Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12480


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Full Text



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JUMO XLVII. RIMEIO 204
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?A1A A CaKTAl I i GARSS OD SI PifiA P01TL
'Por iras natas a*jn4
P(^ sois ditos Jera i3JOO0
roram*aM.ideoi..................... 24J000
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DIARIO
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I FEJRA 7 DE SETEMBRr BE 1871.

FAIA MITBO I mi BA FMTIKIA.
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Hr Bot ditoi dsa..................
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Propriedade de Manoel Rguefra de Fara & Filhos.
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Atmmrmm.
Sri. Gerardo Antonio Alvos A Filhos, no
Pereira d'Almeida
om Nazareth
Para ; Goncaive Pinto, no Maranhao ; Joaqun Jos da Oliveira Filho, no Gear i Antonio de Lomoj Braga, no Aracaty ; Jlo Mua Julio Chavea, no Aun ; Antonio Marques da Suva, no Natal; Joa AMi
ida, em Manungoapo ;Felipp Estrella A C, na Parahyba ; Antonio Joa Gomas, na ViDt dt Penha; Belarmino dof Saiitoi Bulcio, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
Dr. Joa Mirtina Alvea, na Babia; e Leite, Serqainho A C no Rio de Janeiro.
Antonio Ferreira de Agriar, em Goyanna; Francino Tavarea da Costa, en
=
#e rdeas de S. Ble. o Sr. vice-pre-
deate da provincia sio convidados os che*
(61 de wparticSss, empregados cvj, ec-
'jeuticas e militares e todos os cidadaoa
corteie eifigie de S. M. o Imperador, no
palacio da presidencia as .1 horas da tarda
de da 7 do correte, anniversario da inie-
pendeacia do imperio.
Sacretiria da presidencia de Pernambuco
5 de miembro de 1871.
0 secretario.
Bitas F. de Almeida e Albuquerque.
PARTE OmCIAl.
Cioveruo da provincia.
ttMHMKKTf: DO DA 30 DK AGOSTO DK 1871.
A ew:
O vicepresidente da proviacia, altendendo ao
aat expoz o d>rector ral nterin.) da instruccao
M&Me* em flicio le 28 do crrante, resolve no-
meir Anadelo Publio da Mor es Carvalho, para
reger merinamente a cadeira de iustrucelo pri-
ira da Santo Amaro ds Satioas, no imped-
OMBt* de respectivo professor,. e mediante a gra
Sflsatio anuu.il de 600.
inca-presidente da provincia, atlendendo
a* a* requeren Francisco de Paula Gomes dos
Santos, teaeal-j da 4* companhia* do batalblo n.
1 da gurda nacional de reserva, resolve dispsn-
m-1 do lapso de lempo, iti.n de poder tirar a
rtisanfli"* patente do prazo de quarenta e oito
dos,* coatar desa data. Expediraoi-se as ne-
_utj1ii eommuoieac.*ss.
__ Ao brigadeiro commindante das armas,
asptwando o cooirato, que eelebroa eom o cirur-
grils Joaquim Jos Alves de Albuquerque, para
"udiavar o servico medico militar desla guarni-
dlo. Fiteram-se as necessarias eomraunica-
ft a.
' __a inspector da ibesonraria de Uzeada, re-
Metiendo as contas documentadas da receitae des
oza 4a enfermara militar do presidio de Fernn-
relativas aos mezes ue junbo e ju-
Ao ebefd da repsriiclo das obras publicas,
para qne, de conformidade eom a raa. informa-
clo, mande lavrar o termo de reeebimenlo provi-
sorio das obras da cauftlisacao do riacho Taquara
no Altinho, e pasear o competente certificado, afim
de que o respectivo arrematante, Dionizio Hodri
gues Jacobina, possa reefber a importancia da
terceira prestado do sea contrato, orna vei que
esse arrematante se obrigue a fazer o eorocha-
ment, que filia dentro do anno de sna respon-
sabilidade. Communicou-se a thesonraria pro-
vincial.
ao om mandante do corpo de polica, auto-
risando o engajamento do paisano Joi Joaquim
Romio dos Santo i, se fr idneo.
Ao juiz municipal da primeira vara desta ca-
pital, reeommendando que providencie no sentido
de seren enviadas ao commandante do presidio
de Fernando de Noronba, as guias dos sentencia-
dos viudos da provincia de S Panlo, as qaaes Ibe
forara remettidas.
Ao promotor publico da comarca do Rio
Formoso, chamando a soa alinelo para o proees-
so instaurado no termo de Serinbaem contra Ao
Ionio de Mello e Manuel de Mello, pe) ferimen-
to feito em Z icarias Jos dos Santos, para que sof-
fram ellesas penas da le.
Portara :
A' cmara municipal do Recife, lembrando
em vista do qne expoz o engenbeiro fiscal da es-
trada de ferro do Reeife a Caxang, a convenien-
cia de satisfater o que ji Ihe foi recommendado
pela presidencia, relativamente a eonfeccao de
postaras necessarias ao servici.de Oscalisacao da-
qnella estrada, tendo em atlencao o respectivo re-
gnlamentD, ltimamente expedido.
Despachos :
Abaixo assignados, moradores em Beberbe.
Inf-irme o Sr. director das obras publicas.
Antonio Correa de Vasconcellos.Informe o Sr.
inspector da thesoararia do fazenda.
Padre Amonio da Cunha Figaeiredo.Como r<-
qaer, sendo este remedido ao Sr. inspector da
thesonraria de fazenda, para os fias convenientes.
Alexmdre Americo de Caldas Brandao. -Infor-
me o Sr. inspector da thesoararia de fazenda.
Corispiaiano Boarque de Macedo. Informe o
Sr. eDgenheiro chefd da repartido das obras pu-
blicas.
Christovio Francisco de Paulo Cavalcante.Co-
mo requer passaado recio dos doeameotos.
Dooata Cavalcaote Wanderley.laforrae o Sr.
director da eseola normal.
Dionizio Rodrigues JacobinaDirija-se ao che-
* 4* Moronha, rawua ua ., juuu c ju- reaartiea.vda; )hras nntiHei
too deste anno, bem como o parecer da ]un.a que >p3?ES^,^SSStte
juexamau.
__ A.a mesrao, Iraaiiailliodo para os fias coove
tueatos, a palele de nomeacao do capillo Jos
me Leal para major ajudaole de ordens do
eosaotando superior da guarda nacional do muni-
etaio 4o Recife, bem como Ires ordens, sendo
uu 4o tkwonro naciaal e uma do ministerio da
ha mesrao, para que, a vina do que dispoe
o aviso circular do ministerio da guerra de 8 do
esmate, e da informa^ao do brigadeiro comman
date das armas, na qual ponsidrao capitao com-
3iaaaante do deposito especial de instrucQan, Jos
joaquim Goelho, orno pertensendo a corpo arre-
gimentadj, mande abonar-lhe-, a titulo de ajuda de
?ait9 para aluguei de casa, a quanila, que tivar
direito,nos termos da portara do mesmo ministe-
rio de I de Janeiro deste anuo.
__Por essa Ihjsonraria raandou-3e pagar :
A' Jos Antonio Cabral, a quanlia de 18*000,
Sinveniente da condcelo de diversos objecios da
ortaleea 4o Brum para o arsenal de guerra.-
O.mmaoicou-se ao director.
A' Jos Antonio de Albuquerque Pedros, a de
111980, i que lem direito por haver feito o rete
karaen da eozinha e caa de rancho do 2o bata-
Ihlo 4e laantaria, noquartel das dn;o Pona-.
nteifoa-ae o ecjeabeiro cucarregado das obras
Tilitareg. ....
Pela thesourana proiacial tambem mandou-
se pagar :
A empresa da illuiniuacao publica desla capi-
tal, a quaala d9 33:791*6*70, proveniente do gaz
consumido cora a mesan iliuminaijao nos mezes
de dezembro do anno passado, Janeiro a abril des-
e anno. .
Ao padre Francisco Verstmo Banaena, pro-
r--sor da eadeira do instrneclo primaria da po-
vjacao do Rio Doce a de 3274560, proveniente de
movis e utensilios comprados para a sua escola,
descontando-se dessa quantia a que diz respeilo
am retrato de S. M o Imperador e ura relogio,
rteaeionados na conta junta.Communicouse ao
director geral da instruegao publica.
Ao tenente Jlo Pereira Ligo, a de 37*200, por
elle despendida eom o sustento dos preso?, que
olazio de Sjlgaeiro e Floresta para esta cap-
tai, emo se v da inclusa onta ; certo de que a
tiaoliade 3*200, correspondente ao recrula Jos
Pairo da Co-ta ser satisfeila pela tbesouraria de
fazenda.Offleiou-se neste sentido ao inspector da
sesma Ihesouraria.
__Ao ce-provedor da Sinta Ca3a de Miseri-
cordia, remetiendo em soluclo ao seu offlco, os
dcementos relativos admissao das menores Ma-
rta o Asna, filbas de Sevenna Mara da Coa-
osiela.
__As Dr. ehefe de polica, declarando que por
ora nao pode ser augmentado o destacamento em
' juarKioga, convlndo que recommende ao dele-
atia do Limoeiro toda a prudencia na persegui-
do dos criminosos, am de evitar-se que recaa
timbea) eobre innocentes.
__Ao mesmo, inteirandoe de que nao podem
er reeothidos aos respectivos collegios, os meno-
res 4s ete irala o seu offlcio, por nao serem or-
obos aeereseendo qae quanto a menor nao lera
Ual exigida p9lo regulameoto, e aos menores s
potm u para o arsenal de guerra, se liverem de
oo a doze annos de dade.
__Aa mesmo, devolvendo as contas e relacoes
a eram annexas ao seu cfficio e relativas ao
jgrteU" dos presos pobres da cadeia do termo de
gaigaeiro, nos mezes de maio e janho deste anno,
afim de qne as primeiras sejara authenticadas cora
a risto do jai de direito ou municipal respectivo,
a as setisdas assignadas pelo delegado daquee
terna, orno solicita o inspector da thesourana
orormeial, om vista do disposto no srt 111 do re-
(naameoto da mesma thesoararia.
__Ao commandante superior da guarda nacio-
nal 4o municipio de Olioda, reeommendando a ex-
oedieao de suas ordens, para qae soja dispenso do
ernes activo o capitao Jos Elias de Vasconcel-
y, cu serem necessarios os seus servidos na
ftptiiti' de Direito desta cidade, na qualidade
de cMnuo da mesma Facuidade, segundo decla-
ra o assaeetivo director.Communicou-se este.
Ao capitao do porto, mandando por em lber
Jais a reerats Antonio Luii de Soaza, que (o jal-
i iftosssi do servico da mesma.
^- Aodireetor geral da instruegio publica, con-
Mdeado a aaloraacio que solicitou para promo-
\Zaesmnra dos lvros ne;essanos bibhothe-
eTrttaeal, despendendo para esse flm al a
SuinMSSforeasdos eofres, nos termos da m-
tVnsafiio o taspsetor da thesourana provincial.
Coarnaateea se a este.
AodiSBBtor 4o arsenal de guerra, aulonsan-
41 ii tu aunes eom s sna in'ormacao, a mandar
afectas M ajaoas s oficina da quarta classe des-
sa arseasL Usaosl Malaqoias Camargo, os venc-
ssaan rstkros a tres das, que por doente dei-
asa as comparecer so servico^oteiroB-se s the-
asaoriada fazenda.
lugar
Jnior.In-
o que reqaer a vista da informaclo.
Francisco de Paula Carnero Lelo
forme o Sr. director da eseola normal.
Fulden Brothers A' tbesouraria provincial eom
oficio desta data.
Irmandade da Senhora Santa Anna da matriz de
Grvala.-Por ora to (em logar o qne requer at-
ienta a deficiencia do cofres.
Jos dos Santos Oliveira.ladeferdo.
Jlo Jos Ribeiro de Moraes.Indeferido.
Jlo Valealim Bastos. Kntregue-se mediante
recibo.
Joanna Mara da Cmceioio.InMeri 1 >.
Mara Canuda Theodora Alves.Indeferido a
vista da informacl)
Manuel Caetano Nanea Pinto.Iaforme o Sr. juiz
municipal da primeira vara.
Mana Candida Theodora Alves.Informa o Sr.
director geral interino da instruccao publica.
Pereira Irmao & CInforme o Sr. inspector da
Ihesouraria de fazenda.
Rosa Margarida de Jess.Informe o Sr. Dr.
ehefe de polica.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Ofrkios :
Ao brigadeiro commandante das armas, io-
teirando o de haver a presidencia, por despacho
desta data, auion'sado a satUacao do pedido de
fardamento, vencido pelas pracas do 9.* batalhao
de infamara no primeiro trimestra deste anno.
Ao mesmo, lnteirando-o de haver a presi
denota autorizado directamente o director do ar-
senal de guerra a efTectuar a compra de uma ca-
xa de ferros pira autopsia, eom destino a enfer-
mara militar, visto nao ter sido anda fornecida,
a que foi p)r ella solliciada, por falta de vende-
dores, nao obstante 03 reiterados annuncios.
Ao inspector da ihesouraria provincial, trans-
raittudo de ordem da presidencia, o incluso pedi-
do de objeclos, que devem ser fornecidos para o
expediente da secretaria do governo, no mez de
setembrii vinlouro.
Ao mesmo, commuoicando que por haver o
contratante da estrada de Goyanna a Pedns de
Fogo, bacbarel Joao Los Cavalcante da Albuquer
que, dado comeco as obras do segundo lanco do
seu contrato, mandou o ehefe da repartalo das
obras publicas passar-lhe o competente certificado,
afim de que possa elie receber a prestaco. que
tem direito.
Ao gerente dacorapanhia Pernambucana, in-
teirando-o de haver a presidencia concedido, per
a
o
assums ro reapseti
vo
publico, para all removido,
exercicio.
altendesdo
interino da
instruccao publica, em offlcio de 24 do carrate,
sob o. 306, resolve nomear Fefpa Floripas de
Fara Mello, para reger msrioaueate a cadeira de
O vice-presidente as provincia,
ao qne expoz o doulor afietor geral
Timbadas/ess__
O vice-presidente da provincia, atlendendo Adeltifc Rosalina Billencourt.Passe portara
despacho de hoje, uma pa-sagem de estado at
Granja, na proa do vapor que vai seguir para
norte, a Frneisco da Silva Sampaio.
EXPEDIENTE DO DA 31 DE AGOSTO. j
Actos :
O vice-presidente da provincia, altendendo a
proposta do doulor ehefe de polica, em offlcio de
30 do correte, n. 120, resolve nomear o capitao
Francisco Isidoro dos Santos, para exercer o cargo
de subdelegado do primeiro distrelo da freguezia
de Gsbrob.
O vice-presidente da provincia, atlendendo
ao que informen o juiz municipal snpplente do ter-
mo do Cabo, em oficio de 28 do correte, quanto
a impossibiudade, em que se-acba o cidadlo Se-
verino Evsristo Ribeiro Varejlo, de exercer inte-
rinamente os oficios de labellil) de notas e escri-
vlo do crime e civel, e mais annexos daquelle ter-
mo, no impedimento do serventuario vitalicio, Ma-
noel Clemente Ribeiro Varejlo, resolve de confor-
midade eom o disposto no decreto n. 1294, de 16
de dezembro de 1853, nomear para servir interina-
mente os referidos oficios o cidadlo Tnomaz Ri-
beiro Varejlo.
O vice-presidente da provincia, tendo em
considera^!) o qae expoz o inspector do arsenal
de marinha, era oficio de 29 do corrate, sob n.
97, resolve nomear o amanuense interino, Lniz
Bpipbanio de Soaza, para servir i merina nenie o
i,mr Aa a.f*pu5a i4.t iu*i*aA An almrtYirifaria fin
lugar de escrivo da \' scelo do almoxarifado do
mesmo arsenal, durante o impedimento, normo*
leeta do respectivo serventuario, Horacio de Gus-
mlo Coelho.
O vice-presidente da provincia, atlendendo
ao qae reqaereram as professoras publicas de ins-
truccao primaria, Amelia de Mello Pires Galvao e
Mana Cleobina de Mello Oltonf, esta da cadeira da
freguezia da S de Olinda, e aquella da qnarta ca-
deira da freguezia de S. Frei Pedro Goncalves do
Recife, e tendo ern vista a Informaclo do doutor
director geral interino da instruccao publica de 24
do crreme, sob n. 308, resolve de conformidade
eom o artigo 23 da lei, n. 598 de 13 de maio de
1864, cohceder-lhes lieenca para permularem en
tre si as respectivas cadeiras.
O vice-presidente da provincia, atlendendo ao
qae expoz o doulor director geral interino da ins-
truccao publica, em offlcio de 29 do correte, sob
n. 316, resolve nomear Manoei Taomaz de Frailas,
para reger interinamente a eadeira de instruccao
primaria da villa de Aguas-Bellas, mediante a gra-
Ufleacio annaal de 600*000, ate qae o profwsor
ao qne requeren Adelaida Rosalina Bitlaaeoorl, e
tendo em vista a informaclo do doulor director
geral interino da instruccao publica de 21 do cor-
rete, sob n. 299, solve nonea-la para reger in-
terinamente a eadeira do sexo ferainine de Fora dt
Portas da freguezia de S. Frei Pedro Goncalves,
mediante a gran'Qcacio annnal de 600*000, duran-
te o impedimento ds respectiva professora, Emilia
Gandida de Mello Lana.
O vice-presidente da provincia, conforman-
do-se cora a proposta do commandante do 6.* ba-
talhao de infamara da guarda nacional do muni-
cipio desla capital, informada pelo commandante
superior, em offlcio n. 160 de 14 do correte, re-
solve de conformidade eom o artigo 48 da lei n.
602 de 19 de setembro de 1850, nomear os offl-
eiaet segrales :
Eslado-maior. Teueule quartel-mestre o alteres
ds 2." companhia H Traillo Luis Chaves.
1.* companbia. Tenente o alferes da 3.* eom-
panha Joao Chrysosiomo de Albuquerque.
2.* eompaohia.Alferes o guarda Antonio Joa-
quim Lopes de Carvalbo.
3.* companbia.Capillo o lente quartel-mes-
tre Antonio C'rreia Mais.
4.* companhia.Tenente o alferes da mesma An-
tonio Menelio Cordeiro de Gusmao, alferes o guar-
da Jos Aurelio de Oliveira.
5." companbia. Capitao o da 3." Francolino
Americo de Albuquerque Mello.
6.* companbia.Tenante o alferes da mesma
Paulino Rodrigues de Oliveira.Fxpediram-se as
necessarias comraunicac/Jes.
Oficios :
Ao excellentissime presidente das Alagoas,
inleirando-o de se haver dado as necessarias pro-
videncias para a perseguielo e captara dos crimi-
nosos, qne da comarca da Imper-triz passaxi para
diversos lugares da de Caruar oesta proviacia, e
reeommendando a expedico de anas ordens, aera
qae as torcas, existentes na primeira deesas co-
marcas, carabinera am esforco essa as desla pro-
vincia e auxKem-se mutuamente no sentido de
conseguir-se a prisao de iras criminosos. OaV
eion-se nesta conformidade ao doutor chafe de po-
lica.
Ao b-igadeiro commandante das armas, para
que em eumprimenio do aviso circular do minis-
terio da guerra de 22 do correte, remeta, afim
de serem transmiltidos aquella secretaria d'estado
at o mez de dezembro vindonro, mappas dos vo-
luntarios da patria, guardas naeonaes designados
e reerntas, eom qne eoncorrerf"esta provincia du-
rante O' periodo ds ffUrm d#araguay.
Ao inspector da tbesouraria de fazenda, trans-
mitlindo para os flus convenientes, o titulo de do
meacao do 2* eseriptnrario da tbesouraria de h-
zenda da provincia de 8 Panlo, Cyriaco Antonio
dos Santos e Silva pan 3'deesa, e bem assm 5
ordens do tbesouro nacional sob ns. 153 a 156 e
158.
* Ao mesmo, mandando ajustar contas e pas-
sar guia de soccorrimento, ao tenente do 2 bata-
Ibo de infamara, Ernesto de Carvalho Aanrade,
que seguepaia Sergipe a ruor-se a respectiva
companbia de gu.irnic.ao, para a qual foi tranferi-
do.Offlciou-se aos agentes da companhia de na-
vegado Brasleira, para darea transporte a esse
oficial, e communicou.se ao commandante das ar-
mas.
Ao mesmo, inteirando o de qne segando avi-
so do ministerio da marioba, solcitou-se do da fa-
zenda, a expedico de ordens essa ihesouraria,
para que descont pela 5" parle do sold, consig-
nado nesta proviacia pelo capillo leoenle Manoei
Martios de Araujo Castro, commandante do trans-
porte Visconde de Inhama, a quantia de 300*000
porque fora a requisiglo do raesmo capillo tenente
contratado um pratico pela capitana do -porto de
Santa Catharna, alira de conduzr o dito transpor-
le Montevideo.
Ao m?smo, enviando oor copia o aviso de
19 do crrante, no qual o Exm. Sr. ministro da fa-
zenda declara nlo poder ser deferido o requerimen-
to, em que a companhia de trilhos urbanos do Re-
cife a Olinda peda a restituglo de quaesquer
qnsnusa, que tenha pago pela importadlo de mate
rial para seu uso ; pois que ella s pode gosarde
iseneto de direitos de consumo para objeclos im-
portados da data da promulgaglo da resoluglo
n 18-6 de 6 de ontubro do anno passado em
diaote, e nao para os que foram anteriormente.
Ao mesmo, communicando que o juiz de di
reto da comarca de ltamb, bacharel Felinto Hen-
riques de Almeida deixou a 16 do crrante o
exercco do seu carg para entrar no goso da Ii-
cenga que Ihe foi coneedida pela presidencia e que
a 20 deste mez reassumio ello o exercicio do mes-
mo cargo, renunciando assim o resio dessa li-
eenca.
-------Ao mesmo, autorisando-o nos termos de
sua informaclo, a mandar efTectuar em dioheiro o
-pagamento dos pares de cotburnus, a que teem di-
retoarpa$a*-4o batalhlo naval.Communicou-
se ao commandante dVJ dislrcto naval.
_ Ao'Dr. ehefe de polica, declarando era res-
posta ao seu oficio, qu3 nao pode ser allendido o
director do asylo de mendicidade, quanto a volta
para aquello estabelecmento das dnas pracas do
corpo de polica, que all baviam, por dever o ser-
vico do mesmo estabelecmento sor feito pelos res-
pectivos guardas.
Ao mesmo, autorisando a mandar fazer o
peqneno concert, deque.necessita uma das pa-
redes da cadeia da villa de Pao d'Alho, segundo
declara o respectivo delegado.Communicou-se
a thesoararia provincial.
Ao inspector do arsenal de marinha, commu-
nicando qne,)segundo oficio da secretaria de estado
dos negoeios da marinha de 19 do crreme, nao
possve, por falta de verba, elevarse a 80 o nu-
mero de pracas da companbia de aprendiz! art-
fices desse arsenal, como propoz o sen anteces-
sor.
Ao mesmo, para qne de conformidade eom o
que determina o Exm. ministro da marinha em
aviso de 17 do crrante, mande dispensar de com-
parecer no ponto, continuando, porm, s peweber
o respectivo Jornal, e prestando o servico eompati-
vel eom as anas torcas, o raestre da oficina de
carpimeiro desse arsenal, Miguel dos Santos Costa.
Ao director do arsenal de guerra, recom
mondando que mande fornscer so commandante
do presidio de Fernando de Noronba aa pecas de
vestuario, constantes da relacao tunta, pars se-
rem abonadas aos sentenciados militares all exis-
tentes. '
__Ao commandante do errpo de polioia, para
informar eom o qns constar acerca do qne no in-
cluso offlcio expde o ajudante general do exereito,
relativamente ao cabo d'esqnadra do 1* batalhao
de ardlharia a p, Pedro Joaqnim da Rosa, qns
consta pertencer a esse corpo. i
Ao juiz de direito ds comarcaran ltamb, ga-
ra que em breve praso informe sobre as acensa-
c5es, qne lne sio (sitas por Antonio Ranas Mon-
teiro as inclusa represntenlo sss original, dirigi-
da ao governo imperial.Igual mutatu santsasw
aooii municipal do termo ds ltamb sesres da
accnsacSes qne Ihe sio feitas por Mareoliao Q
menilno Freir.
M eommissark) vaeeinador, solicitando a re-
mesa de algumas I aminas de p i vaccinieo, afim de
sernas enviadas ao subdelegado do poroado dos
Moatss ao termo d'Agua Preta, onde esta grassan-
do s peste da varila.
Dssnsch)] :
Amelia de Mello Pires Galvao e Mara Cleobu-
mstruccao primaria do sexolsajjsjao ds povoaclo irasds Mello O.toni. Passe poruria na frraa
s^e^giaiJiisgagaansl 4slfc. 'W*-
na forma requerida.
Dr. Caeuoo Xavier. Pereir*;4e Brito.Sim, pa-
gos os direito naeonaes.
Francisco de Abren Macedo.indeferido.
Rita Francisca dos Anjos Chacn.Prejudicada.
Urania Senborinha Moateiro Penoa.Informe
o Sr. provedorda Sants Casa de Misericordia
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Oficios :
Ao brigadeiro commandante das armas, decla-
rando haver-se dado as necessarias providencia?,
para qne se recolha ao 9* batalhao de infamara,
a qne pert-race, o alferes Joaqnim lerge ds Mello
Jnior, que para ama deligeaeia se acbava a 4is-
posicaa do juiz municipal da 1* vara desta ca-
pital.
- Ao eommindante 4o corpo de polica, intet-
lo-Q de que por espacno de 25 do crrante,
conceden a presidencia mee e meio de liceo;* ao
soldado da 8' compaoh\a desse corpo, Antonio Cae-
Uno Martios Vieira, pa levar a comarca de
Santo Ando uma irmaa doente.
PERNAMBUCO.
REVISTA BIABIA.
PASSAMENTO.-Na villa do Onricury fallecen,
a 20 de agosto, o promotor pnblico da eomarea da
Ba-Vista, Dr. Flix Ribeiro 4e Carvalbo, victima
de urna febre de mo carcter.
CAPTUKA.Pela subdelegad do dislrcto de
Sitios Novos, do termo de Oarhury, foi capturado
Adelino Alves de Oliveira, como indiciado em cri-
me de ofantecidio.
PRONUNCIA.-Pe I a delegacia do termo de Ou-
rienry foram pronunciados : como ocurso as pe-
nas do art. 238 do cdigo criminal j Francisco
Alves de Deas, conhecido por oir e no art.
219, Raymando Tavares ds Silva.
RESISTENCIA E MORTE5. Na bou te de 26
para 27 de agosto, no segando dislrcto do termo
de Sant) Antao, na oecasiao em qne, da ordem da
delegada do termo, era preso Manoei de tal pars
recruti, Jos de Birros e Joaqnim de tal, irmaos
de Manoei, armados de faca de poals, se oppoze-
ram i prisao, (erindo Joaqnim gravemente eom
ama lacada 1 Apolinario Ricardo da Silva, qae fa-
zia parte da escolta, o qoal fallecen poaeos mo-
memakaepois. A' esforcos 4a polica foram fn-
sos Jfcdpoel es continente, e Joaquim no dia se
ga*_
llMENTOS.No dia 22"de agosto, no povoa-
do S{Benediito, do termo de Panellas, Joaquim
lzidorA ferio eom urna tacada i Joaquina Maris
da CorJceicao, sendo preso em flagrante.
LADRO DE CAVALLOS. Pela delegacia do
termo de Villa Baila foi preso, em flagrante, Jos
Luiz de Sant'Anna, por crime de furto de cavat-
ios em campo de pastagem.
CRIMINOSO. A' delegacia do termo de Villa
Bella apreieolou-.se, no dia 13 de agosto, o sen-
tenciado qnatro annos e oito mizes de prisao
simples Alexandrino Pereira da Silva.
DINHEIRO.-O vapor Parahyba trooxe hontem
para os Srs. :
Alfredo & C. 1:517*000
Joao Jos Rodrigues Mendes 1:350*000
Francisco Alfas Montoiro Jnior 1:279*000
Fraga & Rocha 904*030
Jos Luiz Gracalves Ferreira & C. 8003000
Bento de Freitas Guimarles 5004000
loaqnim JisGonjalves Bdlrao 500*000
Jos Ferreira P.nto 200*000
Joaquim Gomes de Almeida 200*000
NOVENAS DE NOSSA SENHORA DA GR AC
DA CAPUNGA.Assistimos hontem s novenas de
Nossa Senhora da Graga, coja fasta ter lugar no
dia 8 do crreme ; e, nao obstante tudo quanto
j se nos havia dito respeilo do espirito de pie-
dade e religilo, eom que eram fetos taeg actos,
somos obrigados a coafessar que elles rauit03 ex-
cedern! 1 nossa espectatva. Tanta compuncijio e
fervor religioso observamos da parte dos asisten-
te?, que seotimo-nos profundamente commovidos e
verdaderamente tocados vista de lio edificante
scena, onde cada qual mai3 se esforeava por con-
firmar eom seus etemplos de sincera devocao es-
sas praticas de virtude christla, qneManto esmal-
tara a religao do Crucificado.
A igreja, ornada eom go-to e decencia imagina-
veis, achava-se lilteralmente ebeia, e a par das
vozes mais .armoniosas, ouvia-se os turnos de
uma msica puramente sacra, sem essas mselas
de operas profanas, hoje infelizmen'e to introdu-
zcas em nossas festividades religiosas.
As novenas de Nossa Senhora da Graca mere-
cem ser frequeotadas de lodos, quanlos se inte-
ressam seriamente por ver restablecido o verda-
dero culto externo de nosia religilo, despido de
fanatismo e hypocrisia, esses dous cancros reido-
res de toda a crenga religi )sa.
Ao Rvd. vigario que tao sabiamente tem procu-
rado dar as novenas de Not Senhora da Gra;a
a magnificencia que o culto pele, o respeilo e ve
neragio que a religilo impoe, e a pieiade e dev-
relo qne os fleis desejam, nossos sinceros emboras.
Mantenha-se S. Rvma. na altara de verdadeiro
parodio que e ver que nio Ihe faltara nunca
a adhesio de seus paroebianos, nem a coadjuva-
ci aos fiis para solemnidades desta ordem.
FESTIVIDADE RELIGIOSA.Amanhla tem lu-
gar na igreja de S. Jos do Manguinho, que ser-
ve de matriz freguezia da Capunga, a festa da
sua padroaira, Nossa Senhora da Graca. A testa
comecar ai 9 horas, orando os Rvras. Fr. Joaqnim
do Espirito Santo, pregador da capella imperial, e
nadre Leonardo Joao Grego. Cantar-s8-ha o mag-
nifico Credo do iramerttl Mercadanle, eanlico su-
blime daquelle mestre inspirado.
mMANDADEDO DIVINO ESPIRITO SANTO
DO CUfiLEGIO.Festeja amanhla o da do anni-
lermo de S. Bernardo das Rossas, abran- Nort8i on sempre per,enceu freguezia de N. Sra.
gando o novo termo de Limoeiro. dos Prateres deMaeei; eonsnltando-se ao to-
Falleceram, na capsl, o negociante Manoei verne sobre oque convm fazer-se qnanloao pro-
^- cedimento do sobredito Fortnnato que foi Demanda
agente de ledas sem ter a idade legal, em vista
da Rocha Jnior, e o empregado
faoiega Jos Antonio da Silva Pereira.
O vapor inglez Maranheiue, da Red Cross Lne
levon pars. Liverpool.era 28 de agosto : 4,324 sac-
eos eom -Slgodio, 170 ditos cora sernaraby, 1034
ditas Besa Monear, e 900 couros salgados.
RIO GRANDE DOrTORTE. Do Conservador,
da cidade do Natal, transcrevemos o seguinle :
< B* lamentavel o estado em que se acha esta
repartilo, depois que assumio as funccfcs de ad-
ministrador interino o respectivo contador Pedro
Panlo Vieira de Mello.
t Alm de inhbil e portanto incapaz de dir-
ai-la, nio inspira este empregado menor con-
fianea.
Partidaria raneoroso e frentico, bem capaz
de subtrahir as cartas de seus adversarios polti-
cos para devassar os segredo* que ellas contera,
como nos consta que j o fl-era eom uma do nrs-
so amigo capillo Urbano Joaquim de Loyolla Ba-
rata.
Nao temos por costume fazer increpares s
empregados retribuidos, mas somos a isto com-
pel idos por amor do servico publico.
E' tal o deleixo do correio que a illutrada
redaccio do Diario de Pernambucj em sea n. 155
de 11 do mez passado se vio obrigada a chamar a
alinelo do Exm.Sr. ministr da agricultura para
ceos escndalos, qae se tem dado ltimamente
naquella repartirlo.
< Unindo os nossos clamores aos da redacto
do Diario de Pernambuco, esperamos que o nobre
ministro da agricultura, altendendo a tao justas
reelamaedes providencie em ordem qne cessem
os abusos commetlidos, e nao continu a soffrer o
servico publico, que reclama na repartidlo do
correio a presenca de nm ehefe, qne inspira con-
finca, e rena em si inlelligeneia, bonestidade e
eircnmspaccio, qnalidades estas indispensaveis ao
funecionario publico. >
LOTERA.A que se acha venda a 207*
beneficio da nova igreja de Nossa Senhora da Pe-
nha, qae corre no dia 15 do corrente mez.
PASSAGEIROS.Entrados dos porlos do norte
no vapor nacional Parahyba :
Jos V. da C-ata, Francisco T. Rocha, Joaquim
P. Lostosa Lima, Lanrindo J. Barbosa e 1 filho,
Jos Antonio da Silva, E-tevlo Silvestre da Cosa.
Joaiaim J. de Mello, Antonio Mederos, Manoei
Pacheco, Francisco de Lima Pacheco, Manoei de
Lima Pacheco, Maria Joanna, alferes Manoei Vir-
golino de Suuza, Antonio da Silva Mederos, Jlo
de Ges e Vasconcellos, Jos Leandro, Antonio
Jas de M randa, Nicolao Italiano, Manoei G. Por-
to, Francisco (escravo.)
CHRONICA Jl 1 IARIA.
rRIUlLVlI, DO COMHHRCIO
4CTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 4 DE
SETEMBRO DE 1874.
deputados.
Os Sr.s Alvrj eOlnlo Bastos nao apresemaram
im. sr. t elhe o AHsauta^OSfeitos adiado as sessSeslanteriores entre partes,
appeffante Jos Cesano de M
da ceidlo inveridica que apreeentou quando re-
queren ser prvido em dito Ingar.
Pretenclo de lieenca do corretor Guilbertrw
Garrett.Satisfaca o parecer cora o respecfjvj
addilamento. ;'"
Petieio de Pacheco, Araujo & C, distrato social.
Seja registrado o distrato ns forma do decreto
n. 4394.
Nada mais tendo sido presente a despacho, e
sendo 11 horas e meia do dia, o Exm. Sr. conse-
Iheiro presidente encerron a sesiio.
SESSO JUDIC1AR1A, EM 4 DE SETEMBRO
BE 1871.
PRBSIDKNCIa DO BXM. SR. CONSBLHEIRO A. F. F-
RKTTI.
Secretario Julio Guimaraes.
Ao meio dia declaran se aborta a sessao,
estando reunidos os Srs. desembargadores Silva
Guimarles, Res e Silva e Accoli, e os Srs. depnla-
dos Miranda Leal, Candido Alcoforado, Olinto Bas-
tos e Alvaro.
Lida, foi approvada a acta da sessio anterior.
Foi lido o oficio, datad) boje, do Sr. desembar-
gador Gitirana participando nao poder comparecer
" prsenle sessio por se achar encommodaao.
O escrivlo Albuquerque registrn -o ultimo pro-
testo de letra a 29 do mez findo ove n. tlfiO <
escrivlo Alves de Brito a 2 do preseu.e mez sol-
n. 2354-
ACCORDAOS ASSICNADOS.
Appellante Jos Francisco do A.'go Mello,
fel lados Simpson Broad & C ; appellante Lua,
into da Costa, appellado Theodora Just
njLOAMiirros.
Juizo especial do comraercw : embargante ap-
pellante autor Joao do Reg Lima, embargado ap-
pellado reo Bernardrao Alves Barbosa ; joites os
Srs. Silva Guimarles, Reis e Silva, Miranda Lat
e Candido Aleotorado. Foram despresados os em-
bargos.
Juizo espeeial do commercio : erabrgants ap-
pellado reo Antonio Gomes Pires, embargado ap-
pellante autor Joao de Azeved) Pereira ; juizes os
Srs. Silva Guimarles, Reis e Silva, Olinto Bastos e
Candido Aleotorado. Foram reeebidos os embar-
gos, sendo voto vencido em parte o Sr. desembar-
gador Reis e Silva.
Juizo especial do commercio: appellante autor
Joao de Azevedo Pereira, appellada r D. Isabel
Baptisla da Foneeca ; juizes os Srs. Reis e Silva,
Accioli, Olinto Bastos e Alvaro. Foi jnlgada im-
procedente a acqlo, sendo voto vencido o Sr. des-
embargador Reis e Silva.
Appellante D. Feliciana Maria Olyrapia, appella-
dos os herdeiros do bacbarel Jnvenco Alves Ri-
beiro da Silva. Adiado a pedido de nm dos Srs
lo, r.r-
liz Jos
oonte undaafeslividade'eom' ama ladaiuha, como
se v do annnncio em ontro Ingar.
RA DO SOCEGO. Chamamos a alteocao da
autoridade competenle para nm qnarteirao de ca-
sas d'essa roa, onde constantemente se dao dis-
turbios, e se pratica todaCa sorte de immoralidades,
causando tocommodos as familias cujo soego per-
torbsm, s offendendo a moralidado pnbliea.
NAVIO PERDIDO.A 30 do mez passado enca-
ihon ni barra de Grammame, (Parahyba) a barca
americana Iran, eaaBio Alien, qne procedente
de Santo Marys Geergis se dirigs Montevideo
eom carregamento de madeira. Este navio per-
tence a aio Sal-Americana e sebs-ss totalmente
Krdido, pois naqnetta provincia se annuncia o
lio de sea carregaassn n eaeoo. *
CIARA'.Recebemos jornses ds capiul al 30
destost.
Fet sanecenada e publicada eoaso lei ds pro-
Ivincis, oprojsto tasad* i cataegoria de en
/
FRANCISCO PERETTI.
As 10 horas do dia, estando reunidos os Srs.
deputados Miranda Leal (secretario), Olinto Bastos,
Candido Aleotorado e Alvaro, e o suppleme S Lei-
tlo, o Exm. Sr. eonselheiro presidente abri a
sessio.
Lida foi e approvada a acta da sessio de 31 do
mer prximo passado.
KXPBDIKNTB.
Offlcio do presidente e secretario da junta dos
corretores, remetiendo as eolaedes oficiaos da se-
mana de 28 de agosto prximo passado 2 do*.
corrente O tribunal man Ion archivar.
Jornal offisial ns. 198 e 199-Para o arebivo.
O livro da correspondencia oficial est regular-
mente escripturaio at o n. 226.
Distrbuiramse os seguintes lvros: copiador
de Jos Antonio Moreira Dias, dito de Keller & C,
diario de Menezes Azevedo & C.
DESPACHOS.
Nos seguinle3. requeriraentos para registro de
nomeacSes de caixeiros.
Pacheco & Gonzaga, noraeando sen caixeiro
Joaquim Pereira da Silva.Como requer.
Jos Joaquim Barbosa da Silva, apresentando
a Dmeselo de seu caixeiro Antoni) Clsmeolino
Coelho Catanho.Seja registrada.
Valente & Filho, apresentando igualmente a que
deram a Antonio Jos d* Costa Valente.Sira
Francico Paulino Lopes de Almeida, tambera
apresentando a que confera a Maooel Pantaleao
da Costa para caixeiro de sua taberna ra de
S. Gonzalo n. 55.Faga-se o registro requerido.
Emygdio Jos Goncalves Serra, fazendo igual
apresenlacao, sendo o caixeiro noraeado Jos de
Azsvedo Pereira Maia.Registre-se.
Nos que foram apresentados solicitando certi-
d5es de registros de nomeagSes de caixeiros :
Francisco das Chaga3 de Jess Monteiro, sendo
o caixeiro que matriculara e que anda contina
como tal Adriano Francisco Tavares.Como re-
quer.
Vianna, Castro A C, chamande-so os caixeiros
cujas nomea ;5es fizeram registrar, Manoei Fran-
cisco d is Santos e Henrique de Castro Pagels.
Como pedem.
Eulampio.Leandro de Gouva, caixeiro de Au-
gusto Ociaviano de Souza.Certiliqne-se.
Bourgard AFaras, declarando-se-lhes qual o
nome do seu caixeiro.Na forma requerida.
Jos Joaquim Barbosa da Silva, ctiamando-se o
caixeiro Manoei Jos Barbosa da Silva, tendo-se
dado o registro de 1868 1870.Sim.
Nos que se segnem, para aotorisar-se o regis-
tro de contrato e disiratos sociaes, e para diversos
jlo WalfrJo de Mederos e Jos Nogaera de
Souza, contrato social.Vista ao Sr. desembarga-
dor fiscal. ,
Francisco de Paula Cerdoso Jnior e Luiz Agos-
tinho do Espirito Santo, tambem contrato social.
Vista ao Sr. de-erabargador fiscal.
Manoei Jos Rodrigues e Jos Gomes de Freitas
dem.Juntem segunda via de contrato.
Jos Bom Ramos de Oliveira e Joaquim Baptis-
la da Silva, distrato social.Vista ao Sr. desem-
bargador fiscal.
Luiz Goocalves da Silva & Pinto e Jos Ferrei-
ra Pinto, para ser admiltido a registro o sea pata-
cho S. Luis.Vista ao Sr. desembargador fiscal
Jos Antonio da Silvs Machado, para Ihe ser
transferido o livro diario que perteneeu a extineta
firma de Maebado e Moara.-Deferido.
Silva A Jospnim Felfppe, pars se Ihes dar por
ceidlo se existe registrado algnm contrato social
celebrado entre o fallido Antonio Pedro de Mello
e Jos Tavares Cordeiro.Passe-se.
COa PARECER FISCAL.
Suramario contra Francisco Antonio de Albu-
querque Mallo.A' vista das raides de fls. 8 e do-
cumento eom qne foram inslrnidas o tribunal jul-
ga improcedente o summario eondsmnando poroto
o summariado as castas ex-causa.
dem i reqnerimenlo do rehabilitando Martinho
de Olireirs Borges. -Mareando-se o jnlgsmento
para a primeira sessio por lar fleado o feito adia-
do, votando contra o Exm. gir Denunca de Antonio Barbosa de >forM bral contra Fortunato Benjamn Lina de Vasnsa-
cellos.- Resolven o tribuns que se PdMsn an-
tormacoes ao Exm. Sr. prasideBie ds pra'inei
das Alagoas, tsnJnates s saber se slgnm da o eo-
genbo FeVnio Velno, do major l%*'f*Jg*r
coaeeiloa, pertsceu i fregaeaia de Santa Lnaia do
ello, appellado Jlo
da Cunha Reis ; appellante appellado Antonio Lui
dos Santos, appellado Francisco Manoei Carnero
daCunha ; embargante Salvador de Siqueira Ci-
valcanie, embargado Joaquim Salvador Pessoa do
Siqueira Cavalcante.
O Sr. Alvaro apresenton o feitoidiado a sen pe-
dido na sessio passada, entre partes, appellantes
os administradores da raassn fallida de Antonio
Jos de Figueiredo, appellado Francisco Jos de
Oliveira Jnior.
Contina sobre a mesa o feito em que sao ap-
pellantes Antonio Barbosa de Carvalbo e outro,
appellado Antonio de Souza Braz.
PASSAGEM.
De Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Silva Guimarles : appellante Andr Barbo-
sa Soares, appellada D. Victoria RuQaa de Azeve-
do ; appellante Manuel da Silva Ribeiro appellado
Amonio P. de Morass Castro.
AfiGRAVO DE INSTRUMENTO.
Juizo especial do co nmercio de Serinbaem :
aggravante Americo Xavier Pereira de Brito. ag-
grava lo Jlo Pinto de Lames Juuior. O Exm
Sr. conielheiro presidente den proviraento.
AGGRAVO DE PETIQAO.
Juizo especial do commercio : aggravante Jo:>
Pinto de Lemos Jrtnior, aggravado liquidaiario
da caixa filial do banco do Brasil nesta cidade. O
Exm. Sr. conielheiro presidente negou provimento.
Encerrou-se a sesslol uma hora e meia da
tarde.
RESUMO DJ BALANCETE DA RECE1I*V
E DESPEZA DA CMARA MUNICIPAL
DO RECIFE, NO MEZ DE JANEIRO
DE 1871.
EXERCICIO DE 1870 A 1871.
Receila.
Saldo do mez de detembro pr-
ximo findo.............. 53:2073812
Receita arrecadada no mez de
............. 9:2330O3-:>
janeiro
62:440,5^7
Despeza.
Importancia despendida no
mez de Janeiro........... 8:861 I2()7
Saldo que passa para o mez
segointe................ 53:579^580
62:440(J847
Cmara mnnicipal do Recife, i de se-
tembro de 1871.
O procarador,
Jos Simplicio de S Esleves.
PUBLICACOES A PEDIDO.
Breve Idea dos ejtndos prepara-
torios ata Italia, expoata pelo
padre Donato Barrueco.
A instruccao que vai sempre innta eom a educa-
do, ndo o primeiro trabalbo da inteligencia, e a
segunda do coracao, deve ser prograsslvsi aaalyti-
ca* uniforme no seu desenvolvimento, prinotpiasd .
pelas conssl scilimas cora ordem, e ontinhand'
eom as eousas mais dificultosas.
Esta insirnccao geralmente eonsiders-ss sob tres
pontos de vista elementar, ou instrnecio Aevjda
todos; litteraria-scientifica, on estodos prepara
tivos; faculuti va, on estados acadmicos. A ios -
trnecio elementar leude a formar o asasen chri-
lo e bom cidadlo.Para obler isto, sz-se preci-
so que os meslres tenhsm por ftm formar Slumno-
qne saibao fallar s escrever s Imgaa nsetonal, n
por isto eom grande paciencia devana sor meio oV
conlos, fbulas, dilogos, descripoSes, narrsanse -
cartas adapudas inlelligeneia dos nssainos, eer-
citar os seas slnmsos qaolidiaasnssats. Bates exer-
cicios nojprincipio; serio brevissiBSSS e dsdos por
imitacioVTsto *Vo mestre asta #> ataac
oom vos dar e eom as de vidas p
cudadossmeats o significado de
explican !
as-pala vi a


