Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12470


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Full Text
AUNO ILVII. NUMERO 194
UU CANTAL C IU6ABIS OIDE BAO SE PACA fOBTX.
iPor Ir* BQMS HluUJUilfW .
*or Mis un kfen .
Jpftrna auno idsra,. .
Oda wmmtv ratan .
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TOMO
14100*
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SABRAfiO 26 DE AG
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DUIM I TOA DA FBOVUCIA.
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Por note ditM idea...............-.
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171000

*
S-
i

Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Rlhos.
.--------------;--------------:---------------------_
ti
Os Srs. Gerardo Antonio Alves i Filhos, no Para ; Gonfa'.ve d Pinto, no Maranblo ; Joaqnim los de Oliven-a A Filbo, no Coar ; Antonio de Lenoa finge, no Arecaty ; Jlo Abra Julio Chivea, no Aaa ; Antonio Marqoee da Silva, no Natal Jos
Pereira d'Almeida, em Mamangoape ;Felippe Estrella & C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Boleio, ea Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazaretb ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Allgoas; Dr. Jos Martins Aires, na Babia; e Leite, Serqoinho < C. no Rio de Janeiro.
=
PARTE QUICIAL
Repartidlo da polica.
I.1 seegao Secretaria da polica de Pernamba-
o, 24 de agosto de 1671.
"tt. IIS8.Illm. e Ext. Sr.Levo ao conheci
trento de V. Exc. que, segundo consta das pa'rti-
.ipacdss recibidas boje n esta repartigao, foram
iioniem reeolhidos casa de detengao os segrales
individuos:
A' miaba ordem, Joaqaim Peieira da Silva' e
Jas Sos Aojos Paciente, vindo do termo de Plores,
cono crinara sos.
A' ordem d<> subdelegado de Santo Antonio, Se
nhorinna Mari:, da Coneeicao, Francisco Ferreira
le Maraes Lima e Manoel Saturnino, por distur-
bios; Alhsuask), eseravo de D. Varia do Xasei-
mento Pereira, Porcina Ignacia Gouveia deAI-
meida, Luiza Mara da Coneeicao, los, eseravo
da vinva de Francisco Simfaes da Silva e Luis An-
tonio Franciseo, como indiciados em criuie de
tao.
Deas guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. Dr.
Manoel d > Naseimento Machado Portella, viee-
pre&ifenie da provincia.O chefe de polica, Her-
mofenet Scrates Tacares de Vasconcellos.
DIARIO DE PEBIUMBUCO
RECIPE, 26 DE AGOSTO DE 1871.
vageai le SS. UN Imperiaes.
Aaadrue se sabe quando os imperantes do Bra<
sil prenundtp deixar a Inglaterra, onde tem visi
>io todos o* estabeleciraentos pblicos e indus-
tria* fe Londres, Liverpool e Manchester.
Dae jornaes que recebemos, fazemos os segua
tes extraer % obre esse Assumpio :
i Os imperadores do Brasil, durante a sua esta-
da em Loa Iret, rocebeu urna depuUgio, que Ibe
irtareeea co^ia de um plano de colonisagao, que
fura aprsente Jo a approvacao do govrno rarasi-
leiro por Mr. Charles W. Kito, de Bruto! ; o qual
plaao e*l sendo actualmente estudado. >
a Dorante a permanencia de suas magestades
iinpraes em Oxford, fui lambem o imperador,
a'm dus edificios que anteriormente menciona-
mos, vigilar o novo museo, a imprensa Clarendon,
a Ueatro Slieldonian, a igreja de Cbristo, o colle-
gio da Magdalena, a livraria publica, e os esenp-
i .risa dos telegrapbos. >
No dia lo de jnlbo, quan'o sua- magestades
, esiivam e;n Chester, ficou ahi sua ntagestadea
imperairiz, e o imperador loi fazer ama digre^ao
pelo cainiabo de ferro do norte, de Gallos at Ha-
lyhead onde vio o quebramar, ed'alli valtou para
Baagor, onde examioou as duas magnificas pontes
de Meoai, e tabular, que ligam a liba de Anglesea
ao C inda lo de Carnarvon, valtando depois para
Chester.
Na du J1, o imperador, a imperatrz, e. as
pessoas da seu sequilo, partiram para a estac/io
de Liverpool era Lime Stree!, era urna carroagra
comraara de 1* classe, pelo comboio expresso que
vai :, < 7 horas e 40 minutos, e ebegarara a Man-
chester s 8 horas e 50 minutos.
c Na eaUgao do caminho de Trro em Manches-
ter-Victoria, foram suas magestades imperiaes re-
cbidos logo que se apearam pelo mayor da cida-
de Mr. Johou Grave, pelo escrivo da cmara mu
nicipal slr Joseph" Hsron. e pelo vice-consnl brasi-
lero em Maoihesler, Mr. Cox. O mayor e o es-
crivao da cmara foram aprestados a sua na
gesta le o imperador, que Ibes apertoa ordealmen-
te a mo.
O mayor disse ao imperador, que tnha feito
os preparativos necessarios para habilitar sua raa-
geslade a visitar os prineipaaes logares de inters-
se em Mancbester, e que se achava prompto a
Sua magostado o imperador responden que
agradeca profundamente as atiencoai que Ihe
ersm dispensadas, mas que era desejo seu que a
soa visita a Manchester fosse a mais particular
; '.'.v. I. Nao se ulilisaria portante do valioso
tempo das autoridades cvicas.
O* imperiaes'vsiiantes em seguida, tenio recu-
sado a guarda da honra que eslava s ordena de
suas magestades, subinm para as 3 carruagen
jue esta vara postas disposcao, e seguram direc-
tiraeDtepara a fabrica Atlas, a fabrica dos Sn.
Stnrp Stewart & C, na estrada de Oxford, a fa-
brica de impresso de Hoyles, na ra Buxton, fes-
(rala de L ndres), e a fabrica de espingardas da
mpaabia Wbitwortb, na ra Charlton.
. Depois foram para o botel Queen em Picadil
ly, era l bora da tarde, onde urna grande mutti-
dio esperava os imperiaes visitante?, que os rece-
iien com mnitos vivas.
Depois do lunch o imperador foi visitar a bol-
M, ende enlhusiaslicamente o receberam os nego-
'iantes que all eslavam reundes. Em seguida
vio o edificio da nova bolsa, e d'abi \> palacio da
muoictpalidade, onde foi recebido pelo mayor ; e
pelo e'Chvao da maoicipalidade.
i Mais tarde foi acompaohado pe!o vce-consul
brasileiro, Mr. Cox, visitar a fabrica dealgodo de
sir Elkanab Arraitage, os vasto- armazens de sir
i ,!:.es Watt & C, a fabrica de gult pucha dos
Sr;. Mac'latosh & C., e outros sstabelecimeotos l'a-
br's em Mancbester e Salford.
i Depois vollou o imperador para o hole! Queen,
onde suas magestades imperiaes se dignaram re-
eber varios personagens e os principaes cava-
Iheiros da cidade e arredores.
i Suas magestades imperiaes tencionavam per-
itar no Intel Queen, e no dia seguidle 28, partir
pira Laneaster, em caminho para a sua projecta-
'!-. dtgresso pela pitoresca Escocia.
No dia 28, o imperador do Brasil, acompa-
nhado peto barao do Bora Redro, sabio do hotel
i! itea s 51/1 horas da manhaa, para acabar a
sua visita bella cidade de Manchester.
Primeramente dirigio-se sua magejtade, de
carroafem, aos diversos tribunaes judiciarios, e
depois a prisio do condado. D'aqai seguio pelo
II rter Broighton, alravessando Kersal-moor, com
deslino aos jardins botnicos, Mr. Pindiay. direc-
tor dos jardins, encaminbou sua magestade n a
quelia taita, nao se esqoecendo de Ihe mostrar
urna das censas all mais apreciaveisas estufas.
n Pmiitiou o imperador porque maueira eram
os jardms sustentados, e fiou surprehen lido
i'iaado Ida diaaeram que era por subscriK luntarias.
Depois de ter examinado ludo, dirigi se
parca a Sant'Aauo,para ver a estatua de 2ob-den;
ri d' abi vottoe para o hotel Queen, oade os impe-
riajB vsidaotes atmacaram
As t/l aperador e a imperatirz e as pes-
do sea secnlto sahiram do hotel
passear em carroa-
e visitaram a cathe-
jas
para aisla
,"io Victoria/^bi tomaram assenlo as carrua
gos-salSes que Ibes esUvam preparadas, entran
To a* pesssa 4a ana comitiva as carruagens
coawrans. Antes te subir para a carruagem, o
o imperador aparto as loaos ao vise cnsul Mr.
tes, e quando o eomboy conecou a mover-se, o po-
va que asura reunido na estacao aoltou eniho-
*iasticos Tivas, os qnaes o imperrdor e a impera-
tria afradeeeram, enrvado a cabeca repetidas
vezas.
> Suas nugaatadea passarara pela cidade de
Laacaster, e ctufaram a Carlisle s 5 horas da
urde, sendo molidos na esuejo do caminho de
ierro pelo aaayor e o escriva: da municioalidade,
e conduzidos em seguida ao ho'e! County, onde
jantaram.
< Dep. is de jantar foram
gem descoberta pela cilade,
dral o castello.
i Partiram depois de Car'isle um pouco antes
das 7 horas pelo caminho de ferro Caledonian,
cem destino a Glasgow.
.t Suas magestades imperiaes foram muito vic-
toriados pela grande mntidio reunida na estacao
do caminho de ferro em Carlisle. >
a Quando suas magestades passarara, no dia 28,
pnr Linca ter, procedentes de Manche.-ter para
Glasgow, apeiarara se os imperiaes visitantes nesta
cidade e foram visitar diversos edificios, entre elles
o real asylo Alber, institnicao para a educarlo e
cuitara dos idiotas. O imperador do Brasil mos-
trou-se maitissimo satisfaito pela socegada e quie-
ta appareaeia das criaocas all asyladas. Visitn
minuciosamente as aulas, os dormitorios, as lavan-
daria, as cosinhas etc. Sua magestade fez mili-
tas perguntas ao Dr Shuttlewortb com referencia
s causas do idiotismo, o systema de tratameuto,
e os resultados.
< Antes de sahirem, os imperiaes visitantes ins-
creveram os seus notnes no llvro do authogra-
ph"s do asylo, accrescenlando suas magestades a
seguinte nota : Cesl um charitable el superbe eta-
blissement, que Dien bmra. >
< No mesmo dia 28, urdila, ebegarm os
imperiaes visitantes a Glasgow, depoh de terera
visitado tambem a cidade de Csrlisle, como j no-
ticiamos. Foram recebidos na'estacao em Glas-
gow pelo Lord preboste, e diversas autoridades, e
logo se dirigram para o botel Queen, onde per-
noitaram.
< As 5 e meia da manhaa do dia seguinte, 29
j ilho, o imperador e algumas pessoas do seu s-
quito dirigiram-se de carruagem fabrica de pro-
ductos ch i mi eos de Messrs. Tennant era St. Rolln,
e gastaram perto de urna hora era visitar este es-
ta belecimento. Parara visitar ero seguida a fa-
brica de fandicjfo de ferro Chitia, e dalli seguiram
para os estalleiros de cou4rucc3ei de navios dos
Srs. Stephen dt Son, em Govan. Aqu, sua ma-
gestade asslstio ao lancamento ao mar do Pira,
vapor de ferro movido a rodas, da lotaciio de 1,700
toneladas, fonja de'300 cavallos, destinado car-
reir entre o Para e o Rio da Janeiro. Este vapor,
o Pera, o primeiro de muitos outros que esto
em via de cnstruccio para a companhia de na
vegicio brasfleira.
Depois d'isto voltou o imperadar para Glas-
gow, onda alraocou, era meio dia. Depois do al-
moco, e seria i hora da tarde, sanio novamente
do hotel Queen o imperador, acompanhado pela
imperatrz e duas damas do seu squito, e foram
visitar a Bilsa, e a cathedral, gastando o resto da
urde em percorrerem de carruagem algumas das
ras principaes que ficam ao loago do perto, e
pelo parque West Eud.
< Proxiao da noite, o imperador e a imperatrz
partiram de Glasgow cora destino a Tarbet onde
tencoQavain ficar at segunda-fera, 31 da pas-
sado.
ouas magestadesn'este dia vsilaram os prin-
cipaes lagor n'este^Strfew da Escocia, e depois
partiriara para a multo pit >resca cidade de Edln-
burgo, onde sejuUava passariam alguns dias,
emquaoto durassem all as sessSes da associa;ao
britannica. >
Suas magestades o imperador e a imperatrz
e < pessoas do seu squito, chegaram a Edim-
burgo s 11 horas da noite de 31 do mez fin la, de
vo ta da sua digresso a Tarbert, e algunsjdoi la-
gos da Escoca, e foram-se hospedar no Royal
Hitel.
No dia imroediato (1 do corren'e) o imperador
do Brasil sabio do hotel eram 5 1/2 horas da ma-
nhaa, e f"i vis tar alauns das principaes locaes de
de interesse na cidade; voltou depois a alrnogar
no bot -I.
Seriam 10 horas da manh.ia, o imperador e a
imperatrz dirigram se para a estacao do cami-
nho de ferro Waverley, e durante o dia fize-
ram urna digresso pelas priocipaes localidades
ao ul de Edinburgo ; entre estas foram a Melro-
se, onde h i fabricas de la e algodao, e nao longe
da qnal existem as ruinas d* abbadia de Malrose,
fundada por David rei de Escocia, a Abbotsford,
local onde residi o celebre poeta Walter Scott e
a Dryburg.
Regressaram depois para Ediobirga onde
chegaram s 9 horas da noite.
t No ola 3 do correte, s 5 e meia da manhaa,
foi sua magestade o imperador ver a galera na
cional >'e Elinburgo, a exposicao de Scott, sendo
aqui recebid por sir George Harvey, Mr. W. Cor-
nilion e outros cavalh-iros.
< No mesmo dia assistio sua magsstade a reu-
niao da associajao Britannica, naoccasio em que
se discuta na scelo geographica.
O impera 1or demorou-se bastante tampo as-
sistindo a discussao, mostrando sigoaes evidentes
do milito ioteresie que nelli toraava.
J aqui dissemos, que o imperador assistira
no da 2 ceremania da abertura da associacao,
tomando logar dreita do presidente sir W.
Thompson.
No da 4, o imperador, a imperatrz e as pes-
soas do seu squito, partiram de Edinburgo com
destino a New-Castle on Tyns, pelo comboio das
9 horas e 20 minutos da manhaa.
< Dnrante a estada de suas magestades impe-
riaes em Edinburgo, foram sempre muito victo-
nodos pela multidao, que se apressava a v-los. >
Suas magestades imperiaes, e as pessoas do seu
squito, chegaram ao rio Tyne no dia 4 do cor-
rente, um pouco depois do meio dia, tendo sabido
de Edinburgo com destino a New-Castle, pelo
comboio expresso das 9 horas e 20 minutos da
maohaa.
> Durante o dia visitaran as fabricas de mate
rial e machinas de Elswick; a de fundicao de f rro
e de cnstruccio de.navios de ferro de mrs. Pal-
raer & C*., em Jarrow; a de productos chimicos de
mrs. C. Alhuson &C.,eas de te egraphos elc-
tricos de mrs. Newall & C.ern 'Gateshead
Mais tarde esteve sua magestade o imperador
durante algumas horas na residencia Mrs. Newall
as proximidades de Gatesheai, observando o fir-
mamento pelo telescopio monstro pertencenle a
este cavalheiro
U imperador e a imperatrz partiram de nou-
le pelo caminho de ferro com destino a Durham;
e no dia immediato, 5, tencionavam depois de ver
esta localidad, seguir para York.
Um jornal inglez conta a seguinte curiosa
ancdota com relacao a sua magestade imperial:
Saturnos. Estamos em Grosveoorsquare. A
primeira pessoa que encontramos um policeman;
asegunda, um policeman; a terceira... um poli-
C*wan- ... O IV
Agora danos na vista urna bella figura de ho-
rnera, alto, elegante, de barbas russas, e pose ca-
valheiresca. m verdadeiro principe! Indubita-
velmente um estrangeiro, um viajante.vista a lten-
lo coa que examina osedifleios, as ras, as pra-
vas, como se estlvesse colleccionando apoutamen-
los para archivar na memoria.
Occorre urna pergunta: Mais um viajante dis-
tincta a passear de madruga la?
c Esta InterrogacJo passou de certo lambem no
animo do polic#man, porque parece resolvldo a ir
na piudo gentil deaeonhecido.
> De feito. Segu cala qual por seu passeio.
Com urna nica deflereaca: o estrangeiro nao re-
para no poJtcsman, e o policeman nao desprega os
olhoa do estrangeiro.
> Aqui est o palacio de lord Lytlon. Bello edi-
to na verdade! 0 eitrangeiro fica-se a examnalo
com a atteocio de um communista qne estives.se
estudando a maaeira de pcgar-lhe fogo com maior
legaranca de sua pessoa.
> O policeman vae azoioado. O estrangeiro d
volta ao square, mette por Brooc slreet. a para um
momento como a orieutir-se na ra. Est de certo
a fixar um plan* commnnista. Nao ha duvidar.
> Apeas momento ebega ao Claridig's hotel, e
entra tranqurHamente. Opulento commanlstal diz
de s para comsigo o policeman. No Clut idg's holel\
> Entra tambem o policeman. Vae subtndo a ts-
cadaria um criada.
Pschiol Qjem este estrangeiro que en-
trouT Conhece-o?
t Sa o conhecot E o imperadar do Brazll.
Volclas da Europa.
cio
FnAKQA.Discurso do Sr. Thiers e de mgr. Du
panloup sobre o poder temporal. Demissao do
Sr Julio Favre substituido pe/a Sr. Rmusat.
Organisacao. do exercito. Lm tributarias.
Gonselhos departamentos.- Est combinado a
evacuaqao dos fortes de Pars para 31 de agos
to.Est paga metade da contrlbui(ao da guer-
ra.Novo a'ddiamento dos conselhos de gtteira
que devem julgar os prismneiros communistas.
Insurreicao em Argel tai tomando proporcoes
assustsderas.
Italia e Roma.AdkesSes ao dogma da infatlibi-
lidade.Parece que mgr. upanloup fot chama-
do por Sua Santidade.Desordens em Forlt.
Carla de Baizini.Congresso de operarios em
Roma.
iNOLATKiin.*.. Conflicto entre acornara alta e o
governo na questo da organisacao do exercild-
Dolara^ do principe Arthur A Irlanda pede
a restiluico do seu parlamento. Mamftsta-
c5es democrticas.
Allkiamia.Viagem do imperador Guilherme e
So imperador da Russia Projecta-se urna con-
ferencia em Gastein entre o imperador Guilher-
me e o imperador da Austria.Uovimento anli-
tnfallibilista na Allemanha.
Russia.Viagem do imperador.Preparativos mi-
litares estratgicos.
ORiRNTK.-'-Cnf nos principados Danubianos.
Opposicao entre o principe Carlos, o parlamen-
to t governo e opwo.Peusa em abdicar.Des-
orden na Albania.Peste e (orne na Pertia.
Hespanha.ExphcacSo da ultima crise.Biogra-
phias dos novos ministrosAddiamento da c-
maras para outubro.Emprestimo de 2S mi
Ihdes de pecetas em bonos do tkesouro.
Portugal. Conflicto na amara ios deputado:
Pubhcaco da leide tneios.farfo noticia.
0 vapor inglez Cognac, da Linba de Liverpoal,
chegado hornero pela manhaa, trouxe datas, de
Listad i at 5 do corren te.
FRANg\.
Todos boje recooheeem quanto foi inoportuna e
inconveniente a discassao da assembla nacional.
sobre o poder temporal, discussao provocada pela
peiicao dos bispos e apeiada pela direil da as-
sembla.
Antes da dis:usao poda ainda a lulia recear
a accao directa da Franca, e o pontfice poda
quasi contar com ella. A licenga que fSra conce
dida ao Sr. deChoiteoil na occasiao da transfe-
rencia para Roma da capital da Italia, fortaleca,
quanto possivel, os interesses do pontfice. A si-
tuarlo mudou com a discussao.
A Italia sabe que a Franga qaer bem ao papa,
mas que-nao pode intervir directamente nos nego-
cios de Roma.
A Italia ficou sabendo que o Sr. Tniers a tem na
conta de naco poderosa, e que nao duvida con-
fessa-lo na presenca da Europa no seio da assera-
bla naciopal.
Roma ficou sabendo que nao pie cantar senao
cora 03 rogos da Franca para assegurar ao papa
a sua independencia espiritual.
Em Franca a opima de nao arriscar um solda-
do, era gastar um francj para re-taurar o poder
temporal, fortiftcou-se com a autaridade do Sr.
Thiers e cora o voto da as.-embla.
Poda haver anda esperanzas de que os outros
governos se resolvessem a tratar dos negocios de
Roma, confiando na coaperaco do governo fran-
cez. A Europa ficou sabendo hoje que a Franc
considera esaa acvao superior i sua) forcas ac-
tuaes.
A reraessa das peticoes ao ministro dos nego-
cios eslrangeiros foi urna satisfacio dada ao* bis-
pos e aos deputados da direita, e urna desforra da
adhesao do Sr. Gamb:tta as ideas do Sr. Tniers.
O valor da remessa ao goveruo tem de ser ava
liado pelas palavras do Sr. Thiers quando disse
que aceiuva esta solucao interpretando-a p las
expressSes prudencia e patriotismo do governo, que
a limitavam.
Transceveroos nm resumo do importante dis-
curso do Sr. Thiers, um dqs mais valiosos docu-
mentos da historia moderna :
O Sr. Thiers : Nao tenho que dissimular cousa
alguma das minhas passadas opinioes, porque era
sincero quando adverta os ouiroi dos terriveis re-
sultados que depois vieram. Mais de uma vez re-
prehend o paiz, que amo bastante para poder fa
zer-lhe as reprehendes nascidas da convieco e
da conscienea, mais de uma vez reprehend o
paii por se curvar sob o jugo de occasiao. (Movi-
mento).
Quando em Franca se levanta uma opinio, qua-
si ninguem sabe resislir-lhe. Preciso dizer isto bo-
je, porque lodos os dias temos o exemplo, funesta
exemplo, do imperio das ideas de occasiao. E' a
este imperio que devemos o erro da Franca aban-
donar a sua poltica tradiccional, erro pago hoje
com os mais crueis revezes. (Muito bem t muito
bem I)
Dizia-se que a velba poltica do equilibrio eu-
ropeu, obra de Henrique IV o mais valente e o
mais attraente dos homens ; obra de Richelieu,
o grande estadista ; obra de Mazarlo, o estadista
da paciencia ; obra dos homens que nos deram a
paz de Wostpbalia ; dizia- se que este equ-librio
estabelecdo em 1816 por acaso da- Providencia,
porque ao passo que nos tiravam o poder mate-
rial no territorio que nos levavam pareca que nos
davam o poder moral, dizia-se que este equilibrio
de-'ia ser posto d parte.
Diziam que j nao estavamos no caso de poder
dominar o mundo. E todava a Franca na Europa
eslava collocada entre a Pussia e a Austria para
obstar a dominarlo de uma sobre a oulra. -
Eslava tambem no continente entre a Inglaterra
a Russia para nao deixar estas duas lao impor-
tantes potenciasfarrazarem e revolveren) o mundo
em beneficio da dominarla particular de cada um
dalles.
Ora foi este o equilibrio que n'um momento de
ridicula loueora nos todos contribuimos para des-
truir. (Movimento ) Poi-se de parte este antigo sys-
tema, que era aossa salva-guarda, para proclamar
o das nacionalidades, e o systema das nacionali-
dades ebegou a preparar Franca dias bem fu
nestos e para sempre deploraveis.
O orador dia ter pensado sempre que a unida-
de italiana geraria um dia a unidide germnica.
Aloro disso era impossivel que a unldade italiana
nao descarregasse um golpe funesto na conseien
cia religiosa, representada pe a santa s. Ora o go-
verno, seja qual elle fr, que se torna reo de um
alternado contra a liberdade de cansciencia um
fioveroo impo, mesmo aob o ponto de vista phy
osopbico.
O mais elevado grao de phylosophia nlo 4 pen-
sar desta ou daquella manelra, raspeitar a cons-
cieacia religiosa, sob qoalquer (rma que ella se
apreseate e seja qual fx o seu carcter. (A' es
quarda : Muito bera t muito bem.)
O oradorjfaz, sob o ponto de vista religioso, real
car o sabio e rasoavel nroeedimento que, no sea
ealeader, usam os russos com os gregos, os ingl
es cora os que perleocem ao protestantismo, e
aearesceota qua depois qoe a Austria deizou de
sar a imperio de Carlos V o papel de protectora
dos calbolicos perteacia Franga. (Mostras de as-
senUmeoio a direita.)
Cbegando depois questio do procedimento que
a Franga poderia seguir actualmente no que diz
respeito aos negocia de Roma, expSs o cnefe do
poder exeeativo a attitude guardada pela Europa
ero face da Italia.
A Russia, diz elle por causa da questo polaca,
quasi que se mostr. aduladora com aquella po-
tencia, e a Inglaterra, essa poupou sempre a Ita-
lia. A Austria, aob a inspirarlo do sabio e hbil
estadista qie a goveroa, e nao obstante a grande
xa da Italia ter sido fea casU dos seos despo
jos, limiiase a declarar que aa provincias cedidas
ram um fardo ; e dii prudentemente. Urna vez
que nao polemos reba .e-las o melbor vi ver bem
cora a halla. A Prussia, pela sua parte, quer ver
se arraoja urna psssagera atravs dos Alpes para
se aproximar anda mais daqutlla uagio. E a Hes-
paaha ? Essa, caaio sabem, receben um ri mes-
mo da inao da Italia. Tal altitud* da Europa em
freale desta potencia. Qae querem qne eu U\ 1
Poalr.m-so no meu lagar. Ho de;pizer-e,m
bea sai que nao aceiio a doutrina dos (actos con-
stiramados. E' verdade, a minha consciencia, co-
mo aa vossas, rebella-se contra ella ; perm quan-
do todas as potencias europeas contam com a Ita-
lia, e manteara cem ef'a bdat rtag5es, fcil de
comprebeoder qae eu na paaaa sozinho fazer des-
una), -j,,
A poltica do governo de paz ; se applicamos
iodos os nossos cuidados reorganisar o exercito
parque queremos conservar a nossa grandeza, e
nao porque sigamos a poltica austuciosa dos qne
quedara apro.eiiar o primeiro pretexto psra nos
metterem o'uma nova guerra. (Applausos.)
O chefe do poder exeootivo, depoi? de declarar
qae es portas la Franga eslariam sempre abertas
psra a summo pontifica, termiaou lembrando os
termos da concordata e a necessidade de garantir
ao papado tuda a sua independencia, a, dtsse
elle, um grande iuleresst religioso a salvagoar
*r, e a ja senao na medias dos recursos da difflcil si-
tu-cio era que aos achaceos, e que nao fot creada
PDr n<. (Signaes numerosos de approvagao.)
Em seguida ao Sr. Thiers fallou monsenhor Da-
psnloup bispo de Orleans, e no sea discurso, qae
foi ouvido com respeito e muito applaudido, se-
guid as doutrroas d chele do poder exeeativo.
Priacipioa agradecesdo ao Sr. Thiers as exprs
s3es cora que manifestou os seas boa intuitos a
favor dy Santa S, nounao com praier o silencio
das roapaixifei, e declarando que os,seas rogos
basta qoesiao se-iocerravjTi nos limites indica
dos pea.ckefe do poder executivo, segundo a pa-
lltiea da' prudencia christaa e da prudencia pa-
tritica.
Base depois (jue a causa do papa era mais sa-
grada, a mais justa, a mais eminente e ao mesmo
lempo a mais desamparada. Prometan ser breve
e lembrando os desastres da Franga disse que o
melbor orador era a historia, da qaal se via que
o pontifico fora a primeira victima dos erros 'do
imperio. Os prelados recorrem a Franga porque
todos recorrem a ella as suas calamidades, e
ella vem defender a cansa do papa contra a ca-
lumnia, o desanimo e a ingralido.
Nao queremos a guerra, disse o illustre prela-
do, nao. Nao queremos a guerra, e ea devolvo
aos ca umniadores esu aecusago com que elles
nos teora perseguido memindo ira pudentemente.
Vimos de perto os horrores da guerra, e nos, pa-
dres, detestarao-la. Dizeis isso parque nao lendes
oulra coisa de que nos aecuzeis. Nos aborrece-
mos a guerra eslraogeira e principalmente os
horrores da guerra civil. E todava confesso que
ha guerras necessarias. Depois de Sedan, vos
combateis pela justiga porque pelejavei pelo solo
da patria. Mas a fuga nao tudo. Vale mais a
smiiJade do direita, forga mu rul qae trum
pli..r pelos protestos da consciencia humana.
O Sr. Dupanloup desenvolveu mais este princi-
pio e respondendo aos que altribuera ao clero o
intuito de restaurar com o pader temporal do pa-
pa os d zimos e os direitos banaes, disse que era
lempa de nao engaar mais o pavo, e observen
que dos calumniadores dos padres aos assa-sinos
dos refens a distancia nao grande. Mentiram,
disse, os qae aceusaram os nasso3 padres tao
bons, lo pobres e tao desinteressados. Mentiram
os qae aos chamaram fautores da ignorancia que
nj temos por fonte de todos os males. Mentiram
os que nos acensara de querer retrogradar para a
barfcarid ide, porque foi o brisanismo que fun
dou a .civlisago.
Nao queremos a guerra, mas d'ahi nao se se-
gu que a Franga nao possa fazer nada. Se nao
pode fazer oulra cousa, seja ao menos a primeira
a pedir. Ficar-lbe-ba bem essa iniciativa. A si-
'tuagao actual intoleravel. E' urgente acabar
com ella. Citou depois as seguintes palavras de
M mlalembert: A independen ;ia do papa a con-
digno sine qua non da liberdade das almas e das
consciencia eatholicas. Se o papa, tribunal su-
premo, oroao das contciencias eatholicas, nao for
livre, nao o seremos tambem ns.
Nao fundareis re tublica aera monarchia, se nao
regenerardes as almas eos caracteres, e nii > pe-
deris faze-lo sem ereng em Deas. Sem Deas
esmargar-vos-heis uos aos outros e devorar-vos
heis como era 93 e nos dias da communa. Nao
ha liberdade sem moral, nam sociedade sem Deas.
Nesie assumpto nao ha direita nem esqaerda. O
prelendente infallivel e principal que a Franga
aguarda, Deus. A sua hora chegar sem duvi-
da. Elle ha de vr com bandeira que ntnguero
contestar.
A Franga religiosa. Desconfia s veaes dos
padres, mas nlo pode viver sem elles qne Ihe di-
rigen) a vida com a moderagao e empenbo que
Ihes peculiar. < Se o ebristianismo sabjugou os
homens, dizia um sobre espirito chrisiao, foi por
que Ihes salisfez o espirito com a unidade de
Deus, e Ibes tocn o coragSo dirinisaado a ddr.>
Qaeixaes-yos vezes de que a religiio vos amea-
ca. E'eogaoo. Ella falta-vos.
Se o Sr. Guizot esliveate aqui elle vos repetira
iue todas as usgSes ebrislaassestio ligadas in
dependencia do pipa porque o papa e o fecho
da abbala que protege a liberdade das almas e
das conscieucias. Ha situaclo mais dolorosa que
a do pontifico, daauelle anciio encerrado no Va-
ticano e cercado de italianos por lodos os lados t
E' Impossivel que desoito scalos de grandeza e
de beneficios aeabem por transformar o soeces-
sor de S. Pedro em espellaa bera ou mal pagq de
Vctor'Manoel. _' i^,,. .
Cerumente cumpre aUenier as difflculdaues
da staselo. Lambra-rae qae slaado.de passagem
em Roma, depois de ter ajoelhido na basnica de
S. Pedro, disse oomigo mesmo e ctftn por instinc-.
supremo poder, sabe julgar das coasas eternas.
Rogo-vos que mandis as peticoes aos. ministros
e por meio delles ao chefe do poder executivo.
C"n>eguira a lingaagem do Sr. Thiers reunir
os suffragioi de monsenhor Dupaoluup e a do
Sr. Gerabetta que reuvou as declaragdes firmes e
sinceras da eminente estadista, quando o Sr. Kel-
ler do alto da tribuna provocou uma tempesta-
de como a atssmbla *naeiiail ainla nao tioha
visto.
O Sr. Mar el Barthe tioha apresentado urna or-
dem do dia motivada, expressando a confitnga da
cmara no patriotismo e na prudencia do chefe do
poder executivo. A esquerda quera a ordem do
dia para e simples com escrutinio ; mas como o
Sr. Thiers adberisse ordem do d.a do Sr. Bar-
the, o Sr Gambetta declarou em norae dos seas
amigos que adhera a ella igualmente sem re-
serva.
O Sr. Keller disse que a adbeso do Sr. Gam-
betta proposta aceita pelo chefe do poder exe-
cutivo alerava a significagao delta. O Sr. Gam-
betta. em termos speros, mas dignos e justos, e
depois de um clamor e tumulto indhcripiiveis, qae
tu rara m mais de vinte minutos, e que s a mui-
to ousto o Sr. Thiers pode dominar, o Sr. Thiers
qualific speramente o procedimento da Sr. Kel-
ler duendo que as suas palavras sao a propria
discordia, a ansenla corajosamente a adbeso
ardeiii do dia do Sr. Barthe,
Mr. Dupanloup desapprova igualmente o pro-
cedimento do Sr. Keller, mas como ouve fallar em
equvocos, psrguuta claramente ao Sr. Gambetta
se lia algum.
O Sr. Gambetta faz notar com toda a sincerida-
de que a ordem do dia do Sr. Barthe exprime
claramente a opinio da esquerda, e tem uma
significagao inteiramenle oppotta aquillo que a
direita lera defendido dorante toda a sessa.
Mr. Djpaoloup rttira eno a sua adbeso a
ordem do dia do Sr. Barthe, e o Sr. Thiers con-
descende em retirar a, sua adheso.
A ordem do dia pois rejeitada por 403 votos
contra 264.
Depoia disto que foi approvada por 447 votos
contra 87 uma nova proposta da direita para se
rem remeltidas ao ministro dos negocios eslran-
geiros as peiiges dos bispos, proposta motivada
igualmente na confianga da cmara no patriotis-
mo e na prudencia do cnefe do poder executivo.
O Sr. Jales Favre ministro dos negocios eslran-
geiros votou contra a mocao da direita, e pedio
a sua demissao. O Sr. Jnles Simn que chegava
de Rochsfort declarou ao Sr. Thiers que acora
paohara o Sr. Favre no seu pedido. O Sr. Thiers
resisti por muito lempa s instancias dos seus
collegas, antorisando-se com as opinides dos de-
legados dot diferentes grupos da a.-semhli na-
cional, que julgavam perniciosa a resolucao dos
dous ministros.
Finalmente o Sr. Thiers accedendo aos deseos
do Sr. Favre, e posigao em que o ministro dos
negocios estrange ros se hvia collocado para com
a cmara, rogoa ao Sr. Jales Simn que nao aug-
raenlasse as difflculdades da siluagao com uma
retirada qae nao obedecera^ motivo algum de
desacord eom a assembla acionajar-
)Tlsc
Finalmente no dia 2 de agosto "solveu-se a
crias pela nomeagao de mr. Rmnut para o mi-
oisierio dos eslrangeiros era subsiituigao do Sr.
Jules Favre_
Os grup% da esquerda e do centro esqaer-
do pozeram-se de accordo para a presentar ama
proposta destinada a nomear o Sr. Thiers presi-
dente da repblica ranceza.
O Sr. Thiers consultado sobre este aasumpto
nao recusou.
Foi porm addado para depois das ferias par-
lamentares a a presenta cao desta proposta e a
discussao da da prorogago dos poderes do chefe
do poder executivo.
Trata-se actualmente de organisar a commhso
permanente da assembla, que ha de fuuccionar
junto do governo durante as ferias da assembla
uacional. A mu las jornaes parece semilhante
insliluigo extremamente radical; mas sendo
actualmente a assembla soberana, e sendo o po-
der do Sr. Thiers urna delegaco da assembla,
a esta que pertence fiscalisa-fo ou limtalo, se-
gundo en enler.
O partido republicano foi convocado a uraa
reunia pelos Srs. Gambetta e Louis filme para
se fundir com o partido radical.
As eleigres de Pari9 forara notaveis pela dimi-
nuta quaati Jade de eleitores que forara urna. Em
poneos dias houve eleigas para a assembla, elei
gdes para o municipio, e escrutinio forrado.
E' declarado obrigatorio, pelo novo projecto
de lei militar, oserviga para todos os Francezes de
20 a 40 annos de idade, nao se admillindo subsli
tuigoes. O servigo activo durar quatro ann)s; na
primeira reserva cinco annos, na segunda tres e na
terceira oito. Os soldados em strvc,o activo nao po-
derlo votar as eleigoes; esta a opinio dos Srs.
Thiers e Duerot. O general Trocho votava para
que o servigo activo nao excedesse a tres an-
nos. Nao haver ontra forga militar, seno o exer-
cito activo e a reserva; Besado, pois, abolidas as
guardas naeionaes.
A proposla para a dissolucao immediata da guar-
da nacional foi tomada era considerago pela as-
sembla nacional e enviada commisso encarre
gada de examinar os negocies militares. O gover-
no, porm, nao quer dissolver a guarda nacional,
senao nos casos em que se torne facciosa fazndo
demonstrares polticas.
O Jornal Official publica um decreto Jo ministro
da guerra oomeando ama commisso eocarregada
de examinar as armas e os petrecbos de guerra.
Dia-se que Tniers nao qU9r ceder as ques-
ides dos Impostos : mas o governo nos pretende
fazer approvar todo o systema finan reiro antes do
adiamento da assembla nacional, a qual votara
nicamente os impostos que nao encontrara oppo-
sicao, fioando os outros adiados para a nova reu-
niia da assembla.
Para substituir o imposto de 20 por cento sobre
as materias primas, que tanta opposigo tem encon-
trado, ha uma proposta qae foi mandada cora
raisso d) orgamento estabelecendo um imposto so-
bre bs rendime.ntos e ordenados, e um direilo sobre
o sal. Este imposto que ;e approxima do imposto
italiano sobre os rendimentos tomando por base o
canastro para as ierras e casas, e as declaragdes
das companhtas para os valeres industriaos.
Falla-se tambem em um imposto sobre os pausa-
ros qae cada nm tem em sua casa. E' imitado da
Saxonla onde se paga 20 francos por cada rou-
xlnol.
I Fez-se um accordo entre o governo e a com-
misso de assembla para ser dada a presidencia
loa conselhus geraes ao conselho mais iduso, e ti
rar a tutella das communas ao estado al a revi
se da le municipal.
P Sr. Thiers havia manifestado o desejo de ver
modificada a lei departamental estatuindo-se que
o prefeito fosse o presidente nato do departamen-
to! Esie incidente eauson certa rapress > que boje
se aeha desvanecida pelo accordo tomado.
Na assembla propoz-se qae fossem pagos os
mimaros das commissQes de departamento. O par-
Allemanha fazer o pagamento adianlado daa letra
que se veacera em dezembro prximo pela indetn-
nisago de guerra, mediante a retirada eompieu
da exercito de occopagao gaohando assio, alea do
inleresse moral, as despms a fazer com a mann-
leogao do exercito de oceupago.
O Sr. de Tbiers cancordou coro o govt roo altf-
raao a evaeuacao dos fortes de Pars no dia SI te
agosto.
Um dos artgos do tratado de Francfort eetabe-
lecia que o exercilo allemao se pedera alli demo-
rar no caso de nao odereeer a Franga segurara; i
plena para a execagio do (raudo de paz Esta
condigo apesar da sua apparencia odiosa nao foi
exigencia allernia, mas condigo europea qae re-
ceava que algum movimento revolucionario po-
zesse em pengo a paz interna da Fringa e eom ella
o socego da Europa. Faia cundigao era uiil at
certo ponto misso reorganisadora do Sr. Thtarj
e da assembla nacional.
O accordo aonunciado roostra qae o Sr. Thiers
pode afirmar eonscienciosamente Europa que
nao ha perigo algum de qae o socego e a paz se-
jara perturbados.
Foram novamente adiados os conselhos de
guerra que devem julgar os prisioneiro coromu
nistas, diz-se que por causa de nm protesto dirigi-
do ao chefe do poder exeeativo contra um dos
comraissarios nomeados como memoro do eooselho
de guerra. Parece lambem que uma das causas do
adiamento foi a prisio de mais alguns membros do
governo de Pars durante o Imperio da communa,
ties como os Srs. Gaslo Dosla, secretario de
Raoal Rigaalt, O ivier Pain. ebefe de gabinete de
Paschal Grousset, Arnold, rnembro da communa e
da junta central, Abbadie, empreiteiro da destru
gao da columna Vendme, e Piot que comprou a
communa os maienaes da casa do Sr. Tbiers.
Charton, o general Eudes, e mais agentes subalter-
nos da communa.
Parece qoe Flix Pyai, Amouroux, e Berglr t
cunseguirara atravessar a Blgica sem serem re-
conhecidos.
Dous mil soldadcs qoe haviam sido presos em
Pars e qne haviam fieado era poder da coimaun i
foram jalgados innocentes e mandados para Al-

