Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12479


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Full Text

ANUO XLVII. NUMERO 20$
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0$ Sr*. Gerardo Antonio AItm Ftihoe, MPar ; Gon^lvet Pinto, no Maralo ; Joaqaim Jos de Oliveira & Filho, no Ceari ; Ajenio de Lemoa Braga, no Aracatj ; JoaoMar Joo ttave, no Aun ; Antonio Marqnet da St-, no Natas krt tata
Poreira d'AMMe**, mi Mamangaape ;FeIippe Estrella & G, na Parahyba ; Antonio JoM Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Baldo, en Santo Anuo; Domingos tes da Costa Braga
en Nanretn ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alm na Baha; e Leite, Serqninho C no Bio de Janeiro.
i' --------------------------------------------------________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________^-;___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

_________:<
' Be ordnen.de 8. Ese. oSr. **ee-a>re-
sidente da provincia tio coavidtdos os ene
(M de repartirlas, ampregados Mi, ec-
ciMiastcos e militares e todos os cidadaoo
qae quizerem comparecer-para astetireas ao
cortejo a elfigie de S: M. o Imperador, no
palacio da (residencia as 5 horas da tarda
do da 7 do crreme, aoniversario da inJe-
pendeosia do imperio.
Secretaria da presidencia de Pernamoco
S de setembro de 1871.
O secrettri.
Elias F. de Almeida e Albuquerque.
parte ornciAL.
tSoverao da provincia.
IPEDI.NTK DO DA 16 DE AGOSTO DK 1871.
Odleios :
A Exm. Sr. presidente do Banca do Brasil,
iuteiranJo-o de haver sido nesta data asdgnado
o ntralo para o emprestmo de 1,800:0001000,
por esse estabelecimenio pro vi acia, e raeommeo
dandi* 4 ue envi a thesouraria provincial a quan-
tia de 5D0.0 X) J, proveniente da primeira presta-
ci desse contrata, devendo a remessa, se fr pos-
sivel, ser eita por intermedio do thesooro nacio-
nal, 0 na primeira opportunidade. Offlciou-se
oeste sentid m Exm. Sr. ministro da fazenda.
Ao provedor interino da Santa Casa de M-
serieordia. diieodo qae ple mandar entregar a
Gartmtas Mana de Oliveira, seu Olho Joao Alves
da Owra, educando do collegio dos orphios, qne
ja altiogio a idade de li annos.
Ao mesmo, conceden Jo a autorisacio que
soiicitou, para mandar entregar a Ricarda Ko-
waalda de Pintes Braga, a menor Mara, de ida-
da de oito raezes, e exposta na roda sera o sea
eoasenlimeato, visto ter a mesma RjmualJa pro
vado ser a raen ir saa Alba.
Ao brigadeiro commandante das armas, re-
eommendando a ex ped cao de suas ordena, para
qae uas guarda com msica e bandeira se ache
postada no caes Vate e D ras de Novewbro, em
frente a praga Pe 1ro II, boje as 4 horas da larde,
aam di fuer as honras devidas ao Exm. pres-
dante mineado para Alagdas, Br. Silvia Elvidio
Caraeiro da Canba, por occasilo do sea embar
qae.Offlcioa-se ao inspeclir do arsenal de ma
rinha para mandar apresentar no mesmo caes um
eacaler, aflm de transportar o mencionado doctor
para bordo do vapor Presidente.
Ao inspector da ibesouraria provincial, para
qae, em vista do qae expoz no incluso requeri-
ment) o contratante da estrada de Goyanna a Po-
dras de Fojo, hachare! ioio Lias Cavalcante de
Albuquerque, e dos tsrmos da informacao, junta
por copia, do chefe da repartilo das obras publi-
cas, man le faier no contrate do supplicante a al-
terada por elle indicada no rae Commuatcoa-se ao referido chefe.
Ao joiz municipal da primeira vara desla
capital, transmittindo para os flus convenientes, o
oflco j jit j por copia, do ministro brasileiro em
Lisboa, ora relago a carta rogatoria, dirigida as
lustras de Portugal para ser all citada D. Anna
Joaquina de Miranda Brito.
A' cmara municipal da'cidade do Recife,
approvaaio as arrematares, feitas por diversos,
e sob uaogas idneas, dos talhos ccnstaotes da re-
laco que remetteu, a contar do 1 de ontubro do
corrate anno a 30 de setembro de 1874,podendo a
mesma cmara mandar lavrar os respectivos ter
mis, aflm de qae essas arrematacoes possam pro-
duzr os devidos effeitos.
Despachos :
Abaixo assignados morad ires em Ssrra Branca
em Oaricary.Sellado, volte querendo.
Francisco de Siqueira Cavalcante.Pasie por-
tara concdende a licsnQa por doas mszes com
vencimentos.
Oailherraina Custodia Alves de Assis.Ao Sr.
vice-provedor da Santa Casa de Misericordia, pa
ra aendir a supplicantie, .inscrevcn lo no respec-
tivo qaadro o menor.ito qae trata a supplicante.
Bacbarel Joao LinrCavalcante J.-' A!bu|uerque-
A' theso^raria provincial com o IB 'io de-ta data.
Bacbarel Joo da Costa Ribeiro Machado.Pas-
se portara no forma requerida.
Maooel Teixera de Carvalho Ralalo Remet
tilo a commissao medica encarregada de exami-
nar a beriberi para tomar a pretenco do snp-
plicante na consideracao qne m^reeer.
KXPBDIKNTE DO DA 28 DE AGOSTO DE 1871.
OfScios :
Ao Exm. presidente da Parahyba, recommen-
danio a expolelo de suas ordens, para que seja
instruida devidameote a inclusa peiico de gra?a
do sentenciado de justiga dessa provincia, Ansel
n tiaaei dos Pra;eres.
Ao brigadeiro commtndante das armas,
transmittindo o auto de vistora e denudado de
pesvia, a que se procedeu no cadver do senten-
ciado militar on pra^a do 4 batalhao de cagado-
ti-, Manoel Francisco Roberto, que fallecen na en-
fermara do presidio de Fernando de Norooha no
dia 21 do torrente.
^Mkf^rr ^a "'esouraria de fazenda, ea
viando flMBiaS de soccorrimento dos sentencia-
d )i da jaMcaHmbelino Pedro Atexandrno, Cbris-
pim Jos Alves, Edmundo los Saldanba, Antonio
Carlos Tiberio, Uayraundo Games da Silva, Fran
cisco Soares Lopes, Alexandre de Oliveira Ma-
ciei, Maooel do Xascimenu Bszarra, Canuto Can-
dida Ramos, Francisco Antonio de Moura, Ma-
noel Rufino de Carvalho, V.ceote Jos da Costa,
Jjo.eseravo de D. Francisca Flix Cavaleaote de
Albuquerque S, Maooel Gomes de Souza, Jos
Deodato de Medeiros, Lulz, (escravo Io). Rosalina
do Espirito^Santo, Flix de Araujo Lima e Jos
Igaacio do Espirito Santo, os qaaes foram remt-
alos pelo commandante do presidio de Fernando
aa .N'oronha para esta capital, em vrtade de requi-
siclo do jaiz municipal da primeira vara.
Ao mesmo, para mandar satisfazer o inclu-
so pedido de varios objeetos, feito pelo eonselbo
ecMbmieo do presidio de Fernando de Norooha.
Ao mesmo, commanicando que, segundo par-
i.cipacio do commandante do presidio de Fernan-
do Se Norooha foram remedidos para esta capi
tal ao vapor Maniah, com destino a fazenda na
eional, 300 saceos, comeado milho e produeco
daqaella liba.
Aai jaspeetor da ihesouraria provincial,
ouadanM adiantar doas mezes de vencimentos, a
cantar ir 1' de setembro vindenro, a nm offleral
qansfpracaa, destacados em cada um dos ter-
mos de l'amar a Santo Aolao ; um offlcal-e 16
praja e kamb ; um offlcial e 1S pracas em
Po aTAlho ; nm offlcial a SO pracas- em Goyanna;
nm afflcal a iS praeas em Limoeiro ; e 1 offlciaes
12 pfioea em Naiareth. Commanieon-te ao
comsoMiante do eorpo.
Por easa tnaanoraria mandouse pagar :
Ao ferante da comjanhia Pernambacana, a
qoantia da W*. em qae importaram as passagens,
* eeoMOoriu aoonadu a qaatro voluntarios qae
ieraa do Penado eaa destio ao eorpo de polica
So, | te 764800, proveoiinte de pas-
sagsws Awaiadoriai, ornecldas a bordo do va
per SfenaMfi as prasu do ofoo de polica qae.
Maporlada de Penedo Macei, e desta
M* pata / prim-ifo desses lagares, em junh)
a- *o commandante superior do municipio do
Keeife para qae, em vista do disposto no art. 15
do* estatutos da companhia de Beberibe, e recia-
magao du respectivo director, mande dispensar
do servica activo da guarda nacional a praca do
3 batalhao de infamara Caetano Tavares de Sou-
la, emqnantofr empregado daquella companhia.
Ao commandante do eorpo de polica, auto-
risanloo engajamento dos paisanos Alexandrino
Francisco do Espirito Santo e Joo Jos de San'An-
na Aveliuo, e forem apios.
Ao director do arsenal de guerra, declaran-
do que, segundo eommunicago do commandan-
te do presidio de Fernando de Noronba, foram
remettidjs esse arsenal no vapor Mandah, oito
candes contundo 1,295 pares de sapal5?s, e 138
ditos deehinellas, aconlicionados em ijuatro sac-
eos.; objeetos estes manufacturados na sapataria
daquelle presidio. fc
'Aojuiz raancpal da primeira vara, envian-
do os autos de vistora e identidade de pes.'a dos
sentenciados Jos* Prisco de Souza Das, Andr
Cordeiro, Jos Francisco de Lima e Feliciano Go-
mes de Oliveira, fallecidos na enfermara do pre-
ndi de Fernando de Noronha.
Ao mesmo, transmittindo as guias dos sen-
tenciado; JoaqaHn Clemente de Amorim, Pedro
Pereira de Souza, Domingos de Souza Barros,
Jos Francisco de Araujo, Joaqaim Jos da Silva
Vieira, Antonio Francisco de Lima, Antonio Ma-
noel de Salles, Graciano Jos Romeiro, Joao Fer-
reira Leite, Manoel Rodrgaos Gequiry, Joo Lo-
pes D imasceuo, Taomaz Gomes da Silva, os qaaes
teodo cumprido as respectivas senteogas, foram
oa sero remeltidos na primeira occasilo para
esta capital.
Ao mesmo, remettendendo as guias dos sen-
tenciados Severino Jos do Nascimento, Manoel Ks-
tevo do Nascimento, Jos Miguel Rodrigues, Ma
noel do Nascimento,-Antonio Jos da Fonceca e
Manoel Henrigues Gomes, os quaes, com os de no-
raes Flix de Araujo Lins, Jos Ignacio do Espi-
rito Santo, Jos Deodato de Medeiros, Rosalina de
Espirito Santo, Luiz, escravojde Ezeqaiel Pessoa
do Reg Gama, Flix Cavalcante de Albuquerque
S, Manoel Gomes de Souza, Joo, escravo de D.
Francisca, Vicente Jos da Costa,'Manoel RnQno
de Carvalho, Chrispim Jos Alves, Eduardo Jos
Saldanba, Antonio Carlos Tiberio, Raymundo Go-
ales da Silva, Francisco Soares Lopes, Alexandre
de Oliveira Macel, Manoel do Nascimento Bezer
ra,.Caouto Candido Ramos, Francisco Antonio de
Moura e U.nbelrao Pedro Alexandrino, foram en-
viados para esta capilar pelo commandante do pre-
sidio de Fernando de Noronha.
Aojaiz de direito da comarca de Goyanna,
para Informar de conformdade com a lei, o re-
curso, de graca, que ao governo imperial encami-
nha o sentenciado Jos Gulherme do Seuza_____
Portara :
A cmara municipal du Recife, remetiendo
exemplres mpressos do aviso do ministerio da
agricultura de 22 de jaloo ultimo, aflm de qae,
correspondendo as vistas do governo imperial,
chame a attengo de seus municipes para o objec-
to do mesmo aviso, interessando-os as suas van
tagens com relagao ao progresso da industria agr-
cola. Iguaes, mutalis mutandis, s de mais c-
maras xiuaicipaes da provincia.
Despachos :
Antonio Gomes de Mattos.Remedido ao Sr. Ins-
pector da tbesoarara de fazenda para mandar pa-
gar ao supplicante de conformdade com o seu
contrato.
Companhia Pernambucaua.A thesourana pro-
vincial com offlcio desta data.
Companhia Pernambucaua.A tbesourara pro
vincial com offlcio desta data.
Companhia dos trilhos urbanos do Recife a Oln-
da.Estando efTectaado desde 24 de abril do cor-
reate anno, com a companhia Brasilian Street Rayl-
vriy o contrato do ramal dos Auliclos, nao tem
lugar o que requer.
Francisca de Assis Marques.laforme o Sr. vi-
ce-provedor da Santa Casa de Misericordia.
Jos Tneophilo.Informe o Sr. brigadeiro cem-
manJante das armas.
Jos Alves Cavalcante.Informe o Sr. inspector
da tlHsouraria provincial.
Joaqaim Jos de Santa Anna.A vista da infor
mago iaieferido.
Mara Benedicta da Motta Silveira.Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.'
Manoel Jos de Mello.Remetttdo ao 'comman-
dante do eorpo de polica para de confirmidade
com sua informacao de 24 do correte, mandar
inspeccionar o supplicante, como requer.
Manoel Olyrapio de Carvalho.-'Passa.
- Paulo Jos de Oliveira.Estando effectuado com
Brasilian Street Company, desde 24 de abril do
cqrrente anno, o contrato Jo ramal dos Afflutos,
nao tem lugar o que lequer.
EXPEDIENTE DO DIA 29 DE AGOSTO.
Actos :
Ao excellentssmo presidente de Mnas-Ge-
raes, communicando para es lins convenientes,
que, segundo participon o commandante do presi-
dio de Fernando de Noronha, fallecen naquelle
presidio de hemopbitises o sentenciad* de justiga
dessa provincia, Ado, escravo de lanocencio, co-
ma se v da guia junta por copia.
Ao brigadeiro commandante das armas, para
em cumprimento do aviso do ministerio da guerra
de 14 do corrate, informar se ebegaram a esta
provineia, e foram enviados para o presidio de
Fernando de Noroaba, os volames a que alinde o
mesmo aviso, comeado pegas de fardamento, re-
metlidas pelo arsenal de guerra da corte cora des-
tino aos presos existentes naquelle presidio.
Ao mesmo, inteirando-o deque segundo aviso
do ministerio da guerra de 16 do corrale, (oi ap-
provada a nomeago do primeiro cirnrgio refor-
mado do exercito, dontor Francisco Gongalves de
Moraes, para servir interinamente na gaarnigao
desla capital, em snbstituigo do segundo cirnrgio
do eorpo de saude, doulor Joaquim da Silva Gus-
mo, que fadeceu.Communicou-se a thesouraria
de fazenda.
Ao mesmo, transmittindo, para ter o conve-
niente destioo, a provisao de reforma do segaado
sargento do 51.* eorpo de voluntarios da patria,
Joaqaim Jos Rodrigues Jnior.
Ao inspector da thesouraria de fazenda, en-
van lo por copia o avise de 9 do correte, em que
o excellentissmo senhor ministro da marrana, de
accordo com o parecer da respectiva contadorla,
d solugo a duvida manifestada por essa inspec-
tora no offlcio dirigido aquella secretaria de cata-
do, em 21 de juaho ultimo, relativamente a estor-
vo de varias despezas pira differenles verbas.
Ao mesmo, declarando que, em aviso do
ministerio da agricaltnra de 14 do correle, foi
communieado baver sido approvada a deliberagaa
que tomou a presidencia, de autoritar sob aoa
responsabilidada ura crdito previsorio da quanlia
de 3:500, para oceorrer-se ao pagamento de des-
pezas, relativas qaelle ministerio.
Ao mesmo) commanicando que segundo cons
u de aviao do ministerio da agricultura de 17 do
crreme, solicitou-se do da fazenda a expedico
das convenientes ordens no sentido de ser essa the-
souraria habilitada a pagar a quantia de 404800,
em que importaram os reparos feilos na ponte Se-
le de Setembro.
-- Ao inspector da thesouraria provincial, au-
torlsa&do-o em viiu da informagio junta por co-
pia, do chefe da repartigio das obras, puhlicas, a
alterar o contrito celebrad coro J/pstiao Jos de
Souza Campos, para a illamnaeo a gaz da cida-
de de Olinda, augmentando se com mais 50 bicos
aquella illuminaco, os quaes devero ser dsslri-
buidos de accordo com a planta, nesta dala ap-
provada.Commuoieon-se ao chefe.
Por essa thesouraria mandou-se pagar '
A' Flix Paibeco de Meuezes, on a seu procu-
rador, a importancia despendida com o sustento
dos presos psbres da cadeia do ter/no de Ser-
nhaem, nos mezes de Janeiro a margo deste anno.
loteirou-se ao chefe de policia.
A' Joajuin Manoel da Costa a quaotia de.....
1:6004200, qae como iademniago, Ihe foi conce-
ia pela assembla legislativa provincial, na qua-
lidade de arre natante da obra da ponte de Mas-
sangana.
Ao Dr. chefe da polica, dizendo que nada
ha a providenciar no sentido do final de seu offl
ci n. 1155 de 23 do crreme, visto constar ter si-
do pelo jaiz de direito da comarca de Flores, como
presidente do tribunal do jury, julgado incompe-
tente o foro commum para nelle responderem os
soldados do eorpo de polieia, Antonio Manoel da
Silva e Jlo Baptlsta Lima, indiciados juntamente
com o tenente Jlo Pires Ferreira, na morte do
criminoso Joao Nazario.Offlciou-se ao comman-
dante do eorpo para proceder de conformdade
com o respectivo regulamento, contra os referidos
soldados.
Ao mesmo, approvando a deliberarlo que to-
mn o delegado do termo do Liraoeire de incum-
bir o pbarmaceutico Francisco Ignacio de Lima
Cabral, do tratamento des presos doentes e que
adoeceram na cadeia daquelle termo, bem como
de augmentar-Ibes as respectivas diarias, de modo
a poder ser guardada a precisa dieta.Communi-
eou-se a thesouraria provincial.
Ao commandante superior da gaarda nacio-
nal do municipio do Recife para informar sobre o
qne publieoa o Liberal de hontem, qaanto a
nomeago de Emilio Pereira de Abren para alteres
do 1* batalhao de reserva da mesma guarda na-
aional.
Ao inspector do arsenal de marrana, commu-
nicando em solugo ao seu offleio, qae segando
aviso do ministerio da marrana de 16 do crreme,
nao ple ser altendida a reqnisigao feita em dito
offlcio, de um offlcial de fazenda para cada urna
das companbias de aprendizes mannbeiros e art-
fices.
Ao director geral da nstroeeao publica, an-
torisando-o a chamar para examinar em trabalhos
de agulha no exame de verificarlo de capacidade,
que deve ter lugar no 1* de setembro vindouro, a
professora da 1' eadeira da freguezia de Santo
Antonio desta cidade, Alexandrna de Lima e Al-
buquerque, e na saa falta qaalquer das outras da
mesma freguezia.
Ao presidente e membros da directora da
associaglo commercial benefleente, remetiendo por
copia, para sua scienca, o aviso dirigido pelo Exm.
Sr. ministro da agricultura em 18 de jutho ulti-
mo, acerca da representarlo qne fez essa directo-
ra, relativamente a partida dos paquetes de liaba
do norte.
Ao juiz de direito da comarca de Taearat,
approvando as medidas que tomn para a perse-
guido e captura dos criminosos qae iufestam essa
comarca, e antorisando -J> a loa va r em nome da
presidencia o delegado, capillo commandante do
destacamento de Floresta, pelos servigos qne tem
prestado, esperando que continu a empregar os
meios legaes para a prisao de taes criminosos.
Ao commandante do eorpo de polieia, decla-
rando de neohum effeito a nomeago do conseibo
de investigago contra o ex-capitlo desse eorpo e
honorario do exercito, Manoel Lonrengo da Silva,
visto proceder a divida apreseniada em seu offlcio,
n. 501 de 24 do corrente.
Ao mesmo, transmittindo copias do offlcio
do delegado do termo de Flores, e dos autos de
perguntas, procedidos naquelle termo a respeito
da fuga do criminoso Jlo Manoel Frazlo.aflm de
que as mande ajuntar ao conselho de investigago,
que deve ser instanrado praga desse eorpo
Luiz Pedro Telxeira, pelo facto de que cima se
trata.
Ao mesmo, para mandar augmentar com
mais 15 pragas, o destacamento do distrlclo de
Panellas.Communicou se ao Dr. chefe de poli-
cia e ao inspector da thesouraria provincial.
Ao juiz municipal da 1'vara de.-ta capital,
aecusando a recepgao do offlcio em que consulta
a deciso qae deve dar ao reqaerimemo de um
sentenciado a gales, pedindo alvar de soltura por
contar o tempo do cumprimento de sua pena da
poca da prisao, e nao do dia em que foi ferropea-
d), como dispSe os arts. 409 e 411 do regalamien-
to de 31 de Janeiro de 1842, e declarando em res-
posta, que, sendo a deciso da competencia desse
juizo, resolva como entender de justiga.
Ao promotor publico da comarca de Flores,
enviando copias do offlcio do delegado do termo
de Florese dos aut> de pergnntas, feitos sobre a
fuga do criminoso Joo Manoel Frazao, aflm {de
que procedendo as deligencias legaes, promova a
responsablidade daquelle delegado e do carcerei-
ro da cadeia dessa villa, transmittindo informagdes
respeito do facto e saas circura?laneias.
Ao engenheiro fi-cal interino da estrada de
ferro do Recife a Caxang, dizendo em resposta ao
seu offlcio, que com qaanto essa eempanbia tenba
direito de exigir dos passagAiroa os pregos Qxados
na presente tabella, todava para obviar se os in-
convenientes contra que representa a mesma com-
panhia, conven que promova um accordo com o
gerente no intuito de resolver essa questao de
modo que, sendo alterada a tabella em vigor, se
possa evitar eficazmente os prejuisos por elle in-
dicados.
Ao gerente da estrada de ferro do Recife a
Gaxanga, declarando em resposta ao seu offlcio,
qae nenhum engao se deu da parte do secreta
rio da presidencia no passe a que se refere, e Ihe
devolvido para ter a devida execuglo, por quan-
to da lettra nem do espirito do art. 48 do regola-
ment de 14 de abril ultimo se pode deduzir a ne-
cessidade de provar o fuoecionario, munido do
competente passe, que vai a servigo publico, para
poder ter passagem gratuita, competencia esta
privativa da presidencia.Communicou-se ao en-
genheiro fiscal.
Portara:
Ao superintendente da estrada de ferro do
Recife a S. Francisco, declarando-o para os flns
convenientes, que segando determina o Exm. Sr.
ministro da agicultara, em aviso de 17 do eorren-
te, a contar do 1* de julho ultimo, nao ser aceita
a despezi relativa ao salario do advogado dessa
companhia, e por isso deve ella ser excluida das
respectivas comas. Nesse sentido offlciou-se a
commissao encarregada da liqaidagao de taes con
Us.
Despaches :
Companhia Santa Thereaa. Ficam expedidas
as competentes ordens no sentido em que requer
a supplicante.
Joaquim Manoel ia Cosa.Dirija-se a, thesou-
raria provincial.
Joaquim Manoel da Cosa.A" thesouraria pro-
vincial com offlcio desta data.
Leopoldioo Antonia da Fonceda.Informa o Br.
director geral interino da iustruccao publica.
Maooel Lourenco de Mallos.Pagos os direltos
da fazenda concedo a lieenga requerida.
Paulino Pires Falcio.Certifique.
Baeharel Paulino Martins de Almeida.Como
requer.
Vicente Alves Machado.Informe o Sr. enge-
hslro fiscal da estrada de ferr do Reeife a S.
raucisco,
nmm BXPEDIKNTB DO SECRETARIO.
Oracios :
Ao bacbarel Ignacio Acoioli de Vasconcellos,
enviando aoa offlcio que, para ter ease destino, foi
rem^U4 ""* S9Cr,*r'0 a presidencia da Babia,
e solicitando que acense a recepgao do citado offl-
cio. .,. *
A commissao medica encarregada de estudar
a molestia beriberi, remetiendo de ordem da re-
sidencia, copia do offlcio do Dr. Adriao Lniz Pe-
reira da Silva, enearregado do tratrnoslo dos pre
sos que segnirara para o presidio de Fernando de
Noronba, atacados daisa molestia..
Commando superior 2
QUAHTEL DO COMMANDO SUPERIOR DA GUARDA
NACIONAL DO MUNICIPIO DO RECIFE, 5 DE
SETEMBRO DE 1871.
Ordem do dia n. 32.
; Mand o Illm. Sr. coronel commandante supe-
rior fazer scieote aos eorpos sob saa jurisdiego,
qae por decreto imperial de 2 de agosto prximo
lindo foi nomeado major ajudaate de ordens deste
commando superior o Sr, capillo do 1* batalhao
de infantera Jos Gomes Leal qae j exercia in-
te ri mente.
Qae S. Exe. o Sr. vice-presideate da provincia
por portaras : -.....
De 21 do referido mez de agosto mandn ag-
gregar ao 1 batalhao do servigo da reserva ao
Sr. alferes do 8* batalhao de infamara Joio Fer-
reira Mandes Guiraaraes.
De 31 do mesmo mez nomeoo para o 6.a bata-
lhao os Srs. offlciaes segninies :
Estado maior.
Tenente qaartel maatre, o alferes Hermille Lias
Chaves.
1.a cnaanaahia.
Tenente, o alferes Joao Cbnaottoio de Albuquer-
que.
3.* compaMsi
Capillo, o tenente quartel-nteotr Antonio Correa
Maia.
4 companhia.
Tenente, o alferes Antonio Menelio Cordeiro de
Gas mo.
Alferes, o gaarda Jas Aurelio de Oliveira.
5.a companhia.
Capillo, o da 3.a Francolino Americo de Albu-
querque Mello.
6. companhia.
Tenente, o alferes Paulino Rodrigues de Oliveira.
De 2 do eorrente mez foi mandado aggregar ao
1.* batalhao da reserva o Sr. alferes de 8a bata-
lhao de infamara Jos Ferreira da Suva.
E finalmente que por oulra portara da mesma
dala, noraeou para o 1.a batalhao de artilharia,
aoe Srs. offlciaes seguimos :
Estado maior.
2.a tenente porla-bandeira, o guarda Domingos
Antonio da Silva.
1.a companhia.
1.a tenente, o Ia Tbomz Fernandos da Canba J-
nior.
2.a lente, o guarda Joaquim Jos Gongalves
liritro Juaior.
t 6.a companhia.
Ia leme, o guarda Manoel da Silva Maia.
Manda igualmente fazer publico o mesmo Illm.
Sr. coronel commandante superior, qae no dia 3
do corrente mez falleceu o Sr. major do esqaadrio
de (avallara n. 10 do municipio do Limoeiro,
addiado ao 1.a deste municipio, Luiz Franajaeo
li. J. Barata de Almeida.
Coronel chefe interino do estado maior.
de foi nraa in-
nocencia multo relativa.
c Como se fez a transformago ? De um modo
simples e lgico ; a litleralura necessitada tornou-
se fatalmente litleralura iavejosa. Ainda na sna
primeira phase se viam j a impotencia aggravada
pela preguiga, exasperada por urna irona perpe-
tua contra ludo o que se levanta ou trabalba, a
vontade decidida de nada tomar a serio, e um
horror ao senso commum levado at sem-razio
systematica.
c Levai estes rastrados da ciganaria litteraria
alhmosphera poltica caldeada por todas as pai-
xoes e todos os odios, aceresceotae idea fixa de
subir por todos os meios ao cume do poder e da
fortuna, a emulaglo deplorav I que faz nascer em
certas almas o espectculo de ambigdes triara-
phanles da riqueza escandalosa, langas estes ger-
raens n'um temperamento bilioso, n'um espirito
inquieto, irnico e duro, n'uma consciencia qae
ha tempo devoran todos os escrpulos, veris que
colbeita funesta e peeonhenta vai surgir.
< Um dia (ha apenas cinco ou seis annos e dir-
se-hia qae passotrum scalo) fez-se madaaga re-
pentina na litteratura ligeira. Esses diverldores
pblicos Ozeram-se moralistas, libellistaa, saiyricos
e tu Jo cora grande xito. Entregaram a indigna-
gio das pessas honradas a grande ciganaria, op-
poodo a a pequea que ellos baviam constituido.
Cerlamestte que se prestava o auumplo. Seria
intil negar que aquello tempo lio brlhaoie aa
appareneia eslava minado por um mal esteanbo,
nm contagio irresistivel, e que applieando o ouvi-
do se escutava o rumor vago de nma ruina pr-
xima. .
c Havij naquelles expleudores um nao sei que
de artificial e de provocador; aquellas alegrit.8
insensatas, aquellas frivolidades doeatias, aquella
febre de praier, aqaelle furor de fortuna era um
repto a sorte que nao soffre prosperidades sem rao-
delo e que as castiga pelos seus propras ex-
tero nltraiavara com as suas extravagancias, des- ftni-ai m r*>Ba*r n,;^... ._ .
ctnbeeendo as anas eond.>pi> e*wn?as a fnr ?ssenci*1 era esar, misturara eom o mata a-
-fA5? KSsurrriAs,b as -aars tasar sssl.
da vida; e logo vieran os insurgentes contra a aae nronaava rfnn... rST I"*)"!
UM. a duroupoiaco.e ^Madero urna in- ESS7attjPg&!X
geiados do positivismo, aos desenoarainhadoa da
scienca experimental, os pensadores- da escola de-
dicara se a manejar formulas perigosas n'uma no-
vsima encyclopedia. Algaas dilettanti do albeis
mo ebegaram a comprehender qae nao era aqnillo
a scieocia pura, e reliraram se : anas ouiros pas-
saram das offlemas da encyclopedia para offldnas
raais lucrativas. Um delles foi ebefe da pobcia de
Gambeita para ser em seguida chefe da eoromuna
Mas o ensmaraento da seita em breve pareeeu pe
damismo : despresou-se os que traiavam de evi-
denciar qne a vida nao snppSe Deas, e qae se pode
determinar quaota quanlidade de bilis on de san-
gue preciso para fazer um poema ou nm ser-
mao.
t Tudo isso ora pesado de mais; valia mai a
mera irona muito commenlada contra as antigs
crengas. Tinha lido outra gerago os seus caval-
leiros de capa e espada: agora havia mosqueteiro*
da racreduhdade. Nunca se havia trabalhado lio
prfidamente em desmoralisar nm povo, em des-
truir lodo o ideal, em fazer o vacuo a roda da alma
inquieta. Correndo parelhascoma burla das eren-
gas ia a deshonra dos seas mais digaos represn-
tame.'. Nos assassioios da Roquete na responsabili-
dades Iliterarias sem medidas.
t Nao menos respensavel do qae o romance e
o atheisrao a nossa idolatra pela primeira revolu-
glo franceza. Nao se estudava verdica e funda-
mente arevolucao: despresa va-se os eaeriptores
profundos qae a apreseotam na sua devida pers-
pectiva e os seus borneas as proporgdes divi-
das. Era necessaria mais mentira. Nlo exereia a
traigao o drama das ideas, senio o inmulie) do
tactos, a represeniaglo scenica, as bandas, pena-
chos, discursos, discussdes, o enftico e o*injuro-
so. Ah bem conhecemos os poetas e sopbislas que
transformaran] sea gosio esta historia para tereni
direito de a gloridcar com dytrrambos sem hu
Brrelo de Almeida.
EXTERIOR.
FRANgA.
O FIM DA CIGANARIA.
Um escrptor francez muito distincto, um pbilo-
sopho que escreveu obras to notaveis como Deus
e os seus crticos, e a Familia, Mr. Caro, acaba de
publicar na Revue des Deux Monde*, de 15 de ju-
lho, um bonito artigo, intitlalo La fin de la Bo-
heme.
E' sabido que bohemiens qner dizer ctganos, e
poucos ignorara que varios Iliteratas se chamaram
a si proprios em Pars, ha cousa de dous annos
La Bohme, A Ciganaria.
O estudo de Mr. Caro nao pode deixar de inte-
ressar, e eremos que os nossos assigoaotes lorio
com prazer alguns trechos do citado escripto.
Diz assim :
t Estamos livres da barbaria; mas preciso
saber-se que neste assalto dado a eivilisaglo tive-
mos de haverme-nos com urna barbaria letrada.
A frente do exercito snistro marchavam escripto-
res que nao careciam todos de talento, celebrida-
des do asphallo dos boulevares. Este o carc-
ter destinctvo dos ltimos acontecimenios. Al
agora os batalbdss do tumulto sahiam da popula-
gao operara sob o commando de generaos de bar-
ricada como Barbes, e de professores de conspira-
coes como Blanqui.
a Esta vez a frente de urna parodia de governo,
vimos nomes qae pela sua orgem pertencem ao
mundo civilisado, as letras, as scisncias, e as es
colas.
c TTvemos a invasao da ciganaria Iliteraria n um
governo feito a sua imagem. Em raaio de 1850
nasceu oficialmente a ciganaria litteraria com um
prologo de Heorique Murger; em maio de 1871
cahe s)bre a capital ensanguentada, depois de to-
mar parte n'nma tyranaia ignominiosa. Naseera
bem inoffeusiva, segundo pareca : foi anonadada
por uma gargalbada de ama ag ai faada. A ci-
ganaria 11 itera'ia Dio tnha sido inventada por
Henriqus Murger, nem a cousa em si mesma, nem
0 Borne sao seas, mas descobri-os e revelou-os nos
seus pequeos mysterios.
A roda do Luxemburg, a sombra das saas ti-
lias formra-se um gjajpo de escriptores ainda
sem oomeada, de pintores de boa vida, de msicos
eem recursos relacionados pelos azares de um
eompanheirismo errante, sondando juntos fortuna
e porvir, e juntando ao desejo lisongero futuro a
satisfagao muito positiva de de moler (esta era a
palavra empregada) as glorias adquiridas, as re-
putaeoes consagradas.
c No fundo daquellas existencias bavia muita
tristeza e miseria: na superficie alegra, facundia,
graga e juventude.
O Hvro tfe Murger apostropha os puritanos do
mundo e o puritanos do art, e levanta e elogia a
vida livre, a arte independente.
< Desta vida que a dos obstinados sanhadores
para quem a arte ama f e nlo un offleio des-
tes cigaoos oonta que vivem na margena da socie-
dade, no isolamento e na inercia". Sao realmente
ce chamados, e serio os escollados da arte.
c Esta ciganaria, aeereeeenta de cada lado nm
abismo : a misara e a duvida. Asslm como pode
eondazir a academi i, pode deixar oahir no hospi-
tal oa na Morgue.
i Tal a IheDria : nao absolulameote idntica
a pratica. Estes persooagens nlo sao viotimai da
Idea nem martyres da art: sio engeohosos vive
dores, qne nao teodo na real, so pergantam -ama
cousa como deixaremos de pagar a renda da
c t como comrosnos boje bem a miseria
voluntaria por cobarda ao principiar, cultivada
depois com diletantismo, transformada finalmente,
n'uma earreira espacial, cujo flm viier bem
com orn eredilo qa na se tem. Priacipiaram
1 per ser insurgentes contra a arte, cujo culi ans->
Ter-se-hia comprebendido qae uma indignagio
austera advertisse a Franga complceme ou arras-
tada ; cansn, porm, sorpresa esla transformago
de escriptores qae tamo haviam feito para a des-
moralisagio do juizo publico e dos costantes. No
fundo da nova colera nao havia nem um desquite
de indignagoss, largo tempo comprimidas, contra a
ordem poltica a social, nem nm senlimeniO de mo-
rali lade superior quillo que condemnava. Ilouve
embriaguez de popularidade, sempre fcil custa
do poder, robre tudo entre nos, insnltando-se ao
poder e quando se vio o xito, penson-se em
iprovelu-lo. A paixlo polea ft allusao mu-
tos que viam com demasiado orgulho salisfeilo o
sea odio para medir o alcance daqaelles golpes;
e nao obstante, a illasio alo era j possivel ao pas-
sar da Lanterna para os Refractarios. A inspira
cao estranba e enferma deste livro era o odio e a
concupiscencia, a paixao do tumulto e a lebre do
dioheiro.
c A terceira phase da ciganaria a entrada tri-
umphal de Roebefort no eorpo legislativo em 1869.
Nessa occasilo eriam-se os clubs exaltados e os pe
riodicos agitadores, qae sao a sua obra e a sua glo-
ria. Disse-se que era aquillo a aurora da liberda-
de. Nao, ama aorora tao tempestuosa nlo poda
annanear am dia paro e sereno.
* Na historia dos ltimos aconteciraentos nao
se tomou bastante em coma esta educago por uma
fallada excntrica, este noviciado de todo o que
extravagante. E deve nolar-se uma differeoga.
Emquanto os oradores, escriptores e operarios es-
udavam, escreviam e fallavam sem entender o que
tratavara, mas com paixlo sincera os irregulares
tinha uma demencia voluntaria ; as suas proposi-
goes mais insensatas tioham por nico flm o ini-
pr-se e ter xito.
f Eram sem duvida alguraa jacobinos, raas mais
cmicos do que jacobinos. A sua imprensa prin-
cipiou pela Marselheza, e acabou com o Mot d'Or-
dre. O dioheiro fazia grande papel, porque tudo
o mais escandaloso tinha por flm ama venda maior.
Ideas, trabalbo, estudo, nada disto era bom : a au-
dacia revolucionaria bastava. A probidade, de que
serve conbece-la? A gvanie idea tudo : ella d
a scienca e o mrito, ella purifica tvdo, ella enno-
brece a mentira, ella santifica a infamia. Princi-
piou essa imprensa por ser ligeira, passou a ser a
agita cao em permanencia, ensaiou o terror por
meio da injuria, e realisou-o por raeio da commu-
na. Essa explosio de paixdes vergonhosas nao re-
bentou de repente : so sorprendeu os que nlo oh-
servara. Havia doas annos que existiam peridi-
cos incitando ao crime. Os ciganos haviam jura-
do nlo voltar sua miseria era preciso que o
bom Paris Ihes pagasse de am modo oa de oatre as
suas carruagens, os seus cavallos, os seas jamares
e as saas amantes. Enriquecerse explorando
odios popalares, eis ahi todo o plano da ciganaria
litteraria. Mas hoave os que, possuidores da po-
pularidade como da riqueza, ainda qae insegura,
seofrara em si poder verdadeiro e quizeram o po-
der offlcial, e a ommuna destribaio pastas. Mis-
turados com os cigaoos litteratos, semi-sabios, ma-
thematicos e physicos, por acaso, veterinarios, pra
(cantes, alguns gravadores qae nlo conseguiam
Romeada, um pintor com orgulho insensato, flze-
ram-se magistrados, ehefa de polica, generaos,
maires, intendentes, administradores de bellas ar-
tes.
t E ao mesmo tempe, em auxilio da communa
em perigo acudiram conferenciadoras, industria
aova em Pars. De p nos cafs e depois as gro-
jas dissertaram acerca do amor livre e do direito
absoluto da paixao.
< A' tal ponto chegaram oa sua inflaencia, que
03 homens do Hotel de Ville tiveram de compartir
com ellas e poder. >
Depois de baver tragado o quadro do que era a
ciganaria primeiro litteraria, depois poltica dos
Roebefort, dos Valles, dos Coorbet, etc., etc, Mr.
Caro examina as causas de se ter estendido seme-
Ihante perversao moral e intellectual. Diz assim, e
com Isto acabaremos de dar coma aos nossos leito-
res deste formoso esludo :
Ha nelles responsabilidades de mu diversa
origem e natureza. Alternemos primeramente as
influencias litterarias. D'ende sargiram estes aven-
turemos da litteratura trinsforraados em aveotarei
ros polticos ? O desditoso Valles, na sua obra os
refrctanos, tem um eapitulo qae intitula : As vic-
timas do livro. c Quem ella ? pergunta-se mul-
las vetes; e en pergnnto qual o livroT Gosos,
pozares, amores, vingangas, solngos, gargalhadas,
paixoes, crmes, tudo copiado, nada original,
ludo est no livro. Ah ( Baltac nao sabe qaanto
tem feilo trabalhar os jaizes e chorar as mais I
Quantos se perderam, contina dizendo o que foi
ministro da instrucoao publica da communa, agi-
tando por cima desse lodagal humano em que iam
suceumbir algumas paginas da cemedia huma-
na! %
i Nao pode negar-se que o autor da comedia hu
mana creou nma emulaglo funesta em torno de
lypos tristemente famosos. Foi um dos agitadores
mais poderosos da imaginagao e das concupiscen-
cias contemporneas. Os typos de elegante pati-
fira e de depravacio engenhosa do romance mo-
dermo, fascinaram espiritos fraco3 poaoo eonuaos
pela moralidade lacerta destes temos,
homens da ciganaria diste
oa com amnistas sem reservas ; sao esses os ver-
daderos culpadus. Crearam a visao de urna revo-
lugn mfallivel, mpeecavel, immacalada. Assim
livnaffcs ama parodia do 93. E se do primeiro
terror se fez ama religiao, digamos que o nltiuio
terror foi mais criminoso, porque foi uma religiao
sem f, um 93 sem paixlo, artificial.
Se nao bio de voltar essas parodias, acabemos
com uma litteratura theatral, e com a discassao, a
critica e o despreso destraamos essa escola Insen-
sata que faz da revoiugao, nao am meio, mas ura
flm. E' preciso qae desapparegam os cortezios d.i
turba-multa, qae nunca esgotam o caudal das suas
adulagdes pelo coracao heroico e pela grande alma
do poyo. Aceusa-se o imperio de baver imroduzi
do m democracia e vergonhoso socialismo;
possivel, mas ao menos cao e approveitoa. A'
quem aproveilou foi quelles qne eatafeeleciaui
competencia cora o poder neste jogo perigoso, indu
mais longe do qne elle neste caminbo fatal; revo
lucionarios de proflssao, radicaes, irreconciliaveis
da cmara que triampbaram por estas faltas de-
pois de serem seus co-autores.
< E' verdade qae a lgica dos aconlecimeutos os
castigou cruelmente levando-os de erro em erro
al a dora necessldade de fazilar os seus cieno-
res : triste flm de tantas ovagdes f Se temos de ser
severos cora a ciganaria, a justiga exige qne es-
tendamos a responsablidade personagena Ilus-
tres qae haviam feito allianga com ella e os seus
peridicos, prodigalisando-ine sor risos e lison-
jas. Ah! hoje ludo arrepeodiraento. Se hontem
se va com prazer que os peridicos da ciganaria
semeassem a indisciplina no exercito, preparando
a derrota pelo estrangeiro e o desfallecimento ao
principiar a guerra civil, boje labios autorisados
dizem ao exercito:
a Neste desastre da sociedade que se derroc;,
sois, exercito francez, o nico representante da
forga moral.
A Franga morra pela disciplina, como morria
pela servidlo. E' verdade, durante quinze annos
temos espalhado o ridiculo sobre o exercito. Pe-
go-vos perdi. O ridiculo, por flm, cabio sobra
nos. Mais uraa vez: em nome de todo o meu par-
tido, pego-vos perdi.
c Assim, pois, eomprebendaraos que para rege-
nerar a Franga, mais es-uncial ainda do que a
forma das suas instituigSes restituir sciencia,
litteratura, imprensa, tribuna a gravidade n
pensaraento, o trabalbo, a dignidade da vida, o
respeito por si proprio e pelos demais. Mas acabo
a coofu.-io das ideas saas, beraes que represen
lam a eivilisaglo, por meio da liberdade e da justi-
g> com as ideas falsas, anti-sociaes, que represen-
tara o retrocesso para a barbaria por meio da ar-
bitrariedade, da violencia e do crime. >
Est notavelmenle escripto todo esse artigo de
Mr. Caro; parece-nos, porm, singular a idea a
atlribuir bohme tuda a responsablidade nos
desastres da Franga, singular e at excntrica.
O livro de Murger, que Mr. Caro se refere ic-
ltula-se Scenes de avie de bohme; uma obra
engragadissima, e nao vemos nella cousa que de-
prave os costones, mas antes pelo contrario, e es-
quadrinhande bero, se encontrar all alguraa liga.
de moral. Da intengio com qae se le, vai muito
para a clara inlerpratagio do qae est escripto.
No que diz respeito a Balzac, ce accordo, e nos
j nesta folha expendemos era tempo, n'um folbe-
lim, opinides acerca daquelle escrptor qae se en -
contram com o juizo de Mr. Caro. O Pire Goriot-
ou a Peau di Chamis sao livros, cuja cnlpabi-
dade na depravago do povo francez nunca pode-
ra igualar nem por sombras a dafi< de Bohme.
Murger ple avocar na seita qae o seu livro
lorifica nomes dos mais Ilustres: es nomes de
asso, Moliere, Shakspeare, Joao Jacques Rosseau,
d'Alembert, tem se todos nos archivos da cigana-
ria. Balzac nada pode invocar e nos carcetes e no
patbulo se poderiam ver os melbores resultado
das saas obras.
Nao espantan) esses ataques pobre bohntf
porque nlo sao de moderna data. Nos acbamos a
bohme a cousa mais inoffensiva e ao mesmo tem-
po mais divertida do mando lodo, e temo-la sesa-
pre visto mal conhecida dos puritanos da socieda-
de. desacreditada pelos puritanos da arte, in-
sullada por todas as mediocridades medrosas e
ovejosas, que nao teem sufflcientes brados, menti-
ras e calumnias para abatarem as vozes e os no-
mes dos que entrara pelo vestbulo da celenridade,
allando a audacia ao talento.
(Jornal do Commercio, de Lisboa).
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
DIA SETE DE SETEMBRO.Amanhi faxera 40
annos qae o grito do Ipyranga, soberbamente le-
vantado pelo prueipe D. Pedro de Bragaaga.
ecboando alegremente em lodos os eoragoes brasi-
leros, foi repercuriir-se pelo mundo intero, d -
zendo i todos os poros da larrasomos ama
paci livre I
Cuarenta e nove annos sao passadoa, qne e.-se
gigante aoonlecmento asaombrou e-mondo ludo
pela energa com que se prudente, pe* eloqutneu
coa que pos em evidencia todas as grandeza-,
preeiao entrar na todas as bellezas, todas as nobre e elevadas aspi^
/
wciadade, escorrefando ou cumo bala de pega, Q racSos de povo rasileiro, quaao depoja. palo c'


