Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12483


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Full Text
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Por seis titos Idea.
Por noi jtot idea
Per na amo Mea
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Propriedade de Manoel Figaeira de Paria Fhos.
AMBUCO.
."
*
0* fin. Gerardo Aatouio Al ves Filaos, ao Pera ; Goncslves Piolo, no Maralo ; Joaquim Jote de Oliveira Fbo, no Oear ; Antonio de Leaos Braga, no Aj-acalj ; Joio Mana Julio Chafas, no Ass ; Antonio Marques da Siin, no Natal; Joa JMaa
Pereira d'Almeida, ea Maaangoape jFelippe Estrella & C, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Tilla da Peona; Belarmino dos Santos Bnlcio, ea Santo Antto; Domingos Joa da Gesta Braga, ^
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavarea da Costa, em Alagoas; Dr. Joe Mariana Aiwa, na Babia ; e Leite, Serquinho d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
provincia.
DE SETEMBRO DK 1871.
xraDreirre so da Io
Atm-
Pira o eonseHio de julganento a que tem
Ja reD8Sder o cab> do corpo de polica, MiOoei
PraeMaso Biit por crise di fuga io presos, no-
raeie : presidente, o capuio Joao Anastacio Ca
mello Pessea; auditor, e promotor publico da ca-
pia!; vogaea, os tenantes Joio Pereira Ligo,
Franjeo 4a Siqueira Cavaleaate, Felieissuuo de
V ave lo Mallo, os alfa ras M>reo ta de Cosa Ra
poso a Antonio Joaquim da Barros Lima.
O vice pre-idaate da provincia, aneo lando ao
qae exaoz o Dr. director g ral interino da ins-
treeoee pnbiici, en oflicia de 31 do agosto ulti-
mo aob Mi, resalto-, tornear Antonia Taixeira
da Puroaoao ara aagar interinamente a cadeira
da laatrac^ao primaria do sexo femenino da po-
vaacii de S. I >* >le lagaaeira, medanla a grati-
ficarla aonual de 0004 Expodiram-se as neces-
sariai eoramanicaedas. .
OSleioa :
A) Exm. vice-presideat; da Parahyba, com-
nianieaniu que. segando effl:io do inspector do
arsenal de marinht, srgoio para essa provincia,
oo rayar fu "pama, a restante dos objectos per-
teoeealas ao pbarsi, destinado a barra do Cabe-
dstla. i, ,
Ao geaeral eomuranaanie das armas, recom
maadneee a icio de saas ordens, para que
.imahia as 44 fcjras do da esteja postada em
fraataeaeaaatiarwpuliiiw a Lrca precisa para
izer ai toaras faoeores ao cadver do eavalbei-
ro Ja tasnerjal ordem da Rosa, Manoel Fraocisco
Gomes. TJfJNou se ao director do arsenal de
guerra para fornecer o cartuxame necessario.
Pala lastoararia da fazeoda miada so pa-
gar :
A Pla Drove3a4ete tas veocimeotos de orna escolta qua
coaoiio creaiaetos da tormo da Tacarat para o
da PirMbas en* Alagoas.
Aeaeraateda eompinhia Peraarobajana a de
4:.>i(llSi. provenante de fre te; a passagens da-1
das aar canta 4o ministerio da guerra, ao mez de
abasto ultimo, esta eidade ao presidio da Fernan-
do a tea-raraa.
Ao asmo a de 111336, em que importou o fre
te de objectos transportados no vapor Mandah,
no paax de agosto ultimo, para o presidio de Per-
nal la de N oro oh;, com destino aos presos da casa
da deieocao que, sendo atacados da beriberi, se
guiraoj. para aquella presidio.
Ao tesante Pedro Paulo dos Santos os venc-
mente*, relativos ao mea de jultao ultimo do offl
al a pravas da guarda nacional destacados na
viua da Cimbres ou Pasque^ira.Communi:ou-se
ao ceaimandaote superior respectivo.
A' paasoa competen'e a importancia dos venci-
inaatoa dos o Xaes a pravas empregadas no de-
pisho da reertttas, aesd) os dos okiaes relativos
ao mat a* agiato itisaj, e os das pravas a 2* quio-
tana do irKSmo mei.
Ao inspector da thesouraria provincial. tran<-
mittindo o coala do eartaxame fornecido ao corpo
da polica pelo arsenal de gusrra, aun de que
mande indemnisu o ministerio da guerra, da res
pactiva importancia. -Olfljloa-se a thesouraria de
azenda para promover essa indemnisagao.
Ao mesmo dizendo que pode, nos termos de
sua informarao, autorisar a collectoria de Iguaras
s a pagaras despez.s judiciaes d'aquelle muni-
cipio. e atol dos competoniesdocumeutjs.Com
manicoa-*a Ao procurador fiscal interino dessa
thesouraria.
-r-Ao mesmo para fazer adiantar uin mez de
sold, a contar de luje, a 15 praxis do corpo de
polica, que vio augmentar o de-dacamento da po-
voarlo de Panellas.Coramunicouse ao cooiman-
dante do corpo.
Por ess sjsouraria mandou-se pagar :
Ao delegado do termo de Floresta, ou ao seu
procurador a quantia le 192.370;), despendida com
11 pracas da guarda nacional, que daquell) termo
seguirn em delibencia para da Malta Grande
na provine'* das Alag >as. em perseguicao de cri-
minosos. Ioteirou-3e ao Dr. chefe de pocia.
A) alfares J>s Pereira da Silva Gaimare3 a
quaalia de6|633 por elle despendida com o sus-
t-ito dos crimiaosos Joaquim Pereira da Silva e
Jos dos Aojos Pacient, que con ludo do termo
de Floresta para esta cap la!.Commuaicou-se ao
Dr. chefe da polica.
A' Taoinaz de Carvalho Soares Braulao Sobri-
nln a de 1734993 ris, proveniente da ultima
prestacS) de sea coatraln, na qualilade de arre-
matante da obras do tao de esgito ao lado da
zlfulsga desta capital.
A' Agr & C. a de 23,500), em que importou o
enterro do cadver do sol lado do corpa da polica
Jasa Augusto fery, que falleceu no hospital Pedro
I. Comraunicou-se ao eommandante do corpo.
Ao director do arsenal de guerra para man-
dar fornecer ao deposito de artigos bellic >s da Pa-
rahyba os oito livros, constantes do incluso pedido,
conforme fci determinado por aviso do ministerio
da guerra de 7 de agosto ultimo.
Ao eogenbeiro eacarregdo das obras ge-
raes, autorisan lo-o a mandar continuar as obras
do lazareto da Iha do Pina, contratadas por lluli
es Maaoal da Cruz C lussairo, devendo o respecti-
vo pagamento ser effsctuaio quaodo o governo
imperial votar o necessario crdito.Communi-
cousa i thesouraria de fazenda.
Despachos :
Antonio Luiz de Souza.Eatregue-se, mediante
fAfn \
Tenante Antonio de Barros Reg.Nao devendo
ser oreada, por ora, collectoria no municipio de
Garuara, por estarem os impostas provinciaes ar-
rematados at jiiHtio de 1872,coma se v da infor-
micio, Dio tem lu^ar o que requer.
Companhia Pernambucana.A' thesourana de
fazanla com offl :io desta data.
Companhia Parnambacana.A' thesouraria de
fazaada com offlcio desta data.
Felippe Saniiago de Carvalho.Inlorme o Sr.
eommandante superior da guarda nacional do mu-
eipio de Palmares.
Francisco de Souza Pjotes.Volte ao Sr. ios -
pastor da ttiesoararia de fazenda para satisfa daspach > de 9 de agosto do crranle auno, azara-
da na iotormsc.ao junta do Dr. chefe de polica, ao
qual aa refere sua informacao de 12 do mesmo
mez.
traailade do Senhor Bom Jasas dos Passss da
matriz do Corpo Santo.Concedo a aatorisacae
que peda a ssppKcaale para despender com as
obras da sea trata, at a qaanlia de 1:088*000,
qas lija sari entregue depois de prestadas as com
patentes conla.
Joio Godofrede da Moura Gondim.Informe o
Sr. dif ecior 4a araenal da guerra.
Joio Goneilrai Ferreira e Silva.Informe o Sr.
eoaiauBdaule superior da guarda nacional do Re-
l* Tleoptilo. ivisU da informacao, inicia
rido
Joio Ricardo da Silva.Informe o Sr. inspector
U thesouraria a fazenda.
seoat Pareira Lomos.Concedo a licenca re-
qaartdi, eaaoa os diraiioa da aieni.
Ttaaau 4a Carvalho Soares Brandao.-A ihe-
aourarla proviaclal, com offlclo desta data.
aSrtMIKTB DO SECRETARIO.
oaeioa :
Ao tnspaetar da ibatouraria provio:**!, dacla-
randi baver a presidencia, de accordo eom a sua
Informacao, concedido a autorisaco qua solicitan
a mesa regadora dairmandale do Senhor Bom Je-
sos d s Passos da matriz do Corpa Santo, para
de-peoder com as obras do grande aliar do sen
padroeirn at a qnaotia da 1:088*000, provenient-
do beneflcio da lotera extrahida a favor d'aquellas
obras.
Ao director geral interino da Instraccio pu-
blica acensando, e ordem da presidencia, a re
cepgo dos dez expropiares que remellen do rea-
torio apresentado ao conselheiro Dlogo Velho Ca
valeanti de Aiouquerque, presidente desta pro-
vincia.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
FORO CIVIL Por portara da presidencia da
provincia, da 6 do correte, fui creado foro civil
na villa da Bim Jardn, seado nomeados suppleu-
tesdoiuiz municipal do termo respectivo* annexo
ao de Limoeiro : Dr. Manoel Tertuliano Travasso-
da Arruda. J >o Felippe da Mallo, Jos Caeiano
Pereira do Qoeiroz, Nicolao Antonio Duarle, Jos
Francisco Cordeiro de Arroda e Joio Francisco
Xavier da Fonceca.
AUTORIDADES POLICIAES.-Por portaras da
presidencia da provincia, da 4 a 9 do correte,
foram nomeados :
4.a, 3." e 6.* sapplentes do subdelegado da fre-
suezia da Luz, do termo de Pao d'Alho Manoel
Melquades (Cava cante de Aiouquerque, Raymando
N mato Con ta de Barros e Joio Marinho da Rocha
Falco.
2.*, 5.' e 6.* sapplentes da subdelegado da fre-
guezia de PapacaraJoaqoim Jos da Silva Po-
voas, Antonio Vieira Dantas e Antonio Marlins Fer
reir dos Sanl s.
Subdelegado e 1. snpplente do districto de Gur
jad, da freguezia da JaboatioJoaquim Francisco
de Souza Leao, e Joaquim Francisco de Souza
Leao Jnior.
GUARDA NACIONAL Por portara da presi-
dencia da provincia, de 9 do crrante :
Foram privados dos p -stos por nao terem lirado
patele dentro do praso legal os alteres Joio Bap-
tista Maciel Reg e Carlos Monteiro da Silva San-
tos, asta do 54.* batajhao do municipio do Cabo, a
aquella do 36.* batalbio do municipio do Brejo.
Foram naneados: .
Para o 36 batalhao do municipio do Brejo :
alferes porta estandarte o guarda Jos Ildefonso da
Ohveira Mello ; 2.* companhia capiio o tenenie
Joao Ptta Alves Maeie!, lente o alferas J<>ao Bap-
lista do RAgo Miciel, e alferas o guarda Francisca
de Paula Uchda Cavalcante.
Para o 26.a bat ilho do municipio do Bonito :
alfares da 3.* companhia o guarda Joao Cancio de
Mello.
Para o 31. batalbio do municipio do Cabo : te-
neoie-eirargiao o guarda Joao Antonio da Silva
Bastos ; alfares da 3.* companhia o sargento Ma-
uoel Peroandes Campos ; alfares da. 5.* o guarda
Fraocisco Lopes Guimraes.
DINHEIRO.-O vapor S.Jacmtko levoo :
Para a Parahyba 7:000*000
o Natal 8:000*000
o C-ara 39.000*000
LIBERDADE. Carla da villa da Granito diz que
o Sr lente coronel Ignacio Cietaao de Al-ncar
Hodovalho alforriou gratuitamente, no dia 20 de
agosto, u;n sea escravinho.
TRILHOS URBANOS PARA OLINDA.-Constan-
da-nos que acaba de ser dirigida S. Exc. o Sr.
vice presidente da provincia urna peliQao para que
seja aute risada a companhia de triih >s urbanos do
Recfe Olinda a abrir provisoriamente o ramal
de Beberibe, vimos lembrar S. Exc. que ha qua-
torze mezes e tantos dias que se abri provisoria-
mente o ramal de Olinda, pouco ou quasi nada
tendo at o prsenle faito a companhia que pateo-
leie o pensamenlo de roalisar a abertura efTeciiva,
dar.commodo transportes e cumprir em todas as
suas partes o contrato re-peclivo, e que em vista
disso, e mais aiodado lastimoso estado em que se
ach o limiladissimo trem rodante, com grave in-
commodo publico, nao deve ser ailendido seme-
ihante pedido.
Aproveaainos a occasia para chamar a alten-
ei i do Sr. eogenbeiro fiscal para o iocommodo
que soffrem os passageiros, e especial nenie os
moradores, da roa do Principe e prximas, com o
estremecimento dos \v >go is e do slo quando se
acham em movimeoto os trens.
S Exc. o Sr. v conhece a reluctancia da companhia, bem patentea
da no cumprimenta da sua ordem para ser levan-
tado o prolongamenlo da linha da eslacao ao caes
la ra da Aurcra, asseotado com escndalo, das
8 h iras da naute s 3 da madrugada, sem autori
sacio alguma, e s com o proposito de damnificar
a companhia dos boods, deve negar a conces-io
da dita abertura provisoria, j que maispie fa-
zer no sentido de abrigar a companhia a cumprir
o seu contrato, como algoem tem dito em nome da
companhia.
ESTRADA DE FERRO DO RECIFE AO S.
FRANCISCO.Chegou, no vapor S. Jacintho, o Sr.
engenheiro Joao Gamas do Val, enere da eommis-
sao encarregada de estudar o prolongamenlo da
estrada de ferro do Recite ao S. Francisco, a qual
compde-se, alm delle, dos eogenheiros de 3.a cas
se Alolpho Lindemberg, Antonio Gomes do Val e
Carlos Mutersdorff, e dos auxiliantes Migu-I Coc-
ino Leite, Jos Antonio Ribeiro e Manoel Joaquim
Goocalves Braga.
A commissao tem os seguintes vencimentos: en-
genheiro J. G. do Val 980*. dito A. Lindemberg
370*, dito A. G. do Val e C -MutersdorfT 400*000
cada um, mensalmente.
NOVA VA-FRREA.Em 7 de agoato foi.re-
meliido para consultar, seccao dos negocias do
imperio do couselho de estado, pelo ministerio da
agricultura o reqnerimento em que o bario do
Livram-nto e o Dr. Maooel Buarqae de Micedo se
propdsm construir ama estrada de farro que ligue
a de D. Pedro II as seccSas nivegVeis dos rios
Tocaoiios e S. Fraocisco.
MUNICIPIO DE RIO FORMOSO.Por portara
do ministerio da justica, de 29 da agosto, cooceden-
se ao tenenie-coronel chefe do estado maior do
commando sopenor da guarda nacional do muni-
cipio do Rio Formoso, na provincia de Pernambu-
co, Jos Luiz de Caldas Linvo^petm do lapso de
lempo aflm de apostillar a respectiva patente.
LABORATORIO HOME JPATHlCO.-Os Sr. Car-
dosoA C. acabim de abrir um consultorio homeo-
pathico i ra do Imperador n. 41. como se verifica
d> sea aoooocio publicado na seccao raapectlva
deste Diario.
Noticiando este fado, recommendamos aos nossos
leitores esse novo estabelecimento no seo genero,
visto como estamos convencidos de que alli sarao
ellas bera servidos, nio s por que todos os medi-
camentos sao preparados seb immediata inspeecio
do Sr. Dr. Jacintho Soares Rebeilo, distinelo medi-
co oomeopaioico estabeleedo nesta cidade e h je
mol canhecide a procurada, qor pelo seu cabeda
seentifico, quer pela sa longa pratica na corte e
em Pernambuco, mu larobem porque os elemen-
tes priocipaes do eslabeleciraeoio faram importa-
tados da mais acreditada casa de Londres, o que
ama solida garaotia da sua boa qualidade.
O estabelecimento acha-ae montado perfailaatel
te, e m ordem i poder ministrar os rae lie men-
tas oojpais curto lapso de lempo que posslvel.
MIA FNEBRE.-Araaohia palas 6 Matar da
maeltaa, havera, na igreja de Nassa Saukwfa do
Carm, ama onssa pelo rapooso eterno do Dr.
Feliz Ribeiro de Carvalho. .
NOVO aTHSNEU.Esla sociedadn fnoeclonoa
domingo sob a tice-presidencia da Sr. Vicente de
Leraoa.
F->i approvado socio honorario o Sr. Victoriano
M. Paihar-s sobre a proposla dos Srs. Flix de Fi-
gueiroa, Vicente de Lemos e B -larmino Cam-iro.
Tratou-se de negocios relativos a se-sao fnebre
em memoria ao dislincto socio honorario Antonio
de Castro Alves.
Foram encerrados os trabalhos as 9 horas da
noute, e convocada nova reunio para qniola-feira
14 do correte.
HOSPITAL PEDRO II.O movimeoto de*se es-,
tabelecimento de i a 10 de setembroda 1871 foi
de 291 existentes, entraram 48, sahirara 23, falle
ceramll, existem 307, sendo 14 homens e 113
mulheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras estes dias as
8 I/t, 8 !/, 7, 7, 6 1/2, 6 1/2, pelo Dr. Ramos,
as 6 1/2,6 1/2, 7, 7,6 1/2,7, pelo Dr. Mala-'
quias.
Fallecidos.
Damioguos Jos de Sant'Anna ; epilepsia.
Jos Correo de Sant'Anna ; bexgas.
Lucinda ; bexiga-. -
Theophila ; tubrculos pulmonares.
Joao Baptisla de Sant'Anna ; gastro intente.
Manoel Joao ; bexigas.
los dos Passos j infec;ao purulenta.
Flor inda ; bexigas.
Manoel Jos de Salles ; aneurisma.
Luiz Fraocisco Munier; febre amarella.
Ernesto Pires da Silva ; abeesso pulmonar.
Aotonio ; bexgas. '
LOTERA.A qua se acha venda a 207a,
beneficio da nova igreja de N. Sra. da Penba, a
qual corre no dia 13 do correle.
LEILO. Hoje effeetaao afea te Ptoto em seu
escriptario i ra la Cruz o. 38, o leilo de caixag
com saboaetes inglezes, chales e saceos para assu-
car daodo principio ao dito leilo as 10 e'meia ho-
ras em ponto.
PASSAGEIROS.Vindos de Mamanguape no va-
por Corurtpe :
Jos Pedro Baptista Carneiro, Manoel Lopes An-
gelo, Antonio de O iveira Ramos Teorga, fos Jas-
lino Pereira Ataida, Jos Velloso 4a Sera, Ma-
ooel Gimes Moreira, Jos Antonio de Figaairedo,
J. Bernardo de M. Gnimaries, J. Fernandas Fer-
reira. Joaquim Caetaoo Fargea, Joaquim P. Couti-
nho Jnior, Amerco Jos de Franca. Jos R. Car-'
d iso, J. Costa Pareira, J. Felippe F. Galvao, Jovina
Francisca dos Santos.
Entrados do Araeaj e portos intermedios no
vapor Mandih :
Teoente-coronel Apnlinario Maranhao, Joio Jos
da Silva Altceida, H. Echlors, 3 pracas de anfce,
1 recrata, 3 mulheres a uoa Albo das m-agitiii..,
Saludos para os portos do sol no vapor fran-
cez Gironde :
Antonio Fernando Labonrian, Joaquim Maia,
Jos Antonio de Castro Porto, Thomazia de Aquino
da Costa.
Saludos para o norte no vapor americano S.
Jacintho :
Francisco Theoohilo, Dr. Manoel J. O. Miranda,
Dr. Naooleio S. da Silva e 1 escravo, Luiz Morei-
ra de A. Leal, Manoel S. F. Bastos, Manoel Baptis-
ta de S.roza. C C. S'mpson, John Blunt, Dr. Anto-
nio C M. Fonceca, Miguel Brutach, Francisco Al-
bao Chabaleiro. G. Pinto Manguita, G. Pane, Pro-
como criado de Francisco E. Rodrigues, Gervasio
Gomes de Souza 4 pracas de polica.
CEMITERIO PUBLICO.-Obituario do dia 9 de
Sstetnbro :
Jos M-iria da Cruz, branco, Portugal, 36 anuos,
csalo, S. Jos ; hspatite.'
Ernesto Pires da Silva, pardo, Pernambuco, 36
annos, solteiro, Boa-Vista : abeesso pulmonar.
Candido Pessoal da SJva, pardo, Pernambuco,
23 annos, solleiro, S. Jos ; sypblitico.
10
Manoel do O' de Lyra, preto, Pernambuco, 37
annos, 6alteiro, S. Jos ; rheumalismo syohililico.
Mara Joaquioa da Conceicao, branca, Pernam-
buco, 26 ann>s, solteira, S. Jas ; pbtysica.
Mara d Nascimento de Jess, branca, Pernam-
buco. 52 aunos, viuva, Reeife; febre perniciosa.
Dslmira, branca, Pernambuco, 14 mezes, Boa-
Vista ; varila.
Maria Francisca do Espirito Sinto Agr, branca
Pernambnco, 73 annos, viuva, Santo Antoaio ;
schirro no pylara.
Antonio, prelo, Pernambuco, 3 m9ze9, S. Jos ;
couvulsoes.
r =
c'***,a,*V'C lvate- puans; em bazes de santaocas passala*
em julgado, <]ae farem como um cutelo descerre-
gado lar mii do carrascoeste sinistro autmata
las barbaras penalidades.
Pele que, a mz*> *aa-:asas, o estuco das cau-
sas do pnenornenjos saa por demah essanciaes na-
ciencia de ojjjefaracao, comquanto se nao pos; a
preseiadir dos orga is dos sentidos; do mesmo
nwfc 4)w, a rntelligeocia e a razio contam com os
servieosda vista, do tacto, da ouvdo, do affacto e
do paladar, apzar da tfao srem estes esseociaes
como acsele raentosconstitutivos.
Assim una gran le multidao p la tudo ver com
os profraos olhos a pauca ter visto, se ella tuda v
por um prh'ma, eolia ni) ha re-ponsabiudade ;
mas o humen da sciencia.....este si v as cousas
por aja prisha, roorraente se ellas teeam pro-
flssi', difflcilatiBte poiler Ser de*eolpado. E
no e-lulo dos pheaoroenos das enfermidades que
aiai.s se mamfe;iam os perigos da doutrina dos fac
tos contumados qua em geral quasi, com > a
dontrjaa que van pelos prismas, anicamente como
soceorto dos sentidos, e pooco ou quasi oadi pe
pt< funda meditacio. O pott hoc ergj propter koc.
nao pas, axioma que deva servir da base segura
aos espirites rectos
Por onde v-se qie o {lastre Sr. Dr. Si Pereira,
qoa tafvez, mclhor.d qie en, nto desconheca ess^s
causas, de vera ser mais cauteloso em suts oose.-
vacBespresenciaes, cotii las oa deieocao e fra del-
la- com relario aa beriberi; e com inaioria de
razio a nobre coromissi, para nio dar o espec-
tculo 4a apreseniar um parecer sobre urna nova
epidemia, nunca vista n- paiz, tendo apenas por,
baseum exame de tres horas em tres doenles, e
no curto espaco de ti h itas t
Dito isto, passire oaiva ordem de cmsidera-
efies.
Entre outras coosas a mi' allusivas, o Ilustre
Sr. lir. J Pareira. em sen prtaetro artigo aserto
no Jornal do Reeife de 5 do passado, emittio ama
prapo'alo, a qua nio posso daixar de responder,
mas que me ia escapando.
Disse o collega : que muita falta fazia aos
mdicos o nio existir aqu ama corporacao medi-
ca que tomaste por de ver corngir os d'feitos do
exiltamento medico, tanta pelo lado cientfico, co-
mo pelo lodo da ciciluacao, a qual. eslava elle cer-
ta, nao conseguira destruir os capnckos dos genios
refractari**, mas, ao renos, coa o sen -ap no mi-
ra! ,mppr*fi* aos genios doceis e modestos ; as-
sim eojnerpreslara ao pabli'obasa segura para
saa creata as qoestoas medicas, em vez da dei-
xa-le ir eaveijaoste aao bussola a aurc dos pro-
fanos imiprovisa lares.
. Nio sm porque especie de associacio de ideas
vieram-rae-logoa fembraca os seguihtes bellos
veros de Hiracio :