-


V-
i 'i
v.
....



tni ao oaa3T=a
itttjaajhhrilrnmp
de algara is pergunus n-
tarabera redoii-las 4 escripto, se,
diseo forera eapazes.-Por ellas as
M babjBMia ao som da liogua, bus. *qi a ex-
primir ptahulos ou pirase? ijpfoprias ideas
,ao aW Bjipo te teostamtrao i eXpdr e re-
Ur, 4* sala e jusara*nte o sue forma a ve-
daelrvtM da palavra fallada.
Sirva de exemplo este thema:
Carcter.A boa
Henrlquela
teala-se eorn tu
Itabaiha, est
tea as earieias
a estima e a
?i.Qae bella
O Batre oa
sitts alumno*,
Ibain narrar
o temada -.
m lagar que Henriquela tem umi bandido singa
explicando o en'Heativo da phrase bmiade
Wfar, isto que Henri ueta rr.uito bi, como
menina? o to; que Ilanri juel quasi que
ha rnan'nai par ita qua se du
Parnamfcmc*
Quinta eira
_ .alastras;
Utieratnp fijneer >) Ieitpi
2.4 ekuse aymneiial.-,
a-halfse IbgieVdB tettosr-Mflttpo prj
se, bntaei) de aovellaa'e nvrrtcSos;
na) a/ammaUea veras gralaaes^ (Ji>
ga) leitura ; (btateria e geographh) egumeolo di
- iraobia da liaren
oov4o*tna^^H
_____a respeito de ad
,o O
jteo r
M
ido
4.' classe gynmattat(Lingo* italiana)
je*a
0do
1 hundida singular. O ireis saber porque
1 ? porque eontenta-sa cora tudo, isto ,
E1III0 que se Ihe d, sejaav joias, livros v,es
iMmen(i)t,aeeiutufo ogra(<4%A, no*
sempre recouhecida etc.Nao se qu<-ixa de,
alguraa (iqai se di para implo o miM
das meninas ehoronas, m.lcreadas, baru
-I bao las etc.)Mis, prestal-rae attoocao : este con-
*JaH*r-30 cju ludo, o de nada *e qmuar, na.
Metarrt arali-para tner eom que U Rtrlfaett ti
voseo urna bondude sinjular, a boudade eaOfst
(rianiente no cumprirneuta dos deveres do pro
1 estado, e una menina que va i para a escota
rflevere tem, Uto que deve zer pira ser
t Etudar irabalbar.(Ajut se oxlica em
ejiq consiste o esludar, e diz-sa. o porgue ni
prattcao o estado que nai si fu cara amor e boi
*oo.tade). Trahalhai: D.z em que consiste traba-
iktu; isto quaes sao jsmbalhoa., que deveui
ettttit r as rr o ninas, eom que animo aeveai trtba-
Ibar, e os peioenos soeiiorros que devem prestar
ao pal, rnii,. aos irroais e aos irraaotQlios. te-
eorda-s-lhes como tolos somos obligados a tra
balnar, asii como os proorio. progeuitoret p>r
d> se fatigara Perianto Henriquela e-tuda efa-
ba'ha. E deste modo passa a explicar o resto do
theri. Dfpois recoroeca, repite o ihema duas 03
trea vezo*, fi-lo repetir por este 011 por aquelle
Maioo, priraeiramente por mt-io de perguotag, e
besis seguidamente, al que o menino o conserve
le memoria-.
O segunda mido de dar o iraballw em resa-
M, isla faznJo escrever dictan lo aos meninos
o resumo para, elles desenvolverem a composi-
Pros
esegm'ndo eom estes exercicios .ijunt.-iro si-
gnas po'.icos prfceilos de srammatica, devead>
la ser api-rendJi praiicamentH, por raeio de II-
Tra* de leitura, os juaes nunca devem negligen-
iar-se, visto como estes livros sai aehave que o
meatre deve ter, nao para fazer apprender a
fraomatira, mas tambem para exlrahir as onse
qaaacia^ mor es, paa -n-inar ao ineniaa a perce
feer e b^m -mprnar a palavr-is do que l; em
fia,para fiz^r n i>i.i |, Ji u< meaclatura.
Mas este e.-tndo uo pr .duziria.* (T)itb, senao se
alarussa tair.b :ii a un ule do n.enmo Je < oahe-
ftQatos variados pira poder maiiifesia-lns correc-
tflaate. O conbeeimuiiio da sopHriicie da trra e
epedalment) da sua patria e da Palestina devt
eer tes que ludo o estudo que elle deve faeer,
aietrando-se eom trabalhos esoriptos e ores,
ampre por meio Je cartas geograpbicas, apr*oler
4 lagares e as distancias eom vLigeos que propoe
mestre.Este estudo lera por conseq leuda o da
historia patria, pela qoal o mestre en-i :ar ain-
bem os direits e deveres .dos c hitaos, n a,bisio
ria sagrada, na qaai o mestre faz aprender o ca
Ihecisaio da religa). Mas o menino que vive im
preauoaando-se de todo que Ibe /az seos-cao por
todos os lados, deve tambem conheoer os pheao
tneoos principies da nalureza. E poique elle vive
enumerando os objectos que o cercam, o esludo
da arithmetica, jonto sempre eom exercicica dos
problemas qoe mais tocam a curiosidade, progre-
trico decimal, deve ser tambem ama seria oceupa-
<,'ao neste periodo elementar.
Estodam-se estas materias em quatro aunos, ll-
tando eada anuo eom os seus linmes.
Os m&>tres que as escolas normae- aprenden o
meibodo de eosiao, usam da fjrma dialogica, a
mais clara para os meninos, ten lo sempre cuidadj
de exlrahir peles factos liislor eos, e esa todas as
oppirtuoidades, as consequenciasfunestas do vi-
cio, e os loavores e premios da virtude.
Em cada anno os inspectore percorrem as esco-
las para aellas asiistirem aos exames do promogo
e da patente, para aquelles que completa 111 o cur.-e,
t'U querem assistir outras aulas diurnas ou noc-
turnas, epara destribuir medalbas e livros de pre-
mio?.
Eiludo classico dos estabelecimontos pblicos.
Conseguid.* a lo-enc elementir pelos alumnos
dos estabeleefmentos pblicos, e feito o ex une de
admisso pelos exteroos, priacipia-se o curso de
estudo lillerario clissico, sempre eom inetliodo
progressivo.A lin^ua italiana, perteniendo a raca
grego-latina, deve >tr preced la pelo estudo cas
siso dessas lioguas e na historia litteraria del
las. Addicionar linguas de ou'.rai ra^is ;ie-t < p&-
riodojtalia-o coasa intil e prejudicial; s.nente
C3IB0 orinada da mesma raca e c imo multo geral,
nsle eorso estoda-se a ling'ia fianceza.
Mas eomo as linguas represeniam as na;5es, o
estudo do Cernelar da historia dos bovos amigos
e di geograpiia dees, deve-se dcstribuir oeste pe-
riolo gjmn 'siai, a-3im como tambera a coolioua-
cao da arubmetica, priacipiaJa no curso elemeo-
Ur.
O corso gyainisial completa-se em cinco annns
no qual os alumnos _so empregim no cootiouo
fxercicio de eotuij.-ioao, imitan 3) os melnores
classieo, por meio dus quaes, inelhor do que cora
as grammalicas, devem aprender as lioguas.
Este corso (ymoasial tem por conseqa^ncia o
do iyceo para obter a liceuca de poder priacipiar
a enro de academia.
epo de ter recebido no exime final a cenji
gymnasial, principi-se o curso lyeeal.Neste pe
nodo eootiDOir-se ha o estu'o das lioguas naci-
nal, lattaa, grega e franciza, estudando-os phylo-
lgicamente eom a critica da litteratara ; repelicao
da faitWria geral, e geographia universal sob o
ponto de vista phosnphico e critico; maihpmati-
eu; pnilisopbia racional e moral, e hi tona da
philoaophva ; cursos de historia natural, de hvsi-
c, do ebiniiea e de astronoma.
Este carao de tres anoos, cada ara do qaaes,
como ooperiodo gymaasial, ten os seas litiies.
Alera 0a curso cia.sico, existe tambera o curso
lecboteo ; no qual, em lugar das linguas muras,
estuiam-se todas as liauas moderaas Is maior
importancia social,
Eis aqui o quadro do eDsiao elementar, gymaa-
sial e lyceat.
i.* clnu elementar. (Leitara) syllabario jari
meiro uvro de leitura, expucacao das patavias li-
die ; (ecript) pbiavr^s na pedra pret3, dolado
tabulas; (Mstoria sagris) creacij do maulo al
O diluvio 7 far ih.iirt.c -i nuraeraco fallida, > x-r-
cici da.adjjica') e sobtraccao raeotal; (nomencla-
tura) oomes de objeci.s man conhecilos, e reo-
hecimeoto ielles as carlas-mappas, exercicios
de memoria.
2." clat*e elementar.(Imitara) segando livro de
leitura, explic^tjo das eousas lidas; (escripia) con-
loa moraei, fbulas, caracteres, problemas; (his-
toria sagrada) r'petieai at o diluvio e coniiaua-
$io at 9 Moy^-; (arithmeliea) naaieracSo es-
eripU, adJiga-i e sabiracco escripia, tatiiwdi ti*'
multlplieacjk); (ooraeoclatura) noraas t recoobeci-
meato dosanimaes e objectos domestico, exer:i-
eio* de aval''ra. ,
3.' chtst elementar.(Ub]Io) terceiro livro d*
leitura, crahecunento dis carii' gmgraphicis;
(oteripta) conloe monas, caracteres, fbula*, pe-
gomas cartas, problema ; (historia sagrada) re-
peticio at Moyss e eooiinu>cao ata o aovo tes
tamento ; i arithmetica) repetlQao geral, multiplica-
cao o diM3os dos ioieiros, e dos deeimaet; (no-
menelatnr) onfauacao; (grammatila) arainaia-
tica elementar e applwacaj d > livro de lean r ;
bieteria patria) bisiorta italiana al a iade m-
4.' eiHtf 4Umentar.(LeiUri) quarlo livro de
leitora, anzonoet de geographia elemeniar; (es-
cnpu) coates mories, caracteres, fabo as, carian,
analy*loia aeihymologica, problemas ; (historia
airada) tu pea fio at o aovo testamento, e c ion-
Bacarf at i'.fliV(antbmeliCi) repeticio geral,
fracasas orifiaoriaa, regra de (re, systema metri
codeeaoal; ^aownelatara) cootinaacao; (gram-
Jca) grainmattea da- qaarta clasac, e ipplieaco
ao bvro dovleiaan; (hitioria patria) aatiaa, media,
moderna e
i.
amaafl
tagna
(liogua grega) grarama I do o matulo d que talla, nenome Antonio Luiz e | ^Se correa ou.oao*-regularmente es-a, elei5q e
(Ohwt*- goef>iplii)
listoria grega, geographia aori^a, rayihologia;
faxer am uivenlari. "** f fW dar-*-ms crdito, deixai que votdtga nao an
jen WBHt?vtk a #& ftt a.' fKM.
sicao
no para latina, prosodia
I lia* e v*ri* guana
aCQr nativameote, isto que eslava para, ditera elles, eiovat
ariihraetlcaj coniiouacio e flm, geometra plaaa ;
ingua francez 1) ver-5esdos.,poetas, compAiQio.
&.* otaste 9t)*Hti$*. (Lingos fttHW) *****
poAtiea, esludo di divina comedia,de Dante, ta
fr)sf*o ; (lingo* fitim) vers* ATras,H^lol^^1'r,
gia e exer^icips de.v>r,sficac) latwa, irreal ,
gil; (lingaa grega) grammatlfia tiperor, versa)'
dos p tetas, prosodia, arhel-tgia ; (hiito;i eo>w-
graphia) historia romana; geogra'oha physiea;
(geometra) gsametria plan o s.idls (liagna
r.-aoeeu) arte de fallar em prosa e verao, estados
dos classieos, cimposigSes.
/. cf elementos da historia ou vida dos escripi.0*,ds
artisus, composicio em proa e verso (lingoa e
litteratara latina) versdes, eompoeicde* em oiwta e
versj; vidas dos eseriplores latinos ; (liogua e
litteratara grega) ver>es, vida dos escripiowa
reg, ver.-3 do italiano paro grego ; (atoara e
<8ographia) hikrw amiga, geogupma $>.ajara-
da; (raithematica-) algebra da iriganjaletm;
(philosophia) philosophia racin il; (ic;eaa1ai o -
tunes) curso de historia n>turl.
2.a cfass lijceal. Lingo lilleratara pa P )
stetici, composicae, eriliea dos varios eecrjpt.re-,
hi-io'ia da hilera tur* patria, (liqgaa a |i|tertafa
latina) versis, coraposicej, historia da htlsrato
ra laiina; (liogua e litleratura grega) vanuea,
historia da liileralura grega: (Itisloiia e geogra-
phia) historia da i iade nia; geogripliii hist-
rica ; (geometra) geometra aalytica ; (pllO'O-
pbia) pmlosoplna mural; (scieacias naurae ) eUi
raemos de physiea, astronoma papular.
3.'cla$se lijeeal.iUngm e liitari-ur-a rfcslna
bi lona geral da litleratura, composicoes, disoa*
sao de ihemas Iliterarios ; (lingua e liiteraUtr* ia-
tina) iiem'. (Magua e litleratura grega) idm ;
(histeria e geographia) historia moderna, soieoi;
da geographia; (raalheraaihica*) calculo ; (pililo
suplo) h stona da philosophia; (scieucias nnu
raes) physiea e chimioa; (lingua alleoa e ingle-
z) curso gradual as tres clases lyceae.
Depois deste curso da 12 anuos, lento a felici-
dade de ser promovida uo eximo final de lados os
aunos, e cotis-giiid a liceuca lyceal, os jovens
principiara o curso da universidada ou de.pro-
Qeaq.
Q bacharel Mia*Uo dos Santos da Fonseca
Lina, juiz municipal e de -rrphSos do
l-jrroo da Itamb, i^ ptib!;co e especial-
mate 20 ex;e leatissimo presidwite da.
provincia.
No Liberal, o. 181, da 15 do crrante,,.deoara!
mais cora am paqaim,recheado;de imoiuq,ticiasJ
como de esperar, FQttewrpiL d'pndp blscem
imraediatame,nip, ou de algom jWgmeu, excom-
mangado e do ferocidad! hruiaf,'corao o que dea-
gracadameale existe n.e'U trra.
De eovolia eom essas imnunlicas enepntram-
se at expre-sSss injnriosas s riiinha* ,.>bres e
caras mulber fiih nha, aos quaes nao devo e
uem posso responder.
A reprpzili; s >ria ura insalto seme!h3nte .10 de
que son victima matronas, certamente virtuosas
e que exigem respeito dos que se gabera, res?
paitar.
Ao primeiro impulso, ao primejrq choque vi
l'ial devia ser o resposta mais eioqento aquella
que uo graniecbaro, em que nergulba, como
um animal snino. invade o sanctuario da familia
insulta a innocencia e (ere repuiactns, que deve
jelir a acatar; carao, porm, rellxion.ndo, vi
lambem que odesatino o fin que aspiram e
a que me querem fazer ebegar os meus dous en-
canr jados tniraig >sos verdadeiros tigres da ilyr
camacoma taes ja por algam considerados, re
cuei aote o espaotalho, que se me-aflgurou dici-
dos cilios o procurei eo'.raessas mes as pessoas
a aaem aggreiera o consol de que careca, 01
conviccao de que rae farao a mais nerieita joatica
aquelles que imparcial a delidaraea'.e teem h lo as
corresponden;! s da Itarab na :'ol;ia /. 'eral, a
coohecera os seus escrevinhadores.
Paranlo, drei siniplesmente esse.excommuo
gado e a Fonte-negra onde elle b'.bis a lama p-
trida, que costuma vomitar sobre tolos e acaba
de estoader 4 inioba familia este que mire-so do
espeiho que tem liante de si, o qual s ra o pr-
raem a respailar, e que a divisacnanto antes que
te chamem de can 1 na, nao Ibe deve asseniar e
era assenla em qiem qaer que .'e prea; aquelle
que nada se ple esperar da ura hornera, que, se-
gaodo est cscrpt'\arrojoacara mo parricdi ara
pedazo de pao, ou de tapioca (a davida esta no ob-
ject") as faces rugosas e venerandas d sea ca
rinhoso pai; lijalraeate arabosque so a fJa
de viogaoja, que os devora, precisa, como j
propalara, saciarse o 1 saogue hamaco, nada ha
por ora temereis me aqui insrme uo meo lu-
gar sera per Ja da espera oca no porvir e eom ple-
na coafianca na verdade. .
Ss ura pai velbo e lente, i qaera adoro, se ir-
maos, cunaaJos e amigo, a quera amo, oioflier-
eerem pelos mesmos meioou pelos meios legaei
a oecessara vinganga, c intento-me cora as lagri
mas da orphaolade'e da viuvez, que fatao derra
mar e cara as de saogue desans viuvas e orpbSas,
de qu fallamvictimas eotao do roubo e da pros-
tiluicao, qae at hoja se llios tem evjtalo.
Piquera, por tanto, o publico e s autoridades
de sobre-aviso.
Protestando ao vallar mais fallar sobre serae-
lhane raaUria quaes jusr que sejara as jovactivaj
da meus aggressores e graiuitos iniraisos, que so-
lemnemente desprezo, em satisfaco ao publico e
ao muito justo e iliu-trado acutai presdeme da
provincia, voa sucio'ament respoaier a mais
uraa calumnia iasTta n?s*a orrespaadeocia s-
mente para c nveaer, como j o disie em mea
ultima commiincado, quaea 00 meioe do que laa<
cara mao esses antes abjecios, a que filudo, para
me desprestigiaren, e raanchirera miahj repu-
ta co.
marader-aa Paepva ea Inga deate termo, pguaJaaOiw independencia-precmoc o sabemos, porm
depois fui uformalo levou-lhe ama. MltfTjjlJlfff"4 #^Ul'abonad* pHos meninos da Candinha,
Kt^M?,fe?Sg
ara o matulo
#do her-
bada.
r convencido que na serve'-par o
smn, ^, 'hwmv ^ i^'^s^xt^&x^
quo elte lho-po*ira-o -par--^^-^fc> lb>pagava^
"Saiudo o mifib vol ou no lira de Sguffl rfipo
e pedio* uetieo, qua V.8. j Hnh reandado par*
o cavtorio, emoo Iba dectawo.
A o 3* que o ladisse ao maulo qae de leve o
nodetse olTendor, e nenhuma- oalaira profeno a
f.vor nem contra o Dr. Jo- Tivaroa, de coja
me apegas Iratou o mesmo matulo e.t depoil
do-le Tallar lei qne ea oabe qail a advogado que
tinha feito a petei) ; cnmpriad como esta, tanho sido mtlilas vetea aatemvjnha
encalar d- tratameoto dolioado ifiedg. S. d as
partes anda ai mais desalsela e nunca vi e nom
ouvi fallar qae tivasse maltratado eom-qnaisiuer
ex|irj.s'io a pessoa algumav nao obstante o qne
calumniosa e constantemente apregOa a folha Li-
beral.
Ao 4.* fioalmeate, qoe estaa larda at o cahlr frrido matatOi'ilm-dasduaa vetet, 4* qae fallei,
nio-apparecea roai..
Blgmvee V. S. dipensar-me de nirrar indo,
que depois se levaotou con referencia i os'se-faemi
muito cora num e sem lignifleacn, poro^e nao
desVjo offeoisr cora mloha resposia a pessoa, *l-
guma, Unto mais qaaato s -.0*1 delle tettamanna
do vta, me teiho limitado sempra a estraohar
e admirar o que em contrario ao qie hei referido
? que, jurare, se for preciso, tata ed3gada^ao
mea conhecimeoto.4
Pode V. S. usar daeta minha reiposta, como
quizar.
De V. S. muitn atiento venerador e criado.
Antonio GoncalvesilaOlIveir.
""n'l/V'T nrYttVV1* IR71 EsJAiXXOJtibe-
cidada a firma,
Cenidje, -.
Ceriilioo, em vir(ae da porUria inora do juiz
de-erph-H, o il'm Sr. Dr. Menelo dos Santos da
Fonceca L"js, quarevania o ioveatario de qae
trata a mesma portarla ralle eonsta r
- iVQMO**>selo advo-
gada, Ur. J >s Ta vares da Cu i ha llOUo, e aseig-
nad* pjr Antonio Luiz da Guata, requereodo o
mesmo inventario.
1* Qua a data da peiico 0 l' de maio deste
'anao e qae a do lespacbj d'ampio, diav Hf,
!3* qae.dilapeiicao.roi-ma apresntad"
ti
p5f; rafta
ote v
extra-
L4 ss naque'le pasquira o segainte : Qaanio
a+ parles o contrariara levando-llie petieSe*, qu
vo de eacoDiro seas ioteresses. e nos por
idv-gad.s, qae nao so de sea seio, prorompe
nos maiors excessos, chama ladro a este",
a mea f a asparte, nega os despachos e faz ludo
< qaanio am jaiz embrutecido pela cotrupcao
ple fazer. 1
Para pruva desee tpico publican) ama caria as-
4gnada por um aira ..erese do nomo Antonio Laii
da Costa, qoe assim o lizeram exprimir-se :
t Ilho. Sr...... Re3pondeodo ao pedido de
V. S. declaro, que no dia .1 (14 nola-e) do
correle mez indo a casa do jaiz Dr. Menelo
i cora urna petcao era que requera i a venta rio
t dos bens de raen finado pao neta villa por se
1 rom diminutos os baos ficados, elle jaiz ao ler
a peticao zmgou-se e gritn me que nao so ia
< fazer o inventario no sitio chamad inga, eooio
qoe nao despachava a peticio visto ler sld..
< ella feua por um lairao e aceresceotoa qae
q nndo eti qnzesse despacho fosse a casa de
c outro advogaioe proeorasse aos Drs. Ionojo^a
ou Lmz Vtente Borget, fleaodo ea certo d'-
< qae a mioba pelioio hava de servir para qae
elle me augmenusse as castas. Procurei des
h pacho tres veteo,; mas o juiz nao qaiz despa
.1 cbar s por fl ped a miaba peticao e nem uso
uii ell* fazer, dea arando que a petioo ficaria
em sen poder como denuncia conlra mira, e as
c sim abaodooei ludo e retire! me.
< D'esta minha reapaiti pode V. & fazer o uso
que qaizer.
c Soode V. 5, respeitaior o criado.Antonio
Lan da CosHa. ,
Pacova31 de maio de 183L
Nio sai, nao posso aalilicar semelhanle prooot.
diraeoto a mail aindo- pela ftnk donde atee ;
^d.iro no secaJo das lotet a exiitencia .de ama
lingaa lio negra e corrupta-e qua a .calonaiaoo
timna amanado era oabecaa cora taitas prosomp-
<& toiantiicaa ; e publico qae nos ajaiao^
- staroto t&de.agostotdfl 4871.
[aaifaa.areaiiia
GaogaivM do Otvmav Pb
V. S. ha larde 3o reierido',ili 15,
da.respectiva certido da mesla aa,ta,
dioo verso.
4. qae os bens de maior valor deseriptes
pelo invottriante Corara -ama partr de ierra no
logarChanda logaavallad por doas contse
quiuhealot mil ris (itoOOSOOO), e orna easa no
mesmo logar avaliada por quiaheato*mil ri<
(500000). -
5.* finalmente, que, legando o a uto de calculo
tommou o monta de tres cootos e dnzentos e trinta
e cinco mil ris l.zdaiOOd)) do que lud don fe.
llamb, 25 de.agosto da 487*-O escrivia iuie-
rioo, Candido Coooaivet de Otiveira.
Confronte o irabiieo a carta do muilo verdadairo
probo e di-tincto oapitao Antonio Gdocaiyes de
Oiiveira, ura dos mais respeitavels e aprekiave
caracteres da eomarea, testomaoha oce*r do
facto, eom a que Irauscrevi do alraocreve c onio
Luiz da Costa. ,
Gonfroote-a mais eom a certido do escrivjo de
orphaosi, que mais robuattea aquella resposta, ve-
ja que a pelico foi despachada e apresenada no
car lorio no mesma dia em qoe m'-a troux o sea
signatario, no dia 3 de malo : aomira a falsidade
do correspondente de Iiamb cotejando esta data
cora a deque falla a carta do araocreveii da
mesrao raezura dia antasam Domingo I!
Coufronte, fbilra-mte a dita certido eom o que
dizera os calumniadores de (tamb qaaato a itn
portancia do inventt rio, para, qae se requera am
arrolamento.
Digne-.-e, por saa vez, o I-Ara. Sr. presidente da
provincia de confronlar essa fasto e todo-, de que
publica e sorrateiramete lenho sido victima, eom
oprovimento geral da crreselo encerrada a S
de julho ultimo, do iosuspaito juiz de direito desta
comarca, Dr. Fililo Heonjue de Alraeid*, no qaai
oeobuma palavra profario esse magistrado, estan-
do alias certissirao do muito que se ba publicado
a respeito na M':a Liberal, contra o mea proced-
meato nos inventarios, desmintindo assim tcita-
mente e tornando bera frisante a calumnia do mi
seravd correspoadeaie de Itamb, a quem cons-
trangida mente respondo.
Era 1867 foi suspinio o integro magistrado, o
jaiz modelo, Dr. Hjarique Pereira de Lucena
sendo ura aos fundamentos desse acto presiden-
cial o facto de fazer arrolamento de qasntiis su-
periores a J:OOOiflO, toado era aitenco as divi-
das do casal e o interesse dos orphos; boje mu-
dam se os tempos e cora elles as conveniencias de
cada ara qaerera arrolaraeaus de quaalias supe-
riores a tres cootos de ris II
E qaera dir que tambem um dos meus ptrsi-
fcuidores foi o persigaid'T denunciada do Dr. La-
ceo! e qae prjamette redazir-me ao estado deiie
depois das calamaias que soffren ?l
Nao Javdo que miito ans se pjssa conseguir,
porque m;u estado de pobreza nSi me permitle
defenler me como o fez aquelle magistrado e fal-
lara* me a iatelligeocia e seleocia, que nelle sope-
rbuadam; tenho, porra, completa coofianga uos
eminentes caracteres, qae "de. presente dirigem os
destinos do Brasil: eMoa cerio qae me farSo a
devida jasiiea.
Poda, aproveitando a opporlaaidade, publicar
cartas de iodo- ou de ramios dos coastitaiaies do
Dr. Jos Tarares da Cooba Mello em opiosicSo
aquelle trecho authmlicado pela carta do alraocre-
ve e qua>i aaalpbabej Aai lua Luiz; podia re-"
rir o facto, qua naqftpa 10 das, leve lagar de
mira eom o cidadao Lniz Francisco do Reg Ca-,
Vdlcani.., senbor do engenhoRecintode-te ter-
mo, o qual viudo muito de proposito miara easa
pedir-ma amistosamente para apontar Iba mad-
vogado de cooflaac, aflm de tratar de urna arre-^
mauco, depois de ea declarar Ihe formalmente,
como sempre proced, quena quaiidade da juiz
nao tioha advogados predilectos e lodos me mere-
clara igual coafianca, constuoia o Dr. Jos Tara-
res da Cuoho Medo, conformo foi da todo irarae-
diaiaraenlB sabedor o prestimoao. e dstmeto cap-
lo Msnoel do R?go. Cavalcaate de Albaquerqae,
que acbava-se eoto em minha casa quandb Lniz
francisco, que era sea hospede, soltoa dado Dr.
los Tasares, raosirou-ibe a petioo para concilla-1
c3o e conioti-lhe raiadaraente o que se bavia pas-
sado; podiara mandar trabir ceriid5us dos au-
tos era que tem fuoccionado o Dr. Joe tXtff e
mostrar as dalas" dos meas despacho! om dai po-
tiSSes, assim como as deeisdes, qae tenho d# em
5aas causas, a gamas aellas contrarias i petsoar,
qae rae erara muito dedicadas 9 a favor de dien-
tes seus inteiramenta desconhecidos par* mira e
moradores em outro lorn; nodia( emOm. invocar
a propria eonecienem do-Dr, TavAros,* qaan
Duxai que vos dig :Qaera de urna eicapa
em ootm nao se meiie.T\ne o Sr. B. o nosso
eoMoiho c doixai temomanie capricho insi-tindo
maindar* se aq8lo para q w nao tem ap-
ti ia*' Dizera 400 promelte trilbar o verJadeiro
eaminbo I Ab U A*>
Mea veihi paifkaVcom muito acetto \-Quem
lorio nasc,- tmmpn nunca mdireila I
Na ammofamn lodos esi anda bem fresco o
facto da onOoo vinuda, e querer* o Sr. B. qae
esta, quOdatoalmeaiei dirige ttnha torta igual f
HSo a cobtegar i Cuidado I Outro olucio meu
charol
Quaalo agora ao inglez da taaeriondade oh I
este sim qae 6 horeem de tros f 'NSo digo bem,
ebimando-o hornero, por ijue
O burro e corlo inglez
H" Km lado sao igaaea.
S oio sao na uitureza :
Nao sdoamboi ir raciona es.
Iag'n, Inglro da*.... borra, dseoganai-ros nao
servia para raoratiar. Ido plantar batatas, nnica
mediocre agricultura de votsa trra. Sois am
imbcil ; affectais aquillo que nao tendea ; vosso
orgulho sem limites, julgais saber multa e ludo
ignoris. Tendes por estimulo 1 vaidade, prgala
a soberba o como taea dous fo ve-sos eompanhei
ros ioseparaveis, ehegait a eonceber a opiniio as
a'tica de que t graos inferiores nao tem voto de
liberalivo I Pone saodico :
r-l-ln
Se entre o borro, o o inglez
1 o Nao ha verdadeira' semelhaoca.
E' por sor o inglez ind imito,
Qoando o burro sempre amanea.
.1 Z l -
Mettea-se najuella da cabeoa a idea da des-
igualdade dcmdfrwitot do hornera em virtude dos
graos superiores.
Nao admira, pois, que pela lei da nalnroza todo
vacuo se enehe anda que nao seja se nao de ar.
Como t id i iagle, excntrico, ser tal mana
mate ama excemrieidade? V*de retro eom tal ex-
oentricidads ingleza )tie atlecia O hornera no que
tem de mais sagrada, i.-to a igual lado perante a
lei*
Krt, ot novos Moyjs qu pretendere eonduzir o
povo a trra da proxi-so I Triste illuso 1
Ser eom propagadores de taes ideas que se qaer
levantar 00 abalitnento em quez jas a Sociedade
Pb... que por indolencia do uos, capricho e iodif
fereoca de ootroaaa conserva uo actual estado de
discoadia, reinando entre seos so:ios o despulo
grava desconfiaoca ? Sarao estes os verdadairos
principio* qae devem iriamphar ? Por certo que
ao I
Anda tempo sentares socios de curar o mal
que, por algum lempo nos. tem affeclado, eom
quabio este mal teja ebronico anda se {ole debe
lar eom remedios de accaa prompta e enrgica.
A noio faz a forja oiiarno aoe, uoamo-nos pois:
Saja nossa divisa lei e jaslica, guerra aos para
sitas I guerra aos dspotas. Qaanio aos qne er
rara appliqae-se-mea aa obras de misericordia 1
u Rewir.
ro
des
e a.m de tudo cora sua iaep-
voso Sr. B. ho serve'pira tT
Resposta necessaria.
O betico orador da socledde Provisoria Res-
tiaraco Pernambacana em um sea ariigaiobo pu-
blicado nos Joroaes de boje, pede qoees a quem
dirig ara folbeto eom a minha assjnatura a sus
pensil de seu jaizo sobre o histrico da farca qua
represeotou-se na dita sociedade, sob o nome de
proiasso, na qual "esempeohou elle o papel da
aecusador burlesco, teuio por comparsas, segan-
do dizom, diversos raaoeqains sob a veneravel di
reccao de seo digno pai, o upiter g'otese.
Aqoelles a quem dirijo o folheto e estas liabas
comprehendem p^rfeitaneate aonde est a razao,
a lei a fustiga ; pelo que se torna desnecessario
refular as allegarles vagas dessa ingenua crea-
tara. Se o to betico orador eotende qae logi,
a encana qae tanto tem distinguido seu muito
digno po que lgica a sua argaraentaeao so-
pbisiiea absurda, ueste caso, eonfesso que errei,
despresenda o campo dessa elevada sciencia, qae
se -chama chicana, a que faz os enlevos dos ho-
mens do baixo foro. Se achoa injuria saa lus
tre peisoa, e a seas amigos, nos folhetos qne
allude, declaro que nao foi essa a intencao que
presidio o mea esenpto e s devem qaeixar-se de
seus actos que procurei descrever eom as cores
que permittirara meus fraeos conhecimenlos.
Se o beati;o orador nao coohecesse a verdade
dos segrales versos do poeta franeez, nao se ani-
mara escrever o tal artiguinho para fazer cqc
curso de admira cao I
..l/ft sol trouve toujours un plus sot que l'amire
U sot pour l'imprimer e des sois pour le lire.
Recife, 6 de selerabro de 1871.
Francisco Jos de Oliveira Rodrigues.
oa cffenli.
Cora estas pablieaedas, pot* tonara- por do-
mis longa o fastidio a mmb reaoosta, tana tai-
vez am nanea aoobar, taalo maia mntoamb
chegadoao fim qnoalmeja qao matimr a ca-
lumnia, de qrjogKja viclm% a provocar awa lia a
.H^do^bl^.lUwadoj^, jm3Si
i da provincia, qua liuizwa* d.jvW* cot,
ratpoaaeaos iibotaeo (iWm^My. "^
lurab, Jtda-agotio ftil..,
91 Menelo do Santos 4a fontK* *>*.
Le
^Arnim,.
se eseriptor
em^oa val
O Sr. Theo. Jasto
Ha lempos ma pede este Sr. para qae eq
espere pelo pagamento em qaeslao. J ti-
veruos um encontr desagradase!, por &sia
raz3o foi o Sr. Justo em mea armazom e
disse-me que at 20 de agosto proxim>
passado, sem falla, me ia levar o meo di-
nheiro. Fiodou se o praso pedido, (como
outros mnitos) e nao me apparceu, leado
o Sr. Theo Justo faltad j a sai ptavra, e eu
n3o sabeado de sua residencia, charaei o
pelo Dara.
E' goabdo o Sr. Justo respndeme no
Diario de 4 do crreme, dizen lo ij.ie j
linua 1:000*000 nt papo, e que qu.-ria mai-
1:300(JOOO para o sacco; abako vero os
documeblos que existom em mea poder;
i.* Racebi do Sr, GaeUao Jos Meodes a
quantia de om cont de ris por conta do
orna machina p -riatil a vapor da fu re* no-
minal de tres cavallos, qne o mesmo Sr.
aa eucommendou pau mandaj- vir da fa-
brica do Sr,. M, Caoben ? do Berlio, enjo
preco fiepa justo peja qojotii^e.dons con-
loa de rea, sendo njetade pagasel agora, e
o resto aa entrega da macbiaa a^ui. a ma-
china deva vir cora todos 09 perlences e
moaiadaem pma, carreta para ccndiiecao,
sendo o preco da mesma carreta, ou Carro
laa do ajaste, parm mvado u conta pelo
[casto wdadeiro sem arjgmfito de commw-
'- oa lacro. RecUe 18 3e abril de 1870.'
, cornea eaUaifiiiU .de., 2tfpp0. Rij*
Theo Justo. 2.' Tenho onais
de8dragoatr>da4S70
lo asse^o-ay 0,06 8 ma-
.acbaia Maj$k ,na-,porto dt
e ib ae%maaroaa jtaanadiat-
por todo- rrjj da-aeterabeo
qf-ottata, a vita dete
Nao ple se levantar
r-ahido est no chao
Cheo de indignacaj
Por Ihe tirarem a maminha,
.. Q juiz pao da gallinha
Morreu eom a vara na mi.
Coitado do pao de gallinha,
Que leu Ihe teeou
De Lul J te acaboa
As rendas qne outr'or buba t
Tudo no mundo delloha
Tudo passa mea Jaojio,
Isto ciaraava eotao,
Deo, qae ao p'delle estava.
Se bem quq o coosolava.
Morreu eom o vara na mao.
Sufragios ello nao tem
Porque ett condemnado
No averno est guardado,
O lugar que Ihe convm.l
Anda nao vi niognem
Que lamentaste a Jaojq
Nem siquer o .uivo de ura .i 1 I
Ob I que ente inexcruUvel I
Acabou-se o miseravel
Morreu eom a vara na mao.
A Sibijlla de Ipojuca.
S..413.-QUE M0LESTIA-TENDE3 r-Centena
res de variedades de molestias podem se attnbur
ao estomago. Para cada ama ou todas oUas, o sen-
t eommqm nos demonstra, qae a medicina que
restau/a aquelle orgao ao sea estado nato ral de
vigor o verdadeiro remedio Se u sens) eon>
mum desoja saber que remedio e esse, a ezperiea-
eia responde ; sao as plalas assucaradas de Bris-
loL Oque nao fallara sao tharticos, porm a
pona dcima parte delles s prodozem um all vi
passageiro, e muitos delles sao perigosos. K mi)
vezas raelhor deixar o livre curso a sua dispepsia,
do que tentar cura-la om mercurio Esse reme-
dios assim maulados arruinara 0 doente ainda
muito mais rpidamente, do qoe a prpf ria moles
lia. J nao acontece assim eom as pilulas assuca-
radas de Bristol, as quaea devem a sua grande ef
fieacia aos extractos vegelaes.
Se o ligado nao est em ordera, ellas prompta-
mente o regalara^ se os intestinos se achara obs-
truidos, ellas removem as obslrac.5es; se o esto-
mago est incapaz de urna por taita digestao, ellas
Ihe dao o necessario tom e vivacidade. Eila-
achara-se meiiiaas dentro de frasquinhos, e por
isso a saa conservacio duravel om todos os cli-
mas. Em todas as na olesiias aggravadas ou pro
venientes de impureza de saogue, a salsa parrilha
de Brislol, deve ser lmala conjunoiamenle eom
as pilulas.
0"r. noflno Coemo di Sirva-, JBrrroanicipal e d*
orphSos e provedorii do termo de OVada, por
Saa Magestade Iuperial, que Deas guarde, etc.
ele. -
Faco saber a qu*m o conhecimenlodeste per-
qu a re Antouio Lobo, actual prioste da oithedral de
Olinda, e era virtude do qne determina o decre-
to a. 1,695, de IS de setembro de. 1860. sjp con-
vidado quaerqner lieilanies qoe qarrar arre-
matar o escravo Antonio, prelo, de naelo, ocm
30 nnos de idade, presumivei, do ervi^o do-
mestico e de rna, de compleir;ao forte a sadio,
avahado p ir 500000, perlencente ao espolio do
Qaado Francisco da Caagaa CivalcaiJai Pataca.
para pagaraeoto deaae flet-a o njeTa d.ever
do aluguel dacasa'eai que morar, iflfteacenie-
a Santa Quileria, 4'aquela calhedra!..
Os pretenoVAiles apresetitario soi*prwJas era
caitas leixaias a esto juiz, ni praso dodlt dito
1 contar da dala deste, e podara'', ipjerendo, ver
o Osaravo em casa de residencia da inventarian-
le D. Caiharina Oli,da da Cunb Nabra. Pesso,
em a ra do Amparo, desta cldade.
E pata que chpgoe ao eonhecimento deslodo,
mandei fuer 1 presente edilal, que sof afndo
nos*.lugaro do cosame e publicado peJo/j/arie
$ Pernambneo.
Dado e pagado nesta cidade de Olinda.. am o
l.# de selerai.ro de 1871.
E en, bacharel Francisco Los Caldas, arerivao
o escrevi Coelho di Sflva.
E-uva urna eslampilha de 200 rs. inatsidioa
forma da lei.________________________'
Por asta secretar ia faz publico qae no
exime de habilitaco bando nos das de f a 3 de
corre 2 te, forara iolgada liabi litad ai as stnhora :
D. Bosalin* l\ mp!a ReztrTa Mdlo.
D. Maria Leonoldraa Ma.raado. L^,
D. Mara Cmdida Tneodora AI ves.
D. Frffochi Gae'dea do-OllveM^ '
Secretaria da msirucoao publica da Pemambu
co 6 de setembro de 1871-
0 secretario, '
Aureliano Aogusto4>ereira Car.vatbC.
COMMEBCW,
SCgMPQ* OlrlPa-rOg
COMPANHIA
NORTHERN.

