Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12476


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Full Text
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AUNO ILVil. NUMERO 200
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SUMO 2 B SETE18) DE 1871.
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Proprledade de Manoel Hfieira de Feria ft Filhos.
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i Srs. Gmrdo Antonio Alvna Fftof, no Par* ;,(kcdaijaa a Unto, OQ Mambio fjoaqui* Jos de Oflfra 4 flao, M>
Poreiri d'Almedi, m fallas aftiitpa Fellppe. EstraUa A G, na Parahyb; Antno Jos Gmu, Jsa
en Naiareth ; Antonio Ferreira de Afolar, am Goyanna; Francino Tarares di Costa, em

-t.
!:
lAtonio do Leos Braga, do Aracatj ; Jlo Mari* Jobo Chavos, no Aas ; Antonio Marques da Sita, no Natal; Jos
da Peaha; Belaraiino dos Santos Blelo, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
; Dr. Jos Martin Atoa, na Babia; e Loite, Serfoinbo C no Rio de Janefb.

PARTE OFRCiAL
,,. ,, ,. !! .,
tis ^rn da provincia.
N Mi II U AGOSTO.
KSfCMRCTI
aetc*:
O viee-presidenta da provincia, de conformi-
dade con o arL 145 do regulameo'. > de 2 de de-
zBbro da 1833, resolve oomear para o conseibo
de investgacio, a 9U8 deva responder o ex-api-
lio do corpo da policii, Manoel Loaren^o da Sil-
va, pelas martes e feriraentos, resultantes da or-
dem por elle dada as praxis d> destacamento da
vUla de Plores, para fazer fogo pira dentro da
pri) da raesma villa, como consta d) ofll'io por
ello dirigida ao commandante do dito corpo a 21
di fevereiro ultimo, os offlciaes segrales :
Prudente. O capitao Jlo Anastacio Camello
tVsaoa.
Vogaes.- Capules Migue! da Fonceca Soares e
Silva e Antonio Graciado de Gnsmlo Lobo.
U vee-presdaaw da proviocia, atteodeodo ao
qae reauereu o casillo da 4* eompanhia do batn-
lalo n. 43 de ioltatirbjda gmrta nacunnl iljmu-
oicipio de Serinhiem, Aodr Cordeiro Coelho Cin-
tra, e informadlo do respectivo commaodante supe-
rior em offlcio de 8 do correte, resol vo qne Ihe seja
dada a guia de qne' trata o art 43 do decreto o
ilJO de II de marco de 1833, para o da capital,
aonde (em flxado a soa residencia.
O ce-presidente da provincia, de conformi-
dad eom a proposta do Dr. chef* de polica, em
offlcio n 1136 de 18 do eorrente, resolve nomear
para o cargo de subdelgalo da freguezia de Sao
o Antonio desta cidade o bacharel Jos Augusto
Ferreira da Costa.
O viee-presideote da provincia, de conformi-
dad coca a proposta do Dr. ebefe de policia, em
offlcio o. 1138 de 18 do correte, resolve oomsar
para o lugares de supplentes do subdelegado do
dirieto de Boa-Viagem os eidadios seguimos, na
crdem em que vio eollocados : Dr. Miguel Joa-
qaia de Castro Miscareohas, Manoel Jos de Oli-
veira Lima, Joo Caoeio Firmino Mooteiro, Jlo
Jsfljmaeeoo Accioli, e Felippe Santyago.
O viee pre-ideole da provincia, de confor-
miJale eom a propo a do Dr. chefe de policia em
oficio n. 1004, de 12 do mea Ando, resolve no-
mear para os lugares de 2*, 4*, 3* e 6a supplen-
m do subdelegad > do 1* distrieto de Garoelleira
do termo de S;rinhaem, os eidadios segnintes na
ordera da eolloeacio : Thomaz Moreira de Cam-
illa, Antonio Tavarfe* Rodrigues de Lima, Fran-
cisca Autonio de Mefra Lima, Antonio Ribeiro de
Camino e Misael da Rocba Cirvalho.
O viee-presidente da provincia, vista do
offlcio da r. chela de policu n. 1106, de II do
correte, resolve declsrar sem effeito a nomea
co do (eneate-coronel Sebastilo Antosis do Reg
Barros para o cargo de subdelegado da fregue-
zia do Pogo da Panella, visto nao ter prestado ju-
ramento.
O viee-presideote ds provincia, de conforml
dad* eom a proposta do Dr. ebefe de policia, em
offlcio o. tlOi de 11 de eorrente, resolve no-
mur para o cargo de subdelegado i do Por> da Panella, a cidado Francisco Jos
Viaaoa.
O vice-pre3idente da provincia, attendendo
ao que requeren Emilia Candida d' Mello Lima,
professora publica da 2* cadeira de S. Fr. Pedro
Goulves da Bacife, resolve de confprmidade eom
o diiposto na lei n. 973, do 23 do abril deste an-
as, coneeder-lne um anuo de licenca eom todos
os teas vencimentos, para tratar de sua sade
lora da eidade. ExpeJiram-ss as nesessarias
eommunicac5es.
Oficios :
Ao brigadeiro eom mandantes das armij, de-
clarando em re-posta ao seu offlcio, que nao pre.0
eiso continuara ser refjrgida diariamente eom 1-
praris a guarda da casa de delencio, e sin
aguardar que o Dr. chefe de polica communique
i ene quartel general, eom) novamente se recom
meada, as oras em que devem ter lugar os
exercicios hjrgiemc is dos detentos, e durante os
quaes tornase nescessaria a presenta do mencio-
nado reforco, que ser de quatro pravas, e nao
de dez, conforme dterminou se anteriormente.
Uffl:iou se oeste sentido ao chefe.
Ao mesmo para fazer constara Francisco
Antonio de afagalhies Carvalho, que tenlo sido
ddfdrido pelo gaverno imperial, segundo consta de
aviso do ministerio da guerra de 12 do eorrente,
o roqaerimeoto em que pedia o pagamento do va-
lor do escravo Cosme, que, eom o suppoo no-
mo de Hanoel de Jess, aeha-se eom praca no 2*
batalbio de infantaria, conven que para esse pa-
(ameuto o peticionario aprsente a competente
carta de liberdade.
Ao mesmo transmittindo, para os lina con
venieatsi, ejpia do aviso circular de 8 do cor-
reate, em Be o Ezm. Sr. ministro da guerra, de
"ara que o abono para aluzasis de rasas, conce-
dido aos offlciaes, que nao residirem nos quarteis,
so dir ter feito aos que estiverem em exercieio
inclusive os addidos, eom tanto que sejam de cor-
pos arregimentados, e por excepcao ais que es-
tn Jo as eoodicdes e no gozo de tal favor flearem
dosates eo sea quartel. -Offljiouse oeste sentido
a tassouraria de faz inda.
Ao mesmo* reeommendando que informe
acarea do qua no incluso requenmento pede ao
foverao imperial Bonifacio Ferreira da Silva.
Ao mesmo, para qaa em cumprimento do
aviso cirealar do ministerio da guerra de 7 do
correte, informe se existem nesta provincia offl
ci i*s de foluntarios, ou do exercito, qae se acbem
fosando da (cencas concedidas durante a guer-
ra e de fancimeotos, correspondentes aos postos,
oa que vieram do Paraguay.
Ao meamo, determinaod) que, de eonformi
dada cora o aviso circular do ministerio da guer-
ra, aojara rescindidas os contratos feitos nesta pro-
vincia eom pnarmaceatices reformados para ser
virem eom as vantagens e onas dos"*pharmaceuti-
osdoeorpo de sade do exercito, podando en-
tretanto ser conservados oas commissSes, em qae
se ACbam, mas eom os sidos e vantagen?, que Ihes
orem proprios.
Ao mesmo. eomaaoieando para os devidos
tu, que segando aviso do ministerio da guerra,
c jacalease a cidad! do Rocife por menagern ao
alferes graduado do 9* balaloao de iofaauria Joao
Miue) Meodes.
Ao mesmo traosmittindo, em solacio a duvi-
da aateitada por rea antecessor, copia do aviso de
7 I) crrante, no qual o Exm. Sr. ministro da
gaarra declara o premio, qae deve pereeber o
aliado do 9* batalblo de infamarla, Manoel Ma
tneaj do aaeimenlo.
Ao vlce-proredor da Santa Casa de Miseri-
cordia, para qae, em vista do seu offlcio propooha
a> reformas que jalgar convenientes na regula-
aaeto do asvlo de meodicidade, aSm de sjrem ap-
prpvaaai pela presidencia
Ao toapeetor da thesooraria de fazendt.re-
msttendo pera oa fina convenientes, copia do avi -
} do nisnatario do imperio, reanmente des-
paiai fsitas, depois do apparecimeoto da molestia
denomiaada beribari.
Ae mesmo, commnnicando que a 3 do cor-
aeta, reaasnmio o bacharel Francisco Domingos
Ribairo Viaoaa o exercieio do cargo de jais mu
icipal e de orpnljs do termo de Cimbres.
Ao ataamo, para qae do aeaformidade eom
o ama, jaato por eopia, do ministerio da guerra
datado te 9 do corrate, mande pagar a Luir Ce
oasotiao Carneiro da Lyra. a quaua de 4J0#, qo>
sa ihe ata a davar, proveniente da 330 travoaaej-
I rea, qne venaVu ao eoeselho ao compras de arsa-
I da guerra, eom destino ao 2 batalhio da la-
f a atarla.
Ao mesmo. transmit'ndo para os flns coa-
veoieotos, as 16 inelusas ordena, sendo 7 do the-
souro nacional aob o. 144 a 148, e 180 a 161, 4
do ministerio da guerra e 5 em duplcala, expe-
didas pela repartilo do ajadaute general os. 772
776.
Ao mesmo, poevooiado-o de que o Exm. Sr.
ministro da marioha declaran em avisa de 11 do
corrate, que ao eojeahe ro Jos Mria da Goo-
ceicao Jnior, deve se abonar os vencimentos de
I* eogeoheiro machioista, m forma do regulameo-
to de 30 de abril de 1830, em quaoto estiver em-
pregado oa mootageia das dragas, contando-se
dito abono do dia 21 de jalao ultimo, em qae fof
encarregado desta commissao.
Ao .nesmo,|jcommanicando que, segando avi-
so do ministerio do imperio de 8 do correte, foi
aotorisado pela verba obras, do exercieio de 1871
a 1872 o crdito de 5:226*400, para a cootinua-
co das obras de reconstroccao do edificio em que
fuoccieoa a Faculdade de Direito desla cidada,
devendo-se eonsilerar aooollado do crdito do
14:326*400 concedido pela referida verba do
exercieio em liquidaco de 1870 a 1871, e paca o
mesmo limo saldo que se deu oaquella importan-
cia e deixoa de ter applicagao ne-sa exercieio.
Ao mesmo, declarando para os devidos ef-
fditos que, segundo consta de aviso do ministerio
da uzeada de 4 do correle, foi iodeerdo o re-
querimeoto, em que o 1 coofereate da alfaodegs
do Pai, Francisco Atlonso Ferreira, pedio abono
de ajada de cuito, em conseqaeucia de t r sido
addido a desta provincia.
Por essa tnesouraria mandou se psgar :
A Manoel Antonio Teixeira, a quaolia de......
1285400, proveniente dos reparos feitos o quar-
tel do Hospicio.Communicou-se ao engenoeiro
encarregado das obras militares.
A empreza da illuminacao publica desla eidade,
a de 526^230, correspondente ao gu consumido
;om a illuminacao dn hospital militar, durante at
mezes de abril a juohodesle aooo, e aos appare-
Ibos e lampides fornecidos ao mesmo hospital.
Ao inspector da tbesoumria provincial, p qae mande orgaoisar de cooformidade eom oa in-
clusos modelos, dous mappas da divida e da re
ceiu e despeza desla provincia, afim de ser satis-
fela a requisiflo do director da reparliclo da es-
tatistica..
Ao mesmo, reeommendando qae faga lavrar
o contrato eom Francisco Pacifico do Amaral, pa-
ra a coofeccao e impressao do almaoack da pro-
vincia, de accord eom as condic/us qae remel-
len, iaseriodo-se nellas mais a clausula seguinle :
Apenas estiver concluido o almanack ser su-
geito a revislo de urna commissao, nomeada pela
presidencia.
Ao mesmo, aulorisaodo-o a proceder nos
termos de sua informacio acerca do pagamento,
que reclama o sargento do corpo de policia, Luiz
Ca val cante de Albuquoiqua, d g.-i.fitao ae
commtndo ;i qae se julga eom direito.
Por essa thesourana mandou-se pagar:
Ao delegado do termo de Floresta, ou a pessOa
por elle autorisada, a quaotia de 361*040, qae
despenden eom urna diligencia. Coila em persegu-
cao de oriminosos dauuelle termo.Communicou-
se ao Dr. chefe da polica.
Ao alfares do corpo da policia, Antonio Joaqaim
de Barros Lima, a quaotia ds 10*1)00, como aja-
da de custo de ida e volla da estacao de Una a
Agua Preta, para onle seguio conluziado crimi-
nosos. -Inleirou-se ao commandante do corpo.
Ao delegado do termo de Floresta ou a p.'ss .
por elle autorisada, a importancia da despeza feita
eom o sustenta dos presos pobres da cadeia da
quelle termo, a contar de 11 de abril a 8 de ju-
oho desle anno.Conmuoicou-se a> chefe de po
iicia.
Ao commindante superior da guirda nacio-
nal do municipio do Recife, conceden Jo a aulori
sacio podida pelo commandante do 1 batalblo de
artilharia, para fazer o mosmo batalhio exercieio
da fogo na.manhaa do dia 27 do correla, no areal
do Brum, sendo o gasto da plvora a cusa daquel-
le corpo. Communicou-se ao Dr. chefe de po-
licia.
peetor da tbeaouraria da lateada, oavinda da
al f aniega.
Dr. Fraociseo Pinto Passda.Cartifl|ue.
Marooae dos Santos Perera.O soppllcanta j
foi poeto oes Uberdade, pelo qae .ale na qea'de-
erir.
KXKDiiim ee eacKTAMo.
Ofieoa : i
Ao inspector da thesoararia provincial, cona-
mumeando de ordaei da presdetela, a para os
fias convenientes, qae de aacerda eom v sea in
ormacao, coacedeu a
uea lugeaua K*H .
Nosaa Senhora do Carmo, para deapeoder eom as
ooraa do respectivo hospital, a qoaatia eerrepoo-
deole ao baneleio da lotera oWaaamente extra-
da a favor de taea obras.
A cmara municipal do Recife, declarando
de ordera da presidencia, que ao sea offlcio de 16
do correte, deixon de acompaohar copia da par-
t sipacio da eammisslo de polica a qaa al lodo o
citado offlcio.
i i i i-j
Ce>nnanndo superior.
QUARTEL 00 COMMANDO SUPERIOR DA GUARDA
NACIONAL 00 MUNICIPIO DO BBCIFE, 31 DE
AGOSTO DE 1871.
Orden do dia n. 3i.
Em oomprimento la ordans do Exm. Sr. vice-
presidente da protiocia, para qne os eorpos da
guarda nacional sejam pistos ai-pstelo do Exm.
Sr. general commandante das armas, afim de rea
ai los aos de Imha, forraarem em parada no cam-
po das Princezas as 5 boras da tarde do dia 7 da
seMnbro vlndonro em solemnisago do aoniver-
sario da independencia do imperio : determina o
coronel eommanlante superior que, o batalhio
de artilharia, !,*, 3, e 8 delnfantaria estejara
formados no referido dia, no lagar e hora, que
forera designados pelo mesmo Exm. Sr. general,
para semelhaoie fim, devendo os. carpos irem mu-
nielados para as descargas do estyto.
OS Srs. offlciaes dos carpos, qae alo arrnraa-
rem, os da reserva e es reformados, alo coaiida-
dos I compareearem pelas 5 boras da tarde7a-
quelle dia no palacio la presidencia, para asais-
tirem ao cortejo qae se tem de fazer I efflgie de
S. M. o Imperador.
A gaaroiclo da eidade ser feita pelos 4* e 6
batallioes, reparlidameote, deveodo as guardas
serem rendidas no dia 6 lis 8 boras da manhla.
Antonio Gomes Leal.
3=
PERNAMBUCO.
Ao inspector do arsenal da marioha, intei-
randoo de que, segundo coramunicalo da secre-
tara ds estado dos negocios da marioha, deverlo
partir para esta provincia no primeiro vapor, eom
o engenheiro Jos M ira da Couceic,ao Jnior, os
operarios encarregados de montaren] as dragas, os
quaes foram contratados para esse servico oa con-
tadora de marinha, mediante as condiedes estipu-
ladas no termo junto por copia. Communicoa-se
a thesoararia de fazenda.
Ao mesmo, determinando que, da conf>rmi-
Ja le eom o disposto no ai;o do ministerio da ma-
rinha da 8 do eorrente, remeta a capitana do
porto da Parabyba para o servir;) da respectiva
eompanhia da aprendizes marinheiros, dous esca-
leras de quatro remos eom a palamenta completa,
tirados dos vate e quatro, cuja construcclo fura
ordenada por aviso de 24 de dezembro do anno
passado.
Ao jniz de direito da comarca de Nazareth,
reeommendando a remsssa eom brevidade do map-
pa est itististico, que deixou de ministrar o subde-
gado do 3* distrieto de Tracunhaem. Igaal muta-
tis mulandis, ao juiz de direito da comarca do Li-
moeiro acerca dos rnappn eslatisticos qae nao fo-
ram ministrados pelos jnizes de paz do pnmoiro e
segundo distrelos da freguezia do Bom Jardim.
Ao commandante do corpo de polica, appro-
vando o engajamenio do paisano Jlo Flix dos
Santos se for apto.
Ao director do arseoal de guerra para man-
dar receber abordo do vapor Cruzeiro do Sul,
dous caixoes, que vieram da corte, cooteado am
instrumental bellico, constante do incluso coche-
cimento, e eom destino a msica de aprendizes
menores desse arsenal.
Ao mesmo, determinando que em cumpri
ment do aviso do ministerio da guerra de 9 do
eorrente, mande dispensar do ponto, percebendo
apenas dous lercos do* seas vencimentos, o opera-
rio dessj arsenal, Antonio do Sacramento.lutei-
rou-se a thesoararia de fazenda
Ao mesmo, commnnicando jjue, segundo
consta de aviso de ministerio da guerra de 11 do
correte, expedio-se ordem para serem forneci-
dos esse arsenal pelo da corte, cem mil capsu-
las fulminantes.
ao mesmo, para qae, em cumprimento do
aviso do ministerio da guerra de 7 do correte,
maode foroecer ao deposito de artigos bellicos da
Parahyba os livros de que traa a nota junta.
Portaras :
A cmara municipal do Recife, approvando
a arrematarlo, qae sob fiin?a, fez Manoel Seve-
rioo da Cruz, dos pequeos concertos da qae pre-
ciiam as coberlas das duas casas dos empregados
do cemiterio publico desta cidada pala quantia
de 450*.
Aos agentes da eompanhia Baaaileira de na-
vegaclo, mandando trans|tortar para o Para no'
vapor Cruzeiro do Sul, por eoota "do ministerio
da marioha, o oficial de fazenda da quaria elai-
se Heliodoro Jos da Silva Pereira, qae vai servir
no vapor piranga.
Despachos : -
Coronel Coriolano Velloso da Sveira.Informe
a Samara municipal do Rscile.
Compannia Recite Driyoaga.A' ciaaraimani-
cipal do Resje para Informar.
EVISTA DIAKIA.
LIBERTACO DE CRIANZAS. No dia 31 de
agosto reuni se no palacio da preside"^ 1 pro-
vincia a commissao comeada p)** dar execaca^
dopoijcio ua m qng decreioK0:O00* para a li-
beriacao de crianzas db -m6 femenino, e abi prc-
cedeu ao sorteio daqnellaa qae poden ser inclui-
das ms alforrias do correle anoo, em vista de
suas idades e valores. Apezar da redcelo da
quaolia total, foram contempladas 37 escraaas, per-
lanceles a:
loaquim Domiogaes Pocas. W
D. Olympia Afra de Meodonfa.
Antouio Jo- Gomes do Correio. g
Luiz Eugenio Araujo Pianeiro.
D. Luiza Netto de Albuqnerque.
D. Emilia Carolina Baplisu.
D. Laura A. Salatar da Vejga Passoa.
D. Mathilde F. de Figuair lo Casiro.
Jos Antonio de Olivcira Silva.
Jos Joaqaim Fernando-.
Antonio Jos Rabello Pessoa.
D. Francisca de Barros Pereira de Lyra.
D. Armioda Olioda de Brilo Carvalho.
Antonio Fraociseo das Chigas.
Joaqaim Ferreira da Silva.
D. Francisca de Barros Pereira de Lyra.
Dr. Luiz Jo Correa de S.
Jlo Rodolpbo Gomes.
D. Aooa'Thereaa Correa de Almeida.
Dr. Jos Vicente Duarte Brando.
Dr. Amaro J. da Fonceca Albuqnerque.
Augusto Colho Leite.
Francisco Sergio de Mallos. *
D. Laeina Mana de Albuquerque.
Mauoel Cassiano de Oliveira Gas.
D. Urcula C. de Carvalho Paes de Aodrade.
Luiz de Oliveira Lima.
D. Lucina Maria de Albuquerque.
Manoel Jos da Cunba Porto.
I). Maria da Conceiclo Figaeirdo.
Herdeiros \lo Dr. Joao Ferreira da Silva.
Bario de Villa-Bella.
D. Ssnborioha G-nerosa de Azevedo.
Na segunda (4 do eorrente) s 10 horas da ma-
nhla devera comparecer na casa da eamara mu-
nicipal os Srs. dessas escravas, por si oa por pro-
caradores para assignarem as cartas de liberdade
e declararen) quaes os .atores das alforriadas.
AO LIBERALNio procedem as acensarles
que, no Liberal de 25 e 26 de agosto, foram feitas
ao delegado de polica do termo da Floresta, e os
documentos offlciaes que temos a vista as destroem
completamente.
o offlcio do juiz de direito da comarca de Ta-
caral, Dr. Manoel da Silva Reg, de 9 de agosto
ultimo, consta que o capillo Fernando Pacifico
de Aguiar Montarrroyos, do corpo de polica, de-
legado do termo de Floresta, tem prestado rele-
vantes servico-^a persegaiclo da criminosos qae
ofeslam aquella termo, vindos do da Matta-Gran-
de, na provincia das Alagdis.
Anda ltimamente, segundo se. v do mesmo
offlcio, acuelle delegado, eom forca de polica e da
guarda nacional, perseguio os cri uinosos at Mal-
ta-Graode; sendo qae estes, em numero de 18,
oppozeram resistencia, daado lugar i ura sriot
tiroteio que duroa ama hora, do qual resaltoa o
ferimeato de duas pracas da forg i da guarda na-
cional fugindo os criminosos, deixando como des-
trcos cavallos e outros obiectos fuados.
O digno dootor juiz de direito da comarca, qae
eom toda a dedicarlo e actividade se tem posto i
frente da cruzada contra os assassiDos e ladrSes,
dando para esse fim as precisas iostroeedss ao de-
legado, por tal forma se satisfez, e eom o proeedi-
raeoto desta aatordade qae ol davidoa elogia-la
em oome da presideocia da provincia.
Compre aecreseeotar qne o tal Chrspim, que o
Liberal desereve como eidadao perseguido pelo
(acto de ser liberal, acha-ss ocurso em crime de
raorte, sendo como tal reqalsitada a ana pealo
pelo doutor juiz% municipal do termo de Flor
ao da Malta Grande.
Longe, pois, de merecerem censura o dele.
de policia Montarroyos e o commandante superior
Francisco de Barros do Nascimonlo, qae j foi elo-
giado pela presidencia da provincia pelo sen bom
procedimento,# deviam ser animados pela Impren-
as, para que"prosgara en sua espinhosa nasalo.
PROFESSOR PUBLICO.Por portarla da presi-
dencia da provincia de 30 de agosto, foi nomeado
Aoacleto Pabilo de Moraes Carvalho, para regar
interinamente a cadeira de nstraccao primaria do
sexo masculino da povoacio de Santo Amaro das
Salinas.
ARSENAL DE MARINHA.-Por poruria da pre-
sidencia da provincia, de 31 do passado, foi nomaa-
do Lnla Epiphanio de Soaxa para servir interin-
mente o lojar da eacrivio da I.* aeecio do |mi
DA KACIONAL.~dNf poatup da presi-
da provtaata, de 31 )*/borrentV foi diapen-
lapaodo lempo, paMpoeer tarar patente.
te Franeieeodo Paula Gome* dos Santos
pttompaeMa de II. baUlhlo de- reserva.
AME DE a\PiWDAD.CtMBeooa bontem
e a directora geral da instfoeeao publica, o
de capacidad* para o magisterio primario
a femenino, sendo examinadores os Srs. oro-
da Escola Normal. Dr. Jos Aostregesilo
es Lfma e Ngnel Archanio MSndello.
examloandaa a Sras. DO. Hosalioa Olympia
a de Mallo, Mara Leopoldina Mach .do. Bla-
ndida Theodoro Alves e Francisca Guadas
da Oliveira. '
tEWMSNTOS GRAVES.Ao amaohecer de 27
ejfaf osto, no povoado Pi Braoco, do termo de
Safahlem, Aotooo Raio ferio gravemente eom
ana poobalada i Guilherme Jos de Saol'Aoaa,
"o se em faga.
No distrieto da villa do Cvbo, 26 de agosto
pi de tal ferio gravemente Jlo Mauricio
. osa, logrando evadir-ae,
- Neasa meamo distrieto, e ao metmo d.a, Ma-
ooel Marinheiro fax diversos ferimantos graves em
Mafia do Espirito Sanio, evadiodo-sa logo depois
dacrime.
PRONUNCIA Pelo subdelegado de Gamelleira
M^aronaneiado, como mcurso as penas do art.
191 do cdigo criminal, Pedro Corri da Silva, qae
se echa preso.
ESASTRE.Ante hoatem s 5 horas e meia
daiarde desaboo casualmente ama das pedras da
vaaanda do sobrad) n. 5 da ra do Padre Flor i ano.
nafregoezia de S. Jos, resultando a fractura do
brsjoo, e peroa esqoerda do preto Joaqaim, esera-
?Ojio Sr. Maximino da Silva Gnsmlo, o qual se
aeaava na calcada de dito sobrado.
fOMPANHIA tSANTA THEREZANo navio
dirl o/ Ihe Sptrit, sabido de Glasee w a 7 de agos
to, vem 4536 caaos para as obraa do encanamento
d'ataa e de gaz da eidade de Olioda, a eargo da
eompanhia Santa Thereza. Deve, pois, esse navio
cbgar oestes quinta dias, eomecandi logo em se-
gooma os trabamos da eanalisaeo.
ROVO ATHENBU.A sasslo ranebre d'e*ta
sociedade, em memoria do socio honorario Aoto-
oio de Castro Alves, foi transferida para o dia 10
do correte.
VACCINA.-O Sr. Dr. Lobo Moscozo vaccioa
boje, em saa casa roa do Viscoode de Albuquer-
que, mediante a exprtala de 1* por.pessoa em
beneficio do ajardieamento da praca do Conde
d'Bu. A vacciaa excellenle.
JURY DO RECIFEFoi bonem submetUdo
jaigameoto Zsferno Goncalves da Eacaroaclo,
qae foi absolvido.
ZARZUELLA HE3PANH0LA.E'trou ante-
haniem oo theatro Santo Antonio a eompanhia de
zarfuella bespanhola, cantando a zarzaella Jugar
utgOj ja coobeeida do publico.
los os artistas qae toraaram parte no espee-
o sao sofrriveis, qoer como vozes, quer como
reato sie tempo oa. espectadores riam is garga-
IJzadas.
Finalmente, qnaodo todo eslava prompto, or-
denou-se ao coodeawado qae se sealasse no chao,
depois do qae um dos- ssus irmlos Ihe tapoa os
oin os eom nin/Hnco. O sherilT tomn o por ama
das raaos e mn dos irraoos por oatra.
t O sob-sbenH estova o'am pardieiro, a dez
passos de distancia, e defroole do eondemoado,
eom ama carabina na mi. Por am accidente, a
arma disparou-ae pora! e a bala foi introlozir-se
no tecto da casa.
t O indio, joigaado qae liabam atirado sobre
elle, estremecea, mas nlo fallou era randou de
lagar.
< Um dos seas irmlos desereveu eniio eom
plvora e sativa um circulo oegro sobre o paito do
eondemoado. Daraole esta operaclo o sub sherilf
toroou a carregar a earabioa. A am sigaal dado,
apooioa, faz fogo. e a bala peoetrou mesmo no
centro do circulo. Depois de alguns movimeotos
convulsivos, a indio cabio para iraz, eslava morto.
As suas mos coniinuavam a estar segaras pelo
sheriff e por am dos seas irmlos. Nioguem raa-
oifestoa a meoor commofio, a olo ser a rali do
execalado, qae derramou alguraas lagrimas ; am
dos seas filhos, porra, dise-lhe framente : Cal-
l te; nao v que eestou ludo 1
NECROLOGA. Aoouncim de Greiz, em data
de 28 do raez passado, a morte da princesa Gaa-
pariaa Renss, filha mais vaina da priaceza Ro-
hao-Rochefori eMootaubao, qae saccambio de-
pois de longos padecimeotos.
A Altada era viava do fallecido principe reinan-
te de Heuss, Heorique XIX, e, segundo as as
ultimas disposicdas, o cadver da referida prince
za ser trasladado para o tmulo da familia lio
bao, peno do casietlo de Sicberow, oa Bohemia
COMMISSAO SCIENTIFICA. Diz um corres-
pondente estrangairo que a sociedade real da Aos
iralia projecu orgaoisar urna expediclo ao cabo
York para observar o eclipse total do sol que le-
ra lugar ea-dazembro prximo, e qae em oe-
oburaa ouira parte, seno ali, ser visivel oa sua
toialdade.
JULIO FAVREmL-se o seguate n'am diario
estraogeiro : ^^ ^
O-cloqueote orador Julio Favre, qae lio im-
portante pael desempenhoa dos ltimos acooteci-
menios de Franca, deixou de ser ministro para tor-
nar a vestir a loga de advogado. Eclypsada a saa
estrella poltica, volla ao foro, oode prioeipioa a
adquirir a sua popularidad,
< Gabriel Claudio Julio Favre naaceu em Lyio
m 30 de marco de 1809*, de qma familia de com-
mercianlee. Seguio a carreira de direito, termi-
nando-a em Pars, quando rebeotoa a revoiucao
de 1830, oa qual lomoo parle, manifestando des-
de eolio as suas ideas republicanas. Da Pars pas-
soa para Lyio, coosegaiodo oesta capital am la*
gar importante pelas suas opinioes e pelo sea ta-
lento como orador forense.
Na revoiucao de fevereiro de 1848 foi nomea-
=
Eb, respondern de (ora.
Osom daqualla voz (ex despertar Iratee reeer-
acoe- na alma da pobre viava, qne foi abrir, mas
in deixar de peosar de m para ai qne seria esta
] ma-ina palavra que tifo respondera m alada vi-
vesse. Ao dar, porem. eom a pessoa qae hatera
soltou um grito, recuou dona pasaos, e eabit paja
Iraz desmaiada. "
Espinosa acab-av de ebegar aos umbraea da
porta, paludo, abatido e amortalbado coma (ora
cnoduzido para o cemiterio.
O caso passara se do segrale modo :
Espinosa a quem os mdicos haviam dado por
mono acnava-se nicamente sem sentidos; tornea-
do a si oo cemiterio, seeloa-se no t-aixio, olboa
era torno de si, comprebeadea o qae se havia paa-
sadoc e vio qae o melnor partido que tinha a to-
mar era tornar para casa. Momelos depois. o
supposlo morte esforeava-se por fazer tornar i
vida sua mulher. Infelizmente, porra, esta mor
rera da suato.
Espinosa est sao e salvo, e nio sabemos se las-
timar ter obtido essa felicidade casta da v,da
da sua cara metade.
'
a e Silva.Informe a Ir. los-1 xarifalo do arsenal de marioha.
tnfnileos; o eonjaoeto hirmonioso. _
A zarzuella Jugar con fuego foi canfina eom al-
goma graca, e foi regularmente montada.
i. A orehestra foi bem regida, e o sen chefe am
excediente artista.
SdJNa conveniente qae o director da eompaabia
redutisse o preco das eadeiras, riae est elevado ;
qne dlminuisse os eotre actos, qne faram mni lon-
gos oa primeiro espectculo; e. finalmente, qae
mndasse o coraeco dos espectculos para 8 horas
em ponto.
IMPOST03 PROVINCIAES.Com o eorrente
mez de setembro encerra-se o trimestre addiciooal
do aooo de 18701871, e eom elle termina" tam-
bera no consulado provincial o recebimento das
quotas dos imoosios que perteocem ao mesmo ao-
oo. Esses impoitos sio os segaiotes, e olo sendo
satisfeitas as suas importancias no dito espaeo, se-
r liquidado o debito, e agenciado exculivaraeate
o respectivo pagamento:
57 rs. por litro de agurdente de prodcelo na
ciooal, consumida oa provincia ;
Decima dos predios urbanos;
300^030 por cada corrector ou ioculcador de
eseravos;
5 por ceoto sobre a renda dos bens de raz da*
corporales de mi mora;
20 por cento sobre as easas em quo se acharem
estabeleciiocntos da commercio a retalbo, oa de
recolher etc.;
8 por cento sobre escriptorios, consultorios e
carlorios ;
4 por cento sobre estabelecimeotos commerciaes
fdra da cidade do Recife, photographias, botis,
botequlns, casas de pasto, de drogas, cocheiras, ca-
valarQas de alugual e fabricas;
4O0J03O por casa baocaria, eompanhia anonyma
e agencias;
200*000 por casa da cambio;
1:000ji009 por casa de penhores;
2:0001000 per casa da vender plvora ;
lOOlOOO por casa qae vender roapa estran-
geira;
100*000 dem dem obras de marciaeria feitas
em paz estrangeiro.
100*000 dem dem sellins estrangeiros;
1001000 por corrector commercial;
100*000 por agentes de leilio ;
2:000*000 por ccasa de compra e venda de es-
eravos ; e.
30*000 por casa de modas;
30*000 por bilhar;
30*000 por escravo do servico do mar;
10*000 por tooelada de alvareogas e candando
servico de carga e descarga de navios;
"1*000 por bote, canoa etc.;
2*000 por escravo ganhador;
16*000 por carro particular de 4 rodas;
10*000 por dito de %rodas;
30*000 por dito de alugual;
23*000 por mnibus;
25*000 por carro fnebre;
6*000 por carroca;
10*000 por eavallo de aluguel;
5 por cento sobre t venda do eapim.
EXECUCO DE UM INDIO. O Direito, jornal
fraocez, publica a seguio te noticia, qae Ihe fo! di-
rigida de Nova-York:
i A scena passa-se em Texas. Um indio da tri-
bu dos Cboctaws fora acensado, ha alguas aoaos,
do crime de assassinato na pessoa de ura dos
membros da tribu, mas como nlo honvesse pro-
vas safflcieates nlo ehsgou a ser preso. Em raaio
passado oommetteu am segaodo assassaato, mas
desta vez foi presi em Qtgraole, jalgado e con*!
detonado a ser (otilado.
t lgo qoe foi pronunciada a senteoca, o pelle
ermejSa pedio orna espera de SO dias para ir
espedir-se dos seas parelas e amigos, daodo a
saa palavra de bravo de se presentar oa epocha
fixada. Foi posto em liberdade e dirigiu-se ; pa
ra o sea paiz.
c Exptraram os 20 dias e a hora da execuclo
esuva prxima. O indio, fiel i saa palavra, cha-
gon a galope ao logar onde devia effeetnar-se o
sen supplido. Vinna acompanhado de saa mii,
di seas tres ir raaos e trae Irralas. Pareeiam todos
lio alegres como ae viessem assistir a ama (esta.
Trooxerim o caixio destinado ao cadver do
eondemoado, mas como algueroobservassa qae era
maito pequeo, am dos irmios pedio ao indio pa-
ra qae se mettease nelle afim de ae verificar se
estara alli vontade. Acceden ao convite do m.o-
Ihar grado, estn leu se no caixio e sabio, astro-
raaio que era exioumeote de iou umanhq. Da-
do viee-secretario do ministerio do interior, la
gar qae desempeoooa com Ledru Rollin, ao qual
m diz snimava para caminhar pela via revoiucio
naris.
< Bieitc deputado pelo deparhmento do Loire,
tomou ama parte muito activa oos irabalhos da
assembla, seodo o defensor do parecer da com-
missao eoearregada de examinar a autorisacio pa-
ra perseguir criminalmente a Luiz Blanc por cau-
sa do aiteotado de 13 -de ma>o'. Volou diversas
vezes contra a extrema esquerda, pelo qae Ihe
foram notadas alguraas incousequencias, mas ap-
provou a toialdade da constituiio.
Dapoia da eleicao de 10 de dezembro, Julio Fa-
vre fez urna opposieio nolavel presidencia, mas
votuu o augmento da, consignado, bem como o
crdito de 12 milboeWde francos para a expedi-
clo de llalla, contra a qual clara ou depois e apoiou
o pedido de aecusaejio do presidenta e dos seos
ministros.
Na legislatura represeotou o departamento do
II lio dan o, sendo un dos chefes do partido demo-
crtico e o orador*da Mootanha depois da fuga de
Ledru-Rollio (juobo de 1849).
< O golpe de estado de 2 de dezembro affa>tou
Julio Favre da poltica por espaeo de seis aooos.
Eleito membro dos conselhos geraes do Loiree de
Rhodano, aegou-se a prestar o juramento exigido
pela oova coostituico, retirando-se sua baoca
de advogado.
Candidato da opposico por Lyio em 1837, foi
derrotado, mas oo anoo segrale vence a o'um dos
districios de Pars. Cora Ollivier, Picard, Dari-
mon e Henon de Lioo formou o grupo dos inde-
peadeotes do qual era chefe.
< Sio notaveis os discursos que oessa epocha
proferto contra a expediclo do Mxico e a celebre
defeza de Orsioi.
A revoiucao de 4 de setembro elevou-o ao po-
der, oo qoal tanto deixou a desejar. Na memoria
de todos esto bem patentes os actos que tanto o
desacreditaran) como hornera de goveroo, mas
bem verdade que os melhores talentos cahem ao
ebegar s espberas praticas da poltica. E' disso
cloquete prova Julio Favre o homem da cele-
bre phrase : < Nem urna polegada de territorio
oem uraa pedra das fortalezas assignou, apezar
de taes declaraedes, o tratado de Francfort.
Hojevoltou Julio Favre ao foro, onde nio re-
cuperar cortamente a sna perdida popularidade,
mas bnlbar novamente, sobrelndo pela saa mor-
daz e acerva replica, e pela anuenidade e delica-
zs de forma, e com quaoto alli nio pateoteei os
seus dotes de tribuno, ostentar o seu reconhe-
cido aticismo e elegancia da Iraguagem, a par dos
seas coobeciraeotos de direito.
COISAS INGLEZAS. Diz o Jornal da Noile,
qae o preco Jas pateles ioglezas, oegocio hoje
abolido, era o seguiote :
Life-guardi: leoeote corooel, 8,250 libras es-
terlinas ; major, 5,350; capillo, 3,500; lente,
1,600 ; porta baodeira, 1,200.
Infantera : capillo graduado em leoeote-coro
nel, 4,800 libras esterlinas; teneote graduado em
capillo, 2,050; alfares graduado em leoeote.....
1,200.
Cavallara e iofaiteria de linha : teneote coro-
oel 4,900 libras esterlinas; major, 5,200; capitao'
1,800 ; leoeote, 700 ; porUbandeira, 150.
AMAVEL SOCIEDADE.No cemiterio de ama
pequea cidade de Conoecticot (Estados Unidos)
vera se o'am recinto reservado por ama balaus-
trada de ferro, cinco tmalos dispostos do segain
te modo: quatro nos quatro pontos cardeaes, un
dos ons ao oatros por eebes de arbustos; e o
qaioto disposto no centro, oo sentido de lesto a
oeste.
Nos quatro lmalos cardeaes l-se: Mmna
primeira mnlher, mioha segaoda mulher, mioha
lerceira mulher, mioha quart mulher; oo do
centro : Nosso marido:
Bate patriarcha deixon 32 filhos, todos rivosy e
103 netos.
RESURREIQAO E MORTE.Conta o jornal a.
Ultima Hora qae am iadiduridao de Cadix chama
do Espinosa a qaem*oe meneos hav am dado por
morto, fdra maodado para a casa de deposito do
cemiterio daquella eidade, adra de ser enterrado
depois de decorrdas vinte e quatro horas.
Dobraram os aioos, a viava ehoroo, os amigos
do finado nio se caocavam da elogiar as suas boas
qoaudades, e at se mandaram dizer,algumaa Hue-
sas pelo sen eterno descasco.
Vtnte e quatro horas depois, qaando a tiava
aiuda debuhida em pranto lamenuya a parda do
seu querido esposo, seotio-se bater a porta.
- Qaem esU ah? pergmitoa a vwva.
COMPANHlA DE EDIFICACOES.-Hoetem leve
lugar, no logar aooaoeiado, a reuoiao preparato-
ria para incorporadlo da eompanhia de edifteacio
nesta cidade do Recife e seas suburbios, (erara
aeelamados, por proposta do Sr. Dr. Jacobina,
para dirigir os trabalbos das seasdea preparato-
rias :Presidente o Rvd. Dr. Antonio d% Cuaba
Figiaeiredo, e para secretario o Dr. Moraes Pi
nheira Nomeoa-se : para commiaiio de redae-
clo dos estatutos os Srs. l)r*. padre A. da Caoba
Figaeirdo, Moraes Piobeiro e Gervasio Caropello ;
e para a commissao qoe deve continuar a agen
ciar subscriptores qae completara o capital para
fundo da compaobia os Srs. Dr. Seve, Jos No-
gueira de Souza e F. M. Daprat. Alm disso re-
solveu-se qae a direcelo provisoria assim nomea-
da fique autorisada a promover todos os trabalbos
preparatorios oecessarios i incorporadlo denaitiva
da eompanhia, e convocar ontra sesalo prepralo-
ra qaando jalgar conveniente.
CMARA MUNICIPAL DE OLINDA.No dia 6
do corrate devem ir a praca, parante a cmara
municipal da eidade de Olioda, os diversos impoi-
tos creados por lei, e nao no dia 7, como foi de-
clarado do edital publicado.
SERGIPE.Recebemos jornaes do Aracaj at
24 do passado.
A presidencia da provincia contratou eom a en-
genheiro Gustavo A. Wurffbain a introdcelo a
asseotameoto de pocos tabulares instantneos, em
vista da autirisacao concedida pela lei provincial
o. 916 de 5 de rtaio ultimo.
O ex-presidente da provincia Dr. Cocha Lei lio
deixou procuradlo ao vigarlo da eidade de Ara-
caj para receber seus vencimentos do 1 a 16
de agesto e distribui-los pelos pobres desse lagar.
Os artistas da capital organisaram ama sociedade
de beneficencia, sendo eleitos : presidente Capi-
tolioo H.da Costa, secretarios Ticiaoo P. de Men-
docc e Evaristo de Fretas, thesooreiro Hercala
oo Samaogo.
A sociedade emancipadora Vtnte e cinco dr
marco compoz assim a s .a directora : secreta-
rios Drs. Mauuel Pereira Guimaries e Pelioo Fran-
cisco de Carvalho Nobre, orador Dr. Manoel Luiz
de Azevedo Araujo, thesoureiro coaego Agostinoo
JtodriguesJBraga. .
ALAGOAS. Vieram-nos joroaes da capital at
30 da agosto.
No da 28 assumio as redeas da administrar"n
da provincia o Exm. Sr. Dr. Silvioo Elvidio Car-
oeiro da Cuaba, convidando para exf-rcer o eargo
de chefe de policia o Dr. S'lverio Feroaodes de
Araujo Jorge, juiz de direito da capital.
Lemos oo Penedense :
< Acha-se vaga a promotoria publica da comar-
ca, por ter deixado o exercieio d'ella o h:. Carlos
Augusto Vaz de Oliveira, afim de seguir para
Peroambueo com o fim de assumir a vara de juiz
municipal e orpbios do termo de Iguarass, para
o qual fura ltimamente nomeado.
O invern contini com omita regularidad?,
faci este de qae ha bastantes annos uio tu
exemplo.
Os cereae* tem baixado consideravelmentt
de preco, vendndose a farioba a 200 res o se-
lamim. o feijio a 500 ris a o milito a 160.
E>tabeleceu-se a illumioaQio pnblica de parte
da cidade, dentro das forras da verba consignada
00 orcameoto provincial desle anno.
INSTRUOCAO PUBLICA.Rseebemos e agrade-
cemos o exeroplar do relaioriO qne presidencia
da provincia apresentou, era 31 de Janeiro do cor-
rente anno, o Sr. Dr. Jlo Jos Pinto Jnior, dig-
no director geral interino da iostruc$ao publica aa
provincia.
ESTABELECIMENTOS DE CARJDADE.Movi-
mento do hospital de Nossa Senhora dsUDBeec> >
dos Lazaros, do 1 ao ultimo de ju'ho da 1871.
Existiam 14 homens e 13 mulhores, entrn
mulher, existem actualmente 14 bomens e 13
mulheres.Total 27.
Advertencia.
Foi visitado o estabelecimento pelo respectivo
medico deste o Illro. Sr. Dr. Tarquino Silvio Vil-
las-Boas dos dias: 1, 6, 10, 15, 16, 18, 23, 28 e
30 do mez fiado.
Existem empregados neste estabelecimento 8r
a saber: capelln 1, medico 1, repente 1, dita 1, bar-
beiro 1, eoznheiro 1, serventes 2.
O regente,
Jos Paulino da Silva.
O mordomo do mez,
Jorge Domellas Ribeiro Peisoa.
Movmento do hospicio de alienados na Mi
3ericordia de Olinda, do 1 ao ultimo de agosto do
eorrente anno.
Existiara 29 homens e 47 mulheres, entrou 1
homem, sabio 1 homem, existem 29 borneas e 47
mulheres.Total 76.
Existem 9 empregados neste estabelecimcito, 7
homens e 2 mulheres, seodo: 1 regente, 1 medico.
1 eapelllo, porteiro e sachristao interino 1; 2 en-
fermeiros, 1 bar loe i ro, 1 enfermeira e 1 cosi-
oheira.
Foi visitado o mesmo estabelecimento pelo res -
pectivo medico o Sr. Dr. Ermiro Cesar Coaiiobo
dos dias: 2, 5, 10, 12, 16, 19, 22, 26 c 28, as 2 e:
e 1/2 horas da tarde.
Advertencia.
Eotron 1 homem de cor branca eom o nomo de
Ignacio de Araujo Lima, e sabio oulro de igaal cor
de oome Gatuno Maria Pereira do Lago.
Existem oeste estabelecimento, 76 alienados, 29
horneas e 47 mulheres, 7- que pagam o traiament.
e 69 a casta da caridade.
Hospicio de alienados oa Misericordia de Olinda,
31 de agosto de 187L
O regente,
miz de Reg Barrot.
O mordomo de mea,
i
Mtoul A. Mindello:
\.viadoi
PASSAGEIROS.Vados ponos do sol no vapor
Giyuia :
Domingos Leonardo e sua senhora. Jos da Ro -
cha Bastos e sua senhora, 2 fllhoa, i filba menor,
1 criada, 2 escravas e ama cria, Manoel d'Almeida
Fretas, saa senhora e am alh. Robera Jo^ do.-.
Santos, Pedro A. Silvestre, Dr. Brandlo e saa es-
era vo, lente-a. Elpidio Pmbo e 1 praca, Manoet
adaCaohs.L. M de Oliveira, alfares Francisco
Antonio Tavarea, leoeote Masas! fr**?0* f?.;m-
Dr. Tibnrcio R. da 8Ms,DTi>ad P- P-. SI"-
Nathao H. Irre, Henss Naegn, JoaqoJm L da Silv*
4 pracaa e 3 recrutas. '

