas da maaha.
O sacrei. lot.
A: Bast.
familia
O. 98.
Precisa-se de orna ama para
o servico interno de casa "
AMA
a traUr oa raa dos Guarirape
Faruram no di* 10 abatxe aseig.
das 11 h>ras.
lia do 450* e
dita quana
roga se as
soa qne so
par"
ae segada no Wtnt
|a para o Recife, a qu^a-
K) e i*, envoll
rail, de emhrulbo :
lar pe
crianza


A loja dos Arcos da Alvaro Augusto d'Almeida dr C. ra do Crespo n. 20 A acaba
de receber directamente 'guns artigos de moda que pas3a a mencionar.
Riqussimo cortes da vestidos de blonda para casamento.
Dito* de tartaiain bordados seda para casamentas.
CiVl* de seda de bonitos gostos e superior qaalida 'r.
Colxas de seda, 13a, e 13a e seda.
Capeilas com mantas de blcndepara ntiva.
Camisas de esguia) bordadas para uoiva.
Lencos de cambraia de lmho bordados.
Cortinados bordados de dTereotes presos e qua'idades.
Borns de 13a o seda para senhora.
Chapelinas de crpe preto bem e feitadas para luto.
Chapeos enfeitados para menina modelo inteiramente nov \
Mantilbas braseira de fil de seda.
Corles d- cambaia de cor, e brancos bordados.
Cbcbenez d lia e seda.
Tuil da vi y.ige fazenda de gasto, para vestidos.
Crotones de padres novos.
Grav;ia< de mnito gosto para senbora.
Anquinhas de ciina.
Alm de-tes artigos que se vendem por precos razoaveis tem outros que sao verda-
deras pecbincbas como sejam :
Cambraias de cores a 240 e 280 rs. o covado.
Alpacas largas bonitos padres a 500 rs. o covado.
Lencos de esgu5o muito finos a 3# 3(9(500,40000 e 5^000 a duda.
Las de cores a 28) rs. o covado.
Esteiras da India para forro de salas.
*l fMj K'-'iy, &S
'imm
m
m
3
A^N
<.^-
L^lKl F4M.O*
A coaipaoaia lndemnisadora, estaadWcid
oesta praca, toma segaros martimos sobrt
aavios e seus carregameotoa e contra tygt
Maedciod, m ;rc*doru e mobUiaa: m
rol'da Vigirio n. 4, pavnaenia terrao.
Criado
m da ama ama
do lar|o da Anubles
se bem a ara criado de 14 a 13 anuos : a
aa ros da Aurora p, \% in n horas a
\
ERNESTO & LEOPOLDO
N 2 D Ra do Cabug N. 2 D
Acba-se montado de forma tal este estabelecimeoto de joias que pode
vender aos seus numerosos freguezes em grosso e a relamo e por precos
moi resumidos visto que recebe de conta propria a**'todos o? vapores de
Europa. O gosto de desenbo de suas jota a o raiis lindo do paiz das
modas, ouro de lei, brilhantes verdadeiros, (fsmeraldas, robins, perolas,
turquezas, saphiras, coral rosa et. itc. Obraste prata do p rto tanto
para igreja como para servico domestico. Convidamos as Exmas. familias
a vi>tarem o'dito estabelecimeoto lodus os dias at 9 heras da ooite.
VIGOR DO CABELLO
DO CELEBRE E FESTEJADO CHIMICO
ftfllg.
GUARDE PRODIGIO E EMPEWHO DA POCA
N3o ha parta alga asa do corpo de que mais dep .ma da su-t belleza, do que
um cabello borto. Sejam a aossas; (eicoes ligeiras, mas lenhamos o-cabello bonito,
efe-nos eomam rico encanto; pelo contrario, seja o'cabe lo roco e spero, efe que
toda nossa physionomia, por mais ivmpa hi a e ex^retsiva que seja, por si s, esmo-
rece, e assnme om aspecto sea fc)ierse.
Neste sentido desejamos mu respeitosamenie chamar a espinal atteocao- das
deshoras e cavalneiro de bom gosto rara a delicada prep?racao aekaa mencionada.
O \t emprebendidos pelo incansavel chiaico Dr. Ayer, auxiliado por outros profesores emi1
nentes, com o fim de descobrirtm urna ora preparacao para m cabellos, que, sem
canter as propr edades nocivas qua se eocootraia nessas ouiras, qoe mais Urde occa-
sionam a perda dos cabellos, fosse realmente efficaz para conseguir outros eSeilos da
ha muito deeejadoa
O Vigor do Cabello, nao uaoa tintura, nem oontm substancia alguma inju-
riosa. Nao suja as maos, nem a cabeca, e naa a cambnaia maii fina. O Vigor pro-
mette.
Conservar, augmentar e aformosear os cabellos.
Impedir a formatjio da caspa. Evtr e enrar a qaeda dos cabellos, e rattau-
rar a cor natural. Torna os cabellos macioa. sedosos e brilKantes. perfmando-o
com umodor de rara delicadeza. D aova vida aoa orgaos vitaaj de que dependa o
crescimento do casaUa, fctendo-o ct.-scer abundante e vcso. Com o uso qootidLaao
do Wfdr, as calvices seria neatralfeadas, ctw a* glandes capillares to se acam cor-
rompidas.
Senbora e bordaos que antes da idade se vera i-huios de caboUlt brancos, a
que tem perdido a especaaca de ver restituida a sua bailesa natural, etflbeUo orna-
mento, pbysico, .regosijase-b3o quandd vira os eeifcs que pdem conlsagair com o
uso do Nigor. Para os alafias em geral. nio se poder encontrar perfaiaa aats agra-
davel a delicioso' do qae *'Vafea ds .Aybr.
V^ndv^^e era toas as drcgari:8, phftrraacias e
armariithoado muado.
W. R. CASSELS & C. bhasbui
DEPOSITARIOS B AGITES GERAES PAR\ 0 IJT5W0 DO BRASUL.J
Ajo de Janeiro
L


W**
fMiirtini
t^>,
ai.
,k*
,fc
1871
fl'fl!
MDOR

Mano*) Francisco di Sil Novaos, agiente.' o
ebromeodaaor FraedacoaVwwa. aspple da Silva e
Perelra Wanaa A C. Ireaio a sateos de J ie Fna-
eco a Serva Mofaos. hOaattoaa Portaial, coa-
vidam a paaaoai da ana amlaade Oeste
rea ama miase que ae lorao repoa ~
mo m.ndam texar sabbad t da eoi
horas da maosa, irigesimo^jta do
monto, na matrix do Corj^Saiito; airad
desde j ai pessoas qmrasaistiiem a este acto re-
Barros Nato randoa-se da roa da Imperatrit a.
(7, para a-roa Fe riosa o. U, acode pode ser pro-
nrado a qoaiqoer hora do di._______________
Ama de ieite.
*
00.
i

Feliz Ribeiro da Camino, *ffa malaer 0. Uaria
UatMi BodrajoM de CarvaJI eos libo*, rogam
aosseos parales a todos os amigo* de seopre-
sadissimo fllho e irmao, o Dr. Peiii Vbeiro de Car-
Taino o earidoso obsequio dr asmtirem a missa
que por toa alma mandara celebrar na matriz da
Villa do Cabo pelas 10 eras da raanba da sansa-
do 16 do correte, vigsima ooeodiade sea pal-
melo, por cojo servico a religa) gravarlo mais
ou peobor a sua mais intima e corara) considera-
cao.
I!
19 Roa Piimriro de M'.rjo
loja do predio, em qu
19
teem o sou es-
de Mirc/>19
acbam-se agora prvidos do mais
modernas de

Temi renovado completamente a
tabeleciment,
19=A ra Primeiro
cora aquelle asseio e elegancia dnfjave .
esplendido sorlimenlo de fazendaa lin-s e ..
SEDA, LA, LINHO E ALGODAO
todas do nitim gosto, e ontniiam a ter como semp-e, diversos
AR11G0S ESPECIAES DE M CASA
Gai aiilem com l< <1 a
a sin tridade, vender
P' r menos que qual-
qner ouiro, porque
reci-beni m direitura
a maior parte de bus
fazendas.
19 RA 1* DE MARCO 19 i
(\ntiga ra
Crespo).
Chap
ferro
US Uc lo* x w para cobrir casas etc.
Formas para assucar de ferro pntd0 e gaaivanisad.
Arados Americanos psra varz,a e l8dera
Machinas a Vapor d6forcadetrescava)l0g
JI?. ClIaS de descarocar algodSo.
Trilhos de ferropraeDgeDh08elc.
Fogoes americanos
Camas de ierro graude3 e pequeas.
Macacos de estiva
Cofres de ferro l1e Milneea3 e omros.
Papel deombrnlho
Estes artigos vendem-se em
casa ring importadores.
Shaw, Hawkes de C,
n. 4 ba do bosi jbous.
' oth'ora iija.da Chuz )
i??

;.
ROliARU ESPECIAL
1IUME0PATHICA
DE
JOS' AL VES THENORIO & C.
RA ES1REITA DO ROSARIO N 3.
Jos Alves Tbeni'rio, pintis, r em nomeopatbia, ttodo-ge retirado do.
laboratorio huroeopaibic e consultorio de sen ilustre e finado ami* o Dr
S*bi> o O. L. Fmjr, q >e por mullos -nnos eativeram sob sua iiirerc3o, lem-
n estibe ecido sob firma de J-s Alves Th. norio A C, i rna e^tn-iu do
Rosario n. 3, < nde, an ma m pela c o. flanea cun que bonrar m-no os amigos
da boroeopatbia, Ibe ofl rere e ao re eibvel punlic um completo sorti*
ment de oda. as pre aivcoe' b( menpatb cas cotihecidas. recebidas das o ais
a> reditadas ca*as de L ndres e Pars, e indgenas, bem coro ludo qnanto
diz i esperto a bomeopaib a e su* prati a, esperando que nintinueui a hnra-
lo com a mesma conbanc. p*r o qu til se ponpar tsforcos.
PRESOS DAS BOTICAS
*2r


GLBULOS TINTURAS
1 botica de 12 medicamentos 10-S 1 botica de \t m^iicamentos 154
i 24 e 21 A 1 < 24 < 254
1 s 36 ;w 1 c 36 c 404
1 48 " 3M 1 < t 48 a 504
1 0 c 4*i4 1 c c 60 6i>4
1 120 a 7 6 1 < a 1*0 < 1104
v
V -a
S5o oit"s e'sas b .ticas an Si mdfco8r senb re< de engeobo, /az-n-
deir 3, ebefes de familia, <:apnaes (\ navio-, e em geral a todo qaaotos qui-
zerem edicar-8e a pralio* da lieuienp tbia.
M kammt t a\o\'o* pi-l>a preco* da oatras drogaras bem como
cuocotATenELONiBE-1 no maaniiAo tiard oso do doeoU)* em tratainenio
pdu ejrai.ma bora'opatci.

