Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12478


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Full Text
AMO XLVII. NUMERO 2021
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tiU i CAPITAL & IDCAES OIBS IAO SI fkik MITI.
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TERCA FEMA 5 DE SETEMBRO BE It8.
IriU MITO B T01A DA FMOTHCIA.
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ror boto dito* don .
Ptr i auno (km .

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Propriedade de Manoel Fgruoiro* de Faria Rlho.
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------------------------
Acunnit
* ^-<*** A^ lveo i^^ Aoteoi Marqnee da St*. b. itl
Poroira d'Alnwida, ern Mamangnape ;Fellppe Estrella C, na Paraajba; Antonio Joto Gome*, na VHU da Peona; Bota-atino dot Senlot Baldo, en Santo Ando; Dontinfoi Jos da Costa Braga,
__________________ m W>1>retb: ADtonio Ferreira de A^'". Gju.m Francino Tavare* da Coota. em Alagoaa; Dr. Jos* Martina Alvos, na Babia; o Loito, Sorqanbo C. no Bjo de Janeiro.
tal;/oef Jo*
9- "
?era da prorlacla.
DHDIENTI NUliDC AGOSTO BE 1871.
Actos :
O vicepresidente da provincia, leudando
no que re cuerea o alfares do 8* baialbio da infan-
tina da guarJa nacional do municipio do ltcife
Joio Perreira Meadas Guimaries, e a vista do qae
informou o cominandante superior reapectivj em
. offlcio o. 168 de SI do crrante, e parecer da jun-
ta de salida, que o julgou ineapaz de continuar no
trrico activo, resolve, de conformidad* coni o art.
69 da le, o. 602 de 19 de seterabr* de 1850, iraus-
eri-lo para o da reserva, a cajo i* batalhio ficar
aggregado.
O vice-presidenle da provincia, attenlendo
ao que requeren o tenente coronel commandable
do batalhio n 3S de infamarla da guarda nacional
di municipio do Brejo, Didier d> llego Maciel, o a
vista da informaco do respectivo commao Jante
superior de 6 do correte, resolve de conformid i-
ds cjui u art. 45 do drelo n. 1,130 de 12 de
maree de 1853, qae se Ibe d a guia de qaa trata
o mesmo artigo, para o municipio de Cimbres,
tonda fixou a sua residencia.
O viea-presideote da provincia, altendenlo ao
}aa requareu o alfares aggregado do i* batalbo
> servido da reserva da guarda nacional da pro-
vincia do Para, Manoel de Araujo Lim, e a vista
a qu* uf srm >u o respectivo eommaodante supe-
rior em cilicio n. 169 de 22 do corrate, resolve
designar o priuieiro batalbo do mesmo servico
deste municipio, afim de ser a ella aggregado.
O vice-presidente da provtaoia, de contormidade
eom a proposu do Dr. ebefe de polica n. 1,119 de
li do eorreote, resolve crear mais um don i tj
do subdelegada no termo de S. Bento, com a da-
aomina$io de Cachoeirinha, e os limites segua-
te* : coraecar da casa nova em liaba recta para
o tul at eaeoolrar a estrada aova, qae da villa
da S. Bsnto se dirige a matta, e seguir por esta
ate eaconliar o* limites delia com a freguetia do
Aitinho, fieandifcompreheodidos dentro desses li-
mites as casas da razeada velba do Riacbo do il-
oado eapitio Ji-io Barbosa Maciel, e a fazenda ve-
iba da valla do lina lo Francisco Com! i da Coa-
ouieio.
O vicepresidente da provincia, de conformi-
dada eom a proposta di Dr. ebefe de polica em
oficio a. t, 149, de Si do corrate resolve, nomear
para o cargo de subdelegado do districto de Ci-
choeirinba, do termo de S. Beato, o cidiJo Ma
noel Joaquina Pacheco, e para o* dos respectivos
aupplenies os seguiotes na ordem em que vio col
locados:
Antonio Corroa da Rocha, Francisco Teizeira de
Pauta, Francisco Siraoes da Macado, Lucio da Crnz
Cordeiro, Manoel Simdes Ruarte, Antonio Gui-
Iberrae deOliveira. -Expedirara-se as necessarias
communicacoas.
Offieios:
A inspector da tbesouraria de fazenda iraus-
mimado para os lias convenanles a ordem do (be-
sjuru nacianal, sob n. i^-d->^e"Jalhot,,TBV
timo.
""Por essa tbesouraria manden-se pagar:
A) gerente da companbia peraambucana a quao-
Companhia P.-rnarabucana. A tbesouraria de
fazenda cora afllcio desia data.
Companhia Pernambueana.Dirija-se a tbesou-
raria de fazenda.
, Eipilio Jos da Silva e Azevelo. -Informe o Sr.
brigadero commandante dai armas.
IrmanJtde de Nossa Se inora da Boa-V.agem.
Informe o Sr. inspector da tbesouraria provin-
cial.
Joao Martins Ponte-. Passe.
Joio Sal vino de Souza Paixe. Remedido ao Sr.i
bngadeiro commaadante das armas para mandar
passar.
lia de 29*332 rs., proveniente de comedorias da-
das par canta do miaisteri i da guerra, a bordo dos
vapores d'aquella compaobla a diversos, qae Uve-
ram passageos de amas para ontras provincias
durante o mez de julbo ultimo. ^^
Ao mesmo, a de 761999 rs., em que inpoi-
taram as comedorias fornecidas por coala do mi-
nisterio da guerra a diwsos (|ualiveram passa
gen de urnas para ou'.ras provincias noAmeies de
julo e agoUo deste anfle
nos mez
Joao Paulo Rosa Cessa.Iofo:mj o Sr. provedor
da Santa Casa de Misericordia.
Jos dos Santos Ohveira.-Informe o Sr. inspec-
tor do arsenal de marioha.
Jos Ignacio Avilla.A tbesouraria provincial
com offlcio des la data.
Joaquim Pereira da Silva.-Remettido ao Sr.
inspector da tbesouraria de fazenda para mandar
pagar ao supplicanle a quantia a que ti ver di-
reito.
loaqoim Porfirio de Araujo.Ao Dr. director ge-
ral interino da instrnecio publica para alteader
ao supphcanle nos termos de sua informaco de
23 do corrente.
Minoel Peres Campello Jaeome da Gama.In-
forme c Sr. director das obras publicas.
Manuel do Nascimeato Rodrigues Franca. No-i
esl vago o lugar que pretende o supplicanle, se
gundo consta das informacSes.
Manoel Malaquias de Camargo.Informa o Sr.
director do arsenal de guerra.
Miguel RibeJro Pavo.Remettido ao Sr. direc-
tor do arsenal da guerra para mandar passar.
Rosa Margarida de Jess. Sallando o attestado
junto volle.
Hotilio Tolentino de Figueirado Lima.Informe
o Sr. commandante superior da guarda nacional do
municipio do Gibo.
Theoliodo Augusto do Reg.Informe o Sr. com-
mandante superior da guarda nacional do muni-
cipio de Nazareth.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Offlcio : -
Ao inspector da thesoararia provincial, re-
metiendo de ordem da presidencia e para os Has
convenienls, copla do cilicio, em que o engenbei-
ro fiscal interino da estrada de ferro do Recife ao
Caxaoga, participou que o gerente daquella estra
da eqtraria boje com o primeiro trimesjre da
quantia com que a companhia obrigoa-se para
com os cofres pubneo? segundo o aeeordo de 13
de abril ultimo.
EXPEDIENTE DO DA 25 DE AGOSTO.
Actos :
O vice presidente da provincia, a vista do
offlcio do doutor chefe de polica n. 966 de 17 de
julho ultimo, resolve conceder a exooeraco que
pedio o cidauao Thomaz Jos de Aquino Pereira,
do lugar de subdelegado do primeiro districto do
termo do Banito, e demittido do cargo de terceiro
supplente do dito subdelegado, o cidado Franeel-
[ lino de Mello Cabral.
O vice-^residenie da provincia} de confor-
roidade com a proposla do dotor ebefe da policia
a>A6 de iLitUlQ ^roximKflB0! resolve. no
mear parT Pp^de abdelfado do prtttleTr
districto da termo do Boaito o ac.ual primeiro sup-
plente, Jos Cypriano Bezerra de Mello, e para o
lugar deixado vago por este, e para o de terceiro
supplente, os cidadaos seguintes, na ordem de sua
colloeacao : alferes Francisco Tiburcio de Mello e
Silva, e Joaquim Antonio de Vasconcelos.
.JA vice-presidente da provincia, tendo em
vista-o que expoz o doutor director geral interino
da instroeco publica, em offlcio de 21 do corra-
te, sob n. 305, resolve nomear Pedro Ferreira Lei-
te, para reger interinamente a cadeira de iastruc-
cao primaria da fraguezia de S. Jos de Ingazeira,
Pela tbesouraria provincial lambes BUradou- mediaute a gratificacao aunual de seis ceatos mil
reis.
O vlce-presiiante da provincia, attendendo
ao que expoz oangenheifo bacal interino da es-
trada de ferro do Recifa a Caxanga, em offlcio de
23 do carrete, resolve approvar a planta e eleva-
c5es da eslaco typo do ramal dos A lili tos da mes-
ma estrada, e bem assim o typo normal da via
permanente a censtrulr-se naquelle lagar.Expe-
diranwe as necessarias commaoicaijoes.
Offlcios :
Ao excellenlissimo presidente do Rio Grande
do Norte, lizando llcar intairado de haver presta-
do juramento e lomado posse no dia 17 do cr-
reme, da administradlo dsssa provincia.
Ao da Parahybi, respondando com o offlcio
junto i)or capia, ao de 16 do corrente, sob d. 2032,
em qua sollicitmi a remessa do restante dos objec-
tos, pertencentes ao pharoi do Cabedello.
Ao vigario capitular para informar acerca do
que expoe no incluso requerimento, o vigario da
freguezia de S. Caetano da Raposa, reverendo Ga-
llado Firmo da Sil veira Cavalcaat.
Ao brigadeiro commandante das armas, re-
eommendaaJo a expedigo de suas ordens, para
que os corpos de liaba, existentes nesta capital,
reunidos aos da guarda nacional, que serlo pos-
tos a sua disposicae, formem em parada no cam-
po das Princezas, sob' o commando de quem por
iei competir, TS boras da tarde do da 7 de se-
lembro vindouro, afim de solemnizar o anniversa-
rio da in lependencia do Brasil, devendo entender-
se eom o commandante superior do Recife acerca
da guarnidlo desse dia, que ser prestida pela
guarda nacional que) nao marchar. Offlciou-se
neste sentido ao commanJante supercx.
Ao mesmo para emitlir sea parecer acerca
da materia, de que trata o offlcio, junto por copia
do commandante do corpo de policia relativamen-
te ao eonselbo de investigarlo a que tm de ser
submettido o ex-capitao d'aquelle corpo, Manoel
Lonrenco da Silva.
Ao mesmo transmittindo para os os conve-
nientes a relaeio de altera^oes bavida no mez de
julho ultimo com o capillo graduado do 2 bata-
lhio de infamara Lua Francisco de Paula de Al-
buqaerqne Msranblo, qae se aeba servlndo de aja-
dante de ordens da presidencia do Piauny.
ao mesmo declarando pira os flus conve-
nientes, qae os exercicios bygienicos dos presos da
casa de deteoclo teem lugar diariamente de ma-
nbla das 11 boras ao msio dia, e a tarde das 3
as X horas.
Ao inspector da tbesouraria de fazenda inte-
raado-o de baver o conselheiro presidente da re-
laclo concedido a 23 do corrente lo dias de licn-
51 com todos os vencimentos, na forma da le, ao
bacharel Jos Juhio Rigueira Pinto de Souza, juii
municipal e de orpbaos do termo do Rio Formoso,
e interino de direito da comarca do mesmo nomt.
Por e-satheso'iraria mandou-se pagar :
Ao gerente da Companhia Pernambueana a
quantia de 16*666 rs. despendida com'o forneci-
rneato de alimentos a bordo do vapor Uandah,
aos presos e respectiva escolta, que por eonta do
ministerio da justica, foram transportados de;U
capital para Maceio emianho deste anoo.
Ao mesmo a de 80JOOO, provenienle de eomedo
ras abnalos por coala do ministerio da justica
a bordo dos vapores daquella companhia a diver-
ue tirerim passageas de amas para outrat
acias, durante- os mezas de maio e juoho deste
se pagar : A Candido Bmigdio Pereira Lbaa
quantia de li'OO, de que trata o 2* do art. Ti
da Iei do orcameato vigeota^j^e Jbat flcou a de
ver de seus veucimeios, 1 fnalioaile de guarda
da repartidlo das obras potincas.
A' Jos Ignacio d'Avila a de 3l:IM*33J r.s,
proveniente da terceira presuco, qae lem elle
dircila na |ualidade de arredilante das obras do
paijo da asseiiibll legi-laiva^Rviocial.
A' IVniiuo Antonio Rodrigues a de 4o* rs.,
correspofMte ao aluguel da casa que servo de
auartel ao destacamento do districto dos Afoga-
os.Coaimunicou-se ao Dr. ebefe de policia.
Ao inspector da satide do parte ileclaflaado,
en respo-ta ao sea offlcio, haver resolvidowib
melter a decisao do goveruo imperial as duvidas
suscitadas entre a (hesonraria de fazenla e essa
inspectora, acerca da arrecadaclo dos emolumen-
tos das cartas de sale; continuando entretanto,
comoaiiteriorounie a serem cobrados por essa ra-
particio, e nao por aquella, como se Uh.a deter-
mnalo em 12 do correle mez Nestfwitidoof-
ciou-se tbesouraria de fazenda.
Ao director do arsenal de guerra para man-
dar concertar com urgencia o armamento, que
para ene fim Ihe fr mandado apresentar de parte
do commandante do segundo batalhio de infanta
ra da guarda naeional deste municipio. Commu-
aicou-se ao ccmajandanie superior.
Ao engenbeiro encarrilado das obras geraes
dizendo que pode, enlre as propostas que devolve
relativas a eclloeaeo de cabidas e pratileiras no
quartel do segando batalhio de nfantaria, prefe-
rir a de Manoel Ramos de Souza, por ser a mais
ventajosa a fazenda nacional, visto ofTerecer esse
propooente o abate de 5 por cento sobre a quantia
de 891*700 rs., em que foiprcado esse serviqo.
Commnnicou-ee a ihesourania de fazenda.
Ao engenbeiro fiscala atapreza da illumi-
nacao publica desta capital, declarando em res-
posta ao sen offlcio, qae faca elTeciiva a pena, a
qua est sogaita aquella empreza por ter deixado
apagar-s*2*ios lamperas na noite de 16 do cor
reala avia freguezia da Boa-Vista.
Portaras:
Ao eonselbo de compras do arsenal de guer-
ra para promover o forneciraenlo de objectos ne-
eessarios a eofermari da companhia de educan-
dos d'aquells arsenal, e constantes do incluso pe
dida.
A amara municipal da Cabrob, solicitando
a remessa do arroiaraento dos subditos bitnicos,
aMsoies ao sao muoieipio, como se Ibe reeom-
menou em circular de 9 da maio deste anno.
Aos agentes da companhia de navegaclo
braJDelra, manpindo dar transporte at a corte no
vapor Prtitnte, por conta do ministerio da ma-
rioha, ao forriei do corpo de imperiaes marinbei-
ros, Cyrillo Anaeleto da Silv*a.
Daipacbos :
Abaixo assigoados proprietarlos Je padarias, re-
tinaras a ootros estabelecimentos que trabalham
com fago existentes nesta cidade.A' cmara mu
niemal do Ratita para tomar na eoasidaracao que
Iba maraear, propondo o que julgar conveniente.
Antonio Wiirutio Pinto Baodeira de Accioly Vas-
coocsUoa. Aguarde o suppcaote qae a assera-
bla praviacii marque quota para sea paga
da Jasas Ferreira.-:
haver Jos Augusto de Araujo arrematado por...
2:826*000 ananaes e dureoia um trienaio o im-
poeto de 800 rs. por cabaca le gado vaccam na
comarca da Garaahoas aotiga divisan, e declaran
do em respaila que approva essa arrematacae.
Ao mesmo aatoniando-o a proceder nos tar
raos de saa informaco acerca do pagaraealo da
quantia da 48*000 proveciente do alague! de am
aasu, veoeldo am 18 do auto ultimo, da caa qae
ansve de quartel ao dastacsaanla Jta freguezia da
Munbeca.-':.. w^
Ao mesmo para qua faja abonar ao alfares
dp corpo de polica, Jos Pereirida Silva Guiraa-
ris, que segas para Fiares d'oada veis conduzin
do erimiaesoa, a quantia da 120*000, como ajuda
de casto.Communicou-se ao commandante do
corpo.
Ao mesmo coaeedendo autorisagao, qae soli-
citou para frzer passar par aaiprestimo a quantia
de 33:000* da eaixa da depsitos para a do axar-
cicio aetnal, a tira de occorrer-te aos pagamentos
das daspezas relativas ao mesmo exercicio deven-
do aquella caixa ser iodemmsada logo que for pos*
sivel.
Ao mesmo iateiraado o de haver approvaJo
a coBpra, que segundo a escriplura, jnota por
copia, e em vista d auiorlaaio da presidencia,
fsas delegado do termo de Tacaratd. de urna casa
partencente a Antonio de Freilas Fragoso de Arau-
jo para s*vir de cadeiao'aquaile ttrmo, e recom-
raen Jan Jo qae mande pagar ao padre Antonio
Firmioo de Novaea a quantia de 1:500*000 prove-
nienle de tal compra, devendo usa deipeza ser le
vada a verba do art. 41 da Iei do orcameoto vigen-
..Offlcio^ ueste saaid, a. ^claefe de poli-
Portarla*!* ....
Ao conselho de compras de arsenal de ma-
nnha autorisando-o a promover a acquisiclo dos
objectos mencionados em sen offlcio de 23 do cor-
reate, visto serem precisas para provimento do
respectivo almsxarifado.
Despachos : '
Abaixo assigaados os suardas da luminaQio pu-
blica desta cidade.ladeferido.
Aatonlo Caetano Martins Veira.Como requer
e coramunique-se ao commandante do corpo de
policia.
Corioiano de Abren a Silva.Nao tem lagar o
qae requer em vista das nformaoSos.
Companhia Peroambucaea.Qirija-sea tbesou-
raria de fazenda.
Companhia Pernambueana.A' tbesouraria da
fazeoda eom offlcio desta dala.
Joaquim de Albuquerque Barros Guimare.
Nlo tem lagar o que requer em vista da infor-
madlo.
Padre Miguel A marico Pereira de Souza. Inf r-
me o Sr. inspector da thasouraria provineial,
Paulo Jos Gomes & Costa.loforme o Sr. en-
genheiro flseal da estrada de ferro do Recife S.
Francisco.
Viscondessa de Loares.Sha, pagos os direitos
Dacionaea.
Viscondessa de Loares.Sim, pagos os direitos
naeionaas.
THTERIOR.
de
aneado,
^"sjyfco"
mku3Brk
Aagusto Pereira da Carvalbo e Pe
citada Paraaioa Pereira de Cavalbo e ootros.In
ferote a samara moaicipal dasta cidade.
Pereira Lobo.A tbesouraria
ir*3El
desta data.
OrntUmo laarqas de Macado Nao est va-
fe latir soltteitado. como consta das informa-
Sea.
A* -.Bastos A Martins a de 183*500 rs. em qae
importod ama aleatifa e tapete comprados para a
saia ios lentes da Paculdade de Direito.Com-
municoa-se,ao eogenheiro eaearregado das obras
geraes.
Ao inspector da Uttjoararia provincial aecu-
saado a recepcio do offleVo em qae particpoa
Correspondeaela do Diarlo
l*eraambiico.
PAItAIIYBA, 2 DE SETEMBRO
Approveilo a offlciesidade de am amigo do com-
merclo, que segu hoja para essa nos taes soi-disant
paquetes, para escrever-lhe algamas liohas,
adiantando assim parle do que tera a dizer pelo
Cruzeiro do Sul, que espera-se do norte at 7 do
corrente.'
O cosleiro Pirapama, chegado hontem, foi porta-
dor da quantia de 150:000*, remettidos pela tbe-
souraria de fazenda dessa provincia ao nosso Ihe-
souro, restantes do emprestimo coolrabido no banco
do Brasil pelo Exm. Sr. senador Almeda e Albu-
querque, por coola da provincia, do qual j Ihe
teoho fallado em ontras anteriores.
Com as sbmmas recebidas Qcar a administraclo
habilitada a por era dia os vencimentos atrasados
de todos os erapregados pblicos; poder satisfa-
zer algnns compromisos do thesouro com credo-
res antigos para modificar seu passivo e a despeza
dos juros, e ter recursos para continuar alguns
servicos de mxima utilidade publica, parausados
at o presente por falta de numerario.
Tenho couflanca, pois, que o Exm. Sr. Dr. Jos
Evaristo tratar de utilisar da forma mais conve-
niente o bem da provincia o producto do referido
e.npraslimo, at que entre a receta da nova safra,
que promette ser abundante em todos os ramos de
uossa prodcelo.
A proposito, acabam de mo3lrar-me um nu-
mero do Jornal do Recife, em que vem impressa
lerceira verrina contra o digno vice-presidente,
abundando como as anteriores em lugares com-
muus e declamacoe3 vagas, alm das contradices
usuaes e inverdades costumHras.
Nlo me occoparei de refuta-(a em todos os
pontos, porque Isto seria um trabalho enfadonho
que em nada approveitaria; limito-me, a fazer-lhe
ligeiras observa^oes, aflra de que certas asseredes
nao passem sem o devido protesto.
Com reanlo ao carcter de S. Fxc. dii o insi-
dioso rabiscador, que elle nolavei pela sobser-
viencia, dubiedade e fraqueza indisiveis, de modo
que nao Ihe dado assumir a verdadeira poslo
de administrador.
Isto, em bons termos, quer dizer qae S. Exe. nio
se dirige por si; que iufluenciado por accessores
na decisao dos negocios da provincia I
Ainda nao bouve quem se lembrasse aqu de
proferir semelhante bernardice; porque se o nies-
se seria repellido com asco por lados que conua-
cem de perto o distincto viee-presidte.
Estava isto reservado para o censor da actual
administraclo, qae, alo sendo da trra, ignora a
biograph'a dos nossos homens, e julga todos pela
fazenda qae tem em casi.
Urna barretada do amigo Frucioso por to delica-
da amabilidde I
Mais abaixo, porm, com referencia adminis-
traclo de S. Exc, exprime-se do modo segainte,
qae transcrevo sem alteracao de ama virgula: '
< O Sr. Dr. Jos Evaristo, querendo mostrar-se
c activo, tem excedido das suas attribaicdas, e por
< este faoto tem cabido em completa antipathia de
< seus correligionarios. \
. c S. Exe. nao qner faaer poltica, como amito
c bem se deprebeade da toa attitude; quer,
porm, governar e governar assim moda de
< Napolelo III etc.
Primeiro, o vice-presidente nao govsrna por si,
dirigido; depots excede de suas attribaicoes e
governa moda do segando impeno francez! Que
embroglio I
E" realmente digna de lastima semelhante coa-
tradiecio I
Mas nao labe porqae dit o artigaista, qne llioa pasilanim
Exe. excede de sau atlribaioSas T Nao; porq
Eu Ihe digo.
E' porque S. Exc. obriga o chefe de policia a
sabir da enema em qae presiste; faz visitas i ea-
deia, onde essa autoridade quasi nuncapoe os pl;
determina qne sajara postos am libtrdade bo-
rneas qae exisiem presos ha mesas sem colpa for-
mada; nio pactua com os fornecedores de r "
dos presos; nsm contemporisa oom o releixo,
o encontr.
Eis a razio porqae o articulista acensa S.
por esta tacto, tem incorriJo na antipatnia da seos
correligionario! | ^^
Biitm Uneatii amia I
alais respailo ao parito eoosarvador; era preci-
so que os eorrelifioatrios de S. Excossem boten-
totes, oa da btU do censor, para lpera- Ihe oge-
riza pelea motivos indicados.
Bem ao contrario, a conducta de S. Exc. tem
sido applaudida indistinctamenle por gregos e
iroyanoa; porqae a raoraliJaie e usiioa Inte-
ressara ao commum da sociedade, e devem ser
teladas par todas as polticas.
E falso que S. Exc. teaha contribuido, de qual-
quer modo, pan desharmouisar sen partido oa
proviocia, como msiaua o articulista,
O accordo entre os priocipaes chefes raaotem-se,
mais oa menos, do mesmo modo qne sempra se
manleve; p-desconlaolamenlo passagero, de um oa
oatro membro, embora importante do. partido, por
motivs secundarios de admiaislracio, nao pode
traduzir-3e por estremecimento em suas lleiras.
O qae se da nesta provincia, bem que em insig-
nilieaote asala, observa-se em grandes propor^Ses
na quasi totadade das provincias do imperio;
por conseguale nao admira que fosse esta trra
infeccionada pelo contagio de suas irraas, e man-
lenha tambem seu pedaoo de ma caminho.
E isto vicio iolterente a todas oa partid>s qae
gavernam, e que s causa estranbeza e admiradlo
aos parvos a idiotas.
A insistencia de aiiribuir-.se a S> Exc. ponto de
contacto eom o partido adverso urna bomba, que
se aura para ora da proviocia, aflm de prodazir
effejto ao longe.
Mas a imbecilidade da tal aleivo, na opiniao do
Fraetooso, corre pareloas com a inepcia do escri-
vinhador, qne til vez se persuala qae S. Exc.
compleUmenie descoohecido do guverno na cor-
te.
Ainda neste ponto perde seu tempo o censor;
porque ha de reconheser de prsenle e futuro, que
esta soltando palavras ao vento : as?evero-lhe de
urna vez para sempre, qae impotente para aba-
lar os merecidos crditos que 5. Kxc. goza como
homem de partido.
Saiba, pois, qae as crencas polticas de saa vic-
tima datam da infancia; qae ellas sao mui arrai-
gadas e asss conbecidas; e por corto nio se com-
parara eom as de oairos.que, sem o meaor rebaoo,
dixetn servir a poltica dominante por interesse pe-
cuniario do lagar qae occapam.....
E gente desta laia que pretende apossar-se do
puritanismo da idea I
Que mis*ra I
O eslribilbo de que S. Exc. arroga privativamen-
te si a gloria do emprestimo eootrahido pela pro-
vincia com o banco do Brasil, nlo foi esquecido
ainda esta ver,
B' ama coarctada de ma gosto, cajo lim traas-
parate por deraais conhecido ; mas ainda neste
ponto perde o inzoneiro sea tempo porque a intri-
ga nao ha de vingar.
O publico todo sabe da marcha qae teve este
negocio a do modo porque foi realisado, e tem na
devida Anta os relevantes servicos prestados em
tal assuoBto, quer pelo actual vice-presidente da
provinci*ajftaer pelo digno senador Prederico de
Alme'-1 1 qqnerque.
iois, o artioaava dnapiindf iiit r-
udo parianoBOtar, procarradu reven-
jiw.. ..-sua inaividaalidade glorias que nin-
guera usurpou loe, porqae ba de ncar sem o pa-
gamento de to afanoso trabalho.
O Exm. senador tem bastante pratica do mundo
e dessas miseraveis intnguinbas para que Ibes
preste a menor alienlo, tomando a nuvem por
Juno.
Diz o gratuito detractor da actual administraclo,
3ue acensase a policia por falta de seguranca in-
ividual; e, para desculpar a incuria e releixo
que vai nesse ramo de servico publico, e pergun-
taque pode fazer essa ntidade sem auxilio da
primeira autoridade da provincia ?
A argucia deplora val.
Mas quando negou S. Exc. forca ao chefe de
policia para captura dos criminosos; quando sua
accio na repressao do* eximes soffreu embaraco
da parte da vice-presidencia?
E' o que resta saber-se; e eu duvido que ja-
mis e possa provar de qualquer modo sem so-
phisma.
Adenla increpa o articulista o Sr. Dr. Jos
Evaristo pelo rao aspecto dos negocios de Pianc 1
E' admiravel que sahindo os artigos contra S.
Exc, segundo voz publica, do laboratorio da po-
liciaco articule semelhante aecusacio 1
Nio ha desplante maior,*nem cyaismo mais apu-
rado I
Pois alo foi o desazo e fraquesa da polica qne
levou aquella iufeliz comarca ao triste estado em
qae je acba?
Nlo foram as pitadas do lino prioceza, offereci-
das no alto sertao a certo criminoso importante
aeompanhadas dezunbaias e tratamento honori-
ticoi convivencia reciproca e presentes
com agradecimento, qae acorocoaram as scenas
que all se deram ?
Ora, meu senhor, outro offlcio, do contrario
serei obrigado a esmiucar muita cousa de qae
nio quero agora cecupar-me, por guardar anda
certas conveaieacias qae talvez tenha de pdr
margera, para melhor acompanhar o ceasor na
dicassio dos aegocios polticos desta boa trra, em
que por forca quer metter o nariz, sem que d'abi
ibe-proveoha resultado algum, que nao seja am
bom par de inimisades e desaueic^es.
As queixas que se articulam as columnas do
Jornal do Recife contra a administraclo de S. Exc.
do mesmo modo que as impressas no orgio liberal
a Reforma Ja curte, -contra a gerencia do vene-
rando e illustre senador Frederico de Almeda e
Albaqnerque, nlo exprimem mais do que o des-
gosto de am oa outro individuo atacado era seu
amor proprio, ou despeitado por iateresses incon-
fessaveis.
Ellas nio faxem brecha no credido de ninguam,
oio podem abalar repulacio alguma, nem resis-
tem mais insigniflcanie analyse.
Consolem se as victimas do despeito, porqae os
homens honestos e imparciaes, assim como o go-
verno geral Ibes (ario inteira justioa, qae o que
devem almejar, e Isso quanto Ihes basta.
Mais feliz do qae Ss. Excs. foi o Sr. Dr."Venan-
cio Lisboa, que apesar de tudo, li se foi caminho
do Paran, sem que scffresse de conservadores na
imprensa i mais leve aggressio.
Serla porque S. Exc. tivesse procedido na admi-
nistraclo da provincia de modo a nio provocar
clamor algum da parte dos seas amigos e correli-
gionirios polticos ?
Nio. por certo I
Ainda nenham presidente conservador leve a
provincia, depois do 16 de Julho, qae exci-
tare contra si maiores censaras e recrimina
c3es, qner de seas adversarios juer de sea
nio toffrego de outros, para qne o publico, qne
tudo observa, possa bem- estufar o caracteres a
ajotlata-los como mereeem.
- O estivador Jos Lourenco Dias, qne se diri-
' PM|!s aos mangues em dias da semana pas-
sada, foi acbado morto pelas immedia(8es do Tam-
ba-Grande, e j com o rosto carcomido pelo3 ca-
ranguejos.
O cadver foi encontrado deligencias da capi-
tana do porto, qae txpedto embarcactes miadas
em sua procura, visto apparecer a canoa em qne
elle embarcara vogaado a discripcao, tendo- dentro
alguma roupa e am poaco de dinheiro.
Attribue se o bito a um insulto de apopiexia
fulminante.
Realisou-se em ama das salas do palacio da
presidencia, no da 23 do passado, o concurso
para preenchmento da cadeira de latina da cida-
de d'Area.
Inicreveu-se somonte um nico pretndeme, o
Sr. Gervasio Fe/nandes Boaavides, que comp.ire-
cendo ao exame foi approvado plenamente, e acba
se comeado.
O pharol de ferro destinado a esta provincia
portador de varias pecas qne ttca descarregabdo. ""^.L^'ii"^'1'* reve1*-*' "* PeH
proprio partid
moj metes '
Pieariara
que excilou S. Exc nos ulti
adnoinjatracio.
ipprimides por fraquesa
pegas qae tica descarregabdo.
Diz-me o Fructuoso, que o resto vira com bre-
vidade, assim como um engenheiro para monta-lo
eonvaoieniemeate;o pharol ja se sabe, pois o
contrario pulha, que o meu informante nio
agcieota, e varre por cautolla.
O pharol de ama necessidade, ha multo re-
clamada na nossa costa, para guiar o navegante
em sua derrota, e evitar tem duvida grande nu-
mero de sinistros para o faturo.
A' instan ias do digno conselheiro Diogo Velho
deve a provincia este importante melboramento.
Um naraero do Pubiicador da semana passa-
da iras am carneo do Sr. Dr. Jos Nicolao, secre-
tario da policia, por causa de certa passagem de
urna das minhas anteriores missivas.
Accndo ao appello por nimia consideradlo
pessoa.
Lembro-me perfeitamente qae nio toqaei ao
norae do illustre funecionario em parle alguma do
meu escripto ; e, iorocaado a boa reminiscencia
do Fraetooso, nada adiantei, senio observar-me,
eom certo ar malicioso, qaeqaem se pica albos
come.
Quanto independencia de carcter, ogeriza a
bajalacoer etc., qne S. S. arroga-se, nio desejo
disentir; porquepresumpeo e agna beata, cada
um toma a qae qner, e eu nio desejo acorda-lo
dessas doces illusoes.
Sobre as domis amenidades que me dirige, ia
pedir vista para embargos, quando o Fructuoso
appareceo, O ntando-me a anedocta dos frades de
am convento da antiga metropole, com um certo
re de Portugal, a qual (em appiieaclo ao caso e
termina assim :
< S. M. persaade-se qae esl fallando com o
abbade do convento (com quem era o negocio) ;
entretanto que esl tratando cem o leigo cesinhei-
ro (que o tubslituio.)
< E tirando o barrete de abbade mostroa ao
rei a pequea cora de leigo, e fol-se andando
mui lampeiro. >
Topeado da mesma forma, monos qnanlo
ao traiamenlo nuuunnco, e saccando a raina ca-
rapaca de dormir mostr a-' calva ao benemrito
Sr. secretario, a qnem comprimento com o mais
profundo acatamento, dando por Ora o incidente.
Termino aqui, por hoja o que tinba a dizer-
Ibe.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
lies tinham forca a energa bu-
untes para reagrem contra S, Exc, e dispnnham
para isso da ampies recursos, como talvez ne-
ohans ootros tvessem.
Mas qne nos :orraUglooarios distideotes de
atu actos, S. Exja^jMsBirof. eavalheiros do
los geaeroeot, qj HbajflMOPisr at suas
n, por amor do rodil* prado qae ser-
sfaardaodo se*or latino, convencidos de
Deas consente, moa nao para sempre.
I isto dito da passatom, e apenas como lernw
de excesso de attribmobas, accreseentando qae, I de comparado, entra oa estmalos de na a o ge-
THESOURARIA PROVIMCIAL.-Por portara da
presidencia da provincia, de 2 do correis : foi
exonerado, seu pedido, de ajudante do procura-
dor fiscal interino da tbesouraria provincial, o Sr.
Dr. Francisco de Assis Pereira Rocha Jnior; sen-
do noraeadav para o substituir o Dr. Augusto Car-
los Vaz de Ohveira.
COMARCA DO CABO.Por portara da presi-
dencia da provincia, de 2 do corrente, foi exone-
rado, seu pedido, de primeiro labelliao e escr-
vio do civel, Interino do termo do Cabo, Firmino
Evaristo Ribeiro Varejio.
COMARCA DE RIO FORMOSO.-Por portara da
presidencia da provincia, de 2 do correte, foi
exonerado, seu pedido, Cbrispiaiano Huarque de
Macedo, de escrivio do jury e annexos do termo
de Serinhiem.
GUARDA NACIONAL. -Por portaras da presi-
dencia da provincia, de 2 do corrente :
Foi transferido para a reserva, (cando aggrega-
iteWAtW**0 *' batalhio desse servico, o alferes do 8."
batalhio do municipio do Recite, Jos Ferreira da
Silva.
Foram nomeados para o 1. batalhio de artilba-
ria, do municipio do Recife : segundo tenente por-
ta-estandarte o guarda Domingos Antonio da Sil-
va; 1-* companbia primeiro tenente o segundo
Thomaz Fernandos da Cunha Jnior, segando te-
nenie o Ruarla Joaquim Jos Goncalves Belirio
Jonior ; 3.a companhiasegando tenente o porta-
estandarte Joio Baptista da Cruz; 6.a companhia
segundo tenente o guarda Manoel da Silva Maia.
ANNINERSARIO.Completaran! hontem 27 an-
uos de casados os augustos imperantes do Brasil.
Por esse motivo estiveram embanderadas as esta-
cos publicas, haveodo a salva do estyllo ama
hora da tarde.
TRANSPORTE ISABEL. Este navio da arma-
da brasileira si e boje tarde para a Baha e Rio
de Janeiro, tirando a mala no correio ao meio dia.
AGU1A BRaNCA.Para o arraazem desta de-
Dominac.li, da ra Duque de Caxias n. 52 (oa-
tr'ora Queimado n. 8), acaba de chegar um varia-
do sortimenlo de perfumarlas acondicionadas em
ricas e elegantes caixiohas, vasos etc., proprios
pafjtorosentes e especialmente dignos de figurar
norbazares de prendas da sociedade DOze de Se-
lembro e do Hospital Porluguez.
LIBERDADE.-0 finado major Manoel do as-
cimento da Costa Monteiro e sua mulher, em sea
testamento, deixaram livres 11 escravos de um e
outro sexo e de diremos dados.
O SR, BARAo DE UTTINGA Ji se acha me-
lhor do ataque de apopiexia, de que foi atacado
no dia 1* am sea eogenho, o Exm. Sr. Bario de
Utliaga, grapas aos cuidados qae Ihe foram prodi -
galitados por seas extremosos fllhos. Pasemos
votos pelo completo restabeleeimento do honrado
Sr. Bario de Uttinga, qae por suas qualidades e
virtads, tem sabido cooquistar innmeras sym-
palbias na Escada.
PASSAMENTO.Deu ante-honlem noute a al-
ma ao Creador o major Luiz Francisco Brrelo de
Almeda, escrivio da fazenda nacional, victima de
padeeimento rpido. O finado era estimado por
mas maneiras delicadas e silenciosas, e primeva
por ser bom Albo e bom pae da familia. A' saa
inconsolavel esposa o sen veo?raodo pae nossos
sinceros psames.
COMMISSAO MANUSliSSORA.-Hoje o ultimo
dia, marcado pela oommi. coala da provincia, para os senhores das crianoas
libertadas rom assigoar as respwtivas cartas
casa da cmara municipal do Recite.
CAEi 13 DE XOYEMBRO. -Neste ea.es,
roo do arseOal da guerra, acaba o Sr. Dr. Beato-
Jus da Cosa de abrir diversos va tos inmunos,
para recolher gneros, tanie> viudos do interior da
provincia como do exterior, garaotindo cuidado a
boa cooservacio dos generosa
Mf >SA FNEBRE.Amanbia sera rasada, a
matriz do Corpo Sanio, ama mista por alma de a>.
Hermioa Pessa, linad esposa do Sr. Walfrido
Camello Pessa.
FESTIVIDADE RELIGIOSA. Sexla-feira eefe-
bra-se, na igreja de S. Jos de Riba-mar, a (esta
de N. ,Sra. do Bom Parto, com ladainha d> "ape-
ras, orando ao Evangelho o Revm. Fr. Angn*A> da
Imraaculada Conceicio, e ao Te-Oeum- o Rvm. An-
tonio de Mello e Albaquerqne.
NAVIO DE GUERRA. -Procedente da Paraby-
ba ehegou bentem pela manhia o brigoe-esenaa
brasileira de guerra Tonelero, do commando do
Sr. capillo tenante Footoora da Cunha.
UMA POETISA. E' orna distiocta poetisa a
Exma. Sra. D. Narcisa Amalia, da eidade de Re-
sende, no Rio de Janeiro, de quem temos bofe o-
prazjr de ofTerecer ao publico a poesa Un bailer
inspi-
poesa eom
um genio esplendido.
A composcio Um baile, escripia em verso- ale-
xandrino, prima pela harmona e pelo sentimeolo;
oa discripcao qae faz do baile parsita.
Continu a esc re ver a Sra. D. Natcisa Amalia e
coaceda a publicacio de seas mimosos versos, qne
sea nome passar ao dominio da historia luterana
do paiz.
A' illustre poetisa enviamos as nossas sauda-
coes.
Eis a poesa :
A noute desee lenta e cheia de magia ;
A mullidlo febril do templo da alegra
luvade as vastas salas;
0 marmore, o crystal, a seda e os esplendores
Do manac despertam os mgicos olores,
A languidez das fallas.
Ao rutilar das luzes as dbalias de-lalleeem...
Rogando o p as vestes das virgens se ennegrecen),
Enturva-se a brancura...
O ar vacilla tepido...a msica divina
Semelba o suspirar de ama harpa peregrina.,.
E' a hora da loucara I
Pela janella aberta por onda o baile entorna
No etner transparente a vaga libia e moma
Do balito ruidoso,
Da vida as amarguras espreitam convulsivas
O leve esvoacar das phrases fugitivas...
O estremecer do goso I
E tudo so embriaga : o lampejar de am riso
Aceade n'alma a luz gentil do paraso,
Arranca a jara rdanle I
E mariposa incauta em lmpida vertigem,
Arroja-se a roniber, crestando o seio virjem
Na pyra encandeseenle I '-%w_
Aqu, na nitidez de am eolio, a coma escara
Se espraia em mil anneis; cingnda fronte pata,
Desbroxam lindas rosas ;
Da vralsa ^yr* win, $a wiit, uu cjj,## >
Do cinto estrello, aerio, o delicado lago,
As gases vaporosas.
-
All, na grata sombra, indlTerente a todo,
Iramerso em meiga scisma, am seio de velludo
Ondnlla deslumbrante.
Qne fogo oceulto, ignoto era suas fibras vasa
Vivido ardor que faz tremer-lbe a nivea asa
De garra agonisante ? I...
Alera meas ollus tmidos contemplara com tristeza
As pennas da mulher, dessaave da belleza-
Calcadas sem piedade I...
Esparsas pelo solo as laceradas rendas...
As ores j sem vico.. .abandonadas leudas,
Da louca mocdade/,..
A testa ebega ao termo ; a harmona expira ;
A luz na convnlsio final langue se estira
Pelo sallo deserto...
Ha poucoo doadejar da turba palpitante;
Agorao empallecer da chamma vaseillante,
Ao rosicler incerto I...
Depois... a razio fra contando instantes ledos
De castos devaneios, de juramentos tredes
Oavidos sem receio./.
E o corpo inerte e Qascido, e o espirito agitado,
E a ftbre da vigilia ao doloroso estado
Ligando vago anceio.
A vida isto : boje cruel grilbio de ferrro,
Talvez d'oiro amanhi.. .mas sempre a dflr, o erro,
A esmagar o genio I
Passadoaoreo friso, n'um mar de inditrereng-i.
Presenteeterna farsa, universal, suspensa
Do mundo no proscenio I
Cidade de Resende 20 de junho de 18711...
IMPORTANTE DESCOBERTA. O Mensageiii,
franco americano d coala do seguinte :
c O cancro lem geralmenle sido al hoje julga-
do incuravel. Urna descoberta feita ha pouco
tempo na America do Sul, traz-nos a esperan;.
de qnn para o futuro a medicina adqairir um
remedio efflcaz contra am dos mais lerriveis ma -
les que alige a humanidade.
< A historia desta descoberta conta-se assim :
1 Ha na repblica do Equador um arbusto cha-
mado cunduraogo, que so cresce no cimo das
monlanbas alias, e cujo nome significa ninao cndor, na lingua dos mdigenas
< O fructo deste arbusto um veneno violento.
< Ha pouco mais oa menos 3 annos, um indi >
do districto de Loja, no Equador, fti atacado de
um cancro, e saa mulher, que Soba resolvdu
ver-se livre dalle, procuroa os fraetos do condu-
rango para o envenenar. Mas a estaoio dos [ret-
ios tinha passado, e, na falla dalles, teve ella a ihea
de fazer aso da csea do arbusto.
t Fez, pois, ama decoccao, qae ella dea a beb.r
a sea marido; mas esta bebida, longe de Ihe cau-
sar a morte, lb proporcioaou um allitio seosivsl.
A mulher continuoa a dar-lne a mesma bebida,
na esperanca de o matar, mas bem longe disso o
marido licou completamente curado do cancro em
pouco tempo. -*u -
< Esta cura singular, tendo feito Btsacio, ou-
tros indios fizeram a experiencia da catea do coa-
durando para a mesma doenes, e obilveram am
resaltado Ignal. Estes fados chamaram a alin-
elo doi mdicos de Quito.
< Fizeram, pois, oso deste novo especifico e cb-
ti verana lio bons resaltados, que dirigirn ao go-
veruo do Equador am relatorio ao qnal expoaeras
a maravilbosa efflceia da casca do condurango
para o curativo do canoro e de todas as molostiaa
de pella, _,
t O rainislro dos Estados Unidos em Q0110 fez
constar esta descoberta ao sen governo, e mande u
urna poroiodo cn>mtno i Mr. Fish, secretan >
da estado.
O doutor Biios, de Washington, annuindo *
instancias do minitlro do Equador, eonsnnlb
em favor uso deste remedio para curar este lae-
cionario. Prodatindo oompteto efleito, molti|!
eoa deaoU ai suas experiencias, qne todas paro-
I dar res aludos sorprndanles. ,
Iofe.liara.eate porcao de easca qia ttab* aH*
>

