Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12474


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Full Text
ANUO XLVIf. NKERC m

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AGOSTO
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Propriedade de Manoel
Paria 4 Mhos.

Gerardo Antonio Al-vaa A Filho, no Para ; Goncalvea A Pinto, no Maralo ; Joaqum Jote da Oiittira A Filbo, no Otar*; Antonio da Umm firaea. no Aneatt jh* *w,-o* /*.
N,rh : AnU. F i. Anotar, o Goj.oo,; Fmcto. T.v.n d. Corto, rt. Ata! D,. ** Ab Bol*; i,!*, Soro.lo.0 4 C. Wo do Ja!*,.
PARTE OFnCIAL
.ewarao ala provincia.
DO- DIA 18 DR AGOSTO.
EXPEMINTE
Actos :
O rice-presidente da proviocia designa para
oeanseolbo qae tem de jutgar o lente do corpo
de polica, jalo Pires Forreira, pelos ferimentos
a surtes Imillas ua cadeia do termo de Piores.
Presidente.O major do 3* batalhio de ifaauria
Antelo Bernardo Quioteiro.
Auditor.O Dr. promotor jmblie3 da capital.
Vogaes.Capitaes Joio Aoastacio Camello Pes-
jm, Alvaro Coorado Ferreira de Aguiar e Loiz Fe-
lippe Cavaicaote de Albnquerqae, lenles Joio
Pareira Lago, cirargj Joaquina Jos Al ves de Al-
Cuquera, ue.
O fice presidente da provincia, a vista do
anaca 4o Dr ehefe de polica n. 73o, de 5 de ju-
abo prximo lio lt, resolve exonerar o< cargos
de i; 3*, 4*. 5* e 6* supplenles do subdelegado
d) 2* districto do termo de Seriohaem, por te-
rem-se nadado para fra do districto os cdadios
Ariatides Florencio Cavalcaate de Albuqaerque,
Francisco 'Pedro cavalcaate cha, Joo Manoel
Mosquita de Barros Waaderlev, Semiio de Car-
valbo Alboqnerque e Flix Jos de Helh Caval-
caate.
O viee-presilente da provincia, conforman-
do-se coa a proposta do Dr. chefe de palicia em
offlcio a. 733 de 5 de junho prximo findo, resol
we minear para os lagares de 1, 3, V, 5' e 6
sapplentes do subdelegado do 2 districto termo
de Seriabiem os cidadnos seguratas na ordem em
que to coilocados : Alolpho Wanderley Lins,
Djmiagoa Theodosio Rigueira Pinto de Soaza,
l.oacalo Cavalcante de Albaquerque, Joao Baptie-
U Aseli Lias e Francisco Manoel de Sa Caval-
cante.
O viee-presidente da provincia, conformndo-
se eom a proposu do Dr. chefe de polica em olH-
Cia a 91 de 35 de maio e o. 733 de 5 juoh 1 ul-
mM, resolve nomear para o cargo de subdelega-
do do 3* districto do termo de Seriahiem o cida-
dio Aristides Florentino Cavalcante de Albuquer-
quen para os dos respectivos sapplentes os cida-
di)s siguiies, na ordem em que vio collocades :
Gervasio Jo? da Costa, Manoel Vicente da Costa
Preira, Siraiao Correia de Albuqaerque, Alvaro
Barbilla* Cavaleante de A buquerque, Antonio Ce-
sar de Vaseoneellos Campos e Pedro da Raeh.
Vieira.Expedirara se as necesarias communica
(iaa.
O vice-presid^u da provincia, a'.teudendo
*o que expoz o 1 secreUrio da assembla legis-
(ativa provincial em oflhio de l de juibj ultimo,
sob n 39, e tendo em vista o quo a este respeito
iBformoa a tb*souraria provincial em 12 dj cor-
rate, a. (76, resolve autorisar nm crdito sap-
pementar, oa importancia de 917/900, para pa-
gamento de igual qaanti, proveniente de objectos
foraeeidos ao expsdiente da mesmi assembla no
xerdeio em liquida<;ao de 1870 a 1871, visto
acuar-se extineta a respectiva verba, segando eons
ti da ctala iaformacio.Ofloeiou-se ao inspector
da tbesoararia proviacial para qae, em vista do
M't supra e n)s ternns do final de saa informa-
;i), mande pagar da quantia de 2:3014923, que
se est a dever proveniente de objectos foroecidos
para decoracio do pago da assembla e expedien-
te da respectiva secretaria, bem como de impres
s js feitas no Diarto de Pemambuco, nos exerci-
cicios de 1868 a t869 e 1870 a 1871, somente a
de 2:4524923, pois que a de 524, relativa ao men-
cionado exereicio de 1863 a 1869, fiea d jpenden-
te do eredito, qae opportuoamente ser votado
pela mesma as-embla, por perteacer essa divida
ao exercieio j encerrado, e commanicoa-te ao
referido 1 secretarlo.
O vice-presidente da provincia, altendendo
ao qae rejnereu Domingos Jos Ferreira Jnior,
alferes do 2 bitalhao de infamara da guarda na-
cional destd municipio, resolve conceder-lhe seis
mezes de licnca para tratar de saa sade
fBcios :
Ao Exro. presidente do Amazonas, abusan-
do a reeep^io dos doas exemplares, que remetteu
do relttorio apresentado assembla legislativa'
dessa provincia, ni sessao do crreme anno.
Ao do Piauhy inteipando-o de baver receb
do m dotis exemplares que enviou, das lei s dessa
provincia, publica las em 1868.
A do Maranliao, participando baver manda-
di traaicrever ao Diario de Pemambuco os edi-
taos, relativos aos contratos de vas farreas desta
provincia.
* Ao inspector da thesoararia de fazenda,
transmittindo para os fias convenientes, a ordem
do Ibasoaro nacional n. 133, de 28 de jalbo ulti-
mo.
_ Ao mesmo para que, em virtude de requisi-
ci do Extn. presidente da Parahyba, f<\ entre-
gar ao commandante do primeiro vapor que para
all seguir, afim de os condazir t sea destino, os
flhOOOl qae vieran! do Bjnco do Brasil para a
tbesoararia daqaella provincia.Fez-se o neces-
sario expediente.
Ao mesmo devolvendo, para os devidos Bo,
a coala em duplcala, na importancia de 674000,
e reUtiva aos eoncertos feitos por Vicente Jos
de (Xiiveira nos apparelhos da illamiaacio do pa-
lelo da presi deacia.
Ao BMsmo, eommanicando qae a 12 do cor-
reate reaa-umio o bacbarel Joaqalm Cordeiro Coe-
Ibo Cintra, o exercieio das fancedes do carg > de
juiz municipal e de orphios do termo de Goy-
anna.
Por essa tbesoararia man loa-se pagar :
A' eiapreza da estrada de ferro do Recife a S.
Francisco, a qaaolia de 54330, proveniente de
transportes dados nos trens daqaella estrada por
coala ds ministerio da gaeara Commanicon-se
ao superintendente.
A' pesioa competente a de 1334300, qae falta
para completar os venc meatos na importancia de
3834770, des destacamentos de guardas nacio-
mes existentes em Aguas-Bellas e PetroUna, nos
tnezes de maio e junho deste anno, visto nao exis-
tir crdito para esse lira.
Ao inspector da tbesoararia provincial au
tonsando s, de aceordo com a saa iaformacio a
mandar adiaotar, mediante flanea idnea, a pro-
tessora removida para a cadeia de mstrac^io prl
aria do sovoado de S. Benedicto, Ubaldina Afra
da C jaeeiew Vieira de Mello, a qnantia de 4004,
aflea de Ibe ser descontada pela quinta parte, nos
teMMi da lei n. 598, de 13 de maio de 1864
Pr saa tbesoararia mandoa-se pagar :
ko capitio Joaquina Silverio de Sonta, a qaan-
ti de 1774W0. despendila com o sustento dos
presos pobres da cadeia do termo de Garanbans.
Ao commendador Antonio Joaqaim de Mello,
co preferfia, a qae se Ibe estiver a dever na
1 saudade ds encarregado de colleccionar as obras
s Fr. Joaqoia ds Amor Divino Caneca.
k eapreza da estrada de ferro do Recife a S.
Prancisco, a de 8404710, em qae importaran) os
iraasportes dados sos trens daquella estrada por
oala da paoWoeia, dorante o rnez de janho ulu-
mn fnaamnairnii ir ao superintendente.
Ao Dr. fioefs de polica, dizeodo flear intei-
ral) de fiaaao participoa aierca da faga do ai-
aiasM Joio Manoel Prazio, qae esuva campnndo
Mtaaea a cadeia do termo de Flores, a reeom-
aalMli ajne saapregae ai deligencias legaei,
atn te ser eapturado esse criminoso, enviando
opairtoaameate a presidsocia os interrogatorios
0 aais ssdarecimeotos qae forem eolbidos coa)
lacio a semeante fofa,- para qaa M procda
na trma da le, contra qaem for achado em col-
pa.
Ae mesmo declaran 1o em resposta ao sea
oflleio, qae proponha individuos aptos para preen-
chimenio d s lasares de sapplentes do subdelega-
ds d> distnct) de Craaogy.
-7 Ao commandante superior do municipio do
Recife, dizeodo qne, visto nio ser obrtgatorio o
comparecimento das msicas dos batauSes da
guarda nacional para os ensaios da pega musical,
qae tem de ser tocada na noote de 6 do mez pr-
ximo viodooro, e a qae se dea o titalo de Sete de
Seterabro, nada ha qae providenciar acerca dos
seas olflcios os. 147, 153 e 154, de 7 e 10 do cor-
reate, devendo para isso se entender com os com-
maodaotes dos ditos batallados de modo a tlcar
combinado qual dos mesires deve reger oo diri-
gir as demais mosicas no momento da execoco
geral de tal peca.
Ao inspector do arsenal de marinha, aotori-
saodo-o nos termos desoa iaformacio, a oosentir,
como solicita a companhia vigilante, que sejam
feitas as offlcinas desse arsenal, os eoncertos de
que precisa a machina do Vapor Camaragibe, de-
vendo aquella eompinhia pagar a respectiva des-
peza.
Ao mesmo, declarando em solacio ao seo
offlcio, que naode abrir nova concurrencia para
a veoda em basta publica do cter, qae se refere
o citado o IB no.
Ao regedor do gymaasio provincial, inteiran-
do-o deque expediram seas convenientes ordens
ao chefe da repartido das obras publicas para
mandar fazer cora a maior brevidade possivel o
dormitorio de que anda necessita esse estabeleci-
raento, e autorisando-o a comprar as 50 camas de
ferro, a que allade osea offlcio de 12 do correle,
Offlciouse ao chefe.
Ao coraaaaodaute do corpo de polica, auto-
risaodo o eogajameoto dos paisanos Miguel Joa-
quira da Silv^, Manoel Prxedes de Mello, Manoel
Francisco da Silva e Jos Flix de Araujo, se fo-
rem idneos.
Ao mesmo, approvando os contratos feitos
pelo consellio administrativo desse corpo com Jos
Vicente Godinho, para o foroeeimento de oilo ce-
ios pares de brosegoinsi na raio de 448OO o par,
ecom Cassimiro dos Res Grates e Silva, tambem
para foroeeimento de oito ceios fardameotos de
panno azul superior a 28JOOO cada um ( booet so-
brecasaca e caiga) e deoatros Ualos de brim mo-
cado de linbo, liso pardo ( igaaes peras) a 74000
cada um e de superior qaalidade, deveodo o pa-
gamento ser feito em tres prestaras de tres, seis
e aove mezes, de conformidade com o parecer da
tbesoararia provincial.Commaocoa-se a esta.
Ao director do arsenal de guerra, para qae,
de conformidade com a requisicao do excelleutlJ-
sirao presidente do Cear, mande fornecer ao de-
posito de artigos bellicos daqaella proviocia 2,000
cartuxos embalados, constantes do incluso pe-
dido.
Ao procarador fiscal da tbesoararia de fa-
zenda, recommeodaodo qae, em vista das inclusas
copias, providencie do modo mais conveniente
acea de ama ca3a de madeira, construida na
ilha do Pina por un particular.
Ao promotor publico da comarca do Limoei
ro, dizeodo flear inteirado dos lacios criminosos,
que tiveram lagar no districto de Taquarilinga, e
reeommendando que empregoe as deligencias ri-
gaos para a captura e punigio dos indiciados em
taes factos.
Ao promotor publico da comarca do Brejo,
para informar sobre o qae representa o delegado
do terno de Cimbres no offlcio, junto por copia,
Jnanto ao processo crirae, instaurado aos soldados
edro Antonio Daarte e Justino Bezerra Cavaleao
te, providenciando logo a este respeito, orno for
de dirello.
Ao eDgenheiro fiscal da illuininaco publica
desta capital, chamando a sna altencio sobre o
que na parte junta por copia, representa o capi-
tio do. corpo de polica, que fez a ronda nocturna
na fregnezia da Boa-Vista oa ooite de 15 do cor-
rele, acerca da mesma llaminacio.
Portaras:
-Dirija-se a thesoura-
Vicente Jos de Oliveira.
ria de fazenda.
RXMDUNTB DO SKCR1TAHI0.
Offlcios :
Ao brigadeiro commandante das armas, in.
telrando-o de baver a presidencia indeferldo os
requerimenlos, em que os soldados invlidos Bem-
veouto Jos Prade e Jos Roberto do Naseimen-
to, pediara permissao para irem esperar, este oa
povoacio de Apipucos, e aquelle oa de S. Loa-
rengo da Malta, a decisio do governo imperial so-
bra suas baixas on reforma.
Ao mesmo, enviando, de orden da presiden-
cia, o passe, qae sollieitoa,de ida e rolla pea es-
trada de ferro do Recife a S. Francisco, para o
primeiro sargento almoxarife da fortalezca de Ta-
mandar, Manoel Carlos de S, vir a esta capital
ama vez em cada mez.
sempre o rigor da lgica, porqaaoto
zdsiricta s emaalidsdes. Nesta ardasa
occorrea-ss babilauata ao tsstemaoho
"g^Tooquevie. Laaurtias, padre Petix a
f Oiros. cajas opioiSea escripias fgram Udaa
^*ntara.
1 somma, o destiaeto Sr. Pint de Campos
frauda copia de eonhecimentos em rola-
1 sugeita, e foi geral o pesar por ha-
orador sida sorp/enAdi) pela uora final da
Ao gerente da companhia Peroambucana,
mandando dar transporte para o presidio de Fer-
nando de Noronha, por contado ministerio do im-
perio, a 13 barras de madeira com ps de ferro, e
a um caixao cerneado varios objectos, destinados
ao uso dos presos pobres da casa de detencio ata-
cados de bsriberi.
Ao mesm, para fazer transportar ao presi-
dio de Fernando de Noronha, por coma do ministe-
rio da guerra, os objectos, constantes da relami
nata, e que de ordem da thesoararia de fazeoda
foram comprados pelo corrector geral, Fraoeisco
de Miranda Leal Seve.
Aos agentes da companhia de navegacio Bra-
sileira, reeommendando qae fajara traosportar at
as Alagoas, por canta do mioisterio da guerra a
um soldado desertor da companhia Qxa daqaella
proviocia.
Despachos :
Abaixo assigaados e moradores em S. Loa renes
da Malta.Informe o Sr. Dr. chefe de polica.
Antonio da Silva Araujo. Informe o Sr. ins-
pector da tbesoararia provincial.
Aotooio Paes de S Brrelo.Informe o Sr. bri-
gadeiro commandante das armas.
Beraveautt Jos PrudenteNao tem logar i
vista da iaformacio do brigadeiro commandante
das armas.
Dr. Bernardo Pereira do Carmo Junor.Reva-
lide o sello da planta.
Emilia Caolida de Mello Luna.Passe portarla
concedeodo a licenga requerida.
Dr. Fraicisco Pinto Pessoa.Como reqaer.
Fraoeisco Jos Cordeiro dos Santos.Informe o
Sr. Dr. juiz de direito da comarca de Garantan.
Jos Roberto do NascimentoNio lem logar
vista da informacio do brigadeiro commandante
das armas.
Joio Cietano Rodevaloo de Alenear.Indeferido
i vista da iaformacio.
Commendador Jos Jaeome Tasso.Certifique.
Jos Pedro Ribeiro.Ose o sapplicaole dos re-
curses legaes.
Joio Paes Barreto de Lacerda.-A' vista da lo-
f irmaco nada ba qae providenciar.
Jos Lacas Soares Raposo da Cmara.Ceriifl
qae.
Jos Lacas Soares Raposo da Cmara.Ramet-
tido ao Sr. commandante d.as armas, para mandar
a certidio requerida.
Joaqaim Jos de Santa Aooa. -Informe o Sr.
in;peetor da thesoararia de fazeoda.
JoaolAatoaio de Almeida.Informe o Sr. ins-
pector da tbesoararia provincial. .
Mara Francisca. Satisfaga a informacio do Sr.
inspector do arsenal de mancha.
Maria Carolina Pereira de Carvalho. Ao Sr.
iospector da thesoararia de fazeoda para infor-
mar.
Manoel Looreoco de Maltas.Satisfaga o soppli-
eante a exigencia do decreto o. 4103 de 22 de fe-
vereiro de 1868.
Olympia de Azeredo Coulioho.Passe portara
concedeodo dous mezes com veocimeatos na for*
ma da lei.
Rocha a Silva & CRemettido ao Sr. vloepro-
vedor da Sama Casa, para atteoder ao sapplicao-
le, nos termos de saa informacio de 4 do correo-
te, sob n. 65.
Tenente-eorooel Thomax de Aqaino Cavalcaate.
lodeferido.
Ubaldina Afra da Cooceicio Vieira de Mello.
k' He?ourriJ proviacial com offlcio desta date.
commaudo superior.
QUAnm DO C0MMAND0 SUPERIOR DA GUARDA
NACIONAL DO MUNICIPIO DO RECIFE, 30 DE
AGOSTO DE 187i.
Ordem do dia n. 30.
Manda o IIIm. Sr. orooel commandante superior
fazer publico aos corpos sob saa jurisdicelo, qae
S. Exc. o Sr. viee-presideote da proviocia, por por-
taras : .
De 23, maodoa aggregar ao i* batalbio da re-
serva o Sr. 2 teoeote do 1 batalbio de arlilharia
Vicente Tnomaz Pires de Figueiredo Camargo, qae
fra em inspeccio de sa le considerado incapaz
do servico activo;
De 24. mandn igualmente aggregar ao mesmo
1" batalhio da reserva, o Sr. alferes do da capilal
do Para Man el de Aranjo Lima;
Que o mesmo Exm. Sr. deliberou qae o Sr. alfe-
res do batalhio da reserva deste municipio Bel-
larmioo dos Santos Buicio, se desse guia de passa-
gem para o municipio de Santo Anta o, onde reside,
como se havia determinado em 23 de Janeiro de
1837 ; e qae tambem se desse igual guia para o
municipio de Agaa-Prela ao Sr. lente do 2* de
infautaria, Antonio Maria de Aranjo.
Manda mais o mesmo Ulna. Sr. coronel comman-
dante superior publicar os pareceres da junta me-
dica, que iospecciooon em grao de recurso, geran-
io o conseibo de revista, no paca da cmara muni-
cipal, oo dia 17 do carrale mez, os guardas na-
ciooaes abaixo mencionado?; devendo os Sr*. com-
mandantes dos respectivos corpos fazer effectiva a
deliberado da referida junta; a saber:
1.* batalhio de infamara.
Guarda Antonio do Reg Barros, incapaz do ser-
vico activo por soffrer de hypetrophia do cora-
cao.
Dito Fraoeisco Horoncio de Araojo Cesar, ioc-
paz do servico aciivo por soffrer de bypelropbia
insipiente do corceo.
Dito Manoel Rodrigos de Almeida, iocapaz do
servigo activo por soffrer de hydrecate voiomosa e
emoles chmnica.
Dito Martiuiano /os Fernandos, 6 mezes de l-
cenga para se tratar de syphiles.
Melchiades Francisco da Costa, l'rompto.
Francolino Alves da Silva. Promptc.
4. batalbio de iofanlaria.
Jos Candido de Miranda Lei lio, 3 mezes de l
cenca para se tratar de fraqneza dos orgaos da
rfspiracio.
Entra de mez o Sr. capitio ajudaate de ordeos
interino Manoel da Silva Farias.
Rodolpho Joao Barata de Almeida,
Coronel chefe interino do estado-maior.
INTERIOR.
de
Correspondencia do Diario
Pernanabneo.
RIO DE JANEIRO.
" CORTE, 23 DE AGOSTO DE 1871.
Tendo sido votada em segunda discassio a pro-
poita sobre o estado servil e regeitados os aditi-
vos dos Srs. Duque-Estrada e Aodrade Figueira,
oo mesmo dia em que encerre a minba anterior,
eotroo a mesma proposta em 3.* discussio no da
18, rompeodo anda o debate o Sr. Villa da Barra,
qoe preeocheo toda a hora, occapaodo-se quasi
qae exclusivamente em responder ao discurso qae
pronunciou o Sr. Jaaqaeira, por oecasiio da dis-
cussio do primeiro artigo
N'esse mesmo dia apreseotoa o Sr. Perdigas
Malbeiro o sea substitutivo, qae encontrar nos
joroaes, e qae parece ser a oltima expressio da
maioria da dissidencia. Digo da maioria, porque
nem todos os sens membros o aceitam, e oeohum,
alm d'aqaelle Sr., o assigoou.
O Club da lavoura, qae pelo orgio do Sr. Cbris-
tiaoo Ottooi havia manifestado a saa opiniio sobre
a materia, formulando tambem o sea projecto, qae
foi remedido i ama commissio, para ulterior-
mente ser enderezado cmara dos depatados, re-
ouocioa depois ao sea proposito, declarando qae
adhera aquelle substitutivo qae, sabera todos,
oio ser aceito, e foi smeote apresentado como
um recurso de oecasiio, por ter-se dito, por parte
da maioria, qae a minora nada quera, nem tinha
nenhuma idea estadada e formulada eerca da
questio.
O eseriptor da Chronica parlamentar, logo do
dia segaiule, analysoa o tal substitutivo, mostran-
do qae, alm de insufficiente e incompleto, era
elle dffuso e incoherente.
Na sessao seguinte (sabbado) locou a palavra ao
Sr. Pinto de Campos, relator da commissio. Eis o
que acerca do sea discurso diz a mesma CArom'ca,
a qae me reporto :
Na discassio da proposta de reforma do esta-
do servil, coube a palavra ao desliado Sr. Piolo de
Campos, relator da commissio especial. Era nu-
meroso o publico qae reunir-se para onvr oora-
dor, ji tantas vezes provado as latas da tribuna.
Depois de algumas considerarles relativas i sua
individaalidade, demooslroa eom summa vanta
gem que a missio do partido conservador nio a
inacao; porquanlo fora isso eondemoa-lo a repre-
semar o papel da tartaruga do Alta Amazonas a
chocar ovos.
c O partido conservador desusado, em todos
os paizes, a realisar as reformas atis, alada mes-
mo as qae sio apregoadas pelo partido contrario;
mas o fez rempre com prudencia e moderacio, me-
dilo e ponderando gradualmente o sea alcance
social e poltico. Desenhaodo o qaadro da dissi-
deneia no partido conservador, evocou os veihos
vultos da respectiva escola poltica, os Vaseoneel-
los, Paran, Mool'Alegre, Euzebio de Queiroz,
Uruguay ; os quaes todos lameolariam qae lanos
amigos, em vez de seeoodar as reformas oecessa-
rias, como ellos o flzeram, esphacelam o partido
por amor de ambiedes impacientes.
t Entrando no assampto da proposta, lofitmoo,
antes de todo, a saa posicio, expondo e provaolo
que oio sio t d'estes tsmpos as snasidu eman-
cipadoras. Defeodeu diversas proposicSes do pa-
recer da commissio especial, qor as que satvi-
ram de thema para intrigar o goveroo, a maioria e
a commissio especial, qur as qae serviram de
thema para intrigar o goveroo, a maioria e a cora-
missio especial, eom os lavradores, qor as qae
referem-se i principias, religiosos, humaoitarias a
sociaes. Ninguem, Terdade, defende a oseravi-
dio; mas, tambem ceno qae aquellos principios
nio ?do postes de lado, sempre e quaqdo trata-se
de dar soloeio pratica ao problema, Nio deseo-
abec qae a lgica impSe solqoio mais radical
sobr o assampto; porta, s, rlio politiza |o
eg0Ddal(ira, depois de erar o Sr. Araujo
a (erceira discassio da resolacio qae pro-
orcamento vigews : s passando-se i dis-
da reforma servil, locoa a palavra ao Sr.
o qual, apeaar de doente lio enfraqaeci-
peraas qne pedio permissao para fallar
, tem ltimamente sido assiduo em compa-
recer com os seas oompaabeires depois de abena
a sessio. Indo i tribuna, leve por um explicar-se
S~ile o paiz e dar as razSes por que, fazeodo
constantes votos pela emancipaci, nio pide acei-
ter i proposla do governo. Em saa opioiao o
iz iao est preparado para senelhante reforma :
efe o thema do seu discurso, e para'ah fez
convirgir todas as suas demonstracSes.
Na. Jia seguinte, hontem, entrando oa primera
part da ordem do dia as emeodas do senado re-
forma jadiciaria, iniciou a discassio o Sr. Souza
Reis, qae fallou por espaco de duas horas, afim
de demonstrar que a dita reforma, que j nao tioha
ido da eamara como fra para desejar, e tanto qae
elle volara contra ella, liaba fieado peior com
aquellas emeodas.
Passaodo-se a segunda parte, oroa o Sr. Jan-
qaeia por tolo o resto da sessio, fazeodo um
exeeilenie discurso, em que combateu eom grande
vaotagem o Sr. Villa da Barra.
Hoje fallou sobre a reforma jadiciaria o Sr. mi
olstre da justiga, qae eom a proQciencia qae Ihe
epabecids, Jastincoa de modo cabal as emendas do
senado.
a segunda parte da ordem do dia tocou a pa-
lavra ao Sr. Paulino, por (he ter cedido o lagar o
Sr. Perdigio Malheiro, i quera todos esperavam
ouvir hoje justificar oa tribuna o sea sabslitauvo,
que regeita a idea do ventre livre, quando na
sessio de 21 de maio do anno paseado apreseotoa
elle am projecto. em qae consignava tal idea e as
ootras duas capitaes da proposla do goveroo, como
at ia alm.
Anda ao Jornal de hoje apparece um carioso
comparando os qualro projecto* qae sobre a ma-
teria apreseotoa oaqaella sessio o (Ilustre repre-
sentante de Minas, eom o sea substitutivo de hoje ;
e, quando se acredita va qne seria isto mais ama
razio para qae elle oio fisesse esperar aos qae
com razio esli anciosos por ouvi lo, qae elle
cede o lagar e perde talves a melhor oecasiio de
justifiefr-se, pois nio de sappor qae o debate
protongae-se oor tanto lempo qaanlo o da segun-
da discassio, qae durou desde 10 de jalbo al 14
de agosto. Depois queixar-se-ha de que a maio-
ria enterre a discassio sem qae Ibe ehegue de
aovo a vez de fallar.
O Sr. Paallno levoa o sea discurso mallo esta-
dalo, principiaodo por declarar-se e aos seos oom-
panbeiros como os verdadeiros propogoedoree das
prerogativas parlamentares. Depois passou po-
ltica e s generalidades sabidas, de qoe tanto elle
como os seas amigos nio presciodem, e sostentoa,
ao contrario do qae diz o Sr. Aleacar, qae nio
existe entre nos poder pessoal, que o qae existe
sio ministros fracos, que oio sabem resistir conve
Dienlemeoie.
Qaem sabe se S. Exe. assim se expressando nio
tinha inmente am d is membros do 16 de jullio,
qae, segaodo alguns dos que boje perteocem
qrsr. eos publico, qaer em partieoJar, eram bal-
umsv tsa lies ponderava qae ao senada ha mu-
a sxfMnsncia, moita pradeneia, umita illastra-
P*i.ae a proposla passando na* cmara dos Srs.
SS?^n*>fra aioda lei; mas laes obser-'
"", resfondia-sa-nos com um sorriso
sio diaer qae aquella minora que- deve dar a
le sobre semeihante materia I
Ora, eu razia es.as observac5es,"Bio para im-
pedir o dbale, qne nio o temamos os o teme-
'ZhJWJP* ""t" M ^PW^aBjytos, para
eviiar esse recurso, as paredes, para evitar as ex-
clamaces o/Tensivas, para evitar as seeoas que
IR teem tido logar, e qae todos 03 amigos do
syetems representativo devem lamentar (apoia-
dosv pnocipaimeoie o oobre seoador pelo Ro de
Janeao, como chefe do partido conservador.
--OSjk. yisconoe de Itaborahy : Chafe V.
C.XC, nao aou eu.
t. 0>S. Zacabias : Ah I
*,Q!Se tpcqkde do Rio Bsancj (presidente do
eooselno) :Sr. presidente, se laes procedimentos
forem convertidos em meios legitimo*- nio ha
governo possivel (poados), qaalquer mooria p
de era6aracar a paaeagem de am projecto de lei,
(apoladoX pode suseiur scenas da maor gravi-
dade, qne loroem impossivei a contiaaac|o de
ora mioisterio oa de ama cmara, nio obstante
os votos da maioria. (Apoiados).
Ka, pois, esperava, Sr. presidente, nio sdo
oobre senador pelo Rio de Janeiro, mas at de
nossos adversarios representantes do partido li-
beral, qae esses procedimentos oio merecessem
leavor nem aamacio ; mas, com sorpsesa mi-
nnaj a palavra do nobre senador nao, velo hoje
seoao animar a minora a proseguir no omprego
dos raesmos meios I
lm seguida observa o Sr. Rio Branco qne com
qututo oao queira amecipar a seoseia da pro-
posta do estado servil e da reselucao, de. ejaa o
senado ter de tratar, v se obngado a respooder
logo ao Sr. Itaborahy, e o faz, notando, entre
ootras coasas, que S. Exc. fosse injusto nio so.
para eom o actual ministerio, qne vive ba houco
lempo, como para com o 16 de julho, de que foi
ehefe, qae aeha motivo de aecusaco no fado-de
nao terem sido anda redozidos os impostes,
quando sabido que tendo a guerra terminado
em marco fez S. Exc. duas leis de orcamento de-
pois, em 1870, e em oeohuma dellas tratou de
tal reduccao.
O orador, anda prosegaio, e inagavel q,ue a
sua resposla foi completa. I
Doas dias depois continoa a discassio, toman-
do parte nella o Sr. bario de Tres Barras qoe,
anda esleve mais azedo do que o Sr. Iiaborab.y,
ponto de obligar o Sr. S. Vicente a subir a tri-
buna para dar explieacSes acerca do qne se pas-
sra entre os membros do 29 de setembro com
relami qaestio servil, explicacBs que salisQ
zeram completamente.
-rrft yP8 I* presidenci,.ea virtnds 4o>
aviso srrewar do ministerio di marinha, orecru-
Umeaso oesla proviocia para a ndZ'ZZS? ,Bp,a *'"'''* pooeo Tirtta-
qoer D*8l^,0 oral as cobhs, visto como
recrulameolo. aqoi era quasi snHb, e apenas sisa-
lia para, constar. ^
DMe-lheess
urna
das miabas precllasHai,
qoe a sociedadaCassino Parahy4asn-tia* i
rldo de mort* mmeaea n dt>.<> uk, ikn
PARAHTBA; 28 DE AGOSTO. DE 187L
Seguio do vapor Presidente, eom destino Ala-
dissidencia, nao" soube resistir idea" da (esta do
barracio ?
Entretanto, cumpre coofessar que o discurso do
Sr. Paulino foi bem elaborado, e bem vala os dias
qae o sea autor empregou em estada-te.
Havendo-lbe esenpto com moita pressa pelo va-
por anterior, repetrei algama cousa do que Ihe
disse, e fallarei no requerimemo que na sessao de
10 apreseotoa ao senado o Sr. Itaborahy, pediodo
iafjrmagoes de despezas effeetaadas no ultimo
exercieio e dos saldos existentes. Para jastitlca-Io
toraoa por thema a resolacio apreseniad i na cma-
ra dos depatados, prorogaodo a actual lei do orea-
meato, censaron a acremente, qaalificando a me-
dida de irregular, por tres motivos: primeiro, por-
que a mais importante atlrbuicio dos represen-
tantes da naci decretar os amrenles servicos,
qae devem pesar sobre os cofres pblicos; segao-
do, porque a constituido irapds ao corpo legisla-
tivo o dever de votar annaalmente o orcamento ge-
ral do imperio (S. Exc. esqnece qne em 1869 nio
se votoa orcamento, e sim ama resol ucao); tercei-
ro, porque, depois de terminada a guerra, devia o
goveroo declarar quaes as despezas qae convm
redazir e quaes os impostes qae convm diminnir.
No seu entender nio pode o actual presidente do
conselho juslificar-se laucando a culpa i minora
da eamara dos depntadas, qne tem protelado a dis-
cussio relativa ao elemento servil, porque o pro-
cedimenlo dos dissidenies tem sido regular; estes
usam de um direito que nio Ibes pode ser negado,
embarazando por todos os modos, al deixando de
comparecer s sessdes, para evitarem qae passe
ama medida qae elles repuiam fatal, e que real-
mente o ; alm de qae a maioria tem encerrado
as diseussdes e de aceordo com o mioisterio s
cuida na passagena da proposta e esqaeee ontras
medidas importantes, orno por exemplo a reforma
eleitoral; por isso estraoha que o Sr. presidente
do eooselno censure a minora. Tambem no anno
passado a miaoria do senado embaracon a passa-
gem do crdito para a estrada de ferro de Pedio II, e
com qnanlo elle orador livesse eotio se eocommo-
dado muito, hoje recooBece qae foi isto boro, por
qae neste aooo, o governo reeoosiderou & materia,
e em ves de 35 mil cornos, volou-se 20 mil. O
mesmo se pode fazer com a reforma do estado ser-
vil, e possivel qae fieaado a questio. demorada
para o anno vindouro se ehegue i ama melhor so-
0 Sr. Itaborahy alongu se e falln mesmo com
mais calor e acrimouia do qae costama, o qoe
oio deixou de causar certa extranbesa. E fot por
isto qae o Sr. viseoode do ho Branco, tomando
a palavra para responder-loe, principiou decla-
rando qae havia desconhecido S. Exc, qoe sea-
do, sem davids, am dos eonselheiros mais pruden-
tes e Ilustrados, veio, eotreaanto, ensinar-lbe qoe
se deve violar seus propriae eonselhos ; declaroa
depois, que tocando ligeirsmente, na sessao ante-
rior, no procedimento da miooria da amara dos
depatados, nio a censurou, nem Ihe dirigi in-
inuacOes, pelo que parece qae o Sr. Itaborahy
tomando a defeza dalla, s leve por flm anima-la
ao sea procedimento, prestaada-lte o sea va-
lioso apoto, e aooosar a maioria. Nssts ponto
mostra o orador que nenhama lei foi aiada lio
disentida na rribona e na Impreosa como a re-
forma de qne ao trata, e qae os eaeemmeotet
bavidos sio um ateto legitimo eootra as protel-
Isces, e qoe deste maio tambem se sanio S. Exc.
quando m aehou i frsate dos negocios pblicos ;
nano eoatoa coa ama opposioio como a que
se esti fzzeodo, qae o Sr. Itaborahy agora
adhere, pois oerto qae por oecasiio da diseus-
sio do voto da graca, o qne te dista era qae i
divergencia era somente oa qaestio servil, e aio
as politioas.
t Mas o qne teosos valo, Sr. presidente? (diz
o orador). A mostrada minora da caara en-
tendea qne devia por tedas as asios* ubaracar
a adop^iQ rJaqqatU proposla. Todas a,s. i-asaqcias,
|6as o Exm. Sr. Dr. Silvino Elvidto Caroeiro da
Cunba, presidente nomeado para a mesma pro-
vincia.
S. Exe. foi acompanhado at o embarque pele
digno rice-presidente o Sr. Dr. Jos Evaristo, e
por grande numero de amigos seas, rouitoe dos
quaes foram bordo dar-lhe o aliimo abraco de
despedida.
. Urna guarda de honra do l* batalhio desta ca-
pital, qae se achava postada do caes do Varadou-
ro, fez ao distracto administrador as continencias
que Ibe eram devidas.
Felicite, anda ama vez, o povo alagoano pele
honrado cavalheiro que o governo imperial desg-
nou-lbe para presidir seas destinos, e taco votos
para que S. Exc. e Ilustre familia tenbam feliz e
prospera viagem.
No mesmo vapor embaroou para Macei o
Sr. Dr. Fraoeisco Jos Meira, digno inspector do
thesouro provincial, qne all se dirige, por breve
lempo, afim de tratar de negocios de seu particu-
lar interesse. Desejo-lhe igualmente boa viagem e
prompto regresso.
O Cruzeiro do Sui irouxe para o referido
thesouro a qaaolia de cem sodios de ris, que ibe
remellen a tbesoararia de aseada dessa provio-
cia, por coma do emprestimo de dozeotos e cin-
coeota cootos effectoado no Banco do Brasil palo
Exm Sr. senador Almeida e Albuqaerque, como
Ibe aoticiei em ama das minhas anteriores mis-
sivas.
ftomfea, e diste o seav in(orsaacia>
de pessa maMo anlorisada, qaMlirmava en
asseveracao, ate pete eairega da casa respectiva,
a qual depois fot alagada aoCo* Parabybaoo
que boje nella aeba-se estabelecido.
Mas devo rectificar esta noticia, porque ha dias
li no conceloado Jornal ia Parak^ba, que a Pkc-
nix rtmatee* eos cmzas, isla qoe foi eleila ama.
nova direosio dessa sociedade, so!>..a presidencia
do estimavel major Francisco Aotooio Araoha Cha-
cn, qoe julgo realmente mui capaz de galvaoisar
o cadavtw, pela (brea de vontade s-energia da qae
e dotado.
O Fructuoso, porm, qae am paaeo incrdu-
lo, diz que semeihante ressnrreicia ao poder
operar-se, que a cousa nio passa da ama raysti-
flca(io, porqoe os horneas nio se eMendem, tan-
tas caberas quantas senten;as, e nao se poda ser
juiz eom tae; mordomos.
Fago volos, para qoe o Practuos se engae, a
oCassino Parahybanosob taes auspicios reju-
venesca como nos eos das mais Mizes para ale-
gra do bello sexo, e deste sea pobse missivist,
qae apezar de usado, anda nio abdieoa seas fo-
ros no aura da fregnezia.
O- labelliio do publico, judicial e notas di
termo de Mamanguape, Ignacio Fwreira Serrana
Sobrinho, foi designado para exercer o cargo de
o lucia I do registro geral das bypolheeas oa co-
marca do mesmo oome ; assim como foi nomeado
para exercer temporiamente os oflseios de escri-
vao de orphios, capellas e residuos do termo de
Alagoa Nova, o cidadio Patricio Jos Freir Mariz
durante o impedimenlo do serventuario qae ea-
trou do gozo de urna iicenca.
O Exm. Sr. Dr. Jos Evsristo.por ieto de 1*
do correnle, coovoeou a nova assembla provin-
cial, qne deve fu accionar no biennio futuro, e mar-
coa a terceira domioga do mez de deiembro d>
crreme anno para ter lugar a eleicio dos res-
peciivos depatados.
Etli, pois, desfeito o susto ds deiraetor da S.
Exc., qne julgava impossivei a efhclividade da
eleicio por causa do adiamento da sessao do bien-
nio aclnal; porquanlo essa eleicio far-jse-ha n
dia 17 de dezembro prximo (maro, poeha em
que devem estar veihos em sua residencia os an-
tiges deputados. [
Oceosor da admiaislrsQio actual, logo que ar-
r i bou a estas plagas, leve velleidades de fazer
parte do pelolio dos qae chama Lycorsos da pro
vincia; porqoe pareceu-lbe que isto era ierra de
cegos em qae elle poderia fazer carreira, abys-
mandi-nos eom o peso de sua-sabensa. I
Mas apezar do parentesco do chefe, qae fazia
qaestio da candidatura, foi repellido in Unan*'
pelos directores do gremio na capital, o qae telo
arrastar a malla de am modo deplorave
Coosta mu qae o Sr. Dr. Jos Evaristo preteode
logo mandar por em da os veocimeatos dos era-
pregados pubiieos qae se aobam atrasados, aguar-
dando o resto doempKstimo para satisfazer diversos
compromissos de obras publicas com alguns ere-
dotes da fazeoda provincial, segando as forcas
dos respectivos cofres.
O otro sim dizem-me qae S. Exe. preteode ap-
plicar am crdito de ciaooeala conloe do gover-
no central para obras geraes e auxilio s provin-
eiaes, mandando fazer os reparos neeessarios oa
estrada de rodagem da capilal at Cruz do Es-
pirito Santo, procedendp igualmente aos coneflr-
tos indispensaveis na ponte de ferro da Batalha,
cujos encontros, um desapparecea por effeito das
cheias anteriores, outro carece de repares que
o fortalecam, garamindo-o de igaaes asaltos para
o futuro.
S. Exc. penes tarabea na cooliDuacio do calca -
ment da cida Je, logo qae hajam recursos mais
ahondantes, o que de esperar em vista da oda
safra qae temos em perspectiva, e qae as copio-
sas chovas promeUem segurar.
As intencOes de S. Exe. tendentes a beneficiar a
trra de seu nascimento sio applaodidas por todos
qoe desejam saa prosperidade e engrandeoimen-
to, e eu conno bastante em sen patriotismo para
qae se realizeos os melhoramantos qae tem, pco-
jectado.
K' deste modo que S. Exe. ha de gravar seu
nome, j lio estimavel, no corac: das bous pa-
rabybanos, e coofandir esse zoilo desacreditado,
que vana aas aolnmnas de am jornal, de praviacia
estrauba, morde-lo de furto, do mesmo moda qae
o dospreaivel ra/eiro sabe a estrada ganando ao
viandante qae viaja tranquillo.
Prosiga S. Exc. em sea eamiaho, qae continua-
r a ter em seu favor o apoto dos horneas hones-
tos do sen partido, e de todos que aio paeluam
coma immoralidade e corropcio que alias, se
lem enraisado na nossa sociedade da nm modo
conlristador e deploravel.
O Sr. Amonio Borburema Baaerra Cavalcan-
ti foi exonerado, seu pedido, do posto de alferes
do corpo de poli-ia, ssndo nomeado para substi-
tu-lo o alferes honorario do exeroito Antonio Jos
Henriques de Vaseoneellos, que presin bons ser-
vicos na guerra do Paraguay,
A preferencia que S. JUc deu ao nomeado en-
tre os pretndanles qae appareceram,, pelos ser-
vidos militares que o recommendavam, prodoaio
bora effaiio do publico, qae estera cosiuraado a
ver o patronato sohraftajar todas as eonsldaraeSes
no preenchimente dos empregos pblicos,
O anugo antarmeiro da Santa Casa de Mise
rlcordja .Franosoo Ignacio das Chagas, foi demit-
tido da sea carga, por (altas corametlidas, segun-
do duem, eom relacio dieta e trstamenlo dos
doeates confiados sua guarda.
Foi nomeado-para sobstitai-lo Joaqaim Bernar-
do dos Sanios, qae segando ma afflrtna o Frac-
teoso, homem capaz da dar costa da ineumben-
. passan-
do dahi a qaalifiear aquella* cavalheiro^ de In-
fluencias ficticias do partido conservador e de la-
do mais quanto Ibe veio ao besiunto.
O despeto nio tinha raio de ser, porque a
preleocio era prematura,.e o enforqalnado teria
dado provas de bom senso se lo flzesse praga da
decepcio porque passou do ama forma tio Incon-
veniente
Desesperado cora seroelhaote fiasco tevia a (alia
de caridade de iotrodazir dos casaos de sea co-
pista de_ autographos qae devia substitui-lo na
prelencio, e eis o pobre rapaz correado ie llera-
des para Pilatos a querer entrar na chapa, ser-
vindo-se para isso do nome da (amilia, qu i alias j
apresentava uns pouco de/andidalo.', de que nao
poda prescindir.
Repellido por todos, anda nao aban Ion o a .a
prelencio, e segurado os eonselhos do etnfee ad-
junto, que Ihe premetiiam toda a coadjuvacio no
proposito de daiem.nra eheqae as taes fiel cas io-
fluencias do partido, eis a burlesca trinladeem
campo, usando de todo prestigio dos cargos,.p.tru
fazer viogar a nova candidatura.
Notavel descalabro I O resallado correspoodeu
i influencia das figuras que tomaram sobre os
hombros a incumbencia :gemeu a monlanha,
pari um rato I'
E' de crer qae o candidato derrotado visite em
dezembro carga, com probabilidades da venc -
mente, (azendo mesmo parte da chapa, pois, desse
lempo para e tem conseguido identificar-sa coro as
legitimas influencias do partido, de nma toaneira
(do completa,,qae a victoria ser esplendida!___
Diz o Fructuoso, qae dos pobres de espirite o
reino do co, segunde leu na cariilba doj padre
Ignacio, que elle sabe de cor e salteada.
Fallecen no dia 9 do correnle, em Cajehoeira.
de Cbolas, o capital Antonio de Arroda Qamara,
aps loog-a eafermidade.
Era cidadio estimavel, bom pai de familia
distlDCto por suas qaalidades apreciaves.
O-partido conservador do loga perdeu uro de
seus mais dedicados amigos e correligionarios po-
lticos.
Refere o Jornal da Parahyba, que em 1? de
jnlho passado, foram acbadas em capoeiras do
termo do Pombal, diversas malas remelladas peta
admiaistracio do correio desta cidade para diver-
sos pontos do interior da provincia. Maitos of-
ftoios estavam abertos, outros carcomidos pelo
cupim, e bem assim cartas particulares, joraaes,
eolleccoes de leis, (aclaras etc. Todos estes ob-
jectos foram reeolhidos esta ci do correio de
Pombal e devidameoie relacionados. Entre as
referidas malas encontraram-se as toobadas em
margo pretrito ao estafeta Adelino Geiario de
Oliveira.
Por oecasiio do enterro do Ravm. padro
Carolioo, vigario da freguezia do Livramento, cu-
jo sahimento teve lagar da Igreja matriz desta ca-
pital, deram-se dous coafljctos de competencia
entre a irmaadade do Sanlissimo Sacramente e
a contraria da santa casa da misericordia, con-
vidada a acompanhar aquella flaado, qua era ir
mi; um por cansa da coadneeio do cadver, e
outro pela oollocagio da baudeira daquelle po
estabelecimanto/pretendeato a irmandale do San-
lissimo Sacramento a precedencia.
O Fructuoso, que pceseaciou a controversia das>
respeitaveii IrmaBdades, dsse-me qaa a cousa es.
leve radcula, pela troca de palavras etapas ca->
Ir oa dgaos irajos e coufrades.
O cario qqa tees conflictos, pouco edificantes,
esoandalfsaa oa cironmstantes, e amesqaiajiam
corporacoee qae marecem todo acatamemo,
Q.Puolieadpt do da 24 O-ai am extenso, artiga
demonstrando os privilegios da santa casa. QU&
Ihe garantem a precedencia em taes ooessioes.
Soa pouco entendido em taes qnestSes,;, mas o
Fructuoso opina palo pareeer do redaetor, e eu
voto eom o mea Informante, por confiar no sea
bem senso.
Porim appreheadldas pelo ooasalado provin-
cial casa aaccas de algodio oo acto do embarque
da freguezes do Sr. Niemeyer, por Dio terem o
paso exarado nos despachos a inscripto na cabeca
das saccas. Esti eocarregada ama commissio Ja
verificar a occorrencia, aft^ e conhecer da exis-
tencia da fraude par ecidir-se iflnal. Do quo
honver em reinado dar-lhehei noltoia oppertu-
ifc
\

