Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12477


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Full Text
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MI XLVII. NUMERC 201
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PARTE OITICIAL.
owera da asrorlaela.
urninn-K do su "22 ds aoosto na 1971.
eto
O viee-presiden te da provine! i, attendendo ao
-fia reqoerea Aog-lo Francisco da Cleta, e tendo
a Ka aioformaeao da Dr. director Jaral inte-
> fi instrueco publica, sob o. 27% de do cor-
nata, resolve noraea-Io pira regir interinamente
a cadeira de iastrnecao primaria d) sexo masco
tiao da povoac,o de Pedra Tipala, mediante a
graaifleaeo annoal de 600.
Belos :
Ao inspector da thesouraria de fizenla, in
teirando-o de liaver de conformilade cora o aviso
to ministerio da fazenda de 5 do correte, mar-
cada f raso de dovs mezes, para qui si gara a
*sas destinas os ?3:rip!urarios aessa thesouraria,
Jo) Gregorio du Santos e Joia Mia'eiro de Car-
vilbo, Horneados o priraeiro para 2* escripturario
da tnesonrari de fazenda da Baha e o segundo
para amanuense da secretaria da mesraa taesou
rana.
Aa raesmo, eommanicando qne o vigario pro-
fisionado pira a freguezia da Garaelleira, padre
Miaoe! Cavaleaole da Assis Bezerra de Meoezes,
asa o ai o oo dia 13 do correnta a regencia d aquel
la fregnezia.
Ao da thesouraria provincial, declarando era
resposta ao seu oficio, que o contrato qae vai
easa esoararia celebrar eom i Baoco do Brasil
para a realisio do emprestimo .aalorisado pe-
to art. 49 da lei do orcameoto vigente, est su
geito ao ello proporciooal, confor ne a tabella da
primeira elasse do regulamento, maolado execo
tarpabdeereto a. 4,505 de 9 da abril do anno
panado, deven lo essa despeza ser levada a con-
signa ci das eventaaes oo actual exercieio, e op-
portnaaaente inderaoisada pelo mesmo empra-
zto.
Ao juiz de diraito da comarca do Cabo, re-
coameodando qae remella cora a maior brevlda-
d* possivel os mippas eslatisticos que nao forana
anda ministrador pelas autoridades s.l> sua ju-
rtsicci). -Igual, mitutis muanits, ao juiz de di-
raito da eomarca do Rio Pormoso.
Ao engenbein enearregado das obras mili-
tara', reeoaaendando que aprsente o ornamen-
ta da despeta a fazer-se cora a caiadara a pintu
ra de todos os eorpos da guardas da guarnico,
qoe estivereej earecendo desse asseio, inclusive a
dosebitracio da latrina da guarda do palacio, afina
de que se po>sa aatorisar a execuco desse servi-,
(o, como solicita o brigadeiro eummandante das
armas.
Ao chafe da reparticio das obras publicas,
izando flcar inteirado de qne os reparos na im-
portancia de 7i7t"OO, e caja autorisacao solici-
tud era offlcio de 18 do corradle, sob n. 247, sao
da eadata a nao do acode de Caruar, como se
deelaron no citado offlcio.Gommuoicou-se a the-
sourarla provincial,
A' direccao da Assoeiac^o Coramercial Be-
aeflcente, transmittindo, para os Ros convenientes,
o aviso de 4 do curante, era que o Exm. Sr. mi
ai3tro da faztada declara nao poder ser atteadiia
a repraseniac.ao que era 3 de oaaio ultimo diri-
gi ao goveru j imperial acerca do expediente
adoptado pelo inspector da theaooraria de fazenda
de exigir duas Hrmas de reconhecido ere lito nes-
U praca, letrassaccadas por negociantes della a
favor oo thesouro nacional.
Portaras :
Ao conselho de compras do arsenal de guer-
ra para mandar satisfazer o ioeluse pedido de ob-
i-.-ioi neeesaarios para provimeoto do respectivo
almotarifadoLCoramunicou-se a thesouraria de
fazenda.
O vice-presidente da provincia, attendendo
ao que requeren Olympia de Azeredo Goulinho,
profe3sora publica da calelra de instruc^o prima-
ria de Santa Aona, da freguezia do Poqo da Pa-
neila, resolve conceder-Ihe dous mezes de licencja,
a contar de 7 do correte, cam todos os vencimen-
toa para tratar de sua aude.Expediram-so as
n-'cessarias coraraunicacoes.
O IB.-ios :
Ao brigadeiro eommandinte das armas, man-
dan Jo por em llberdade o reernta Thomaz Pereira
Lopes, por ler provado senao.
Vo inspector da thesouraria d? fazenda, ;om-
munieando que a 23 de jullio ultimo, o bacliarel
T.Lurcio Raymundo da Silva Tavares, promotor
publico da comarca de Tacaral, entrou no goso
da licen^a que Ibe foi concedida.
Ao messmD, declarando que, segundo parli-
'..'('.u do vigario capitular desta diocese, fuliecea
no da 9 do torrente, o vigario collocado da fre-
goatia de Maraoguape. Francisco Manoel Maciel,
sendo provizijnado em 17 do crreme, para reger
a mearaa fregnezia como vigario encommendado o
respectivo coadjoctor pr-parocho, Ttiom Narciso
Pereira de Almeida Coutioho.
Ao mesmo, inteirando-o de haver o enge-
nero enearregado dos obras geraes, contratado
eom Prederieo Sktner, pela quantia de 70JO00. a
onstraecao e collocagao do ultimo laoco do para
pcits da ponte Sete de Setembro, e recommendan
1. qae mande pagar essa quantia, visto ja t r o
mencionado Skiner dado execuco ao seu contra-
to. Coramtjoiepu-se ao engenbeiro.
Por sea thesouraria mandou-se pagar:
A Helt Wilson & C. a quantia de 819*800, des-
pendida com o recebimeoto no arsenal de mari-
nha da quantidade de carvo de pedra, fornecina
iu junho e julno deite anno, em virtude de con-
trato por ellas celebrado na intendencia de mari-
nlii da corte,Inteirou-se ao-inspector do arse
nai.
A Pereira Irmios d C. a de 114*000, prove-
niente de objectos fornecidos a eofermaria estabe
lecda ao presidio de Fernando de Noronba para
os presos da easa de deteoco, qae, sendo ataca-
dos da beriberi, seguiram para aquelle presidio.
Commanieao-se ao director do arsenal de guerra.
Ao capillo commaodante interino do batalhao n.
i.i de infantana, Z;farino Goncalves Lima, ou ao
tea procurador Fiavio Goncalves Lima, a impor-
tancia doa rencimentos correspondentes ao mez de
abril ultimo, dos guardas nacionaes destacados na
lila do Oaricury. Inteiron-se ao commandanie
superior do municipio da Boa-Vista.
Ao inspector da thesouraria provincial, auto-
ruando-o, em vista de sna informadlo, a mandar
fie a collectoria de Olinda pague as despezas ju-
ciaea daajaella municipio, em vista dos compo-
taolaa documentos, apresentados pelo ajudante do
procurador fiscal dessa thesouraria no referido
aanicipio.Communkon-se ao procurador fiscal.
Ao mesmo, para que faga entregar ao the-
iOirtUro dairmandade de Nossa Senhora da Cm-
eaicao do Orotoro, Joaqulm Lopes da Costa Maia,
aieiante flanea idnea, a quantia de 1:088*000,
oiaite de beneficio de parte da lotera extrahida
.lioaaoeile a favor das obras daquella greja.
Ao mesmo, para mandar pagar ao collabora-
ior da seccio do contencioso, Pedro Barbosa de
Aranjo, es seas veacimeatos, na razio do augmen-
to jas titeram os praticantes dessa thesouraria,
em virtude da lei n. 983, de 12 de maio ultimo, a
atar da data da mesraa lei.
Ao dootor ehefe de polica, recommendando
* axpedisao de anas ordena ao delegado do termo
4 flanea, te aesuido de fazer seguir para esta ca-
iial o mais breve posslvel o alferas addido ao 9.*
aaaJbio de Maattaria do exercito, Luiz Jos de
goaza, qae all s acba no goto de Betuna, qae (i-
nili;ou-se'lfcatiB, ifim de MBole>;
- Ao jot/ir lireifo da comarca do Pao d'Alb,
para qu nitatta com a bftvtdade pofsivel os
I.UII W
na Villa 4a Peaha; Balarmino doa SaoCot Blelo, em Santo Antio; Dominfoa Joa da CoaU Braga,
a Wi Dr. kti Martina Alvet, na Babia ; a Laile, Serqainbo C. no Rio de Janeiro.
-----liti II ij..
Antonio Marqnea da Silva, no Natal;


mappas cstatisVitMs; que n5b f>ram anda mn
rrados palas aatoridides sob sna jurisdiccio.
Ao commandanie do corpo de polica, auto-
risando o engajamenw'do paisano Antonio Jos da
Ollvoira, se for apto.
Ao inspector da sanie do porto, dizendo qne
poli, conservando o livro yoo, tassar para nm
novo, competentemente preparado, o registro dos
liplomas das pessoas, que exercem os diversos ft.
fflos da medicina..
Ao prom >t >r publico fla comarfla o Brejo,
chamando a sna attencao sobre o faeto que partic-
> >a o De. chefi de polica, de ter sido assassinado
cora doui tiros no districto de Maricota o cjdado
Francisco Gongalvos da Silva, e recoaaraendando
que empregue as diligencias Iegae3, aflm de que
sajara descobertos, capturados e punidos os audi-
tores do drtleto.
A Manoel Jos Parera Borgei, vareador da
cmara municipal da cilade da Victoria, declaran-
do em solucca as dirida constantes de san offl
co. e para conheciraento da mesnta cmara,
3uanio a primeira qne j foi corregido o engao
a publicaQio, que deu lugar a ella, e quanlo a
segunda que so devem ser cobrados os impostos
estabelecidos expres3amente na le do orjomento.
Portaras :
A cmara municipal da Victoria, dizendo
que nao objecto de consulta, a davida proposta
era 3eu oficio do do correle, porgue, quando
e-sa cmara tivar d) preencher quaesqu^r enpre-
gos, deve escolhar d'entre os pretendentes, os maia
iioneos, a no aquellas que ofTirecerem vantagens
como os de que trata o citado oflkio.
Ao gerente da eompanhia Pernambucana,
mandando pdr di -pj.iirao do Dr. Fernando Ma-
ranhense da Conha, juiz de diraito da eomarca do
Brejo, na provincia do Maraaho, seis passagens
de estado r e 2 proa, al Granja no pri-
meiro vapor que seguir para o norte.
Aos agentes da eompanhia de nivegaglo
brasileira, para darem transporte at Baha por
conla do ministerio da fazenda, no primeiro vapor
que para all seguir ao amanuenss nomeado para
a secretaria da thesouraria de fazenda, d'aquella
provincia, Joo Monteiro de Camino.Coramu-
ni coa se a thesouraria desta provincia.
Despaches :
Abaixo assignados moradores na pjvoagao do
Rio Doee, Jang. Pao Amarallo, Conceicao dos Mi-
lagres, e Mana Farnha.Informe o Sr. director
das obras publica*.
Bichar el Ayres de Albuquerque Gama.- Infor-
me o Sr. inspector da llusouraria provincial.
Antonio Pae3 de Sa Barreto. -IadaferiJo vista
da inforraacao.
Benedicto Marques Vieira.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Francisco de Paula Marquei de Oiivaira.Infor-
me o Sr. inspector do arsenal de marinha.
Francisco da Silva Miranda.Informa o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Francisco Pacifico do Amaral.Certifique.
Francisco Manoel Bezerra de Vasconcelos.
Passe portara na forma requerida.
Irmandade de Nossa Senhora da Conceicao da
groja da Congregado.A' thesouraria provincial
se expedioordem no sentido que requer o suppli-
cante.
Isabel Mara Cavalcante Vanderley.Informe o
Sr. engenheiro chafo da reparligao das obras pu-
blicas.
Joo Jos Barroso da Silva Juvenis.Passe por-
tara na firma requerida.
Jnttinlano Jos da Costa --Informa o Dr. direc-
tor da escola normal.
Joo Moaleiro de Carvalho. Fieam expedidas
as convenientes ordeo3 no sentido era que requer
o supplicante.
Jos de Barros C>rreia Setle. lnfurme o Sr.
inspector da thesourifia provincial.
Bacharel Joao da, sta Ribairo Machado.Pas-
se portara na.forn4 requerida.
Engenheiro Lu_ .o da Silva. Reraetlido ao
Sr. inspector da thesouraria de fazenia para man-
dar pagar. ;
Martinho los de Jess.Passe portara remo-
vendo o supplicante para a cadeira de Duarte
Das, da freguezia da Gloria do Git.
Pedro Barbosa de Araujo.Dirija-se a thrsou-
rana provincial.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Orficios :
Ao Dr. chele de polica, dizendo ficar a pre-
illencia inteirada de harer o administrador da ca-
sa do delenco, bacharel Rufino Augusto de Al-
meida, reassumido o exercieio de seu emprego a
13 da correle. Communieou-se a thesouraria
provincial.
Ao commandante superior do municipio do
Recife, inteirando-o de ordera da presidencia, que
desde 23 de Janeiro de 1857 mandou-se dar a guia
de que traa o art. 43, do decreto 1130, de 12 de
margo de 1833, ao alferes do Io de reserva Bel-
hrmrao dos Santos Blelo, que tixou sua residen-
cia no termo deAgaa Preta.
EXPEDIENTE DO DIA 23 DE AGOSTO.
Actos :
O vce-presidente da provincia, ds accordo
eom a proposta do commandante do batalhao n.
40 de inf..otaria da guarda nacional do municipio
de lpojuca, e a vista da informado do respectivo
commandante superior em offlcio n. 145 de 14 do
correte, resolve nomear para dito batalhao, de
conformidade eom o art. 48 da lei n. 692 de 19
de s'elembro de 1830, os ociaes seguinles
Estada-maior. Alferes secretario o sargento
Joo Manoel da Souza Moraes.
1.a eompanhia. Tenente o alferes Antonio de
Siqueira Cavalcante.
3.* eompanhia. Alferes o guarda Ildefonso
Henrque do Reg Barros.
4." eompanhia.Alferes o guarda Domingos Ca
valcante de Souza Leo.
6.a eompanhia. Capilao o tenente Herminio
Laurenlno de Andrade, lenle o alferes Joo
Emiliano da Costa Albuqaerqae.
eompanhia.Alferes o guarda Ursulino da
Cnnha Torreo.
O vice-presidente da provincia, attendendo
ao que requereu o 2 lente do 1 batalhao de
artilharia da guarda nacional deste municipio, Vi-
cente Theraaz Pires de Figueiredo Camargo, e_a
vista do parecer da junta de sade, e informa^o
do respactivo commandante superior em offlcio de
18 do correte, sob n. 167, resolve transferi-lo pa-
ra o servico da reserva, ficando aggregado ao 1*
batalhao della.
. O vice-presiiente da provincia, attendendo
ao qne allegaran) os alferes Balmiro Augusto Ri-
bero Lima, Vicente Ferreira Ribeiro dos Santos e
Jos Francisco Cordeiro de Albaquerque do 13*
batalhao de infamara da guarda nacional do mu-
nicipio de Goyanna, resolve dispensa-Ios do lapso
de tempo em que ineorreram para solicitar as res-
pectivas patentes, as qnaes devero tirar no prazo
de quarenta e cinco dias, a contar desta data.
O vicepresidente da provincia, attendendo
ao que requereu Joo Jos Barroso da Silva Juve-
nis, professor publico da primeira cadeira da se-
gunda seccao da ra Imperial da freguezia de S.
Jos desta cidade, e tendo em vista' aa ioforma-
edes do Dr. director geral interino da instrueco
publica, sob a. 226. de 14 de junho ultimo, e da
thesouraria provincial 4a 21 do crrante, resolve
de conformidade eom o art, 24 da le n. 598 de 13
'corte, I de mailV46M, conceder a pefendA professor a
aguer- grahflcaclo, que Iheeompate por contar mais
armas, vinie e cinco aaaot de atagiaterio
exercieio de sna cadeira, davendo
fio ser contada- do da em qua eon.r.
po da lei. "' -w >'w'fht aii
O'Mnerpreaileut* da provincia, atfeaoao a o
que requeren Francisco Manoel Bezerra de Vasi
concilios, professor publico da instrueco prima-
ria da vflia de Pao d'Alho, e tendo em vista a in]
frmica^ prestada pelo director geral interino da
instraeco publica am offltb de 17 do"eorreMe,[a
sob n. 292, resolve ds cootarmidade eom e a gos 28 da le n. 369 de 14 de maio de t
da de n. 383 de 9 d niio de 1981, a 27
n. 598 de 13 de maio do memo anno, c*
ao referido professor a gralificaco eorraspataten-
te a quinta parte de seas vencimentos qu Ihe
compete pelas citadas disposicSas por ter mais de
quinze annos de servico no magisterio.
O viee-presideote da provincia, attendendo
o qne requeren Martinas Jos de Jeaoi, proles-
sor publico de instruccl) primaria da villa de
Ouricury, e tendo em vista a nformacao prestada
pelo director geral interina da instrueco publica
em offlcio de 10 de malo da corrale anno, sob
' 170, piibIvi mssiw i m*m*~f*tttm+4a*
a cadeira da pofoacio da>IkWk| OmakkHm-
>> 4* (aria da Ga, 3^3*1* iWU
21 de maio de 1868.
Despachos : a4ni nltu*-a ^* Beroardioo Ursolmo de Senna.Informe o Sr.
Dr. juiz de direito ds eomarca de Santo Anto.
Beato Goncalves.Satisfacaos a inf irmaeio do
3r. regedor do gymnsio.
Jos Alves da Silva Gueais.Passe.
Maria Francisca. K->metlido ao Sr. inspector do
arsenal de marinha, para mandar admittir c me-
nor, filho da supplicante.
.....i
romanando daa arana. .
QARTEL GENERAL DO C0MMAND0 DAS ARMAS
NA PROVINCIA DE PF.RNAVBCO, IJ" BE E
TEMBRO DE 4871. \"*%
Orden do da n. S14.
O brigadeiro commandante das armas em
primenio das ordens em vigor e das que
rara expedidas pela prasidencia em oJHela
do mez prximo Ando, pondo a sua dispoif
eorpos da guarda nacional do municipio desta
capital, que cem os de liona teera de solemnUaf
em parada o sempre memorare! dia 7 de setem-
bro, anaiversar o da independencia do imperio ;
determina qae os mencionados corpas compondo
tras brigadas formem em liona no referido dia pa-
las 4 horas da tarde ne caes 21 da novembro.tenio
a direlta confronte ao nortao do arsenal de guer-
ra e a esquerda em prolonf amento pelo Mesmo
caes em direccao ao campo aaa Prlueezaa.
Compor-se-ha a 1' brigada ao mande do Sr.
coronel Joo do Reg Barros Falcio, dos balalhoas
da guarda nacional, 1* de artilharia, 1* e 3* de
infantarla. a 2* ao mando do Sr. tenente-eoronel
Joaquim Jos Silveira, dos batalbSes 2* e 8* ; e a
3a ao mando do S. tenente-eoronel Alexandre Au-
gusto de Fras tillar, dos MUrMM "dr# IMafttaria
de linha 2* e 9,
A forca em parada ficar sob o eommando do
Sr. coronel Barros Falcao em quanlo nao se apre-
sentar a sua frente o commandante das armas
que Ihe passar revista, assumir o eommando
della, e a coaduzir ao dito campo, para o lira
de fazer as de vi Jas continencias e dar as descar-
gas quo sao de estyllo, para que os eorpos se
achanto convenientemente municiados.
Faro parte do estado-maior do commandante
da forca em parada, alm dos senhores officiaes
em exercieio, os Srs. majores graduados Laiz An-
tonio Ferraz, Bento Luiz da Gama, o capto eom-
raante da eompanhia de cavallara Jos Joaquira
Coelho, e o capilao do 3* batalhao da guarda na*
cional Jos Eleutero de Azayedo.
Os Srs. comraandanles das brigadas escolhero
os seus emprega los dentre os Srs. officiaes dos
eorpos que a ellas pertencem.
As msicas dos mesraos eorpos tocarn em
trente do palacio da presidencia, o recolher nsa
dias 6 e 7 e a alvorada desse dia, .e betn assim
no acto do cortejo que pelas 5 horas da tarde se
tsm de fazer a effige de sua magestade o impera-
dor, para o qual sao convidados os Srs. officiaes
do exercito, honorarios, e reformados que nao fi-
zerem parte da parada.
O mesmo brigadeiro commandante das armas
espera que os sonhores commandantes dos eorpos
quer da guarda nacional, quer do exercito ; se es
torcera para que elles formem cora a mxima for-
<;a possivel, e cora aquelle acceio que as forma-
turas militares nao pdera prescindir para o seu
brilhantisrao,
(Assignado).Lhs Jos Pereira de Carvalho, bri-
gadeiro. *
Conforme.Clemente brancilio Tavares, lente
ajudante de ordens interino enearregado do deta-
lle.
macninist atas UbraaS da Creozot: ope-
i iMa^liattfaan aWQrtaaen os ope-
s tases pared*. Assi eonfaia
ira qsa* deolari nao ter lido
Polilwo. raiiaawiim de 1870. Assi es-
ae aoa-lsratuot per soa cowa. Em abril
KPeriJ, tan. conseqaeacia
rede outra vez. Poi
Como tio ocoitraass) tnmalho em Pa-
"o 0*01*1 de u corpo da franco-a-
pouco depos tenente de milicia. Come-
a dar anerdida tolo eaaoaiaida arobico.
va-ge o comit teatral | Asi, como
; -
i-I *
aav
aos bascos dos) reo
Bgors otila joven
te, e qae captiva a atieoeo
sen modo reservado
iii' 'i
l n ni
| reos 18 Usterooahas. Entre ellas arhiicrixi. u ~..__ ^_i
de maire, qniz dar a sua demissao a 15 de atril
Sobre a mesa onde se achara coltocadas aa pecas JS./S?,.L'S!S!2L*L,eM "?*4?
v-se ara. i novo oom sece g^ s %*& e^oTr^^^^^
a sna abuegaeo. No emtinto, acensado de hter
itrr
membro da Internacional
e frane-tucon.
a de)aWao
coose-
eomit.
EXTERIOR.
rali
mesjto
FRANQ*.
PROCESSO DA INSURREICAO DE PARS PERANTE
O TERCEIRO CONSELHO DE GUERRA, SOB A
PRESIDENCIA DO CORONEL MERLIN, COM-
PREIIENDENDO DEZOITO ACCUSADOS.
A ses3o comeca ao meio-dia em ponto no
picadeiro no quartei de avallara de Versalhes,
que est situado defronte do palacio de Luiz XIV.
A sala tem 24 metros de altura, 3 de largara e
38 de cumprimenlo.
A loz entra por qualro janellas. Ih duas
portas de servido para o publico. Os jornalistas,
os juzes, os acensados, as testemnnhas e os con
vidados de distineco tcem entrada especial.
Estes ltimos pertencem assembla nacional.
diplomacia, a magistratura, etc.-etc.
Os debates excitam tanta curiosidade qae os di-
plmalas solicitaram para cima de dous mil buhe-
tes e s obtivoram 30.
Cabem 800 pessoas no salo.
Para os espectadores de clavada gerarobia ha
eadeiras espeeiaes m volta do tribunal. A' es-
Suerda esto os bancos para os acensados e seus
ofensores. Defronte esli os iornalistas e advo-
gados. No fondo acha-se o publico.
O calor intenso.
A primeira serie comprehende 18 aecusados, a
saber: Ferr, guarda-livros, 29 annos; Asssi, ras
chiuista, 30 annos; Urbain, mestreescola, 34 an-
nos; Trinqnet, sapateiro ; Regare, veterinario, 615
annos; Champy, cntelleiro ; Lisbonne, actor, 34
annos; Luilier, antigo official de marinha, 31 an-
nos; Rastoul, medico; Paschal Groosset,eaQrlptor,
30 annos; Verdure, garda-llvros; Ferrad dnerip-
tor, 45 annos; Descamps, fundidor; Clamen*, tin-
tureiro; Conrbel, pintor, 61 anno; Paxent, eba-
xador, 45 annos. s
Fez-se ama acia de aeensaeo especial
de cada acensado. Paremos de cada urna urov
tracto eom a conciso qne exigem as propo:
do nosso jornal. O tareeiro conselho de gnei.
3ne julga esta cansa, presidido por am coroni
e engenhelros. Os jaizes tio: am capillo, u
tenente, um alferes de infamara e am sargento
da guarda republicana.
Para todoa os acensados requerid a pera de
morte.
*Ma-.iar s-aWd* _
Priocaoa euao a conspirar.
Em 17 de marco foi nomeado comraandaaie do
V asdathao goveraador deUatel-da-Villa, como tal organison
o rao rmenlo cammunisla.
Poaco depsis M atetan membra da coramuna,to-
n^odtuparu ctira nos decretos da doraoligio da
?amme, da cas de Sr. Tbiera, iaoeodi, saque e
exacucao das rehaa,
Assi nao se lenabra aa votou ou asssigoou
oa naaaeoos decretos. Confasaa uajeamente ane
votou a deraol cao da columoapVendonae. fteco-
bace aaMatffedaia doa maaahros daoommona
ataa lasaanaabdasade que pesa sobre ellos.
Neg bavar vaaado a exaencA" dosrafens; o seu
aaajaa, porm, figara eatre os dos membros qae
se achavara prasattoeS por occasio da seaso da
17 da aaalo, toa qual aquellos iofelizea foram con-
demnados i morte.
* Eu e aseas collagas faasoa (oreados pelas cir-
amsiafacaat a aauderarmoaos da administracao
do astado-. > .^
A ambicia, o seto a a aotividade de Assi desper-
rara e asta das eoMagaa,. qne o prendera m, oo -
maande usa ul Piad)' govarnador do Hotel-de-Vil-
le-, qual coaservou este lagar, at a tomada de
Paria, i
Em Mi de abr) foi posto novamente em llberda-
de, a fci enearregado de fabricar mnuiooes. Or-
gaaiaoa ata servioo coas asa laaentay e nomeou
naa 1M Peso san ajodante.
Das offl cias dirigidas por Assi aaairam aa bom-
atateaaiailaa cheaas do petrleo que os insur-
gen tes lancavam.
Tal o papal do Assi, nm daa mais lemivois ins-
o da iasurreieao. O sea fia era fazer
eaar o govarao esaiio pala Franca.
' Urna ornea dada por Assi a Fosn mostra ev-
daaaaaaaoase qne elle teocionava iaceodiar a fasar
saltar Pars, a qae ja tintura sido adoptadas todas
as a adidas. Bata: comtudo mu lo candado em
nao lancar materia algnma incendiaria naa cata-
cumbas, alim de peierem fugir fcilmente.
Asa* nega a anteaticidade da asaif oaiara qae
apasrace no decreto de represalias. O Ul decreto
ordena a exacucao da tres rafeas por cada insur-
gate mono as oriitkacoM e a confiscaeao de
oatriedada ioteira n/rteaeeote a algnm
refugiado em Versalhes por cada pro-
eakisse naa casas de Paria,
er tomado parta na easeio em qae se de-
decretou mttsaoa exercito, apesar
sea Borne ao decreto; os peritos, po-
rom, declarara as assignatnras autanticaa.
Ciurlbs Lullier.Antigo official reformado de
marinha. E' dotado de um carcter altivo e re-
ballava-se freqaentemente contra a auloridade de
sena superiores. Em 30 de setembro de 1868 foi
condemnido em 6 mezes de priso e 200 francos
de multa, por uso Ilegal de uniforme; a 20 de
novembro em 2 mezes da masma pena por fer-
mentos ; em 26 de abril de 1869 em am mez de
priso por injuria a auloridade ; em 22 de setem-
bro era 6 mezas por iofuriar um magitrado.
Estas ideas subversivas adquiriram-lhe as rela-
Cij3 de Guslave Fuurens, que Ihe escreveu urna
carta dizendo que apreciava particularmente as
disposicoas polticas do Sr. Lullier e admirava
selle o hornera de acgo, para o qual predizia ura
graude futuro no movimento revolucionario.!) Ro-
ehefort tarabem Ihe escreven dizendo que tava eom elle para o da em que fosse preciso
marchar.!
Em 7 de setembro de 1870 foi nomeado delega-
do do comit de defeza de Pars.
No dia 15 da marco foi nomeado con moldante
de artilharia e no dia 18 commandante em chefe
da guarda nacional, lugar que Lullier exerceu
cora rauta energa.
Mandou levantar barricadas no largo do Hotel
de Ville e na ra de Rivoli; s 11 horas fez oe-
cupar o Hotel de Ville, o quartei Napoleo e as
Tulnerias.
Nos dias 19 e 20 fez oceupar successivamente
os ministerios, e os sete pontos estratgicos mar-
gena direta do Sena e parle da esquerda Quando
lenlava neutralisar a acgo do monte Valeriano,
foi preso por ordena do comit.
E' aecusado de tentar aluciar os soldados e offi-
ciaes do 43a no jardim de Luxeubonrg.
A vida official de Lullier durante a communa
termina no dia em que foi encarcerado na Con-
ciergene.
Paschal Grousset. Foi colaborador da Marceil-
laise e do Peuple, de que fundador. Frequenlava
as reunidos publicas e alacava constantemente o
governo.Como redactor do Afranchi, durante a
communa, escreveu artigos muito violentos. Foi
membro da communa e nomeado delegado princi-
pal da commisso dos negocios estrangeiros.
Foi tambera membro da commisso executiva.
E' aecusado de snbtrahir alguna documentos do
ministerio dos negocias estrangeiros, de excitacao
guerra civil, de aoonselhar publicamente a des-
obediencia s leis, de offender a astembia nacio-
nal, ete.
Thtophile Ferr. Tornou se notavel em mul-
tas circumstancias por discorsos exaltados, inci-
tando os nimos revolta e recordando a poca
de 1793.
Em 18 de marco, achando-se na easa n. 8 da
ra dos Rosiers, oppoz-s i sahida dos guardas
republicanos prisionelros, obtendo do commandan-
te Dardelle a revogaco da ordem que os punha
em hberdade ; dirigise depois aoChateau-Ron-
ge, onde aeabava de ser condnzido o general Le
da a rata, ama insignia de frant -osaron, nma ban-
da e um rewolver.
Sao rautas as testeanobu qae- vio depr sera
ser debaixo de priso; ha-as de todas as elasses
sociaes, e grande namero da sacerdotes^ s)^
Ao meto dia e 10 minlos entra Courbsl. Nao
parece o mesmo.
Ao maio dia e maia hora abena a sesso.
Poeto-e todos de p a a tropa aprsenla armas.
Entrara os aecusados.
Ferr apreaenta-sa am primeiro logar vestido
de preto, phyionoraia risonha e aspecto altivo.
Depois Assi, fardado sea mostrar timidez ; Lul-
lier con a man metda na banda do coUete e a
cabeca erguida ; Rastoul, simples e modesto ;
Parent, indignado e colrico ; Grousset, paludo e
abatido, fe enasta aaeusados mostrara-se indilife-
reoiea.
O fiscal pede qme aeja adiada a causa de Lis-
bonne que sa aoba amfermo. O conselho annuio.
Leu- se depois a convocatoria e a acta da aeen-
saeo qna iremos dando em resumo.
A acta reme os procesaos de aecusacao dos 18
raee; damos boje a de Assi, Lullier, Paschal
Grousset, Parr, a iremos dando as ootras por sna
ordem.
Entre as testemnnhas que se acham presentes
lignram Pipe en bois e Fosn, ajudante de Assi.
' Um dos redactores do Mol ifMri, Henry Ma-
re, tallecer naquelle da na priso. A noticia
foi dada durante a audiencia e causoa penosa im-
asnala.
As 4 horas da larde anda ontinuava a leitura
das actas de aceusaco. Naquelle dia devia veri-
Rear-se a idenlidade dos acensados
Courbet.Nomeado director das bellas artes em
4 de setembro, foi pela governo da iosurreicao con-
servado naquelle cargo. Eleto membro da com-
muna, eomecon a serv-la em 26 de abril, como
delegado no mairie do 6* distrolo.
A 30 de abril assigoou a deelaracao de mi noria,
protestando contra a transferencia de responsabih-
dade doa mmbros da communa para a junta de
salvacao publica.
Nio figura nos decretos da communa o nome do
pintor Courbel Na sesso de 27 de abril pedia elle
a exesuco do decreto qne determinava a deraoli-
co da columna Vendme. Nega enrgicamente
esta aecusacao, allegando qne o decreto fora la-
vrado e assignado antea da sua adraisso na com-
muna, e que trabalhara cem o governo de 4 de
setembro nio para a demolico, mas para que
fosse transferida para a asolanada dos invali-
das >.
E pois aecusado :da ter tomado parle em um
asuntado eom o fim de andar a forma de- governo,
incitando os seus eoncidados guerra civil:de
haver usurpado funecoes publicas: de cnmplc-
dade na demolicio da columna Vendme.
Verdure.Philaniropo utopista, pouco intelligcn-
te, filiado desde selembro de 1870 na Internacional,
foi oolr'ora caixa il aja--'- Na communa
votou sempre eom a maioria; aecusado : de
usurpar funecoes administrativas, judiciaes e mili
tares; de sequestros arbitrarios; de haver attenla-
do contra a forma de governo, levando os seus
eoncidados guerra civil, devastar i, carnifi-
cina e ao saqae em Pars; da destruiQo volunta-
ria de casas particulares e edificios do estado; de
saque as grojas e de assassinatos.
Billioray. Appareceu em Janeiro deste anno,
tomando parle activa no alternado de 18 de mar-
co. E' de temperamento ardente e natureza artsti-
ca. A seu pedido foi admiltido n'uma vacatura
para a junta de salvacao publica, tendo sido alera
disso membro da juota central. A aecusaejio se-
raelhanle de Verdure.
Lgre.Professor de veterinaria era Bordeus,
fundou e foi redactor da Tribuna da Gironde, sen-
do proscripto em 2 de dezembro. Foi um dos mais
exaltados membros da communa, mas allega ter
prohibido o incendio de qualquer edificio.
E' dos mais severamente acensados, por ter to-
mado parte activa em todos os actos da com-
muna.
Rastoul.E' o antigo presidente do famoso club
dos Montagnards, d'oude sahiram as Ideas mais
coraraunislas e os germens Jo guverno que se inti-
tulava a communa.
Foi eleito para o conselho municipal, e allega
que os seus aelos provam que esleve sempre em
lula cora os seus collegas, nao Ihe eabendo respon-
sabilidade alguraa nos delictos commetlidos. ftas-
toul sustenta que nao foi membro activo da com-
misso de servicos pblicos, mas apparecem alguns
documentos assignados por elle que provam o
contrario.
Em 10 de abril foi nomeado inspector geral dos
servico- das ambulancias. Em 22 de agosto pz-se
frente do servico especial para inhumco dos
cadveres. Publicou varas carias e artigos no
Vengeur e Mot d'Ordre. Rastoul nao pode negar a
sua cooperaco activa era todos os actos da com-
muna, quer por fados, quer por escriptos. E'_ res-
ponsavel pelos decretos relativos democo da
columna Vendme, usurpacao dos bens imrao-
veis do elero, snppresso do orcaraento dos cal-
tos, ao allantado casa de Tniers, etc. E' aecusa-
do de incitacao guerra civil, de usurpacao de
poderes, de uso' illegal da tarda militar, de
cooperaco na destrnico dos monumentos, de dis-
sipaco dos dinheiros do estado e de todos os de-
udos da communa.
Ferrat.Era conhecdo na poltica como escrip-
tor antes do cerco. Foi delegado do comit central
e cabe-lhe por isso responsabilidade nos actos de
16 de marco. Em Issy. oi nomeado chefe de esta-
do-maior ; aecusado, como membro do comit
central; de tentar destruir on derribar o governo,
de usurpar funecoes e, como chefe debaialho,
de pegar em armas contra a Franca.
Lione.Foi successivamente arlisca dramti-
co, director do theatro das Folies-Saiot-Antoina e
agente de soccorros. Apparece um deereto assig-
nado por elle, datado do Hotel-de-Villa, quando o
qaand
i tinta a
corte, e ahi se tornou notavel pela sua tenaeidade comil central, de que elle era membro, tirita a j
em pedir a morte do general.
Em 26 de marco, eleito membro da communa e
no dia seguinte da commisso de seguraoca geral,
assigoon eom outros naa proclamaco chela de
calumnias contra a anloridade legitima, incitando
guerra ctL
Em 1 de maio f ai nomeado procurador aa com-
muna, dando comeeo s prises e exeoucfle3 arbi-
Nomeado delegado da polica am 14 de maio,
assigoo o d :relQ da snppreesio dos jornaea e a
senisoca de morte de numerosas vctimas, detdas
on presas por sna ordem. Aa tsstemunhas dizera
que Ihe viram distribuir dlnhelro aos homens que
fuzilaram Vayase!, e qae ella mesmo o deitou ao
rio, depois de morto.
Ferr 6 tambera aecusado de lancar fogo aos edi-
ficios qae os iasargeatea Untura oceupado e de
omplieidade eom os aseaarlnos dos padres Surat,
Beeaui, Bonillo e Chanlicu.
^ Smio de 7 4* agosto.
Urna mullidlo immansa rodeia o quarto tribu-
nal. A guarda ao a ailo casto pala f usier a
rault'.dao. Na sala, porra, esli-se vonude.
iuasi todos o jornaes se flterara represenur pelos
eos directores. Aehaa-sa frasalas Alexandte
ras e muitos ooroaaarrptaes diatloetos,
usurpado as funecoes' governaraentaes. E* respon
savel pelos decretos redgidos pelo comil que fez
a revolucao de 18 de marco, os quaes continhara
calumnias contra a autoridade legitima e chama
ment s armas.
Como tonente-ooronel de estado- maior do gene
ral La Cecilia, aasislio aos combates contra o exer-
cito regular. Fm 22 de maio organisen a defeaa
das barricadas no Pantheon. O aecusado susunta
que recusou obedecer s ordens para noondiar
varios edificios. Foi ferido das barricadas na praca
Chateau-d'Eau.
lYu'jiwt. Era sapateiro, habituada aa reunioes
publicas, tornoa-se notavel em 1809 na qualid'.de
de membro do comit elei toral, propon lo o tusten-
undo a candidatnra de Rocheforl, qua o eapregou
no aseriptoorio da Marstillais^
Foi nomeado membro da Qotr/ranaa e fez parte
da commissi) de segaraoea. heri, enearregada de
todas as medidas raprea$>-/as p\ por soa ordera
que se fea busca en e*,4a dos padres Pet e Pas-
sy. ProtesU JO. quiz dar a sos demissao, o que
sa oo jqstiflaa, gu encontrado endoportador de
urna aoBjpv eaj,^rigm verdadeira nao quiz con-
(ataar. *
C/mi..-Tintareio, foi membro da communa
e collocado mais urde, aa commisso das finan-
U horai f") oonduaido/ debaixo;' (Va aj-;^ j ^s_ i0Dt de se aseoeaf lo aelos de violencia o
parle de nm governo irregular a de consoettrr
todas as usurpaedes desse poder.
Ul)s$e Parent.Poi nomesdo membro 6Veom-
anne em IM de marco, rlb dfa 5 de agost oVmrt
tio-se. E' aecusado de incendiar o bairro tW Bol-
sa.
Existe urna ordem de incendio assignida Psent.
uas os peritos declarara que nio ha semelkansa
Iguma entre a ledra de Prenla asignatura e a
peca original escripia.
Parent foi membro da coramuna e responaa*i
por con-eguinla pelos decretos e actos MH#*h>
governo praticados, durante o tempo qne Ittarrt*
delle. d -a Ti
Acousaia fiical.
O Sr. Gatean, eummlssario do gorierno, eomctn
por fazer urna axposiei) sommana dos anteceden
tes.
O movimento de 1 de marco prolongon-se- at
23 de maio, da em qne foi vencida a asnrreiejso
Mal se peosou em defender v paiz, as forJae Jr
dispostas para a desorden eoraecaram a opona
con actividade.
O governo proeuroo defensores entre as fileteas
de republicanos a as da Internacional.
O commissario do governo falle a do partido re
volucionario e da associacao, expoz os seus ante-
cedentes e as snas tendencias, e bem assim as pu-
blicares e discursos eom que faziam propa-
ganda.
A aecusacao transcreve differentes artigos dos
jornaes, dos qnaes tira as seguinles eontln-
soes :
1.* Que os revolucionarios se propunbam reh .-
bilitar os homens de 1793 exaltando os seus cri-
mes, para sob pretexto de defender a liberdade *
a ignaldade, ebegarem a revolucao social, qca
destruirla ludo, alim de construir novamente.
2.* Que a presenca do ioimigo em volta da Pa-
rs aniraon os revolucionarios aa vez de os inti-
midar.
A aecusacao examina depois as donlrinas revo-
lucionarias e como ee aeontecimeBios da guerra
haviara modificado os meios de acc.ao at ao dia 27
de fevereiro, no qnai sob pretexto de salaar al-
guns canhes que deviaov.ser entregues aos pru-
sianos, ama parle da guanta nacional os eonduzi..
a Monlmarlre esubelecendo alli suas bateras.
Conla depois como se constituio a federacio re-
publicana da guarda nacional, e examina dia por
dia nio s os principaes aetos dos qne promove-
rn) a revolucao, roas lambem alguns periodos
dos artigos publicados petos jornaes varmelhos.
Chegaodo ao^tia 18 de marco (aa ama, raaaJw
do occorriil u^aWelle da e chama aes insurgentes
facQo anamlUca^
A aecufl^ie falla tarabem n ura artigo publica-
do na folha official da communa, no qnal se pre-
tende desculpar os assasainatos de Leeonie e Ce
ment Thomaz.
< Um tal crlme, seguido de simulante apologa
inangorava dignamente o reinado do poder que
devia terminar pelo assassinato dos refens e pe,-
incendios de Pars. >
Refere depois alguns dos principaes successos
occorridos at 2i de margo, em que se flzeram as
eleiedes. Chama plagiarios servs dos revolucio-
narios de 93 ao comit central e a communa.
Como a aecusacao bastante vaga as snas for-
mas, terminaremos o exame da parte expositiva,
redozindo-a siraplesmente a fados.
1.* U comil central, a federaco republicana da
guarda nacional e a communa de Pars rebeliaram-
se contra o governo legitimo da Franca e promo-
vern) a guerra civil.
c A revolucao responsavel pelos assassinat ?
dos generaos L"oonte e Clement Thomaz e bem as-
sim pelos que foram comraeltidos na ra da Paz
em 22 de marco.
3.* E' igualmente responsav. I pelos raovimentos
revolucionarios de Lyon, Marseille, Lmores e Saint
Etienne.
4. E' responsavel do mesmo modo pela confis-
caeao dos bens do chefe do poder executivo e da
demolico da sua casa em Pars.
a.* Deve responder perante a justica pelo son
systeraa impio de refens escolhidos as elasses
mais elevadas da magistratura e do clero.
6.'A revolucao dirigida pelos comits opia
communa responsavel: primeiro pela violac>
diaria de dorai tilios particulares ; segundo pelos
ronbos commeltidos sob pretexto de pesquisas;
lereeiro, pelas pnsoes arbitral ias ; quarto, por or-
ganisar o saque; quinto, por perseguir brbara-
mente os refractarios.
7. Os promotores da revolucao e seus =equaz *
sao responsaveis pela confiscaeao dos bens do cle-
ro, pelos roubos coinrasttilos ns igrejas e con-
ventos.
8. Os revolucionarios sao responsaveis pelo sa-
que de difterentes igrejas, como as de Satot-Jaeques,
Haut-Pas, coavento dos Oiseaux, etc.
9.* Sao igualmente responsaveis pela profaaaQio
das igrejis de Noire-Darae, Victoria e Saint Wa-
rente, onde desenterraran) cadveres e commette-
ram toda a casta de desatinos.
Conta a maneira como foram assasainados os r*-
fens e outro3 presos, e conclue a exposiejio dos di-
versos factos que onstituem a aecusacao fallaui.
do odio infernal que animava os principaes chri'.--
da coramuna, e transcreve os seguinles docu-
mentos :
1.* Cidado Lucay.
t Incendiai i inmediatamente o ministerio da i -
zenda.Th. Pkrrk, 4 uainal, anno 79.
( 2.* Incendiai o bairro da Bolsa; nao hsaitei.-.
O tenente coronel, Parent. >
c 3* Cidadaos.Estabelecei ama linha de de-
marcado entre vos e Versailles. Queiraai e incen
diai tado que vos oppuzer resistencia, 0.11 d.s -
Iriclo soccorrer-vos-ha logo que fordes ameacul.--
Valor; se sonberdes eumprir o vosso dever, i
repblica estar salva antes de decorridas 48 ho-
ras. Pela juma de 11.* legiao, Da va. >
4.\ escripto a lapis e entre os papis do chama-
do Fraocois:
Sao da perfeitura em eompanhia da FeTre.
raemhro da coramuna, e depois de Incendiada con-
ceniranjo-flos na mairie do lf diatricio,
Ap terminar a exposico dos facta, a aecosaca
d que os edificios queimados foram em numer -
d?8- a que sendo as roinas mais etoquentes qu.
as palavras nio se poda deixar do estremecer a
pensar no desastre immeoso de que^Parts fon
" Como conifarar novas ealastrophes ? Pergun
te-o cada cidadlo a si proprio e ao mesmo temp i
encare o parigo eom energa.
A justicia concorrer para a defeza social con
a firmeza inalteravel que exigem cireumstancia-
semelhantes.
Continuacdo ia audiencia de 7 de agosto.
Nenham dus espectadores saudou os aeeosada>
sua entrada. A joven modesta de que honter.
fallamos a viuva Lerroy, amasia de Urbain.
A maioria dos acensados sio anda moiio novo-
o mostrara geralmente nma attitnds muito digaa .
modesta.
Assi e R/ere conversara e aorriem O fttopre-
to, t ocnlos, e os olhss enoovtdoe de rerre cun-
trastam singularmente eom o naifcraae *'*
batalhao da guarda niclonal e bulooomia da.A-.- .
qae tka ao lado daqaelle, tViAiar ejU-