Pareira : a na o cadver de um horneo,
de orna epidemia, provava tanto a existencia des-
ta, como a marte de nm saldado, ferido en <
c Humano capiti cefvicem pictr tquinam.
Jungeve ti velit, el varias inducere plumas
v Uudtque collalis membrit, vt turpiter atrum.
^ Dmibit inpicem mulier formosa superne.
. 'SprJalum uimUst risum tsueaUs amia ?
O ptidbameno nio extraordinario. Posto nie
baja nbi balista que taas versos Ignore, nem por
sto deix/im ellas de ter aqui sua applicacao.....
iixim
ici de
RESUMO D "> BALANC8TB DA RECEITA
E D8SPBZA DA GAMARV MUNICIPAL
DO RECIFE, NO MEZ DE MARQO
DE 1871.
EXERCICIO DE 1870 1871.
Receita.
Saldo do mez de fevereiro pro-
ximiflado.............. 26:224^994
Receita arrecadada do mez de
marco................. 9:5850546
33:8100540
Despeza.
(mportaacia despendida no
mbz de maree........... 13:7750731
Saldo qae passa para o mez
8egaDte................ 22:0340809
35:8100540
= ;=___5____l
Cmara municipal do Reeife, 1 de se-
tembro de 1871.
O procarador,
Jos Simplicio de S Esteves.
PUBLICACOES A PEDIDO.
0 DR CABOLINO FRANCISCO DE LIMA SANTOS A* NOBRE
COMMISSAO PRSQUIZVNTI DO BKRIBKR1, E 01UIZO
ANDA NAO AMADUttBCIDO DO DR. COSHI JDB S PS-
BEIRA.
IV
as sclenc'us de observacao podam baver dous
molos de encarar as coasas nm mi e outro pti-
mo : ou por nm prisma, e quando ellas se flgu
ram diversas do que na realidade sio; on pela
razio e experiencia, servidas dos cinco sentidos,
e 4 somente quando os fados depois de bem ave-
riguados podem servir de base i alguma doutrina
da verdade.
O hoxem da sciencia, que ve ai couiai por um
Srma, perde-se como aquello qae s as v per-
inctoramente. S ao valgo pode ser aetealpa-
vel semelbaote mein de iovastigaoio. Dahi as ap-
pareocias todas convertidas em perniciosas reali-
dades ; o torto em direfo ; a Injustica em justica
recta; o absurdo em lgica, ea tcitncial em mr<
Cabegi de gigante, corpo de salamandra, ven-
tre de rhinocerote, patas de jumento, dantes de
panthsra, cansaco de cao.....eis ahi realmente o
monstrbberiberi osse descrilo como foi, em
corpo le alaia, pelo Sr. Dr. S Pereira.
Como quer que seja, foicoso alguma couza di
zer relativamente ao ideal do fao so introito.
Seria mais um grupo da variets, constituido
oela mioria, do qaal disporia o poder offloiai,
serapreYpio llie aproavesse, ou a paixii da occa
siio. A fbsrdidedi palavra, da coosciencia, e do
peosamenla, ahi quando nao fassem totalmente
c imprimidas, porque sio inoompressiveis, o nume
ro redolido a torga qualifliada, a ellas superaria,
dentro do tabernculo da sciencia. Qaaes outras
mercadares no templo, com todas as suas mercan
cias, a pijfinarem-oo, sen que a minora honesia
e refractaria ao numero e farca 03 podesse con-
ter; com a diffarenc, porn, de nao haver un
Chn'stj qae com aeaates os enxotasse do templo, e
a este regenerasse com sua pureza A verdade
esta.
E nem se diga qua assim oroaunjianlo-me, com
lana fraoqaeza, tenho por a eovilecer a minha
classe e os collega?. Ao contrario, podesse eu
tleva-la e a todos ao poqo quo bem possivel
ch gar, estampaodo aqui agora o que a alguns
tenho ouvida dizr, acerca do nosso lamantave
estado, e decadencia, em que se acha a proflssio,
que-muito mais teria a dizer.
Se a condescendencia fraqueza, nao deixa de
sor ama fraqueza maltas vezes mais perniciosa do
qae as verdades, por mais dara3 que sejam, se
ella permaoente e exteasiva s classes e s cor-
poracoes essenciass sociedade geral.
Em todos os terapos o corpos colleciivos de
qaalqaer natareza que sejam, resenlera-se dos
vicios oa virtudes cardeae* jla sociedada geral; e
a exi-tir aqu urna corporacaa medica com poderes
discrecionarios para fulminar penas, e qae fosse
sss moralisada para se nao aoartar nunca da
razio e da justicaeolio ha muita que o alto
presidente da nobre commissio teria sido fulmi
oado por justa pena, pelo arrojo com que, em um
parecer por elle dado oolicia, em 12 denovem-
bro do ann o passado, disseque os medios da
Faculdade de Madieioa da Babia, e sem duvida a
polica daquella provincia, entio como boje da pa-
liliea conservadoraforam facis, negligentes e ot*
timas de um criminoso ardil por occasiao do exa-
me chimbo legal alli procedido, tio regular como
icientilrlaraeota, o anuo passado II.............
Que I pois, au que apena, com justos e leves
reparos crticos, dirijo me nobre commis*io,
composta de sata mdicos, e issa no Diario de
30 de maio prximo passado, como se poler ve-
'ciicarmereco as gravas allusoas de qua lenbo
[aliado; e aquella que fez atiranta i urna faculda-
de iuteira e aos altos faccionarios policiaas da
provincia da Babia, o proprio que, como presi-
dente da fallada nobre commissao, anima-se com
ttu apoio a sanecioaar s inve:tlvas do Sr. Dr. S
Pareira com referencia a esse raeu proceder I....
A seoilidade que reclama os direitos todos i
ella inherentes, compre qae acolha-se sempre na
prudencia, no. bom. seaso e na pratica, para
dest'arte ser considerada respeitosamente; e nio o
fazenla, captiva dos elfeitos de ama desmedida
faoftrrice, ter mais ou menos cedo, de ver es-
coar-se Ihe a vida em paros, a realisar algum
de seos desojas inglorios. .
Quanio ao Sr. Dr. S Pereira, este tambara nio
escapara s penalidades da figurada corporacao
tros devanara ser os motivos, se os tivesse, e oio
as allegados, que or si meamos caducara ?
Qua casos de beriberi foram recoobecidos, ao
menos que eu soubessa, assim como a lotalidade h nodpria or i #*.
dos mdicos da provincia e o paotico ioteiro, aa-JiVdeSar cwMiaw-
las da explosio epidmica da casa de deiencio f n amoenho Mforci. m mnron.. m%. n*
Neohum.bsolutamante: sendo cerlo que esses .Jt..1!T!? VS^JShSVV "JP^gg
nicos, boje allegadas pelo Dr. Si Pareira. em sio X abacio 'no iurv foran. eVr^S
Dr.me.ro rugo no Jornal do AnA-eaes aaJsUL fc. i^ffoen'par1* ajie neflTbtaeem o^W
2, c. CaDe!:"ao' B-Leocadia Garca, aSYa. allegldo sa regulameotos, qne. alada sendo veri-
di Sr Neves, a samael Hailiday-almde nanea dicas, nio devanara ler forca aa le barbara ea
larra de sullao, contra os reclamos da candade. a>
interceder por nma victima innocente, em oxpfa-
cio por aove mezes I I
A' vista d'isso, orno vera iaterrogar-aae o a>r~
S Pereira, em toa altivo e ara-'acador, pela ex-
plicacio da juelas mi u ti as palavras !
Seiapre pensei que o collega se psrsnadisaa ie -
3ue tenho bastaote dispoici) para nao reeuar
laute de miabas convieedes, no cumprimenio de
nm dever.
Logo que a oobre cornmis*io aprsenle o seu
rotatorio, eu apparecerei. E caso nao o jpresea*e
ella, tirada a iirapo ficar iod< a prora de aa*)as
tambera o seo juizo aioda oio esta bem amadnre-
uido, uu que o tal beriberi de tal jaez, que ai*
ple ser sustentado en um relatono.
Dr. Carolina Francisco de Lima Santas.
desde qae, seado emissario da oobre eommUsao, a
Eeriflcou por modo tio estupenda, palas contra-
dfeSas qae estajnpara, exposicdss qae flzera. Ou
quaodo assiioHo fosse, pe ter-se arrogado o
alheio poder, colocado em .farso terreno, se coo-
vertido em paixio de ira e de vingaoca contra um
eoHe|a,que nanea o nffeodeu. s por ter este se
constituido aiversarib jdo pensar de seto mdicos,
qae sem outn fuodameoto alorado resallado da
obeervacio era tre doentes pir espaco de tres ho-
ras, affteocoii presidencia a existencia de nova
epidemia no pan ; e com tal forca de condeci,
qoejulgoa-sedsonerada do dever de mais fun-
damentar o sen juizo eom o apoio de novas ob
servacSe e experiencia?:
E qoem na o v que, a querer o Sr. Dr. S Pa-
reira justificar a saa iaaieerada aggreisao, oa-
terem sido publicados e muito menos coraprova
doscasos de beribtri, acabara 4e ser contestadas
por outrus eollega*, por justas reelamacSas apre-
-eatadas oo Jornal do Reeife de 21 e 3J de agos-
to proxins passado, a respailo da raesraa D. Leo-
cadia Gircia, Sra. do Sr. Nevos, e de Samuel Htl-
I day ; e oortinto depois da pablieacie dos artigos
do Dr. S Pareiraesses em qae tanto me provo-
cara, por baver eu dito em um de mena arligos
aterior-s |ue o beriberi, antas da epidemia d
letenc.ii nunca fra aqui observad!, a nao ser
calculadamente.
Pois ii Sr. Dr. Sa Pareira diagnosticamam-
gite rachidiana a ra >lea da D. Leocadia Garca,
e a da senhora do Sr. Novas, ao poate de protestar
contra outro qual juar diagnostico entio appareci-
do; ai pono d- amia dizar qae a tal tneningite
rachidiana eslava-se dando rommnmmente, e para
o que chamaba a attencao dos eollega*___e am -
n-e a servirse hoja desses meamos factos para
provarqae antes da epidemia da deteocio j ca-
sos hav.a ella observado de beriberi. aflm de poder
dast'arie motivar a sua injusta aggressio -ontra
aim I...... O Sr. Dr. Sa Pereira, o propno,
quera oio bastando esses factos, aera a exp riea-
cia da epidemia da dsteoclo aera as autopsias qas
tizara, diz alto e bom sora, j dapois de tanto lem-
po e de tanto e paito do beriberi anda hoje nao est amadure-
cid f...............i
Sa, pois, por baver eu em pregado a palavra
calculadamente-neatiamx offensa poda ler de
rano o eollega, e sim os qae porventura andassem
calculadamente agitando o famoso beriberi; muito
mea as por ter ea em varios artigas estampado os
vocabu o-thuriferarios de Mericeurt, presagia-
dores e solicitadores ia beriberi, precoce. desc coado, ao ponto de diagnosticarem por hapatite,
myelile, natarca,ete.,-ro beriberi I
Nenbum desses vocabuios pedera raferir-se a
mdicos qualiflcados, como os que compoem a'oo-
bre commissio, mas qae, porventura, vlessem com
razoes sli las, principias a boa experiencia "sas-
teatar o beriberi; e nio ignorando eu a verdade,
agora manifestada pelo Sr. Dr. Si Pareirada que
a optniao do collega ainla nao eslava amodure-
oda, oio tioha por ceno cabimento dirigir Ibe as
mencionadas palavras ; mrmame quando estava-
mas as melbores relaedes de amitade, e nao seria
lgico e concluiente snpper que, por ser o eollega
am dos da commissa, em Todo pensasse com os
seus companheiros, oa fosse com elles solidario.
Coosegaioteraente, oatros foram os motivos da
aggressio a, miaba pessoa : fol o collega sojeilar-
se impereepiivelraeote ao papel de emissario, para
vir explorar terreno, a exercer vindictas em sa-
tisfacao aalgnm das di commissio, qae menos
disposto e menos alto do que o Dr. S Pereira,
tambera mais versuto na arte de exercer vindictas,
por zignezagaes.
Has quera poder contestar qae mdicos liouve
e ba que, abandonando a physiologia, a anatoma,
os principios inalteraveis da sciencia ; sem appii-
ca(i> alguma d'elles, cegas por ama pratica e ob-
servacao sui generis que a que resulta de total
aban ion > dos livroscollados ao artigo de Mti-
coum, como mabametanosao livro de Matoma, pre-
garam e pregara o beriberi a torto e a direito TI..
Agor', val saber o pubiieo os motivos por que
disse euqae alguns dasnefoeoad >s andavam a
liagoos'.icar beriberi & rao'estias dilalacao do co-
racao, luepatite tnyelite, febre typhoide, anazar -
ca, etc.
Nio me oceuparei aqui do teneate-coronel Pes-
soa, daente par m ni observada mais de urna vez,
e qae soflria tanto da beriberi, como soffrerara D.
Lijcadia, a senhora da Sr. Neves e Samuel Hille-
day ; p arque acarea d'elle terei muito a dizer, em
oicasiio mais propicia.
Taes motivos sao :
Ter eu visto com espanto o Sr. Dr. medico da
casa de detencio, que era todas as quinas das
roas e daent^s que visitava, inchidos ou ni', e
barrava-se com o beriberi, em corpo e alma, diag-
nosticar, no Sr. escrivao Saraiva, ha pouco fal e-
cidoo maldito da beriberi! Esle monstro de
Horacio aioda hoje iodednivel I......jEsoanta qua
levou-me a instar de mais por urna conferencia,
quede faci dau se em 2i de iuoho, com a pre-
senta dos Srs. Drs. Pereira da Garmo e Si Pe-
reira, resultando dalla, depois de minucioso exa-
me, a asseveracao de q-ie-o enferma soffria real-
mente do coracio e do ligado I
Fai aioda por ter o Sr. Dr. Seve diagnosticad)
beriberi no infeliz moca, Paulino Juven ;i a
da Silva, entio morador na ra Direita n. 43
quaodo urna coofareocia ao depois, par raira soli-
citada, e qae M feita cora os Srs. Drs. Viilas-B5as
e Pereira do Garran, reconheceu formalmente a
existeosiada uma/6re typhoide bam prooaacia-
d com todos os sympiomas, que lhe sio inhe-
rentes.
Foi ainla par ter diagnosticado beriberi, um ou-
tro ir. Dr. no finada Sr. Joaquim Fraocisco Alves
Monteiro, morador na roa de II rtas n. 112; e
ama conferencia por mim reclamada, j pela gra-
vidade do doente e j para o fim de firmar o ver-
dadeiro diagnostico, e da qual llzeram parte os
mesmos Srs.'Ors. Pareira do Garrao e Villas-Bas
havar evidenciado que era vez do beriberi exis-
tiara lesSes graves e chrooias do figido e do
palmio I......
E como esses, onlros casos se derara na clni-
ca civil; e teoho coovcfio de que o erro anido
i boa f do Sr. Dr. Seve o desorientara ao pon-
to de ser rato o daeote visto por esse collega eom
alguma ele naca, que logo nio fosse considerado
am benberico. Razio, porventura, por que s de
orna vez foram para ilha de Fernandosetenta e
taotos detentes, accommelidos do demonio do be-
riberi II.....
O qae resta mais dizer em resposta s invectivas
do Sr. Dr. S Pareira ? Sim:Ter ea dito que
Marques Dias, essa infeliz victima d iojustiga ha
mana, deveria fallecer no dia 16 drfunho, para
qae seas restos moptass servissem de prova i con-
tinuac,ao do aspirado beriberi I.................
............Aspirado, em verdade. Nio digo
qae pelos Srs. Drs. Si Pereira e Seve ou ootros
collegas incapazes de sacrificar ao orgaibo sa-
bido, i nma puxio dissolau, todos os devores e
seatimeatos de humaadade ; mas pela gante qae,
avezada considerar nfimas as coasas mais sagra-
das, por si e por saas paixoas, nanea trepiden
em sacrifica-las, a costo aioda qae seja de ama
adalacio aos qae sappde seus saperiores.
O certo 4 qae o Sr. Dr. Si Pereira disse-me
vis-a-vis do cadver do misero hornero, no acto
da prepara-lo para disseca-lo, se j nio o eslava
dissecaodo, < que aquella cadver era a meibor
re-roasta a mim dada; a mira qae, nesse dia havii,
em ara artigo oa Revista Diaria, baado a eoolas
o Sr. Dr. Serpelas eonseqameiaa 4a sea* diag-
nsticos ; e pela indifferenea s Irregolandidea
daa noticias qae se am levar i irapreesa, 11 que
o mesmo cadver era aioda a prova *jj
de qoe a epidemia da eaaa da ***&'**
extinct, como bavla ea asseverado no meo pro-
dito artigo......... .
:A ieto respond, paamado
dame do Sr. Dr. Si
Ao publico
famb.
No oosso segunde artigo filiamos sobre
cialidade, ou antes a prevarieaco do Dr.
Haariques de Almeida na sna resposta sut
quanto ao escrivao Baldoino e, por e>tar
mora do publico, deixaraos de iraoscrver as'prd1'^
prias palavras do Dr. Meaelo, os corollarws in-
contestaveis, que esle tirou dos fortes documeato?
exhibidos, pelos qaaes lie sm bem claras e seta-
qualquer perceprio a n-gugeocia, a prevaricaete-
d<> escrivao Balduino, negadas mate fide, por aajnal
le jaiz de direito, a quera por semelhinle faaJ|Pf>
merecido desprezo daqaelles qoe o frequentavan '
tem sido o jo sto castigo da mentirapredica 4o
que dantes nio Ibe sobresahia, porque sempr*
se mostrava oa incnleava-se innocente e sarrto
as saas conversacSes nao poMtieaavou familia*-
re*.
Temos, portanto, em parte camprido nossa pro-
messa.
Como, porm sio era.numero crescidissimo o* I
factos qoe provam a oossa primeira assereao, os
iremos publicando o duvidaraos ser desmenades-
por qualqaer que se aprsente seriamente os con-
testando :
Anda com relacao a resposta eorresoondeaeia
qoe trazia a historia do desaaparejiment da pe
tigo, o Dr. Pelinto na sua defea a Baldaino nao
esqueceu o odio, qoe gratuitamente vota, pato lac-
lo de ser conservador, ao preatiraoso tenante Tra-
jano procurando erimioa-lo a ministrando tOfor-
maedes compromettedoras da sna causa, sem se
lembrar qoe tioha jurado sn?peieio no respectivo
processo ; e nesse goito promanen la naa sabir
dos autos (tralava-se da ama correspondencia'
e o Sr. Felinto promettera nio sabir des aalos.
qae eslava on deviam estar no canario) deten-
v al ven por todos os meios a sna persegoicie a tu-
do que dizia o Liberal ou Ihe ordenan o assuea-
rado nio dnvidoa snbscrever e por em pratica.
Foi assim qae ouvimos dizer com a sua lente
prodigiosi e asss venenosa, oa o qae verdade
com a mentira nos seas negros labios que vio o
Dr. Menelo com o braco sobre o pescoco do l-
ente Trajano por occasiio de am foigaedo de boi :
para sustentar esse sea dito, liilio da sua immora-
lidada, da saa parcialidtle, escolhea o muito dis-
uado alfares Adelina Celestina de Mandanga para
nica testemunha desse fado, de que s u Sr. Fe-
lialo era sabedor, porqae s delle tiveram .-cien-
cia os habitantes da villa e especialmente os di
ra de Santo Antonio, onde se den dito falgued >
dapois da remessa de sua resposta ao talentoso e
illustrado promotor publico, Dr Joa uim Guedes
Corroa Gondlra.
Sentimos nio ter esteilas relar5es de amisade
eom o Dr. Meoeio e com o alteres Adelino para
transcreverraos a resposta desie aquebe acerca
de mais essa calumnia do juiz FeliaU, e por isso
provocamos a este para apreseniar em publico o
teslemaoho do alfares Alelrao, o qual estamos
certos, nio se afasura da verdade, e esta basta
para supplantar a malversadla da um jniz prosti-
tuido e distincto pela sua proverbial brutalidade,
devassido e forca muscular, a ponto de em tempo
escolstico, como aiarda, derrabar o conselheiro
Silveira Lobo.
O comportiraenio do Dr. Manela no sea ter-
mo o principalmente na villa, onde s sabe de sua
casa, coma lotos sabara, para suas audiencias e
trabalhos do foro e extraordinariamente para visi-
tar alguns de seus amigas mais dedicados a sua
conducta e morahdada, saa o protesta mais enr-
gica calumnia desse instrumento broto da mi-
oh isa assucara'J'.
Sentimos timbera nio ter a mi o thesouro d
prevarieaco e immoralidadea resposta do Dr.
Pelinto ao Exra. presidente da provincia. Giran-
limos, porm, sem recen de sermos contrariados,
a exadidio do qua dissermos em vista dos liis
apontaraento3, que tomamos Sanea resposta.
Disse o juiz de direito que o processo Trajano
andan precipitadamente pira que se terminasse
durante a licenca do Dr. Mentido.
Coobine o publ.co, combmem os imparciaes esta
proposicio do Dr. Falinio com a protecea de que
elle falla na saa resposta prodigaiisada pelo juiz
Dr. Meaelo ao lente Trajano.
Gu o Dr. Menelo protega ou nio protega a
causa de Trajano.
No pnraeiro caso nio havia razio para essa pre-
cipicao, para esse temor porque assuroindo ell<*
o exercicio nio seria intenso ao tenenie Trajino o
esle conseguira o mesmo resultado.
No segundo caso, isto se ni a protega, o que
prova a sua pronuncia de antemio decretada con
Ira o mesmo Trajano, lgico qoe o Dr. Felinla
informou falsamente ao presidente da provincia
quando occuliando a verdade assegorou o con-
trario.
E o que significa isso em um juiz, qual a ex
pressio com qae se pode qaaliQcar esse soo acl > ?
Se a mentira no simples cidadao qaalidade
odiosa, se a mentira qualidade que o bom sansa
repelle e que faz desc ir o hornera a coadcSes la-
mentaveis. quando ella se d oo funeconario pu
elica, no jaiz que era sna comarca se ple dizer o
centro superior e regalador de toda a ordena ju-
dicial, nao s oo qoe leode a admioistracao da
iustica criminal, como da civil e commercial, o loiz
dos juizes, o censor de seas decisoes, de.seusajs
tos, segundo a amplitnde das attnbolooes, qua tu
cenferealei, eoer eonhecendo das anpeilaeoe*. a
recursos, qae lhe sio affacto, qner r*-oijfe4e1.do
procedimento do todas as autoridades de saa co-
marca ; quaodo a mentira, dizemos, invade am
funcionario tio altamente colloeade, qoando a>
amisade provoca as mais ignobeis proposicas e
affrooia a verdade, qae deve ser o primeiro zella-
dertodo desappareeea desccaOaoca, o dasies
peito, o menoscabo, o desprezo de todas, o \- -
aludo de tal juiz.
No juizo imparcial este o brilhante papel a
3ue esta reduzido o barbas pioladas, o ealoaMia-
er e sobra ludo o immoral juiz da direiio baaba-
rel Pelinto Heorique de Almeida. kJ_
Para mais convencer do carcter 4"oaaaealafcra
jaia, eaeUnoemoa na anaivse 4esaa w|>eaaaar-
ea da falsineacio Baldaino, seoaeeoaeaieor senatia
Cujacio Parahybaoo e que pro*0*''' 1il
-


d>

t'


i# r*rnaiubac* r_ Tere; leiri 11 d Setenta de 1871
I
qaem
m ia'ianfcide, di
soas-armas va
cata a masma
l*e {fapylelp. emPa
kan o sea calo das batalhas, e l'sse qug o
Dr. Meotlio eoiroo
Wleter os criminosa
Lacea, Jos Carlos,
exprimtado-se mais,
tase, segundo a
durante a lictnra .
nms|
ocab
MAma ateo >,
atoados (xeelIflDte de^coberta) mas ( aqal esta o
mI ) neto posso deixar i fnztr pitar sobre o juiz
municipal e delfadoXos supplentes no sao junes
Mi delegados I ) ii respontabilidade moral ( che-
anasddapjiss ssoisds) *> tars-actoi. (MhmI^,
abics) t rodos se pasaran n na cisfa
ftrfetta sonde ( e o ojcnvao Baldui
|ll ulia) e 'i mWoor lutelliaenaa
ifarat prtfiearaitt i' eraba.* f)
Bntrano, continua Felinto, o /u/z municipal no
gom tttsn licenca fez urna brice vwgenr a essa
aiot (sabo todo menos a verdade) e vallando no
termo titile se conservan em presera; i dos tac
J^lte eslavajraseote ) de j;e acensado (pefa
" i jjornioexercicio de seas cargos aleo
H ^ia i t-xceofl) 4* ltcenc.it.
prineiraucQie os impamaea que essa-
Mi escndalo se pissavam na presegca &
}k WMKipal licenciado e do Sr. Feluilo Heon-
4H de Almeida, juit de direito or ,-lf.-envo exer-
-sja, e rasaoosam se nao cabe a este urna grao lf
doce de ^poosabilidade moral, a-.*iodn-se, em
trfeiu iatelliMoeia eom os snpi-lanto IT
*4U*a aIutoraUcio do sr Keimt >, em resposj
a acodicio da.presidenda da 5 de nove.bro du
aaaao araxirao paseado, de Si de marco ultimo,
data-Hito posterior a prisao de Csate Igoario,
naSriaitada a eheMora de polica pelo Dr. Meng-
uo, ees que, ja se achara elle ne-sa villa e a que
4 mis pira admirar j tendo respondido o jury
qtaVtoi presidido peto mesmo Dr. Monel", o qoal
mais prora de sm proteica, segundo
i do Sr. Fe limo, appellaolo da senleac-
iris para o lriban.il da relaclo.
Ji ae v d'abi, a teda loa, que o Sr. Felino Ma
dea a boa f do eonelheiro Diogo Velho, eato
awewdef te. dests provincia, e que por taato ce
iMsaaador por qne acodo tettemonha do proeedi-
aaaaaa iateiramcnle contrario do Dr. Menelao no
'Armn as sua informara, lado qae eslava escrip-
ia a correspondencia L beral, em maoifesta op
pstelo a verdade.
frwiblieo aprecie o que tamos dito e jolgoe se
ofleaderaos ao jais de direito Pelioto Henri.jue de
Almeida, quando o t?xamos de calumniador e
lala requintado prevaricador.
etos esli doacriptos fielmente,
luemos.
Im Anselmo Pereira de ducena, preso per
do Dr. Menelao, piucos otas antes dtslr
goo d sua l.ceniji, Jos Carlos, pro
i ha mai de dous anuos, A ,ionio de Bri-
pri oes o ajada eslava na respectiva sab-
ia ao lempo daquella iicenc*, e Traase
proonnciaJo peU Dr. MoneUo, forara os
eiros deafronuacikdos pelo ramio digan
suppleai, t Dr. Juaioim Fra*ici>co Ca-
vaHMle Lws, e o ultimo abaolvido pelo nao me-
aoa toe sganlo supliente, o tnsale corooel
asHjlao Ramos de Meud. 04a.
Oaieasta aroteccaj do Dr, ilenelo, qae >o
jau Pesilo o a awma lente mgica que o ao-.
eaata e cora que o vio com um brag> sobre o pes..
e C* de Trajino poda enjergara lioaimcote qu?
06 a 'ma'evoiencia de urna conscieucia corrupta
poda envernar 11
Protege-se prendenio, protego-se proaouci-
aadel?
' maiio asendolo I I
ualidcar os eslimaveM e oppolentos proprieU-
riu Dr. Joaiuira Fraueisc Cavalcanle Lias e o
teneat-coronel Mariano Ramos de Mendon^a, a?-
aiaa como oa de mais suppleoie?, pusenas cuja.
qualtdades se veneram, de pr.'itct.res de riu-
UO.-OI, de b imeni sem responsabilidade moral de
sea* netos mis-o que eslava reservada para o
iiatsereto e mentiroso, bacftarei Pelinto Hennajue
de Almeida e que outro qualquer sem iguaes pra-
cedeaMi e servil submisro ao negro azucarado,
nao poda desempeubar.
O alastrado e prono Dr. J>aquirn Fraaciseo Ca-
valcaate Lins e o diMiacio leome-c Toael Mariano
Rasaos de Meodooga, e lodos o &eus cmpanhci
roa, esli moitoaeima das caluainias, dos golpe.-
triieieiros de am juiz corrompido, se:n coo cien-
cia de si, aera de seus acto, de um vil esc/avu
que com o temor do easlgo se .'tibmetie a yoota-
de caprichosa de s- u senbor, e da altura em flue
eiio eolloeados de^prezam a bilis podre do juiz
Felioto, que ni Ibos ple aiiingir.
E quer o publico, quercm as imparciaes e ami-
gos da verdade, meihor prova da corrapcao do
baekarel Feliuln ilenrique de Almeida, no lugar
qae do indi:*uaraciiie i-xerre ?
Eoearemos a qawiio pelo lado in .-erso, cooce
riamos que ffecUvameote furam extremamente
ti jrrorosos e tommaxieute e-cand^!osos 03 factos
praiieaoos pelos soppleutis do juiz munieipil, em
i'ista das desproouncias e ab.-oivieao desse grande
numero de enmioosos, ludo 5om aeiuiesceocia e
ulieneia do Dr. M;ue .1 e que portanto muito
f-xact qnanto diese o juiz da dirtilo FelinW Hen-
il jue da Almeida.
Os fados, di que se fall, veram logar no mtz
de s^temb.o pr> ximo pas-.i lo. A informacaj dj
Sr. Pebaio de viole o qu.itr> (21) de margo ai-
timo, como dissemos, ilai.i- i,.s multo recentes e
que nao poiiam escapar a minora e perspicacia
Jo grande yi\i de direito.
Anaunciou-se a primeira correigo e com ella
toloa 01 rorrores dos seblures do juiz de direito.
Tantos prieessos quanios es conservadores da
cjaareadizia um ; incumbo me de laes empre-
g j;jur iro-. que tal ouviaoi I I
Sera8ni Licena, Jos Carlos e U dos os despro-
cneadw t-oebenao a cadeia.
O inoiff-rentisrao, o despico erara entretanto as
resposl's das victimas crmdemnadas ao cadafalso.
A consi-iencia de seus actos assim o exiga.
Era chegada a oetai-iao do juiz de direito com
a le na nao, exerceodo urna las 'ais importan-
tea dis a. pnrogauvas. lomar as providencias
aieee-isarias de modo a 01 rigir is abasos e desmau-
dos das autoridades, proctder conira aquellas qae
chas-e em prevanc-gao e loraar tleciiva arespon-
sabilidade dos juiz-s que devpronunciaram ditos
crmioDsog e mandar proceder contra e.-les, como
ihe ord n" do deueto de 3 da au
tubn de 1831.
Era eu tarefa de qae o Sr. Pelinto ievia da
pref.-rencia t>-r se incumbido no grande espago de
dons m-zes de sua currtigo.
A su:', msposta ao pie.-i ie;.e d provincia Ihe
impunha rigonsameute o d.ver de fazer pnnii
a^ueli-s criminosos q ie aad.ivao de publico e a
fase da pri neira aotondade da comarca, ou pele
meaos limar as medidas que se faziam necesea-
rias i e>>e flm.
Porm. o que viraos ? I
O Sr. P.linio uii eoc.ntrou n s respectivos
procesHos de que pode-se oeprehender erimiBati-
dade dos dnspronoociad. s, nao mandando proce-
der conira o n so dells.
Oa este* 1 idivi in... focara despronunciados jos.
tameate na oa > o f >ram. Se foram despronuncia-
dos ja-tiineole filsi a re-iposta^do jjiz de di-
reito, q lando informoa o c-mtrano' ao presidente
4a pr vmcia; I %< un calumniador.
Sa firasi despumareisi< s injn-i ar.enle, seclo
erixlnosofl de morie coixo assoverou o juit de di
reito deisaod 1 ete de mandar proceder cintra
ellee rfootra a respectivas autoridades,na firma
dos artigo* citadas, infringi urna disposigii de
le, tm omisso no cumori j.ento de seas deveres,
ineorrea p>r unto na -aaegio pnul dos arts. lz!t
HJ, 4, 5 e *. e 156 do coligo erlralpal; hMu
a Sr. Belinto R'uriqa* da Almeida juiz' de direito
do Itaou.a, e um prevaricador.
Pro.-aitu rem.is.
3 de setembro de 1871.
A mei\di 1 da Escoda.
las da

na:
sen
Anda1
nao me >nigo, pprdi, iifectar a oennoin.
A jmorensa nanv me sj
dlpcus?5es forenses; oaoca aUribui a tMHBMP^]
genos pobres aa dtci8es
tttt
aal de
^rtlnas id.jaerilas
raWado f
^^do ponto do r-i
a|aaodr Jamis coatwar, _
^fand Ihe o olo permit
^^uae est publico em ter sid >
W|dJMiado por eisa corte om dous ter-
os de seas veacimeaios.
Kstopa nacional .
Parinha de araruta
roercio de honestiJade davidosa,* cojos nomes nio
declinare! por amor da dignilide com odJ4-'
pre acabar esta djseasso.
Eeperem, poli, pela deci-ao dos pleitos esqao
^eiir^o-doaer''R o hamiwe advogano do Sr. Costa;
mas advogada qae nio Um mancha em sua vida,
que nio lem factos inconfessaveis, e qae (salmeo
f."
gera
da*
o qte lae lUeram
sa
liOOO
16*000
Ar
do. a eoaiMtar
roca, oa eom qlaTfl 1
a co istraccio e expl
brican de flagio e tec
guintes bases
Largo do Paulas.
'^aattSiL
eef.fli In. 94. ^JiOdOO
1914000
13VO0O
ama oa mais fa- dem 0. 105
te algodio, sob as se- dem n. 101 .
' '.dem o. 103.
JW Wi 15**000
S 1 Privilegio por II naos contados da assig
eoi latas aam
dem, oriiHflboarestolha, .
Rap .
TSbpilt ?;
** lacaraaa '(coneotiii)
iitaaaer causs, seja afdom fjr (mh Wtvaoa t^Mfflfc fARfPSafftffA
fui. Vf oo, ini-nigo de pesa ajguma) a l^l-a- ^ rnimSS?
COMMERCW. ^,Eff

a

duzia
nm

>
duzia
cento
itora do
I i Coa
doas ao
|V1
otros im.
predios
da dan
-. 8*-* h
Iftiaterias
porta gao
ca.
opiMIagia,
lautos!
loe con
das qudjVem
Como pfopria.
J atoa muito *plhi>, aJm disto doeoie, teahu
grande Latida, pego e sos gratuitos inmigos
qae me deixem ao menos o direito de pasar tran
quilo este ultimo quirtel da vida, para o qaal
me rel apenas IS aooos.
Recife l de setembro de 1871
Dr. Antonio Borges da Fonceca.
Festa do Livramento.
A confraria do Livramento festejou ante Inmiem
aa''aaJ-'i padroeira ; fii am f-.-tivdale bri
tamne, nao nc uve eeforao qae e?U confraria nao
Hxe-se para briioantismo da mesma fe*tividade, t
f.iram felize*. porque a raosica fui -xceileotemente
exreulada, o sermio da festa nio poda ser ma-
hor ; via-ge o prasar a cooteaisraeuto na phisicflo-
mia dos irmo-, as-im todos oooleotes se m tstr*-
vam sumraamenle deliciaos, j deixaado seas la-
gares para o< tdferecer aas espectadores (o qu
nio mu asnal) tanto qae a-sisti'.nos a feela em
araa tribuna confronte ao pulpito d'onde aprecia
mos o bern elaborado discurso, e raeln. ratele
expo-t.) pelo digno padre, mestre Manoel Joiofii
mea, foi ama festa soleramseiraa; cootino>, poi-,
esta confraria assim curaprindo seos deveres per
tio excelsa Seoh ra que ella Ibas rec .rapensar.
A religiao o sustentculo da soeseaada, nao h.
felicidade p-rfeita, sem alia, pois el'a faz o son
cidadad, bora esposo, bom pi a o lilao obediente ;
assim pansa o epeciador agradecido.
S.

XJM.4 I t HlMl
REQTADA, E uFFEREODA POR SUA INCOX-
SOLAVEL fttflA, T. S. A.
Com latriioas ojs oaos
Com a dor no coragao
V ju supolicar a roeu p*i ,
Q-m tenha de mira cemjiAixao.
NORTHERN.
Capital.
Fundo da
resana
lMfe0UM0
B\Ot.-OOQjWO
UMsLntimn

;JB-
Oh t meupai j qieess
Mas perlo do Kederaptur
Pede a elle qae me ampare
Pelo seo divino amor.
Oh .' mea pai jue estas no c>
E-culai a vossa ba
Ri'gai m co ao Senbor
i'-.a infeliz familia.
A vossa O'h* Toereu
Qae aa larra orpba ficou
o Je a Daos por mira mea pai
Qia ao d6sauipa.ro estou.
Ou t mea pal que eu taato amava
E qae lio doce me eras
II.je me vejo sem elle
l'assaudo tantas miserias.

Eleiqo
IMPERIAL
Compaahia de seguro* contra
fogo.
AGENTES
S. P. JOHHSTON Ci<
"llia 4a Meazala-aoTa m .
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool & Loa Insurance Cotapaoj
Ageole? :
Saonders Brohen d C.
11Corpj Saotoil.
THE ALLttNCE BR1T1SH dr FOftEIGN.
Life and Pire Assuranen Coapany eslabelecid
em 18. Capital 5,000,000
Os aaeoies desta compantia tomara seguro.-
eooira logo sobre predios, (eneros e fazeodas *
pagam aqui arejuizos devidaneote provados.
Rabe Schmettai C
Corpu Santc n. 15.
HACA DO RECIFR 11 DE SETEMBRO
DE H71.
as 3 1/1 Botas DA TABBSJ.
CoAacfie officiaea.
Algodio de Macei 1' sorle i6 rs. por kilo
pasto a bordo a frea da 7.8 d. e>5 0(0 (sabhado).
'Jadabio soon Learas- 90 d/v sa d. por LjttOO.
.1. a Staapte, n
PraaHlMia.
a. J. fimo,
Secretario.
ALFANDEGA
Realiraaoto do dta d 9 ,
dem do dk 11. ,
tt:1S47i
16:tfTM>i
Tlorlaaeato a Ifaele^a
Yolunos entrados eom Azoadas
> com gneros

Volames sahidoe com fazeodas
ara gneros

DAS
PESSOAS QUE TEM DECONCOBREnEM PAHA
lHlll.IIA.NTIS.ua DA FESTA DA IllMANDADS
ACADMICA DE N. SHA. DO BOM CONSELHO,
PAHA 6 ANNO DE 1872.
Jaiza.
A Exma. Sra. Baronesa de Morenas.
Ecrivia.
A Exm. Sra. Baroneza de Natareth.
Mordomas.
As Exraas. Sras.
A spimora do lllm. Sr. Dr. Miaoei do Nascimento
Machado Porllla.
A senhtra do lllm. Sr. Dr. Joio Jos Perreira d
Agoiar.
Asenhora do Illa). Sr. Dr. Jos Bernardo Galvao
Alcof irado.
A senhora do Tira. Sr. Dr. Ponseca Pillio.
A sennora do lllm. Sr. teaente-eoronel Jos de Mo-
raes Gome- Ferreira.
A senhora do Rss >r. T-belliao Almeida.
A senhora do lllm. Sr. Dr. Hermogenes Scrates
Tavares de Vasconcellos.
A senhora do lllm. Sr. Jo- Antonio Pinto.
A senhora do lllm. Sr. Dr. Armio Coriolsno Ta-
vares da Silva.
A senhora do lllm. Sr. commaodador Antonio Go-
mes Miranda Leal.
A senhora do lllm. Sr. Jo Caetanode Alboquer-
qne,
10 fecrelario,
llinrique Leal.
Eieipao
BA
De carrejara hje 12 de setembro.
Lpgar norjs-allemaoEuropa faxinha de
Barca infle/a-Xw of Saniamercadori
Pataehj ingtetIslani Lassbaealhao.
I Brigue norte alie.mao-C11Mvarios g
I Patacho inlez AUke Burariofiiem.
Brigue hallandez-A/de Uargaretk faijnhi de
thgo. )
O Escina Inglesa EiqU Wing\im.
Brigue portaguez Encantadorhgedo. '
Despachos de exportafo no da 9 de
setembro. }
Para os po/tos do exterior. .
No brigue aas>riaco Atette, para o Canal,
.arr<>garam : Mills Laihao di vi SO eaeeas com
l,3zi kilos de algodio.
Wo vapor iogisz Cognac, para Livrfpool,
:arregiram : Mills La'han & C. 100 sacea# eom
8.T99 kilos de algodio : Thoraaz Jefferies A C 3X3
ditas eom 27,712 ditos de dito.
Ne brigue mgtez Bnlhanle, para Liverpool,
carregarara : Sauoders drothers & C. 151 uceas
eom (6489 kilos de algodio.
Xa barca francesa S. Louis, para Liverpool,
earregiu : Pedro M Maary 127 saecas com 9,634
kilos de algodio.
Para os porto* do interior.
Na barcaija Bea Flor, para GanLlla, carre-
giu : Francisco F-tix Goocalves 2 barricas eom
106 kilos de issucar braoco.
Na barc 51 Umbelina, para a Parahjba car
regarara : Fm.ci-co Martios de Amorim IJO sae-
cas com 2,230 kilos de assucar braoco; S.lv.: Ir-
mos I barril com 96 litros de aguaxdeute. )
Na barraca Boa Esperanca, para Miman
guape, c.irregaram : Jos Bubosa de Carv*iRo\
barrica com 100 kilos de a-sacar braoco; Billar
Olive ra A C-, para a B hia da Traijio, 1 sacca
com 75 kilos de as-acar braneo.
No hiato nacional Mara Amelia, nara o
Aracaty, caire ou : Jo- Pialo Mannbo 37 fras-
queira? cora 296 litros de genebra.
J>
mu
duzia
kUog.
4
5*000
9SI000
3M0O
12*00
6*0Xi
10*000
103
5*000
6*000
dara