?A
' PTecisa-se de
D. 5.
orna ama
Moeda
Preetsa-sa de ama ama de Ieite qoe leoba bom
leite, prefere-se (em fllho : a tratar na ra d
VHmrto o. 0. 3 andar.___________________
Os abano a-signados participan, ao publico
mb geral e as pessoas com qoem tem transa icdes
m particular, qae o Sr. Antonio Joaqun) de Bri-
to deixon de ser sea caiHeiro. Recite 1* de se-
tambro de 1871.
Tasso Irmao C.
CASA.
Pode ser procurado a ven-
da de bco de Tifrste da ye
dadeiw m*rea 1, O e 00 em
ca& dje S s. Keller & O,: a
ruada Cruz N.(5
K)FIHA
aoga-sa ao nhn. Sr. IfBecio V*m* IdMa,
ririo na cidade de Mazare dMB
tator de vir a rna do imperador a.
aqneUa negocio qoa V. S. se comproasattaa 1
de dezembro prozimo paseado, a ttepoia
oeiro, paaaoB a torereuro a abril, a nal
s por este motivo d de aovo chamado
Um ; pota V. S. ae deve lembrar qoa
e de mais de oito annos, a qoando o
flho se arhava oo ea nesta eidade
Aloga-se d 34 andar dt sobrado da roa Direita
L 36 com eoramodos para grande familia, a chave
jara ver esti na lo|a defroote o. 29, e para tratar
u roa da Cadeia do Recite n. 3. .
{SITIO
Precisa-e de om caixeiro com pratica de
mojoado : a tratar na ra direita n. 14.________
PHOMNM 8 PI,1TI\
& Roa da intperatrlz i
1* ANDAA.
Leoo Chapelio partecipa so rcspeitsvel publico
desta capital, que araba de abrir um novo esta-
belecimento de photgrapbta a roa cima mencio-
nada, tmdo procorado par Indos os ro.eios possi-
veis o melhorameoto e (irrfeicjio em odos os Ira
balhos concernentes a ta* arle. t\ galera diri-
gida por D. Amelia Cbapelin j vantajosamente
cuobecida por raoitai pessoas de tiveram occasiao de >vahar oa seas trabalhos pho-
tograpbicos e as manearas porque se tem dedica-
do para com as familias qoe a tem honrado com
soa fr qaencia.
Os precos dos trabalhos desta photograpbia sao
os mais limitados, como sejam:
Urna dotia de candas 8/000
lela > 61000
Um anjbrotypo em urna linda
caixloha. 2#000
E os maism prnporco.
Leoo Chapelio convida a todos os amantes das
arles a virem visitar mu esUbel^cimeato que se
achara aberlo das 7 horas da maohaa as 6, d
tarde.
I
Aiuga-re om grande sitio e (rente a es lacio
do novo ramal do Arraial para grande famil a
com cncheira, baoheiro e moilos arv redos, c> mo
magueir, jaqufiras etc., aa ladeira dos muro-
do Arraial, e oo mesmo sitio se achara qoem d
informacSes a res-eito da chave : a tratar na roa
do Crespo n. 16, andar.
Afinal ebegoa nova remesa do leite con-
deosado da Saaaa, peio vapor Cognac, e
desde j ficamot esperando pelos seos apre-
ciadores e entendedores deste artig i: vende
Keller C na roa da Cruz n. 55
PRECISvSE
de ama mnlher que eotiuho e eotemme para casa
de pouca famla : oa rna do Cabog n. 9. botica
A oga mu I' andar e os dona rmateos da
casa da rna do Vigari > a 3, proprin para eaerip-
torio e deposito de fazendas por tur grandes acora-
moda9es : a tratar com Manoel Alves Guerra,
pai ou fllho. ________________^^
Attencao
s
ADVOCADO
Dr. Joaqim Correa de A ral'jo
67Roa do Impebadob87
Na ra das Flores d. 33, precia-*e de urna
ama para todo o servico de urna easa de doa>
peStOi S. '
1
Ama le leico
AOS 6:000^000
Esto venda os (lites bllbetes da lotera da
ahia, oa easa feliz do arco da Cohceicio. ioja dt
arive oo Recifn.
Offerece se urna ama para criar, com mui-
bom leite : i tratar na roa do Brom o. 73, dat
9 as I hora da tarde._______________________
Precia se de ama ama forra pa-
ra Doaca familia : -na ios larga de
Rosario n. JO, andar.
AMA
Preeisa-se de orna qoe tenha bas'ante leite e
qae seja sadia : na ra< do Doqae de C-axias, en-
tr'ora rna das rotes n. 21 segundo aodar.
Preci.-a-se de orna ama de meia idadt
para comprar e coziohar : na rna Bell;
lu# -se
o egundo aodar do sobrado o
a tratar oa loja.
38 da rna Nova;
AMA DE LEITE-
Precisase de orna sein fllho, e paga-se bem : a
rna do Vigaiio n. i, 3 aodar, sobrado amarello,
qoasi oa pracst di> C"ru" S-nto._______________
0 ab*ixo a*igo^dii, aotonsado por sua tu
Sra. D. Agnida Seuborinha Pereira, pede lo-
dos que se Jalgarem cred<>res i njesma seohora
p >r Mulos v,nndos ou por vencerem, o otiseoom
de. compareccrerav a ra larga do Rosario n. 10,
Io andar, e i-io no praso de 4 di Recife, 11 d selen.bro de 1871.
Z^oht-rinn a melifa Pinin.
Preci-a so dt uiua o uilifi d-ria wu
eseiava qae engomme bem : no prin
cipio da esirada dns Afl i-. sili-> n. 33.
AMA
Aluya-se,
O sitio na travesea do Caldereiro, fri-goe^
P > da PanePa : tratar na pra?a do V
d'Ko O. 19. botica._____________________<
companhu pernambucana'
D i lugar driotnraaao '.i-iaa onde se achava
fuoiiiada, deapparei-eo urna lancb* a vapor, d*
propriedade desta o mpnhh, na n ut- de 10 p:-r
o ia 11 do crrente : lar algnm esclarpcinipnl leona a boodadH de di
rigir-se ao 'sciptorii da cempanhia, nu eae< da
a-emi lea : cmnaohia grat>fii'ai4 a pessoa qoe
r int rmai.oe exacias, ou descubrir onde a lao
cha se ach'.________________^^______
Fngoinm irtpir.t
Preci?2-?e de ama boa eogommadeirs : na roa
do Imperador n. 57, entrada pi-lo caes do" 22 de
O-ven bro.
CRIADO
Precisa->e de um crimo do boa cou roa do Impirado! n. 57, entrada pelo caes de
de ni'Vfnibr.
\ ^ V
Precia, so de una a mi de
lele pata criar onu mmin-:
nn la-go fi A>-eiiil Quem prensar de uro criado d-.- boa coniuc
la. pai; o scivig.i de rasa, dirija se a rua'Mar-
unet da OlinJa 0.38, a traiar com J> G-mt-s
Leal. _____ _________
*Da-se 1:000$ a premio br- hypoih'ca :
quera preiend-r .unj* a eslacio d> Cal'-eire.ro
a a'lar com oem>resado. que dir quem d.
Precisare uc urna amae-ciava : na ru:i da
Roda n l"", para engnmmar A'og a loj. do obiad o. 3 a rn on
Caes da IViei c> >, com 3 qu^rtog, qaiuial e c-
cirnbi, prej-i no li000 m--n>al: tratar o mes-
m.1 lugar^ oo ra etrei'.a do nosario o. 17, l0
ao. No enit-uho Pi.ro s da couiaica de Natari-th
prt-cisa-so ae urna niuiher capas e de bons os-
lume, qae saina ler, contar e escrever Corn per-
f- ^ao para strvir de nn-fira a aliiomas meoioas :
l'M r ra do Marqotz do Ollnda, escriptorio
de Leal & Irmao.
TRILHS URBANOS
DO
Recife Olinda
e Hebr' b\
Ao* seohores aceiooistas faz-se scieote tjaf os
trab-ih'i? aa assernb'a geralacerca da refirma
dos e.tallos, continuam ni da 16 do enrrenle
pelav 9 bofas da mnhaa, sendo a reoniao no mes-
mo tonar das aoienores.
Recite 13 de s^embbjde 18"1.
O* secretario,
___________ Lou Lopes Csi. lio Brinco.
Aloga-se I' ja do sobradliih da ru da-
Aguas-Verdes o. 85, .traar na ra Nova o. W.
Ia aidar, das 6 as 9 horas das maobaa e A\* 3
as 6 da -tarde : para ver, a nave ae acha no an-
dar de dilo sobradmho.
fcumeuo
rtsi ur.aiiyu
ude
Ou
s
PEL i VERDADEI
.4, Du Birry dAraia
Os abaixo a>sMgiido- otein scieoin a seos fre
aoetes, que p>t. vpor io^f2 lA-P4a r-ceberao
>gun:ia rmea d'e-sa ex eilenie farinha, coj
uso moito re recommenda para as criii^as, i o
oas debis e convalescentes, applicada c. m rec
ohicia vaotagem as conslipav.oes, dirrhea<
uiuea do osioinago. io.-.-e, escurro de savgoe
phthysic ,eu ele Preferida aioda pelo agrada ve
sabor.UniricoH ourra qualquer.
Alma na k de Castilho
para 1872.
Acaba de eVirar d^ e -aeha-<>> j
na livrana eeobomiea a roa -! d*M<
fiante arco de Santo An'vnic
.^MA
nnmero 3.
Na ibesonraria d.s loteiias precisa-se alo-
Sar om moleqne de II a (6 anoos para servici
e casa de familia._________________________
GA8A l)A rOBTIUU
Aob 5:0001
Bilhetes garantidos.
i roa Primeiro de Marco (oatr'ora roa N
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seo* u
atoa bilhBie um qnarto o. 2606 com 3:000*000
qualro qoartos n. 1978 com 8004000, dous Bi-m
n. 2831 com 300J. don- mpios n. 830 com 100.
um qaario n. 2'66 com 100, e oatras sones dt
V'ix e 20 da lotera qae se acaboa de extrahn
i206*), convida aos possailores a virem recebe
oa conformidade do co-tame sem descont algum
Acham-se a venda os bilhetes garantidos o
11.* parle das loteras, a beneficio da nova igre
ja de ossa Seohora da Penha (207*), que se ex-
rahu sexia-feira 15 do correte mez.
PRECOS.
Bilbete inteiro 6*000
Meiobilhele 3*000
Quario 1*500
Em porcio de 100*000 para cima.
Bilhete int-irc 5*5'K)
Sl-io bilhete 2*750
Quarto 1*375
Mnol MstI c-'n*
Os curad, res da massa fallida de Joa Fran-
cisco Borges Perrera rogam aos devedores a'
mesma massa se sirvam de sali-fazer o pagamen-
to de seo- dbitos at o dia 15 do correte mez,
visto depois dessa dala ter-se de proceder a' co-
bran? judicial.
Recife 4 de set?mbrn de 1871.
AMA
de*: na
Precisa-.-o de u>na am< para cata di
pouca familia, prefere-se te m ior ida-
praea da Iniependeocia o. 27 e 29.
Ka iravessa da rna
das tees n, pe- i
ueiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores 1
de ouro, prata e brilia,!- |
tes, seja qual Cor a qoan-
iia. Na mesma casa com- |
pram-se os mesaos me-
e pedras.
*
oaquim Jos Gon*?al-
ves Beitro
Rna do Trapiche n, 5, Io andar.
Sacca por todos os paquete! sobre o banco di
inoo, em Braga, e sobre os segain^g lagares su
'ortngaj :
Lisboa.
Porto.
Valonea.
Guimaraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde. '
Arcos de Val de Vot.
Viaooa do Caslello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
VHIa-Nova de Famolicio
Laraego.
Laoos. I*
Coviihaa.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Baja.
Barcellos.
1 MUDANCA
O bachan-l Amaro Joaqaim Fneeea de j*.
Albnqaerqae, trinsnrio seu -< iptorio J
jp de advngaoa para n casa n. 85 rna do H
^ Dn |uo >ie Caxias, anng do Q .eimado, S
""ele, nos dias olis, neta enc-uirado das *W
0 lo h >ra> d maoha 3 da tarde. ^p>
Attenpao
Acaba do ehegar a esta cr.. g.iri raes-
^arregaiii^^^^Ber tn'da oqnal-
^^Hl" a^kar n^ ^ ''3,a
B^kaVaAuoi ata ue e*
Precisas*
Pede-se aos abaixo declarados lerem a liuaiili
de vir ni ra de Pedro Affooso n. 44 (outr ora i*
Prais) a neg icio de seos interesses.
Antonio Lins de Albunuerque.
Bernardo Cardoso Moreira A C.
Batios & Amorim.
Therencio Albano Ferreira.
Francisco Marques Lemos Ribeiro.
Manuel M> reir de Lemoi Jnior.
Joio Ferreira Carvalbo.
Joo Jos Gomes dos Santos.
Jos Nuoes de Paula.
Joto da S.lva Coimbra.
Francisco Florando da Silva Grillo.
Amonio Lopes chaves.
Antonio de Mello Rodrigues Loureirt
Jos Antonio de Gusmao. .,
Juaquun Antonio de Sonta.
llaaoel Antonio de Sonta Ribeiro.
Alberto Jaeintbo de Sonta.
Joo de So uta Nones Piolo Amorim.
Narciso Jos Fraoci eo ParanbO".
Augusto Jo.- dos Santos Miranda.
Henrique Manoel da Silva.
Jos Hara Gomes Ribeiro.
Joio Antonio de Mallos Abren.
Joo Feroanes de < liveira Gamita:
Antonio de Souta Jnior.
Antonio S>ares Meirelles.
Candido Fujo de Mello.
Joio Valeniim Das Villela.
vos Gabriel Giimes.
Extracto de carne
Do.D-. Ubtaha
Fabrica de pedras brancas na provincia ao Em
Grande do Sai.
Em latas de 2, 4, 8 e 16 nocas. nico deposi-
to em Peroarabneo, na pharmaeia americana da
Ferreira Maia & C. : 4 roa Duque de Calas aa-
mero 57.
alagar om mo>eqne de 12 a 15 annos, on om pre-
to de meia dude, pai a pequeo servico de casa
de pouca amida : a tratar a roa Nova, loja o. 11
Aiiiga-se i or fesia ou -por anno ama casa
terrea em -pipucos : a tratar na roa Sete oe Se-,
tem bro n. 1.
am
v
*
Goimermina da Asaump^i. Vieira de Ananias.
leodo oo dia 15 do correte. 7 horas da ma-
nha de mandar, celebrar algnmas mismas no con
vento do Caimo, por alma do seu sempre chorado
e-pn-o Jos Paulo de Ananias, convida pelo pre-
sente seos pareotes e amigos para asislir> ro este
acto de religi e caridade, e desde ja antecipa os
*ens agrartecmenn s.
B|3JHBB^Hi^HPBBBaBBBBBBBaBBBBajpnUR>
IIML1I.I
Roga-se aos Sr. abaixo e>ignados para qnt
comparecaD traves-a do Carmo o 1, z* aodar.
aflm de ultimaren) os negocios qu nao ign rara:
Beveonto Duarie, morad, r oa Escada.
J. 3> Baptista Alves Monteiro. morador na Es
cada.
Francisco Antonio Cavalcanle, morador em Ga-
melleira.
Manoel Delpbim de Almeida, morador em San-
to A nlo..
Joio Antonio dos Sanie, morador em Santo
Aniac
Antonio Barbrsa Gavalcante, morador no eoge-
nho Boa-vista, do Cabo.
jkBeraariiu i Feneira di Crot, no engenho San-
l Anua, freguezia de Jaboaiu.
Frlipprf Nery da Silva, morador no engechi
Sama Rosa.
Flix Jos Cavalcanle, oo engenho Novo, fregue-
zia de Jaboaio.
Flix Jo.- Cavalcanle Jnior, no engenho Novo,
freguetia de Jboato.
Jo* Francisco da Silva, morador no Brejo no
luniui.
Jos Felippe de Mesquia, no eogeho Maltas,
ir guezia do Cabo.
Jrronymo R .origues, na E"cda.
Agostioh i Lopes da Silva, em Qulpap.
M- noel An^raio da Silva, no eogeuho Boa-vista,
freguesa do Cabo.
J-.s Joaquim di Silva, no Limoeiro.
Praociso Antonio Pinto, morador em Caruii.
Fel.x Cavalcauto de Albuqaerque, morador era
Gainellnra.
Jos Feliciano Portella, morador na liba de
Santo Aleixo.
Iticard Nones (lavalcant?, no engenho Jivun-
da, fregnewa de Jaboalao
Cornado Ferre;a de Barros, morador em Ga-
meiieira,
Joo Alves d" Oliveira, em Una.
J ao Aoolouio Cavaicante, morador em Varze3
de Un,
Migael A. P. .Vuzareih.no engenho Maltas de
Cabo.
F.oiencio J.s Je Oiveira. n Varzea
Aoton.0 Luu Aires, no engenho Boa-vista, fre-
guezia ao Cab".
Franci-co UooIoto Gusmao Lima, no engenh'
Ma.-giicira, fregiifzia de Harreiro-.
Pau..-u-j Fianc..-cu Uastos, morador em Fri di
Una.
Francisco da Rovha Accioli Lins.
J: Ferreira Cavalcanle.
Auoi Avelmo Ptwelra de Sooza.
Caetano Alves da Silva, morador em Gamel-
leira
B'iifanio do Frauda e Mello, no Rrfe.
Eian .'o Briugel de Almeida Guedes.
Joaqaim Loureogo do Barros.
Antonio Cynaco de Morats, moralor em Vea
Ciuz.
tleieodoro Acacio Rangel, em Gumolleira.
Joo Jo- na Co-ta Sa. t s.
Vicente Alex n ir Cavalcanle, no engenho S
Ro'ioe, esta <> de Rioeirio.
Silvioo Rodrigues Cardoso de Barros, morado
na Escada
Antoiiii Goncalves Di s.
Joio Francisco do Reg Barros, morador no
Babo.
CiSA M) (110
A.os 6:0i 050O.
Ullhetea garantidos da pro
?lacla.
Rna do Bavo da
Victoria,
Outr'orarua Nova n. 63 ecasbt
do costume.
O abaixo assignado acaba de veader entra o
tan moito feliz.'* bilhetes a sorte de 100*000 en
em dous qoartos d o 2966, ai era de outras sor
tes menores de 10*000 e *i000 da lotera qu.
se acaboa de extrahir (206), podeodo seus ps-
suidores virem receber, qne promptamento ser
pagos.
O mesma abaixo assignado convida ao raspee
tave publico para virem ao seu esubelecimem
Mmprar os fali7.es bilbetes garantidos, qne na
le xar&de tirar qnalquer premio como prova pe"
uesmos annnncios,
Acbam-se a venda os moito felites bilhetes g.
raotidos la II' pane das loteras em beneficio da
nova igreja de N. S. da Penha, iue sera extrabid
ao dia sexu-teira 15 do cor rento met.
PHECOS.
Inteiro 6*000
tneios 3*000
Quartos 1*500
De lOOffion para c ma.
Inteiro 5*500
Meras 21750
Ouartos 11378
loj.. Joaquim d f>t Le U
Alaga-se o primeiro, segando andares e sofero-
jotio da casa n. 6, cita a roa do Livrameaio :
tratar na loja do mesmn predio.
Superiores cig.iTs do Kio
i neio.
Domingos Alves Malhens, nico agesta cesta
provincia da fabrica imperial oe cigarro* de ft.
Joio de Niiberoby, eftabel jeida no Rio de Janeiro,
tem .-empre. um completo sorlimento dd lodos eo
ci arro-, fuoio pieado e e n latas. Tem ignaimetrte
os afamados cigarros Conde d'En, fetos e >m mag-
nifico papel de palha de milho e fumo superior'
Para guverno de seas freguezes, qae tem estable-
cido depsitos fllaes. as casas dos Sr. Thonuz
Francisco de Salles R sa e Manool de Sonta Cor-
deiro SimSes Jnior, no balrro do Recife, e todo
quanto f.r vendido em oatras casas com a Arma
de S'.nza Novaes & C. sin falsiflcadp.__________
Subloca-se aneiidamei.to & pra-
diii da i na do Mrquez de Olinda a. 23,
com grandes cciumodus pnra qualqr as-
tatielecm.ento cotnm^rcial, lano no pavi-
mento terreo como no andar : a tratar
com A"toi.io Jos Rodrigues de Suaxa, oa
t e-onraiia 'a'i I''^ria->-
FflDlp
BOWMA
'^7
1^!
Vapores pequeos pa des-
ea ro No sino d C fund preci'a-se ie oes ooi-
no de 12 annos pa a en. lar do ,>lguo* amenaes .
quem esliver na circuuflaoria de se pnp', diri-
ja-se ao mesmo sii'o, na -irada de P-u inCama-
ra, ouii' ra de J o de Barro", oa a lypograpbi
nesie j. rnal, a fallar cm o Sr. Ferreira.
0Q00QS>$ && 0@8K
Art oaThOea
0 Os bacare" Jos dos Anjns Vieira de
gt Amorim, e M gnel Bernardo Vieira v
' Amorim tem seu ec.r|ptorio a ra do
w Duque de Caxias n, 35, Ia andar. Sk
Qoem precsar do um menino de 14 annos-
para ca xeiro : pr-care na ra* de Santa Rila No-
va n. -ti, qne achara com qoem iratar

-na do Vigarlo o. 16
Preeisa se d- nina ama pa
i-i ) -'rv;;o 'j un,
casa do RitaUa : uatar na
ama escrava pal)
rana da (ani
H, loj'-
externa de
Veue-se o >itiu Olho de
Vidr.'.
Em Ponte tle Ucha.
E*lo sitio lem um sobrado de am andar a an-
dar terreo, conten, t sallas, 9 quartos. 2 ewasafcaa
com bons fi g5ei e for.no d ferro, e.^te sohrado
circulado de janellas. T-m em separado graade
cochura para cavados, casa para feiior e esera-
vos e bem assim casa para fdzer fariuha enntaens
miste res para tal flm. E-la casa tero na frvwto
iions ranleims para fl >res, com porio i e ferro
pan a estrada do Partiaraeirim, grande fhw ar-
liorisado e tn grando div, r-idade de frncleira?,
grande baixa para papiro, pudendo sustentar por-
cio de vacas leiteiras para as quaes tmbeos teta
commodos de reedhimento.
O- fundos da dita casa o sitio dertam pera a ii-
nha frrea que segu desta eidade para AptptSCos,
e qnes'des que os consenh.res de dito sitio tea>
com os empreileiros de ditos trilhos apenar) i
repoito ao terreno qno elles ora ocennanj^- o c
prpjuitos qun por tr.l rooiivo lem ern-ado,
0 pretendentes p"dem-so dirigir raaf Daten
do Ctxia-, loja n. 43. oa ra do* Aragao, kue
na iu Viscoi'de do Pellas 13. ca
Companhia Alda
DB
seguros martimos estabelfecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000000*000.
Toma seguro de mercadonas o dinneiro i rfieo
naritirao em navios de vella e vapores para das-
ro e fra do Imperio. Ageoei t ra do Gfes-
nercio n 5, escriptorio de Joaqaim Jos Oo-
;alvt> Itpltrin.
AU
DYVET0T
nica ca a ueste genw
I4-Kna Kslreita do Rostrio-M
Compra e vende roupa fet
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
indo qne perten-
HlKlt ** le oiii.i pe.Mia t|li l-llla ha*,
litac* para eitor de ro:;'b\ pn-f-'re e e**en*
i citar >
1
!
' i

\
^
\
j
'
>


D r da Fornaubaie
fii
12 bro
ifc
1871.