-








*
;ivei jo Qna,ie
Pww di rrnmbc Segunda fcira 4 dt
i. i.Q.ten ollar .j do tea Jiesaai
, defensor de Qlement,T>ede *
obserirarao. .Qaeixaus de.qaa
_ s defensoras cpmqjuny-irgm com.
qne nao dofendam, e prolusin coa
ornaos da jan!iii qne se
pfwPios
ifacidaae d*Qtr lempo.
A identifleaeao oral dos accusados
iacideites; era qoanto se lia a acta,'
rbain %MifB liim o fgaro. t Billiaray retratava
O Sr.
palavra
fosee
ot accua
tn os artifos de a
mostram mais bem
defensores.
O Sr. comman
o completameo
4M aeeosados e i
o inleresse da pe
a anal se nao fui
O Sr. Gastinea
a comaooleajifi
qm def^nde, jps
entre tod>s opReas*
O Sr. Mgot apoioa as ofcservacSas
lega.
O eonselho reliroa-se para deliberar, e dez rul-
amos depois rolln i sarta da audiencia.
dos defensores, declara qae na > ha motives para
conceder a commaoicae.o pedida.
Foram lidas as aecusac,5e3 fiscaas e chamadas.'
tmi iiiii ; ajV fa .1 -vZ ti HfM 1
O Sr. Lnchaud, advagado de Garopy : O meo.
cliente deseja man ana te teraunha, 'fira tiWan^
nha o Sr. Jules Simn, mini-tro. Segundo
creto de 1812, necees na nma auterisac
io. fia j* ntett fiad* e
favoravTmenYeT
S, comouvaiio4a lapuMici*dja*e Qae podi
|o c^*r euf vifiuJo d.i pud r dusricioM-
qur !
ccdsado
o tivre
ires:
4o sea eol-
cipio da ftecBe: tei
Hermille Lins Chave*
fresdaT' o guarda
Camlbo: e|pi<&o da $ o ten
rea Maia ; lenle da 4" a altere
lid 01rde1ro''de Aareko de OHvsica ^eapitau da* rj di
cejioo. Anjeriao do Alfcuijuerqae Jlello; 4e
6' o alteres Paolino Rodrigues de Oliveira.
ir Potreare, braaeo,
indos, ssttelro, Bj-VU, fcuphaJ.
rila.
Bebijm*'Maria da Silva, preto, Afi
Vista, hospital Pedral
Isabel di Concedi, parlad
i, Boa-Vista hospital Pedro
Mi
ODyropia Amelia de Oliveira,
Setembro
lk J^^ri ,iV.I- OHitl
pago a 45 por accio.
I FtUXL KM I
AGOSTO DE 1871.
da caixa FttiAL km pkhnmbcc* em ^ ns^abp,; ajad mes o os tneai iis*rawis inimigu,
paria, 22 aaoos
Activo.
descontadas.......... '"00%!:80fl#390
s diversos, outroe bao- fVXfct ~
e caixas liliaes.... r^41*4: 146 JjJbO
Caixa:
Em moeda eorrente.........
Rs,
OfC
755.0874400
- Bostas verdades sabem todo na comarca do 0 sal 1 de toa codU Wt ohegaT para paga? o
embargador Affonsv Arlhur d'Almeida e Albaquer-1 Tean 'u. /.*..
quqMeraioo.bemuqo.il epoeo jalx do *- teaito praiTra^M
reito de eurel.jnouo nonrado-e proba magistrado.' na-ma. TW*W*r"*,^-,w *-u"
Oraset|vesMVnniveqcia.coni o ax-eol|aetqr,!. Recifo, de setmW^8?F.''", "
obrara pelo modo e forma porque Dea exposto ? < oalO"'t '"ItMITM TttfVi Juit '
Seosb cdtmfteof, q>ie me ImdbrtaVa qoe>> ek- ______
collector qoeimasse os lvros a cenhecimeatose Ibe >dr eS(a ex
..., U$kani deeJarpa que Assjra (aria so. Uie
^W4*WQS3'I,*V aqtwisw*o.
0o|,aoajrpsdw qoa fosse a>lar.i'> "w*-
ottOjB o irnual. Ospois de alguav. disu-v>,
fatao-se. fSi (aauc.ow coaudoraao asid pa-
Mm as ift les^ijb qncoftlfato.a.jjaiitos
WWi,M< *?'*. Pf\l>dl% .le W
^W".'!fWq*vJH WW':.
As a e fJ h iras levanion se a sessao. ^s"
f- udttmoUde 8 MTM'g
FU coiofc ju ao meip da eni poni. 4o
late le; oda aceua4> aclu-sa senia.a> \a &
daroMt
Oterroiatifio comeca por fttrr, que pede a
9t& l um roanuscriplo em que fu a ipolo
fio da commuoa
O Sr. Gataui iaterrompeo e pede ao tribuaa'
que nao deixe conuua^r Ker(j; este insiste e o
xBinisterio publico pede Ihe ae faca as suaa eon-
dosSas. Ferr ikclara entao qM uj responder
a Benhuma pergonta.
O Sr. cciifHindatiU Gatxmi condemao os inci-
dentes inuieis.
O Sr. Dupont ir Mutsac responde eos vivac-ida
da qne o ministerio publico nao tam direiw de
logar as cooeltf-Oes da defea.
Sr. Gawm chama o orador orem ; o in-
idele porm comioaLa cora nma acrimonia crea-
ceot.
O Sr. comiifiniLiulf Caveau : O senbor quer ser
iasolanle.
O Sr. Dupont de.tmuac : Fra do tribunal sop
fiosem.
O Sr. Gavtaa Pee > ao defensor qne nao araea-
ea oeai por paiayras era por gastos ; da outio
nwo ver-nae-hf forjado a recorrer ao coos"lhn,_
O Sr. /nttdti^e : Si^ocio, seubores. Nao os
irrite noa, porajie is*o de nada nUlisa aos acca-1
udos.
Proeedeu se depois ao iDlerrogatorio de Ferr-
Este recosa respun ler ao presidente, e as suas ne
Calivaa ioableotes sa> acompanhad-is por oorrisos'
deadenhosjs. Tamanlu insolencia prnduz um eltai ;
to doploravel e o pub'ico ebmeca a murmurar.
O presideole conserva todo o saogue fri e l os
ialarrt)gai.)rio.j, aos quaes Ferr .e uao Jigoa res-
ponder. Ao lr a ordem de incendio contra o r|*
fiaurio^da fazeada, assigaada pelo'ajusado, estt-
protesta e chama aecu^aeao edamnin e ao juiz
sosUgao.
Estas palavras provocaoi reelamaroes da par'.e
do fiscal. O presidente leprebenle o accosado, e
ste responde com cynisma
Eram 3 horas da urde.
E'peravam-se seenas deploraveis no resto da
aessao.
PERNAMB'CC.
#|r
REVISTA DIARIA,
EMPRKSTIMO PROVINCIAL.-Usando da auto-
risacao qae Itie fot concedida pelo art. 40 da lei do
orcamento vigente, S. EX'\ acatia de coDtrahir um
mprtstimo de 1,800:000*0(0 eom o Banco do
Brasil, por intermedio do seu procurado: nssta ci-
dade o Sr. Dr. lanicio Joaqnim de Soaza Leao.
is as condiedes dessa transaccao *
< Aos 26 das do mez de agosto de 1871, quin-
qoagesimo da independencia e do imperio, n '...
tbesouraria provincial de Pernambuco, em sessao
da j.ma da fazenda, estando presentes os Srs. ins-
pector interino, Antonio Cardozo de Q eir z Fon
cees, serviodo de contador o I." escripturario
Francisco de Barros Falcao Caaoloaoii Je Albu
querque, e procurador fiscal Dr. Cyi>riaoo Fene'on
One dea Alcoforado, coapareceu o liquidante da
ca xi filial do Banco do Brasil oe>la provocia,
i);. Ignacio J. aularMOda pelo presidente do me.smo Banco, por
in-irumento de procaracao q ie eihtbh), para e p
Halar o emprestimo de 1,800:0000)0, que esta
ir v.nela Mm de levantar no mtsmo B^nco, nos
teroi do ari. 40 da lei do ores ment vigente, se
gando a orlem da presidencia de 14 do eorrente
m.iz, sob as daosoiai sf gantes, qne, de coa!ormi-
o .id eom a dita ordem foram aprese'ntadng pelos
in-mb*os da junta e aceitas pelo referida represen-
tante do Bine :
i.' O emprestimo aari em eonla eorrente
al a qnamia de l,3OO:0OO|;030 anjoro de eito por.
cuito ao anno, sendo a pnm ira prestacao de....
800:0004000 dentro de 20 dias no mximo, da
dati em qua o Baneo rec>-ber comrpunicar;o de
havar sido lavrarto o termo d) contra!', e o r-sto
era pjaatacwa nao ex^ed.'ntes de 230:0001000.
reeedendo avio de 30 dta, nelo mena, do >v
Temo da provineia so Ihnb, fl-indo praMcnf >
dentro de dous anoos, a c nlar da prunelra re-
messa.
*O gverno da privincia denlro do dito
piazo de duus anno^ poler leixar de fazer ped
dn da remessa d is 1,000:000*000 ou de parte
d*3Wes, segundo cntondsr conveniente, coramuoi-
candn ao Banco a na resolucao tal respeito 6
meze< depois do primeiro recebimenlo.
3.aO praz i pira a total annrlHaeio ser* de
et anns a razao de dez pr cenio no a no, i
contar da ultima quincena do mez de aoeiro de
1873, em duas preslaroes ignaei, eff ctualas na-
mesmas picas do pagament' dos juro ; poden-
do, poyam, ser feto antes de ditas pocaa*mpre
qne o governo da provm:ia jnlgar con< eni<*nt'.
4.* -O presidite di provine-a, o n qahin^r
dpoe, denlro do referid rt>azo do ji a-mo?, po-
der atnortisar o emprestimo em lodo on em
parte.
a S.'O pagamento das prestacS*s do Banco,
Peni com,) o recebim^nto da< am 'rii aera eff c'uadi no Bmeodo Brasil.
ai 8.* Os juros sero pag >s as segundas quic
senas ije julho o Janeiro. w
7.*ts preslc5ss serao f?ins p^rraeio de
aqoes contra o thsonro sobro a ibesunrari3 ge
ral d'esia provincia, i or meio de-aqoes contra <
Banco, por mu de casas designadas ou por qnal
qner uutro meio, conforme fdr e immumcad > an
Banco na orcasiio em quo re ihQ flz-;r o pelM',
carreo lo nesles dous iilnms ca -os p>r Mota da
provincia as despezas e risco- do r-iBes.-a.
8.* Os juros seraj contalos d data das re-
oies-as qou mar o Banco, ou da data em qua por
oste forein pagos o saques.
O secretario Elias FieJerico de Almeida e Al-
bnqueriue E como se livesse pago o sello pro-
porcional dn 1:800(1, cono consta do c >gheci-
mtnw que tica archivado cesta seecao, resolveram
as duas parios contratantes "qae se vras-e esu-
termo o a igneram com as le-icnonhas. ffO1
Horacio Walfl-ido Pei-egnno diMua, > fnYiaW.i
*eec*.i -l.i co.iieuci..), o j. tf-Anttmo Or
* t Burro*
fakaoCu>..Icnnlde Ab meln G*edrs Alcoforado ; gncio Joaalum d> Sou
za sao, \x- eu ador d B-uco i B a-n ; Antonio
iaSUva Araup; Bento di Coocicdo Ferreira .
PRtFtS^OR* PBL1 .A.-Por p-rtarla da pre
oldeocia da provincia, do do co-rente, fui nu-
neada D. Antonia T*-iieira da Pu 0a';5 para
rager inienoameate a *1e:ra de in.uuccaa pri
naiia da p voaoao de S. Jos do logaze ra.
fiUAROA N \CIO V AL. -Pt portara da.
daoea da provincia, de 31 do pas.-ado, faraei i
redo.tlho de Be
Joio, Qlho 'WTmTI
ios, sobrinho de Antonio Caetano
qHe?.
ioao, lho de Benedieta Mara da
Jlo, albo de Porcina de Soaza Reis Biai.
Chrlstuv8D,-fiminle Mirn KIH ACeiofyTtVal-
cinle.
RECBSO COMMBHCIAI..
Reeorrente, ojuim ; recorrido, Fefc _
vaaje. Jl4njiL_ft.lisnp Moreif
JURY DO REaFE.- Fol sabfeido lo'fi^J*
i-qio RicarAalogars, #foiaojd*Lo. i
LLEaMEN'TO^-,
leced-- aMRm:'6ra.
a do sahhadi) pala madrugada o
rrrroo-ltjrjrTeT So N41CIIMH6"
a Ur
'i.
irsrroT