^
JL


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ir I! '. ".VPJlit M MWf
Diana do Setembro d 1171
3:
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<=
O. RaM,VfboTJ:^ger, W.IHim P,, n: D. SiVR, VillavBftM, abrio-se
, sn'.tei-
Y. A. Slvift, A. Bumeit, Raymundo det/tadM.
D. Jos de los Sanios Ros e AgostlnMr.
LOTRM4rKA qae se ach venda o
beMtaVWfriz de 8. Loaren^o- da HaUl,
qaal eoffHWi 6 de setembra.
CEMIllMptUBLlGO.-ObiUiarlo d di 31 d
agosto qe^^K
Theophilo7 pardo, Proambaco, 5 metes, Boa-
Vista ; coqueluche.
Gullbermina. parifc.^rnanonnco,. 2 mea. '
Jos ; convalides.
M.ria Antonia do Nas1rant|, Pernontbuco, 68
unoos, soltetra, Boa-Vi>ta ; nydropsio.
Gonc*lo,escraOv,'|nreio, Aftica, 46 ano*
ra, Santo Antonio ; aserte..-
Mara Celina de tetro oWe-a, parda, f*,rQ-
bueo, 13 onnos, solatir*, Santo ^nion ; tifcfrca-
AKa%nca,^rDmbuc>, 1 ana, Rcife ;
convnMes. _
Franeelina, branca, Pernambuco, i anuos, Poce ;
boxitas. m
Domingos, pardo, d?ernambaco, 5 meces, Re-
cate; liriie.__________
CMONIcTjUDWIUtli.
fBIBUNAL DO CONMERCIO
ACTA DA SESMO AOV
d*K'tBi'i
FOISIDENOIA
)STO "DE 1M1.
DO kxm. sn. r.oNSHi:tinao Atstuw>
FRANCISCO PKHKTTI.
As 10 horas do dia, estn lo reunidos os %s.
eputados Miranda Leal (secretario), OlintoBastos,
nhH/Tfl ifrfiTTvTf-y Alvaro, nppleate Mi-
tin, o Exea. -Sr. conselheiro presidente abri a
oosoio.
Ya Me inprtyvada a acta da sessio de S.
^f IXPTOIWrt.
S**e xeBplares do Jornal effleial de n. 191 a
jf7. Para o archivo.
MSPAOWB.
WHeio de 'Pedro Orarlo de Cyqueira, sobmet-
tando a registro a nomeacao de sra eafxeiro Car-
W Fredflrieo Xavier de Brito.Seja registrada.
1 Ba mesmo, pediodo certMio de quaatos eai-
xeiros nomera no antto de W70-oroe pede.
De Maonel Carvalho de Mour. oftereeeudo
registro t nomeseio que dera a'Francisco B.irges
Ucboa, para caixeiro de saa padarla na rna De-
testa 4os A togados n. 64 A.Como reqner, depois
de teeonhfcida firma da nomeacio.
'De'Cesta A Soares, tambero offererenlo i regjs-
ITo a nomeajio de .-n esixeiro Walfreflo Moreira
PeroMides. Como reqnerem.
De Jos Bem Ramos de Oiiveira, registro do dis-
trato social da Arma de Ramos & Temporal, *chan-
do-se satisfeita a exigencia do despacho de do
correte Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Offlcio da junta dos corretores, consultando so-
lare) l*r o correter Mamede negociado aceSes de
cosnpansia qae ainda nao tinham realisado nm
qurto de sea valor.O tribunal resolveu que se
rospoedesse i junta dos corretores que as acedes
dtas compauhias s devem ser negociadas e cola-
das qoando estiver preenchido ou realisado um
qoarto do valor decada accao. (Foram vencidos,
o Kxm. Sr. oneelheiro presidente, que votoo pelo
aotoameoto de dito i**, e o Sr. Candido Ado-
lorado, por entender qne o qnarto do valor das
aecCes e retere ao qnarto de vslor do capital, es-
perando, porm, a raainria qne o eorretor Maroe-
o flear cunveneido de qne errnea a opinio
seguida en na policio, e em que elle basa o seu
prooedimenta) Resol vt-u outrosim, o tribunal, qae
ficasse a nntirio do corretor Mamede annexa sos
mais apis.
COM PXRBCER FISCAU
Petieao de Jo- B un Ramos de Oliveira e Joa-
quina Baptiza da Silva, contrato social.Regstre-
se na forma do decreto o. 4391.
De Burlamaque, Arauj> & 0., iJem. Regislre-
se na eoo(ormidade do decreto u. a39V
De Machado.& Moura, distrato.-Registre se na
forma do decreto 4391.
De J.s Luiz de Souza Ferreira e Fraocisce
Joaquim NunesBeirSo, contrato social.Satisfagan)
o parecer li-cal.
Papis de Antonio Barbosa de Moraes Cabril.
Adiados.
Autoamcnto do mappa e do officio dirigidos por
Francisco Antonio de Albuquerqoe Mello, como
administrador ds armaren- alfandegados do caes
do Apollo ns. 73 e 73.O tribunal designou o pn-
meiro dia de sesso para o julgameoto, sendo con-
vidado o Sr. desembargador fiscal.
Rehabilitacao de Martinho de Oliveira Rorges.
O primeiro da de sessao para o juramento, ren-
do convidado o Sr. desembargador fiscal para com
parecer mesma ses-o.
E por nao haver mais qae despachar, o Exm.
Sr. cooselheiro presidente encerma a sessio as II
Moras e meia, leudo se mandado a rubrica os dous
livros Copiadores le Francisco Barbosa P.nto Gal-
maraes, e Santos Fulcao & C
SESSO JUDfCTARIA.EM 31 DE AGOSTO
DE 1871.
rtntMPSKCIA DO KXM. SR. CONSELIIEIRO A. P. PI
RETTt.
Secretorio Julio Guimaraes.
\o meio dia declarcu se aberta a sessao
estando reunidos os Srs. desembargadore.R Silva
Guitnaries, Reis e Silva e Accioli, Doria e Freitas
H-^nrique, e os Srs. deputalos Miranda Leal, Can
dido Alcoforado, Olinto Bastos e Alvaro.
Lida, foi approvada a acta da sesso anterior.
ACCOtLDAOB ASSIGNADOS.
Embargantes os admiuistradire* da massa falli-
da deAmonm, Frag zo, Santos & C embargado
Francisco Jos da Silva Guimaraes : appellante os
curadores fiscaes da fallencia d^ Antonio Jos Go
mes. appellado Joaquim Jos'da Fonceca ; embar-
fante Ivo Antonio de Andrade Luna, embargado
Jo.- Juaqoim da Silva Brrelo.
JULOAMK^TOS.
Juizo especial do commercio: appellante ao
tor Jos Francisco to Reg Mello, appellados reos
Simpson Bread & C, juizes os Srs. Reis e Silva,
Accioli, Onto Bstese Candido Alcoforado. Orde-
noa-sa nova diligencia, e que se procedesse de
nrvo i diligencia anteriormente determinada, por-
que na exeencio d'esta infringi se a disposi^aj
da ordenacao livro !, titulo 48 g 29, consignada
ta portarla d'este tribunal do 19 de dezembro de
1870. sedo voto vencido o Sr. Cindido Alcofura
do, qnanto esta segunda parte.
Juitoespecial do comercio : appellante antor
Luit Jos Pinto da Cista, ap'jollad) rolheudiro
Just; joizes os Srs. Reis e S Iva, Accioli, Candido
Alcoforado e Alvaro.Foram de-prezados os em-
bargos, sendo voto vencido o Sr. Candi o Aleo-
lora lo.
Appellante Jcao drttzevcdo Pereira, appellada
D Isabel Baplista da F.mceca ; appellante Jo-
s Cosario de Mello, |appellado 1 ao da Cunha
Reis ; embargante Sa'vador de Siqueira Ominan
ti, embargado Joaquim Salvador Pe-soa de Siqoei-
ra Cavalcanii; appellantes 03 administradores da
massa fall la de Ant-nin Jas deFigueiredo ; ap-
pellad Franci>eo J.s de Oliveira Jnior.Adia-
dos a pedido dus Srs. depurad"?.
Appellante Joao do liego Lima, appelllo Dr
ardino Alves Barbosa. O Sr. Olinto Bastos jurou
suspeicao por motivis supervenientes, e adi.'U se
o julgaruento a pedido d* 8r. deputado sorteado.
O Sr. Candido Alcoforado nao apresentoo o feito
adiado a seu pedido na teasao passada, entre par-
tes, appellante Joao de Azevedo Pereira, appallado
Aatoni Gomes Pire'.
O Sr 01 iuto Bastas nao apresentoa o feito adia-
do a ten pedido na se.-sao passada, entre parles,
appellaote appellado Ant nio Luiz dos Santos, ap
cellante appellado FrancLco Manoel Caraeiro da
Cunha
Contina sobre a mesa o feito em que sin par-
tes, embargante Jos Barbosa de Carvalho, embar-
gado Antonio de Souza Braz.
PASSAGRM.
D Sr. de pmbargador Acchli a Sr. desembar-
fador Silva Gunnares : appellante W. G. Fenue-
f, appellados Kilson Tntt. n A C.
DESTRiBUiOE-.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes: nppel-
lante Cbrtovio Vieira Leito de Mello, appellado
Serapbira Alves da ItochaBastos.
Ao Sr. desembargador Tleis e Silva : appellante
otenente coronel Gaspar Cavalcanli de Alouquer-
que Ucha, embargados a viava e berdeiros do te-
nenie-coronel Joio de S Albuquerque.
Ao Sr. de*mtrfador Accioli : appellante An-
tonio Francisco Penira de Lira, appellados D. Ma
nana Francisca de Abreu e Lima e outro.
Ao Sr. desembargador Aeeioh pela suspecio d.
8r. desembargad ,r ReiseSUva: appellante Jos
Joaquim Pereira, appe|dfj o bacharel Joaquim
Francisco de Mi rauda. '
Eowrrou se a senso ama hora e ora qaarto
4a larde.
vda a anuda ante&BMH
' Leu-sno surote
BPKDIKNTK. .
Uor 0ckl dd *tm.' vle*.pTMWrW
vineia, apnrwrnndo a arrematncao-dos
cqacertoa na cobertas as dau caata Ae
caeos do cemiwio. pn,bltcp desta cidade,
Menta de 4W(JO.-Qae so lavre termo.
Urna policio do bacharel 8ento Uo d Costa,
tojutespaoke do Bm. 8v vico-ipitMente me*
dando aaarainfirmaT.-Ao enfMheiro.
Oatra da-campanhia RfdMo Drayaage, com 4e
pacho do Exm. vice-prestdeate mandando para a
cmara muuictpal infoonir.S coramisio 4*
diBacie, _
Ontra do coronel Corwltiio Vafoio da Mn.
com despacho do ftim. ie-pre*dente mdndando,
a enmara Informar.U*e s* ioormt deolaxando
oao*ver inconveniente no1 qae pede, e qne na
inrfenos qne aa pdeos ceder. --
'Bm offlcio de init de patll f distrteto da re-
guena de Muribeca, commaaicando que o*
iiomediato nao podu subsiitui-lo no exsreiQlt l
cargo por se haver mudado da fregaetia-Qnese
Qck airtiae e aegoe na oedem da itoiacao
Outro do fecal da fregneiia de S. Fre Ptrfro
oncalves, eommunicando qae esti se demelmao
o predio a roa do Mrquez de Qlinda n. 87 perlen
cont a Jos* Barbosa de elloante**. .
Outro do mesa, remeltendo um termo te m-
Iraoo lavrede-jotra Jos Ptereiva 4atCulja *
Filhos, procuradores de Antonio Joaquim de aoa-
ti. Hibero.-Ao proenrader. "*
jiro da fiscal da freguezia dos Alojados, pe-
dindo a importancia d daspetas nao fot rmr o
enitrraomto de 4on cVallos. Qun eisie
mandado. ... dflL
Outro do fiscal da fcegaezia de Jabotlao, peflm
do tambera a iraporuacia da deapeia qae dea oo
eoterramento de ant cavallo,Que ae pasie mn-
(M4* *. .
Urna petieao de Sebaeliao Lopes Guiauratrs, ps-
diado licenca para cercar a (rento do aen^rreno
no povoado de Apipucoa.A' eorauussao deqdill
cacao. .
Resolveose nio ae alagar mais as asinhas da
ribeira da Ireguezia de S. Jos, e aUrir-se o.,
compartimento i para 8car gervinde de praea para
venda da farinha.-Ao eogeobeiro para lazer o or-
camento e ao procurador para Intimar aos mi-
linos para despejaremas casas aleo 1- de outubro
vindouro. .
Foi adiada a arreraataeio das casas-da pra?.
da Independencia, e ootras para o dia JO t
rente.
Despacharan se as plices, de Antonio Ersiiw
Americano do Reg Casual, Abel Pires de ^r-
valbo, Beroardino Pereira Ramos, Cardoso 4 lr-
mao, Francisco Raposo Cyprwoo, J. O. U Ooyie,
Joao Gratal ves de Souu Beirio, Jos* Doajiugues
Maia, Megelino Gomes da Fonceca, Haymunoo
Francisco de Souia, Tiburcio Valeriano Baptista e
Thomaz Teixeira Bastos; e levanten *e a sossio.
Eu, Lonrenco Bezerra Carneire da Cnnha, sectd
lario a subscrivi.
Declaro em lempo que se tendo adiado a arre-
maiacao das casas da praca da oio, wncoraou-
se em augmeotar-se sobro a base da arrematac^!
mais cem mil ris em cada numero.
Ko Lonrenco Bezerra Carneiro da Cunha, secre-
tario subscrevi.
Ignnao Joaquim de Souza Leao, pro-presidnn-
le. BeRto Jos da Cosa Dr. Praxeiet Goma
de Souza Pilanga.-Or. Silvio Taraiumo Villas-
Boas.los Mara Freir Gameiro.Dr. Pedro de
Alhayde Lobo Hoscoso.
um nfrfsiR W"' P*ra' Si respeito
dade, nunca recanhecidano pah, e quie,voUrooI- 4 # Pereira, e proseguir no
tiplicidae do -siraptomas eommon. d vttido,-------------------------------
"mea signal caraflter istko o pathat-
K*Ifm posto as tonta a Un'
iMtfcell, a Scott e Copian,
Jtitwy. e acs proprios Mericonrt e
pela sarrrv,va nunca a presenciaran).
O que podem ser o nnmero, o poder pessoal,'o
do Sr. Dr. Cosme
malte que Wfno'
conmissao; mas,
nal nm tal proco-
elle s por si ama
or,
(orea material, nio
talla a dixer. eerca da nobre
-ique nio interprete elle em
~ :ontinno.
o abarx- do ultimo citado texto segne-se nm
dos mais lucidos o ocenlentos qae teiho visto, e
.i-lo : AfflM'ffo a duvida, nob por ella vejo^
qne se mnlttplieam'as provas; mas a duvida sobre
"(jeclo nm grande mrito para o seu
guando etja espmtfelis wpvqt pmra
mas se ep a nti++tteiU$, se urnas
so, ou ti ella s la fuu4a na propria
a duyida um vicio eensnravel. A
liada) sobre existoncin 4o beriben
s pode xito* per (aka 4e obserra-
et aatimie |jdra ceandir com
ente 4a querer, se qaem
assh 4e san necio ; nc
PCt, que tem ~eT
aa 1 a c'onviccio creada por novos fados e novas re
Como quor qneeja, tomando caminho ao fi nH respeito do beriberi; como que laxa de caprichoso dos, nossos
Lque oM-pFeponM pneearot a tpftr ae-pnMet* -a + de ariiinwpip
ripci- recid.1, islo
kMein-4n. e poAnri'
pee a
a denovos fctos, e de lt da rifle
para amadurecer sita opiniao cor
ca do meanw beriberi t ,
> 8, sea opio>^eo#iod e*>est imado
V^&IPZ
f^v #Ma^aaA\ ^^^ahnjLA^Aaa>\A
'^OT ^yWVOs' "ywv^rvOlTITwf
motivDs especaes "
em diicassao com o
Jiagnostico daepi
de entra qualqi
bre coaimiasao, que t\ tn-Tr*g" dnctaTteTnar tfm;refaTorio," e m flreumsanei
do, acarea 4* epidjniMa 4a asa H deMnoAo. Por
qun. era ven 4e enWrir ase Aenor -der jt palo Ma toan ibieeu prneidenoia, ji pe) que
re#peila scianaia e ae poblnn-eefuiiada, aowio
Ser torio uas tanda lusitanas, vire oeenHa-preco
d-d.t^ei, tkyggggggjj^^
raule ftee? eji^naoJn-l ..< :-l.
que porveoiura Uie honrara s>e lili
E^
soluto, h*. ta
rmaf q s
n's de tres
tros detettlo; l 0 lafp'-offlcar ae wenn
rao lo que a enlermidado reinanta n
NOVO RANGO DE PERNAMBDCO.
BALAMCBTE DO NOVO BANCO DE PERNAMOUCO EM UQl'l-
DAg.VO, EM 31 DE AGOSTO DE 1871.
Activo^
Letras protestadas.
Despezas geraes.........
Caixa.Pelos seguintes valores :
Em ouro amoedado. 709*080
Em notas do thesouro
e da Caixa Filial do
21:827*000
160*336
Banco do Brasil
Em piala e cobre.
143:470*570
ll^ljlif
2z-.u9f.il 16