"-,
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*s
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i



.atasdada ifi Mffnlir" iinin loca se acadon 6
"H doeeses nia lomaram seoo ama d-e
, de tone que o curativo ll^Offw-
qua/xaerimeauram o e
ango, eitam ae Sra.
effei-
ironpo, citara se a Sra. Ma
Colfax.'vlee-presidente do* Es
ra. Gorfiaia, etpasa do secreta-
_
4 ti
tados Doi
rio do senitUTf
O dootor Bliss quit mandar Tit anv poreti de
por coBsaaiieocia t-
Indi ora 'iigc de
remettid. IVi te-
lodo le doulor
I d'alli rotas para
o cumimango, do propojilo
-oadarango do E |aado
pedia ama ordem |
oenmercio, e nio
ceeaario qae o l.
Wtei. partase par
sa regiSes onde nau_
4e o fater apaobar setos iieTgansa.
Para asegurar o aam xito testa eaits > sci-
eMiflca do Dr. fceeneyS presidente dos Esta ios-
Voidos revesno-ode aej caraciar flfflat, oomeaa-
o-e portador de'u'espaeW.
lotfa-ae qae estar de volta no mez ds ages-
te, iraieado ura carregaraealo desla casca pre-
cien.
Cimo precaucii remataremos lembran lo, qae
sbs asaaipl yii bib j al eom-apaoiiaaao.
HOSPITAL PEDRO II.O movimeato desse es-
tatuto de 28 de agosto a 3 de setembro foi
eoiraraiQ 31, sahiram 21, fallo-
fitem A, sendo 183 hmens e nt
mmmm.
AJverleneia.
enfermaras estes das aa
l/i. ti 1/2. pelo Dr. Rarao<,
i/1, 6 1/2, 6 1/2, 6 1/2, 7, pelo
Feram visita'
11/i, 7, 6,6 1/
S**t/2.
, HaUfuias.
Fallecidos.
Sfres Jos deSant'AoM ; tubrculos palmo-
do Destino Ferreira ; eoterite chronca.
de Seve ; lobecculus pulmonares,
a ; tu atee les pulmonares.
Jassaiis Jota Ferreira ; bexwas.
Hemata* I-abel da Coaceicao ; (abre maligna.
Miaa Mara da Silva; apoplexia.
Adriana ; anemia.
Jote loaquim do Espirito Santo : cacnexa sypbi-
Wca.
ss**'francisco; anemia.
adlfitaiA.A qae se acha renda a 206*
fceaefieio da matriz de S. Looreaco da Malta, \
*ssai corre mp da 6 de Miembro.
UiLAO.Hje eseclth o agente Martn*, era
eoatiaaacao, ao correr do onartell<>, o leifao de
ftthaates, prau e ouro, de camelias1 vencidas,' na
Bravea* a da raai das Crujes a. 1, cas* de peubores
As 11 a- ras do da.
CMWTEflIO PUBLICO.-Obituario do da 9 de
Heiieitna de 187L
Mara do Cara de Lima, parda, Peroambdxo,
81aanos, viu*a* Boa-Yisia interile chronics.
Firmino, branca, Pernambuco, 18 mezes, Boa
Vate hilejpili i idea.
Maiioat eraseiaco Gomes, branco, Pero.mbuco,
(7 tnooi, eattetr, Reefe ; lesas orgnica do co-
rceo.
ayptoaii Yieira da Cunha, branca, Pernambuco,
"70 aaaoe, casada, fi >- Vista ; nepatita ebroo ea.
Mijir Miniel di Wci'ii-ratis di Costa M atr-i-
re. Masco, Peraaiabuco, 78 aunos, viuvo, Boa-
Vista ; neumona chr mica.
lesjhraacn, Pernambuco, 2 mezas, 3. Jos ;
djarrba.
Maaeel Francisco, pardo, Rio de Janeiro, 61
anaos, catado, Roa-Vista, hospital Pelro II ; ane-
aaia.
Jos J>aq>iia do Espirito Santo, branco, Per-
aasbaco, 48 anaos, soltero, Boa-Vista, hospital
Pedro II; rochecia sypliiiiiica.
Adrin*, parda, Pernambuco, 17 anaos, sollei-
ra, Bja-Visu, hospital Pedro U ; anemia.
Mjrmpha, parda, Pernambaco, 3 mezes, Graca ;
cearal(5es.
Jeao Cordeiro, pardo, Pernambuco, 19 anaos,
eolteiro, Recife ; coog^slio.
Idalina Jorge Ribeiro, parda, Pernambuco, 18
asaos, solteira, S. fet; phibysica pnlmjoar.
Paopolina Bezerra de Vascoacelloa, branea,
Pernambu-o, 16 aanos, solteira, Boa-Vista; luber-
coles pulmonares.
Minoel, preto, escrav.i, frica, 50 annos, soltei
ro, Reeifa; bexigas.
R mima Mara da Concei?5), parda, Pernam-
baeo, 35 anaos, solteira, Gra^a; phiysica pulrao-
sar.
J > Pernambaco, branco, Portugal, 61 annos,
casada, Se de Olinda ; apoplexia.
KSMO DO BALANCETE DA RECEITA
E DSPEZA DA CAMARV MUNICIPAL
DO RECIFE, NO MEZ DE NOVEMRRO
DE 1870.
EUBCICIO DK 1H7U A 1871.
Receita.
Sildodomez de oaiubro pro-
lira i fiodo.............. 5I:616;*547
Reedita arrecadada no mez de
oovembro.............. .'.:3ll87.s
56:92fli25
Despeza.
Importancia despend di no
mez de novembro........ 7:551)5704
Saldp qae passa para o mez
segdite................ 49:376^721
m:QiWii>
Cmara municipal do Recite, 1 de se-
je rabro de 1871.
O procurador,
Jote Simplicio de S Esteves.
PuBLICACOES A PEDIDO.
a as. casqli.no fbaici co de lim.\ santos a n. brk
OOaqnsso pbsooizvntk o> berihkiii, i: ujuizo
aaaaa ao amadobecido do du. cosme de s pe-
Bosa.
II
Ma taprensa, no gran le tribunal da optajao pa-
bca, se pergeniara succe-le que contra alguem
se insiram accnsacSes, qa, em vez de flnrarem'se
em fados Tendicu, bazeam-seem iadu^des f>r
cadas, qae ; o despeno e o calculo sabem tirar,
corto qae, mais oa menos cedo, maneira de
bjlhas de sabio lanc'das i? ar em brinca de
cranos, ellas se desvanec.m, se nio por si mes-
ases, pela mais leve aglacio la verdade. O raes
aso saecede cora os aleives que, a dos cora sobiileza, faril apagar ou desviar
como a lnimig)s francos e desc >bi Contra a calumnia, porn, que envolvida ero
fol oa esouroa d8 ra:va, segregada e.n na un?zt
malifoa, cirettl\de bje>ra era bocea, calculada-
aaeali, Ss ^culia*, ber re;om;nendaJa ao segre-
ds;aemaanca ser v sta e presenil la pe vietima
s trraoiphj sera de Sstin, cjmoo 11 mi f t >r qa-
ee esconde, espida raslej i na* trovas, a'. j ie p r
fot consegue djeBkar $n\ prfido intente.
Pele qae, teslo-me o d'gno collega Dr 8 Ps-
retra ar&immettldo publicamente no Jornal 'do
Reeift, e eom a ertezia e franqur-za qne o caracte-
risam, nao dpossivel que o terna ; mrmenle teo-
sa en per mtni teda razSj, e elle nenbUina. S^ hoa-
ve sorpresa, consisti ella soraenle e;n tf r-me o
colkf a aperlado bem a mi por tres vezes e fo-
rado-a ao eoraeao, na vespera do sea publico
seeommetlimeoie.
O qae, pnm, fes elle qaanto parle cipniifi
ea T Cmbateu a rieroproe p^rf-snente bem,
sesee que, eomo roostrei no mou Drecedfntfl artife,
disse corn loda a clarea- que su* epinicio sobr
fcriiari easiia neo ettava anudarecdi ; e logo
depois, iBiaJose cora o Alatonado ajerea dos
btrtbtrim da dieoco, eoire ouiras conzas &*
taajpoa :-Dvidar da nisiencia do bent^ri nr.
ieteoca.) e tra della ser pyrrhorneo, (uU*4e
adscrvsedevets. I-Tintoqm, entre otfleee Jo e-w
as motivo, que me Inluzo Ingo a declafr-que
coa lie, acerca de principies, coacln?de<, I ca
aerainnealiea e iieneia ron relac.a> oa nio ao
tsriferi, nao enirana nunca em lica, por modo al
Diari*
ds Psrnanibucs Tep foira 5 ds KeteitiDn aej van
guiar ae baria ain-la taita ; sas>esi Jssntaa- .
nham sido observados, denuloNjie qoilf ter Jol
Alm aSsso, clmnou-memais-reTrSwBrwcoii
(raMftsies peii4tH!fldejto$; Mtes/!_
tender de muita gente, sio os qae, ou or
perenreA relaefiss pesbae*, od pot granje
w eoesraado, tad saerifkaca as oeaven....
4a occasjao-qae >i sempre a* tilnafrat daiaawi
rcimento da epocba l'Sem duvid, per icr tilo ea
a OHzaiia de nao carrar a cerviz i seiencia e
voto da nobre comeis*!\ djp's'a < | setu di
ii.s aaem'jros; comise entre e-ia
oao exisiissera pelo meos dona oa
seus altos caracteres, pouco dfipostoe
rezar eegameple pela carniba ktrtttc* &
to alio presidente.
Oepals de assim barer proeadldo, ir.
Pereira contiouou n deseaapenh3 da mtllior
te de san miisio, asseverano ao pooliCo"
Jua oobre oommisi-ao nada miii liaba a f,
qae j teodo dado o sea psrseer (que-
co de 18 de maio, oa a resposta das vinte e qua-
tro horas I) lado eslava por pa
e qu, portantelude eenfo <
S Pereira dissess nenhuma
Ah est toda prova do que disse en em meu pre-
cedente artigo :qne o Sr. Dr. S Pereira foi ura
emissano da nobre commissao. que nao s vejo w-
fredrr aie pelo modo porqriA'0 Tez, eaoflO pteseri-
lar ao publico a uliiou palania da nobre>eunjmi3-
sio ; ao poblico, j caneado de esperar pero pfO-
raeuilo relaiurio, bem circumsUuciaJj, CJBf^ro
ex'gira a pre ideocia 1
D fu, queax j que auurisoir. ^o 5 Dr. a
Pereira a vir asseverar ua impreusa que a nobre
eommissq, de que fal parle prominente, nada mah
tinha a fater T qae ios lima palavra j eslava
dada cem a apresentacao do celtbre offlelo i presl'
iencia, esse das 11 horas, depois de haver esta di
rigido-lhe o de 17 de maio, loto que tiveri part -
cipacAo do Sr. Dr. Inspector da su le, asseveraad
que epidemia de molestia deseonheoida lavrava aa
casa de detmcao ? I
K para qae nio bija duvila passo a transare-
ver, i'nsij rereis, o que respe to disse o Sr. Dr
S Pereira em seu artigo, publicado ao Jornal So
Recfe de S de agosto: Sufao, pois. q tiio, lendo dado seu parecer (o de 18 de maio I) asa
terinas em que pea Sito, e de conformidad! con
mandato que aceitdi'a, cumprio o seu dever e nada
mais tinha a fazer; e por isso Indo quanto em te
uida en disser nao lem relacio algumt com os
tnembros dessn comm-ttito, ele.
E poda a oobre commisj te -lo feito, lo f, en
viado o Sr. Dr. Si Pereira. nra de seos membros,
eora o ftm de sao >ervr de eseodo ea de para
raio da oi>bre comnissio, como de repellir, pro
vocar, innovar, discutir, airopellar a ogica, a razio,
os principios, os Lelos, a verdade da scieocias
meir.e eom o din de descartarle da obrigac) con
irahida, j para eom o governo da provincia, j
para com o publico, e j i para eom a scieeeia 1
Nao, cerlameate. E' isto qae passo a demons
ira i.
Em i) de maio prximo passado disse a Rtchla
Diaria o segninte (noticia (inicial) : < fia tret dia$
S. Exc. o Sr. vice-presidenle da provincia leve $r-
enca, por o/]tcio o Sr. Dr. inspector da saide, d
f na cata de delencao tinha apparecid e efftcli
tmente ia aviando, em carcter epMemico, nmn
efermidais desconhecjds, ?e algn* bitos e atacado cerca de quarenla detenfos.
S. Exc, reteso di lomar procidencias em prol da
hugien publica, nomeou immediatamente-Mina- com-
missSo de cinco mdicos para estudar essa enfermi-
dade, de harmona com o memo Dr. insp'dor da
V''le (i) Sr. Dr. (Hoscoso) e o medico dnquelle esta
betecimento o Sr. Dr. 8ece, e, /utos o* estados, eme!
tir um parecer sobre a natureza desla inoks'ta.
opinando pelat metidas que converia adoptar em
Um circitmstancia$........................
Poi, porlaatJ, em 17 de msiotreo das antes da
publcacao da supraiMia noticia, que havia ofBria
di presidencia o Sr. Dr. insjeclor da ssale di-
zendoque molestia desconliecida reinava na c*a
de detenido; e o que nao eoulesta o Sr. Dr. Si Pe-
reira. Contegointeraeote, foi logo no da segsiote,
da 18 de maio, que a nobre commissa) olciou
presidoociaasseverano ser o berlbert a ^plleima
da delencao. Razio porque a inesma Recula, do
da 20, cootinuando disse mtis : ........coas
la-nosjue os membros dessa coraraissio lorim ae
cordes em que a enferrnidade era a beriberi, per-
fritamente caracterisada, enfermidade que alias j
lem apparecid nesta cidude entres easii tsoia-
ios.
Pois, se o Sr. Dr. inspector da sadle foi o prt
meire a dizer em sea offlcio presidencia qu
ama molestia desconhecida reinava na casa de de
tecao;.se Sotes da exploso demia na judie e-tabecimeato era urna s prova,
ero ora ? arti.o, nem nraa junta taou-ve que at-
lestasseexsteocia do beriberi oa provinciaa nao
ar o Sr. ri\ ar.n.wi! i p, /iue. erajjilBoH ora)u
tu a, lembraodo-se*da epilemia da Babia, dalla se
liuha soicorriJo como d urna ancora da salvjcAj,
e om tu 1 j os cantos davt de face eora espectro do
beriberi ; se o proprfo Sr. Dr. S Pereira acaba
de dizerque sua opiniao acerca do beriberi-'an-
da nao est amaaurecida ; se o proprio Sr. Dr-J
inspector da sala pblica, ao relajona orneare,-
sentou cmara mun cipal acerca do beriberi, pu
blicado no Divio de 17 de julbo, e assigoado lam
bem pelo Sr. Dr. Pitar ga muilos dias, purtan).
depois do mencionado offlcio da nobre commia.-ao
presidenciarevelou plena duvtda acerca da na
mo veta diz-r sgera o Sr^
Pereira, qae a temms-So ji canajriu
dever, e nada mais Haba a fr? I..,
por isso, lulo qaanlo em segaida elle dil
' aljiuraa dora os embrea dsaa
la para qne se asbrasse o
>, ao ponto de separar-se deil
_ ira, para vpera pnbllco eootastar
a obrigicao era que anda est a sabr eommissio,
lipa
nv .aaimiM iiiii fiKM*
1
mente pe^ir a Deoa as* tsecorra} eaaharqae.
da do bacamai le dPJjJWasHuos f^y c
Quinto aggressdes persones a raim dirig las.
sJbb de ter-me posto elrreflectido, por haver
es dito qae nobre eommi-sai nao podja ap^na-
eaaviDle e qnatro horas de bstudo, cfllciar pra-
isnria, asaeveraudo*er o beriberi o nal qau la
"sa na aaieae^o, chamou me insultante, por ha
jar ao tambem dito quea nao ser eal^nlaiamen
.'S*"'11 4,>w.qaeo tal beriberi ja ti
*H*** Seread a provado aqu na provincia
*J5!!* ta oeeornia antea '
Je, qae naahara estado
refsiSMaa; at
tureza da epidemia
orno pode a nobre comaaissao, coro que convic-
C5 s, com que factos, eom que principios, com qne
lgica, asseverar logo ao governo.com o esta lo de
H horas, tendo apenas por base am xame de tres
horas, era tres de.entos, kSeclado* de suspeito mal,
qoe a epidemia erao beriberi ? I..............
E note-se mais ama nutra valiosa cirenmstancia,
e vera a ser, que da dita commissjo faziatn parte
os Srs. Drs. inspector da sflde o proprio que
anda at o da 30 de nv o, que a data do seu re
latorio a iPoslr.issima cmara un:cipal, li oa 13
lias depois do rferid) oIBao das 24 borss, igno
rava a natnreza do milassim como o Sr. Dr. S
Pereira, que anda noje osti sem aizo amodurec-
d; e mais o Sr. Dr. Seve, que, ; depois de ja le
rera fallecido alguns detento, a da haver corrido
secca e meca, dedarou se pelo beriberi I
Visto isso, razo Uva eu de sobra para argir de
precoo a n bre commi*so, era mea artigo publi-
.. lo no da 30 de maio, tambera 10 dias depois da
prilneira noticia dada na Recula Diiria; e nem
urna, o Sr. Dr. S Pereira em por-me de irnflectiio
por asst ti haver cu procedido, to Je coofonni lale
com a exactiJo d >s facto3 e conseieacia dj dever,
contra tanta iRrou*ileracio, siaeote justiHcave
pelos que promoviam o alarma rerea do berbien.
Agora, para prova da opng;cao, em qae a.ai
esta a oobre commiss), de apresenlar o ea relato-
rio presidencia, passo a trau crever o que Jisse
a Revista Diaria, de 12 de maio, logo dous dias
depois da pnmeira, e que concebida nos segra-
les termos: Podemos hoje offirmar o que disse-
mos em nosso ultimo numero, relativamente as
consiieraces da commissao normada p.r S. Exc,
o Sr. vice presidente da provincia para esluiar a
enfermidade que, desde algum temp", lem reinaii
fom caructer epidmico na casa de delencao desta
cid de.
(Note-e que no penltimo numero, que f i de
20 di maio, disse-seque bavia tres das que o
Sr. Dr. inpector d a sade i fflcira presidencia,
qa* molestia desconhecida reii ava na casabe de-
lencao; e ponanio nao poda ella all rtiaar-
desde algum timpo).
Km vista do oficio f'.ontraia Revista) que a
referida eommissSo enderecou ve presidencia
da provincia, confirmando o que j referimos por
inform'irSes insuspeitas, S Exc. o Sr. Dr. ih-rtetla
oficiou iliuslrissima cmara municipal, deter-
minando que mande remover do* diversos pontos
d.i cidude. ...os monlnres de tixo fue est con
iribuind-j......ele............................
_..................:....... determinando
w ii's que sejim franquradot aos d-toss-nhoiei lois
os instrumentas ciruigeos dos dqus h"pitaes de
mtrinhi e Pedro II, ajlm de seren ulitis id as
autopsias, que for miiter fazer para o estado da
otermidade.
Ontresim (contina a Revista) olficiou o mesmo
Exm. 8r. comnmso de que [alfmcs atile A a-
lemficUaniolhe que se incumb de esludir
em todas as suas phases aMleslia, fasenio as
eonsideraeSes que os casos, pedir* para o depois
communicar-lhe em um relatp-io ludo quanto for
tm bem da scuncia e da humanidad*, nao <
oanto raolesiit em fi, seas caracteres e desee-
volvimento, mas lampen) quinto ao iratimento e
ca-as qae poim desenvolve-la.........etc.
Ora, oepois de hawr a commiseio, em oflHo de
13 de rail", esse. que classifljaei eonst ton o fundamento da prlmeira noticia da
Revista Diarii, a de 20 de maio. e o Sr Dr. S
Pe era chaman parecer da coimnisso enuieu pri
meiro artigofoi que a presidencia efflcioa i-roes*
ma coraral-sao, soeilando-lhe qae ee ioeuroWsse
s molestia par-a ae depois eenanaa*
um relato lo ele.prova sarta de qae a
nio flera ali.-feila coa o Ul
esVros^
tadora.
ao.
eos
m^(nWM!L%%XJi
eiHrotaa>v o at) qae trata o Sr. yr._ S
que nio pasta i offlc.o da oramssio^-o das
horas -foi dtwffd pree desda, em 18 ds soalo.
s coDseguialemenie dote ou treza dias anise;
logo, o propiio Sr. Dr. isspecior, membra 'ds
comraisao, qua considerando a aioda aseez eom
promettida pelo-dever de apreseatar o sea vela-
torio, protesta claramente contra ella e sea emis-
sariOi
A ludo sso addiciooarei o qa, eom reacio ao
onus da Oobre onamissio, arta se sstimpa4o em
un artiao ohVlal, publiaada no Diaiio Je Pernam
buco de 0 de juiho (de i de jaita 1) era defeta
prestlencia da provincia acercadas medidas por
ella tomadas sobre i fallada epidemia Diz e ar-
ticulista : A commisido medica contina em seve
esludos e em breve apreeenlar o seu telatori.' It.
Mi-, em ves de relatorio desprende de si a no
are commlsseio e Sr. Dr. Si Pereira, e manda-*
explorar os campos, provocar, disentir, vinlicar,
at proclamarque nada mais Uaba ella a fater,
por j haver ludo feilo. com a exhbicie do me
raoraVel offlio de 18 de maio '
^Oa, li de si para si, declarando se indepea-
te da eommissio, o Sr. Dr. Si Pereira abre lula
contigo eom o 8ra de provar o beriberi, mas
com os mesmrs fuutamenios qne anda nao Ihe
ba*taram para bem lMdtwrcrr ma opintio
E, se essa resolatio tomada pelo eollega tas**
fon ds calculada deliberacio da nobre commis-
fi), cojos membros, mais de ana como, devo ere',
nao comparlilbariam com a medidaseria easo
para agora sentir-e que aqu nao hoja urna
corporaeo medica, que lome por dever corregir
os defeilos do exultamenlo medico, tanli peto ledo
setenti/ico, como pelo da conciencia a da ver-
dade.
Mas, emtiin, o certo qae a sobre eommissio
nio quz estar pelos autos, e segojndo a ta,xirna
de Lafontai ie..............................
c Qui prtend cmlenter tont te monde el ton
pire*... em vez de relaljrio, eaviou-nos o S. Dr.
S Pereira I
Se o devia facpf, e o qoe le feito este, do
que anda me eectrparei ne segninte artigo.
Dr. Carolina Francisco de Lima Santos.
Contmuar-se ha.
ienos da dous annos i sta parle stt
ram com todo o escwUo orto as-
loi no mbito de tres Jhfsjsii, qoan;
oito, em torno da villa dv-flilajl, seo-.
io algons dentro della 111 oft
[io ba a menor segur anca individual:
me os ttMsSJ^tftfs fnlrrgngg
es' NaoBSi fjMno fio ha
i ba mes hr}p#, i qae*
Parabyblll fl|
do alferes araimbuco", segan
nado 11J rJh i iTereoca, que
espingirdfeado, s)gqAejaao,
ostas!! I E o govefna^ e gran-
_ o justo, o ificoaaparavH gover-
do Brasil dorme como orna virgem ia-
Joamanetha oareasolls)
dem torrado on molde.
Cal branca.......
tOij
176'
cca (xarque ). .
Gtxv* regel. '.
Cera mareHa. / .?.*. i
dem de carnauba em bruto. .
Udem idem em velas, .
Cha .....'.... ,
Cocos seceos.......
Colla.........
Couros de boi, seceos salgados,
dem idera espichados. .
dem idem verdes.....
dem de cabras cortidos .
dem* de osea.......
Doces em calda.....
dem em gela ou massa. .
Tdera seceos.......
Espanadores de peonas grades .
fT. XX-AWA DB PLOflIDA M IflflHlAY K
ttptlrJiTV^tll.^^
rosnla da parta tero.tibante iimrtdisslff ipbrtitn'fl-
d > em seu rogar este paro cosmtico (Toral ; o qaat
nio s peHuma a palia com ama fndjtasda o
fr*sea e deieitaaet eoaao o respira.a chairo das 111-
rea metas abenas ; mas sim tambem faz remover
Udsa as macotas qua desteiam a fnsosara da
ffiedea, dando ao vasos laptrleiaea'am aspecto
sasOavet e igorasot reelitaiado a fctoies a prmi
Ua cor robtasnda e macis, dando-mes ama pora
e linda uransparooeia laslioidtaa. Todas essaa
amaaa adsttisgenies, i a patsaaadss, ala, do da,
san faaem maiayle qew arramar a pel'e e estra-
gar a forraosura contaminando mais larde oa mate
cedo a trepida saade ; em {Basto asa a tendeo
cia desta asna saodavsl a aromtica, latetramea
te opposta. Qaaade mi-turada a'ama poucajd'agoa
tasna-M ass xeelleole e aKqnitito rusia de lava-
gem, para oa denles e geogaves, dando bocea e
ae paladar um delicioso gosto aromtico.
Alaga-h a laja do sobrado silo a roa das
Washadraa n. M : a tratar na raa Daaot da Ca
xiaa a. 03.
Precisa-se de doas amas para casa de pon
ca familia, toado una para o servfco atersoe ex>
terso, e ootra para catear em criascas : a tratar
na roa do Comnercio n. 4i, segando andar