arrjjnr
ene 78 ansas do ida*, e anu
victimas do pade^jknentas amigos.- .liaa
ataajatfinpapoioaPdo'pofMdicUbviqas a.
METIIODO ZABA.- Damos airraegaid adl
ao do Sr. Dr. director toral inieauou da iaulirue
cao publica, remetiendo preaidMiy do provih
da o parecer da ooaaiistia aoJtaaa para a* ,
dar o methodo Zaba e declarar sd ha cavenia-
eia na admissao dalla nes estbalacBatua de
educa cao da prnvincia. Bis esses oocuaenaas:
Directora da insluaeai pobtfea d Peroaaa-
bco, 21 de agosto ds diJl.- film. 0 Biao, S.
O conde N. F. Z iba acaba de dax algaasas eo
lereneias publicas nesla etdade sabr'< metlo
destinado a facilitar esludo da birtoria oni
venal. '
Tendo assasiidi asas eaaloreaqias e pare
cendo-me qne o referido raetbodo dTalm*nte de
grande vaougaoi e oibodado pr* o obtoda 4
historia, comprthsndi a couventearilo da ser adap-
tado nos estabelacimentos de iaslrtelt publica O
cafgo da provincia. a oxfijSai "
4 Para aserhor armar eso Mon|ojHn oavi so-
bre a materia o con-elho director, o qnal wpi
recer consunto da copia anaaaa, approvado em
sessao de 21 do corrate, rrlriibaai os vanUgen
do referido na ibado e a cinronbaTi) de aao ad-
missao no gyrcnasio e na asebia oornal.
< Submetteodo Ilustrada cnnfddaisoJo-dA V.
Bxc. o qae acabo de expor, propina* a admiooo
do predito meibodo naqaetles estabraedimoatosu
forma da delibera^io do conseibo director icmba-
da em s^sso d 29 deootnbro de 1*68, appro-
vada por essa presidencia em olHcio de ti da-Ye-
yereiro de 1889. Deus guarde a Y. fixe. 11!m. t
Kxm. Sr. Dr. Manoel' da fascimenio MaehJdo
Portella, vice-presidente da provincia. O direc-
tor interino, Dr. Joo itti Pinto Jtt**r. t
' A cojnmissao encarregada de dar parecer
acerca do methodo Ztba, para o teasrao da hiato
na universal, e da conveniencia qne ha da sab
admissao nos estabelecimentos de iastruccio pn
blica da provineia reta da aprtnaotdr as segua
tes ennsideracdei
I*. Que peto estada feito pela presente cbv
missao varfieoa ella ser o metnodo eawnadope-
lo conde Zibi de fcil Mmpr-hn-io, e por esta
razao esta elle ao aleauco de todas-aa raieHien-
cas, i.-- n't i obn- v,
2*. Qne facilita o estada da histeria, e eoa-
eorre poderosamente tanto para gravar e conser-
var na memoria os aadnt eitaetos iu-^orico', se-
gando a sua poca e ordem saeessira, re qui-
sermos estol'-los i-hrono!gicamente, coma- para
evitar a eonfusao, duvidas, sganos, se jQizer-
mos apreciar symtricamente es mesmos acon-
leeimentos, em ralaco a om, dous ou mais s-
calos. -.-' '
a d*. Qae a eonfusao dos faetos e erro* de da-
ta sao absolutamente Impossivets, toado se
vista os mappas do melhod Zsba : nma vez qoe
o observador esteja senhor de sua organisaco. o
qu nao diffleil de eooieguir-sb, alienta l'sn
facilidade e claresa.
c Pelo que a com mis sao de parecer que ha
conveniencia em ser admittido o aietbodo Ziba,
para e eosino di historia ubversal nos os able-
cimenlos d H*instracr/aa publica da provincia, e qae
delle ? podera i onnv vagugeus reas. sendo
o cria lUlosaraeute observado e bem applicado. Ke
cafe 21 de agosto de 1871 Hxeqniel Franco de
S Oaoaam Francisco Rnchael Ptreira Brito de
Uedeiros.Jos Stares de Avezedo.
BOA ID\.Algans Srs. gairda-livros do com-
mercio d'esta praca resolvern) conslituir-se em
associaeo, aflm de traiarem dos mais vitaes in
teresses da classe a que perteneem, como sejam.
a prestacao reeiproea de auxilios, e sobre tud >, o
alargamento da cultora intellectual par meio de
estados methodicos e dlcas?5es sobre o importan-
tissimo objecto da escripiararSo mercantil.
Fazemos votos para que semelhante idi venha
a reaiisar-se, nao s para ntilidade e engrandec-
ment de lao disiincta parte da eorporago cem-
merctal desta provincia, como para garanta dos
ioiereses mereanlis que raaita vez palecem em
virtude de inaplidrj;s fihas da falla de escolas
especiaes e ceiros de instrnejo.
LOTERIA.-A qua se acha venda a 206'
etii Ikio da matriz da S. LourenQJ da Mata, i
mal corre no dia 6 de eiembro.
PROTESTO DE LETRAS. -O secrivo dos pro-
te-tos Jos Mirianno e- de semana a ra de 8.
Francisco em frente a do Du uo de Gaxias.
PROCLAMAS Foram tidos no domingo 3, na
nalrii da freguezia de Santo Amonio ds proclamas
;eintes:
1.* dennnciacao.
Guaadenco Ana tacio do Espirito Santo, com
Elisiaria Francisca de Lima.
Obtcharel Ni;o'i Rodi gies d* Cunha Lima,
c.'m Mari Gtlma Goutinho Ponce de Len
1 *> flodoloh i Uinnhn Palr>5- ____
_'^ r-------..........--r" C3rn Laocadia
WMetw pHreira de M-.rae*-.
Autonlo Ganratves da Paria 6 Silva, com D. Ca-
rolina Itelvina de Vasconeell as.
2. denunciacao. -
Manoel da Silva lavares, com Anna Maria da
Gonceicao.
lana io Jos Soares, com Mana Fraucisea da
ParifieaftO.
Jos Pereira daC-ta, viuvo deSenhorinha Apo-
linaria Pereira da Costa, eom Anna Rita da Ro a
tecio.
Antonio da Cosa Barg?s, com Angosta dos An-
jos B rges.
Benjarnifo de S Pereira, com Maria Pereira de
lesos.
Autopio Macano de M-d-a, com Filomena Ozoria
de Castro Maciel Montero.
Jos Carlos do Reg Valenca. com Auna de Jess
Bastos Ramos.
3* dennnoiacio.
Alfergas Belariaitjo Moreira femporal, natural de
Pernambwco e morador no Rio de Janeiro, com
loanua Rosa Garca, natural e moradora na cidade
le Niiheroy.
Bernardino de Oliveir, viuw de Francisca oe
Paula de Moraes, cora Amelia Maria de Siqoeira.
Jai Teixeira Coiaibra, cora >bel Paulina d-
Preilas. T.viire^.
Ludwiz Chrfsiian Preederick Wilekeu, natoral
do Gran-ducado de Mikiaroburg SebOrero, d'oade
veio de mboor idade, com Maria Libania Pereira
lo Mfndonca
L'urenco deSa o Alboquerque com Elvira Tha-
- za Silveira de Souza.
Dainigooi da Siloar-Oari-.
--^!Tegafm m ovTjtaeioT'"
Concadonml toausoa PPaMniBind^halal ttn
crJmmardvil1pel*l
aaajrioMesaaVI>a difaoB. .cotioq leaaiaa
'' i c xmmty*iimitmt -i w'vlu;
Do jury da. aV**^*^1-*^*** tom-
ra da Silva ;a|#*tadp, > |u.-laprucKiae.
oovd juratdiir; l "c >' n y% U1
Do jarpad|bj d< llor>aa.-.AppalUaa, ? pro-
Passados os feitos deram-se os julgamento T
gololaat
desse quafq
sabilidade
vente
pector
das mioi
rampa
de con
zenda,
ascrivao
bastante
Creio qae
vros, papis
on-
M oonni-
eeiro Sr. ins-
o-rae (depois
que so flze-
qat depois
cofre da fa-
atSMesa* ^T'A g-
D oo .odii'i
4 0.
Ks.
&m*m?m*m- -wmmmwwat
10S"
b 'i*- i
M^|atadtoini4aalimWv>
aalnus An'Tn'V'FTnif'*' r.i.tQKHfin
afWlqPbl V 'rf 53:' *8<>740
ReceiU arirt
i JiiHw
ajotar; apPelbidM, Mlia Atve* da Sonsa o otk
tra-^Adadi|MBini.il o '
AppeHlViia da dmlto do-ambd { atoaa-
lado, !dant.eldaGrug aj-Miii>a>aai faapliW-
jBOlo**r>fcrnai.-,s obi^tr n id (-itm>l "I r?
Do lory da taiOalha.^AppellaeaOAa palea; a>,
Petado; JMoaxfffl- Potetf>Jvd-MM.-ta^1sjjM:
jary. itr *
- Do Hrj da ttrnlm^Apm^U*, Maoml fraira
enriada ;apivllavoe, e-iou^isspriHiqal|r/ fl
t Da jory de CarwrtL-iAdpeh, o'juj; ap-
peadu, Luiz Pedro de Arevedav-UA overjarj.
V' TkHMBttKr' Ib l*Jf
DoSr. daioaab.npdir fttiraao aoSr. doosaabar-
gaddr Guana-: -
Doiatzo loiiDKipal da aillado Ninir.>Appai.
laote, ttaooel Jis* F-rrala a iitu,q appaMade,
Pedw Viotorma de dooaa. Do liaoa moratalpat do
^if.-^ftppeNaaiia, Loas Aasoapa Pareara; appel-
iado, igaacle bou oa Brlac taskardo.
Da ir. desembirg ador *)* *r. doaambar-
gadof* Loareoco Santiago : *'" r t
- Da(B*,rtsta*capH s*ll^>.-Apaoohat,Fran-
ioo Antoaaio Atvea HiMUoaan; appatfaata, Jalo
Athanazi-j Butelbo. Appellante, F'-anoisco GMcai-
vea Nata, eoioo totor de orpoio Aribor ; appdlla-
do, Manoel loaquim Baptut e sua aaomer. Ap-
perlarfle, os Altes Barbosa .; appeada, Ragraeta
do Amparo Santa Rosa. Appellaat, Joa Aotonk)
Moreira Dias; appellado, Dr. Rufino Aogasso d
Atmesda. DO iotto muOicial do Araeatt.>Ap-
pMIan, D. Jswama Uarcoloa do Saaipao;" appel-
lada, a cmara asbisolpal. Do jasio do arphaa
da Fortaleza.-Ap^ellantB.'Jdaooal.do eoata Lira ;
spp^ilwloa/laOadKBTOthes**- 'tn -w
D Sr: (tesembargaaor iliaaaida jsUaa>))orJ)yiio
Sr. desembargad t Dona : -tav^t. "'aag
Do^M1ijlpaahle4adoilisrros.-Af>el-
lanie, Jos Olxaaadr da Srtva ; peatado, toas da
Caldas Costa. '.*Nf!U*e, ** rito- $Mto p npeeNad.i/OalaOool aMatdaa Goata. Do
jury deIras>a)safc-^ApBaaaoot6-o>dpas; afpMada;
Manoel Joaqnta da Silva.
Do Sr. OaMembangador Doria ao Sr. deaomaaar-
?ador Daraiugurdailni1:'' -'
Da joita matlpH do Bniaoe.Appellaato, a
preta QOtaria; appelUdn, aieaaodra-8oioniino
de Alboquerque;- Bw joBSunuatoipjl de Maman-
gaape.-Appeiianto, Miaoel dfc Cosa Lira a 9 ap-
oellado, Gabriel Atcnaoio lodrtgaes de Mello. Da
joizo de aunHaa dq, Cabo. Apoollatrte. Maaoel
SeraOn de Torra*; appetodoi o- jOiao. ..B*. jaioo
municipal do Rile.-Appellaate, Joe Aatqbio d
Bnto Bastos ; appettado Maaoal loai|iiim <* Rteo
e Alboquerqae. Cabki.ija)}-', Galdmo oseantos
Non;s de Oliveira ; embrgalo, Manoel de pzeve-
do Andrade.
D) Sr. desembargador Domingoes da Silva ao
Sr. desembargador1 Regoeira Costa:
Do jury do Pillar.Appellante, o Juizo ; appel-
la lo, Amonio Joaquina Silverio. o jury de Ca
raarasryoe.Appellante, o juizo ; appellado, Ma-
noel Lelo Bi-po. Do jury de AnadiaAppeliaote.
o juizo ; appellado, Manaet Jo< do Nasetmenlo e
outro. Do iary de Mobsoi.\ppeliaote, o juizo;
appellado. Joaqoim Antonio Carneiro Saldioha.
Do juizo mamcipal do Recife.Appellante, D. Ca
saria Candida Nobre de Gusmo ; appellado, o ma-
jor Antonio da Silva Gu-mo.
Do Sr. desembargador Regoeira Costa ao Sr.
desembargador Souz* Leao:
Appellaeo rime.Apuellaote, o juizo ; appel-
lado, Flix Aotouio Marvir. Appellacdss civels.
ApDellantes, Fraaeiseo Xavier da Fooceea o oo>
tro; appellaflo, Antonio Goncalves de Oriveirs
Gaerra. AppelUnta, Aotonio Flix deSm; ap
pella lo, Jo-j Gailherme de Mello, tutor dos me-
nores Jo- Agnez Pereira e oatros. Appellante,
Miguel Baptista do* Anjos; appe lado, Roberto Cor-
ris de Almeida e Silva. AppeUaote, Maaoel Go-
mes da Canha Lima ; appellado, Bento Corroa
Lima. ?
cv m> tin-nfl rw>orV .. 1 -' aaai
soiiic, 1 sb (Oiidtic n ?fiiq
Di t aitiv m-- 1'
t IliT-iOi
iupea.
fEffo^f^:.
2 de setembro de 1871.
W. H. Billn.
3,012:043*390 sume e com a publieaco dos qualro documenlos
abalto; e delfes se vem que meas miseraveis ini-
migos, apostrophando os fsetos e suas relaces
querem me lazer responiavel por faetos albeos;
ifl# d lodo que ellos julgando o po-
inepto como elles sao; querem lornar-
DE 1*70.
tumm,Mbim Ai 4Ur
aiioos vi) ^ajafaaostcb
1 1
.n....*t 1;..'.. Ilo60*74
tM
0sJ:78Wl*
u-a
St qa pam Mra o mi
-0V f]'.
? lili 1
51:616*647
Ao Sr. desembargalor Freilas Heinquas :
Appellante, o vrsconde de Liares; appellada, a
fazenda,
Do Sr. desembargador Souza Loao ao Sr. des-
embargador Freilas Heariques :
App-llac^es crimes.Appoilate, Liiz Jos de
Medeiros; appellaos, lao Gialberto da Silva e
outro. Appellante, Antonio Jos de Ouein* : v
meados para o 0 batalbao de iofautaria, do mnm .mmoiaridade.
f. msiantioo Antonio Gomes com Clara Maria dos
Pasaos.
iv hndre Angosto Ucba de Gusmio com
Anna de Aeevelo Sonza.
Jo- AbHIo de Barros eom Belnvra Corar Duarte
Rbeiro.
Jo- Xavier Mendos Goncalves cora Alexandnna
Mana de Azevedo.
Feliciano Pereira de Lyra, soldado do 2* bata-
inao de infamara de liaba, viuvo da Marta da!
i'.roz, & m Mara Jonepha da Conceico, viuva d
Pedro Ado ; oatural do Paraguay.
Joo da Silva Santos coro Ano a Francisca do
Otiver.
PA38AOC WOS.-Sahidosnobiate nacional aVcaia
Sentara dos Nacegtntea:
o* Alcxaodre Peiera, l Augusto do Araa-
ral, kj Octavio V.etra e Coiklano Fraaeiseo
Ramos.
CEMITBHK) PUBLCO-Obituario do da !. de
seiabrodol$7l.
Mano*, pardo, Peroambuco, 5 dias, S. Jos
pellada, ajuatica. Appillacao cvel. Appellanies,
Jjs Luiz Ferreira Ribeira e oatros; appellados,
Jos Fer.eira da P--nba e a fateoda.
Da Sr. deserab rgador Frailas Haariques ao Sr.
desembargador Giraaa :
Do jurv do Pombal.-Appellante, o juizo ; ap-
pellado, Jos Antonio B ipil-la.
DKLtr.ESClA CIVEL.
Ao Dr. carador geral:
Do juizo municipal do Recite.Appellantes, o
herdeiros de Bemardino Jos M mteiro ; appella
da, Maria Annuociada do Carmo Rocha C-isia
Appellantes, Jos Pedro da Cruz o sua muther;
appellados, a yiuva e herdeiros do Dr. Juo Fer-
reira da Silva.
DEL1GRSCTA CRIMB.
Ao Sr. ijesembargador promotor da jastija:
Da jary de M >ss >r Aupe lante, o promotor,
appellado, Clemcntino de Gss Nogueira.
Aasignoo-sa dia para julgamento dos segOintes
ieitos :
APPELLAgCES a\"EIS.
Do juizo municipal do Uecie.Appellaot**, Joa-
guim Salvador Pessoa do Siqueira Cavalcante; ap-
pellado, Salvador de Siqueira Gavalcute.
. Do juiz i moni-Jpal de Sazreih. Appellante,
Manoel Taooiat d* Afbuquerque Maranhao ; ap-
paliado, Iiinaeio Vieira da M lio.
Da juiza municipal do Cabo.Appellante, Braa
Antonio d* Cunha Albuquerque ; appellado, Ma-
noel Ignacio de Jasas,'
Do juizo m&nicipal do Butque.Appeilsnta, An-
tonw Mirqaes de Araujb: Cavateante ; appellado,
Jos Victoriano de C ir vaho Cavatcaote.
Do joizrj muicipal de Camaragylie.Appellao-
lo, Mximo Mannhi da Rocha Wanderley; appel-
lado, Manoel Jos de Lima.
da oe ArrAotacm.
Do juiza municipal du ece.
mandiije de fjussa enhora
tancia ; appellada, D. Oo
Ao Sr. dewmfiargor DorrilnfM t 9RH:
Aggr*vaote, J.qio Marlias Ponte;' Ifffivado,
appeluijXc) crvia.
Ao Sr. deemrrargot RegOajira Qolrt.
Do juizo uianjeipal do Reeiie.poManta, R<>
sa MrU da i:oncecan; aplat D. Maria das
Naves d Miranda Olifelra.
oa-se a sess-f f hor* ? nm qurlo.
64:786^11
i-t..
Caoura awatpai do Recife, i de se-
leonbro I8M.
Jbid SwjVcto dt St Rstfivet.
mumm a pemdo.
*MrMfe ^ HW Btrreto.
,AP, ffWJW-
AJiufiS aroigos aiwaseiiurara-me qoe nao res-
pondeste as publicacftes do Likrol de 22 do pr-
ximo passado. m-i do julha e ouiras, a com aspe -
cwlaydadea da SenliMUa. 4o Uutour do 0or*p de
Farn, visto ser bem conuocido o ente mi-
sera vel o calumniador, qop s sabeolo manejar a
arma eovarde da caiqtDnja.e injuria sob o anonymo,
efconde-se cobardemente or entre sombras in-
visiveis; ntestfJllludb, iijosTrophadwb'tndo, e final-
ajooia-fufmdoviltpr na responsabilidade legal pe-
rqotqa >*1t a oaj,ente T0to-lh.o o mais wb*rano
desproso.
fio entretanto s em atte.qcap ap respeitavel pu-
i0le 0 ^t Bpffder, p jt* Jame achardepos-
*irdos,alLit-me a'gaus, qae sao dej-
vT.-ta qifiaJBaba vao publicadas,
asslm a hiaturta ilos lacios, dos qaaes
'alarp^losi a'cBMjjac, qae aquello ente
e'w'ea apferlores o ficto nico, que boje
... thema aos meas calumniadores, etaiubem
.'cb'tJuVpotjbrlb: ncontra ni mlhalonga vi
d de home/n) blanco; velo a imprens e o Da
rio de 4 de mao de (to9, oeffn-me mostnnlo os
fado! como se tiabam passado, as falsiddes
das argnicBss qae se me fina, qae ao fondo sao
as nfeftnas que fi-TOf apresentam ; e ento viva
o excotle^o.r JisTelX O1* Rjcba Falcaja, o qual
ni j atreven a caotetsr-me; 8 por tanto forQo-
.0 reriefl-la, e a repetlrei todas as veles, qaa a ca-
luraala me ubrigar a isto ; sera quer r com isto
injurlir ti ciazai dos mortos1, mas sronte em
mmha defez, assTm" a resumrel.
(.racio de a ya IW, nest qpoca 03 bilhe-
tes^oa conh;clmentis eram avulsos, nao haviara
laidas; e tapio os bdheles como os llvros eram re-
cabidos oa thasooraria pelo collector,,que os con
srvam em soq poder sob sua guarda, Em 18ii
chegando tiesta villa, fui nomeado escrlvao da col-
leetoria geral, na conhaeendo bem as leis de a-
z-nda, cootlonei a seguir o castume e pratica que
actiel; morara o callector dUlaote do povoado da
vida, quasi mea legaa, e l em sua casa tiaha o
onbeciinentos e livr?, qaaado iara pagar sizas
e oatros Impostes etc., man lava, o collector o co-
nhecimeto para en encher e tomar nota, afira de
fazer-se o lanamente depoi3, que muilas vezes se
fazia oraste a dar-se coatas, qua eram samestral-
mente, isto os laacamentos eram feitos qaando o
collector chamava-m para faze-los.
Oatras vezes quaado ea saina a aegocio, o col-
lector exiga qae eu asstgnasse alguns conheci-
mentos para erem cheios" por outra pessoa era
miolia ausencia, e manas vezes mandava encher e
asignar; dizendo qae limava nota para dar-me,
e quando se ti nha de fazer os laacamentos dava
me ama notae pnr ella fazia ea o tangamente ;
as m coatinun at 1843 para 1846 ; quando foi
mudada a sede da comarca para o povoado de
Nossa Senhora do O', e l "era um diaeum amigo,
Jos Antonio Morein, morador na Venda Grande,
dissa-rae que tiotn visto um conhecimenlo da siz.
em urna venda feta pelo coronel Agostinho Be-
ierra da Silva Cavalcante, cujo conheeimento nao
era eheio por mim, no entretanto figarava mea
nome.
Proearei logo saber do dito collector este tacto,
qae ao priocipio negou-roe '. porm, aQaal disse-
me oua tinha manrdo0 f^- Ranas Anin'"'''
u .. ------
alcntara recebfi \A 3za,por nao estar ea
casa, ma< reuellindo ea o ucto ue nao estar e 1
en casa, pais nao tinha sahido para parte algama
Ibe deolarei qne d.iqnella data em diaote, nao eo-
eberia conheqameoia algum seio com o livro pa-
a fazer os laocunente njn meamo instan'e, e qu
nao admittia mais a pratfea seguida al enio. O
collector recucou-se a esta minha exigencia.
Logo ao outro dia.ft at> eogenh) Mulioote do
coiinu 'iidador Fraaeiseo Pues la reto, que era o
li,ador do dito collector, e Ihe coramuni 1 e todo o
occarr'do, duenda que pelo o que se acabava de
dar era de snppor que alm daqu-'lle bouvesse
n'ro mulos bilbotes pela nwma forma dados;
o Sr. comnendidor Francisca Paas Birret", llcao-
do me agradecido, (Ussos-m que ia logo requerer
a de-oneraQio di Qjruea e antes de sua raerle
contia-esia faeto a, dorersas pes oas, entre ellas o
Rvl. vigaria Jos Luiz Pereira da Qaeiw desta
vili, cujo lestemuuho invoco; a-snn avisado o
lUdor, part inmediatamente pa-a o Recie e com-
rauaiquai o occorrido ao Illra. Sr. inspector, que
eoio era o baarado commendadar Joo G 'oclves
la Silva, o qual respoodea-me que o ira demi'-
nr e proceder as averiguadas, e me ordenju que
me aposaas e das iivros e os fizesse recolher a
toesonraria sem parda da te nao ; voltei sem de-
mora e (logradj me enmarada do dito collo'.tor,
pedi-lhe que ma eooeedosse 03 Iivros para fazer
s 1
0 w* .
conato do ^odoraeptD abaixo)^oma* edrucar uu,
, par tres eanos a sendo df-
0 desonerado a meo ped
atm disiqoesira, a vista
. Jeclaracoes, pelos quaes se leraou
collector demiltido, e seu flador en-
oo 8 contos para o cofre da fazenda ;
se v dos facas aqui expoitos em re-
m
0 O COl-
ctot 00 pedia recebor, e as partea i poxVam
-los em presenta do cmiiecimeoio, que n
entrega
o collector o Compete"oie para da-io
o Dr.
Srisiparrilh
ese
_o mel
sin
MM cynqaisu ovb,
i tacto sobre a do
(So o es
fa Oiint
Estas
Proroplo alll-
lera asttica > o
Dr. ca eooaomp-
da Radway
1.
11 e ecoaplataraa
odie do Pri, e
o Br. pode
bo foi publicado
nanea tido cor-
dito jornal, po-
o oa gazela
aem scieociaaoo, t
raspondanciaowic,.
flndo fomente atrribuir
ao Inleresse sincero dos edictores pelo bem publi-
co. Os saeeessores destes remedios em Paria
onds nossos dontores americanos vio aporfeeoar-
se em coohecimenlos mdicos, esli muito uuem
dos que lies merecem. OrTemaJIus duBr. way scbreptijam aos inuraidores dos nossos he-
meni mdicos.
Lase o tesiemonhp: _
A marcha da seiencia experimental, desde e
m ^im* '* qH*'!*t,te ie "*1* W'eomeeodbseeulo aetoal, adra ravel. 'Os grao-
urna col lee tona, por dinhetros que -
Ufua-la
valido copj na assignatora, 4is*o \ibsm os pra)
prios pfleXias 0Uu>lit;a,
e prqso e at entercado; at, onde pu
o odio e rncr da nimigos leprosos; PvY
ta-me aapas aro eoDsemo e vam a ser qq
nha defeza est assenUda na coos:iancia do pu-
bjipp illu.trado. e qua nsta Jpdgi vida, aplica
mi/ rntto (Jorrado, posso ergjier i fronte, sana que
renma'rhpilo de s me presentir um process nem
nunca fui a cailea pordadro ou outra qualquer
iraflcan'cla^e aa^ artpM cuja vida nao tem (ido
lab tenga oa .A accaajao que me iazm os meas leprosos
IrmigoJ, nao revela mais do que supina ignoran-
cia das Jis de fazenda e das leis criminaos,esa
assim nao revela cousa anda peior, requiutada
mi f.
Pederamos ser amis longo, porm o qae fica
dito, com ds doc^imeaws abaixo, leobo provado
qoe nada pavo a fazenda geral, e a falsidade de
todo mais, e assira seja o illusirado publico o juiz
entre mim e os mens leprosos ioimigos.
Cahpde setembro de 1871.
/oy Paulo do Beto Brrelo.
Bel Mi
.
DOCUMENTOS.
Em curaprimento do despichi retro certifico, em
vista dos Iivros de airada a samda de letras dos
exrelciosde 1815 a !>3i? i qae se Mere o suppli
ejote, qae foram recebidos por esta thesouratla do
excoMector 4o municipio da Cabo Jo^ Flix da Ro-
cha Palco as seguidles letras; sobre Tmomaz Joj
3a Suva Gusaio tres, sendo ama da quantia de
430JI089 rs. e duas da do 189o70 rs. cada ama
sobre Anionfo dos Sabtos Cotno da Silva, caco
da quantia de 400X000 cada ama-sobre Manoel
Joaqaim do R-go Barrete sete, sendo que urna da
quantia de 2101000 cinco da de 130JOOD, e ama
dade 13OJO00-solare Joo do Reg Barros gua-
rn da qaaotia de 00000 a cada urnasobre M-
noel Jos de Siqdeira e Fraqeisc Manoel de Si-
ijaera, seis da qaantla de iW/000 caifa una.
E para constar ea Carlos Joo da Souza Correa
oflicial da secretaria da Ibes uraria de fazan la de
Perharabuco, exefeendo o lugar de caxterarip da
mesma, passei a presqnte em 18 de agoste da 1871.
Bervindo de offljial maior.
Manoel Jss Pinto:
Em cumprimante do despacha retro, cenico
que dos Iivros d comas crranles c rnAiS assemps
existentes na terceira sec^o di c-anla loria desia
ihesouraria nao consta qaa o sapplicaate Jos
Paalo'do Reg Barrete seja devedpr a fazenda oa-
eioaal.
E para constar, eu Francisco Ignacio de Medei-
ros-3* escriturario da ibesoarrl d fazenda de
Pernambuco passei a presente aos 30 dias de agos-
t de 1871. n
Sarvindo de. contador,
vintenio Luiz do' Amoral.
Pagou 114000 de emolumentos.Ree-befloria
de Pernambuco, 30 d'agosto do 1871.Herraillo.
Pernambuco, 28 da maiode 1832. Rs. 944OOO
No pra^xo da 26 de junho de 1833, pagar Vmc.
ao Sr. ihasouriro da fazenda desta provincia, ou
a sua ordem a quantia de 9i4x000 impartaniia da
3* das dez letras qua sajuei para pagamento da
juautia da 7:473X883 rs.com o respectivo juro,
pela qual se ach Vmc. responsavel fazenda pu-
blica, como fiador do ex-eollector do municipio
do Cabo, Jos Flix da Rocha, valores ao alcance
em qae fhou o mesmo ex-to)iector pelas arreca-
edes a seu cargo, em coaformid<.de da ordem do
! ibanal do ihesonro sob d. 48 dj 27 da jaofio de
80O ; sea te 800X de priacipal, 144X000 da juro.
.Ni veneimento f>r.i proinpto pagam-ut< e na tal a
licario a> domis veuciJas. Ao Sr. Fraaeiseo
Pae3 Barrete.
Joaquim Francisco Paes Brrelo.
Aceito Bitao procurador. Jos Joaquim do Rtgo
Barros.
Racebi a importancia de~ letra do lllm, Sr.
Franeiica Paes Barreta. Tlie,-uur de Pernambuco, 31 de aeasti -" 1833.
Domingos Affonso era Ferreira.
N. 4
A bem da verdade peco a V. S. que se digne
respoader ao p desta os quesitos segumles :
1. Se fot ou nao V. S. o juiz raumcpal e de
orpbos desta comarca da Cabo em I8'l 18,
quaoto fallecen o esenvaa Jo- dos Reis Gomes T
2." Se foi ou nao por V. S. feo o arrolameuto,
ou inventario de lodosos auios o papis eacooira-
dos ni car lorio do dito escrivo, logo depois de
sua mono, com assisleacia do esenvao compa-
nhairo Igaacio Toientiqo de Figaeiielo Lima e va-
rias outras nes-oas ?
des tbesouros da naioreza foram franqueado, a
coraquanto pozessemos apenas a mi no quo ja-
zia nei-jiiin^ vimoi blitioli_rara riliotorj a aarir
aiqda elTes OIerB e qaanto ainJTa acb-sg*^!-
anoos as tr7a4 &Sfatii!hnnY PtrlTroba dos
melhoramenls; ms diariamente do.-cobrimos ma-
r.vilhas siaasurtaalajsafsri>Asoia,"ipaJAoDver|r
nos-a atienco sobre a mafi-hp do* 9Jr|M)il9llt9
da seiencia, .jue passos lentes dado' para.aatij^ar
nossas cidadfia e augmautar o oo
medido ? Oa roniauo, cerlo,
virtudes1 laltares d'agaa o tfgUmn.
vremento. Has a agua 6 fomente nm
qae prodigioso) entro os amitos, podereo &*m
que calcamos sos ps. l>. ,,'tl1
J nos convencernos do seguiples
cada raz, cada herva quo vemos e cm W
raos possae virtade d alto pre^o. Os,||
gatos nos tem ensjnado esu verdade; t
te os horneras civilisadas procurara os 1
vagens para descobriien. o sagreajp da ii
oa poder prodigipso d uaa bwva desprenda.
Pilosos horneas que tornaram palete ese/
egredos quando a pase sanininaria e eova
nada das dn gas minerae, e*la quasi esqu
E" evidente qua una a branda e suave mab
medica vegetal sobrepujar aqut I'a ; e a oraserva-
V'io de Napofeo I o Dr. Corvisart: Ha)
mais horneas do que oa ano eu liaba, > nao ;
applicavei aos mtdicos fnlSru.
Esta suggeatoes dos aocudiram ao con
a rcenle o admifaeldecob^ria.do Dr.. Ra
qne parece destinada a -xtingnir inultas enl
dades e miseria causadas pela que al bojj
tem chamado trataineoto mdico.
Excrderiamoa nossos limites ;e expoMMeape
tudc quao.to elle tem conseguido, como lejn iyp
provado; mas accrescentamos que a experiencia
ten moslrado||que phljsica a as escrfulas, meintti
no estado mais adiantado lem-lhe cedido o PaasJL
e que essa descoberia possue o raro poder M
diss lver o calculo (a pedra).
Uaicos deposii s destes verdadeiros reraedi,
roa do Duque de Caxias pharoucia americana! n.
37 e ra do Imperador n. 22.
N. 364 EMFERMIOADES C\i\PAS
EXPOSICAO.Os mineiroa qua trabalbarp en
a classe de minas, acbiram na .-alsaparu.
Bristol, urna salvaguarda segura coaira f
dasmanchos inberente urna vida de yrivaeOs a
coatiuaadas exposigoas iaas como rlj^majisw,
dysyep-ia, f-bres ulermiii-ntes e biliosas, affeccao
do ligado, abcessds, ulceras, inOamac^Jes glantfa--
lares, erupedas neuvralgia, ma'.estias feaereas etc.
Em todos os casos ainda mesmo que teuhara-
se aggravado por Jesmazelogarante se a mais
completa cura. Todo aquella que a toma de vez
em quando como preventivo, fortalece eu syjtc-
ma contra as enfermedades, vigora e a'igmenla as
forcas vitaes t tal pauto, que prei:o vel
pira cre-la. .-n mB,da'co eminente declarou, ano
elle se approxima s-e fabulo-o elixir da Via?,
mais do que neitium autro reme lo coauecfSo.
C0MMEI1CI0.
--------
Scgnros conlra-fogo
COMPAMIIA
NORTHERN.
Capital........O.OOO.OOOXO
Fundo de reserva .... 8j300^)00W
Mills La%an'& C.
IMPERIAL
Compatihia de seguros contra
fogo.
AGENTES
P. JOUNSTON C;
seuzala-nova a.
S.
Rua da
49.
SEGURO CONTRA FOGO
Te Liverpool d Loniloo & Glob.
Iasarance CompaQy.
Acrites :
Saondars Brothers 4 C
i 1-Corpa Santo H.
THE AM"

... dv 1
em
3." 3a foj ou aao por
S. nomeaudo-ine
-,1.^ nrtiilSH i F08EIGS.
este arrobmeute qae V. t Ltf and Fire Assarance Gompany esubelecida'
era 1841. CapMal 5,000,000
Os agentes desta corapanla tomam seguro*
contra fogo sobre predios, gneros fawnda? e
pagara aqu prejuitos devidamenie provados.
Rabe Scbmeuau di C
Corpo Santo n. 15.
escrivo interino, me eutragou
ano cartorio e se neste arrulamenio exista conha-
cimeoio do ser archivado, proveaiaato de contra-
tos de beas de raz.
i* finalmente, *e poucos mezes depila eu re-
quer a V. para nao continuar servir dito em-
prego, e fui def-rido-mandundo-se ma entregar
dio cartirio ao escrivo Tolentia >, isto pelo mes-
ido inventario qua eu tinha recetatdo. Dndo-
me V. S. heeiiQi para usar de sua resuosta como
me convter. -sejo a V. S. e a sua Exma. fami-
lia vi >ro Cata 26 de agosto da 1871.
Jos Panto do Reg Barreto.
I Im. Sr. maj ir Jos Paulo du Reg Barrete.
P rmitta responier-lhe aj.ii aos que-iioi da sua
pre-ada csrta supra pela forma- seguinte :
U anlo ao 1." primefrt quesite' verdade o qu
refere por t-r de ludo jater rerptaraue/i.
Qaiuto ao 2' igualmente fdd*exat..
Quaoto mo a'no r verdateo'jne allega e Je
ve coactar do archivo Jo respectivo cari rio como
mais que no exer;icio nao s "sse eaoirgo, c. mo
de vanos outros, que dignamente oceupou e era
divi-rsas pocas tem oceupado oesscomarca, lera
V. S. sabido po'tar-se da modo que nune* dar
tugar a quo contra si apparecessem quoixas nem
deforma alguraa, antes pelo ce n
represeUiBCoes
. .rano ineacau semora intera conuauca de todos
os hngam,ntos, e qne me peimiiusse evados para rf d Je f e8ljraa lll5a "^ j^.
^l^^!!*S^^*^^)^MJ%^ p"r. tolo elogio.
lancamentas aTnle os eningiria j com rfloito
deu-ma os liyres, (1cand a com os conhciraentos)
o incontinente oa levei o fia os encmenlo
segando as jjotas por elle coltecfor toaa .das e por
mtm. A Urde mandoajne pedir os Iivros res-
p mdi-lha qua nao os earegava, veio a miaba ca-
sa perguQiar ma a razio, eoiao ihe dis-e qua ti-
nha orden do DOAaetof para os nao ent.tgar, b
san recalljer a ihesoarana, foi empenhar-se com
nra arnjgo meo, bija desembargador da relacda
do RoTJ Janeiiop Dr. Firraino^Peretra Monteirc,
que eliio era juiz da d'reito d crma, o esto me
uergifctaoJo a razio porque u j au-riaentregar a<>
uoliaiir o* livro, cuntoi-lo-i a historia, e q amigo
j,lu>, ta^j deemb.rgado, rea
ia-mr que obr-va multo bem, e nao enire-
gaaajs e comprisse o qae o digno inspector me (I
do.
ti seguate apreseaioi-ma na thesaararu
os .Iivros e Oa entrega ao Sr. inspector com
JbiMipr Joao Goncalves da SiIvu 0. qual n"a
Pj.i talja.da aasi|oalura dx collector nos ultimo*
lancarwntus, disf-the que se tvesse nado para o
collector as-iana-oao'i ajfla naaj 03 liv/oJ,a3
-im carao nio fol poi-ivel piis rejCalljer se 03 co
logio
Quaoto ao a* e ultimo qui isto respondo pela
mi.iiia annativa, padeudo fazer uso de minha res-
P'ia como ihe eonvier.
Aqu tico *i suas .rdeos como qaem oom es-
tima e coosidorac/te, amigo, crudo affeciaoso e
obrigado.
Minoel Firmino de Mello.
nrjewmento W,np poOoar Ai Caailecibr batefo 0
" os qaaes Tendea {ion a diversa pes-
ia nspondi em data de 30 je agiosto,.por carta
entregue por arjn anigo da ambas, ao Sr. Caetano
os|alendes, na saa persistencia porn era chamar-
me pire-te Diario mo obriga a responder aqu
t .m i'-m.
Bncoinmendma o Sr. MnJos por raen interme-
dio ao Sr. M H-bers, de Berlin, una machina a
vapor porttil ajastoa o pivgo com a eotid-clo im-
p isla pelo fabricante de pagar metade adiauta. te,
9 o resto quindo estivesse prompta a machina.
Pagou esta prune1r;inetadrt e eu rametU ao fabri-
cante o que Ihe competa, na occasiao do Ihe trans-
mitur a encommenda.
Fot Ju-ia a machina por 2:000X000, costa de
c?rn 3<)X-sOO, d.tve portento Sr. M ud-s anda..1
1:300X000, falta porm nicamente a o balear o
faoncauto do 3 81 ou Cerca de 8DSO0 j- o logo
qae o,3r. Mendos se aignar rfmeti esi qaantla,
o fabricante far prompta entrega da machias.
.MACA DO RBCIFK i DE SETEMBRO
DE 1871.
aS 3 1/2 HORAS DI TAADI.
Gotacdes officiaes.
Algodao 1" sorle 551 rs. por kilo.
Algodo da Parahyb sorte 613 r. por hile
pisto a bardo a frete de H|I6 e 5 0|0.
tem dem 2" sorw5i5 rs. por kilo posto a bor-
di a [rete de ll|16e5 0|0
Cambio sobre Londre3-90 div 13 d. por 1*000.
a. G.. Steppie, ,
Presideoie.
P. J. Pinto,
Secretario.
ALFANDEGA
Raadiraente do da 1 .
dem do dia 2.....
iO: 503X7 91
46:6*U3W
R7:8*1
llov.nenio da alfndega.
Volamos entrados com fazeudas
com gneros la
Volumes sabidos
com
com
fazendas
gneros
i*
200
89
m
Descarregam boje 4 do agosto.
Brigae portuguez Encantadorraercadorfas.
UngaeUiliano$cipron -ftrmlia d^ trigo!
Hiato aracricano Qattie Haskli Tarios geneM*
Palaeho logletJuvnta inorctJhas.
Despachos de expnrtafio no dia Jf* V;
selemhro. v
Pan os porto* do exterior.
No pataobo .VstNc* "f*f** ?**
carreaaram: Mita Laihtl SffTneeia eo
11,926 kilos dealgoal.^^ r.'.6 -
carregoo : Edaardo di Oo* Odveaf 200 uceas
com 15.0*9 krh *> s'fWao. ^;
Na barca fran:at MMmeMm%.li-
verpoel, c*rre(r : Ral diclWlieaaaSlMai-di C.
lttsadeasopa 7,64* kMos da a*.*
No patacho BorieHtil*najk3'*eVMnti
n, oar o. R- 4a Pnta, eta
trraio CJ30 Uarrieaa otwMp -alo t
suearMUM
4>
r



)
~
l J&^&^ t
m- barca fraoeeza FiieUte,
urregaram : Setter 4 C. 600 coa
g ade?oom iMOO kilos; E. A.
posatudeboi
E PERNAMtfaj.1 '' l
-
1:
m
3:118*047
LHOOfcS Di TAUI.
RKEBIDOMA DE
GERAES DE
Reudimento do da 1 8811110
Idea do di t...... 3:172J865
e-niar,1"' ( ..o.
a* ttnbr.nq- **3*>}<*im*&0 PROVINCIAL.
dotaHai/ ofc LtbLU >i:BW|0l6
IJai'4iit>raori^ l:740*0t
4M| ,tobw 'a .firifloqq'TI
ron a abaottMfj' offuam
a oMimr onufiteiM RB&PE
A Di-Wiiaji UBI rAiftH
-ano iitmiiii
podres fiVeiuaram-se trao*-
4 por 1J, Armes,
iroaoibuo eseolhiflo o regu-
>* avNWO-e d Micei o Pa
borde,.a4 por arroba oa 13 ki-
0410* ^ ''*'- i- '<
tauveram lraosc53es.
frndu^se V78J por pipa noml-
6 ipados vonderam-se a
"pilado da, India vendeu-se de 2*300
boa venden se a 3*000
etalboo-se de 1U a 1** por bar
isit^com 3.300 ditas.
-se a i* a arroba,
em aSlOifo a barriquiaba de
.^ti^CA^i
fyftjiMHim 6*Hi arroba.
Cha.dem de i* 2*500 a libra.
Cbrveja.dem de 4*000 a 8*."00 a duzia de
botijas ou garrafas.
Kerosene. -Vendeu-se a 7* a lata de 3 galdes.
LouqaVendeu se a ingteza ordinaria a 280
por cento de premio sobro a factura.
Mawtewa;A inglesa veodeu-se a 830 a rs. a
[68| a 70 rs-
I a 63 a cajxa.
ni a 25200 o galio.
.Jarcaixa.
liInlilAiI lt* a arroba.
^uSjog* flaraoogos oenderam-se de 1*603
a 1*550 cada um e ^pcato de 450 a 500 rs. a
libra.
Sabao.Yendea-sel 70 rs., do inglez por libra.
Toucinho. VendeM o de Lisboa a 12*000
bbb 0 de Portugal vendeu-se de 120$ a
pipa.
Vamos. Os de Lisboa vendeu-se de 200* a
Mftf, *s de outros paizes do 190* a 220jfor.
"Velas. As de composico veaderam-se 580
rs. o pacote de 6 velas em libra.
Fretes.Do alaodaa, desti para o porto de Li-
verpool, vela, 3/4 d. e 5 */o o a vapor, 1 d. efi
I h carregaoda dos portos visamos de 3/i a 1 d. e
o % Pe' limitado numero de navios existentes
uo porto e pelos poucos que se esparaa, de pro-
Mr qie subam anda o.- fretes.
MoTIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 2.
Asst7 das, oale nacin! Deiu Te Guie, de
109 toneladas, capitao Mi noel Fernandes Sa les,
eqjipagem 8, carga sal; Barttoiomeo Loa-
re neo.
Rio Grande do Sul22 dias, patacho nacional S
Bartholomeo, de 221 toneladas, eapito Casio
dio Aatonio da Silva, equipagem 10, carga
10:000, arrobas de carne ; a Amorim Irmo &
C.
Navios sahtdos no mesmo da.
Aracaly Uiate nacioual N. S. dos Navegantes,
eapito Joaqulm A. de Figueired", carga diffe-
. reates gneros.
Observando.
Suspenden do lamaro para o Itio de Janeiro o
brlgui norte-allemao AWy, capiio Topp, com o
mosma carga que trouxe de Heroosanl
Navios entrados no da 3.
Baha4 dias, patacho nacional Mana Jos, de
217 toneladas, capitao Joaquim R.icha Pinto do
Maitos, equipagem 11, carga 11,000 arrobas de
carae ; a Amorra Irmao & C
Montevideo.22 dias barca portuguesa Diana. d
250 toneladas, capitao Antonio Teixeira de Car-
valho, equipagem 11, carga 5.300 qainlaes tus-
panhoes, de carne ; a Loyo & FMio.
. Navios sahidos no mesmo Ha.
Rio Grande do SulPatacho nacional Ganbaldt,
capitao Santos, carga sal.
Montevideo Barca bratileira Amisade, eapito
Jos Lopes Martin1, carga assucar.
EDITAES.
O Dr. Panlino Rodrignes Fernandes Chaves, juiz
municipal da l1 vra neta cidade do Recife de
Pernambuco, etc. ptc.
Fago saber aos que o presente edital virem e
delle noticia tiverem, que tendo fallecido Joo Sa-
raiva de Araajo Gilvo, escrivo do juizo munici-
pal da 1' vara com exercicio no civel e acbando
por i jto vago o referido oficio sao pelo presente
convidados o pretndanles para que no praso de
60 dias, contado da publicado do presente edi-
tal, apresentem a este juizo suas petiQoes instru
das ae exime de suffleiencia, fulha corrida, certi-
dio de idade e mais doenmentos na forma da le.
E para que chegne a notieii de quem convier,
mandei pasur o presente edital que ser publicado
pela imprensa.
Dado e passadj nesta cidade do Recita de Per
uambuco aos 28 de agosto de 1871.
Ea Pedro Tertuliano da Cunha, esenvao o es-
crevi.
Paulino R idritraes Fernandes Chaves.
O inspector la alfandega, achaado-se auto-
risado pela thesooraria de fazenda a mandar fazer
os reparos de que precita a barca de viga n. 4
dsata alfandega, de conformidade com o respec-
tivo ornamento ; na importancia de 2:830*000,
convida os pretndanles a aprasentarem sais pro
postas em cartas fechadas at o dia 4 de setem-
bro prximo vindonro; em que ser a ubra ad
julicada a gaem por meaos e com mais vanta-
gea* a queira lazer.
Alfandega de Pernambuco, 30 de agosto de
18J1.
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
O Dr. Sabastio do Reg Barros de Lacer-
da, juiz de direilo especial do co'mmercio
nesti cidtde do Recife de Pernambuco
n r S. M. I. ele, etc.
Fago saber aos que o presente edital virem e
'oile nolieia tiverem, que reqaerimento de Al-
vos de C, se acha aberta a fallencia da Arma com-
mercial Maaoel Jos Lope & Irmao, pela senteDci
da theor segainte:
A' vista das letras vencidas de folhas 3 a 7 ;
depoimeatos da testemunhas de folba 9 a 11, e
auto appensos ; bei por bem declarada a aber-
tura da filleotfi, a dattr A< 2i de julb Ando.
Nomeio curadores Qscan aos credpjes Alve; &
C, asslfnitarios da peticao de folhas % prostaram
juramento. Proceda se immediatamele a inven
tario, acto em que desigaarei quem intennameoia
servir de depositario* at que ua ferma do arl.
812 do cdigo commeTeial, outfo seja o nomeado
polos eredore, aos quaes para Uso eonvdoo, de-
vendo sea coaaovemwrto ter logar na sala das
audiencias 4a 11 horas do dia 8 do correte. E
jastifluno-M tu seutenca por editaes. Pagas as
casta* pela saasoa fsliiJ.
Reeife, 1 de setembro de 1671.SebaMia do
Reg Barros do Laeorda.
E para qoeebegue ao conhecimento de
todos maBdei passar o presente edital que
aert affixado nos logares do costme e pu-
blicado pela imprensa.
Reeife, S de setembro de 1871.
Ea Manos! Mari Rodrigues do Naseimonto,
oserivao, o santera*.
Reetfa. 1 do setembro de 4874.
do^ttejo B. d Lacerda.
Ml^adpl^ aslaiWU^iAjM>aWoV
misecjooiitaitt Boclfe toldo dfreco*Mrai|o pro-
a^VaotfonMiida-oosB ontro o a soaoikr
que gontenba dons armazens, ora 90 parsito
*m qmn-p4T dteooi prseo 04|*laBr otrMgar
tooHeoMa tos padend serooi aprovtitodos) te
materiaes que fcram tirado dos anlijos pudios
e jaleado em bom estado.
Os aretendntes everlc apresentar i- mas pto-
pMtao eoi carta techados eosa oootorooao ol-
aimo porqua MM otea ama daptfto4aaiBtatj.
Podro Rodrigues do Sooast -
SH^A SA DA MIS^ttbdBRIft,
A Ulm.Jonta admtatetrafrva da Sato C*sa
sBaortoordi do Recite roaada raaerpaMsto qne a
Sladosaassestes, nodia 6 do moadeae:oa>bro
polas 3 horas da tardo, ten de ser uromaudM
a quem, mais tantag'jus offrcer, peT'lemfeoae
um a tres annns, as rendas dos predios era segtii-
da declarados:
ESTABELECIMENTOS DE CARiDADE.
Ra do Azeite de Peixe (travesea da Madre Dos)
Sobrado n. 1........l-.&tVfy
|0S* 180*Of
320*006
30B90M
000
211*
360*000
19IJ30
103*000
101*000
11G5000
193*000
192*000
2325000
Roa do titri FteflaTDo.
Casa terre? n. 63.......
ldomn.47.........
Raa do CaUbooco.
dem n. 18........
Roa do Amorta.
Sobrado do i andares n. 26 ...
Ra do Piar.
Casa terrea n. 73......
Raa da Gloria. J '
Lasa torrea n. 61.......240*000
Ra da Ponte Velha.
Casa terrea n. 32.
Ra das Calcadas.
Casa ttrroa >86\ ......
a da Roda. -
dem m 3. i......
Wean. 7.........
PJVTIMOfiI01X)S 0PILVDS.
* -Ruaa Gula.
Casa terrea n. 27 TT/i a 1
dem d. 19 I i i K ". ? 1 '
Largo do Paiai-zo.
Loja da rento do secralon. 89. .
Roa das Larangeiras.
C?sa terrean. 17.......
Rua.de S. Jorge (Pilar).
Casajerrea n. 9i.......210*000
dem n. 105........154*000
dem n. 10.......0 2fl3*00t)
Os pretendentes devero apreentar no acto da
jrremataclo as suas flaneas, ou comparecerem
icompanhado? dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
:ife, 21 de agosto de 1871.
O escritao,
. _________edro Roirtgues de Seuza.
4.* seceo.Secretaria da pre-idencia de Pm-
nambuco, 2 de selembro de 1871.Bdttal. Nao
tendo sido publicado em lempo o edital de 5 do
mez fiado, pelo qual S. Exc. o Sr, vice presidente
da provincia, para execuco do art. l.*da.lei pro-
vincial n. 1000 de 13 de jouba ultimo, mandou
couvidar todas as passoas que quixerem contra-
tar a construcc! e exploracao de urna oa mais
fabrica* de flaca) e teuidos de algodao, sob as ba-
ses e>labelecidas no referido srtigo, abaixo trans-
cripto, a apreseniarem suas propostas nos termos
da lei n. 963 de 25 de jul o do anuo paseado, re-
solveu o mesmo Exm, senhar prorogar at o dia
20 do crreme, o prazo marcado no mesmo edital
para a apresentacao das mencionados propostas.
O secretario, Elias Frederico de Almeida e Aiba-
querque.
LEI N. 1000 DE 13 DE JUSHO DE 1871.
Arl. 1. Fica o presidente da proviaoia autorisa
do a contratar com Antonio Valentina da Silva Bar-
roca, ou cora quem melnores vaoagern cffereeisr,
a constraocao e exploraijo de ama ou mais fa-
bricas de Sarao e iecidos de algodio, sob as se-
grales bases :
1. Privilegio por 12 annos contados da assig-
natura do contratn.
2 Conclusas de urna das fabricas no prazo
de dons aonos da mesraa assigaatura.
3 Isencao da decima urbana de quaesquer
outros imposto proviriciaes ou municipaes para
os predios da fabrica e suas dependencias, no lem-
po da dnracao do privilegio.
I 4.* henejio de direitos provinciaea sobre as
materias primas que consumir e de direitos de
exoortaejio das que forem confeccionadas na fa-
brica.
5. Obrigacao, durante o tempo do privilegio,
de raaoter, eduear e ensinar a proflsso de fian-
deiros e teceloes a doze orphaos eicolba da pre-
sidencia, de 12 a quinte annos de idade por e-pa-
co de cinco annos. sem estipendio algum da pro-
vincia:
de agosto de 1871,
____ Alexaodro
N6H0S dQa'(iitWIHIk.
snas respectivas
Eduardo Layoe, 10 faltas, 7 em naoMatoJai)
*iwi*wi,t ): aotitMi tr cb.