M\ $*&&**>atat3:
ana da rtraaniba* t_. Quattir Bnr^^etemUo dt 1811
ter dos napa, \m nuiiiu que m.ntort
-4'eesa gloria, que en digno te ser Itvre a ule
-mmffro; prenr, "WMW 18 W-11 AMULA m jggB&. 1A
Ares.
o Alt
Nenbun jfl|p era Uto eurto lipso de lempo lem
aleanmd^HV eaf rtndetiaMnio eomo o brasriei-
ro. Parfe MBper lado qua se vol va as vistas en
eootra-s^Minipeaos api motivo para louvar o
moilo qw Ja raminhado a sociedale brasileira,
halda do lia*ni poea da Independencia, e boje
grandemeite avanijada no caminho da civilisi
fio e do progresso, e got ndo da quasi todoa os
melhoramentos que uzear a gloria do scalo XIX.
Coas tii) nobre motivo de orgulho para todos,
-* rnnito especialmente para Pernambuco. qu tero
sido constantemente aquella das provincias que
tnais se avan taja aa senda da liberdade, sempre
-helos da jubilo que vemos surgir a aurora
4o da auniversarjo da nossa emanomaeao po-
ltica, porque coa eafl* nm desses as nasce
m n* urna aova es-tranca de maior engrande
cimento, e ras* ardales dese|e> de ver bnlhar
- todo o seu fulgor esse sol querido da liberna
Cerno festejos esse merooravel da, emeom-
anemoraeio do grandioso acontedmeot, serao il-
taminados os f amaonia; ombdeirsrao os coagulados e as em-
fcarcaedas surtas no porlo; as f irlalexas darao
tres salvas amiobia (s 6 da mauhaa, e i e 6 da
tarn), toearjfo t faltas band tnireiaet de musi
ca boje e amtnhaa nonti ao campo das Prace
cas. p*rcorreudo depois as as da eidade; na-i-
eri parala em granle gitta de todos os corpos.
de liaba n da gnarda nacional; e final ic ar-
e-ha.o cortejo a eJHgle dfl.15. M. o Imperador -nm
o palacio ta presidencial; 8 horas da tarda.
A parada compor-seti i de ues migadas, em
I dlvtiao' qne sera eowmandida pelo Exm.Sr.
>o'enmiuandanie das armas,
'ornado esplendoroso aeontecimento qui
a o da de amanh&a, en nome' de t-jdo o
graOie e aobre nos inspira a independen-
As patria, Convidamos os habitantes do Recite
'rmnarero as frentes de sna habitacSes, para
lomar fflais solemne a festa da nossa emancipa
(So poltica, piraf fWer realzar a venera merica-
no aontversario do maior da, do dia ruis glori-
lo qne nes' apona a historia brasileira.
Qi Estados-Uot los festejan) o anoi versano de
-ha Independencia cora festas brrlbjantlssimas;
imitemos a grande naci da amrica da norte fes-
tejaoddtiriltnritemeoie o dia que iros ir uxe as
nurl da ftberade, porque, festejaulo-o assiro,
arerttis prova de que sabemos apreciar devida-
meate a grande somma de engrandec menios que
esse da dos promeiteu, e ni temos visto realisar.
AUTORIDADES POLQUES.Por porurias da
presidencia da provincia, de 4 do crvente, loram
Borneados :
2, 5 e 6* supplenle8 do subdelegado da fregne-
lia de Papacaca -Joaquim Jos da Silva Povuas,
Antonio Vieira Dantas, e Antonio Martina Per reir
ees Santos.
*,-< e 6* snpplentes do subdelegado da fregu-
a da Luz, ao lermo de Pao d'AlhoManoel M-l
Susado* davalme di Albujuerque. Riyrouudo
oanato Correa de Barros, e Joio M.udIu da Bo-
cha Faleao.
SOCIEDADEUXIO.Por portara da presiden-
cia da proviocia, do 4 do crreme, foram poro-
vados os estatuios da sociedade Uniao, organisa-
da oa freguttJa de 8. Lourenco da Malta, de ac-
eordocoaae art 27 l4 do decreto n. 47 ll de
4* de deaambro de 18tfO.
MOPESSORES PBLICOS.-Por portaras da
jiremijencia da provincia, de 31 de agosto:
m permiitido s profesoras publicas DD. Ama-
lia de Merlo Pire* GaMo e Mara Cleobolioa de
Metb Ottoni, esta da eadelra da S de Olinda e
aquella da i* da freguezia de S. Fr. Pedro G m-
cilves, e permatarem eutre si as respectivas ca-
wiras.
Forjm nomeados: Manuel Thomaz de Piguei-
redo para reger interinamente a cadeira da ros-
tracco primaria, do sexo masculino, da villa dr
Aguas Bellas; D. Fdippa Floripes de FariTRpl),
para reger interinameuie a cadeira de instruigo
primaria do sexo feminino, da povoac/ko de Tirn-
hasJba; D. Adelaida Kosslina Bitlencourt para re-
gar interinamente a cadeira de instraocao prima-
ria, do seto femenino, de-Fra de'Portas, na fre-
gaeiii de 3. Pr. Pedro GoncMves.
TERMO DO CABO.Por portara da presidencia
da provincia, de 31 de agosto, foi nomeado Ti i- -
snaz Ribeiro Varejao par-a servir interinamente os
oficios de tabelliao de notas e escrivo do crime e
civ-l do termo do Cabo.
JUBY DO RECIKEEoeerrou-se honiem a
sessito Judiciaria do jury do Recife., com o'jalga-
rnen'.o de Eiejuiel Gimes Palmeira, pronunciado
ao art. 192 de coligo criminal, que foi coodem-
njdo 14 annos de prisao simples, grao m lio
daiiiH-lli! artigo.
MSICAS E MOLEQUES.Consta-nos e tem-s*
spaiha>to pela cinade qne os moleqnes parttdistas
de msicas tem se preparado e pr> jectam de.-or-
deos para a mulle de boje (6 do cor rente e para
lodo o da de amanbaa (7) por t ceasiao do psseo
das bandas mareiaes em eommemoracao da nona
independencia ; tarb ni nos consta que a polica
estando de sobre aviso, nio deixar vingar a pro
jeciada coarctaa dos arompanhadores de msica,
por isso prevenimos aos senbores desses va-
ui' -. que tomem as ivovideneias que ju^garem
acera ia, afim de contribuirem para que nao me-
dir o tal projecto.
NOSSA SENHORA DO BOM COXSELHO.-No
dia 8 oo c rrente aera celebrada no convento do-
religiosos franciscanos a fesia deN. S.d<> Bom Con-
evho,padroeira dos Srs. acadmicos, cuj irman-
dade tem feto graudes esforcos para qne essa
festividade nao fique quem das dos anu s annos
joteriorea,
O pr gramma da festa vae publicado no lugar
competente.
CAPTURA.Pela delegacia dj lermo do Cabo
foi cijlurado Manuel Mannbeiro, indiciado em
crime de ferjfnpDtos gravfs.
ASSC'ACAO COMMEBCIAL beneficexte.
Por drliUoraco da respectiva directora, d'ora
avante, devem todrs os membros da A-soci Caaimereial Beoeficente reuuir-se diariamente de
urna a duas h ras da larde no edificio di prao do
Coamercio.
AHSENAI, DE MARINUA.ResMsoo se no dia
23 de agosto, ao arsenal de mariuha, o eoocurs
para provimento de dous lugares de amanuenses
4a respectiva secretaria ; e c raptrecendo quatr.i
candidatos, i- fui approvado o Sr. Aatooo Victo-
riano da Silva Lopes.
FREGUF.ZIA DE 3. FR. PEDRO GONCXLVES
A qnarta cad-ira de iostrurcao public, do exo
feminino da fr-gue;ia de S. Pr Pedro G mea ves,
actu-se fuen nmdo no 2 andar, do sobrado n,
31 da rna do Vigario Tbenorio.
MISSA FNEBRE.-A junta administrativa da
Santa Casa de M tricordia d Recifd manda ce-
lebrar, boje is 9 Inras da manhai. orna mi--a de
rquiem por alma da finada maaqueaa do Recife,
hemfeilora d**ssa irmandade.
FABRICA BE F1ACA0E TECIDOS.-.Vo dia
f do correte devem ser apre^entad is pre*i-
deaeia da oroviar.iap epatas pira a c e axplorHfij do uTia ou m-is fabnc*s d- liico
e tecid de algaida >, mediante as cundicdes da
|aj provincial n 10^0 de 13 d< junho olmno.
THEATRO 8\NT0 ANTOXIO.-S.be h-da i
scena hh>io tbeatru, pela companhia de zarzuela
hespanhola, a linda opera em 3 actos Um lk*f>ur
gtcontido; h m-inhaa, em espeetacul -gsU. vi
A scen. a linda zarzuela em 3 actos Toque i Al
mas.
VAPORtS ESPERADOS.-De 8 a 10 do cor
rente franr^z Gironde, da Europa ; d 10 a II
O franeen Simih, do ni do imoerio ; de 8 a 10 o-
brasile -o- Ciutiro do S*i, de Para e escalas,
o 8. Jmxntho un Paran, do R o de Janeiro e es-
caHas
LOTKRIA.A qonse acha i venia a 206- i
aaneficiu da matriz de S. Lourenco da Maita, i
qoal &>rre boje.
LEIL!)ES.-H>H eieelua o ag-nto Martina c
CORRENTE A^NO F1.V
ANNOS ULTIJirjS.
tff^ssaaiKMtt!
nio ; etpasBio. anhiraiiii aadVim t-.
is-Lau Gooztga do Msote. hiwM!' ^
buco, 23 annos casada, S. Jo* ; 4NVMklle4H|hl >W> ** W
Alejandra, esccava, prela, Pe/najpaofinriMrat* '\
nos, solLeira, ****_L09f?"SlLS2??!lM ~o tmmaMkaaatao..-
Dito de aug'ento de 40
Imparta^*
4VW i.
-*-------
*
tfll infTi
Luiz Francisco'Baret d" AlmeMa,'Po?8, *33
annos, casado ; hepatite pertonile.
Carolina do Aasw, braaaa, Portaaal, 30 anana,
solteir, Santo Aatonro ; tubrculos pulmonares.
CIRONICA JUMCI1RIJL
V
leilo de jmport.ne movei', aia rxi paao
swvo, loqca, vi-lros, e .rouilos oulros obje-.
tos de gustan roa do fcrao da Vicwrta n. 48,
Ith.rud) dfa.
. Hy*HsVtmao atente Pestaa, a roa-do
vigari,. n. 7 om mporuoie leili > de movis, n-
roeprauao correr do martello, hawndo entre
muirt.arugos.an Nndo faqueiro de praia
aalva^ .ra< inuiramenie novas e de nwilo gusto.
jfflr?eW?,UC0-^ > *
Jfi: vr>e^' **** *-'. ->
oio Pd-lis Cwaleanie,
S? aaouH, aseado,'lea-Vis'a
pardo, Peroamhaea,
alele.
Ibr-u Mara da Concedi, parta, Pesnambo-
ca. tS aooos, solielra,- &mw Aotoolo, luberenloe
almenares, W
...
TR1BII\1L n\ RELAClt.
SESSaO EM 5 DE SETMBR) DE 187L
PRJtSENQia DO Bill. SR. O0NSELHEIA0 CASTAO
SANTIAGO.
Secretarte Dr. Psrfi/o Coelho,
As I horas da manhis, presentes os Srs.de9em-
bargaderes Guerra, procurador da corda, Lovren-
ce Sntago, Almeida Alauquerque, Doria, Domin-
gnes da Silva, Regueira Costa, Soo.za4>Io a frai-
las'Renriqnes, faltando com cansa a Sr. desem-
i)SFf|4vjOf- txlttf fttlft, R0rr0"90 S09BR0-
Psssados os feitos deram-se os julgamentos se-
goiatea:
AGGRAVOS DE PETICMO.
Agfravanlh, hachare! Joio- Ferreira dff Mimid
Guimaries ; aggravado, s> iuizo. Juiees os Srs.
desembargadores Gcfrra, Almelf Albttqtfcrqne e
Regueira Costa Nio temaran contiecuneolo.
Aggravante, Jo5o Martios Poale; aggravado, o
juiz".Jotaes s Srs. desembvrgsdere* Deminfoe
da Silva, Almeida Alnuquerque e Souz Lelo.De-
ram provimenio.
Processo de res;ionsabilidade contra o-jniz mu-
nieipal snpplente, de direito ad Inte Simio Balbinn
Goirherme de Me-Ho.Juites os Srs. desembargs
dores Regueira Cosa, Loorenco Santiago, Sohi
Leio e Domiogoee da Silva.ImproeedeMe.
BABEAS C0BPD8.
Conce.deu-se orJem ao paciente Jos Pinto da
Cunta, para a seseio de 9 do oirrente.
AFW.LArjdCS CIVEIS.
Do juizo niualcqiaflo Reelfe.|AppSHantes,' os
herdelros do eoade de B ta-Vtsta; appellado, Ma
noel Martins de Araojo Castro.Confirmada a sen
lenca.
Do juizo municipal de Banaoeiras.AppeaBte,
Maria Moc?ira da Silva ; appellado, Mnoel vico
te Pereira de Mello. -Confirmada a sentenca.
APKLLACOES CS1MES.
Do jurv de lambe.Appellaotej JiA Francisco
Alves; appellada, a juslica.A' novo fwy.
Do Jury de Agaa Preta.Appellanie, o jnito;
appellado, Flix Antonio Moreira.A' novo jwy
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago, an
Sr. desembargador Almeida Albaquerque :
Do jury de Oliads.Appellanie, Maneel Ferrei-
ra Carneiro ; appelladi, a ju-l*ca. Do jury da
Iraperalriz.Appellanie, o promotor ; sppellade,
Jos Carneiro de Sonza. Do jory do Goyanninha.
App-llanle. o juizo ; appellado", Antonio Hygino
de Holland Leiros. Do juizo municipal da Area.
Appellanie, Manoel Gomes da Cnoha Lima; ap-
pellado, Manoel Francisco Alves Garba.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Domingues da Silva:
Dj juizo municipal de QorxeiramobJra.Appel
lame, Jos de H dlanda Lima ; appellado, Joaquim
Antonio da Cuaha.
D > Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Regneira Cosa:
Do juizo municipal de Mamauguape.Appellan-
ie, Maaoel da Costa Lima ; appellado, Gabriel Ar-
eitanjo Rodrigues de Mello. Do juizo municipal
do Beeife.Appellaate, Jus Antonio de Bfito Bas-
tos ; appellado, teoentc-corODel Manodl Joaquim do
Reg Alhnquerqae. Embargante,Gildino tas San-
to- Nunes de Oiiveira ; embargado-; Manoel de A te-
vedo Andrade.
Do Sr. desembargador Regueira Costa ao Sr.
lesembargador Soaza Leio:
Appeliaed-is crimw.- Appellaate, o jnizo ; ap-
pellalo, Manoel Leio BispO. Appellaate, a \a\i-i ;
appeHado, Manuel Leio do Nascimento. Appella-
coes civeis.Appellanie, D. Cesara Gandida Na-
ta re de Gusmio ; appellado, ma}or Antonio da Silva
Gazmio. Appellame, Vicente Gurgel do Amaral ;
appelia lo Antonio Francisco Pmheiro.
Do Sr. desembargador Sousa Lean ao Sr. des-
embargador Preilas Ueiriques :
Do juizo municipal da Parahyba; Appellanie,
Saluslino Gbme'daSitveira ; appellados. os her-
deirosdo cor mal Joanuim Gomes da Silveira.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Do juizo municipal da Areia.-Appellanie, Ma-
noel Gomes da Cuoba Lima; appellado, Bento Cor
reia Lima. Appellanie, Jos Rodrigues Delgado de
Aquino ; appellado, coronel Soares Piolo FUho.
Do Sr. desembargador Freilas Hennques ao Sr.
desembargada Gitiraua :
Di jury de Mossor.Appellante, Luis Jos de
Medeiros ; appeados, Juio Gua*erto da Silva e
oniro. Do jnizo dos-feit<8 da fazebda.AppeMan-
tes, Juio Luiz Ferreira Ribeiro e oulros; appella-
dos, a fazeoda provincial e ootres.
As-ignou-se dia para julgamento dos seguintei
teitos :
APPLELACOES 1VMS.
Do jnizo niiiotcipal do Reeife.Appellante, Ber-
nardino Jos Leitio ; appellado, Manoel Goncalves
Ferreira.
Do jnizo municipal da mperatriz.Appellantes,
Febppe Jos de lastro e sua mulher; appellados,
Manuel Tnum Ferreira eoniros,
Do juizo municipal da Area.Appellante, Ale-
xanireGuedes Alcuforado ; appellados, Francisco
Aotonio de Assis e sua mulher.
APPKU.AQ0E6 J1MBS.
Do jury do Craio. Appellante, o juizo ; appelia
do, Luiz Ferreira Velloso.
Dj jury do loga.Appellante, o juizo ; appella-
do, Adolpbo B-zerra dos Santos.
Do jury do Itamb,Appellante, Joio Francisco
Alves i appellada, a jusnea.
Appellaute, u juizo; apellado, Flix Antonio Mu-
reir.
DELIGENCIA CRIME.
Ao Sr. desembargador promoiar da juslica :
Do jury de Camaragybe.Appellantes, Francisco
Mariaono da Paixo e uutros ; appellada, a jus-
lica.
D i jury da Imperalnz.Appellante, o promotor;
appellado, Clemeolino da Cuoba liveira.
Do jury do Buiqu.Appellante, o juizo ; ap-
pellado, Mauoel Francisco de Moraes
DELIGENCIA OtVEL.
Ao Dr. eurador goral;
Do juiro municipal do Reeife.Appellantes, o
eommenlador Jos Pires Ferreira e oniros; ap-
pelladus, Jos Joaquim Pereira de Meadooca e ou
tros. ,
Appellante, Antonio Francisco Paes de Mello Bar-
reto'; appellados, Leal & Iroiio.
Appeiiante, Joaquim Alves, por seu eutador ;
appeli*!' s, Francisco Guoclves T >rres e outros. ,
AppelUnie, J)i> II .pti.-u de Carvaibo Moreira
appellado, Fraucisco L iiz de Me leiros.
DESTniBUiQAO. |
Recurso crime ;
Ao Sr. desembargador Lourenc) Santiago:
Recorrile, o juii-j de direito de Nuafath ; rer
corrido, tai m Gispar de Azevedo.
APPSLLACOSS CHIMES.
Ao Sr. deseuibnrgiUur Aliueida-Albuqnerqne: .
Do jury do Saboeiro.Appeiiante, Luiz Antonio
de fif ; appellada, a ju'tei.
Ao Sr. desembargador Doria :
Di j .ry de Aquiras.App-llante, o jai ; ap-
pellado, Haymondo J >- Fr-tncisco Ferreira.
Ao Sr. desembarg.dor Domingues da Silva ;
Do-jory do Buique.Appeban'.e, L urerc Be-
zerra di Gima ; appellada, a j'isti'ca.
Au Sr. desembargador Regaeira Cosa :
Do jury da Madre de Dus. Appeiiante, Joio
Viauoa Ua Suva ; appellada. a jusuci.
Ao Sr. desembargador Souta Leio:
Di ju-y do H >uit >.Appellante,o julio ; appel-
lado. Cao Uio Jo da Silva.
, Ao Sr. desembargador Preilaj Henriqnes:
Do jury do buique Aopellaote, u promotor
pBlicu; apaelladu, Mano"l Fraoeiseo de Moraes.
appbllacOss ervErs.
Ao Sr. desembargador Suuta Leao :
Do juizo municipal do Hecifa.Appellante, o ba-
rio de emfica ; appellado, M Ao Sr. desembargador Preilas Henriqnes :
D juizo inootiiipal do He:ife. Appellote, Jia
,701 n Alves, por s^u curador ; appellados, Fru>
ci-eo 6 'nvalves Tu res e ootros.
Ao'Br.' desembargador Gitirana :
Do'joiz muui.:j).il da B*nsneiras.Appellan-
le, padre E i.ygdio do Rugo Tuscano de Bnt; ap-
pe la ito, M^n >ei Vicente Pereira de Mello.
Ao Sr. JeseinbargaJor Guer a :
Du jtH&rmun.cpai do liecife.Arpellantes, Jo
da Gusta D urado e ootrb^ ; appellado, Jnio Lui
Ferreira Ribeiro.
Levantou-e a sesso a 1 hora da tarde.
yo.......
Dito de dita i] Sl*/...............
Ditos ^djdjlpjs de 5 %......
Expolien mtf '/ a* eDerw 1|VN8 de <
rei(os dSPaanm..............
Armaeid............ ......
Despacho mantmo
Ancorafiu*........",-........
ExrMtao. X
Direitoa* 13 "/ do pbrasH...........aj
Ditos de1 / da cxporlacao,...........
Ditos iri l/i /. idom... -............
Ditos de 1 l/ */o do curo fm barra.....
Ditos de 1 Vodos djamanlesv..........,
ExadaWiite-^HjartJki^r......i,* 1
Renda da typographia nacional.........
{'piuporciOMf por TeTba...
flxo....................
adhesivo...........
Emolumentos ....,.. -.-...........-,,.
la^t d IftnSlMsSio d-pltpriedade, 1 sa
har : d 5 J' da venda, da embarcaniq.,.
Olio de 1 / di arrmats^o de bens^novn.
Ccraardiaaria
Receita e eventual................
Depsitos
Depsitos de diversas origens.
Dtrimos daprotineiadas '
........
Dito da provihcida Paral
Mto-ua- JiiTjvihcia do Rio (rattde do Morle.
fjbatrihttssao- praai de crtdudh...... i..
773:383*948
AffihdegMef Prmmbueo, i ae seMiahro d 1871.
443:830*973
144:7894159
iMP
I-.MMC
it: 709*4*
o:07#380
59:8I5*3U
03|0t
551:943*873
a08:806*:)l7
ajtn|pij|
98lB*9
999 1810
6:
489*4101
900ST8\
7r,r:D70*7
17:367*t6
185*898
3:508*751
1:101*9%
10
z:85HBGB
63*t*7W
1:139*319
17*000
10*000
1:113*800
30*140
618*000
916*914
951:158*986
MMN
0**917
4:118*080
1:683*517
959:549*371
71:096*876
909*To|
1:101*800
1:287*5
1:113*210
159*600
800*790
107*640
1:311*025
13:880*730
588*550
751:707*117
Se rviado de befe
Riearto Pereira 4e Farias.
ENGH6H BANK, OE BJ0 DE JANEIRO
GipiUl do. B meo mu o:000
- acerjs de 40 cada.OM I.OOO.OOO
Capital realisado ......... S0.0i)<
Fondo de reserva........ 120 505
MMBJpO DA CAI*. FtUAL EM PERNAMBUGO, KM
31 DE AGOSTO DK 1871.
Activo.
Letras descornada?............. 938:14*910
Emprestimos e. cenias caucionadas 33:183*600
Letras a recebsr............... 131:15^8*090
Garantas e valores depositados... 354:151*660
Mobilia ele. do banco........... 14:648*510
Diversas conias................ 404:849*330
Gaixa......................... 066:814*670
Reeife, 5 d antemuro de 1871.
Conego F. Ruchad P. B. de M.
Rs. 1,343:341*800
PassLvo.
Cootas corrente'im-
ples............. 67W17*750
Deposito a pra.io flxo
com aviso e por
letras........... 1,189:794*500
. 1,961:712*250
Letras pagar................. *
Ttulos era eancao e deposito----- 354:161*660
Diversas conlas................ 216 666*890
Rs. 2,543:541*800
S. E. O.
Pernambuco, 5 de setembro de 1871.
J. B. Binxham, manager.
L Hemlurson, accoutaot.
RESUMO DO BALATiCETE DA REGE1TA
E DSPEZA DA CMARA MUNICIPAL
DO RECIFE, NO MEZ DE DhZEMBRO
DE 1870.
Exuncicfo db 1870 A 1871.
Beceia.
Saldo do mez de oovembro pro*
xiraifindo.............. 40:3f76,>7l
Receita arrecadada no mez de
dezembro............... 10?967l
)r9671
00:344^337
Despez.
Importancia desoeodida no
mez de dezembro........ 7:136ijiS25
Saldo qne passa para o mez
seguinte................ 53:207l2
60:344^337
Cmara municipal do Reeife, 1 de se-
tembro de 1871.
O procorador,
Jos Simplicio de S Rsteves.
PUBLICACOES A PEDIDO.
Cymaaslo provincial.
Se nao de ves-e ao respeitavel publico a mais alta
'O-i'leragao e a mim mesmo me nao conbesse o
direito de mostrarme superior quaesqaer sus-
leptibilida-le, que embora me nio c.fNndara no
conceito dos homens sensatos, podem, todava, nes-
vairar at ceno pjnlo a opiniao de a goem, o pro-
posito de msus actos e procedimento como regador
do gyranasio, nao vina boje s nlumnas-d-ste
Diario p ira responder ao sr. Dr. Alvaro eho..
Cavaicante me relecao ao que Ibe parecen conve-
niente es:rever para o Jornal do liecife de 5 do
corrente.
Provocou me este seohor, qoando menos o po-
da eu esperar ; pois qne 00 mea ralat >*io apo-
sentado au Iilm. Sr. director inter.no da instruegao
publica, nem nm momento cogilei de sua pes
sos, que alias serapre aeatei, e menos de sua boa ou
ir administracao no gyrnnasio ; a qnal, entretanto,
a publica opima >, j de ba moilo, sem duvida, ha-
ver imparcial a favoravelm.ate jalgado. Uina
proaocacAo de-la rdem, porto nada signifl jne era
ties condirSs*. deouncia da parte de quera a for-
mula o vivo de ejo d\j exbibir-se, qnando oiaguera
o chana terreno, para defeoder-se antes que di-
rectamente o aecu-em ; e, pois, eu din-i eom a se
veridade que me s habitual, poucas palavras ny
sentilu de desequilibrar o edificio que lio inopi-
nala e defgeilosaiBenle o Sr. Dr. Alvaro ergu-u i
sua passada gloria de regedor do gyrana-io, cu-
ta do mea ia rrf-trido rea orio. 0.q'ie l*se nes-
la pe^a, qu^ boje lem o carcter d otfl;ial, sasten-
to o ioii prim >io a snslHOiar-sMiDre.
Se o Sr. Dr. Aifaro amda quer mais esclarecido
o ponto que lamo o encamino loo, no mea simples
rotatorio, estou prorapto a miuisirar Ihe provw
coaclulentes, sem rplica.e me aduriogiria aioda
ne-iu parte deciso irrevagavel do inounal da
opiwao publiei. S-. quer, porm, a Iota do jornal
para desafalo de paisoes que ro Ibe excitei ana.
es, ou para dar pau ao desojo da nulabilisar-se
ora > aseriptor, i isto nao posso, e aem me devo
prestar, oorque asuito me preoocapaoi trabtlno*
serios, de summo mteresse, e.a p sico em que me
Ml|0 e lleond, e o meo sotado oao ose peroliilera
en rar em ougiatos eoorqnera quer qne vj N*
ilade de 48 aonos, sem eulras a praeS-4, alora
o rdeme desejo de pre-ur um servif 1 real a aieO
naiB) na raissae fiara .pm rajtflgaraia doeo os que
dingem a cansa publica. aV na iolfcre&se peta
deseapenbo de aious rteweres, eni;ameolaimha
a ra -a no progresso, Oureeewoaato e prasaeridade
da edo -aoo qna sa duve noeidaae para' buara
crdito ta patria que deba iaMMliaUosente ds-
lICAMBCO DO'ME?. E""A~UVrO DO vpmm aida Ra ^madrirefJida I I E assfeTir
COM O i)E4AES MEZES DOS DOUS mais-qoe a aoWe commissi* ada mais liaba a
Inier t0T ter udo eulprWo eom o 'tOaatiS
cfBclo de 18 de malo I........................
Mas, sa o bmosri smsnte tlver por si o illnstre
prologoBisia da nobre ommissao.elle nuaca exis-
tir no palz : a epidemia da caja de delencio ser
r.7ait.7A lu*>" meD08 friten; porque, com as observa
o*ni/w#i/u.c5e8a.|ie apresentoo no Jornal do Reeife, com at
i autopsias que fez, eom os principios qne estabsle-
' cea e concla#8es.. qne -tvws>; cora a flersatu-
tica que crioo, pbysto oglgfbe eiMjBpoo, tifoaes
que gureo a syJBBsniasffaja daMayen.... en-
cravada fiear a nobra cofllansao; wflreTas aonti-
nuario porque as ea*walwjerrnanMleriV'ae ou
o accaso oa a nrovidncla no iniervlar.
Em lodo caso, como qoer qne anda seis lempo,
eonveria que a nobre convaisso, retirando a pala-
vra publicada por Intermedio do Sr. Dr. S* Perei-
ra, viesse eomprir o sea dever, a apreaaaUr o
sea relatono, pois bero poderia ser Bjne avaMF-ea-
rialmente procedendoos ;'d>os de h_jje secon-
veriessem, nm dia depus em bou philisleos. Tal
fusse a rotidez que resultases do estudo e traba
Ihos-da n jbre commia'o que eu proprio, que, arma
do aiqda estou de caehera contra o bfriberi e
todos os seas agitadores que nio sia somente
03 mdicosdep >zesse a arma ecurvasse-me con-
vertido.
De otro modo.ernquanto permanecer escondida
a nobre commissao, appareeerem na imprensa de-
fensores do beriberi, como esse que, no Diario de
Pernambuco de 16 de (nlho disse : -Examinando
..as amcalQdes metalarsophalang'anas ( Pona
_2^______ do peito do pi e dedos do mesmo) nola-se ura prin-
"17 israti aipiode edema (tamefacio causada-pela ioflUracio
to/.ijonuz da geroiidade no lecido cellalar)-------Este signal
pathognmonico (s gnal que caraterisa a molestia
o beriberi appirece bem depressa as xtremi
dado inferiores, ele. ->... digo, que o beriberi
est perdido.
E appeilo para todos os collegas de P'rnambu-
eo, para que digam, em consciencia, se ura medico
qne diz-que nm syraptoma commum a mnilas
enlermidades, como sejam s molestias do fijado,
as Ies5.es do coracao, s paralisias reflexas ou nio,
s myelites, s erysipelas de toda a sorte, s ane
mas, rhenmatismos, chloroes, sanazarcas symplo-
maticas on n>, ele. pothognomonico oa caracte-
rstico do Dcnfin capaz de sustentar ero Per-
nambuco o beriberi -hydropico de Mirirourt, e o
beriberiresequido e ao mesmo lempo hydropico
rda Babia ...
Em verdade, vindo o Sr. Dr. S Pereira im
oreo-a sustentar, pela commissio, a existencia do
beriberi, apiar de anda nao estar sua opiniao
bem amadnrecida, era de esperar que elle, coor-
dinando osnovo symptomas da ncvaenfermidude,
nunca vista no paiz, e somente ha um anntrdesta
parte, os apresentas-e de m .do a nao deixar du-
vida nos espiraos obscurecidos.
. Nao o fazeodo, deixou-se augurar um novo Dio-
genes, mas de laolerna apagada em plena esenri-
dio, a desoobrir e mostrar o beriberi a toda esta
eidade, se n esperanza de encontrar lgum Ale-
xandre que as^insse ser um outro Diogenes.
O distineto Sr. Dr. Sa Pi reir foi certamente
bem mal succedido, como nao podia deixar de se-
to, desdo que como symptora.ts novos caractersti-
cos do beriberi, apenas poJe reunirfres-que
apresenlou em soas obiervac3s : a Umai!
que davam os doentes quando elle descar-
regava-lhes fortes beliscSes ou apertos de dedos,
ou os roandava dar pelos eropregados da deten-
eio ; o sympnms resoltante do arquejar parecido
com o de cao caneado, que consista em ama es-
pecie de auciedade que apreseotavam os doeotes
digse elle ; e a tal inchaco dos turnozelos, que
foi considerada por alguemsional plhognomo-
nica do beriberi. s Fra dfsso nio apresentou o
collega cousa de mais, que levaste a diagnosticar-
seurna molestia nova no paiz I
E para qne nao pense o publico que na arena
do ridiculo qne procuro manobrar com quem nio
sou capaz de gracejar, transferir! para aqui as
pfoprlas palavr.v doilluslre collega. No seu segun-
do artigo, publicado 110 Jornal do Reeife de 9 de
agesto prximo pastado, ha um lexio assim formu-
lado (ipsis verbis).... Esta dor fcilmente des-
aada com urna pressio rpida dirigida ao centro
do msculo, onde se a quer provocar; e o doetite
a rnanifesta dizendo ai I.......levando ao mesmo
lempo as maos para conter os dedos da pessoa que
desafia ; (podera nao) mas se a oppressao conti
nua la, anda que mesmo forte, a dor pouca e
s vezes o doente deixa de aecusa Is............
Assim que sio o< symptomas de umberbe-
rico I I...... Um011 ; levar ao mesmo lempo
o doente as maos para conter os dedos da pessoa
que desafia urna dor produzida por um forte bel
lisco; e a dimiouicao ou eessaejio da dor se a
|,opprJso continuada I
A unvida somente consiste em saber-se, se a
oppresso do doente ou dos dedos de quem
aperta as pernas do diente I O certo qne para o
collega estes symptomas sao de til ordem, que
elle nao pode deixar de iraze los ao prlo as suas
observares presenciis, como elle chama, relativas
ao infeliz J >> Alves Luna.
Aioda no supradiu artigo, oceupando se o Dr.
S Pereira do mesmo doente, diz em ootro lugar:
t Sentio (1 doente) um ligeiro tremor geral por
espaco de nma hora. Esse tremor nio era fro,
mas sim urna impuUao de vai e vem de todo o cor
po como o qne tem um cao canr-ido (expresad
do proprio doente para explicar-si).
Outro symptorna importante, e quem sabe se
nao lambem palhognomonioo I Urna impulsan de
vai e vem d todo o corno ou um ligeiro tremor
geral, mas que nao era fri, e tu raro e Impor-
tante no beriberi, como aiflkil de ser definido, que
o collega o julgna neeesario servir-se das ex-
pres>oes do doente : um ligeiro tremer ou impul
sao de vai e vem, como nm cao caneado I........
Mas, se meu flm nao provar ou nao o beribe-
ri, entrando em dicussi scienliQca com o Sr. Dr.
S Pereira ; e se, apezar do histrico dos doente-
que elle apresenton, colhido ba qna-i tres mezes
segurameute, acaba de assuverarque sua opi
miro a inda nao est bem amadurecida, excusado
contestar mais o que ja esta por si mesmo des-
truido.
Comiudo, nc seguinte artigo procurarei fazer
ainla as consideracdej,que juigar convo.nenies ao
complemento de m'inb* rwposta.
Dr. Carolino Francisco de Lima Sanios.
(Continuar-se ha.
carregaram : Saondera Brothers k C 610 saecas
odjajQdlXrfcila dauHIo Rocba Lima & Gui-
rairWiwucwseoffl 8,880 ditos de dito : Jos
da Silva Layo 4 Pisbo tf'mxm 17,4 ditos
de dita.
Nopatieho Inglez Juventa, para Liverpool,
carregaram : Mills Lattian A C 1C6 saecas eom
13.904 kilos da algsdae. .
-t Na barca franeeza Fidelite, para o Havre,
25,lft kilos'i
No pal
II, nata o '
Irmaos & C
sacar tranco
dito mascavado.
saecas eom
annf Ha\
am : A mor i m
kilos de aa*
,691 kilos de
INTERNAS
BUCO.
5:823*349
637*998
6:481*339
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 4 11:748*919
dem do dia 5...... 1:155*381
BECEBEDOMA DE HE
GER4S9 DKFKB
Rendimento do dia. i a 4 .
dem do dia 5 .
13:904*181
O Dn. CAROL1X0 FRANCISCO DE LIMA SANTOS A NOBBB
COIWISSO PESQUISAN TE DO BEBIBEBI, B O JUIZO
ANDA NAO AMABtBKClDO DO DR. COSME .DE S PK-
hiliii",
III
Kotre as grandes vlcissitdes a qne est condem
nado o genero humano, sempre foram a fume, a
pesie e a guerra os Ires elementos mais lemivenTe
que mais calamidades lem levado aos povos, anda
no apogeo de todas as glorias e poderes compati-
veis com suas innatas contingencias. Quanlo
guerra, se fdra-rne licito agora om demonsiraso,
nao havena necessidade de recorrer aos lempos
de Mernrfdates, d Alexandre o Grande, dos Persas,
as epocbas tremendas de Cyri >, j aotes, j de-
pois daposse dos Seleucda's, dos Cezares, dos
Barbaros, etc.bastara Iembrarl791 e 1871 I
A FranQa, aioda bontem grande como nunca,
oas ao modo de Napoleo III, bereo de todos os
ramos de conhecinentos humanos, explendida e
fioresetnte, a marattthr o mundo.......A Fran-
Si boje abatida, bumilbada, de-irnida e incinera-
k, depois de tantas vezes vencida, e suas aguias
todas despenadas de seus grande arrojos I
Tfes elementos realmente ternveis em >ei lao
multiplicados como perniciososelTeitost Sea guerra
produz a peste s a fume ; a forae produz a pesie e
a guerra ; Je a peste produz a tome, o terror, a
miseria, e por flm a guerra.
Parece que os elementos de destruicio se fra-
ternisam ; e depois de monstruosa combinaco se
reproduiem com certa variedad* de elfeitos im-
previstos e tenetirosos I
A peste de Jalla, essa que d simio quasi toda a
armada ds Bouaparte, mallo mais lernvel por seas
effeitos do que o celebre tremor de terra.qae fez pe-
recer em 13 mil habitantes, e do qne a destrmcio le-
vada pelo incendio de Jbdas Machab'eu; a fome e a
peste nos Pbtlisieos, occasionadas pela oer-eguicio
dos Hebreus, e tantas oulras antes e depois da era
christ, nao menos inferiores dos sitiados de
Paria, em 1871,sao fados que se nio perdem na
historia da humanidad*, e que, come faijs, vio
setvindo de guia aos povos qne nascem.
A peste de Libia, do Egypio, da Persia, Eihio-
pia, em 561; a do Katbai, na China, que an depois
lavrando pela Europa, at as costas da frica e as
ilhas do Mediterrneo, em 1548 e 13S6, foi al a
Hespanna; e tantas ontrassio exemplos perpetuos,
qne estario sempre gravados em todos os seculos
poisrvais.
Entretanto, cousa singular, da guerra i tem
pavor as creancas, as malheres e os decrpitos ;
mas da pesta e da fome... treme lodo o genero
bnmano I E contra um tal inimlgoa peste
impilpavel, incoo.mensuravel, medonho como a
morle, e trrlvel como a dor... nio ba o que se
Ibe opponba, fra das snppticas, da paciencia, da
religio, e dos recursos da setnela, mnilas vezes
iuHorada por Deus.
E' nesu nltima parte que o medico mais serv
eos presta humanidade; qnando el.e maoeira
do ministro du seubor que, nos ltimos instantes de
ama vida prestes a apagar-se, ludo envida pela
cruz, com a palavraa c. m a fe, aflu de sn.*pender
da materia, j quasi em coaieco de dissolucio, a
alma abatida pela dor, pelo desengao e oppreasao
da aorta, a a eneaminha ao seio da cternidade
em vea de entreter o medoremove-o ; de assoa-
Inar a pesteesluda-a ; de atemorisar os povos
ania-os ; de encerrar as medidas cas secretarias
offlciaespromulga-as; de exagerar a cifra dos
doentes e dos morios-atenua-a; de eseonder-se
no egoismo, negan Jo-se a qnalquer traba I lio rela-
tivo e til seieocia, fra inleiramente das paixdes
pessoaes, falla, Jiscate, ralba, e escreve, cora os
principios, por amor dos principios, da verdade e
da sciencia, sem temor de nioguem.
Mas, se ao contrario dis.-o, os m-dicos, conver-
tido;' ara n ivelleir. s d urna peste que suppoera
nunca vista, aprazera se emmanter o susto na po
pulaca ; em exagerar a eifra dos affectados e dos
nonos ; em apregoar novid idea onde nunca boa
ve; em levar o susto e o terror ao me 10 donde
devertain lira-ios ; se em vez de medidas hygie-
oioaa e propbyU ticas, de esclarecer, de acoose-
Ibar, de prevenir os povos sem aterra-lo-*; benefi-
cia los sera atropello; a titulo de darem-se a res
pedocalam se. procurara fazer-se esquecidos do
pdico, com tanto que l em um da sejam lera-
orados, pelo poder official I........nada escre
vero, nem urna palavra, ura coa-e b 1,
MOYIMEHTO D6 PORTO.
Ravios sakidos no Ha S.
Rio de Janeiro e norios intermedias Tiirasperte
nacional 7sao<-/, eommandanie capito tenante
El nardo Fabiu Pereira di Cntrtia.
Hio-Craade do SulBrigu- aaliai fjniae.-eapi-
lio Joaquim dos Santos' Souia. carga assucar.
Ro da Praia Barca nieiorial Shita Mm9 #a-
Sorle, capHio Joia Soocalves Rsiserga aseo-
car.
Liverpool. Barca frtnceta Lnfz 'lanne, cafi*
Luiz Coellet, carga algodio.
Observocdo.
Sospendea do Umario para hambargo1 a-Minea
norie-allema Francisca, capitao Kiar, carga a
raesma que trouxe de Acapnlco (00 Pac fleo)
-
ECITAS.
Tendo apparecido impresso com a assignalum
do Sr. Francisco Jo* d'Oliveira Bodri n-, um
folheto no qnal o raesm senhor. despresando o
campo da lgica e entrando, com furor das incec
lipas pessoaes, injona-rae acreimrate e nwi* a al-
gn* membros da sociedade Restaurado IVrn .111-
uraa med- 'bacana, e me constando lerem sido ditos folheto
da, um jnizo se qner sobre anatureza do real, u espahad-n entre gregos e royannos, veoho por
iraordinario, e o maii pernicioso delle I...... intermedio do preeute, pedir a suspea>i>, at ul-
............................................ terior resposta, de qnalquer j liz 1 que por ven-
... .se o desaso p r am lado, a inercia.por outro.! tara tenhara feto a respeito ao mesmo f dheto,
oelari'o tem proveito, as iocoDsequencias, a Be- que felizmente redigilo en termos taes que bem
deaotara nao ter Sr. II .dr gues a seu favor nem
O Dr. Hufino Coelho da Silva, jniz munreipal a
de orpbaoa e residuos da cuUde da Ulinda e
sea termo, por sua mageslade imperial, qne
Deus guarde efe.
Faco saber aos que o prosea le edita I virero a
dblle noticia tiverem, que por este jaita da-pee-
vedoria se ha de arrematar em praca pnbtiea,
por venda, lilos os das da lei, a quem mais
der urna son de terral "ernadas no engeno Ja-
guaribe pert-ncente ao patrimonio da irmandade
de Nossa Seuhora do Itosano dos homens' preto
desta cidad, o qnal terreno, vai praca prda-
liberacao deste jnizo, pela quanlia de seis cantos
de ris, porqnanto foi avahada.
Dado e passado neita eidade de Olinda, aos l*
de agosto de 1871.
E en, baeharel francisco Lins Caldas, eserive
o esersvi.
__________ Coelho da Silva.________
O Dr. SutmtiSo do Uegj Barros de Lacr-
ela, juiz de direito especial do conrawr-
cio desta. eidade do Beeife da Per-
nambuco por S. M. a quem Deus guar-
de etc.
Paco saber pelo presente qae Jos Guiiberme di
C, por seu procurador roe dirigi a pelieio do
ibeor sepuime :
Iilm. Sr: Dr.jui do commerc. Dizem Jos
Gu Inerme & u, querem fazer citar a Antonio
Manoel do Nascimento para que dentro em dez
das que Ihe setao assignados em audiencia pagoa
aos supplicaotes a quaotia de 79.1*400 ii, e seos
juros, imporiaocia de urna ledra mercantil ven-
cida e nao paga, ou allegue o que tiver que rele-
ve, seb pena de ser eondemoado direitameate -ca-
so nao coofessa ; e porque o supplieanle se acn
auzente em lugar ineerio e nio sabido, querem
os snpplicantes justificar sua amencia afim de
ser esle citado por cari de edita! eom o-praso-aa
lei para o flm exposto ero sua peueao, reqneram
por isso a V. S. te digne admitur a jatificaeao
dos suplicantes, para julga|ia por seoienca, pas-
sar a carta ediial na forma requerida, marcando
V. S. da e hora para serem ioquendas as tes-
temuahas.Pede a V. S. deferiraeoto. E, R. Mi
Eslava sellada com urna estampilba de 190 ris
ioutilisada.
Reeife, 11 d agosto de 1871.Costa F.ibeiro.
E nesta pelieio dei o despache seguinle :
Ueitnbuid.., jusnflquem. Hecife, 17 de agosto
de 1871.Barroi de Laeerda.
Em virtude deste despacho fra feita a destri-
buicao ao escrivo desle juizo Ernesto Machado
Freir Pereira da Silva, depois do qne pro-luxlndo
os suppbcantes suas lestemunhas que uVpoaeraro
convenientemente acerca da auz-ne a do suppliea-
do o respectivo escrivo fazendo sellar e preparar
os antos, rae os fez conclusos e nelles dei a sen-
tenca do Iheor seguinte :
11 :i por justificada a amencia de Antonio Ma-
noel do Nascimento pelo que por ediial eom 30
das de praso anisados nos lugares do coMume e
publicados pelos jornaes mando seja citado para
os lins indicados na petifo de folbas duas.Cas-
tas ex-caosa.
Reeife, 30 de agosto de 1871. St bastan do
Reg Barros de Laeerda.
E nada mais se contmha em dita sentenca, am
vinude da mesma o respectivo escrivo que este
subscreveu fez passar o presante pe'o qnal a sea
ibeor, chamo, cilo e hei por citado o referido jns-
uticado auzente para que dentro do praso de 30
das, compareca ante este ju.zo por si on por sea
procurador allegando e provand o que for a bem
de seu direito e juslica. sob pena de reveiia.
Portunto, toda e qual iujr pessoa, prente, ami-
go 00 cooh'Cido do referido ju'ifleadJ poder-lne-
ba faz-ir sciente de lodo p expendido.
E para que ehegoe ao coahtcimenlo de todos
man dei fazur o prez ra te ediial que sei affixado
nos lugares do eostume e publicado pela im-
prensa,
Dado e passado e nesta eidade de Reeife de
Pernambuco, aos 5 das de setembro de 1871.
Eu. Ern slo Machado Freir Pereira da Sirva,
escrita sub-crevi.
Ao sello 300 res V. S. S. excausa.Barros
ie Laeerda.
S- basliao do Reg Barros de Laeerda,
9"
gaci) do principios, e, emfln, ade-ordemuas ir
vas, reinam em ai dos sagrados deveres impos-
los pela sciencia e pela humanidade...y.........
<> resultad o ser o de Co das geraedes presentes e futuras.
Punicdes; na. da- qnaes nem o po ler official, nem
a crruiic* > 'mpTio-a dos lanpos sao capazes de
vsdar inf libilidade.
A nobre cannunssio que. rae'hor do que eu, de ve
saber de udo isso, e, por tanto, quaes os seu- de-
ver s conlrabid-is j para cun a presidencia, que
be 11 terraifian'euiente Ibe solicitara, aparar do c -
lebre iffli.i.dH 18 de maiocuidado, estudo. can-
siderayiet. Autopsias, diagnostico, medid is prepliy-
iitica- e tratamenlo acerca da epidemia da deteu-
e* >, em um re.Uiorio; jipara com o publico, e
para com o povo que, por deroai- candado depis
de ama tremenda guerra, era n itural qae teme-se
as <-ooseqnencias de nma nova peste, e urna peste
qne *e assjalboa como aras das leis raortife ai e
trriV;ijdevana al o presente c rassrvar-se si*
l*acH)sa, sera ter estampado as gazeias ama me-
d ti, am jaizo, ama paiavra sequer TI
E a n> bre c nomissj qae, assim proeedendo,
pode' qaaixar se de urna i>u outra censura, .que
por Ternura lenhi apparemdo 00 Diario as-*igna la
por qnal (iwr nasdioo.? Onda estamos ut e para
onde vamos T
Lamentath| seria qne, espectador o povo do estu-
pendo silencio, j do medico da easa da delenisio,
euios atee setucos ralewntaa eonsieiiram^i-ra
unr a bu-iua d-ittro da *waio, e arrebauhir
desmos para Fernando ; j da nobre commiseo
razio nem a lei, era a instiga.
Reeife 6 de sMem^ro de 1871.
Adolpho P. de Burgas Ponce de Len.
fHACA DO RECIPE 8 DE SETEMBRO
DE 1871. ,
S 3 1/1 ROBAS DA TARDB.
Nio houve colacoes.
. G. Stapple,
PreWe.ule.
P. J. Pinto,
Secretario.
\LFANEG.\
Rendimento do da 1 a 4 '. ,
dem do dia 6
151:" 11*5567
45.07S4236
195:9!K)>8i)3
lloylaiieato da alffndea.
Volumes entrados com lazendas
> > com gneros K0
oO
Voluma sabidos
cora
com
faaendas
genaras
419
119
. 638
e crdito iia pairta que
peo lera. lnr a bu-iua d-utro da dew-ia(ao, e arrebauhir D9;orregara hoje'ft du setembro.
Nao teahe irombeias da fama para meproela- aetatns pira Fernando; ja da nobrecommisso Brigaa partuguez /f marem aos qaatro venios da ierra, aropuailaMe qaa, aari|(U am aua /srarasiodtrnaraero e de Bngua Ualianoeifroa-faniiha di trigo,
inalqoer monmnulo do uwikrtp qne aNa>: tato1 la li'idoallads-cillid as maos aos oavidbs para n.ate americano/laMt> U-iskttvario- gneros
para os espirito* prTilogiado?,. para as inw-t- nao oaw, e cerrados os olh.is nsaa'"*' v*r, dei- Brigue hollandes MU* Uargaretk faunba de
gencias snperiares, para os enUadtm*BtM aalva- xa va que Indo correase- muri dos, profaaos--
dos, para os vares fartai que unai< tr**c5deiJB4/> appwucwse um arado/ da daver contra
de gerarebia os brates do olsmna do mais das-, sem Iban'o procediroeato.
interessado patri6Hmo. }' B o mais qne nesma nobre eouimissio,
Ponho aqui terrao ao qne devo d ter ao' Sr, Al- alera do rea *stranuo proeedsr. wuauxaBiiocoa
vara era ffispesla an. JiitaaajunjMa a* Bada verter em relator i o offlcio -de 48 da m'aao, ou o
maiaaceressaao; aoia, aitn>da< aaoeaflo a dos das har*, >Vum-naao Sr. Dr.SPerevacomo
bsboos propria, eVmta5BiaaCBra^rn*a- j demonstrei,paraarremesaarfr xas,dardua,pu*
BteJane, o qoal asis am aamiam-aara auffri- e padraas a lorio eadiraito, raiaaaaa e voeifettan-
eaftarjam* do qne a otase erieaUao coaOra os qoa oasaaa dnviiar'io-btutri,
inga.
4tk
aaa9as
Despacho de txporute* no dio
sfembtv.
Para os partos No vapor ing earregrara : Goncilves lr.ua 1 ^t C. iff aatea-
com 15.9V3 k'loS fle algodafl ; P>ller 4 fi. 1,000
,. couros verdes, salgados com 41,QuQ. toJos.
apeur de apreseniar alie, alto e bota swn, saa Na barca, mgleza J>/Wan#, para Liverf>pol
UULARACOES.
Jumo de orph s
Em virtnde da petieio que ete juito^lrifio a
viuva de Joiq im Pires Ciroeira MonMrs, e do
dif1 imenlo que Ihe fu dalo, e qleanMiX) vai
trausenpto, couvidase a quem convwr aira apre-
sentar sua* propostas em caria fchala 00 earto-
rio do ecrivio interino Guimaraes, pjienio para
obler mais esclarecimeoi'iS sobre a eoneesso e
contrato celbralo cora Panto hsi de Oiiveira di-
rgir-sea esie oa raa do CJim-reio n.*. Re-
eife 5 le setembro de 1871.-O escrrvi1 iarerlBo-,
Silva Guiraare.
Petieio.
Illm. Sr. Dr. juiz de orphios Dia Henriette
Montero que, sendo sea finado marido aoneesso-
uarlo de parte du privilegia que pelo govt-roo- im-
perial fi concedido a elle e a Panto Jo- de Olt-
voira para introduefii e uso dos eoeotntves, *-
nomina tos Thopson, e cuja explorn^a arada no
Uuh4 siioineeiada,e nao eoovmdi nm a'ella,
era as-os Albos e tutelados enirarem em nma
>xi> reto la d-i-pezas de cosreio aa eonformidade do
c.ntraio entre re coneessionarios celebrado.;tem
rei|uerer a V. S. liceo?* p privn:pgio qne Ihe eempete, e stndo deferida, re-
qur q te se annuneie petos jornaes mai- Irdosa-
refendi VfDla, convidando os pr.ipnn-ntfs* aata-
sentarem suas propustas em ca1 la fechada ajaste
juno oentro de "tres das. Nestes terrida- e*a**a
irf riinanto.E. R. M.-Sstava eMada^a#4PJia
e-tarcpilhade rHs duzentos, devidaiiieJtfc^yM
n%da" com a sngnintn data e'SKelgaiirnrB.- m$w
de setwnbrotle 18Tl;--0 a*vjfa#-, 6yJfia**1'M-
cuforado.
Diga Dr. enradar gwral Ttoelfti PtMildnlBH)
de 1871.-4 jares Braodaa;
rVo^riaeao.
Pareee-tneqne est"W,,?i^H **/
i-tf-* ds*e4Hratr^dalfWl.---9wiilriBia^ajt-
v.raPdnsecs. ^^ .
C^mo reqaer, faxea4o__o,eriva>*
I
Y
V
v
i
~J
i




