Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12481


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Full Text
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AMO ILVII. NUMERO 205
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HIA A ClPiTAi K tatUKES OTDC IAO SS PACA fOItt.
JPor tras mozos adiatttados *. .............." 4000
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idea..................... WOOO
... ......... 3S0
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sibudo 9 de seterro de mi.
........ ........ na..,----------------- n,
PA1A 101 OU DA f MYHCIA,
Por non dito osa
Por aa aoao idem
MARIO DE PERMITO
Faria
~
tu-
sjAO MtoORpai
veira Filho, do Cear ; Antoaie da Laamos Braja, no Aracaty ; Joio Mar Julio Chavea, m Am ; Antonio Martjoos da Suva, no Natal; Jof*
Os Sn. Ganrdo Antonio Alvos 4 Filhos, no Par; Gonfalves d Pinto, no Maranhio ; JoaqoinvJoa de Oli
Pereira d'Alme;da, em Mamangnape jFelippe Estrella d G, na Parahyba; Antonio Jos Goanes, na Tilla da Penha; Belannino dos Santos Bnlcio, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
em Naiareth ; Antonio Ferreira de Agotar, em Goyinna; Francioo Tavares da Costa, en Alagoas ; Dr. Jos Martina Arfes, na Babia ; e Leite, Serqninho d C no Rio de Janeiro.
-

-U.

usmiOR.
=r
C^rremptteut du aliarlo de
Perasmbneo.
l'ARAliUiA 6 DK SKIEMMO.
Eseravi-lhe era 1 do crreme par um portador
que se dirigi para em em jaoga la, e mailo esti-
mar! qua o mea conjaacto de rai leoha chega-
4a MI ataa ao sea poder, e visto a luz da pu-
Aato-bsatoaa is 1 horas la tarla chgoiapres-
nhfli M norte o Paraki/Su ; e, qianij pre
paran-al*par* dir-Ww alguma* noticias deste tor-
ra, apnareeau o jadefaeiivel Fructuoso previnla-
di-an ie (ja* rt*>trrf o eostairo ji. tina-se motead), sem raais e-rema-
ni*. *r* jfrg ff
Bj taltales* as pwsas do rabila paquete, e
ogaarae a Cruzeiro i> Sal, que cana de tingar
aaaceraloaro, para .Jar cjmpnmenlo ao3 ineus
devoras de ehronist, com > agora fag '
t A* aaiubas anteriores raissivas tein causado
seria iinpresjia ao triumoirato, <\ e a |ui se f-r.
cargo da iagior a (rea de diarimir a actual admi
niitragao, que alia* tem merecido a benevolencia
de totes os horneas justos e imparelaes di provin-
cia, ejae "> Pc(uam com a immoralidadj e cor-
raneao.
Patsava o EpHmmadis qae, mandan 1> estam-
par MM apaixonadas e en veri Jica* apreeiagas em
am jornal do provincia estranhi, o negocio passa-
aapercubillo. que niagu-sm I ha pona em-
barf* ligeima-
Ojee lllusaa! Fatal engao I
Hof* o desap:mntimento dos detractores do Sr.
Dn los Evaristo visivel; elle* teem-se visto
acaadas sob o peso da opinilo publica, que os
airotaUa de todos os lados, e fogem sutoria dii
sem eeerptas, ameagando ceas e trra I
Cima-rae qae para ah segu ueste vapor ama
vgrrini lrpe e immanda, elaborada contra esrlo
cidadit que ora reside oessa prac, em de ao sao tubo dito sobre os ues escri vio hadares,
como defosa aos actos ai actual vice-presidencia.
Cieauanto me persuad, ser isto exacto, qua
osladores torio da victima de seu despeito eathe-
cohea ro'poitt, sois que capaz de dar-lh'a de
toltl as farotas, lo 1ava aguardo s publicarlo
daasa aoieacadora diatriba para par mtohi pane,
aoroeu-l como entender 'justo e conveniente, em
reiaelo ao assampto de qae me tenbo occapado
Divo ootrelaato, considerar que o expediente
dootoravol pelas represiliis a qae dar lagar, e
est Joge de prolazir o effeito que se preteode,
parqao s os ssgaias, nesta trra, tem mlo de
carita. .,...-,
__Os ef ocios d admioisiracao da provincia con
fiadas i prudeocia edescricio do Exm. Sr. Dr. Jos
Fvaristo, marchara com sereoidade e placider.pro-
oiettetM e%ogar ao termo de sua derrota da mas-
no mo*s tnrqae foram eoceudos.
Coj os aovo* rocanos de que S Exc. die5e,
U SO a,n Midatnanio o catcamento desta capi- autoridades
tal parausado a aiguns raeies, por falta de lame-
rario e, havendo difficieocia de paralellipipedos
para o andamento de-ta obra, consta-me qao S.
Exc. trata de adquiri-los com brevidade nes?a pra-
ca ou no Uto &e Janeiro, donde vierara os primei-
ros por contrato effecluado pela sitaacao passada
com am^ casa commercial da corle.
Ditem-me mais que S. Exc, logo que o th^sou-
r provincial se desembarace do pagamento ao
funecionalisrao publico o atienda soluccao de ou-
tras dividas vencidas, que pesara sobre a provin
ca correndo aros, pretende emprehender outros
ser'vieo e mxima necessidade. qae reclamam
d admlnistra^ao serias provideocias.
Todos faiem fastica a bi vontade e desejos
aue nutre S. Exc. de contribuir, por todos os
meios ao 9eu alcance, para os melhoramontos de
todo genero, de que resente-so sua trra natal, e
espraos que, no curto periodo de sua administra
co Ibes dar o impulso desejado, satisfazendo
resie modo aaciedade publica.
T*ui apparecido no Publicador algnns artigos
.issign**>8 sob o peudonyuo Velho conservador
__ proTocaado a Ilustre rodaccao do Jornal da
i' i'-ahaba, orgio d; partido daquella denominara >
aesta provincia, para que defina sua po-icao "em
faca dos acootecimentos que so passam na corte,
en" seio do mesmo partido 1
Se palo dedo se conhece o gigante, nao me es-
trauho o tal curioso; e, portanto, torna-se notavel
a impertinencia com quejnsiste era semelhante in-
digaco a que a redac$o tfra respondido com o
mais justo e solemne desprezo.
Parece que o tal conehgionario deseja seguir
Me ou aquello valto poltico em sea caminhar l
pelo grande mundo ; se assira ple acnjnpanba-
lo desassombradamente qae, nem por isto, ficar
suspeito aos chefes da provincia, os quaes ? teem
obrigacao de delioir-se qusndo os directores poli
ticos di "orle exhibirem provas authenticas de
terom abandonado a9 ideas capitaes do partido
qae serven.
Creio qae ninguerase atrever a por em duvi-
da asste paiz a3 creocas polticas do venerando
Sr. viseouie de Itaborahy, nem de nenbum dos
m?abras do asloal ministerio ; as divergen-
cias, lamenlaveis por certo, qae se notara no par-
lamento, tem origera de todjs eonhecida, e nao
affeetam os principios cardeae< do partido conser-
vador, qae toda a cmara professa.
So isto urna verdade. que ningnem pode con'
teitar, a que vem a gtrimiaia do velho conser-
vtfat, de que mi tenho oceup'ado 1
Oictmt paduani I
O amigo Fructuoso quando v ara dos taei ar-
tigs, nlo deixa de concluir a leilura com o le-
gendario Ora bollas do lempo do progreso, que
tambsm pareco'-me maito apropriado ao caso.
__Contina desfavoravel o estado de segaran-
ca tadividual em toda a provincia, e nao sei al
onde ehegaremos com semelhante situacio I
Acabo da ouvir dzer que fdra assassiaado no
termo oa Porabsl o infeliz lente Joai de Carva-
Ibo Pornambuc/ to daquella loa *" *
A nitttia A "a nimia-cousideracao
por nao vlr d* -a como devemos
rer tompre no pV aito bem ser qae se
teatu dado ao aHo seria > o.-.e lamenlavel aconte-
cinaoaio. ^ :.__
Ouvi dizer que aqoelle offleial tinba-se aitima-
meate latrgado bastante naqaella comarca, por
actos de imprudencia, pratieadas contra pessoas
da todas as gerarchias ; o que chegando ao eo-
aedaseato da vce -presidencia, S. Exc. trata va
4a fazer ioguir ontro offleial para o sibstiiuir, in-
fJtlalo-o do cargo da delegada.
'-*w^ ar eploraval'o estado de barbaria a que tem
^*^ajatao o alta aartio, o qual oeeessita de ser po
naso com enorgia e aclividade; mas nao tenbo
Micas de ver melhorar sua situacio em
fnormaneeer a testa de to importante re
parttea* o actual ancciooario que a dirige.
fo qae ehogarem noticias mais precisas so-
bra a assassiaalo em queslao, Ihe farei a comrau-
oicaolo devid confirmando ou negando o fado,
eguadoi final veriflear-se.
Foraaa exonerados i seu pedido os promoto
* f^kiiaaa, hachareis Francisco Al ves da No-
t>raai>a|Sjaarea de Plane e Jos Vicente Maria
dalaWMa1lr,la do eir.
A aSaiatstracao da provincia lata com emba-
razas alo peqaeaos gara conservar as promoto-
rlai is ues comarcas providas de biabareis; e
Uta, aio s por causa da loogitude eos qae ellas
se acham da capital, erui pala pessima mmea-la
que esas lugares g>same tanto que mocos,
fnnidoj, all residaJtes o com familia, racasam
aceeit* es cargos, qae, aflis, abrem-ltws a
carreira da- magistratura I
A in.1 fama esl justificad* pelo* factos ; e, se
fr veridioj o assissinato do teueote Peroarabaeo,
entlo mnor-.M difflsnldaiss appareeeii) para o
futuro...
O estiraavel comraerdame desta prac, o Sr.
Custodio Dimingues dos Santos foi pscolhido pela
vce-presidenia para exercer o cargo de theeou-
reiro especial das loteras concedidas a beoefkio
das obras da matriz de N. S. das Nev?, pela lei
provincial de 11 de onlnbro de 1867.
A nomeario nai poda recahr bm um ciladao
mais apto e capaz da bem desempeohar lio espi-
no is i cargo, pelss garantas que offdrece ao pu-
blico em todos os sentidos qae se possa desejar.
Tiveraos, no domingo 3 do corrente, era a
igreja das Merei, a fs(a de N. S. da Penha, cu-
j imagem fii encamada com esmero ; sendi a
cjrenfinia da benclo respectiva feita na vespera
com tola solemnilale.
Terminon o acto com ama lalainha nonte,
que foi inuito concorrida de devotos.
R' mais ama inreoacio qie a pavo ter di* fes-
tejar nnaal mente, pois i foi eleila a mesa da
irmandale para o annp futuro, i esforcos do en-
earregado o Sr. Aaiooio Jo> Rimos, cajo nome
merece ser aqai consigaalo pab ze!o que tem de-
monstrado oeste piejos > intent).
Tenho a registrar dous obtos importantes:
Fallecen no dia 1* do corrate o Sr. tenante-co-
ronel Igoaciod) Reg Twcan) de Brilla, victima
de nos* febre inQammaiona.que resista tenazmen-
te aos e-f jti; is da melicina e aos cuidados de lo
dos qaamos o carcivam.
O fallecido dediem-sa agricultura, onde ad-
quiri urna modesta fortuna, casta -Se laborioso
trabatho, e era meiihro proemioeata do partido
liberal.
G isa va merecidamente dos foros di homem ho-
nesto, era de ir.'.o ameno e de maneiras Insi-
nuantes.
D jixou grande vacuo no seio de sna familia e
amigos, que o pranteam com justa cansa. -
Apesar da adversario em deas, faco jastica ao
seu carcter, e pee) a Daus qae se amercie de sua
alma.
Fmoa-se tambem na sua residencia de Plan-
e o Sr. coronel Jola Lele Ferreira, igualmente
merabro distncto do partido liberal daquella co-
marca.
Era chefa de numerosa familia, e pai do ex-de-
potado do mesmo nome, que figurou na represen-
tajo da provincia durante o periodo progres-
sisla.
O tinado contava 84 annos de idade, e consta
que teve am sabimento ass, concoma >.
Naufragon no dia 1 do corrale, nos baixos
da barra de Gramame, da nossa costa, a barca
americana Transit, em viagem los Estad is-Unidos
para Montevideo.
Lojp que a noticia chegon ao conbeei ment das
iridades competentes nesta capital, deram-se
as "deyidj^irovidmcias para acautatar o* alva.
dos.
Attnbue-se o sinistro ao raio lempo e completa
cerracao que ten reinado, ha algunas semanas,
na nossa costa.
O carregamento da navio consta de 7,648 pecas
de piobo de riga, de 1 a 4 pollegadas de grossura
por I a 9 de largara.
O leilo ter lagar no povoaco de Garugy, no
da II do corrente, e sera feito em presenca do
agente consnlar daquella naci e offlciaes da al-
fandega.
Foram entregues pelo consalado provincial
aos respectivos donas as 103 saccas de algodo
apprehendidas de fregueses do Sr. Nemeyer, coma
Ihe nolciei em data anterior, na obstante verifl-
car-se, segundo me dizem, ama differenca no'tave!
para menos do peso de embarque para o despa-
chado naquella repartcao.
0 consulado, procedendo da tal modo, leve sem
duvida de attender razes de mxima pondera-
cao, e de loavar-se na probidade e boa f dos ne-
gociantes, que, nao obstante, passaram por clicas
desagralaveis.....
Este faca, apesar da benevolencia da repartilo,
far diminuir a prodcelo das saccas crioolas, que
me consta ler lido ara progresso gigantesco de al-
guna tempo a esta parte, devido criminosas
negligencias.
Em todo o caso o Sr. major Carlos Licerda,
conferente do consalado, prestou um aervico reve-
lante ao fisco, que convm sejajmitado por seus
collegas de repartilo, e pelos cooferentes da al-
fandega, que tambem sao obrigados ao repeso dos
gneros despachados ao acto do embarque.
Tronxe tambem outro beneficio, que foi abrigar
o Sr. Nemeyer a abrir o olha com os algodes qae
passam debaixo de sua inspe"cao, sob pena de
levar gato por iebre, do que hoje ja esl convenci-
do, senao prestar ao assnmpto acarada altea-
cao.
A 2* sessao do jary desta capital, que abrise
no dia 23 do passado, sob a presidencia do Dr.
Costa Ferreira, juiz de direile da comarca, encer-
rou-sn no dia 30, julgando os segaintes reos :
1." Ricardo d'Assumpclo Lima, acensado par
homicidio. Foi condemnad) a 6 annos doprisao
cora traba Ibo;
2. Roberto da Silva Pinto, processado por crirae
de feriraentos e offensas physicas. O procasso foi
julgado peremplo;
3.* Francisca Mara da Conceico pronunciada
no art. 202 do cod. erim. Fot absolvida;
4.* O crioulo Braz, escravo do tenente-coronel
Jos Fernandos de Carvalho, que mtou o feitor
do engenho Tabocas. Foi conderanaoo a gales per-
petuas.
A vista do que occorreu sobre as taes saccas
de algodla appreheodidas, de que cima fallei-lhe,
os Srs. commendador Carvalho e Camacho, nego-
ciantes desta praca e fregaezes do Sr. Aagasto Go-
mes, teado de fazer agora avallados embarques
nos navios carga, obrigaram os confer entes das
repartieses a verificar o peso de seus algodes com
os despachos, trabalho que se fas com minucios-
dada do modo mais satisfatorio, pelo qae loavo o
escrapulo dos dignos negociantes a que me re-
dro.
1 No dia 30 do passado, despaebou se para
Liverpool o brigue norueguense Bergliot, manifes-1
tando urna carga completa de 1,000 saccas de al-
godo.
Achara-se i carga, neste porto, com o mesmo
destino, os segaintes navios :
Brigue inglet Wyecliff
Barca Magnolia
Patacho sueco Diva S.
Entrarais na semana Onda, de 26 de agosto
a 2 do crrante, para a raparticao do peso publico
268 saccas ne algodo, que se venderam a 74200
por arroba.
Nada mais occorre-roe para dizer-lbe na
presente occasiao. _______
AMAZONAS.
O presidente da provincia marcara o dia 5 de
dezembro prximo rindonro, para a eleleio dos
depuiados provincia*', que tem de funcelanar no
biennio de 1872-1873.
No dia 10 de agosto i 1 hora da tarde relata
o Jornal do Norte, os escrotos dos Srs. Amorim
& Irmlos tocaram fogo em um rogado coutijuo a
roeinhaVista Alegre.
i O fogo em poneos mi untos dominou tola t
extensio do rogado, cajo mallo eslava secco.
t As grandes chammas-qae levantava o fogo as
partas onde o matto era mais extenso, conduziam
cenielhas al enorme distancia, algunas destas
centelhas cabrado sobre a casa do padre Manoel de
Cupertino Salgado, arradada do rogado cerca de
seis bracas, Ineendarau-na e em poueo momaa-
los eslava essa habitagao reduzida a crazas, bem
como parte dos trastes, roupas, papis e louga.
c Felizmente no houve a lamentar a perda de
vidas.
< O f)go era de tal natureza vivo, e alteado pe-
lo vento, que ia comprometiendo outras casas de
palha que ha por aquellas circunvisinhangas.
a dia 12 fundearam em Mansas es vapores
Ariman e Guajar da Campanhia Fluvial, aquel-
lo viudo de sua viagem mental ao rio Madeira, e
este da viagem da iniuguracio da quinla liana
contratada para Serpa, Silvas, Villa Bella, Ande-
ra, Conceigo, Abacaxis, Canuman e Autaz.
No da 15 fra levantada a cumieira da no-
va igreja matriz de Manos.
No dia 15 pelas 7 horas da nonte, um indi-
viduo cajo nome ignoramos, impulsado pelos ef-
failos da caxaga, cabio no litloral. em frente casa
dos Srs. Tury & Irmla. Depois de loeaar por al-
gum tempo dentro d'agua e sem a menor esperan-
g;> da salvar-se, um marinheiro da alfandega que
ouvio alguns gritos, aproximou-se ao lagar, e re-
conhecendo ser urna pessa que eslava afogando-
se, atiroa se ao rio com ara do salvar ao infe-
liz, o qua consegua com rauito risco de vida.
PARA.
Lemas no relatorio da presidencia da provincia,
na abertura da assembla provincial :
c No relatorio do director geral da insirucgao
publica, que vos ha de ser presente com os res-
pectivos documentos anoexos, encontrareis mu
minuciosamente desenvolvido o contexto do novo
regulamento, como do anterior.
< Segundo o relatorio citado, ha na provincia
actualmente 106 escolas publicas, das quaes 84
sao para o sexo masculino e 22 para o feminino,
estando matriculados, primeiras 4,149 alumnos e
as ontras 6 0 alumnas.
c Das escolas particulares s ha maopas de 9,
sendo 6 com a matricula de 252 alumnos a 3 com
a de sessenta alumnas.
c Ha 7 collegios particulares de ensino mixto
(primario e secundario) com a matricula de 727
discpulos, sendo 517 do sexo masculino e 210 do
feminino.
c No collegio das educandas do Amparo estao
matriculadas 196 alumnas que frequentam effec-
livnaonie as respenrvas antas.
< Em resumo : achara-so matriculado*, de ara
bonos sexos : -'--
as escolas publicas 4,809
as particulares 1,135
044
c Ensino secundario. Noanno fiado matfu-
larara-se no lyceu Paraense 137 alumnos, inclusi-
ve 8 da escola, eolio existente, de ensino prima-
rio, e 6 da aula de leehenologia.
t Foram examinados 66.
< Sendo :
Approvados' 53
Reprovados 13

66
< Se a matrcula as escolas publicas sigoificas-
se progiesso na instraegao, podamos lisongearrao-
nos de que a esie respeito a provincia do Para,
em proporglo da sua popnlagao, achava se na
vanguarda da todas as suas irmlas. >
Lemos no Diario de Beln :
c No Vapor Paraense-ehagado da Europa vie-
rara os carros com rodas guarnecidas de borra-
cha qae os Srs. Mouro & C. mandaram vr para
estabelecer nesta cidadea empreza respectiva, de
c>n formulado com a autor isa gao qae o an:.o pas-
sado obliveram da assembla provincial.
Os emprezarios pretendem fazer a experien-
cia qualquer dia desles antes de estabelecerem a
nstallagao da via, qoe ser bem suecedida a ex-
periencia, ter lugar no dia 7 de setembro pr-
ximo.
t Ante-hornera (24) pelas 5 horas da tarde teve
lugar no Cassino Paraense a installagao da Asso-
ciaglo Typographica Paraenie. O acto esteve so-
lemne e bastante concorrdo.
o E-ti vera m presentes S. Exc. o Sr. presidente
jar-mirim, al ao eoraoio da Botivia, percorrendo
teda urna extensa xona.os departamentos do Be-
ni e Santa Croa de la Sierra, em que a Creacio
espalhou copa mios prodigas as mais fibulosas ri-
< Val unir-no* o oommorcio oom um doto ri
qnisauno, qoe com o escambo dos nosssos gne-
ros ha de&ter o escamba de ideas, fortalecendo
os lago* qm prnCfln e hornera aa feamem o tra-
balho eommua. So eograndeciraento S*esta bella
parte da Ameriaa. >
c Chegon da Europa na paquete ipgfez Paraen-
se, o Sr. capitaa de cavallaru do exereito allemao
Ezequiel B. Arevala, que* condecorado com a
Cruz de ferro. O Sr. Arevalo, fez a campanha
franco-prassiana no exereRo n. 2 do principe Fre-
derica Carlos, regiment dos dragoes n. 2, divisa)
n. 25, segundo arpo do exereito.
< O Sr. Are ralo segae para o Peni ttrra de sua
oaturalidade, onde Vat offerecer ao seu governo es
seas valiosos sarvicos, a que; di subido valor a
experiencia que adquiri na erudelissima eam-
^TATrfa
OIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE, 9 DE SETEMBRO DE 1871.
Yoilcla do uorte do Imperio.
Amanhaceu ante-hontera em nosso porto o va-
por Cruzeiro do Sul, trazando datas : do Amazo-
nas al 23 a do Para at 30 de agosto, do Mara-
nhio at Ia, do Cear at 4, do Rio Grande at 5
a da Parabyba at 6 do crrante.
da provincia, S. Exc.Rvma. o Sr. bispo diocesano,
Dr. chele de polica, general Bruce, inspector do
arsenal de marraba, commandante d corveta Ma-
g e tantos outros distiocios cavalneiros que pros-
surosos correram a brilhantar a fasta da civilisa-
gaa, (esta imponente que ha de marcar urna po-
ca bem memoravel para os filhos de Gutemberg.
c A assembla prdviniial, as sociedades Viole e
Oto de Julho, Dous de Dezembro, Club Luterano,
Artstica Paraense e outras, ahise flzeram repre-
sentar, sandaodo e animando to louvavel passo
na senda do progresso. >
K Ante-honlem (17) o nosso preslimoso SJgo
Dr. Freilas reuuio era sua casa varios cavaMH-
ros, com o fim ae crearem urna assaciaclo^iara
auxiliar e desenvolver a insirucgao popular, r t
i A idea foi unanimiraente acolhida pelos ca-'
valheiros presentes, os Srs. Frailas, Nones, Valen-
te, Lobato, Tocanlins, Almeida, Mendes, Cruz, co-
ronis Magalbles e Pinheiro, tenante coronel Me&
lo, major Barata, Manoel Roque e Rodrigues.
a Seguio-se larga discussio sobre os meios de
elevar a effeito tao til associacao.
c Foi nomeada urna commissao composta dos
Srs. Freitas, Nunes e Roque, para formular os es-
tatuios.
Lemos no Diario do Grom-Por :
Seguem para o Madeira o hiato norte-americano
Silter Spray e o pequeo vapor Explorador, per-
tencentes ambos a National Bolivian Navigation
Company.
< O hiato conduz a sea bordo um vapor cha-
mado Mamar, e que tem as dimensea e teio do
I Rio Branca da companbia Fluvial do Alto Ama-
zonas, ora ancorado em nosto porto. O Mamar
ba de ser armado na regiao das cachoeiras do Ma-
deira, para completar a via de eoromunieagao
que se vai estabelecer entre a Bol i via e o nosso
porto.
t Alm d'eates poderosos elementos, cont a
Madeira and Mamar Railway, de que a National
Bolivian Navigation auxiliar, ramios outros nio
menos poderosos, que desenvolvendo as riquezas
naturaes desta regiao, multiplicaran) as (oreas
productivas era exterilisadas em consequencia das
enormes diffleuldades creadas pela natureza do
solo em que ellas vegetara.
Ha em Landres carca de 80,030 toneladas da
obras de ferro, ralis, wagons, locomotivas, dep-
sitos, etc., qae bavemos id ver chegar em breve
ao nosso porto, e que s/destinadas ao estabel
cimento da estrada de ferro, que deve atrav
a scelo das cachoeiras, de Santo Antonio
jarmirim. '
< Nos Estados-Unidos eslo em censtruccio os
vapores que bao da navegar,entre o nosso porte
e o porto em que cornaca a estrada de ferro, Saa-
to Antonio, e do extremo da ai
abela-
de tarro, Qua
aodega renden de 1 a 29 de agosto
390:7311650.
BTrwwHlo.
; No dia 29 de agosto assnmio as releas da
administradlo da provincia, o Exm. 2* vice-presi-
dente deserabargador Graca.
A presideeeia da pro vi acia ordenon ao ad-
ministrador das obras publicas, que, conforme o
orgameato por este presentado, da importancia
do 11:2884000, raandasse construir ama casa jun-
io ao hospital da Santa Casa da Misericordia, do
lado do norte, fim de seren a ella reeolbidos os
alienados.
A viuva do negociante Jola Pedro Ribeiro
de* caria de liberdade, no stimo dia depois do
em que receben a noticia da raorte de seu esposo,
sua escrava Severa, de 16 aonos de idad.
No vapor Braganca chegaram as pegas do
vapor Gomes de Catiro, da companbia de uavega-
oSo i vapor.
A alfandega rendan de 1 a 31 de agosto
224:639*770.
f.KAB.
Em 4 do corrente esereve nosso correspon-
dente da eapital:
Preso-me de ser pontual, e por isso pego Ihe
deseolpa, por alo ter-lbe escripto pelo vapor pas-
sado, o que foi dovido motivas indopendentes de
minha vontade. >
< Follzoaeote, porm, a falta nao ae tornou sen-
sivei, porque nada havia de nava, que merecesse
ser referido.
f Kffeetuou-sa na sanio de 28 do mez passado
da assembla provincial, o jalgaroenlo do Dr. Da-
ro Fortuna Pessi, jais municipal de Canind,
euio resoltado foi a coodemnagao do mesmo juiz
3 amos de soapaasio, mnimo do art, 129 i 6*
do Col enra. .
c E-teve n'aata dia replecu de espectadores a
assembla provincial, palo iateresse que insprava
a queslio, e para (erem a prazer de ouvir aos ora
ao luasanw aario a i$kn$i-o tm*
AreiMMLfineM adwagaia aecuaado, e os
_Jr-Dr7fmatft aapia Cosuvo, como
broa da commissao aecusadora.
c A dtscassSa esieve bonita, e correa com toda
a calma e conveniencia, eoeerrando-se s 8 hora*
da aoule mais ou menos.
Comparecern) maitas senhoras e era tal o
concurso de pavo, que o recinto da sessao foi in-
vadido. Os discursos daquelles seohores slo dig-
nos de ser lidos, quer pela belleza da forma, qaer
pelo vigor da argumentagao.
i E', suppoho, a tercera vea em que a nossa
assembla exerce tao imprtanles funeges, e ape-
zar de ser contestada a sna competencia, creio
que esl em seu dir-ito a'face do acto adlicional.
o Seja, porm, dito de passagem, e sem foros
de opinilo, porque nao son versado em direito, e
nlo quero meltor a mi) aa seraalheia.
t O bacamarte dos sicarios cont A\ fazer vc
timas,sendo para lamentar, alm de outros, o as-
sassinato do alfares honorario do exereito Joaqun)
Al ves da Rocha Questia, commandante do desta-
camento da villa de S. Francisco. Esse bravo
offleial, tendo noticia de que o facinora Jas Ga-
briel se achava horaisiad > em urna casa, foi pren-
de-la f.izendose acompanhar de urna pequea es-
colta ; mas o assassioo canseguio evadir-se, e fi-
caado em seu lugar um celebre Joaquim Prata,
asta dlsparou um tiro no afores que cahio instan-
tneamente morto.
< O assassino felizmente foi preso, e enrgicas e
promplas providencias foram logo tomadas pelo
governo, que est seriamente empenhado em ex-
purga' a villa de S. Francisco e tada a comarca
da Imperatriz dos facinoras que a percorrem com-
raeltendo toda a sorte de crimes. Parti para l
o alteras Sarapayo, levan lo farga. Muito ha que
esperar d'esse moga que, alm de valenle, suudo
e de ptima conducta.
c Pela polica de S. Mathens acaba de ser cap-
turado uma d'essas feras, que causam horror
sociedade, e que commellea os segaintes crimes:
f Amasioa-se, ha tres annos, com uma sua filha,
e tendo tido d'ella dous filhos, f la abortar o pri-
meiro com uma surra que Ihe deu, e enterrou o
segundo apenas nasceu.
c E bavendo a infeliz procurado ltimamente
evadir-se, tentn aquella fra, qae chama-se Fran-
cisco Rodrigues das Chagas, poninas veze3 mau-
la, dando Ihe tiros de emboscada. E' at onde po-
de' chegar a perversidade I
s A assembla provincial foi prorogada por 10
dias.
( Renden a alfandega no mez lindo..........
130:307#338.
Sao da ponca ira poruera as noticias cora-
merciaes, tendo baixado o prego do algodo e de
outros gneros, viata das noticias da Europa e
d subida do cambio nessa provincia.
RlO GRANDE.
Da capital nos esereve em o do correte nos-
so correspondente :
< No dia 20 de julho entregou-se a prisao na
villa do Pao dos Ferros o crimiooso Manoel Vi-
cente Ferreira, nm dos autores do brbaro assas-
lioalo de Manoel Pompea do Amaral, no-da 10 de
setembro de 1865. *^
a Aquello termo, o mais remoto da provincia,
sempre fci theatro de horriveis faganhas.
f Anda, ha pouco, foi encontrado morto, no lu-
gar Pao Bronco, do districto do S. Miguel, o infe-
liz Manoel Gomes de Jess, com* um tiro e 32 ta-
cadas I
< As autoridades locaes, com qoanto tvessem
procedido a carpo de dilicto e s aecestarias de
ligencias, para deseobrir p autor ou autores de
tao atroz alternado, nada de positivo poderam con
seguir; pelo que, segundo consta, o Sr. Dr. chefe
de polica mandn proceder novas e mais minu-
ciosas indagagas coat o flm de tornar conhecidos
os assassino e capturaMoa.
f No districto das Ofkinas foi preso o remet-
tido para esta capital nm tal Luiz Soares, como in-
diciado em crime de tnorte.
t Ao chegar rreparticao da potlcia a a vista de
nacas offlciaes, qoe seachavam no archivo, veri-
Scou-se ser elle o reo de nomo Pedro Ferreira da
Gra, pronunciado em Canguaretama no art. 193
do cdigo criminal, pela morte do indio Tertuliano
c A provincia lata com difflculdades floancei-
'"' 0 Exm. Sr. Dr. Dalflno, com o Uno e circums-
oacco de que dolada, vae tomar providencias
Enordem i minorar emelbana.estadode consaj.
c Todoa tem os oinoa filos na safra do algodio e
do aasuear, safra em que mnila gente falla, espe-
rando meios de salvagao.
< Algnns, porm, os mais sceptieos, nao con-
fiara rauito nesse rama de roceita, tai fallivel, acre-
ditando antes qoe, acabados os privilegios das ca-
sas Morror C. e Graf, como esto a ultimaren;
se, cortadas desde j algomaa despezas, entre as'
quaes flguram as que se fazem com professores
interinos, entlo sim. ainla haver remedio para se
prevenir maior desgraea.
t Approxima se o dia da reuniao da assembla
provincial. S. Exe. ja tem e.- ludada os meios de
remover a cri.se, a assim de crer que em breve
todos estarlo contentes e salisfeitos.
c Agora mesmo S. Exc., autorsado pelo art. 4
da lei provincial o. 627 de 22 de noverobro do an-
uo passado, acaba de fazer algumas modifJcagoes
no corpa de polica, dispensando 2 capitaes, 1 l-
ente e os sargentos 1 l* e 2 2", 1 ajudante a ou-
tro qnarlel-mestre, resultando desse acta uma eco-
noma de cerca de 500* mensaes.
c Foi demittido o delego lo de polica do Ass,
Luiz Jos Soares de Macedo, par assim o haver pe-
dido.
t Hantem o capillo Antonia Pinto de Moraes
Castro assnmio o exereicio do cargo de thesou-
reiro da faienda desta provincia.
Mi-de Deni, bavendo como nos consta, envidado
esforcos para ora feliz xito. Antes da feoaa, aa
cojo Evanotiho prega o Rvd. Manoel Joao Coaees,
lente de dogma do seminario, aroceda-se bs-
elo solemne da imagem, qoe larde aaa em pat-
cissao a roda da igreja ; recolhida dila proeMate
entra o Te-Deum, orando o Rvd. vlgario doa Ua-
tes, Floriano de Queiroz Coutinbo.
i A's S horas da urde de hoja ba veaporaa, 'da
madrugada mlssa cantada, segnindose algnaaa
missas resadas, sendo a das 7 horas do 2 dt
fantana, e das 8 a dos manaos do ai
guerra. Na capella-mr da igreja estar i
ca a augusta effligie de s. M. o topera
perpetuo da mesma confiara.
1 A* NOSSA SNHORA DO LIVRAMEllllJftaTl
versos, que proposito da festividad* da rtiuaasaa at
do Livraraeni i publicamos em seguida, toraas ar-
ganiaados por um devoto para serem caniadoa ao
. terco da mesma senhora :
Coro
A vos louvores sa canleio
De filial sanlimenlo;
Terna Mal dos peceadores,
O' virgen 4a Livrameato