ca, a en aerado wte asaip ieja, porque o mea iMmetV^
itamante eidadao eon;pieao, e nds correga, W f;^ bui- occorre-me por
gempor peoism.to. ; rlcar-lhe.
hojepra commii-


dHfc=3t*=*/i .MJJi Atj-ttr
LQ.-ft iTIlf_________
Quinta (eir 31 % Agost da 1671
-
-
PEBliAMBCO,
JURY
JatfimeDto
noart. 169
THBATI
nette iheatro,
la, que ltimamente ch
na a linda zarzuela
do nos so publico.
EXAME DE CAP
As 10 hora* do da,
fio publica, o exam"
teo primario do m
DINHEIRQ.-0 vapor
Srs.: k V
Eutebio Beltriofl
Atenida & Vianda? *-
Caraeiro & Nogoelra
Henrique R. fio
Moraes & Ir mi
Manoel Jos da Si Aranjo
*BBBVBN1U SERVIL*.
leitores a minuciosa cana
denle da edrie, viuda pelo
omf*HU ai >oi R '.* iladn aslrUa r j Bar Mjillw quo si> imams da litt
o mappa histrico p6 le-ie tofiar purame*
^stAtrllflfttibia oa i 4 ala cas0 rario, dando a classiAcacio das scieucii
'eohoojtWarialogarliiae transporte d madei- phllojohia, historia, geograpbia, eloqaeo!
1 ra* fotte (ila. por aos. do preeo de HitajpUa-fe adpflnttrrt, abela etc. na i 10 tonelada, por iwo une esta rastcadoHa pecaon ; ^gate gjjtj tajan, Bario e publicado de
serapre e benfpfc deixar de oeeapar Bous ojjSStt. i
i.-Foi.hon>enj submottido
^m.l?%\S3S!oe!'d*! i7Pr 8i'drse co 1mmo: TOpKh.ppa ten tarefera ra?
iL ",;':. ,. Dabijee ni , amoe-acimanad psde-e j1$fc- u an rusiu. nstrea, n^re(eri, ais chega i tanto quaoto se disse oo es- corpo da historia e eoleados no mel doi aednle-
eomoinhia da zarznel hesoanho.! 'rn[^^ MT ^^y, rimania^ nniiit,
Gear'
arzueu nespanno- .Til m retn na.
e.-traa de forro, visir com o as madeiraa pesada:
vulgarmente fes dt tundo, arara radsportadi
por rtoos do que doria* sar, o Sr. Dr. feuarqi
de Matado, eofotneiro iscal eftailivo, de accorfj
com Sr. superintendente, ratnive que, na e
cugaa da tanda n. 3, era rehcajcia ia madei
.se adnplasse o sviteioanagoiio m entrada de
000 rp d D. Pedro fl, isto-, daterano qae
4A000' cairas o peso peto vntrrra'WzTOilWe^'rtlW
2:000*000 que cada metro eobio de roadeira. sem disiiaecio
i-.oOOWOO, de qualidade, tem de peso 1,000 kilogra
l:liK)i000 urna tonelada. *
Asslm ia fez, e desde en) eobrouse tnaito te-
stal
791*790
Recommenarjaos ao
do nosso correspon-
Don/o, que publica
BMtWLijyaii^peieMt) da, presente mero, na
naaT*\era resurarids* os debates havidos sobre a
importante que.- i do elemento servil.
MISSA FU.NEDUE.-----Hoje tem lugar pelas 8
tora* da manhia, na matriz de Santo Aniooio, ai'
~tctt>jiteiyi<1'*. que..o .Novo Aiaflen manila re-
ar par alma e^tn ttraeto socio honorarto r.
Antonio de Castro Al ves, para ella sao convidados
na consocios quer honorarios, quer etfectivos, a os
naentw, amigos e collegas do finado.
NOVO ATHENEU.-Em sooiedada rune-s
-*o em aessao fxtraordioaria as 11 horas da ma-
nhaa, no Jugar do cocUime.
RA DE S. JOAO.-Moradores dett na nos
pede para leo brar a convenieaola de emprego dr
proeapto meio de evacnacio das ag-aas qae ah se
aggkmieram, seanpre que ba chava, com grave
terge da saiubridade publica. Chamamos a at-
lencao de qae n compete* para iseo.
PRIMEMOS JOR.NAE5.-No dia 23 de jaldo de
1588 publicouse em Londres o primeiro numero
de un> jornal chamado- Mercurio, que foitam-
bem a primeira folh peridica que existi em
Infla trra
A imprensa ingleza meoorou no dia 33 de ju-
Ibo alomo esse aoniversario.
Bao Pranea o primara jorn.il qae se pubUeou
-fol aOazeia de Ftancn, qae anda existe, ape-
lar das muitas transfjrmacoes que- lem soH/ido.
E-ta pnblicacio tere logar no anuo da 1631.
ESPECTCULO HORROROSO. 0 fkcu ia
Lotrt, da os sfgointes pormenores sobra a exrcu-
(ao de ara individuo chamado Carlos Lhospialier,
-ondemaado a peoa ultima reos crimes de roabo
e assassinaui, e cojo perdi Ihe fi>i negado:
< Desde is 11 huras da noite tinha principiado
a reunirse na praea um graode numero de pea
soas. A's 2 da madrugada oeapella do carcere
entren na celia do coodemnado e annuncionlbe
qne era ebegadp o momento da execucao.
Havia quairo ou ciuco di.s qae Lhospialier
comia muito poaco.e por oceasiio da Iriste visita
de capellio exclamoo :
Bem sei une chegada a mioba ultima ho-
ra, mas, antes de morrer, desejava comer salada ;
esta hiendo calor e isso refrecar-rae ha.
Poaea depoia oa executores, em numero de ,
aeompaahados de ura ajudsnle, eoirarara para
preparar o inte it para o snpplieio. Um dos exa-
cutores ji dejdade, mas mmto vigoroso, seadoi
aquella exeea ;io a ultima qae assislia; e entro
anda moco estreiava sen'aquella triste prefini.
Logo que terminaran- o preparativos, o con-
demnado, acompsnhado pello capellio e pelos exe-
cntores, sabio da prisio. T.nha-se resdvido qu-
iria i p, mas visto o sea estado da fraquaxa, po-
xeram-o n'um carroja, atado de pos e mios, e
guardado por 1 gendarmes i cavado.
Cbegado ao logar do sapplicio, Lhospialier
quiz subir ao cadnlalso, mas as forjas abandona-
rsm-o e cahio desfallecido sobre ot degraos da
gaithoiina.
O executor mais ido30 tirou Ihe o casaco, e,
apesar da resi>teneia do condemnado, que volira
si do oesmaio e qae quera impedir qae o amar
rasseat, atou Ihe os ps e deitua o sobre a taboa,
em qnanto qu6 o seu jovom suceessor fez cabir o
CU'.el lo.
O sangue espirrou para o rosto, mios e ves-
tuario do executur ; a cabega rolou para ) cesto.
< Pora Impossivtl encontrar tima earreca para
transportar o criminoso ; todo o motado se recu-
aava. apesar da reempensa promettida, e f>i ne-
ceaaarii) um mandado da aaloridade para se obter
orna que condazisse o prisioneiro.
c Vo lando alguas gendarmes de escoltar o een-
demnado, ara d'elles eslava- possoi lo de urna do-
lorosa impres-ao; vinha paludo e (razia na rodo
um frasqaiuho com ether, que aspirara cada
momelo para nio cahir de.-msiado.
Outr.ts peeaoM que assistirara tambem aquella
horroroso espectculo senlirara se igualmente io-
eommodadas. >
OPP1C10S FUNEBRES.-A popafeio parisifBee
di ve ser brevemente convocada para assistir
orna das roais imponentes ceremonias : a cele-
bracio de amas exequias comuiemorativas em
honra dos soldados, guardas movis, guardas na
cionaea e atiradores francos, morios s< b dos ma-
ros de Paris durante o cerco prassiano.
Toda a assembla nacional assisliri a esta futM-
bre ceremonia, a qual teri lugar na igreja de Nos-
i Senbora de Paris.
Moosenhor Dupanlonp pronunciar a oracio fa-
oenre das victimas.
LOTERA.A que se acha venda a 206"
beneficio da matriz de S. Lourenco da Malta, \
qual corre no dia 6 de setembro.
CEMITERIO PUBLICO.-Obituario do dia 28 de
agosto de 1871.
Ignez Alves da Costa, parda, Pernambuco, 88
anno3, aoltcira, S. Js; apoplixia, cerebraL
Goncalo Jos de Sant'Anna, pardo, Pernambuco,
SI anuos, rinvo, Boa-Vista, hospital Pedro H; la-
itrenlos pa'monare-.
Mara da Cooeeic.io, escrava, prela, Pernambu-
co, 11 annos, Rccifa; tubrculos pulmonares.
Manee), braneo, Parabjba, 12 anuos, Afogado;
febre pernieiosa. '
Luiz Antonio dos Santos Pereira, pardo, Per-
nambuco, 20 annos, solteiro, Boa-Visti: herysi-
pela.
n
Jos, pardo, 3 mezes, Santo Antonio; convul-
5es.
Hara do Desterro Ferrelra, parda,Pernambuco,
67 annos, solieira. Boa- Vista, hospital Pedro II;
interite chronica.
Looreikco.eseravo, preto, Permmbueo, 40 annos,
"Bi'a-Vsia; valvala.
Mara Rosa da Concejil, parda, Pernambuco,
43 annos, casada, S. Jo;; aecite.
Joanoa. e-crava, preta, Pernambaco, 39 anni.
aolteira, Gra^a ; abee^so do ftgado.
Joaquim, pardo, Pernambuco, 9 dias, Boa-Vis-
la; espasmo.
Ladgero Jorge Mmleiro, braneo, Pernambaco,
32 aoaos, solteiro, S. Jas; pblysiea palmeear.
Pereinmcula, branc-, Pernambuco, 8 mez;s, S.
-Pedro Martyr; eoovuLSes.
galinnte nnrtr pre-ryo pehr tnuspurie das madei- Ttns, ot rtfcarsos ITuTBciros, rceilth* a*Wpeta m.
de metros
COMMUNICADOS.
Entra di de ferro do Reeife ae
A. Fraacl.^co.
Pol pubi carro hoja no Jornal do Reeife am pe-
queo artij i sob o tituloos abusos da estrada de
erro io Reeife d S. Francisco, ao qual cumpre-
jne responder, nao pelo artigo era si oa por qaera
o esereveo, mas por eotnideracSo para eom o pu-
blico, qaem multo respitto e acato.
Diz-fe adir qu amfnwm os abusos na sirada
de ferro, com referencia aos transportes de madei'
ra, e relata- e o faeto de ter sido pesado tm car-
"t^femo de maJeirano qtrai foi eneoBtrado peso
menor do que o mencionado no respeelfro cotrte-
cimeato.
51?^.dtde-.,'b, ",eb difTereuca tfottoit,
18M diz que as mercadonas exportadas pera tarif*
n. 3 pagara sea f>ie de transporte na whWoor
tonelada meifiea, oa 1,000 kHogrammas. W
As maleiras era bruto se acha-a netse car
JTa I3p03srbilid4de gm jne se achava a estrada
de pezar as rasdelras, fol ."t eerl lampo cobrado
o pw^-j ia transporte desse geri?d di Wufofmrda^
de eom o irt, 83.
Sale artigo dispde qae todo o transporte erft'W
asilar Je um ou mais wigous, em cojo ci
to araras, paga o reje tola! dos
"ras, fazende-se o" calculo pelo numero
cbicos de cada carregment.
Euaeicesso dou lugar retUroaofies. Eet
f .ram*W*S. Exc/o Sr. Dr. vicfl-presWbte djcpt;
vioi'ia, que, por despache langa lo o tama palio
de Paulo Jos Gomes la Costa, detrraluo'u-ra'
mandaste pesar um carragameau 4e madeira des-
ses senhores e Ihe informaste sobre o ebjecto de
ditapeticio.
Cumpri religiosamante, como rae cumpna, e^e
despacho, e dei conta 3. E\c. do resaltado da
pza da madeira, joatano algaraas consideracOs
era ordem i fundamentar rainha opiado, eonlfnrn
a do Sr. Dr. Buarqae, qnanto base adoptada de
1,000 kllograrams por cada metro cableo de ma-
deira, e justificando a neessidada de distinguir
porefasses as madeiras, destacando: as petadas
das leve, e assim adoptando se da! oa tres bases
de peso por vblume, de modo melhor conelhar
os interesses. da estrada com os dos expedtore.
de madeira. O
S. Exc, conformndose cem a mioha oplniio
delermiaoa-me, em ofilcio de 21 do corrate, qae
provldeaeja^se em orden a continuarse cobrar
o transporte das anderas ornooutr'ora era fetto,
ate que, de accordo com o Sr. superiotendente, eu
p-opuzesse a altera cao que meneiooei na mioba
citada informaijao.
O officio da presidencia '- me chegou Js mies
no .di ai, depois de 5 horas da tarde; por tanto
s pude dar conh?clmaato do seu contelo ai) Sr.
superintendente oo dia 23, e este por soa tez,
ainda qae o qu'zi.-se, alo o poderiaexecntar antes
de 2i do correte.
Ja se v pois qae antes de i\ nio podiam os
Srs. exportadores de madeira gosardas vantagens
deeorreotes da resjlucis citada da presidencia.
Aecresce isso qae interrogado o Sr. saperia-
tendente interino i 28 do correnta sobre o as
snmpti, respondeu-me por telegramma aqaeHe
senhor que depois de 24 nio tinham havido des-
pachos de madeira, regosta esra qae me foi con-
firmada em ofJBcio de boje.
Como, pois, se afirma que houv abasos ? Como
pols, se diz qae eonriiiHom i darse abasos ?
N*>, aO hoave abaso anteriormente, e muito
meaos i=to se di agora.
A base de 1:000 kilogramraas adoptada por me-
tro cubico de madeira, como ji disse, foi traos-
plaotali da strade ferro de D. PeJro II; tinha
pois per si ama autoridade, e o Sr, Dr. Buarque
adoptando-a, consaltoa os iateresses do govemo,
embora i raeu ver ella nao-tenha inteira appllja
ci estrada de ferro do Reeife ao S. Praneiseo,
pela qqal-sao transportadas multas madeiras leve^
como o lonro e ootra?, que certarnente esto longe
de ter o peso admittido na referida base, e qfle
talv z nio constitnam genero exportado pela estra
da de D. Pedro II.
Creio ter mostrado a sem razio do es.iiplb de
hoje do Jornal do Reeife.
Se o aoior desse artigo proeurasse informar se
dos negocios da es rada de ferro do Reeife ao S
Francisco, sem duvida sabena que ainda es; bra
looge de nos o teapo em que esa fia frrea ha-de
dar lacro i companbia qae a constroio, lm dos
7 0/0 i que se obrigaram os governM geral e pro-
vincial, e saberia mais que a companhla nio role
faier questao de mais ou menos emqaanto a sua
renda nio ultrapassar o juro garantido, e conse-
qoeotemente o escriplor do artigo nio triarla ar-
gomentos contra a coropanha de fictos pira os
quaes, se ella concorre, fa-lo .de boa f como de
boa l | le lodo o mundo errar.
Feils estas eonsiJara^Ses, explieadas assim as
cousa-, por mero repeitoe acataroento aopuilico,
devo declarar qoe nao volto i imprensa sobre o
assumplo, especialmente para responder a aoooy-
mos que proenram molestar que.n se desvanece
am ter digaidade e saber cumprir, quanto Ihe cabe
no pos.-ivel, -os deveres do cargo que Iba foi eon
Sedo.
Reeife, 30 de agosta de 1871.
FeUppe de Figueira Fara.
Eugeoneiro fiscal interino.
rf*
ludcii
lo da I
ccre
T?Tdel
/cien
feibo 1
ageot
qu*
iples
villas, aldd's, elovcfo das mootnbas, o corso dos
F. por meio do mappa assim coosttakdeo>igjgnnt
se ameno e faelllimo o estado da eitatistica, scien-
ter'conDeciaento K^recarswVdoestaao de sea
PUBUCACOES A PEOTPQ.
O estado da historia nal versal e
o aovo itieihoilo Zaba.
IV
Se a applcacio do methodo Zaba de summo
proveito e auxilio para os que principim a estu-
dar a historia, muito raaior anda elle para aquel
las pessoas que conbecem o estudo da materia.
E vejamos.
Se oo eetudo da historia temos tantas dtfHeuMa
des a vencer, como saber a era e a re I a cao de faetos
para faetos porqaantn, por tenaz que" seja qualqner
memoria, nao podar rtter esse cair(ogo infinito
e vanado de data?, o methodo Zaba vera como
graode auxiliar i ictelligencia e a memoria.
O mappa historio Ziba lera a vanlagera de por
meio de seos symbolos immediataraente determinar
a era, facto e naci, onde se dea o ac-teciment.
Ora, se a pessoa que tem diante de si conheee a
historia, a simples lembranc.a d> fado qae oes
indlodo pelo syrabolo, qnautas ideas nos faz sag
gerir sobre o mesmo fado, a na-sa memoria ira-
mediatamente reproduz o seu principio, causas e
resoltados, e alera disso, para a memoria activa
um grande aconteelmento am poni di partida
para o eneadeamento de oeasas ideas, eoohecimea-
tos, raeioetBios e deseo rol vimentot.
Se o mappa nos apona qialiner facto, temo-
logo o agrupameoto de cooneclmentos qae nos
ministrara os livros qae temos, e se laucamos a
vista s' bre o mappa gerel, oa reculo por scalo,
qae graode eabedal de conhecimeutos nio sargo a
nossa intelligeaeia e mamorta T
Immediatamente a razio snggere nos os seas ra-
ciocinios, temos debaixo dos olhos ama grande
cadi de fictos quo expootaneameate a nossa in-
lelligeu-ia desenvolve e commeota sem auxilia al-
gn) a nao ser os reul'a1oa de ura e;iado passaJo
apresentados poli n>?ss re.diBi^eeneia; que poueo
a pouco esriueseado; o conheemos h go a relacio
de fado a ficto, quer da mesma-nieao qtler de
.povos differentes, as>im como a Ma^ro de lempo
de aconteeiraeolo a aconteelmento.
K nio apresentari o mappa bMorioo tim ervi-
CO graode dndonos esse resn'tadoT
, Se o raapp corno o geographleo., tem uro lagar
09 gablnote de estado, a vista ionMeaamante lan
5da sobre elle fa-lo gravar na memoria inseusi-
velmeote, e e*sa eonUoaafSo da ver fanUliariard,
completamente a pesoa coto o mappa que conheee
todo a eos. torm*e>o, eolleea^So jutaposleo,
a eufid .nho, ncomprehensirel, infinito e Im-
possl#,qj e* ennoe ivu-an eorateUfltfo-
te o contrario, fleando ao alcance de todas aa ia
teti'geocias, santo que qoalqaaT pessoa. j Ipc-
mente abraoger a estatis|iea de qualqaer puii ou
universal eon ato reladee de>^>lho.
(ae proveifo iainJenSonio resulta deesa appll-
eacib ponpando trabalho fastidion e abrfndotn
eamrubo attrahente para eisa sciencia iio impor-
tanre e tSM proco wtudadi t -
Entretanto j que emprehendemos O trabalho
estatistico da proriocia de Pernambaco segando
este methodo assim como se nio nos anteciparem
pretendemos fazer o do Imperio imperfeito martb,
e-rt amefjte como o deve ser entre nos por todas a*
diffleuidvdes, esperamos se tivermos lempo qoe
nos deixi cooehrrxpo lo ao publico, qoe emV
cocheceri a verdade, vaatagem e inieresse que ha
em nossas palavra?.
Por meio do mappa estartstlce, synoptleo, que
to?o se redqz a eifras, |l*se comparar, os re-
cursos de muitos annos, conhecer a diflerenea qntr
o reeefta e despea etratparatlvamente de anno a
auno; recursos, etc.
Uaia ultima patarra e seja ella dita como 'eplo-
go a esses rpidos artigos que teos escrioto.
E-tomos vendo o methodo Zaba ser appiicado
a historia do Brasil e esperamos qoe com grande
resoltado e yantagem paro o eaao e para as es
colas da otrureao primaria e b^tn podera ser
para as eeundaria?, d'onde todos sahem Ignoran-
do a historia patria-.
Esperamos ver bem aceitas pela in-trneclo pu-
bca e pelo sea conselho director todas as tentati-
va qae se fixerem nesse -sentido porque trario
sempre, ama methodisa^ao perfeita e ama facili-
dade imraediatameate para o ennno.
E" com essa esperanc* qe fechames a sene de
nosso.s artigos.
Reeife, 23 Je agoso de 1S71
Jos Augusto Ferrelra Nota.Tem sabido 'goos erros typogcaphieos
e mesmo de patarras mas oigamos intil a na
corre,ccio.
a cldade brilham os letr
garrafaes. E seoao vejamos:
Mire, roa da Imperatriz.
ouro\ raa da Imperatriz. Qqalo quei-
>. qae possa lomir tal ebimtnf
de ouro, raa do Cabug. 04*1 ser a
"Vensivel deste eoracio ?
.aVdo de Ouro, ra do Qabuga. QaaJ, 1 mdo di
I carne, que lera a felicidade de aperar*esta nulo-
I ziuha em amplexo conjugal 7
PiuM+mJfUuro, ra
ala que se a:
roa do
antes.
raa do Oabdjt
pressoreeotjg
broatorVyj^BDanto mai
Braco atoVHo, ra do
te braco lio curto
mSo, qpBp *cba r
Casa de mm. ra do ba:
Tai IA E' d peora e tijoll,'
onro, roa do^oiario 1
depuro, TU
comaor- <,
Ol.prato
Botina de ouro,
fl'Xiveis de mais.
osPtnssia
Ipsea das de
em Ma I
'MR
a. Engao.
oatras.
:ga brilhaale,
dem do dia 30.
i.tgO*A03|de 1 pollegadas, pecas de cabo 'de"Unto de 2
~65-333it07S ^-^^'^'-WIMliaabo de l
i
bui
m
roa do bario da Victoria. SSo
podendoiramediaiamedle em sow amencia reviver
os fados e as datas sem sforco algara du iatelli
geneis e memoria.
E nio ura bonefleio ewe exercieio d Inteli-
gencia e memoria, raes.no eom ign, fallilo sobre
o* faetos que nos aprsenla o mappa porquaalo oo
hi deter-sa em mi os livros para faflar or de-
aeontecimentos oa eno cora o eu abandono tere-
mos de -rer leitaras rellectidas, peta ausencia de
am auxiliar e pelo decurso do lempo desappare-
eerem de nosso espirito para dar lugar novos
qae agropando-se sueeessivameote e s oos preeV
deudo a atiendo, faz perter craheelmentes adqte-'
r d E oeste peale o sapea de proveite atsaz
elvalo, por que.no fai ,eoservar e lembrar
conhecimeutos.
E Dioguem dir ser meos verdadeiro etee fado
qaadt lodos os das estamos leado a prora.
R nao a seieocia da (Ueturii de o pote ajti-
lidad"quea.deixemoearoir-e de oosa espirito.
A sciencia da h(-toria e stiae a priraeira baee
da doajo e o primeiro elamemo para tftrr-se
na socleda*, qner gera* a mais desen&dooba e prereUM diUreeeao, por-
quinto m arad eonrersieio, rerlre^ii Bounoel-
OMnto". aiqtjrrew noros, e pelo paaaado evrt-fe
heWltado i prever se do fotaro.
AWb "
rteqtiO i disso o mappa. Zaba pie er aapffeadd *frsiraitMe d|t nt antvintnninl ari id
Secretarla da presidencia
O Exm. Sr. Dr. Manoel Porlella, ictaalmente na
presidencia da provincia, acaba de prestar a sua
provincia natal am relevante servico. O acaso
permiaio que losemos non tem a secretaria do go-
vemo tratar de um cegotio que nos dina respai-
lo e-(leamos s)rprbendidus de que eoiao obser-
vamos.
A secretaria da pra ideoch ji nic felizmente,
aqoella reparticM p ca de outr'ora, mu lo qnem
de urna provincia da importancia d de Pernam-
buco ; pelo contrario, ella hoje um reparligio,
muii) dilTerente, onde reina j feliimente o inaior
aceto e limpeza, dotadt de movis e roais objectos
ioiispensavei* ao ten regiment inlarno, uma ad-
emara, emsonuna, qae pelas reformas nelia ia-
troduzidas por -S. Exc, podemos afirmar estarna
llura da provincia de Pernambaco. Cora tffjito,
S. Exc., alera de mandar pintar e calar toda a re-
particae, enverniur limpar todos os sc-us mo
veis, armarios, mezas, etc., mandn tambem deitar
abaixo os amigos e acanbados compartimentos,
substituiodo-os assim por ouiros muitos mais vis-
to! e commodos, de orle que b ja as differentes
seejiifs da secretaria trabalham em am vasto sa-
li com todas as accoaamodicfiaa de modo a faoo
litar o sea respectivo e peaoso expediente. Loara-
re! ao Exm. Sr. Dr. M-noel Porlella, o piimeiro qu
levou a effaito a reforma da secretaria da presi
dencia ha tanto lempo reclamada per todos os seus
antecessores, como se pola ver nos adrenles re-
atorioe, com que passa/am a admiuis provincia aos seus ucoswores. Gom esta reforma,
assiao o esperamos, muito deve melbarai a marcha
do servico publico; a secretaria est hoje as mais
desejavcis coodicGas materiaes de acaio e acc.m-
modaedis. J nao pjrlanio, aquella secretaria
do outr'ora, ladigaa de urna provincia da impor-
tancia da de Pernambaeo pela falla de aceio e
oommolos que nella havia.
Aq distincto pernambucano qoe boje administra
a provincia, ao Exm. Sr. Dr. Manoel Porlella, de-
vemos, alera de ouiros, mais este importante me
Ihoraraeoto, que maito hade eoutribuir para o f-
cil expediente de governo da provincia nos dilfe-
reotes ramos do servieo a sea cargo.
Permuta-nas, poten. S. Exc. que facamos al-
gunas observa coas ainda a respailo da secretaria
do goverao e comeceraos pelo sea pessoal.
lacontestavelmente o pessoal dt secretaria da
presidencia em regra, bom e dedicado ao cum-
pri ment de seus de ve res.
Toado sua testa o Dr. Elias Frederieo d'AI-
rasida e Albuquerqoe, como secretario, e o Dr.
Alolpho Lamerona Lius i frente das ihlT-rantes
seecfies da raesma, como offlcial major, megos ca-
j4s Ulestos o qualidades unto honrara e illustram
a repartijio a sea cargo, a era de outros corno os
Srs. Ors. Salazar Hoscoso, R beiro da Cunha, Bar-
bosa, suppeBjos nio ser exagerados, quando afllr-
raim is cima ser o pessoal da secretaria, em re-
gra, ilonio a contar em seu seio ptimos auxilia-
res da administracio : nada temes, portanto a di-
zer do sea pessoal.
Mas o maarao -en ti mos nio poler dizer cora re-
laeao a ostros melborameotes indispeasaveis i
-ama secretaria de importancia da de Pernara-
buco.
Cora elleito, come admitiir-se que n'uraa secre-
taria di importancia e eaihegoria da de Pernam-
buco nao haja nma carta geographica geral do Bra-
sil, oarlas geographeos particulares do cala urna
das provincias, e aobreludo a da provincia de Per-
nambueo.colleccio oompletade nos-as lelstaoiopro-
vineites como guraes, coleccio completa dos rea-
torios dos difiranles administradores da provincia,
e tambera a dot relatnos ij presidentes das dif
ferentes provineias do imperio e a dos Jtffarenles
ministerios ? Como admittir-sa em urna secretarla
do goverao da ordem da da Pernambuco a falta de
ama pequea bihliolheca com algumas obras da di-
reiioalininisirativa, mappas estaiiaticos, e outros
objectos iadlspensavcis ao estulo e informacio dos
variados ramos do servico publico I Cumpre, pois,
a S; Bao. providoociar a respailo,
O arch.vo da secretaria, atguoda o Sr. Diogo
Velho, em sea relatono, um-eahos, tanta a
papelada que ha nelle : no entretanto elle o de-
posito de muitos o imprtanles documentos, elle
para assim dizer a historia aulnentica da admi-,
nlstracio publica I
Ao cabo; deve en s. Etc. cumpre Vomar providencias de modo a
por termo bab I que al raiua, contratando, se
oeeesiano fr, ama pesada idnea, que auxilie ao
archivista, jar que te pouju em dia o respectivo
arepita, S. Es* tpara Uoa a'utoriaado pelo
or?auto ngeave que ao art. 28, ut. 3', ihe di
plenos poderes para Mfocmar as eoaces pravia-
ciaes, e dar-hes organUacao atis convenieaue
do servieopibuco.
Ctamantot oit a atteatio do Exov Sf.. Dr. ola.-
noel Portella para o que cima issemos. e cap-
ramea que S. Exc. na drxari' di 'ttiooVf-nos
reaiiuado na ana aecraUa os wlhoradieatos' al
itdidot, xotuwta.jtmm isai.eJofma nesure
^TJ^*4WlA finMiUori,
M^5!5t ^inititta-ijtq. U)q pltvrn,ojete
agrtxeoma.
fleeife, 20 de !!,, da 71.
Qruefo.
Gftur df-out, ra larga do Rosario. Passe.
Thesoura de ouro. ruado Duque de Canias. Coi-
id) -ata o amolador I
a moda pega breve teremosa mantetfa de
*ro, cha>4*-msto,'M>ma** i*-e*ro, le, ele e por
m nada Doleremos tragar. Basta nos ji o trao-
Ibo (aJIo ia mun ite-Maj, sa quebrar os qoaixos
com ojal charu'o de ouro; e por lira ainda temos
i rniDinnua fioia de ouro, e era.vista desta bo-
la, direujs come j o dase um diputado geral no
nosso parlamento :
Ora bolas.
Eleleio
nos juizas k mordomos, phocuradoiies e thesou-
REIRO QU8 H0 DE rtTU\B 0 GU)R10S0 IUtlT.TR
S. SVEW.N9 NO MK 8 DE I\NE1R0 DE 1877.
Juii por eleicao.
O Illa. Sr. capilla Jato Marques Bacalho.
Juiza.
A Exma. Srt. D. Falippa, fiiba do commandantc
superior Luiz da A. Maranhao.
Juii por de vacio.
O tllrn. Sr. teaenle.coronel Urbaao Jos de Mello.
Jaita pordevofio.
A Exma, Sra. D. Mara Antonia do Reg eMello.
) Juizes protectores.
Os Illa. Srs.:
tts&^mk. -
Jos Pires Carapelto de Ahuerad.
Antoaur Jos da Silva Brasil.
Jos Itnlno de Saaza Ramos.
Diego Soares Cavalcanie de Albqqucrque.
Jaitas protectoras.
As Exma. Sras.:
D. Antonia, raulher do Sr. Joaqnim Cavalcante de
Albuqjerqae.
tft. Alejandrina Cavalcante de Albuqaerqne.
D. Joanoa Francisca de Mello Cavalcante.
D. Olympi, roalher do Sr. Dr. Joio Silverio Mar-
ques Bacalho.
D. Mara Joaquina Cavalcante Cabral.
D. Lnizi Czvaleanle da Albuquerqoe.
Os procaradores serio inspirados pelo martyr e
milagroto S. Severino.
Thesourelro.
0 Illm. Sr. Manoel Alves de Soaza Cavaleaate.
Procurador geral.
Antonio Nota de CarraIbo.
ProcaraJores.
loio Baptista de .Espirito-Santo.
Bartholomen Pellcio de H)llandaCavaleaote.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 26,
Qcania e portos iptarmedios9 dias, vapor naci-
Tnal Ipojuca, te jfQ toneladas, commandante
Maura, equintferalO, cafga algodio e oatros
gneros; Cof anhia Pernambucaua
Lisboa-3i atas, brigue pottaguez Encantador,
de 207 tanoladas, eapuao Bernardino Augusto
.Lopes, eqoianem 11, carga varios gneros;
J. J. G. Beltrto.
iernosand, SHtas, brigue nrte-rltemi Alby, de
175 tonelada, capillo. 1. P. Topp, eqaipagem 9,
earga madeira; a ordem.
Navios saktos n mesmo da.
lina da AscencinBarca franceza Ruine des An-
at^Mf^ETAncelIn, carga par vio de pedra.
lie dt Pr4ta*-Barca brasileira Superste, capitio
Valeriano Pereira dos Sanios, carga assucar e
oatros gneros.
Observucao.
Apparece ao norte ara biite a aaricano. Ptssa
para o norte urna barca, ignora se a nagao por
ai icar bandeira.
Il II I M
1(2 nvUafadw, 6 cajtikca
pollegada, B pecas de etf de liobo de 3 itt pol-
legadas, 120 dobradicas de cania, O.dobradicas
qiadradlr, 10 arrobas de estaooo aja,verga,
arrobaade estepa ftttrra, arrobaToTestopa
de liaho, 20 atribiad estopa de algrjjfo para
mc^na^/aoJtojWtoi.tdxBtodi me-
tal para camarotes, 20 varoes de ferro luglez qua-
drados de 7/8 de grossars, 40 vardes de ferro in-
gtez qMjairados- 1^78 dtdfrrtfgk* tO varoes
de ferro mglez qaadrado. de :i/tjl pollegada,
12 barras de ferro ingle* o barrate 3 pollega-
das de largo e 1 1/1 de ffrssur, M barrts de
e 1 e l|i de
fechos pe-
de escaler,
' pegas de
alcatroada,
a 3 pollega-
medidas de
iiv
ED1TAES.
B8
r-
COMMERCIO.
Seguros cwitfa-
COMPANHIA
Capital.
Fundo de
reserva
n
. 2O,O0O:000<000
. 8,000:000*000
Agentes,
Mills LathanJ C
Companbia de seguros contra
fOT.
^AGENTES
S. P. JQHHST0X & C;
Ra da Seazala-aova a. 49.
SEGURO CONTRA FOGO
Th Liverpool A Lonon & Gfob
IfMrance Company.
Agiotes-:
SanrKkf Brotfadrs G.
HCorpo SantoII;
THE ALLIANGB BfiITWH= dr-fOREIGN.
Life and Fire Assnrance Compaoy estabelecida
em 182. Capital 5,000,00
Os anales desta companhia tomara segaros
contra fogo sobre predios, gneros e fazenidas
pagam aqui prejaizes devidsmeote provtdoe.
Rabe Sehmettan 4 C
Corpo Santo n. 15.
PAACA DO RECIPE 30 DE AGOSTO.
DE 1871.
iS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Cotagoes officiaes.
Algodio 1* sorte-313, B8I e 568 rs. por kilo.
Cambio sobre Londres^-90 d/v 24 Ij2 d. por 1*000
bancario.
ti 6. Stepple,
Presidente.
P. /. Pinto,
Secretario.
Pela secretaria -da ibeeourarla de fasenda
dosta provincia se fas publico que no dia 2 de
setembro prximo vindonro, as duas boaas da
tarde irio i praga para seren arrematados por
quera por menos tlzer os reparos de que preci.-a
o edificio da alfandeg desta provincia oreados
em ura cont oitocentos e vale e teta mil seis-
ceios e cincuenta res, conforme o remenlo, o
qual sei franqueado na mesma secretaria aos
pretndeme?.
Secretaria da thesouraria de fizenda de Per-
nambuco, em 26 de agosto de 1871.
Servindo de .(Acial-raaior,
__________________Manoel Jos Pinto.
Be ordem do Sr. inspector da altandega in-
tima.se ao Sr. Tbomaz Antonio Gamaraes, con-
signatario do hitte nacional S.Jmo Baptista (on-
de quer qae se ache, visto nao ter sido encontra-
do nesta ckiade ) para qae ao praso de 30 dias,
veoha satis fazer nesta reparticio da qoanlia de
585*023 rs., em que importara os direilos de ex-
poriacao dos gneros de prodaeco nacional, que
deste porto coaduno para o de Mossor o dito
hiate em 6 de setembro de 1869, visto nio ter
apresetado o certificado da effactiva descarga dos
gneros no porto de seu deslino, e hiver expe-
rado o praso qae na forrra do artigo 645 do re-
glamelo de 19 de setembro de 1860, Ihe (ora
para isso marcado.
2.' seceae, 29 de agosto de 1871.
Servindo de chefe,
_________________Ricardo Pereira de Fara.
O inspector da alfandega, achando-se auto-
risado pela thesouraria de fazeoda a mandar fazer
os reparos de que precisa a barca de viga n. 4
desta alfandega, de cooformidade eom o respec-
tive ornamento ; oa importancia de 2:830x000,
convida os pretende rites a apreseotarem saas pro
postas era cartas fechadas al o da 4 de setem
bro prximo vindouro; em que ser a ubra &d
jaiieada a quem por menos e cora mais vauta-
geos a queira fazer.
Alfandega de Peroambuco, 30 de agosto de
1871.
- ,________Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Commaod das armas.
De ordem de S. Exc. o Sr. brigadeiro com can-
dante das armas desta provincia declar -se qae
pela presiden ;ia foi enviada ao mesmo com man
do a provisto de reforma do 2* sargento ao 51*
corpo de voluntarios da patria Joaqnim Jos Ro-
drigas Jnior que Ihe ser entregue, assim orno
a guia de sosoorrimealo, logo qae a vier rece-
bar.
Secretaria do eommando das armas da Pernam-
buco 30 de agosto de 1871.
. Francisco Camello Pessoa de Lacerda.
Teneate-coronel secretario.
ferro iglez de 4 pollegadat de
Srossura, 100 forqaela de fef
rezet de ferro de embutir, ) fia
10 arrobas de gralxa do Rio-Gran
linba de barca, 100 pecas de
40 grosas de parafus; s de ferro
das, 90 pecas de raerli, 20 ternot _
folha,-60 arrobas de ocre amarella, 4 ocoles de al-
cance, 3 arrobas de pregos franceses de li2 a 3
pollegadas, 12 pelles preparadas para eaixa de
guerra, 1 resma da papel de Holbnda liso, 3 pe-
gas de aondareza, 2 tina da baideacto, dO- libra,,
de laxas de cobre, 1200 libras de lila branca
de zinco. 800 libras de tinta preta, 1 peca de t-
pele, 6 duzias de taboas de piobo de i|2 pollega-
da, 6 duzias de taboas de pluho de 1 pollegada,
e 10 arrobas de zar-ao.
Tambem o conseibo no menciona lo dia de
igual forma contracta o foroeeimento de carvio
Cok ao arsenal de marinht, por lempo do tres
Salla das es-des dncoBeelho o>'mariithtyal>
de agosto de 1874, -r~- ,
d' *.creti*o,.
______________AIaado^o4' No da 2 de setercbro, depois da audiencia
do lllm. Sr. Dr. joit majoieipal da 2* varA vaj
a pn;a para ser arrematada, a casa terrea meia-
agua sila na travessa rio caes flo.Capitraribe, por
detrs da casa com o n. 2 da ra dt Concordia,
coja casa a penltima da dita travessa, a qual
tem ama sala, doas quartos e cosinha dentro, em
soloforeiro, avahada era 5O0O03 n, penborada
a Joto Maaoel de Siqueira e sna malfier. por
execufio que ccotra os mesmos encaminha J5. Ma
ria Joaquioa de Oliveira Campos.