to : Nao, os italianos niajxi.lem vic establecer- membros d .
ge aqui. E* impossivel. Repito: E impossivel., Udo liberal nao admitle fooegSes gratuitas.
Nao ; n0 6 P bre rei, veoha por aquia sui cama. E a prova
esti em qae chegau e parti com a maior ra-
pidez,
En venho, con^laio o Sr. hispo de Orteaas,
apoiar a pelicao dos bispos ife oda, fr'aU o relato-
ri que vos foi Udo,' e fio tado 7a. vossa sabedo-
ria, da vossa jnsiiga, a da sbedoria e jastica do
chefe do poder ejecutivo que, teaflo cheijado do
relta que as defende.
A assembla votou conira o parecer do go-
verno 19 arlieos da lei dos deputados provtn-
ti!'CompIetoa se o pagamento da primeira^roeta
da da indemmsagao da guerra
Arden o palacio archlepiseopal de Uunrg -,
salvando-se, porm, a preciosa bibliolheea. INa-se
tambem qae rdea o palacio do arceblsao oV
Toors, e a grande fabrica de fiago de Sanason em
Lisien.
Em Metz hbuve uma grande exploso de grana
das e plvora que se atlribne ao excesefvo ca-
lor.
Morreu repentinamente em uma estagr.o di>
caminlia de ferro o hispo de Qaimper.
Tambem morrea o arcebispo de Auch.
Chegoa a Versadhe^ o grande duque Coas
uiaino da Russia.
O duque de Aumale candidato para as elti-
gdes muaiapaes em :irrmont.
O palacio da Legio de Honra destruido peto
communistas vai ser reconstruido por uma snfcs-
cripeo especial entre es membros daquella ordem
mobiliana, em todos os paizes.
ARGELIA
A insurreicao de Argel vai tomando carcter
assustador; Cberehell est bloqueado pelas (ribas
rebeldes e ameacado de falta de vveres; a adir i-
nislrago vio-se obrigada a recorrer ao commerno
para reabastecer a cidade pelo mar.
Os kabylas qae imprimera a lu:ta um cunhode
teaacidade e selvagena desasadas, saqaeiam as
propriedades, racen ieiara as casas e maura os ha-
bitantes, sem que os desaairaem as grandes perdas
que Ibes tem causado os Francezes. Na subdivisa
de Milianab, a agitago dos indgenas constrangeu
o governador a proclamar o estado de sitio.
A provincia de Oran est-se nnindo arevolta. Os
insurgentes de Medjana lem-se rendido.
Um dos chefes da insurreicao, Bjo-M grag, es
Uva na Honda com todos os insurgentes de M
krani.
O vice-alrairaale de Gueydon governador ge-
ral de Argelia, de accordo cora o governo lencio-
nava dividir pelos colonos, victimas da ultima in-
surreigo, uraa parte da inJemns tribus subraettidas ao governo legal; o re:io \
conlribuigo de guerra ser apaheado s despezad-
de fundagao de novas povoagoes fraocezas.
ITALIA R ROMA.
Anda se contina a fallar na sahida de sua san-
tidade de Roma, mas as melbores informagoes tio
de que sua santidade nao sanir de Roraa
O erabaixador francez lera tido muius conferen-
cias com o pontfice e com o cardeal Aptonelli,
mas depois das declarago' s que o Sr. Thiers foi
obrigada a fazer na assembla nacional framo.i.
as esperances que os catboiicos anda learas* hre
a cooperagao da Franga, foram completamente
desvanecidas.
Diz-se que o santo padr respondendo acads
mia da religio calholca dissera que le
nenhum modo sonhava na resurreigo do poder
arbitral da idado media. Estas palavras sao Illas
como uma resposla aos orgos minisleriaes de Ber-
ln e de Munich.
Foi excommungalo solemnemente o bispo de
Trevens.
O pontfice tem recebido adhesoas de muitos
bispos ao dogma da inMIibilidaie, e entre ell s
recebeu a adhesao dos patriarchas maronila* e
grego melebita, do aacebispa grego melchiu de
Alep, e de 13 bispos hngaros.
Diz-se que o santo padre quer eonlramr ai
emprestimo de quareota milhoes, e que j principe
Torlomia, celebre banqueiro romano se nao qui*
encarregar da negociaco mas que offereceu a su
santidade, como donativo, cinco milhoes de flan-
cos.
Dizem alguns jornaes qoe e cardeal An'
neili chamara Roma Mgr. Dupanloup arcebiv
de Orleans.
Diz a GflZfa Pi'emonza que ha rauitas p- s .
soas que julgam que o conclave romano pensa n>
cardeal Bonaparte, para succes or de Po IX, -
que nao muito provavel; outros aaseguram qus
o candidato que tem n aiores probabilidade i
exilo o cardeal Panebianco, que tem o apoio dos
jezuilas; por outro lado nao se devem perder.-
vistas os trabalbos oceultos dos dictadores da Bt-
ropa, o Sr. de Bisraarck e o imperador Guilbe. -
me.
Em Forli houve serios conflicto por oceas.a>
da feslada Madonna del Carmine. Saluram ?
vivas a repblica, as botonas de Orsioi, e mou..
a Vctor Manoel e aos carabineros. Alguns de-
tes ficaram feridos e houve muitas prisSes.
O celebre agitador usiiaoo Jos Mazzini de-
clarou se hostil a Internacional Conhece a d*
Londres e sabe o que ella vale. Recommenda av
operarios a que nia acollnm as doutrinas mate-
rialistas, atheistas e anti-sociaes com que os pre-
tndela arrastar a desorden, e que formem u:..
grupa isolado de todos os sediciosos da Europa.
N-iste sentido trata de convocar era Roma um coo-
gresso de operarios serio e bem organisado, (|.. >
espante o mundo pela gravidade das suas deliie-
raedes.
V reunio ser era setembro, segunda paree v
SUISSA.
O abbade Egli-t-do canto de Lucerna, excoe:-
mnngado por nia ter reconhecido o dogma da in-
: fallibilidade, convocou os liberaes catholico- <1a
. Suissa a reunirem-Se aob a preteegio de governo.
nao para se sepirarem-d-t Igreja e do seu ebefe, raa -
O exercito allemao para se delTenderem das usurpagSes da curia r. -

da occuoacao rdualdo a cento e cineoenta mil i mana,
homens a Oa operarios da Saissa mostram-se contra-
Diz-se qua o Sr. Thiers propoi o imperador da rios faffraae/tmif e aos communistaa.
i gmmmmm~\


* _
-XO,

Fol preso, na Suissa o conde de Missanel de
Maraoeourl, coronel do estado maior da communa
assim como os rmao May i o tendeo les t oiesraa.
A familia Rotscnill mandou ao ovroo s
Suisn dezdttfnineos para as victimas das nnun
dacSas ^IHfW Rheno*.
T**^ INCLATBHBA. *
Continu- a-aerir de theraa a todas 4 discussoe.-
decreto reU 4* tf de jaldo que .pro]) be a venda
das patentes no exereilo ingles desde o primeiro
de novembro do corrate anno, andaoJi-se na le
do & e 6. anno do ratia"d de WoaraB VI qae
ji pr. hihia a compra a veada du palete-', e ua
lei do moo 49. do reina lo de Ger.rges III contra
a venda e corretaje "des empregos. Neeia oltima
lei fasia-se urna exceda a favor das vendas feitas
segando os reglame* qneo governo decreusse
a tal respeito.
E' por isso qne o governo jalgtodo tal eostueie
fndalo fente em eaapo^lcdei reglamentares, e
em nenhuma lei. do ealad, enteadeu estar na
mm?
5wrie> d Pm&iutae -
deelaroa aullas e de nenhum i ff it.i ts Jas as veo
das e compras de patete) que por acaso se llzes-
aern depois do Ia de novembro.
A Independencia belg traland) deste as sumo lo
E* provavel que o gabinete Iogle nao tlsse n
pasio ijm den sin estar certo do apoio do< se is
partidarjos e J. perita legalidad* do acio que
acaasfte pV an pravi. Vot* esle acto da
mais alta'gravidade. K' o primeiro g>lpe deci-ivo
qne recabe a aristocracia ioglcza, aristocracia ti)
poderosa que se por vezes tem estorvado o pdr
gressQf favorecido nicamente os seus proprio
mtaraasaa, ua nido lambeny-p-T d-feo ler es ?eu-
previtagloS e o podero da coroi, iniciadora e goar
W aVJ.iberdade* publicas do pas. E o goipo
dadq neo (Ma democracia, arrostaado coinsigo a
realeavmas pela prv.ru reale-a que tem a cene
za de poder cootar n'esia qufcsiao eom sympaihi as
populare. So oeste faoto tu na rvjlu^Io com
pleU.
Foi admittido em primeira l itura na cmara
alta, por ama maiorla de 80 votos ubi bil de cn
sura ao governo pela m-neira auti-constitucional,
que proceder a quesi > da bll de reforma do
znrato
O Sr. GUdskiae doelarou na cmara que se o
projeeto de lei eleitoral nao fosee apon, vatio agora
seria.aecessaria tima sessio era outobro.
Naeamara dos lord* fot vota por unanimidade
urna eca a rainha rasurando a sattsfijai da ca
mar.relativamente i d ii.ic.a-) do principe Arthur
qoe cnegou A saa muioridade.
Naeamara doacommuas foi votada e approva-
da a dota cao e peri ao do principo Arthur dipnls
de algara a distaba >, sendo regeitadas por gran-
de raai iria a.* emendas propo-las ao projeeto.
A lisia emil em Inglaterra muto interior ao*
reodimentos dos btns da cora, que sao cobrados
pelos cofres pblicos, e suplicados as desp'tas
(eraes da naci. Assim, a resisten :a qae copar-
amento se pissa oppor as propo-las ilativas a
li-ia civil, nao tem importancia porque o parla
ment bsm sabe, que ch-i.mdo o negocio a casos
extremos, a familia real cedera de bom grad" da
lista civil, e reclamara os seas beus, com o que
anda lacrara bastante
A respeito da visita do principe d Giles a
Daan, temos oes ornaos ingier.es que se prea-
rara n quella cidade bailes, baoquetes e oatros t'-s-
tejos eu honra do herdeiro presumntivo da cora
do reino ailo da Grin Brelanha. Tola va a cor-
poracao municipal do Dnblin tomn a seguate de-
ciso :
A junta, tendo examinado a q esto das illu-
minaedes publica, por occasiio da prxima visita
do principe de Galles e de < utro< meinbros da la-
mida real a Dnb'ra, de parecer que, no interesa
publico oslas illumineoSv'S sao inoppottunas.
Ka.lrlaadi coa&btoaram-se caiholioos e pro
testante* par* reqtaererem a aittorisacao da ptiz,
isto a ra teve durante s-.ms scalos, a luta d'ora avante
ser no.lerreni legal, e neste paulo ial o acoor
do quiaxisle entre os partidos extremos, q;ie ma
ultimas elet{5s sendo a maioria eathiliCi foraio
os eleituS protestantes por ser assim mai- c mve
nieate para ns rt i que teem em visto.
_Na Irlanda ha pr.,xiraameute s^s-enu lord que
nao teem a na cmara all, e que.para ob'.e-
rem lagar no futuro parlamento, eutram n- sia
fusio.
O Levunt Herald diz que lord Dalling inda-
goa os sootiraeutos do gi/emo taro relativamn
te a cedeo?ia do canal de Suez a urna companhia
inglofa, que ha esperanzas de poder chegar a um
accordoqae o ?overao turco eoaseotiria debiixo do
certas eondied**, as qaaes Ihe dariam alguuia ga-
ranta de direitos militare) sobre o caaal.
Torna se a fallar do tunuH sob o canal da
Man^ha^ o qual dar camiobo por trra entre a
Franca e as idas bntaoieis.
Partee estar apprnvado o trabado do eogenbeiro
franeez Tainiz d- Gimond, ediz se qae os traba-
Ihos pttewpiuro brevemente de um lado en Di -p
pe e di entro em NtwHxen.
Cileora-ea dt'spaza em !o miiliois do libras,
e m tiabalbos em seis ani.os, do modo que em
1877 estara concluida esta '.'bra gigantesca.
Lord EaiieJ I disse na ca.nara dos a )in;nuu
qne o gav.'rno fra'icez em virtnde de difAculJade*
sustrTeoient"s nipjJer txecatar o traa) re-
lalivo aos direitos do assucar com drawbaek se-
gundo se ja-iara de accoid) coro a Blgica e o
Paizea-Baix >s, mas que o governo britnico Mi
um arranjo cmn o guverno franeez a esse res-
peito.
O Times, aeonselha a Franca que se laca livre
i-'imbista, como esl tuesto a repblica dos Esta
do- Unid is.
O f, Mason, presidente da eosoeJac^e eommer-
cial da Mancnester disse em um dfseor o que
aaies qaeria ver deoanciado o tratado de ommer-
ci com a Franja do q'ie a Ingtetem on-eniir em
angnento do direitos as fizjnias importadas em
Franca.
O governo inglez te:n-se poten lid) com o*
outro> g jvernos europeas pira .|ue de commum
orcordo se faca um in jaerito acerca da Interna-
Dix-se qae a Interttacoml de Londres est sem
dinbeiro,
Tem se feito em Londres a'jamas manifes-
taijoea democraiicas, mas nao lea sido necessaria
a intervencao da polica, por nao ter sid) pertur-
bado o soreg.
Em HydePark honve no dia 30 um meettng con
ira a lista civil do principe Arihur.
Pronun:iararn se discursos vi lientos contra a
avareza la rainba fletara, a qual o po>o e a bnr-
guezia atirbaem a poaca desseta que f. Um
oradird.zia: a cora de Ioglat-rra deve fl-
gnrar e-pleudidamente. A raiuha nao o entend.-
assim e faz econoiiia*. Pi is faga dessas economas
nad Dtacao do principe Arihur.
Deva eefefcrar-*o nitron> dia 31 emTrafalgar-
Square. Poi pmhibido pela polica, ras o Sr.
OJger e outros ch. fes rcsolferam fazer a ren-
0o.
Na cmara dos comrnnns o Sr. Rylaads get' eetmasba de dea mil libras oo corpo dipto-
mati:o r^dijindo a enviados extraordinarios os
?mba ix adores.
O Sr. tadkM dclarou qae o governo nao
tinha duvila" em abolir na marinha a pena da
cbibata, excep o nos casos mt.iim, violencia
para eom o t.lB-ial superiir, e diserci' eom eir-
comstaaeias aggravantes.
O giverno t^ra tomado providencias para
iasped-r a entrada do cholera petos nortos da
Graa Bretaoha.
A impri-ns coptii:i a oceupar-se activa-
mente do c. t ficto entre a c.mara alta e o gover-
no, e da attitode h-il que ajcella casa tomou,
e qne quasi nnico na histeria da CcsUtnrijio lo-
gleza.
AtLBMANUA.
os eafln
ir os ge.
O 9r.de Bray era tambara rainlaljr-d*. cas*
rei. e dos neoeits e O joi DgqH aljeniles
Berlim, VTeboa e Mu1
binates pru;siano, bavaro
urna atlitade uoiferme na
rofaibirldade.
Na Baviera e-o. Prossia-a lBCtvva^se efWtlrao1
jada vet mais entre os eatbolioos amigos
Iholicos nacos, como chamara em Allemanha
partidarios da infalllbilidade. ^^
O sreebispo de Munich lirn ao proflKsor Fr
dench o beneficio ecelesiasuoa (quo Ha) iiavia s
dalo pelo re), era coasequenca do teriequelle
cerJote admiuistrado os sacramato?, tcelebrl
as ceremonias religiosas do eniarro do pr.fen
Z'Bger, que eslava excommaogad per ter comba-
tido o novo dogma da intaltibijidade.
Na oniversiale de Muoich proeadeu se a* -elei-
goas para o senado da universidade, recahiod)
^LfWniol Fern mdec Qerdova.
'Nascea-em Bueno* Ayre. edia S
18a. Eucetou a carreira militar,
eve-m Lisboa como addilo a lega'.,
parte em todas as lucia
entes postes. Em agost
a ordem qae se avia
'causa ios imposto?, recebendo
Sabbudo 26
dt Agosto d 1871
f&SOz
-