BCLARACQES.
Segunda-feira tt do correte,
a. Sr. Dr.
CapiUl.
Fundo de
reserva
so.oooiopoooe
. 8,000:0001000
Agentes,
JftHl Lathan C.

iMPERIAL
Compimhia de seguros contra
a
S.
Ra da
fogo.
^AGENTES
p. joimsws & C;
enzala-nova .
49.
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool & London 4 Glob
Insurance Compaoy.
Ajenies :
Saonders Brothers & G.
U Corpo Saato11.
THE ALL1ANCE BRITISH d- FOREIGN.
Life and Fire Assurance Compaoy eslabelecida
em 182*. Capital 5,000,000
Os agentes desta companhia tomara seguro
contra logo sobre predios, gneros e fazendas e
pagam aqui prejuizos devidamente provados.
Rabe Schmeiiaa & C
Corpo Santo n, 15.
'HACA DO BECIFE 6 DE SETEMBRO
i DE 1871.
as 3 i/3 HORAS 01 TARDl.
Cotag5es officiaes.
Algodo da Parahyba 1* sorte 613 rs. por kilo
1 posto a bordo a frete de 11|I6 d. e S 0|0 (lira
h tem).
\polices da divida publica de 6 0,0 98 0,0.
AccCes da companhia de Beberibo 80J0Q0 cada
I urna.
Accoes da companhia de seguros Phenix Pernam-
II bacanaa 2704 cada urna.
Cambio sobre Lonirea90 div to d. por 1*000.
ri. O. Stepple,
r> Presidente.
P. J. Pinto,
, Secretario.
ALFANDEGA
Reaiimento do dia i a 5 198^)004863
I dem do da 6 .,. 36:6021397
" '
depois de su"
diencia do 1 Im. "Sr. Dr. jaiz de orphao, vio em
praca para seiem vendidos por quem mais dr,
os bsuj seguiotes: I olaria nos Cuernos, fWfUO-
zia da Boa-vista, avahada por 1:2004900 o ma
canoas avahadas em IDO}! cada urna ; ditos baos
sao pertencent^s ao exp.lio do liaado raooel Doar-
te Pereira, e vao em praca a roqnerimehto do
iuventariinle Vicente de Paula Oiveira Villas-
Boas.
Sabbado 9 do crrante raez de setembro* flo-
da a aullen ca do Dr. juiz municipal da seguoda
vara, vai a praca pelo lempo de dous anuos e
meioa veoda di casa, sil* era Apipos, petlen-
ente a Luiz Beato de Vasconceilos, por ex9C
do bacbartl Antonio Buarqae de Gasmn, perat
e como administrador do seu tilbo, contra Raphae 1
Ronche Roborly^cujo aluguel foi a y aliado por
6004000 annuaes. .
m
THEATRO

COMPANHIA
DE
ZARZUELA IIISPASeOLA
HOJfi
Para solnmnisar a independencia do Brasil.
A ebegarta de S. Exc, o Sr. presidenta da pra-
vncia a compinhia cantar perante as efigies de
SS. MM. o hyrano da independencia.
Seguindo-se a represeniaclo da linda xarzoett*.
em 3 actos:,
Toma parte toda a companhia,
A me-ma cedendo a pedidos resolveu modificar
o preco das eadeiras do 1' classe 34. 2* 24 o ca-
marotes o costurae.
Os bilhetes vendidos para o espectculo de
domingo 3 teem entrada no espectculo de Qoar-
ta feira.
Depois do espectculo baver nm trem para A-
pipacos e mais pontos da linba.
232:5934260
31oTlmato da alfnde^a.
Volames entrados
Volames
saludos
eom
eom
cora
cora
fazendas
gneros
fazendas
gneros
3'i
261
272
293
552
Desearregam hnje 9 de setembro.
Brigue hjlljndez.Mide Mrgatela farinha de
' trigo.
Brigue portaguez E/ieanladormercuorias.
flrigue norte-allemao -Ciresdem.
j Despachos ie exportago no dia 5 de
setembro.
* Para o portos do exterior.
Na barca francesa S. Louis, para Liverpool,
cirregou : Pedro M Manry 639 saccas eom 33,100
tiros de algodio.
No patacho ioglez Jucenta, para Liverpool,
carregarara : MiHs Lathan & O 113 saccas eom
9.1371 kilos de algodo.
o vapor inguz Cognac, para Liverpool,
darregarara : Kedler & 8. 258 saceos cora 19.OT9
Kilos de algodo ; Thomaz JefTerlas C 283 sac-
cas eom 20,761 ditos de dito.
Para os portos do interior.:
Na barcaca Tentadora* .para a villa da Pe
aba, car/egou : Beato de Freitas Guimaraes 2 bar-
rio eom 192 litros de agaardapte.
ftEGEBEDORU DE^REWUS INTERNA
GBRAES DE PBRNA-MB'JGO.
Rondiraento do dia 1 a V 6:44*33
f^rn do dia 6...... 2:10*4*34
CONSULADO PROVINGIALv
rendita-nto do dia 1 a 5"* 13:90441*1
I^m ii da 0 ..... 1.27IKM
THEATRO
DA
Campo das Prlaeeia*
Ben-cio da adriz
Espectculo era grande galla
Para solemnisar a f.lii
Iadepe'ideiicia do Bfasil
Qointa-f.-ira 7 de seiembro
Logo qae o Exm. Sr. viee-presldenao da pro-
vincia te digna con parecer oa tribuna aimahwtra
tocar era seena aberta o pranla a efiajkp de S.
M. o Imperador.
0 liyinno da independencia
Segne-se o importante e variado espeetaenio
dividido em 5 partea :
PrograaanM.
1.' PiBTE.
A representacao da bella urzuelia em 1
ioli'.alada:
V-lo,
Peraooageas.
Rosa...... D.. Karia Caslilla,
Hathilde.. D. Mana Gnaidoi.
Calalo___ D. Lnza Larlillaix..
<. D Overo. Sr. Granadal. .
! PARTE.
.0 grande dueto da Bartono e Tepl
pela S a D. Mana Casiilho a o Sr. Flv
sica do Sr. Granados, inlitalado :
;m
D. JOaO
a seraju]
wmm
A eogra [ acto
ararte**1*


>
\


\*
I
de 1871
o i
iciada
vay/in
lid
rertimeote-atre a twteiiiada eaco-
IManliatct publica-dwia ca-
la aaaera preieacao a acolhrawnto,
j. se costosa grata.
Caairatat da fronte
Dito de 4*wira
ttiftsKo^'wdw

15*000
10*000
1S*000
Km om
CJunatolej.nes oajmem"Agradecer.
,000
iada
ira aos
l|MpertSaQonrfetven nutran eaf acial,
is os pomos.
me
1
Mttfe Wesse
i
-capT.
applaudida
urente.
JlNOl.
fLI.
PRUGRAninfA
?nlerfssiBt e serni>r -p>h-odd comedia
acto ornada de msica e dansa, imit*
tarjaba impagavel
Tomata parta os untfkialo* e as meninas Ca-
rolina e Otym pa. -
J-rado entre-auto ornado de roasica, denorai-
""El MORTO
Pela menina* Julia e Carolina.
Bague-si; -a representado da jocosa comedia,
ornada de msica e dansa ;
0 amkIo e o phant-wm,
Deaep#i|biJa palos (renio Luix, Julia, Ca
rolina e Olympia.
Terminar o espectculo Om a graciosa
Toua.lilha hespanhola
Exeeatada petas' meninas Olimpia, Julia e Ca-
* rolina,
Os bene'eladis ronuritaeom a valiosa protecelo
do Mostrado publico pernainhu ;ino.
O resto dos bilhetes aeha-se na casa n. 38, a
ra B-lla e no lotwtro.
Corae^ar s hpras do costme.
N. B. As pe meudar ilhtca, (enriara a boodade de manda*
lOsbiucar cora toda a antecedencia.
JlVISOS FRUIMOS
COMPANHIA PERNAMBCANA
DB
MaTega^ao cMteira por vapor.
Porto de Gaiuhas, Rio Fornioso e
Tamamlar.
O vapor Paraliyba seguir pa
ra (3 porios cima no dia 10 d(
crreme a meia noute.
Recebe carga, encomrnendas
passageiros e dinheiro a frote nj
eseriotrio do Forte do Mattos n. 12.
Companhia americana e brasilei-
ra
a \apor.
At o dia 13 do crreme o esperado de Xew-
York por S. Thomaz e Para o vapor ame-
ricano Stuth America, o qual depo3 da demora do
costme seguir para os portos do sul.
Para frte e passagans, tra(a-se cora -os agen-
tes Henry Forater &C., raa do Commercio ... 8.
COHPAtflIIl
DAS
Mes^egeries mat flamas.
Ateo dia 10 do correte esper-se da Europa o
vapor fraocez Gironde o qual depon da demora do
costume, segair para Bnevos-Ayres, toeanlo nos
partos da Babia, Rio de Jatreiro e Monteviqo.
Para frates o passagens, trata-se ua agencia,
ra do Coinmercio n. 9.
No dia 11 do Correte mez espera-se dos por-
to* do sal o vapor francez Sindh, cornirundante
Mass.rael, o qual depots da -remora do costuma se-
gair para Bord s, tocando era Dakar (Gore)
Lisboa.
Tara eondigoes, frotes e passag-n?, trata-se na
gaeneia, roa do Commercio n. 9.
COJIIMMIIA
DE
Navegapao Brasileira
op
At o dia 9 do correrte es-
perado dos portos do sul o vapor
S. Jicintht) commandante Aikin-,
qual depois da demora de costa-
rae seguir para os do norte.
Desde j recebem-se passageiros e enga]a-se a
carga qne o vapor poder eonduzir, a qual dever
ser embarcada no ota de sua chegada. Encommen
das e dinheiro a frete at as 2 oras da tarde
do dia da su saluda.
Nao se recebem como encomrnendas seno ob-
j setos de pequeo valor e que nao excedam a duas
arrobas de peso on 8 palmos cbicos de modicc
Tudo quepassar uestes limites dever ser embar-
cado como carga. *
PreTine-se aos senhore3 passageiros que snas
passagens s se recebem na agencia, raa do Com-
mercio n. 8.
W gr$
COUPAMIIA
Navegado Bra sileira
, At 6 dia 8 do corrate, eape-
_wk rado dos portos do norte o rapor
Cruzeiro do Sal, eotnmandante
Cardlo, o qual depoii da derao
ra do costme seguir para os
^rtoTJoTiu. ^
Desde jifefiebem-se paasageiros e engaja-se a
carga que o vapor; podw Mukutr, a qual dever
aer omlfrnda aodl*|| Ipli Xtngada, eneom-
saeodtttidtoMima tMliftl* t- boraa da urde
dematMda.
e (oebem como ocoranMndas mo b-
icM f4Mfnao valor, e que nao exeedam a 2
loijoMtaei eobieoade aandi-
eatea limite* dever sei
9rs. patsaglfos que saas passa-
fem na fancia, ra do Coa-

Advorudos
m i_____ _
Wi |P6s_ do reino
(aaratii lm, Abo o legBMi tignwe, Miairtfo c
t.'-Sigail de pntteoijlo de '^NV1 **'tH*
vcato frBwo ufortodoN. m
(desde 0.N.0.1B. pelo N.)

t
M0o i I
'WWDfllO M-tMffOPfPtm
ifiAfeocao dos rOS'^rJ'Wrft
ba de cahir.
Ci. ttll
..i

-
4. Tetnporeldo #f.
(O.N.O. e E., pelo N.)
c iiiti
! I |
.






.

I







^horiVia Urte JfaWC'W-eAwi
oecupando o^rtWaaiiAtHrrAaDi o Hvm. Sr
fre Espirito sR^il^JJJT
L^lm lofjoa-os actos e Ur oavr a.m*iea mar
do Bom Conseno,
aHL-<8
bachtreis hu^as'/Mos Vielrade
rirt, e'lP^rBlrnSfllo VtorVrie
^rlm'tatisea erlpt'orio a roa'do
be de Caxias d, 33, i aodir.
alalos stas ehrlnqnedos
Chegou para a ra j)u|cc de Caxia amiga
qoeimado o. 1 1 um Jlnil ortimento de objec
Si
finos de
balaioa
ditos parj
coaiinlu
ditujjpjra
-nnqoe
A
O Sr. Antonio Pedro de
nha a bondade de ir a ra
realiaar o negocio ane S. S. tncarrfeoq para tff
parecer era WWfUm
ra. Recife 5 do solera
o i
1U
i
i pessea
trae me ap-
a estou a aspa-
do
objectos
a meninas
na mesa,
para ou-
e
*
mi
i ii
S.'-trrrp.
(S.E.
nio (raae le mal pelo Rio do
Direccio dos telegraphos e phares do reino, 1 de 'junho de 1871.
O director,
fJ. D. M. Mousinho de Albuquerque.
Tambern se faz publico para conhecimento dos navegantes, .qoe.emagres,
urna estarlo eletroseaiaf hofica, ligada cora a rflde telegrapbicl da Earopa.
Consulado dePortugal em Peroambuco, ^ de setembro flei-1!87l.
O 'coffsol,
C. (le Araujo Guimoraes.
Ka abaixo aWgnalo," detlaro ao reipeilavel
pnblico, dora e*pecilidad8 ao eepo do commer-
cio, que o Sr. Antonio Franc > Liberato deixoa de
ser otea esixeiro, de*de o dia 1 do crreme.
________ loaquim Campos Lima.
existe



PRTU
preteode seguir era poucos dias o patacho' portn-
guei Liberal, cap o Guilberme Joaquira Leal, por
ter a makr parte de sen carregamento engajado
e para o resto que Mu falla e passageiros, para c
que tera boas commod s, trata-se cora o referido
capito a bordo ou na praca.
Para o Indicado porto segoe em direitura
dia 10M
ateo
lobilia, prata, ooro. brilbantes e mais
bbjectbs.
Ter?afeira, 12 do corrente.
O agente Pettana,far ieilo por coala e risco de
qaein perteocer, de 1 mobilia de Jacaranda com
lampos de pedra, era boro estado, 1 dita de mog-
no, nova, 1 guarda roupa-de mogoo, apparadores,
mezas, camas, cortinas, candelabros, laoternas,
mezas de jogo, qaadros, apparelho de Maga de
janlar e almoco, vidros, caduieiros, 1 cofre, secre
BAHA
Segu para o porto cima com a maior brevi-
dade possivel por estar com a maior parte da car-
ga o biate nacional Garibaldi, capito Custodio Jo-
s Vianna : tratar com Tasso Irmos & C. ra
do Amorini n. 37.
MARANHAO
Pretende seguir cora umita brevidade o palha-
bite nacional .'Joven Arthur, tem parte de sea
carregamento prompto, para o resto que Ihe falta
trata-se com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira AzeveJo & C, no sea escriptorio roa
do Bom Jess n. 57
Para os portn do norte at
Macao
sogue impreterivelmnote no dia 6 do corrente o
biate nacional Probidade, com a carga que tiver :
qnem nelle quizer earregar para qualqaer dos
portos intermediarios, qoeira dirigir-se ao mestre
a bordo ou raa do Commercio a. 17.
cima ter^a reir Iz do corrate, s 11 Doras da
raanhi, no ar jiazera n. 7, raa do Vigariq.
VISOS DltfERS^^
Urna senbora brasileira. excellente costare!*
ra em todos os flgurioos, offerece-se para aom-
panhar alguma familia para fra da provincia ou
para o serto : qnem precisar dirija-se a ra Di-
reita n. 44._________________
Btuefioio do Jirdim do Con-
de d'Eu
As excelleotes qaadrilhas Jardim do
Conde d'En coposir;ao do Dr. Lobo
Moscoso, vende-se por 3(5000 ero casa do
tbesoareiro da sociedade do Jardim do Pa
vilbi da Aurora a ra da Imperatriz n. 2
Tubos cappillares com excellente vacina a
2,?000.
0 Dr. Lobo Mocoso vac'na todos os dias
das 8 as 10 boras da manba (as vezes que
for preciso) em sua casa roa do Vfsconde
d'Albuquerque, pagando cada pessoa 23 XX)
em beneficio do mesmo jardim.
ca
he
na rt
LEILOES.
de
BE
DIVIDAS
Na importancia de cerca
12:000^000.
O'agente Martins levar novamente a ieilo
reqoeriraento do Dr. inventariante dos bens de-
xados pelo fallecido Joaqun- de Almeida Pinto, e
por mandado do illm. Sr. Dr. jaiz de orpbos de
cerca de 2:000*000 em dividas.
Festa de Nosa Senbora do Senaculo na
igreja do Divino Espirito Santo, em com-
metooracao da reconciliado.
A's 4 e meia horas da manba do dia 8, ter Ju-
gar ama missa rezada, s 10 horas entrar a festa,
sendo a orehestra dirigida pelo insigne maestro lo-
las, e pregador o Rvm. Sr. padre Leonardo Joo
Grego ; a noote finalisar cora urna ladainha, to-
cando em todos os intervallos a msica do 2* bata-
ibo daguarda nacional.
' Convido, pois, em nome da mesa regedera, a to-
dos os carissimos irmos a comparecerem s ho-
ras cima indicadas, ali.n de assistirmos a festa e
noute por occasio da ladainha.
Consistorio da irmandade do Divino Espirito
Sano, 5 de setenabro 'de 1871.
O escrivo,
Antuoes Guimare1,
Qaem precisar alogar um criado, escravo,.
para copeiro : dirija-se a ra da Matriz da Boa-
Vwt n. 18. -," k
Hoj
Era sea escriptorio a raa do Mrquez de Olinda
n. 15, s 11 horas do dia, os preteodentes podem
examinar a relaco dos devedores no escriptorio
do dito agente.
LEILAO
DE
200 barrios com fannba de trigo marea F.
Segunda fe ira 11 do corrente
" O agente Peeiaaa, (ir Ieilo por coota e risco
de qaem perteocer de 200 barricas com farioha de
trico nova, desembarcadas do navio francez Fide-
lilfis qnaes serlo rendidas em ora a mais totes a
vontade, seganda-feira 11 do correte, s 11 horas
da manba, no armazem do Sr. Tasso Irmos, na
ponte velbade Santa Isabel.
" BE'-.-
.*; a v;
Majir Luiz Franelseo Harrcto
de Almeida.
D. Aona Accioly do Reg Barreto de Almeida
e Francisco Baptisia de Almeida, agradecem cor-
dealmenle todas aquellas pessoas que ae digna
ram acompanbar ao cemiterio, o cadver de sea
presado esposo, e'fllho, o major Luiz Francisco
Brrelo de Almeida ; e de novo os convidara pa-
ra assisurera s musas que, palo eterno repooso
de sua alma, mandarlo rezar ao convento do
Carmo, no dia 9-do crreme, as 7 horas da ma-
nba, por cajo pideso obsequio desde j se coa
lessam igualmente gratos.
Sabonetes ingleses em caixiQbas com chai-
ro o sem chairo.
Terca-feira 12 do corrate,
A 11 horas do da.
fgr interireaeo do agente Piflto, em seo ea-
aiyiBtio, i rea da Crat n. 38.
LEILAO
6B
uma caixa com chales avadados.
TERg.\-FElRA 12 DO CORRENTE.
A'i 11 l|2 boras.
Joaquina Mara da Silva Pinto e seusjneeaa-
Im fllhoa, rogara a aeaa parabtaa e a todan a
asaigoa de sea praaadiaeia esposo e pal fiui-
Iherme Ferreira Pinto, o caridoao otttqui da ae-
sirtireaa s miaeas qae por ana alma, aaaara ee-
lettar a* anatrit de Carao Sania paka 7 tona
da manla da aogunla-faira 11 do corrente, pri-
melro annivewarlo daaaa passaaMato ; per cojo
servico reigio e mem< ria do raesmo Soado.
gravarlo mais um penaor a aaa mal j ttii
m
tmro a
na ra
nana to Cabma n. 10,
. A directora da compaW da rfa Itfrea de Ba
tom, avisa aos Srs. accionistas d provmc'a d
Pernambuco, qae e-Sr.'Joio^Bapta de Cafo
Silva Jnior, se chalnerJnioido pela mamila di-
rectora de reecber aa chamadas f|ne"'-s'fdrem la -
zeodo, quando os meamos acdrinBtas'nio preferi-
reroatisXze lia ne^ta capHaJ.7
------------------;------- ''i UM I 'I'-'" '' '
A assocrco commerciaj beaeocenle reco-
atwaaado- -neceesidade-4e e*t**eleeer-ee ama bo-
f.roj!a*co,lttJainer
todas as
era
praaas cumnerciae-s nesoWVu oovd.ir
os Srs. soetVkt freqbeatar .t iala da a4socU;n,
todps 148 da atis, de 1 s i horas da l-.rde, nao
obstante continuar a e^tar como st aqu, a casa
da associaeao a diposicao dos Srs. socios.
Associacao commercial beuecente a -de setem
bro de 1871.
P. Ne?aham,
Presidente.
fJ.irTilade,
' Ufrcretario,
)\
1* 1 'M