Ris.
177:l91#J6
PlSlt. -l
Capital............. 66:816*000
Emissao............ 7:400*000
Fundo de reserva........ 101:'*44*49O
abasan fallidas a cargo do Banco 6S*'?I
Dividendos.... ...... X)t00
Lucros e perdas......... 491*719
Ris. -177:191*396
23 notas
20 ditas
16 ditas
DEMONSTRACAO DA EMISSAO
do valor de 200*000
c de 100*000
. de 80*000
Ris. .
S. E. e O.
4:600*000
2:000*000
800 000
7:400000
PUBLICACOES A PEDIDO.
CMARA HlrMCIP.lL.
SESSAO EXTRAORDINARIA EM 23 DE AGOJJM
DE 1&71.
niUOSNCIA DO s
Presentes os Srs. ad
WU SOUIA LEO.
Henriques, Dr. Bento
0 Dn. CAROLIN0 FRANCl-CO OFLIMA SANTlS A NOBnE
COMSIISSAO PESQU1ZANTE DO BElUBEHl, E O JUUO
ANDA NAO AMADUKECIDO DO DR. COSME DE S PE-
REIRA.
I
Nao subo s columnas da imprensa para nellas
pregar carlaze* de desalo ; nem tao ponco, com
o nt-g o giz do despeilo, sob as abobodas do sane
tuario da sciencia, tratar o que porven'ura s se-
rum capares de inspirar o olio, aving.nc.ie a ra;
ao contrario, a exerrplo de Lycurgo que, em vez
de resposta de taliao, ordenara aos seus que pro-
curassem instruir ao aleivoso que em ?tiago dia
Ihe havia atraicoadamente vasado um clho, a delle
fazer-se um opiimo cidado ; Sfguindo os dictames
de Sneca que dizia, que a vinganc/ era a desgra
Ca do homem, porque eom os iguaes tornava-se
incerta; com os superiores era urna loucura ;
com os inferioresextrema baxeza ; e mais que
ludo considerando no que est cima de Lyeorgo
e da Snecano grinde preceito evanglico, digu,
que tuio envilarei, ne^tas minhas ju terpellaces nobre enmmissao, alln de qne me
nao encape urna s virgula, que nao seja a exprs-
sao da verdade. E digo mais : tudo envidrei
para que se nao exaceibem, do muiti em que ja
esli ao mais que possivel, a paixao, a ira e o
de.'peito. evidestemente encamados em um de seos
merabros, c ntra mim enviado como valente ex-
ploradorde pulso e disposiejiopara esmagar
me por t r tido eu a ousadia do ex'gir as provas
em que se fundara ella para em 24 horas asseve-
rar qne a tal epidemia da cisa de dalencao era
realmente o beriberi, que ha mais di nm anno cal-
cuiadamenie se apregoava cesta cidae.
Pelo que. ja bem'pode prever o publ co, que
ponco tenho de haver-me com o Sr. Dr. Cosme de
S Pereira, sjaanfo priva de ser ou nao ser o
beriberi a molestia da detengo ; tanto mais que
certoji hivereu pruteslido nao dar opinio minha
fundamentada, ernjuauto a commi-sao, nom^a-
da pelo gov-rao, nao apreseotasse r>-Utorio a
que esta compromettids. Mas nem por Isto dei-
xarei de dar a devida resposta ao Sr. Dr. S Pe-
reira no tocante infundadas aecusacos que me
fe no Jornal do Reeife s offeosas que me lan-
Cou. e s contradices qae estampou no desempo
nlii de sua misado.
A quoslio do beriberi na provincia dePernam-
bueo, sendo ni a das mais altas e complicadas
que tenho conbecfdo, nio pode ser decidida no
terrea", em us a enllocara o Lr. SA Pereira, sem
duvida de acccrlo eom a commisso ;' porqu", em
tai terreno, a- causas, mvasio, natureta, etleitos
fataes, persistenciaha mais de. urna anmsede,
vsriedade e eomplieacfit's do beriberi, nunca se-
rao conbecidos; porque d'onle nao ba razio foge a
verdade, e com ella somen-se os frurtos da si ex-
periencia. A luz se nao /ri no cabos dos im-
properios que procura arrestar-me a paixao
desse collega.
B, pois queja teoho tricado o plano a seguir
contra os fundamentos dos qae ha mais de ora
anno iem procurado aqu sustentar o beriberi -
fundamentos que presumo nao passarao da prati-
ea rotineJra, de apparencias de toda a sorte, de
erros de uns convertidos em verdades, dn nerlades
dos me-tres convertidas em erres, de bit de lgi-
ca, de incoherencias toda prova, de ieilidades
at mantis, do absorto, da paixao poltica, it pai-
xao iolivi lual, etc -nao o abaudonare, por mais
qae neja provocado, cara lutar brago a braco eom o
Sr. Dr. S Pereira no tablado preparado pela com-
mis-o, que alias nao devia ignorar o seguink axio-
ma t A siiva do que a paciencia leva, nio a sabe
quera insoria e a irrita. Ao que accrescef oue,
sendo diu?il n materia, o mais diffll aiuda para
o agiuiore do beriberi e seas acrislalos defen-
sores- com -tudo, e estado profundo, com iem
po e Quito trabiMno se poder algoma cousa apre-
tentar de uiil sc^nooia e i humaaitlde; a nio
14 ho
til
ietfii
o-6afibwl q que exprime uato sWencio,
elle,a>ia, enviar uraaespeo^e de.emissar:
cumbido de dar tiros atortq a Arplfen.eifltr
o* campos, e.... nao sei mais o qoeT
Ou a nobre commissio la ter,d si para si, que
tulo cumprio, i enviando riWclihen^wViverdo
ese celebreeffld) de 18 da nraid^lerrttnAojtpo-
pula.go, eooi remssa par *o ohittoYio dnornelr'de
mortos por beriberi; ja cVJnenilndo qae ros^em
remetiidu para Fernn le setenta otantes ptesos
de urna so vez, como affeclados 4o beriberi, quaq-
do defllre ssns'ajjeBs rima ffleia dona Wtnriam
no :a,so de ser i emellldos, c'oiho doonfes ie moles-
tia snspeita ; j levando o terror ao meio das mi-
seros ltenlos, com' a prate de crlqpMas oit'
em um dos pateos da prlsio vista de todos ; ja
pela pooca caulella^m seas prognoslico* emaoi
festac^s, que devefiam ser eaicalados per dever de
huioaulade; ja absteud se de lser as neseasa
rus reclaoiaciW ao mesmo governe. aura de que
fossem removidos montes de immun4iees das pra-
gjs e roa primapies 4a cinade, e nio pondo em
praca 5 priocipaes medida* hyienicas ou sani-
tarias, tanto dentro da detenfo, nonto toa
deila ?
Sim : seria para euqdeseenaer, atropeltarr ame-
dronur, obscurecer, aterrar, sticar o mal, an-
nunciar ao soiU'de caixa do guerra o nerirn, um
dia por outro, pot toda parte onde tema va silencio
ou esquecimento do mal, que o 'governo nomeon
urna commisso de sete dignos medie 7 Nio, cor-
tamente.
Ao contrario, sciencia, representada pela cotn-
mis^So, manida'de toda a prudencia para nao ater-
rar ; de toda sbedoria para esclarecer; de todos
os deveres psra aze-los cumpeic ; > toda a do-
ragem para nio recuar, um s passb seqner, dian-
te de algara demonio que porventara a procuras-
se tentar e enCarcerrr-lhe i 'conscienefa o 0 espi-
rito- cumpria apreseniar-se era publico, com o
seo nome, e diier, raeriibros da commisso, o Dr. Si Pereira no Jor-
nal 4o RCife de 5 do corrente :i se nossa opinio
ainda nao es. amadurectda, nosso dever ser
restrictamente cumprjdo : nao tenhaes roedo di
VTlrfri slfi isnisrinn. ainda que nao d veis nunca
de.prezar os preceitos e regras qne vos aconselha
mo..Eis o qae cumpria qne te8s*m os repre
sentantes da sciencia, o mats ainda 4o queisso,
como opportunamaate deuonrlrarei.
Eotretanlo devo dizer que, me dirigindo nobre
commisso, seja bem ou mal, nio me endersco
personalidad? algoma, ou a alguna dos meiunol-
lega?, individaalraenie. ma grande comnpsso,
sendo um corpo coUectivo, tem urna repoofcabili
dale coJJdfctivaa que atfamida por muiios in-
dividuos, deliberando eactand) era commnm ;
portaato ama especie de entidade, cejo todo com-
posto de membros especaes qu'e aconslitoem, sem
que cada um a possa representar, para agir e
receber imprestoes externas; sera que cada ura
possa dar-se por offendido em sua individualida ;e
por censuras. que por ventura sejim feitas cor-
poriejio. .
Por mais esta razio peccou a nobre coranussao,
quando resolvente a enviar-me o Sr. Dr. S Pe-
reira, nm de seui merabros, para repellir, o que
considi-roa serem offensas de minha parte, essas
considera^oes, que (iz em raeu artigo inserto no
Diario ie Pernambuco de 30 de maio prximo pas-
*ado, eom relacao ao precoce juzo que fiera so-
bre a epidemia da detencao, e coodu :ta rela'iva a
sciencia e ao bem pnblico; cousas estas que no-
nhom medico devo perder de vista, mormente se n-
ter elle parte de ura corpo collectw, adrede no-
meado" para urna alti e diffi;il misso.
E, caso nao viesseo Sr. Dr.S Pereira'como emw-
sano da nobre commisso, elle se denunciarla ou
um verladeiro intruso, ou possnido do censnravel
orgulho de ennsiderar-se, s por si, a ommissao,
a vir enritiar laocas, armado a cavalleiro raso, can-
tra quera a elle nunca off'.adcu, gor modo al-
gum.
Como qner que seja, o Sr. Dr. S Pereira,
cesta questo, o representante da verdade, da lo
gica, da sciencia, dos principios e da le&ldade E
isso que cumnre discutir.
Abrindo o Sr. Dr. S Pereira urna serie de arli -
gos no Jornal do Reeife, com o fio de Incinerarme,
por haver eu eiranhado a facilidale com que, a ps
junios, se sustentava a existencia do beriberi ns
casa de detencao e fra della. com o onico funda-
mento em que se baseara a nobre commisso, di
lual j fazia parte o mesmo Sr. Dr. S Pereira;
e mais com o fl a de anatematizar a quant'*. PJf
ventura ouzassem ainda duviJar da existencia do
beriberi na provincia, e para o que veio manido das
observares que fizera entre os detentes, na sna
cliuica civil, e das autopsias que praticparompe
o Lgo pelo segainte modo : (Peco aos le lores to
da alleBcao). t Nio tioha tencao de dar'Jai pu
blicidade o que hei ob ervado ca casa de deten-
cao, e fra della, com re'acjio a molestia orn-
een; meu desejo era esperar ainda por novos fas-
tos sobre os quaes a refloxo e o lempo tronxes-
sem bastante luz, aflra de que a verdade fose
vjsiapor todos sem d vergencia algumi. ....
d por ah v-se que os casos, apresentados por
esse collega, nao espancamjas trevas que invclvem
o tal beriberi; e que novos fa:tos sobre ot quaes a
reflexo e o lempo derrara,f9em bastante luz sao
mais que necesarios para que a verdade appare
ca, de modo a ser por todos conhecida, sem diver-
gencia alguma. Logo, em falta da necesaria lu?,
sahio-se elle com sua magna lanterna a esclarecer
os espiraos ainda com ratio obscurecidos pela da
vida ; logo nio podia analhemalisar aos que nesta
permanecessem ; e a mim, portanto, mrcente
por '.er, muito antes das falladas observases e au-
topsias falta--, clamado conra os qne se apresenta-
ram logo afllrmsnlo a existencia o'beriberieass^ia-
ihaode-o por toda a parto, como se disso resultasse
um proveito qaalquer sade publica, semelhante
ao que resalla das reservas scieotiflcas e des meios
prophylaeticos conhecidos.
Mas i-so nio tudo. Continuando logo sps,
diz o Dr. S Pereira: .... mas a aociedade pu-
blica e a dueida de alguns co legas a este respei
lo re.'lveram-me a sacrificar o lempo, e a apre-
sentar desde jminht opioio anda nio arnadu-
regida III.... >
Pois bem : E* e o Sr. Dr. S Pereira.^?'
qae acaba de asseverar i face desta provfnela,
saa opiniao acerca do beriberi arada ni) est
amadurecida, isto ai%da nao est bm formada
qae o qae qner dizernio bem amadurecida,
3ue___mais adianto, no.4.* art_ o (Aplicado no
vraal do Reeife de. 16 do correle, arara s ex
foressa : avl^ar, pois, da existencia Be urna
tal molestia (j 'beriberi fj por em duvida a pro-
pria Illuslr>cSo, mu principalmente se esta de
primeira ordem. Negar que ella exista aqui, W-
oba odo observada por dislinetos mdicos,e at
agolar, e so
ssim se opionra eoTranair eom ourroi incommo-
dos Ti
Sem duvida as conelnsoes que foram mal tira-
da. Creo no qae anse e eoHega, o Sr. Dr.
fleosna 4a S Pereira, logo no principio do sen
primeiro arsir, es lampase no Jornal 4 feafe
de 4 do corrente........<.....m*N desejo era
esperar aindaptr mttm faclat ubre os quaes a
reftexo e o lempo trouxeisem bastante ins, aflm
de qne a verudt^mte vista pot todos ara dir-
gtneia atgnm*; mminmx4*d> pubUca e a du-
vida de ntgum tnlkfatamtt reas rielizrnenle
ha naatt de doria ano Aavioam) resolveram-me a
sacrificar t Itmpp t m npreuntni- desde j mmha
opiniao, in i ao aasdaracids.
Etfdo, naan .tanMimaiV.eoBwecao, por ter
otnAeot Haospod a praposici' *fP no co-
mee.) do priaeiro artigo,guando em dovida o
eoRge, cercado de ama aureola de ideas otaras,
id divitsva* verdad* qae a ceneeienoia ihe apoo-
tava-ne espirito jo que nin aueoodera d'ahi em
da ole. por Ihe enveren acudido as qne ib o ran-
eor pessoal. dissimolade, capaz de concentrar
para a vindicta parlionUr.
O propoj*MOrom ******* m revelado
o Sr. Dr. 5 P*>s 4>aUriUuw-rae joiios e opi-
niOes llhdlas, coverfe-los em castetlos para cern-
ir elle* investir1, bem prov a m dtspwieSo de
qne tenho fallado. E baja em vista-ter elle a-seve
rado haver eu j nstmasadn uirah opiniao acerca
daoatnreza elementar la eufermidade, que, com ou-
iros, lera chamadoberiberi, roas que ainds sobre
ella duvida, qoando i cerlc que nada mais te-
nho feite do qae oppr-ra; idea de moles-
lia nova no paiz, acensar a commisso de as-
celerada era seu juizo, de precipitado o de
outros, sempreappeliaodo pura o relatoriu da mes-
ma nobre commisso. Ero meu primeiro artigo,
inserto no Diario de Pernambuco de 30 de raaio,
col. 3.' da 1* pag, dissa en : < Pela parte que
me tosa, vista dos doenles que tenho observado
na casa de detencao, e de urna autopsia a que as-
siiti bnlre dnai que se tem praticado, posso de-
clarar qne lavra ali epidmicamente nma anasar-
ca aguda, com derramamenlo e epiramia, ja nos
iro: pervotps, j nos orgo tssenciaes vida;
eremia lenta que por seus elTeitos dversifi_'-a
mullo das que sao rpidas. Maspelas tazoes
j pondralas, cu posso ja aflancar que a /pide
ma i urna noca molestia, nem que i o beriberi, a
aviar na detenr/io, e muito meaos na provincia^
nem anal seja a causa effic-iente daquelUe nial.
Duvidar i muilas vezes principio da certeza.
............ Eisalii o texl) do meu artio,
do qanl Sr. Dr. Cosme, com o fim de faici-mt
carga, sappinsto a porte esjCtTClai e^ow^wse
artigo escrnvi ata segando, qne sahto na Revista
Diaria de 17 de junho protitao passado, onde
tambera se ach o- seguinte : ......Ass/m, fora
de toda personalidades s no empenho de acer-
tar, urna vez a presentado a previno, sabio e lu-
minoso nartcer da nobre commiss% enlao appa-
tecertifv:. nao para com ella enristar a anca
do 4espeto mat^s'm. seja errando on nSo, emittir
minha humilde opiniao, servidfld0-****- cjmxUcaa
e dos fados que jul^i^venientes ; etc.
E por fim escrevi aluda um terceiro e ulUmo
artigo, que tambera sabio na Revista Diaria de 10
de julho prximo passado, onde se achara esta
palanas : i-Balo qae, tenho f qae Vv. Ss. ( s
aa do juix de fasto. *T o ensrcieio 4 nos fron-
da parte da soberana nacional; a interveaclo
do povo na odministraQio da jasu'ca de sea paiz,
do lugar de sen nascimento, do sea domicilio.
Moslrai, per Unto, qae essa iotervencSo urna
poderosa farantia para vossai vidas, liberdades e
propriedades; para as vidas liberdades e proprie-
dades de todos vossos conterrneos.
Compeneirai-ves de qne a inMituicao do jury
ara forte baluarte erguido em defeza de vossos di-
retos sais sagrados, da honra e vida de vossas
moiheres e lhoe ; da vida e liberdade, da pro-
priedade e da familia.
Meus senkores, a raaior prova da civisacfo de
ura povo adopcii, a comprehenso, a pra-
tica du boas e Itrres fnslitair,5ds. Provai, por
unto, qne ja nao sois nm povo brbaro ; provai
que a oatnotica inslituico do jury j val ssndo
comprehenjlida pelo povo de Paje de Ploras : do
jury, qae por assim dizer o povo sendo juiz de
si mesmo ; e um povo, qne sabe julgar-se a si
mesmo, j mis pode serq aalrfieailo de brbaro,
criminoso e atsassino.
isto. A iostitulcio do jury o mal
ro, que nos legarara nossos antepassa-
pais ; e, deide qae assim qaem de
v* n*txr j mar de se esforcar por sna con-
servaciof Deixara de se esforzar ineessantemente
por lega-la intacta seas descendentes, seus fl-
Ihos 1 J nio digo intacta; e porm mais aban
date e aperfelcoada T Qaem T
Esforcemo-no tedos pela manulencio e aper-
fel(oamento desta sabia instituig >, que nao lo-
me ate til encarada pe li do social; que nio
sement til e necessaria encarada pelo lado da
justic relativa; nao.
Pelo lade da justica absoluta, pelo lado phyloso-
phico e moral, ama escola publica, ero que o po-
ro, fazendo justica si mesmo, jnlgaado-ie i sj
mesmo, ao mesmo lempo se enslna e se educa i si
mesmo, se amar e fraternlfar, ser litro e in
dependente. A justica o amor, a justes a li-
berdade, a justica a independeneis.
B' urna escola publica era que o povo ehega ao
conhecimento de qae tomando, como toma, parte
aa adrainistracio e desiriboico da justica de seu
paiz, do Ingar do sea domicilio, a vida e liberda-
de, a proprledade e nenra nio serio sacrificadas
por falla de sua intervencao, por falta do jury, do
tribunal des jnfzes de ficto, dos joizes jurados, dos
juizes de coosciencia, reunidos pela sorte e orno
laes desconbecidos at o instante de coraporem o
conseiho de seatenca.
Por meio desta escola se infiltra na massa do
poe hbitos de docilidade, rectido, jalica e rao
rali dade ; por is-o qae assiste debates, por isso
que v-se julgar e por assim dizer se jaiva a si
mesmo. E nm povo, que f iz-se justica si mes-
mo, que se julga si mesmo, j mais pode deixar
de ser nm povo dcil, recto, jostieeiro e morali-
ado.
Cidado fljrenses, uro orado de animacio : Se-
de patrilas e bons brasiiekos ; velsi pela conser-
va cao de vossas mais livres e importantes institu-
oes moralisai-as eom vossos boas exemplos e rec-
tas decides ; e sede frtquenles e assodados em
bem exereita-las.
Coasiderai qne do desprezo e desmoralisagio
dessas iostlturtes podem surgir para vos, para
vossos eonciiados, males e males por ventura
bem graves e qaic,a irreraediaveis.
Gom bem pezar o digo. A mor porte dos que
procurara deixa-los de exe-citar para fartar-se
um leve e passageiro eoeommodo, e por inters
ses, permttti-me a censura, a mor parte das vezes
bem mesqoinbos I Nio comprehendero o alcance
dos males, qae d'ahi podem surgir ; o abysmo,
qae eavam eom snas proprias maos III
No tai bem. Os que, com mais ou menos ratio,
atacara os ibasos dos jurados, mais ou menos ata-
cam a institnicio do jury, qne j tem soflndo gol-
pes bem profaados e lameataveis. Em ?n-juizo
de qaem 7 Da liberdade e da bumanidade. E esta
inslitaicao, meus enliores, ainda existe, por que
snserior todo embate.
K. II clamos. O ataqoe, nio podendo recahir
soere a instituicio, vero em ultimo resolladcr re-
eanir sobre boj ; vem a dtpor contra o nosso es-
tajo moral e de civilisacio. Estbreemo-nos todos,
por Unto, a fim de consolidar entre n< e cada vez
mais a melbor de todas as instituigoes judici-
ras.
Sim, snperior ella a dos juizes eleitos, coja
justica ser sempre suspeita por mais imparciaes
o ja-tas qae sejaro sais decis5 ; por quanto do
ha eleicSe sem partido e a parcislidade vencida
qaeixar-se-ha sempre.
Superior ella a dos magistrados perpetuos, da
qae tratn a constitaicAo, pois qae est meaos ex-
post i snspeitss e preveneSas. K por taes razies
*-^ tojla escola verdadeira e essencialmente li-
beral preTefTo~j,IfTa~ Ka e qaalquer ontra es-
pecie de jurisdiccio mormente em materia eriroi-
Termlnaa s fnqiTrlcSd *o testtnnnhas foi oa
ocupada pelo intelli-
Aagasto VaideOli-
vi Ja a prorao'oris'pnljjica oceupada pelo inttlli-
gente e illasirad-r)i*Carlos
por raim ser pyrrnpnlco. >
Para isto d5o ha cmmento superior ao qae flz
a corjf.ontac.5o dos (lona 1eos : .4 qBsota basu
pat- *ue o alastrado publico aval ie o T/pnne on o
ajenas, qae, cnselo de tijas f>ja, tem protestanV
eso>agMn |,......,...,,...................
redactores da Revista), longe de qualqoer resenti-
mento, darme-lio sempre algnm espado todas as
vezes que, munido eu do razao, tenha de apresen
lar senao urna eontrariedade com o fim de con
verrer, ao menos um protesto para ura dever no
futuroqae era todo caso sera cumprido depois
que a commisso syndicante do beriberi tenha der-
ramado tota a luz de seu espirito em tantos cr-
neos, ainda obscurecidos .....................
Como, pois, foi fa:il o Sr. Dr. S Pereira em di-
zer, no Jornal do Reeife de lo de agosto,que eu
j havia assentado minha opiniao sobre a usture
za da fallada epidemia ; que minha opiniao era a
dos mdicos japoneses ; qae eu ntn diagnosti-
cado tao simplesmenteanasarca agudao beri-
beri, para sobre um tal gnstico^ a mira era-
prestado por urna sua indcelo il-ogica e torea-
da, disseriar, e sempre a sea modo ?...........
Oera se v, prtanlo, que os artigo* do Sr. Dr.
S Pereira e todas as suas observacoes. nem po-
dem provar existencia do beriberi, por baver elle
proprio ditoque sea jaizo ainda nao estava bem
formado ou amadureeilo ; nem tao oouco mo-
verme a entrar com el 1 em lica scientifica, ainda
quando nio me fosse til esperar, sob a presso
de urna especie de comproraisso, pelo Ilustrado
relatorio da nobre commisso.
.Dr. Carolino Francisco de Lima Santos.
(Gonlinmrstha).
Comarca de Flores
DISCURSO DO DR. JUIZ UE D1RE1TO TllANCSCO
LUIZ CORREIA DE ANIRADE POR OCCASIO
D3 ABRIR A PIUMEIRA SESSO JUDICIARIA
DO JURY DE FLORES A 25 DE JULHO DESTE
ANNO.
Senhores jurados, em obediencia lei, que a
sbedoria dos scalos resumida em um texto es
eruto, que a intelligencia sem paixao, enoeta-
raos hoje < s trabalhos da primeira sessao jadea-
ra > iribao.il do jury deste termo de Fiores ues-
te anno.
E* mais ama o:casiao de mostrardns que sabis
cereprebender a importancia e utilidade deeia ele
vada e sabia iustituicao ; mais urna occasiao de
vos esfjrgardes com a justa e devda punirlo dos
crimes para fazer desapparecer a m naraeada
desta grande e importante comarca, ju- passa ge-
ralraeote pea trra aos criminosos uos assabsi-
aos.
Uai a i-to ura desmealilo solemne. Concorre
com vossos exemplos e justas decisoes para que
lodo povo dv c marca de Flores o d ; e prove
pela saa ba conduca que mais que nenbum turo
respeia e observa as leis divinas e humanas, de
igreja e do estado.
Provai qae sois dignos membros da communho
poltica de todos os cidados brosileiros; e que
nao igaora qin o esudo a ju a jusiiQa apoiicada, a Justina ex-'culada.
Proveaos tolos que um juiz nao recebe e nao
pode receber impulsos se nao de sua propria coos-
ciencia ; qae pde-se-lhe prescrever pootnalida
de, mas ama decisio, qualqner que ella seja. j
mais ; e que nunca o dever do jugador se pode
conciliar com a vioiacao da lei, eojas decisas sao
ordeas em si meamos e cuja autoridade muito su
perior a de quera qner qi4a seja.
De minha parle, conm demasiado no vosao bom
senso, probidade, independencia, imparcialidade e
rectido. que sao os caracteres consliiUvos4a ca
^.idadHe um bom juiz de tacto ; e espero que
i vossas decie5es fique sempre deaaggravada a
, satisfeia a opraio publica e tranquilla as
vossas euatcieucias, peranle as -quaes e Deas sois
responsaveis.
Sdobores jurados, eleva i vos pelas vossas deci-
soes altara da '"lap*!- e nobre misso de julga-
dores de vossos ssmelnanla; coUocai-vos na al
rara do honroso sacerdocio de jutgadores de vos-
"Os conterrneos; copenetrai-vos do curopri-
raenio de vossos sagrados deveres.
Esforcai-vos juntamente comigo, rlra de qae a
sabia e patritica instituicio do jury se va cada
vez mais consolidando entre n4s, a Ara de qu j
mais seja na praiica de&uteoiida sua importaocln
o utilidade; i fim de que vmpre n sempre o jury
de Plores, o jury braslleiro produu 01 ofs fcene
fiaos e eivilisadores resuiudos.
NiouWsTI Malta Importante e sonta a mi*.
nal.
Meas senhores, como se explica a grande indif-
ferenca, qae commamente se liga a importante
missio de juiz de facto r Diz-se geralmeote, diz-
se cada instante, que a instituicio do jury tem
sido golpeada pele goveroo
E porm pergunto-vos: Q iem mais a tem gol-
peado T O governo, oa aqoeiles, que se esquivara
on mal exercem o honroso e snave eneargo de
exercer urna judicatura peridica no lugar, onde
inscram, ou residem com suas familias e fortu-
nas ?
De mira nai vos queixeis pela inexoravel obser-
vancia da lei e exait) cumpriraento de meus sa
grados deveres, certos de que mi de minba in-
lengo concorrer poderosa e eficazmente para fa;
zer dejapoarecer a m nomeada desta grande e
importante com?.rca.
Auxiliai-me, certos ainda de que corre-vos o es
tricio dever de concorrer para o melh jramenlo do
futuro de urna grande nar;io, de ura grande povo,
da noci brasileira, do povo brasileiro, de qne de-
veis digna e honrosamente fater parte.
Em uraa palavra irazei sempre gravado na me-
moria que a justir-a o equilibrio supremo, a ra
zo em toda sua prefuodidide, a rectido sobera-
n.i. o casto pudor da imparcialidade, a sublunlda
de da sciencia combimda com o senlimento re
gioso, o exarae divino das aeces humana.', o re-
sulta lo lumiaoso da consciencia universal, a luz
eterna da verdade dirigindo a bumanidade, a co-
iheita do povo, o pao da povo, a riqueza do povo
a gloria do povo e de Deus.
Esta aberta a sessao.
velra, e em sna promecao, fnalyae completa e ti*
do proeesso aos orno 4o nwelto erirolnal, reqnn-
rea a pronuncia no I do ettado art., mas a jas-
tica publica por ser orgi fii deeatlendiJa, por-
que o jaiz rqanioal ippkft*'Oo -obstante,
hproTas'inebocasjas dos arlinclos Tradulentos em-
pregados pelo reo para obter grande paite 0
fortuna do wateres, aBSonj09-'!>e nm prejnito
superior a IQO*304 r,'.'4ra da mente classifl-
coa em sea nspaeho de prUaocia o crime no
art. MI e conceden fianr; a|?.
Dj despacho de concesso d> flaoca Intentaron
os autores re;uno para o tV comarca, que por sa* vez. tomando conhecimen-
to desse recurso, compenetron-ae da injusu er-
rnea classifieaco reformao4o-a para o j do
atado artigo 36.
Reeolhido o roo de novo o prisii, requeren oo
egregio tribunal da relacao ama ordem de habeao
corpus.
Nao queremos addasir argumento oo illaatrado
e jaridico despacho do Dr. juit de dimite, Luiz
Jos de Muiros, nin dos mais nobres ornamen-
tos da magistratura brasileira peUs seasvisles
conhecimnntos jurdicos e independencia de ca-
rcter : nao queremos fater nma anal y se de to-
das as pecas instracova 4o procejoo e pornp'o-
batorlas do crime, porque pelos documentos jun-
to pelo reo saa petieao de habeas corpus, con-
vencer se-ha o egregio tribunal da toa crimino-
Itdade e da jasta apreciacio do Dr. jaiz de direi-
lo; mas queremos laojar debaixo das vistas aos
Srs. desembargadoret nma ps> do aull foi o
reo deixou de jomar a toa petifiao*. n
E' nota car capta palo reo ans actores em
que confcssoQ ranuntl- os attlkio de que
lanfoa mi para defradalos.
E' o specimen do cynisrao.
Terninamos sinceramente eonvencrabs qae o
egregio tribunal mdeferira a petieao de habeas
corpn's do ousado eslellionatano. .
Pene do, li de agosto de 1S7I.
_____ ?ni.
Publica forma de nraa carta apreseniada per
Ausu-tj Vctor de Barros.
Mea bom amigo Sr. ttodrigues.No maior ante
do desespero eu laco islas hnhas Vine. A Mi-
cidade que ha qnalro anuos me afllige veio por Ar-
mo a minia desditosa siaa ch'gando a complicar
nm amigo tao dedicado como Vmc, talvez o uoko
encontrado nos meus reveses. No primelrq.atmo
da soeieddde de Santas & C. fui obrigad) a retirar
da casa 12:1284 para pagamentos de dividas mi-
nhas p ruadido que as negocios melhoravaat, en
cabria vinte e tantas cootos da miaba extiecra Ir-
ma, e ajudado com os novos negocios me salvariom
srm complicar a quem roe deu nome e dinheiro
para levantronle da queda que tioh dad, 'wfs-
lizmente rodo foi cintrarlo e em lugar de ganw
tenho perdido soccessvamente, bavendo fneros
que nao f.izjm face aos preiuizos em algodio. cravos e farinha do Sr. Jos Maria oltimamenu n
que se Ciram talyet dea cpntos. Inda qnit telroaT o
anoo prximo passado dando uro balando que ce-
callasse o dficit que era pequeo, nao tncrai 'as
transarles on antes os eomprotnlssos d'aqui. Con-
tinu! i. pagar juros de dons por cento ao Sr. Ca-
j, ao Sr. Augusto e ao Sr. Guimaraes, finalmente
este anno em que nio p.idia mais. perd do meio
para o rlrn o calculo de nm negociante honraflo
como sempre fui, e fiz mil asoelras ;era p, pensar
(assim parecem os nltlroos negocios). Ni) cdcnjel
realmente, um alcance lio espantoso. Nao fai fal-
lar ao Sr. Amberg porque nao serveria mais do
que dar pablicidade ao relo. 'A
Ea nao pdenlo remedioro mal e nio podenn
resistir com a resignacao ama infelicidade tal, ten-
te o suicidio e neste escriptorlo pense i por longos
dias; finalmente temendo ir a presenca de Den
com um crime horroroso, resolv retirar-nie para
bem longe onde cao possa ser visto pelos meus
falsos amigos.
Ura dia seado feliz recoohecerei a minha grali-
dao para com Vmc E' doloroa para Vmc. esta
minha n'arra(io e eu chora-me n'alma semelhante
acontecimenlo. Vijo o mal que causa a Vmc. e oo
5r. Joaquim Luiz e sua familia-----e amarjhia? o
qne nio dir3o meas prente* ?_me aroaldigoario
por cerlo e com razio, porqoe nio soube regular
os negocios como mullos delles o iem reculado. StV
terei por mim a Providencia Divina, que recopne-
cendo n meu coracao me poder salvar.
Sr. Rodrigues, eu nio levo o dinheire avallado
do desfalque da casa, levo apenas 6004, para'des-
peza de minha viagem e principio de ytda. Vmc
o saber onde eu chegar, porque ainda Ihe escre-
verei senao sucumbir ao golpe di a IR cao que roe
lev.
O desfalque da casa gran le I Chega talvez a
uo ser pensado neo por miro. O algouo qne te-
nho receido, tenho vendido, pascu-ine de levar
ao balaoc.0 nm saldo de tres conto< e tanto do Mai-
relles, e tambera o dinneiro tomado sobre os 48()
saccas, qne cons'io de recibo, qne o Sr. Amberg
tem. Tambera um saldo de um coot dozentos e
untos qne a c sa deve a elle, indurado 200 qae
elles me emprestaram quinta-feira prxima pausa-
da sem documento. Na eafxioho esRVo as letras e a
nota dos saques feitos das saccas, feitas mesmo pelo
Sr. Ambnrg. Felizmente ainda nao mandei para
Rabia <:2z0J de Pedro Correa Dantas, 1:000* de
Martinho Jos Gomes e 3004 de Poderoso & Nosei-
menlo. A esla infelicidade, fi-ado de um vapor
para ir no segnine, nesse nao podia e assim foi
iicando, infelicidade I Todas as contas no livro
crreme esfo legaes, prtvam as cusluaneiras e os
borradores. E' mais fcil ter-me escapado nm
acento, do que ter feito um demais.
Adeus, o seu infeliz amigo, Francisco Antonio
Tavare?. Penado, 11 de Janeiro de 1871.
Sr. Joaquim Luiz deve apre-entar-se na minha
infeliz massa c mo credor de quareota e tantos
contos para prever alguns credores sem nzo a
quem techo p go juros e Indo o mais.
Eu ped ao Sr. George Fenny para fazer as coc-
as do rendimento da fabrica e o'poueo que rae
loca.-sc entregar a uraa senhora com quem tive
tres filhos e fkam cora el'a, tal a iefelicidade, e
que nome, meu Deus! filhos..'/. Parece, Sr. Ro-
drigue;, que do polerei resistir minba jornada,
tal a dor que comprime.
Estava recrabecida c sellada.
ELEiqAO

por devo$o das pessoas que
(cetu de festejar o n. Mllguei,
na nutriz do Santfssimo Sa-
c.'amento da Boa-Vista, no
auno de 1891.
Juiz por d3vocao
O Lira. Sr. :
Mauoel Maria Rodrigues do Nascimento.
Juiza por devocao
A Exma. Sra. :
D. Maria Tasso Gaimaraes.
E envi por devojio
Olllm. Sr.:
M guel Goitfalves da Luz.
Escrivia por devogao
A Exma. Sra. :
O Heuriqueta Xavier Marques de Oliveira.
Juizes prolectores
03 Illra*. Srs.:
Dr. Gervasio Rolrigues Campelle.
Dr. Luiz Rodrigues Villares.
Major Manoel Jos da Silva Guimaraes.
M,.jor Miguel Bernardo Q lieteiro.
Major Ant nio de Mo tra ttolun.
Capilio Jos de Sa Leiiio Jnior.
Joo Chrysostorao GoiiQilves Rosa.
Manoei Teixeira Bastos.
J aquim Pereira de Carvlbo.
Aotonio da Silva Farias.
J >se Joaquim Moreira.
Francisco de Paula Gra?a.
Juizas protectoras.
As Ex mas. Sras. :.
D Emilia Amelia de Carvalho Fonceca.
D. Emil a Feck Pinto.
D. M>na Procopia Duarle Boi-I'no.
D. Laist Candida de Morae* Carapello.
D. Maria Emilia Cavalcanli Campos.
D. Anna Emilia de Gnimaries Cieno.
D. Rosa da Costa Rbeiro.
D. Antonia Julia Lonrenco.
D. Amelia Augusta Moreira.
D. Cariota de Asevedo Costa
D. Isabel de Farias Guimaraes.
0>. Joaquina 4e Crax Netiora.
Con-i-iorio da irmandode das Almas, % de eu-
lubro de 1870. -------4
O vgario, Memmi'oaqwn Xavief Soreiro.
A relacao do D'&bfeto
Por quixa de M.tjoel Josqilin Rodrigues A C
foi processado nesta c? vares por crime de ntti^tato neciflwdp oV
4'dnart. 164 do coi yffa
/
O capltSo .ose llcnrlque da 911-
va Cintmaren ao liiui. Mr. ma-
jor Marcelino Jus Lopes.
Tendo eu encontrado a Miz nsofia que dese-
java do Sr major Marcel no ne-ie Diario, no dia
I.* de setembro Jo corrrente anno e conhecendo
as expresbo;s verdadiras do que di, me apraz
somonte responder que seudo S.&. j tao conhe-
cido como as freguezias, principalmente na do
Poco da Panella, como mesmo o diz para que ella
i eolia a importancia ver ladeira que deve ter.
Eraquanto S. S. diierem um dos pontos de seu
escripto, perecer-lhe que son destituido de ideas
engaoou-se Sr. major, pois tenho de sebra, porm
pelo sen dito eu voa metter a cabei.* agora em
um barril de mant-iga para mais aiola-la.
E respeito ao docuraenlo que diz ter meu, esije
pode consrvalo ou btalo ao fogo, porque nio
me traz desar algum, agora se V. S. quer os seas
que tenho em raeu poder, p de vil-os bascar,
principalmente o que me mandn enlregir com
as chaves no dia 31 de agosto de 1870.
Jos enrique 4a Silva Guimaraes.
O Sr. tenente-soronel fos Go-
mes da sil-va.
Por mais e melhor que se procure viver hon-
raJameDie na sociedade, nio est ningaem isenlo
de a na infame suspeita.
Ha em toda parte como em todos os tempos
iniraigs prfidos que nao recuara diante de ne-
nbum meio, por imraorsl que seja, por mais torpe
que se sQgure, para prjudicar a aquells a qaem,
com r lio ou sem ella, coosagram dcsaffeicio.
O Sr. teen le coronel Jos Gomes da Silva o&>
honesto cidado, de costumes irreprehensiveis.'de
vida sem macula ; e por ani'mntto natnral qae
os seas inimigos. pois que os te o, machinen) pjor
lodos os meios expo-lo a juicos temerarios do
ni a i; abomina vel ioiqoidade.
Era pouco que o procurassem Ajnjfftrver em non
monstruoso proeesso que neste smlosjnto, segn
seu camiho na coraerco da Santa Aniio por um
homicidio que so diz perpetrado ant 1846.
Recraheci jo isento de culpa n'esae hvrrlW M-
teotado pela Justica e sentenea do hoora4* jnia
municipal, o Dr. Jos Ricardo,
melbor garanti do verdade,
ment, tenenta-cor nel Joo
devja.gftffrr mais ama roiflna p
Ura Sr. Pij.fanrt.trooxe o sen cnlka mpron-
sa em urna eslirada publicado, renowndo o mais
de-cabida e odioso das vertoes para fate-te sns-
neitar de complioidade naquelie suelto Itnoi
dio. ~W
Amigo como dos confujlMlUs de snfctnsw
anciio, e eonBBio ds perro **.-noalioa-
des qae o onmmeotam, pedhno oo trbjtffto' i
suspenda o sen jtino ole que o Sr. teswalu 4>in-
treme 4 o
r




'

.
:^
\



:
U
j


I
*

Mi procure na* lei* e as autoridad
da* di velar eiji sua exeeocao, a i
de uso Mtre pessoas qoe te pre
IK?
Franc
EXTRACTOS DOS J9RNAES DE PARS.
curas de cholera asitica, dyseote-
cas* diarrhea, caiobfas, viole
do fiipWl,^tfivio do Dr, Rad-
3raj aa> asa eopo d'agua doSena, eou-
agaas de babor, contendo grande
*y aa)i,dt da. da o'iior-ide de aodiam, magne-
pedra deca, eonirocooailaifUa< diu-
e diaribeticoe, que se iatrodu-
Wnjkjifl sju?u C099 o azougue, cau-
sMBd.ps caaM es jactos das tntraahaae
.4* Mv*h ^rolegeado todo3 aqaa les
foa.Mwai d:ta aguas de padecimen-
teSf^re e rakncSeg continuas ou Das
ou oas via* urinarias.
)CHA HtODlGIOSA.
otan i d* li aanos d existencia,
lHMT'Wraola!va4o Dr. Radway.
Igaaras'semaaas recbanos informabas fl>
MiglliafeAntesinAoMd atrs eflhetuasas em Pa-
ri^tala^QMPJOAlUViO WOH. RAUWiY.
aat^aaM, qa* aorgiara dejados ditoroios das
flraoQas e vias urinarias, prodizidos pelo uso
< Mi| do Sena nutrs, erde cholera, diarrha,
asMliliH, loltimaueio u Monga, eom viole 90
tam^D JUOMfW ALUViO DO 1V. BADWAY,
OpROMTTO ALLIVTQ. usado desta forma pro-
dMWiiie-outecoTaiivo'isirasdralo, fazendo decli-
DNatJkrM de t a tmiuto* como veriueon s*
safca* lotttoo e nata beoertgem roai? refnger. ole
e radaMlMo que as melbires agurdenles ou
amargos francezes.
Cerno prora evidente da superioridade e exeel
lensia dos reraeJi^s do Dr. Hadway e da aceita-
9S0 prodigiosa era Franca e especialmente em Pa-
rs, sede ios genios mei'cot e dw edeneias moder-
nas, onde oe mdicos n\ais eminentes da America
vio fiaBiplfllar seos conhecimeatos medicinaos,
?fFW de cono* mdale coa*a'aDflc-
' oftneitoT; M imp-tan|a de7tM*W00,
con ti* vjafretendeotesa^presVtewmM* pro-
pia*! cartas fechadas at e'dae 4 d* tetera-
pro prximo vlndouro; em que ser a ora ad-
judicada a quen por monos e com mais vaeta-
getn a qaeffa ttier.
Alrandega de Perierobueo, 30 de tfaflWfc
IB74.
Emilio Xavier Sobreir* de Helio..
THEStJRO
Peraooaf
0ECLARAC0ES.
i&
Peraote o jairo de paz da S. los e depoii
de sea audiencia, 00 di 4 do correla lem de sef
arremudo a quen ratas der oe seguirles trastes
penhorados por Jas Gonfaives da Croa ; i mar
queza de amareo por 20*000, 6 oadeiras de
amarello por 18J, e i par de mesas de 4 peinas
por Si.
caesara, wnkipal oesH- idade, f
para eoahecimeoio de e/tea*' artera*--

r
secu
arqos,
A"* 1
m ciacati
1'jes depc
jqn de
a di If
> jpgMBle* liiemnuh)?, nao sol
idiM damin proprio das graades
la dos re:nedus dj Dr. Kadwiy.
tqp tiesta* remedios rerdadeiros ra
nxia;, pbarraacia aaeiicaua n. 57.
rador a. 21
A
paWieo
sar poasa que, na* tendo apparecido licuante* ao*
alugueis das casas da praga da Indepoadenoia,
com o augmento de cera mil ris por cada urna,
e bern a?sim o imposto de affierico de pesos e
medidas, foi de aovo espacado o praao da arrena-
lacao para o dia 6 de setembro vindooro, e en-
vida aos pretendentes a taes arrematacdes a com-.
p,areoerem no paco da mesma cmara em o refe-
rido dia pelas 12 boras da manhia.
Paco da cmara rauoicipal do Recife, 31 de agos-
to de 1871.
Ignacio Jeaqulia de Sjuza Leao,
Pro presidente.
Loureoco Becerra Carneiro da Cunha.
Secretaria.
------
Coro de aldeSes, damas, cavalleiro*. coristas da
opera, mae* alfiaettea d saaM oeto-
culo XyuT ^
Priaclpiari as 8 /! boras.
Previne>se ao pdNKo im no da 7 de serem-
br* Imi pasa taola et grtfade** *>
leowiaar f (.Ijf, Udyea ftra*!,: oa 4
r. ^sident d*xoii*ia.
-
:9r^NP0Kn4r\M -3ljP-.:4BereBa. de
a iailaV.. r^peet
AMA
PreciiJ'jt de urna
fga tfd.fiO |t*e de ja arand que
Ja10*14 icrmrrMe, na prai
atrada errarie-do Coefbo,
_ ttrw que jolgaffl' roliados, visto
12 !??*!?!1 *'Wm ainado-: Voga-se, pos,
*^Mrp%"* **' M,f *r Bollera, odiaos
senbores marelBeiros. so Ihos sefaos ofreredfto?,
de os apprehenderem e avisarem na rm Dlreita
o. Ji.qoey recompen?ar ganerosamnie.
ili S 9tlp
7 \ SETtMMQ
fafiado spediitTilo
annlvarsario di Independencia do
COMMERCIOr
?KACA DO REt:iFS f DB SETEMBRO
DB 1M4.
AS 3. 1/1 BOBAS DA TARDS.
otacoes officiaes.
Aigodao da Pirabybx sorle &13 rs. por kilo
posto a bordo a frote de Ufl6 e o 0|0.
Acc5?s do banco do Brasil: 801 cada nma.
Cambio sobre Londres90 d/v 25, 2i 7(8 d., e dos
bancos 21 3^4 d. aor UOOO.
Cambie sobre a Babia3 d|v. ao par.
i. G. Slepule,
PresMenta.-
P. J. Pinto,
Secretario.
A.LFANDEGA
H.'aumento do dia 1 40:303*798
Cousiilail provincial.
Pelo coosulalo provincial a.visa-se.aos respecti
vos contribuintes, que termina-se neste mez o re-1
cebimeoto dos diffarenles impostos ainda nao" a-J
es, perten.-enles ao anuo Imanceiro fwdJ de
1870 71, seado que, encerrado ornea, serao s
dbitos nquidados e remeWdos thesooraria pre-
viacial, afmde ser judicialmente pro novida a saa
cebras oa.
Consulado provindsl l*fle setembro de 1871.
O administrador,
A. C. Macha lo Ros.
Hovluie.it
Volumes sabido* com
> com
da aliautlega.
fazendaa 161
gneros 231
393
Descarregara hoje 2 de agosto.
Barca inglez>Bn/Aanfe ferros.
Jliate anjfrcanoHatlie H'iskttbarricas.
Brigue ilalijno Scipront farinha trigo.
Brigue portuguez Encantadorvarios gneros
Patacho inglez Juventamercilerias.
Patacho americanoTlureza Butler farinha de
triga.
Despachos de exportaco no dia 31 de
agosto.
Para 09 portas do exterior.
Na b?rca franceza Berlhe. para o Havre, car-
regarara : Ti-seifreres & C. 300 saccascom 22,22i
kilos de algolo.
No patacho norte-allemao Jjhanne Haydorn
II, para o Rio da Prata, csrregaram : Araorim
Irraaos & C. 400 barricas com 47,073 kilos de
assuear.
No vapor ngPz Cognac, para Liverpool,
carregaram : K^ller & C. 1,0.0 couros verdes sal-
gados com 21,000 kilos.
Para os portos do interior.
Na harcaea Phara II, para o Paco de Cama-
ragibe, earregou: Beoio de Freitas (ni na raes 1
barrica com 62 kilos de assuear.
Na barcaca Boa Viagem, para Mamangaape.
carregaram: Braga & Gomes li barricas com 910
kilos de assuear brinco.
RECEBEDORIA DE~RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUGO.
Rendimento do dia 1 881*210
CONSULADO
Rendimento do dia 1 .
PROVINCIAL.
. 1:3721016
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 1.
Aracsj e porios intermedios3 dia?, vapor na-
cional Gequi, de. 223 toneladas, commandante
Joaquim Candido de Macedo,equipaem 23, car-
ga algodao e outrot- gneros ; a compaohia Per-
nambucana.
Trieste70 dias, brigue rnllandez Aleda Margari-
tha, de 203 toneladas, capillo A. Lemingo, equi-
p ;gem 7, carga 2180 barricas com farinha de
trigo ; a ordem.
Tritte82 dias, brigue italiano Seipione, de 220
toneladas eapto Pietro Vecbye, eqnipagem
10, carga 2110 barricas com farinha de trigo
a ordem.
S. Malheas6 dias, hiate nacional Mrquez de Ca
.ras, de 68 toneladas, capitn Jos Joquim da
Silva, cquipagera 5, carga 2040 alqueires de
farra aa de mandioca ; a Caetauo Moreira Ir-
mio.
Rio de Janeiro-12 dia?, escuna hispanhola Pris-
ca, de 132 tonelada?_,capiilo Thomaz Millet,
equipag^m 11, carga 103,200 kilos de carne; a
Pedro M. Moory.
.Navios sonidos no mesmo da.
AssPatacho nacional Veloz, capilao Joao Per-
reira Caldas, era lastro.
CanalPatacho austraco Pia S-, espito Bartao-
lomeu Soldatick, carga algodao.
EDITAES.
De ordem do Sr. inspector da al'andega in-
lima-?a ao Sri Thomaz Antonio Guimaraes, con-
signatario do hiate nacional S. Joao Bapttta (on-
de quer que se acn, visto nao ter sido encontra-
d> nesta cidade) para que no praso de 90 dias,
veoba satisfazer nesta repanico da quantia de
585d015 rs., em que (mportam os direiios de ex-
portaco dos gneros de prudnecao nacional, tju
deste porto eoqduiio para o de Uossor o uno
hiate em 6 de setembro de (869, visto nao ter
apreseolado o certificado da effectiv descarga dos
gneros no porto de sea. destino, e biver espe-
rado o praso que na fortra do artigo 645 do re-
guiamecio de 19 de setesabro de 1860, lbe fors
para isso marcado.
Ia seceo, 29 de agoste de 1871.
Servtndo de ehefe,