DECLARAGOES.
Constado de Portugal
Convidam-se os credores do fallecido subdito
portugus Domiogis Henr.iqnes dos Santos, a
apresenlarera nesse consulado as saas cantas para
sereno verificadas e pagas.
ALFANDEGA
Readiraento do dia 1 a 29. .
dem do dia 30. ... .
698:723/53.)
38:602*850
737:328*383
Mor I oiealo da alfude^a.
Volnmes entrados
Voluraes saludos
com
com
cora
cora
(azoadas
gneros
fateadas
gneros
683
311
376
TiT
310
IM
" Descarregara hoje 31 de agosto.
Vapor inglesCof/iacmercadorias.
Patacho inglesJucnfaraercidorias.
Patacho americanoThereza Bul ter farinha de
trigo. "
Despachos de eoeporta^o no dia 29 de
agosto.
Para os portos do exterior.
No patacho norie-aemto Johanne Haudorn
I, para o Rio da Praia, c Irmaos, 40 pipas com 19,200 litros de cachaba.
Na barca franjata Louzi & Jeane, para Li-
verpool, carregaram : S Leitio Irmaos, 144 sx-
ea eom 9,285 kilos de algodio.
No patacho bespannol Misario, para o Rio
da Prata, carregaram : Pereira Caineiro & C 213
barricas com 12,955 kilos de as:uear braneo o 50
metas ditas com 5,739 ditos de dito maacavado.
Na barca francesa FMUe. para o Ha ve,
ctrregarara : E. A. Burle A C 200 eoaros verdea
cora 4,200 kilos.
Nq vapqr ingle Douro, par Luboa, carre-
gou : Eduardo Augusto Ignacio 1 caixa com 3i
kilos de doce de goiaba em massa.
Para oa portos do iaUnor.
Na barcada Buukotilo, para Mostor, earre-
goa : Matwel Pereira Lemoa Id piaa .ana 00
litros de agaareVtue.
- N* bareaca Joa y alie, para o NataL carre-
gou : Beltro Oliveira 1 tacto eeffl 366 kihs de
asentar.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Ilima. junta administn.iva da santa casa d
misericordia do Reeife toado de reconstruir o pre-
dio qae possae o patrimonio dos eslabelecimeolos
de cardade i roa da Moeda, com dous andares e
sotad, transformando-o em nutro de um s andar
que coutenna doas armase oe, um no pavimento
terreo e ootro oo sobrado, e os predios ns. 2 e 13
da raa do Burgo, precisa contralor essas obras
un quem por meno- preco se qaizer encarregar
le elfectoa las, pdenlo serem aproveilados os
materiaes que ferem lirados dos antijos predios
e jnlgados em bom estado.
Os pretendentes devero apresentar as saas pro-
postas em cartas fechadas cora declarado do m-
nimo po'qae fazera eada ama das indicadas obra.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cite 21 de jaiba de 1871.
O eserivio,
, Pedro Rodrigues de Soaz.
ESTABELECIME.NTOS DE CAKIIMUE.
Roa do Azeile de Peixe (travessa da Madre Dos)
Sobrado n. 1......'. 1:141*000
Raa do Prdre Florianoo.
Casa terre? n. 63.......205*000
dem n. 47.........180*100
Ra do Calabooco.
dem n. 18........320*000
Raa do Amorira.
Sobrado de 2 andares n. 26 ... 302*000
Raa do Pilar.
Casa terrea n. 73 ...... 211*000
Raa da Gloria.
Casa terrea n. 61......240*000
Ra da Ponte Velba.
Casa terrea o. 32.......360*000
Ra das Calcadas.
Casa terrea n, 36.......194*000
Raa da Roda.
Casa terrea n. 3.......100*000
dem n. 5.........103*000
dem n. 7.........101*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra da Guia.
Casa terrea n. 27......146*000
dem o. 29........193*000
Largo do Pazatao.
Loja da frente do s.,nra li a. 29. 192*000
Ra das Larangeiras.
Casa terrea n. 17.......232000
Rna. de Gervasio Pires.
Casa terrea n. 39.......146*000
Ra de S. Jorge (Pilar).
Casa terrea n. 94......, 240*000
(dem n. 105........151*000
jera n. 102.......O 203*000
Os pretendentes deverao apresentar no acto da
orrematacio as suas flaneas, ou comparecerea
icompaabados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
;ife, 21 de agosto de 1871.
O eserivio,
Pedro Rodrigues de Souza.
PIi subielfgacia da freguen Jautu A-
tonio declarase qne te acha depositado um ca-
vallo ru lado vermelbo, qae foi encostrad so cata
22 de Novembro : quem ao me..mo se julgar eom
direito, compare ca, qae provaado a posie loe tet
entregue.
Subdelegela de Santo Antonio 30 de afasia do
1871.
_______________J. A. Ferreirt dt Costa.
Inspecqao do arsenal de ma-
rinha
Faz-se publico que a coramiseao de peritas exa-
minando, na fnra delenninada no regularoenlo
annexo ao decreto n. 1324 de 5 de fevereiro
de 1854, o casco, machina, caldeira, apparelho,
maslreacao, veame, amarras e ancoras do va-
por JfanaViiiA da companbia. Peruambuoaoa da,
navegacio cosleira, achm lodos esses objectos eno
e-talo de poder o vapor navegar.
Iuspeccjio do arsenal da raarinha de Pernambu-
co 30 de agosto de 4871.
Francisco Romana Stepple da Salva,
iaapeclor.
ilinlaistraco dos crrelos de
Peraambuco 31- de agosto de
IH3I.
Mala pelo vapor Mandah<\ da Companhia Pernam-
bucina.
A correspondencia que tem de ser expedida Aojo
(31) pelo vapor cima mencionado para os portos
do sul al Aracja' sera re:ebida pela maaeira
seguate :
Macos de joraaes, impressos de qualquer nalu-
reza, e carias a registrar, al 2 horas da tarde.
cartas ordinarias at as 3 horas, e estis at 3 ii
pagando porte duplo.
O administrador,
Affnnso do Reg Barros.
Aiiminfstracao dos correros de Pernambuco
31 da agosto de 1871.
Mala pelo vapor Pirap un da companhia Pee-
nambucani.
A correspondencia que tem de ter expedida hojo
(31) pelo vapor cima mencionado para os portos
do norte at a Granja, ser recebida pela maoaira
segrale :
Macos de jomaos, impressos de qualquer nata-
reza, e cartas a registrar, at 2 boraf da tarde,
carias ordinaria al 3 hjros, e esus al 3 12
pagando porta duplo.
O administrador,
Alfonso do Reg Barros.


SOCIEDADE EMPREZAPIA
mimk iiespioIioh
Recita extraordinaria.
Qaluta-felra 31 do corrate.
Sabir scena a mulo linda e tpplandida zar-
zuela em tres actos, msica do maestro Barbieri,
e poema do Exm. Sr. D. Ventura de la Vega, in-
titulada.
Sabbadojt ae setembro depois da audiencia
do lllm. Sr. Dr. jmz municipal da .2* vara, a
arrerratacao de orna casa, e ara terreno oo ta-
sar da Casa Forte ; ludo avahado per 730*000
peaborados ditos be- a Jos Fi aocisco Caraero
e saa molber, coja arrematacio Hoou transferida
do dia 23, por ter o exeettiado requerido pa'a pa
gar e nio pag.a.

BBCEBEOOI1IA
QEftAES
Readimenlo 'odia
dem do ola 30,
DE REMDAS INTERNAS
DE PERtVAMtlOCO.
a>. .
M:T75|tt8
1:33M4II
i, i i
:fH*T-
CDNSLADO PftOYWCIAL.
Randimetrto do dia 1 a 2P. WOTjPfy
Conselho de compras
de marinlia.
O cooselho no dia 5 ata ates de setembro pro-
jtrao vindouro, promove sob as conicgo'S do es-
tylo e a vista de propo&ias reeebidas at as 11
horas da maobai. a compra dos seguate! objec-
tos d material daarmada:
30 vardes de a?o fuodido da 4/8 a 1 pollegada
,3fl varas de ac redondo de 1/2 a l pollegada'
10Q bolcVs de metal para scalT, 10 barrfj de
brea, 100 eovados de baettfca, 30 barru de sal
W baldealeiras de folhj, 4 baldes de madeira'
para earregar agaa, 400 patrrfos de bdoibo er
~JTOr1rtOTi
Personageo.
Daqueza de Medina. D. Mara de las Dolores,
Londessa de Bornos___ D. Chrisiina Aguilar.
Duqae d'Albaqaerqae.. Sr. Evaageliisla.
Mrquez de Cara vaca.. Sr. Ortir.
Peltz......Sr. Monsalvez.
Antonio.....Sr. Das.
Mordorao 1.. Sr. Medino.
dem 2 .....Sr. Conde.
dem 3......Sr. Garca.
O tambor-mor dos loa-
eos......Sr. Torres.
Um enfermeiro (guarda
dosdoudo') Sr. Ventura.
Damas, cavalleiros, cortejaos, loucos e agoazis.
A scena pasaa se em Madrid em 175...
Os bilhetes acharx-se i venda no escriptc-rlo dej
theatro e em mi da commissig ra do Impe-
rador n. 38.
Presos os do cosime.
Principiar as 8 1/1 horas.
THEATBO
santo \mm
Recita extraordinaria
Sabbado 2 de setembro
Ofifcrecida pela sociedade dramtica particular
Recreio Campestre
A eximia actriz
d jesuim mm\ mmm
PR.jGRAMMA
Priraeira representacao do iotereeeante drama
em* 4 actos original hrasileiro do Dr. Caroelre Vi-
lella, dedicado a mencionada acirhs enrao tiritar-
obo de homeoagem ao uieqto e arta latlktlado >
i
s
.V
bi
Leonardo
Arihnr
Gabriella
Samnel
Dr. Vteter
Amaro
Casuslnba
Andr
Persoatgeos.
50 a
m
a
2d
40
17
II
td
o
-51
c
<
ja.

em PuiaaqlMnj. lipaau- tv
Ddnomioacio dea actos
MA encada.
1


iliario'de Pemambuoo sd
<*.
f i arta.
O spgrad
irnpbi,
TerUiBiii o spoctaca! aon a graciosa come-
dia em I- acto.
OS HDS SORDOS
Persona gaos.
* M Rajamdo.
OktlMtaa.
Alfrtdp.
Francisco.
' Uro'goarda.
Uro jardn?iro.
- -o Tnaat< parte'rio divertimento Sra. D. Jesuina
,_, a* soaios de steoa.
., Oj bilbeles acbam sr> era poder da eommis-lo
3 Jtfroa das Crtues n. 35.
MUDeptals do espectculo havera trem para
s, licamio-wmaoa o pontos 4o costume.
tMk c- Principiar as 8 1|3 horas.
'!.?'.''!/,
prr
f3*J
aviso martimos
*v Compania americana e brasileN
;\ f a ie pipetes a Yapor.
At o da 1 de sttwuro esperado dos portos do
sal o vapor americano Memmack, o qual de
pois da demora do cosame, seguir para New-
York, tocando no Pa e S. Ttooniax.
Para fre-'es e passageos, traia-'se toro os agen-
tes Henry Ferstop & C., ni do Comrwrcio L. 8.
Rio Grande do ttl pelo Rio de
, Janeiro.
Para of indicad >s oriis sg por e-tes das o
ado mdbiattMHa'ViniliM, por j ler qnasi
conpfclaio car naga rae uto o resto que Ihe falta
raeebe-sf por medie prer.i ; a tratar a ra do
Vigart'j a. II, priinerro andar, escriptorio de Jos
L^pes Davim.
IWBaiAL^ABWCA'DE CIGARROS
* w ioi fSobletttrio^ faarl-feu rjreoccupado
a ateor^ dos legisladores tos ewnomislas ve-
demos, particularmente na Ioglatorra na fran-
ca, e oerea do qaal, amda orn 1868, L. Wofowkj
tei ura profundo e nolav.l discurso, qie trata
de definir e reealarisar, maniendo o eonillbrio
ir o inleresse e a NioaaJdade, o trabslbo das
criancas as manufactura.
Eala questo grava a melindrosa, comeca a ser
entre ns'dealguma importancia, e merece que a
examinemos cora criterio, tanto mais que torcosa-
mame na enbstluiicio do elemento servil teri ella
de considerar-se eracacissima para o futuro dcs>-
envolvimiento de aossas Diluiras.
Recordando com o celebre economista de que
fallamos o profundo pensameuto do pfmta Ingle
que dii :-k crian? o pai do hornera part-
Humos tambera o seas generosos eenlimentos re-


. |l

CHAS. BE GBA^B

Plalas asscaradas k Iristol.
pwtm^ Artel VI tfMifQi,'Vio Mfo? ffl Es
laicamente tssas frageis e delicadas croaturas, praaer que 6Bmd8, D* poderme
P
9
i
por Maranhio
hiate D. Luiza
Irma s.
pretende sabir cora brevidade o
; a tralar-se cora Gomes de Matlos
i
Segu para o porto cima com a maior brevi
dade possivel pr wtar com a maior parte da car-
ga o biate nacional Garibtldi. capHio Ca*tod > Jo-
s Viann-: tratar com Ta^so Irosos & C. ra
do Amorim b. 37.
MARANHIO
Pretende seguir cora muita brevidade o palba-
b)te nacional Joven Atikur, tem parte de scu
carregamaato prorapto, para o resto que Ihe falta
trata-se com os seas c asignatarios Antonio Lote
da Oliveira Aevedo 4 G., no seu escriptorio roa
do Bom J-sus n. 57
BarcaQi a veuda
Vende-se a bareaQ.i^) cas eu 4,000 arrobas, oastaote nova, mnito ve-
leira, eacha-.se bem apparelhada : a tratar na roa
do Haffquez d- Oiinda, uutr'ora ra da Cadeia na-
mero 19.______
PARA O
PORTO
pretend seguir em pr.acos dias o patacho portu-
guei Liberal, eapi'io Guilberme Joaquim Leal, por
ter a onkr parte de seu carregamento engajado
e para o resto que lhe falta e passageiros, para c
qaetem boas comandos, trata-se com o referido
capito a bjrdo ou na prara.
LEILOES.
DE
l'jja mobilia d; jacaraud, conlendo 12 cadei-
ras de guarnijio, 2 ditas de bracos, 2 consollos,
jardineira com pedra marmore e i sof, nma lita
de faia com as mesan? pe(as, c<.deiras de batan-
eo americanas, caieiras avulsas, i cama de Jaca-
randa, i marqu to, t.ilet de Jacaranda, bancas
de- mogo para cabeceira. janeas para jogo, lava-
torios de mogao com pedra, 1 espelbo, toilat para
hooem, cama para eriam.as e muitos cntros ob-
j-'-ctos usados fue astari) presentes no ac;o do
eilao.
1IOJTE
O agente Marti as, far leilio dos movis cima,
os quaes se acbam mnito bera conservados, no
armazem n. 30 da ra dan Crozes as 11 boras do
da.
LEMO
DE
I'j. ;3o de massas, arroz, castantm pllalas,
viaho encaxotado, pbosphoros, pedras
marmores e lavradas, e I caitas com ga-
lochas.
A 31 do corren te.
0_ agente Oliveiraifar leilae por ordem do Eira,
biro da Soledade, na qualidade de viee-consul da
Italia neuacidade, e consignatario da barca italia-
uiTtrol, e por canta e risco de quem pertencer,
precedida a antorisacao d'alfandega e com a>sis-
teacia de um empregado fiscal de-ta repartido e
do mesmo Sr. tice-eonsul, dos gneros sopra in-
dicados, sendo parte do carregaraeoto 'da referida
barca, e dos qaaes venderse haoquantos bastem
para occorrer s despezas provenientes da sua ar-
ribada este porto com agoa aberU
MOJE
* 10 horas da manba em ponto, no armaiem al-
faidegado, trapiche da companhia Pernambucana,
largo do Carpo Santo.
I
DE
VISOS DIVERSOS
0 Sr, Jalo Jji de Aojo Lima, qoe
U caixeiro da leja Aguia Branca, qoeira
r-erta typograptiia a ntg^clo d seo io
tefww.
qoe anda na primeira oiciagao da vida, prestara
j to importantes servias a sociedade.
Qualquer qis seja o ensino ou o labor n qoe
se xereHera as farcaa anda debis dessas fraeas
axis (encas, de ve presidir o maior escrpulo sna
direecao, a maior vigilancia e cuidado no erapregu
e dtstriboicio do lempo, porque do seu resultado
eoenda a adivinado e a energa das aovas gera-
coes, d'eslas as grandes conquistas do futuro e o
progressivo aperfeigoamento social.
Nos secaos anteriores as industrias oecopavam-
se mais eom os traductores. Ao seculo XIX com-
pota a gloria alo f 6 de meihorar o fabrico dos
productos, iornando-09 piis perfeitos e mais ac-
cesiiveis a todos pelo quaotidade e modicidade do
preco como a sorte a coodiejio, a existeucla do
trabaihsdor, do horaem.
W'uiowki cita a este respeito as pilivras de
Gladstone, que, em urna reunio de operarios n-
glezes, fa lando-Ihei Unto em seus direitos, como
em seus deveres, dsse: 10 nosso secul o se-
cuto do operario : e accresceota que eata pbrase
nao sahio de bocea suspeita, pois Glndstone nao
P'Henje ao aamero daqaelies que lisoogeam em
vea de servir ao pevo.
O bomam d'esta modo encarado como beni
EriflioHhal'da produfo do bem; e o notavel an-
ir qoe uos referimos eotende coran jsoo qne a
liberdade que elle conquisfou tira toda a sea forja
da energa da alma associada saude do eorpo,
da elevagao do espirito que proporciona o desea
volvimemo progressivo da habilidade pessoal.
Foi ba;eaJos n'esta allianca que os legisladores
inglezes compreheoderam que o instrumento acti-
vu, o operario, obedeca a outras e diversas neces-
dades que as que sao parlilha do inslrnmento
material.
Foi por este motivo que se marcaram e regula
mentaram as lloras do trabalho as manufacturas,
e se ailendeu sobretudo a que as criancas rece-
bessem a um lempo o ensino da fabrica e o ensjno
da escola.
Em 1862, diz anda Wolowki; sanccion:u-se
na Inglaterra a prole, a vigilancia penetren no
seio das vaslas commuoas industriaos, formadas
liije era roda da machina de vapor, dessas vastas
communas -povoadas por multares de operario'.
A le de 1802 fixou a idade em que as crianza*
podan? entrar para as manufacturas e limilou a
durarlo do trabalho.
Pois bem. Este grave e humanitario problema
que levon quaM meio seculo a resolver, e preoc-
cupon a atteaco de lano; horneas de estados
eminentes, como foram Roberto Peel Lord Aslhey,
boje Conde de Chattsbuago, genro de Palmerslon,
e muitos outros, assigoalando nma pagina honrosa
na historia da eivilisacio moderna, acha-se reali-
sado, 6 dando salulares resudados enlre nos na
fabrica de cigarros de S. Joao Kitberoby, da qual
ao proprielarios os Srs. Sonza e Novaes.
J tivemos oceaso o.anno passado, de eacre-
ver algumas lnbas acerca deste importante esta
belecimento, e boje, depois de urna visita qoe
zemos ao novo edilicio ampliaremos aqaelle nosso
trabalho.
A casa onde actualmente est estabelecida a fa-
brica sera dnvida ara dos melbores predios da ca-
pital.
Alm das espacosas accommodacflss interiores
livremeote arejada como conven a lao numerosa
agglomoragao de pastos, o predio exleriormen-
: de odia arebiteeturi simples e elegante, e ca
a p.ucas bragas do mar, onde com auxilio de urna
ponte os productos sao com facilidade embarcados
e eonduzidos para os mercad, s.
Cerca de duzentes meninos ahi receben o ensi-
ao manual, Intelleclaal religioso e me ral.
A mais perfeita ordem, tem a severidadede orna
rude disciplina, mas antes aconseloada pelos pre-
citas praticos da autoridade, d um aspecto agr-
davel a esta afanosa communa de pequeos ope-
rarios e esperangoso ncleo de futuros e moralisa-
dos cidadaos.
Era um vasto salo das 7 s 9 horas da tarde
depois do trabalho e do descanso apreniem os me-
oiuos os primeiros elementos da leitura da escrip-
ia e da eontabilidade. Dissemos primeiros ele-
mentos porque acreditamos que as nocoes rudi-
rneniaes da escola nao sao ouira cousa mais que o
instrumento com que mais tarde se deve concluir
e aperfeigoar a educacao. Nao custa saber ler o
essencial e fazer uso discreto e aproveitavel
desse poderoso motor do nosso aperfeigoamento
mcral.
Depois do trabafno manual e do ensino da es-
cola depois mesmo de algumas boras consagradas
ao reereio era preciso amenisar com o testudo de
alguns dos ramos das bellas-artes as tarefas in-
fantas.
Neste intuito foi creada ama aula de muzica di-
rigida p r hbil professor.
Com pooco lempo de exercicio e o ardor pro-
prio da mocidade j siguas dos alumnos tocam
eom verdadeiro adianlamento os instrumentos que
escolheram, e pode dizer-se que a fabrica tem
hoje urna banda de msica sua disposigo, o que
alm de accrescentar urna agradavel prenda a
edueacio dos aprendizes, dispensa dias festivos do
estabelecimento, o concurso dos msicos estra-
nlns.
Ora, o grande resallado colhido por este duplo
systema do ensino manual e simultneamente in-
lellectual, que os productos da fabrica de S. Joao
de N iherohy, redobraado de valor pela qualidade
e perfeigio augmentara lambem a ma procara oo
mercado s naluralmenle os avallados interesses
dos producios.
Estabsleclda assimeora os outros estabeleeimen
tos do mesmo genero a lula da concurrencia, qne,
no dizer de ura ootaveJ economista, nao ouira
cousa mais que a manifestagao pratica, a face
material da liberdade, claro est que as condigoes
do trabalho livre comegam j a ser assentadas, en-
lre nos em bases sensatas e a
MMt.
SXO CQNKM NEM CALOMELANOS Nk NEli*
OUXHO MINERAL.
Agrando ncdssi*la(i9 efaltae um ca-
urtjco ou de urna- m*dicBa. pqigatm, ha
uito 4m te sid ae*tida, mk> pelo po-
vo, orno raesBo por-iH* ilffifcooMdfl
owdica; por -fwo, m*to o fosfo<