w.
PERMMBUCO.
REVISTA DIARIA.
SE TE DE SETEMBRO.Ti veram lugar oa feote
jos oUlciaes ao auniversarlo da nossa emancpagao
poltica, com as solemnidades do estylo.
A parada esteve magnifica pelo garbo e gentile-
za das tropas, e o conejo effligie de S. M. o Im-
perador foi muito concomio. Poneos edificios
particulares estiveram Iluminados, o que contina
a.ser bem exlranhavel em ama populagao que se
diz amante da sna independencia e da liberdade,
sendo corlo que o dia 7 de seiembro de 1822 vi* |
realisar-se o mais vantajado paseo que temos da-
do como pavo, no sacrosanto caminho da liber-
dade.
Releve-se-nos, pas, que nos mostremos resenti-
do por'um indffereatismo que nos obstemos toda-
va da qualficar.
ESPECTCULOS.No dia 7 bouve espectcu-
los era grande gala, lano do theatro da Santo
Antonio, como no pavilbaa Santa Isabe, fuoccio-
nando em ambos aa respectivas companhias da
Zarzuela bespanbola, e sendo era ambos cantada
o hyrano nacional.
No theatro de Santo Antonio a coropanliia caf*
too a zarzuela o Toque i Almas, tanto cantado na
aoite anterior Um Ikesouro escondido. Arabas as
pacas agradaram muito, lanto pela msica em si,
quanto pela execuao que foi feliz.
Confirmase o juizo que fizamos de ser a nova
companhia, qae trabalha no Sanio Antonio, bem
auaW) ir. Amulmif itaa **a*-
da a fat gaaio oovi-la.
Os artistas foram applaadidos.
GYMNASIO PROVINCIAL. Os alomaos, deste
importante esubelecimeoto festejaran) o memora-
vel dia do independencia do Brasil com un lindo
e variado espectculo gyranastico e dramtico, era
um pequeo scenano elevado no fonda do sallo
de recreio, servindo tolo o restante de sala de es-
pectadores, estando os irapesios, argolas e barra
dxa montados prximo da bocea da scena pela
parte exterior.
A's 7 horas da noute coraegou o espectculo,
era presenga de cerca de 80 senhoras e duzenl.s
e tantas cavalneiros.
Logo que a orchestra, sob a direcglo doJ.'B.
de Mendonga, digdo professor de msica'do esta-
belecimento, execuloa ama liada symphonia, co-
raegou o espectculo.por cantarera diversos alum-
nos o hyrano da independencia, ante o retrato de
S. M. o Imperado'-, recitando logo depois quatro
alumnos poesas anlogas ao da, sen lo muito ap-
olaudidas.
Representaran)-se depois as lindas e chistosas
comedias Raides da epocha e Flix feliz, canlou-
se urna bella baronrolla, e exhibise ao depois a
scena cmica Pitadas do velho*osme, agradan-
do em, geral os alumnos enerregados dessas par
tes, sabreludo o alumno Emilio Arabrozio pela na-
turalilade e espirito com que deserapenhou o ve-
Iha Cosme. A barcarolla foi cantada cora goslo
pelos dous jovens
Os intervallos forano preenchidos cara exerci-
cios gymnasticos no trapesio, na barra lixa, saltos
morlaes e peo arco incendiado, grupos oyrapicos
etc, notando-se sobre ludo o difflcil salto de Ni-
gara, que fai realisado com maxia)a perfeico
pelos alumnos Maciel Pinheiro e Gondim.
Os pequeos artistas foram applaadidos sem-
pre com grande enthusiasmo ; receberam coras
e ramalhetes, e foram saudados com poesas que
realgarara seu mrito.
E' sorprendente a agilidade e destreza de meni-
nos lio toaros no exereicio dos trapecios, vencen-
do difficnldades como a da salto de Nigara, que
todos maravilliou I
A perfeiga desses trabalhos, nao havendo no
Gymnaso professor especial, revella grande pa-
ciencia e persevernca do incansavel regedor do
estabelecraento, queor rendemos cordiaes pa-
rabens Dlo progresso notavel que tem conseguido
dos jovens alumnos as horas de recreio de sua
laboriosa lida Iliteraria.
O Rvm. Sr. conego Rocbael facullou aos alum-
nos convites para suas familias, parentea ou cor-
resoondentos aasislirem ao diverttneoto, de que
damos ama legeirae incompleu noticia, e o gran-
de sallo ticau replecto de deslindas senhoras e
estiraaveis cavalheiros, que todos retraram-se pe-
nnorados das maneiras delicadas, com que foram
recebidos e tratados pelo digno regedor o demais
empregados do estabelecimento que, a porfa, pro-
curavam encher d1' attenges aos cireustanies.
Foi uma noute de gso innocente e deleilavel,
que nos deixou no espirito as mais agradavois sen-
sagaes.
Dirigimos nm brado de aoimagle ao infaligavel
e zeloso Sr. conego Roehael, digno regedor do es-
tabelecimento, encorajando-a a proseguir na senda
| trilbada al boje com tanto proveile para a ju-
venlude confiada aos-seus cuidados.
MEZ DOLOROSO Comecaram effeclivamenle
na qutnta-feira 31 do-prximo passado, os exer-
cicios do mez doloroso na capaila dos Milagros em
Olinda, que vio sondo aisistdos por crescido no-
mero do fiis do Oh'nda e do Recife, notndo-
se em todos o respeito devido a casa da Daus,
recolhimento e attencio ao actos. As jovens
collegiaes de Santa Thsreza acompaohadas de
suas dignas directoras, nlo teem fallado es-
ses santos exercieios, 4 que dio rauito bnlbo as
salves, qua em lauvor da Me de Dous cantam
com multa harmona e melodia. Os versos, que
sao cantados em coro, teem sido executados pa-
las Exaas. aftas do Sr. Dr. Queiroz, que se de-
rara ao trabalho de estudar nova msica a de
muito gosto.
O Exm. Sr. vigaro capitular tem oceupado a
tribuna sagrada todas as urdes. S. Exe. Rvma.,
profundamente versado na escriplura sagrada e
aa vida dos santos, eam.vaalagem falla aos cora-
edas de seus ouvintes, que desejam ouvi-lo cada
dia. -
CONFRARIA DO LIVRAMENTO.-Amanlaa ce-
lebra a confrara do Livramenta a fasta de aoa
padroeira oom a magoifioanoia devida ao coito da
Vinde, arebanjos dos caos,
Louvar a Mai de Deu*;
Emprega as vossas votes
Em cantar louvores seus.

E tambem, almas justa,
*Qua tormentos padecis,
Ealaai vossos louvores
Nao chammas era que ardis.

Por quanto nos Ihe devemos
De mercez e de favores,
bem qae boje ibe paguemo
Em obsequios e louvores.

Se nos do inferno tememos
Os rigores e tormentos,
Bem que nos soecorramos
A' Virgem do Livramento.

Que publiquen) os perdidos
Todos cheios de peeeadoa :
Quando ebamaram por vos
Se foram desamparados?

At o mesmo demonio
Se qn"ixa raivosamenle;
Por ibe tirardes das garras
O peceador penitente.
a
Nio'ha cousa qoe consola,
Nem qoe d mais alegra,
Que no coracio trazar
O Livramento de Maria.

1

i

-:*


Em vos, doce Maria I
Para sentir em nossa alma
Grif prazer e alegra.
Deas nlo fez maior belleza
Nem mais doce condigio ;
Do qae pelo Livramento
Ter a nossa salvagao.

Neste Livramenta o liatrr'
Vira tanta perfegao ;
Que ficra cora tal visf
t.lieio de admiragio.

De Mara o Lvraraento
E' amor omnipotente;
Que nos devenios louvar
Com o affecto mais ardente
*
A' Maria soberana
D'ontros cantares digna,
J que e fraca a voz humana,
Se dirija a voz divina.
J que vos lanto agradastes
A' Deus, nosso su.un o bem :
Alcangai que inda o gczemos
Na gloria comvosco. Amen.
ADMINISTRADO DO CORREIO.-Esla repar-
t gio arrecadou* o mez passado 6:5784040 ri?,
sendo: ^
De estampilbas postaes 2:8974320
De portes de cartas 1:987*720
De assgnaturas lOOjOCO
Da mulus por infraegoes 70SOOO
De premios 30*000
De movimento de fundos 1:493*000
DINHEIRO. O vapor Cruzeiro do Sul trouxe
para os Srs.:
Viuva de Guilherme da S. Guimarles 2:000*000
Antonio Pereira Ramos de Almeida. 8C0*0Ou
E. A. Burle & C. 6601000
Jos Rodrigues de Souza. 100*001
ACTO DIGNO DE LOUVOR. O Sr. Antonio
Joaquim Cavlcaate de Albuquerque, proprietario
dos eagenhos Brilhante e Tapugy, da comarca do
Cabo, acaba, por acto exponuneo de seu genero-
so coragao, de declarar livre o ventre das suas 23
escravas, bem como de todiS aquellas que possa
vir a possnir por qualquer titulo. Aa benefkiaih-
cbamam-se : Valentina, Ignacia, Mara, Jacratt,
Joanna, Gertrudes, Venencia, Martinba, Maria,
Miquplina, Mara, Clemencia, Justina, Joanna, An
toma, Eugenia, Felicidade, Qaiteria, Marianna
Mara, Lalza, Francisca e Cosraa.
O no ne desse digno agricultor merece figura-
na historia da emancpagao no norte do imperio.
MSICAS E MOLEQUES. Felizmente, gracas
s medidas tomadas pela polica, e aa providen-
cias empregadas pelos proprielaros dos vad > -
que coslumam acompanhar as bandas de msi-
cas marciaes nos dias festivos, nenbuma occarren-
cia dasagradavel houve na nonte de 6, era no
dia 7 do corrente. Todo passou-se na mais bella
ordem possivel.
O Sr. Dr. chefe de polica merece encomios pe-
la solicilude qne empregou para que nenbuma
scena deploravel houvesse nesses diaa entre os
partidistas musicaes.
NOVO ATHNB.A sessao fauebro que devia
ter logar no da 10, em commemoragio i mamo-
na do socio honorario Dr. Antonio do Castro Alves
ftca transferida, em virtude de circomsiaocia
albeia sociedade, para quando de notase annun-
ciar.
Domingo s 6 boras da Urde havera sessao
extraordinaria da mesma soeiedade, para tratar
de negocios argentes, e sao convidados todos os
socios.
MSICA NOVA.O Sr. Colas Flho, compositor*
de msica, ji bem coonecido do nosso publico.
acaba de dar mais uma bella copia de *i n'om*
aova composigao que ntitulou sbti do ibtbmbro.
a qae teve o sea baplismo no dia 6 do correa
no dia 7, sendo exacoUda conjunctamente por
cinco bandas de msicas marciaes. O effeito
muitiisimo lisongeiro, poia que agradou eral
mente a nova obra do Sr. Cola*, o qual aoiettou
S. A. Imperial a regento a graca especial de acei-
tar oofferecimento d'esse trabalho, coMeattni-
qoe sao augusto nome orne o frootoeptew a par-
titura. "
<-



,v3$
i
......-nri MUJ, OHM
u
dJHeatotiubavGapito-
i', c > Ate
ra Taataoa |e
caj*MaJaJe*ajfeafe
s.
to 4
PROCLAMAS Foram lidos no -lia 8,
autriz da fregaezia de Sajte Antonio os, aroeiainM
fnintee: >
i.* JjgiB-:
Manael.Corra dajflaV c
nMiMn Azev,
PraMB Jo-e d
Carotina da Pon
liraa-l Francisc
teas.
Wo Jos T
David MorelW de u^dFoitor^aeffortugar^
en Francisca* VeigafPansa de Mendeoca.
Manoel Mamas Vieira" coa Horteneia Carolina
da Silva Santos. ;
loio Mauricio Loo Rocha, cono esquina Rrasi-
1* denuaeiacao.
Gnaodeneio Ana-lacio do Espiriio Santo, com
Ettsru Fraqeisca de. Usa.
MhmN> Ojncaltes de fraria a Silva, com T>. f>-
roMaallHlvjoa de Vasconcellos.
Jala Rodolpho Mannho Faleo, com leoeadla
Fraaeitca Pereira de Moraes.
aaeharel Nicolao pringues da Cunta Lima,
^^^t Ba^ TjiMHa ueuimho r/ooco de Leoo.
.* denuuoiacao.
(Cartea o tiogo Valeaca. con Atoa de Jess
2p
tanos
Macar de Mei-a, cora Filomena Ozoria
Maciel M.kMaL
de S Pareara, com Mara Pereira de
feateok) da Costa Barges, coto Augusta dos An-
jea sVrges. .
Ja Per eir da Costa, viuvo de Senhoriaba Ano-
Pereira aa Costa, oom Aaaa Rila da Ro.-a
Josa Seaves, com Mana Francisca da
4c Mva~ lavares, oom Auoa Maria da
fcOWHlA.A que se acha venda a 107*
IflMoio da nota iprej* da Nossa S ahora da Pe-
afea,ne corre do da lo do crreme mea.
JW&AGWttOS o vapor Cruseirodo Sul tron-
za a mu burdo, viudo dos portes do norte, ps se-
Biatas:
Joan Benito Ro, Isidro Alfar.$, Marques de
lord, Jos Peralta, -"veite, 'Guardo B. dos Aojos,
Macee! J**aanim, Ubalo.0 >j Lata io>aM M^raiia, Jos Pacheco Peaeireira,
Marta da CooceicSo, Jos Cardoso dos Santos, Ma-
sad Gomes da. Suva, coropel Antonio Luiz Alvo*
Peaoeao Jiiamr, e um erial'), Heurique da Silva
flaaanr Or. Jus Nicolao T-leouno doCarvalho e
nm eriado, Dr. Antonio de Souza Caivalho, Juo
Francisco Lirca Jnior, Juao Baplista de Maga-
Mies, Pedro Antonio dos Santos, Jos Moreira da
Silva, M. RuburW, Alfredo' Weher ( vire cnsul
ingiet no Rio Grande do Norte), 2 policiaes de
Pernamhm->, 5 rniino- < e 4 pracas de polica
da Parahyba, o um aajravu a estregar a Jjaqnun
Jos de Alenla Olive ira. e um ontro a entregar.
Sesnem pvrt o-Sul :
Tenente Ignacio A. i unas de Oliveir, Antonio
Morae-, Sanoei Casia a i:ir a, cdele Ptdro Ivo da
Silva Manriques, J .a.p'm Jos Rodrigues El vas,
Angasto de Abreu Garrea, Salvador de Oliveira
Mea-tes e nm eseravo, Cirnante Alvas. da Oliveira
Meadas nm eseravo, Mmoel Francisco Alve*.
Afastiah" TVmeira de CarvalOo, Juao Jo Sou>a C>-
taaaa, SO apiendixes da marinneiroa, 4 imperial,
1 daortor da armada, I sargento e 2 pravas do
aaercit', 19 eseravos a entregar.
CEMITERIO PBUCO.-Obiluario do dia S de
Setatafero :
Vieente de Castro, branco, Hespauh, Ai annos,
soiteiro, Boa-Visia ; apuplexia folmioan'.e.
Marta, branca, Pernambaco, '! inezes, Recife ;
uwrDliB ii.
Manoel Martin*, branco, Portugal, 3b* annos, soi-
teiro, Boa-Vi-ta ; phiy*ca.
Domingos lo-c de San.'Anna, preto, soiteiro,
38 a nao, Boa-Vi-ia, hospKal IV-ili i II; epilepsia.
Ignacio, braaco, Pernambuco, 6 mezts, Boa-Vis-
ta ; eovrolsoes
Obrhasm.escrsvo, pardo, Pernarabuco, 6 mezes,
Graja ; eonvulea,
. ft
m Francisco las &mij!>( ificora-ift o estado,
annos, militar, Bua-VUla cougeatao cere-
bral.
Jo* Oarreia de Sant'Ajana, pardo, Bahra, 57 an-
Bos, vioo, Ba-Vlto, hospital Pedro II; bexi-
gM,
Ad-lino, pardo, Pernambaco, 6 meze.', Santo
Anlomo; deniieao.
*ira Dsmiana da Concpico, preta. Pernamba-
. eo, SO anuos, solteira, S. Jos ; ulceras.
Mareellioa, parda, Pernambuco, 3 mezes, S. Jo
s ; espa>mo.
Lucinda, escrava, ^re, Pernambuco, 31 annos,
soltejra, B ia Visia ; b-xigas.
Joaona, brauca, Pernambuco; 3 mezes, S. Jos ;
angina.
Joaquini. branco, Pernambuco, 7 annos, S. Jo-
s ; eungeM > cerebral.
Virguii i Aquilina Guiroaies Sirces, branca,
Prrnan.buco, 50 nos, csala, Boa-Vista ; bydro
pericardia.
Antonio Francisco Carneiro da Silva, branco,
Percambu:.), 2i aoous, solitiro, S. Jos; hydro-
pesia.
Zulmira, parda,Penambuco, 15 mezes, Recife;
brxi?as.
Prepedipna, parda, Pernambuco, 6 mezes, 3. Jo-
s ; cuiivt.l>3e?.
Mariaana Candida di Silva, branca, Pcmambu
eo, 25 ldjs, solleira, Pifo da Panelia ; febre bi-
liosa.
ost aman
o qae cansa prejoizo
Sdff daf orhjem WgHm raistru.'betis .
V. S lllm Sr. Dr. Alfaro cba Cavalcante re
ge*4a.Cyi
tntrm feritm aV
acilB#ala
12 d aove
Mfena
(es fna da1
encmtni-o qoan lo ]
peajmle asaiw('i(3w I*1
x, rtccmrmnt ffi <*''""
A a>ni
RESUMO &"> BALANGRTE DA RECFITA
E D S"EZA D\ CAMARV MUNICIPAL
Dfl> iECIFfi, NO MEZ DE FEVERtlRO
DE 1871.
enkiicicio de 1H70 A 1871.
Recej'fa.
Saldo doroez de j, iiett o pro-
lim findo.............. S3:579580
Recoita arreadada no mez de
8Tcreiro............... 10:760^693

64:340*73
Despeza.
Importancia desmentida no
mez dd fvereiro......... 38:115,51279
Saldo qae passa para o mez
segumto................ 26:2244994
.....ii com urgencia, e reqoj
te as providencial tdispensaveis ao regular an-
damento de too ulll fstabelecitnenlo. D^a guard"
a V Rvma.Diodo Velho C. de Albuquerqn\9r.
regedor do gymnasio provincial.
4.* scelo.Palacio do goverao de Pernambnif
ero 7 de outubro da 1870.Inteirado do quaoto V.
Rvma. expe em sea offl ;io de 28 de seterobro ul-
timo sab n. ffia, teaao a der em respaila qae
approvo a encommenda e compra da serapnina e
do quartros da via-saora, qoa s toraam (caso-
rios aos eercios religiosos desse estabeleeimen-
to. Ao vajario capitular acabo de solicitar a ore*
cisa autorisa^o para a ass'stencia permanonte do
Saotisslmo Saew ment na apella do- iiiiw a-U
belecimenlo. E finalmente lomare nadevUa con-
stderacSo os mait objectos de que trata o citado ai-
ficto, -enerando que V Rema., emqnanto av?o f'
nomeodo um sacerdote para censor t capeo, l-
mala seu cargo oensino religioso dos ahimnos.
por ser o mais habilitado para iss, ltenlo o 2SI0
ide-iiencio deque lu dado provas. Daus g tarde a
V. Rvma. Francisco de Assis Pereira Rocha.
Sr. regedor do gymnasio provincial.
< ouiarca le IUaub.
Coogratulamo-nos com o Dr- Meoelo dos San-
to da Fonceca Los, pela brilhanie e oonviaeeate
resposta, qne deu ao jais de durlo dd sai cumar-
oa por occasiao deste ouvi lo a maoJado do preo-
dente da provincia, e do iniirao d'alma seatimo
profiotameote que o illustiad-i conseiheiro Dr
Diego Veln > Dio pesanJo as razo tf do Dr. Menolo,
das qiiaes Oca patate sua innoenca, anda va-
cillasse sobre ellas mandando a prumotoria pusu-
ca syndicar do faci e proceder na forma- da le
depii'n de verificar a exactido delle.
A deetsao proferida em favor do Dr. Menelao
pelo respeitavel tribunal da relaca > na sesso de 5,
do correle,"demonstra evidentementequaato e^aai
calumoliiss os constantes arantes do assocaraJo
contra o mesmo doatoi ao prucesso Trajano, sea-
do sustentada a sua pronuncit con-ra este e des
presafa- meria da rwpoaeehirtdade, qoefa-
zla al.irde a hao/a polif-a, d* aa fallados do
noso uliino.awige.
Sem nenhom proceeso, sem aadfcneia do Dr.
M^nclo, senrtonhecirot'nto de sua resposta puhh
cada posteriormente, aquella josjo e illostrado
tribunal com a simples analyse da falsa cerlido,
dpa termos qne a antecedern a pooeederam dos
autos, do procedimento posterior e anterior do Dr.
M-melao, pronunciando Trajas e fizen lo segn
sem perda de lempo a app.'lacao cam a publica
forma exirabida da respetiva petfci), nao besi-
tou no recoBbeciment da verdade.
A qae, ponanio, flearam rednzidas as aceusa-
;o's due Ub.eraes do Itamfc, dos inimig is da ver-
dade, dos legtimos pais da mentira i A qae por
owpgaiote esta reduiida a resposta snbserpta
peto Dr. Fe linio H-mriqne da Almeila oo antes aa
reaMa le defeza ao seu miim'j amigo, ox-esciivao
BalJolno Amando Freir 1
Responda-nos, Sr. Feiinto, nao e>t bem patele
a sna parcialidade, ser pivva/icac.o, na parase
legal, minislrande informac.5e* clanesiioaa e fal ni propoeilo de salvar aquelle seu conmen-al ?
S. S. por v. nira nao corar de vergoaha em lace
daqi-lla, recta deciso con aquee solemne des-
mentido as suas falsas proposites, s apoiadas na
vontade do seu senhoro a&sncarado-a qne.ii S.
S. mendigou a' sna resposta para favorecer o pre-
dilecto Baldo no?
Siro, Sr. Feiinto I
Era preeiso salvar o sea amigo, era. preciso ti
rar lodos os prove tos da amisade da seu BaJloioa,
era preciso nao tirar Ibe o pao que S. S. tinba se
coaipromeUido dar-lhe mand-ndo-o vir da, provm
ca da Paralivba onde ocenpava o lugar de alferes
e secrotario do oorpo d p .ihia a parj ?*a mi.
crincio da verdade eotrou inmediatamente nos
seas clculos, a mentira nao o alleircrisou, pedio
esta a defeza que aquella nao' tinha para si u
do:e e amavel cliente, sacricoa a missio de juiz
ao aliar da amisalo, e-queceu se om fim ae u
mesmo e ento |ungiodo ao poste a viciima de sua
prevaricarlo, nao ihotrogaio o amor affectuoso do
amor ao dver, embriagoa-se com a lembran;a do
primeiro e dissipou as vantageos do segnado;
falln lite emflm a coragema divisa dos grande;-
espiritos para dizer a verdade e e abysmo foi o
leito esculhido para a innocencia que S. S. immo-
lua ao seu capricho.
Entretanto, o respeilabilissimo urbana! da rea
cao, esta entidade coaslitacional col locando se,
como semjjre, cima dos caprichos e odios pes-
soaes, desmacaroa o pavoroso jais, profligoa sou
procedimeato o arrojou-o ao nesprezo.
K> c dha-se por tanto o Sr. Feiinto aos baslido-
re/, continu a pintar saas cans, deixando a bec-
ea, qua nao thassen:a, e convencido de ama vez
para sempre que S. S., como a momer perdida,
nm ente odioso a quem os sea* acariciao n'ura
n-lante de esqnecimento e 1< go o repelle! quan-
do Ine3 volta a lembraeja do que S. S. juslamen
te .
Continuaremos.
23 da agosto de 1871.
.4 mendiga da Escoda.
Aos amigos e ao publico en
geral.
A forma da respusta merecida, que polena
mes dar, do prompio as injurias o insolencias,
cuntidas as pub'icac.Ses apparecidas com a atsig
natura do Sr. Fraucisco Jos de Oliveira R>dn
gues ex-guarda. livros da casa commercial dos
Srs. Mirqoes, (Jarro* & C, nao a damos, nao s
em alienc.oa sociedad^ universal a qje penen
cemos, ao respeito que devemos a opin ao jubile,
eomo a inda por obedectrmos, as, lea di paiz ;
por j.-to europio dar someute, an'.es de ser pulve-
nsado o falso e calumoioao histrico que o mes-
mo Sr. Rodrigues fez de seu. prucesso rooi j/isla-
BMnte Instaur-do e enndemnado na sociedade
Retttiuracuo PerHf.mbucana arraslar a crimino-
so temerario a barra dos inbnaaes, aflm de ser
devida e legalmento corrigidoao qae j demo
principio.
O Justo.
entrados :m Ha 7.
7daselOhor
zmoo Sul, de lll
andaole Jos Amaro Ci
59, rga varios gneros;
'MSfS
s, eqmpagtm %; ,
otr>s u> cante; a
lino Gdracs Porto,
toorl Rezendo.
tiagaes da Silva.
i di i z.
Ja da Conceicao.
i Antonia de Souza.
Seoloro Ferreira dos Santos.
Antonio Firmlno dos Prazeres.
Igaacio Alves Mooleiro.
Feliz Jote Caetano.
**
. .Ai* mmemdii\
Patach aniBfteane nem
apitSa H. Btenr,-*m jgtro
Vit* loa^andaaMRls natMpa, d.,
&
Brasili
Bemve
Ciernen!
Bpara
ser publi
iano de
do Na
Tavari
da Con r
iutbo Uarq
ira dos Santo:
Pereira.
sto da Fansata.
rges deSiqaeirt,
calves tj|Faria,
r maodajLfajsaf a. Brscala qaa
pela impreosa.
B.hia-7 dia^bngu.nac.oo.1 Galgo, de "^^ee* Xea-bg* de fni.
* Tufres, eqaipaijem 11, Carga 12:4TO ar- tvJo-do Jory o eitrev.
roai daoaco*; i Fraiui co lH.Oo fiibeka
Francisco de Assii O'ivejra Maci'l.
O Dr. Francisco de Assis Olivtira Maciel, cavallet-
n#awUjMadf de Chrite e juiz de direito da pii
meira vara criminal da comarca do Recife, por
ana aaffestase o itapatador, a qoam Daos goar
de etc.
laca aakar qae athaoJo-w vaga un dos offtcios
de ubelliio de.notas desw cidade por desistencia
? d aerawiaaar- o b-jehartl J<4u Bapiisu da !>a, o
Guimare. .___
BaltbiBore42 das, escuna ingleza Eagte
Wtnq, 4 174 lanaMat aplo W. H.
BUke. aiuipagem 8, carga 179(1 barrica!
com farmlta e trfgro e ootroa geoero ;
Trieste77 das, paiacOo atjtriaco krmtia, Iqojyufia. (aLcjtea.to. aelo doaatUiiQ Daarte Coe-
de 33t to taradas, capitio G-aooim> Hflp- i Hw, convido pelo presente a qnem pretender dito
p|, aqajijHfaai 9, carga 2200 barric-a ''> a apreseatv oeste juizo no prazo de (
om ftrinhi dt trigo ; i. i. (lot^alfes
ataxias
Alfredo, fimo de Bellarmlna Francisca Lobo.
o. OIqq de Juina Leopoldina Monteiro.
, obrinna da /
Marones.
Joto, filho de Benedicta Mana da
Joo, Hito' da Porcina de Soau Ri
Cnrislcvao, Qlho de Mara Rita A(
cante.
Secretarla da Santa Caa de Misericordia do Re-
cife, i* de selembro de 1871.
KAecioUb-
regmento o reto qne Ibe falta
recoba-ea.afr madiea reas a tratar a rna do
Vi&rkWmemM&r, aseriptorio de Jos
Lopes Davim.
r
COMPANHIA
DE
BelUSo.
Navios sahidos n$ mesmo da.
RO da PrataPatacho oorte atUiaaa Johaa-
dias,. a coatar 4adata de-ue, sua, petcao datada,
aaetgBAda. pelo efteodeate, ou seu procurador, e
ac rapan bada de cerii'lio de ida de, Mha corrida,
ex'amede sulflciencia e mais docaiaenu s qae en-
teodef ooaieoiaol*', ssnd i lodos devidamenie sel-
na Hinlorm II, capitio Pwleaen, oarin ''adofc W co,aformi4aaodojd:creian.817 da 30 de
agorto de (831.
E para que chegue a notioia a todo* mandei
pasear o presen lp edita I ^ue ser publicado pela
Imnrensa, e a Alzado nos lagares do cottiume.
Dado e pas-ado nosta cidade do Recife aos 6 de
selembro de 1871.
E Florencio Rodrigues, de Miranda Franco, es-
iivaeo-eeeravi.
Prnufiistp de Asas Oliveira Maciel.
assocar.
Rio GrQ4e do SalBrigrje nac nal Tigpc
capitao Maooel Francisca da Cruz, carga
a*
Portos do Solyaaor nacional $rneito do
Sul, cummandatilt Ja^ A. Cardoza, car-
ga iltfl'dronleajgf-Qefo..
'^bsert'tfw..
Fondeoa r.o lana/io ama barca ingleta
mais nao te ve coinmuniojQo cota a Ierra
at mwo da. Apparece ao sul urna em-,
barcavao. i
ECITAES.
iTfST
RACOES.
0 Dr. Rulluo Cjeih da SiWa, jaiz municipal e 4%
orpbSo< e provedoria. do termo .de OMada. por
Sua Mageettde Iiiperial, que Deas guarda* etc.
etc. i ,jf^
Fa.co saber a quem o conheciroenlo deste pf~
tencer, que a reqaerinMDt do cooego Ignacio
Antonio Lobo, actual prioste da calhedral de
Oltnda, e em vinude do que determina o decre-
to o. 1695, de .13 de setembro de 1869, sao con-
viitados quaetquer icianies qae quriram arca-
malar o scravo Antonio, preto, de oaelo, ocoj
50 annos de idade, preaaaveis, do serwea do-
me-tico a 4a ma, do aompieieo Carta a aadto,
avallado por -'iWaOOO, peiwoeeme ao espolio do
Qaado Francisco das Ch^gas CavalcariW Pessoa,
Sara pagamento de que ficoa o roe-roo a dever
o aluguel dJi'casai om que morara, pertenr n:e
a Santa Quiteria, d'aqueila calhedral.
Os pretendentea apreealarao suas proposlas em
oaiita- le k las a eta..jaiz), no araso de 30 das
a contar da dala desl*, e pnderan, q'ierendo, ver
o eser^.vi en casa de resnkneia da iavaotaiian
te D. Cailiarina Olmd da Cuaba Nonre Pessoa,
ero a ra do Amparo dota ciiade..
E para qne ebesue ao conhecimeoto de lodos,
mandil l'azor o presenta dltal, qoe ser ai&udo
aos lugares do aeetuma 9 publicado pela Diario
de Pernambuco.
Dado- e passaylo nesta oiiade d* Oliada, or o
(.? de seteiac da 1*71.
Uaov bacoarel Fraaajae*-. Lns Cldas ecciiva.)
o esoren- Coeiho da. IAm,
E-lvaona e*UtapUde JO inutiisada na
forma da l*i.
Por osla secretara s tai publico que no
exame do habtlitaco havidb nos das de liado
correte, foram jnlgadas babilrlida as seehoras
D. Hosanna Orywpta Itezerra MMoT rf\-
D. Maria LeopoM'M afatiadn. ;
D Mari-i Can-tida Tueodor Alvos.
D. Francisca GaeoVs de Oliveira. f
Secretaria da iostrn'CJlo publica d Peraambu
co 6 *s setembro do l#7i.
O secretario,
Aurcliaoo Anju^toPoreira i^arvalft".
= Segunda-feira 11 do correte, depois da ao'
anc.ia do llra. Sr. Dr. jaiz de orphos, \o ero
fraga pan sezera vendidos por quem mais dr,
oa bjiw fBgohites: 1 otaria aos fcoelbos,. fregue-
Bo-v.sta, avahada por i.OOjSOOQ e-daas
'a.v3iadas em li'Oj cada ama ; ditos beos
tneeDtas ao arp< lio do finado Manoel Doar-
elra, e vio em praca a requerimento do
inventarinte Vicente de Paqla Oliveira Villas
ftoas.______
Sabbado 9 do crranle mez de setembro' lin-
da a audMUcia do Dr. juiz municipal da segunda
vara, vai a, pr aya pelo, lempo de doas annos e
meio-a cenas a |ajljajiintri de Vascoocellos, por execuqio
do baojaaacl Antonio Bu.-irque e aoaso ada)ia*trador da sea lilao, contra Raphael
Boiehe Robeity, cujo aluguel foi avallado por
60 jQQO aaaaaea. ____________________
SANTA CASA DA'MISBRIiORDIA DO
RECtFIS.
A Ulina. joota administra .va da santa casa d>
misericordia do ecife tend > de reconstruir o pre-
dio qua passueo patrimonio dos esiabeJecimeotos
di? car dado roa da Moeda, com dou9 andares e
sotan, transformando- o em ontro de nm s andar
que coutecibi doas armaztas, um qo pavimento
terreo e outro no sobrado, e os predios os. 2 e 13
da ra 4o Dorgos, precisa coalat ir essas. -Ara>
tuna qoen por neno- pro;) so quzer eacarrgar
Jo elleclua la<, piden Jo serero ajroveiados os
matoriaes que forero lirados doaamijos prodios
3 iulgadi s em bom estado.
Os pretndanles dverc apresouur as saas pro-
postas em cartas feca*das com declaracao do mi-
qimo po que lizem cada ama das iadi:adas jb.-a-.
Secretaria da sania casa de misericordia do Re-
cite il de julho de 1871.
O escrivo,
Pedro Rodriiraes de Souza.
A cmara municipal desia cidade, ra
publico para conhecimento de quejo nteres
sar possa que, nao ten lo aoosrecido Ifcitames aos
alugueJs das casas da praca da Independencia,
oom o augmento de cent mil ris por cada urna,
e b?m asslm o Imposto de aff^ricao de pesos e
-medidas, f.i de novo espacado o nraso dt arrema-
tajao para odia 6 de selembro vindouro, e con-
vida aos pretndeme* a taes arremataos a coro-
parecerem no paco da mesma cmara em o refe-
rido dia pelas 12 horas da nuflha.
Pa$o da cmara- maaieipaJ do Recife, 31 de agos-
to do 1871.
Ignacio Joaquim de Souza ieao,
Pro presidente,
Loureo;o Becerra Carneiro da Cunba.
Secretarie.
4.' se-co.Secretaria oa pre-menw, de Per-
narabuco, 2 de setembro de 1871.Edita!.Nao
leudo sido publicado em lempo o eifcJel de 5 do
m 7 fiado, pelo qual S. Exe. o Sr, vtea presidente
da provincia, para execoeo do art 1. da lei pra-
vineial r. 1000 da 13 do juoho oJhmo, nwedoo
:.i.aviJar todas as pessoas que qu zerera contra
lar a oou-irucgio e cxijloracao de orna ou mais
fnbricasde iaco e tecidos de algnd, sb as ba-
ses e-tabel*cidas no refundo argo abaixo trarjs
cripto, a aprest-ciarem suas proposlas nos termos
da le n. 963 de 25 de julio do anno passado, re-
soltsu o meMBo Ex o, senhor prorogar at o dia
20 do corralo, o prazo marcado do mesmo edita!
Potra a apresealacio das mencionada projosus.
'O secretario, Elias Froderico de AJmeida e Alba-
"quecapai
LE N. 1000 DE. 13 DE JUNHO DE 187!.
Art. 1.* F>o o presidente da proviasia aotoriea
'do a. eo/iira'.ar com Antonio Valentn da Silva Bar-
roca, oa com quem melnores vna ge as Ulerecer,
a consruccio e oxplcraco de urna cu mai fa-
bricas de fl*cao a. ledos do algodao, sob as se-
gjint base :
g 1. Privilegio por 12 annos contados da assig-
CGMMERCttv
4:340^73
Cmara municipal do Recife, 1 de se-
teabrode 1871.
O procurador,
Jos Simplicio de S Eslenes.
PHBLICACOES A PEDIBB.
Gj/anaabio provlacial.
Orna vei_ajjaB o Sr. Dr. A!v?ro Ueh, solemne-
mente ae pivoca, o > Jamddo Recife de boje, a
apreseniar en publico as provas coocludentes, eiri
relaco ao que diss* no rneu r^laturia sobre o es-
lado d<> Gy Hoesio a meu e mai posse, o> quilid.de de sea regedor, na aoaJJj
aiii nata up.ol que a S. S. directamente se
reir, waMtaatisfaxer Ibe essa reelamacio tan
argente, com a exhiluc> d^ cocnmenlos qae se
Mgoem. Mies plenamir'e n evileocia qae nao
aaltei era paow algom verdade, enunciando-ne i
Simo me eou .ciei, a pr pe>-rto da siluaQo manos i
anlar em qoe se aeliav., :. i ;.ludida poca o ee-
Uecireat qua aatpalaieate dirijo ; e, paja,
rato ter pudjdv) justifloar as asseict que s u ,
tublieo wm
moei tai
Seguros conlra-ag
COMPANHIA
NORTHEBN.
(Capital........20,000:000,1000
Fundo.da reserva .... 8,006:000J$00
Agentes,
Mills Lathan IMPERIAL
Compaahia de seguros ci%tra
fogo.
AQB.VT8S
S. P. JOfNSTON & C;
Ra da fteazala-noTa a. 4.
oa>ura do coi Iratf.
j i' Cmclaslo de urna das fabrioas no prazo
do dons annos da mesma assignanira. .
3." he; ;;\o da dcima urbana de quaesquer
omr s iroposios provinciaes on manicipaes paca
os predio da fabrica e as dependencias, no lem-
po da duraco do privilegio.
g.4.* l-enca.) de direitos provmciaei sobre as
materias pumas que consumir e de direos de
exooriatjao das qae forero conccionadas na fa-
qiica.
g 3.s Obrigaco, dorante o lempo do privilegio,
de n>Bk-r, educar a aasioar a prosnj de au-
deiros e tecelo-ss a doe orpno i ecoib da pre-
sidencia, de 1* a quinte annos d idade por espa-
do de cinco annos. aero estipendio algum da pro-
vincia:
O Dr. Francisco, de Assis *0 ivsira Maciel, cava-
Ir.eiro da ordem de Cnrislo e ioiz de Direito da
1" vara da comarca do Recife por S. H. o hepe-
rador, aue Deas guarde, ate.
Pac.) sab.r em virtade do art.
.a
. J8)diro
criminal que teodo sido convocada para q dia IB
de agosto nroxtoio paseado a 3' seasao do jury
*ei caatul, instaijpasfl oo dia "
ateoeao.ao pabl.ee wrtij e aos iotareues daL
jkltraccao da -.-
-, exare naqueiie roalo.
jla. WaJa mau> roe eumpre d;er ao Sr Dr Al
IH> daijwndo ao/a>peiUM| publico a missaoile
SEGURO CONTRA FOGO
Tbe Liverpool d> Conloo A Glob
Iagurauce Curapany.
Aj Sacadera BrotbOK dV 6.
Corpo Sioto4!. *m e kvtk os tjijp m^
cada uro, Braz. k4 dos EWis na da
Dr. Baoto
Lifa and Fire As^nraoon Company esiabeieeids ^ada orar
safla d
_ 19 do Wio mea
cocerrou-se a o do torrente, tendo sido afia jal-
gados dez processos, coroz*eneudendo ooze tai
preso,
Hue foram assidaos terjof os:Srs, JnraOoa qat
serviram na leferida sessi, qne por motivo joatiflcaao. tVluaram de cogMt-
recer ajgoaa diaa.
Que foram multados por oo,
sousa lagima os Srs. Antonio
SARTA CASA DA ML-irtlCHDlA DO KECIfE.
A Ulm. junta admiavrativa la, Santa Casa do
j|jrrir..iUi3 do Recife mfBda fairr nibltco qae na
sala de- sua sassoes, no da 6 do mezdeieiembno
pelas 3 horas da tarde, ten de ser ?r remata Jo
a ouea mais vantagsos offereeer, pelo tempo de
om. a tres annos, as rendas dos predios cm segui-
da declarados:
ESTABELECMENTOS DE CARIDADE.
Travs a de 5. J >..
Casa tortea n. 5.......IttJflM
dem dem o. 11.......180A00O
Una das Calcadas.
Gasa terrea n. 38. ... 10i0O
Raa das Cinco Pootas.
Casa terrea n. 30......840*000
Ra de lionas.
Sobrado n. i'i (andar e solio.). 304*000
Raa do Mogaeira
Casa terrea o. 7. ...... 304*000
Ra dos Acouguinbos.
Casa terrea o. *6.......974000
Roa do Aieite de Peixe (travessa da Madre De .si
Sobrado n. 1........1:141*000
Raa do Prdre Florianne.
Casa terrw o. 63.......J6S#000
olera a 47.........UOUk)
Ra do Cahboaco.
dem 18........398*080
R a do Araorim.
Sobrado de 2 anda, as a. 20 ... 309*000
Rut do Prlar.
Casa terrea n. 73......SUI'.O
Raa da Gloria.
Casa torrea n.' til......840*000
Casa terrea n. 101......240*080
dem d. 93...... 160*(iUU
dem o. 56.........JO3*O0O
- Raa da Ponte Velha.
Casa terrea o. 32........360*000
Raa das Calcadas.
Casa terrea o, 36.......iMaUJ
Ra da Roda,
!de* a.S.........103*000
Idaoj n. 7-.........101*00
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Lirgo do R-isarin.
Primeiro aodar do .obrado o. 28. 234*000
Roa do Sebo.
Casa terrea n. 13.......140*000
Roa da Guia.
Casa terrea a. 27......446*000
dem n. 29.........193*000
Largo do Pazaioo.
Loja 4a frente do sooradon 29. 192*000
Ra das Larangeiras.
Cau terrea n. 47.......232*000
Ra de S. Jorge (Pilar).
Caaa terrea n. 94.......240*800
dem a. 10$........ 13-'A0OO
dem n. k)i.......o 803*00
dem n. 103........804*OhO
Llera o. 108........208*000
dem n. 98. '...... 03*oim
dem n. 96.........804*00.
Sino da Mirueira.......12l*()00
Os pretendentes deverao apresootar no acto d
orremacio as suas flaocas, oh comparecerea
icompaaaados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cite, 21 de agosto da 1871.
O escrivo,
_____________Pedro. Rodriffuss de Sousa.
Coapanhi
ra de pqnfcs
brasilei-
por.
At o dia 15 i > cmate e grado de New-
Yock por S. Taaaaaz tw ParjE f vapor ame-
rica Soulk Ammwn.o qlaUaPaWa demora da
costume seguir para os portes de sul.
Para frotes e passagens, trata-se com oa afaa-
tes Henry Forster 4C., raa do Comroereion. I.
mim\ H1SPAI10LA
A pedido gen I dos espectadores, que assisti-
ram ao espectculo da 0 do correla, subir pala
ssguad vtz i sceoa
iioji:
a muito linda e frenticamente applaadida zanuela
em 3 actos-
TflESORO ESGGWD1D0
Na qaal toma parle toda a corapanhia.
Principiar as 8 1|2 borai.
A companbia de zarzuela, animada pelo lison-
geiro aeolbimento qne Ibe dispensoa o publico,
por occasiao da primeira re;ita do Tbesoara Es-
condido, em a noula de quarta-feira, chamando a
rape idas veses sceoa e pro gaji -ando i he asm is
decididas provas de aceitarle ; emprehende c jio
toda a coiilanca a cootouacio dos seas Jtraba-
Ihos, e-perando qoe o publico nao desmentir a
proteceo, que to biniglamente Ibe dispenaou,
dando poresie pncedimento irreeusaveia provas
da sua merecida reputacao de publico lateUigen-
te e llluslrado.
O repartoria da companbia compoe-se de 20
espectculos, todos novos, ao deseropenhe dos
qnaes serao empregados todo o capricho e boa
vontade, que os artistas se couproraeitem a por
em prstica, adn de corresponder benigna pro-
teceo que esperam c ntiiiuar merecer a que de
todo o corsean desde j agradece.
CO.HPAXIJIA
' BAS
Mescegnte nVftiines.
Ateo dia 10 do eorrwil opera- da Bwm
vapor frvincez Gironde o qaal depois da demora da
oostima, segui para Buaa'is-Ayrea, aagaAlai M>
portes da Baha, Rio de Janeiro djiootevideo,
ira fretes e 'passagens, iraia-se na igenci,
do Commercio n. f. -
Para
raa
THEATRO
S.IVT8 ANTONIO
Grande saccesso !
3.
ropreseni3<;3o pela muito applaudida
Gompanhia de meninos
Domingo 9 do corrente,
BENEFICIO DOS MENINOS.
LUIZ E JULIA.
PROGRAMMA
A interessante e sempre applaudida comedia
em nm acto ornada do masica o daosa, imita,
lada :
criada imp-jgavtl
Tomam parte os beneficiados e as meninas Ca-
rolina e Olympia.
I/odo entre-acto ornado de msica, denomi-
nado :
UBI 9IORTO
Pelas meninas Julia e Carolina.
Segu-se a rcpreseataclo da jocosa eomedia,
ornada de msica e daosa ;
0 mudo e o pliaut ismi
Desempeabada pelos rroninos Luiz, Julia, Ca
rolraa e Olympia,
Terminar o espectculo cora a gracksa
Tonadilha hespanhola
Executad peas meoioas Olympia, Julia e Ca-
rolD,
Os bone iciados conlam com a valiosa protecQ.ao
do illostrado publi -o peroambacano.
O resto dos blli^tes acha-se na casa n. 38, i
raa Relia e ni theatra.
Coraecar s horas do costme.
N. B. As possoas que se d'gnaram encor-
r-'udar ii I hftes, tooliam a bondado de maoda-
to bianar aaaa utda a antea^d-B^ia.
AVISOS MARTIMOS.
Rio Granile de ni pelo Rio de
Jaqelro.
Para os indicados portos segu por estes dias o
patacho nacional Maria Emilia, por j ter quasi
No dia 11 do corrale im-z espera-sa* goa for-
tes do sul o vapor frahcez SvaV cMomandajMa
MassJaei, o qual depws da demora do oaatama aa-.
goir para Brdeos, tocando em Dakar (Uotta
* Lisboa. a^f^H
Para coa dices, tretas passageaj*. irata'a* aa
gaencia, ra do Commercio o-t-_______*______
Navegapao Brasilia
Al o da 9 do corraate A es-
pralo dos port.s do sal o vaptr
S. Jacinlho eommandaote Aikaa,
qaal depois da demora a easta-
me seguir para os do atrte.
Desde j recebem-so passageiros e angaja-sa a
carga que o vapor poder conduzir, a il deveca
ser embarcada no da do sua chegada. Bncoraana
das a dinheiro a freta at as 2 horas da atada
do dia da so; sabida.
Nao se recebem como eacommeodas senio b-
j setos de pequeo valor e que nao excedaos a data
arrobas de peso ou 8 palmos cobieos da medica*.
Tudo quepassar destes limites dever sar abar-
cado eomo carga.
Previoe-se aos senhores passageiros que av>
passageas s se recebem oa agencia, raa do 6a mercio n 8._______________________
COMPANHIA PERNAMlilCANA
DE
Navegagdo costeka por vapor.
Mamanguape.
O vaper Qirunpt, com-
roaodaate Silva, seguir
para o poeto acoaa, na
dia 12 do corren* as t
horas da laida.
Recebe carga, eaeoot-
dinheiro a frete at* aa t
horas da Urde'do dia de sua sabida : eseriptorie
no Forte ds Matto o. 12._______________ y
COMPANHIA PEKNAMiJUCAjU"
na
vavegaeio eoatelra por vapor.
Macei, escalas, Penedo e Aracaj.
. O vapor Giqui, eomnu
^^^. dante Macedo, seguir para>aa
x^p^^ ^ portos cima no da 15do aer-
i^L/V^/tF\ rcD,ea? "* nor:,s ^alar y^fi^yMBKa Rcc* be carga ata o dia J4,
^DPkw encorr mendas, passageas a^i-
nheiro a freto al as 2 h >ras da tarde do Ola da
sahida ; no escriptori j do Forte do Maltas n. W.
COMPANHIA PRNAMBUCANA
DE
Navegado costelra por vapor.
Parabyba, Nata!, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandaba, Acarac o
Granja.
O vapor- Ipojuca, coatrnaa^u-
lo M iura, seguir para os por-
tes :>eii..?. no dia 15 Jo corren
as 5 horas da tarde. Receba car-
ga at o dia 14, encommenda.',
passageiros e dinheiro a frete at as 2 hora
larde do dia da sabida : escriptori no Forte
altos n. 12.
V 1