rgsi
A cmara municipal desta cidade, faz
publico para conhecimento de quem nteres-
sar possa que, nao tendo apparecido licitantes aos
alugue's das casas da praca da Independencia,
com o angmento de cem mil ris por cada urna,
e b-ra assim o imposto de affericao de pesos e
medidas, fji de novo espacado o praso di arrema-
tadlo para o dia 6 de setembro vindonro, e con-
vida aos pretendentes a taes arrematacoes a com-
parecerem no paco da mesma cmara em o refe-
rido da pelas 12 horas da manha.
Paco da cmara municipal do Recife, 31 de agos-
to de 1871.
Ignacio Joaqulm de Souza Leao,
Pro presidente.
Loureoco Beterra Carneiro da Cunha.
Secretaria.
C oustilail o pro viudal.
Pelo consula lo provincial avisa-se aos respecti-
vos contribuales, qae termina se oeste mez o re-
cebimeoto dos diferentes impostos ainda nao pa-
zos, Derten-entes ao anno finaneeiro findo de
1870 71, sendo qne, encerrado o mez, sero os
debito liquidados e remedidos thesouraria pro-
vacial, aflm de ser judicialmente promovida a sua
cobranca.
Consulado provincial 1 de setembro de 1871.
O administrador,
A. C Mchalo Ros.
- Praato.)mo d pal de&H e opois
afmtodn^HH'sJsV oTso?!!a?tta*to
Phorado por JosoGomM da Ollveir coolra fog
Conselho de compras
de marinha.
O conselho no dia 5 do mez de setembro pr-
ximo viodouro, promove sob as eondieedes do es-
tylo e a vista de propostas recebidas at as 11
horas da manbaa, a compra dos segrales objec-
tos do material da armada:
30 varaes de ago fundido de 4/8 a 1 pollegada,
3(Wardes de ago redondo de 1/2 a 1 pollegada,
100 botos de metal para escalar, 10 barra de
brea, 100 covados de baetilha, 30 barris de cal,
10 baldeadeiras de olhi, 4 baldes de madeira
para carregar agua, 400 palmos de chumbo em
lenco! com 4 ditos de largara, 10 arrobas de er,
400 colheres de ferro, 6 pegas de cabo de linho
de 2 pollegadas, 6 pegas de cabo de lindo de 2
1)2 pollegadas, 6 pega de cabo de linbo do 3
[oliegadas, 6 pecas de cabo de linho de 3 1|2 pol-
Bgadaa, 120 dobradigas de canto, 120 dobradigss
laadradas, 10 arrobas de estaoko em verga, *
arrobas de estopa da trra, 6 arrobas de estopa
de linbo, SO arrobas de estopa de algodio para
m'China, 20 funis defolha, 12 'echaduras de me-
tal para camarote, 20 varos de ferro ingles qua-
drdos de 7/8 de grossura, 40 varos de ferro io-
glez quadrados de 5/8 de grossura, 20 varos
de ferro ioglez qaadrado de 3/8 a 1 pollegada,
12 barras de ferro inglez em barra de 3 pollega-
das de largo e 1 1/2 de grasara, 12 barras da
ferro inglez de 4 pollegadas do largo e 1 e i|t de
grossura, 100 forquetas de ferro, CO faeno pe-
dretas de ferro de om batir, M flamaia de eseator,
10 arrobas de palia de Rto-tora*de, 100 pocos de
linha do baroa, 100 pecas da liaba alcatroad,
40 grasas de parafa > do ferro de l|l a 3 pollega-
das,*) pegas de merlin, SO tornos do medida i de
folba, 00 arroba de oere amarella, 4 oeotos de al-
cance, 3 arroba de prego franceses de 1|S a 3
poliegidas, 1S pellos preparadas para caixa de
foorrs, 1 resma de papal de Haldada liso, 3 pa:'
ca de soadareta, S Una de baldeago, dO libras
do taias de cobre, 1100 libra de tinta branca
da unco. 800 libra de tipia prea, 1 peca do to-
pete, dalias do Uboa I poho da 1|S pollega-
da, 6 dauat do Uhou do poho de 1 poHegaoV
10 arroba de trelo, 34 resmas de papel almaco
pautado, 34 ditas de dito Uso, e i lencoas do fer
eBMtt
doente.
SslttftoVSIrviWiekiflbaa* (MW^7 f,,?JJ
Brosnvaaarasna Msjqi d4 -Q S**
Joao frage^ditofc.LJaj --, sviicoi
. mrtum.:.:..::
' m Reglno des inlos "UM,' fara*'
:doootoi
S&aauBl Piolo, fltoa toooorasvec .
Jovino Frederico de Albu^uac^uo Sanagp, 7
GytoaaoioSfda-setembro de 1871.
O bedel,
__________Hermenegildo Marcelino de Mirand.
anta Casa de Mlserlcortlla, do
PataascaoL
Rectese fez
unta adinici
d s osbhile
abatooT .
Jjaquim, fillij de
tocio.
Jovino, lljhode Igoez
. Narciso, Qltao de Joaq
perron.
Alfredo, Albo de Belrarmina Francisca Loba.
Joo, filho de Joama L-opoldin* llooteiro.
Jos, sobrios de Antonio Caetaoo Martins
Marques.
J8o, fllho de Benedicta Mana da Conceigaa.
Joo, Ulha de Porcina de SoazaReis Dia.
Cnristovo, filho d3 Mara Riia>Aeeteli Caval
cante.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
cila, { de selembro de 1871.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Sonta.
suas passa-
iCop-
J-
oaojoA
pataebo nacional Mara Emfk
eoaapJeto o earregaoxensf^nr
">pe Davim.
ICBIHI til 'I
Apresen-
bisca da ConceigSo.
le Vasconcellos Du
torreio gepai,
4*1
Relafo das cartas registradas, procedentes
do sul e oorte do imperio, existentes ns
repartic;5o do correio desta cilade.
Autero Augusto Peixoto de Alencar, Alvaro Pe
reir de S, Antonio Correia Maia, Belmira Mara
da onoecio e Oliveira, Caetano Cabral de V.
Carneiro, Plrmino Tbeotonio da Cmara Santiago,
Francisco Ctraeiro Monteiro, Francisco Lino de
Souza Couto, Francisco da Paula Graga, Gaspar de
Menezes Vasconcellos de Drummood (i), Gentil
Rodrigues de Sonta, Higraa Mana do Espirito San
lo, Jacialha Emilia da Purificacao (2), Jovino Fer-
nandos da Cruz, Jauuano da Silva Assumpgo,
Joaquina de Dsos Googalves, Joaquina Guedes da
Costa, Jos Climaco do Espirito Santo, Jos Tava-
res Pinbeiro & C, Joo Radrigaes de Miranda So-
brinho, Joo Vi '.ente Pereira, Manoel Francisco
Cruz, Manoel Francisco Teixeira, Presidente da
Loja Magonica^Firmeza e HuuiaDidade, Simphro-
nio Cesar Coaliabo, Simplicio de Barros Alves da
Fonseca.Tbeotooia Rita da Molla, Tobas Brrelo
de Menezes, Francisco Jos Coelho Netto, Biase
Orrigo, Felice olanco.
A imininracao do Correio de Pernambuco 1 de
setembso de 1871.
O encarrogado do registro,
A. Gomes da Silva Ramos.
**
THEATRO
DA
UMBELA
NO
Campo das Prlncezas
DIA 7 DE SETEMBRO
Grande e variado espectculo
em honra ao anniversario da independencia do
Brasil.
Com a presen e i do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia.
EM BENEFICIO DE
D. Lu a Bibciro Lartllalr.
O programma ser annunciado pelos jornaes.
AVISOS MARTIMOS.
COJIPAMHIi.
DAS
Messegeries maritimes.
At o dia 10 do corrate espor-se da Europa o
vapor frsncez Gironde o qual depoij da demora do
cosame, seguir para Buenae-Ayres. tcatelo dos
portos da Babia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para fretes e passagens, trata-se na agencia,
raa do Commerco o. 9.
No dia 11 do correte mez espera-se dos por-
tos do sul o vapor francez Sindh, commandante
Massanet, o qual dopois da demora do eos tumi se-
guir para Brdeos, tocando em Dakar (Gore)
Lisboa.
Para condigoes. fretes e passagens, tsaia-se na
gaencia, ra do Commerco n. 9.
DE
Navegapao Brasileira
Al o dia 9 do cofrett W-
perado dos-porto do Ql o vaeot
S. Jacmthe- eommandante Atkio-,
qual depois da delnra do eosto-
me seguir para oa do orle.
Desde ji reeobem-se paasaelroa o eataja-so
carga, ose o vapor poder condnzir, a qual devera
ser embarcadaoo dude saachegada, Eneomaioa
das o diaheiro a frote at I S horas da tarde
do dia da sai sabida.
Nao se receben eomo esteomnondu seaio ob-
j arrclw^posoouapalmoa cbicos do modlcto
Todo qoo paoaar deotao lliaitM derori-sor osobat-
eado eoiM'oarga.
Previne-se aos senuorw pajsagoiroa que <_.
oaosagets sd so rosoboaa oo agutoa, roa dedos;
arelo a. 8.
proioBQfl wfwf fli jsvtt06C"i9 9~^|mqo porto*
gdss Leral, capi 3o Gilhorme Joasta Leal, por
tor ajaater parte de ea carregamento engabtdo
o parto resto qne lh Ka e pamfelros, pinTff
qoo tem boas commodo, trau-se coa o referido
eapUio a bordo oa oa praea.
itffl
kMsan aool
>>. ob ni*
Para o lad
dia 10 do conrete o ola1 w
capitao o prstico Francisco
o resto da carga f^fyfceoiqsi tai
mszem n. 60.
a,#:Agsi|r#an
dia Atoen, ar
--
-.-!-'i ...
V.uult el
Segu para o
dade possivel pofjuJ
ga o biale naciohaian
s Vanaa: tratar couV
do Amorim n. 37.

ol O- IfjD1
a majo| narle.da car-
' caaiUo Cajitodto Jo-
-irmios k C. ra
marquetas,
J-jitMar,
janur
carradelras 1 can-
tos ou-
5 DO CppfTE.
nffla pe-aoa "aola oda de
ontual ar leilo dos objec-
a roa do
a. la.
as 11 horas em ponto, o correr
I imperador
do roartello.
^""''Wfvefir, prata e curo
Qaarta-feira 6 do corrate.
O age:
urna fa
fas lei 1.
mogno, _
quezas, meaot)
1 grande eiael
drovf*Bi*i>
. legitoieate autor
redrtopra lora da
ilia de- Jacaranda, I
" pparadjjres, e?pe
toc|ofps toileto,
e al
do por
provincia
[dita de
[os, mar-
qnadros.
toifwto'i__
#9u(it)sSS.Ke)er^C.:s
afa jntar almaco, vi-
. tois, TUtofos, 'vene
sianas, 1 rico raqueire aovo de prata, colheres de
Dr*L*. Kr* 8P*S?*didiver?aa obras de Aro, 1
rcftwo(jlLot3fcra $lgibeira coan Jorda
para 15 dias, f grande balancapara 3000 kilos,
e muitos outros f*Vfas|evfact*rque se acbaro
"atente no acfeHaVWBd --oo-dTa cima quarta-
LAd oortente, i ll/tior,s a manha em
, da rrfa do vigrio n. 7, armazm.
3

v
T
Pretejidess)g>jeM.|)aifi'tt'ef\e o palba-
baie nafitmal Mt%p Arihu; tem pasta- da sen
carregamnlo prompto, para o resto trata-se coa os sena consigna;aros Antonio Luiz
da OUveira Azevedo & C, uo seu escriptorio ra
Jo Bom Jusua n. 57
BnrcaQi a \eudi
Vende-se a barcago sMsw.-ne lote de 800 sac-
cas ou 4,000 arrobas}! nlsole nova, muito ve-
letra, e acha-se bsm appasVIhada : a tratar na ra
do Mar juez de Dunda, outr'ora ra da Cadeia nu-
mero 19.
Pra os porto 1 do norte at
sogue irapreterivelmente no dia 6 do corrente o
hiate nacional Probidade, cora a carga que tiver :
quem pella qdfcer carrejar para qualquer dos
portos intermediarios, qeeira a bordo ou raa do Commerco n 17.
LEILOES.
ULAu
BE
DIVIDAS
Na importancia de cerca de
A ^12:00#000.
O agente Martin. far leilo requer ment do
D/t inventariante-dosbens deixados pelo fallecido
Jofqoira de Almeida}Pioto,e por mandado dolllm.
Sr. Dr. juiz de orphaos de crea de 12:000*000
em envidas
1O JE
Em sen escriptorio a ra do Mrquez de Olinda
o. 18, as 11 horas do ota, os pretendentes podem
examinararelago dos devedores oo escriptorio
do dito agente.
LE
DE
Um cabirolt de 4 rodas com arreios e 1
cavalto.
Hoja
O agente Manas far leilo por mandado do
Hito. Sr. Dr. j iz de orphas de um cabriolet, de
4 rodas com arreios, coberta e langa para dous
cavallos e um cavallo para o mesmo, tudo perten-
eente ao espolio do finado Joaquim de Almeida
Pinto.
No escriptorio da referido agente, ra do Mar
fj qaez de Olinda n. 15 1 andar, s 11 horas em
ponto onde baver leilo de dividas
LEILIO
DE
100 caixas cora cebollas marca P V & C,
viudas no vapor Cognac, em um oa mais
lotes.
Segunda feira 4 do corrente.
O agente Pestaa, far leilo por conta e risco
de quem penen ce r de 100 caixas com cebollas,
marca cima, e sero venaidas da maneira j di-
ta, no da segunda fera 4 do correnle, na ra da
Moeda n. 39, armazem do Sr. Miranda, s 11 ho-
ras da manha.
LEILO
B8
JOAS
Em 00 tjna$0.
Sem limites
Para liquiadc.ao
Constando de objecios de brilhanies, relogios de
oro e prata, salvo e colheres da dita, trancelins,
correntao, aderegia, neis, pulsara* e sastotosou--
trps objetaos de camellas vencidas e dadas em
Terca-feira S do correte
Peto agMte Marttos,, na casa de penbores, aa
trkvessa da roa das Cruze, n. 4, 11 horas do
to ao correr de Qifl^sto.
lampo d podra mar moro, a
- satwiuanoiejaearaBr
o boa atasada, 1 o>
*oa, 1 goarta-loaga de ama-
iMarooadi, o exeoltooto s-
tovoiisdedeaaMroMo, 1
Movis louga, e virlros
Sdoo nma solida mobilu do Jacaranda a Lniz
Xf-.oom nrelfo poeo oso eonstatfl de 12 cdeiras
je goanigo, 1! ditas de bracos, 1 sof de jaca-
randa, 8 eoasollos ejarlioeira cora p*dra marmo-
re, 1 mobilia de amarello, 1 dita de genoveza,
essn 12 esleirs de gnarnieo, 2 ditas de bracos,e
1 sofa.-uma pequea mobilia de iuaco para toili.
una rico pianno novo de escolenles vazes, cons-
trotgio perfeita e proprta oara este paix, 1 toi|et
de Jacaranda, 1 rica cama franceza ede-ptotisla,
1 espelho, l bidet de mogno, 1 toilet para solteiro,
I par de vasos rico*, 1 dito de figuras para en-
jertes desala, 1 majguinca secretaria de amarello,
com muitas gavetas e acomrtodagdes para guardar
livros, 1 fraude commoda de Jacaranda, appara-
dores, 4 quadros importantes, 1 cama (ranceza
de amarello, 2 cadetras de balango de Jacaranda,
1 marquez", 1 guarfla-roupa de amarello, 1 me-
za elstica de amarello, 1 bergo, garrafas, corapo-
patelrax, copos e muitos outros objsctos de u-o de
urna familia-qbe s retirou para a Snropa
Quiota-feira 6 do corrente.
O agente Martiosvbri toilo de todos os movis
e objectos de gesto cima mencionados, pnrordem
de urna familia que se retirou para a Europa e
que foram transportados para o sobrado o. M da
roa do liarao da Victoria, onde ter lugar o leila
s 11 horas do dia.
LEILIO
DE


20 barris cota manteiga ingUza, 8 barricas
com cerveja bass em meias e inteiras
Segunda feira 4 do corrente
As f.9 horas em ponto.
O agente Pestaa far leilo dos gneros cima
mencionados, na seguoda-feira 4 do corrente, ao
meio dia, na porta do Annes defronte da alf.n-
Idega.
VISOS DIVERSOS
O Sr. J0S0 Jos de Araojo Lima, qae
foi caixeiro da loja Agoia Branca, qaeira
vir esta tj-pograpbia a negocio de sea in
teresse.
:**
Aluga-se o grande e excellente sitio da estrada
dos Aflictos n. 23 (o da eapelia) com comnodos
para grande familia, reeommenda-se ainda pela
fcil commnnicago da via forrea: pora tratar na
ra larga do Rosario n. 34, botica.
Precisa-se de urna ama para todo servlco de
ama pessoa : ra estreita do Rosario n. 27,1
andar.
Fiorescente
1
O abaixo assigoado Sr. do eogenho Macaco, do
termo de Agaa-Preta, faz sciente ao respeitavel
publico que muda o nome deste sea engenbo pa-
ra Fiorescente, visto as duas safras qae moe sof-
frer deseaminbo de eartas e contas de assucar ;
atlribae a engaos por haver mais engenbos do
mesmo nome que transitam tambera pela va fr-
rea, pelo que desta data em diante ser couhecido
por Fiorescente.
Reeife, 1* de setembro de 1871.
Jos Firmioo Teixeir* Cavalcante.
s
T-hat... t-hat. ..|
t-hat...
2.
BOM GENIO!
Doze, vate e quatro e trinta e seis.
Deas o sabe e ea o sinto.
O Padeeente.
Pedido.
Pede-se ao Sr. Theod Justo que foi negociante
nesta praca para qne venha a entender-te com o
abaixo assigoado sobre a encommeoda do vapor
feitaa 18 de-abril de 1870, o negocio do vapor.
Fui l:000d que adianlei.
Caetano Jos Mendes.
Advocados I
Os hachareis Jos des Aojos Vieira de
Amorim, e Miguel Bernardo Vieira de |X
Amorim tem sea escriptorio a roa do C?
9 Duque de Caitas n, 35, andar. &
** ** ^
Raalos cestas e brinqnedes
Cbegou para a ra Duque de Caxia amiga do
aaeiraado o. 111 um lindo sortimento de objectos
Sos de pafea pomo sejam cestinhaS para meninas
balaios para dosturae, ditas parr pao na awsa,
dito para faca}, dilos psra fructas, ditos para ou-
tros muitos aftstere, maracaes para enanca-; e
groado swtiaeoto de ealungas e brinquedo para
edtresor oriaogas con ponoo dmaeiro.
Afioal obdfoo nova ratoetaa te leha tm-
ciewado da Soiss, pelo nfotYt
desde j Acarnos esperando pelo* i
dadores e enteQdadores'det artigo:
Keller di fl. aw roa da Croa w. m, j^ .
Precisase de duas perfeita eugomisWeiiBswiav
ga se b m : na roa da Bram n. lOi por sute
fnodigo do Masqalta.
Vts)sV Odilon Duart
CAfiELLEIREIRO
Una da Imperas*rlz
ffesf stsbolecimeoto encot
senhoras ludo qae diz repqto a
0% cabellos, como'sejim eoque?,
cresentes; e.chpame, etc., eB
grande quantidade de tranca t,
vegetal, qne vende se "pmo'I^
prero de 54309 ca-ia frag1.
No nrestiao estabeleeimento encontraflo \
W dons ofBciaes peritcs professors n'arte ;
M de pentear senhoras, os quaes sempre
" eslao promptos para qualquer chamado, ^
quer dentro da cidade ou seus arrabsldes, V
0 ponteados fios modernos o escoltidos do g
ff Mimos figranos.
W^k
Caixeiro
Proeisa-so de um caixeiro de 16 a 18 annos do
idade, com p tica de taberna, e que d Piador a
seja portuguez
sua conducta e
Cruz n. 74.
na ra d Uaata
Padria
Aluga-se ou vende-se a melhor padaria da po-
voago do3 Alagado?, muito acreditada o com
grande frefiuezia, garante-se o arrendamiento da
caa pelo lempo que se conveacionar. Seo pro-
prietario disfaz-so della por ter outro negocio do
que tratar : na ra Bireita da qiSsraa freguezl
n. 6fi A. ",
i-------------------------------------
miNiM.
o
Precisa-se de urna ama para fazer o servico do
casa de urna familia composta de duas pessoas,
exceptuando o lavar e engomisr : quem qoizer
dinjs-?e a esta typogrephia para tratar.
H*%
Precisa-se de urna ama
\ para co-ichar : na raa do Ba-
kN rao da Viclorfa n. 34.
Ou*;rece-ae urna perita coziatnira ertran-
geira, que enlende de tudo quanlo perteoee a arto
de cozinhar : tratar na ra da Concecao o. 5.
OITerece se urna-ama para criar, com mni-
bom leite : tratar na ra do Bram n. 73, das
9 as 4 horaH da tarde.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da
ra da Senzalla Nova n. 30, para pequea fami-
lia : tratar na loja.
cozinhar.
Na praca da Independencia o.
i e 3, preeisa-se de ama ama para
AMA
Preci-a-se de ama ama forra pa-
ra pouca familia : na taa larga do
Rosario n. 20. 1* andar.
^%
Precisa 8e de ama ama pa-
ra todo servico : na roa de
(lorias n. 30, sobrado.
AMA.
numero 3.
Precisa-se de uraa ama de meia idado
para comprar o cozinhar : na raa Bella
vmumk e um
m da Imperatrlz
t.AtDAR.
Loan Chapelin parteclpa ao respeiiavel publico
dosMr capital, qae acaba de abrir um novo esta-
beleeiraento de photographja a raa cima mencio-
nada, tendo procurado ^par todos 00 meios possi-
vetoo melhorameotoe|etfeiio era todos os tra-
bamos concernentes* (toa arfe. Asjtleria diri-
gida por D. Amelia Csopsalio j' vansajosamente
coahecida por maila pessoa desta capital que
varaw oceaslac de avallar oa mas trabafho oaq-
tographieos e manetras porque se tem dedica-
de'para com as familias que a tem hoaridjcom
joa freqoeOel.
Cv< proco do trabalbos desta
os baatoi Ihattados, aoaao eiaa:
^tardtMa*eanoor W10
Maia > < slWO
Usa ambrolypQ oa Ut
8 os taali -j
aa,)

Santa Casa "de Misericordia
do Reeife.
Tende a junta administrativa desta santa casa
resolvido mandar celebrar urna missa de rquiem
por alma da Gnada Marqueza do Recife D. Tliere-
za Mara da Rocb S. do Paraizo, ^elas 8 horas da manha do dia 6
do corrente, convida p>'b presente aos parentes da
mesma finada para assistirem a esse acto.
Secretaria da Santa Casa da -Misericordia do Re-
cife Io de setembro de 1871
O Escrivo,
Pedro Rodrigues de Sotta
AMA DE LEITE
Precisa-se de urna ama de le.te que nao traga,
filho : a tratar na raa do Visconde de Goyanna.
n. 8, outr'ora ra Real (Estancia). ______
Sustento restaurativo daj
anude
PEIA VE3DADEUU FARI.VHA
A, DaB-irrv dArabia
Os abaixo asssignados fazem sciente a seus fre-
gaeies, qae pelo vapor ioglez La-Plata receberam
Jegnnda remessa d'essa excellente farinha, cuje
aso muito se recoram-ra-la para as criancas, pes-
soas debis e convalescentes, applicada com rem-
anecida vantagem as constipacCes, diarrheas.
nauseando estomago, t03se, escarro de sangue,
phhysli^, etc. etc. Preferida ainda pelo agradavel
sabor.Unirrcoa outra qualquer.
ADVOGADO
Da. Joaquim Correa tj Arajo
67Roa do Imperador67
Maneel Firmino Ferreira mo-loo a sna resi-
dencia da casa n. 113 da ra do Mrquez do Her-
val, outr'ora ra da Concordia, para a casa n. 138
A, na meraa rqa.______..____________
Precisa-se de um servente que seja forro oa
captivo : no hotel francez n. 10, raa das Larao-
gelras. -
be ordena da Illma. mesa conjsoeta da irman
dade de N. S. da Soledade, convido todos os ir-
raos 'desta nostr^rmandade a raoofraa, no da
8 de selembro- pelas* 10 horas do da. 00 coosis-
torio da iareis da mesan Senbora, am de era
matorl!%'aar.se da roforma de art. 2 doTes-
pe^ooomaro--o. q ^^^
Manoel Barbosa de Araojo.
"Companhia Allian^a
I* Sapallo aoatida-a todos
Me'virem vwiur seo Mtatoleciaasnto qae sa
nari aborto das 7 horas da maohia as 9 da
seguros maritimos
na Babia em 15
de 1870,
CAP!TAt..Rs1
loma seguro da a
oatitisoo ea novios l
tro a tra do Invf-.
sjtoroio o 5, sowlorio
jaitas Doltrao.
ecidft
eiro
tro a
evaporo aafaddsV
ala i raa doQansv
1


mm
DiarU da PsymayaWo
W*^
.4***
a
DE OKABROS
de NrrmsnoHr.
qae mito tn areMeopado
lladore* i das economistas mc-
mbSii m huitn m Fran
ea, a iwu do"*!, anda em 188, L. Walowki
S nm pr.faO* e oolaval dieeam, O.qitWatt
definir e retolarisar, maniendo o equilibrio
entre o Itmme hamanidade, o trabalbo das
enancas us manufacturas.
Estt qnestio gravs a melindrosa, cornee**
IB rtk l T*tnm* Import"^ -e msrece qo
exanuMana afbTeritnrio, tonto amlaqua fweosa.
raeo'naRbiiuci* do elemenD svil (era ella Na
i taaeiaiiaa pfr fntoro des- caixelro
eoTclTimaWfenasaas iadnliria. te bem.
Heeordaadn eom o eetobr eee-oomista de qae
o prondo pensaroento do poeta iagiez
diz :A enanca o pai dg hornean part-
i tambem os seas generosos sentimeatos re
latamente i essas tratis e delicadas ereaturas,
i inda na primaira intciafio da vida prestam
fia importantes sarvicas a sociedad*.
ejaalejner que soja o ensioo oa o labor em que
M eserciteea as foreai inda debeii dessas Tracas
asistencias, devs presidir o maior escrpulo sia
Weeeo, a maior Tigllancia e cuidado no empregu
dWlbnieao do t*mpo, porque do seo resaludo
depende a aciiridade e a energa das novas gera-
r'%i"h' s Pde conquistas da faliro o
BkffMtvo aperfeicoamento social.
Tos scalos anterioras as indastriae oecupavam-
i pr aductores. Ao seealo XIX cota-
; nao i de melborar o fabrico dos
atoe, tornndoos mais perfeitos e mais ac-
"Io pelo qoaalidade e modicidade do
a sorie a condcao, a existencia do
dobomem.
Wosowki du a este retpeito as palavras de
que, em ama reunan de operario* in-
ndo-Ihe* Unto em seas direitos, como
_jveres, disse : O nosso scale o s-
calo da aperarlo : > e aecrescenu qae esta pbrase
ai* sabio de bocea uspeita, pois Gladstone nao
aaiHl ) ao numero daqaelles qae lisoogeam em
acx da servir ao pevo.
# homem d'este modo encarado como bem
primordial da prodnecao do bem; e o uotavel au-
tor i qae nos referimos emende comnosco que a
aWdade que elle conqu3toa tira toda a sea torca
da energa da alma associada saude do corpo,
da eleva (lo do espirito que proporciona o desen
volvtBjenio progressivo da habilidade pessoal.
Pe babeadas n'esu allianea que os legisladores
inglezes comprehenderam qae o instrumento acti-
vo, o operario, obedeca oatras e diversas neces-
sidadek que as qae sao partilha do instramento
nsnsriaL
Fui por este motivo qae se marcaram e regula-
menuram as horas do trabalbo as manufacturas,
a sa attendeu sobretodo a qae as criancas rece-
bessem a un lempo o ensino da fabrica e o ensino
da escola.
Em 1862, diz anda Wolowki; sanecionon-se
na Inglaterra a prole, a vigilancia penetroa no
seio das vastas commaoas indusiriaes, formadas
boje em roda da machina de vapor, dessas vasta?
eoramunas povoadas por mithares de operarios.
A lei de 1802 fixou a idade em que as crianca-
podiam entrar para as manufacturas e limitou a
dorarlo do trabalbo.
Poia bem. Este grave e humanitario problema
que levou qnasi meio scalo a resolver, e preoc-
cupoo a atlen^io de tantos bomeos de estados
eminentes, como foram Roberto Pee! Lord Aslhey,
boje Conde de Cbaitsbuago, genro de Palmerston,
e muilos r.utros, assignalando urna pagina honrosa
na historia da eivilisaco moderna, aeba-se reali-
zado, e dando salulare's resultados entre nos na
fabrica de cigarros de S. Jlo riitberohy, da qual
io proprietarios os Srs. Souza e Novaes.
J avernos oceasio o anno passado, de escre-
ver algunas linhas acerca deste importante esta-
belecimento, e boje, depois de ama visita que ti
zemos ao novo edificio ampliaremos aquello nosso
trabalho.
A casa oude acitnlraeute est estabelecida a fa-
brica sem duvida am dos melhores predios da ca-
pital
Alm das espacosas accommodaeSes interiores
livremente arejaaa como convm a* to numerosa
aggleraoraijlo de pessoas, o predio exteriormen
te de orna architecturz simples e elegante, e dea
a pi ac bragas do mar, onde com auxilio de urna
ponte os productos sao com facilidade embarcados
e conduzidos para os mercados.
Cerca de duzentos meninos ah receben) o ensi-
no manual, intellectual religioso e moral.
A mais pe.rfeita ordem, sem a severidade de orna
rod disciplina, mas antes aconselnada pelos pre-
eitas praticos da autoridade, d um aspecto agr-
davel a esta afanosa communa de pequeos ope-
rarios e esperancoso ncleo de futuros e moraliza-
dos cidadaos.
Em um vasto sallo das 7 s 9 horas da tarde
depois do trabalho e do descanso aprendem es me-
ninos os primeiros elementos da leitura da escrip-
ia e da contabilidade. Dissemos primeiros ele-
mentos porque acreditamos que as noedes rodi-
mentaes d escola no sao ontra cuu-a mais que o
instramento com que mais larde se deve concluir
e aperfeicoar a eaucaQio. Nlo custa aber 1er o
essencial e fazer oso disireto e aproveitavel
deste poderoso motor do nosso aperfeicoamento
moral.
Sepois do trabalbo manual e do ensino da es-
cola depois mesmo de algnmas horas consagradas
ao reereio era preeiso amemsar com o estudo de
alguna dos ramos das bellas-; rtes as tarefas in-
fantis.
Neste intuito fol creada urna aula de muzica di-
rigida p r hbil professor.
Com pouco lempo de exercicio e o ardor pro-
prio da mocidade j ilguos dos alumnos tocam
com verdadeiro adiantamento os instrumentos que
eseoltirraiTi, e pode Jizer-se que a fabrica tem
boje ama tanda de msica sua disposiclo, o que
alm da accrescenlar urna agradavel prenda
ducaci dis aprendices, dispensa das festivos du
esUbeleeimenlo, o concurso dos msicos estra-
nbos.
Ora, o grande resultado eolhido por este duplo
systema ia entuno manual e simultneamente io
iellerm.il, que os productos da fabrica de S. Jlo
de N theroby, redobranda de valor pela qualidade
e perfei'jao augmentam lambem a ua procara no
mercado ? tutoralmente os avultados interesses
dos producto.
Estabelecida assim com os outros estabclecimen-
tos do mesrao genero a luta da comcurreneia, qoe,
no dizerde anaotavel economista^ nao ontra
eoosa mais que a manifestacao pratica, a in-
material da liberdide, claro est que as condi(oes
do tnbalba Jvre eume^am j a ser assenUdas, en-
tre nos em bases seosatas e de consequencias pro
fieos?.
Ligamos un alto apreso s tentativas e aos re-
bultados de O Brasil precisa empregar todos os sena esfor-
qoa n pn paganda industrial, nao; esqueeendo
nunca qoe a quantldade dos productos cada re-
presenta, si ella se nao tomar ao mesmo lempo
recomaaaadavel pela sua qaalidade, e qae esu h6
ee obten com auxilio efflcaz dos productores ha
beis e intelligento?.
AcrediUiuo, pois, qoe os Srs. Souza e Novaes
prasUm um importante servico ao paiz e temos
empre prazer em mencionar os esiabelecimentos
desta naiureza,aio s em referencia a esta fabri
ea, como a fidaa'qoe estiverem fundadas oa se
fandem d'aquTMflante as mesmas eircams-
taneias.
O nico deposite nesta cidade no escrlptorio
de Pomiogos Alves Matbeos, roa do Viga-
rio a. 31.
A. Zaluar.
Recife^Olmd
eBebwibe.
___ooManitif* da alo aa ler boje tuA
noatero 1agil, io de
novamente convidado os
senhores acdomtas para o da % de seUmbro
prexlme futuro, palas W horas a maahia, do
lagar do costme, aum de continaar a discosalo
ia reftrsM da esutatos. *
Recite 29 de agostada 187*.
O i* secretario,
Lat Lopes Castalio Braneo.
Na tbesoraria das loterias precisase ai
Sar nm moaeqae de 12 a 16 aonos para servico
e casa de familia.
roa do Raagd o. 43 predsa-se de nm
e qae d fiador a sua conducta, "paga
RVTSSuV
^^fek.1*1
lores 6 gnmlte
Cffl DO OJO
Aos 5:0000000.
BUhetM garantida ala pra>-
vlaMla.
Rna do Baiuo da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casa
do costume.
O abaixo assignado acaba de Tender entre ot
ten maito feliz* bilbetes a sorle de 5:00O#0O0 em
um bilhete inteiro de n. 2168. a sorte da 100*000
em dous de n. 1381 e am qaarto de a. 155 com
a sorte de 1001, alm de oatras sortea menores
de iOiOOO e 20*000 da latera qu se acabou 4
extrahir (205), podendo seos poesuidores virem
recebar, qoe prompumente serio pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao raspei-
tavel publico par* vire ra ao sen esttbelecimenii
comprar os fehzes bilbetes garantidos, qoe nfc
deixari de tirar qualquer premio como prove pelo*
mesmos annnndoa.
Acham-se i yenda os maito felizes bilbetes ga-
rantidos da 2a parte das loteras em beneficio da
igreja matriz de 3. Loarenco da Malta, qoe sera
extrahida no dia quarta teira 6 de setembro do
crreme anno.
PRECOS.
Inteiro 6*000
meios 3*000
Quartos 1*500
De 1003000 para cima.
Inteiro 5*500
Meios 2*750
Quartos 1*375
Joao Joaqnim da CosU Leiu
Attenoaa z
tsesRBt
VLLIVEL
Pede-ae aos abaixo declarados t
devir aaraa de
M
AatontoLi
Bernarda Cardceo ItaftaTC
aUttatfMta.
Francisco arques Leaos Waeira.
ktaaod leraira de Usaos laaior.
Jlo Ferreira Carrarao.
Joao Jos Gomes das Santos.
Josa Nones de JHBI.1
Joao da Silva QNaJMrt.
Praadsco PloreVfdb Sin
Antonio Lopes cbsves.
Antonio de leilo Rodrigues Looreiro.
Jos Aamaio de Gossaio.
loseuim Antala dafenaa. *
Manoel Antonio de Souza Ribdro.
Alberto Jacintbo de Souza.
loio de Sonza Nune Pinto. Aaaprim-
Nardso Jos Praawi^ea amnha.
Angosto Jos dos Sasjos Marana.
Henriqne HW oa I.J / l i
Jos Mara Gomes Ribeiro.
Joao Antonio de Mattos Abren.
Joao Fernandes de OHveira Gamito.
Antonio de Soou Jnior.
Antonio Soares Mdrelles.
Candido Fajo de Mello.
Joio Valentim Dias Villeia.
vos Gabriel Gomes.
Extracto do cao
Do Dr. Ubatuba
Fabrica de pedras brancas na provmda do Ric
Grande do Sai.
Em latos de *, 4, 8 e 16 eneas. nico deposi-
to em Pemambuco, na pbarmacia americana de
Ferreira Haia & C. : roa Duque de Caxias no-
mero 57.