^L.
***u_
!<, coatra ; os con:
dora, duvidosos
de permaneacia. N'u
da *"rMtiiiff"
danali
retal
ios que eol
erno.
Afora diz-se que os ref neraaOftt tendo pre
etnrtra; os
Ihe d garau-
heaiera, pa-
Lveroo gos-
eotra-
8*verD
yinini
elelcio em profesores contra-ios i infalibilidad-
suas altribuigoee- e saspewaj d tal ostame, *. Jo pontfice, sendo-reit reftt* o eoeep frwlrrt'
ger que tambem iofallibili-ta, parSfc voto) contra
9. Esta facto causou i inmensa sensata na Alte
manha.
O governo bavaro desattendea a,ma pet ca par.-
q* oitodantes -nafosem obrirados--as-ticd^
do par ocho anti inf .ilibili-ta R nfl, e traion de
dissidentes os catnolicos infallibilistas.
Em Kattowitz um padre exeommuegada Ka-
mioHti disse rnbsa no dia 83'de Jufird, r/ten vt
rapio tem sido imitado, baveode iri-j* aepaia-
la para cada aro d s grados.
O adversarios do novo dogma querem que lo
dos os servTcos ecclesiastieos selam gratuito1.
Keoeiam^e derordeos no Francfort -entre os
dous partidos.
O frincipe deRismark favorece os qae resl-tom
ae d igma da iufaHibilHaip, e psreeefoutar eom
um sophhma q le traga aoseii do protestanthrtio
novos adeptos e qae colloqae a Alleomba-n po-
sico de jirotectora de todas as que resiste as
moderos d lutrinas de Roma,
D'z o Frdttcais qu* toda a attenclo do impera
d)r Guilherme e do S'. de Bi'raarlc parece aciual-
mente concentrada na qieslo da aceesio lo
santo padre Pi IX. Diz que em Berlim se estada
o molo de fazer sahir do tnrono pontificio uro pre-
lado allemao.
T%
ctorjge
D. Serva*
' i1a?cm Aviles, AWFias em
na Atlerfttrha, Franca e Inglaterra
mepu a tomar paite activa na poltica.
flpP"#P ae- pdrtea oonsitBiis. M.
Je eravlrar djMa .entflHa yxr- conqMeMa dosJ Yio-se maior Slate io que a perlina-"! eon
successos daqaelle anno, nos qaaes tomou parte que una flha poltica, de Lisboa, que d-seja pas
activa.
Quando rebentoa a revolanio
O impendnr Gurlherroe visitn o irrippraor
e a imperatr z d) assia no dia i e parti logo
depois nara Ingt-nheim.
Qaando o imperador da Allemanha passoa -em
Varsovia apparecea a earapriraenta do Imperador d'Austna o general Edelbaeio-Uia-
lay.
O imperador Gnilherme chegra a Eras no dia
i* de ag.isto. Voi depois a Cobleats ollde se de '
mora duns din, segaiaio para Wi'-Sbadao e II m-
bonrg. partinrh) no da 7 para Gastein visitando
R>ti>binoe e Sa!sb;uig. TcneioBa demorar se m
Gasletn tr?s semanas, lista pr< jeftUda urna entre-
vista ero Ga 3 imperador d' tustr.a Fr-ncisco Jas. Nao felum
conj-ctars sobro os fias polticos desu entre
vista.
O raovimento reaccionarlo qaa surgi na Alie
roaon, toma eda da nuiores o man ii> malores e mais assustado^
lacta, j dea en re'.aliado urna
ras pr >p irces.
Na Baviera a
' erise ministerial.
Havia no gabinete bivaro doos ministros de oni-
nides opposl-js, o Sr. Je Lntz, ministro da Lustiea
oppo-t) a in'allrbilidade rjo papa, e o Sr. de Br4y
partidario della. Lnctavam os dou?, mis o rei deu
a demissi ao segando conierraads o primeiro.
Os pedreiros de Berlim eonlinasm em gr^v-".
Os patres nao parecem purem drspostos a ei-
der.
Em Fur;h (Baviera) honve ama assembla de
socialistas para discntlrecn a crea?io, desenvolvi-
mento e Importancia do socialismo em Fra ica. A
reun'o f i presidida por um encaiernador de Au-
gsburgo, mombro do Arbeiterl Partei, pareialidae
que se separoa do Volks Partei por e.~ta ef con
traria aos eommuaistas de Parts.
Na Austria tem sido perseguidos vares orado
res socialistas p >r opinides manifestadas-mis mee-
tiags e sssemblas convocadas por tiles.
-O partido dos operarios est dividido ; om re
pudia as Mirrias de Lassalle e partidario di
commitna e d internacional; o outro mais de
tnocratieo do quasoelaliMa e parece taviiravel a<
g iver-n que taivez nao estraaho a suaWfaoisa-
cao, e procara encaminhar para ello todos ds ope-
rarios para servirem de barreira aos inlmigos da
ordem e da soeiedaie.
Ji seno reaae em Boriim, segundo havia ten-
co, a grande conferencia europea, por se terera
rendado a Inglaterra e a Italia a lomar parte oes-
s conforencia,
Pareoe que nao eheoa a haver convites ofi-
ciaos, mas simplesmeute aberturas offtVlesas, pois
0 governo inglez dcclarou no parla-nenio que nao
havia sido convidado, mas que estava certo de
que tal conferencia i", nao realtsaria.
ROSSA'. '
O imperaior da Russia depois de ter reeebiio a
visita do imperadjr da AHemaotia em Inzenh'irn,
en Hjss, sahi) d'alli para se dirigir Rossla.
Pagar por Barlim, e ten'.iona enrorar-se em
\'arovia oni% deve ler lugar finia grande re-
visu.
A'.'ham-s convidados para esta solemnidad
mu* pes'is dedistimeo da Rfi-.
Na Russia est a terminar o cammh> de f rr-
qae deve anir Ssbastopol com S. P.tersbargo *
Mos".ow.
Pnjeeta se ao mesmo tempo em Sebastopol' nm
porto que fnh) 1400 metros .te largo e construe-
se alli um grande eaifBrio para alfandega.
A mnor pagodas inhns que consliluem j rie
doscaminhis de'ferro russo, sao-ostra icgicae, e
alm disso o ez.r fez construir fjrtalests na Polo-
nia, V i 'iy-na. e Polonia, isto as immedt n;oes da
frnnteira aastrohongara.
O ministro da roarinha do czar prepara um
projeeto da reorganisa^o da marmita de guerra,
e prope-se adquirir o golpho de Yaraoger qae
pertenceu .'m outro lempj Rjssia e asiualmen-
te nerience Noruega.
E^la bahia possue tres bons portos capazes -de1
abrigar urna pudorosa esqodra, e banhado pelo
GulfStream, cojas aguas nanea se congelara.
Urna esqaadra rassa alli nao correjia o risco
da permanecer I nmovl durante a maior parte do
^nnx cono suc^eds no Bltico. Era 'Dea a Rus-
sia i(T;r?ce ao remo scandlnavo o archipelago de
Spitzberg.
OIUEHTB.
Dizem de Bucharesi que contii a a cnse :
O principe Carlos nao qner sanecionar o con-
trato Stroassberg (inesio dos camith)s de ferro
da }',-. unani.i'i o qual foi approvado pela assem-
bia.
O ministerio pede a saa demisso no caso do
principe presistir na saaresolocio.
* Julga se que o principe Carlos nao eede, e qae
e#ia resolvido abdicar se nio poier vrocer as
difflcnldalej que enconlra para formar aovo ga
11 II lo.
Rjpresentava-se ha dias tm Pou harest a .Wiifa
de Porticci; eslava no camarote real o principe
Carlos; no 3o acto, quaudo em scena chamara s
armas, a plaia levantou-sa toda, e resoaram na
sala gritos e ameacas contra o principe ; este enj-
pa'hdeceu, e sahio imraeliatamente de tbeatro
com o -ea squito.
Eis o estado dos nimos nos principados Dio-
bianos.
Na Albania ha grande ag'tac5o. Rebeota-
ram deordens serias em Sanatri, e receavase
por cau-a da visinbonga do Monte negro e das
reg roes bosniacas, agitadas ha bastante tempo,
q-ie tornera pmporiSjs assustadoras para a ma-
DOtencao da ordem as provincias dcciJentaes
Ja Turqua europea.
O governo ottomaoo envin para alli a presea
algamas fragatas com tropas qae desemba caram
em An v.tv.
O contrato para o novo emprestirao turci
fui assignado em n-antinop'a.
Esta affecto a arbitros o codicio entre o cn-
sul f/anees de Alexandria com a polica do vice-
rei do Egypto.
Rebentoa na Persia a peste. O povo dizi-
mado pe.os tlagelios da lome, do lytra e da cho-
len. O cholera atravessou a Russia na dir cao
das fronti iras allemas. Ja esta as proviucias da
Prustia. E' a sua marcha habitual, as invase*
qae faz na Europa.
O Lecant Tunes .publica ama carta de Tehe
raii, de 9 de jmho em que se diz que Teherau
esl em um estado raedonbo, a populacio diziraa-
la pi.a__i-li. |. ra, e pelos lypbos oio tem um bo-
cado de pao.
Era S^alian e em Chiras ai o Ja peier o esud
de coasaa : os babitaaua eslao reduziJo a devo-
rar os proprios Albos.
O governador de Chir:s vo-se obrigado a pp#-
tar guardas roda dos cemiienos para obstar a
1 ie os tampooezes, esfaimados, desealerrassem
os cadveres recentemente sepultados, para o.-
devorarem.
Os raembros da eoibaixada ingleza, e os empre-
ados no telegrapho refugiaram-se oas maol. ;hkspanha.
No momento da revuiuc^ bespaobola bavum-
se concillado ns partidos progressistas, deaiucra-.
ta e da ucj.o liberal. O pacto era o destrona
ment dos Biurbons, e a regeneraclo da Hespa-
nAa con honra I
Esta unio, e nao fueo dos partido?, pois cada
um conserva sempre o seo programma pelitlco.
manteve-se a- multo costo t eonsolidacao da
obra da revolueo.
a A crise ministerial separan os elementos helero-
neneos ala bi coiofundidos, e a solucao da crise
tornaodo-se um govemo Integramente radical tem
gradado geralmenle.
Todos os dias cnegara a Madrid grande numero
de telegrammas felicitando o Sr. Rnfz.Zirrilh pela
sua ele va gao ao poder.
Em segaila apreseniamos um esboco b;ogra-
pbi:o dos membros do actual gabinete:
D. Maooel Rrjiz Zorrilla.
X liceu em Burgo de Osma em IS31. Formn
-e em direito Escreveu um folheto intitulado
Tres negaciones y una afirmacin, no qoal aucava
violentamente s neo-eaihollcos. Teve de emigrar
era 21 de jurjh) de I8f55. Eotreu era Cidix no
da 17, acompanhado pelo general frta e pelo Sr.
Ssgaita. Fol am dos membrxw dooterao provi-
sorio.
do exsjrci
aura-do
'ormar m
-Cafix
a;
como
cabir,
de marquesa de Mendigor-1
os quats por ana paralo as coasas para a sep'aracin dos histricos,
"ar o abioe e. E'
ci nao [6J-proloi|ar-
nm camera, foraaao Ihe
os ir parar o poder t f
nptoma pessisao da decadencia do
amentar ntrelos a faka de con
inspira este poder do estado, dasde
e, on nyve (*, oo se l vio
endencia e anda pr outros motivo
, at isnnransa rsfeotidiaoa parte da
qnal proeat desconeeitnar cas vez mais com
jogralidades e truanices de roo gosto nua cousa
qae devia ser seria, porque lia a garanta das
Foi elelo
a- cdrtes_ consitnittes. m *8f lev; libertades pobileeaV
receu ao
berJaik.
em Ca
ado dos hmeos qae combatan)
D.-EfJfVrjlo- tfJWfc) Wos.
Naiceu em Santiago: da iGnliia.*ai 183. E'
formado em philooprira e em diMlo pela d'oiver
sidade de SsDi'lafo. Km .-t^Sa ei noaieado pro-
fes*or ats ama cadefra' de disciplina e^etisllca
4 4 niversidade -de O'ied': gnatro-anuo? fui uorneado pira a eadeira.de direito cannico da
aniversidade Central, e penco depois fof efeiw
depnia lo. Pubtieoo- drlsWnsBS artfgos na Revista
i Leaistarito e / isprwlhteia.
D. Ssatisgo Bv*o Mi4r.\
Nasceu ens-Salamtnoa em i*t7. E' formado
om direito por afieNa oniverwdade. Km I8i7 f i
nomcado protessot da cadeira d ecebomb poiiti-
ca da niesma unirefsidaile. Bsrevea dlir^renies
obras e entre lias os Prolegmenos, del derecho.
Bm 186x foi eleito depuiaeo. Kstabeleci lo o
governo provisorio, fol nomeado director geni de
instroeoao poblie.
D. Jos Marra Beranger.
Nasceu eraCadli em I8J0: Ddieon-se desde
tenra idade carreira da marraba A sua vida
emo homem politieo eomeg m em 1866. Aeabava
le chegar de Londres, qntudo rebentoa a revolu-
^o em Cidix, prestan Vj relevantes servlcos a cau-
sa da li barda de. Foi nomeado contra-almirante
pelo governo provisorio e pouco depois eleito de-
pilado as edrtes constitohites.
Quando o brigadeiro Tnbele pedio a soa demis-
so, Beranger foi chamado a substitu lo no gi-
yemo, e qae mereceu os appiausos de todas as
frtMSee Ja cmara e de tudas as elasses da ma-
naba' hespsnb'>le.
D Tiomaj Mara Mosquera.
Nascen em Cstrele Ar'Oa, a provincia de
Oroase, em I fe noremoT de Wl*. Aos 10 an-
uos entrn pitia o semina rio de 8. Fermudo, onde
oslodou piulo % hla. Ao* 13 aonos passoa a ecrr
sar jurisprudencia na universidile lineraria de
Saofiago. '
Exereeu por amitos annos a advoracia. Era
18i3 foi nomeado tenante alcalde d* Cea, por
tilefeo pnpntar. Poi eieins depatado s cortee em
1850 palos progressistae^UeCabernilo e para as
cortes constituales de I8SI.
Al 1836 exereeu e empreio de secretario de
urna das Ires seefdjs do- triWmal do suoremo
contencioso admioisirairro. Affr-inwo grandes pe-
rigos ao movimonto poiitico da' Galisa em 1M8 e
fif am dos medrares da junta Tvbiueioaarta de
Orense em rH-.
Foi d; potado d* assembla oontRn'ote e reeieit
para as actuaos edrles, seo io nerwailo para a di-
reee-) dos registros civil Sa-p'repHeJldo e-nV no-
tariado.
O rainisri o presento a -"se jo parlamento no d
tS ls>:ilt' explicar a orise e expnrn seo programma, cajos
pontos principies-j* ftfdlmos. Ow.I irrWa at*
tribib a crise a diversi-lade- de tealeneas do ga-
binete,; pois algaas miarsIriM erara partidarios da
conefHaljio, e outres julgavam coovenieite exte-
nuar o diiirerettles campos poMieos quebranto o
pacto .jue os nota.
D pois do Sr. Zrrill ter explicado o plano do
novo givertro, o genere! Ssrrano gectoreof e *
divergenciss entre o fabraew demittido versavam
sobre se sem ou uao conveniente exIrraAT os
partidos, e teao recorrido corta, esta resdW*r*
encarregar o proprio general Serrano de tornar
om gabinete de conciliaejo; mas qae todos os
esfjrcos neste sentido haviam, porm, sido bal-
dados.
Os deputados resolvern) suspender as sessdes'
at ootubre.
Ainda se n3o sabe quem ser encarregado da
pasta dos negocios es?ragerros. Falla-se, porm,
era que ser o 3r. D.-Pernan xador em Lisboa.
Diz o Imparta! qu* o Sr. Ruiz Gmez, ministro
Ja fazenda, projecta fazir urna economa de seis
railhdes de reales na parte- do oreamente que diz
respeito s elasses passiras. Nos oatros orc,amea
tos tambora se projectam economas de granle
importancia.
A Gaceta publica um decreto autorlvando o go-
verno a emit r am emprestimo de iia sulbdes de
ptelas em bilheles Jo thssouro.
O ministro da guerra resolveu organisar um
corpo de cinco mil bomen eom destino a Cuba,
afim de dominar completamente a insarrelcSe.
O ministro do reino resolveu mandar publicar
quinzenalmente na folbacfficial o estado em que
se achara os expelientes affectos quelte minis-
terio.
A Gaceta pubcoa o tratado de eommercio e
aavegacao e a monarena austro hngara.
Os escripiores hesaanbes tenci.oam formar
ama associaco. Para esse fl n propozeram um
alraoco, durante o qaal serio redigidas as bases
da nova associaco.
pomrcAL.
Em 5 J) cirrente essreve nosso correspon-
denie de Lisboa :
A sitnacao poltica das mais singulares. Ha
lias honve serio conflicto na cmara*electiva, a
qual por ama exeepeao louvavel e mui digna de
apreco se constitaia em oito dias, pouco m ls ou
menos, sendo approvalos a flux quasi t'dos o
arocessoi e'eitoraes. Para a presiden:ia foiomaii
Volado ni lisia quintupla e apprjvado pelo poder
rtioderador o Dr. Ayres de Gouvelar, mo^) pre.-iy-
tero, e m'nistro de estado boaorario. Para a vico-
presidencia, o Sr. Crrela Caldelra.
t Voltindo porm ao confluto; tratava-se da
ulecSo pelo circulo de Villa Verde em qae havia
grossas irregu andaiVy; soltaraj-se palavras in-
convenientes a, qae o Mrquez<|haViU e Bdami
iuiz esqnivar-.se de re^bondeT, allegando cmara
pie tinht de coruparecr no conselho "di estao j
tomecou a troca e assrm Iba ettsino por nao acor
tar cora ontra palavra que exprima o acervo de
apartes, do cha.-os e chacota incivil com que de
tiJos os lados da cmara estava sendo provocado
o presidente do conseloa de ministros. Isto Ihes
fez observar o proprio Mrquez, pargnntaodo
n'uma ap.stropa enrgica se estava na praca pn-
blca, oa no par?ment t Que n'uma sala i|ual-
qner em qaa algn dos -eohores deputados l-sse
admittido por acenso (acresceatam as flbas da
opposico) se perraittiriam draelle prd:edimyo-
to??:f
Se o presidente do conselho tora da si, desat-
t-odao o lugar para aquella obOTgauiria- a qu
fra fnertado pela sna creaeo e descompostura
oum jne tratavam de ridicorJarisa-ro, nio menos
certo qae f A lastimosa a atutude da cmara
a A sessio toraoa-Sfl muilo- mais tatimosa ; o
pre-ldente p6z o cbSpo na cabeca^ e pin vez de
lordar a abrir a sesso ama hura depois, como
luios'determioaBo regiment da cmara, foi para
, que d.'t_
sar por seria e pfr vezes o tem sido, es', "dando
djaV m pela ti- com qae o Sr. Ayres de Gjuvua se apreseaia a
presidir a cmara e dos ademanas eom qae ges-
ticula I
,< Se-iat* todo val pelo eslyio do Barba Azul oa
da Gi in Duaueza, "nto enera uns papis para
rir. amas foi has chulas para divertir plebe, ebt-
mem-lhe Asmodeu, Torniguets, Luci/er, Supple-
ment Bar taco, mam-i Linterna, o que quizere.n.
fagam ah as caricaturas de luda .a gente, que o
anudlo o titulo a a falta de impulaco de tes
libeltos ; ma* nao confandim a nussao da im-
prensa poliiica com as farcoiadas chilv;s dessa
rae de papeluchos, epaemeroe.
< Suppoobamos o/ie o Sr. Ayres i& GoaveU
jaando fol mlalgtro'derxju de seas discursos nns
vestgjos gorgorieos qne oa;saram a ser prover-
biaes ; nlnguea Ihe pode todava negar talento e
saber. Soppoahamos qne o facto de tomar ordeos
depois de haver iocelado a carreira poltica, J
ter ido Roma j como sacerdote, Ihe dio um
carcter muilo .Iheio s mundanidades das luet..-
partameoiares, e taivez ama feicia um tanto pro-
nunciada no sentido clencal qae nao agrada ao
partido li eral De aecordo, serla urna escolha
infeliz ; mas qaaawa voton pava presidente como
transaccio po itic* ? .
t Foram as'lraccdes-do partido I berai. E qaetn
jJe- ,itirar a primeira pedia a essa esculla t
O- reformistas, q a tem por chele am hispo, o
prelado de Vizess, o typo do> pa 'ra poltico ?
Ora isto nao serio.. Comba liara a presenca
do actual presidente di cmara tesis dos traba-
mos parlamentares, mas amesquinha-lo- t>dos os
dias, provocar a gargalhada com os dicbotea_ ser
ama arma partidaria, ser ama manifestacio de
despeilo, mas o qjie nao pode tomar-se como
prona de dedleaca pelo svateaa vigame.
i M-.nt-j bem, abalado ale (o systema) por es-
sas rrwaiarias de troca na cmara, e pela saraiva-
la de epjgramro*s na impreosa, jadadi.por pial
quer eveutualllade exlerna essa obra de demoli-
cao, que lerao feito na penumbra da sua- moles-
tia os nclitos demolidores- para substituir isto que
destreem 1 A repblica .....
< Estamos, anda muilo loae de ler o espirito
publico preparado para'o self .gooermeit. IVr
favjll,; Xazer rir diverte, mas nao converte.
t Rira bien gtsi rira le iernier.
a Coatisuam os donativos para as familia-
quem o fatal incendio da ra do Gerpj Santo dei-
xoa reduaido a miseria. Falleoea de quiroadu-
'ras e ferimentos o borabdiro Lima. O sablment
foi Imponente: (?Iem de.tudo rio povo I) O fere-
to, sahiodo do ibospiul foi colloeado obre o
carro'd'uma bomba, por cima do paaao raort iario
iam peodentes armedalhas obtidas pelo defunto
era muitos.actos de earageoa e hnmaaitaria didi
cajio em .qae. Ofarara' com heroicidad?.
Segua o corpo >l)j hambeiros cota s msica,
alguns das veradoreada cmara, o carajso ins-
, em
Coro e compungid >s, lasiiiuaram a* exco-sos. Ote
ram votos pea sjjtema rpreseaiatlej oue icttm
doeate e abalado, e compromtrMo. t nio sel qae
mais, cora eetaa rnafaa e maagic^, era qae se
reveis.....,. mana cunta que nos es caracte-
risando fatal ente desde qae no* defu nos a oa-
caq,oear e a parodiar a ewiSiocSo do segando im-
perio franeez, lnt ao mensa loe podermos imitar
as grandeza I
ln me pretendo fazer declamador neto pro-
ptieta di aooaguara; mais de viate vezet; po-
lera, aqu 'eobo eacintoque a fehre de nfvellar
tudo pela escola de Oftenback nos levara a cas-
oar com ae coa as mais tenis.
Ora, asswio^ne se wgwi aquella fdf placida
e traaqurll, e assiratem corrido as dsrnals. En-
iretanin o gabinete defeopctlnade na pessoa do
re-ldente do con^elho, at mesmo por raaltos da-
lles qne doviam o tnumpbo das anas eWcdes
roiscclo governameotal, pdele dlzer sem
loria segur. CaaUva com os histaneos. mas
, prpffr ifrreeslo JWiaeHe eoollTO vfera da
Sr. Jbs Luciano de Casero, laminar hhtonco. Os
mar muuicipal de Lisboa, e grande nerm^ro de
pessoas de toia^ as elassss Usojiaea, om tocha
acesas. A maiido commjvida e silenciosa era
enorme. Noeemiterio occidenlal, f)l proaaniiadi
um 'discurso pelo inspector dos incendios, breve,
eloqjnnte, e entrecortado de lagrimas. typ
gra.ho o Sr. Mai-k).nn-lt pronuociou outro muio
substancioso e ebeio de magna.
Viam-se solucar como ereas^is acuelles bo-
mens eorafosos quejainda ha 8 lias lutavam com o
maior enthusiam) e abngvclo para salvaram -a
vid a untas pessoas qae o fogo surpreheoiea.
Aqoalhis giorits em qae o applauso li maltid)
espontaneo, sim, essas que sao glorias, p irqttd
amguem as conlesU f
EL* o discurso fnebre do Sr. Carlos Barrei-
ros :
Morrer assim, nao raorrer. Morrea assim
viver para a gloria, viver para a ternidade, v-
ver para o reeonoecimento dos seas ooncldadi>$
e para a memoria dossens eamaradas.
Vejo chorar os Vileutes. Oxal qae as lagri
mas qae Ibes inounJam as faces, que a saulad<
faz verter, caiam como balsamo vivliodor ot eo-
ratjiode todo para os imitar a combater pela hu-
manidade, embora :'6|tenham por recompensa a
palma do roartyrio.
E' granle a missSo que tenns a desempenhar,
e se ate boje os alto.- poderes do esiado nao so
tem dignado de Ihe dar todo o a pre c o de que
digia, consola-me ao menos ver que as sympa-
thias do publico se manifestara, pelo lado dos be-
nemritos.
A morte desastrosa do patrio Lima, nao apou
ca a coragem nem diminue o animo dos sea<
eamaradas; aoles pelo contrario estimulo, In-
caniiva e orgalho para todo3 que como elle a sa-
bom procarar cumprindo o sea dever.
< E tas palavras ditas por quera tea encarado
a morte taotas vezes ao lato dos seus subordiua
dos, tem duplcala si guinea cas.
O discurso do Sr. Jlo Chryaostorao Micki-
nelt merece ler se tambem :
Seja-me permittido prestar hnmenagem a am
bravo; seja-me p,:rnittdo dizer algumas pala-
vras, que o respeito e a gratidao me inspirata,
ante o cadver desse benemrito, que dea a vida
com desiaieresse, com verdadeira abaeg^eao para
salvar a de seos sem^lhintes 1 *
a Falliudo d'elle, permitta-me, ea^fira, qae eu
fac a apologa dos servicos que esta h.tramitara
corpiracao presu ajhananidad).
Oh I qne sana e be la mis-So a desta aobre
'eule I Como nos casos -luiciivos de iccendioo
bo nbeiro se urna o anj > bemvindo do co I Cor
re para elle a me ;.!ll c!a, para qae Ihe salve a
vida do caro til to ; pede a fllha extremosa para
que Ihe.atranque das cnammas sea velho pa ;
o muido reclama a vida da mulher, tolos, era
lira, o odeiam, ana pedindo qae lho salve a exis
teiciaaalguro os se a, outros p.ra qna Ih s
salve os ha veres, para que os livre da miseria I
Elvaeo bombeiro, pr. ssarosn e decidido,
pensando mais em salvar o seasimilbante do que
oo risco da prop'ia vida !....Ei In ha meio da
charamas, cu*cumd:id) de perigos I....Ei-lo sal-
tando de precipicio ero precipicio (atando com a
morte I Mas oh I.....o intrpido arrancn an
uijntro dewradr nraa das suas victimas I..,.
ei-lo qae regressa^ cora-a alegra estampada no
rosto, com um fardo1 precioso...salvou nui inco-
ceotinho I
Ne vedis as condecora(Oss qne ornara agei-
tes pellos T Pons f iram gaanas salvando das gar-
ras da morte muitos infeUzee, ]ue, a oio ser a
bravura e abneg*cao do bombeiro, de rerio teriam
am flm tre nenio o affrontoso I
Cono as entara be>n em pellos valoreaos e--
lai coudee. racoes I Oh I nestes-si, nestes qo
que brilrtam, a estes que ellas penencera, ooc
eaea, e como houvesse aro drapt'iado, s depon fl"9 '"" ganhas nana oadsa sauu a justana
dille< eootiuuoa a funceionar a cmara
o'dd isto irreglarissrmo. Os jurases,
causa da amanidade
. Que diffrenca entre estas distln'cd's e as ob
tidas no campo al batalha. Alli ptHe-se, m.i-
ttm-se os homens; e raedalha que orva o pei
to do sofdalo, se records nm feito orilhante, sig-
iflca tautbem a detrnicao e as vezes o premio
a oarbardade t Mas o bombeiro d a vida e nio
mata ; combate e njl fere ; jerve ao genero hu-
mano e nio a ambicio.
Presto hompnagem a am bravo ; presto-a Ce
de eotaio a am raerabro d nraa class iin be-
nemrita f Ifa\o ris mor o luteresse: expdim-se
aos maiores perlges, e para qne ? Pode dizer-se
qae a remaneracao pecuniaria os Incita 1 Nao ; a
saa ambicio de triarla, o sen Intaresse e o amnr
pelo similhante afflicto.
c A prava de qae tendes a gratldio e o agrade
eimentidos habitantes desta capit"! pelos vosos
servaos; a prava le que recoahecom o mulo
qne vos deviio, e-i as lajiimas que se verte-
ram durante o ransiio do.rpftito. A maior pro
ya de ijrmpaihia est no nnaaarcao eoneorso que
loorapaua iu o fretro,e (toe ianto a sepultara veto
Srtir boreoigira ao valste. a# hf roe, vrefhna
a saa dedieacio I
-?*> desanimis. Vragae-vos da mora, ar
rpcae-ihe mai viJaa Gandas pelo-ardo-en
'fetligeaeif do vosso ehefo. e amigo, contfouae o
vossos sarv coa pela caneada humanidad*; rejo
brae se possivelde valor, porque asi* bene-
mritos da patria. Disse.f 23
.t O Jornal do Cmmercb da ojiarta faira (1)'
publica o reiatono ofcial do Sr. Carlos Birreiros.
ET raeTecdor de ler-'se cora attencJ. *
c A cmara municipal mandou lanear na acia
na voto de sentiaienio pela morte do i pa
trio Domingos Pereira Lima.
c i-'j puolicada a tai de meios, para o gavero >
poler cobrar os imposto', e autorisar as desaezas
publicas at 30 de selembro.
t Os a ibfd harSss de S. Dlniz, Teixeira Mar-
ques e R. is, ebegad >s ba ponco do Brasil, aabi-
rara ante-botera do lazareto, e promovern) eotre
si urna snbscnpcao a favor das victimas do ineea-
dioda raa do Corpo Santo.
i El-rei D Fernando e a aenbora condessad'E-
dla tambem sabscreveram ama avultada qaantia.
< Urna valiosa subserncao tambem se fez entra o
anrpt) da eemraercio*desta praga para galardoar
o.carajoso bimbeiro Bjroardino, de cuja proii-
giosa delicagao a arrojo Ibes fallei na minln
ultima.
Parece que se levaatarara graves contesta-
-.oes entre o governo e o duque de Saldanha a
cerca dos eaminina de ftrroLarmaujat.
t Diz-se que o duque ameaca vir a Lisboa se o
l veruo Ihe oo hzer boas coneessSes que elle
n ; mas o giverno nao ple pirque tem ja
crascito algunas liabas,
Este ameaca dito pelatiinprensa tem sua gra-
ca realmente l
< Falleceu o Sr. Maooel Joaquim Allon-o, anti
go negociante e s -gro do Sr. Micio, deputado e
joroasta.
c Foi vistoso o acoapaohamenlo que honlem
condozio o finad) lo cemlterio.
t Preparara-se qaadroa e outras obras d'arle
para a exposirao de bellas artes de M .dr.d. E' d
esperar que alguns dos artistas poriaguezes sej ir
laureados naquelle honroso certamen.
< E' curioso o que se esl passanio : ao pas
so que os tounstas portuguezes, qae tendo ido a
Madrid em viagem de recreio so virara de impro-
viso festejados e victoriados como o seria o proprio
Chnslovo Colorabo se resusciasse,escrevem
numerosos folhetins, folbelos e livros obre a lies
panha, ci meca a apparecerno mercado ltterario
de Portugal u na nuvem de publicarle- hespanbo-
las muito lisongeiras para nos e para as nossas
consas.; monamentos, ros, paiagea.s, bauhi-, tu-
do alli po. to em relevo e encarecido. A' exeep-
eao de algimas pagiaas de Calvo Ascencio,.tudo o
mais tenho si lo, agradavel.
< Parece que Portugal, oo tendo que descobrir
alera m >r, se lembrou agora de descobrir a II -
pioln; e que a Hespatiha para nao dcar atraz se
resolveu, Qaalmente a detcobrir Portugal.
< Para bem sejara estas reciprocas Qnezas, a
qae ni> absolut.-.meu'.e estranho a associaco re-
cem-fundada em Madrid, para qae se esireitera
as relar;o:s entre os dous paizes.
t Hony. soit gtt mal-Ypense !............
c O dia ID de selembro o aprazado para a
-olemne trasladacio das ciazas de Vasco da Gama
f Lisboa est eheia de familias hespaanhilas ;
Seiubal, a Figaeira da Foz, a Foz (io Daun) a
Granja, o Espinho, e mnitas outras estaci de
baaos em que abunda a coste da Pirtugal tem j
recebido grande numero de hospedes bespanbes.
t O Guia io banhisla o sea vademcum.
t As fn'lias de Portugal, e principalmente o
Jornal do Commercio, continuara a publicar noti
cas muito inti-ressan'es sobre a viagem de SS. MM.
Imperiaes do Brasil pela Inglaterra, recepco;.-, vi
sitas estabeleciraeatos pabilos, etc.
t Em toda a parle o Sr D. Pedio II e acolbido
coa a venerac) que merocem as suas altas qua-
lidades ; por toda a parle s se Ihe presta Urna
sincera e cordeal homenagomquese reflecte nessi
bom povo brisileiro, cuja hospitalidaJe canhci
la em todo o mundo.
t Chegiu a Vig-i uaa esjuadra iagleza dequa
tro vasos de alto bordo e se esperara alli mais dez
oito da raesma manaba.
A Igaaldal perguata : A que venirau los tn
gtezes a nuestro pais ?
c Vjo. lelegrararaa de bagres (Alzarve) de hoo
lera (4) as 10 da maaha diz: Navega para o
norte urna e-quadra iagleza de nove fragaias a va-
por. B
Foi pomealo codselheiro de estado o lh) do
conde de Ca-lro, o Sr. lulo Gomes de Castro. Esl
vago u.a dos lugares do miaisterio publico junto
ao supremo tiibunal adiniaislraiivo em eonsequeu-
cia desta noraeacao.
O Sr. Gomes de Castro muilo moco ainda, e
nao ha exeraplo de ter sido elevado aquella catbe-
goria pessa de to poneos annos.
Tjrn havido algumas desordeos na ilha da
M'deira por causa dos arrolaniect, a q.e o go -
vernador civil teve a imprudencia demandar pro
ceder sirautaaeameole em todo o district >,
< i eauoun-ur.ua in'.erpeilaj.ois aa cmara
dos doputad m por causa da probibico das cele-
oradas conferencias do Casino Lisbonense.
Ura requerfment) dos Srs. Anthero do Q en-
tal e Batalha Res (ciiremos) fol apresentado em
sessio da cmara a este respeito. Deve ser am de-
bate muito curioso.
t Fallecen no Porto a Sr. D. Joseph Adelaide
Teixeira de Aguilar, baroaeza de Foroos de Algo-
dres. Instlala por sua nica e universal herdein
a sua irma a Sra. D. Margarida AOgasta Teixei-
ra de Agoilar. D-ix u seis c ratos de ris ao Asy-
lo de Meudteidade, por morte da sua herdeira que
emquanto for viva dar 100} aunuaes qaelle es-
tabeleciuiento.
A seu ibrili) Jos de Albaqaerqae, deixou
4:OOOJOOO.
Trata-se Je abrir am loqaeiito pai lamentar
sobre as violeacias eleitoraes.
H' muito notavel ara artigo que se lia hontem
oa Reooluciio de Selembro sobre este alvilre sero-
dio. Pois a cmara (isto a junta preparatoria)
votoo em dous ou tres dias os processos eleitu-
i' es, e agora que val recoasiderar sobre a lega
lidade das eleicoes que votou T I
A. R. Saapayo (se elle cora effeito, como pi-,
rece) o autor do artigo a que me rellro, contia
a aer o primeiro jornalista de Portugal e taivez de
mda a Pennsula.
O Sr. Cirios Bento (ministro da fazenda)
apresentou ama proposla, renovando a iniciativa
Ja propasta de lei que able os privilegios de ieu
; io concedidos a cstabelecimenlos bancarios, corr-
paahias e socieladesaaonymas.
Na cmara dos pares j foi approvado o pro-
jeeto de resposta falla dt ibroao.
Todos os docuuuntos e correspondencia sobre
o coufl en que no dia da abertura das edrtes non-
re entre o general baro do Zizere, coraraandao-
te geral dos guarJas manicipaes, e comraissario
geral da polica de Li boa, D. Digo de Siuzi, fo
ram remettidos ao conselbeiro (Martins Frrrao)
procurador geral da toioa e fazenda para dar so-
b e este assumpto o seu parecer.
t Por oeeasB) de ama fssta popular, qae bou
ve ha dias era Alcntara, suburbios de Lisboa, o -
correa grande desorden! pelo maldito coatume que
tem a populaja de dar gritos de morra a guarda
municipal muido effdciua algoraa* pnsao qaj nao
agrada a turba, e pelo mnito ptior sstro que tem
a guarda municipal de dar corofihadas a tolo e
a direito fazeodo pgar o justo pelo peccador.
t O ministro di reino declarou cmara que'
mandara inquirir aestas lastimosas occorrencias.
Temos na capital polica de mais, civil e mili
tar, (guardas muaicipaes) e os motivos do emita
contra e.-ta ultima vo se accuraulaodo le din pa-
ra da, ddsuoenuoJo os seus amigos ere Jilos'de or-
deira. ...
t El-rei confcrio a cotnmenia da erdera de
No-sa Seuhora da Cooceico de Villa Vico-a ao
regulo de Cab.nia, o Coronel, preto, Maocel
Tana.
t Este pedio ama audiencia ao Rvm. patriaren
de Li-boa, expres.-anio Ihe o seu desejo ardent? de
roceber as agut di baptismn Ha das foi o co-
ronel Puua l-.var a -6 urna rabeca de cera qne ti
niia promeitilo a {fosea Senhora am lance de af-
fliccao.
actor Santos reappare:e hoja no theatro da
D Mara I (i-pais Ua proloagaJa eBtermldade)
eom o iodo o Garteiro.
t OPasioio Publico vai degenerando evo. jar Um
chinei, porque a erapreza Cardias tem tfaertduat
iiuli.r o pub.ico com espectacnlus qne oo coi-
rt.-pioiru as prome-sas do cartas. Resalta apu-
po as-obra, e assim estragaro urna cousa boa,
je a cmara municipal Ihe nao pozer cobro.
< Parece que a celebre Paiu qae os nua Esta-
dos-Unidos vira a Lisboa para o invern.
f F.-;,tu c.rga os navios : Beila Ftgueirensc.
Relmpago e Soberano para Pernambueo, era us
oa; a Triumpho e Sekcas i para Peroatabuco.
Nova Palmeira Atletaid* para n Par no Porto.
Vottetas du> urre da liycioa
Amanheceu tionlem em nosso porto o vaperfcra-
sileiro Presidente, trazeado datas : do Para i, do
Maraohao 20, do Cear 21, Jo lito Grande do
Norte 2J e da PareHyM H ^lo correte.
VKXEZUIftl.
- Lemtartjo ftiff(|{l4r1o Aruazoaas r
.Segundo as u ti mas n.-tichs da fronteira da
GneaiWafda.de aavo em toamma'U prevjocia
d aqael epabliea que limita coas a aassa fron-
ifra do rjhcohy. .tures. ceoirAr,MValucao es-
lava em ebalicao assnsradora. ism.'$. Carlos as-
1 Alvares..' fPifc*iTarftro

sassFnarara Luiz
eron emi-
gniDta Nuha
Serpa, Silvff,
par Guajar.
adfmento do
10.893/181
2:336*348
a abeilu-
grou para o nosso territorio e esperava-se que oa-
tros se Ihe seguisaem. Dciw^a^aMereie d'aqurHe
P' bre povo.
* A comp.nhit fi
gurou no dia |. o v
de navegacn, fazend*
Coaceicao, Caaumam, el, o arl
h. am capitulo da historia de
ab?nc>ado Valle do Amazonas.
-O destacaoaate militar qutttiacioaava no Ja-
?.1T m,,"a:sia ao pa da eacfcoeiras do Ma-
deira. Soffnam, poim muilo os soldados com a
pessimas condie'.dei hygienieas do Ingar. O eom-
mandante ao destacamento o Sr. capilo Quadres,
ia retirarse para a capital.
A recebaduria da fazenda provincial do Ama-
'n^a.r--aoa<,)n, no meI de JoTno a somma" *
IJ:i49j3v sendo :
Para a provincia
Para a coropanhia fluvial .da AUo
Amazonas
PARA.
No fu IS do corrento tere Ingar
ra solemne da assembla provincial.
Fallecen na capial o brigadeiro Bario de
iaguaraif. "TT "" T.
Chegsra ao roorto de Beleo o transporte de
guerra a vapor Isabef,. proceleoie de- Uando
i-N Toiiha ; .. qual depois de paquea a aera ira,
devia sahir para o Uaraaho.
Dos E.-ta los- Unidos i-negara o prtifeasor Ch.
Fred Hjrlt, aeereado qfial diz o Btario Gram-
Para : '
O Sr. prufessor Cb. Fred. lluti feguio para
Mraie-Alegre, por Santarero, nn vapor nacional
Amazonas, que na madrugaJa de honlem parti
para o Amazinas ; a quarta vez que llnatre
sabio vera ao Brasil effectaar saaa explorasdes
geolgicas e archeologica?, que tao -fulgaota .Isa
tem radiado sobre a Imioria natural de{ta regiao
e sobre aa riquezas ni lia araonloada* pelo Creador.
O Ilustre sabio propde-s* agora a coaiatjetar,
tanto quanto puder, a sua exploraco da parte de
leste do valle do Amazonas, tracar os Umita da
vanas fcrmacSes cora mais exasjlido do que ihe
roi possivel fazer aa ultifna fxpaaija; ir am de-
m"da de rochas palososoicas, na parte noria do
valle ; medir os ooteiros eom chapada e astudar
anda ama vez os dpostos da planiti*. Alea
ai-so peojr3e-se o ero Jilo proessor a fazer graa-
des colitcc5es particularmente de fosseis carbo-
nferos e deoroianos e das anliguidadas da Jlbade
Marai. *
Esta expedico tera o nome de Expodic
Margan, por ser un cavalheiro deste nome, e co-
ronel R. Morgan, de N. wYoik, qne concorre
prwcipalBHwepBTa suas despa<. A Wtmm*
nade ae H4Wati ien-lhe nm coaio de reM ar*
reeeberem (roca algwnas II ij' i la^ffl
Lemos ainda nesse jornal:
A's 3 horas da tarde de domingo um
Franco de PuJaa divertia-seaa tina di
golpear com nm lercado duas pobres er
fllhas de am Jaronyno de tal, residente L^
iricto J i.jm-i |ha. Ete scelerados qae i
raacaqu.'a ero nos insiinclos saoguinaries, era
hospede do Jeronymo.
D^a se assim o triste facto:
< Jeronymo e saa mulher haviam segaid;
nara o mallo e dsixaram a cata ei*>-eriDcinhas
entregues a Justino. Ju-nno armou-se om otu
tergado e comecou a picar as ereaocaa. Parvee
jue o saogue derramado e os gritoeM'Mnailas
innocentes crealnras e slmnlarara os dMsMrio
ptr versos de Justino, que eniao pea-se a oat-l"
cora a maior cruel ade. Djos quando aeftferr*
cresneas ji esUvam estendidas exange, na ehto,-
Justiuo leve sena hnpeos d; arrepentan salo, e
dettou a correr para o mallo bradar q*rBa-
gros fgidos eslavam a malar o meninos. 8o-
breveem os paos, a auloridade policial da-BB e
visinhos, que ouvem da bocea d'um dos meninos
a narracao do seacruelissimo warlyrio, ehegan-
do deniro em poueo Justino, cojas roupis onaan-
guenladas conQrmam a expo do mais ex -ruciante penar fazia a victima de soa
raaIvadi-7. >
Justino foi preso e enviado para esla cidad>,
onde i-hegou houtem, com urna das crea ocas sen-
das. No hospital da Caiidade prooedeu-se hca-
lem em presenca do Sr. subdelegado do !. dis-
tricto ao re'peclivo corpo de delicio. Os asedteos
capi'.tilaram de feriment s graves os qae chogam
o corpo da infeliz creatura. A que fieoa na Hh
das Oncas lalvez esteja morta esla hora..
MARAK1A0.
O Exm. diocesano ordeuou se zessem pre-
ces nos dia: 1-3,14 e 15 do crreme, na cathedral
e igrejas da capital, para impetrar a declinarlo da
peste de varilas.
A nova directora da sociedade Onzt do
Agosto ficou assim organisada: pre-identn Dr.
Antonio de Alraeida Olivelra, secretarios Dr. Joao
Antonio Coqoeiro e Ji o )ndido de Moraes Rege,
thesoureiro Joao Jos Fernandes da Silva.
Fallecern) : na capital, o beoeficiado Mx-
noel Pereira da Enearnacio ; em Cajapi o teneu-
le-coronel Jo- Leandro Ribeiro; na Chapadinha
o tmenle-coronel Raymundo Joaquim de Castro, e
na Parnahyba, o Dr. Antonio Pires Ferreira, jnir
municipal desse termo.
O Sr. Fernando de Castro liberlou gratuita-
mente urna sua escrava, no dia do casamento de
-a Qlha D..Djoliada cora o r. Julio Barbosa de
Vasconcellos.!
A directora da sociedade manamissora 2n
de Julho para o ann > viudouro, Qeoa assim tom-
posta : prosideoie Dr. Frederico Jos Correa, se-
cretarios Mirctlmo Jos di AzeveJo Perdigan e
Eduardo Amerito de Moraes Reg, tbesourolro
Luiz Claro Serra.
A alandega ronJeu de ia i do correnle
109:681*170.
PTAirr
J-seailiavara veuaidos cincoenla coates de
res das apolices do emprestimo provincial aatori-
sado pela assembla respectiva.
OEAII
Foi nomeado pruanelbr pub ico da coreara
de Qulxeramobira, o Dr. Licurgo de Aibarquerqne
Nascunento.
No dia 12 leve logar nc palacete da assemb.-
a provincial o baile cfferecido pelos deputados do
Baro de A jairas
A a finiega renden de I i9 do corrate.i.. *
liJ2;60!ioOO
Lomos no Cediente:
a Pela polica de S. Miheus acaba de ser captu-
rado Francisco Rodrigues da* Chana*. Sobre easa
fera pe am as. seguiotes incrimiaaeos
n Araaziado ha Ires annos eom ama saa Giba,
do nome Mario, e tendo ti lo della don" \tos, fe-
l abortar, o primeiro com nma'surra qaa loe deu
e enterren vivo o segunde apenas na se ido. B-ha-
vendo .'-si infeliz procurado ultiraamr-nte a casa de
ura visiaho.e abandonando o pao, este tentn, por
duas >v>,s matsl-la dando- he tiros de emboscada,
js qaaes, felizmente, nao a offenderata.
No Ingar Coit do termo d< Mana Pereira JoEo
I." n ro de O.'ivi ira a*ainoa saa proaria nm-
Iner Msria Je ial com 8 faeadaae a sea eaahado
B medien Monjes la Silva eom am tiro tatf&I*a ca-
las, por te-los encentrados c.pnvaraaandtnijjl -tallo
ama \: z apanhado-os em aduher.
O dilinqueate caraBraado*criaea'itbt apra-
seotar se a polica, qae o rocethea a ansio, >
No logar pona da S rrs do nno Be Maran-
g inpo no dia 9 do crreme AntflBto vs miaa de tal assasinaram cra t facadaajawaiel'a
Francisco Alexaadre dos Santos.
< OSr. Morgn f"iex|iraoia-n>e!
rente eom a machina de Tltaaap
ao transporte de pedras para e
ura re.-ullado magnifico.Em
duas mil pedras on a carga i
bois, com peso ie^OO arrobas
ron.has t o Bjmfica.' )fi
empedrada a arenosa coat.
Con;U-nos que estaco__
Mondes para transportar par
cimaoto, logo que o go
on empedrar urna peqa>na
eotre Arroncbes eo rio ~
per ajar minio arenosa.
A. provincia tirar
corao pude obter pedras.
.a-.'laor qmlidade qne a
ma
No dia 17 do crrenle'
de seas cargos os Kxm*. i
to CajaJcau.r Je AlbaBixO'rB^S!
Alraeida.
rAHAirrea
Nada ocarrcigilgno de
- i


v^

"N..