y
K
aiendas, passage

J
I
i
Pelo consulado de Portogal se faz publico o segomte :
AVISO AOS NAVEGANTES
Pela directo dos telegraphos e phares do reino se faz publico que de hoa, em
diante se annunciaro as variagQes meteoroloRicas, candse no laes das vergas.<)o
mastros das estaces saroaphoricas do arsenal da marinba, Vianna do Casteilo', Nossa
.SAbora da Luz. Cabo Caivoeiro, Oitavos, Cascaos, S. JaliSo, Cabo Espichel e Sagre*,
os segnintes tigoaes, indicando:
i.0 Signal de prevenco de
'11
2.'
vento fresco ou foi ledo N.
(desdeO.N O. aE.peloN.)
3.'
Signal de prevenr;S1.d#.
vento fresco osfbrl* ^>S.
(desde S.E. aG. peiaS.)
Tflfi-. ALUANCE BW.TISH & POREIGN. ftK ft<5Sp ^H*1
atar com Jo4ic *jmparcialidade da qoe I- Lifa atad Fire Asnr*oon Company ostaltesaeida Jada uro.'^^^^^
a verd.de, e de ree ahecer qnem q'eatra era 1824. Capital 5,O0UJtK) Eflwlenia qne faram condanaadu A
b*. nn ao o.a,a Sr. Dr. AlvrQ. o tuk. O* agentes aosu coojftblk toatam segorot dia^da pr!-fe at lesiamuohas MgaiDes
araxatar dipleic^s euiulosea que se aa- Jontra logo sobre predios, gneros e fazendas* JaUaoal.Raatisja da Soasa. '
aar ^ ^ l-j ,M, agaa aqu prejaizos dwidaroeotenwaDlaa. AnioaioJo. *cra deCar Joo
taeiii, 7 fe ajatembro de IS71. 8| ** Rabe Schmellaa A G [ S^^fc/VwTIliaA;
Cooego F. Rochael P. de B. Jal. t Corpo Santo o. Ift, |! Baulto ht^SS atJ
cisco
Consalad provloetrj.
Pelo consula lo pruvincial avis-se aps respecti-
vocooirituintes, qua termina-se nesie mez o re-
cebtmento dos d.ftVeoies impostas aioda nao pa-
gos, DertenMatea ao anno fjnancelro-, find i da
1870 71, sendo que, encerrado o mez, serSo oa.
dbitos liquidados e remelliaos ibesourria pro-
viaea.1, aflm de ser judicialmente promovida a sua
cobranca.
Coagulado provincial i- de selembro de 1.171.
O administrador,
A- C B>cba lo Ros. ________
aafet tasa de Hlaoreov!la alo
a%eefjte.
Pela secretaria da santa casa da misericordia do
Recife se faz pobl co a, ,qoem ioterossar, qae a
"o^ta admiqistr;iva maqupa admiitir do collegio
oriihAos os roe,nore4 coostatues da rtz$o j
f
Prevengo de temporal acia
indicacao dos romos d'onde
ha de caair.
4.* Tpmporal do N.
(O.N.O. e E., pelo. N.)
{{. Temporal da S.
(S.K. a O., pelo S.>

irecrS de* tolefraftos e pbaroe do reino, 1 de jpnbo de M7I.
0 director,
J. D. M. Mmtittho de M
T^robem ae faz publico para conbecimenio dos Davegaolee, qmAm&igm, 4CH>
rhca l*EmB
ngaim, Blho de Lncida Mara da Apresen- fuma eslac5o Jecta-einapb.rlca, ligada, cora a rede teregrapbica (
flftaM**;tg^raBccAdi-Coocersla ,' Q*mlt9 d***ifc PwMmboco. 2 de HliJln|
Nareao, Bino fe |i4qoiqa fe Vmqucellos Do- J xJ^JK^L
fNaWMMc$.


J .
^/
"de sUtAro i911.
pretende segur em pceos dias o patacho porta-
W Lk/, saji# Goilherme Joaqaim Leal,
*W*wV
sea carregamento
tem boaVaMStodos, trata
capillo a bordo ou na praea
-' '<) Wlf-------------

4 BJ A
os raais limitados, eom
Urna dazia de eartf
.sswmfcaNKBt.
graphleoVe as manejas porque s
para nomos laastrtu qoea M
aoa frvqaenela. .ti__
O precos dos trabamos desta photogr aphia sio
trti
ruada
W
19 Bt&. hittiii 4
TeaoV
tablecimeisto, '
qrotypo e> oawtslndaiat,
" > .aoissi
tm propoj
" convf

aLbOHViI i
aS
7 horas da manla aa I 4
Para o
a Wdo
eapitio o
reata d
Q.fiO.
Setae
ae p issivel por estar eom
gaWatonajHgaift
MARANHAO
Pretende seguir con mxli bredade o palha-
*J*e nad mal Jatvtt ArfAio-, tem parte ele sea
eemgsm-nto profoyto, para o resto que Ihe fa't
traia-se com os seas consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Atevelo C, do s*a escriplorio ra
do Bom I mus av 57
do Bom I' Para os futo* do iMI Macao
ogae impraerivplawate, o da 6 do correte o
hiate oaciunal Probidaae, cora a carga que iiver :
qaeai oelk qmier carrejar para qaalqaer dos
paaMkinur.iieilianos, i'jra dlngir-se ao mesire
a bordo ou a ruado Commerew
iair.se
i? 17.
^1
uu-ots-
lilLtO
_
BE
200 barrica com fannna do trigo marca F.
Segunda Mra H do correrte
r'O agente Pesian, Tal* toile por coma e risco
de quem pariencer de IDO barrica eom farioha fie
triga mva, de-">mbaitadae ilonavii francs tide*
li.a quaes sern vendida*: em am ou mais lotes*
Tooude. segnoda-eira II do correle, s I i hora-
da maoha, ao armazem do Sr. Tasso Irmaos, na
ponte velha > Santa laM.
LE1LA0
M
abneles inglezes em caixiobas coro chei-
ro e sera cheiro.
Terca feira \l do corren'e,
Aa il lloras dio-dia.
Por iotervenco do agentA Pialo, em sea es-
criplorio, ra da Cruz n. 38.
a sea enjjBBjannBajP^rds os
amigos de sen presadissimo esposo e pai, Gai-
lherme Ferrelra Pinto, o caridoso oisequio de as-
ststiram s missas que por sua alma, maadam ce-
lebrar na matriz do Corpo Sanio pela 9 7 horas
da" nfttrWh de segnn1a meiro anuiversario de sea passamenlo ; por cojo
servico a religio e momera do mesmo Uado,
lior a aua mais intkoa. e
Precisa alugnr-se um criado forro ou escravo
por ajaste ensal para andar na roa cora fazen-
das : a tratar na raa do Catanga n. 10, loja da
Arranca, i
hete* tarfflW a> p
Tela.
SiSbaf do Barao da
trra Victoria,
Outt'ora ra Ntvtt n1. t^8 t casat
do costume,.
mu a iroimiiu
A os 5:0005
Bilhetes garantidos.
i roa Primeiro de Marco (outr'ora roa dt
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abano assignado, tendo vendido nos seas le
izes bilhetes am qnarto n. 2606 com 5:000*000
quatro qaarlos n. 1978 cora 800*000, dous mfios
o. 1831 com 300|. doa^ meios a. O com 1004.
ora quario n. 2^)66 cora I00, outras sortea d>
Vit| e 20| da lotera que se acaboo de exlrahir
i206'), convida aoe possailorea a vfrem receber
oa eooformidade do totume sem deseclo algum
Acham-se a venda os bilhetes garantidos as
II.' parte das loteras, a beneficio da nova igra
ja de- Nossa Senhora da Peona (207*), qoe se es-
ranu sexia-feira 13 db crreme inez.
PKKCOS.
BHhete iuteiro 6*800
Meio bilhele 3*000
Quarto 1*500
Sea porcao de 100*900 para cima.
Bilbete inte-o 5*.VK>
M- io biihete 2*750
Quarto 1*375
Maooel Martina Pinza
1
LEIUO
DB

Urna caixa eom chales avariados.
TERg\-FEWA DO CORRENTE.
A's II l[i horas.
Por iaterveseio da agente Pinto, em sea escrip-
wyie na da Croz n. 38.______________________
LEILAO
DB
Mobilia, prata, ooro. brilhantes e mais
objeelos.
Terca-feira, 12 do corrale.
O agente Pestaa,far leilao por conta e risco de
quem perteucer, de 1 mobilia de jaearand com
tampos de pedra, em bom estado, 1 dita de mog-
no, nova, 1 guarda roupa de mogoo, apparadores,
metas, camas, cortinas, candelabros, laoteroas,
mezas da jogo, quadros, apparelho de lonca de
jantar e almo^o, vilros, cadoieiros, 1 cofre,secre-
tarias, mezas d; jogo, banheiros, porta-licdr eic. ;
e muitos curo-' objectos para o servco de casa,
que- sern vendidos tiro de martello ; no dU
aeiroa ter^a feira 12 do correnle, s 11 oras da
manbia, no ar oazem n. 7, ra do Vigario.
i w barra grande (prova de, fogo) 2 cartei-
ras, 1 balco. reparlimenios, grades e
outros objetos de escriplorio. ^,
Ter^-feira 11 do crrante
AO MEIO DI*^ h:
Por inlerven^i) do agenta PHBb
No armazem e 1 andar do sobrado da esquina
da ra da Cadeia o. ai.
VISOS DIVERS
O Sr. Joo Jos de Araojo Lima, qoe
fui caixeiro da loja Aguia Branca, queira
vira esta typograuhia a negocio da sea ia
teresse.
ATTENGAU
o
Om moco qoe deseja ter eonheement de mo
thados, so offrece para praticar em qaalqaer
armazem, e >m > caixeiro : quem pretender diri-
ja-so a raa do Imperador n. 22, armazem de
drogas.
. Ifovo Att neo.
Db ordem da directora e de eooformidade cora
as disposicSas lerminantes dos estatutos sao con
ffdados lodos o oihs a eoraparecerera a sessao
extraordinaria, domingo 10, as 0 horas da Urde,
ara tratar-se de negocios argentes,
tteeife, 7 de setembro de 1871.
Bdvardo Jayme,
Secretarlo.
feeravel Coafraria de X S. do
LivraMeBta.
* eelebrar-se araanhaa em nossa
'MtadMMaa padroeira, pelu 16-horas
rncedflpa beacao da imageia qae
ra eaoviao nnnea_|_arisinr s ir six
Mi lea eom es rMM habkos a-slrt
acto*; iMrt omI Auaaru as I Im-
4srda*e Hoja, e m Ki ao ra*o*l-
4a *ta reaonra.
Rodolpbolfnaaaaao Araaral,
__________________ S*CTwtrio.
Prewaixiafallar com o'Sr. Eostaqnio
Ea abaixo assignado, demaro ai respeitavel
publico, com e-peci lidaie ao corpo do comraer-
cio, qoe o Sr. Antonio Franco Liberato deixou de
ser mea caixeiro, desde o dia 2 do corrente.
________ Joaqnim Campos Lima.
Aluga-seV loja do sobrado silo a ra das
Triocbefras n. 36 : a tratar na ra Duque de Ca-
xias d. 53.
Pmcisa-se de duas amas para casa de pou
ca familia, sendo ama para o servco interno e ex-
terno,e outra para cuidar em eriancas': a tratar
na roa do Comnercio n. 44, segundo andar
Um -acerdote italiano se ollereee a leccionar
lalim, italiano, pby-ica elementar e geograpbia, por
meibo o fcil e abreviado : nesta typographia se
dir qoem .
Na refina^o ao M mteiro
um escravo para ser vico.
precisa-se alugar
Irmandade
do Senhor Bom Jess das Dores em S.
Goncalo.
Tendo a mesa rege-Jora obtido 1 i cenca do III m,
Sr. Dr. joiz de capellas para fazer a eleicao depois
da festa do sen padroeiro 15 das, por isto roga a
todos os seus irmaos para comparecerem domingo
10 do eorrenl', as 9 horas do dia, no consistorio
de nossa irmandade, para vetarem nos candidatos
que esli escriptos na porta da sachnstia qae fo
rara consaltados para a mesa que t<;m le reger o
aono vindouro.
Maooel Joaqaim das Cbagas.
Es:nvo.
de Ooiicilidcil)
para comparecer i eaafc
i
O secretaria iolerioo,
DiataUrtajiV
reeisa-se de doaa mulhi
ama em ama casa ia
.ser1 *'"*
naseida BosJfMi
urna ama para
casa de pequea
37, tr Boa-vista.

Precisa se s
TiB. servico de urna
na raa da Cooceicio
ajgonvprg
ama para o
O abaixo assigoado acaba de veoaer entre o
satis muito felitc bilhetes a sorle da 100*000 et
em dous quartos de h z966\ alm de nutras son-
tes menores dv 0*0*0 e 20*000 da leteria qae
saidores virea recebar, un arempiqente serac
pagos.
O Sesme abanto sssigBadb eonvifla ao respei-
avel publico para virera ao sen esUbelecaeat'
jomprar os felizes bilhetes garantidos, qne n>
deixr de tirar qaalquer premio como prova pelot
nesnios annuueios. ~^m
Acbam-se venda o multo faltes bilhetes ga
rantidos da H' parte as loteriaa am beneficio d>
nova igreja de N. 8. da Pettha, qoa sera extrahida
ao diaWta-leira 13 do eofralle tez.
PfiBQSv
Inteiro 6*000
meios 3*000
Qaarlos 1*500
De 1000000 para cima. -
Inteiro 5*500
Meios 2*750
Qoarloi 1*375
Joo Joaquim da Costa Lei'.e.
AFINADOR
DE
PIANOS.
Sarro Netto mndoaseda raa da Imperatriz a.
47, para a roa F.-irmosa n. 14, acode pode ser pro-
curado a qualquer hora do dia.
TRILHOS tlBANOS
DO
Becife Olinda
e Beberibp.
Faz-se seieote aos senbores accionistas que a
sesso da assembla geral sobre a reforma dos es
tallos, contina em su- irabatbos no dia 12 do
corrente. pela.- 0 horas da manhaiv A renoiao
oo mesmo lugar dos aonaarios aoieeedentes.
Recife 7 de setembro de 18'I.
O 1* secretarlo,
Loiz Lopes Casleilo Branco.
Ama de leite.
Preeisa-se de ama ama de leite qae tenha bom
leite, prefere-se sem Qlho ; a tratar na ma do
Vigario o. 9. 3* andar.
Devuclo de NOCM Senhora das Uun em|
S. Francisco. -
Por ordem do nosso Irmao jalz, convido i lo
dos os nossos irmao-, para comparecer m em bes
so consi'torio, domingo tt do corrente para pro
CtWraos eieicio, para e aono vindouro e para
tambera darem coalas da esmolas qae recaberara.
Conslsl ri da devocio de N. S. das Djres, 7 de
setembro de 1871.
O secretario,
Amador de B. Cavalcaote Lias.
Auga^fca-or fesia ou por aBno ama casa
terrea em pipilos : a traiar oa ra Sele ue Se-
tembro n. 1._________^_____________^
Precisa-s;
alagar om moieqne de 12 a 15 annos, oa um pre
lo de meia idade, para pequeo servico de casa
de pooca familia ; tratar a roa Nova, loja o. 11
Front spicio do rann.
A fe .-la de No^sa M5i SaosaioM a Saobora do
Carmo, erecta no frontespiew do mesmo convento,
es' marcada para o dia 1* de outubro.pr ximo
fatoro ; rogase, por is*o, aos 8r. procuradores
da mesma fesiividade, que aetivem a cobranoa das
esmolas, para qne antes do dia designado, estejam
ellas recebidas.________________________________
Alnga--e urna casa com commodos para
familia, na Caonaga : a tratar no mes no logar,
roa das Creoula> a, 25.
I Ddilon Duarte *
fCABELLEIREIRO
Hita da Ianperatrlz a 99 0
m Neste estabelecnieoto encontrarao as ~fit
5 senhoras lado qae diz respfito a enfeites c
Mr de cabellos, como sejara coques, trancas, K>
crescentes, c nhpaiue, etc., el:., e urna
grande qaaolidade de tranca de cabello
vegetal, qne vende se pelo baratissime
preco de 5*500 ca^a tranca,
No mesmo estabelecimento encontrarao
dous offlciaes peritos professores n'arte
de pontear seoboras, os quaes sempre
estao prompios para qaalqaer chamado,
quer dentro da cida.le oa seus arrabaldes,
ponteados todos modernos e escolbidos dos
ltimos Agarraos
notav.
Anal chegoo
deosido da 8tei
deide j ficamwl'tt,
ciidore e eateada^praa
Keller a C m roa da
------Mi .
ie te* oa-
.........
Precisa-se de nasa ara para faaaf setvieo de
casa de ama familia nnanpoala naaiaaoBia. aaf.
exceptuando* Uaat a aofaisnar : qne aliar
dinja-re a esia lfnapn)hir.pamanaM
bom
9 as
Offereee s*1*! ama para crft,' eom Jnal-
m leite : i tratar na ra do Brm vi /$raa*
as 4 horas da tard.
Precia -.M.e una. ana forr* pa-
ra pouca familia :
AMA
Rosario ri. 20, \i,
Preci-a-se 1c anMi'al
raa laraa de
de meia Mad*
aamero 3.
para comprar a ezMUc : aa ro Bella
T%
abaixo essignados para qut
m
0
Boga-e aos Srs. aDaixo essignaooa uaj.
cimpare^am travesea do Carmo o 1, -r andar,
afim de uitimarem os n"gocins que sao ign.ram:
Bevenoto- Diiariaj morador oa Uscada.
Joao Baptista Alve Monteiro, moraer u Es-
cada.
Francisco Antela Gavafcaata, morador em Ga-
melleira. I A
Maoopl Deloffimifle Almeida, morador em San-
to Antao.
Jao Antonio des Santos, morador em Sanie
Aniio.
Antonio^BarbcaaCavatente, morador no enge-
nhoToa-vrsta, do Cano.
Bbrnardn) Perteira di Cruz, no ecgonho San-
l'Aona, fregaezia de Jaboaio.
Pelippe Nery da Silva, morador no engenhc
Sania llosa.
Flix Jos Cavaionte, no eogeoho Novo, fregue-
sa de Jaboatio.
Pelax Jas Cavalcante Jnior, oo eogenho Noto,
freguea** de J. buatao.
Josa Francisco da Silva, morador no Brejo no
liunite.
Jos Felippe de Me.-quita, no engeano Maltas,
(reguetia do Cabo.
Jaronymo Rodrigues, oa E-c.da.
AgosUoho Lopes da Silva, em Quipapi.
M '.noel An'ooio da Silva, no eogenho Boa-vista,
freguezia do Cabo.
hn J isquim da Silva, no Lrnroero.
Francisco Antonio Pinto, morador em Carur.
Febx Calateante de Arbquerque, morador em
Gamelle ra.
Jos Feliciano Portella, morador na Una de
Santo Aleixo.
Ricardo Nones Cavalcaote, no eogenho Javun-
da, freguezia de Jaboato
Coarado Frrreir de Barros, morador em Ga-
mellalra,
Joao Alvos de Oliveira, em Una.
Joo Apolonio Cavalcante, morador em Vanea
de Una,
Miguel A. P. Nazareth, no eogenho Maltas do
Gibo.
encfo Jos de Oliveira. na Varzea.
n>o Luit Alvos, ao eogenho Boa-fleta, fre-
guajas^do Cabo.
aocisco Monteiro Gusmo Lima, no eogenho
Matfgucira, freguezia de Barriros.
Pauliuo Francisco Bastos, morador em Fro de
Uoa.
Francisco da Rocha Accioli Lina.
Jos Ferrerra Cavalcante.
Aor Avelino Pereira de Sonta.
Caetano Al ves da Silva, morador em Gamel-
Ieir.
Epifanio de Franca e Mello, no Recife.
Francisco Bringe de Almeida Guedes.
Joaqaim Loureqco de Barros.
Antonio Cyriac dfe Moraes, mora lor em Vera
Cruz.
Heleodoro Acacio Rangel, em Gamolleira.
Joo Jo- da Costa Santos.
Vicente Aiexandre Cavalcaote, no eogenho S
Roqoe, esta o de Ribeiro.
Silvioo Rodrigues Cardoao de Barros, morador
na Escada.
Anlonii Goncalves D;-a.
Joao Francisco do Reg Barros, morador no
Babo.
"t .,
Jr*-| Cp
1 cid i/o o)i(
i
K1
Hi9V
teofl %\')'[\
9 4^91 O-
i. DE MARCO
(intigav roa do Crespo).
awoioW J -*il| osa aa**1
Priw-irt, a. ajn.
cia eieJafCM, acbam-sa 'agora. |
endas loas e modernas de
E ALflOBA)
a ler coma aampra, ifaftoa-
DEiACAS
arantem, coa tpda
a liBerlda>, vender
por menos qne qnal-
qoar ontrt, porque
recebem cm direitari oi,
a maior parle- de soas
fazendas.
aa
>
^