I
*
mm. BQWMAN
Engenheiro com v
FUNDICtO
4 RA 1M BKOI *
^ PASSAHDO 0 GHAFARIZ
.,. **** *> enhore de engenho e ootro agricuitorea, e empregadore de ma-
;CMWuio o fiw de OBt visita t seu esttbeteimeirto, par vereai o novo sortimento
completo qoe abi tem; pois sendo tudo rauito mais barato em preco do que jamis te-
ha vendido, est Inda superior em qualidade e fortidao; o que com a iospeccft) pei-
eoal pode-M verificar.
DE ESPECIAL ATTENCO A NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO '
VfiTinrAa a Mn/lQa J)a(rnfl dos mais mudemos systeroas e em
9*ml*t* w ruuo.9 UttgUtt Umaahos conveniente para as di-
versa circumstancias dos senhors propietarios e para descarocar algodo.
lOfiUffiS ift pjinno de todos os tamanhos, as meluores qae aqui
jLos$ Qentaoas pari ttlM$, m$ e vapori
Tazas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
tlflbtPlflmML Para maDd'oca e *'*odSo,l Podando t- dos
VUXU0fIlUS e para sefrar oaadei a (ser movi ios a mo
mfl&fl Pr ,oa' vaPor*
****** de patente, garantida............JcO animae.
LOQaS aS maCnlUaS e pecas e que 8e costuma precisar.
faz qualquer concert de mach0smo, a preco moi resomido.
Fomia.S dA fftITfl ,em as melhores e mais baratas existentes no mer-
CS Uva
P.nPnmmOndqa jDeombese de mandar vir qualquer machiismo voDta
AJUV/umiuouuaB de doa c|ieDte8f |embrandn.|bes a vanUgem de fazerem
toa* compras por intermedio de pessoa entendida, e qae em qaalquernecessidade pode
Ibes prestar auxilio
Arados americanos
1
J nio orna dnnsafqae se precise experimen-
Ur 111 e Rim inteiraaeote ccnhecldo o boa
irand* ?oriiasenlo qoe existe na or Esperance
roa Duqae de Caxias a. 63, (illfa roa do Qnel-
madjo) assim sois sendo qnasi impesslvel diser-e-
er-se o aade amero de objecloa exposlos i vea-
da em dito r itabelecimenlo; etta conienta-se em
mencionar algn i doa objeetoi mais reos, e te-
leirementenovidnde... e aproveita oansejo para
convidar a iodos feralmente e em partienlar ao
bello sexo, para vuuarem-a afim l apre (rera o
goelo e perfeleio de reo objeeioe a par d'usn pre-
go rasoavel, pois ella ae contenta com Maco lucro,
leodo sempre em vistas a vender bai, para tea
der multo, e de-ta (rma oheajar ao la) aje todos
almejam; qae o lacro para saaviaar as adigas
avada..'..
sfl
e instrumentos agrcolas.
EEAifi HOTEL CENTRAL
No oeartro da vneta americana.
No centro do commercio.
O mais peno das va- farreas.
mais peno do embarque no caes 22 de Novembro.
O mais peno dos tbeatrus.
O mais rec-imroendavtl ao amantes do commodo.
O anico que tem no interior casa de baohos.
O nico qua as familias pudem hospedar-se sem recelo do encontrarem-se cora pessoas de
vida saspeiia. '
O anico onde actualmente se acba o roelbor chocolate hespanhol qae se pode tomar a
qualquer ora ; assim como tarobem se vende libra.
O nnico fiaalmente qae offerpee Completa commodidade por ser o mais espacoso do Recife.4
A roa larga do Rosario n. 37
GASA. DA FORTHA
RA i' DI MARCO imfORA 00
CBESPN S3.
ios 2(fc000*000.
O abaixo aar lanado tem sempre exposto i van
la oa felizes btlbetes do Rio de Janeiro, pagaad
iromptamente, como costama, qualquer premio. .
PREC08.
I Inteiro J4JOO0
Meio 11*009. -
Qaarto 6d600u *
ajaaeer Martina Pinta.
_Vk15hYH.91.
Juf Bitodinno, con lija de miauasat,
aviu a todaa ea ot beni fregnaaes que esti
t-rraodo todo pelo ureco, a viau da faieo-
4*. para todos admirar, afaMp* :
Pcaa de fitas bordada mortolo*
">eourM grande e pequeas o
rnai fino qDe ua a yQooe
Cajxaa com 20 qaadaiMoa le papel
Uco, amisade a rff
Pecas de trancado Se sajodao as
mais modernas a
Pras^gg com agua de colonia muita
fina a 400 e
Fraect* can agoa da colonia ver-
dad>ra a 800 rs. e
Co*po branco para baptisados o
Doziu oVCJBcobwto de da
11100
1*500
800
160
800
n
l#5O0
53000
S S ST
S9
SLs
5 2-
-o
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rc
1 2.
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3
Ti
"5
a
I
i
3-a
ti
f i
00
o
3"
o'
as
Ha pouco mais de doa* mezee ama escrava.
sobiramo da algibeira de seo senbor I seduiae de
2004 cada ama, o anal fes a diligencia a llm de
qae a escrava desse conta mesma qnantia, po-
rm at hoje tem aido baldados os e.>forct>s empre-
gados para ease flm, constando agora t*r ella en-
uegue essa qaanlia a nma das sociedades de
emancipacio para ir jamando at se libertar, po-
rm como tal dinheiro nio deve servir para eexe
tiro, por ter sido sobtrahido, tendo ella confessa-
do, sem dizer o qoe fet desse oiobeiro : p> nanto
pede-se s peseoas qae de tal dinheiro souberem
uu tiverem noticia o favor de dareo parte oesta
iyo"graphM que se dir a qaem pertence.
Pn cisa-se de ama ama forra oa escrava,
que engomme bem e eosa: na roa da Aurora
enmata 40_____________________
l.niaiiii'de de N. S. do
**" Bom Parto.
TDomingo 17 tem lagar a eleicio dos faneciona
Ho9 que tem de re^r^m esta irmandade durante
o aono de 1871 a 1872, par. euj i flm sao convi
dados todos os i miau a com areceren no seo
consi'torb as 9 horas da tmobia dodia cima.
O seer tarto,
Domingos-Rauos Barbosa.
Dr. Haoofcl En^dino Rpko Valen.a, me-
dico, ra da Camb* du Carreo n. 21, i*
andar.
Precia-se de nma ama. de leite, paga-se
bem : a tratar na ra Direita n. 0, segundo an-
dar^_________
Jk.nte pi*> eccle&ia-tico em
Peraii.buco.
A directora previsoria &< HuHe Pi Ecclesias-
tico om Pernambuc i, convida a toJos os seus so
ros a enmparecerem n<> consistorio da matriz de
Smt) Antonio, no dia 16 do orrento, as 11 h -ra-
da (naiih.i. pira ah se tratar de negocio) urgm
tes, tnid nt-is me-ma >>iici-da1e.
Secretaria do Munte Pi Ecclesiaslico em Per-
nambuco, 12 do -eteiubr.i de 4871
Pairo Thomnz Coelho Estima.
Secretario.
S5o finalmente chHgal;:s % osta pnfa pela segunda vez as verdaderas nroparacoei
do Dr. Radwat d- C. du New-Yof k.
Depois de alguos anuo*, em que is falsifkacSe de Hamborgo e mesmo de New-
York tiveram entrada nwstn mercado, aprowti>rto-se do bnai merecido cooceito qu<
les remedios baviam aicancadn por seu maravbosos effeitos comeguiram QtrodBB'
ae, illudindo o publico acamo, com urna ruduccio d preco, omlificando o vardadein
ment destas admiraveis prnparaes, imitando a3 verdadeiras; pmta desacreditan
do-a cota se.us nulios eflNUM, lenbrou-se o autor du fazer a di-clwaco abis., e :
lar diplomas aos q ie veo erem os seus legitimo preparados.
Prewia-se o respeiteve publico de que as verdadeiras prepar.i^oes do Dr. Ra-
dwat s se vendera noe depsitos cima declara ios e trazem um roiulp igual ao dest*
annuQok).
Nos ab.xo assigoados declaramos e certificamos, qae os Sra Raymundo Carlos Le
le dr fe-mSo, da cidade do Rio de Janeiro, m tmperio d Brasil, sao os nossos ageniei
geraf.s, pela veada de nossos remedios, tatito no dito imperio orno oo n-inode P-.no
gal. Noticiamos ao puboco, qua nao se podem obter da remedios do Dr. Radwat 4C
(e que s3o preparados u< laboratorio do tuesmi doutor na cidade de HVbi Yurk ooi
Estados-Unido*), senio das pesa as qn' podem prd-izr a presante cerlifictao e ;-tte*
Uc*oe que a prodiizem, subscripta e assign^.la do Dr Radwat \). e dos Srs Raj
ajamas Carlos Leite 4 rnaio como a>i pe. Todos e oaria um du remedio do Dr. Ra-
dwat & C. s3o acompaobados de cdulas semelbantes as que parecem ao p desta cer-
tificacSo.
Examme-se bem a assi^na'ura da firma do Dr. Radwat 4- C. ao p da preaenu
ertificacio e compare se com o facsmile \ia cdula com iodos os frs;os e caizmba
Radwat d> C.
.
fiUA U JMPERATRIZ N.
PERNAMBUCO
m. ajIHaM. gerente da [murara franeeza da roa dampjra'.ni n. Sj, tem a
onrade parueioar respetwve publico d'eeta cida.te do Recif?, queelie acaba, do comprar w im-
(rtitite estabelecimento, e que .unuar a empregar t dosus -eus esf .rgo*. a^ippcar to.ios os seu-
eoflhecimentos d'arte de tmgir e de lavar, assim eomoee efir^ar para ooter ni su trablb'o>
m melhores resaltadas, .flm de conservar e augmentar o grao Je crdito que e>;s i'siableciuienli
tea al h"je jns'.ament navrccido.
Iem eep-iraocas de que consolidar aais o mais na i epuUcn da sfl'-U liniuroiro, e i
uod.i por que cabe tirar m.inenan a nudoar 'lo qualquer f^endi ; repunta. que o t<>rno ta<
enobejido as ella.ies de Fran.ja, laes coma Nantes e Bf deaux, anudo oceupen o priineiro lunar
de -oaira-me-iro na importante asa du Sr. o tch-n ; Marseme h Ly*. aoide ad iuoi.i > xceilenu
nnmeada dorante i t-mpo qo all est-ve, e em f ari-, amide .uAca o sea apeifeic^amonto linlurial
eob a airelo de Ur. J >H (o 6lb) viee-presideirte do Curso de Chimlca o '[Saturara ao na rn;
N..v do seu estabeleciraeato o foi eogajar co o ttulo de contra meetre no serwco de lioluraria de sed;
A tea.
Em relacSo ecm a* melhore* caas de Franja, que se empregam neste commrco, estar;
- *. nova- d-coheria e ciimbioae/'S de corea, e joee^os melhniados.
hmt-n, esppra qne omaju-ta a^ecaco siieus trabalbos, far aa?menur a sua fre-
gnena i tao graade e b.-m i r^auisada.
Eis n< s-n^iriDri|icsirahlh.iH
GRANDE ESP:iALirui>E. '
rirage veeeo de qoalqiwr n..d<.a ^n panno.
Lavatem ? qua.qoer vwmario de h >mm\ jnu-
er w crianca, sem o deseoaer e coDserrando-thc
fi Drilbo de Bt'TO. ^
Ttragem a saeeo de qnalquer nod.13 em sola
Lavagem de vesiidus de -ed, 6c qoalqaer "coi
chalrt de sed.?, chales de ci-pe da ( hios. carh-
tiraaiVaaeezas, la!ataoas,ch les de merinos, ves
tido de veodo o rha^..s de qnaiqofr eflr
T1RAGEM l)B NODO \S.
riragjru iJ? flOiljas ira seda, vemdo e 13a. fazen-
do desapa^rc :er qoelmer mancha resinosa ou d.
gurdnra,
Vai .s para o t'abalhu J tirar .nodoa
ao roovr tardo* 'O**.
TtNGIMSftTO DE ftEDAS DE COR
Manoel Oonjalves A*ra, Loiz G^ncalves Agr.
Antonio Gon^aives Ara. Mara Th^reza Aura.
Luiza Praoetea da Cusa Agr e Silvana Januana
d> Sha Agr; gratos a todas as p-s.-oas que
asi tiram e acompanharam enterro de sua pre
zada mai o Sflffr*. alaria PraafHea do E S oto Agr, rogam anda o caridoso obs qun> de
assistirem as mi>?as do 7 da, que sern olt-bra
dos no convenio d*- S. Franci-co as 6 l|2 hoias
da manhaa do aia 15 .lo c.Trente, ^esta feira, pur
cojo favor seio eternamente recunhecidna.
A pessoa que precisa de criar um menino
a Icile dirija-fe ra de S. Jm5 n. l, que se
criara c.m amor e amizade. E :am>em a pessoa
que precisar de lavar e engommar dirija-se a me^
ma '.>.
COMPRAS.
N-"ta tvi 'graphia
sagrada por PinheTo.
com^ra- l 1
MI'iU-SE
(irascos vaatoa da timara japoneza, o paga se a 8i'
rs cada uro : ra Duque de Camas n. oO, e
Waniuez de Olioda n. SI.
Ar eospa aero
Na ra do Vigario n. 31 eompra-se um par
arrnio-..
d,
( paga-se b^ra : no escnptjrio
i^impanhia.
Or 0 Ou Juillo .ik iStt'.
de Tasso Irmus &
VENDAS.
Ilhaoe GKim^ileir.i
Cercad* pelos lado e fuudos com 0 rio
Sennhem.
Vende-se o terreno den m^ado IW5, junto a
erta?ao do mu-ino pome, o ijual terreno tem mai-
fle 3,000 paimcs de fr^me e muitu fundo, o ja se
aefia livre ue afor memos, come Cnostade aavv
.uras publi;as passal.s nesu cidade d.r tVcife
ajratar no Coraran de Ouro. rna do C^bnu
para vestidos por todo o preco
para acabar. *
Libra do arria preta 60
ur<>aaa d boto de looca branca a 1
Caixa com 00 envetopes ftxenda
nna a 500, 6C0 e 800
palho de moldora doorada a ._,
*O0 e IW00
Pentes preto volteado para me-
nina a 240
Tmieiro coa lista preta a 80 e 10
Pecas de flm elstica multo fina a 20(
Lata com superior banba 60, ittO e 2-0
Latas grande com superior banba a 320
Frasco com oleo de Pbiiocome a
BOOe 800
Fraseos com macase! | Peruta a 24u
Frasco ecm agoa de Colonia verda-
dera a \#M
Di lo rom oleo de J>a )osa sdderlor a 320
Carritel de retroz preto com 2
oitavas a 600
Caixa* com agarbas francezas a 160
60 240
Peen d tira bordadas a 500, 600
800 e 14000
Carrafa com a verdadeire agua
florida a M300
C-rtdb* da Doutrioa Christaa as
mais modernas a 40(
Livro das missoe abreviadas a 1350 ' opos grande com tope ior baoba 1 i)50c
Maco de pallitos para deotes o
oiel^or qoe ba a 160
Pacies com 3 sabonetes inglezes
fazenda fina a 600
t'.scuvas muito finas para limpar os
denies a 440
Querem comprar ?
Guarda pisa para vestidos; preto ou branco ?
Papa-fina, larga ou estrella 1
Lencos d linbo, bordados ou lisos.?
B ni tos leques, osso oa sndalo ?
A Nova esperanca qaem tm 111
E novidade!
Acaba de cbpgar a Nova E-peranfa roa Duque
de Caxias n. 63, bonecos e bonecas, sendo de mol-
des iuteiramenlt- novos, vindo entre elles os en-
gratados boneeos de borracha : para que se can-
cam ? quando quizerem comprar qualqm-r objeelo
-fiido b<>m, bonio ou engranado, lembiem-se logo
da N va B-p**ranea rna Duque de Canas o. 63.
NIIVIUADE.
/ A li
pbpe
A loja do Papagaio acaba de n-ci-r>r um com
sortimento de sedas lavradas de urna ?
assim como um explendido sortimento d.
elinas de s^da. tanto un. como nutro sao dt-
lavrori s imeiramenle novos, e as cores sao as
mais delicada* qu** at boje tem apparecid nesie
mercado, en pr^co lio commodo qae nio h<
qufm deixe .te comprar : na rna da Impratnz
n. 40, esquina da rna Seto de Setembro, amigo
beco do Pnrreiros. loja de Menl"* St i'.arvalho.
^,1C>^ e realas
Vende-se rendas e bicos do Aracaty a preces
ounca vi.-tis : na loja de fazendas du Canuto &
Pinbwr' rua \ Inuprtrf n' 16.
. Leman Frres
vende cervja May^nj e vinho do Rheno.
Mef-La?eintf F.oup
Farinha de trigo ja fermentada, propria para
pao, bolos, puddings, etc.. em macos de 6 libras :
& venda nos arraazeus de Tasyi Iru aos & C
iuht tiuto e branco sup -
ior
le carcavellos Iem para vender em caixs
de urna duzia J.iaquim Joso Gnnr;a|ves Bel-
tro. roa do Co-- ni-rcio n. 5.
V ULTIMA HORA
065.
Roa do Duqae de Ca-
xias
acaba de receber um importante sortimento d*
poupelinas de laa, as quaes abrem o preco de S00
Tf. o covado, Do deixem de vir ver esta linda fa-
senda.
ti6'i.eiii<> Po tiaud.
Em barricas de 13 arrobas preco mais com-
nodo do que em outra qualquer parte, vende-se
ion armazn de Tan Irma.n A C
r-iha
Eu ellll i Pifci ^e
r,J,^,d6'ae 0DD^[eIh, Pagem \
lreguez.a d Barren-..*, a margem do rio Uua, e
una legoa apenas dganle da villa, com porto de
embarque em trras do mesmo eugenh.i E.ia
moente e eorrent*, tem mag.ofioas mallas e ex
cellentes ierras epin mais d- legua do earocis
a margen do rio Loa. qtwesiiveram alg.ns V
nos nescanea-taf. A ir.reon o seu un prieta-
nn Amo..... Santiago Pa* do Mello n. ngenl.
IbncuiniML ou nesta praca com o seu cor re-pon-
dente F. (. st* Maia a roa da uz n. 35, pr.raei-
ro andar.
Ico
TINTURA PRETA ESf SEDA.
Tioge-*9 vertidos, chales, fita?, rendas a
I >rds.
G.rante-ae a boa qualidade da tinta e que a fa>
>enda fiear nan-cendo inleiramente nova.
TINTCR* DE LA BM CORES.
Tinge o rnupa dw biuem, re muiher ou d.
.mea em faa, H/t> \o*z iznr e oa < r que se da-
* Jar quer a lazenda seja lia pura, seda e 13a e l.ii
' 'KodSo, on as tres qualidade jnr.as.
Ponp-ijiiM, alpacas, rops, merino^, casimiras
amseos ete.,e em todas a* cores qua se queir
TINTURA PHETA EM LA.
Ves;].,j de hornera, de raalber e de-criaDca-
em sen m do>- si*, g.raaiiodo-se a b .a-qua-
.dad. .1, ,|n, nio'ioi,,.. rnupa branca,
nnge-ae vestidos de sena e grguran, rttales dej T" as .|i>Oidade* ae fazenda
\ pb^-m um pequen Miro na Boi-Viagem era
logar ii.uito apTirtvel, tem boa casa de Ui -le on-
luna baixa p.ra pamar-sa caoi n iradr a
ra da Maire d- D^u^ n ,6. r|. ,1rKiar% a cp.
dnrjan pa>a a'lt vai *ar omito cmm ;d-
c..m- van.-Pn... o.e,|,,.^,rrn ,]A n ^V):1.,0
Vende-so um bni mansa
urem Olmdi cnfrinio a
Wode-Sr cxqueir.is pequeos para mudar
-c : quem os quizer dirija-re ao sitio Cafando na
estrada de Paulino Cmara, outr'ura de Joao de
Barros.
Verd^deiro fumo de Gar.uihuns
Vende se por barato prego'a rruiho f no pal.-
da Pedro Jl n 6, labwrua p..r baixo do e-enptorio
da Sr. Dr. Fonseea^'no antig.. paie. do Collegio.
lidWda
VEBDESE
o silidWfla Torre por roiuuiodq preco. Ete sitio
iem nma grande casa com inflo circulada de ja
nellas, muitu frpca, com '.oai salas e quartos iiu^
aeommoda grande familia, cm duus terraco.
-endo uin coberto, com boa agua de cacimba pera
beber, lanque nao s par- banho como para lava
gero de robpa e pneaaaraenio para casa, e |ar do referido sitio, com monas frncieiras arruaias
c diff remea q.iahdales novas, e a malr parte
lando fructos, com um sobradiob, coeheira e
csa para cri ido-, e-triba ia para cavallos, aleo,
da casa, este sitio, tica entre tres estrada* e perl
da capella da Torre, i,.lo cercado, com 150 nal-
m .s d frente e 1,200 de fund... banbi. no Caplba-
ribe e na melhor localdade da Torre ; taub m
nermuia-se por ca tender inja-so a ra doij .rom-I Snassnoa, mu1*-
r do. ilarlyrins o. i, andar, das 9 as II horas
ll minhia e das i as 4 l|f frMe.
Pomada alpaka
E' maulo cdnhecida esta pomada e mnito
aprecidpor sua flnissimaqaaiidad, a Nova
Esperanca quem tem.
., .Jarros de porcellana
Uist^alaplfio sortimento de lindos Jarros
de porcellana (do afamado Bacar) existe na
Nova Esperanca, ra Duque de Caxias
. 63.
Lmdaa grrtaldas com flores e boi&es de
lamgeicit c- m vivos e sem elles, vendem-
se na Nova Esperanca ra Duque de Caxias
0. 63,
VBLLAS DG MADftEPEROU.
Bonita livellas de madVeperoia lisas o
bordad propria para polceira, vendem
se na Nova Esperanca roa Doqoede Caxias
o. 63.
. PABA AS FLORISTAS
A Nova Esperanca a ra Duque de Caxias
Q. 63 cana de receber folhat para rosas e
d'ontros moldes, a ellas antes qoe se aca-
beaallf .
Oleo para machinas
Vende se na Nova Esperanza roa Duque
doCanjiaaB. 63. ________________
- Joaqun Jos Gort^fves Beitrao tem para
vender m sen escriptono a ra do C immeriio n.
5, os gneros abaixo notados, qoe vende mais b i-
rato do qbe em outra qualquer parte :
Az-itooas em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Cafe mnido era massos de i libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca martel frres.
Bnxadas.
Farinha de mandire de Santa Catbarina, sac-
eos de 3 e i alqueirs.
Dita da Babia em saceos braocos.
Dita de dita em barricas, proprias para casas
particulares.
Po de algodo da Bahia em novellos.
Fonees.
Maxados. -
Notes.
Obras de palhetas.
Papel proprio para cigarro?.
Dito azul para botica.
Palitos para dems.
Pregos sonido.
Panno de algodo da fabrica de Todos os Santos
de Pedroso na Babia.
Rema*.
Rap popular da Baha.
Bitim em fardos.
Retroz doa melhores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranho.
Tabaco simona da Bahia.
Verniz copal.
Vinho d Porto engarrafado, caixa de 12 gar-
rafas.
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar
Dito moscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeanx em clfxas de urna onzia.
Dito de raid era raixas de nma dnzia.
Lembranqa lempo.
O proprietario do aimazem de vveres rna do
Imperador n. 28, vem por meio desie annuncio
prevenir e avisar ao respeitavel pnblico desta ci-
dade, qne o seu armazem om dos qoe c m mais
vaotagem pode sati-fazer as suas bem entendidas
exigencias, pois para tal tira tem feilo reunir no
mmcionado eslabelecimentu o mis completo s>t-
timento de acepipes, e para que os dignos leitores
deste annuncio nao tenham oceasn de massada
mma a resolana > de limitar se a lembrar sement
os gneros que elle tem como especial novidade, e
o stgmntB :
Lindas caixa* com confeitos, proprias para pe-
queos presentes.
Chocolate em p, este chocolata tem a vangem
de poder-se fazer me-rao na mesa.
Leite condensado, a me;h >r marca conhf cida.
este leite convern principalmen e aos collegios, bo-
tis e hospitaes, peja presteza c >rn que se obtem
qualquer prepafado delle.
Tmaras 'do Egypto, raramente vindo a este
mercado.
Licores fios: Chartreize, Curaco, Anzele,
Creme de rosa, etc., etc.
ALEM D^SSO O CAMPOS
pode garantir qoe o sen armazem e ora cpntro do
bom e auradavel ao paladar, pnis nee se eneon
irara sean re ludo qu rito |lo neces-itar urna
de?pen a, eozinba o me-a d> sde a mais bem sor-
tida at a mais meli>rre.
AGORA -INDA
annuocia tambera fe a., mulatiubo era saceos e a
rvtalhn.
A Nova Esperanca esta resnlvida a ven-
der haralissimo, para as Exm s. modisiss:
enfeiles, frr. s para vestidus, b"tocs, ate. e
tudo mais de quep" ecizaiem ; e irio por
preci. muilo ci mo.odo, com coodicio po-
rem das mesmas Exmas nurur->e ilp-te?
"biectos simiente no dito esiabelerimen <
ndu enconlrarao o bom. por poOC" piet-o
a de.-ta forma ambo lucraren, isto a
Nova Er-pera< ga, t.orque vendo, e as modis
las, por c mprarem imm r barat.
Xo haver catstiilti's.
As cnaugas que usarem dos collares arm-
ios, que se vendem na Nova Esperanza
est rao isentos de cunvul 5>'S ; pois sao os
verdadeiros recebtdo* dinclamiute.
E' ^ngracaiio e ferr; he
Os pioe de nova iovencao e que danfaro
15 minutos ponco mais on m. n s, mudando
sembr de cores, e r caracteres, vendem se na Nova Esperanca
ra Duque de Caxias n. 63.
i-ara carroca : a Ira-
a.-oriental da rrarEz,
calcada., eym p.rapeit. ao lad .
da Trina
i s ci>nt, assirr-lebapos de Miro,
V.hae-0 uma amalraDjeza'de amaieli.t
ra bra hoa oiiiito bem M-t na ru\ Duque d*
dxiasn. di
IViividides do mercurio
LOVAS DE Pe.tLCA JtiUVl.V
Ciiegaram loja o mereuno, ra da impera
irun.eo. se nado defrouto da n.atriz, lavas'-'oV
P"1"' i'hor, a.im com.. tiott-
nas muilo fresca- ..- r. h nvm, ditas eareita t^s
para rtnhjra, as n.tib prororadas fitas le re'liu.fc.
^M e da rlires u o-n virado Miriimen'
f-aja* o (i\5p de_f:. ta. e tros mnito- (ib|>
le g-Hto, p-imo i ojera) ene mear o Aone,nrren;
A M* fia Iraper^iz a. M, d Jos im-cu s toa' i na i '<
NOVO SORJIMEilTO
BOYEIMI
A aguia branca, a ra do Soque de Caxias n.
52, eulr'ora do Queimado o. 8, acaba de rereb-r
nm noo e beilo soiiim-nto de nonecas de diver-
sas quatidades o lmannos, seddj :
Com rosto de ?i-da, da3 qaii Th-jraro, c outra?
que fallara.
C"ro rosto, raaos, e yes ds porcelana, e pro-
prias para vestir-so
Obras de porcelana
A aguia branca lera outro sortimento de diver-
sas obras de porc.-lana, sendo :
Braitos e ricos vio? para \.s de arroz.
Ouiros pjra joias.
Cirros para sahoueles.
Ouims tara enfertes deme-a.
Perannas e bonitas pas p;tra agaa bela.
Peqoenos jarros para saamari.s.
Ouiros rnai.res paia meas.
B'.m-.'S port relagios.
Laidas ce>tinhas tambera de porcellana.
E-crivanas de dita.
E rauitos ootru3 objectes para eneites de mesa.
Boa do Im aerador
n. 37.
dlUda fabrica do Barbalho
do Cabo.
Neste bem sortido armazem existe nm grande
sortimento de looca franceza, mnilo uii para ca-
sa de fjmitla, como seja alguidare papeires
e panellas, todo grandes e pequeos, e bu-
tbdis pira uanleiga; ludo de barro vidraio fran-
cs. A3lra como oro completo sortimento de loo-
ca do Barbalho, como seja : jarrOes para 4 e S
.aneos de agua, potes de nm a duus canecos,
marirgaes, resfriadera?, quartinbas do Barbalho
e da B. hia; vazus vidrados e por vidrar paia jar-
dim, cacos grandes e de meio para flores, ditos
ditos pequeos para tirar plantas, canas vidrados
e por vidrar de 2, 3, 4, 6, 10 e tf* nolegadas,
feiio p >r machina e qoe aqui nao ha na provin-
cia a excepcao dos viudos de fra ; todo meihor
pela qualidade do barro e mais barato do que em
uutra quaiqm-r parte. Em porco se faz aoati-
ment de 10 i 15 por ceato ; s na rna de Impe-
rador o. 37.