ern*ip]
?
_j hachare! Antonio I
e como adnnlnistradaf Asea filho^eoftr Rsphsai
Ronche Roberiy, eAfeVlaa-el ni avallado por
#)#000 ananaes, j
av-SMa_Hi
Porto da, Galiinbis, fti Rornioso e
Tanwqdar.
O vapor Parahyba seguir pa-
ra, os portos cima no da 10 de
cofreote a meia tate.
Recebe *aiaa,enco romeada*
ft)asageir< e Snlelro* rete
do Mattos n. II.
de amarello, I eadairas da>balango.,dhoaraAda,
BJ ImrquexX 1 guarda-roupa de aflWreOo, i me-
u elstica de amarello, i berrn, garrafas, eompo-
poteiras, copos e maida ostros obSMMVJM Bte'ie
COKIPftNHJA
Grande opera em 3
DE
nnmn uim hola
Quaa* feira 6 e Qaia4*tor 7
de setembro da-W.l
aelos.:
III
Principiar sUffciWM.
Para sol saetear a radeperrfeeeiade Brasil.
A ebegada de S. Ex?, o Sr, piiaJtaii, da pro
viocia acompaobia cantar peraete aa efugiesde
Si, MM. a hymno da independe****.
Seguiodo-se a reprejentacao da liada zarioella
a 3 antas : -r aj
nm
Toma parte toda a compaobia,
rae-ina cedendo a pedidos resolveu modificar
o prego das cadeiras de i* classe 3/, 3' i e ca-
marotes o costme.
Os btlhetes vendidos para o espectculo de
domlDgo 3 teera entrada no espectculo de Quar
ta feira.
THATRO
DA
trac
de
le;
I P,
feit:
cora mnitas
linos, 1
doras, 4 qaaroa
[ranceza e de paentasia,
i loilet para aoKeh-o^
da figuras para en
* )aUMiHa,olMMrfti
importante, l cama Mcala
fr|W7.1 !
W'waw
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di feata dt
t*r do B
d Nossi
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irjcia 94
ufe
_.-to.i&W..
BdVa orcoeain rida.
r<*pe>W --'Ctyua.
manaia entrar* a fe.ta
palo maestro- Antonio
marittmps.
Aleo dia 10 do correnteesper-se a Europa o
vapor fraoeez Giromle o qu*l dapoisda deplora do
costume, seguir para Baenos-Ayres, tecaaaViws
portes da Babia, Rio de Janeiro e Montevioo.
Pata (retas e jxassagons, trat*-s* aa agencia,
roa da Conuaerc n. 9.
No dia 11 do correte ra#z e*p*ra-sa. dos por-
to* do sajo vapor francez. Sinjk, caiBUHndaute
Maeseoet, o qual depon da demora do coatunu se-
papara Bordaos, locando emDiiur (GoiW
Pira coadicSes, fretes e.paseagans, lrat*-sa na
gaencia, ra da Gommorcio n. 9.
copos e muiPatoatros obfaete*',;de a'la,
urna familia que ae relirou para a Eoropa
O agente Martins, fir leilSo da todos os movis
eo*)eeuf4e gosto cima mencionados, por ordem
da utu faeUia que se relirou para a Earnpa e
quaforamiranspiTUdoapara oaobtado a. 48 da
gata Victoria oftda^erf^gar o Jatlao
Urde astear o WDtwn
o Rvm. Sr.
ar-
A 6 1|2 toread
ffCioWa?^*^
jjta todoa w a.uaajw far oavir a marica
Se:relaria da irmafidade aad*auaa de N
do Bom Conselho, *4t^aa*fefe'bri.
HnriqueLel.
-
NO
Campo das avineczas
lleneficio da actriz
1$. &1S4 l*RLWSL&Hk
Espectculo em grande gal.a
Para soleronisar a feliz
Independencia do Brasil
Quinta-feira;,7 de setembro
Logo que o Exm. Sr. vice-presldeute da pro-
vincia se digne conparecer na tribuna a orchsstra
tocar em scena aberta e perante a efBgie de S-
M. o Imperador.
0 hyn.no da independencia
Segue-se o importante e vanado espectculo
dividido em 5 partes :
lVojr anima.
1.' PARTE.
A lepresentacao da bella zarznella em 1 arto,
intitulada :
tOHIM\IIIV
DE
Navegapao Brasileira
At o dia 9 da corrate es-
perado dos portos do sal o vapor
5. Jncintho commandante Aikin-,
qnal dermis di demora da costu-
me seguir para os do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder condurir, a qual devora
ser embarcada no diada suachegada. Encomman
daa e diuheiro a frete at as 2 boraa da tarde
do dia da su; sabida.
Nao se recebera como eacommendas seno ob-
j actos de pequeo valor a que nao excedan a duas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicao
Tuda que passar estes limites dever ser ambar-
eado como carga.
Previne-se aos senhores passageiros que suas
passagens so se recebem na agencia, ra do Com-
mercio n. 8.
UILAO
DE
WVIDAS
Na mpOTtoncia de cerca
1:.000^000.
OaaNMa-Uartins levar nvame
raqwriwnU* do Dr. inveolariaate
zadae pelo fallecido Joaa,aim de Almeida
de
ate a leilio
dos be# dai-i
Pinto, e
por acodado do (lira Sr. Dr. joiz de orpbaos da
cerca de 12:060^000 em dividas
Qui>ta-?eira 7 do correle-
Em sea escriptorio a ra do Mrquez de Olioda.
n. 15, s 11 horai do dia, os preterJentes podem
examinar a relaeo dos davedofes no escriptorio,
do dito agente.
Rosa
Mathilde..
Calisto___
D Cerero.
2.'
O grande dueto de
pela Sa D. Mana Caslilho e o Sr.
, intitulado
Persona geos.
,. D. Uaria Castillo.
D. Maria Granados.
D. Luiza Lartillair.
Sr. GrauaJos.
PARTE.
Baritono e Teple, cantado
FlaviaBO, mu-
D. JOO TENORIO
3- PARTE.
A engranada e sempra applaudida zarzuela en
laclo :
i mu ni vu
Persona gens.
Casilda.... D. Maria Castillo.
Brizida___ D. Luiza Lartillair.
Goacallo .. I). Maria Granados.
D. Candido Sr. Granados.
4.' PARTE.
A graciosa cancao andalusa cantada pea bene-
.i.'iada :
LA JUANITA
5.' PARTE.
O juguete lyrico a bailado executado pala bene-
ciada e o Sr. Granados :
D. ESDRJULO
E' este o divertimento que a beneficiada esco-
Ibeu para ofTerecer ao Ilustrado publico desta ca-
pital, de que n espera proteccao e acolhiraenlo,
e desde j se confessa grata. PREQOS: Camarotes da frente