og.
LoaMSoes); .'
lem dejangada!.....um
vinhatlco cosudlnho de 2*5 a 30
uilllinifltms degrossora. _. _.
dem ;>ranch5es de dous costa-
dos al 50 mlHimetros degros-
sora.........
tdem laaoado a owao. de 25
miliiras ae groaaura .
Taatodo airarse......
ratajuba....... .
Travos.......4 .
Paropaiapesaar. ....
uem para aginadas .
Mam paracaaoas .
Cawraasde suaapirafens obra)
Eixoadecicupirapara cacro. .
MaUao ..... ...
Mel deabelha.......
uni....... j
Osaos .... *
Paltta de earnadba..... molaos
Pechury....... kilog.
Pedras da amolar .,..,.
dem de fllttv ........
dem de rebollo 5
Peanas de ema. ^
Piassava......... molhos
Pontas oa ehifres de novho oa
vacca. ......... cotilo
*o...... Jciiog.
>^asm a***f 9
Salsaparrlha........
Sapatos de couro braneo. par
Sebo oa graxa emrama kilog.
dem em velas. .*.... >
Spla e vaqueta ...... .
Tapioca.........
Untias de boi. cento
Vassouras de carnauba duzia
dem de piassava.....
dem de mb. 1 1 oo
Alfandeg ae Peraambueo, 9 de setambr >de 1871.
01.* eonferente Manol Sones Fortuna,
0 I. couferenteJos .la'ia C. do Amarrl.
Approvo. Alfandega, 9 de setembro de 1871.
Paes de Andrade.
Conforme. Joaouim Tertuliano de Medeitvs.
RECEBEDOiUA DE RENDAS INTERNAS
GEHAES Di PeRNAlMBUGO.
fteodlraeoto do da 1 a 9 12:122*891
dem dp da 11...... 3:8281374
_ 5. Obrigaclb," ffrant o tempo lo privilegio,
de manter^jiducar e ensinar a proflssio de fian-
es a dote orpbaos escolba da pre-
ls,'*deMl2 a qaioie annos de idade por espa-
co de cinco annos. sem estipendio alguna da pro-
vioel:
204*00.
121*090
no acto da
arecereoa
rdia do Ra-
za.
16<0(M'
20*000
1444000
96*000
33
64000
1*400
64POO
14000
34MK)
16*000
33
32)
66
1
1*000
si;
31
B
34
4*796
160
24SOC
w
to
2*04o
800
340
476
1*200
204
380
768
1*200
MEZA ADMINISTRATIVA DA IHMANDADE AGADK
MICA DE M. SBA. DO BOM CONSELHO PABA O
ANNO DE lh7.
Jais.
O lllm. Sr. Dr. Joaqaira Correa de Araojo.
Secretario.
O Sr. Francisco Fetoandes Vieira.
Thesoureiro.
0 Illra. Sr. Dr. Joa> Jo? Pinto Jnior.
Procuradores.
Os Srs.:
1* ancoAmbrosio Cavalcacls deGusirJo Lyra.
2* ititoFrancisco O t.viano da Nibrega.
3 dnoArgeniro Mailniano da Cuo* 4 dito Fi ancisco B-zeira' Cavalcante de Al bu
querqu".
** dito-Fraueisco Rodrigaes Salte P.lho.
Adjaoctos.
Os Srs.
H-nnque Marques Lins.
J .- patricio de Castro Natalense.
Antonio Luiz de Mello Vi Ira."^
lo; Jacinibo Bordes Diniz.
0 saeretarlo,
Henrfuc Leal.
Pa'a jus'ifa que acaba de pratioar a Exm. Sr.
mimsiro da gotrra com o ooaso velho cam rai
Aotraio do Ssaj^aroeoto, operario da ars-nai de
guerra dc.-ta provincia, dizem a que pelos eas
relevaaies toritos de-ie 1838 que se prr.-ia a
naci, e na luta de 1848 ni hospital le qie era
encarregado o maito digno Sr. Dr. Alexaulre le
S'uza Pdreira do Carmo, ooda ixisiiram tanto
Dalia I >s como se sab-, u ra^sin Antonio, ramio
le.-eovolvera emprpgando to ios os e-f re. ? a con
ABELLA DOS PRGQOS DOS GEMIROS SUJHTOS A DE
REITO DE "KXPORTACAO. SEMAMA Di 11 A 16 DU
SETEMBRO DE 1871.
Mercadoras: Unidades. Valores
Abanos......... duzia 300
Algodo em earoeo..... kilog. 238
dem em rama oa em lia. 501
Carneiros vivos....... ana 4*000
Porcos idem......... 2*000
\rroz eom casca. .... kilog.
dem descascado oa pilado >
Assucar braneo .......
dem mascavado......
dem refinado........
Gallinhas........ araa t,
Papagaioe....... ai
Azeite de amendoim oa mea-
dobim......... litro
O Dr. ADilio Jos Tavares da Silva, juiz dos feilos
da fazeuda desta provincia de Pernambaeo, ele.
F-ee saber aos que o presente edital virem e
delle noticia tiverem que se acha em concurso, eom
o praso de 60 asas, a contar desta data para e pro
vimento d fnitivo o offlcio de esenvao dos fetos da
Isaaada'oaeioaaJ, crsado pelo art. 8 da lei n. 242
de 29 de no vero tro de 1841, o qoal Qcara vago
por aHeeimeoto do respectivi servenluario vitali-
cio Luiz Francisco Brrelo de Almeida.
Os pretendentes ao me,rao offlcio deverio no
referido praso apreseotar os seus requerimentos
competentemente iostruiden de conformidade eom
o art 14 do decreto n. 817 de 30 de agosto de
1851, aviso n. 252 de 30 de dezembro de 1854 o
decreto n. 4668 de 5 de Janeiro do correte
snno.
E pa que clisgue ao conbaciraento de lodos
manilei paasar o presente, que sera lido e afflxa-
4o aos lagares do coslume e publicado pela impren-
ta. Dado e pasudo u-ta cidade do Recife aos 5
le setembro de 1871. Eu, Luiz Angust Ceibo
Cintra, e=crivo. o escrevi. .
_______________Abilio Jos Tacares da Silva.
De urdea Oj Illiu. Sr. cinse;h-iio inspector
da h-sourria de fazenda desta provincia se faz
publico que pela orlem do tbesouro o. 159 do 24
de agosto uliimo foi autorisado eredito para piga-
mento de dividas de exercictos findos, os inters-
jados, pois, deverSo' dirigir seus requerimentos
mesma thesouraria.
Secreesrii da thesouraria de fazenda de Per-
nambaeo em 11 le setembro de 1871.
Serviodo de official-maior,
Uanoel Jo- Pinto.
da santa casa de
pro*
BECLARACOES.
15:li94063
PRA^A DO $eiFE
cm 9 >r sETBawao as (871 as 3 hqras da TAaor.
u*i*ta si;mA\ il
CnnassAs trnsateos* realisadas durante a
semaaa oda sobre Uudres, r^ataratn para o
7 papel baneario a 24 3,4 d. e pai cular a 26 d. por
1* ; e sobre Pars Wt) r. par fr.; sobindo o to-
tal dos saques efectuados a 125,000.
Algodo f> de Pernambaeo eaeomido e regu-
lar veodea-ee de 8* a 8*300, e o de Matera e Pa-
rahyba, posto bordo, de 9* a 9*100 por ar-
roba.
yaaae*.Firme.
Aouabbkt*.Veadeu se a 78* por pipa.
Aaaoz.O puado da India veade'u-so a 2*700
por arroba.
AasrTB-DocHO de Lisboa venden-se a 3*000
por galio.
BacalhoA retallio nego:ioa-:e a 23* por
barrica.
Batatas.Venden-se 1*200 a arroba.
80LACBMHAS.dem a4AtkM)abarrif.uioha de
22 ora.
Cat.dem de 6* a 7* por arroba.
CcavEJA.Ideo de 4*000 a 8*500 a duzia de
botijas ou garrafa*.
Kerosene. Vendeu-se a 7* a lata de 5 gaiSes.
LoogA Venden se a ingleza a 200 por cont
de premio sobre a factura.
Manvsma.A inglesa vendeu-se a 850 rs. a
libra e a francesa de 660 680 rs.
Massas.Vendeu-se a a caixa.
Oleo dr linhaca.dem a 2*200 o galio.
Passas.dem a 5* a caixa.
Presuntos.dem a 13* a arroba.
Queijos.Os flameogas veaderara-se de 1*609
a 1*800 :ada am e o prato a 500 rs. a libra;
Toclnho. Veilleu-se o ds Lisboa a 12*000
i arroba.
Vinagre.O de Portugal vendeu-se de 1204 a
130* a pipa.
Vimios Os de Lisboa venden-se de 220* a
24< *, e os de outros paize- a 190* por pipa
Velas. As de cornposicio veaderara-se 580
rs. o pacote de 6 velas era libra.
Poetes Deste para o porto de Liverpool i
vela, a 3/4 d. a 5 >/ a vapor, a 1 d. e S /.;
carreganto na Paraliyha e Rio Grande do Norte a
Kd. e o /,, vela. Continuamos a ter falla de
navios.
MOVIMENTO DO POflTC,
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECIPE.
A film, junta administrativa da Santa Casa do
'Misericordis do Recife manda fazer publico qne na
sala de saas sessSes, no da 6 do roez de se embro
pelas 3 horas da tarde, tera de ser arrematados
a quera mais vantag ras offerecer, pelo tempo de
um a tres annns, as rendas dos predios em segui-
da declarados:
ESTABELEC1MENTOS DE CARIDADE.
Travs-a de S. Jjs.
Casa terrea n. 5. 180*000
dem idem n. 11.......180*000
Una das Ca ledas. i
Casa terrea n. 38.......162*000
Ra das Cinco Pontas.
Gasa terrea n. 30........210*000
Roa de Heras.
Sobrado n. 45 (andar e sotio.).
Ra do Mogueira
Casa terrea n. 17.......304*000
Roa dos Acongoinhos.
Casa terrea n. 6
Pelo eoosulalo provincial avis
vos conlribuintes, que termina-se MAM
eebimento dos differenies imposto anda
gos, oerleo'-eotes ao anoo finanoir
1870 71. sendo qne, encerrairo o-
dbitos liquidados e remettidos i ttM
viacial, anm de ser judicialmente pro
cobraaea.
Consolado provincial 1* de seteftrbltti
O administrador,
______________A. C. Mchalo Ros!___
SANTA CAS.1 DA MlSERIui3
RECIEE^
A rtlma. junta a1-ninstn.ivl
misericordia do 8ecite.tftrt.i
dio qne possue o patMmaRi*
de caridade raa da^MCeda,
sotio, traosformando-0 em outro d ana
qne conloaba, dous-amtmw, di %
terreo e ontro no sobrado, e os prsdl
da roa do Borgos, precisa conlrai ir
;om qnem por meno- precj se quur-a,
lo effectaa las, poden Jo cerera aprovakiad
materiaes que forem lirados dos aiilijas pra
e jalgados em bom estado.
Os preiendenusdevaic apreseotar as sua pojtas am cartas fecnadas cwm dectarafia do Rtt-
nimo peque Casera cada ama daa uidicadas jbra.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cife 21 de jalao de 1871.
O escrivo,
Pedro Rodrigos ds: Soasa.
msQSMunaW
1 i 11 11
COMPANHU PEl\i\UIBCAl(a
DE 7
Navegando costeira por vmpmr,
Mamanjjaapf.
O vapc't Qritrn, eom-
mandante Silva
para o porto
dia 12 do cor
horas da luda.
Recela-tnlia,
meadas, passageiros e dinheiro a 1reU a
horas da tarde do dia de sua sabida :
no Forte do Mattos n. 12.
304*000 Compauhia aaiericaiui eknfltei-
97*600
ra de paquetes a va^r
* d#"
At o dia 15 do corrate e esperado da
Roa do Aasile de 'Peixe (traveesa da Madre Oeo) York por S. Thoraaz o ?ar o
Sobrado n. 1........1:141*000 ricano outh America, o qual depois dai
302*000
211*000
240*000
2K>*000
180*000
.

.....*#
.
eformentadaa:
Ao publico.
Advogo desdo 1865 oa Parabyba, 00 Ris de Ja-
neiro e aqn, ni > rae fallando nanea o favor pa-
blieo, do libelante nao estar associado no na il-
interesse raoiao em siguas eilb-gas, e aarapr-
en ruet > 64111 o monopolio do fOro e com os lote
resses < confkssavoiaj do aiguos, quera o patro-
nato tem protegido.
o 3ti auno*, e de cab
quafla f ier qae se|t. para aecnsar-me da falta,
jBesao lera, de oomarimeoio do devore, do!
tenio do mesmo 8/. Df. eacarragado ; e,tir
slrs. qus por fim, eairoa 00 eoabecimenio 1
seus^superiores, foi por isso mandado telo s o
1* cnefe dos militares para o hoa.utal da roa d
G oria la mesma provinsw 00 le Umbem *o des
nv.ilv ra a cantelo do JOm. &. ir. Pedro del
Ataydo Loba ty ratroa muito satvifos, mas por lira arruionram
raa sao le ; dep>, como rgeaia de arOffees foi
na idado para a Smpapfia du .P.fguai era des
afc-ooia do bro nacioo.l. ^
Cbega'do em Po to Akgr<-, cao a mnanca d.-
clima, mirn para o hspiul da^la provii(cist
doBde sahio.com baijt* d-i sorvi^n por incapici-
Loa unismj ';, chegaodo om P^roarnaaeo f i n-ad-
inmudu a*(4pW como sernlbi-iro e espiogardeirj qoe ara do asta
awai 1500 rs. diarios da ana prolssao.
Idera de eoco .
dem d mamona. .
Batatas alimenticias.
Baanima ....
Bebidas espirituosas
Agurdente eachaea.
dem de canna......r
Idem genebra......
Idera restilada ......
Idwn alcool........
dem eerveja......
dem vinagre.......
dem vmho de eajd.. ....
Bolacha fina, compreheodidoa oa
biseoitns........
dem ordinaria, proprla para
embarque....... .
Caf bora........
dem escolta otj resolho .
!dom torrado oa moide. ,
Csi branca....., .
dem preta.....'. .
Carne secca (aarqua l .
Carvio vagataL......
para apaareila,......
dea de carnadj am broso, .
Jera dem em, vola*, ....
? o^-.M, n ai. a
laeeaa

a

1
kttog. 471
Navios entrados no dia 10.
Mamanguape12 hora-, vapor nac.unal Coruripe.
com mandante Jos H da Silva, equipa m 17
carga algodio, e outros gneros; a E. A. Burle
t C
Geonva 50 dias, brigue Haliaoo Pietro Eugenio.
de 281 toneladas, capitao-GuUeppf, Hicco, qn-
pagem II, earga diHaraotee gneros: a E. A.
Borle A C.
Arac ij mirlos intermedios4 das vapor naei.
nal JjfitnduAd, de 222 lontladas, commandante
Joli Goioes da Silva, eqoipagera 16, carga dif
fa*aatas gen tos ; a companbia Peroambn
cana.
Navios sahidos no mismo d.a.
Baha Brigue escuna naciooal de guerra Tbar-
IftVv^commaodaute capitio leiw-Dto Pedro Noias-
c 1 da Fooiours Pt-rura da Ciuina.
A^d -Hite oacionaaBtus le guie, capijoUanoel
P. Jaifes em laslro'd" rea.
Rio da PrataSumaca hes^anbola Ignacita, capi-
tip Trnch, earga a misma que iruuxe de Barce-
Liverpool- Vp*r Ingles Cognac, commandante
Roben Craig, earga algouio e ootrot g-
neros.
Uverpoai-aUrca,|agltsaAV lastra da Hda-
Rua do Prdre Floraooe.
Casa terre? n. 63.......205*000
dem o. 47.........180*d00
Ra do Calaboaco.
dem o. 18........320*000
Ra do Amorim.
Sobrado de 2 andares n. 26 .
Roa do Pilar.
Casa terrea n.* 73.....
Roa da Gloria.
Casa terrea n.* 61.....
Casa terrea n. 101.....
dem B. 93......
dem n. 56.........203*000
Raa da Ponte Velba.
Casa terrea o. 32.......360*000
Ra das Calcadas.
Casa terrea n, 36.......194*000
Ra da Roda.
dem n. 5.........103*000
Idera a. 7.........101*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Largo do Risirio.
Primeiro andar do sobrado o 29. 254*000
Ra do Sebo.
Casa terrea n. 13.......110*000
Ra da Guia.
Casa terrea n. 27......146*000
dem n. 29........193*060
costme seguir para os parios do.
Para fretes e passageos, Irata-se
tes Henry Porsler A u. roa do Ca
^ft
COMPAMIA PBKHAMBW5A1U. .
M
a'avegaco castelra por Tsrpvr.
Macei, escala*. Penedo e Aracaj.
O vapor Giq-tidt commsav
dante Macado, *goir pasa os
partos cima sao da 45 da cor-
rente as 5 horas da larde.
Reci he carga at o da 14,
eneori meadas, passageos a di-
nheiro a frote at as 2 b **s da larde do dia da
sabida : no escriutori > do Forte do Mattes O- li.
Lp
RIO DE JANEIRO
Para ortes portas acha-ee prometo a racebtr
carga a ben cvinheCida ares Clemtnina i anem
ca mesma quizer carregar dirija ae aas co%aa-
tanos Toomat de A uino Fonseca A G- Scccsm-
re1, ra do Vigaro n. 19.
-----------------------------------------------------------------------------
Pelo consu'aJo de Portugal se Taz publico o eegoiote :
AVISO AOS NAVEGANTES
Pela directo dos telegraplios e pbares do reino se faz publico qoo de boje em
diaote se annouciarSo as variacoes tneteoroloRicas, canJo-se do laes das vergas dw
mastros das estacos sa > apboricas do arsenal da marinba, Vianna do Casteflo, Nessa
Senhora da Luz, Cabo Catvoeiro, Oilavo?, Cascaes, S. JalirJo, Cabo Espiche! e Saptf,
s seguiutes tigaaes, indicando:
2." SigBal de preveacc d
venlo fresco ooforte do S.
. (desde S. E. a O. ijelo S )
I
1.
Sigoal de prevengo de
vento fresco ou foi ledo N.
(desde0.N0. aE. peloN.)
*

%
t

s
>
f!
3.a
Prevengo de lemporal sen
indicaban dos rumos d'onde
ba de cabir.
?
4. Tpraporal do N.
(O.N.O. e E., pelo N.)

o." Temporai do g.
(S.K.
adMMkso Watts MnXett, en
OsHarrsf*.
Nao houve entradas.
ECITAES.
oros de bol, seceos aajAdoa.'
^.sdwes^|UAl7T,T.
dea idea verdes .....
cabras cortados ... 001
acajoa
kSof.
I
4.'' scelo.Secretaria da presidencia de Pr-
namboeo, | de setembro de M7L-Edal.-Nao
MH lando *fdo publicaoo em- tempo o edil de 8 do
r 2a* y* P*10 I"1 8- Pie- o Sr, viee prende, t^
430 da pr.irtoels, para execocao do art l.a M pro
viacial n. 1000 de 13" de loobo qltimo, mandou
** i couTaar l0, psssoa due tnrxerem con ra
lar a eooj.tr.erto e plorselo de orna o mais
l fabricas de Sacio e tardo de auTodo, sob as ba.
ses e-UleidM noYeft.mK> artTgo, aaaijw traos
f^P0. lig'W"8'"'^1 OM propostas pos termos
da lei o. 993 de 28 de jolbo do snno passado. re-
selva* o ms-rao Bx% n-noor prorogar a o da
10 do wrroou, o praso marcado no mesmo edital
par apreseatacle das eaciosauas pfopoiw.-
86
610
#7*
peloi>




'* i
1
DireccSo dos telegnphos e phares do reino, i de jcnbo de 1OT1.
0 director.
i. D. M. Mousinho de Ait*mt. ,
T.tDbem se faz pobllro para conbecimemo dod Dave^aiitei, uv. b *&*, 'W*M
uma establo electro-seina nrica, ligada com a rede telegrapnica r Eoro|r
Coosolado de Portugal em Pertuaboo, 2 de seieoibro de **74'.
O cooanl
C. de Araujc Guimarits,
L


V *

!*>J!
Huio
vtm
Lde


nieto sor- Pr
rendla U**$e
, a qaen tro : i i
a meiao odar.
0 a* J Manos n. 1
4 t
'i -Va 4 *#
WM^ua, i
rii*.rto aje a
t4tWi: werigtorio

BOT-
B-|
<
pj-eterteasluir ^(mi as o Mlacko poo-
i .**', eapi Jo 6uilheriQ*io - tii r parte de sea. flarfegaaeato engajado
> a resto salto faUa pasjafeiros, para c
bons ?eman*, traia-se cjb o referido
burdo ou na prava.
rtarMft'
sen srrnaiero a*o laa^KJK* ffiapatV
ner/fl
IR
*!.
VpKaat
santa adr!A**eS aVfbaaaea Jf
pMonMM e sania da siattiaaW
Rseite, 7eMiaabr*dWl)
Oaasfetodar.
de Brtto.
, refofios le
4-
-%Ml.f ^ Rl# ^
Mk o alias** pen segu por sste* dias o
MMcioal Jfar "td-amaganaBirt o reala qiw Iba falla
-te por modice praco ; a tratar a ra do
_. a. li. primeiro andar, escritorio de Ji
Lps Dvir!i. ______________
Parto Indicado por-to segae ero direitura 'afeo
da 10 do correte o hlaSe ejoiooal itorim Amelia,
lio o pratico PnaelueIMfema de sete; para
[4a carga 'tia-ee ni roa do Aroorirn, ar
orneas n. CU.
Tiv -------------
grata, adere'osa, na**"** (tfrae *eMt
re de arela t auitos eatra* sbjaatss 4e ira
Qninla-feira 44 do crranla.
0 ageate Martin* -brjeilae poroadem de Jilo
venldss f da fif oto
Isac, qft tfot as 'niitfiilss
peohcrja/^ [quid
das
di raa
VM&
igr -
eTrpalha-
, ion parte de sen
o resto que Ihe fa'ta
tratases caw^ icos friBsigoa:arios Aolmio Luiz
de Oiiftura Aieve !o ^ no stu eserlptorio ra
d ota Wn? n. 87
f-r--------------
falle nadja^ Iqv frtk*-,
carrejagMi! prometo, para
0 S...JOM a* tinmMMO^_____ |*)
risa*, 'OWHD) ^HMlio-
.hatoktstYte, e trabalba**
.u-.ll
I
M
ai?T
i
alfaeaa kaporaiaAa, c
aas? iihini, i-n hi em.t*<^bdpkr<;
tre d de aliueM te
""^"Boe^JndiiaBC,___________
m*a4 it,80tMl),y,Meaeejewoawito terI
S-ih!tSi'ir*,> ^.'H? ****'
Recordaadt cm a aeMre eeooomMa 'atae
MaajBg prafoaJa pana)U o poeta (nsk-z
ipe i :.,a erianea o pai do bomef** pai
hamot lambeta) nataatt-im.....a aetiiate7 re
ajli aalladaa creaiaru.
Dms easa o sitio no Slotocolomb, boira da es-
trada pascando aponte, bern plantado de boas co-
ijueiros, viveiroj, e u a terreno no mesrao la-
'r*mteJ!K3Xg'*' 'u*"a es,r-
Tarpa-fairi i9 docorrnota.
A'S 10 1|1 HORAS
Por intervencao do afrente Pinto, em aeu escripto
rio ra da Croj n, 38.
Da
Sobrarlo de S andares n. 7, da ra de S.
Bum JtSHSv ootr'ora d C-uz )R*ife).
Terca feira 19 dvdorrenie.
A'S il HORAS DA M AMIA A
0 ag'Qte'Purto, lefura ieilo por mandado do
Illm. Sr. Dr. juia d oobSo*, requariroeiHii du?
herdeiros da llaada D. Joauoa J. U. P^re Kerrei
ra o s brado da roa da Cruz n. 7, o qual se lor-
na recommendadj pela .na boa localidat.. O le-
15o ser tffeciuado II horas do da actuia no
escritorio do referido agente, ra da Cruz n. 38
que de eommufn
HiZIZ'St
ws&^r*
;j.
Os abaizo a^iMaotfa^aan ao publico e espe-
cialmente ao,ee|e^l?iflMiralB,
dccordo disiolveraa ai
praea sob a nrro* de ,
brinhoe, Qcaod todo
doa aocios Joaqoim Kpl
Joaquim Piolo Capa,
ioaauini Piolo Lapa Sobrinho.
tiiam-se de ama aoja
qu#-ox*k* afomnie
Iem, pera, wata laasHIa
ias passoat :.a tra
lar tto largo do Corp
oton. i, i* andar.
tuaa
Vai 9-bir comtrevidtie- ^patacho portuguez
lmat, capnaj Gailhertue JoSquim Leal, por ter
pana da otj.i engaj'la, para earga e pis-ag- iro-,
raoi qu'e.' t-tn eXcellentes cominnd m, tratase
m R. R. HiBallo & C, a ra do Commercio n.
f, ou eita orea pillo.
LEILOES.
Transferencia
Do leil5o de 200 barricas com farinha do
trigo.
Em consequencia de se esperar o vapor do sul,
o5o pJe ter lugar o raesrao Ieilo e sera effee-
tuadc quarta-L'ira 13 do crreme s 11 it h
ras em ponto, da manhaa e serao vendida-> pelo
maior preco sem reserva; no armazem dos Srs.
Taso Irroios.
Roa IJW Mar^o 7
6 aftaixo aiwgaado tendo TesrtWo dos seas fel
zes bilhetes da toterla do Rd n. W8 o premio de
-:00/ oo n. 878, cwUda ao pe.-sbidor a tir re-
cebr; qae proroptanente ser pago, como de
cosame.
____________ Matoei Mani Wota.
Precisa de trabaRiadolp : na reflna^o
Ja ruayDirai's>n. 10.
le.
Qualqaer qae ilfaM| tono labsr em qae
w.exercilm jd| |beis dessas fracas
istetcias, dfl ir escrpulo mu
lireccfe. oU Hdado no empreto
a ^nbKimfimF, Bao sea resaltado
Jeoende a actlvItfoV e a MeTgia das novas gera-
<*, rettaa a* frateVi quislas da futuro o
*9*l aperfeieoaawMo stelal.
a*** iMtfiioraaM wda*tms oceopaani-
* omm cora o* pudobMres. Ao seeoro XX eorn-
^ Moa, loraaado-os mais perMoe ata ae-
*ab BtodM ptfo fuaMidade e modacMade do
1^ Han* a aorta a eondicio, a exiataawia do
'rabalhaor.dofaoroeiix
Welewki cita pp*.rpai*e aa palnvras de
"tone, que, em orna reunio de operario in-
nosso scalo o se-
ma qae esta pbrase
pois Gla Istone nlo
qae lisongeam em
am seas deve _.
ulo do rperari'
aao aahio de b
jerten;e .ao na
ei de servir
O bomem
primordial da p
Incarado como bem
oem; e o notavel al-
ai f1U
l>r{ ; on

Olwjl
MCMTU II CtMmTHIRTI IDI CflPlIIfl SlirUST ti
pire* >toll wi:
De toda aa qualidadte r
De tedos os feitiot t
U tiadna oa pre^oe I
DO CRESPO N- 4
LABORATORIO HOMEOPATRIC
FRANCISCO M PACA CARDUZO R C
41.Ra ilo Imtterador41
Francisco de Paula
LEILAO
DE
Jabonetes inglezes ero caix'nbas coro cbei-
ro e sem cbeiro.
iio.ii:
As tt horas do da.
Por inlarveucio do agente Pinto, em seu es-
critorio, ra da -Cruz n. 38.
VISOS DIVERSOS
DE
Uta*, caixa com chales avariados.
floje.
A's il 1|2 boras.
Por intervencio da agente Pinte, era sea escri-
torio roa da Cruz n. 38.
LEILAO
DE
Mobia, prala, ouro. brilhanles e mais
objectos.
ikus;.
O agente Pestaa,far Ieilo por conta e risco de
quem perlencer, de 1 mobilia de Jacaranda com
lampos de pedra, em b.im estado, 1 dita de meg-
no, nova, 1 guarda roupa de mogno, apparadores,
mezas, camas, cortioas, candelabros, lanternas,
mezas de jogo, quadro:-, apparelbo de lonca de
jaotar e almoco, viJro?, cadnieiros, 1 co/re, secre-
tarlas, mezas de jugo, binliairos, poru-licr etc. ;
e amitos ontros objectos para o servido de casa,
que ero vendidos tiro de martello ; no da
cima Wrg^ feira 12 do corrente, s 11 oras da
maohi, no annazem n. 7, a roa do Vigario.
DE
Una burra grande (prova de fog>)2 cartei-
ras, i balco, repartimentos, grades e
outrjs objectoi de escripiorio.
HOJE
AO MEIO DA.
Por in!erv;'ocao do agente Pinto
Ni armazem e Io andar do sobrado da es juina
da ra Ja Cadeia o. 2i.
DE
Saccrs para as-.ucar (avariados).
HOJE
Por intervencao do agente Piolo, em sea escrip-
orio, ra da Cruz n. 38.
DE
Panos, macaae, pulame e paos
Qi.arla-feia i3 di corrente 1
da larde.
Armazem de J ja juini Jos Martins,
da cumpanhia Pernambucana.
O agente Pestaa far Ieilo por conta e risco
de quena.perlencer dos objectos cima menciona-
dos, em lote- a ventaje, ni dia cima quarta fei
ra 13 du'eorrente I h ra da larde.
hora
caefi
VE
8 viccis, 2garrotes e 2 garrotinhos, todos
acoslumadua ao pasto.
Qaarta-feira i3 do corrente.
A'S i I BORAS M PONTO.
O pgenie Pecana, far Ieilo per conta e rtsed
de qoem perlencer, de 8 vareas, sendo S com
erlas e 6 preta a pMr, 2 garrotes, sendo 1 de
ruja terina, e serio vendido* em um oo mais lot
le; fttarla feira 13 do correnl-, s 11 hiras da
nanbia, no largo do Corpo Santo.
LBILAO
Alaga-so ama escrava para coziuhar srnen-
te em casa de pouca fainia: a tratar ra de S.
Joao, casa p rio do gazometro, com daas jaoellas
de fteni i e porto de madeira ao lado.
Eustaquia Antonio Gomes, leodo o
Diario de Pernambuco de boje, deparou
com um annuncio em que se declara desa-
jar fallarse com o suppiicaote, omesiao de-
clara que reside na Cruz de Almas casa n.
6, e qoem o defejar fallar-Ib; poda procu-
ra lo em sua babit (3o cima indicada oo
nesta cidade, onde nos dias atis o suppli
canta vem tratar de seo* negocios.
Soeieilaie Monte fio Sinta
Cruz.
O respectivo preiidente manda coovoear a as-
se nbla geral para o dia 12 do corrente mez, pe-
las 5 boras da tardo, aflm de se tratar das elei^oes
paroc jiaes.
O 1* secretario,
____________Franci.-co Antonio de S Brrelo.
Aluga-se a lija do obradinho da raa das
Aguas-Verdes n. 65, tratar na ra Nova o. 20,
I* aadar, das 6 as 9 horas da> maoba e ds 3
as 6 da tarde : para ver, a cliave se acha no an-
dar de dito sobradinho.
Aiuga-se a loj* do sobrado n. 3 a ra ao
Caes da Detenca>, com 3 quartos, quintal e ea-
cimba, prego de 14*000 memal: tratar no mes-
mo lugar, oa ra e.-treila do Cosario n. 17, 1.
andar.
No engenbo Paros da comarca de Nazareth
preclsa-se de ama mulber capaz e de bons cos-
tumes, que saiba ler, contar e escrever com per-
f-Qa. i para servir de mestra a algumas meninas :
tratar ra do Mrquez de Oiiada, escripiorio
de Leal & Irmo.
. jj\ ^, Precisa-'e de ama ama que
%k\ ^W*i:. ?v\ seJa aa idade-e que cozinhe
^.i Vn 1^. o diario de urna casa : na
roa do Brum n. 78._____________________
ROUBO.
Na noate de 8 do correle mez, roabaram do
*ilio de minbx olaria, ra do Mmdego, tres la-
ooas de assoalho de a'marello, escripto cora giz o
mea nome no meio das taboas : uiga-?e qae fo-
rara veodidas nos rios dos Coelhos. Ete Cae*
Ihos Este Coelhos .... Q iem a j aprehender
oa most;ar oode ellas eslo, receber ciocoeota
mil ris.
Recife, 9 de setembro de 1871.
Marcelino Jos Lipes.
I MUDANCA
W O bacharel Amaro Joaquina Fonceca de w
*X Albuquerque, transferio seu escripiorio
a de advoga-ia para a casa n. 53 ra do Q
^ Diijne de Caxias, anliga do Qieimado, CC
* onde, nos dias Btoia, ser encontrado das ^
5J 10 hiras da manha s 3 da larde. 8 *380$*$**
Atten^ao
Acaba dachegar a esta cidade, Jo Ligori, mes-
ire-ounvea, encarregando-je de fazer toda e qual-
quer obra de ouro, prala e metal, nao s para
ttmplos.como para uzos particulares, limpa e coo-
eerli qualjaer obra por miis deteriorada que es-
Jeja ; doura e pr^ia a fogo oa galvanismo : e
(Ole ser procurado ru\ da Mangaeira a 11.
lAfllUS
A 13 do corrente.
ajjduir-, "fjg ri) & C, Utv) leijai, por iater-
TIIKATHO
SANTO ANTONIO
COMPANHIA DE M2MMAS
A completa sorpreza qae nos canzoa o cabal
de^empenho das comedias, A CRIADA IMPAGA.
VEL, O REl MORTO O MUDO E O PHANTAS-
MAefioalmenie a TONADILHV HESPANBOLA,
polos joven artistas Julia e Carolina Hio-as e
Olympia, e Luiz de Dt-Gioranai, nos anima a vir
por e*le jornal, pedir ios paes dessas esperanzo-
sas criaac o cbsequio de oes dar atis alguns
espectculos, sendo o primeiro {se for postivel)
no domingo 17 do eorrenie.
Certas de que mais urna ves toreaos de apre-
ciar o bem e bello antecipams nossos agradec*
meles aos Sri. Riosas e Dd-Giovanni.
Alguns empregads de commercio.
AVISO
Auzentro se da casa do abaiio as-igoado o seu
tiho de nome Jo.-, de idade de 8 anuos, cor mo-
rena, cabellos castanho*, dentes alvos e lem om
barroca vlsiwl no qaelso, levou vestido camisa a
caiga d f iio braoco, o annaociante previne
aos Srs. subieiegad^s de se o prenderem manda/
levar ra larga 4o Rosario 31, segundo soda,
declaramos de recompensar a toda e qaalquer
p?tO*-quQ o lev.r a dita asa cima.
Firroipa. Lopoldim Xlof Danta?,
Precisa-se de ama ama pa-
k\ ra o servio tatemo e externo
. de urna casa de dnes pessoas:
oa raa da OaceicSo 7.
O cariono de registro geral das hypolhecas
desta comarca traosferio-se da ra- da- Penh. n. 7
A para a raa 1* de ahrco av 21, oito da ra du
Crespo. _______ _^^_^^__
Pdra na^ar a festa
Aluga-sa um sobrado eom quintal mura Jo, ca-
cimba, algumas fracteiras, e bastantes iooratodos
para familia, em Ol oda no paleo de S, Pedro No-
vo : a tralar na roa Imeerial n. 5 A, taberna.
-S
no dia 7 de setembro indo da Boa-vista em direc
Co ao aro de Santo Antonio, e de la indo at o
largo do Coliegio, na occasio em quo se forma-
ram os bataln5v mma carteira eom diminuta
quanlia de dinh-iro, porm cora duas cbaves qae
(as bastante-faa ; mt isso pede-se peisoa qu
a achou, o favor- de a vir entregar ao pateo de
Santa Cruz, esquina da ra Velba n. 118, qoe
ser fenerosannd* recompensada.
AMA Preciaa =e de urna ama para cuz-
Ama <1h leite
Precisa-se de urna ama c m bora leite : na rua
do Pire, sobrado n. 18
Precisa-se de ama ama qae leja baa eogom-
madelra no sobrado n. 88, raa do Pires.
Escola publica.
Acha-se sberta a matricula da escola publica
de Ipolraga desde o mez de agosto prximo pas-
sado.
O professor publico,
_________Tertuliano Ernesto de M. Carvalho.
Sociedade Liberal Unio Be-
nefic^nte.
Por deliberacoes administrativa sao convidados
os senhores socios para urna reuniao familiar,
que ter lugar oo dia qaarU-teira 13 do corre-
le, as 6 l|2 h ras da tarde, na se Je la mesma as-
socis(o, altn de tratar-se de medidas importan
tes abem da estabiiidide e interesses sociaes. ir
adrainistraco muito confia na probidade e crite-
rio de seus irmos que esta reunio ser a mais
repleta poasivel, e que muito int ressa a causa da
human i Jade, fim limitado de n;ssa corporacao.
Secretaria da Sociedade Liberal Unij BeneB
cenle em 9 de setembro de 1371.
O seretario,
Theophilo Pedro do Rosario.
D. Mara Alexandrina de Carvalbo, avisa ao
publico e a seus inqoilinos, que o seu procurador
e nica pessoa habilitada para receber os alo-
gueis de suas casas e passar recibos d >s sesmos,
o sea georo o Sr. Joaqiim Fernandes Vianna.
Os credores do casal do finado Manoel Fran-
cisco uarie requeiram ao jnizo da provedoria
do3 residuos, escrivo Nunes, o pagamento de sua*
coalas e titulo, juntando o.-, para serem atteodi-
dos ao respectivo inventario.
Alugi-se urna pequea ca.-a oo lugar do
Manguioho, tendo esp.ifiso terreno cora arvores
de fructo e lagar para planta de hortalice e ca-
pim : a tratar oo mesmo lugar, casa. n. 22.
Firmino Jos de Oliveira, manda dizer urna mis-
sa resada no dia 13 do corrate as 8 boras da
manhi, na igreja do Carmo -desta cidade, p-lo
repouso eterno, de illustre floato Emilio Havier
Sobreira de Mello Jnior, trigessimo dia de sen
falleeimento em prova da araizade e considera'
cao que consagra a *ua familia.
Prcisa-se fallir cora Sr. Eustaquio Anto-
nio Gomes : no largo do PaMiao n. 14, arur.aiem
da estrella.
J\ Ji ^\ Praeiaa-ae de urna ama pa-
T^N TL\^k\ ra tol aeri;o, para casa" de
v^J I ^ p 'Uca familia : na Capajaga,
rua das Crloulas n. 28.
Aquilino Porto, eo^ia^TiosjaTte^eawgos
de sen fallecido collega o bacharel Flix Rioeira de
Carvalbo, assistirem urna raisaa qae peto reposo
de sus alma, manda celebrar amanha no coaven-
to de N. Sra. do Carmo, s f horas.
E5*
A'uga-se o 2* e 3 andares do sobrado da roa.
do Padre Floriano, ahitados e concertados da nov.j
a tratar na rua Larga do Rosario n. 22.
UJnb ds valetesde copas
Domingo 17 hatera sesslo extraordinaria ao lo
ar do eoslume, as 11 boras da imaobia.
O seeret. tai
O seeret. Iil
A. Basl.
tor i que nos referimos erjteude eomnosco que a
iberdade qae elle eooquistoa tira toda a sea forja
la energa da alma associada ande do corpo,
da eteva*jaVde e* pinto qe proprcioua o dese
volvimemo progresslvo da habilidade pessoal.
Foi fcaeados n'esla aflianca qt os legislad'Jres
mglezes eomprehenoVram que o4nstrrneolp acti-
vo, o operario, obedeca otitras ir diversas neeee-
Wades que as que sao partllha do iostrumente
material.
Foi por esle motivo qae se marearam e regala-
nentaram as boras do trabalho as manufacturas,
3 se ailendeu sobretudo a qae as crianzas rece-
oessem a um lempo o ensino da fabrica e o ensino
la escola.
c Em 1862, diz ainda, Wolowki; sanecion. u-se
aa Inglaterra a prole, a vigilancia penelrou no
eio das vastas communas iudoslriaes, formadas
aoje em roda da machina d-i vapor, dessas vastas
omsoaoas povoadas por mharas de operarios.
t lei d 1801 lmu a idade em que as crianca-
podiam entrar para as manufacturas e fmitou a
iuraQo do trsbdlbo.
Pois bem. Esle' grave e humanitario problema
le levou qua-i meio secuto a resolver, e preoo-
Jupon a attencao de tanto- bomens de estadas
sminentes, como foram Roberto Peel Lord Aslhey,
boje Conde de Chalt>baago, georo de Palraerston,
3 maitos oulros, assignalatido ama pagina honrosa
as historia da eivilrsacSo moderna, acha-se reali-
'ado, e dando salutares resoftadiw entre nos na
fabricada cigarros de S. Jalo Nilberthy, da qoal
o proprlelarios os Srs. Souxa e Novaes.
J ti vemos oecasiJo o anno passado, de escre-
ver algumas h'nhas acerca deste importante esta-
belecimenlo, e boje, depois de urna visrta que fl
temos ao novi) edineio ampliaremos aquelle nosso
rabalho.
A casa onde aetutmente est estabeleeida a fa-
brica sem duvida um dos melhores predios da ca-
pital
Alm das espacosas accommodaqos interiores
livremente arejada como convm a to numerosa
gelomoraeao de pesaos*, o predio exteriormea-
te fle urna arcbHectura simples e elegante, e dea
a d oras bracas do mar, onde eom auxilio de urna
ponte os productos sao eom facilidade embarcados
a condolidos para os mercadi s.
Cerca de duzeots meninos alii reeebem o ensi-
ao manual, intellectual religioso e me ral.
A mais pWfeita ordero, sem a severidade de urna
rude disciplina, mas antes aeonselnada pelos pre-
:eii93 praticos da autoridade, da om aspecto agra-
lavel a esta afanosa comnaona de pequeoos ope-
rarios e e>perancoso ondeo de futuros e moralza-
los cidados.
Em um vasto salo das 7 s 9 horas da tarde
iepois do trabalho e do descanso aprenden) os me-
amos os primeiros elementos da leitura da escrip-
ia e da contabilidade. Dissemos primeiros ele-
mentos porque acreditamos que as nocSes rudi-
oentaes da escola n o sao ouira cou-a mais que o
instrumento com que mais larde se deve concluir
i aperfeigoar a educaV>. Nao custa saber ler o
3ssencal e fazer oso disjrelo e aprovettavei
lesee poderoso molor do aosso aperfei?oamento
ni ral.
Depois do trabalho manual e do ensino da es-
cola depois mesmo Je algumas boras consagradas
o reereio era preciso amenisar com o .esludo de
alguns dos ramos das bellas-^rles as larefas in-
antis,
Neste intuito fui creada urna aula de muzic-a di-
rigida p r hbil professor.
Com pouco lempo de exereicio e o ardor pro-
prio da raocidade j *lgnns dos alumnos tocara
om verdadeiro adiantaimnlo os instrumentos que
scolberam, e pode diier-.-e que a fabrica lem
boje ama banda de msica sua disposicao, o qae
ilm de aeerescentar urna agradavel preoda
iducac i dos aprendizes, dispensa dias fe.-livos do
stabelecimento, o concurso dos msicos estra-
ohos.
Ora, o grande resultado colhido por este duplo
ty.-iema do ensino manual e simultneamente in-
lellectual, que os productos da fabrica de S. Joo
Je N tberoby, redobranda de valor pela qnalidade
a perfeieao augmeutam la ir, bem a t ua procura no
mercado 9 naturalmente os avultados rateresses
ios producios.
Esib-'leida assim com os ontros eslabeleeimen-
.os do mesmo genero a lula da concurrencia, que,
ao dizer de um notavel" economis'a, nao ontra
soasa mais qoe a matilfestac) pratica, a fac
Hatera) da liberdade. claro e.-t que as candieles
lo trbalh.i livre eomegam j a ser assentadas, en-
ira ao em bases sosalas e de consequeucias pro-
dcaas.
Ligamos um alto apreso s tentativas e aos re-
taliados de.'la ordem.
O Brasil precisa empregar todos os seas es-for-
eos Ba pr pagania industrial, nao; esqoecendo
moca que a quantidade dos prodactos Da la re-,
presenta, si ella se nao toraar ao mesmo tempa
recomtrendavel pela sua qnalidade, e que esta ;,
e obiem eoa auxilio e IB caz dos productores ha-
eis e inteUifenlos.
Acreditamos, pnis, que os Ss. Soaza e Novaes
jreslam oa importante servido ao paiz e temos,
aaare praxer em mencionar os estabelocimeatos,
testa auoreza, nao s em referencia' a asta taari-
ja, como a todas qne estivatrem fundadas oa sa
tendea d'aquiem diante as mesmas eircums-
tancias.
O anin deposito nota cidade ao eseriptoriq
to Domingos Alves Matheus, raa do Visa-
rlo a. 21.
A. Zaluar.
A luga
*e
ama eserava para o servic/ interno externa de
easa de familia : a tratar na na I arta,do Rosara
o. J4, leja. .....
vrtarfo
PreclM-sede am cria Jo psra eomprar e f/r
mais a[gum frvido ; n rua do Crespo n. M.
SEGUROS
MARTIMOS
E
(OVXJi4 FOGO.
bia fi Annisadora, eiUbdlecid
o I tt
Cardosn Jnior & C. niato(k3 paja coaflecaod<*-.
ca, que para cora elles leve o Sr. Dr Jicintho Soares Reb-U'o, qt Zb'm*
wrce o yjtoflt.i bomoopathtco, goz meo samare tie sabido concert, a estiba^
lecer ne-ta edad* u-LXBORATORIJ HGJrEATHlCO^d<*prtaeira ord
digno da confianca e protejo do iilistrad e raspeitavel publico desta pro
eia e do norte do Brasil, pira que, d> m paipaado a desbezas nm fadigat
capazes de Superar lodas as difliouldades, co,n fue liveria de hitar, trabalna- (
I_ raa inoessaaseaierite ddgde marco ultimo, julgando ter conseguido o seu desi-
erattim, tem boje a satisfaca de, aoiuniandu a abertura de- s.ia oasa, afflr- .
mar aos amigos da homeopathia, que se ju gara completamente babuinos para
o perfeito desempenho de todos os misterea do eu encargo. (
Os elementos do^sen estabeleciay;ntp foram to Jos importados da afamada b
casa de James Epps & L*. de Londres, um dos primeiros e ta'vez o mais co- p"
"hjcido e acredtalo establec ment deste genero, as prepanco s secundaria* (I
(.dyoamisacoes e dilu\o;s) foram preparadas com o mais escrupuloso esmero
#wiio as regras d i scienc'a e sob a immediita direco e" inspetao dj mes
Sr. D:. Re'bello, coj) nome ligmd i-se desta sorte ao estabe'ec&ento, a mais
egura garaotia fue podem offereoer os seus pr prietario? ipes; asaque i
honraren- com a sai confunga, de qua no preparo dos medicamentor-ftjM ,
| pouparJo esforgos para que sejam bem servidas, pois qae a auioridade, eorneoe '
cumpre aque!iesToJ03 os seus deveres e sobretudo o respe i u, que consagM (
a sua pr. pria rapotag), lhe nSo parmilti ao sacrificar a vida de seus clienies *
ao interesse de terceiros. s
Stjm pretenderen os proprietarios depreorir os productus dos ontros '
estabilecimentos deste gensro, civem toiavap.dr afirmar que nenhura oalro (
excede o seuemsoperioridade o para que nenhujia duvida haj a este respeio,
I podara tod^s as pessas qie quizerem foroecar-se dos seus insdicimeato vi- )
sitar eexaatoar o estaieleciment., o de. a'm di bdicas em globilos e taita- '
^sde varias capacidades desde 14 at 120 meJkameatos por p.-egos razoawis, (
i aastontrarao todos os rticos que tornam completo o sorttm3nlo di casas desta l
r drdem, taeSjComo: excellerjtes chocolates, p3j dentifri^ios, encerado de rnica, '
tintura de gna:o, e um lindo vo'ume eacadernado domedico do pov> origi- i
nal do De. Mire, trido d) pelo Dr. S:lva P.uto e revisto o augmenta Jo e"m 3* '
edicg3o p lo Dr. Antonio de Cas ro Lops. \
Esta obra quecontm mai> de 500 paginas de impressSo e umi estampa
explicativa d>s diversos orgSos do orpo human) nm dos miis claros livros
destinados ao ensino pratio do trataraento de todis as enfarmidades, pois indica,
W\ nao s os melicamentos apropriads para cada molestia, como a maneira de
applicar e repatir as dse.
O prego d'ella e de 40^000 para as pessas, que comprarera botisas
neste estabelecinmt', e de tz|)00 para a? que comprarem smente .o liwo.
Contando pois, cora a valiosa proteegao d s amigos da horne ipatbi, ean-
cloem o* proprietarios o sen anorincio, declaranio q L\BOR\TRIO o consultorio do S.\ Dr. Jiciotho Soares Rebollo, e qoe se
encarregan de receber e enriar ao mesmo Sr. Dr. a toda e qal juer hora os
chamado de seus clientes.
m
mmn ler
A loja dos Arcos di Alvaro Angosto d'Almeida 4 C. rua do Crespo n.2d A-acaba
de receber directamente a'guns artigos de moda que passa a mencionar.
Riqaiissimo cortes di vestilos de b'onde para casamento.
Ditos de taiiaiam b)rdados seda para casamentos.
Cortes de seda de bonitos gostos e superior qnalidale.
Colxas de seda, 13a, e la i e seda.
Capellas com mantas de b'onde para nava.
Cam'&as de esguiab bordadas para noiva.
Lengos de camoraia de linho bordados. .'
Cortinados bordados de diflrerentes pregs e qua'idades.
Borns de 13a e seda para seahora.
Cbapelinas de crpe preto hm eafeitadas para luto.
Chapeos eiifeitad is para menina modelo inteiramenle novo.
Mantilhas br Cortes d- cambraia de cor, e braucos bordado9.
Chacbeoez di la e seda.
Toil de voyage fazenda de gost) para vestidos.
(velones de padroes novos.
Gravuas de mnit) gosto para senbora.
Anquinhas de crina.
Alm destes artigos que se v.ndem por pregos razoaveis tem outros quo-s3o vria-
detTaepechincbas orno sejam:
Cambraia* de cores a 240 e 280 rs. o covado.
Alpacas largas bonitos padroes a 530 rs. o covado.
Lengos de esgufto muito finos a 3$ 35500,45000 e 55000 a duzia.
Lias decores a 28J r*. o covado.
Esteiras da India para forro de salas.
-S-S3.
"ir M "i "^ i-, v i /s *ri|
k COI
aesta pi
navios
am edifici
roa do Vig
seguros maritimos sobre
carregamentot a contra roge
m Tcadorias e mobilias: ni
n. i, pavimento tarreo. .
'
ERNESTO & LEOPOLDO
N D Rua do Cabug K. 2 D
. Acha-se montado de forma tal este estabelecimento de joias- que pode
vender aos seus numerosos freguezos em grosso e a retalbo a por presos
mu resumidos visto que recaba 4e conta b opria por todos os vapores de
Europa. 6 gosto de deseaba de suas jotas o raa i- lindo do paiz das
modas, curo de lei, brilhantes verdaderas, esmeraldas, rabins, perolss,.
tnrquezas, saphiras, coral rosa etc. etc Obras de prata do p rto tanto
para igreja cerno para servigo doaeslUo. Convidamos as Exnas. familias
a vi'itarem o dito estabelecimento todos os dias at 9 horas da nojte*
Phannaeeuile privilegiad
suocessor *
S4batoi>ol, 83, PAiyg.
A. MARINIER
ApnmH^ i Aetdimii it Scieieiu e M. kstDW de Frwie.
CASA CAUVIN *."aime|