i


r.8i l
aiiario
i i i P>-JJfl*V } '' 1 4? ti*/*!
de rernambuco fcsabbado z$ de Ago&o de 1871.
i
Poaco depois' de ro^H iuodfioa b on-
to* ae Jamara" o o vaffcr
cartas
de Himburgo 8,
8 e de Lisboa
o qu colijemos ios
botadas 19 npgociafo entre o
n e o governo a'lemSo para
16vacu?ci i do territ rio fraocez
Id auno cor ente.
|ss>nos vJo evacuar desdo ji o
le Pars.
rt&ftfttflta da coaira>S83o franca i
yaa* ti aro Ooanpiega partcipou ao.go-
- wiij'ft.as wtridades prusianas rece-
.fctaua fdem Je evacuar T.oyes, capital do
mBmJHimto de Aube.
Esta pao o terceiro meio milhar da in-
demafstipao de- grjrra.
JBij-sa cjue o estado de sitio em Paris4
era levantado ao da lo de agosto depois
4* Guoeaieuarjente substituida a guarda na-
-taot pela guara repabticana. .
No 4u 7 de agosto con*aoa o jul^amea-
lo 4#& rus da iqsu-rico de l'.ris parante
ijwceiro coaselho de g^er^a presidilo
f*lfl>orefial Mertin.
A prinwira tria dos accusados compre
bo4e 18, a saber Ferr, Assi, Uibaiu.
Trioquet, R^gre, Charopy, LisbDQoe, Lu-
lier, Ristoal P^ctnl Grousset, Ventare,
Ferrat, Oiocamps, Ciernen', Coarbe, Puzent.
(N'outro luar testa fo'taa iremos dand i
as actas do jiigamento $ mediia que nos
forem chepudo pilas malas da Europa.)
Dix a Vent qua abe positivamente que
acta lmente se ai asa em Inglaterra Flix
Pyat, o genaral Bergiret S rraill r, Direa
re* VaHlant, o coronel Pareni, Megy, Rou
elle, o director das ambulancias, e o or-
ganizad r dos comerlos dasTJillerias Rous-
el, que foi co aaMario de polica de M >n'.-
martre. Le M 'ussn, Fioreslier, Levvau t,
Lissagaray, Djraod, e fiaa'm;nt6 que cbe-
garata a Londres prjodenles da Suissa os
cimmunistas Luirme is e Vsinior, qae lo
dos acreditivam hiver sid) fusillados.
En Nova Yok ackaa-se Guise e Li Jo-
dita.
Dizem de Versalitas que o governo fran-
cez reconhjoaQio a impossabilula le de pro-
cesar es 3! mil prisioneros co.nmii.iiua ,
tagua 1 as praxes legaes em vigor, vai
apresen ar assenbla um projecto para
proceder cais su mnaria.nea'e.
negad.) pruvimento ao recurso iater-
i"pelo? insirgcnt^s de Mirselha da sen-
tenji que reientemnte os condemnou
rxtorle. V Ejilitc pial republicano dt-
qaella GidaJe coavid os seus leitores a irera
aos seo es :rijt3rio3 pira assigaarcm urna
petijio ao chafe do poder exscutivo francez
para pardoar aos cb es da insurreico.
O r. Thiers pirti :ipoo ao represntame
da coijipai.liia ameri aja que se oil-receu
para re^eb^r os prisioneros cummuuistb
omir colonos na Raka Gal.fornia qu? a sos
proposta seria r-feri.la assembla nacin !.
ta COQse^u-sa ia di cmtinuacao de nu
meravas pnsoes em Pars, o commissari^
di polica do bairro de Batgnolles receben
ordeos oara ser mais modralo no sea zelo.
Na-reunio dos membros da assem-
bla nacional parleacenles ao centro esquer-
do, apresentoa-se a proposta para a proro
gaf.5u das poderes do ebefe do poder exe-
cutivo ao Sr. Tbiers. Os autores da pro-
posta declararan quoseu peosamento era general Troch "na ultima guerra.
lamento. Resolvea-se tudo no sentido in-
dicado. Ido >!
i lei foi approvada por 519 yotos caatra filiudi
IBktx.
MUsIo cnearregada de exi
kWRtS'-. Ravinel pediudo o estabel
eMModefinitivo dos inisterios em Ver-
sailles favoravel a esta idea. Calcula, s
loe ba na ass rabla 360 par idarios de
VersaiUes 200 de Pars. O $r. T^er
c ittbateu as c jmmisses a idea da eswbe
lecer dednitivamenta os ministerios em Ver-
stiles. Na foi admiltido a proposta de
transferir as sessoes da assembla para Pa
ris.
Gasta pvjk lared'tfar qu3 a assembl*
nacional queira autorsar a despeza necessa-
ria para imtliair afti&tia^ninl* a capital
em Versailles. a se gfriista em dMgostar
Paajrs,. iite.n ta dWttdo fez as laiores
saefificios para dar Franca o tempode se
organizar, e de opp6r-s i mvatip dos alie
mes.
Foi apresentada ama proposta para se
lanzar orna decima para ordenados e re-
dimentos; dois par canto sobre os rendi-
mentos de 1,5)0 a 2.580 francos; tres por
cento sobre rendtmento superiores; am im-
posto de am por mil sobre cada traasaccao
industriad e commercnl; subsiiluindo-se
assim imposto sobre as materias primas
qne tantos clamores tera levantado.
A assembla votu a urgencia de um
projecto Je lei do ministro dasjastica contra
os membro? da Internacional, e os que pre-
tenda ;u separar di Fraoca qualquer rorcao
do territorio, o anese r ere ao tumultos
de N ce. As penas sao urna malta de 50
a mil francos, pris3o de dois m'zes a dois
anuos, e privac^o dos direil03 civis. Os
separatistas podem ser privados dos dir tos
e qnalidades de cidadaos francezes.
Este projecto um dos resultados das ne-
go;iacoes entre os principaes goveroos di
Europa a respeilo da Internacional.
A conmis io para a organisajSo do exr-
cilo est examinando a proposta para um
lesarraamento geral dos guara; nacionaes
A insurreico em Argelia ainda con-
tijua na proviucia de Conslaptine, mas a
tribu de NumaAdem foi complejamente d)-
miuada. As tropas francezis alcaocaram
hrilbantes victorias sobre os insorgentes que
eslao todos os diis a mandar asna submis-
s5o.
Noticias telegraphicas de New-York
dizem que no da 12 de joJho am incendio
Jestraio compleamente a ciiadedePointe-
Pitre capital do deparlamento de Grande
Terre naGualakpe No dia 18 renovou-
se o incendio ; a.edaie flcou qaasi toda ar-
rasada. Silvou-se o hospital, a rgie dos
tabacos, o tribunal da juslica e o tbeatro.
Ficaram reduzidos miseria mais de trinf
(a mil pessoas.
Nao se altribu) o siaistro a intuitos cri-
minosos.
O Atnaione vai partir de Jiulon com man-
timeotos, tendas, mdicos, roupas e medi-
camentos para 500 doentes e 300 mil fran-
cos em dinbeiro.
A ciiade de Pouste--Pitre, situada na
embocadura doRioS.lgid) tem viole a
trinta mil b bilanles. Ja em 1813 padeceu
o ai violento tremor de trra.
Os jornaes francezes tranjcrevem do
New York Hiraliurna carta da impmatriz
Eugenia que bastante curiosa e mosira o
comportamento extremamj-ote ambiguo do
estabelecer um ministerio responsavel. Um
deputado q eria q ie se juntasse um artigo
eslabilecenio que o presidente da repbli-
ca nai pj.lciii lis L-lv.-r a assembla. mas
esta le.-nbrancd foi mato mal acolbida, e
bao ve logo qaem oaservasse que era" evi-
dente que o ifi.aJ-ilH-0 no poda destruir
o mandato.
A propos'a la prorogago dis poderes
oi approvada uninimemente menos un
voto. C>kula-se pois com baslaute appro
xmacio que na assembla esti proposta
reuwr os 180 votos do centro esquerJo,
que juntos aos i Jaesquerda n Jera la,
e aos 50 da exlrem es pierda fazem mais
de 400 votos. Si os do centro direito e
os depatados qoe n3o fazem parte da ex-
trema dir ita \ctarem no mesmi seotido o
6ft Thiers ser eleito presidente da repu
blica fraacoza p ;r 550 a 690 va!os.
Os deputado orleanitas eatenderam
daver consultar o conde de earis a respeto
da prorogico d s podares da Sr. Ters.
Dzse qoe S. A. responder lacnicamente
pe!o te'egrpho Nao e^tirtemas a
obra de r.organisacio e de pacic;{1o.
Foi mal succeiida a dtarpella|lo d
. Sr. Ordiaaire acerca do posto de c ibfe de
esqualrio dad) ao duqae de Chartres. Sus-
citon lago ex.:laai3c5's e arroido. O mi-
nistro da guerra re/spondeu qae a delegafla
de Toiirs tinhi a:eitad os servicis de du-
que 300 o nons de fiafc rl k forr que o
averno o condecorara pelo sea valor, e
que ped ido o duqie para ir servir em
Airica, gratuitamente, o nameara chafe de
esquadrSo provis>ramente, ou honorario,
o qua ni) pr.j idicava a pessoa alguma, e
maito agr ara ao exercito.
O Sr. Ordinaire qniz re, licar mas a as-
seaab'a nia Ih'o permittio.
Na a>samWa diculiise a proposta
pediado que. a Franca responla pjas per-
dis caos nas pela nvjs>. A omraissao
dec'.afa que eaiS da a:cordo com ogaverna
acerca dos priucipioi expostos no p ojelo ;
diz qoe o total das reclamacoes se eleva a
666 milhois de fr?n<;osf dos qiaes 583
ajiladas de fraacos p.Jem soTrer redaccoes
por parte das commissoes eep:ciaes. Os
duzjotos m IsS.'S pa0-os por Pars n3o eslo
ioeidrdos neitaqnntia.
O Sr. TTui)/a d.ecla'ou qa n i pd a
peigiiUir que. a assemb a julgasse qoe o
overeo alofUis o principio da indemnisa-
Cio fetal; "^eriam uecessarios mii mib5o
e o-jihwouro nao es pedera pagar.
COrejpoadea'e do Times em Versailles
|os*clt tomada pelo Sr. Tbiers
t# da indcmnisac3o ter por
'jada/en dameate a questo da
i seos poderes, mas ju'g i-se
rs, con quanto recuse ce-
da solidireiade da Frang
deyasUsois da guerra, ba
oai3S de dinbeiro do ttie-
p^ri aso das provincias da-
conelos geraes foi v tada
por aceTl pdtre'o gocerno e a comaiseSu
A dasosJIpRa versava ornete acerca di
reaailo lraordiara dos eonselbos geraes
if*M4o6V)$**Ur':H dos seus membr.is,
da direito de iisolver na ausencia da as-
lii, e da.na taran a consehos ge.
raes a faeildile de decretar as expropria-
Cowfar as wtraas fi edi8:t9l io depar
-t-
qoeslo
ern pl
"tt.
~rmr
'Dio ereitaMHHHr ainda
> le tura qae delta ter lagar brevemente, tal,
vei; na sesslo de* 14, para pader ser pre-
sentado o bil na cmara aH >.tass*o de
17. Eepeiavase que.na fcabalbos parla
mentares se conclu.ssem, de modo que
pode*sQ> as cmaras iv ncerradas a 2?
de agosto.
Na seaslo da cmara alia do dia 10:!|i,
regeiladomprimfira filara o bil da refor-
ma eleitoral /or\nJa jnaola de 49 votos,
entre 145 viaoM /
N fiamara dos comfftoris esi(-fie,dU-i
cutindo um bil para abolir o jftrameoio na
universi')>de em Irlanda de moda que pos
sam obter ffry^teJla .'osJ^boKovs. e os
sectarios deAuaBr|ou|ra|r#g3o.
O Times fedej wm iovaf lei a respeito
dos meetinm. rewdi o aue se passou em
a.-
wvortiioreoma.a-dt Minlch, e i
We Igetl^exe -ka hi bWBmS# ,
RMMbwu iafMina detrflo it iafi.
ns foi apRT* r otorta^o ao mifolo toasteHo^e ..
sobre d es- wnweharatwtMet boit'reteUn ao a terceira 'tewiibflia*)*.
. T 'tevariplailefeen ao rlblspo ie Co-
J** *!u ^aj 8e co^'HO^* os rieres ordeMfos
'? aoer*idi4e contra y>rio professore de
tfe*^*'KdMN o ** dajnfailibiiidade.
- Mefiair.lwoMiaata reaaiko 4e ea-
K)lo8 PUriofrUiiHtota, qae rol^rm lrtr
a urna rearma, ecrioiaitea pra maaler a 4u-
rH^QUi e barataai*a-la 0001 o eaptrito da
'ZZi B""1JtFe,*tao a bio prtbibio as eere-
l*A*|M **kt*U.to crBario de 4bm pewoai r-
'raSiT*-^"** atataia o. dog.oi Bg- ^y* 'wattBM (kjs eoliMiaeekuedo que deHuriam de
*e*aar raia para a reja, s a igrejtM mu-
utnise em igreja de prt4o.
. te afktarbarp, o profaaaor Miekelis quiz
PBg*tMou doataoaj ann (ilikaliaat, mi% o
ani-|i e obrifoo o a fair a bolel e
JO bispo de Enflaod mandepeneiamar ao
til-a.
Cbislehurst, 27 de juoho de 1871
Minba querid i Anna.Acabo de 1er um dis-
curso feito p-lo geaeral Trochu na assem-
bla para se defender, e confesso Ibe qoe
ced mais a am s nlmen'.o de dolaros i sen-
saco que impress3o de pasmo que era
natural produzsseem mim : Foi-me espe-
cialmente penoso ver um general fraocez,
para.se desculpar das faltas commeitidas
por elle, procurar fazer recabir a responsa
bilidade sobre nma mulber.
NSoAlig que nlo bonvesse da nossa
parteerros grave*, e aff)utimente timo a
parte que me cabe ; o que eu porm nao
posso admttir que me queiram aecusar de
ter procedido, q lando a Franca' era to
dssgracada, s com a mira em salvar a dy-
nastia. Desde 6 de agosto al 4 de setem-
bro que, poni de parte, como devii fa-
zel-o pensamentos pessoaes, tive orna s
preoccepaca, umi s, salvar a nossa pobre
patria.
Coala inextamente o general Trochu
como era concebido o te'.^gramma receido
na naite de 7 de agosto e qne continha estas
palavras. O general tolla e o imperador
acompanhao. Foi elle, foi eile que,
pretextando nessa occ*s)5o nma proclama-
C3j que j tiaha redigida, me pedio que
sapprimisse o jaome do iaaperador. Hije
parece querer dizer que eu, cedeodo um
seotimento de ambic2a|pessoal, sacrifi juei o
soberano regencia.
Sabe o adido qae do fundo di cora-
co tenbo consagrado sempre ao imperador.
Agora arda ella maior, pelo ver 13o ser
no e resigna Jo, aceitar tudo, at s mais n
fames calumoas O general Trocbu andn
a roda da defeza de Pars como andar a
rodadas Tulberias, sera naneal entrar. Elle
mesmo disse que no lim de setembro a sua
opinio era que Ihe pareca impossivel to a
e qualquer resistencia. Porque in el io
ent3a os ms sublime loocra de conti
nuarem a resistencia quaodo ella era impos-
sivel? Poipoo aR4puWica alraicoada por
lie, com menospreso de outros compromis-
os qae tomara.
Nunca me. bei de esquecer do ar com-
pungido com que me dizia que odia fiar-
me na sua f de cath >lico e de breio. Pa-
rece que nao sabe que os caibolicos nunca
mentem, e qoe os bre5os jamis se serviram
da espada recebida do soberano para a vol-
tarem coaira elle.
Sabia peritamente que a revotugode
4 dt setembro rompa o compromisso toma-
do por certas potencias que se linham ofri
gado aintepvir. Nao iguorava estas coasas
o g neral Trocbu e por mais qne faca, olo
coa os seas discursos qoe ba de lavar-se
R-publica, como rseotira at imperio.
Escrever-lhe-hia moito mais, minba
querida Anna, se tivesse tempo pare iso.
Son- porm obngada a entregar esta cari
a orna pessoa de confiaaca, que vai "partic
I*
< Pens ea si maito a miado, e beijo-a
a si e aos seos
Sua affeicoida lia Eugenia.
INOLMERRA.
A cmara dos lords volou no dia 4 em
terceirt taitara o bil relativo 4 reforma de
exererto e venda das patentes. Coma boa
ve emendas tea anda de voltar i cmara
da JO 4 hik> em to4s os palpitos da saa dia-
Franca ediz que a classe nfima est sefli- caa. esasansuakio naioe fulminada eono-a
pred,s^U,a presar excessw. e nteade ^^^^^^"a
qae necesiano armar o govarno com io-
dos os meios necessarios para defender a
ordem socu'.
O govesjo bavii. peiuoiUjilo o meeting
de TrofaigfnSqitaPe jar n3ap,ver no per-
metro de meta milha do parlamento, o que
prohibido por le.
Em Dubliu promoveram um meeting. em
favor.da ara^istia aos fenimos oondemnsdos
os Srs. Smytb, raembro do parlamento,
Westmeath eSullvan, jorna'isias, Carey e
Obvrne, radica s, sollos ba,pouco te.aco._e
Nolan, secretara da assocJaf3o. A polica
ha va negado a ficetiea pedida, e foi brutal
n repress3o, de.sbaratoa ojjovo pancada.
Ha cooteoaree de ferida*.
Em Londres censurada ate rigor, prin-
plmente por se ter trinado o occasila
de estaj-tfiu na Irlanda os principes de Galles
familia real.
O fim conciliador desta visita apparalosa
foi completamente perdido. A recepc5o
dos Albos da rainha Victoria na Irlanda foi
mais fra possivel.
Vai-se proceder a um inqnerito judicial a
requerimeolo das victimas da brutalidad^
da pol ca.
A imprensa ingleza quisi onanme em
estygmaisar o pro;edimento da pataia.
O Tmes perguota se ha nma lei para a
Inglaterra e ontra p ra a Irlanda.
O afamado jurisconsulto inglez sir
Ronnlell Palmer, pronuocion na cmara
dos communs am longo discurso sobre o
tratado de Washington recentemente esti-
pulado entre a Gr3 Bretanba e a repblica
dos Estados-Unidos ; no seu discurso sir
Konndell Palmer elogioa geralmenle o con-
venio, otas nao deixou de expar e censurar
certas omss5 s, especi-lpeete na parte
que se refere a Craad; -dwse que aquella
olonia tem soff/ ido com as invase3 dos
[inianos damnos e prejuzos no valor de om
mi.lb3o de libras esterlinas, enja reclamacSo
aun a foi regeitada plo-goveroo dos Es-
tados-Unidos; e entretanto no tra'ado nada
se estipula neste seotido ; qne enlende qne
o governo deveria e deve insistir ainda na
satisfacSo da reclamacao da colonia, tor-
nan do-se provaveimenle necessario um
tratado addicional.
Os arb tros que develo decidir no
negocio Alabama, sero escol'nidos pala
rainha de I agate ra pelo presidente dos
l^stados-Uuidos, pelo re de Italia, pelo un-
iera Confederado Helvtica.
Dizem de Londres nao ter fundamen-
to o boato de ter o governo inglez mandado
preparar urna residencia as Ibas britanoi-
cas para o summo pontfice.
Publicoa o conde Rassell om Ensaio
Histrico sobre a polica estrangeira de In-
glaterra desde 1570 al 1870 E' ama
obra de grande interesse, e contm novla
des anda ignoradas a respailo dos negocios
dos ltimos annos
ALLGHANHA.
A entrevista entre o imperador da Allemaoha
e o imperador d'Aastria mlisou-se em Ems no
da II Diz o jornal li:ia otnijtg -Pos! qae a entre-
vista foi ama auoitoetacao de amisade entre os
doas moaarenas, e aos* g traatia pela cootioaa-
(o daqueliat relagis fraieroaes qae sao de alio
valor para os p<>vos aquella vasta regiao, que
sao uoiios pelo interesse mutuo de conservar a
paz e pr^ciam rautaam^ote da naidade de re-
lagoos amigaveis.
A importancia poltica desta conferencia e
diferentemente apreciada pela imprensa da ami-
ga confederadlo germnica. A imprensa fiio-
prussiaaa uao Ihe lija importancia de especie al-
guma, e recebe este aconlecimeulo com toda a
frieza ; a i o >.eii-a allemaa-aaatriaca acoln a
noticia com urna verdadeira febro de enthasias-
mo ; syera resaltados imporuqtissimos, como
um antidoto esp -ciQco contra o perigo da pressae
sltva ; es f.-aiaes oatram a esperanca que em
(al conferencia se org misar ama nova Saati Al-
lianga contra as a9prac5as liberaos j a imprna
do partido libaral espera que da conferencia ta hao
le seguir fastos qae facim deler a inva.-o das
ideas retrogradas tanto em poltica como em ma-
teria de consciencia.
O germanismo esqaecilona Austria desda os
revezas de 1865, toma a ensartar e os borneas
polticos mais eminentes lo partido constitucional
uo vim ou ra hera de saivarSo para a Austria
.ibera! e constitucional, senao na solMariedade
entre a grande mii patria e o elem nlo allemao
do imperio auslro-haogaro. E' preciso porm des
contar a parte que tem aislo a effervascencia de-
vida aos-graades acontec memos qae receatemea
te alieraram a face da Europa central, aioda qae
jal efT-rvoeacia. deve influir forcosamente na
situaba i intecoa ii-*pi*e-*ii%i-utos.
Ai mini'estac.oj.- germnicas que ltimamente
se Oterara ero Bruno ( qpital da Morav'ia) para
cem ser o sigoal'da um movimeai qae es esfor
50 d i gabinete Hobo\fin :di|cilraente poderao
reprimir. t
O actual miolstefio austraco, comprometido
com os autonomista como esr, acha-se era criti-
cas circurastancias : nao pode satisfazei < exi-
geajiaj dstfai tom violentar o direitos dos oo-
tros partidos; o Sr. Kaisersfeld, om dos chefes
d p*ru Jo cooaliacional, do anda maito loge
da vsrdale, quaodo diz o'uma oarta escripia a
junta promotora da maaifestaco de Bruoa :
E' necessario que o g >verno actual cesse de
c bter em brecha a eonstuatflh, e le ftler c>a-
< eossdet ao felaratisno, ou eiiS qa appelle
a vkuleoda ira a torca
a abertaaveje .par
i Jacula, c -
Da todji os modos o asj^daole qua, o ele-
meoto^
cul s,jBjrnto Ma -feri, cio p, r; Mlsiigeacia
aa maawAhil is gaaflourgo*, pao &i er com-
pleta tM akMtiaa atm eoirct nmt. Mtencia
de<%tM Boaanihia.
,No ana lacla da. principies polticos a ca.
P4ia emprendida >aio gakipeta H h#wl *
urna iucta de ragas e Je naeonarldades. Ailan
em gaerra consunta e aempre crescente de no
lado os tnadiyare* e, ahtvos 'slem-Litb, do
outro lado as allemaes e os >\mi 4,'aquem-Leitb.
A reconciliatio da doas aobmoos por qaem
est repartida a Europa oonirai retemperari as
forcas da ficionalidade allem a dos paizes* do
Oriente, naciaalidade qae rpr.uoau a tarda
daira civUiaaeio aalbor 4o qne as outras racas
do imperio Aastro-Hunf aro.
GoBtMii a laeu aaira os partidarias da Wat-
iikiiidade^ oa coatrartos i deAuieto asta. ofiBa
na Allemanha,
A aniVsMaia de Wanbargo tte de aUgar
I ^ Tem havido grite da operarios em VerTiers,
[?xkaia (liBiaaloio das ora* Ja tribalho. A agi-
Uola ataataiaia arajnliciaJ, qoanto ti a nerse-
rosas as ene lanas industriaos qae xg*n o
iraiMlbo do^PBVios.
HliPANUA.
A Gazeta pnblicou am decreto, aatorisaoAi o
governo, quando julgue conveniaoie, a dar aoois-
tia absorta, ampia e generosa, sam excepgao de
cla9sesr todos individuos sentenctadoe, processa-
do-', oa sajehos r. sponsabilldade por dallctos p
liticos de qualqaer especie, commettidos atfl a data
da publica cao lo decreto.
O Sr. Zirrilla projecU armar 300 mil vo-
Itrptarios. DjpSe j de 50 mil espingardas aper-
refiadas.
fio cooeltw de ministros qae haave no
palacio da Granja tratou-se de ecanomias. O or-
namento deve licar verdadeiramaote nivellado.
- Est j assignada e deve ser praximamente
publica Si a lei da reorgaai.aQo da fazepda.
Checaram a Cadix tro* milWes da.indemni-
^aglo de Harrocos.
Dt o Eco de Espina, qaa nio certo baver
sido convdalo a encarregar se da pasta das obras
pubicas, o Sr. feroanies dlos Ros, ea\paixador
em Li-boa; mas que 1S0 someqle Ibe fura offereci-
da o governo de Madrid, qae aquello cavalboiro
regeilra.
Assagara-sa qae o Sr. patriarcha das Indias
e aiguns bispos esli dispes'tos a jurar a constitui
Cao. Liga-se grande importancia poltica a e.-le
acontiicimento. *
Os jornaes hespau!ioes publican) o manifest
do directorio do partilo federal h^spaohol.
O partido fedejral haspanhol com quamo n5o
conne Das pr udo progresista, est disposto a apoia-lo para as
realisar, e resume a*sim o procedimiento que en
lente de ver seguir:
Viver e desenvolvernos taz da liberd^de,
emquauto houvcr liberdade. o no^so daver cono
partido. Applaudir e facilitar o bem, quaesquer
que sejam as mos que tratem tratem de po-:o
em branca, a o nos.so devr, orno hamens. Lera-
brar o b9ra que so deixar de fazer, aspirar i sns
realisago com todas as nossas (urcas; corabater
sem tregua o erro"e o mal, mesmo contra aquel-
los que intenta ti djstrni-!qs par m^u-a ineiuca-
zes; a; re.-enlar sampre as nossas -ioutrinas face a
face das do goveroo, nao b dever, mas a nos-
sa esperanca e a nossa certssa de tr.umpho. Dai
xar livre o caminho pira as reformas, sera sabir
do nossa caraoj nem abandonar os mssso3 ba-
luartes, tal eremos que deve ser o noysoproccdi-
meoto. >
Falleceu o Sr. Ruano.
As primaras pessoas que devem ser agr
ciaias com a cav gran cruz de M.iria Victoria
serio os distinetos poetas IIrlz9ubusch, Bretn de
los Herrero, Z irrilla e Garca Gutirrez.
A direccau geral de ins'.rucco publica j peda
o parecer a academia haspanhola.
-y O dnqne de Mantpensiar, o Sr.D. Antonio
de Orleaos. tai citado a comnareeer no palacio da
tustica em Malrrd, no praso de lo dias, adra de
orestar ectarecimeatos acerca do assassinato do
general Prim.
. nussiA.
O czar receben cordealmente o -represen-
lauto do governo francez, manif^sundo sympathias
pela Franca a-aemiraenlo pelo sua desmembrado
e desmeollado a aHiaapa da R i^sia cora a Prus>ia
Repetera-se com frequencia os incendios era
Miscow, especialmeote as casas de commercio e
armizeas. Ju'ga-se que estes desastres sai devi-
Jo< ao3 socialistas, que segando pr.reie abuudam
oaquella cidade. Team silo presos algans rpa-
les no aelo de lanQarem fugo s casas, e confes-
sam que r.ceberam dinheiro de pessoas desconhe-
cidis pafa coiuraetierem aqaelles attentadoa. Una
dssas pessoas indigitadas f j presa e diz se ser
um operario.
Terrainou em S. Petersburgo o f imoso processo
Nelscbajew que durou qaioze audiencias. Foram
conJemnalos onze reos accusados de tomarera
parte na organisacao da scelo moscovita da Di-
ternacional, e no assassinato de Iw >now, alumno
da escola de agricultura de Moscow, e saspeito de
iraiclo pelos seos cmplices.
Qaatro dos reos forara senteaciados quinze
annos de trabalbos toreados as minas da Siberia.
Entre os reos achavam-se daas muiheres: urna,
viuva do coronel Iomilow, qae foi absolda; ou_
ira urna menina de 19 anuos, foi condemnada a
qaatro raizas de prisao.
Dtzem daRussia que o cholera est de ara
carcter muita mais brando da que anterior-
mente.
ORIERTE.
Os jornaes de Tehern dizera qne nao ha cho-
lera, na Pe rs i a, nem paste, era fume; que s ha
as molestias proprias da estaflo nos que abusam
las fraetas 6 caresta dos alimentos as provincias
do sol.
Estas noticias sao confirmadas pelo ministro da
Persia em Londres N. C. Jioh-io Eso aos jornaes
inglezes.
.Sao felizmente exageradas as noticias atterra-
1 iras qoe nos havia trazdo o ultimo paquete da
Europa. O represeutante inglez na Parsia tam-
ben) desmeote os boatos atterradures que alludi-
raos.
- Os tumultos de Scutari, Turqua europea
uo parece terem o carcter assustador que
principio lha3 deu a impreasa da Europa. 0<
motivos da3 desordens f ram as vexaijoas que sof
frem continoamenle 03 habitamos d parte das
autoridades turcas. Ismail Pacha ser provavel-
mate substituida, e abrir-3e-ha am iniaerito so-
bre as causas das desorden?.
O vice-rei do E^ypto encerrou ao dia 7 a
cmara dos deputados no Cairo, e no discurso
agradeeeu-lhe o aoxalio qae tiolu prstalo ao
governo.
O presidente da cmara patemeou o reconheci
memo da assembla pelo ra^do cara que o gover-
no faeilitou 03 trabalhas delta, e palo espirito libe
ral com qae o Tice re acalden os pedidos acerca
da nranisacao interna da paiz.
Q ano ha baile era casa do vice-rei, estes bous
deputalos fleam no paieo a camero, sentados no
ehia, em quanto o ministros, bichas, bei e ef-
feadis, gyrara naa salas da sua alteza e imitara os
uostumes enropens.
PORTUGAL.
E n 13 do crreme accrescenta o 00330 cor-
respondente da Lisboa, o segaiote tarta que dei-
x araos cima :
c Tia rpida tai a coastilaico da cmara dos
deputalos, como demorada vai sendo a d scu3sao
ia resposta ao discurso da eoroi.
t Os dapataios reformistas qae tem asado da
palavra, ajrgressivos era extremo contra o actual
presidente do coaselho de ministros, marquez de
Artta efittma, deixam ver qae j agora irre
i jnciliavel a situaca cara o menor apaio daquella
paraiaJida4a.
Oaa daclaracio explcita feita ha dias pelo
Sr. Barjona de Finitas, c mspicua membro do par
tido regeturaior-voi ban evidente a adheso um
tanto expectante dos deputados regeneradores ao
gabioel.
E-perava-se antes d'boniem sessio tspectacu
Im-aa cmara po" cusa das eleiQOes de Arga
ol, no distrieto da Giimbra. O repto parlamentsr
feito p,elo Sr. los Dias Frreira e aceito, pelo'pre
sidonte do ooo39itw de ministros attrahira nume
roso coocurso s gahrias. A c ira ira porm. del
bsraraqus e imprim-sem os documentos qae:s>
minios e o debate flcou adalo.
Hie fallarara os Srs. Saraiva de Carva'h
a Osorio de Va*eone9'ios reformistas, j se v
contra a situnjaa e especi smente cootra a peoa
lo marquez d'Avila, qae f > levado a aQVraar que
tomar a presidencia do couselbo no gnoioete re-
forraista por Ih'o ter pedil co ai mana lostiocia
o lletodaqaelle partido (bispo de Vi3eu) qaa nao
tinba eolio maioria ao parlamento.
t Sa de esperar muito da estabilidade da 11
taaclo. Veremos qaal ser o resultado dos debi-
tes, entretanto nio de esperar que as
p'garda> 'aatra-fata.je oiviwaren) machina
de Xabncar rtuiaa)e.
Espera rafisiu dSj|jfci
to albo ,do re dh lula, que de*s de
compnmenur aen irmao o re Am
Lisboa para visliar sna irua a S
r Pa,

9
* loxprensa simi-clDcial alla/naa diz qne a
raudanca no ministerio dos coitos nao contra-
m '"reji calQoiica mas coicamente a certo
paxljilo que encontrar sempre dame de sj um
gowrno.nem informado, bem preparado, a raspl-
vido a pioreconhecer doutrinas pertgosaa para o
et* diraitos da Igreja.
Achara-se pronunciados por cri oes de alta
iraiclo ns redactores do Wolkituds de Leipzig
os Srs. Libkoeeht, e Wagaer e o d/putado prns-
siano Bebel. Tee.n defeoaido es principios politi
eos da comiauoa.
< A Impwasa allaml qaasi unnime, em in-
dicar a oeceasidade de conaaitr por todos os mo-
dos o socialismo, e o commuaismo, apexar de se
rem das grandes toncaras, e convida os gover
nos t Ti^iarem a a reprimir em inexoraTetmene
qualquer teitativa sadidosa.
O agitador looiajista Sclwa foi expulso de Stut-
tgart, a en Vienna h>ave igual procedimento com
o jo'Mita enPcUe qoe se deciarou atlieu, e de-
mcrata socialista.
Os Srs. Jaeoby e We8?, deaiocratas vio
fundar dous joraaas.
A PrussU foriifica actualmente Daotzick
praQa de ba-la ule importancia, situada oa mar
era esquerda do rio Vstula e que j soffreu ara
assedio pelos francezes era 1807.
O principe de Bismark vai tomar as aguas
de Gasteta. Era at i esperado, e mullos horneas
notaveis de Vienna rao all visita-lo segundo re-
feren) 03 jornaes.
SU14SA.
Susciton-se questao acerca das relaces do
goveroo helvtico com o papa ;nao sendo e che-
fe da igreja calholica baje soberano temporal, ha
quera pd que o goveroo nao p ie ter um mi-
ui.-tro junio do poutifice, porque Ihe falt.iri.im
assumptos de direito publico de que se oceu-
passe.
Reunir n-se en Ginebra os fraocezes para
combioarem o modo de celebrar o aooiversario
de 4 da setembro, mas a diseussio dea em resul-
tado celebrar-so s o dia 21 de setembro anai-
v.rsaria da revolocao de 1791
BOMA E ITALU.
Chegou a .loma o cardeal Binoeclusa, diz-
se que ensarregado pelo Sr. Thiers da urna mis-
sao importante.
O goveroo italiano ola tem encontrado ero
Roma edificios spropriades para etlabelecer a*
repartieses publicas. O Sr. Lanza subelacou as
repartices das obras publicas no caaeoto das
religions de S, Sil restre, que rjeitaoce a. Ff>M'-
(i. O Sr. Thiers reclama o edificio, e apeoyO* da
ulareea da questo, o ministro italraoo parece
poaco disposto a mudar daquelle edificio as re-
parli(5es sen cargo. Julga-se que deste inci-
dente passa'iii pnv.r graves questdes.
A legaco de Franca ainda se conserva ero
Klarene 1 ; o ministro trances vai a Roma qaao-
Uo tem negocios que tratar.
Dizia-se que Vctor Maaoel e^tava dispasto
restituir ao papa o palacio do Qairinal,
prnideote do censelba de miaistros vai
esjabalecer-se no palacio Brisahi. O governo ita
liano projesta comprar o palacio Va,entioi oa
praca dos Apostlos para o ministerio dos nego-
cios estraogeiros. O ministerio da fezenda est oo
eonvato de la Minerva. Projecta-se porm cons-
truir prximo do Q.nrioal um grande palacio,
para o ministerio da fjzenda e todas as reparti-
do ;s dependentes.
A viagem do principe Humberto s iar
remes cortes da Europa altribaidi a missaa de
le toi encarragalia pelo ra Vctor Haooel de
combinar cora as p deacias catholicas a solugao
definitiva dos negocios entre o re de Italia e o
sanio padre.
O principe Humberto ara esperado em aiiril,
mas resolvea deraurac-ce mais algara lempa em
Londres onde se arha.
Em Mvlrid devem-se reunir segundo se afflr-
ma a princeza Cl tiMee e a rainha D. Mtria Pa de
Portugal. O principe Hiraberlo depo3 de visitar
el re i Amadeu, sea irmao, em M idri V tenciona
visitar em Lisboa os res da Porlngal.
N dia JO de julho realisaram-se as eleicoss
maoicpass em Roma e as elaic5es provnenes
cpmplementares. Qiasi tolos os candi latos elei-
tos sao de rpinides moderadas, oa conserva-
dores.
Os vigarios capitalares do arcebispalo di
Pars, dirigirara ama mensagem a S. Sintidade
por oecasiao de terem sido naraent vigarios
capitulares sede-tocante.
' O summo ponice respandeu-lh'3 dizeod)
que v oaquella mensagem a deaicaca) que Ihes
mereca o f illeeido arcebispo, caja raorte cruel
Iba arrancn socaras lagrimas, as quaes foi con
torio aquelle te-iemunh > de obediencia, qie de
vidameute elogia ; que tem Arme esparanca de
que en morirlo religiosameote o alto encargo que
Ihas confiado, Telando pela igreja do Paris du-
rante a su* viuvez, e qa>> a Das pede qae ll)j
seja dado em breve o prazer de terminar este
estada, com a nomeaeao da um prelado, qae u
nido e submissa pe ;oa dellee cadaira apos-
tlica, saja capaz de Z'hr eru'azmeate os inte-
resses da diacese. Termina por dizer qne res-
pondfnd 1 aos seotimentas da particu'ar atTsieio
para cora elle e s telicitacSu que Ihe dirig^m
pelo 23* aaniversaria da seu prajiflcalo, para
ellos pede ao Snior grande copia de b-os cele-
tes, a Ihes concede a sao henelo apostlica.
O-aromo.pontfice contiua a receber de-
putacao da toda a parte j mas estas manifesta-
do.'S n> dio a S. Santidada a esperanza de yer,
em seu lempa restabeleeido o poder temporal.
Orgmisou-se em Rima urna commisslo para
promover ero tolo o orbe eatholieo ama subsenp
ce desunida i compra da nn throna de oura
conj que querem brindar Pi IX os partidarios da
po le* temporal. ,
QVaUcano J grande importancia ao pleWs-
cito pron>ivnln oculctarapte era Rima pela So
cied'ide dos inteirsse calkottcos ra favor da po-
der temporal, e em alie obteve 17,161 votos, e pe-
lo qual a rf>t*ponti!leia mienta alcanrr urna in-
lervencao diplomtica nos negocios de Rqroa,
Em quanto o cardeal Autonell reco.nrnrai'a o
otadiseito s potanciis Ja 6uro?a, o pad/e Oirc
e;alta-lbe a sigoirtiagia em um opsculo q-'.e tai
destnbuido a todos os membros do carpo diplora*
tico.
Chegou a Roma o mipis;j > da Tarqaia Pho-
tiades Rey, qae vae eanfereocnr com o nainistro
dos estraogeiros saeteadas qaestoas pendentes en-
tre o governo da Italia e o de Tunes.
Parti para Roma af)ra de se entender enra .aagroentem, aera qne se entre desassombradamen
rea da mangara teaaauestio de faiindi, oomo seria mais raso?-
o ministro das obras pool leas acarea
cao do Moole Genis o eogenbeiroGraltoni. Alnau
guracVi devele reati'ar na dia _t5 de ateonro
A liona toda ata & Jjfehel dar abrir se nai. prl-
meiros das dapotatro,
O- habitantes da Marita dirigirara urna
cao a S. Sjotidada r >godu-!h que fosse residir
aaenella ilna. A panela tA eav.ada pita gaver-
naior ingle.
MjUVlA.
O re Leoprtde da ttetaica nhio da Braxel-
Jas aa mandla Ao dia 8 cora dtrecoi) a O'tenie.
O doqne de Ciabridfi e.a prinoeaa da Teck
aoqiTfiM Jhoa aaiMrara tarabea) da H/matlas dl-
rtftado sa pera a Allaraaoha.
Ocoade de Chimbar J cheg >4o4odBAiwet>a. 'Mpadofl seno batel de Bel-
jaraa.
Era ootubro prximo deiem se rendir en
BruxoJIas os quii-mildaristai para f arma rem
arta liga eaatra os prajpctos d> ministerio belga
a respailo do roilo, projeotos qw tratara do
servido, peMoaf obrigatorio, q-ia eacontra na R'l
fie ajrande eposicl,\
vel, se todos os daspeitos e rff irvescencias pessoaes
soabaism ablioar, par que a dsse o priraairo
Jugar aos verdidairus inleresses do paiz.
Alguna dos ministros lera apreseoudo, apesar
lesta agitaclo diversas propostas da lei. O da
marioba, urna de 800 cornos para se comprar
ama carvO:a da I* olasae, daas eananaeiras a ara
transpirie. Dasde qua esleve bo pooaor o Sr. Uro
des Leal, ouoea mais se tratou Ja adquirir material
naval, o que *ia.|+spensav3l para a na- naeo fue
tem colonias lonajiauas.
< 9 ministro da guerra, entre varias proposta'j
*pa*enton ama exuaguiado o alato 4> fitk-* *u
iofdid'>a, que ero Milr* l^a.ea/tlwtecida, vai pa-a
tO anoos, e era aro* exltate eieola on viveiro
e OnYsids inferiores.
A sna, tretcio toi nensimeato ao.ra>a?z de
SU da Biodeic*. Eihi ajterwnvas di ore\r, fin-
dar a d6jwia Se oxtiogalr, ero vez do reformar ou
malhorar dlorasnlttlos Usplorjveis. Todo Isto a
titulo de eeonomiu.
1 Pol apresentada o'utra proposta para se eom
praram oultrai pal lystero Bixer para aa as
. O presidente da earara rnunraipet
conde de Rio Maior (Antonia) oiWLn,
UMlgoias de ofcialato da Tarree tm
decreta real f 4 conceda a^.msctor dos ki*t*ior
Cario 1 Jos Barreiros pelos s'erWiy presttdoaaa
diraccao daquelle ramo de servia aiiaioipal, e
priocipalmeote 00 lastimoso iacewtto da roa da
Carpo Sanio a do mez passedo. O jra de ea-
valbeiro da mesraa fiero l<> Um coaaadtdo por
oecasiao da incendio dos arraazeQi da alftdiega
de jardia da Tabaco.
O mesmo conde presidente da eaoura offere-
cu as iosigoias do grao de c*vlaeu foi agraciado o valente borobein (aatMn) Beroar-
dioo Amonio da Coala, aauelle que,abou por uro
prodigio de coragem as anas seh-Ka qus esta-
vam ja a pinto de aer devoradas pela* (tbar eda*.
Como tiiulo.de Questo m/i<*ew a-se hon-
lem no Jornal do Comwurao da Li Ma a iftgQin-
te : Era masa de vereacio (Ja oaMtra aiunici-
pal de Li.-ba) fai apreientado e lia* a seguate
memorial : M
A familia da Vieira de Catro-, wpraaaaUda
pelos sniores e senhoru Boi|* A**gp)*f> Car-
Joso Vieira de Casiro, D. Emilia Adelaide Vieira
de Castro, Antonio Manuel Lopes Vieira.aa Castro,
Luiz Lipes Vieira da Castro, todos fajaieiliados
ua cida-e do Porta, a Jus Cardoso Vieira de Cas-
tro requereram camai a municipal dtalo que
lenda 31J0 recolljido ni seu jazigo o. 351) que pos-
suero no ceraiterio oecideoul, oa rejtos niortae de.
D. Clau tina Aialaide G limarle* Vieira de Castro,
casada cora o Sr. Jos Cardoso Vieira de Castro, o
por essa (auto tambera da familia, e constando I li s
que a mi dasta senh ra Auna Marta Guima-
ries anda tratando de construir um .jasigo
para no mesmo cemiiepio no intuito de re-
mover d'iquelle jazigo este os rerido rea-
tos mortaes, deciirararn qua pa cansantern
qoe __ por titulo alguro o opera se,oelbnte rc-
raoQio, antes proiestam tazar valer o seu di-
reito p>r todos os modos possiveis, requeren-
Jo que asa pnelo e protesio sa archivera afim
de ie lomarem as medidas que *e j 1 garcra mais
a propo-ito para cj. e tal pmfioacSo se au fara e
nao eja feri lo n diraiio q ie os sopplicnles trem
a reter no seu jizigo os retos momea daquella
senhnra pes:oa da sua f.milia.
A cmara resolveu mandar este reaneriroento
ao seu advogado pira informar.
A parte da proj-ct) de respaila ao'discurso
da cor6a do3 dapatados que se refere i visita de
SS. MM. O Imperador do Brasil e o aagu-to coa-
sorte, as3im conceb U :
A cordeal ati:f.i(ia cora qae vossa mngesta-
Ue recebeu a viia iia seus augnnlos prente?,
suas magejtades o imperadar e a mperatrix do
Brasil, correspondeu a n .cao imeira eom e^ponta-
ueo* jubjlos, evidauciando d'esla'arte qaanto sym-
pathisa cora as altas virtudes e Ilustrado espirito
da to nclitos manar chas e quanto aprecia as ra-
lacoes com o imperio brasileiro, oo.-so iruiao pelo
idioma, pela ratigio e pelas inniiuicuea.
Publicoa o Diario do Governo hoje (12) as
eonlcoas e clausulas cora que- o goveroo coocede
aulorisacao ao Sr. Bernardioo Martina da. Silva,
para tstabelecer um caminho de ferro americano
oara transnorte de passageiro3 e mercaduras ento
Faro e Villa Real da Sanio Amonio, e na estraia
deB-ji a Mesilla;jo Sr Simio Gittai paraes-
libelecer umeaminhj de ferro araefleaoo entre
Porto e Braga por Samo Thyrso e Giiimares;ao
Sr. dujue de Sal launa para estabelecer um cami-
nho de ferro Larmanjat na parte distrblal n. 87,
de Lisboa, pela p inte de Carenene a Collares e Ma-
in, paleado ligar esta tinba com a de Lisboa a
Leiria pelo Lumiar, Torre Vedra1, Caldas e Aleo-
baca, lie n como outra de Belem a Cacaes.
t A empreea da caminho de ferro americano
do Parto Faz de que 6 coocess.ionario o Dt. Jos
Dionisio de Malla e F.ra), cunta abrir o caminho
circulacii em setembro prximo.
< A fabrica de vidros di marinea grande (uo
distrieto da Leiria) exvatar a estrella de cristal
que ha de rematsr o monumento do Bassaco.
Parti para all o Sr. Costi Cascaaa qne vai dar
principio as obras do menumento.
Fallecen em Lisboa o Sr. Antonio Sampaio
()uno e tirito, late qne foi da 3.* cadeira da an-
liga aula do commercio. Era iffl;Ma armada.
O Sr. Avelina Amaro da Silva ^ne pretenda
e-taheleeer araa rea de caroinbos de farro da
systema americano, as ras de Lisboa e subur-
Dios submetleu cmara municipal todos os do-
cumento'* de nivela nentos e directrizes, cadernos
de encargos etc. que padera tornar mais fcil a
apreciaco da sna empreza.
^t revemente sero aberto3 a circulaclo mais
25 kilmetros de eaminlio de ferro. K>i con-
cluida a sesao do praloogamenlo de Evora a Ex-
trerooz, entre Evora e Vallo de Pereiro.
i Eolron botero no T-jo a fragata americana
Franklin procedente do Port^raouth. A fragata
/iid izi 1 a birda o almirante B >gags, o qual des-
embircou no arsenal de manuha, pira compri-
raentar as nossas auloridaies martimas.
< Os n i--os artistas esta danlo o nliimo reto-
que aos uua iros e'outras obras darte que bao de
figurar em ootubro era Midrid oa exposicao bis*
pano-portagaeza. Foi nomeada a eomrais-io que
deve elfsetuar a exp islele. ComprJe-se dos Srs.
D. Franci-co Smala, deputado provincial; D.
Flix Birrell, conselbiro ; D. Braulio Anlou Ra-
mrez, *owo da socedade econmica madrilea ;
D. Francisco Cubis, socio da academia de S. Fer-
nanda ; D. Bruno Fernandez d' los Ronderos,
ir:hitecto; D. Gabriel R driguez, engenheiro; D.
Maunel Silvela, D. Jos Oria de la Ruedi, e D. Ar-
turo de Mircoari.
A mesma conmissao foi encarregada de for-
mular as bases, de preparar os orcarnenios, e de
prapor ludo que julgue conveniente para realisa-
ci> daquelle projecto.
Foi publcala pelafolba ofl-i .1 a convenci
aldiciooal entre Poriogal e a Grii-Brelaohi, as-
signada em L mires pelos respectivos plenipoten-
ciarios em 18 de Julho ultima pela qaal fleam
aaolidas as cararaisses mixtas estabelecidas pelo
tratado da 3 Ja julho de 1842 para a suppressio
lo trafico da escravat ara ; e a proposta de le
para ser appovala e ratificad 1 a dita convenci.
Fadeceu, prximo de Coirabra o Sr. Joaquina
Julio Pareira da Cirvalha sngeoheiro civil que
exercen p>r ramios aonas o lugar de raspador
dos incendios em Li'ba, realisanio grandes me-
lhoramedto3 oeste rana de servico municipal.
i'Pot nomealo para o logar vago de director
da iostituto o D\ Antanio Aagu-to de Azuiar
Ieni8 de chimica da e-ola polytechnica, e eo re-
ferido iorfitato. E' urna nomeaeao acertada.
c Os civalheros c iro 09ndadjres, grandes offi-
tiaes egria crazas da legio da honra em In-
glaterra j maoiaram a sua subscripQQ an gene-
ral Vioov. Aiata se nii eanstitnio a corami-.-i'
poriuguo'za qae deve utar as sab membros pnriugoezes daquella erdam. P-rece
toe tomara a presidencia o marquaz d'Avila e
Balaras,'como grai-crnz.
t Foi nomeada pelo governo de Portugal u 11a
commis-o para reformar os estatutos do estable-
c manta de Smto Antonio ios Portuguezet em
R ima. E' composta do3 Srs. conde de Thomar,
nosso ministro junto a sna santidada, consemeiro
Ayres de Gouva, coDselherni.ro Bartholomeo d a
Mrtires Dias e Souza, e do ollcial do ministerio
lo- neg icios estrangeiros Eduardo da Sampaio,
iue servir de secretario da commisslo.
t Falla se vagamente n'uma operajao floancei-
a, t-ndi p.r lima ilim;oaco da nossa divida
flucluante interoa e e externa.
* A corveta D.Jv I que ba pencas semana
regrassou da e-taca da Macan, ja sahio a erusar
as aguas dos Acoras per cansa clandestina.
< Fallase moito A> apparecimeoto de uro censi-
lera vel tbesoura no L v radia, quieta dos Morga-
1 is Albuquerques. perlencaute ao Dr. Laiz Cari a
Pareira.de Abren Bacellar Castello Branoo. Pa-
rece qae > achado foi feito aer nm boieiro O an-
nuiocio offlial. dandi dous annos para as reela-
ma{3ae "m vitlnde do cdigo civil, ja apparc-
can no Diario Govern.
1 O anounciante chima-se Antonio Gomes.
Dtstacoo-se (rana para a quinta, ato de
eproealar ls oseaTacds precisas. Parece que
foi dian.iro escondido petos jesutas. Diiem al-
gun que andar par Tinte mudis de crina-
dos t A quinto montar o echado, niogaem.
prov e sane; q^eila citra parece rauliasimo
sxag>radi. Paraae atae as oaaedas aaooatradas
sao de aura e do (ampo da B. Jilo V Dito an-
nuncio que o dinheiro, a-la ealerrada ha mais de
triota nons,
a Foi conferida o ltala le Tisconitessa da Do-
roiagnixo A Sra..D. Thaodora Aleaandrina d AUaei-
da P*a Castalio Braaco. Pea__^kttaartao!es doaati*
.
oer an essoia pr>nwH