ir nos em bases sensatas e de consequencias pro
Ligamos am alto aprego s tentalivas e aos re-
sallados desta ordem.
O Brasil precisa empregar lodos os seus esfor-
c is na propaganda industrial, nao; esqoecendo
auoca que a quaotidade do3 prodactos nada re-
presenta, si ella se oSo tomar ao mesmo lempo
recomiendavel pela sai qualidade, e que esta o
se obtem com auxilio efflcaz dos productores ha-
bis e inteJIigeotos.
Acredilsmos, pois, que os Srs. Souza e Novaes
prestam um importante servico ao paz e temos
sempre prazer em mencionar os estabelecimenlos
desta nainreza, aSo so em referencia a esta fabri-
ca, como a todas qne esliverem fundadas ou se
fundem d'aquiem diante as mesmas circoms-
tancias.
O nico deposito nesla oidade no escriptorio
de Domingos Alves Haibeos, i ra do Viga-
rio d. SI.
A. Ziluar.
Sodedale Monte o Santa
Cruz.
De ordem do irmio presideole convido aos
Srs. socios para compafocerera as 11 hora* da
vinho xerez em barris
Da f* de aetembro
Por mndalo do Illm. do Sr. Dr. jniz especial do
coramercio 11 a reqaerimenw dos ewadore.Awaeslm'Bi "V aii'3 d^etTObVo"pr"oximo Moaro
da massa fillidt de Joj Francisco BorgeaFarrera,
o agente Oliveira tara leilio de M barra de vtnbe
xar perteaeentes mesma aua.
Sexta-f eir
as II horas da nanhia, ao armazem, Trapixe
8*fbesa, Urfa d* Co/po Santo, dofronie da ifreja.
t>o sobrado da roa do Imperador n. 45,3* andar,
am t se eleger o conselho director da mesma
aooiedade.
Recite, 31 d agosto de 1871.
Joronydo Ignacio dos Saltos.
1 secreurtoinfrtoo.
Joio Landelino DorMllasCa^jjara^^ul^aloer
repastados da mis -acerba dor pelo passaroeoto
da sea querido Albo Miooel, rea pelo presente
agradecer a todas as pessoas qne sa di jnaram
acompanhar os restos mortaes do mesmo finado
ao eoaaiterio poBlieo.
AlfA Pea-e de urna ama para easa de
n.ju.ix familia de doas peisois: a (fatal1 m
roa Direita n. 3, priqjeiro andar.
toda a cottfiaj*eae8ur^aiia,-r^nDe
as pilulas vegk^f oesu*ar*i*s da Bfit>
como urna excallilo'dHfa prg8iiva, a
qual encerra em i todas a* partos o ais
ingredientes essnciaes, trpando-ae eni um
prfeito, agor o afradavel cathartico de
familia, fisto remad aio coaposTo
dessas droga* ordseariameate usada na
composifo dessas pululas, que por ahi se
voooom, mas sim, sao preparadas eom as
mais finas e superiores qualidades de raines
medicinaos, hervs e plantas, depois do' se
aaver chiraicameote extrahido e separado,
os principios 'activos, ou aquellas partes
que contemo verdadeiro valor" medicinal,
aquellas porcoes fibrosas inertes e agresj'
tes inteiramente destituidas da menor virtui
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos uoaear a po--
iophgtiim, a qual sejimdo a experioncia
rran demonstrado, ptsiae iimpoer toteis
"laravilhoeo possivel sobre as regiBOfe do
ligado, assim como sobre todas as secre-
;5es- biliosas. Isio de combinacJo com o
leptandrin, e masi jlguns extractos vegje-
taes e drogas alfemente valiosas, consti-
tuem e forraam urna pilarla purgativa; tor-
nando-se por isso muMssimo snperror,
qualquer urna outra medicina da mesma
oatureza, que jamis fora apreserntado ao
publico. As pilulas vegetaes assucaradas
ie Bristol, achar-se-h5o sempre om reme-
dio prompto, seguro e eminentemente effi-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguintes.
Hydropesia dosmem-
bros ou do corpo,
Affecces do figado,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
^SJOfaT-Borlor ~ > .en)
daai," orador iiqfengetno
i Wraj no/ador ncr Tlejo
blffyi'ty^fWMot lio" e)|enho
*odrfftej,nEsa
Mi
o, cargeTro do engetho Garja.
d* Suva, tno/aior ao erigenbo
KITOG OP PAIltf O UBI tL
para trfeo IfTE-
CURA CHOLERA E
trtimU
IHrddBU,
enlgto,
Dspepsia, ou indi-
ge8t5o,
dAstringencia, ou..
pris5o do ventre
habitual,
Azia do estomago e
flatulencia,
Perda do apetite,
Bdtomago sujo,
Em todas as molestias que deriyam i
sua origem da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse melhor de todo
os purificadores deve ser tomado conjun
lamente com as pilulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona urna
com a outra, quando fielmente assim se faz,
nao nos resta a menor duvida em dizer,
que no maior numero dos casos, podemos
affiancar nao s um grande alivio, como
lambem urna cura prompU e radical, isto
est bem visto, quando o doente nao se
ache n'ura estado muito alm dos recursos
liumanos.
LANMANN KE^D, DE OVA Y^-RK.
Acha-se venda nos estabelecimenlos d<
P. Maurer C, J. C Bravo & C, A
Gaors, B. M. Barboza, Bartholomeo & C
^^- -^^ -^^ ')#>>' sJfc/ 'Jo/ 'Jfc_' \afia' 'j' -_f> 'f\f ft e\* Jfcj
~y ^F* *U\ ^^\^r\-^F\^f\^^s ^r\/^^. -^F* ^^^K' ^!*
0
i
i
0
0
0
0
0
Ddilon Duarte
fCABELLEREIRO
IIua da Iuaperairlz n. 8*
A Neste estabelecimeoto enconiraro as
5 senhoras ludo que diz respeito a enfeites
JQf de cabellos, como sejam coques, irangas,
crescentes, cichpalne, etc., et:., e urna
grande qaantidade de tranca de cabello
vegetal, qne vndese-pelo baratissimo
preco de 5o00 ca'a tranca.
No mesmo estbelecimento encontrarlo
J9 dous cfficiaes perilcs professores n'arte
M de pontear seahoras, os qaaes sempre )
5 esto promptos para qaalquer chamado, ?
W. qner aentr j da eidade on seas arrabaldc-, JR
Qk penteados todos moderaos e eseolbidos dos ~f
5 allimos figurlnos. 9 S<
00000000000)100
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltrao
Roa do Trapiche n, 5, 1 andar.
Saeca por todos os paquetes sobre o banco di
inho, em Braga, e sobre os seguintes lagares en
Portugal :
Um.
Porto.
Valenca.
Guimares.
Coimbra.
Chave?.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Va! "de Vea.
Vianna do CasteHo.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelicao
Lamego.
Lanos.
Covilhla.
Vasca! (Valpasso).
Hirandslla.
Beja.
Barcellos.
' ya*f*o^n>Mio- PHrtBymorader m Clruar.
^J***atatein> d AlhrqoerqM, aorador em
jse FelleteiJHFiirtellavuo HeeH.
"Rreirao Nunes Cl-alCMio, morador do enge-
nhoJavuoda. T? '
Coowd^ perreira-de Barios, morador em Ga-
Mira 1
^^de.Olive.ia.amaa,
Wrp Nuaes Cwaleanie, moratkr no engento
(urjan.
^Jofo-ipojeiltCavalcan,'.Hmff |m Vanea'
Miguel A. P. Nazareib, morad* rao eagenho
Mallas.
Florencio Jos de Oliveira, na Vanea.
Joio Jos^eJUsoaiu.ti* Agenho Tob.
Antonio DMifMa, liibmdBfc no eBgenho Boa-
Visii.
Francisco Monteiro Gumao Lima, no egenho
Mangtieira.
Paulino FraicjSffo Bastos, mfartjr em Fro-
UDa-
Francisco da Rocha Accilj Llns.
Jo Ferreira CavaJcanle.
Andr Aveliao.PereTra de Sonza.
Caetano AlVes da Silva, morador em Gamel-
leira.
iEpifanio de Franja e Mello, no Recite.
Flix Jos Cavaldiite "Jnior, morador no engenho
Nuijo.
Manoel Juaaaim Percira de Carvalho.
Francisco Dringel d -Almeida Guedes.
Joaquim Lojireuco de Barrus. .
Antonio Cerlco "de Horaes, morador em Vera-
Cruz.
Heleodoro Acacio Rdgel, reoraior em Gamel
leira. .
Jilo FranoUca do Reg Barros.
JoSoJos'da Costa Santos.
Vicente A. Cavalsante, morador no engenho S.
Roque.
Silvino Bodrges Cerdoso de Barros, na Es-
cada.
Antonio Googalves Dias.
Francisco" Jos de Oliveira Cheia, morador no
engenho Gurja.
tfff

igMiUa lmij ki, na m ubcIoji.
nn'fTM^yMMlMt rbwe libre Smttau, m vm lia.
ei eaetM kmUtij^
TwaiifietiiiMe
Fleveria, m w ie.
InriM UtiUM.
HmarrhoIdM SraaOith,
Xisuoiael* sai rima.
lli|t|ih,Wjil|dhi,
~*"-^-t 11 ngmi '
Mr**
1

-
ATTENCA
De ama descarga de 60 toros de jasaraad qne
leve lugar nos dias SO e 24 do correte, na praia
de Sania Rita, atraz da serrara do Sr. Cielho,
filtaram dons toros que ie julgam rouoados, visto
que at agora nao se lem acbado : roga-se, pois,
a qualiuer pessoa que dalles der noticia, on aos
senores marcmeiros, caso Ihes sejam offerecidos,
de os apprebenuerem e avisarem na roa Direita
n. 31, que ie recompensar pinero;amen'.p.
Na ra do Hospicio n. 34, sebradn, ha para
albagtr orna parda, qne enzinba o ordinario de
ana casa, e de mijito boa conducta.
AMA
Precisa-te de orna ama para todo ser-
vico : na ra de Borlas n. 30, sobrado.
CAROCEIRO.
Precisa se de nm carroceiro, prefere-se porla-
gaez : a tratar oa ra do Imperador n. 22, botica
0000000 00 00000
0 Advocados 0
O- hachareis Jos dos Airjos Vieira de 0
jg Amorim, e M gaei Bernardo Vieira de X
5S Amorim tem seu escriptorio a roa do B
9 Doqne de Caxias n, 35, 1 andar. &
0009000 000 0000
v Precisa-se de urna ama que
|_\ p' ja boa cozinheiro : roa do
IV Commercio n. 38.
Aluga se urna e.-crava :
dor n. SO.
na ra do Impera
COWHA FOGO
A companhia Indemnisadora, establecid
esta praca, toma seguros martimos sobn
lavios e seus carregamentos e contra toge
am edificios, m :rcadori;--s e mobilias : n;
roa do Vicario n. 4, pavimento terreo.
Sustento restaurativo da
saude
PELA VERDADEIftA FARI.NHA
A, Db Bty d'Arabia
Os abaixo asssignados fazem scieote a seos'fre-
guezes, que pelo vapor ingiez La-Plata receberara
Jegunda remessa d'essa exeeltenie farinha cuje
aso mallo se recommenda para as crftaiMs pes-
soas debis e couvaleseeotes, ipplieala com reeo-
nhecida vantagera as constipa ces, diarrheas
nausea do estomato, tosse, escarro de sangae'
phthysic, etc. etc. Preferid anda pelo aflTadavel
sabor,niriooa caira qmtfner. *
Mflll BVSHrI
ADVOGADO
Da. JoAOom Comea de Aracjo
67Roa do iMPtmeoa7
iinihmS
rrabalhadop
Precisase de om irabamador psra mestra mas-
selra : qa ruados Pires n. 45.
Aloga-se ama boa cua asrre* : a traur a
ras do lapwsdor n. 50. leu.
Precisa-se alugar ama preta para vender ta-
baWfe r- Na raa do Raogel n. 43" praeisa-se de am
oaixel. e q* | fiador a stja condaata, paga-
se bem. r
Companhia Al lianza
DE
3eguros martimos estabelecide
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 5,000:000*000.
Toma seguro de mercadorias e dioheiro a risot
narkimo em navios de vella e vapores para den
tro e tora do Imperio. Agench i raa do Com-
tnercio n S, escriptorio de Joaquim Jos Gon
calves Beltrao.
MADAME ANTOI.VETTE, modista ranceza, al-
limamenie chegada a esta eidade, tem a honra de
levar ao conbeclmento do respeitavel publico, e
com especialidade das Eimas. seahoras e familias,
iue. est habilitada para faier qaalquer trabalhc
de costura, como eocho/aes para casamento e bap-
litado, roopa bran:a d; senbora, vestidos para
oir?, bailes, etc., etc. Garante as ultimas molas
por quanto recebe os melbores jornaes qne Ibee
dizem respailo, assim como afianza que em ne-
nhuma outra pirte se ha de encontrar mais esme-
ro, bom gosto e promptWao aos (rabalhos de sel
genero, pela looga pratiee que tem de sua arl por
te-4a exerado com vantagem as cidades de Lyoa
e Paris.
LUTO Efl M HORAS
Precos mdicos.
. 1Rttafiaaoe de Caxias, 2> aodar--N. S
(ootr ora do QaMmado).
Vende-w por barato preea urna atofriedele a
margem da cvate dos emedlbi faie4e-se
toda fMVgen ao comprador, recei^ie-w parte
eu diobetro e pan em tutu oa oAfeoa de
rremfta &; ota pratetedade eoarca tima
,r* oiarm e pedn e cal que lastra 1 ,000
lijlos de vtnari* grossa e forao ana comporta
KM>6f>, eom mato rjm foroo e lastro para Tazer-se
telhas, ladrltrae. canas loabas core excelleoie
barro para qaalquer obra, cena doas eccelleaies
vlvetros de peixe e com casa de vi veo la para.
grande familia : as pessras qne pretenlereo di-
rijam-se i dita propriedade a entender-se com o
capao DlUm Lias CavilciQle Pessoa,
BEffiRVE SEMPRK ESTE REMEDIO EM SUA P.
AS DOEKCAS M APWSKNTAM, iJUASDO E30* SE KiPCTif,
Mh.dM.dof., .Ulrt. m.U o .offrl^*,. plod.. un ata perf.llo ^lUWi^fcrtOv^o. h-W^ l
f6d* etctnr ae meimo Wmpo, eom qalqntfr E.U nulto populw remedio mU aior uuido-M geralmente, pcli Mi. iw otlkinieiMyou l
gtatli EM laaorUnU remedio naoMoffereoepara ourar todas ai doonoa,ornt Oo lmmUliaiiiiiillii
Ul Doataa dlreo^oea. w^mwwmuam
au oPrMlo 001 principio, da ohlmlea da electrloldad. porl,Mii .pyJ^...^ yq, t fnaiiirtaaaiaiV
ra.taur.9a0 *a ac9ao natural do. orgio. que lolTrem da Irregular clrculaoao do. fluio. doi principa* mmZ. o3
.ttrico O 'XlngofPalr," opera dlr.ctam.aU no. ahMTiaatai, batadi des.pparec.r aj Incliaooiida. rlaadoiaai
"** bXS lnc,lvel> j?vf,om er*0 0 sn U3 dcbaUo de qualquer ctroumiUncla. ~~^
J**. fmainefecfca para 0 uso exorno e lnterao, compoito dos elemeotos curativo!, rain*, h.rrai aal^bOa
2223X!T 0Tld0, n-0' nwr"aad0. 1" i"" ha grand. .xbtencla ao muado^ara ovar UM
ailin**! soteeate ahendo-w quaes el 1 as lio. *^ "^ ^^*V
Folna gmnd. especial deaajo da faculdad. de modeema durante multo, anno. d. experiencia aara anraa&f t\
Mlhore. modo. qa. se devlam adopta, para cura, segulutc. doenoas, que propone. *%^!!?F
NA
nr.
EM PERWAMBCO
PIIAIMACIA E HOGARIA. 5D7
BARTHOLOMEO Se C
-34 Ra Larga do Rosario. W. 34-
Cuidado com as falsificares
i
PARS
T
titO*
BODO DE EHFfiEGO. Ocar.Co toma-se antes ou depois de cada comida, sob forma de P ou de
Pisiilbs. Gcralmente o bem estar sente-se logo depois das pri-
meiros doses. Urna informacao entensa acompanha cada vidro
dr p e cada caia de pastilhas.
Deposito eu Paris. L. FRERE, 19, rae Jacob.
Vndese na pharmacia e drogara de P. Maurer4 C,
ra do Bar3o da Victoria n. 17
PARS
Of ^rope Ve^et?' ftrncrcahd espeejalidade (JWrtfio)orrico&C
34,RA LARCA 00 ROSARIO,34.
Rol eOBtanimoi proenrar ilteitidoi pin icredittr
misos nrepuadoi, deiisffloi que m sppliuclo e 01
utltsdo. oUidos pelupessoisque s* digntnm icetiti-
'<, Ihu deui cradit. TOf. ; porqu. sao atnpr. 01
ittMUdoi eouiideridoi grslnitos, 4 de'les qa. Iiofi
alo cbuLiioUmo; mu B| qner.ndo offenrler is pei-
uaiie espontine.mente nos oflereern, 01 qoi sbsiio
'I. irsnicriptoj, os fazemos publicar miaiftsndo-lhM
sana aniidlo peh Uanclo. sparsod. qae ouam
dl.s eorroDoru o conceilo, aceiili{lo q tm mera
J bmw xaroM. anioloaMi t C. .
ttiitimi.
nists. Srs. Bsrtbolomeo k C. eom a miis snbid
MUibclo qa. declare aer o urop. Americino de .mi
rffleac niraordrairia. pois qn. .rendo b. diis d.
alinii tone, i ponto de nlo poder dormir a coito *
Uspeito mesmo de medicamentos qae tumi-, elle
corri. os terceir colher fui alliTiado, e de lodo me
eho boje restsbelecida com o uso lominte de quni
leiojriico:. grato pois i asi rtsuluo manifest a
cimnto. De Vv. S. imijo, t.
Binoel Aatono Viejas onior.
, Sb. mu recihecinibnto. De Vv. Si. migo. t.
ir.re obrijado. Renoel A.mnln Vi.!,,,
- aob das* 'iO 9 abril de I8C.
lUms. Srs. B.riholomeo C. rnboradsshnoeom
'r qa* m ti-nm di wiHa!hr o uso do xtro.
Vegetal Americano, di ni eompoliclo, qaaii. aw
icbevi bMtinti doente de nma constipadlo, ata
lornon eompletamenti rouce e qae trooi. imi farsa
tona, me impoisibililoo de eamprir 01 m.us dtvaraa
de cantor da emnrexa lyrica, loa agrad.cr-lbas sais
cmatelo rutabelecimento, qoe obiiv. cea am ie rtfr>
do meimo xarop., depois di aaver corrido a mutas
traiimenioi. Daiejini qai .ntros come a rteerraB
o lea isrop. pin a. ?ram aliiiados di Uo taniv#
lacommodo, ti* fatal aaii* paix, Com malar t.isiit-
raclo eoatiao aer da Tv. Sa. aueiia, vwertior a
d tSut' ~ L,u C"BM*' ~ *'*' M M^aaalt
lllmi Srt Bartbolomai ftC.-O saroM Vag*tl km*-
ricaao era* ?. Si. tm exporta I viada di uda A-
cacii aira o coralito d'atbo, lanform. ibasrvat f-
plicaado-o a mea Hlb. Joaqaim, maaar da qaaua
imroi; Tictima d*ess. lis relio, qai aU eatlaaN arafl
eicedent. a dons aonos ka'ia r.sistido a Mtrs iiraai
di grande nomeada. Qaeiram paia Tv. Si. naiai a '
aipresslo lumeat. ilncera de m rMoabaeiawala ar
meritorio ser-ico qa. lhe arasi.rim coa a iadiaaaV
rV>m para lempra di Ti. Sa. criad,
tiento e obligado. Americi tallo di Huiata.
xarope. creditaD$m. p-ra lerapra de V?. Sa. criad,
tiento e obligado. Ao:erei
Rioifi 3 di aalabro de 1KI
Pharmaceutioq. prlrilelada
CASA CAUV1N A- i3Aw^R-
,-r|r^^r-r* jBVT-^WjmV W I IV noalaraard Sebastopol, S lAIlfe.
NtW ESPCetALISADiS *. MARHtrEft
ApreMatadas a AcaJemia de Sciencias e ao lustituto di Franca,
l'
III Itf fi M> ,6r.mi ^''"-. Medida e doseaia para
Iflwl.WllltV fuer de a^uecto nasa oIkoio
rrivtatlTl I cultiva lat MUESTUS C0HTASIOSA8.
BARTHOLOMEO & C
ESTOJOS
sitar
KTTiaO. da
esa os
lYagitaMav
Com l (un
COTS.
ie valuoi. da aa
TAI/A
TODO IlTAS.V
Porti-
TO.
OO
LYBIO Cxtra w alkocoia da p*lp*braa.
arafltadl sob l muiaa forau.
Depositarios geni para o BtBAS.II- e POBTUAsL
3^rua larga do Rosario. VTP*W**&*Sb
m
ie


sr
.
TMLBOIURBANOS
OQB^felkOMnaa
eBekeribeu
ln conHqpeMU de alo se ler baje renaido
tafil^M 4a Bovaraente eonvidadoa o
aeeko-taa ara o da 4 de Mteobro
i tature, fetoto horas te aianbla,
nsimm, ana de eootnaar
^4 llMMttMM. "' M E__|
i de agestoat> 1871.
4* seereuife,
, Han opea Cutfe Braaeo.
Na tfneoowia dat loteras-
de easa de familia.
no
a d5tBSO
t>m m Peiruauetfcito Quinta leira 31
., Ur,,.'___I---------------1 -'- ^ -___ riHI't'L
Agosto _
un
precisase alu-
16 tono para servioa
PUBLICO
O abai assignado, thesoareiro da ir-
conwnt de Jfrancieco desta cidade,
_eciera pelo presente qae se acbam li-
roideet Hodas as coutas-tendentes a res-
ta da mama Secfeora qoe teve logar no
domingo 27 do eorrente goeni se jalgar x*edor de-tila festa, apre-
Mote-se no l>raeo de 3 dias, qoe ser im-
nedSttameate.i 2.
Recife, 29 de agosto de 1871.
<0 tbesoureiro,
Haooel Doarte Wieira Jnior.
Allexaadriaa da Avalar Chaiec, Iw
M. S. 4b Avellar, Masad I.-6. de Avefor a orna-
eharet Joaqaim T. S. de AreUat, onvida aao*
a todos os seos prenles e pessoas de ana aaa-
fe, obo ImbBo a de seu pwado espoeo u-
ahafe, o finado Dr. Waaaasiao Garca Chavea,
pan assistirem a algumas missas qoe por asma
te meamo mandan retar Ba-ifraja te Santa Gaos,
pelas 7 horas da manhia do dia 31 do correle,
paJmea aMitSTMTio da-aaa fe-fausto paaaassenio;
e .por tio careos obsequio desde ja protestara
sua eterna grattoao. _______________
na te qoeira
Baria da Vieto-
eqoejro-
________
MOFIMA
rVJtvaeaoIlamSr IraacioTetra feMeie,
Ort^MBitetedtellBtSfBdt feto Bf^fec*.
favorfeviraraa do teaerafer a. 18 a raaetulr
amelle D*ffoaatM V. 8. eaeaaraaMaea featt-
SrVpela tenses ehamate testa jornal, -tai te
teteissfhM'MsteassMla. fea* araja-
tairo.Msso*avarBfo>eabrU,BBa_, aauno,
REMEDIO INFALLIVEL
Fin 8 sezfles, febres int(MiBitteDtef>, remitientes e biliosas,
BESCOBERTO E PREPARADO PELO CELEBRE MEDICO E CHIMICO
DR. J. C. AYER
do corpo ; eis a cansa "o