>
duzia
om
i
duzia
cento
nm
kilog.
um
duzia
nm
COMMEBC.
AO OliTIXfiTO LirTTOtTO rBRitASSOOA.MO O 1LLM SR,
dr Antonio' rancirl touhrs bsnokira, depois
uk oiivi-lo rrcitar uma ufllismma poesa, na
SRSA0 SAONA IX} 0ACINKT8 PitTUUKZ O LBl
UITURA BM 1879. ,
Onora'e l'altissimo poeta 1
(Dantr. Divina comedia.
O.HETO
Cantor, que honras a patria, assim te honrando,
O' cantor he.n-nasciJj t O' inspralo
lllustre Torres, cajo befto fado
Vai cada vez mais bello se tornando ,
Hoje um humilde alumno, a voz alteando/
Se dirige ao gro-raestfe respl?itido'
Hoje os meas parabsns te euvio ousadorL
A tua approvacio s anhelando.
Kof por prapfai actrilla pr5idl"lo.
Tea ntcimehto na, foi ara fausto ago.
Pelo orculo n'ell preferid).
Pranqaearam-te as Masas sea thesoiro,
E l'liebo, confessaudo se vencido,
Cedeu-le de bjm grado a lyra d'oiro.
1870.
Faancio Cismontano.
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contra, tago aobea BlidiAab gASCi ft. Lu6u4a t
pagam aqu preuatoidngijteajente aovados.
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fAA DO dEUP iOS SSIBU.3R0
DE. 1871.
AS 3 l/l*JOAS BA TARDR.
Nio houve coiacoos.
. G. Steppie,
Presiden w.
P. J. Pinto,
>. Secretario.
em em fblha bom
dem em foros, ordinario oo res-
tolbo ........
Mera em reto e em latas bom .
Idem, ordinario ourestolho. .
Rap
Gomma de mandioca, (polvilho).
Ipecacuanha ( raz).....
\ngico (toros)......
Caisros ........
Enxams........
Frechaes........
Jacaranda (coucoeiras) .
Ldaoa em achas......
dem em toros......
Liuhas e esteios......
Loor s (nranchdes).....
Pao Brasu........
dem de jangada......
Quiris .-...,.
Vinh.'ttico costadiaho de 45 a 30
millimetros de grossora. .
idem pranchoes de dous costa-
dos al 50 millimetros de gros-
sora .........
r dem taboado de menos de 25
millimetros de grossora .
raboado divarso......
Taujuba........
Travs .........
Varas para pescar.....
dem para aguilhadas .
idem para canoas.....
Cavernas d- sueupira(em obra)
Cixos de cicapira para carro. .
.Vehco........
.VIel deabelha. ......
Milho..........
Ossos .
Palha de carnauba
Pechury. .*'.
Podras de amolar
dem de filtrar .
dem de rebollo < .
Pennas de ema. ...'..
Piassava. ........
Pontas ou chifres de novilho oo
vacca. ......
Sabo .....
5al
Salsaparrilha.......
sapatos de couro branco .
Sebo, oo graxa emrama. .
(dem era vIas. ......
Sola e vsquela......,.
Tapioca. ........
Unhas de boi ...... cento
Vassouras de carnauba duzia
fdem de piassava ..... '
Idera de imb. i
Alfandeg ae Pernambuco,
li* ma coraral-s
O ntijor Harccllao Jos Lo oes
e espita Itisc IIt-urlque da
Uva C iiiinsre.
J o pub ico leo oo diajio de sabbado passado
resposta do Sr. los Heorique a rainha publica-
cao no diario d> 1* do corrate ; ara m ponto nio
eontrriou e destroio, e nem o poda fazer por qae
falta-lbe razo e justica.
J esperava que o Sr. Jos Branque desapunta-
do completamente, havia de responder-me eom pa
lavras inventadas e aliudidas a minha pesaos, para
das mesmas se eoiligir qae me tem acontecido fac-
l'-is, pelos quaes comprehende-se' que soa mo ci-
dado : assim procedem os adversarios, qnando
sio buidos, e nio tem raasS, Se o Sr. Jos fleo-
rl ja- cira urna eampainfii andar pelas roas desla
eidade, apregoaodo que sou mo cidaiao, ninguero
o acreditar ; e por isso perdeu o seu .empo em
asignar o que publicoo.
J v, pois, o pnblleo como se deff>ndeo o Sr
Jos H;nrnu', lendo-rae aggredido ioju tamente
e ma de ai'ndo para a lata era sens artigos ; e
cono se poderia defender e ut> ihe dando ea lem-
po para isto poraue qaebrel-lhe logo aleanri ?
Assan acontecera' acuelles, que teera a basolia e
presampca de serera na steiedade mais de qne
os seas eonci lidias
OSr. Jos Heariqae nada resp.ndea a respeito
da biatori >!le salubrtdale do precito,das baadeiras
Pirradas, talvez cora r-celo de qae ea pxija ootras
ajvas oa o pagamento (oque agradeco-lh') e aem
io repartimeBio do gabinete, que anda oao atien-
den so meu pedido, de mandar apregar.
Nao diga 0 Sr. Jos II -arique que de-e java a
mioha re^po-ta. seja fra^o ; diga-aotts qae a l1
desejava como deve dizer di presente : anda me
parece destruido de ido. a
Os documentos jai o Sr. Jos Henriqae trata
qae t-ra cm sea poder, nao passara de alguraa-
caria', relativamente ao alugi As qaaes na la contera, que ma pjssa sccarretar
qualjuer odiosidad?.
Sempre tratei ao Sr. Jos Heari^ue com atten-
c3s e sera prevencoes, por qne at fui em seu ca-
ro, da fallada olana para o mea predio, atina de fa-
zer ajeaoatreg da chave : veja como soufraoco e
com) poderia eu fazer anouacios para alagar o
referido palacete em qae resida o Sr. Jos leon
que, ra'uscbanlo a sua nova residencia por ser
era casa terrea? pagan lo o rae-rao Sr. Jj Hsn-
ri-jne maior alogael do que pagava pelo palacete ?
Finalmente nada mila responder) ao Sr. Jos
nenriqtK, salvo s's for offepJido po-itivameote que
recomrei aoi in'bunaes, onde sempre considere:
na o cidado se deve de'ender e nio pela im-
prensa.
Ni tenia eo o habito de eserever para o res-
peiiavel publico, daseulpe-me os erros.
Teoho respondido.
Hec fe, i de siembro de 1871.
Marcelino Jos Lopes.
Para o presidente desta.pro-
ALFANDEGA
Readimento do da 1 a 1 ,
dem do da.4 ', ,
87:I18#1%
63:761*371
150:91**567
Movluaento
Volumes sabidos com
com
da aUAadega.
tazendas 163
gneros i 15
----- 578
Desearregam Iv je 5 de agosto.
Hiata araaricaooIla'ie Haskttvarios gneros.
Brgue portuguez Encantadorvinhs.
Brigue italianoSc/proRCfarinba de trigo.
Despachos de exportando no dia 2 de
setembro.
Para os portos do exterior.
Na barca nacional Sania Maria, para o Rio
Grande do Sal, camgaram: Amorim IrmaosTfc
C 1.266 barricas e 200 meias ditas com 157,157
kilos de assucar.
Na barca franceza Berthe, para o Havre, car-
regarara : Tiset-freres & C 105 coaios verdes com
1,260 kilos.
Para os portos do interior.
Na barcaca iachoello, para a Villa, do Tor-
res, erregni : Mainel Perreira Ponte i pipa com
4S0 litros de agurdente.
RECEBEDORIA DEPENDAS 4NTERNAS
GERAES DB PERNAMBUCO.
RenJiraento do dia 1 a 2 4:031*105
Idera do dia 4......' l:76Mi
5:823f349
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendmeoto da dia
dem da dia 4 .
1 a
3:ll6iO'6
9.632*58)
- *
12:718*929
Achi-se oa secretaria da presissti;
ro-
ABELLA dos precos dos gbkbros scjeitos a ds
BEITO DB EXPORTACO. SKUAKA. DB 4 A 9 DB
SETKMBB0 DK 18.71.
Mercadorlas: Unidades. Valorea
3O0
238
507
4*000
2*000
68
177
250
120
tai
1*000
8*00
Abanos......... dozia
Algodao em caroso..... kilpg,
dem em rama, ou em laa.
Garneiros vivos....... om
Porcos idem.........
Arroz com casca, .... kflog.
dem descascado oo pilado >
Assucar branco.......
dem masca vado......
dem refinado. ...... >
Gallinhaa........ urna
?apagaios.......
Azeita ds ainandoim oo, mst-
'
cento
kUog.
>
t
um
kilg.
i
dozia.
cento
4' scelo.Sflerelarla da pre'ldecia de Pt-
l'l oaojisaa.. 2 deiseiMSiMa.de 187l.-Edilal.-Nie
*J^r*'*rVimbv^*ft1 tempo o ediul de 5 do
* mez (lodo., pelo qaal S. Eu. sjk aa presidente
* ispnrridelt, tttn da lei pio-
J". vincisl o. 1000 e ral uWato, maodoo
JS. copvijar i tojas aa pasoaa'asea^isrtm cootra-
}<*] lar a eonstrnecik S/|xa^|ajBJksj 40ea oo mais
i f.Brils di OiW'e tecX aoSgoloTtob as ba
' ses e-tabebcldas no referido artigo, abaixo trans-
Sstopa nacional .
Pafioba de araruta .
dem de mandioca
qualidade.
, .. .
kilog.
:: ;

centro
kog,
63
60
41000
. 11438
566
640
370
350
10*000
1*133
784
2*180
48*000
24*000
12*000
16*000
12*000
136
681
92
3*000
310
1*090
613
681
545
2*180
170
1*703
60*000
360
1*500
5*000
95*000
3*000
12*000
6*000
10*000
103
5*000
6*000
16*000
erlnsK a apreaestsrem
da lei o. 963 de 28 de
solreu o mesnv) Ex
20 do correte, o p
para a apresentaeio dai
O secretario, Elias
qoerqne.
LEI N. 1000 DE U BE 1
Art. 1.* Picas pr
dos coatrataream.Vo
roes, o a eom qoem meln
a construeco e exploracio de

10*000
144IO00
H*O00
33
6*000
2*W
6*000
1*000
3*300
16*000
33
32)
68
16
1*000
817
31
,18
34
4*796
160
2*800
348
10
2*013
800
340
476
1*200
204
380
768
1*200
960
v. 2desetembnde 1871.
O 1.* cenferente Mano'l Leregrino da Silva.
O I.* conferenteManoel A. V. Jnior.
Approvo. Alfandega, 2 de setembro de 1871.
Paes de Andrade.
Conforme,.loaquim Tertuliano de Medeiros.
dozia
kilog.
orna
duia
t
ama

kilog.
c

monos
kilog.

momos
cento
kilog.
a
kilog.
is nos termas
asno passado, re-
"orogar a. o dia
mesmo edital
as afoposlas.
Almeida e Albo
DE 1871.
vi ocia aatorisa-
da Sdva Bar-
s tTereeer,
_ ama co raaia fa-
bricas de (laclo e lecidos de algodao, sob as se-
gaintes bases :
I Privilegio por 12 annos coatados da assig-
natura do conlralc.____________,
8 2* Conclasio de ama du fabricas no praio
de dons annos da raesraa assignatura.
| 3. Isencao da decima urbana de quaesqoer
outres impostos proviociaes ao muniipaes para
os predios da fabrica e uas, dependencias, no lem-
po da. dafscio do privilegio.
4. I:encao de Jireitoa provinciaes sebre as
materias primas qae consumir e de direitos de
exoorlaco das que forera .onfeccionidjis na fa-
qriea.
i 5. Obrigacae, saasote o lempo- ds aasvilegio,
lusxuasSisi i'tffisu st
sideoca, de 1* a quinte annos de rdade por epa
co de cinco ansas, aem estipendia algum da pro-
vincia:
A cmara moairipai aesta eidads, faz'
publico para conhecimento de qaem inters-
sar pesia que, nao ten lo apparecid licitantes aos
alugue's das casas da praca da ludepeodencla,
com o aograeulo de cem muris porcada urna,
e bsm asim o imposto de alliricao de petioa a
medidas, foi de novo espacado o praso >\\ arrema-
lacao para o dia G de setembro viaJouro, e eos-
vida aos preleodeates a taes arreaiala(es a eom-
parecerem na paco da mesma cmara rm o refe-
rido dia pelas 12 oras da tuanhaa.
Paco da ca niara municipal do Itec'ife, 31 de agos-
to der87l.
Ignacio Joaquim de Soaza "_eao,
Pi presidente.
Loorenco Becerra Caraeiro da Canna.
______________ Secretaria.____________
Cons.tarad provlnelal.
Pelo consola lo provincial avilase aos respecti-
vos eootribnintes, qne termina se nesle snex o re-
cebiraente des d.fT-renies importes aioda nio" pa-
gos, wrten*enles ao auno Onanceiro fiod de
1870 71, sendo que, .eBeerrado o mer, seras e
dbitos liquidados e remetvidos theswirsri pro-
viacial, allm de >er judicialmente promovida a sos
cobranca.
Consulado provincial' 1* de srfembro de 1871:
O administrador,
_____________A. C. Msebalo Rsos.__________
satUa cata de Mtaei^eordU 4m.
Haetfa^
Pela secretaria da sama casa da misericordia ds
_ue se-Xu pabl co a qnen in:eres*ar, ose a
junta administrativa mandoa sdmuiir no coilegio
dos orphioe os menores eonstaaics da relacio
ViOVIMCNTO OO PORTO.
Savios entrados no dia. 3.
ftarakgrba t rlt_. brigua asedhay niciooaT
de guerra roneteiro. commandanie capi-
to-tenenie Pedro Nolagco F. atoara P_-
re ra da Cuoba.
Acajutla (o Pacifico) 8$ dias, barct nor-
te-allem9a Francisca, ds 340 toneladas
capillo Kiar, ejuipagera 12, carga saf ;
ao mesmo capito. Veio refrescar.
Navios entrados no da 4.
Hamburgo64 dias, brigud norte-al lema i
Ceras, ds 180 toneladas, capilo Pieoiog,
e uipigem 9, carga differeotes gneros;
a Antonio Luiz de Oliveica Azevedo &C.
Navio sihido na mesmtk.dia.
HavreBarca frapc^za Berthe, c pil_o Ne-
zon, cirga couros e al.odJo.
BCtARACOES.
DO
SANTA CASA DA MISERICORDIA
RECIPE.
A Ifima. janla administra .iva da santa casa dr
misericordia do Beci'e tend de reconstruir o pre-
dio qne possne o patrimonio dos eslabelecimentos
de caxidade ra da Moeda, com dons andares e
solio, transformndolo em-outro de nm so andar
ne conteoba dous armaitns, ura oo pavimente
terrej e outro no sobrado, e os predios ns. t e 13
da ma do Burgos, precisa contratir essas obras
:ora quem por meno prfeo se quizer encarregar
loetfectna-la, pdenlo serem aproveitados os
raa'eriaes que forera tirados dos amigos predios
e jalgados era bora estado.
Os pretendentes dever io apresenlar as suas pro- ,
postas em cartas fee.nadas com declaraco do m-
nimo po-que fazera cada urna das indicadas obra?.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cife 21 de juiho de 1871.
O eserivio,
Pedro Rodrigues de Souz.
dobim.
Idem de coco
Idsm de mamona. .
Batatas alimenticias.
litro
ma proposta Jaita pelo eammandafte do'J^gPJ1"
8* baktulo da guarda saslosl deste municipio, ^bidas espintoosaa
kS^f.,
aa qaal se ac iaetad3 sata. asa. pnoatovido a
teaeata um alfares, qae ha mais de aun aaso tese
guia de passagera para um dos eorpoa da previa
ca da Pirahtb.
Ioinvgo, eomo somei
ao, ehaasai
Inania pxopoeta*1
0 povo ii PtOJb di Parahybi vera
odo qaaotp A preteri-
Agoardente cachaca,
dem de canna. .
Idera genebra -. .
dem restaaos .
efarsientfas.
dfl'eajj ." .'
comprebendldos os
propVj*..ax_
937
678
528
102
M4W
137 J
300
' 330
300
J7
360
66f
kUof* *7,
SANTA CASA DA MlsEKICOKIA O HECIF'E.
A Hlra. junta admiolstrativa da Santa Casa do
Misericordia do Recite manda fazer publico que na
sala de suas sessdes, no dia 6 do mezdese:embro
pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrematados
a quera mais vautag.ras oflereeer, pelo lempo de
ama tres annos, as rendas dos predios em segui-
da declarados:
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Ra do Arena de Peixe (travessa da Madre Dos)
Sobrado n. 1........ 1:141*000
Rna do Prdre Florianno.
Casa terre? n. 63.......205*000
dem o. 47.........180*000
Ra do Calabooco.
Idera n. 18 ... v ... 320*000
Ra do Amorim.
Sobrado de 2 andares a 26 ... 302*000
Ra do Pilar.
Casa terrean.* 73......211*000
Roa da Gloria.
Can tarrea n.* 61......240*000
Ra da Ponte Velha.
Cwa terret o. 32......
Ra das Cacadas.
Casa terrea n, 36.......
Rna da Roda.
dem o. 5........
dera n. 7.........101*000
L PATRIMONIO D03 ORPHAOS.
Roa da Osla.
Casa tecrea n. 27......146*000
dem n. 29........
Largo do Pazaiio.
Coja da frente do sooradon. 29. .
Raa das Urjogelras.
Casa terrean. 17. .....
Ra de 3. Jorge (P.ler).
Casa terrea n. 94.......
fdem n. 105........
dem n. 102......, 0
Os pretendentes deverao apretentar _
oataeao as suas flaneas, loo eomparaceriuE
acompanhados dos respectivo! fladoye--'
" Secretaria da Santa Casa de &_Mrtsala do
ifo, 21 de agosto d 487.
esenvio,
rigues it Souza.
asattoi
Josqaim, filho de Lucinda Mara da Apreses-
laclo.
Jovino, filho de Ignez Fraorisc*e_ Narciso, Albo de ioaqoina de Viawneallos Ds-
porrn.
Alfredo, lho ule BeUamma Francisca Lobo.
Joao, filho de Jozina Leopoldina Monteiro.
: J )-i>, sobrinho de Aotoaio Caetano Ma*oss>
Marques
Ji'o, lilho de Benedicta Mana da Conceieao^
Jo, filhi da Porcina dSSWza Deis DiaK
Cnristcvl), lilho de Mafia Rita Aceioli Ca at-
este.
Secretaria da Santa C*>a da Misericordia de Ra-
cie, de setembro de 1671.
O escrivo,
Padre Rodrigues Je Sonta.
Lu&pecqo
do arsenal
rinha
de Qia-
Faz-se poblico que a cominisso de peritos exa-
minando, sa lnra determinada no regulamento
aauexo ao decreto n. 1324 de > de nvereiro
de 1854, o cateo, machina, ealdeira, >?pparelho,
mastreacJo, veame, amarras e anejras do va-
por Pacifico, propriedade da Caetano Loarenco de
Seixas, achoo todos esses objeclos em estado de
poder o vapor navegar.
Inspeccao de arsenal de marioha de Pernambu-
co i de seterabrode 1871.
Francisco nornaao Steppie da Sdva,
_________________inspector.____________
idiuiut_tra?jo dios crrelos de
Perttuubuco j4 deseteiubro de
Malajjttransp
nsporte bratileiro Isabel da eompanhia
bratileira.
A corressondencia qaa tem da ser expedida
hoje (5) peio irMsposle cima mencionado para a
Baha e Kio de Janeiro, Ser recebida pea maneisa
segninte:
Macos de jornaes, impressns de qnalqaer nata-
reza e cartas a registrar at 11 horas do dia,
cartas ordinarias at o meio dia estas t meia
hora pagaodo porte-duplo.
0 administrador,
A/fonso do Reg Barros
360*000
194*000
103*000
201*090
no a Sio da
r
M
)
Re-
Cerreio gerai.
Reanlo das carias registradas, procedentes
do sul e norte do imperio, existentes na
repartijao do correio desta eidade.
Ant> ro Auftusto Peixcto de Alencar, Alvaro Pe-
reira de Si, Antonio Corren Maia, Belmira Maria
da Coriceico e Oliveira, Caetano Cabial do T.
C iroeiro, Firmino Theotooio da Cmara Santiago,
Francisco IwBeiro Monteiro, Francisco Lino de
Souza Couto, Francisco de Piula iJr-.ca, Gaspar de
enezes Vasconeellos de Drumrcood (t). Gentil
odrigaes de Soaza, Higina Maamdo Espirito San-
to, Jaciotba Emilia da Puriadft (2), Jovino Per-
nandes da Cruz, Januane dwilva AssampeSo,
Joaquina detlao' __rc_l*es loaqnim Guedes da
Costa, Jo- CliraaoB Bpfrito Santo, Jos lava-
res Poheiro A C-.J |dr:gaes de Miranda So-
brinbo, JoSo Vi-eolaJI^r, Manoel Francisco
Cruz, Manoel FrancB^ Teixeira, Presidente da
Lija Maconica Firmeza e Hamamdade, Slmphro-
qj Cesr Coutinho, Simplicio de Barros Alves da
Fonreca. The itooia Rita da Molta, Tobas Brrelo
de Menezes, Francisco Jos Coetho Netlo, Biase
Orrico, Felice r.ianco.
Almiai-traco do
setembso de 1871.
O
de Pernambuco, 1 da
o do registro,
da Silva Ramos.
TftEATRO
COMPANHIA
DE
ZARZUELA liyP.lMDLA
QuaoU fekfcf s Qumta-l-ira 7 ,
de wHlbro de 1871
(irania opera em 3 aetos:
un
ESGtHBIDB
193*000
192*000
la a ermpaabiuj&
232*000 / Priaeipiari Htft bo_M_
Psrsvaolemalsar aipdepaodanciado Brs*iW;
240*000 I A chegada de S. Exc, o Sr. presidente
I8*> 'HoOT a companbia cantar', peni isa ausaagiftl da
S3. MM. o hymno da iodependeN^H
Setuiode-se a rapreaeataeao da .iisdaismseMa
em 3 aesw : *?s
j
1
^


W
jrsi
.i
eniAJMfWe ? ten "deB&ft*rJ'<4e i7
^
io;arni.
>

-
.T1UTJ das PrlMH
-Gr*JK9 vanado espectculo
do EmrSr. nweidonto da pro-
MmhajMfr.i*a *niwsario 'da independencia 4o
vineia.
' EM BE?
D. i*lsa 111
O pregramraa sera a
poitS38ffe
Ma do Tm
iiH horas era peatn
-*ftst
me****
MPAIHIi
DAS
Jessegeries maritimes.
Aleo dia 10 do correte esper-se da Europa o
-TTrfrrecT-Otrtmde o qual depois da demora do
coeVemo, seguir para Bueoos-Ayres, tocano dos
portos da Babia, Rio de Jaoeirofe Montevideo.
Para (retes e passagens, trata-se al agencia,
roa do Cummercio n. 9.
No dia i 1 do crranle raez espera-se dos por-,
tesado sol o vapor fitiucez Sindk, comrainJanlo
Massaaet, o qual depois da demora do costum6 je-
aira iura Butdo, tocando eai Dakar (Gore}
e Lisboa, u
Para cbtriHjOes, frotas e passag.ns tratase na
gaencia, ra do Coraraercio n. 9.
- Qm aateifeaaao
provincia, atfgeat
eradma jflkV'
m coiitinttatfto.
Sera limetas
Para lbaiad^o
GoBstando de p>*ctoM>*hantej, retogfwde
oro e prata, salvas e-eetberej dj dita^ancelros,
eon-eotes, adereces, aae, puiseiras enraitos oa-
troe objeetos de cantatas vencidas e dadas em
penbbr.
Hpje
CO JIPA* III1
DE
Navegapao Brasileira
At o dia 9 do corrate es-
perado dos portos do sal o-vapcr
S. Jacintho commandante Aikia-,
qual depoi3 da eniera do costu-
me seg u'a^ para os do nr.rle.
Desde j receberu-sa bassaseiros a engaa-se a
carga que o vapor poder oondutir, a qual Joyera
ser embarcada no dn de sua chegada. Encommen
das e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
do c:a da su? sahida.
Nao se recebem como encommendas senao ot-
j actoj de pequeo valor e que nao excedam a daas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicao
Tulo que passar destes limites dever ser embar-
cad) como carga.
Prerine-se aos senhores passageiros que sua?
pasagens 90 se recebera na agencia, ra do Com-
mercto n 8.
PORTO.
pretenda seguir em poneos dias o patacho por tu-
gue: Liberal, eapi Jo Gailharme Joaqurra Leal, por
ter a m.i.r parte de seu carragamento engajado
o para o resto que Un falta e passageiros, para c
que lem boas comm >ds, trata-sa com o referido
capillo a bordo oa na praga.
Bticebem-se proposlas para fazer os concer
las de que precisa o briroe norte-allemo Com-
mandeur, entrado de Buenos Ayres com avaras
conforme a nota dos peritos, que se acha avista
dos concurrentes no consulado da confederarlo
da'Allemanha do Norte at o dia 6 ao meio dia.
COiYIPASUIA
DE
Navegapao Brasileira
At o dia 8 do corrente, espe-
rado dos portos do norte o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante
Cardoso, o qual depois da demo
ra do coslume seguir para os
portos do sul.
Desdo j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual deveri
ser embarcada no da de sua chegada, encom-
mendas e dinheiro a frete at s 2 horas da tarde
de sua sahida.
Nao se recebera como encommendas senao ob-
j setos e pequeo valor, e que nao excedam a 2
arroban de peso ou oito palmos cbicos de medi-
embarcado como carga.
Previae-se aos Srs. passageiros que suas passa-
gens si) se recebem oa agencia, roa do Corj-
mercio o. 8.
Rio Grande do ul pelo Rio de
Janeiro.
Para os indicados portos segu por e-tes dias o
patacho nacional Mara Emilia, por j ter quasi
completo o earregamemo o resto que Iha falla
recebe-se por modiee proco ; a tratar a ra do
Vigarlo n. 14, primeiro andar, eseriptoro de Jos
Lopes Dvim.
Pi agente Martin*, na casa de peohores, aa
travessa di ra das Cruzes, n. z, s 11 horas do
dia ao correr do martello.
E
Cabos e do troco, moitOes e do cjlindro,
velas e diverso* pftos, mastros etc.
HOIE
O agente Pestaa, far leilo por eonta e risco
dequeu perten-er de diversos cabos moiioes,
raoiloes e de cyliodros et:., os quaes se rao vendi-
dos a vontade, hoje s 11 horas da manha no ar-
omen} no caes da Companhia Pernambucana dj
Sr. capilo Joaquim Jos Martin*.
Leoofllapelin p*ofpa^ rJtpeltavM publico
dMU beteetrnerjio de pbotographli a ra .cima meotio-
aada, tendo procurado por fcfes m motos possi-
veis o melhoraraento e perfaclo era lodos os Ira-
balhos concernentes a-soa arte. A galera dri-
jida por 'D. Amelia Chapelm i vantajosamanie
oeabMtfa-pMMMHas fessns '*nta capital que
nerara caastic'dawaliarltMUs trabs pho-
tographicos e s maf^aat. flrqw- s Mi Mea-
do para coa as familian que a leu) uouudff flora
soa froquencia.
Os precas dos trabalhos desta photograahia ao
os mai9 haitados, como sejam: -
Ua dtzia de candas 8000
flav a, 5*000
Ura arabrotypo em uma linda
caixioba.
E os mais empropbrcao.
Len Chapelin eonvida a todos os amantes Bas
artes a virem visitar su "estabelecimenio que se
achara abarlo das 7 horas, da aMMhua as G di
larde.
LEILAO
DE
Movis, prata e ouro
QaTta-feira 6 do eorrenle.
O agente Pestaa, legalmenta aut irisado por
uma familia que se retira para f.-a da provincia
far leil i de 1 mobia de Jacaranda, |( dita de
mogoo, guarda reupa,Jappiradores, e*pelho?, mar-
quezas, mezas, bancas, tocadores toilets, qaadros,
1 grande espelho, loa?a para jantar e almoco.vi-
dros, e 1 rica secretaria, estantes, relogios, vene-
sianas, 1 rico faqneiro novo de prala, colheres de
prata para sdpa e cha, "diversas obras de ouro, 1
ricorelogio de ouro para algibeira-com corda
para 15 dias, 1 grande balaoca para, 3000 kilos,
e muitos outros objec'.os de casa, que se acharo
patentes no acto do leilo no dia cima quarta-
feira 6 do corrente, s 11 horas da manha em
ponto, na ra do Vigario n. 7, armaz-m.
Movis louqa, e vidros
Saodo uma slida mobilia de Jacaranda a Luiz
XV,com muito pouco nso constaalo de 13 cadeiras
oe guarni(ao, 2 ditas de bracos, 1 sof de jaca-
randa, i coasollos e jardineira cora pedra raarmo-
re, 1 mobilia de amarello, 1 dita de geooveza,
Ciim 12 cadeiras de guarnico, i ditas de bracos e
1 sof, uma pequea mobilia de juqco para toilei.
Um rico pianno novo de excellentes vozes, cons-
truccao perfeita e propria para este paiz, 1 toilet
de Jacaranda, 1 rica cama frauceza e de phantasia,
1 espelho, 1 bidet de mogno, 1 toilet para solteiro,
I par de vasos ricos, i dito de figuras para en-
dites de salla, I magnifica secretaria de amarello,
com ranilas gavetas e acomraodacdes pr ra guurdar
livros, 1 grande commoda de Jacaranda, appara-
dores, 4 quadros importantes, 1 cama franceza
de amarello, 2 cadeiras de balando de Jacaranda,
1 marqueza \ l guarda-roupa de amarello, 1 me-
za elstica de amarello, 1 bergo, garrafas, compo-
poteiras, copos e ranitos outros objectos de uso de
uma familia que se retirou para a Europa
Quarta-feira 6 do corrente.
O agente Martina, fara leilo de todos os movis
e objectos de gosto cima mencionados, por ordem
de uma familia que se retirou para a Europa e
que foram transportados para o sobrado a. 48 da
ra do Baro da Victoria, onde ter lugar o leilo
s 11 horas do dia.
de
1
Para o Indicado porto segu era direitura at o
dia 10 do correle o hiate nacional Maria Amelia,
capilo o pratico Francisco Tbomaz de Assis; para
inazem n. 60.
BAHA
Sagua para o pono cima com a maior brevi-
dade possivel por estar com a maior parte da car-
ga o hiate nacional Garibaldi. capilo Custodio Jo-
s Vianna: tratar com Tasso frmaos & G. .ra
do Amorim a. 37.
MARANH&O
Pretende seguir com multa brevidide o palha-
' )le nacional Jboen Arthur, tem parte de sea
carregamento proiopto, para o resto que lhe falta
trala-se com os seus consignatarios Antonio Lula
da Ottveira Avedo & C, no seu escriptorio roa
da Bom Jess n. 57
Para os porto-* do norte at
Macao
fue lopreterivelmeote no dia 6 do corrente o
-aRtraaeioiaf Probidade, com a eargi que tiver :
quera nelle quizer carregar para qualquer dos
porto* intermediadas, qneinr dirigir-se ao mestre
a bordo oa i raa do Coramercio n 17.
DE
DIVIDAS
Na importancia de cerca
1-2:0005000.
O agente Martius levar novaraeate a leilo
requerimento do Dr. inventarame dos bens dei-
xados pelo fallecido Joaqnim de Almeida Pinto, e
por mandado do Dlm. Sr. Dr. juiz de orpbo de
cerca de 12:000,1000 em dividas
QuirU-feira 7 do corrente.
Era sen escriptorio a raa do Marqnez de Olinda
n. lo, as 11 horas do da, os pretendemos podem
examinar a relaco dos devedores no escriptorio
do dito agente.
LE1L40
A
Qs bichareis'Aisi'..
e Migas! Ba
tem aaal
Ci_..
cestas e brlaqucdo
a rna Duque da iSbxia* anii
lili ura lindo sortimeoto de ob,
_______Jlmo sejam eestinhas para me
HRiii mu i -
iras, maracaes para eriaoea
lo de caluogas e hrinquedas
com pooea'liikMt.
d
l,
vimBHJaU
WB&Pm-im |rpWM-i.Wia con-
.OeoMdo, d* Ssm, pato apof ,Cof*c, &
desde j fSmmmmpmtMofiim Aatrttara*
eiadores e enU^ymitt^greWig' "vti1 d>
iOOO
CABELl^HR
S senhocas indo ana du ihtuW' a enfeitei
0 de ciblno^mTiSaWnVSS
cresceotes, cchoifee, lc.ei;., e uma
grande quantidaBe de tranca de oabello
vegetal, precode.5<5D0 caaalMnjaa
No raesmo'esfabele'^ienji eDOOQtraf5o
W dons oBtjafiv.*afc'itQ3 arb'^res n'arte
m de peniear'ieuTioras, quae* sempre
S esto promptos ^ira.',#alquer chamado, ^
W quer dentro Ja. Hda^po sinarrahaldes, &,
Pad?ria
grande freguezia, aatante-s o awendamento m
:i pafo t|fipp jojuej se cb|veMnfcar. Seu pro
tVlar;icanan
Fogio um manearan muito manso do primeiro
andar do sobrada o. 44' da rui larga- do Rosario ;
roga-se a pessoa que o tiver actuado de mandar
entregar e reetber alvicaras a agradec meatos, e
de nao o querer restituir,'mande eolio buscar a
gaiola.
H
Nao tendo todos os cred^res do Baado Jbao
Chrisostome de Cusmo avslfaifb-a proposta ami-
ga vel, declara-se que se nao concluirem at o di i
7 do corrente, nao tera cffeto dita propo'ta.
i 1- 1 C\ Preeisa-se de uas muiheres
A VI \ ^\ pira ama em uma C33a ^-! 'an>'
. iLTAnLL/ lia, sendo uma para engommar e
outra pan tratar de urna menina de penco-mais
de um anno de naseida : iros Afilelos sitio o. 33.
Preeisa-se de ora criado forro ei> escravo e
que entenda alguma eousa de cozinba', para ama
pessoa s : na raa do Hospicio n. 26, segando
andar,
Os abaixo assignalo; dissolveram a socieda-
de que tinham na taberna sita ra Imperial n.
216. que gyrava ssb a firma de siiva & Lopes, (i-
cando a cargo do socio Silva o activo e passivo,
e o socio Lops desonerado de qualquer respon-
sabilidae, o qual fui pago dos lucro* qne lhe per-
tenciara. Recife 3 de seterabro de 1871.
Joaquira da Silva Netlo.
Joo Boarigues Dpes.
Aluga-se uma escrava
n. 49.
dj paleo de S. Jos
O abaixo assignad< vem pelo presente agra-
decer aos Srs. Gomes de Mallos & Iraiaos as rna-
neiras urbanas com que o trataram, e bem assim
prova de confianza que sempre lha despensa
rara, isto por es paco de seis annos e quatro mezes
que em seu estabelecimento de joias steve como
eaixeiro. Recife 4 da seterabro de 1871.
JisFelpp9 de S raza.
A'uga-se uma escrava cozraheira e para to-
do servico interno de casa : -na ra da Cadeia do
Recife o. 1.
*
i! Felippe Francisco Gomes, Francisco Gomes de
Olivelra e Agostinho Francisco Gomes, veem pelo
presente agradecer s pessoas que se dignaram
acompanhar ao ultimo jazigo os restos mortaes
de seu presado irmo Manoel Francisco Gomes, e
de novo rogara Ihes o caridoso obsequio de assisti-
rem a atiesa do stimo da, que ter lugar no lugar
oo da 7 do corrente, s 6 i/2 horas da manha,
na matriz do Corpo Santo.
maaammmemmatammsmn
4' ULTIMA IIORl
065.
Rna do Duque de Ca-
xias
(Successores k M0m de
10 Ra. larga lo Rosarlo
de
Afhu)