15*000
Ditos de 1' ordera lOOOO
Ditaa de 2' ordem 12^000
Ca deiras 2*000
Geraes uooo
PORTO
pretende seguir em poneos dias o patacbo portu-
guei Liberal, eapiio Guilberme Joaqnim Leal, por
ter a mai r pane de seu carregameoto engajado
e para o resto que Ihe falta e passageiros, para c
que tem bons commodos, trala-se com o referido
capito a bordo nu na praca.
COYIPAMIIl
DE
Navegado Brasileira
At o dia 8 do correte, espe-
rado dos portos do norte o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante
Cardoso, o qual depois da demo
rado costume seguir para os
portos do sui.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no da de sua chegada, encorn-
uendas e dinbeiro a frete at s 2 boras da tardt
de sua sabida.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
j setos de pequeo valor, e que nao excedam a 2
arrobas de peso ou oito palmos cbicos de medi-
co. Tudo que passar oestes limites dever sai
embarcado como carga.
Previ oe-ss aos Srs. passageiros que suas passa-
gens s se recebem na agencia, ra do Con-
mereio n. 8.
Rio Grande do wul pelo Rio de
Janeiro.
Para os indicados porlos sngae por e-tes das o
patacbo nacional Maria Emilia, por j ter fatal
completo o carregameoto o resto que ihe falta
recebe-se por mdica prego ; a tratar a ra do
Vigario n. 14, primeiro andar, escriptorio de Jos
Lopes Davim.
200 IwrJci com farmha de trigo marca F.
O agente Pesiana, far lello por coota e risco.
de qnem perteucer de 200 barricas com faroha de
trino nova, desembarcadas do navio franeez Fide-
lit, as quaes sarao vendidas eaomoa mais lotes,
a vontade, quarta-feira 6 do corrate, s 10 horas
da manhsh, no armazem do Sf. T.isso Irmos, na,
ponte velha de Santa Isabel.
fdaVaVlaVaVaWl^MK aat^H
0^ Ncbre Jos dos Anjos Vhin dq
Amorras, e Mignol Beroarao Vieira da
m sea eieriptorio a roa do
nias d, 35,1 andar.
eat* e In-Inajvedoa
'* a ra Duque da CaxjM antiga do
acamado 111 un lindoortimeito de objetos
nos e palba romo sfjam cestintnspara meninas
balaios para costaras, ditas para pao na mesa,
dito para faeti, dios para froctas, ditos para ou-
tros mu:tos mfsterw, maracaes para eriaocas e
grande s irtimento de ealnngai a brinqaedos para
entreter crianga com pooco diabeiro.
r&i&a
Ja de a?o de Tiieete- a ver-
dadeira maioa 1, Oe 00 em
casa dos S & Kelier & C.: a
raa.da Cruz N. i 5
raoraGR.ira.1
- lina
O 8r. Antonio Pedro de
nha a bondade de ir a ru
realisar o negocio que n ,
que S. S. encarregon para t.ai
parecer em 11 do pissado. at
ra. Recife 5 de selmbrp de 1871.
___________Ponte QLGqimarSei.
Jnior, ta-
JDos n. 7
a pegsoa
e me ap-
ile'istou a espe-'
VISOS DIVERSOS
O Sr. JoSo Jos de Ar.aujo, Lima, que
foi caixeiro da toja Aguia Branca, queira
vir esta typograpbia a negocio de seu in-
teresse.
Procisa-ie fallar cura o Sr. Entaquio Auto
nio Gomes, no armazem da Estrella, largo do Pa-
raso n. 14.
Caixeiro
Precisa-se de uro caixeiro de 16 a 18 annos de
idade, com p tica de taberna, e que d fiador a
sua conducta e seja porluguez : na ra da Sania
Cruz n. 74.
Para o Indicado porto segu em direitura ateo
dia 10 do correte o hiate nacional Maria Amelia,
capito o pratico Francisco Thomaz de Assis; para
o resto da carga fdila-se na ra do Amorim, ar-
mazem n. 60.
BAHA
ramo
SANTO ANTONIO
Grande soccesso !
3.* represeotacao pela milito applaudida
Companbia de meninos
Douiuro 9 do corrente.
BENEFICIO DOS MENINOS.
LIZ E JULIA.
PROGRAMMA
A iateressanle e sempre applandida comedia
em um acto ornada de msica e dansa, intitu-
lada :
A criada impagavel
Tomara parte os bsneQciados e as meninas Ca-
rotiaa e Oiympia.
Liado entre-acto ornado de msica, denomi-
nado :
RE horto
Pelas meninas Julia e Carolina.
Segue-se a representado da jocosa comedia,
orMda da msica a dansa ;
9 mudo e o phantasma
DdMmpaobada palos meninos Lak, Jalla, Ca^
rotina a Olympia.
Terminar o eipeclaculo com, a graciosa
Toiadiiha hespanhola
ExasalAda peU meninas Olympia, Julia a Ca-
lados contara com a valiosa proteccao
_) publico pernambucano.
(fcniaio dos bilhetes acha-ae na casa o. 38. i
i*Ma a no inaatro.
Comacar a horas dp costume.
%L f. i- As pessoaa que se danarara encom,-
jilhsies, tenlum a bondade de mand*-
com toda a. antacid^ncia.
IS MARTIMOS.
Segu para o porto cima com a maior brevi-
dade possivel por estar com a maior parte da car-
ga o hiate nacional Garibaldi, capillo Custodio Jo-
Vianna: tratar com Tasso Irmaos ct C ra
do Amorim n. 37.
MARANHAO
Pretende seguir com moita brevidade o palha-
bate nacional Joven Arthur, tem parte de seu
carregamanto prompto, para o resto que Ihe falla
trata-se com os seos consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo 4 C, no seu escriptorio ra
do Bom Jesns n. 57
Para os porto* do norte at
Macao
sogue impreterivelmante no dia 6 do corrente o
biate nacional Probidade, com a carga que ti ver :
quem nelle quizar carregar para qaalquer dos
portos intermediarios, queira dingir-se ao mesure
a bordo ou ra do Commercio n. 17.
Iroiandade acadmica
DE
N. S. do Bom Gonsellio.
Por ordem de nosso irmao juiz convido a todos as
irmos para comparecerem no dia 8 do corrente,
^exta-feira, as 9 12 boras da manhia, ao ooiv:n-
to de S. francisco, para assistirsm a festa de nos-
sa padroeira.
Secretaria da irmandade acadmica de N. S. do
Bom Conseibo 6 de setembro de 1871.
O secretario,
___________ Henrique S. M. Leil.
irmandTo
00
. Scramento do Reoife
De ordem do Irmio juiz sao convidados pela
segunda vez os noisos irmos a comparecerem no
dia 8 do corrente. pelas 11 be ras da manhaa, no
consistorio da irraandade, aflm de tratar-se di
discos-So do projecto do novo eompromisso. Ssn-
do o objecto da convocaco materia d'alta impor-
tancia, a todos deve inleressar, contando, portaoto,
a actual mesa com a concurrencia de nossos ir-
mos. Recife S de setembro de 1871.
Joo Joaqnim Alves,
_____________________Escrivao._____________
O administrador da receoedoria de reodas
internas geraes avisa aos contribuimos do imposto
sobre industrias e proQssoes, que oeste mez e no
de ontubro prximo futuro que tem de ser pago,
sera multa o semestre do exercicio de 1871-72,
e que lido o mencionado praso ser cobrado com
a multa de 6 0,0.
Recebedoria de Peroambnco 5 de setembro de
1871.
Mannel Carneiro de Souza Lacerda.
A directora da companhl da via farrea de Ba-
turit, avisa aos Srs. accionistas da provincia de
Parnafnboco, qne a Sr. loo Baptita de. Castro
Silva Jnior, se acha incumba^ pela rasma di-
rectora de receber as chamadas qae se forem fa
zendo, quartdo os mesmos accionistas bao prefer-
rera sati-fare las nesla capital.]
A associ'cio commercial'. bepeCtcenta reco-
Bbecando a nwwsidade de estabeleoer-se urna ho-
ra em que se reuaam todas os das os commer-
ciantes aa easa da asSooigSo como de estyto em
todas as pragas comaierciaes, resolvau convidar
os Srs. socios a fraqueitar a sala da assoelacio,
todits us das uteis, a# i s 2. horas da tarde, nao,
obstante continuar a eMar como at aqui, a easa
da asaociacao a dhposicao dos Sr$. socios.
Associaco commercial benekenle Si de setem
da Imperatrlz
1.* A.1DAR.
Len Chirpelin partecipa ao respeitavel pnblico
desia capital, que acaba de abrir nm novo- esta-
belecimento de pbotograpMa a roa cima mencio-
nada, lendo procurado por lodos os maios possi-
veis o aaelboramento a perfeicao em todos os Ira-
balbos coneernentes a sua arla. A galera diri-
gida por D. Amalia Cbapelin j vanUjoianwnte
ooahectd por muitas pessoas -desta capital qne
nveram occasio de avahar os seus trabalhos abo-
lograpaicos e as manetras porque se tem dedica-
do para cora as. familias que a- tem henrado cora
sna fivqaencia.
Oa-preeos dos Ira balbos des photographia sao
os mais bmitjdos, como sejam:
Urna duzia de candes 8*000
Mi t 5*000
Um ambrotypo em urna linda
eaixinba. a000
E os mais tra proporcao.
Len Cbapelio convida a todos os amantes das
artes a virem visitar sea esubelecimenio que se
achara aberlo das 7 boras da manhaa as 6 da
tarde.
beoda 1871.
\
ixo asVgoaifo,
P. Nesabam,
Presidente.
J. II. TrinTd,
*>creiario,
- Eu abaixo asVg4a pnblico, com epeehlidade ao carpo do contmer-
cio, que o Sr. Antonio Franco Liberato delxou de
ser meo caixeiro, desde o dia 2 do corrente.
____ Joaquim Campos Lirca.
aaaw mu -
s
Sjciedttde ConciaQ >
Convila se os socios para compareoerem easa
das sessSes ao dia 8 do corrente, as 10 horas da
manhaa, aflm de proeederse a eleicao supple-
mentar,
O secretara interino,
Das Brrelo.
ATTENCAO
o
Nao tendo todos os credores do finado Joao
Chrisostorae de Gusmio assignado a proposta ami
aval, declara-se que se nao conchiirdm at o di i
7 do corrente, nio tera effeilo dita prono Affual ebegoo oova remesaa de. le te coa-
deoaado da Suissa, palo vapor Cognac, o-
desde j fjcamos esperando pelos seus apre-
ciadores e entendedores desie artiga: vende
Kelier A G. aa roa da Cruz a. 55.
* Ddflon Duarte
g CABELLEIREIRO
W Rn da Isuperatrlz n 8
jK Neste estabelecioieoto encontraro as
sen boras indo qusdizrespeito a eneites
de cabellos, como sejam coques, trancas,
cresceotes, ccbpaine, ele., et<^ e urna
grande quanlidado de tranca- da cabella
vegetal, que vndese pelo baralwsime
preco de 5*500 ca-a tranca.
No mesmo e9tabelecimenio eDeonlraro
W dous offlciaes peritos profe-sores n'arte
M de penlear senhoras, os quaes sempre
^ esto proraptos p,ra qaalquer chamado,
quer dentro da cidade ou seus arrabaldes,
a pinteados todos modernos e escolbidos dos \
S ultunos gurinos.

Antonio Jos Cordeiro Sunoes, (ausente) tendo
no dia 6 do corrate as 7 boras da manhaa de
mandar celebrar missas ua igreja da Divino
Espirito Santo do Collegio, pelo primeiro anni
versario do pa;sameoto de soa sempra che rada
esposa 9. Senbonnba da Silva Campos Sirades,
convido pelo presente sens prenles e amigos pa-
ra assistirem este acto de religlo e caruade, e
desde ja, antecipa o< s^us agradecimeotos.
Eustaquio Atonio Gomes, lendo o
Diario de Pernambuco de hoje, deparoa
com um anaaocio em qae se declara dse-
jar fallar se com o supplicante, o mesmo
declara que reside na Cruz de Almas casa
n. 6, e quem o desejar fallar-lbe pode pro-
curado em sua hanitaga cima indicada ou
cesta cidade, onde nos dias uteis o suppli-
cante vem tratar de seus negocios.
LEILOES.
LEILAO
DE
Movis, prata e
Hoje
ouro
O agente Pestaa, legalmente antorisado por
urna familia que se retira para fra da provincia
far leilio de 1 oaobilia da Jacaranda, |1 dita de
mogno, guarda reupa,|apparadores, espelhos, mar-
aaataa, mezas, bancas, tocadores toilets, quadros,
l graade espelho, louca para jantar a almooo, vi-
dros, o 1 rica secretaria, estantes, relogios, vene-
sianas, 1 rico, faquniro novo de prata, colberes de
prau para sopa e cha, 'diversas obras de ouro, 1
rico relogio da ooro para algibsira com corda
para 15 dias, 1 grande balauca para 3000 kilos,
e muitos ontros obiectos de casa, qne se acharSo
patentes no acto do leilio no dia cima qnarla-
eira 6 do corrente, s 11 boras da manhaa em
posto, na roa do Vigario n. 7-, armase.
leilaO
DE
Movis, louqa, e vidrog
ando ama solida mobilia da Jacaranda a Lol
Wswbeua^o propostas para faier os eoncer AV,oom mallo poaca aso constan Jo de 12 eadairas
tta ? qoa Brtelsa o brigne norte-Uemao C
. >Tr- .
Missa fnebre do 7 au
noel Francisco Gomes f f f.
milia e aos amigos + f f. para
dia 7 na igreja de N. S. do Livramento ++.
_____________ N. 828 ff. .
por alma da Ma-
Convida-se a fa-
as 7 boras do
iiia senbora brasileira, excellente costurei-
ra eUados es figurioos, offerece-se para acom-
panhar algunas familia para fra da provincia ou
para o sertao : quem precisar dirija-se a ra Di-
reita o. 44. _________
Beneficio do Jirdim d*o C&a
d^d'Ea
As exceHentes quadrilhas Jardim do
Conde d'Eo coaiposicio do Dr. Lobo
Moscoso, vende-se por 3^000 em casa do
tbesoureiro da sociedad* do Jardn do Pa
vilhSo da Aurora a roa da Imperatriz n. 2.
Tubos cappillares com excellente vacina a
2)9000.
O Dr. Lobo Moscoso vacina todos os'dias
das 8 as 10 borai da maohla (as vezes que
'or preciso) en saa casa ra-do Visconde
d'Albuquerqae, pagando cada pessoa 20JOO
em bepeftcio do mesmo jardim,
daNbssa Saobra do 9aoacui
Raga-se ao lilao. Sr. Dr, chtfe de polica quei-
ra fazer jusbea aos taberneiros, da povoacao de
Jaboatao, pois sendo esta povoaglo a mais opu-
lenta do municipio da Recife, parece-ave que deve
naver ura toque publico, de corneta ou sino, para
as casas de negocio se feixarera, e do contrario
as multas importas pela polica nao sero jqlga-
das de Justina para os taberoeiris que esperara
na benvola e dsticta pessoa de y. S. plena con-
sideraran.
Alaga-se a loja do sobrado sito a ra das
Trincheiras n. 36 : a tratar na ra Duqne de Ca
xias n. 53.
Precisa-se de duas amas para casa de pou
ca familia, sendo urna para o servfco interno e ex-
terno, a outra para cuidar em enancas : a tratar
na roa do Comnercio n. 44, segando andar
AO FISCAL
dk Santo Antonio.
Pe&e-se a S. S. que invoque seu alto mereci-
mento aos senbores camaristas para qae Iba orde-
e que nao consinta mais fuer se de.-pejo de lixo
em frente da estaca? do largo do Capim qu* j
impede a passagem, o que nao extranbo muitos
camaristas, logo que liver ordem expre.-sa, faca
conduzir o que ha naquelle deposito, para lugar
que nao seja to publico-
_________Um putigairn di machnmbomba.
Sociedade Liberal Unio Be-
neficente.
Em passaterapo do sexagsimo dia da prema-
tura morte e descan-o eterno d'alma de sen finado
socio Innocencia Rodrigues Limas, manda celebrar
quarta-feira 6 do crrenle, as 7 boras da mauha,
na igreja do Corpo Saalo, urna missa. Sao, por-
lanto, pelo presente convidados nossos irmos, as-
sim como a familia e amigos do finado a compa-
recerem prestar anda esta ultima homeoagem
religiosa aos seus restos mortaes, da qual desde j
ella Oca devotada a estes, pelo seu compareci)en-
to, digno dos coracoes resentidos e religiosos.
Secretaria da Sociedade Liberal Unio Benefi-
cente em 3 de setembro de 1871.
O 1* secretario,
___________ Theophilo Pedro do Rosarlo.
^-T!n^acerT)tiSr!u<^eo
latim, italiano, physica elementar e geographia, por
metho o fcil e abreviado : nesta typographia se
dir qnem ._____________"
recisa-se de duas mulheres
para amas em urna casa de fami-
lia, sendo urna para engommar e
outra para tratar de urna menina de pouco mai
de nm anno de nascida : nos Afflicto'. sitio n. 33.
AMAS
Precisa-se de nm criado furro ou escravo e
qno entenda alguma eona de cozinha, para urna
pessoa s : na ra do Hospicio n. 26, segundo
andar,
> Os abaixo assignados dissolveram a socieda-
de que tnham na taberna sita ra Imperial n.
216, que gyrava sob a Arma de iiva-& Lopes, t
cando a cargo do socio Silva o activo e passivo,
e o socio Lopes descuerado de qualquer respon-
sabilidad, o qual foi pago dos lucro que Ihe per-
tenciam. Recife 3 de setembro de 1871.
Joaqnim da Silva Netto.
Joao Rodrigues Lipes.
Aloga-so urna eserava
n.49.
no pateo de S. Jos
O abaixo assigoad> vem pelo' psaieole agra-
decer aos Srs. Gomes de M.ittos & Irsasos as ma
neiras urbanas com qae o tratarara, a bera assim
a pro va de confianza que sempre Ibes despensa
ram, isto porespaco de seis annos e quatro mezes
que em sea estabelecimento de joias esteve como
caixeiro. Recife 4 de setembro de V871.
Jos Pelipps de S raza.
A'uga-se urna eserava cozraheira e para to-
do servido Interno de casa: na ra da Cadeia do
Recife n. 1.
Felippe Francisco Gomes, Francisco Gomes de
Oliveira e Agostinbo Francisco Gomes, veem pelo
presente agradecer s pessoas que se digoaram
acompanhar ao ultimo jazigo os restos mortaes
de seu presado irrao Maooel Francisco Gomes, e
de novo rogara Ibes o caridoso obsequio de assisti-
rem a missa do stimo da, que ter lugar no lugar
no da 7 do correte, s 6 i/2 liars da manhaa,
na matriz do Corpo Santo. ________
V ULTIMA H0R4.
065.
Ra do Duque de Ca-
xias
acaba de receber nm importante sortimento de
poopelinas de la, s quaes abrem o preco de 500
rs. o covado, nao deixem de vir ver esta linda fa-
tenda.
Dase 2004 a juros com garanta : na typo
grapbia deete jornal, a tratar com o Sr. Ferreira.
Sociedade os quiuzc a ca?a dos
Tinte..
Perteocem a esta sociedade os bilhetes da lote-
ra 368' do Rio de Janeira de ns. 3080, 912, 18,
1904, 483 e 2105, senlo dous meios e qoatro
quartos e mais mel bilhete da lotera 206" da
provincia de n. 894.
Reeife, 5 de setembro de 1871.
Jos S. Coelbo,
Secretario interino.
Festa
oa
igrej do Divino Espino Santo, enaeom-
metaoracSo da racon*i)iaglo.
A's 4 e me* horas la manhaa do dfa 8, lar* lu-
ga; ama Bta.raBjMi 18hQras,aolraa festa,
sendo a rcheslra dirigida pelo insigne maestro ]al
lis, a prosador O Rvm- Sr. padre Leonardo lL
Greco; a nonte flnalisw com ama ladainha to-
ATTENCAO
.. e yuboni dt aj^fetaa,fe|..
cando e lodos oa interaralloa- a mnsica do 2 b_Lu .^?l'eo.n'"'Btd ,.r.n^lfp Fnnelpa.
Ihaodafnard.nacioiul. "**l-^U- ^^^^^ 1Ai '. ,
Convido, pols, em nome da mesa regadora, a to- *u eaixalro d tabana, a qoa d. eoobei
dos os carssimos irmios a comparecern '
ras cima ladieadaa, aflm da assislirmos a fasta
i noute por occasio da ladainha.
Coostolorio da irraandade do Divino Eieirita
Samo, da setembro de 1871, nnm.
OescrWb,
Aptnnas Gninaarias
aJafW^cWe, e^i
par ,
VisuD.ia.
a ruad latris Precisarse de urna ama pa-
ra o servico da ama casa de
_ ponca familia : a tratar na
fa PraU n. 53, 2 andar.
frecisa-sfj
alugar nm moleque de 12 a 15 annos. oa um pre-
to de meia idade, para peqneno servico de casa
de ponca familia : a tratar a ra fluva, loja n. 11
Jrat+'8picio do uarm.
A feu da Nos sa Mi Santissima a Senbora do4
Carmo, erecta no frontespicio do mesmo convento,
est, mareada para o dia i* de ontubro. prximo
tatnro ; rogase,' por isso, aos Srs. proeuradare
la mesma, featitidada, que activara a ce branca das
tflfBPlM. p*ntqi* *"tB* do dia designado, eatajam
alias recebidas.
Vende-se a-taberna da estrada, de Joao de Bar-
loa conducta
grande.
na povoajj
...SO
obeci manto
de Apipucoa, U
w.'Slia wat" eootmodos para
^ttjKar-aa moa ao lagar,
a-maraam 4i no Be*e-
- a^aa^ aWp^laifaaaato
trsaar ooaao Ir. JaaoKoM U raa MU
anearlo a M.
TfilLHOS URBANOS
DO
aECIFE A.\ OIiI\l i
e BeLeribe.
F.tz--e sciente aos senhores accionistas, que a
sesso da assembla geral sobre a reforma des
estatutos contina em seas trabalhos no dia 7 do
corrente pelas 10 horas da manbSa, tendo Ingar a
reuoio no mesmo Ingar dos annuncios antece-
dentes.
O Io secretario,
Imz Lnpu Castillo Branco.
Precisa-se de ama ama para fazer o servico da
casa de urna familia composta de duas pessoas,
exceptuando o lavar e engommar : quem quizer
dinja-?e a esta typogrephta para Iratar.
Precisa-se de urna ama
para co-lnbar : na roa do Ba-
rio da Victoria n. 34.
^1&\i
OHerece-sa urna perita coziabeira estraa-
geira, que emende de tndo quanto pertence a arta
tratar na ra da Conceico n. 5.
de cozinhar :
Offerece se una ama para criar,
bom le te : tratar na ra do Brnm
9 as 4 boras da tarde.
com mni-
n. 73, das
Alnga-se o segundo andar do sobrado da
raa da Senzallt Nova n. 30, para pequea fami-
lia : tratar na loja.
AMA
Precasude urna ama forra pa-
ra pouca familia : na ma larga do
Rosario n. 20, andar.
AMA
numero 3.
Preei.-a-se de urna ama de meia idada
para comprar e cozinhar : na ra Bella
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
Tende a junta administrativa desta sama easa
resolvido mandar celebrar urna missa de rquiem
por alma da finada Marqucza do Recife D. There-
za Maria da Rocho Los Barreio, na igreja de N.
S. do Paraizo, pelas 8 horas da maoba do dia S
do correle, eonvida pelo presente aos prenles da
mesma Aada para assistirem a esse acto.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
c ife 1 de setembro de 18/1
O Escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza
l
t Os abaixo asignados declaram que compra-
[ram Sra. D. Ignacla Mana dos Santos a sua ta-
berna sita na Casa Perte n. 15, a como eompras-
sem livre e desembarazada de qualquer bypolhe-
ca, roga pessoa qae julgar-se eredora apreseo-
tar-se no praso de tres dias, qae ser immediata
mente paga. Recife.4 de setembro da 1871.
Aodr Busson.
Manoel Sonto Lino.
Precisa sa de urna ama para o
servico de ama casa de peqnena
familia : na raa da Conceico n. 37*, na Boa-vista
illl
AMA
Precisa se de.ama ama
treita do Rosario n. 18.
na ra es-
AMA Precisa-se de ama ama : a tratar na
fl-m-Q- iraasnadaS. Pedro o. 4, i> andar.
. Precisa-se de nm coxinheiro que entenda de
hotel: a tratar n ra. da Cruz do ftacife n. 29.
Alaga-ae por fasta ou por auno urna casa
terrea em Apipueos : a tratar na raa Sete de Se-
tembro a. 1.
wmmm
i
CONTRA FQCKaU
A companhia Indemnisadora, staMlaadt
! HbSAaai^
!* .oavtoa e sao carregameoto a, coolia toga
rw 4o Vigario n. 4, pavimanW WWO,
Roga-se aos Srs. abaixo essgnadcs para qaa
compsrecam travessa do Carmo n 1, 2* andar,
aflm de ultimaren] os negocios que nao igaoram.
Bevenuto Duarta, morador na Escada.
Jlo Baptista Alves Monteiro, morador na Es-
cada.
Francisco Antonio Cavalcante; morador em Ga-
melleira.
Maooel Delphim de Almeida, morador em San-
to Anto.
Joo Antonio dos Santos, morador em Santo
Anto.
Antonio Barbosa Cavalcante, morador no eoge-
nbo Boa-vista, do Cabo.
Bernardino Ferreira da Cruz, no eogenho San-
t'Anna, freguezia de Jaboatao.
Felippe Nery da Silva, morador no eogenho
Santa Rosa.
Flix Jos Cavalcante, no engenbo Novo, fregue-
zia de Jaboatao.
Flix Jos Cavalcante Jnior, no engenbo Novo,
freguezia de Jaboatao.
Jos Francisco da Silva, morador no Brejo uo
Bonito.
Jos Felippe de Mesquta, no engeaho Maltas,
fregaezia do Cabo.
Jeronyino Rodrigues, na Escoda.
Agostioho Lopes da Silva, em Quipap.
Msnoel An'onio da Silva, no engenbo Boa-vista,
freguezia do Cabo.
Jos Joaquim da Silva, no Liraoeiro.
Francisco Antonio Pinto, morador em Caruv.
Flix Cavalcante de Albuquerque, morador em
Gamellera.
Jos Feliciano Portella, morador na liba da
Santo Aleixo.
Hicar Nunes Cavalcante, no engenbo Jivun-
da, freguezia do Jaboatao
Conrado Ferreira de Barros, morador em Ga-
mejleira,
Joo Alves de Oliveira, em Una.
Joo Apolonio Cavalcante, morador em Va
46 Una, ,*
Miguel A. P. Nazareth, no eDgenho Maltas. de
Cabo. _
Florencio Jos de Oveira^at Yarzea.
Antonio Luiz Aires, no engesAw Bja-vista, fre-
guezia do Cabo.
Francisco Monteiro Gusmo Lima, no engenho
Mangueira, freguezia de Barreiros.
Paulino Francisco Bastos, morador em Fri do
Una.
Francisco da Rocha Aceoli Lins.
Jos Ferreira Cavalcante.
Andr Avelno Perira de Sonza.
Caatauo Alves da Silva, morador em Gamel-
leira. '
Epifanio de Franca e Mello, no Recife.
Francisco Briogel de Almeida Guedes.
Joaqnim Lourenco da Barros.
Antonio Cyriaco de Moraes, moralor em Vera-
Crai.
Heleodoro Acacia Rangal, em Gamelleira.
Joo Jos da Costa Santos.
Vicente Alexandre Cavalcante, no eogenho S.
Roque, estaco de Ribeiro.
Silvino Radrigues. Cardoso de Barros, morador
oa Sacad*.
i Antonio Googalves Dhs.
Joao Francisco do Rago Barros, morador ao-
Arfeos-pora oaifo.
Ni ruado Vijario n.31 eompra-se am paf da,
reios. ______-_-_
cozinhar enl
Gnes n. 38,
arre
Precisa-se de ama ama para
casa de pouca familia,: na roa dea
3* andar.
P*rdeu-se uT eoibTalho com tras volt
da Si L
vajeante : quem acbou Irija-se a raa do Ra|Pr
o. 53, que ser reoompaosado,
fie*