A revalesciere du Bairy de
Londres
Tod a deen?a cede a Bevalesiiere da Barry,
queda sade, energa, appelite, digesto e des
canso. Ella enra as dispepsia.-, gasirites, humo-
res, acidez pituita, flato, enjps, vmitos depois
da emida e gravidez, con iipajoes, toase, asttima,
a!Tecc5?s iralmonares, bexiga, rlgado, eerrbro e.
mangue ; 60,000 curas, inctuiado muitas deltas oo
Brasil.
A revdesciere chocolatada do Bar*.
em p.
Delicioso alimento para almoco e ceia, moio
ootritivo, fortificando os ervos do estnmaso sem
cansar o roonor peso nem ddr de cabeca, nem Ir-
rit>cao.
nico deposito para o Brasil era Pernarabaco
napbarmacia americana le Perreira Uiia & C.,
ra do Duque de Caxias n. 57. (Todo cuidado
com as falsi>ac5es.)
um VICTORIA
N. 2Ra do Bar3o da Victoria, enliga
ra Nova N. 2.
Amaral Nabuco dr C, convidara aos enbnres
amigos e freguezes par virera ver um completo
sonimenio que acabam de receber da Europa.
Vestidos de blonde com veos e flores de laran-
ja psra uoivas.
Ditos de seda de cores e n alisados.
Ditos de fil de seda proprio para baile?; ca-
lamentos etc.
Ditos e canibraia e de chita de core?.
Colcnas uo seda e de laa e sed' do diversas
cores.
Bournoux escicezes de lia, gosto inleiramen'e
moderno
Bateleqnesde 12a e seda com capuz.
Camisinlias de cambraia de liolu borddas.
Meia- ue fio de Escocia da cores para senboias
e meninas, e bran;as de aig.41
Espartilhos, chapeos de suda e de velludo e an-
qqinh'- de cima para 4*MH>.
V
E' Dechincha.
Lazinbas de cores a 40 rs ditas com listras
de seda a 4U', ditas finas a 500 rs., ditas r. n> lis-
tras da mesma cor a 560 o covado, btim de cor a
400 r?. o covado, dim pardo a 300 r. o covado,
ciuta< decores > i\Q u covado. oia escora a 2K0,
d.la Baiwhna a 300 rs., 320 e 360 o covado, ea-sa
de cor a 210 o c vado, dita miudiulia fina a 280 o
ovado pon. liudsimos uadioes, pechas de rnada-
p..a a 3.oiXI, i*. 4-'00 e o, d.tas de dito u ci-
to fino a li800, TS e 7500 a peca, toaha> acol-
choadas, du;'> a (3, dito d liuh a 7>oOU, dito
felpudo a lO-iOOa duzo, camisas francezas bran-
cas e com paiiu de .ur rnuii- barata?, cambas de
meia, lencos de i. das as quatidades, finos o [-.
decami.raia branca c..m nstras, f.cenda mdrroa
e por preg commodo, e muitas cairas f:.za,-i-
na- mesillas roiiiiieSeS, que r a.vfsta do e>-mprad
o pie jus licar i Daraieza : oa ra Duque d
Caxias o 8.
i\
VI
tu

\\jn
o
Para quem pretender etnbelecvr.se cem pouco
dihheir.. e em nm dos miHi res logares da cida-
de de Onda, |...r ser a primeira ras om fr- ele a
e-t gao dos irilh .s uih-m s o deposito do enrana-
uieiito do ?az a Sgna, lendo lila casa ja cm hotel
em pequ. na escala, e u motivo da venia ..seu
dmiM-tra-tor ti de fazer nm viagem ao sui o
imperio quan ptatend-r dinj.^e ao mermo e*-
Ubrlerimento ou na taberna do S Joao Coetno do
Itosario.
GAL
.no
Vil

Jos Antoiiio Pereira
tem para vender na sua fabri-a da Tro do Bario
da Victoria n. 4 (aotiga ra N va) charutos rt.
mais acreditado? fabricaulf!* da Bahia, como s>-
j ra Imnoriaes, Normas da Hayaua, Operas Ama
tioes, Lontrinos e Leaes, de Simas, [mnerii.es.
Ksposicao, Lanceiro?, B.garzjltjH.; de ar.toso.
Misi-Mpes, Expo icio. Hijjnias Fi -r de Snatoiron,
Landre*. AliniraniesJ^(a-i!eiro, Trabucos Se-
gaba Imperiajjjlejoaquim .'..(> do* Iteis, e rjiai-
quaodajjj^nfou1r.i- f.hri-aniH-. Fumo* Daniel
** P 'Hly, lito Novo, Bltf'.. Ma>Sntiao, pr
GiMutina*. q cigirros d is irmsmi.B fu.o..
SV iiid*i
iliza tto C'reupo n. 9
Acaba di> cro-ir r pelo uitono vapor diversos ar-
tipos de noviiUde, como s. jam :
Lindas i uqiinihis c otiladas ara fcapt.-ado ,
a-sim c no snapiisinh *.
Sapatinh.s do -eda e de merino.
Helas de :-"!.i e :i i de Esnueia e 1 a IS annos
de idade.
Kicos leques O.o mrolreperola iodos abeslo, o
melhor que ha lesta genero ; assim mam >.a-
iros de madreper.-la co n -eda, fazenda reqnis-.
.ua ; tambera receben grande sunimento de le-
quts de d-sii lingrado marfira sndalo e madeira,
lano para senh.fa como ara meninas.
Superiores ligas de seda para segnrar meias.
Meias de borracha para quem sollro do mxa^Cs
ou oryslpela.
S-oa fmuxa par bordar todas as core?.
Proco de .-eda para o mesmo lira.
IMmz preto e de cores era carriti.
Fitas i-ara cartas de baclnreis.
Q .a-iros (Jira re.ralo?.
Lovas de pellica, e do seda, branca pretas e de
lindas core?.
Superiore-. canel'as para n ivas.
L.ntos alfi.ictes d< maditperola para peitos de
sei.horas.
Lindas abotuaduras para cllete.
Lia i.-J.- -A,i ira ,rjari
Snperinrci pencenez de ac.
Muito fina* ihetonra* para costara, unbas e
para corlar eabeil.it
Superiores pec^s de UrtarDja
cbelos.
T.oiura ingleza para 'mgir cabe*
dfira.
Grande sorlimeiLto de ranj.w pretit, largas e
estultas e linios t.adioes.
Lindos babadmho- e entremei s bardados, (ana-
dos e lrnn-.ii.irei t-<
"POTASSA
N..va do Husia : vendera rVrerra da Cunha
Irmao-'. na di Mrquez de Olmda o. SL asbrui-
tuno.
VENIHE-88' -
duns flaneas decimae', quasi novas, rm perfeiu
esind... a prec-i mod.ro : na ma do Apollo n. 30;
armazem ri.-> Ho.)r.gn.R & Martina.
^Di-.-e a qaanlia de I.OOOKW) rs. a premio con
liyo- Ih-ca era projoj.ota le, M-om o pre .io (.iioa-
do i).s frrgoezias d Santo A" i
[Jo;-Vi-ia : 'rat.r rna d-i Principe, ca-a ou-
para arrtgacar
verda-
mr.. te
fcflr--------

,-ttshe-ro dua. c i fr-gu
n


belfa* bmowL
Se uoiea appr
academias dfc
ciencia, recoabeeida superior a toJa que-tem ap-
pkrectdo M troje. fceostfo tiriirtyal I re ds
Cadeia do Recele b. SI, f aattr, w toM as bo-
beas e cas da ci________ ..
400
320
400
8t0
720
Flor da Boa-Vista
DE
halo Guimares
O propijitario doste bem conhecido es-
tabelocinwnto contina sempre sgo ndo sua
antiga Mima de primeiro barateiro da Boa-
Vista i |para eneJhur prova admrem os
precos Quinte- :
Cuitas escoras e claras cores finas
o covado 160 200rs. a. '. .
Cambraia* de coros 440, USO rs. e
LSas para vestido 80, 320 rs. e
Creps escocezas, fazenda nova a..
Alpacas lavradas d'ura s cor. .
Camhrah branca 'ransparente pe-
Cas a 305 O e.....8*000
Ditas Ata victoria a 4*000 e. 8*000
Bramento eera 10 palmos de lar-
gura, varas, a 2*OO e. 2*50'
MadapolSo saperior pecas 5^000 e 6*0u0
Algd5oa40OOOe. .... 5000
Briol pardo (raneado pecbiDCha
Covadoa....... 320
Dito dito liso maito fino a. 30
Oatras multas oais fazendas que vende-
r por precos baraUssiuios como sejam :
paunos pretos, ditos azne, caiemiras pretas
e da cor, m;rins, brins brancos e de co-
rea, seda para cohetes, camisas inglezas para
horneas, nvias. chapeos de sol etc.
OiFicim d'aKaiaie
Os digaos fregaezes encontrara"; ano gran-
de ademento de roupas feitas desde o
makSrrior at ao mais superior que se
acfifS mercado, assim como se manda fa-
zer tod3 e q-nlquer <>bra d'encommenda
litai a capricho, poi< para este misier se
scha munido d'nm per lo mestre. C-arnnte
se fazsiwn semrnor tO/o de que em outra
qualqur prte pelo o motivo de o freguez
isgar o que compra e nao o aspecto do
estabelecimento.
48R da Sisipcralrlz48
junto a podara franceza
FLIX PERMBA DA StU $ C.
NA RUA DA ttPBRATHE H. flfr
m a dinheiro Jsta
.....&
aau.
)i q iiv
Os proprieurios deste esUbeleoiaaean) leo do graode necoiardMh'
menso deposito que tem de ftatndaa* grande" urgencia d^apnrareBl
todo*
os seus ariigos: para o que coovidamao respeTtavel publico desta capital a vir sortlr-sa,
pois luo garanten] que em parto-algam i padailo-encontrar tlb grande sUTtimecf.osmes-
mo nao corapraro pelos precos qtt s Ibes pode vender na loja da Parto; porta td
sirtindo-se que s se vnde a difiMro i' visu. Os mesmos proprietaris desta estaba-
cimento rogara atodos os seos dsnedores deata praca favor de vireja 9*|dlr leas &-
bitas, e todos aquellos que esntverem #evrdo cootas anligas e o nlofi erara terSo de
sor encoramodadjs judicialmente.
de eda a
Libra** strli ias.
Vende-se no arBUSSl .le fazeodas de Angusto
'c. i- Oiiveira A C., rus lo Commercio n. 42.
m mmi
Tem venda era seus aromen?, alrn de outros
artigos de seu riego io ra?ular, os seguintes, que-
wnitfrn por presos m'.*-. ndicos que emoti-
va qaalqaer parlo :
POUTXS de pasto iaiofedadaa,
POKTSRAS de ferro para cercas.
SALITRE: mglez.
SSrSiriAS da ludia para cama e forrar salas.
SANOS de barro frises para esgolo.
SSSO saperior ira BorqSes 8 a coiit.-oto.
3ME? PO i!'1 todas as ipulidadea.
ACriiNAS de ilailliUII algodao.
LONAS a briuzdvi ua Russla.
OLEADOS aruariauos para f*.rro de cario.
7.)CiES americanos maito boa3 e econmicos.
VINHO de BofaMS.
GOQNAC superior de Gratar ?reim
PAELLO em sacaos grandes a 3J500.
Ldk florida legitima.
BALANQAS Jecioae .
CADBfAS americanas.
RHM a Junai.-.a.
AZULEJOS dw L boa. __________t
6
op.tra a tOi3S6
PASTLHAS PEiTOtAES.
de
mi simples cry-tslisata.
O w de aogito
;> t i tram*.
Sev.; je piuho warilimo Ju L".gase.
B : r.s nviiai qnv inailo se re.oiinndara pe
las'ssas exieileatos qiulidades.
Vende na
PffARMAClA E DItOGARIA
DE
B:u finime!! 4 C.
3-RUA LARGA DO l'.0S.\RU-3i
OLEO l*RO DB FfGADO L>E BACALIIAO
A
TERRA NOVA
DE
II. LAC0M3E
E'iel?" qu- lio boi aeceiUQSo lera merecido,
e redfltneala por ser o mal pulineado
qu at boje tera vm lo, e anda pelo bora paladar,
saj'rior a i utro qaalq'ier : vwHe-se no deposito
.- -ci ( de iii 'i > n-u & c.: ra Larga do Ro-
sarla 34.
,----------.. --------------------------------------------------------------------------------1........ -
Xarope sadativo
DE
Casca de bramos amargas
COVt
BROMRTO DE POTASSIUM
DE
Este novo preparado anr^vado pela aeaderaia
hnp -ra! le medicina, milito se recoramenJa pela
so acjSo sedativa e calmante, spbre_o sys'.ema
nervoso, o bromureto de poUssiam, nao deixa de
dar os mais cerios resultados oas diversas alec-
c5es do organismo e princioalmente as molestias
do coraeo, das ias digestivas da respiraclo, das
vias geaito-urinaris, na epilepsia, as molestias
nervosas da preuhez, na in.-orania das criangas
erante o perioto da d> ntica etc. etc.
Vende-se na pnarinacia e drogara -
de
I) '! lli liU'tl & C.
_____34-RA L.MtrtA HOSARIO-34
Veadu se fumo capa, de boa qualidade para
charut s: no Rectfe ra da Cacimba n. 1, pri-
BBf4ro anlir.
oocea, fructas e flores.
Roa %Cruz n. 13' vende lodos os das :
Prezdsljem Hambre- a libra.
LionBBWis os da.*, e difl^ren'e!.
Go a da m5'. d; vacia em'copos.
Djces crystaliados de diferentes fructas.
vB)llos,polins e b m boceados.
Banifij,g cora bollinho*. eueitadas,
B iuiu-ts e eravs par ooivas.
Floras ;.vn!-is e em bonpnets.
Srveos tjdo os das a tate.
Chales a SIOOO.
MADAPOLO MITO BOM
a 5*000 a p?a.
ALGODAOZIXHO COM 20 JARDAS
a 3*000 a v<*.
CAMBAU VfCTOItlA FINA
a 'i 000 p*'ca.
CASAftlilNHOa E CBOXRT PRETOS
a 3*000.
UWJOS DS n.MtO ABANHtBOS
alWft"" *l)* iinJ* eaixinba por fi*0O....
nfcnin-lia.
_________BU DO CI\B6P#S. >S._________
S^raphiaas ou har-
moaicos.
N i snuazem d Jo.niuira Aatuoio de Arauje
C. i ra d teiL optimai erapoji.' de nogueira, com excel-
lente- v< i*s, e se veadem barato para acabar.
Venrtffi-f *t ei'as terreas ns. t.3 e 87 a'
roa d?4 Gjarar'peti, bem pn'xima a' estacio dos
-: a' ir lar na rua Jo Varaues de OlinJa D.
l,ii"s!nhas barsao Yo
Alsaqanas com lincas li.tras
lrJ'300 o covado.
Ditas lisas com muito brilho a t$ o c*vado
Atlanta?, fizeoda de muito gost) Wcida
com seda a 720 rs. o covado.
Ditas c i ni qoadros de seda e cores maito
delicadas a 640.
Pi.il de chvre, d'uma s cor com moitl
brilho a 500 rs. o covado.
Merinos escossezes fazenda demoito go--to
para vestidos bu us e roupas de menino
a 010 rs. o covado.
Gurguro maito bonito, tendo de todas
as cores a 400 rs. o covado,
Liasmhas aodernas com diferentes gos-
tos a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas ditns a 280 e 320 rs. o covado.
Bareges transparentes com dillerenles co-
res a i00 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
de muit) gosto a 500 e 800 rs. o covado.
CassasdoPavSo.
Cassas inglezas com bonitos g03tos a 200
o 240 r.. o covado.
Ditas fnissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francesas da mnita pbanUsia a 400
rs. o covado.
Coi tes de cassas com 7 varas fazenda
muito fina e bonita a 2$500 e 30000.
Ditas d'organdy braoco e de cores a
20500.
CAMBhAIAS LARGAS A 800 RS. A VARA.
O Pavi tena ouooraia branca transpa-
rente de boa qoalidade, com 8 palmos de
largura, que apenas precisa 4 varas para
uro vestida e vende a 800 rs. a vara, dita
inissima da Escosca tendo a mesma largu-
ra, que vende a 10300.
CAM13R\I\S BRANCAS A 40000 E 40500
O Pasao teta pegas de cambraia branca
transparentes com 8 \/i varas qne vende
pelo banito preen de 400O e 40500, ten
do tambera muito finas de 50000 at
1O0OOO.
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 30500
a peca at a mais fina que vem ao mer-
cado.
CORTFS D'ORGANDY A 40000.
0 PjvSo lera cortes de organdy branco
com 8 \/ varas que vende pelo barat) pre
co do 40000, assim como Soissimo urgandy
br?nco com listrinhas e qoadrinhos o roe-
Ibir qiie tem viodo ao mercado e venda
pelo barato preco de 720 rs. a vara.
CrosJeaapIcs prct c de cores.
O Pava.) tem um grande sortimento de
grosdenaples e gorguro preto para vestido s
tendo de I06OJ o covado al ao mais so
perior que costoma vir ao mercado, assim
como um grande sortimento de ditos de
todas as cores e branco e ura bon]to sorti-
m-nto de setins branco e de cores qae ven-
de por pr-cos mu.to em cunta.
Pon pe as de seda a 3#000
O Pavo tem um elegante sortimento di
oDUpelinas de seda tamo lisas como lavra-
das as mais modernas que tem viodo ao
mercado e vende a 20000 o covado.
ESPARTILHOS A 40000
CACHENEZ a 40, 50 e 60000
OPav3o vend espartilbosde todos osta-
manbos a 40 e 50OOO, cachenez parisiense
com delicado ponto e de cores, a 40, 50,
o 60000.
COUT1NAD0S PARA CAMAS E JANELLAS.
a 80, i 00, 120 e 150000.
O Pavlo tem um grande sortimento de
cortinados ricamente bordados, proprios
para camas e jmetras que vende de 80 at
160000 o pal-.
Pecas de cambraia adamascada com 20
varas a 100000. crochet ricamente bordado
para cortinadosa 10500 o metro. Assim como
ricos damascos coro Ge 8palm>s de largo
ra proprios para*\:o!chas de camas e tam
bem ricas olcbasde damasco a imi'acSo de
seda e d tas de co liot as mais lindas qae
tem viudo ao mercado.
MUSSEL1NAS DE CORES A 400 RS. O
* COVADO.
O Pa\3o tem um bonito sortimento de
iDusseiioas de cores, padroes iateirameute
novos e cores fizas, que vende a 40J rs. o
covado. D>tas brancas muito finas a 400
e 500 rs. Metim branco daladia muito fino
para vestidos e ropas de meninos a 7 O rs.
o covado. Crotones de cores mui'.o encor-
dados para vestidos a 600 rs. o covado.
ROUFA POR MEDIDA NA LOJA DO
PAVO.
O Pavo tem urna bem montada oflicina de
all.iate, administrada por um hbil me Ir
nacional, aoode se manda f2er qualqur
obra de encommenda, tanto par homeoa
como para meninos, garantind .-se a premp-
tidSo e aceio em todo o trabalho, e no mes-
mo esubelecimenio encontrarlo o respeita-
veis freguezes lodaa m fazenda propris
orno sejam pinnos de todas as core qoa
djades e precos, novaa casemins d* gosto
ic ns brancos e de cores, assim come"
isfazendas proprias para fatua del
CASAAOUINHpS A 150. 180 E
O Pavo tem uta jgrande aortimosto de
ricos casaquinbos de teda preta mob '
tnfeitados e modernos Qw-Vflde a
1.80 e 2'0000, sendo fazenda s
mais valor, assim como ricos dale! sfefst
bordados com.^ranjas largas de retro* a
100 e 120000.
A loja do Pavio aeha-se
lloras da ooiie, roa da Im
AU3Ofi*06triH0 A 3*t00.
O Prt3oUm pecu de slgodaoeinbo muito
MACWN1S PARi
COSTURA

nico
LENCOS BRANCOS.
O Pav3o tem lencos brancos abantados
quo se vende a 20400 e 30. a dozia, ditos
grandos de murim sem ser abaobados a
30200 rs. a duzia ; assim como bonitos len-
cos bord-dos para mos.
ROUPA PARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino sendo
muito bem fe i tos de 120 at 400000.
Pdits de panno preto fraques e saceos
de 80 at 120000.
Ditos de casemira de cor de 60 at 120.
Ditos de alpaca preta fina de 40 a 60000.
Ditos de dita branca e de cores 60000.
Ditos debrimde linho trancados60000.
Cales de casemira preta de 60000 at
120000.
Ditas de brim branco de linbo de 40000
al 80000.
Ditas de brim de linho de cor para todos
os presos e qualidades.
Camisas (rasoezas e inglesas com peitos
d'algodao d i 10600 at 50, em dozia ven
de-se mais barato.
Dita* de meia de 800 rs. para cima.
. Cereales de linfa) e algo dio, francezas e
fui tai na Mira.
CoUariofaos de papel, algodao e linbo
que se vende muito barato para liquidar.
Para noivai.
O mv MMS gurgorlo de Sda, bran-
co. Grosdeniple branco muito encorpado
Ajfiacianas brancas com lislra* de seda
Pospelinas brancas de sede lisas <4avra-
das. Sedas brancas, lavradas elim. Ca-
pellas com palma de flor de la ranga com
ricos veos bordados, qu ide mais
borato do que sai oui
tantements afaerU d 6 boris da machia at. as, 9
*\
%*
\
'vX^