-
53
oa


i-
00.
p-
0000^0000^0000
SESROS
MARTIMOS
OVTR4 FOGO
A companhia Indemnisadora, estabelecidt
esta praca, toma segaros martimos sobn
Diavios e em edificios, m.-rcadori^s e mobilias : o;
roa do Vicario n. 4, pavimento terreo.
io #,)n-,es
e>eaireUa.
_ Aoto-
M largo do Paraso n. 14, armatem
^fcwTa\^^ ra ,ol "rfivfl
WB wM ^"' pone familia -
raa das Cnona a. 28.
Preeisa-se de una ama pa
i oaaa
, pan
Firmiuo Joa de Oliveira, manda dizer ama mis-
ta resada no dia la de enrreau as 8 horas da
machia, oa igreja do Carme Aesta eidade, p'to
repooso eterno, do lustre I nade Emilio Havier
Sobrera de Mello Jaoior, trigessirno dia de sen
faliaciraealo ata,.prova da auxuda e considsra-
{lo qoe consagra a ^ua famfl'a._______________
Na Urde do da 5 fartaram n muito eonheeido
e aatigo bichiahe da ma estrella do Reno
joaqnim Jos Gonpal-
ves Beltro
Roa do Trapicha n, S, 1* andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco de
fabo, em Braga, a sobre oa seguiaxee tofara ea
?oriagaJ :
Lisboa.
Porto.
ValeBca.
Onunares.
Cohnbra.
Chaves.
Viseo.
Villa o Conde.
Arcos de Val de Vea.'
WanaadoCaaiallo. >
Ponte do Lima.
VuaReaL^
Villa-Heva de FameMeae.
t Leroego. -1
Lanos.
JBai
SSaaUos.
Companhia Allianpa
w
seguros' man ti moa estabelecid
na Baha em 15 de janeir
de 1870.
CAPITAL..Ba. IJMQtWm. '
, Tcdaa aa|aro da mercadonai a dananiro a ri
aartln em navtoa a> valla a vaporea para dan
Perdeu-se um embrulbo cora tres volumes
da obra Martios, o engeitado, perteocente ao Ga
bnete Portugnoz, teolo dentro de ama folba am
hithete assigoado Francisco lavares da Silva Ca-
valrantc : quem aehoa irija-se a roa do Rangdl
n. 53, qae ser recompensado
Na ihesourana ds loteras precisase alu-
ar om moleque de 1! a 16 annos para servico
le casa de familia.
m Precisa-se de ama ama
escrava, para o servido
interno de urna casa de
familia composia de duas
pessoas : qoem liver di
rija se ao trapiche Co-
nha, no caes da companhia Pernambacana, qu
ah achara com qoem tra.tar.
Alua-se
ama exceDenle caa na raa Augusta n. 70,: i
tratar na do Alecrim n. 38.
Aluga-.-e nina Uja para negocio e que
acommodac5es para rancho
de S. Jos n. 5, sobrado.
oo pateo
tem
Ribeira
Caixeiro
Preeisa-se de om caixeiro de 16 a 18 annos Id
Idade, com p tica de taera*, % qoe d fiador a
soa eondueta'e seja portagaez : na roa da *au
Crorn. 74.
Chapas de ferro para cobrir casas ttc.
Formas para assucar ^ ferro pjnld0 e gaa[vanistdo.
Arados Americanos ^ varzea ,a(lera
Machinas a Vapor & forca de lres cvanos.
JaCuinaS & descarocar algodSo.
Trilhos de ferro para eDgenhos,,
Fogoes americanos 0
Camas de ferro gr3nrjes e pqaenas.
Macacos de estiva
Cofres de ferro de Milneejs e OTlros.
Papel deombrulho

Estes artigos vendem-se en
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes & C,
n. 4 oa 00 bom jssos.
(outb'ora rda.da Cbuz )



$g$x:
MTIO
Pilla A LUGAR.
Alnga-se ttm grande sitio e a freihe a ertacJo
do oovo ramal do Arraial para grande famil a,
com cocheira, banheiro e muitos arveredos, coma
mao|nerrii*, }iiqa1r, ele., ^a ladeirasd js^narosl
de Arraial, e no mesmo sWo se achara quem d)
informtsfJes a resnetto da chave : a tratar na roa
aotfresjio o' I6,,lfvartdar. t u_______________
lMrlV%e Sr. Fraoeiaeo
pen>seoofMea.ade
eaaa deis, padaria : roga se a qualaoer pesaoa que delW ro a Ura do Iraueriel Aaenoii i roa'io Com
oa Capanga, (aoober o favor de participar aa mesma padari.I meada o % aariptaH de Joaaotm Jane Goa
l qae ser graii^do. | calvas Bellrio.
Ama Ha leite
PaatHa-a* da nana ue taaaa bu'aota Wa a
qne seja aadia : aa ia* do Onaaa de arias, en
raa ana as .. 21 j>fn*da amdar.
Ifwsa-selriH ama a-
ra o' smvIqo de ama casa de
aaoea familia : a tratar na
iflK.;.
DROGARA ESPECIAL
Ht3ME0PATHICA
JOS' AL VES DTHENOBIO & C.
RllA ESREITA DO ROSARIO li 3.
Jos Aiwa Toenorio, professor fe tooaeopataia, tendo-ge retirado do
laboratorio homeopaibica e coBiultorib de seu illqgje e finado amigo o Dr.
Sabina O. L. Probo, ^ue per moiWr nno estivefH sob sua direccao, ten-
te estabe'ecido 8ob a firma de Jus .Vives Thtnorio & C, roa estreita do
Rosario a. 3, cade, anima lo pela cocanca com qae honrar;- m-no os amigos
da hemeopthia, lhe oflerece e ao rfes -eilavel publico um completo sorti-
mento datadas as preparaeSea homaapath cas conhecidas. reebdas das atis
acreditadas casto'de L miran e Paris!, e indigenas, bem como toda qaanto
dil respeito a bomeopathii e suj prasl-a, esperando que cntinuem a hnra-
lo coas a> moias)i conaBca, para o qe nao se poupar esfergos.

1

botica de
ira.. enelHmu tuttm-
oaatene^e -para acjOV
/ra da^proviaela m
leara frt aa.prtv-|aeia*
i^^iroi*
I Piecua Maneaaa>flt>a4a H
a,ei
! hena irsode.
a ta andan
eonn+eisatMo
Apipucos, la
PRBGiJ
GLBULOS.
11 medicamentos iOd
24 201
4 : a
Sao tfis essas botica los Srs
B9TIGAS
MNlUlfiS
i botica de M mtaic
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1 i 36
! t t 4
\ W
f < <*
i, senh'ires de--e
deirs, ebefes de (amias, capitles de ,rjavios am geral a todos quaaioa qni.
aerem rtedicar-se a pratici da homeopa.
Mdstamant. s atuhos Pb1s prefc dasaatra dragK^ anas cana
CHOCOLATSIMIWHOBte KOO MARANIlAO p4W O dos oMt UaUmSSsM
palo sistema bomeopatmcoi


#
v--


: CIGARROS
qht.
afenanaads
economistas mo-
Watia*ra > frao
tote mi 1868, L. Wotowki
man
VPMMJ
aWi
to de sen* deWlte"iro di
itoft 4 siantiiu te 1871.

lltomMii nuasaaade,
ims manufacturas.
(Kt'."^"
equilibrio
o triNlbotet
eom crifc
irosa, cogseenaser
_ icia, e metala qus a
Unto mate que forcoss-
na snbasjcmeio te elemente servil teri ella
eonsideajf-se aBcscisrtfna pare o futuro tes-
t^eortmnSS^oSSt* ecoaecatata te que
o profundo pensameuto do posta ingles
i :A eriaoca opal do homm> part
tambera os sea? generosos aeniimeotos re
lie i sus frages e delicadas creatnras,
i anda na primera ioeiatao da vida prestam
i to importantes servicos a sociedad*.
Qtalquer qae seja o ensioo ou labor em que
" lerciim as (oreas ainda debis dessas iracas
as, deve presidir o maior escrpulo 4 sua
, a maior vigilancia e cuidado no emprego
do lempo, poique do sea resultado
[ aeti vtoade e a energa das novas gra-
atas as granara conquistas do futuro e o
aperfeocaaianto social.
> eecnhs anteriores as industrias ocrnpavam-
ais com os productores. Ao senlo XIX com
a gloria nio ; de melhorar o fabrico do-
_ tornndoos mais perfoitos e tnais ac-
lodos pelo quantidade e modicidade do
proco cota* a sorte a condielo, a existencia do
tfabaihador, do hornero.
Weseira cita a este respeito as pMsvras d-
GlniMone, que, em urna reuniio de operarios in-
glesas, a lando-lbe- Ualo em seos direitos, como
esa seos devere*, disse : tO oosso secle 6 o se-
calo te anerario : e accre-centa que esU phrase
nie aatm de bocel suspeita, pois Gladstone nio
peMJaa ao numero daquelles qae lisongeam em
vea i servir ao ptvo.
O honsssn d'este modo encarado como beni
priaaordiaLdaj>rodaccao do bem; e o notave.1 au-
tor i aieV (referimos enteude coro usco qne a
libertad* qae elle conquisten tira teda a sea forca
da energa da alma associada i saode do corpa,
da atavelo do espirito que proporciona o deseo
vorvaaenan progrv-ssvo te habihdate pessoal.
Poi baeados n'esta sllianca qae os legisladores
ingleses coroprebeoderam que o Instrumento acti-
vo, o operario, obedeeia a outras e diversas neces-
sidatek que as qae sao partilba do insirumenti.
manWlsl.
flai por este motivo qae se marearam e regola-
aiateiim as horas do trabalbo as manufacturas,
* a atienden sobretodo a que as criancas rece-
nesfesn a nm lempo o ensino da fabrica e o ensino
da acola.
a Bm 1862, diz ainda Wolowki; sanecionou-se
nalnglainra a prole, a vigilancia penetroo no
eeio das vasta eommuoa industriaes, formadas
boje em roda da martina de vapor, dessas vastas
commuoas povoadas por miibares de operario*.
A le de 1802 flxoo a idade em que as cria oca-
podiara eniiar para as manufacturas e limitou a
duraeo do trabalbo.
Pois bes. Este prive e humanitario problema
qae levon qua-i mel seralo a resolver, e preoc
copou a alieoco de lamo- bomeos de estados
eminentes, como foram Roberto Peel Lord Aslbey,
bojeCaade de Cbatt-boagn, genro de Palniersion.
e mallos antros, a>sienalando urna pagina honrosa
oa historia da avilisacao moderna, aeba-se reali-
ado, a dando saiolares resoltados entre nos na
fabrica de cigarros de S. Jo N then by, da qoal
-o proprietarios ns Srs. S J livemos occasiro o ana passado, de escre-
ver algumas imitas acerca deste importante esta
belecimento, e li j. denms de orna visita que li
temos ao novo edillcie ampliaremos aquelle nosso
trabalho.
A casa oode actualmente est estabeleeida a fa-
brica sem duvida uro dos melhores predios da ca-
pital.
Aleo das epacosas accommndacoes interiores
livreaaente arejaua romo convm a (ao numerosa
agglerooracao de p-ssoa, o predio extenorroen
te de ama arehiteciur* simples e elegante, e fica
a pencas bracas do mar, nd com auxilio de urna
ponte os productos s > cuno facilidade embarcados
e eondundos para os mercad' s.
Cerca de doient s meninos ahi recebem o ensi-
D'jai.-iniiHl, lt-liemual religioso e mi ral.
A mais p'-rfciia ordem, sem a severidade de orna
rude diseipiiua, "mas antes acon*>-lnada pelos -pre-
ceitas pr ticos da autoridade, da uro aspecto agra-
dare! a esta afanosa commun- de pequeos ope-
rarios e eperaneoso ncleo de fuimos e morali.-a
dos cidadios.
Bm nm vasto saio das 7 s 9 horas da tarde
depui* da trabalhoedo descanso apremien os me
nios os primeiros elementos da leilura da escrip-
ia a da C'-niah liaade. Distemos priineiros ele-
mentos porqoe acreditamos que as nncoes rudi-
xnentaes da e>cnls n o ro outra con-a mals qne o
instrumento com que mais larde se devn concluir
e apeifeicoar a educacan. Nio custa >aber ler o
essencial e fazer uso discreto e aproveiuve
desse poderoso motor do nosso aperfeicoamento
tncral.
D-pois do tr; baih imanual e do ensino da es-
cola ilepois ir.esmo de alnumas horas cunsanradas
ao recreio era preeiso amenisar com o esiodo de
alguna dos ramos das bellas-rtes as tarefas in-
aoiis.
Xeste intuito f i creada urna aula de maiica di-
rigida p r li-tul professor.
Curo pooc. lempo de exercicio e o ardor pro
prw da mocidade iftolcnns dos aluninos toram
coro venladeiro aitaanam>nto os inflrnmrntos qm-
eseoliierain. e pode duer-e que a f.linca tem
buje urna landa de musn-a a saa disposicio. o que
alen d-* cciiC-nlar urna agradavel prenda a
edocacii dos aprmdize*, dispen-a das fe-tivos do
subelecimento, o coneurso dos msicos estra
abo*.
Ora, ogr.nds resoltado colhido por este duplo
ysteaia do ensioo manual e simultneamente in
leUVtual, que os producios da fabrica de S. Jnao
de N tberoby, redobrand i de valor pela qoal dade
perftiea-' augmentam lambem a na procura o
mercado s naluralmeule os avultados mteresse
dos proioetoe.
Eoiab-ienda asgimcom os ooirns estabeleeimen-
tos do mermo genero a Iota da coocnrrencia, que,
so dizer de omaotavfl ecooorois a, nio ontra
cosa mais que a manifestaci pratica, a U
material da liberdade. claro e-t que as condied^s
do tr kalho livre comecam ) a rer ae tre no* em basa sensatas e de conseqoeoeias pro
Ligamos nm alto apreeo s tentativas e aos re-
jiaHarln* deta ordem.
4) Brasil precisa empregar lodos os seos esfor-
^o* na pr pagan la iudn-lnal, pin* esquecend "
oara que a qiiantidade dos t>rodutoa i ata r>-
girnaena. si ella se ni > turnar ao mesmn lempo
cecnm-iendivel p-la saa qaalidade, e que esta
a obiem com auxilio efflcaz dos prodoctore ba
aVate e inteligentes.
Acreditamos, p is. que os Srs. Souxa e Nnvaes
jpre-tam um in prtanie si-rvico ao pix e lemo-
flampre prazer em mencionar os estabelecimenlos
de*t aatoreza, nio r em referencia a e-ta fabri
ca, fj-mo a i idas qne esliverem fondadas oo se
afaadem d'aqmem dianle na mesmas cireums-
daac-a*.
O onieo depo-ito ne-ta cidadero escrlptorin
da D-miugos Alves Malnens, 4 ra do Vica-
ria m. II.
_______________________ A.Ziloar.
Os atM'X > a--igoailos prtieipam ao publico
4M gari a peasoaa rom ajoem tem transa -roe
aan oarnea ar, qae o S<\ Anloni > Joaqnim de fin-
ta Vtxon de ser sea eaixeiro. Recife r* de agos
tete 1871
___________________Tso Irmiw C._______
^am s.fad' te ddi andar e sotio moito bem oon
nrrate limpa. no principio ladeira da Hite-
fieardi. em (toada : a iratar n Impera-
atV o. tt. naz"n d> Cmi^.
ro
' '
flntMabto
(tfndanfflja^^
lio
nica caa ftte genei]
14-Rna EslrciU do R(
Compra e vende roupa fenW
nova e velha, objectos de^
cosinha e de mesa, e
tudo aue perten-
F^ranciawlItfOjnasUasMltibeiro.
M Jote Gomes ios Santos.
de urna roulher gue cozinbe e engorrone para cna
de ponca familia : na roa do Caboga n. 9. batica
A nga se o I* andar a os don rmateos da
cata da roa do Vigart n. 3, proprk para eaerip-
torio e deposito de. fazendaa por ter grandes aeom-
modaedes : a tratar cora "Manoel Alves Guerra,
pal oa Ribo.
MISO.
Os abaixo assignados scicniificam ao respeiu-
vel corpo commercal destt praca, qne de com-
mam aceordo dissolveram a socielade qae gyrava
sob a razio Ramos & Temporal, isto no da 7 te
mez vigente, como consta do distrato social regis-
trado no tribunal do commercio, (canda a cargo
4o ex-socio Jos Bom Ramos te Ollveira a liqoi-
.iaci.), activo e pas-ivo da extlneta firma. Recife
31 te agosto de }87l.
J. B. Ramos de Olivsir.
Clementino Moreira Temporal.
AOS 5:000^000
Sstio vente os felizes bilhetes da lotera di
lahia, na easa feliz do arco ia Conceicio, !oj dt
arivas no Recife.______________________________
ATTENCAO
al
Para quem pretender e: tabelecer-se com pouco
dinheiro, e em um dos melhores logares da cida-
de de Oliada, por ser a primera casa em frente a
est-cio dos trilbos urbanos e deposito do encana
ment do gaz e agua, leudo dita casa ja um hotel
em pequea escala, e o motivo da venia o sen
administrador t-r de fazer urna viagem aosal do
imperio quem prjtender diriji-se ao roesmo es-
tabelecimeulo oa na taberna do Sr. Joio Ceelho do
Rosario.
Sustento rest urativo da
8Mj PELV VERDADEIRA FARINUA
A, Do Burry d'Arabia
Os abaixo afssignados fazem scieote a seos fre
guezes, que pelo vapor inglez Im-PIuIu receberan
Vgunda remes-a d'e-sa exeellenle farinha, cu](
uso maiio >e recnmmenda para as criancas, pes-
soas debis e couvalescentes, applirada c> m reco
nbecida vantagem as constipares, diarrbeas
nausea do estomago. io phihysle ote ele. Preferida ainda pelo agradave
satior.Urorcoa nutra qnalquer.
ADVOGADO
Dr. Joaquim Correa de Araujo
67Rda do Imperador67
Or|.
O cartorio de orphios, escnvii interino Gaima-
res, na ra da- Cruzes, sob'ado n. 34.
Precisa-se u um vaixriro que tenha prau
ca de laeroa ede* fiador a saa Conda>;ta: na ra
do P-ysroJu' n. 21.
Vende-se o i-itio Olho de
Vidr-.
Em Ponte de Ucha.
Este sitio tem nm sobrado de um andar e an-
dar terreo, cnoim i sallas, 9 quartns, IvjoziBha-
rom bons frgSe e forno de ferro, e.-te sobrado
circulado de janellas. T-m ero separado grande
cochura para cavados, easa para feitor e esera-
vos e bero assjm csa para fazer farmha coro ?eu-
ni i-teres para tal flm. E-la casa lem na frente
bons eanteiros pra fl ire, com porto ce ferro
p.ra a estrada do Parnameinm, grande s-ino ar
borisado e m grande diversidade de fracteiras.
grande baixa par capim, podando sustentar por-
cao de vacias leitrsrai para as qoaes tambero ten
commodos de recolhimeoto.
O- fundos da dit< casa e sitio deitam para a li
nba frrea que segu desla cidade para Apipucos,
e e acha livre e desembarazado, visto qae as
quesiSe ojue os consenhores de dito sitio tem
cm os etnpreiteiros de ditos trilhos apenas dn
re-peito ao terreno que ellas ora ocenuam, e o
prejoizos que por tal motivo tem c tasado.
O- prelendeotes p'dem-se dirigir ra Duque
de Ctxia-, lo ja n. 43. ou ra do Ara gao, boje
oa ou Vizconde de Pelotas 13. casan.
AMA DE LEITE
Precsa-se de urna ama de leite qne nio trag;
fi h i: a faiar na ra do Viseonde de Goyann
n. 8 oair'nr* toa Real (Estancia).
terem a bonbate
(ouir'ora ia
TherssMio Altostp ffarresrn.
Fi
anoef
Joio"
Joai Gomes tes Santos.
Jos* Nonas te Ptnla.
Jote te Silva Coimbre
Francisco
Amonio
Antonio
Jos
Joaqat
Manea! Antonia te Soasa Rtoatro.
Atosrto Jaeintno te tenca.
Jete te teoza Nones Pialo Amorim
Narciso Jos Franei-co Prannos.
Aarosto Jos dos Santos Mirante.
Heorlque Manoel da Silva.
Jos liarla Gomes Ribeiro.
Jote Antonio te Mallos Abren.
Joio Fernandas de Olivelr Gamito.
Antonio te Sonta Jnior.
Antonio Soares Mnirelles.
Candido Fojo te Mallo.
Jote Valentn Otos Vllela.
vos Gabriel Gomes.
m b vAuA

miwisau
> i
i
i#- i"n i
Extracto de (fume
Db Dr. Bbatuka
Fabrica de nedras brancas na provincia do Rit
Grande do Snl. "^
Em latas de S, 4, 8 e 16 oncas. nico deposi-
to em Pemambne, na pbarmacia americana df
Ferreira Mala A G. : roa Duque de Caxias na-
mero 57.
CASAS
Aluga-se o primeiro, segaste andares e sobre-
sotio te casa n. 6, cita a roa te Livrameoto : i
tratar na loto te roesmo predio. _________
Superiores cig J< neiro.
Domingos Alves Malbens, nico agente nesta
provincia da fabrica imperial de cigarros de S.
Jote de Nitheroby, estabelacida no Rio de Janeiro,
tem sempre nm completo sorlimento de todos os
cigarros, fumo picado e en latas. Tem ignalmeote
os afamados cigarros Conde d'Eo, feilos com mag-
nfico papel de palha de milho e fumo superior
Para governo de sem fregueses, qae tem estele
eido depsitos fiilaes. as casas dos Srs. Thomax
Francisco de Salles R deiro Simos Jnior, no bairro do Reeife, e todo
Soanto for vendido ero outras casas com a firma
e Soaza Novaes & C sao falsificado*.
AVISO
O abaixo assignado, ex-socio e liquidatario da
extiocta firma Ramos St Temporal, previne a todos
os senhores devedores aquella firma, qae para a
cot ranea de seas dbitos amigavel ou judicialmen-
te, e ajuste de cuntas, tem antorisado a nova fir-
ma, de que faco parte, los Bom & Silva, qae faz
constar para scencia de totes.
31 de agosto da 1871.
J. B. Runos de Olivelr
10 Wn
^23.
es-
Subloca-SH o arrendaouHhto do
din da roa do Mrquez da Olinda
com grandes commodus para qualq
iabelecin>eoto cummercial, tanto no pavi-
mento terreo como no andar : a tratar
com Antonio Jos Rodrigues de Suuza, na
l' esonraria das loteras.
Em a noite dtt 30 para 31 foi mcontrado
pela patrulba de ronda de polica um individuo
que condntia urna gaiotacom nm psssaro e done
papagaios em cima, c sendo perguotado como ba-
via obtido aqoelles passiros, deixou-os fiear e poz-
se em faga : quem fr, pois, sen legitimo dono,
queira ir a roa do N"gneira n. 30, que dando o;
sigoaes Ibe serio entregues.
MnV
d fkMDdM
fnnoeuj, tagletu, aUemlu to-
Itt loda m vendem por pretoi
BodicM. tm d acreditar a este
aovo aromen.
Csnwmiru inglexat,
fraacetaa, de todas ai
iMlidadea, brisa da
Aren e brancoa, colet-
rinhoa moderno, cha-
3oe de aol deaeda,
ARRUDA ffiMAOS.
Alan Citno toa
oOeita d tofatoto,
.^'Mla' '- -
lUfa rn
sil
u
an !> an e
I tag ma
IVOVA
. 41.
hademelnor,
artiaUa, jw
perfeiffe
Roopa de iodo o
inaihni para faoanetto
Por tedoi oa paqiw
toe, reeebem-ae aa me-
morad e maia nodes>
anvUMBiraa qoe b
na ftrropa.
MU
NOVA
K. 41.

nand.. 5fflf8t*be,to acaba de aoflrer nma reforma radical em acceio, artistas ecommodoa, e m pontoalidede naa eneo-
nenaas, analmente en lodo aflm de melhor aervir oa sena numerosos frecuexei deia-se de annunciar todas ai faiendas, p;.*a
ato ae tornar massante
van *'~ji
LIQUIDACAO MONSTRA
*
Oa mais importante fabrica de chapeos de sol do imperio Ra do Barfto da Victoria n. 23
O dono daquelle estabelecimento resolveo ven-er os productos da asa fabrica pelo* preco* segointe :
Chapos de sol de seda para sehoras a 5^1, 64, 7d. 81. 94. \0&, 114, 124, 134. 1*. Be?. i6,17#. 184, e 20 4CO.
Ditos, ditos, dito, para hornera a.... 84 10|. 114,124, 134, 144, 154.164,17** 184, 204, 224 e 244000,
Ditos d.t'S de alpacaa.^........... 44. 54. 4. 74, 84, 94 e 104000.
)itos ditos de merm para bomens a.. 64. 74,84. 94, 104, 114 e 12400.
t'S ditos de brim d'esgaiSo a...... 64 74000, todos os chapeos cima tem 15 % de descont em dozia.
s ditos de panno a.............. 24. 34,44, 54, 64 e 74000 descont 25 /,.
Tambera ha om grande sorlimento de fazendaa para cobrir armacoes e trabalba -se mais barato e depressa da qoe em qoal-
qoer ootra parte. _____
---------------------------------!-----------------!---------------------------------!----------------
iasmms
FILULAS VEGETIS CATHARTICAS
DO
DR. AYER
CJSA.
*tar*-ss o 3* andan, 4- s-.nradi rea Olreiis
nVJ* > aowasado p*r granJe famiha. a chave
fswa ver esta na loia ie(ro 4e n. 9. e para traUr
BU m da Cartfia dn rW.V i. 1
P'oei* ae d/ nina ama pa
ti o stvien Interno de nm
casa de frmlita : a iratar na
O engt-uho Luno Duce precisa de nm feiinr
prefeiindu se puituitnez e qne leuha hbil lacao :
a tratar com L al 4 Irma >, a roa do Mrquez de
Qurolt n 5o\ 1* and*r.
lllA Precisa-.-e r una aro par lodo ser-
'"* "1^*- vic" : na rna de H irlas n. 80. brado.
Aiuga e o 2o audar e suiao do so-
nrado da i raca do GirodH d'Eu n. 2, com
commod >8 para grand- familia : a tratar n-
botC" de J sMaiia Gameiro.
ITTrCATr
O novo estalHeciroeuto de lei'es, sito i rna do
Bom lesos n. 13, ontrVra da Crbr, far pata a
semana segniole uro graade e variado leilu eons
lando d magnficos u*.veis, cofres de ferro inglet
" franc^z. gna-da.cmia &* rame, obra roano
lina, perfuMiartas, obj etos de porrehna fin para
guaran.2 < de mesas copeira, 80 eaixas da sn-
o*ri ir vrbo de Champagne e muitos outros nb
ieelos que se espncifieara quando se Oi^r onia
para o dito ellao : as p-soas qoe desejarem dar
promata rbida a onalqaer objeet'*, deverlo apro-
weit-ir a oreasii-i. 0-objeclo rtiMtndkt devero
actioiaaobar urna guia (-iii nt) at-ignad* par
e fierem o* cmpeieijus laocameoiot. Osh
bfifclineniu se eonserva aherto todos os da- nUA*
das g h iras da manhi as 4 da tai de
FDRDICAO
no
BOWMAIV
Vapores pequeos pa des-
carocar algod&o
Preci-a-ra iiu uro eoioheiro que entenda de
hotel a trat.r na roa da Cruz d Recife n. 29.
furto (Jlvo.
0 abaixo assignado, leodo acceitado no da 8 de
maio do corrate auno divee-as Jtitras commer-
ciaes, saccadas p.-L>s Srs. Francisco de Paula Lin-
ease, e Antonio Prancis:o Liodose. em-pagam-n-
lo da compra que filies e snas mulberes fez da*
partas qne possuiam no eogenho Gloria, oulr'ora
Malto-Gnisso, do termo de Poit i Calvo, da provin-
cia de Alsgoas. assim como ou'ras saccadas. i fa,-
vor do Sr. Jos Vicente Lindoao, pal d'aquelles, em
pagamento das rendas de grande parle qne pos-
sue no mesmo engenbo, Como tudo consta da-
rtspeetivas escripturas : prtvino em tempo qne
oiDvnem fac* nfgocio com taes leltras, e qae nio
pagar a quem j as boover negociado, porque
inleiramenle lllodido ness-s contratos de compra
e arrendamento, vai propr em jnito a accao
competente para invalida-los. E para qoe assim
conste e todos saibam qoe nada valem aquellas le-
tras, e oem do abaixo assignado receberie seo
importe o veneMnentn, Ui a presente publicacao
pelo* jornaes das provioeias de Pernambueo e
Alasoas.
Bogeono S. Pedro e Parto Calvo, 18 de aa-osto
de *871.
Lenidas Pereira Ruarqne.
Xo ba'necessidademais
geral em todM os paizes
do que a de dm pa'gante
que stja ao mesmo tempo
innocente, i Dc z e digno
de toda a cooSanca.
As pillas que ora o flore-
cemos ao pnbliro preen-
ebem estas cond ces; po>s
podem ser tomadas pelas
..essoas mais fracas sem
perigo al>f'im, o3o tendo
rn sna compnsicao mer-
curio nem ootro ingredien-
te nocivo sarjile, mas
endo cumpes'o de agentes vegetes mm
fot tes, sSo bastante efficient-s e activos
para parificar ns cornos m-is roblaos.
Q a-ios s5o os males qoe, se no seu
principio fos>em combat los enrgicamente
rom um simples purgativo, nSo seriam do
orna vez vencidos ? Grande numeio das
molestias "pie estamos sujeit s su deve. a
om estado sujo e iiregular do estomago,
figa-Jti cu vmtre.
hor purgativo qne coohecemos e
que podemos recommendar ao publico sao tas vezes curada com estas pillas, quena0
as PILI LAS DE AYER que explorara e pu- dovidamos em dizer que soberano reme-
ificam toda a txtt-nsao do canal alimenti-
cio, e dio vigor a tudas as partes do orga-
ni rao, corriffindo sua acc5o \iciada e fa-
zendo.recuperar sua vtalidade. E' um re-
medio inesiimavel contra dr de cabefo
nervosa, enxaqneca, priso do ventre, he-
mt>rrhoidas*molestias do figado, febregas-
tro heptica, e todas as imlestias biliosas
que leem sua origem no enlorpecmeoto do
ligado que > au.-a a scasi-ez da hilis na in-
II mmacSo deste org5o que produz derra-
inamentn da b.lis no eslomago ou em um
desairanju geral dos orgSos digestivos.
A ICTERICIA o produzida pela ab orp-
c3o d bitis no sangue, dando p llej-i aos
nlhos una cor ama.elienta ; na e somente
dolorosa por si, p. rom condu aos mais se-
rios soffnmelos. Para cura la toma-se de
!n-a a cinco pillas toddS as manhSas, isto.
baUant pard mover o ventre suavemente
al que se recupere a acc3o s3a do sys-
tema.
A dyspesia ou indigestao, tem sido tan-
Veude->e em todusas phurm.cias e drogaras do impei<>
W. R. Cassels & C.
Agentes geraes.
dio para -este incommodu. Emqoaoto o
vermes, vejara o tue diz o Me ical Expo-
sitor de Nova-York: as pillas do Dr.
Ayer temos achado um dos melho' e reme-
dios para os vermes, bichas e lombrigas .
Nao poaemos ennumerar aqu todos os ri-
sos era qae sao -vantajosas estas pillas,
tantas silo as molestias que se.poji-rn com-
bjster com < emprego de om bom porgati-
o como sao ebas.
Em falta de appetite, sao excelentes ;
comodig'-sii ii para a comida, nao ba ennsa
melhor. Nao se lera poupado trabalbo
nem despt za para levar estas pulas a om
grao de perfeicao Ul, qoe nada deixa a
desejar; sao o resultado de annos de esta-
dos laboriosos e contantes. Para alcancar
to ias as vanta^ens que esultam de oso de
cath rucos, tem-se comninado somente as
virtudes curativas das i-Untas que sao em-
pregadas na cunfeccSo das pillas. Sua
compusic i tal, que as errfermidadesu.ue
esto ao alcance de sua accao, taras vezes
pjdtm resisli-las ou evad las.