)
CLu'k^ri :? ( Rlo to qnartei de polica ,
t lP a *' *-S~ ^rtl^SpbelecixaenXo teem l honfa di aieUtlHear ao r*f*iMvef^Wjp.d'est*
sefia
Exiracti^afcoolico.
tW.SrtefeXiFE!,E*0t()' w"'o Sa8g"bO TS,,' WB57*B fiHDICS, x'arop.
UA SALSA DO FARA, jarope de AGRIAO, xsrope do MULUNG* etc. etc., tttdo bin a riiajpt per-
feco ; pjr lsso qne nm d aquelles pronrietarlos eonta 8 antros de boa pratiea -na mwma phrjnacia.
-.Uutrasto, sewBttfleatD haver feito um completo e variado sortimeoto de''drogas estraogeh*?, e daa
ale acreditadas especialidades, acbando se tudo dlspojlcis dos Srs. faeerSlHos '6 ow'mjblieo
feral, le uuem os proprietarios esperara tedo acolhimento. *
A^hartoaeia abrir se-ha a qualquer hora da noite em caso urfeute.
l.M)
prietario di -taz-se della,por.,ter oatro
qoertrlrt
n.65 A.
lar
nrrua Drreita da
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
. negocio de
mesms^egueii.
-1
-ai
_jclas do imperio, que onttnoario a prfeparar KfaaS TORLAS DB
R os acreditados e utilissimos medicamenlos braslffr/, taes ctMno :
S3.'iro; oleo- ,inU,r> P*101*3- '"IPo "ioho. 01 t&nnmik JUIfUBlBA ;
FEDEOZO, xarope do RABO DO T^W,' HLDiM *WH f*
Chapas de ferro para ^ casas etc
Formas para assuoar de wf0 pBld0, gMWafliMd(>;
Arados Americanos para varae8 e Jadeira
Machinas a Vapor de fora lre3 tmUMt '
JUaCinaS de de8caroc.ar algodo.
Trilhos de ferro para eDgenh08) elc.
Fogoes americanos
Camas de ferro graades e pqowtt8
Macacos de estiva
Cofres de ferro de MiIneej3 e 0lrM.
Papel deombrulho
.1020 II
/ *(

Slu"'.J; '
I
Precisa-se leijinSaiaTiara fazer o servico de
casa de orna Tafolli omposta de duas pessoas,
exceptuando o lavar e engommar : quem quizer
dlnji-se-aesta cypogrtphia.para tratar.
d uma ama
na roa do"Ba-
ro da Victoria n.. 3i.
Precisa-se'
^ para co?inhar
Ofterece-se uma perita coiiabeira estran-
geira, que entende de todo quanto porlenco a arte
de cozinhar : falar na ra da Conceicao n. 5.
Ufferece seWuma ama para criar, cora raui-
bom lene : i tratar na ra do Itrum n. 73, das
9 as 4 horas da tarde.
' Alagas o seguodo andar do sobrado da
ra da Senzalh Nova n. 30, para pequea fami-
lia : tratar na luja.
AMA
Prechase de uma ama forra pa-
ra pouca familia : na ra largado
Rosario n. 20, 1* andar.
%^
Precisa se de orna tina pa
ra todo servico : na ra de
Horta n. 30, sobrado.
numero 3.
Precira-se de urna ama de meia idadt
para comprar e coziabar : aa ra Bella
!
Santa Casa de Misericordia
do Reoife.
Tirad a junta administrativa desta santa casa
resolv do mandar celebrar uma missa de rquiem
por alma da finada Marqueza do Recife D. There-
za Hara da Rocha" Lins Barrera, na groja de N.
S. do Paraizo, pelas 8 horas da manha do dia 6
do correte, convida pelo presente aos prenles da
inesma finada para assistirem a esse acto.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife Io de selembrode 1871.
O Escriva-i,
__________Pedro Rodrigues de Souza
para qne
acaba de receber ura importante sortimeoto de
ponpelinas de la, s qoaes abrem o proco de 500
rs. o covadj, nao deixem de vir ver esta linda fa-
tenda.
DE
200 barricas com farinba de trigo marca F.
O agente Pestaa, far leilo por eonta e risco
de quem penencer de 200 barricas cora farinba de
trigo nova, desembarcadas do navio francez Fte-
me, as qnaesserao vendidas em nm ou mais lotes
a vontade, quarta-feira 6 do corrente, s 10 horas
da manha, no armazem do Sr. Tasso Irmos, na
ponte velba de Santa Isabel.
VISOS DIVERSOS
O Sr. Joao Jos da Araujo Lima, que
foi eaixeiro da loja Aguia Branca, queira
vir esta typograpbia a negocio de sea in-
teresse.
Attenpao
LEILOES.

i Lait'-XV, eanpMta
dabraeoe,
_ a ama jar-
__-a Tnarmori, e
ario de Jacaranda,
Alagase um sitio em Agna Fria de Beberibe,
muito bem plantado, para se passar a festa mu
to commodo : quem qnieer dirija-se a estrada ne-
va de Beberibe para tratar na venda do padre.
O eogenho Limio Doce precisa de um feitor
preferiodo-se portngaex e fW tenia hbil tacio :
tratar com Leal & Irmo, a roa do Mrquez de
""" u. M, aadir.
Oi^j
Precua-ae faltar com o Sr. Bataquio Aoto
io Gomes, ao armaceoraa Hetrelli, largo do Pa-
raso n.-H.
Caixeiro
Preeiaa-aa de am caiuira 4e ilt tSaaneaie
dade, con pratica 4e taberoa, .e d lador a
soa eondneu leja portoguei; na roa da Su,
CruB, 7i
TfilLHOS URBANOS
_r do
tECIFE A* OIIWOA
e Beberibe.
Faz-se sciente abe soohores accionistas, qua I
sessao da assembla geni obre arefurma dos
estatutos contina em seus trabalhos no dia 7 do
corrente pelas 10 horas da manha, tendo lugar
rennio no mesmo lagar dos annnncioi antece-
dentes.
O 1* secretario,
____________Luiz Lnpet Castttto Branca.
O* curadores da m&ssa fallida de J >a Fran-
cisco Borges Perrelra rogara aos devedores ,*.
mesou raassa se sirvam de satisfaxer o pagamen-
to de seas debites at odia 18 do correte mez,
visto depois deesa data lene de proceder a'co-
Rscif 4 de Miembro de 1871.
Os abaixo asstgaaeoe deeiaram qne compra-
ram Sra. D. Ignacla Mana dos Santos a aaa ta<-
beraa sita na Casa Forte n. 15, e como eoawnM-
sem livre e dMembaracada de qatlqaer hyi
ca, rega pessoa qne juigar-se credera
ur-se no praao de tres dias, qne seraje___
mente paga. Recie 4 de seteosbro de 1871.
Andr Biueen.
...________Mena*! Sent ilao. ,
fie sitio do Gafando preehase le oa asea H
no de U um para eaidar de aJgnas aaioNea!:
qoern eativer oa eireoaisuaeia de se profAr, drt
|s-sr ao mmmmmt,y ym ai f aotiw C*>
ra, outr*ora de Jola 4tarree, m HjiaiialU
oeste jemal, a IMssenoi e Sr. PrWp^r^*t
- Pnataa.aa^ataaaa m p. oaiaa.r
e^rdepeanafaotfa: na radas Grase n.
3 indir.
MU
Roga-se aos Srs. abaixo essignados
corapsrecam travesea do Carmo n 1, 2* andar,
aflm de ultimarem os negocios qne nao ign- ram:
Bevenuto Duarte, morador na Escada.
Joo Baptista Alve3-Monteiro, morador na Es-
cada.
Francisco Antonio Cavalcante, morader em Ga-
melleira..
Manuel Delphim de Almeida, morador em San-
to Anuo.
Joo Antonio dos Santas,. morador em Santo
Asilo,
Antonio Barbosa Cavalcante, morador no enge-
nho Ooa-vi.-t.i. do Cabo.
Bernardina Ferreira da Cruz, no engenho San-
t'Anna, freguezia de Jabealo.
Felippe Nery da Silva, morador no engenho
Santa Rosa.
Flix Jos Cavalcante, no engenbo Novo, fregete-
zia de Jaboaio.
Flix Jos Cavalcante Jnior, no engenho Novo,
freguezia de Jabealo.
Jos Fraooisco da Silva, morador no Brejo ao
Benito.
Jos Felippe de Mesquita, no engenho Maltas,
freguezia do Cabo.
Jerooymo Rodrigues, oa Escada. .
Agosliebo Lopes da Silva, em Qulpap.
SQoel Antn o da Silva, no engenbo Boa-vista,
freguejiauo Cabo.
Jos Joaquira da Silva, no Limoeiro.
Francisco Antonio Pinto, morador em Caruar.
Febx Cavalcante de Alboqaerqoe, morador em
Camellera.
jus Feliciano Portel la, morador na Una de
Santo Aleixo. *
Ricardo Nunes CayaHadte, no engenln Jvan-
da, freguezia de Jaboaio
Coorado Ferreira de Barros, morador em Ga-
melleira,
Joo Alves de Olivea,- em Una.
Jno Apolonio fiavalcante, morador em Varzea
de Una,
Miguel A. P. Naxaretk, oo eogenho Maltas do
Cabo.
Florencio Jos de Oveira. na Vanea.
Antonio Luiz At*t% no engenbo'Boa-vista, fre-
gaezia do Cabo.
Francisco Monteiro Guscuo Lima, no engenho
Langaeira, freguezia de Barreiros.
Paulino Franoieco Bastos, morador em Fra le
Una. ^*
Francisco da Rocha Accioli Lina.
Jos Ferreira Cavalcante.
Andr Avelino Pereira de Souxa.
Caataao Alves da Silva, morader em Gamal-
leira.
EpUanio de Franca e MellOj no Rucife.
Francisco Bca*el de Almeida Quedas.
Jeaootn Loorenee I* Barres.
ltMsto Crrtaco dtfWerw, atora lor sol Yers
das;'
Heteodoro AeaeJo ngel, em Gimellelra
_- i i j- n* ,M^_-
icMKe AJexandre Cavalcaule, no enfenho 8.
""ibeirio.
Cardoso de Barro, morador
Estes artigo? vendem-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes de C.,
N. 4 RA DO BOM JESS.
. (Oirrtl'ORA SUA .DA Cbz)




Sao finalmente chegadas a esta praca pela segunda vez as verdadeiras preparacoei
do Dr. Radwa? 4 C. de New-York.
Depois de alguna annos, em qne as falsificares de Hamburgo e mesmo deNew-
Vork tiveram entrada ueste mercado, aproveitarjdo-se do bem merecido cooceito qa
estes remedios baviam alcancado por seas'marvilbosos effeitos conseguiram introdazir-
se, illudindo o publico incauto, cora ama reducoao de preco, nollificande o verdadeiro
mrito destas admiraves preparares, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
do-as com seus nulfos.effeitos, lembrou-se o autor de fazer a declaraco abaixo, e s
dar diplomas aos que venierem os seas legtimos preparados.
Previna-se o respitavel publico de que as verdadeiras prepararles do Dr. Ra--
dwat s se vendem nos depsitos cima declarados e trazem um rotulo igual lo desta
annancio.
Nos abaixo assignados, declaramos e certificamos, que os Srs. Raymondo Garlos Lei-
te & Irmo, da cidade do Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, s3o os nossos agentes
geraes, pela Yenda de nossos remedios, tanto no dito imperio como no reino de Perla-
gal. Noticiamos ao publico, que nao se podem obter os remedios do Dr. Radwat A C.
(e que sao preparados no laboratorio do mesmo doutor na cidade de New-York nos
Estados-Unidos), seno das pessoas que podem produzir a-presente certificarlo e altea*
tacjio o qne a produzem, subscripta e assigaada do Dr. Radwat A C. e dos Srs. Ray-
mondo Carlos Leite & Irmo como ao p. Todos e cada um dos remedios do-Dr. Ra-
dwat A G. s5o aeompanbados de cdulas semelbantes as que parecem ao p desta cer-
tificarlo.
Examine-se bem a assignatura da firma do Dr. Radwat & C. ao p da presente
sertificaco e comprese com o facsmile an cdalas com todos os frascos e caixi&ha
Radwat A C.

;&
fc >
NOVA CALIFORNIA
FAZENDAS BARATAS
BIJA DO SJESH1IIO M. 19
Loja de Carlos Jos de Medeiros & C.
Junto a phatmicia americana.
m
Dao-se amostras mediante penbor.
Sociedaie Monte Tio Santa
OriE.
Tendo de-as continuar ceal os trabalhos da-etei-
c2o dos demais fnoccion&rios qne deixaram de
ser eleitos na sessao do 3, visto ter eesa socieda-
de de ser instaliada logo qne por S, Exc. o Sr.
presidente de#la provincia fr approvado os es-
tatutos, convido por isto aos ?enhores socios, pa-
ra qae se dignen) comparecer no dia 5 do correo-
te pelas 5 horas da tarde, na casa das sevdas
deesa soeiedade, para tal Bm, mandando o res-
pectivo chele prevenir qae ser abena a sessao
com os socios qne se aeharem pre>entes.
01 leereuno,
Francisco Antonio de S Barreto Jnior.
AO FISCAL
dk Santo Axtnio.
Pede-se a S. S. que invoque sea atb) mereci-
mento aos se'nhores camarinas para qae lhe orde-
ne que ala consinta mais fuer se despejo de-lixo
em frente da estaci) do largo do Cspim quj ja
impede a passagem, o que nao extraoao i ooitcs
camaristas, logo que tiver ordem expreses, faca
condutir o que ha nsquelle deposito, para lugar
qae nao seja tao pubtieo-
Vm prissageirn dn machnmbamba.
Antele Josd Cordetro Srtnes- (tsente) tendo
no dia (5 "do corrente as 7 oras da manha de
mandar celebrar minas na igreja do Divino
Eeprrito Sute do Collegio, plo prtoteiro snni
veraario de pasumeoto de eo* swafire horada
enea 0. SentwrMia ia Suri Campes SiraSef,
convido pelo prdeente eeos paientee e amigos pa-
- ra Bseburam me teto de rsllglao e cariiade, e
deede IpaosaMn^fTadeetraento^^^
Roga-se ao Itlm. Sr. Dr. clufe de polieiaqi
ra (ater Josbea aoa uaeraeirM, a-poraijae
JaboaOo, pois sendo esta pe*ie#o '< f;
lenu do municipio do Beote, -race-m que eve
avar um toque publieo, de ooroJea <>. P
9bt u casas denetocio se f>raram; e do con trine
4taMW, Qeyuiona do Si, imp^Tpeta ? HW io serio jpi
- daa dn itetica are ee tabeneiros, que espera
Joto Franelwo o IWfo Barro, avadar no nsba-wtoe deslela' pm* de V. 8. ptoM con-
' 'atderacio.
Soeiedade Liberal U
neficente.
Em passatempo do eexagesejeJO'^
tura morte e desean eterno d ale-
socio Innocencia Bodrigues Limas,
querta--wa 6 do carrelo, s 7 bi
k ireja de CorpoSaato, uma mhaa^-Slo, por-
tanto pelo presente convidados nosso Wmos, as-
sim como a familia e amigos do finido a compa-
reeerera prestar anda esta nlrhna hmntfiu
religiosa aos saos sestee mortaes, da qual desde ja
ella flea devolada a estes, pelo sen eompareoimen-
to, digno do3 corajes resentidos e retkiofos.
Secretaria da Soeiedade Liberal db Be<0-
eate em 3 de aeteobro de 1871.
O 1* secretarlo,
bil Pedro do Beaario.
dir qnem _^_
graphla deete jornal, a tratar dM Sr. IWWW.


Piuri en&ABvbao
er^
*
i* iftU
IMPERIAL
QGARROS
d fe
^rH de
n;
efe*.
ni contacta, paca-
M
S. JoAo DR NmrtRSHf.
Da lee problema qie mal* tem preoccopado
aasaeio dos legisladores o do eceuorofcu* eSo-
dtanet, particularmente m 'IIaterra e B Frsn-
Se cere* do qoal, arada eaa 868, L. Wolowki
m probado e MtaYel dketrso, e qie (rala
da definir e regolarisar, maniendo o equilibrio
tro o interesse e a haraanhiade, o trabalbo das.
ciM|ai as manufacturas. 1
ttoqueetio grave e malMdroM, eomeea a ser
I s de aJfanta imporuocia, e merece que a
cxaainemoi eos erileno, unto mais que forcosa-
nants aa sabilitmcio do elemento servil teri ella
de eoaeMerar-se eScaciseima para o futuro des-
snohri ment de nosaaa industrias.
Meeordando com o celebre economisU de que
{aliamos o profundo pensamento do poeta ingles
ooe dii:tA chanca 4 o pai do. bomem part-
bamos tambem os seus generosos sentimenios re-.
latrraaiente cssas frageis e delicadas crealuras,
que anda na primeira iniciadlo da vida pre-tam
ja lio importantes sewicos sociedade.
Joalquer que se)a o ensioo ou o labor em que
ae ezercitem as toreas anda debis deesas iracas
existencia?, deve presidir o maior escrpulo sua
direccii, a maior vigilancia e cuidado no emprego
a distribuido do tempo, porque do seu resultado
aeoende a aclividade e a energa das novas gera-
(3m, e d'estas as grandes conquistas do futuro e o
fireganesivo aperfeigoamento social.
Nos aeculos anteriores as industrias oceupavam-
ae mais com os productores. Ao secuto XIX cora-
. pete a gloria nao de melborar o fabrico dos
producto, tornando-os rqais perfeitos e mais ac-
eesiveis a todos pelo quantidade e modicidade do
preeo como a sorte a condico, a existencia do
irabalhador, do bomem. f
Wolewki ciu este reepeilo as palavras de
GUdstone, que, em orna reunio de operarios in-
gieres, fallaodo-lbei unto em seos diretos, como
eso seus devere*, diste: O nosso scale o s-
calo do operario: e aeerescenu que esta pbrase
bo sabio de bocea suspeiu, pois Gladstone nao
pertene ao numero daquelles que lisongeam em
vea de servir ao pevo.
O bomem (Teste modo encarado como bem
primordial da prodcese do bem; e o noUvel au-
tor que nos referimos entende comnoseo que a
liberdde que elle conquistou tira toda a sea forga
4a eaergia da alma as-ociada Mude do corpo,
da elevacao do espirito que proporciona o desen
volvjmento progressvo da habilidade pessoal.
Fot basea Jos n'esu allianca que os legisladores
ingleses comprebenderam que o instrumento acti-
vo, o operario, obedeca ootras e diversas neces-
idades que as que sao partilba do instrumento
material.
Foi por este motivo que se marcaran) e regula
mentaran) as boras do trabalbo as manufacturas,
a se atienden sobretudo a que as chancas rece
eessem a ara terapo o ensino da fabrica e o ensioo
da escola.
Em 1862, diz anda Wolowki; sanecioneu-se
na Inglaterra a prole, a vigilancia penetron no
aeio das vastas eommunas industriaes, formadas
aoje em roda da machina de vapor, dessas vastas
eommunas povoadas por miibares de operarios.
A lei de 1802 Ikou a idade em que as chanca-
podiam entrar para as manufacturas e limitos
dorarlo do trabalho.
Pois bem. Este grave e humanitario problema
que levou qua-i meio seculo a resolver, e preoe-
enpon a altencio de tantos emeos de estados
eminentes, como foram Roberto Peel Lord Aslhey,
boje Conde de Chattsbuago, genro de Palmerston,
e muitos outros, assignalando urna pagina honrosa
sa historia da civilisacSo moderna, acha-se reali-
zado, e dando salutares resultados entre nos na
fabrica de cigarros de S. Joao Nitberohy, da qoal
-lo proprietarios -os Srs. Sooza e Novaes.
J tivemos occasiro o anno passado, de escre-
ver algumas linhas acerca deste importante esta
beleeimento, e boje, depois de urna visita que fi
remos ao novo edificio ampliaremos aquello nosso
trabalbo.
A casa onde actualmente est esubeleeida a fa-
brica sem duvida um dos melhores predios da ca-
piui.
Alm das espacosas accomr.ioda^des interiores
lvremente arejaaa como convm a to numerosa
agglemoracao de pfsoav o predio exteriormeo
te de ama architectira simples e elegante, e Oca
a piucas bracas do mar, onde com auxilio de uina
ponte os prudnetos sao com facilidade embarcados
e condozidos para os mercados.
Cerca de dazenti s meninos ah recebara o ensi-
so manual, iut. Ileclual religioso e moral.
A mais perfeita ordem, sera a severidade de orna
rade disciplina, mas antes nconselnada pelos pre-
ceites pralicos da autoridad, d um aspecto agr-
davel a esta afanosa communa de pequeos ope-
rarios e ejperancoso ncleo de futuros e moralisa-
dos cidadios.
Em um vastn salao das 7 s 9 horas da tarde
depois da trabalho e do descanso aprenden) os me-
ninos os primeiros elementos da leitura da escrip-
ia e da contabilidade. Dissemos primeiros ele-
mentos porque acreditamos que as nocoes rudi-
mentaes da escola n-o sao-outra cousa mais que o
instrumento cera que mais tarde se deve concluir
e aperfeicoar a educacao. Nao custa saber ler o
essencial e azer uso discreto e aproveitavel
desee poderoso motor do nosso aperfeicoamento
xncrsl.
Depois do trabalbo manual e do ensino da es-
cola depois mesmo de algumas li ras consagradas
ao recreio era preciso amenisar com o estudo de
alguos dos ramos das bellas-'rtes as tarefas in-
famia.
Neste intuito foi creada urna aula de muzica di-
rigida p r h-.bl professor.
Com pouco tempo de exercicio e o ardor pro-
prio da moeidade j algaos dos alumnos tocam
com verdadeiro adiantamento os instrumentos que
escuiheram, e pode dizer-se que a fabrica tem
boje urna I anda de mu-'ca sua disposigao, o que
alm de accrescentar urna agrsdavel prenda
educara' dos aprendizes, dispensa dias fe-tivos do
eftabelecimento, o concurso dos msicos estra-
nbos.
Ora, o gra nde resultado colhido por este duplo
systema do enfino manual e simultneamente in-
teectaal, que os productos da fabrica de S. Joao
de ?J therohy, redobranda de valor pela qoahdade
e perfeiclo augmentam tambem a sua procura no
mercado 3 naturalmente os avnltados interesses
dos productos.
Estabelecida assim com os outros estabelecimen-
tos do mesmo genero a luta da concurrencia, que,
no dizer de um notavel economista, nao outra
eoasa mais qne a manifestacao pratica, a fa<
material da liberdade, claro est que as condic,d>s
do trsbalho livre comecam j a ser assentadas, en-
tre eos em ba?es sensatas e de censequeocias pro
!,
Ligamos um alto apreso s tentativas e aos re-
saltados deta ordem.
O Brasil precisa empregar todos os seus esfor-
cos na pr< pagaoda industrial, nio esqoecendo
sunca que a quantidade dos productos nada re-
presenta, si ella se nj lomar ao mesmo tempo
reeomnoendavel pela sua qaalidade, e que esta
te olitem com auxilio efflca dos productores ha-
bis e inlelligentos.
Acreditamos, pois, que os "Sra. Soura e Novaes
prestara um importante servico ao paiz e temos
copre prazer em mencionar os estabeleciment"
desta natureza, nao s em referencia a esta fabri
tA, como a todas qne esliverem fundadas ou se
fundem d'aquiem diante as mesraas erreums-
tancias.
O nico deposito nesu cidade no esehptorio
de Domiagos Al ves Matheas, i roa do Viga-
rio n. SI.
A. Zaluar.
m do op
A.os 5:000^000.
Hheca garaatlios la pr- '
?Inda.
fina do BarSo da
Victoria,
Qutr'orarua Nova n. 63 eodwoa
do costume.
0 abaixo assignado acaba da vanear entre ot
mos maito felizcs bilbetes a sorte de 8:000*000 ero
um bilhete ioteiro de n. 2168. a torta de MdJOOG-
em dous de n. 1381 e nm quarto de n. 115 com,
a sorte de 1004, alm de outras sortea menere*
de 40*000 e 204000 da latera que seacabou de
extrahir (205), podendo seas possaidore rreco
receber, qne prompumente serio
A-cbapelerla Imperial t fbt fnmelro d 1_
n.'o, acaba de receber oat liado sormento
flores griaalas; aaHr Mf fbapeos da
ma
lores e graaldas
,% acaba de receber oat liado si
AtteaS
Vede-se ao abarxe decltradoe terem a boiU
de vir na ra de Pedro Adfeato o. 4 (oatr'ora
Praia) a aegocio de taat anetaana.
Bernardo Cardoao Morrira *C.
Bastos k Amorim.
ceoviaTao N*av4 "fjJ^* ^f-104 Ju>i0f
tavel publico para virem ao sea rniutiolnfimen
comprar os felizes bilhetes garantidos, qaa oic
ieixar de tirar qualquer premio cobo prora pelo
meamos annuncios.
Acham-te i venda os mnito felizes bilhetas ga-
rantidos da 2* parte das loteras em beneieio Ai
igreja matriz de S. Lourenco da Malta, que aera
extrahida no da quarta teira 6 de se tem re do
crreme anno.
PRECOS.
Inteiro 64000
meios 3*000
Quartos 1*500
De 1004000 para cuma.
Inteiro 5*500
Meios 2*750
Quartos 1*375
_________ Joio Joaqalm da Cosu Lciu
GASA DA FORTUNA
Aos 5:0004
Bilhetes garantidos.
A roa Primeiro de Marco (oatr'ora roa cU
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe
izes bilhetes um inteiro n. 2115 com 800*000,
um quarto n. 1381 com 1004000, nm quarto .
o 155 com 100* ontras sones de 40* e 204 da
lotera qne se aeaboa de extrahir (205*), convi-
da aos possnidores a virem receber na confor-
midade do costme sem descont algom.
Acham-se a venda os bilhetes garantidos da
9.a parte das loteras, a beneficio da matriz de
S. Lourenco da Malta (206a), qne se extrahir
quaru-feira 6 do mez viodooro.
PREfOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
Sra porcao de 1004000 para cima.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 24750
Quarto 14375
_________Manoel Marlins Pina______
1C
OH
DTVETOT
nica ca a neste genero
(4-Koa Estreita do Rosario-^
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
ros i n ha e de mesa, e
tudo que perten-
PRECIS de urna mulher que cozuhe e engemme para casa
de pouca familia : na rna do Cabug n. 9. botica
oatro, anasoa a everetr
"' !- a
41 RA DO BABAO DA VICTORU 41
boto arnazem tem nm
artiawnto de fazeodaa
.iagiexaa, aUemias e to-
se vaadem por preeos
ssaoot, aflm a acradiur a este
eae armazem.
inglesa*,
franeexas, de todas u
Vialidades, briol de
iores e braceos, colei-
rinbos acoderaos, cha-
de sol de seda,
ARRUDA TOMAOS.
C
.
, Joio Ferrara Ctrvalbo.
. Joio los* Gomal dot Sanios.
Ip Nones da Piala.
Jaio da Silva Coimbra.
Pranciteo Florencio da Silva Grillo.
Antonio Lopes chaves.
Antonio de Mello Rodrigues Looreiro.
Jote Antonio de Gosmao. ,
loaquun Antonio de Sonxa.
Manoel Antonio de Sooza Ribeiro.
Alberto Jaclntho de Sonza.
Ji'io de Sonta Nones Pinto Amorim.
Narciso Jote Praaci'eo Paranho.
Aocasto Jote dot Santos Miranda.
Henriqae Manoel dS Silva.
Jos Mara Gomes Ribeiro. <
Joio Antonio de Mattos Abren.
Joio Fernandos de Oliveira Gamito.
Antonio de Sooza Jnior.
Antonio Soares Meirelles. >
Candido Fulo de Mello. I
Joio Valentim Dias Villela.
vos Gabriel Gomes.______________________^^
Extracto de carne
Do Dr. Ubatuba
Fabrica de podras brancas aa provincia do Re
Grande do Sol.
Em latas de 2, 4, 8 e 16 eneas. nico deposi-
to em Pernsmbaco, na pharmacia americana de
Perreira Maia di C. : i roa Duque de Caxas nu-
mero 57..
SITIO
Precisa-se alagar ou arrendar nm sitio e cata
para pouca familia, preferindo-se nos segnintes
arrabaldes; Aflictos, Rosarmbo, Espiohoiro, En-
canamento e em qualquer logar destas immedia-
(des que nao exceda a ama legua de distancia da
cidade : quem o ti ver dinja-se ao pateo de S. Pe
dro n. 11, qne aehar com quem tratar.
CASAS
Aluga-se o prime i-o. segando andares e sobre-
sotao da casa n. 6, ciu a rna do Livramento : i
tratar na Iota do mesmo predio.
RA
aria da Victoria
astia ra
NOVA
N. 41.
Assim come tem nm
oficina de aifaiate, montada
todos os preparas qoe ba de melbor,
dirigida por habis artisa, eme
pela roa promptidao fwfgieSt
nada deixam a deeejar.
Itoopa de filetof
amanbos pan
Por todos os paqoe
tes recebem-seat me-
lhores e mais modar-
nas casemiras qsH fea
na Europa.
RA
.
NOVA
I. 41.
A oga se o andar e os dous armazens da
casa da ra do Vigari n. 3, proprio para escrip-
torio e deposito de fazendas por ter grandes acom-
moda(5es : a tratar com Manoel Alves Guerra,
pai ou lilbo.
I
Os abaixo as?ignados scientificam ao respeiu-
vel C9rpo commercial desta praja, que de com-
mam accordo dissolveram a sociedade que gyrava
sob a razio Ramos di Temporal, isto no dia 7 de
mez vigente, como consta do distrato social regis-
trado no tribunal do commercio, fleando a cargo
do fx-socio Jos Bom Ramos de livHra a lqui-
dacio, activo e pas-ivo da extincta firma. Recife
31 de agosto d |87l.
J. B. Ramos de Oliveira.
Clementino Moreira Temporal.
AOS 5:0004000
Sstio venda os felizes bilhetes da lotera da
lana, na casa feliz do arco da Conceico, toja de
orives no Recife.
ATTENCAO
Para quem pretender e; tabe!ecer-se com pouce
dioheiro, e em um dos melhores lugares da cida-
de de Oliiida, por ser a primeira casa em frente a
esucao dos tnlhos urbaoos e deposito do encana
ment do gaz e agaa, tendo dita casa ja um hotel
em pequea escala, e o motivo da venia o seo
administrador ter de fazer urna viagem ao sal do
imperio qoem pretender dinja-se ao mesmo es-
tabelecimento oo na taberna do Sr. Joio Coelho do
Rosario.
Superiores cigarros do Rio
de Janeiro.
Domingos Alvos Matheas, nico agente oesta
provincia da fabrica imperial ae cigarros de S.
Joio de "Nilberohy, estabelecida no Rio de Janeiro,
tem sempre nm completo sortimento de todos os
ci/arros, fumo picado e en latas. Tem igualmente
os afamados cigarros Conde d'Bu, feitos com mag-
nifico papel de palha de milho e fumo superior
Para governo de sem fregueses, que tem estabele-
eido depsitos fillaes. as casas dos Srs. Thomaz
Francisco de Salles R sa e Manoel de Sonza Cor
deiro Simdes Jnior, no balrro o Recife, todo
quanto for vendido em outras casas com firma
de Soza Novaes & C. sio falsificados.
*
Precisa-se de urna para todo o
servigo de casa de pequea fa-
milia: na roa de S. Jorge o. 139.
AVISO
O abaixo assignado, ex-soclo e liqudala! io da
extincta firma Ramos A Temporal, previne a todos
os senbores devedures aquella firma, qoe para a
cotranea de seus dbitos amigavel ou judicialmen-
te, e ajuste de contas, tem antorisado a nova fir-
ma, de qoe faco parte, Jos Bom A Silva, que faz
constar para sciencia de tolos.
31 de agosto As 1871.
J. B. Ramos de Oliveira.
Sobloca-se o arrendamento do pre
dio da roa do Mrquez de Olinda n. 23,
com grandes coramodos p^ra qualquer es-
tabelecimento commercii!, tanto no pavi-
mento terreo como do andar : a tratar
cora Antonio Jos Rodrigues de Sooza, na
thesooraria das lot*ria*.
Em a noite de 30 para 31 foi menntrado
pela patrulba de ronda de polica um individuo
que conduiia urna gaiola com urn passar.o e dous
papagaios em cima, e f ndo perguntado como ha-
via obtido aquelles passaros, deixou-os licar e tioz-
se era fuga :-quem fr, pois, sen legitimo d.aio,
queira ir i ra do Nogueira n. 30, que dando os
signaes Ihe serio entregues.
nandaa ?teiJ2S1)e,ecm'?to tcb* de 80ffrer uma reforma radical em acceio, artistas e commodos, e era pootoalidade na* encosn-
Sose tormrinsn^ ,fim d<5 melhr ,erVr seuS numer0808 fr"^"" deixa-se de annonciar todn aa fatendaa, pra
TlQIDACAO MONSTRA
Da mais importante fabrica de chapeos de sol do imperio Ra do Barao da Victoria n. 23
0 dono daquelle estabelecimento resolveo vender os prodoclos da sua fabrica pelos preeos segnintes:
Chapeos de aoi de seda para senhoras a W, U, 71, 84. H, W, U&, M, W, 14,15*. 16*. 17d, 180, e 20(5006.
Ditos, ditos,, ditos, para hornera a.... U. tOJ.Hd. 12d, W, 14,1, \U, 160,170, 180, 200, 220 e 240000.
?. f !S f ''P'^3............... ^ W. 60. 70, 80. 90 e 100000.
Ditos ditos de merm para bomens a.. 60. 70,80. 90, 100, 110 e 120000.
Ditos drtos de brim d'esgaiao a...... 60, 7,0000, lodos os chapeos cima tem 15 % de descont em duiia.
Ditos ditos de panno a...-........... 20; 30,40, 50, 60 e 70000 descont 25 /,.
Tambem ha nm grande Sortimento de fazendas para cobrir armac5es e trabalha-se mais barato e depressa do qoe em qoal-
qoer ontra parte.
A VERDAMRA E GENUINA
SALSA-PARRILHA LIE AYER
EM ACpAO
A molestia 00 inteccSo propriamente co-
nhecida pelo nome deESCROPHLA
um dos males mais prevalecentes e oniver-
saes qoe ha em toda a extensa lista das eo-
fermidades de qoe soffre o genero huma-
no : disse um celebre escriptor da medi-
cina que < mais de urna terca paite de lo-
dos aquelles qoe morrem antes da veibiee
sao victimas, ou directa 00 indirectamente
da escrophola > : por si nao c t3o distrui-
tiva, porm a principal causa de muitas
outras enormidades que nao Ihe sao feral-
mente attribuidas.
E urna causa directa da phtysca pulmo-
nar, das molestias do fjgado, do estomugo
e aftVcc5es do cerebro:entre os seus
numerosos symptomas achara-se os segu n-
tes : falta de apetite, o temblante paludo e
as vezes ochado, s vezes de urna alvura
transparente e outras corado e amarellento
eo redor da bocea : fraqueza e moleza nos
msculos, digeslSo fraca e apetite irregular,
falta de energia, ventre ochado e evacoa-
Qo irregular;quando o mal lera seu as-
sento sobre os pulmoes, urna mostra-se era roda dos olhos ; quano*o ata-
*caos orgos digestivos, os oilus t rnam-se
averfflelhados, o balito feudo, a 1 ngua car-
regada, dores de cibera, tonteira?, etc.
as pesso33 de riisposico escrophulosa
apparecem frequeutemerte eropeden na
pille da cabeea e outras paites d corpa,
s5o predi-postas s aieccoes dos pulmue?,
do 6gado, dos rins e des orgos digestivos
e uterinas.Portanto, nao somente, aquel-
les que padecem das formas, ulcerosas e
tuberculosas da escrophula que necessi-
tara de protec?o contra es seos estragos ;
mas sim todos aquelles em cujo sangue
existe o virus latente deste terrivel flagello
(O s vezes hereditario) esto expostos
tambera a solfrer das enlermidaJes que
E' composta dos antdotos mais efGcazes
que a sciencia medica tem podido descu-
brir para esta molestia assoladora e para a
cura de todos 03 males provenientes del a,
contera virtudes verdaderamente extraordi-
narias e est provad incootestavelmente
pelas curas notaveis e bera conhecidas que
tem feito detumores, eropcSes cutneas,
erysipelas, borbu has, nascidas, chagas an-
tigs, ulceras, sarna, bydropesia, tosse
quando causadj por depsitos tuberculosos
uos putmoes. Debdidade geni, indigesto,
sypbil s consiitocional, e m lesti s mercu-
A SALSA-PARRILHA DE AYER
elle causa, que : ao :A phlysica, ulcera
ces do fjgado, d( estomago e dos rins -
erupcots e enfermedades eruptivas da cu-
tis; rosa ou erysipela; borbulhas, pstu-
las, nascidas, tumores, ulceras e chagas,
rheumaiismos, dores nos ossos, as costas
e na cabec-', debilidades femininas, flores
branoas causadas pela oleeraco interior, e
; fe: inid. des uterinas, bydropesia, indigee-
I3>, ciifraquecimento e-debilidade geral.
Aos pulmoes a escrophula, produz tuber-
colos e nalmenteennsumpea> pulmonar:
as glndulas ella produz inchacoes e
tornam-se ulceras: nos org5os digestivos
causa desarranjos que prodozem ndigcstao,
dispept ia molestias de figado e dos rios :
na palle produz erop^Ses e affecces cuit;-
neas.
Todos estes males, ti ndo a mesma ori-
gem, careccm do mesmo remedio, a saber:
purificar e fortalecer o sangue.
riaes, molestias das mulheres, ulceracoesdo
utt-ro, a nevralgia e d nvul>es epilpticas,
e era summa, toda a serie de enferraidades
que nascera da impureza do sangue. Vede
as certidoes no a'manak e manual de sde
di Dr. Ayer tf se distribuer gratoita-
mente.
Precua-se de ama ama de lene de cor parda
oa brauca: a tratar na ra Nova n. H : bem
cjmo Mde-;e qualqnir pessoa enc^rregada de
alnga-ly. apoarecer nesta casa para o ajuste.
O abaixo ignlidos purtieipaoi ao publico
esa feral e as pesoas rom quem tem transa :jdes
esn pturoenar, qaa o Sr. Antonia Joaquira de Bri-
so deicoo de ser sea caiseiro. Recife 1 de atos-
to de 1*371
Tsso IrroSos & C.
SITIO.
Aluga-se um grande sitio na-entrada do becco
do Espinheiro, murado na frente, com boa casa,
eccheiras, tanque para banho, ?iveiros, frueteiras,
eip., e prximo a estaeio do Manguinho : a traur
na rna do Apollo n. 30.
FUNDI AO '
DO
BOWMAN
Vcpores pequeos pA des-
caroqar algodao
Precisa se de urna ama pa-
ra o servico interno de urna
casa de familia : tratar na
ra do Vigario n. 16.
Este remedia o fructo de longas e la-
boriosas expe enras, e ba abundantes pro-
vas das stias viftodee, posto que offere-
cido ao publico sob o nome deSalsa-par-
rha, cumposto de diversa* plaas, al-
Vende-Fe em todas as boticas e drogaras do mundo.
W. R. Casse!s$C.
Agentes geraes.
gums das quaes sao superiores meloor
sa sa t amina no seu poder alterante.
Avio.As preparaces do Dr. Ayer
sao preparadas com especial atfeDc3o ao
clima dos trpicos e tem tnodificagoes im-
portantes lobre-as que sao feitas para ou-
tros paizes. Portant*', o publico dever
notar, e com cuidado, para que nao seja
bullido, que 03 rtmedios de Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil trazm
rolul'.s e envoltorios cora a descripejio
miuuciosa para a sua applicag5o na lingaa
porlugueza, e nao na jngteza.
Aluga-se nm bem e^ravo com alguma pra-
tea de.cozmba : nc 3* andar do sobrado n. 36 da
ra das Cruzas.
lug
.i-se
nm 5 j r.i lo de um andar e sotao multo bem con
sarvad e limpo. no principio da ladeira da Mise-
jicordiJ. em Olinda : a tratar na roa lo Impera-
dor o. 38, armazem do Camims.
CASA,
Alofa-se o ) andar do sobrad da roa Direita
tx. H com comrBoiios para grande familia, a chave
ucTAver est oa loja cefrote n, ?9. e pira tratar
^p a <>Jei do ft-vle n. 3.
Os abaixo as.-ignados avisara ao commercio
em geral, que o Sr Jos Pelippe de Souza deixou
de ser eaixeiro de sua loja dejlas.
Recife, de setembro de 1871.
Gomes de Mallos Irmaos.
Sustento restaurativo da
s*ude
PEL V VERDADE1RA FARI.VHA
A, DnBarry dAraka
Os abaixo atsignados faiem sciente a seos fre
guezes qne pb vapor inglez La-Plata reeeberaa
egunda remessa d'e^sa excellente farinha, eulc
oso muuo se reeommenda para as criancas. oes
soas debeta e convalescentes, applicada eem reco
nneclda vantagem as conspacdes, diarrbeas
nausea do estomago, tosse, esearro de sangue
pWtofaie, etc. etc. Preferida ainda pelo agradavei
labor.Uniricoa outra qualquer.
BKWSJB1 BS-Iftlia
ADVOGADO
De. JoXQm Correa de Aradjo
67Rita do UipsaADOR67
Furto Ofilvo.
O abaixo assignado, tendo acceitado no da 8 de
maio-do corrate anno diversas lettras contraer-
ciaes, saccadas pelos Srs. Francisco de Paula Lin-
doo, e Antonio Francisco Lindoso. em pagamen-
to da compra que 4 elles e suas mulheres fes das
partes, que ponaiam noeogenho Gloria, oatr'ora
Matto-Grosso, do termo de Por ti Calvo, da provin-
cia de Alagas, arsim como ootras saccadas, fa-
vor do Sr. Jos Vicente Lindoso, pai d'aquelles, em
pagamento das rendas de grande parte qoe pos-
sne nq mesmo engenho, como tudo consta das
rtspectlvas escripturas : previno em tempo que
niDKuem faca negocio com taes lettra, e qoe nao
pagar a qoem j as hooVer negociado, porqoe
inteiramente Iludido oesses contratos de compra
e arrendamento, val propor em lulto a acclo
competente para invalida-los. E para qneasstm
conste e todos saibam que aadavalem aquellas le-
tras, e era do abaixo assignado receberie reo
importe n> veneimento, fax a presente poblicacio
pelos jornaes das provincias de Pernambnco e
Alagas.
Bngeobo S. Pedro e Porto Calvo, 18 de agosto
de 1871.
Lenidas Pf reir Buarque.
67RA i
Prsci'a-se io 1:0004 dando-se bypotbaca so-
bre om predio : quem qoiter deixe cari* fechada
nesta tvpographia com aa iniciae9 D A C para ser
procurado
Alaga-se duas escrava* para vende) Aa ra
00 para toJo o ervico de ama ca?a -& familia :
quem precisar djriia,-aa ao Corredor do Blsso no-
mero" 6-
Aoej^W^tAj
Na ra do Vi
rM<.
l empra-
iar de
J nao urna cousa qu se precise experimen-
tar! II e sim inteiramente cinhecldo o bom e
grande sortimento que existe na Nov Esperanca
ra Duque de Caxias n. 63, (antiga ra do Quei-
mado) assim pois, endo qnasi impossivel discre- !
ver-se o grande"numero de objectos expostos ven-:
da em dito estabelecimento; ella, contenta-se em
mencionar alguns dos objectos mais ricos, e in-
teiramentenovidade... e apr< veita o ensejo para ;
convidar a todos geralmeole e em particular ao
bello sexo, para visitarem-a im de apre iarem o
gosto e perreicao de seus objectos a par d'um pre-
tendo sempre em vitas a vender barato, para ven-
der muito, e de-la forma ebegar ao fim que lodos
almejara; que o lucro para suavisar as faJigas
da vida.... __________________s^
CASA. DA FORTUNA
RA 1 DE MARCO OUT1VORA DO '
CRESPO N M, f
los 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto a ven-
ia os felices bilbetes do Rio de Janeiro, pagando
oromptaraente, como costoma, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 14*000
Meio 114009.
Quarto 6*000-
Manoel Martina Fuza.
De ordem da Illma. mesa confunda da irroan-
dde de N. S. da Soledade, convido todos os fr-
itos desta lliustre irmandade a reonir-se, no dia
; 8 de selembro pelas 10 horas do da, no consis-
torio da igreja da mesma Sanhora, aflm de em
mesa ger..l, tratarle da r. forma do arl. 62 do res-
pectivo compromisso.
O escrivSo.
Manoel Barbosa deAraujo.
OrpMos.
Ha pouco mais de dous. mezes 1
subtrahio da algibelra de sea sennor 3 sedulas de
2u# cada urna, o qoal fez a diligencia a flm de
1" *,?8^r?va deS3e conu mesma qoantia, po-
*Z1 'e lem B'c'0 D*'dados os esforcos empre-
gados para esse ftm, constando agora ter ella en-
vegue es.u qoantia a ama das sociedades de
emaneipacao pura ir jamando al se libertar, fo-
rera como tal dioheiro nao deve servir para esse
flm, por ler sido sabirahido tendo ella cooressa-
do, sem dizer o qne ht desse dioheiro : p, rlanto
peste -se s pasioas qoe.de uKdhthelro soubereci
on tiverem aoticia o fiuror de dafem parte nesta
lyppgraaaifai que se dir anees bertence.
0 cartorio de orpho?, escrivao interino Gaima-
ries, na rna das Cruces, sobrado n. 34.
OITereee-se nm rapaz para eaixeiro de co
hrare dentro da cHade ou arrabaldes di rosma :
quem de sea prestimo qaiier oti isar-se dirija-se
a rna do Bartholomen n. 39.
Preclsa-se de um eaixeiro qoe tenha prati-
ca de taberna e d fiador a sua onducta: na ra
do P,iy3)nJu' n. 11.
O abaixo a?sigoado lem justo e contratado
com o Sr. Antonio Gomes Valenta a compra de
um pequeo terreno sito ra do Conde da Boa-
Vista, outr'ora rna da E i|l palmos de frente e 119 ditos de fundo, o qual
divide pelo Jiascente e norte com o terreno da
Sra. D. Josepba Mara Pereira e peto poeote com o
terreno do mesmo abaixo assignado, se porm al-
guem se jalgar com direito ao referido terreno, 00
sobre elle tenha que allegar, qneira faze-lo pdres-
pH Diario no oraso de 3 dias a contar desta dala.
Recife 4 de setembro de do 1871.
Francisco AIvm'M nteiro Junior.
Pelo juizo da provedona do termo de Olinda,
se faz poblieo que existe em deposito om borro
Este sitio tem om sobrado de um andar e an- i Pe,laeno de cor preta, apprebendido 14 de jolbo
dar terreo, contm 4 sallas, 9 quartos, 1 eozinhas Iul,imo I*1* "obdelegacia da freguesia de S. P-
cora bons fogSes e forno de ferro, e este sobrado df Mar,yr- oara-. Tirculado de janellas. Tem em separado grande I d'te,t0 ao sobredito aoimal, venha a este jolzo
cocheira para cavallos, cas para feitor e escra-, Pr?var no Pra8 de.tres das, sob pena d
vos e bem asim easa para fuor arioha com seos
raisteres para tal lid). E-ta casa lea na frente
baos cantelros para flores, coro portio fie ferro
Sara a estrada do Parnameirim, grande sitio ar-
orlsado c'O grande diveisiJade de frueteiras,
grande baixa para eapim, podendo sustentar por-
i ci de vacsas.leileiras para as quaes tambem tem
1 commodos de reeolhimento.
Os fundos da dita easa e sitio deilara para a li-
nha frrea que segu desta cidade para Apipucos,
e se acba livre e desembancado, visto que as
quesldea que os conseobores de dito.sitio tem
,com os empreileiros de ditos trunos apenas diz
respeito ao terreno que tiles ora oceuparo, e os
prejuizos qoe por tal motivo lem ctusado.
Os preteodentes p^dem-se dirigir roa Duque
de Csxias, loja n. 43.ou na do "-
uado Visconde da Pelotas 13. ca.-a
Convida-se aos pareaos e amigos do Sr. Wal-
frido Camello Pessoa para assistirera urna mi-sa
que se resar por alma da Exma. D. II rmina
Pessoa, na igreja do Corpo Santo, na quarta-fjira
as 7 horas e raeia.__________________________
HHsVBVMsVVRsVHBHBHnk>
Veude-se o Mtio Olho de
Vidrc
Em Ponte de Ucha.
guir-se nos termos da lei.
Na rna da Roda d. 16, preelsa-se
de urna ama para cosiahar a aofom-
mar.
PALACETE
H. 151
A' RA DO VISCONDE DB-eOVANNA
Arreoda-se oo aloga-se esta casa coas peque-
o sitio, jardio, por para, o rio, cora banh* sal-
Aragao, boje gado, grandes sallas e quartos, b
o- ti ibaria tara dez eavai
A Mi Precisa-te de ama ama para todo ser
'4JW* v-jo : n ra de ffafti o. 30, sobrado.' A, ni m'v
fiMA OE LEITE.
Precsa-se de ona ama m lete qoe nao traga
(libo : a tratar na roa do Viscondo de G^yanna
n. 8, nntr'nra roa Bral (gsfr?la).
Fi.rinlo-) rastra mu loa a ana rejl-
Mancel ,
epeft rta ? rquet do <* Preei
val, (totritIrISlM*? "sra n caa o. J38 CaptfTC ;\>
I
de poco com bomba, tan
alisado para gaz e
arvoredos,
para qoem
apreciar ifuea a exa
de* pela fren
rom MarcsU^^H
i