Fm u sw^febres intenitftteDfe, Tmi ttentes e biliosa
8E8C0BKRT0 G PREPARADO PELO CELEBRE MEDICO E CH1M1CO
DR. J. C. AYER
da uporicit do corpo ^ta a cansado
periodo fri.
A febre caoida pela reactJO. qamdo
o saDgae abandona oa excretorios internos
e arroja-ae superficie, como n'om ontro
eaforco vilenlo para expalsir o veneno
alravz do ootro excretorio chamado pelle;
lio pouco coosegoe a natoreza nesle se-
gando eaforco corno no primeiro. Depois
segu o desmaio e prostracSo qoe natural-
mente accede s grandes agitarles, e o
instincto do noase organismo o faz abando-
nar a leatativa al qoe, recobradas as (or-
eas, renova no ontro dia a lata desespera-
da. Saccede depois o desassocego, grande
calor na superficie do corpo, a pelle e o
semblante, incoados, terfiveis dores de
cabeca, oppressao e latidos as fontes,
pulso cbeio e forte, ourina maito corada e
sede intensa; eis o 'periodo de calor. De-
pois de algum tempo (qae varia geralmen-
te de duas a cinco horas), urna transpira-
05o copiosa p3rcorre por todo o corpo;
Estes symptomas violentos passam e de-
xam somonte urna sensato de prostra^a
completa, se qae o ataque nao lem fe>to
algum mal orgnico. Se nao se tonar al-
gum remedio adecuado para curar a mo-
Vende-se em todas as boticas e drogaras do imperio
W. R. Cassel* & C.
Agentes geraes.
1
Nota poderou e impagavei preparacSo,
filo entra quina, arsnico e nem bismntbo.
Ente maravilboso. remedio uiiicflaaeai*
cooiptalp de om s producto vegetal, e
eaae mu desconbecido at boje a aciea-
cMebiaaasj.
Aa seibes, febrea intermitientes, rtmit-
tentes, biliosas perniciosa inOammatoria,
toda* ttjftdf tm origeai msmsm caosa.e
prodozindo os mesmos effettos, portn em
grao differeote de rnteostdade, neeessitam
do mesmo traumento. A cansa acha-se
nos efflafios contagiosos qoe se espren-
eai da tgetaclo eorroaapida, dos pacu-
nos e das agoaa encharcadas. E' nm ve-
neno sabtilisslmo e insidioso qoe se absor-
ve pelos palmos e penetra no saogae, de
sorte qoe a moaaatia a vetea accumala se
por maito tempo no systeraa antes de fa-
xer sentirse.
Este veneno efflaviai, qae e saogae re-
cebe pelos palmte, opera naa sezoes da
maneira segointe : sua intensa irritaeio no
systma faz eocerrar todo o saogae no
corpo nos excretarlos internos,o 6gado,
os rins, o pncreas, o bac/), o estomago e
os palmos,alejaos dos qaaes oa todos
elles s5o amontoados do saogae retirado
leslia, os accessM confinoaa a repetir-s
com orna regalaridade correspondente ae
seu iypo,. e son ama violencia
nal intensidade de veneno,
pela resistencia oonslitacional, eo 1
que se Ihe opponba. E' evidente, oom
que qualquer remedio destinaste a
esta molestia, deve destruir ente venes i
sangos, en arroja-le lira
grandes e pomposos annneioi I
recido moitos remedios para a cor eetae
molestias, porm ou n3o tem sido buUsMl
eflkazes ou leem produeido eOeitoe prejaV
diciaes saude em garal. h quaaa, ajaie
que seja o grande recurso, em qoe o pfpjj
Suasi em geral maior confianza tena Bte-
uz moitas vezes effeilos desastrosos, a H
mada em grande qoantidade semfaeawt-
judiciosa sade geral. A preparacleajs
aqu offerecemos ao publico, n3o cot
em si nenhuma dessas subaocias
sas, por er nicamente vegetal, m
se for "empregada segando* as difvK-aen* na
lingna porttigueza, qoe acompanba
frasco: estimular os grandes
internoso figado, o baco e os rin~~9 sa>
parar do sangue o veneno oftensivo ar-
roja-lo do corpo.
V
GASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
1 rna Primeiro de Marco (outr'ora rna di
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos sens fe
uzes bilhetes nm inteiro n. 2i 15 com 800*000,
um quarto n. 1381 com 100*000, am qaarto n.
n 155 com 1004 outras sones de 40* eSO* da
lotera que se acabou de extrahir (205*), convi-
da aos possnidores a virem reeeber na confor-
midade do cosame sem descont algum.
Acham-se a venda os bilbetes garantidos da
9.a parte das loteras, a beneficio da matriz de
S. Loureno da Malta (206*), qoe se extrahit
quarta-eira 6 do mes vindonro.
PREQOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 9*780
Quarto 1*375
Manoel Martin*. Finia. *
PEDIDO
ao Sr. Theo Justo que foi negociante nesta praca, a
entender-se com o abaixo a?signado sobre a en-
c immenda do vapor feita a 18 de abril de 1870.
O me da Sra. D. Mara Joaquina Borge L"al, a negocio.
Caetano Jo- M-ndes.
AU
HI0I
DYVETOT
TJnica ca^a neste genero
l-.-Rua Eslreita do Rosario.^
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
osinha e de mesa, e
tudo que perten-
PUt-SE
de urna mulber que cozinhe e engomme para casa
de pouca familia : na ra do Cabug n. 9. botica
A nga se o 1* andar e os dous armazens da
casa da ra do Vigari > n. 3, proprio para escrip-
torio e deposito de fazendas por ter grandes acom-
modacoes : a tratar com Manoel Alves Guerra,
pai ou fllho. _______
Ze'rino de Almida Pinto faz publico que
vai i icrrar o Invantarlo dos bpns de sen fallecido
innio Joaqaira de wmpida Pinto, e que os inte-
reaead'js devem requerer o que Ihes convier antes
aasse incerraqi''QU Ri-cile 31 da,sgosto de 1871.
Precia-ae de nina ama deleite de cor pard
oa branca i a tratar na roa Nova n. 22 : bem
coto pede-se a qaalqnir pessoa enearregada ds
alaga las, apoarecer nesta caa para o ajaste.
Os abaiso signados parlicipam ao publico
em garal e as pr*sow eom qoem tere transa-coaiJ
em paruenar, qoe o 8f. Antonio Jo,,uim dert-
to deix*o de ser sed ealxeiro. Recife "
to de 1871.
Tasso Irmios &
;---------------**-----------'"
JiMgH-se
i
Os abajso assignados scientificam ao respeiu-
vel <: :r;io comercial desta praca, que de cora-
mam aceordo dissolveiuim a sociedade que gyrava
sob a razio Ramos & Temporal, isto no dia 7 do
mez vigente, como consta do distrato social regis-
trado n9 tribunal do commercio, fieande a cargo
do ex-socio Jos Bom Ramos de Oliw-ira a liqui-
dacao, activo e pasivo da extiacta Arma. Recife
31 de agosto ds |871.
i. B. Ramos le Oliveira.
Clemeniino Moreira Temporal.
AOS 6:0004000
S*t5o i venda os felizes bilbetes da lotera da
labia, na easa feliz de arco da onceioio, taja di
orive* no Recife.
ATTENCAO
Para quera pretender e tabelecer-se com poucs
dioheiro, e em nm dos melhores lagares da oda-
de de Olinda, por ser a primeira casa em frente a
et- cao dos trilhos urbanos e deposit do eacana
ment do gaz a agua, tendo dita easa ja nm batel
em pequea escala, e o motivo da venia o sen
administrador t-r de fazer ama vlagem a sal do
imperio qaem priendr dinji-se ao mesmpas-
tabelecimento oa na taberna do Sr. Jlo Goelho do
Rosarlo.
' m"
41 RIJA DO BARIO DA VICTORIA 41
irninun tom nm DE AS8m COmO
SITIO
Precisa-se alngar oo arrendar nm sitio e casa
para pouca familia, preferindo-se nos seguales
arrabaldes; Aflictos, Rosannho, Esplnhelro, En-
canamento e em qualquer logar destas immedia-
coes que nao exceda a ama legua de distancia da
cidade : quem o tiver dirija-se ao pateo de S. Pe
dro a. 11, qae achara, com quem tratar.
Ama de leite
Preeisa-se de ama ama de leite qae seja sadia e
tenha bom leite : na roa Duque de Caxias, antiga
do Queimado, n. III.
AMA
Precisase de ama ama
para andar com nma
crianca e fazer algnm
servico da caa : na roa
da Aurora n. 5, segando
andar.
CASAS
Aluga-se o primeiro, segando andares e sobre
sotao da easa n. 6, cita a ra do Livramento :
tratar na loja do mesmo predio.
Superiores cignrfus" "do-
de J nei'O.
Domingos Alves Matbeas, anico agente oesla
provincia da fabrica imperial oe cigarros de S.
Joao de Nitherohy, esttbelscida no Rio de Janfiro,
tem sempre um completo snrmento da todos os
cuarros, famo picado e em latas. Tem igualmente
os afamados cigarros Conde d'Eu, feitos com mag-
nifico papel de palha de milbo e fumo superior'
Para governo de sem freguezes, qne tem estele-
eido depsitos fillaes, as casas dos Srs. Thomaz
Francisco de Salles It .sa e Manoel de Sonza Cor-
deiro Siroes Jnior, no balrro do Recife, e todo
quanto-for vendido em outras casal com a firma
de Sonza Novaes & C. sao falsificados.
Precisa-se de urna para todo o
-servico de casa de pequea fa-
illilmilia: na roa de S. Jorge n. 139.
AVISO
0 abaixo assignado, ex-socio e liqnidatario da
extlneta firma Ramos & Temporal, previne a todo
os senhores devedores aquella firma, que para a
cobranca de seus dbitos amigavel cu jadicialmen
te, e ajuste de contas, tem antorisado a nova fir
ma, de que fago parte, Jo- Bom o Silva, que faz
constar para scieaeia de todos.
31 de agosto d* 1871.
J. 8. Ramos do Oliveira.
Sobloca-se o arrendament do pre-
dio da roa do Mrquez de Olinda n. 23,
com grandes commodos para qualquer es-
labekcin.ento commercial, lauto no pavi-
mento terreo como. no andar : a tratar
com Antonio Jos Rodrigues de Souza, na
tbesooraria das lottrias.
Em a noite de 30 para 31 fol encontrado
pela patrulha de ronda de polica nm individuo
qae coodaiia urna gaiola com nm pjssaro e dous
papagaios em cima, e seodo perguniado como ba-
via obtido aquelles passaros, deixou-os fiear e poz-
se em fuga :quem fr, pois, sen legitimo dono,
qoeira ir ra do Ngueira n. 30, qae dando ot
signaee !be sarao entregues.

SITIO.
om sobrado de ur
servado e limpo, ao'
indar o solio maito bem con
rmeipio da ladeira da Mise-
rieordia, em diada : arralar na ra do Impera-
-ot n. 1. rmazem do Cjrooos. .
Pi*n* fb ae a> badi costabeire : a roa
ala Sfuaia Veka
PO
V
Aluga-se am gr?nde sitio os entrada do becco
do Espinheiro, morado oa frente, com bol cas,
Cfcbeiras, taoqna para baoho, viveiros, fracteiras,
etc. eprdSimoa estaijao do Manguiatio : a tratar
o rna do lljyllo o-. 30. .
- e-eia*o eom alguna pra-
sobrado n. 3 da
Alogs-ae om bom ptcraao
Uea de cutianad> n< 3' andar40
roa das On*.
ladino da Silva M^la.
A sociedade UqiIo Commercial BaBeficanle con
vida aos seas associados e aos amigos oo finade
Antonio da Sriva Maia para ouvirem ama uissi
qae a raesma socieda le manda resar por sua alma,
na igreja de .1 S. da Penba no dia 4 de setembre
aa 6 horas da manbia.
0 secretario,
Joaqu'mde AJmeida Silva,
Ounha .p Manta, veud^m a
ra do Maquez de Olin-
da n, 40, o seguiofie :
VISHO ------
. COGNA
VINHO
AZKITI
VINAG
CAPft I
Charu
egalia

Neste novo armazem tem om
rariado sortinvento de fazendas
Pranceaj, inglesas, ailemiaj e to-
las todas se vendem por presos
mdicos, afim de acreditar a este
aovo armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
cualidades, bros de
'res e brancos, colei-
nbos modernos, cha-
peos de sol de seda,
tnos.
RA
ARRUDA IRMAOS.
Bario da Victoria
aatioa raa
NOVA
N. 41.
Assim como tem orna
oficina de alfaiate, montada coa
todos os preparas que ha de melbor,
dirigida por habis artistas, pai
pela sua promptidao e perfeicie
nada deizam a desojar.
Roupa de todos os
amanhos para bornea
meninos.
Por todos os paqte
tes recebem-ae aa sao-
lbores e mais atoder-
nas casemiras qw ka
na Europa.
RA
K
Bar 5o ti a V letorla
antiga raa
NOVA
N. 41.
asta eslabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em acceio, artistas eg^^^Pg^^^;^
nendas, finalmente em todo afim de melhor servir os seos numerosos
lio se tornar massante
acceio, amo" w.-, r-
freguezes deixa-se de annunciar todas as MBBdes, para
LIQUIDACAO MONSTKA
,
D.
23
-a mais importante fabrica de chapeos de sol do imperio Ra do Barao da Victoria
O dono daquelle estabelecimento resolveu ven'er os productos da sua fabrica pelos precos segointes :
Chapeos de sol de seda para senboras a 5, 65, 70, 81. 90. 10, 110. 120, 130, 14.150, 100,170, 180, e 20 0000.
Ditos, ditos, ditos, para, homem a..,. 80. 100,110,120, 130, 140, 150.160,170, 180, 200, 220 e 240000,
7 de descont em dozia.
Ditos ditos de alpaca a............. 40, 50, 60. 70, 80, 00 e 100000.
Ditos ditos de merino para homens a.. 60. 70,80. 90, 100, 110 e 120000.
Ditos ditos de brim d'esgniSo a...... 60. 75000, todos os chapeos cima tem 15 %
Dit. s ditos de panno a.............. 20, 30, 40, 50, 60 e 7000 descont 25 % "
Tambem ha nm grande sortimenlo de fazendas para cebrir armagSese trabalha-se mais barato e depressa do qoe em qoat-
qner outra parte.
,.Jla pouco mais de dous mezes urna escrava,
sbtrahio da algibeira de sen senhor 3 sedulas de
300a cada urna, o qna) fez a diligencia a flm de
que a scrsvi de3se conta di icesma qu..ntia, po-
rm a! hoje tem sido baldados os esforcos empre-
gados para esse flm, constando agora ter ella en-
vegue easa quantia a nma das sociedades de
emancipacao para ir juntando al se libertar, po-
rm como tal dinheiro nao deve servir para esse
flm, por ter sido snbtrabido, tendo ella contessa-
do, sem dizer o qae fea desse dioheiro : perianto
pede-se s pessoas que de tal dinheiro souberem
ou tiverem noticia o favor de darem parte nesta
typograpbia que se dir a quem pertence.
FfflHGAO
DO
BOWMAN
Vapores pequeos pa
caroqar algodo
des-
rna do Vicario n. 16.
-------------------im-
precisa se de nma ama pa-
ra o servico interno de urna
easa de familia : tratar na
Porto Calvo.
O abaixo assignado, tendo acceitado no dia 8 de
maio do corrate anno diversas Ultras commer-
ciaes, saccadas petos Srs. Francisco de Paula Un-
doso, e Antonio Francisco Lindoso. em pagamen-
to da compra qua elles e saas mulheros fez das
part-s-qne posfuiaw noengebho 6loria, outr'ora
J nao urna consaque se precise experimen-
tar! II esim inteiramente nhecido o bom e
grande sortimento qne existe na Nov Esperare
a ra Duque de Caxias n. 63, (anliga ra do Quei-
mado)as.-im pois, sendo qua>i impossivel discre-
ver-se o grande numero de objectos expostos ven-
da em dito estabelecimento; ella contenta-so em
mencionar alguns dos objectos mais ricos, e in-
teiramente novdade... e aprGveita o ensejo para
convidar a todos geralmente e em particular ao
bello sexo, para visitarem-a aQm de apro iarem o
gosto e perfeijo de seus objectos a par d'um pre-
oo rasoavel, pois ella se contenta cum pouco lucro,
tendo sempre em vistas a vender barato, para ven-
der muilo, e de-ta forma chegar ao lim que todos
almeja ; que o lucro para suavisar as fadigas
da vida....
GASA. DA FORTUNA
RA 1 DE MAHOO OUTIt'ORA DO
CRESPtf N 23.
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto ven-
la oa felizes bilbetes do Rio de Janeiro, pagande
jromptamente, cerno costuma, qualquer premie.
PRECOS.
Inteiro 14*000
Meio 12*009.
Qaarto 61000. M
Manoel Martina Fiuza.
Iras. ^Xoncha:tabacos, de um aiiheiro '
iteRQSftiSFABtJCAS 1
VAES tittm, de diversai,
S&ZSgTia33S
DgNO-
||8 U'
s jornaes das provincias "de Pernaoibuco'
aaaa
Mflv/li ^_i_
:^JosFelippede.n'IWko,'.
loja dejla?.
PBaMo? rmio?.
da Aurora n. Sfl, q.
BAJf!5.
Vende-seo titio Olho de
Vidrc.
Em Ponte de Ucha.
Este sitio lem om sobrado de um andar e an-
dar terreo, contm i sallas, 9 quarto, 2 coiinlias
Matt-Grosso, do termo dePoitiCalvo, da prcvin-| COm bons fogoe-e torno da ferro, este sobrado
ca de Alagas, arsim como outras laceadas, la-'
vor do Sr. Jos Vicente Lindoso, pai d'aquelles, em
pagamento das rendas de grande parte qne pos-
sue no mesmo engeabo, como tndo consta das
respectivas eacrlpturu : previno em tempo qne
nipinem fac.4 negocio eom taesjeltras, e qne nio
iaba/ a quem j a houver negociado, porque
nleirameote iludido oesses contratos de compra
e irrendamento, vai propr em joixo a aecio
competeate para iovalida-lo.. Epara que assim
# lodos aainam que nada valem aquellas It*
Na Iravessa da rna
Cnrzes n, 2, pri-
ffleiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de oiiro, prata e brilhai-
(es, seja qual foraqoan-
tia. Na mesma easa com-
pram-se os mesraos me-
taes e pedras.
tr^s, oem do abaixo assignado recebera rea
ysncimento, fas a presente pubiieacao. e
.Buarque.
circulado de janellas. Tem em separado grande
cocheira para cavados, casa para feitor e esera-
vos o bem assim casa para fazer farinha eom seos I
mieteres para tal flm. E-la .-ssa tem na frente
bons cantelros para flores, com portao de ferro
para a estrada do ParnameiriS% grande sitio ?
borisado c m grande diversidads de fructeiras,
grande balsa para eapjm, podendo sustentar por-
c&o de vacias leilslras para as qaaes tambem tem
commodos de recolhimento.
Os fundos da diu cara itlo deitara para a li
Ia nha frrea que ego desta cidade para Apipacos,
a-la-se acha livre a des"mb*rado, visto qna as
e qoasioes qna os conrenhor* de dito sitio tem
com ni empreiteiros de drtns'trMhos penas diz
reepeito ao terreno qne elle? era ocetipam, e os-
Kraateos.qna *or tal motivo tem c msadp.
i
\
*f i
ifcl
theea so
fechada
para ser
*- Precisa-se
Precisa-ss arrra>? a0 nwdnta br om predio :
eorfeatstiqaffto desu prasa, 4* boas fartid e nei la tvpographia*.
perto da aageubo : qoeto a Uasratatjalra aViaa- pr< curado.
annuneie-r t* **"* ntofr.*' duas eaerafas pa*a' ven^/na rol
'( paratod? j servicada urna ca, de. familia :
*i Corredor fo Blsuo oa-
ye#o fi.
Reeebom se proposlas para fszer o eoneer
las de que precisa j brtgue norte-allemao Caw-
mandeur, entrado de Buenos-Ayres com *aria,
conforme a nota dos peritos, que se acha v.st
dos r.onenrrontes no consulado da coofedefag
da Ailemanha do Nurte at o dia 6 ao meio dia.
Orpliito.
O cartorio de orpbaos, escrvo interino Gukna-
res, na ra das Cruies, sobrado n. 34.
PALACETE
N. 151
A' RA DO VISCONDE DE GOYANS'A
Arrenda-se ou aluga-se esta easa eom peque-
no sitio, jardn, porto para o rio, com banh* sal-
g*do, grandes sallas e qnartos, bello tarrago, es-
uiearia para dez cavallos, duas coetieb-w, gran-
de poco com bomba, tanque e banheiro, tdj C9
naiisado pan gaz e agua, o sitio contera
arvoredis, se est reparando ; ama I
para quem tem tratameolo e gusto^am!
apreciar auem a examinar.e te
irqu
des pela frente: trltarit dlt
tota Marcelliao J s Lopes.
qs^retendentes' p^deMe dirigir fa Dtjqoe
de Cixias, kja a. 43, oo < ma do Arja^ hoje
ua > Vwcoudi te P#lot;,s u. ?aa n.
"Preema e Je moa .ma de bo*
urna familia eyir^tigdft ; na ra da
-* Predi e de-nina amaj, forra ju acra va qne
'. nQueta para
I^incratriz n.
,___1___
saina angqmirjar heni e coaen
D. o.
na roa a Aarera
Ar os par a Cfir ro
Aa ruadsjf
arreiWi
m

.



irsi &*'. M.&nwk*mi- tem , Mi BA IMPERATRK N.
PERPAMBtC)
55
rnnlla
____. aWWMaaMi. fMU te ntnraria (ranee 4a roa da laperatric 8. 55, tem a
a a a-totanr o rf)*ajl pabtteo 4'su crt-a do Racik, qM elle acaba de comprar eate im-
-------------to, ata* en.liaa.ira a ea*ngar to-oaoa bus esforena, a appsicar todos oj KU
do fcn_ir e de tarar, aaskn nomo ae ashrcar para obier em aeua trabal-ot
I de conservar augmentar o made endito que este esiabeJeciaento
JmHimii iBMioid
_ i aaparaacaa de que consolidare, mala o ni i* su a retatacio de artisu ttatorefro, e o
odo por tna afeo ttrar u aaueaaa oedoas do qnalqner faatQda ; reputacao que o toraoa lie
iMhimdi aja* dados do Praica, tana como Nantes e Bordeaux, aonda oecopou o pnraeiro logar
d corsMra a* tsipetlsle casa do 8r. Roochou ; MafsoilM e Lyo aoode adquiri txcoHeoK
tolano qne altt steve, oto Paria, sondo acaboa o seas pe feicoamento tinturial.
'r. io (o ftlao) viee-presidente do Corso de Chiatica a Tintorarla (sito aa mi
"' ariaaoira caea de Fraaco. aesta ganoro, e aoode e Sr. Gaotier, ex-oroprnUrk
" n fot oagaiar cam o ltalo de costra meslre no sor vico de aturaria da soda
... .
relaato oa as snelhoros cajas da Franca, qne se mpregam neste eommerelo, eaUri
do idas aa novas dosoaeertaa e combinscose de cores, e procesaos memorados.
loa, apera o/to urna justa apreclacio doe seas tnbalbos, tara augmentar a son fre-
- irote bj crganisoda.
S a aoni sjbacipoea trabamos :
GRANDE tMWCtAUBADB.
i a seos* o q_a*qer aodoa ai panno.
m de qnalqner vestuario de horaem, mu-
i crianca, tem nescoter e co aserrando-Ibe
o nrno da novo.
Tiragani eeeee 4o onataner nodoa era seda.
Lavaran de vestidos de seda, de qnalqaer cor,
ChalosJ seefc_ta-|M de rape da China, eache
miras fsnacezan, tar-Ranas, chales de marinos, ves
tidos dilta* o ennpaas de quaiqner cor.
TtftafiEM DE NODOAS.
Tiragnm de aodaaa esa seda, velado e lia, fazen
do dosapparecer qwlquer mancha resinan ou de
gordura.
Vai so as casas para n Manato de tirar nodoa?
nos movis on tapetes dos salos.
fINGIMENTO DI SEDAS DE COR.
Tinge-se vestidos de oda e-gorgoro, chales de
seda e crep da China de ledas as cores, assim
como votado*, rendas e
TINTURA PRETA EM SEDA.
Tinge-so vestidos, chales, (Ras, rendas e loo
lards.
Garaote-se a boa qualidade da tinta e que a T-
renla ficara parecendo ioteiramente nova.
TINTURA DE LAA EM CORES.
Tioge-se ronpa de harnero, de mniber ou dt
crianca en la, sea deseozer e na cor qne se d-
se jar, qner a laienda seja laa pora, seda la e laa
e lgodao, ou as tres qualidades jootas.
Poupelioas, alpacas, rep?, merinos, casimiras
aascos ote., em todas as cores qne -se queir a
TINTORA PRETA EM LAA.
Vestidos de hornera, de molber e de crianca!
sem seren descosidos,e garantindo-se a boa qua
lidade la tinta, nlo sajando a ronpa branca.
Todas as qualidade de fazendas, assim come
chapeos do fehro, de Maailha, de palha de Itali(
ju do Corle
ludo por presos commodos.
___/ X__*xr-

I
|f
19 Ra Primeiro de Mar$o 19
Tendo renovado eempletameote a loja do predio, en qua teem o seu es-
tabelecimento,
1*9A ra Primeiro de Manjo19
com aquella asseio a elegancia deaejave?, -acbam-se agora prvidos do mais
explendMo sortimento de fazendas fioas e modernas de
SEDA, LIA, LINHO E ALGODO
tedas do ultimo gosto, e nontiouam a ter como sempre, diversos
AMIGOS ESPECIES DE SUA CASA
Garantem, com toda
a sin.eridade, vender
por menos qne qnal-
qer outro, porque
receben tm direitura
a maior parte de suas
t_
fazendas.


19 RA 1.
(Anga ra
DE MARCO 19
_o Crespo).
No centro da veneza americana.
No centro do commercio.
O maig perto das va* frrea?.
O mais perto do embarque no caes 22 de Novembro.
O mais perto dos theatros.
O mais recommendavel aos amantes do coromodo.
O-nico que tem no .nterior casa de baaos.
O anico qae as familias podem hospedarse -sera receio de eur.ojitrarem-se com pessoas de
vida suppita.
O nnico onde actualmeote se acha oa melhor cho:olate feespaniol que se pode tomar a
;\\d O nnico floaimente que efcrece completa commaidade por ser o mais esparo;o o Recife.
A ra larga do Roearlo n. 7