. Antonio Jos Cordeiro Suuoes, (ausente) tendo
no dia 0 do correte as 7 horas da manhiia de
mandar celebrar mu-as na igreja* do Divino
Espirito S^Bto-^io Coilegio, pelo primeiro anni
versano do pagamento de sua saopre chorada
esposa 0. Senborioba da Silva Campos Simoes,
convido pelo presente seus prenles e amigos pa-
ra assistirera ste acto de relig'o e caruade, e
des le j, ant-cipa o< ssj< azr.ideeitne'itqs.
aHnaannnanBsSBBHEBSBMaaVnnaanlnBnaBa
Roga-se ao Htm. Sr. Dr. chtfede polica qoei-
ra fazflr jqstiga aos taberneiros, da povoafao de
Jaboatao, pois sendo esta povoajio a mais opu-
lenta do municipio do Recife, parece-me qae deve
haver Oro toque publico, de eoroeta ou sino, para
a casas de negocio se feixarera, e do contrario
as multas impostas pela polica nao scro julga-
das de Justina para os taberneims, que esperam
a benvola e disticta pessoa de V. S. plena con-
sideracao._______________________________
Alnga-se a Irtja do sobrado-silo a ruadas
Trinche iras n. 36 : a tratar na ra Duque de Ca-
lias n. 53.______________________________
JPr_cis-se de duas amas para caa de pou-
sendo uraa para o servfco interno e t-x-
ra para coidar era criaeas : a tratar
Cora-Hercio n. 44, segundo andar
*i9dnr '^i)isaie""w
pariectnao rejpeitaval publio
. e acaba e abrir am niyro esia-
beljieimeuio de phptographla a ra cima mencio-
nada, tenJo pfocbrado' por todoj os oeios possi-
veis o ajeliorara^ato e perfeigiu am lodes os tra-
balbos Coocernentes a sua arte. A galera diri-
gida po* D. Anaiia Caapelm j vantajosamente
conbecida por rauitas pessoas desta capital qae
tiverara ocjasiao de avahar os aeus Wabalhos pbo-
tographicos e as maoeiras porque se tera dedrea-
do paraTfcmJas familias lile a ta; tajado cora
sua frrq*BPa l {
Os orduTos trbala* doata'
oj.raai limitados, como e/am:
Olar dazia de canoas
pntlbgrlphia
sao
8O00
54000
Meia y
Uto aiabrotjrpo em ama linda
caixioha. -2aOO
E os maiktm proporcao.
tana Cbapela convida a todos os amantes das
artes a virem visitar seu estabelecimemo qne se
achara abeito das 7 floras da rnanhSa as 6 da
tarde. ii-ST
S medlde Cibilicita
>
ConviJa se os'socios' par comparecerprr casa
das sessoes ao dia 8 do corrente, as 10 h: ras da
manhaa, allm de proceder se a eleicao snpple-
roanur,
O sdcrwrio interino,
___________________Dias Barreto.
&T TENCAO
o
Mo tendo todos os credores do finado loao
Chriscstome deGosmo a=signad) a proposta ami
gavel.jdealara-te que se nao eoncluirem at o di 1
7 do corrente, rilo tora effeito dita pr poita.
i Hif i O Precisa-se de duas mulheren
1M A\ para amas em orna casa de faroi-
IlLTJItl.Kj lia, sendo ama para engommar e
outra par< tratar de uma meuiaa de. pouco mais
de un jmnq de najeida : nos A'fllictO", sitio n. 33.
Precisa-se de nm criado |urro ou escravo c
que cYitenta alguma couaa,*e ozinha, para uraa
pessoa s : na roa do Hospicio n. 26, segundo
andar,
ia n j
O abaixo assignad vera pelo preseote agra-
decer aos Srs. Gomes de Mattos & Ir naos as ra-
neiras urbanas com que o trataran), e bera assim
a prova de couQanca que sempre lhes desueosa
ram, isto por e-paco de seis annos e quatro mezes
que em seu estabelecimento de joias e-teve como
caixeiro. Recife 4 de setembro de 1871.
Jos Felii pe de Souza.
4' ULTIMA H0R4.
065.
Ra do Duque de Ca-
xias
acaba de receber ora importante sorliraeoto de
popelinas de la, s quaes abrem o tareco de 500
rs. o covado, nao deixem de vir ver esta linda Li-
ronda.
AO FISCAL
ds Santo Antonio.
Pede-se a S. S. que invoque sea alto mereci-
raento aos senhorea camaristas para que Ihe orde-
ne que nao consinta mais fuer se despejo de lixo
era frente da estadio do largo do Capim qua j
impede a passagem, o que b extranho mullos
camaretas, logo qae tiver or jera expressa, f.ir^a
eoiidozir o qae ha naquelle deposite, para lugar
qae nao seja lao publico.
Un* pjs$ieir da machambomba.
Um sacerdote italiano se oSerece a leccionar
atim, italiano, phy-ica elementar e geographia, por
metho o fcil e abreviada : nesta iypogr.iph.ia se
dir quem .
n\
Prectsa-se de moa ama pa-
__\ ra o servico de ama casa de
?J VUal "^1 pouca familia : a tratar na
roa da Praia n. 51, 2o andar.
Precisase
alugar cm mp'eque de 12 a lo annos, ou um pre-
to de meia dade, para pequeo smtco de casa,
de pouca familia : a tratar a roa jfova, loja n. 11
Frontspieio do t'arm.
A festa de No-sa Mi Santissima a Senbora do
Carmo, erecta na frontespieio do mesmo convento,
est marcada pata o dia 1* de ootabro prximo
futuro ; roga-se, por isso, aos Srs. procuradores
da mesma festividade, qne activera a cobranca das
esmolas, para que antes do dia designado, estejara
ellas reeebidas. ,
Precisa se de un rapaz de 14 a 16 anuos
para caixeiro de taberna, e que d conhecimento
le sna conducta : na pjvoaca; de Apipocos, ta
berna grande.______________
Alnga-se uraa casa com comnodos para
familia, na Capuoga : a tratar no mes no lugar,
ra das Creoula. o, 21_______________
ROTO SORTIMERTO
DE
BOXJGCAS
A aguia branca, a ra do Buqae-de Caxias n.
52, ootr'ora do Queimado n. 8, acaba de receber
om novo e bello sortimento de nonecas de diver-
sas qualdades e (amanos, sendo :
Cora rosto de seda, das que chorara, e eutras
que faHam.
Com rosto, mos, e ps da porcelana, e pro-
prias para vestr-se.
Obras fie porcelana
A agoia branca tem outro sortimento de diver-
sas obras de porcelana, sendo :
Bonitos e ricos vasos para 1 s de arroz.
Outros para joias.
Otttros par* sabonetes.
Oatros para enfeites de mesa.
Peqoeoaa e bonitas pas para agua benta.
Pequeos jarros para santuarios.
Outros matera para matas.
Boniioi, port relogios.
Lindas cestinbas tambem de por sellan a.
Escrivaraias de dita.
E anuo* ootroa objactoa para anfeites do mesa.
No aaftehioez a raa larga do Rosario n. 31,
pfociaa-ta|le "WB criado para todo aer vito.
-se a na caiiwro de 12 a 15 an-
a pratica da tinenta a qae d fla-
mdwJta : tratar na roa de Hor-
nos, qae le
dor de aaa
tas d. 43.
Miaaa f*a*ra
aaaraaaiaaai Franoiieo
andar na raa eam (atan- oilia e aoa amigos +f 4*. -. tara as
laja daidii 7 na ifraia da (,.& do trwamento Tf.%

. 828 t|.
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A OIiIMDA
e Beberibe.
Faz-.-e sciente aos senhores accionistas, que a
sesso da assembla geral sobre a reforma dos
estatutos contina em seus trabalhos no dia 7 do
corremo pelas 10 horas da manba, tendo lugar a
reuna 1 na mesmo lugar dos a anuncios antece-
dentes.
O Io secretario,
Luiz Loptt Castello Branco.
Os abaixo assignaos declarara que compra
rara Sra. D. Igoacia Mana dos Santos a sua ta
berna sita na Casa Forte n. 15, e como compras-
sern tivre e desembarazada de qualquer hypothe-
ca, roga pessoa qae juigar-se credora apresen-
tar-se no praso de tres das, que ser inmediata
mente paga. Recifd 4 de setembro de 1871.
Andr Busson.
Manoel Souto Lino.
AMA
familia
Precisa se de uma ama para o
servico de nina casa de pequea
na ra da Conceico n. 37, na Boa-7isia
AMA
Precisa sede uraa ama
treita do Ra|ario n. 28.
na ra es-
AMA
Precisa-se de ama ama : a tratar na
tra ves-a da S. Pedro n. 4, 1* andar.
Precia*se de am cozuheiro que eolenda de
hotel : a tratar na raa da Cruz do Recife n. 29.
Aluga-se por festa ou por anno ama casa
terrea em Apipucoa : a tratar na ra Sele ce Se-
tembro n. 1.
'
Maria Hermelinda da CuOdaicao, Hequelina Ma-
ra de Sant'Aooa e Pedro f>lettloaVda Trindde,
agradecen) a tedas as pessoas que acompanharam
o enterro de seu maito qaetldo e prezado e sem-
pre lerabrado e-poso, genro e candado Jos Loiz
Gonzaga do Monta, fallecido a 4 de setembro de
1871 ; e de novo convidan) as roesmas pessoas
para asslstirera as roissas do stimo dia, sabbado
9 do corrente, no convento de N. S. do Carmo, as
6 horas da manba, pelo repoaso eterno d'alma
do mesmo fallecido, e desde ja se onfessara agra-
decidos por este acto de reigio a caridade das
alraaa bom formadas.
TTII II
_)

Patricia Jos Ta vares de Vasconcelos, Martioho
Beierra de Menezes Vasconcellos, saas filhss. o-
ra a genro Jerooymo' da Coala Lima, agradecen)
cordealmenle a todas aa pessoas qne lhes tUeram
o earidoso abseaulo da asalatir as exequias cele-
bradas no dia 3 do crreme aa igreja de Nossa
S^nora do Carmo. pe > repooso atao-da ana
prosada Riba, iraja e cuahada, Pampolina Be-
ierra de Vasconeailos, e protas(ad grado. Uzea rogara aa dignem da aova assistir
a missa qae por alma da ttsra* .fallecida (arlo
rezar na referida Igreja as 7- hora* da manba do
dia 9 do Brrente, do que desde jan naaimra
9 "" "
caixeiro da loja
Si ^ alma U-0 MU ^P08rlPhi a
tf.'. Convida-ia/a- teraM.
que
gata Branctrqaeira
nagocio da sea in-
Pode ser procr44l6 *wn-
aa de ac de TriSto % "m
liudeiiM mito, 1, 4)6 Wi
ca% dos S 9.Ktler& fi.$k
rwia Cruz N. i 5
bom do
Precisa-aa tallar!
Eataquio Anta
largo d j Pa*
Afiual chagon. aova cufiasideo
deosado-1\ Soissa, plr>. "f*pof *'
desde j rjtjiwos esrWratfr/Mff'"
dadores e ftt)ttinddbr0liM
Keller Cu ra da Croa a. I
Precisa-se de ama ama para fazer o.ad
casa do ama familia composta da du-as r
exceptaandoo lavar e engommar : quem
dirija-te a esta typogrepra para trar
-
Offerece-se uma ama para, criar, con aMnV
bom lene : tratar na roa do Bram a. licitan
* aa 4 horas da urde._____________.________
Aloga-se o segando andar o sobrafl'aV
ra da S-nzilh Nova n. 30, para pequea tami-
lia : tratar na loja.
Preci.-a sede uma arpa forj
ra pouca familia : na ma larga
Rosario n. 20. 1 andar,_______
Preci-a-se e ama ama de me idato
para comprar e coznbar : na ra I
AMA
utm
AMA
numero
Rogase aos Srs. abaixo essigaados
compnrecam travesea do Carmo n 1,
afim de ultimaren) os negocios qua Do IgaM
Bevenuto Duarie, morador na Escada.
Joo Baptisla Aires Monteiro, morador na El-
cada.
Francisco Amonio Cavalcante, morador em Ga-
raelleira.
Manoel Delpbim de Almeida, morador em ta-
lo Aoto.
Joo Antonio dos Santos morador em Sanio
Anlo.
Antonio Barbosa Cavalcante, morador no enia*
nbo Boa-vista, do Cabo.
Bernardino Ferreira di Cruz, no engenho San-
t'Anna, freguezia de Jabuato.
Felippe Nery da S.lva, morador no engenho
Santa Rosa.
Flix Jos Cavalcante, no engenho Novo, fregaa-
zia da Jaboaio.
Flix Jos Cavalcante Jnior, no engenho Novo,
Jaboatao.
Silva, morador no Brejo ao
Maltas,


freguezia de
Jo3 Francisco da
Bonito.
Jos Felippo de Mesquita, no engenho
freguezia do Cabo.
Jerooymo Rodrigues, na Esc.da.
Agostiuho Lopes da Silva, em Qaipap.
M in el An'onio da Silva, no engenho Boa-vista,
freguezia do Qabo.
Jos Jaaquim da Silva, no Limoeiro.
Francisco Antonio Pinto, morador em Caruar.
Fe!:.\ Cavalcan;o de Albnquerque, morador em
Gamellera.
Jos Feliciano Porlella, morador na Ilha ds
Santo Aleixo.
Ricardo Nunes Cavalcante, no engenho Jivua-
da, freguezia de Jaboatao
Coorado Ferreira de Barros, morador em Ga-
melleira,
Joo Alves de Oliveira, em Una.
J"o Apolonio Cavalcante, morador em Vanea
de Una,
Miguel A. P. Nazareth, no engenho Hallas do
Cabo.
Florencio Jos de Oliveira. na Varzea.
Antonio Luiz Aives, no engeiho Boa-yista, fre-
guezia do Cabo.
Francisco Monteiro Gusmo Lima, no engenho
Mangueira, freguezia de llarreiros.
Panlioo Francisco Bastos, morador em Fro da
Una.
Francisco da Rocha Accioli Lins.
Jus Ferreira Cavalcante.
Anar Avelino Pereira de Souza.
Gaetano Alves da Silva, morador
leira.
Epifanio de Franca e Mello, no Recife.
Francisco Briogel de Almeida Gaedes.
Joaqaim LourenQo de Barros.
Antonio Cyriaco de Moraes, moralor m Vera-
Cruz.
Heleodoro Acacio Rangel, em Gamolleira.
Joo Jo.- da l'.i-ta S.i-.t .-.
Vicente Alex radra Civalcanle, no engenho S.
Roque, esta-o de Ribeiro.
Silvioo Rodrigues Cardoso de Barros, morador
na Escada.
Antonk Gonfalves Ds.
Joo Francisco do Reg Barros, morador no
Babo.
Precisa-se de uma ama para cozinbar era
casa de pouca familia : na ra das Cruzas a. 38,
3- andar.______________________________
Perdeu-se um embrulho com tres volumen
da obra Martins, o engeilado, perteocente ao Ga-
binete Portugtidz, ten lo dentro de ama folha um
bilbete assigoado Francisco Tavares da Silva Ca-
valcant: quera achou rija-te a ra do Bangdi
n. 53, qua ser recompensado ____________
- Na thesourana ds loteras precisa-aa ala-
gar ara moleque de li a 16 annos para aervico
de casa de familia.
OSA Di FORTUNA
Aos 5.000
Bilhetes garantidos.
K roa Primeiro de Mar?o (ootr'ora fu n>
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos aros fe-
Uzea bilhetes um qnarto n. 2606 com 5:600*000.
quatro qoartos n. 1978 com 800*000, dous meios
o. 2831 com 300*. dous-meios n. 530 com 100*,
um quario n. 2966 com 100*, e oatras aortes da
iO* e 20* da lotera que se acaboa de.altrabir
(206"), convida aos possuilores a virem receber
oa conformidade do cosame sem descont algnm.
Achara-se a venda os bilbetes garanndoa da
II.* parte das loteras, a beneficio da ora igre-
ja de Nossa Senbora da Peona (207'), que aa ex-
rahir sexta-feira 15 do corrente mez.
PRECOS.
BHhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*590
Em poreao de 100*000 para cima.
Bilbete inteiro 8*000
Meio bilbete 2*750
Quarto 1*375
Manoel Martins Fioza.
;


r
Precisa- se de ama i
escrava, para o
interno de uma casa al
familia composta de,nas
peaaoaa : qoata tirar-di-
rija* ao
nha, no oaei da companhia Peraa
ah achara oora qoem tratar.
Aluga-se
ama excellente ca*a na roa Angas
tratar na do Alecrinrn. 38.
K



I

Diaria da Pa^iiajuJauba
QhmU fera 7 da
ro
>tr
1871
-*
til
Ha
amad* Reda
d urna ama para

=
?M a i C
Si
A
MC
Joi.0 DE NlTHEBOHY.
Da) dea preatamas qoe mais lem preoeeupado
ajlasclo dos legisladores e dos economistas mo-
m, partcnlanaente u Iblaterra a na Fran-
&e acerca do qaal, alada em 1868, L. Wolowki
aun profundo e aotavel discurso, o qie trau
adormir a regularisar, manteado o equilibrio
m$nm mteoesse a hum anidado, o trabalho das
estancas us masofacturai.
Btta nestio grave e melindrosa, cometa a ser
oa*e i de alguna imporuncia, e merece que a
anmiaaiaoa mi criterio, tanto mais que forcosa-
lOTili na subetituiclo do elemento servil lera ella
ele eooaiderar-se efflcacissiraa pare o futuro des-
vDivimaMo de nossas indoirlas.
fUeordando eom o celebre economista de que
flMisaan o prouodo pensamento do poeta inglex
rae dMi .-A enanca o pal do hornera part-
hamos umbem os seos generosos sentimentos re-
laflrameoie i cssas frageis e delicadas creatnras,
rae inda na primelra iniciaeo da vida prestam
ja tib importantes servicos i sociedade.
Qaalquer que seja o ensiao oa o labor em que
M exereitem as toreas anda debis dessas fracas
oxisteocias, deve presidir o maior escropalo su
diroceao, a maior vigilancia e cuidado no emprego
iatribuicio 4o lempo, porque do sea resallado
foe*, e d'eslas as grandes conquistas do futuro e o
progressivo aperfeicoamento social.
les seclos anteriores as industrias oceupsvarn-
m maja com os productores. Ao scalo XIX com-
pete a (loria alo t de melhorar o fabrico dos
productos, tornand-os mais perfeitos e mais ac-
essiveis a todos pelo qaantidade e modicidade do
preco coran a sorte a condico, a existencia do
lrabaJhador, do hornera.
Wolewki cita a este respeito as palavras de
Gladetone, que, em ama reunio de operarios in
glezes, fa lando-lhe* tanto em seos direitos, como
md seas deveres, disse: >0 nosso scale o se
culo do operario: e accrescenta que esta phraae
nao sabio de bocea saspeita, pois Gladstoae nio
perten^ ao numero daquelles que lisoogeam em
vez de servir ao peto.
O hornera d'este modo encarado como beni
primordial da prodaeco do bem; e o notavel au-
tor que nos referimos entende comnoseo que a
iiberdade que elle eonquiston tira toda a sea forca
da energa da alma assoeiada saade do corpo,
da eleva cao do espirito que proporciona o desen-
oolvimento progressivo da habilidade pessoal.
Foi ba ingieres comprebenderaro que o instrumento acti-
vo, o operarin, obedecia outras e diversas neces-
eidades que as que sao parlilba do instrumento
material.
Foi por este motivo que se marcaran) e regola-
mentaran) as horas do trabalho as manufacturas,
e se ailendeu sobretudo a que as enancas rece-
bessera a um tempo o ensiao da fabrica e o ensioo
da escola.
Em 1863, diz anda Wolowki; sanecionen-se
na Inglaterra a prole, a vigilancia penetrou no
aeio das vastas commnnas industriaos, formadas
boje era roda da machina de vapor, dessas vastas
eommnoas povoadas por miihares de operarios.
A lei de 1802 fixoa a idade em que as crianca*
podiam entrar para as manufacturas e limiton a
duracio do trabalho.
Pois bem. Este grave e bamaoitario problema
que levou quasi tneio scalo a resolver, e preoc-
cnpou a alleocio de lautos bomens de estados
eminentes, como foram Roberto Peel Lord Aslhey,
toje Conde de Chatt-buago, georo de Palmerstoo,
e maitos cutros, assigoalando urna pagina honrosa
na historia da eivlisaco moderna, acba-se reali-
sado, e dando salutares resallados entre nos na
fabrica de cigarros de S. Joao N'ilherohy, da qaal
-o proprietarios es Srs. Souza e Novaes.
Ja ti vemos occasiso o anno passado, de escre-
ver algumas linhas acerca desle importante esta-
belecimento, e luje, depois de nina visita que ti
sernos ac novo edificio ampliaremos aquello nosso
trabalho.
A casa onde actualmente est estabelecida a fa-
brica sem duvida um des melbores predios da ca-
pital
Alm das espacosas accommodac5es interiores
livremente arejada como convm a tao numerosa
agglomoraco de pessoas, o predio exteriormen-
'e de urna architectura simples e elegante, e tica
a pencas bragas do mar, onde com auxilio de urna
ponte os productos sao com facilidade embarcados
e condozidos para os mercados.
Cerca de duzentos meninos ahi recebem o ensi-
ao manual, iotelleclual religioso e mcral.
A mais p-rfeita ordem, sem a severidade de nma
rtide disciplina, mas antes aconselnada pelos pre-
ceitss praticos da autoridade, d um aspecto agr-
dav3l a esta afanosa communa de pequeos ope-
rarios e ejperancoso ncleo de futuros e raoralisa-
Jos cidados.
Em uro vasto salao das 7 s 9 horas da tarde
depois do trabalho e do descanso aprenden) os me-
sinos os primeiros elementos da leitura da escrip-
ia e da contabilidade. Dissemos primeiros ele-
mentos porque acreditamos que as nocSes rud-
nentaes da escola no sao outra cousa mais que o
nstrumento com que mais larde se deve concluir
apereico&r a educarlo. Nao custa saber 1er o
essencial e fazer uso disereto e aproveitavel
desee poderoso motor do nosso aperfeicoamento
moral
Depois do trabalho manual e do ensino da es-
cola depois mesmo de algumas horas consagradas
aorecreio era preciso amemsar com o estado de
algans dos ramos das bellas- rtes as tarefas in-
fanta.
Neste intuito foi creada urna aula de muzica di-
rigida p r hbil professor.
Com pouco tempo de exercicio e o ardor prc-
prio da mocidade j alguns dos alumnos tocam
com verdadeiro adiantamento os instrumentos que
esolheram, e pode dizer-se que a fabrica tem
boje nma banda de msica sua disposicao, o que
alm da aocresentar urna agradavel prenda
edaeac.) dos apr^ndites, dispensa dias festivos do
eetabelecimento, o concurso dos msicos estra-
nhos.
Ora, o grande resultado colhido por este duplo
systema do ensioo manual e simultneamente in-
toleetual, que os productos da fabrica de S. Joao
de N therohy, redobranda de valor pela qualidade
e perfelcao augmentam tambem a toa procura no
mercado s naturalmente os avultados interesses
dos productos.
Estabelecida assim com os outros estabelecimen-
los do mesmo genero a lula da concurrencia, que,
no dizer de um notavel economista, nio outra
consa mais que a manifestacao pratica, a face
material da Iiberdade. claro est que as condicoes
4o trabalho livre comecam ja ser assentadas, en-
tre nos em bases sensatas e de consequencias pro-
ficuas.
Ligamos un alto apreco s tentativas e aos re-
sultados desta ordem.
O Brasil precisa empregar todos os seus esfor-
$os na prt paganda industrial, no esqoeeendo
nunca que a quantidade dos productos nada re-
presenta, si ella se nao tornar ao mesmo tempo
reeomnendavel pela sua qaalidade, e que esta 6
e obtem cora auxilio efflcaz dos prodactores ha-
bis e int -lligento?.
Acreditamos, pois, que os Srs. Soaza e Novaes
prestara nm imporiante servigo ao paiz e temos
eempre prazer em mencionar os estabelecimentos
desta natureza, n2o s em referencia a esta fabri-
ca, como a todas que estiverem fondadas oa se
fondem d'aqui em diante as mesmas circums-
tancias.
O nico deposito nesta cidade no eserlptorio
de Domingos Alves Matheus, roa do Viga-
rio n. 21.
________________________________A. Zaloar.
Precisa-se de ama ama de leite de cor parda
oa branca: a tratar na roa Nova n. 21 : bem
cano pede-se qoalqasr pessoa encarregada de
alaga-las, apparecer nesta casa para o ajuste.
Os abaixo assignados participam ao publico
ceral e s pessoas com quera tem transa icbee
aa pariicu ar, que o Sr. Antonio Joaquina de Bri-
t iaixoa e ser sea caixeiro. Beeife 1* de agos-
to da 1871
Tasso Irraaos & C.
O* nradore da maua falUda de Joo Fran-
ebeo torges farralia rogan aos dorador
esna massa se sirvam de tatislatar o pagaman-
to de seos dbitos at o da IS do corrate awz,
visto dapaia daaia data ter-se de proceder a' co-
braaca fadfeiaL
Beeife 4 de letambn de 1871.
tBI
DTVETOT
nica casa neste genero
M--Ri! EslreiU do Kesario--U
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
PRECISA-SE
de orna molber que coxinne e eneemme para easa
de pouca familia : na ra do Cabug n. 9, botica
Aioga se o 1* andar e os dous armazens da
casa da roa do Vigario n. 3, proprio para escrip-
torio e deposito de fazendas por ter grandes aeom-
modaeiaa : a tratar com Manoel Alves Guerra,
pai on filho.______________
RonHMnl
orrvao aa ddaoV^^^H
iar, pala laroeira chamada desta
de daieaaWo prximo
aairo, pamova 1
por ana motivo 4 da
ana; aoia V. 8. ae are lecabrar ana asta nagodo
damahdaortoamme, aqoaaA) oaanhor ana
(Uto aa achare no aa nesta a
Attencao
i
Oa abaixo assignados scientificam ao raspeiu-
vel corpo eommercial desta praea, que de eom-
mam accordo disaolveram a sociedade que gyrava
sob a razio Ramos A- Temporal, isto no da 7 do
mez vigente, como consta do distrato social regis-
trado no tribunal do commereio, fleando a cargo
do ex-socio Jos Bom Bamos de Olivelra a liqoi-
dacao, activo e passivo da extincta firma. Beeife
31 de agosto de |87l.
J. B. Ramos de Oliveira.
i Clementino Horeira Temporal.
AOS 5:000*5000
Esto i venda os felzes bilbetes da lotera d
iahia. na casa feliz do arco da Conceico, ioja d<
iqrives no Beeife.___________________ '
ATTENCAO
a
Para qaem pretender et tabelecer-se eom pouco
dinbeiro, e em um dos melbores lagares da cida-
de de OtBda, por ser a primeira casa em frente a
estaco dos trilhos urbanos e deposito do encana-
ment do gaz e agua, tendo dita casa ja um hotel
em pequea escala, e o motivo da venda o seu
administrador ter de fazer nma viagem ao sol do
imperio quem prjtend-r diriji-se ao mesmo es-
tabelecimento ou na taberna do Sr. Joao Coelho do
Rosario.
SITIO.
Aluga-se um grande sitio na entrada do becco
do Espinheiro, murado na frente, com boa casa,
eccheiras, tanque para han lio, vivemos, frueteiras,
etc., e prximo a estaco do Manguinho : a tratar
na roa do Apollo n. 30.
Pede-se aot abatato declarados tereta a bonbada
de vir aa roa de Pedro Affonso n. 44 (ontr'ore da
PraU) a nagaeto a atoa mtwaiaaa.
Antonio Ut da Amoejaarmie.
Beinardfcardoao Moratra A C.
Bastos & Amorta.
TbereneioAlbanof^arraira. ,., .
Francisco Marqnaa Lanos Mkaifo.
Manoel Harn Lamas Janir. i.
Joio Ferreira Carvals.
Joio Jos Gomas dos Santos. I i.
Jos Nones de Paola. ^*m
Joio da Silva Coimbra.
Francisco Florencio da Silva Grillo.
Antonio Lopes ebaves.
Antonio de Mello Rodrigues Lonreiro.
Jos Antonio de Guarni.
Joaqarm Aatonio de Soaza. -
Manoel Antonio de Souza Bioeiro.
Alberto Jaeintbo de Songa. t
Joio de Souu Nanea Piato imorira.
Narciso Jos FraaeiCo Paraahoi.
Augusto Jos dos Santos Miranda.
Henrique Manoel da Silva.
JosO Mara Gomes Ribeiro.
Joio Antonio de Mattos Abreo.
Joio Fernandos de Oliveira Gamito.
Antonio da Sonsa Jnior.
Antonio Soares Meirelles.
Candido Foja da Mello.
JoSo Valentn Da* Villela.
vos Gabriel Gomes.__________________________
Extracto de carne
Do Dr. Ubatuba
Fabrica de podras brancas na provincia do Rk
Grande do Sol.
Em latas de 2,4,8 e 16 eneas. nico deposi-
to em Pernambueo, na pbarmacia americana de
Ferreira Maia & C. : roa Duque de Caxias no-
mero 57.
SITIO
Precisa-se alogar ou arrendar um sitio e casa
para pouca familia, preferindo-se nos seguinles
arrabaldes; Aflictos, Rosannho, Espinheiro, En-
camelo e em qualquer lugar destas immedia-
coes que nao exceda a urna legua de distancia da
cidade : quem o ti ver dirija-se ao pateo de S. Pe
dro n. 11, que achara com qaem tratar.
CASAS
Aluga-se o primeiro, segando andares e sobre-
sotao da casa n. 6, cita a roa do Livramento : i
tratar na Ioja do mesmo predio.
Sustento restaurativo da
snude
PELA VERDADEIRA FARINHA
A, DuBarry d'Arabia
Os abaixo asssignados fazem scieote a seos fre
guezes, que pelo vapor ioglez La-Plata receberari
Jegunda remessa d'essa excedente farioba, cuje
uso muito se recommenda para as criaocas, pes-
soas debis e convalescentes, applicada com reco-
nbecda vantagem as conslipacoes, diarrbeas.
nausea do estomago, tosse, escarro de sangue
pbibvsiea, etc. etc. Preferida anda pelo agradavel
sabor.Uniricoa outra qualquer.
ADVOGADO
D. Joaqi'im Correa de Araujo
67Ra do Imperador6.7
Attenpao
Aluga se um sitio em Agua Fria de Beber i be,
muito bem plantado, para se passar a festa mui-
to commodo : quem quizer dirija-se a estrada ne-
va de Beberibe para tratar na venda do padre.
Or pilaos.
O cartorio de orpbos, escrivao interino Guima-
raes, na ra das Cruzes, sobrado n. 34.
Superiores cigarros do Rio
de Jneit*o.
Domingos Alves Malueus, nico agente nesta
provincia da fabrica imperial ae cigarros de S.
Joao de .Nitherohy, estabelecida no Biode Janeiro,
tem sempre um completo sorliraento de todos os
cigarros, fumo pieado e en latas. Tem igualmente
os afamados cigarros Conde d'Eu, feitos com mag-
nifico papel de palha de milho e fumo superior'
Para governo de seu i freguezes, que tem estabele-
eido depsitos fillaes, oas casas dos Srs. Thomaz
Francisco de Salles Bosa e Manoel de Souza Cor-
deiro Simoes Jnior, no bairro do Recife, e todo
3uanto for vendido em outras casas com a firma
e Souza Novaes & C. sao falsificados.
AVISO
O abaixo assignado, ex-socio e lir ,io da
extincta firma Ramos & Temporal, p.-,_ \ todos
os senhores devedores aquella firma, "q, jatpara a
cobranca de seus dbitos amigavel ou juaifalmen-
te, e ajuste de contas, tem antorisado a nova fir-
ma, de que faco parte, Jos Bom & Silva, que faz
constar para seiencia de todos.
31 de agosto da 1871.
J. B. Ramos de Oliveira.
Subloca-se o arrendamento do pre-
dio da roa do Mrquez de Olioda n. 23,
com grandes cemmodos para qaalqner es-
tabele cimento eommercial, tanto no pavi-
mento terreo como no andar : a tratar
com Aotooio Jos Rodrigues de Soaza, na
thesonraria das loteras.
Offerece-se um rapaz para caixeiro de co
branca dentro da cidade en ambaldes di mesma .
quem de seu prestimo qoizer ati isar-se dirija-se
a ra do Bartholoroeu n39.
Precisa-se de um caixeiro qne tenha prati
ca de taberna e d fiador a sua conducta: na ru
do Paysanda' n. 21.
O abaixo assignado tem justo e contratada
com o Sr. Aotooio Gomes Valentn a compra de
um pequeo terreno sito ra do Conde da Boa-
Vista, outr'ora roa da Esperanca, contendo 13
l| palmos de frente e 119 ditos de fundo, o qual
divide pelo nascente e norte com o terreno da
Sra. D. Josepba Mara Pereira e pelo poente eom o
terreno do mesmo abaixo assignado, se porm al-
guem se jolgar com direito-ao referido terreno, oa
sobre elle tenha que allegar, queira faze-lo por es-
3) Diario no praso de 3 dias a contar desta data.
Recife 4 de selembro de de 1871.
Francisco Alves M nteiro Jnior.
Em a noite de 30 para 31 foi encontrado
pela patralba de rooda de p-ilicla um individuo
que coodutia urna gaiola com om passaro e dous
papagaios em cima, e sendo perguotado como ba-
va obtido aquelles passaros, deixou-os Qcar e poz-
se em luga :quem fdr, pois, sen legitimo dono,
queira ir roa do Nogneira n. 30, que dando os
signaes Ihe serio entregues.
FOilDICAO
DO
BOWMAIV
Vapores pequeos pa des-
carla r algodio.
1^^. Precisa se de urna ama pa
\k\ la\^Bk\ ra -""vico interno de urna
^b^l \B|D ^K1 """ A" '""i* '' tratar ni
ra do Vigario n. 16.
casa de familia : tratar na
Aluga-se
om sobrad) de um adar e sotao muito bem con
nervado a limpo. no principio da ladeira da Mise-
ricordia, em Olinda : a tratar na ra do Imoera-
or a. 23, armazera do Campos.
Veude-se o tritio Olho de
YUTO.
Em Ponte de Ucha.
Este sitio tam um sobrado de um andar e an-
dar terreo, eontm 4 sallas, 9 quartos, 2 coziahas
com bous fcgoei e foroo de ferro, este sobrado
circulado de janellas. Tem em separado grande
cocheira para cavados, casa para feitor e esera-
vos e bem assim casa para fazer farinha com seus
misteres para tal im. Esta easa tem na frente
bnos cantelros para flores, com por tao de ferro
para a estrada do Parnameirim, grande sitio ar
borisado c >m grande diversidade de frueteiras,
grande baixa para capim, podendo sustentar por-
cao de vacias leiteiras para as quaes tambem tem
commodos de recolbimento.
Os fundos da dita casa e sitio deitam para a li-
nba frrea que eegoe desta cidade para Apipocos,
e se acba livre e desembarazado, visto que as
quesloes que os consenhores de dito sitio tem
eom os eropreiteiros de ditos trilhos apenas diz
respeito ao terreno que elles ora oceuparo, e os
prejuizos que por tal motivo tem ciusado.
Os pretendentes p^dem-se dirigir roa Duque
de Celias, Ioja n. 43, ou ra do Aragao, boje
na do Viscoode da Pelotas 13. casa n.
~ AMA DE LEITE.
Furto Calvo.
Preeisa-se de ama ama de leite que nio traga
filho: a tratar na roa do Viseonde de Goyanna
a. 8, outr'ora ra Real (Estancia). -
O abaixo assignado, tendo acceitado no dia 8 de
maio do corrate anno diversas ledras commer-
ciaes, saccadas pelos Srs. Francisco de Paula Lin-
doso, e Antonio Francisco Lindoso. era pagamen-
to da compra que elles e suas omitieres fez das
partes que possoiam no eogenho Gloria, outr'ora
Matto-Grosso, oo termo de Port) Calvo, da provin-
cia de Alagdas, assim como outras saccadas, fa-
vor do Sr. Jos Vicente Lindoso, pai d'aqoelies, em
pagamento das rendas de grande parte que pos-
sue no mesmo eogenbo, como todo consta das
respectivas escrip'.uras : previno em tempo que
nioguem hq\ negocio com taes letlrai,' e qne nao
pagar a quem j as houver negociado, porque
loteirameote Iludido nesses contratos de compra
e arrendamento, val propr em uizo a aeco
competente para iovalida-los. E para que assim
conste e todos saibam que nada valern aquellas le-
tras, e nem do abaixo assignado recebera feo
importe no veneimento, faz a presente publicacao
pelos jornaes das provincias de Pernambueo e
Alagdas.
Eogenho S. Pedro e Porto Calvo 18 de agosto
de 1871.
Lenidas Pereira Buarque.
fjfe'
vaiiihii|J|
i.
simUer
impossivel
ima fallaram,
is pela ana
de feri
BVA DA iJtlPEHATRIZ H 3
Os proprietariot deste bem conhecido e elegante estabelecimento, scientificam
ao reapertavel publico em geral, e com especia lidade ao bello sexo (asas ama veis fre-
foeai) aoe teem recebido pelos altimos paquete da Europa, om lindo e variado sor-
timento de todo qoanto 6 precizo para orna senbora (qoe se presomir ter bom goato)
oetapleur om elegante e invejoso toilet.
O propretarioa contando com a valiosa coadjavacao do sexo amavel, teem sor-
tido o sej^ej iMento de tudo qoe de melhor se desejar possa
0 ilos jnlgando muito tnfadonho oa antes por assi
menctooar c* ii peros objectos qoe compoe o bello sortimento de q
contentam-iMHas em relacionar aquelles que julgam mais recom
elegancia, no*4eple e commodidade dos precoe, cono sejam :
Lindos leqaes de marfim a 8^000
Volus de correles de borracha a i400
Lindissimos leqaes para meninas a 2AO00
e2|800
Leqaes de madeira a imiUfo de anarfim
a 14000
Penies de regaco para meninas a 240 rs.
Ditoe com chapa de metal para afinr a
Dazias de liaba de carretel 200 yds. de 80
a 180, 800 rs*,
Fivellinhas de madreprola para pulceiras
o par a 2^500
Caigas com 100 peonas (Perry) a 800 rs.
Duzia de meias para senhoras a 4*5000
Agulhas peta crochet a 140 ra.
Dozia de botSes de setim para vestidos a
320 ra.
Caixas eom 40 papis de agolhas fondo de
oo ro a 2(|fJ00
Golliobaa de fil 4 cambraia bordadas a
240 rs.
Garteirinbas com agolhas de todas as qaa-
lidadea e com om toque de ferrugem a
240 rs.
Ditas limpas a 500 rs.
Redes iavisiveis para cabello a 400 rs.
Leqaes de madeira a imitacao de sndalo a
2000
Tem tambem grande qaantidade de flores
francezas, fitas de sarja de todas as cores
e larguras, ditas de vallado, pretas e de
cores de todas as largaras e de muito boa
qaalidade, ditas de setim e de seda.
Retroz de todas as cores e de muito boa
qaalidade
Lindas cestinbas de palha bordadas rica-
mente i froco e proprias para meninas
de escola.
Finissimas meias de fios da Escocia, arreo-
dadas e proprias para tapatinho raso.
Completo sortimento de bico de ceda branco
e prelo e de ptima qualidade,
Bonitas capellai para nc ivas
Lavas de pellica brancas e de cores.
A final existe neste estabelecimento um completo e variado sortimento de tudo
quanto ha de melhor e de mais elegante.
Os proprietarios rogam as Exmas. Sras. a visitaren) o sea estabelecimento afim
de se convenceren! do que fica dito, e no caso qoe nao queiram dar-se a este trabalho
poderSo mandar buscar os livros de amostras bu qualquer objecto, os quaes ser3oim-
mediatamente remanidos.
Ra da Imperatriz N. 36
SA LEITO & OLIVEIRA.