WWJA IDA OIPEliiTflIX H 36.
Precisa-se de om eaixeiro de 11 a IB au-
no?, que tenha pratica de liberna e que d fia-
dor de sua conlela : tratar na roa de Hor-
tas n. 43 ._____________________________
Beneficio do Jfiiim do Ooc-
dwd'Ea
As excelentes quadrilbas Jardim do
Conde d'Eo compnsicao do Dr. Lobo
Mosaoso, vnnde-se por 34000 em casa do
tbesourniro da -ocieda le do Jardim do Pa
Os proprietarios destt bem conh cido o el gan'e estab-lecimniio, scie Ulcam ti!!?IL M" 1*?K1IisL?: *
o res eiiavd pub ico em geral, e com especi lidado ao bello sexo (saas amaveis fie
cuezas) que t-m receboio p-los ltimos paqu tes da Europa, um linio variado sor-
tim- rito de tud.i quantu precizo para ima senhora (que se presumir ler bom gusto)
completar om elegante e invejoso toilet.
Os proprietarios contando ara a valiosa coadjuva^So do sexo araavel, teenr-sor-
tido o seo ejtab-leciujenl" de tudo que d- m Ihor se nesejar possa.
Os proprietarios julgando muito na u-nh i ou antes por assim dizer imp ssivel
mencionaros innmeros nojicios que comida bello somtenlo de que cima fabaram,
cnntei.t m-e apenas em relacionar aq elles qoe julgam mais recorcm. ndaveis pela sua
elganiia, noticiado e commjdidade nos preco, coaio seiam :
So sitio di C-fuwdn nreeisa-se ie um meni-
no de IS annos pa a cunar I algons animaes :
quem estiver na circnmsianeia de s- proppr. diri
a-se ao raesrno sitio, oa
ra, outrVra de J 3o de
Ueste )' mal, a saltar cot
virada de Pauliuo Ca
brros oo i tj
o Sr Perr-lra.
,ma-
>". oo typtfrapbia
Almanak de Gastilho
para 1872.

nadaV
*p
Aeaba da colgar de L'-bwa. e a/ha-sp vaina
na livrana erooowlca i rna > de Margo O
frente d > aren o> n^'nlo Anmmn.
CRIADO
No caf cbinez a rn \*> d-,
| C U f resimijr.nt
SANTA HABEL
9Roa da Piare t'nn -t
AeeKam-e assignaat-s p-r preeos moio com-
nwdoa. gara o1 e s- b->a comida e moato annai.
Iroiarul. de
da IM Ido snVsplriio Hmo de .
jFraaa ac.
Paj-iirdom do irmio >a4 n nvio ao* irados ex
iniese os ex-mesarios sotsttus para mesa cm
joueta, e os mesarlos acluaes a se reunittsn'nn
nsso consi'io/l#4esoiivae ifi do correte., pelss
II horas da manhaa. afina de se enmprir s qoe
piarNiiM aart MfS* seoraa d* mud.oc* do
mal > da frrnsnaaja. ^ \
Consl-tor>i Irmenllde do Bspirito 8anto nrt
eooveoio de 8. Pranclseo I de setemsro de 1871
********* ,,
Ad om dos
* iTnMe de >xns a, ,> War.
0< baensTe- Jos 4*t* los Vtoira de '
Awonm, a Mgael BorAatW Vieira el
Amalia ien mm> enl r> a rna do '
Lindos leques de marfim a 8$000
Voltas de correles de borra, ba 1540
LioMssim s teques para mtniuas a uOO
e 2*500
Leqnes iie madeira a imitacio de marfim
a 2 Pen'es de regaco para menims a 2 W rs
Di os com ca,.a de metal para alisar a
240 rs.
Duzhs de linha de carretel 200 yds. de 80
a 15o. 800 ra,
Fiv-llmhas d madreperola para polceiras
o par a ftiO
Oixas com 100 penrtav (Perry) a 800 rs.
Dozia de ramas para senhoras a 4|Ot0
AKQlbaa para cnxbeta 140 ra.
D >zia de bolees de setim para vestidos a
320 rs.
aixas com 40 papis de sgolhas fondo de
0 t- a2|j(K0
G lli has de fil e cambraia bardlas a
240 rs.
Carteiiiobas cora agulbas de (odasas.qua-
l'dades e com ora toque de ferrogem a
240 ra.
D tas limpas a 5('0 rs.
Kedes hvisiveis para camello a 400 rs.
Leques de madeira a mitaca) de sndalo a
MI
Tem tambem grande qnantidade de flores
fra ce zas, fitas de sarja de tod s aa cores
e larguras, ditaa de veliodo, pretas e d*
(6 es de tmias as largaras ee mnito boa
qaalidade, ditas de setira ede s la.
Retro?, de todas as cores a da muito boa
qualfdade
Lindas cesinbas de palln bordadas rica-
mente roco e proprias para meninas
de e>co.a.
Finis-ma- maias dadas e proprias para >apatmio r-a-o.
Completo sorlin>etode bien de -eda branco
e pr lo e do < ptima qo-iidrde,
Bonitas cap.lia par mi as
Luvas de peluca bancas e de cores.
Tubos cappiliares com exceilente vacina a
2O00,
0 Dr.'Lobo Moscoso vc;na todos os das
das 8 as^lO horas da maribSa (as vezes qoe
or preciso) em sua caaa roa do Viseonde
d'Albuqtierque. pagando cada pessoa 2tMK>
em beti. fnio do me-mo Mrdira.
A fio I exista ae te estabe'ecira nto um complfto o variado sorlimento de todo
quinto h.de njeib r e de mais elvame.
Os pr pri-tarioirog ra > SkaiHH. Sra?. ,t "vi-itarema sen esiabetecimcnto afina
le se convencere do qoe. rfea- lito,e- no caso gie o3oquarain oar-saa esto tmbaibo
podara" mandar bogear ua lixros de amo tras ou qualifSefsjttbjextO* Q&jqij|e er3o im-
tnettaianwn obrera-tUti .8.
Ra da I peratriz N, 30
St LEIT10 < 0LIVE18A.
NOVO SORTIMERTO
DK
BOXECAS
A agola branca, a ra do Buque da Caifas n.
51. oulr'ora do Queimado n. 8, aeaba de recetor
nm novo e bailo sriim"nio de nonecas de diver-
sas qoalidfdes e tan.anbus, seodo :
Com rusto de seda, das que -chorara, e ootnw
qoe falla nt.
Ot rosto, mos, e pos &z porcelana, e pre-
pras para vestir-se.
Obras Atiguia branca tem oulro sormenio de diver-
sas obra* de porcelana, sendo:
B"nitns e ricos vasos para |.a de arroi
Ouiros para Joias.
On rus para abneles.
Outros para enfries de mesa.
Pe luenas e bonitas pisa pan agaa Lenta.
Pequeos jarros para saatno'rks.
Ouirua mapires paia msMa.
B'-nios nortrelofios.
Lidas ee^uiha. tMabern de poreeHana.
JHHmias de ata. ,,.,., I
dltos onirvsai|litnfy|gaHiaafWtes de inesa.
A at-suave) imutswial aeaaflrtai reo-
oheceadoa ne ra em qsy< aa r<-uaaro todos 4H es t-oiraev>
cianles oa easa da assoeucio san 6 de e^ryc-av
todas as prana aiMsaasrciaaH, PwaHen Coarta*
os Srs.. socios a^fcjaMtttr n ssla ai aswwlatiatv
lodns < di, nal ki-ne I haraan tro>, ian>
obsuate continaal Baar :,* ateaatji, i tas
da assi-ciacij a oSprtci i di Sr. sortes. V *>
Af*ie>"-k'j commeroial baueficaute 8 de setoa-
brode 1871.
P. lfessoavv
Pswideate.
J. R. Trio Jada, ^
Si'ag atao.
v ama ama
traJia do Rosarij o. 8.



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B lie inJCttliHnc Sabbtt
*m,<4* i87i.
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A* RUADO BSUIH *
PASSAUDO 0 CHAFARIZ
Pada aos ttokores da eafenbo e ontros agricultores, e empregadores de ma-
o favor da qbi visila a sea estabelecimento, para verera o novo sortimentt
le abiten; pois sendo todo muito mais barato em preco do que jamis te-
lo est anda superior em qaalidade e fortidao; o que coa a inspeccio pea-
rene espbciaZ aiten$o Ao numero e LUGAR DE SUAFUNDIpAO
VlTinrA A rnrinq rVoOTlQ dos mais modernos systemas e em
japurca ?j rUUlta UajUa. umanhoa conveniaotee para as di-
rcaaiBtaneiaa dos seo ores proprieUrios e para descarocar algodJo.
18 lft AjinnA de todos os taraanhos, as melhores qae aqui
todas dentadas ~n **>, ,gua e VaPor.
Tazas de ferro fundido batido e de eobre.
Alambiques e f and os de alambiques.
fftPhinfflmnfl para mandioca e ateodao.) Podendo Udos
aouiUiOUlUB e ^3 Mrrar madeira l ser mov loa a mo
Bomban (pr aQa- vaPr>
iuhh g patente, garantidas..........".'. y*e inimaea.
*OW* aS maOninaS e pecas t qUa ^ cosluma precisar.
t?a)t qiialqUer COnCertO de achinno, preco noi resumido.
Formas fffl ffllTA ,em as melbores e na's bar,ta8 existentes no mer-
TCnPJ^m man sisa* Incombe-se de mandar vir qualquer mactainismo voota
xiui/uuiuicuuw le &ot Cjjente8j lembrando-lbea a vaotagem de faierem
anas compras por intermedio de pessoa entendida, e qne em qaalquer necessidade poda
Hwe prestar auxilio
Arados americanos e iD,trom<)Dtog a8rico8,
GRANDE HOTEL CENTRAL
No entro da venexa americana.
No eealro do commercio.
O mais peno das va- frreas.
O mais peno do embarque no caes 21 de Novembro.
O mais peno dos thealros.
O mais recomraendavel ao? a mames do commodo.
O nnico qae lem no interior casa de banbos.
O anico que as familias podem hospedarse sem receio de enconlrareni-ee eom pessoasde
vida snspeita.
O uoico onde actualmente se acha o. melbor chocolate hespanbol que se pode tomar a
qnalqoer bora ; assira como tambem se vende libra.
O noico finalmente qne offerece completa commodidaSe por ser o mais espacoso do Recifa.
A ra larga do Rosario n. 37
OSr. AntfJ MR de A Brralo Jnior,
nha ahondada M na da Madre de Dms
reasw BMfaj#aja ato inora, pois a
wat, naranja para tal fim fieoa de roe
patee*** It lo paseada, al ho|e estou a
ni. aeotfa 5 de iiuaahiude 1871.
Paanadt
I J

Patrila Jos Tavares de Vasaoaaeuas, Marlinbo
Beierra de ateaetes VaaeoneeUoa, anas fllhas, o-
ra a gaare Jaronymo da Coala Laa agradeced
orealaiente a todas aa peaaoas ajan M flaarata
o candase absequio de auiHHr u aZSaaWcele-
bradas ao dia 3 do crreme
Saaora do-Carma pelo
preuda fllba, irmaa e
trra de Vascoocellos, a ptat'iUndorke
gratido. Ibes rogana se dignem da aovo a
a missa qne por atea da roeama fallecida
razar aa raiatiAlajN)' *'
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S5o Analmente chegadas a esta prafa psla segunda vez as verdadeiras preparacoei
do Dr. Radwat A C. de New-York.
Depois de alguns annos, ero que :s faisiBcaces e Hambargo e mesmo de New
York tiverara eotrada nest mercado, aprweitaurlo-se de bem merecido conceito qoi
estes refloedios haviam ieascada por seus maravbosos effeitos eonsegoiram latredot
ee, iliudiod.) o poblicn incauto, com orna reduccao de prego, oulliGcando o verdadein
aento destas adiniraveis praparacoes," imitando as verdadeiras; porm desacreditan
do-as com seos nnlios efiaiM, lenttbrou-se o autor du faier a declararlo abano, e
dar diplimus aoe qie ven erem os seus legtimos preparada.
Previna-ae o repeitavel publico de que as verdadeiras preparacSes do Dr. Ra-
dwat s se vendea nos depsitos cima declara ios e trazara um rotulo igual ao desti
annoncio.
Nos abaixo assignados, declaramos e cercamos, qne os Srs Rayaiondo Carlos Le>
te & IrrcSo, da cidade do Rio de Janeiro, no imperio di Brasil, sao os Doasoa geme:
^eraes,.pia venda de nossos remedios, tanto no dito imperio ckdo uo reino de P.-no
ga!. NoHiiamos ao publico, q-ie nao se pod^m obter os remedios do Dr. Rujway 4C
(a qne alo preparados no laburaturi do mesm doutor na cidade de N-w-York ooi
Estados-Unidos), seoiu das pss as que podem produzT a pregfnte 'eriifiog.ao e ties
tacio e que a produzem, sobscripta e assigaada do Dr. Radwat & 0. e dos Srs Raj
mundo Carlos Leito A Irino corno a" p. Todos e cala om dus remedios do Dr. Ra-
dwat A C. sjo acjmpand'dos de cdulas semelbantes as que parecein ao p desta cer-
tifkacJo.
giamine-se bem a ass'gni'ura da flrrai do Dr. Radwat <6 C. ao p da preaenu
aertifieaco e compare se com o facsmile uas cdalas com todos os fraa:0i e cainnba
Radwat V C.
Ji nio nma oousa qne se precisa experimen-
tar M e sim tateiramente ex Dhecddo o feara e
erando sortimento que existe na Nov- Baaeraoca
ra Duque de Caxias n. 63, (aotiga ra do Quei-
mado) assfm pois, sendo qnasi impessitel disete-
er-se o grande numero de objeetoe expostot i Ten-
da em dito estabeledoeoto; ella naatiiola sa em
mencionar algn* dos objeelos mais ricos, e m-
teiramenianovidade... e aproveita oensejo para
convidar a todos geralmenie e ero particular ao
bello sexo, para visitaretn-a afim de apre wrem o
gosto e perieicao de roa objecios a par d'oa pre-
co raseavel, pola ella se cociente com ponco,loere,1
tende sempre em tistes a vender barato, para Ten-
der mnito, e de-ta forma chpgar ao ftm qne todas
alawjam; que o lacro para snavisar as fsdiga
da vwia.... ________________
GASA. DA FORTUNA
RA t DE MARGO UTrVORA 00
CRESP3 N S3.
Aos 20:000^000.
O abaixo asf ignado tem sempre exposto i ven
la os felizes bilbetes do Rio de Janeiro, pagandi
oromptamente, como costuma, qnalejaer premio.
PREOOS.
Inteiro 244000
Heio 12*009.
Quarto 4000.
______________ManoeJ Martin F TTESCAO
Ha- ponco mais de don* mezes orna eserava.
ubtrahio da algibeira de sea sennor 3 sedulas de
3004 cada nma, o qnal lez a diligencia a flro de
que a eserava desse coota d. mesma quantia, po-
rm at hoje tem sido baldados os eiJorcos empre-
gados para esse fim, constando agora t*r ella en*
tiegue t'ssa quantia a urna das sociedades de
enaancipaeao para ir jomando at se libertar, po-
rm como tal dmbeiro nao deve servir para esse
fim, por ter sido eobtrabido, tendo ella confessa-
do, sem der o qne fr*t desse oinheiro : portanto
pede-se < pessoas que de tal dinheiro souberem
ou tiverem noticia o fover de darero parte cesta
typpgraphia qoe se dir a qoem pertence.______
Pnxua-se da urna ama forra on eserava,
que engomme bem e cosa: na roa da Aurcra
numero 40
COMPRAS.
500
I
10500
n^OOO
Jote Bi|odinho, com leja da aiidnai.
aviaa a todas oa oa um fragtmea qaa aaii
lorraado toda palo orefo, a -mu da faiao-
da, para todos admirar, 4aW # M flfc
Pacas da fltaa bordada mflKfiaf fYM
Thaaaoru grandes a psajoaoas a
sasis fino qoe ba a
Caitas com 20
lisa, amiaade a
Pecas de tranca da
mais modernas a
Frascos coa agua
finas 400 e
Dozias de botbes cobertos de seda
para vestidos por todo o praco 1
para acabar. K^lT n tlW
Libra da aris prata s 160
Grosas de botea da louca branca a 120
Caixaa com 100 envelopes fasenda
fina a 00, 00 e 800
ipelbos da moldara dourada a
800e 11000
Pentes pretos Tolteados para me-
nina a 240
Tmieiros com tinta preta a 80 e 100
Pecas de fita elstica multo fina a 200
Latas com superior banba 60,100 e 2(0
Latas grandes com aoperior banha a 320
Frascos com oleo d Pbilocome a
BOOe 800
Frascos com macassa | Parata a 24u
Frascos aom agua de Colonia rerda-
deira a 1*000
Ditos com oleo da ba josa suderior a 320
Carritels da retrox preto coa 2
oitavas a 600
CaiiM com agolhas franceas a ItiO
160 240
Peca* da ttra bordadas a 500, 600
800 e 1*000
Garrafas com a verdadeirt agua
florida a 1*300
Cimibaa da Pootrina Cbriatla as
mais moderna a 400
Livro da aissoaa abreviadas a 1*500
:opns grandes com sapo ior banba 1*500
Macos da pallitoa para dentes o
melbor qoe ba a 160
Pacotes com 3 sabonetes
fazendaflna a 600
Escovas maito finas para limpar os
denies a 240
Pomada aipaka
E'muito conhecida esta pomada e mnito
apMctVa por toa Gnissima qoalidade, s Nora
Csperanca qoem tem.
. Jarros de porcellana
Una atplelo sortimento de lindos Jarros
de porcellana (do afamado Bacar) exista os
Esperanca, roa Duque de Caxias
Boa
do
n
. 87.
Yeode-se terrenos a margem do rio Bebe-
ribe, e vende-se om grande sitio junto a estagao
do Salgadinho. codfinando com o no Bebenbe : a
tratar com o Sr. Juo Feitosa na ra estreita do
Kosario n. 11.
N-^sta tvp'igrapbia cimpra-se-oma historia
agrada porPinheiro.
IJOHPKA-SE
frasco?, vasios da tintura jsponeza, e paga se a 80
i rada om : roa Duque de Caxias n. 30, *
Marijuez de Olinda n. 51.
f,
RA
DA JMPERATRIZ N. 55
PERIVAMBUCO
a a BH!ls0>l, jerente da tinturara fran.:eza da ra da Imperalriz u. o, tem a
honra de panici >ar ao respeuave pnhtico d'esta cidade do Recite, que ele acaba de comprar este im-
portante, estabelecimeoio, e que ct-ntinuara a empregar t dos os seus estreos, a appliear twos os seus
conhfcimeotos darte de ungir e de lavar, assira como se tarrear para obter em.fu* trabslbo
te memores resultados, artm de conservar e augmentar o grande crdito que-ssio stibUcimentc
tem at b-je justamente tr^n-cido.
Teio esperao^as de o,ne consi.|id.ir mais e mais stra r-rutaii de arsta tjntireiro ec
modo por qae sabe lirar a man.;h e n.'doas do qoatqoer fiinda ; reonhen qdte o turnn tir
oonbeeido 039 cidartes de Franca, taes como Naiites e B^rdeaox, aonde occpou o primeiro lugai
4e i-ooira-mestre na importanto rasa do Sr. Roucbun ; Marseilie e Lyo aoode ad \wn 1 xcelleot
Itpmeada durante o t-ropo qop all estove, e em Paris, anudo aeabi'U o sen apeifeicnamonto tiotnrial
sob a direr^o de Mr. Jofi (ofltb") vire-presidente do Curso de Cliimica o Tnitnrana (oto na ru>
SlSWa'dffltevi.li n *S) priineira caa de Franca nesto geniT", e aonde o Sr. Gaiiter. ex-proprietari-
do mu e^ubolecinieuto o foi eogajar com o titulo de contra mestre no aarvico de U;tur2ria de sed.
lia. *
Ero relacao t^m as meilure- ca^as de Franca, que se empregam neste commercio, estar
temare a ar de todawnova 4-spohpnae e combmar.5* de core, c procesis methorados.
Emft'1-, esperajaiu''urna jo-ta apreciQo d^ sem trabnibos, fari anttmsniar a soa fre-
gnetia j \io grande e pal ir Eis n* ''O4 pnnruifs trar>?lho;
GRANDE BSPEniALIOADE.
Tirigera a*eeeo de qnilfoer nda_-m panno.
A'iUi.^Ao de Hinart-lto
C-impra-se ama armaco de amarello sala,
mas em bom estado a roa da Cadeia do Recife
n. 33 .armazem Urna > ^reantil.
Compra-se una uarrlha ae burros, sendo
maaus, novos e grandes ; quem ti^er para ven
der apr.aresa na roa do Apollo *. 25, andar
escrittlotio, qna achara com qnem tratar, das 10
horasda aanlia a 3 da larde.
Arieiospa aci^ro
Naruadj Vgarid n. 81 ;ompra-3e um par de
arreios.
V1NDAS.
Vende-se enqoeiros pequeos para mudar-
se : queoj o quizer dirjase ao sitio Cafando n;i
estrada de Paulino Cmara, oulr'ora de Jo|o de
Barros.
Lib
Lavadero qaalquer Testoario de b >mein, mn
tber oa enanca, sem a descozer e coMerwudo-lhe
o bnm.i Se Oov.k
Hraem a seeeo de qualqder nodoa em se la.
I*vagero de vesudos de-eda, de qoluder cor
chale d seda, chales Se erep da f.hio. web
mira fraarez*., urlataoas, ch tos rt> meroj, ves
iido da Tolntii p chap de qnnlqner rflr
TIHAGl DEN(W)^S^
Tiragrtn de nudoas em .o. Wodo efcla. fozen-
do desappareear qnalqner. maactM reaiaos ba d-1
foMara.
UNTURA PRETA EM SEDA.
Tinge-se ve.-tiio?, chales. Utas, renda*
lards.
e loo
srante-sa a boa qnalldade da tinta o que a fa-
'eada Oear parroendo iotrtramente nova.
TINTURA DE LA El CORES.
Tinge se roupa de hmiiem, de iiiuiher on di
ianca em lin. tem dse >zpr o na rijr que se de'
jar. quer a laznida seja isa pof. >?rta e Ka e li
- algodio, on as tres qualidade? Juntas.
Poop-ijna, alpcas. rep, merino, eain>lr*
lmaseos eti'., e ein-ioda a cm'es^ue se queira
TINTURA PRRTA EILLaA.
Vestidos de h'-roem. de miirher e de crianca
em enm des iido e girantiadu-sa a b>a oua
'.darte da tiiit, nao suj.ndo a roupa branca.
Todas as qfc.lidad de fat>ndas, as-im cmi
(nape.* do Mtro. de IfaQiifca, da atiba ds liali
u di Chile
TlldO
por presos coramodos.

a rterliuii
Vende Joaqnim Jt s Ranos, a rna da Cruz n. 8
prmeiro andar.1
Uvas
DE
PELLICA.
Para h-.rr-.-in, pretos e 1 rauca- a 24500 e de
cores com mofo a 3'i0 rs. o par, e muitos ontros
artigis como sejam superiores panno" Unos i-Mos
a 5*300 o a 64 o cvdn, caseirira fins entesta-
da- de 24.U) a 4600 o eovd., fl.nelia fi.,a
hranct e azul a 14VJ0 e 2SflO o eovado, roada.io-
lio, algo liozinho, chita?, tambraias trancas finar,
corte" om 21 covdo de -eda o ra vestido por
26#, brun de liuhe braueo do U3 0 a ia600 a
vra, cobertures de la, colchas i aigod" brn-
i-as e de cores, raeias fiuas a S*i'K) a GjtoOO a
duiia, lenC"S Lrancose de cores, co'ariohos e pu
nn..s de linho, grvalas, chapeos de seda para sol,
tapetes grandes e pequeo-, ei-carradsiras de vi
dr<>, graule s.irt.anio de jarros d- k a %'t o
p dnzia, grande sortime-.t) de bandiija, pe.fuma-
na, candieiros de vidro, lamparina para cim de
mesa, parede e de peodurar, de 1J61 0 a 2*500
cfia nma. ehamin para candar a 2*200 e
2|l0d a dozia, apparelbos de le ufa fina para Jan-
lar ampelos p-.r 110* e para almajo por II*.
grsode quanlidade de copos Unos para agaa a
400. 4*300 o 4*ftH) a duzi garrab para vi
uhii de 8*800 a 7**M) o par, ch* s par crian-
fas e >enhora, e pe.hmctia de
Chaptis pretos de pello
maito lin-is e forma elegante a
9I5UO um.
E'bom vr no grande anraz ni d
Emporio offifficrcial.
t*~ na fia tsnwntvii 15
Blpsi* & I.-mo'
>.______________________________________________
Pr. ri>a se ae um hwn em pra tratar de vae-
ca e iid*r com carro? : oa roa oV> Sebo ou-
mero 8.
Vende
Querem comprar ?
Gnardapisa para vestidos ; preto ou branco?
Papa-Boa, larga on estreita T
Lencos de linho, bordados oa lisos ?
Bonitos ieques, osso oa sndalo ?
A Nova esperanca quem lem 111
novidade!
Acaba de ebegar a Nova E-peraaca na Duque
de Caxias n. 63, b^ecos e booeeas, sendo de mol-
des ioleiramente novoa, vindo entre elles os en-
gracados bonecos de borracha : para qoe se ean-
gam ? quando quizerem comprar qualquer objecio
-endo bom, bonito 00 engracado, lembmm-se logo
da N va E-peranea roa Duque de Caxias o. 63.
com flores e botbes de
com naos e sem elles, vendem-
se os Nova Esperanca roa Doqoe de Caxias
fimLAS s)E MADREPEROLA.
Boiftaa flvoHas de madreperola lisas o
bordadas proprias para pulcoiras, veodem
se na tfea.Esperanza roa Duqoe de Caxias
o. 63.
. PARA AS FLORISTAS
A Nova Esperanza a roa Doqoe de Caxias
0. 03 acaba de receber folba para rosas e
d'outros moldes, a ellas antes qoe se aca-
bara ffl
Oleo para machinas
.Vendase oa Nova Esperanza roa Doqoe
da Caxias n. 63.________________________
VENDE-SE
ama das melhores casas na povoafo de Beberi-
be : qnem pretender dirfja-se ra da Uoeda n.
39, das 9 heras da manhaa as 4 da tarde ; e taro
bem ae vende ana casa em )linda em boa locali-
dade, com muitos commodos e com grande quin-
tal.__________________________________
Joaqnim Jos Goncalves Beltrao tem (.ara
vender no seu escriptono roa do CMnmerclo n.
o, os gneros abaixo notados, qae vende mais ba-
rato do qne em outra qualquer parta :
Axeitonaa em aneoretas.
Aroendoas em barricas.
Cal muido em roassos de i libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca marlel rres.
Enxadas.
Farioba de maodicea de Santa Calharina, sac-
eos de 3 e I alqoeires.
Dita da Babia em saceos braocos.
Dita 'de dita aro barricas, proprias para casas
particulares.
Fio de algodo da Babia em novellos.
Fouces.
Mandos.
ores.
Obras de palbetas.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Palitos para dente.
Pregos sonidos.
Paono de algodao da fabrica de Todos os Santos
de Pedruso na Babia.
Rolbas.
Rap popclar da Babia.
Butiro em fardo.
Retrox dos melhores fabricantes do Porto-
Tapioca do Haranbo.
Tabaco simonte da Babia.
Vernix copal.
Vinbo do Porto engarrafado, caixa de 12 gar-
rafas.
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar
Dito moscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeaux em caixas de ama oozia.
Dito de cajti em paixas d urna dnzia.
OVIDADE.
A lojkdo Papagnio acaba de receber um corr-
pelo suHueoto de sedas lavradas de nma >
cor ; asfai como um expleoa.do sortimento d.
poupelioas de seda, tanto um como 00lio sao de
lavrores Imeiramente nnvcs, e as cores sao as
mais delicadas que at hoje tem apparecido nesie
mercado, sea preco to commodo qne nao ln
quera deixe n. 40, esqaiaa da ra Seto de Setembro, amigo
Laeo dos Ferreiros, loja de Mendes di Car va I ho.
Seraphinas ou har-
mnicos.
No armazem de Joaquim Antonio de Araujo &
(1 na do Mrquez de lioda n. 14, anda exis
tem ptimas seraph.oas de nngueira, con. rxcel
lentes w>z^s, e se vendem barato para aeabar.
ATTENCAi)
Yende-se diferentes qnal tades de fmc
teiras peqiionas, b as para mudar se, a
6aber : abacates, jaqoeins da China, cacan,
sapotizeiros, pinbeiras, figueiras, ariicom
ap, wstnbeiras do para e parreiras ; a><
prefo de quiuhptitn? a mil ris, cooforme
a qualidade ; quem as qn zr dirja-se an
s tio no Arraiai dos Cnqueiros, si-nato na
encruzi hada docaroi'ho qne vai pira o
afnde de Apipncns c. opara B^ejo
Leman Frres
vende eervej< M*yenca e vinho do Rheno.
Rna do Vicario n.27
No escriptorio de Jos Joaquim Lima BairSo ba
para vender se :
Prg s de diversas qualidades.
Fechadnras de broca de lodos os tamaitos, e dos
melhores fabricantes do Porto.
Carlilhas de di.neUina Christaa.
Mercurio de Lisboa.
Lnhi de Rnz.
Superiores cigartos do Rio de Janeiro,, da fabrica
_de S. Lourenfo, ja bem contiendo* pela aceita-
cao que tem tido nia provincia.
J. C, Deyle, lem era seu armazem para
vender o segninle :
Cognac Hennessy,
Vinho Xprpz.
Vinho de Lisboa.
F.ltradeiras.
I piano de um dos melhores fabrieiotes.
Ra do Commercio o. 38.
Rna da Cruz n. 18
Faiinha de mandioca, superior em sacos
grandes.
RA DA CRUZ N. i 8.
Formas de ferro mlvanisado,
RA DA CRUZ N. 18.
Vnoos quos de Bordeaux, do Rheno 6
de X-rez.
Oervegt iiouc^h
da 1 qaalidade, vende-se em p^rcao e a rjtalho :
ouarmazem o. 4 rna lo Gommercin.
Ertpe
A loja da praca da lodependeneia o. ti. ebe-
floa nova remessa do mano acreditado rap gasse
grosso, fino, R cba, francez, rola o e prineeza d*
Baha, Lisboa e Paulo Cordeiro commao e viajado;
vndese em libras e a- reta'bo,
< a! nova de Lisboa.
Recentemente cb> gada do brinoe Etican-
factor,vende Joaquim Jos Goncalves BeitiSo
no seo escriptorio ra do Commercio nu-
mero 5.
Vende-i uma ;d.j0 eum
b.i aeoiioraado3oeri->: trjt.r a% ra do
Sf'ii't n. o.
-------------------------------------,------------------------__---------------, ,
Ve Uf-str
'i rui dn Rang-l n."
s a ma-ma oa a pra-
' jno achara upmimb
Vendem-P s ca a- terreas n-. 13 e 17 a'
tos dos Guaranpes, bem prxima a* eslacao di.
b W. .
Se.f L^veniii Fioup
Farinba de trig/i j rrmentada, propria para
pao, bolos, poddiags, etc.. em macos de 6 bias:
a venda nos armaieos de T^ fniiaos A C
V'iaho tiuto e branoo supe-
ie carcayvaUos lem para vf ndar em caixas
de nma dqzia J taqun Jos Qnncalven Bel*.
tr2o. frua do Coi murrio n. S,
HOKA
065.
Ba do Duque de Ca-
xias
acaba de receber* n aipn'rlanle sbrtlmento d
poupelioas de la, a< jone* shr-m o moco da tu 0
rs. ocjyaMo, oS i linda fa-
jen da.
Lembranqa tempo>
.0 prnprietario do armazem de vivara roa do
Imperador n. 28, vem por meio desie annoncio
prevenir e avisar ao respeitavel pnbhco de.-ta ci
dade, qne o seu armazem un. dos qne c< m mais
vantagem pode sat-f*zer as saas hem entendidas
exwencias, pois par tal 6m tem feito jeunir no
mencionado estaheleeimputo o mais completo r-
timento de acepipes, e para qoe os dignos leitores
de-ie annuneio nao tenham occasio de massada
toma a resoluca i de limitar se a lembrar sement
os gneros que elle lem como especial novidade, e
o sigmnte :
Lindas caixas com confeilos, proprias para pe-
queos presentes.
Chocolate era p, este chocolate tem a vangem
de pder-se fazer me mo na mes.
Leiw coBden-ado, a melh >r marca conhfrida.
este lette convem principalmenie aoj collegios, ho-
teis e hospitaes, pela presteza com que se oblem
qaalquer preparado delle.
Tmaras do Kgypto, raramente vindo a este
mercado. 1
Licores finos: Charlreize, Carafo, Aoizele,
Creme de rosa, etc., pic.
A LEM DISSO O CAMPOS
pode garantir qne o sen armazem um centro do
borne airadavel ao paladar, pois nei.'e se en con
trata feui re ludo qu-nio pola oeeessitar ama
despm a, C'Zinha o ine?a iefde tf mais beqsor-
tio)a al a mais mediocre.
AGORA ANDA
annonc3 tambeai fei.So maUtinh i em saceos e a
retalh<\
te* cMalte ala aertiga e aern?
dita da fararica Ha> Barba
4o Cah>a>.
rNrtlM
Neale bem aorttdo araaxao existe om gVaaa
sortioMOta de looca francea, aoiw mi pan ea>-
sa de lamilla, como teja algaidares papeiros
e panellaa, todo grandes e pequeos, q.
lides para uanitiga; ludo da nana vianda (na-
cer. Asslm como no completo sartiaeMo de loo-
a do Barbalho, como seja : jarrdes para 4 e 6
i-anecrs de agua, polas de nra a dons caneos,
maringnetjresfriadeiral, qoartinbas do Barbalho
e da Babia, vaiua vidradoa o por idrar^ara iar-
dim, caeos grandes a de meto pan iona, altos
ditos pequeos pan tirar plantas, unos vannos
e por vidrar de 2, 3, 4, 6, 10 a il polegaus,
feitos pir machina e que a |oi nio ba na provin-
cia a excepeo dos viudos de fra ; lado meibor
pela qualidade do bi.rro e mais" barato do qae ea
uuira qualqo-r parte. Em porfo sa tu ibati
meato de 10 a 15 por cento ; t na ra de Impe-
rador o. 37.
A revalesciere du Ba ry de
Loiuires
Toda a- deeafa cede a Revalesciere dn Barry,
que d sade, energa, appeiite, digestio e des
canso. Ella cara as dispepsias, gastriles, hamo-
res, acidez pituita, flato, eojops, vmitos depoii
da comida e gravidez, con tipafdes, tosse. astbna,
ilTecfdss pnlmonares, bexiga, ligado, cerebro e
sangue ; 60,000 caras, inclaiodo maltas dellas no
Brasil.
A revalesciere cbocolatada do Barry
em p,
Delicioso alimento para alrooco e cela mui'.o
nutritivo, fortificando oa ervos do estomago aero
causar o mooor peso nem ddr de cabe.-a, nem ir-
rita fio.
nico deposito para o Brasil em Pcrnamboeo
oa pharraaeia americana de Ferreira Main A C.,
ra do Duque de Caxias n. 57. (Todo cuidado
com as falsiDcafdes.)