*

a.
tur
Am
tado com a largura precisa para 4m lencol,
sendo liso muito encorpado a 900 rk o
metro e diio ectrancado com a maBM lar-
.fora a 10280 avara.
BRAM ^NTES A 106OS s 10^0^0 METap.
O Pavo tem superior bramante de al-
godao sendo preciso para um lencol apenas
um e meio metro e vende a 10(500 e 10800,
e de liobo fazenda muito encorpada, com a
mesma largura a 20O"O e 20500, dito fran-
cez do mais fino que tem indo ao merca
do a 30000, 30600 e 40000.
ATOALHADO.
O Pa > 2o vende superior atoaibado a 10600
e 20000 a vara, dito de kobo fazenda maito
superior de 30000 para cima, sendo ada-
mascado.
Fazenda para lu o.
O Pavo tem um grande sortimento de
fdzendas pretas para luto, como sejam:
Merino preteeooi-G-petaos- de brgura
para vestidos a 20000 e 20503 o covado
Merinos pretos e de cordo pir*a todos
os precos e di Aferentes qualidales.
Bombasiobas para todos os precos.
C-mtes e alpacas pretas. Liasiefans pre-
tas ou cassas de 13 de 360at 500 vs. o
covado.
Cassas pretas francezas e inglezas de to-
das as cualidades.
Chitas pretas francezas e inglezas de 200
rs. para c ma.
Crep preto par* veos.
CASEMIRAS PARA 'GfttCAS A 40, 50, 60,
70 E 80oOO.
O'Pavdoten om gffadi sorrimento de
cortes de ca-emiras de cores pata calcas,
sendo os mais moderos que tem vinfb,ao
mercado e vende-se d* 40 at 100000 o
corte, ditas em pecas francezas e ingMas
para ca'cas, palitots e colletes que veoWde
10800 at 60000 o covado, ditas escuras a
prova d'agoa que vende a 50 o corte ou a
30 o covado, sendo estas casemiras muit"
proprias para meninos de escola por serem
es :uras e de moita dsraco.
CHAPEO OEHOI,.
O Pavo tem superiores chapeos de sol
de seda inglezas que vende a 1<'0, ditos coro
bonitos cabos d verdadeiro marfim a 14,
160 e 180000,ditos de alpaca de todas as
qualidades.
PANNOS DE C.\0:H PARA CADE1RASE
SOPHS.
O Pavo tem om grande sortimento de
pannos de croch proprios para encost de
cadeiras e de sphs, assim como um rico
sortimento de tapetes de todos os tamanbos
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 40. 40500 E 5.
O Pavo tem pegas de madapolo com 24
jardas ou 20 varas que vende a 40 e 40500
a peca, dito maito fino e largo de 60 para
cima, dito francez do melbor que tem viodo
ao mercado, assim como dito finissimo em
pecas de 40 jardas.
cortes de edites.
. a 10600, 40000e208OO.
O Pavo tem cortas de chitas francezas
com 10 covado, que vende pelo barato pre-
co de 10600 e 20000, ditas que vende a
160, 200 e 280 rs. o covado, tambem tem
um graude sortimento de ditas finas claras
e escoras que vende a 280 e-30 ra. o co-
rado e fiuissimas percales miudinbas propri-
as para camisas, vestidos 6 roupas para me
oaos que se vende a 360 e 400 rs.
a tu a Nova
as para.eos-
sane existe na
jas:
aci
_
3o bem ca-
como sejam:
Silen-
_ s ontras moita.-!
qae com a vista devero agradar aos com
piadores.
Estas machinas teem a vantagem de fazer
o trabatbo que 30 costureiras podem faz r
diariamente e cosera coin tanta perfeico
como as mais perfeitas costureiras. Garan-
te se a sos boa qoalidade e ensioa se a tra-
bajar com perfeico em menos de orna
bora, e os pr^os sao 13o resumidos que de-
vem agradar aos pretendentes.__________
legaimente autorisado e approvado
pelo conseibo de sade.
NICO DEPOSITO
era
PERNAMBCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU 4 C.
34Rua larga do Rosario34.
Para saceos e fogiietelros.
$ tecos
PARA ASSUCAR
CERVEJA DE MABCA
%
Eogarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos da Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazetn os nmeros estampados
as pecas e nao as etiquetas.
Venciera-se
En casa de
T. JEFFERIES & C.
46 Rua do Commercio 46
.BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em eada pe?a niu bllhe-
te com o orne
. D0S "
nicos importadores
_________T. JEFFERIES A C._________
Veode-se barato, nm piano, de ara dos mais
afamados fabricantes : i tratar rua do Com-
mercio n. 38.
Vende-se a propriedade denominada
da Fazenda na Barreta, com legua e meia
de compriment) de Leste a Oeste, e meia
legua de largura de norte a sol, a margem
da estrada dafe/ro do Recife a S. Francis-
co, com casa de vivenda, grande numero de
.pes de coqoeiro, sendo toda a trra de moita
prodcelo. Qjem quizer comprar a mes-
ma propriedade pode eniender-se com o Dr
Joaquina Correa d'Araujo roa dos Pires
n. 20, ou a roa do I operador n. 83 Io ao
dar, E' este o distintivo de urna nov* q tem nontadb<
loja de joias, sita a mfr la^g^ i -.
Rosaio n. 2 A
Os proprietaris deste elegante estabeteeimento flieram para o collocarem as eondiccoes de una grande clionfella, filtariam ao maU |
rigoroso principio se nao viessem a? collnmnas do jpfnl eteseiear rrspilawit ,
blico, que no memo estaMeeimento eneontrari*sempre o mais completo sortimento
de j lias, como sejam : brincos os mato modernu, para aoVrnarem ai SsliaadM ore-
Ihas do bello sexo, e que se vndelo a 8, 9 e 10* o par, ditas para meoiou a.*i 3 #*>!
ditas de coral, obra de apurado go to a 3 e 4, Volitabas da eoral c ra ernzes 4a ouro
a 51, broches modernos de 3 a 13*, ditos com ledras e- im iS* ftvtftas iiCirai S ,
10. 1, 16 e 20*. rosetas lisas, porm bem trabalhada; de 2j5w a 94", ditas eom'
pedras de 4 a io, ca?oletas a 4, ditas com InscripgCL'S r 3 gostos, e com.bLDitas pedras a 3 e 44, ditas de fMrulai, esafrfcUt e rubina i
ricas rruzes de esmeralda e rubun a li, II e !(>#, dmi de ouro-coral coa* vfH(BJ.
lORraphicas a 3, 4, 3, 6 e li, ligas de coral a 24, cadaias pan Mlogiot a. 2T, ditta
6300a oitava, liiiarniQoes com tres botSea para abanara* a i, ditos depedftntiaj 31
o par, dito par* puohoi os mais modernos a 7 e 84; im rt nm variadissim sortia
lo de joias de apurado gosto que recebem por todos os vapores da Europa ; como
sejam : brincos, bracelete-, alnetes, aderecos completos, cruzes, rozeta, acaais de
brilhantes, esmeralda9, peredas e rnbins. Hedalho'es, voltas, tranceln, aunis com let-
tras e de diverso modelos, ocnlos e pencinez de onro e prata dourada, relogios de on-
ro e prata de afamados fabrieanles, salvas de prata de diversos tamanbos, rices palitei-
ros e faqueiros, colheres para cha e sopa, msracs pa. a crianzas, e urna innnidade de
objectos que seria enfadcnbo mencionar-se.
Os proprietaris da Flor de Ouro garantem vender mais barato qne em ontra
qualqur parte, para que estar aserto o etubeieciraento das 6 horas da macha as 8 da
noute.
mm
RUA DO DUQUE DE ^
(Outr'ora do Queimado)
, Tendo-se resolvido d'ura avante venderse neste estabelecimenlo todas as fazen-
das existentes no raesmo, por precos que todos admirarSo, acbo de m?u dever oartici-
pa-Io a todas as Exmas. familias em ge ra, afim de vrem visitar este estabelMDento
ou mandarem bascar amostras, garantindo-se-lbes um bom sortimento de fazenas de
algodo, 13a, linho, e seda, emfim urna infinidade de artigos de mida mandando-se s
casas das Exmas, familias, por empregado da casa, toda e qualqoer fazenda para verem
oa escolberem.
As pessas que vendem em menor escala podero bem sortirem-se nests estabe-
lecimento que vender pelos mesmos precos que em qualqur casa importadora, tendo
a facilidade de comprar qualqur porc3o.
O 65 tem um compiti sortimento de roupas bem acabadas o qne vende por
precos moitissimo comraodos, mandando tambem fazer por medida toda e qualqur obra
que os concorrentes des-jarem para o que tsm um dos mais tiauilitadis.-imo mestre
alfaiate, cortando por um systema inteiramente novo.
Os annu.acios nesta praca esi3o e por certo devem estar desacreditadissimos, pois
que ha casas que annunciam aq tillo que nao teem, o que o 65 g raute nunca dar-se em
seu estabelecimento, pois que s deseja bem servir ao publico em geral, para ganhar
g ande nomeada em todo o mundo.
O 65 acha desnecessario mencionar os precos de saas fazetfdas pois que issojor-
naria-se demasiado macante para os leitores, por ter de ser demasiado extenso sen an-
nuocio, e mesmo para se tornar menos despendise pois que vendendo maito e nwito
barato mister encurtar suas despezas. A sinceridade dos tratos do 65 jnlgo'qns jii o
publico conhece demasiado, pois que sempre tem comprido com aquillo qne amoKia,
nao verdade ?
E' INTIL, NAO SE CANGEM, COM O 65 NlNGUEM PODE COMPETIR
ROA DO DUQUE D CAXIAS
(Oatr'ora do Queimado)
1
ura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopeau
Essa pomada qne t5o bons resoltados tem eolhi-
d as pessoas que delta tem feiio aso tieaba de
ebegar para o sen deposito especial..
NA
Pharmacia e drogaria
Bartbol' mea 4 urtm larga do Rosario no-
mero 34-
Aos senhores de en gen h o.
Vende-te a retalbc as diversas machinas e cal-
deiras a vapor, oideiras de cobre para cxznhar a
vapor, filtros, tanso, frmas e mais outros ubjec-
tas da antiga reOnaco do Monteiro. Para tratar
irijase aos proprietaris da dita reQnacao os Srs.
deoriqne Leiden & C, na imperial fabrica de cer-
veja n. 33, ma do Bario d S. Borja (Sebo).
AVISO IMPORTANTE.
Devendo seguir com brevidade as pecas prin-
cffiaes da dita refinacao para o Rio de Janeiro,
ge-ie oa Sra. de engenbos de aproveilar an-
fabida, desta aoicaotcasiio de comprar par
i eommodos machinas fabricadas pela pri-
a casa fraoeeia deste ramo de industria.
(3erveja em harrl, de tu
periqtflu^-lidftde
VenSa-se em [ i_S. P. -Jobuiton & C,
da Senzal*-no
HCUr itA'.

56 ARua do Mrquez de Olinda56A
' outr'ora rua da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este an'igo estabelecmenio assaz conhecido como principal o recorMI
dado pelos grandes depsitos e bons sortimenlos com que sempre prima esvilR
meiboras, mais acreditadas e verdadeiras aBtschhaavs saaaerleamas s>sra aalfs-
dio, desde 10 i 60 serras, o bavendo em todos oa tamanbos diversidades do siste-
mas e melboramemos para perfeito e rpido descare carnelo; toroam sa dignas do
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, aleta dist\ encoftraiSo
tambem mais
*
Aparados vapores looomoveis, de forca
de 3 4 cavallos, e perteoces.
Machinas para lavar roopa.
Arados americanos para vanea e la-
deira.
Carros de m3o para atierros.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estauhado.
Di^ps com vlvula para lavatorios.
Dites.de madeira para compras*
Apparelhos para jardins.
Guardas comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafusos de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Treos para cozinha.
Temo de bandeijas finas.
Emfim muitos outros artigos, H 1
aminados,
Correles para amatar madoirs. i
Cylindros americaoSs para nadarlas.
Perteoces avulsoa para maoaioss.
Salitre refinado.
Breo saperior.
Moinhos da diversos fabrlates para
milbo e ca'.
Debalhadores para asilbo. ^,___
Azeite de spermacete para pasA|
Camas da ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas. \4
Cofres de ferro patate.
Canos de ferro esmaltados.
DHos ds (Wo eataohsds.
iioa cbDSJbsv
jmm* boaraesa.

es para ferrsiroa.
fue Mb>tfCiBeaio [Otleri) m
J


Kttto 4* i'waajubuc* ^t^rW eira 13 da
>- %

FIGIJEIREDO ft-LOPES.
64 RA DA IPERATBIZ \ 64
Os prprtrios 9este importante e sympatbico eslabelecimento de fazendas fitm,
ote a sua numere
gosto e moderno em fazendas lacii
vem avisar ao respeitavel publico- e par tica rmente a sua numerosa fregaezia, que o
CYSNE acaba de sorlirse de todo qu oto hi de
qu<
para borneas como para senboras.
E' ocioso ciar qros proprietario3 da loja do CYSNE naturalmente previentes e
d'aa espirito altamente conciliador dos interesaos alheios com os seus, leem- sempre
sfguido o magnifico systeroa de offerecer venda blendas do todas as qualiddes e pro
eos relativos de forma que fcilmente podi:n fornacer artigos de sua casa accommodados
todas as fortunas e meios.
E sobre todas as conveniencias e me'os prefer vel comprar n > CYSNE em con-
equencia da sinceridade e baratita com que negocian es saos proprietarios.
No lo jvavel empento i de justificar as suas operac's convidam a* Exinas. familias
a visitar a syrapathici loja do CYSNE chamando as aincSes do publico en geni para
as seguales especialidades e precos,
PHM6T
i* B71.
PARA NOJVAS.
Veos, empellas, sedas e papelioas Draocas"
O de cores, g-itas, ponbos e camisas bor
dadas, tudo caprichosamente esculbido e
para varios precos.
CRETONE BAPTISTE.
Fazenda usa de orna so cor, de cores di-
versas, para vesiidos etambsm propria para
sombras.
CAM*RA1AS
Transparentes de 8 i/i varas desde
3#5Q0 at 8 a p-g. Victorias minio fifias
do 45 at 85000.
CORTES BORDADOS
Fa tanda branca de delcio bordado
baixos precos acompanhada do oroplente
figurieo.
LAS
Variadissime e neo sortimento desde a
12a lisa barata de i$ al a le listras de seda
mus cara que pelo prego que vendemos
por assim dizer de graca vista de gosto
e qualidade.
BAREJES
Liodos padroes aos pregos de 860 e...
400 rs. o cevado
SAIASBORDADAS
As que o CYSNE ver;de sa > beatas e su-
periores.
LVAS
As melbores e mais procuradas luvas de
Joovin, brancas e de cores sio as que o
CYSNE expe a venda.
BALOES
De crotones com babadoe berdado, di-
tos de arcos a Ka-Q, pecbincba sem rival
no genero.
CHTAS.
Completo e grande sortimeoto de todos
os prego* de padrees modernos e c res fi-
xas.
GROSBENAPLES
Fines de todos os pregos e larguras so J
o CYSNE pode vender brato-
FLANELLAS
Da res e brancas de 500 rs. at 14300
0 cavado.
LPICAS
Ltvradas de 500 rs. a lf>0CO o covado,
especia lid ade do CYSNE que n3o conta com-
petidor.
MADVPOLES -
Francez de 21 jardas delat 16000,
ioglez de 5 al 65000. e muito fino.
DAMASCO
Com 8 palmos de Jargura, dito estreito.
CORTINADOS
Para camas e janellas de todos os tama-
nhos, cambraia para o mesmo fim du 20
varas a 105 a pefi.
ATOCHADO
l> linho adamascado, dito de algodSo
maite finos, bramante ent ranea de e Uso, e
barato s o CYSNK vead*. uH*"
OAIAIWAWPOS x
Grandes e pequeos.
SETI.Naai at> <*-6UiS.at.-r
rara todos os pr dres.
PARA NOWAS
Camisas bordadas, peitos olarinbo e
punhos lisos.
PARA LUTO.
Merinos, priocezas, alpacas, canto, boro-
basinas, chitas, oanabraias ec, etc., por
pregos que sp o CYSNE vende
PARA HOMENSE MEEINOS.
Brim pardo a 640, 840 rs., i c 10
o metro, gangas de 400 e 440 rs o cova-
do, e tamben temos o afamado brim de
ugolfa.
CHAPEOS DE SOL
Para bomens e senho.es dos melbores
fabricantes da Europa.
FILOS
De seda, ditos de linoe, pretos e braD-
cos e mam baratos qne em nutras loja.
MAS
Pjra todos os lmannos e qnalidades.
CHALES
De menn usos e eslampados, pretos com
franja de seda, ditos e m franja da ISa.es-
pecialidadede CYSNE.
Desculpem os nossos freguezes termos sido ora pouco extt n-o na narraglo de al
gomas novioades pois com quanto sej nosso interesse tambera o dos nossos fregu
es que querem e gostam a dar na moda.
liua 'Ja Imperairiz n. 64.

FKEBEDO & LOPES.


,*Sk



>"?