1
1

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M* .
1
a
RA DA 1MPERATRIZ N. 55
PEMAMBUCO
na B. *. MUSMN, gereate da tinturara franeeza da roa da Imperatrit n. 59, tera a
honra le p*rUci*r M reafaUavel poblioo d'esta cidade do Recif?, que elle acaba de comprar eaw im-
portaale eaUbatocio>o> que cenauar a empregar lodosos aeos esforcos, a applicar todos os seas
coabeeiaentoe d'arle de Ungir de lavar, asslm como se esforcw para obier em seus trabaIbot
os melhores resaludos, aun de conservar e augmentar o grande crdito que este estabelecimente
lem id boje jottzmeoie merecido.
Tem esperancas de que consolidar mala e raais sua repuiacio de artista tintoreiro, e o
modo por qne sabe Orar aa manchas e nodoaa de qualquer faaeoda ; repoiacSo que o tornou tic
conhecido as cidades de Franca, taes como Naotes e Bordeaox, aonde oceupoa o primeiro lugar
de oontra-meatre na importante casa do Sr, Ronchn ; Mamilie e Lyao aoade adquiri txcelleott
Borneada dorante o tempo qne all esteva, e em Paria, aonde acabou o aen apeteiooamento tintnrial,
se* a direccao de Mr. ioii (o Albo) vioe-presidenle do Curso de Chimica e Tiatoraria (silo na rui
Neta de Ravoii n. 88) primeira casa de Franca ueste genero, e aonde o Sr. Gautier, expropnetark
4o aen eeubetecimento o foi eogajar com o titulo de contra mostr no servido de tinturarla de seda
e lia.
Em mlatiiT cora as albores casas de Franca, qne se empregam oeste commercio, estari
sempre a per de Mea aa novas deseobertas e eombioacSis de cores, e procesaos memorados.
Emo, espera qoe urna justa apreciaco dos seus trabalhos, ar augmentar a soa fre-
gueaia ja lio grande e bera organisada.
Bis os sens principaes trabamos :
GRANO! ESPECIALIDAD!.
IVagem a acece de qualquer nodoa em panno.
Lavagem de qualquer vestuario de homem, mu-
lher en chanca, sem o deseoaer e cooservando-lhe
brilbo de novo.
Tiragem a seceo de qualquer nodoa em seda.
Lavasen de vestidos de seda, de qualquer cor
cHMat de oa, chales de crep da China, eacbe
miraa (rasceta*, tarlatanas, chales de merinos, ves
do de Tetado e chapeos de qualquer cor.
TtlUGBM BB NODO AS.
Tiraijem de nodoaa em teda, velado e fia, fazen
do desaparecer qnalqner mancha resinosa ou de
gordvra.
V se as casas pan o tnbalho de tirar nodoa?
nos movis oo tapetes dos aldea.
TINGIMENT DE SEDAS DE COR.
Tiuge-se vestidos 4e seda e gorgurio, chales de
seda e crep da China de tedas as teres, assim
como vetados, rendas e blcos.
TINTURA PRBTA EM SEDA.
Tinge-se vestidos, chales, flus, rendas t loo
larda.
Garante-so a boa qnalidade da tinta e que a la-
renda ficari parecendo ioteiramente nova.
TINTURA DE LAA EM CORES.
Tinge se roupa de homem, de mulher ou dt
crianca em lia, sera decer e na cor qne se de-
sejar, qner a fatenda seja lia pura, seda e 13a e las
e lgodao, ou as tres qualidades juntas.
Poupelioaa, alpacas, rep, merinos casimiras,
damascos etc., e em todas as cores qoe se queira
TINTURA PRETA EM LAA.
Vestidos de homem, de mulher e de crianca:
sem serem descosidos, e garantindo-se a boa qua-
lidade da tinta, nio sujando a roupa branca.
Todas as qualidades de fazendas, assim com
chapeos de feltro, de Manilba, de pama de ltal<
ono Chile
Ataga-s. andares la sotara*) A roa
do Padre Flogfbno, todos pintados e preparados de
novo : a tratar na roa larga do Rosarlo n. 33
COMPRAS.
C01MA-SE .
frascos vasios da tintura Japonesa, e paga-se a 80
rs cada nm : roa Duque de Casias n. 50, e
Mrquez de Olinda n. Kt.
tic* uc unu n. tu.
Armnoao de amtmlo
Compra-ae urna armacio de asnawllo usada,
mas en bom estado: i rea da Cadsia do Recife
n. 63, armazem Uolio MotMtB.____________
Compra-ae mas p*rofts de barro, ando
mansos, notos e grandes : tem liver pira ven-
der appareca na ra do Apollo a IB, i* andar,
escriotorio, que achara com quem tratar, das 10
horas da nanhia as 3 da tana
VENDAS.
Vende-se coqueiros pequeos para mudar
se : quem os qaiier dirjase ae sbio Calmado na
estrada de Paulino Cavara, outr'ern de Joio de
Barros.
iterlii
Libra sterima
Vende Joaqnim Jos llamos, rea da Groa a 8
prmeito andar________" ._
Vende-se nms casa terrea em cimas pro-
prios, sita na mi da Amicade n. 38, .-(Cauuiga) :
a traur na rna de Marcilio Das (outr ora Direiu)
o.l. _________.
Tildo por prepos commodos.
19 Ra Primeiro de Marco 19
Tendo .renovado completamente a loja do predio, em qus teem o seu es-
tabelecimento,
19=A rua Prhneiro de Marqo19
com aquelle asseio e elegancia ddtejaveu, acham-se agora prvidos do mais
esplendido sortimeoto de fazendas finas e modernas de
SEDA, LAA, LINHO E ALGODAO
todas do ultimo gosto e continuara a ter como sempre, diversos
ARHGOS ESPECIAES BE SUA CASA .
Garantem com toda >
a sin -eridade, vender
per menos qne qual-
quer oulro, porque
recebem em direitura
a maior parte de suas
fazendas.
19RUA1.DE MARCO 19
(Miga rua do Crespo).
m M&mm&m&mWBm
CM1E HOTEL EEITBL
No centro da veneza americana.
No centro do commercio.
O mais perto da9 vas frreas.
O mais peno do embarque no caes 22 de Novembro.
O mais peno -dos theatros.
O mais leeommendavel ao? amantes do commodo.*
O unie que tem no interior casa de banbos. .
O nico que a9 familias podem hospedar-se sem receio os enecntrarem-se com pessoas de
vida sospeita.
O nico onde aetualmeDte se .acha o roelbor chocolate hespanhol qse se pode lomar a
^calqaer hora ; assim como tambem se vende libra. '
O nico Analmente que cfforf ce .completa eomrr.odidade por -ser o mais espaolo do Reerfe.
A rua larja do Resano n. Ti
LembraiM^i tempo,
O prprietario do armaiem de viferes rna do
Imperador n. 88, vem por meio desie annuncio
prevenir arisar ao wspefUvel ptblico des ci-
dade, qne o sen irenzem nm dos que com mais
?amagara pode sattstaier as suas bem entendidas
exiicencias, pois para Ul fim tem feito reunir no
mencionado eaUbetoeimenlo o mais completo sor-
timento de acepipes, e para qne. os dignos litores
deste annuncio nao tenham ocoasiio de massada
tome aresoluco de limitar sea lembrar somenie
os-geueros que elle tem come especial novidade, e
o st guinie :
Cindas calxas com conreites, proprias para pe-
queos presentes.
Chocolate ea p, este chocolate tem s vanUgem
de poder-se facer me-mo na mesa.
Leite condensado, a memor marca conhcida.
-este leite coovem principalmente aos^oilegios, ho-
leis e hospitaes, pela presleca com qne se obtem
qualquer preparado delle.
Tmaras do Egypto, raramente viado a este
mercado.
Licores tfinos: Chartreize, Curasao, -Anizete,
Creme de rosa, etc. ele.
ALEM DISS O CAMPOS
pode garantir qne o sen -armazem um-centro do
bom e agrsdavel ao paladar, pois nelle ^e encon-
trara sempre todo qnanto pode ecessiUr urna
despni-a, cozinha oj mesa desde a ma bem sor-
tida at a mais mediocre.
AGORA ANDA
anuociatambem fei,aonnlatinho em saceos e a
reulho._________
AVISO 'IMPORTANTE.
Devende segnir com torevidade as ipecas prin-
fripaes da dita refioaco para o Itk) -de Janeiro,*
engage-se os Srs. de ngenbos de aproveitar an-
tes da tbida, dcsU nica oecasiao de comprar por
presos commodos machinas fabncadas pela pri-
meira casa franela deste ramo de industria,
Bicos>6 rendas
Vende-se rendas e bieos do Aracaty a precos
nunca vistos : na loja de fazendas de Canuto &
Pinbeiro rna da Imperalriz n. 16.
Joi Bttodinbo, un loja de raitdeaa,
viu a todos o o sem fregnezes qu eaU
torrdo todo pelo preoo, a vista da falta-
da, para todoi adnirara M:
Peca do filas bordadas haMb-lea
Thosooras grandes e peqaenis o
naia fino qoe ba aJ/OOOt
Gaixal con 20 qoaMh do papel
bao, amiaade a *.
Petas de tranca dalla o nlgodao as
mais modernas a
Frascos com agua do colonia malta
Boa a 400 o
FraacqaejDm ama do ooiooia vor-
Cbapooa branebs para baplisados o
melhot Doziaa do Wtoe cobertos de seda
para vestidos por todo o proco
para acabar. .
Libra de arela prsta a
Grosas de botos de looca branca a
Caixas com 100 envelopes fazenda
fina a 800, 600 e
ipolbos de moldara doorada a
WOe
Pontos pretos volteados para me-
ninas a
Tinioiros com tinta preta a 80 e
Pocas de fita elstica muito fina a
Latas com superior banba 60,100 e
Latas grandes com superior banba a
Frasees com oleo de Pbilocome a
508 e
Frascos com tnacassi | Peruta a
Frascos som agua de Colonia verda-
doira a
Ditos com olao.de ba iosa soderior a
Carritett do retrox preto com 2
uvas a
Caixas com agolbas fi-anceus a 1-60
160
Pecas do tiras bordadas a 500, 600
860o
Garrafas com a vordadeiri agua
florida a
Gartilhis da Pootrioa CbristSa as
mais modernas a
Livro das misebes abreviadas a
Gopos grandes com superior banba
Macos de pallaos para oontea o
melbor qne ba a
Ptootes com 2 sabonetes ioglezes
fazenda fina a
Escovas muito finas para limpar os
denles a
- ;

r*/'
'msk^^-
56 AEua do Mrquez de Olinda56 A
ontr'ora rua da Cadeia.
LOJA MS MACHINAS
Sendo este ntigo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommen-
dado* pelos graades depsitos e bons sortimeotos com qoe sempre prima em ler das
n.elboras, mais acreditadas e verdadeiras maehlnao americanas ii'tra alg--
d&9,Jdeidu 10 60 erras, o uavendo em todos os tamaohi? divergida les de sysie-
mas e melbofamenioj para pe feito e rpido desear, (jmenlo; tornara s dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os qoaes, ?!m dist\ encontrar!
jambem mais:
Aporados vapores logo>wveis, Je forea
de 3 k i cavaixos, e perteoces.
Machinas para lavar ronpi*.
Arados amtricanps para varzea e la-
deira.
Carros e mo para atterros.
Tinas de madeira.
BatrJes de diia.
Mes de ferro estanhado.
com vlvula para lavatorios,
de madeira para compras.
ris para jardio?.
las comidas.
fcrati's. *
jara/osos de ierro,
de madeira.
toas.
Correntes para arrestar madeira.
Cylindros americanos para padrias.
Perteaces avolsos para machinas.
Salitre refioado."
Breo superior.
Moihhos de diversos fabricantes para
milho e ca'.
D^bulhdores para milho.
Azeite de -pe mcele para machinas.
Gamas de ferro.
Bombas dejapy.
Ditas americanas.
. Cofres de ferro patente.
"Canos do ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Dilos de chombo.
Ditos de borracba.
FOll"? parrerreiros.'
artig'-'S, .i>2 1 f v^ ? nerc?!ato!e-''nnto podero s>
Veade-se
na rna Direita n. 32 A, ama armacao c .ira todos
os seus perteaces, pnprio para qudquer negocio,
assim como ama bhrra de prova fugo.
J chegaram.
itM com .fias, ft
As desejadas cambrams crox, e d
rea de 15*. ao 65, roa do Cuque de Casia
Quem quizer venha
depressa
Aates que se acabe
Ao armazem da
l O Et 91 A
Ruado Baroda Victoria ti. 48, aotiga raa
Nova, esquina do Becco de Santo
Amaro.
Caicos de (frguro de seda ricamente eefei-
lados .a OJCGO 1 ditos de ditos a t8i com prqaeoo toque de mofj a l.>iO0O, popeltoas
de quitaros a I300 o covado, panno para saiae a
140U0 e metro, ch^peiinas chegadas pelo ultimo
vapor o o que ha. de raais gosio e de mais mo-
derno i l.-OCO. 18*000 e OflO- caja urna ;
bnmous de seda a 15*030, 18*000 o 2*1000.
chapeos de velludo de diverjas :re< e os raai-
liudos que tem vindo ao Aereado a 152000. reos
corles de tarlatona bjrdados a seda propnos para
bailes e casaaaenios a 23*060, alpacas rom lisias
a oOO r.. o colado, vestidos Ae cambraia borda-
das, roupoes de dua, saias tardadas a 3.*Tlo e
i000 cada urna, eambraia traoaparentes a 3*500
a pt'i* i, coDtendo 10 jardas cada peca, loque* de
sndalo a o006, mauilhas bei>uaDhola, gorgu.
rao te seda preta com latas a^seiiasdas a 4*006
o cowdo, gajo com lisias a 600 rs. covado, loa-
Ibas de linho a 8*000 a duzia e maitos outros
objectoa 'iae ?e tfcrna eofdonbo meoelca'ar.
i
1*500
000
160
800
15500
5*000
160
120
800
1*006
240
100
20C
200
320
800
240
1*000
320
600
240
1*000
1*300
400
1*500
1*500
460
600
240
af restaurant
SANTA ISABEL
1Moa da Florentina
Aeeitam-se aseigaantia por precos muito coni'
modo, garante se boa comida e mnito asseia.
Rival sem segundo
Duojne ale Caalaa a. 91
Jet de Azevedo Maia e Sita, em soa lo-
j ade miodezas Mnnua a Tender lado
por baratos precos qoe i todos admira :
Libra de lia para bordar a melbor
Gaixaa cois superiores grampoi fran-
cezss a
Doiias de facas e garfas de um e
doos ootoes a
Talberes pare meninos a 240 e
Ubraft de liaba de no vello, a melbor
posthel.
Dnzia de lencos de cassa com barra. -
Caixas de Uobas com 30 novellos a
Vara de franja branca para toalbas
Donas de meias croas muito boas a
Dozias de meias finas para senho-
ras a
Dazias de facas e garfas cravadas a
Dosis de palitos seguranza a 120,
240, 320 e
Na*albas muito fioas, para (azer a
barba a
Caixas com peonas de ac com to-
que a
Caixas com peanas de Perry fazen-
da fina a
Ditas de dita dito verdadeiras a
Gaixaa com 20 cadernos papel ami-
zade a
Pecas de fitas para coz com 10
varas a
Pecas de tranca lisa de todas aa
cores a
Dazias de liaba frouj.a para bordar
a 400 e
Pares de sapatos de tranes a
Dazias de baralbos muito finos a
2*400 e
Ditas de ago'has para machina a
Libra de pregos francezes a
Resmas de papel almaco saperior a
Ditas de dito pautado o melhor a
Caixas com f anonetes fructa a 720 e
Carr.teis de linba Aexaodre a
Gravatas de corea maito fioas a
Ditas pretas pontas bordadas a
Grosas de botoes de madrvperola
para camisa a
NrJvelW de linba branca, 400 jardas
Duzia de cartees de linba branca e
preta e de cores a
Thesouras maito finas para nnbas
e costara a
Caixas redondas para botar rap a
Caixas com pos para limpar denles
fazenda fina a
Querem comprar ?
Guarda pisa para vestidos ; preto oubranco?
Papa-fina, larga on estreila t
Lencos de linbo, bordados oo usos ?.
Bonitos leques, osso ou sndalo ?
A Nova esperaaca quem tem 11!
novidade!
Acaba de ebegar a Nova Especaoca rua Duque
4e Casias n. 63,J>onecos e bonecas, sendo de mol
des ioteiramente aovos, vindo entre elles os en
gracados bonecos de borracha : para que se can-
cana ? quando qoizerem comprar qualquer objecio
sendo boro, bonito ou engracado, lembrem-se logo
daN va E-peraoca roa Duque de Canas n. 03.
E^pi , Vode-5e carcas de adarme 12 para estas espin-
gards : na fabrica a vapor de cigarros, rua larga
do Roe trio n. 31.
NOVIDADE.
A loja do Papagaio acaba de receber um com
.pisto sorlimenlo de sedas lavradas de urna :
cor; assim como um explendido sorlimenlo de
poupelioas de seda, tanto um como outro sao de
la-vrores integramente noves, e as cores sao as
mais delicadas que al boje tem apparecido neste
mercado, sen preco lio commodo que nao ha
quem deixe n. 40, esquina da roa Sele de Setembro, antigo
beeo dos Ferreiros, loja de Mendes & Carvalho.
Seraphinas ou har-
mnicos.
No armazem de Jo.-.quira Antonio de Araujo &
C roa do Mrquez de Olinda n. i, anda exis-
tem ptima?:-eraphinas de nogueira, com excel-
leotesvozes, e se vendem barnto para acabar.
-^ Eduardo Peoioa em Commercio n. 22. v-nde ;
CEltVEU PRETA de superior qualidade.
DITA BRANCA Bas?,
VIXUO P0 PORTO em barril.
VELAS de eperraacete.
PKE.WXT03 inglezes. _____
1 al nova d Lisboa.
Recen tea? o. te ebegada no brigoe Enea a
tadof.xeadd Joaquim Jos Goncalves BellrSo
no seo escriptorio roa do C'iramercio no-
mero o.
Veode-se um grande sit o no povoado de S. Lou-
rencj da Malta, com 8J0 palmos da frente e on-
trn tantos de fundo, a limitar e no ro Capiran-
be, com u-'a eommoda casa de vivenda de pedra
e cal, cacbeira com estribara para JO a 25 ca-
vaKef, urna bes padaria as cdndicdes de bem
fujeeionar, arvore* fructferas, etc.; este sitio,
qae ba 16 aonos tem servido de botel, acha.se si-
tuado no meibor lugar daquell povoacao, visto
aefiar-se em frente a futura estaco da via-ferrea:
os preteodente poderio dirigirse rua do Barao
da Victoria n 13. v
.6*000
160
4*000
400
1*500
1*000
500
160
3*500
4OOO-
3*000
800
1*000
320
800
1*200
700
500
40
500
1*800
2*800
2*000
240
3*600
4*000
1*000
100
500
600
50C
a>
o
120
' 500
1*200
AS MODISTAS
A Nova Esperanca est resolvida o ven-
der bafalissimo, para'as Exmas. modistas:
enfeites, forros para vestidos, boiSes, etc. o
todo mais de qnepr ecizarem ; e ato por
prego muito ctramodo, com a condigao po>
rem das mesmas Exmas. munir-ce destes
objectos st mente no dito estabejerimenle
onde eacontrarao o bom, por pobe preco
e desla forma ambos lucrarem, isto a
Nova Esperanca, porque vende, e as modis-
tas, por comprarem bom e barato.
IVfto barer conTalees.
As crianzas qne usarem dos coHares ano-
dinos, qae se vendem na Nova Esperanca,
estarao iseotos de convnles; pois s5o os
verdadeiros recebirtos directamente.
E' engranado destrahe
Os pibes de nova invengo e que daogam
15 minlos pouco mais ou menos, mudando
sempre de cores, e representando diversos
caracteres, vendem se na Nova Esperanza
roa Duque de Canias n. 63.____________
EOJA
200
Pomada alpaka
E' maito conhecida esta pomada e muito
apreciada por sua finissima qnalidade, a Nova
Esperanca quem tera.
Jarros de porcellana
Um completo sorlimenlo de lindos Jarros
de porcellana (do afamado Bacar) existe na
Nova Esperanca, rua Duque de Gaxias
o. 63. i
PiRl tfOIVAS
Liadas grinaldas com flores e bol5es de
larangeiras com vivos e sem elles, vendem-
se na Nova Esperanca rua Duque de Gaxias
n. 63.
F1VELLAS DE MADREPEROLA.
Bouitaa ivellas de madreperla lisas o
bordadas proprias para pulceiras, vendem
se na Nova Esperanca roa Duque de Caxias
n. 63.
PARA AS FLORISTAS
A Nova Esperanca a rua Duque de Caxias
n. 63 acaba de receber folhas para rosas e
d'outros moldes, a ellas anles que se aca-
bemL
Oleo para machinas
Vende se na Nova Esperanca rua Duque
de Caxias n. 63.
DO
GALLO VIGILANTE
Rua do Crespo a. 9
Os proprietarios deste bem conhecido eslabele-
cimento, alm dos moitos objectos que tinham ex-
postos a apreelaeo do respeitavel publico, man-
daram vir e acabam de receber pele ultimo vapor
da Europa, um completo e variado sortimeoto de
finas e mu delicadas especialidades, as quaes-es-
tSo resolvidos a vender, como e seu costme,
por precos maito baratinbos e coromodoe para to-
dos, com tanta que o gallo...
. Muito superiores luvas de pelica, prelse. *rna-
cas e de mu lindas cores.
Muito boas e bonitas gollinbas e punhos .para
senbora, neste genero o qne ba de mais moderso.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Linda-i e riqaissimos enfeites para eabeca das
Exmas. Sras.
Superiores trancas pretas e de cores eum vidri
Ihos e sem elles ; esta fazenda 6 o que ple haver
de melhor e mais bunilo.
Superiores e bonitos leques de madieperola,
marfim, sndalo e 6s?o, sendo acuelles branca,
com lindos desenhos, e estes prMt-s.
Muito superiores meias fio de Escofsia pata se-
nhoras, as quaes sempre se veneram por 30'-00
a duiia, entretanto qne nos as vendemos por 504,
alm desta?, temos timbera grande sotiimento de
outras qualidades, entre a? quaes algumas maito
Boas bengallas de superior canoa da India e
castao de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, ne?te genero o que de melhor
se pode desejar; alm destas temos tambem gran-
de quantidade de outras qualidades, como sejam,
madeira, baleia, 6?so, berracba, etc. ele.
Finos, bonitos e airosos chicolinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para seguraras acias.
B.ias meias de seda para senbora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalbas cabo'de marfim e tartaruga para fazer
barba ; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem assegnramos sua qualidade e delicadeza.
Lindas e "bellas capellas para uoiva.
Superiores agulhas para machina o para cror'' Lmha muito boa de peso, frouxa, para cei. e?
labyrinlho. *
Bons baralhos de cartas para voltarete, assim
como os teios para o mesmo fim.
Grande e variado sorlimenlo das melhores per
fumarias, dos melhores e mais conhecido3 la
brlcantes.
COLARES DE ROYR.
Elctricos magnticos contra as convulsoe?,
balitan) a denticao das inooceutes crianzas. S>*
mos desde muito recebedores deste? fviW
cellares, e continuamos a recebe-los por tooo- bs
vapore.', alim de que nunca faltem no mercado
comoj lem acDiecido: assim como pois, poderao
aquellas que delles preci?arfm, Vf ao deposito do
gallo vigilante, aonde sempra eoeonlrario desle
verdadeiros c< llares, e os quaes Mteodendo-se 80
fim p?ra qne rao .tppii<"ados, e .tnderao com um
nmi diminuto lucro.
Bogamos, puis avista do? objuCt3 qne deixa-
mos declarad, s, ars oossos freguezes e amigos a
virem comprar por precos muito moaveis loja
do gallo vigilante, rna -do Crespo n 7.
urna das melhores casas na povoacao de Ecberi
be : quem pretender dirija-se rua da Moeda n.
39, da 9 heras da manhaa as 4 da tarde ; e am
bem se vende uaa casaem )linda em boa locali-
dade, com rauitos commodos e com grande anin-
Grande liquidapo
CAMBRAIA LISA BISPO A 3^000
Peca de cambraia lisa fina Bispo com
8 \t varas a 3#Q00 na rua do Crespo n. 20
loja de Guilherme Carneiro da Cunba,
Vinho tiiito e branco supa-
i ior -
de cajxavellos lem para vender em caixas
de/..* duzia Joaqoim Jos Goncalves Bel-
tr5o, rua do CoiEmprcio n. o.
Vendem-?c as ca as terreas n*. (3 e 57 a'
'aa< Guararapes, bem prosima a' estaco dos
baas-, tf tar na rua Jo Mrquez de OlinJa n.
Nesta ivpograi,hia compra-se urna historia
sagrada por Pinbeiro.
Vende-se cioco canros de madeira jaagada,
de 5'6 palmos de comprim-oto e de diversas gros-
eras : a tratar na loja dos Sra-. Maia 4 Landlino,
em a rua e-treita do Hoaario n. i8 B.
\
E' Dechincha.
Laaziahas do cores a 40) r, ditas com luirs
de seda a 440, ditas finas a 500 rs., da* com li -
iras da ovsma cor a 560 o covado, b'im de cor a
400 rs. ocovaio, dito pardo a 300 r.-. o covad>,
chita? decores a 240 o covado, dita escura a 280;
d la floissima a 300 r;., 320 e 3o0 o covado, ca-sa
da cor a 240 o wvadv, dua mladiflh\ fin \ 280 o
cavado com iadi.-iino.-; palrSes, p^ d maja-
pola,) a 3*500, 4, i806 e S. i ug di di(o mu
lo flno a 0800 7> e 7J30G a peo, liul&ai aeal
choada-.duzi^ a 6. felpada a lOi-o) .v di;iu, ;soisis kmw* bran-
cas e com peitj de. cor muit bar(^ samlla. ?<"
ria.leuos de lodu'as qu3lidjl(H,^i1o, curte t-^.
cambraia brama coro, iisiraa,.'fawa> rfieiar"
6 por prej > cwurajdo, e mujt.. ouira* tsm4s I
flua.flppdicoes, ** i f3SSi'i al
im p.k; iaai'ilHr a l/4!*.i ; na raa Ojqua i o
Caiiai n f.
N. 2Rua do Bar5o da Victoria, anliga
rua Nova N. 2.
Atnaral Nabuco & C, coovida,m aoa sensores
amibos e fregnezes para virem ver um completo
sorlimenlo que acabam de receber da Europa,
revestidos de blonde com veos e flores de laran-
ja para noivas. -
^Dilos de seda de cores e matisados.
-Ditos de fil de seda' proprio para bailes; ca-
samentos ele.
Ditos de cambraia e de chita de cores.
Coicnas ae* seda e de lia e seda de diversas
cores.
Rouroonz eecoeezes de lia, gosto inteiramenle
moderno. *
Bateleqoes de lia e seda .-ora capuz.
Camisinhas de cambraia de linbo bordadas.
Meias de Go de Escocia de cores para senhoras
e meninas, e bran-as de aigd*iu.
Espartilho?, chapeos de seda e de velludo e an-
quinbaa de cima para 44300:
Vende-se. um pequtnio sitio com casa em
Lom estado, contiguo a estaco de Agua-Fria, em
Bfberlbe : no 3 andar do sobrado n. 36 da roa
das Cruzeg.
.Vende-se um bom terreno proprio p?ra se
edificar, na raa do Destino, freguezia da Boa-vis-
la : a tratar no 3 andar do sobrado n. 36 da roa
disCruaea
Raa da Cruz n. 18
Farioba de mandioca superior em sacos
grandes.
^fc.aJUA DA CRLZN. 18.
\
de
Formas de ferro calvanisado,
R-\ DA CRUZ N. 18.
yinbos fiaos de B^rdeax, do Rheoo e
'i^'r_____,_____ '____,
AvaHfido