Riearde Pereira de Faria.
0 Dr. Paulino Rodrigues Fernandes Chave, IuHl
municipal da l'W anta cidade do Reetfe id
Psrnambuco, te. ele.
Paco saber aos que o presente edital virem '
delle noMeia tiverem, qae teado ftlleeido Joiq 8a-
raiva de Aracatfgvio, weirvo do joizo munici -
pal da 1a vafl etolo ae cjvel e aohande
per isto ago e ilande veie sie pelo present
aavtdados os pretendentes para que no praso de
dO dita* cortis* da aoWleaelo do pvaseote edi-
tal, Haaaaiaa imm jaianaw petiftos rnlNMi--
das aaMme de eaflLaeeoia, folba eorrtta '
*** fr^HMaeoto* na to/oj*
H fue eaefali aotta de aaMaji
te irsiaeii aiHtil qea i^fcpaMfaiidn
Sabbado 3 de setembro depis da audiencia
do lllm. Sr. Dr. juiz municipal da 2a vara, a
arrematacao de,urna casa, e ura terreno no lu-
ear da Casa Forte ; ludo avaliado por 73OA0O
peuhoradoe ditos bans a Jos Fiancleco Gbrae'ao
e soa uiulber, caja arrematacao Qcoa traa.-ferida
do dia 23, par ter o exeeulado requerido pa'a pa-
gar e nao pagou.
No da 2 de setembro, depois da audiencia
do IHm. Sr. Dr. juis municipal da 2a va u, va i
a praca para ser arrematada, a casa terrea raeia-
agua sita ai travesea do caes do.Capibaribe, por
detras da casa com o n. 2 da ra da Concordia,
caja casa a penltima d* dita trvessa, a qual
tem ama sala, dous querase cosinha dentro, em
solo fereiro, avahada em 5002003 rs, peo horada
a Jeio- Maaoel de Siqaeira e sua mulber, p r
execueo que contra os mesmos encaminha D. Ma
ria Joaqaina de Oliveira Campos.
WA
Grande e
em honra ao
BrasiU.--
Com a presedci d Exm. Sr. presidente da pro-
vincia.
EM BENEFICIO DE
** jtalsa Dibclra fl^atrtllair.
O OMraaro* aerarmouiatadjpf pea?
CaBBOCBIRO
necisa-sede nm carroeeiro, prefere-se nortfl-
gael f a triur na roa do Imperador n. botica
A W Os hachareis Jos dos Anjos Vieira d V
0 Amoorn^ e Mguei Bernardo Viira de f
^ Amr lera ssu eserntorin a ma Aa '
a-tb': AUar B*ra a'.____
a.S, onir'ors rna Real Mstancis).

OMPliVIIIl
DAS
Messegeries maritimes.
Corrcio gera.
Rela?lo da3 cartas registradas, procedentes
do sul e norte do imperio, existentes m
reparticio do correio desta cidade.
Antera Augusto Peixoto de Alencar, Alvaro Pe
reir de Sa, Amonio Corroa Maia, Belraira alaria
da oaeeicao e Oliveira, Cietano Cabral de V.
Carneiro, Firmiao Theolouio da Gamira Santiago,
Fraaciseo Caraeiro Monteiro, Francieoo Lino de
Souza Cauto, Francisco de Pi lia Graea, Gaspar de
Meoeze Vasconcellas de Drummoad (1), Gentil
Rodrigues do Soma, Higina Mana do Espirito Saa
to, Jacintha Emilia da PoriBcajao (2), Joviao Fer-
nandes da Cruz, Januario da Silva Assumpra \
Joaquina de Daos Ganeaives, Joaqun Gueds da
Costa, Jos Clfmaco da Espirito Santo, Jos lava-
res Pinheiro A C, Jlo RDirigaes de Miranda So-
brlnho, Joao Visete Pereira, Maooel Francisco
Cruz, Manoel Francisco Taixeira, Presidente da
Loja MaconicagFirmeza e Humenidade, Simphro
ni1) Cesar Conlinho, Simplicio de Barros Alvos da
Ponseca, Theotooia Rita da Molla, Tobas Barreto
de Meneze?, Francisco Jos Coeho Nello, Biase
Orrico, Felice bianco.
AdmDi?tracao do Correio de Pernambuco Ia de
setembso de 1871.
O encarregado do registro,
_____A. Gomes da Silva Ramos.
theIS
SANTO ANTONIO
Recita extraordinaria
Sabbado 2 de setembro
Offerecida pela sociedade dramtica particular
Recreio Campestre
A eximia actriz
d jisuisi tmm u-mmi\
PROGRAMMA
Primeira representacio do interessante drama
em 4 actos original brasileiro do Dr. Carneiro Vi-
talia, dedicado a mencionada actriz como testera u-
nbo de bomenagem ao talento e arle intitulado
Al dia 10 do corrente esperA-se da Europa o
vpar fraacez Gironde o qoal depois da demora do
costura*, seguir para Buaoes-Ayres, tocando ne
portos da iaaia, Rio de Jaaeiro a Monteviao.
Para freej e passagens. trata-se oa agencia,
roa do Cammarcio n. 9.
No dia 11 deicprrente mez espera-se dos por-
tos do sol o vapor francez SinrfA, coramandanle
Massdnei, o qual desos da demora do costume se-
guir para Brdeos, tocando" em Dakar (Gore!
Lisboa.
Para eaodicdes. (retes e passag^n?, tratase na.
gaencia. rna do Cnannerei* n. 0.
DE
Navagapao Brasileira
At o dia 9 da corrente es-
perado dos portos do sal o vapor
S. Jacintho commandante Alkin-,
qoal depois da demora de cost-
me seguir para os do nerte.
Desde j recebem-so passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qaal devera
ser embarcada no dia de saa chegada. Kncomm-n
das e dinheiro a frete at as 2 horas da urde
do dia da su? sabida
Nao se recebem como encommendas senao ot-
j iCto?de pequeo valor e que nao excedam a dnas
arrobas de peso oa 8 palmee cbicos de medicio
Tu do quepas sar des tes limites de ver ser embar-
cado como carga.
Previae-se aos senhore3 passageiros que suas
passagens s se recebem na agencia, ra do Com-
mercio n. 8._____________________________
COflPkVUIl
DE
Navegapao Brasileira
At o dia 8 do corrente, espe-
rado dos portos do norte o vapor
Cruzeh-o do Sul, eommandaote
Cardoso, o qual depois da demo
rado cosame seguir para os
portos do sal.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
earga que o vapor poder conduzir, a qaal deveri
ser embarcada no da de saa chogada, encom-
nendas e dinheiro a frete at s 2 horas da tardt
de saa sabida.
Nao se recebem como eneommendas senao ob-
j setos de pequeo valor, e que nao excedam a 2
arrobas de poso ou oito palmos cbicos de med-
cao. Tudo que passar deses limites dever sei
embarcado como carga.
Previae-se aos Srs. passageiros que saas passa-
gens s se recebem na agencia, roa do Coa-
mereio n. 8.
HIB
araadi .UUX^ composta
.jgurntej^-.t ditas de breos,
umsoa, iontolo* eamaiar-
com tajapo de pedr marmore, e
*pe*totstado, ihb sacuario de jacareada,
wWf>itfWm gotjo eim aeabadaj Mesa
W'")* tsboas, 1 gaarda-loa,fa7d|na>-
rene, \ tearM fJ'jaearand, cem xceffente es-
pelho, 1 guarda vestido de ;marello, 2 appara-
dores, tresma franceza de jacafApdarTnoderna
e bera conser ,*P0' ,l9 pedra, Isbretaria demogno propria
<#aij6oripwtle, 1 om*oda de Bmarerto, 1 se
aratsrra de- jaaarsnd e eommoda e mesmo
Jempo, 1 burra-deemavelte, teadefHs de ba-
lancs 2 pares de conseMo?, marquetas para
casal, ditos e-treitoi fa snMeiro, marqnesai,
porcao de cadeiras usadas para sala de jamar,
mezas redondas, 1 appatdlba ioglet para janlar
1 per|a-qaeijo, llcoreiro, 2 esoarradeivas, 1 can
dieizo a gaz, 1 raaetin* de costara e mu os on
tros objectos. _'*
TERQA-FEIRA 5' 0 CORENTE.
Ci-m autori-a^ao de urna persoa que raud.a de
rovincia, o ageute>PontuaJ fafjt WlSo tps objec
is cima oenciondiis
Armazem da raa ala Imperador
n 1.
as H horas em ponto, ao cojirer do martillo.
6
n tem s*u eieriptorlo a toa do
Duque de Caxias n, 39, Ia andar. &
******* *
Precisarse de nma ama que
eje too oezintowr* : roa do
Cumqiereio n. 38.
^. Cafpfro r,c
Pftctss-se tftlra caitWro de 16 a 18 annos de
idade, com p atica^ te lacarna, a que d fiador a
pa eondncta e ua portnguez : sa rna da Saoia
Crnzn. 74.
Balafos cestas c brlnqaedos
Chegou para a.i'ua Duqoe de Caxia< amiga da
queimado n. 111 uro lindo sortimanto de objectos
raos de palha como sejam cesnhas para meninas
bajaios para costuras, ditas para nao na mesa,
dito; para faca?, ditos para fructaa, ditas para cu-
tros muitos mjsteres, maracaes para enancas e
grande s iniraenio de calungas e brinqoedos para
eoflater crlaagas com pooco dmheiro.
Candida PranciMa Barquea
oa aiautaav
FrancUoo Luiz dos Suatas e saa /aoria tamim
celebrar ao da 3 de aeseaUao, as 4 4|sV aeras da
maabaav n PHa de cemk/tri aiabac, ama
"i*aa maaetia pe* *> aaeiaaserie. do passs-
mento de sua preead *,Maaae etorttia espoaa
D Candida Francisca Marques de Mates, coart-
as, pois, ae* seas paresia sangos a ijueni aa-
icajs seu* agradetrastnlos p*r este acto de ret-
r-~w "" ^- l"wa vmmm^v^ m j
iajM seu sgradecimtDlos per este acto
naFe carasd. -
DE
JOIAS
Em contiauacito.
Sem limites
Petra qiiiadgo
ConatnnBoJJe otjectos de brilhantes, relogios fie
ouro e prata, salvas e c liberes da dita, trancelis,
oorrentes, adereets, anei?, pulseiras e muitos ou-
tro* objectos de cautellas. vencidas' e dadas, em
penhor.
Ter;a-feira 5 do correte
Pelo agente Martins,- na casa de peohores, na
trvessa di roa das Cruzes, n. 2, s 11 hora do
dia ao correr do martello.
Personagens.
Leonardo 50 annos
Arthur 25 c
Gabriella 18 1
Samuel 28 c
Dr. Vctor 40 f
Amaro 27 <
Casusinha 24 c
Andr 26 c
Alipio, creado 60
Ambrosio, jdem 53 c
A accio passa-se em Pernambuco tualidade. Epocha ac-
Denomioacao dos actos
1.a A cacada.
i.' A carta.
3.a 0 segredo.
4.a 0 irumpho.
Terminara o espectculo com a graciosa come-
Rio Grande do al pelo Rio de
Jaaeiro.
Para os indicad)s portos segu pqr e-tes dias o
patacho nacional Harta Emilia, por j ter quasi
completo o carregamemo o resto que lbe falta
recebe-se por modice preco ; a tratar a raa do
Vigario n. 14, primeiro andar, eseriptorio de Jos
Lopes Davim.
PARA'
por Maranho
hiate D. Luiza
IrmSog.
pretende sabir com brevidade o
: a tratarse com Gomes de Mallos
da em 1 acto.
Personagens.
, Raymudo.
' Cbristina.
Alfredo.
Francisco.
Ura guarda.
Um jardmeiro.
Tomara parte no divertimeoto a Sra. D. Jesuina
e os soeiea de scena.
Os- bilbetes acham-ss em poder da eommissao
na raa das Crozas n. 35.
If. B. Depois do espectculo haver trem para
Apipucos, tocando em todos os pontos do costme.
Principiar s 8 i|2 horas.
THEATRO
CO
i.^1rt**aa***'
COMPANHIA
MMDtta lffalllLl
.* realta e&traardlaarla.
omingo 3 do correata?
a eompanma se favores ditpensa-
poblieo, esejaodo dar
reconheciaeolo, um dlsnoato levar'
rila a aaiaiflca xanoeia en tfea
Para o Indicado porto segu em direitura ateo
dia 10 do correte o hiate nacional Mana Amelia,
capilao o pratico Francisco Thomaz de Assis; para
o resto da carga falla-ae na rna do Amorim, ar
mazem n. 60.
BAHA
Segu para o porto cima com a maior brevi-
dade possfvel por estar com a maior parte da car-
ga o hiate nacional Garibaldi, capjtao-Custodio lo-
s Vanos: tratar com TassoTriiSos & a roa
do Amorim n. 37.______
WIARANHIO
Pretende seguir core maHa brevidade o palha-:
bote oaeienal Joven Arthur, tem parte de sea
earregdmento prometo, para o resto que lbe falta
trata-se eom os seos consignatarios AntogMOjat
de Oliveira Azevedo & C, no seo escrhjtorro roa
do Bom leso* n. 57
Tea(lMe,a Iica4iJaa, da tota de 800
ees eu 4,000 arrobas, e bastante aova, muito
drIMfSbx de OUnda, ouir'ora roa da Cadeia \
LEILAO
DE
Movis, prata e nnrn
Qusrta-feira 6 do corrente.
;en.e Pestaa, legalmenle antorisado por
ilia que se retira para fra da provincia
o de 1 roobilia de Jacaranda, |1 dita de
uarda roupajapparadores, e^pelbos, mar-
quzas, mezas, bancas, tocadores toilets, quadros,
1 grande espelho, loaca para jantar e almogo.vi-
dros, e 1 rica secretaria, estantes, relogios, vene-
sianas, 1 rico faqueiro novo de prata, colberes de
prata para sopa e cha, 'diversas obras de ouro, 1
rieorelogio de ouro para algibeira coro corda
para 15 dias, 1 grande balanga para 3000 kilos,
e muitos ootros objectos de casa, que se acharao
patentes no acto do leilo no dia cima quarta-
feira 6 do corrente, s 11 horas da raanha em
ponto, na roa do Vigario n. 7. armazem.
VISOS DIVERSOS
O Sr. Jo3o Jos de Araujo Lima, que
foi caixeiro da loja Aguia Branca, qaeira
vir esta typographia a negocio de sea in-
teresse.
SITIO
Alnga-se o grande e excedente sitio da estrada
dos Affl ctos n. 23 (o da capella) eom coromodos
para grande familia recommenda-se *ainda pela
fcil eommonicacao da' via frrea: para tratar na
rna larga do Rosario n. 34, botica.
Os abaixo asignados avisam ao commercio
em geral, que o Sr Jos Felippe de Soma deixou
de ser caixeiro de sua loja de joias.
Recife, 1* de setembro de 1671.
Gomes de Maros Irruios.
Precisa-se de nma ama para lodo servico de
ama pessoa : ra estrella do Rosario n. 17, 1*
andar.
Florescente
O abaixo assignado Sr. do engenho Macaco, do
termo de Agua-Preta, faz sciente ao respeitave
publico que mua o nome deste seo engenho pa-
ra Flresceote, visto as duas safras que moe sof-
frer descaminho de cartas e cuotas de assuear ;
attribue a engaos por haver mais engenbos do
mesmo dome que transitara tarabam pela va fr-
rea, pelo que desta data em diante seta coonecido
por Florescenle.
Recife, Ia de setembro de IfWl.
Jos PirmiQO Teixeira Cavalcante.
^m
Precisa-se de urna ama pa
ra todo servieo, na Capunga,
para easa d* pequea mflia:
a tratar na rea de Horias n. 12.
& Raa
I
5
Len Chapelin
desta capital, qaa
da Imperatrlz
1. ANDAR,
parteelpa ao respeitav.el publico
acaba de abrir um novo esia-
beleciraeoto de photographla a roa aciraa mencio-
nada, tendo procurado por todos os melos possi-
veis omelboramento e perfeigao em todos os tra-
balhos concernente3 a sua arte. A galera diri-
gida por D. Amelia Chapelin j vaotajosamenie
conbecida por maitas pesso3s de veram occasio de avahar os*seos trabalhos pho-
tographicos e as maneiras porque se tem dedica7
do para com as familias que a lem honrado com
saa frequencia.
?.,Os procos des trabalhos desta pbotographia sao
os mais limits|o?, como sejara :
Urna dtuia de andes 8JI000
Meia V 51000
Um ambrotypo- em ama linda
caixiaba. 25000
E os mais ta proporcao.
Len Chapelin coucida a todos os amantes das
artes a virem visitar seu estabeleciraema que se
achara aberlo.das 7 horas da mauhaa as 6 da
larde.
Irmandade
DA SENHORA SANT'ANNA DO CONVEN-
TO DE SANTO ANTONIO.
Pelo prezente sao convidarlos os nossos
charisiimos innlos, a comparecereoa, era o
domiogo 9 de Setembro, as lOtoras da ma-
rrbaa, pasa procoder-se a eleic3o dos novos
faiicciondrioe que tem da exercer no anno
de 71 a 72.
Consistorio da irmandade da Senhor.
Sant'AnniJio con ven ti
aoa 31 de agosto do 1871.
ATthar Annea Jacme Pires,
Secretario aterido.
a
* para nnnj tina e pasugeiroa, parax J
tratad cm o reridV
api lio a bordo oa u enea.
toBtJociaote
nrirde 1870,
'o 1:000*1 qaa adiaatei
dovapejr.
En^omniudeiras
Precisa-se de duas perfeitasengommadeiras, pa-
la se b;m : oa rna de Brum n. 104 por cima da
ndicao do Mesqnita.
00a^)KfiK--^r38(^^0
* Ddilon Duarte $
* CABELLEIREIRO *
* Rna da Imperatrlz n. 89 *
m,. Neste estabelecimeato eoconlraro as i*X
senhoras ludo que diz respeito a enfeiles
de cabellos, como sejam coques, iranias, fqjt
ereseentes, c>cbpaiue, etc., etc., e urna Jgt
grande auaniidarln.de irnc Ha ihaiin 51
vegetal, que vndese pelo baratissjmo jQr.
preco de 5300 ca^a tranca, 'fC
No mesmo estabelecimento encontraro ?5
8? dous ofBciaes peritos professores n'arte j
di de pontear senhoras, os quaes serapre Xi
"5 est3o promptos para qualquer chamado, J
W quer dentro da cidade oa seus arrabaldes,
perneados todos modernos e escolhidos dos **
5 ltimos figurioos. g
*** ***** **** **
Joaquim Jos Gon^al-
ves Beltro
Raa do Trapiche n, 5, Io andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco de
dinho, em Braga, e sobre os segrales lugares en
?ortogal:
Lisboa.
Porto.
Valeoca.
Guimaraes.
Coirabra,
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vea,
Viaona do Caseilo.
Ponte do Lima.
ViUa Real.
Villa-Nova de Famelicao.
Lamego.
Lanos.
Covilha.
Vasca! (Valpassoj.
Hirandella.
Beja.
Bar cellos.

Santa Casa de Misericordia
do Recife.
Tende a junta administrativa delta santa casa
resolvido mandar celebrar urna missa de rquiem
por alma da finada Marquen do Recife D. There-
za Mara da Rocha Lina Barreio, na tgrej* de N.
S. do Paraso, petas 8 horas da mauhaa do da 6
do corrente, convida pelo presente aos parete* da
mesma finada para assistirem a e*sse acto.
Secretaria'VSanta Casa da Misericordia do Re-
cife Ia de setembro de 1871.
* O ^scrivao,
Pedro Rodrigues de Sovza
I

Ao commercio.
0 abaixo assignado fat soten te ao publico em
geral, e ao commercio em'patKcalar, de que abri
um estabeleckfiepio sito roa do Bom Jess n. 23
(oulr'ora da Qtm) deneminado :Agencia Com-
eercial.
lEste estabelecimento recebe mercadorias e en-
de Santa Antonio- *itrega-se de qaalqaer objeclo, eorao seja : pre-
dios, terreos, divida*, movis etc., promovendo a
toa venda e beneficie qur em particular qur
em lealo.; --para o que haver nm on mais todas
M semana*, percebeodo ama medica commiesao
para toda a* desperas de aaaaeeios, armatena-
geus irapoetos etc.; caja eotamso condiedes
se lebaatteapeatae n'ma ubella e patente aos se-
iqae desejarem .coneerrer ao dito eeubete-
abaiso assignado chama a aueocao dos IHms.
Srsi negociantes de fazendas em groaso trata para
est estabelaaimsalo de- lente Sttdade, de que
ka muito at-ceeent* esta prtca, boje a segunda do
imperto.
. ispera o baiu asaigoado merecer a conflaeca
do Ilustre e respeitavel corpo do commercio, e
ibera asera *> publico em geral, para o que eovi-
idejr todop os eeierfo* ao sea alcance.
. Jtecife, 16 de
agosto de 1871.
Cario* da Silva
O'abaixo assyraado. ex-seclo e liquidalarie da
eatincia firma llamos & Temporal, p---' t Irjt
os seuhures dtvedores agella/tra, me mm,
cobra sea de seus ebitoi aju$J "ii jndiniamia
le, e ajaste de coalas, leoj aotoriado a aaur-
ma, de que taco parte, Jos Rom Suva, aoe fcz
cooster para ciencia de todos.
31 da agosto da IWt.
________________J-B: Ramoa d Oiv
Sustento rottnurtfYo da
s ude
PELA VEAnAASMA PARMWA
A, DBarry 'Arabia
Os abaixo uwignados fazenr sciente a seo
aeies. qae pelo vapor Ingle La-Plata p
egunda rdmessa d'e>sa excellenfe farioba.
Uso muito se recommenila para as criaoj
soas debis e convalescentes, apnlieaa coi
nhecida vantagera as ccinsiipac^M, dfarrteai,
nausea do estomago. iose; ecarrt de sangae
phthrsic, ete. etc. Preferida aioda pelo agradare
aabor.Unirtcoa outra qualqner.
ADVOGADO
Dn. Joaquim Comuna de Ahau
87Ra do IuperarQ7
Trabailiidor
Precisa-se de nm trabailiad >r pira mestre mas-
seira : na raa dos Pires n. 45.
Sociedade Beueficeute Luso-
Bra sWro
De ordem do Sr. presidente da mesma saciada-
da convida a toda) oa .--ocios para a se*;o nadar
miago 3 de setembro as ti horas da manhaa, na
ra aova de Sania Rila n. I.
Ju- M.nvl W. Lina.
_______ lJ secretario,
taix iio
No caf cbloz rna larga do Rosario n. 31,
precisase de um menino que lenha pralica de co-
peiro. __ ________
Subloc^se o arrendamento do pre-
dio da ra do Mrquez de Olinda n. 23,
com grandes comoiodos- para qualquer es-
tabelecimento commerciil, tanto no pavi-
mento terreo como no andar : a tratar
com Autooio Jos Rodrgaes de Siuza, na
thesooraria das loteras.
Em a noite de 30 i>ara 31 foi encontrado
pela patrulha de ronda de polica um individua
Hc li/uuuui uui.1 |awia c -ii ura pas?aro e dous
papagaios ora cima, e Stoio pergontado como ha-
via obiido aquelles pasnaro, deou-os ficar e pox-
se em Tuga : quera fdr.'pais, seu legitimo dono,
queira ir a ra do Njgueira n. 30, que dando oe
sgoaes Ihe sero entregues.
11 nini ii i ni .....a inw '

Auloa'o da silva fltla.
A sociedade Uoiao Comraercial Beneficeate coa-
vida aos seus associados e aos amigos do finado
Antonio da Silva Maia para ouvirem ama missa
que a mesma sociedade manda resar por sua alma,
na igreja de N. S. da Penha no dia 4 de setembro'
as 6 horas da manhaa.
O secretario,
Joaqn m de Almeida Silva,
De ordem da Lima, mesa c,njuncia da irman-
dade de N. S. da Soledade, convido todos os ir-
maos desta ilustre ir.nautlade a reunir-se, no dia
8 de setembro pelas 10 horas o dia, no consis-
torio da igreja da mesiiu Seuhora, i lira de em
mesa geral, tratar-se da refurraa do arl. bi do res-
pectivo compromisso.
O etcrivao,
Manoel Bai bosa de Araujo.
Attenqo
O negocio est ruim. o; caixeiros nao teem que
fazer, comem o ordenado aos pairos e empregam-
se em bot-r annuocios para assira se divertirem e
passar o lempo; mo Ci-.iiportirasoto. Pede-se aos
patrdes para que acabem c jm este aboso afim de
nao baverem espectculos.
Seu amigo. ___
Aluga-ae duaseseravas para vender oa ra
ou para lodo o servico de urna casa de familia :
quem precisar dirija'-se ao Corredor do Bispo ca-
mero 6.
PedA/se ae Sr. Tbeod Joat qneJiinyaaawn esta
praji, para qae verta a eender-f'eom o aba!.
fa v**a *artcaftM.M aomt>fa6 signados obre a eocommend* do vtpor taita
**' J yfflSU SIS- SSfct:
quina Bargas Lea), a oegeeio.-
Caeuoo Jote Mead**.
I
Gaeuw lose Mete!.
Maooel Firraino Fjrreira mu toa a saa resi-
dencia da casa n. 113 da roa do Mrquez do Her-
val, outr'ora ra da Concorda, para a casa n. 138
A, na mema ra.
Precisa-se ie um servente que seja forro oa
captivo : no hotel francez n. 10, ra das Laraa-
geiras. _______________________ .ge.
Aluga-se
um sobrado de nm andar e soto muito bern con-
servado e Kmpo, no principio da ladeira da Mise-
ricordia, em Olinda : a tratar na ra do Impera-
dor n. 28, armaiem do Campos.
ATTENCA
Para quem pretender e-. tabelecer-se eom pouce
dinheiro, e em um dos meibores lugares da cida-
de de Olinda, por ser a primeva casa em frente a
esta cao dos trilitos urbanos eSeposito do encana-
meoto do gaz e agua, tendo dita casa ja um hotel
em pequea escala, e o motivo da venda osea
administrador ter. de fazer urna viagem ao sul do
imperio quem pretender dirija-se ao mesmo es-
tabelecimento ou na taberna do S. JoSo Coeho do
Rosario. _^_
SITE
Aluga-se um grande sitio na aoWMr* do becco
do Espiobeiro, morado na freate, com boa casa,
ccebeiras, tanque para banho, vlveiros, friicteiraa,
etc., e prximo a estaco de Manguiabo : a tratar
na fu no" Anoijo n. .%L____________________
Aloaa-aa-on boat eacravo com algumapra-
tiea.de cozinb* : oc 3- anoar a sobrado o- 34 da
rna das Crozas. _________
-> Os abaixe aoignaeo parwftam au paMteev
em geral e s- peaeoaa com quem tem transa sede
ero particular, que o Sr. Antonio Joatnlm do Bri-
to deixou te ser seu caixeiro. Recife 1* de agos-
to te 1971.
Precisa-se de 1!
bre ao predio : quem
oseta tvpograpbia com al
proc orado.
*C
carta fechada
DACparaaat



IMPERIAL
CIGARROS
Reci
beribe.
S. Jal M NrrwmoHT.
Oa probleasaa me mal* tem praoccupado
attsacio ios liJBBfi tos economistas mo-,
tan, panieolaMMi na tafiatarra e na Fran-
6 torea 4o om profundo notavel discurso, o fl^e jratir
de definir e retniarisar, maniendo o equilibra*
tmn o kiaresse a hamaoidade, o trabalho daa,
crianeai as maonfaeturas.
Beta queslao grave e ason***, eomecaaser
ara et de ato ama importancia, e merece qae a
lambemos eom criterio, ttnio mait ^ ("9*-*
mete na anbsiituicie do elemento servil tara alie,
de considerar-te eOoaeissima para o futuro es-
eorohriaiento de noaeaa iadoslrias.
Recordando eom o celebre economista de que
tiUaos o profnedo peaumenlo do poeta ingles>|
qae diz:A erianea o pal do homem pajil-
bamos tambem os sen: generosos sentimentos re
latframeote i asas trabis e delicadas ereaturas,
que anda na prlmeira ioiciagao da vida "prestara
j to iioporiantee enrieos a soeiedade.
Qoalquer qae teja o ensieo on o labor em que
ae exercitem as torca ainda debis dessas iracas
existencias, deve presidir o roaior eseropulo sua
direecio. a maior vigilancia e cuidado noemprego
e diatribuicao do lempo, porque do sea resultado
deawade a aellvidade e a energa das novas gera-
cOea, ed'esus as grandes conquistas do futuro e o
pregues! vo aperfeicoamento social.
Hoe-eecnlos anteriores as industrias oeeapevam-
ae mais eom os productores. Ao seclo XIX com-
pete a gloria nao : de melhorar o fabrico do<
prodottos, tornndoos maia perfeitos e mais ac-
eesiiveis a todos pelo quantidade e modieidade do
preoo como a sorle a eoodicio, a existencia do
trabalhador, do bomem.
Wokrwki cita a este reapeilo as palavras de
Gladstone, que, ero nma reuniao de operarios in-
glezes, fa lando-Ibes tanto em seos direilos, como
em seus devore, disae: O nosso scala o s-
calo do operario: e aecrescenta qae esta phrase
nao sanio de bocea suspeila, pois Gladstone nao
perteoie ao numero daquelles qae lisongeam em
ves de servir ao pevo.
O horaem 6 d'este modo encarado como bem
primordial da prodnceao do bem; e o notavel au-
tor qae nos referimos emende com nos co que a
liberdade que elle conquisten tira toda a sea forca
da eaergia da alma assoeiada sande do corno,
da elevacao do espirito que proporciona o deseo-
volvmiento progressivo da habilidade pessoal.
Fot babeados o'esta allianea que os legisladores
ingleses eomprehenderam qae o instrumento acti-
vo, o operario, obedeca ontras e diversas neces-
idades que as qae sao partilba do instrumento
material.
Foi por este motivo' que se marearam e regola-
mentaram as horas do trabalho as manufacturas,
e se atienden sobretodo a que as criaocas rece-
bessem a um lempo o ensino da fabrica e o ensioo
da escola.
Em 1862, diz ainda Wolowki; sanecionou-se
na Inglaterra a prole, a vigilancia penetroa no
seio das vastas commuoas industriaes, formadas
boje em roda da maebina de vapor, dessas vastas
commuoas povoadas por miibares de operarios.
A le de 1803 fixoo a idade em que as trianca-
podiam entrar para as manufacturas e limitou a
dnraeio do trabalbo.
Pois bem. Este grave e humanitario problema
que levon quasi meio socolo a resolver, e preoc-
copou a alinelo de lanos homens de estados
eminentes, como foram Roberto Peel Lord Aslhey,
boje Conde de Cbattsbuago, genro de Palmerston,
. e muitos i-uiros, assignalando urna pagina honrosa
na historia da eivilisaco moderna, acba-se reali-
sado, o dando salutares resultados entre nos na
fabrica de cigarros de S. Joao Nitherohy, daTqual
-o propietarios os Srs. Souza e Novaos.
J tivemos occasio o anno passado, de escre-
ver algumas linhas acerca deste importante esta-
belecimento, e \i je, depois de urna visita que fi
zemos ae njvo edificio ampliaremos aquelle nosso
trabalbo.
A casa onde actualmente est estabelecida a fa-
brica sem duvida nm dos melhores predios da ca-
pital.
Alm das espaciosas accommodacSes interiores
ivreraenle arelada como convm a lio numerosa
agguraoraeao os pessoas, o preuiu o ciienunni-u
te de ama architector* simples e elegante, e tica
a pencas bracas do mar, onde eom auxilio de urna
ponte os productos sao eom facilidade embarcados
e eondozidos para os mercados.
Cerca de duzeotos meninos ah receben) o ensi-
no manual, intelleclual religioso c mrral.
A mais perfeita ordem, sem a severidade de orna
rude disciplina, mas antea aconseloada pelos pre-
c< ;t .o pratlc'os da auloridade, d ora aspecto agra-
davel a esta afanosa communa de pequeos ope-
rarios e e3perancoso ncleo de futuios e moralisa-
dos cidados.
Em am vjsto salo das 7 s 9 horas da tarde
depois do ti sbalbo e do descanso aprendem os me-
ninos os prinieiros elementos da leitura da escrip-
ia e da coniabilidade. Oissemos Driroeiros ele-
menios p rque acreditamos que as oocSes rodi-
mentaes da escola n?o sao outra cousa mais que o
inslromcnij cora que mais tarde se deve coneluir
e aperfricoar a edueaco. Nao custa saber 1er o
essencial e fazer uso discreto e aproveitavel
desse poderoso motor do nosso aperfeicoamento
me ral.
D-pois do trabalho manual e do ensino da es-
cola depois mesmo de algumas horas consagradas
ao recreio era preciso amenisar eom o esiodo de
alguns dos ramos das bellas-: res as tarefas in-
famia.
Nesle pinito foi .creada urna aula de muzica di-
rigida p r hbil professor.
Com poner, lempo de exercicio e o ardor pro-
prio da mocidade j alguns dos alumnos tocam
cora verdadeiro adiantamento os instrumentos que
escolhefam, e pode dizer-se que a fabrica tem
boje urna banda de msica soa disposlcao, o que
alm de aecrescentar urna agradavel prenda
edueaco dos apreodizes, dispensa das festivos do
estabelecimento, o concurso dos msicos estra-
nhos.
Ora, o grande resultado colhido por este duplo
systema do ensino manual e simultneamente in-
telleetoal, que os productos da fabrica de S. Joao
de N theroby, redobraodo de valor pela quahdade
e perftricu augmentam tambem a tua procura no
mercado s naturalmente os avultados interesses
das productos.
Estabelecida assim com os ootros eslabelecimen-
tos do mesmo genero a lula da concurrencia, que,
no diser de nm notavel economista, nio outra
coma mais que a manifdstaeao pratica, a face
material da liberdade. claro est que as condicSes
do trabalbo livre eomecam j a ser assentadas, en-
tre nos em bases sensatas e de consequencias pro
fleca*.
amos um alto apreco s tentativas e aos re-
suflfcs dej'.a ordem.
O Brasil precisa empregar todos os seus esfor-
cos na propaganda industrial, nao esqoecendo
nunea qae a quaotldade dos productos nada re-
presenta, si ella se nao tornar ao mesmo. teropo
reeoromendavel pela sua qualidade, e que esta i
ae obtem com anadio efflcat dos productores ha-
bis e iotelligentos.
Acrediumos, pois, que os Srs. Sonsa e Novaes
prestara um, imprtame servico sopis e temos
eempre prazer em mencionar os estabelecimeoios
desta oatnrezs, nio s em referencia a esta fabri-
ca, cont a todas qoe estverem fundadas oa se
funden) d'aqui era diante as mesmas circums-
taneias.
O nico deposito neeta eidade do escriptorio
de Domiugos Alves- Matbeos, i roa do Viga-
rio n. Sf.
A. Zaluar.
Soiedaie Monte o Santa
Cruz. '
De crdem do rallo residente convido aos.
Srs. socios para eoroparecerem as II horas da
manhi do aia 3 de setembro prximo vindooro
no!o*,rado da ras do Imperador D. 48, 3o sudar,
aDm de te eleger o conselho director da mesma
sociedad*.
Feeife, 31 de agosto de 1871.
Jeronymo igoaeio dos Santos.
-------- 1* secretario interino.
Ka eoBsaqaaoetii de nio ce lar baje reaaido
amero legal, ao de .notamente BwrlUdoi
senhores aedooistaa ara o di 4 da sthto
prximo futuro, p-IsslO horas da manbia, m
ra e na Fran- hjfar do estame, aflm de continoar disensaio
ta reforma dos sUtolos.
Reeife 19 de agosto de 1871.
O 1* secretario,
Lou^opes Castalio Banco.
Na ihesoararia das loteras precisarse aln-
Sar nm moleque de 11 a 16 annos para servico
e casa de
O Sr. Prandtaa Mjb'*
teobs a hpadade de rir a roa
i ra Hava a. 41,
mellen dosdj^^^^^^H
**w qoe pro-
HR-----
iMaoo, %
WOFIHI
Roaa-se so Uta. Sr. Ignacio Yjstim da
is*rH.ana4a
ovo rMBuda
-Na
csixelro
se bem.
familia. ____
ra do Rangel n. 43 pradsa-se de um
e qoe d fiador a sua conduca, paga-