.4
AHfe
Precisa-se -de orna para todo o
servico de casa de pequea fa-
ilia: Da roa de S. Jorge o. 139.
SJB
_r 4_ O fir. Malaqnias Antonio Gonealves, convida
aos seos amigos e os do fallecido sen cuchado Dr.
Antonio Pires Ferreira, assslirera a abrumas
missas qne manda celebrar pelo eterno repouso
teste, na matriz de Sante Antonio as 8 horas da
manfaa do dia I* de setembro, trigsimo do pas-
amento do ditto sen cnnhado.
Por o piedoso obsequio se considerar aseas
*"*
Precisa-se de ama ama pa-
V
ra todo servico, na Capunga,
para casa de pequea familia:
tratar na ra de Borlas n. 120.
Precievse de urna ama para eozinbar e en-
r para ama pessoa : no pateo do Terco n.
padaria, se dir qnem precisa____________
Caixeiro
Precisa-se de cm menino de W a 12 annos
para caixeiro de taberna, preferiodo-se portugnez
embora nao ten ha pratiea : na ra Imperial na-
mero 181.__________________________________
Os ab?ixo assignados declarara ao respeiiavel
putlico e especialmente ao corpo do commercio
qne quem se jalgar credor de qnalquer titulo re-
lativo taberna sita ao largo da Ribeira n. 1,
aprsente se no praso de oito dias para ser confe-
rido e pago, pois julgam nada dever a dita firma.
Jo Jos da Silveira & C.
Muga se a casa n. 63 na roa da Palma, com
bons commcdos, cacimba, quintal e muito fresca :
a entender-se ccm o Dr. Christovao Xavier Lopes,
na ra da Imperatriz n. 42, 2* andar.
Aos 5:0C0$0.
BUhetes garantidos ta pro-
vincia.
Ena do Baro da
Victoria,
Otrorarua Nova n. 63 e casas
do costume.
Q abaixo assignado acaba de vender entre o:
eu T.uit Mizas buhte? a sorte de 5:000*000 em
um billete ioteiro de n. 2168. a sorte de 100*000
em dous de n. 1381 e un quarto de n. 155 com
a sorte de K 0, alm de utras sortes menores
de 10*000 e 20*000 da leteria que se acaboo. de
extrahir (206), podendo seas possaidores vireco
reeeber, que promptamente serao pagos.
- O mesm i abaixo assignado convida ao respei-
tavel pubeo para virem ao sen estabeleeimentc
eomprai os felizcs bilhetes garantidos, qoe nac
deixar df tirar qualquer premio como prova pelos
mesnos annoncios.
Acbam-se venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 2' parto das loteras em beneficio da
igreja matriz de S. Lourenco da Malta, qne ser
exttabida no dia terca-teira 3 de setembro do cor-
rente auno.
PRESOS.
Inteiro 6*000
meios 3*000
Quartos 1*300
De 100(5000 para cima.
Inteiro 5*300
Meios 2*730
Quartos 1*373
Joao Joaqnim da Costa Leit
"J.V
Supeiiores cigarros do Rio
de Janeiro.
Domingos Alves Hathens, nico agente nesta
rovincia da fabrica imperial de cigarros de S.
do de Niiheroby, estabelacida no Rio de Janeiro,
tem sempre um completo sortimento de todos os
eifarros, fumo picado e en latas. Tem igualmente
os afamados cigarros Conde d'Eu, feitos com mag-
nifico papel de palha de milho e fumo superior
Para governo de seu> reguezes, que tem estable-
cido depsitos fillaes, as casas dos Srs. Thomaz
Francisco de Salles Rosa e Hanoel de Sonza Cor-
deiro Simues Jnior, no balrro do Recife, e todo
Jnanto for vendido em ouiras casas com a firma
e Sooza Novaes & C. sao falsificados.
tlalos cestas forlnquedos
Cbegou para a ra Duque de Gaxia- antiga do
ueimado n. 111 um lindo sortimento de bjeetos
inos de palba como sejam cestinhas para meninas
balaios para costuras, ditas para pao na mesa,
ditos para facas, ditos para frnetas, ditos para ou-
tros matoe misteres, maracaes para enancas e
grande sortimento-de calnngas e brinquedos para
entreter enancas com pooco dinhetro.
Precisase de urna ama forra ou escrava q saiba engommar bem e eozer : na roa da Aurora
n. 40. ___________________
Precisase de ama ama para cozinhar e
comprar : na ra estrena do Rosario n. 14, loja
Preeisa-se afngar urna
vieo de ama casa de familia :
&o te Boa Vista a. 3,
escrava para o ser-
na ra da Concei-
CASAS
Alnga-se o primeiro, segnndo andares e sobre-
sotao te casa n. 6, cita a roa do Livramento :
tratar na loja do mesmo predio.
ALOGA-SE o terceiro andar da casa da ra
do Imperador o. 45 : a tratar roa do Commer-
cio o. 10.
Novo Atheneu."
Per ordea te directora convido a todos os Srs.1
ocios nao so eflctivoe como honorarios aseim
.como aos pareles amigos do nosso eoneoeio
honorario fallecido na ttahia, Dr. Antonio de Cas-
tro Alves para assistwem as missas qoe pelo eter-
no repouso de sna alma, a sociedade tem de
mandar celebrar, qainta-feira 31 as 8 horas te'
manhia na matriz de Santo Antonio.
Recife 29 de agosto de 1871.
O secretario,
Eduardo Jayme G. de Araojo
AMA
Preeisa-se te ama ama : no pateo
do Terco o. AO. padaria.____________
__Alnga-se urna casa com maitos commodos e
quintal murado, na Caponga, ra das Creooias n.
51 : tratar na roa do Vigario n. 33, andar.
Precisa-se de ama ama: na roa Nova n. 6,
sendo o servico comprar e eozinbar.____________
NOVIDADE.
A loja do Papagaio acaba de reeeber ora com
pleto sortimento de sedas lavradas de urna so
cor; assim como ora explendido sortimento de
pnnpelinas de seda, tanto um como ouiro fio de
lavrores inteiramente novos, e as cores sao as
mais delicadas que at hoje tem apparecido neste
mercado, sea prego (ao comraodo que nao ha
quem deixe de comprar : na roa da Imperatriz
n. 40, esquina da roa Sete de Setembro, anligo
beco dos Ferreiros, loja de Mandes & Carvalho.
Irmandade do Sa mis si roo Sacramento da
freguezia de S. Jos de Recife.
De ordem da mesa r< gedora convido a todos os
irmaos eomparecerem domingo 3 de setembro
as 11 horas da manha, no respectivo consistorio
allm de proceder-se eteieao do juiz, vago pelo
fallecmenle do irmo Antonio Moreir de Men-
donca.
Consistorio da matriz de S. Jos, 28 de agosto
de 1871.
O escrivio interino,
___________________C C. Carapello.__________
CONVITE
Ccmpaobia de edificaces urbanas roraes,
compras de terrenos etc.
Os Srs. subscriptores para a fundagao dessa
utilitaria companhia, sao convidados a reonirem-
se no dia 1 de setembro ao meio dia, no escrip-
torio do Sr' Dr. Jos Eustaquio Ferreira Jacobi-
na, ra do queiraado n. 79, entrada pela praca
de Pedro II, para nesta primeira sesso de as-
sembla geral constituir e dar logo andamento
a dita companhia.
Pernambuco, 28 de agosto de 1871.
O encorporador da companhia,
_______________F. M. Duprat.______________
CASA DA FORTUNA
Aos 5:000|
Bilhetes garantidos.
A roa Primeiro de Marco (ontr'ora roa dt
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seas te
lizes bilhetes am inteiro n. 2415 com 800*000,
am quarto n. 1381 com 100*000, um quarto n.
n 155 com 100* e outras sortes de 40* e20* da
lotera que se acabou de extrahir (205*), convi-
da aos possaidores a virem reeeber na eonfor-
raidade do costume sem descont algam.
Actam-se venda os bilhetes garantidos da
9.a parte das loteras, a beneficio da matriz de
S. Lourenco da Matta (206*), que se extranir-ter-
gafeira 5 do roez vindouro.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
Em porgao de 100*900 para cima.
Bilhete inteiro 5*590
Meio bilhete 2*739
Quarto 1*375
_ ________Manoel Martins Finia.
PEDIDO
ao Sr. Theo Justo que foi negociante nesta praga, a
entender-se com o abaixo assignado sobre a en-
commenda do vapor feita a 18 de abril de 1870.
O mesmo abaixo assignado eseja saber a morada
da Sra. D. Mara Joaquina Borge Leal, a negocio.
Caetano Jos Mendes.
rtate*
por asta sastivo te noa oaamate
flm;potaV.8.satetalasabiar ane i
teaatateoitaaaifls,aaua>te a
lino m achava ao es aeita ettete
AO PUBLICO
Tente mtete a minha resideaea pac Apipa-
eos lenho a honra te *car as catas tes Srs.
J. Raigas sucoesaorde J. Tigae, roa do Usavadar
n. 88, ou a te Sr. Vctor ftralle, roa te, Daooa
de Gaxias a 6, como aquellai ee graeiosamante
as presta a transmiuir-me qualquer rasado es-
erpto ou verbaL
Gottavo Werttahaar.
Flores e grinaldas
A chapeleria imperial a roa Frimairo te Marco
n. 6, acaba te reeeber om Hada snrs-tento de
flore* e grinaidas; assim como chapeos 4a ulti-
ma moda para bornea a Ssahoraa.
Medico
Dr. eslavo Adolpho Walbaum pode ser pro-
curado todos os dias, por agora, na phrmaeia
fraoceza te Manrer & C. : na roa Nova 28, de
10 horas te manhia at nma hora te tarde.
i ir 1 Preeisa-se de nma ama para eos
i 11 A nhar e mais servico de casa de pouea
_
n. 138.
familia
a tratar as Cinco
______S_
tas
Attenoao
Pede-se aos abaixo declarados terem a lonbade
de vir na roa de Pedro Affonso n. 44 (ontr'ora da
Praia) a negocio de seas intaresses.
Antonio Lint de Albuqnerque.
Bernardo Cardse Moreira k C.
Bastos & Amorim.
Thereneio Albano Ferreira.
Francisco Marques Lentos Ribeiro.
Manoel Mereira de Lentos Jnior.
Joao Ferreira Carvalho.
Joio Jos Gomes dos Santos. j
Jos Nunes de Paula. *,
Joio da Silva Coimbra.
Francisco Florencio da-Silva Grillo.
Antonio Lopes chaves.
Antonio de Mello Rodrigues Lonreiro.
Jos Antonio de Gosmio. >
Joaquim Antonio de Souza.
Manoel Antonio de Souza Ribeiro.
Alberto Jaeintho de Souza.
jno de Souza Mues Pinto Amorim.
Narciso Jos Franciteo Paranho>.
Augusto Jos dos Santos Miranda.
Henrique Manoel da Silv;.
Jos Mara Gomes Ribeiro.
Joio Antonio de Mattos Abreu.
Joio Feroandes de Oliveira Gamito.
Antonio de Sooza Jnior.
Antonio Soares Meirelles.
Candido Fujo de Mello.
Joio Valenlim Dias Viliela.
vos Gabriel Gomes. _______________________
Extracto de carne
Do Dr. Ubatuba
Fabrica de pedras brancas na provincia do Re
Grande do Sui.
Em latas de 2, 4, 8 e 16 eneas. nico deposi-
to em Pernambuco, na pharmacia americana de
Ferreira Maia & C. : ra Dnque de Caxias nu-
mero 57.
mmmm mmm-mmmmm&
CONFRARIA t-_
DA (
SANTA CRUZ.
De ordem da mesa geral da eonfraria M
do Senhor Bom Jess da Via-Sacra da S
Santa Cruz, convido a todos es irmaos 1
I confrades, a rennirera-se no consistorio I
5 da nossa igreja pelas 9 horas da machi
\g& do dia 3 de setembro vindouro para em
mesa geral deliberar-se acerca da propos-
la feita em sessio de 13 do correte, por
um irmao confrade para ser vendido, e o
g| sen producto aplicado em apolices do go-
S veroo. o terreno beneficiado que possue
j_| a eonfraria no fundo da mesma igreja.
Recife, 24 de agosto de 1871.
O escrivio,
Theodoro Jos Tavares.
Jieilifodwoe* e iapagavei preparacao,
nao easisi qoina, arsnico e aesn bismotho.
Este araTilhoso remedio- nicamente
compoeto de nm s prodooto vegetal, e
esse aesmo desconhecido at boje i scien-
cia csmica.
As ezoes, febres iotermittentes, remit-
tfltM, biliosas e perniciosa inflammatora,
todas tendo sna origem na mesma cansa, e
predorindo os mesmos effeitos, porm em
gfio differeote de inlensidade, necessttam
do mesmo tratamento. A caosa acha-se
nos efflovios contagiosos qoe se despren-
den da vgetacJo corrompida, dos panta-
nos e das aguas encharcadas. E' om ve-
neno sobtilissimo e insidioso qoe s absor-
vt pelos parabas e penetra no sangne, de
sorte qoe i aMstia svezes accumula se
por molto tempo no*Bystema antes de l-
ser sentirse.
Este veneno efflovial, qoe o sangoe re-
cebe pelos pulmoes, opera as sezoes da
maneira segninte: sua intensa irritacSo no
systema faz encerrar todo o saogoe oo
corpo nos excretarios internos,o flgado,
os rins, o pncreas, o baco, o estomago e
os polmbes,sgaos dos qaaes oo todos
ellos sao amontoados do saogoe retirado
da superficie
periodo fri.
A febre cansada pela reaccSo, qoando
o sangoe abandona os excretorios mternos
e arroja-se superficie, como n'am oairo
esfotco violento para expolsar o veneno
atravz do ootro excretorio chamado peHe;
tio pooco consegoe a oatoreza oeste se-
gundo esorco como no primeiro. Depois
segoe o desmaio e prostrago qoe nataral-
mente soccede is grandes agitacoes, e o
instincto do nosso organismo o faz abando-
nar a tentativa at qoe, recobradas as Tor-
cas, renova no ontro dia a Iota desespera-
da. Soccede depois o desassocego, grande
calor na superficie do corpo, a pelle e o
semblante, ochados, terrivets dores de
cabeca, oppresso e latidos as fontes,
polso cheio e forte, oorioa moito corada e
sede oleosa; eis o periodo de calor. De-
pois de algum tempo (que varia geralmen-
te de duas a cinco horas), orna transpira-
co copiosa parcorre por todo o corpo.
Estes symplomas violentos passain e dei-
xam somonte urna sensaco de proslrace
completa, se que o ataque nao tem f'to
algum mil orgnico. Se nao se totnar al-
gum remedio adequado para corar a mo-
Vende-se em todas as boticas e drogaras do imperio
W. Cateis & C.
Agentes geraes.
leslia, os accessos comVnuam t reper-ar
com orna regularidade correspondente aa>
seo typo, e com ama violencia proporcio-
nal inlensidade db veneno, modificado
pet? resisiencia eonsUtaeional, oa medkuuV
qae se Ibe opponhe. E' evidente, pois,
qoe qualquer remedio destinado a curar
esta molestia > de ve desDroir este veneno oo
sangue, oo arroja-lo fra delle. Coa
grandes e pomposos annanoios teas-se ole-
re c i do morios remedios para a cara destaa
molestias, porm oo nao tem sido bastante
efficazes oo teenr prodozo efleitol prejo-
dieiaes sade em geral. A qoina, anda
|- que sej-a o grande recurso, em qoe a povo-
quasi em geral maior confianga ten, pro-
doz moitas vezes effeitos desastrosos, a to-
ma da em grande qoaoUdade sempre pre-
judiciosa sade geral. A preparacao qoe
aqu offerecemos ao publico-, nao contando
em si oenhama desias subsuocias injurio-
sas, por ser nicamente mgetal, prometle,
se fr empregada segando as direccote oa
Imgna pornyueza, qoe acompanba cada
frasco: estimular os grandes r excretorioa-
internoso figado, o topo e os rinsa se-
parar do sangue o veneno o fien si vo e ar-
roja-lo do corpo.
41 RIJA DO BARIO DA VICTORIA 41
Anda se precisa de um caixeijo portugnez : na
taberna do pateo da Ribeira n. 13
AB
DYVETOT
nica casa neste genero
H-Rna Estrella do Resario--14
Compra e vende roupa feita
nova e velha, bjeetos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
PRECISa-SE
de nma molher qoe cozinhe e engemme para casa
de pouca familia : na roa do Cabug n. 9, botica
TfILHOS URBANOS
DO
BECIFE A Oa_I!VTIA
e BeLeribe.
Por ordem da directora s3o convidados
os Srs. accionistas para, no prazo de 8 dias
a contar do dia 25 do corrente, realisarem
a 9* prestaclo de saasacjSes, da 2* emiss5o,
na raz3o de 10 %.
Para esse fim ser o Sr. thesoareiro en-
contrado o escriptorio da companhia, das
(1 horas da manha s 2 da tarde de todos
os dias otis.
Joao Joaquim A Ivs.
Io secretario.
Neste novo armazem tem om
jariado sortimento de fazendas
francezaj, inglesas, allemias e to-
da todas se vendem por procos
mdicos, afim de acreditar a este
aovo armazem.
Casemiras inglezas,
Crancezas, de toda as
qoalidades, brins de
ires e brancos, colei-
rinhos modernos, cha-
peos de sol de seda,
Inos.
DE
ARRUDA IRMAOS.
RA
Bario da Vctor la
antiga roa
NOVA
N. 41.
Assim como tem orna grande
oficina de alfaiate, montada coa
todos os preparo que ha de melbor,
dirigida por habis artista, que
pela sea promptidlo e perfuma*
nada deixam a desejar.
Roopa de todo* oa
amanos para borneo
meninos.
Por todos a paqoa
les recebem-seuae-
lhores e mais moder-
nas casenuras qoe ba
na Europa.
RA
BarSodavaetor
antifa ra
NOVA
N. 4
3ste esUbelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em acceio, artistas eeommodos, e m pontoalidade u [s etxr-a-
nendas, finalmente em tudo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as fazeuaB, par
dio se tomar masante
LIQIJIDACaO MONSTRA
n
Oa mais importante fabrica de chapeos de sol do imperio Ra do Barao da Victoria
O dono daquslle estabelecimento resolveu vender os productos da sna fabrica pelos precos seguintes:
Chapeos de sol de seda para senhors a U, M, 7,5, 81. 9,5!, iOfi, 114. 121, 13, 14,15(, W, 174. 180, e 2P00O.
Ditos, ditos, ditos, para hornera a.... 8#, 10$. 114, iU, 434, 144. iU, 164,174, 184, 204, 224 e 244000,
Ditos ditos de alpaca a............ 44, 55, 64, 74, 84. 94 e 104000.
Ditos dilos de merino para homens a.. 65, 7-5, 85. 94, 104, 114 e 124000.
Ditos ditos de brira d'esgoiao a...... 04, 75000, lodosos chapeos cima tem 15 % de descont em duzia.
Ditos ditos de panno a.............. 34, 34, 44, 54, 64 e 74000 descont 25 %.
Tambem ba om grande sortimento de fazendas para cobrir armacSese trabalba-se mais barato e depressa do que em qcal'
qoer outra parte.
23
inn(_i! mui.
jT ^^ 3* nao uma cousaque se precise exper
Ha pouco mais de dous mezes urna escrava,
sobtrahio da algibira de seu senhor 3 sedulas de
200i cada nma, o qual fez a diligencia a fim de
que a esrava desse coma da mesma quautia, po-
rm at hoje tem sido baldados os esforcos empre-
gados para esse Am, constando agora ter ella en-
tiegue essa quantia a uma das sociedades de
emancipacao para ir juntando al se libertar, po-
rm como tal dinheiro nao deve servir para esse
J oio uma cousa que se precise experimen
ttr 111 e sim inteiramente 'conhecido o bom e
grande sortimento que existe na Nov- Esperanca
roa Duqcie de Caxias n. 63, (antiga ra do Quei-
madj) assim pois, sendo quasi impossivel discre-
ver-se o grande numero de objectos expostos ven-
da ora dito estabelecimento; ella contenta-se em
mencionar alguna dos objeclos mais ricos, e in-
teiramente novidade... e aproveita o ensejo para
convidar a todos geralmente e em particular ao
para visitarem-a atn de apreiarem o
portanto! gosto e perfeigao de seus bjeetos a, par d'nm pre
SITIO
Precisa-se alugar ou arrendar um sitio e casa
para pouca familia, preferndo-se nos seguintes
arrabaldes; Aflictos, Rosarinho, -Espinhero, En-
canamento e em qualquer lugar destas immedia-
(5es que nao exceda a urna legua de distancia da
cidade : quem o tiver dirja-se ao pateo de S. Pe-
dro n. 11, que achara com quem tratar.
25^000
Paga-se 25J mensaes por uma escrava qu en-
gomme bem e faca mais algum servico, tendo boa
conducta : na roa do Pires, sobrado'n. 18.
Bento Jos da Costa propoe-se a reeeber em
seus armazens alfandegados do caes do Ramos as
saeeas de lia que all* quizerem depositar, ebri-
andose a fazer por sua eonta o seguro contra-
ogo, e respoosabilisa-se pela conservaeio e entre-
ga do que para 14 for.
Ama de ieite
Pedido
Preeisa-se de'ama ama
forra ou escrava para coz-
_ nhar e lavar: a tratar aa roa
Mrquez de Olinda, no aadar do sobrado an-
mero 34
QUARTOS PARA ESCHIPTORIfl DE--------
ADVOCACIA. B
Aluga-se dous magnficos quartos moito pro-
prios para advogados, na ro do Imperador n. 34:
a tratar na loja da mesma casa ra Primeiro de
Marco n. 8, esquina.
-r- Praeisa en de uma ama de tia onedeta para
nmafamifi eslrMtjeira : na ra da Iasraihz
Roga-se ao Sr. tenante M. L morador no Mon
leiro, que- venha roa da Cruz n. 17, 2 andar, a
tratar de negocio importante.
Precisa-se de nma ama de Ieite que seja sadia e
tenba bom Ieite : na ra Duque de Caxias, antiga
do Qneimado, n. 1U.
. T,Prec'8*M "* ,ma P"t casa de ponca
familia : na roa do Amorim n. 36.
Segundo andar.
da Victoria n.
Alnga-se oa roa Bario
tratar na loja do mesmo.
38
Aioga se o 1' andar e os dous armazens da
cas* da roa do Vigarb n. 3, proprio para escrip-
torio e deposito defazendas por ter grandes acom-
raodacSe ; a tratar com Manoel Alves Guerra,
pa^on fllqo, '_______ _____________
T" pVmIh-si da ama ama pa-
"\ nfl^rTicodeum casada
Jfc pequen* /a'!, : na mida
^nceicio'n. 37, na Boa-Visw.
Precisa-se alugar uma ama para eozinbar e
fazer o demaisservieo de casa de pequea familia:
na roa das Cruzes em Santo Antonio, boje Duque
de Casias a 41, a* andar.
fim, por ler sido subtrahido, tendo ella confessa- bello sexo, para v7sitarem-a afim de apre<-iarem
do, sem dizer o que fez desse dinheiro
pede-se s pessoas qoe de tal dinheiro suberem
ou tiverem noticia o favor de darem parte nesta
typographia que se dir a quem pertenee.
FDRDICO
DO
BOWMAN
Vapores pequeos pa
caroca r algodao.
des-
Na praca da Independencia n. 33 se di di-
nheiro sobre penbores de onro, prata e pedras
preciosas, seja qual for a quantia; e na mesma
easa se compra e vende bjeetos de ouro e prata;
igualmente se hz toda e qualquer obra de en-
commenda, todo e qualquer concert tendente a
mesma arte.
roa do Vigario n. 16.
Precisase de uma ama pa-
ra o servico interno de nma
casa de familia : i tratar na
co rasoavel, pois ella se contenta eom poucojlucro,
tendo sempre em vistas a vender barato, para ven-
der muito, e de>ta forma chegar ao fim qne todos
almejam ; que o lucro para suavisar as fadigas
da vida-----________________________
GASA. DA FORTUNA
RA i DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N 53.
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tera sempre exposto ven-
da os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como costuma, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 244000
Meio 124009.
Quarto 64000. .
Manoel Martins Fiuza.
Vende-se o sitio Olho de
Vidro.
Em Ponte de Ucha.
Na (ravessa da ra
das Grazes n, % pri-
meiro andar, da-se di
nhelro sobre penhores
de ovo, prata e _rihan-
les, seja qial for a quan-
tia. Na mesma casa cora-
pram-se os mesraos me-
taes e pedras.
Porto Calvo.
Precisa-ie de nma ama
para andar om uma
crianza e facer algum
servico da easa; na roa
da Aurora n. 8, segando
andar
urna mulber de amia idade offereee-se para
ama de eaaa de pouea familia, someate para eozi-
nbar: na rot ,rMl.
Ufficial debftrbeiro
Precisa-se da dous offlelaes de barbeiro : na
roa Primeiro de Marco, antiga o Crespo, n. 7 A,
1 anffar.
O abaixo assignado, tendo aeceitado no dia 8 de
maio do corrate anno diversas lettras comraer-
ciaes, saecadas pelos Srs. Francisco de Paula Lin-
doso, e Antonio Francisco Lindoso. em pagamen-
to da compra que i elles e suas mulheres fez das
partes que possniara no engenho Gloria, ontr'ora
Matto-Grosso, do termo de Por ti Calve, da provin-
cia de Alagas, assim eomo outras saecadas, i fa-
vor do Sr. Jos Vicente Lindoso, pai d'aquelles, em
pagamento das rendas de grande parte que pos-
sue no meimo engentan, eomo tudo consta das
respectivas escripturas : previno em tempo que : quesioes que os consenbores
nioguem fag negocio com taes lettras, e qne nao com os empreiteiros de ditos
pagar a quem ja as houver negociado, porque
Inteiramente Iludido nesses contratos de compra
e arreadamente, val propflr em jeizo a accio
competente para iovalida-los. E para que assim
conste e todos saibam que eada valem aoueila le-
tras, e nem do abaixo assignado reeeneri 'eu
importe no vencimento, Ui t presente pnblicaco
peloi jornaea das provincias ds Penambuco e
Alagai.
, Engeubo S. Pedro e Porfir Calvo, 18 de agesto
Je 1871.
A Lenidas Pereira Buarque.
I
-A tintura anti scrofula de vismia bastantemente
preconisada pelo sea factor tem sido e om dbs
mais enrgicos medicamentos nos aeommettemen-
tos escrofulosos, sendo usada conforme a dirercao
escripia que envolve o frasco, eiistndo venda
na bu tica e drogara que foi do finado Prannos
ra Direita n. 88, nico deposito nesta provine;
onde tambero se acba i venda o multo acreditad?
remedio para bebedice por vicio em coaseqnenei
do excessivo uso de bebidas espirituosas, o xarope
de veame, e as prodigiosas pilulas reguladoras
brasileiras reeommndadas por sua efflcicia no
desapparecimento do menstruo, irregularidadts
na menstruacao e flores brancas.
Este sitio lem um sobrado de um andar e an-
dar terreo, contm 4 sallas, 9 quartos, 2 cozishas
com bons fegoes e forno de ferro, este sobrado
circulado de janellas. Tem em separado grande
eocheira para cavallos, casa para feitor e escra- ., -------____________,
vos e bem asim casa para fazw farioba com seus (jUflha J Ktarifa vPThIpItI R
misteres para tal fim. Esta casa tem na frente vuu<* ""> VCUUt A
bons canteiros para flores, com portao de ferro
para a estrada do Parnameirim, grande sitio ar-
borizado c m grande divcrsidade de fructeiras,
grande baixa para capim, podendo sustentar por-
cao de vac:as leiteiras para as qoaes tambem lem
commodos de recolhimeato.
O fundos da dita casa e sitio deilam para a II-
nba frrea qae segu desta cidade para Apipucos,
e se acba livre e desembarazado, visto que as
de dito silio tem
trilhos apenas diz
respeito ao terreno que elles ora oecupam, e os
prejuizos que por lal motivo lem causado.
Os pretendentes jrdm-e dirigir roa Dnqae
de Cxis?, loja n. 13. oa ra do Aragao. hoje
ua de Visconde da Pelotas 13. casa n.
Lava-se e enjoramase com brevidade e as-
seloj: na ra das Cruzes o. .
Precisa se de uma ama forra ou escrava
para 6 cvico de pouaa familia ; a tratar na roa
do Marqnez e Oiinda d, 4, l gndr, optr'ora.roa
da Cadeia.
ra do Mrquez de Oiin-
da n, 40, o seguirte :
VINHp XEREE superior, era caixas:
COGNAC MARTELL dem.
VINHO BOREFAUX, tem.
AZK1TE DOCE REFINADO, dem.
VINAGRE BRAN dem.
CAF DO CEARA, saceos.
Charutos de Schaorbusch
Regala britanlea.-Regalia lraprial,
Operas. Conchas. Trabuco, de ara Allteirn
Ntf-
veede-
para cima.
CIGARROS DAS FABRICAS DO_RIO
VAES E UZAUR^ de diversas
s em brrl*.
Precisa-se ^rrendjr uro engenho mjente e
s e
Mrrent*. p*rM desta praca.
i engenh
de bons
partid
Serlo db engenho qaem o tvr e queira arren-
r snnuneie por este Diario, ou dirjale n roa
da Aurora n. 26, que achara com quem tratar.
/
?s



-


'Ss^s/-*
rai
si
ario dt Pernambuoo

uta eira 31 de Agosto ty
101
-



'

- r F4L0BI
N'ESTA ANTIGA E CREDITATA
A FABRICA

IKMTIl II ClliTiRTIlHTI ID1 CI1PIITI MIT1IIRTI II
CIAP1M DE OI:
De lodu as qualidade I
De todo* o feitioe I
De todas os proco!
RA DO CRESPO N' 4

RA DA IMPERATRIZ N. 55
PERNAMBUCO
tst, B. M. sjUlgasam. renle da tinturar! francesa da roa da Iraoeralrtz d. 55, lera
honra da participar ao reepeitavel publico d'esia eidade do Recife, que elle acaba de comprar este im-
portante estabelecimesMo, e que centinuar a empregar todos ns seos esforcos, a appliear todos os seas
conhecinwntos d'arre de tingir e de lavar, assim como se estorcar para obter em seas trabslnot
os melbores resaltados) ala de conservar e augmentar o graade oredito qae este estabelecimento
tem at boje jastamente merecido.
Tem esperancas de qae consolidar mais e mais soa replselo de artista iotureiro, e
modo por que sebe tarar es manchas e nodoas de qualquer fatetida j reputado qae o tornoa tic
eonhecido naa cidades e Franca, taes como Nantes e Bordeaux, sonde occapoa o primeiro lugar
de contra-mestre na importante cas* do Sr. Roacbon ; Mancille e Lyan aoaie adquiri f xcellent
Borneada luranle o tempo qae all estete, e em Pars, aonde acabou o sea aperfeiQoamento tintara!
sdb a direeeio de Mr. sen (o fllho) Tice-presidente do Cnrse da Chirmca e Tinturara (silo na roa
Nova de Revoli n.'W) primeira casa de Tranca neste gefcero, e aonde o Sr. Gautier, ex-proprietaric
-e lia.
Em relacie com as melhores cafas de Franca, que se -mpregara neste eommercio, estar
sempre a par de todas as novas descobertas e comm'na^ojs de toros, e processos melhorsflos.
Emfim, espera que orna Justa apreciaoie dos seas tmbalbos, (ara augmentar a soa (re
gueria ja tao grastde e bem organisada.
Eis os seas principaes trabalbos :
GRANDE ESPECIALIDA*E.
Tiragem a seceo de qaalquer nodoa em panno.
Lavagem de qualquer vestuario de bomem, ms>
Iber ou erranes, sem o descozer e ososervando-la*
o brilho de novo.
Tiragem a secco de qaalquer nodoa em seda,
Lavagem de vestidos de seda, de qualquer Ar,
chales de eeda, chales de crep da China, cache
miras franeezas, larlatanas, chales de merinos, ves
tidos de velado e chapeos de qaalquer cor.
TIRAOS* DENOBOAS.
Tiragem de nodoas em seda, velodo e lia, fazeo-
do desapparecer qualquer mancha resinse ou de
gordura.
Vai se as casas para o trabalho de tirar nodoas
nos movis ou tapetes dos safos.
NGIMENTO DE SEBAS DE COR.
Tinge-s vestidos de seda e aorgurio, diales de
seda e erepe da China de 'tedas as core?, assim
como vetados, Tendas e bicos.
TINTURA PRETA. EM SEDA.
Tinaje**e vestidos, chales, fitas, rendas e loo
larda.
Garante-se a boa -qualidade da tinta e qae a fa-
zenda ficar pareoeodo inteiramente nova.
TINTURA DE LAA EM CORES.*
Tingse roapa de homem, de malher oa d<
chanca em lia, sem descjzer e na cr que se de-
sojar, e alodio, oa as tres qaalidades juntas.
Poapelinas, Ipacas, rep, merinos, casimiras
"damascos etc., e em todas as cores que se queira
TINTURA PRETA EM LAA.
Vestidos e hornero, de malber e de enanca!
som serem descozidos, e garanliado-se a boa qia-
ISiade da tinta, nio-esjando a nrapa branca.
Todas as qaalidades de fazendas, assim com
tshapos de feltro, do Mauitba, de palba deftali'
ott do Chile
Tudo por presos commodos.
19 Eua Primeiro de Mar Tendo renovado completamente a loja do predio, -era que. teem oscu es-
tabelecimento,
10A ra Primeiro de Marqo1$
com aquella asseio e elegancia desejave, acham-se agora prvidos do mais
esplendido sortimesto de fazendas finas e modernas de
SEDA, LA A. LINHO E ALGODO
todae do okimo gosto, e continuam a ter como 9empre, diversos
AMIGOS ESPECIIS DE SOA GASA
Garanten], com toda
a sinteridade, vender-
por menos q:ie qual-
quer oolro, porque
. receben (m .direitora
a maior parle de suaa
fazeidas.
19 RA 1." DE MARCO 19
(Artiga na de Crespo).
KM
Ao eommercio.
O abaixo saslgajado las eote o poWiea esa
jera!, e ao comessrtlo en particular, de qoe abr
am etiabeledSBento alto i roa lo Besa fastas
(oulr'ora da Cruz) denominado :Afeoeta Goa-
mercial. ^
ftEste estabelietaasaSB recebe ereadorias w en-
cirrfga.se do qulsner objeeto, eooat soja: pre-
dio, terrenot, dividas, movis etc., Brosapvosrfoa
sua venda e beaefkie qar em particular aner
em leilio ; para o qae haver nm on mais todas
u semanas, percebeodo osa saodjca commsisao
para todaa as desposea de ansmneipl, fffMSj*'
gens, imposto* ete.; enja eoais>iis|a o fMW
te aebam expostas n'ama bella IMMUaoa se-
nhores que dsejarem eoaeorrer ar^ta estaftelo-
eimeito. i,
O abaixo sssgado chama a attetoie dos Umi.
Srs. negociantes de fiieodu em gsosso trato para
este MUbelecimenlo de tanta etilldade, deque
ha muito se recente esu praca, boje a segaaaa oo
imperio. I'.
Espera o abaixo assigtodo merecer conflanca
doillustre e respeluvel. oorpo lo sjaBereso, o
bem assim do publico em geraL para o qae envi-
dar todos os esforcos ao sea alisas,
Recife, 26 de sgosto de 871.
Carlos da SUva Araujo.
Candida Fraslsra Marx*jes)
dos **nto*
Francisco Lnii dos Santos e sen familia manda
celebrar no dia 3 de Miembro, ss 8 i|t horas de
manbia, na capella do cemiterio pnblieo, ansa
missa e memento pelo 1* anniversario do pasa-
mento de soa prenda e sempre chorada esposa
D. Candida Francisca Marones dos saatos, eonvi
da, pois, aos seas prenles e amigos a qoesn an-
ticipa seas agradecimentos por este acto do ret
giao e caridade.
""AMA DE LE ,
Precisa-se de ama ama de leite qae nao traga
llho : a tratar ka roa do Viseonde de Goyanna
n. 8, oatr'ora roa Real (Estancia).
Caix iro
No caf chinea ra larga de Rosario n. 31,
precisase de am menino qae tenba pratiea de co
pairo.____________ .
fc
,\
a>
Criado.
No caf chinez na larga do Rosario n. 31,
precfaa-se do am cndo para todo o servico.
OfTerece se ama preta para
ama de todo o servico menos
o de laboleiro na ra: a ira-
tat na roa do Hospicio n. 86.
Caixeiro
Precisase de um caixeiro de 16 a 18 anuos de
id:.de, com p tica de taberna, e qae d fiador a
saa eooducta e seja portuguez; na rna da Santa
Crui n. 74.
Precisa-se de ama ama livreou escrava, pa-
ra o servio interno e qae sama engomar, para
casa de familia : a tratar no Corredor do Bispo
n. 23 ou va ra da Cdela n. 1.
........-
Despedida
Hanoet Jos da Costa Pererra nao tendo totopo
para se despedir pessoalmente de todas as pessoos
de sea coonecimento, pede Ibes portalo desculpa
e promptiflca o sea prestimo na Europa para onde
segu.
COMPRAS.
COMPRASE
frascos vasios d tintara japoneza, e pagase a 80
rs. cada um : na Duque de Caxias n. 90, e
Mrquez de Ollnda n. 51.
Compra se urna taberna era qaalquer ra
da fregaezia de Santo Autonio ; tratar no pa-
teo doLivramento n. 21.
Oompra-se
urna batanea de brac/is, grande, e que esteja em
bom estado, com varios pesos de arrobas e libras
ca ra,da Imperatrlz n. i'i, loja.
VENDAS.
Vndese a casa terroa n 40, sita na roa da
Paz : a tratar na ma do Coronel amenha n. 12
outr'ora dos Prazere?. as 4.as 6tioras da tarde'
ATTENQAO
Vende-fe nm marqaezo em bom astado: qoem
qsizer drija-.-e roa Veiba n. 63, se dir quem
lew.
Jos flifisUnh*, co soja do Bwo4eeas>1
tornado tado pelo ortoo; a tuu da (afea-
da, para todos admirar* a tapef:
^deftaaboro^sTO'tofitvi 1 Theaoorii granda e pequeas o
mais fino que ha a i|odOe 1*500
Caixaa cosa 90 qoadernoa de pj^el
' Uao, asaiude a ra. 500
Peca de tranca drfla algedio as
mii moderna a 160
Fraacoa coa ana a colonia masa
una a 400 e 800
Fraacoa o Moa da coiaoia nr-
o^leirTlSoSlra. flAo
Chapeos braneo para baptiaadoa o
melhpr que ba a 3^008 a 5*000
Doaa da boflia eobartot da sida
para viwdoa por todo o preco
para acabar.
Lfcn de arela pttta a 160
Groas de botos de lonca branca a 120
Calaa cota 400 envelopes faienda
na a 500, 600 e 800
roa de moldara doorada a
e 1*000
Pontea preioa Tolleadoa parame-
njnaa a 240
Tiatasroa com UaU preu a 80 o 100
Peca de flu elaatica mallo fia a 20C
Lauscominperiorbanba60,100e 200
Latas grandes com superior bauha a 320
Fraacoa com oleo de Pfaiiocome a
- tOO.a 800
Fraacoa com macaasl | Perola a 240
Frascos eom agna de Coloata verda-
Oeiraa 1*000
Diloa com oleo de ba Josa suderior a 320
Carritels de retrox preto com 2
oitavas a 600
Caixaa com agolhas francezas a 160
460 240
Pecas de Um bordadas a 500, 600
800 e 1*000
Garrafas com a verdadeirc agua
florida a 1*300
Cirtilhas da Poutrina Cbriataa as
mais moderna a 400
Livro da miaadea abreviada a 1*500
Copos grandes com superior harina 1*500
Macos de pallitos para dentes o
melhor qae ba a 160
Pacotes com 3 abnelos inglexes
fazenda fina a 600
Bscovas muito finas para limpar os
deniesa_____________________240
Attentflo
Vende-se am terreno eom 60 palmos* de frente
e 500 de fondo, cem duas casas de taipa, as qaaes
rendem 174000 mensles, em Beberibe de baixo,
rita dos Clrigos i s tratar ao Caminho-novo nu-
mero 67. *
Rival sem t egondo
M sWmaae ele Caxlaa ss. 91
Isnaft iK'Pti lli Maia a Silva, em ana lo
jade stoder connaa a vender todo
por baratea rrecos qoe todoa admira :
Libra de laa para bordar a melhor
*m%Tv 6*000
Caixa eom superiores grampos ran-
cexeaa 10
Duiias de taca e girfot de um e
dowboioeaa 4*000
Taeres pare meninos a 240 e 400
Libra de Boba de no vello, a melhor
poaelval. 1*500
Dazia de lencos de caaa com barra. 1*000
Caixa de lionas com 30 oovellos a 500
Vara de franja branca para toalbas 160
Duna de meia croas muito boas a 3*500
Doiia de meia fina para seobo-
i 4*000
Doxia de lacas e garios cravadas a 3*000
Dosia de palitos segnranca a 120,
240, 320 e 500
Navalha muito finas, para fazer a
barbaa 1*000
Caixa com peonas de ac com to-
320
800
1*200
709
500
40
500
1*800
2*800
2*000
240
3*600
4*000
1*000
100
500
600
50C
120
500
1*200
200
Ma<$as.
Per%
Uvas
Vendem Pocas <* C. i
n. 9 jomo a igreja.
ra esireita do Rosario
ATTENCaO
Chegoa para a loja da Jandaia as mais moder-
nas cambraias abenas para vestidos de senhora,
qae se-vende por barato preco : na ra da Impe-
ratrlz n. 36. -
Vende-se ama casa terrea em chios pro-
j prios, sita na roa da Amizade a 38, (Capunga) :
a tratar oa roa Direita n. 15.
FILO' DE SEDA
Ricos cortes de vestidos de fil de seda de cores
com palmas e flores inteiramente modernos e pro-
prios para assistir-se casamentos, bailes, etc., etc.,
lavas de pellica de Joavin e batheliqae de laa e
seda : vndese no Bazar Vietoria, roa do Baro
da Victona n. 1, (antiga rna Nova).
Caf restaurant
SANTA ISABEL
Roa da Florentina9
Aceitam-se assignantis por presos mnito com-
modos, garaaie se boa comida e muito asseis.
HOTEL DO
Cal nova de Lisboa,
Vende Joaqakn Jo: Ramoc, a rna da Cruz n, 8
primeiro andar.
tVende-se eoqueiros pefanos pata mudar
se : qaem os quizer dirjase ao sitio Cafund na
estrada de Paulino Cmara, outr'ora de Joao de
fiarros.
CEMENTO.
.0 verdadero portlaod: s se vende na
roa da Madre de Deus n. 22, armazem de
Joo Martins de Barros.
na Larga do Rosario n. 44
Este acreditado esbelecimeDto, offerece aos sues distinto* consomidores suma va-
riedade, gosto a mnito assn'o em sua igoarias.
Tem urna espafosa e elegante sala para alimentaco, a primeira neste bairro.
Os gneros de consumo sSo de primaras qualidades.
Reeebem-se assignaturas tanto para o estabelecimento, quanto para domicilio.
Ha para recreio,;ala de bilhar etc. piaono e jornses nacionaej e etraogeiros.
Dispon de cmodos e independentes apozeutos para bospedagem.
Querem comprar ?
Guardapisa para vestidos; preto oa branco ?
Papa-lina, larga oa estreita ?
Leecos de linbo, bordados oa Usos ?
Bonitos leqaes, osso oa sndalo ?
k Nova esperanza qnem tem 111
E novidade!
Acaba de chegar a Nova Esperanja ra Duque
de Caxias n. 63, boneeos e bonecas, sendo de mol-
des inteiramente novos, vindo 'entre elles os en-
gracados bonecoe de borracha : para que se can-
cam? qnando quizerem comprar qaalquer objeclo
sendo bom. bonilo on engracado, lerobrem-se logo
da Nova Eperanca rna Duque de Canas n. 63.
Caixa coa peonas de Perry (aten-
da fina a
Ditas de dita dito verdadeiras a
Caixa ceta 20 aderaos papel ami-
xade a
Pecas de fitas para coi com (0
vara a
Pecas de tranca lisa de todas aa
cora a
Dorias de liuha frouxa para bordar
a 400e
Para de sapatos de tranca a
nzias de baralhos muito finos a
2*400 e
Ditas de ago>ha para machina a
Libra de pregos franceses a
Rumas de papel almaco soperior a
Ditas de dito pautado 'o melhor a
Caixa com f abneles fructa a 720 e
Carrileia de liaba A'exaodre a
Grvalas de cora muito finas a
Ditas' pretas pontas bordadas a
Groas da botoes de madrvperola
para camisa a
Novelice delinha branca, 400 jardas
Duzia de caribes de linda branca e
preta e de cora a
Thesouras mnito finas para unbas
e costura a
Caixas redondas para bolar rap a
Caixas com pos para linrar dentes
fazenda fina a
AS DMST1S
A Nova Esperanca ti resc vida a vaa-
der baratiisimo, para as Exrais. modista:
efifeites, forros para vestidos, botCes, ale
tudo mais de quepr azareas; e iste por
prer;o muito cemmodo, com a :ocdican po-
rem das mesmas Exmas. aonir-so destea
objeclos smente do dito esubelecinsenio
onde encontrarlo o bom, por pouo preca
e desta forma ambos lucraren), ista-. a
Nova Esperar ca, porque vende, e as modis-
tas, por comprarem bom e barato.
Hio baTcra conviil^ea.
As enancas que usarem dos collares ano-
dino?, que se vendem na Nova-Esperanca.
estarao iseutos de convulsba; poie o a
verdadeiros reeebidos directamente.
E' engranado e destra'he
Os pibes de nova invengo e que danesa
15 minutos poocomais ou menos, mudande
sempre de cores, e representando diverses
caracteres, vendem se na Nova Esperanca
ra Duque de Caxias n. *)3.
IOJA
Pomada alpaka
E' muito cobecida esta pomada e muito
apreciada por sua finissima qualidade, a Nova
Esperanga qaem tem.
Jarros de porcellana
Um completo sortimenlo de lindos Jarros
de porcellana (do afamado Bacar) existe na
Nova Esperanga, ra Duque de Caxias
n. 63.
PIRA UfOIVAS
Lindas grinldas com flores e botes de
larangeiras com vivos e sem elles, vendem-
se na Nova Esperanza ra Duque de Caxias
n. 63.
FIVELLAS DE MADHEPEROLA.
Bonitas fivellas de madreperola' lisas o
bordadas proprias para polceiras, vendem
se na Nova Esperanga rna Duque de Caxias
n. 63.
PARA AS FLORISTAS
A Nova Esperanga a ra Duque de Caxias
n. 63 acaba de receber folhas para rosas e
d'ootros moldes, a ellas antes que se aca-
bemlll
Oleo para machinas
Vndese na Nova Esperanga roa Duque
de Caxias n. 63.
GALLO VGILAJWE
Rna do Creapo a. 9
Os propietarios deste bem eonhecido estabele-
cimento, alm dos moitos c&jeetos qoe thrbam ex-
Sostos a apreclacao do respeilavel publico, man-
aran) vir e acabam de receber pelo ultimo vapor
da Europa, nm completo e variado sormeato de
Anas e moi delicadas especialidades, as quaes es-
to resolvtdos a vender, como de sea eosrusae,
por prtcos mailo baralinbos e commodos-para as-
dos, eom tanto qae o gallo...
Mnito superiores lavas de pelica. pretas. tma-
cas e de mu lindas cores.
Mnito boas e bonitas gollinbas e panbos para
senhora, neste genero o qne ta de mais modereo.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites .pata cabeca das
Exmas. Sras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Inoe e sem elles; esta faienda- o qae pede haver
de melhor e maia bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola.
matlm, sndalo e osso, seudo aqaelles brancas,
com lindos desenhos, e estes pretos.
Maio superiores meias fio de Es:ossa para se-
nhoras, as quaes sempre se veneram por 30(O0
a dozia, entretanto qae nos as vendemos por 204,
alm desta?, temos tambem grande sortimeoto de
nutras qualidade?, entre as quaes a:gumas muilo
lias?.
Boas bengallas de superior c: i.r.a da India e
castao de marflra eom lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o nue de melhor
se pode desejar; alm destas tenv" s tambem gran-
de quantidade de outras qualidade^, 'orno sejam,
madeira, baleia, sso, bcrrar.ha, te. tic
Finos, bonitos e airosos ebicutiobes de cadeia e
de oatras qaalidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
parasegurar as nreias.
Bias meias de seda para senhora e para meai-
q.3 de 1 a 12 anuos de idade.
Navalhas cabo de marflm e tartaruga para faxer
barba ; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e os. por no-sa ves tam
bem assegnrainos sua oualidade e delicadeza.
Lindas e bellas.caf^llas para uoiva.
Superiores agurlhas para machina e para cnxt.i
Liuha muito bca.de peso, frouxa, para ent t
labvrintho.
Boas baralbos de cartas para vi.lurcte, assiro
como os lentos para o mesmo lim.
Graude e variado sortimcnto da* melhores pr-
fumaria?, dos melhores e mais connecidos.f
brlcantes.
Colares, de royIl \
Elctricos magnticos contra as bonvalsSes,
fecilitam a dentifao das Innoceme- crianzas. S)-
mos desde muo recebedorSs debtts prodigiosoj
collares, e continuamos a recebe-ios por todo? os
vaporej, aflm de que nunca faitea no mrcalo
como j tem acontecido, assim como pois, pod.>rin
aquelles que delles precisarem, vir ao deposito de
gallo vigilante, aonde sempre eurentraro deste*
verdadeiros ct llares, e es quaes 8llendendo-se a3
nm para que sao pplicados, se venderlo cora xim
mui diminuto Incro.
Rogamo.*, pois. avista dos objeqrc? gue deixa-
mos declarados, aos trossos freguzes e amigos a
virem comprar por precos muito rf.oaveis a loja
do gallo vigilante, ra do Crespo o 7.
Anda urna vez
VENDE-SE
ama das melhores casas na povoaco de Eeberi-
be : qaem pretender dirija-se ra da Moeda n.
39, das 9 eras da manbaa as 4 da farde ; e tam
bem se vende ana casa em Olinda em boa locali-
dade, com moitos commodos e com grande quin
(Jerveja em harnl, de su
perior p Jidade
Vtnde-se em casa d S. P. Johnston & C,
da Senzala-noa n. 42.
rna
Jte entro da veneza americana.
No centro do commereio.
O ma perto das vas frreas.
O mais perto do embarque no caes 22 de Xovembro.
O mais perto dos tbeatroi.
O mais reeommendavel ao? amantes do corarnodo. *
O nico qoe tem no interior casa de bnbos.
O aaico qae as familias podem hospedar-se si m receio de encontrarcm-se com pewoas de
vida aaspeita.
O nico onde actualmente se acha o melhor chocolate hespanbol qae se pode lomar a
qualquer hora ; assim como tambem se vende libra.
O nico finalmente qne offerece completa comrr.odidade por ser o mais epaco=o do Recife
A ra larga do Rosarlo n. 37