Criado
Paga-se bero a um orlado de 14 a 18 sanos: i
tratar na ras. d Auroran. 18, das tt oras
nitL
urna.
BouL
NOVAS ESPECIALIDADES
ireain Sob i formt de Pislill, 4Me IflJ tuCAU Bonento um sMurJo rTEHTITA K
MOLISTIAS COHTAGIOSil
ra ftiar SV
iTtv* a
IfECTOR-PHi
-do volume de un reloaio, sarviaaa
de Pau-tBft e SiniNGA seca oa
GroTes incoaveniuntee da ragiliaad*.
EST040S Co"' '*'"e d1oa^A^Aa^rJ,,^4,4M*^
02OI LYRI Centra as affectois daa palpebraa, prafarado sob a toeama forma.
DeposiUos geral pa f^ft HSSSSt
BARTPtOMEO 4 C* h3i,rualrRado*Birto-
FERNAaBUO^*


Ven tara
vko De eme-
MM1M|
ift
tresTWwcMico
XKoBKIO EEMPEHO OfG
ba parto alguaza ao corpo 4a que sais dep oda da su- DeiRaa, ao aja*
a cabello bonito. Sejam as ooaasa Mfk ligairaa, ma leobaaaoa o cabello bacilo,
aavBoa cdafoa rico eBcanio; pelo contraria, seja o cabe'lo roco e spero, era qw
toda dosm p>>yiiooumia, por ais aya* bica e eiprewiva que teja, por si s, aarau
reo, alfada oro aspecto sena Kiterease.
fiaste sentido desejaenos moi rasfautoaanoole chamar a especial attoacao da
ambraV e crorlrieiros de bota gosto t-an a delicada preparacSo cima wmcioDada
Q Vigor do Cabello o resoltado de orna looga serie de estodoa profundos,
mpreheadtdos pelo iocaosavel chimico 9r. Ayer, soxiliadopor ootm pn.f ssorea eani-
nmtes, cosa o flm de deacobnre orna nova preparadlo para u* cabelles, qoe, sea
contar as propr edades nocivas que se eacootram neias ootraa, qoe mais tarde occa-
siaaam a parda dos cabellos, fosee realmente eficaz para conegair ostros tffeilos de
ba mol* es*jeV#a #--
O Vigor de Cabello, nio h ama Untara, nem ceolm tobsUnoa lignina inju-
riosa. NIo su ja asesaos, nem aceaeca. e nem a eambraia mais Una. O Vigor pro-
met*:
Conservar, augmentar e dformoaaar os cabellos.
Impedir a formaco da caspa. Etil-r acorar a queda dos cabellos, e rtttnu
rar a oeaa n odor de rara delicadeza. nova ida aos orgaos vitaes de qoe depende e
oreedanento do car ello, fazende-o cr scer abunlante e vic< so. Ora o ua qontid an
4o ISfpr. as caKices serio oeotralisadas, caso as glandes copulares nao se achem cor-
rm*ptdas.
Seoboras e bomeos qoe antes da dade se vem cheios de cabellos brancos, e
qoe tem perdido a esperaoca de ver restituid* a soa belleza natural, Aste bello orna-
tent phy.Mco, regocijar se*h3<> quaodo vir.-m os effeilos que pdeos conseguir com o
aso do igor. Para os toilettes em geral. nao se podar encontrar perfume mais agr
davel e del cioso d Vende-se em todas as drogari g, pharmacias e
aroariuhos do mundo.
Setenibro d 1871
______a
opariai
n p saber pMi r,
foilaw tifMdo,^.-------------------------------
coartados a paMieaoM desle editai, recebar este
juno proneotas aar cartas faenadas para arrema*
tai* r vaada dos w.~Mao:
fosrta arela, oreoola. de Moa ihw sol-
uta, cosa aalindadii, stnaa por titaejOOO.
aaooela, taaaotoi arau. ereoala, da 18 aoaas da
loada altaira, aaaa oat*Hdodes, avaflaoa por.....
<:OaOjOOOa mn foram peanoraaospar oxeen-
(taina Aona Macoado a Lata Freir Coota,
castra Thnmat da Fqaatredo a oa rafarioa aaera-
vea aa acoam iiasaltiiris em aooor o depositario
?antela/ Caodia Joae da Matta.
E para qaa coasts maadei pastar o presente
que sera abasad* peta iapreasa a anteado dos
A directora da compaobU da via frrea da Ba
artla, aatoa aor Sn. aedoataua a proriaeia de
do oraso dTsn d5 Nran*<. *>* iapaita de Caatro
raciona de recebe aa chamada* aae
i
3.
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S- S. ?- ST Ot
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g g- o o o
S 2 M
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* g. *i 0 p
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Si- 0 O
Chapas de ferro para cobrir casa8 etc
x ormas para assuc*r ^e ferro pntao a gjaivanisado,
Arados Americanos para V3rz, e ladera.
Juacniias a Vapor de forca dtt lres cavan09.
Machinas de descarocaralgodSo.
Trilhos de ferro psra eDgenh08 etc
Fogoes americanos
Lamas de trro gr3Ddes e pequeas.
Macacos de estiva
Cofres de ferro lle MiIneej8 e 0QU08.
Papel deombruliio
Estes artigos v>ntem-se em
casa dos impuriariore*.
Shaw, Hawkks & C,
y. 4 ROA DO BOM KriVS.
(otr'ora ' DOS SUTK KMS k
19 Ra P iiii^i'* de M f^n 19
Tendo renovado compktam> nte a loja do predio, em qoa tem o sea es-
tabdtecimeot,
19=-1 ra Primeiro -e M rqo^l9
com aquelle assi(> e elegancia d*fjavei. acham-sd agora prvidos do mais
eip fndi'io sr>rlimento d lazenda fi-i a modernas le
SEDA, LAA, LINHO E ALOODA0
to-ias do iiitim) go-io, e ont-n-um a ter uaan semp diverso-
ARGOS ESPEQUES DE A GASA
aMhleui, coi ii da
a sin ^ndadf, v nder
p r ineim.s que qnal-
qofr ouir, porgue
rHi^b-m m ilirritura
* a mamr parte de to>8
firZendaS.
19 RA 1." DE MARCO 19
(inliga ra do Crespo).
Dado a paiiiadaaatlawldadid^naaili Ji IVr-
aambaM, aw 9 da artaaabro da t7l.
Eo, Miaoal Joa da Mona, escrivao da civtl.
Recua, 9 da aaajajfea a MVi.

tanda, qaaadu oa meaaaa aeciowitaa
rea* aata-faia-laa-awta apMal.!
aa furem fa
alo prefer-
-* Pnctaa-aa da daaa aataa pira eana da pon
ea familia, aeada ama para o Mrvfoo interno a ex-
irro,e ontra para eaMar aaa enaacaa : a tratar
na roa do Cnwoetcio a. 44. egundo andar
AFINADO
Barros Netto modon-aa da roa da Imperatrii <.
47, para a rasi Farmoaa n. 14, aonda pode ser pro-
etrrado a (jBa+jwr hnra do dia.
Maooel FraQiiaeo da Sila Novaaa, aotante, o
eommeodador Fraociaeo Romana Strppla a Silva e
Pert-lra Vianna A C. irmao o amif os de J ao Fr^a
cico da Silra Navae, (aMeeido em Portocal, con-
vidara a* peaaoas da sna anltade a daata a ohti-
rea urna miaa lo eterno repaoso do me-'
no Bi.naam retar >al b*do 16 do eorrante aa 8
horas da manha, trigeiimo dia do san pana-
ment, na malra do Corpo Santo; agradecendo
de*de | pessoaa que aatistirem a e*to aoto re-
ie'-". _______.
Flix Ribero de CarTalb, -oa molhr I). Mara
Isabel Rodrigues de Carvalbo e rea Albos, rogam
anssens pai entes e a todos o* amigo. de seupre-
-adisimo Ribo e Irmao, o Dr. Felii R beiro de (Ur-
vaibo o catidoso obsequio de assistirein a mi^sa
que por sna alma mandara celebrar na matriz da
Villa do Cabo pelas 10 hora da maobi de .<>bbt-
do 16 do correte, vigsimo oooodia de sen pa-sa-
ment<>, pr coj servic>) a religia gravarlo mai.
an penbor a sna mais intima e cordtal considera
ci.
Moeda
Precisa-se de orna ama : na rua da
n. 3.
Precisa- se oe nina ama eserdva pira engum
mar coxinbar : na rn d* Roda o. 16.
Precisa-se de um canoro com pratica de
molbado : a tratar na rna direita n 14.
PHM.1P0M \l PMTIIRl
& Raa Ia lperatrl* 5
I. AKDAK.
Len Cbapelin partecipa ao respeitavel pnblico
desia capital, que araba de abrir um novo esia-
beierirneiiiii de i hnt< grapbla a roa cima meocio
Dada, Undo procurado por Indos os meios pussi
veis o nei bnramelo e perfei(ai< em lodos os tra
halbos i-omv mentes a -na arle. A galera diri
gida pr U. Amelia Cbapelin j vanbj isamente
C' nbecida por muitas pessoa de-ia capital -qae
uveram i'Ccanao de t vahar os seus trabalbos iho
ti>grapbko. e as mane-ras parque se tem dedica-
do para cora as familias qoea tem honrado com
sai l'r qnencia.
O* preos dos traba'hos deita phctograihia sao
o* mais limit-dns, corno sejam: .
Urna duza de car loes 8 000
Meia > 0*000
Um arniirntypo em urna linda
catata**. 1000
E o mai m prop-T^ao.
Le. n Chaiielin c-nvida a todos os amantes da-
artesa viiem vi>itar >u esuDesciment qhe "e
a-har abe>to da 7 horas da maobaa as q di
tarde.
ISIIO'IP'"
ros :0i 0500O.
Ullhete garantid da pro
?lacla.
Raa do Ba^o da
Victoria,
Outr'orarua N>>vaji. 63 ecaam
i1o cusfumf.
O abaixo assignado acaba do aodar eutra -
seos maito reliz>4 bilbetes a aorte de lOO^UOO en
em iious qnartus i- n 2966, a'.rri ds outras sor
tes mecon de 't()000 e 2u000 da lotera qu-
e ac bou de er.rann (206), podeodo se'is p-
-nidore virem recaer, jagos.
O mesmo abaixo assijrnado BGOtSda ao nape*.
vel publico para virem ao an suabelecimart
'apT-u os felues bhetes garandos, que n^
leixar t tirar qnalqaer premio como prova pele
oesraof anonncios.
Acham-se a venda os muito foi-.s !:!liwies g
raotdiie da 11 parto d-is l.usrlas eso beoefiek> da
aova igreja deN. S. da Peuha. .|De vra axtraadi
tu da sexta tira !3 do Brrenlo mea
lateiro 606t
meios 3*000
Quartos USK)
De UHJd'iOOpara cmt.
luteiro ot:>v>
Meios 2*7?!0
Quarioi I 375
Joan Joaqnlm da Costa Leita.
m
i
i
i

m
i
i
i
i
i
i
i

i
Na travessa da roa
Crazes n, 2S pri-
f neiro andar, da-se di-
oltelro sobre penhores
de ooro, prata e brilban-
tes, seja qual for a qaan-
m ta. Na mesma casa eom-
1 pran-se os mesaos me-
laes e pedras.
sama aaa mai
oaqnim Jos Gonpal
ves Beltrao
Boa do Traptc&t. n, 5, ndar.
Saeaa por lodos oe paqanies sobre o banco d.
dinbo, sd Braga, e sobre os seguimos lugares en
'onrjgal :
Lisboa.
Porto.
Vateaea.
Ocahiraei,
Ooimbra.
Chaves.
VJsao.
Villa do Conde.
Ar-!os d Val d/IVflA
Ponte do Lira.
VUln Rv'l.
.HOS URBANOS
oo
Olinda
Pode ser proemiido a yeiv
ludeirennrca 1, OeOOem
ca*. dos 8 5#KeIl*>r & 0.: n
ruida Ouk Iif5
Q^^^L^r^^S^da Wau^l ^sMa Maot
MrvtraTo."dTS53*iTa.fl LTar
mwtle negodo qoe V. 1 sa uudiaiaaiial not-
ar, pela tereeira cbaiaia deste Jornal, aa> flaa
a dacambro prximo paebado, a deaoja-------
aelro, paaaon a Irrerero e abril, e MO
i por eata morro da aovo eaaavaao
la j poa f. I. aa %m (eaabrar aja
4 da mais de orto aoaos, a qnaaoo
Sao aa achava a aa aesu eidaae
Attencao
Afioal cbdfloa nova remesaa do leit con-
deosado da SuUta, pelo vapor Cognac, i
desde j flcaooB esperando pelos sea apre-
ciadores e entendedores deste artV >: vende
Keller d C Ba roa da Croz n. 55
e Beberib*.
Faz-se seiente aos seonores accionistas qae a
sesSo da asaembla geral sobre a reforma dos ea
ltalos, contma em aeos trobalhos no dia 11 d
crreme, pela.' 9 horas da manha. A renniao
no mesmo logar dos aonaor-ios antecedentes.
Recife 7 de selembro de 18'1.
O secretarlo.
Lat Lopes C*t*-llo Branco.
Ama de leite.
Preciss-se de ama ama da leite qoe tenaa bom
Nte, prefere-se sem fllho : a trator a roa d<
Vicario o. 9. 3* andar.
AVISO
Maooel Cardoeo Daarte da F goeiredo faz scien
te ao respeitavel corpo do commercio qae d'esta
data deixou de ser eaixelro da ra*a do &r loa
inim Lupa Hachado. Recife 8 de sstembro de
1871._____________________________________
ITTENCA
Um mogo qae deseja ter conbeeimento de mo
Ibados, se offereee para praticar em qoalqaer
armazem, como caixeiro : qaem pretender diri-
ja-se a roa do Imperador n. 22, armazem de
drogas.________________,____________
Os aba'x asignados partieipam a publico
sm geral e s pessoaa com qaem tem transa sedes
ra parueaar, qae o Sr. Antonio Joaqaim deBn-
n deixoa de ser sea caixeiro. Kecife 1* de se-
tembro de 1871
Taso Irmais C.
CASA.
Alaga-3e o 3 andar do sobrado da roa Direita
i. 36 Cora commodos para grande familia, a cha li-
jara ver est na loja nefro it n. 29, e para tratar
\ roa da Cadeia do R*cife n. 3.
roa dn Vigario n. 16
Pi ei-isa se di uiua ama pa
ra o servico interno de urna
casa de familia : tratar na
*lTIO
MI.I sLIKIl,
Aluga-e nm grande sitio e frente a eslsco
lo novo ramal do Arraial para graode fanul a.
cumcoi-hetra, btnheiro e muit-s arv redo*, e mn
mangner--, j->qu< ira-, etc., na ladeira d >s muro-
do Arraial. e no mesmo sitio se achara quem
loformatoe^ a ras eiio da i-bave : a tratar na ru->
d^i Cfesi.o n. 16. I* and r.
ADVOGAb U
Dr. Joaqun Correa de Araujo
B7Ha do Imperadorr>7 se
Ama ie ien
Pnvna-?e de ama que tenha has'anta ;.-v> e
qu -eja sadia : na a- d D-ii|ue de Caxias, on-
tr'-ira rua das rote* n. 22 segunlo andar.
\I \ l*r<-i-i a-e ir umi ama de uiria triad-
H para comprar e euuar : na rua Be||>
\
numero ?.
Sa tie.-ouiana d listnii preci-a se ,i u-
gar um mosquil de II a 16 anuos para Mrvir,
i!o ca-a de familia.
GA8.4 A NJHTliNA
Aos 5:OOUJ
Bilhetes garanridos,
i ?na Pramatr da Marco (oatr'ora roa i
Crespo) a. ii e casas do cosame.
0 aba:io assignado, tendo vendido o-i- <--a-1-
;:-s fcilbates um qnarto n. 2fi06 ornn 5:000j000
qaalro qaart-s ". 1978 com KOUaiXM). d-in iu--i >
n. 2831 con :ion,j. .i m mrbv n. 83il c-.;n 1005
un qaaTiO n. 2 66 Cntn 100, o utrai sones
'mi o 204 la iiimna 2o6>, convida aos posMi* re i' virem red-be-
oa coDorinidada do comume saaa ia>conto algutii
lcbam*M a vena i>a nbetea araoiia> n
II.' ,.a--;e Jas loteras, a be.neri. da imva igr-
ja de N.>s*a Senhora da Penha (207J) qae se ex-
ahi.a sexta-feira 15 do correnta tuez.
PRESOS.
Biinete inieiro 61000
Mein bilhete 3JO00
Quarto ia5o0
So porc>. de 1004000 para cima.
Bilhete int-iro 515*0
M io bilbete 2*750
Quarto U375
PRECISrSE
de ama moUwr aae eouahe a aagmnw para casa
de pnnra familia : na ma 4n Cabii n. 9 botica
A nga se o 1* andar o* *ooa armazeus da
casa da raa do Vigar n. 3, proprk para esenp-
torio e deposito de fazendas por ter grande aeom
modacoVs : a tratar com Maooel Alvea Gaerra,
pai ou (libo.
AOS 6:000*5000
Sstio venda os felizes bilhetes da lotera d>
nnve no Recife. ___________
O eogrnhu Lnuao Doce precisa de um feitor
preterindo-se portngoez e qae tenha hbil isriii:
tratar com L>al A Irmao, a raa do Mrquez de
Oimdi n. 86, 1" andar.
Pedc-se aos abaixo deelaradoa arera a boateade
de vir ni roa de Pedro Aflboao a. 44 fooryora da
l'rala) a negielo 4> seas teffessas.
Antonio Los de Aibo Bernardo Cardoso aVrefra C.
Bastos 4 Amorim.
Tbereaei AUsano Ferreira.
Francisco Marques Lomos Ribeira,
Vaonel M>reira de Lemos Jaaior.
Jlo Ferreira Carvalbo.
SHiSZtS.'*
lio da SIva Coimbra. '*____
Francisco Flereocto da Silva Grito,
Amonto Lopes chaves.
Antonio de Mallo Rodrgaos Loor airo.
Jos Antonio de Gusinio.
Jnaqinm Antonio de Sonza.
Maooal Antonio de S-nza Ribeiro.
Alberto Jacimho de Seoza.
J-- de S-nia Nooes Pinto Amorim.
Narciso J.* Praoci eo Paraalds.
Auguro Jo- dos Sanios Miranda.
Henriqne M Jo-o Marta Gomes Ribeiro.
J"io Anu-nm de Mattns Abren.
Joan Peroandes de liveira Gamite.
Antonio de S.-oia Jnior.
Antonio Stares Meiretles.
On-ido Fnj i de Mello.
Joa Valennm Das Villela.
vo Gabriel Gmrs.
Uffcrece se nma ama para criar, com mui-
bom leite : a tratar oa rna do Bram n. 73, dai
9 as 4 horas da tarde.
Preci-a de una a/na irra pa*
ra noaca familia : oa roa larga di
Rosario n. 20. I* andar.
AMA
0- curad re> da massa fallida de Jo Fran
cisco Borges Perrera r> gam aos devedores a'
mesma massa se sirvam de sati-fazer o pagamen
lo de seu< dbitos ai o dia 15 do correuto mez,
visto depnis dessa data ter-se de proceder a' eo
branca jadirial.
Recife 4 de >et mhrode 1871.
PrccLsa-se
alagar um mo>eqae de 12 a 15 annos, ou um pre-
to de meia idadv, para pequeo srvtcp de casa
de ponca familia -. tratar a rna N iva, luja n. II
A.uga-se i ur festa oa por anno urna casa
terrea em -pipucos : a tratar na rna Se te e Se-
tembro o. 1.
O&&Q00&Q OOQOQ6
Odilon Duarte 0
0 CABELIEIREIRO
Oi Rna da liuperat'lz 1 0
^a Nesle estabelecimenlo encontrar a.- A
* serh)ras todo qoe diz resp-ito a enfeites *
de cabellos, C"ino sejitn couues, trancas, 0
cre.eenies, c chpaiue, etc., etc., e urna y
graode qnantidade de trauga de cabello ^
vegelal, que vende se pelo baratissiiiio 9
0 preco de o'00 ca a tr;ir c., fik
"? fo mesmo e>tabeleciriieuto encontrarlo 2
9 doas ofOciaas peritos profe-sores n'arte &
l de pentear seoboras, o quaes sempre a
f eslo pmmptos pira qnalquer chamado, *
W qaer dentri da cidtde ou seusarrabaldes, O
a perneados tod.js modernos e escoltados dos fy
^ ltimos flgurinos.
6**0 *$$ & $$$ 00
annel M.'li
-ata
Preeisa-se dn ama ama para fazer o servieo d-
caa de ama familia composia do doas pesoa-.
exe-ptoando o lavar e engommar : quem qaizei
din)'-s a e.-ta typogmphia para tratar.
SP
UA"J
to Elias Machad i Freir. Candida There d-
Je>ns Puf e<, Frnciseo G nralv-s Prie^. Amelia
Mana l>!tina Goueaives Fortes e Francisco Gon-
calve> Firie> Pndu, anda cu i o corai;i-i ehein -te
idr se apressam a render o mais fort te^temunb-
ite gratula todas as o '-a- q-ie sh dignaram a
assi'tir a n t-sajn da 9 do crreme oa greja d-
S. J-tt de R ha-Mar, p ir alma de soa pies-d< mi ,
.ogra e ^6, ir butam a-'un ama eierna mauf^-
_*eo Hp qi ani <0> arh m penh-ra 'os.