l^estrSoUr
flnV: pois V. 8. se deve fombrw M asta negocio
de mal da arto naos, e sudo o seokor -
Ano sa aebava ao as aorta clia
Aos 5:000O(
Bllhetea *rnti* ejapre-
vlnelsu
Ra do UarSo da
Victoria,
Outr'orarua Novaq. 63 ecasas
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender entre o>
teas muito felizes bimetes a sorte de 5;000#(X)0em
nm bilhete inteiro de n. 2168. a sorte de 100*000
em dons de o. 1381 a nm qaarto de n. 1S5 eom
a sorte de lOOi, alm de ouiras sortea menores
de 40*000 SOOOO da leteria qae se acabou de
extrahir (205), podendo seas possaidoros viran
reeeber, que prompumente serio pagos.
O mesmo abaao assignado convida ao respei-
lavel publieo para virem ao sea estabelecimsou
comprar os felizes bilhetee garantidos, que nl<
deixari de tirar qualquer premio como prova peiot
meamos annuncios.
Aeham-se i venda os muito felizes bilhetes gs-
rantidos da 2* parte das loteras em beneficio da
igreja matriz de S. Lourenco da Malta, une seri
extrahida no dia quarta-teira 6 da setembro do
corrate anno.
PRECOS.
Inteiro 6*000
meios 3#000 __,
Quartos 1*500
De iOOdOOO para cima.
Inteiro 5*500 -
Meios 2*750
Quartos 1*375
Jlo Joaquim da Costa LeiU.
AO PBLKO
Teada andado a taina* rasidesma aata Apipa-
eos tenho s honra d iadtaajyga casas dos *rs.
J. Rhigas sooeeseorde J. Via:
gala. 58, oftiMp 8r. Vctor
se prestaos a Kaaasnittir-me
eripto on vestal.
Gassavy
Plores e grmaldas
A ehspelerta imaerisl s ros Pnraeiro de Marco
n. 6,' acaba de rebeber um liado sortiaseato de
flores e griosidas; aseim como chapeos d alo-
ma moda para homem e Senhoras.______.'
Preciia-*e de ama ama para cosi-
A 11 A nhar e raaistervico da casa de pouea
AilliT familia : a tratar as Cinco fijlas
o. 136.
Attenoao
Nfta poderoi e apatjsvel preparac3o,
I nio entra qoioa, arteoico e era bismotbo.
watt-1 Eate maravilhoao remedio umeam$nte
composto de om so pvedocto vegetal, e
ase mesmo desconhecido -at boje i scien-
cia cbimia.
As MiSei. fcbres ntamitiantes, remit-
tentet, biliosas e perniciosa inflammatora,
todas leudo soa origen na .mesma causa, e
iprodozindo os meamos afeaos, porm em
grao differatte de intenaidade, necessitam
do mesmo tritaroente. A cama acba-se
aos efflnvios contagiosos qm se despren-
den! da vegetarlo coxrompida, dos panU-
nos e das aguas encbrcadss- W om ve-
neno sobtiliasInB enasdioao aie^elospolmoes e penetra ae stogoe, de
sorte qoe a molestia as zetas accamola se
por muito lamaw oo sygtema antea de l-
ser feotir ge.'
Eate veneno e&kmah qae sangoe re-
cebe telos poJMoea. opera aaa setoes da
maneira wgnillt: mk intnMi irrfticao no
systema faz eoeerrar'todo o saogoe no
corpo nod exCTetHb1< iofernog,o flgado,
os rins, o pncreas, o baco, o estomago e
os polmoas,algons dos qnaes oa todos
elles sto amonoados do sangoe retirado
REMEDIO 1PALLW
ana sez5e?, febres ntermittetep, winHitiites e bfltosas;
BESCOBBRTO E PREPARADO PELO CELEBRE MEDICO E CHJM1CO
DR. J. C. AYER
da superficie 9o corpo ; eis a cansa "o
periodo fri.
A febre cansada pela reaeclo. qoando
odtangae abandona os excretorios internos
e arroja-s. superficie, como n'um oatro
esferco violento' para expulsar o veneno
atrtvez do ootro excretorio chamado pettt;
tio pouco consegue a natoreza oeste se-
gundo eaforco como no primeiro. Depois
segu o desmaio e prostrag5o que natural-
mente succede s grandes agtateos, e o
insiincto do nosso organismo o fez abando-
nar a tentativa at qoe, recobradas as tor-
cas, renova no ootro dia a Iota desespera-
da. Saecede depois o desassocego, grande
calor na superficie do corpo, a pello e o
semblante, incbados, terriveis dftres da
cabeca, oppressao e latidos as fontes,
pulso cheio e forte, ourina muito corada e
sede intensa ; eis o periodo de calor. De-
pois de algum temp (qae varia geralmen-
te de duas a cinco horas), urna transpira-
do copiosa percorre por todo o corpo.
lesthv o accessos conllhoam a repeAr-aa
com orna regularidade correspondente ao
seo lyfo, e com- orna violencia proporcio-
nal intensrdade do veneno, modificado
pela resistencia constitucional, on medWoaJ,
que se rhe opponhs. E' evidente,, poto,
qu qualquer remedio destinado a corar
esta molestia, deve des tro ir este ai
sesgue, oa arroja-lo fra deile.
grandes e pomposos-annnncios-tem-ie of-
rerido muitos remedios pare a cora descae
molestias, porm on nio tem sido BsVstiiitt
efficazes ou teem prodoxido efleUoe'ffffav
diciaes sade em geni. A* quina, aind
que seja o grande recurso, em qoe o j?enr
quasi em geral maior confianca ten* pre-
duz muitas vaos efteitos desastrosos, e wv
mada em grande quantidade semprepre-
jadiciosa sade geral. A preprenlo qor
aqu offerecemos ao publico, oto eooteodo*
em si oenhoma dessas substancias iojorio-
sas, por ser nicamente mgetai, prometter
se f6r empregada segando as direccCee o
Estes symptomas violentos passara e dei-' hngna portuguea, qoe aoompaaba cad*
CONVITE
Ctmpanbia de edificares urbanas rnraes,
compras de terrenos etc.
Os Srs. subscriptores para a fundacio dessa
militara companbia, sao convidados a reunirem-
se no dia 1* de setembro ao meio dia, no eserip
torio do Sr. Dr. Jos Eustaquio Ferreira Jacobi-
na, ra do queimado p. 79, entrada pela praca
de Pedro II, para ne;ta primeira sessao de as-
sembla geral constituir e dar logo andamento
a dita companbia.
Pernambuco, 28 de agosto de 1871.
O encorporador da companbia,
F. M. Duprat.
Pede-se aos abaixo declarados terem a bonbade
de vir aa rus da Pedro Alfonso n. 44 (outr'cra da
Praia) a negocio da seos iaieresses.
Antooio Lins de Albuquerque.
Bernardo Cardoso Moreira C.
Bastos k Aroorim.
Therencio Albaoo Ferreira.
Francisco Marques Lemos Ribeiro.
Uanoel Mereira de Lemos Jnior.
Joao Ferreira Camino.
Joio Jos Gomes dos Ssnlos.
Jos Nones de Paula.
Joio da Silva Coimbra.
Francisco Florencio da Silva Grillo.
Antonio Lopes ebaves.
Antonio de Mello Rodrigues Lonreiro.
Jos Antonio de Gusmio.
Joaquim Antonio de Sonsa.
Manoel Antonio de Sonta Ribeiro.
Alberto Jaeintbo de Souza.
Jnao de Son Nones Pinto Amorjm. .
Narciso Jos Franjeo Paranho.
Augusto Jos dos Santos Miranda.
Henriqua Manoel da Silva.
Jos Harta Gomes flibeiro.
Joao Antonio de Mattos Abren.
Joio Feroandes de Oliveira Gamito.
Antonio de Sonsa Jnior.
Antonio Soares Meirelles.
Candido Fojo de Mello.
Joio Valentn Das Villels.
vos Gsbriel Gomes. -____
xam somente urna sensato de prostrafao
completa, se que o ataque nio tem fo'to
algum mal orgnico. Se nto se tonar al-
gum remedio adequado para curara mo-
Vende-se em todas as boticas e drogaras d imperio
W. R. Casseh A .
Agentes geraes.
frasco: estimular os grandes excratorio
internoso flgado, o bacv e os ftpe$
parar do sangoe o veneno offensivo e
roja-lo do corpo.
iniJuiA oiiLn
41 BIJA DO BARO D4 VICTORIA 41
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
K roa Primeiro de Marco (outr'ora ra di
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos le
lites bilhetes nra inteiro n. 2415 eom 8001000,
um quarto o. 1381 com 100/000, um quarto n.
lotera qae se acabou de extrahir (205*), convi-
da aos possuidores a virem reeeber na eonfor-
midade do costme sera descont algum.
Acham-se a venda os bilhetes garantidos da
9.' parte das loteras, a beneficio da matriz de
S. Lourenco da Matta (206*), que se extrahii
quarta-feira 6 do raes viodouro.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6/000
Meio bilhete 3/000
Qaarto 1/500
Em porfi de 100/600 para cima.
Bilhete inteiro 5/500
Meio bilhete 2/750
Quarto 1/375
Manoel Martins Fian
PEDIDO
ao Sr. Theo Justo que foi negociante nesta praca, a
entender-se com o abaixo a- signado sobre a en-
commenda do vapor feita a 18 de abril de 1870.
O me*mo abaixo asignado eseja saber a morada
da Sra. D. Mara Joaquina Borge Leal, a negocio.
Can tao Jo M-rades.
I
Ainda se precisa de um caixeijo portugnez : na
taberna do pateo da Riheira p. 13___________
AI
ROM
DYVETOT
nica caca neste genero
14-Roa Estreita do Rosario--14
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
eos i n ha e de mesa, e
tudo que perten-
PRECISa-SE
de urna mulher que cozinhe e engmme para casa
de pouea familia : na ra do Cabogi'to. 9. boljea
Extracto de carne
. Do Df. batuba
Fabrica de pedras brancas na provincia do Ric
Grande do Sal.
Em latas de 2, i, 8 e 16 oncas. nico deposi-
to em Pernambuco, na'pharmacia americana de
Ferreira Maia & C. : rna Duque de Caxias nu-
mero 57.
Neste novo armazem tem nm
variado sortimento d fazendas
franceia.1, ingleas, allemSas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
novo armazem. *
Caaemiras inglezas,
francezas, de todas aa
qoalidades, brins de
;fires e brancos, colei-
rinhos moderaos, cha-
ooa de sol de seda,
9noe. i
RA
ARR11DA 1RM0S.
TRIIHOS 0BBAB0S
DO
itKCIFE A' OIil\tt> 1
e Beberibe.
Por ordem da directora sao convidados
os Srs. accionbtas para, no prazo de 8 das
a contar do dia 25 do corrento, realisarem
a 9a prestaco de suas acedes, da 2* emissSo,
na razio de 10 '/
Para esse fim ser o Sr. tbesonreiro en-
contrado* no escriptorio da companbia, das
11 boras da manha s 2 da tarde de todos
os dias nteis.
Joao Joaquim Alves.
i" secretario.
SITIO
Precisa-se alugar ou arrendar nm sitio e casa
para pouea familia, preferind^-se no? segnintes
arrabaldes; Aflicto?, Rosarioho, E-picheiro, En-
canamento e era qualquer lugar destas immedia-
(5es que nio exceda a urna legua de distancia da
cidade : quera o tiver dirija-fe ao paleo de S. Pe
dro n. 11, que achara com quera tratar.
25$000
Paga-se 25/ menaes por urna essrava que en-
gomme bem e faca mais algum servico, tendo boa
conducta : na rna do Pires, sobrado o. 28^_____
Ama re lene
Precisa-se de una ama de teite que seja sadia e
tenha bom leite : na ra Duque de Caxias, antiga
do Queimado, n. 111.
AMA
Precisa-se de urna ama
para andar com ama
erianea e fazer algum
servico da casa : na ra
da Aurora n. 5, segundo
andar
CASAS
A inga se o 1* andar e os dons armazeos da
casa da rna do Vigar > n. 3, proprio para escrip-
torio e deposito de fazendas por ter grandes acom-
modacCes : a tratar com Manoel Alves Guerra,
pai ou Albo.
Preasa-se aiugar ama preta para vender ta-
boleiro eom bolo9: na roa do Pogo n. 26.
Zefermo de Almeida Pinto tu pablleo que
ai i acerrar o inventario dos bens de sea -fallecido
sraaaa Joaquim de Almeid Piato, e que os inta-
reasaios devem requerer o que Ibes eonviar antea
es ioeerramento. Recite 31 da agosto de 1871.
sitio, no lugar do corredor le
aa j> do subdelegado, onde
Alu jase um
g. Joio, na Vanea, aa j l <
moroa Jo Valentim p Silva : qi
dirija-se s rqa de I^rti, .obrado
raur.
o. 2
P
para
I
Os abaixo assignados seienlincam ao respeiu-
vel corpo eommereisl de9ta praca, que de eom-
mam aceordo dissolversm a soeiedade qoe gyrava
sob a razo Ramos & Temporal, isto no dia 7 do
mez vigente, como consta do distrato social regis-
trado no tribunal do eommereiu, fiesode a cargo
do ex-soeio Jos Bom Ramos da Oliveira a liqai-
daci), activo e pas-ivo da extineta firma. Reeife
31 de agosto de (871.
T. B. Ramo* de Oliveira.
Clementioo Moreira Temporal.
AOS 6:000^000
gsto i venda os felizes bilhetes da liMeria t
labia, na casa feliz do arco da Conceieo, tMa as
iarives no Reeife. U
Aluga-se o primeiro, segundo andares e sobre
solio da casa n. 6, cita a roa do Livramento : a
tratar na luja do mesmo predio.
Superiores cigarros do Rio
de Janeiro.
Domingos Alves Mathen, nico agente nesta
rovineia da fabrica imperial de eigarros de S.
oao de Nitherohy, ettabelseida no Rio de Janeiro,
tem serapce um completo sortimento de todos os
cigarros, fumo picado e en latas. Tem igualmente
os afamados eigarros Conde d'Eu, feitos eom mag-
nifico papel de palha de milho' e fumo superior'
Para governo de seu> fregaezes, que tem estabele-
cido depsitos fillaes, as casas dos Srs. Thomaz
Francisco de Salles Rosa e Manoel de Soasa Cor
deiro StciSes Jnior, no balrro do Reeife, e lodo
Suanto for vendido em ootras casas com a firma
a Souz Novaes A C sao falsificados.
Bario da victoria
litiga ras
IVOVA'
N. 41.
Assim como tem oa grnd#
oficina de alfaiate, montada cos
todos os preparas qoe ha de melbor,
dirigida por habis artistas, qoe
pela soa promptdSo e perfeica'
nada deixam a desejar.
Roopa de todos ot
amannos para bomece
meninoa.
Por todos oa paqoo
tes recebem-se aa me-
lhores e mais moder-
nas easemiras qoe ba-
a Eoropa. *
RA
K
BarSo da Vlefrfa
antiga raa
NOV
N. 41.
\
.
23
ste estabelecimento acaba de soffrer nma reforma radical em acceio, artistas ecommodos .s jm PJ^ualidade' n" ^
nendas, analmente em tudo aflm de melhor servir os seus numerosos, freguezes deixa-se de annunciar todas as BffUM, mt*
alo se tornar massante_____________________________________.
"Hqidacao mostba
>a mais importante fabrica de chapeos deso do imperio Ra do Barao da Victoria
O de no daquelle estabelecimento resolveu vender os productos da sua fabrica pelos precos segoinles :
Chapeos de sol de seda para senhoras a 50, QS, 7, 84, 90, 100, 110, 120, 130. 14.180, 100,170, 180, e 20 0000.
Ditos, ditos, ditos, para homem a... i 80. 100,110.120, 130, 140, 150.160,170, 180, 200, 220 e 210000,
Diios ditos de alpaca a......'........ 40, 50, 00, 70, 80, 90 e 100000.
Ditos ditos de merino para homens a.. 00. 70, 80. 90, 100, H0.e 120000.
Ditos ditos de brira d'esgo3o a...... G0. 70000, todos os chapeos cima tem 15 0/c.de descont em doza.
Ditos ditos de panno a.............. 20, 30, 40, 50, 60 e 70000 descont 25 %.
. m Tambtm ha om grande soriimenlo de fazendas para cebrir armares e trabalba-se mais barato e depressa do qoe em qoar-
quer oulra parte.
Ha pouco mais de dons mezes nma escrava,
suhtranio da algibeira de seu senhor 3 sedulas de
2004 cada nma, o qual fez a diligencia a fim de
J nao nma ivu?a que se precise experimen-
tar 11 I e sim inteiramenle etonecido o bom e
grande sortimento que existe na Nov Esperarla
rna Duque de Caxias n. 63, (antiga ra do Quei-
que a escrava desse conta di mesma quantia, po-. mado) assim poi?, sendo quasi impossivel discre-
rm at hoje tem sido baldados os esforcos empre-
gados para esse fim, constando agora ter ella en-
tregue essa quantia a orna das sociedsdes do
emanciparn para ir juntando al se libertar, po-
rm como tal dioheiro oao deve servir para esse
fim, por ter sido sobtrahido, tendo ella confessa-
do, sem dizer o qoe fez desse dioheiro : portanto
pede-se s pessoas qoe de tal dinheiro souberem
on tiverera noticia o favor de darera parte nesta
lypograpbia que se dir a quera pertence.
FKDICAO
00
BOWMAIV
AH1

Precisa-se de orna para todo o
servico de casa de pequea fa-
lilia: na ra de S. Jorge n '
139.
- Precisa se de nm bom
da Senialla Veiba n. 90.
co?iabeiro : na roe
Criado.
No caf chines ros larga do Rosarle o. 31,
preo1sa.se di om criado para, todo o servico,
SOCIEBADE
Soecorros Mutuos 28
de Julho.
De ordem do lllm. 'Sr. presdeme da assembls
geral e de conformidade eom o | 3* do art. 14 e
arts. Si e 17 dos estatutos, por sefia'a ves con-
vido a todos os senhores socios a comparecerem
domingo 3 do correte, pelas C horas da larda, no
i andar 4a easa n. 26 oa rna do Bom Jasas, aflm
de tratar'se de negocios prgeates
Reeife 1 de setembro l&il
1* ieerairM aisojnbKa geraL
JMfcLhna,-
Ssarav
. Precl?a-se de ama ama ftrra
para .om|>rar e'eezinbsr : ni roa de Ht*us P?
mero v
Vapores pequeos pa
earocar algodao.
des-
Precisa se de urna ama pa-
X ra o servico ioteroo de urna
aW easa de familia : tratar na
rna do Vigsrio n. 16. .
Porto Calvo.
O abaixo assignado, tendo aeceitado no dia 8 de
maio do corrate anno diversas Itttras commer-
ciaes, uceadas pelos Srs. Francisco de Paula Un-
doso, e Antonio Francisco Lindoso. em pagamen-
to da compra que elles e sass mnlberes res dss
partes que possaiam noeogenho Gloria, outr'ora
Maito-Grosso, do termo de PorU Calvo, da provin-
cia de Alagas, assim como ontras saccadas, fa-
vor do Sr. Jos Vicente Liadosa, psi d'squelles, em
pagamento das rendas de grande parte que pos-
sue no mesmo engenho, como ludo coasta das
respectivas escriptoras : previno em lempo que
nioRoem faca negociocom taes lettras, e qne nao
pagar a quem j as houver negociado, porque
ver-se o grande nuecero de objectos expostos ven-
da em dito estabelecimento; ella contenta-se em
mencionar alguns dos objectos mais ricos, e m-
teiramentenovidade... e aproveita o ensejo para
convidar a lodos geralmente e em particular ao
bello sexo, para visiiarem-a afim de apre iarem.0
goslo e perfeicio de seus objectos a par d'om pro-
co rasoavel, pois ella se contenta com poncoMucro,
tendo sempre em vistas a vender barato, para ven-
der muito, e de-la forma ebegar ao fim que todos
[ almejam ; que o lucro para suavisar as fa ligas
'gasa, da fortuna
RA i DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO' N 53.
Aos 20:000^000.
O abaixo assignido tem sempre exposto ven-
la os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
oromptamente, como eostoma, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 24*000
Meio 124009.
Qaarto 6*000-
Manoel Marns Fiuza.
o
Iravcssa da ra
lias frnzes o, % pri-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de onro, prata e brilban-
tes, seja qaal for a pan-
tia. Sa mesma casa com-
pram-se os mesraos me-
taes e pedras.
ni.
Vende-se o sitio CHho de
Tidro.
Em Ponte de Ucha.
Este sitio tem um sobrado de am andar e an-
dar terreo, cootm i sallas, 9 quartos, 2 coziehas
com bons fogoei e foroo de ferro, este sobrado
circulado de janellas. Tem em separado grande
eocheira para cavallos, casa para feitor e escra-
vos e bem asim casa para fazer farinha eom seus
misteres para tal tinu E-ta easa lera na frente
bons canteiros para flores, eom portao de ferro
para a estrada do Parnaroeirira, grande itip ar-
borisado c>m grande ilivfrsidade de fructeiras,
Inteiramenle Iludido nesses contratos de compra grande baixa para capto, pdenlo sustentar por-
garrendatneoto, val propor em uno a accao ; 5J0.de vacias leleiras para as qnaes tambem tem
taptente para invalida-los. E para que assim comroodos de recolhimento.
onsu a todos saibam que eada valem aquellas le- Os fan,ios da dita ea?a e sillo doilara para a II
tras, e aen do abaixo assignado receberie fea nba frrea que segu dest cidade paca Apipocos,
Importe no vencimento, faz a presente pnblieacao e 3e achs livre e des^mbaracado, visto qae as
1 provincias de Pernambuco e ] questOel ene os con'enfiores de dito sitio lem
Alagas.
Entfsobo S. Pedro e Porto Calvo, 18 de amto
de 1871.
Lenidas Pereira Buarone.
^ 1 As) ^t fdj ijolfnf njE rnf: T
para
menos
Ira-
Precia-se'de Orna ama,deleito de cor parda
oq branca: a tratar na ra. Nova, n. 21 : bem
como pede.se qoalquer pesloa encarregad* de
alaga la, fpparecer nesta C3?a para o h^H
cora os empreiteIros de titos trilhos apenas dfx
Mapeito ao jorreoo qne.elles ora ocenoam, e os
preiuizos que por tal motivo tem eiussdo.
Os preteodeotes (!> m-e dirigir roa Duque
|j".a.do Aragor hoje
casa q.
na.do Visconde da
-i- Precisa sede unu ama de boa cuj |tl para
urna familia esirbg*n : vs ra da 1 nperatriz n.
9, loja. ..
Precisa-se de urna ama
aiba epgoramar bem
P. '0
forra uu escrava
: aa ra da Aar
A tintura anti scrofula de vismia bastaniemente'
preconisada pelo sen factor tem sido e nra dos
mais enrgicos medicamentos nos acorameliemeu-
tos escrofulosos, sendo nsada conforme a direecio
escripia que envolve o frasco, existindo" venda
na botica e drogara qne foi do finado Paranhos a
rna Dimita n. 88, nico deposito nesta provincia ;
onde tambem se aeba venda o muito acreditado
remedio para bebedice por vicio em consecuencia
do exeessivo aso de bebidas espirituosas, o xarope
de velam>, e as prodigiosas pillas reguladoras
brasileras recommendadas por sua eficacia "no
desappsreciroeoto de menstruo, irregularidades
oa men-truacao e flores brancas.
Cunha .jp Manta, vendem a
ra do Mrquez de Olin-
da d, 40, o Sfiguinte :
VINHO XEREZ superior, en caa.
COGNAC MARTELL dem.
VINHO ROREFAX, iiem,
AZK1TE DOCK REFINADO, dem.
VINAGRE BflAN O, dem.
CAFE DO ABARA, saceos.
Charutos de 8cknorbuscn
Regala britnica.Regara Imperial
Operas. Conchas.Trabucos, de nmmilheiro .
para cima.
CIGARROS DAS FABRICAS
VABS S LIZAUR, de diversas
ni em barrica^_________
arrendar
|BBBBBBBBBBBBBBJ ':
_ir sm
rda Aurora o. 1 qa scaail
DE NO-
1
1



it Pt >U
RA DA IMPERATRIZ
B.

_________Ul8nWMf, gerente da tinturarla francez da ral 4 Jm._>eratria a. 88,
boar 4 *rtielpr o reapeiuvel publico d'esta cidade do Recle, qoe olle acaba da. comprar este im-
portan estabeledmeoto, o que centinoar a empregar todos os seos esforcos, a appiioar todos os sea
connecimentos darte de tingir e de lavar, asslra como se esforcar part obter am itus trabaInoi
1 aniares resaludo, aflra de conservar e augmentar o grande crdito aae este estabeiecimenic
te* at boje justamente merecido. ,,.,.,
Tem esperanzas de qae consolidar mals e mais su replselo de artista hnlareiro, e e
nodo por qae sabe tirar es manchas e nodoas de qualqoer fazeoda ; repau^io qoe o tornon o
(Mohecido as oidades le Franca, taes como Nanles e Bordeaos, aonde occapoa o pnraeiro agsi
teada durante o totopo qae alli esleve, e em Pars, aoode caboa o sea apeifeicoameol tinlnrlal:
a direccio de Hr. Jolt (o Albo) vice-presidente do Curso de Gtaimfc e Tinturara (sito na roa
i de Revoll n. 18) prlmeir casa de Franca neste genero, e sonde o Sr. Gaotier, ex>proprielari<
Na esubeletlnwoio o fol encajar com o titulo de contra utestre no servlco de tinturara de sedi
a lia.
Km TeJacSo eom as anchores casas de Franca, que se rapregam neste commercto, estari
seennre na d todas as novas desCobertas e ombinacSe* de cores, e processos meihorados.
mrn espera qae orna Justa ipreciaco dos seos trabalhos, rara augmentar a so (re-
gasa* J lie grande e bea* orgaaisad.
os seas principies trabamos :
GRANOS ESPECIAUDADE.
a secoo de qaalquer oodoa em panno.
jj de qualqoer vestuario de hornero, esu-
em crianca, seas e descoser e conaflrr*aaVlne
Tiragom a seoco de qualquer nodoa em ?da.
Lavagem de vestidos de reda, de qulquer cor,
chales de seda, atee de crep da Cortos, teche
miras francezas, urWUons, chiles de atentaos, ves
4dos de vetado e chapeos de qualquer efir.
TTRAG DE NODOAS.
Tlrageni le aodou em seda, velado Ka, fazen
do duaipnarecer qnalfner mancha resinosa'ou de
gordura.
Vai se as casas para o trabaja de tirar nodoas
oes movis oo tapetes dos salsee.
ttNGWBNTO DE SEDADE GGR. *
Tinge-se vestidos de seda e gerguro, chatas de
seda e erepedaCbiu.de tedas as cores,assin.
como velados, odas e bicos.
TINTURA PRETA EM SEDA.
too
Tiagn-se vestidos, chales, flus, rendas e
taris.
Garante-se a boa qnalidade d tinta e qae a fa-
leaa Mear pareaeao ioteiramente nova.
TINTURA D LXA EM CORES.
Tinge se roap 4e homem, de mutaer du dt
crianca em Ha, fes descoser na cor qrje se de-
sdar, quer 'ranead seja lia para, seda e e aleodio, oa as res qaalidades juntas.
PoupeMnas, alpacas, reps, merinos, casimiras
damascos ele, e em todas as cores que se qaeira
UNTURA PRETA EM LA.
Vestidos de hornea, de mnlher o de enancas
sem serara descozidos, eigaramindo-se a bo qua-
lidade a tidto, nio ajando a roupa tranca.
Todas as qaalidades -de fazendas, assim com;
chapeos de eltro, de Manilba, de p?.1ha de Italk
ou de "Chile
JW1.
____01
Pode ser procurado a ven-
da de Mjo.de Wfcste da yer-
dudeiw marea 1, 0 e 00 em
cass dos B.'aEdPer & C t a
ruada Cruz N.65
AQnal chegoo non reaussa de leite od-
deosido da Suissa, salo vapor Cognac, o
desde ji ficamos esperando pelo aeus apre-
ciadores e enteodedores deste artifo: vende
Keller o C. ri roa da Crox n. 58
Padtirial
Adjfs-se on veode-se a melUor padarta da po-
voacio dos Afogados, muito acreditad e com
grande freguexia, garaote-se o arrsodameato da
casa pelo tempo que w coaveoctaasr. Sea aro
prietario diifax-se ella por teraatfo aejocfide
quetraur: na ra Direiu da roeema fregbala
n. 66 A.
to ttiodteho, con Rj* d
"M t lodos os oc mus fregoezes qno eiU
Raa Dnqne de Caitas a. 91
\sevedo Man a Silva, em sua lo
jide ftfude/as conhnaa a vender Indi
tome* tote petaTpreo, rSS da ftMO-Pi*!??* PC |Of todos admira
J.epan tofcTeW, a saber: **!** Pi" m r
PjCn de tus bordad noitofin t*mL
Thetouraa grandes e pequeas o
COMPRAS.
Tudo por presos commodos.

19 Ra Frimeiro de Margo 19
Tendo renevado completamente a lora do predio, eraqua teem o scues-
taaelecimento,
1S=-=A ra Primeirvj de MarqoY9
fon aquelle asseio e elegancia desejavm-, acbam-se -agora prvidos do mais
explendido sortimento de fazendas fiDas o modernas de
SEDA, LAA, LINHO E ALGODAO
todas do ultimo gosto, e contioaam a ter como sempre, diversos
ARUGOS ESPECIAES DE SUA GASA
Garantem, com toda
a sinceridade, vender
por menos que qual-
. quer oolro, porque
recebem im direitura
a maior parle de suae
fazendas. 'M
19BlJAi:DEMARC019l
(ntiga ra do Crespo). 1
flun nmtair
No centro da veneza americana. >
No eeotro do commercio.
O maie perto das vas terreas.
O mais peno do -embarque no caes 22 de Xoveflibro.
O mais peno dos ihealros.
O mais recommendml aos amantes do corEmodo.
O ooico que tem -no interior casa dbannos.
O uoico que as familias podera hospedar-se som-receio de encontrarera-se cora pessoale
ida snspeita.
O nico onde actoalmenle se acba o meteor- chocolate hespaiol que ;e pode tomar a
O nico fiaalmente que aflreos completa coacraodidade por ser o mais espaces.3 o Recife
A roa larga do Bosario u. 37
COMPRASE
frascos vastas da tintura jiponeta, e psgase a 80
rs. enea n : roa Dnqne vta Caxias a. 90, e
Marques de Ollnda a. 51.
Anuario de aiuarello
Gompra-se uina arma^o de araarello usada,
mas em bom estado : i na da Cadeia do Reeife
o. 53, armazem Oniio Mercantil.
VENDAS.
v Yende-se coqoeiros pequeos par mudar-
se : qnem os qaiier dirija-?e ao sitio Canudo na
estrada de Paulino Ornara, outr'ora de Joo de
Barros. _
TTiba sterlina
Vende Joaquim los Ramos, ra da Oruz n. 8
prmeiro andarj___________ _____
Vndese urna'casa terrea era chaos pro-
prios, sita o ras da Amixade o. 38, (Capooga) :
a tratar na ra Je Marcilio Das (outr'ora 'Direita)
n. 15.
HM*r SI*'
BASTO
LerbranQa tempo
O proprietarto do armazem de vveres ;'* roa do
Imperador o. 36, vem por meio deste *? nuncio
prevenir,* avisar ao respetavel publicodesta ci-
dade, qae o reu armazem am dos que com mais
vanugem pode satisfazer as saas bem entendidas
exmeocias, puii par tal Usa tem feo reunir no
menewnadVesiabelecimeto o mais completo sor-
timento de ace|)pes,.¶ qoe os dignes leitores
deste aonutoio nao tenoaas occasio de massada
toma a resotacao de limitar se a lembrar somente
os gneros ijae elle lera como especial aevidade, e
o stgui-ma :
Lindas caicas com coofekos, proprias par pe-
queos prsenles.
Chocolate eui p, este ebecolate tem a vanUgem
de poder-se/azer me:mona mesa.
Leite condentado, a menor marca eonbecida.
eye leite cauvem principalmente aos collegios, bo-
tis e hospitaes, pela presteza com qoe se obten:
qoalquer preparado delle.
Tamarag do Kgypto, raramente vindo a este
mercado.
Licores lios: Cbartreue, Cura cao, Ant'zete,
Creme de rosa, etc., etc.
ALKM DiSSO e r.AMPOS
pode garantir que o seo armazem um centro d te
bom e agradavel ao paladar, pois nelle se eneoD
trar sembr -iudo qnanto pode necessilar urna*.
de.-pt n a, eozioha ou mesa desde a mais bem sor-
lida al a nisie medioerK
AGORA ANuU
aonuocia tambem fti.o molatinho em saceos e a
retalho.
Uvas pecas, massas e tmaras em la-
tae : ra Mrquez de Okoda o. 53, ar-
mazem Uniao Mercantil.
AV69 IMPORTAxNTE.
De.vendo seguir com brevldade as pecas prin-
cipis da dita reflnaeo para o.Rio de Janeiro.
eng.i ?-se os Srs. de engenhos de aproveitar an-
tes prei.os fommodos machinas fabricadas pela pri-
meira cs4a feanetsa deste ramo de mdmtria,
Bicas" e rendas
Vende-se rendas e bicos do Araca%.a pregas
nunca vistos : na loja de fasendas de Canato &
l'inheim ji*ua la Imperatriz u. 16.
Aos sjihoes de nguho.
Vtnde-te j retalho as diversas machinas e cal-
deir.u a vapor, aldeiras de cobre ara cezinhar a
vpur, Oltros, taacos, formas e mais oulros jbjec-
tos da amiga refinado do Monteiro. Pura tratar
>irija-se aos prnprietarios da dita refinaco os Srs.
rlenpque Leiden & C, na imperial aBViea de cer-
veja b. 35, na di Bario d>- S. Borja (Sebo).
Ra da Cruz n. 18
Faritiha de mandioca, soperior em sacos
grande?.
RA DA CRUZ N. 18.
Formas de ferro (alvaoisado,
RA DA CRUZ N. 18.
Vnoos finos de Bordeaux, do Roeno e
de Xerez.
n mais fino qoe s a IfiOOOt
Cbom com 20 qnadereos di papel
Uto, amisade a rs.
Pecas de tranca de 19a s algodSo as
bu modernas a
"eos con saos de colonia multa
' flnasdOO e
Chapeos brancos para baptisados o
nelbor qoe U a U0W 0f
Dotat de botoea eobertos drseda
para vestidos por tedo o preso &
par acabar.
de arela preU a
i de botos de lonca branca a
as coa 100 envelopes fazenda
fina a 800, rJCO e
pelhos de moldara doarada a
Jk*.....*
?ftles pretos volteados para me-
aleas a-
Tmteiros com tinta preta a 80 e
Pecas de fita elstica maito fina a
Lata com superior banha 60,100 e
Latas grandes com superior banha a
Fraseos eom oleo de Pbilocome a
800 e
Frascos cen macassa | Perata a
Frascos eom agua de Colonia verda-
dein a
Ditos cometae de ba josa suderior a
Carritela oitavas a
Caixas cela agalbas fraecezas a 1-60
m
Pecas de tiras bordadas a 800, 660
800 e
Garrafas com a verdedeira agua
florida a
Cartilbas da Poatrina Christaa as
mais modernas a
Livro das misabas abreviadas a
Copos grandes com superior banba
Macos de psflftos para dentes o
melbor qoe ba a
Pacotes com 3 sabonetes ingleses
fazenda fina a
Escoras omito finas para limpar os
domes a
Cabas eom superiores grano pos fran-
^,J00
800
baba.
160
800
1*800
5*000
160
120
800
14000
240
100
20t
2C0
320
800
240
11000
320
600
240
IdOOO
1*300
400
1(5500
10500
WO
600
240
ltenlo
Vende-se um terreno eom 60 palmos de frente
e 300 de fondo, com duas casas de tatpa, as qnaes
rendea 17^06* mensaes, em Beberifae de baixo,
ra dos Clrigos: a tratar no Caminho-novo nu-
mere7.
cezes a
Doaias de facas e garfos de um e
dona botoes s
Tslberes pare meninos a 240 e
Ubras de nha de novello, a melbor
peasive).
Dozia de lencos de casas com barra.
Caixas da liohas com 30 novellos a
Vara da franja branca para toalbas
Donas de metas croas muito boas a
Doztas de msias finas para seebo-
ras a
Duiias de facas e garfos cravadas a
Dozia de palitos seguraoca a 120,
240, 920 e
Navalnas muito finas, para fazer a
barbas
Caixas com peonas de ac com lo-
qoea
Caixas com peonas de Perry fazen-
da fina a
Ditas de dita dito verdadeiras a
Caixas com 20 cadernos papel ami-
sade a
Pecas de fitas para coz com 10'
va/aa a
Pecas de tranca lisa de todas ss
cores a
Duiias de liuba frooia para bordar
a 400 e
Pares de sapatos de traeca a
Duiias de baralbos muito finos a
2*5400 e
Ditas de aga'bas para machina a
Libra de prego* fraoce/es a
Resmas de papel almaco soperkr a
DiUade dito pautado o melhor a
Caitas com jabonetes fructa a 720 e
Carnteia de linba A'exaudre a
Grvalas de cores muito finas a
Ditas, pretas pontas bordadas a
Grosas de bolees de madrvperola
para camisa a
Novellos de nha branca, 400 jardas
Du?.ia de canes de linba branca e
preta e de cores a
Tbesouras muito finas para ochas
e costura a
Caixas redondas para botar rap a
Caixas com pos para lim, ar dentes
fazenda fina a
Ma$as.
Peras,
Jvas
Vendssa Pocas dt a i
a. 9 junio a igreja.
ra estreita do Rosario