r
\



I ,-.
*
BimiMALFA
AM D
1 Ha Ihesoararta 4ii lettriaa preeisa-aa
lcarum moleqne de ll i tasaos para servio^
OftflMl Pili._____
Na roa -do Raogel n. 43 |>r*ciaa-se de uin
DE CIGARROS
S. JOO DE NrTHKROHT.
Om dos pnblettM qae mais un preoccupado
anearlo dos legisladores e dos economistas mo-
M. Sartieolaraiaata na Inglaterra e na Fran
&t acarea do qual, inda era 1868, L. Wolowki
ora profondo e aolavel discorso, o
qie trata
o equilibrio
trabalbo das
calxelro
se bem.
e que d fiador a so condueta, paga-
IUM
le definir regalarisar, roantendo
Mre o iiteresse e a humanidade, o
criaacas as manufacturas.
Bata qoestio grave e melindrosa, comee a ser
atre nos de alfwna importancia, e merece qte a
laminemos cora eriierio, tanto mais que forzosa-
mente na sobstitwcao de elemento servil tere ella
lie considerar-se efflcacissimm para o futuro des-
eavol vi meato tie neasas das trias.
Recordando eom o celebre ecooomista de qoe
fallamos o profundo peosamento do poeta inglez
ae dit ;=*A crian? vi o pai do bomem part-
laanaos tambera os seas f onerosos sentimentos re
latmmente essas frageis e delicadas ereatoras,
qae anda aa primeira iniciadlo da vida prestara
ja to iroportantes servicos sociedade.
-Qaalquer qne seja e ensioo ou o labor em qoe
M exereftem as fovca* ainda debis dessas iracas,
aaistenoias, deve presidir o maior escrpulo soa
*irec*o, a maior vigilancia e cuidado no emprego
distritwifio do 'rapo, porqoe do sea resultado
depende a actfcridade e a energa das novas gera-
jftes.-e d'estas as grandes conquistas do futuro e o
progressivo aperfeicoamento social.
Nos scalos anteriores as industrias oceupavam-
ae asis com os productores. Ao seclo XIX com-
pele a gloria nao r de melberar o fabrico dos
productos, tonwndo-os mais perfeitos e mais ac-
eessiveis a todas pelo qaantidade e modicidade do
preco como a sorte a eondicao, a existencia do
drabalhador, de homem.
Wolevrki Ka a este respeito as palavras de
Gladstone, qoe, em orna reunio de operarios in-
ajtezes, fa lando-Ibes Unto em seos direitos, como
m seos deveres, diste: *0 nasse seenle o s-
calo do operarle : e aeereseenu qne esta phrase
ao sabio de bocea enspeita, pois Gladstone nao
pertene ao nomero daquelles qoe lisongeam em
va de servir ao pero.
bomem d'este modo encarado come beni
primordial da prodoecao do bem; e o nota ve I au-
tor qne nos referimos entande eomnoseo qoe a
liberdade pe elle conqoistoo tira teda a sea forca
da energa da alma assoeiada saode do eorpo,
da elevacao do espirito que proporciona o desen-
volvimeoto progresivo da habilidade pessoal.
Foi babeados n'esta allianca qoe os legisladores
ingieres comprebenderam qoe o instrumento acti-
vo, e operario, obedeca a ontras e diversas neces-
sidades qoe as qne sao partilha do iostromento
iBMerial.
Foi por este motivo qoe se marcaram e regula-
mentaram as horas do trabalho as manufacturas,
e se attendeo sobretodo a qne as criancas rece-
bessem a nm lempo o ensino da fabrica e o ensioo
da escola.
Em 1862, diz ainda Wolowki; sanecionon-se
na Inglaterra a prole, a vigilancia penetroo no
selo das vastas cornalonas indostriaes, formadas
boje em roda da machina de vapor, dessas vastas
eommuoas povoadas por miihares de operarios.
A le de 1803 Oxeo a idade em qoe as crianca-
podiara entrar para as manufacturas e limitoo a
dorado do trabalho.
Pois bem. Este grave e humanitario problema
qoe levoa qoa meio seclo a resolver, e preoc-
eopoB a alinelo de tantos borneas de estados
eminentes, como foram Roberto Peel Lord Aslhey,
boje Conde de Cbaltsbuago, georo de Palmerslon,
e mnitos outros, assignalando orna pagoa honrosa
aa historia da eivilisaco moderna, acba-se reali-
zado, e dando salotares resoltados entre nos na
fabrica de cigarros de S. Joao Kuberchy, da qaal
-ao proprietarios os Srs. Soasa e Novaes.
Ja tivemos occasi?o o anno passado, de esere-
ver algomas linhas acerca deste importante esta
belecimenio, e boje, depois de ama visita qoe ti
temos ao novo ediOcie ampliaremos aqoelle nosso
trabalbo.
A casa onde actualmente est estabelecid a fa-
brica sem davida um dos melbores predios da ca-
pital
Alm das epacosas accoromoda.c5es interiores
livremente arejaaa romo convm a to nomerosa
agglemoracao de ppssaas, o predio exteriormeo
le de orna arehitectura simples e elegante, e fica
apencas brabas do mar, onde com auxilio de ama
ponte os productos sao com facilidade embarcados
e conduzidos para os mercades.
Cerca de duzeot<>s meninos ah recebem o ensi-
no manual, intelectual religioso e mrral.
A mais p> rfeita ordem, sem a severidade de urna
rude disciplina, mas antes aconselnada pelos pre-
tiles pnticos da autoridade, da um aspecto agr-
davel a esta afanosa commnna de pequeos ope-
rarios e ejperaocoso ncleo de futuros e moraliza-
do* cdados.
Em om vasto salo das 7 s 9 hoVas da tarde
depois do trabalho e do descanso aprendiera os me-
sinos os primeros elementos da leitura da escrip-
ia e da cuntabilidade. Dissemos primeros ele-
mentos porqoe acreditamos qoe as nocSes rudi-
mentaes da escola n o sao nutra coosa mais que o
instrumento com que mais tarde se deve concluir
e aperfeicoar a educacao. Nao costa saber 1er- o
esseneial e fazer aso discreto e aproveitavel
desse poderoso motor do nosso aperfeicoamento
me ral.
Depois do trabalho mannal e do ensino da es-
cola depois mesmo de algomas horas consagradas
ao recreio era preeiso amenisar com o esiodo de
alguna dos ramos das bellas- res as tarefas in-
fiuMia.
Neste intuito foi creada urna aula de muzica di-
rigida p r hbil professor.
Com ponan lempo de exercicio e o ardor pro-
prio da moeidade j algoos dos alomos tocam
eoja) verdadero adiantamento os instrumentos que
9eelheram, e pode dizer->e que a fabrica tem
boje urna lana de musir sua disposcao, o que
aim de accresentar urna agradavel prenda
cducaca dos apnadizes, dispensa das festivos do
sstabeeciment, o concareo dos msicos estra-
nhoe.
Ora, o gr; nde resaltado eothido por este duplo
systema do ensino manual e simultneamente in
tell-rinal. qoe os prodaetos da fabrica de S. Joo
de N therohy, redobraoda de valor pela qoalidade
eperfelcS'i angmentam tambera a >ua procura oo
mercado 9 naturalmente os avallados interesses
des produelos.
Estabelecida assim com os oulros estabelecimen-
tos do mesmo genero a Iota da concurrencia, qae,
ao dizer de nm ootavel economista, nao nutra
eoosa mais qne a manifestaeao ortica, a fas-
material da liberdade. claro est qoe as aandicSes
do tnbaibo livre come^am j a ser assenlSas, eo-
tro nos em bajes sensatas e de eonsequencias pro
wat
Ligamos ara alto apreco s tentativas e aos re-
saltados dejia ordem.
O Brasil precisa empregar todos o eos esfor-
os na pr pagaoda iodostrial, nao; sqoecendo
anaca que a quaotidade dos prodaetos nada re-
prsenla, si ella e nao tornar ao mesmo lempo
reconirendavel pela sua qaalidade, e qae esta .
ae obtero com, auxilio effleaz dos productores ha-
bis e iotelligentos.
Acreditamos, pois, que os Srs. Soaza e Novaes
prestam uro importante servico ao paiz e temos
serapre prazer em mencionar os estabelecimentoi
desta namreza, nSn s em referencia a esta fabri
ca, como a todas qoe esliverem fondadas ou se
fondera d'aqui em diante nae mesmas circuos-
la ocias.
O anjeo depo>ito nesta eidade no eserlptorio
de Domingo Alves Mafbeat, roa do Viga-
rio o. SI.
A. Zalear.
-*- Preei.-a-se de ama ama de leite de cor parda
oo branca : a tratar na roa Nova n. 22 : bem
como ped-$e qaalgdjr peasoa enearregada de
alaga las, apoarecer oesta casa para o ajaste.
Aos 5:000
IIlw*a aTratXJdoa da ^rm-
?lacla.
Ba do Baiuo da
Victoria,
Otdr'ora ra Nova n. 63 evasa*
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender entro o*
sea muito felitei blhetes a sorte de IR60AJO0O ao
om bilbete inteiro de a. 2168. a sorte da MOJOM
em dons de n. 1381 e nm qaarto de a. 488 com
t sorte de 100d, alm de ontras sortes menores
de 04000 e 20*000 da letera que se acabou da
extrahir (208), podendo seas aoaaoidoNa virem
recebar, qae prompumente serio pagos. .
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
lavel publico para virem ao tea estabeleckneute
comprar os feliies bilhetea garantidos, qae Ble
deixar de tirar qualqoer premio como prova pelo
meamos annuneios.
Aebam-se venda os moito dellzes blhetes ga
rantidos da 2a parte das loteras em beneficio da
igreja matriz de S. Lourenco da Halla, qoe aera
extrahida oo dia quarta-teirafi de setembro do
correle anno.
PRECOS.
Inteiro 6*000
roeios 3*000
Quartos 1*500
De lOOilOOO para cima.
Inteiro 5*500
Hroe 2*780
Q oarlos -1*375
_______________Joao Joaqnlm da Costa Leiu
CASA DA FORTS
Aos 5:000#
Blhetes garantidos.
v roa Primeiro de Marco (oatr'ora rni di
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos fa
lites blhetes nm inteiro n. 2115 eom 800*000,
ora qaarto n. 1381 com 100*000, nm qaarto o.
o 155 eom 100* % ontras sortes de 40* e 20* da
lotera qoe se acaboa de extrahir (205*), convi-
da aos possuidores a virem reeeber na eonfor-
midade do cosame sem descont algam.
Acbam-se venda os blhetes garantidos da
9.a parte das loteras, a beneficio da matriz de
S. Lourenco da Malta (206a), qae se extrahit
quarta-feira 6 do mez viodonro.
PRECOS.
Bilbete inteiro 6*000
Meio bilbete 3*000
Qaarto |*500
Km porco de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 8*800
Meio bilhete 2*750
Qaarto 1*375
Manoel Martins Finta
Itoia-MMllliB.8ignaewV^ra da Mallo, %
erivIoMdad* deparara* detta j^viacia,
hvor da vira raa ^c Imperador a. 8 a coaelulT
aqaolla aegocto V. 8. aa emart-e raaU-
sarTp^iSrcntiia cbamada daate Jornal, tm
de aeaamhra.iroxiino paatada e dapoto para Ja-
neiro, paaaoa a Csvereiro a abril e aada comprio,
t por ettaiaotivo da boto cbamado para dito
na;pofc*.&ttdm4txri>raaM aete aegodo
da mata* ota) annoa, qaaado
flho se cbava ao aa aestt eidade
Attenoao
Pede-te aot abaixo declartdoi terem a boabade
de vir aa raa de Pedro Affooao n. 44 (ontr'or* da
ipraia) a negocio de seas intereeses.
Antalo Lini de Albaqaorqao.
Bernarda Cardoso Moraira & C
Bastos & Aroorim.
Thereneio Albaoo Perreira.
Francisco Marques Leaos Ribeiro.
Vaaoel Mereira de Laes Jnnior.
Joao Perreira Carralbp.
Joio Jote Gooaea dos Santos.
Jos Nones de Paula
Joio da Silva Coimbra.
Franciseo Florencio da Silva Grillo.
Amonio Lopes ebaves.
Antonio de Helio Rodrigues Lonreiro.
Jos Antonio de Guarni.
Joaqntm Antonio de Sonta.
Manoel Antonio de Soaza Ribeiro.
Alberto Jacintbo de Sorna. _
Jnio de Soau Nanea Pialo Amerim.
Narciso Jos Franeco Paraaho.
Aagusto Jos dos Santos Miranda. .
Henrique Manoel d Silva.
Jos Mara Gomes Ribeiro.
Joio Antonio de Mattoa Abren.
Joio Fernandos de Oliveira Gamito.
Antonio de Sonta Jnnior.
Antonio Soaree Meirelles.
Candido Poja de Mello.
Joio Valenlim Das Villela.
vos Gabriel Oomes._______________'
Extracto de carne
Do Dr. Ubatuba
Fabrica de podras brancas na provincia do Re
Grande do Sai.
Em latea de 2, 4, 8 e 16 eneas. nico deposi-
to em Pernambaeo, na pbarmaeia amerieana de
Perreira Maia 4 C. : ra Duque de Caxias no-
mero 57.
SITIO
Precisa-se alngar oo arrendar um sitio e casa
para ponea familia, preferndo-se nos seguales
arrabaldes; Aflictos Rosannbo, Espioneiro, Eo-
canamento e em qualqoer logar destas immedia-
c5es qae nio exceda a urna legua de distancia da
eidade : quem o tiver dinja-se ao pateo de S. Pe-
dro n. 11, qne achara eom quem tratar.
C4SAS
AC
DYVETOT
nica ca^-a neste genero
li-Rna Estrella do Rosario--!^
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
iiii:i;is,-si:
de ama mulber que cozohe e engemme para casa
de ponca familia : na ra do Cabog n. 9. botica
A.nga se o andar e os dous rmateos da
casa da ra do Vigan n. 3, proprio para escrip-
torio e deposito de fazendas por ter grandes acora-
modaedes : a tratar cora Manoel Alves Guerra,
pai ou Albo.
Alnga-se o primeiro, segando andares e sobre-
soto da casa n. 6, cita a roa do Livramento :
tratar na loja do mesmo predio.
Superiores cigarros do Rio
de Janeiro.
Domingos Alves Malbeus, nico agente nesta
provincia da fabrica imperial de cigarros de S.
Joio de Ni therohy, ertabeUcida no Rio de Janeiro,
tem serapre um completo sorlimento de todos os
cwarros, fumo picado e en latas. Tem igualmente
os afamados cigarros Conde d'Eu, feitos eom mag-
nifico papel de palha de milho e fumo superior'
Para governo de seus fregnezes, qae tem estele-
eido depsitos filles, as casas dos Srs. Thomaz
Francisco de Salles R >sa e Maooel de Soaza Cor-
deiro Simoes Jnior, nc balrro do Reeife, e todo
aaoto for vendido em ontras casas eom a Arma
e S"uza Novaes 4 C. sio falsificados.
Precisa-se de orna para lodo o
servicc de casa de peqneoa fa-
milia: oa raa de S. Jorge n. 139.
AVISO
I
t abaixo assigoados scienlificam ao respeiia-
vel carpo commercial desta praca, que de com-
mura accordo dissolveram a sociedade que gyrava
sob a razo Hamos 4 Temporal, sto oo da 7 do
mez vigente, como consta do distrato social regis-
trado no tribunal do eommercio, ficando a cargo
do x-soco Jos Boro Ramos de Olivnra a liqai-
dacio, activo e pasivo da extincta firma. Reeife
31 de agosto de i871.
J. B. Ramos de Oliveira.
Clernentinn Mnreira Temporal.
AOS 5:000*5000
Estio venda os felizes blhetes da lotera di
lahia, na casa feliz do arco da Coneeicio, !ojad(
.urives no Reeife.____________
ATTENCAO
Para quem pretender e: tabelecer-se .com pouce
dmbero, e em om dos melbores lagares da eida-
de de Olioda, por ser a primeira casa em freote a
est-cao dos trilhos urbanos e deposito do encana
memo do gaz e agua, tendo dita casa ja nm hotel
em pequea escala, e o motivo da venda o sea
administrador ter de fazer ama viagem ao sul do
imperio quem pratend-r dirija-se ao mesmo es-
tabelecimento eu na taberna do Sr. Joio Coelho do
Rosario.
O abaixo assignado, ex-socio e liqaidata/io da
extincta Arma Ramos 4 Temporal, previne a todos
os senbores devedores aquella Arma, qae para a
cobranza de seus dbitos amigavel u judicialmen-
te, e ajuste de contas, tem amorisado a nova fir-
ma, de que faco parte, Jos Bom 4 Silva, que faz
constar para seieocia de ledos.
31 de agosto da 1871.
J. B. Ramos de Oliveira.
Subioca-se o arrendametito do pre
dio da roa do Mrquez de Olinda n. 23,
com grandes commodos para qualqer es-
labelecinjeoto commercial, tanto no pavi-
mento terreo como no andar : a tratar
com Antonio Jos Rodrigues de Souza, na
f esooraria das lotPria.
Era a noile de 30 para 31 foi fncontrado
pela patrnlha de ronda de polica um individu
qoe conduna urna gaiola com um passaro e dous
papagaos em cima, e sendo perguniado como ha-
va obiido aquelles passaros, deixou-os ficar e poz-
se em fuga : quem fr, pois, sen legitimo dono,
queira ir roa do Nogaeira n. 30, que dando o
sigoaes Ihe serio entregues.
FWDICAO
DO
BOWMAN
Vapores pequeos pa des-
carojar algodo
'^ii^\- Precisa se de urna ama pa-
^L\ ^Bk\ >U rao servido nlerno de urna
m vW v casa de familia : tratar na
ra do Vigaro n. 16.
BBJBBj
Nette novo armaxcm tem om
lariado aortiBeoto de fazendaj
fraacexxj, ingleus, iDemias to-
du todas ae Tendem por precos
mdicos, aflm de acreditar a date
boyo armatem.
Caaemiras mglezas,
Arancelas, de todas as
qoalidades, bros de
ores e braoeos, colei-
rinhos BBodernos, cha-
peos de sol de seda,
IDOS.
ROA
arlo da victoria
antiga raa
41 HA DO BARAO DA VICTORIA 41
irmazem tem nm DK Assim como nm
ARRUDA IRMOS.
1VOVA
N. 41.
Assim como Um UBI grsjal*
offiema de aifaiass, mouda Mi
todos os preparoa cae ha demelhor,
dirigida por habis artistas, om
pela soa promptidio e perfafia
nada deham a desejar.
Roopa ds todos
amanbos para homeM
rneuiMe.
Por todos os pafM
tes rer^bem-MM'Sjba.
lhores mais moder-
nas casemiraa que h
na Eoropa.
RA
k
Baria aa.Tletor la
NOVA
K 41.
vtundaa ^i est*be,6c,in6nto acana de soffrer ama reforma radical em acceio, artistas e commodos, e m poDtoalidade as eocom-
5?; OMmainto em todo aflm de melhor senir oa seos numerosos fregnezes deixa-se de annonciar todas as fazendas, para
ato se tornar massaate
LIQUIDACAO MONSTRA
Da mais importante fabrica de chapeos deso do imperio Ra do Barao da Victoria n. 23
0 dono daqueile estabelecimento resolven ven<1er os prodaetos da soa fabrica pelos precos segointes:
Chapeos de sol de seda para senhoras a U, *, 71, 84, 9(J, I0|, ll#, 12^1, 13A, U, 15*. I6#,I7*, 18*. e 20*000.
D os, ditos, ditos, para homem a.... %$, 100. H, iU, M; 14^, IM. W, *U, M, m, 220 e 24^000.
S? '8 6 alpaca a.............. W.M.W.U, 80, 90 e 100000.
Ditos ditos de merino para homens a.. 60. 70,80. 90, 100, lti e 120000.
Ditos ditos de brim d'esgoio a...... 60, 70000, todos os chapeos cima tem 15 /, de descont em dozia.
Ditos ditos de panno a.............. 20, 30,40, 50, 60 e 70000 descont 25 /,.
Tambera ba nm grande sorlimento de fazendas para cobrir armacSes e trabalba-se mais barato e depressa do qne em qoa*-
qner oatra parte.
PEITORAL DE CEBE JA
DO
DR. AYER
Para a cura radical e ceita de todas as molestias ta garganta e do peito, constipa-
qes, tosses, bronchitcs, defluxos, rouquidao, coqueluche, angina, etc.
qaantidade ; o 3o por nao ser se-
Este zarope peitoral o resultado de
ongos annos de estndo por um dos pri-
meros mdicos da America do Norte e de
esperiencias minuciosas nos principaes bos-
pitaes do mundo; receitado pelos mdi-
cos mais distinctos do secuto actual, e
digno de toda a conflanca : Io por ser efi-
eaz, alcanzando com urna certeza infallivel
o assemo da molestia; 2", por ser /m-
cente e applicavel a qualquer pessoa de
qoalqner idade ou sexo, ao bomem robusto
'u crianza da mais tenra idade, e nao ser
perigoso se fr tomado, por acaso, em
grande
Gomtudo devor de todos comba ter esta
terrivel molestia no seo principio, bem
como todos os males que podem conduzir
a ella, como tosses, resfrialdades, defluxos,
dr de garganta e broocbites; qualquer
rouquidao deve ser tratada immediatam<-n
te. A experiencia mostra-nos que o Peito-
ral decereja de Ayer cura todos estes pa-
decimenlos, quasi sem exctpcjo, e raro
o lugar nos pai es onde conhecido, qae
nao tenba numerosos exemplos de curas
feitas por elle. Se se pode presiar f 3o
que bomens de todas as classes afTirmam
do que elle tem frito ; se podemos acredi-
tar em nossos proprios "sentidos, quando
vemos as perigosas affecces do puIm5o
cederem a elle ; se podemos crer no teste
munho de intelligentes facultativos, cuja
obrigacSo conservar os fados; e final-
creto, pois qualquer mlico pode obter a
formla de sua composicSo, dirigindo-se
pessoalmente, ou por carta, aos agentes
geraes, roa do Visconde de Inbiuma n.
81, Rio de Janeiro
A grande fama que tem grangeado este
remedio, devido s admiraveis curas da
pbtvsica pulmonar, molestia esta to penosa
e fatal em snas eonsequencias que aquelles
que s3o atacados dos primeros symplomas
devem ser tratados o mais cedo pi ssivel. e
o primeiro remedio que appliqoe, dever
Peitoral d cereja do Dr. Ayer
ser efficaz, pois n5o ha tempcjde fazere-m
e experiencias. As pessoas atacadas da
phtysica geralmente fazem pouco caso de^
seo mal, at qoe seja tarde para cora-la;
nesia, mais do que em qoalqner outra
c usa, tem suaongem o predominio exiec-
so e fatal de urna molestia que ni1 -ira os
seus estragos com innmeros o assoobro-
sos casos na estalistica da mortandade,
Miihares de cases de molestias polmcnares
qne tinham zombado de todos os recuisos
da sciencia, tem sido curados radicalmente
com o uso do
mente, se permitlido acreditar em consa
al ama, est inconleslavelmen'e provado,
que este remedio cura todas as classes de
molestias cima designadas raelhor do qoe
tolos aquelles at boje conbecidos. Bas-
t.am uLicamente as uas virtudes intrnsecas,
e o ioc nlestavel bem qne tem frito mi-
Ibares de dot ntes, para que surg>sse e se
sustentasse a reputarlo de quu goza. Em-
quanto que moitos notaros remedios inferio-
res a este, e que foram acolbidos pelo
vulgo, fatua no* e foram depois abnodona-
dos; este, lea ganbo amigos pela expe-
riencia, e pelo* beneficios que ttm prodi-
galisado aos alllictos que a elle tem recor-
rido, e que nunca poderoesquecer as ma-
ravhosas curas oDtidas, porque sSo nume-
rosos de mais, para serem olvidadas. Ne-
nburaa cas-ide famiia deve estar sem um
vidro deste xarope mSo ; pois nos ataque*
repentinos le angina, de croup e nos pa-
roxismos da coqueluche a qne estao stijeitas
as criancas, nao ba tempo de chamar om
medico, nem de fazer remedios, e este za-
rope allivia immediatamente, sentando a
crianca do perigo.
AVISO.As rrepara^es do Dr. Ayer
sao preparadas com especial attenco ao
clima dos trpicos, e tem modi/icafdes im-
portantes sobre as que sao feitas para on-
tros pa Port trio, o publico dever notar, e com
cuidado, para que nao seja srdidamente
engaado, que os remedios d- Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil, trazem
rtulos e envoltorios com a descripcao mi-
nuciosa para a sua applicaco na lingos
portugoeza.
Vende-se em todas as pharmacias e drogaras do imperio
SITIO.
O* abaixo asignados participara ao pablieo
em (eral e s pessoas con qaem tem iraosa'^des
em parnea'ar, qae o Sr. Arttonio Jaaqalm de ri-
lo deuna de -t sea eaixeiro. Reeife 1' de agos-
te de 1871.
. Tatso IrmSos A C.
"Alugi-se
aa serado de ora andar e folio multo bem con
servado e limpo. oo principio da ladeira da MUe-
nflordi. ero Olinda : a nraiar na rna do Impera-
gat a. i8, armaiem do-Guapos.
Aluga-se um grande aiiio na entrada do beceo
do Espinbeiro, morado na frente, com boa casa,
ccebeiras, tanque para banbo, viveiros, frncteiras,
etc.. e prximo a estaeio do Manguinbo : a tratar
na rna do Apollo n. 30.
Os abaixo asignados avisam ao eommercio
em geral, qoe o Sr Jos Felippe de Soaza deixoa
de ser eaixeiro de sua loja de joias.
Reeife, 1 de setembro de 1871.
.________iGomea ae Manos armaos.
Sustento restnuraivo da
aiude
PELA VERDADEIRA FARIXHA
A, Dd Barry d'Arabia
Os abaixo assiignados faiem sciente aaens fre
ganes, qae pelo vapor inglez La-Plata receberan
egnnda remesa d'e-sa excellente farinba, enje
aso muito te recommnda para as criancas, pes-
soas debela e convaleseenles, applicada eom reeo
nheclda vanlagern as eon3tipac6es, diarrheas
nausea do estomago, tose, escarro de aangae.
phthjme, etc. ete. Prefnda ainda pela agradave
sabor.Unlriena outra qoilqaer.
Furto Calvo.
O abaixo assignado, tendo aeceilado no dia 8 de
raaio do crreme anno diversas lauras eommer-
ciaes, saccadas pelos Srs. Francisco de Panla Un-
doso, e Antonio Francisco Lindoso. em pagamen-
to da compra que ella* e snas mnlberes fez das
partrs qne possuiam no eo|{enbo Gloria, oatr'ora
Matlo-Gmsso, do termo de Port) Calvo, da provin-
cia de Alagaa, arsira como nutras saccadas, fa-
vor do Sr. Jos Vicente Linioso, pai d'aquelles, em
pagamento das rendas de grande parle qae pos-
sae oo mesoio engenbo, cumo todo coasla das
respeelivas escriptoras : previuo em lempo qne
ningMm fija negocio cem taes lettras, e qae nio
pagar a quem j aa bonver negociado, porque
Ioteirameote Iludido nesses contratos de compra
e arrendamento, va i propor em juizo a aeco
competente para invalida-loa. Epara qoe assim
conste e todos saibara que aada valem aquellas le-
tras, e nem do abaixo asiignado recebere rea
importe no veacimento, faz a presente pablicicao
pelos jornaes das proviocias de Peroambaeo e
Alagdas.
Engenho S. Pedro e Porto Calvo, 18 de agosto
e 1871.
^^^^^^ Lenidas Perelra Baarqne.
CASA.
AJoca-se o 3 andar do sobrada da raa Direila
Z%SmmWmm\% "De fw*"a. a bave
S7^ Stf^Nfnm
s
sanor.uniriena outra qoilqoer.
mina
ADVOGADO
Dfl, JOAQUIM COHRA DE AhAUJO
8 67Ba no Imperados67
IHIWIIllllli
AtteBQfta
Alaga se om sitio em Agua Fria de Beberibe,
mnito bem plantado, para ae pascar a festa mui-
to eommodo : q em quizer dija-ee a estrada ne-
va do Beberibo para tratar na randa do padre.
Fiurescente
O analxo aieigoado Sr. do engenho Maesco, do
termo de Agoa-Preta, tu seiente ao respeitavel
publico qae muda o Dome este seo engenbo pa-
ra Fkrescente, visto as duas safras que moe sof-
frer desearainbj de eartas cuntas de assnear ;
altribaa a engao? por haver mais engenbos d
mesmo nome que transitara tambera pela va fr-
rea, pelo qae desta data era dame ser conbecido
por Florescent*.
Reeife, de getemfcro de 1871.
Jos Firmior Teixeira Cavaleante.
"o sitio do Cifun-t precisa!' tennf meni-
no de 12 annos pa quem estivr na circnmstarjeia d< propr, di*i- .,
}a-se ao mesmo sitio, oa entrada da paulino Cama- 'JP^'P"1 ine se dlra a qoem pertengA
ra, ootr'cra d J .ae de BarN, oa typaraphia j A, M A
deste jornal, a faliawom o ?r. Perr*; RJR A
J nao urna eousa qne se precise experimen-
tar 111 e aira inteiramente ci nhecido o bom e
arando sorlimento qae existe na Nov Esperanza
roa Duque de Caxias n. 63, (antiga ra do Quei-
mado) assim pois, sendo qnasi imppssivel discre-
ver-se o grande numero de objeetos expostos ven-
da em dito estabelecimento; ella contenta-se em
mencionar alguna dos objeetos mais ricos, e in-
teiramente aovidade... e aprrveita o ensejo para
convidar a todos geralmente e- em particular ao
bello sexo, para visitarem-a ulim de apre' iarem o
gosto e perfeicao de teas objectos a par d'om pre-
(o rasoavel, pois ella se contenta com pouco lucro,
tendo sempre em vistas a vender barato, para ven-
der mnito, e de-la forma ebegar ao flm que todos
almejam ; que o lacro para suavisar as fatiga?
davida....
GASA. DA FORTUNA
RA 1 DE MARCO UTR'ORA DO
CRESPO N S3.
los 20:000^00.
O abaixo asignado tem sempre exposlo ven-
ia os felizes blhetes do Rio de Janeiro, pagando
oromptaraente, como costama, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 24*000
Meio 12*009.
Qaarto 6*000.
Manoel Martins Fioza.
Vende-se o sitio Olho de
Vidrc
Em Ponte tle Ucha.
Este sitio tem nm sobrado de um andar e an-
dar terreo, contm 4 sallas, 9 quartos, 2 cozinhas
com bons fogSej e forno de ferro, este sobrado
circulado de jaoellas. Tem em separado grande
cocheira para cavados, casa para feilor e escra-
vos e bem ajsim casa para fazer farioha com seus
misteres para- tal fnn. E-ta casa tem na frente
bons canteiros para flores eom porteo de ferro
para a estrada, do Paroameirim, grande sitio ar- i
borisado- 6im grande diversidade de frncteiras,
grande baixa para capiuj, podendo sustentar por-
o de vacas leiteiras para as qnaes tambera tem |
, commodos de recolbimeoto.
Os fundos da dita casa e sitio deitam para a li-
nt) a frrea que segu desta eidade para Apipucos,
i e se acha livre e desembarazado, visto que as
; questoes que os eonenhores de dito sitio tem
j com os empreiteiros de ditos trilhos apenas diz
I respeito ao terreno qae elles ora ocenpara, e os
prejuizos qae por tal motivo tem cmsado.
Os pretendemos jydem-se dirigir ra Duque
de Caxias, loja n. 43, oa u ra do Aragao, hoje
na do Visconde da Pelotas 13. casa n.
AMA DE LEITE
Precisa-se de ama ama de le.te qae nao traga
tilbo : a tratar na rna do Visconde de Goyanna
n. 8, oatr'ora roa Real .(Estancia).
OrpMos.
! 2* e 3*
ATTENCAO
Alnga-se o 1, 2* e 3 aodares do sobrado roa
I do Padre Floriano, todos pintados e preparados de
I novo : a tratar na rna larga do Rosario n. 22
O engenho Limo Doce precisa de um feitor
t preferindo se porlogoez e qne tenba hbil lacio :
tratar eom Leal Irraao, a ra do Mrquez de
Olila n. 56, 1" andar.
O cartorio de orphos, escrivao interino Guima-
res, na rna das Crnzes, sobrado n. 34.
Offerece-se um rapaz para eaixeiro de ce
branca dentro la citado ou am.baldes di m^sma :
quem de seu presumo qaizer nli isar-se dirija,s9
a raa do Bartholomeu n. 39.___________________
Precisa-se de um eaixeiro que (eana prali
ca de taberna ed fiador a sua conducta: oa roa
do PaygtnJu' n. 21._____________________________
O abaixo assignado tem justo e contratad
com o Sr. Aotooio Gomes Valentn a compra de
nm pequeo terreno sito ra do Conde da Boa-
Vista, oatr'ora rna da Esperanca, contando 13
1|2 palmos de freote e 119 ditos de fondo, o qaal
divide pelo nascente e norte com o terreno da
Sra. D. Josepba Mara Pereira e pelo poenle eom o
terreno do mesmo abaixo assignado, se porm al-
guem se julgar com direito ao referido terreno, 00
sobre elle tenba qae allegar, queira faze-lo por es-
3) Diano no praso de 3 das a rentar desta, data.
lteeife 4 de setembro de de 1871.
__________Francisco Alvw M nteiro Jnnior.
Pelo juizo da provedona do termo de Olinda
se faz publico que existe em depozito um borro
pequeo de cor preta, apprebendido 24 de jalbe
ultimo.pela subdelegada da freguezia de S. Pe-
dro Uartyr, para quem qaer que se julgar com
direito ao sobredito animal, venha a este juizo
provar no praso de tres dias,. sob pena de prose-
gnir-se nos termos da lei.
Na roa da Roda n. 16, precisa-se
de ama ama para cosiobar e eagom-
mar.
PALACETE
N. 151
Ha pooeo mais de doas metes tima escrava, I
^'.rhi2 d' ri'W de sea senhor 3 sdalas de I --------------------j----------------------------------------- A' RA DO VISCONDE DE GOYANNA
W* cada nma, o qual fez a diligencia a flm de iTiaracanan Arrenda-se ou aluga-se esta casa com aequ*-
a-ue *,,e8,fr.sv* iesse eon,a d'* me,rDa 1a,n,'ai PO- Fugio um maraoanan muito manso do primeiro no sitio, jardn, parto para o rio, com banhTsaf-
rem ate noje ten sido baldados os esforgos empre- andar do sobrado n. 44 da ra larga do Rosario ; gado, grandes sallas e qoartos, bello terraeo, es-
gados para esse flm, constando agora ter ella en- roga-se a pessoa que o tiver arhado de mandar tibaria para dez cavallcr, doas cocheira, frao>
tiegae essa quantia a ama das sociedades de, entregar a recebar alvicaras e agradecimentos, e de pogo com bomba, tanque e banheiro, todoca-
emancipa?io para ir jentando ;vt se libertar, pi- de oao o qnerer restituir, rrandf eno buscar a'nalisado para gaz e agua, o sitio coniem alapa
rom como tal dinheiro nio deve servir para esse^gaiols. arvoredos, se est reparando ; ama bala casa
nm, por -
do, nem
t,ul8pa""m en-'- --------
i faor de darem parte nesia! 9 C^ tbil09 ^ 0 da. 15 do corrMo mez,, com Mareelllno J s L-'pa.
a' o- Precisa-.o de um servente r
das Laran-
iio ui ainneiro nio deve serv" para essejgai^. _________ arvoredos, se est reparando ; ama bella C
ter sido snbtrahido, jendo ella confe3a-J __ (). eur44.,r<8 M railt,ia fallida de Joi" Fran-' Pir* aizer o qoe fez desse diobeiro : p(.rtant-) ,.IM j30r,M jrsrr<-,( rofam aos devedores a' apreciar quem aexamioar.e tem de t
as pessoas que de tal dinheiro souberem mejnia massa se sirvaui de ,ati-fazer o pagamen-*'dHS P8'1 rrente a ,r,Ur a di,a raa <*"* "-
!o d sev dbitos
visto depoi des? dau ter e dj proceder
, Precisa-t* de ama aro par* todd^er- brana judicial.
1 : a ro* le-Hortas-Oi 30. 'SOjMilA. Racire 4 de !terrpro de 1571.

lJi

:
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*r m iovin'^o w utas nrvvnre OU*1 "
'captivo qo hola> fraocei 10, roa
ge iras.



oro & 2><*f
QUhrt* -hr^' .liHubra da 1871.
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(
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D. W.
Engenheiro com
FUNDIDO
5f RIJA 1IO BRUUI 5*
PASSARDO 0 CHAFARIZ
Peda KM enhorca de eogenho e outros agricaltores, e empregadores de ma-
fthinimo o favor de ama visita a sea estabeleoimento, para verem o novo sortimento
completo que ah (em; pois sendo tado'maito mais barato em pre$o do que jamis te-
aba vendido, est ainda saprior m qoalidade e fortidao; o que com a nspeccJo pe
oal pode se verificar.
PEDE ESPECIAL ATTENCO A NUMERO E LUGAR DE SUAFUNWCAO
VftTnrfiR A rnilaa d'atvria dos mais modernos ayrimas e em
TaporfJS 0 rodas a agua Umanb08 conveniente! para as di-
versas circunstancias dos senhores proprietarios e para descarocar algodSo.
I06H(f&S d.6 CHita. ^e lodos os tomanhoa, as ^albores qu aqui
Bodas dentadas parl IDimieS) >gM e vapor
Tascas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Machinismos
Bombas ^^ garanUd.
1 OdaS aS maChinaS e peca8 de que 8e costama precisar.
Paa qualquer concert de machni8mo,, preco mu, ren*.
FormaS (ifi fftrrn lem as me'Dores e mais baratas existentes no mer-
F.nPAmmon Jauwmmoawm-^ d0| dientes, iembrato-1he8 a vantagem de fazerem
saas compras por intermedio de pessoa atendida, e ^ue em qualquer necessidade pie
Ibes prestar auxilio
Arados americanos
para mandioca e algodo,
e para serrar madei a
Podendo todos
ser movidos a m3o
por agoa, vapor,
un aoimaes.
e instrumentos agrcolas.
COMPRAS.
COMPR \-SE
fraseos vastos da tintura ja posea, a pagase a 10
rs. cada ora : ra Baque de Caifas n. 80, *
Marques de Ollnda n. 81.
Armado de amarello
Compra-se ama armaco de aroareJIo asada,
mas em boro estado: i roa da Cada do Reeife
p. 83. armasen Patio Mercantil.
Compra-se ama prele* de barros, sendo
mansos, notos e grandes : quem tWer para ven-
der sppareca na roa do Apollo au K, 1* andar,
eseri otoo, qne achara com quem tratar, das 10
horas da manbia ai 3 da Urde.
VENDAS.
Vende-ae cinco carros de madeira jangada,
de 56 palmos de comprimeuto e de diversas groa-
soras: a tratar na loja dos Sra. Maia & Landclno,
em a roa estrella do Retarlo n. 18 B._________
Yende-se coqueiros pequeos para mudar
se : qnena os qaizer dirija-se ae sitio Cafando na
estrada. de Paulino Cmara, outr'orm de Joao de
Barros.
Libra sterlina
Vende Joaqnim los Ramos, a roa da Croz n. 8
prmelro andan_______________^_____
55
RA DA 1MPERATRIZ N.
PEMAMBUCO
na. E. IB. ni"iKffOX, gerente da tinturara franceza da ra da'imperatriz d. 35, tera a
honra di participar ao respeitavel publico d'esta eidade do Reeife, qne elle araba de comprar este im-
portante estabelecimeoto, e que cennoar a empregar todos os seus esforeo, a applicar todos os seos
onbeciroenlos d'arte de ungir e de lavar, assim como se esforzar para obter em seas trabalho
es melhores resultados, alien de conservar e augmentar o'grande crdito que este estabslecimento
tem at boje jastaroeote merecido.
Tem esperancas de qae consolidar mais e mais-sua reputaran de artista lintoreiro, ec
modo por qae sabe tirar as manchas e nodoas de qualquer fazenda ; renntacao que o tornou tic
conbeeido as cidades de Fratrca, taes come Cantes e Bordeaux, aonde oceupou e primeiro logar
de eontn-mestre an -importante casa do Sr. Ronchn ; Marseilie e Lyao aoae adquiri excellente
nomeada durante e tempo que all esleve, e em Pars, aoDde acabou o seu aperfeicoamento tinturial
sob a-direccao de Mr. Joli (o flttao) vice-presideate do Curso de Chiroica e Tinturara (sito na ra
Nova de-Bevoli n.38) primeira casa de Franca ueste genero, e aonde oSr. Gautier, ex-propnetar(
do seu estabeleeJmeoto o foi engajar com o mulo de contra mestre no-eervico de tinturara de sed:
e la.
Em relacio com as melhore* casas de Franca, qne se empregam neste commercio, estar:
sempre* par de todas as novas descoberlas ecombinacdss de cores, e processos melhorados.
Emflm, espera que ama justa apreciado des-soss trabalbos, far augmentar a sua fre-
v-ueza j lau grande e bem ctganisada.
Lerabranqa tempo>
O propietario do armazem de vivares ra do
Imperador n. 38, vero por mel desie aoouncio
prevenir e avisar ao respeitavel publico desta ei-
dade, qne 6 o sen armazem nm dos qne com mais
vantagem pode satisfazer as suas bem entendidas
exigencias, pois para tal fim tem feito reunir no
mencionado estabelecimeoto o mais completo sor-
tinento de acepipes, e para que os dignos leitores
deste anouncio_nao tenham occasiao de massada
toma a resolucao de limitar se a lembrar sement
os gneros ene elle tem como especial novidade, e
o sfguinte ;
Lindas caitas com confeitos, proprias para pe-
queos presentes.
Chocolate em pe, este chocolate tem a vantagem
de poder-se fazer meimo na mesa.
Leite condensado, a melhor marca eonnecida.
este leite eonvem principalmente eos coliegios, no-
tei e tiospitaes, pela presteza com qne se obtem
qnalqner preparado delle.
Tmaras do Egypto, raramente vindo este
mercado.
Licores finos: Chartrease, Cnraco, Anizete,
Creme de rosa,-etc., ele.
ALEMDSSO O CAMPOS
pede garantir qne o sen armazem um centro do
bem e agrsdavel ao paladar, pois nelle e encon-
trara sempre tudo qaanto pode necessitar ama
despena, cocinha oa mesa desde a mais tem sor-
tija at a mais mediocre.
AGORA ANDA
nnnocia tambem feijio mnlatinho em -saceos e a
retalbo.
Ricos e rendas
Vende-se rendas e biees do Aracary a presos
nunca vistos : na loja de fazeodas de Canuto A
Pinheiroroa da Iraperatriz n. 16.
Eis os seas-principaes trabalbos :
GRAiNDE ESPECIALtDADE.
Tiragem aseceo de qualquer oodoa em panno.
Lavaiem deanalquer vesiuario de bamem, di-
iber ou enanca, sem o descozer e coDservando-lbe
o brilbo de novo.
Tiragem a seeco de qualquer oodoa em seda.
Lavagem de vestidos de -eda, de qualquer cor,
chales de seda, chalee de crep da China, eacln-
miras fraacezas, tarlataoas, rh-les de merinos, ves
tidos de veludo e chapeos de qualquer cor
TIRAGEM DE NODOAS.
Tiragem de oodoas era seda, velodo e la, fuem-
4o desapparecer qualquer mancha resinosa ou dt-
gordnra.
Vai se as casas para o trahalbo de lrar nodoas
nos movis nu tapates do* saloes.
TINGMENTO DE SEDAS DE COR.
Ting ese vestidos de seda e gorguro, chales de
seda e crep da Cbina de todas as ores, assim
BOOM velados, rendas ebicos.
TINTURA PRETA EM SEDA.
Tge-se -vestidos, chales, litas, rendas e loo
larde.
Garante-se a boa quilidade da tinta e que a fa-
zenda ficar parecendo ioteiramente nova.
TINTURA DE,LAAEM T.OREi
Tinge-se roupa d hnmem, de uiulher ou d
criaoca-em la, sem desozer e na edr que se de-
< jar, qner a tazendaseja lia pura, seda e la e lt
e lgodo, a as tres qoalidades juntas.
Poupelinas, alpacas, rep, merinos casimiras
damascos-etc., e em todae as cores que se queira
TINTURA PRETA EM LA.
Vestidos de hornero, de mulher e de crianca
sem serem descozido, e garantindo-se a boa qua-
iidade da-tinta, nao sujaudo a roupa branca.
Todas ae qualidad-* de fazeodas, aesim coms
chapeos defeltro, de~Maoitha, de palha de iiali-
ou do Chile
Tudo por presos coinmodos.
J chegaram.
As desejadas cambraias crox, e ditas com
res de Ka, ao 65, ru* do Duque de Cavias.
fl>
_________IDO
J
nm i todos os os seos fregueses que esta
tottMa todo pelo preco, a vista da faiea-
i para todos admirar, a saber:
JJca de fitas bordadas maito finas 1^900
*R maU fino qoe ba a i#B00e )>500
Caixas com 20 qoadenos de papel
liso, amisade a rs. 500
Pecas de tranca de Ha e algodao as
mais moderna a 160
Frascos com agoa de colouia milita
foa 400 e 500
Frascos com agoa de coloaia ver
dadeira s 800 rs. t I #500
Chapeos brancos para baptisadoi o
melhor qae ha a 3AOO0 e 5,5000
Donas de botoes cobertos de seda
para vestidos por todo o preco 6
.pra acabar.
L'hra de arela preta a 160
Grotas de botSes de louca branca a- 120
Gaixas com 100 eovelopes fazenda
fina a 500. 600 e 800
PJjpoa de moldara doorada a
$00 e 1|Woo
rentes pretos volteados para me-
ninas a
Tinteiros com tinta preta a 80 e
Pecas de Ou elstica maito fina a
Latas com superior banba 60,100 e
Latas grandes com saprior banba a
Frascos com oleo de Pbi locme a
500 e
Frascos com macassa | Perata a
Frascos com agoa de Colonia verda-
dera a
Ditos com oleo de ba )osa suderior a
Carritels de retrox preto com 2
oitavas a
Caixas com agolbas fraocezas a 160
160
Pecas de tiras bordadas a 500, 600
800 e
Garrafas com a verdadeire
florida a
Cartilbas da Doctrina ChrisUa
mais modernas a
Livro das missOes abreviadas a
Copos grandes com superior banba
Macos de pallitos para dentes o
melbor qae ba a
Pacotes com 3 sabonetes ingieres
fazenda fina a
Escovas maito finas para limpar os
denles a
agua
as
240
100
20C
200
320
800
240
15000
320
600
240
10000
1*300
400
14500
1.9500
160
600
240
Qoem quizer venha
depressa
Antes que se acabe
Ao armazem da
' I O R 91 A
Una do BarSo da Viotoria n. 48, antiga raa
Nova, esquina do>Becco do Santo
Amaro.
Casaoos de gorguro de seda ricamente enfei-
lados a 20i(00 I I ditos de ditos a 84 I ditos
coro p^queao logue de molo a 15*000, popelinas
de quadros a 14300 o covado, panoo para saias a^
l#00Q e metro, chapelioas chegi.das pelo nltimo
vapor e o que ha de mais gosio e de oais mo-
derno a iStcO, 184000 e JOaOO-i cada urna ;
bnrnous de seda a 154000, I84OOO e SI4000,
chapeos de velludo de diversas ire e os mais
lindos qae lem indo ao Horcado- a 154000. ricos
cortes de tarialana bordados a seda proprios para
oailes e asaroentos a 254080. alpacas com listas
a 500 ra. o covado, vestidos de cambraia -borda-
dos, roundes de dita, saias bordadas a S^OO e
44000 cada urna, caoiki-iia transparentes a 34500
a pe^a, contendn 10 jardas cada peca, leque* de
sndalo a 54000, maotilhas a hespanbol, gorgu-
ro de seda preta cora islas assetiaadas a 000
o covado, ga?e com lisias a 06 rs. o covado, loa-
lhs de lineo a -84000 a duiia e mullo* outros
objectos oue se torna eofadonho mencionar.
Uaf re^tauratit
SANTA ISABEL
Roa da Floretina
Aceitam-se assignant^s por precos muito com-
modos, garante se boa comida e moito asseie.
Querem comprar ?
Guarda pisa para vestidos; preto oubranco?
Papa-fina, larga 00 estrella ?
Lencos de liobo, bordados ou lisos ?
Bonitos leqnes, osso ou sndalo ?
A Nova esperanca quera tem 111
E novidade!
Acaba de ebegar a Nova Esperanca ra Duque
de Caxias n. 63, bonecos e bonecas, sendo de mol-
des inteiramente novos, vindo entre elles os en-
gracados bonecos de borracha : para que se can-
cam ? qnando quizerem comprar qualquer objeeto
-endo bom, bonito ou engracado, lembrem-se logo
da N va E'peraoca roa Duque de Canas n. 63.
E*pi"g rdas Lefancheux
Vende-fe cargas de adarme It para estas espin-
ardas : na fabrica a vapor de cigarros, ra larga
.Rosirio o. 2L
Rival sem fecundo
ftma Dmqne de Carlas 91
Jos de Aievedo Maia e Silva, em ana lo-
j ade miadezas connaa a vender todo
por baratos precos qae t todos admira :
libra d lia para bordar a melbor
qoe ba.
Caixas com superiores grampos rrsn-
cexes a
Dozias de facas e garios de um e
doos botoes a
Talberes pare meninos a 240 e
Libras de linha de novello, a melhor
possivel.
Dozia de lencos de cassa com barra.
Caixas de lioba com 30 -novellos a
Van de franja bracea para toalbas
Donas de meias croas maito boas a
Daitas'de meias finas para seobo-
ras a
Dalias de facas e garfos cravadas a
Dasia de palitos seguraoca a 120,
240, 320 e
Na albas maito Gnas, para fazer a
barbas
Caixas com peonas de^aco com to-
que a
Caixas com peonas de Perry fazen-
da fina a
Ditas de dita dito verdadeiras a
Caixas com 20 cadernos papel ami-
xade a
Pecas de fitas para coz com 10
varas a
Pecas de tranca lisa de todas as
cores a
Dazias de liaba irona para bordar
a 400 e
Pares de sapatos de tranca a
Duzias de baratos muito finos a
2*400 e
Ditas de ago'has para machina a
Libra de pregos francotes a
Reamas de papel almago soperior a
Ditas de dito pautado o melbor a
Caixas com jabonetes fructa a 720 e
Carnteis de liqba Aexandre a
Gravatas de cores muito fiuas a
Ditas pretas pontas bordadas a
Grosas de botoes de madrvperola
para camisa a
Novelloe de linha branca, 400 jardas
Duzia de carioes de liaba branca e
preta e de cores a
Thesouras muito finas para ochas
e costura a
Caixas redondas para botar rap a
Caixas com pos para limpar deutes
fazenda fina a
6,5000
160
43000
400
iwoo
14000
500
160
34500
44000
34000
500
14000
320
800
14200
70
500
40
500
14800
24800
240OO
240
34600
44000
14000
100
500
600
50C
OS
o
120
500
14200
AS NUDISTAS
A Nova Esperanca est retovida a ven-
der baratissimo, para as Limas, modistas:
enfeile?,"forrcs para vestido, botSes, etc. e
tudo mais de quep: ecirarem ; e isto por
preco milito commodo, ,com a condicao po-
rem das mesmas Exmas. aonir-ae destes
objectos sement no dito estabelecimeoto
onde encontrado o'bom, por pouc> preco
e desta forma ambos lucrarem, isto a
Nova Esperanca, porque vende, e as modis-
tas, por comprarem bom e barato.
Nao baver coaviilf 5es.
As criancas qae usarem dos collares ano-
dinos, que se vendem na Nova Esperanca,
estarSo isentos de convulsoes; pois sao s
verdadeiros recebidos directamente.
E' engranado e destrahe
Os pioes de nova invengao e que daocam
15 minutos poocomais oa menos, mudando
sempre de cores, e representando diversos
caracteres, vendem se na Nova Esperanca
roa Duque de Caxias n. 63. .
IOJA
Eduardo Fenion em seu anuazem rae do
commercio n 22. v-nde :
CERVEJ4 PRETa de superior aualidade.
DITA BRANCA B^ss.
VIXHO DO PORTO em toril.
VELAS de espermacete.
PngSUiNTOS ingleses. ________
t;ai nova de Lisboa.
Rec\ntemante ebegada no brigoe Etican-
tador.wnde Joaquim Jos Goncatves Beiir3o
no seu escriptorio roa do Commercio nu-
mero 5.
vwh tiato e braneo supa-
de catcavellos tem para vpoder em caixas
d una duzia Jjaqoim Jos Goocalves Bel-
tr.ao, ra do Commercio n. 5.
Vendem-se as ca as terreas bb. 13 e 27 a'
roa dos fluararapes, bem prxima a' eslacao dos
pr.ais: a' triar na ra do Mrquez de Oliada n.
40.
A loja do Papagaio acaba de receDer um com-
pleto snrtimento de sedas lavradas de urna
cor.: assim como um explendido sortimento de
ponpelinas de seda, Unto um como oulro sao de
lavrores inteiramente noves, e as cores sao as
mais .delicadas que at boje tem apparecido nesie
mercado, seu preco tao commodo que nao ha
quem deixe le comprar : na ra da Imperatru
d. 40, esquina da ra Sete de Setembro, amigo
beeo dos Ferreiros, loja de Meades & Carvalho.
Seraphinas ou har-
mnicos.
No armwem de Joaquim Antonio de Arauje &
C. ra do Mrquez de Olinda n. la, ainda exis-
tem ptimas seraphiaas de nogueira, com excei-
Ientes ve zes, e se- vendem barato para acabar.
1 DI SITIII
11
56 AEua do Mrquez de Olinda56 A
outr'ora ra da Oadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo eate amigo estabelecimento assaz conbeeido como principal e recommen-
dado p*los grandes deposites e bons sortimentos eom qae sempre prima em ler das
u.eihoras, mais acreditadas e verdadeiras auachlaaas aiaaerlcanas para algu-
di,Jde mas e melboramentos para perfeito e rpido desean camento; loroam-s? dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores ; os quaes, alm di'st, encontrar8o
ambem mais:
E' Dechincha.
Liariabas de coreTNLW) rs., ditas com lisiras
de seda a 41C, ditas floas-iOfl rs., ditas eom li<-
tras da mesma cor a 560 o covado, brim de cor a
400 rs. o covado, dito pardo a 300 rs. o covado,
chitan de cores a 140 o covado, dita escura a 280'
d (a Bnissima a .iOO rs., 3?0 e 360* o covado, cass
de cor a 2W o covado, di (a raiudinlu fin a 280 o
covado com lndiiNmos oaroes, pecas de mada-
polio a 3J300, M, i*H00 e 5, d Ua do dito mui
lo floo a 680O, : e 7.W0 a peca, toalha acol-
clioadas, a a 6f, dito d>! liobo a 7*300, dilo
felpado a lOioOOa duna, camisas fraocezas bran-
cas e com peno de cor reuil > baratas, camisas de
mela. lengos i lodis as qualidades, finos cortes
de cambraia brauca com lisiras, fazenda reederna
e por prec, commodo, e tmiius ootras fateodas
as mesmas eondicSes, que avista do f compeado
se po le justificar a barateza : na ra jque de
Caxias n 8i.
Vende-se um grande sit o no povoado de S^ Lou-
renco da Malta, com 800 palmos i frente e ou-
tros tantos de fundo, a limitar se no rio Capiban-
be, eom U'-:>a comraoda casa de vi venda de pedra
e cal, eaeaeira com etribaria para JO a 2o ea-
vallcf, urna boa padaria na9 condiedes de bem
funecienar, arvore fructferas, etc. ; este sitio,
que ba 16 annos tem sei v.do de hotel, acha-se si-
tuado no melbor lugar daquella povosfao, visto
acbar-se em frente a futura estaco da via-ferrea:
os pretndeme? poderlo dirigirse ra do Barao
da Victoria n 13.
UZ.U VICTORIA
antiga
Apurados vapores locomoveis, Je forca
de 3 i 4 cavaixos, e perteoces.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para viriea e la-
dera.
Carro* .de mo. para, atierros.
Tinas de madeira
Baldes; de dita. i -
Ditos de f-rro estanhado.
Dito* eom vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelnos para jardifis.
Gua&s comidas.
TajnMI-ipara cobrir pral. ^.
TarrUEas para mr parafusos de ferro.
Ditas dita dits de madeira.
Trens
T-n
exmi