Jos dos Santos
Heves $ Irmaoo, a
ra Frimeiro de
Marpo n. 19, loja,
[L nico deposito em
Fernambuco. {
'**w
ftaaca *e to nm prceww) nis perfelto e qn at-
alaja ae tal forma a aiisfazi-r as exigencias nait
MWtili e senploraco.
A SM er lindis?ima e nao precisa do cnida-
40 sifnm para ce conservar do tinieiro sempre
ob t rawmi cr, srm nona, ero'Uk bolor u em
M4as eu* tella inherf-nies k todas as tintas
U ajpra oDhfcxUs, atada mesmo dos melbores
atores straaniros.
Sobretodo, este estimavel prodneto nao ataca as
euas l4e aeo, antes peto eonirario, a peona
tiqutn m ewnahf 4oarado ae, seoda tnteres-
taatte, aoee proveiHM. .
Eata 11111% aio sendo especialmente para copinr,
41 conrodo doas, tres, na mats copias nm h m
lafflh dewertpr re preciso, porm, dentarwitw
afMlHWai'Wi'twdo sem o enxutar com o mala-
eeim, powte -oo ha rieco de herrar. Para se
tirar satas w ama com, alo u agglomeram tao-
taafblb oeatoa- coplas se querem tirar, ms-
nt-aaeomeoWftnallirar a nma tantas qnantas
, asna fae o rffiwl flqne projodreao
Decowe afot diier que, para eepiar mfwia
Ha hMtWganeH e babiHdade, sea e qoe a me-
Baor tiau ao minfat, e o deleito recae sempre
obra ? *( i, qne nwifas rezes qoem meos
idapta sjMliiaee aala tinta enrenaameote
gyiarel. fob qoa eiU que am-foaifner os-j
w.o neja mais do que au Unta para oa di-
rript* soffre o choque de aetdos foriissimos, sem
se deeompor ; ra, se os cidos oio lem aceo so-
bre ella, muitn menos a accao du tompo a pode
destruir; isto plansivel.
Nao 6 s6 ao commercio qne este men prodocto
velo ser otil ; os profesgores do collegiog, investi-
gando todos os meios para o adiamntenlo dos
sens discpulos, tem approveiudo ea tima qne
eom razio a acharam apta para desenvolver o
goto us edncandiis, era conseqneocia da beleza
da cor e facilidade de Correr na pequea pela sna
liquides. Ha exemplos de enancas que havia
moilo tempo tinham nma repugnancia extrema
para a escripia, logo que fnl admitiida esta tinta
no eotiegio, apoderou-se derlas a curiosidade e o
giv lo, e punco tempo depois o seo adianumento
era maoiteato.
E-ta tinta, par de tantas vantagens, tem nm
nieo inconveniente, deteriora-se ao contacto de
ootra qaalqner; e-nvm pois te-la em tinteiro
rentos do menor vislumbre de outra Unta, e evi-
tar escrever eom a peana so|a de nma nreparacio
diferente e incompativel; vertflrando isto, nio ha
ratSn para se usar de Unta qne nao soja a VIO-
LETA EXTRA-PINA DE MoNTEIRO.
Observapo.
Diversas falsiflcaeoes e seroelhancas tem aWH
recido, eaja durabiltdade duvidosa. Oa W
compradores poiem eviur o engao dirtg**a-eB
ca-tts cireamspeoua^je pedite a tinu flja#*i
Aorise
, C.
Wri 15)lWHiTlfO fi C.OTTO^iO
v ESSENCIALMKTTE EFICAZ E IWPAtiVEL F.M MSTRm M A1IIA6 E
riTAHA SOAfORMAgAO
Guiados pelas iodigwf%*mltos ttalisedos ehimicos, e medico distinclos, qoe
se deram ao etnodo e averigWgSe das causes qe prodntem os p.idecimeolos de rltm-
matismo, golta, arras dos rMus, bttig, figato,-* d'outras visceras; e aos ensaios dos
meios preprios para cural-os, ehogamos a obter mn remedio, qoe nunca desdiiie a mi
actividade contra os ditos pideeimeitoe.
N5o nnicamente bastado em tbeoria* qne tanto a\ anearnos, mu sim nes satis
factorios resoltados obtidos da ra apphcacSo, as innomeras eiperieocas, qoe com eRe
Osemos ; e desie modo, seguros de seos beneficios effeitos, afootameote o recommenda-
moss pessoas q.e soffram algumas das molestias cima dius,ou de alguos outros pa-
decimentos do tpparelho orintrio; taes ooaTWo diabtico, glfcoswico albomioorico
etc.
Escojsde seria obsenar qoe se nio pode designar om numero determinado de dses
de nm medicamento para corar todos os individuos que padecwn da mesna molestia ;
pois qne a cura est depeodeete de diversas cfrctmmancits, mbereMee i disposigao na-
turrt oo com;teig5o, de cada ota deHes; mas comiedo, oerto qoe o ty&roo lytho-
trptico ernti rheumatico e gotm proda setapre t cr desejada, qondo se'p^lrsista em
tomi lo o tewpo preeieo pata obte-ia; detendo ter-se em tista qoe quanto mais iovete
rado est o mal maisee deve insistir na applieagSo do remeeao.
Podemos tambem -afflancar qoe, per mais continuado qrjfl seja, o oso deste reme-
dio nio causa deearranjo algom nee vas digestivas, mas antes, peta propriedade eminen-
temente tnica, que tambera posoe, fortifica o estomago, toma mato faceta as digestbes
e, n5o pencas vesos, tem Mo desappatecer diarrbea, qae eram entretidis pela dbik-
'1ade geral do app;rellio digestivo,
MODO DE USAR.
Tomam-fe do hydrok hjthotrip&co, tos primeiros qtiatro ou cinco das, duas co-
llieres de sope, em agoa assucarada, leite, cha ou caf eom leite, e memo sem mista-
ra algn, na occssiSo do almogo, e outras ao principiar a jantar.
No quinto oa sexto dia e segointes, tomam-se do mesmo modo dito, tres colheres
de cada vee.
Se es ourinas da pessoa doeate depositara grande porgSo de areias ; se as dores
nepbriticas, rheomalicas ou gottosas s3o constantes; em fim, ve os padecimeqtos sio
fortes, temar-sebo qualro col be res de cada vez,on tres Teses no dia, a tres comeres
de cada ama.
Quaode as areits, ou otros padeeimentos, tem diminuido, torna-se s primen-as
dses, or\atai>
Peto oso do Hydroiev UtkmripHO'^ vfb sendo mais raros o apparecimento das areias,
s dftws npphriticas, rtienmatteas e gottosas ate qne de todo desapparecem: neste ponto
pode dispensar-seo remedio: ulii, porm, cora o preventivo, tomar cada semana orna
o duas d>es deile.
Pelo qoe respeka *alitentacio, dte ella ser regn'ada de modo qoe nao sobrecar-
regne o estomago, e eraquaetidada tal qoe possa ser faorlmente digerida.
A melhor bebida e, seta duvid^, a agua pura, mas tambem se pode osar de muoo
simpleroa'-poaco aloelic. De cervej e vinbos fortes, poocas teses.
Sobretodo o que rootto ree^ramendamos, grande exercicio,sem faiiga, pois qoe
eKe moito centriboe para e rapidez da ara.
N. B. Depois de trer-se do frasee a porgSo qoe e vai tomar, deve baver o maior
cuidado em o arruinar iramediatamenve.
Tnico deposito em Fernambuco
Pharreocia americtraa de Ferretra Msia d ., na do DoqtW de Caxias n. 57, (an-
tiga do Qudmado.)
A' AGIA BRAWBA
RA DUQUE- DE CAXIAS N. 52
(Outr'ora Quimado n. 8.)
FLORES E PREPATWJS'PABA ELLAS
A AjnM'BratKa tendoj recebido park-de snaa
totigas eacommenda?, em scguimcnlo acaba ago-
ra mesmo de receber ontras, algumas das quaes
M tornavam essencialmtnw precisa?, e outras se
taem apreciadas por eonroaejam:
lleiji de fio 'escocia, .bertas para ienboras
! meniDci.
Ditas dem eom listas tartibem para senhoras
e meninas.
Ditas dem mnile bailas ao gcs.to ejjocez.
Dilaa dem Jun brancas e com listas para me
Dinas.
DMas Idfm idem para tiapti^adna.
Ditas de algodo cumprid^s e c m listrai para
meninas.
Lavas pretal de teda, para seabora.
Ditas de turgil e de $eda para meniuas.
Benitas caraisiih.-is bordadas para senhoras.
F4M Se Seda, traued e preto com flores miudas.
Dito de alg"diii, li*n e com flores.
Touo,oilu3 bardadas paia crianzas.
Lindos e modunus cbaposinbos de fusto para
ditas.
Peotes de t rtaraga para desembarazar ou fcen
tear.
b.ios d>- dita traveseos para meninas.
D.i'.u de borracha para ditas.
Dtto< de tartaruga, pequeos, para segurar o
marmdilho ios cabellos da tenhoras.
Grande fortircento de eofeites de seda para ves-
tidos.
Fifi-Has de rr-adrep?rola e da tartaruga para
unlrelra c len para n cabello.
B,oa< b rclnlia" pira menina. '
NOTO SOlVmiENTO DE ENCHOVAES PABA .
UAf-TSADOS
A aguia branca atv.br. de receber novo sorti-
A Aguia Drsoca receben lindos ramos de florea
fiuas, tanto para caneca como para cbapos, i
bem assim :
Ppel verde lio e coro listas para felhaa.
Di!" de cores para flores.
Folbas de diversas quatiJades para rosas.
Ditas verdes e lostmfs, obra o; va e pela pr
meira vea viudas c< roo amostra.
Fianja prelas e de diverjas largaras para a-
leitar vestides,
COQUSS DE TRAMPAS E DE WR09-
MOLDES.
A Aguia Branca seaba da receber taatt peqa-
na i'crcSj dos b> n ts e ardernos coqoes gran-
des de traoga e outros moldes.
COLL RES ROYFR FLECTRB-fAG^
NETICOS.
A Aguia Biaiica acaba de reeetoer os proveit--
sos collares electro n.agnetico* j bero conacci-
dos par facilitar a-denicao da ertaneja e jta-
serva-laa das convuLSes.
S0BRE-SA1AS O ANQUIXHAS DE
CLEN0L1NE.
Em subslitoic^io aos ba Oes vieram aa amici-
nhas de clenolioe, e acbam-se venda aa. lojrt da
Aguia Brauca.
QUADROS PARA RETRATOS,
A Agui Branca recebea variado ortimeato da
quaJi>.i para reiralos.
LENCOS BORDADOS.
A 1 ja d'acuia tranca, a roa Duque de C xiaa
n. 52, otr'ora do Qneimaiu n. 8, receben boaitos
bem a^Mn se|i..t:hmi'nte camlsinbas lencos de eambn.ia ieliaho pnmerosamente bor-
siento de lin !o. e cmplelos encbovaes para bap
n'doj. e
para dito
liB.tos rt,apirtirs de seim branco dado?, e como de >eu lonvawl eostame est 09

IIUSEU
bordad, outri* dos cw fundii velludo, obra
de rauilo g)sle,c <'ie serwm larrbein para pas-
o, sapatirti?s MODERSK BWBTES DE FI.OItES,
ornado oum Lie >s de seda, fitas de setim e fivella
le iradrept-Mla ao ultimo gol-io, e proprios par
bailes, casameatos, etc., etc
vendendo baratamente a olOf.0, 6|, 8/ e 10^000
cada nm.
TAM EM HECEBE
ricas camisas de fino espnio de linho enfcitaSas
eom mnito gosto, e pro.via para bovs, oa mes-
mo ootra Exma. senhora qne possa e quejan ang-
mentar o numero de sua b>aroupa braaca

-Rna Estrelta do Eosario N.1
10 non Ton
Acabase de atbrir este importante eslabelecimento denondexas superiores com os
m'lhores artigos de laxo e de soda para bomens a senboras, variado sortimtnto de
perfumaras dos mais afamados fabricantes de Pars e L< ndres, cooto sejam ; i ver, Lubin,
Condray, Pinaud, 'Regand Chonaeaux, Monpels, societ flygieniqae, Gosnel, Bimmil e
Piesfe.Lubin, etc., etc.
Alta novidate
O Mufeu Eiesante roa Estreta do Rosa-
rio n. 1 vende ricas camisas de cambraia
de linho tornadas para noivas, e tambem
de madtpolSo fino, bordadas e en-eitadas
de ntremeos a 40S, 604 e 75,5000 a du-
zia.
Lindos penteadores guarnecidos deentre-
rxeios e rendas valeacione, ricas calcas de
linbo bordadas e de madapoln, para senho-
ras, bellissirr o sortimeoto de gouhas e pu-
nhos cousa inteirameete nova, eeeebido pelo
ultimo vapor da Europa. .
PARA BAPTSADOS.
O Musea Elegante recnbeu os mais finos
e ricos enxovaes para bapti-ados e tambem
lindos vestidos enft-itados para crianza, ra
Estreita do Rosario n 4.
Ultima moda.
O Museo Elegante receben os mais lindos
e modernos chapeos de blond enfeitados
para senhoras, e tambem de velludo e pa-
Iha para crianzas, e est vendendo mnito
barato para vender logo, a roa Estreita do
Rosario n, 1.
Flores e plumas.
O Atasen Elegante est vendendo as mais
bailas flores e plumas que tem vindo ao
mercado, assim como nm lindo sort men.o
de franja de seda preta cousa oe apurado
gosto ra Estreita do Rosario n. i.
ROJINAS.
No Musen Elegante vende-se botinas de
n. 20 a 3 pOara enancas a 2)5000 o par, e
lbyrintho
O Moseu Elegante vende ricas froobas de
bem vende coletas e toalbas de fusio a
e extraordinariamente barato, roa
ita do Rosario n. I.
Collar electro.
que afioal ebegaram os verdadeiros
collares de IVoyer, contra as con valso- s das
enancas e facilitando, a denticfio, e esto se
vendendo a 3 ?000 o Museo Elegite
ra Estreita do Rosario b. 1.
As de 5*5 por 45800
Na verdade barato II Facas finas cabo
de balance coa dois botes a 45800 a do-
zia, om completo sortiraeuto de colbe-
Iheres de electro-pate e facas com cabu de
marfim, tu lo por preco Dtratinbo qoe ad-
mira, no Museu Elegante ra Estreita do
Rosario n. i.
AS MODISTAS.
No Mueu Elegante encontrarlo nm com-
pleto sortimeoto de bico de blond branco
e preto, dito crochet, trancas e franjas de
seda de todas as coras, grande sortimenlo
de galbes de algodao cousa de lindos dese-
rrbos, cambraia franceza branca e preta para
forrar vestidos, retroz de todas as ores,
entremeto* e babados tapados e transparen-
tes e agulhas de ferro, osso e marfim para
crochet, ra Estreita do Rosario n. i.
Imltacexle onro.
O Muse.0 Elegante vende ricas voltas don-
radas para senboras e tarxbem meios a .le-
recos imitando coral, perola e gata tudo
por precos razoaveis, na ra Estreita do Ro-
sario n, 1.
Mintilha brasil eir s
No Masen Elegante roa Estreita do Ro-
sario o. 1, ven 'e-se lindas mantilhas de
lbyrintho a 640 e iffOu, roa Estreita do seda para senboras a 15A0U0, coosa vinda
Bosario n
i DO o 1 timo vapor.
t{
CMNHE C4LIF3RMA
FAZERDAS^ BARATAS
BIJA DO 01 IIHf DO W. i
f Loja de Carlos Jos de Medeiros & G.


ARMASEM DOS LEOES
RA DUQUE DE CaXIAS N. 29
Os proprietarios deste, grande e bem montarlo eslabelecimento stientific?m ac
respeitavei poblico desta provincia, que se acham com om variado e ccmplet'i sortimeoto
de movis, tanto nacionaes como estraogeiros, sendo estes escolhdos capricho por
ura dos socios qtie.-e acba actualmente na Europa, e por isso os podem vender mais
baratos 20 % menos de que em outra qaalquer parte. O mesmo tem contratado com
os melbores fabricantes daquelle con iotiite as remessas das mais ricas mobilias feilas
all. Na officioa tem os mais habis artistas deste genero, e por isso aptos a forneeerem
mobilias as mais aperfeicoadas para as casas da provincia consideradas de primeira
ordem. Pedem, porttnto, que venham visitar dito estabekcimenio, onde enconti>r5o
a realidade do que acabam de expr, passandoa examiBarem : ricas e completas mobilias
de Jacaranda, mogno, faia, carva.ho, amarello, etc. etc., ricas e elegantes camas de
Jacaranda, po-setim, amarello, etc. etc., guarda-ves'idos de amarello, guarda louca de
oogoeira, amarello, com tampo de pedra, aparadores de dita, dito, com dita, petita
toilettes, especialmente para fazer barba, toilettes de Jacaranda e amarello, com pedra,
e moitos outros aitigos de gosto, que para se nao tornar enfadouho prescindimos de
azer menco delles, o que s com a vista poderao apreciar.
RIJA IA IJtIPE'ftATRIZ M 30.
Os proprietarios dcsta bem conh cido e el gan'.e estabelecim n'.o, sciectificam
ao res eitavtl pob ico em gcral, e com esp> ci. hdade ao bello sexo (snas ama veis fre-
wai-zas) que t-'em recebmo p-los ltimos paqu tes da Europa, om linio e variado sor-
tiovDto de tudo quanto precizo para tma senbora (que se presumir ter bom goste)
completar om elegante e invejoso toilet.
Os proprietarios contando c tido o seu estab'-ltcimento de tudo que de m- lltor se dsejr po>sa.
Os proprietarios julgando muito mficnbo ou ntes por assim dizermp ssivtl
mencionaros innmeros Hbjrtcios que comt5) o bello sortimeoto de que cima faParam,
contentim fe apeoas em relacionar aq.elles que julgam mais recomm'.ndave'S pela sua
elegaocia, noviciado e commjdidade nos presos, como sejam :
81
m
Junto a phi tiiicia americana.
D5o-se amostras mediante penhor.
,"92*
(Succfssofes de *mm de Atotida ntoj
10 Kme larga do Hosrio10
:-.-, < tonto 10 -Wirtet de polica >
netarioi deste estabelecimenunagm aimora >eiBtticjir >o retael pnbliflo i'flsfc
aaro a preparar PELAS F0BML.1S DE
medicameatat brasileiros, tas omo :
eife, l T^feaoa lOWftlSBA :
JPUttrt AlW PCMODICAS, tW
O* .
capital e do de Mas as provincias do tainfrU. aae
SETJ FINADO ANTECESSOR os acreditado*
Extracto aleooheo, emplastro, oleo, thi
ftntra e xar"pe do FEWfOlO, Xarsr>
DA SALSA DO PARA, .rope de ASRIO i
Mf Talatl'"*'
fara,
m
:+**"
teda edtn a matar |eT
nesmaah:
eoio.
etlvaaw !.
em
Lindos leqors de mu fim a 8^000
Voltas de correles de borra, ba a IdAON
Lindissim s ltques para mtniuas a 2|?000
e 2(5500
LeqoHs de madeira a mt?co de marfim
a 20OO
Penes de regato para menimsa 240 rs
Di os com cha, a de metal para alisar a
240 rs.
Duzias de linha de carretel 200 yds. de 80
a 150.800 rs,
Fmlhnbas de madreperola para pulceiras
o par a 25C0
Caixas com 100 penna (Perry) a SO rs.
Dnzia de meias para senboras a 4,-Jot.O
Aulbas para croheta 140rs.
Di zia de bot-'S de selim para vestidos a
320 rs.
Caixa< com 40 papis de agn'h.is fondo de
o ro a 2(i>t0
G lli has de fil e can braia bordadas a
240 re.
Carteirinbas com agulhas de todas as qna-
lidades e com um toque do ferrugea; a
240 rs.
D las liradas a 500 rs.
Redes invisiveis para cabello a 400 rs.
laques de madeira a imitado de sanalo a
2/1(00
Tem tambem grande quan'.idade de flores
fra< cezas, Us de sarja de tod s as cores
e larguras, ditas de velludo, prtta.s e de
c es de tudas as larguras eco muito boa
qualidade, ditas de selm ede s la.
Rttroz rte t .das as cores e do mnito b a
qualidade
Lindas c^s'inhas de palha btrdadas rica-
mente froco e propias para ajienicas
de e-cu a.
Finis-ima-i meias de fins da Escocia, arren-
dadas e proprias para >apat ntoraro.
Completo sortimento de bico de teda braceo
e pr^to edb eptuna qualidade.
Bonita capella^ para n Luvas de pellica brancas e de cres.
A finil existe ne te estabe'pcimfnto um completo e variado sortimento de todo
quanto b< de melbrr e de mais elefante.
Os pr< pri-tario8 rog^m as Exroas. Srat.' a vi-itarem o seo eslabelecimento afim
de se convencerem do que flea dito, e no caso qne o3oqueram iar-se a este trabalho
poderlo mandar buscar os IKros de amo;tf"as ou qualquer objecto, osqaaes ser3o im-
med atamen e rematidos.
Ra da Imperatriz N. 36
SA LEITrO a 0LIVEI8.
PAO RAMN OA
oiej deposito ao Recife roa dasCrui n. 13 sera
alieraco do preoos.
(al nova de Lisboa.
RtWeBt-menle eb^gada no brigua Etican-
mar,velde /oaqniai Jos Gon^alves Beilrlo
1 seo scriptoho roa do Commercio na*
I Rnp ,.
A loja da praca da Independencia n. B, ha-
8oo nova remes* do muito acrediisdo rapa pise
grosso, fino, R cha, franeet, rolSo e princett da
Uahia, Li.-boa e Pauto Cordeiro conmina e viajado
vndese ^m libras e a rea'ho.
Veitf-se
a loii de lonca da t rra s ta i rna do. Rata*] a.
4 : qaera a pretender lrija-w a peKma ola nra-
,ca da Ioependeacia a, 83, qa attittrilaalr ijiu
'MaV. -