Dum d fwuu^uot Sabbado 26 e geele >d loal
-i.
Aon prestara* relevaalee eerrieoe 4 tas* da
liberdade.
D'ootro tbeeeuro mas encntalo, tambora se
tttiou inuito ha ala, os Braga. Bis o 41a te l
noajormaaaaaaaarapdto:
a Ditera le Braga m Jornal do Porla-qie cor-
rea all nKanamenle ti boato de que dentro do con-
vente da arsnlias existan enterrados uqi pon-
eos a eontoa de ris. Parece meamo que alguem
fes fr o goTerao, por raeio d'ama planta que ero
tango s aeooo entre oa capis do fallecido cone-
0 Monte Al verse, e que n'aqulle convento, em
stlo sitio, existia grand? porcao de dinheiro, tai-
vas deixado ata pelos padres jesutas no lempo du
surques de Porobal. CoosU que o governo, em
snsto desta denoncia, que j nao 4 a pnmelra,
mandara proceder as devidas averigoac5es. l'to
don logar a irem qaelle convento os Sr*. gover-
saor ivt, delegado do proeorador regio e o a
ministrador do conselho, os qoaes depols de orae-
narera algauas exeavacSes Ocaram qoasi conven-
cidos 4a alo existencia do diobeiro, por quinto
nada all te encontrn.
Foi Borneado coadiacior e futuro saccessor
o Rvm. arebiipo de Ga, o Sr. oao Manoel Car
doto de peles. Foi vicario geral de Santarem
olete do seminario. cooeg da S patriar-
cB'extraordinario o numero de familias hes-
puneias qs tem vindo a banhos este verlo para
Lisboa, Setubal, Ca-caes, Ericeira e oatras praiaa
Kat Caldas umbem se achara muitos dos nossos
vitraboi d'alem-guadiam.
Em os oltimoe teiegrammas recebidos :
Londres, 11A entrevista entre o imperador
da Atenuaba e o da Austria tai mnito eordeal.
O jornal offleial Evening Pott dii que a entrevista
fol nina roanifesiaco de amisade eotre os doos
monarcnas, e ama garanta pela continuado d'a
qoellas relacdes fra'ernaes, qoe sao de alto valor
para os povos dos dous imperios, que sao unidos
p*lo intoresse mutuo de conservar a pas e precl
aam mutuamente da unidade de relacdes ami-
gaveis. Corre que se enlabjlaram negociares
eotre os governos alerao e franeez para ajuitar
a evacuacao completa do territorio franet 1 at o
fim desie anno.
Madrid, 11 Foi apresentada i assembla
frjnceu orna propoita prorogando os poderes de
M>. Tbiers. O governo pedir a urgencia.
Os fondos brasileiros sio assim colados na
onca de Londres : 5 0,0 de 1888 de 94 I|1 a 95
1|2 3 0,0 de-1871 de 1 li4 a 1 1|2 de premio, e
os 4 I110|0 de 1863 de 85 a 86.
t Com destino Pernambuco sao aqmi espera-
dos os vapores; de Brdeos de 56 a 27, e o Ta-
teman de ti a 29 do correte.
Sahiram d'aqui a 5 o vapor Parante para o
Para Maranhao e Cear ; a 7 o Bragama para o
Maraoba> : e deve sahir a 16 o Augusttne para
aquellos portos ; 'mMmm
Alm oos navios a carga, mencionados em
miuba antecedente. Oca mais nesle porto o Ligetro
BeeebesMS aqui despachos telegraphtcos com-
merciaes de Londres datados de 12 do corrente as
10 horas do dia, os quaes dizem :
1 O mercado de algoJao ica ca|mo com baixa de
I1I6 nos precos seguintes : Pernambuco 8 l|8a
101 IV Parabyoa 8 1,2 a 8 5/8, Macei 8 5/8 a 9
Maranhao 8 1/4 a 8 7/8, Rio Grande do Norte
8 1/8 a 8 5/8. Geari 8 3/4 d.
O asancar Uca firme de 2i/6 a 29/ bronco o
de 16/ a 24/ o mascavado.
Os couros sao procurados de 5 1/4 a 10 1/
os seceos e de o 3/8 a 11 3/4 Os verdes.
poros tiesa e Cognac, destribuiremos aaanhaa
so numero de seg uada-feira.
LOTERIA.-A qoe se aeha i vanea aJO*
Beneficio da aova igreja de Naj^^HT o
nha, a qual corre no dia 29.
LEILAO.-Hoje (26) effaeWlWMante Pinto o
leilao de movis, anonadado para bontem na na
Nova i. 85, o qaal flcoa transferido em-eonse-
qaeneia da chuya.
PASSAGEIROS.-0 vapor inglex Neva, tronxe-a
seu bordo para esta provincia os seguintes: Anta
nio Rodrigues Pereira, Rita Gomas, Antonia Mar
nos d'Agniar, Jos Martms d*Aguiar, Joio Manas
Estevas, Joo da Cunba, Josflgnaeio Gomes, An-
tonio Ignacio Gomes Jos Malheiros Goncalves
Leonardo Tosse, Antonio Martins d'Agolar, Anto-
nio Pacbeeo Orinond, Francisco Machado da Rocha,
Antonio Gomes Toit e 2 Bino, Joio Gomes To,
ua molber e um Qiho, Antonio Ignacio Gemes,
Angosto Luiz da Silva, Joo Baptista Ferreira Bra-
ja, Francisco Cabral de Mello, Joio Correa de
Helio, Joio Corroa Martins, Antonio Joaquim Tel-
xeira Barbosa, Antonio Beato de Medeiros, Joio
da Silva Soma, Jos Raymundo de Carvalho, Dr.
imiliam Heory M Grasb, Basilio Lopes Perreira,
Agostiobo Luir da Silva, Joio Perreira da Rocha,
Roa Mara, Maa >el Gomes da Fonseea, Agnello
de aples de Oliveira, fjaquim Gomos da Costa,
Ant joio Carneiro de Sant'Anna Pereira, Jos Gon-
calves da Roch, Carlos Augusto Lozano, Franco-
lina da Rocha, Antonio Jos Gomes Ganxos, Gus-
tavo M. Nicallo, "rant Leodegar Haber, Joaquim
Chrstiano Silva e 2 pessoas de familia, Jonatbau
Bissell, Peter Fish.r, .-ticfaard Stauton, John Vale,
Hocart Hutchmon, Manoel Pereira da Cunts Geor-
ge Fmny.
Seguem para c sal a bordo do mesmo vapor,
os seguintes: Joaquim Gon$alves Casca o, Jos Joa-
quim Balro, Jos dos Santos Oliveira, Joaquim
Jos de Miranda Pires e 2 criados, Antonio de
Sampaio, Nutra Pompilio, sua mulher e 1 fl.ho,
Jos Antonio de Rrito e Bastos, Sister Mary, Do-
mingos da Costa Ferrsira, Antonio da Silva Ferrei-
ra Jnior.
Entrados do *ar do vap:r Presiden-
te:
l." Teoente I'edn Pd(o da Veiga, Rai
tnaQdo Pinto da Veiga. Luiz Bleiflort, Fran-
cisco e Mara, escrav s com dous Albos me-
nores a entregar ao baro do Grato, Jos
Pedro d'Aqoioo, Prudente Ribeiro Pessoa
Lins, Jnsltno Pereira da Silva, Joaquim Ma-
ximiano Pestaa, 2 pravas de polica, Jos
Antonio D. de Figoeredo.
Seguem para o sol:
Dr. Sihino Elvidio Carneiro da Cunba e
sua familia, Dr. Francisco Jos de Mura,
Cadet. Luiz Antonio Franco, Mariano Cor-
rea, major Antonio Luiz Bandeira de Go-
veia Frapcisco Leopoldo Rodrigues Jardim,
major Miguel Joaquim Pereira, Jos de
Mello, lente Felippe d'Araujo Sampaio,
teoente Raymundo Perdiga > d'Oliveira, D.
Racbel Galbarl Morinelly 6 pravas para o
exercito, 8 escravos para entregar.
o sm reqoerltaeoto pedisdo o ptga-
vakar d*-eM eseravo (kisme, ene aaseo-
o S> aorm e Maiteel de *en, reeoWen por
do miBKtetio dnfoarra de 11 do correte
, que pa*a 4er ordenado o pagteaeato oeve
o roeeaw Sr. Ctralho apresentar a eentneteote
carta deTiberdsde, como todo fui toMaaieado
em offioio da presideaera de ti deete mea.
Secretaria do eororaando das armas, 24 de
agesto de 1871.
Framuc Camello Pestoa i* tjtura.
Tenste-coronel secretaria
noticias da .luieca.
A candidatura mais afirmada at boje
para o cargo de presidente a do general
tirant, actual presidente. Comtudo o Sr.
Chase, supremo magistrado judicial candi
dato do partido democrtico e ter os vo-
tos de todos os negros, por coja emancipa-
C3o sempre trabalbou.
A eleico deste pt-rsonagem muito escla-
reciao, impedira as tendoncias retrogradas
do partido a une pertence. Tambem se
falla da candidatura do Sr. Hoffmann, go-
vernador do estado de New-York.
Nio foi verdadeira a noticia da eleico
de Jurez para presidente do Mxico.
O acto eleitoral correu tranquillo, mas
nenbum dos candidatos obttve o numero
dos seus votos necessarios para ser eleito.
Parece que Daz aquello que apr-
senla maiores probab lidades do que ootro
quaiquer
Dirigi se urna uta a Venezuela, res-
pondendo s expli>acoes que solve a expe
dir>'flibusteira. Considera-se terminada
que-tao.
Dizem de Nova-York que os rebeldes
Quetada e Figuiredo furam capturados
luzilados em Santiago de Cuba.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIABLA.
PRESDEME DAS ALAGOAS. A bordo do
paquete n^eiooal Presidente veio bontem do Rio
Grande do Norte com destino as AlagOas S. Exc. o
Sr. Dr. Siivino Elvidio Carneiro da Cunba, presi
dente n meado para esta ultima provincia.
S. Exc. dtve c:intinaxr hje a sna nota. Alme-
jando-lhe prospera viagem, lelicitamos aos nosso
irmos das Alagas pelo muito que Ihes promette
a administracao que se vai abrir, e que em seu
livor conta o sincero apoio dos riograndenses do
urrle, cuj provincia o E*m. Sr- Dr. Siivino ad-
uiinistrou com subido criterio, lloe intfresse pelo
oem publico.
METHODO ZABA. Amanhia (domingo 27) o
Sr. coude /iba d a sua primeira prelecclo de
historia pelo seu methodo a todos aquelles qae se
icscreveram para es?e estado. A conferencia le-
ra logar urna hora da Urde em um sallo da fa-
culdade de dire.t>.
OSBONDs E O CALCAMENTO. Nao foi em
balde qne reclamamos contra o modo como tstaya
e vai sendo reposto o calcamealo da cidade, aps
a pas'agem dos carris da Pernambuco Strtel Rail-
tcay Company, vulgarmente chamada emprea dos
bondt.
As ebuvas destes dous dias deixaram bem pa-
tales os baixos e altos praticados no infeliz c; lea-
melo por essa empreza. Ha logires em que se
conservam lagos de meio p seguramente de pro-
lunJidadi' I
Faz-se myster que desapparfQam esses incon-
veoienies, contra os quaes proteslam a ra Pri-
ineiro do Marco (Crespo), pateo do Lvrameulo, a
ra do Cabug, a ra da Imperatriz, e em geral
todas as ras por onde tem passado os trunos Masa
empresa,
VI.VPERREA DE BEBERIBE.Ante-hontem s
4 e 1)2 horas da tarde rfeu-je um accidente no ra
mal da via frrea i'e B.beribe, do qual resultou a
morte de um empregado de nome Jaymes.
Sobia uma machina ajuelle bora; ao passar en-
tre o Porto da Madeira e o povoado de Beberibe des-
carrilhou, e nesse descarnlhamento deslocou se a
alavanca da vlvula de seeuraoga da locomotiva.
dando azo uma forte fugid 1 de vapor.' Este, des-
ramando-fe, queimou o roachinista e o referido
Jaytres, que falleceu alguns horas depois, em con-
seqoencia de um espasmo que Ihe sebreveio.
ACTO RELIGIOSO.lije tem logar a ben$o
- da imagem da senhora Sant'Anna do convento de
S. Pranciseo pelas 4 horas da tarde, sendo para-
nymphos os Exmos. e Exmas. senhoras :
Dr. Manoel do Nateiroento Maehado Portella.
Brigadeiro Luiz Jote Pereira de Carvalho.
Dr. Antonio Mara de Parias Nev*.
D. M ira, consorte do commeodador Dr. Le >pol-
cino de Gosmio Loor.
I). Mariana, eonsorte do Dr. Praneisco de Carva-
lho Soares Brandio.
D. Anna, consorte do Sr. Florlano Correia de
Brito.
SOCIEDADE PATRITICA DOUS DE JULHO.-
Hivir h Je ses^ao da socelade Dous de~Julno,
oa roa Nova n. 48, aflm de elegar um thesoorei-
ro que substitua a vaga deixada pelo finado Joa-
quim Gilseno de MeiquiU.a dar ?e puise aos ne-
vos fnneeionarios para o aneo de 1872.
THE30RARIA DAS LOTEHIAS.-Para a ra
1 de Marco n. 6 priTieiro andar, arha-se transfe-
rida a ihvonrsrla ds loteras. '
'DIABIO DE PERNAMBUCO -S ie esperando
atfsfea frira o vapjr inglez idos portos do sal
d" imperi'. 'Icejindo lr ao* nonn leitores as
Mfjc^9d'* F.TjfaJtvSii* ,'njti:n nelos yapo-
O Din. Sr: inspector da thesooram provi-a
eial em eamprioeato da ordent do Exm. Sr. vie-n
areaideaaa da provincia de 17 do correrte) manda
(atar Milico qoe a mesma tnasotraria vende 500
plices da divida provincial no valor de 100|
cada ma, eeoeendo os Jaros, de 8 0|0 ao anuo,'
pago sor sasaestres na 2* qumaeoa des mezas de
{asno e Janeiro - fsinmu deste ultimo asas, observando se a na
assneieeetraida, a tantas qaantas permMirem os
crditos votados anoaaknente, preesdonao ai-
ajanalaa.
Os emteadcates compereeasn na me mu tbeeou-
raria oa raso de 30 dias, a contar di data deste.
E para constar se mandn publicar o presente.
Secretaria da tbesouraria provincial de Pernam-
boce 18 do agosto de 1871.
Servtade de offldal-niaior,
Q 2* escrip. Landahdo da Lana Freir
Perante a cmara Jounicmal dista cidade,
esUrao em praca dos das 25, 2^ 28, 29 e JO do
correte para serem arrematadas por quera maior
preco offerecer as seguintes rendas : os loguis
das casas da praca da Independencia, mas de
Joio do Reg, Soledade, Imperial, das easinnas da
ribeira da fregaezia da Boa-vista, dos lalhos dos
acongues da mesma fregaezia, e be asstm do
imposto de afericio de pesos e medidas, e de 120
rs. por cada carga de farinha e oatros legnmes
vendidos nos mercados publico.
Paco da cmara municipal do Recife, 24 de agos-
to de 1871.
igaacio Joaquim de Sotiza Leao,
Pro-presidente.
Loorenco Beterra Carneiro da Cu osa.
Secretarte.
unos Mainyos.
fJOWANHIA raMlAMMJGANA
losima v0r va
Navegando tonara por vapor
Mamaugoope.
O eaper Coninn, eeci-
mandante Silva, sagadri
ara o porto cima ao
a'98~do corrente as 5
eras da tarde.
_____________Recebe carga, encom-
mendas, pasaageiros e dinheiro a 'frea al as 2
horas da urde do dia de sna sahida : o Forte de Mallos u. 11
I Na praca da Indeaeodeocta n. 33 se di -
i obeiro sobre peooores da aro, prata e pedras
preciosas, seja qual for a qoantia ; e aa mesma
casa se compra e vende objeetos de ooro e prata;
igualmente se tu toda e quaiquer obra v eo-
eommenda, todo e quaiquer concert tendente a
mesma arte.
\
PARA'
por Maranhao pretende sabir com brevidade o
blata D. Luiza : a tratar-se com Gomes de Mattos
Irmioe._________________ >|
BAHA
PUBLICACOES A PEDIDO.
A commissio nomeada pelo Exm. Sr
vice-presideute da provincia para tratar da
libertaco de crian?as do sexo feminino reo
oe-se no pago da cmara municipal nos
dias 22, 24 e 26 do corrente as dez boras.
As enancas preferidas para alforria ser3o :
As que ti ver m de dous a cisco annos
de idade.
As que, em idnticas circumstancias, fo
rem de menor preco.
as que tiverem pessoas idneas que se
prestem a ser tutores, e que se encarre-
guem de crea-las e educa las
COMMERCIO.
ALFANDEGA
Rendimento do dia 1 a 24. .
dem do dia 23.....,
618:118X713
10:748*836
628:867*551
Mov ment da al tandera.
Volumes entrados
1
Volumes sabidos
com
com
cora
com
fazeodas
gneros
fazendas
gneros
18
231
138
168
249
306
Descarregam boje 26 de agosto.
Patacho inglezinventamercadorias.
Vapor inglezAeoailem.
Vapor ioglez-Cognacdem.
Despachos de exportacSo no dia 24 de.
agosto.
Para os portos do exterior.
No brigne austraco Alceste, para o Canal,
carregaram : Mills Lathan & i. 450 saccas com
33.456 kilos de algodio.
Na barca franceza Berthe. para o Havre, car-
regaram : Ti-selfreres & C. lio saccas com 16.186
kilos de algodo.
Na barca brasilera Amizade, para o Rio da
Prata, carregaram : Bailar, Oliveira & C. 480 bar-
ricas com 59,677 kilos de assurar orase*.
Par? *>s portos do inti-nor.
No hiate SUnhora dos Navegantes, para <
Aracaty, carregou : Jos Correia Braga 4 banicas
com i30 kilos de assuear refinado.
Na barcaca Mystico Cidade, para o Rio Gran-
de do Norte, ca'rregaram : Fernandas & Irmaos 6
saceos com 430 kilos de assuear.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 1 a 24.
Mera do da 23,. .
33:241*404-
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 25.
Para e portos mtet medios7 1/2 dias, va-
por nacional Presidente, de 228 tonela-
das, commandante Antonio Jos Garoia,
equipagem 45, carga algodo e oolros
gneros ; Henry Fosier & C.
Liverpool por Lisboa e S Vicente27 dias
do 1 e 12 do ultimo, vapor ioglez Cog-
nac, de 376 toneladas, commandante
Robert Craeg, eqoipagem 23. carga de-
ferentes gneros ; Tbomaz Jefferes
A C.
Soutbampton e portos intermedios16 dias,
vapor inglez Neva, de 2999 tone adas,
commandante B*x, eguipagem 115, car-
ga fazendas e outros gneros ; i Adam-
son Howie de C.
Navios sonidos no mesmo dia.
Buenos-Ayres e portos intermediosVapor
ioglez Neva, commandante Bax, carga
parte da que trooxe da Europa.
Liverpool pela Parabyba Barea inglfza
Magnolea, capitlo A. Morrison, em las-
tro.
BabiaBngue inglez Qrem of the Seas,
capillo P. Felleol, carga parte da qoe
trooxp de New-Y S. MatheusHiate nacional Sergio, capilJo
P. A dos Santos, em lastro.
Segu para o porto cima com a maior brevi
dade possivel por estar com a maior parte da car
ga o hiate nacional GaribesUi, capitio Gastodio Jo
l Vlanna : tratar eom Tasso Irmaos A C. ra
do Amori.in n. 37.
Prieiss-se de uma ama oa um menino, para
casa de Urna oessoa, sendo a ama para comprar
conchar e engommar, e o menino para comprar :
na roa estreita do Rosario n. 22, segundo andar,
AMA
Precisa-se de uma ama : na rus
da Cadeia n. 21, leja de miudetas.
AMA
I. 2, B.
Preeisa-se de uma ama forra para
engomar e comprar ; i ra do Cabng
PORTO-
Para o indicado porto' pretende seguir eom pon-
es demora a veleira e bem contienda barca por
tuguexa Social por ter parte de seu earregamento
engajado, e para o resto que Ihe falta, que recete
a frete eommodo, trala-se com o consignatario
Joaquim Jote Goncalvos Beltrao roa do Commer-
eio n. 5.
DECLARACOES.
Segunda-feira, 28 do correte, fiada a au-
diencia do Sr. Dr. juiz de orphaos, ser.i arremata-
do o sitio da Passagem da Magdalena, pertencente
ao espolio do fallecido Joaquim de Almeida Pinto,
cootendo casa de vivenda, jardim, qnartos para
pretos, pocos com bomba, tanques, agua do en-
carmenlo de Beberibe, e outras hemfeitorias,
como lado eoosta do eseripto em po-ler do por-
leiro do juizo, sendo o sitio novamente avahado
pelo preco de 10:000!, por que tem de ser arre-
matado^___________________________________
No dia 28 do andante mez depois da audien
ca do Dr. juiz de orpbios vai a praca de venda
a casa terrea, no lugar da ra da Casa Forte,
de pedra e cal, pertencente a herancu de Manoel
da Hora, avahada em 600*000.___________
lnspecqo do arsenal de
mariuha.
O Illm. Sr. inspector manda facer publico que
em curaprimento as ordens do Exm. Sr. vice-pre-
sidente da provincia acbar-se-ha novamente
venda em hasta publica, na porta do almoxarifa
do desta reparticao, nos dias 22' 21 o 26 do cor
rente mez, as 11 boras da manhfia, um cter,
propriedade deste arsenal, em mo estado, forra-
do le cobre da quilha linba d'agna, cem duas
escutilbas, ama abita cbapeada de ferro, duas an-
coras pequeas e duas amarras de ferro, tendo
cada uma 60 bracas, avaliado tudo em 3:0004.
E' esse navio das dimensoes seguintes : 52 ps
de eomprimento na linha d'agua, o ps de p ntal,
16 ps e 10 poMegadas de bocea demandando 5
ps e 3 pollegadas de agua a r e 4 a proa,
lnspeccio do arsenal de rrarinha de Pernambu-
0 21 de agosto de 1871.
O fecretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos
Sft*
THEATRO
SANTO ANTONIO
SABBADO 26 DO CORRENTE.
BENEFICIO DO
Actor
ULTIMO ESPECTCULO
PROGRAMMA
!. parte.
Os dous primos
scena cmica.
2.* parte.
Qaadros pelo Sr. Nones.
3 pane.
Amor londrino
*.' parte.
Qoadros.
5,* parle.
Ditoso fado
Comedia em 1 acto, palo actor Taborda e D Vir-
gioia.
Os bilhetes acham se desde j a sposicao do
publico no escriptorio do tbeatro.
f/
EDITAES.
CMMMdo da aranas.
De orden de S. Ex:, n Sr. brigadeiro commao-
danie das armas desta pi*ivloeia sdotiOea-se ao
3r. Franciscj Antonio da H^g*nSei Carvalho oi
1 su 'i}" jraior, .5U8 o governo Impe-
SOCIEDADE BMPBEZARIA
ZARZUELA HESI'UPU
Tendo chegado das provincias do norte onde
acaba de trabalhar esta compauhia com geral
agrado, e indo de pauagem para a. Pabia resolvea
a mesma dar uma serie d espectculos neste
theairo, abrindo para esse fim uma assignatura de
vinle recitas divididas em 1* e 2* serie.
A companuia acha-se bem organizada e prompta
. para (*ar ,0('0 e qMQ'wr espectculo, devido ao
5 grande pessoal de que dispoe e ao bem eosaiado
das pecw de seu immenso repertorio, as qoaes
teem sido immensamente applaudidas em todos os
theatros de Hespanha e Portugal.
A orchestra composta do; melhores professo-
res existentes ne-ta cidade, taes como o Sr. Julio
Poppe, Libanio Colas, etc., sob a regencia do dis-
tiocto maestro portuguez o Sr. Jos Gomes de Ma-
cedo.
Enlenco da companhia
Representante da companhia o Sr. D. Jos Mon-
salvez Silva.
Director de scenaSr. D. Andr Orlis.
Primeira dama typlea Sra. D. Mara de las Do-
lores Medina de Moosalvez.
Segunda dita-a Sra 0. Christina Aguilar Tor-
res.
Primeiro tenoj serioD. Jos Monsalez Silva.
Primeiro baritono D. AndrOrtix.
Tenor cmicoMiguel Dias.
Primeiro bassoJos Mara Evangelista.
Director de orchestra e maestro ensaiadorJos
Gomes de Macedo.
Anontador de msica, declamacao e encarregado
do guarda roupa
Ramn Torres
Corpo de coros
Damas typles
D. Maria Amado, D. Antonia Torres, D. Marga-
rida Reia, D Leopoldina Evangelista e D. Maria
Pbilomena Augusta
Tenores
D. Benita Conde e D. Ventora Calvo.
Busos
D. Joao Noj e l). Cbristoval Medina.
BBPEBTOBIO DA COMPAHBU.
Jagar com fuego, Moreto, Marina, Relmpago,
Postilloo de la Rioja, Sargento Fredsrico, Catalina,
CampanoDe, El toque de aimma, Un tesoro escon-
dido. Diamantes de la-Corona, El domin Azor,
Canylitas, Entre um moier o el negro, Telemaco,
Sarao a soir. Amor e almuerzo, Visconde, Cabal-
lero Particular, Franccifredo. El Diablo aa el po-
der. Juramento, e outras rautas que seria safa-
donbo ennutoerar.
As recitas, de assignatura terio lugar as tercas
e quiotas-flras, e as exlraorduurias nos jabeados
e domingos.
As pessoas qud quizersm aneigoav camarotes e
cadelras para as duas series poder dirlip/'M ao
LEILOES.
LEILAO
No dia 26 de ago-to correte das -10 horas do
dia em draote, ter logar na porta da alfandega
por conta e risco de quera pertencer o leilao de
2915 pranchops, 224 meios ditos, 186 tabeas, 418
quadrados, 393 liras meias taboas e 3126 ripas,
indo de excel lento madeira de pinho de resina,
regulando de 14 a 32 ps inglezes de eomprimen-
to e de meia at qualro pollegadas de grossura,
pertencentes ao earregamento e salvados do br-<
gue inglez Atkmaar, de 251 toneladas de registro
capito Tb. B.'Tho na?, procedente de Pensacola
eom destino a Montevideo e naofragado na costa
de Maracaja em 1 de julno prximo Ando.
Em seguida ao leilao cima referido, tambem se
vender em praca, por couta e risco de quem per
teoeer, nos armazens dos Sr?. J. U Graf &-C, 47
pecas de cabos de linho de todas as grossuras
com cerca de 10:000 libras* de peso em perfeito
estado e proprios para o laboratorio nutico os
quaes se acham expostos vista nos ditos arma-
zen*.
Natal (Rio Grande do Norte) 9 de agosto de
1871.
FORDICO
DO
BOWMAN
Vaporea pequeos pa des-
carorar algodo
tOFt
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio V.eira da Mello,
jrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a concluir
aquello negocio qae V. 8. se eorapromettea reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fina
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a (evereiro e abril, e na 4a enmprio,
a por este motivo de novo chamado para dito
Sm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o senhor sao
flbo se acbava no es nesta cidade_____________
Precisase de ama ou duas pessoas escravas
a llvres para vender em taboleiros : i tratar ua
ra da Companhia Pernambucana n. 10 A, ou
em Santo Amaro em seguimento a fundico na
penltima casa.____________^^_
Attencdo.
Aluga-se os tres andares do
Frogramma
Da tesU da excelsa servbora Sant'Anna, no
convento de S. francisco desta cidade
Sabbado *5 do correte, ao meto dia wbiao
ao ar orna talva nal e aigumas fyraaMs de
foguetes, e tma banda de msica rnarefaJ locara
diversas pecas de sea ioextoUvel/apettorla.
As 4 horas da taxie ter Ingor a bencio so-
lemne da excelsa- Seonora, a qual aera amelada
por ama salva de 21 tiros, procaaado-e aq a-
gaida o hasteamento da bandeira, toada aeotnaa-
nhada eom aigumas- gyrandolas de fagaete, a-
zendose ouw oeste acto* av mestoa msica mi-
litar.
No domingo (17) pelas 4 1|2 hora* da oudrn -
gada str alebrado o santo sacrificio da atrasa,
depois do que ama salva real anaanelari a lo-
dos os devotos da excelsa Seaoor Sant'Anna, aer
ebegado o dia em qae tem de ser celebrada a fas-
ta de tao excelsa matrona.
As 11 horas entrar a (esta, sendo a oribes-
tra regida pelo maestro Jos Ceelbo Barbosa, ett-
cntando a grande missa de Santos ata, a to-
los serio canta tos pelos Sra. Jos. Goelao, Tu-
jtno Barcellos, Tubias e outros.
Orara ao Evangelho e eximio pregador da ca-
pelta imperial fre Joo de- Sania Thereza.
Por obsequio exeeutar nesta occasto o iaak-
ne maestro Antonio Martina Viaona, ana liada
variaeao no sea apreciado clarinete.
PlnaNsar a festa com ama salva real e aeom-
panhameotp de fogaeles, e a assenca de um rico
balo.
As 7 boras da noute entrar o rc'-Diin,.*c-
rnpando nesta occasio a tribuna sagrada o Ts-
tincto pregador padre Antonio de Mello e Albu-
querque,' fiado, procader-se ha ao Uraaento da
bandeira, [soltando-se nesta occasio nn Nodo e
bem acabado bala', cem diversas gyraodolaede
foguetes,
Em todos os actos se far ouvir a msica mar-
cial.
Eis o programaa qoe a mesa regedora offere-
ce sos seus devotos alientos os poneos recursos
de que ella dispde.
Consistorio da veneravel devocao da Seonora
Sant'Anna do Convento de S. Franeiseo, K de
agosto de 1871.
Arthur Annes Jacome Pires,
Secretario interino
r
larga do Rosario n.
tratar na mesma.
sobrado da ra
10 por cima da bo.ica : a
Attenpo
Um rapaz brasileiro qoe tem boa letra e qne
sabe aigumas operaroes de conta?, e que tem al
guma pratica de taberna, se offerece para caixeiro
de alguma casa de negocio, dando Mador a sua
conducta : nesta typographia se dir^__________
ra do Vigario 0. 16.
Precisa se de uma ama pa-
ra o servico interno de uma
casa de familia : tratar na
LEILAO
Em continuado.
DE
Camellas dadas em penhor, constando de
bons relogios de ooro e prata, correles,
pulseiras alflnetes, meios aderaos, al-
gans objeetos de bnlbantes e prata.
O agente Martins, nao tendo podido concluir o
leilao de joias pela grande quanlidade deltas, far
leilao em cootinuacao de todas as cautellas venci-
das.
iioj 1:
s 11 horas do dia 00 primeiro andar olo cobrado
n. 2 da travessa da roa das Cruzes.
LEILAO
DE
Movis, louqa, evitlros
Htrja 26 do corrente.
Na roa Nova n. 65.
AS 10 HORAS EM PONTO.
O leilao de movei*, lou?a e vidros, annonciado
para homem 25, por iotervencSo do agente Pinto
no sobrado da ma Nova n. 65, ficou transferido
para hoje 26 do corrente, deveodo comecar s 10
horas para eflVcinar se a entrega hoje mesmo.
Um sitio, um carro, dous oaval-
los doua burros e um c.brio-
let enm 4 assentos.
O agente Pontual, competentemente autorisado,
vendei em leilao, ora expeliente sitio, sito em
Apipucos. com bastardes arvoredos, fructeras e
i'ii-a de vivenda, com 4 janellas do frente, 2 quar-
los, t salas e cosioha f ira ; em cuja casa mora o
professor do sesmo lugar. Na mesma occasio
se vender um excelleote carro de passaio com
uma parelba de cavallos, arreados, dous burros
e um cabriole!.
TERCA-FEIRA 29 DO CORRENTE.
Em frente ao arraazom da roa do Imperador n. 16.
s II horas.
LEILAO
Do
Sobrado de 2 andares da ra de S. Jorge
(amigamente ra do Pilar n. 23) cum
quintal, p rto para a roa do Piiarol e
nm sobradinbo por cima do mesmo por-
tao.
Terca-feira 29 do corrente.
As ti horas em ponfo.
Por intervencao do agente Pinto, em seu es-
criptorio, 4 ra da Croi n. 38
UIUII
DE
Urna botica bomeopatba com glbulos e tin-
turas.
Por intervencao do agente Pestam, no arma-
zem n. 7 da ra do Vigario, por occasio do lei
lo da movis.
AO PUBLICO
Tendo mudado a minba residencia para' Apipu
eos tenho a honra de indicar as casas dos Srs.
J. Rhigas successor de J. Vignes, ra do Imperador
n. 53, ou a do Sr. Vctor Pralle, ra do Duque
de Caxias n 6, como aquellas que graciosamente
se prestam a transmittir-me quaiquer recado es-
eripto ou verbal.
Gustavo Wertheimer.
Os abaixo assignado partieipam ao publico
e especialmeote ao corpo do coiomercio, que em
data da 30 de junho prximo passado dissolveram
amwavelraente a sociedade qne nesta praca gyra-
va sobre a razo de Botelh, Araojo & C. Os
mesmos julgam Bada deverem por negocios ten-
deles referida rirma social; porm se alguem
se jolgar credor aprsenle seus ttulos no praso
le tres di3s, contados da publicaco do presente,
para serem pagos logo que sejam verificados. Re-
cife 23 de agosto de 1871.
Jo.' Paulo Botelho.
Bernardo Jos de Araojo.
Antonio de Oliveira Freitas.
Oabaixo assignado, previne que oinguem
negocie eom f ua mulher Joanna Mara dos Praze
res, sob pena ds ficar de nenhum effeito o neg
cioou contrato que ella fizer ; bem com protes-
ta anullar a venda da casa sita era S. Lonreoco da
Muta, que a mencionada sua mulher vendeu sera
outorga do abaixo assignado.
Recife, 21 de agosto de 1871.
Francisco Baptista da Silva.
Aluga-se ou vende se o sobrado sito no Poco
da Panella ae lado da igreja, com 4 salas, 7 quar-
Ks, e solio com 2 grandes quartos e pequen
sala, cozinha e quartos exteriores no grande quin-
tal murado : a tratar na rui do crespo, hoje 1*
de Marco n. i, 1" andar._____________________
Attenco du p. Tp. dos Montes
Pede-.ce ao senbor cima que v ou mande sa-
tisfazer ao >|ud licou devendo na Ponte dus Car-
valho-, resallado da compra de um cavallo qoe
alli negociou desde .0 fim do correte aono, do
contrario ver o seu nome por extenso neste
jornal.
Precisare de nm criado que seja perfeiio
copeiro : na ra da Anrora n. 40 _______
Irmarr'Jade do Divioo espirito Santo de
S. Francisco.
Por order.i ils mesa regedora da rmandale do
Divino Epirito Suito, ereefa no convento de S.
Franeiseo sbovido a todos os irroios para se
reuoirem em mesa geral, Domingo 27 do cor-
rente pelas 10 ''.oras da manba no consistorio da
iimaadade, adm >ie ser pre.ente os traaajooa ei-
tos e approvalii pela mesa conjunta e conselho
Ocal cer-a malanea do titulo da irmandade
para o da Saniissima Trindade.
Consist rio da irmandade do Divino Espirito
Saulo, 2 de agosto de 1871.
M. G. Agr,
Secretarlo.
Aluga-se om terceiro andar com com
modos para grande familia: tratar a roa
da Imperatnz n. 63 s(ihra>1o.
VISOS DIVERSOS
sscripjorm.do heatro.
Pre{ do cgitume.
Camarotes fc ;'r-ci a
Ditos de lado
&Wra
001
KING
Sess. ord. UA. de E.
Gm.
VIII.5.L.C.
O p^dre Jos Esievtf-< Vunoa convida a fami-
lia e prenles de D. Emilia Augusta de Albnquer-
que aseimento psra assistirera a missa que tem
da se celebrar no -abbado 26 do corrente, stimo
dia do seu fallecimento, pelas 7 horas da mauha
na capella da estrada de Joo de Barros.
arJ^acr*.-'"' wasw imungBO
IRMANDADE
DA
Senhora Sant'Anna
NO
Convento de S Francisco
do Recife
De ordem do nosso irmao juiz, convido a todos
os oossos cbarissimos irmaos a corajiarecerem em
o nosso consistorio, ailm de assisiirem a bencao
solemne da imagem da mesma augusta Senbora
no sabbado 26 do corrente pelas i horas tarde,
no domingo 17, para assistencia da festa.
A mesma irmandade pede a todas as confrarias
qne em sigoal de repelto a rai da mai de Deus
manden) dar um repique nos sinos, logo qoe se-
ja-anaunciada a benco por uma salva de 21 ti-
ros.
Consistorio da Irmandade da Senhora Sant'An-
na, 24 da agosto de 1871.
Arlbur Annes Jacome Pires.
Secretario interino.
Previne-se ao Srs. accionistas da eumiianhia
dos triilbos urbanos do Recife Olinda e Beberibe,
que a assemb'a geral da dita eompanDia conti-
na em seus trabalbos sobre a reforma dos esta-
tutos do dia 29 do eorrente, pelas 10 horas da ma-
nba, sendo a reunlo no mesmo logar dos annna-
cios anteriores.
O secretario,
______________Lniz Lopes Castello Branco.
Imperial sociedade dos artista
mechanicos e liberaes de Per-'
nambuco.
Sob os auspicios de Nossa Senhora do Amparo
e de ordem do respeitsvel irmao director, convido
todos os socios desta sociedade, para no di) 27
do corrente s 9 hons da manh, compareeerem
a fesso, aflm de procedermos a eleico dos fnne-
eionarios que devera servir no anno social de
1871 1872 : isto de conformidade com o Cispos-
10 na nossa consntuicao.
Secretaria da sociedade t m 22 de agosto de 1871.
Simo de Sonza Monteiro,
______________________Ia secretorio.__________
Uma mulher estraogeira offerece-se como
cozinbefra ou para quaiquer servico interno de casa
de familia ou para cuidar da casa de homem sol-
teiro : a tratar na ra do Brom n. 46.
Sociedade Monte Po aeata
Crnz.
De ordem do irmao presidente, convido aos Srs.
socios para compareeerem no da 27 do cerrante
as 6 horas da tarde, no sslao onde funeciona o
C!ob Popular, sfim de tratar-se de negocio ur-
gente a bem da mesma sociedade.
Recife, 24 de agosto de 1871.
O 1.* secretario,
Jeronymo Ignacio dos Santos
Irmandade de N. S. da Conce-
qo dos Mil tarea. *
De ordem da mesa rogedora, coni l> g de>ta irmandade compar,!i5erem no e ;>'i",
consistorio pelas 4 horas da tarde d > >\ do.
corrente mez, aiim de ira mesa g^ral m r 1VJ.befa-
do se ou nao conveniente a converso 'ej)>
lices da divida publica do patrimonio d3 '
Senhora e o de Sant'Anna, bm como *para aoi -
risar a mesa regedora soare outras medida?.
O secretario,
Francisco Antonio te S Brrelo Jnnitr,
'
Atten O Sr. Franci-co Leonardo Coelho de Siqneira
tenha a bondade de vir roa do Barao da Victo-
ria, ontr'ora ra Nova n. 41. realisar o rnre pro-
metten desde o dia c0 de juiho
EMILIO DIi'IKlt.
Um amigo do finado Emilio Didier manda resar
uma missa pelo eterno repouso de sai alma, e
convida aos prenles e amigos do mesmo finado
para assistirem ; a qual ter logar sabbado 26 do
corrente, na matriz de Santo Antonio, as 7 1|2
horas do na.
V&\>
Sl ltVOWUHi--^:'
Precisa-se de uma ama
que saiba ceziohar e engom-
mar : na ra estrella do Ro-
sario n. 10, 2" andar ; para uma s pe^soa.______
CaRROI^EIRO.
Precisa se de um carroceiro, prefere-se porta-,
guez : a tratar na ra do Imperador o. 12. *
Cozinheiro
Precisa-se de om b m cozinheiro : na ma lar-
ga 'o R'sario n. 44, hotel.____________________
" O BadreIgnacio de Sonsa Rolim tendo ba
poneo ebegado da provincia do Ccar, e rrsolven-
do-sa a aonuir a juta requlsiclo dos sen* patri-
cios, quanto ao restabrlecimenlo do coliegio de ins-
troccao secundaria na villa-de Cajazeiras, declara
que a abertura do dito coilegio e aulas sem alga-
mas ceremonias no dial" de agosto pro limo.
Para execueo da competente tarefa a que se sob-
mette lera por compaobeirjj seu irmio o bacba-
rel Manoel de Souza Rolim e o ex-professor de
latim de villa Bella de Paje Cassemiro Jacome
Cavaleante. O estatuto ou regiment interno ser
o mesmo que slgura dia ahi esteve em. aso. Ha>
veroaulas de latim, franeez, phil -sophia, rbeiori-
ca, etc., segundo o exigir a concurrencia que se
dar de alumnos. A penso como j foi nos alu-
naos annos do coilegio, isto ': ift mensalmete
para os internos, alem da paga de matrienfe ice
importa 4 mensalmente, sendo a paga por tri-
mestres adianta tos. A casa d luz, mas alo tra-
ta ment de roupa. Nenhum alumno sera* admit-
tido como interno sem sujeitar-se formalmente as
condic59s do estatuto. Villa de Cajazelra 1 de
julh? de 1871.
O padre Igna-io Je Souza Rolim.
Manoel de Sonza Rolim.
Cas emiro Jacome Cavaleante.
Furto Calvo.
Flores e grinaldas
A chapaleria imperial a roa Primeiro de Marco
n. o, acaba de reesber um liado sortiroeoto de
flores e grinaidas assim como caapos da ulti-
ma moda para homem e Senhora?.
w.
I4000
lOrfOOO
l#G0O
Caix
3i ra da imperalrii
fcaixeir* e iateira pratica da
fvhr Je <* conduela.
iro
a. 12 precisase de uro
taberna a qued
Offerece-se uma mulher que se julga capas,
para casa de uma funda, emquauto ao servico
qne faz se r>i a quera a pretender: yiem precisar
dTrija-ie a Boa-vista, '-nie VeJI n. 18.