Correles para arrastdr nadeira.
Cyliodros americanos para padirias.
Perteaces avolsos psra machinas.
Salitre refinado.
Breo superior.
Moinhos de diversos Jabricantes para
miiho e ca'.
Debulhadores^para milho.
Aztiie de ipe:tccle pa machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patenlp.
Canos de ferro-esm?ltado.. *
Ditos de dito estanhado.
Ditos- de chumb.
Ditos de borracha.
ra fetreirv,.
Mtbejecijerito podero ser
Vende-se difVr^otes quaj^aies de frac
teiras peguen-s, b ai pan mudar s-, a
saber : bacate-. Jaqneirca da China, cacio,
sapoiiieiros, piebeiras, figq-na<, arloum
ape, castmheiras do nr, a D-irreiras ao
pieco de quinhentos mi rj9, conforme
a q.ialidade; quem s q\ zf -'dHasq ao
stio n) Arraial dos Coqueitos. si ua;o oa
encruzi badn du camino.') que vi pva o
acude de Aplptif--R c opara^W
^.
N. 2Ra do Bario da Victoria,
raa Nova N. 2.
Amaral Nabueo & C, convidam aos senhores
amigos e fregueres para virem ver um completo
sorimenio que acabam de receber da Europa
Envestidos de blonde eom veos e flores de larn-
ja para noivas.
Ditos fle seda de cores e matisados.
'Duos de fil de seda proprio para bailes; ca-
samemos etc.
Ditos dfe jambraia e de chita de cores.
Colcnas oe seda e de lia e seda de diversas
cores.
Bournou escocezes de la, gosto inleiramente
moderno.
Bateleqnesde lia e seda com capuz.
Camisinhas de cambraia de lioho bordadas.
Meia* ae fio de Escocia de cores para senhoras
e meninas, e brancas de aigoda.
EspartUho?, chapeos de eda e de velludo e an-
qnlnh^s de cima para M1Q0.
Ba da Cruzn. 18
Farinha de mandioca, superior em sacos
grandes,
RA DA CRIZ N. 18.
Formas de ferro galvanisado,
RA DA CRUZ N. 18.
Vinbos finos de Bordeaux, do RbeTio e
de Xerez. __________
Ava indo
200
Pomada alpaka
E' maito conhecida esta pomada e muito
apreciada por sua 6oissimaqaalidade,a Nova
Esperanca qaem lem.
Jarros de porcellana
Um completo sortimento de lindos Jarros
de porcellana (do afamado Bacar) existe na
Nova Esperanca, raa Duque de Caxias
n. 63.________________________________
PB4 JVOIVAS
Lindas grinaldas com flores e botoes de
larangeiras com livos e sem elles, vendem-
se na Nova Esperanca roa Duque de Caxias
n. 63.
FIVELLAS DE MADREPROLA.
Bonitas ^Gvellas de madreperota lisas o
bordadas proprias para pulceiras, vendem
se na Nova Esperanca ra Duque de Caxias
n. 63.
PARA AS FLORISTAS
A Nova Esperanca a ra Duque de Caxias
n. 63 acaba-de receber folhas para rosas e
d'outros moldes, a ellas antes que se aca-
bemf
Oleo para macbinas
Vende se na Nova Esperanca raa Duque
de Caxias n. 63.
VENDE-SE
urna das melhores casas na povoa^ao de Beberi-
be : quem pretender.dirija-se ra da Moeda n.
39, das 9 heras da manbaa as 4 da tarde ; e tam
bem se vende una casa em )linda era boa locali-
dades, com muitos commodos e com grande quin-
Grande liquidapo
CAMBRAIA LISA BISPO A 3,51000
Peca de cambraia lisa fina Bispa com
8 1/2 varas a 3#000 na roa do Crespo n. 20
loja de Goilberme Carneiro da Cunba,
- Joaquim Jos Goncaives Beitrao tem para
vender no seu escriptorio ra do Commercio n.
5, os gneros abaixo notados, que vende mais bt-
rato do que em outra qualquer parte :
AzHtonas em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Caf muido em massos de i libra.
Cbapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca mariel frres.
Enxadas.
Farinha de mandicca de Santa Catharina, sac-
eos de 3 e 2 alqueires.
Dita da Babia em saceos brancos.
Dita de dita m barricas, proprias para casas
particulares.
Fio de algodo da Bahia em novellos.
Fouces.
laxados.
Nozes.
Obras de palhetas.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Palitos para denles.
Pregos sorlidos.. j
Panno de algodo da fabrica de Todos os 9antos
de Pedroso na Babia.
Rolha.
Rap popular da Baha.
Botim em fardos.
Retrox dos melhores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranhao.
Tabaco simonte da Babia.
Verniz copal.
Vinbo do Porto engarrafado, caix de 12 car-
rafas. '
Dito de dito em barrls, proprio para engarrafar.
Dito moscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeaux em caixas de urna duzia.
Dito.de cajo em caixas de orna duzia.
Ra do Vigario n.27
ha
no
GALLO VIGILANTE
Roa do crespo o. J
. Os proprietarios deste bem contiendo eslabele-
clmento, alm dos muitos objectos que iraham ex-
postos a apreclac,a do respeitavel publico, man-
daram vir e acabam de receber pelo ultimo vapor
da Europa, um completo e variado sortimento de
Anas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
li resolvios a vender, como de sea cosame,
por precos moito baralinbos e commodos paralo-
dos, com lanto que o gallo...
Muito superiores luvas de pelica, pretas. brna-
cas e de mui lindas cures.
Muito boas e bonitas gollinnas e punhos pan
senbora, nesle genero o qne ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para eoques.
Lindos e riqusimos enfeites para cabera das
Exmas. Sras.
Superiores Irancas pretas e de cores com vidri-
Ibos e sem elles ; esta fazenda o que poje baver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos lequee de madreperola,
marflm, sndalo e Osso, sendo aquellos brancos,
com lindos detenaos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Eseotsia para se-
nhoras, as quaes sempre se veneram por 30*000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 2"i,
alm destas, temos tambera grande sortimento d
ontras qualidade*, entre as quaes algumas muito
fiis.
Bas bengallas de superior esnna da India e
casio de marflm com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melboi
se pode desejar ; alm destas temos tambem gran-
de quanlidade de outras qualidades, como sejam,
madeira, baleia, sso, berrocha, etc. etc.
Finos, bonitos e airosos cliicoiinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as ueias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas oe I a 12 annos de idade. *
Navalhas cabo de marflm e tartaruga para fazer
barba ; sao muilo roa-, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem assegura Lindas e bellas capellas para uoiva.
Superiores agollia- para machina e para crc->-i.
Linha muilo boa de peso, frouxa, para euc r
labyriniho.
Bons bsralbos de cartas para voltarele, a3sira
como os tentos para o mesmo ilm.
Grande e variado sortimento das melhores per
fumarias, dos melhores e mais coohecidos fa
brfeantes.
COLARES DE ROYL.
Elctricos magnticos contra as convulsSe?,
fscilitara a denticao a- innocentes cranos. So
mos desde muito recebedores destes prodigiosa
collares, e continuamos a recene-los por iodo- os
vapores, aflm de que nanea faltem no mercado
como j tem acontecido, assiai como pois, podero
aquelles que delles precisarera, vir ao deposito do
gallo vigilante, aonde sempre encontrarao de>ies
verdadeiros ci llares, e os qnaes atiendendo-se ao
fim para que sao applieados, se vtnderao cem um
mu diminuto lucro.
Rogamos, pois avista dos objecto3 que deixa-
mos declarados, aos oossos freguezes e amigos a
virem comprar por precos muilo razoaveis loja
do gallo vigilante, ra do Crespo n 7.
Ra do Im erador
n. 37.
nico deposito da auga e aere*
do Cabo.
Neste bem sonido armasen existe om grande
sortimento de looca frsncoza, mntlo ati para ca-
sa de familia, como si-ja alguidares papeirus-
e panellas, ludo grand-s c pequeos, e bu-
Ibfies para nanteiga ; tudo de bFT5 Y!r?d" 'r*n'
cez. Aultn eoron um confiri soitimenio de lou-
5a do Barbalho, como seja : jarrdes para 4 e 8
canecos de jua, p' les de um a doos canecos'
murij-iues, tosfriadeiras, quartinhas do Barbalho'
e da Baha, Vatol v.drados e por vidiar para jar-
dim, ckcos grand.s e 00 meio B,ra flores, dito?
ditos pequeos para tirar plan'as, canos vidrados
e por vidrar de % 3, i, 6, 10 e 12 poleadas,
reno p.r machina e que ajui nao ha na provin-
cia a excepcao dos vindos de fra ; tudo meihor
pela quahdade do birro e mais barato do que em
uulra qualquer parte. Emporcse faz jbali
ment de 10 a lo por cento ; s na ra de Impe-
rador n. 37.
A revaiesciere da Barry de
LonJrs
Todi a doen^a cede a Revaiesciere du Barry,
qus da sade, energa, appetite, digestao o des-
canso. Ella cura as dispepsias, gastriies, humo-
res, acidez pituita, dalo, enjps, vmitos depoii
da comida e gravidez, con tipajes, tosse, astlima,
alTecqoss pulmonares, bexiga, ligado, cerebro e
saugue ; 60,000 curas, ioeluiado muitas deltas no
Brasil.
A revaiesciere cbocolatada du Barry
era p.
Delicioso alimento para almoco e ceia muito
nutritiva, fortificando os ervos do estomago sem
causar o menor peso nem dr de cabeoa, nem ir-
rilacao. ^'
nico depo-ilo para o Brasil em Pernambaco
de Ferreira Mm & d,
n. o7. oa pharmacia
ra do Dique de Caxias
com aa falsificares.) '
dos
toman Frre^
?eook cerval M.ynca e vqkT^ Ahn.i
'" ?y l --
da l qualidade, vende e-era por^aJ taf^iho
oaariMem o, i raa do Commerc-1.
agoih com pequeo toque de avaria a 3^500*
peca '.-Di roa ic Crespo n. 20, loia.de Guilherm
Crero CooK.
-_--------------------__
A h>ja d-ara?a'-'d ledependenaia n. S, che-
goo nova reme?* do muito aereditade rup gasse
grosso, fiao, U chi, francez, rolo e orlncea da
Bahia', Lisbea "ultiCordel, o cort,mah ^ viajado;
v^nde e_em Ituras e ..retalho. >
Nesta ivn^grapliia ;--' , afflda por Pinhairo.
No escriptorio de Jos Josquim Lima Bairlo
para vender se :
Prg s de diversas qualidades.
Fechaduras de broca de todos os tamaitos e
melhores fabricantes do Porto. '
Cartilbas de donctrina ChrisSa.
Mercurio de Lisboa.
Lnha de Rom.
Superiores.ciganos do Rio de Janeiro, da fabrica
.de1 ..Looreuco, ja bem coohecijo peta aceita-
tao qoe tero lido oesta provincia.
lera em seu armaem' pira
- f 0. C, Doyle,
vendar o segninte :
Cognac HrOQWv,
Vipho Xerez.
Vibhi d'Lisboa.
Filradeira?.
1 plano da m do me;notes (abricntes.
. Ra Jo Commercio n. 38. __
OaJ uovh de Lsx>a,
Vende hn-ivvi J/e uro-)', a rua Ja Cruz n, 6.
primeiro aaiaf.
Se.f LwveuinK Flour
Farinha de trigo j fermentada, proprla para
pao, bolos, puddings, etc.. em.macos de 6 libras
a venda nos armatens de Tass^irn-ans 4 C
A agaia do ouro
XA 1HJA DO CABUGA' \,1 A
lem leqaes lodos de raadreperola, o melbor que
tem vindo ao mercado.
' oces, Ir uotas e flores.
Ra 'a Cinz 0. 13' vende todos os dias:
Prezunio em fiambres a libra.
LiBrfcet todoi os dias, e diff-reoie'.
Ge a de mo de vaeca em copos.
Djces cryslaii ados de differentes fruclas.
Billos, polins e b ns boceados.
Bandtij-s com bollinhos, rnfeitadas]
Rouquets de ora>-s para' laivas. -
Flores avulsas e cm bcupiot'.
Sorvetea lodos os das a nonte.
PAO RAMONOA
CoiC'd-1^1. n> Hecifri ra-das Cruz n. 13 sem
alfracao.de pregos.
. 7 Grande sonimem de bichas de Hambnrgs
3e f quahJade; vtlid-e e aluga-se em iwqaena
grjnde por^So : na rua^tt:Ha do R):a-k> nu-
n-ero |7.
Nos Cjelhos n. 50 i. <-uder ue.-
vall9s de sella, novos e b^ns, tem deleito algum.
*




Piaijade
>' -~ Qnrt
ibvo U 1871.
WEHOE-SE
Joaquiru Jote Ruaos, ua ra da Groa n. 8, i'
andar, vende aljjodao iqt americanos verdadeiro
a prego* wwwiaw o- 3 e 4. ______
Sao lia mala cabellos braneos.
Tintura japooe-a.
So e anlea approvada petas as academias de
seienoia, rwmhecida superior a toda que tem ap-
pwecido at hoje. Deposito principal i na, di
^adeia do Reei/e n. 51, t* aoiar, em todas as bo-
leas e casa de cabelleireiro. ___'
adaiTern os
400
320
400
610
720
85000
80COO
20500
60010
50000
IiO JA
Flor da Boa-Vista
DE
Paulo Guimares
O proprietario deste bera onhecido es-
tabelecimento contina sempre segu ndo sua
antiga forma de primeiro baratetro da Boa-
Vista e para raalhor prova
precos seguiotes :
Cuitas escuras e claras cores fixas
o covado 160 200 rs. .
Cambniias de cores 240. 280 rs. e
L3as para vestido 280, 320 rs. e
Crepe3 escocezas fazenda nova a..
Alpacas lavradas d'um so cor. .
Cimbran branca 'ransparente pe-
gas a 35 0 e.....
Ditas dta victoria a'40000 e. .
trmente com 10 [Irnos de lar-
gara, vara, a 20OOQ e. .
Madapoln snperior pecas 50000 e
Algoso a 45000 e.....
Brim pardo macado pechincha
covadoa.....- 320
Dito dito liso muito fino a. 320
0;itm moitas mais fazendas qne vende-
r por presos baratissimos como sejam :
pannos pretos, ditos azue, casemiras prelas
e de cor, merinos, brins brancos e de co-
res, seda para colletes, camisas inglezas para
honaens, mias,' chapos de sol etc.
Oficina d'alfaiate
Os dgaos freguemos encontrado um gran-
de sortimento de roap?s feitas desde o
mais inferior at ao mais superior que se
ache no mercado, assim como se manda fa-
zer toda e qualqaer obra d'encommenda
feitas a capricho, pois para este' mister se
acba munido d'um perito mestre. Garante
eazerem se menor 10% da q,ie em outra
qnalqaer parte pelo o motivo de o freguez
80 pagar o que compra e nao o aspecto do
estahel.'cimento.
48Roa da luiperarlx48
JUNTO A PAPAR! \ FRANCEZA
Libras st-'vli ms.
Vend--se no amtawa de fazendas de Angosto
F. ds Oli-wa 4 C, ms 'o Ommercio n. 41
M LIMITES
Hh
LOJA E ARMaZEM
FLIX PEREIBa DA SILVA ftd
NA RA DA IMPERATWZ F. 80-
86 a dinheiro 4 vista
Os proprietarios deste estabelecimento tendo graDde necesafcladeitfe'dlmtooiro fm-
menso deposito qoe tem de fazendas e grande urgencia deaparar-ew difirheiro, ten rer
sol'ido fazer urna verdadeira liquidadlo com grandes abetewotoe aopreoos de todo*
os seus artigos: para o qne convidara ao respeitavel publico tteataeattilil a vir sortir-se,
pois lne garantem qoe em parte algama pederSo encorjrar Ub gWOeedrtiiaeDtoe me*-
mo n3o comprarlo pelos precos qne se Ibas pode vender na loja de PavSo; porra apV
virtindo-se que s se vende a dinneiro vjrsta. Os-raesmos pwptftsfids deste estaba-
lecimento rogam a todos os seas devedores deeta prca e favor de virem saldar seos- d-
bitos, e todos aqnelles que estrverera devendo cootas antigs e o nfo-fiserera leTao de
ser encommodados judicialmente.
A FLOR DE O
m
iiiilIllVVJ- w ul
Tora i venda em seas arraaztas, alm de ootros
krtm de .eu DegO>Q regalar, os seguimos,-que
Madera por presos mais mdicos que em on-
:-a nafqaer p-.rte:
Pul'.TAS le pinho almofadadas.
PORTARAS do forro para cercas.
SAUTIIB iBfltl.
BSTBIRA8 da ludia para cama e forrar salas,
USOS de barro francez para esgoto.
i superior em porches e a conlnto.
EJflXJ de todas as qnalidades.
II : i'.NAS de descara car algodo.
-ONaS e brinz5e3 da Rusia
OLEADOS americanos para forro de carros.
:''.' ES uaeriaatt muito boas e econmica.
\ ie B.irdesux.
C IN '\C sup. rior de Gautier Freres.
. >) em saceos grandes a 3J500.
\ .; \ Borida legWma,
SAI \Xii\3 dccimae:.
iEIHAS americanas.
RHM da Jamaica.
AZll.KJOS do Li-boa.____________p_______
Demento Portiand
En barricas de 13 arrobas preco mais-com-
moda do qne em outra qnalqaer parte, vende-se
r--. irma>m 'le TasM IrmSns AC___________
Contra a tosso
PASTlLBAS PEITORAES.
de
r.omraa simples crystalisada.
Dita^ de lltK)
Nido i'Arabia.
Sava de pinho martimo de Lsga9?e.
E nntr! muitas que muito so recomendara pe-
Us'sbm expelientes qnalidades.
Vende na
PHARMACIA E DltOGARlA
DR
Bartboloraen & C.
31-RA LARGA DO R03ARU-34
GRANDE
LIQUIDADO
Roa do Crespo n. 20.
usne liso de edres lindas para vestido a 240,
S0 e 3fi0 o covado, chitas escuras Qnas :ora bar-
r a 3^ o covado, baraissimo : na loja de Gui-
lheroii Garneiro da CuDha.
FIO PARA SrC0Sr
VenJe-se em easa de Okell Bindloss 4 C", a
ra da Cruz n. 11.
OLEO PURO DE
PICADO DE BACALHAO
DA
TERRA NOVA
DE
H. LACOMBE
Este oleo qaeto boa acceitaco lem merecido,
muito se rf cominea Ja por ser o mais purrlicado
que at hoje tem vinlo, e anda pelo bora paladar,
superior a oatro qnalqaer : vetrte-se no deposito
especial de Bartholomea A C.: ra Larga do Ro-
sara 34.
Xarope sedativo
DE
Casca de laranjas amargas
COM
BROMURETO DE POTASSIUM
ME
I, \ HOZ I
Este novo preparado aprovado pela academia
imperial de medicina, muito se recoramenda pela
sua. accio sedativa e calmante, sobre o systema
nervoso, o bromureto da potassiara, n5o deixa de
dar os mais certos resultados as diversas ffee-
Ces do organismo e principalmente as molestias
do coracio, das vias digestivas da respirado, das
vias aenito-nrinarias, na epilepsia, as molestias
nervosas da prenhez, na insomma das crlancas
durante o periodo da denticao etc. etc.
Vende-se na pharmacia e drogara
da
Bartholoroeo & C.
34-RUA LAR3A D0R0SARI0-34
Cerveja em harrl, d tu
periorqu^lidade
Vende-se em casa de S. P. Johnstcn & C, ra
da Senzalauova n. 41
AttencjVo
Vende-se nm terreno com 60 palmos la {rente
e 500 de fundo, cem duas eaaas de tupa, as qnaes
rendem I7|000 mensles, em Beheribe de baixo,
rna do CUri|os : a tratar o Caoinho-novo na-
BMW7.
JLS' slnhas baratan do JPawio.
Alsacianas com lin.'as li.-tras de seda a
1#00 o covado.
Ditas lisas com muito brilho a \ft o-covado
Atlautas, fazenda e muito gosto tecida
com seda a 720 rs. o covado. i
Ditas cjm qoadrosde seda e cores nwito
delicadas a 040.
Poil de chvre, d'uma s er com mwto
brilho a 500 rs. o covado.
Merinos escosseze3 fazenda de muito gosto
para vestidos b us e roopa de menino
a 610 rs. o covado.
Gargurlo mnito bonito, tendo de todas-
as cores a 400 rs. o covado.
Laas'nhas nodernas com differentes gos-
tos a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas ditas a 280 e 320 rs. o covado.
Bareges transparentes com differsntes co-
res a 100 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavrada fazenda
de muit) gosto a 500 e 800 rs. o covado.
CassasdoPavo.
Cassas inglezas com bonitos gosto a 200
e 240 rs. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs. o covado*
Ditas francezas de mnila pnanUsia a 400
rs. o covado.
Coi tes de cassas cora 7 varas fazenda
muito Soa e bonita a 2#00 e 3#0O0
Ditas d'organdy brauco e de cores a
CAMBRAIAS LARGAS A.00 RS. AVARA.
O Pava) tem cmioraia branca iranspa-
rente de boa qualidade, com 8 paimM de
largora, que apenas precisa 4 varas para
um vestid} e vende a 800 rs. a vara, dita
fnissima da Escossia te ndo a mesma largu-
ra, que vende a l#i)0U.
CAMBRA! kS BRANCAS A 4000 E 40500
O Pavo tem pecas de catobraia branca
transparentes com 8 t/2 varas que vende
pelo barato proco de 400O e 4#WO, ten-
do tambera muito finas de 5009<'at
10^000.
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 30500
a peca at a mais fiaa qae vem ao mer-
cado.
CORTES D'ORGANDY A 40OOO.
O Pavio tem cortes de orgaody braoco
com 8 l/J varas que vende pelo barate pre-
co de i^OQO, assim como finissimo e^gandy
branco com listrinhas e qnadriobos o me-
Ihor qne tem vindo ao mercado e vende
pelo barato preco de 7i0 rs. a vara.
Croatileaaples pret edeeores>.
O Pavj tem um granie sortimeto de
grosdenaples e gurgurao preto para vestido*
tendo de 106OJ o covado al ao mais su
perior qne costuma vir ao mercado, assim
como um gcande sortimento de ditos de
todas as cares e branco e um bonito sorti-
oifoto de srtins branco e de cores que ven-
de Dor procos muito era conta.
Ponpel'nas de seda a 8*
O Pav3o tem nm elegante sortimento de
poupelinas de seda tanto lisas como lavra-
das as mais modernas que lem vindo ao
meicado e vende a 25000 o covado.
ESPARTIU10S A 4*000
CACHENEZ a 40. U e 65000.
0 Pavo venda espai lirhos de todos os ta-
annos a 45 e 55003, cacbenei parisiense
com delgado ponto e de cores, a 45, 5,
e 65000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 85, 105, 125 e 165000.
O Pav5o tem um grande sortimento de
cortinados ricamente bordados, proprios
para camas e janellas que vende de 85 at
165000 o par.
Pecas de carabraia adamascada cora 20
varas a 105000. crochel ricamente bordado
para cortinadosa 15500 o metro. Assitacomo
ricos damascos com 6 e 8 palmos de largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
bem ricas olchasde damasco a iraiacio de
seda e ditas de cro.-het as mais lindas que
tem visdo ao mercado.
MUSSELINAS DE CORES A 400 *S. 0
COVADO.
O Pavao tem nm bonito softimento de
musseiinas de cores, padres inteiramente
novos e cores fixas, qae vende, a 40J rs. o
covado. Ditas brancas muito Qnas a 400
e 500 rs. Metim branco da India mnito fino
para vestidos e roupas de meomos a 720 rs.
o covado. Crotones de cores mnito encor-
pados para vestidos a 600 rs. o covado.
ROUPA POR MEDIDA NA LOJA DO
PAVO.
O Pavao tem orna bem montada offieina de
alhiate, administrada por nm hbil me-tre
nacional, aoade se manda fazer qualqaer
obra de encommenda, tanto para aecaens
como para meninos, garanndo-ee a promp-
lidio e aceio em todo o trabara, e no mes-,
mo estabelecimento encontrarlo os respeita-
veis fregueses todas as fazendas proprias
orno seiam paaoos de todas as cores qua
iliades e precos, novas casemiras de -gosto-.
re ns brancos e de cores, assim como todas
agfazendas proprias para fatos de tato.
CASAQUINHOS A 155.485 E 2ft|0OO.
O Pavio tem nm grande sortaMtoto de
ricos casaqninbos de seda prets ni beai
enditados e modernos qne veade a 155,
185 e 205000, sendo fazenda de mnito
mais valor, assim como ricos chales pwtos
bordados com fraajaa largaa de reicti
105 e 125000.
A loja do Pav'Jo acha-se con Untem*nte aborta das
boras da noite, roa ds Imperatriz o. 60.
H40MS p\i.
COSTURA
Chegarsm ao Bazar Universal da ra Nova
ALGOBAOSNH h tf 100.
O Pavtolera pecas de algodSosinho awito
bes qualidade qoe vende pete barato pre?o
de 3<50O a peca. Ditos mwto superiores
de 44OOO para cima. Algodaosinbo enfes-
tado com a largura precisa para- nm lenco!,
sendo liso raoito encapado a 900 rs. o
metro e dito entrancado com a asesina lar-
gura a 15280 a vaya.
BRAMANTES A ItfOOO e W300 O METRO.
O Pavao lem superior bramante de al-
godo sendo preciso para um lenco! apenas
um e naci metre-e vende a 15600 e 15800,
e de linbo fazenda muito encorpadar com a
mesma largora a 2500e 25500, dito fran-
cez do mais fino que tem indo ao merca-
do a 35090, 3560 e 45000.
ATOALHADOw
O PavJovende superior atoalhado a 5600
e 250OO a vara, dito-de linbo fazenda muito
superior de- 35000 para cima, sendo ada-
mascado.
Paseada para lato.
O Pavo lem un grande sortimento de
faieBdas preiss para lato, como sejam:
Merino preto com $paJmos de l.rgura
para vestido a 25009-e 25500' o covado
Merinos pretos e de cordao- pira Udos
os- precos e differentes qnalidades.
Bombsinbas para iodos os precos.
Gjnies o alpacas pret. Laasinhas pre-
tas-ou cassas de 15 de 360 at 500-fs. o
covado.
Gaseas pretas francesas e inglezas da to-
das as qnalidades.
Cbitas pretas francezas e inglezas de 200
rs. para cima.
Gpe preto-para veos.
CASEMIRAS PARA G*LC\S A 45 5& 65*
75 E 85i00.
O Pavo tem nm grande sortimento de
cortes de casemiras de cores- para calcas,
sendo os mais modelos quo tem vin to ao |
mercado e vende-se de 45- at 100000 o
corte, ditas para ca'cas, Dalitots e colletes qne vende de
15800 at 65000 o eovado, ditas escoras a
prova d'agoa qne vende a 55-0 corte ou.i
35 o covado, sendo- estas casemiras muit"
proprias para- meniaos de escola por s
ea^uras e de moita duracSo.
O Pavo tera superiores coapos de sol
de seda inglezas une vende a l, ditos eom
bonitos cabos de verdadairo marfim a 14^
165 e!850i)Otditos de alpaca de todas as
quaiidades.
PANNOS DE CROCH PARA CADE1RASE
SOPHAS. .
O Pava tem um grande sortimento de
pannos de croch proprios para encost de
cadeiras e de spbs, assim como um rico
sorlimsoto de tapetes de todos os lmannos
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 45. 45300 E 55-
O Pav5o tem pacas domadapolSo com 24
jardas ou 20 varas qne vende a 45 e 45500
a pees, dito moito fino e largo de 65 para
cima, dito francez do oelhor que tem vindo
ao mercado, assim como dito finissimo em
pecas de 40 jardas.
Cortes de cMtas.
a 156Q0. 25OOO e 25800.
O PavJo tem cortes de chitas francezas
com 10 covado, que vende pelo barato pte-
co de 15600 e 25000, ditas que vende
160, 200 e 280 rs. o covado, tambem tem
um grande sortimento de ditas finas claras
e escuras que vende a 280 e 320 rs. o co-
vado e finissimas percales miodinhas propri-
as para camisas, vestidos e roopas para me-
ninos qne se vende a 360 e 400 rs.
LENQOS BRANCOS.
O Pavlo tem tseos brancos abanhados
quo se vende a 254O0 e 35. a duzia, ditos
grandos de murira sem ser abanhados a
35200 rs. a duzia; assim como bonitos len-
cos bordados para maos.
ROUPA PARV HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino sendo
muito bem feitos de 125 at 405000.
Palitos de panno preto fraqaes e saceos
ira. 22, um sortimento de machinas para cos-
tara, das melbores quaiidades que existe na
America, das qaaes moitas j sao bem co-
onecidas pelos seos autores, como sejam:
Weller A Wilsoo, Grover A Boker Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e ootras muitas
que com a vista devsrio agradar aos com
praderas.
' Estas machinas teem a vantagem de fazer
o trabaHio que 30 costureiras podem fazer
diarianDMte e coser eom tanta perfeico
como as mais perfeitas costureiras. Garan-
te se a sua boa qualidade e ensiua-se a tra-
balbar cora perfeico em menos de orna
hora, e os precos sao tito resumidos que de-
vem agradar aos pretendpntes.
E' este o distintivo de urna nova e bem montada
loja de J^att^li a< ra larga do
Boawio n. 24 A,
Os proprietarios deste elegante estabelecimento tendo em vista os esforcos qae
flzeram para o eoOoeaiem as caadicafias d neo gran* lianlfllla, filtariam ao mais
rigoroso principia** MO vieaieja-M coBttnna*lo jtioi scaantirlesr ao respeiUvel pu-
blico, qoe no memo estabeneimento encontrar* sempre o mais completo sortimento
de jolas, como sejam : brincos os mais moderno?, para adornarem as delicadas ore- !
Ibas do bello seicy e que se vendem a 8, io# o par, ditas para menina* a 4,3 *>"
ditas de coral, obra de apurado go.'to a 3 e 44, Volitabas de coral com ornzes.de ooro :
a 5, broches modernos de 3 a 13*, ditos eom pedra e em ana devidaa caurinbaa a
1-10. li, 16 e 204, rosetas lisas, porm bem trabalbadas, de UlM a 94, ditas com
pedras de 4 a 154, cacoletas a 44. ditas com loscripcdes a 345C0, anneis de diversos
gostos, e eom benitas pedras a 3 e 44, dita de perolas, eaaaeraldat e rnbins a 6#,
ricas cruies de eemeralda e ruhim a 12,14 e 164, dltaa de onro a cocal eoja vlataa ato*,,
. tographicas a 3,4, 5, 6 e 74, 8gas de coral a 24, cadelai .panralogtoe a JO*, tjMHil
|w 6*500 a oitava, gaarnijSes com tres bot5es para aberraras a 44, ditoa de pedrlnoas a3M
^S o par, ditos para pnnbos os mais moderaos a 7 e 84; lem de oro- variadfcsimo sorlimer
to de jolas de aparado gosto qae receben] por lodos os -vapores da &Kop*; caos I
sejim : brincos, bracelete?, alfiaetes, adtrecos completos, eruxes, rozetas, aaeeis de -
brilhantes, esmeralda?, perolas e rnbins. Mdaraees, voltas, Irancellns, aineis comiet-
tras e de diversos modelos, ocnlos e pencinei de ouro e prau. ra4P. re4ogi4eoa-.^
ro e praU de afamados fabricantes, salvas de pitia ,de diversos Utoanbs, rwos pable
ros e faqneiros, colheres para cbi e sopa, marac para cnaa$aa, e urna iarnad*,-*
objectos qae seria enfadoobo menciooar-sa
Os proprietarios da Flor de Ouro garantem vender mais barato qne e outraw-J
qualqaer parle, pira qae estar aberto o eeUbeiecimeqto das 6 hora da manoa M 8 da.( j
nonte.
GRANDE OEIMA
AO 65