CASACAUVI A.IAUHEH, ph-TSsg:Wte*:*
* Boulevard Sebastopol, DO. PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
ApKMUteu a Academia de Scisfeeiat e ao hiuiluio de Franca.
Companhta fluvial
Vndese 150 acedes da companbia fluvial de
navegacao a vapor do Maranhao : na rna do Vi-
girio n. 16, i* andar, escriptorio de Joaquim Ge-
rardo de Bastos, onde se darlo' os necessarios
esclarecimenio?.
Nao poga a madeira
Vende-se portas americanas a 6*003 : no ar-
mazem da bola amarella do ollao da secretaria de
polica.
TeJhas de ferro
Vende-se seiba* de ferro de 6, 8,11, U e 17 nal-
mos por menos 00 rs. do que em primeira mo:
na chapellana imperial ra. Primeiro de Marco
Para casamento.
O bazar Victoria icaba de receber de Paris pelo
ultimo vapor francs rieos vestidos e veos de blon-
de primorosamente bordados a seda, cspellas, le-
qoes, colchas de seda e de laa e seda de apnrados
gostos : aa roa do Bario da Victoria n. 2, antiga
roa Nova.
Vende-so
os nredios legnintes : am sobrado de um andar e
solio n. 4, na rna Viseonde de Itaparica, outr'ora
raa do Apollo, um armazem n. 16 na mesma rna
aciras, e nm sitio n. 1 na estrada do Arraial : os
pretendentes podem dirigirse rna da Aurora,
casan. 38. onde obtero os esclarecimentos pre
risos.
Liba sterlina
Vende Joaquim Jos Ramos, a rna da Cruz n. 8
prmeiro andan
A vinva do tenente cirnrgiao -Braz Machado
Pimeutel vende o seo sitio da roa dj Cabral da
eidade de Onda : quera ihe convier dita compr?,
dirija-se ao referido sitio a tratar com a mesm
viav?.
RICAS E ELEGANTES MOBIUAS FABRI-
CADAS NA BAHIL
Na ra do|Vigario n. 21, primeiro andar,
escriptorio de Domingos Alves Matheus,
tem para vender ricas e elegantes mobilias
de Jacaranda* Goncalo Alves e Vinhatico,
para salas, quarloa e sala de jantar, por
precos modicj.
Uvas peras, massas e tmaras etn la-
ts : ra Mrquez de Olinda o. 83, ar-
mazem UoiSo Mercantil.
- Nos Coeibds u. 20 ha para tender tres ca
vallos de sella, novos e bons, sem defeito algom.
III ICPPin Sob forma de Panilla, devedida e doseadi i
UU UbbflU nioaenlo ima aolncio PBEVMTIVi B 00l
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
ira faser da
iam
- Vende-se ama casa de l.joHo sita na estrada
nova do Cxang: qoem pretender"diriia-se aa
largo do arsenal de guerra n. 3, praca de fcro-
do, qne i chara com quem trataiv6*
em sen armazem para
HKm-NIL.lt
Gravea inconv
do volume de um relogio, servinda
de PuiLiao e SeaiNGA sem os
de> fragiliaade.
^^olm
teso i
BARTHOLOMEO & C
ESTOJOS <"'.t V^jX**"*"
Ira isa affeccoia das palpabraa, preparado ob a mesma forma.
Depositarios gera! para o BRASIL e PORTLGA1/
*>, m !?rga do Poaario"r I'JUINAMBTJCO. #
J. 0. C Df-yle, tem
vender o segointe :
Cognac Hennessy,
Vinho Xeret.
Violto de Lisboa. ~
Piltrdeiras.
1 piano de um dos melhores fabricinies.
Boa do Coromereio n. 38.
Rao
A loja da praja da Iodeflei,3?neia n. 8, ebe-
goa nova remesia do mni'o aeredMi'ic'rapA gasse
gross.i, flno, Rocha, francer, rolo e p'rlnera :
Baljia, Lisboa e PauloCordeiio comniun o vialado:
veqde-ie em IIDr e a r?la'ho.
I
ATTENCAO
Aflnal ebegon nova remessa do lelte condensado
4a Suissa, pelo vapor Cognac, e desde ]i cimos
esperando pelos seas apreciadores e entendedores
deste artigo : vende Keller A C. na roa da Cruz
nurmro 55.
Grande liquidapao
CAMBBAIA LISA BISPO A 3,51000
Peca de cambraia lisa fina Bispo com
8 1/2 varas a 30000 na roa do Crespo n. 20
loja de Gnilherme Carneiro da Cunha,
Joaquim Jos Gonjalves Beltro tem para
vender no seo escriptorio rna do Commereio n.
5, os gneros abaixo notados, qu vende mais b i-
rato do qne em outra qualquer parte :
Azeitonas em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Caf moido em massos de 1 libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca martel frres.
Enzadas.
Farinna de mandioca de Santa Catharlus, sac-
eos de 3 e i alqaeires.
Dita da Bahia em saceos brancos.
Dita de dila em barricas, proprias para casas
particulares.
Fio de algodo da Babia em novellos.
Fonces.
Maxados.
Nozea.
Obras de palhelas.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Paulos para deoles.
Pregos sortidos.
Panno de algodo da fabrica de Todos os Santos
de Pedroso na Bahia.
Roihas.
Rap popular da Baha.
Botim em fardos.
Retroz dos melhores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranhao.
Tabaco simonte da Bahia.
Vernii copal.
Vinho do Porto engarrfalo, caixa de 12 car-
rafas. "
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar
Dito moscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeaux em caixas.de ama duzia.
Dito de caj em caixas de urna duzia.
d. 28. evita
che-
deseja'do rap
im cerno o pi
O Campos da ra diflmperadj
aos seus numerosos tregaezes e amigos que
gc-u do sua eoeii)n6nda o tao
amarelllnho de Estevo Gasse, as
nhao do Rio Grande, que o gra ide apreco tete
dalo es que sabem de sua utilidad iliuientiei.
Alm disso'
O Campos tem constantemente em sea arma-
zem um completo sortimeoto de vveres, todcs s
enfadonh:
se a mee
primeira qualidade e eoan se torrn
um annuneio que os de.-crevesse,
cionar os segrales :
Carne WCCI (de carneiro) a 2 0
6000 a arroba.
Linguas escvladas.
Ditas em salmoura.
Ditas aflambradas todas as auart
Amendoas descascadas e sem ca
Sementes de hortaliza.
Charotos fumaveis a U500 mei ea,\a
Ditos superiores em gro-so e a rfalho
Tima purpurina a jOOO rs. a Bim'h
Camaroes secco. ]
Rs[> Paulo Curdeiro, viajado.
Mate em foi ha e em pe.
Tabellas de reduccao,
Pescadas escaladas.
a libr?
ps e sabbados
;Ca.
para o sy,;ersa meiri:.
Ba
do Im;
n. 37.
r
ador
rndese um bote em bom estado e por pre-
o coromodo : no Porte do Mattos, taberna do Sr,
dio Vlente da Cruz.
Almanak de Castilho
para 1872.
Acaba de ebegar, de Lisboa, e acba-se venda
na linaria econmica ra de Marco n 2 de-
frente do arco de Saato Antonio. '
Vende-se a taberna aiis no largo da Ribeira
o. 1, bem afregneada tanto pira a trra como
para u ^>t", e o motivo d venda se dir ao com-
prador.
Rna do Vigario n.27
No escriptorio de Jos Joaquim Lima BairSo hi
fara vender se :
regs de diversas qnalidades.
Pechaduras de broca de todos os lmannos, e dos
melhores fabricantes do Porto.
Carlilbas de donctrina ChristSa.
Mercurio de Lisboa.
L'nha. de Roriz.
Superiores (garrea do-Rio de Janeiro, da fabrica
de S. Loureuco, j bem ConheciJos pela aceita-
;ao que tem tido nesu provincia.
A uga-se a casa da prafauo dot d'fiu n.
21: a tratar cora Jos Henrique da Silva taima-
rae% na Soledade, sitio n. 29, onde morou o Sr.
Or. Vrllaa-Boaa, at aa 11 da manhaa, e'depois
desta hora at as 2 da larde na ra das Csoaes n.
38, 1 aqa/r.
E*pi'if? rdas Lcfancheux
laico deposito daantfga e acre-
ditada fabrica de Barbalho
do Cabo.
Neste bem sortido armazem exi-jre am grande
sortimeoto de looca franeez, mi.iio! til para ca-
sa de familia, como seja algaidlires papeiros
e panellas, Indo grandes e- pequeos, e bu-
llioes para manteiga; tudo de barroividrado frau-
cez. A3slm como um completo sor'.imento de lou-
ga do Barb3lho, como seja : jarroes! para 4 e 3
canecos de ?gua, potes de nm a (loas canecos,
nomines, resfrladeiras, quartinhss do Barbalho
e da Baha, vszjs vidrado* e^por vidrar para jar-
dim, cacos grandes e de meio p,ra flores, ditos
djtos pequeos para tirar plantosnos vidrados
e por vidrar de 2, 3, 4, 6, 19 e 2 polcgafos,
teito pjr machina e que a-jai nao lia na provin-
cia a excepcao dos viodos de ra ; tudo melhor
pela qualidade do barro c mais bara|:odo que em
outra qualqu r parte. Em porco ^e faz abat-
ment de 10 lo por eento ; s na ra de Impe-
rador u. 37.
A revalesciere du Birrj de
. LoQtlrfi
Toda a deengi cede a RevaieftiYJe tiaBairv,
qus d sadde, energi, appelite, difssfio e des
canso. Ella cura as dispepsia?, ganies.'bna-
res, acidez pituita, flato, enjps, vomtaa depoi
da comida e gravidez, eco tipacSes, tosse, asthraa,
affeccSas purmnnires, bexiga, flgade, cerebro e
sangue; 60,000 coras, iecluiodo uuls dolas no
Brasil.
A- revjleciero cbocolatada du Barry
era p.
Delicioso alimento para almoco e itia, moite
nutritivo, hrtiflcando os ervos do esumago sem
cansar o menor peso nem dor de cab ea. nam ir-
rilscao.
nico deposito para-o Brasil em ternambuco
na pbarmacia americana de Ferrefn Miia & 0.,
ra do Djque de Caxias n. 7. (T, do cuidada.
om as faUiQca^3s4
1.8). 21.
a vapor d -.
L^nvenitiK Four
SBBBBBBBBBBBBBBBBB^^HaBBBBBBBBBBSsVBH
paovbelj.s
I a venda nos armazem de i


IT3J
K
m
ano
ai-
jiL i& 11*1
reroam&uco
Qumt
lita Jeira 31 de
ai). oh*
Agosto
8
e 1871.
toWOimjo^Rinatjtt nud-ux d. 8. i
andar, vende algoI Wat americanos verdadeiro
a prefos tmwiMBo n. Sel.
lo ha anal cabellen krancw*.
Tintura japona a.
So e aniea appmada peles es academias de
ciencia, reconneetda o peroca oda trae tem ap-
a*racido at hoje. Dapwjio principal roa da
adela do Reeife n. TI, i* andar, m todas s"bo-
iras e ca3* de cabetleirelro.
IiOJTA
Flor da Boa-Vista
DE
Paulo Gaimares
Q proprietarb deate bem onhecido es-
tablecL'ie.ito contina sempre segu:ndo sua
anti&a forma de primeiro barateiro da Boa-
Vista e para molhor prva adm'rem os
precos segointes:
Guitas escaras e ciaras cores Asas
o covado 100 200 rs. a. 400
Cambraias de coras 240, 280 rs. e 320
LSas para festtoV 2807 320 rs. e 400
Creps escocezas fazenda nova a.. 6i0
Alpacas lavradas d'um s er. 720
Cmbrah branca transparente pe-
Cas a 3J5 0 e.....80OOG
Ditas dita victoria a 45003 e. 80000
Bramente com 10 palmos de lar-
gura, varas, a 20000 e. 20501
Madapolo soperior pegas 50000 e 60OuO
Algodoa 40000e.....50000
Brim pardo trancado pecbncba
covadoa....... 320
Dito dito liso rauilofioo a. 320
Oatras maltas mais fa'zendas que vende-
r por precos bratissmos como sejam :
pannos pretos, d(tos azuevcasemiras pretas
e da o6r, merinos, brins brancos e de cft-
res, sin para colletes, camisas inglezas para
homens, m -ias, chapos de sol etc.
OHciua d'alfaiate
Os -gaos freguezes encoatrarSo om gran-
]- scrtimento de roopas feitas desde o
m'iis inferior at ao tnais soperior que se
. a'be do mercado, assim como se manda fa-
aar toda e qnalquer obra d'encommenda
ioitas a capricho, pois para este mister se
a cha munido d'um perito mestre. Garante
83 fazsrem se m^nor 20 % de que em outra
q lalq i<>r parte pelo o motivo de o freguez
s pasar o que compra e nao o aspecto do
estabel-cimento.
418aa da lm=era JUNTO A PADARIA FRANCEZA
Jvnr
a Mitfut) ai odo'v
m m
>oot t a
e ,oo**
Mn*mi
* Mi J

EEUX'F______-,
Ospror*i*iyriwdutogude*oaUbelecimeato tena------
fazenda, e tendo continalo a recete r-op/;todos os vapores
das mismis, tem renlrido f>zer ornaGRANDE '
de deposito e apurar DINHEIRO. as todas as l_
as amostras, ficando peooor lia iiiuaanllim la u mu-----------
as pe soas que negocian em meeereacala, n'eit^e^Ai*^
pequeas porgos polos mesau areQflSqeooompram as
Bonitas fazendas
PARA AS FESTAS
DE
SAOTO ANTONIO
E S. Joo
GHEGAK.il PARA A tOJA
Ihnr nn* tara v!>an^,HM .-._u. Pr?_a*W-
Libras sterluas.
Vende-se no armazem de azendas de Angosto
F. de Oliveira A C., ra to ommercio n. 41
IffiO IsiilISK
Tem 4 venda em seus armazens, alm de ontros
migo* de sia neg io regular, os soguintes, que
renden)', por pregos mais mdicos que era ou-
:>a ntelqaer parte :
POrt S de |iiDho almofadadas.
PORTEIRAS de ferro para cercas.
SALITRE inglcz.
ESTKlftAS da Iniia pira cama e forrar salas.
CANOS de barro rancez para esgoto.
9SSS0 saperior^etn porcSes e a contento.
QE'EMTO de toda"'as qualidades.
MACHINAS de dawan.c.ar algodo.
LONAS e brir.'Ses da Rassia.
0LR-\T>OS auericanos para forro de canos.
"Oi..'rs yirieanos omito boas e econmico?,
bjrdeaux.
C superior de Gautier Freres.
?dii.L em saceos grandes a 3500.
,:':' A ;;Ja Iegiii:n3.
BALABAS decimae-.
CSDEHiaS ainericpijas.
I.UVH ,1a Jamaica.
AZULEJOS de Li b,a.______________________
omento Portland
Em barrica* de 13 arrobas prefo mais com-
ando do qae em outra qnalqnfr parte, vende-se
tu a.-rmn? (le T.s.r. Irmaos & C
Uoptra a tosse
PASTiLHAS PE1TORAES.
de
Gomm.k 9imples cryitjlisada.
Dif1 de angicD
Nstl 'Arabia.
Seve de piubo martimo de Ligasse.
E ou:r is mu i las que muito se reomendam pe-
h'saas eseellentes qualidaes.
Vende na
PHARMACIA E DROGARA
DS
Bartholomeu & C.
34 -RA LARGA DO ItOSARI \-34
GRANDE
LIQUIDACAO
Ra do Crespo n. 20.
Xan-iv liso de cores (Ddas para vestido a 240,
280 e 3P0 o colado, chitas escuras Anas :om bar-
ra a 3i0 o eovado, bara'.iisimo : na loja de Gai-
iberm ('. um-iro da Cauln.
FIO PARA Sft'COS
Vendo ^e ero casa de Okcll Bindloss & C",
ra di Cruz n. 11.
OLEO FURO DE F1GADO DE BAGALHAO
DA
TERRA NOVA
DE
II. LACOM3E
Este oleo que lo boa acceuac.ao tem merecido,
mnitj se ncommenda por ser o mais purificado
que at hoje tem vinio, e ainda pelo boro paladar,
superior a cutro qualquer : vende-se no deposito
especial de Bartholomeu di C.: ra Larga do Ro-
sara 34.
Xarope sedativo
DE
Casca de laranjas amargas
COM
BROMRETO DE POTASSIUM
DE
IAROZE
Este novo preparado aprovadj pela academia
imperial de a-e )i -ina, muito se recoramenda pela
ina accSi redatira e calmante, sobre o systema
nervoso, o broraureto is potassinm, nlo d.-ixa de
dar cj mais certos resultados as diversas atTec-
Soes do organismo e principalmente as molestias
o coracao, dai vias digestivas da respiracao, das
vias g nitr-iT iaarias, na epilepsia, as molestias
nervosas da pfeobez, na tosomnia das crianza?
dorante o peno m da denticao etc. etc.
Veudd-se na pbarmacia e drogara
*_ de
rj, -.fcrthjiomeu & C.
it -nAtARoA 0R0SARI0-34
ALSACIANAS A 4200
Cbegaram as mais lindas alsacianas sen-
do ama nova e elegante fazenda de laa
com brilhantes listas de seda e ba tante
larga, para vestilos, sendo n'esie genero
0 qoe este anno tem vind > de m is gosto
o merrado, e vende-se M200 o covado.
CRANADINAS JAPOEEZAS A 800 RS. O COVADO
Gbegou para a loja do Pavo tsta nova
fazenda com o nome de granadinas Japone-
zas, sendo nma boni a fazenda de lia com
boitos qaadros de seda, p opria para ves-
tidos, tendo de todas as cores, e veade-se
a 80rs. o covado.
ATLANTAS LA VRADAS A 800 RS. 0 COVADO
Cbegoa e.ta nova fazenda com oaome
de a lanta, sendo nma delicada fa;enda de
15a, p^ra vestidos, qae vende-se pelo bara-
to preco de 800 rs. o covado.
NOVAS POUPELINAS DE SEDA
Chcgou para a Ir ja do Pav5o um grande
sortime to das mais lindas e modernas
lio j dinas de seda, com os mais delicados
padres e de muito pbantasia, qoe vende-se
por preco muito barato.
CAMBRAIAS BRANCAS LA VRADAS A 4|
Veade-sa corUs para Te*tidosde cam-
briia branca Jarrada, sendo fazenda muito,
fina, pelo barato preco de 4J cada corte,
assim como um grande surtimento da ditas
lisas, tapadas e transpareUes. que venle-se
ptr meros do que em oatra qnalquer parte.
CAMISAS PARA INVERN
Chegou para a loja do Pav3o nm grande
sortimenlo de camisas escora; encorpadas,
a.prova d'agua, sendo propiias para a es-
taco do invern, e vende-se pjr prefos
em conta.
TOALHAS ALCOCIIOADAS PARA MESA A 3*300
O Pavao vende toalbss brancas de fustao
a'cocbiadas, propMas para mesas, sendo
bastante grandes pe!o barato preco de
30500, ditas encorpadas muito grande 74.
CHALES DE MERINO'A 20500
O Pavao vende diales de merino muito
grandes e encorpados 29500, ditos
imitH'ao de cbinezei 2^500, ditos pretos
de renda com II pontas 2|W)00.
CHALES PRETOS BORDADOS
O Pavao vende os maiores e melbores
cbales de me in pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de retroz, e vende
por menos do qne em outra qoaTaoer rarte.
CAMISAS PARA IIOMENS
O Pavao vende um grande sortimeto das
melhores^camisas inglezas e francezas com
peitos da linbo para todos o< precos e qua-
1 Hades, assim como ditas de ditos de
algodap para todos os prefos e taannos,
tendo tambem para criangas, e no mesrao
estabelecimente tambem se vend cetonias
de Iinho e algodJo, tendo para todos os
pre;os, assim como metas croas ingk-zas
para borneas e meninos, que ludo se veade
por prego muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavao tem constantemente nm grande
eortimento dos malhores cortinados Borda-
dos para camas e jaceUa?, que vende-so de
8$00 at ao mais rico qoe costuma a vr
n'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, tanto tapadas como transpa-
reites, proprias para o mesmo fio, eolebas
de crocbet, dama co para camas de noivas,
e cortinas, e vende-.-e fao Bazar oo Pav3o
LAS1NHAS BARATAS
O Pavao tem um grande sortimeto das
mais bonitas lasinhas para vest :os, tendo
de todos os precos cores e qnalidades.
jrindpiando da 200 rs. para cima ; porm
tao grande a quantidade que seria enfa-
donba especificar qualidada por qualidaie,
s a vista do freguez e das amostras se lt;e
venderSo por precos t5o cmodos que
angue o deixar" de fazer nm vestido de
15a por to pouco dinbeiro.
ALPACAS DE CORDO A 40 R8#
OOii a f acj. oid ttsm
ib soffyU'jp 01- oaoo uxiO ij
buim .o*
a 'isa
l3* na:.. avrMi1,
Wi- i tu
DA ULEKTfttZm
DE .L"e &&
[hTZ\
0
urna nova e tem montada
loja defcy,$t^ ka larga
Kosarfo n. 24 A
d<
ilee
casu
- AWAIAft
que seencarrega de ""**fttihji Al' -
commBda d. raa srte k^Sffff fre
gueu o prowietafio d'este gttim caU-
beleoimento d prooiMto' Mrvfrtan' a-tota
os re#wte wHw ^onrtfm tora, oes mei
ALmni^tNHO L-siim *o5.n*Ca,a' Amecica' das quaes moitas j s5o bem co
0*^?S^ra!5M25> ,, m*.9* autores, como sejam
O PavSo vende pecar d'algofeift^o de
muim boa< qllr*rfe; ende 20 Jwd eada
peca^peo bmtof rtco 4 3WJ00, dito moi-
Ibor qoe tem viqdo-aXHmefcsdo, -Bttrrtoi en
corpdo e largo pra: feneces, ptfo' barato
preco de 6^500, grande-pAbraCba.
MADAPOLO A 4*900 E 4880
O Pavao vende pecas de mada^oSo com
24 jardas, sendo feada mirto aperior
pelo barato preco de 4fS500, dPS-comas
messe jardas a 400D, tas fleiarmas a
6^500, 65000, 75500 e 80000. peebincha
MADAPOLO PHANCEZ A m
O Pav5o vende tecas de floissmomada-
polo verdadeira mete fraacez, tefrio 22
metros oa 20 vara?, pelo baratsimo prego
de iOjSOOO peca, serldo fazenda q sem-
pre se vendeu 14\5WO, e liquidarse por
este- barato pre?o per estar alguna cousa
enebuvalhada na pon'a do-fra.
ALGODOSiNHOENFESTAOO A t# A280
O PavSo vende verdadeiro alg)dlosmbo
americano, tqdo 7 palmos de largura e
muito encorpado, proprio para lencoes
7(8000 a vara, dito da mesma largura sen-
do trancado e muito encorpado i52,^o
BRAMANTES PARA UKCOES A nm 2^80033
O Pavo vende o verdadeiro bramaute de
linbo tendo 10 palmos de largura, que apa.
as precisa para um Icncol nma ara e rma
qoarta, pelo barato prego de 25400 vara,
dit > melbor de 2*8.0 e 30000, tea Jo at
do melbor qoe vem ao mercado 1 30500
e 4iJW00, assim .corno eretones fortes para
lenco8s, sendo orna eneerpada fazenda fran-
ceza com 10 palmos de largura 20C rs.
o metro, e jbramaote d'algodo com a mes-'
ma largara 10800.
SAIAS BORDADAS A 40500 E 6000.9
O Povao vende graade pecincha em saias
brancas ricamente bordadas, tendo cada urna
4 pannos, e vende pelo bara/o preco de...
40500 e 60000, sendo fazenda qoe sempre
vendeu-sft por 80 e 1O0OUO.
Fazfidas para saias a 40200, 10280 e I&aO
O Pa /3o vende soperior fazenda bordada
a com pregas proprias para saias, -10200,
10280.6 *05COa.vara, sendo preciso para
urna saja apenas 3 varas o 3-1)2.
Aos 3000 caries da arabraia 10S9O
O PdVjo vende orna grande porg3o da
cortes de cambraia organdys; tanto brancas
como da cores, sendo com listriobas de
cores tessidas e no estampadas, e liquida-
se pelo barato preco de 20500, cada corte,
fazenda que vale muito mais.
Aas 20)0 artes de cambraias bordadas a 50OOC
O Pavao vende orna g--ande quantidade
de orles de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenbos mais
lindos e mais vistosos qne ten viudo ao
mercado, taoto em listras corridas como ada-
gooaes, e com mua fazenda para um ves-
tido, e liquida-se pelo baratissim > preco de
50000, sendo fazenda de multo maior va-
lor, grande pecbncba.
CAMBRAIAS
O Pavao veade grande quantidade de pe-
cas de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, teado de 30 a peca at i mais
una que vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
O Pavao vend8 chitas largas com bonitos
desenbos e cores fixas. pelo barato preco
de 160. o covado, grande pecbncba.
LAASINHAA 160 R3. O C07AD3
0 Pavio vende bonitas laasinbas transpa-
rentes pelo barato preco 4a ItO rs. o cova-
do, pachiocha na roa da Imperatriz n. 60
CORTES DE CASSA A 2*500
O' Pavo vende bonitos corte de cassa
franceza viudo cada um em seu papel, pelo
barato preco de 20600 lindas 30000, pechiocha.
CASSAS FRANCEZAS A2(K)RS. O COVADQ
O Pavo vende bonitas cassas de cores
para vestidos, pelo barato preco de 200 rs.
o covado ditas Goissimas com os desenbos
mois modernos que'tem vmdo ao mercado,
pelo barato-preco de BOU rs,
CROTONES
O Patio vende uissimos crotones escu-
res matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato pre;o de 640rs. o
covado, ditos de fi rbos, proprios pira co-
S PAR4
USA
Cbegaram a? Bazar Universalda roa Nova
b. 22, um sTilimento de machinas para cos-
tura, das melbores qualidades que existe na
Wellar StiWilson, Grover & Boker Slen-
cfosss, Weed e Impertaes a outras muitas
que com a vista deverao agradar aos com
Eslai macbiias teira a vantagem de fazer
o trablbo que 30 costureiras podem faz-r
diariamente e cosem com tanta perfeico
como as mais perfeitas costureiras. Garan-
te se a sua boa qualidadee ensioa-se a tra-
balbar com perfeiclo em menos de urna
hora, e os precos sao to resumidos que de-
vem agradar aos pretendentes.



nico legaimanta autorisado e approvado
pelo cooselho de sade.
NCO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU & C.
34Ra larga do Rosario34.
&8
Os propriaUrios diyts elega
laaTam para o caUocarfinlrjas co
...... ------- --------1*
(paraA, para o rtaafoso prlacipioNwi^aasaen afrawolkMS m^mbtAmKalilKWn'fafenHtf pn
bllco, qoe do me.-mo estabeleciraento encontraras sempre o mais eomaleto sorlimenti
I? W\ Hiaai >irie*s*s mi$mpittme, p%n toraartMMldelicadas ore-
Ibaj do bello sexo, e qne se vendem a 8,9 e 10* o par, ditas para meoioM a 4,5 e 6#.
HBadeoar<
caixraias i
i, (BtaaNvn
4Hju de ceral, obra i^Wt%ia |o>io ai A 4^, Vel^ do coral
-a Si, broches modernos de 3 d 13J, altos com pedras e em suai
10, 11,16 e 201, roseta lisas, porm bem, trabalada de
.fadfaatia, 4*A 15J, cacoletM^4f.'^Tow-lwcr1?c5es a 5
goatos, e com bonitas pedras %,* a 4*, aaa. danperolas, L.,
- esmeralda e rabim a 12, 14 e [6f, dUas de onro e coral
is crazes de
abins:
j-aphicas a 3, 4, 5, 6 e 7f, gar da .coral a U, 'ciieias para relogios
I a oitava, gaarmcSes com tres botee para aberlaras a it, dito3 de
allOl,
ped|
r, ditos para ponhos os mais modernos 7 e 8/; alm de nm variadi
iebm poE/io#v os yweqia
fincos, bra
icaUt^ftfoaaes^laare
letos.4
ozel
- M
vista* pbo
_, dittaa L
lobas a3*5(X
sortimen
,; com
anoeis.44
ri
to
6
o
to
brnhantes.^ esmeralda^ perlas e^rbns! Medam5e^'voltw,lr7ncrtms7a^i7coo 11
!5! lSlv*1?* 2**.'.ttte penemer vvmo e puu fluunda,- i-wefluf da m
ro e prata de afamados fabricantes, sabrs de prata de dtwrsos lmannos, rleoa paltM?
Os proarietarioe da Flor- de OaTo faraateai vleP/ms aaraSo ne em outra
qnalquer parle, para ne IsfcrarWtoft tai9eatft di *,* t lanba as 8 da
GRANDE
;
.
V *

RU DO DUQUE DE
(Antiga do Queimado)
Pego que se nlo admirem dos prepos de algaas artigos que passo a mencionar, ja
por vezes tenho mosirado que s desejo vender barato a fim de poder vender muito.
e n5o ba quem me possa retirar do meu Arme proposito ; podondo desde j asseverar
ao Ilustrado povo pernambucano, que nesta casa commercial se encontra sinceridade nos
tractos, afim de se poder conservar a numerosa Iregoezia que me tem honrado em vir
em nossa casa, e para o augmento da meama.
PRECOS
*A I
Peral
l saceos e fuguetelrcs.
saccos
PARA ASSl'CAK
CERVEJA DE MARC4
z
Engarrafada espeeialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os nmeros estampados
as pegas e nao as etiquetas.
Vendem-se
Em casa de
ar T. JEFFERIES & C.
4bHua do Gommercio 46
BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em eada peca ana bllhe-
te com o nome
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES A C.
Pejas de madapolSo a 30200, 4.50CO,
40500, 50 e 60000.
Ditas de dito muito fino a 6500, 70.
e 90000. '
Dita dito enfestado peca de !2 jardas a
30500.
Dita de algodosinho a 30, 40, e mais
precos.
Ditas de dito muito largo marca T a
40400.
Ditas de cambraia transparente a 3200,
30500 e mais precos.
Ditas de dita tapada (on Victoria) a 40
e mais precos.
Cambraia a imperatriz muito fina e
larga.
Dita imperial com cordosmhos, fazeeda
muito moderna.
Mosselina branca, covado 300 rs,
Bramante de linbo com 9 palmos de lar-
gura 10800 e mis presos.
Dito de algodo a 10500-
Atoalbado afestuado fazenda superior a
10800.
Brim de algodo de cor a 400 rs. o
covado.
Dito da Rassia, a 500 rs.
Dilo pardo trancado a 300 rs. e mais
precos.
Dito branco de linbo fazenda muito supe-
rior a 10600 a vara (vale 2I000).
Grande sortimento de brins de Iinho de
cor a 500 rs. o covado, fazenda que se tem
vendido a 10200.
Grande sortimento de casemira, casta o
covado 10600, 20500 e mais precos.
Damasco de 13a fazenda flnissima.
Cortes ,de casemira para calca a 40500,
50, 60, etc.
Flanellas de laa riscadinhas a 640 rs. o
covado.
Lencos cbinezes a 30OCO a duzia.
Ditos brancos de algodo e Iinho aorti-
mento completo.
Completo sortimento de camisas nacio-
naes, francezas, ailemes e inglezas.
Cobertores de 13a de xadrez fazenda sope-
rior a 50.
Grande sortimento de balees.
Cobertores de algodo a 10400 e 20500.
Cassas de salpicos a 50000 a pega.
Palitots de casemira a 50OCO e mais pre-
Cos.
Ditos de alpaca a 30500 e mais pre-
cos.
Saceos para viagem.
Metas" para homem a duzia 20400, 30 e
30500 e mais precos.
Ditas para senhoras, meninos e meni-
nas.
Popelinas de seda, covado 10700 admi-
ra /ti
Completo sortimento de chapeos de
sol.
Toalbas para o rosto a 80GOO a du-
zia.
Toalhas bordadas, de Iinho do Porto.
sSo muito lindas, maodem buscar as amos-
tras.
Duzias de guardanapos a 20500.
Cortes de vestido de cambraia branca
com babados a 70000.
Cortos de vestido de cambraia branca e
de cor com babados a 100000.
AlgodJo de 2 larguras para lencol on toa-
lhas a 10000 a vara.
Chitas Anas a 240, 280 e 320 rs. o co-
vado.
Dita violeta fina a 280 rs. o covado.
Ditas em percate o que ha de melbor a
360 rs. o covado.
E' v para crer.