*"Air S '
\
BASTOS
56 ARa do Mrquez de Olinda56 A
Ra do Mrquez de Olinda56
outr'ora ra da Cadeisr
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este antigo estanelec'men'o assaz conbecido como principal e recomraen-
dado pelos grandes depsitos e buns sortneotos com que sempre prima em ter das
aelhoras, mais acreditadas o verdadeiras macbwas americanas paha algodo, desde
10 60 8Enius, havendo Bta tclos os tamanbos dirersidaJes de fysiemas e melhora-
memos para perfeito e rpido desear, camento; tornaras) 'dignas de serem vstase
apreciadtg pelos Srs. agricoHores ; os quaes, alm dist, encont'aro tambsm mais
Igrej
toH-l
tarea 1
porj
raMte*M |l -
Concaioiooos MUilaras]
injastieaa
dada rovogar ana
do oauiaaoni,
M
rada
votoo
benaJ _
m., soecede, o qoe
visto ana ai* o4
dir alateaeto don!
dv ser aiannida e
O acto da mesa feral
regadera contra aa boato adrede si
ara reij fann oto.
AMA ---
frasees fasfA da
rs. cada mi i
Marqnex le Olfnda n.
ArmaoSo de amarello
Gompra-se ama armaco da aaasoRo oaada,
mas em bom sudo : ra da Gadeia do Aeefk
o. 53, srmatera Uoiao Mercantil.
MMB
VENDAS.
Vende-se coqueiros pequeos para andar
se : quem os qsiier dirija-se o sitie Cafando na
estrada de Paulino Cmara, outr'ora da Jote sai
tarros.____________________ ________
Libia sterlina
Vendo Joaquina los Ramos, a na da Croa a. 8
prmeire andan ______ _
Vende-se Orna casa terrea em chaos pro
prios, sita na roa da Amicade n. 38, (Capooga) :
a tratar ua ra de Marcilio Dias o. 15.
Lembranj* tmpo
O proprietario do armaiem de vveres a cna i florida a
Imperador n. 28, vem por nem deste a___n__f Cirtittja da Pflntrioa
respeta*vei pnblico-esta ci
prevenir e avisar ao
da de, qne o sea arntazem nm dos que com mais
vantagem pode satisfacer as suas bem atendidas
exigencias, pois para tal flm tesa feito reunir no
mencionado estabeleeimeoto o mais completo sor-
tmenlo de acepipes, para que os dignos leitores
deste annuoeio nao tenbam occasiio de massada
loma a resolugao de limitar se a*lembrar sonrent
os gneros qne elle lem como especial novidade, e
o st gumte :
Lindas calas com coufeitos, proprias para pe-
queos presentes.
Chocolate em p, este chocolate tem a vantagem
de poder-se fazer mesmo na mesa. ,
Leite eondensado, a melhor marea conoccida.
este leite-eonvem pr'mciplmenle aos collegios, ho-
teii e bospitaes, pela presteza com qae se obtem
qualquer preparado delle.
Tamarae do Egypto, raramente vindo a este
mercado.
Licores Anos: Caartreize, Cnraco, Aoizete,
Creme de cosa, etc., etc.
ALEM WSSO 0 CAMPOS
pode garantir qne o sen armazem um centro do
bom e agradavel ao paladar, pois nelle se eneoo-
irara sembr ludo qaanto pode necessitar ama
despen-a, eozinba ou mesa desde a mais bem sor-
lida al a ais medioere.
AGORA ANDA
annuocia tambem fci.o mulatnho em' saceos e a
retalho.
MfodiD-o. coa
avia a todoa oa oa atoa fregnezea qon
tornado lodo pelo proco,
da, pin todoa adairar,
Pecaa 4a fllaa bordadas mu
Thesoaru fraodaa a
bmi fino qae ha
Giiaacoa SO
Uao, atalude a
Pecaa da tranca da
mau Baodemaa a
coa agoa da colonia nanita
^*_te*w
^KjM_]ae de cas laa a. di
a* d_ Aravedo Miia e Silva, em ana lo
aiodezaa contiona a rendar tndr
recoa qoa todoa admira :
' bordar a melhor
aoperiores grimpos fran-
P M*a a garios de um e
iare meniaos a 240 a
nha de novello, a melhor
poaaivel. .
500 Dnxia da lencos de casia com barra.
r_i|iMJf7|l cam 30 novelloi a
1S00 Vari la U-ia Iraaca para toalbaa
Gbapaoa brum Tan hjiUaiVl-a rr__r' DoirMHieajatajatroaamuitoooas a
albor ^^^SuSlJiSdKk P_H_r-aiaa inas para senho-
Doum da botbaa cobertoa da ada
para aatidoa por todo prtoo .
para acabar. aav__
asta* aa rala praU a *
Ol'
Srnaa dl-i-lu aa rooc^branoa a Ma ^_>(5 lito ^is, para fazer a
taO
too
SOC
Q
aa a 100,100 a ?il afalaxada soldara doorada a
m* inoo
pratoa Tc^iaadoa para aaa-
a
C-tairoa coa tina pmta a 80 o
Pacaa da 8a elstica maito fina a
com auDerior banha 60,100 a
rauperiorbanca a
da Philocoma a
PraaorjB con macaata | Parola a
f raanoa oa agua da Colonia rerda-
Maa coa aleo da h_t)osa suderior a
Carritala de retro* preto com 2
otara a
-aixaa com agallas fraacgzaa a 160
Pecaa de ttraa boradaa a 500, 600
ooa
Garrafas coa a verdadeira agua
800
240
11000
,.320
600
ChristSa as
aais modernas a
Llvro das aussoea abreviadas a
Cepos grandaa com superior banha
Macos de pallitos para dentea o
melhor que ba a
Picotes com 3 ubonetes inglezes
fazeada fina a
Estovas maito finas para limpar os
damas a
240
1*4000
11300
400
1*500
16500
160
600
240
Vendem Focas A C. i
n. 9 junto a igreja.
Peras,
Uvas
roa estreita do Rosario
Aparados vapores /.ocomovei?, Je forca
de 3 A cwai.los, e perteoces.
Machaas para lavar ronpa.
Aradoa americanos para v_r_fa a la-
dera.
Carros de mo para atierros.
Tinas de aadeira. aaw J
9aMei_dr> di'.i LsW
nhado.
para lavatorios,
[aanprcs
exim na
Correntes para rrastar roadeira.
Cylindros americanos para padirias.^
Pertences avulsos para machinas.
Salitre refinado.*
Brou abperior.
Moinbos de diversos fabricamos .para
mimo erca'. JO
jOcbulhadortis pa^a rnflho.
Awe de perrJjacete para-machinas.
Gamas de ferro.
Bombea de Japy. j
Di* aiOericanas. qs Cofres de ferro patente. f.
GSaos-de ferro earnjttJor.
Ditos de dito estatiljao.
JRbs t chomba-! 3
Dilor-da borraag^ *^
|erpsra ferfigotK, >
'Wf poder
avko im'Ortant;.
Devendo seguir com orevidade as pecas prin-
cipaes da dita relioaco para o Rie de Janeiro,
engage-se os -Srs. de engenhos de aproveitar an-
tes da sahida, desta uriiea oecasiio de comprar por
prc .iis commodos machiaas fabricadas pela pri-
meira casa franeza deste ramo do industria,
Bicos e rendas
Vende-se rondas e btcos do Aracaty a precos
nunca vistos : na ioja de faeendas de Canuto &
PiDhcirn ra da Imperatriz a. 16.___________
Aos senbores de engnho.
Vt-Ede--e a retalno as diversa* machinas e cal-
deiras a vapor, eldeiras de coor-e para c^zinbar a
vapor, liros, teos, rmas e mais onlros >.4>jec-
irija se aos pr 'pn> i*rios da dita retinacio os Srs.
lenrique Leiden &C, na imperial fabrica decer-
vpja n. 35 ra do Bario d- 8 Borja (Sebn).
Ba da Cruzn. 18
Farinha do mandioca, superior em tacos
grandes.
RA DA CRUZ N. 18.
Formas re ferro palvanisado,
RA DA CRUZ N. 18.
Virrhos tinos de Bordeaos, do Rheno e
de X-rt-z.
Avaiado
algodo coiu pequeuo toque de avaia a 3fi.'i00 a
pe^a : na rna do Crcpo o. 20, loja de Guilberine
Carueiro da Cjiuua
Venderse I
na ra Direita n. 32 A, nroa armaQao cora todos
os seus pertences, pnprio para qualquer negocio,
assim c mo urna barra de prova ogo.
Vi-nde-r-e um carro para trabaibar na alfan-
deca, n:n boi e urna carrosa : quem pretender
dirija-se rna da .mperatriz n. 39, que achara
com quem tratar._________________________
Chapas de ferro galvanizado para cobrir
casas, etc.
De 6 pus a J_8<<0 cada urna.
De 7 ps a ?_!5'0, idem.
De 8 ps a 9*700.
em casa de Shaw, Hawkes & C-, n. rna da
Cruz.__________________________________
J chegaram.
As d'esi-jadas carabraUs croi, e ditas ora -\o-
res de la^. ao 65, ra do Duqae de Casias._____
Quem quizer venha
depressa
Autos que se acabe
! __
i
ATTENCAO
Ciiegou para a loja da Jandaia as mais moder-
nas cambraias abortas para vestidos de senhora,
qne se vende por barato pre;o : na roa da Impe-
ratriz n. 26.
(Ji f restauran.
SANTA ISABEL
Rna da Fiaren tina9
Aceitam-se assignantis por presos muito com-
modos, garante se boa comida e ranito assei.
^uerem comprar ?
apsa'para vestidos ; preto on branco ?
,-floa, larga on estreita ?
eos de liobo, bordados on lisos ?
Bi/nitos leqnes, osso oo sndalo ?
Nova esperanza quem tero III
E no viciad e !
Acaba de chegar a Nova Bsperanca ra Duque
de Casias n. 63, booepos e booeeas, sendo de mol-
des Bteirameote novos, viudo entre elies os en-
granados nonecos de bormcha : para qne se can-
cam? quando qaizerem comprar qnalqner objecio
sendo bom, bonito oa engracado, lembrem-se logo
da N va E'peranca rna Duque de Caxias n. 63.
K^pi"g rdas Lefancheux
Vende-se cargas de adarme 12 para estas espin-
gardas : na fabrica a vapor de cigarros, ra larga
do Ros i rio n. 21.
raa a
Dwit do facM e garfos cravadas a
Dm de palitos egnranca
_W,3_)6
a 20,
-artaa
Caixaa coa peonaa de ac com to-
qjMi
Gaoaa com peonas de Perry fazen-
t dalia a
Dttaa 4a dita dito verdadeiras a
Caixae com SO cadernos papel ami-
zade a
Pecas de fitas para coz com 10
tata* a
Pecaa de tranca lisa de todas aa
corea a
Du-ias de liaba froaxa para bordar
I 400e
Parea de sapatos de tranca a
Dorias de baralbos muito finos a
24400 e
Ditas de ago'has para machina a
Libra de pregos francezes a
Resmas de papel almaco sopericr a
DiUsde dito pautado o neihor a
Caixas'com sabooetes fructa a 720 e-
Carnteia de llnba Aexandre a
Gravatas de cores muito finas a
Ditas pretas pontas bordadaa a
Grosas de botes de madrvperola
para camisa a
NovelW delinha branca, 400 jardas
Dnzia de cartoes de liaba branca e
preta e de cores a
Thesouras maito fioas para ochas
e costara a*
Caixas redondas para botar rap a
Caixas com pos para limpar dentes
fazenda fina a
6_KXK>
160
45000
400
1.J500
lJOOO
500
160
3A5O0
44000
3*000
500
14000
320
800
14200
7<*
500
40
500
14800
24800
24000
240
34600
44000
14000
100
500
600
50G
os
o
120
500
14-00
200
AS MODISTAS
A Nova Esperanca est ^rida a van-
der baratissimo, para aa El.**, raodktae:
coejtes, farree para ves'Udof,JoUis, etc. e
ludo mais de -quepr ecizafai; e isto por
proco maito cemmodo, coja a condicie po*
rem das mesmas Exmas. aonimn desloa
objectos s-mente no dito estabelecimento
onde encontrarSo o bom, por pooco preco
e desta forma ambos lucraren, tslo a
Nova Esperares, porque Inde, e as modis-
tas, por compraren bom e barato.
Nao barer eavnlfc.
As criancas qne oearem dos collares ano-
dino?, qae se vendem oa Nova Esperanca,
estarlo iseotos de eoflvurBes; pois s5o oa
verdadeiros recebicoejlirfctamente.
E' engranado e destrahe
Os pioes de nova invencao e que dancen
15 minutos pooco mais ou menos, mudando
sempre de cores, e representando diversos
caracteres, vendem se na Nova Esperanca
roa Duque de Caxiaa n. 63. ^_^
NOVIDADE.
A loja do Papagaio acaba de receber nm com-
pleto sortimento de sedas lavradas de urna s
cor; assim como nm explendido sortimento de
poupeiinas de seda, tanto um como outro sao de
lavrorfs ioteiramente noves, e as cores sao as
mais delicadas que at boje tem apparecido neste
mercado, seu prfeo lao commodo que nio ha
qui-ru deixe ite comprar : na ra da Imperatriz
n. 40, esquina da rna Sete de Setembro, antigo
beco dos Ferreiros, loja de Mandes & Carvalho.
Seraphinas ou har-
mnicos.
No armazem de Joaqnim Antonio de Arauje &
C. ras do Mrquez de Olinda n. li, anda exis-
tem ptimas seraphtaas-de nogueira, com excel-
lentes vezes, e se vendem barato para acabar.
Pomada alpaka
E' maito conhecida esta pomada e muito
apreciada por sua fioissimaqualidade, a Nova
Esperanca quem tem.
Jarros de porcellana
Um completo sortimento de lindos Jarros
de porcellana (do afamado Bacar) existe na
Nova Esperanca, ra Duque de Caxias
n. 63. _______________________
PtRl IVOIVAS
Lindas grinaldas com flores e botoes de
larangeiras enm vivos e sem elles, vendem-
se na Nova Esperanca ra Duque de Caxias
n. 63.
FIVELLAS DE MADREPEROLA.
Bonitas tivellas de madreperola lisas o
bordadas proprias para pnleeiras, vendem-
se na Nova Esperanca roa Duque de Caxias
n. 03.
PARA AS FLORISTAS
A Nova Esperanca a ra Duque de Caxias
n. 63 acaba de receber flhas para rosas e
d'outros moldes, a ellas antes que se aca-
bemrff .
Oleo para macbinas
Vndese na Nova Esperanca ra Duque
de Caxias n. 63.
VENDE-SE~
urna das melhores casas na povoacao de Eeberi-
be : quera pretender dirija-se ra da Moeda n.
39, das" 9 eras da manbaa as 4 da (arde ; e tam
bem se vende urna casa em )linda em boa locali-
dade, cora muitos commodos e com grande quin
tal.___________
Grande liquidaqo
CAMBRAIA LISA BISPO A 30000
Peca de cambraia lisa fina Bispo com
8 1/2 varas a 34000 na ra do Crespo n. 20
loja de Guilberme Carneiro da Cunta,
I-OnlA
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo n. 9
Os proprietarios deste bem coonecid* eslabele-
clmento, alm dos moitos objectos que tinbsm ex-
postos a apredaco do respeitavet pnblico, man-
daram vir e acabara de receber pelo ultimo vapor
da Europa, nm completo e variado sortimento de
Anas e mu delicadas especialidades, as quaes es-
tao resolvidos a vender, como ie seu costme,
por prteos multo baratlnbos e eeroraodos para to-
dos, com tanto que o galla...
Maito superiores Invas de pelica, pretas. brna-
cas e de mni lindafcres. ^.^
Muito boas e bonitas gollinhAs e pjSM \ pari
senhora, neste genero o qne ba de row ferv
Superiores pentes de tartaruga parra
Lindse riqusimos enfeites r-sra nH i 0:.-
Exmas. Sras.
Superiores trancas pretas e de cores eorntldri -
Ihos e sem elles ; esta fazenda o que i ole baver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madrepproU,
marfim, sndalo e osso, sendo aqoelles braneo?,
com lindos desenhos, e (ses pretos.
Muiio superiores meias lio de Escrs*ia para se-
nhoras, as quaes sempre se ven^eram por 30AT00
a duzia, eotretanto que nos as vendemos por ',
alm destas, temos muriera grande ijiimento de
nutras qualidades, entre as quaes algumas muito
ois.
Boas bengallas de superior esona da India e
castao de marfim com lindas e encantadorasjga-
ras do mesmo, neste genero o que de melfccr
se pode desejar ; alm destas temes tamben*Tarr-
de quantidade de cutras qualidades, como fejam
madeira, baleia, osso, brrracha, etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chic-trahos de cadeia-
de outras qualidades.
Linda e superiores ligas de seda e borracha
pira segurar as rreias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 anuos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba ; sao milito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabrcame, e nos por nona vez tam-
bera assegurarnos sua'qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para coiva.
Superiores agulhas para machina e para cror><-l.
Linha muito hoa de peso, frouxa, para em> r
labyriniho.
B'ons baralhos de cartas para volurete, assim
como os tentos para o mesmo tiro.
Grande e variado sortimento das melhores per-
fumaras, dos melhores e mais couhecidos fa
bricantes.
COLARES DE ROYR.
Elctricos magnticos conira as convnlsoes,
fecilitam a deniicao das innocuuies criancas. So-
mos drsde muilo recebedures destes prodi-ios.j
collares, e continuamos a reeebc-los por torio- os
vapores, arlm de que nunca faltem no mercado
como j tem acontecido, a.-sim como pois, podero
aqoelles que delles precisaren!, vir ao deposito do
gallo vigilante, aonde sempre encontraran destes
verdadeiros c< llares, e os quaes aitendendn-se ao
flm para que sao applicados, se vtoderao com um
raui diminuto lucro.
Rogamos, pois. avista dos objectos que deixa-
mos declarados, sos oossos fregaezes e amigos a
vrem comprar por preces muito razoaveis loja
do gallo vigilame, ra do Crespo n 7.
WM
M1H
Ao armazem da
Ba rio ILio da Victoriano. i8. antiga ras
Novs, esquina do Becoo de Sanio
Amaro,
fasseos de gorgnrao di seda ricamente eofei
taos a OifCOI I ditos de ditos a 18_ I d:tos
cora p- queno toqqe de mofo a 134000, popejioas
de quadros a II^IM) o cavado, panno ara salas a
lOOOo metro, capelinas ebegidas pelo oltlmo
vapor e o qno ha do rrtafs goo o de mais mo-
derno a 151000, 1800O o _00r>) cada nma ;
bnrnons de seda a l-'j^OOO, I8000. e _|00(T,
chapeos de velludo de dwereai ;.yrt- e os mai>
sfUds que tem rin-'o ao Hado a KjOOO, ricos
eorbM de tarlatana bardado a s^la xtruprlos pira
hail< s e casamento? a 33|000, alpacas com lisias
a 500 r. o cavado, TOSU-O* ile eirrbraia borda-
dt s. roupes de dita, salas bordabas, a 3|'("i1 e
iiOOO cada omi. carrbr t tnaipn-ntes a 3|o0
a per, contendo 10 jardas cada, peca, legua* de,
aadalo a SOOO, nianUjh* a i es^aoliol, g9fju-
r.io rtfl sida pret^ em i.-t-u a>etia>4aa a ii'jQO
n oovadj.. gne cjm listas a 600 r?. n oorAdOjb*-
Ibaa de'Hlnio 8|000 a duzia e maitos outroi
objpaim ijno s Pwot MT5r7rir.fiz*rrjl r.ja do
Vende-se um grande sit o no povoado o.e S. Loa-
reneo da Malta, com 800 palmos da frente e ou-
tro* tantos de fundo, a limitar se no rio Caprbari-
be, com m a commoda casa de vivenda de pedra
e cal, coebeira com estribarla para 20 a 25 ca-
valles, urna boa padaria as condiedes de bem
fnoeciooar, arvorea fructferas, etc. ; este sitio,
qneba 16 anuos tem servido de hotel, aeha-se si-
tuado no me'hor lugar daquella povoacao, visto
acbar-se em Crele a (atura eslaeo da via-ferrea: I*
os pretenderte? podarlo dirigirse j ra do BarSo
da Victoria n 13
- ----------
N
antiga
r Bdard
?murcion 22 v-pa
11T\ BRANCA R,
iDPOHTOe'u
_Ba do. Barao da Victoria,
- ra Nova -N. 2.
Amaral NjIiuo & C, convidara aos senhores
amigos e freguezes para virera ver um cornpleto
nrlmenlo que acabm de receber da Europa,
rweatilos de blonde cora veos e flores de taran-
jipara nol vas.
.Bitos de seda d_. cores e ru alisado*, -.jj
mpuos de fil de seda proprio para bailes; co.-
samnlos etr.
pjto3 do cambraia Colcnas ue seda e de lia e seda de versas
cores.
Bonrftett* esv.eex*s >de l^costo ioietramene
lraq. 'co cae
teleqnesd laa o seda com capuz.
amisinbas de cambraia- de Irati Bordadas. '
leas ce Oo de Esc icia de cores para ssnboras
-_ MrtWfcr brajBus 4rt_->dat,.
--parUlo^^l__i___T
m
a e d vUuo el^J'
borplfcd,
MertHetta^-lalll
das
f>DIS.
fsyi-'f-- "iq,9j ca,a sra
W-W Agua-Fria.em
int)r_do nJ 3' da roa
.60^ .-'
r.
. ? Veni>-se um boro terreno proprio pira se
ttsw*a_%iM3srrf
dns.C'ii'.a.
ts-1
aa
Joaquira Jos Goncalves Beltrao tem para
vender no seu escriptorio ra do Commercio n.
5, os gneros abaixo notados, qpe vende mais b i-
rato do que era outra qualquer parte :
Az-itonas em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Caf muido em massos de i libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca martel frres.
Enxaas.
Farinha de mandioca de Santa Camarina, sac-
eos de 3 e 2 alqueires.
Dita da Babia em saceos brancos.
Dita de dita em barricas, proprias para casas
particulares.
Fio de algodo da Baha em noveos.
Fouces.
Msxados.
Nozes.
Obras de palhetas.
Papel proprio para cigarros. .^^
Dito azul para botica. ^r^
Palitos para dentes.
Pregos sonidos. *
Panno de algodo da fabrica de Tois os Santos
de Pedroso na Babia.
' 'Boinas.
Rap popular da Baha.
Botm em fardos. _
Retroz dos melhores fabricantes do PorttF"
Tapioca do Maranho.
Tabaco simme da Bahia.
Verniz copal.
Vinbo do Porto engarrafado, caia de 12 gar-
rafas.
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar.
Dito moscatel, verdadeiro de SetuLal.
Dito Bordeaux em caixas de orna riuiia.
Dito de caj era caixas de orna iom.
Ba do Vigario n.27
No scriplerio de Jos oaquirn Lirr-i Rair3o ha
para veqder se ;
Prijrs de diversas qualidade?.
Fechadrae de broca-de todos os taiiDlio e Jo*
fceihare fabricantes do Porlo.
Cahilhas de douctrlna ChristSa.
Ba
do Im erador
n. 37.


9/nfco deposito da artiga e acre-
ditada fabrica do Barbalho
do Cabo.
Neste bem sortido arn azem existe nm grande
sortimento de louca franeeza, muito ni para ca-
sa de familia, como .seja algaidares papeiros'
e panellas, ludo grandes e pequeos, e bu-
Ib5es para n;nlciga ; ti.do de barro vidrado fran-
cez. A3?lm eomo om completo sortimento de lou-
ija do liarbiiho, como seja : jarres para 4 e ;
caneos de ;-gua, pi i:-s de un a duus eaneco?,
muripgnes, icsfriadeiras. qnartinhas do Barbalho
e da_B. dim, cacos grandes e de meio para (lores, dito:
dito-pequeos para lirr.r planl.H, canos vidrados
e por aforar A* 2, :i 't, 6, 10 o 12 .potogada?,
feitos pr machina c que aiui nao ha na provin-
cia a excppco dos viudos de tora ; tudo meibor
pela qualidado do barro e mais barato do qne era
oira qualquer parte. Era porcao se faz )baU
ment de 10 la por cont ; s na rna de Impe-
rador n. 37.
A revalesciere du Bai ry de
Toda a doenca cede a Revalesciere du Barry,
que d sade, energa, appetite, drgestao e des-
canso. Ella cura as dispepsia?, gastfites, humo-
res, acidez pituita, flato, enjps, vmitos depbii
da comida e gravidez, con tipaedes, tosse. asthma,
affecr,oes pulmonares, bexiga, ligado, cerebro e
sangue ; 60,000 curas, incluiedo muitas dallan no
Brasil.
A revalesciere chocolatada da Barry
em p,
Delicioso alimento para almoco e ceia, muito
nutritivo, foriiftcaBdo os neros do. estomago sem
causar o menor peso era dr de cabeca, nem ir-
ril-cao.
nico deposito para o Brasil em Pernamboco
na pbarmacia americana de Ferreira Miia d,
ra dP Duque de Caxias n. 57. (Todo cuidado
Bom as falsificacSes.)
Se.f L^tvenin? Flour
Farinha de trigo j fermentada, prooria para
pao, bolos, puddings, < te. em macos du 6 libras:
a venda nos armazens de Tasao Irmos A C
A agola de ouro
NA RA DO CABUGA" N, 1 A
tem leques todos de madreperola, o meibor que
tem vind.i ao mercado.
Mercurio de Lisboa.-
l/tjria de rur.'
fa erinres cigarios do Rio de Jnneir?, da fb
-n a._. Utiratnoe^ bem cctihoctt h a-ia e
cae que lea tido pesia provincia.
rica
e em sfu-arwrim para
Viohojlenifboa.
i Itradeiras.
^Tr^l
s me
io n. 28
yp, f
fi;*a*e*.
Ve
primeiro a'oda!
C;iljpinarce Lisboa,
'_o4**n oces, frucias e llores.
Ra *i Cruz o. 13' vende lodos os dias:
Prezunlo era fiambres a Jibra.
Lsnrhea iodos o# di, e differente;.
Ge a de mao de vacc em copo?.
Dotes ci yxt-aoVis de a.ii>i"nte? fructas.
BMIos, poJins o b os boceados.
Bamleijas coro bolfinhos, enfeitudaj"
B.iu.|U"s-- cravs para n. iva'. -
Piares avuW e ni boup'.icts.
Sorireus todos os lian a anule.
MMJWON
Uni deposit no Recife ra das Crur. n. 13 era
alt+aco de precos.
* Graode sortioiput. e bic!
r I" qualidade'; vrnde-se e ait
gwnile poiQio : na raa e.lrr

de Hambuig)
em pqien*
Rosario nu -
f
s Coebosn._i> ha |ara vender u_ca-
a sella, novos e bou?, sem defeto aigum.


kimauWVtedbtW \fi 1871.
\tH mb ofirij fcb apr!!
H* bra
bnea.
S atas %^fMrM"MM as academias *
ci v i"eeaatarida sajssrior a toa qas.teaa|>-
MMeidoASB be. D^to p/wpal nu to
Cadeia do Recita n. 51, 1- aoiar.em todas as bo-
^H casa d eabetlerelro.
MM V
Flor da Boa-Vista
BE
Paulo Guimares
O proarietario deile bem conhecido es-
tabeleciioeoto contina setnpre segu.ndo sua
antga forma de primeiro baraleiro da Boa-
Vista e para melbor pro va adm;rera os
pracos segoiotes :
Cuitas escoras e dars cores us
o cavado IflO 200 rs. a. 400
Cambraias de cores 210, 280 rs. e 320
Lias para vestido 280, 3*0 rs. e 400
Creps escocezas fazenda trova a.. 6*0
Alpacas la vradas d'um s cor. 726
Qirabasia-braoia iracsparetle fe-1 i
'Jfli[i3fBOa. .. 8JOO0
Ditas dita victoria a 41000 e. 80000
Bramente eom 10 pMmos de lar-
gura, varas, a 20000 e. 20500
liada polio superior pegas 5^000 e #0QiO
AlgodStfa 4|000e.....50000
Brim pardo trancado pechioeha
vados....... 320
Dito dito liso milito fiao a. 3i0
rfutras mallas mais fazendas que vende-
r por pregos baratissimos como sejam :
Ranos pretos, ditos azues, casemiras pretas
de cor, merinos, brins brancos e de c6-
reSjfifida para colletes, camisas inglezaspara
hornen?, m as, chapeos de sol etc.
Olicina d'alfaiale
Os digaos freguezss encontrar3o om gran-
de sortimeoto de roupas feitas desde o
mais inferior at ao mais superior que se
a:lid do mercado, assim como se manda fj-
zer tila e qnalqner obra d'encommenda
feitas a capricho, pois para este mister se
acha munido d'um perito mestre. Garante
se fazerem se m^nor 0% de que em outra
qaalq er p;rte pelo o motivo de o fregur-z
si pag.ir o que compra e n5o o aspecto do
estabeleciraento.
48llaa da ImjieratrJz48
JUNTO A PADAUIA F1UNC8ZA
aaa.Tamuti > i
PAVto
<> ap aobot a m/i
,oy, otoq otaiotanwi
,i-mcim boj n&q.fJ
i nUbiod at2 b saja*!
tabaaia, *t:..
' aap oofi sa
p O ac tsxiaD
ftbttiaM ,oad
ir.: ob asjrfl
um&im tita
SOSC 003
8 .1 c
*i \^.j. ^dwiH s a
NA RA DA 1MERA.TMZW ^
lanatasi
told b asiaKI
>l oq sobina* siaq
.Kdaat a-nq {
Libras sterluas*
Vende-se no armazem de blendas de Ad
F. de Oliveira A C, ra to Commercio n. 4i
oslo
IMSO LIMOS K
T.>.:> venda em seas armazens, alm de outros
irtgOfl de sen neg* io regalar, os seguate?, que
ftBdeci por presos niais mdicos que em ou-
t'i qn.'i'.'juer parte :
PORTAS de pinho aliiiofadadas.
PHIKlItAS de fjrro para coicas.
SAUTilE inglezt
EMBIRAS da India para cama e forrar salas.
ASOS de burro raicez para esgoto.
5SSSO sperior em porcoos e a contento.
uEM^N'T de loias as qualidades.
AC.tilNAS de deicarjgar algodao.
LONAS e brinzSosda Ra*sa.
^DOS americanos para forro de canos.
I '. americanos muito bons e econmicos.
.O de Bordaanx.
G K1N A.C superior do Gautier Freres.
60 em saecua grandes a 35300.
k i ti4 florida legiti.na.
B \!;A\\:A3 deoiuiae-.
CAORIhaS americana?.
RHM da Jamaica.
AZULEJOS de Li-b.
demento Fo;tiand
Era barricas de 13 arrobas preco mais com-
modo do qua em oulra qualquer parte, vende-se
n > .irui:i7.en. (le Ta^-o 1 raos A C
Contra a tosse
PASTiLlIAS PE1TORAES.
de
Comen simples crystalisada.
lila de angicj
Naife a'Arabia.
S.ve dLpiubo marilimo de Lagisse.
E oniraTmuias que muito se re:omenclam pe-
tij'suas excellenles qualidades.
Vende na
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Dartholomen & C.
34-RA LARGA DO KOSARIA-34
GRANDE
LIQUIDAeiO
Ra do Crespo n. 20.
Nansoe liso de cores lindas para vestido a 240,
SO 6*60 o ci.vado, chilas e?curas finas :om bar-
r a 320o eovado, baraUssimo : na loja de Gui-
iherai) Carneiro da Cnoha.
no para sacos
Okell Bindloss A C*
Vende-se em.easa de
rna da Cruzn. 11.
OLEO PURO E FIGADO DE BACALHAO
DA
TERRA NOVA
DE
H. LACOMBE
Es'.e oleo que to boa acceitacao tem merecido,
r.ait) se recomoDend por ser o mais purHkado
que at boje tem indo, e ainda pelo boa paladar,
superior a entro qualquer : vende-se no deposito
especial de Bartholomeu & C.: ra Larga do fio-
aria 34.
Xarope sedativo*
DE
Casca de laranjas amargas
- COM
BROMURETO DE POTASSIUM
DE
L1RO/E
Este novo preparado aprovado pela aeademia
imperial de medicina, muito se recommenda pela
sua ac{a.) sedativa e calmante, sobreo systema
nervoso, o bromureto de potassinm, nao deixa de
dar os mais ceno resaltados as diversas affec-
Qoes do organismo e principalmente as molestias
do eoracao, dai vias digestivas da re*piracao, das
vias geoilo-nrinaria, na epilepsia, as molestias
nervoaaa da prenbei, na iosomnia das eriancas
durante o periodo da denticao ete. etc.
Vende-se na pbarmacia e drogara
de
Bartholomen & C
34-RDA LARUA D0R0SARI0-3
Cerveja em harnl, de 6U-
peior qu lidtd$
YendMa era casa de S. P. Johnston 4 C rafc
a Seniaanova a. 41 '
Attencilo
Vende-se nm tHHaoeom 00 palmos de frente
e 500 de fondo, lmNNii cmu de taipa, as quaes
reodera 17*000 measaes, em Bebehbe de baixo,
rna do Qengot: tratar ao Catainho-novo Da-
mero 67.
,BSS1SS
graodaa H.artMaini -*Jttfm frute*
vel poblico deata ttMaf fl* loMi-se;
> enwraaariaft gaanaaartiaiaata es
vender na loja de PavJo; patp adr
Os aanat ;praa#i*lati 4Hte4Mh6e-
^*j
' Os proprietarios deste asUbelaaMa
menso deposito qqe tan da toeoia a ,
soUido fazer urna ve'rdadeira liqjaiiaflUa m
os seus- argos: para o yaa-qoHaJI a r
poi> lbe garantem que em parte alg
mo nao comprara pelos
virtindo-se que s se vende a
lecimento rogam a lodos os seas evapores iaata praca a favor de' virem saldar tata d-
bitos, e todos aquellas que aitiwreaviaveaio contaa antigs aifl iofiaareio tarto 4u
ser eocommodados jodicialmento. '' 10JJ ?T
IJ; slnhas bordadas do Patio. PUSTO BRANCO 4 380.
Aisacianas com lio Jas lateas de oda
JiJtXK) o eovado.
Ditas lisas com muito brilbo a 1$ o eovado
Atlanta?, fazeoda de muito gosti tecid
com seda a 720 rs^ q eovado.
Ditas com quadros de seda e edres muito
delicadas a 6i0.
Poil de chvre, d'uma s cor can muito
brilbo a 500 rs. o eovado.
Merinos escossezes fazenda de muito gosto
para vestidos bomous e roupas da naaioa
a 610 rs. o eovado.

a O Pantera o* grand
fustoes brancos proprios pa
rounas de m
'e00 rIJP
Wf/y m'dTto'
Gurguro muito bonito, tendo de todas 'HW*ro e dito eotrancido cornea msma lar-
as, cores a 400 rs. o eovado.
L3asinbas aodernas com diffaraales goa-
toa a 400 e 500 ra. o eovado.
Ditas ditds a 280 e 320 rs. o eovado.
Bareges transparentes com dilerenles co-
res a 1(50 rs. o eovado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
de muit) goslo a 500 a 800 rs. o eovado.
CassasdoPavSo.
Gassas inglezas com bonitos g03tos a 200
e 240 rs. o eovado.
Ditas finissimas a 300 rs. o eovado.
Ditas francezas de milita pbanUaia a 100
rs. o eovado.
Cortes de cassas com 7 vara* fazenJa
muito fina e bonita a 2)9500 e 30O0.
Ditas d'organdy braceo e de corea a
2a5<)0.
CAMBRAIRS LARGAS A 600 RS. A YARA.
O Pava) tem cambraia branca transpa-
rente de boa qualidade, com 8 palmos de
largura, que apenas precisa 4 varas para
um vestida e veade a 800 rs. a vara, dita
linissima da Escossia tendo a mesma largu-
ra, que vende a I^^OO.
CAMRAIS BRANCAS A 45000 E 4500
O Pavao tem pegas de cambraia branca
transparentes com 8 t/-varas que vend
pelo barato preco de 4000 e 40500, ten-
do ttnbem muito finas de 50000 at
l0fi.U00.
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 30500
a peca at a mais fina que vem ao mer-
cado.
CORTES D'ORGANDY A 40000.
O Pivo tem cortes de organdy braoco
com 8 1/2 varas que veode pelo barato pre-
go de 4^000, assim como finissimo organdy
brinco com listrinbas e quadriubos o me-
Ibor que tem viudo ao mercado e vende
pelo barato prego de 70 rs. a vara.
SAIAS BORDADAS A 40000.
O Pavo.tem um grande sorlimenlo de
saias ricamente bordadas, sendo de 4 pan-
nos e vende pelo baratissimo prego de...
40000.
Ditas muito ricas a 50000 e 60000.
Ditas de cor sendo de la, bordadas e en-
feiladas a 40, 50, e 000jO, assim como fa-
zeudj bordada e com pregas, para saias,
que se vende a 800 rs. 40000 e 10280,
sendo preciso apenas 3 1/2 varas para orna
saia, pecbincua.
Croadenaples pret: e de corea.
O Pavj tem um grande sortimeuto de
grosdenaples e gurguro preto para vestido >
tendo de 10Oj"o eovado at ao mais su
perior que costuma vir ao mercado, assim
como um grande sortimeoto de ditos de
todas as cores e branco e um bonito sorti-
meoto de setins branco e de cores que ven-
de por pregos mudo em conla.
Potupelinas de seda a 9000
O Pava o tem om elegante sor timen to de
poupelinas de seda tanto lisas como lavra-
das as mais modernas que tem viudo ao
mercado e vende a 20000 o eovado.
ESPART1LH0S A 40000
CACHENEZ a 40, 50 e 60000.
0 Pav5o venda espariilbos de todos oa ta
manbos a 40 e 50000, cachenez parisiense
com delicado ponto e de cores, a 40, 50,
e 60000.
Para noivas.
O Pavao tem rico gurguro de seda, bran
co. Grosdenaple branco muito encorpado
Agraciannas brancas com listras de seda
l'oupelinas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, lavradas e lisas. Ca-
pellas com palma de flor de laranga com
ricos veas bordados, que tudo se vende mais
barato do que em outra qualquer parto.
CORTINADOS PARA CAMAS B JANKLLAS.
a 80, 100, 120 e 100000.
O Pavo tem om grande sortimeoto de
cortintdos .ricamente bordados, proprios
para camas e jauellas que veode de 80 at
160000 o par.
Pegas de cambraia adamascada com 20
varas a 100000. crochel ricamente bordado
para cortinados a 10500 o metro. Assim como
ricos damascos con 6 e 8 palmos de largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
bem ricas cjlcbasde damasco a imitacio da
seda e ditas de crorbat as mata liadas qaa
tem viudo ao mercado.
MUSSEL1NAS DE CORES A 400 RS. Q
COVADO.
O Pavio tem om bonito aortiotaot de
musseiioas de cores, padres! Inteiraniente
biradas
Amerfcar
olea
cono,
tjpafo&'fwn oxa\
ALGODAOSIXHO A 3#t00.
*0 Pato tem pecrt de algodostribotn^
boa quafidide qoe vende pfllo barato p
de 30200 a pee. Ditos muito superib
de 40000 para ctaa. AlgoUoiinho en'
lado com a largura precisa para um fngoJ,
sendo liso miro encorpado a QOU xf. q
WAMANrfiS A 10600 e 10.300 O METRO.
O Pavio tem superior bramante de al-
godao sendo preciso para om lencM apenas
um e meio metro e vend a 10600 o 10800,
e de liubo fazenda mnito encorpada, com a
mesma largura a 20OO e 20500, dito fran-
eez do mais floo que tem indo ao merca
do a 30000, 30600 e 45000.
ATOALHADO.
O PavSo vende saperioratoalhaJo at600
e 20000 a vara, dito de liobo Loeada muito
superior de 30000 para cima, sendo ada-
mascado.
Fazenila para ludo.
O Pavao tm um grande sorlimenlo de
uzeadas pretas para luto, como sejara:
Merino preto com 6 palmos de Lrgura
para vestidos a 20000 e 20500 o eovado.
Marinos pretos o de cordio para todos
os preces e dillerentc-s qgadades.
Bombaainoas para todos os pregos.
Cmujas e alpacas pretas. L&asinbas pre-
tas ou caasas de li de 360 at 500 rs. o
eovado.
Cassas pretas francezas e inglezas de to-
das as qualidades.
Chitas pretas francezas e inglezas de 200
rs. para cima.
Civpe preto para veos.
CASEMiH AS PARA ALC\S A 40, 50, 60,
70 E 80 /OO. i
O Pavo tem om grande sorlimenlo de
cortes de casemiras de cores para c cas,
sendo os mais moderos que tem vio jao
mercado e vende-se de 40 at tt0O(|p o
corte, ditas em pegas francezas e inglezas
para ca'gas, palitots e colletes que vend de
10800 at 60OOO o eovado, dftas escoras a
prova d'agoa que vende a 50 b corte ou a
30 o eovado, sendo estas casemiras muito
proprias para meninos de escola por serem
escoras e de moila durarlo.
tiiiPCOH ii;soi.
O Pavo tem superiores chapeos de sol
de seda inglezas.que veode a lo0, ditos com
bonitos cabos de verdadeiro marfim a 14,
160 e 180OJO, ditos de alpaca de todas as
qualidades.
CASAQUINHOS A 150,180 E 200000.
O Pav3o tem um grande sortimeoto de
ricos casaquinbos de seda preta muito bem
enfeitados e modernos que vende a 150,
180 e 200000, sendo fazenda de muito
mais valor, assim como ricos chales pretos
bordados com franjas largas de retroz a
100 e 120000.
PANNOS DE CaO^H PARA CADE1RAS E
somAs.
O Pavao tem um grande sortimento de
pannos de croch proprios para encost de
cadeiras e de sphs, assim como um rico
sortimento de tapetes de todos os tamanhos
proprios para salas.
MADAPOLAO BARATO A 40, 40500 E 50.
O Pavao tem p gas de madapolo con. 24
jardas ou 20 varas que veode a 40 e 40500
a pega, dito muito fino e largo de 60 para
cima, dito francez da melbor que tem viodo
ao mercado, assim como dito finissimo en
pegas da 40 jardas.
Corles de chita*.
a 106tQ, 2000 e208OO.
O Pavao tem cortes de cultas francezas
com 10 covados, que veode palo barato pre-
go de 10600 a 20000, ditas que vende a
160, 200 e 280 rs. o eovado, tambem tem
um grande sortimento da ditas finas claras
e escuras que vende a 280 e 320 ti. o eo-
vado e fiaissimas paralas miudinhas propri-
*i para camisas, vestidos o roupas para me-
ninos que se veode a 360 e 400 rs.
COLCHAS E CHAMBRES.
O Pavaw tem um bonito sortimento de
chambrss de cretone, qoe vende a 40. assim
como cobertas da mesma fazenda a 20500.
. LENCOS BRANCOS.
0 Pavio tem lencos brincos abanbados
qoo se vende a 20400 e 30. a duzia, ditos
5raudos de merino sem ser abanhados a
0200 ra. a dasia; assim como bonitos len-
cos bord -dos para maos.
Brlaa para calca.
O Pavao tem grande sortimento d brins
brancos de tobo trancado, assim como om
grande sortimento de bros de cores muito
oco -pados. seodo escuras e claros qua sa
rendem mais barato do que em oulra qta)
quer parte.
PARA CALCAS.
PAR
T ao-Bazar Universal da roa Nova
n sortimento de maclinas para eos-
alhjDJrja,ojjalidadas que exte na
13 gWWljHWi j s3o bem co-
nhecidas pelosIV'Itoras, como sejam :
Weljer & Wilson, .Grover 4 Boker Silen-
ciosa Weed e Impariaes e outras muiua
ae ^aacoai a vieta davtro agradar aos com
pradores.
Estas machinas teem a vaotagem de fazer
o trabalbo que 30 costureiras podem faz-T
diariamente e cosem com tanta perfeicao
Cpmo as mais, perfeitas cqsjoreiras. Garan-
te se a auabia qualidade e'ensiua-se a tra-
balbar coa perfeicao em menos de orna
bora, e os pregos sao to resumidos que de-
vem ayatlfli os areteodentos.___________
..-'fe