i
A agria de ouro
NA RADOCABGA" N, 1A
tem leqaes todos de madreperola, o melbor que
tem vindo ao mercado.
IOJL*
DO
GALLO VIGILANTE
Ra do Crespo n. 1
Os propietarios deste bem eonbeeido estabeie-
cimento, alero dos muitos objectos qae tinbam ex-
postos a apreciadlo .do resf.eitavel publico, man-
daram vir e acabam de receber pe j ultimo vapor
da Europa, um completo e variado sortimento de
finas e mu delicadas gspecialidades, as quaes es-
tio resolvidos a vender, como e sen costme,
por prifos maito baratinbos e commodos para to-
dos, com tanto qne o gallo.
Muito superiores luvas de pelica, prelas. brna-
cas e de mui lindas cores.
Muito boas e bonita gollinhas e pannos para
senhora, neste genero o qne ha de mais-modereo.
Superiores pentes do tartaruga para coques.
Lindo- e riqusimos enfees para cabeca das
Exmas. Sras.
Superiores trancas prelas e de cores com vidri-
Ihos e sem elles; esta fazenda o oue pode baver
de melbor e mais bonito.
Superiores e bonitos leqaes de madreperola,
marfim, sndalo e sso, sendo aqaelles braocos,
enm lindos djennos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
oh' ras. as quaes sempre se venderam por 30S'0O
a duzia, entretanto que ns as vendemos por 2o#.
alera destas, temos umbern grande softimento de
utras qualidades, entre as quaes algumas muito
fijas. \
Boas bengallas de superio> canna da India e
easto de marfim enm lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, nestn genero o que de melfc .r
se pode desejar ; alm destas temos tambem gran
de quanlidade de outras qualidades, como sejam,
madeira, baleia, sso, b.rracha, etc. ote.
Finos, bonitos e airosos chieoliuhos de-cadeia e
de outras qualidades.
Lindas- e superiores ligas de seda e borrachs
p^ra segorar as nei.is.
B 'a> meias de seda para seuuora e para meni-
nas ae 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de maifim e tartaruga para farer
barba ; sao mnito tioa--, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nosa ver tam-
bem asse^uraiqos sua qualidade e delicadeza.,
Lindas e bellas capellas para uoiva.
Superiores agullia~ para u.ach'na e para croe*--!!.
Linha muilo boa de paso, frvjxa, para em. er
labyrintho.
Buds bralhos de earlss para voltarete, assira
como os lento? para o mesmo lim.
Graude e variado sortimento das melhores per-
fumaria?, dos melhores e mais conbecidos fa
brfeautes.
COLARES DE ROY .\.
Elctricos magnticos contra as convnlsoes,
fcilitam a denticao das inuoceni'* criancas- So-
mos desde maito receh?:!ores de. es prodigiosos
collares, e Continuamos a roe:re-I s periodo- os
vapores, alien de que nunca faltei i no mercado
como j tem acontecido, ai-sim come pois, poderlo
quellen que delles precisarem, vir a > dep r."< fo
gallo vigilante, aonde sertpa etioouidro retes
verdadeiros c llares, e os quaes alten icnd -se 31
fim para que sao pplicado?, se vmderio core am
mu diminuto luero.
Rogamos, pois avista dos objeelos que deixa-
mos declarados, aos ti-.-qs fregueses e aa.igos ?.
virem comprar por precos muito razoaveis a loja
do gallo vigilante, ra do Crespo n 7.

j ;


IIIZI lili
amiga
AS MODISTAS
A Nova B*per.BCS est resolvida s ven-
der baratissitu'"'. para as Exm>s. modistas:
enfeiles, f rr s p;r vestidos, butSes, etc. e
tudo mais d* quep- ecizaiem ; e isto por
preijo muito c-mmndn, com a condifSo po
rem das mesmas Exmas. aunir-se destes
"bjedos s mente no .tito esiabnlecimento
i onde encontr-.r5o o bom. por pouc- prco
e defa forma au.bos lucrarem, islo a
Nova Espera' <9, porque vende, e as modis
tas, por c ttprarem hom e barah.
\o tiafer eoavnlf5es.
As enancas que nsarem dos collares ano-
linos, que se vendem na Nova Esperanza.
esl r5o isentos de convul S^s; pois s3o os
Verdadeiros recebidos din clamete.
E' engracado e Arbtn ha
Osptdes de nova invengo e que dancam
Ib .minutos poucj mais oo men-'S, mudando
8fm:*a.da c6res, e repte sentando d.virsos
crcere*, vendem se na Nova E-peratifja
rna D'iqtie df Casias o.'Qi
iduardo Peino j m seu armazem a roa do
Coifcfmroi n 22 v me :
iF.RVEJt PitKT* di superior qualidade.
DFTN BRVNCA B.-s.
gji) i>.> WiRTdem bar.
>s d- e-p-ru>ai'dte.
HRSD.lTO toglezes.
N. 2Ba do B ra Nova N. 2.
Amaral N*huo & C, convidara aos senhores
amigos e freguezes para virera ver um completo
sorii.pento que ac;l).m de receber da Europa.
Vestidos d blunde com -M e fljres de laraa-
ja pura nolvas.
Ditos do seda de cores e rratisados.
Duos de fil da seda proprio para bailes; ca-
samentes etc.
Ditos de can braia e de chita de cores.
Colchas ue seda e de la e seis de diversa-
cores.
Boarnonx escucezes de la, gosto oleirainenle
moderno
Bateleqnes de la e seda eom capuz.
Ca^isinha de cambraia de linho bordadas.
Meia- ae fio d Escocia de cores para seohoras
o meninas, e braSLUJj de aigi.diu.
Espartilhos, chapeo.11 de seda e de velludo e an-
quiolH de cima para 4aV*'-_____
,
AvaJattii
algodo eom pequeo toque de av..ria a 38O0 a
peca : oa ra do Crespo u. 20, loj. le Gai.berme
Crneiro da Cunta
uechincha.
Laziahas de cores a 40-J rs. ditas com listras
de seda a 4M1, ditas finas a 500 rs., ditas c< m lis-
tras d.i mesma cor a 360 o eovado, biim de cor a
400 rs. o eovado, diio pardo a 300 rs. o eovado,
chita- de cores :. iO o ovado, niu escura a J80,
d.ta fiois>ima a 300 rs., 320 e 360 o eovado. ra-sa
de cor a 2)0 o c vado, diu miadmlu .fia-, a 280o
eovado com Modi-imrs oadro>s, pc^n* de mtde-
po'5 a ;) to fino a ti00 T e 7*300 a peca, ?"*- a**ol-
choadas, dn>i. a dito do linho a 7*500, dito
flpalo a lO'iOOa duzn, camisas francesas bran-
cas e eom peitu de >or muit" baiaus, .cStrius de
meia, lencos de todas as qna'idades, finos efirtes
decamhraia braun e-.m ustras> f.zenda n.derea
e por pref commodo, e moitis outras (nnda
na- mesii-a* roiidicdVs, que *6 avit do e.-mucads
se pele josificar a te.raleza : -n ra Doqae de
l'iixias n 8.
Vcn-le-se a ubernu da estrad* k Bar-
ros n, :!, cenfronir a rwi do Brineipe.


.1
'rihAirtr11
-
Joaooim ht Ramo, 1 ni
vt |^l i .ilbiiMlljli^
Bao
VERDE
!, nl^a da Crui n., 8. ,4
aa mala mImIum braucof
Tintura ispeae a.
w^provao^pehfc'a^ae^emWs **
' le* feeoeieada Superior a W** cido at heje. DWlo principa* Ma da
* eafe'le ebetWireir. : ^____
Kor to Boa-Vista
DE
Paulo Guifliares
apropneiario,teste bem onhecido es-
tabeiociioeuto ooMia sempre sega ndo soa
setiga forma de prtmeiro bkrateiro' da Boa
Yuta e para melbor prova
preces snqntaf;:
Cuitas escoras e claras cores xas
o covado 180 200rs.*. .
Gaenhraiasdecora 240, 2*0rs. e
La.- para vestido 280, 320 ts. e
Creps escoceza* fazenda nova a. -
Alpacas lavradas d'um s cor. .
Cambraia branca transparente pe-
cas a 3*5 0 0.....
Ditas.d-U victoria a 45000 e., .
Bnmente com 10 palmos dalar-
gura, varas, a 20000 e. .
Madapolao snperior peca 50000 e
AJgtdaoa40OOOe. ....
Brim. pa-do iranfado pecbiocha
copado a. ...
Dito dito liso maitoao a. .
Ouira* minias mais fazendas que vende-
r por presos baratsimos coma sejaon :
pannos pretn, ditos azue. cawmiras pretas
e de cbr, merinos, bros brancos e de co-
rea, *ta para colletes, camisas inglezaspara
bomens. rabias, chapeos deso etc.
OflTicina d'alfaiate
Os dgaos (regnozas encontrarlo am gran-
de S'jrttmet^o de roup'S feitas desde o
mais faonor ate" lo mus superior que se
a;bo no. mercado, assim como se manda fa-
zer tvii e q(i3*r* obra d'eneommsnda
feitis a c.ipriclio. pus para este mister se
acia muai lo d'um perito me&tre. Garante
se fasorem se m-mor zO / de que em ouira
qa-dqier pirte peto o motivo de o freguez
s pagar o que compra e n5o o aspecto do
estahl cimento.
48 !tua da Impefratrlz48
JUNTO A HADAHIV FMNCHZA
adm'rem os
400
320
400
6V0
720
85000
80000
gJKOO
60O"O
5*000
320
3:20
LO EUMUCtt
.KKalil
187 K.
i a.
u-t:nm
FLIX PERflBA DA
NA RA DA IMPERA
& a diakeiro vista
O proprietarios deete estab^eraneap. tendo grande neccjsidade
enao deposito que (em.de faaawdae.e.fflana'e urgencia,fbjSMW"*
solwdo fazer urna verdadeira liqwdaoAeocom grande abatimentol
os seus anigos: para o que cwidam ao cespeitavel publico deata,
poi-Ine garntela que -m partralgomi pqd/V)Q encontrar to gra
mo nio comprarlo pelos preces fjja se Ibjet pode vender qa le'
eeooi ur/f
ObOT flrH<
,*atfwi *oivl ewj tf>
p ssUb* i itft efi myft
fl ; sborrg rtooaeaT
(fl
mas riel)
,oiil
I c sr> I
T tai
0"! t
rVA 8 C
s rwq
virtiudo-se que s se vendo a dinfcere i vista,
lecimepto
Os memos
fe'*4
^S.
hitos, e todos aquellas qoe esverfm devendo contas antigs e o ola Siirem tero de
ser eacommodadis iodicialmente.

I.SsJnhas baratar, do Fafi*. AWQBAOStWO A a#m
Alsacianas com liaJas listras de d4 a O Paviota pulida Abjoda.>siabo moito
1(5 '00 o covad). boa qualidade qae vende pelo bacal* prefo
Ditas lisas com mnito brilho W NiMte 3**X> a W- fio. umo sopwiore
Atlanta, ftzenda de muito gostj tecida de 4*000 wra ^. A^dAo^aiw b**
com seda a 720 rs. o covado. tdo com a largura precisa para o lenco!
Ditas com qoadros de seda e efires muito1 ^odo liso mn.te ocorpado a 900 t*. o
delicadas a 610. metro e dito entrancado com a rjajama lar-
Poil de chvre, d'oma s cor oom mm> fi" **" __ ; ^n
brilbo a 500 rs. o covado. BRAM *W&4 Hm*UWM> MfiTftO.
Merinos escosseaes azenda de muito go?io O Pavo lem superior braman* de si
para vestidos b).nui e roupas de menino godao seodo preciao para m, leoolpwas
a 6i0 rs. o covado '' ** e me, Betro e *eDde a **OQ e 1*800,
GurgurSo muito bonito, tendo de todas e de '"^ fawad fj"0 Pf^". a
as cores a 400 rs. o covado. *,0la lar8ar? a *'(ro e i^00' d*tofran-
Lasnhas nodernas com diffe*pe gos- "* do0}a Sf^0* *?? **^ ao merca
toa a 400 e 500 rs. o covado. *> a 3*. 3^ ^
Ditas di(as a 280 e 320 rs. o covado. nn~ ATOAWiJAiHI.
Bareges transparentes com differonles c6- Pavio WRde su^nor atoalbado a i*oOO
Libras st^rlias.
Venfle-se do armazem de fazenda de Angosto
?. df Ovpira & C, ra lo ('ommer.-io n. 41
IIHAK11!
I
Tem venda em seos armarais, aira de outros
irtigus ds sen d??o ro recular, os seguintes, qae
raoMai por prados a?ais mdicos qne em ou-
't MtqQsr p?rts :
PRT.V5 de piaho alm.ifalalas.
PORT' !O.AS de furro para cercas. ,
SALirKE rogloz.
JSrtSlIUS da ludia pira cama e forrar satas.
SANOS de barro fraocer. para esgoto.
JKS80 superior *m porrees e a conteni.
>; . SACriliAS docroQar algodo.
LONAS e brinaSesda Rsala.
3LRADOS amerieano para ferro de carros.
FOOo3 a'i; Picaos muito bons e econmicos.
nSitri io Bordeanx.
f, superior de Gantier Freres.
) om saceos grandes a 3iW0.
A" "rlda legitima.
BAIAV? \S decimao--.
CAOSt'AS americanas
!tHV '1* J.maica
tZULEWS de Lb ^a.
Oenenii>Potland
Em h?rrhas de U arrobas preco mais com-
modo 4i q-ja pro ontramnalqner parte, vende-se
00" :i"na'..-re de T\*"> Ir'n A C
Contra a tosse
PASTLHAS PElTORAES.
d;
Snmmi rimplos crystaliada.
Dita' Se anjrico
Nsff d'Arabia.
Seve de pinbo marilimo de Ligasse.
B ooiris maitas quo mnito se re;omendam pe
as"-a< exjelleates qaalidades.
Vende na
PHARMACIA E DROGARA
M
B^.rthnlomen A C.
3i RA LARGA DO ROSARU-34____
GRANDE
LIQUIDACaO
Ra do Crespo n. 20.
Ianr.c liso de cores lindas para vertido a 210,
180 e SW o covado, chitas escora* Qaas :om bar-
ra a 3#) o eojado, bara'ijsimo : na loja de Gui-
herm. Cirneiro da Conhi. ____
OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO
DA
TERRA NOVA
DE
II. LACOMBE
E-ie oteo que lio boa acceita?ao tem merecido,
aauit > -e rfcommenla por ser o mais pnr'rflcado
que ii bnje tem vinlo, e aiaa pelo bora paladar,
aaperior a intro qnalqur : vende-ae no deposito
spectai de Barlbolojaen & C.: ra Larga do Ro-
sara .14.
Xarope sedativo
DE
Case* de laranjas amargas
COM
BROMURETO DE POTASSIUM
DE
lalROZG
Este novo preparado aprovado pela academia
imperial t\<> medicina, mnilo se reeommenda pela
tu* accao /'dativa e calmante, sobre o systeraa
ervoso, o bromorejo de potassiam, nao d ixa de
lar o mais eertos resultados as diversas affec-
n5as do organismo e principalmente as molestias
do coracio, das viaa digestivas da respiracao, das
vias gHQito-orinarias, na epilepsia, as molestias
ervoas da prenhez, na insorania das- criaacas
arante o perioio da denlicao eU. etc.
Vende-se na pbarmacia e drogara
do
BarthoJomeo & C.
34-RA LAR3A DO03ARIO-34
Cerveja em harr, de u
periorquvlid>ide
Vende-e em casa de S. P. Johostcn A C, roa
4a SwaaU-oova n.41_____________________-
Attencao
Veade-ae um terreno com 60 palmos, de frente
e 100 de taain. cora duas casas ae taipa, as quaes
madero 17*000 men-aes em Behenbe do baizo,
m*w Clrigos: tratar eo Caminho-novo on-
i7.
BcJ e rendas
Vende-se rtndas e bieoa do Araeaty a procos!
anea istoi : na Inja de fataadaa de Canato &
Pinbiro ra da Imperatrii i. 10.
res a 160 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
de moit).gosto a' 500 a 800 rs. o covado.
CassasdoPavo.
Cassas inglezas com bonitos gstos a 200
e 240 |*i o covado.
Ditas Gnissimas a 309 rs. o covado.
Ditas francesas de muita phanUsia a 400
rs. o covado.
Coi tes de cassas com 7 varas faze-nia
muito fi ia e bonita a 2^500 e 3*000.
Duas d'organdy braoco e de cores a
2#>0.
CAMBftAIAS LARGAS A 800 RS AVARA.
O Pav8 tem cimoraia branca traospa
rente do boa qnalidade, com 8 palmos de
largara, que apenas precisa 4 varas para
um vestid) e vende a 800 rs. a vara, dita
Snissima da Escossia tendo a mesma larga-
ra, qoe veBde a 1^00.
CAMBRAUS BRINCAS A 44000 E 40500
O PavSo tem pecas de cimbraia branca
transparentes com 8 1/2 varas que tenae
pelo barato prc> de 45030 e 40500, ten-
do tambera muito boas do 50000 at
100000.
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 30500
a peca ate a mais fina qie vem ao mer-
cado.
CORTES D'ORGANDY A 40000.
0 P'Vo tem cortes de organdy braneo
com 8 l/^varas que veude pelo barat i pre-
co de 40000, assim como fioissimo organdy
braneo com lislriabas e qaadriohos o me-
Ibor qoe lera viudo ao mercado e vende
pelo biralo preco de 70 rs. a vara.
Crosifeiiaples pre e de cores.
O Pavo imn om grande sorlimeuto de
grosdenaples e gurgurao preto para vestido >
tendo do 10600 o covado al ao mais sn
peri >r qne costuma vir ao mercado, assim
como tira grande sortimento de ditos de
todas as cores e braneo e ara bonito sorti-
manto de setins braneo e de cores que ven-
de por pr-cos muito em conta.
Poupelinas de seda a **9!>0
O PavSo tem um elegante sortimento de
poopelinas de s -da tanto lisas como lavra-
das as mais modernas qae tem vindo ao
mercado o vende a 20000 o covado.
ESPAR-T1LHOS A 40000
CACHENEZ a 40, 50 e 60000.
O PavSo venda espartbos de todos os ta-
manbos a 40 e 5$003, cacbenez parisiena*
com dali'ado ponto-e de cores, a 40, 50,
e 60000.
CORTINADOS PARA CAMAS E IANELLAS.
a 80, 100. 120 e 1S0OOO.
O Pavo tem um grande sortimento de
cortinidos ricamente bordados, proorios
para camas e jin-llas qae vende de 80 at
160030 o par.
Pecas de cambraia adamascada com 20
varas a 100000. crochet ricamente bordado
para cortinados a 10500 o metro. Assim como
ricos damascos com 6 e 8 palmos de largu-
ra proprios para- co'chas de camas e tam-
bera ricas colchas de damasco a imiacao de
seda e dtas de ero bet as mais lindas qae
tem viudo ao mercado.
MUSSELLNAS DE CORES A 400 RS. 0
COVADO.
O Pavih tom um bonito sortimento de
mussedoas de cores, padroes inteirameote
novos e'(Sores flxas, qua vende a 40) rs. o
covado. Ditas brancas mimo Moas a 400
e 500 rs. Metim braceo da India muito Boo
para vestidos e roopas de meninos a 720 rs.
o covado. Crelones 9e cores muito encor-
pados para vestidos a 600 rs. o covado.
ROUfA POR MEDIDA NA LOJA DO
PAVO.
OPavao tem ama bem montada officioa de
al I iate, administrada por nm babil me ir
nacional, aoade se manda fazer qualqoer
obra de encommenda, tanto para borneas
como para meninos, garantind -se a proap-
lidio e aceio era todo o traoalbo, e oo mes-
mo eslabelecimento encontrarlo os respeita-
veis fregueses todas as fazendas proprias
orno sejam pinaos de tolas as cores qna
diades e precos, novas caserairas de gosio
re ns brancos e de cores, asim comq toda
agfazendas proprias para fatos de lato.
CASAQUINHOS A 150.180 E 20*0 -0.
O Pavo tem um g ande sor'oetj de
ricos casaquinbos de seda preta miabe bem
enfeitados e modernos que vtede a 1S0.
180 e 2"0OOO, sendo fazenda de muitu
mais valor, assim como ricos chite* pMos
bordados cora franjas largas da retro* a
100 e 120000.
* **\ am S'wUmeoto de machinas para eos
mvd, das melbores quabdades que existe na
America, das quaes maitas ji s3o bem co-
sidas pelos seos autores, como sejam :
ter Wiison, Gravee d Boker Siton-
ciMty'Wed e Importaos e otaras muitas
qjie c-om i visu deVerao agradar aos cora
PMdOflrA,
Estas machinas teem a vaotagem de fazer
o traSaino qae 30costureiras podem faz r
d!ariae,nte e cosem com tanta perfeicio
lomo as mais pe feitas costuruiras. Garan-
te ae a sua boa qualidade e ensioa-se a tra-
balhar com perfeicao em menos de ama
hora,; o*pfecos sao to resumidos que de-
vem agradar aos preteod-Titcs.
A
E' este o disl
#WkNi
rae tem montada
M
"WJ
isla os eslureoi que
la, (iltariam ao ujais
rigoroso principio se nao Tieaseat tt coHumoae flojafml tieMrlearM
blico, que no oe.no eiat>elecimMMo aoa|U de jilas, como sejam : bxjncoe os mais modernos, (tara adoLaareM.deli
Ibas do bello sexo, e qne se vendem a 8, O e 104 o par, duas par mfenmas i
ditas de coral, obra de aparado go-to a 3 e (*, VeftinUs *. cora eemftf*
a St, broches modernos de 3 a 13at, ditos com pedras e em so
M i, 11 IM,. ro^ lisas, poroo, lx* uab.U*^, ^***! !A,"$ V
pedr de 4 a IZt, cacolcias a 44. ditas com loscnpcoes a 545C0, aoneis e diver
Ktos, e com bonita^ pedras a S, 3 eU, dHa de P^f^lij^fierattaa
ii crojee da eemereld* embira a tt, ti e 14, ditas de fadfo> coTal
tograjMaiOM a 3, t. 6 e 74, flffas de coral *, caeiea par^r^ofio^ a a, i
. 64500 a oiuva. guarniere com tras twtoe* para aberturas a 44,"
" raos a 7 e 14, aloj81
'ttSSW
fda
o par, ditos para ponbos os mais mo _
to do Jlas de apurado gosto qne reeebem por todos oa vapores da
sejam : brincos, braceletes, alneles, aderecos complj
brillantes, esmeraldas, perolaa e rnnt. Madaiis,
tas e de (diversos modelae, ocoles e peaciaac de onao e prala
ro e praU de abroados fabricaste*, salvas de mi fe dleOB.-*>aa|i~
ros e faq'ueiros, colberes para cha e sopa, maracas paia. enancas, e ama
objectos qee seria 'wfadebo raencionar-se. Qj,
Os preprlelaHe da Flor de Oflro geriwtem veOer ais' wMiMMt
^& qualquer parle, para qae estar aoerio o esubdecioenlo das 6 horas da ajanb a*..8
jj nenie.
rt9T
GRANO
AO
aw
e 20000 a vara, dito de bobo fazenda muito
superior de 30000 para cima, aasdo ada-
tcajcado.
Fazeada para late.
O Pavo tem um,grande sortimento de
fazeftdas prelas para luto, como sejam:
Merino preto com 6 ualmos de l.-rgura
para vestidos a 0000 e 20503 o covado
Merinos pretos -e de cord5o pira todos
os procos e dtffeYentes quadades.
Bomb^sionas para todos os precoj.
Cmtoes e lpicas pratw. L5asinihs pre-
tas ou cassas de 15t de 360^10 bw.rs. o
covado.
Cassas pretas fraacezas e iogiezae de to-
das as qualidades.
Chitas pretas francezis e inglezas de 200
rs. para cima.
Cr*e preto para veos.
CASEMIHAS PARA CALC\S A 40, 50, 60,
70 E 80 -00.
O Pavao tem om grande sortimento de
curtes de ca-emiras de edres para calcas,
sendo os mais moderos que tem vindo ao
mercado e vende-se de 40 at 1Q0OOO q
corte, ditat em pacas fraooezas e inglezas
para catas, oalitots e foliotes que* vende de
1*800 at A000 o corado, ditas seoras a
fft-ova d'agoa que vende a 50 o orle ou a
30 o covado, sendo estas casei.fas muito
proprias para meninos de escolar por serena
es :uras e de muita dorago.
CHPEOS de sol
O Pav2o tem superiores cnapos do sol
de seda inglezas qae vende a lo0, ditos com
bonitos cabos d^ vardadeiro marfim a 14,
160 e 1800jO,ditos de alpaca de todas as
qualidades.
PANNOS DE CilO'.H PARA CADEIRAS E
SOPHS.
O Pavo Cera um grande sortimento de
pannos de croch proprios para encost de
.cadeiras e de sphs, assim como um rico
sortimento de tapetes de lodos os tamanhos
proprios para salas.
MAOAPOLO BARATO A 40, 40500 E 50.
O PavSo tem p.gas de madapoUo com 24
jardas ou 20 varas que veode a 40 e 40500
a peca, dito muito fioo e largo de 60 para
Cima, dito fraocez do melbor qae tem viudo
ao mercado, assim como dito fioissimo em
pecas de 40 jardas.
Corles de cMtas.
a 108(0. 20000 e 20803.
O Pa>) tem cortas de chitas fraocezas
com 10 covado, qne vendo pelo barato pie-
co de 10600 e 20000, ditas que veode a
16o, 200 e 280 rs. o covado, tambem tem
um gradd sortimento de ditas Soas claras
e escuras que vende a 280 e 3O rs. o co-
vado e 6>issimas percales mradiohas propri-
as para camisas, vestidos 6 ronps para me-
ninos que se vende a 360"o 400 rs.
LENCOS BRANCOS.
O PavSo tem lencos brancos abanbados
quo se veode a 20400 o 30. a dozia, ditos
grandos de murira sem aer abmbados a
80200 rs. a duzia; assim como bonitos leo
Cos bord dos para mios.
ROUPAPARa HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto tino sendo
muito bem feitos de 120 at 401000.
Patitos da panno preto fraques o saceos
do 80 al 120000.
Ditos de casemira de cor de 60.t 120.
Ditos d4 alpaca preta boa de 40 a 6000.
Ditos de dita branca e do corea 60000.
Ditos de brim do liobo trancado a 60000
Clc-s de ca.emira preta de 60000 at
120000.
Ditas de brim braoco d liobo do 40000
at 80000.
Ditas de brim da linho d cor para tocios
os precos e qualidades.
Camisas fraacezas e inglesas com paitos
d'algodie da 10600 at 50, em dozia ven-
de-se mais barato. \
Ditas de meta do 800 rs. paraWaa,
Ceroolas do linho f algodlo, frtWifs o
feitaf na ierra. \
Coilarinbw de gapail, algodlo eV liobo
qua so v-fada muibt bfjrafo fara ftpldtr.
Par noivas. \
O Pavjn tem rf gurgarSo de seda, bran-
eo. Grosdenapte. braoco muito eocorpado
Agriciaonas braifM foja Ibtras de seda
Poopelinas brancas da soda lisas lava-
das. Sod*s braocaa. lavradas e lisk em-
pellas com i-alma de lor de iaraoga com
ricos veos bordados, qne iodo se vende mais
barato do qae em oatra qualqaer parte.
*
A loja do Pavio acha-se ooo ltateme aberta das 6 bcrrai (Ja manbla a
horas da noi'.e, ra da Impera ir* B. ft.
nico legamente antorisado e approvado
pelo conseibo de sade.
NICO DEPOSITO
era'
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU & C.
34Roa larga do Rosario34.
ara saceos e fogiieteiros.
SACCOS
PARA ASSL'CAR
CERVEJA DE MABCA
X
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os nuiaeros estampados
as pegas e nao as etiquetas.
Vendem-se
Era casa de
T. JEFFERIES & C.
46 Ra do Gommercio 46
iBRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em cada peca am bllhe-
te com o uouie
. D0S
nicos importadores
__________r. JEFFERIES & C._________
Vende-se barato, ura piano, de ara dos mais
afamados fabricantes : tratar a roa do Gom-
mercio n. 38.
Kefma loites de PErnarabuco.
Chegoem i pechincha, earvio animal a 1*600 :
na acreditada fabrica das Qoe das salinas de San-
to Amaro, deposi o na roa da Ponte velha n. Ii.
P ele ide vender por largo lempo por ter vindo de
Lisboa graade porcS s por qoasl todos os navios,
e c m os roelhoramen(o$ ultimamenn iniroduzi-
des no macnioisoo, produ a dita fabrica 50 ar-
orbas por da, comecando de lo de agosto em
diante.
Vende-se a propriedade denominada
da Fazenda na Barreta, com legua e meia
de comprimento de Leste a Oe-te, e meia
legaa do largura de norte a sal, a margena-
da estrada de ferr do,Recife a 5. Francis-
co, com,casa de vivenda, graode numero de
ps de coqueiro, sendo toda a ierra de muita
prodoccio. Quem quiser comprar a mes-
ma propriedade p le entenderse com oDr
loaquim Correa d'Arabjo A ra dos Pires
o. 20, oa a ra do Imperador n. 83 1." *n
dar. ras 10 horas da manha as 3 da Urdo.
Gura rpida radical dos
callos
pela pomada Galopeau
Easa pomada qoe lio bons r>altadus tem eolbi-
du as peaaoaa que delta tea eito aso aeaba do
ebegar para o sea deposito especiiil..
Pharasaela o drogara
DS
Barlholomeu d C. roa larga do Rosario no-
mero 34-
BA DO DUQUE DE
(Antiga do Queimario)
ndaS
>aV|aK>i
OIO f#*
Peco qne s i3o arjmirem dos preces de algus rtigs que passo a mricTboar, j
por vezes lenbo mostrado que s desejo vender barato a Gm daptider veoder muito.
o nao ha quem me possa retirar do meu Orme proposito; podondo deide ji asseverar
ao Ilustrado povo pernambacano, que nesia casa commercial se et-conira sincendade noa
tractos, aGm de se i oder conservar a numerosa fregaezia que me ttfl\ honrado em vir
em nossa casa, e pan o augmento da mesma.
PRECOS
Pecas de madapol3o a 30200, 400.10,
40500, 50 e 60000.
Dita* de dito muito fino a 60500, 70.
e 90000.
Dita dito enfestado peca de 12 jardas a
30500.
Dita de algodSosinho a 30, 40, e mais
precos.
Ditas de dito muito largo marca T a
40400. .
Ditas de cambraia transparente a 30200,
305(0 e mais precos.
Ditas de dita lapada (ou Victoria) a 40
e mais precos.
Cambraia a imperatriz meilo fina e
larga.
Dita imperial com cordaosinhos, fazerda
mnito moderna.
Mosselma branca, co-'ado 300 rs,
Bram ote da liobo com 9 palmos de lar-
gora 10800 e m^is precos.
Dito de algodo a 10500-
Atoalbado afeslaado fazenda superior a
10800.
Brim de algodo de cor a 400 rs. o
covado.
Dito d. Russia, a 500 rs.
Dito pardo trancado a 300 rs. e mais
precos.
Dito braneo de linho fazenda mnito supe-
rior a 10600 a vara (vale 20000).
Grande sortimento de brins de linho de
edr a 500 rs. o covado, fazenda que se tem
vendido a 10200. .
Grande sortimento de casemira, casta o
covado 10600, 20500 e mais precos.
Damasco de laa fazenda finissima.
Cortes de casemira para calca a 40500,
50, 60, eic.
Flanellas de la riscadinhas a 640 rs. o
covado.
Lencos cbinezes a 30000 a dozia.
Ditos brancos de algodo e linho sorti-
mento completo.
Corop'eto sortimento de camisas nacio-
aaes, fraocezas, allemaes e inglezas/
Cobertores de 13a de xadrez fazeada supe-
rior a 50.
Grande sortimento de bal, s,
Cobe. lores de algodo a 10400a 20500.
Cassas de salpicos a $0000 a peca.
Paliiots de casemira a 50(K.O e mais pro-
cos.
Ditos de alpaca a 30500 e mais pro-
cos.
Saceos para \ager.
Midas para homem a duzia 20400, 30 a
30500 e mais precos.
Ditas para enboras, meninos e meni-
nas.
Popelinas de soda, covado 10700 admi-
ra /M
Completo sortimento de chapeos da
sol.
Toalhas para o rosto i 80COO a du-
zia.
Toalhas bordadas, de linbo do Porto,
sao muito lindas, mandem bascar as amos-
tras.
Duiias de guardanapos a 20900.
Cortes de vestido de cambraia branca
com babados a 70000.
Cortes de vestido do cambraia branca e
de cor com babados a 100000.
Algod lhas a 10000 a vara.
Chitas nas a 240, 260 e 320 rs. o co-
vado.
Dita vio'ta Qna a 280 rs. o covado.
Ditas em percate o qne ha da melbor a
360 rs. o covado. ~
E' v para crer.
Aos sentares de engnho.
Vende- a retalnc as diversas machinas e cal-
doiras a vapor, oJloiraa de cobre para ctxinhar a
vapor, ttroa, laaeoa, formas e mais outros objec-
tos da amiga reflnacio do liooteiro. Para tratar
irija ao aoa proprietarios da dita reflnacio os Sn.
deariqoe Lelden ft C, Da imperial fabrica de cer-
#l n. 31, rwi do Sarlo d S B*rja (Sebo).
AVISt IMPORTANTE.
Devendo seguir oom brandado as pegas prin-
cipaes da dita reluci para o Rio de Janeiro.
eagage-ee es Srs. do engenhos do aproveitar ao-
10* sabida, desta noica oeeasiio de comprar por
aromes commedoa machinas fabricadas peta pri-1
aoira cata fraacesa Oeste ramo de iodusiria.
56 ARa do Mrquez de Olinda 6 A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este amigo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommfB-
dado pelo grandes depsitos e bons sortimeotos com qae sempre prima am ter das
o eiboras, mais acreditadas e verdadeiras machinas amerleaaaas para atlaja-
di), desde 10 60 erras, e ha vendo em todos os tamanhosdivorsidaJef df iya-
mas e melboramenios para perfeito e rpido descaroiajiento ajflltaara se digan le
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores
tambem mais:
Aparados vapores locomoveis, de forca
de 3 4 cavallos, e perteoces.
Machinas para lavar ronsa.
Arados americanos para varzea e la-
deira. Mfc
Carros de mi para atterroa.
Tinas da madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanbado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos ds madeira para compras.
Apparelbas para jardins.
Guardas comidas.
TampaS para aobrir pratos.
Tarracbas para fazer parafusoa de ferro.
Ditas dita ditos do madeira.
Troos parji
Ternos de
Emflm a Mf*r>*> <\w
examinados.
scarofjpento
ncoutfato
Correntes para aflistar madeira.
Cyliadros americanos para padarias.
Parteaces avalaos para martinas.
Salitre refinado.
Breo superior.
Motabas de diversos, fabricaMef aaj
milbo e ca'.
Debowaderes para mMoo.
Azeite de ssermacete para macbnts.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Djtaa amoneease.
Cofres de ferro patente.
Caeos de ferro esmorudos.
Ditos de dato MUobao.
Ditos fVehofebe*
Diteede becraeka.
Folies para ferreimi.
s avista e oeste estabaleciaeino poderlo ser
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ftgr^ferifc^ tifFygfy*- ^HiAArtWe#r*i1871
DO
U RIJA M1MPERATR1Z \ U
DE
FWUEIREDO 8: LOPES.
O proprwtaf ios deste novo estabelecimento. certos de que o meio de adquenr
BUMoea freguezia vender barato, servir bera e haver sinceridadade nos tratos, oao
noa afanamos deste caraiobo para bem corresponder a o favor qua nossos numerosos
Ir040er.es dos tem dispensado.
Como anda tomos algamas (atondas das primeiras compras, resolvemos azer
redacSo era algamas deltas, para o que chamamos a altelo do respeitavel publico :
Capailas muito lindas para norvas, polo
barato prego de H e 33500 rs.
Poopelmaa de cores e brancas muito
lindas.
Camisas de meia a 90000 a duzi, pe-
chincha.
Cambraias de cores.
Temos o melhor e mais lindo sortimeulo
de cambraia de coros a 500 e 560 rs. o
metra
MEIAS.
Recebemos meias muito finas tanto para
senhoras como para bornees, meninos e
meninas.
Chapeos do sel.
Recebemos chapeos de sol com cabo de
marfim quo vendemos por 130 18#000, di-
tos do cabos de canoa $&, i t$ e 11*000.
Cortes de cambraia da cor muito (iodos
e com ba hados com seo competente figori-
no, tem 18covados por 80000.
BASQUINAS.
Recebemos basquinas de seda ricamente
enlejiadas qwe vendemos por baratissimp
preso.
estuarios para mem'nos.
Recebemos vestuarios de fuslo muito
bem enlutados qoe vendemos por 4#500 e
j&., fil braaco bordado muito 800, dito
com lpicos dito preto com salpicos e liso.
Cambraia abena a imitagSo de crech de
cores o branca.
BRJNS.
Recebemos o superior brim de Angola,
dito pardo otra todos os preces, ganga l'ran-
ceza a 5t>0 -re. o covado, superior.
Pannos finos.
Temos pannos preb.-s finos de 30300 al
6#00 rs.
Recebemos casemiras de cores para 3J
at 3$506 rs. o covado.
CHITAS-
O'Cysne tem o mais lindo sortimerto de
SETWS.E GR0SDENAPLB8 DE CORES.
Temos para todos osprecoa e qualidades.
Groadenaple preto.
ttatbeaaos novo sortimento e vendemos
por iwaos do que outro qualquer.
Lias Saboya.
Ajeda temos om resto desta linda fazen-
4aa Mira acabar vendemos por 900 rs.
Anda tem1 s alguas distes lindos cortes
cea lis tras da seda, com 19 -ovados, pan
acabar vendemos por 200,
Cortinados.
Recebemos novo sortimento e vendemos
por 84,90, ISfcttMple ***. cada
par.
Cambraia .pare MHHaMM a fOfa peca
coa i varas.
Dita Vioaatta de i$ at 80000 a peca de
8 varas eattia.
Dita salsea transparente rmuto fina.
0R6MWTS SRANCO
Temot recetado nevos organdys de
4A300 f., ditos de 6 e ,jcoo, este ulti-
no tai listras assetinadas.
fftpartilhos
Recebemos br-vo sortimento de espartilbos
motetes muito grandes, sao de lineo.
yaetnaiios para baptisados, Cordados
apito linios a 10 (u, barato.
Camisas francezas, ingiezas e suissas de
t^at 405OH rs., ditas bordadas muito fines
d *# ate KhSOOO.
MEGWANA.
&' ama, fazenda. branca muito linda e-Soa
para vestidos de seaboras, tem a peca 30
jarda* casta 1x0 e 2^0000.
Panto-abre tan hado largo e boa, pees de
*>atma k.
TAPfilES.
Recebemos novo sortimento e vendemos
muito barato.
Tetaos grande eortimento do salas bor-! c.atas "para todos os precos e qualidades.
HVdBMJO LIT BOTWPTICO
*KLjffl^am&s!Bnsp
EVITARA SAFOIOIACAO
Guiados peas indoagSs de muitos abillsados chimicos, e medico stinctoi, que
se deram ao estodo e averlguaca das causas que prodazem os padeetmeotos de rhett-
matismo, gotta, ardas dos rhitts, Oexiga, figado, t i'outras visceras; e aos ensaios dos
meios preprios para cnral-os, chegamos a obter Uta remedio, qoe babea desdisse a sua
actividade contra os ditos padecimenios.
N5o nicamente baseado em tbeonas qoe tanto avangamos, mas sim nes satis-
factorios resoltados obtidos da sui appheaeSo, as innmeras experiencias, que com elle
fizemee ; e deste modo, seguros de eos beneficios effeitos, afoutamtole o recommenda-
moss pessoas qr.e soffram algumas das molestias cima ditas, on da algnns ootros pa-
decimentos do apparelho urinario, taes como o diabtico, glycosorico albominurico
etc.
Escusado seria observar que se n5o pode designar om numero determinado de dses
de um medicamento [Tara curar todos os individuos qua padegam da mesma molestia ',
pois qu a cura est dependente do diversas circunstancias, inherentes dipo>ic3o na-
tural ou comoleico, de cada um delle; mas o'mtudo, ceno qne o hydroleo lytho-
trptico anti rheumatico egottoso prodn sempre acora desejada, quando se persista em
toma lo o tempo preciso para oble-la'; devendo ter-8e em vista qoe quanto mais iovete
rado est o mal mais se deve insistir na applicagJe do remedio.
Podemos tambern altanfar que, por mais continuado qpe seja* o uso deste reme-
dio n9o cansa desarranjo algom as vas digestivas, mas antes, pela propriedade eminen-
temente tnica, que tambern possue, fortifica o estomago, torna mais facis as digestoes
e, nSo poocas vezes, tem frito desapparecer diarrbea, que eram entretidas pela debili-
dade geral do spparelbo digestivo,
IODO DE VSAR.
Traam-f e do hydrolm i^thotriptice, nos primeiros "qoatro ou cinco das, daas co-
Iberes de sopa, em agua assucarada, leitew cbiou caf com lelte, e mesmo sem misto
ra algom ta uceasio do almoco, e ootras ao principiar a jaotar.
o qumto ou sexto da e seguintes, tomam-se do mesmo mododit), tres colheres
de cad vez.
Se as ourinas da pssoa doente depositami grande porcao de areias ; se as ddres
nepbrflicas, rheumaiicas ou gottosas sio constantes; em fim, se os padecimentos sao
fortes, toinar-se-iio qualro roiberes de cada vez, ou tres veses no dia, a tres colhere^
de cada orna.
Quando as areias, ou outros padecimento, tem diminuido, tornarse s prime/res
dses.
Pelo oso do Hydroleo tt&otnptko vo sendo mais raros o apparecimento das/reias,
. s dores ne.pbrttica9, rhenmaticas e gol!osas at qae de todo desapparecem: nes^ punto
pode dspensar-se o remedio : e uli, porem, emo preventivo, tomar cada semana urna
ou does dses *deile.
.?elo que respeila alimeutaoao, deve ete ser .regalada da modp qae nao sobrecar-
regue o esipaaago. e em qnanlidade taf que possa ser fcilmente digerida.
A melhsr bebida sem do vida, a agua fura, mas tambern se pode asar de Mnbo
simples ou pouco ateooeo. De cerveja e vinhos fortes, poecas vetes.
Sobre tudo b que muito rer.omBftendames, grande ejercicio, sem fadiga, pois que
elle muito contri bue para a rapidez da cura
N. B. Depots de tirar-se do.^asco a porfo qoe se"vai tomer, deve haver o maior
cuidado em o arrdiiar inmediatamente.
Unieo deposito em Pernambuco
Pfearmacia americu de Perreira Blaia i C, rw do Boque de Caxias n. 57, tiga do Qceiiudo.}
HC01TR1
COHSTAHTEIIHTI lili MIHIT* IHIUM
CHAPEOS DE SOI,:
De todas as qualidadesl
De todos os feitios I
De todas 09 precos I
RA DO CRESPO