AHENCAO
C%egon par a loja d Jandaia as mais moder-
nas cambraias abertas par vestidos de senhora,
qae se vende por barato preto : na ra da Impe-
ratriz 20.
Caf restaurant
SANTA ISABEL
t-Haa da florentina -
Aeeitam-se assigoantis por prec/js maito com-
modos, garanie se ba comida e muito asseio.
60000
160
40000
400
1(5800
1000
800
160
3^800
4(5000
3(J00O
800
1(9000
320
800
10200
70f
800
40
800
10800
208OC
20000
240
30600
4000(1
10000
100
500
600
50C
O
A Nova EspasMPest re sol vi da a ven-
der baratissimo, para as Exms. modistas:
enfeites, forn s para vestidos, botSes, ele. e
tudo mais de quepr ecizaiem ; e isto por
preco muito ctmmodo, com a condicao po>
rem das mesmas Exmas. aunir-se desies
objectos s> mente no dito estabelecimenle
Gnde encontrarlo o bom, por pouco prego -
e desta forma ambos lucrarem, isto a
Nova Espera-, Q3, porque vende, e as modis-
tas, por ci mprarem bom e barato.
Nao haver convulfea.
As criaacas qne osarem dos collares aoc-
dio?, que se vendem na Nova Esperanca,
estr3o iseotos de convuloes; pois sao os
verdadeiros receidos directamente.
E' engranado e destrahe
Os pioes de nova inveocao e que dancam
15 minutos pouco mais ou menos, mudando
sempre de cores, e representando diversos
caracteres, vendem se na Nova Esperance
roa Duque de Casias n. 63.
120
500
10200
IiO.fl
GALLO VIGILANTE
Ra do Crespo n. 9
Os propxietarios deste benr coohecido estabele-
cimento, alm dos moitos objectos que lintum ex-
stos a apreciadlo do respeitavel publico, man
aram vir e acabam de receber pelo ultimo vapr
da Europa, um completo e variado sortimento -
Boas e mui delicadas especialidades, as qnaes <
to resolvidos a vender, como e sen costa'
por prtcos maito baraiiobos e commodos par
dos. com tanto qne o gallo... "
Muito superiores lavas de pelica, pretas.
cas e de mui lindas cores.
Muito boas e bonitas gollinhas e punh
senhora, neste genero o qoe na de mais o
Superiores pentes de tartaroga para eo
Lindos e riqnissimos enleites para c
Exmas. Sras.
Superiores trancas pretas e ce core
Ihos e sem elles; esu fazenda o jue
de melhor e mais bonito.
superiores e bonitos leques de
marflm, sndalo e sso, sendo aq
com lindos desenhos, e estes pn-.to?
Muito superiores meias lo de *
nhoras, as qnaes sempre se vea'
a duiia, eDtretanto que nos as v '* por 30# orj
alm destas, temos umbem gr pernos pr ^
naya. qualidade?, entre as qtr ^{^Jj
Boas bengallas de saperir
castao de marfim com linda- enwnu r,"r'a 9
ras do mesmo, oeste geanr 0 "JWo as flga.
se pode desejsr;alm desr a ^.^ .d oelbcr
de
ja-
ne,
orna-
s para
oderao.
lea.
"fea uas
com vidri-
pode baver
ffia melles bran^
-*50"' para se-
"ra por 30ioo
20(J
Querem comprar ?
Gaardapisa para vestidos ; preto onbranco?
Papa-fina, larga ou estreita ?
Leocus de Hubo, bordados ou lisos ?
Bonitos leqaes, osso ou sndalo ?
A Nova esperanca qaem tem I (I
E novidade!
Acaba de ebegar a Nova sperao;a raa Duque
de Caxias n. 63, booeeos ebonecas, sendo de mol-
des nteiramente nnros, vindo entre elles os en-
gracudos booeeos de borracha : para qae se can-
gam? quando quizerem comprar qualquer objecto
sendo *om, booite ou engracado, lerabrem-se logo
da N>va E-peranca roa Ooqae de Caxias n. 63.
Pomada alpaka
E' muito couhecida esta pomada e muito
apreciada por sua Gnissimaqoalidade, a Nova
EsperaDga quem tem.
Jarros de porcellana
m completo sortimeblo de lindos Jarros
de porcellana (do afamado Bacar) existe na
Nova Esperanca, ra Duqoe de Caxiaf
n. 63.________________________.
PARA NOIVilS
Lindas grinaldas com flores e botoes de
larangeiras com vivos e sem elles, vendem-
se na Nova Esperanca roa Duque de Caxias
n. 63.
FIVELLAS DE MADREPEROLA.
Bonitas fivellas de madieperola lisas o
bordadas proprias para pulceiras, vendem
se na Nova Esperanca roa Duque de Caxias
n. 63.
PABA AS FLORISTAS
A Nova Esperanca- a ra Doqu de Caxias
o. 63 acaba de receber folhas para rosas e
d'outros moldes, a ellas antes que se sca-
bemM!
de
ms
der, *Veia, teso, b -irracba, ^c em>
nos, Donits e airosas ehicoiiohos de cadeia
de outras qaalidades. uoia 8
lindas e superiores liga (Je seda e borracha
pra segurar as neias. '"
Boas meias de seda pata senhora e para mani-
.as ae 1 a 12 annos de idade "
Navilbas cabo de marfim e tartaruga para Uer
barba sao murto boas, e de mais a mais sao I'
randas pelo fabr.csnte, e nos por ausa ve .
bem assegnramos sua qualidade-e delicadeza.
Lindas e bellas opsifas para uoiva.
Superiores agulhas para machina e para erorM
ligrimo* peso' f^ousaparaeUfc r
fttns baralhos de cartas para voftarete, assim
como os teios para o mermo fim.
Grande e variado sortimento das melhorrs ber-
fumaria?, dos mclhores o mais conhecidos f
bricantes.
C0IAHES DE BOYP,
Electrices magneteue eon^ra ij
focianr ; denticSo das la**-. -,.
mosd,sdomu,,o\.^W^e^rSioS;
S5S e rc"B,'noi"nos a recebe-los por todo" os
'apore, aOm de que nunca hllm d merclo
onvnlr'e.-,
Oleo para machinas
Vndese na Nova Esperanza ra Duque
de Caxias n. 63.
loja
Veude-se
os predios seguidos i um sobrado de um andar e
soto d. 4, na roa Visconde de Itaparica, outr'ora
ra do Apollo, um armazem d. (6 na mesma ra
cima, e um siliu n. 1 na estrada do Arraial : os
pretenderes poden dirigir-se ra da Aurora,
casan. 38. onde obierio os esclareeimeutos pre-
cisos.
A viuva do lente cirurgio Braz Machado
Pimentel vende o seo sitio da ra do Cabral da
cidade de Olinda : qaem ibe convier dita compra,
dinja-se ao referido sitio a tratar com a mesma
viuva.
E^pingirdas Lefancheux
Vendee cargas de adarme 12 para estas espin-
gardas : na fabrica a vapor de cigarros, raa larga
do Bosario n. 31.
ama das melhor3 casas na povoacao de Eeberi-
SS :J1De">Pr.etPnierdiriia-se ra da Moeda n.
da, da< 9 hers da manhaa as 4 da tarde ; e Um
bem se vende asa casa em Olinda era boa locali-
dade, com muilos commodos e com greode Quin-
tal, s
Grande liquidapo
CAMBRAIA LISA BISPO A 3^000
Peca de cambraia lisa fina Bispo com
8 1/2 varas a 3)51000 na ra do Crespo n. 20
loja de Guilherme Caroeiro da Cunba,
Avadado
i
56 ARa do Mrquez de Olinda56 A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este antigo estabelec ment assaz conhecido como principal e/ecommen-
dado pelos grandes depsitos e b-ms sortimentos com qoe sempre prima em ler das
txelboras, mais acreditadas e verdadeiras machinas americanas -paba algodAo, desde
10 60 atRRAS, bavendo em todos os lmannos diversidades de ^y8^emas e melbora-
mentos para perfeito e rpido descarecamento; tornaras? dign.is de seren vistas e
apreciadas pelos Srs. agricultores; os qaaes, alm dist\ encont--aro tambem mais :
Apurados vapores locomoveik-, de orca
de 3 4 cavallos, e perleoces. ^
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e la-
deira.
Carros de mSo para atierros.
Tinas demadeira. .J*\
Balde de da. I Bj
Ditos W'ferro estanbado; '"'
Ditos cprn vlvula pira lavatorios.
Dites de madeira para, compras.
Apparajbos para jardius
Guardas comidas.
Tamp
Tarrac!
Ditas
Trens pa
Temos
^
cobrir pratos.
fazer paraaos d Ierro,
de madeira.
9
Correntes para arraslar madeira.
Cylindros americanos para padarias.
Perteoces avolsos para machinas.
Salitre refinado.
Breo superior.
Moinbos de diversos fabricuie; para
milho e ca'
Debnlhadores para milho.
Aiit de .perrnapefe para machinas.
Camas do ierro.
Bombas de Ja; y,
Ditas americanas. j^
Cofres de ferro patont^. & .
Caaos de ferro espaitados.
Ditos de dito estaobado.
Ditos de ebumbo.
Ditos*! borracbs.
Folies $b.ra ferreires.
-
algodao eom pequeo toque de avaria a 3#d00 a
pega : na ra do Cre.po n. 20, loja de Guilberme
Carneiro da Cooba
Vnde-
se
na ra D;reta n. 32 A, ama armago com todos
os 8eus pertences, prjprio para qualquer Dgocio,
astim como urna borra de prova fugo.
Vende-se ;> peqai-na taberna da ra da Hora
estrada de Joo de Barros : quem pretender diri
a-se mesma.
Veude-se um carro para trabalbar na alian-
depa, am boi e. urna carraca : qaem pretender
dinja-se raa da .mperalris u. 39, que achara
com quem watar.
NOVIDADE.
A loja do Papagaio acaba de receber am com-
pleto sortimento de sedas lavradas de ama s
car; assim como am esplendido sortimento de
poupelinas de seda, Unto am como oatro sao de
lavroree inteiramente noves, e as cores sio as
mais delicadas que at boje tem apparecido neste
mercado, sea preco lao commodo que nSo ha
qaem deixe de comprar : na roa da Imperalru
n. 40, esquinada ma Sete de Setembro, amigo I
beco dos Perreiros, loia Se Mandes & Car valu. 1
Catbarina, sac-
VtndB-se um pequeo ribo coa) casa em
bom estado, contiguo a estaco de Agua-Pria em
Beberibe : no 3 andar do sobrado n. 36 da ra
das Croie.
Vende-se um bom terreno proprio para se
edificar, na ra da Destino, freguezia da Boa-vis-
ta ; a tratar no 3 andar do sobrado n. 36 la Tria
Jas Crur.es
U
Seraphinas ou har-
mnicos.
No armatem de Joaquim Antonio de Aranje
C. ra do Mrquez de Olinda n. 11, anda ezis-~
tem ptimas seraphinas de nogaeira, com excel-
entes vezes, e se vendem barato para acabar.
antiga
N. 2'Boa do Bar3o da Victoria,
ra Nova N. 2.
Amaral Nabno di C, convidara os fenhoi
amigos e fregueres par vlrera rer nrn comptelo
soriimento qoe ac>bnm de receber da Europa'
&Vestidos drt blonde eom veos oras de larn
\\ para noiva?.
iDitos de seda de rres e.tfatieados.
^'D_tos de DI de.seda preprio para "bailes; ca-
saieoios ete.
fttos de cambrsia a de chita de cores.
Coleos* oe seda e de lia e seda de diverjas
i-ore-.
Bonrtfnx eseccte* de IJa, gajfo inlejrarneue
moderno "
Bateleqnesde 12a e seda om capux
Camiinhas da camvraia ii liebo.bordadas.
Heias e o ds Eicjcia detOTM para ssnhoias
" brmjas tle aigcda^
j chapeos de edt e -Je lella^ an-
n* para ,00.
Vende-se um grande sit o no povoado de S. Loo-
rengo da ftf.itta, com 800 palmos da frente e ou-
lros tantos de fundo, a limitar-se no rio Capibari-
be, com uv>a commoda casa de vivesda de pedra
e cal, ejebeira com estribara para 10 a 23 ca-
valk>|. urna, boa padaria oas cendiedes de bem
Succionar, arfore fructferas, etc. ; este sitio,
qae ha 16'aonos'tem seiv'do de hotel, actta-te si-
mado no roe'hor lugar daquella povol^ao, vlto
acMar-saero freate a otora estacoda via-ferrea:
os pretedoeote* poderlo dirigir se ra do Bario
da Victoria n 13.
Chapas de ferco galvanismo para cobrir
casas, etc.
De 6 pes a U860eada ums.
De 7-pea a U*t*\ idera.
De 8 fes a 3*700.
em casa de Staaw, Hawke A C, n. 6 roa da
- ioaquim Jos Gon$alves Beltro tem para
vender no seu escriptorio roa do CjmmerJio n.
5, os gneros abaixo notados, que vende mais bi-
ratodo qae em outra qualquer parte :
Azeitonas em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Caf muido em massos de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca martel frres.
Enxadas.
Parraba de mandioca de Santa
eos de 3 e 2 alqueires.
Dita da Babia em saceos brancos.
1 Dita de dita em barricas, proprias para casas
particulares.
Fio de algodo da Baha em novellos.
Fouces.
Msxados.
Nozes.
Obras de pal betas.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Palitos para denles.
Pregos sortido?.
Panno de algodao da fabrica de Todos os Santos
de Pedreso os Babia.
Rolha?.
Rap popular da Baha.
Botim-em fardo.
Retroz dos melbores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranho.
Tabaco monte da Babia.
Verniz copal.
Vinbo do Porto engarrafa jo, caixa de (2 car-
rafas.
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar
Dito moscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeaux em caixas de ama duzia.
Dito de caj em caixas de urna duzia.
Ra do Vigario n.27
No escriptorio de Jos Joaquim Lima Bairao ha
para vender se :
Prgis de diversas qaalidades.
Feobaduras de broca do todos os tamanhos, e dos
melbores fabricantes do Porto.
Cartilbas de douctrina Chrisla. i
Mercurio de Li.-boa.
L>nba de Roriz.
Superiores eiganos do Rio de Janeiro, da fabrica
de 5. Loureoco,j bem cooheciJos pela aceita-
tao qoe tem tido oesta provioca.
tomo ja tem acontecido, asaba c: mo pois, coderao -
aquelles qno dees f-recarem, vir ao deposito do
gallovigilante .acude sempre encontrar., de.- es .
verdadeiros c. llares, e os qaaes atlendendo-se a
/im para que sao aplicados, se venderlo com um
mu diminuto lacro.
nw^fiSS^'9' avisia dos obJeo raos declarad, s, aus nossos freguties e ai,-, c. < a
virem coii.prar por precos muito ratoaveis i
QQ gallo vigiiaate, ra do Crespo o 7.
Ra do Im erador
n. 37.
l'n:t ilcpotilo daantiga e acre-
llaili fabrica lo Barbalho
do Cabo.
-Neste bm sortido armazem existe um erin^
sortimeuto de louga franceza, mnilo uti< para ea"
sa de ramilla, coma eja alguidares ptpeiros
e pancllas, tudo grandes e p.quenos, e bu-
Mides psia manteiga; todo de barro vtrado fran-
cez. Assim romo um completo surtimenio de lou-
C-a do Darliuilio, como seja : jarros paia 4 e 3
canecos de agua, piles de um a d-u; canecos
muringues esfraderas, quartinhas do Barbalho
e na Baha, vaz-^s vidrados o por vidrar para .'ar-
dim, cacus grandes e de meio para Dures, ditos
ditos pequeos para tirar planta--, canos vidrados
e por vidrar de 2, 3, 6, 10 e iz pt-legadas,
renos pjr machina e que aiui nao ba na provin-
cia a excepcao dus vindbs de (ora ; tudo meihor
pela qualidade do barro e mais baraio do qae era
outra qual.iu-r parte. Em porco se faz sbati-
ment de 10 15 por cento ; s na ra de Impe-
rador n. 37. v
A revalesciere du Ba; ry de
Lon Toda a daeng cede a Revalesciere da Barry,
qua da sade, energa, app-tte, dgesto e des-
canso. Ella cura as dispepsia?, gastrites, humo-
res, acidez pituita, flato, enjps, vmitos depoi*
da comida e gravidez, con tipa$5es, tosse, asthraa,
affecciiss Dulmonares, bexiga, figado, cerebro e
sangue ; 60,000 curas, indurado muias deilas no
Brasil.
A revalesciere ctocolatada do
em p,
De/cioso alimento para almoco e cextf
autnvo, sriiflcando os ervos do estumsRo sem
causar o monor peso nem dr de cabeca, nem ir-
Unco deposito para o Brasil em Pernambuco
na pbarmacta americana le Ferreira Miia Je C
ra do Duque de Caxia3 n. 57. (Todo cuidad*
com as falsftCagaes.)
eiav mu
J qhegaram.
As desejadas Cimbris civx, e dita com floJ
re? de !a, ao 63, ra do Duque de Caxias.
-* J. O. C*Dyle, lera em seu arraaam para
vender o segulnte.:
-"Odflwc.Hennfssv,
ViohoXMz.
Vinbode'Lisboa.
Filiradeiraj
11 piano de um dos qwlbores fabricintes.
: Ra do Commfr
Ca' !e Lisooa^
Seif Leaveuing Flour
Farinha de trigo j f.rmentada, propria para
pao, bolos, poddiugs, etc.. em macos de 6 libras:
a venda nos armazsns de Tassi irnos A C
A aguia de oro~
NA RA DO CABUGA' X, 1 A .
tem leqaes todos de madreperla,, o melbor que
tem viudo ao mercado. ,
oces, fructas e IL.res.
Ra ;'a Cruz n. 13' veode todos rs da.- :
Prezunt.) em Hambres a libra.
Lanches todos os das, e difireme*.
Ge a de mo de vacoa em copos.
Doces crystali>ados de ilTerenles fructas.
Bollo,poJins e b ns boceados.
Bandeij s com bolliohos, enfeiladas
Bouqueis de eravs para a. ivas.
Flores avulsas'e em boupuets.
Sorvetea lodos os dias a ooote.
PAO RAM0N0A
Uoico deposito no Reeife roa das Cruz n. 13 sem
a Horacio J.s prec ,s. ^
\en-,'a Ju;
primeiro imir:'
p, ara da Cru,
alug.i
0.1-
Grao.e sonimei
de l* qualidade; vrnde
" crande pernio : na
rr.ern 17.
Nos C>eilios D.
vallo* de se'la, novo- e bons, sem defeito algum.
'"&
:
S


K
*
inio
lonr^e emito te T87I
V
u
Atiam
n vTUi
ldqohn .1
tat, veade M llaf americanos verdadeiro
a prefns iHMriww k. 3 \.
Mo fe* nsaie caieeltua braacas
Tintara japones.
S antea approvada pelas as academias d
le tem ap-
roa di
todas as bo-
ieaseeasa Fio* da Ba-Vista
DE
Paulo Gnimarfies
O proprietario deste bem onhecido es-
tabeleciraento contina sempre seguindo soa
antiga forma de priroeiro barateiro da Boa-
Vista e para melljor pro va admrern os
precn segulntes :
Guitas escuras e claras cdres finas
o covadol60 tOOrs. a. 400
Cambraias de cores 210,280 rs. e 320
Lias para vestido 280, -320 rs. e 400
Creps escocezas faienda nova a.. 610
Alpacas lavradas d'bfi s cor. 720
Cmbrala branca transparente pe-
cas a SJ3 O e.....8)5000
Ditas dita victoria a 450OO e. 85C00
Jiramente com 10 palmos de lar-
gara, varas, a 20000 e. .
MadapolJo soperior pecas 55000 e
Algodoa 45000e.....
Brim pardo trancado 'pechntha
covadoa.......
Dilo dito, liso muitu uno a. .
. ulras moilas mais fazendas que vende-
r por precos baratissimos como sejam :
pannos pretos, ditos atues. casemiras pretas
e de cor, merin3, brins brancos e de co-
res, s ia para colletes, camisas inglezas para
bomens, raeias, chapeos de sol etc.
Officina d'alfaiate
Os digaos fregaezes encontraro ora gran-
de sortirnento de roupas feitas desde o
mais inferior vit ao mais superior que se
a:be no mercado, assim como se manda fa-
zer toda e qoaiquer obra d'encommenda
ieitas a capricho, pois para este misier se
soba munido d'om perito meslre. Garante
se fazurem se menor -20 % de que em ootra
qtialqier parte pelo o motivo de o freguez
s psgar o que compra e n5o o aspecto do
eslabelecimento.
48Roa da Imperatrlz48
JUNTO A PADAKIA FRANCEZA
25500
65000
55000
320
320

tau-fuiuzEii
Of'Oi Uiji
is lOftJ 8fbtilltld '.J
A iffi
I>i $1 l, .11 tff
>m '
DO* t.uu
felix nmm u silva to:
NA RA M
S a dinh^iro
I
Os propietarios deate estabelactMato tendo grande.necessi
solvido azer urna verdaderanqnidacjiofea m\
os seas artigos: para o que convidan**, re^peitavel pubJcoJaita
menso deposito que tem de fazendae e frarlde urgencia
a verdadaifa *qatd*cfe> fe* Mandes a
para o que convida*
poii Ibe garanten qae en parte algosaspoderse .anconi
mo nSo comprarlo pelos precos qte aa.Ibe pode' vender nal
virtindo-se que s se vende a dinneiro viste. Os mesmos p
lecimenta rogam a todo os sena devedorea deU praca a favor de'
bitos, e todos aquelles que estivrem devenido contas antigs e 6
ser encommodadus judicialmente.
00* ,
i
m
-1107 & Ofc
-id? th Gt
si*

&
Libras sterli ms.
Venle-se no armaaem de fazendas de Augusto
F. do OliveiM A fi., roa lo Commercio n. 42.
Tam venda em seas armazens, alera de ontros
irrtoa de sea neg io regular, os seguintes, que
fa'em por prejos mais mdicos que ealou-
t qrsK'iaer psrte :
PDKTXS de pinbo almofadadas.
POf!TRHtA8 de forro para cercas.
SALITRE males.
SSrKIRAS d:>. India \.\xx carna o forrar salas.
2ANA8 de barro- fisucei para esgoto.
*iSSSO superior era poreSes e a contento.
'JE^-iTO i* todas as qualidades.
HAiuNAS de de?.aroear algodo.
;AS e brinzoes da Rn^sia.
}DOS americanos para forro de carros.
?-n-rjjpj americanos muito bons e econmico?.
JeBordeaux.
S : C sopcr!ir de (antier Freres.
?ARSLLO em saceo grandes a 33500.
AGOA florida legitima.
3ALANCA5 .lecimae--.
CAHKIftAS americana?.
RHUM da Jamaica.
AZULEJOS de LUbr-a._______________________
Cemento Portland
Pin barrieas d:; 13 arrobas preco mais com-
r::.do do que em ouira qoalqaer parte, vende-se
Boa ar.-rm-ns de Tas no lrmaos & C_____________
Coatra a tosse
pASTLtlAS PE1TORAE5.
de
r.i.mma simples crystalisads.
Dita' de aneio
:;.,!T d'Arabia.
Seve de pioho maritiroo de Lagasse.
E oniris mailas que mnito se recomandam pe-
lis'snas excellentes qualidaies.
Vende na
PHARMACIA E DROGARA
DB
Bartbolomen A C
34-RA LARGA DO BOSARIA-31______
GRANDE
LIQUIDACO
Roa do Crespo n. 20.
Nanuc liso de cores lindas para vestido a 240,
280 e 360 o covado, chitas escoras Anas m bar-
ra a 320 o eovado, baratissimo : na loja de Gui-
iherm* Carneiro da Cnnba.
FIO PARA S&'COS
Vende-se em easa de Okell Bindios & G", a
na da Cruz n. 11.
OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO
DA
TERRA NOVA
DE
_. H. LAC0M8E
Eite oWtqua tan boa acceitacao lem merecido,
muiti se recommeada por ser o mais pnrrflcado
qaa at hoje tem vinlo, e ainda pelo boni paladar,
superior a cutro qtulquer : ende-se no deposito
especial de Bartholoawa & C.: ra Urga do Ro-
sara 34.
Xarope sedativo
DE
Casca de larahjas amargas
COM
BROaIURETO de potassium
DE
Liitoze
Este novo preparado aprovado pela academia
imperial de medicina, mnito se recommenda pela
aua aceio sedativa e calmante, sobre o systema
nervoso, o bromureto de potassium, nao deixa de
dar oa mate eertos resulUdos as diversas affec-
coes do organismo e principalmente as molestias
do coracao, das vias digestivas da respiracao, das
va* geuiio-arinarias, na epilepsia, oas molestias
nervosai da prenliez, na iosomnia das enancas
arante o perioao da dentico etc. etc.
Vende-ae na phannacia e drogara
da
Bartholomeu 4 C.
34-RA LAR3A OROSARIO-34
Oerveja em harrl, de su-
perior quidade
Vende-sa en casa de S. P. Johnstcn k C, roa
da SeoxaU-nova n. 42.
LS* alaban be riladas do Parle.
Alsacianas com lindas liaras de seda
14000 o covado.
Ditas lisas com mnito brilho a \& o eavade
Allantas, fazenda e moito gost) teoida
com seda a 710 ra. o covade.
Ditas com qoadros de seda e cores maHo
delicadas a 610.
Poil de chvre, d'oma s cor eom ntot
brilho a fiOOrs. o covado.
Merinos escosseies fazenda de moito gosto
para vesRdos bomoas e roopas de eemo
a 640 rs. o covado.
Garguro mnito bonito, tendo de tedas
as cores a 400 rs. o ovado.
Liasinbas ncodernas eom difireles ges-
tos a 400 e 500 rs. o covado.
DiUs ditis a 280 e 320 rs. o covade.
Bareges transparentes com dffferentes cd-
res a 160 rs. o covado.
Alpacas de cores lisa e lavradas famnda
de muit) gosto "a 500 e 800 rs. o cavado.
Cassas do Pavo.
Cassas inglezas com bonitos goslos a 200
e 240 rs. o covado.
Ditas iuissimas a 300 re. o- covado.
Ditas francezas de inuita phantasia a 400
rs. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazenda
moito una e bonita a 24500-e 34000.
Ditas d'organdy branco- de cores- a
24300.
GAMBHAIRS LARGAS A 800 RS. A VAJfA.
O Para; tem cambraia branca transpa-
rente de boa qualidade, cota 8 palmos de
largura, que apenas precisa 4 varas para
um vestid e venda a 800 rs. a vara, dita
(iuissima da Escossia tendo a mesma larga- '
ra, que vende a I4t>00.
i:A.MURIS BRANCAS A 44000 E 44300
O Pavo tem pecas de eatnbraia bracea
transparentes com 8 1/2 vara que .vende
pelo barato preco de 4500O e 44500, ten-
do tambem muito Anas de 54000 at
104000.
Ditas tapadas ou Victonas tendo de 34500
a peca at a mais fina qae vem ao Aer-
eado.
CORTES D'ORGANDY A 44000.
0 P-wao tem cortes de organdy branca
com 8 1/2 varas que vende pelo barat > pfo-
Co de 4^000, assim como Snissimo organdy,
branco com listrinbas e qoadnohos o me-
Ibor que lem viudo ao- mercado e vende
pelo barato prego de 720 rs. a vara.
SAI AS BORDADAS 44000.
O Pavo tem um grande sortirnento de
salas ricamente bordadas, sendo de 4. pan-
no e vende pelo baratissimo preco de...
44000.
Ditas muito ticas a 54000 e 64000.
Ditas-de cor sendo de las, bordadas e en-
feiladas a 44, 54, e 64O0O, assim somo fa-
zenda bordada e com pregas, paca saias,
que se vende a 800 rs. 44000 e 14280,
sendo preciso apenas 3 i/i varas- para ama
saia, pecbincba.
Crosdenaples preto e de core.
O Pavn j tem um grande sorlimeuto de
grosdenaples e gurguroprelopara vestido >
tendo de 14600 o covado alfr ao mais su
perior qne costuma vir ao mercado,.assim.
como um grande sortirnento de ditos de
todas as cores e branco e um bonito som-
tenlo de setins branco e de cores qae ven-
de por precos muito em conta.
Poupelloas de seda a #QaaO.
O Pavo lem um elegante sortirnento de
ponpelinas de seda lamo lisas come lavra-
das as mais modernas que tem viudo ao
mercado e vende a 24000 o covado.
ESPARTILHOSA44OO0
CACHENEZ a 44, 54 e 64000.
O Pavo vende esparlilbos de todos os ta-
manbos a 44 e 54003, cacbenez parisiense
com delicado ponto e de cores, a 44, 54,
e 64000.
Para noivas.
0 Pav3o tem rico gurgurad de seda, bran-
co. Grosdenaple branco mnito encorpado
Agracianoas brancas com listras de seda
Ponpelinas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, lavradas e lisas. Ci-
pellas com palma de flor da laranga com
ricos veos bordados, que tudo se vende mais
barato do qne era oulra qoalquer parte.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANGLLAS.
8 84,104,124 el 54000.
O Pavad tem um grande sortirnento de
cortinados ricamente bordados, proprios
para camas e janellas qae vende de 84 at
164090 o par.
Pecas de cambraia adamascada con 20
varas a 104000. crochet ricamente brdalo
para cortinados a 14300 o metro. Assim como
ricos damascos con 6 e 8 palmos de larga
ra proprios para colchas de camas e tam-
bera ricas colchas de damasco a imiutfo de
seda e* ditas de ero. bel as mais bodas qne
tem viudo ao mercado.
MUSSELINAS DE CORES
COVADO.
O Pavio tem om bonito aortiaente de
musseiinas de cores, padroes inleirime&U
io:>ejiJ
rtfSTAO MARCO A 36, fiK a OU U
O PavSoUm omgraue smmtto^
aiWes bfaneos proprios para veKiOof
Pdstoas da aatomoi qm inadm> 360, W%
e 800 rs, eovada, aasan coa ditos de
,j.fc ALfiOOAOWMHO A,9*m>~
O Pavio leu pt^ie da altjodidsinbo muit
boa qualidade qm vende pelo barato prego
de 34209: a pe$4, Die muito auperioves
da 44000' para cima. AlgodSosinlio enfes-
tado cora a largara precise para o' lea col,
sendo uso moito encorpado a 900** o
metro e ojio entraocado cera a mesma lar'
ora a *42B0 a vara.
RAMaNIES A WDOi 14-J)0 MStAO--
O Pavo-tem superior braatanta de a!-
godo sendo preciso para, um kocul apaas
um e meioaetroe vende a I4600e 14800;
e de liutio fasenda mane encorpada, com a
meema largura a 240e 245O0V dito fran-
cs do mais fino que tem > iodo ao merca-
do a- 34000, 39600 e 440QO.
ATOALHA4K).
O Pavo vendo soperior aioalbadoa 14600
e 24090'a vara,-dttO'Oe liooo razesda muito
superior de 34000 pira cima, sendo ada-
mascado.
Fazentla para luto
O Pav3o tem oaiTrande sorilatento 4e
fdzeadae pretas pera luto, como sejaaa:
Merm preto eom 6 palmos de l*rgrjra
para vestidos a 24000 e 24109 o colado
Merinos pretos e de cordio para todos
os precos e difJerente* qualidades.
Bombasinbas para lodos oe pregos.
C mtes e alpacas-pretas. Lasinbas pre-
tas ou cassas de laa de 360a'500 pe. o
covado.
Cassan pretas francezas; e inglezas de-to-
das as qualidades.
Cuitas pretas fraocezas e inglezas de 200
rs. parameaa.
Crep preto par veos.
CASE.VIAS-PARA CALCAS A 44, 54, 04.
74 B.8I-JO.
O Pa>vflotem om- grande sortirnento de
cortes de casemiras-de edres para caigas,^
sendo es raaii modoroos que tem vinlo ao\
mercade vndese de 44 at 104000 o
corte, ditas em pecas fraocezas o inglezas
para caucas, palitots-e Golletes qae vendo de
14800-ai 64000 a covado, dita escotas a
prova d'agoa que vende a 54 o corte 00 a
34 o covado, sendo-estas casemiras mnito
proprias para meninos de escole por sereio
es;uras e de moita dnrac9o.
CU1P0 DESOL.
O Pavo lem superiores cbapos do sol
de seda inglezas que vende a 1 u4, ditos com
bonitos cabos da verdadeiro marm a 14,
164- el 84O0O, ditos de alpaca de todas as
qualidades.
CASAQUINHOSvA 154.184SB 204000.
O Pavo tem, um grande sortirnento de
ricos casaqainhos da seda preta moito bem
eufeitados e moderaos que vende a 15&
184 e 204000) sendo fazenda de muito
mais valor, assim. como ricos chales pretos
bordados com franjas Urges de retroz a
104 e 124000,
PANNOS Dfi.CftOIH PARA CADE1RASE
SOPH.S.
0 Pavio. tem um grande sortirnento de
pannos de croch proprios para encost de
cadeiras e de sphs, assim como am rico
sortirnento. de tapetes de todos ostamanbos
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 44, 4500 E 54.
O Pavo tem pgas de madapol3o con: 24
jardas 00 20 varas que vende a 44 e 44500
a pe(a, dito moito ao e largo de 64 para
cima, dito tranca do melbor qae tem viudo
ao mercado, assim como dito Gnissimo em
pecas de 40 jardas.
Cortea de chitas.
a 14600, 24OOO e 24800.
0 Pavo tem cortes de chitas francesas
com 10 covadoa, que vende pelo barato pre-
go de 14600 e 24OOO, ditas qae vende a
160, 200 e 280 rs. o covado, tamban tem
um grande sortimeAo de ditas finas claras
e escoras qae vende a 280 e 3i0 r. o co-
vado e fiaissimas percalas miudiobas propri-
as para camisas, vestidos e roupas para me-
ninos que se venda 4 360 e 400 rs.
COLCHAN I CHAMBRES.
O Pavo tem um bonito sortirnento da
chambres da cretooe, que vende a 44. aasim
como cobtrtas da mesma fazenda a 24500.
LUENGOS BRANCOS.
O Pavo tem lencoa brincos abanhados
que se vande a. 24*00 e 34. a dosis, drto*
graudos de merino- sam sar abaafaadoe a
34200 ra. a duzia ; assim como bonitos len-
cos bordados para mos.
Ilrlau par calcas.
0 Pavaotem grande sortioMoto de brins
brincos de Habo trancado, assim como um
grande sortirnento de brins de cores mnito
A 400 RS 0 ocorpados.aeodo escaros claros qos se
vendan mais barato do qne en ontra mil
qer parte.
PARA CALCAS.
novos e cores flxas, qne vende a |9) rs.
covado. Ditas brancas muito floas a '
M",
Companhta fluvial
Vende-ae W> accoes areompaotiia flavial de
navegaco a vapor do abraabi : na roa do Vi-
guio n. 16, i* andar, escriatrio de Joaquina Ge
rardo de Bactot, onda
aadaraeinienios.
te Aario oa necesarios
para vestidos a roopas de meninos a 710 ra.
9 eovado. Cretones de corta moito encor-
nados para vestidos a 600 a. o cotilo.
RA
Chegaranl aa Baear Univerealda roa Nova
o. 22, um sorlmttfto de achinas para cos-
tara, das, mebooBsiipalidades que existe na
Ameri3 das apee taojtas jaSoberaco-
nbeeidlos fbfJauloteB, oomo sejam :
WelleHrrTilsmr, TOoVBf I* Bbker Silen-
cioeas, Weed e Iraperiaes e outras moitas
qae cora a vista deveras agradar aos coa
pradoras.
Estas mtornas tefo a vantgem de fazer
O tra'bafho r}d 30 costOfreiras podera fazc.r
diammente e eosem com tanta perfeigo
como as mais perfeitas costureiras. Garan-
te se a straboa qaalidadee ensina-se a tra-
balhar com rjeajMcio ramenos de urna
hr, e os precos s5o t5o resumidos qae de-
vora agradar aos pretendentes. *