RA DA IMPERATRIZ N. 55
PERNAMBUCO
mi*. E. IB. BUIMSON, gerente da tinturara franceza da ra da Imperatriz n. 55, tem a
honra de participar ao respeitavel publico d'esta cidade do Beeife, que elle acaba de comprar este im-
portante estabelecimento, e que centinuar a empregar todos os seus esforcos, a applcar todos os seas
conbecimentos d'arte de tngr e de lavar, assim como se esforzar para obter em seus trabalho-
es melbores resaltados, afim de conservar e augmentar o grande crdito que este estabelecimento
tem at boje justamente merecido.
Tem esperanzas de que consolidar mais e mais stia reputacao de artista tintureiro, e c
modo por que sabe tirar as manchas e nodoas de qualquer fazenda ; reputacao que o tornou tao
conhecido as eidades de Franca, taes como Nantes e Bordeaux, aonde oceupon o primeiro lugai
de contra-mestre na importante casa do Sr. Ronchn ; Marseilte e Lyo aoade adquiri encllente
nomeada durante o tempo que all esteve, eem Pars, aonde acabcu o seu aperfeicoamento tinlurial.
sob a direccao de Mr. Joli (o filho) vice-presidente do Curso de Chimica e Tinturara (sito na ra
Nova de Be.voli n. 98) primeira casa de Franca neste genero, e aonde o Sr. Gautier, ex-proprietaric
do sea estabelecimento o foi engajar com o titulo de contra raestre no servico de tinturara de seda
o la.
Em relacjio cora as raelhores casas de Franca, que se empregam neste commereio, estar
sempre a par de todas as novas descobertas e combinaeos de cores, e procesaos melhorados.
Emfim, espera que urna justa apreciaco dos seus trabalbos, far augmentar a sna fre-
guezia j tao grande e bem organisada.
Eis os seus principaes trabalbos :
GRANDE ESPECIALIDADE.
Tiragem a seceo de qualquer nodoa em panno.
Lavagem de qualquer vestuario de hornera, mu-
Iher on crianca, sem o descozer e conservando-lhe
o brilho de novo.
Tiragem a seeco de qualquer nodoa em seda.
Lavagem de vestidos de seda, de qoalquer cor,
chales de seda, chales de crep da China, cache
miras francnza<, tarlatanas, chales de merinos, ves
tidos de veludo e chapeos de qualquer cor
TIRAGEM DE NODOAS.
Tiragem de nodoas em seda, veludo e la, fazen-
do desappp.recer qualquer mancha resinosa ou de
gordura.
Vai se as ca3as para o trabalho de tirar nodoa?
nos movis ou tapetes dos salos.
T1NGIMENT0 DE SEDAS DE COR,
Tinge-se vestidos de seda e gorguro, chales de
seda e erepe da China de todas as cores, assim
como veludo?, rendas e bicos.
TINTURA PRETA EM SEDA.
Tinge-se vestidos, chales, filas, rendas e lou
lards.
Garante-se a boa qualidade da tinta e que a fa-
zenda ticar parecendo ioteiramente nova.
TINTURA DE LA EM CORES.
Tinge se roupa de bomem, de mulber ou de
crianca em la, sem descozer e na cor que se de-
* jar, quer a fazenda seja lia pura, seda e lia e la
lgodao, ou as tres qualidades juntas.
Poupelinas, alpacas, rep?, merino", casimiras
damascos etc., e em todas as cores que se queira
TINTURA PRETA EM LA.
Vestidos de homem, de mulber e de criaocas
sem vrem'de- \..-.idos, e garantindose a boa qua-
lidade da unta, nao sujando a roupa branca.
Todas as qu&liJades de fazendas, assim com;
chapeos de fellro, de Manilba, de palha de Italir
ou do Chile
Tudo por prepos commodos.
Florescente
! 2* e 3'
i
CASA.
Alagase o 3* andar do sobrade da ra Direita
Ja, 36 COBLfOniaJodos para grande familia, a chave
para ver est ns Ioja defroote n, t9, e para tratar
asa roa da a4?ia in R??tfe p. VsjaJl
Alagara o 4, J* e 3* andares do sobrado ra
io Padre Florlano, todos pintados e preparados de
M tratar na ra larga do Rosario n. SI/
O eogenho Limo Doce precisa de um feitor,
preferiodo se portuguez e que tenha hbil tacao :
traur eom Leal it Irmio, a roa do Mrquez de
Olinda n. 156, i" andar._____________________
"p^cisa-re de uia ama ,iars lodo ser-
aMa
M< j'a* ra e
j.
rjni>
O abaixo assignado Sr. do engeobo Maeaco, do
termo de Agua-Preta, faz sciente ao respeitavel
publico que moda o nome deste seu engeabo pa-
ra Florescente, visto aa duas safras que moe sof-
frer descaminho de eartas e cortas da assaear ;
altribuo a engaos por bever mais engeoos do
mesmo nome que transitm tambem pela vm fr-
rea, palo que desta data em dianle seta conhecido
por Florescente.
Recife, 1* de selembro de 1871.
_________Jos Firmino Telxeira Papaleante.
No sitio do Cafando precisa-se defnm mani-
no de 12 annos pa apaWar Jajlguns animaes
quem es ti ver na cireantsUndgOe se propr, diri-
ja-se ao_ mesmo sitio, na estraemkle Paulino Cma-
ra, outr'ora de Joi de'BarrosXou typograpbia
oeste jornal, a lallar,cjajinar^rraira.________
\ Os ahalxTalsaSKSsaSE~ao eoromercio
eos. geral, que o Sr Jos Faiippe de Soaza deiton
de ser caixeiro de sua Ioja fe jefes.
Ree>, i de setaaabro^aiwi"
Qoasas de Mattos rmeos.
Aos 5:0(K)OO.
Bllhetea) garantidos da pro-
Tincla.
Kna do Bavao da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casas
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender entre 01
seus muito felzes bilbetes a sorte de 100*000 em
em dous quartos de n. S966, alm de outras sor-
tes menores de iO/000 e 20000 da lotera que
se aeabou de extrahir (206), podendo seos pos-
suidores virem receber, qne promptamente sero
pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para virem ao seu estabeecimentc
omprar os felzes bilhetes garantidos, que nac
deixar de tirar qualquer premio como prova pelos
meemos annuneios.
Acham-se venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da i i* parte das loteras em beneficio da
nova Igreja de N. S. da Peana, que ser extrahida
no dia sexta-teira 15 do corrente mez.
PRESOS.
Inteiro 6*000
meios 3|000
Quartos 1*500
De 100(5000 para cima.
Inteiro 5*800
Meios 2*750
- Qaartos 1*375
Joio Joaqaim da Costa Leite.
ATTENCAO
' O novo estabelecimento de leudes, sito roa do
Bo.n Jess n. 23, outr'ora da Cruz, far para a
semana seguate um grande e variado Ielo cons-
tando de magnficos movis, cofres de ferro ioglez
e francez, guarda comida de rame, obra muito
fina, perfumaras, objectos de porcelana fina para
guarnica > de mesas o copeiras, 50 caixas de su-
perior vioho de Cbampagae e maitos outros ob-
jectos que se especificara quando se fixar o da
para o dito leilio : as pessoas que desejarem dar
1 prompta sabida a qualquer objecto, devero apro-
I veitar a occasio. Os objectos remettidos devem
aeompanhar nma guia (em nota) assignada para
1 se fazerem os competentes laocamentos. O esta-
belecimeoto se conserva aberto todos os dias uteis
das 8 horas da manha as 4 da tarde.
unha 4p Manta, vendem a
ra do Mrquez de Olin-
da n, 40, o seguinte :
VINHO XEBEZ superior, em caixas.
COGNAC MARTELL dem.
VINHO BOREPAUX, iJem.
AZKITE DOCE REFINADO, dem.
VINAGRE BRAN .0, dem.
CAF DO GEAfiA, ssccos.
Charutos de 3chnorbusch
' Regala britnica.Regala Imperial,
Operas. Conchas. Trabucos, de um milheiro
para cima.
CIGARROS DAS FABRICAS DO RIO DE NO-
VAES E LIZAUR, de diversas qualidades, vnde-
se em barricas.
Irniandade
do IH-lno Eeplril* anto de H.
Francisco.
Por ordom do irado juiz ojavido aos irmos ex-
juizes e os ex-mesarias sortaados para mesa con-
joneta, e os mesarios actuaos a se reunirem no
nosso consistorio domiogo 10 do correte, pelas
ti horas da manhia, afim de se'camprir o qae
determina o ari. 58 2 acerca da mudanca do
ti tnlo da atawndade.
Gonaisainlo da irmandade do Espirito Santo no
convento da S. Francisca 6 de setembro de 187!.
Manoel Gonealve Agr,
Secretario.
je o 2o andar e tolla do fa-
do Conde "Eu a. t,um
n grafide faoHia : a tratar aa
5a Malta G*mk%. i
' "fianidade acadenki
N.S. do IiMGonflelit.
Por ordem da noseo irmo juli ecawide>a fados en
irruios para compareeerem no dia do comal',
sexu-feira, as O *|* boraa da aunUai a ama-
to de S. Francisco, para assiaUraa a fasta da aaa*
sa padroeirs.
SeereUria da irmandade acadmica da 5. 3. a>
Bom Coosemo 6 de setembro da 1871,
O secretario,
._________. Heariqne S. M. Lea.
IRMANDADE
DO
88. Sacramento do Recife
De ordem do Irmo juiz sao convidado pea
segunda vez os nossos irmos a comparecer a
da 8 de correte, pelas 11 horas da manad, nv
consistorio da irmandade, afkn de traur->e i
discasso do projecto do novo compromiso, Ssav
do o objecto da convoeacio materia Taita anasr-
taneia, a todos deve interessar, eentanda, pstiais,
a actual mesa eom a eoncurreneia- da noasM Ir-
mos. Beeife 8 de setembro da 1871.
Joio laajijai Alves,
J nio nma cousa qne se precise aapsraaa-
lar! 11 e sim ioteiramente conheeido o Um a
grande sortimento qna existe na Nov* Esperaae
a roa Duque de Caxias n. 3, (enliga roa do '
mado) assim pois, sendo quasi impessivei
ver-se o grande numero de objectos expostot 1
da em dito estabelecimento; ella contena* aaa
mencionar algans dos objecto* mais rieo, a m-
teiramente novdade... a a provena o ensejo para
convidar a todos geralaaenle e em partientes- a
bello sexo, para visitareava afim de apreciaren) o
gosto e perfeico de seos objectos a par d'nm pro-
co rasoavel, pois ella se contenta com poeo|licrD,
leudo sempre em vistas a vender barato, para ven-
der muito, e desta torna ebegar ao nm qne todos
almejam; que o lucro para snavisar as fadigaa
da vida....____________________________r
GASA. DA FORTUNA
BA 1 DE MARCO OUTR'ORA DO
CBESPO N 23.
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto i va-
la os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagaaaa
promptamente, como costuma, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 24*000
Meio 12*009.
Qaarto 6*000..
Manoel Martins Finia.
Ha pouco mais de dous mezes urna escrava,
snblrahio da algibeira de seu senbor 3 sdalas do
200* cada ama, o qual fez a diligencia a fkn de
que a escrava desse coma da mesrna quantia, pe-
rm at hoje lem sido baldados os esforcos empre-
gados para esse fira, constando agora ter ella en-
tregue essa quantia a urna das sociedades de
emancipaco para ir juntando at se libertar, po-
rm como tal dinheiro nao deve servir para este
tim, por ter sido subirahido, tendo ella eonfessa-
do, sem dizer o que fez desse dinheiro : portante
pede-se s pessoas que de tal dinheiro souberem
ou tiverem noticia o favor de darem parte nest
tyDographia que se dir t quem pertence.
COMPRAS
COMPRA-
frascos vasios da tintura japoneza, e pagase a kO
rs. cada um : ra Duque de Caxias n. SO, o
Mrquez de Olinda n. 51.
Ainiaco de amarello
Compra-se urna armaco de amarello osad?,
mas em bom estado : a ra da Cadeia do Recite
n. 53, arraazera Uoio Mercantil.________
Comprase urna parelha de burros, seav
mansos, novos e grandes : quem tiver para ven-
der appareca na ra do Apollo n. 25, i* andar,
escriolorio, que achara com quem tratar, das 10
horas da manha as 3 da tarde.
Arreios para c uro
Na ra do Vigario n. 31 eompra-se um par do
arreios.
VENDAS.
Vende-so cinco ca-ros de madeira jangada*
de 56 palmos de comprimenlo e de diversas gros-
suras : a tratar na Ioja dos Srs. Maia & LandthDc,
em a ra estreita do Rosario n. 18 B.
Vende-se coqoeiros pequeos para mudar-
se : qaem os quizer dirija-se ao sitio Cafando ns
estrada de Paulino Cmara, outr'ora de Job de
Barros.
Libia steriina
Vende Joaquim Jos Bamos, a roa da Cruz n. 8
prmeiro andar.i
Cal nova de Lisboa,
Vende Joaquim Jos Ramos, a ra da Crn n, &,
primeiro andar.
Nos Coelhos n. 20 ha para vender Ires ca-
vallos de sella, novos e bons, sem defeito alguno.
Vinho tinto e branco supe-
or
de carcavellos tem para vender em caixas
de orna duzia Joaquim Jos Goncalves Bel'
trao, ra do Commereio n. 5.
Muita atteneo
Para quem pretender estabelecer-se cora pouco
dinheiro e em um dos raelhores lugares da cida-
de de Olinda, por ser a primeira casa em freote
a estaco dos trilhos urbanos e depozito do enea-,
namento do gaz e agua, tendo dita easa j nir
hotel em pequea escalla ; o motivo da venda ,
san administrador ter de fazer ama viagem ao snl
do imperio : qaem pretender dirija se ao mesmo
estabelecimento, ou na venda do Sr. Jbo Coeibo
do Rosario.
Almanak de Castiho
*a*-flsjisjajajajsjajajMa
para 1872.
Asaba de ebegar do Lisboa, a acaa-sa venda
na livratia econmica roa 1 de Hio n. 1 de-
Irentt d" freo de Saoto Antonio. 73.
MADAME ANTOINETTE, modista franceza. l-
timamente chegada a esta cidade, lem a honra de
levar ao eonbecimento do respeitavel publico, e
com especialidade das Exmas. senhoras e familias,
qoe est habilitada para /azar qualquer trabalru
de costara, como enchovaes pan easameato e bap-
tisado, roupa branca de senbora, vestidos para
aolrs, bailes, etc., etc. Garante as ultimas modas
Sor quanto recebe os' memores jornaes que Ibes
izem respeito, assim -como afianca que em ne-
nhuma outra parte se ha de encontrar mais esme-
ro, bom gosro a prompttlo nos irabalhos de sen
genero, pela looga. prntica qne taro de sua arte por
te-la esercido com vantagem as eidades de Lyon
e Pars, ^
LUTO EM 24 HORAS
Prer/os mdicos-.'
N. Pu Duque de Caxias, > andarN. S
(BflUr'on doQaeimado).
Ilha de Gameileira
Cercada pelos iados e fondos cora o rio
Serinhaem.
Vende-se o terreno denominado liba, janto s
estaco do mesmo nome, o- qual terreno tem osis
de 3,000 palmos de frente e muitu. fundo, e j so
acba livre de aforamentos, come coasta do eaerp-
taras publicas passadas nesta cidade do Recife ;
irator no Coraco de Puro, ra do Cibog.
Pulseiras de tetas ricamente aMada
30*000.
Fitas de coral verdadeiro a i* t^H
Loja de joiM, roa do Wpatlder i
Vende-se terrenos a majB_
ribe, e vende-se um grande s
do Salgadioho, contflando com1
tratar com o Sr. Joio Feitosa na
Rosario n. 23.
-irefta do
i