Goilheraiina tendo no dia 15 do oorreit a- 7 twas da ws-
iih-i de mandar, celebrar algumai mi-.-as n > con-
vento do Cminn, por alma d mu ompri rbnradi'
e-po-o Ji Paulo da Anania-, o-mvrda pe pre
*-nte kpii paiootes e awigiH para a--isiir ro e-e
irio de r> ligia e cndate, e lleude ja anlecipa o-
sens "gradee m-nl- *.
1 lif i rVrwr.w d- uo-.i Mn i>3r.< c.-a de
liua r,orw ui\i pr^re-se de m ior id-
ua pry da |n-
o. 17 o t.
Boga ?a aoa Sr. abaix-> e-Mvna-ios para qut
rompaiecaai lrave<-a do Canto n 1. 2 anoar
arlm de intimaron! os negocio* un- nao ign rain:
Beveooto Duarie, m< rad>r na K-rad.i.
Jlo Baptista Alves Mooteiro, mora 'or na E-
ca'a.
Franaisco Aotonio Cavalcante, morador em Ga
melleira.
Manoel Dalphim de Almeida, morador em San-
to Anin.
J-uAoijnio dos SanIo, morador em Sanu
Amo.
Aotooi.i Barbrsa Cavalcante, moradr no en;e
nho Uoavi.-ta. dn Ca o.
Derrj riio> Fen eir ri i Cruz, no eogeobo Sa
t'Anna, fregm-zia de J Fplippe Nory da S-lva, murad ir no engeobi
Sania llosa.
Flix J'j CavalcaoM, no engenhoN.vo, fregu-
zia da Jalioail".
Flix Jo- Cv>.
fregne.j de J b -alo.
Jo- Fr::nc!-co a S'lva, morader no Brejo a>
lonito.
Jos Fclippo d Mesquila, no engeobo Maltas.
freguezia do Cabo.
Jrronymo R .-niiies, na E-c-d i.
A;; -in.'i i L>p*a da Silva, em Quipap.
Miiod A^or.o a Silva, no aoBjaofta Boa-vista,
Draiiuezia d-i Cabo.
J<"s J): juno da Silva, no L-moeiro.
Fr.iiiC:sco Antonio Pinto, morador em Cara-n
Fe i x Cavalcante de Albuquerque, m-irador eu
Gameilnra.
Ji'- Feliciano Portella, morador na liba di
Santo Aieixn. .
Ricardo Nones Cavalcante, no eogeoba Jtvun-
da; freiruezia.dr Jahoalo
Cornado Ft-rreira do Barros, morador cm Ga-
raeui-ira,
Jlo Alves do OHveira, rm Una.
J o Apolonto Cavcante, tiiuradcr em Varzea
de Una,
Mtgoel A. P. Nazareth, no engenho Mallas dt
Cabo.
Florencio J.>s de O iveira. na Varzea
Aulono Lmz Ai ves, nu engu-.h B>a-vista, fre
ituenD do Cab.
Francisco M ule ro Gnsmlo Lima, no cngeuh
Mai'Koana, fregiieiia je Itarreuo-.
Pannnu Francisco Uastus, morador cm Fri d<
Una.
Francisco da Rocha Acctoli Lios.
Jos Ferreira Cavalcante.
Anar Avelino Pe>eir de Soczi.
Caelano Alves da Silva, morador em Gamel-
leira
Epifanin de Pranca e Mello, no R-rife. .
Prso-i-co Briugel de Almeida Guede?.
Jo.qfiim l>iureo("o de Barros.
Antouio Cynaco de M-iraes, mora Ior em Vera
Coz.
tleleodoro Aeacin Rango), em G .molleira.
Joo Jo- oa Co-ia S t s.
Viceute Alex mre Cvaieante. na engeobo S
Ro Siivioo Rodrigues Cardoso de Barros, moradoi
na Esc.nJa
Anin'- Q-mcalves Di s.
Jola Pranciseo do Reg Barros, morador o<
8a oo.
DTVETOT
Uuica ca a ueste gea^o
l-Rria Estreit d ~Bosario14
Compra e vende ronpa eila
nova e *ethH, ibjectos de
Rosinha e ci mesa, e
tuo!o(ineperlen-
Extraoto de carne
Do D Ub tuva
Fabrica de pedras brancas oa provincia do Sie
Grande do Sai.
Em latas de 2, i, 8 a 16 angas. Voleo deposi-
to em Pernamboco, ai pnarmaeia araerleaas da
Ferreira Maia C. : roa Doque de Canias ao-
niero 57.
i;a Alnga-sp o prmeim, segundo andares a soot-
otao da casa o. 6, cita a raa do Livrameoaa : a
tratar na loja do mesmo predio.
Superiores citfirs do Rio
Domingos Alves Matheus, nico agente oasta
provincia da fabrica imperial de cigarro da S.
Jlo de Nnherohy, est^belcida no Rio de Janeiro,
tero sernpre um completo sorlimento d lodos os
ci arro-, faim picado e e n latas. Tem igualmente
os afamados cigarros Conde d'Eu, feios e tu mag-
nifico papel de palh-. de imlho e famo superior'
Para governo de seu- freguezes, qoe tem estele
ido deposito- filaes. as osas dos Srs. Tb-wtaz
r'raiK-i-co de Sities R sa e Manoel de Sorna Cor-
deiro Sice- Jnior, no balrro do Recife, a indo
quanto f' r veodidn em ontras ca-ss com a firma
de S nza i -vaes & C. -i> falsificado-.
Subloca-set o arieinlaniei.t do pre-
dio da ma do Marqu- de Oinda a. 23,
com eramias cnmniodos para qaaiq-er et-
lai-el- cm entu iiitnm-rri-l, lao do pavi-
ment terreo tomo no andar : a tratar
O'in A lo io Jos Rodrigues do S uza, oa
l H-o-iraiia da<- loi.ria*.
DO
BOWMAN
Vapores pequeos pa iles-
cnroq-ir :i!uiilri>
i-'orfi 0 i\o.
O abaixo :i-sign.-irlo, tendo aceeilado no dia B d6
maio dn ctirr- ule aoo" dive'-as l< lira cnmiH:
iao* sareadas pa|i# Srs. Francisco de Paula Lm-
lo-i>, e Ant ni. Franc :o Lindosi-, en. pag.-icn a-
to da coinpia que a lir-- e suas mulberes fez -la
ii-rt- que po*.-uiam noon?>-nho Gloria, outr'nra
Mal!offri-*o, do termo de Poit.Caivo, da privio-
-(a de Alagas-. >-mi como ou'ra- -arcadas, fa-
vor d" Sr. Jn- V-c- nte Linde, pai d'aqnaltes, em
iiaiiamniio das len-lw de gran-ie parle que pni-
-n- m-mejno .nienhn, emu ta-iu c-n-ta das
rtspictiva- e-i-riptnras : prtvin-j em lempa qoe
ninyu'ni f.-g. n?'co c< m raes h-tira-, e qnr nj
legara a qn.-m j a-" h> uver negociado,' porque
inleirameiile illu-lldo ne-s-s Colorlo- de compra
e arrcndaineni vai proi r ara jnio a arelo
c- mpeienle para invalida-b-s. E para que asura
.aste p tolos saiham quo ada valem aquella- le-
tras, e nem do aoaixo ;.:-ign.ido r--C'i-ero >ec
mpnrtp n vencimento, f-z a peseme ouhiiea^ij
i|o- jornaes das provincias do Pernambaco e
Al^as,
loffftoDu S. Pedro e Porto Calvo, 18 do agosto
Je 1871.
Leonilas P- reir Rnarqne.
No -ili i d C fil.ol pleri-a-M e Um meoi-
iio de anuos pa a ra -ar de aljiuu animaes :
iuem entiver n< cin-nni-lanea de a- prop-, diri-
a se a<> ine-ino mo, "a i-irada de P>.n ra, outr' ra de 1 I de Barro-, oo lypograpbia
iiesie r rnal, fallar i-oni >i r Ferr- ira.
* A'l OaTi d()8
9 O* hsrhar-i* J'S don Aojoa Vieira de
M Am>rim, e M gnel Berna>d Vieira e
Am iruri tem -en p-nipi Tin a rna do
' Dique d.- Caxia- o, 3o, r* andar. fgt
Qaem precisar de um menino de 14 annos
para ea xeiro : pr eaie na o de Santa 11 la So-
va n. :tl, que achara cora qoem Hab
Vend-**) u mo Oliiu de
Vi.ir .
Em Ponte de Ucha.
Bte sitio tem nm sobrado de um andar e sa-
dai terreo, comen. 4 sallas, 9 quartos. i r;inha.*
rom n-ms f. g8e< e foroo de ferro, e>> SuOradb
rircnlad do janelias. m em separado graiufe
cochur* para eavaibis, c>sa pa-a leiier e e>cr<-
vos e bem as*m e- para t-ift farmha mo seo
iin-ter. s psra tal fin. R la easa lem na freale
i.ons ranteirns p-ra ti're-*, com portan aterro
^ara a estrada do Parnameinm, graode inoar-
tiorisadn c id grande divrrsidade de frofleirae,
irrande b..ixa para rapin-, podvndo snsteniar por-
cn de vacias letbtra- ajara aa qaa tamben) teto
-ommndsi' da recoihimeuio.
O- iudos da la. ca.a a sitio Vitam para a II-
uha ferea qje .e|ue desta cidade para Apipocoe.
o -e aeba livro e des-rnbar cado, visto que as
quesrjw que os con-eubores o> diln -im> ivro
cm o- empreiteiros de ditos trilo* apenas re-ueitn ao ^rromi qne ellos era ncrnwm, s o
previims que por tal ll.n'lVn tem o-osado.
O- pretndeme, re dem-sa dirigir i it Uoqoe
!* Os'* loja n. 43. mi i nm du Arag-, bi-O
oa oo fico .u. ,m lvlot.-.sl5. eaa n.
Companliia Alanga
DE
veujunw martimos estahelenfd8
na Baha em 15 dejaheiro
.le IH7U. -
CAPITAL..Hs. totaNruMoeo.
Toma sefon de nrcan>^iss o *o<.errn a risos
narniiivi em aa> oara do-
m o fdra m-
arei; Gof>
;aJver


* X
\
.1


> uo do l'emarubuc Ter 1871.
WT"
w la
Ettgfenhtiro com
FUNDIDO
99 HCA 1IO BHflM **
PASSARDO 0 CHAFARE
Pede mi senhores de engenbo e ontros agricultores, e empregadores de ma-
ckatmtt o lavar de oaa visita a sea estabelecimento, para verem o novo sorUmentc
oomptoto qoe sai lea; pois yendo todo muito^mais nsrato en preco do qoe jamis te-
ha vendido, est ainda soperior em qoadadrfc fbvtktSo; o qoe con a nspeccJo pe-
teal pdese verificar.
PEDE ESPECIAL ATTENCO Ao NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
tsinnrAfl A rnrtaa H'qo-tiq dos ao odnrnot sytemas e en
lipurOB O rQUaS a ligua umanhos conven entes para as dt-
a* rcaastancias dos senhores proprietaros e para descarocar algodao.
otadas de canoa um8nh0 u m*lh0Mi qM aqai
Rodas dentadas p^ ,nmM8, agua e vapor.
laxas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
E&rhiniftmnfi **"iaaDdioca e 'dso.i podendo idos
amaiiuiuiDUlUO e ^Tt 8errar mie\ a (ser movi ;o a mi
DOmOaS ^ patente, garantidas........r,
lelas as machna e peca8 de que SQ costos precisar.
Fai qualquer concert de BMblDUlBOt, ^ mo reson.
Fnrtnfm fifi ftllTl ,em a3 raelhores e ma's baratas exist-ntesnomer-
T?TiPnmmOTidoal_-Incoaibt,"se de maDllar vir qualquer macbinismo vonta
JUltrUUlUlOUUaa* de d0l clientes, lembrandn-lbee a vaotsgera de fazerem
sua* compras por intermedio de petsoa entendida, e que em qaalquer necessiJade pJe
Ibes pre-tar auxilio
Arados americanos muumnX08 agricoia8.
[por agua, vapor,
a animaes.
GRANDE HOTEL CENTRAL
No centro da veneza americana.
No centro do commerciu.
O mais porto das v.a- farreas.
O mar* peno do embarque no caes ii de Novembro.
O mais perto dos iheatr-s.
O mais rec immeodHVrl ao amantes do commodo.
O nico qne tem no .meri. r casa debaabos.
O umeo que as familias pudem hospedar-se sem receio de encontrarem-sa com pessoas de
vida sospeita.
O nico onde actualmente se acba o meluor chocolata hespanhol qoe jo pode tomar a
inalqaer ora ; assim eomo tumbem se vmde libra.
O Btiko finalmente, que t.ftVrce completa commodidade.por ser o mais e9B*coo do R"Cife.
A ra larga do Rosario n. 37
-'
'il
Ja BBVVaBjg Colisa qonw J
lar! 11 e sira inteiramente o
jrrande sortimeoto que existn L
i roa Doqae de Gaxia i. 63, (antiga
mano) aseim pota, asado qna> impaeatvel din.
ver-#e o grande aan ero de oblectos expostoi atea*
d* em drtu MUbelecimento; ella contenta- eo
meneioear algn- do* objeetoe mais Ojeen*
leirameate novidade... e aproveita o aasejo para
convidar a todos feralmente e em partime as
bello seio, para vismreaa-a afia de aprt iaretaa
S co raaoavel pois ella s* contenta com nouen Incro,
leudo seaapVe em vistas a vneor basf> I **'
der mnitu, o de-ia fran efcejar ao iaa qe lodo
almejam ; que o lucro para auavsur as fadigaa
da VKia....
CASA. DA FOIITO
RA 1* DE MARGO oCTaVOHA DO
CRJBPdTN tL
los 20:000*000.
O abaixo aavteaado tesa sempro eaposlo i van
la os reliaos btioetet do Rio da iasaaire, paiMBi
romplameMe, e PREC08. i
Inteiro ^^aJjM
C%.
Umnfi Matlin Finia.
Ha pooco mais de don* metes urna eaerava.
"iihtrahio da Igibeira de sea senlior 3 sodolaa oe
200* cada nma, o qual les a diligencia a flm de
qae a serava defcte ornta d> mesma quantia, po-
rm at boje tem sido baldados o* e>feres empre
gados para esse flm, constando agora ter ella en-
negu etsa qumtia a orna das soeiedadee de
eibancipaclo para ir juntando at se libertar, po-
< m eomo tal dmheiro nio deve servir para esse
fl-n, por ter sido snbtrabido, tendo etla confiesa-
do, sem dizer o que ti desse umbeirn : p> rtaoio
pede-se < pestoaa que de tal dinheiro souberem
o tiverem noticia o favor de darem parto nesla
iyoi graiihia qne se dir a quem pertepce.
Pr>-casa-so de uiua am< forra ou -crava,
qne engomme bem e cosa: na ra da A are r *
uumero 40
FURTO.
L^Haf, a
t' rrando todo pelo tari^o, a vist* da fizeo-
i. para todos aimirar, a aalv
aprt-eiada por
Esperanca quem km.
8 3
93 O

SLb
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x B.
(b I 03
O
09
CU
t
09
-
03
Si
X "
O
X
c.
2 cT
Na tarde do da'5 furtaram o multo eonhecido
e antigo bichiabo di ra estreita do Rosario n
3, padaria : r> ga >e a qnalquer pessoa que de-He
Miubr o favor de partic par na mesma pa-taria.
qilH w>r er .| fl adi.
Un *ai-er>liH Hammi m- ua irfi) ieei'itiuar
lalim, iialisno. iihy.iea elt-mentar e c-ojraphm, poi
metho o U -M o abreviado : no.-ta lypoitraphia se
dir qnem _______ ___________[
Na i liiMQao ,o M .uieiro precisa so alugar
Uro es^raTii pr tv'Ci>.
P^aade fitas bordadas
T^wwraa grandes e pequeas o
ais fino qne ba a i0UOe ,,
CviiH cu. 20 qoadej.*^ papel
Mo, amisade a ra&
Pecas de tranca de lia e algodJo as
aU modernas a '
Prascos con agQa de colonia aoita
fina a 400 e
Cha^sjbs btancoa para beptiaadog o
elbaar^ne tea 3dT8e**rr a <
Doziaa da i..teaf cobaitM a seda
para vestidos por todo o preco e
paraacab-r. 7 I
Libra de arria prela a
Ora*a (to talo* a loaca branca a
Caixaa coa loo anvelopes faaenda
, fina a fioo, i0 e
spalhos de meMora doorada a
HOOe
^t protoi voMaadoB par e-
ntaat a
Tn-eims com Unta preta a 80 e
'ctB de flia elaeitca mutlo fina a
Latas com soperior banba 60.1 Lata granaos coa superior banba a
Frascos coa olea da Phiiocome a
BoOe
Frascos coa macas* a | Parata a
Frascos e,m agua do Colonia verda-
deira a
Uiiiis om oleo da ba >osa saderior a
Garnteia de retrox preto coa 2
(uvas a
Cahas con agalbas fraocezas a 160
160
^ecaa de tiras bordadas a 500, 600
800a
fanafas coa a verdadeirt agua
Inrida a '
Crtilba da Dootrioa Cbrista as
mais ttoderoas a
Livro daa missoes abreviadas a
' op>>a grandes coa su e ior banba
Macos do paihtos para deotea o
nielhor qoe ba a
Pacoies com 3 sabonetes inglezes
fazenda fina a
laruvas omito finas para I i capar os
awuaaa
1 uia.ii de Un N. 8.
Bom Parto.
tu
"Domingo 17 tem lugar a eleicio dos fuocciooa
ri >s -qne ten de res-r*-in esta i'mandaCe durante
o atin.i de 1871 a 1872, par c dados indi.3 o" trina a a com a re ere u no seu
csusk! jri > as 9 huras da m^atiia do da cima.
O srer tari',
O imingos Ramos Brtinsa.
D'. Mauorl Enedinn llego Valeu a, me. |
* di. o ra da Camb, d.. Cirn.o fl. 21, 1* !
m andar. fg
0 m mm-m%mmm*
rtei>o se de oma mi de leite, paga-s>
bem : a r.tar na ra ireita o. te, segundo a-
ilar.
S3o finalrafiDte ehagadaa a esta pratja pela segunda vez as ^erdadeiras preparas^
do Dt. Radwav ic C. de New-Yorlu
Depois de alguns anuos, etu que -s falsificaces do Harohur^o e rno&mo de N'jw-
York tiveiam ntraila neste nieroad, aprov-ita
estes re.iieiltos baviam alcancao por sus maraviibosos ^ffeitias nS4lMKiMaa introriasn
se, ilininilo o publico iocauto, com san nal necio de pruno, adliBotna o vordaiftri
ment deltas adaMravetM preparacoes. iaitaudo a3 vesvladairas-; porm desacreditan
do-as com seos nodos efifr**, lerabroue e autor de fazer a declaracio abano, e
dar diploMds aos q ie van ttrem os kcus a>s?iiinios pr<^)arad<>s.
Previna se o respe.itavol puhlir>> de qne as vendadeiras prparacoes do Dr. Ra-
dwav s se venda nos depsitos scima declara los o trazetn om rotulo igual au decu
annuncio.
Nos ab xo assignado-;. declrateos e certificamos, que os Srs Raymtindn Garlos Le
te 4 trmao, da cidade do Rio de J'neiro, a imperio d > Brasil, eao os Buasos itcawai
geraes, pea vi*rda de no>sos rcpedMis. tanto no dito imperio cai) no r*'iro de P-ino
gal.. nttriamtia ao publico, qoe nao se podem obter os raaadina du Dr. fi (e qoe ssa preparados no laaWaliirH do ioosiq doutar na cidade de N-w-York do
Estados-Unidos). sesiaV das pess as qa podem ()r"dusr a prwsxaie certific-co e -tin>
tacao e que a produzeia, subticiipta e assigHwia do Dr Raowat cV '!. a dos Srs Raj
mondo-Garios Leite-dt lrinoitno a<. p. Todos e nada n.u dos remedios do Dr. R/.-
dwat d C. s.Vj acoopanbados do cdulas seraeibantes as que pareca ao p desta cer-
tificac5i>.
Esamiae-se bea a assiimainra da firma do Dr. Raowat <& C. ao p da presenu
aertificacao e compare se com o fic-siimlc uas cdalas com iodo* frsaxH o :aixinn
Radwat 4 G.
RA DA MPERATftIZ N. 55
PERNAMBUCO
aaK. SS. a. JSJUa!*. gerente da tinturara franrea da rus Ja Imperatri; n. 08, lem
oonradt paruetoar ao respeuave pablien d'esta eldade do Recife, (tie el'e a^aba de comprar e.-ie im-
port*'ite estebidecimeoto, e que erattaasr a empregar l dos os -eos e>f ireo, a applear '.Oiioa os#eu-
conb^eimenlos os me'no ros r9solpid!u 3abul3Ciiient-
tem 3i h'je Jox*mente naerecido.
Tem *poraocas de mo cnns de artista liatur^iro, e c
nodo por qoe aabe tirar as nianetias o nodoas da qnalquer f^svnda ; repazcan qiij a t intou tai
cnhecido as eldales o> Franca, taes eomo N*ie* e B'Moaox,aade ocrupon o primeiro 'ugai
de 'ontra-me-iaa na imprtame 'asa d^ Sr. Rmn-li unte ad utio xoelent
jicsieada durante o lempo uoe lli est-*-, e etn Paris, a,onde aeb>-u o sea ao>*f feioan ont-i linlunal
soba direri]* da Ur. J0I1 ( iJb-) V4ep.rir'.ideutH do Oarso d> Chimiea Trntiiraria (ito na is>
ova de Rvl) n. *9 primeira ra*a de Franca nesio geoer.., e annde o Sr. fiottrf. ex-proprtetart.
do sea estaDetectmenlo o fm eogajar com o titulo da Ci>otra mestro no servifo de tinturara' de sed.
Em relaeio eom as RiHinre< ca-^as de Pranga. que se empregam neb> rftmwrcio, estar
aempra a or da todas as nova. d-.eoherj* eiiit)inar Ejifin, espera que nma Jo goeri j i> grande e bem rgamsada. a
Eli* n sen< prifWinae irah^lhon :
fiRANDB EPB':iALIDAIR. TINTURA PRETA EM SEDA.
Jirajem a creo de uualquer nodoa^m panno. I Tinge-se vestidos, chales, lilas, rendas e too
aVivafcem denualqoerfPiuario de h mem. mn-l|,r^
Iker ou nanea, sem o deaeozer o eoisenraodo-lbe| 6-rante-se a boa .insudad da 'Inta e que a fa-
0 brilho u nova
Tlragem seceo de qnalquer nod<>a em sola,
svagem de vestidos d- -eda, de qualquer eo.
bales de seda, rhales de crep^ da 1 bina, eaeh-
atrs franeeis, tnr'atana, rh les de menn, ves
tide 0> vrin^n e fha|.os de qnlqner ror
TIRAGEal, DE NODO \8.
Tiragera de oodoas m nuda, vendo e Iaa. faisn
do de*appire:or qualqutr maocba rtsmx-a oa *
gordura.
Yai as :.".3sa para o fabsi/ lo tirnr uodoa
aoa move mi to--M TI.V.IMENTO DE 8W>*S DE COR
Tinge-s voslidos de seda *$ igura... rbles de
1 ajiins de fel as toree, assm
. ,i. ruadaor fieos.
1* e iieos
Tudo
enda flea/a nar.ceiido inieirimenie nova.
TIVTR* DE l.iA BM roilE-?,
Tingo se rnupa de bMneui, de mu'ner ou di
i linca em la, >en de^e >ier p n rflr qup se de
jar quer a >azeiida seja iaa para seda e 13a e li
e aigodao, no ae Ir quali-iades jnnt.i'.
Ponpwiinas, alineas, reps, merm-', casimiris
lamasco ele., e pin [odas cores iu sb queia
riNTKA PRETA RM fM.
Vesudf.s do hoiuem. >ie muiber e de rrianca
*em serrn dus: zido.,e gr^nndoso aba qua
idade da ti'H-., nio soj mi a rmip branca.
Toda .-13 i|o.tida-le de- azndas, assim cm
halis do f.-uro, de M*fwba,-i) pjlba .de Itali'
u a 1 Chile
COMPRAS.
1*500
lo
160
300
11500
5eot
160
-
800
1J0OG
240
10
20-
ao
320
800
Mu
i 4000
920
600
240
1I00
1A300
401
IfltM
lA50tt
16C
600
240
I
^^H .e muito
iajisiidade, a Nova
Jar
de porcellana
lo sortimenti de lindos Jarros
(do afamado-Bacar) existe oa
speraqca, roa Dnqtie de Caitas
J*>"ta tvn *ra%.Wa
sagmda por Pinhe'r
eomwa^e nma histon
coipu-se
frasea-: vastos da mnnra j>pont-za, e paga se a 81
ra rada um : roa Dmjne de Caxia> o. 50, t
Manmet de Ollnia n. SI.
r\r Htis p;i i c r<>
Na ruado Vigarin n. 31 romnra-se um par d-
arrei.i-.
!*! i irt. c L> i* < .le n iit) 1.11,lio ae l8ti
paja-se bem : 00 M-ript .ro de Tasso Irmau
'yiin|iani'i:;.
VrK0AS.
no
Iiha Cercad i pelos l^dos e fo.^dos com -o
%rt nliem
Vendo-s o terreno
e-\acao 4o me-iiio u-iwi', o qual terreno lem uiai-
de 3JMt oamos do rente o muit. fundo, e ja se
.Cha livra ue afir H.HOtii!., Coini Coosla de ew-llp
araa j)bli*a* pasai ne>t cniale do R-cife
a iratar B" C ra.-io ri. lluro, rna d.. C-buei
VNDESE
o sitio da Torre p ,r.......mudo pieeo. E-le sitio
iem uraa avande caa enm sota 1 eir.-olada ae ja
ellas, lliltn f>e.e, n iu oa 5 ..la- o qnarins qu.
ai-ommoia granie familia, em dous terraoj-.
-endo um caerlo, enm boa atina de ca-imba para
Ixber, tanque nn par banho como para l-v
gein de roupa e encanam-mi* para esa, e arnio.
do r-ferlo stJio, com 11.ana,- fruc eiras arruaia
e o? remes q .ahlales m.vaa, e a mai ir i.arie
laudi. f'uclos, rom nui surM^dinh, Coheira e
r>sa para rriadu-, e-iriba ia para ravalli, alen
da cssa, esto sUm fica eolre ir estrada- e |.rio
da .cabella da torre, lulo eereadn, com 50 i-SI
iH'M d^ freiue p 1,200 .|e fundo. ti>nho no 4t[>ii>a
rihe .e na mdhur li.calidade da forre ; iao b 111
iierni(i!a-.-e por ca-a n-sia cid..d- quom pe
lend.-r itinja-se a na (tu Coronel Mia^una, nut,',.
n da ma.hia d- 2 -> 4 t|j -:i i-rde.
Navidades do ni*ix*urio
LVaS DE P-LLCA JoVlN
Caegaraui a tu^a o mercurio, ra da Impon
irlz 11. ^. M) ralo de/rnii* da mairix. I uvas d
peaiea para Iwiueiu e .-pUja, a>smi eoiw-. boli-
nas iiiuilo frefta- para b mjeiu, ditas eirfWia la>
para stui ir,, as n.uii pr. rurada* (lias- le velludo
ifeas e de eores n nui varado sartimeiro d>-
f-aojas e gles de seda. O oulr.is maito- objerlos
do g i-to, como oderai ene ntrar'-oa eonenrrent
d mer.-uri", A roa la lm|K>r .tnz n. 8d. de Joni
Berna do A^ Molla.
4
por frenos commodos.
Eil-Hlli P.^ 4T III Vr-lli
Vento-seo coge* h Pas-atvin Vtlna otoa
fregona de Bairer..^, a maigem do rn-Uia, e
neia legua apenas dn-linte da ma, eom p .rt- de
umbarque nn ierras do nsesm eogenlto E-i -
moente e correte, i,.!0 uiag i-m maia'e ex
relenle Ierra r.o.n maj .1 :egua de eiiejtca-.
a iiargem do rio Coa ip*si^lie.rain alguns au-
no ne..-anca'i.is. A tuiar com n t\u pr- pin la
lio Anlo'oo SallPaKi- Pie* ||e 1|. ||,, a. ngeiib
Manoiiihn mi nesla pia^a n-r.i-i u" ,eu c.ire p-!.-
leiile P. C eta Mala a rus' da >uz n. 31, ppm i-
rn andar ,
\
Veod-so um pr*ifcn sitio im
logar mito a|ir;-iv-', lea
lima baixa p ra^MabaJ
I M. lie d- |)eU* .
B)i Viagn
Querem comprar ?
Guarda pisa para vestidos ; preto ou brauco ?
Papa-nua, larga no estreita T
Lencos de linhn, bordados ou lisos ?
B mos leques, ossn nu ndalo ?
A Nova esperaoga quem tem 111
E iirtviHade!
. Acaba de rhegar a Nova E peraoca ra Duqne
de Caxiaa n. 63, b ecos e nonecas, sendo de mol-
des iiiieiranieuie U"Vn, xindo entre lies os en-
eracados nonecos de horr. cha : para que se cao-
cam 1 quando qunerem Comprar qualquer objectn
endo bom. bonito o engranado, lemb>em-se lg
da N va E peraoca roa Duque de Caxias n. 03.
NIIVHIADE.
A toja do Papagaio acaba de reerber um com
peto sorttmento de sedas lavrdas de urna >
rtr; assim como om explrna.do sortimentn d.
pollpelinas de seda, tanto mu como noli o sai de
laa'rores inieiramente BJ"V0S, e as odres >o as
k* delicada- que al boje tem apparerido ne>.ie
cado, m deixo -lo i-ouiiirar : oa roa da ln>peratr<2
?o, ..-.,...,. .... ,wi S-lS O Neleu.4..., ,ni,Bn
heeo dos Ferreiros, ioja de Vlende A i'.arvalho.
Hnvt
tPim \oiv.N
Lindan gnnsidas com flores e bot&es d
laraiigeimt c-m vivos e sem elle, v-ndem-
se na. Nova Esperanza roa Duqne de Caxia
n. 63.
VILLAS DE MADREPEROLA.
ilcIsS vallas de madreperuta lisas o
bordadas proprias para pulceiras, vendem
a aa Nova Esperanza ra Duque de Casias
0. 63.
PAIA AS FLORISTAS
A Nova Esperanca a ra Duque deGaxias
n. 13 acate de receber folhas para rosas e
d'oairos moldes, a ellas antes que se aca-
bemtl! .
Oleo para machinas
Venda a na Nova Esperanza ra Duque
de Caiias n. 63.____________________
- Saadumi Jos Goncalv B^ura.. lem para
vender na asa eacripiorio a ra do C >mmer:k> o.
8, os gneros abaixo notados, qoe vende mais b
rato do qoe em ontra qoafquer parte :
z-itooas em sncoretas.
mendoas em barricas.
Cafe muido em massos de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa quahdade.
Cognac marca martel (reres.
Raladas,
Farlnba de mandioca de Santa Camarina, sac-
eos de 3 e t afqaeires.
Dita da Rabia em saceos braoeos.
Dita de dila em barricas, proprias para easas
particulares.
Fio de algodio da Baha em novellos.
Fooces.
Maxados.
Nozes.
Obras de palbelas.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Palitos para denles.
Pregos sortidos.
Pauno de algodo da fabrica de Todos es Santos
de Pedroso na Bahia.
Rolhas. i
Rap popular da Baha.
Bi'tim em fardo).
Retroz dos melbores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranhao.
Tabaco simoote da Babia.
Verniz copal.
Vinbo do Porto engarrafado, calxa de 12 gar
rafas.
Dito de dito em barris, proprin para engarrafar
Dito moscatel, verdadeiro de Setubai.
Dito Bordeaux em caixa- de urna ouzia.
Dito d raid era raxa d- una duria.
do Imperador
SerapbiQdS ou ar-
monicos.
No armazem de Jo-.quim Antonio de Araujo J
C. ra do nWeneS de Olinda n. I i, anda ext>
lem ptimas -eraph oa* de noaueira, com txcel
rente> v. Ze, c >p vendeni hrmo n^r aeabar.
Leman Frres
voode cervej M.yepca e vinbo do Rheno.
(Jerveg no Ufg4
da t* qualidade. ven ie-e em p rio e a ntalbo :
ouarmazem o. i na no Ominierci.
Vemieiii.-e ,. i-a a- terreas n-. 13 e 27 a*
ra do Gnararxpes, befa prxima a' esiaco d.
b'-nds: a' tr tar na roa lo Mrquez de Olin la o.
40.
Fkiu
r
Farinha de trigo j fermentada, pronria para
no, bol-.*, puddings, etc. em macos de 6 libias :
a venda nos armo: 'u* de Zas*o nicn A C
VTiuii>tiiuoe banco sup -
'ecarcaveilos tea para vforier em caixis
ir8o. ra do Co iiierio n. 5.
V ULTIMA HOftt
065.
Ra do Duque de Ca-
xias
acaba de recebar nm "portante sortimento de
poopelinas de lia, qu^e abrem n preco de 'O
rs. ocovado, nio drixem de vir ver esta liada fa-
rauda.
Cal ii* va de Lisdou,
Vende Joajoira Jo^ Ramos, a roa da Cruz n. 8.
pri.neiro andar.
te titattti Po uaiiil
Bm barricas de 13 arrobas i preco mais com-
oi.do do que em nutra qualquer parte, vende-*?
-lo- armazen* pe Ta-.o Iruio A C
Vende-Se c..queiros pequeos para um : qoem n qmier dirija se ao sitio Cafond na
estrada da Paulino Cmara, oulr'ora do iou de
Barro?.
fiiii
V^nl4ileiro fu ni..d- (JariHihuitB
Vende se corhar.uj prego a Mltio ni paM
de Pedro II n (}, lalwiia p..r baixo d^ e-cr-anrl
no ail,, paleo do Collgio I
tr Sr. Dr. Foni-M.
Chales u rs-Hila-pretos
a iono.
Hadapoi.Ao MITO BOM
a .1*0110 a ieca.
ALGODAT'Z^HO CU 20 JARDAS
a 3.4000 a ,-c.-
CAMBUAU VIctohia FIXA
n UllOil ;. p-ra.
CASAfl' Afros DR Cnn\?T PRETi
-Ioimi ;
Ut.^M-BB llvrx? ABA.N'Hinnttf-
dOVI uma rfoia caixinth; P-r 8*iKtO....
ROA DO CIIE3P0 N. n
. Lembrati^a lempo,
O proprielario do a inazem de vveres roa do
Imperadoru. 18, v?m por mew desie annunriu
prevenir o avisar ao respeitavel publico uVi-ta ci
dade, une o seu armazem um dos qop c m mais
vantagem pode sati-faier a* soas bem entendida?
exieeneiss, pois para tal flm lem feito reunir n<>
mencionado estabtlecimento o mais completo s.r-
timento de acepipes, e para qoe o* dignos leitnres
le- le annuncio nao tenham occasii de masskda
turna a resoluci de limitar se a lemhrar snmenie
os gneros que elle tem como especial novidade, e
o .gumte :
Lindas caizas com confeilos, proprias para pe-
queuos presentes.
Chocolate em e, este chocolate tem a vantsgem
de poder-se faier .ne.-m na mes.
Leite eonden>ado, a mehir marea cnnhriida.
esie leite oonyem principaimf o e aos collegtos, h.-
ten e hosptta'es, pela presteza c .m que se oblt-ai
qual.iuer preparado delle.
Tmara do Egyplo, raramente vindo a e.-te
mercado.
Licores ftnos: Chartre ize, Carabao, Anizete.
I Creme de ros, etc., elF.
. .ALEMDISSO O CAMPOS
podo garantir que o .en armazem e nm eentro do
bom e agrfdave go pla irara sem re ludo qu uto i te ueces>itar orna
depeo a, eozinba o i me-a d< sde a mais bem sor-
Uia at a mais med pre.
AGORA aI.VDV
annuocia tambera fei iu mulatn h) em saceos e a
retalhn.
AS NOIST
A Nova E*peranga esta rvsi.lvida a vin-
der bratis>imo, para as Kxm s m"distas:
enfeites, IWr. s para \e.*tiil..s, b"loes, eic e
tnitn mais de qocp" eoxa*ea ; h ism por
prego muito cMnn>do, curo a rondiyan po>
iem das mesmas Exmas numr-se ilpte-
bledos s> ineutri mi* iio esiabele imen ii
.ndo encootr-m por p>uc ptein
f desta forma anib"S lucrarem, islo a
Nova Espera r;a, iniiqoH tend, e as modia
las, por C' mprarem u.im p barat.
%o haveA c. an\-5-.'i.
As enancas que us-rt-in d'i ciliares a - inos, que se vrQdem na Nova Esp. ranea
est r3o istmios dt) r.mxul 5e> ; pms bao o>
verdadeiros recebi'to* din ctameute.
E' engragado e Os pin di nova inventan a qoe dancan
15 minutos pooco mais ouiuen s. mudando
saman de cores, e rei.tespiitando d v. rsos
oracteres, vendem se na Nua E-persnCa
ra Dtjque de Gaxias n. 63.
ROVO SORTIMENTO
DK
A sguia branca, a ra do Boque do Cj-xias n.
12, onlrora do Queunado n. 8, aoba de re.-ebei
un novo e he.lo sortim-uto de nonecas du diver-
sas qualidade* o lananb-s, send" : .
Com rosto do teda, das quo tllorara, o ouira?
que fallara.
Oro na|i>, raaos, e pos da porcelana, e pro-
prias para vesr-se.
Obras le porceluia
A aguia branea lem ontrn suriimento de diver-
sas crt.ra* de porcelana, send- :
B'-nit'is'e rus v:w* para ji de arroz.
Quiros para finas.
Ocuri.s para labooetes.
OuiM para etfees oe me-a.
Pejuena e boinia* pian para agua beata.
Pequeos jarros para saoiuarlv?.
Ontros n.aires paia meias.
B- m s por i reogio-,
Luida* ce-tinlu- umbtjra 'm prjeltaoa.
E.-erivaoias de dna.
E inultos uuirus objectoa para en'eie3 do mesa.
L'oleo dren**ti* daaatlga erre
aliada fatartca a3a> aartvalha
d<> cali.
Neste bm sonido arniazem existe om graas
aortimento de tonca,franceza, muito uil para a-
sa de ramilla, como seja taMarea papeirot
a panettas, todo grandes e pequeo, e ta-
Ibdei para manleiga; tndo.de barro vidrado fraa-
eea. Asslro cerno nm completa sortin ento de ton-
ca do Barbalho, como seja : jarrdea para 4 5
aneos de agna, pides de um a dous caneos,
murii goes, reshiadeiras, quartinhas do Barban
e da Bihia, vaz\>a vidrados e por vidrar para tar
Jim, cacos grandea do raeio para florea, daos
ditos pequeos para tirar plaas, canos vidrado
e por vidrar de i, 3, i, 10 e 11 poiegadae.
feito p ir machioa e qoe a ioi nao ha na provin-
cia a exoepcio dos viodos de fra ; lodo meihor
pela qualidade do barro e mais barato do que esa
unir qualqu- r parte. Era porcao e tu snati
ment de 10 15 por cento ; ?o na ra de Irape-
rarfor 37.______________' ___________
A revalesciere duBa.ry de
LonJrvs
Toda a doenca cede a Revaleseitre du Barr;
qua di sade. energa, appetiif, drgosto e des
canso. Ella cura as dispepsia.-, gastritee,ama-
res, acidez pituita, flato, ei.jps, vmitos OVpois
da emida e gravidez, con tipacoes, toase, astbata,
afTeccdes pulmonares, bexiga, flgadn, oerebroe
-angue ; 60,000 curas, ineluiodo muitas deilas ai-
Brasil.
A revdle?ciere cbocolatada du Barry
em p.
Delicioso alimento para almoco e c.-ia, man
nutritivo, fcrtiOeando os ervos do estomigo seo
causar o menor peso nem dr de cabera, nem.ir-
ni ci.
nico deposito para o Brasil ero Pernambuee
na pnarmacia americana de Kerreira Maia A 1,
roa do Duque de Caxias n. 57. (Todo cuidado
com as falsin-acdes.)___________________^^^
EOaJA
DO
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo o. 9
Os proprietaros deste bem c-nbecMo estbete
cimento, alm dos mu tos nbjectos (uo ;raham ex-
postns a apreciacio do respeiiavel pablicn, maa-
dararo vir e acal am de receber pelo ultimo vapo;
da Europa, nm completo e variad? sortimento de
finas e mu delicadas esp'fialidaiie*, as quaes es-
io resolvidus a vender, como *9 seo Ciclme,
por prtcos multo baraiinhos e Connnolos para te
dos. cm tanto que o rallo...
Muito superiores luvas de petica, pretas. tro:
cas e de mni lindas cores.
Muito boas e bonitas gollinbas e pnaos par*
senbnra, nesie genero o qne ba do ;nais moderBO
Superiores pentes de tarlainga para coques.
Lindo- e riqnissimos enfoites para caneca das.
Exmas. S;as.
Superiores trancas preta o de croi com vidri
ihos e sem elle*; sta fazenda o que ple baye:
de melhur e mais b'-niio.
^noeriores e bonitos leques do maJrepernla,
maifim, sndalo e sso, sendo aquello braoeos.
com lindos de-enhos, e tes pretos.
Muito m: priores melas fin de Escossta para se-
nioras, as quaes sem pro se ven'erhm por 30'Oli
a duzia, entretanto qoe nos as vendimos por 2od\
alm desta*, temos umhein grande s.riimeiito de
utras qualidades, entre as quaes algumas muitf
ftiS.
Boas hengallas de superior cauna da India t
.a-iao de marfitii din lindas o encantadoras flgu-
as do rrejino, nesle g.nero o qoe de melnc
se pote desejar ;alm iieta- lean tambera gran
le quauudade de outras qualidade, eomo sejam
madura, balis* sso, o rr-i-ba, *'.;. etc.
Finos, bonios e airosos etcotionoe a eadtia <
de utra- qu^lidades.
Lindas e fUperiiires Ugas i^ s!;ila o borracu"
p#r -eg.iTar as n oias.
B as meias de srda para senh-ij o jjra ineni-
o; s de ( a 12 am: s de idade.
Navalha. cab. de marime lartarnga para faz-
h^rba ; sao miiib boa e de mais i mais sao ga-
i amidas pelo tabripaate, e nos por ti -a vez tan)
hem as-e>ura uos ana qualidade e delicadeza.
Linda* e be|!:>- rapen rara uotva.
Sun-iiores agnlha- para mactHDa e ^ara eTi**
Lmiia ooio t- -a ae puSO, frou.i. .?- er.i ?
laoviunbo.
B"..iis b.Kilhcs de jarts p;-ra voitiret^ aaalni
como os lentos para o dji'siiio fim.
Grande e vanado *crttn.eiito dai raelli-ires ier-
rumanas, dus melhores e mais couhecidos fa
brfi-aules. .
COLARES DE lioYii.
Baertrieos magoetteus contra as c-oovnia&ea,
f'.'i-iiiaiii a ii'eiitioAo das inuocenic- :rianyas So-
nio? aVado uiui.'o recehediT.'.* de-tes r.-.i.:j.:-.-!-
ollares, e ci ntlnoanvia a reteae-los p. r tmio o
v,.pore, ailm oe que omija f.'. m oo meaao
.-onio j tpm iCimiecid,a-im c.-n.-j ;)iis, poiiero
squeii s que driles preclsarem, vu an aVgivitii.de
iiaili- vlaHaute, anude soinpre ennintraraa de-ic.
verdadeiros c Maree, e i:* qnae 3tin1cnd--.*e ac
tin pau que sin applicado, s( Ctadi com un.
mu diminuto loeru.
Bogamos, p is. avista dos objecja jo deixa
mus decaradra, aa nessos fiegu-?.sa arntg-jea
virein e> n nr.ir por prs-ijo mu: i ;:? ;vei? a l"j.
ln galio vigilante, roa dn C-.-do n 7.
IHZ\! tlUORIA
Jlii
Villora,
lll.'!-'
N. 2Ra do B i5o da
roa Nova N. .
Araaral Habneo A C, ernVlai jos senhore:.
amifios e fiegueze* par* viiem ver om couplet1,
so.iiiionio que aci-b.'in de lereber da Eu opa.
Ve-iidns di- blonde com veo* e I) .res de laran-
j* pura n. ivas.
Da..* de wda de eorea e natisal D tus do Mi da seda pri.pnu pata bailes; ca
sanenlos ele
D>lo* i'e can braia e Je chita da .-'C.
Colcnas uo soda e d-i la e :d de divafsai
eAre*.
R.-nrnr ux esc- cezes Jj Iaa, g.i-tj nleirajotn','.
mndeino
Ba'eleqnes do loa o seda jnm rapaz.
('.amiMiiiia- de cambrua d.- lo bu bordadas.
M.--:a- .e fio de E>c .ca de ires para .-enbofa-
o noninas, i- branca- do aig d5
E-nariilhos, rhaioa d.> -ed< e Jj velludo.o an-
UUirih'- de i-lua para i*(H
}
Jos Anloiiio Perrira
Jepi para vender na sua fabrii a da i o. do Rara.)
ia ViCiona n. i (aiitiga ra M ^a) <-liariii m/ns acr.-ditado- fabrnaiitis da Baha, con. s -
j m fidtiaria>s, Nerin- de fl.v.nn, t),..r-*
niiej, Lonlriiins e Lea-*, dcSim^s. Imperi.M.
Kxpofiao, Canc-ii>H, Bitfamlhn-, de ilards..
yJi-si-Mpes, Expo -co. Ravanx, P' rite Suspiro-,
L piro-, Almiraue- R.a-iieir. s, Trabncx e He-
jialia Imperial, de Joa.jmm los do- Itei*, e wai-
.pja.lole de i.uir.i- f..hii-ate. Fumo- Daniel
Batp-ndB, Rh. Novo, Mua-. Manba-. Pala e
Ij.ra.ih m*. o eig.rr>* d .* nn*ttiv" fu!>..
E' Deehincha.
Uazloha* de" cor.'* a 40 r ..iu* sosa natras
de seda a 4n dita ln^s a oOO r* Jias rm. lis-
iras a nesina cor a Gi n cova:i.>, b-im de eo' a
40o rs. a vado, rtiW pardo a 300 r-. n rovadn
cirtla- decor,'.* a i'n) o c-.v.idi .iji.-i escura a 880.'
dta hr.i-iitia a aOOrai, 320 o 3liO i e> vado, ea-,
te ser a 2i0 o e va*., dita tmudu.!i, fina a HO o
C-vado em li;idi*-i.i i.; oadtoet, pe;a- de inaila
p. a 3,4*0, i j. i (O e d b-s de dito o u
W lino a flSOO "i 7A.100 a p,N, p.ailia- ai-..|-
choa.ias, riiin a Pj. dito A- iinb a 7^50", .ditij
fel|iul > 3 lO^^OOa tlnrii, camisa- i'jin-ezas bran-
ea* e .'..ni pello d i i r fi>eil bai3!s, r.
oieii. len.'o- de i Ji: ,t ijuaii-ti -i.-, Unos c
ie canii.raia bram:-. imii u-ir-s, f::eafl3 n dnJk
e por preo comn.od i, mintis > .tras atonda!
na- n.CMia.....n' co-s, qoe > avivi., a. fr-moeaiU
so pftif jo-i licv a Daraeza : ua ras Duqne de
Caxia* n 8: '
A vil ii ftrHjr-d vtw.
ra a d<-0V