*4
4,
K$>
%%
1
Ur
., "'-"???>
Jegairaente aatonsado e approvado
pelo conselho de sade.
NICO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU C.
34Ra larga do Rosario34.
Cortes de brins d'abjodSo, fizenda moito
eadorpadoa 14280, brim parda iaro a es-
500 rs. Metim brinco da India moitafino coroa 400 e 440 rs'., dito traasada at a "* 'm e a retaiho,
tais fino don costana vir 10 nrrcado rfi-
ic&nhos ilcu a roopa da aMainos.
A loja do Pavio acha-se con Untemente aborta das o horas da maubU at ai
horas di noite, i roa dt Ieiperitrii i. W.
l*ara sueco e fogueteires.
PARA ASSUCAR
CEiWEJA DE MABCA
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos da Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
A verdadeiras trazem os nneseros estampados
om pejas e nao as etiquetas.
Vendem-se
Em casa de
A T. JEFFERIES 4 C
46 Ra do Gommercio 46
BAINS DE ANGOLn
OS LEGTIMOS
Traaena ca cada peca ana Mne-
te eom o uouie
nicos importadores
7. JEFFERIES A E.
!** f pajel
Oa propietarios deste elegante eatabelaeimento tendo. ajaliaU OAMkttCfrjm
flzenm para o collwarem mi eon9kc8w de nma griadTdmjfa^tarim Bttait
rigoroso principio se nio vienen ai colromnas de Jornal scientfflear ao respettatel aa-
blico, qae no memo estibeteclmenlo eneontrarl sempre o mais eowvieto lortlmao
de jolas, como ejam : brincos os mais moderno*, para adornaren! as deMcada tve*
Ibas do bello sexo, e que se vendem a o*,9 e I0| o par, ditas para meninas a 4,3 e "
ditas de coral, obra de aparado go. a 64/ brocbei modernos de 3 a 13|, ditos com aedrai e em stns flevidas caiiiatua a'
10. 11, Ifl e X>J, rosetas Ksan, pnrm bem tratnthxdi, deli" l H, dioFeafll
pedras de 4 a iSf, eafofet a if, dha's coffl Inacrip^Ses a 31300. anneis o> diferios
fostos, e eom bonitas padras a t, 9 e 41; ttas de perolis, eaawraidii e robles a
ricas rroEea de esmeralda e robim a 1), 14 e 1SJ, ditas de onro coral coas
toirraphtcas a 3, 4, 5, 6 e 7#, flva de coral a 2#, padeiai pan reotloi a ~
8*800 a oftava,gnarnif5ei eom fre Jwtoes para abertra i if, ditos dwpedl_
o par, ditos para ponhos os mais modernos a ? e 8$; lem 9 am vartadfeshm_______
to de joias de apnrado gosto qae recebem por todas o vapores da Europa ; como
*!* : wheos, braceletes, aMnete, aderecoi completos, erares, roxe
brllbaoft, awrallaa. wrotas e roma. MMnSe, vottas. trmcetlm,
tras e de versos modelos, otlos e pweinex de oaro e prara donttdl, .
ro e prata de afamados fabricantes, salvas de prata de dwriws tanttnws,
ro e faqaeiros, colbere para cha e sopa, orracas para ertatrca, e urna llMin"ai
objectos qae seria enfadonbo mencionar-se.
Os propriettrlos da flor de Ouro garaotem vender mais barato qne em qtr
qoalqaer parle, para qae eatara aoerio o eatabeteelmemo das 6 tioras n manhl aa 8
noate.
da
GRANDE QEIMA
AO 65
RA DO DUQUE DE CJBfftS
(Antiga do Qt^imado)
Peco que se nao aomirem dos precos de algues artigos qoe passo a encioTjar.j
por vetes tenho mostrado qoe s desejo vender barato a im le poder vender moita
e n3o ba qnem me poesa retirar do mea firme proposito ; podando desda ja esmerar
ao Ilustrado povo pernambncaso, qae nesta casa eomcercial se encostra sinceridade ate
tractos, afina de se poder conservar a numerosa tregaezia qoe me tm honrado em vir
em nossa casa, e para o augmento da mesma.
PRECOS
Lencos chinezes- a 30C0 a duzia.
Ditos brancos de a!god3o a fono sor-
mento completo.
Completo sortirnento de camisas nacio-
naes, fraacezas, allemes e .inglezas.


Vende-se barato, om piano, de ara dos mais
afamados imbricantes : a tratar ra do Com-
mercio n. 38.
KefnadoRes de Pcroambuco.
Chegaem pechincba, carvio animal a I 600 :
na acreditada fabrica, dos Qos das salinas de San-
to Amaro, deposi xy na roa da Ponte-velba n. 14.
Prete ide vender por largo tenpo por ler vindo de
Lisboa grandes porco a por quasi lodos os navios,
e O m os raelboiamentos ultimaraenu introdmi-
dos no machintsmo, produz a dita fabrica 80 ar-
orbas por diax cumecaado de 15 de agosto em
danta.
Pecas de madapoISo a 3fiS200, 4^0C0,
4^500, 54 e 6*000.
Ditas de dito muito fino a 650O, 7&.
e 95000.
Dita dito enfestado peca de 12 jardas a
3,5500.
Dita da algodSosinbo a 35, 4& e mais
presos.
Ditas de dito moito largo marca T a
40400.
Ditas de cambraia transparente a 3,5200,
3^500 e mais precos.
Ditas de dita lapada (oa Victoria) a 4
e mais presos.
Cambraia a imperatriz muito fina e
larga.
Dita imperial com cordosinhos,- fazenda
moito moderna.
Mosselina branca, covado 300 ra,
Bramante de linbo com 9 palmoe de lar-
gara 15800 e mais precos.
Dito de algodao a 15500-
Atoalbado afesloado fazenda superior a
15800.
Brim de algodo de cor a 400 rs. o
covado.
Dito da Rossia, a 500 rs.
Dito pardo trancado a 300 rs. e. mais*
precos.
Dito branco de linho fazenda mnito supe-
rior a 15600 a vara (vale 25000).
Grande sortirnento .de brins de linbo de
edr a 500 fs. o covado, fazenda qoe se tem
vendido a 15200.
Grande sortirnento de casemira, cnsta o
covado 15*00, 25500 e mais presos.
Damasco de laa fazenda finissima.
Cortee tde casemira para caiga a 45500,
55, 65, etc.
Flanellas- de la riscadinhas a 640 rs. o
covado.
Cobertores de lia de xadrez faaenda supe-
rior a 55-.
Grande sortirnento de bal5es. '
Cobertores de alged3o a lH00e 25500.
Cassas de salpicos a 55000 a pega.
Palitots d casemira a 55010 e mais pro-
cos.
Ditos de alpaca a 35500 e mais pre-
sos.
Saceos para viagem.
Meias para hornero a dozia 254160, 35*
34500 e mais precos.
Ditas para senhoras, meninos e meni-
nas.
Popelinae de seda, aovado 15700 admi-
ra tu
Completo- sortirnento de cbapos de
sol.
Toalbas para o rosto- a 85000 l du-
na.
Tosaos bordabas, de linho do Porto,
sao mnito rindas, mandem bascar as amos-
tras.
Duzias de guardanapos a 25500.
Cortes de vestido de cambraia branca
com babades a 75000.
Cortes de vestido de cambraia branca e
de cor com babados a 105000,
Algodio de 2 larguras para lencol on toa-
lbas a 15000 a vara.
Chitas finas a 240, 280 e 320 rs. o co- **
vado.
Dita violeta fina a 280 rs. o covado.
Ditas em percate o qoe ba de melbor a
360 rs. o covado.
' v para crer.
i
Vende-se a propriedade denominada
da Fazenda na Barreta com legua e meia
de compriment) de Leste a Oeste, e meia
legua de largara de norte a sol, a margem
da estrada de ferro do Recife a S. Francis-
co, com casa de vivenda, grande numero de
pos de coqueiro, sendo toda a trra de moita
prodcelo. Qoem qoizer comprar a mes-
ma propriedade ple entender'-se com o Dr
Joaquina Correa d'Araojo roa dos Pires
o. 20, oa a roa dolaperador n. 83 1. an
dar, das 10 boras da manhl) as 3 da tarde.
ura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopau
Esea pomada qne 4o bxs resultados un eolbi-
d as pessoas qae dSUa tam feito aso cala de
ottegar para o tea deposito especial..
NA
Pharmacia e drogara
DE
Bartholomeu & c. roa larga do Rosario nu-
B nevo 34-
A loja da praca' da iaaepeadeoeia n. 8, che-
los nova remessa do moito acreditado rap gasas
grosso, fino, aecha, traneoa, toUo princea da
Baha, Lisboa a Panto Cordairo commun a viajado;
Tf lhas de ferro
rfARAAOAaaR _
Vendem aa taitas de farro de salmos a i #100,
ditas a i palmos a l#7O0, ditas de II palmos a
U600, ditas de 14 pataMa a 3*400, aftas de 17
taT^oAcl* rna Priaasiro da Mar^e n., loja
w
C3 rS p~ OU
o 2 &1 P- S S
"3 S p-2 B o>
l^s* rgg-
8
p

1
^-
m



<*

J

, :R i Divio M .P^amkO if Hateado ,3f U, .temr,^ 11871.
17
DO
64
2i f

M1MPERATR1Z N, 64
DE
FIGMEDO ft LOPES.
O* &rVjpntattos deeta novo eMabelecimento. certos de que o meio de adquenr
Harneros freguezia 6 vender barato, servir bem e Lavar sioceridadade nos tratos, n3o
nos afsumos deste caanbo para bm corresponder ao favor que nossos numerosos
fregoezes dos tera dispensado.
Coaao anda tomes algumas far.endas das primeiras compras, resolvemos fazer
redoblo em afumas dHIas, para o qae chmanos a attencSb do respeitavel publico :
SETINS.E GROSDENAPLES D CORES.) Capellas muito Jindas para noivas, pelo
Temos para todos os precos qualiJades.
Gcosdeoaple prato.
Receben* novo sormeuto vendemos
por menos do que outro qaalquer.
Laas 6 aboya.
Anda leaos no resto desta linda faten-
da e para acabar vendemos por 900 rs.
Garles Minerva
Anda teos algn de* tes lindos cortes
con fcstru de seda, cora 19 co vados, pan
acabar vendeaxs par 0<5.
Cortinados.
Recbenos novo sorlimento vendemos
por*0. 9*, 42*, 160, 480 e 20, eada
per.
Cambra a par com 2o varas.
Dita Victoria o i0 at 80#OO a peca de
8 varas emeta.
Dita suissa transparente mwto fina.
ORCANDYS BRAWCO
Temos recebido novos organdys e
4J800 rs., diiss de 60 e 8*000, este trli-
mo tem listras assetiaadas.
Espartilhos
Recebemos inglzes rawto grandes, sao -de linho.
Vestuarios para baptisadas, bordados
maito lindos a iOOOO, barato.
Camisas rancezas, inglesas e snissas de
20 at 40S68 rs., ditas bordadas muito Gees
de 80 MtpO-
MECEJANA,
' ama tfaaenda branca maito linda 'fina
para vestidos de senhoras, tem a peca O
jardas e cinta 480 e 1900.
Panno bretaahado largo e bom. peca -de
20 varas a 400.
TAPETES.
Recebemos novo sor timen to e vendemos
maito barato.
Temos grande sortiraento de saias bor-
dadas e vendemos muito barato.
CRffSES DE L\ ADMRAME*.
E' orna linda fazenda com os enfeites
barato preco de 30 e 35300 rs.
Poupelinas de cores e brancas muito
Camisas de meia i 90000 a dazia, pe-
chincha.
Cambraias de cores.
Temos o mellior e mais lindo sortiatento
de camfcfaia de cores a 500 e 560 rs. o
metro.
MEIAS.
Recebemos meias muito finas tent para
senboras como para borneas, meninos e
meninas.
Chapeos de sol.
Recebemos chapeos de sol em cabo de
marfim que vendemos por 430 180000, di-,
tos de cabos de canea 90, ti* e 140000.
Cortes de cambraia de cor muito lindos
e com babados com seo competente fign-
4, tem 18 ovados por 80OO.
BASQUINAS.
Recebemos basquinas de seda ricamente
-enfeitadas que vendemos -por baratiesicp
preco.
Vestuarios para meninos.
Recebemos -vestuarios de fustao amito
bem enfeitados -que vendemos por 40300 e
50., file braneo bordado muito fino, dito
com salpicos dito preto com sai pieos e liso.
Cambraia bert a imltaco de croch de
cores e branca.
BRINS.
Recebemos -o superior brim de Angola,
dito pardo para todos os precos, ganga fran-
ceza a 500 re. o covado, superior.
Pannos finos.
Temos1 pannos pretoe finos de 30BOO at
60506 rs.
Recebemos casemirts de cores ,para 30
at 30500 rs. o covado.
CHITAS-
O Cysne tem o mais lindo sorti ment de
chitas para todos os precos e quelidades.
Bareges eom listras de setim com lindos
padres e .muito modernos.
Cretones claros com lindos padres e
correspondentes, guarnecida a sais com (cores Gxas polo baralissimo preco 440 rs.
ama franja de seda na barra, vende-se o covado.
por 4041000.
Cortes de cambraia branca aborta, bor-
dadas muito lindos, vendem-se por menos
do que em entra paarte.
Ditos bordados na barra, de cambraia
transparente, por 80000, muito barato.
Deltaicos de annonciar moitas ootras fazendas por nao se tornar exteceo e en
fadonho aos nossos fregnezes.
ll.ua -la Iuiperatriz u. 64.
Luvas frescas de pellica parabomense
senhoras do acreditado fabricante Jc.uvin.
Fazendas {jara luto vendemos por monos
que em outra qualquer parte.
Alpacas, cantes, princesas, bombasinas
cambraia piv.ta, <-tc. etc.
atan nnRCiuaio^o. b uv^wwm ,
fcWjEAR*; JAeroNtaOjaO.-v ( (ro|* Sjfco^fl t
Guiados pelas iodieaeeaede totee balisaiesbimos, e medico* diatiactoi, qae I I ***** tondoj recebido paxu de anas
se deram ao estudo e averigaacie daa causae?ime pro*ntem ce paiarirnaiel Wheu-
A' AGIM BRANCA
RA DUQUE DE CAXIAS N. '&
(Outr'ora Queimado n, M
antigs epconuneods, em seguiraento acaba ago-
', goUa, areiasdosikii, toc^a, -figK<'. d'outmtvetr'as; e aos laamosides^gXTiessenciaimertte precisas, e ontras se
meios prcprios para cural-os, tofemos a obler an) ramedio, que nonti deedisse na
actividade contra os ditos padecimeotof. m
Nao nicamente baaaano em Ibeoriae toe tatto avaocamea, mi sim nos mu
factorios resultados obtidos da sua apphcat5o, as innomerM esperienas, qoa camal
Qzemos; e desta modo, seguros da saos beneficios efieitos, afonumeote o recommenda-
mosis pessoas qae soffram alguna* dos motoMni cima dks,ou de alguna oeiros pa-
decimentos do apparelho acinasio; taes oomo o aubaco, glycoaorico albomiawnco
ele. v
Escasado seria observar que se ato pdedwigoar ora numero determinado de dses
de om medicamento para tarar todoa^os adwiaoa que adepam damasma molestia;
pois que a cara est dependente de diversas tirtameuncias, iahereatos diposicSo na-
tural ou eompleiclo, deoadt'omdallas; maen eanlado, corte qae o hgiroleo Ivtho-
triplico anti rkenmatico t golf oto prodwz sernpre tcora deeejada, qando se peista em
toma lo o tempo preciso para obte-la; devtoda ter-.se m vista que qoaoto mais invete
rado est o mal mais se deva insistir aa aMaejto do remedie.
Podemos tambem afliaaear qqa, poeiniiBhrafao qoe seje, o ose deste reme-
dio nao cansa desarranjo eigom as viae digeativa, mas jatea, pela projanedade eminen-
temente tnica, que tambem possne, fortifica o estomago, torna mais .{misas digeetbes
e, nao pencas vexes, tem4eito daaappaaater1 diarrhea,*m ertmeatratidas pela debili-
dade eral do apparelbo digestivo, <
r MOfDO Bfi WAR.
Tomam se do byrvlco lythotriptco, nos priraeiros tjnatro ou meo das, daasicp-
Iberos de sopa, em agua assucarad, leite, cb on caf com lelte-, masmersam mistu-
ra tgomj, na occtso do almoeo, e entras ao princiaMer a jaotar.
No quinto on eito dia e eegointes, tomam-se 4tt nresmo modo din, tres colheres
de cada vez.
Se as ouriaas ta pessoa deeate depositan grande porco de reas; ae as dores
nepbriticas, rboamaticas ou gottosaa sao constatites; m fim, se os padeetoaentos sio
fortes, tomar-se-3o quatro colheres de cada vea, en tres veaes oe dia, a tres oomererj
de cada orna.
Quandoes areias, ou outros pedeoimentos, ten diminuid-, torna-se s pnmeias
dses.
Pelo ose s dores nepbr^cas,rbeumaticase gottosaa.t quede tododesappacecem: ueste-ponto
pode dispensar-se o rem6die-c utii, pormvtomo prevaonvo, tomar cada semana coi}
ou duas ddes delle.
Peto que respeita alimeotacio, devd Ha -ser regulada de mode qao nao obracar
regu o estomago, e m qoantidade tal que possa ser faomente digerida.
A metbor bebida, sem dovida, sagaa pora, mas tambem e pode osar da vinho
simples cu pouco alcoolico. De cerveia e vratos fortes, eoocas veees.
Sobre ludo o fue muito recommwdamos, grande xeroicie, tem fadiga, pois que
ello maito centriboe para a rapidez -da cura.
N. B. Depots de tirar-se do frasco a porcia qne e va tomir, deve baver o mator
cuidado em o arreibar immedialameato.
TJaieo ttepositp em Peraambuco
Pharmacia americana de Ferreira Maia d C, raa do Duose de Canas a. 57, (o-
tiga -do Queipiado.J
receber ontras, algamas das quaes
FLORES E PREPAROS PARA ELLA
A Agoia Branca reefeeu {indos ramos de flore
(toas, tanto para eabeca tomo para ehapos, t-
bem assin):
Papel verde liso e com listas para folbas.
Dito de cores para flore.
Folbas do diversas qoalidades para rosas.
Dilas verdes eltutr^a?, obra ni va e pela pri-
meira vez v|nda etrao amostra.
Franja i preas e de diversas, larguras para en-
lejiar vestidos,
COQUES DE ,TIU&CA$J>E OUTROS
MOLDES.
A Agnia Branea acaba de receber urna peqne-
na porclo dos bonitos o modernos coquea gran-
des de tranca e ontres mckfes.
COLL RES ROYE* ELECTRO MAG-
NTICOS.
A Aguia Branca acaba,de recebar aa proveito-
sos collares electro magnticos ja bem conheci-
dos para facilitar a denticao das crianzas e pre-
serva-las das convnlsSes.
tSM| apreciadas por seus gostos e aaalidades
-- atjifi
as de fio d'eseocia, abortas para senhoras
i meauas.
dem cora' listas tambem para senhoras
anmamm.
Ditas i*m muito bnoita* ao costo eicoeei.
DiUa idia idem brancas e com listas para me
ninas.
BrMr'Mem dem psra baptisados.
Dilaa Se tlgodao eonipridas e com listras para
Sttostes.
LavaspreUs de seda, para scLliora.
Ditas qe (qr^al e d* seda para meninas.
Bpbis curnisinhas bordadas para senhoras.
Pil de seda; tranco e preto com flores miadas.
Dito de algodau, liso e eom flores.
Togqniahas bordadas para criancas.
LiiMos e modernos* chaposinbos de (asilo para
ditas. *
Peales de tartaruga para desembarazar oa pen
lear.
i de dita travesos para meninas.
itos de borracha para dius.
lili* de tariarnga, pequeo, para segurar o
ioiirndllho aos cabellos de senhoras.
Grande sorlimento de enfeites de seda para ves-
tidos.
Pivcllas de niadreperola e de tartaruga para
puleelra e lco para o eabello.
BoiiMas li letonas para meninas.
NOVO SORTIMENTO DE EiSCHOVAES PARA
. DAPTI3AD0S
A aguia branca acaba de receber novo sorti-
tienlodff-litrdos e completos enchovaes para bap-
tisadas, e bem assim separadamente camisinhas lencos de cambraia de linho primorosamente Dor-
(irdih>, lindos cbapeosiohos de setim braneo dado?, e como de seu louvavel costume ett os
bordados, outros ditos com fundo de velludo, obra veodendo baratamente a 3*000, 6*, 8* e t0*000
de muito gosto, e que servem tambem para pas- cada um. ..u su ,rtBm
seto; sapaiinhos de seim para emesmo fim. I AM KM ne.LbBR.rj
MOOKItNOS ENFEITES DE FLORES, ricas camisas de fino esgmao de linbo enfailada*
orMdoa com Ihc de soda, fitas de .seiim e livella com muo goslo, e proprias para noivas, oa mes-
de B;adreperola ao nltimo gosto, e proprios para mo outra Exraa. senhjra que poss-ae quer* aug-
mentar o numero de sua boa roupa branca.
S08RE-SA1AS OU ANQUINHAS DK
aENOLINE.
Em substitoi^j aos La ya vieram as anqa-
nhas de clenoliue, e achm-se venda na leja da
Agnia .Branca.
QUADROS PARA RETRATOS,
A Agoia Branca recebeu variado sorlimento de
quadros para retratos.
LENCOS BORDADOS.
A toja d'agnia tranca, a ra Buque de Cuias
n. 52, ontr'ora do Queimado n. 8, receben bonitos
N. 1Ra jSstreita do Easario S.-^l
AO BOlfl TOM
Acfba-se'de abrir este importante estabelecimeoto demiudezas superiores oom os
melhores artiyos de I ex o e de moda para homens e senhoras, variado sorlimento de
perfumaras dos mais afamados fabricantes de Paris e Londres, como sejam i ver, Labin,
Condray, Pinaod, Regand Chonneanx, .Manpelas, sociot Hygieoique, Gesnel, Rimmil e
Piesse Lobm, etc., etc.
b*lfle, fasanMwtof, etc., ele
ver
ERNESTO & LEOPOLDO
N2D Ra do Cabug N.2D
Acba-se montado de forma tal este estabelecimenlo de joias que pode
vender aos seus numerosos fregoezes era grosso e a retalbo e por precos
mu resumidos visto que recebe de coma p-opria por todos os vapores de
Europa. O gosto de desenho de suas joias o mais lindo do paiz das
modas, ouro de lei, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, rubios, perola?,
turquezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do p.rto tanto
para igreja como para servico domestico. Convidamos as Exmas. familias
a visitaren! o dito estabelecimeoto todos os dias at 9 horas da noite.
ift
FAZENDAS EM
&
*'*'/*!al
/hS: 93fK 9t6 \ T'tA
NA
LIQUIDACO
nGEOEDO & LOPES.
Alta novidacle
O Musen Elefante roa Estreita do Rosa-
rio n. 1 veade ricas camisas de cambraia
de linho bordadas para noivas, e tambem
de madapolo fino, bordadas e -enfeitadas
de ntremeos a 400,4SOjjl e 75|500 a da-
ia.
Lindos penteadores guarnecidos de entr-
melos e rendas valenoione, ricas calcas de
liabo bordadas e de madapolo, para senho-
ras, bellissimo sorlimento de golinbas e pa-
nnos coosa mteirameute nova, recebido pelo
nltimo vapor da Europa.
PARA BAPTSADOS.
O Musen Elegante recebeu oa mais finos
e ricos enxovaes para baptizados e tambem
lindos vestidos enfeitados para enanca, i ra
Estreita do Rosario n. i.
Ultima mda.
0 Museo Elegante receben os mais Hados
e modernos chapeos de blond enfeitados
para senhoras, e tambem de velludo e pa-
Iba para criancas, e est vendendo muito
barato para vender logo, a roa Estrella do
Rosario n, 4.
Florea e p]urnas.
0 Musen Elegante est vendendo as mais
bailas flores e plomas que tem viudo ao
mercado, assim como um lindo sortmenio
do franja de seda preta coosa de apurado
gosto ra Estreita do Rosario a. 1.
BOTINAS.
No Musen Elegante vende-se botinas de
n. 20 a 3 pOara criancas a 2#00O o par, e
Lbyrintho
0 Moseu Elegante vende ricas fronhas de
Monea te vio wn processomas perfeito e qoe ai-
tfaja de tal forma a sat^fazer as exigencias mais
severas da escriptnracio.
A ana cor lindissima e nao precisa de cuida-
do algnm para se conservar do tinteiro sempre
com a m'esma cor, sera berra, crola, boir oa sem
lodas esUs mazellas inherentes i todas as-tintas
at agora coobecida, anda mesmo dos melhores
atores eairasgeiros.
Sobretodo, este estimavel producto nio ataca aa
peonas de ac, antes pelo contrario, a penoa
adquire nm esmalte dourado qne, sendo iotres-
aaote, as-as ptoveitoso.
Esu tinu, nao sendo especialmente para copiar,
44 comtudo doas, tres, oa mais epfae oro o ez
Issois e escripia ; preciso, porm, deixar-lbe
(panel bem oaado tea enxncar com o mau-
Dorrao, porque nio ba o risco de borrar. Para se
firar mais de nma copia, nao se agglomeram "ir-
IM fclbas nantas epiaa ae qeerem tirar, mas
va*-se coa ociginal tirar i urna tamas qoantas
asdeaejam, sem qoa o original fique prejudicado
palas extracoes.
Occorre aqai dizer qae, para copiar importe
saoiJ MteNicmcla e habiHdade, sem o qoe ame-
mar teta nao aatirfu, e a tkHo recae sempre
sobre a tiota, qoe maites veM q*eai menos
jm tem.
A dupla qtiallffade desta tinta extremamente
apreciare!, pola qae evite qne em q&Mrqaer ee-
ariptorio naja mais o qae ama tinta para oa di*
cripta soffre o cboqne de cidos fortissimos, sem
se decompOr; ora, se os cidos nao tem accio so-
bre ella, muito menos a accaO do tempo a poda
destruir; isto plaasivel.
Nao s ao coromercio que este tnen producto
veto ser til ; os professores dos eollegios, Investi-
gando todos os meios para o adiamntente dos
seas discpulos, tem approveitedo este tinta, qne
com razo a acharam apta para desenvolver o
costo nos educandos, em conseqoeneia da beleza
da cor e facilidade de eorrer na pequea pela sua
liquidez. Ha exemplos de enancas qoe havii
muito tempo tinhara urna repugnancia extrema
para a escripta, logo que foi admiltida sta tinta
do coliegio, apoderou-se derlas a enriosidade e o
gopto, e penco tempo depois o sea adiantamento
era maniteslo.
Este tinta, par de-tantas vantagens, tem no
nico inconveniente, deteriora-se ao contacto de
outra qualquer; c nvra pois te-la em tinteiro
isentos no menor vislumbre de outra Unta, e evi-
tar eserever eom a peooa soja de orna preparaco
difTerente e iucompativel; verificando isto, nao ha
razio para se osar de tinta que nao sega a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MNTEIRO.
Observado.
Diversas faliiucacoes e seraelhancas tem appa-
recldo, caja darabilidfde dnvidosa. Os Srs.
wmpradores poiem evitar o engao dlrigndo-9e
eteajkpeaiido a Unte qae a
fabrica*
#

tambem vende -colchas e toalbas do fusto a
55000 extraordinariamente barato, i roa
Estrella drj" Rosa rio n. 1.
\ llar electro.
Alt que afinat cliegaram os verdadeiros'
collares de Royer, .contra as convoIsSes das
criancas e facilitando a denticao, o estao se
vendendo a 34000 oo Museo Elegite
roa Estreita do Rosario a. I.
As de H por 4^800
Na verdade barato 1! Facas finas cabo
de bal anco com dois botos a 44800 a du
zia, um completo sortimeoto t^ colhe-
ll eres de electro plato e facas com cabo do
marfim, tu o por preco baralinbo qoe ad-
mira, do Museo Elegante roa Estreita do
Rosario n. 1.
AS MODISTAS.
No Mu-eu Elegante encontrarlo um eom
pleto sorlimento de bico de blond braneo
e preto, dito crochet, trancas e franjas de
seda do todss as cores, grande sorlimento
de galbes de algodao coosa de lindos dese-
chos, cambraia franceza branca e preta para
forrar vestidos, retroz de todas as coi es,
entremeios e babados tapados e transparen-
tes o agnlbas de ferro, osso e marfim para
crochet, roa Estreita do Rosario n. i.
lamltaeiode ouro.
O Museo Elegante vende ricas voltaa don
radas para senhoras e tambem meios a le
reeos imitando coral, perola e gata ludo
por precos razoaveis, na ra Estreita do Ro-
sario n, K.
Mtntilha braBleiras
No Museo Elegante roa Estreita do Ro-
sario o. i, vende-se lindas mantilbas de
lbyrintho a 640 e idiOU, ra Estreita do seda para senhoras a i9000, consa vinda
Rosario n. i. j no ultimo vapor.
DROGARA ESPECIAL
BOMEOPATHICA
DE
JOS' AL VES THENORIO AVC*
RA ES1REITADO,ROSARION.,3.
Jos Alves Thenorio, professor em homeopatbia, tendo-se retirado do
laboratorio homcopathico e consultorio de sen Ilustre e finado amigo o Dr.
Sabioo O. L. Pinbo, que por moitos < nnos estiveram sob sua direccao, tem-
se estabe'ecido sob a firma de Jos Alves Thenorio d C, roa estreita do
^ Rosario n. 3, ende, animado pelaeocfianca com que bonranm-no os amigos
" da homeopathia, Ibes oflerece e ao resjeitavel publico um completo sorti-
ment de todas as prepararles bomeopatbieas conneaida,teoebidas das aais
acreditadas casas de \t ndres e Paris, e indgenas, bem como indo qoant
diz respeito a homeopathia e sua pratica, esperando qne continuem a hnra-
lo com a mesma confianca, para o que nio. ** p<*mi*a i esforcos.
PRECOS DAS OIIQA
GLBULOS.
i botica de 12 medicamentos
1 c < 24 <
1 ' f < 36 <
i * t 48
4 60 a
1 f a 420 <
20*
301
m
1INTWAS
A botica de 12 medcame atoa i#,
4 24 25#
4 36 < 40*
4 t c 48 c t>04
*'# 601
i m 4io#
Sio otis essas boticas aos Srs. medios, seoboraa de engento, fazen-
deirrs, chefes de familia, capites de navios, e em geal a todos quintos qai-
zerem dedicar-se a pratica da homeopathia.
M-'dicamenl avalaos psioa praooa das entras. drogariaSj bem como
chocolate be LONPRE e oe MARAWik? para oso' dos deertes em tratamenle
pelo eysuma hoaeapatowa
LQJA DO PIPAGMO
A' ra da Imperatriz n. 40
Os proprietarios daloja do Papagaio scieniificum ao respeilavtl publico desta
provincia, qne esperam muito breve receber um novo sorlimento de fazendas moder-
nas, e de bom gosto, e por conseguate poem em liquidac) as abaixo especificadas:
ReUrbos de chita, de cassas e las.
Chitas de cores e rosas de 460, 200 e 240 rs.
L3az!nbas tapadas e transparentes.
Alpacas lisas e lavradas, de muitas e diferentes qualidades e precos.
Cassas de cores de 240 a 320 rs. o covado.
Cortes de cassa chila a 20400 o corte ou a 240 rs. o covado.
Cambraias brancas tapadas a 40 e id.
Rarejes de 13a a 320 rs. o covado.
Toalhas de linho do Porto maito grandes a 403000 a duzia.
Metm da India a GOO rs. o covado.
L5azinba preta de 320, 400 e 440 rs.
Alsaciannas a 1 000 o covado,
Chilaspretas muito finas de 400 al 240 rs,
Espartilhos de linho e algodao de 3500 at 50000.
Camisas de meia, ditas francezas.
Camisas de peto bordado, lisas, e de pregas com collerinho e sem elle.
Bales de panno a 30000, dos mais modernos.
Collerinhos de papel com beira de cor e todos brancos.
Fustes de cores para vestidos muito largos a 440 rs. o covado.
Cortes de casimiras de 40000 al 70000 com quadros e listras.
E outras moitas fazendas que pretendemos liquidar para nao accamular com
as que esperamos receber.
ROPAS FEITAS EM LIOIDACAO
Na loja do Papagaio ha um grande deposito de roopas feitas de brins e de
casimiras, paitots, calcas, colletes e sobrecasacos, que se liquidam por precos mnito
baratos.
Sedas lavradas de cores.
Liquida-se na loja do Papagaio urna grande porreo de sedas lavradas de crea
que se vendem por precos baratsimos, na ra da Imperatriz n. 40, esquina do becco dea
Ferreiros.
ARMASEM DOS LEOES
RIJA DUQUE DE C4XIASN. 29
Os proprietarios deste grande e bem montado estabelecimeoto scientificam] ao
respeitavel publico desta provincia, que se acham com um variado e completo sorlimento
de movis, tanto Dacionaes como estrangeiros, sendo estes escomidos capricho por
um dos socios quese acha actualmente na Europa, e por isso os podem vender mais
baratos 20% menos de qoe em outra qualquer parte.. O mesma tem contratado com
os menores fabricantes daquelle continente as remessas das mais ricas mobilias feitas
sKi. fa oficina tem os mais habis artistas deste genero, e por isso aptos a fornecerem
mobilias as mais aperfeicoadas para as casas da provincia consideradas de primeira
rdem. Pedem, portanto, que venbam visitar dito estabelecimento, onde encontrarao
a realidade do que acabam de expor, passando a examinaren: ricas e completas mobilias
de Jacaranda, mogno, faia, carvaiho, amarello, etc. etc., ricas e elegantes camas de
Jacaranda, po-setim, amarello, etc. etc., guarda-vestidos de amarello- guarda wee, de
"lioeira, amarello, com lampo de pedp, aparadores de dita, dito, com dita, patita
.SeUes, especialmente para fazer barba, toilettes de Jacaranda a amarello, com pedra,
mottoe outros artigo* de gosto, que para se no tornar enfadonho prescindimos da
azar mericlo dalles, o que s com a vista podero apreciar.