^

\

\

r
i

i
Vezfde-se a taberna
Iroso, 34, confronta i
roa do friaatpe-


ario
JPeruaiabcLco Quuit. Je ^(teuibro dn 1871.
I
i
I
64 BUA DA 1NPERATR1Z N, U
DE
FIGUEIREDO ft LOPES.
Os proprietarioa deste aovo estabelecimento. certos de que o meio de adqnenr
uros* Iregueiia vender barato, servir bera e haver sinceridadade nos tratos, Dio
futamos deste caminbo para bem corresponder ao favor qae nossos namerosos
uezes nos tem dispensado.
Como alada temos algamas fazeodaa das primeiras compras, resolvemos fazer
alfanas deltas, pera o qoe chamamos a atteocSo do respeitavel publico :
Gapeas moito lindas para norvas, pelo
barato proco de 35 e 3^M)0 rs.
Poopelinas de cores e brancas moito
lindas.
Camisas de meia a 941000 a dozia, pe-
cbincna.
Canbraiaa de cores.
Temos o melhor e mais lindo aorttaeoto
de cambraia de cores a 500 e 560 rs, o
metro.
MEIAS.
Reoebemos neias omito finas tanto para
senioras como para borneas, meninos e
meninas.
Chpeos de sol.
Recebemos chapeos de sol com cabo de
marSm que vendemos por 135 18*000, di-
tos de cabos de -canoa 90, 11(5 e H000.;
Cortes de cambraia de cor moito lindos,
e com Datados com sea competente figuri-
no, tem 18 cavados por 85000.
BASQUINAS.
Recebemos basquinas de seda ricamente.
enfeitadas fae vendemos por baratissimp
preco.
Vestuarios para meninos.
Recebemos vestuarios de fusto muito
bem enfeitados que vendemos por 4^500-e
50., fil branco bordado muito fino, dito
com salpices dito preto com salpiees e liso.
Cambra aberta a imitaclo de croch de
cores e branca.
BRWS.
Recebemos o superior brim de Angola,
dito pardo #ara todos os precos, ganga fran-
ceza a 500 rs. o covado, superior.
Pannos finos.
Temos .pannos pretos finos de 30500 at
60500 rs.
Recebemos casemiras de cores para 30
at 30500 rs. o covade.
CHTAS-
O Cysne tem o mais lindo sortimento de'
chitas para todos os precos e qualidades.
Bareges com lis-ras de setim com lindos
de
de:
*
5JK GR05DENAH.K DE CORES.
i para todos os procos e qualidades.
Grosdenapte preto.
Recebemos novo sortimento e vendemos
por menos do qoe otro qoalquer.
Lias i S aboya.
r. Atada temos om resto desta linda faien-
da n par* acabar vendemos per 900 rs.
Crios a Minerva
Anda temos atfuns destes lindos cortes
om Usaras-de sena, com 4f covaden, pan
acabar vndeme* por 200.
Cortinado*.
Reeebeme* novo sorumonto t vendemos
|r 80, 90, 120, 160, 0 e 2i#, cada
par.
Cambraia para cortinado! a 100 peca
con 20 varas.
Dita Victoria de 40 at 80000 a peca
4 varas enaeia.
Dita amasa transparente moito fia*.
ORGANDYSIIRANCO
Temos recebido nevos orgaadys
40900 rs., ditos de 60 e 80000, steulti-j
and tem botras assetinadas.
Esparu'lbos
Recebemos novo sortimento de espartilhos
mglezes muito grandes, sao de Itabo.
Vestuarios para baptisados, bordados
mnito lindos a 100000, barato.
Camisas francezas, inglezas e -snissas de
20 at 40500 rs.. ditas bordadas muito finas
de 80 ate (00000.
MECE3ANA.
E' ama fazenda branca mnito linda e fina
para vestidos de seoboras, tem a peca 30
jardas e costa 180 e 220000.
Panno abretanbado largo e boa. peca de
20 varas a 400.
TAPETES.
Recebemos novo sortimento e vendemos
moito barato.
Temos grande sortimento de saias bor-
dadas e vendemos moito barato.
CORTES DE LA A SIM1RAMES. padroes e muito moderaos.
E' orna linda fazenda com os enfeites Crotones claros com lindos padrees e
-.-orrespondentes, guarnecida a saia com cores fixas pelo baratisskno preco 440 rs.
anea franja de seda na barra, vende-se covado.
por 400000. ..Luvas frescas de pellica parahomense
Cortes de cambraia branca aberta, bor-; sonboras do acreditado fabricante Jouvin.
dadas muito lindos, vendem-se por menos i Fazendas para luto vendemos por monos
lo que em outra paarte. qoe em nutra qoalquer pane.
Ditos bordados na barra, de cambraia Alpacas, caotes, princezas, bombasinas
.ranep rente, por 80000, muito barato. cambraia preta, ate. etc.
Deixamos de annunciar muitas ootras faaendas por nao se tornar extenso e en-
;adonbo aos nossos freguezes.
Ra '.la Itnperariz. u. 64.
F1GEB0 & LOPES.
\\
/
)
\
!
"caca M vio ora proeesso mais perfeo e qae at
saja b tal forma a satisfazer as exigencias
lavaras da tseripturseo.
A soa cor lindissima e nao precisa de cuida-
do algosa para se conservar no tinteiro sempre
cota a njttma cor, ttm borra, ero-ta, bol&r ou sem
odas afia atellas inherentes todas as tintas
tt* atara conheeida?, anda mesmo dos melhores
mtoraa wtraageiroa.
Sobretodo, este estimavel prodneto nao ataca as
penaas de ac, antes pelo contrario, a peona
dqnirej na esmalte donrado qae, sendo inters-
sntj* asss prove toso.
Esa nota, nao sendo especialmente para copiar,
4a eom todo doas, tres, ou mais cpiai aro roe*
apot d escripia ; preciso, porm, deixar-lce
inoihado sem o epxugar com o mala- era mmitesto.
cripta sofTre o choque de cidos fortissimo?t seno
mais se deeompe-r; era, se os cidos nao tem aeco so-
bre ella, muito menos a acclo do tempo a pode
destruir; isto plausivel.
Nao s ao commereio que este mea producto
veio ser atil ; os professores dos collegios, investi-
gando todos os raeios para o* adiactaraento dos
seas discpulo?, tem approveitado esta tinta, que
com razao a acbaram apta para desenvolver o
costo nos educandos, em consecuencia da belezs
da cor e facilidade de correr na peqnena pela sin
liquidez. Ha exemplos de enancas que havis
muito tempo tinharo urna repugnancia extrema
para a escripia, logo que foi admitii ja esta tinta
do coliegio, apoderoo-se deltas a enriosidade e o
gorto, e pooco tempo depois o sea adiantamento
LITfffl
MTI RHEUMATICO E
ESSENQALMENTE EFFICAZ E VUVEL EM DESTRUIR A
EVITAR A WJA FORMACO
Guiados pela* iod'icacoea de amitos abalisados chimicos, e medico distinctos, que
se deram ao estado averigoacao da* cantas qae prodazem os pad**ynento* de reu-
matismo, gotta, areias dos rhins, bexi0? toado, e d'outras viscera; e aoa enfilen dos
meioa proprios para coral-os. contamos a obter nm remedio, qo* nunca deadisse a a
actividade contra os dito* paiiNna*ams.
Nao coicamente baseado em meorias qne Unto avancamo, ma* en nc* saB*-
factorio* resultados oblado* da toa npplicaclo, as innmeras experieocas, qoe com elle
fizamos ; e deste modo, segaros de teas beneficios effeitos, afooumeote o recommenda-
mos as pessoas qan loffram alionas das molestias cima ditas, on de aljnos ontroi pa-
decimentos do apparelbo nrinnrio, na como* diabtico, glfcosnlieo albomumnco
etc *m
Escasado seria, observar que se oio pode designar ojal qnmero determiado de osea
de om medicamento par* orar todo* o* individuos qne padecaos da meama molestia;
pois qoe a cora est dependente de diversas circamstancias, inherentes A diiposicao na-
tural oa compleicio, de cada nm delles; mas comtado, certo qae O hydrolto lutho-
trptico anti reumtico e gottoso prodnt seraore acara desojada, qoindo se persista em
toma lo o tempo preciso para obte-la; de vendo ter-se em vista qoe quanto mais mvete
rado est o mal mais te deve insistir na applicaco do remedio.
Podamos umbem afiancar qae, por mais conUnuado qoe teja, o nao djette reme-
dio nio canta desarraojo algom ota via* digestiva*, maa antea, pela propriedade emiaen-
temente tnica, qae tamben* poetan, AflHc* o estomago, torna mal* faceta as digestbes
e, nlo p,oocas vetes, tena fet* desapparecer diarrhea, qoe eram entreUdat pela debili-
dado geral do apperelho digestivo,
MODO DE USAR.
Tomara-fe do hyirok* lytfMriptico, nos primeirot qaatro ou cinco diat, doas co-
Iberos de sopa, em agua assocerada, leite, cb oa caf com leite, e mesmo sem mista-
ra Ikama, na oocasiio do almnco, e outras ao principiar a jantar.
ro quinto oa sexto di* e seguintes, tomam-te do mesmo. modo dit), tres coiheres
de cada vez.
Se as oarmas da pease* doente depositam grande porco de areiaa; se at dores
nenbricas, rheumaticas ou gottosas aie constantes; em fim, se os padecimentos sao
fortes, tomar'se-bo quatro colberes de cada vez, o* tres vezes no dia( a tres comeres
d* cada orna.
Qaando es areias, on -outros padecimentos, tem diminuido, torna-te s primeiras
dses.
Pelo oso do HydroUo ttthotriptum vo sendo mais raros o apparecimento das areias,
a dores neptriticas, rbeomaticasepenosas at quede todo desapparecem: neste ponto
pode dispensar.se o remedio : otH, porm, como preventivo, tomar cada semana urna
m doas dses delle.
Pelo qoe respeita ementaca*. deve ella ser regalada de modo que nao sobrecar-
regue o estomago, e em quantidade tal que possa ser fcilmente digerida.
A melhor bebida -sem do vida, a agua pora, mas tambera te pode osar de vinbo
simples oa pouco alcoolioe. De cerveja e vio*** fortes, poocaa vezes.
Sobre todo o qoe mnito recomraendamos, grande exercicio, sem fadiga, pois qae
elle muito eontribue par* a rapidez da cara.
N. B. Depois de tirar-se do fnsco a porfo que se vai tomar, deve haver o maior
cuidado em o arrolbar itusnediatameote. ,
nico deposito em Pernambuco
Pharmacia americane de Ferreira Maia d C, ra do uqae de Caxias n. 57, (an-
tiga do Qooimado.)
A* AGUIA BRANCA
RA DUQUE DE CAMAS N. 52
(Outr'ora Queimado n. 8.)
ELEGANTE
N. 1Ra Estreita do Rosario N.1
AO BOM TOM
Acaba-so de abrir e6te importante estabelecimento demiadezas superiores cornos
melhores artigo* de luxo ede moda para homens e senhoras, variado sortimento de
perfumaras dos mais afamados fabricantes de Paris e Londres, como sejam f-iver, Lubin,
Condray, Pinaud, Regand Chonneaux, Monpelas, societ Hygienique, Gosnel, Rimmil e
PiesseJLubin, etc, etc.
A Aguia Branca tenda a receido parte de suas
amigas encommendjs, em aegaimento acaba ago-
r maana de receber ontras, algumas das qaaes
M tomavam easenciilmente precisas, e ontras se
fczear.apreciadas por seos costos e qualidades,
con* M)aa :
Hei Bflo d'eseoda, abenas para senhoras
Ditas dem eom listas tambero para senhoras
e menina?.
Ottai idem moito bonitas ao gosto eseocez.
Ditas dem ideo brancas e com listas para me
alnas.
Ditas dem dem para baptizados.
Ditas da ilgodio compridas e eom Iistras para
meninas.
Luvas pretas de seda, para senhora.
Ditas de torcal e de seda para meninas.
Bonitas camisinhas bordadas para senhoras.
Fil de aeda, branco e preto eom flores miadas.
Dito de algodSo, liso e eom flores.
Touquinhas bordadas para criancas.
Lindos e modernos chaposinbos de fuslao para
ditaa.
Peales de tartaruga para desembarazar oa pea-
tsar.
Ditos de dita travesos para meninas.
Ditaa da borracha para ditas.
Ditaa de tartaruga, pequeos, para segurar o
imarradilho aos cabellos de senhoras.
Grande sortimento de enfeites de seda para ves-
tidos.
Fivellai da madreperola e de tartaruga para
pulceira e lacp para o cabello.
Bonitas b'kinhas para meninas.
NOVO SORTIMENTO DE ENCHOVAES PARA
BAPTISADOS
A agaia "branca acaba de receber novo sorti-
mento de lindos e completos enchovaes paraban-
Usados, e bem atsim separadamente camisinhas
para ditos lindos cbapeosiohos de setim branco
bordados, oulros ditos com fundo de vallado, obra
de mnito gosto, e qae servem tambera para pas-
seio, sapatinhos de se im para o mesmo fim.
MODERNOS ENFEITES DE FLORES,
ornados com bieps de seda, flus de setim e Hvella
de madreperola ao ultimo gosto, e proprios para
bailes, casamento*, etc, etc
FLORES E PREPAROS PARA ELLAS
A Agnia Branca receben lindes ramos-de florea
finas, lano para cabeca como para chapeos, a
em assini :
Papel verde li=o e eom listas para folba.
Dito de cores para flores.
Folbas de diversas qualidades para rosas.
Dilas verdes e loslrottft, obra tu va e pala pri-
roeira vez vindas como amostra.
Franjas pretas e de diverjas largaras para en-
lejiar vestidos,
COQUES DE TRANCAS E DE OUTRO&
MOLDES.
.A Aguia Branca acaba de receber ama peque-
a porcSo dos benitos e modernos coques gran-
des de tranca e outros moldes.
COLL RES ROYER ELECTRO MAG-
NTICOS.
A Agnia Branca acaba de receber os proveito-
sos collares electro magnticos j bem conheci-
dos para facilitar a denlicao das criaocas e pre-
serva-las das convuloes.
SOBRE-SAIAS OU ANQUINHAS DE
CLEN0L1NE.
Em sabstitaicao aos ba'Ses vieram as anqai-
nhas de clenoline, e acham-se venda nr. toja da
Agaia .Branca.
QUADROS PARA RETRATOS,
A Aguia branca receben variado sortimento de
quadros para retrato?.
LENCOS BORDADOS.
A luja d'aguia tranca, a roa Duque de Caxias
n. 52, outr'ora do Queimado n. 8, receben bonitos
lencos de cambraia de linbo primorosamente bor-
dados, e como de seu lonvavel cosame est os
vendendo baratamente a ojOOO, 6*, 8* e 10*000
cada um.
; TAM-.EM RECEBEU
ricas camisas de fino esguiao de tinbo enfeitadas
com muito gosto, e proprias para noivss, oa mes-
mo outra Exma. senhora que possa e queira aug-
mentar o numero de sua b"a roupa branca.
m
ERNESTO & LEOPOLDO
N. 2 D Ra do Cabug N. 2 D
Acha-se montado de forma tal este estabelecimento de joias qoe pode
vender aos seus numerosos fregeezes em grosso e a re'alho e por precos
mui resaraidos visto que recebe de conta propria por todos os vapores de
Europa. O gosto de desecho de suas joias o mais lindo do paiz das
modas, curo de lei, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, robins, perolas,
turquezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do p rto tanto
para igreja cerno para servico domestico. Convidamos as Exmas. familias
a visitarem o dito estabelecimento todos os dias at 9 heras da noile.
FAZENDAS EN LIQUiOICAO
Alta novidade
O Meseu Elefante roa Estreita do Rosa-
rio o. 1 vende ricas camisas do cambraia
de linho bordadas para noivas, e tambera
de madapolao fino, bordadas a en'eitadas
de entremews a 404, 600 e 730000 a do-
zia.
Lindos penteadores guarnecidos do ntre-
melos e rendas va endone, ricas calcas de
linbo bordadas e de madapo'ao, para senho-
ras, bellissimo sortimento de golinhas e pu-
nbos cousa inteiramente nova, recebido pelo
ultimo vapor da Europa.
PARA BAPTISADOS.
O Musen Elegante recebeu os mais Goos
e ricos tnxovaes para baptizados e tambera
lindos vestidos enfeitados para crianza, ra
Estreita do Rosario n. i.
I liima moda.
O Museo Elegante recebeu os mais lindos
e modernos chapeos de blond enfeitados
para senhoras, e tambera de velludo e pa-
Iha para criancas, e est vendendo moito
baraio para vender logo, a roa Estreita do
Rosario n, i.
Flores e plumas.
O Musen Elegante est vendendo as mais
bailas flores e plomas que tem viudo ao
mercado, assim como um lindo soi t men.o
de franja' de seda preta cousa de apurado
gosto ra Estreita do Rosario n. I.
BOTINAS.
No .Musen Elegante vende-se botinas de
n. 20 a 3 pOara criancas a 20000 o par, e
tambera vende colchas e toalhas de fusto a
50000 extraordinariamente barato, ra
l&treita do Rosario o. I.
Collar electro.
\ At que afina! ebegaram os verdadeiros
ollares de Rojcr, contra as Lonvols5es das
criancas e facilitando a oticao, e estao se
vendendo a 30000 no Museo Eleginte
roa Estreita do Rosario n. 1.
Lbyrintho
O Musen Elegante vende ricas fronhas de
labyrintlio a
Rosario n. 1.
640e 1020c,
As de 54 por 4^800
Na rerdade barato II Facas finas cabo
de bataneo com dois botes a 40800 a du-
zia, um completo sortimento de colhe-
lberes de electro-pate e facas com cabo de
marfim, tudo por preco baralinbo qoe ad-
mira, no Museo Elegante ra Estreita do
Rosario n. i.
AS MODISTAS.
No Museu Elegante encontrarSo nm com-
pleto sortimento de bico de blond branco
e preto. dito croebet, trancas e franjas de
seda de todas as coras, grande sortimento
de gales de algodao cousa de lindos dese-
nos, cambniafranceza branca e preta para
forrar vestidos, retroz de todas as cores,
entremeto* e babados tapados e transparen-
tes e gulbas de ferro, osso e marfim para
croebet, roa Estreita do Rosario n. i.
- ImltneSo de ouro.
O Musen Elegante vende ricas voltas dou-
radas para senhoras e tambem nieios ade-
recos imitando coral, perola e gata tudo
por precos razoaveis, na ra Estreita do Ro-
sario n, I.
Manilha braeileirs
No Mosea Elegante roa Estreita do Ro-
sario d. I, vende-se lindas manlilhas de
- roa Estreita do' seda para senhoras a 130000, cousa vinda
j no ultimo vapor.
desta
9der-
S3
amm msm\k
FAZENDAS BARATAS
:ru> do o bihado 19
;*| Loja de Carlos Jos de Medeiros Se C.
Junto a piaimacia americana.
m
9&
$2%
fqtre nlo ba o rlse* de borrar. Para se
da orna cofia, nlo se agglcmeram tan-
qonta copias se q ierem tirar, mas
o original tirar urna tantas quautas
qi# o original liqtw prejudieado
4iier ooa, para copiar importa
ligeneia e habiriAide, sem o a,ue a me-
" ssutm, e 9 (Meito recae sempre
rauitas vf:"S i qaem menos
dasta tinta e extremamente
^e eib-qnalquer es-
roa tinta para os di-
Jupia qaaiidaiie
anraeiav"
1
e, oio ba oppr
tinto dapois de es-
Esta tinta, par de taetas vantafreos, tem um
noico iocouveniente, deteriora.se ao contacto de
oatra qualquer; e nvm pois te-la em tinteiro
isentos do menor vislumbre de outra tinta, e evi-
tar escrever com a peona suja de urna preparado
difTerente e iocompatlvel; verificando isto, nao ba
ratao para se usar de tinta qne nao seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MujTEIRO.
Observapo.
Di venas alsifioaettes e semjhancas tem appi-
recido, cuja durafcilidade duvidosa. Os Srs.
compradores poden evitar o- engao dirig ndo-se
easaac!r:"jmcpec!a9,jlpediido a tinta que en
fttrico"
n] a i A. C.fHorUeiro.
D5o-se amostras mediante penhor.
NaljCli
DE fl
FERREIK48-C.
(SHceossores de Joaqiini de Almcida Pinto)
10Ra larga do Kosarjo10
( Junto ao quartel de polica )
Os proprietarios d'es'.e esiabetettimenro teem a banra d* scieotiear ao respeitavel publico d'esli
capital edi de todas as provincias da Imperio, que conunoa/ao a preparar' PELAS FORMULAS Di
SEU FINADO ANTECESSOR s -enditadas e ulilissimos medicamentos brasileiros, taes como :
Extracto aleoolteo, emplastro, ole^ tintar, pillas. xarOW e vinifo, da miracalosa JURUBEBA
tintura e xaroae uo FEDEGOZO, "nrope do RABO DO/T iW. PILULAS ANTI PERWD1CAS, xarope
DA SALSA DO PABA, xaropa de AORIO. Xrpe do MUfcUSGU'-eie. eK.^ ludo 00 >a mawr per-
fecao ; pir isso que um d'aquelles proorietarios (Jolrosim, scieahflcarn haver feito um cooH>la'e variado strtimnto -de drogas estrafigeirs, e dai
mais acreditadas spaeiaiidades, achaodase tuda dlspojicio-dos Sr. faiolutivos e da publico em
geral, da A pbarmaela abrir se-baa qnaiqar ncra i iclta em caso urgente.
A' ra da Imperatriz n. 40
Os propietarios da loja do Papagaio scentificm ao respeitavd publico
provincia, que esperara muito breve receher um novo sortimento de fazendas m
as, o de bom gosto, e por consegoiote poem tm liquidar) s abaiso espfcificsdas
Retalbos de chita, de C3ssas e las.
Chitas de cores e rxas de 160, 200 e 2iO rs.
Laz nbas tapadas e tr?nsparentes.
Alpacas lisas e lavradasv de muita? e differentes qualidades e precos.
Cassas de cores de 210 a 320 rs. o covado.
Cortes de cassa chita a 23400 o corte ou a 240 r?. o covado.
Cambraias brancas lapadas a 4-j e 5.
Barcina de la a 320 rs. o covado.
Toalhas de linho do Porto mnito grandes a Of>OCO a duza.
Metim da India a 600 r.-. o corado.
L5azinha preta do* 320, 400 e 440 rs.
Aisaciannas a I #000 o covado,
Cnas poetas muito Onas de 400 at 240 r,
Espartilhos de linbo e algodao de 3SO0 at r..->000.
Camisas de meia, ditas francezas.
Camisas de peto bordado, iis-s, e de pregas ctm coileiibo e remelle.
Baloes de panno a 3^000, dos mais moderno?.
Collerinbos de papel com beira de cor etod;sbrar,ccs.
Fu6les de cores para vestidos muito largos a 440 rs. o covado.
Cortes de casimiras de 4000 at 7)5000 com quadros e Iistras. '
E outras muitas fazendas que' pretndeme;:- Liquidar para nao accumular
as que esperamos receber.
ROPAS FEITAS EM jl^IDACAO
Na loja do Papagaio ba um grande deposito de roupa* feitas do brins'e -s
casimirfs, palitots, caifas, colletes e sobrecasacos, qoe se liquidem por precos muito
baratos.
Sedas tarradas de di*es.
Liquidase na loja do Papagaio urna grande porcao de sedas Iavr adas de cores
que se vendem por precos baratisstmos, na ra da Imperatrij n. 40, esquina do becco des
Ferreiros.
xs
ARMASEM DOS LEOES
RA DUQUE DE CAXIS N. 29
Os proprietarios destei grande e bem montado estabelecimento scientificam* ao
'respeitavfl publico desta provincia, queseacbam comum variado e completo sortimento
de movis, lanto-nacionaes como estrangeiros, tc-ndo estes escolhidos capricho por
um dos socios queso cha actualmente aa Europa, e por isso os pedem vt^der mais
baratos 20/0 menos de que em outra qualquer parte. O mesmo tem contratado com
os melhores fabricaqtcs daqnelle contineate as remessas das mak^ricas mobias feitas
alli. Na officina tem os ayis habis artistas ueste gt ncro, e poroso aptos a forgecerem
mobilias as mais apereicoadas para as casas da provincia consideradas de primeira
orden). Pedem, portmto, que venham visitar dito estabelfcimento, onde encontrarlo
a realidsde do que acabam de expr, passando a enmiaarem : ricas e completas mohilias
de Jacaranda, mogno, faia, carva'ho, amarello, ele. etc., ricas a elegantes camas de
Jacaranda, po-selim, amarillo, tic. etc., gnaria-ves'idos do amarello, guarda louca de
nogneira, amarello, cerh lanpq dnM&^^ca^sjaa de da, dito, com 'lita, ptt'.ts
toilet: s, a e muitosoa'tws artigo* de i erf'douha preciudimos de
vnr rro.^o d?, n'qie'nW



Dito ib Wl
' quinta
miM t 1371-
Joaqaitn Jo* ttaav ta Grm a. 8,rt*
andar, vente algodaa a tul americaaos verdadero
a pregosasaarteano-i
afta ha au-aia febcMe
Tintura iapOTe.a.
S e oniea approvan, p*a as academias de
eeieaei, recooheetda *tr*nor a toda que tem *p-
NmeAo at hoje. Deposito principal ra da
uadeia do Recite n. 51, Ia anJar, em todas a* bo-
iras e casa de eafcelleireiro.
ira iaftOTe.a.
IiOJA
Flor da Boa-Vista
DE
Piale fiiitfiares
0 pro prieta rio deste bera onbecido es-
tabelecimento contina sempre segumdo sua
antiga forma de primeiro barateiro da Boa-
Vista e para melbor prova adm'rem os
precos sefluintoj :
-Guitas escuras e claras cftres risas
o covaiio 160 200rs. a. 400
Cambraias de cores 240, 280 rs. e 320
Las para vestido 280, 320 rs. 6 400
Creps escocezas fazenda aova a.. 6*0
Alpacas lavradas (Tum sedr. 720
Cambraia branca transparente pe-
Cas a 335 O e. 81000
Ditas d'ta victoria a 45000 e. 80000
Bnraeato cotn 10 palmos de lar-
guiaras, a"20OOOe. 20500
MadapoHo superior pechas 54000 e 60OuO
Algodlo a 40OOOe.....50000
Brim pardo trancado pechincha
covadoa....... 320
Dito dito liso milito Soo a. 320
Oatras militas mais fazend:is que vende-
r por precos baratissimos como sejam :
pannos pretos, ditos azues, casemiras pretas
e de cor, marinos, brinsbrancos e de co-
res, seda para colletes, camisas inglezas para
bomens, nvias, chapeos de sol etc.
' Oilicina d'alfaiate
Os dgaos freguezes encont<-arJ} om gran-
de sortimento de roupas Jeitas desde o
mis inferior at ao oais soperior que se
a'.tie no mercado, assim como se manda fa-
t'H tola e qiialqaer obra tTencommenda
feiUs a capricho, pofs para este mister se
aciia manido d'noi perito meslre. Garante
te f ;z.-rni se m or i /0 de que era ooira
qual'j er ptrte pelo o motivo de o fregoez
ei pigar o que compra e nao o aspecto do
Mtibel cimvnio.
48-3l.ua da iuiperariz48
JUNTO A CADARIA FRANCEZA
MIS SMVfl, ilfl
E.u mmrfs
tu

loja e mtm
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MJJUi Ul
FLIX PEREDA M mi &d
NA RA DA iHtPERATfilZ Jf. O
8 a imUkQ
9b
Ht.ttiQ
Libras st--!lias.
Vende-ce no armaiem de fazenas de Anj
F. df Ojivelra & (1, s roa lo Commercio n. 4;
usto
l
II
T*'2k i venda em seus armazn*, alora de oatros
iftjfoi de sen neg io regatar, o* 3?guintes, qae
rtndea por presos mi* mdica* quo em ou-
:r* qaa'qnef pirta :
PORTAS de praho aimofadadas.
PORT'-'ir.AS de ferro para cercas.
SALITRE uglez.
ES FILMAS da odia para cama e forrar salas.
U.'i's! 5 de !u.-ro franss para egoic.
SKSSa;B?erior cm pcircSes e a contento.
' VCAQIfAS de deicarocar algodo.
LONAS e brinrSes da Rsala.
OLEADOS americanos p.-.ra forro decanos.
F americanos muilo bons e econmico?.
''My de Bordeaux.
COSSAC superior de Gantier Freres.
PAMS.L0 m saceos grandes a 3J500.
A JtfA florida legitima.
B.EA\\S deeinae .
DEIitAS americana*.
RliUM da Jimaica
AZU18J03 de L-b 1.
I
Os" proprietarios deste efbelecimento'tntJograide necers'MaW l lhWtjif flD
menso deposito que tem de fazeoda e.groWWgWdfc ^ll^rtlIW'ilhHWr^te-i >r%o.
solido fazer urna verd os seus anigos : para o que convidaron TM*^eF'pWic< fleHfUAimn rfr sOrHrtfl
poi> ine garanten! que r>m parte alJOM.D6^'encrtf#'4|c%^
mo n5o comprarao pelos precos qne M-'nMItMk 'vrtdlifW m^t^Nki&i^m^^ij
virtindo-se qae so se vende a dinheiro Vfitt. "O, tikmh >i#fyMW\0'lb Wtba-
leciraento rogam a todos os aras deveiere deala pra?a n favor de viren saldar seus d-
bitos, e todos aquellos qae estiveretn flvendo contas antigs e o nlo fli9rem-*HW
ser encommodados judicialmente.
LS-nlnhas bnratao do i*nvSo.
Alsacianas com liadas listras de sd a
I4"00 o covado.
Ditas lisas com moito brilbo a i 5 o cavado^
Atlantas, fazenda de moito gosto tecida
com seda a 720 rs. o cavado.
Ditas com quadros de seda e cftres muito
delicadas a 640. ,
Poil de chvre, d'uma s cor com moite
brilbo a 500 rs. o covndo.
Merinos escosseies fazenda de muito gosto
para vestidos bimus e roopas de menino
a 640 rs. o covado.
Gurgoro moito bonito, tendo de todas
as cores a 400 rs. o CQrado.
Laasmbas trodernas "com differeotes gos-
tos a 400 e 500 rs. o ovado.
Ditas tIS a 280 e 320 rs. o covado.
Baregetransparentes com differenles co-
res a 160 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
de muiti gosto a 500 e 800 rs. o covado.
CassasdoPaTSo.
Cassas inglezas com bonitos gostos a 200
a 240 rs. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francews de muila phanUsia a 400
rs. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazenda
muito .fioa e bonita a 23500 e 3#)0.
Ditas d'organdy branco e de cores a
20MU
GAflfflRAlAS LARGAS
Cemento Porttnd
Em barrieas de 13 arroba' precn mais com-
odo do qae en ontra qnalquer parte, vende-se
a.-.a ai :i--!-'n< '?> Tasso Irmloa & G
Contra a tosse
PAST.LIIAS rEiTO?.AE5.
de
Gumni'. -ini.les crvtslisaJa.
Di'' de angicj
Naft ii'Arabia.
Sevo de pioho marilimo de Ligasse.
E nuirs muitas qiio muito se re;omendam pe-
las'snM excellenles qnaliJaJes.
Vende na
PHVRMACHEKOGARIA
De
Birtholomcn A G.
3i -RA LARGA DO BOSARIA-34
GRANDE
LIUIDACAO
Ra do Crespo n. 20.
Nan'nc- liso de cores lidas para vestido a 210,
180 e 3:0 o covado, chitas escaras Qnas orabar-
rar a 320 o covado, bara-.Usitno : na loja de Gui-
iliei:;ji Garneiro da Cunta.
FIO PARIa Sa COS
Vende-se em ca?a de OkelJ Binlloss 4 C"
ra -u Graz n. li.
OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO
DA
TERRA NOVA
DE
II. LAG0M1E
Este oleo que tao boa acceitacao tem merecido,
mnit > qne al boje lera vinlo, e ainJa pelo boni paladar,
aaperior a miro qaalqner : vende-se no deposito
especial de Bartboloaiea & G.: ra Larga do Ro-
sara 34.
Xarope sedativo
DE
Cusca de liranjas amargas
COM
BROMRETO DE POTASSIUM
DE
lYmllOZE
Esta n.ivo preparado aprovado pela academia
imperial d^ medicina, mnito se recoramenda pela
jua acca sedativa e calmante, sobre_o yste^na
nervoso, o bromurclo de potassinm, nao deixa de
dar os mais certos resallados as diversas aflec-
5es do organismo e principalmente as molestias
10 eoracao, das fias digestivas da respiracao, das
vias geniio-urinarias, na epilepsia, as molestias
nervosas da preohez, na insomnia da criansas
dorante o perioao da denticao etc. etc.
Vene-te na pharmacia e drogara
U Brlhoioroeu & C-
31-WA LM19A OR05ARIO-34
Cerveja' em^pril, de
perirJKli-ide
Vende-se em can de S. P. Joonston 4 C.
da Seoraia-nova n. 41
5U
ras
AttnoRo
Vend'- se ara terreno c.im 60 palmis de frente
e 500 de [nn 1o. com doas casas de taipa, as
rendem J7i000 mensaos, em Beberibe de
roa do Clrigos: l tratar ao Ca
mero 67.
A 800 RS. A VARA.
O PirvS) tem C5mnraia branca transpa-
rente de boa qualidade, com 8 palmos de
largura, que apenas precisa 4 varas para
um vestid! e vende a 800 rs. a vara, dita
flnissiraa da Escossia tendo a mesma larga-
ra, qoe vende a 10800.
CAMBRA! \S BRANCAS A 45000 E'44500
0 PavJo tem pecas de carabraia branca
transparentes com 8 1/2 varas qae venae
pelo barato precj; de 4O0O e 4jl500, ten-
do tambem mnito Qnas de 5.5000- at
103U00.
Ditas tapadas on Victorias tendo de 30500
a peca at a mais fina qa vena ao mer-
cado.
CORTS D'ORGANDY A 40000.
O P.vo tem corles de organdy branco
com 8 1/2 varas qae vetde pnlo barat 1 pro-
co d 4,5000, assim como finissimo organdy
branco com listriohas e qoadriobos o me-
lbor que lem vindo ao mercado e vende
pelo baralo preco de 720 rs. a vara.
Cros'ieunples preta e de cores.
O Pava.) tem um grande sorlimento de
grosdenaples e gnrgurao preto para vestido
tendo de I06O o covado al ao mais sa
perior que costoma vir ao mercado, assim
como um grande' sorlimento de ditos de
todas as cores e%Mmco e um bonito sorli-
mento de setins branco e de core& que ven-
de por prfos muito em-conla.
Poape!>nas de seda a V000.
O Pavo tem am elegante sortimento de
poupelinas de seda tanto lisas como lavra-
das as mais modernas que tem vindo ao
mercado e vende a 20000 o covado.
ESPARTILHOS A 40000
CACHENEZ a 40, 50 e 60OO(X
O Pav5o venda espartilhos de todos os ta-
annos a 40 e 50000, cacbenez parisiense
com de!i:ado ponto e de cores, a 40, 50>
e 60000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 80, 100, 120 e 130000.
O PavJo tem um grande sortimento do
cortinados ricamente bordados, proprios
para camas e janellas que vende de 80 at
I6/JO0O o par.
Pecas de cambraia adamascada' com 20
varas a 100000. crochet ricamente bordado
para corlinadosa 10500 o metro. Assimcomo
ricos damascos com 6 e 8 palmos de larga-
ra proprios para eolebas de camas e tam-
bera ricas olebasde damascos fmi seda e d tas de cro-.-bct as mais lindas que
tem visdo ao mercado.
MISSELINAS DE CORES A 400 BS. O
COVADO.
O PavSo tem am bonito sortimento de
musseoas de core3, padroes Inteframenle
novos e cores fixas, quj veatta 40J rs. o
covado. Ditas brancas mao 'finas a 400
e 500 rs. Metim branco OaIndia moito fino
para vestidos e roopas de meninos a 720 rs.
o covado. Cretones de cores muito eocor-
pados para vestidos a 600 rs. o covado.
ROUPAPOR MEDIDA MIOJA DO
PAVO.
O Pavo tem orna bem montada oficina de
alLiate, administrada por om hbil me-lre
nacional, aoade se manda fazer qoalqoer
obra-de encommnda, tanto para bonitos
como para meninos, garanlind>se a promp-
lidio e aceio em todo o trabalho, e o mes-
mo eslabelecimento encontrarlo os-respeita-
veis fregueies todas as faieodas proprias
orno sejam pinnos de tolas as c*ores qua-
diades e precos, novas casemiras de gosto
re os brancos e de cores, assim como todas
asfazendas proprias para ratos de lato.
CASQUINHOS A. 150.180 E 2O0OO.
O Pavio lem um grande sortimento de
ricos casaqoiobos de seda preta moo bMi
enfeitados e modernos que vende a fW,
180 e 2"0OOO, sendo fazenda de moite
mais valor, assim como ricos chales pretos
bordados com franjas largas de retroz a
ALGOBAOSLMIO A 3#!O0.
O PavJo tem peis de al|od3osinb muito
boa qualidade que vende pelo barato preco
de 30200 a pee*. Ditos moito superiores
de 40000 para cma. AlgodJosinbo entes-
tado com a largura precisa para am lxico!,
sendo liso ma;t encorpado a 900 rs. o
metro e dito enirao^ado om a mema lar-
gura a 10280 a vira.
BRAMANTES A 10000 e 103OO 0 MCTaO.
O PavJo tem superior bramaote da al-
godo sendo preciso para om lencol apenas
"um e meio metro e vende a 10600'e 08W),
e de liubo fazenda moito eoeorpada, com a
mesma largura a 20OOe 20500, dito frao-
cez do mais fino qoe tem iodo ao merca
do a 30000, 306(30 e 40Ob.
ATOALHADO.
O Pa<3o vende superior atoalbado a 10600
e 20000 a vara, dito de linbo fazenda muito
superior de 30000 para gima, sendo ada-
mascado.
Fazenda para hit.
O PavJo tem om grande sortimento da
hzendas prelas para ufo, como sejam :
Merino preto com 6 palmos de largura
para vestidos a 20000 e 24503 o covado
Merinos pretos de cordJo pira todos
os precos e differentes qoaMaies.
Bombasiobas para lodos os procos.
Cnifes 6 lpicas pretas. Lasiobas pre-
tas oa cassas de lt de 3C0-al 500 rs. o
covado.
Cassas pretas francesas e Inglezas- de to-
das k qualidades.
CWtas pretas frneew t inglezas de 208
rs. para erna.
Cr?pe preto para veos.
CASE.MWAS PARA CALCAS-A 40, 50 6&
70- E 80 O Pavo tem om grande sorliniento de
cortes de casemiras de cores para calcas,
sendo os mais modernos qoe tem vio io ao
'mercado e vende-se de 40 at 400000 0-
crte, ditas em pecas fraocezas e inglesas
para feaVcas-, oalitots e colletes que vende de
10800-at 60000-0 covade ditas oscoray
prova d'goa qoe vende a 50 o corte ou/t
30 o covado, sendo estas casemiras mojo
proprias para meninos de escola por sepem
escura e de moita duracJo. I '
CHPEOS KSOI. t
O PavJo- lem superiores chapeos d sol
de seda inglezas que vende a li'0, ditos com
b mitos cabos e verdadeiro marflm a l^
160 e 180OOOvditos de alpaca de todas as
qualidades.
PANNOS DE R0:H PARA CADEIRASE
SOPHAS.
O Pavo tem um grande sortimento de
pannos de croch proprios para-encost de
cadeiras e de spbs, assim como um rico
sortimento de tapetes de lodos os tamanbos
proprios para salas.
MADAPOL&O BARATO A,4& 4^500 E 50.
O PavJo tem pacas.de madapolo coa. 24
jardas ou 20 varas que vende a 40 e 40500
a peca, dko muilo fino e largo de 60 para
cima, dito francez do melbor que tem vindo
ao mercad), assim como dito finissimo em
pecas de 40 jardas.
Curtes, de Mas. .
a 1060, 20008e 20800.
O PavJo tem cortes de cbitas francezas
com 10 covados, que vende pelo barato pre-
co de 10600 e 20000, ditas qae vende a
160, 200 e 280 rs. o covado, tambem tero
am grande sortimento de ditas finas claras
e escaras qae vende a 280 e 320 rs. o co-
vado e fiaissimas percales mindinbas propri-
as para camisas, vestidos e roupas para me-
ninos qoe se vende a 360 o 400 rs.
>v'
m
m
H
! I
a^aH
BbBJ
Caagaram ao Bazar Universal da ra Nova
n. 22, nm sortimento de machinas para cos-
tn, das melhores qualidades que existe nu
America, das qtiaes maitas j sao bem co-
nvecinas pelos seas sotares, como sejam :
Weller 4 WHson, Grover & oker Sitan-
cioias, Weed e Imperiaes e outras muitas
qoe com a vista deverio agradar sos com
pr adores.
Estas machinas teem a vantagem de fazer
o trabalho qjoe 30 costureiras podem faz -r
diariamente e eosem com tanta perfeicio
como as mais perfeitas costureiras. Garan-
te se a sna boa qualidade e ensiaa-so a tra-
balbar com pereicJo em menos de ama
hora, e os precos sao lo resumidos qoe de-
vana agradar aos pretndante?.
E' estl
la
lontada
Bontrini
Ireraa para
rigoroso prin .
blico, qne no me.mo estabelecimenlo
oroso principia le nio viessem ai eollnmnas do jornal telentfffcirTo reapeiuvel
trarie sempre o mais completo sorti
brincos os mala modernos, para ador
ifffi&t^imiB
de jolas', como sejam
ibas do bello
ditas de cora
a Bt, broche:
40. 1, 40 e 20, rosetas Usas, porM be* MltkllN
pedras de 4 a 43#, eacoiet a 4|, dMaceo iMcnpjo aj
fostos, e con booias pedras a % 3 e 40, dius da- oaroias,
ricas cruzes de esmeralda e rubim a 49, 44 e iSf, tas de or
tofrraphicas a 3, 4, 5, S e 7f, Otas de coral 14, cadeias fm
*W9aotnva,twioi5e9 eoiatm boSee ftk sMrtMWta W,'
em as delicadas ore'
as a 4, S e M,!
erozs de onro
as caizinbu a i
9#, teorn
-1
lina a j
ndete'
K0}J*l
tel-
brilbntes, esmeralda?, pe rolas rubn. MeibJV, voltaa,
tras e de diversos modelos, octrtos e pencinez de onro e prata doorada. iek ius de 1
ro e prata de afamados fabricantes, salvas de prata de di..
roa a fiqueros, colheres para cha e sopa, maracas para ertl'oets, e nW fc
objectos qae seria enfadonho mencionar-ae.
, Os proprietarios da Flor -de Onro garanten vender tais .tarafe <|q am oartra
^> qaalqner parta, para ttte estar aDerto o eatabeleciaento das 6 borat da manbi u&
noule.
%S^


GRANDE OU!
AO 65
RA DO DUQUE m CAMS
(Antiga do Queimado)
Peco que se nao amirem dos precos de alguas artigos qae passo a mencioriar, ji
por vezes tetibo mostrado qoe s desejo vender barato a fim de poder vender moito.
e nJo ha quem me possa retirar do meu firme proposito ; podondo desde ja asseverar
ao Ilustrado povo pernambucano, qne oesta casa commercial se* encostra sinceridade aos
tractos, afim de se 1 oder conservar a numerosa fregnezia qoe me tem honrado em vir
em nossa casa, e pera o augmento da mesma.