.Mfdico
Dr.'Gostava dolpha Walkaum pode ser pro-
curado tuJos os dita, por agora, na ph.irroa;i
franceza do Maurer A U : oa ra Nova n. IS, <
10 ll ras 11 .liannRJ! t '!) hora d tde.
O abaixo assignado, tendo aeseitado no dia 8 je
roaio do corrate anno diversas lettras comraer-
staes, saccadas pelos Srs. Francisco de Paula Lin-
dse, e Antonio Francisco Li adoso, em pagamen-
to da compra que tiles e suas mulheres lea da
partes que pos?uiam noengp.nbo Gloria, outt'ora
Matto-Grusso, do termo de Por t) Calvo, da prwin-
cia de Alagas, a?sim como outras saccadas, i fa-
vor do Sr. Jos Vicente Lindoso, pai d'aquelle, em
pagamento das rendas de grande parta qnt pos-
sue no mesmo engenho, como tudo consta da
rtspectivas escripturas : previno ataan^
oiogoem fac negocio com taes lettra
pagar a quera j as houver neg
inleiramente Iludido nesses conti
e arrendaroento, vai propr en
competente para iovalida-lcs.
conste e todos s3ibam que aada valm aq
tras, e oem do abaixo assignado reeefi
imoorte r)o venoimento, faz a presente |
pelos jornaes as provincias de Perl
AlagOas.
Engenho S. Pedro e Porto Calv, 18 'Vaf/sio
de 1871.
Lenidas Pereira Boj raue.

. A abaixo assignada I afaao
de vender aguirdenu em sua (a
da Casa Porte ti. 1$ desde
xitrio passado, como
coai^oo, da ido bafa^HoW*
187/.
Igoacia >Uria daiSaatof. 1


Vio de PemamJ>uco Suado 26 d
Agosto
dt 1871.

y
\^<
\
mkumwik
Aos 5:000*
Bflketee garantidos.
A ru Prfawirt U Marco (otr'wt ro di
Graspo) d. 23 e casas do costme.
O abaixo signado, toado vendido nos seos la
Uzea Mnatee nm quarto o. 1391 com 8001000,
om irlo. d. 1007 com 100* 00O; oatrts sortes
de 40* e 904 da lotera qw se acaboo de extrt-
Mr (104'), convida aos pcsraidores a Tirem re-
eaber na conformidad* do cosame sera descont
i-a 4 te os bilhetes garantidos da
10. parte das (otarias, a beneficio da nova igreja
de Mana Seniora da Pvnha (J03*), que se extrahl-
r terea-ferra 19 do correte mez.
PREGOS.
Buhe* inteiro 6*000
Matebilhete 3*000
Ooarto U500
m porcia de 100*900 para cima.
Bilhea hiteire 5*800
Meiobilbete 9*700 -
Quarto l*75
____________ Maaoal Marttaa Waaa
Na roa de S. Francisco n. 79, precisa-ie de
Urna criada que emenda de eostnra, arrumacao e
Oaixeiro
Precisa se de nm calxeiro portugaez para ta-
berna, que teoha pralica, de 16 a 18 annos, e qne
d fiador da sua conducta : no pateo da Ribeira
numero 43. ^^^^^
Precisare de ama ama para casa de
(aml)ia de daas pesadas: a tratar na
roa Direita n. 3, primeiro andar.______________
Aluga-se urna casa em Apipucos propria
para passar-se a festa : a tratar na raa sete de
Setembro n. 1.
AMA
Irmandade Acadmica de Nossa Senhora
do Boro Conselho.
Por ordem de nosso irmio juz, convido a todos
os irmSos da Irmandade acadmica de N. S. do
Bom Conselho, para eompare/erem no dia 16 as
4 horas da larde, no convento de S. Francisco
alim de assistlrem a beogSo da imsgem da Senho-
ra Sant'Anna, a convite de mesma irmandade.
Secretaria da Irmandade acadmica de N. S
do Bom Conselho, 99 de agosto de 1871.
O secretario,
________Henrjqne Leal.___________

CASAS
Alaga-so e primeiro, segando andares e sobre-
eolio da oasa n. 6, cita a ruado Livramento : i
tratar na loja do mesmo predio. ________
-1recrsa-*e de nma ama para o servico de
oaaa casi de familia : na ra de caes 99 de No-
vembro n. 38. 1* andar._________________
AWJGs.SE o terceiro andar da cas* da raa
do Imperador n. 45 : a tratar raa da Commer-
io n. 16.
Comedoras
a estrella 4m Rosarlo n. 3&,
Na -casa cima forneoe-se eomedoras para fura
com asseio e promptidSo, Chamndose a attencao
dos senbores acadmicos que quizerem ir cedo
para as suas aulas, visto qne se dar aimoco des-
de 7 horas em ponto at is 9, en at a hora pelos
meamos marcada, e jantar a qualquer hora, man-
dando-se levar em suas casas.
Precisa-se alagar ama escrava para o ser-
vico de urna casa de familia : na ra da Concei-
I
No caf chinee ra torga do Rosario n. 31,
preeisa-se de nm menino de i a "8 annos de
idadet cora pratiea de copclr> e que d fiador a
sua conducta : iir^fere-sc estr.ngeiro,
ATTENCAO
a
Precisa se de nma ama de meia idade que ce
zinbe, compre e faca o mais servico interno de
casa de urna faniiha'oomposta de duas pessoas :
nesta typographia t dir.
Tasso Ir.uaos em liquidacao dejam
-aliar aosSrs. Pedro de Alcntara Buarqoe
felenente-coroiirl Jaciotho Paes de Mandon-
es, moradores em Passo de Camaragibe e
Porto Calvo, da provincia de Alagoas, cu
com seos correspondentes nesta praga, a
negocio de interesso reciproco.
D. Vicencia Ferrcira de Albuquerque Nascimea
to, seus Albos, flibas e genro cordialmente agr
decem a tedas as pessoas que se digoaram acom-
panhar os restos mortaes de sua presada fllha, ir-
mao e cunhado ; e de novo Ihes rogam o caridoso
obsequio de assistirera as missas que pelo eterno
repouso de sua alma mandara celebrar sabbado
96, s 7 horas da maohaa, na igreja matriz da
Boa-Vista. Pdem tambera desculpa s pessoas
de sua amizade que deixarain de receber carta de
convite. ___________
^^ia^nfl^^aKBia^B9HaBBHanai mb*
Sociedade Beneflcente
Conciliapo
Convida-se os socios para ssislirem a sessao
magua qne ter lugar no dia 96 do correte s
6 i/9 horas da larde.
O secretario interino,
Das Brrelo
mmmm mmm-mmmmm
CONFRARIA K
DA
SANTA CRUZ.
De ordem da mesa gersl da confraria S
do Senhor Bom Jess da Via-Sacra da .
Santa Cruz, convido a todos os irmaos M
confrades, a reuoirem-se no consistorio
da oossa igreja pelas 9 horas da manh
do dia 3 de setembro vindouro para em
mesa geral deliberar-se acerca da propos-
ta feta em sesso de 13 do correte, por
um irmo contrade para ser vendido, e o
seu producto aplicado em-apok'ces do go-
vernn, o terreno beneficiado que possue
-a c nrnm no fundo da mesma igreja.
Reclfe, 94 de agosto de 1871.
O esetivo,
Theodoro Jos Tavares.
TRILHOS URBANOS
DO
ftECIFE A' OIIMDA
e Beberibe.
Por ordem da directora slo convidados
os Srs. accioois para, no prato de 8 dias
a contar do dia 25 do corrento, realisarem
a 0a prestacio de suasaccoes, d* emissao,
na razio de 10 %.
Para esse fim ser o Sr. tbesooreiro en-
contrado no escriptorio da companbia, das
11 horas da manhaa s 2 da Urde de todos
os dias otis.
Joo Joaqun Alm.
Io secreU tio.
AYISO
Ba do Imperador
n. "37,
Jalee depeiUe de antiga e tere-
lUU fabrica de Bar bal ke
de Cabe.
Neate bm sorlido armazem existe um grande
sortimento de loo^a franceza, moito otil para ea-
sa de familia, como aeja algnidares papeirol
f. P4oellas, tudo grandes e pequaaoi, e bu-
iboes para manleiga; ludo dt barro vidrado fran-
cet Assim como nm completo sortimeBlo de lou-
ca do Barbalho, como seja : jarrSe para i e 5
canecos de agna, potat.de um a doui caneos,
murognes, resfriadeiras, qaartinbas do Barbalho
ei da Baha, vaios vidradoa a por vldrar para jar-
Jim, caeos grandes e de meo para florea, ditos
ditos peqoeiot para tirar planus, canos vidrado
e oot vidrar de 9, 3, i, 6, 10 e 19 polegadas,
feiloa pir machina e que aqui nie ha na provia-
i exc*#cao dos vitdos de tra ; ludo melhor
pela qaalidade do barro e mala barato do qne em
outra. qnafoer parte. Em porcao se faz abat
meoto de 10 15 per canto ; so na ru de Impe-
rador n. 17.
I
iM mi mili
Aos 5:00#OO.
Bllhttes garantidos da pro-
?Inela.
fina do Bayao da
Victoria,
. Outr'omra Nova n. 63 eeasm
do cosame.
O babas assignado acaba de vender aire o-
sup rauito fezcs bilhetes a sorte de 800#000 em
dous quartos de n. 2331 e um quarto de n. 1067
a sorte de lOOf, alm de outras sortes menores
de U)#O00 e SO^OOO da leteria que se acabou de
eztrabir (904-), podendo seus poesuidoree viren
w recebar, que promptameote serio pagos.
) meemo abano assipnado cotrritia ao respei-
isvi'el publico para vrem ao seu stabelecimentc
.r_ f,rar os folizes Lilhvtes garastidos, que n(
dx ir d* tirar qualquer premio cobo prova pelo
a3e*i os aanuncios.
Ac taro-*? venda os maito felices buhles ga
r<.nti'os da Ia parte da loteras em beneficio da
nova t "jreja de N. S. da Peora, qne ser extra-
da Qt' da tr?a-!eira 29 do ctrrente mez.
PRESOS,
icuajro tOOO
mei-M 3*000
Qaartos 1|500
De lOOiJOOO para cima.
Intein 5*500
Vetos 24750
Qoartos 1*375
Joan Joaqnim da Costa Leit.
UsOa fortuna"
RA 1 DE MAh'X- OUTIfORA DO
CflESPO' N 93.
Aos 20:000>000.
O abaixo asFigoado tem sempre exoceto ven-
da es felices bilhetes do Rio de Janeiro, pagande
prontamente, como costnma, qaalqner premia.
PRECOS.
inteiro 2i Meio 19*009.
Qaarto 6*000-
Manoel Martins Pinza.
Sociedade Euterpe Beneficente.
h ordem ^a directorio, sao convocados todo
os merabros desta socielade, a reunirem-ee em
aesembfa geral no domingo 27 do corrente s 5
horas da tarde, raa das Flores o. 31:
Sala das sesees da^ociedade Euterpe Benefi-
cente aos 24 de agosto de 1871.
Marcolino Augusto da-Silva Villar,
_____________________.1 setretario._________
Di/uvite
Os eotjares credores do finado Joo Chr-w o de Guj-mao sao convidados a entender-se com
o solicitadsr Joaqnim le AJbnquerque Mello ra
do Imperador n. 12, para ver se -- pode ultimar a
iiquidacio do espolio sem iote'venfo judicial,
isto das 8 as 10 horas da maohaa al o da 3.1 do
corrente.
Criado.
Precia-se de um criado que seja copeiro : qonro
se jnlgar fiabilitado, dirija-se ao caf imperatriz
para tratar.
Conslando a abaixo asaignada que sua escra
vas Thtodora e Eugenia teera se apresentado em
casa de passoas de suas reacfiea, fazindb pedido
em ten oome, apreosa-se a decl.rar que tae pe-
dido sao falsos e pura iavenc&e* daqnellas suas v
estraves, pedindo a essa* pessoas que os conside-1 p
rem como tae; sendo que por parte da arman-1 ^
ciaote vai ser applica.;o o devido corre-tivo contra
aquellas escrava. Recife 10 de agosto de 1871.
Auna Maria C. de Albnqnerqae Maranhit.
FILO DE SEDA
m Precisa te de duas perteilaa en-
gommadeiru e ptga-se bem : na ra
do Brnm n. 104.
COMPRAS.
COMPRASE
frascos vasios da tintura jtpuneza, e paga-se a 80
r cada nm : rna Duque de Caxiaa n. 50, e
Harquez de Ollnda n. 51.
VNDAS.
Fum Vindo do Para j defiado, cada usa : no|armzem do AzeveJo a ra Nova
numere 11.
Cal nr\ a de Lisboa,
Veude Joa.|uim Jos Ramos, a ra da Cruz n,B.
primeiro andar. _______
Vende-se coqaeros pequeos para mudar-
se : quem os quizer dirija-se ao sitio Cafando na
estrada de Pauiino Camera, ontr'ora de Joo de
Barros.
" CEMENTO.
O verdadeiro por-tlam!: s se vende na
ra da Madre de Dtus n. 22, arraawrn de
Jlo Martins de Barros.
Uervfja em harr>l} de
perior qu lid;de
"Veode-se m casa de S. P. Johnston 4 C,
fe Seczala-nova n. 42.
^U
raa.
t:\ta>itXA oeR
Precisa-S4 de urna engommadeira escrava : a
tratar no Chora-Menina, o corrtr da igreja ulti-
en casa. __________________
Precisa-se de um caixetro esm pratiea e
taberna.de 14 i 16 annos, prefere-sa portuguec :
sa ra da Santa Cruz o. ".
Aluga-se o soto do sobrado da *a do Rat-
ge), preferindo-se urna pequea familia, pois te
aluga mais barato : a tratar na ra da Praia nu
mero 34.__________
OftVrece-se um tioruem para caixeiro de en-
geeho, que tem bas-taote i>ratica deste servico :
qn^m o pretender, dirija-se travessa da Con-
grepacao, toja da encad^rnagao n. 3.
Prec sa-se de
prar e cozmhar
18, *- andar.
ama a
na ra
a para com
do Crespo n.
urna das aaeihuies ca-;as na pcvoa^o de Eebert-
ba : Tuem pret-mer dirija-so ra daMoedan.
39, das 9 Itera da maohaa as 4 da tardo ; e tam
bem se vende uiia cesa em IHada em boa locali-
dade, com amitos commodos e com grande
tai.
quin-
Cofre de fer o
Vende-se nm j u treiui do Rasara d. 9, junto a igreja.
miissps mwmw mmm
I < ambraia transparente S
com 10 varasa^^OO M
a Roa do Crespo n 1
Rteos cortes dt vestidos de fil de teda de cores
com palmase florea inteiramente modernos e pro-
prioa para assistir-te casamentos, bailes, etc., etc.,
uvas de pellica, de Jouvin e bathelique de lia e
teda: vtude-ae no Bazar Victoria, ra do Bario
da Victoria n. 9, (amiga ra Nova). _____
0f reftaurant
SANTA BABEL
*Rna da Florentina- -t
Aceitam-se astigoantu por presos mnito com-
ntodog, garante se boa comida e moito asseie.
Vende-se urna taberna sita i ra do Bario
o S. Borja, antiga rea do Sebo n. 13, com pou-
coa fuud)s propria para qualquer principiante:
qnem pretender derija-se ao pateo d Santa Crnz,
esquina da roa Velha n 118.________________
Taborda
Polka para piano, acata de chegar algnns ex
empiares, ao armazem de pianos e msica, do
Atevedo, i raa Nova nL 11_________________
Querem comprar ?
Gaardapisa para vestidos; preto ou branco ?
Papa-ffoa, larga ou estreita ?
Lencos de linho, bordados ou lisos T
Bonitos leques, osso ou sndalo ?
A Nova esperanza quem tem 111
E novidade!
Acaba de chegar a Nova Eperanca ra Duque
de Cexias n. 63, bonecos e bonecas, sendo de mol-
desoteiramente novos, vindo entre eltes os en-
granados nonecos de borracha : para qne se can-
eara? quando quiterem comprar qualquer objeclo
metido boro, bonito ou engracado, lembrem-se logo
d* N iva E*peranca roa Doque de Caxias n. 63.
Para casamento.
O bazar Victoria teaba de receber de Paris pelo
ultimo vapor francez ricos vestidos e veos de blon-
de primorosamente bordados a seda, capeHas, lo-
ques, eorctas de seda e de la e seda de aparados
|MM : n* rna do 8ario da Victoria n. 9, antiga
roa Nova.
Precisa-se de urna ama li
vre ou escrava que saina
cozinhar com perfeicao : na
fabrica a vapor de cigarros, ra larga do R^ario
numero 91.
GABINETE PUKTGUEZ ELE1TURA
O conselho deliberativo "este g^binet?, resolven
ero sesso de hontjov aprasar as 6 horas da tarde
de sabbado i6 do corrate, para tratar da eleicao
da nava directora de onforroidado *om o di&-
po->to no aV do art. 56 dos estatutos.
Secretaria doGabiiete Portuguez deleitara em
Pernaubuc?, 94 de agosto de 1871.
0 9.* secretario.
Francisco Antonio Per eir.
O senbores abaixo mencionados sao rogados
vir ra do Apollo n. i. a uegoeio de iuteres?e
reciproco.
Luiz de Oliveira Lima Jnior.
Silvestre Pantaleo.
Francisco de S Brrelo.
Praneitco de Aisi Mello.
Paulino Rigneira.
Julio tesar Cavaicante de Albuquerqae.
Dr. Jro Guimares.
Capillo Jote Avelino da Suva Jaques.
Joaqjim Pacifico de Amida Cmara.__________
Vende-se o sitio Olho de
Vidre.
Em Ponte de Ucha.
Este sitio tem nm sobrado de um andar e an-
dar terreo, contm 4 sallas, 9 quartos, 9 cozin'na.'
com boca fcgfiei e forno de ferro, fMe sobrade
circulado de jnnella. Tem em separado grande
eocheira para ca vallo, eas* para feitor e esers-
vo e otrn a.Mm jasa para fazer faroba eom seas
mitere para tal flm. E< easa tem na frente
bons cantetros par flore, eom porta fe ferro
ira a estrada, do Paroameirim, grande ntio r-
orisado Cjdi grande diversldade de frncteiras.
grande baixa para capim, podendo saiteutar por-
;o de vacea leiieira para as qnaes tambera letn
commodos de) recolbimento.
Os fundos da dita casa e tillo deitam para a li
nba ferrt que segu deela cidade para Appucos,
e te ach^a livre e desembaracado, visto que ai
qaestoet que os cwufnhoret de dito sitio tem
eom o empreiteirdt de dito triihoi apenas diz
respeito ao lerreoo que elle ora oceuptm, e os
prejaizot qne pot la! motivo tem cinsado.
Os prtftfiik.nt} p^dem-se dirigir roa Duque
de Caxia?, (r)a a. 43. oa roa do Arago, luje
ua do Vucoade a)Peltasl3. casa *.
AOS i>*MWO
Ha pouco mais de dous mezes nma escrava,
subtranio da algibera de aea senher 3 sedulas Je
200} cada nm, o qual fez a diligencia a flm de
que a escrava desse conta di mesma quantia, po-
rrn at hoje tem sido baldado os e>forcos em pre-
gados para esse fim, eonstando agora ter ella en-
tregue es-a quantia a orna das sociedades de
emaneipaco para ir juntando al se libertar, po-
rm como tal dioheiro nao deve servir para es.-e
fim, por ter sido snbtrahido, lendoella conessa-
do, sem dizer que f-z des? nioheiro : prrunto
pede-se i* pe?. ou liverem noticia o favor de darem parle nesta
lypograpbi.i que se dir a inem p-?rtence.
quartos "Para escriptorio \&
ADVfJCACA.
Aluga-se dous ma^n,fleos qnarlos muilo pro-
prios para advi gados," na ra do Imperador n. 31:
ja tratar na Mja di mednia cisa a ra Primeiro de
Marga n. 8, esquina.
OO^OUO de gratificado
Da easa do abaixo assignado, mirador raa de
afarcilio Da?, (amiga roa Direita) n. 31, furlarsm
no dia 93 do correle, as seguinte joia, qoe es-
tavam o'om cestioba da porcelana sohre o toilet:
2 polcelras, sendo nma d hea com um coral no
centro, e outra liza, 1 annel de brilbantes eom ca-
bello, lendo junto da pedra a lettrjs C. M. C. V.
e por dentro do aro a palavra, amisadn, nm dito
cora cabeflo cora as mesmas iniciaes, 1 dito c-rai
ama griitolna, 1 dito de brilhame--, com esmalt*
preto, 1 par de brincos de brilhante*, esmaltado,
sendo cravados em prata, 1 pmcenez de ouro com
vidros atoes preso nmcordo moito Uno tam-
bem de ouro, 1 cordu rom ama moeda de l*1*
(conho brasilercj, 1 cordo de oaro, 1 par de
brincos com Dina brilhaotta, 2 pajes de brincos
lizot, 1 Mnea de ouro com penar e lapis, 1 camo-
ta eom 6 pirulas e ama esmeralda guardando um
retrato. Quem dar noticia certa de aigans desse
objeelos receber 100/ e iromelte-ae gaardar sc-
grelo.
Canido de Carvalho Neves.
se.f Lwiveuintf Fiour
Farnh de trigo j fermentada, propria para
pao, boloa, puddioes. etc.. em macos de 6 libras:
a venda nos rmateos de Tasso Irmaos 4 C
Grande liquida GAMBBAIA LISA WSPO A 3,5000
Pe.^a de cambraia Jisa fiDa BUpo coi
8 1/ v^ras a^iJOOO oa ra do Gr^po p. 20
loja da Goilherrae Carneiro da Curiha,
J?. R. Hatillo de C. te n era sen escriptorio
ra do Commercw n. i8, os attjot abaixo epe-
cifieados que vendem por pregos mdicos, a saber:
Viiihti p*ro em barris e aneoretas.
dem fino-do Porto em aneoretas e eaixa de ama
duza.
dem Jadra secca era barris do 8.
Velas de cera de differenlas tamanhos.
I -agas dita.
Cachimbos de geno bamburguezes.
Essencia de casella em latas de 8 libras.
Ferragens do Porto, diversas qualidades, como
sejara fechaduras.feixos, etc., etc.
Cabriolee
Vendt-se ura cabrioiel em bom estado, de qua-
tro rodas e com qoairo assentos, sendo dous para
meninos um cavallo gordo, trotador com o
competentes arreios : a tratar na eocheira da ra
do imperador n. 13
A uga-se a casa da pra^a uo Coude d'Eu n.
21: a tratar com Jos Henriqae da Silva Guma-
raes, na Seledade, sitio n. 29, onde morou o Sr.
Dr. Villas-Boas, at as f 1 da manhaa, e depois
desta hora at as 2 da tarde na ra das Cruzes n.
38, 1 aadar.________________________________
GBAWDE LIQIDACa
Popelinas rj cores.
Popenas de core de lindos padr5es a 1*500 o
covado : na rna do Crespo n. 20, loja deGoiiher-
me Camairo da Cunta.______
Jaaquim Jos Goncalves Beltro tem para
yeuder no sea escritorio raa do Cammerclo n.
o, os ganaros abaixo notados, que vende mais ba-
rato do que em outra qnalquer parte :
Azeitonas em aneoretas.
Ameodoas em barricas.
Caro mado em maesos de i libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca marlel frres.
Enxadae.
Farinha de mandioca de -Santa Cathan'na. sac-
has de 3 e i alqueires.
Dita da Babia em saecos braneos.
Dita de dita em barriea.9, oroprias para ;asas
particulares.
Fio dealgodio da .Babia em novellos.
iFonces.
Naxados.
tlozes.
Obras de paJJteta*.
Papel proprio para cigarjes.
Dtto azul para botica.
Palitos para deaies.
Preges sortidos.
Paono de algodc da fabrica de Todos os Santos
Je Pedxoso na Babia.
Rolhas,
Rap .popular da Baha.
Botitn ooj fardos.
Retroz dos melhores fabricante do Porto-
Tapioca do Maranhao.
Tabaco si moa te da Babia.
Verniz copa
Vinho do Porto engarrafado, caix de 12 gar-
raas.
Sito de dito em barris, proprio para engarrafar.
Dcio moscatel, verdadeiro de Setnbal.
Dito Bordean em caixas de urna dozia.
Dito de caj em caixas de ama doria.
o o
tf
CD
*a
VNDESE
As casas terreas foreiras, no becco das Barrei-
ras n. 16 e 18, Boa-vista.
As casas terreas ou melaguas na travessa dos
Quarteis n. 32, dita na travessa dos Patos n. 13,
As casas terreas nos Arrombados era Santa Th-
rea o. 15 c 16.
A tratar na ra da Cruz do Pecife, armazem n.
5%.
Olales de renda pretos
a 2$000.
Ra do 0 espon,25
Ap ovr-it^m
Lindos padrees de chitas chinezas alcoebeada?,
propnas para cohertis. pelo barato preco de 280
rs. o covado, assim como muilas outras fazend
qne se vende aarato : s na ra Direita n. 55
Vende-se
n. i 1 da ra de S. Jorge (ou
a Iratar na ra do Marqoei
a casa teriea
Ir'ora Pilar);
de Olipda o. 40 primeirn and-r.
Rival sem f exondo
Rm Duque de Camlas o. 91
Jos de Azevedo Maia e Silva, em soa lo-
j ade nude'as contiona a vender Inda
por baratos rrerr.8 que t todos admira :
Libra de'13a para bordar a melbor
je ba. ^r^
Caixaj'com superiores grampos fran-
cexei a igo
Duiias de facas e garios de om e
dous boioes a 4)5000
Talheres pare meninos a 240 e 409
Libras de linba de novello, a melbor
possive'. 4(9500
Dazia de lencos de casta com barra. 1^000
Caixas de liobas com 30 novellos a 500
Vara da franja branca para toalhas 466
Dnzias de me-ias croas mnito boas a 36500
Dozias de meias finas para seo ho-
ras a 41000
Dozias de facas e garios cravadas a 3(5000
Dozia de palitos segtiranca a 420,
2*0, 320 e 500
Naialbas mnito finas, para fa-er a
barba a 4000
Caixas com peonas de ac com to-
qoe a 320
Caixas com peonas de Perry (azen*
da fina a 800
Ditas de da dito verdadeiras a 4200
Caixas com 20 eadernos papel ami-
zade a 794)
Pecas de fitas para. coz com < 0
vara a 500
Pecas de tranca lisa de todas ai
cores a 40
Dozias de lioha frooxa para bordar
a 400 e 500
Pares de sapatos de tranca a {800
Dutias de baralbos moito fin-- > a
26400 e 26800
Ditas de agn'has para machina a 2(5000
Libra de pregos franceres a 2*0
Resmas de papel almaco raperkr a 3(5600
Ditas de dito paulado o melhor a 4000
Caixas com jabonetes fineta a 720e 4(5(10;"
Carr teis de linba A exandre a 400
Gravitas de cores muitc finas a 500
Ditas pretas pentas bordadas a 600
Grosas de bolees de madrvper'-.a
para camisa a 50C
NovelW de linba branca, 400 jardas S
Duzi.i de cartoes de linda branr? e
prela e de cores a 420
Thesonras muito fina* para onLas
e costura a 500
Caix-as redondas para botar rnpt a 4200
Caixas com paspara uro- ar denla
f>zenda fina a 200
so
GALtO VIGILAN!1!
Rna do Crespo n. 9
Os propietarios deste bem conhecido eatabele-
cimeDto, alm dos muitos objeelos qu9 tinham ex-
postos a apreciacao do respeilavel pnblico, man-
daran) vir e aculara de teceber peb ultimo vapor
da Europa, nm completo e variad) sortimento de
Anas e mni delicadas especialidades, s quacs 8*>
tao resolvidos a vender, como e seu cosime,
por prreos maito baraiinhos e commodos para te
dos. com tanto que o galio...
Mnito superiores lovas de-pelic?, cretas, brna-
cas e de moi lindas core?.
Muito boas e bonitas golllnbas e sanhos para
senhora, neste genero o qne Da denjito moderao
Superiores pentes de tartarofra r^ra coques.
Lindos e riqusimos eofeites para 'abeca da
Exmas. Sras.
Superiores trancas pretas e <* ffiV eom vidri-
Ihos e sem elles; sta fazenda c o 'i? pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de -raJreperola,
marflm, sndalo e s?o, sendo aquellea braneos,
com lindes desenlies, e efles pretos.
DitO superiores meias fio de EseSiia para e-
nhoras. as quaes sempre se v n i ior*30sV00
a duzia, entretanto que nos a? \ : d DO por 2(,
alm desta, tomos umbem grande ^r; tiineaio outras qualid.ides, entre a? qnaei alumas muito
finas.
Boas bengallas de superior erena i fea
castao de marflrn com lindas ? ebeantraa tgn-
ras do mesmo, ne-te genero o qoe de rr "
se pode desejar; alm desta, teroos jambemira*.
ae quautidade de outras qna!idade<>
madeira, balela, osso, bt-rraeba, etc.' <
Finos, bonitos e airosos ehicctih -
de outras qujlidad.-.
m
'i
AS WNSTtv
fejsm,
fdeia e
{i* de fc; ; borracha
;ra ir.eo-
u
I
Bt>oai pretas e de cores de canos altos e bai-
xos para seoliora a 2i e botinas da eordavSo e
beierropara hornera a Ijk, sapatos de pete para
homem e senhora a i, botinas de bezerro e oor-
davao de 1" qualidade a 104 e JJ, ditas de Nan
tes a \*t, diUs para meninos a 8|, calcados para
menltos andar por casa a H. e o uros muitos ar-
tigo* que se vende baralu : na loja do Arante ua
pra;i da Indepeodencia d. 13 e 4t
Companhta fluvial
Vende-se 150 acedes da companbia lluvial de
navega cao a vspordo Maranrao : ua rna do Vi-
girio n. 16, andar, escriptorio de Joaaulra Ge-
rardi Je Ba3tos, onde se darao os necessariua
esclarecimentos. '"
Vende se urna machina de cestiiN em bdm
estado : no becco do Marisco n, 10.
Vendas i
f-'-ao vetada oiMixfli
ah'4. M r
<'^
)".eria da
Mjftgl
Mudiinca
nJ?!liMiria do* totvrt Silva participa t
pessortTfo a amixide oue modou sua residen-
jada roa do Vi*eoade de Guyanna para a Sol-
>mo a todos aquellos que se
dadw. r*i
os tredios gnintos : um sobradi) de um andar-r
soto d. i, na roa Viscoo.de de ItaparLa, oulr'ora
ra d:> Apollo, om armazem n. 16 na mesma roV
acim, e um sitio u. 1 na estrada do Arraial : os
preteniieoies podera dirigir-se i ra da ipJjViJ
ca?an. 38. onle dnerao os scrsreclrn-'nfo'i "pre-
cisos.
Vende-.e urna c.i terreq tra obaoj lio-
prios, fita na rtta da Amizade n. 38, (Cjpuobj) ;
a tratar na rna-DtreHa n. 15.
Ti-Jhas de ferro
Gura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopau
Essa pomada que tao bons resoltados tem colbi-
du as peswas que della (era feito oso acaba de
chegar para o seu deposito especial,.
NA
Pharmacia e drogara
' DE
Bariholomeu & C. raa larga do Rosario no-
'. ________agro 34
A revalesciere du Barry de
Londres
Toda a daenca cede a Revalesciere da Barry,
que d sade, energa, appetite, digesto e des
canso. Ella cura as dispepsia*, gasirites, humo-
re, acidez pituita, flato, enjops, vmitos depois
da comida e gravidez, con tipagoes, tosse, asthma,
ffecr,3ss pulmonares, bexiga, flgado, cerebro e
sngue ; 60,000 curas, inclnindo militas dellas no
BrawL
A revalesciere cbocolatada da Barry
em p,
Delicioso alimento para almogo e ceia, muito
ontritivo, fortificando os ervos do estomago sem
causar o monor peso nem dr de eabeca, era ir-
atjalo.
nico deposito para o Brasil era Peroambuco
na pbarmacia americana de Ferreira Miia & 1,
ra do Dugoe de Caxias d. 57. (Todo cuidado
cosa a falsiacacSes.)
- Tnie-e urna casa terrea na rna das Nym-
phwo. bairo da Boa -Vista: a tratar na roa
Direita n. 77.
A Nova Esperanca esi rtsolvida a V3n-
der baratissimo, para as Exms. modistas-
eneites, forras para vestidos, boioes, etc. e
tudo mais de quepr ecizarem ; e isto por
preco moito cemmodo, com a condico po-
rem das mesmas Exmas. monir-se destes
objectos somente no dito eslabelecimento
onde encontrarao o bom, por pouco preco
e desta forma ambos lucrarem, isto a
Nova Esperat.ca, porque vende, e as modis-
tas, por c<-mprarem bom e barato.
o haver conrnl^oes.
As enancas qoe usarem dos collares ano-
dinos, qoe se vendem na Nova Esperanca,
est*r5o isentos de convnlsoes; pois sao os
verdadeiros recebidos directamente.
E> engracado e destrhe
Os pifes- de nova invencao e que dancam
45 minutos poccomais onmenns, modando
sempre de cores, e representando diversos
caractetes, vendem se na Nova Esperanca
roa Duque de Casias n. 63.
Vende.se-telhas je ferro de 6, 8. i 1,44 e 17 pal-
mos por menos 00 is. do qne em primara n-an;
na chap-tlarla Imperial raa Primeiro d Jar^o
n 6.
V"d-e urna macbiti^ i> vapor coa todj o>
pflencas para adaria,: a lrai> no patee da aa
eio^ ^vlava rierdeiri t*\*$ai 0.8, a u% se qttilquer'ifgoc^ ? proHrn vis.,os : ?aloJa &* ./enJ!l.*9 Caotoft urna casa Uf rea na r"ua U
Pjnheiro ara a-lmpera. fe tratar na ra da Penl.a a. 3
-nriqno di Silva.
\ graneiro como ceravier so comprador.
Roa do Vigario n. 27
Nu-aeriptoriode Jof foaqain ma Balro hs
para vender se :
Prg s de diversas qbudade?.
Peehsduras de broca de todo os tartanhos, e dos
mflhores fabncaates do Por-to.
Cartilhas do donctrioa Cbristia.
Mercurio de !>bda. S)
raha-^e Roriz.
^snajiores rigarros do Rio de Janeiro, da fabrica
da 8. UtuenoA-j* k# coobajidjjj pela aceita-
qiq que SQ&fiM proviqci.,
Pomada alpaka
E* moito corhscida esta pomada e moito
apreciada por sua fnissimaqualidade, a Nova
Esperanfa quem lem.
Jarros de porcellana
Um completo sortimento de lidos Jarros
de porcellana (do afamado Bacar) existe na
Nova Esperanca, roa Dnqne de Caxias
o. 63.
p tu a aroiVAg
Lindas grinaldas com flores e boi5es d
lar^ngeiras com vivos e sem ellos, vendem-
se na Nova Eperaoca rna Doque de Caxias
o. 63.
FIVELLAS DE MAREPEROLA.
.Boojta* Qvellas de madreperoia lisas o
bordadas.proprias para polceiras, vendem
so na Nova Esperanca roa Duque de Cixia^
0. 03..
-A PABA AS FLORISTAS
A Nova Esperanca a rna Duque de Casias
n. 63 acaba de receber foilias para rosas e
d'outros moldes, a ellas antes que se aca-
bemll
Lindas e snperiore;
pin segurar as rreias.
B. as meias de seda para senhora
oasue 1 a 12 annos de idade.
Navalha eaju de martlra o tartaruga ara fazer
Darba ; sao muito boas, e de mais a nwia ao si-
rantidas pelo fabricante, e : ,)< Pnr : -, vez tam.
nem asseyura nos sua qual:da.ie e delioadeaa.
I.indas e bellas eapellas |aia uoiva.
buperiores aguthas para machina e oara crwKL
layrinthc,I,to ',fC0' IK'nw?< *
Bons bsralhos de eaxtaa para v.tar-te, assim
como os lentos para o mesmo lim.
Grande e variado sortimento das raelhores ner-
brantes' dS melhores e mii onecidos ft
COLARES DE ROYB.
h|p.ctncos magnticos contra as ;onvulsGe=.
tciiiiam a dentieao das innocentes srlanca So-
mos desde muito recebedores destes prodigio03
rollares, e continuamos a receDe-los por todos os
vapores, aflm de que minea fatem no mercado
como Ja tem acontecido, assim como pois, poderao
Jfi*? 1ue delles Precisarem, vir ao deposito do
gallo vigilante, aonde empre encontrarlo defes
verdadeiros c- llares, e es quaes aitendeodo-se ao
nra para que sao applicados, ss vtndsrao cora um
mu dirainnto lucro.
Rogamos, paja, avista dos objecOs que deixa-
mos declarados, aos Matea freguezes e amigos a
virem comprar por pregos muilo razoaveis i lea
do gallo vigilante, ra do Crespo n 7.
Anda urna vez*
O Campo da roa do Imperador n. 18, ava
aos seus numerosos fregoezes e amigjj que che-
! "?! .n*.eDMD"n"l o lao dssejado rape
amarell.nho de Estevao Gasse, assim como o pi-
chao do Rio Grande, qne tao grande apreco letf
dado os que sabem de sua utilidade a.neneia.
Alm disso]
O Campos. lem constantemente e.,i saa arma-
zem tira completo sortimento de vveres' todos da
primeira qualidade e comise tornara enfadonhc
um a enuncio qne os decrevesse, timiU-'e a men-
cionar os segrales :
,^ne Sei'3 ('le carnPro) a< 2i0 Tf. a librar
6000 a arroba.
Linguas escaladas.
Das pm salmouia. "
Dilas aflamhradas todas as anaru- -: .-.abbados.
Ameodoas descascadas e sera cas'a.
Sementes de norfalica.
Charutos fnmaveis a liSOO meia tan.
Dilos superiores emjrrn-so e a realho.
Hola purpurina i ifOOOrs. a grrafj.
CamarSos secco.
Rac Panlo Cordeiro, viajado.
Mate era fulha e em p.
Tabellas de rednecio, para o syetsaa metriec
Piscadas escaladas.
Oleo para machinas
Bfoos e rpriafe"
idas' a bieo ii -Aracaly a [
Vende se na Nova Esperaufa roa Duque
de Caxiaa o. 63
Vede-se
ps-vari d. ii
RICAS E ELEGANTSMOBTlHS FABR-
CADAS NA BAHU.
Na ra doJVigario n. 21, primeiro andar,
fscnpiono de Domingos Alves Matheos.
tem para vender ricas e elegantes mobilias
de Jacaranda, encalo Alves a Viotaatfcn.
para salas, nuartos e sala de ntar,
presos mdicos.
Pr
Lib
a steriw*
Vende Jo prmeiro andar.i