^^f%%
zzr
^^
4s
VA

4
i
lmc legaimente antonsado e approvado
pelo conselho de sade.
NICO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pbarmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU de C.
34Ra larga do Rosario34.
RA DO DUQUE DE ffiAS
(Antiga do Queimado)
Peco que se nao admirem dos precos de algoss artigos que passo a mencionar, ji
por vezes ten no mostrado que desejo vender barato a fm de poder vender mnito.
p- nao ha quera me possa retirar do, meu firme proposito ; podondo desde j asseverar
ao Ilustrado povo pernambucano, que nesta casa commercial seencontra sinceridade nos
irados, afim de se poder conservar a numerosa freguezia que me tem honrado em vir
em nossa casa, e pra o augmento da mesma.
PRESOS

a 30200, 4ijk)C0,
6500, 70.
tino a
FIO
Paira aaccos e roguetearos.
s&ccos
PARA ASSCAR
CERVEJ/i DE MABCA
z
de 90 at 12*000,
Engarrafada especialmente- para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras irazern os nmeros estampados
as pecas e nao aas etiqoetas. (
Vendem-se '
Em casa de
T. JEFFERIES & C.
46 Ra do Gammercio 46
.BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Traieua em eada peca nm l>IIhe-
te eom o uouac
_ DOS
Unios importadores
__________T. JEFFERIES & C._________
Vende-se barato, nm plano, de um dos mais
afamados fabricantes : a tratar ra do Com-
mercio n. 38.____________________________
KefinadoRes de PErnambueo.
Chegnem pechineha, carvao animal a 1600 :
na acreditada fabrica dos fias das salinas de San-
to Amaro, deposi o oa roa da Ponlevelba n. 14.
P ete ide vender por largo lempo por ter vindo de
Lisboa grandes pureo-s por qnasi lodos os navios,
e Ci m os melboramentos uliimamenn introduzi-
dos no machinismo, prodnz a dita fabrica SO ar-
orbas por dia, oamegando de 15 de agosto em
diante.
Ditos de casemira de cor de 6 at k%6.
Ditos de alpaca preta na de 44 a 6OOn.
Ditos de dita branca e de cores 65000.
Ditos de brim de lioho trancado a 60000^
Galeas de casemira preta de 6O00 at
12(9000.
Ditas de brim branco de linbo de 45000
al 81JOOO.
Ditas de brim de linbo de cor para todos
os precos e quaiidades.
Camisas Iraocezas e inglesas cora peitos
d'algodio de i600 at U, era dosis ven-
de-se mais barato.
Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Ceroulas de Lioho e algodio, fraocezss e
feitas na trra.
Coilarinhos da papel, aigodio e linbo
qne se vende muito barato para liquidar.
Para nolvas.
O Pav2e lem rico gurgurJo de seda, bran-
ca. Grosdenaple branco muito eocorpado
Agracianoas brancas com luirs de ssda.
Poupelinas trinen de seds lisas e lavra-
das. Sodas brancas, Uvradas e lisas. Ca-
pellas coas palma de flor de Isrssf s eom
rices veos bordados, qoe todo se vende sute
barato do que en ootra qnalqaer parto
o boras da maohi at as i
Vende-se a propriedade denominada
da Fazenda na Barreta, com legua e meia
de comprimento "d Leste a Oe-te, e meia
legua de largora de norte a sul, a margem
da estrada de ferro do Recife a 5. Francis-
co, com easa de vivenda, grande numero de
ps de coqueiro, sendo toda a trra de mnita
produegao. Qoem quizer comprar a mes-
ma propriedade pode entender-se com o Dr
Joaquina Correa d'Araojo i ra dos Pires
n. 20, on a rna do Imperador n. 83 1. n
dar, las 10 horas damanhJia as 3 da tarde.
Uura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopau
Essa pomada qoe lio bons resaltados tem colht-
du as peseeas que dalla tem feito aso acaba de
enegar para o sea deposito especial..
NA
Pharmacia e drogara
DE
Bartholomea < G. roa larga do Rosario nu-
mero 34-
Aos senhores de engnho.
Venda-ae a reulbo as diversas machinas e cal-
dairaa a vapor, cildeiras de cobre para ceiinbar a
vapor, filtros, neos, formas e mais onlros objec-
tM da antiga refinado do Uonteiro. Pera tratar
Itrja-M aoa proprietarios da dita renacio as Srs.
desriejme Leda C, na imperial lubrica de cer-
iyja a H aoa-do Baria 4> 8. Baria (S*bo).
AY1SO HPORT>
pe;as pria-
do Ja
AME.
Detaaeo seguir com- brevidade as
eipaes da lili ranacio para o Rio da Janeiro,
engage-se os Srs. de engenbos de aproveitar an
les da sahlia, dasta antea oecaalio da eoraprar por
eommodoa maebtoaa hbneadaa pela pri
melra easa frapeta deste ramo i industria,
Pegas de madapolao
40500, Btf e 60000.
Ditas de dito muito
e95000.
Dita dito enfestado peca de 12 jardas a
30500.
Dita de algodaosinbo a 30, 40, e mais
presos. '
Ditas de dito muito largo marca T a
40400.
Ditas de cambraia transparente a 3200,
30500 e mais precos.
Ditas de dita tapada (ou Victoria) a 40
e mais precos.
Cambraia a imperatriz muito Gna e
larga.
Dita imperial com cordaosinhos, fazerda
muito moderna.
Mosselina branca, covado 300 rs,
Bramante de linbo com 9 palmos de lar-
gura 10800 e mais precos.
Dito de algodo a 10500-
Atoalhado afesluado fazenda superior a
10800.
Brim dealgodSo'de cr a 400 is. o
covado.
Dito da Russia, a 500 rs.
Dito pardo trancado a 300 rs. e mais
precos.
Dito branco de linbo fazenda muito supe-
rior a 10600 a vara (vale 20000).
Grande sortimento de brins de linbo de
cor a 500 rs. o covado, fazenda que se tem
vendido a 10200.
Grande sortimento de casemira, costa o
covado 10600, 20500 e mais precos.
Damasco de 12a fazenda finissima.
Cortes de casemira para calca a 40500,
50, 60, etc.
Flaoelias de 13a riscadiohas a 640 rs. o
covado.
Lencos chinezes a 30Of 0 a duzia.
Ditos brancos de algodo e linbo sorti-
mento completo.
Completo sortimenlo de camisas oacio-
naes, francezas, allemaes e inglezas.
Cobertores dela de xadrez fazenda snpe-
rior a 50.
Grande sortimento de balps.
Cobertores de algod3o a 10400 e 20500.
Cassas de salpicos a S0OOO a peca.
Palitots de casemira a 50010 e mais pro-
cos.
Ditos de alpaca a 30500 e mais pro-
cos.
Saceos para viagem.
Meias para hornera a duzia 20400, 30 e
30500 e mais precos.
Ditas para genhoras, meninos e meni-
nas. .
Popelinas de seda, covado 10700 admi-
ra m
Completo sortimento de chapeos de
sol.
Toalhas para o rosto a 80000 a da-
zia.
Toalhas bordadas, de Knho do Porto.
sao muito lindas, mandem buscar as amos-
tras.
Duzias de guardanapos a 20500.
Cortes de vestido de cambraia branca
com babadns a 70000.
Cortes de vestido de cambraia branca e
de cor com babados a 100000.
Algod"o de 2 larguras para lencol oa toa-
lhas a 10000 a vara.
Chitas finas a 240, 280 e 320 rs. o co-
vado.
Bita violeta fioa a 280 rs. o covado.
Ditas em percale o que ba de melbor a
360 rs. o covado.
E' v para crer.


-.H -.
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Diario 'i* IVnamknc ~ QiltMa fera Setortibro cW 1871.
kJ'
X

DO

w
U IVA DA IPERATRIZ N. 64
DE
FIGUEIREDO & LOPES. t t
0* proprttrio deste novo estabelecimento. certos de que o meio de adquerir
noawrosa fregnetia vender barato, servir bera e haver sinceridadade nos tratos, nao
mi afastamos deste caminno para aera corresponder ao favor que nossos numerosos
tregoeres nos tetn dispensado.
Como airtda temos algomas-fazenda3 das primeiras cotnpras, resolvemos fazer
redoro em alomas tas, para o qoe chamamos a attenc3o do respeitavel publico :
SETINS E GROSDENAPLES DE CORES, i Capellas muilo lindas para nonas, pelo
..>. [ barato preco de 30 e 305OO rs.
Temos paraiodos os procos e
Grosdenaple preto.
Recebemos novo sortiment e vendemos
por menos do qoe outro qualquer.
Las Saboya.
Aioda temos om resto desta linda fazen
da e para acabar vendemos por 900 rs.
C 'res a Minerva
Anda temos algons uestes lindos cortes
om listras de seda, com (9 covados, pan
acabar vendemos por 20.
Cortinados.
Recebemos novo sortimento e vendemos
per 80. H, W, M*, 80 e #, cada
par.
Cambrata pera cort nados a 400 a peca
com 20 varas.
Dita Victoria de 40 at 80000 peca de
8 varas e meia.
Dita soissa transparente monoica.
ORGAKDYS MANGO
Temos receido noves organdys de
4800 rs., ditos de 60 e 80009, este Ri-
o ten? listras essetinadds.
Esparti*os
Recebemos novo sortwenlo de esprtateos
inglezej muilo grandes, sao de linbo.
Ve8taarios para baptisados, bordados
milito lindos a lOiOOQ, barato.
Camisas fraocezas, ieglezas e soissas de
10 at 45500 rs., ditas bordadas muitokias
de 80 ate 18^000.
MECESANA.
E' nma facenda branca maito linda efina
para vestidos de senioras, tem a peca 30
jardas e costa 180 e 220000.
Panno abretanbado largo e om. peca de
10 varas a 100.
TAPETES.
Recebemos novo sortimenlo e vendemos
maito barato.
Temos grande sortimento de saias (bor-
dadas e vendemos omito barato.
CORTES DE L A SIMBtAMES.
E' Orna linda fazenda com os eafeites
correspondenie3, guarnecida a sala com
orna franja de seda na barra, vende-se
por 400000.
Cortes de cambraia branca aberta, bor-
dadas muilo lindos, veodem-se por menos
do qoe em outra paarte.
Ditos bordados na barra, de cambraia
transparente, por 80000, ffioito barato
Poupelmas de cores e brancas muito
lindas.
Camisas de meia a 90000 a dazia, pe-
chincha.
Cambraias de cores.
Temas o melhor e mais lindo sortimenlo
de cambraia de cores a 500 e 560 rs. o
metro.
MEIAS.
Recebemos meias muito finas tanto para
senhoras como para horneas, meninos e
meninas.
Chapeos de sol.
Recebemos chapeos de sol com cabo de
marm que vendemos por \ 30 180000, di-
tos de cabos de canna 90, 110 e 140000.
Cortes de cambraia de cor muito lindos
e com babadas com seu competente iguri-
o, tem 18 covados por 80000.
BASQUINAS.
Recebemos basqukias de seda ricamente
enfeitadas que vendemos por baralissimp
preco.
Testnarios para meninos.
Recebemos vestuarios de fust-o muito
bem enfeitados que vendemos por 40500 e
50., fil branco bordado mnito fino, dito
com salpicos drtopreto com saipieos e liso.
Cambraia aberta a imitaco de croch de
cores e branca.
BR1NS.
Recebemos o superior brira de Angola,
dito pardo para todos os preces, ganga fran-
cesa a 500 rs. e covado, soperior.
Pannos finos.
Temos pannos pretos unos de 30500 at
60500 rs.
Recebemos casemiras de cores para 30
at 30500 rs. e covado.
CHITAS-
O Cysne tem o mais lindo sortimento de
chitas para lodos, os precos e qualidades.
Bareges com listras* de setim com lindos
padrees e muito modernos.
Creones claros com lindos padrees e
cores xas pelo baratisswuo preco 440 rs.
o covado.
Lavas frescas de pellica para homens e
senboras do acreditado fabri .ante Jeuvin.
Fazeadas para luto vendemos por monos
que em outra qualquer pane.
Alpacas, cantees, princesas, bombasinas
cambraia preta, tic. etc.
Deltaicos de annunciar muitas outras fazendis por nao se tornar extenso e en-
faddnho aos nossos fregoezes.
Ra 'Ja Imperatriz n. 64.
FHEIIEM & LOPES.
AIVTI RHRUJWITICO B OTTOSO
E98ENeilAIjMBNTBFPlCAZ TINMLUIWL EM DESTRUIR A8 AlWtAS E
EVITARA SUA'POWttGilO
Guiados pelas indicacoes de muKos abaleados cbimicos, e medico* distinctos, qoe
se deram ao eatudo e avt>rignacfo das caneas que prodozem os padecimenlos de rheu-
matismo, gotuftareiqs dosrhint, tiexiga, figado, e d'outras viscera*; e aos ensaioa dos
meias propriospara cural-os, cheganvTS a obter om remedio, que nonca desdisse a sna
actividade contra os ditos pidecimentoe.
Nio tnicamente bascado em tbeOrias qoe tanto avancamos, mas sim nes satis-
factorios resultados obtidos da sna applicacSo, as irmoineras experiencias, qoe com elle
filemos ; e deste modo, seguros de seos beneficios effeitos, afectamente o recommenda-
moss pessoas q:e soffram algumas des-molestias a ditat.on de algons outros pa-
decimentos do apparelbo" orinado, Mis como o diabtico, glycosorico albaminurico
etc.
Escasado sera observar que se n3r> pode designar om somero determinado de dses
de om medicamento para corar todos os individuos que padecam da mesma molestia ;
peis qoe a cora est dependente de diverses circunstancias, inherentes disposicao na-
tural ou compleifio, de cada om delles; mas comtudo, certo qne o hydroleo Iviho-
triplico anti rheumatico e gotioso predez sempre a Cura desojada, quando se persista em
loma k) o tempo preciso para obte-la; dveodo ter-se em vista qoe quanto maie invete
rado est o mal mais se deve insistir oa applicacBo do remedio.
Podemos tambem affiancar qoe, por mais continuado que seja, o nao deste reme-
dio nio causa desarranjo algom as vas digestivas, mas antes, pea propriedade eminen-
temente tnica, que tambem poseoe, fortifica o estomago, torna mais facis as digestoes
e, n3o piucas vezes, tem feito desappareeer diarrhea, que eram entretidas pela debili-
dade gerai do appsrelbo digestivo,
MODO DE USAR.
Tomara-fe do kydroko -lythetriptico, dos primeiros qaalro ou cinco dias, duas co-
Iberes de sopa, em agua assucarada, leKe, cha ou caf com leite, e mesmo sem mista-
ra alguna, oa occasiao do almo^o, e outras ae principiar a pautar.
No quinto ou sexto dia e segantes, tomam-se do mesmo modo dit), tres eolheres
de cada vez.
Se as oorinas la pessoa doente depositam grande porfi de areias; se as dores
nepbrticas, rheHMticas en gottosas sao constantes; em 6m, se es padecimentos s5o
fortes, tomar-8eblo qoatre colberes de cada vez.oa tres vetes no dia, a tres eolheres
de cada urna.
Quando as areias, oa outros padecimentos, tem diminuido, toraa-se s prmeiras
dses.
Pelo use do Hydreteo lithotnprke vio sendo mais raros o appreciment* das areias,
es dores nepbrticas, rbeumaticase gettesas at que de todo desappa recera i neste ponto
pede dispeosar-se o remedio: til, perm, cerno preventivo, tomar cada semana orna
o duas dses delle.
Pelo qe respeita alimeatacio, deve ella ser regulada de modo que nao sobrecar-
regae o estomago, eemquantidade falque possa ser fcilmente digerida.
A menor bebida sea duvida, a agua pura, mas tambem se pode osar de viaho
simples ou pouco alcoolico. De cerveja e vinhos fortes, poocas vezes.
Sobre todo qee muito recommeodamos, grande exercicio, sem fadiga, pois que
elle muito contribue para a rapidez da cura.
N. 1. Depois de tirar-sedo frasco a porcia que se vai tomar, deve baver e maior
cuidado em o arrolhar immediatameate.
Tnico deposito em Pernambuco
Pharmacia americana de Ferretra Maia C, ra do Duque de Caxias n. 57, (an-
tiga do Caeimado.)
A' AfiUIA
RA DUOUE DE CAXIAS N. 52
(Outr'ora Queimado n. 8.)
A Aguia Branca tendo j recebido parte de snas
amigas eoaomnietidi?, em segoimeolo acaba ago-
ra meamo de receber outras, algamas das qnaea
se tornavam essencialmente precisas, e ootras se
hrem apreciadas por seas go-tcs e qualidades,
conro sejam :
Meias de So d'escoeia, abertas para senboras
a.mtaiius.
Ditas ijern eom listas tambem para senboras
a mediatas.
Duas dem maftc b -ritas ao posto escocez.
Ditas dem dem brancas e com listas para me
ninas.
Ditas dem idem pata baptizados.
Ditas de ttgodio compridas e coto listras para
meoinas.
Lavas preta? de seda, para senhora.
Ditas de torjil e de seda para meninas.
Bonitas camisinhas bordadas para senboras.
Fil de teda, branco e preto eom flores miadas.
Dito de algnda, lino e com flores.
Tooqanhas bordadas para crianzas.
Lindos e modernos cbaposinbos de fusilo para
ditas.
Pentes de t-'.riarnga para desembarazar oa peo
tear.
Ditos de dita traveseos para meninas.
Ditos de borracha para ditas.
Ditos de tartaruga, pequeos, para segurar o
amarradttho aos cabellos de senhoras.
Grande sortimenlo de enfeites de seda para ves-
tidos.
Fiv-llas de mndreperola e de tartaruga para
pulceira_e taco para o cabello.
Bonitas b Icinhat para meninas.
NOVO SORTIMENTO DE ENCHOVAES PARA
BAFTISADS
A sgnia branca acaba de receber novo sorti-
tneiilo de lindos e completos enchovaes para hap-
Usados,, e bem afsim separtdamenie camisinhas
para dito-, lindos ehapeosinbos de setim branco
ordados, oulros ditos com fundo de velludo, obra
de muito gasto, e. que servem tatiibem para pas-
jeio, sapatinhos da se im para o mesmo (lm.
MODERNOS ENFEITES DE FLORES,
FLORES E PREPABGS PARA ELLAS
A Aguia Branca receben lindos ramos de florea
finas, tanto para caber,* cmo para chapeos, i
bem assim :
Papel verde liso e com listas para folbas.
Dito de cores para flores.
Folbas de diversas qualidades para rosa*.
Ditas verdes e lastraras, obra1 tu va e pela pri-
meira ver viadas eomo amostra.
Franjas prelas e de diversas larguras para ea-
leitar vestidos,
COQUES DE TRANCAS E DE OUTROS
MOLDES.
A Aguia Branca acaba a porcio dos bonitos e modernos coques grao*
des de tranca e outros moldes.
COLLARES ROYER ELECTRO MAG-
NTICOS.
A'Agnia Branca acaba de receber os provelto-
sos collares electro magnticos j bem conheci-
dos para facilitar a deniico das cnaneas e pre-
serva-las das convukoes.
SOBRE-SAIAS OU ArlMUNflAS DE
CLEN0L1NE.
Em sabslitui^ao aos ba'des vieram as anqui-
nhas de clenoline, e acham-se venda na toja da
Aguia .Branca.
QUADROS PARA RETRATOS,
A Aguia Branca recebeu variado sortimento de
qaadfos para retratos.
LENCOS BORDADOS.
A loja d'aguia tranca, a roa Duque de Caxias
n. 52, outr'ora do Qaeimado n. 8, receben bonitos
lencos de cambraia de linho primorosamente bor-
dado?, e como de seu louvavel eoslume est os
vendendo baratamente a 54000, 6 J, 8 e 10/000
cada om.
TAMEM RECEBEU
ricas camiszs-de' flno e.'gniao de linho -enfeitadas
ornados eom biois de seda, fitas de setim e lvella com muito gosto, e propnas para noiva?, oa mes-
(temadreneroU ao ultimo goslr, e propriospara mo outra Exm. seobora que possa e queira aug-
batfes, basamentos; eh-., etc mentar o namero de sna boa rouna, branea.


ELEGANTE
N. 1Ea streita do Rosario N 1
A O HOK1 TOM
Acfba-se de abrir este importante estabelecimento demiodexas superiores cornos
melhores artigos de luxo e de moda para homens e senhoras, variado sortimento de
perfomariss dos mais afamados fabricantes deParis e L- ndres, com) sejam i-i ver, Lubin,
Condray, Pinaud, Regand Gbonneaux, Monpelas, societ Hygientque, Gosnel, Rimmii e
Piesbe Lu n, etc., etc.
Alta novidade
O Museo Elegante roa Esireita do Rosa*
rio n. 1 vende rieas camisas de cambraia
de linho bordadas para nbivas, e tambem
de madapolSo fino, bordadas o en'eitadas
de ntremelos a 40)5, 604 e 730000 a da-
zia.
Lindos perneadores guarnecidos de ntre-
melos e rendas valencione, ricas calcas de
linbo bordadas e de madapoln, para senho-
ras, bellissimo sortimento de golinhas e pu-
nhos cousa inteirameote nova, recebido pelo
ultimo vapor da Europa.
PARA BAPTISADOS.
O Masen Elegante receben o? mais finos
e ricos enxovaes para baptizados e tambem
lindos vestidos enfeitados para crianza, i roa
Estreita do Rosario ni,
Ultima moda.
0 Museu Elegante recebeu os mais lindos
e modernos chapeos de blond enfeitados
para senhoras, e tambem de velludo e pa-
Iba para crianzas, e est vendendo maito
barato para vender logo, a rea Estreita do
Rosario o, i.
Flores e plumas.
O Masen Elegante est vendendo as mais
bailas flores e plnmas que tem viudo ao
mercado, assim como um lindo sort men.o
de franja de seda preta consa de aparado
gosto roa Estreita do Rosario n. 1.
BOTINAS.
No Museo Elegante vende-se botinas de
n. 20 a 3 pOara enancas a 2000 o par, e
ERNESTO & LEOPOLDO
N.2D Ra do Cabug N.2D
Acha-se montado de forma tal este estabelecimento de joias que pode
vender aos seus numerosos freguezes em grosso e a retalho e por preces
mu resumidos visto que recebe de conra p opria por todos os vapores de
Europa. O gosto de desenho do suas joias o mai< lindo do piz das
modas, onro de lei, brilbanles verdadeiros, esmeraldas, rubins, perolas,
turqaezas, sapbiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do p rto tanto
para igreja cemo para servico domestico. Convidamos as Exmas. familias
a visitaren o dito estabelecimento todos os dias at 9 horas da noite.
Hii E wmm WmRm
'U
LIQUIDAQO
Nonea -e no iwu proeei>so mais pr-ifeilu e qnr ai-
Maja de tal fnrma asatisfaser as exigencias mais
meras da t?eriptnra;ao.
A itta cor i tmdissima e nao precisa de cnida-
oalgatn par se conservar no lm:eiro sempre
eom a mosma r6r, ario borra, erosta. boir n sem
todas estas uia>ella inherentes i todas as tintas
at afora coubfcida?, anda mesmo dos melbores
antorea efrraftgeiros.
Sobretntk), wie estimavel producto nao ataca as
-fainas *, um pelo eBDtnrta, a iqviro am esmalte denrado qoe, sendo nteres-
aaatU, asss groveitoso.
Bita Unta, nao sendo especialmente para copiar,
tt-eMKH0V*taitm, 00 otis cortas um nes
iapDii 4o iwwtysa ; preciso, porm, deixarlbe
(|MMt b*m moiaiido sem o ungar com o mata-
orrao, anrqae nao ha o risco de borrar. Para se
tirar mata de nr Mtpi*. fllo se aggtAmeram un-
(M fSlhas 'ranUwcpiM se que rom tirar, mas
MMB>abm*artfmal tirar -ama taous quaous
siisiijn, sm' q9 o orlgioal fique prejudusado
alas amraeX
Oecorre iai dj?r qoe, para eopiar Importa
Mafia htotltteaei *habtHdaB; sem oqne a me-
r fea na Mti*mt, o doeilo nseae, seroere
aoat a luna,' qna mnhaa ttihi qoem menos
Ctfata qoalidade desta tinta extremamente
aartoavel, pw. qowevvIt'Tjae em tjastquer
ripinos tea man do-qae ana tiou para os di-
arabUidai, nio na a .oppir
>pam4B*eM O *0om4*esv
cripta sufTre o choque de cidos (ortissimos, sem
se decompOr; "ra, se os cidos nio tem accio so-
bre ella, muito menos a accio do tompo a pdd
destruir; isto ptaasivel.
Nao t ao eommerco que este mea producto
velo ser til ; os prnfessores dos collegins, invest
gsnd* todos os meios para o adiantsmento dos
seas di-ripulos, tem approveitado esta tinta, que
eom razio a achurara apta para desenvolver o
gosto us educandos, em conseqneneia da brlezi
da rr e facilidad de correr na pequea pela sna
liquides. Ha exempios de criSDCas que bavu
n^uito tempo tinham nma repugnancia extrema
para a escripia, logo qoe foi adminida. esta Hnts
no eoliegia, apoderou-ee deltas a eoriostdado e o
gopto, e punco tempo depois o sea adiamntenlo
era manifest.
Esta tinta, i par e tantas vantagens, tem om
unieo inconveoeole, deteriora-se ao contacto < de
outra qualquer; etmttn pois te-ia em tinteiro
i-entus do menor vislumbre de outra tinta, e evi-
tar escrever com a peana soja de urna preparario
diferente e tncompativel; verificando isto, nin ha
rasan para so usar de imi que nao se ia a VIO
J.ETA KXTItA-FlNA DE H liTBIRO.
Observado.
Biveraas faisifleaoSes esemelhancaa tem apea-
reeido, coja durahilidade duvidoaa. Os Sra,
compradores po4em evitar o engao dirig ndo-se
i tasas eircurospeels,jje pedindo a tiau que a
fmWMO
A. C.]*m*tro.
Lbyrintho
O Musen Elegant* vende ricas fronhas de
lbyrintho a (540 e WiO[, ra E-treita do seda para senhoras
Rosario n. I. |no oltlmo vapor.
tambem vende colchas e toalhas de fustn a
5000 extraordinariamente barato, roa
Estreita do Rosario n. 1.
( Collar electro.
At qoe afinal ebegaram os verdadeiros
collares de' Royer, contra as ronvalses das
enancas e faciiitaodo a dentic9o, e estao se
vendendo a 34000 no Musen Elegite
roa Estreita do Roario e. 1.
A3 de 5* por 4^800
Na verdade barato II Facas finas cabo
de balanco com dois botoes a 4800 a da-
zia, om completo sortimento do colhe-
Iberes de electro-pate e facas com cabo de
marfim, talo por preeo beratinbo qoe ad-
mira, no Museo Elegante roa Estreita do
Rosario n. 1.
AS MODISTAS.
No Mu-eu Elegante encontrarlo om com-
pleto sortimento de bico de blond branco
e preto, dito crochet, trancas e franjas de
sena de tod de gales de algodo cousa de lindos dese-
nbos, cambraia franceza branca e preta para
forrar vestidos, retroz de todas as cores,
entremeto* e babados tapados e transparen-
tes e agolbas de ferro, osso e marfim para
crochet, rna Estreita doRosario n. i.
Imitaco de ouro.
O Mosen Elegante vende ricas voltas don-
radas para senboras e tambem meios a te-
recos imitando coral, perola e gata ludo
por presos razoaveis, na roa Estreita do Ro-
sario n, 1.
MHfltilha brasil eir s
No Moseo Elegante roa Estreita do Ro-
sario n. i, vf-n !e-se lindas mantilbas de
a 15|$000, coosa vinda
FAZENDAS EM
LOJA D
A' ra da Imperatriz n. 40
Os proprietarios daloja do Papagaio sciemicim ao respeitavel publico desta
provincia, que esperam maito breve receber um novo sortimento de fazendas moder-
naa, e de bom gosto, e por consegoiote p5em em liqaidag5o as abaixo especificadas:
Relalbos de chita, de cassas e lilas.
Chitas de cores e rdxas de 160, 200 e 240 rs.
La;z nlias tapadas e tr nprenles.
Alpacas lisas e lavradas, de muitas e differentes qualidades e precos.
Cassas de cores de 240 a 30 rs. o covado.
Cortes de cassa chita a 20400 o corte oa a 240 rs. o covado.
Cambraias brancas tapadas a 40 e 50.
Barejes de lia a 320 rs. o covado.
Toalhas de linho do Porto muito grandes a 100000 a duzia.
Metim da India a 000 rs. o covado.
Uazinha pr.-ta de 320, 400 e 440 rs.
Alsaciannas a 10000 o covado,
Cbitas p etas muito finas de 400 at 240 r>,
Esparlhos de linbo e algodo de 350O at 50000.
Camisas de meia, ditas francezas.
Camisas de pe to bordado, lisas, e de pregas com collerinlio e sem elle.
BalOes de panno a 30000, dos mais modernos.
C'dlerinhos de papel com beira de cor etodjsbrancos.
FustQes de cores para vestidos muito largos a 440 rs. o covado.
Coi tes ce casimiras de 40000 at 7000) com quadt ose listras.
E ooiras maltas tocadas que pretendemos riquidar para nao accamular con:
as que espe amos rebeber.
ROUPAS FEITAS EM L.OIMCO
Na luja do Pdpagaio hi um grande Deposito de roupas feh-s do brins e da
casimiras, palttots, calcas, colletes e sobrecasacos, qne se liquidam por precos mnito
baratos.
Sedas labradas de cores.
Liquida-se na loja do Papagaio urna grande porclo de seJas lavradas de cores
que se vendem por precos baratissimos, na ruada Imperatri d. 40, esquina do becco dos
Ftrreiros.
^!
cturuiu
FAZEHDAS BARATAS
RIJA Bt Ol I IU %IIO \. t
S Loja de Carlos Jos de Medeiros & C.
Junto a pha m^ern atntsiicBia.
D9o-se amostras mediante penhor.
Sd
(Sacccssores de Jojiipi de Aducida Pinto)
10R ua larga | to Koaano10
(iatm ib qoariel Wpmvf)
O propr^tarfas fdJrta- cuabeteetiMotoHen i j
MBital *' tlctnitairas prnuet*i do iap-rtoirBe^
SEU PINADO ANTECESSOR os acreditado eul
Bxtrieto aleoofleo, mttfartm. olett, ilntur.
tlbtdra exar. pe dh fEDECOBO, xtt*
DA SALSA Do PAPA; Xropa AQ9tMbmTm
*oau wf, imo w ora d'a^oellf prewktarUc
Oatrusim, seieDtiQcam,Tiaver feito nm coni '
mal* acreditada* lH6WR!a, ac*l
terali'dtrqbarp o pf>prJmHOi >*i
A pbarmacla abrir ae-ha a qnalqoer hoiapda'j
d iematitr-ao re tMMie araveamrar PttA* POttaCUS DE
KKT PWIODICAS, xrp*
**, todo a mamr'prr-
JB6BIO.
? a#**o-nr|dm.
ARMASEM DOS LEOES
RDA DUQUE DE CAXIAS N. 29
Os proprietarios deste grande e bem monU respeitavel publico desta provincia, que se acbam com om variado'ecoronlet > swiimento
de movis, tanto nacionaes como estrangeiros, sendo estes escolhidos capricho por
om dos socios qoe.-a acba actualmente na Europa, e por isso os pod^-m vender mais
Iwats.SO-Yt.BaenoS'de qoe em outra qaalquer parte. O mesm> tem contratado com
M melbores fabricantes daqoeHe conintnte as remessas das mais ricas mobi'ias feiUS
(Mi-. Na officina tem os m^ig habis artistas deate genero, e por is^o aptos a fornecerem
mobilias as mais aperfeicoadas pera as casas da provincia consideradas de primira
ordem. Padem, portioto, que venbam visitar dito estabeleetmen o, onde encontr-.r5o
realidad* do que acabam de expr, passando a eximinarem : ricas e m'pMs mobiliw
deJBoafand, mogno, faia, carvaho, amarello, etc. ete., ricas e elegantes camas de
jajtarandaVpio-st'tim, amarello, etc. etc., guarda-vesiidos de amarello, guarda lo{a de
otwneiffl, amarello, com lampo de pedra, aparadores de dita, dito, com dita.'pdtitt
toatUs, especialmente.para fazer barba, toilettes de Jacaranda e anoarelfo, com pedra,
e mnilos outros artigos de -gesto, que para se nao tornar enfadonho pre*cindimoi de
tzer iMarrao delkiy o qne 60 com vista poderJo apreciar.
-.