\ITEINUA0

i
Para quem pielender i tab-i|ecer-sa C: m pnoc.
Iiiiliein. em U'ii di* meljt r.-s lujares da cuta
de de (*...!.., i-iir sxr a pn-ueira .-asa em fr ..te t
-t c*oHB>)i mlh's iiib n s o iTepositn d; enraaa-
Miio rtof-u e a^u, torillo dita casa ja mu h..i
'"" l" I-i n rt, Tenlj ..
Hfn'ui-tra t ir t r ,ie t.ier nma li-.^m ao -n' d
mijieii i q i-m yA.mi r dir j -se 3.. me.-nui e*-
I ib IT'eiu i!i:l o'l n !
R>-sarta.
Vdi de, -h f..'>
eturuii 1 -. :\ !'
metro an-tar.
I


le a
as academias dt
Muneift, reeoa'jicHda superior a (oda qae tem ap-

S e aniea approvad
iteneia, reeoalwcida aup
.H
Uocife a 51, I Miar, era toda u bo
a e eaa de cabtdleica'tro.________________
LOJV
Flor da Boa-Vista
DE,
Paalo Gnimaraes
0 proprietario deste bem onheeMe ea-
tabelecime-nto corHfnw sempre seguindo so
antiga forma de prkneiro barateiro da Boa-
Vista e parmlhor prova adm'rem os
precoa segOite* :
Cuitas escuras e dars cores fizas
o covado 160 200rs. a. 406
Cambra a s de cnis 240. 280 rs. e 320
Lia* para vestido 280, 320 rs. 6 400
Creps-escoc* zas fatenda nova a.. 6 iO
Alpacas la viradas d'um s cor. 720
Cimbris branca transparente pe-
Cas a 3>5 0 e.....80000
Ditas dita victoria a 45000 e. 80COO
Bi amento cora 10 palmos de lar-
gara, varas, a 25800 e. 20rSO>
Madai>:5-> superior pecas 30000 e 60Oi,O
Algo 13 > a 40000e.....50000
Brim pardo trancado pecbiocha
eovadoa. j 320
Pito dito liso muito flrib a. 320
Oo'xs nanitas mais fazendas que vende-
r por pri eos baratissiflpos com.) sejaro :
pannos pretos, ditos aitfe?, casemiras nrelas
c de edr, rairins, brins brancos e de co-
res, seda parjcolletos, camisas inglezas para
hcovn?. m las, chapeos de sol etc.
O.Ticina d'alfaiale
Os ligios frrguezes encontrar3o aro gran-
de sortimento de roupas feitas desde o
*is inferior al ao mais superior que se
a:be o; mercado, assim como semanda fa-
se,- tola e q.iilu/ier obra d'encommenda
!i,t-.: a capricho, p)s para este mister se
acha rr. : i :o d'um periio mastre. Garante
Stfsr>req sem*oor 0% da que em outra
dq -er p irte peto o motivo de o freguez
s pg* o que coapra e u2o .o aspecto do
atabal cii tanto.
48 Una da Imperafrlz48
JUNTO A PADARA FRANCEZA
Libras sterli ms.
Vente-se no armazam de fazendas de, Augusto
f. de O'iveira A C, a roa lo Commen-.io n. 41
aTora % vanda em seus armaiens, alm de oolns
srfjoa de seu neg o regalar, os segrate?, qne
faa.'.'im. por procos mai3 mdicos que era ou-
tra ataer parte :
PGrtTA^ de poho al mofada das.
POBT'-'IRAS de ferro para cercas.
SALTTilS iprIpz.
ESTEirtAS da ada pira canta e forrar sala.
QlXQS la burro franeez para esgolo.
Q?.':^) aporior em poreSes e a cantalo.
QSSB3T0 de toda? as qnali dadas.
iACHIN'AS dedescarocar algodao.
LON i8 e briniSes da Rusta.
OLEADOS americanos para forro de canos.
"( : .i narieaaaa muilo bjns e econmico?.
VIy:'! le Sordeanx.
QfJJSAC superior de Gantier Freres.
SARS LO em saceos graodes a 3J5O0.
kC> \ fi >'ida lgi-ima.
BAL l v v decmae .
CaOKI ;AS americanas.
MIUM ii> Junaica.
AZULE MS de Liboa.___________________
Contra a tosss
PAST-LIIA3 PElTORAES.
d-
6t>i:r. himples crytalisala.
Di'a de logioo
N-itT i'Arabia.
Sfv '!i) mariiimo de Lagaan.
E lO'r.i ttioim q;ie muilo se re:oraendam pe
!a-"sa5s x;e'Ieates nuMades.
Vende na
PQAHMACIA E DUOGARlA
DR
R:irthitlomeo 4 C.
3i -RA LARGA 1)0 BOSARU-34
LEO PKO DS FIGADO DE BAC^LHAO
DA
TERRA NOVA
DE
H. LACOM.iE
Bale oleo que lio bou aceeiiscl) lera merecido,
anftfl M rforamenli por fer o maii purrlicado
pie superior a cairo quilquer : vende-se no deposito
tsp-.-i-ii de Bartbolo:neu & C. : ra Larga do Ro-
aaria ^i.
im i mm
Os pro
flieram para
FLIX PEREffiA BA SIL& f f
na &VA mWmj&m s. eo
&V i dinbjeip vista
, a. jp.;-^. aw -nti-*Tr1*rr ^t-*-rn^ti rrrrrrihftr rtTiiaiij'
manso daposito qoe lea drfuMdWW^ nde argeojM Ot.UMflM ^ro, im .
solnd i fazer urna verddeira liqoidt^W^A m fraudes nhitimiitnn ntrMQpaj j]tjt
os seus arligos: para o qae coMdan ao reepeitavel poblioo deata cafu a vmiaH
poiJnegardntem qu enjparte algat^i ptidaiiencontrar tofMnde sortwwtor
mo no comprarlo pelos prefot q'^ \hs pode vendar.oa \opi p"^ ^ fllSB
virtindo-se qne s se vende a dinhefre vista. O oaesmos proprietarios- dat eatabe^
lecimento rogam todos os seos (tefdores desta prap o favor d \-ireai saMir saos d.
bitos, e todos aquellos que estiforem deveado- contas antigs o o naozdwra terlo de
ser encommodadjs. judicialmente.
iW.at5*f|I
''
OO
este o distmtfttt^jyfifcMota elem montada
.rigorow pricc
Wleo,
Xarope sedativo .
amargas
DE
Gasw de liranjas
coy
BROMURETO DE POTASSIUM
DE
IIROZE
E>'e O'-vo preparado aprjvad.> pela aeademh
imperial de medicina, muilo se rec-.rameada pela
aaa acca sedativa e calmante,, sobra o sy.-teraa
ervoso, o bromureio do poUssiam, no 3 ixi de
dar os mais cortos resallados as diversas affec-
5es dn org inism e principalmente naa moletia?
do coracat,, das ias digestivas da re?piracao, da*
vias gemlii-urinariis, na epilepsia, na> molestias
aerv.i-is.da prenbez, oa in-orani-i das eriangas
aoraote o pefioJ* di a>aticao etc. ele.
VecJVse na paarniacia e drogara
do
Barthrferoen & G.
34-RA LAR3A DOROSARIQ34
Cerv perior qu lid .de
Vende -e em casa de S. P. Johnston & C., rufc
da Senra'i rova n.41.
Hos e rendas
Vndese rindas e bicos de Aracaiy a precos
annra vi,-tos : oa loja do fazeadas de Canato &
Pinheiri i roa da Lnoeratni n. 16.
oces, frctase fl >res.
Ra h Cruz o. 13' vende todos os dias :
PrezunMem Simbas a libra.
Lm-tMJod >s os dias, e diff -rente1.
d* de ma i de vaeca em copos.
Doces ery.-.:a:iad:>9 de difTerentes frnctas.
poln* eb os bocc*o*.
BanleBftrn bjllinhos, enfeil.i-JJS.
B u iBftJ d* eravs para ooiva.
Flores avolas o em boupoe!-.
S-arvet \Ah os dias a nonla. ^___
Rtia do Vigario d."27
Ifc-eseriptorio de Jos Joaqnim L >*rfrio ha
Kra vendnr so :
fe s de divarsas qnlidades.
Fecalura* de bmea de tojo, os Ummhj, e dos
meIh ires fatwieantej do Porto.
Cartilba? da douetrina Christia.
Mercurio de Lisboa.
Linha de R rz.
Superiores cigarro! do Rio de Janeiro, da fabrica
de S. Lurenco, ja bem<
ajo qae lera tido aeata pro
1.5 sluhas baralao do Pari.
Alsaciana com lindas liaras de swa a
1u00 o covado.
Ditas lisas com mnito brilbo a I*o cevaie
Allantas, fazenda de mnito gost) tecid
com seda a 720 rs. o covado..
Ditas com qoadros de seda ecres inrjito
delicadas a 640.
Poil de ch.'re, d'uroa s cor com muilt
brilho a 500 r8. o covado.
Merinos escosiezes fazenda de mnito go^to
para vestidos b; nu3 e roopas de meoine
a 640 ts. o covado.
Gurguro muilo bonito, tendo de todas
as coces a 400 rs. o covado.
LSasinhas a odernas com dhTereates gos-
tos a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas ditas a 280 e 320 rs. o. cwtado.
Bareges transparentes com differents cor-
res a t60 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
de muiti gosto a 500 e 800 rs. o covado.
CassasdoPav&o.
Cassas inglezas com bonitos gestos a 200
e 240 rs. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs. o cotado.
Ditas francesas de muita pbaatsia a 400
rs. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazenda
mnito Qua e bonita a 20500 e 3000.
Ditas d'organdy branco e de edres a
24500.
CAMBhAIAS LARGAS A 800 RS. AVARA.
O Pav5) tem cimbraia branca transpa-
rente de boa qualidade, com 8 palmos do
largura, que apenas precisa 4 varas para
um vestido e vendo a' 800 rs. a vara, dita
liuissima da Escossia tendo a mesma larga-
ra, qua vende a 1(5500.
CAMBRAI S BRANCAS .A 4)5000 E 4:5500
O Pavao tem pegas de catabraia branca
transparentes com 8 1/2 Varas qne vende
pelo barato pr?c/> de 45000 a 4^500, ten-
do tambem mn'ro finas de 5(500 at
'lOlOd.
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 30500
a pega at a mais fina qoe vem ao mer-
cado.
CORTS DOR1ANDYA 4AY>00.
O P-viSo lem cortes de organdy branco
com 8 I/i varas que vende pelo barat > pre-
go de 4^000, assim como Guissimo organdy
branco com listrinhas e qnadrinbos o me-
liior q e lem viodj ao mercado, e vende
pelo barato prego de 720 rs. a va'ra.
Crostenaples preto e de cores.
O Pav3j tem um grande sortimeato de
grosdenaples e gurgurSo preto para vesta;
tendo de I06OJ o covalo at ao mais sa
perior qne costuma vir ao mercado, assim
como ura grande sortimento de ditos de
todas as cores e branco e um bonito Sarti-
nvnto de sctn> branco e de cores que ven-
de por precos mudo em conta.
Ponpel-uas de seda a *OOy
0 Pa-5o tem nm elegante sortimento de
poupelinas de seda tanto lisas como lavra-
das as mais modernas qae tem vindo ao
mercado e vende a 20000 o covado.
ESPART1LHOSA40OOO
CACHENEZ 3 40,50 e 60000.
0 Pava) vend espartilhos de todos os ta-
manbos a 40 e 50000, cachenez parisiense
com dn'i-ado ponto e de cores, a 40, 50,
o 60000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 80, 100, 120e 1^0000.
0 Pava) tem um grande sortimento de
cortnidos ricamente bordados, proprios
para camas e janellas que vende de 80 al
1600)0 o par.
Pegas de cambraia adamascada com 20
viras a 100000. crochet ricamente b)rdado
para cortinados a {0500 o metro. Assim como
ricos damascos com Ge 8 palmas de largu-
ra proprios para co'chas de camas e tam-
u m ricas cjlchasde damasco a imi'acao de
seda e d tas de ero bet as mais liadas que
lem v8do ao mercado.
MLSSELI.NAS Di2 CORES A 400 RS. 0
COVADO..
O Pavao lem um bonito sortimento de
mussenas de cores, padrOes intairamente
novos o cores fixas, qn> vende a 40) rs. o
covado. Ditas brancas mui'.o finas a 400
e 500 rs. Metim brmeo da India puito fioo
para vestidos e roupas de meninos a 7 O rs.
o covado. Cretones de cores moi'o encor-
pados para vestidos a 600 rs o covado.
ROUi'A POR MEDIDA NA LOA DO
PAVAO.
OPavlo tem orna bem montadaoffleina de
all ale, administrada por um hbil me (re]
nacional, aoode se manda net qualqner
obra de encommenda, tanto para bomeni
como para meninos, garanlind -se a promp-
iid3o e aceio em todo o trabalbo, e no metj-
mo estabelecimenlo ejontrar'o o respeil
veis fregueies todas as fazendas propri
orno sejam pmoos de tolas as cores
liades e prego, novas casemiras de'go_
re ns brancos e de cores, assim cotnotodaa
Jisfazendas proprias para falos de lulo.
CASAQUINHOS A 150.180 E 20fJO.
O Pavao lem nm grande sorlinento de
ricos casaqfiinhos de seda preta mp.o beta
enfeitados e modernos que vaado a raJL
180 e 2"rJO00, sendo fazenda de nafta
mais valor, assim como ricos chales pretos
bordados com franjas largas de retroz a
100 e 120000.
HUMUS PAR
COSTURA
aam< a Baaar Ubivenalda roa Nova
um s irtimento de machinas para eos-
,-Jrrfme5hor9'qflal;dade9fue existe na
a miS!fPf *W***l SSpeloa8e autores, como sejam
boa qualidade que "^^fc**'S & Wdson, Grover & Boker
de uz Wij^sssasci6
lado com a largara precisajpara weaco],
a
sendo liso oaoito eeorpado a 900 r. o
metro e dito- entrangado- com anaasma lar-
gor a a 1028O- a vara. ,,,
BRA.M V.NTESA 10600 oi*30-MTRO.
O'Pavao tem superior' bramante de al-
godao sendo preciso para oiu lencol. apenas
om e meio metro e vende a 10(KX>e 10600,
e de linbo faaenda muilo ancorpada, com a
mesma largoa a 20"0 e 20500, dlo fran-
cs do maia fino qua tem 'indo ao>merca
do a 30000, 30600 e 4&6<3ft*
ATOALHADO:
O Pari vende superior aloalbaoVa 10tOO
e 20000 a vaaa, dito de bobo fazenda muito
superior de 30000 para ama, sendo ada-
mascado.
Paseada para farfon
O Pdvao tem um grande aorl:asento de
{azeadas pretos para luto, como sejam:
Merm pwto com 6 palmos de- lirgura
para vestidos a 20000 e 2*5500 o covado
. Merinos pretos e de cord2o paca todos
os pregos e differentes qualidaies.
BombAskanas para todos os peten*.
Cantos alpacas preta*. Laasinhas re-
las ou cassas do 13i dt 360at 50'r"s. o
covado. *
Cassas-pretas.francozas e inglezas de to-
das as qaalidades.
Chitas pret'.s franceus- e inglezas de 200
rs. para ama. *
Crep prelo para veos.
CASEMfHAS PARA CALCAS A 40, 50, 6*.
70 EW00.
0 Pavao tem ara grande sortimento de
corles de calmaras de cores para caigas
sendo os mais modernos que tem vin i o ao
mercado e vndese de 40 at 100000 o
corte, ditas em pecas francezas e inglezas
par) ca'gas, naliiots e colletes qoe vende de
10800 at 60000 o covado, ditas escoiras a
prova d'agoa que vende a 50 o corte\i a
30 o covado, sendo estas casemiras Quaita
^wprta*a^ara-mor>WgwttrcaiH)i< puriiTenTt~
es uras e de meita durago. V
CHPEOS DE SOL.
O Pav3o lem superiores chapeos de sol
de seda inglezas que venda a 1. 0, ditos com
bonitos cabos de verdadeiro ra>rQm a 14,
160 e 1800.0, ditos de alpaca de todas as
qaalidades.
PANNOS DE CaO:H1 PARA CADEIRASE
SOPHS.
O Pav3o tem um grande sortimento de
pannos de croch proprios para encost de
cadeiras e de spbs, assim como um rico
sortimento de tapetes de lodos os tamaitos
proprios para salas.
MA0AP0L0 BARATO A 40, 40500 E 50.
O Pavao tem p gas de madapoo con. 24
jardas oa 20 varas que vende a 40 e 40500
a pega, dito mnito fino e largo de 60 para
cima, dito fraocez do melhor que tem vindo
ao mercado, assim como dito finissimo em
pegas de 40 jardas.
Curtes de e'iltas.
a 10600, 20000 e 20800.
OPavao tem cortes de chitas francezas
com 10 covados, qoe vende pelo barato pre-
go de 10600 e 20000, ditas que vende a
100, 200 e 280 rs. o covado, tambem tem
om grande sortimento de ditas finas claras
e escuras que-vende'a 280 e 3i0 n. o co-
vado e fiissimas percales miudinhas propri-
as para camisas, vestidos 6 ronpas para me
ainos qae se vende a 360 e 400 rs.
Silen-
muRae
aos com
foteoaa vista daverSo agradar
pruoores.
Atas machinas teem a vantagem de fazer
o tjrabalb q^jr 30costureiras podem faz-r
diaaiameate a cosem com tanta perfeigaV
como as mais perfeitas costureiras. Garaa-
te se a sua boa qaalidade e ensiaa se a tra-
bajar com perfei?3o em menos de orna
hora, e os pregos s5ot3o resumidos que de-
ven agradar aos pretendentes.
os esforeos
m ffal <3bdieco4 de*oja'|rDe'!lffflie'tUii'r''D a
viesseti ai-eotlnmnas dojraa gciirtiftcario' rttyalbl
qne no memo estatteleeimeate eneontrarls sempre odM tJWptWfi
de Has, eemo sejam : brinco* oa naja ONdereos, para adonarem ae>ela,
Ibaa do bello aexo, e qoe se vea*a> a^, 9 e iQ o par, diu para mcaiaa* a
ditas de coral, obra de aparado go to a 3 e i, Vollinhas de coral com i
a W, broches moderaos de 3 a 13J, ditos com pedra# e em sqas devti
10. la, 19 e SOI, rsela Iaae, porn bean Irabalhadae, de.*d a<
adraade i a iH, getelas a 41, dilaacom tocrip?iei %. 5a*iC0, aane
aoelo, cena bonitas peers a i, 3 eU, ditas .de partan faierafta
ricas cruies de esmeralda e rabim a 11, 14 e I64, ditas da on.ro e coral coi
lographicas a 3, 4, 8, o e 7*. agac de coral a V, eaMas nata rtof/H a '
9fS9n oaava, ganrmoSes coa trae botoea'para >bjr|arMaAditMl|p0
o par, ditos para ponbos os mais modjaaaaa 7 adpffllWw^aa'iwalaSii
to de Jola de aparado gosto qae recebera por lodos os vaporea da
sejam : brincos, braceletes, almetes, aderecos eomple*
brilbantea, esmeraldas, |ieroh e rebl. MteSalMef, voltas, Iraieenn, aneis eo
ros e faqiieiros, coinerae para cba e sopa, maracas para nanea, e ama tataajado
objectos fas seria eaMoabo mencionar-se.
Os propietarios da Flor de Ouro ga'ranten vendr mais kaft ae Mi ottlra"1
qualqner parta, para qao aaur aoerto o eetiboieclaaMto du 6 aoraa 4a oauM aa Oa.1
non te.
GRANDE
65

i pela aceita*
LENCOS BRANCOS.
O Pavlo tem lengos brancos ab.nhados
quo se vende a 20400 e 30. a dozia, ditos
grandos de murim sem ser abanhados a
30200 rs. a duzia; assim como bonitos leo -
gos bord dos para maos.
ROUPAPAR*. HOMENS.
Sjbrecasacos de panno preto fino sendo
mnito bem feitos de 120 at 400000.
Pililos de pann.a preto fraques e-saceos
d. 83 at 120000.
Ditos de casemira de cor de 60 al 120.
Ditos da alpaca preta fina de 40 a 60000.
Ditos de dita branca e de cores 6000,
Ditos de brim de lioho trancado a 6^000.
Caigas de ca;emira preta de 60000 at
120000. ;
Ditas do brim branco de linbo de 40000
al 80000.
Ditas de brim de linbo de cor pala todos
os pregos e qaalidades.
Camisas francezas a inglesas com peftos
d'algodSo da 10600 at 50, em duzia veo
de-sa mais barato.
a meia da 800 n. para cima.
a de lnh a e algodao, francezas e
larra.
Inhos de papel, algodJo e linbo
ojal se vende muito Danto pira liquidar.
Para ttoivas.
O Pavio tem rico gurgur3o de seda, bran-
co. Grosdenaple branco mnito encorpado
Agraciaonas brancas com listraa de seda
Poupelinas brancas de seda lisas e lavra-
Ia8. Sedas brancas, lavrada *e lisas. C-
?
nico legalmente antorisado e approvado
pelo conseibo de sade.
NICO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOME 4 C
34Ra larga do Rosario34.
FIO
Para aacees e fegiaetetroa.
ecos
PARA ASSCCAR
CERVEJA DE MABC\
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadsiras traiem os nmeros estampados
nag pe^as e nao as etiquetas.
Vendera-se
Em casa de
.. T. JEFFERIES & C.
46Ra do Commevcio 46
BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em eada peca nm bllhe-
te com o nome
. D0S
. nicos importadores
__________T. JEFFERIES & C._________
Vende-se barato, nm piano, de um dos mais
afamados fabricantes : tratar ra do Com-
mereio n. 38.
Refinaciones de
PErnambuco.
Cheguem pechincha, carvao animal a 1,1600 :
na acreditada fabrica dos nos das salinas de San-
to Amaro, deposi o oa ra da Poote velha o. 14.
P ete ide vender por largo teropo por ter vindo de
Lisboa grande* porcO s pdr qaasi lodos os pavibs,
e c m os melborameotos uliimamenti iotroduzi-
dos no machinismo, produz a dita fabrica 50 ar-
orbas por dia, Comecaodo da 15 de agosto em
diaole.
RA DO DUQUE M G41TAS
(Antiga do (^e^iiiD)^
Pego que se nao admirem dos pregos de alguss arligos qoe passo a mencionar, ja
por vezes ter.bo mos'rado que s desejo vender barato a fio depoder vender mnito.
e n3o ba qnem me possa retirar do meu firme proposito ; podondo desde j asseverar
ao Ilustrado povo pernambucano, que nesta casa commercial se encontra sint^ridade noa
tractos, afim de se oder conservar a nnmerosa Ireguezia qae na tem boniado em vir
em nossa casa, e para o augmento da mesma.
PRECOS
a. 30200, 40OCO,
fino a 60500, 70.
Pegas de madapolo
40500, 50 e 30OOO.
Ditas de dilo muito
e 90000.
Dita dito enfeatado peca de 12 jardas a
30500.
Dita de algodSosinho a 30, 40, e mais
pregos.
Ditas de dito muito largo marca T a
40400.
Ditas de cambraia transparente a 30200,
30500 e mais pregos.
Ditas de dita lapada (ou Victoria) a 40
e mais pregos.
Cambraia a imperatriz muito fina e
larga. \
Dita imperial com cordosinhos, fazerda
mnito moderna.
Mossena branca, covado 300 rs,
Bramante de linbo com 9 palmos de lar-
gura 10800 e mais pre?os.
Dito da algodao a 10500-
Atoalbado afestuado fazenda superior a
10800.
Biim de algodao de cor a 400 rs. o
covado.
Dito du Russia, a 500 rs.
Dito pardo trangado a 300 rs. e mais
pregos.
Diio branco de linbo fazenda muito supe-
rior a 10600 a vara (vale 20000).
Grande sortimento de brins de linbo de
cor a 500 rs. o covado, fazenda que se tea
vendido a 10200.
Grande sortimento de casemira, casia o
covado 10600, 20500 e mais pregos. O
Damasco de 13a fazenda fioissima.
Cortes de casemira para caiga a 40500,
50, 60, etc.
Flanellas de laa riscadinhas a 640 rs. o
covado.
Leng s chinezes a 30OCO a duzia.
Ditos brancos de algodao a linbo sorti-
mento completo.
Comp'eto sortimento de camisas nacio-
naes, francezas, allemaes e inglezas.
Cobertores de 13a de xadrez fazeada nape-
rio r a 50.
Grande sortimento de bal5es.
Cobertores, de algodao a 10400 e 20500.
Cassas de salpices a S0OCO a peca.
Palitots de casemira a 50010 e mate pro-
cos.
Ditos de alpaca a 30500 e mais pre-
gos.
Saceos para viagem.
Meias para hornera a duzia 20400, 30 e
30500 e mais pregos.
Ditas para senhoras, meninos a meni-
nas.
Popelinas de seda, covado 10700 admi-
ra m
Completo sortimento de chapeos de
sol.
Toalhas para o rosto a 80000 a du-
zia.
Toalhas bordadas, de linho do Porto.
sao muito lindas, mandem buscar as amos-
tras.
Duzias de gnardanapos a 20500.
Cortes de vestido de cambraia branca
com babadts a 70000.
Cortes de vestido de cambiaia branca e
de cor com baba dos a 100000.
Algodao de 2 largaras para lengol ou toa-
Ibas a 10000 a vara.
Chitas finas a 240, 280 e 320 rs. o co-
valo.
bita vio'ta fina a 280 rs. o covado.
Ditas em percale o qne ha de melhor a
360 rs. o covado.
E* v para crer.
K-


pellas com palma de flor da laranga com
ricos veos bordados, $ue todo se vende mais
biralo do que am ottra qnalqaar parte.
A loja do PavSo acha-se con tantamente aborta das 6 horas da maobla at ai *
horas da noi'e, ra da Imperatriz Jt. 60.
Veode-se a propriedade denominada
da Fazenda na Barreta, coro legua e meia
de comprimentt de Leste a Oe te, e meia
legua de largura de norte a sul, a margena
da estrada de ferro do Recifa a 5. Francis-
co, com casa de vivenda, grande numero de
pee de coqueiro, sendo toda a trra de muita
producgSo. Qoem quizer comprar a mes-
ma propriedade pie entenderse com o Dr
Joaquim Correa d'Araojo ra dos pires
n. 20, oii dar, dai- w horas da manh3a as 3 da tarde.
ura tapida e radical dos
caros
pela pomada Galopeau
fissa pomada qne lio bons resaltados ttim eolbj-
4u as pesaoai qae della tem felto aso acaba de
ehejrar para o sea deposito especial..
NA
Pharmacia e drogara
DE
Barlhoi meu C. roa larga do Rosario nu-
mero 34
Aos senhores de engnho.
Vende-te a retalno as diversas machinas e cal-
deiras a vapor, caldeiras de cobre para cozinhar a
vapor, filtros, tancoa, formas e mais outros obJeoV
tes da antiga refloacio do llonteiro. Pra tratar
irija-se aos proprietarios da dita refloacio os Sra>
deorique Leiden 4 C., na Imperial fabrica de cerr
veja n-35, ra do ftara\o d>- S. B >rja (Sobo).
AY1S0 IMPORTANTE.
Devendo seguir eom brevidade as peis prio-
chaaaa Sa dita raSaacao para o Rio de Janeiro.
eagaja-se o Srs. a eogenhos de aproveitar an-
te* da sabida, deiU nnica oecasiio de comprar
precoa commodos machinas fabrica
ma ea*s~JHa oeste ramo de


--
56 AEua do Mrquez de Olinda56A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS

Sendo este an'igo estabelec'menlo assaz conhecido como principal a recommen-
dado pelos grandes depsitos e b ms sorlimentos com qae sempre prima 9m ter das
relboras, mais acreditadas e verdadeiras maeblnas americanas para alfa-
da, desde 10 60 serras, i bavendo em-todos os lamanhos diversidades de syste-
mas e melboramenos? para perfeito e rpido desear garaentu ; tornara sa dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agncnltorea; os qfta's, alm disf*, ancontrarilo
ambcm mais
Aparados vapores looomoveis, de torga
de 3 4 cavallos, e perteoces.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e la-
deira.
Carros de m3o para atterros.
Tinas de madera.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardias.
Guardas comidas.
Tampas para lobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuos de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para coinba.
Ternos de bandeijas finas.
Emfim mnitoa outros artigoj, qae id avj|
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para' padarias.
Perteoces- avulsos. para machinas."
Salitre refinado.
Breu superior.
MoinheS de diversos fabrieatilea para
milho e ca'.
Dibulbadores para milho.
Azeite de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Jaj-y. .*
Ditas americanas. ^.
Cofres de ferro patente.
Canos de ferro esmaltados.
Ditos de dito1 estanhado.
Ditos de ebam
Ditos da
FoUei



i
'
1
S Mtri U , i* .1111.