<&&.
nico
legaimente autonsado e approvado
pelo eonselho d sade.
NICO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pbarmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU C.
34Ra larga do Rosario34.
FIO
Para saceos e fognetelroa.
suecos
PARA AHSUCAR
CERVEJA DE MABCA
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras irazera os nmeros estampados
as pegas e nao as etiquetas.
Vendem-se
Era casa de
T. JEFFERIES C.
46 Ra do Gommercio 46
BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazeua eui cada peca nm > 11 he-
te com o uome
> DOS
nicos importadores
__________T. JEFFERIES & C.
Vende-se barato, um plano, de um dos mais
afamados fabricantes : a tratar a ra do Com-
merew n. 38.
novos e corea fixas, qua venda a W) rs. o. Cortes da brins ^alfodSo, fwendaomite
eovado. Ditas brancas muito finas a lOQ
a 300 rs. Metim branco da India muito loo
para vestidos je roopas de meninos a 7*} rs.
o aovado. Cretonas de cores muito ancor-
pados para vestidos a 600 rs. o eovado,
aaaorpadna a I180, bro pardo claro. es-
curo a 400 a 44a ra., dito trancado at o
mais Qno aun cosUm w ao awaado aia-
nbos da lioho a alf odi prap
a roopas de ownino.
A loja 4a Pavio aeha-sa con>taatemente abwti
o" ? A ra da Impartir n. 99,
** 6 oooMa nsaobla at ai t
mtmwmmo
Gesteo MIS*U'JmnlAm
( ________________
Os proprietarios deste elegante estabeleeimento tendo em vista os eator
flieram para o coltocateB asa eMaela l om faufv*MaM JR
iMsoroao poneipio ae ni* imw uemmKi )onm tvtMm'Mft
buco, qoe nn i nr nrtihrlnrlwiiaiii iaw^iiii Ifssatw I tU i)Sl~"
dejofaj, como sejam : briamm nais aerooi-, para aienMrem ,____
tou do bello exo, qoe m venden a 8, 9 e W* o pw, dila para iniiallHPt,!
ditas de coral, obra de aparado gosto a 3 e 4*. Voltinhas eerat a V broches moderao deO a lia. loa eom 4ra teiiw t
10. l%, 16 e X, roteUaaM, aaraai awa- HatiMiiaas^ais Hp
podras -de 4 a 184, eaeoletae a 4 diu cora aueiMoM #5t0,
gostea, eom bolitas pedral a % I e 4#, ditaa de perotat, MBen._
ricas erase esmeralda rabia a tJ, 14 e l*t, Hm da ame- efat
tograpMaa a 3, 4,, 7*, flgaade coral a V, eadeiae peva reJogfc
WOOa oiva, guarni)5^ on ira* botM paae. abertaraia 4A/4rtM M
o par, ditos para pantos al mts moderos o7- e 8*; aid as am varias
to de jolas de aparado gosto qoe recebera por lodos os vapores da Europa :
rsa : bracos, bractku-, aiaaetas, adareeosesttpistes, rases, tossw, iat
bhUiaBtes, eameraMar, pMvtas a'rabtai. Ites^btes, vahas, iraateHas, aaalll a
liase de diversos modelos, ocotose paaeiaecas ceno pan warae*r
ro e prau de afamados fabricantes, salvas de prata de hawai tissaaao
ros e faqueiros, colheres para cbi e sopa, maracas para sUmssi, tf*flaa>
objectos qae seria enfadonbo mencionar-se.
Oa proprietarios s Flor de Ouro giraniem waaar'anls laaaio-'aae-sas outra
qoakjuer parte, pata 90a suri aoerto o eatatlaetniote asa
noute.
i en-
V&


-*'i'
. i
MJA DO DUaiM M Cffl4S
(Antiga do Queimado)
KefinadoRes de FErnambuco.
Cheguera i pechiocha, carvao animal a i600 :
na acreditada fabrica dos fias das salinas de San-
to Amaro, deposio na roa di Ponte -velha n. l\.
P< ete ide vender por largo terapo por ter vindp de
Lisboa grandes pored s por qaasi todos os navios,
e em os melboramentos ltimamente iotroduzl-
dos no machinismo, produz a dita fabrica 80 ar-
orbas por dia, Cmecando de 13 de agosto em
diante.
Vende-se a propriedade denominada
da Fazenda na Barreta, com legua e meia
de comprimentj de Leste a Oo-te, e meia
legua de largura de norte a sul, a margem
da estrada de ferro do Recife a 5. Francis-
co, com casa de vitanda, grande numero de
ps de coqueiro, sendo toda a trra de muita
produccSo. Quem quizer comprar a mes-
ma propriedade p le entenderse com o Dr
Joaquim Correa d'Araujo ra dos Pires
n. 20, ou a fu de imperador u. 83 1. au
dar, iias 10 boras da manhia as 3 da tarde.
Cura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopeau
Esa pomada qoe lio bons resaludos tem colhi-
du as pessoas que delta tem folio aso acaba de
ehegar para o sea deposito especial..
NA
Pharmacia e drogara
DE
Bartholomeu d G. ra larga do Rosario na
mero 34-
Rap
A loja da praca da Independencia n. 8, che
ara nova rossossa do muito aereditsdo rap gasse
o, Oso, Rocha, francs, roo e primen da
,1a, Usas* o Psolo Goroslrp oommun e visjado;
sa sm libras e a retaiho,
IVjhas de fwro
V PARA ACABAR
Venden es seibas de ferro da 6 paanos a taMO,
ditas de 8 palmos a 11700, ditas de 11 palmos a
atOO, alta* de 14 pakao s 3*400, ditas d 17
mos a 4 : i roa Primoiro da Marco n. 6, loja
Chapeos.
a.aviBfipna:
e nao ba quem me possa retirar do mn Irme proposito ; pafonio desde ja aaae\
ao Ilustrado povo pernambucano, que nesta casa commercial se encontra sinceridade
tractos, afim de sa oder conservar a numerosa freguezia qae me tem honrado e
em nossa casa, e para o augmento da mesma.
Peco que se nao aamirem dos precos da alguBS artigos que .aasso
por vezes tenbo mosirado quo s desejo vender barato a fim^JBjjoder
PREQOS

fino a
3,31200, 4,50CO,
6^500, 7,51.
Pecas de madapolo
4,5500, 5 e 6^000.
Ditas de dito muito
e !).->')00.
Dita dito enfestado peca de 12 jardas a
a#00.
Dita de algodosinho a 3;5, 4;?, e mais
presos.
Ditas de dito muito largo marca T a
HUO.
Ditas de cambraia transparente a 3|J200,
3o5O e mais pregos.
Ditas de dita tapada (ou Victoria) a 44
e mais pregos.
Cambraia a imperatriz muito fina e
larga.
Dita imperial com cordSosinhos, fazerda
muito moderna.
Mosselina branca, eovado 300 rs,
Bramante de linbo com 9 palmos de lar-
gura 10800 e mais precos.
Dito de algodao a 1500-
Atoalbado afestoado fazenda superior a
1^800.
Brim de algodao de cor a 400 rs. o
eovado.
Dito da Rnssia, a 500 rs.
Dito pardo trancado a 300 rs. e mais
precos.
Dito branco de linbo fazenda muito supe-
rior a 40600 a vara (vale 20000).
Grande sortimento de brins de linbo de
cor- a 500 rs. o eovado, fazenda que se tem
vendido a 10200.
Grande sortimento de casemira, custa o
eovado 10600, 20500 e mais presos.
Damasco de 13a fazenda finissima.
Cortes de casemira para caiga a 40500,
50, 60, etc.
Flanellas de 15a riscadinhas a 640 rs. o
eovado.
soai-
Lengcs cbinezes a 30000 a duzia.
Ditos brancos de algodao a linbo
ment completo.
Completo sortimento de camisas nacia-
naes, francezas, allemes e inglezas.
Cobertores de lia de xadrez fazenda sopa-
rior a 50.
Grande sortimento de balos.
Cobertores de algodao a -10400 e 20500.
Cassas de salpicos a 50000 a peca.
Palitots de casemira a 50010 e mais pre-
gos.
Ditos de alpaca a 30500 e mais pre-
gos.
Saceos para \iagem.
Meias para homem a duzia 20400, 30 e
30500 e mais pregos.
Ditas para seuhoras, meninos e meni-
nas.
Popelinas de seda, eovado 10700 admi-
ra/ll
Completo sortimento de chapeos de
sol.
Toalhas para o rosto a 80000 a du-
zia.
Toalbas bordadas, de linho do Porto.
s3o muito lindas, mandem buscar as amos-
tras.
Duzias de guardanapos a 20500.
Cortes de vestido de cambraia branca
com babadi s a 70000.
Cortes 'de vestido de cambraia branca e
de cor com babados a 100000.
Algod o de 2 larguras para lengol ou toa-
lhas a 10000 a vara.
Chitas finas a 240, 280 e 320 rs. o eo-
vado.
Dita violeta fina a 280 rs. o eovado.
Ditas em percate o que ha de melbor a
360 rs. o eovado.
E' v para crer.
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*(i|BM*0 MA IA1MPERATRIZ N, 64

T
DI

FHMREDO ft LOPES. t
Os proprietarioiNMnoft eWabOecimento. certos de que o meto de
numerosa fwgijezia vender barato, servir befo e favor sfocendadade nos tratos, nao
not abtanos deeto earaitfto pan bem corresponder ao favor qae nossos numerosos
fregoezes nos tem.dispensado.
Kn-itoiNriltft ttfflfs algumas fazendas das primeiras compras, resolvemos fazer
recoci en grois aellas, para o que chamamos a altelo do res'peitavel publico ;
SET1NS.E GROSDEWAPLB8 DE CORES.
Temos para todos os presos e qualidades.
' Groadenaplat preto.
Recebemos novo sortmaeojo e vendemos
por manos do Qe ou,ro qoalquer.
lias S aboya.
Ainda temos om rest desta linda faien-
da e par acabar vendemos por 900 rs.
C.'rtes a Minerva
Anda tems alguns uestes liados cortes
Capellas mnito lindas para noivas
barato prego de 35 e 30500 rs,
PoupeliniB de cores e brancas mjatto
lindas.
Camisas de meia a 9|J000 a duzia, pe-
chincha.
Cambraias de cores.
Temos o melhor e mais lindo sortimento
de cambraia de cores a 500 e 560 rs. o
metro.
MEIAS.
H^con, 1^ covados, par.. ^hmos ^^0 flnas UDt0 pp
senhoras como para bomens, meninos e
meninas.
acabar vendemos por m.
Cortinados.
Recebemos novo sortimento 6 vendemos I Chapeos de sol.
por 8#, %$, *W, ?#, I8# e 22, cada I Becebemos chapeos de sol com cabo de
marfim que vendemos por 130 180000, di-
tos de cabos de canoa 90, 110 e 140000.

par.
Cambraia para cort nados a 100 a peca
con 30 varas.
Da 'Victoria d 40 at 80000 a peca de
vana a mala.
Dtta suissa transparent muito fina.
ORGANTS BRANCO
Temos recebido novos organdys de
4*000 rs., ditos de G0 e 80000, este nlti-
mo tem stras asselinadas.
Espartilhos
Recebemos novos'rtimqlode espartilhos
ingleses mujlp grandes, sao de linbo.
Vestuarios para hptisados, bordados
mnito lindos a 1 O000, barato.
Camisas rancezas, inglezas suiSsas de
2 at 40500 rs., ditas bordadas mnito finas
de. Mate 104000.
MECEJANA.

ttturt
_
* K
LIVEL OsssMTONWtt *t AftflMftK
A FORMACO f.kMuqs ai Uno aH]
extasieos, a aodloo* etincsso, que
atie prodwtB as padaoMMatos de rkm-
* d'outret vmtrxu; al' oes ensaioa dos,
om reowdio, qae roaca deadisse a ase
;*v
Cortes de cambraia de cor muito lindos
e com babados com sen competente figuli-
no, tem 18cuvados por 80000.
BASQUINAS.
Recebemos basquinas de seda ricamente
enfeitadas que vendemos por baratissimp
prego.
Vestuarios para meninos.
Recebemos vestuarios de fustao mnito
bem nfeitados que vendemos por 40500 e
50., fil branco bordado muito fino, dito
com salpicos dito preto com salpieos e liso.
Cambraia abert a imitagao de croch de
cores e branca.
RR1NS.
Recebemos o superior brim de Angola,
dito pardo para lodos os presos, ganga fran-
' orna fazenda branca mnito linda e fina ceza a 500 rs. o covado, superior.
para vestidos de senhoras, tea a pega 30
jardas e costa 180 e 220000.
Panno abretanbado largo e bom. peca de
20 varas a 100.
TAPETES.
Recebemos novo sortimento e vendemos
mnito barato.
Tenaos grande sortimento de saias bor-
dadas e vendemos muito barato.
CORTES DB LA A SLUIRAMES.
E' orna linda fazenda com os enfeites
Pannos finos.
Temos pannos pretos finos de 30500 at
60500 rs.
Recebemos casemiras de cores para 30
at 30500 rs. o covado.
CHITAS-
O Cysne tem o mais lindo sortimento de
chitas para todos os precos e qualidades.
Bareges com stras de setim com lindos
padres e muito modernos.
Crotones claros com lindos padres e
correspondentes, guarnecida a saia com cores fixas pelo baratissimo prego 440 rs.
ama franja de seda na barra, vende-se o covado.
por 400000.
Cortes de cambraia branca abera, bor-
dadas mnito lindos, \eudem-se por menos
do qae em outra paarle.
Ditos bordados na barra, de cambraia
transparente, por 80000, muito barato
Luvis frescas de pellica para homens-e
senhoras do acreditado fabricante Jouvin. 4
Fazendas para luto vendemos por monos
que em outra qualquer pane.
A'pacas, caotes, princezas, bombasinas
cambraia preta, -te. etc.
Deixamos de annunciar omitas ootras fazendas por nao se tornar extenso e en-
'adonho aos nossos freguezes.
Ra 'la Iniperatriz u. 64.

FHIEIIEDQ & LOPES.

4LVTE RJUS
;tiu ofi nV chaqiiiti risol
Guiados pla#iityacoee*to m
se deram sa eattxko e verigowc* dea
mattsm^ gota, aremdv rhim, Jet***
meioa prcprioi para cural-of. ohtgaB a
actividade contra os ditos piilmieMninr
NJo nicamente baaaido tiaoriaScqBe.Uato avaocamoa, mas *m noa satia-
factorios resultados obtidos di sm appbcac5o, as ianupaaras eaparieawas, Ijbii liwi li
filemos ; e deste modo, segoroi da aeos beoaflrjoseffettos, afoctameot o recemmeaih-
moss pessoas q^e soffram algumas da* molestias cima diua.ou de alguna ootroa pa-
deciiueattis do aparlbo ufiaaiio,-laM carne o diabtico, grjeoeatica- albominasioo
etc. .efcatj -
Escusado ser observar qae.se rifa pode daiignar nm numero determinado da dses
de om medicamento para owar todtos- aa>fadividos que padecam da mea* molestia ;
pola qoe a wra aitA .dependen*, dft dawi ewcnuiBMias, iabeamiss ^poaicao na-
tural ou com(>leic5o, ds cada am aeesi mas emtado. eerto qae a hydrdto hiiho-
triplico atui rheutnatteo e pitse prstlB*we a^eri deaejada qoaado se persista em
toma lo o tempo precise paaj iMamc daaepda ter-ae ea vista qae qoasJo mais invete
rado est o nal mais se deve bst na applicacae do remedia.
Podemos tam bem afflancar qae, por meie contiwiado qoe s ja, o so deste ramo-
dio nio causa desarr*njo ilgnmflas ias djgieatina, asas antas, pela propriedade eminen-
temente Inica, que lambern possue, oriiftca o estomago, torna Mis faaei* as digeataea
e, na i pencas vezes, tem feito djSMPfWSftSr dierrhea, que eram antretidas pela oabi-
dade geral do apparelbo digesifOitrc!^ me td
MOCO DE USAR.
Tomam-f e de hyir$ko lyikotriptitn. nos primeiros quatro ou cinco das, daas ce*
Iberes de sapa, tm agua a*snerad* toitc. cha ou caf coas lelte, e mesmo sea* mista-
ra algama, ra oreas ao do almoco, e ostras ao principiar a jantar.
No quinto ou sexto dia o segaiaits, tomam-se do mesmo modo dit), tres colheres
de cada vez.
Se as ourinas da pajsoa doente depositaos grande porfo do areias; se as dores
nepbrilicas, rbeumaticas ou gottosas sao constantes; em fim, se os padecimentos sao
foites, tomar-seb3o quatro coloerea de cada ec,aa tras vexes no dia, a Ues colheres
de cada orna.
Quando as areias, oa outros padecimentos, tem diminuido, toraa-se s primeiras
dses.
Pelo uso do Hydroko lithotriptko vao sendo mais raros a apparecjm*Qla das areias,
s dores nepbrilicas, rheumticas e gottosas at qua de todo dasappareca: neste puetu
pode dispensartse remedio : oiit, porm, eoaau paaaaatiirov tasar cada samas* um
on duas dses delle.
Pelo que respeita alimentaco, deve ella ser regalada de modo qae no sobrecar-
regue o estomago, e em quantidads tai que posas ser fcilmente digerido.
A melhor bebida sena duvida, a agua para, mas tambem se podo osar de vinaa
simples on poaco alcoolico. Da cerveja e vinhos fortes, poucas vezes.
Sobre todo a qoe muito recommendamos, grande exerckio.'m fadiga, pois que
elle muito conlribas para a rapidez da cara.
N. B. Depois de tirar-se do frasco a porgao que so ni tomar, dove haver o maior
cuidado em o arrolhar imraedialameute.
nico deposito em Pernambuco
Pharmacia americana de Ferreira Maia C, rea do Duque da Casias o. 57, (an-
tiga do Queimado.)
'Oqi-lffn
siv ea
'iiq> iq n> tMttp
Ofj O^HJ O nf
'01 atOU Bsoei teOflo j recebido partf de snas
UMifOB otommeodis. ao eguimeato acaba ago-
ra matoio da raeebr ootras, algumas das quaes
ie tnrnaVam essenclaloicnie precisas, e oatras se
Sittm preciadas por Seas costos e qualidades,
Mr *):
Hftao.O* d'esowia, abeltaa para senhoras
9 memnas.
Ditas ideo eom listas tambem para senhoras
rMOina.
Mas idem muil< bonitas ao oslo escocez.
I DUaa dem idcui bracas e com listas para me
Ditas idem idem para baptizados.
" Mas de atfodlo compridss e cera stras para
meninas.
Lavas pretas de zeda, para senhera.
--------

o wisusEaj

N. 1Ria .fistrita dp Eoaario N.1



lO liOJII TOJff
Acfba-se de abrir este importante estabelecimeato demiudezas superiores com.os
mdhores artigos de luxo ede moda para bomens e senhoras, variado sortimento de
perfumaras dos mais afamados Mineantes de Pars e Londres, como sejam i ver, Lubin,
Condray, Pinaud, Begand CbonnGaux, Monpelas, sociel Hygienique, Gosnel, Bimmil e
Piesie Lubin, etc., etc.
Dias de_torc.il e de zeda para meninas.
Bonitas eamishihas bordadas para senhoras.
RMb Sa aaSa, branco e preto eom lores miadas.
Dito Se algndu, lio e eom flores.
Touquinhas bordadas para, crianzas.
Lindos e modernos chaposinbos de fustao para
Peales Se urtaruga para desembaracar oa pea-
a#t..
Ditos de dita travessos para meninas.
pito: de borracha para ditas.
Dito* d tartaruga, pequeos, para segurar o
MBirrdilno aos cabellos de senhoras.
Grande orlimento de etifuiles de seda para ves-
tidos..
FlrMas de raadreperola e de tartaruga para
poveat e I$o para o cabello.
Bonitas b Jciohas para m-nina.
NOVO SORTIMENTO DE ENCHOVAES PARA
DAITI8ADOS
A agnia branca acaba de n eeber novo sorti-
mento de lindos e completos enchovaes para bap-
tmadoi, e bem a'sim separfdamentu camisinhas
para ditoi, nodos chapeosinhos de setim branco
bordado?, otros ditos com fundo de vellHdo, obra
de mqpo gosfo/e que servem tambem para pas-
seio, sapatlnhos de fe im para n mesmo fim.
MODEtt.NOS ENFEiTES DB FLOHES,
ornados com Maos (je seda, fitas de setim e fiveila
.de "iDdreperola ao ultimo gusto, e proprios para
fcatles, casantetos, etc., etc
E CAMAS N. 58-.
duenado ju t ^ ^
FLOBES E PREPAW1S PARA BLLAS
A Agola Branca recebea lindes raaos de flores
finas, tanto para cabera como para chapeos* <
bem assim :
Papel verde liso e com listas para folba?.
Dito de cores para flores.
Folhas de diversas.qualidades para rosas.
Ditas verdes e lastrlas, obra m va e pela pri-
meira vez viudas como amostra.
Franjas pretas e de diversas largaras para en-
feitar vestidos,
COQUES DE mV& E DE 00TR0S
.M0LPE.
A Agola Branca caba de receber ama peq
na porvao dos benitos e modernos coquea gn
des de traaos e outros moldas. I TUS S.
COLL RES ROYER ELECTRO MAG-
NTICOS.
A Agoia Branca acaba de receber os provetto-
sos collares electro nufcoetico* j bem conhecl-
dos para facilitar a dentieao das eriaheas a pra*
serva-las das convuUcs.
qae-
gnu-
SOBRE-SAIAS OU ANQUINAAS DE
CLENOLINE.
Em sabstitrico aos ba'bes vlerara as anqni-
nhas de clenolioe, e acham-se venda M toja da
Aguia .Branca.
QADROS PARA RETRATOS,
A Agnia Branca reeebea variado sortimento de
qaadros para retratos.
LENCOS BORDADOS.
A lojs d'agoia t ranea, a rus Dnqne de Cattas
n. 52, ontr'ora do (Jaeimado n. 8, recebea Sotas
lengos de cambraia de linlio primorosaments bor-
dados, e como de ceu louvavel costume st os
vendendo baratamente a 5JO00, C, 8* e 10*000
cada um.
TAMEM hECEBEU
ricas caniisas de (iuo e.'gu'o de lir.ho enfeitadas
com multo goslo, e pruprias para nvss, od mes-
mo outra Exma: seubora qoe poa.-a e weira aug-
mentar o numero de sua boa roupa branca.
ERNESTO Se LEOPOLDO
N. 2 D Ra do Cabng N. 2 D
Acha-se montado de forma tal este estabelecimento de jotas que pode
vender aos seus numerosos freguezes em grosso e a retalbo e por precos
mui.resumidos visto que recebe deconta p opria por todos os vapores de
Europa. 0 gosto de desenho de suas joias o mais lindo do paiz das
modas, curo de lei, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, rubins, perolas,
turquezas, sapbiras, coral rosa ete. etc. Obras de prata do p rto tanto
para igreja como para servico domestico. Convidamos as Exmas. familias
a visitaren! o dito estabelecimeuto todos os dias at 9 horas da noile.
raa}ri)gft*ji (&>.$i!vi i^ai.*x*> ,.vJi;.*r),A;e-! i,^tst$:^ jSHFi^
mm
-"~-~

Alta novidade
O Museu Elecante roa Estfeita d Rosa-
rio n. 1 vende ricas camisas de cambraia
de bobo boraadas. para noivas, e tambem
de madapolSo fino, .bordadas e Qferiadaa
de ntremelos a 405, 60(91 e 75000 a du-
zia.
Lindos penteadores guarnecidos de ntre-
melos ofrendas valeneione, ricas caigas de
linbo bordadas e de madapo!o, para senho-
ras, bellissimo sortimento de golinbas e pu-
nbos cousa inteirameute nova, recebido pelo
ultimo vapor da Europa.
PARA BPTISADOS.
O Musen Elegante receben os mais finos
e ricos enxovaes para baptizados e tambem
lindos vestidos nfeitados para crianza, a rna
Estreila do Rosario n 1.
* Ultima moda.
0 Museu Elegante recebeu os mais lindos
e modernos chapeos de blond nfeitados
para senhoras, e tambem de velludo e pa-
iha para mangas, e est vendendo muito
barato para vender logo, a ra Estreita do
Rosario n, 1.
Plores e plumas.
O Museo Elegante est vendendo as mais
bollas flores e plomas que tem vindo ao
mercado, assim como um lindo sortimento
de franja de seda meta censa oe .nnradq
gosto roa Estreita do Rosario n. 1.
R0T1NAS.
No Museu Elegante vende-se botinas de
n. 20 a 3 pOara chancas a 2#000 o par, e
Labyrintho
O Musen Elegante vende ricas fronhas de
labyrintho a 640 e 10201, roa Estreita do seda para senhoras a 15(5000,
Rosario n. 1. no ultimo vapor.
tambem vende colchas e toalhas de fustao a
:;^M) extraordinariamente barato, roa
EsHia do Rosario n. 1.
Collar electro.
que afioal ebegaram os verdadeiros
collares de Royer contra as coovnlsSes das
criancas e facilitando a denticSo, e esto se
vendendo a 3;5000 no Masen Elegante
roa Estreita do Rosario n. 1.
s de 5$ por 4^800
Na verdade barato II Faeas finas cabo
de balanco oom dois botes a 40800 a da*
zia, nm completo sortimento do colhe-
Iberes de electro-plato e facas oom cabo de
marfim, todo por prego baratinbo que ad-
mira, no Museu Elegante roa Estreita do
Rosario n. I.
AS MODISTAS.
No Mu-eu Elegante encontraran nm com-
pleto sortimento de bico de blond branco
e preto, dito crochet, trancas e franjas de
seda de todas as coras, grande sortimento
de galoes de algodao cousa de lindos dese-
nhos, cambraia frai.ceza branca e preta para
forrar vestidos, retroz de todas as coi es,
entremeto* o babados tapados e transpareo-
tes e agnlbas de ferro, osso e marfim para
crochet, roa Estreita do Rosario n. 1.
luiIlacSo de ouro.
O Musen Elegante vende ricas voltas don-
radas para senhoras e taabem meios ade-
remos imitando coral, parola e gata tndo
por precos razoaveis, na roa Estreita do Ro-
sario n, 1.
Mintilha brasileiras
No Musen Elegante rna Estreita do Ro-
sario n. 1, vende-se lindas mantilhas de
coosa vinda

FAZENDAS EN LIQUIDADO
NA
DO P
A' ra da Imperatriz n. 40
-

T Xi
M

DROGARA ESPECIAL
HOMEOPATHICA

DE
Nanea -a vio ou proce.-sy tuaia pt-rieitu e qoe at-
iBja de tal forma a satisfazer as exigencias mais
severa* da errnurac&o.
A sua cor lidissiroa e nao precisa de cuida-
floaignm para se eousenar no tinieiro sempre
om a mem- cor, st m borra, ci-la. boldr tedas estas maietla inherentes todas as tintas
at agora conhecida, ainda mesmo dos tnelhores
autores enrangeiros.
Sobretodo, este e?timavel producto nao ataca as
panoas da.ac, antes pelo contrario, a penna
adqnire um esmalte dourado que, sendo inters-
aaate, asrs proTuitoso.
tt Oatti nao sendo especialmente para copiar,
44 cocotudo duas, tres,, ou oais copias oro ex
ispoii de escripia ; preciso, porm, deixar-lbe
(papel bem moihado sem o enxngar com o mata-
lno, porque Bao ba o ri-co de borrar. Para se
linr mais de orna copia, nao se a(ra>meram UD-
laa tolba* atuota* copias se quersm tirar, mas
raa-ae como original "tirar urna (antas qaaotas
aedesijam, sem qe o orlgiral flqus prejudicado
Oeeorreaqai dir qae, para eoplar imporu
aBBtetatoa^eiar.\e*aW4ad*s asar, taata seo saMsai, e o deeUo- recae sempre
** #. qoe moRas vezes quem menos
Adopta qualidade desta tinta extremamente
SZUZ^Jt* V* ?M ^ *" qaalqaer es-
ow. b saeia de qoe ama ou para os di-
cripta n..ffre o choque de cidos fortissimos,_ sem
se decompor; ra, se os cidos nao tem aegao so-
bre elis, muito menos a accSo do tompo a podu
destrnir; isto plausivel.
Nao ao commercio .qae este mea producto
yo se*> til ; os profesRores dos collegios, invest
gand todos os meios para o adiantamento dos
seas di-pipu!o', jem approveitado esta tinta que
w m razio a seharam apta para desenvolver o
gosto nns educandos, em consequencia da beleza
da ir e facjlidade de correr oa pequea pela sos
liquidez. Ha exemplos de mangas que bavia
muito lempo tinbam urna repugnancia extrema
para a escripia, logo qoe foi admittida esta tinta
no coliegio, apoderou-se derlas a enriosidade e o
go' to, e podco tempo depois o sea adiantamento
era manltesto.
Esta tinta, 4 par de tantas vantagens, lera nm
nico inconveniente, deteriora-se ao contacte de
outra qoalquer; cnvm pois te-la em tinteiro
isentos do menor vislumbre de outra tinta, e evi-
tar escrever com a penna#suja de urna preparagao
difTt-rente e tneompativef; verificaniio isto, nao na
razo para se usar de tinta qne nao seja a VIO-
LETA EXTRA-PINA DE MuNTEIRO.
Otoerva^o.
Diversas !alsiflcae5es e seraelhangaa tem ap'pa-
recidn, caja durabilidade davidosa. Os Srs.
compradores ptilem evitar o engao dirig ndo-se
casas circomspectasjje pedibdo a tinta qae ea
IkWieo
A. CtMonteiro.
JOS' AL VES THENOfelO & 0.-
RA ES1RE1TA DO ROSARON 3.
Jos Alves Thenorio, ptofess'ir em homeopathia, tedo-se retirado do
laboratorio bumcopatbico e consultorio de seu Ilustre, e finado amigo o Dr
Sabino 0. L. Pinbo, q-ie por" muitos nios estiveraB sob sha direcc,3o, tem-
se estabe ecido sob a firma de Jos Alves Thenorio A C, roa etlreita do
Rosario n. 3, rnde, animado pela coi Ranga cira qne honrar; m-no os amigos
da homeopathia, lhe oflerece e 'ao res.otW^l public om completo sorti-
mento de todas as prepararles bomeopatb'cas conhecidas, recebidas das n ais
arrediladas caras de L ndies e Pars, e indgenas, bem como todo' qnanto
diz respeito a homeopaih'a e sna pratira, esper-ndo qne cootinnem a honra
lo cem a metma contang, para o
tREGOSDA
GLWtots.
botica de1 12 medicamentos iOS
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48
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; esfotcos.
TINTURAS
1 botica d 1* medicjtmenws
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SSo otis esas bhiitin toi. rM9M,'t*Mt&h& tMW, ftzen-
W5 deirr s, chefes de fatnllla,- cpits1'Wlja^s, e oto gfchN'fMr* pWtot qoi-
i^ zetem iedicar-se a pratica da beop4hia. -uu.
M rficamm s- avul^s- vtyj!^MMt:Q*&**'
r CHOCOLATE DE LONI RE E DO Da
* pelo sysunaiiimtopatmco
aaeflaw
iX'pJW o -Mil ddfev m tratamento
Os proprietsrios daloja do Papagaio scieniificam ao respeitavil publico desta
provincia, que esperam muito breve receber um novo sortimento de fazendas moder-
nas, e de bom gosto, e por consegointe p5em em liquidagSo as abaixo especificadas:
Retalhos de chita, de cassas e I8as.
Chitas de cores e rxas de i60, 200 e 240 rs.
L3;;z nhas tapadas e transparentes.
Alpacas lisas e lavradas, de muitas e differentes qualidades e preros.
Cassas de cores de 240 a 30 rs. o covado.
Cortes de cassa chita a 24400 o corte 00 a 240 rs. o covado.
Cambraias brancas tapadas a 4(5 e 5)$.
Rarejes de 15a a 320 rs. o covado1.
Toalhas de linbo do Porto muito grandes a 105000 a dozia.
Metim da India a 600 rs. o covado.
Lazinha prtta de 320, 400 e 440 rs.
Alsaciannas a 10006 o covado,
Cuitas p-etas muito finas de 4<>0 al 240 r',
Espartilhos de linho e algodo de 3^500 at 5*000.
Camisas de meia, ditas fnncezas.
Camisas de pe to bordado, iis>s, e de pregas com collerinho e sem elle.
Bales de panno a 30C0, dos mais modernos.
Cnllerinhos de papel com beira de cor e todos brancos.
Fusles de cores para vestidos mnito largos a 440 rs. o covado.
Cortes oe casimiras de 4(5800 a: 7($GOi> com qoadeos e stras.
E ootras mudas fazendas que pretendemos ,'quidar para nao accumular con
as que esperamos receber.
ROPAS FEITAS EM LOIDACiO
Na loja do Papagaio ha um grande i;eposito de roopaa feitcs de brins e
casimiras, palitots, caifas, colletes e sobrecasacos, que se liquidam por pregos mnilo
baratos.
Sedas lavradas de cores.
Liqoid^-se na loja do Papagaio urna grande poic5o de sedas laviadas de corea
qne se vendem por pregos baratissimos, na ra da Imperairi. n. 40, esquina do becco Cot
Ftrreiros.
ARMA SEM DOS LEOES
RIJA DIQUE DE CAXIAS N.
Os proprietarios deste grande e bem montado estabelecimento scienlificaml ao
respeitavelpibRco de'sta provincia, qne se acham com um variado e completo sortimento
de movis, tonto nacionaes como estrangeiros, -endo estes escolhtdos capricho por
ura dos bwo* qhe>e acha actualmente na Europa, e por isso os poden vender mais
bsTatns 20*/\, menos de que em ontra qoalquer parte. O mesm tem contratado com;
os meltores. fabricantes daquelle con'nenie as remessas das mais ricas mobilias feius
IIJ. Nafofikma tem o mais habis artistas teste g*uero, e por isso aptos a foraece/em
moWas ao mata aperfeigoadas para as rasas da provincia consideradaa-de primeira
orden. Pedem, portinto, que venham visitar dito estbele cimento, onde eoe>aAlrarKo
a reafidadeo qoe arabam de expr, psssandua examiBarem : ricas e completas mobilias
de Jacaranda, tnoeno, fuu carwaho, amarillo, etc. etc., ricas e elegantes camas de
jacareada, po-settm, amaredo, etc. etc guarda-vestidos de amarello, guarda louga de
oofcerf, amarello, com tampo de pedra, aparadores do dita, ditoycom dita, petits
toilettes, especialmente para aajK^tf^^ilelvea do Jacaranda e auareilo, eom pedra,
o muitos outros aitigos ue gooaH I se no tornar enfadopoo prescindimos de
Itu aniin flT" qo*>s com a vj ^ilofao apreciar
c
Ji