Oiaiio de Perfcanifcuc Sabbudo 6 de Agosto le 1871
ViHOE-SE
Joairoira Jos Ramos, na ra da Cruz n. 8, 1*
andar, vende slgoHio aiol americanos verdadeiro
a prego americano a. 3 e 4.
"\ frr
Ha ka mal cabellos brancas.
Tintura japone a.
So e nica approvada pelas ai academias dt
ciencia, reconhecida superior a toda que tem ap-
parocirto al hoje. Deposito principal i ra da
Cadeia do Recite n. 51, i* aniar, em todas as bo-
iras e casa de cabelleireiro.
LOJA
Flor da. Boa-Vista
DE
Paci Gnimarcs
O proprietario deste bem onhecido es-
tabelecimcnto contina sempre segu ndo sua
antiga forma de primeiro baratdiro da Boa-
Vista e para molbor prova adro rem os
p-ecos seguintes:
Guitas escoras e claras cores Gsas
covado 160 200 rs. a. 400
Cambraias de coros 210, 280 rs. e 320
Us para vestido 280, 320 rs. e 400
Creps escoces fazBoda oova a.. 610
Alpacas lavradas d'um s cor. 720
Cimbraia branca transparente pe-
cas a 3*5 0 e.....80000
Di.tas dita victoria a 43000 e. 80000
Bramente com 10 pernos de lar-
gara, varas, a 20UOO e. 20500
M*dapo!53 soperior pecas 50000 e 60Oi.O
AlgolSo a iJOOOc.....5(5000
Brira pa-do trancado pecbiucha
covaiioa....... 320
Dito dito liso muito fino a. 30
Ontra* nanitas mais fazendas que vende-
r por precos baratisslmos como sejaao :
pannos pretos, ditos ames; casomiras pretas
e de c-, marin?, brins brancos e de c6-
res, seda para colletes, camisas inglezas para
homens, raeias, chapeos de sol etc.
O-Ticim d'alfaiate
Os 'ligaos fregnezos encontrara) oro gran-
urtmeoto de roupas feitas desdo o
fs in -rior at ao mais tuperior que se
e no melado, assim como se manda fj-
11 'a e qt il'pier obra d'encommenda
IV:- a capricho, pois para este misier se
a m mido d'um perito mestre. Garante
i qoalqier pirle pelo o motivo de o fregwz
s pagar o que compra e n8o o aspecto do
esla.ei i'itoento.
4fi Hna Imperalrlz48
JUNTO A 1'AAUlA FRANCEZA
Libras stwli as.
Venirse no armaznai de (atondas de Angosto
F. d* Qkvelra A C, ra lo Gunmercio n. 41
loja e mnm
na ba da mmwm ao-
FLIX PERfilBA'M SILVA $ C.
Os proas-Jetarios deste grande eitableciento tendo m ser ama avaltada, porcia i
Bonitas fazendas
PARA AS FESTAS
DE
S1ITO \I\TO\TO
E S. Joto
CBEGAR.M PARA A LOJA
DO
lliiIS
I
T-mj ve'Ja em seas amazens; a!m de outros
artigas te s*u uepo io regular, os seguintes, que
t ; n per precos mais mcdico3 que em ou-
tra raalqaaf parta :
PORTAS de piatio a.'mofadadas.
PORTARAS de ferro para cercas.
SALJTitE ingles.
BSTE1RAS os india para cama e forrar salas.
CANOS 8-ftSSO soperior em perenes e a contento.
CEMENTO de toda' as qualidades.
tiCfllNAS de doscaro^ar algodo.
LONAS e brinzoes da Russia.
O B \D05 ancrieanos para forro de carros.
'.' OES americanos muito bous e econmico?.
WNHO de Rordeaux.
QOO-AC superior de Ga'.ier Freres.
PARELLO em saceos grandes a 35500.
1tGriA florida legitima.
BALAXCA3 deciin.ie .
CADE1HAS amercanaf.
RHl'M rta Jamaica.
AZCJLEIOS di>'L--b a.
temento Portland
E(6 barricas dt 13 arrobas preco mais com-
m le io que em oaira qu^lquer parte, vende-se
o > arcoaz os Je Tjsso Irmioa A C
Vi. lio de Colares
Vcnl se o verladeiro e superior Itabo de Col-
larj?, H'ie mais aceitacio tem em Li'bia, em
d- iiT) i de pipa : na ra da Madre de Deus nu-
mero 48._____________.____________
Contra a tosse
PAST.LHAS PEiTOSAES.
de
Go-ami simples crystalisade.
Dita de aoglco
afi J'Arabia.
Se ve de picho martimo de Lagasse.
E oaUtaa militas que muito se re omendam pe-
U.-'juas-ex*elleutes qualidades.
' Vende na
PI \RMAC1A E DllOGARlA
Bl
Bartbolomeu & C.
3V -RA LARGA DO HOSARIV-34
GRANDE
L1QUIDACA0
Ra do Crespo n. 20.
Nanoc liso de cores lidas para vealido a.240,
J80v 330 o covado, chitas escuras Bas m bar-
ra a 330 o corado, baratsimo : na luja de Gui-
Iherrui Cameiro da Cuuhi.
"TlTPARft sarcos
Veale-seera casa de Okcil Biadloss A C*,
rn* da Cruz n ir_______________________
OLftO PURO DE FIGADO DE BACALHAO
DA
TERRA NOVA
DE
H. LAGOMUE
E-te oleo que to boa acceita^o tem merecido,
BU't: .^e r'commeola por ser o mais purjflcado
jae at boje (em violo, e aiuia pelo boa paladar,
superior a cairo qualquer : venda-se no deposito
es ei I de Bartholoneu & C. : ra Larga do Ro-
sara 34.
Xarope sedativo
DE
Ca5C-;t de hranjas amargas
COM
BROMRETO DE POTASSIUM
DE
LiROZE
Este b-ivo preparado apruvad-j pela academia
imperial de mf.Ji -ina, muito se recoramenda pela
*ua acjai sedativa e calmante, sobrio sy.*tema
nervoso, o bromureto de potassium, nao deixa de
dar os mais eerws resulud-js as diversas all c-
rwrvosas da oroubez, ni insomuia das enancas
fluran'.e o peiudq da donticao ete. etc.
Vende se na phzrmacia e drogara
de
BartbMomeu fC.
34-RUA lar.;a dorqsario-34
"ib
IJ
i
fazenda, e tendo continuado a rece-;r por todo os
das mismas, tem resolvido f^zer ama GRANDE LIQ
de deposito e ap irar DHIRO. Dt todas as fazead
as amostras, -ficando peobor a se maodtm levir MI aya
as pe-soas qoe negodatn em menor escala, o}efa*jJ^
oequenas perces pelos meatos preci que qpmf p\ia8 o
qae se encarrega de eiecutar qualqoer en-
commeoda da sua arte vontade do fre
gaez, e o proorietario d'este grande esta-
beJecirneuto e promelte servir tem a todos
os fregoeze* qo Ibe boararem a soa casa.
ALGODAOSINHO A 3 $00 A PEQ.4 >
O PavSo veaft pecas d*4lgo mnito boa qaalida ie, tendo 20 jardas eada'
peca, pelo barato preco de 30500, di 10 mui-
to, largo e eocorpado 60000, dito o me-
Ihor que tem vi-ido ao mercado, muito en
corpado e largo para rendes, pelo barato
preco de 8*500, e grande pacbincba.
-MADAPOLiO A mOQ E 4*500
OPavao veodepecas.de madapo.3o com
ti jardas, sendo uzeada mmto superior
pelo barate preg > de 43500, di as com. as
mes as jardas a OOO, ditas finissimas a
3^500, 6^000. 70500 8^0000, pekincba.
MADAPOLOFRANCEZA 100
O Pavao vende tecas de finissimom^a-
oolSo verdadeiramente francez, teado 22
metros 00 20 vara?, pelo baratissimo preco
de 100000 peca, sendo fazeada qoe sem-
pre se vendea 110000, e liquila-se por
este barato preco por estar alg ma cousa
eucbuvalbada na pona de fra.
ALGOBOSNHO ENFESTADO A 10 10280
O PavSo vende verdadeiro algtdlosinho
americano, tendo 7 palmos de larg ira e
muito encorpado, proprio para lencoes
70000 a vara, dito da mesma largura sen-
do trancado e mnito enorpade i i0 -0.
BRAMANTES PARA LENCOES At*M 2*800 3
O Paa > va-jde o verdadeiro braaante de
linho tendo 10 palmos" de largara; que ape.
as precisa para umleocel orna vara e 1 ma
inarta, pelo barato preco de 20400 vara,
dit) melhor de 2 0 e 30000, tea ie at
do melbor que vem ao mercada 30500
e 40000, assim como crotones.fortes para
lencoes, sendo auna eucerpada fazenda fran-
ceza com 10 pilmos de largara i tOi rs.
o metro, a bramautA d'aJgodac coa a me*-
ma larguri 4 10800.
-SAIA9 BORDADAS A 40500 E 60000
.0 PavSo vende graade pecincba em saias
brancas rioaniente bordadas, teudo cada ama
4 pannos, e vende pelo bara/o preco de...
15500 e 60000, sendo fazeada qae sempre
venden-se por 80 e 100000.
hiendas para saias a 10200, 10280 e 1050o
O Pa '3o vende superi .r fazeada bordada
a com pregas proprias para saias, 10200,
10280 e 105* Ga vara, sendo preciso para
urna saia ape: as 3 varas ou 3 1|2.
Ass 3000 cortes de cambraia a 20390
O P.v) vende ama grande poreSo d.
cortes de cambraia organ Jys; tanto brancas
como de cores, sendo com listrinbas de
cores tessidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo barato prnco de 2050;), cada corte,
fazen la que vale muito mais.
Aos 200 cortes de eambraas bordadas a 3000;
O Pavo vende urna g-aade quantid.de
de c ates de cambraias brancas bordadis
para vestidos, sendo com os deenbos mais
lindus e mais vistosos que ten vindo ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
,'onaes, e c m muita fazenda para um ves-
tido, e liquida-se pelo baratissim i preco de
50000, sendo fazenda de mato maior va-
lor, grande pechmcbs.
CAMBRAIAS
0 Pavju veade grande quanlidade do pe-
^s de cambraias brancas lapadas e trans-
oarentes, tendo de 30 a peca at mais
tina que vem ao mercado.
CHITA A 16C RS.
O Pavao venda chitas largas erm bonitos
desenbos e cores Oxas. pelo barato preco
te 100, o covado, grande pecbincha.
LAASINHAA 160 R3. 0 COVAD3
O Pavao vende bonitas laasrnhas transpa-
rentes pelo barato preco de f $0 rs o ova-
lo, pa hincha na roa da Im erairiz 0. 60
curtes de cassa a 20500
0 Pavij vende boaitos cortes de cassa
franceza viudo cada am em seu papel, pelo
barato preco de 25O0 Curie, ditos oiuiL-
bodas 30000, pecbincha.
CASSAS FRANCEZAS A 200 RS. 0 COVADO
O Pavao ende bonitas crasas de cores
para vestidos, pelo barato preco de 20U rs
o covado ditas finissimas com os desenbos
ra iis modernos qua'tem vmio ao mercado,
palo birato preco de 500 rs.
CRETONES
O Pa io vendf fioissimos cretonas esca-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato preco de 640 rs. o
covaio, tos de fl roes, proprios pira co-
OSTRA
PAVAO
ALSACIANAS A 1^200
Chegaram as mais liadas alsacianas sen-
do orna nova e elegante fazenda de 13a
com bnlbantes listas de seda e ba tame
larga, para vestiios, sendo n'este genero
o qae este anno tem vind > de m is gosto
o mercado, e vende-se 10200 o covado.
CRANADINAS JAPOEEZAS A 800 RS. O COVADO
Cbegou para a loja do Pav3o esta nova
fazenda cm o nome de granadinas Japone-
zas, sendo nma boni a fazenda de 13a com
bonitos qaadros de seda, p opria pira ves-
tidos, tenlo de todas as cores, e vende-se
a 800 rs o covado.
ATLANTAS LAVRADAS A 800 RS. .0 COVADO
Cbegou e ta nova fazenda om o nome
de a tanta, sendo-orna delicada fa.endade
13a, p ra vestidos, qie vende-se po bara-
to prero de 800 rs. o covado.
NOVAS POUPELINAS DE SEDA
Chegou para a ja do Pav3o am grande
sortime to das mais lindas e moderuas
poa elioas de s^ la, com os mai> delicados
oadrbes e d.' muito phantasia, qae vende-se
por preco muib> barato.
CAMBRAIAS BRANCAS LAVRADiS A 4/
Vende-se cortas para venidos de cam-
bnia branca la rada, sendo fazenda muito
Sna, p-lo barato preco de 40 cada corle,
assim como am grande sortimcnto de ditas
lisas, lacada- e transparentes, que vea 'e-se
por me'-OJ do que em ontra qualqaer parte.
CAMISAS PARA INVERN
Chegou para a loja do Pavo um grande
S'rtimento de camisas escoras encordadas,
i prova d'agua, sendo proprias para a es-
tacao do invern, e vende-se pir precos
em conta.
TOALH VS ALCOCHOADAS PARA MESA A 3*500
O IV-i vu.de toalbss brancas de fustSo
a'cochoadas, prop'ia3 para mesas, seodn
bastante grandes pelo barato preco de
30500, ditas encorpadas muito grand & 3 70.
CHALES DE MERINO' A 20500
0 Pava vende chales de mcriii moito
grandes e encrvalos 2*>5 0. ditos
imit?co de cbinezei 20500, ditos pelos
de renda com 4 poatas 20000.
CHALES PUET03 BORDADOS
O Pa\aj vende os maiores e melhores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos c m largas franjas de ret oz, e vende
por menos do qae em outra qoalqner (.arte.
CAMISAS PARA OMENS
0 Pavao vende um graude sortimento das
melb.res camisas inglezas e francesas o >ai
peitos d; linho para lodos ot precos e qua-
li a des, assim como ditas de ditos de
algodao para lod s os precos e taman'os,
tendo tambem pat a cuantas, e no. mesmo
estabelecimente taubem se vende ceroulas
de liaho e algodio, tendo para todos os
^rc os. assim como rucias cruas inglezas
para bomens e meninos, que ludo se veide
por preco muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
0 Pavao tem c< nstantemente am g-aode
sortimento dos m 'Inores cortinados brda-
los poa ca.nas e jallas, que vende-so de
i,-;' .00 at ao mais r. o qna, costuma a vir
'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamasca las, tan'.o lapadas como transpa-
rentes, proprias para o mesmo fin, Cjlcba
de crochet, damasco para camas de noiva.,
e cortinas, e vende-: e no Bazar oo PvSo.
LASINHAS BARATAS
O IV au tem nm ganJe sortimento das
mais bonitas laasinhas para vesli os, tendo
de todos os precos cores e qaalidades.
rincip ando di 200 rs. rara cima; porm
to grande a quantilade qae seria enfa-
lonLa especificar qaaliJade por qaalida le.
> a vista Jo fre^nez e das amostras se* it.e
venderlo por precos t3o cmodos que
engue a deixar ce fazer om vestido de
15a por tSo poaco dinbeiro.
ALPACAS DE CORD.iO 64,0 R8,
O PavSo veode as maij lindas alpacas delDert', ***) faEM1|ia muio' encorpada pelo
cordlo para vestidos e roupas de enancas Darat0 preco de8nOrs. oeovado.
oelo barato preco de 6i0 rs. o covado,' asfniaas sn cisaquichos a 200 e 253
duas finissimas com os mai linA.8 la toree 0 t>aVio '^^ basquinas oo casaqaiobos
imilacode agr ianas 800 rs. o covado, de W(la Prtlos ricamente eofeilados, pplo
bonitos glacs com delicadas efees o ktS -' bsM-as&iofto pre$ de 200 e250OCO, sendo
trosas como se la 10000 o covado, e oa- !muit0 nwdwaoa, assim cono ditos de ero-
tras maitas fazendas de gosto e laso para cnet e readas P'*" qoe endam m*o
Cbegsrsm ao Bazar Universal da roa Nova
o. 22; um sortimento de machinas para cos-
tara, das melhores qualidades qae existe na
America, das quaes maitas j sSo.bem co-
nhecidas pelos seos autores, como sejam :
Weller de Wilson, Gro.ver Boker Silen-
ciosas, Weed elmperJaes e ouira3 muitas
que com a vista devero agradar aos com
pradores.
Estas machinas teem a vantagem de fazer
o trabalbo que 30costureiras podem faz r
diariamente e cosem com tanta perfeico
como as mais perfeitas costureiras. Garan-
te se a sna boa qualidadee ensioa-se a tra-
balbar com perfeicao em menos de nma
hora, e os precos so to resnmidos que de-
vem agradar sos pretendentes.
.-
=
w
Va
%s* **
** 4%.
*&&
Veodo- da io*ii>i bygiiiica, e macaisar vil de Aikia
soos: a > Razar ViiMorfa a ra d: Barij da Vic-
toria o. I, (anti|* rua.Pi-v.)
vestido, na ra da Imperatriz n. 6o.
POUPELINAS
O Pavio receben as mais delicadas e me-
bores poap*>linas de seda para vest le?,
cum 03 mais molernos lorores, e outaai li-
zas com as cores mais aovas qoe tem v,n 'o,
.e ven le-sj a 20000 cada ovado, assim
como del cadas sedas de lisinbas, tanto
para vesti los de senhoras como de saenibas,
q veade-se 20000 cada covado.
ROUPAS PARA H03ISN3
O Pavio tem c .nstaae neu/e a$ grande
ortimento de roapa, tanto de paanj como
le bri.s br em coota, oa roa da Imperatriz n. 6*-
Csitas eatraacidas puaosbrta& a 360 rs. s mu*
O Pav3o vende chitas entraadas com
delicados desenos para cobertas oa cjrii-
nas da cores tocas, sendo fezendaoatto eo-
corpada pal barato preeode 360 o eooadO.
ESPkRTILHOS. A 40600
O Pav30 venda os mais modernos a me-
lhores espartilhos, tenlo da lodosos ta-
maohos, pelo barato preco de 4jJ500
CASMIRAS
O Pavio vead am elagaote sortimento
da delicadas caaemiras inglezas, sendo to-
das de 13a e moito leveainhas; tsato pro-
A
nico legaimente aatorisado e approvado
pelo conselho de sade.
DNICO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU C.
34Ra larga do Rosario34.
ilO
i*ara saceos e fognetekVcs.
8tCCOS
PARA ASSUCAR
CERVEJA DE MABCA
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazera os nnmeros estampados
aas pegas e no.nas etiquetas.
Veodem-se
Em casa de
T. JEFFERIES & C.
46 Ra do Gummercip 46
BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazeos esa eada peca nm buhe-
te com o nome
_ DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
Vende-se barato, nm piano, de um dos mais
afamados fabricantes : tratar ra do Com-
mercio n. 38.
Aviso aos f'imantes
Charutos de Havana
Verdaderos e de diversas maroas, acaban de
ebegar casa de Bourg>rJ & C, ra do Mar-
ques de Olinda n 15.
( Casaquinhos de crochet
1 preto
jg a 3*5000 S
lina do Crespo n 95, |
miras, pzri todos os precos e qaalidsdes^ 'trias para h>staas como para enancas, e
e tambem so manda fazer qaalquer peca de litas mais eocorpadas, 4aoJo de orna e de
obra c m tjdo aceto e promptidSo, pan o dais largaras, qaese vnde omais barato
qoe se tem om perito possirel, narua da lmparatrit a. J.
a loja de lo'nc* da trra a ra do Raogel n. 4, li
*re desembaraca'ia de qualquer importe : quem
a pretender dirja-se mesma.
^^^^^^B^\ ^^" ^^^V ^^^X ^^^ ^^^x ^^^\ ^^Pv ^^^\ ^r\ ^^^ ^^^ ^^S^\
Gros temple branco
al|o covado
m RUAD CRESPO H. 25.
mmmm #0 ^
Refinadoaes de Pfirnambuco.
Chegaem i pechincha, carvao animal s 1 600 :
na acreditada fabrica dos Sos das salinas de San-
to Amaro, deposia na rus da Ponte velha n. 14.
P> ste tde vender por largo terapo por ter vindo de
Lisboa f randas p jrc3 8 por qoasi todos os navios,
e c m os melboramenlos ultimameoli iotroduzi-
dos do machinismo, produz a dita fabrica SO ar-
raas por dia, eomscando da 13 de agosto em
Mt*.__________________"
Nova padaria umericaua.
Km da Prea o. ft.
Contina facer pioe bolaxa de farias aspe-
la! de primeiri sorie, para'melbor agradar a seas
ffSfWSM, e veoaVse a j multo screilads nova
boisxiDha americana nao inlrrior a ngiea, a vs-
u laif.
A FLOR DE OURO
E' este o distintivo de nma nova ekem montada
loja de joias, sita a ra larga do
Rosario n. 24 A,
.Os propietarios deste elegante eatabelecimento tendo em STits os esforcos qua*
flzeram psra o coUocarem oas oondicedes de asas grande elienlella, Wtariam ao osafcf
rigoroso principio se nao viessem as colluninas do jomal sciealificar ao nspaavct B-
blico, qae no memo estabelecimenlo encentrars sempre o mais completo sormente
de jolas, como sejam : brincos os mais modernos, para adornaren) as delicadas ara-
Ibas do bello sexo, e que se vendem a 8.9 e 10* o par, ditas para meninas a 4, 3 el*,
ditas de coral, obra de aparado go lo a 3 e 4*, Volitabas de coral eom srasM de ooro
a Sf, broches modernos de 3 a 134, ditos com pedrs a em soa. dewIaS aaixrobas a
10, i, .16 e 30*, rosetas lisas, porm bem trabalbadas, de 2*300 a 9* ditas coro
pedru de 4 a 13*, cacoletas a 4*, ditas com InscripcjSos a fi*OO, sjmms de diversos j
gostos, e eom bonitas podras a 9, 3 e $, ditas de parslis, esmeraldas rnbins a 6*,
ricas erutea de esmeralda a rabia a 12,14 e 16*, ditas ia ouro e coral tara vistas pao-
lograpbis a 3, 4,0,6 e.7*, flgas de coral a t*. cadetss para relogios a SO*, dittas s
6*300 a ouava, guarm{5es com tres botoes para abe/tnras a 44 daos de pedrlnbas a3*300 |
o par, ditos, para pnnhoj os mais modernos a 7 e 8*; atem de um variadissimo sorlin
to de jolas da aparado gosto que recebera por todos os vapores da Europa ; c
sejim : bsjKos, bracelete?, alflnetes, aderemos completos, cruzes, roiatas, aoaels .
brilhantee, esmeralda?, perolas e rnbins. Medalboes, voltas, irancaUns, anoeis com \*F,
tras e de diversos modelos, ocnlos e pencinez de ouro e mlaadaarsda, raiogios de ou-
ro e prata de afamados fabricantes, salvas de prata de dWrsfJ ^ajbos^ricos pslitei-
ros e faqueiros, eolheres para cha e sopa, maracas paraJmalQsK ejima InQnidade de
objectos que seria enfadonbo meneionar-se.
Os proprietarips da Flor de Ouro garantem vender mais barato qae ora ontr.
qualquer parle, para que estar aserto o stabelecimento das 6 horas da'manhi as 81
noute.
GRANDE OEIMA
65
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Antiga do Queimado)
Pego qoe se n3o. admirem dos prepos de algoas artigas qae passo a mencionar, ji
por vezes te:.bo mostrado que s desejo vender barato a fim de poder vender mnito.
e nao ba quem me possa retirar do mea firme proposito ; podondo desda j aseverar
ao Ilustrado povo pernambucano, que nesta casa comraercial se eocontra sinceridade nos
tractos, am de se poder conservar a numerosa reguezia que me lem honrado em vir
em nossa casa, e pan o augmento da mesma.
PBE(?0S



f.
Pecas de madapolo a 3^200, 4^0 0,
4,5500, U e 60000.
Ditas de dito ruito fino a 6A500, 70.
e 90000.
Dita dito enfestado peca de 12 jardas a
30500.
Dita de algod3osinbo a 30, 40, e mais
precos.
Ditas de dito muito largo marca T a
40400.
Ditas de cambraia transparente a 3200,
30500 e mais precos.
Ditas de dita tapada (oo Victoria) a 40
e mais precos.
Cambraia a imperatriz moito fina e
larga.
Dita imperial com cordaosinhos, fazenda
muito moderna.
Mosselma branca, colado 300 rs,
Bram'nte de linho com 9 palmos de lar-
gara 10800 e mais p-ecos.
Dito de algodo a 10500-
Atoalhado afestuado fazenda superior a
10800.
Biim de algodo de cor a 400 ts. o
covado.
Dito da Rassia, a 500 rs.
Dito pardo trancado a 300 rs. e mais
precos.
Dito branco de linho fazenda moito supe-
rior a 10600 a vara (vale 20000).
Grande sortimento de brioi de linho de
cor a 500 rs. o covado, fazenda que se teas
vendido a 10200.
Grande sortimento de casemir, custa o
covado 10600, 20500 e mais precos.
Damasco de 13a fazenda floissima.
Cortes de casemlra para calca a 40500,
50, 60, etc.
Flanellas de laa riscadinhas a 640 rs. o
covado.
Lencos cbinezes a 30OCO a duzia.
Ditos brancos de algodo e linho sorti-
mento completo.
Completo sorlimenio de camisas Dacip-
naes, franeezas, alinales e mglezas.
Cobertores de 13a de xadrez fazenda sape-
rior a 50.
Grande sortimento de baJSes.
Cobertores de a'godao a 10400 e 20500.
Cassas de saipicos a F0OOO a peca.
Palilots de casemir a 50&Oe mais pro-
cos.
Ditos de alpaca a 30500 e mais pre-
cos.
Saceos para viagem.
Meias para bomem a duzia 20400. 30 e
30500 e mais precos.
Ditas para senboras, meninos e meni-
nas. .
Popelinas de seda, covado 10700 admi-
ra /!!.
Completo sortimento de chapeos de
sol.
' Toalhas para o rosto, a 80000 a du-
zia.
Toalbas bordadas, de linb > do Porto,
s3o muito lindas, mandem buscar as amos-
tras.
Duzias de guardanapos a 20500.
Cortes de vestido de cambraia branca
com babad. sa 70000.
Cortes de vestido de cambiaia branca e
de cor com babados a 100003.
- Algod'o de 2 larguras para lencol oa toa-
lhas a 10000 a vara.
Chita, finas a 240, 280 e 320 rs. o co-
vaio.
Dita violeta fioa a 280rs. o covado.
Ditas em percala o que ha de melbor a
360 ra. o covado.
E' v para crer.