Vende-se barato, nm piano, de um dos mais
a/amados fabricantes : tratar ra do Com-
rnereipn. 38.
Aviso aos fumantes
Charutos de Havana
Verdadeiros e de diversas marcas, acabam de
cnegar casa de Bourgard & C, ra do Mr-
quez de Oliqda n. 15.
RefinadoRes de PErnambuco.
Chegaem pechiocha, carvo animal a 1*600 :
aa acreditada fabrica dos fias das salinas de San-
to Amaro, deposio na roa da Pontevelba n. 14.
Peteide vender poMargo terapo por ter vindo de
Lisboa grandes parcS s por qnasi todos os navios,
e c m os raelbQramentos ultimamenu introduzi-
dos no machinismo, produz a dita fabrica 00 ar-
orbas por dia, ejmefiando de 15 de agosto em
diante.
0 PdvSo vende as ma'u lindas alpacas dB!^ertt8eodo teeoda ninifo encornada pelo
cordo para vestidos e roopas de enancas! barato preco de800ra. ocoarado
Aos senhores de engnho.
V- nde-se a retaln'o as diterias machinas e cal-
deiras a vapor, cldeiras de cobre para cezinhar a
vapor, Ultros, Unco, formas u mais ontros obiec-
Ws da aniigj rellnaco do Moiteiro. Pora tratar
rija-se as pr .prietanos d dila reflaacao os Srt.
ilanriqae L^ideo i C, na imiierial fabrica decer-
vej% n. 35. rqa d;> Baro d* S Borja (Sebo).
Bicos o rendas^
Vende-se reas e bios i3 Ar,
nanea victos ; oa loja dj faiendas
Piaheiro roa da Iinpertriz n. 16.
pelo barato preco de 640 "rs. o covado,
ditas nissimas cornos mais lind; s lavoree
imitaco de agra:ianas i 810 rs. o eovado,
bonitos glacs com delicadas crese lus-
trosas como se la 10000 o covado, e ou-
tras moitas fazendas de gosto e luso para
vestido, na roa da Imperatriz n. 6o.
POUPELINAS
O Pavao receben as mais delicadas e me-
nores poupelni8 de aeda para vestidos,
com os mais modernos lovores, e putaas li-
zas com as edres mais novas que tem fin !o,
e cande-as 20000 eada covado, assim
como delicadas sedas de listinbas, tanto
para vest los de senhoras como de aaeoinas
q vende-se 20000 cada covado.
ROUPAS PARA HOMGNS
O Pavao tem constan te mente nm grande
soriifgeoto de roopa, tantos i pai
^m dau
Baa|tBM io easaauiakos a 200 e 25
O Pavo vende basquinas on casaqoinhos
de seda prttos ricamente eofeitados, pelo
barsti8simo pre? > de 400 e 250OCO, sendo
muito modernos, assim coao ditos de cro-
chet e rendas pretas que se vendem muito
em conta, oa roa da Imperatriz n. g0.
Caita eatrancaas laraceaerlas a 30 ra. a mala
O Parlo vende cnitas eotraniidis can
delicados desenbos para cobertas en corti-
nas de cores fixas, sendo fazenda muito eo-
corpada pelo barato preco de 360 o opeado.
.jranaa O ^ -------
mira odos os preces e qualidades,
^Kem se manda fazer qnalquer peca de
ni todo aceio e proaiptido, para o
srtem
um perim
Q PavIO vende os mais modernos e m-
^W SMT^oa, teniq de todos os l-
mannos, pero barato preco de 40500
CASEMIRAS
O Pavio ve o de om elegante sortimento
delicadas caseat^^^| su, aendo to-
las .d-Ka e muito ievasinoas, tanto pro-
prias poro bomens como para enancas, e
ditas mats encorpadas, tolo de nma e d*
duas larguras, que se vende o mais barato
pofsirel, ni roa do Imperatriz o. j.
Nova padaria americana.
luido Pire4 n. 45
a a fazer pao e bolaxa da arinba espe-
cial de pnmeira sorte, para melbor agradar a seos
freguezes, e vende-se a j muito acreditada nova
bolaxinba americana nao inferior a ingleza, a vis-
-O 2 A o
Vende-se a propriedade denominada
da Fazeoda na Barreta, com legua e meia
de comprimen! j de Leste aOe-te, emeia
legua de largura de norte a sol, a margena
da estrada le ferro do Recife a 5. Francis-
co, com casa de vtvenda, grande numero de
ps de coqueiro, sendo toda a (erra de muita
prodcelo. Qjem quizer comprar a mes-
an propriedade p le enteoder-se com oDr
Jjaquim Correa d'Araujo ra dos Pires
0. 20, ou a roa de I operador o. 83 i.9 an
dar, das 10 horas da manbaa as 3 da tarde.
- O O
S.5h
Cura rpida e radical dos
cal'oB
pela pomada Galopau
Bau pomada qne to bons reautulu taa oolbi-
du aa pessoas que della Um Mo aso acaba de
ebegar para o seu deposito especial..
NA
Pharmacia a drogara
DE
Barlholmeu de C. roa larga do Rosario na*
:ero 34-
g* 2." "S S
11 iift | i



Diario cae |erflai^Vo^rH?-(lJftumta fei; #*,. d* ^gqtfo ..fe ,4871.

\
... s.
I
MIIHPER4TRIZ N, U
figueiredo a lopes.
O rroprietarios diste novo 8tAWcitento. certos de cjae o meio de adquenr
numerosa rreghea vender barato, servir bera e haver sinceridadade nos tratos, D3o
nos aastamos deste camiobo para bem corresponder ao favor qne nossos numerosos
fregueses dos ten dispensado.
Gomo anda tetras algamars fazendas das primeiras compras, resolvemos fazer
rtdqcao era a|gamts_del[asLpari qoo chamamos a attenclo do respeitavel publico :
Capellas mailo lindas para noivas, pelo
barato preco de 30 e 3|>500
A' AGUIA BRANCA
distinctO, OiM A Aguia Brawa teodo j recabido parte de suaa
SBttNSIE GROSDENAPLS DE CORES.
temos pan todos os precos e qualiddes.
Grosdeoapla preto.
Recebemos novo sorti'meito a vendemos
por menos do qne oulro qnalquer.
L3as Sabdya.
Aioda tonos om resto desta linda fazen-
da pan acabar vendemos por 900 rs.
Corles a Minerva
Anda temos algons destes lindos cortes;
con lis tras de seda, com 19 covados, pan
acabar vendemos por 20,5.
Cortinados.
Recbenos novo sortimeoto o vendemos
por W, 9#, 124, W, m e 224, cada
par.
Cambra a para cor t nados a 10/5 a peca
con 2o taras.
Dita Victoria de 40 at 8JO0O a peca do
8 varas e neia.
Dita suissa transparent rnoito fina.
ORGANDYS BRANCO
Teos re/ebido novos organdys de
4450 rs., dkos de 64 e 85000, este ulti-
mo tefe listrap asselinadas.
V.Esparlhos
Recbenos oovosortimentode espartilbos
inglezes rnuito grandes, sao de linbo.
Vestuarios para baptisados, bordados
mito Irados a 10000, barato.
Camisas rancezas, inglezas e suissas de
55 at 45500 rs., ditas bordadas muito finas
do 85 ate 105000.
MECEJANA.
B* orna fazenda branca muito linda e fina
para vestidos de senhoras, tem a peca 30
jardas o costa 185 e 225000.
Paono abretanbado largo e bon. peca do
20 varas a 1C5.
TAPETES.
Recebemos novo sortimeoto e vendemos
muito barato.
Temos grande sortimeoto de saias bor-
dadas e vendemos muito barato.
CORTES DE LA A SIMIRAMES.
noivas,
rs.
brancas muito
Poopelmas de cores e
lindas.
Camisas de meia a 95000 a duzia, pe-
chincha.
Cambraias de cores.
Temos o rnelhor e mais lindo sortimeoto
de c&mbraia de cores a 500 e K60 rs. o
metro.
MEIAS.
Recebemos meia's muito finas tanto para
senboras como para, bomens, meninos e
meninas.
Chapeos de sol.
Recebemos chapeos de sol com cabo de
marfim que vendemos por 135 185000, di-
tos de cabos de canna 95, 115 e 145000.
Cortos de cambraia de cor muito lindos
e com babados com seo competente figori-
no, tem 18 covados por 85000.
BASQUINAS.
Recebemos basquinas de seda ricamente
enfeitadas que vendemos por baratissimp
preco.
Vestuarios para meninos.
Recebemos vestuarios de fusto muito
bem enfeitados que vendemos por 45500 e
55-, fil branco bordado muito fino, dito
com salpicos dito preto com salpieos o liso.
Cambraia abarla a imitacao de croch de
cores e branca.
BRINS.
Recebemos o superior brim de Angola,
dito pardo para todos os precos, ganga fran-
ceza a 500 rs. o covado, superior.
Pannos finos.
Temos pannos pretos finos de 35500 at
65500 rs.
Recebemos casemiras de cores para 35
at 35500 rs. o covado.
CHITAS-
O Cysoe tem o mais lindo sortimeoto de
chitas para todos os precos e qualidades.
Bareges com listras de setim com lindos
padres e muito modernos.
E' orna linda fazenda com os enfeites "* Cretones claros com lindos padres e
correspondentes, guarnecida a saia com cores fixas pelo baratissimo proco 440 rs.
ana franja de seda na barra, vende-se o covado.
por 405000. i Luvas frescas de pellica para bomens e
Cortes de cambraia branca aborta, bor- senboras do acreditado fabricante Jouvin.
dadas muito lindos, vendem-se por menos
do que om outra paarte.
Ditos bordados na barra, de cambraia
transparente, por 85000, muito barato.
Fazendas para luto vendemos por monos
que em outra qualquer parte.
Alpacas, caoles, princezas, bombasinas
cambraia preta, etc. etc.
Deizambs de annanciar. muitas ootras fazendas por nao se tornar extenso e en-
fadonho aos nossos freguezes.
Ra >\a Imperatriz n. 64.
k LOPES.
Nunca se vio om procedo ruai* perfeito e qne ai-
toja de tal forma a satisfaier as exigencias mais
veras da t.eripturaco.
A sna cor liodissima e nao precisa de cuida-
do algom para se conservar no tlnteiro sempre
eom a me.-ma cor, ser borra, cresta, bolflr on sem
ledas estas mareffs inherentes todas as tintas
at agora contienda?, aioda mesmo dos melbores
atores estrangeiros.
Sobretudo, este estlmavel producto nao ataca a*
pomas de ac, antes pele contrario, a peona
adqnire nm esrpalte dourado que, sendo ileres-
ante, asas proveitjo.
Esta tinta, nao sendo especialmente para copiar,
eomtndo doas, tre, oa mais coplas ara ;n.ei
ttapois de escripia ; preciso, porm, deixar-lbe
papel bem moihaJo sem o exBgar com o mata-
Bnrrto, porque nao ha o ri'eode borrar. Parase
tirar mais de orna cofia, nao se agglomram tao-
tas folbas guantas, cpiaa se querera tirar, mas
vae-ee com o origraat tirar tima tantas qnantas
rteejam, sem qae o ortgtrral fique prejoaieado
palas extracto.
Occorre aqai dker [na, pura copiar importa
murta intellgeoeia. e habilidade, sem e que.a me-
;ttar tinta nao aau^faz, e o deleito recae sempre
aofcre atinta, qu muitas vfetea queta meos
fllpa tem.
A dupla qaalidade desta tinta extremamente
apweaveL pois qae evita qae em qaalqaer es4
2 "m *** "** d0 qu 0aM nU plr* M *l
jnyuntoi'snidajabilx
cripta soffre o choque de cidos fortissimos, sem
se decompOf ; era, se os cidos nao tem aeco so-
bre ella, murta meos a aeco do tompo a poda
destruir; isto plaasivel.
Nao so ao commercio qne este men producto
velo ser til ; os professores dos collegios, Investi-
gando todqs os meios para o adiantsmento dos
seos discpulo?, tem approveitado esta tinta, qae
com razao a acharam apta para desenvolver o
gosto nos educandos, em conseqoeocia da beleza
da cor e facilidade de correr na pequea pela sna
liquidez. Ha ejemplos de enancas que havia
muito tempo tiobara ama repugnancia extrema
para a escripia, logo que foi admittida esta tinta
do coliegio, apoderouee dellas a curiosidade e o
gesto, e pone tempo depois o seu adiantamenlo
era manitesto.
Esta tinta, i par de tantas vantagen?, tem um
nico inconveniente, deteriorare ao contacto de
outa qualquer; ecnvm pois te-la em tinteiro
fsentos do menor vislumbre de outra tinta, e evi-
tar eserever com a peona suja de urna preparacio
difireme e incompativel; verificando isto, nao ba
razo para se usar de tinta qne nao sea a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MuNTEIRO.
Observado.
Diversas falsificacSes e semelhancas tem appa-
recido, cuja durabilidade dovidosa. Os Srs.
compradores podem evitar o engao dirigmdo-se
i asas circumspectas,|;e pealado a tinta qae eo
tabrieo .
Curados pelas iodicaces de maitos abalisados chimicos, e medico
se deram ao estodo e averiguacio das causas qne prodozem oa padecimentos do rAw*- *UUP> eocommendis, em se^uimento' acaba ago
fflofiano. goua, amodos rlim, bxrig*, fiando, ebutra,muras; o os ensaios d*s 2^t^^S'VS"\ wirl
mojos precios para coral-os, ebe^nos a bter om renedio, quo nonca desdisso a m kJSSSSUT^ 'gonos e q3!ades
activtdade contra os ditos padecimentos. corro sejam:
N2o nicamente baseado im tbeorias qne tanto avancamos, nos aim no satif j ^ de fio d'esCocia, abortas para senhoras
factorios resultados obtidos da soa vplicocao, ms imnmeras experieoc^,. qoo con f> ? mTtm eom ,1(lM ,ambem p,rt sennoras
fiznos ; e deste modo, seguros de seos beneficios effeitos, afoutameote o reconanonda- e menina--.
naos s pcssoaS qce soffram algumas das molestias cima ditas, ou do afgana oitros pa- D1* dem muito bonitas ao gosto ascoeex.
decioientos do apparelho uritafio, tae cono o' (diablico, gljcosorico aJboninonco -Jjf8 idem idera braDC38 e com lis'ai Para E
Mu laVm Mem-para baptizados.
Ditas de algodo eompridaa com listras para
Mi DUQUE DE CAMAS $ 52
(Outr'ora Queimado n. 8.)
Escusado seria observar que se n5o pode designar om numero determinado de dse
de om medicamento para curar todos os individuos quo padecau da mesma molestia;
pois que a cura est dependente d-diversas cirtumaUncia, inherentea disposifo na-
tural ou compIeicSo, de cada nm dfles; mas eomtndo, ceno quo o hydroleo lytbo-
trptico anti rhettmatico e gottoso prodoz sempre cora desejada, quando Se persista em
toma lo o tempo preciso para obte-la; evendo ter-se em vista que quaofc mais invite
rado est o mal mais se deve insistir na applicacio do remedio.
Podemos tamben affiancar que, por mais coliaaado que seja, o oso desio roo*
dio nao causa desarranjo algam as vas digestivas, mas antes, pola propriedade omineor
(emente tnica, que lambem possue, fortifica o estomago, torna mais facis as digeste*
e, nao piucas vezes, ten feiro desapparecer diarrhea, que oran entre'das pela debili-
dade geral do apparelho digestivo, .
MODO DE USAR.
Tornara fe do hgdroleo bjthotriptico, nos priaeiros qastro oa cinco das, doas ce*
Iberos de sopa, em agua assucarada, leite, cha ou caf com leite, o mesmo sem mista-
ra alguma, ca occasiao do almocO, o outras ao principiar o jantar.
No quinto oa sexto dia e seguiotes, tomam-so do nesmo modo dit), Iros colheres
de cada vez.
Se as oorinas da. pessoa doente depositan 'grande porcio de areias; so ao dores
nephriticas, rbeumaticas ou gottosas sao constantes; om fin, se os padecimentos sao
fortes, tomar-se-ho qoatro colheres do cada vei.oa tres votes no dio, a tres colheres
de cada nma.
Quando as areias, ou outros padecimentos, tem diminuido, torna-se s primeiras
dses.
Pelo uso do Hydroleo lithotriptico vao sendo aaais raros o apparecimento dos areias,
s dores nephritieas, rbeumaticas e gottosas at quede todo desapparecem: coate ponto
pode dispensar-se o remedio : til, porm, como preventivo, tomar cade senes ama
od doas dses delle.
Pelo que respeita alimentacio, deve ella ser regalada de modo qae nae sobrecar-
regne o estomago, e em quaotidade tal que possa ser fcilmente digerida.
A melbor bebida sem davida, a agna pora, as tamben so podo asar do vinbo
simples ou pouco alcoolico. De cerveja o vinhos fortes, poocas vezes.
Sobre todo o que mailo recommeodamosf grande exercicio^em fadiga, pois que
elle muito conlribae para a rapidez da cora.
N. B. Depois de tirar-so do fraseo a porco que se vai tonar, deve baver o naior
cuidado em o arrolbar immediatamente.
nico deposito em Pernamtmco
Pharmacia americana de Ferreir Maia 4 C, rna do Duque de Caxias n. 57, (an-
tiga do Queimado.)
SMLSE1J
sasnOj
Lavas pretas de seda, para senbora.
W de trcl e de seda para meninas,
bitas cawasiihas bordadas para senboras.
Fil da seda, branco e preto eom flores miadas.
Dito de. algo da u, liso e eom flores.
oo\|MhaVnnrrr
Ton'qnir
latas para crianzas.
iMeWe medernoS ehaposlnbos "de fusto para
. Peales de tartaruga para desembarazar oa pen-
tbar.
rVMs' de ta travessos para meninas.
fP)toS'fc'boitaha para ditas.
unos de tartaruga, pequeos, para segurar o
amsrradilho aos cabellos de senhoras.
tJrande sortimento de enfeites tfe seda para ves-
tidos.
PvmHs le rrfadreperoli e de tartaruga para
puleeira e tac/) para o. cabello.
BoBitas b Icinhas para meoinas.
NfrVO SORTIMENTO DB ENCHOVAES PARA
BAPTISAD.OS
A agrtia branra aeaaa de receber novo sorti-
meato de linios e completos enchovaes para bap-
tisados, e berg at.-im separadamente camisinbas
para dito-, lindos cbapeosinbos de setim branco
bordados, ouiros ditos com fundo de vellado, obra
:de tttHo f9sto, e que serven) tambern para pas-
iii, sapatinfcos de se im para o mesmo fim.
HODEKNOS ENFEITES DE FLORES,
ornados com hitos de seda, litas de setim e fivella
a> maOreperola ao nltcino goste, e proprios para
batltav tasameotos, e Ra Estreita do Rosario H.-
% II BOU TOM
Acaba-se de abrir este importante estabelecimento demiudezas superiores com os
mt Inores artigoa de luxo e de moda para bomens e senboras, variado sortimento de
perfom?r3S dos mais afamados fabricantes de Paris e Londres, como sejam Hver, Lubin,
Condray, Pinaud, Regand Chonneaux, Monpelas, societ Hygieriqoe^ Gosnel, Rimmil e
PiestiB Lobin, etc.,ttc.
FLORES E PREPAROS'PARA ELLAS
A Aguia Brtnca receten -nodos ramos de flores
Anas, tanto para cabrea tomo para ebiros,
bem assim:
Papel verde liso e eom listas para folbas.
Dito de cores para flore?.
Folbas de diversas qoadedes 'para rosas.
Ditas verdes e lustrosa, obra m va e pela prt-
meira vtz vindas como amostra.
Franjas pretas e de diversas largaras para en-
(eitar vestidos,
COQUES DE TRADAS E DE OUTROS
MOLDES.
A Aguia Branca acaba da r?ber om* peone-
na por;ao dos bonitos e moderaos coques gran-
des de franca e outros moldes.
COLLARES ROYER ELECTRO MAG-
NTICOS.
A Aguia Branca acaba de receber os proveHo-
sos collares electro magnticos j bem conbeoi-
dos para facilitar a denticao das cranos e pre-
serva-las das convulSes.
SORRE-SAIAS OU AKQUINHAS DE
CLENOLINE.
Em substiluicao aos ba des vieram as anqni-
nbas de clenoliue, e acham-se venda da loja da
Aguia .Branca.
QUADROS PARA RETRATOS,
A Aguia Branca receben variado sortimento da
quadros para retratos.
LENCOS BORDADOS.
A loja d'aguia tranca, a ra Duque ile C'.xias
n. 52, outr'ora do Queimalo n. 8, recebeu bonitos
lencos de cambraia de Imho pnmerosafne|nte bor-
dados, e como de seu louvavel cosiume esta os
vendando baratamente a 5J000, 6|, 8 e 104000
cada um.
TAM EM RECEBED
ricas camisas de lino e.-cuiao de Imho enfeitadas
cora muito gosto, e proprias para noivas, oa mes-
mo outra Exma. senbora que possa e qu 'ira aug-
mentar o numero de sna boa roupa branca.
"*eaf.**a f-W\L*t*'(S*".*'^ (S3ltim*l
sato
Alta novidacle
O Masen Elegante ra Estreita do Rosa-
rio n. 1 vende ricas camisas de cambraia
de linbo bordadas para noivas, e tambera
de madapolio fino, bordadas e enfeitadas
de ntremeos a 404, 60)5 o 754IOOO a du-
zia.
Lindos penteadores guarnecidos de ntre-
melos e rendas valenciooe, ricas calcas de
linho bordadas e de madapolo, para senbo-
ras, bellissimo sortimento de golinhas e pu-
ntaos cousa inteiraraeote nova, recebido pelo
ultimo vapor da Europa.
PARA BAPTISADOS.
O Museo Elegante recebeu os mais finos
e ricos enxovaes para baptizados e tambern
lindos vestidos enfeitados para manca, ra
Estreita do Rosario e. 4.
i'Ii lua moda.
O Moseu Elegante receben os mais lindos
e modernos chapeos de blond enfeitados
para senboras, e tambern de velludo e pa-
Iba para crianzas, e est vendendo mnito
barato para vender logo, a ra Estreita do
Rosario n, 1.
Flores e plumas.
O Musen Elegante est vendendo as mais
bailas flores e plomas que tem vindo ao
mercado, assim como um lindo soi t men.o
de franja de seda preta cousa de apurado
gosto ra Estreita do Rosario n. 1.
BOTINAS.
No Musen Elegante vende-se bolinas de
n. 20 a 3 pOara criancas a 2000 o par, e
Lbyrintho
O Museo Elegante vende ricas fronbas de
lbyrintho a 640 e 10200, ra Estreita do seda para senhoras a 150G0,
Rosario n. i. | no ultimo vapor.
tambern vende colchas e toalhas de fusiSo a
55000 6 extraordinariamente barato, i roa
Estreita do Rosario n. i.
Collar electro.
At rie aiiuai cuegaram os verdadeiros
collares de Rover, contra as convnlsoes da?
criancas o facilitando a denticao, o esto se
vendendo s 3-5000 00 Mesen Elegite
roa Estreita do Rosario a. i.
As de 54 por 4^800
Na verdade barato II Facas finas cabo
de balanco com dois botes a 40800 a du
zia, om completo sortimeoto de colhe
Iberes de electro-plate e facas com cabo de
marfim, ludo por preco baranbo que ad-
mira, no Museo Elegante roa Estreita do
Rosario n. i.
AS. MODISTAS.
No Moseq Elegante encontraran um com-
pleto sortimento do bico de Wond branco
e preto,' dito crochet, trancas e franjas de
seda de tod;s as coras, grande sortimento
de galoes de algodo coosa de lindos dese-
nhos, cambraia franceza branca e preta para
forrar vestidos, relroz de todas as cores,
ntremelos e babados tapados e transparen-
tes e agulbas de ferro, osso e marfim para
crochet, roa Estreita do Rosario o. 1.
Imltaco de ouro.
O Museo Elegante vende ricas voltas don-
radas para senhoras e tambern meios ad-
recos imitando coral, perola e gata ludo
por precos raroaveis, na raa Estreita do Ro-
sario n, I.
Mantilha brasleiras
No Museo Elegante roa Estreita do Ro-
sario n. i, venne-se bodas mantilbas de
coosa vinda
m
DROGARA ESPECIAL
HOMEOPATHICA
DE
JOS' AL VES THENORIO & G.
RA ES1REIT DO ROSARIO N. 3.
Jos Alves Thenorio, professor em bomeopathia> tendo-se retirado do
laboratorio bomeopabico e consultorio deseo Ilustre finado amigo o Dr.
Sabino 0. L. Pinbo, qae por moitos ?nnos estivenm sob sua direccSo, tem-
se establecido sob a firma de Jos Alves Tbenorio 6 C, roa estreita do
Rosario n. 3, ende, animado pelacoianca cora que honrar>m-no os amigos
da homeopatbia, Ibes oflerece e ao resjeitavel publico um completo sorti-
ment de todas as preparar oes bomeopathicas conhecidas, recebidas das mais
acreditadas catas de L< odres e Pars, e indgenas, bem como todo qaanto
^iS- diz respeiio a homeopatbia e sna pratica, ospOrndq i^b lo com a mesma confianca, para o qoe nao se poupar i esforcos.
. PREgOSDAS BOTICAS
GLBULOS.
botica de 12 medicamentos 10)$
24 c 204
36 30,
48 c 35*
60 t 40|
120 ,7(*
ERNESTO & LEOPOLDO
& 2 D Ra do Cabug N. 2 9
Acba-se montadb deforma tal este estabelecimento de jotas que
vender aos seus numerosos fregueses em grosso e a retalho e por precos
moi resumidos visto que recebe deconta propria por todos os vapores de
Europa. O gosto de desenho de suas joias o mais lindo do paiz dais
modas, curo de lei, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, robins, perola?,
torqoezas, sapbiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do p rto tantb
para igreja cerno para servico domestico. Convidamos as Exmas. familias
a viilarem o dito estabelecimento todos os das at 9 horas da noife. !
FAZENDAS ENI LIQUIDAQAO
LOJA DO PAPAGAIO
A' ra da Imperatriz n. 40
Os proprietarios da loja do Papagaio scientificam ao respeilavfl publico desU
provincia. Que es&eram muito breve receber nm novo sortimento do fazendas moder-
nas, e de bom gosto, e por consegniote pem em liquidaco as abaixo especificadas:
Retalbos de chita, de eassas e lias.
Chitas de cores e rxas de 160, 200 e 240 rs.
L3z:nhas tapadas e transparentes.
Alpacas lisas e lavradas, de muitas e diferentes qualidades e precos!.
Cassas de cores de 240 a 320 rs. o covado.
Corles de cassa chita a 25400 o corle ou a 240 rs. o covado.
Cambraias brancas tapadas a 44 e 5.
Barejes de la a 320 rs. o covado.
Toalhas de linho do Porto mnito grandes a 1Q$000 a dozia.
Metim da India a 600 rs. o covado.
LSazinha preta de 320, 400 e 440 rs.
Alsaciannas a 1#000 o covado,
Ctiitas pretas muito finas de 400 at 240 r,
Espartilhos de linho e algodo de 3500 at 50000.
Camisas de meia, ditas francezas.
Camisas de peto bordado, lisas, e de pregas com collernbo e sem el e
Bales de panno a 3#000, dos mais modernos.
Collerinbos de papel com beira de cor e todos brancos.
Fustes de cores para vestidos mnito largos a 440 rs. o covado.
Corles de casimiras de 4^000 at 76000 com quadros e listras.
E outras muitas fazendas que pretendemos ':,]udar para nao accumilar com
as que esperamos receber.
ROUPAS FEITAS EM L100IDACAO
Na loja do Papagaio ha um grande deposito de roupas feilas de bijins e de
casimiras, palitots, calcas, colletes e sobrecasacos, qne se liquidam por preges muito
baratos.
Sedas tarradas de cores.
Liquida-so na loja do Papagaio urna grande porgjo de sedas lavradas de dres
qae se vendem por precos baratissimos, na ra da Imperatriz n. 40, esquina do becco dos
Ferreiros.

c
TINTURAS
l botica. de; 12 medicamentos
} : .'le :
1 c 48 t
i t 60
i c 120 -c
154
254
404.
50JJ
O
Sao otis essas boticas aos Srsl mdicos, lenhores de-engenho, fazn-
dein s, chefes de familia, capitaes de'navios, e m geral a todos quantos fli-
zerem nediear-so pratica da bomeoOatbia. '..
M-nicamenks avnlsos pelos precos das ootras drogaras, bem como
chocolate oe LONmEs e no harahiUq para oso dos doentas m tratamento
pelo sysuma bomeopaOtico.
ARMASEM DOS LEOES
RIIA-DQDEDECAXUSN.29
Os proprietarios desle grande e bem montado estabelecimento scintificamj ao
respeitavel publico desta provincia, que se acbam com om variado e completo sortimento
de movis, tanto nacionaes como estrangeiros, sendo estes escolbidos capricho por
tira dos' socios quese acha actualmente na Europa, e por isso os podem vender mais
baratos 20% menos de qne em outra qualquer parle. O mesmo tem contratado com
os melbores fabricantes daqnelle continente as remessas das mais ricas mobilias feitas
alli. Na olcina tem os mais babeis artistas deste gf ero, e por isso aptos a foroecerem
mobilis as mais aperfeicoadas para as casas da provincia consideradas de primeira
rdem. Pedete, portanto, qae veobam visitar dito estabolecimea*), onde encontririo
a realidade do que acabam d expr, passando a examinarem : ricas e completas mobilias
de Jacaranda, mogno, faia, carvalho, amarello, etc. etc., ricas e elegantes camas de
Jacaranda, po-setim, amarello, etc. etc., guarda-vestidos de amarello, goarda lonco do
Wgoeira,'amarello, com tampo de pedra, aparadores de dita, dito, com dita, petits
tdrrWps, especialmente para fazer barba, toi'eues de Jacaranda e amarello, coa podra,
6' moftos outros artigos de gosto, qoe para so nlo tornar enfadonho prescind mot de
'irenclo debes, o quo s com a vista poderlo apreciar.
, **"'-