,L
A.' t\w
BA DUQUE M CAXMS % 52
1


dadas e vndeme muito barato.
CORTES D8 LA A^MlRAMfiS.
E' orna linda fozenda com os eneites
corresponden'es, guarnec!,) a saia com
ansa fiama, de seda na barra, vndese
por40,(lOOO.
Cortes de cambraia branca aberta, bor-
dadas muito lindos, veodem-se por menos
do qpe em outra paarie.
Datos bordados na barra, de cambraia
transparente, por 8000, muito barato.
Bareges com listras de sem com lindos
padrees e muito modernos.
Crotones claros com lindos padrees e
cores fixas pelo bcratissimo prego 440 rs.
o covado.
Lovs frescas do pellica para homens e
senhoras do acreditado fabricante Jouvin.
Fazendas para luto vendemos por'monos
que ero outra qoaquer parte. '
Aipacas, cantes, princezas, borabasina*
:arobrai preta, >-ic. ele.
DeixajEOs de aoooncur mnitas ootras fazendas por nao se tornar estenso e &st-
tadoebo aos nossos fregueses.
Ra 'Ja Imperatriz n. 64.
MI k LOPES.
COQUES
01H1LJiSESJ" '
LEGANTE
1Ba Estreita do Rosario ML1
A. SUN TOM
Aoaba>-seTd8 sbrireste importante estsbeleqimenlo den.idezas su#ores com os
melhores :-.i1;stos de !uxo e de moda para boeaens e senboras, variado sotirneuto de
perfumaras dos mais atacados fem ica rites de Paris e,- ndfes, como sejam fiver, Lubin,
Condray, Pinaad, Regad-Chonneaux, Moopeias, societ Hygienfque, GosmI, Rimmil 6
Piese_Labin, ec.ttc.
(Outar'ora Qiueimado n. 8.)
V AfiDlf Branca irn4o.fa Tec^biio p-^itc d.;n;s
l'/Hfaa eeomrien^, ca apguifoeoio acatia apo-
/ mi'smo ile re.'tlicr uulras, algumas da* quacs
se tornavam esfnc3li(Mini<: prfoisa?, e cultas se
fetM apreci^ias p i seus ga>fc>s o qualidaJes,
coito vj o :
Sitias,do to i'.i-'ci? i-beitas para fenheras
e ID- U1^.t^
Dilas 'em so-. ii'.as Urtbem para seohoras
; ,;ntUTHi-.
Uto idi-nvmuAit tnuita? .:.". ponoeijocei.
Dilaa Memjteiu i ancis b cie li>taa para me
oio*.
wiai.iitfBi d^m parj haplifaUO.
Oi'ias dalra para
loeuina-.
Luvas.retas do seda, para senhora.
Ditas lor^^l e d<> >eda par meninas.
Bonilas camisitiha bordadas para seohoras.
Fito Dito de algod", lio a rnm flores.
Toeqonhas bordadas para crianzas.
Liedos e nwderiws cbip-'sinbos de fustao para
feotes da tartaruga Pra dcsembaraijar ou pen-
te*r.
;%tos d dita iravcssos para meninas.
Duos d borracha pra ditas,
fu* de tariaru, peqoeoos, para segurar o
umarradilho aos calnWw de seohoras.
. ranie, sortioienlo d eufeiles de seda para ves-
tidos.
FitMaa de madreperola e de tartaruga para
poteeina e lact para o cabello.
II BotMas b Icinha para meninas.
NW) SORTIMENTO DE feNCHOVAES PARA
A agaia branca SeVta tfe reertMT novo'sorli- **^H^yftL
de lindos e completos enchovaes para bap- n. 51 omr'ora doQue litado 8 re^bf MM*
t>fdos.9 bemai-m. separdam.nie eamisiuhas |..,^s e cambraia de li^.o pnnoris.m.ij'Mr
parTItos lindos bapeoai,hos de seiim. bra.,co dad* a como de sea Mpvae| Mtaw JUoa
tardado*, ootrus d.los com (ondo de vellido, obra vendendo barataru.nie a 5*000, 6*, 81 o lOjOUO,
de maile goslo.e que servem tambern para pas- cada nm. hFfSBPO
** KffioS0 ENKkTE^^ FLOES, ricas camisa. dHooc^uio de iioho enfei,ad
'raarioa ct>ra bicos de seda, filas de seiim e fivella om muito go>lo, probas para
da mBflreperola ao tttimo goto, e proprios para r
t>airB, casamettos, etc.. etc
FLORES E PREPAR08 PARA ELLAS
A Agota Branca recebeu lindos-ramos'de flores
fin."s, tanto para cabera-como para chai. bem assim :
P^pel verde li^o e com listas para MHt,
Duo de cores para O res.
Ftlhas df diversas qnalidades para rosas.
Ditas verdes e lustrosa; obra n< va e pela pri-
meira tea vindas e roo arrostra.
Franja'pretase de diversas larguras para e
leitar venidos,
DE TRANCAS E DE OUTROS
MOl.Ky.
A Agaia Branca acaba do receber i' peque-
a poicao dos benitos e mi.dtrnos co^ui.3 grao-
des de liarla e ontres molde3.
COLL RES ROYF.R f.LECTRO MAG-
NE11C0S.
A Apoia Branca acaba de receber os prnveito-
s. s culbrei electro a gnUico- j b>m nheei-
dos para facilitar a deut.;o da* cnautas a pre-
serva-las das cunvul:3es.
S0BRE-SA1AS OU ANQUINHAS DE
C1.EN0LINE.
Em snbstitnic;ao aos ba des vieram as snquJ-
nh's de elenolme, e acbam-se venda na UJa da
Asuia Branca.
QU\DROS PARA RETRATOS.
I A AgnU Bracea recebeu variado sortimento de
quadios pira re'ra'os.
LENCOS CORDADOS.
de Oxia*
noivas, ot mes-
. seiih.ira qua posa* e W-lra aug-
mentar o numero de ata b a rmica braCa.
Notet vio om procedo mais perfeito e que ai-
iialfoima a sansfsiLT as exigencias mais
ataarraada t>crip!ur,-i';i_i.
A ata eliT lindissima e nao precisa de cuida-
talas p.ra se conservar no tinteiro sempre
tan 1 sesma cor. sem rimra, crsta, bolor ou sem
lata* atlas maullas wbereolas todas a.j trotas
at afora eocheeidas, :>nCi mesmo dos meJbores
antena trugeiros.
Sobretodo, este eMiraavel producto ao alaca a
da ac.o, ales pelo contrario, a peona
I eamalt durado oaa seudo iBjerea-
ttala,aMlproTeitoso.
ata, nao sondo especialmente para eoplar,
m toas, tres, ou mats copias om.u.e
aj iasctmu ; 4 preciso., por*m, dwxar-lbe
JH M*"1 ,mi'% Mai o MAugar sota o mau-
tanKjmne nao ha 9 risco de torrar. Para se
arar tsa ita nma coma, nao se agglomeram tan-
taaaalsis ^uaus cf.ias seqoerem urar, mas
tat-tt com o original tirar urna Untas, qua uta
tadmfcm, sem jjrw o original qua prejuaiaado
Oecorre aqai dizer qu\pra copiar importa
ajtata iasntligeneta e habihdade, sem toe a me.-
au oao satisfaz, e o defeito recae sompre
a nata, tjt mona veae quero msaos
de dasU tiara treaiaroente
" qte evita qne em fjttalqner aa-
mafc toaua nma tMa pata eadi.
Jtrahilldade, ao ha a oppr
cidos rortissimost sem
aa decompdr; ira, se os cidos nao tem acfiao so-
bre ella, mu i te menos a accao do tompo a pd
destruir; isto plansivel.
Nao so ao commerelo qne este mea producto
veto ser til ; os profesfeores dos collegios, invest
gando todos os meios para o adiantemento dos
seos discpulos, tem approveitado esta Unta, qoe
com razio a acharara apta para desenvolver
gosto aos educandos, era consequeocia da beleza
da cor a facilidad de comer aa peqnena pea ana
liquidez. Ha exemplos de cjiaacas 400 havia
muito tempo tinham orna repugnancia extrema
para a escripia, logo qoe foi adroRtida esta tina
ao coliegio, apoderou-se derlas a coriosMade a e.
gof to, e poneo tempo depois o seo adiaotameato
era manitesto.
Eta tinta, par de Uotas vantagens, tem nn
nnico inconveniente, detpriora-se a contacto de
ostra qualquer; envm pois te-la em tinteiro
isentos do menor visluuttr* da patra pU, e vr
tar escrever com a oeeaa soja d> orna pre^r*o5o,
difTfrente e incompstivel; vartflcandoJsto, nao ha
raio para se osar de tinta qoe Bi seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MuHTBIRO.
ObaervaQo.
Diversas falsiBca?3es e semelhancss tem api
rocido, coja dorabUtdade davidosa. Oa
eaaajiradores poxleai eviur o eagaao
Alta novitiade
O Masen Eiecante ir na Estrena do Rosa-
rio D. vende ricas eaeiaas de carohr.-ik
de bufeo DoftRMas para noivas, e ^tatabeta,
do madapolio fino, bordarlas e en'eitada*
de ntremelos a iCsJt, 05 e 75600 a d-
zia.
Lindos perneadores gaarnecidos de entr-
nelos e rencas val-srctone, ricas calcas de
liaho bordadas e de aiadapolSo, para senbo-
ras, bellissidio sortimento de golmbas e po-
nbos cousa inteirameate nova, rebebido pelo
oltimo vapor da Europa.
PARA BAPTISADOS.
O Masen Sirgante receben o; aiais finos
e ricos enxovaes para baptizados a tambern
liados vestidos enfeitados para cricuja, roa
Estreita do Rosario n. 4.
JLTiilma atoda.
O Masen Elegante rec?beu os mais lindos
e modernos chapeos de blond eefeitados
para seohoras, e tambern do velludo e pa-
Iba para enancas, e est vendando muito
barato para vender logo, a .roa Esareita do
Rosario a, L
Flores e plumas.
O Musea Elegante est vendendo as jnais
bailas floree e plumas que tem viedo ao
mercado, assim como om lindo sorWanenU)
de franja de seda preta cousa de aporado
gosto roa Estrena do Rosario n. 1.
BOTICAS.
No Moseo Elegante vende-se botinas de
n. 20 a 3 pOara criancas a 2$000 o par, o
Labyrintho
O Museu Elegante vende ricas frooha* de
tambera vende colchas o toalhas de ust2o a
fl eitraordioariamente barato, roa
dp Rosario o. 1.
caattatr t Ic ro
ae afiaal ebegaram os verdadeiro3
collares de Rojer, contra as r.oovu!s5es das
criancas e facilitando a deniicao, e eslSo e
vendendo a 3^008 00 Mosc Elegante
roa Esfeeita do Rosario B. i.
As 46 H por 4^800
Na verdade barato II Facas finas cabo
de baiaeco com dois botoes a 44&Q0 a da*
zia, um completo sortimento do colbe-
Hieres de electre-plate e facas com cabo de
marfim, tuJo por preco baralinbo qne ad-
mira, no Museu Elegante ra Estreita ,do
Rosario a. 1.
AS MODISTAS.
No Musen Elegante encontrarse om com-
pleto sortimento de bico de blond brancol
e preto, dito crochet, trancas e franjas de
seda de todas as cores, grande sortimento
de galoes de algodao cousa de lindos dese-
chos, cambraia franceza branca e preta para
Itorrar vestidos, retroz de todas as cftres.
ntremelos e babados tapados e transparen-
tes e agu has de ferro, osso e marfim para
cro-het, roa Estreita do Rosario n. i.
Imitadlo de ouro.
O Musen Elegante vende ricas voltas don-
radas para seoboras o tan bem meios ae-
reos imitando coral, perola e gata todo
ipbr presos razoaveis, na ra Estrella do Ro-
'sario n. I.
HD-tilha brasleiras
No Masen Elegante roa Estreita* do Ro-
sario n. i, verjue-se lindas mantilbas de
etc.,etc iMi-ui.i ^ -- ..--r-'
Efl
labyrintho a CiOe Mlk', roa Estreita do seda para senboras a *5OtO, cousa vinda
ERNESTO & LEOPOLDO
I 2 D Ra do Cabug N. 2 D
Acba-se montado de forma tal este estabelecimento de jaita que pode
vender aos sus numerosos freguezes em grosso e a retalho epor precos
mui resmt'idns visto qoe recebe de cunta p opria por todoa o vapores de
Europa. O posto do dpsenho de anas jolas o mai< lindo do paiz das
modas, i oro de lei, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, rubios, perola*.
tnrquezas. sapbiras, coral rosa etc. ec. Ohr*s de prata do p rio tanto
; para igreja cwmo p^-ra sprvi^o domestico. Convidamos as Exmas. familias
a vi^itarem n dito estabelecimento iodos os dias at 9 liaras da noite.
t^2L1f2'l?*,'*,*.v> (> <-.,vs*-*M-:;
Rosario
no ultimo vapor.
CtLIFiRMA
FAZEWDAS BARATAS
RA 0 Ql ^HAIIO IV. 11
rM Loja de Carlos Jos de Medeiros & C.
Junto a pha macia americana. .
D3o-se amostras mediante pephor.

'*
ARMA SEM DOS LEOES
EADUQUEI)EC\XIASJV.29
Os proprietartos deste gran ie e bem mi l. u eMaleb-c ment scieunfiom* ao
respilavel pi blico sta pro\mrta, qiieae mh.u> m uro a/iad.. ec< raple s..iiimento
de movis, aiitu taiimiaes como estr^t-i-os, -t-mio -sies escoihdosl c-prnti., ir
om des socios qim e acha actoalaent- u Rnropa. e p.ir iss os pr d^m *pn w mais
baratos 20/o nums ilc que oa oum qnl-ior paite. O mesm.. t-m coitia> rom
os melhores ^finc-ntts daqoelleron io me a> einesss -*s m^is riras mobhas fettas
illi. Na oflit-lia tem os itms hai' is aiii>tas ilen.u u nem, e por is o aptosfo. u orrta
dqobilias as o -ais aperf. icjiartas paia a- ra-a* da prnvincia Ctnidtradas .1e prinwiri
ordtffl. Pedan, j intuito, que venhsin vi-iiar rito e-t beh cimno-o, itQOA wiconti rio
a realidafle do qun a.-atam. .le exi-6'. p^>aa ex-roi,arem : ricas ocompi. u9 m-bilias
de Jacaranda, ni..jin'i. f.ia. ca xah., amar. lio. de ?te, rlc^s e fiegdiit->. >uo.s .Je
jacaraad, po-.i.m. amarH o, etc *tc vua-ila-.s idus de anvuvlb.i. guanta |.< c- de
nagnejjfa, am-r^llo. en. t.urp.i