f*
Dtfrio de Pofi.ntnU.oo Segunda feirt 4 4* Setenifcro fe 171
ASSEMILA
CMARA DOS DEP
acusado io elsmento terwl.
(foniioaagao).
Ntt vasto e aberrmo paiz, onde a na-
lureza qvasi espontneamente off'rece suf-
ficientee eseies de sHisfas-ir as limitadas
necesidades umi exHj^jncia obscura, ni:
se poda cooter absolataente com seme
Ihante classe para substitu r immadiata-
mente o trabalho escavo.
A mesma commissio e o governo o re-
conhecem, e por isso noa fallam de ama
grande correte de collonisaclo. sena qae,
todava, disnonham um s elemento qoe a
possa attrabir.
Longo tempo, Sr. presidente, e muito*
sacrificios se tem j consumido no tluito
de attrabir para o paiz abundante colonias-
Ci; quasi nenhura resultado se tem obti-
do, Diz se qoe o embarazo exactamente
a exigencia da escravido. Eu nio o creio;
ella pie ser um dos embiragos, mas i
flWJtos oolros. (Apoiados.)
O nobre presidente do ceaselho em seu
priineiro discurso trouxe como argomeni
em favor da emancipacio o fado de nio
existirem. escravos, oa qaasi nao existir,
em algamas provincias ao norte do im-
perio.
Eolio occorreu me perguntarse eram
es>as as provincias que mai.-i prosperavam ;
boje eu perguntarei porquj nio estio es-
sas provincias povoadas dejcolonos, vis'o
que nio ha nellaso embarajo nico qie a
coromi*sio recenbece. (Apoiados.)
O Sn. Andrade Figeira :Na pro
Viuda de S. Pau'o, que urna da! que
potsuera mais escravos que mais se tem
desenvolvido a colonisaclo. ( Apoiados.)
O So. Pinto Moreira :Ja se v que ba
ontros embarazos muilos serios 1 colonisa-
gio, e alguns moito respeitaveis, qoe nio
podemos e nem devemos remover. Um
desses embiracos a existencia de ama re-
ligio de Es'ado, que apenas tolera, e de-
baixo de condicoas, restrictivas o coito de
oulras seilas.
Este embarazo gravissimo mas inamo-
vivel.
Com effeito, a religiio o laco mais nobre
que prende o espirito do bomem; e nio o
prende smente a Djus, mas familia,
que por elle se forma, aos outros homens,
a certos hbitos e principios, que consti-
toem a norma de proceder e presidem a
todos os actos da vida interna e externa.
Principalmente a religiio ioteressa ao
colono pelo lado da familia, cuja sandade
dalli procede em todas as seitas,
Elle nao se pode achar bem em um paiz'
onde sua religio tida como erro, e os
actos que della emanam como privados
do principio divino que os legitima e san-
tifica. (Apoiados.)
E ser tempo tambem, seahores, de
proclamar a liberdade religiosa, de riscar
o art. 5o da nossa consttoicao ?
O Sr. Cruz Machado:Estamos no
tempo da propaganda; pie vir esta tam-
bem.
O Sn. Pinto Moreira : Esse obst-
culo colooisacao nio pie, ao menos por
muito tempo, ser removido : a religiio ca-
tholea, quemis do qoe neobum outro
elemento concorreu para a organisac5o de
nossa sociedade. de nossa civilisacio, para
a constitojca de nossa familia e de nossos
costamos, anda o principal sustentculo
da moralidade e da ordena no espirito pu-
blico.
Expola concurrencia das diversas sei-
tas ao combate de douirinas, oppostas ao
encontr de outros cultos na pra?a publica,
sena urna calamidade da consequencias in-
calculaveis. (Apoiados.)
Em materia de colonisacSo, Sr. presi-
dente, toda a quest) est em que o paiz
possa offerecer ao colono condicoes de vida
mais vanlajosas do que aquellas que elle
loro na sua ierra : ser o resultado de im-
portantes melhoramentos materiaes e mu-
raos ; e aquellesem relaglo extensiodo
paiz amia nao passaram do comeco.
Esta fonte de trab lho livre est, por
tanto, tnuito distante de nos; e o embaraco
nao smente a escravido.
O S. Presidente : Teudo o nobre
deputado a palavra para continuar o Se o
discurso, interrompido em ama sessio an-
terior 'levo eomprehender no tempo que
liie compel; para fallar o de que j usou ;
e por isso observo qae filiara apenas 13
minutos para completar as duas horas con -
cedidas pelo art. 161 do regiment, como
mximo do tempo qae cada deputado pode
fallar nesla discusslo. Peco, pois, que re-
suma qnanto fr possivel as suas observa-
C&es.
O Sr. Pinto Moreira : Obedecerei vo-
luntario observaco de V. Exc. mesmo o
mea estado desaudc nao me permittetio
grande esforco ; entreunto, peco licenc*
para algumas observabas mais, e fecharei
o ifla discurso.
VozBg: Continoe, continu.
O Sr. Pinto Moreira : Impugnando
o systema proposto pelo governo para che-
garmos emancipacio, qae todos desejam,
noto-lbe como principal defeilo ser um pla-
no artificial sem base nasciicumstanciasdo
paiz, sem attencio accio fatal das leis
econmicas,
E tanto assim qae a Ilustre commis-
sio declaroo indispensavel qualqaer traba-
lbo estilstico ; porque, fosse qaal fosse o
sea resoltado, nio faria dar mais um passo
na qoestlo, nem derramara novas lazes no
anim < do legislador.
Esta lingoagem. qaando se trata de re-
solver a questSo que mais extensamente af-
fecta os fados sociaes, atiesta o perigoso
ponto de partida qae escolheram os illastres
reformadores os principios absolutos.
Nio fot assim que pensaram os governos
da Inglaterra^ da Franca quando dispa-
nham os elementos da reforma servil em
suas colonias.
0. governo inglez, dorante viole aonos,
diligenciou trabamos estatisticos sobre o
eleme ato escravo as colonias.
Nio menos se esfor(ro o governo da
Franca, e loi sobre o resaltado deises tra-
balbos que a commissSo presidida pelo sa-
bio D jque de Broglie levantoa o sea plano
do emancipaclo.
O prinairo fado qoe essa commisso
procurou virificar foi se a prodcelo das
colonias francezas compensav os sacrificios
qoe ellas castavam metropole ; qaal a
iifiaeacia qoe qoalqaer dos systemas de
emancipacio podiiyxercer sobre essi pro-
O Su. AimuD Fiovf-ira : Apoiado ;
(Ha ontros apirtes.)
0,g*. lMcQnLt IWq
doit4o nmiiDil wf ^fneMiate",
voat.iAtetciM dos oobrta dM^ado
IMMt auas w*ooSos, ais umbo direit
eaunciar livrem-^nte o qoe psos-i, om
qam iafonto, oio t-pttinr,
Htnm!*, o tas rost*itfiM| qo*
asa medida domen cocidiaeBto
ios demais dbates eos qae tui ti
ova l obat4M anpanhado coaa a
(rada minora.
Nosso illostns adversarios nao cesat)
doymaw oasra goaotno a m+-
rio, da do exaaae a discusslo desta impilaHi
atarla. Sr. praai*sot*\; potto qm a
sacio Mja ie**ta (aftiadoa a mmt
nio apoiados da opposicao), viiu das
Hk, qoe esfio patentes a lodos,
de<5o a
micos.
O S Pinto ManaiR.v i
de; verificar que, em vez da
cdoafu sd uasan graiaatai I meropoto. piritos doj oobre depaiadns t (
pala acesaidada am ene teitf sa via do fMUlBB ooerarcom Impos addwonaes os pr^prios om prmjanauM -MittaaiYl
prodocios, a astini saataaUr o proco dos
coloniaes, e qae lio pesada j era s
lentacao, como a abolilo do trabalbo osera
vo, que a commissio franeexa so aohaou a
declarir que era tempo de abolir a oscrivi-
'13 por maios directos, E awdaaasia,
ella julgava preciso um praze relaUvamsnte
longo.
Nao lenho tempo para alargar este exame
de mxima importancia na solacio da qoes-
lio ; mas se appliearmos ao nosso paii a
apreciacio do Doqae de Broglie.
O Sr Andrade Figeira : B" aato
ridade insuspeita.
O S. Pimto MjremA : ... chegare-
mos necessariamente conseqoeooia op-
posta apoiados); porque i latoora entre
nos produz qaasi t)da a riqoexa o paiz.
Nio foi por am erro de religiio oa de
moral qae ee introdazio e se tem mmlidu
a escraviiiio na Brasil; us pela socio
fatal de urna lei econmica, a necessidaoe
do trabalho. (Apoiados.)
Os principios religiosos e moraes nio fo-
rero nunca de frente os fados sociaes ; mas
actuando constantemente sobre os espirites,
conduiem sua completa transformacio.
Por ootro lado, nio se interrumpa impu-
nemente a accio de orna lei econmica : as
quesioes do trabalho e da propriedade sao
a origem de quasi todas as desorden nos
Estados.
A rehrma do elemento servil eoteode-se
de perto com os p'incipios econmicos ; ao
da accio combinada delles com os princi-
pios religiosos e mtraes pode resoltara
emancipaclo s'm abalo e sem desastres.
O precesso laborioso, e talvez moroso;
mas sen resultado seguro, e sua execu-
co sem perigos.
Nao demora ceosoravel a qae se em-
prega em remover os obstculos e desUr
os desastres.
E quem nos marca o prazo ? Ne o-
den\ certamente marca-lo essas naces civi-
liSdas que manliveram a escravidSo por
msiloj seculos, e que por transforma-
ces aoccessivas ebegaram sua inteira
abolicio.
Os nossos brins estario a salvo emquaolo
podermns allegar o ittik tempm.
Neste plano, Sr. presidente, a base a
matricula, o primeiro meio a desapropria-
Co gradaal. Virio depois, e cada am em
sea tempo, os oatros meios impalsores. O
Estado poder sempre augmentar oa dimi-
nuir a sua accio, confjrme exigirem as
circumstan;ias do paiz. O governo ingles
defendeu urna por ami estas posicoes io
termediarias al completa abolicio f a diz
o uqae de Broglie: Para faxar neces-
sario em> Londres o emprego de orna nova
medida, era preciso t-la feite primeiro
possivel e fcil as colonias.
Neste caminho aopportonidad legitimar
cada meio a empregar : o Estado, acompa-
nhando de parlo os efeilos da cada ora, aa-
sim como o movimento geral da emancipa
Ci, estar sempre habilitado para dirig lo;
e o paiz nio aera exposto s eventualidades
do imprevisto?
Ento se podero aproveitar com vanta-
gem todas as ideas que o systema exclusivo
torna incompativeis: a mesma idea capital
da proposta, a libertacio do venlre, pode
achar sea logar; e eu nio trei nesse caso
dovida em aceita-la.
(II) um aparte.)
O Sr. Perdigo Malheiro : Qaando
estiver muito reduzida a escravidio.
O Sr. Pinto Moreira : Est claro ;
quando es*.a medida nao trouxer abalo, nio
fr perturbar o regimeo da lavoura, e o
Estado poder precaver effijazmente a sorle
dos nascituros preparando-Ibes os meios
de criacio e de educacio ; e sempre me-
diante razoavel indemnisacio. (Apoiados.)
Parallelamsnle, com muita ene gia,_ e
desie j, se devem preparar as cond>ces
do.traba'ho livre, para que, pela ioteryencio
do principio econmico da concurrencia, sua
superioridade ponha em effectivo deprecia-
ment o escravo, tornando as fcil a sua extlnei.Tio.
Estajmportante e indispensavel providen-
cia encerra o complexo dastooiices ten-
dentes a crear e desenvolver a pequeni la-
voura ; porque o desapparecimento da
grande lavoura urna revolucao qua naces
sanamente ha de acoropanhar a do traba
Iho. A tbeoriae a historia se associiopara
demonstrar esta proposicio : a grande la-
voura se prende ao trabalbo escravo, como
o trabalbo livre pequea lavoura.
O Sr. Andrade Figueh* : Apoiado
O Sr. Pinto Moreira : Nio dissimu-
lemos este fado que ha de fogosamente
acompanhar o>i seguir-se abolicio da es-
cravjtura ; cumpre dirigi-lo e aproveita-lo
mesmo como poderoso auxiliar da emanci
paci.
Para esse resultado concorrem todos os
melhoramentos sociaes, mas especialmente
o desenvolvimento da viaclo, a introdcelo
de machinas agrcolas, a animacio das in
dustri.as auxiliares...
O Sr. Capanema:O ensino grofelional.
O Sr. Pinto Moreira : ... e nota-
velmente o ensino professional.
O S. Presidente : Devo lembrar ao
nobre deputado que j exceden o tempo
permittido pelo regiment.
O Sr. Pinto Moreira : Confesso qoe
abosei da benevolencia de V. Exc.
Terminarei lembrando i cmara qae se
esta proposta, ti) cheia de perigos, e qae
lio numerosas e legitimas reclamaces tem
j fu'Citado, pasear aqoi, e o governo con-
seguir leva-la a effeito, poder-se-ha dizer
do Brasil de boje o qae Vieira disse dos
pampos coloniaes: Neste paiz sd existe
um eotendimento, ama vontade, ora poder,
e este de quem governa.
(Apoiados da minora; milito bem. O
orador Comprioaentado por muitos Srs.
deputados.)
aae projedo,
da Mora e d
Mli jteditemos
votar conscieneiosamente sobra
)* apjfks). para qoe este
Aeaae oa sobres deputados re-
o sreoto de soas profandes co-
fitscoe Ats seja osorpado ? Mas nio ante-
sjosdoa a lodo o grande intersea social,
qae dovoxaee lar por alvo, qoe deva ser o
objacte de nossos constantes esforcos nesta
am toslqner outra qneatlo sajeita ao
: iaO saodea tantas vezas ceosorado o ga-
poia slppowciJ de qoe ser refrao
:irio a toda e qoalquer em>nda que a dis-
eussij demonstro ser necassaria T...
O Sa. Ahoraoe Fioucira : Tem pro-
vado.
O Sa. Vicjnoe no Rio Branco (presi-
ente do eooaelbo):E no entaete nio u-
tisaei. ba pwaco, o nobre oepotado pelo
tTtteip+o VOolCo dizw-no: ac-itasies as
enmda da commissio, estis bu mil h ido ;
a eomsatsaao asoitoroo o vosee projcto, e
vos pasaaates pelas foreas eaodbas da com
asissfe especian Da sorle, Sr. presideote,
tretanto, liceng illusuada mioe opoor-lbe slgnsaas oeeervacoes. oso tanto
tm defeta do fabinete, qoe eni majas*)
injastica con qoe tratado, mas em bo-
raentgem ao civismo de qoe tem dado pt-
vas aaaaioris deia-casa (syoiaeos da nata
ria). o qa* Iba ba dd aasigaolar na lagar
distiocio e muito lionroso em nossa stitb-
ria pohtici. '
O Su. Duque -Estkada Teisara :Gis-
nso j nagado pela iatpreosa aioisieriat, q tio a anioria.
Sh Piwi be Campos t -VOo iaapren-
sa ministerial ?* V. Exc. j qoer er se in-
diepoa a maieria con d gabioeta *
(Ha outros apartes.)
O So. Viscoiwe no Rio -Brano (presi-
dente do coaaetbo)': O eocerramewo 6
urna medida aotorisda pele regiment desta
casa : todos os gabinetes e todos os parti-
dos tan osado deste me, lulgon-st na-
cessario que esse recorso lese coarattaido
esa tei desla aso qqaod pela marcha dos
debates se reconhece que a discossio nio
teode a e dareje, mas sisa a aaer perder
lempo e impedir deliberaces qae a maio-
ria )esga mdispeoaaveis o orgenaes.
O Sr. Duqe-Bstrada Tdxrira : Pela
miaba parte protesto. Taobo discutida
conscienciosmetite e com o toalof1- osera
pulo que me teas sido possfcel. (Apoiados
da opposiclo.) E' ama incuria dizer que
quando discutimos faiemo* perder lempo ;
appellamos para oonOssos di*oos.
Um*. Voz : W. EExe. o qae qnerern
impedir a todo o-costo a peeeagesi da re-
forma ; e por iseo ou nao-laaem caso oa
protello a discossio.
(Trocam-se nitros apjrtes; o Sr. presi-
dente reclama attencl >.)
O Sr. Viscoaae ao too-BnANca (presi-
dente do cooselbo): Sr. presidente, rallo
em geral, e peco lieenca tos nebros depu-
tados que me permitan) o uso da palavra,
a liberdade da tribuna...
Uma Voz : Nos tambem pedimos nina
discusso larga sobre este assnmpto.
O Sr. Vi8conde do Rio -Branco (presi-
dente do conselno): Sa a discusslo lio
reclamada pelos nobres deputados tem por
lira estas iuterrupces, qae alo serven se-
nio para aze Jar os nimos e lo'ber a ver-
dadeira di-cussio... (Apoia'os e >5o
apoiados.) ,
anas coowccoei farseada, e declara illus-
tro asiooria qoe nid pode Mnoncrar a ellas
emquaoto io for convencido do eoMrario,
4iz-se qoe o ministerio dictatorial, ab-
soluto, o> antes nio pode ceder, porque
obedece a non ferca superior e occoKa f -
9a o ministerio demonstra, se convence
por fastos que nao qner senio que o in
leresses poWicos se>a ^baxo debatidos, e,
correncia con a cornotissao especial,
eeMa asnendas qoe esta emsoa sabedo-
im joigeo seeessariar nio s para raelho-
rar o projecto, como para diaeisar as pre-
vameos qoe > Mlnetrada oinofiotem levan-
tado contra elle, se nos diz qoe fomos ba-
asnados, qne o inmisorio nio devia ceder,
qoe loo caaspria sustentar a soa proposta
em lodos o< pontos e virgulas I
O Sr. Dwjue-Estrab* Twxbir.v i O
qoa se disse que o projecto era tio mo,
qne tiofaa sdfiriio modiftcaces.
(Ha ontros apartes)
O S. Vhoondo do fco-BR*rco (presi-
denta doconselho): Sr. presideote, correa
brtamente o debate sobre oort. Io, e-o
qoe visase?..-
OSn. Anb*ad Figuihu : Apenas 16
bo^aa .flrtar\ i
?^'Str. 'AAAiwos: Como Ift horas I
Desda eoaio qne Vv. Eses, discoteca esta
reforma a proposito de lado!
O Sa. Visearos no Rw-Bra\u> (presi-
dente de oonsotso): Osando esgotado to-
dos os meio*, pelus qnaes a Ilustre mino-
ra proonroo impedir qae esta materia
vi esse ordena 4o dia, inscreveram-se para
disfptir proposta qaasi tantos oradores
compem a
e os sena
qoe nos aevtam traxer a
este debato (na ultima palavra, collocaram-
se em ultimo logar f
E' assim que se discute uma materia tio
grave e urgente ? E" assnmpto esie que
deva servir s para ostentaclo de eloqaen-
cia, para exercicios de oratoria ?...
O Sr. Cruz Machado : V. Exc. nio
dente do conselb"): -Js*M 1
tempo opposiflo de paqtftjfgua, 1
sieio; permita se-me a expressio, que j
tem sido empregada, opposici) da parear,
para qae nio baja casi, fado novo.
(Apoiados).
O Sr. AndradpFkjoeira : Usa prot
conlra a forca nonwrtea.
O Sr. Viswxo. o R'd-BRAW (.,
dente do consefho):A gloria, assim co
a reaponsabildade Vaste meio de opposi-
Cio, cabera aos Ilustres depotados. (Apoia-
dos) t/ ifi
Qaando taes fados se dio por parte da
Ilustrada opposigio, a maior j islica, que a
maioria desta cmara e o gabinete 1 he pode
fazer, considerar, o ssa procedimeno
como tendo por dnfeo movel a convieco
da qoe esta proposta nio deve passar, nio
d 've ser convertida em lei; mas, se esta
convlccio. este o proposito dos nobres
deputados dissidsptes, proposito manifes-
tado por tantos fados, alo ha razio para que
se queliem de que a iflostrada maioria re-
corra aos meios que Ihe faculta o regiment
para inutsar essa tctica e fazer tr'ram-
phar a proposta. (Apoiados).
Feitas estas observac&es, como disse, em
homeingem Ilustrada e patritica maioria
desta aogo.-ta cmara, eu passo a conside-
rar as objet'ves que se ten> opposto ao art.
4", e, por esta occasilo, a todo o projecto.
O Ilustre deputado pelo municipio neutro
nio se cansoo de daer-nos qxie este projecto
nio eontm um systema stmplies. mas sim
uma combioac de systemas-, que elle, em
sua Imgaagem afgum tanto merciai, com-
paroo a nm borabardeamente de fogos cru-
zados contra a lavoura.
S. Esc. ver, petas observacQe qoe vou
sojeitar ao sea esclarecido jjnizoy qne elle
nao tem razio,' e q-ie estas soas censuras
sao apenas dictadas pela prevencio em que
se acha o sea espirito.
O systema do projedo eontm' uma idea
capit il ; a sua onidade de peosamento,
a sua base. Tudas as oulras disposigoes
nio slo senlo meios moderados, prudentes
e jostis para realizar este pens-imento.
O projecto eontm' o systema de emanci
pecio lenta, mas progressiva. ...
O Sn. IfcQtiB-EsiRADA Teixebra: L'nta,
nao apoiados.
OSr. Andrad Figueuu: O projedo
a aneando de to loo os sysLamas.
OSr. Vbconde do Rio Branco (presiden-
te d > conselh ) : O Ilustre deputado
sabe melbor do que eu qoe o systema do
projecto am systema. ji ex per mentado,
am dosdoas propostospelacommisslo fran-
ceza de 1843.
O Sb. Duque Estrada Tejeira : Nio
se c egon a por em prtica.
O Sr. Viscoxde DoRio-BrdWNGO (presiden-
te do conse ho): Nio foi experimentado
as colonias francezas, onde operos-se a
emancipaclo simultanea e immediata, mas
em outros pases, como mostrei no meu
primeiro. discurso.
O projedo eslabelece, como sea principio
fundamental, qae, dspois da promulgarlo
da lei, ninguem mais nascer escravo neste
paiz ; estabelece, portanto, como direito a
liberdade para as gerac&es futuras; mas,
mnando este pnnspio, seria possivel dei-
iuer
qoe
doq
pre s
ca
:limi
O Sr. Andrade Figeira': E'.,
O SR. VISCONOE DO RIO-BRANCO pre-
sidente do conselbo. Alinelo)': Sr. pre-
sidente, quanto mais estudo e aaedito aobre
a maieria ora sojeta ao delate desta ao-
gusta cmara, mais me convenco da que a
Ilustrada opposicio'erra o alvo do eu pa-
triotismo, e sacrifica os intereues ratea do
Estado (apoiados e nio apoiados) sppre-
henses infundadas on exageradas : o pen-
sando assim os nobres depotadoa ditsidaa-
tea tendem, sem o qaererem, corto, a
dar realidade e corpo aos perigos qoe su-
T.nitol apartes.)
l*Jp ioterrnpclo, Sr. presidenU,
qoe
correctivo dos encerraraentos.
O Sa. Viscondi do Ro Branco (presi-
dente do conseibo):.. os nobres depo-
tados eslo justificando a aecusaejh qae di-
rigem ao gabinete e maioria. (Apoiaos
da maioria). *-,
Uma Voz :Quando se pretende protelar
e impedir qae baja sessio, a resposta deve
ser o encerramento.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselbo): Onde se vio tanta in-
tolerancia ? I Acaso presumern os nobres
depotados que leem o direito de impr-me
silencio ? 1 (Apoiados da maioria). Nao o
consegnem, nio podem escravisar a minba
palavra, eu lheSj assegura, I (Muito bem e
apartes).
Desde a discossio do voto de gragas,
Sr. presideote, ficou bem manifest qae a
ilustrada opposicao,'levada sem darida por
suas convieces, vendo nesta proposta nio
uma medida necessaria e de grande inte
resse publico, mas apenas um grande pe-
rigo, uma ameaca aos ioteresses qae teem
tomado a peilo defender, e qae nos por
nossa parte tamben* queremos resgaardar,
desd essa occasilo,"digo, mostrea qae ti
nba jurado ao sea patriotismo nio entrar
neste debate para meihorar a proposta do
governo, mas nicamente para impedir qae
ella possa passar nesta casa a ser remdtida
em tempo ao outro ramo do poder legisla-
tivo. (Interropces).
Diverso nio poda ser o intento da ilus-
trada minora quando desde o voto de gra-
cas, por uma emenda com referencia esta
proposta, preteodea condemna-la antes de
toda e qaalquer dncussio. (Apoiados).' Oa
fados posteriores a estas manifestares de
nossos adversarios o qoe teem revelado ?
Acaso os nobres deputados qaerem meiho-
rar a proposta ou snbstitui-la por ootro
projedo que preencha o mesmo fira, qae no
alto conceito de Ss. Excs. satisfaga esta
grande necssidade social por modo mais
prudente e justo ? Seguramente nio. Des-
de o voto de gracas que* so nos annuncia
am projecto substitutivo, mais de orna vez
o temos pedido illustre minora, para qoe
possamos toma lo em consideraclo. ,
O Sr. Andrade Figeira :O que eai
em discossio a proposta do governo.
O Sr. Visconde do- Rio Branco (presi-
dente do conseibo): A resposta sempre
a que acabada dar o nobre deputado; mas,
se a proposta est em discossio, para qne
ou seja emendada ou Substituida por outra
solacio mais con veniente. (Apoiados da
maioria).
O Sn. Duque-Estrada Teijeira :-^Noto
e>ti privado de censurar a proposta
O Sh. Araujo Lima : Quem nio enea-
d on substitae nada quer, on acotes quero
ttatu quo. ,
(Ha entros apartes). .
O Sa. Visconde 00 Rio-Branco (presi-
dente do eonselho) : Tenvse dito ,qoe o
projecto salvador nio anratntado porqne
a 2a discossio nio perairTte qoe o aoja sa-
nio por emendas1 a cada om dos artig!, a
deste modo nio p jdajliasna.. HJajsy,.Tifr
soa integra o peow
noria. Acaso nata
ZibHLI
^soa.tUoslre
K+*

grande a proloegado
rn.
tem o direito de dizer aos deputados que lar as geraces actaaes no statu quo? Nio
fallaram sobre a materia, inclusive o Sr.
bario da Villa da Barra, qne o fizeram para
exercicio de oratoria.
(Ha ouiros* apartes; o Sr. presidente re-
dama alinelo).
4) Ss. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselbo):Sr. presidente, os no-
bres depotados nio cessam d interromper-
me, mas en Ibes assegoro qae hei de ebegar
ao fia de men discorso. Nio empreguei,
Sr. presideote, expressio algamainjuriosa
(muilos apoiados); son o primeiro a fazer
jostica aos talentos qoe se teem manifestado
neste debate por parte da nobre opposifo.
Ouvi-os com a maior alinelo, aprecie os
esforcos de indiligencia que fizeram, no
ponto de vista em qae se c >llocaram, para
combater a proposta : qaando fallo em
exercicios de oratoria, porque se tem
dito que era preciso qne fallassem neste
debate todos os membros da honrada mi-
nora.
Uma Voz :E nao fallaram senlo seis.
O Sr. Visconbe do Rio BnANco (presi-
dente do conselbo):NSo deprecio, por-
tanto, em coosa alguma os talentos que se
manifesfaram em opposicao proposta;
nio est em meus hbitos descoobecer o
mrito alhio (muitos apoiados), e nem se-
quer faltar cortezia devida aos ontros.
(Apoiados). O que digo, porm, 6 que nio
podemos, em uma discusso desta ordem,
satisfazer aos desejos da honrada opposi-
cao ; em parlamento alguai se admitid uma
discusslo to ampia como a que nos tracoo
o prgramma da illustre minora. (Interrup-
Ces).
Em concluslo, Sr. presidente, diroi, so-
bre este incidente, que nio me compete
indicar quem devia ter a prioridade neste
debate, por parle dos nossos adversarios :
usam de um direito seu, e direito qoe nin-
guem lhes pode contestar; mas o que eu
esperava era que os oradores es;olbidos
para encelar o debite da proposta do go-
verno tratassem propriamente da qoestlo, e
nos nio vimos e nio estamos vendo senio
0 thema universal com que tem sido com-
batida a proposta, o thema dos perigos
phantasticos... -
1 O Sr. Duque-Estrada Teixeira : Foi
V. Exc. quem os a pon toa.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi
dente do cooselbo):... do governo pes-
soal, da falta de livre arbitrio por parte da
maioria e do gabinte, proposites todas
tendentes a tornar a proposta odiosa, 1
fazer incutir em nossos propretarios agri
colas temores pnicos (apoiados e nao a-
poiados), prevenges qoe, se pudessem to-
mar corpo, seriara sem duvida alguma o
maior perigo para a execugio desla ou de
qualqaer outra reforma.
(Ha apartes).
A nobre e illustrada minora manifestou
nos aioda o seo intento, dictado sm duv-
1 f peina iiprmlflftl dn 1n pstrjnliaim, ra
impedir a todo o culo a passagem desta
proposta, qaando tomou'a resoluclj de
obrigar oa membros da maioria a compa-
recern, todos diariamente e hora marca-
da, por mais penoso qae isso possa ser a
algom delles, para qoe baja sessio nesta
casa. (Apoiados da maioria). No dia em que
tina a de fallar, o relator da commissio, os
illastres deputados deixaram dp compare
cor,para qu nio hoavesse sessio...
Ss. Andrade Figeira :Elle nanea
qaix fallar.
O So. Pinto de Campos :A sea tempo,
M01 eeobores, nio se afflijam !...
O Sa> YisoOnde no IUo-Branco (preti-
era justo e prudente mitigar as condices
do capliveiro, e dar-lhe esperangas de me-
lbor futoro ?
Se nos lira tassemos a declarar qae se-
riam lvres os qu ? nascessem depois da lei,
o legislador brasileiro nio commetleria s-
mente ama injustiga, commetleria tambem
om gravissimo erro, qae poria em grande
perigo a instituiclo qae nio podemos extir-
par pela raiz.
Qaaes fio as proviiencias com qae o
projecto procara nio s no interesse da so-
ciedade em geral, mas tambem no interesse
dos propretarios agrcolas, alliviar a con-
digno do escravo ?
Como j se tem observado, a philantro-
pia particular e os esforcos dos proprios
escravos oa de seos prenles vo produ-
zindo annualmente om certo numero de
manumissoes; mas o Estado que lambem
culpado pela existencia da escravido entre
nos, que como todos os individuos, in-
teressado om que esse grande mal seja ca-
rado radicara, ente, deve contribuir por sua
parle para o resgate gradual da geragao
actual.
Eis por que no art. 3." estabeleceu se
ara fundo de eraancipago, destinndose
para este fira a quota qae o Estado possa
tirar de seas recursos annaaes, que pode
ser maior ou menor, segundo a importancia
desses recursos e as circumstancias do paiz.
Este meio aoxiliar, este recurso em es-
cala muito moderada por parte do Estado,
foi uma das bateras que o Ilustre deputa-
do descobrio no projecto.
S. Exc. mesmo, conhecendo qnanto po
diam produzir as reodas qoe neste artigo
se destinam ao fundo de emancipaclo, cal-
culn que nao darlo muito mais de....
1,000:000^000.
Ora, senbores, mil e tantos contos, com
que o Estado contribua annualmente para
esta obra grandiosa nio slo de certo nm
sacrificio muito senvel nem nm desfalque
causado ao trabalho da lavoura, qoe pode
utilisar esses bracos libertos. O nobre de-
putado poderia censurar esse meio como
escasso, mas nio o seu fundamento. O
fundo de emancipaclo pie ser maior 00
menor, j o disse, segando as circumstan-
cias ; compre, porem, ter presente qae,
quando se nio pode abolir a escravido,
deve-se procurar extingui-la lentamente, nio
confiando s no meio fatal di morte, mas
tambem mediante a accio da philantropia
particular e de alguns sacrificios por parte
do Estado.
O Sr. Duque-Esbsada Teixkira : V.
Exc repelle a idea de sea coranentador
official ?
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presiden-
te do conselbo): Os Ilustrados deputa-
dos at pretenden que o governo impeca
os effeitos da morte.
O Sr Andrade Figeira : A commis-
o que nio quer. que se cont com ella.
i nejfisitsso qoe proaegaissoo da
rtWdpa|orqae. en nio na opinS)
ublica nesta Brasil, 00 essa opiniio pu-
blica reconbeeeri qae os Ilustres depotados
n'o noica-
oeorado-
, nio peraoittin-
is, nio coneen-
, a dando sem-
snas palavraa o sentido asis odioso
os), osndolt 1 roaimedto a casa
fe
nba
fraqueza na tribuna (nio apoiados), comecei
por pedir descolpa se por acaso me esca-
parse altme exAreOso que podeese offen-
der algotoa dos fnestOfos mais susceptiveis
da illuatrada miseria. ntto O
O Sr Deous-EsTnanA Triaira : En
pergenio ao 9. Exc. repeUia o seu coraten
tador official. ,.
O Sn. Vis cono ao hQm*no (presidbn-
U do conselbo); Bu a reepoodeudo ai.
Etc. quando fsi intarronapedo pelo sea a>
lustre collega da esqoerda.
I O Sr. andras* FieuEnur En dou
apartes porque a aeaioria nio quer discotir.
Voxars:. Oh f "
O S. Aiuuw Lee: A ateiorio qw
nio quer slo discoseoas interminavei e ino-
teis. (Apoiados.)
0S. fsscoNDE DoR>-Bp*iice()reeiiei-
le do cooselbo): O-illoitre deputado palo
municipio neutro, a qoem esto respooooa)-
do, observa que o autor de om comaten-
tario critico sobre a proposta do gooedft
avaliou os recurso*'doart. 3. em coro i
dea.mil cuno. ..-V
* S. Ex., que dos Mis Mostrados,, e em
qse reconbefo alo s talento superior. sae
decidido amor ao eatndo, nio podo deisar
de reconbecer que este trabalho. Albo de
uma peona esclarecida e sdependeste. deve
merecer rosita cons)eragio e respeito.
(Apoiados.)- A imporUocia dos recursos qae
consigna o ark. 3," pode provar-so por alga-
rumos.
O*nobre deputado sabe-bem que a-taxa dos
escravos, o imposto do transmisslo sobre
a propriedade escrava, e o producto liquido
de loteras Dio podem produzir.........
10,000:0005000'.
O Siu Duque Estrada. Tbixkiba d nm
aparte.
OS. VascorwEDo loo BnAneo (presi-
dente do conselbo): Sr. presideote, ae
assembta geral devo votar para a emaoti-
pacao fundos superiores aos qoe-destina e
art. 3o da proposta, 6 ebjecto de exame e
de delieraco, qae cabe i mesmo assesn-
bla goral eoa seas ofgamentos aonaos-;
ou que s opportunameate se poder ae-
solvsr.
A emancipaclo lenta e gradaal podo ser
mais 00 menos aeseierada, segando os
meios que se empreguem para remir a ge-
ragao actual. Se hoaver recaraos bstanles
para elevar o fondo de emancipacio, se
as circumstancias do paiz, apreciadas no
ponto de vista de seus interesses colecti-
vos, assim o iconselbarem, compete as-
sembl geral resolver, e ba de resolver,
vista destes elementos de exame e deli-
beracl).
Quem nos pode dizer se os nobres depu-
tados daqfli a alguns annos nio jolgaro
possivel e conveniente que a consignagaj
do art. 3" seja elevada somma de....,
10,000:00041? Mas, para qne esla qaes-
tio presentemente ?
Nos nio queremos senio am meio. ^e
emancipacio lenta e gradual, qae, ponido
termo i perpeteidade da escravidio pelo
nascimento, estabelecendo como limite m-
ximo o da vida das geraces adates, toda-
va nio abandone estas, antes procure me-
ihorar a soa condiclo e dar-Ibes lambem a
esperanga que Ibes offerecem a philantropia
particular, o concurso do Estado e os es-
forcos dos proprios escravos e libertos.
Alera destes meios do art, 3o se disse que
seriara tambem applicadas ao fundo de
emancipaclo as qootas qae pare esse fim
porventura sejam consignadas nosorca-
mentos proviuciaes e monicipaes.
Sr. presidente, esta disposigo, que nio
-nio obrigatoria para as assemblas pro-
vinciaes e cmaras monicipaes, que apaas
prev nm fado, e que procara dar ama
direcelo conveniente a este trabalho, para
o qual todos devemos concorrer, e extin-
guir gradualmente a escravidio no Brazl,
este artigo, Sr. presidente, foi apreseolado
como uma vblago do act > addicional I
Para se ver at que ponto se tem levado
a exageracio contra a proposta, aventando
ideas e suscitando apprehensas que nio
podenam dar outro resultado (se os no-
bres deputados conseguUaem o seo fim)
senao -prevenir os propretarios agrcolas
e todos es possuidores de escravo contra
qualquer refo.-ma, seja esta, seja a que os
nobres deputados possam conceber e te-
nbam concabido em seu espirito, eu vou
ler oqutj disse o Speciator. O aestorco
que quoro tirar contra o aotor^este artigo
e fazer a leitura das suas calculadas deca-
maces, perante a cmara dos Srs. depota-
dos. Talvez que o Spectator me esteja
ouvindo, e, porUnto, repito, o destorco
que quero tirar contra elle lar aqu, e
pausadamente, as suas proprias pala-
vras;
c J na discaisio do art. 2o da proposta
conseguir elle hontem (refiria se ao Sr.
deputado Doqae-Eslrada Teixeira >mostrar
qae o governo faltara a todos os principios
que devem guiar o legislador a concaber e
formular aquello artigo, em qoe, para nio
deixar de .contemplar todos os erros, in-
cluir a volagio do ado addicional, dando
destino a fondos votados nos orcamentos
provincial e municipal, usurpando a assem-
bla geral attribuices constitQciooaes das
assemblas provinciaes.
c Hoje levou o insigne parlamentar ul-
tima evidencia que o art. 4' da proposta
a anarchia da legislaclo, a ruina da laveora,

O Sr. Visconde do Rio-Branco (presiden
te do conselbo): O qoe a commissio diz
e qae nio devemos confiar smente i lei
fatal da morte a extincglo da escravatura,
qoa o Estado deve contribuir tambem para
esse fim ; a o que en acabo da dizer est
de perfeito accordo com o pensamento d
projedo e do parecer da illustre commissio?
E se ha perfeito accordo, osjao nio se pode
negar, para qae' estes apartes intempesti-
vos qae me cortim o fio das ideas ?
Se, em vez de pretender persuadir os il-
lastres depotados, para trat los a um me-
lbor accordo, eu qaitesse tirar partido dul
ajusticiada saas continuas Rggresses, aun



o grito da insurreiglo levantado pelo go-
verno, pondo em perigo a segoranea de
tantos de nossos compatriotas, qoe traba-
iham para ae maderero a si o a sosa fami-
lias, sio tambem oa maiorat
do tbesouro, como sio e tem sido
os mais firmes sustentculos da ordem
blica.
O que valen, porm, para o govsjtw
a ordem" social, a riqaexa pblica a a |
ticulr, a seguranc dos lavradorts, notsot
concilladlos ?
O Sa. Carooio os stewasa:At j a
chegou a dizer que o" bwW*
nista, que era o govo||0
morticinio,
(Haootrea apartea.)
doVW
I

.
1

I
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