a
Oari* PtHUfiibtiCA Otfftffe fora ]* ASSEMBLEi GERal
-*-* i. -.... i
CAMAA DOS DEPUTADOS.
Discussao do elemento tervil.
(Cootnaacio).
0 Sa. Baio oa Villa da Barra : E'
o que eu di*o, est no cdigo criminal,
par que repetir aqui ? Nao se fazem lei
ooImis; 6 a mmba qaesto. ( Apoiados d <
opposiclo.)
B\ pois, claro que esta disposicio o
despertamento de medidas contra os possui
dores de tscravos.
Unaa proposta qae offerece um titulo d
600/$ como indemnisaco, mas que nlo
mais do que un titulo de 300)91, porqa* o
yo ver no olo iodennisa as despezas felis
cosa os que Horren antes da idade de 8
annos, e as estis cas rezan que m rro
mais da melad*, sondo por va de re durante as flaole&tias de Uos ingenuos os
senhores obrigados a raaiores despezis
(Anotados da oppoeici i.)
Urna proposta que prometiendo mde un-
sacio pela criacio dos ingonu s Albos de
etcravaj, so mesmo lempo, contra todas ai
regras da lgica, exciue da ndemnisaciv a
i-riag dos ingenuos filtns das ingenua-,
por eiijos servico* os senh tres tivereo op-
tado ? (Apoiados da opposico.)
Urna proposta que. devendo proteger as
ecravss qae tivesvem millos rilos, eot e
(auto dificulta a liberdade, pois que muitas
vezes om individuo p le dar draneiro p ir*
a libertar; >o de urna escrava, e nao podef
da-lo para indemnisar a criacao e tratamen
to de todos os Qlbos dessa escrava, (\poi i-
dos da opposicio.)
E' verdade que o nobre deputado pela
mioba provincia achou qne a lgica era in-
teirameote contraria a isto, dissu que se a
escrava nao puder paga- deixe o filho per-
maoecor no seu amigo estado, e nao admira,
porque elle disse ultima palavra. Desde que um individuo
se eotbusiasma a tal ponto por ama idea,
nao pode man com calma raciocinar sobre
ella. E'a ultima palavra, est dito, naia
mais serva. (Apoiados da opposicio )
A C'Monissae leve a hamanilaie (mas
humanidade em gripho), de aconsether que
en vez de ser o governo quera pague, seja
esta despeza iocloida do preco- da hbertacio
da escrava II Prescindo de qual |uer com
menta rio a respeito ti
Urna proposta qae no fim de oito anuos
depois de pfHHlsjada a le principia a so
brecarregar anoaaMnente o tbesouro c >m
as despezar o trausaento dos imi-
viduos de incapscidade pbysica ou iid
ral por cujos servicos os sennores uio po-
derlo optar, a despezas essas em pura perda
para a emanciparlo, quand.) podiam ser em-
preadas em a Lrriar escravas na quadra
de poderem ser mais. Urna proposta que
deixa como escravos os ingenuos at os 21
annos, e-dep >m os arremessa na sociedade
com todas as prerogativas e direitos de ci-
dado livre. sem para isso os baver prepa-
rado.
Urna proposta, emtim, como esta, que
pelo complexo de medidas que aprsenla,
receio que va causar um grande damno ao
paiz, dimiooipdo, em vez de eogrossar a
onda emancipadora esp mtanea que fluctaa
em todos os ngulos do imperio I
Entretanto apreseota-se urna somma de
argumentos desta oatureza, aos quaes nao
se responde, e quando se trazem de novo
estes argumentos tea da discussao, diz se
isto urna sustentado de tbese 1 Na
verdade um bom meio de argumentar,
assim tambera eu sei. (Risadas )
Sr. presidente, voa terminar. Contino
a considerar a presente questo como as-
sentada em terreno neutro ; n3o tenbo en
tbusi-smo pela idea, e nao me pza, porque
o entrusiasino, por via de regra, ceg,
mo conselbein; mas temo convicQio pro
fonda, calma e reflectida de que por quaes-
quer meios que aconselbei se poder levar
a effeito a emancipaco sem prodozir abalo
no mea paiz.
Portadlo, era vez de proclamar com en
tbusiasmo, como fez o nobre deputado pela
minha provincia -.Empunhemos o lbaro
da civilisaco, marchemos frente do par
Uiio conservador, afrente da naco .-como
n3o tenbo enthosiasmo, airei: Nao temos
necessidade de empunhar o lbaro da di
lisacio. poesa ; nio temos ne:essidade de
marchar frente do partido conservador, a
questio ni) de partido, n) poltica ;
nio temos to pooco necessidade de mar-
char frente da naco. basta que marche-
mos na retaguarda della, o que equivale a
dizer as pegadas, no encalco da opinio
pob'ica. (M ito i em I Maito bem I)
(0 ndar vivamente felicitado.)
O SR. PINTO DE CAMPOS (sijmaes de
atlencao ; silencio):Sr. presidente, em
todo o largo periodo da minha vida parla-
mentar nunca me acheijem posi o tao criti
ca, como a em que actualmente me acho. Em
outros lempos, tendo em frente adversarios
natoraes, com elles o debite era franco,
era desprendido daquellas considerares,
qoe o antagonismo poltico de certo modo
excLe, sem, todava, prescrever as mutuas
deferencias qoe a boa educarlo impoe em
todas as silaacdes da vida. Hoje, porm,
por orna fatalidade, que nao cessarei de las-
timar, a lata nao j com adversarios sys-
temati-os, 6 como amigos, com quem sem
pre viv na mais estrella aliianca, de quem
sempre recebi as mais distioctas provas de
benevolencia, e a qnem procorei sempre
corresponder coma mais l^alrecprocidade.
Isto posto. Sr. presidente, repito que a
minha posicio a mais critica e dolorosa,
e tanto mais critica e dolorosa q tanto,
par das consiieraces o respeitos, que iou
anda forrado a manter com estes amigos
de bontero. paUolam em meo coracio as
mais profundas quexas, nao queixas de ini
migo, mas de amigo, qae tem sido, de modo
desasado, por elles offendido, ja na impren-
sa, j na tribuna.
Mas, senhores, to grande a forca do
habito qoe bavia adqoirdo de respailar a
to distioctos cavalheiros, qae, em vez de
atar contra elles do direito de doras repre
salas, alias improprias do mea carador,
limitar me bei a dizer-mea : Vos na ten-
das off-adido, as eu vos nao odeio ; ao
contrario, a osea vioganca qae da vos tomo
4 entregar-jos ao sapplicio do remorso de
haverdes ofendido uro alliado sincero, om
amigo vosso da todos os tempos, om com
panbeiro iuseparavel das vossas Iotas glo-
riosas, (fsasaeiaj
EJs-aqoi a rioganca qae bei de tirar des
sai amigos, qoe aindi alo posso considerar
adversarios, enbora a lata tenha sido infe-
liznete aVOaal extraviada a de um modo
nanea previsto por min, ne foro;ngnem.
ados)
HoreH 1 S por uro milagro ostrn-
dol da Qm^ipjtencia Divina pudessam
vol er a este maulo as sombra! lenerandas
dos Vatser acollos, dos Montalegm, d>sPa-
rfhls, dos Uruguay e dos Ensebios, vela-
riam deenvergonhadas as facas, ata presen-
Ca do trstissimo espectculo da drmlo e
discordia que acta mente asta offerecen lo
o partido coo3erva lor (apoiados); echaijs
de ndignaco bradariam: Vos eataU de-
molilo om o martello de ambices impa
ce tes o grande, e magestoao edidiio, que
com tanto costo levantamos nesle imperio
(Moito bem I) Mis ai da.j'ielle, ou daqoelles
sob e quem o mexoravel futuro fizar peur
a dura respoDsaoilidade daste estranho des
vio da razio calma e prudente, que sempre
presidio todas as operacoes do partido con-
servador I (Apoiatos)
O Su. Ciiz Machado : A imprecacSo se
ria n'outro sentido.
O Sr. Pinto de Campos : E j que fallo
oo partido conservador, sejam licito dizer,
que moito me tem sorprehendido o ver que,
entre as razos qna aprsenla a Ilustrada
difidencia pira o^pr-se passagem da
proposla do poder executivo, Agora a de
upposta incompatibilidade com os antece-
dentes e ndole do partido conservador.
Pois lo de ressa es mecis a historia do
vosso partido?. Pt quem foramfeitas to-
das essas reformas de que o paiz tanto s-
orgulha ? Da quem foi a reforma da lei d-
3 de dezembro 7 da quem a da extioc^io
do trafleo de Africanos ? de qoem a da lei
dos circuios ? Nao todo isso obra do
partido conservador? Paventura qoerem
os cobres dissidentes redu'zir o partid) con-
servador a a'gama tartaroga do Alto Ama
zonas, s destinada a criar os ovos sem sa
hir do circulo da iad lencia ? (Hilaridade )
NSo, senhores, se eo suppoesse que o par-
tido conservador era esse cetceo ante dilu-
viano, petrificad') na immobittdade e na iner-
cia, de certo Ine nao teria pertencido nunca.
(Apoiados.) O partido coaservador, se nao
imita o leopardo na rapidez dos movimen
tos, imita o lelo na pradeociae na coerca.
App ico a este grande partido o que da na
ureza dzia Lineo: < Natura non facit sal-
tas. O partido cjjnservadjr, ee no en
cerra em si o elemento progressisla, icer-
ra o elemento progressivo ; porque um
partid > que tem asplrac-o^s ao futaro:
sua misso converter em lei todas as ideas
qae a expirencia a a opinio publica Ibe
apreseniam em estado de maturecencia.
(Apoiados.)
E porvenlnra a proposta do poder exe-
cutivo, qae ora se discote nesla cmara,
nao se achara nestas condiodes ? nao tem
jass'io pelos cadiohos da meditago de
tantos annos ? (Apoiados e nao apoiados)
Pois at quando se qoer estudar urna ques-
to que j lem por sobre si cincuenta annos
de esudos ?
N3o me afargarei em desenvolver alind-
le do partido conservador, porque nioguem
pode de boa f descoohecer a missit desl?
grande acorpo poltico a quem as socie-
dades ho confiado todas as reformas re-
flecidas, e bem assim a tarefa de reduzr a
obra prudente todas as ideas e conquisas
liheraes ; por conseguate, nao descerei a
pre eccSes d^snecessarias, tanto mais qoan-
to a hora bastante adiantada em qae me
coa be a palavra, e incommodis desaute
me nlo permittiro ir muilo adiante.
Passan 1o questo vital, incandecente,
me esfon;arei por justificar rpidamente as
razes do parecer da commissa'o, que tanto
clamor tem excitado no circulo dos meus
amigos dissidentes, clamor to apaixonado,
que por vezes cheguei a temer que os dig
nos membros di dissileocia, iravaodo de
mim, me Tevassem ao alto do Pi de As-
sucar e de l me arremessassem em baixo!
(Hilaridade.) E taes foram os meas receios,
Sr. presideole, que nao vioba para esta
cmara, seno coufessado (continua a hila-
ridade), e at viria uogido, se a anecio
nao fosse sacramento da hora da morte !
N'i-ma pilavra, passei horas amargas, ven
do a cada instante a desgrana oante dos
olnos, embora nunca de-cressedi benevo-
lencia dos mores dissidentes para comigo.
Antes de entrar na justificarlo do parecer
dire, como razo de ordem, que o que eu
escrevi mediante o accordo dos meus no-
bres collegas da commssio, nio foi urna
idea que ma osse encommendada oo legada
por quem quer que fosse ; f i e urna
idea que alimento n> coracio e na mente,
des !e que comecei a 1er as luminosas pa-
ginas do Evangelho, como a cmara vai
oovir.
Em 1856 formou-se nesla corte ama
sociedade denominada.... enganei-me : a
palivra denominada est no ndex (risada-);
fonaoo-se urna sociedade, sob o ttulo de
Sociedade Ypiranga. O seu director, que
era o finado Dr. Fernando Sebastii > Dias
da Molla, procurofema aqui pira que eu
me prestasse a pregar um sermij oo Te
Deum ; e inquirindo quaes eram os fins da
sociedade, respondeu-me qoe se dedicava a
solemnisar o da da a >ssa independenci *, e
por essa occasio distribuir cartas de lber
di le, na propoi\'3o do fund de emancipa-
rao qae bonvesse feito. Disse mais que,
organisada a sociedade, se dirigiram os seus
fundadores a S. M. o Imperador, do qoal
receberam o maior acolhimento, digo indo-
se at Sua Magestade de aceitar o padroado
della. Aceitei, e pregoei sermio, e por
signal gratuitamente, fazendo applicar em
beneficio das. tnaoumissoes a generosa of-
ferta qae me derio.
No aono segointe, appareceu me outro
director da sociedade, cojo nome agora me
nio occorre, a convidoa-me para pregar
outro sermio, que effeciivamenle preguei
sob as mesmas coadicdes do primeiro, e
aqai o trago para 1er a cmara o qae e-
tio disse. Sr. tichygrapho, escreva o qoe
vou ler ; porque, sendo este discorso o
meu testamento poltico, nio desojo qae
Ibe falte urna s ve ba.
Logo no prefacio escrevi estas pal ivras:
A Sociedade Ypiranga, dirigida e anima-
da por homens verdaderamente dedicados
causa da liberdade e da bumaoidade, vai
promoveodo/ sombra benfica do Impe-
rador, a mais profanda revolucio moral oo
espirito poblico, revolocia qae, proseguida
com a prodeocia que se reqoer, toda a vez
qne se trata de predispor o iriumpho de
ideas qoe s pensadas excitan estmalos
fortes na aatoreza humana, ha da necessa
riameole imprimir nos costamos e na civi-
lisacio da nossa sociedade a mais lisonjeira
pbysionomia. >
Na paroracio do sermio disse : E se
aioda hontem ara panhado de aventareiros
desalmados conspira va contra a liberdade
dessa tribu infeliz qoe estancos as regios
UIHMI
S?
afr
- -
readoirriiar en ,soi|#|Hpp_
imperial, trabalbam. ye e-forcam e sa
Ci*m no pensament generoso de lavar gra-
taimente, alas agas do Ypiranga, *j (im-
pido Jurdi da America, ai trine* manchas
da coodici) sojeita. Esta idea, que a
por si talo om grande progresa* na ora
lidaall dos cnstumes oaciouaai, a mais
sr Btoaoxa que poda brotar na terra-da
CVaz f Nio conhefo, lanhorea, meio aa s
digno de solemnisar o aom'versario da in-
dependencia do Brasil dayque der amar o
iuiuxos da liberdade soBre osees filhus da
mMtCio. que anda conspureata a'nossa
soedade. Eu admiro, eu loavo do'nlimo
da lina essa magnifica expressi> do pa-Uomaissao, que disse por mais de ama vet
Iriotiamo miis puro, da caridade mais sa- 'que a emao ipac) sem iademnisaQi > (Ara
eanente o eacravo ao
t-UK acto fra de in
O legislador endos
sabilidide, qae essen-
cialmeatnisaa, nos par calares, em pena
4aBill*Teren crido: abysmo invocando
abyam a ; iojostici Tigrante snbstitumdo
ootra tojuatiQl flagrante ; holocausto dos
possuidores de eacmvos aos demais nteres
h ; co ifisca sem pena; pena san delicio.
Nio pode ser.
Ora, Sr. presidente, vista des tas pas-
sagr-na que acabo de ler, e de ostras, que
abundam no parecer, poda a comnissi
ser mais clara e explrcila acerca do respei-
to para com os interesses dos pro rietanos
de escravos ? (Apoiados da maioria.) A
blime que jamis lati no seio das civisa
C*s mais celebras da ant g idade !
c ... A bu anidado ama s Os saos
direitos ao os msenos por. toda a parte ;
e aquella qoe exceptuarse om s memoro
da commiiohio do g-ao desses direitos nio
seria, um homem sincero, nam m*-ecaria
comoaler as gnodes batalhas da liberdade
pela graode causa do genero, bumaoo. ^
coascieocia publica, que vos da Dau- re
percutida n'aina da um povo, repellir
sempre com iodtgoacio o exclusivismo n
distt ibuir.a i da liberdade. A liberda le aa
elusiva nio e mais que am pri dito, condemnadp por todas as consiituice.-
polticas do um'vrfo ; a liberdade egosta
na > mais qae orna traicio horrenda, qu
um desmentido,impi i doutrm do Naza-
reo.
Desta leitora, Sr. presidente, que acabo
de fazar resal m daas verdades : Ia, qae
j nessa poca eu era emancipidor. e que,
por couseguinte, nao veobo boje, qoal im-
provisado triboao da philantropia advogar a
idea da emancipaco ; 2a, que j eolio
dzia que esta idea era aceita pela grande
m?ioria dos Brasileiros. Ora, este meu
discurso foi publicado e trans ripio no Jor-
nal do Commercio desta corte, e nio boove
urna s vuz que prolestasse contra essa as-
sorsio.
Correram os temp>s, e ais se nio quaod
achei-me de repente era po-icio di eolia
borar oa realiz.Qio desta g ande idea. Da-
claro, porm, a cambra e ao paiz que eu
nem os meas nobres coileess da commissio
linhamos a menor inteofiio de trotar esta
questo no terreno do* principios ibetract >s
da ptiilosophia, da religio e da moral,
que, pilo c ntrarie, estavamos 'no propo-
sito de encara-la nicamente sob o aspecto
ecoo'nmic > o social. Mas, desda qne come-
tamos a ver qoe se procaqavj iovoeer o au
xilio da raligiSo oo da igreja catholica aro
favor da escravido ; desde que comegmos
a ver que se derramavaJno seio da popula-
cao o (alseamento de ideas lo santas ;
desde, finalmente, que cometimos a ver
que se pretenda subatoir o sacrosanto
sudario de Cbristo pela tanga hedionda do
escravo, a commissio* resol veu col locar a
queslio luz dos verdadeiros prieetatos. a
trata la oo mesmo terreno em que foi som-
pre tratada por todos o grandes homens,
por todos os grandes pensadores qae della
se occoparam. (Apoiados.)
Onde, por conseqaencia, est o escndalo
horrendo commettido pela commissio ? On-
de a u8tificacio dessa dureza e acrimonia
com que tem sido julgado o sea pareer' ?
Que disse ella que j o nao boovessem o
todos os homens competentes qae tomaifem
a peito realizar a em -ncipa 5o dos escravos
nos paizes onde existiam ? Em outro lu-
gar do meo discurso provarei de m'-do
irresistivel que a commissio, encarando es
la questio pelo modo qoe a eocarou, nio
fez senio repetir oque tantos homens emi-
nentes o disseram ; a commissio julgou de
seu rigoroso dever firmar bem os principios
reguladores de ti> grave assumpto, afUn
de dissipar todas as duvidas epreoecupa-
C5es. (Apoiados da maioria.)
Os nobres depa ados, p rm, membros
da dissidenc a, nio cessio de dizer que a
commissio foi hypocrita, porque estabele-
ceu p incipios de que tirou con^eqoencas
diversas. Ora, sebores, se ba nislo bypo-
crisia, hypocritas tambem sois vos, sumos
todos nos qae, coodemnando a escravido
em sua origem e em seus effeitos, nio esta-
bleemos logo principios absolutos nem
chegamos conclusois definitivas. E' que
todos reconhecemos a necessidade id cua-
temporisar com as circumstancias especiaos
do paiz.
A liustrada disidencia, nio direi p >r ma
f. que de corlo a nio lem. mas por urna
especie de jadiara (hilaridade) tem procu-
rado indis or contra a commissio a parte da
lavoura que impugna a proposta do guver-
no, lendo e relendo continuadamente os tre-
chos do parecer qae considera desfavora-
veis aos direitos dos proprietarios de es-
cravos, omittindo outros em que a com
raissio torna bem patente o respeito qoe
mere .em os interesaos reaes dos senhores
de escravos.
Pois bem, senhores, voa procurar trao-
qoillisar os proprietarios, leudo e misera-
vendo era meu discurso as passagens mais
decisivas do pirecer, o provar deste modo
qae s por jadiara a nobre disidencia tem
asistido em chamar toda a odiosidade so-
bre a commissio, a qud alias declara for-
malmente : < Que, com qaanto recoobeca
qae a escravido foi na origem am abaso
da forca, todava reconhece tambem qae
nesse abaso se faodou ama organisacio, e
qoe essa orgaasacio constituio joz, a cuja
sombra descansaran! os qaa tomaram a lei
pela expressio dos direitos e deveres do
cidadio. Disse mais : Qaa se stygma-
tisava o abaso da furca, qae produzio a
escravido, stygmatisaria nio manos o op-
posto abaso da forca qua totalmente e sem
indemnisaco a abolisse agora. >
Em outro lugar, combatendo a emancipa-
Cao immediata, pelos inconvenientes que
expendeu, disse : Sem indemnisaco, po-
rm, seria noostraosidade. Direito ou fac-