ttile^l^,, es.peei 8= OJOilOS OUtros a. ngox. ti* |ii.|.i. q.iH ,,,.a s- uo u.r.ur enfadoabo prt^'iud mus de
aier tnencSo delles, u que t coiu a usa oler., apreciar.'
(Snccssot-es de k^m de
10Rb rarjM Ho ftosv
( Junto at qoartel de
Os proprielarios ageste eBttbelteimeoto teem i honra
capital do da todas as.pioviaeiaa do imatrto. ooa coat:
S6U FINADO AtNTJECESSGa os Mr^uA* a
Eirwto sIcooJico, empla.trn. Je,.titltra^ai
tintura e xar< DA SALSA DO PARA, X.rnpo dn AGBlAO, *^|Btpt do-'M
fewo ; pjr Uto oe om d'aqDsItfsa^otatflsib eoolt
lOtUriirn. uie|ti|>am i^W '
mais acreditada*aiAa^4aA*,
"ros
a
.i
iDlitcar aa rasoaiuvak pnaheo dfeaU
ureparar PELAS FORMULAS DE
fT
o rio
.
..Cerxa4 pelos I ...bis < f.t dos com
S-i nt.Sem. '
VpaJe-sa O Ut?<- m .leu in.ns.to tihi, jantn a
astacSado me-m. n.mi-, qii i.rr i ., lm)|.
de^lOftpalaio!. l- fr.-aa h mu t. fu.ij.., j. st
t|xa1PBjtd9a{.r iii-m..., c.tii casUd -...
toras publicas |ni n.tt m.i.ii- R >h :
4 Ifalar, np Con ao .1^ O c. r n rt R h..P*
K ((.- d*. oral v^rdadrr.i a Lf ta9W>.
L-|4 de Juas. .na rt. t ^poradnr t^79
H* I.I.SJOH,
Vead Joaijoi. Jn ll.,in.., a rea i O"1 n- *
triraaico trlar.
Ore.*, f. urlaw e rea.
Rna ;. i:j vrn ih i..^ o dtas ;'
Ptrt.t.1.. .ii. fl.iih r- a hi-.s.
I.4H li s i.Ki ( iMhi' | rt,fj rfuia,,
t'i* < D> njf-in i j>.i .)> 4m a.(rrr>oi-' f'uciaa.,
H Un, f ni. y b o. li.M-r* iic.
tiln!, .i t i'n.i. i, iIuiIhi., rtifeiUUaa
Mf. il'Crt p.i a *#.' !
meh ua\ *-
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-
L
Atar m Pcrntubuco Sabbado 9 dt Setembro Ja 1811
AL
re* e to|u ai oltiw
o goterno en'eodeu w
amigos, fet-lbes ver o'tokoHi
btendo assim a loa
fo*tftodaeJTode se
|lotae.se recri na pa btpismal pdf orri
Molo profano, s veaes brbaro ou
extra-
vagante, nao pode ser repnbJiaoo (muito
oem; apoiados); a Jo o ser lio'cedo, e
nem cap do taJ forma d governo.
(Apoiados.)
Siunio estar presente o Sr. prndente
flo conselho, porqoe passo agora 4 iz3r
algoma coosa em relaflo a S. Exc.
Onob presidente do cooselho oomecon
porpjrfowr se 00 Brasil nao havia u
oprajo, pobiKS. a respe.tp da qaestlS d
Dre a emancipacio em (bese, com a
earfayor da S*a proposta.
roo
/<
a***;- iSL_________
do. ekmvuo *, ^"- 3encia ; de sorte que, qoindo se aprai
tnnaolo). too a reforma na eamara, a discasso foi
onde se coiWJfjr ^ loasi nolla em aessJo aecret*. Eu creio
oda so ama ononjff ctiTiy-K >(Jm o> camaa est alguem dessa
JJ fra della moiU exieiem. Tra
H, /erdadeiros criminosos ; mas o
UvefQo-n*/o*,oerje800 senio e
caso,- por isst qw
hl oo'qhal modo fofcfav
bliio : o governo nao qtfte .
ruidoso apparato, friendo estfa* J "
ostentacao1 d forca. A eonfrafk. v p
deu com eqnidlade;- conroeou I asea
eram tidos oar pioiio oelos principa m-
portadores, fe-lbe ver que n8o podan*
corv'inuar, deu-Uws praza parar liquidar ;
chara u os fazendeiros mais importamos, e
fez-toe *er igualmente q/ie o goveroo esla-
va resuK >do 1 nao aaie tolerar semeHtante
commercK'*'
O Sn. So,,;zA R:s ""* Preparoo a el
execuco da k,,'
O Sn. Perd, GA0 MALianro : Aiguos
recalcitaram; pi 'ocedeu-se entio com lodo
o rigor ; esi'raoge. ros fram deportados;
fracas tentativas h 1Qve COttfra' !"* mas
foraojwevenroente n 'primidas r de' manaira
m 1836 deu-s?. ullimo feo,0> e ale
>aree fe a anoVioT Pin
<
trafico tinha 6do de
pelo olor pu-
oroceder com
ri
e*
tus
opioiSo
.(Apojados da
oppaacio.)
^*wo ponto jdiscorreu cabalmente
e ncou /^J?*5J,t6 lneB bre collega
e amigo, o o.. *)r- c,P*oenM /apeadoa da
opposicio); asjjm J""00 lao>bom'a jjeroqo.
racio que S. xc. fet, m V|U dos.tra-
. 4. mm^L**' > ocoheren-
ettaod eooilfcode esiau.. ,. .
cia'do-oobre.fwdente do con..,u- v1
poiados da'oppoaicao.)'
Gomoj moslri no meu primeiro discur-
so, uao eateedo que baja incoherencia ; o
nobre-presidente do coaselbo naquella oc-
casio sosteatava certas ideas, eslava con-
vencido dallas, boje sustenta outras...
S. Exc. foi veooido. pela idea aboHcionis
ta ; eu doa-me paraben* pela victoria da
idea, porqae pugno ha taato lempo, e que
tem wncido atiaal al os mais eiaperrados,
e enu* osles o proprio Sr. SayJo Lobato.
actual ministro da juaiica.
Mas, S. Exc. adduzio-nos logodepois um
arguuaenlo ad lerrorem, e disse ; lembrai-
vos do qoe se passou a respeito do trafico,
o que soffremos do governo inglez. as pre-
potencias e os vexatnes porqae passmos ;
lembrai vos de que, quando se tratou da
abolicio deQniliva, foi isto deviJo principal-
mente aos caohoas inglezes.
O Sr. Fontes : Isso argumento que
rebaixa a d gaidade nacional.
O Sa. Pkrdigo Malueiro : Eu estra-
nhei a S. Exc. naquella occasiSo. S. Exc.
quiz assim rasgar da nossa bistoria urna
das paginas mais brilbantes qoe ella consa-
gra. (Apoiados.) S. Exc. quix apagar da
bandeira do partido conservador ama das
suas inscri,>c5es mais gloriosasa abolico
do trafico. (Apoiados.) S. Ese. foi inliel
historia. E no enianto, S. Exc. disse
aquellas palavras com tal sangue fri, qua
nem Ihe tremeram os labios ao proferi-las,
nem tee rece de que os manes de Euze
bio, roguaye oairos se levantassem dian
te de S. Exc. pera confondi-lo r Referir
es Jacios por tal modo oq desconber a
a nossa historia, ou faltar verdade reco-
nheoida por tal. Todos sabem como isto
foi, o nesle livro (mostraodo-o) est a ver
dadeira historia. N5o eslon fallando agora,
exposdo opinio ad hoe ou de occasio ;
kilo como qoe escrivi em 1867, depois de
lar ccnnnlsa,,o lodos os-documentse mo
numents daqoellas pocas, os relatnos
do ministro da justica e dos estrangeiros,
os discursos de Eiuebio, Uruguay e ootros,
os proprk documentos officiaes ingleze?.
Debalde lord Palmreston preteodeu t-
tribuir Inglaterra a gloria de haveriido
exincto o trafico no Brasil. Nj protsta-
me contra islo ; a extingo foi devida ex-
clusivamente a esforco3 do Brasil ; osea-
nbs inglezes nao fizeram nuil do que re-
tardar essa ext-neco. (Apoiados.)
O Sr. Ministro da Agricultura : u
nubre presidente do conseibo o que disse
foi q :e as reclamaeoes inglezas tornaram a
aoesOo amito mais difficil para o goverm ;
tutreunte, n3o negoo que a inicialiva par-
;isse do Brasil. m
O Sr. PeboioAo Malheiro : Esla im-
presso no seu discurso, e conta dos apona-
uieniosque lomei.
O Sr. Ministro da Agricultura : Nao
poda dizer isso.
O Sr. Capanema : Se elle o nlo li-
vesse dito, leria reclamado.
O Sr. Fontes : O nobie presidente do
conseibo repstio urna aecusac) qoe fez o
partidliberal ao partido coase-yador.
O Sn. Perdigao Malheiro : S. bxc. o
disse, como paralielo de pressSo possivel na
soluclo da q eslo actual. A prepotencia
incleza nao servio seno para retardar a
extinecao do trafico ; p>rque sombra do
pundonor nacional dettendido, os trabean
I UM W/IAqcA "P# oUn
ICio dos Estados-Unidos qoe devomos ter
pieeente. pare qoe o evitentoe.
O Sr. PrcMitk f Peco liceoca pira
observar ao time depotado qoe acbei oeaU
discassao estabelecido o precedente de tra-
tar-se de toda a proposta em cada orondos
aitigos, mas a qnestlo qoe V. Exc. agora
est discQlindo, alm de parecer-me menos
qonveniente, n3o tem ligacto com o pro-
jfecto.
O Sn PehdigAo Malheiro : Temjnli
ma ligagao, porqoe respoata ao Sr. presi-
dente do consejo ; eitoo pedindo alinelo
e cuidado pira este facto, qoe gr^ve ; ou
ao quero soprar a discordia; pelo*contra-
rio, qnero a uni9o, a fraternidade ; por
s^o mostr os perigos. Mis passaref,a
ouIrW Pnts-
8. Ext. fallou n0 1** (iue aPr6sentei, e
que tenbo rV8lido .nw' de nnaa v
difforeofa enlA' ^acimeolos e a somm*dos paganda.
--------------1 ii eao relacJo i
idbofat a bjgisiicSo pe-
na! oa faor os eecrlNrof, ewar que seja
a pena de morte a onica, qoer para o assas
wut* qer pera e fcntn^o, designaldade
odila, quando pea reforma qoe propuz
nos temos correctivo na legislacio commum,
pela qaal o escrito pode soffrer at a pena
de morte, nada tem queconcloa pela aa-en-
cii de perigos na reforma projectada, se
fdr lei a proposta do governo.
K tive mais orna raz2o, alm desta de io*
justica para com essa classe infeliz; a
que j f i aqui assi^nalada e em que fallei o
:inno passado na discoisSo do voto de. gra-
cas, e qoe nlo me pareca bem que, es-
tabelecendo a lei a pena de morte, uoica
para crimes de gravidade mu diversa, ae
collocasse o poder moderador n) dura con-
tingencia de commutar quasi por va de re-
gra a pena de morte Imposta aos escravos
O Sn Andrade Fiosira : Nao dora
cootiogencia do poder moderador, a pro-
qoe por ai so devia ella conslWf, Q9o4Hk
tigo, mas umasolocio emWpeclal; Oan-
_'0J
do em a plices.
8* ama idea diversa da
le ..
hoja nem nms tem ma. s tentado semetaao
le empreza. Nem pov ,,|Vel Q11* o-gadko
resoscite; est condemo do par* todo o
sempre.
Eis como se proceden em a e o no se
n5o proc-.da agora, que se trata, nao ote
crimioosos, mas de propriett'nos com di-
sleise ptlaconsttoi-
obitos e alforrias, em fa,ro* da emancipa
c3o: S, Ex qui act^r-me em erro de
algebra. Alas eo alo precise! orna data
fha, b3o dnse que em 20 amos eatariaex
linda a escravatora ; diwe qoo em 30 an-.
nos mais ou menos teraim ^te resultado.
Sv xc. ez nm graode serveW trazendo o
calerilo das alforrias, segoow osscm tf da qoe dizer aJgumas pdavras, ros serei
tes pescavam as ahoas torvas,, quer dizer,
sombra dos bros nacionaes assim ofiendido
confundiodo-se as causas, eontinuavam elles
no seu negocio infame.
Essas violencias, esses vexames ereava
maiores e novas difficuldades abolico de
unitiva do trafico.
Eis o que esrrevi a paginas 49, o5, 57
e outras daquella obra j ci'.ada, que deixo
de ler para nao abusar.
Portanto, nao se poda dizer quo os ca-
ones inglezes concorressem para essa abo-
lico. Nem se pode dir.er qoe devamos
asora temer nova presso estrangeira, peo
smenlo a que S. Exc. qoeria cbagar, em
relaco abolico da escravido no Brteil
Se os bros nacionaes anda nao nos
abandoram, como estou profundamente
convencido, essa presso eslrangeira, se
existisse, nao seria seno motivo para em
baracar a solacio ; porqae nao devemos
consentir que venham dar lea em nossa
casa quem melhor que as v dar na sua
(opoiadot.) Trafim dos seos Irlandezes
rtem dos seos proletarios; nos iremos
fazendo a emancipaco, segundo as nossas
torcas, estado e conveniencia, sem a nter
vai oo presso de quem qner que seja
interna ou externamente. (Apoiados.)
Por essa occasilo, ea nolarei que, quan-
do se ira;oo de abolir defln.vamente o
trafico pela lei de 1850, qoe Unta honra
nos faz eao pardo conservador, o governo
de eolio nao procedeu como o actual, e
todava nlo se tratava de emancipar aous
oa tres milbbes de escravos, qoe sao pro-
priedade brasile ra, recoohecida por todas
ae leis existentes. Tratava-se de evitar a
oontinuaco de um crime, tralava-se de
evitar qoe viessem do estrangeiro mais es-
cravo, coja importaclo era de 30, 40 00
90,000 por anno. Bomo proceden o go-
Temo? E* facto sabido.
Omioistro da jostic daauelle glorioso
tabioele, de 49 de selembro de 1848, achon
.1- ...:..Ia rtfln Ai\ oansiin ara
reitos garantidos pelas
Cao (Apoiados (
S. Exc. referindo-se ao qud t a oRser*ei
aqui em relaco a quesio do no te e st\
disse que nao era exacto o numero escravos que eu havia attribuido a estas* |
duas parles do Imperio.
S. Exc. disse : qae no Nirte na
863,633 escravos, e n) Sol 878,516.
Misse'melhaote estilstica, que S. Exc foi o
proprio a p6r em duvida, nao acellavel-
A'mais moderna e official a qoe consta
do officio de 13 de jolho de 1870 da se-
cretara do Imperio, e se le a pagioa 159
do parecer da commisso espeelal do anno
passado. Deste irabalho se mostra qoe o
N trie possne 583,555 escravos, e o Sul
1,026,118. E o mais pro va val, se nlo
corto, desde qoe o Eort ha mnitis aooos
principalmente de 1850 para c) tim re-
metiido para o Sol grande parle de seos es-
cravos, e desde qoe s as tres provincias
do Rio de Janeiro, Minas e S. Paolo ha nao
menos de 800 ou 900,000.
Vtn bem os meas cullegas qae eu liana
razo qoando di'ia qae o norte possoia
apenes 600,000 escravos, emqoanto que o
sol tinha mais de 1,000,000.
Qaaoto exporlaco, o calclo que S.
Exc. apresentou confirmou o que eo disse ;
ha urna differenca de quasi 20,000:000(5
annuaes em favor da expor-aco do sul so-
bre a do norte.
NSo insUtirei nesta questio porqoe e ir-
ritante ; mas devo dizer que o governo foi
o primeiro a crar esf e symptoma perigoso
9 triste ; symptoma qoe pode a profundar
a sciso 00 revivar essa aotig rivaldade,
que ja no proprio norie se discute, como se
\ da sua imprensa, e particularmente na
Babia ; a qaal faz censuras, a meo ver, m-
teiramenle justas, ao governo.
Foi o gabinete de 7 de marco quem
desde o seu nascimento revelou decidida
preponderancia do elemento norlista, nao s
pela sua mesmi orgaosaco, mas pela ma-
oifes a proteceo que dispenso ao gaanoto
as duas maiores influencias do norte, o sr.
Baro de Coli2ipe pela Baha, e o Sr. Xis-
conie de Gamaragibe por Pernamboco.
Este fado tambem lemonstrado pela elei-
Co da commisso especial deste anno, em
une nao foram coolempladas as provin;ias
do sul, entrando apenos um representante
por S. Paulo, que nem ilho daquella
provincia, e sim do.Maralo.
A commisso-do anno pa;sado tinha ou
iros elementos. As provincias daPernam-
buco, Babia, Ro de Janeiro e S. Paulo fo-
ram ah representas, n5o a de Moas ; mas
podia-se contar tambem como sea repre-
sentante o Ilustre deputalo pelo Rio de Ja-
neiro, Dr. Andrade Figueira, visto c
pelo Rio de Janeiro eninram
commisso e Minas intimamente ligada
Rifl
Aquella preponeerancia anda demons
irada pelas votaooes que a maioria
resposta falla do throno, ao art.
prooosta servil, em todas as outras
SJS.
A feco da actual sitoacto pois, sem
conteslaco, a preponderancia do elemento
escravo existeotes e numero de t.500.000
ou do 2,000,000; desses mesmos 'alcolbs
se rrl9tra annos: o numero de nfravo-*, por este sim-
aMas pvocessov estara por tal forma r.'-.doz-
do, quo n poneramos entio emaocipa-h'S
iima^udialamenio, paganVaseos serabores,
O da,odoMfies desuno, sem os incaovenien-
les- qo,'3 podem- vir de orna* reforma precipi-
tada, exagerada o violenta, qoal a que veo
propdr o gnverno
O Sr. PeodioAo MalmeIro :-Enleodi,
portanto, qoe melbor seria a reforma da lei
do qoe manl-fa em laes coodc9es, desmo-
ral fsada e anoatlada.
O Sr. PREsrueOTLembro ao nobre
depotado qoe a hora est dada.
O Sr. Perdiga RfaHa'na: Tasto ain-
dous em tal
ao
na-
den
Io da
ocea
nortista. Eu ach 1 de pergosa significaco
esse pronuociamenlo. Eis porqae 1
no seio da cmara o meu coraco.
do que nao bom amiga aquella que
manifesia sem rebuco e adverte em tem-
po.
No dm os illasirs collegas urna oulra
accepeo s minbas palavras; ea aprsenlo
o facto, mas o meo desejo e que baja
anio sincera de todos; nao quero a des-
unio ; quero e desejo o mais ardentemente
a cordial fraternidade de todos os Brasi-
leiros. 1 a 1
Ea disse desde o principio : nos ao sai,
pedimos que nao nos abaddoneis. E
isto que anda hoe peco ; os do norie po-
dem ser mais racis em concessbes, tem
meno3 escravos, menos ioteresses ; os do
sul nao podem fazer coocessbes lo avaota-
jadas; portanto tenho contemplaco para
com o sol, nao qdeiram entrega los de ps
e mos amarrados a ama solacio qae ha
do caosar profuodo abalo nao s na pro
priedade, mas contra a nossa segarancafc
abalo qae ha de repercutir no norte, qoe
tem escravos e nio em pequeo numero,
especialmente Babia e Parnambaco : estas
repercarsoes sSo infalliveis (apoiad da
minora); e tanto mais perigosas em rea-
Cao a qaestio de qae se trata, qoanto eo
vejo qae ha formal resolaco de por
margem as reclamaeoes do sal, dizendo se
qae o norte nio tem receio I E' arma
com qoe o proprio norte pode tambem ser
ferido I
O norte boje polo dizer isso, porqoe o
norte mandn para o sol a maior parte dos
seos escravos, e rqaelles qoe nio eram por
corto os melbores ; fez como os Estados do
Norte da Uoiio-Americana, qoe foram man-
dando para o sal seas escravos em troca
O Sr. (Iroz Machado ;Eato o nevero
seria t t pvqueno, que nio desorganisariu o
trabalbo.
O Sn. Pkdigo Malheirc:-S. Ebc
jainda fallou, em geral-, sobre o projecto,
'defeodendo sa>* divets> dispo-oiees; per
guDion-nos tawbem tfonde virtbara esse
horrores e perigos qurencontravooM.
Esta questj tem sido veatHada ; eu
n.aie ponto poaso ser visionario; panece-
md qoe esta propesta, so fdr coovertida em
ie;j ba de trazar grandes inco&venieotes,
suscitar perigos1 o talvez borroror porque
temo que della nada mecas resolte do que
a rrjsnrreicaO'gerof; tal -ainda boje a mi-
no coovieco. .XSo sao de- agora estas mi-
ntiB apprebeosoos, eu a* fieoho desdo mili-
to lempo, e por isso -estou reclaottido- me-
d dae moderadas:- nada de precipttaoao, na-
da de exageracoes na la de violencia*^ ludo
isto-owiiio incoweniento a* paic, aos se-
nboroe, aus proprwe escravos,. a qaem que-
remos fazer o boa. (Apoiados d mi-
ooria)v
Eonioposso, como sincero aboltiioat&ta,
votar por- medida algoma da-qoe posea vir
mal aos propxios es-:ravos, nao;: (apoiados
da minora) preferira em.tal^eventnMade
a conlioaacao do estado em. que ettes sa
aibam actualmente, pois ebegariamoe mais
cedo 00 mais tarda- ao- fim. desojado seaa
taes inconveniente..
B paro-convencer do qae-tal Anwibaopi-
niio, baeta recorrer ao. qne-esccavi, visto
qoe rae aitribuem opii&es que n*> tenbo ;
eis o que se ach pag. 2+1:: Assim
que, atacar a eacravido para, traasfor"'
irabalho escravo em trabalho livre, mi .
completamente nao s a face da nossa mo-
ciedade nos ceiros popeloeos, mas e par-
ticul'irmente no campo; portanto tocar
em a nossa principal foolode produeco, e
da riqueza publica e privada.
c Por ouiro lado, romper as relac5as
enire senhor e escravo, entre a obediencia
o man lo, destruir a organisaco actpal,
embora altamente defeilaosa, desses peque-
os ncleos sociaes, base da nossa grande
sociedade, o qae de receiar se nao faca
sem commoco as familias, quo repercuti-
r no estado.
t Qoalquer providencia, pois, mal pensa-
da, ou simplosmente precipitada, extempo-
rnea, pode caosar, alm de urna incalcula-
vel desordem econmica, estremecimento
as famil.ase na ordem publica, cojas peri-
gosas consequencias nio podem deixar de
fazer-se temer.
t Essa reforma importa urna crse que
cumpre saber e poder preparar, dominar e
dirigir; urna revoluco pacifica para' o
yerdadeico bem moral e material de nossa
patria. Fazer o bem, evitando o mal, m
a grande difficuldade na solucio desse pro-
blema. >
O Sn. Cruz Macuaoo :Muit) bem I J
se v que nao opmio de occasio.
O Sr. PeroigAo Malheiro :Anda pa-
gina 217 eu dizia:
t Desde q e se visa, nao nicamente
libertar escravos por um p-incipio, alias
bem entendido de bomanidade e caridade
Enten- christSa, mas tambem e principalmente com
o grande intuito de, extinguindo a escravi-
do, substituir o trabalbo escrave pelo tra-
balho livre, organisar assim melbor e mais
naturalmente a nossa sooiedade em bem
de todos e do estado, a materia sobe de
importancia, eleva-se a ama altara, que de-
manda exame de outras qoesioas, sobretu-
do da ordem econmica e social. A qaes-
tio, qoe.a principio e 1 prmeira vista se
augura simples e fcil, tornarse complexa e
difflcil por forma a exigir anda maior cui-
dado na sua apreciaco, e na solacio a dar
s innmeras davidas que o problema sug*
gere. *" ^
Eis o que ea dizia j em 1867.
O Sr. presidente do conselb, co) rea-
Cao a esta quesio de temores pela conse
qoencias da proposta, addttio um argu-
mento na disenssio do voto de gracas qae
se refere a mim, e disse que en tanto pa-
reca nada receiar, que offereei, na seasio
doAnno passado, um projecto de le para a
ra/orma da lei de 10 de jonbo de 1835.
E' exacto qae offerapr'sse projecto. O
nobre ministro da afncultura acia al tam-
bera offereceu sobre oVmesm > assumpto nm
projecto, mas em tsrmoT'Hjaii concisos; O
qae ea offereei, porom, foleoocebido em
termos mais desenvolvidos pora acautelar
certos inconvenientes graves, que entend
de necessidade obviar; linda boje estoo n
mesma conviccio. \
Mas isto nada tem de commoni com os
muito breve; prometi- nao fallar mais nes-
ta 2* diseosso, reservamo-me para na 3*
d9cu3so apreeiar a proposta d"o gowerno
no seo systeara, desenvo*vimento a co9se-
qoeneias.
O 9a. Dcrtre Esthada TutceOA : Ho
o deixaro fallar.
O Sr. PeRDicAo'M'ALifEiRO i "Bpafo qoe
o fcoverrje e a nubre maioria nao me' nega-
r) o pedMo qoe dfesde j Ibes 1*50' de dis^j
cottr a proposa ov 3* d'wcosso^ Nio soo
dos qoe mai: abusara da bondade da c-
mara.
Como dizia, prefir- a revogago- nos ter- [
[.rao em. qae prop-jz, moito cautelosos, a
que permaoe^a mjusrav inilTcaz e letlra
mora a disposioio da L re de 18SB, como
tem' sido-; e a qoe tal ver por justa neces-
sidade se veja o poder mcderadbr oftrgado
a comnotar aqoeita pena,- manlida a refe-
rida lei.
UieA ^bz':A resente um additivov
Sr. PeroioSo MAiBmc^ Prenro a
agestado dalei munificencia do rer
Vozes a Minoima :Muito- bem I
Sr PraDiGA Mxlubiro :Sentones,
daris ter em lembranca, eom, relaco aos
perigos de que ba pouco tratava qoaato a
es'.a reforma, o- que se paseoo a respailo
de urna tentativa muito simple de levnta-
me nto apenas do censo no imperio, qoando
disto se occopu o governor creio quo-em
1852-; o interior do Pernambaco, da Pa-
ralaba e de ootros logares comocoa agi-
ta r-se ;. o qoe decidi o governo a suefani-
der a execuco-da medida, o-at bojd> n3>
se tem tratado mais dieeo I
ma Voz :Nao lera applicaQae.
0.S. pEBoaeAo Maneo: Terntay-
plicafo perfeita, porque o governo agora
nao qoer attetler s justas reciamacbe de
tantos municipios de diversas provincias
qoe- leera representado contra semelaaoae
proposta, nfio p /rque seopponiam eman-
cipadlo, mas palo modo por que a qaeiem
realisar, sem attenderem lavoura ao
commercio, nam a conoa.algoma, entretanto
lgaftaaqueUe lempo aiteodeo-se a um.sim-
. pteaoiovimeoio ae paqpeoas laMdao* a
qnesto do moito-menoc gravidade.
Sr. Forras: tfeaje nao se tolero nem
a palavra t
ft Sn. PeroigAo Mm.heiro : (oanto
a ootros pontos, deiso-para nova occasio
em que me fot* permitido fallar ; anto exa-
minarei a proposta o addozfrei outras ideas.
Desejava, porm, fular em. medittas para-
lellas que so deveriam tomar 00. iotuio de
auxiliar esta reforma.
Deixaret isto, como tambera deixarei de
tratar da introdueco de bracoe livres, irt-
iroducco de maebioas e raelboramento de
processos de lavoora ; seria convenient,
por exeraplo, rever a leg'islaci) sobre ato-
cago de servcos e parcerias, a reforma da
lei de 22 de agosto de 1860, legislar sobre
o casamento civil, sobre urna especie nova,
qoe nao temos regalada na nossa legisla-
Cao, as sociedades anonymas civis. Estas
sociedades anonymas civis podem ter um
grande fim, qual seja o di manter a grande
propriedade agrcola; um systema inicia
do j em outros paizes e que nos pds ser
muito proficuo.
A emancipaco tenda a acabar com a
grande propriedade ; ba de substlui-la a
pequea propriedade, mas o nosso paiz nao
est ai'nda em condc5e$ de ver extincta
broscamenle a grande propriedade : um
dos remedios para salva-la pode ser as so-
ciedades antijtmas civis para exploracao
da avoura, como ba as associacoes ano-
nymas para exploracao do commercio e in-
dustria.
Agora, mais particularmente a respeito
do art. 6o, tenho a dizer que, nos Io e
M^Tra^mVroocto vindo do senado era] de dwbjiro, e depois fazendo-lhe a goerr
sobre ella, feitoi oitfMia sobretudo qaestio do propondo
1837, acoitoa-o para
^pida
kflEcia p
gra-
(1) Sendo 1,500,000 escravo, te
no fina de 10 aooos 898.105, no fim da
anoos 684,937, da 20 aooos 537,72, de
25 annos 416.085, de 30 abos 321,958.
Sendo 2,000.000 escravo?, teriamos no
fim de 10 aaaos 1,197,474, de 15 anoos
926,582, de w anoos 716,971, de 25 annoi
todos, propor saas emendt i poltica), eaadeipoo-oa todoe
yJlJ de 1850. Ma prepi-jtaitamente I wmo om meio militar I por 1454,780, de 30 aonos 429,278.
2 deste artigo eu vejo o que Napoleo III
disse ltimamente antes da guerra franco-
prussiana, tratando das suas reformas libe
raes :
G'est le cooronneraent de l'dfice. >
E a razio muita clara, convence em
poucas palavras.
No art. Io temos nm golpe de machado
o nascimento livre, pretendendo-se as-
sim estancar bruscamente a fonte, porm
de modo Ilusorio; com ama mi decla-
ram-se livres os nascituros, mas com a on-
tra se Ibes lira a liberdade; qoer dizer,
elles continaam de fado na escravido at
a idade de 21 aonos, e em peiores condi-
c5es 1
No art. 3Q se consigna o resgate pelo es-
tado. E' ama idea qne, bem applicada, se-
ria proficua e efficaz; mas oalro golpe de
machado, pela forma violenta e deficiente
da proposta.
No art. 4' temos o pe mlio forcado, com
todos os inconvenientes j notados, e qae
ter, se fdr consignado em principio abso-
luto, como est no projecto, todos os in-
convenientes que prodazio em Roma. En-
tre os romanos, o peculio dea logar ao tor-
mento constante dos cidadios, dos tribu-
oaes, 4 at dos proprioa escravos; foi ama
lata permanente.
Nio me opporia a qoe s conferiste aos
escravos direito a corlo peculio, com liceo-
Si do senhor, para o nm moito especial
O sua liberdade, mas isto mesmo limitado
le nico objecto e com todas as cau
telty qoe lio melindroso assompto aconse-
Iba O deixando o mais oos benignos costa-
mes\braslleiros, como so acba
NeV m68mo *rt 4'* 55 v e y C008i"
na-se oKLOWdida Uo grave, que euteodc
to assim, qae os liberaos, do senado, no
anoo passado offeraceram am additivo
ao orcemento, no qual eata idea vean coa- idos mejoadiajled
signada, e disseram qoe o partido liberar
j se contentava coa eaaa medida ; a saber,
0 direito absoluto ao roagate, conferido ot
escravo para tibertar-se contra vootade do
aonhor, qae por sea peculio, quer por li-
berdade de otrem qoer por servcos.
Ora, palo nosso direito actual, ninguem
ple libertar o escravo altaeio contra a von-
tade de sea dono, salvos os casos muito
restrictos, enumerados na mesma legisla-
lagao; e no emtanto aqui se estabelce,
de am salto mortal, exactamente o contra-
ri>; o escravo albeo pode ser libertado,
anda contra a vootade do senhor, pelo seo
peculio, por liberandde de algaem ele E'
isto qoe pode trazer grande desordem, des-
organiaacao mesmo do trabalbo. ( Apoia-
dos da opposii'o.)
Direi asa algoma roo a a este respeito.
Os Romanos eram moitos providentes e sa-
bios ,' forara os prmeiros* legisladores do
mundo e bao de s-lo sempre ; anda boje
vai-se beber no direito romaBo os raeihores
principios,- porque all est a verdadeira
acionera, a s pbilosopbia, o* boui senso
pratico. Pbis bem; as relajOes do se-
nbor com o escravor baviam elles recoobe-
cido daas foMes de direito para o senbor, o
dommiuw e a potestad. Em relaco a
dominio, o escravo coma, prvprie&ade;
e como tal tratado, salvo certas modifica
coes originadas- de sua especialidade. Mas
o escravo lamben? komem; d'ahi vem o
direio, poder sobre- o escravo (potoatas)
como o poder do-marido sobre a nwlber,
o poder do pai sobre o lilbo. E' essa po
der ( polentas). garaetldo na lei, qae coasti-
toe aforprooral db senhor sobre o essra-
]vo, como constitae forga moral do mari-
do sobre a mulher, de pai sobro o Glifo.
Tirai ao pawesie direio sobre o-fiibo, tira*
aviBirido eate direito aobre a raalaer, pre-
cia mai a emancipaco d molber e dos fi-
feae, onde rae parar a relacoes-de fami-
lias- a ordem social, e todas as suas- con-e-
qoencias f Aooinr tamben, qaaato ao es-
cravo. tirai ao-senhor vioenia e brusca-
mante esse- poder, coma faz o projecto, o
eo vos perguto qaal ser a torca moral
do senbor sobre o-escraw? A qoe se re-
doairo as relaooes entre am o- ootro f
Ondo-o respeitGj a obediencia, a sujeiQo,
eleraeiMos mo.aee que aaais eficazmente
mantera essas .'3-Iacoes T Esse raaapimeo-
to- brusco-e violento predszir esUIhaoos,
qoanosei onde--ire parar. (Apoiados
da opposieo. )
Entre o marido e a mojbor, ento> opai
e o faino-ha outras retacees; ha o amor, a
araizade, o saugae, que seriara coaraeUvo
natora4 contra seraelbant lei; mas-entre o
escravo- e o seohr-, estes- seotimentos- nao
esisteav Dio ha de ordinatio seno odio db
escraw para-sea-senhor. Ninguem. .espere
gratido de escravos ; falla por experiencia
propria. A ingratido om caracterstico
do escravo, pela sua falta de educarlo e
mesmo de certo desenvoWimento moral e
religioso.
Aqoelle priacipio, portsnlo, do. resgate
foreado em absoluto, s< por si, w- mea
frac entender, capaz de produzir a maior
revoluco no. imperio, no-s quaoto paz
das familias, mas na ordem econmica, dis-
trabindo-se dos estabeleeimentos. talvez os
aaataapea bracos: e tambem ba (le ser ne-
cesaaria e fatalmente om germen laogado
para que as.nflnen:vs de campanario pra-
tLjuem violencias enire si, e peior aioda
contra os pobres qca os nao quiaerem acom I
pnnhar no pleitos- eleitoraes. Em.um paiz
onde de todo se faz arma poltica, arma
eleitoral, como, por exemplo do recrata
ment, do servico da guarda nacional; de
;processo* policiaes e ouiros, convir forae-
cer anda mais este elemento pergosissi-
mo s lutas polticas e eleitoraes ? So oas
colonias isto se fez, l nao baviam eleigies.
(Apoiados da opposicio.)
O Sr. PSiDE.NTe:Lembro ao aobre
depotado queja tem excedido as duas horas
que o regiment perroitte a cada, orador
para fallar.
O Sr. Pkrdigo Malheiro: You j\ ter-
mioar, Sr. presidente.
1 Este terceiro golpe de machado liga-se
neste projecto com os Io e 2o do ari. 6.
Rao contente com as exageradas e violentas
medidas, o governo consigna a idea da
emancipaco inmediata, em maasa, embo-
ra s dos escravos da naco, a dos que fo-
ram dados em usu-frocto cora. Pois,
senhores, pode entrar na cabeca de um bo-
mem prudente, queso proclame semelhan-
te injustica relativa, que ba de fazer com
que os ootros escravos no dia seguinte di-
gam :to bom, comoto bom i os escra-
vos da nacoe do imperador j esli livres,
e nos anda nio ?
Ah est o germen da osorreieio geral.
A emancipaco immediata ha de ser a con-
seqaencia faUle necessaria. ,
Estes paragraphos, senhores, torara in-
seridos na proposta intencionalmente; por
qae, no anno passado eu apresentei aqni
am artigo additivo ao orcamento, m forma
de simples natorisaco ao goveroo a este
respeito, prudente e caatelloso; a commis-
so do anno passado o iosero ips verbis
00 seu projecto. Mas o gabinite actual nao
se contentoo com isso; foi muito mais
adianto ; agora na sua proposla dispoe qae
os escravos da naci e os qu1) esli em
usufructo corda sejam emancipados desde
j, nao attendendo injustica relativa para
com os outros, nem olbando para o exem-
plo que se vai abrir, qoe ha de dar em re-
soltado a consequencia forcosa e indeclina-
vel, em moito breva tempo, da emancipa-
Cao immediata geral oa por lei, oa dicta-
torial oa por si mesma! (Apoiados da
opposicio.)
No S 3 falla-se nos escravos das ordens
religiosas. Nio sei qaal a razio proceden-
te que teve a commisso para propor a sap-
presso deste paragrapho ; a qae di nio me
parece attendivel.
A lei de 1870 dispoe diversamente do
qae est oeste paragrapho. Ella determi
non qae os escravos das ordens fossam ven'
ddos e convertido o seo producto em apo-
liceo dentro de lOannos, excepto: 1 os qae
ellas lbrtassem anda qoe com reserva de
servcos nio excedente de 5 aonos, 2* as
escravas, cojos Albos declarassem qae n?s-
ciam livres.
Coosa muito menos favoravel liberdade
do qae o qae se l neste $3 do art. 6.*
Neste paragrapho dispoe-se qae os es-
cravas das ordens religiosas serlo liberta-
dos dentro de 7 annos. Portanto todos o
escravojdifjam de ser declarados libertos,
segaodi Wta disposico, e ao mais tardar
7 aonos; e
seu producto
gfcaea
idllverti
aufa
lei da 1870,
1 o governo na-
da qoiz de qne se fdpiK no anno passa-
do, quiz datar i barra adianto de todo;
mas a comaieso, npprHndo este para-
grapho nao vejo que ana razio, porqoe
mais favoravel liberdade, a maiecoo
ao Evaogelho, i buaanidade o Ari
christSa, de qae as ordena religioaan 1
ser especiaes e zelosaa observadora^.
I 6.* < Os escravo abandonados por
seus senhores. 1 Desejava saber o que ao
enlende por abandonadas oeste paragrapbo
lo artigo; sero os chamados de evento T
Tendo assia dado muito perfooctoria-
mente a humilde opino a respeito do pro-
jecto e saas disposfbes, embora muit>
mal....
Vozes: Ao contraria, parfeaaaonie
bem. o'i 1
O 8*. PmotoAo MAUmo: Ipr-
minarai agradeeendo aos anus bonraoV.
colegas presentes a bondad3 com qu te
dignaran acompaobar-me, e fezjndcros vo-
tos os mais sinceros e fervorosos parr quo
a Divina Providencia Ilumine o governo 9
a honrada maioria. aSm de qae, tomando*
em consideracSo a nossas boaihesr ot9W-_
vacos, se (Rgoem, ijnrtstindo embora "
seu projecto, l'azer-WO aquellas atara
qoe forera lolgadas naio coOveoienter,
de se e'itarem esses desastres, esses males,
esses perigos qae nos, cbeodos visionarios,
prevemos e tan,oreceiaao. (Moito bem f s
moito bem'!)-
(O* orador cumpr i mentado por moito
Srs. deputados.)
SR. BMtO D*VILLA DA: BARRA *?
Sr. presiJen*, nao pretenda vottarde novo-
tribuna a respeito do efoaealo servil^
porque, tendo apreseatdo algnaaa idea*
para tevar-se a effbite a emaaeipaco sam*
abalo-00 meo paiz, estar reaolvrdo a dei-
xar de insistir nestas deas desde o mo-
mento ea qufc-osse aoevencido da sua
inefQeacra. Mas-, vendo-qoe, apotar de toda
a modevaeSada ainba parte, se desHguroo
com algoma asperidade e vehemencia o meo
p-nsameato a poalo de se cbam*r absurdo
a at imoaaral (meatos apoiados da oppo-
sieo), umdos metes que tive a boora'de
[cSerecer >. considevacb da-cmara para
resolverse o probleaaa do elemeoSo servil,,
sao Uve ootro remedia' aen2a>> recorrer de
aovo tribuna par vir protestar alio o
fcom som contra apreciaco tb mjosta,
Vozes B.vMNoai.v :Muito b*m ; moito
boom
O Sr. Bio da Viga-da Bama rOoo-
bca-.deputadopela minba provincia que ae ea
carregou de responder aos meu* argaiawn-
lsv parece-rao qae, joJgando-seiMumphante
asas de lempo, se reooiheo na\\o eado
sambra dos loaros da victoria.
VoxesoaSsoria:Maito bemr aaito
bea. a
O Sa Ba*> baVuoaja BAaB3^:^-0*ovo--
Hbmero da emancipaco qoe <-desde os
primeiros paesos na cavreira poltica dizia
dos mementos- de intima reflete>. o dizia
tamsigo mesmo qae dad o caso de que ti-
vesse a honsa de ter nm asseute aos con
saraos da oacao e a qpalio fosee apresen-
tada, daria o seu vol, a favos... E'
verdade qae o nobre depotado declaren qno-
oizia isto corasigo mesao, era na segredo--
queioingueasabia seaa elle ;.quando nio,-
atguem lha perguuiasi: tlaquaotos ao-
oos tem asenlo nos conselhos da naci,,
e como essa paixo emancipadora, lo viva_
lo ardent e decidida pdde-fiear incubada
por labio- ampo para smeaie agora fazer.-
exploso ? > Se o embusiasmo precisa da,
iniciativa de outrem para dar signal de vida^
se precisa qoe m> eslranha venha por o
rogo rama, ento ficam sera razo de ser
as exptosoes espontaneas f Has en dizia.>
novo Humero da emancipaco ilepois.de
passar urna revista em crdem de mareba
as torgas emancipadoras qae de louga dala
disciplinjva, contando moito com a fraqueza
da miaba dialctica, fez o qoe fazem os Ho
merosdormiln I
Acontecen ao honrado deputado oque
acontece a um general, que rredispoe os
meios para fazer faee a qualquer emergencia
ou eventualidade, mas que urna vez eniran-
do em accio e nao tendo o saagoe fri ne-
cossaro para nao. baralhar e confundir os.
meos de defesa, de um lado, deixa indefe-
sos pontos para onde o inimigo dirigi o
ataque, de outro lado leva a defesa a punios
que nao foram oo quasi nao.foram atacados,
e como pela pratica ou nenhama resistencia
que ah nota, jolga a batalba ganha, manda
proclamar o iriumpho, e vai dormir som-
bra dos loaros da victoria, muito embora
o inimigo se conserve as posicoes de qoe
nao fra desalojado : e assim quo se es
creve a bistoria do vencedor, se ninguem
protesta. (Muitos apoiados da minora.)
O Sr. Junqueira d um aparte.
O Sr. Raro da Villa da Raroa :J
qae o nobre deputado me d esa aparte,
permilta-me-lhe diga que em muitos trechos
do sea discurso me considera to fraco...
O Sr. Junqueira :Fallo da qoesto em
geral.
O Sr. BarAo a Villa da Rarba :E'
mesmo da qoesto em geral; mas ea tomo
a parte que me toca. Sr. presidente, pre-
tendo nao arredar-me do assumpto.
A cmara se ha de recordar que qoando
fallei a primeira vez disse qae qaem lesse
sem prevencio a proposla do governo, en-
contrara Della um complexo de medidas
qoe tendan) a afrooxar os lagos de forca
moral do senhor. (Apooiados da ak
Par nao abusar da bondade da c
nao tratarei de todo esse complexo^ me-
didas, mas tratarei apenas de duas
pois perguntarei se ellas afroaxanfl
da forca moral do senhor ou se ama ima-
ginacio da minba parte f
Tomo dous pontos.
Um o ventre livre, o ootro a obrigacio
imposta ao senhor de criar o frac deste
ventre.
Tem-se dito que essas doas medid
oio afroaxam os,lecoa da forca do
senhor, qae muitos as tm posto O poto-
ca aem qae baja inconveniente
Lineemos mi do fcto, o Wmo*i"
na sna apreciaco.
Um senhor toma livre o a<
escrava e faz am liberto. Exarca1 o it 1
que tem, e exerce-o por sna litro. Un-
" Pelo facto de o ter exarokr votaadj
mente encacrega-se da edacac^j
lo. O liberto e a rali roopocf-'
ralos: e assim fica maobda l
do senhor, a harmona contina na f
direito
lo fMH|
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