\
r
:


wm
Quinfa Jeim SI de .Agosta d 871
=

hon
de
f*ira pj
arar como um dos
mais Mostrados
^(apoiados), e cuj
a repetir deste la
parte esse tal c;i
fiz na minha
Podem liada
tica, seo
aorados
mea n
rado
NI
blica
caracteres
do partido conservador
benevolencia, folgo de
gar, dvt> eui mxima
que! progreat i i|ae ootr'ora
carre ira poWra.
aiada bato qoilatar o honrado Sr.
inisiro d Witajeiros, qoem devo in-
Uigentej wadjuvacio no$ trabalhos
aimpoH o roinist,erio que outr'ora
e a meo rae. Pode ainda bem aquila-
S. presidenta do conaelrn, a
rail simpre vivas sympathias,
illastraco nunca fui dos
ltimos a admirar. (Apilados.)
ram, pelo rigoroso dever
de vir a esta cama i advogar os grandes in-
teresses de o ia x, os da prim ira fonio
deriossa riqueza pablica, ameagada de gr
rote pela .proposta do governo, como se ac'n
formulada (apoiados) compellido, aind i
mais, por tio infeliz, qaanto intima e pro-
funda eonviceo, de que da solomo de-ti
proposla-podem provir ao piiz calamidad-
qae ercedem mesmo a previsio hum ni
(apoiados), eo po hesito,-embora confrm
gido dador, e.af'inifestar me completara n
te adverso a issa poltica, qae parecen)^
caminhar imprevidente e querer levar o
paita completa-ruina. (Apoiados.)
I*. Se,(Ja* CanQoemA :D assim mi's
urna prova de sea nanea desmentido pi
tfioiisrao,.
O Sa. CmMo Rodrigues : Felizmente
qns toios os nossos mdes sao imag narios.
O Sr. Almeida Pereira : procedendo
por sta forma, rilo faco mais do que obede-
ST aos dictamos dr menta consciencia, e de
saaodaGoque en lio diflkil conjunctura le-
Dbtrdos meas eoostituintes que represen-
lam vastos e extensos tolreles agrcolas,
sojeitoe aos golpes' do machado demolidos
brridilo pela. mSo robusta do governo,
representado pea proposla sujeita ao de-
bale. (Apoiados.)
Sr. presiente, tenho o defeilq de defen-
der cm alguma vehemencia as minhas
convieges sinceras e proondas: qoando
ad*ogo convicto pela cansa do direilo e dos
vttaes interesses do paiz naturalmente, s ;m
querer, acaloro-ms'sempre, e por iaso pero
a V.Es:. ecom especialdade aos honrados
ministros, qoe me advirtam, para qae retire
de prompto qualqaer phrase, qaalqoer pa-
lavra, qae no correr do debate possa esca-
par-me, e de leve Hender algorfa suscep-
bilidide. "
Niovenh a esta tribuna para offender a
niogueu, e muito menos a caracteres a
qoem respeito e estimo por muilos ttulos,
j como simples cidados, j como repre-
sentantes legtimos do poder publico de
mea paiz.
V. Eic. sabe que nonca foi dominado
pela ambicio d> poder, embira a considere
nanitas vezes legtima, e at mesmo nloito
toovavel.
Se algaraa! v, z chegaei no mea paiz a oc.
capar alguma psito elevada, foi sto an*
tes devido benevolencia de oatros (modo,
ni o apoiados) d> que ambicio servida
por rneirs esforgos.
Vozes : Foi devido ao merecimento
donobre deputado.
O Su. Almeida Pereira : Nio .pois,
a ambig3o que me traz a este lugar, nem o
desejo de ver os honrados ministros fra de
soas cadeiras; contrarios a isto s5o os votos
do meu coraco ; desejo antes e fago votos
para que os honrados ministros se conser-
ven! no poler, orna vez que, fllumiualo
_ mesmo alguna
descrentes das nossas intiluig5 s monarchi-
cas pram dianle do abysmo qu abre
proposta d) governo (apoiados da minora),
o parti lo conservador, coja m>*sab mo-
derar sempre o movimento das refirmas:
resistir loes...
Uma Voz: E dirig las*.
O Sr. Almeida Pereira : ... d3o
ceder senio quando o presenta alo pode
deixirde ser o passado, e a novMadeeer
a tradigio, que hi de assumir a grave e
immensa responsabilidad^ de orna reforma
social como esta, qae precipita e lia de le*
var o piic iofalliveioiente mi ruina. Isto
nao me parece de bono aviso nem de bom
conselbo. (Muilos apoiadoj da minora.)
O Sr. Gama Cerqueua : E' a mus
eloqaente demonstrado contra o projeelo
do governo.
O Sr. Almeida Pereira : Sr. prenden-
te, confess > a V. Exc. que me considero
muil t atrasado as lices da historia do pro-
gresa jj hamanidade.
O Sr. Andrade Figeira : Nem pos
sivel acompanbar a propaganda. (Risadas.)
O Su. Almeida Pereira : Retirad > de
ha muito do culicio dessi civilisacio que
manifesta-se pela vapo--, pela electricidade
e pela navegagio aerea (risadas), natural
que n tenba acompanbado o carro do pro-
gresso em todas as estacSes qae lem per-
corrido em sua carreira veloz.
O Sr. Andrade Figueira : As estafes
j foram snpprimidas; um trem de ex-
plorarlo do infinito 11 (Risada;.)
O Sr. Almeida Pereiri : Quando vejo,
Sr. presidente, recorrer-se aqu ao direilo
natural, i pbilosopbia, ao cbrisanismo, s
luzes do scalo, s exigencias da civiiisacao,
para defeoder-se a proposla do governo,
confesso a V. Etc. que estremece e contris-
to-mo, porqne por essa forma leva-se a io
certera a tuJo quanto esa constituido enit* marem-ge pbilantropoe e aeficiooiotas
nos (apoiados da minora), e exp5s-se a nol> albei (Acotados dti oppssicio.).
' nao do Estado ao furor das vagas desee
oijpo recorrer se a m ira!,
ooco nesta casa
Ki nao tem direilo sobre o
e por isso nSo bi senhores nesj -eteravos,
cootrisio-me, porqne estas palavras mal in-
terpretadas podem abrir vasto! horiiontes
i hnaginacio do eslavo.
Ellas Ihe dtem: iasarge-te contra o
asenhor, arma te, colrico, contra quem
, a tea direito(Apoialos.) Bijas di-
zem arada ao escravo : arma-te contra
os philaotroposdo dia que emnoms da r-
ligiio, pr>clamam te boowm igoat I bo-
mem, e entretanto conservara-te anda nos
ferros da escravidSo, coniertaodo se apenas
em rtentratisar parte do teu corpo, para so-
jeitar teu fl bo livre i movte cena pato
baodooo. (Apoiados da oppeelc>><>
O Su. Gama Cbroeira : feto orao *
a ventado.
O Sr. iUainoA PEmira : EHes que
oio tem metes de crear, de edocarrde ie-
iruir a milbanw de orptos fine, que abi
vivem na miseria, eipostos s epidemias o
a fume, sem ora* esteir onde deitar-w,
sera lerem roup pera coarirem o corpos
ns, qn4 zelo, que eoidadov coa quemeioi
nfo de- pensar aos fllrro da esoravae ?'
CApoiadb da opposieJ.)
Ellas Ihe dizem anda : meorge-ie eontra*
esse pbtraotropos do* di, cp em noase do
cfatristiaoHflso proclamaran-le- horneo igual
cana-ara le pera podere-nr cxpMdfr os-seui
sentirneo*D# pbrantropicos orando teapor
si a grande le da su* ventad* livre- pan a-
aerem a aricrade- da emeneipaeiO' d seas
esoravos r (Apoiados- da opaosicao.)
Ellas- *m mais : knurge-la; contra estes
pbi'aotropicos calculistas qoe anda heatem
eram eecravocr-atas, qm atnisvhonieuaivn-
(ieram-w sojeitando-aa talvez^a peior cipti
veiro. stparaado-te at da molber e dos
lilbos,. e- boje, dfpoi da era>>lsado ib' tea
valor,, quaoooo- nV> corre rois-risco, o seo
capital- vem ufanos 4 praQa pablica proba-
do
I. Ns bracos desea revolucJo ergoeu ss
t tornan acluai Imperador doB asil.
lo I la mooarebla de jiho caba
de ou'.ra revolojojp
e sobre m ruinas desse
blica. Comoreper-
de revom-e
eroaast^ qoe poda ter ido adiantese
I frente dot deslaos do paiz n3o boovesse
o polso forte d)s grandes estadistas da -
qoella poca. (Apoiados.)
Em 1971 nos vimos a Internacional pro
clamando guerra ao capHal, guerra pro
prledade, i emancipacao do saiario, em be-
neficio das elasses trabalbadoras; e rmpre
videotemeote, sem escolher opRortooidade,
o governo afira tela dos nws'os debates
ama proposta destaa qoe enrolve graade
3oelio da propriedade, a graade qaestSo
o capital, a grande qoesUo do salarlo, a
emancipacao da ojoasr exclusiva efessetra-
bilbadoaj>.do paiz, aefasse escravaf (A-
poiados r muito beos.)
O Sr. Gtar* GERrjutnrA : Este awomp-
to devo ser mailo beur medi-.ado.
O Sr. Aura-a- Per :; Sr. presiden-
t, ea pepo ao honrado- 9r. presidente* do
cooselhoe aos honrad >> rnem-bros da mio-
ri> qoe no vejam oestes- palavras nada
qt possa p/rscer envolver o menor peo'
saaeato riervads. Trago apenas no
nsort* etsW faetos, para ooodpaanar a op-
psrtoodade, a imprevidencv da apresentav
So d* proposla, quando e- sabido o estado-
alctivoem qaoaeacha o-paiz..
Sr.. presidente,, quem- b 10- aneos, man
o* meos- poder, pensar que nos estava-
N5o nolou-se, 9r. presidente, qae elle
documento est ass'goa por um Hiustrs
estadista, pelo grande moistro de Lu?. Fe
Mista
Ustar-se.
terse qoe
? Ha un expcaoaV, 03o pode con-
8. ssIJUhusiasao oJo pode di-
jue era apenas filbo do conluta-
lippe, por Guisot, nem ao iMoofBpjrdoov ,eolo dos feu COrrelgionari|s pela ma-
s qoe Guisot, lio pbilantropo ea) relajo
ao Brasil, nem. lave a eoragem de abolir a
escravidSo as coioaiu fraocexas. (Apoia-
dos).
Vozes : Mu lo bem.
O Sr. Almeida Pebeira :Foi preciso
que vjesse a revoluclo de 1848 para atli
elecluar-se a aboli^ao, quando Goisot, (JfK
esteva do poder tantos aooos, j bava delle
descido com a queda da roooarcbia de jo-
lito. Isto ijuer dizer qoe os borneas de
estado da Europa, quando teea a grande
resppftsabilrdade do poder, nao se deixam
domraar pela pbilantropa (apoiados, muito
bem); isto quer dizer que Guisot, m dos
estadisfas usis Xioslrados di> Franca recuou,
dianle d abofifaVr,-apezar de plilaafropo,
apezar de* ver qo* com isso apenas sortaria
alguns dedios de urna das roaos da Franca,
elevara a juina a poneos mil&ares de
franceses, 9 a loogioqnas colonias.
(lia diversos aparta).
O* ministro podirosov com una mof
nuaaerosa, ro poda fazer triompbar as*
oas ideas.
aohomest. e entretanto veta pedir 8> asta tusos-oproximoo-db um revolocao social.
melbor o seu patriotismo, procorem dar
nao do Estado urna derrota diversa daquella
que Ibe imprimlram, e resolutos a desvien
a dar nos pareis em qoe a lan^aram, e no
meio dos quaes considero cerlo o seu nau-
fragio. (Moitos apoiados da opposic^o.)
V. Exc. sabe que foi sempre conserva-
dor.
Vozes : E' verdade.
O Sn. Almeida Pereira : Desta tri
buna Uve occasiio orna vez de manifestar
como entenda a idea conservadora. Moitos
annos tem decorrido depois disto, e anda
hoje considero-u conservador, como na-
qnelles lempos.
Dizem-mo, que a sociedade tem cami-
nhado, e que no seu caminhar os homens e
as cousas se tem modificado, e que a idea
conservadora se tem tambera alterado.
Retirado hi muito da poltica activa,
natural que en nao conheca a ex ensSo das
modificaces que se derSo. nem mesmo at
onde cbegHi a alteraco da idea conserva-
dora.
Receio, pos, vir aqu fallar em nome de
um Evangelho poltico qae nao existe mais,
on se acha completamente mutilado. (Apoia-
dos da minora.)
Mas io em nome delle que en posso
fallar ; foi nassuas doutrinas queformou-
se-me o corado e o espirito; e acho-me
j em idade muito adiantada para poder
aprender novas doutrinas e guiar -me por
novos seotimentos, por novas theorias.
Em todas as sociedades humanas doos
principios apparecem sempre em lata : a
tradifo e a novidade, a conservado e o
progresso, o direito estaluido e o direito a
constituir, o passado e o futuro.
Esses principios s3o os marcos que di-
?idem as daas grandes escolas polticas e
sociaes que em toda parte do mondo ple-
team a grande causa da civilisac3o e dos
destinos da hamanidade.
A tradiejo, o direito constituido, o pas
lado, a conservarlo, s3o elementos, como
diz nm escriptor, da le da cootinaidade ;
o progresso, a novidade, o di eito a cons-
tituir, o futuro, to elementos da lei do
momento.
Estabelecidos, pos, esses principios,
acil, serviado-se da analyse, saber-se a
qoal das duas escolas pertence a idea qae
se defende ou se impagos, e em qaal del-
tas esiso naluralmeote filiados os seas de-
fensores on impugnadores.
Yoies da Minora : M lito bem I
O Sr. Almehm Pereira : C'eio qae
impugnando a proposla sujeita aos debates,
snantenbo em toda a sua plentode a idea
conservadora. (Maiios apoiados da mi-
nora.)
A agitacSo da sociedade am seas funda-
sa nao do E
oceaao, qoe se chama o scalo XIX t
Nesie vasto occeano tambero cruza o n-
vio pirata que se intitula O Internacimat
(moito bem), arvoraodo igualmente a banr
deira de ama f<*lsa civilsimo, de uma falsa
religi3o, e de uma falsa hamanidade, a ten-
tando em ndme dos principios santos de li-
berdade, fralernidade e igualdade do&povos,
derrocar o principio da familia, o principio
da prop.-iedade e at negar a De os. I
Vozes da minora : Muito bem t
O Sr. Almeida Pereira : ftexemos,
pos, esses argumentos, qae nos podem
levar a consequeucias imprevistas ; esse ca-
minho que abre vastos horizontes imagi-
nado de cada um.
S 'nliores, assumpto de ordem mais trans-
cendente nunca foi submettido decisio e
ao estado desta cmara, (Apoiados.)
A abolic3o da escravido n'um paiz como
o no>so, em que ella data de ha seclos, a
faz parte integrante do organismo so:ial,
em que o e-cravo constilue o geral instra
ment do trabalho, o agente productor
em mor esoala, se nao exclusivo da riqueza
publica e part oular, objecto para ser me-
ditado oom muito fra attencSo, com serena
calma (apoiados), removendo se panrtoug
da discussaoti capricho, a vaiiade, a perti-
nacia qoe oio fundada naraz5o (apoiados),
removendo para longe dos debates o impul
so generoso do coraco que, ao passo que
abre-3e sympalhico aos sentimentos philan
tr.pcos em beneficio de uns, coatrahe-se
impedernido em beneficio de outros (apoia-
dos da minora); ao passo que expaode-se
compassivo *em relagio a classe escrava,
mostrase fri e esquecido completamente
da classe proprietaria I
Vozes da Minora : Maito bem 1
O Sr. Pereigo Malheiro : E' phi
lantropia de novo genero.
O Sn. Almsioa Pereira : Disse ama
vez o grande orador romano civila est
socielat juris.
E* preciso nunca esquecer que o Estado
uma sociedade de direito : que o direito
p-Je ser esquecido, pode mesmo ser me-
nosprezado mas nunca ser sapprimido vio
lentamente sem grandes riscos, sem pro-
fundos abalos, e mesmo, qaem sab?, sem
a deslruicajo da sociedade. (Apoiados.)
O estadista, o legislador, o governo,
qu Iqner que seja a forma de quese revis-
la, monarebia ou democracia, nao lem o
poder de conjulcar o direilo, nao tem a
facoldade de impor a philantropia costa
do direito de ninguem, anles, como orgio
da sociedade, temo deve: de respailar esse
direito.
No dia em que o Estado desvia-se deste
caminho deixa de ser a garanta do qae
est constituido, deixa de fallar em nome
da sociedade regular e fela para assumir o
papel qae pode ser glorioso, mas de
grande risco e immensa responsabilidade,
o de agente da revoluc&o que tenta levar a
effeito.
A insltaiQo da escravido entre nos, pa-
rante a constituido, perante a legislarlo do
paiz, perante os usos e cosamos de sca-
los, entre nos orna instituidlo de direito.
Gomo tal creou relacjies jaridicas que nao
podem ser esquecidas, nem sapprim das a
capricho, nem nicamente aos cnticos so-
noros da philantropia. Gomo.sociedade de
direilo, o estado tem o dever rigoroso de
proteger esses direitos, de manter os inte
resses creados na boa f, e abrigados
somlra da lei.
Quando esses direitos e interesses tem
perdido a saa razio de ser, pode o Estado
em nome da raz3o publica pretender a saa
suppressSo : nesse seu intento, porm, nao
pode transpr certos limites. A escravidio
como instiluic3o de direito, nao pode, pois,
ser sapprimida seno quando se terina en-
tendido qae perdeu a saa razao de ser, a
sua razio de existencia.
Mas, Sr. presidente, ter por acaso a
instituico da escravidSo entre dos perdido
a sua razo de ser ?
Quero conceder por bypothese qae sim.
(Oucam, oucam.)
Neste caso o Estado, em nome da razio
publica, pode pretender a saa sappressSo ;
mas preciso nao esquecer que nesse seo
intento o Estado nlo pd^ oltrapassar cer-
tos limites, nao pode dispdr do dia de hon
lem, nao pode estabelecer o novo direito,
destruiodo os effeitos do velbo que vigora-
ra na vespera. (Apoiados.) O escravo
entre nos ama propriedade, alm disto
unf instrumento de trabalho, e e sob ess
Sr. presdeme, estos paasras d5o lugar
a- muitas consequencias e a largo dbsenvol-
como-ests que teas naturalmente db operar
proposaa. do1 governo como se acha for-
moJada f. ftAipoiados.) Foiiministro-ba 10
aooos.e cantoso a Y: Exc.e causara que
uunca.vi.iratar-se seriamente destagr^vis-
simt questfio. Oo-bomens pansadores, rio
's-u.gabinete, enoravam o- problea. com
assombrOb. mas pareeiam todos er'r e pen-
sar, com o. viscorble de Cayr, qutt s da
Divina Providencia- podersa vir o temedio
para, o dmI da escravido ao BrasiL
O' Sr. Anohaj)e-. Figueiha-,: Anda as-
sim. se pensava no dia 11 de malo. A
proposta apresenaada a l desss mezque
veio tiran-nos adas as dovidas.
O%.Almei0a. PBREmvv:: Eosreanlo,
os aconiecimentoe tem se precipitado; pare-
vimsoto. Quem estuda eem> seaie-1ade .ce que pretende-se adianlar os tempos. E'
>
/


attenco a nossa saciedad deve recisr qoe
se propagee estas d >otrinas nesta- oecioax
Diasta-nos ja essa educacao imaginativa que
nos troux a letteratora francesa, i qjaa>
nos entregamos de preferencia.
O Sn.. (ama CEnojBsraA : Apoiado ; que
at nos tem corrompido o gosto.
O Sa. AuMannA Peremm. : Le mbre m -
nos qu em nomo dos priosipios santos da
libehkade, da fralernidade a da igualdade,
que a AHemacJona pode perturbar a ordem
e onmmetter tamanhos deavarios em Fraa-
ca, e assustar todos os gomaos das najos
caltas. (Apoiados.)
Observo que ha vergoobaam.confessar-a
necessidade por emqaaolo da escravido no
Brasil, qae ella nm grave peccado e in-
sustdntavel erro commettido por nossas
pas. Senhores, ninguem pode contestar
qae a escravido condemoada pelo chris-
lianismo e pelo direilo philosopbico ; mas
6 preciso tambem n3o esque:er que alia ah
apparese oa histeria da humanidad* como
um fado constante, que reprodaz-sa em to-
das as iaades, sob todos os climas e todas
a \mtsm* du governo i parc qua 6 ella
como o cholera, como a paite negara, com
que a Divina Providencia se apraz em cas-
tigar o genero humano. Ella uma lepra
hedionda, mas que parece ser o resaltado
de orna lei rny sterios a dos acontec montos
humanos. E' preciso nao esquecer sob o
enthusiasmo que esta lepra como a tnica
de Nesso ; ninguem a pode dispir de im-
proviso sem ensangaentar o corpa, ninguem
a pode arrancar violentamente sem qae
com ella tambem se desprendis as carnes
Quem ah nao conhece a historia do cap
tiveiro dos Hebreos na Ierra dos Pbiras ?
O civilisado Egypto, que nos legou as py-
ramides, a Grecia com a soa pbilosopbia
(3o adiantada na liberdade, as artes e as
sciencias; Roma, a senhora do mundo, qae
anda n3o teve qoem a gaalasse ; o p o-
prio povo eleito de Djus, opovo de Israel,
e moitos outros poves da antiguidade fo -
ram contaminados desta lepra.
As nacftes cbristSas da media idade, j
nao fallando das nac5es barbaras e incalas,
foram delta tambem contaminadas, embora
sob uma forma diversa. -
Nos nossos tempos a livre Inglaterra, a
ierra do bom senso pratico ; a Franca, ce
rebro ardente do mundo, na phrase de nm
elegante escriptor, crtera sempre em eba-
lico I a Molla oda, a Dinamarca, a S.ecia,
Portugal, a Hespanha e a Rossia ; a rnara-
vilhosa democracia dos Estados-Unidos da
America do Norte e tantas outras nacfos
modernas, nio escaparam ao seo contagio.
porque, senhores, havemos de consi-
derar o Brasil infamado s porque tem
aiada a desdita de possoir em sea seio ama
instituido que foi acolbida por tantos povos
cultos e civilisados ?
Uma Voz : Esses povos tratarsm de
[corar essa lepra.
O Sr. Almeida Pereira : Nio leve-
mos, pois, 0 nosso enthusiasmo.ao ponto de
nosjuigarmos infamados, nicamente por
esta desdita. O bom senso e o exemplo
desses povos devem dar-nos ao menos a
consolacio de crer qae ha uma grande alte-
nuante em favor do erro commettido pelos
nossos antepassados. Esta desdita nio nos
afasta do banquete da civilisacio ; abi sen-
lam-se convivas illostres que ainda mostrara
as cicatrizes recentes da lepra, apezar de es-
tarem em coodiooes diversas das nossas.
As nacSes caltas, os homens sisados, os
grandes pensadores de todo o mondo de-
vem bem comprebender as cireamstancias
pecuniarias do Brasil, e hio de fazer severa
juslica aos coracSes brasileiros, aos nossos
vivos sentimentos de religiio e de philan-
tropia ; elles sabem e devem bem compre-
bender qae, se ainda nio nos libertamos
dessa lepra, nicamente porque ainda nio
podemos encontrar remedio be oieo e
efflcaz qae nos livre della sem aniquilronos
completamente o corpo.
Sr. presidente, tenbo sempre moito re-
ceio da propagarlo entre us de certas dou-
trinas ; observo pelos acontecimentos que
ba como que amacadeia magntica que nos
prende Franca.
Em 1830 a monarebia legitima de Garlos
X caba para ser substituida nos bracos da
revolocao pela monarebia de jolho, sendo
elevado ao throno o re Luiz Felippe; co-
mo repare assio nos ti vemos a revoratfo de
83I, qae troaxe a abdlcafio de !>. neto
4*
verdad que darante e depois dag.ierra ci-
vil ds- Estados-Unidos la America do Nor-
te alguns. homens pensadores, reflectindo
na reperoursaa que poderia ter a solnc
desea-guerra aomosso paiz* assombraram-se
e procura/ara, astudar mais seriamente o
difcil e intrincado problema, da emancipo-
cao : erlea virio' que a abolicio da esesa-
vidlo. nos Estados Baidos da America do
Nrie naturalmente tinha de produzir mais
ou menos tarde fados Ideticos em todos
os paizes escravagistas. K. nac3o toda por
sua parte tomou-se tambm de assombro
depois deste acontecimento.; re:eioaa im-
prodaacia e pracipUacio, e qoe as seilas
abolicionistas, nao encontrando nuU a re-
sistencia daqualle grande paiz, qae teado a
rnesma instituico. no sea seio, era todava
temido e respeitado bo exterior, viessem
fazer entre nos mais a descoberlo o jugo
da propaganda. Infelizmente asta previso
realisoo-ae,
Em ISfili, como a casa sabe, a sociedade
abolicionista de Pars dirigi a S. M. o Im-
perador uma carta em que lhd acooselhava
a aboUcaa da escravidio no Brasil.-
Essa carta talvez a origem do acolhi -
melo e agasalbo, qae o peasamento da
abolicSo comecoa a encontrar, nao no paiz.
nio nos coracoas brasileiros, pois que isto
data de ha muito lempo, mas as regios
ofOciaes. (Apoiados.)
Essa carta j fo lida nesta cmara em
186&, mas en peco licencia para l-la de
novo, porque preciso fazer-lbe alguns com-
mentarlos.
SenhorvNo momento em que a re-
pblica dos Estados-Unidos, victoriosa de
uma guerra longa e mortfera, acaba de dar
a liberdade a quatro mhoes de escravos;
no momento em que a II spanha parece
prestes ceder voz da humanidade e da
jusica, ousamos fazer a V. M. um ardente
appello em favor dos escravos do vosso im
perio.
t Sabemo-lo, senhor, e noguem na Eu-
ropa o ignora, que V. M. poderoso no
vosso imperio (oh 1), e a vossa forca reside
na administracao reconhecida e no.amor
sincero do vosso povo.
J abolistes o trafico ; mas essa medi-
da incompleta; uma palavra, orna vonla-
de de V. M. podem trazer a liberdade de
dous milbSes de homens (oh I)...
Um Sr. Deputado : Esses sabios france-
zes nunca leram a constituido brasileira.
Otro Sr. Depilado :E' uma flftr ve-
nenosa.
O Sr. Almeida Pereira (continuando a
lr):c Podis dar o exemplo, senhor; e
lende a certeza de qae seris acompanbado,
porque o Brasil nunca olbou a servi J3o
como uma instituirlo divina.
Vozes generosas levantam-se todos os
annos as assemblas, na imprensa, no ni
pito, para pedir a abolicio. O numero dos
escravos menor qae o dos homens livres,
e qoasi um terco j existe as cidades exer-
cendo officios ou servindo de criados, e
fcil eleva-los condigo de assalariajos.
A emigra cao dirigir-se ba para as vessas
provincias desde que a servidio (ver des
apparecido. A obra da abolicio, que deve
attender aos faclos, interesses, sitoac5es,
parece menos difficil no Brasil, onde alias
os costumes sio brandos e os coraces hu-
manos e christios.
c Desojamos a V. .M., j Ilustre pelas
armas, pelas ledras, pela arte de governar,
uma gloria mais bella e mais pura, e pode-
mos esperar qae o Brasil nio ser por mais
lempo a nica ierra ebrislia affectada pela
servidio. Temos a honra de ser de V. M.
muito humildes e respeitosos servos, etc.
Sr. presidente, esta caria que eu consi-
dero como a origem...
O Sr. Andrade Figeira : O Sr. pre
aidente do conselho a considerou assim no
oonselho de estado.
Um Sr. Deputado:E declarou qae era
o motivo da pressio..
O Sr. Almeida Pereira:... do mo
vimento emancipador que se nota de cerlo
lempo em nossas regios officiaes, foi qae
servio, no mea modo de pensar, para pre -
cipitar o movimento da emancipacao no paiz
por parte do poder publico. Esta carta
3ne devora ser respondida de uma maneira
ifferente daquella porque o foi, como
j disse, o ponto de partida do movimento
emancipador da parte do governo do Brasil,
(Apoiados e nio apoiados). -;
deis contestar que, ainda pouco tempo antes
da revolocao de *8i8; Goisol trtb ama
imaioru immensa-, de cerca de dous- tercos
de votos no parlameuio. (Apoiados da op-
posicaof] E se elle dominava-se tanto-pela
pbilanUepia, se presta va al&rjco to-acu-
rada ao generoso impulso do'OoraciQr por-
que n5o promoj^ew a abolico* as coftiias
francezae-?
OSr. Galdido Mmr\:afeito- apoia do t
Uma fie' da Ofosicio : Bra ailo
mais fcil do que do Brasil.
0-SS. AbMEiDA Tueira :A-Cibe?ado
sstadista aa Europa reside cima do cora-
Oioi (Moito bem). k lempos-, porm. car-
reram; Goisol abolicionista, Gaisot illnrai-
cninado pela nuvem doorada da philantpo-
'pia, sem a responsabilidade do poder, ve
acooselba ao govroo-do Brasil qoe tome a
uissai ir&previdente da> abocSo oeste pas;
sem attender s>circunislancias- especiaos e
tao diUereates,. em osm dos atbamos.-da
fuellas em qoe estaaa a Fransa em relac
as su as colonias 1
Senhores, os. horneas de estado da Eura-
pa leem uma norma de preceder muito
'idiUerents- da nossa. E.a.proposito vou ra*
jcordar anda o proceder de lond.Pahnerstaa
quando se propoz a.lei para a. redcelo das
horas di trabalho em beneficio.dos meninos
as f a bracas. Por essa occasiio ainda o
c.-racianio dominou o estadista, elle ar-
ge u-se e disse : que naopodia consentir
na. adopcio. da isi, porque irla perturbar
a prosperidade das fabricas. O seolir
ment philan trpico em fav ir das criaacas
nao toi ouvido :. a grande cabega de lord
Paliierston triumphou sobe o coracio*.
Sr. presidenta-, a Inglaterra, a naci por
excelencia do bom sonso- pratico, resisti,
e resisti sempre palmo a palmo a
da escrav.do em saas colonias,, nao alien
era o protesto
trinquillidade,
chafe do gabi-
prevideneia do
questes do
no araimo do
dfl.earacter,
doga-
for-
ohe-
danca da siMascid
enrgico da seguri
fas a patarra a
aate, maaaksUda cot
seo antecessor em
elemento servil, tinha era
paiz.
O paiz confiava na intfl
na prudencia consuman
bnele e seus collegas;
dade de que o chefe desse
sendo pf ticamente as eircamstaol s pecu-
liares drrflrasil e saoa recfnos^J b o lau-
Carta no caiambo peiigosoj i reforma
iocl imprevidente. (Apqm
Como-- sabtto, esse gabmate, saiisfaasor
do as aapiraede do paiz, corres ponderlo
s suas esperanzas, poz aa eravo na rjobv
do cana da aboltcio que'parie do poder.-
Dorante-dous aaoos, 1809 o 1870, nio
vio-so inserido na Mas do Ibrona nenaam
tpico a respeito da> emancipacao- Ovyiv
mento serM. Esta

-
exclusa o den- ao-paiz
|aioda maior tranquilIMnde, ainda mawr se-
0*5im. Almeioa PsREra:Vos nopo- SBranCa (apoiados da epposicao); Uto pen-
is Dnilfistar n*ia. ainda noiir.n temoo antes ^ a n,n.i,.m ..^ -
sao, e pensoe'bem, qua* o goverf!
tivesse o desejo-de qoe- a escraW cr loase
estingoindo-se*. nao pretenda em toma do
poder poblico fizer obra* precipitada^
^ministerio de 16 tie-julbo retiroo**,
porm do podar no anoo passado ; e*poe>-
cos das antes da quelle gabinete acoilou ooadioioualmeate ana
addkivoi lei da-orcament, offerectdo no
senado" pela minora liberal, addinw que
cousignava algunas medie**- relativas--so-
^ucio-da aboJicSo-dO-elemsotoaervil. (J presiasMe do coasalho' teve a bondade.de
ler-noao discarso-que nesse-occasia* pro-
ferio o>St. visconde de Itaberaby, da qpeot
B. Exc.foi collega-j.d'ahi qpiz tirar o argu-
mento de quena>>proeodeasos'bem, impug-
nando ideas qae oram acetUapelo gabinete
de iS-dejuIho.
Por minba parto, Sr. orasiden^e, ofe-pos-
so ac,")Tpantiar oboBradoW|*eaidente-do-
COBselba- neste terreno t dslndo aqpti as
miabas- oonviccoes* Se os aossos homens
de estado em ura dia pensara por usm for-
ma e ao dia segaiate poraatra, cUroqoe-
nie deTopartilbar, nem assumir a respen-
sabilidade dos aaas actos. (Apoiados) '
| Um dos membros desse-gabinete acou do
expor mellior as raabes
O Sk* Paulino> de aouaa,:J expliqaei.
O Sa. Andrajo* Ficueaaa*:l o-explico-i.
na cmara e na impreni '$* muito- iatisfac-
toriaoiente.
O Su;. Almeoia PERaatA:.. ^ficou da
ir mais adame as suas explicacoes, qoe
parece nio terem utisfeito ao nobre prej-
dente do coaselho. Pala, miaba parte,, as
explicacoes,. quaesqoer que sejara, nlo. me
demovero ts minhas convidos.
Quando aejo o Sr. presidoole do coaee-
!solic/o. Ihopromovendjcdm. tanto amor a adopcio
'"desta proposla, a teto os seas pareceres


dendo aos cnticos d3 sara, da pailaniro- ados no. conseibo de estado, fico tambem
pa, e s cedeu quando vio qae era chega-
da a opportunidade e-ao podia mais deixar
de fazer a a bol icio.
E para n3o parecer sspeita essa opiniio
vou lr um tpico que se v aa obra de
Cocb.a, qae tanta lem servido para precipi-
tar a abolicio.no Brasil; nm escriptor qua
n3o pode meVecer suspeicao: (depois de
procarar entre os apontamentos). Esque-
cime da nota em casa; mas icnabro me
bem do que refere este escriptor em rela-
C3o opiniio do duque de BxogUe, acerca
do prooedimento do governo inglez em re-
laco i abolicio da escravidio. em suas
colonias; reproJozirei fielmente o pen-
samento. Diz o deque da Uroglie
Faz-se muila honra ao governo inglez, e
se lbe fara muila injuria, attribuindo-se-
Ihe a abolicao do trafico, a abolicio da es
cravido, quer a altas vistas de sabedoria e
previdencia, quer a combinacoes machiave-
licas; o governo ingle sobre esse assump-
to, nio adiantou os tempos, nem dirigi os
acontecimentos; limiloo-se a manter ostatu
quo; resinti 15 annos exlncc) do tra-
uco, e 2o annos abolicio da escravidio
defendee palmo por palmo as posiQoes in-
termediarias, e nao cedeu em cada vez, so-
nao necessidade.
Porguntarei eo, Sr. presidente, quando
tinbamos este exemplo, porque razio o go
veroo do Brasil havia, mais ou menos, de
comprometier-se to e prompto, e a assu-
mir a responsabilidade inmensa de preci-
pitar a abolicio da escravidio entre nos '
Eu nio vejo oulra explicado senio esta: ;
nuvem dourada da philantropia 'deslumbrou
lbe os olbos; ei-lo a correr aps della, es-
quecendo interamente os interesses reaes
deste paiz I (Moitos apoiados).
Sr. presidente, a resposta dada carta
da junta abolicionista de Paris, foi uma in*
folcidade; alm de assumir o governo do
Bras I a responsabilidade da solucio de pro
blema lio difli .il, estabeleceu um preceden
te terrivel, o de dar carcter official a orna
associaco que nao o tinha e que animou-se
a vir discutir perante o nosso governo os
destinos do Brasil (apoiados, maito bem da
Lopposicio); abri uma porta larga a outras
associacoas que, impellidas pelos mesmos
principios ou por principios anlogos, en-
tendern! conveniente vir qoeslionar com-
nosco sobre oulros pontos acerca dos nos-
sos destinos.
O Sn. Cruz Machado : Realmente isso
nos abale muito na opiniio publica do
mundo.
OSr. Almeida Pereira:A este primei-
ro ponto seguio-se logo oulre ; o movimen-
to abolicionista, assim iniciado, inmediata-
mente teve repercursio no nosso parla-
mento. O gabinete de 3 de agosto, pela
primeira vez na falla do throno inserio um
tpico relativo abolicio da escravidio.
Sabe-,-e bem como a idea foi aqoi recebida;
amigos e adversarios do governo, com a
saa palavra autorisada, impogoaram com
vebemencii o procedimeato imprevidente
do gabinete; as declaraces, porm, francas
do seo chefe, de qae nanea tratara desta
qaesto senio quando chegasse a opportu-
nidade, tranquillisaram de alguma forma os.
nimos. Esse ministerio, como sabe-se,
teve de retirar-se do poder aem ir alm
nesta questio: soecedeu-lhe o ministerio
de 16 de ja'ho.
A ascencio ao poder desse ministerio foi
recebida no paiz e saudada com demonstra-
ces de jubilo e enthusiasmo, como nio ha
exemplo na nossa historia poltica. (Moitos
apoiados).
O Sr. Perdigo Malheiro :Nunca.; a
nossa historia nao apona nm facto igual.
O Sr. Almeida Pereira :E porqae iw-<
Y lOJDiARlQHU DO CUQUE D GtX AS

attonilo mas o qo* devo er? ? Apenas que
os bomaus e as i daas modifica m-se a cada
instante oeste paiz de temperatura varia-
vel.
Eu que alo aaompanbo hpje .honrado
Sr. presidente do conselho, porque estou
dootrmado potos pareceres qjna como con-
setfceiro de estado S. Exc. oeu (apoiados),
nio poderei tambem acompanhar oJr.vjs:-
condo do IiaBorahv, se pwvtnturft 3. Fjtc.
modificou, o que nao crea, o sea moda de
pensar.
O Sr. Andrade Ft&UEHtA Ea tambem
nio o aeompannara nessa parle e feria o
que fiz aqui muitas vezes negando-lbe >
meo voto em muitas questes.
O Sa. Almeida Pereira :jEu e&pero, Sr.
presidente, qae o Sr. visconde d Ltabora-
by, um dos Ilustres estadistas, que ainda
nos restara aessa pleiade brilaaa'.e de ho-
mens que, encanecidos ao sol de nossa in-
dependencia e educados as grandes lutas
da minoridade, tanto Ilustraran) a nossa
tribuna e tanto sei virara, ao paiz. com o seu
civismo tamanho o desinteresas, ha de era
occasiio opporluoa dar as verdadeiras ra-
zos que o livrem dessa apparentes con-
tradiccio em que parecen querer en-
contra lo o hourado presidente do con-
selho.
O Sr. andrade Figeira NSo ha con-
tradiccio alguma, elle j declarou que nao
pertenece propaganda-
OSr. Araujo Llma:Ha differentes es-
pecies de propaganda.
O Sn. Andrada Figeira :A esta propa-
ganda qae est dando a lei,
O Sr. Almeidr Pereira :Sr. presidente,
deploro que o Ilustre presidente do con-
selbo e seus collegas nao tiveasem melbor
reflectido sobre as circunstancia de paiz,
e nio tivessem procurado nmt"ilpportui-
dde differente para sujeitar "aos debates
desla cmara a sua propost. -Nos, os la-
vra dores, qae, sfji dt > de passagem, nada
valemos boje, porque ousamos neste paiz
livre levantar a nossa voz para'defender os
nossqs interesses, a nossa propriedade
ameacada.. .
Sr. Gama Gerqueira :Iateresses que
sia tambem os do paiz
O Sr. F. Belisario :-*a\ctualmerite um
titulo de suspeigio i
OSr. Almeida Pereira:.. nos que at
j somos considerados como tteres, que se
movem com a deste ou daquelle outro...
O Sr. Araojo Lima :Qoem disse isto ?
O Sr Andrade Figeira :Foi o Sr.
presidente do conselho.
O Sr. Araujo Lima :Ainda nio o a vi
ninguem empregar aqoi a palavra tteres.
OSr. Almeida Pereira.... nos, Sr.
presidente, procedemos de uma maneira
differente.
Acostomados s contrariedades da natu-
reza, a ver o tufio e a torrentes destru-
rem-nos as plantacbes, temos innata em
nossos corachas a resignagio qae traz a
virtude da ordem... (muito bem)...
0 Sr. Psrdigo Matheiro :Nem o la-
vrador pode deixar de ser homem de or-
dem.
OSr. Almeida Pereira:... nos que
estamos acostomados a recebar da Divina
Providencia a luz do sol e a chova, indis-
pensareis elementos para a germinacio das
plantas, somos por natareza religiosos.,.
0 Sr. Perdigo Malheiro :Apoiado ;
ba mais religiio no campo do qae as ci-
dades.
('Coliaa,-f-a),
,.
/

y
t
?


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