64 BA DA UKMTMZ N. U
DB
FIGUEIREDO ff LOPES.
Os nroprietarios deste aovo estabeleciraento. certos de que o meio de adqnenr
numerosa fregueiia vender barato, servir beta e havor sinceridadade nos tratos, nao
oof ansiamos deste camiobo para bera corresponder ao favor que nossus numerosos
fregewies dos ten dispensado.
Cono atoda temos aljamas fazendas das primeiras compras, resolvemos fazcr
redarlo em algamas deltas, para o que chmanos a alinelo do respeitavd publico :
SETBSS E GflOSDENAl'LES DE CORES. Capailas muito lindas para ncivas, pelo
tamos paniodoe ospr** e quadades. ^rat0 Pre0 3 e 3W0 rs'
Gresdeaapie preto.
Recebemos novo sortimento e vendemos
por minos do qoe otro qoalquer.
Las i Saboya.
Alada teman do resio desta linda awn-
da para acabar vendemos por 900 rs.
Cartee a Minerva
Aitda lera >s alfana cates lindes ortes
coa lislras de aeaa, rom 49 an-aos, pan
acabar vendemos por 90|.
Cortinados,
ftecebemos aovo sortimento vendemos
por 8|, 94, (SM6, m m, cada
par.
Cambraia para cort nados a OjJ a peca
com 20 varas.
Dita Victoria da 4(5 at 8W a prca de
8 raras e mota.
Dita soiesa transparente mol fina.
0RGANDYS DKAW
Temos twcebide oovos orgauJys da
#900 rs-, ditos da 64 e 8*0*0, esta ulli-
tio tem lras assetiaadas.
EspartiilMM
Recebemos novo sortimento de espartilbes
mglezes muito grandes, to -de linbo.
Vestuarios para baptisados, bordadas
maito liados a i O 000, -barato.
Camisas francezas, inglesas e suissas de
t6 at 40300 rs., ditas bordadas muito fifias
de U ate 104000.
MECEUNA.
E' oaae azenda branca rauo linda e Una
para vestidos de senboras, tem a peca 30
jardas osla W& a tOO.
Pana* abratanbado largo bom. peoa de
10 tana a #.
TAPETES.
Recebemos novo sortmeato e vendemos
rneito barato.
Temos grande sortrmerrto de saias bor-
dadas e vendern s muito -barato.
CORTES DE LA A SIMIRAMES.
E* orna linda fazeoda com os enfeitea
corresponden les, guarnecida a saia com
urna franja de seda na barra, vende se
por 401000.
Cortes de cambraia branca aborta, bor-
dadas muito lindos, vendem-se por meaos
Poupel.nas de cores e brancas muito
lindas. '
Camisas de meia a 94-000 a dozia, pe-
chincha.
Caoobraias de cores.
Temos o melhor e mais lindo sortmeato
de cambraia de eores a 500 e 5(50 rs. o
metro.
MEIAS..
Reinemos meias muito Gnas tanto para
senboras como para horneas, montaos e
meninas.
Chapeos de sJ.
Recebemos chapeos de sol com cabo de
marfim que vendernos por 134 48&000, di-
tos de cabos de-canna 95, 110 e 140000.
Corles de cambraia de cor muito lindos
o com bahados com seu competente figuri-
*o, tem 18 curados por 8(5000.
BASQUINAS. -
Recebemos basquinas de seda ricamente
enfeitadas qoe rendemos por baralissiup
prefo.
Vesiuarios para meninos.
Recebemos vestuarios de (ustSo muito
bem enfeitades que vendemos por 4t5 5:5, fi braceo bordado muito fino, dito
com salpicas dito preto com lpicos e liso.
Cambraia eberta a imitadlo de croch de
cores e branca.
RR1NS.
Recebemos o superior brim de Angola,
dito pardo pera todos os procos, ganga fran-
ceza a 506 ts. o covado, superior.
Pannos finos.
Temos pannos pretal fiaos de 3^500. at
5500 rs.
Recebemos casemiras de cores para 3/1
at 34500 rs. o covado.
CHITAS-
O Cysne tem o mais lindo sortimento de
chitas para todos os prepos e qualidades.
Bar. ges com listras de setim com lindos
padres e muito modernos.
Crotones daros com lindos padres e
cores fixas pelo baralissimo prego 440 rs.
o covado.
Luws frescas de pellica para homens e
senboras do acreditado fabri ante Jouvin.
Fazendas pera luto vendemos por monos
do qoe em ontra paarte. j que em outra qoalquer pane.
Ditos bordados na barra, de cambraia| A-pacas, ca,toes, princesas, bombasinas
transparente, por $$000, muito barato. cambraia prete, f-tc. etc.
Steixarros de aonunciar multas outras fajeadas por nao se tornar estenso e en-
tadonho aos nossos fregueses.
Ra 'Ja Imperalriz a. 64.
3
FMEIIEDO &
tiv
IU E 4-OTT4>*0
ALUfBliflBfiESfRIR AS ARWAS E
VTR C8A F0RHAr*9
Guiados pelas iodieacSes-de moltos aballando* chteteos, e medico* distinctos, qoe
se dersm ao estudo e averigwcao das usas que prodnzem os pideeimentos da reu-
matismo, gotta, areias dos rWM,- eca!t>a, jlgado, t otaras visceras; a aos ensaios 4oe
meioa preprios para coral-os, cbegamjs a obter om remedio, qoe nunca desdiss* aoa
actividad* contraes ditos padecimentos.
NSo nicamente baaealjpii tneorias que tanto vaneamos, mas sha oes satis
factorios resultados obtidos da*oa aflflljacao, as innmeras e*oeriencm, qoe com elle
fizemos; e deste modo, segura de Jn beneficioeeffaitos, afoatamente o recommnnda-
moss pessoas q e soffram algomas aj molestias afimt dittt.ou de algons ootros pa-
deciaentoa do apparelho urinaria, tata come -o diabtico, glycosurico albuaiourico
etc. '
Escosado seria observar que sanio pode deaigaar om nnmero determinado da doses
de em medicamento para corar todos os individoos qoe padecam da mesma moieatia ;
poia que a cora esti dependente de diweraascircumstancias, inherentes difpwicio na-
tiral ou comi>leic5o, de cada om deltas; roas comtodo, certa que o kfroiso htko-
trptico anti rheumatico e gonoto proda empre aort desejada, qotade se persista em
toma lo o tem| preciso pare oble-la ; deweno ter-ae em vista qoe qoanto mais invete
rado est o mal mais se deve insistir na Mfjlsmflo do remedio.
Podemos tambem afBancar qae, por lis cottinaado que seja, o oso deste reme-
dio nio cansa desarraojo algcm as vias digestivas, mas antes, pata proprieade eminen-
temente tnica, que (mbem possue, fortifica o estomago, lorua mais faoei* as digesloes
e, Dio roncas vezas, tem eito deaappsreeer dfarrhea, qoe eram efltretidas pela debi-
dade peral do apprelbo digestiva,
MODO PE USAR.
Tomam fe de hy&roleo lytkMriptic, oos primeiros qaatro ou cinco dias, doas co-
Iberes de sdpa, era agua assucarada, leite, clt ou caf cim tefte, e mesmo sem mistu
ra algumi, ra occasiSo do almoco, e outras ap principiar a jantar.
No quinto ou sexto dia e segointes, wm3m-se do mesmo mododit), tres colheres
de cada vez.
Se as ourinas da pessoa doenle depositam grande porcio de amas ; se as dores
oepbriticas, rbeumaticas ou gottosas sao cmstantes; em #m, se os padecimeotos slo
fortes, tomar-seb5o quatro colheres de cada vez, oa tres vezes ao dia, a tres colhere*
de cada orna.
Qusndo es areias, ou ootros padeoimentos, teas diminuido, torna-se s primeiras
dses.
Pelo eso do Hydrols* lithoirtptico vio sendo mais raros o pparecimento das areias,
s dores nephriticas, rheumaticas e getlosas at quede todo dasappaiecem: este pmto
pode dispensarse o remedio : til, porm, com > preventivo, tomar cada semana urna
ou duas dses delle.
Pelo que respeila a alimentacao, ceve ella ser rego'ada de modo qoe n5o sobrecar-
regne o estomago, e em qnantidade tal qoe possa ser fcilmente digerida.
A mc-lnor bebida sem david, a ngoa para, mas tambem se poda osar de \nho
simples ou pooco alcooco. De cerneja e vihoa forlas, pencas rezes.
Sobre (ucb o qoe muito recommendamos, grande exercicio, sem faiga, pois que
elle muito contribue para a rapidez da cora.
N. 6. Depois de tirarle do Irasco a porco qoe se val tomar, deve faaver o maior
cuidado-em o arrolhar immediatamente.
Unieo deposito em Pernambuco
Pharmacia americana de Ferreira Maia 4 C, roa do Doqae de Caxias a. 57, (an-
tiga da Quetmado,)
A AGTJIA BR!WJA
MA DUQUE DE CAXIAS N. 52
(Outr'ora Queimado 8
FLORES E PREPAROS PARA EbUH
A asjaM Branca teodoj rebebido parte desuas
jolinas eocomraeDdsf. em su Liio#Dto acaba ago-
m tMsmo de receber outras, alamas das quaes
e torna vara esienciajn -n:i' precisa, e outras ?e
tuero apreciadas por seu gostos e qualidades,
doca4aa>:
Meras de flo d'escocia, -.bertas para ieoboras
t raeDims.
Ditas iflera eam listas tambera para senboras
e roenina.
Ditas Man mn-ti bonitas no gosto eseoeex.
Ditas idem iJem biancus e cora listas para me
finas.
Ditas" id m dem para baptizados.
Dlus de algodo compridos e cera listras para
Mkma.
Lavas arelas de seda, para senhora.
Ditas de lorcl e de -eda para meninas.
Bonitas eamisiuMas borda dan para senhoras.
Fil de seda, branco p. preto eom flores muida?.
Dito da alfolian, Is e com flores.
TcDqoiahas buriladas para crianzas.
Lindos e modernos chapcsinbos de fustao para
ditas.
Peales de bitanga para desembaracar on pen
ajar.
1 titos d dita travewos para meninas.
Dito de borracha pata ditas.
, Dito de tanarnga, pequeos, para segorar o
narradilho aos cabellos de senhoras.
Grande sortimento de enfeites de seda para ves-
(idas. .
Ptvi-lias de irailrtpero'a e de tartaruga para
pi.reir e Uen f>:-1 a u cabello.
Bonitas b Vichas ;.-.ra io -u nas.
NOVO SOUTIM'ENTO DE ENCHOYAES PARA ,
bAITISADOS
, A aguia branca acaba de nceber novo sorti-
iceuto de linios e completos rneliovaes para bap-
eparularr.nte carolsinhas
A Agnia Branca rectbeu lindos ramos de IIom
fln?s, tanto para enbeea eomc para hapos, *
bem assim:
Papel verde li?o e eom listos para tenas.
Di lo de coras para flotes.
Folhas de diversas qualidades para rotas.
Ditas verdes e lusUt/as, ubra n va e pela psi-
meira ver viudas" Cmo amostra.
Franjas pretas^de diver-as largwas para a-
le i lar vetlidoa^
COQUES''' DE TRANCAS E DE OUTROS
MOLDFS.
A Agola Brancs acaba de receber uma peqoe-
na porcio pos bi nitos e modernos coque* fraa>
des de tranca e oulns moldes.
COLL RES ROYEIt tLECTRO MAG-
NTICOS. J
A Agoia Branca acaba de recedjer os provelu-
sos collares electro rr.-gnrfcos ja't>em caneci-
dos para facilitar a denucao das rrianjas e pfa-
serva-las das convul-oes.
S0BRE-SA1AS OU ANQISAS DE .
CLENOLINE.
Em iattitoi(io aos ba i5es vieran* as n<5*-
nhf.s de clenoline, e acham-se venda nx Ifjaa
Aguia Branca.
QUADROS PARA RETRATOS,
A Aguia Branca recebcu vanado sturnato aa
quadrc3 para retratos. J
LENQ0S ,CORDADO^.
A luja d'apuia tranca, a rna Duqjor de Oxia*
n. 52: outr'ora di. Qneimalo a. 8, reVet-eo bonitas
lencos de cambraia de. lio no unmtf osan-i-nt; bo-
nsados, e hem a:?im .
pswa mtnt, lindos chapeosiuhes du setim branco dados, e como de sen 'ovafel eoslu*uie e5ai oa
rdalos, outros ditos com Inndo ce velludo, obra vendendo buratamente a btOOO, C, 8JS e Wfvm
de mnito g* sera, sapatinhos de se im psra oriiP.-no fim.
MOEBNOS ESPEiTES DE Fi.OKES,
ornados c*m tlieos dsela, fnas de .-eiira e vella
de tradrperola ao ultimo goste, e proprios para
bailes, casamentos, etc., rtc
cada um. \
TAM EM l'ECEBF.
ricas camisas de fino e;:uiao de liaho enMtadsa
com-muito go.-lo, e proprias para misas, oa mes-
mo ontra Exma. sei.bora que possa {Reir aug-
mentar o numero de sua b>a rr-upa bweea.
o in;EiT
ELEGANTE
N. 1Rua streta do Rosario N.1
AO BOM TON
Ac?base de abrir este importante estabelecimeoto demiudezas superiores cornos
m-lhores rticos de laxo ede moda para borneas e senhoras, variado sortimento de
perfumaras dos mais < Coudrav, Piianrl, Regstid CliODneaux, Moepelas, societ Hygieoique, Gonel, Rimmil e
Piesse_Lal>n, etc., etc.
Alta novitiade ^_
0 Masen Elefante ra Estreita A osa-
rio n. i vende ricas camisas de Wboraia
de linho bordadas para novas, e tambem
de madapolao Sno, bordadas a eo'eitadas
de ntreme os a 40, W& e 754IOOO a du-
zia.
Lindos pente -.dores guarnecidos de ntre-
melos e rendas valencione, ricas calcas de
linbo bordadas e de madapolao, para senbo-
ras, bellissimo sortimento de golinhas e pu-
ntos cousa inteirameute nova, recebido peto
ultimo vapor da Europa.
PARA RAPTISADOS.
O Museo Elegante recebeu os mais finos
e ricostnsovaes para baptizse tambem
lidos vestidos enfeitados para crianfa, roa
Estreita do Rosario o. 1.
Ufiima moda.
0 Moseu Elegante receben os mais lindos
e modernos chapeos de blond enfeitados
para senboras, e tambem de velludo e pa-
Iha para crianzas, e est vendendo muito
barato para vender logo, a ra Estreita do
Rosario n, I.
Flores e plumas.
O Museu Elegante est vendendo as mais
bellas flores e plomas qoe tem viudo ao
mercado, assim como nm lindo sot t men .o
de franja de seda preta cousa oe apurado
gosto ra Estreita do Rosario n. i.
BOTINAS.
No Moseu Elegante vende-se botinas de
n. 20 a 3 pOara crianzas a .6000 o par, e
lbyiintho
0 Moseu Elegante vende ricas fronhas de
Naaca -e tw mu proee-m maia perteito e qoe ai-
vaja de ul forma a atisuifr as exigencias mais
avaras da ehcrtpiuratau.
4 aoa cor hadissima a nao precisa de cnida-
oatfnm para se conservar no tintei'o sempre
cota a meetB r>, *m\ borra, erasta. bolor oa sem
tedas estas maullas inhereaies a todu as tintas
td afora eonbeeid% inda mesa eos mWfeores
aatorea estraageiroa.
Sobretodo, este estlmavel producto nao ataca as
peonas de ac, antes peto contrario, a peona
dajoire om esmalta dowado apa, asada inters-
ste, aasa proveitose.
b tinta, nao sendo espeeiaJmenie para copiar,
ti eomtndo doas, tr.-s, na mais coplas om ,n.ez
iapots daawttpia ; pnoiso, pnrm, deiaar-lbe
(saaei baaa mattudo sem o ranear era mata-
eonlo, poraoe nie ka o rieo d borra. Parase
irar mala de orna come, nio se aiglameram lan-
M UStu aioaota* capias se qerem tirar, mas
i como orifiejal tirar i urna taates quant
i aue o original iqaa prejodicado
Oecorre eqv disar eae, para eopiat importa
tita intHlijreoci e babtHdade, sm e que a roe-
fcor ttata as salMfai, eo deMIto recae sempre
sofera a tmu, qoe muitas vezes '-faea menos
4 daala qoatldade desta tinta 6 axtreeaamente
praetavet, pila jai anta qne em qaalquer es-
ama Uou para os di-
cripia snffre o choque de cidos Torilsimos, sem
se decompr; ra, se os aeidos n5o tem accao so-
bre ella, mnite menos a accao d(i tompo a poda
destruir; feto plaisiveL
Nao so ao eommercio que este meo producto
velo ser til ; os professores dos collegios, Invest
gand todos os meios para o adiantamento dos
seos di>cipn!os, tem approveitado esta tinta qne
cmti razio a acbaram apta para desenvolver o
gosto nos educandos, em consecuencia da beleza
da cor e facilidade de correr na pequea pela soa
liquidez. Ha exemplos de enancas que bar
muito tempo tintura ama repugnancia extrema
para a escripia, logo que foi admitda esta tinta
no eoliegio, apoderon-se derlas a curiosidade e o
garlo, e ponco tempo depois o sen adiantamento
era manifest.
Esta tinta, par de tantas vantageos, tem um
onieo inconveniente, detnriora-se ao contacto de
oetra qoalquer; c.nve'm pois te-la em tintetro
ientns dn menor vislumbre de ontra tinta, e evi-
tar eserever com a peana snja de urna preparadlo
dinVreiue e iueompativel; verifleando isto, nio ha
rara para se osar de tinta que nao seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE M .NTEIRO.
Observapo.
Diversas (afeifleacSaa e semelhanm tem appa-
recido. caja darabilidade duvi,losa. Os Srs.
compradores polem evitar o engao dirig ndo-se
a casas circamapectas^Je pedindo a tinta qoe eo
fabrico
A. C Morteir*
tambem vende coletas e toafhas de fustao a
55000 extraordinariamente barato, roa
EstjRsji'.a do Rosario o. !.
collar electro.
Mqoe aoal ctwgaram os verdadeiroe
collares de Royer, conlra as convols3es das
crianzas e facilitando a dentigSo, e estao se
vendendo a 3000 o Museo Elegite
roa Estreita do Rosario b. I.
As d 54 por 4^800
Na ver da de barato II Facas finas cabo
de balando com dois botos a 4800 a du>
zia, nm completo sortimento dd colhe-
lheres de electro-plate e facas com cabo d.
marSm, tuo por preco beranbo qoe ad-
mira, no Museo Elegante ra Estreita do
Rosario n. 1.
AS MODISTAS.
No Ma-eu Elegante encontrarlo um com-
pleto sortimento de bico de blond branco
e preto, dito crochet, trancas e franjas de
seda de tod-s as coras, grande sortimento
de galoes de algod3o cousa de lindos dese-
nos, cambraia fran ceza branca e preta para
forrar vestidos, retroz de todas as cores,
entremeios e babados tapados e transparen-
tes e agolbas de ferro, osso e marfim para
crochet, roa Estreita do Rosario n. 1.
Imitaco de onro.
O Moseu Elegante vende ricas voltas don-
radas para senboras e tan bem meios ade-
remos imitando coral, perola e gata todo
por precos razoaveis, na ra Estreita do Ro-
sario n, 1.
MHiitilhfA brasleirss
No Museo Elegante roa Estreita do Ro-
sario o. i, ven'e-se lindas mantilbas de
ARMASEM DOS LEOE!
RA DUQUE DE CAXIAS N. 29
Os proprietarios deste, grande e bem montlo c^tahelecimento scieniilir.-m ao
respeitavel publico desta provincia, que se acham com um vanado ecomplet') soitimento
de movis, tanto nacionaes como estrangeiros, sendo estes e&colbidos capricho por
um dos socios que.-e acba actualmente na Europa, e por isso os pod-ni vender mais
baratos 20 7o meos de que em outra qualquer parle. O mesmo tem contrado com
os melbores fabricantes daquelle con ioente as remessas das mais ricas tcobi .as feitas
lili. Na officioa tem os mais habis artistas (leste gtnero, e por is:o aptos a fin' c-r,:?.
mobilias as mais aperfeigoadas para as casas da provincia consideradas de primeira
ordera. Pedem, portmto, que venbam visitar dito estabelecimen'o, onde eoconti rao
a realidade do que acabam de expr, passandoa examiaarem : ricas e completas mobilias
de Jacaranda, mogno, faia, carva.ho, amarello, etc. etc., ricas e elegantes camas de
jacaraad, po-setim, amarello, etc. etc., guarda-ves'.idos de amarello, guarda louCd da
nogneira, amarello, com lampo de pedra, aparadores de dita, dito, com dita, petits
toilell- s, especialmente para fazer barba, toilettes de Jacaranda e amarello, com p dra,
fe muitosoutros aitigos de gosto, que para se n3o tomar enfadon.no prescindiC?*. de
azer aenfSo delles, o que s com a vista poderlo apreciar.

labyrintbo a 640 e MBOu, roa Estreita do seda para senboras a 15^000, cousa vinda
Rosario n. i. | no ultimo vapor.
cf&IA
FAZENDAS BARATAS
RITl 1HI Ql un % no M. f f
LoJa de Carlos Jos de Medeiros & C.
Junto a i'ha mncia ameiicaua.
Do-se amostras mediante penhor.
FERREIRAftC.
(SnccesNores de Joaquin. de Almeida Plato)
lOHual-rga (Ka tfoaarlo10
( Junta ao quartel de pohda )
Os proprietarios d'este estabeleciaoeiito leem s bonra 'denliacar ao retpeluvol publico d'e*ti
capital do de todas a- j>roviBeia do imp-rla, qoe continuarlo a preparar PELAS FORMLAS DE
SEO FINADO ANT8CESS0H ue acreditadoa e uiilsimos medicamealo brasileiros, Ue romo :
Esiracto alcoolieo, emptanre. oleo, Hntur, prnl. Jfr vt^hft, da mlrarrjlofa JUKUBEBA ;
tinwra e xan pe dn rRDROOXO, iaro*- ~e RaBO DOT TCT. PILOLA8 Atm KMODICAS, xaropc
DA SALSA DO PARA, x.rnp* AGRtaA x raye d. BtUJNW fie. ato-, tuda om a ttaier per-
fe.co ; pir i>so que um d'aqaalUs.^ratirifUrtot conn I aonoade b-afratiea oa meerna pbarmacla
OotrosiiD, scifitiOcan b^ter tito ota completo e arlaHo sortimenlo de dfnfu estrangairaa, e das
mala acredidat espesialidadee, sebad se mi* % alspojicio dos Sr?. facultativos e 00 pobcoem
RA HA I9IPE13.-IT.BIZ tf 30.
Os proprietarios deslo bem conh cido e el gante estabelecim nto, aria li"cam
ao res eitavel pubico em geral, e com esptcubdade ao bello sexo (jiuas amaveta fe-
kUrzas) que t em rectbioo p^los ltimos raqu tes da Europa, om linio e variad. sor-
timento de tad/> qnanto precizo para tma senliora (que se presumir ter bom guto)
completar um elegante e nvejoso toilet.
Os proprietarios contando cim a valiosa coadjuvaclo do sexo amavel, tecm sor-
tido o seu estab-leciment'i de ludo que d^ mdbor se nesejar po^sa.
Os proprietarios julgandb muito 'nfaUnho ou antes por assim diier imp ssivel
mencionaros innmeros objactos que comioa o bello sortimento de que cima M r.ram,
conteot^m 'e apenas em relacionar aq elles que julgam mais re:oocm ndaves fel so
elegancia, noviaade e commjdidade nos presos, como sejatn :
Lindos leqn^s de marf.m a 8!000
Voltas de corn-ntes de borra, ba a {#400
Liadissims Itqaes para m ninas a 2)OOO
' e 25500
Leques de madeira a iniit-rao de marfim
a 2^100
Ptnies de regajo para meninas a 240 rs
Di os com cna a de metal para aligar a
240 rs.
Duzis de linha de carretel 200 yd?. de 80
a 150, 800 rs,
Fivi-Umbas d madrrperola para pulceim
o par a 25500
Caixas com 100 penna* (Perry) a 800 rs.
Dozia de meias para sennoras a 40000
A^ulhas para croibeta 140 rs.
D zia de botts de setim para vestidos a
320 rs.
tlaixas com 40 papis de fgulhas fundo de
o ro a 2(JoC0
G lli has de fil e cambraia boidi'ss a
240 rs.
Garteirinbas com agolbas de todas as qua-
Tdades e cem om toque de fenugea t
240 rs.
Das limpas a 500 rs.
Redes invisiveis para cabello a 400 rs.
Lqties de madeira a imitar,ao de tan alo a
2$ 00
Tem tamben grande qnanlidade firt*
frai cezas, fitas de sarja de tod s H
e larguras, dias de *el udo, f-"'ta-
c -es de tudas as larguras eee o nito
qualidade, ditas de s^etm e le si la.
Retroz de t das as cores e dd uiuilo
qualidade
Lindas ces'inhas de palha b' rdida: rica-
mente froco e pro^rias para ruentaas
de e-coa.-"
FD9-ima meias d-* fios da E-'Cocii. arren-
dadas e proprias para apatin' o ra-o.
Completo sorlimento de bwv de eda branca
e pMo ede iptima qualidcde,
Bonitas capilla- para n< i as
LuvuS de pellica brancas e de coi
coras
e de
boa
boa

V
A final existe ne te estabeVcim*nto um compkto e variado sortimento de tuda
qoanto h* de melbr e de mais elegante.
Os pr pt^tarfos rog>m as Exmas. Sras. a viitarem o seu'estahelecimenK
de se convencerem do que fica dito, e no caso q>ie nSoqueirm "ar-se a podero mandar buscar os vros de amoitras ou qualqutr objecto, o- qu ei serlo io-
med alamen e rem-ttidos.
Ra da I t peratriz N. 36
SA LHTlO OLIVEffii
Kp
\ >
PAO RAMN DA
nico deposito o Recife ra das Cruz o. 13 sem
allera(io de precor.
A loja da pra^a da Independencia n. B. cfte-
goo nova r-messa do muito arie.iitjdo rsjl **#
grosso, fino, R cha, (rancet, rol i^iacraa-aia
Baha, Li-boa e PauloCordei'o corntamn tiojad"
vendp-e rm lilir< e a retaiho. _____*
Yewt<
l'al i.ova de Lisboa.
decentemente ebegada no briRue Encon-
fcaierVKmde Joaquim Jos Gnncalves Boluao
na seu escriptorio ras do Comercio na- ^ drindepeudeacma, ,'<\^ acbah-cam
ero 8. 'trataf.
a toja de lonja da tHra sit*-* ra do Ratfil -
4 : qaera a preteoderlrllr>e a ma^rnaatt-af
mal n
i *