Joaquim Jos Goncalves Beltrao lem f,ara
vender no seu escriptorio rua do Commerslo n.
5, os gneros abaixo notados, que vende mais b -
rato do que em outr qualquer parte :
Az-'itonas em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Cafe muido em massos de i libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca raartel frres.
Enxadas.
Farioha de mandioca de Santa Catharina, sac-
eos de 3 e 2 alqueires.
Dita da Babia em saceos brancos.
Dita de dita em barricas, oroprias para casas
particulares.
Fio de algodo da Baha em novellos.
Fouces.
Masados.
Nozes.-
Obras de palhetas.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Palitos para deo'.es.
Pregos sonidos.
Pauuo de algodao da fabrica de Todos os Santos
de Pedroso na Baha.
Ruinas.
Rap popular da Baha.
Butiro em fardo).
Retroz dos melhores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranbo.
Tabaco simme da Baha.
Vcrriz copal.
Vinho do Porto engarrafado, caix de 12 gar-
rofas.
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar
Dito moscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeanx em caixas de urna duzia.
Dito de caj em caixas de urna duzia.
Rua to Imperador
n. 37.
nico deposito da ri..ga e acre-
tadi.i fabrica rio Rarbalho
lo Cabo.
Neste bem aortido armazem existe um grande
sortiment-j de louca franceza, muito uti para ca-
sa do familia, como sj\ algnidares papeiros
e panellas, ludo Brandes e pequeos, e bu-
Ihoes p&ra manleiga ; tndi de barro vidrado fran-
cez. As-ini como utn eooiplrto .--ortimento de lou-
ca do Barbalho, como seja : jarroes para 4 e 5
canecos de ?gua, p,tes de nm a dous canecos,
murirgue?, rrfriadeiras, qQartinba do Barbalho
e da B^hia, vaaoa vidrad >? e por vidrar para jar-
dim, cacos grandes e de meio para Aires, dito
ditos pequeos para tirar planta, eans vidrados
por vidrar de 2, 3, 4, 6, 10 e 14 polegadas,
feilos pjr machina e que ajui niio ha na provin-
cia a excepcao dos viudos de fra ; ludo melhoPj
pela qualidade do barro e mais barato do que em
nutra qualquiir parte. Em poreao se faz ibati-
ment de 10 15 por cento ; s na rua de Impe-
rador n. 37.
A revalesciere du Barry de
Londres
Toda a doenca cede a Revalesciere du Barrv,
qus d sade, energa, appelite, digestio e des-
canso. Ella cura an dispepsias, gasirites, humo-
res, acidez pituita, flato, enjps, vmitos depois
da comida e gravidez, con tipaefies, tosse, asthraa,
affeccSes nulmnnares, bexiga, ligado, cerebro e
sangoe ; 60,000 curas, iucluiodo umitas dellas no
Brasil.
A revalesciere cbocolatada du Barry
em p,
Delicioso alimento para alraoco e ceia, uroito
nutritivo, f?rtificando os neros do estomago sem
cansar o menor peso nem dr de cabeca, nem ir-
rita qo.
nico deposito parz o Brasil em Pernambaco
na pharmacia americana- je Ferrejra Maia & C.,
rua do Duque de Caxias n. 57. (Todo cuidado
ora as falsiflsacdes.)
Eua do Vigario n.27
No escriptorio de Jos Joaqu m Lima Bairlo ha
para vender se :
Prgsde diversas qualidades.
Fechaduras de broca de todos a tamanho9, e dos
melhores fabricantes do Porto.
Carlilha9 de douctrina ChrlstJa.
Mercurio de Lisboa. .
L'nha de Rorir.
Superiores garios do Rio de Janeiro, da fabrica
de S. Lonren^o, ja bem coohociJos pela aceita-
gio que teurtido oesla provincia.
aeno toqui
oha.
e a varia a 3*500 a
i*^^ C'ifTheilii
i. O. C, Doyle,
vender.o seguiote :
> Gpgoac HeMessy,
vioho Xerez.
Vmh-i de Lisboa.
FiRradeira?.
I piano de um dos
B.oa do QjTitrterelo-i
tem em.seu armazem para
res fbriointes.
Lm
I nova efe f,isboa.
. ,n/ix
i fus ia Cruz d, 8.
Sef L^aveniQ? Flour
Farinha de trigo j fermentada, propria para
pao, bolos, puddings, etc.. em macos de 6 libras:
a venda nos armaz*ns de Tasso Irmaos A C
A agaia de ouro
NA RUA DOCABUGA' V, 1 A
lem leques lodos de madreperla, o melbor que
lem vindo ao mercado. ,
roces, fruclas e fl.tres.
Rua ^a Croz n. 13' vende todos os dias :
Pre/omo eglfiamb-ea lih/a.
Lnrhe. loRs os dias, e diferente).
Ge a de mao de vacca em cofws.
Doces rry-iaads de dilTerenteg fruclas.
B.illos, pins c b ns boceados.
Bandeij'S com hollinhos, eufitadas*
Roumeis de cra\-s para,nnifa*.
Flores avnlsas e eui bonp'i-".-'.
Sorvetes tjdoJ os das a norjle.
PAORAMONOA
Unic dr-imsiia no Recifs rua dw Croz o. 13 s
a'Uraco de rrc.-i.
Grande **rimenf de bichas de Hambnrgj
de l'qualilade; v:ndc-se e
' crac'-? poroao : n
" .-
vallo? de sel'a. novos c
I



i?8i tafite't<&A^Mi^^km l8to ,ftnfctV3 ft 1871.
loaqnim Josjlaios, na raa da Gnu o. 8, i"
indar, vend argonao alai americanos verdadeiro
a pregas americano a. 3 4.
MSo ha tais cabello braacoa.
. Tintara japooe a.
lica approrada petas as academias de
iheojda aaperior a toda que tem ap-
" 8. Deposito principal rua da
o. 51, niar, em todas u ba*
casa de cabal! eiretro.__________________
LOJA
Tttt da Boa-Vista
DE
Paolo Goimarfles
O proprietaro deste bera cjnhecido es-
tabeleciraeoto contina sempre seguindofoa
antiga forma de primeiro barateiro da Boa
Visva e para raelbor prova adm;rem os
precos segaintes : .
Cuitas escaras e claras cores flxas
ocovado!60 200rs. a. 400
Cambraias de cores 240, 280 rs. e 30
Laas para vestido 280, 320 rs. e 400
Creps escocezas fazenda nova a.. 610
Alpacas lavradas d'um s cor. 720
Cmbrala branca transparente pe-
car a 3$5.0 e. '. 80000
Ditas Aita victoria a 40000 e. 80000
Brmente com 10 palmos de lar-
gara, varas, a 2^000 e. 25f?00
Madapolo snperior pecas 50000 e 6(50(0
AlgodSo a 4)9000 e.....80000
Brim pardo trancado pecbiocba
covadoa. ...... 320
"Dito dito liso muito fino a. 320
Oulras ramlas mais fazendas que vende-
r por precos baratissimos como sejam :
pannos pelos, ditos azue?, casemiras- pretas
e de cor, marinos, brins brancos e de co-
res, s-Ja para colletes, camisas ingiezas para
homens, ovias, chapeo? de sol etc.
Oicina d'alfaiate
Os digaos fregaezes encontrar} am gran-
de sortimento de roupas feitas desde o
mais inferior ate ao mais superior que se
acbe no mercado, assim como se manda fa-
2er toda e qualqaer obra d'encommenda
feitas a capricho, pois para este mister se
acha munido d'um perito mostr. Garante
aefazerem se menor 0% de que em onlra
qualqaer parte pelo o motivo de o freguez
s pagar o que conipi a e nao o aspecto do
^stabelecimento.
48 Rna da Imperatrlse48
JUNTO A PADAK1A FRANCEZA
Libras sterli ms.
Vende-se oo aromara de fazondas de Augusto
F. do Oliveira & C, & rua lo Conimercio n. 42.
Jt...............
Tana vena em ??ns armazens. aim de outros
iftffoa io sea neg io regular, os saguintes, que
viaitm p9r presos mais mdicos que em ou-
\r\ qasiquor parte :
Pv IP18 de pinho alraofadadas.
POBTKtAS de torro para cercas.
SAUTliE matee.
E3TEIRA8 da Iodh para cama e forrar salas.
SANOS Ue barro raace para esgoio.
jTSSO snperior em poredes e a contento.
US'ySNTO da todas as qualidades.
MACTMAS de descargar algodo.
[.<)>.\S e Drinzoesda tto/sia.
0 '"TOS americanos para forro decanos.
t jflfifiS americiraos muito bons e econmicos.
" ,:'ii Bordeaujo
G "NAC superior de'autiarFreres.
ftSLIjO em saceos grandes a 3J5O0.
&iJJ| (tortea lagi'i.na.
BALANZAS declmae*.
CADGHAS americanes.
RBM da Jamaica.
A7-LHJOS de Li.-boa.
Oemento i'o fcland
Er-i barricas de i."! arrobas preco mais com-
DJjdc do <| ij em oatra qualqaer parto, vende-se
ih d? Tasso Irmioa & C
Contra a tosso
PASTiLHAS PE1T0HAES.
d
Goman simples, erystaUsada.
Lila' de angio t
d* Arabia.
Sera da piulio maritimo de Lagase.
E ootras muas que muito se recomendam pe
!i-'->uas exiellenle qualidades.
Vende na
PHARMACIA E DROGARA
DE
Bartholomeu & C.
3-RUA LARGA DO ROSARIA-34_____
ADHIBAVK1
T \.m xmim

al obu
i fot tobo! suq
ap ofliJ ra
i Oi i)'; exs:>
a* ,e*tl
'-> 1
om k-ji
to'8 ooa iiMitrt
i Oi t au
FLIX PEKBA M
NA RUA U& mEftAKE feaS,
fio ^iheiro v!l&
.tedoc ricq
Os proprietarios deste estabeleoianttendo.grande,nec
menso deposito que tem de fazadl e grande urgeuiria^d.e apn'n
solida fazer orna verdadeira k^oidfSO som grandes abaiimenl
os seos artigos: para o que convdala ad respeitavel p
poh Ine garantem qo em parte alg reo nao comprarlo pelos precMWi* aelloei pode.^en^r p
virtindo-se que s se vende a dinbeiro vista. Os
lecimeoto rogara a todos os seos devedoras desta praca 0 favor de.
bitos, e todos aquellos que estiverem deveado cootas antigs e o
ser encommodados judicialmente.
GRANDE
LIUIDACaO
Rua do Crespo n. 20.
Nannr liso de cores lindas para vestido a 240,
180 e 360 o covado, chitas escuras finas :om bar-
ra a 320 o eovado, baratsimo : na loja de Gui-
lerui-i ; nciro da CuDha.
FIO PARA SftCCOS
Veode-se em casa de Okell Biadloss & C',
raa da Cruz n. II.
OLEO FURO DE FIGADO DE BACALHAO
DA
TERRA NOVA
DE
H. LACOMBE
Este oleo que to boa acceitacao tem merecido,
amito se rcoraraeada por ser o mais purificado
qia at boje tem vindo, e ainda pelo bom paladar,
superior a outro qualqner : vende-se no deposito
especial de Bartholonaeu & C.: rua Larga do Ro-
larla 34.
Xarope sedativo
DE
Casca de laranjas amargas
COM
BROMRETO DE POTASSIM
DE
MICOZE
Este novo preparada' aflrovado pela academia
imperial de medicina, moito e recoramenda pela
ua accao sedativa t calmante, sobren sysiema
nervoso, o bromurelo de potassiam, nao deixa de
dar os mais ceru resudados as diversas affec-
coes do organismo e principalmente as molestias
4o eorajo, das vtas digestivas da respircao, das
vas geiiito-arinaria, na epilepvja, as molestias
nervosas da prenhez, na insomnia das enancas
uranu o perioao da deaUj|ao etc. etc.
Vende-se na pbarmacia e drogara
de
Bartholomeu & C.
34-RDA LAR3A DQRQSARIO-'3i
Cerveja em haml, de &u-
perior quilidnde
Vende-se em easa de S. P. Johnston & C, ru>
4a Senzala-nova n. 11
Attentflo
Venie-se am terreno eom 60 palmos -de frente
e 800 de fundo, eea date easas de taipa, as qnaes
rendem 17*000 metsaas, em Beberibe de Jjalxo,
raa do- demos : a Malar ao Caminho-nof o 1
fPt?.
LS slnhan bordada* do Paviav
Alsacianas com linJas listras de- da a
ItStuOO o covado.
Ditas lisas com moito brilho 31# o cevao
Allantas, fazenda de moito gostj tecida
com seda a 720 rs. o covado. >
Ditas com quadros de sWa ecOrw BWHo
delicadas a 640.
Poil de cbvre, d'uma s Cor eont-'4A>Ko1
brilbo a 500 rs. o covado.
Merinos escossezes fazenda de muito fosto
para vestidos borooos e roupa de metioo
a 610 rs. o covado.
Qurgurlo muito bonito, tendo- de ledas
as cores a 400 rs. o covado.
L3asinbas aodernas com differerAes gos-
tos a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas ditas a 280 e 320 rs. o covado.
Bareges transparentes com differentes co-
res a'160 rs. o covado.
Alpacas de cures lisas e lavradas fazenda"]
de moito gosto a 500 e 800 rs. o eovado.
CassasdoPavo.
Cassas ingiezas com bonitos g03tos a- 200
e 240 rs. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs-. o' covado.
Ditas franeezas de muita pbantasia a 400
rs. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazauia
muito fina e bonita a 250>e 30000.
Ditas d'organdy branco e de coree a
2*500.
CAMBRAIRS LARGAS A' 808 RS. AVARA.
O PavSj tem cmbraia branca transpa-
renta de boa qoalidade, com- 8 palmos de
largura, que apenas precisa 4 varas para
un vestid* e vende a 800 rs. a vara, dita
Qnissima da Escossia tendo a mesma largu-
ra, que vende a t#600.
CAMBRAIS BRANCAS A 40000 B 4)5500
O l'a\ao tem pegas de cimbraia branca
transparentes com 8 ifi varas que vende
pelo barato prego de 45O0O> e 4^500, ten-
do tambera muito finas de 5(51000 at
1001)00.
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 3JSO0
a pega at a mais fina qae vem ao mer-
cado.
CORTES D'ORGANDY A 40000.
O Pavo lem cortes de organdy brauco
com 8 1/2 varas que vende pelo barato pre-
go de 40000, assim como fioissimo orgaody
branco com lislrinbas e quadrinbo3 o me-
Ihor qne tem vindo ao mercado e veode
pelo barato prego de 7O rs. a vara.
S.MAS BORDADAS A 40000.
O Pavo tem um grande sortimento de
salas ricamente bordadas, sendo de 4 pan-
nos e vende pelo baratissimo prego de..
40000.
Ditas muito ricas a 50000 e 60900.
Ditas de cor sendo de la, bordadas e en-
feitadas a 40, 50, e 60000, assim como fa-
zenda bordada e com pregas, para salas,
que ee vende a 800 rs. liUDOO* e 10280,
sendo preciso apenas 3 i/i varas pata orna
saia, pechiocha.
Croadenaples pretil e de corea.
U Pava} lem um grande sortimouto de
grosdenaples e gurgor5oprete para vestido*
tendo de 106OJ o covado at ao mais su
perior que costuma vir ao mercado, assim
como um grande sortimento de ditos de
todas as cores e branco e um bonito sorti-
mento de setins branco e de cores que ven-
de Dor pregos muito em conta.
Poupelinas de aeda a S AOOO
O PaV3o lem um elegante sortimento de
poupelinas de seda tanto lisas como lavra-
das as mais .modernas que tem vindo ao
mercado e vende a 20000 o covado.
ESPARTILHOS A 40000
CACHENEZ a 40, 50 e 60000.
O Pavo vende esparliloos de todos os ta-
manhos a 40 e 50000, cachenez parisiense
com delicado ponto e de cores, a '40, 50,
e 60000.
Para noivas.
O Pav5o tem rico gurgar8o de seda, brair-
co. Grosdenaple branco muito eocorpado
Agraciannas brancas com listras de seda
Poupelinas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, lavradas e lisas. Ca-
pellas com palma de flor de laraoga com
ricos veos bordados, que todo ae veode man
barato do que em onlra qaalqner parte.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 80, 100, 120 e 1U0OOO.
O Pavao tem um grande sortimento de
cortinados ricamente bordados, proprios
para camas e janellas que vende de 80 at
160000 o par.
Pegas de cambraia adamascada com 20
varas a 100000. crochet ricamente bordado
para cortinados a 10500 o metro. Assim como
ricos damascos com 6 e 8 palmos de largu-
ra proprios para colchas da camas tam-
bem ricas colchas de damascos imKaelo de
seda e ditas de crochet as mais lindas qi
tem viudo ao mercado.
MUSSEL1NAS DE CORES A 400 RS. O
COVADO.
O Pavao tem om bonito sortimento de
mosselioas de cores, padrees intelramente
novos e cores fixas, que veode a 403 rsjo
covado. Ditas brancas moho Don > i' MO
e 500 rs. Metim branco da India touito fitjo
te e roupas de meoioo 10 nt
o covado Cretooee de cores moito acoi'r
pedos para vestidos a 600 rs. o
no-
FUSTO MANCO-A JW, 0a r 800 rs
o pio tem un gneade aotiaewote
fus toes brancos proprios para *a*4idos e
roujasdaiaifeliaee-qoe waade 360, 500
e 800 r. o co*ade, aasim coa dilw de
cores muito eocorpados a 800 eovado.
ALGOBAOSiNlfO A M*.
O Pi v5o tem pegas de ale<1iflaeiao moito
boa qualidade que veode pilo barajo preco
de 3|200 a pee*. Ditos moito opariores
de 40000 para cima. AlgodSosmko eofs-
tado com a largara precisa para un lenco!,
sendo liso muito encorpado a 100 rs. o
metro o diio atrancado eom a meeaa lar-
gura a 10280 a vara.
BRAMANTES A-10600 e 1*403 O METRO.
O Pavao tem superior bramante da al-
godo seodo preciso para um lengol apenas
Com e meio metro e vende a 40600 e 10800,
e de lido fazenda moito eneorpada, eom a
mesma largara a 200'0 e 20500, uto fran-
cs do mais fino que tem 'indo ao merca-
do a 30OOOr 30600 e 40000:
ATOALHADO.
O Pav3o vende superior aloalaado a 10500
e 20000 a vara, dito de Sobo faieadrmuito
superior de 30000 par* tim, aeado ada-
mascado.
Fazamda fiara tato.
0>Pav3oiem um graoe sortimento de
fizeadas pretas para loto coat aejara :
Merino prete ceno 6 palmos de lirgoira
para vestidos a 20000 e 20500 o covado.
Merin3 pretas e de eordSo para todos
os pregos e differentes qualidades.
Bombsinbas para todos os procos.
Clines e alpacas pretas. Laasinhas pre-
tas o;i cassats do lai de 360 at 500 rs. o
.covado.
Cassas pretas fraocezae-e ingiezas de to-
das as qualidades.
Chitas pretas franeezas e ingiezas de 200
rs. para cima.
Crep preto para veos.
CASEM1HAS PARA CALCAS A 40, 50. 60.
70 E 80000. \
O Pavno tem om grande soriMentoJJe
cortes de casemiras de cores para caldas.
sendo oe mais moderos qae tem vinno ao
mercado e vende-se de 40 at 100000 o
corte, ditas em pecas franeezas o ingiezas
para ca'gas, palitots o colletes que vende de
10800al 60000 o covado, ditas escuras a
prova d'agoa que vende a 50 o corte ou a
30 o covado, sendo estas casemiras muito
proprias para meninos de escola por serem
es;uras e de muita duragao.
OH 1REOH DE WOL.
OPavio tem superiores chapeos de sol
de seda ingiezas que vende a 100, ditos com
bonitos cabos de verdadeiro marfim a 14,
160 e 180OjO, ditos de alpaca de todas as
qualidades.
. CASAQIHNHOS A-150,180 E 200000.
O PavSo tem um grande sorli-nento de
ricos'casaquiohos de seda pret muito bem
eofeitados e modernos que vende a 150,
180 e 200000, seodo fazenda. de muito
mais valor, assim como ricos chales pretos
bordados com franjas largas de retroz a
100 e 120000.
PANNOS DE CaO^rl PARA CADHRASE
SOPHS.
O Pavo tem um grande sortimento de
pannos de croch proprios para encost de
cadeiras e de sphs, assim como om rico
sortimento de tapetes de lodos os tamanbos
proprios para salas.
MAOAPOLAO BARATO A 40. 40500 E 50.
OPavSo tem pegas de madapolSo com 24
jardas ou 20 varas que vende a 40 e 40500
a pega, dito muito fino e largo de 60 para
cima, dito fratrcez do melbor que tem vindo
ao mercado, assim como dito nismo em
pegas de 40 jardas.
cortes de chita.
a 10800, 20000 010800.
O Pavao tem cortes de chitas franeezas
com 10 covado, que vende pelo barato pre-
go de 10600 e 20000, ditas que veode a
160, 200 e 280 rs. o covado, tambern tem
um grande soriimento de ditas- finas claras
e escuras que vende a 280 e 320 rs. o co-
vado e finissimas percales miudiobas propri-
as para camisas, vestidos e roopas para me-
ninos que se vende a 360 o 400 rs.
COLCHAS E CHAMBRES.
O Pav5o tem um bonito soriimento de
chambres de cretooe, que veode a 40. assim
como cobertas da mesma fazenda a 20500.
LENCOS BRANCOS.
O Pavao tem longos brincos abantados
quo se vende a 20400 e 30. a duzia, ditos
graodes de merino sem ser abaohados a
30200 rs. a duzia; assim como bonitos len-
cos bordados para m5os.
Birlas fiara calcas.
O PavJo tem grande sortimento de brins
brancas de lineo trancado, assim como om
grande sortimento de brins de coros moito
eocorpados, seodo escores e claros toe s
eodem mais barato do que em ootri quit
querparte.
PARA CALCAS.
Chegaram ao Bazar Universal d rua Nova
n. 22, um sortimento do machinas para eos-
tora, das memores qualidades qoe existe ua
America, das qaaes moitas j s5o bem co-
obeeidas aetos-oeas teres, como sejam :
WeKWtf 'vtilsoa, Grover < Boker Siten -
oioaas, Weed e Imperiaes e ooiras muitas
que con a vista deverSo agradar aos com-
pradores.
Esta machinas team a vantagera de fazer
o trBhjrtho'qua 30eostnreiras podem faz-r
diariamente e cosera com tanta perfeigo
como as mais per feitas costureiras. Garan-
te se a saa boa qualidade e ensina-se a tra-
balhar com perfeigo em menos de ama
hora, e os precos'So tao resumidos que de-
vem agradar aos pretendentes. -

iRtotfSTOlO
fi' este o distintiro te*una novft yien^iiifeAada
Os proprietarios deste elegaoie esubeleeimenlo tendo em viua os estoreos qne7!
fizeram para o eoltocarem nts wndieeoes de orna irteMtfttMittf Hhr*tt rigoroso prteepi e ni viesWM'M eeROmats do joieal 'r blteo, qae do ma-mo eteleetmeDf eaeopirwt tetfte nga' tmm9fitmUM0tj
dejla?, eotm) sij ara : brincos os mais modernos, para adornarem as d#M ore*' \
Ibas do bello sexo, e que se venden a 8, 9 e 104 o par, ditas para- mente* a-?,*'#/:<
ditas de coral, obra de aparado go.= to a 3 e 41. Vollinbn de eral eom eran* *e>Q*M
a 8|, broches modernos de. 3 a 13/, ditos com podra s em Ma*.Oetdas Wlnhaa a 1
iO. l, Ifl e 90$, rosetas lisas, porm bem trabalhadas, OeMSOO a 9J, 4IIM adkwj
podras de 4 a 13J, cacoletas a 4i. ditas eom loscripefas a' 58(0, anaeis e etmaaal
fostos, e eom bonitas podra* a % 3 e 4#, ditas de perolas, esmeralM toWhs *?(
ricas erases de esmeralda e roblm a II, 14 e 10*, ditas de Mrre oral eom *:im**<.(
torapbicas a 3, 4, S, 6 e 7a, flgas de coral a 3#, eadeias para reieiw* a SOa\'M *
61600 a oitava, guarnieses com tres botdes para abertoras a 41, ditos de pedrtahas Oim't
o par, ditos para ponbos os mais modernos a 7 e 81; alm de am YaHaOilmo masen-1
to de jolas de aparado gasto qae recebem por lodos os vapores da Europa ; como i
sejam : brtaeos,. bracelete?, alfloetes, adereeos completos, eraiH, neetaa, aaoeii de
brilhanles, esmeraldas perolas e vabns. MedateSes, vohas, trataeW,>tm*k- oaaa lw-
tras e da diversos modelos, ocolos paaekm de onro e prata doawa, raMOtot de oa-
ro e prata de afamados fabricantes, salvas de prata de difeMortatoatOa, rteae flaNu**^
ros e faqaeiros, colberes para cbi e sepa, maracas ara crtaeeas, ama ladaMade de
objectos qae seria enfadonbo mencionar-se.
- O proprietaro da Flor de Ouro garanten -tender mabr-ktarato ^o*ra ontra
qualqaer parte, para qae estar aberto o eslabelecimento das 6 borai da oanb as 8 d
noute. '

%
\% *..%:
"^aaBaj
Uoioo legaimeote autorisado e approvado
pelo cooselbo de sade.
NICO DEPOSITO
em
PERNAiVBUCO
Pbarmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU dr C.
34Rua larga do Rosario34.
Para saceos e foguetelros.
SACCOS
PARA ASSUCAR
CERVEAA DE MABCA
%
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os nmeros estampados
as pefas e nao as etiquetas.
Vendem-se
Em casa de '
T. JEFFERIES l C.
46 Rua do Gommercio 46
BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em eada peca mu Mlhe-
le eom o nome
> DOS
nicos importadores
_________T. JEFFERIES Vende-se barato, am piano, de um dos mais
afamados fabricantes : tratar raa do Com-
raercio n. 38.
Wi DO DUWBE (MAS
'lAntiga do Queimado)
Peco que se nao admirem dos precos de algaes artigoa que passo a mencionar, ja
por veees tenbo mosirado que s desejo vender barao aflmde poder veoder -Huito.
e n3o ba quem me possa retinar do meo Irme proposite ; redondo deede ja asseverar
ao Ilustrado povo pernambucano, que oesla casa coramercial seeocontra sinceridate nos
tractos, afim de se poder conservar a numerosa kegoeziaque me tem honrado em vir
em nossa casa, e para o augmento da mesma.
PRECOS
RefnadoRes de PErnambuco.
Chegaem pechincba, carvao animal a 1^600 :
na acreditada fabrica dos fias das salinas de San-
to Amaro, deposi.o na roa da Ponte-velba n. 14.
P ete ide vender por largo tempo por ter vindo de
Lisboa grandes psrcfrs por qaasi todos os navios,-
e eom os melboramentos ultimamenn inlrodozi-
dos no machi ni? rao, prodaz a dita fabrica 60 ar-
orbas por dia, comecando de 15 de agosto em
diante. ________________
Vende-se a propriedade denominada
4a Fazenda na Barreta, com legua e meia
de comprimeotj de Leste a Oe-te, e meia
legua de largura de norte a sul, a margem
da estrada de ferro do Recife a ^francis-
co, com casa de vivenda, grande minero de
pee de coqoeiro. sendo toda a trra de muita
prodoccao. Quem quiar comprar a mes-
ma propriedade pode eotender-se.com Dr
Joaquim Correa d'Araojo rua dos Pires
o. 20, ou a roa do Imperador a. 83 i. an
dar, das 10 horas da manhia as 3 da tarde.
Corte de brini d'algodlo, taxeodaaw
eacorpadet a dl80, brita panto dar* t es-
coroa 4X>e 440 re., to ttaotdo^t*!*
para vestidos e roopas de meniDoe-alip rs: mais au qoe eottuma vir aosreadO rU-
---------------------------u cadiohos de litiho e ikodto rtpriai para
etica e roopai de amifri.
Oura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopau
Gasa pernada qfe tio boas resaltados tem colbi-
d as peeaou qae delta tem eito aso acaba de
ebefar para a tea deposito especial..
HA
Pbarmacia e drogara
DE
Bartholomeo & C. roa larga do Rosario no-
.mero 34-
Eap
Jl tala da praca da Independencia n. eaa-
ffoa aon remessa do moito aorediudo rap gasee
groaao, Bao, Rocha, fraeeei, rotio e pnaosaa #a
Babia, Uaboa e Paulo Cordeiro oomman e viajado;
veade-aa em libras e a retalho,________"
AateBitores de eognho.
Vaeie-fa a retalno as diversas machinu e tal
Mraa a vafe?, ealdetri* de eabit para ewriakara
fr Km, laacos, formas e mal oatrt
A loja do Pa*Jo achW eoaHiatemente aberU 4u Ohoruda
Bora da aoite, A roa di Ia^acalrii a. 60.
reinatiodo Mi
asa reprletanoa da
UWeniC, na a,
roa do Bario da S. Boe
Pecas de madapolSo a 30200, 40OCO,
4,5500, U e 6,5000.
Ditas de dito muito fino a 6*500, 70.
e 90000.
Dita dito enfestado peca de 12 ardas a
30500.
Dita de algodaosinbo a 30, 40, e mais
precos.
Ditas de dito muito largo marca T a
40400.
Ditas de cambraia transparente a 3200,
30500 e mais precos.
Ditas de dita tapada (ou Victoria) a 40
e mais pregos.
Cambraia a imperatriz muito fina e
larga.
Dita imperial com cordaosinhos, fazeeda
muito moderna.
Mosselina branca, covado 300 rs,
Bramante de linbo com 9 palmos de lar-
gura 10800 e mais precos.
Dito de algodo a 10500-
Atoalbado afestuado fazenda superior a
10800.
Brim de algodo de cor a 400 rs. o
covado.
Dito da Russia, a 500 rs.
Dito pardo trancado a 300 rs. e mais
precos.
Dito branco de linho fazenda muito supe-
rior a 10600 a vara (vale 2000).
Grande sortimento de brini de linho de
cor a 500 rs. o covado, fazenda qae se tem
vendido" a 10200.
Grande sortimento de casemira, custa o
covado 10600, 20500 e mais precos.
Damasco de 12a fazenda fimssima.
Cortes .de casemira para calca a 40500,
50, 60, etc.
Flanellas de la riscadinhas a 640 rs. o
covado.
Lencos cbinezes a 30000 a duzia.
Ditos brancos de algod5o e linbolort-
mento completo.
Completo sortimenio de camisas nacio-
naes, franeezas, allemSes e ingiezas.
Cobertores de la de xadrez fazend* supe-
rior a 50.
Grande sortimento de bal5es.
Cobeitures de algodo a 104OOeS05OO.
Cassas de salpicos a 80000 a peca.
Palitots de casemira a 50000 e mais pro-
cos.
Ditos de alpaca a 30500 e mais pro-
cos.
Saceos para viagem.
Meias para bomem a duzia 20400, 30 e
30500 e mais precos.
Ditas para senhoras, meninos e meni-
nas.
Popelinas de seda, covado 10700 admi-
ra tu
Completo sortimento de chapeos de
sol.
Toalhas para o rosto a 80000 a du-
zia. '
Toalhas bordadas, de linho do Porto,
sio moito hadas, maodem buscar as amos-
tras.
Duzias de geardanapos a 20500. .
Cortes de vestido de cambraia branca
eom babados a 70000.
Cortes de vestido de cambraia branca e
de cor com babados a 100000.
Algodo de 2 larguras para lencol ou toa-
lhas a 10000 a vara.
Chitas finas a 240, 280 e 320, rs. o ao-
vado.
Bita violeta fina a 280 rs. o covado.
Ditas em percale o que ha de melbor a
360 rs. o covado.
E' v para crer.