PEEMOS
a 30200, 40OCO,
60500, U.
fino
1
nico- Jegaimenta autorisado e pprovado
pelo conselho de sade.
twico DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
do
BARTHOLOMEU C.
34Ra larga do Rosario34.
n*a*a saecos
LENCOS BRANCOS.
0 PavJo tem lencos brancos abanbados
quo se vende a 20400 e 30. a dozia, ditos
graodos de murim sem ser abanbados a
30200 rs. a duzia; assim como pinitos len-
cos bord dos para maos.
ROUPAPARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino sendo
muito bem feitos de 120 at 400000.
Pablos de panno preto friques e ocos
de 80 at 120000.
Ditos de oasemire de cor de 60 ala 120.
Ditos de alpaca preta fina de 40 a 60000.
Ditos de dita branca e de cores 60000.
Ditos de brim de linho trancado a 60000
Calcas de ca-emira preta de 60000 at
120000.
Ditas de brim branco de linbo de 40000
at 80000.
Ditas de brim de linho de cor para todos
os precos e qualidades. r-
Camisas francezas e inglezas ianBittl
d'algodJo de 10600 at 50, em duiiW
de-se mais barato.
Ditas de meia de 800 rs. para
Ceroolas de linb) ealgodJi, fraacs c
/sitas na trra. a
Collarinhos de papel, algedjo i Inio
qae se vende muito barato.para liquidar.
Para noTW.
O PavJo tem rico gurgarfo fe sede, orn-
eo. Grosdenaple branco moito encorpado
Agraoianaai braaeas coa listras da seda
Poapefnas braaeas de seda lisas e lana-
das. Sedas brancas.-Livradai e Usas, Ca-
pillas com palma de flor de ta ranga com
m eos bordados, qut ta Jo te- v*4 j
barata do qne em oaira qaalqner parte. *]
acha-se constantemente aberta dis X) ttortf da' manhJa al al 9
Imperatriz n. IQ.
cim
raneas
> sarcos e fogtaeteiros.
PABA ASSUCAR
CERVEJA DE MABC\
z
Isagarrafada especialmente para o Brasi).
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os nnmeros estampados
as pecas e nio as etsqaetag.
Veadem-se
En casa de
T. JEFFERIES & C.
* Mua d* Gummercio 46
iBRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em cada peca um bi3he-
te eom o nome
DOS
nicos importadores
_________T. JEFFERIES & C_________
Vende-se baralo, ora piano, de are dos mais
afamados fabricantes : tratar ra do Com-
ro*Tflio n. 38,
Pepas de madapol2o
450O, 55 e 6.J0O0.
Ditas de dilo mnito
e 90000.
Dita dito enfestado pega de 12 jardas a
30500.
Dita de algodJosFnho a 3;>, b$, e maie
presos.
Ditas de dito mnito largo marca T a
W00.
Ditas de cambraia transparente a 320O,
3150O e mais precos.
Ditas de dita tapada (on Victoria) a 4
e mais presos.
Cambraia a imperatriz mnito fina e
larga.
Dita imperial com cordosinhos, fazenda
mnito moderna.
Mosselina branca, covado 300 rs,
Bramante de liobo com. 9 palmos de lar-
gura 1)5800 e mais presos.
Dito de algodo a 14500-
Atoalbado afesloado fazenda superior a
1i5800.
Brim de algodJo de cor a 400 rs. o
covado.
Dito da Rossia, 500 rs.
Dito pardo trancado a 300 rs. e mais
precos.
Dito branco de linho fazenda mnito supe-
rior a 1^600 a vara (vale 2(5)0).
Grande sortimento de brine de linbo de
cor a 500 rs. p covado, fazenda qoe se tem
vendido a l#20Q.
Grande sortimento de casemira, cnsta o
covado *)5600, 2|500 e mais precos.
Damasco de lia fazenda Bnissima.
Cortes ,de casemira para calca a 4#S00,
3& 6& etc.
Flanellas de 15a riscadinbas a 640 rs.
covadn.
Lencos hinezes a 30G0 a dozia.
Ditos brancos de algodo e linho sorti-
mento completo.
Completo sorlimento de camisas nacio-
naes, francezas, allemJes e inglezas.
Cobertores delJa de xadrez fazenda sope-
rior a 5)5.
Grande sortimento de balocs.
Cobertores de algodo a I1400 e 20500.
Cassas de salpicos a SfJOOO a peen.
Palitots de casemira a 50600 e mais pro-
cos. mL
Ditos de alpaca a 350G e maW^re-
?os.
Saceos para viagem.
Meias para homem a dozia 20400, 30 e
30500 e mais-precos.
Ditas para senhoras, meninos e meni-
nas.
Popelinas de seda, covado !#700 admi-
ra/!!
Completo sortimento e chapeos, da
sol.
Toalbas para o rosto a 80000 a do-
zia.
Toalhas bordadas, de bobo do Porto.
sJo muilo lindas, mandem buscar as amos-
tras.
Duzias de gnardanapos a 20500.
Cortes de vestido de cambraia branca
com babadosa 70000.
Cortes de vestido de cambraia branca e
de cor com babados a 100000.
Algod o de 2 larguras para lenco) ou toa-
lbas a 10000 a vara.
Chitas Qnas a 240, 280 e 320 rs. o co-
vado.
Dita violeta fina a 280 rs. o covado.
Ditas em percale o qne ha de melbor a
360 rs. o covado.
E' v para crer.
HefinadRes de PEraambuco.
Chegaem i pechiacha, carvao animal a 1*600 :
?a acreditada fabrica dos fias d*a salinas de San-
to Amsro, deposlona roa da Poote-velha n. 14.
P< ete ide vender por largo lempo por ter vindo de
Lisboa grandes potgd-s por qoasi lodos os navios,
e c tn os melboramenfos nliimaraaon lotroduai-
dos do machmismo, produz a dita fabrica 60 x-
orbas por da, cjmecando de 13 de agosto enf
diaote.
Vende-se a propriedade denominada
da Fazenda na Barreta, com legua e meia
de comprimentj'de Leste a Oe-te, e meia
legua de largura de norte a sol, a margem
da estrada de ferro do Recife a S. Francis-
co, com casa de vivenda, grande numero de
ps de eoqueiro, saodo toda a trra de moita
prodcelo. Quem quizer comprar a mes-
ma propriedade pode eotender-se com o Dr
Joaquina Correa d'Araujo roa dos Pires
o. 26, oo a ra do aperador n. 83 i. an
dar. das 10 horas da manhJa as 3 da tarde.
Uura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopean
Essa pomada qae tao bons resaludos tem eolbi-
4 u peetoas qae delta tem feito aso acaba de
negar para o sea deposito especial.. ,
NA
Pharmacia e drogara
DI
Barmolomeu C. ra larga do Rosario na
mero 34-
Aos senhores de eognho.
Vende-se a reala* a divanas machinas e cal-
dearas a vapor, elldeiras He cobre para cezinbar a
vapor, filtro*, teos, formas e mais ontros objec-
tea da antiga re*Bcao do Montelro. Para tratar
Uriia-M *M aroprietanos da dKa refloaeio o* Sra.
Henr^aaUMM *C, aaltayertal Maiea eeer-
veta n. 36, roa do Bario d S Borja (Sebo).
ATISO IMPORTANTS.
Daveno tajatr com brevidade as mcu prto-
cigatt la diu refiaaclo para o Rio de Janeiro,
1 aagian in ni firn de engenbos de aproveitar an-
W j&MkMa, asta nnica oeeawio de comprar por
pravo* coaamodos machina* fabn
aiiaidJM franeeu dete ramo d
'?'
I


i asmitot-MH
typitiU
wJa i87i
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I-
i
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a

irtf com
Vftgei
_____________HJI
4* RA IM> HRII9I **
m PASSAHDO 0 CHAFABIZ
Pfcdft >0s senhores de engent e outros agricultores, e emprega dores de ma-
dfijHiio o favor de ama visita a sea estabelecimento, para verem o novo sortimwic
MSfato que ah tem ; pois sendo tudo muito mais barato em preco do que jamis te-
WTtwdido, eslfaihdaStlt>erii)i! em qnalidade e fortidao; o que com a inspeccJo pe
oal pode.ae verificar. r t<
" r^E'rSPECJ($ AlTTOlCAO AjJ NUMERO E LUGAR DE SUAFUNDICJU)
TflnAraa a rAflaa rl'aO'nq dos mais modernos systemas e em
wapuioo u ivutw Uttgu urnaatos convenientes par as d-
ms ctrcomstancias dos senhores proprietarios e para descansar algodao.
Koendas de canoa ^m? 3 tamaDh0S'ag melbor<* qoea,ui
&OU&& u6IltA(ta6 para animaes, agua e vapor.
Taxas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques*
ftachinifimOS paM mandioca e.a|god3o,i Podendj todos
JlOinOafi'fje pfifnte, garantidas.
1 OuaS aS maCnmaS e pecas de que se costuma precisar.
FaZ qualquer COnCWtO de machusmo, a prcCo mu reSomio.
FormftS lft ffirtV ,em as mei^ores c mais baratas exist-rites no mer-
IZnnnmman fia a Incurob-se de mandar vir qualquer macbinismo vonta
JUU/UlUUlOUUaa de Q5 dientes, lembrando-lhe a vantagem de fazerem
saa3 compras por intermedio de pejsoa entendida, e que em qualquer necessidade pode
lhes prestar auxilio
am6riCan0S e ngirumentos agrcolas.
mu s
a vista da B
e para serrar madera f ser movidos a m2o
por agua, vcpor,
)vu animaes.
Lembran(;a lempo
O proprieiario do armazem de vveres ra do
Imperadora. iS, vtm por meio desie aiiuuucio
prevenir e avisar ao respeilavel publico desia ci-
dade, qne o seu armazeai um dos que com mais
vanlagem pode sali-fazer as suas bem entendidas
exigencias, pois para tal tim tem teito reunir no
mencionado estaoeleeimeuto o mais completo ser-
umeato de aeepipes, e para que os dignos leitores
desta annaocio nao teuham occasio da -massada
tona aresoluco de limitar se a lembrar smeme
os gneros que elle tem como especial oovida.de, e
ktgninte;
Lindas caixas com confeitos, proprias para pe-
queos presentes.
Chocolate em p, este chocolate tem a vantagem
de poder-se fazer me; rao na mesa.
Laile eoBdeosado, a melhor marea eonneeida,
esta leite eonvem principalmente aos collegfos, no-
tis e bospaes, pela presteza com que se obtem
qualquer preparado deile.
Taaras do Egypto, raramente vindo a este
mercado.
Licores, finos: Churtreaze, Caracho, Anizete,
Creme de rosa,,etc., etc.
ALEM DISSO O CAMPOS
pode garantir que o sen armazem um centro do
boa e agradavel ao paladar, pois nelle se neos
trara sempre; ludo quinto pule necessitar ama
despenda, cozinba oa mesa desde a mais bem sor
tida at a mais medinere.
AGORA ANDA
annnneia tambem fe^o mulatiiilu em saceos e a
manta
ewuu.
Quem quizer venha
depressa
Antes que se acabe
Ao armazem da
1 O K 91 A
Rna do Baro da Victoria d. 4, antiga raa
Nova, esquina do Becco de Santo
Amaro.
Casacos degorgnrao de seda ricamente enfei-
tados a 20/CCO i I ditos de ditos a I8J I ditos
com pt-queno toque de mofo a iofOOO, popelinas
de quadros a 14300 o covado, paoao para saias a
1/000 o metro, chapelinas chegadas pelo ultimo
vapor e o que ha de mais gosio e de mais' mo-
derno a 154000, 18/000 e 204000 cada urna ;
bornoos de seda a 15*000, 18/000 e 22*000,
chapeos de velludo de diversas :re* e os mais
irados que tem vindo ao nereado a 15/000. reos
cortes de tarlataaa bardados a seda proprios para
bailes e casamentos a 25/000, alpacas eom listas
a 500 r.. o corado, vestidos de eambraia borda-
dos, roupoes de dita, saias bordadas a 3/500 e
4/000 cada urna, eambraia transparentes a 3/500
a peo, cootendo 10 jardas cada peca. Jeques de
sndalo a 5/000, manlhas bespanhoia, gorgo-
rito de seca preta com islas assetioadas a 4G00
o covado, gse com listas, a 600 rs. o covado, toa-
Ibas de linho a 8/000 a dozia e mnilos outros
objecto que se torna enfadonho mencionar.
18 MST4S
A Nova Esperanc est resolvida a ven-
der baratissimo,' para as Exrms. modistas:
eofeites,' forros para vestidos, botSes, ele. e
tudo mais de. quepr. ecizarem ; e isto por
preco muito cemmodo, com a condicao po-
rem das mesmas Exmas. munir-se des tes
objectos somenle no dito estabelecimento
onde encontrarlo o boro, por pouco preco
e desta forma ambos lucrarem, sto a
Nova Esperarca, porque vende, e as mods<
tas, por comprareni bom e barato.
Xo baver coavnl^es.
As criaocas que usarem dos collares ano-
dinos, qu se veodem na Nova Esperanza,
estarlo isentos de convulses ; pois sao os
verdadeiros recebidos directamente.
E' engracado e destrhe
Os pibes de nova Invengo e que dancam
15 minutos pouco mais ou menos, mudando
sempre de cores, e repiesetrtend^diversos
caraejeres, vendem se na Nova Esperaba
roa Duque de Caxias n. 63.
E' nechincha.
Laaziobas de cores a 40) rs., difas. com listra.
de seda a 140, ditas Unas a 500 rs., ditas cem lis-
tras da mesma eor a 560 o covado, brim de cor a
400 rs. o covado, dito pardo a 300 rs. o covado,
chitas decores a 340 o covado, dita.esc.qra a 280,
dita finissima a 300 rs., 320 e 360 o covado, caa
de cor a 240 o eovado, dita miudioha fin a 280 o
covado com lindissimcs padre, pecas de mada-
polo a 3/500, 4*, 4/800 e 5/, d.tas de dito mu
to fino a 6/800,7/ e 7/500 a peca, tnalhas acol-
choada?, duzia a 6/, dito de lioh a 7/500, dito
felpudo a 10/500a dnzia, camisas francezas bran-
cas e com peito de cor muito baratas, camisas de
meia, lencos de todas as qualidades, finos cortes
de eambraia brauca com listras, fazenda moderna
e por pre$-i eom modo, e moiUs outras fazeodas
as mesmas condicSes, que e avista do (compeado
se ple justificar a barateza : na ra Duque de
Caxias n. Si.
(-al nova de Lisboa.
Recenttmente ebegada no brigoe Encan-
(ador,vende Jjaquim Jos (Joncaives Beluao
no seo escriptorio. ra doCommercio nu-
mero 5.
Veodem-se as ca^as terreas n.. 13 e 27 a'
raa dos Guararapes, bem prosima a' estacao do-
bonds : a' trotar na ra do Mrquez de Olinda n.
00
160
iftW
'JiJfflTJTg!_
avisa a todos o,
torrando tudo pelo
f*par* t
ThesoWa^i%a
mais Biloque ba a Of
Caixas com 20 quadernos de paj)l
Uso, amisade a rs.
Pecas de tranca de 15a e al^odSoas
mais modernas a
Frascos com agua d colonia iflort*
fina a 400 e
Frascos com agua *de colonia ver-
dadelra a 800 rs. e ',*$$
Chapeos francos para baptisidOs o
nrelhor qoeba a 3,JOO0 e 55000
Duzias de botSes cobertos de seda
para vestidos por todo o preco
para acab- r.
Libra de art la preta a
Grosas debot5es d louca branca i"
Caixas com 100 etrvelopesfazqda'
fina a 5*00, 6C0 e
fpelhos de moldura, dourada a
m e
Pentes prews volteados para tn-
nirtas a
Tinteiros com tinta preta' a 80 e
Pecas de fita ejastica mrrito fina a
Latas com superior banba 60,100 e
Latas grandes com superior baha a
Frascos com oleo de Pbilocme a
500e
Frasees com macass | Peruta a
Frascos eom agna de Colonia verda-
deira a
Ditos rom o'eo de ba )osa suderjor a
Carrittls de retroz preto com 2
oilavas a
Caixas com agnlbas francezas a lfiO
ICO
Peess de tiras boriadas 500, 600
800 e
Garrafas com a verdadeira agua
florida a I .$300
C rtilbis da I'outrioa Christa as
mais n odernas a
Livro das- missoes abreviadas a
Copos grandes com su.eior banba
Macos i pallitos para deotes o
melbor qoe ba a
\ti
urxiw
" "
U(>m K*n eMMdaOMPi vMMfti teiMri
cal, eocheira com estribara i>ara 10a Jga.
JIM boa padara. na* c4j/> da^ra
:ohar, arwes rroctifens, etc.; este* sitio,
qneta 16-mm ten ejvfilo thtari, acflt se si-
Wd no maihor ligar ^oeUi pMeatio, vi.to
Mi|-f em frente a /otora ertacao da via-ferrw:
ml^wte* podvio drttfr-i rna do Bario
'" I lili 'i! ------------------------
Ipmdaapaka
E oito chcida esta pomada e muito
,aMsdi (wsMfeiissiaqoatidade, a Nava
Esperanca quem tem.
J*tro9 de porcellana
Omirtmpff(vs%rt?ffletrto d lindos Jarros
l IWlliniKdr'afeoady) Bacar) exist^ a
Tvw' perBca, ra Dtiqo- d Caxias
0. 63.
Bwcrdo
I.OJA
00
120
IKWO.
240
20t;
2^0
320
800
240
IjJOOO
320
600
240
15000
400
10500
10500
400
600
240
Paco tes com 3 sazneles inglezes
fazenda fina a
Escovas muito finas para limpar os
deniesa
ijff re^mrmt
SA^NTA ISABEL
3 Ra da Florentina8
Aceitam-.-e asslaoantis por precos mnito com-
modos, garanic so boa comida e muito assej.
Querem comprar ?
Guardapisa para vestidos; preto oubranco?
Papa-fina, larga ou estreit?
Leogos de linho, bordados.ba liaos ?
Bonitos kques, osso ou saadala.?
A Jova esperanza quem tem 1,11
Ka novidade!
Acaba de ebegar a Nova Esperanca ra Duque
de Caxias n. G3, bonetos e beneca?, sendo de mol-
des inteiramente novos, viudo entre elles os en-
gracados bonecos de borracha : para que se can-,
gam? qaando quizerem comprar qaalqoer objecto
sendo bom, booilo ou engracado, lembeem-se logo
da N iva E'peraoca ra Qnque de Caxias jo. 3.
Espingardas Lofanoheux
Vende-.;e cargas de adarme 12 para estas espin-
gardas : na fabrica a vapor de cigarros, rna larga
do Rosirio n. 21.
NOVIDADE.
A ioja do Papagaio acaba de receber um eom-
pleto sortimento de sedas lavradas de urna f
cor; assim como um esplendido sortimento de
poupelinas de seda, tanto um como outro .ao de
lavrores inteiramente noves, e as cores sao as
mais delicadas que at boje tem apparecido oeste
mercado, seu prego tao commodo que nao ha
quem deixe n. 40, esquina da ra Sete de Setembro, amigo
beco dos Perrciros, Ioja de Mendes St Carvalho.
Seraphinas ou har-
^ Rna rito Crespo a.
O proprletariot deste bem conhecHh estabele-
cirwK)fc\ alm m mnilB -obfeatos ffle-tiBhaffl e-
poeu-s. aaprtetolo do reaaaiaifel puhlico, roan-
5ar.m vir e acabara ds receber pelo ultimo vapor
da joropa, nm complet e variado wrtimenio de
UM e mui d^cadarep'?el*llBades,- as qnaes es-
*atwioldo a ttnder, eon de *eu cosame,
-por preces muito baraiiobos e Caaodot paralo-
d%CQmtontoqai4)*|llo...
uito Superiores Idvis de pelica, preta.. brna-
oes^e de-mo imites cores.
uito boas e bonitas golllnbas e punhos pn
tesbora, nete genero o qnfta.d mais aedorao.
Snperioils pentes detartMuga .para coques.
Lindos e rfquisslmos enfites para cabec% das
Ex***. Sra.
Superiores trancas antas e de eores com vidri-
Ibas e sera elies.; eu faienda o que pJe baver
de melhor e mais bonito.
superiores e bonitos leques de roadreperola,
mtrflm, sndalo' e so, sendo aquella brancos,
/oro lindos detenboa, e pstes pretoe.
I Muito superiores metes fo de Escossia para se-
nhoras.. as qaads sempre se veneram por 30*V0O
a doria, entretanto qne los as vendemos por 20,
lem destas, temos tambem grande sortimento de
nutras qualidades, entre as qnaes algomas muito
flu.-
Boas bengallas de superior esnna da India e
casiao de marfim cmn lindas e encanudoras figu-
ras do mesmo, neste genero o qoe de melboi
M pode desejar ; alm dwoa temos laofeem Bran-
de qaanUdade de outras qualidades, oom* seiafl,
madeira, baleia/wo, bcrraafc, etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chieotiqbos de eadela e
de outras qualidades.
.. Linda* e superiores liga de seda e borracha
para segurara ueias.
Bjas meias de seda para senhora e para meni-
na de 1 a 11 anoos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pel fabricante, e DOS por nossa vez tam-
bem assegnrarcos sha qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para uoiva.
Superiores agoraas par mchica e para cror''I
Liuha muito boa de peso, frouxa, para ent ai
labyrinlho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assim
como os teios para o mesmo firr.
Grode e variada sortimento das melhores per-
fumarias, da%jmelbores e mais coobecidoa fa
bricaqtj,
COLARES DE ROYR.
Biectrew .:.afjticos contra as convulses,
facilitan a denticao das onocenles crianzas. So-
mos 463110,09110 recebedores destes prodigiosos
collares, .e continuamos a recebe-los por lodos os
vapore?, aflm de rfue nunca faltem no mercado
como j tem acontecida, assim como pois, poderlo
aquelles que delles precisarem, vir ao deposito do
gallo vigilante, aonde sempre encontrarlo destes
verdadeiros c< llares, e os quaes auendendo-sB ao
flm para qne sSo applicados, se venderao com um
rani dlmjmito lucro.
Rogamos, pois. avista dos objectos qne deixa-
mos declarados, ao ootsot freguezes e amigus a
vlrem comprar por precos muito razoaveis a Ioja
do gallo vigilaste, rna do,Crespo n 7.
Pl HA -MOlVilM
Lindas grinaldas com flores e butoes da
laraneias cm vivos e sem elles, veDdem-
M oa Ne?a E^peranca ra Duque de Caxias
n, 68a
P1VELL4S DE MADREPEROLA.
BwMm five.llas de madreperola lisas o
bar4ad>pwpi,I*s para pnleeiras, vendem-
se na Now Esperanza ra Daqoe de Caxias
0.03.
PARA AS FLORISTAS
A Nota Esperanza a ra Duque de Caxias
ir. %$ ataba de receber folhas para rosas e
d'ootros moldes, a ellas antes que se aca-
ben !r-
Oleo para machinas
Verjde so na Nova Esperanza ra Dnque
d*vQstas-B.; 03. ___________
anliga
monicos.
k Roa do BarSo da Victoria,
roa, No va N. 2.
ral Nabuso 4 C, convidara aos senhores
amigos e freguezes par virem'ver nm eompleto
sortirrfento que acabara de receber da Europa.
gjVestidos de blonde eom veos e florea de taran-
ja para neivas.
Ditos de seda de cures e ir alisados,
i. Ditos de fil de seda proprio para bailes; ca-
samentos etc.
Ditos de eambraia e de chita de cores.
Colcnas o.seda e da lia e seda de diversas
cores.
Bournoux escocezes de lia, gosto inteiramente
moderno.
Cateleques de lia e seda com capuz.
Camisinhas de eambraia de linho bordadas.
Meias de fio de Escocia de cores para senhoras
e menina?, e brancas de aigod&s.
' Espartilbo.*, chapeos de seda e de velludo e an-
qninh de cima para 4.3300. ________
Avadado
algodao com pequeo toque de.avaria a 3$00 a
pega: na rna do Crespo n. 20, Ioja de Guilherrnc
No armazem de Joaquim Antonio de Arauje & Carn'eiro da Conha.
C. Tua do Mrquez de Olinda n. 14, ainda exis- -
tem optimai seraphmas de nogueira, com excel* /
lentes vozes, e se vendem barato para acabar.
Bicos e rendas
Nesta- tvpographia
sagrada por Picheiro.
Vender rendas e bicos do. Aracaty a pregos
compra-s urna historia' nunca vistos : na Ioja de fazndas de Canuto &
I Pinbeiro ra da Imperatriz n. 16.
orna das mettba eatA na povoagao t Keberi-
be : <]uem prel'-nler dnija-se ra da Moeda n.
39, das 9 heras di manhaa as i da tarde ; e tara
bem 9e vende irra casa em llinda em boa locali-
dad**; eom mnitos- coicnodos e com grande qnin-
Grande liquidapao
CAMBRMA LISA BISPO A ,1000
Peca de caabraia lisa Gna Bispo com
8 I/vji as a 300 oa ra du Crespo n. 20
li;i de Gt.'iWieime Carneiro d imh,
*oq?m J^is Hoacalvi-a Bciiro tem para
vender So sen eseriptorio ra do C immerlo n.
5, os gtneros abaixe notados, qoe vende mais b-
rato do qoe em oulra qualquer parte :
Azeitonvs em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Caf muido em massos de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca raarlel fi eres.
Enxadas.
Farinha de mandirca de Santa Catharina, sac-
eos de 3 e 2 alqueire?.
Dita da Babia em saceos brancos.
Dita de dita em barricas, proprias para casas
particulares.
Fio de algodao da Babia em nove lio?.
Ponces.
Mazados.
Nozes. *
Obras de palhetas.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Palitos para denles.
Pregos sonidos.
Pannff de algodao da fabrica de Todos os Santos
de Pedroso na Babia.
Rotea*
R)i> popular da Baha.
Butim em fardos.
Retroz dos melhores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranhio.
Tabaco smente da Babia.
Verniz copal.
Vinho do Porto engarrafado, caix de 12 gar-
ra fas. i
Dito1 de dito em barris, proprio para engarrafar.
. Dito moscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeaux em caixas de urna duzia.
Dito de caj em caixas de urna duzia.
Rna do Vigario n.27
No escritorio de Jos Joaquim Lima Bairo ha
para vender se :
Prgis de diversas qnalidades.
Pechadoras de broca de todos' os taraanhos, e dos
melhores fabricantes do Porto.
Carlilbas de donctrina Christa.
Mercurio de Lisboa.
L nha de Roriz.
Superiores lganos do Rio de Janeiro, da fabrica
de S. Lourenco, ja bem coobecidos pela aceita-
gao que tem tido nesta proviocia.
_i___________________^__________________________
n. w.
nico deporto da autSga e xcre-
ditada fabrica d Barbalho
(CafM.
IWstobCTS' sorM armazem trinenm-granJe
sortimenu) de lauca 'fr*rey muito Mfara ca-
sa de famiHa, (tomo eja algnidare pupeiros
e panellas, lodo grandes e pequeos, o bn-
Ihdes psra manteiga; ludo de barro vidrado fran-
cez. Assim como um cowpleio sortrnjeowde ion-
es do BarbaIho,- como seja.: jarroes para 4 e S
canecos de agua, P' les de nm a dous canecos,
muringues, resfriadeiras, qoartinhas do Barbalho
e da Babia, vazus vidrados e por vidrar para jar-
dim, cacos grandes e de meio para florea, ditos
ditos pequeos pata tirar piantas, canos vidrados
e por vidrar de 2, 3, i, 6, 10 e 12 polacadas,
feitos pir machina e que ajui n3o lianapiovln-
eia a excepcao dos viudos de ftx ; iMNrraeihor
pela qualidade do btrro *e mai barato do que <-m
ootra qualqt-r parte. Em porro se tez ibat-
mento de 10 13 por cento ; f na ra de Imj>e-
rador n. 37. ________ _
A revtttsciere diiBary de
Loudrfs
Toda a deengt cede a Revalcsciere du Barrjr,
que d sade, energa, app^tite, digi'.stSo e des-
canso. Ella cura as dispepsia?, gastrites, humo-
res, acide piluita, flato, enjOps, vmitos depoli
da comida e gravidez, con (.pagues, tosea, astbaaa,
affecgSes pulmonare*, bexign, ligado cerebro e
mangue ; 60,000 curas, iuclaiado rauitas deltas na
Brasil.
A revalesciere cbocolatada do Bwry
em [,
Delicioso alimento para almoeo e cela, moite
nutritivo, fortificando os ervos do estomago tem
cansar o menor peso era dr de cabega, nem ir-
ritacio.
nico depoMto para o Brasil em Pernambueo
na pbarmacia americana de Perreira Km te C,
ra do Duque de Caxias u. i7. (Todo cuidad
com as falsifL-aqoes.)
8e.f Lstveai?
Fiour
Parir ha de trigo j f. rmenuda, prooria par
pao, bolos, puddings, etc.. em lteos de 6-librad;
a venda nos armazeos ile Tairso h*o aos t C
A ag-ia de orno
NA RA DO CABCGA' fl^I %
tem leques todos de madreptroW, o melftor
tem vindo ao mercado.
qa
t7oces, fructas e flores.
Ra a Cruz ri. i3' vende todos os das :
PrezUbto em fiambres a libra.
Lanches todos os dias, e difforente>.
Ge a de mao de vaeca em copos.
D,)ceterystaliados de diuerentes fructas.
B los, podios e b tis boceado?.
Bandeij s com bollinho?, enfeitadas
It.iuqu'-H* de eravs para nivas.
Plores avulsas n em boepuet^.
Sorveles todos os das a noute.

-PAO R AMONO A
nico deposito no Recife ra das Cruz d. 13 sefli
alterago de pregos.
Grande sortimento de bichas de Hatebnig?
de 1* qualidade ; vende-se e aluga-se e>n p> quena
a grande porgo : na ra e;lreita do Ro-ario' nu-
mero 17.
J. 0. C, Doyle, tem em seu armazem para
vender o segninte :
Cognac Hennessy,
Vinho Xerez.
Vinho da Lisboa.
Fillradeiras.
1 piano de um dos melhores lab ricinos.
' Ru d Commercio n. 38. r *
Ba da Cruzn. 18
Farinha de mandioca, superior em sacos
grandes.
RA DA CRUZ N. 18.
Formas de ferro jjalvanisado,
RA DA CRUZ N. 18.
Vnoos finos de Bordeaux, do Rheno 6
do Xerez.
Vende-se dilerentes qual iiades de frnc-
teiras pequeas, b as pra mndat-se, a
saber : abacates, j->queim da CliidaCtcsco,
sapotizeiros, pinbeiras, figueiras, arlicum
ap, catanheiras do far e parreiras ; ao
preco de quinhentos a mil ris, conforite
a qualidade ; quem as qn zer dinja-se o
8 tio no Arraial dos Coqueiros, sitalo na
encruzi hada docnn,i;ho que vti pira o
acude de Apipuci-s e opara Brejo
Leman Frres
vende cerveja Mayeoga e vinho do Rheno.
Cerveg.i no;ueg da I qualidade, vende-se em porco e a talho :
ooarmazeiii n. 4 ra do Commercio.
Rapa
A Ioja da praga da Independencia n. 5, che-
gou nova remessa do muito acreditado rap gasse
grosso, fino, R.rh.i, francez, rolo e princesa da
Babia, Lisboa e Paulo Cordeiro comraun e viajado;
vende-ge em libras e a retalho,
J chegaram.
As desejadas cambraias crox, e ditas com Oo-
res de lia, ao 65, rna do Duque de Caxias.
Eduardo Femoa em seu armazem mz do
Commercio n. 22. v -nde :
CERVEJ.4 PRETA de superior qualidade.
DITA BRANCA Bass.
VINHO DO PORTO em barril.
VELAS de espermacete.
PRESUNTOS inglezes.
-
9

200.