i, oso oa abaso, qoem o principal cul-
pado da servidlo ? O Estado, qae sem a
poder proclamar legitima, a docretoa legal.
Se o Estado tem declarado qoe assegara i
propriedade de escravos as mesmas nanea
qoe restante propriedade, acba-se radi-
calmente inhibido de fazer bancarota da f
publica ; oestes termos, o bona fide possoi-
dor de escravos aero me3mo um cmplice
do legislador ; om cidadio, qoe se joioo
por aquella prescripcio conslitucoaal qaa
o desobliga de fazer oa deixar de fazer al-
guma consa, a nio ser en virtude da lei:
a colpa est na fonte; daada qae aha des-
pecha as ageas, cono se ibes ha de prohi-
bir qoe ao rio vio catando o. sea lveo oa-
toral ? >
Arrancar, pois, contina jnmnialo
aboso desh>oroso da forca, ''a urna e\-
lorsio ? Cnaa s-ngular i Ao pasan que
t nobre disidencia qualifica o parecar da
commitsao de anarcoico, de incendiario,
m-jita gente o lera censurado pelas demasa-
las concesides qne fez ao direito da pro-
priedade dsc-avaW
O S Gai'z Machaco : Essa censara
foi un epigrama.
O Su. Pinto dk Campos : Nio lal
epigramma; una ceosara fundada no
que esli eserpto no parecer.: scripta ma-
ntnt. A commissi >, se por om Udo enea
roo a questo em face do direito natural,
da pbilosopbia da i -elig j), que eoaaiderio
a escravido ana iepu, qbe deveaer ex-
tincta, recoobeceu ao mesmo tempo qne
era necessario attender aos interesses de
ordem e da razio politic*, que afese hio
manter a esoravidio sil el in quantum.
(Apoiados da maioria.)
A nobre Ilustrada dissidencia recebeu
om grande desag -ado a expresso : pro-
prieiarios de escravo*, vendo nestas oala-
vras una offensa ou injari* aos proprieta-
rios. A commissio. eonsiderando a pro-
priedade de escravos propriedade conscrip-
ta, nio deixou de reconbecaia propriedade
legal, mas qu^ pode ser modificada o at
extracta pela jnesma le. Nislo nio ba of
tensa nem injuria aos proprietarios de es-
cravos. Porvcntura podena o padre Anto-
nio Vieira hwb injuriar a S, Gregorio
Nanzyazno quando fallando deste grande
doutor da reja, disse : c S. Graaorio
Nanzyazeoo denominado o thaumaturgof
Pretenderlo classico Joio de Barros inju
riar o imporador Ant nio, qnaado. fallando
d^ste principe, di Antonino, denominado o Pto ? Ora, se-
nhores, para qoe fazer questio de pala -
vras ? A commissio, no astado e solaci >
desta grave qoesfio, passou por mu i tos trin
sea, e fluctoan 1o entre o direito n dural e
a lei civil, era forcada a bater, ora no prego,
ora na ferradura, (Hilaridade.)
E' isto o que est aconlecendo a todos
nos; isto o que se nota tambem no sa-
bio parecer da illostre e distinclo conse-
Ibairo da estado o Sr; bario do Bom Retiro,
qoe todoa nos respeilanos por soa illostra-
Cao a bom aeaao. (Apoiados.) S. Exc
como a commissio, foi moit-s vezes obli-
gado a b'ter, ora no ferro, ora na ferra
dura (hilaridade). como passarei a mos -
trar, lend> algons trechos seas, em am dos
quaes acba-se escripia aquella expressio
bem ou malda que a commissio asou, e
que foi igualmente recebida com desagrado
pela Ilustre dissidencia,
Todos sabem que o digno Sr. bario do
Bom Retiro 6 opposlo eraaacipacio, nio
quanlo ao principio, m is qoanto ao modo
porque a quer a proposta do governo ; mas
S. Exc, ao passo qae as generalidades
de saas reflaxes sa mostra infaaso idea
capital da proposta, todava acaba sempre
por dizer qaa preciso ebegar-se a urna
solacio. Diz, por exemplo, a pag .19:
Do que acabo de ponderar Oca bem
claro que enunciando me do modo por que
o fiz, quanto opportnnidade da aporesen-
ta 3o do projecto, estou longe, comtudo, de
alistar me entre os quepensam que (levemos
cruzar os bracos, de'x mdo (icco lenta
do tempo aqui lio que dever dos homens
de Estado ir tratando de conseguir no me-
nor espaco de annos que fr posivel...Re
onhecoqtte nao nos dado mais recuar ;
sobreludo desde que o governo imperial,
em nome da amo, tomouperante o mundo
civilisado o coih'primiss'i solemne de vutdar
seriamente deste assumpto. V se por
aqu que o Ilustre bario do Bom Re-
tiro, nao obstante pensar de modo diverso
quanto a idea cap tal da proposta, comtudo
coticlue sempre por concessas ao principio
contrario, e o p iraeiro a dechrar que
boje nio nos licito remar na soluco des-
la queslio.
O Sa. Cncz Machado:O parecer delle
contrario aoda commissio.
X) Sa. Pinto de Campos :Nem eu disse
que o nio era; o que eu quz mostrar
qua o Ilustre conselbdiro luiou com as
mesmas diffi mldades de soluc) c m que
lutou a commissio.
O Su. Cruz Machado ;Elle nio bor-
dejoo.
O Sr Pinto de Campos :Bordejoo, e
muito, mas foi dar a porto seguro (nsadis),
embora com todas as reslricces aconselha-
das palo prudencia.
Alm do Sr. bario do Bom Retiro e da
commissio, outros inultos, tratando desta
queslio, tem batido ora no cravo, ora ni
ferradura. ( Depois de examinar algom
tempo diversos papis). Seobores, simo
bastante nio ter traz'do urna das cartas de
Erasmo, qoe foi orna das tochas luminosas
qae gaiaram a commissio na elaborag-io de
sea parecer. Sim, Sr. presidente, qua ido
a commissio pr, curava tranquilizar os agri-
cultores com a esperanca de que as appre
henses sinistras que esta reforma suscitava,
nio passariam de terrores paoicos e infun-
dados, liaba diante dos olhos urna das car-
tas de Erasmo, em qae o seu Ilustre au-
tor, que alias nio. emancipador no nosso
sent'do dizia que nos Estados Unidos bouve
dr e sangue, porque ampatou-se am mem-
oro vivo da sociedade. ama inslituicio til
liada; porm a cicatriz nao se demorn
muito e o organismo se estabelccyt. pas-
tagem do trabalho escravo para o trabalho
livre se effectuou com a divisao das trras
e a vigilancia da auloridade.
Mais adame, qaanto ao art. 4 da pro-
posta do governo sobre o peculio, a com-
missio insprou se das pala vras de Erasmo,
qae aioda foi mais longe, tal vez, pintando
o peculio do escravo j como ama proprieda-
de legitima, ioalienavel, e a proporcio disto,
foi dizendo outrai coasas, qoe sao o verjw
foinioador da escrariao.
Sr. presidente, quando a commissio
apreaentoa o tea parecer, surgi ama voz
(destas qoe nio faltan em todos os lempos,
pois j bonve qoem d m oa 8van
gelbos eram om plagio dos livros sacerdo-
taasda lodia); voz que enxergoa no tra-
balho da commissio a ingerencia de' mi
estranln ao parlamento. Este misera ve i
emboste, qoe comqissio, na sua nobre
altivez nio desea a destruir (apoia los),
encerrava, todava, ona grande vareado,
nao grado o tea iventor; acarre* s
grande ve dade de qne, n3 > urna e mi
estrangeira, mais mnitas mios estrangei
ras e brazileiras coll?boraram no parecer
da commissio I E de mios brazileiras a
que mais parte teve no parecer foi a do
meu nobre amigo depotado por Minas Ge
raes, o Sr. Perdigi),Malbeiro, qoe logo na
introduccao de seu li'vro, que a f ua cora
de gloria, e que vou citar, uio como quem
o censura, mas como qu>m sinceramente
orespeita porosas buhante irtbalbo diz a:
O Sr. A raimo Lima :Apoiado.
O Sr. Pinto de Campos :... dzia :
A minha convieco profunda e inabala-
vel; contra mim mesmo profer como
juiz imparcial a senteopa defiaitiva e sem
mais recurso: A escravido urna ini
qnidadrt inqualificavcl, om mal perni
ciosissimo sociedade, ao escravo, ao
propri i senlior. A ablica > um acto
de inleira juslica, de humanidad e da
mais alu c nveniencia pua.ca ; a aura*
ra dsverdadeira felicidad!. o verbo
creador da nossa futura sociedade. >"
A commissio fallara em termos mais
broa ei
vos.
9 **
daros contra a escravido ? Nio para aislo,
Sr. presidente; contnniriaf*a**er outros
trechos da obra do meu iliastre collega, qne
a commssio parece baver copiado textual-
mente !
O Sr. Perdigo Malheiro d nm a-
parie.
O Sr. Pinto de Campos :A verdade
urna s, meu nobre cotlega ; a verdade de-
ve apparecer por to Ja a parte, e sempre.
E porque se nlo ba de metter a religio na
discussio de nossas leis ? (Apoiados). Quan-
do tomamos aqui assento, nio prestamos o
juramento de sustentar a religio catholica,
apostlica, romana ? Nio presuppe este
juramento qoe nesla assembla se ba de
tratar da re.ugieo 04'de- coasas connexas
com a religiio ? E cuino poda a commissio,
occQuando-se de oca assumpto que emende
con a religiio e con a moral, deixar de
invocar os sena altos princip os ? Nao se
recorta o n>bre depotado qoe o Dns Om-
nipoltmte, qae drs as Escripturas < Per
me reges regnant accrescenta immedia-
lamenle : tetlegunt contutores jusa de.-
cernunt:' Por ma, que sou a soberana
jus'ifa, diz Daus, goveroaaa es ris, como
por mim, qae toa s suprema sabedora,
decetam os legisladores leis justas. >
(Maito bem).
O meu nobre collega foi quem mais en
sioou commissio o caminho que devia
seguir; foi quem Ibe disse que nesta dis-
cus-o nio se/pedia prescindir da luz da
ptiilosophia, da religiio, da moral e da bu-
maoidade, principios que, segundo leio no
seu bello livro, Jorge Caoniog nio cessava
de repetir no parlamento brtannico, para
que nao fossem esquecidos.
Continuemos a ouvir o nosso distincto
collega:
No cap. 4o, pag. 36, diz :
A crazada nio liaba por liin conquis-
tar a ferro e fogo, e juncando de cadveres
os campos o os mares, alguma naco, oo
mesmo a Palestina, tenda nicamente a
conseguir porootros meios um facto nega-
tivo, isto a cessacio desse ignobil com-
mercio de bomens. fall-indo ruado,
consciencia, em nome da religio, da philo
sophia, da humanidade, e evitar que conti-
nuassem os miseros africanos a ser assalia
dos para se reduzrem escravido, e
desapiadadamente di mados na captura, no
transporte, enebendo de cadveres seus as
trras e as profundezas d J ocano ; era o
lbaro da civilisafo christia que se acen-
dia para Iluminar os povos e ooodozi-los
por outra estrada a salvamento, abandona
da a vereda escabrosa e negra em que se
acbavam embrenhados como em um laby-
rinlbo. O flo de Ariadne era esse-^-eatfinc-
cao do trafico, e depoisa abolico da
propria escravido.
O '. lirisiianismo foi anda urna vez o
gua ce to, seguro e esclarecido, como a
estrella do deserto outr'ora para os res; o
pipa Po VII (123) coocorreu poderosa-
mente para aquellas delibera,oes.
M iis: no titulo 2, capitulo Io, l-se
pagina 73 : \
Interpretando erradamente e a seu ca-
pricho os textos da Sagrada Escriptura, ha
quera sustente que os africanos negros si i
es descendentes doamaldicioado Chao ou de
Chaman, e, por lauto, co idemmdos servi-
dlo eterna (246), e que s ao proprio facto
do homem, que nio ao ebristianisrao, se
deve o rnblhoraineolo na sorle dos escravos
e a abolico do captiveiro.
f Essas questes histricas, philosophi-
cas, religiosas nao sao int'iramente alheias
ao nosso nssumplo; urna das faces da
magna questo que abordamos. Convm
mesmo nio deixa-la esquecida; porque.
como diz Canning (248), nunca por de-
mais repetir a verdade quando ella posta
em duvida, anda que pareca evidente, para
que nao seja embaciaaa pela duvida ou
substituida pelo erro.
< Eu repolirei os mesmos argumentos,
emquanto nio forem clara e positivamente
refutados. ,
Mais: pagina 73 do mesmo caoitulol-se:
< Foi Chritto, porm, quem primeiro
positiva e visivelmente consagrou os nicos
verdadeiros e sios principios, proclamando
a igualdade dos bomens ante Deus, e re-
pro v mdo consequentemente a divisio ou
reparticio detles entre senhores e escravos,
estabelccendo assim em tbese absoluta a
liberdade de todos: doutrioa pregada, en-
sinada e desenvolvida pelos apostlos seus
discpulos (252).
c Desda logo a philosophia tomn outra
phase; j se aoimava a diz lo com mais
clareza; o Sneca, coevo de S. Paulo (253)
proclamava qoe os esclavos eram homens,
e recommeodava qae os superiores tratas-
sem os inferiores como elles em igual con
dicio desejanam ser tratados (254); e am
imperador christio assentava as suas gran-
des reformas em Roa sobre esta podra
angolar ioabalavela escravido iasliloi-
CO do direito natural (255), qoer dizer, a
escravidio om facto puramente humano,
abusivo, e condemnado pelo Creador. >
Mais: de paginas 82 a 83 do mesmo
cap.lulo l-se:
c Em o Novo Testamento isto mais
formalmente declarado e recoobecido. Cbris-
lo, tomando a forma de escravo (277), e
soffreodo o genero de norte destinado aos
escravos-a cruzresgatoa com osea pre
os grilhoes dea eapti-
ria, mais Irans-
f repaga-
das da-m rada da mais aubluoe re-
ligiio, filtra a escravidio. Nem outra
consa se pode deltas inferir, quando len-
diara reforma da reiiaslo, da moral, ao
aperfeicoananto doamen, isto da alna,
de espirito, como nlo attribuir ao Divino
Rejemptor essa mtencio e ao contrari > I
de manier por legitima a escravidio'.' Elle,
que se borailnava para elevar o bomen f
Elle, para quem nio bavia disncci-1 entre
jodeu e profano, entre livre e e.-cravo T
Elle, que pregava a rateraidade, lecom-
mendando que nao fagamos aos cidros O
que uio desojamos que nos facam 1 e qoe
amemoi o nosso prozimo como a nos nei-
mos?
Nem pode restar duvida alguroa a res-
peito das suaa doutrinas, em vista dof ac-
tos e epstolas dos apostlos, como 8. La-
c^s, S. Pedro, S. Joio, e mais paitieolar-
mente S. Paulo, que o explicara eviden-
cia. Igualmente os padres doctores da'
igreja, quaes S. Jeroymo, S. loio Carr*
sostamo e Santo Agostrabo com espeaah-
dade, que altribue a escravidio ao peccado.
Os concilios geraes e particulare?. Os snn-jaj,
mos pontfices em diversas datas. O laclar
frequeme de resgates de escravos em na-
inero nio pequtno por varos sanios, tam-
bem o confirma; a.-im como o da venda
dos vasos sagrados (alias em geral prohibi-
da) e a permissio de o fazer a bem desse
retgate. E isto nio s na igreja do Occi-
dente, mas tambem na do Oriente. A doa-
trna urna nica > (278).
V V. Exc. Sr. presidente, qae a com-
missio contra cujo parecer vem levantado a
ilustre dissidenci os maiores clamores, nlo
fez mais do que tratar a que-tio econfor-
raidade c> m o modo por >iue a trataram to-
dos os grandes pensadores, inclusive o meo
nobre collega depotado por Moas-Geraes.
E porque b je o meu fim principal con-
trariar o libello de accusa(io, que ontra o
parecer da c.'inmis- o formolaram os nobres
impugnadores da proposla; e porque final'
mente as razes de coolrariedade, segando
ooco dizer aos homens do foro, slo escrip-
ias e nlo verbaes, sou forcado a continuar
a exhibir as minhas provas, embora reco-
nhf(a qoanto slo fastidiosas as longa lei -
turas. Mas nlo tenbo remedio senio aba*
sar da paciencia da cmara, que tem leste-
munhado os sarcasmos de qoe a comms-
sio tem sido victima.
Vozes :E' verdade !
O Sr. Pinto de Casipos :Passarei pas
a ler em pnmeir-> lugar vehos eloqoontie
simos do grande Lamartine, cujos brilhan-
tes talentos slo por lodos nos admirados.
(Apoiados). Parece qne fallava elle para
esta siluacio 1
O Sr. Cruz Machado :Lamartine que-
na a eraanripaclo immediata.
O Sr. Pinto de Campos :E' verdade;
mas os principios que invocava leen teda a
applicacio ao caso de que se trata, visto
qoe a proposta do poder executivo alt-ra
as condces da propriedade escrava, senio
oo presente, ao menos no futuro, e nio
pod a fazer estas alleraces, se nlo consi-
derasse a lei eivi!, que tolera a escravidio,
subordinada aos eternos principios do di-
reno natural; e se a escravidio existe por*
qoe ama lei civil a sostena, ootra lei civil
a pode extinguir quauto mais alterar.
O Sr. Araujo Lima :Apoiado.
O Sr. Pinto db Campos : Por consa-
guime, oaca a cmara as palavras do gran-
de orador francez :
< O aclo de emancipaco de 1833 e os
300 milboes votados para resgale dos es-
cravos hio de brilhar na historia da buma-
oidade, aliestandoao mundo que as gran-
des inspirares de Deus tambem descera
sobre as assembias polticas, e qoe a ci-
vil i sacio aperfeicoada urna rev! ac o qno-
lem a sua f e ama religiio quo tura os
seus milagrea. (Applausos).
i ... Mas nao o dissinwlenios, sabo-
res : quando orna idea falsa te loma um
ni eresse. a sua esapropriaco nao se ope-
ra sem lula. Um vicio social lem sempre
um sophisma ao seu servico. O sophsma
defende-se com todas as suas rias... Que
injuriosas imputacoes nio temos nos soffri-
do ? Pdrguota-se-nos cora que direito nos
mellemos entre o senhor e o escr-vo ? Com
o mesmo direito, senhores, que dos fez li-
vres a lodos nos. Pertence-nos a jusga ?
Podemos fazer della urna concessio a qu -m
quer que seja ? Nio I Toda a idea de jus-
tica e de verdade insprala por Daus ao
bomem Ibe impe deveres na proporcio de
suas luzes. Os direitos do genero humano
slo como os vestidos do samaritano rouba-
do na estrada ; compre resiiloi-los pedazo
por pedaco a seu dono, medida que os
forraos achano, sem que participemos das
feridas que a bumaoidade receben, nem
dos latrocinios q-.e Ibe fizeram sofl'rer.
(App ansos repetidos).
c Que de cousas se nio tem dito e pen-
sado de nos ? Que somos revolucionarios,
revolucionarios sem p.'rigo, qoe so nos co-
bardes que, nada tendo que peider, nem
fortuna, nem vida as colonias, querernos
atear o incendio em sen seio pula honra
abstracta de um principio, e qoem sabe ?
pela vaidade cruel de urna insaciavel popu-
laridad.).
< Se isto fosse verdade, seriamos os l-
timos dos homens; tomaramos em vio o
nome de Deas e da humanidade, e fariamos
da civilisacio e da humanidade o mais in-
fame dos trficos, casta da fortuna e da
vida dos nossos concidadlos das colonias,
em proveito dotaossos deteslaveis amores
proprios.
c Mas ser isto verdade ? Ter o meaor
fundamento nlo s as nos9as intensos,
como nos (actos ? Ouvi, e julgai: Mr.
Odilton Barrot vos dizia na pouco que asta
queslio sabira do dominio das ibeorias para
emrar no da pratica. E' exacto ; e, en-
trando no dominio da pratica, tomou essas
condicoes de ordem e de jmca, sea aa
quaes nlo ba verdade nen appcaclo.
c Nos marchamos ao pbarol da luz, da
convieco e da lei; queremos a,liberdade,
mas queremo-la com todas ai condicoes da
juslica e do trabalho as colonias, Umi
emancipaco injusta fra substituir umi
iniquidade por ootra. Urna liberdade des*
ordenada e sem coodices de trabalbo* tora
substituir ama oppresslo por ootra oppres-
sao, lora fundar a tyrannia dos negros so-
bre a mina dos senhores .. Qaerenos in-
trodozir gradualmente, lentanente, pruden-
temente o escravo no gozo dos Maletee.
da bunaoidade, aos quaes o convdanos sob
a tutela da mit-patria, cono ua filho para
completa-la, e nao cono om sai vagan pata
destrui-Ia. (CcmHmm-m-ka.)
escravos-a cruzresgatoa com osea pre destruida.________ J<
llosissimo sangne o genero homoo, que-jTYf.DODUitior b6NWUl
ii.

s
i.
L
u


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