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MA DA 1KRATR1Z K 64
DS
FIGUEIREDO & LOPES.
Os propriatarioa deete novo eetabetecimento. certos de qae o meio de adquenr
aamerosa fregoeiia Tender barato, servir bem e haver sinceridadade nos tratos, nao
dos afaslamo deste eaminbo para bem corresponder ao favor qae nossos numrelos
fregoezes nos tem dispensado.
Gomo Inda temos algamas fazendas das primeiras compras, resolvemos fner
redocao era alemas deltas, para o que chamamos a attenclo do respeitavel publico I
SETINS.E GROSDENAPLES DE CORES. | Capellas muito lindas para noivas, pelo
barato proco de 30 e 30500 rs.
A3TI RM
ESENCIALMENTE. EF
Guiados fyjas Infleac'
86 deram ao escudo e ave
mutismo, golta, areias dvs
raeios proprios para curar-Qs, cb>
actividade contra os ditos padec
^MnESTRwft'S^E I
i
Tesos para todos os precos e qualidades.
Grosdenaple preto.
Recebemos nov sortimento e vendamos
por menos do que ootro qualquer.
Laas i Saboya.
Atada temos om resto deste linda laten
4a e para acabar vendemos por 900 rs.
cores e brancas muito
CV-rtes a Minen-a
Anda temos, aguus uestes lindos cortes
com Iistras de sosa, com 19 covados, par.i
acabar vendemos por 200,
Cortinados.
Recebemos aovo sermeoto o vendemos
por 6|, 9|, 120, 160, m e *i cadt.
por.
Cambraia -pira corteados a 10)5 a peca
com 2 veras.
Dita Vioteria de 40 at 80OSO a peca
Dita sossa transparente meito fio.
0RGAN1YS BRANGO
Temos recebido novos organdys
de
de
44500 rs-, diios.de 60 e'8#000, este n!ti-
mo tea Iistras asselinadas.
Espartilhos
Recebemos novo soi tmenlo de espartilhos
inglezes muito grandes, sfe de bobo.
Yeetuarios pera baptizarlos, bordados
moito lindos a *0000, barato.
Camisas fraocezas, inglczas e suissas de
20at 40500 rs., ditas bordadas muito finas
de 8$ ate IO0GSO,
MECEJAKA.
E' orna fazeeda branca muito liada e fina
para vestidos de sentaras, tem a-peca 30
jardas e costa 184 e 2000.
Panno abretebado largo e boca, peca de
20 veras a li.
TAPBTES.
Recebemos novo sortimento e vendemos
muito barato.
Temos gratie sortimento de saias bor-
dadas e vendemos muito barato.
CORTES DE LA A SIM1RAMCS.
E' urna lioda fazenda com os eufeites
correspondentes, guarnecida a saia com
orna franja de seda na barra,
por 400000.
Cortes de cambraia branca aberta, bor-
dadas muito lindos, vendem-se por menos
do que em outra paarte.
Ditos bordados, na barra, de cambraia
transparente, por 85000, muito barato.
Deiasos .de annonciar multas ootras fajeadas por nao
(adacto aos nossos fregoezes.
Ra la Imperatriz n. 64.
Poupelioas de
lindas.
Camisas de meta i 915000 a doria, pe-
cbwcbe.
Cambraias de cores.
Temos o mefeer e mais* lindo sortimento
de cambraia de cores a 500 e 54J rs. o
metro.
MEIAS.
Recebemos meias muito finas tanto para
enhoras cerno para homens, meninos ei
meninas.
Chapeos de sol.
Recebemos chapeos de sol com cabo de
marflm -que vendemos por 43)5 180000, di-
tos de -cabos de canoa 90, 110 e 140980.
Cortes de cambraia de cor muito lindos
e com Jabados com seu competente figuri-
no, tem 18 co vados por 80000.
BASQUINAS.
Recebemos basquinas do -seda ricamente
enfeRadas que vendemos por bara&simp
pre^o.
Vestuarios para meninos.
Recebemos vestuarios de fustSe muito
bem ofertados que vendemos por 1)5500 e
50., &> brance bordado muito fino, dito
com salpicos dito preto com sal pieos e liso.
^Cambraia aberta a imkaco de croch de
cores e branca.
BRINS.
"Recebemos o superior brim de Angola,
dito pardo pan todos os precos, ganga fran-
cesa a 860'n. o eovado, superior
Pannos finos.
Temos pannos pretos linos de-30500 ate
60500 r*.
Recebemos asentirs de coros para 30
at 3)5509 re. o eovado.
CHITAS-
O Cysne tem o mais lindo sortimento de
chitas para todos os pregos e qualidades.
fiareges eom lis tras de setim com lindos
padroes e muito modernos.
Crotones claros com lindos padrees e
cores fixas pelo baratissimo pre;.o 440 rs.
vende se o eovado.
Luvas frescas de pellica para homens e
senhoras do acreditado fabricante Jouvin.
Fazendas para luto vendemos por monos
que em outra qualquer parte.
Alpacas, caotdes., prjncezas, bembasinas
cambraia preta, tic. etc.
se tornar extenso e en-
dos chimicos, e medico distinoios, que
prodorem os padecimientos de rw*r-,
d'outras vitferat; e aos enseios do&
amos a obier om remedio, que non*a. desdisse a sua
,-ieotos.
Nao nicamente baseado em theonas que lauto, avaneamos, mas sim nos satis-
factorios resultados obtidos d su applicacao, as innmeras experiencias, qoe com ella,
fizemos; e deste modo, seguros de seos beneficios Gitos, afonurneute o recommenda-
moss pessoas qae soffram algumas das.mojeatiaa acmia dita,ou de alguns ootros pa-
decimentos do apparelho urinario, Ue, como o Sabtico, glyco sorteo albuminurico
etc.
Escusado seria observar que se ufo pdajHaigoar ota nnmero determinado de dses
de um medicamento pira corar todos os individuos qua padecam damesma molestia ;
po8 que a cura esta dependente de diversas cireuouuiucias, inherentes a disposiejovar
toral un compleicio, de cada om dfiW 5 cwatado, certo qoe o hydroo lidko-
trptico anti rheumatico e goum prpatt^i sempre acara dse jada, qatndo se persista em
toma lo ,o tempo preciso para obte-la; davendo ter>se em vista qae quanto mais invete
rado est o mal mais se eleve insistir aa applicaco do- remedio.
Podamos tampem. affiancar que, ppr jpai continuado que seja^o uso deste reme-
dio b3o capsa desarranjo algam as vias digestivas, mas antes, pela propriedade eminen-
temente Inica, que lainbem possoe, fortifica o estomago, toma mais facis as digestoes
e, n5o poucas vezes, tem feiio desapparucer diarrbea, que eran entretidas pela debili-
dad eerad do apparelbo digestiva, .
MODO DE USAR.
Tomam-re do hgfrole ly1hotripti IbereS de sopa, em agua assucarada, lefte, cba oh caf com reite, a mesma aem mista-
ra alguma, oa occaaio do abjrocp. e ontras ao principiar a jaotar.
No quinto oa esto dia segniDtes, iomaa>se do sesmo modo diti, tres coiheres
de cada vez.
Se as ourines da pessw doentedepositam grandeporcio de areias,- se as dores
nephrtcas, rheomaticas oa gottosaa8o constantes; m lim, se os padecicientos s5o
fortes, tomar-se-fcao quatro coiheres de cada vez, oa tres vezes no dia, a tres comeres
de cada urna.
Qaando as areias, ou outros f*decimeatos, lem diminuido, torna-se s primeiras
ddses.
Pelo uso do Hydr&eo Uthotequico \>5o endo mis raros-o apparecimento das areias,
as dores nefrticas, teumaticas-a gollooas atqusde todo desapparocem: oeste ponto
pode dispensar-se o remedio: til, poim, ctoma prevetSvo, tomar cadaseaaana urna
oe duas dees delle.
Pelo q^ respeka amedtacSo, deae ella TTegulaSa-de modo que nao eobrecar-.
regu o estomago, e -em quaotidade 'tal fue posse ser fcilmente digerida.
A mettor bebida sem dovida, a agua .pura, mas tambero -se pode osar de vkiho
simples ou pouco alsoolico. De cerveja e viahas fortes, guacas vezes.
Sobre todo o qae muito reco ramead a nos, grande exercicio, sem fadiga, .pois que
elle muito contriboe para a repidez da -cura.
N. 8. Depois de tirar-se de fraseo a pon.au que fvai tomar, de ve bever c maior
cuidado*eu o arroihar immediatamente.
TJnco deposito em Pernambueo
Pbarmacia aasericana da Feneira Maia C, ma do Duqae de Caxias C.-C7, (an-
tiga do #aeimado.)
A' AGUIA BRANGA
.MA DUQUE DE MUS N.'52
(Oiitr'ora Queimado n. 8.)
A Afcui Branca tendo j recebid.a parte de suas
anaigns eoeommeniii?, em seKuirr,e0i0 BCaba ago-
ra mesmo de receber ontras, algamas das qn^es
se tomatun esencialmente '^rpctsa;, e ontras se
hiem anrefliaaas- por sea-v go>tcs e qualidades,
coco sejara :
Meias de no d'escoci, ateras para .ennoras
'smewns.
4 pttM(|fcni eom l'/tw pimbeiu para senhor!
e menta**.
Duas idemi rnuUo bonitas o goito escocec.
Ditas idem ii'.eui brancas e com fetas para me
vm Utm \tom cara bspthados.
Dtt*t de Vgodo cowpridas, o tom Iitras para,
meoinas.
Lavas pretts de da, pare senhora.
DtUfs. de \0t$i\ e de seda par meninas,
Bor/fts camnWia9 bordad* para senhoras.
Fi'Ae sed*.franco e preto com flores miadas,
rtto d algociSu, I i rf e oom flores.
Cowqatnas bordadas frara erianas.
Lindos etBodernostJbaposinbos de Tuslo para
Ptutes d* urlarogapara desembarazar oo pen-
tear.
Ditos de dita travesos para meninas.
lilo #e borracha para ditas.
5k>s de unarac, pequeos, para segurar o
aniaiTwdiHio ao cabollrs de senhora3.
f.rnede sortiincnlo de enfeites de seda para ves-
tidos.
Flrellas de Tua'ireperol e de tartaruga para
pnloeira l,-.c pafa o cabelle.
Bonitas b (riutus para meninas.
SOYO SOrWlMKTO DE ENCHOVAES PARA
DAPTISADOS
A agnia branca acaba de receber novo sorti-
mtjoto de h'dtos e completos enchovaes para bap-
ti'aUo?, e titttt atsiin eepiiradamenlu camiaiohas
para ditu, lindos cba'peosiohcs de setim branco
bordados, olrtiS ditos com fondo de velludo, obra
de mu'ttosto,e qiiB servem tambem para pas-
seio, sjpwtinho? de M im para o mesmo Hm.
MODERNOS ENFEITES DE FLOKES,
omadoeom breos de seda, flus de eiiro e flvella
dn madlr^perola ao otlimo gosto, e j>roprios para
bailes^asawieirtos, etc., to
'i &$&&&
pri-
i 1ILSBIJ
ELEGANTE
N* 1RuaEstrerta do Hosario N.1
Aiba-se'k abrir este importante estabelecimento demioezas superiores com os
melborec rticos de luxo ede moda para fcomens e senhoras, variado sortimento de
perfomarias dos mais afamados fabricantes de-Paris e&ondres, com sejam l-iver, Lobin,
Condray, Pinaud, Regand-Cfaonneaei, Monpelas, soctet Hygianiqae, Gosnel, Bimmil e
Piesse Labio, etc., etc.
11.
FLORES E PREPAitoS PARA ELLAS
A Agaia Branca reeebea lindos ramos de ttores
finas, tanto para cabeca como para chapeos, *
bem assim : ..... .,.,
Papel verde liso e coro listas para totual.
Dito de cores para flor.
" Fomas de diversas qaahdadea para rosas
Ditas verdes e Instrosaa, obra m va e pela
mpira vel Viudas C0rB9'>B10*IFa.
FrolS JSias e de dlverfas largajai pra^-
(eitar vestido,
COQUES DE TRANCS E DE OUTROS
MOLDES.
A Agola Branca acaba de receber nina peque-
a pa/co dos boritove Tnodernoa c*qae des de tramja e outros moidai
COLLARES R0RR tLECTRO MAG*
NETICOS.
A Agnia Branca acaba de receber os proveito-
sos collares electro magntico* ji>em cenheci-
dos para facilitar a denticlo das criancas e pre-
serva-las das convnlses.
SOURE-SAIAS O ANQU1NHAS DS
CLEN0L1NB.
Em substiiuicio aos ba'fcs vierara as anqni-
nhas de clcnoline, e achm-se venda na loja da
Agnia .Branca.
QUADROaPARA RETRATOS*
A Aguia Branca reeebea variado sortimento de-
qaadros para retratos.
LEOS BORDADOS.
A loja d'agnia tranca, a rD3 Duque de Caxias
n. 52, ontr'ora do Qoeimado n. 8,-receben bonito
lMOS de cambraia de hnho pnoicrosimente bor-
dados, e como de seu louvavcl costnme est oa-
vendendo baratamente a 5000, 6, 8 e tO0OO
cada nra.
TAMEM RECEBE
ricas camisas de lino e.'gnio de linbo enfeitada&t *
coro muito gpslo, e proprias para noivas, ou mas*
mo outra Exma. senhora qae possa e qupia aug- .
mentar o riumejo de sua boa roupa branca.


<
m
ERNESTO & LEOPOLDO
N. 2 D Ra do Cabuga K 2 D
Acha-se montado de forma tal este estabelecimento de joias que pode
vender aos seus numerosos fregoezes em grosso e a relalho e por precos
mui resumidos visto qoe recebe deonta p-opria por todos os vapores de
Europa. O gosto de desenho de suas joias o mais lindo do paiz das
modas, ouro de lei, brilbantes verdadeiros, esmeraldas, robins, perola?,
torqoecas, sapbiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do p rto tanto
para igreja cerno para servico domestico. Convidamos as Exmas. familias
a visiiarem o dito estabelecimento todos os dias at 9 horas da noite.
f***a -^'S^'V^^i* .<*rTJti'9iie^?ir*^ ^^
>*-.3-

FHiEllEDO & LOPES.
Alta novidade
O Mosaa Elegante ra Es t re i la do Rosa-
rio n. i ende ricas camisaa de cembraie
de linbo bardadas para noivas, e tambem
de madapolSo fino, bordadas e enteitadas
de ntremelos a 4G, $0$ e 750000 a du-
Z.3.
Lindos penteadores guarnecidos de enlce-
eaeios e rendas va-endone, ricas calcas del
linbo bordadas e de madapolo, para senho-
ras, bellissimosorlimento de gt-liabas e pu-
chos cousa inteirameote nova, recebido pelo
ultimo vapor da Europa.
PARA BAPTIZADOS.
Q Museo Elegante recebeu os mais fiaos
e ricos enxovaes para baptizados e tambem
lindos vestidos enfeitados para criaega, roa
EsLreita do Rosario n. 1.
Ultima moda
O Museo Elegante reeebea os mais lindos
e modernos cbapoa de bland enfeitados
para senhoras, e tambem de velludo e pa-
Iba para enancas, e est vendendo moito
barato para vender logo, a roa Estrena do
Rosario n, 1.
Flores e plumas.
O Museu Elegante est vendendo as mais
bailas flores e plumas que tem viodo ao
mercado, assim como um lindo sortimento
de franja de seda preta consa de parado
gosto ra Estreta do Rosario n. I.
BOTINAS.
No Museu Elegante vende-se botinas de
o. '20 a 3 pOara chancas a 2#000 o par, o
Noaea > vio ora preoesso mais pr-rteuu e i|Ut ai-
ta 4e tal forma a satisfaiar as exige ocias mais
severa da t cripmrac,ao.
A ana cor lindissima e nao precisa de cuida-
o alfom para se conservar no linteiro sempre
aam a oetma cr, sem borra, erd teiaa mu* maieUas inhereniea todas a a timas
at agora coobecUs, alada mesmo dos melbores
aatores estrasgeiroa.
Sobretodo, esta estlimvel producto *o ataca a*
e aao,. ania peio eorrtrario, a peuia
mm tt4M*4out4a ^o, e4o iolews-
,i aafjntrfrv^toio.
a tto,,nl(ijendo especialmente para copiar,
eoid# eae, tres, on mais eetM ora n.e
iapata laaaaiHpto ; ^ireai, poa% .deixaMbe
(papel bem moihado sem o enxugar eom mau^
*m, parqo* nao fia A ruco de borrar. Para se
Orar nuiat de nmarApia, nio se agglomeram tan-
tas feliu qoaoui capia*- se quere tirar, rm.
vaOM aaaa^ Hl^awradJlPVr ,
Oeeorn^oat: di qae,para copiar imporu
Jj attwi, Tw-Miae vect aem maooa
UoaU qaaliiade eeeta tiota evex^m"161119
SsluriMb4S5?
cripta offre o choque de acidoa forti9simosL sem
se decompr; ora, se oe cidos nio tem aecao so.
bre ell, muite menos a aeco do tompo a p6de
destruir ; isto plaosivel.
Nio 6 so ao commercio que este mea producto
veio ser til ; os professores dos collegioe, invest
gsnd.1 todos osmeios para o adianiampnto dos
seas di.-eipulos, tem approveitdo esta tiota, qoe
& m razio a acharara apta para desenvolver o
gosto nos educandos, em conseqnencia da beleza
da cor e facilidade de correr na pequea pela ma
liquides. Ha exemploe de enancas qoe havl
moito lempo tichara orna repognancia extrema
para a escripta, logo que foi admittida esta tinta
o coliegio, apoderoo-ee derla* a enriosidade e o
givto,e ponco tempo depois osea adtaptamento
era maniteslo.
Esta trota, par de taetas vantagens, tea uto
goico incoovenieute, detariora-e ao contacto de
qutra qualquer; cnvm pois te-la era tioteiro
icentos do menor vislnmbre te outra tinta^ eei-
tar rscrever cora a praoa sn)a de urna preparacao
eiffseeMe e ioeoorpative!; terifleando ietf, pao ha
niio para *e atar de tinta qne nio seja, a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MNTEIRO, ^
Observado.
Diversa* teWttcaeoee e sen^bfAfas: tem appf-,
recido, coja dnrabllidade dovidosa. Os Sri
impradorf* po4em vitar o engao dirigmdo-se
*B-atrcamipiHMPfafflp*> atMia qae en
Lbyrntho
O Museu Elegante veode ricas fronhas de
labyrintbo a 640e l&iQv, ra Estreita do
Rosario n. i.
.tarbem-veada. colchas e toalbas de usto a
Mp extraordinariamente barato, ra
Estreiia-do Rosario &A i.
\ Collar electro.
A que aOnal abegaram oa verdadeiros
collares de Royer, -contra as convalses das
criancas e {acuitando a denticao, e esto se
vendendo a 3^1000 no Museu Elegante
ra Estreta do Rosario a. 1.
As d 5^ por 4^800
Na verdade barato I! Facas finas cabo
de balanco com dois botes a 4^800 a do-
zia, om completo sortimento dd colbe-
Iberes de electro pate e facas com cabo de
marGm, todo por prego baralinho qoe ad-
mira, no Museu Elegante roa Estreta do
Rosario n. i.
AS MODISTAS.
No Mu*eu Elegante en contra rao um com-
pleto sortimento de bico de blond branco
e preto, dito crochet, trancas e franjas de
seda de todas as cores, grande sortimento
de galoes de algodao cousa de lindos dese-
nos, cambraia fraiteeza branca e preta para
forrar vestidos, retroz de todas as cores,
ntremelos e baados tapados e transparen-
tes e agulhas de ferro, osso e marflm para
crochet, roa Estreta do Rosario n. 1.
iuiitaco de aro.
O Musen Elegante vende ricas voltas dou-
radas para sennoras e tambem meios a 1e-
recos imitando coral, perola e gata ludo
por precos razoaveis, na ra Eslreita do Ro-
sario n, 1.
Mrtniilha breileiras
No Musen Elegante roa Estreta do Ro-
sario n. 1, ven seda parasenboras a i5000,. consa viuda
no ultimo vapor.
FAZENDAS EM LIQUIDAQfiO
A' ra da Imperatriz n. 40
Os proprietarios da loja do Papagaio scieniificam ao respeilavtl publico desta
provincia, que esperara muito breve receber um novo sortimento de fazendas moder-
nas, e do bom gosto, e por consegointe pem em liqoidaeao as abaixo especificadas:
Retalhos de chita, de cassas e lias.
Chitas de cores e rxas de 160, 200 e 240 rs.
Lazinbas tapadas e transparentes.
Alpacas lisas e lavradas, de muitas e ditferentes qualidades e precos.
Cassas de cores de 240 a 30 rs. o eovado.
Cortes de cassa cbila a 20400 o corle ou a 240 rs. o eovado.
Cambraias brancas tapadas a 40 e 50.
Rarejes de la a 320 rs. o eovado.
Toalbas de linbo do Porto muito grandes a 100000 a dnzia.
Metim da India a 600 rs. o eovado.
Lazinha preta de 320, 400 e 440 rs.
Alsaciannas a 10000 o eovado,
Chitas p-etas muito finas de 400 al 240 r?,
Esptrtilhos de linbo e algodo de 3^500 at 50000.
Camisas de meia, ditas fraocezas.
Camisas de pe to bordado, lisas, e de pregas com collerinho e sem elie.
Baloes de panno a 30000, dos mais modei nos.
CollerinheS de papel com boira de cor e todos branecs.
Fusles de eres para vestidos moito largos a 4O rs. o eovado.
Corles ce casimiras de 40000 at 70000 com qtiadros e Iistras.
E ootras muitas fazendas que pretndeme liquidar para nao accumular com
as que esperamos receber.
ROUPAS FEITAS EM LlflDIDACiO
Na loja do Papagaio ha um grande oeposilo de roopa* feitas de brins e de
casimiras, palitots, calcas, colletes e sobrecasacos, que se liquidam por precos muito
baratos.
Sedas lavradas de (, es.
Liqoida-se na loja do Papagaio urna grande porc5o de sedas lavradas de corea
que se vendem por precos baratissimos, na ruada Imperatriz n. 40, esquina do becco dos
Ferreiros.

DROGARA ESPECIAL
BOMEOPATHICA
DE
JOS' AL VES THENORIO & C.
RA ES1REITAD0 ROSARIO N. 3-
Jos Alves Tbeoorio, profe&snr em bomaopaibia, tendo-se retirado do
laboratorio bomcopatbico e consultorio de seu illusire e finado amigo o Dr.
Sabino 0. Lr. Picho, que por amitos ?nnoa esveram-sob goa diwco.tem-
se estabe'ecido sob a fima de Jus Alves Tbtoorio & C, roa ereita do
Rosario n. 3-, mde, animarlo pela coi Canea cim que bonranro-no os amigos
, da homeopathia, lbe- oflexece e ao.respeitavel publico um completo sorti-
^* ment de todas as preparicoeabcmeopatbicas.coBbecidas.recebidasdasB.aisJ
hA acreditadas catas de L ndies e Paris, e indgenas, bem como tudo quanto s
^<; dizrespeito a bomeopaihia e sua praiica, esper.ndo que continuem a honra-
*;- lo com a mesma confianca, para o qua.nioae poupar eatprcos.,
PRECOS DAS ,Mm$
E
botica da
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1
1
1 *
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GLBULOS.
12 medicamentos 106
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* hofica^TjS
1 J
1 .3 irl}i J
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l'i./J i
Sao otis ossaf boticas aoSrs. rae|ii#08,
der< s, chafes de famia, p5 le, Mvjpa^.a
zerem nedicar-se a
D M'ficamenV
,TK B L0WIE5 S no MAMNi
ifo^.fazeo-
mttrieqtQ',
ARMASEN DOS LEOES
RA DUQUE DE CAXIAS N. 29
Ot proprietarios deste, grande e bem moudo estabeleoimento scientificaml 10
ieSpeitaye!;publieo testa provincia, qoe se acbam com om variado e completo sortimento
1 4e movis, tanto aacionaea como estrangeiros, endo estes escolhidos capricho por
' am dos socios queae acba actualmente aa Europa, e por isso os podem vender mais
& lafato 20 / menos de que em outra qualquer parte. O mesmo tem .contratado com
' s melbores fabricantes daquelle con ueste as reaessas das mais ricas mobias feitas
* jlli. Na ofDcma tem os mais bateis artistas deste g. ero, e por isso aptos a fornecerem
toobvRae as mais aperfeicoadas para a! casas da provincia consideradas da primeira
rdfcm. Redem, portante, que venbam visitar dito estabelecimento, ende encontrarlo
realidade do que acabam de expor, passando a examinarem : ricas a completas mobias
le Jacaranda, raogno, faia. carva bo, amarello, etc. etc., ricas e elegantes camas de
aaraid, pio-setim, amarillo, *tc. etc., guarda-vestidos de amarello, guarda iooca da
logneira, amarello, com tampe de pedra, aparadores de dita, dito, cag|*iU, petiU
otf^^aapacia1maBaa.para fazer barba, toilettes de Jacaranda e ftmareflkV i maitos outros artigas de gosto, que para se nio tornar enfadonho preaaindimoi da
nar nea^av dWw, a f ed o a vttta> podarlo apotata