'V,
ff
Dori* da FmnMonWcft Ten* eir* 11 4
-
TREMOR DETEBBA-0 joro! La Pro
ia de ftsot di coala do un tremor de
torra qe tet seatir no dia 5 deite mez
ate itaoNdua^tii daqaella w iade, e que
CMtoo alfoos estragos as povoicbes de
Ca-att, tlilina, Guarditallo, e Montesca-
elio.
liaste ol'md poni florara cento e so-
teota casas completamente arruinadas, e
alem ilr.stas todas esto mais oo menos de-
teriorad s.
Era Mntese daio boa ve mais de cincoen-
ta jiessoas contusas. Em Guardistallo os
Stragus sao ain la muilo maiores. Pelo
nmmo lempo noiou-se tambem uoi tremor
toa Spplugen, na S liisa, e noj Valle de
Puavhuvo. Este faci causou profuola
seasacio em- todas aquellas localidades.
VARIAS NOTICIAS ESTRANGEIRAS.
Dos prnaes recebidos exlrahims as se-
guate* noticias:
Oexerciio francez, que at agora con-
taaa 100 regiment!- de lOfantaria, va i Bar
augmentado com -mais ioV regimeutos da
mesoia arma; as formada'irloaria e ca-
< allana serio tambeirar?ug mentadas prop r-
ewnalmeniej^sflftTrporaa, dissolvidos lu-
id* us cornos que nao pert-incacn ao exer-
e regular, entre elles os zuavos ponti-
ficios. [ t
Dx se\que o ganeral,Le Fi. que ai--)
fura muito bun acolbido em S. Petersbur
fo, dsej3 regressir Franca, deixando
aquella embaucad, jm
E' opinpo geral em Franca que dos
eaoii.i acensuados .que actualmente -esto
Modo julgaffl.is em Vefsalhes, e que as le
sadainijb i pena de morte, n-nbura ser
.Jftwrraflo.
N'ipalaci) da nunciatura em Pars
fui ab ra urna exposicao dos ebjectoeen
?iados pelo papa as igrejas que foram sa I
aneadas pelos invasores ou pela communa.
Asseveia-se que o famoso BjuI-
ftigauli est vivo e seu salvo em 'Ingla-
terra, o i le, com assombro de t dos, b7) >
se concede a extradiccSo de nenbum refu-
giado commuoista, dando-se o mesuro caso
na Suissa.
Ogaz coosimido no districto da ci-
bde de L odres no anno de 1870, segun-
do os documeutos apreseoladoi no parla-
mento inglex, Coi de 10,9J$,OK9.00i) p>
eobic s;. o poder illumiaador igual ao de
$fc vedas de stearina ; o cnsto aos consu-
midores pblicos e particulares Ib.....
2,045 2ti, 19a, 9* ; e o do* candieiros p-
blicos soraenie Ib. 226,680, 1I. O carvo
gaalo no fabrico foi 1,363,508 toneladas.
Mais um auo de guerra foi manda-
do coriflru r em Inglaterra, alm dos qoe
i dlssemos aqoi, a corveta a hlice En-
tounter, da forga de 350 cavados e 1
petas.
Um desastre, felizmeole sem resalta-
dos nos, a:onteceu alguns tourisus
sassos, que exploravam os Alpes. Dous
oe os, tentando atravessar urna cova, catii-
ram nella. e para os tirar fui necessario
urna corda de lOps de altura ; felizmen-
te nio soffrerarn conlusoes de gravidade.
porque a forca da queda fra apparada por
na grossa carnada de n -ve.
Dz om j irnal japonez, que o governo
ao miUado nandou urna cmbaixada corle
e P k'Q. com o fim de concluir am trata-
do offensivo o defensivo, para protecco
mutua contra nacSes cstrangeiras, em caso
lias hostilidades rebentarem em qialquer
aos dous imperios.
No anno de 1873, vai ter lugar era
Tirana d'Auslria urna grande exposicio in-
ternacional, para a qual j se comecaram os
preparativos, e em 1876 hi de ter lugar
oatra em B mellas.
Um ulegramma do encarregado d;s
negocios de Inglaterra, em Tehern, Mr.
Alisoii, e datado de 31 de julbo, diz : A
fbme acaboc, mas as provisas esto muilo
caras. >
os qw- morrea, ou entao 9ci teboado ago-
ra. Se libia com que fin ciloa wla car
cuumtanc a ? Nafoi da cano (flrx que o
rgimenio prod iziss8 effito, se ninguem
redamaste; se nSo SJb'u, comi- qae o
honrado depotado, qui o>sde os primeiros
passni na carreira poitoa Moa iva esta
qoostlo, ignora va esta dftomstancia ? Fo*
por isso que en disse que o novo Homero
da Amnc pacWpinha dormitado.
O Sa. JunqiIia : |\a .ponderei a V.
Ex>;^
O Su. Bauao da Villa da Barra : Siui,
seBhor.
Eu d'sse, Sr. presdante, que oj ioge-
nuos, fihos das ingenua* (nsidas) estavam
no mesm > caso d >s iogentios, ibos das es
cravas, relativamente remuneracio, ou
veac
r
O-Sr.
Oittai
aJ5o seg
grmdes psrig.js da co
anos com ot escravos.
K cMrtw fea di n jorder-si m%,
a respeito dos iogeiooj, m d"ie
achav raiao de ser oestes intlfid
vivtam eom eseraroi, e como eaer,
idade de il anneft. e depoi* pm
ser cidadio livres eom teda as pr
vas e direiios ; q le se era uaa im
entao aobrisse a band jira toda a carg (mi
referta aos libertos biviios e per haver) ;
utro sim. para d isva-ie^ os parigos qai
acommissaj entendeu que resultan am da
mistura dos tres grupos as fazendas, eu
disse que e'les ji existam em maior oo
por outra, at estavam mais no caso da se- megor escala, sem incoo-eni'nte algom. e
SSEMBLEA GERAL
CMARA. DOS DEPUr\D0S.
Uiscusmn do elemento servil.
(Gontinaagao).
O n bre depulado faz-me a njustea de
scppor que, combaletid') a proposta do gv
ve/nn, sou levad) por an espirito pr^v ni-
do e subtil: 88 olo flzesso m !s j slica ao
carcter de S. Exc.: di ia que mulato no
mine de te fbula narratur quan lo tratis
do apreciar a base de emancipaco qu
apreseniei.
O Sr, Ju.nqugira d um aparte.
O Sr. BarAo da Villa B Barra : Peco
bcenga para fazer-lhe esta pequera obser
Taco. Sa espirito prevenido e subtil, qua-
do se trata de urna qu-s'.o desta natereza,
tio palavras que nao t:m signi9cac3o algu
ma, quero que fiqae consignado que o no
bre doputado empregou palavras que m)sla
qnestao nada sign-Bcnm.
O Sr. Junqeira : Empreguei-as na
terdadeira accepeo ; isto tem-se dito aqui
mitas vezes.
O Sr. BarAo da Villa da Barra : Me
perde o honrado deputado, porque se se
tem dit> moilas vezes, n5o se segu que
el!a nao f ejam offensivas : o que quero
qae o nobre deputado me faca a justica de
acreditar, que, combatendo esta proposta,
neo sou levado por espirito prevenido e
cantil; poderei peccar por erro na aprecia
cao* por espirito prevenido e snblil nao ;
t tanto assim, que, quando o nobre depu
tado se apresenbu aqu para fallar contra
abase da emancipaco, que aoreseolei oem
me passou pela idea que o honrado depu
tado a combata levado por om espirito
prevenido e subtil.
OS. Ji'nqbira: Isto mostra que V.
Ixc est prevenido contra as miabas pala
ms; eu fui o primeiro a dizer qoe o nobre
deputado discutio muilo tea a qaesto, e
com moderacSo.
O Sr BarAo da Villa da Barra : Um
des argumentos qae apreseotei foi, que o
governo, prometiendo dar am titulo de 6009
pelos iogwoee na idade de 8 aonos, com-
ettla orna injusii;a nao pagando as despe-
ras feitas com aquellos qae alo chegam a
Mil idade; vamos ver como o bonndo de-
podio responden i este argumento : No
rgimen actual te a cria perece antes de
mar jttventude, Uto a idade depree-
ter temios, oitoker pefte o sett valor,
Sr. preeideote, \de dais orna: oa o no-
ara deputado oo ibia qae dos escravos
fue vingam, os seobore, tendo o servico
pee toda a vida, e ojo lmente at os 21
podem fazer fice is despezas com
r^m os sonliores rern.in ;rad s pelo g .veroo,
porque se dos 8 annjs em diar.te o aeofcor
opta pelo serviros, que terminara aos 21,
como vai ter despezas sem remoneracSo
com o tra'amento e criaclo dos llbos da*
ingenuas, qua as aconpaahirSj I igo que
ellas tiverem chpgado aos 21 annos ? Diese
o honra o deputado qoe seria tteskumani-
dide separa-los...
O Su Junqeira: E .
O Sr Bmi(o da Viy.A da Barra : Qae
au ha duvita; mas a res eito do paga-
mento, nem palavra (Risadas.)
O Sn. JNQUKir.A di um aparto.
O Sr. Baro da Villa da Barra : la-
sistirei na miuha a^gumentacSo, porque
vejo que o nobre deputado nao me compre-
liendeu.
O meu argumento : Se o governo paga
pela criaco do ingeioo, Gibo da escava,
para ser lgico nao deve com mudo mais
raio deixar de pagr acriar;.3o do ingenuo
filno da ingenua, por cujos servicos o ie-
nhor tver opiado.
Oitrosim, eu disse, Sr. presidente, que
pareca cruel a proposta no ponto em que
trata das escravas que tem a infelicidad^ da
te/em n uitos Olbos.
Q-iando impogaei a proposta, chamei a
aliene.!,i da cmara sobre a oraendi da
conmissio, porque pensei que el'a faria un
servico ao governo conselhiindo-o para que
pagasse aos senhores as despezas (eitat
com a crjacao e trata ment dos-ingenuos,
que nao tivessem ainda 8 aonos quando as
respectivas mus se a f jrriassem ; e ao mes-
mo lempo faria urna obra de cari leda (a-
voreceodo a libertario das escravas, q ie
tem muitos fiihos imitan 1o assim o governo
aq Baclamei contra esta injuslica. e me pa
rece que o meio de repara-la tea pagando
o governo a indemnisaclo dos menores que
nao tivessem attiogido idade de 8 innos,
qua alo a es era vi mai se alforriasse ; a
commissSo aprese'itou ama emea ia; mas
queris .saber qual ? A C'>mmissao disse
desta maoeira : Indua-se na alf i.-ria da
escrava o valor d- criacSo e trata mate de
cada m or I E o honrado depuialo
accrescenta, que se ella nao pudr pagar
deixe o lilho permanecer no sea aotigo es-
tado Atienda a cmara que a proposta
ao quer qoe sa separem os meoores das
mis para n3o dilacerar o coracio materno:
mas se para desviar o golpe de omi argu-
laeotafa) incisiva (r preciso deixar o fllh >,
a escrava roai nao tercoracSo, poder dai
xa-lo com indilerenc 11 Qae m >do singa-
lar de defender a proposta t Que modo
singular fie triompbo!
Qjasi que o honrado deputado, parodian-
do aquello d to de um general romano, com
duas victorias mais de3tasestou perdido
poda exclamar : Com duas dafezas mai
destas a proposta do governo est con-
demoada I
Foi por isto qoe disse, Sr. presidente, que
nos pernos atacados o nobre depulado nao
appareceu, ou enlSo apparecau com forca
pooco numerosa. (Risadas.)
Eu nao disse que era nova a emarripa-
q5o pelo ventre livre ; mas o nobre depu-
tado n5o q-iiz perder o que tinha predis-
posto no plano da defesa, e entSo gattoo
qoasi urna co'umna do Jornal para provar
que a emancipaco pelo ventre livre nao era
cousa nova.
Q Sr. Junqeira : Nao posso aceitar
as regras que o nobre deputado quer dar
nara norma da discussao. -
O Sr. Bar&o da Villa da Baiira :
O que digo lio smente qie c^nsura-se
0 lempo que se ga3ta na discussao (apoia-
los di opposicj), e julgiva que o nobre
deputado devh ser o primeiro a dar nos o
exemplo. (Aooia tos da opposicao.)
Um Su. Deputado : V Exc. esl pro-
vando que um grande anatmico.
O Sn. Baro da Villa da Barra :
epois o nobre depulado comecou a fallar
daquelles que tinham dito que a proposta
do governo linhi sabido armada como Mi-
nerva da cabeca de Jpiter. (Risadas.)
O honrado deputado ha de ma fazer o fa-
vor de me n5o comorebenderneise numero:
eu nao me oceupei disto, pelo contrario fi
toda a ju3H?a ao governo sobre o>te pont >.
Cito o Tacto, por causa da termlnacSo de
um periodo qua urna verdadeira procla
tn.c5o.
Einpnobemos o lbaro da civilicacSo !
marchemos frente do partido conserva-
dor frente da naco I
Sampre poeta I
Ora digam-me, senhores, para que invo-
car o partido conservador? Se o hoBrado
presidente do cooselho foi o primeiro a de-
clarar que a discussao devia assentar em
nm terreno neutro ?
O Sr. Junqeira : Foi para respon-
der a apartes.
O Sn. Baro da Villa da Barra : NSo
tem apartes aqui (mostrando o discorso),
nao houve nessa occasiio, e se algam bavia
o nobre depulado nao o devia ler suppri-
mido. .
O Sr. Juequeira : Dizia-se que o par-
tido conservador nao devia lomar a si esta
reforma.
O Sr. Baro da Villa da Barra :
Desde o momento em que o honrado pre-
sidente do cooselho declarou que a qaesto
nao era departidos, pin que chamar o
partido coosen-ador frente dla ? E'
isto o qoe em linguagem medica se chama
ser mais hroussaisista do qoe Broossais, e
em linguagem governameohl, ser maisgo
vernisia do que o proprio governo. (Risa-
das e apartes.) Ea tambem sou goveroista
mas nao teoho o desvaoeeimento de s-lo
mais do qoe o governo, porque at na vir-
tade vicio o excesso I
Peosava qae nesta qaestio deviamos se-
guir o caminno que nos traba s;do aponalo
pelo honrado presidente do cooselho.
O Sr. Junqubira : Tem dito moitee
1 vezas qae o partido conservador deve fazer
esta reforma.
s^ja qual fr a terma
se adopta, excepto a
t>re de 171
contihua/So a existir
de eman paco que
emancipaco ramda.
O itlustre depalado respeodeo me da se
ruinte maoeira : < Enlre nos ja exMtem ia-
gemios libertes e escravos, osquaeiou
vi/era sernpre, sem que dahi resulte mal
para a sociedade J v a cmara qde
foi o masra.1 que ea disse com a differanca
de que disse em primeiro lugar.
Tratando do systema, qoe annivela o in-
genuo oa convivencia do escravo e como
escravo at 21 anooscom o cidado livre
com todas as prerogalivas e direiiosci
lando este fac > de despotismoeu disse :
os systemis sao despticos o honrad
depulado deixou em p o facto despylio
do aonivelameoto que apresentei e |..ca-
maratteor saber como o Ilustre deputad >
destruio esta mioha arrumen taco ? -
zendo qoe o projeclo do goverao loro as
emendas di conmisso na) sao sysiemis
absolutos, mas sim systemas roixias|
Eu, Sr. prosi tente, confesso qu deseo-
nhaci o hnralo deputado. Pois eu cilo o
despotismo do system i adoptado, o boura^
d i depulado nao des roe o fado e dii que
o sy nema nao absoluto, mixt) ? De -
di lamente o hnralo depuUdj oeste dia
nao eslava nos seus momelos lehzes I
Inquiri mais (disse-) o oohre depulad >
porque razS nem a commissi) di anno
passado, nem o governo, neo a commisso
especial aonselbaram um alvitre nico e
decidido ? Nao inq liri tal cousa, mas a
resposta j vinln prevalida no plano da de-
fesa, e entio era preciso aproveiti-la.
A commissao, dizendo que a es:ravido
era um cancro e que cooviaba extirpado,
fosse qual fosse a dr que causasseeu
dissa entao seja consequente peca a
em ncipacio rpida; ^awetauto, come en-
tend que ni enero, sea de opiniao
que sa extinga lentamente, e com toda a
cautela, para nao produzir abalo no paiz;
mas o honrado deputado flgurou que eu
era de opinii qae se preferi.se a emmci
pago rpida, pira ler occasiio de devol-
ver-me que isso qoe seria experiencia
mima vili io passo que elle quera a ex
tirpacio leota, porque a morbidez d > estado
social nio deve ser curada de modo toe se
C 'mpro-nata a forca vital I
J v o iilu'tre deputado que foi o mes
mo qae eu disse, com a dffereoca qua disse
em primeiro logar: nao me importo qae
qaalqaer techa o seu modo de pensar:
mas o que nao quero que se me qmpres
te opiniSo que d3o tanho. (Apoados.)
O Sr. Junqeira : Mas ea n5o dis-e
isso.
O Sr. Baro da Villa da Barra "'-
Enl3o a cmara ter a bondade de o-jvir lr
O illustra depalado esta va tao eninu as-
mado que nem se lembra.
O Sr. Junqeira : Nanea estou ; nem
raesmo respondendo snstentacSo riest,
these.
O Sr. Baro da Villa da Barra :
Arites quero que se diga qae sa>lentae3)
d orna tlnse, do que simples v>s de ima
gioaco. (Apoiados.)
Portanto peco cmara licenca para ler:
< E o nobre depotado, querendo criticar
as palavras da Ilustrada commissio deste
aono, nio foi feliz em sua critica, porque
as exigeocias poticas e econmicas do paiz
ni permiltem que se estabeleca emancipa
Qo simultanea e imme liata, > J v a
cmara que eu tinha razo qoaodo disse
que o honrado depoiado me emprestara a
opi.o de qu eu qoeria a emancipaco r-
pida.
E, como isto icou impresso, eoteoli qne
devia reclamar, para, que se nao julgasse
que eu emiltira tal opinio.
l'assando a analysar um dos'meios que
apreseotei para lavar-se a effeito a emanci-
paco em mau paiz, sem produzir abalo, a
sabero qua tinha por baso a liberlaco d <
corpo em contraposico proposia do go-
verno, qoe quer a libertacio do ventre, o
honrado deputado proceden com tal vehe
mencia, que n) pude encontrar oatra ex
pi ac) senono enthusiasmo com que de-
fenda a proposta do governo; mas pego ao.
honrado depotado que modere um pooco
0 seu enthusiasmo, que por va de regra o
enlhesiasmo ceg, mo conselheiro.
. Apezar de toda raoderacao di minbi
parte, o Ilustre deputado levantoa tal ce-
leuma, reforcando o parecer dos honrados
mambros da comroisso que eu pensei, na
verdide, qae tinha acooselbado urna inven
sio geral, qoe o mando a ao lar s avessas,
qoe a columoa Qcava com a base voltad.
para cima, que Ado Qcava inferiora Eva,
que o thesouro ia fazer banca-rota, qoe os
lupanares iam-se eneber df escravas liber-
tas prostituidas, e as fazendas ricariam po-
voadas por am s sexo, trazendo o cortajo
da imraora idade repugn nte respectiva I
que horror III
Que exemplo, Sr. presidente, para os fu-
turos apreseotmles de medidas, se eu, qae
me apresentei com toda a moderarlo, fui
recebido a bayoneta calada ?
O ilustre deputado tanto eslava entba-
siasmado nesta occasiio, que depois de ler
aoalysado a sea geito a base do corpo livre,
roocluio com ar triuraphaate i com em
ptiase: Portanto o que fiel do systema da
liberlaco da mnlhr ? Qca o absurdo mo
ra>, o absurdo floanceiro, o absurdo poltico
e o absurdo em direib naloral.
O Sr. Jansen do Paco : E se mats
mundo boavera l chegira,
O Sr. Baro da Villa da Barra : E'
virdade. E se mais mondo houvera U
chegra I mas como me parece que o illus-
tre depulado anda na maro dos absurdos,
peco qae ajante mais este colleccioe o
absurdo de chamar absurdo l qaalquer
medida qae combale com alguma vantagam
a proposta do goverao, qoe o Ilustre depu-
tado defende com tanto enthasiasmo. (A-
poiados.)
O Sr. Junqubira di um aparte.
1 O Sr. Baro da Villa da Barra :
atarit : < Este
aria servir
pira Blpratico. *
jSqueira : Faliei em geral,
eatata cabaiaudo t dos os projecl >i.
O 8n Baro da Viu.a da Baraa :
Veja be a o noore d potad) que de'p >is da
analysar o mea piano e dizer qae era absur-
di, acoresceofcM : Si a prosa e a pratica
vessem de lomar a si soluci i de-la ques
lio ni) variamos trntas vezes a aprsenla-
ci da projaoios. q ie oio Un razio alguma
le ser, juaajp'iral. jurdica oiecooomi-
cimeqta con nerad is.
O Si. Junqeira : J di;se que esteva
faliafoem geral.
O Sn. Baro da Vilu da Barra : O
nobre deputado me d esta resposta. que
aceito, em beneficio meu, porque agora
vejo que ni i era sonante a m m que se
diriga, d poi* diacaoar da a laiysar o mau
discurso! Parece-ms que' as logicis sio
liereates ; a mioha lgica diz-me que o
que se ach em seguid i refere sa ao meu
projoct aoalysado.
O Sr. Ju.vqueira : Raferia-me a todos
os projaclos que coutinuam maii ou meos
essa idea.
O Sr. Baro da Villa da Barra :
Ainda assim, eu estou desconhecendo o hon-
rado de mudo; pois porq ifl na sua censan
desabrida abraogeu a muitos, logo ninguem
se aeve d|r por ofleudido ? Fico d" r.i
am diaote conhecendo mais essa nova lo-
tea I Disse mais o nobre deputado. Nes-
raqu-sto, Sr. presidente, vem-s de um
I do tumens prai-cos e do outro houens
M ent-odem qe smente aqmllo que pen
saram no seu gabinete precedente. >
O ti jurad) deputado oio se class ti ;ou
Nao nos d'Sse ainda em qual das duas cisa-
est collocado ; quanlo a mira, parece qae
chamou ma tio sm<;ole de homem th-o-
rt:o, que nj lem pr tica ; e ea quena sa-
ber por onde lem andado o nobre deputado
ponqu quera tambem expor a mmoa vi-
da pa>sala nes es sertas. poressasfa-
l nas, etc. Repito. S. Exc. nao diz em
qual das duas casas est collocado, eu ape-
nas se que fiq-iei na segunda, e por isso
nio po-so formular a minha argumentarlo
(Hila idade.)
Sr. presidente, alternando oa roarchi pro-
gressiva da emancipaco nos diversos an
golos do Imperio, j pelos senhores, j pe-
lis associaC' s phiaotropicas, e sem o me-
nor abalo in paiz, entend qae se poda
engrossar essa torrente emancipadora, fa-
zeudo o governo por sea lado aquillo qua
fa-iamos senohres e as ass ciaces ohilan-
trpicas. (Muitos apoiados da minora )
Entend igualmente que o governo, devendo
dingtr-se pela c-beca e nio pelo c raco
(apoiados da minora), devia libertar de
preferencia escravas na qoadra de poderem
ser m is; e vista das circumstancias do
paiz, o fuodo da eiMocipacio do governo,
oio p ideado ser Hite avuliado, i -se bio
libertando em divents fazendas. pequeos
grupos de escravas as condic.oes que apon-
tei ; mas como a essas maoamisses, ex-
clusivamente de escravas, da parta do go-
verno ir-se-hio juntando as rainomissoes
de ama ciacoes pbiantropicas, dessa conjnncto re-
sultara om grupo mixto da pessoas liber-
tas de amb bora avaltssem mais nesse grupo as pes-
soas do vxo fimiaino, o qua nio importa-
va, pee4^- apressava a mi cha da emanci-
paco ; outro sim, attendendo a que os
escravos tem suas affeicoes, seus tacos da
parentesco e amizade (e tanto que o gover-
no tem'providenciado e cootiui a provi-
denciar para qoe as fami ias" escravas nio
sejam desmembradas) fiquei admirado, Sr.
presidente, quando vi a nonrada commissio
e o honrado depotado peii minha provincia
levaniarem esse escarceo da que se as es-
cravas libertas iriam engrossar os focos da
proslitaicao e deixariam as fazendas povoa-
das de um s sexo !! Para qua essas poe-
sas ? Confesso cmara qua, estando
acstinndo a oovr argumentar senil mnito
que se combaiesse a mraa idea com se-
melbanles argumentes!
As escravas libertas, por via de regra, fl-
cari) entre seus prenles ; porque pelo
direito natural, lio decantado Da lyra do
honrado-leputado, ellas tambem s i capa-
zas de amar o torra ^q e as vio nascer.
Fiquei, portanto, admirado quando vi o
horror dos nobres deputa los, dizenlo que
as fazandas .-avara reduzidas a um s
sexo I
E' extraordinario o modo por que os no-
bres deputados argumentara. Trata-sa de
defender a proposta do governo ? A escra-
va tem coracio, tem lagos de sangue, de
amor e amizade, que convm respailar,
porque seria umi barbaridade separar os
iudividu is que compera um<> familia escra-
va. Trata se de combater a proposta do
governo ? A escrava nio tora mais coracio,
nem tacos de affeicio e amizade, risca de
prompto o sea passadj, deixa inliff'rente
o lugar onde vio o sol pela primeira vez, e
vai eogMssar a trrenle dos lupaoares I!
E as fazendas licam povoadas de um s
sexoII E depois, Sr. presidente, sendo
urna medida que tem de marchar com len-
tido gradualmentej os honrados de-
potados sa flgaram os extremos: a ouvi
los, pareee qae de um momento para outro
as fazendas beam sem mulberes, embora o
numero de libertas annoalmente seja pe-
quen) em relafo massa escrava do sexo
femioino.
E foi tal o eolbusiasmo a respelto da
proposta do governo, qoe nem a o menos
os nobres deputados se lembraram da qoe
era mais provavel que as libertas de urnas
fossem para o iras fazandis; mas esse al-
vitre nio servia, porque nio lava lagar ao
horror de ficarem as fazendas povoadas de
am s sexo 11
Eu disse no mea primeiro discurso, Sr.
prisi ilente, que o qae dse java era que o
governo nio interviesse nesse movimeoto
generoso do paiz, senio de modo a acaote
laf todos os interesses, e que desde o mo-
mento que os lavradores cjnhecessem qae
os seus direitos eram respailados, elles nio
deixariam de secundar as vistas do governo
na tarefa difficil da emaoeipacio. (Muitos
apoiados da minoria). En.o a harmona
continuara as fazendas, as escravas liber-
tas nio pesturbariam essa harmona, do
con'rario, nio.
O governo engina-se qaando encara nos
fazendeiros orna classe interessada qoe se
oppoe systemacameote i quilquer medida
emancipadora.
Emendo qoe o governo, pondo de parte
essa injaata prevencio (apoiados da mino-
ra), devia daacer oa pooco das alturas do
poder, apartar a lo de amigo aoaJura
o li^^H [MMIPsA dPfcMldade qu n>i
, compoem via ter sido violada?* Rasp indarec '
... ^-v "" ww-iumh ira- qU9 a escrava con a mu, a
'caltsir as voimmfde&das, -qua aenhuaaa .genuo c*Ua o uaeiWTreito
,t?!!!:^d^!!I.?i(^'weP?vf!.?ae..!!* ^a verdee, permr ?me o boi
1.1*3
dores, com este paseo o
derla da ana dignidade,
tu tsem a oobreza J tr
i classe nnica p oddIra o5 paiz (muitos
apoiados da minori.), e dizer lh : < Aqu
teodes ama quota do'fando de erqaidpacjW
nara libertar algomas daa voseas amera vas
vos orevrao qae aaotMma aatondade ir
fl
i'
da ses- libertadas^ a aMeolpa era) vosta,
nem ti) pooco .o Romrio irapoe prego,
conta com a vossa g|r%rosidadi.
Que lavrad f, que fazanieiro resistira a
este appello nobre e geoc/oso di parte do
goveno? noblesse obligm. (Apoiadjn di
minoria).
Quanto nio ira o goverao engrossar com
emelhanle pr ocedmento a onda emane pa-
dora ? Qlano nao seriara reduzidos no
longo porvir da em raerpago os sacrificios
da parte do governo ?
E como qae o honrado deputado, de-
pois de formar um calculo a s-o gjUo a
resp-o dai despezas com emancipaco
das escravas disse que o governo seria
obrigado todos os annos a despender peto
menos li,000:000, e concimo dizendo
qu* assim fiilav* com a eloquencia irresis-
tivel da eslatistica c do algarismo ?!
Que es aiistica esta, se nos uo a te-
mos? (Apoiado3 da minora). Que algaris-
mo ? se esse deve ser tio flactu nte como
a onda emancipadora dos senhores e das
aso ii;5s philantropicas ? A qiefica pois
reduzida es-a eloquencia rresisttvel ? (A-
poiados da minora).
(Trocam-se apartes).
S se a eloquencia negativa de nio ser
eloquente, como ha sciencia negativa do
individuo, qoe sabe que nio sabe. (Hi.an-
dade).
Que modo singular de discutir t Aceitase
ama base de emancipaco, qae lem de du-
rar por muitos annos. que tem de ser por
forc mnito e muilo alterada na sua execu-
Co segundo as circumstancias, e o nobre
depulado com braco de Hercules encrava a
roda dos aconlecimentos e diz que, dure a
emancipaco quanto durar, alforriem os se-
nhores e as associaces philantropicas quan-
to quizerem, o governo nao podar presan
dir de gastar pe!o menns 12.000:000 I e
as fazendas vio ficar povoadas de um s
sexo I J v o honrado deputado que per-
dea o seu latim floanceiro apeiar de fallar
com a eloquencia irresislivcl d estatislica,
que ainda nio existe, e do algarismo que
esi su eito a fluctuacoes.
Ji v o honrado deputado que eu propuz
am meio qae nio tem nada de prejudicial,
q e j est em execucio no nosso paiz.
que nio fiz mais do que acompanbar a onda
emancipadora, em vez de marcear na frente
prefer marchar na retaguarda, acompa-
nbando o movimento : que nio fiz mais do
que modificar o plano existente no sentido
de aconselli-.r ao governo que alforriasse de
preferencia escravas na qoadra de poderem
ser mais e que nao apresintei, como dis-e
o nobre depulado, om plano que poderia
servir para urna memoria acadmica, mas
nunca para um plano pralico. (Apoiados
da minora).
Nio sei se j passei a hora.
O Sr. Presidente :Nasta discossio nio
ba terapo determinado.
Vozes :Estamos disposlos a oovir o
nobre deputado at o fim cora muilo
prazer.
O Sr. Baro da Villa da Barra :
Quanto poesa de-ficarem as fazendas po
voadas de um s sexo, contarei o que me
aconteceu, quando pela primeira vez reg a
cadeira de pbysiologia. Enlo enconirei
grande enthusiasmo pelo system i nervoso
ganglionar, dizia-se que elle era quem tinha
o privilegio de presidir formaco dos ou-
tro* systemas ; eu fiz. do alio da cador
est simples pergunla : < E quem preside
formaco do ganglionar ? Arrefeceu-w
o enthusiasmo, e eolio coohoceu se que o
systema ganglionar devia ter quem presi-
disse tambem a sua formaco (hilaridade);
e como nio se achou presidente para ella,
tambem elle deixou de ser presi lente dos
outros systemas. (Hilaridade). E ni) se
filloa mais nisso. Fazendo spplioacSo.
pergunto eu agora: Sr. presidente, se as
fazendas ficam povoadas de um s sexc para
onde ir j as escravas libertas ? Espero que
o enthusiasmo dos honrados deputados se
arrefeja, e eolio vendo que os libarlos nao
sao exportados para o estrangeiro, que nao
podem pelo principio de economa pqlitica
de.que a concurrencia cresce na razio di -
recia da demanda, ir povoar da preferencia
era grande escala as villas e cidades, qu
por via de regra j abundara em molheres}
nao sendo oulrosim provavel que vo
verdadeiro arremedo das Amazonas, formar
colonias delusivamente de mulberes. Os
honrados deputados convirio coramigo que
ellas hio de ficar as fazendas, e que quando
mu to haver troca da urna para outra fa-
zeoda. E sen Jo assim espero que tambem
nio se fallar mais nisso, e que ficar de
urna vez e para sempre esgoiada a mina
pathetica das fazendas povcadas de um s
sax)ll
Vou agora fallar sobre umi questio de
direito natural, mas desde j declaro que
sou rofano na materia.
O Sr. Nebias :V. Exc. nio profano
oa questio de direito nacional.
O Sr. Baro da Villa da Barra :Ea
declarei aqui que u filbo de ama escrava po-
da ser liberto, mas ingenuo nio; o honra-
do depalado disse que eu desconhecia os
principios de direito natural e o honrado re-
lator da c>mmi8sio disse: < E' verdade,
desconoece o d Vamos ver em que consiste o meu erro
a respeito do direito naloral. Diz o nobre
deputado: < Quem toroou essa homem in-
genuo, foi a naioreza. > Ea pensei qae o
nobre depulado vinba com alguma novida-
de, mas j vejo que por ora ui i adianlou
idea: que quem tornoo o homem ingenua
foi a natureza, esta ao alcance de todo o
mundo, e portanto j v o nobre depotado
que eslava tambem ao meu alcance.
O Sr. Nebias : At porqoe livres e
iguaes todos nascemos. -
O Sr. Baro da Villa da Barra :
Accrescentou mais o nobre deputado : < O
bomem, a lei, foi quem coarctou Ihe a 1-
berdade I >
O honrado deputado ha de concordar que
eu tambem sabia disto e que o meu desco-
nheciraento de direito natural nio vai lio
longe.
O Sn. Junqeira : Discoohecimento,
3uer dizer qae deixoa de parte e nio que
eeconhece.
O Sr. Baro da Villa da Barra : Dix
ainda o nobre deputado: Porqoe raiio o
homem coostitoinle, o legislador nio ter o
aacoo-
nunca de-
Rasp mdarei: Vamos
Mas. peco ai nobre d spot ido qua me
respond a "ila JT'ifrjjli Qoe guaidade
ate, para qu* appostete; ame fax mg-ouo o
Who por darefto naloral Adaiu no ttalu
coogr. d'ij|i, a aii deesa
natural ?
permitlFtee o honrado de*
na Vado, urna igu Idade ramio rJtsigaal I
Mimos apoiados da minera.)
ompanbo o lobrf deputade, qaero
essa igualdade ; mas qaando cb gar a om
pomo em que encontrar a designad-de nio
o poderia mais acompanbar. ( Apoiadjs da
minoria.)
Se a lei, coarcUodo o direito natural, fex
escrava a mnlher e os fiihos havidos e por
na ver, fe deu-lhes onome de libertos quan-
do te a'forriar..., a lei, reconheceodo a ioins-
tieae querendo repara-la, podar restituir
o direito natural mulhr escrava, porque
o filio participar1 tambem desse direito.
Se a condemnacio da mulher abraogea sea
lilho, a absolva > della tambem deve com-
prelieode lo ; mas resitoir o direito naloral
ao filbo, ficando a mi escrava privada des-
se direno, a lei nio pode use lo I (Apou-
lo da minoria.)
Porque se nivelou i m com o fiho dan-
do-Ibes o nome de escravos, se nivelou a
mii com o lilao dand -Ihes o nome de li-
nertos quando se alforriam, nio pode dei-
xar da nivela los quando tratar "de reslabe-
lecer o direito natural. Emqoanto p >r le
a mnlher fr escrava, por es-a mesmi lai
seu fi'bo poder ser liberto, ingenuo, nio
Mas, bem entendido, qaando digo qoe a
lei nio o pode fazer, porque peuso que a
lei nio pola moralmeme querer o injusto,
que a I-i synonimo de justica : azora, fe
a lei o cipriebo, a voniail--, o arbiuio da
eada um. enlo o honrado diputado, ci-mo
homem constuinte, legislador, pode decre-
tar que recollocar as comas no estado de
igualdade, que nunca devia ter sido violada,
fazendo por direito natural ingenuo o filbo
e deixaodo escrava a mii desse ingenoo,
contra omasmo direito natuial. qua o hon-
rado deputado procara estabelecer; pode
raesmo, aproveitando o enthusiasmo qae
tem por esse ingenuo, conceder-lhe alguns
privilegios e isences, -.dispensa do recrota-
m^nlo e do servico da guarda nacio-
nal, etc., etc.
Portanto, j v o nobre deoutado que
este seu caminbo o caminho torio de fa-
zer ingenuos; fax ingenuos de meia-cara :
o verdadeiro caminho o que principie pela
mii desse ingenuo.
vista do exposto, me-permita o hon-
rado depulado que continu a sustentar que
os fiihos das escravas podero aer libertos,
ingenuos nio; me permita tambem que
nao aceite a sua licio de direito natural,
que nem p le aproveitar me, nem honra
muilo ao nobre depulado, le os seos conbe-
cimentos cifram-se em recollocar as cousas
no estado de igualdade. qua nuoca deveria
ler sido violada, fazendo pr direito nalo-
ral ingenuo o filbo, e deixando escrava a
mii desse ingenuo, contra o mesmo direito
natural.
Agora, senhores, passarei a fallar de um
segundo meio da emancipaco (familias es
cravas) que propuz e qua nio merecen a
menor considerado dos nobres deputados,
de forma que fiquei persuadido que este
meio era paior do que o primeiro, porqoe
os nobres deputados nio disseram urna pa-
lavra a sou respeito : depois de dar tratos
imagioacii para descubrir a razio, jolgo
que afinal achei a incgnita, me parece qae
este meio nio merecen reparo aluum, na-
turalmente porque as familia* escravas cons-
tando de pas, fiihos, irmios, sobrinbos,
etc., e, portanto, eacerrando em seo srio
os repectivos chafes e protectores na,
nio se prestavam a digresses pathalicas
pelos campos amenos da fantas a a respeito
da prostituido das escravas libertas
Admira que os nobres deputados ticas-
sera horroriz idos diante da prostiiuicio das
libertas, e tendo ha tantos annos assento
nos conselbos da naci, nunca se lembras-
sem de offerecer ao governo medidas ten-
dentes a moralisar as mulberes livres, e
venham agora morrer de amores pela nio
pro*lituclo das libertas I Os lupauares en-
gros-ados pelas libertas prostituidas.. .que
horror I deixam que as muloeres livres o
faaira I
Pallando, senior-'s, a respeito da propos
ta do governo, eu disse que ella inclua um
complexo de medidas qua lendiam a afrou
xar os lac )s da forca moral dos senhores;
apresentei mesmo om resumo desles argu-
mentos, espe.ei que (ossem respondidos,
mas pela amostra qoe dei da delezi apre-
sentada nio vi aiada satisfactoria contesta-
co. Para nio fatigar acamara, apenas re-
sumirei algu-is pontos da prop sta, am de
ver se aioda pode ser reconsiderada pelo
governo :
Urna proposta, que declarando o ventre
livre e obrigando o senhor a criar o inge-
nuo, co loca-o em urna posicio esquerda e
falsa; urna proposta, que, pelo neto de
imur esta obngaco aos senhores, o gover-
ao necessariameote ter de flscaliaar os es-
tabelecimentos, para ver se com effeito sio
ou nio executadas as suas ordens, porque
seria urna completa borla dizer aos senho-
res : tendes esla obrigaco, mas fazei o
qoe quizerdes. ( Apoiados da opposico.)
Urna proposta que, ameacaudo aos senhores
com perda de direito aos servicos por cas-
tgos rigorosos, abre a porte a denuncias
constantes ( pois nio ha quem nio tenba
um oa outro desafiado). e pelo menos
obriga os senhores a comparecerem peranta
as autoridades para se justificaren das ac-
cusaces qae se Ibes tenba feito, e Suppon-
do-se mesmo que elles se justifiquen), a qaa
tica reduzida i sua forca moni ?
O Sa. Evangelista Lobato : Este in-
conveniente existe presentemente.
O Sr. Nogueira da Gama : Gimo ex-
cepcio, agora pela proposta fica sanio i
regra.
(Ha diversos apartes.)
O Sa. Baro da Villa da Barra :
Eolio me parece que o meio lembrado oa
proposta deve ser dispensado por intil,
porqoe j existe. (Apoiados da opposicte.)
Nao me constava qua tiveaae sido dero-
gada i lei a respeito dos castigos barbaros,
e desde que nio est revogada, a que vem
semelhaote dlsposifio m proposte f
Uma Voz :A propoiti falta am casti-
gos exceaivos.
O Sr. Arawo Lima : E" oque asii no
coligo criminal.
mar-w ha.
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