8
Kr dr fth*a*iM ,
=n
gtembro d *871
GERaL

conveniente, proponh orna emenda, raen
CMARA DOS DISPUTADOS.
Discusso do elemento terml.
(CoDtra8icfc>).
0 projecto de ici que ora se discate n Jo
I senio salvar i conscienia e a dignidade
do legislador brateiro, nio recuaodo a .te
aqoillo qae os proprio3 senhores de escra-
vos jl reconbeceram possivei, necessaro e
justo.
O artigo da proposta nao dec'arava que
t peculio proveniente do trabalho do es
eravo depende do conseolimenio do s-
nior.
O ilustrado deputado pelo municipio nom-
ino, que tantas vezes tenbo admirado pe >
sea talento e estpdai, destavez, abandonan-
do todas as formas da modestia qae sem-
pw Ib* asseotarara to bem. procorou col-
locar-se lio cima do governo e da commU-
sio especial....
O Su. Duque-Estoaoa Teixeira :Nio
petado.
OSa. Visconde do Rro-Branco (presidea-
-te do conselh):... que o sea brilhante
discurso, a mea ver, perden maito do me-
nt qne tena a* Me So seentregasse a es
ses arrebatameolos de saa opiniio. Nos ou-
vimos pela prmeira vei S. Exc. usar de ex
pressoes que me pareceram verdadeira-
pampanadasjde amor proprio: a cada passo
exclaman S. Exc.: ignorancia de direito,
incuria inexpticavel I E por nma arte
mnito conbecida, de que allava um parla-
mentar raglez, elogios m odium tertii, o I-
lostrado depntado lonvoa a redaccio do
paree r e projecto da commissio especial
do anoo passado.....
O Sr DiWE-EsrftADA Texeira : Fiz
jostifa.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presiden-
te do conseibo):... comparando o traba.
Iho daqnella commissio com a propista que
ora oocupa a altencio da cmara.
Eu vou examinar a ignorancia de direito
e a incuria inexplicavel que o illus're de-
pntado enxergoa na proposta do governo
e no trabalho da commissio deste anoo, e
enlio ver-se base o iftastre deputado pre-
venid), com-) se acha, e levado pelo propo-
sito de combater esta proposta a todo o cos-
to, porqoe julga funesta ao paiz, enganou-
se oa nao em seas severos juizos.
A proposta do governo, como disse, n3o
fallava ao conseotimento do senbor para o
peculio que se devia formar pelo trabaino
dos escravos ou suas economas, O illa- tre
depntado pelo municipio neutro exigi que
lhe dssemos a razio da emenda que o go-
verno recebeu da Ilustrada commissio.
Eu j disse e repito, Sr. presidente, que
o governo nunca cerrou os onvidos ra-
zio ; pelo contrario, manifestou-se sempre
disposto a aceitar,quando convencido,emen-
das proposta que submetleu considera-
fio do poder legislalivo : o qae elle nio
po'lia fazer, o que o3o praticou anda gover-
no algum, nenhum homem de consciencia,
renunciar suas ideas antes de ser conven-
cido do contrario. Foi entretanto, a inti-
maca" i qae se eos fez desde o voto de gra-
gas : declarai que n5o fareis questio da
proposta, disseram nos os Ilustres meoobros
da minora, declarai que aceitareis as nossas
emendas, e isto sem que o debate estivesse
aberto, sem que as emendas apparecessem,
como anda nio appareceram I
A commissio fez esta emenda, e o go-
verno aceitoo-a, porque a emenda nie es-
taDelece principio novo, a idea a mesma:
o peculio pelo trabalho do escravo nio po-
da dar-se, de fado, sem consentimento do
senhor, porque preciso que o senbor dei-
xe 10 escravo tempo para que elle possa
adquirir algum peculio. Eslava Uto suben
tendido; mas, vista da critica apaixonada
com que tena sido discutida esta proposta,
a commissio entendoa que devia tornar ex-
presso o coasent'mento do senbor, e o mi-
nisterio adberio de bora grado essa sug-
ges 3o.
Ah est, pois, explicada a omissio que o
Ilustre deputado noton, e o perfeito accor-
do em que se acba o gabinete com a com-
missio Polia n5o estar de accordo antes
de ser convencido pela Ilustrada commissSo,
sem que isso Ibe ficassemal; mas a verda
ds que i emenda nio consagra idea nova.
(Apoiados.)
A segunda pergunta do Ilustre deputado
refere-se c>llocac3o e garanta que o go-
verno dar a este pecolio ; porqoe a parte
primeira do art. 4o conclaa nestes termos:
t O goerno providenciar sobre a colloca-
C3o e garantas do mesmo pecolio.
O peculio pode ser confiado ao mesmo
senhor, pode servir para a remss5o gradual
dos escravos, como se praticava entre os
hespaohes, que a isso chamavam coarla
don: poda ser collocado em caixas econ-
micas, onde as houver e que oflerecam bas-
tante segurancia ; pode ser dado s adrarais-
IracSes provinciaes e geraes, como se dio
os dinheiros dos orphios, pode ter qnalquer
outra collocacio que se jalgue assaz garan-
tida.
E' materia puramente regulamentar, que
deve ser providenciada segando as circums-
tancias de cada localdade.
Um dos defeitos, ou antes, um dos artifi-
cios com que se impugna esta proposta,
consiste em que, onde ella fogio de ser mi-
nuciosa, os illastres depatados dizem qu-
ba omsaao, que preciso providenciar oeste
ou naqoeH* sentido ; de maoeira que urnas
vezes a proposta pecca por ser prevideote,
outras vezes pecca, pelo contrario, por nio
estabelecer no projecto disposices pura-
mente regulamentares, que so se podem to-
mar segundo as circumstancias de tempo
e de lugar. (Apoiados).
Agora passo ao Io, que trata da suc-
cessio.
O illuslre deputado pelo municipio neutro
nos disse que aqu tinha alterado a nossa
legislacSo servil sobre direitos saccessonos.
Eu por mioba vez perganto ao nobre depu-
tado: consideris a familia do escravo as
mesmas condicSes moraes das familias li-
vres ? Seguramente nSo. Como, pois, que-
ris que esta le, estabelecendo um princi-
pio novo a respeito de succeasio entre es-
cravos, siga em todo e por todo o princi-
pio da nossa legislado civil ? A molber do
escravo lem porventura direito pela legisla-
do vigente, metade dos bens ? Pelas cir-
cumstancias em que se acba, podemos jal
ga-la assaz protegida, para qae nos dispen-
semos de estabelecer condicoes diversas a
respeito do sea direito de successio f
Trantando da traosmissio do pecolio, o
projecto estabeleceu que elle pertenca
conjuge e aoi descendentes e ascendentes
do escravo, de preferencia aos cotlateraes.
Sa o iilostre deputado Dio jolga esta regra
nio pode dixer que ba aqai ig>
direito, qae ni > se applica a le J^H^
Vita
s para a's familias lvres, s familias dos
escravos, que at h"je nfo gotam de se*
melhaote favor.
O nobre depotado foi quem dormiln.
NSo vio que a familia do escravo nio ten
esse direito; que o projecto crea direito
novo. Nio vio qae a familia do escravo
o3o est as con liceos moraes e sieiaes da
familia livre ; e que natural qae o pecolio
do escravo sirva para remir sua mulher,
seus descendentes e ascendentes, que apro-
veie de preferencia a estes, e so na falta
de berdeiros possa ser adjudicado ao fundo
de emancipacio.
O'Sr. Duque Estrada-Teixeira di um
aparte.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conseibo):Sr. presidente, j
v o nobre debutado, pela explicacio que
acabo de dar-lbe, que a questio nio pode
ser collocada no terreno de om direito pre-
existente, mas sim no das conveniencias e
condicoes peculiares do escravo, sna familia
prenles.
O nobre deputado aecuson ignorancia de
direito, -e agora pugna pela preferencia do
qa4 propuzera o projecto da commissSo do
anno passado, ao qae propde commissio
deste anno e ao que est no projecto do
governo. Mas eu vou acompanha lo anda
nesta evol cao, para mo trar que o nobre
deputado nio tera razio, quando diz qae o
projecto do anno passado tambem da va esse
direito de successio aos conjugas.
A proposta do governo est de accordo
com a disposicio do projeeto do anno pas-
sado. Vou ler o | 2^ desee projecto: %
V Cari. 5o). O peculio do etenyo inalie-
navel. Fallecendo este, (be socceier o
descendente no ascendente naordem here-
ditaria estabelecida peta le, e m falta de
herdeiros ser o peculio adjudicao ao fon-
do para emancipagio, de que trata o art. 5
desta lei.
Parece-me que o direita dos coojuges
nio mais attendido por esta disposi$3 do
que o era pela proposta do governo.
O direito dos conjugas foi mais favoreci-
do pela commissio especial deste anaov e
nos adoptamos a sua emenda. Ha nieto
fall? Ha nisto erro que nos possa vetar ?
J v o nubre deputado que, seerraroee,
erramos com a commissio especial do anno-
passado e com o projecto do conselho de
estado. E se o nobre depntado aceita a.
emenda da Ilustrada conwnissao, se ne
tambem concordamos com esta, para qoe
fazer qaestio disto T
O Su. Duque-Estrada Teiieira d um
aparte.
O Sn. Visconde do Rio-Huango (presi-
dente do conseibo): O nobre deputado
pretenden estabelecer um conflicto de amor
pioprio entre o ministerio e as doa com-
misses, comparando ora o trabalbo da
commissio do anno passado com o da nova
commissio e a proposta do governo. ora o
trabalho do governo com o de eada urna
das cooamlssOes. E" tempo perdido. Esta
quesiio de amor proprio nio fica bem a
esta cmara, e menos tea Ingar quando se
trata de assnmptos desta ordena.
Como poderiamos aceitar qnalquer idea
luminosa qae o nobre deputado apresentasse
como emenda, se elle estmala aosso amor
proprio para que nio aceitemos emendas, e
quer que sustentemos a proposta do gover
no como a ultima expressio da sabedoria
humana ?
(Ha diversos apartes).
Olerefam os nobms deputados as suas
Piripndi^
O Sn. \ndrade Figuecra : Nao faco
emendas a este projecto. Para elle s te-
nho um voto negativo.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presiden-
te do conselho): Passo adianto.
O nobre deputado dissenos qae a alfor
ria por contrato de futuros servaos era e$-
ubelecida na proposta do governo sem de-
pendencia de consentimento do senhor, e
que esta restriccio foi adoptada pela com
misso especial. J declarei que o minis-
terio aceila todas as emondas offerecidas
pela Ilustrada commissio especial. Damos
assim prova de que para nos a proposta nio
urna questio de amor proprio, a solu-
eio de grandes interesses socaes, para a
qual devemos todos concorrer de animo sa-
mo, de boa .f, sem caprichos, sem pre-
venc3s taes que nos ceguera osolh'sdc
coreo e 03 do enlendimenlo.
Sr. presidente, o projecto do conselho
de estado do qual foi destacado pela oppo-
scio liberal do senado o artigo que ha
pouco li, e que o Ilustrado enere do gabi-
nete de 16 de julho aceitava. tambem ad,-
mitte a alforria por contrato de futuros ser-
vic-s sem a clausula do ccnsentimento do
senhor. .
O Sn. Perdicao Malheiro :Era melhor
do que com o consentimento do senhor.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho): Ora, Sr. presiden-
te, sede juiz entre taes mordomos I (Risa-
da*).
O nobre deputado pelo mnnicipio neutro
diz que o projecto melhorou, o nobre depu-
tado pela provincia de Minas diz que
peiorou I
O Sr. Perdigao Malheiro : Eu n3o
aceito nem um nem ontro; mas, com o
consentimento do senhor, peior. O me-
Ihoramento apenas apparente.
O Sr. Araujo Lima: Vv. Excs. n2o
querem nada.
(Ha outros apartes.)
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho): Quem deseja a
emancipacio lenta e gradual nio pode des-
prezar estes meios, qoe sio justos e tendem
a esse fim.
A alforria por contrato de fulares servi-
dos, sendo feita com o con?entimento dos
senhores, nio pode trazer inconvenientes.
Se ba quem qneira libertar um escravo, sob
condigio de servir lhe este um certo nume-
ro de annos, e se o senhor nio v inconve-
niente nisso, onde o mal, onde o perigo 1
Um Sn. Deputado :E se o senhor re-
cusar ?
(Ha diversos apartes.)
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conseibo):Sr. presidente, os no-
bres depatados que me interrompem teem
razio nesta parte, mas em sentido diverso
do qne ellos dio anda saa objecco. O
qae verdade qae, no estado actaal das
cousas, nenhum senbor recusar alforria
aos escravos que Ibe offerecam o sen justo
preco. (Apoiados). Esta a verdad^, mas
os nobres depotados dizem que aquillo qoe
fax o senhor livremente, psrigoso qaaodo
estabelecido por lei.
Gomo, porm, 01 OQbWl deputados id-
mittera o /acto e ningna -o contesta, t
commUsi u do
|overnowante iei Pde aupcio-
nar o qoe eslava era pratica, accrescentan-
do-se a clausula do consentimento do se-
afear; para vitw algo casa de abasa la
parte da terceiros. A emenda a coaamis-
alo devia saiisfazer a todos, porqn on taes
alforrias nio terio logar, on serio coosen-
sentidas pelos interesados.
(Ha diversos apartes).
Os nobres deputados qae se mostram lio
exigente, porque nio nos a presentara as
Suas ideas ? i
- O Sn. Perdigo Malheiro :Nio esta
a ccasii '.
O Sr Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conseibo): Oa nio fareis a
emancipacio, senhores, oa baveis de adop-
tar estas ideas Combater a idea capital
do projecto, e al mesmo estes meios lio
moderados, que nada innovam.
O Sr. Perdioo Malheiro : innovara
profundamente, V. Exc. est engaado.
(Ha diversos apartes).
O Sn. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conseibo): Con estas constantes
ioterrapc&es nio me deixam cotfclnir t 9r.
presidente, agora j vou reclamando o ao
silfo de V. Exc.
(O Sr. presidente re :lama attenfio).
O 8n. PerwgAo Malheiro: Estearligo
nraiio' grave, para mira o de mais ira
portaotia.
O Sk. Vbcondi? do -Rio-Branco (prest-
dente do eooselho)rV. Eic. diz agora que
a materia grave, e maito grave, mas-em
sem escripto nos disse qne ella o nio .
O Sr. PuaMbAo- Maukro Nio se en*
contra em nenlwm esoripto meo tpico af-
giH em que diga qae est nriteria nio
grava.
t>S, Viscond do Rio Branca (presi-
den do conoelho):Fallo dos meioa pre-
posios em gerai.
O 8r- PgRDiGAo MAiiiEmo-:Trat do
paragrapho q^-io esi em discassio e qpe
o additivo- dos liberaos do senado-
. (Ha diversos>aparte)i
(O Sk presidente reelama altencio:
' O Su, PerduroMaukirO' d- o n apartn-.
O Sr. Vaowwm do Rio*Bra) (presr
dente do-eonselbo):Qner nesta casa, quei
oa iribuofl do-senado, camo senador,- quer
na imprenea,- como simples cidadioi eu te-
a muita hon- em aceitar o repto de dis-
cossio com o nobre depota^k).
Sr; P3rdAo MKnisn : Tambera-
en o aceito.
(Ha diversos apartes).
(O Sr. presidenta reclama nacamente at
tencio).
O Sn. Peroto.w MALiiF.mO' um- aparte.
OSr Viscniwn do RiO'BaAaico-(presiden-
te do conseibo)':-' Mas qaena est-ofren-
dando ao nobre depotado TE qnandn in-
weo as opinies-4e V. Etc. nio-o faco para
naoiesla-lo.
(Ha diversos-apartes),
O Srt. PREsawrm: pede da-novo attea?io.
OSr. Visera** do Rio Blasco (presiden-
ta-do consol ao) : PerraiUam-me od s
momento de aUeocio e liqaiarei esta aci*
danta.
(Ha varios apartes).
O Sr. Presmsiite :Qoara tem a vr'a o Sr. presidente do ooaselho. Astea-
ajo i
OSr. Viscqnoe do.BioJuauco (presiden-
% do conseibo) O nobre deputado- por
Mioas disse lia pouco, Sr: presidente, qae
sambatia o artigo addttiva. apresentadav no
senailo em todas as suas partes-... j
O Sr. Pewmgo M.\miftO.: NSoJse-
nbor, combatia-o na alforria toreada qfue
o que se consagra nos f 3a e 3o do artigo
que est em discossio.
Q Sa. Visconde do BBOtBranc. (presi-
dente do conselho):Foi til a minha ob-
servacio, porque o-nobre deputado rectifi-
cou o qae eu Ibe linba ouvido, qoe comba-
teria otis viribus aquelle artiga em todaa
as suas partes.
0 Sr. PerdwOiNalheiro:CombatiarO
com todas as suas torcas na parte qas
identi :a ; que se discote.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho):Vamos ao resgato, a
que est redozida a questio ; oa V. Exc.
nega-se completamente a todas as partes0
l!
s
cos
ximo
vo.
tomon-se Oeste
aaiterio qoe agolo
con* aa dora
para flxar eise ra-
annos?
crllino o valor do servico do escra-
lete liberta-se com a condiolo de pa-
Quainlo
O Sr. Perdigao Maiueiro
Miar, eu me explicarev.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do coDselho) : Gomo o nobre de-
putado me tem dado tantos apartes, eu
quera precisar a minha resposta.
OSr. Perdigao Malheiro :Explicar -
me-hej em tempo; nio quero o resgate
por este meio.
OSr. Visconde do Rio-Branco (presiden-
te do conselho): Bem ; o nobre deputa-
do admitte o resgate, mas nio o quer por
este meio, pelo contrato de servicos.
Eu dizia ha pouco que nada se innovava
em relacio ao fado, porque j ha alforrias
concedidas por contratos de servicos, e este
meio est consagrado tambem na legislado
de oulros paizes...
(Trocam-se apartes; o Sr. presidente re-
clama attencio).
Esle meio est consagrado em diversas
legislac&es como direito do escravo inde-
pendentemente da vontade do senbor. Ora,
a commissSo tornou este m-iio de alforria
dependente do consentimento do senhor, e
ainda assim o nobre deputado se oppoe e
acha perigos I
Sr. presidente, os nobres deputados ar-
gumentaos assim, e s vem perigos, por
que fecbam os olhos ao nosso estado social.
(Muitos apoiados da maiora).
A lei nio innova, tratando, em favor dos
proprios senhores, de fazer esta concessio
aos escravos.
O qoe se pode, dixer desta lei o mea-
mo que se dizia em Franca do projecto da
commissio qae adoptou a emancipacio len-
ta e gradu.I; que esta lei concede muito
escravidio e muito pouco (bordada.
(Apelados).
Nos, os defensores da proposta, aceita-
mos esta censura, porque estamos colloca-
do entre os extremos.
Nio queremos ama reforma violenta: oa
nobres depatados sao injustos qaaodo nos
querem por torca levar para as ideas ai-
tremas. (Apoiados da maiora).
Estou persuadido de qoe oa nobres depa-
tados, oppondo-se carao se tem opposto,
radicalmente a esta ordem de ideas, creara
difflcoldades que nio poderiam vencer, te
fossem chamados a convert las em lei.
(Muitos apoiados da raaioria).
O nobre depotado perguntou-nos: por-
que este mximo de sete annos, para os
contratos de servicos, porque o praxo nao e
maior ou menor ?
Sr. presidente, nestaj fjsafO* ba eempre
gar o piteo de soa alforria em servicos
quanto valera os servaos de ora homem
dorante nn anno ? Valem-nelo raen s, de
im a 3001. Poia maltipUai este salario!
por sete annos e a:bareis era resultado um
mximo razoavel.
Ainda p?rgunlou-oos o nobre depntado
porqoe havia de intervir o juiz de orpbios
sestea contratos.
Sr. presidente, des Je qae se trata do
hornera que sabe da condicio de escravo,
obtendo soa liberdade por um contrato de
futuros servicos, necessaro que elle alm
do senbor, tenha oulro protector legal
(Apoiados ds raaioria). Qual ser esse
protector legal, stnio o juiz de orphios?
Era Franca, qoandQ ae tratoo das me-
didas preparatorias aa de chigar-ae
emancipacio simultanea, tambem aa esta-
beleceu por H a intervencio do Juiz em
taes contractos, considerando-se os libertos
nestas coDdiees como aienores emancipa-
dos.
Pode baver aboso, pode a ignorancia do
escravo ser Iludida e motarse om con-
trato, em relacio rdade, prestimo cu
dic&es physicas do eseravo, qoe seja urna
alforria iasoria ,' daqni a neeessidade da
prr.tecci do jmZr porqoe o senhor ni >
pode aeotapabar este liberto por toda
a parte ; o juiz qna o- pode proteger des-
de qme elle saia do dominio do senhor,
para oroprir a condicio de soa alforrii.
O 8. AnnauDE FmntmA-:Abre qoe
est o busilis i
O Sr. VajGONoe do R- Biano (presi-
dente lo cooselbo):*i qoe est a
difl:uldadev diz-ma em aparte o nobre de-
putado i
(h nobres de lutados qoerera fjz-:i>-nos
crer. que boje* a- escravidio no Brazil e- ama
coosa excepcional,, qoe nio tem- correstivo
legal de nenhorae especie, ao- que o- ac-
00880 aos- estabetocimento de esoravos
est interdicto r aatondade *
M4S ietonio exacto; e nomo podara
os nobres-deputados negar esta proleccao
legal que lem quakpier desvalido, qualqner
menor abandonado- por seos pas ?
O'Sr-. AnwiadiKaarama :^tLo gover-
no protege-o liberto por sete annos ?'
OSr> Vbwonde o*)' Rio BRAMna(presi-
dente do eenselno)1:- Os nobres depata-
doai o qo- queris ? Querem. na) prazo-
ma curto, on nio querem conceder este
raeio t
Entre os meios la emanpagio estes
sio- os mais aceitaveist e os nobres deputa-
do dizem-qoeeappriraindo estes meios, sao
maie- generosos Ora W Exea.ao menos
resneitem o nosso bem sensof (Maitos
apondos da raaioria.)
0> Sr Anokade Pkohra : IWo esta-
mos eegos pala paixao propagandista, qae
a9o> enxerga a propri evidencia..
Votes da maiora sOh t
*>Sr. Ajara Luotoir-W. ixes. esli
cegos pela peixio contra a proposta. (Apuia-
dos-da maioa.)
0Sa. VasexwDE do Rio BftAco(presi-
dente do cooselho).:0 5.0- /oi objecto
de reparo da.nobre depntado pelo munici-
pio-neutro. Ahi se estabelece- que a alfor-
ria com a ctaasnfa de servicos dorante cer-
to lempo Dio Qcari annuHada-, pela falta de
iaplimenio da mesraa clausula, mas o. li-
berto sercompelliiio a camarilla por meio
da-trabalho. nos estobeleciraentos- publicoe
ou por contrato de servicos a particu-
lares..
O nobre depntado creio qqe Dio i bpug-
na a dispoigo,. pois apena pergunUiu
quaes os estabelecimentos poblicos oade
possara ser toreados a ivabalbar os que-, fo-
rera libertos con* essa clausula.
O principio j est, adraittido : aquelle
que foi urna vea liberto, anda que com. a
clausula de servir por certo lempo, nio
pode voltar i condicio de escravo ; e se o
nobre deputado me contestasse este prin-
cipio, eu ainda invocara a autortdade do
nobre depntado por Minas Geraes.
A este paragrapho, como ao outro que
trata da revogacjlo de alforria por ingrati
dio, corresponde a dspoc3o do parecer
da commissio do anno passado. quando
d liberdade irrevogavel.
O Sr. Duque Estrada Texeira:E'
muito mais bem redigido.
O Sr. Visconde do Rw-Branco (presiden-
te do conseibo ):Nio farei questio de
forma, e so o nobre deputado quizessa con-
Ci rrer com o sea taleoto para melhorar a
radaccio do projecto, nos aceitaaiamo de
muito bom grado a saa colUboraco.
Como dizia, Sr. presidente, o nobre de-
potado perguntou quaes os estabelecimen
tos pblicos o de podem traba bar esses
libertos, e recordou nos as- seis de 13
de setembro de 1830 e de ti de outabro
de 1837, concernenies a locacoes' de ser-
vicos. -
Se o nosso i Ilustrado oppositor lsse
com mais'aitenco as proprias leis que ci-
tou, abi viria que pela legislado vigente o
lavrdor de servicos, quando falta ao seu
dever, pode ser compellido a trabalbar,
al em prisio.
O que se estatu no projecto para esses
casos ? Que seja o libert compellido a pa-
gar a soa alforria', trabalKando nos' estabe-
lecimentos pblicos ou nos particulares.
Qnaes terio esses estabelecimentos ? Pois
o nobr depotado, tio esclarecido...
O Sr. Duque-Estrada Texeira :Muito
obrigado.
O Sr. Visconde do Rio -Branco (presi-
dente do conselho):...den-se ao trabalho
de dirigir-nos esta pergunta? Pois S.
Exc. nio sabe qae temos os arsenaes, qae
temos fabricas e outros estabelecimentos,
onde o servico livre pode ser admittido e
o nico admiltido ?
O Se. Duque-Estrada Texeira : Eu
sai quanto difScil ao cidadio livre acbar
servico nos arsenaes, quanto mais o lber
tol Eu me tenbo empenhado por alguns
livres e nio tenbo conseguido trabalho para
alies.
O Sr. Araujo Lima : V paixio de com-
bater todo.
O Sr. Duque-Estrada TKrxnaA:-A po-
pulacho desta corte qoe responda.
O Sr. Andrade Figueira :E' aarim
que qaerein preparar r sitaacio d s liber-
tos 1
O Sa. Visdonde do Rio Branco
( presidente do conselho ): Sr.f presi-
dente, nio por falta de respeito ao
nobre deputado, mas porqoe eu ira mai-
to longe, qne deixo de responder a este
seu aparte. Quando o nobre depotado es-
tiver raais sereno, em sna conscieocia rec-
ta em seu juizo Ilustrado, ha de reconhe
cer que taes otyeccoes nada prov.m, oa
pro vara de mais.
Quando vier luz do dia o slvate io dos
nobres doputados.. -
O Sr. Anwiade Fwueira : Nio temos
salvaterio.
O 9. ViecoNDs no Rio Branco (presi-
dente do conselho).., enh admiraremos a
saa previdencia, a soa prudencia, a parrda
sua nnmanidade e da sua philaatropia.
(Muitos apoiados da maroria.) Por gora,
vamos por diaote; os nobres depntados ainda
nio offereceram solacio raelhor, e comba
tem a proposta, nio para nrelhora-la, mas
para torna-la impossivel.
Varas-da tfAtftrA:Jastamente.
O Sa. Vbcowwdo Rio Branco'(presi-
dente do conselho > rPasso ao 7o. Aqoi
o nobre depntado pelo municipio neutro
cantn a victoria; r elle, que combate eate
projecto, eile qaenioquizainda offerecer ran
sobstitutive. porque om- dos partos- mais
laboriosos de qae fallar a historia- parla-
mentar, o do annonciado substitutivo...
K"oL" r.,1 "n'^T-------^rr^"."' "'ari limpio deste discurso; o atoo-de seu patrio*'
i> a. D^pa*ftTiup>turaA 9-4*ri g^ ^no^
abi consegrada, aqoH, Dio havtndo diapo-
sicio nava, contaba evitar o pretexto qne
se tirava desee paragrapho. propez a snp-
pre sio do mesmo paragrapb?, e nos con-
cordaoos.
De todo qoanto hei eifosto, Sr. presi-
dente, ve-aa qae o art. ||nio aterrivel
ama qua se aflgeron ao nobre depntado
pelo municipio neutro. Esse artigo e o 3o
esli era perfeita harmona com o 1* do
projecto ; todoa ellos coostitoem meios de
emancipacio lenta e gradual. E' necessa-
ro considerar aa eracbes futuras, sem es-
quecer a geracao actaal. (Apoiados.)
Se queris a emancipacio, se queris qae
se extinga o mal de qoe tanto sonre o nosso
corpo social necessaro ir raelhor ando a
condicio do escravo. (%poiedos.) tf prt-
ciso desenvolver os seus seotimento Bata-
rae, isto moralisa-lo no interesan de
soa regeneracio e do interesse mesmo 4a-
qnoltes a auera elles devem respailo, ole'
dienciaegratidio. (Apoiados.)
Estas medidas, moderadas eorao sio, nio
olertcem perigo algom; a sna negaeio,
sim. A permanencia da escravidio, como
existe fo'je, qpe nos aneaca de graves
perigos, que nio podem escapar perspica-
cia dusuebres depatados. (Apoiados ; nwito
bam.) i
O projecto, pois, eenbores, como teoes
demonstrada a o-demonstraremo at ae
seu ultimo artigo-, nao* merece a csieuma
que contra elle se tera levantado ; e quem
combate, como tem sido-eombatido levan-
tando qneslde qae serian obstacolbrar
qualquw idea de- reforma,- erra, Sr. prsi^
dente, como ti ve occasiae de diurno prtn-
( Ha outros apartes.)
O Sr. Visconde do Rio Branco ( presi-
dente do conselho):Veja V. Exc:, Sr.
presidente: nos estamos precisando de im-
portar bracos livres, a o nobre deputado
qaer convencer-nos qae j os temos de so-
bra I (Hilaridade.) Qaando assim se com-
bate, nao ha desposta possivei I.,,
S. Duque-Estrada T**S|&A :Phco a
palavra.
mais fcil que a orgaoiaacio do miras
leo.
O Sb. Viscomde do Rio* Branco:;.. o
nobre deputado disse qoe a lei de 1869
tinbe feito orna concessio muito generosa,
estahelecendo o principio da familia entre
os escravos, nao-perra i tti o do as vendas em
leil3o.nem a s^paracio dos-coopoges, cem
a dos-blbos menores de 15-anoos.
Buj disse em aparte, quando o nobre d
petado invocon essa lei, que elle accosa,ra-
se de nma incohcrenea.
Esla-lei foi sem> dnvida muito importante-
mas semelbante nedida repugna com aa
ideas que os nobrea-iteputados- tem ennua-
ciada aa presenta debate. Po om reco-
nbeciaenio de que e deve llaveros seo>-
tiraenioa-da familia entre os escravos; foi
ama restrieco a essa direito de proprieda
de, em que boje a lei nio pode tacar segon*-
do a doatrina dos bs-sos deputeds.
Com-pede passar.aqo essa-. le, que a
nobre depatado or eleva s aovens, e nce-j
aprsenla como una grande feito san, sea
do alias ftiaura de Iota a cmara, e conse-
cuencia necessaria. das ideas eoonciadae-]
pela Commisso especial do anno passa-
do t...
O Sr..Dvque Estrada Teixbiaa d ubi
aparte.
OSr. Visconde do-Rio-Ba*n (presi-
dente de conselho^);Responde o nobre
deputado, duendo nos que o direito roma;
no j coosagrava estes favores.. Pois bem;
se o direito romano, serve neste caso, por
qae nio-servir qaaodo se tratado peculio
e do resgate I (Apoiados.)
Sr. presidente^ nos applaudimos a
dea da lei de 15 da ontobro de 1869, mas
entendemos que ella, estabelseendo a con-
dcc5o dos 15 annos, toi alera do razoavel.
O peosatnento do legislador era vedar a se-
paracao dos Qlbos, que em teoraidade nio
poderlo viver bern tora da companhia de
seos pas; mas o-maior dc-t annos nio.
pode soffrer esta separacio tamo quanto
maior de 15 annos ?
Entendemos, pois, que a lei de 69,
exigindo para a separacio- dos Glbos,. qae
nio sejam maiores de 15 annos...
O Sn. Duque. Estrada. Tei^ira d ara
aparte.
O Sr. Visconde do RjoBranco (presidente
do conselho):Nio esteja o nobre-deputa-
do argumentando de maneira a tornar odio-
sa a disposicio da proposta, porque posso
voliar contra V. Exc. as suas.proprias ae-
mas.
O Sr. Andrade Figueira :Essa disposi-
C3o ds lei de 1869- foi combatida.
O Sr. Visconde; do Rio Branco (presiden-
te do conselho):O nobre depulado est
ouvindo de seu collega, que a disposica i
dessa lei foi combatida, e portanto est S.
Exc. em onidade, e se est em unidade,
ponha-se de accordo comnosco. (Hilaridade.)
Esia disposicio da lei, qoe sem du-ida
muito benfica, porque tende a inspirar ao
escravo sentimentos moraes e religiosos, o
que muito concorre para a innquilltdade
dos senhores, e para que esta reforma se
vi operando como todos desojamos; esta
disposicio pode tambem ter inconvenientes,
dificultando a venda das familias pelo que
nao convem levar o principio alm de seus
limites naturaes. (Apoiados.) O maior de
12 annos poe ser separado, assim como o
maior de 15 annos; o mximo, pois, foi
Qxado na lei de 1869 mais alto do que de-
via ser, e eis porque a emenda da nobre
commissSo, assim como a proposta, redu-
zio-o a 12 annos. -
O nobre deputado oceupou-se ainda com
o 9o, que diz: Fica revogada a ord.
liv. 4o tt. 63, na parle que revoga as alfor-
rias por ingratidio.
Aqu o nobre deputado, usando sempre
da mesma argumentado, procurando torn*r
odiosas as disposices do projecto, referi se
a outra disposicio do mesmo projecto, sup
primida pela commissio, a da alforria do
escravo que salvasse a vida do senhor, e
disse: Queris impr gradio aos se-
nhores, mas nio aos escravos. >
Ora, Sr. presidente, a disposicio censu-
rada pelo nobre deputado foi tambem ^up-
primida pela Ilustrada commissio, por es
casada; querer o nobre deputado raan-
te-la t
O Sr Duque-Estrada Texeira :NSo.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presiden-
te do conselho): Entio como dizeis qoe
queremos a gratidio dos senhores, e nio
queremos a dos escravos ?
O nobre depotado olvidou-se do direito
vigente, Essa disposicio nio nova. O il-
ustrado Sr. Perdigio Malheiro, assim como
o Ilustre jurisconsulto o Sr. Augusto Te-
xeira de Freitas, declarara qua a ordenado
do reino, nesta parte, nio se pode conside
rar em vigor; mas ha decisoes de tribonaea-
em sentido contrario, e entio podia-se fir-
mar o verdadeiro principio nesta lei. Pen-
sando assim, o conselho de estado, onde
tem assento mnitos jurisconsultos distractos,
inserto no sea projecto aquella disposicio.
A Ilustrada commissio desta caare, enten-
dendo qoe o direito vigente o qne se acba
Se queris favorecer a levonra, outroi'
aao os meios, nio o de oppor ara dique a
esta reforma; dique que nio ha veri torcas
que O'pudeseem sustentar contra eaaa tor-
rente impetuosa. Se queris favorecer a
lavoura, preciso dizar-lbe que o sen maior
perigo estar aesse ceg antagonismo entre
0 proprielaricdo escravo ea idea daeaan-
cipasae. (Apoiaaos.) Qe os interesse le-
gitimes dos pronetario de escravos devem
e poden'ser cealiados com oa interesses
da scoiedade, coa a nossa civiluacao, que
reclama a alto orados estareforow-.. (Muito
bem; maitos apoiados >
1 A lavoara teradireito apivieciao-; maa
essa potecco dava ser dada por outros
meios, ajan uio S9aa imprudente propagis
da contra a reforma do estado servil. (Apoiar
dos.) A-- lavour esrece de- bracos, carece
de providencias qaw tendaaa a allma-uido
pesado anas qae sabr etta pesa- (Apoiai-
dos.)
Lendoy senhores* o olliaaa relatorio do
presidente do Instiato Agrcola da Babia a
lamben o relato! do presidente do banco
do Brasil; publicada no Jornal do emmmr-
o de aoje, abi varis as verdadeiras-neces-
sidades dalavooae>;:mas aa coofaodamos
orna instnoicao, qae, se nao fosse reforma*
das prejndicaria gravemente os iateressea
qaetedee nos q aeremos proteger, com. as
pretencSas-legitiraas da lawnra, a aojo pre-
sente e (aturo sa prendera os maie viues
interesase da na$o. (Apoiados.)
0.que-se d entre ns,..Sr. presidente
o mesmo que se- observo em todas as co-
lonias,, ande o trabalho do escravo eja o
agente principal da produccao. Sa eo-na-
desse tornar mais tempo acamara, leria al-
gamas.palavraa de um escriplor hespaatoi,
sobre o estado rural a eoDOiDiee. de Oalka,
a joia mais preciosa das colonias bespaabo-
las, e ver-se-hta qae atli, como no- Brasil,
a lavoura gene sob o peso, de nmaaaorme
divida e toVbida en, sea progresso, nao
obstante as ajparencios de prosperidadepor-
que em geraloslavradores de (uba, como
os do Brasil gyram sm um circulo vicioso,
oano empenbo de resol ver o sen problema
econmico, representara o papel dd Ulysstd
querendo abrir rogos sobre ara movediza
e banbada a todo instante pelas aguas do
mar E. qual a cansa principal, senhores.
desta siaacio difbxii e affictiva ? O mal
vera sem duvida dessa oatitaico condemna-
da em soa principio, e qae por toda a parte
prodnzio os mearnos tractos que tem, dado
entre nos. (Apoiados. Maito bem, maito
bem.)
{O orador felicitado por maitos Srs. de-
patados.)
O SR. PERDIGAD MALHEIRO (Altencio:)
Sinto, Sr. presidente, na hora adiantada
era que se achara os traballios. desta augus-
ta cmara abosar por algum tempo da sua
altencio (nio apoiados), mas devo| faze-lo
por varios motivos.
Alguns Srs. deputados retiram-se do re-
tinto ; o Sr. presidente reclama atteacio.
O Sn. Fontss : A mssio da maioria
est comprida.
O Sr. Perdigao Malheiro : Primeiro,
porque eu devo resposta ao nobre ministro
da agricultura, ao Sr. presidente do conse-
lho, cuja ausencia deploro ( apoiados), e a
alguns dos nobres colegas que nos seus
discursos impugnaran! ideas por mim aven-
tadas, e principios que snstentei em varios
escriptos meas, chamando-me assim de
novo ao dnbate ; aos quaes, portento, en-
tendo dever de cavalheirismo dar urna res-
posta, que abreviarei quanto me seja pos-
sivei.
Em segundo lugar, porqoe eu teucionava
a principio fallar segunda vez sobre o art.
l. da proposta, que contm a idea funda-
mental deste reforma, assim como ao manos
1/2 ou 1 hora em cada um dos subsequen-
tes artigos qae contm todos medidas gra-
vsimas, no mea mpdo de pensar; mas
por tal forma tem-se precipitado e atropel-
lado todo, que tenbo me visto na triste e
dura neeessidade de esperar a primeira op-
poriunidade para dixer alguma coosa, dei-
xando o maior deaeovolvimento para' a 3.a
discussio.
Nio Sr. presidente, qae ea nutra a es-
perance (que j perd completamente) de
qua o governo arripie carreira nesta refor-
ma (apoiados da opposigio), nem tio ponoo
qoe eu tenha a felicidade de ver disentida
a materia (apoiados da opposicio); os en-
cerrndolos qne ae tem succedido a discur-
sos importantes, em qae se ha sensatemen-
te disentido por parte da opposicjfo, rara
aera resposta por parte do governo e da
maioria, tem me feito rateiraorante^dastvilte-
cer; e ainda boje em om artigo
do Commroio, qoe soppoobo inspirado palo
governo (apoiados da oppo*1^!!6-^
tracado emboas palavraa o procadiraeato
do governo e da maioria -.^VJf'
(Apoiadia da oppoaioio.) Eti aa regostas
aos discurso di miona,
(Oatiwir-wAa.)
YoopiAfli^u ootwfcftlfiAAi




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