tarto dt FernumlMicft Terca eira 5 d Seteiibro de 1971
ASSI1BLEA 6ERAL
CMARA DOS DEPUTADOS.
Discmeo do elemento servil.
(Connnacao).
O Si. Viscond do Rio Brando :(pre-
"'dana do conselho):Pelo que tenho di-
T:. ? Wauarei a respeito do art. 4
e do art.
a a exagerado deste esci'pto.
' eslas palavras n5o qur a
vil por meio algom.
*>'a geral n5j
ovinciaes
,*
"toe ai
3o, VeMe-.,.
re/arma do estado s.
Sr. presid-rate, a assen
determina que os orcanaeoios y
e municipal s consigriem fondo para
eipaefo; o que diz que, ae forera vola-
dos es faados. poderlo ser rpclaidos
no taodo geral de emaocipaco,
O S Duque-Estrada Teikeira : /.
Exc, estdiscutindoo art. 3*
Umav z :E VV. EExc. a proposito do
3o nao discDtiran o t e o !? Responde
a VV. EExc.
Ha diversos apartes.)
Sr. Visconde do Rio Bdanco (presi-
dente do conselho):A proposito do art.
4S, o nobre deputado pelo municipio neu-
tro falln aqui en> aorabarrie amento contra
a lavoura, e estou mostrando que esse (ogo
paramente urna fircjto 'de S. Exc. Para
conseguir o meu intento, faco breves refle-
xot< sobre o art. 3o; estou cocsideraodo
es( tx art. em sua eonnexSo eom o art. 4o,
ten 4) sido a uto obrijado peo nobre de-
pi lado a quera me tenbo referido.
.' gas alarlo o o de roinhas ideas, recor-
d nae que ia d'zendo que o art. 3.% refe-
ri- to-se aos fot dos," que possam ser decre-
tad .os nos o cementos provinciaes e raunici-
pa M para este flm, nao impoz s assemblas
pr aviociaes a obrigacJo de o fazer; orna
pn svenefr, e mesmo um conselho, porque
tO( los os que desejam que esta n forma se
far | do rao o mais prudente devem querer
que e na execuco da lei baja uniformidade de
per- amento. Se o governo proceder segun-
do certas regras de justicia e de prudeocia
no eroprego dos meios que a lei peral puzer
s na dis| osicao, e se as assemblas pro
vin ciaes e cmaras monicipaes por sua parte
pr< icederera diversamente, todos comprehen-
dei n que, nSo obedeceodo todos os esforcos
ao mesmo pensameotu e a mesma acc3o, a
pri tdeocia que tenba em vista a lei geral
p' le ser frustrada, e dabi resultar grave n
3o, mas as advertencias do nobre deputado
cel o 4* distncto do Rio de Jane ro me iri-
die am que r3o ha necessidade de defender
e artigo....
) Sa. Visconde do Ric-BnA.\co (pres deo-
do co seibo):.... e at vejo que a defe
o incorom'da. Spmente accresceotarei
i, a respeito das estradas de ferro, cora-,
}u-te urna garanta geral com outra gi-
la provincial; e se isso se pode fazer e
)z sem offensa da constituido e do acto
cional, nao raoifo que para esta es-
a moral tambera os recursos do Estado
imbioera. se fuodam cora os recursos
eniente e deserdem.
i quizera dizer mais em relacSo ao art.
nciaes.
se pbantasmo figurado pelo Spectator
tem, pois, nem sequer apparencia de
lade: foi frocto de um espirito alio-
~>, pura declamado. Escriptos como
s.podem ter por effeito incutlr ter
os proprietarios agrcolas, combater
pasta, nao com a ra?o e a verdadei-
reciaco dos interesses moraes e eco-
ios deste paiz, mas cora os perigos
ticos que se procura figurar e exagerar
ddos os modos, aggravand) o mal,
dar-lhe remedio algum.
irnos ao arl. 4o, no qual o Spectator
m
8
a
que
bin-
ram
se f.
addi
trad
se c
cen\
Ei
provi
Es
nao
realii
cinai'
esses
rores
a pro
ra ap
nomi
fantas
por t
sem
V
assi-
pi
um
za
vir
oh
ap
d-
d
o
i
(
I legados o pobre escravo de ve pre
bem do conseniimento do aenborl Pde-
se dizer e sustentar isto na qaidTa actual,
em 18711
OSr. Almeida Pereira :Sim, lenhor,
para garantir a forca moral.
O Sr. Andrade Figeiha: Se nao, de-
cretero a abolicJo inmediata.
O Sr. Ahawo Lima :Iso nSo te pode
dizer nem defender I
O Sr. Pinto Moruira : Pde-ae dizer e
defender, salvo contra o encerraaaento.
(Ha ooiros apartes.)
O Su. Visconde do Rio Branco (preai-
deate do conaelh):Sr. presidente, pre-
ciso" que en responda por partes, para qoe
possa latisfazar aos nobres deportados.
O peculio que o escravo obwba pelo
seu tr^.''00 e economa, ease j reconbe-
C6m os nobis depotados que nao /em ta-
cn veniente.
O Sr. Gama Cerqueira : NSo letu in-
conveniente como favor do seotaor. *
O Sr. Visconde do Rio-Branco (pres-
dente do conseibo);... porque j e um
fado, porque j existe; por consequencia
nao ba perigo em coarverter em direito o
que o oso j tem establecido para o geral
dos proprieUrics de escravos.
O Sr. AijMEida Pereira :E' sophiama.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho): N3o usarei, discu-
tindo com os Ilustres membros da minora,
da palavra sophisma--, de que acaba de
servir-se o nobre deputado pelo Rio de Ja-
neiro. O que digo poder ser um paralo-
gismo, mas n3) de certo am sophisma-
Deixo, porra, passar sem reparo a pabjvra,
porque est reconhecido"que a Ilustre mi-
noria, no estado de exaCerbaclo em que se
acha. n5o pode discutir seno por este
modo t
O Sn. Almeida Pereira:Se ha offensa,
retiro a express3o.
O Sn. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho):O peculio, pelo tra-
balho do escravo, um estimulo sobrie-
dade, obediencia, ordem moral e mate-
rial. Desde que o escravo v que pelos
seus proprios esforcos Ihe licito" adquirir
alguns bens, e que o fructo de seu trabalbo
pJe ter a applicacSo que Ihe queira dar,
podendo servir para remi-lo ou a seos fllhos,
cu a sua esposa, ou a seus prenles, ha de
sem duvida algama achar-se mais satisfeito
do que ua sua condico actual.
Este principio inquestionavelmente um
estimulo efficaz para que o escravo nao
absndone a casa do seu senbor, para que
nao evite o trabalbo, e sim procure servir
beta, e tornar-se digno da generosidade do
senbor. (Muilos apoiados da maioria).
Ha pouco se disse, Sr. presidente, que
este peculio j est admiltido entre nos, mas
3ue ha perigo em-estabelec:r na lei como
ireito o que j existe de fado t
Pois, senhores, qaando todos reconhecem
que a escravidao j est muito adocada en-
tre nos, quando todos e a honrada minora
recontiecem que os nossos proprietarios de
escravos, em geral, sao humanos e -toemfa-
zejos, tntendem os nobres deputados que,
todava, o legislador braseire nao. poJe
consagrar em le, orno regra, em favor de
escravo, aquillo que o aso j tem admlKido ? t
(Apoiados da maioria).
N5o poder o legislador brasileiro (ormu-
lar em lei geral o que fizeram os legislado-
res de outros paizes antes que o uso pre-
cedesse o direito ?
Podem os nobres deputados desconhecer
que as colonias nespanholas houve sempre
esse direito de peculio e de resgate f Nao
sabemos acaso que a Dinamarca desde 1834
o estabeleceu era suas colonias, que a In-
glaterra o admiltio em 1823, e que a Fran
a arma destruidora da lavuura, da nque
publica e da ordem social; artigo em
tode do qual fomos declarados commu
tas, inimi<;os da propriedade.
O Sr Duqle-Estraoa TlitMU d um
arte.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presidente
) conselho): Tenha .paciencia, que be
e oppor!unamente responder a todas as
bjecco-s. A paxo pode desvirtuar tudo,
as o bo senso, a serenidade de esperto
a prudencia mostrado ao povo brasileiro
le que lado est a verdade e o verdadeiro
nteres e publico.
O que determina o art. 4 ? Suas dispo-
sic^s priscipaes iizem respeito ao peculio
e ad resgate.
O peculio e o rebate sao meios pengo-
80s ? Podem ser considerados como os con-
siderou o nbre depclado pela provincia do
Rio de Janeiro ? S5o eslranhos ao syste-
ma de ima emancipaco lenta e gradual ?
Segoramecte n3o. (Apoiados da maioria.)
O peculio, assim como o resgate, assim
como a providencia da lei de 1869, que
prohibi a separarlo dos conjoges e dos fi
lhos, nao tem por fim senlo melhorar a
sorte do escravo, elevar o seu moral, tira lo
da condicao de cousa e dar-Ihe a qualidade
de pessoa, mas dentro de limites que o uso
j tem consagrado e que ora se trata de es-
tabelecer por direito. sem perturbar a dis-
ciplina dos estabelecimentos agrcolas, pe'o
contrario, firmndoos vnculos dessa obe-
diencia pelo modo mais justo e mais razoa-
vel. (ADoiados e n3e apoiados )
O que 6 o peculio, mediante o consen'i-
memo do senhor ? E* o (roclo do trbalno
e da economa do escravo.
O Sn. Pinto Moreira :Esse j existe
O Sr. Visconde do Rio Branco (presiden
te do conselho :O nobre deputado pela
provincia de Minas Geraes, o Sr. Pinto Mo-
reira (designo-o pelo sea nome para distin
gallo do oatro nobre depotado que me dea
apartes) dz-me que j existe de fado essa
concessao. ri
O Sr. Pinto Moreira :Com o consen-
timento do senbor.
O Sr. ViscorraE do Rio Branco (presidente
do conselho):Se o peculio como consen-
timento do senhor j existe, e se o projeeto
nao estabeleco aeoio o que existe..
OSr. Andrade Figkou :E' intil o
artigo, vamos oovir a concloso.
(Ha amitos outros apartes.)
O Sr. Visconde do Re Branco (presiden-
te do conselho): O proietto oio estabele-
ce, alm do peculio obtido pelo trabalbo e
economa do escravo, mediante o consent-
maulo do senhor, aeoio o que o escravo
poss-t obter pela phiUntropia do mesmo se-
nbor oa de outrem, por doac5o oa legado.
O cobm dputados quererlo excluir esta
2* parte afelio
O Sn. PiwwliRKiRA:Com o consen
tinento do JlDhor.
i Sr. Viiconde do Rio Branco (proaidan-
H do conselha):Pois par* w doc3e <>a
. desde 18 de jumo de 1845, entendeu
como o nobre deputado pelo munici- I q0'e taes dispo3c5es n5o eram incompativeis
neutro vio outra batera perigosa, mais cora a existencia da escravidSo ?
Ser preciso que eu repita o que j disse
era outra occasiSo, que esta providencia,
mitigando a condicSo do escravo, elevando-
Ule o moral, iocnlindo-lhe algum apreco de
si mesmo, despertando-lhe o senlimento a
graldlo, longe de prejudicar ao senhor,
tjrna o escravo mais obediente, mais til,
porque o prediaroe para o trabalbo, lorna-o
sobrio, desperta-lhe esse senlimento do
amor de familia, qae tanto poder tem sobre
os homens ? (Apoiados da maioria).
Sr. presidente, eu respeito os escrpulos
dos nobres deoutados; mas qoaUdo vejo
deputados; mas qundo
que isto est j admiltido entre nos, qaando
vejo que esta foi a le de todas as colonias
nespanholas, nao posso participar das ap-
prehensora de Ss. Exea.
O Sr. AndrXdb Figueira : A questao
ser ou nao com consentimento do senhor.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho):Mas n3o basta s6 di-
zer que o escravo pode adquirir o peculio;
preciso assegurar Ihe a propriedade desse
peculio; e o que esiabelece a lei.
(Ha apartes).
Hoje o que o escravo adqnira para o
senbor, nada Ihe pertence, tudo perteoce ao
senhor...
O Sr. Andrade Figueira :NSo ha tal;
perde me ; est equivocado.
O Su. Araujo Lima:Nesta parte a le
Baji
do senbor; preciso' qoe o escravo toaba
poaw fransmidlr a seas atcendetitoa e det-
cendentes,- i soa eipoaa...
O Sr. Duque Estrada Trixmu : t
ama nova ordem de soccessao !
(Ha outros apartes).
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conslBo) -. Sr. presidente, oa
oa nobres deputados dos levam a solucoes
estrenas oa devem convfr nestes meios mo-
derados.
15* a sorte de qqem se colloca no meio
termo, softrer as objecc5es propriaa dos ex-
tremos. En receiva na discussao desta
proposta as objeccoes dos abolicionistas ab-
solutos ; nunca pense!, porm, quo da par-
te daqjjelles que tendera antes a cootertaf
o stem qm do qae a jnodiflca-lo, se levan-
taisem tantas apprehensSes, tanta celeoma,
porqae^toda esta agitacSe qoe se est pro-
duzindo o inconveniente mais grave que
pie ter qualquer proposta de relurma %o-
bro o estado'servir, (isltiftos apoia*) da
mai.uii).
O governo e a maioria por soa parte tem
eviwdo essa agitadlo. Ea tinhs eqoi mu
eloqueufr liscarso do Sr. Visconde de
Cavr,OMo o tenbo querido Wf: porquef
Porqae r3o desejo nesta materia filiar ao
eBthUissmo, prowrosomentefaHar razae*.
(Apoiados da maioria).
E' ou nao nocessaria ama" reforma sobre
o estado servil ? Se a refofcia necessaria,
n3o podis recusar todas 11 ideas dopro-
jecto ; essa opposh;3o systematica e radical,
qae nega o fondo de emancipaco, que neg*
a hberdade do venlre, que ruga peculio,
que nega o direito d resgate, orlo vai
.parar ? I O que pretendem f?
Vozes da Maioria :Moilo bem !
(Ha varios apartes)
O Sr. Viconde do Rio Branoo (presf-
dente do conselho):Ha pouco nos dizia
um nt-bre deputado : t Sim f vos vos apre-
sentais como emancipadores, mas conser-
vis a escravidao; queris converter o li-
berto era cidado, mas' nJo preparis o es-
cravo para a liberdade!
Sr:preside(ite,.estas objeeges s podiara
partir daquelles que qnizessem a emaneipa-
Co simultanea, estabele>endo ilesde j um
prazo curto e medidas preparatoria* para
chegar a esse resultado ; mas da parte da-'
qaelles qae n3o qaerem a emancrpacio si-
mnltanea, como se levaalam taes objec-
Q5es?
E qual a consequeacia qna o nobre depa-
lado pela provincia d Cear, a qoe afora
me refiro, tira dessa sua censura propos-
ta ? S Exc. n3o quer qu proclamemos a
l.berd'de das geracSss floras o que pro
coremos ir gradualmente meihoraodo a con-
dgo das geract* preseoiies; mas o que
nos aconseiha S. Exc. ?
Qoer que nada facamo.qoe tratemoada
reforma judiciara, da reforma da guarda
nacional e de outros projeftos polticos,
deixando o escravo no estado em qae boje
se acha, para qoe nao veotaa a ser am. cida-
do pooco intelligente ou mal preparado I
Como, Sr. prndente, se nete paiz, n5o
bouvesse milbares e milhares de peisoas li-
vres, qae por infelicidade de seus pata pa-
las circumslancias em qoe se a<*2*am e a>
acham, n3o puderam ainda receber a edu
Co necessaria a todo o cidadio. (Apoiados
e apartes).
Sr. presidente, alm do. peculio pelo trjh-
balho do escravo, esiabelece o projdeto
aqaelle que Ihe possa vir de doagoes e le-
gados.- E quando da app5ca3o natural
destes rae.os ha de resultar a raisio do
proprio escra,vo ou das pessoas que Ihe sao
mais caras, porque coardar a philantropia
particular, tornando-a dependente do.con-
sentiraento do senbor ? E' querer levar mui-
to longe os rigores da escravidao. (Apoiados).
Com a historia vista,, nao posso acom-
panhar os nobres depotaos nesta sua aos
teridade ou receios: enlendo que taes
meios sao jastos, e qae nada reera de peri-
gosos. A sua nega5o sim, como j em
1823 ponderava, e com muta raalo, o vis-
conde de Cayr, qe pode trazer'trans-
tornos perigosos o serios.
Os proprietarios bemlazejos a inlelligen-
tes, aquellos que procoram saavisar a con-
dicao da seus escraves, nada teem que te-
mer ; mas os qoe, oa po austeridade'ou
por medo, recusara estes meios, e s que-
rem um poder absoluto, estes precisara que
os desviemos dos perigos, qoa n5o querem
oa n5o podem ver.
(Ha differentes apartes).
Eu ouco ao mesmo tempo tantos apartes,
que n3o sei a qual deva acudir I Estou tra-
tando em geral do art. 4o; depois, se Deua
me ajudar, hei de responder em particular
a cada urna das objeccoes- do nobre depu-
tado pelo municipio neutro.
O direito d resgata, Sr. presidente, tam-
bero n3o um perigo, porqae j oso en-
tre ns^ e j est mesmo consagrado at
certo pronto em oossas disposc5es lgaos.
N?o se pode negar ao escravo qae apre.-
8eita o seu justo prerjo, o direito de alfor-

iro. (ipoiadocoapar
, lambeta 'davels,
a cooscienci'a 01 cossa
civilsimo, sanecionar o aso, os bons eos
teaNS, fator det aso e desses costumes
lofc .(ApWad.;
Em Pernaoibaco. Sr. presidente, alo s
a'gaos aeahoros de engenho tem decretad >
a liberdade dos nascituros, como" at algom
ji houve que morcn prazo curto para a
abolicSo completa. Creio qoe este fado
n3o me ser negado, porque o sei por in-
formacf) de pessoa lidedlgna, recemchega
da daqoelir provincia. .
E, senbores, o que ha neste artigo que
..lo eiivesse no artigo auditivo, qae a op-
posicSo liberal do"senado apresentou o aono
passado fe qoe o gabinete de 16 de }ulho,
pelo orgSo muito competente do seo presi-
dente do cooselbo. aceiloo ?
O Sn. AaAfifoLMA:ET argumento som
resposta.
Sn. Andraoe: Pigeira :E'*te contoar
mal3do qaeaqoeHe artdili vq.
OSn. Duque Eotrada
aparte.
O 9n, Vscond m Rio-Branco presiden-
te do coaselho): Ora, Sr. presdante, V.
Exc. v a injustica desta observacJo" do no-
bre denotado pelo municipio neutfth O
nobre (epatado trome para aqui ran es
cripto da Sr. deputado pelo Cear, ir alus-
tre Sr Araripe,. e fandou-se nessn opiniSo
para impugnar projecftv;. os nobres epa-
tados troaxeram para aquilas actas do soo-
selbo pretaram por nodo tal qoe- todoi os conpe-
fbeiros d* eslatfcyque votarani'pelo'projecto
ati elaborado, segoodo os aobres deputa"
doe da minora*. s50 de opiniSo contraria
eraancipaco.. Observando o- imperador a
otBficonselheiro e-estado qoe encela va o
defcete, o Sr. roaeq.oez de Olma; que o de-
bat nesjrsess5 devia versar sobre cada
n n do* artigos por soa vez. e oao sobre
todov porqae a dteeossao geFal j tioha
rridO' livremente eslava encerraua, foi
OSr. Coelho Rodrioubs ; lito i a-
thegorico.
- O Sr. Araujo Lu \: Respondam a isso 1
O Sr Andrade Figueira : Feliz acha-
do I Tem sido respondido militas veZes.
O Sr. Perdigo Malubibo : Anda ha
muita, couia a dizer eontra essa apreciacio,
para mim a mais grave da todo o projecto.
O Sr. Paulino o Souza : A resposta
j se deo, 9 se for preciso explicare, indo
muito alera.
(Ha ouiros apartes.)
O Sn. ViscoNue do Rio-B*mco (prosidon'
te do conseibo): V. Exc, Sr. presiden-
tey v que, segundo o nobre deputado por
Minas Gerae, que acaba de dar om aparte
era necessario .que o legislador loraasse
provideaeias oesso sentido. Segando a opi
nlo do gabinete do 10 de jalao, de qae
tive a honra de fazer parte, estas dspo-
sicoes poderiam ser aceitas em projecto 5
parado, indepeodentemeate de ouiras pro-
videncias.
O, Su. Fauuno de Seu/jfc: NIo nos
Tex4ota d oor termos em que V. Exc. diz, mas nos ter-
mos em que jji expliquei.
O Sr. VittGttos do Rio-Branco (presi-
dente do conseih-'): As explica^es doj-
ibamu nao podem destruir oque est aqui
dito.- (apoiados.)) O- nobre deputado to
competente para explicar como eu e 09de-
mai* collegas...
O Sr. Paulino db:Souz\ : Eb expliov-
rei, o irei am pouco mais adianto:
,0 9b, Visconde no Rio-Brano* (presi-
dente do conseibo): ... e boje serlo
joiies nesta questao todos qus souberem
ler e lerem esta declaneo I (Apoiados.)
O S. Pkrdigo J\lheiro : V. Exc.
sabe pjrfeitamente o que se passoo a este
respeuo n- sabemoi o que est escripto.
O Sr. Viscoxde do Rio-Branco presi-
deote do conselho): &' nobre dopotado'j
por Minas Geraes diese qae eu sabia perfei
lamente o qpe se passoo a este respeito, e
o nobre os-fniuistro do imperio de-ciaron
rjoe ira raais longe, so fosse ncce&sario:
auui esta observace oosiderada-Como ama Supero qae S. Exc. v mais longe, para
(Mito
est acimada censura, consagra que est l a. (Apoiados). Pretender o contrario
n3o s injustica, mas imprudencia.
A vintagem deste projecto, ea o digo sem
receio de ser mmodasto, pois qae este pro-
jecto n5o novo, mas tirado dos. trabamos
em uso.
(Ha outros apartes).
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho):Sr~ presidente, o po-
bre deputado pelo 4o districto do Rio de
Janeiro, dizendo que o peculio nestas condi
C5es | est estabelecido por lei, obrigame
a antecipar ama observaco que trazia es
cripta margem da prposta do governo.
Vou recorrer autoridade do nobre depu-
tado por Maaa-Geraes, como -poderia re-
correr a outras. Diz o illastrado Sr. Per-
digo Malheiro em sua obra:
t Entre nos nenhama le garante ao es-1
cravo o peculio, e menos a livre disposico,
sobretodo por acto de ultima vontade, nem
a saccessSo ainda quando seja escravo da
nacao.
f Se os senbores tolerara que. em vida,
oa mesmo causa monis, o facam, am
fado qae todava deve ser respeitado.
i No entretanto, conviria qoe algomaa
providencias te tomassem, sobretodo em
ordem a facilitar por este meio as manu
misses e o estabelecimento dos que se Ir
bertassem.
c Os nossos praxistas reerem mesmo
como aceitos oa aceiUveis alguns principios
a esse respeito.
Eis aqui a resposta ao nobre depatado.
O Sr. Tbixeira Jnior :Nao poma res-
ponder melhor.
O Sr. Andrade Figueira : Com oej
entlmento do senbor.
O Sr. Visconde ao Rio-Boanco (praai-
dente do conseibo):Tenbo neiU materia
luminosos do coaselho de estado e da com.
missio especial desta augusta, cmara ; a
vantagem deste projeqU. a sosuperiorida-
de sobre qualquer optro que possa ser apo-
sentado, ea o digo Umbem sem receio de
ofeoder a modestia dos llqstres dissiden*
tes, porque creio qae esta materia est es-
gotada nos trabalhos publicado! em.Iog-
terra, na Franca e entre nos; a vantagem
deste projecto est em qoe nada innova. Os
meios que emprega para a emancipaco
lenta e gradual s3o os qae o aso ji tem
estabel' cido entre nos.
A saa idea capital, a liberdade do veotre
oa dos nascituros, alguns fizendeiros j
teem decretado este grande acto de benefi-
cencia per sea livre araitrio. Os nobres deputados hSo de perdoar-me,
mas o5o pode/lo convencer-me de qoe. o
fado espontaneo de alguns fizendeiroa t
respeito da massa "geral de seos escravos,
toroe-se perigoso, somente porqae 'a le
eonaaora eaae fado em direito. (Maito
be)/ *
Seabores, preciso ce6^Br,tambdBii'
fama coasa ao legislador braarleiro.- Nos
ieavwaoM gran* fcolpa, -q^vWoo toda
repara-la, zelar o
de da lei e a n
gisladores. Nlo' _
O propietario da escravo^H
Tff&flSh
coaccOi como ama restrieco aposta ao
consetho de estado V Patarras ajee eltl pro
ferr, rendendo honwnagem- libord/ade que
a cor tioha deixado-a seus coaselbeiros,
alludindo eu- ob erva$5o de ootro conse-
Iherro da estado a qoem a drscossio j pa-
reca demasiada, foran aqai apreseotadas
como orna eenaura plita aopraaednnen
to da eoroa'l' Tdo etose lez, Sr. presiden-
te, e ew pleno -direito,. pelos ili asares-aera-
bros d miona. S&.- E8xcs. leram o que
estava oas actas do cooselbo de estado e
[rara> tambera o que n^-estava neseaa ac-
tas. Leudo todo qnaotoqoizeram e inter-
pretando-os pareceres- a sea modo,- os no
bres depatadus eetavem. em sea diraito, e
segundo elle, serviaose de armas-terriveis
contaans. E', porm, om crime-...
O Sifc DQUE-ESTOAAf TfflXEIRAC N30
apoiados-; nao disse qoe era crime.
O' S* Visconde bo>Rio.Branco (presiden-
te do conseibo): ... e Ilgico
O Sa. Buqu EsiradaTeixeira : Tam-
bem nao, senhor.
i O Si Visconde do Rio-Branco (presiden-
te do-eonselho);Quo ser eolio?... ET
argumento fraco...
O Se. Duque-Estbaoa Taiunta: NSo
senhor ; argumento pessoal.
QS. Visconde. doRio-BsANCo to do conselho);:;Ah E' argumento ed
homnem. (Risadas.)
E* argumento* ad Amntatem Sr. presiden-
te, citar a- opiniSo dos Ilustrados membros
daopposicao liberal qae tem assento no se-
nadOi citar aopiniao do gabinete 16. de
julho I' t' ora. argumento ati^hominem^qm
de nada pede servir para convencer aos
nobres deputedos!
Pois, senhores, en respeito muito o* pre-
cedentes,, tenho era graade peso as,obser-
va?5es dos membros liberaos do senado,
porque nesta materia a3 deve baver parti-
dos (apo.ados), e n3o posso deixir de dar
grande valor as palavras qa9 por- si, e em
nome dos seos collegas, entre os qoaes eu
tinhaahonra de iacluir-me, pronunciou o
honrado ex-presidente do conselho do ga-
binete de 16 da julbo. (Apoiados.)
Permitta-me portanlo, o nobre deputado
que eu loa o que disse S. Exc Desaltea-
da autoridade, se ella Iba n3o agrada.*
mas eu n3o posso dei-xar de invoca-ta e
para mim tem ella muito valor.
Diz o artigo additivo da opposicjo libe-
ral do senado:
Do saldo resultante da receita sobre a
despez.1 no ejercicio desta lei, o governo
aotorisado a applicar a quantia de rail can-
tos de res alforria de escravos.
8 1." Ser3o-preferidos os escravos do-
sexo feminino de 12 a 40 anuos, e d'entre
estes o de menor idade.
f 2. O escravo 4jae por meio de seu
peculio, ou por liberalidade de outrem, ou
por contrato de prestacao de futuros ser-
vicos, obtiver meios para indamnisaco de
sea valor, tem direito perfeito a sua alfor-
ria, e esta, sendo recosada pelo senhor,
ser otorgada pela autoridade publica.
t Paco* do senado, 19 de setembro de
1870.Nabaco.Souza Franco.Z. de
Ges e Vasconcelos. C. Paran3go.F.
Octaviano. Cansansao de Sinimb. Chi-
chorro da Gama. Silveira da Motta. Das
da Carvalbo. *
Agora as palavras do illastrado Sr. vis-
conde de Itaborahy:
t i) Sr. Visconde de Itaborahy (presien-
te do coaselho): Pedi a palavra nao mra
responder ao discorso do no:re senador,
porque S. Exc. tratoa primoirataeote de
materia a'beia ao abjedo de qae nos occa-
pamos, e em segando logar s quiz fazer
am protesto, e n9o apresentar ama medida
qae eatenda dever ser approvada.
c Tambera parece-me qae a emenda do
nobre senador n3o pode ser approvada, e
nio o pode ser porqoe apresenta-se como
emenda do orcamento. Receio muito que,
se tivermos de emendar essa lei, n3o baja
tempo danasw a emenda oa outra cmara,
venh\ a filiar numero suficiente de depa-
tados para approvar a lei. Se o nobre so-
nador convertesse saa emenda .em am pro-
jecto ea alo teria davida em desde j votar
por ella. Dentis esta medida apresentada
pelo nobre seriidor faz parte de om projec-
to qoe est na cmara dos deputados; ora,
ha oeste projecto ideas qae o governo adop-
ta, entre aa qules esto as comprebendidaa
no artigo do nobre senador.
c Comquanto parece me inconveniente que
atajamos discutindo medidas comidas em
om projecto qae aos ba de ser enviado pela
cmara dos depotados, todava ea torno.
diser qae, se o aoftre senador apreseniasse,
nio eata emenda, mas am projecto em ta-
pando, eu Iba darla mea voto; como amen-
ai ii/^a^uW'W^ip^^faia-iti *
w
do)/ a vida eadnaa aojo, sem aer ama
orto feliz appataMl, corre amentada pela
brandara do senhor, moderacJo do tj
iho, esperanc de justa recompensa,
doa.) jm pijama,
c Sbraace-0 aos apsaoa volite
oiadore, podamos declarafe,ain vox paai
alta, que noa aossos lares domsticos nao
ba viciimas, nem rigores ; a popolacao ra-
teira nrotestaria com indignaci^, e a cooa-
ciencia dos viiinhoa dada o sigtal da repro-
vacio publica. (Apoiados.)
ao majar
isa.
I0i4 Sa-
que eu taaabera o acoupanhe
bem. Interrapces.)
Pora deriOHSirar qoe- ou animo esto
disfiostos para-esta medata t5o moderada,
d- justa quaoto prudente,-, pedera taokbem
eitar o que no disse a cabro deputa le por
'-.Paulo, presidente desta caraira em 1869,
quaodo fez c-epilogo dessa sesso. Eu ti*
o dever da ler a palavras do sobre
depotado, me* receio Caear a atteoajto da
camera.
Vozes :Ufo apoada ;. bom ropelir.
OSr. VisaoBK no Ru>Branco-(presi-
dente do cotweHio):. 4)is*a o aaaa Sr;
ccaselbeiro Nebias, coao presidenta-desta
amara em VXQ.
... Con a conideracao qu tenbo
apresentado Mga-se o^ pwjecto que passou
aesta casa, proposto ba mais annos no sena-
do, acerca danniao da i'mi'ia esenra.
Intel geodas esclarecidas desta casa en-
teaderam quo este projecto nao ara com-
pleto. Sem davida nsoborna que ba ah
a fazer e augmentar; mas nem todas as
providencias-humanitarias e vtaea para o
paiz se poda adoptar de repenta. Todo
tem o seu tempo, e depende de am estado
maduro e re Hedida. (Apoiados..)
* O senado nrandaa para esta casa uro
projecto favoreceodf a alliaoca da familia
escrava nos leudes pablicos'; fr- um passo
que demos com respeito civitisacSo e .
bnmanidade. tanto como na seguranca ra
ciproca entre o seahore oesciavo.
O projecto, que o garante- a unio das
familias, que nao permitte e prohibe a se-
parado de marido e mulhes-, aos fillios e
seus pas at ama certa idade, ion prin-
cipio eminentemente philantropico, e que,
dando expansao aos sentimeolos e affeicoes
naturas nessaj classe, ao mesmo lempo
offersce repouso aos enhores, e traaquilli-
sa ou fortifica este genwo de proprie-
dade.
J vos diise, nao urna medida com-
pleta ; moitos Ilustres collegas -com seas
sentiruentos elevados, com sm iotelligen-
cia atinada^ quereriao que se fiaesse mais
alguma coasa. (Apoiados.) relo que
este o peosamento em que abunda toda a
cmara e em geral o paiz inteiro. (Apoia-
dos,)
Mas, algnma cousa, que se nao pode
fazer o desde j converler era urna le po-
sitiva, mais extensa e reclamada, j em
grande parte supprida elos sedimentos
naturaes, pelas tendencias da.nossa popu^
lacao.
E' urna questao esta, meas senhores,
grava e melindrosa ; devemos ser parcos
em trata la. porque suas consequencias s3o
conhecda3 por todo o parlamento a pelo
paiz.
t No entretanto, algumas observaces
mais devo expr aos raeus collegas, ao
paiz, queiles que por ventura n i tsnbam
acorapanhado os nossos trabalhos.
Nao ousarei chamar a atten<;So dos
meus Ilustrados collegas; aeria urna falta
de just'ca e de respeito pjra.com ellos;
mas. acorapanhaudo este projecto de mais
algumas consi ieracoes, por qualquer lado
que se considere esta questao actualmente
no paiz, devemos estar tranquillos e fallir
com b stante coragem, naejo aos estran-
geiros que nos observam.
Alm das observaces que fizeram al-
guns digoos collegas, a proposito deste pro-
jecto, eu vejo que as nspiraces generosas
do corac i humano se manifestam de um mo
do brilhante, tomando o seo corso rpido e
natural no meio da nossa sociedade.
c Todos os das em nosso paiz, e ainda
hoje na mprensa vede o qae se ob-
serva,'senbores ? Urna tendencia com-
passiva e to generalisada, para me ser-
vir da boa palavra do mea Ilustre amigo,
deputado por Minas, ba de naturalmente
corar a grande obra dos legisladores bra-
zileiros.
N,5o passa om s dia em que se abra um
testamento onde nio vejamos consagrado o
principio da liberdade para modos escravos
qae tem merecimento, qae rivalisam oos
seas bons servicos e na saa lealdade para
com seas* senbores.
Qual o velbo proprletario qae nio dei-
xe livres alguns fiis servidores.
c Qual o filbo, qoaes os mocos do nosso
paiz qae nio respeilem os velaos servos
de suas csaseos bons escravos que acom-
panharam com dedicscSo e fidelidade a saa
infancia ? N5o esto os registros pablicos
de todas as provincias attestando a gene-
rosidade e gratidao dos brazileiros, nesta
Siarte 13o importante doa sentimentos na-
araes?
Senhores, os rigores que outr'ori mui-
tas vezes se laocaram em rosto ao proprle-
tario tort|N9frt>.Mft Ottpparecido (ppia-
Se a lei, qae passou aesta casa, nao
foi completa em suas dsposices, a nao
prevenido todos os fase de separaco par-
ticular, oa por ectotrato. oa parlilhao, a
sensibiiidads doa brazileiros, toa codWo
j nesta ponto ao grande desidertum:
Ba tenbo por mim observado, o creio
qae contigo lodos o nobres deputados le-
ro fiJo era toas provincias, qne nos con-
tratos particulares respeita-se aoje, e ha
muitos annos, a* aManca da familia eacrava.
(Apoiadoa.)
Eu nao vejo easa acildade na separa-
C*o do.marrdo e matber, dos Alba* oseas
pas (aporados); teabo visto em partmas 9
pagamentos de divida estes sentimentos*
generosos iram alero de maitos sacri
licios-^
fas partilhss, quer de sociedades par-'
ticulares, qoer jodiciariasv eo tenbo viato
militas vezes un> socio orr herdeiro tomar
a si anoa- familia oKira, paro' solrar o prin^
po araiaral:; affeiclf> pro'anda do
casal.
Tenbo visto aaoilas vezes- herderos oa
socios ficama com *aolias ntamarosMr des-
oecessanas para o seo servio'.
* Os mea collega bao de terobaemdo
o mesmo (boto acoaapanbado de resne-
les- o aero* por paaa de maitoo-credofa
bcodadoso, a insiansiae de seos devado-
res, que no seus iBtoresse bem calcula-
dos nao qaerem demorar as soa liqpida-
c!4j Com to bellos- nstiostoa- o disposi-
Ce ll) pn piaias, bem v a cmara-que
mate-cedo o-mais tard, sem violentar o-
diieito e revolver a soaiedade, prepreme
um>termo suave e natural.
0>Sr, DuojrE-EsTR.wttv Tessora:-- V~
fixat.nao. capaz de adiar incoherencia na-
quella respeitavel ca:ster, que vola contra
aptoposta. (Apoiados e outros apartes-. >
OSn Viscosas no Ra Brahco (presi-
deote do conseho):Otando as palavras-
do nobre depatado porS. Paulo*.nd pre-
teod aecusa-h> de inoherencias, qoalquer
qaaseja ou sao voto a respeito- desta pro
posta: recorr apreeiaf8o qoe- S. ic
fea do estad da escravidao no-Rrazil, das
vaniagens qae se colbeea. em moderar o
rigores do captiveiro. Todas astas xoneea-
seas generosas, toda essa torrante de sen-
tramios phantropicooy qae, segando a exr
poeigao do nobre ex-piesidente da cmara,
re clama vam,i mais providencias- do poder
legislativo,, tudo Uta demonstra que-as-
aprehensooa dos nobses- depatodos sao in-
fundadas (-nao apoiados d opposicSo.),
oo tem cazio de sor qaando uos_ dnem
q,oe o pecoHo^mo prope o. projecto, e
o direito de resgate podem Iraxer perigo
instituido qoe nao podemos extiogoir de
um s golpe.
O Sr. Doqoe-Estoada Rsixeira.:rfi)-
je ide escrever esta palavras; qaaodo
formulantes o vosso projecto, restringiste
os. favores daquea sabia leV.de 1869..
O Sa. Viscondb no Re Branco (^presi-
dente do conselho) "O nobre deputado
est iopaciente, nao espera que eu ebegoe
a esse ponto I
Omobre depatado por 8. Paulo, aa sua
exposicao que acabo de ler,. procura con-
tentar maioria desta cmara, qoe tinha
nomeado a commissao. especial, procorava
dar urna ralis faca o a toda a soiiedade,
manifestando que, alm da lei. da 1869,
qae recoohecia incompleta, outaaa 4 rovidin-
icias eram necessarias.

I


Por consequencia, a opinio do nobre-
deputado por SK Paulq, pelo que toca ao
estado de nossa sociedade sob o ponto de
vista da reforma do estada servil, me con-
vence, e ba de convencer a muitos de que
as disposicas do arl. V5- n3o podem accar-
rector comsigo perigo algom (apoiados ) ; ,
qae ellas tendem a mitigar a condicao do
escravo, sem abalar a propriedade, sem em
nada prejudicar a seas senbores.
O Sn. Nemas;Y. Exc. tome como qui-
zer as minlias ideas; estao muito de accor-
do com o meo procedimeoto actual. Eu
nao disse, como o Sr. Araajo Lima, qae a
manumisses eram devidas coaccio da
lei, tirando aesim a generosidade dos bra-
zileiro.
O Sr. Araujo Lima :En n3o disse isso,
V. Exc. est em erro.
O Sr. Nemas :Est no sea ds*arso..
(Apoiados.)
O Sr. Aracjo Lwa :J disse'qoe V.
Exc. est em erro. Nao receio as inco-
herencias que me exprobram -w o meo dis-
curso est escripto, V. Exc. qaando qnizer
traga-oi
O Sr. Perdigo Malheiro :Si%ltou
chamar s armas os escravos tff
O Sr. Cardozo de Menebes atrWror I
O Sr. Araujo Lima;Tambem nao dis-
se isto, tradueco de V. Exc.
(Ha oatros apartes. )
O Sr. Visconde do Bio Branco (presi-
dente do conselho):As disposicas deste
artigo, como j mostee*, foram aceitas o
ahnopassado pelo gabinete de lo di julho,
sem audiencia do illastrado deputado pela
provincia de S. Peulo, qae entJo se achava
doente.
Digam o qoe quizerem os nobres depu-
tados, o estado do nossa sociedade, no to-
cante a este importante assumpto, compor-
ta estos medidas, e por ventora outras que
nos abstivemos de lembrar.
E o aono passado mesmo, Sr. presidente,
teriam sido aceitas estas medidas, -
lastrad* opposicaO do enado
era apiesenU-las como om ad
locao prorogativa da lei do i
(Apoiados.)
J nonderei em outra occaaiSo qoe as'
apprebenses dos iliastres deputodc
alguns agricultores, aasoam aria
de qae a lei braxileira eooflaa aaau
materia humanitaria diacrieie i
prietarios de eserrvos. A leg
tros paies nos atiesto qoa
escravidio oom asta a oHraa dtspostces
legislativas.
rOODIAJUO-C-
V
(
I
MI ti-


Full Text
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