Birio fe NbM>U( %> Sabbado t de Setembro d 1871
i mu

DOS REPUTADOS,
do elemento servil.
(CootioBacio).
Vollarei a esu panto ; por ra i ioteoto
Mitrar como o nebro presidenta do conse-
Iho coohecii esta foroiidavel aran poltica
A onira arma qae S. Ixc. denuucioo, e
qae eu chara a rei de machina infernal no
meio ia dosss rasttuicSes. esse poJer
de criar opioiio artificial do paix, ao p n^
o de cooverte-Ia em colera popular ao ser
vigo do governo. (Apoiados.) Tal seo
alcance, e t3> fatal osea emprego. que o
nobre presidente do conseibo, dando-!be a
devida importancia, reservou-a como assum
pto com que feebassi o sea notavel dis-
curso.
Diz eos effeilo S. Exc. terminando :
Nio mi reata senio pedir a Deas qae
nio 'Iva alg-am da contra os autores do
decreto de 3 de marco as armas da colen
popular que >nes proeoraram manejar con-
tra mira. >
Falil conheciinenlo fizera o nobre presi -.
dente do cons-lho com e-sa arma terrivel,
qoe elle h->ja maneja, nio contra oe autores
do decreto de 3 de marco, mas contra no !
(Ap liado* e n3o apoiades.)
Era uro paiz, em que a opiniio publica
se diz ter foros de soberana, orna aran
temivel as m9os do governo o poder de
crear opioiio artificial para sosten'ar suas
ideas, p, o qae mais amia, para atorra-
e punir os seus adversarios no m ment
emjMt be convenba levar esia opioiio ao
Bolera popular.
fachina de forga irresistivel supp:
ro de todos os meios de sedcelo
jpress) Das mios do poder.
! nao eslaro elles em jogo a favor desa
reforma, e contra aquellos qae a combaten)?
Os fados ah esli clamando b;ni alto!
O ministerio e sua imprensa desde o eo-
meco invocara urna opinia) publica, qoe
nio se manifesta em parte algnma ; e que,
ao contrario, desmentida por centenares
de represeotaces que tem subido ao parla-
mento. Elle conta com essa outra opinio
|ae sabe como se crea e como se dirige.
Por outro lado elle Dio tem se esquecido
na tribuna e ni imprensa de recommendar-
. dos aos golpes dessa arma ; faz-nos odioso.1,
on dizeido que somos escravocratas, que
?suscitamos a resistencia dos interesses sr-
didos dos lavradores contra a philantropic
e ci-ilisadora proposta ; ora attriboindo nos
peDsamentos de ama poltica secreta, que
arma ao governo com o auxilio dos lavra-
dores e corarerci>ntes, aos quaes ardilmeu
te fnganamos. (Apoiados.)
Os meios, Sr. presidente, para ebegar a
estes resoltados sio numerosos e variados
as mos do governo: as duas interpella-
Coes qoe se discutirn) n>s sessoes anlerio
res deixaram bsm assignalados algons del-
les; entre outros flcou provado, por ccru-
fissa i do nobre presidente do conselbo
que a imprensa que sostena o ministerio
a salariada pelos cofres publi os (Apoia-
dos da minora, reclamares da m ioria.)
. Juma Voz : A publicarlo que paga:
ps artigos nio. (Apoiados e nio poiados).
Ha muios apartes.)
O Sr Presi dente : Atlenco !
O Sr. Pinto Moreira : Seja como fr :
claro que esses artigos da imprensa a
favor da reforma nao sio chos da opinio
publica, porm urna arma empregada pelo
governo para simular essa opinio (apoia-
dos da minoria); sempre om meio de il-
ludir e de fenr os adversarios costa do
thesouro publico. (Apoiados e nio a oia-
dos)
O Sr. Anorade Figueira : Apoiado ;
faz-se passar como manifestado da opinio
publica.
O Su. Cruz Machado : E' o governo
empalmando os orgios da opio lo nacio-
nal.
O Sr. Pinto Moreira : Sera querer,
ia-me desviando do meu intento.
Supponho, Sr. presidente, que tenho pro-
vado a toda a luz, e firmando-me sempre
as palavras d i nobre presidente do conse-
ibo, como S. Exc, chanr.do ao poder em
nome do pardo conservador, e nao poden-
do contar com o apoio espontaneo deste
partidlo para a reforra? que emprehenden,
conhecia de parto os meios de que podia
lancar mi, Dio so para traze-la aqu, como
para leva la avante. Opiatos da opposi
ci.)
Teho tambem o compromisso de mos-
trar que esta proposta tem ama origem e
elaborarlo sospeitas e inconstitucionaes,
E' boje nm (acto de publica notorie lado,
e qoe o governo nunca procurou occullar
que a origem primara desta reforma foi
urna representacio dirigida aS. M. o impe-
rador por urna sociedade pbilantropica da
Franca, pedindo ao augusto monareba urna
s palarra, um s acto de sua vontade para
a prorepta bolico da escravido no Brasil.
(Apoiados.)
Esta representacio foi lida por om minis-
tro no parlamento; consta das actas do con-
eonselh i (Testado, e por diversas vezes tem
sido referida, e mesmo reproduzida na tri-
bnoa e na imprensa.
Ojteve ella dislincto acolhimenlo do go-
verno imperial, que em resposta compro
metteu-se por urna promessa, a qual se re-
fere o nobre presidente no seu parecer
como conselheiro de estado.
Qae qaalqaer associaco on individao es-
trangeiro olbe com favor para este p->iz, e
que seas esforcos ff por nosso governo
bem acolhidos, coosa S\ presidente.
muito ioovavel, e qae nada tem de extraor-
dinario
Mas qae em taes correspondencias se
firme um compromisso para o Estado com
relajo a reformas sociaes e polticas, eis o
qae me parece estranbo e de consequencias
moito serias. Se aos mesmos governos das
nacSes amigas nio permitlido intervir em
negocios domsticos do paiz, a nao ser por
meio de conielbos, qae nanea podem cons-
tituir compromisso, como ser isso permt-
tido a sociedades particulares e estraogei-
ras? (Apoiados.)
O direito de representar sobre os neg
cios internos do paix um direito poltico
que s o cidadli brasleiro pode exercer.
A garanta estabelecida no art. i 79 30 da
consiituico, e qae ama coaseqoencia ne-
cesaria do principio fandatnental consagra-
do no art. 12, nio constitue siraolesmente
nm direitof mas um privilegio do cidadio.
Tal o carcter privativo deste direito,
qae, nao ha moitos annos, estadistas nota-
veis neste parlamento contestaram o sea
exercicio as nossas cmaras manicipaes I
(Apoiados.)
jes^aToy* 8
isf orcam por
usm do po-|>oaym
se. esfo
constitue
C-w
geiro, e at c-'mo base]
assompto da corupeteoq
gslativo, e parama
A entender se, como
que a resposta de noiso governo
promessa, eo pens qoe
oulla, e qoe Dio pode se
argumento entre n.t. (Apoialos)
E-itretanto ella dea lagar a que se inicias-
se no conseibo de estado a reforma pddida;
all se propoz, discuiio-se e voleo-sea pro
posta quenos bojesubmettidi.
A solemnidide' com que esta iniciativa e
debite se celebra rain, o cuidado de impri-
ra r o pareceres e as acia, sendo, porm,
guardados com a maior reserva at o dalo oes*liario parecer
em qae nesta cmara comecen adiscesso, ciall (Apoiados).
azem descontar qae a lodo o trabalho pre-
sidir o plano de sorprender o espirito des-
prevenido dos deputados e d > paiz com o
peso da aut -ridade accamulada do governo
e dos cons Iheiros de estado.
Demais> o traba!lio vioba feito e asseota-
do, seria mais diffi;il sabstitoirlh uta ou-
iro systema.
Anda nio vi explicadatflkU reserva para
com o parlament > qaaodo para o estrang-ii-
ro se remettiam pxemplares dos pareceres
e da proposta do concho de estado.
Nio seria de certo para evitar os perigos
que a idea poda provocar na e-cravitu-a,
porque enlo a'nda boje nao havia menos
que temer. Ao menoi podiim ter sido re-
mettidos aos diputados antes de se reuni-
rem. (Apoiados.)
Em todo o caso, certo qoe a iniciativa
foi trasladada do parlamento para o conse-
lbo de estado, donde a proposta sabio ar-
mada como Mioerva da cabeca de Jpiter.
(Apoiados.)
Este novo aspecto qoe assume o conse-
lbo de estado pavoroso (apoiados); con
veri-!o assim em primeira cmara leg;sla
tiva, laboratorio de leis ou casa de amoedir
ideas de reforma, desnatara-lo, desvia
lo d s fias para qoe fra creado, trabir as
promessas qae protegeram sua restaaracio
em 1810.
Sua missio nio pode ser poltica sem
grvame do parlamento e lesio dos prioci-
pos, constitucionaes. (Apoiados.)
A sua audiencia sobre propostas do podar
executivo, especialmente das que envolvem
reformas sociaes e polticas, nio deve ser
praticada senio com rauita cautela, e de
modo qae no absorve a legitima influencia
do parlamento, deixaodo-lbe somonte as
formas.
O conseibo de estado acba se muito pr-
ximo da corfia e a inici tiva das leis deve
estar mais prxima da na;5o. (Apoiados)
Esta prerogatiya, que a. consiituicio coo-
fere ao governo, de iniciar leis, nio urna
atinbaiclo natural do poder executivo, mas
do legislativo, comparlilhada por aquelle,
com a comidi de s exerc la do seto da
c.mara temporaria.
Esta dstineco de tanta importancia
pratica, qae os sanios redactores da consii-
tuico nio mencionaran! a prerogativa de
propor leis no art. 102, onde se trata do
poder execu'iv>, mas coocaram n'a no ca-
pitu o especialmente destinado is prerogati-
vas da cmara dos depotados.
Os perigos da dootrina que se cometa a
praticar sao obvins. e esta mesma proposta
apresenta o m is claro exemplo disso.
O primero argumento que o ministerio
aqu empregou para actuar sobre o espirito
da cmara foi a autoridade*d i'guos ebefes
do partido conservador, qae liveram de ma
nifestar sea voto rn etmselbo de estado.
Antes, disso j o havia feito a imprensa mi-
nisterial em mais de um artigo.
Todos nos sabemos que na invo:acio
dessas autoridades nem sempre houve d-
tera exaclido. (Apoiados e nio apoiados).
O Sr. vsconrie de liaborahy reclamoo ;
possivel que outros rectamem ; e cerlo
qoe a maior parte dos conselbeiros de esta-
do jolgou a reforma perigo>issima, e ex'gio
medidas prepara! ras e parallelas, que nio
3e iomara"to e nem se tomario. (Apoiados).
Entretanto tem-so feito crer que foram
todos accordes sobre a adopeo da propos-
la, e esta crenfa, prejadicando a verdade,
aproveita ao governo (apo:ados e Do apoia-
dos), que tem procurado tirar dellaomaior
partido.
Outro grave ioconvenieole que quasi
todos os conselheiros de estado sao sena-
dores, que se j n^ esli com o voto
comprometido pelo que deram no conselho
de e.-tado, ao menos tero grande emban-
co em modiQcalo, emvrtude da discusso
que aqui e l se estabelecer.
A missio do conselho de estado essen-
cialmente administrativa; s nessa condi;o
elle pie ser conservado com vanfgem
para o paiz. (Apoiados).
Como corporaco poltica, elle n5o s
perigoso, como tambem odioso.
Por moito menos o primeiro conselho da
estado, apezar da nobreza de soa origem
constitucional.
O Sr. Andrade Figueira :O primeiro
conselho de estado era at responsavel pe
los actos do poder moderador.
O Sa. Pinto Moreira:. apezar dis
so, embora nio tivesse chegado a conver-
ter-se em laboratorios de reformas, soffreu
pena capital. O actual nio est i sent disso,
e o poder legislativo tem sempre compe-
tencia para modiflca-lo ou sopprimi lo.
O Sr. Perdigo Malheiro :Hei de pro
por aqoi a sua sappresso.
O Sr. Pinto Moreira : Nio vou tio
longe ; consider o conseibo de estado bem
orgaoisado como um auxiliar poderoso e
indispensavel para a administrado; nio
comprebendo mesmo como o processo ad-
ministrativo possa ser regular e offerecer
garantas sem esta iosiilaicio ; entretanto,
se nio para este fino, mas para o poltico
se eocaminbar o nosso conselbo de estado,
eu concorrerei com o meu voto para soa
sappresso, ou ao meaos para qoe os mem-
bros das cmaras legislativas Dio sejam
conselheiros de estado (apoiados); porque
antes e cima de todo est para raim o de-
ver de raanter ou de restabelecer o syste-
ma parlamentar, qae nio.pde desenvolver
se sob a pressio do om corpo estranbo.
A origem da representarlo, o seo ende-
rezo e liognagem, a iniciativa da reforma e
sua elaborac) no conselbo da estado, o
emprego qoe se tem feito desta aotoridade
na cmara e fra de'li, sao motivos qoe
bastavam pira que eu rejeltasse o projecto
de reforma; por fra dos caminhos consti-
tucionaes nada s devea;eitar. (Apoiados).
V estas forfs incoostitucionaes veio se
reunir ama outra, qae maiw tem attoado
nesta quettlo; diz-se que i proposta con-
sagra a opiniio, a vontade imperial
radr taa o direito o testar
pro illostrada opioiio sobre os
pas; MoioBABteffo pode 1
U illoslre depowde por Moas
alovacoes quando, sosteatsudo a
doutrioi, recorrso ao.; riacipio
que tolos, teodo direito de manifestar a
soa opioiio, seria absurdo qoe s ao lpe
dar Dio fosos teto pernotodo.
B' o mesmo priocipio con qoe o obre
presidente do conselho defeoden tambem
da coaaoMssao espo-
Se verdade, Si* presidente, qoe oliste
orna opinio manifestada polo Imperador
sobro-esta qaeali), e s pr.ceda a dootri-
na enunciada pelo ministerio, olo ha atis
qae dovidir : est proclamado do direito e
de fado o poder pssaoal. Porque oada
importa a distincgSo qje faz o nobre prasi-
dente do consoioo entre manifestar o iospr
a vontade imaarial. Praticiaoente o resol'
lado o mesmo.
Tio alto eollosado se acha o mooarcha
pela consttuicio pela veneracio dos po-
vos, taes os predicamentos e prestigio de
qae a mesma coostitaifio o corcoa, unto
o poder que ello tem om seos miootcomo
chave e regulador do todos os outros pode-
res, que manifestaclo de sai vontade nao
pode deixar de exercer orna aeco quasi
u eonsulu, como elle o dar, a con
Meo coatrario, se a primeira
i"^aai^oBBaaoi asgauvaioeate.
[a sancedo elle nio emiite a sua vontade,
osas recooBoe-) a vontade nacional. No veto
ii o d soa vontade qoe elle contra-
pon das cmaras, mas a vontade naciona',
pora coja Manifestaclo elle correr por
OMio da dissoraclo, se as cmaras insisti-
tooi. (nfoisdoi.)
Sopfeno e volontario execator das leis,
o inaperador nooca se pode sappr vencido;
e para que assim Seja de absolota neces-
sidadoqua nao baja urna vontade sua pr-
viamente conhecida.
O tbrono, qoe tio alio se ergue no cen-
tro d n asas institores, s ple sopesar
ama (ores reguladora ; a mpulso perlece
ao parlamento e ao paiz
Um raio de vontade desfondo daquellas
alturas, oo conflagrar o paiz as Iotas da
rosUtencia, ou allumiar o cemiterio das li-
berd.-des publicas. (Muito bem)
lata >a dootrina eoislitucional.-(np lia-
dos.)
Se o que se diz acerca desta proposti e
de omitas ootras quests exacto, se a
dootrina d> ministerio e de seus amigos
sobre a manifeitacSo da vontade imperial
ana verdade, r constituido umi mentira.
(Apoiados.)
E em mim, como em amitos, seria este
facto sofficiente para gerar juMissimos es
crupulos contra a reforma.
Devo dizer, Sr. presidente, algoma cousa
sobre a materia do arl. 5.* e por ella eo-
trarei em coosi Jeracoes sobre o p'aoo geral
trresistivel na confec^ie das rsis, e, nnis do projecto ; porque em qaesles desta
anda, nao reformas de grande momelo.
Aquella'^oi^ade, sendo permanente, e os
ministerios essencialmente instavei*, ella
prevalecer sempre, porque, resistencia
de boje socceder a condescendencia da
amanbia.
Nio me dos pouco, Sr- presidente, em-
pregar esta expre^sioresistencia ir, Im-
perador; ella denota om estado de cu-
sas inleiramente anorrail. Entretanto to-
dos os das a ouco, ate dos ministros de
estado! (Apoiados).
O nobre 'presidente do conselbo mais de
urna vez dos tem dito qae o podsr'possoal
olo existe senio pela fraqu -za de cenas es-
tadistas e pela desorganisacSo dos partidos;
o que mostra qoe para ser ministro pre-
ciso ter milita (rcVde r esas tend oque o
exercicy do poder entre nos se pissa em
Iota constante.
E' um outro modo pelo qual o ministerio
confirma a existencia do poder pessoal.
Seria mais cooatitacional dizer quavo Im-
perador resiste, contm, modera.
Monarchista Crao sea, S presidente,
o qutzrs tomar a dafeza desta canas.
A respeito dos fados, alo tendo ea pe-
netrado nunca o reservado scenario onde
germinara e se.desenvolvem, nio posso so-
bre elles dar tes'iemurmo directo : nio posso
por minba conta affirma-!os nem contesta-
los.'Apoado^- K* esta orna grande vanta-
gem da minba posicio; a responsabilidade
pessoal est i-enta de compromettimentos.
S mente conheco o nosso mechanismo
governamental pelos principios consagrados
na constitaiclo do imperio; e a essa luz
qae distingo cada orna de soas rodas, a
funecio peculiar qae Ibes assignada.
Neste ponto de vista, senhores, eo asse-
garo que o poder pessoil nao existe; qae
nio exisle essa vontade, essa opiniio Impe-
rial qne o consume ; -qoe em relaco esta
proposla nao verdade que ella teola por
si a vontade do Imperador, como se tem
feito crer com o assentimento e confirma-
cao do ministerio e de seos amigos. (Apoia-
dos e reclamares).
A razio simples, mas de orna proce-
dencia ineontestavel, de urna forca irresisti-
vel: qoe o Imperador nao pode ter urna
vontade, orna opiniio previamente manifes-
tada sobre assumptos legislativos. (Apoia-
dos e nio apoiados).
O Sa. Pereira da Silya :E' a qoesto
se o rei reina oa governa.
O Sr. Pinto Moreira: Nio disculi rei a
questo oestes termos, porque em defini-los
vai a miior e insolovef difficaldade : no
exercicio do poder moderador ~ principal
mente, e no do mesmo poder executivo tem
mais da um acto em que o poder magesta-
tico intervem com carcter governamental,
conforme a extensio que se dr a esta idea.
(Apoiados).
.0 mea principio que o Imperador nio
pode manifestar prviam ote sua vontade,
sua opiniio sobr assumpto de nitoreza le-
gislativa.
Um Sr. Deputado : Entio am auto-
mato ? Nio tem o direito de pensar ?
O Sr Pinto Moreira : Nio se trata
aqoi, senhores, da questlo pbsycologica,
mas da uuestlo poltica.
A sabedoria, as grandes virtudes do mo-
nareba teem vasto campo na execuco das
leis, principalmente ni exercicio do poder
moderador, que lbe precipuo, que era
meu pensar elle exerce sem dependencia
algoma (apoiados); os assumptos legislati-
vos sio reservados opiniio nacional em
soa manifestarlo a mais directa.
A disposico constitucional qae declar?
inviolavel e sagrada a pessoa do Imperador
nio constitne simplesmente om precito
para os poderes politices e para oa cida
dios; ella prescreve tambem urna reierva
inlranscendivel vontade imperial.
O systema representativo no Brasil Dio
assenta sobre o principio dootrinarie, mas
sobre o democrtico modificado pelo dou-
trinario. o
A soberana da vontade nacional o sea
fundamento; e por meio dos assumptos
legislativos qne essa vontade impera sobre
todos os poderes do eslado.
Se nesse terreno possivel a existencia
da opiniio* da vontade previa do mooarcha,
a consequencia ser o conflicto dessa von-
tade com a vontade nacional, suprema crise
lo systema representativo, coja solacio nio
pode ser senio a dictadora oo a revolocio.
(Apoiados).
Oa sopprimida a vontade nacional, e
neste easo o systema representativo, estar
arruinado em seos foodameotos; oo e ven-
cida a vootade -imperial, e esto o throno
estar abalado; vos sabis, senhores, qoe
om tbrono abalado raramente se consolida.
(Apoiados.)
. A sabedoria da nossa conititoicio est em
evitar esta crise, este conflicto: perante os
seos principios a crise d possivel, porque
a vootade imperial ole se pode mraifestar
senio identificando se com a vootade oacio-
nalj manifestada pelos meios regulares
(Apoiados ; moito bem da minora)
As propostas do poder executivo alo e>
volvem nem plem en volver a opioiio do
O ministerio e seos amigos, looge de imperador, mu apenas o non cooseotimen-
ordem imp ossivel examinar o va'or e con
venieocia de urna, disposico sem atiender
ao modo pelo qual ella concorre para a cons-
trcele e flm geral do systema.
E' a primeira disposicodo artigo qae:
iero sujeilas inspecfi') dos juizrs de or-
pkaos as sociedad** d emancipaco j or-
ganisadas; e que de futuro seor'g misaran.
Parece bem insignificante esta disposico;
mesmo ioteiramente inuli1, se nao gran-
demente ab urda
Urna sociedade, desde sua formaco at
o ultimo ado que della pode se dirivar, of-
fereca variidissima* relaces, qae provocara
diversas competencias entre as autoridades
publicas.
Seria enfadonho, e impossivel, desenrolar
aqoi todo o qaad o dessas relago as, e mos-
trar quantas aitoridades podem intervir
para decidir oo actuar por qaalqaer modo
sobre ellas: temos o acto mesmo da for-
mar; lo dasocedade, os direito? e obrigaces
entre os socios, e dasles para com terceiros,
relaces entre a sociedade e os libertos,
que podem ser maiores oa menores, e que
podem ter sido libertados pela sociedade
oa por particulares, que nella tenham su-
brogado seas direitos, relacoes de ordem
policial, criminal, etc.
Ai le de 4860 sobre sociedades, nio s
fez depender soa formaco da approvaco
do governo. como collocou-as todas debai&o
da Dspeeclo do mesmo governo ; e o art.
10 | 10 do acto addicional deu s a-sem-
blas provinciaes altriboices sobre elles.
Em, vista de tudo isto eo pergumo: at
onde vai essa inspecglo do juiz dos orpqos?
Abraogeri todas aquellas relacoes ?
Un Sr. Deputado : Est claro qae
ole.
O Sr. Pinto Moreira : Ea vejo qae
havendo no art. 2 2 do projecto idn-
tica dispjsicaa a reipeito das associac5es
que se encanegarem da criaco dos inge-
nuos legaes, a commissio oflereceu e a c-
mara approvou ama emenda que restrge a
iospeceo do juiz dos orpbios ao que coa-
cernir aos menores. Siria de coherencia
oe a commissio apresentasse igual emeo-
a ao art. 5 ; e em tal caso Acaremos en-
tendendo' a que sa refere esta disposico :
a protocolo dos liberto* menores qae
existirem em p >der das sociedades, por
qae seria singular qoe a le pazesse em
condico de orphaodade os libertos maiores.
Mas eolio removido o absurdo, Qca a
inutilidad da disposigao. A iospeceo do
juiz dos orphos sobre todos os menores
disposico geral de nossa legislarlo, j
est no direito das ordenares ; n"o ha ne-
cessidade de lei nova ; e sabe-se que urna
disposico intil na lei traz sempre incon -
venientes na pratica. (Apoiados.)
'Tia 2* parte do artigo se diz :
As ditas sociedades tefo privilegio so-
bre os servicos dos escravos queliberta
rem, para indemoisaco do preco da com-
pra. >
E' mais orna inutilidad, acompanbada
de um erro jurdico, qae far m figura no
meio de nossa egis.ago-
O que quer dizer aqui a palavrapn'w'fe-
gio t Suppo:-se que a sociedad1, tendo
comprado um escravo o liberta com a con-
dico de lbe pigar em servicos o preco da
compra ; p le ser at um preco menor. O
direito aos servigis para semalhante indem-
nisaco resolta da condico. com que foi
conferida a liberdade, isto de direito
commum, e de pratica muito contante en-
tre nos : nio ba abi privilegio algom. Pre-
tende-so tal vez por esse modo significar a
preferencia dessa divida a qoalquer outra
qoe cncorra sobre os mesmos servicos:
mas ainda nesse caso nao ha privilegio al-
gam ; o direito resoltante da clausula da
liberdade por sua oatuceza e prioridade
exclue qaalqaer oatro at qae seje satisfeito
o dominio dos priacipios geraes de di-
reito ; nao ba privilegio.
O So. PerdioAo Malheiro : E' om
monstro jurdico.
O Sr Pinto Moreira : E qu c5es sio estas ? Sio as mesmas de qoe
[trata-o art. 2* do projecto, oo sio diversas ?
Sio associaces de beneficencia oa de ia
dastria ?
O $R. Perdigo Malheiro : Podem
ser de mera especolacio, e muito funestas.
(Apoiados.)
O Sr. Pinto Moreira : As dwposic5es
inoleis com as quaes se eocheram qualro
longos paragrapbos do art. 2o e dous do
art. 5* a re doras, sem crear um s principio novo, sem
plan lar urna s sement de ende possam
nascer etias instilaicoes, o qae me azem
erer qoe sio destinadas a encobrir om
dos maiores defeitos do systema adoptado,
qual o de abandonar miseria e perd
(lo por mueres os libertos da lei (apoia-
dos) ; 6, portante, om trabafho de ostenta-
Ci, de apparato, qoe pode illadir os es-
pirites incautos.
O Sa. Duque-Estrada Tstxsira : A-
poiados; urna vi ostentado.
O S. Pinto Moreira : Sr. presiden-
te, om systema de emancipaco para con-
seguir o seo 6m sem iojusticas, sem crises
e sem desgracia ha de necessariamenta
apoiarse as seguinie| eondic5l :
1* Assegurar oa rademnsar a proprie-
dade adquirida sombra da lei.
t* Evitar desorganisacio o trjbalho
3* Manter. o rgimen dos estanelecfcnen-
tos agrcolas.
4a Precaver a aorta dos Itnerios, priod
plmente no qoe toca boma nidada ,
que Dio fiquem xpostos ao abandono e
mof te na infancia a o vicio o miseria oa
majoridade. (Apoiados da opposicli; moi-
to bemj
Nio sei q-ial destis condices possa ter
preferencia : todas ellas sio essenciaes
imprescindiveis ; mas a ultima fallado de-
ver e ao sentiuiento : incrivel como se
tente sacrifica-la em nome da humaidadel
fApoiados.)
Como attende o projecto do governo a
esta condico ? Invocando apparentemente
essas associac.'s, que licara a cargo da
benefleencia oo da especu acio pirticolar.
O Sr. Duque Estrada Tkixeira : Es
peculaces com a capa da uomanidade.
O-Sn. Pinto Moreira; w- Ea nio creic
mesmo qoe eilas se formem seolo em Da-
mero limita iissio. e talvez com resultados
moito funestes, (apoiados.)
O Sr. Perdigo Malheiro : Sio crea-
fO;s offic'aes.
OSr. Pinto Moreira : E assim se
encobre a falla de casas de a-vio para a in-
fancia, de estabelecimenlos de edacaclo e
de iostrueco profissiona', qae si > meios
complementares indispensaveis da seduc-
tora idea do veo-re livre. (Apoiados.)
Que sorte spea a milbares de criancas
que a lei vai libertar em teda a extensio
deste paiz ?
Tnboouvilo fallar em servicos panucos,
em arsenaes; mas todo isto aqoi na corle
e as capitaes de provincias martimas ; c
accommodam pessoas do sexo masco ino
de certa idade em dante. Pelo centro das
provincias nio ha esse recurso, e n m elle
aproveita infincia, principalmente do sexo
femDino.
E aos doentes e invlidos qae destino Ibes
dais ?
A obrigicio a cargo do' patronos nem ao
menos tem sanecio : arrima-se na esperan-
za das taes apolices om o volor nominal
de 6004 e real de pouco mais da terca par-
le ; e isso mesmo por cada om ingenuo
que ebegue a idade de cito annos, ficando
o patrono multado no preco de todo o tra-
balho e despeza qoe emprega na criaco e
tratamento dos qae morrea) antes dessa
idade, qae sio sempre em muito maior no-
mero.
De 8 annos para cima possivel qne fi
quem na mesma casa al aos 21 annos os
ingenaos de direito e captivos de (acto ;
bem entendido os saos e prestaveis, prio
cipalmente do sexo masculino ; os enfer-
mos, os racbiticos, os invlidos serio a presa
da miseria e da morte se nio valer-Ibes a
caridade publica. (Apoiados.)
Nao foram mais respeitadas pelo projec-
to as outras condieoes qae assignalei como
essenciaes a todo o plano .de emancipaci.
A libertado do ventre sera indemnisa-
Cip um alternado contra a prosceridade
e manifesta violaglo da conUituiclo. No
dominio, tal como est constituido entre
nos. e desde a legislagSo romana, se com-
prebende o direito do senbor aos Albos de
soa escrava ; om direito preexistente
constito'icio, e portante comprehendido na
disposico do artigo 179 22, onde ella
disse : garantido o d reito de proprie-
dade em toda a sua pleoitade, salvo somon-
te o meio da desapropriacio-
^Debalda a Ilustre commisso se esforcou
por prvar que o escravo nio e orna pro
priedade como as oatras propriedades, por
que o senbor nao tem o jus viloe et necis
sobre o escravo, que um hornera, e como
tal deve ser tratado. A condico humana
do escravo nio escapou jurisprudencia, e,
apezar disso, ella nunca desconheceu abi
principio da propriedade. E se a natoreza
do escravo o exclue da propriedade, como
reconheceu sobre elle a posse jurdica ?
Os argumentos da commissio seriam de
urna prudencia e forca irresistiveis se tr -
tassemos agora de instruir a escravidio ;
mas tratando de abol-la, somos toreados a
considera-la como ella nio simples fac'o
social, mas instituico de direito civil, po.-
definida e regulada em todas as suas-rela
Caes.
Entre nos e o direito natural est a ins-
tituico, que infelizmente encontramos, re
conhecida pela lei, que della derivou direi-
tos indivdo'es eos garanti.
Cumpre nio esquecer nunca, senhores,
que os escravos sio possoidos entre nos
nio por violencias oa abusos dos propie-
tarios, mas pelos principios qoe regem a
di-tribuico da riqueza em harmona com
as leis do Estado.
Neste ponto de vista o escravo proprie-
dade ; e desta condico nio o podemos
tirar seno por meio da iodemnsacio.
A diferenca qae existe entre os diversos
objecos da propriedade podem modificar
infinitamente o exercicio deste direito,
mas em essencia elle subsiste sempre ; por
sso aquellos que o definem jt$f utendi
fruendi abulendi, accresceotam : quatenus
juris ratio patitur. As leis podem regular
h> exercicio da prc priedade conforme a na
t a reza dos objecios, os seus osos e desti-
nos, e ainda por motivos de interesse pu-
blico, sem qae*por isso ella seja ferida em
sea principio.
E' certo que os nascitaros sio objectos
de faturo, mas o direito a ellos existe ac-
tualmente na propriedade da mi escrava ;
nm dos direitos qui compoem esta pro-
priedade. E futuros sio lodos os direitos
que nascem da propriedade, faturo sem-
pre o faturo, o gozo, a disposico, aliena-
gio, etc. A pwpriedade exprime o lago
joridico qae prende o objecto pessoa.
para que possa tirar delle as vaniagens qae
conslitaem os direitos que aquella relacio
se derivara : portante, commum a todos
esles direitos a condico de futuro.
Considerada por outra face a qaestio, nio
menos manifesta arviolaclo da proprieda-
de e da consti inicio. .
S por dous modos pode o dominio
eminente do Estado actuar sobre a proprie-
dade individual, oo dirigiodo-se forma,
ao exercicio do direito, no qae se compre
-heodem tedas as medidas regolamentare;
oo dirigindo-se materia da propriedade
para retira-la em todo oa em parte. E'
claro qae nio se trata aqoi do primeiro,
mas do segundo cato. Ora, S'. presiden-
te, diante dos principios de direito absolo- i"i!l
to, aceites e praticados em todos os Esta-
dos bem orgaqisados, este somado caso Dio
se pode realii
imposto e i
no principio do impos-
to anaaWaWaam libertaglo dos oaseitoroe;
at p >rqoe, se assim fosse, olo poderia vir
elle a cmara como proposta do poder exe-
cuiino. eofesista aVext. 36 n. 1 da consti-
MifPVBp Mico de qoe elle
^-se ea deaSropriacab acompa-
dJMadigJMV tmpresciodivel, a
Esta doutrna iocootestavel noa dominic
da scieooi Ata oposagrda sotomemerj
pela constitoicio flo AaMio ; atflBI traca-
nos o camioho mko poli qoit oVi pode-
mos dirigir propriedade escrava em qoal-
quer dos systemas de emancipaco qoe te-
ohamos de adoptar, (apoiados da miooria;
muito bem).
O Sa, Duque Estrada Teijuewa : Todo
mais espoliado.
Um*, Voz : E' a pailaotropia costa
albeia
O Sn Pinto Moreiha : Quaoto des-
organuagiO do trabalho, arrastao le com
sigo a desorganisacio do propriedade, por
que estes dous facios se prendera intima-
mente, exerceado om sobre o oatro influen-
cia reciproca eoecessaria, o projecto a
prepara em larga escala, de go pe e para
tempo muito prximo. (Apoiados.)
O Sr. Aorase Fkjuor* : A emanci-
paco em massa a sua consequencia im-
mediata.
O Sr. Pinto Mmhia : Sr. presiden-
le, a lavoura. foote primordial do B08a
riqueza, manaci i! dos productos de nossa .
exportaco, gigante qae sobre seos hombros
sustenta lodo o peso delte vasto imperio,
asseota oeste paiz sobre a grande proprie-
dade...
O Sr. Andrade Figueira : Apoiado.
O Sa..Pinto Moreira : -- ... e a seo
turno a grande propriedade, os capitaes
nella eooorporados, auaa edificaren is, seo
mecanismo e toda a sua economa interior
se explican) p dos.) O. commercio, senhores. como in-
dustria intermediaria, tem na lavoura soa
base e o lmite natural de suas operacoas.
de sea deseovolvmeato. A prosperidade
da lavoura faz a prosperidade do commer-
cio, como a decadencia daquella arrastar
a decadencia deste (apoiados) ; a lavoura
conslitae a carteira do commercio.
Se conaiderarmos a afluencia funesta que
a sbita desorganisacio do trabalho e da
propriedide vai exercer sobre as condices
da ordem publica e da seguranca individual,
mas se afeia o quadro, e nossas appreheu-
soes se coovertem em jaste temor.
E' Gomo eslriblb > abrigado nos relat-
nos dos presidentes de provincia e do mi-
nisterio da justica atlriboir a ndole pacifica
de nosso povo a manotenclo da traaquil-
lidade publicae da seguranca individual.. -
Uma Voz : E' ineontestavel.
O Sa. Pinto .Moreira : E nem OU ve-
nho contestar essa qoaldade moito louvavel
dos Brasileiros (apoiados); o que verdade,
porm, > qoe essa virtude preoiosissima
nao se mantera por si s, mas anjeja-se no3
cus tu mes, as condieoes que oafsiituem o
m >do de ser de nossa. tociedada. E' certo
tambem qoe o Eslado fallece dos meios pre-
cisos para garantir a tranquillidade publica
o a seguranca individual ao redomoiaho
dos elementos qae a reforma vai crear e
agitar.
(Ha maitos apartes ; o Sr. presidente
pede allenco.)
Est esc ripio no relatorio do actual Sr.
ministro da justica que aulla entre nos a
preveocio dos crimes e reconhecidamente
fraca a sua repressio. (Apoiados.)
O SO. Cruz Machado : Entregara os
Tazendeiros a sua sorte.
O Sr. PerdigAo Malhmro ;O governo
nio tem meios para conter a nsobordina-
c,o e as desordens que elle mesmo prova-
ca. (Apoiados da cpposiclo.)
O Sr. Pinto Moreira :O illostrado de
potado por minba provincia resiravo em
seu aparte teda a verdade quo eu me pro-
punba expr.
| grande propriedade. Sr. presidente
quaesquer que sejam os seus inconvenien-
tes sob o pon > ae vista econmico, tem
o inconteslavel merilo de ser poderosa ga-
ranta do paz publica; a escravidio tambem,
posto que viciosa em seu priocipio, Dio
concorre menos para esse resultado pelo
rgimen disciplinar dos estabelecimenlos
agrcolas, onde a accio da auloridade pu-
b ica quasidispensada.
Mas fere-se boje a escravido em seu
principio; a lei que antes a protega, a
condemna agora como cousa injusta, contra-
ria re.igio, moral e ao direito ; torna-
so urna instituico caduca, qoe mal pode
sobreviver aos principios qae a susten-
ta vam.
Por oatro lado crea-se om estado novo
dentro da familia do larrador, aovas rela-
Cdes jurdicas ah se estabelecem; o rgi-
men dos estabelecementos agrcolas afrou-
xa; a antoridade do senhor e a autoridade
publica diariamente se encontram do mes-
mo estabelecimento: aquella perde o sea
anterior prestigio, esta nio pode manter
mais a imparcia:idade ; os domsticos, es-
cravos oa libertos se entregam a intriga
alimentada por teda sorte de embostes :
surge a denuncia, a querela ; inlerminaveis
comeadas se travam, o espirito da rixa im-
pera. (Apoiado.'.) E para qoe mais se
aggrave a complicaclo, abi vem pelo pe-
culio de jure a familia civil dentro da fami-
lia civil, a propriedade jurdica dentro da
propriedade jurdica, e apezar desta,
(Apoiados, moito bem.) No centro est
o lavrador, o pai de familia bandonado a
a soas proprias forcas, coberto de. odio
pela lei, molestado todos os dias palas in-
vestigeles da autoridade, atormentado pe-
las machuacoes da viziabanca, expsti s
conspiraces domesticas.
Sr. presidente, eo prefiro a emancipaco
em massa (apoiados), amanbia mesmo.
Tantos e tio grandes sio os males qoe se
aniobam as eslranhas deste projecto.
(Apoiados.)
Mas todo isto responde" a Ilustre com-
missio especial com a apologa do trabalho
livre e intelligente, que succeder ao traba-
lho roiineiro, contrafeito e improdactivo do
oanravo.
Onde est, porm, eme trabalho livre e
inielligente, qoe com tanta promptido ha
de concorrer para a austeniacSO da grande
lavoura ?
Estar nesta classe os libertos qoe la-
tiera da escravidio traxendo todos oa hbi-
tos e vicios dalla, e qoe na liberdade mais
oe todo prezam a isencio do trabafho e da
i na?

1
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r
.
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(Contn.uar-u
J OfAnrrJ-Atf a W VtttUt 01 (Ul
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1


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