al
a

DOS PREMIOS DA Vi PABTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 402, A BENEFICIO DA MATRIZ-DE S. LGURENG DA MATTA, fiXTRAHIDA EM 6 DE SETEMBRO DE 1871
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8
FisriO) QS jr 0f ttitnssvsTCS) -~~ ^SSovssBSm ""^
'fibtimbr-lta 1811
GEML
^b\ dos depuudos.
Discussdb o elemento servil. *
' (COQMUCio).
Mu, ie assim 6, Sr. presidente, s leaho
a lamentar a trate mystiflcaco a que nos
achamos condemnados. (\poudos da oppo
aico.)
O Sa. Antonio Prvdo : Muto bem.
O Sr. Pcroioo Maijmsiro : ... o )
pelo falseimanto do systema canstacional
representativo e pirlameotar, o deaprez > .i
opiniao (apoiados da oppojic >). o qtialles
representantes da opiniao que aqu se apre-
seatam a sustentar e defender aquillo qus
proAHaaenie esto convencidos serem os
verdadeiros e reaes Interesse* do paiz, e
mais que talo o verdideir* mod) de solver
esta magna questo sera os gravsimos e
perigosisiloaos ioconvenien'es que desta fa-
ll propala ho da necessariamente resal
lar para o paiz, em prejuuo delle, dos c-
dsdaos, do thesooro publico, da propria
idea abolicionista, que en conscienciosamen-
te at esta data tenao defend Jo e hii de
defender com todas as minhas torcas (Apoia-
dos, muito bem da opposicao.)
Nio fallo para a honrada maioria e pira
o governo, que me parece estarem deslum
brados e cegos; fallo para o paiz, e cm
comprHB9nto de ora dever ; e peo raen>s
rstame a coosolaco deqaa as minhas pi-
lavraa bao de ficar consignadas ai perpe-
tuara rei memniam nos Annaes da cmara
e nos j>rnaes que publican os debates.
(Apoiados.)
Estou bem convencido de que fra daq ii
alguem Ibes far justica, e os nossos vij-
dooros a faro, como a faz a historia n-
Jarcial (apoiados), qnan lo tiver cessado e-ta
poca apaxonada, de enthusiasrao, pocas
que nao sao aa mais apropriadas para re-
formas que demandim tola a calma de es
pirito, toda a isenco de paixo, e para as
qaaes mais que lado indispeasavel o pre-
dominio da razio.
O Sr Cruz Machado: Pois a monil
diversa: presenca de corpo e ausencia
de espirito ; silencio e voto. (Risadas.)
O Sr. Perdigao Malheiro : Aquillo
porque o governo est Doje passando e
nobre maioria, j passou por mim.
O Sr. Araujo Lint : V. Exc. fot o au
tor da tda.
O Sr. Perdigao Malheiro : Eu revolvo
esta questo e a esmerilho ba mulo mais
de dez amos; o meu primeiro trabalho,
publicado em 180). revela estodos ramio
aturados (apoiados) ; s publiquei osjfl
tros mais tardo em 1866 e 1867 ; e sffl
fiz foi, como j Uve occasio de dizer, por-
que o governo apressou-se, o primeiro em
precipitar a idea no discurso da corda i
1867.
Eu quera com aquellos meos (rabalhos
dar orna certa e conveniente direcco, quan-
to em mim coubesse. idea da emancipa-
Cao ; abreviar aquella poblicaco foi nma
necessidade em laescondices. Mas aquel-
la poca de paixio, de eoihusiasmo, ante-
rior a 4863, lermiaou ha muito para mim.
Desde 1867, e muito mais boje, estou per-
feitamenle calmo nesta questo, como esta'.
ria em qualqaer onlra que, embora me in-
leressasse muito de perlo,'todava nao fosse
capaz de commover-me ao ponto deapaixo
iiar-me.
Sinto, pois, profundamente que nesta
discusso nao tenha ha vilo toda aquella
calma e prudencia que seriara tanto para
desejar em t5o grave questo. (\poiados da
opposicao.)
O Sr Duque-Estrada Teixeira : E'
imoossivel diante da mordaca.
Sft. Perdigao Malheiro : Quan lo
profer o mea primeiro discurso em 12 de
jul o, creio que os nobres deputados devem
todos terse convencido desta verdade que
;.cnbo de enunciar, bem como de que nao
oli'endi a pessoa algnma (tpoiados); discut
com plena isenco de espirito, emitli fracV
raente as minhas opinioes, procurei arredar
de mim essa pacha de toe 'herencias que
se me traba assacado, mantive todas as mi-
Dol ideas e doutiioas em toda a sua pie
nitude, como aioda boje ; eu disse : A
questo, para mira, da applicaco desta ou
diqueila medida apenas de opoortuniia-
de *, e nisto resumi to Ja a minha defesa.
Mas parece-me que nao tive a felicidade
de convencer a todos, pelo menos o nobre
Sr. ministro da agricultura e tamban o il-
lustrado Sr. presidente do conselh \ assim
como alguns nobres collegas, insistiram.
Assim, comecrei por dar urna resposta
abreviada ao nobre ministro da agricul-
tura.
S. Exc. censorou-me por nao haver eu
approvaio que o governo apresentasse ago-
ra a sua proposta com -relaco reforma
servil, cilando e lendo a ui (leu-me essa
honra) trechos ida obra que publiquei em
1867, onde eu dizia que nao indefinidamentJ adiando a soluco deste
importante p-oblema. e que al achava ni-
to grande perigo; que a idea camJnhaya
por tal forma, que resistir Irie seria resistir
s cachoeiras do Nigara e de Paulo Affonso.
Eu hoje mantenbo as mesmas ideas.
Quem ha ahi que possa, quem esse Her-
cules ou Sanso capaz de oppr urna bar-
reir invencivel ao progresso que tem feito
e contina a fazer a idea ? Nao esta hoje
a minha questo; a miaba questo outra.
E' que a idea comegava a laucar raizes por
todo o paiz, e ia-se deseovolvendo de um
modo natural, proficuo e eflicaz; sobrevie-
ram, portn, circumstancias difliceis, aggra
vadas por outras, como sao aquellas que eu
relatei, quer pelo lado poltico principal-
mente com a ausencia do chefe do estado,
quer pelo lado financeiro, econmico e de
seguranca publica e individual ; em taes
condic5es, dizia1 en, fra inconveniente, fra
inopportona a apresentaco da proposta. E
tanto assim que nessa mesma obra o no
bre ministro acharia, poucas paginas antes
e depois das que teve a bondade de aqoi
ler, aquella pensamento.
Como o nobre ministro dea-me a honra
de ler, en pedirei cmara licenca para ler
tambem o que 8. Exc. omittio.
Tinha en, em aa capitulo, dado noticia
do progresso que ia fazendo a idea dos
trabalbos de alguns, dajstentativas legislati-
vas, etc., etc.; e refera nma opiniio que
pretenda que em 8 annos se euingoisse a
escravido no Brasil. En fiz a seguale ob-
servaco, qae est pagina too.
c Por modo qoa a precipitaco das ideas
abolicionista tem marchado desde 1863,
qaasi que com a forca do vapor e da eaoctri-
cidade. Se, porm, eetea elementos tiKa-
vilhosos do progresso moderno s3o atis na
industria e em oulra ordem da vida daa
(Wtlrn
Mn grav
exageraclo
paci i non
Ihis.ada
condcac*
igini ilt, ditoai eu :
c As circumitanias actoaoi em qae o
Bra-il se v a bracoa com ana guerra ea-
tr/ngeira.'que distrah a forja pobtica, a
pro?riaiorcar*porieial e a guarda nacin il,
inpjdiftdo o g.>verno de estar conyBient>
mente preparado para acudir'de orapto a
eventualidades que se possam dar contra a
ordem publica ; gu rra q e Ihe tem reti-
rado bracos da lavoura, que tanto dalles
precisa; gravado as finteas, de um modo
i'.spanioso, e econmicamente improductivo;
nao por cerlo esta a occaaio mais propi-
cia de encelar medidas legislativas para a
emanipaco da oseravaiuri : seria augmen-
tar a aftlcco ao afil do ; seria grande im-
prudencia e temeridade.
< Feita, porm,a paz, e dndose algnm
respiro... poder-se-hia sem os mesmos in
convenientes lenta lo >
E pagina 231, tratando de praze, dizia
cora cert) carcter geral :
- < Aguardar, pois, oxasio mais azada
para o fazer, quando o numero de escravos
(kti ver diminuido consideravtlmenle, e oulra
cirenmstancias favoraveis se dem, o mais
prudente. Os inconvenientes do admenlo
noste ponto nao sao da mesma gravidade,
qua os da precipitaco em resolvfi-lo j ;
tem o c rrectivo sera re mo, qual seja
providenciar se em lempo opp>rtuno nesse
sentid; a precipitado nao tem correctivo,
a pedra laucada do alto da montanha, e
que ha de seguir o seu curso fatal, causan-
do estrago quic irreparaveis.
E pagina 2i2 (embrava eu o seg lin'e :
t Providencias policiaes, sobretudo de
polica correccional, para de promplo oc
c >rrer aos fados, i revenindo cu puniodo,
quando n) sejam da estrela competencia
criminal; e isto, qoer em relaco aos se-
nhores, quer em relaco aos escravos e li-
barlos, quer em relaco sociedade e or-
dem pabliCi.
El creio portanto, seohores, que, sa o
nobre ministro me houvesse feito a justiga de
ler com animo desprevenido o qae escrevi,
nao teria confundido o principio genrico,
muito abstracto, que anteiiormente eu ha-
via estabelecido, com a especial opporluni-
dade da apresentacidenraa proposta. Esta
opportnnidide especial foi tambem all tra-
tada pela forma que venbo de expr, em
lugar proprio. Ai m'nhas censuras, por-
tanto, subsistem intactas.
Por esta occasio avenlou S. Exc. ama
proposico qoe tomarei a liberdade de im-
pugnar.
Disse S. Etc. que o governo era ojuiz
da opportunidade, assim como o jaiz dos
meios.
Seohores, verdade que entre nos o go-
verno ludo, pode ludo, omnisciente e
omnipotente; e portanto debaixo- deste
ponto d; vista ello pode ser o nico ju'zda
opportunidade e dos meios; o parlamento
ser apenas urna chancellara, a que o go-
verno venha trazer os seas projedos para
somente dar-lhes transito. Neste sentido
nao tenho censura a fazer ; mas, segando
a verdadeira doulrina, eu nao posso aceitar
tal principio. Seria nada menos do que
annullar completamente o systema constitu-
cional entre nos, mais do qoe j se acba;
por ora est sopbismado, est mystiffcado ;
elle seria completamente annuliado. O go-
verno vi ra apresedtar um seu projecto ou
proposta quando enlendesse, nos termos
em que ihe parecesse, e o parlamento bra-
sileiro nao teria remedio seno dizer Amen,
votar. Nida de discussoes, nada de es-
clareciraentos, nada de ideas de ootros;
parque o governo nao aceita cousa alguma,
julga so omn sciente e infallivel, assim
como omnipotente.
Eu lastimo que taes ideas se hajam in-
troduzido e vio grassando, porque lemo
que com ellas as dossas iustiluices sejam
abaladas. Eu najo sou visionario, tenho o
espirito muito positivo e.pralico ; mas re-
ceio profundamente; porque desejo para o
meu paiz, para a sua felicidade, a realidade
e verdade do systema que juramos; nao'
posso de bom-grado ou por forma alguma
aceitar certas ideas e certos principios.
Bem longe estamoj da Inglaterra e da
Blgica, mas n-m ao m nos rnitam js. Por-
tugal e oulros paizes, onde ha anda certa
energa ; entre nos o espirito publico est
ateirameote amortecido, foi reduzido a um
esta i i de leihargia, de que parece que nem
esta questo magna com todas as suas on-
sequencias, e as questjs pol ticas que ella
encerra c podero levantar I Receio mato
pelo futuro deste paiz, se es'.a calma ia con-
tinuar ; eu pretiro a luta, mas a lula das
ideas. A luta das ideas a vida, o pro-
gresso. Este marasmo, este desfallecimen
to, esla ndifferenca mortal em que foi mer-
gulliada a n cao ba de ser a ruina do paiz,
ha de ser o preliminar lalvez do abalo das
institmeoes, se qualquer grave circumstana
despertar o espirito nacional.
Disse, anda, S. Exc. que eu havia em
meu trabalho sustentado que nio era conve-
niente deixar ao lempo a soluco desta
questo e lembrava medidas e ideas, no
emlanto que no mea discurso eu tinha dado
a entender que devia-se deixar todo ao
lempo.
E' urna oulra injastica que S. Exc. me I
fez ; o meu discurso est impresso e eu lo-
mei a liberdade de faz lo distribuir em fo-
lhetos pelos meas nobres collegas. O qae
eu disse foi que o tempo am elemento
precioso, que nao devoraos desprezar, pelo
contrario aproveitar ; e disse isto por oc-
casio de apresentar am fado estatisticj
muito importante, e ao qual a maioria nao
quer dar importancia alguma, a differenca
que ba entre a soturna dos bitos e alfor-
rias, e os nasciraeatos. E' um elemento
poderoso, um elemento que por si natural
e suavemente concorre para extinguir a es-
cravidJo..
O numero de bitos muitislimo aupe
or ao numero de nascimentes, e o numero
d alforrias qaasi iguala ao nnmero de as-
cimentos; o qae d pouco mais ou menos
5 % aonoalmenle em favor da eatmcco da
escravido ; ora, as Iibertac9es, dizia eu,
vio em augmento por actos espontneos, o
qae prova que a idea se vai desenvolveado
no paiz como ama planta qae elle havia
bem recebido, e qoe tende a creecer e a
formar nma arvore frondosa e de bellos
frncto. Nestes termos coacluia eu, dei-
xemos que ella se desenvolv, aaxiliemo la,
fagamos como o bom jardiueiro, qae alo
vai, logo que a planta nasc, meeber-lhe na
raz, poroae a matar infalltvelmente ; ebe-
ga-lhe trra, rega-a quando pao chove, at
que a planta nataralmente, e com o tempo,
de que era o melhor. E naqaella mesma apresentar syuthetisadas em projcto todas
as minhas Ideas; parque, embora seja de
plrecer qje l qaem se acba em opposicao
nao corre o dever de discu'.ir, de mostrar
os erros e inconvenientes, todava, por
eawepco, visto a gravidade do assunpto e
a especialisima posico em que me acbo
Cfm relaco a,elle, en'enlo que devo con-
correr em boa f com o fructo dos meas
estados, qaHenho continuado al hoje sem
cessar e_cooo a maior soi itu 1 ?.
B por esla occasia, para acabar de lo
mar em consideraco alguns pontos do dis-
curso do nobre ministro, qae me dizem
respeiio mais particularmente em que o
nobre mtoistro julga -echar me peranle o
paiz, e peranle talvez o mundo, de ter
aventado e discutido esti questo.
Nao senhores; assomo com muito pra-
zer toda a respoosbilidade de haver dis-
cutido, principalmente desde 1863, esta
gravissima questo ; e prezo-me disto por
qoe, se a idea tem ito algum progresa)
devido a esses meas trabalbos (o qoa igno-
ro, porque a idea do secu'o ; jai existia no
paiz antes qae eu escrevesse e foi fazeod a
seu caminho ), eu nao fui seno collabo.a-
dor do tempo.
MiS^otai bem, ba entre o trabalbos
que publiquei e a proposta do governo um
abysmo: all o trabalho da discusso, de
doulrina, trabalbos de um parlicu'ar, que
apems esludava no seu gallineta, embora
sempre com olbos sobre o paiz a que aquellas
ideas teriam de ser ou poderiam ser ap-
plicadas; influencia apaas m >ral, qual
obra o nobre ministro acba este asesa-
asesto.
Pe$e iiceocs pira edtinaar t ler ligaos
trechos .daquelles meas escriptos.
Sinio-eaUr abasando da pacten :ia dos
meas nobres coHegss (sai tos ni91 potados);
mis, alada qae Beasse s, teria obtfgacJe
de mostrar em como nio estoo es contra-
dicco. | ||^.
Vozes : O a vimos sempre o nobre depu-
tado com muilo prazer. 1 k r\
. Ql8. Perwgo Mauieir# Nuaca me
ho Tle achar em contradieco ou iacohe-
rencia, porque para os meus escriptos e
para os meas discarsos tenho cuidado de
estudar; nio veoh) aqoi fallar sem estar
preparado.
O Sr. F. Beusawo :V. Exc. frm
sua opiniao pelo estudo, oulros a forman
pela revelaco.
O Sr. Pkrdigo Malheiro :Eis aqui
o modo por qae ea me exprima pagina
206:
f Se os seohores de escravoso Brasil
quizessem, podiara extinguir a"W:ravido
a escravido n
Ierra de S3nta
sem dependencia de leis novas-, e debaix
mesmo do rgimen da legislarlo actual.
Bastara que : -f* declarassem por si livres
lodos os qu> nascessem, fazendo os bapti-
sar por taes, a exemplo da nobr e santa
resoiuco tomada pela ordem dos Benedic-j
linos era capitulo gerat de 3 de maio de
1866; 2* facilitassem ts alforrias. a titulo
gratuito e oneroso, preferindo as familias e
o sexo feminino Se islo se izesse unifor-
memente desde cert data, a exliocco se
Operara suave e naturalmente ; com toda
a probabilidade, se nao certeza, antes do
fin do presente secuto,
teria representantes na
Cruz.
Vozss:Muito bem.
O Sr. Perdigao Malheiro :Portanlo,
com esias ideas, se laes fossem as condico
do paiz, eu opinara que dexassemos fazer
a emancipaco o seu caminho o progresso
natural.
O Sr. F. Beluario :Y. Exc. quer o
resaltado, outrs querem o meio.
O Sr. Pkrdigo Malheiro : Effectiva-
mente, estes dous meios aqoi acoaselhados
tenho a satisfaco^de ver que ho sido, e
vo sendo em pregados, desde entio, em
ordem ascendente (apoiados da minora);
as hbertacjs na pia bip'ismal s*o mais
frequenies nestes tres ou qualro idoos do
que eram anteriormente (aaeiadoe da mi-
noria) ; as alforrias a titulo oneroso e gra-
tuito principalmente sao sem numero, esce-
dera as maiores exigencias de um abolicio-
nista, que nio seja daqueiles que querem
corlar log o mal pela raiz (Apoiados da
minora).
Eis ahi eitio aquellos dous meios volun-
tariamente empregados e prodazindo as
seus benficos resaltados, concorrendo para
essa grande verba de alforrias ao ponto de
boje s ella qaasi igualar os nasementos:
(Apoiados da minora).
Na corte feavse em 1870 o cense-: e ve-
rilicoo-se, no decennio at esse anno. iifiQ
nascimentos. naah de 19,003 aWorrias,
mais de 29000morlos; equilibrando ae ala-
rias qaasi os nascimentos o qoe se pede ae-
ueralisar ao imperio.
Ea pedera, portanto, adoptar boje a
opioio de deixar a qaestao entregue ao
tempo, sem que se me podesse laxar de
contradictorio ou incoherente. (Apoiados
da minora.)
O n bre ministro disse qoe a proposta do
governo era idntica com o projecto da
commisso do aeno passado e com outros
aqui apresenlados. Ha milita differenca ;
basta confronta los; ns o farei, porque a
hora vai a vaneando mas elles est a publi-
cados, e os nobres deputados podem fazer
mu fcilmente essa estudo comparado.
A proposta do governo deita a barra a
iodos os mais adiantados que tem sido
aqui apresentados: consigna em am s
projecto, todas as soloces e todo* os mo-
dos de resolver a qaestao, deixando apenas
a pequea margena, de duas sogueos un
cas: Ia a emancipaco d'fferida, isto ,
marcar-se um prazo 10, 20 ou 30 annos
para a emanciparlo simultanea nessa po-
ca ; V, emancipaco immediata e simul-
tanea.
Nao ha outra margena. Jdas a emanci-
paco simultanea ni > se ha de fazer espe-
perar, porque nio haver tempo ; a pro-
posta do governo convertida em lei e pos
ta execucao, ha de trazar consequencias,
que seremos forcados a decretar a emancipa-
co immediatae simultanea em muito breve
lempo, em 2 ou 3 annos ( muito3 apoiaios
da minora) oOse o governo em vista das
circumstancias gravissiraas em que s ha de
achar o paiz, nao a fizer por acto da dicta-
dura para salvar o imperio, ella se far por
si e com todo o estrondo que ama reforma
desta ordem capaz de prodozir nos lac-
ios humanos. (Muitos apoiados; muilo
bem da minora.)
Tal a historia das colonias ira acezas e
inglezas, e de todas eqnellas em qie se
quiz precipitar semellnnte reforma.
Pretendeu achar o nobre ministro diver-
gencia entre o nobre depatado pela Babia
,o Sr. bario da Villa da Barra, e o humilde
orador (nio apoiados) qae occepa a vossa
attenco, ebegando a estender a todos qae
fazem parte desla minoria divergencias de
opinioes, e a dizer qne nio nos entende-
mos, nem ninguem nos entende.
O Sr. Cncz Machado :'Elles qoe
nio nos en tendera.
O Sr. Perdigo Malheiro --ijsto to-
cho a observar que fallo aqui pdr conta
propria, como o nobre bario o fez por soa
parte; pelo qae itabei a pouco de] dizer
6 em diversos lagares daquella miaba obra
se acha escripto, estou de accordo, com S.
fixe. a respeite de certos meios a empregar
para soloco desta questo. como, por
exemplo, decretarle o rsgate Dalo fondo
de emancipaco, mas estabelecidas cartas
preferencias; bi neste ponto dais escolas
extremas; qae Dio sigo exclusivamente,
isto concillo ambas as escolas.
Beatbam aeooselha qae os escravos se-
jam libertados i sorte, sem distiaceao, a*
la idea reprodoaida em am trapelbo
Dr. Cmara Leal, de 1865 ; mis o Dr. G.
Alberto Soares, em am trabalho de tW.
Iido no institnto dos advogados,- oppoa
essa idea por diversai raaos* ; qsMS)
qae ni) se deixasse i sortea libertaclo do
escravo, porque i sorte caja: ee> en-
tendo que;podemos ebegar a conciliar
hkm
as, combinando a pre-
Es tempo opportuno, qae ser ni 2*
dHasslo (se esse projecto passir em *,
cemP a provtvel), eu terei occasio de
que resulla da discusso ; entreunto qoe
a proposta do governo a ioflaencia ofli -ial,
com todo-o.prestigio...
O Sr. Duque-Estrada Teixkira : Com
toda a violencia porque o prestigio coasti-
tuci( nal j o perdeu
O Sr. PerdigaoMalheiho:...que tam-
bem fez-me a honra de referirse a mim e
aos meas trabalbos, dando at lug.r a urna
reclam cao um pouco enrgica que fiz pas-
ta occasio e de que peco desculpa c-
mara.
Mas, antes de ir a esse ponto, S. Exc,
comecaodo seo discurso, fez om parallelo
entre a I glaterra e o Brazil quanto a orga-
nisaco dos gabinetes, quanto i poltica, e
s influencias qae determinara, essas orga-
nisac5es.
S. Ex:, pa.-eceu-me entender qae nos
estamos em raelhores condifDes a este res-
peito do que a Inglaterra 1
O Sn. Cruz Machado .'Fantasa I
O Sr. Perdigao Malheiro?Oh 1 senho
res I isto ama beresii po'itica, faltar
historia, fantasa de urna imagioaco des-
vainada t
Censuran o nobre depatado a aristocra-
cia iogleza, dizendo que ella predomina,
queimpoe os ministros ao rei ou a ra oh a,
e que era por este prazer de govern ir,
sendo o re ou a rtinba apenas um dolo,
que aquella aristocracia se mostrava to ze-
losa do seas direitos e privilegios; qae
isto nio se v no Brazil, onde, nao ha seme
loante aristocracia, onde o mooarcha esco
rae livremente os seos ministros e nao est
sujeito a >mposico de pessoa alguma.
Senboroj, preciso nio ter Iido os bistO'
riadores, os publicistas inglezes e estran-
geiroa qae se tem occopado mais particu-
larmente d historia constitucional da In-
glaterra, para dizer semelhanle heresia.
Quem nao lea lord B ougoam, Fisefael,
lord Russel e tantos ootros que tem escrip-
to, aiada modernissimamente, soore este
assumpto ? Q tem nao sabe que a nobre-
za iogleza j existia aales que houvesse
res na log aterra ? ET a primeira nobre
za do mando em todo o sentido ; peta sua
antiguidade, pela sua illuslraco, pela sua
riqueza, por sous serviros, por sua legiti
ma influencia.
Nao eleve o povo inlez a essa nobreza a
sua magna carta e a liberdade de que
goza, ? Nao na aristocracia ingleza que o
povo acba a seu primeiro defensor? Ac
so na Inglaterra os ministros sao impostos
por esle ou por aquelle ? Nao um traba-
ho secular essa conquista das liberdades
inglezas, por esforcos sobretudo daquella
aristocracia, esso predominio da opiniao,
qud all a verdadeira rainba ? De sorte
que, s vo ao poder aquellos que a opi-
niao indica ? Ha nisto alguma imposicao ?
Onde estara hoje, a inglaterra, o nobre ou
poderoso que pretendesse impor um minis-
terio rainba ? Entre nos que ludo est
sopbismado. nao na Inglaterra.
Ea sei bem que a nobreza ou a aristo-
cracia ingleza nao precisa desta miaba defe-
sa ; mas pela comparaco. O que l s
faz o que eu desojara que aqui se izesse;
que nentium subisse ao poder seno quan-
do indicado pela opiniao, e nao como entre
nos se faz; polticalirentna peior que a
de Tarquinio, le van tarase mediocrida les
para abater-se o merecimento (Apoiados
da oposico.)
E' urna aristocracia aquejl? da Inglaterra,
tao digna, to psrspicpz a respeito de suas
verd^deiras conveniencias que nio duv.da
admitlir em seu seio o ultimo do povo, des-
de qae esle ultimo do povo, pelo seu me-
recimento, se eleva at ella; nao julga ter
desmerecido con essa adopcio, ao contrario,
ufana-se com taes acquisico js.
Anda mais, vemos na Inglaterra um Mir
quaz de Lorn, casado com a filha de sua
soberana. Tal a nobreza de Inglaetrra.
E' portanto ama tradiccio inlel da histo-
ria aquillo que o nobre depatado disse aqui
ba das. E o seu parallelo nio (em proce-
dencia alguma.
Passando ao ponto que me diz respeito
particularmente e qae dea lagar qaelle
saccesso desagradavel, direi poacas pala-
vras.
S. Exc. tratando da emancipaco disse
qoe ea havia sustentado que se poderia de-
cretar a emancipaco sem indemaisaco, e
citou o trecho de um paragrapho da pri-
meira parte < jurdica) desse mea trabalho,
Reclamei immediatamente. Naquelle 100
suseilei a qosstio constitucional; tendo no
respectivo artigo referido alguns casos espe-
caos do nosto direitoque consagrara a al-
forria forcada, veio a duvida, se em vista
do art. 179 2i da constituico do im-
perio, qae garante a propriedale em toda
a sai pleoita le, se deviam reputar linda em
vigor esses casos do direito civil que dio
direito a alforria (oreada ou legal. Suslentei
qoe aesses casos espaciies, e mais em al-
guns ootros o legislador nio eslava inhibido
de assim dispr. Eis i dootrioi que sus
tente*; mas foi to cauteloso, lio prudente
em toso esse trabalho, qae referindome f
emancipaco em "ajrT, eam mdia)SicioijOQa
ou sem ella, em alna tota a esse- tsesmo |
100, reporteimft'ao qfe dicsesseDa iefcejtra
parte onde ia oc;upar-me especialmente da
questo da emancipaco.
Eis a nota, qae tem o o. 580. Diz:
Mifs de espaco trataremos destas e
das seguntes qoestes na parte Ureeira des*
la obra, em qne examinaremos o magno
prohleffa da afeolico da escravido no Bra-
**>>
sil.
Ora, na parte 3a pag- 231 vera a dootrim
que sustento; e devo desde j advertir qu
o Sr. Vi conde de Jaquitinbooha foi o pri-
meiro que no Brasil levantou a quest!o se
se poderia decretar a emancipaco em geral
sem indamnisa;osustentando elle a affir-
mativa em vista do que na Europa se escre-
veu com relaco a esla materia. Ea imme-
diatamente fui imprensa e discut contra
a opiniao do Sr. Visconde de Jeqaitiohonba,
sustentan lo qoe nao podamos decretar a
emaoMpacio sem'indemnisaeo. Esla po-
lmica consta dos jornaes daquella poci.
e est em resumo no trecho que passarei
a ler.
Se insisto neste ponto, porqie o nobre
depntado apresentando aquella minha opi-
niao de um modo truncado e falso, quz at-
ribuir nobre minora, a que me acho li-
gado, cma dootrina que nao aceitamos, qual
fazerse a emmcipaco sem indemnisaco.
(Apoiados da opposicao.)
A cmara vai oavir o que est escripto
m minba obra, pag 231 :
Cas), porm, se fixasse j o termo fi-
nal ou se venha a fixar mais larde, dever,am
os seohores ser iademaisados do valor dos
escravos que possnissem legtimamente ?
Esta ques'.Fio. aventada em outros pai
zes, tambera j o foi entre nos pelo Visconde
de Jequitinhonba, qoa sustenta a negativa,
e aioda ltimamente em am artigo assigna-
do por Graciliano P.mentet, que o segu.
Con:ordo em que o direito absoluto, des
conbecendo inteiramenle a propriedade es-
cravo, nega o direito indemnisaco : tam-
bem concordo em que essa soluco tem a
grande vaotagem de nao onerar os cofres
pnb icos com urna dospeza avultadissima.
Porm a questo nao deve ser decidida e
julgada segundo o direito natural, nem s
mente pelas vantagens ou onus d s cofres
pblicos. A escravido nio vive e existe
seno pela lei positiva que a reconheceu, le-
gtimos, manteve, e toroou-se, para bem
dizer, cumplice. Segundo ella, o escravo
aula verdadeira propriedade, cousa, pos-
suido e sujeito a traosaeces como tal, sob
a f, garanta e salvaguarda da mesma lei
E', pois, de inteira jutica humana qae seja
ella respeita la em todas as suas consequen
cias,ve portanlo tambem quanto ioderani-
sago^ que nao s de rigorosa justica em
tal caso (art. 179 22 da constituico ; leis
de desapropriaco), mas de eqoidade, ha
qaasi que urna desapropriaco por utilidade
publica, ou humanitaria* na expresso de
Lamartine.
c O servicos do escravo pertencem a
seu senhor por toda a vida do escravo ;
am direito adquirido pelo senhor; a lei nio
Ib'o pode arbitrariamente tirar. Reduzr o
prazo pois, redazir esse direito, desa-
propriar; alm disto, alterar os direitos
adquiridos de terceiros por vi/tule de hy-
potbecas, penbores ou outros titulos. A in
demaisaco portanto, devida mesmo em
tal caso (de redaeco de prazo), embora se
estabe ecam gras especaos para ella; o
contrario Ilusorio, am verdadeira sopbis-
ma.
O Sr. CrJ Machado :Muito bem ; esta
que a verdadeira doutrina.
O Sr. Perdigao Malheiro : J vom os
meus collegas que nio possivel qualificar-
se de leal e seria urna discusso em que por
tal forma'Se falseam as nossas opiaiojs. Para
restabelecer toda a verdade, seria preciso
qua-eu lesse este litro desde a pr.meira
al a ultima pagina
Nao sei se estoo abosando, Sr. presidente,
da paciencia de V. Exc. e da cmara ; mas
defesa propria ; e quando nao estiver na
ordem peco a V. Exc. me advrta.
OSr. Presidente: O nobre deoutado est
respondendo aos oradores que o precede
ram, e a tolerancia que achei estabelecida
em relaco observiacia do art. 113 do re-
giment perniilte-lbe que delta use tambera.
Em outra qualquer discusso nao a admitli-
ia seoo. nos tormos do regiment.
OSr Perdigao Malheiro: Agadecoa
V. Exc. Como nio oceuparei oulra vez a
tribuna nesta 2a discusso, e sim na 3a se
se dignarem de me conceder a palavra, can
tnuarei as respostas que tenho a dar.
O nobre deputado pelo Cear ameacou-
nos anda com o exemplo dos Eslados-Uni
dos. E' verdade; aquelle tremendo exem
po deve se ter bem presente,nao para que
se faca revoluco entre nos como la se fez
e, nem a reforma se precipite pela maueira
por qne l se precipitou, mas sim para que
procuremos evitar os males e desgrasas que
l saccederam. (Apoiados da opposicao.)
Passarei agora a responder a oulro nobre
depatado pelo Cear, o Sr. Araujo Lima. S.
Ex;, deu pouca importancia a varios fados
e argumentos que forana, aqui produzidos.
Tocarei apenas em alguns-
S, Exc. nao d valor algum aos dados es
tatisticos; assim, portanto, nio ligoa im-
portancia a esse fado que produzi no meu
primeiro discurso, e que acabei de referir,
da differenca entre os nascimentos e a som
ma dos bitos e alforrias em favor da ex-
tineco da escravido.
Pela minba parte declaro que ligo muila
importancia a semelhantes factos, porque
o symptoma mais evidente de que a idt
vai caminhando por si mais rpidamente do
qae muitos pensara.
S. Exc. pensou ainda achar-me em con-
flO!
iafca,
meu favor um digno'aigrSoSja. meo
Vicio peicalar amigo, aSrTssflo kV
um doi aruimentoe desta casa, joaz i
peito pira o governo e para i store
ria, eqal em um aparte frisaoto e deas vo
respondeu ao Sr. Araujo Lima por mim, e
profera? as sefointe* aikvras: Elle nao
modicou, sustentou toda a sua diutrina
na itscussao. Ej disse em aparte : V. Exc.
nao outio o que eu disse; mantenho a idea,
s a faco depender da opportunidade.
Foi o nobro depatado pelo Rio
do Sol qae, como j disse, insusj
governo e soasaioria.
O Sr. Cardoo Fontes : E' ioasfi
porque anda boje pedio o encerramento*
O Sr. Perdigo Malheiro : -"1 quem
fecbou esta questioncola de incoherencia i
meu respailo com aquellas palavras, os
sao bim mim la maior sstisfacio, por ae-
rem a ja-tica mesma.e o balsimo reparador
Mas, o que ha de mais grave qoa o so-
bre deputado pelo Cear, a qaem me reiffc
aventn aqu urna questo potirica, n
qae peco liceoca para dizer tambem a
mas palavras.
Declarou o nobre depatado qae o pastal
conservador o partido do principio < aa-
toridade.
Cortamente, senhores, qae no partido
coos rvador prepondera o principo da au-
toridade, assim como no partido liberal pie-
pondera o principio democrtico ou popular.
M dadeira liberdad, verdadeira ordem na so-
ciedade sob o rgimen do principio ^*
toridade, indispeasavel que este
principios se acbem em parieilo ec
ee o principio da autoridade exorbitar e
romper o equilibrio, verbi gratia, contra o
principio da liberdade, pode esta perigar,
assim como a orden ; tice versa, se tender
a exorbitar o principio da liberdade, o prin-
cipio da autoridade e da ordem podem sf-
frer; se nio se mantiver a ordem, um ou
ouiro, ou ambos aquellos, podem correr
risco, e muitas vezes perigo inminente e
grave.
E' deste perfeito equilibrio qoe pode vir
a mircha regular da sociedade, o seu esta-
do pacilico e natural, o seu desenvolvimien-
to e progresso tambem natural; no eratan-
to qne o desequilibrio pode trazer conj
quencias gravissiraas, as quaes podem e j
de oecessariamente refleclir sobre o u
ou liberal ou conservador, que der 'causa a
tal desequilibrio,
Seohores, nos eaminhamos, em relacio i
questo que discutimos, para gravsimas
consequencias. O principio autoritario, que
do partido conservador, j se acba extre-
mamente exagerado ; se esla exagerado
progredir, esse partido nao lera mai razio
de ser, ba de desapparecer. E ai da socie-
dade 1 novos partidos se levantarlo,
Semelhanle exagera cao leude necesiarii-
menta preponderancia do elemento demo-
crtico, popular, porque nesta preponde-
rancia qua se vai encontrar a reaeco iafa.-
livel, o natural correctivo para aquella exa-
geraco.
Eis as perigosissimas consequencias poli-
ticas a que- seremos lvalos, se o partido
conservador nao refriar, por s mesmo o
excesso, a demasa do principio autoritario,
qae sen.
. A Franca de Napoleio III (presciodindo
do outro ) abt est, exemplo receWo ain-
da fumegante ; poucos das antes de decla-
rar a guerra Prussia, pretenda o impera-
dor pelo ministerio Olivier, reformas libe
raes, elle que era a incarnacio do principio
autoritario.
O Sr. Fontes: Exagerado.
O Sr. Perdigao Malheiro : E -qae
disse elle ? Correm impressas as suas pala-
vras : Ajudai-me a salvar a liberdide, pela
ordem respondo eu. Declaroo-se a guerra
imprudentemente ; nao se atienden vo/.
de Tbiers ; a maioria enlbusiasla Jeixoa se
arrastar pelas palavras do duque de Gram-
mont, que disse em resposta a Tiers, fal-
samente menlindo Franca, que ella eslava
preparada para a guerra I
E qual foi o resultado ? Napoleio III nio
pode salvar a autoridade, a ordem, a liber-
dade, a Franca I
Uma Voz : Nem a honr.
O Sr. Perdigao Malheiro : Tudo se
perdeu I
Eis o perigo da xageraco do principio
autoritario.
Senhores, fallou-se ainda aqai em agita-
cas inslitas, com referencia a essas repre-
sentares pacificas (apoiados da opposicao),
que tem vindo cmara, como se o direito
de reunio e de petico nao fosse garantido
pela nossa constituico. (Apoiados da op
posico.
Itnmediatamente em um aparte om pouco
enrgico reclamei contra isto, porque revol-
ta-me o espirito e o coraco, desde qoe se
pratica um acto de injastica.
Falloo-seta rabera ligeramente em rep-
blica, e por modo tal, que levantaran-se
logo reclamacas da parle de alguns honra-
dos collegas, at que se declarou qae de
nenham membro desta casa partir seme-
lhanle expresso, e sim de alguem alheio i
cmara. A
Mas, supponhamos que algum de i o
livesse dito (e se isto se dsse coaiga nao
recusara confessa-lo), por ventura ne exis-
te mesmo nesta corte um club republicano
e uma folba republicana ? Nio est ahi i
Repblica proclamando por todo o imperioJ
Nio vio as ideas republxanas ganhando
proselytos ?
Nao acredito em repblica no Brasil, e i '
razio clara : nossas tradicoes, nossos cos-
tumes, nossa edacaco, nossa raca, erafim,
tradiccio, apezar de tudo quanto eu haaia forma de governo que temos desde 03
exposto na primeira vez qae tive a hoora
de fallar; mas vio-se muitissimo embaraca>
do, qaerendo a todo o transe attribuir-me
opinioes que n'o tenho; sustentarqeehavia
eu desistido de opinioes que mantenho ; fa-
zendo apenas queslio de opportunidade;
e adduzindo argumentos de terror, odio,
etc., nos qaaes nio quero, nio devo mesmo
entrar para nio p-los em relevo ; tio pe-
rigosos os considero.
Nao imitarei a S. Exc. que, nio contenta
de ver publicado o seu discurso a primeira
vez no Jornal do Gomnercio de 27, den-nos
delle uma segunda edicio no Jornal de 30,
talvez com a intencio de que aquella pro-
clamado Spartacus (risadas), correase
novsmente o imperio ; nao ficou satisfeito
com 1 primeira, quiz duplicata de proclama-
ciot
O Sa. Cruz Machado:O velho e o novo
testamento, um a par do oulro. (Riaidis.)
O Sr. Pkrdigo Malheiro : -- Porm, Sr.
presidente, esta questo de incoherencia
.nossos antepassados e outras considences
me levam a nio receiir, ji nao digo.para o
futuro, mas ao menos tio cedo, qoe no
Brasil se possa levantar a repblica, quando
nio vejo sobretudo essas qualiliies de re-
publicano, essa abnegaco, essas virtudes
civiets, esse espirito de iniciativa, essi
energa, essa v nlidide que cobstiluem o
verdadeiro republicano. *
Eate paiz, com os costumes que tem,
aem digno de semelhmte forma de go-
verno ; se derivassemos de outra raca, se
tivessemos outra edrjeacio e ootros costu-
mes, como por exemplo os americanos do
norte eu dina: tentemos a
no dos norte-imericanos.
viocias fossem mais telos1
trabuco, plena aut
terrivel conceatracio
o'iinjue floir todo para estaoantro, fal-
tindo ma ootros megibroi. t
Y D DIARIO-K DO COtO 01 GJU""

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