1




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Diario ola Pernambaco Sobado 26 ti Agoste da 13T1

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IX)
CYSNE
64 HA DA IPERATMZ \ U
DE
FIGMREDO a LOPES.
Os proprietarios deste aovo estabelecimento. certos de que o mel de adqaenr
numerosa freguezia 6 vender barato, servir bem e baver sinceridadade nos tratos, nao
dos afasiamos deste camiobo para bem corresponder ao favor que nossos numerosos
fregaezes nos tem dispensado.
Como atad a temos aljamas fwendas das primeiras compras, resolvemos fazer
reocSo era aljjnmas dellas, para o qae chamamos a atterro do respeitavel publico :
pelo
SBHNS.E GROSDENAPL.ES DE CORES.
Tomos para todos os presos e qaiHades.
Grosdenaple preto.
Recebemos novo sortimento e vendemos
por meaos do qae outro quafqoer.
Las Saboya.
Hada temos ura resto desta linda fawn-
da o para acabar vendemos por 900 rs.
Cries a Minerva
Anda ternas algons ueste* lindos cortes
com listras de seda, rota 19 covadera, pan
acabar vendemos por 200.
Cortinados.
Recebemos novo sortimento a vendemos
por W. 9& 1*0, W, 14 e Mi, cada
par.
Cambraia para c-rt nados a 100 a peca
com 20 varas.
Dita Victoria de 40 at 8$000 a peca de
8 varas e mera.
Dita suissa transparente morto fina.
ORGANDYS BRANCO
Temos recebado novos organdys de
40300 rs., ditos de 60 e 80000, este pti-
mo tem listras asselinadas.
Espartilhos
Recebemos novo sortiroetrt de espartiftos
iaglezes muito grandes, >.ao de linho.
Vestuarios para baptisados, bordados
muito lindos a lOOOO, barato.
Camisas francezas, inglesas e suissas de
20 at 45300 rs., ditas bordadas muito'finas
de 80 ate 100000.
MECEJANA.
' orna fazenda branca muito linda e fina
para vestidos de senboras, tem a pe-;a 30
jardas e costa 180 e 2*0000.
Panno abretanhado largo e bou. peca de
20 varas a 1C0.
TAPETES.
Recebemos novo sortimento e vendemos
muito barato.
Temos grande sortimento de saias bor-
dadas e vendem s muito barato.
CORTES DE LA A SIMIRAMES.
E' urna linda fazenda com os enfeites
correspondentes, guarnecida a saia com cores fixas pelo baratissimo preco 440 rs.
urna franja de seda na barra,- vndese o covado.
Capellas muito lindas para nonas,
barato preco de 30 e 30500 rs.
Poupel as de cores e brancas muito
(Indas.
Camisas de meia a 90000 a duzia, pe-
chincha.
Cambraias de cores.
Temos o melhor e mais lindo sortimento
de cambraia de cores a 500 e 560 rs. o
metro.
MEIAS.
Recebemos meias muito finas tanto para
senhoras como para homens, meninos e
meninas.
Chapeos de sol.
Recebemos chapeos de sol com cabo de
marfim que vendemos por 130 180000, di-
tos de cabos de caona 90, 110 e 140000.
Cortes de cambraia de cor muito lindos
o com babados com sen competente figori-
\oo, tem 18covados por 80000.
BASQUINAS.
Recebemos basquinas de seda ricamente
enfeiladas que vendemos por baratissimp
preco.
Vestuarios para meninos.
Recebemos vestuarios de fusto muKo
bem enfeitados que vendemos por 40500 e
50., file branco bordado muito fino, dito
com salpicos dito preto com salpieos e liso,
Camferaia aberta a imttacSo de croch de
cores e branca.
BRINS,
Recebemos o superior brim de AngoVa,
dito pardo para todos os precos, ganga fran-
cesa a 500 rs. o covado, e superior.
Pannos finos.
Temos pannos pret s finos de 30508 at
60508 rs.
Recebemos casemiras de cores para 30
at S05OO rs. o covado.
CHITAS-
O Cysne tem o mais lindo sortimento de
chites para todos os precos e qualidades.
Bareges com listras de setim com lindos
padres e muito modernos.
Crotones claros com lindos padres e
1XTI WlIElJI TICO E CiOTTOSO
ESSENCIALMENTE EPFICAZ E INFALUEL EM DESTRUIR AS AREIAS'E
EVITAR A 6UA F0RMACA0
Guiados pelas iod'cagSes de mtitos abalisados chimicos, e medico* distinctos, qoe
se deram ao estudo e averiguado das causas que prodozem os p.decimentos de rheu-
matimo, gotla, arrias dos rhiiis, bexiga, figado, e d'outras visceras; e aos entatot dos
meios pnpriospara cural-os, chegam>s a obler um remedio, que nunca desdisse a soa
actividade contra os ditos padecimentos.
N5o tnicamente baseado em theorias qae tanto avanzamos, mas sim nes satis
factorios resultados obtidos da sua applica<.5o, as innmeras experiencias, que com eHe
Ozemos ; e deste modo, seguros de seos beneficios effitos, afoutamente o recommenda-
mos s pessoas q e sofJram algumas das molestias cima dits, ou de signos ootros pa-
decinientos do apprelbo urinario, taes como o diabtico, glycosurico albaminurioo
etc.
Escusado seria observar qae se nSo pode designar om numero determirzdo de dses
de nm medicamento para corar todos es individuos qoe padecam da mesma-molestia;
pois que a cura est dependente de diversas circnmstanciap, inherentes disposicSo na-
t ral ou complec5o, de cada om delles; mas comtado, cerlo qae o hydroleo lutko-
triplico anii rheumatico e gottoso prodnz sempre a enra desejada, quando se persista em
toma lo o tempo preciso para nbte-U r devendo ter-se era vista qoe qoanto mais invete
rado est o mal mais se deve insistir na appcacjlo do remedio.
Podemos tambem ffiancar que, por mais continuado qoe seja, o oso deste reme-
dio u5o causa de?arranjo algem as vas digestivas, mas antes, pela propriedade eminen-
temente tnica, que tambem possue, fortifica o estomago, toma mais facis as digestes
e, nao piucas vezes, tem feito desapparecer diarrbea, qoe eram entretidas pela debili-
dade geral do app;relbo digestivo,
MODO DE USAR.
Tomara re do hydroleo lytkotriptico, nos primeiros quatro ou cinco dias, duas co-
Iheres de sopa, em agua assucarada, leite, cli ou caf com leite, e mesmo sem mistu-
ra algumi, na occasiio do almoco, e outras ao principiar a jantar.
No quinto ou sexto dia e seguintes, tomam-se do mesmo moiodit), tres comeres
de cada vez.
Se as ourinas da pes-oa doente depositara grande porcSo de areias; se as dores
nepbrittcas, rheumaticas ou gottosas sio constantes; em fim, se os padecimentos sao
fortes, tomar-se-h5o quatro rolbe.-es de cada vez, oa tres vezes no dia, a tres colneres
de cada urna.
Qu..ndo as areias, ou outros padeciuentos, tem diminuido, torna-.se s primeiras
dses.
Pelo uso do Hydroleo lithotriptia vao sendo mais raros o apparecimento das areias,
s dores nephriticas, rheumaticas e gottosas at que de todoi desapparecem: oeste ponto
pode dispensar-se o remedio: til, porm, como preventivo, tomar cada semana urna
oa duas dses delle.
Pelo que respeita alimentacio, deve ella ser regu'ada de modo que alo sobrecar-
regae o estomago, e em quanlidada tal que possa ser fcilmente digerida.
A melhor bebida sem duvida, a agua pura, mas tambem se pode osar de vinho
simples ou pouco alcoolico. De oerveja e vjnbos fortes, poocas vezes.
Sobretodo o qoe muito recommendamos, g-ande exercicio, semfadiga, pois que
elle muito oontribue para a rapidec da cura.
N. B. Depoisde tirar-sedo frasco a pc.rco que se va i tomar, deve baver o maior
cuidado em o arrolhar immediatamente.
nico deposito em Pernambuco
Pharmacia americana de Ferreira Maia 4 C, roa do Duque de Caxias n. 57, (an-
tiga do Qwimado.)
AGOA BRANCA
RUA DUQUE DE CHAS -N. 52
(Outr'ora Queimado n. 8.J
3S e com Iistra para
por 400000.
Cdrtes de cambraia branca aberta, bor-
dadas moito lindos, vendem-se por menos
do qoe em outra paarte.
Ditos bordados na barra, de cambraia
transparente, por 80000, muito barato.
Deixairos de anni.-nciar muitas outras faendas por nao se tornar extenso e en
'adonho aos nossos fregnezes.
Ra Luvs frescas de pellica para homens e
senboras do acreditado fabricante Jouvin.
Fazendas para luto vendemos por monos
que em entra qualquer pane.
A'pacas, cantoeS, princezas, bombasinas
cambraia preta, ftc. etc.
FKEIIEDO & LOPES.
O *Ml_'ftSEaU
ELEGANTE
N. 1Ra streita do Rosario N.1
AO BOM TOII
Acsba-se de abrir este importante estabelecimento demlndezas superiores com os
mflhores artieos de luxo e de moda para homens e senhoras, variado sortimento de
perfumaras dos mais afamados labricantes de Pars el/ndres, comoBejam 'iver, Lubin,
Condray, Pinaud, Regand Chonneaux, Monpelas, societ Hygieniqoe, Gosnel, Rimmil e
Piesse Lulin, etc., etc.
A Aguia Branca lendo j recibido part de snas
totigas eocomroand)*, em segnirqenlo acaba ago-
ra mesmo de receber outras, algumas das quaes
se torDavamesiencialiiwntt prpeisa?, e outras se
faiem apreciadas por seas goetcs e qualidades,
corro sejam :
Mcias de to d'escocia, abortas para senhoras
e unnin;s.
Ditas idem com listas tambem para senhoras
e menina3.
Ditas idem rouitc benitas ao gosto escoce*.
Ditas idem idem brancas e com listas para me
Binas.
Ditas idfm id. m para baptizados.
Ditas e algodo compriin
meoinas.
Lavas pretas de seda, para senbora.
Ditas de turc.il e de seda pan meninas.
Bonitas camisi*itia? bordadas para* senhoras.
Fil de seda, brnneo e preto com flores miudas.
Dito de algodo, liso e cora flores.
Toequinhas bardadas para crianzas.
Liados e modernus chaposinbos de fustSo para
utas.
Peotes de tartaraga para desembaracar ou pen-
teaj. i
Ditos de dita travessos para meninas.
Ditos de borracha para ditas.
Ditos de tartarnga, pequeos, para segurar o
>mrradilho aos cabellos de senhoras.
Grande sortimento de eufeites de seda para ves-
tido. (
fivettas de madroperola e de tartarnga para
pulceira e luco nn o cal ello.
Bonitas b Irinhas para m nii as.
NOVO S0UT1MENT0 DE ENCHOVAES PARA
DAITISADS
A aguia branca acaba de n ceber novo sorti- ;
ment de lindos e completos enchovaes para bap-
tis.ido.ve bem assim separadamente caroisiohas
pira ilo-', Mudos chaposinbos de setim branco
bordados, ouiros ditos com funlo de velludo, obra
de moiie gvisto, e que servem tambem para pas-
sek), sapatinho? de ?e im para o mfflno flm. j
MODERNOS E.VI-EiTES DE PLOMES,
ornados com bios o si.Ja, fitas de seiim e fivella
rlfmadteperola ao ollimo gosto, e proprios para
bailes, casametrtos, etc., ele
n.
FLORES E PUEPARCfs PARA ELLAS
A Aguia Branca reeebtu lindos ramos de florea
finas, tanto para caheca como para ehaios
bem assim :
Papel verde lo e com listas p:ra fi.lha^.
Dito de rres para flores.
Folhas de diversa qualidades para rosas.
Ditas verdes e lustro: as, obra n va e pela pri-
meira vz vindas como amostra.
Franjas prelas e de diversas larguras para en-
feitar veslid?,
COQUES DE TAC*8 E DE OUTROS
MOLDES.
A Aguia Branca acaba de receber ama peqae-
na porgo dos b< Ditos e modernos coques gran-
des de tranca e outros moldes.
COLLARES RYER ILECTRO MAG-
NTICOS.
A Aguia Branca acaba de receber os proveito-
I sos collares electro \..'gni-lito j tem cunheci-
dos para facilitar a dent:cao das criancas e pre-
I serva-las das convuKSes.
SOBEE-SAIAS OU ANQULNHAS DE
CLEN0L1NB.
Em -u' -iii:r\i aos ba Oes vieran as anqu-
nhas de clouoliue, e acham-se venda na'lojada
Aguia .Branca.
QUADROS PAR V RETRATOS,"
A Aguia Branca recebeu variado sormento de
quadros para retrato.
LENCOS BORDADOS.
A luja d'agnia (rauca, a rea Duqae de C xas
n. 52, ontr'ora rt<> Queimado n. 8, recebeu bonitos
lencos :e cambraia Je lioso priUicr.-umecte bor-
dados, e como de en lonvavel costume esli os
vendendo baratamente a 5J000, GJ, 8 e lOatlOO
cada nm.
TAM.EM RECEBEU
ricns camisas de fino e-guio de nho ufriaJas
C'.'m niuilo go-to, e proprias para noivss, en mes-
mo outra Exma. senhora qae p is;a e queira aug-
mentar o numero de sua boa roupa branca.

ERNESTO & LEOPOLDO
N 2 D Ba do Cabug N. 2 D
Acba-se montado de forma tal este estabelecimento de j vender aos seus numerosos freguezes em grnsso e a retalho e por pregos
mui resomidos visto qae recebe de conta p opiia por todos os vapores de
Europa. O gosto de deseuho de suas joias o mais lindo do paiz das
modas, curo de lei, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, rnhins, pendas
torqnezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do p rto tanto
para igreja cerno para servido domestico. Convidamos as Exmas. familias
visitarem o dito estabelecimento todos os dias
at
9 horas da noile.
pw&l m m & mm sSUSS0tm
FAZENDAS EM LIQUIDAClO
Hi
Alta novidade
O Museu Elegante ra Eslreita do Rosa-
rio n. 1 vende ricas camisas de cambraia
de linho bordadas para noivas, e tambem
de madapol3o fino, bordadas e en'eitadas
de ntremelos a 40, 60(9 e 75,>000 a du-
zia.
Lindos penteadores guarnecidos de cntre-
rreijs e rendas valencione, ricas caigas de
linho bordadas e de madapoLSo, para senbo-
ras, bellissimo sortimento de golinhas e pu-
nhos cou6a inteirameate nova, recebido pelo
ultimo vapor da Europa.
PARA BAPTISADOS-
0 Museo Elegante recebeu os mais finos
e ricos enxovaes para baptizados e tambem
Irados vestidos enfeitados para crianza, ra
Estreita do Rosario o. 1.
Ultima moda.
O Museu Elegante recebeu os mais lindos
e modernos chapeos de blond enfeitados
para senhoras, e tambem de velludo e pa-
Iha para criancas, e est vendendo muito
barato para vender logo, a ra Estreita do
Rosario n, i.
Flores e plumas.
O Museu Elegante est vendendo as mai*
bailas flores e plomas que tem vindo ao
mercado, assim como nm lindo sort men.o
de franja de seda preta coosa de apurado
gosto ra Estreita do Rosario n. I.
BOTINAS.
No Musen Elegante vende-se botinas de
n. 20 a 3 pOara criancas a 20000 o par, e
Lftbyrintho
O Museo Elegante vende ricas fronbas de
labyrintho a 640 e 10200, roa E/eita do
Rosario o. 1.
Jtosca m vio om proce.so uais ptrfeito e que at-
aoja de lal forma a satisazef a.-. exigencias mais
?eras oa tsenpturacio.
A soa cor lindissima e nao precisa de euida-
ialgnro para se conservar no tmieifo sempre
aun a aesma rdr, s Jifas eelaa man Has icherenle todas as tintas
al aora cenhecida?, aleda mesmo des melhcrea
tutores estrangeiros.
Sobretodo, este eslimavpI prodtxto nao ataca as
mmus de ac, anua pelo eonaario, a peana
adjure nm esmalte duorado qae, sendo Dieres-
osle, i asss proveitoso.
tU tinta, nio teodo eapeciairaetite para copiar,
4 cocotudo dnasvtr-.s, ou mais uias uro u.es
itpok de eseripta ; preciso, porem, deixar'-lbe
orrao, porgue nao. ha o ri rar toai de urnaffpia, alose apglamerim lan-
a* folbas qnantas copias se qnerem tirar, mas
TM-ae como original tirar una lautas quantas
osafrm, seco qoe o prtgioat. flqae prejudieado
laa extraSes.
Occorra atai- d*tr qae, para -copiar tnporu
mila ioiekasuei e babiiidailfl, mo o que a me-
Iwr tiou nao satisfaz, e o d*eto recae sempre
ttre a tiita, qoe muitas v*se e qbe meaos
tea tem.
A*
dupla qnalidade desta trata extremamente
apMdaval, pon qae evita qae era qaalqaer es
naturio itete aaats *s que urna Una para os di-
fiM sateres.
fcaqaanto i soa durabilidad*, oo bxa opal
anvit poM qae un tina 2afW*
rnpta scffre o choque de cidos fortissitoos^ sem
se deeompor ; ^ra, se os cidos nio tem accao so-
bre ella, muito menos a accao do tonipo a poda
destruir; isto planslvel.
NSo ? ao commercio que este mea producto
veio sor atil ; os professores dos collegios, lo vest
gando todos os meios para o adiamntenlo dos
seos discpulos, tem approveitado esta tinta, qoe
ei m raz3o a acharam apta para desenvolver o
gosto nos educandos, em conseqnencia da belea
da rr e facilidade de correr na peqnena pela sua
liquidez. Ha exemplos de enancas qne bavia
moito tempo tinham tima repugnancia extrema
para a eseripta, logo que foi admittida esta tinta
ao coliegio, apoderon-se dellas a curiosidade e o
go'-to, e renco tempo depois o sen adiantamenlo
ara man testo.
Ena tinta, par de tantas vanlagens, tem om
nico inconveniente, deterlora-se ao contacto de
ontra qnalqner; csnvfm pois te-la em Artsteo
iseotn do menor vislumbre de utra tinta, e evi-
tar eserever com a peona soja de una preparacao
ditWeote e incompativel; verificando isto, nao ba
raf5.i para se usar de tinta qne nao seia a VIO-
LETA EXTRA-PINA DE MuNTEWO.
Observaco.
Diversas falsiflcacSes e srmeHiancas tero appa-
rrecido coja darabilhtate ovidosa. Os Srs.
oa ipadores potem vitar o eogaao dirif>Bdo*e
M trcumspecias,. e [. 'indo a tinta que ea
A. C.^MotUtko.
tambem vende colchas e toalhas de fusio a
5<$000 extraordinariamente barato, ra
Estrellado Rosario n. 1.
Collar electro.
At qoe-atina! ebegaram os verdadeiros
collares de Royer, contra as convulso s das
criancas e facilitando a denticao, e estao s
vendendo a 3*000 no Museu Elegile
ra Estreita do Rosario a. 1.
As de 54 por 4^800
Na verdade barato II Facas finas cabo
de balanco com dois totees a 44800 a du-
zia, om completo sortimento da colhe-
Iberes de electro-plate e facas com cabo de
marfim, tuio por preco baratinbo qoe ad-
mira, no Museo Elegante ra Estreita do
Rosario o. I.
AS MODISTAS.
No Mu-eu Elegante encontrarlo om com-
pleto sortimento de bico de blond branco
e preto, dito croebet, trancas e franjas de
seda de tods as i-ores, grande sortimento
de gales de algodo coosa de lindos dese-
nos, cambraia fraoceza branca e preta para
forrar vestidos, retroz de todas as cores,
entremeio* e babados tapados e transparen-
tes e agolbas de ferro, osso e marfim para
crochet, ra Estreita do Rosario o. 1.
Imltaeo de ouro.
O Museo Elegante vende ricas vo'.tas doo-
radas para senboras e tambem meios ade-
reces imitando coral, perola e gata todo
por precos razoaveis, na ra Estreita do Ro-
sario n, 1.
Muntilha brasileiras
No Museo Elegante roa Estreita do Ro-
sario o. ^, ven e-se lindas maolilbas de
seda para senboras a 150C0, coosa vioda.
! no ultimo vapor.
LOJA
A' ra da Imperatriz n. 40
Os proprietarios daloja do Papagaio scientifiom ao respeitavtl publico desta
provincia, que esperam muito breve receber um novo sortimento de fazendas moder-
aaa, e de bom gosto, e por consegointe prjem em quidacSo as abaiyo especificadas :
Retalhos de chita, de cassas e laas.
Cbitas de cores e rxas de 160, 200 e 240 rs.
La^z tifias tapadas e transparentes.
Alpacas lisas e lavradas, de muitas e differentes qualidades e precos.
Cassas de cores de 240 a 320 rs. o covado.
Cortes de cassa chita a 2(9400 o corle ou a 240 rs. o covado.
Cambraias brancas tapadas a 4(5 e *).>.
Rarejes de 13a a 320 rs. o covado.
Toalhas de linho do Porto muito grandes a {0#000 a duzia.
Metim da India a COO r?. o covado.
Laaziuha prtta de 320, 400 e 440 rs.
Alsaciannas a 13000 o covado,
Chitas petas muito finas de 400 at 240 r,
Espartilhos de linho e algodo de 3500 at 54000.
Camisas de meia, ditas francezas.
,Camisas de peto bordado, iisi,s, e de pregas cim co'lerinho e stmelle.
Bales de panno a 3(5000, dos mais modernos.
Collerinhos de papel com beira de cor e ledos braceos.
Fusles de cores para vestidos muito largos a 440 rs. o covado.
Cortes de casimiras de 4|5000 a; 7(5000 com qnadios e listras.
E outras muitas fazendas que pretndeme* j'qoidaf para nao accumolar con
as que esperamos receber.
ROOPAS FEITAS EM iODIDACiO
Na loja do Papagaio ha um grande oepo.>ito de roopas feilas de bros e de
casimiras, palitot?, calcas, colletes e obrecasacos, qne .' liquidara por profw muito
baratos.
Sedas lavraJas' de cres.
Liquida-se na loja do Papagaio urna grande porc3o de sedas lavrsdas de cores
que se vendem por precos baratsimos, na ruada Imperatriz'o. 40, esquina do becco dos
Ftrreiros.
Mendes & Camllv>.
LOJA DA CONQUISTA
Ra do Cabuga' n. 6
Os donos deste tovo esiabelecmento acabam de receber nm completo sortimento
de fazendas finas, das qcaes s mencionam os arligos aoaixo declaradoa afim de qoe o
respeitavel publico possa fazer orna aproximada idea de qoe nao por meio da anoun-
cios que queremos acreditar nossa loja, mas sm pela variedade de obyectos ds gesto
de moda que sempre costoaamos ter como sejam:'
cortes de blond para casamen-
e preto.
Ricos
tos.
Gorgoro de seda, branco
Dito dito de cores.
Popelinas de seda brancas.
Ditas ditas de cores as memores do mer-
cado.
Ricos cortinados bordados para cama.
Ditos ditos de crochet dito.
Colxas de crochet dito.
Ditas de 13a e seda dito.
Camisas de linho bordadas para
aborat.
Dius de algodo,. bordadas
ohoras.
Ditas bordadas e lisas para homens.
se-
para se-
Lindos lencos de cambraia de linho bor
dados,
Saias brancas bordadas.
Granadinas.brancas e de cores para ves-
tido.
Lindas alpacas e lias para vestido.
Ricos enxovaes para naplisadOk
- Meas chapelioas e chapeos para senho-
ras.
Lindos fqstoes de cores para vestidos.
Fil6 de seda, e grinaldas para oorvas.
Mantilhas brasiletras.
Cambraia fina de 2 larguras.
Bramante, Bretanhas e esgoiao de li-
nho.
Tapetes grandes, par* guarnilo.
BAZ4R 1JA MODA
DE
JOS DE SOUZA SOAPES 4 C.
Grande exposipo
,'odo, linho, i3a, e seda, de todas as qoali
Mandamse ou levam-se as fazendas em qualquer casa qae. para, isso nos mandem
o nome da roa e numero da morada na
LOJA DA COPISTA
A'-m do-Gttagrit.8,
ANTONIO FRANCISCO DOS SANTOS & C.
Especial sortimento de fazendas de al6,.
da des.
Artigos da moda elegante, tanto para senhoras, como para homens e meninos.
Completo sortimento de miudezas tinas.
Grande dep sito de perfumaras ros d ais aflamados perfumistas da Europa.
Variedade em objectos de phaniasia para mimos.
Nova remesea de ricos livros para inis^a cora encadernac3o de velludo, cbarao
esmaltado, e madreperola, tanto para senhoras como para meninas.
BeJlo sortimento de lindas e modernas joias de ouro, como sejam : caderas para
relegios, medalhSes, meios aderecos,. brincos,' broches, braceletes, collares, abotoadu-
as para camisa.
Ricos ei-pt Ii os prandes com moldura donrada a ouro fino.
Billas panormicas trancas e de cores, proprhs-para jardins e cornijas de casas.
Assim emo temos a venda urna bella e perfeita embjrcaca"o de guerra, symbolo
Ba corveta Sd da Bandeira, e urna caixa com rica msica de ponte acn panhada de
abres e rolo, tocando com a maior perfeic3o o hymno do Brasil, Vida Parisiense,
Marco Espada, Flor do Cb, Fausto, Pericholle,- os Dragoes de Viilars, e Viagem a
IHM.
IV. 50Roa do Barfio da VictoriaJt. &0
(Kqiilna da de santo Amaro).
ROB LAFFECTEUR
'^StS^** Cln- 'f,,,**, Russia, Austria e Blgica. O arrohe vrgetal Lattectear i
.Maia hereditaria dos- bumorw.
; O arrube he especialmente recenunendada castra as doencas syphilitcaa recettoi. Sarasa- ]
radas oa rebelde ao mercurio e ao ioduro de potaasio.
1-DmjMito
|a*t-GEI
geral do verdadew ROB LAFFECTI
-GERYAJS, roa BmImt, II
UR, em casa do domar GBUUDIA0 01
*


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DorU de Parnutibeo Sai>Wo 26 de Agslo de ItTl
ASSEMBLEA GERIL
CMARA DOS DEPUTADOS.^
Msmssao do elemento senil.
(Continaagio).
Insist oestes pontos, seohores, porque
nio devemo* deixar passir s*m protesto
esses crmiaosos precedentes, que polem
autorisar, e aiesrao acorogoat, novos com-
mettiraeQtos contra a constituido do Esta lo
e contra a propriedade do cidadli, me>ra
oeste aasompto do elerainlo serv'.', o) qa>l
*> governo est collocado em-una plano in
cunado, do qnal nio poder par..r- onde
qojaer,. na phrase do proprio Sr presi-lenti
fo cooielbo. (Apoiado, muito bera f)
Tram-se de direitos sagrados, que deve-
nios defender at o ultimo transe, para que
pcesamo dignamente merecer o litlo da
cidedo?. Eu nao receio a agitacio dos
brasileiros ; tremo por elles, sim que *o-
dem ser victimas de osorreicoes provoca
os.seus direitos como a cooscieucia roe pros-
creve; mas, se o governo qoer marchar
co seguraoca, nao deve desprez ir a opi-
niio publica, nao deve collocar-se acinte-
mento fra da rbita lega!, porque no ter-
reno extra legal ha sempre perigo. (Apoia-
Passo-agora, &. presidente, a examinar
e apreciar outros resollados da disposig;
capital da proposh, sempre na supposico
que a lei cbegue a executar se sem era-
jes perturbabas e grande abalos que, in-
felizmente, sao muito para recear-se.
A proposta imp5j aos seohores a obriga-
* e.Ar,!r e ,ralar os A** de suas es ra-
g, aie idade'de oito anoos competos.
Nao entrare na questio de saber com e
por quem se tui efectiva essa obriScSo
vnn0Z!r9fi.SCallSar 8eu cumprimel
ton encara la por oulra face.
' sabido que a scravidio entre nos,
gratas ao cafClf generoso e humano Jos
brasileiros, tao suave que a condigio dos
nossos escravos mnito preferivel -las
classes proletarias de algomas nage3 da
Europa; no-? maiores estabdetmeotos ag
colas a ordem e a sobordinagao manteo; so
smente por meio de um prudente systeraa
de disciplina constante e severa, no qial
urna cautelosa prevenco dispensa de ordi-
nario a reprcsso. Desde qui co.nec.ir a
execugio da le projeclada, esse reg neo
nio poder raanter-se, e ser grave o per i
gosamenle perturbado pela existencia simul-
tanea no seio des9es estabelecimentos, di
pais escaros e filbos livres, nao como facto
excepcional ou accidental, mas como facto
geral e permanente, e pela infallrvel inge-
rencia das autoridades encarregadas de lis-
calizar a execuQo da lei, o que despertar
nos que prmmecera captivos, impaciencias
perigosas, d sesperos terrivcis, que bao de
romper com lodos os lacos da subordio3c5o
e do re>peio a seus senbores.
A nobre commissSo especial, dcutindo
no caoitolo 15 o sy.tema de liberiacio ex-
clusiva das escravas, exprime se do seguin
te i'do:
Ao absurdo esultante demais esta ar-
biiraria desigualdad i, accresceria pralica-
mente o regimeu... da desordem e da
auarebia. Os inesmos estabelecimentos se-
riara servidos por mais urna nova distinecio
de classes: as senboras taUs, c os escra-
ves pretos. Quando trabalbamos por apa-
gar o systema da cor, riamos aggrava-lo
com ootro privilegio: o do sexo. Ha mais:
voltariamos a pyramide de ponta para baixo;
invertenamos todas as ideas fecebidas; col-
locariamos o sexo masculino, s porque e
sexo masculino, em condico de ioferion-
dade I Quando almejamos por animar a
constituicao da familia, riamos tremenda-
mente estorva la, pois que a molber libsr-
tada repugnara dar a m3o de esposa ao
seu antigo parceiro hoje collocado em es-
cala mais baixa que a sua. Ao passo que
a legislacio geral eslabelece que o vano
o administrador e cabeQa do casal, e n3o a
molher, fundaramos urna legislac5o espe-
cial, decretando que passasse aquella admi-
nistrac5o para o ente fraco e improprio,
para a mulber a cojo acceno o var3o se
curvasse. Poderia frequ utemente dar-se
at um pbenomeno curioso, qual o de tor
nar-se o marido escravo de sua mulber e
de seus filhos!
Por outro lado, que se bavia de fazer,
nos Cotabclecimeutos agrcolas e outros, s
escravas libertadas? Consrvalas? Tea-
mos amalgama de grupos, com tays con-
dic5es diversas: homens escravos, mulhe
res libertas, filbos livres.
No systema da proposta podemos tam-
bera dizer queao systema de mais uraaar-
nitrada desigualdade accrescer pticamen-
te o rgimen da desordem e da anarebia, e
volta-se a pyramide depona pira baixo,
invertem-se todas as ideas recebidas, e
offende-se as leis natoraes e civis, que
querem que o pai seja o protector e o ara-
paro do filbo, podendo dar-se at um phe-
nomeno curioso, qual o de tornar-se o pai
oa a ra3i eaeravos de seus filbos i.
O Sr. Sama Cehqueira : Apoiado.
O Sr. Barros Cobra : Teremos tam-
bem nos mesmos estabelecime;itos dislioc-
r5o dd classes, misturas de homens livres
e homens escravos. veremos doos irmos
em diQerentes coudicas, um captivo outro
livre, so porque este nasceu um anno mais
tarde do que aquella.
A este respeito igualmante pronuncioa-se
no conselho de estado o honrado Sr pre-
sidente do con.elho, quando reprovava.
como meio iaefficiz e perigoso, a creacSo
de juntas protectoras da emancipaco; p;r
que, dizia, o apparato oficial, a ingerencia
frequente da autoridade entre os senbores
e os escravos ser nm mal, j provado as
colonias francezas e inglezas; mal que pode
levar nos irremissivelmenle i aboliejo im-
mediata e completa; e alera disto, a dupia
sitaaejio de pais escravos e Qlhos livres,
em presnca dos outros, era repugnante e
perigosa.
Sr. presidente, j tive occasiao de dizer
qbe a Qdemaisacjo pelos servidos at 21
annos Ilusoria, porque d-se aos senbores
aqnitlo mesmo que se Ibes tira: mas devo
anda notar que nSi podendo os menores
prestar atis servidos ames dos 14 ou
15 annos deidade, os mesmos servidos por
6 ou 7 annos nao sio su ID cien tes para com-
pensar os trabalbos e despezas da criban
oa primeira idade, e a perda infallvel dos
servidos das uiis escravas em t annos pelo
' menos, dorante a gravidez e os cuidados da
materntdada.
Nio creio. porra, que patrono a>gum
prefira este modo de iodemnisacSo, nao s
porque a conservado dos libertos nos es-
Ubelecimentos agrcolas uma onte de
serias .lifQonldadeawUsordea e anarebia,
mas ah la porque, sobra avilados pelo
procodimeoto de governo, qae alo Ibes res-
oeiti o proprii direito de propriedade, oe-
Qbum di)s patronos espera qoe o governo
possa fazer effecliva a prestaejb dos servi-
dos, qnal os libertos h3o de proco ares-
3nivar-se por si mesmos oa por i iduccio
e es.lrinbos. Com eff;ito, porque meios
pretende o governo conslranger os seas
novos ingenuos ao cjoiprinenio dessa obri-
g.CJj ? Nao vejo algum que pesa ser
races, tratando-se de milhares e milhares
Je Hberhs. anda mais no meio da agiacj}
dos espirites prodozida pela eiecocJo da
lei.
E porque modo deverio os patronos tra-
tar os libertos que permanecerem em suas
c sas ? Se tem obrigacio de cria-los,
educa-los e trata-Ios como pessoas*livres,
isto vexalorio e inexeqoivel; porque a
disciplina dos escravos ser perturbada por
essa novo elemento, que perra mece no
meio Jelfes, exasperandu-os da sua coni
(So e animando-os insubordinaco, sob e
lud se a autoridade bouver de fiscalisir o
cumprimentodaquella obrigaflo o intremet-
ter-se para esse fira noy mesmos estabele-
cimeoios. Por outro Jado, se os libertos
devein continaar a viver o* eslabelecimento
agrcola de sea patrono em eoodicde leo
ticas s d.is escravos, criado, tratados e
manidos do mesan raod'i, serio do mes-
mo modo um embarace e perigo perma-
nente, b3o de reagir, provocar desorden, e
como evita-las ou preenilas ?
Damais, estes libertos, que permeaece-
rera as casas oa eslabelecimento de
seus patronos, nivelados em cndilo-o
iratamento com o escravos, c invivamlo-com
estes e ligados a elles pelos lacos de-pa-
rentesco, aos 21 annos u3o de vir para a
sociedade iu^ados de todos os vicio* da es-
CfavjdSo, ignorantes, embrutecidos deles
lando o traoalbo, sem educaco alnma,
sem c nsi-iuicia sequer da dignidade de
boraens, que s a liberdade inspira. Que
futuro se prepara para a oossa socieda e.
que, do trigsimo anno da execuco da lei
sin diaote, receber anouaimeate em- seu
seio 30,000 libartos, pelo menos, 3IKO00
cidadus novos, analpbabetos. sabidos na
yaspera do embrotedor capliveiro^ mas
ingenuos, isto na plenitule dos direitos
polticos. Nao ser isto urna (otile de auar
cha e desordera social, urna caus* perra a-
oeate de serios perigos e graades desgra-
Cs ?
A este respeito, seubores, nada poderei
dizer raelbor do que a illustrada commissSb-
especul, quanlo, apreciando o aivitre d*
abolifjao inmediata ou deferida o coodem-
na cora todas as forjas; porque diz ella :
< Esta abolicjo immediala, sobre quaes-
quer condig5es, sendo alias a mais coasea-
lanea com os principios naturaes corres-
pondera praiicamente erupcaa de um cao destruidor, que lano havia de significar
a perturbaijo de chofre arremessada em
H"io da sociedade.
> Lanzaramos instantneamente. & em
raassa, no seio della ura elemento que a na i
conbece. e que tambem para ella seria des-
conhecido. Envernizariamos de liberdade
turbas e turbas, n3o educadas Bella, e inca-
pazes de exercer as graves funches do ci
dadao. Forgariamos a autoridade a ira-
mensa vigilancia iuipossivel, e mais impos-
sivel repressSo por todo este Inperio, que
6 da granleza da Europa. Converteriamos
o paiz n'uma espelunca de malfeilores ;
porquanto, o ekravo prematuramente liber-
tado, fallando lhe regiSo, zomba da coos-
clencia ; faltando-lhe disciplina, aomba dos
boraens; faltando lbe ensioo, dsseonhece as
vantagens da civilisacSo ; fallando lhe coic-
Cao ou incentivo, to;na-se vagabundo;
falundclhe o Irabalbo, rouba; faltando-lbe
o receio, embriagase ; faltando-lbe a mora
lidade, arroja-se a ledos os delictos. Crea
riamos urna repentina lacuna nos instrumen-
tos de irabdbo, e alierac5o radical e sem
preparo uo sysiema delle. Nao daramos
lempo substituido de bracos. Prejudi-
cariamos naci, classe agrcola (a mais
imporiaute do Brasil) e ao proprio escravo,
a quem a liberdade em massa e sem tran-
sicclo seria ora presente grego ; porque lbe
oo acarreteria sen3o desgr^as. era por
ura momento se pode admutir semelhanle
perigosissraa precipitado.
Em outro lugar, tratando da DxacO de
um prazo para extin:c5o do estado servil,
ac .mpanhada do estabelecimenio de um
fundo deeinan;ij;a$ao, a mesma commisso
exprime-se assim :
Por outro lado, sendo enorme o a'ga
rismo aooual do fundo, representara enor-
me grvame dos cootribuintes ; provocara
os grandes perigos de bandos e acervos de
escravos annoalmenie entregues em estado
livre, e sem preparo, sociedade ; levara
a imprudentes, demasiadas manumisses;
lomara impossival a extincc5o do captiveiro
em escala gradual, pos estas scenas de ms
d servas diariamente libertadas lomaran)
impralicavel a conserva(3o da h-utuiga.
contra coja desigualdade mais que nunca
se Qsurgeram enlo os miseros que a sor-
te deprolegesse. Se, ao contrario, o (undo
faite diminuto, a extineco da escravatura
nunca chegaria, ou, se se pretendesse leva-
la a cffei o n'utn dia determinado, isso se
nao pode.ia alcangar, senSo defraudando os
senbores da indemnisafo, que de justca
conceder Ibes.
Parece ludo isso nadmjssivel.
Ah temos lavraia pela propria cornmiss3o
a mais justa e severa condemnaejn do sys-
tema da proposta, dianle de cuja belleza
ella tanto se exiasiou I (Aooiados.) Pois,
porventura, se a le executar-se nos termos
em que est concebida a proposta, em fu-
turo bem prximo nao lngara ella, instan-
tneamente e em massa, np seio da socie
dade um elemento que a nao conhece e
que tambem para ella ser desconocido ?
N3o envernizar,. n3o s de liberdade, ms
tambem de ingenuidade, turbas e turbas,
nio educadas nella, incapazes de exercer as
graves funeces do cdadlo, qup se crear5o
na ignorancia e passaro os priraeiros annos
da vida engolphados em tolos os vicios do
capt.veiro ? Jpara o proprio liberto n5o
era presente de grego a liberdade,, sem
prepira, sem transiegao, qoe n3o lhe acai-
relar s nao desgranas ?
N) corresponder praticamente era>-
p3o de um vuL3o destruidor a perturbicSo
arreraessada de chofre em meio da socieda
de ? Finalmante, esse bello systema, l-
yenlo naarer nos escravos que flear m no
captiveiro o ciume, a inveja e a desespera-
do, n5o tornar impraticavel a conjerva-
(3o da instituido, contra a qual mais qae
nunca h3o de insurgir-se os miseros depro-
tegidos ?
A ordem publica, a seguraoca, o paz e
-_!.
taclos i proereacio no estado de escravi-
oa mesmos vicios e nutras coodices da
escravatora con;orrem p/ra augmeutir a
moralidade.
Pelo censo ltimamente levantad j nesla
corte flcoa demonstrado um excesso de obi
los sobre os nascim'eatos, e o Sr. conse-
lbeiro Teixeira Jjnior, digno relato- do
parecer da commissio especial do anuo
passido, cita os dados dessa estalistica:
< Grande luz para a materia iraz a esta-
listica feta uliimamenti nesta corte, e que.
quanto i parte do elemento servil, p*rece^
approxijhar-se da verdade doi lacios. D-
mon}t-f ella que n j decenio decorndo de
1860 a 1869 houve, sobre una populacho,
qae ora aprsenla a cifra de 50,092 escravos
existentes oeste municipio neutro, 14,144
nascimeolos e 29,117 bitos ; constando
dos eartor.os dis tabeliiSas e dos escrivSes
dosjoizes de piz que no mesmo periodo
ee coaceddram 3,246 maoomissd.s.
Desfarte v-se que os .oaseiraentos in
ftaem com 2,3% para augmentar a popuh
fio escrava, ao passo que os ooilos iofluem
perv o seu decreciawotj com 4-.#7o as
manumisses com 2,*%! ^e
forma
em a
que
ser
tranquilice dte familias, toocoes arada
raa uMs fue o dtreilo da propriedade,
bao de a*7 itallivelraente pTrlortadas .
permanentemenU ameacadas; e o governo
oem ao menos tem meios de proieae-Ui e
garaoti-lai. r ^
Ns.. oe que moramol as grandes cida-
ae, temos ordinariamente ao redor de nos
ama populacio livre numsrosa, qoe nos
tranquil lisa, estamos obrigados pela aoto-
ndade e pela forca publica, prorapta a aoc-
corrernos oa m ior explosao ; mas nio es-
li no mesmo caso os que vivem nos esta-
belecimentos ag -icolaa, do interior do Im-
perio, que da grandeza da Europa, n i
pbrase da commissio; abi ha famili.s iie
tres ou qoalro pessoas livres, que vivem no
meio de centenas de estratos, em lagares
distantes de qualquer centro- da pDvoago.
(Apoiadoi.)
Tinba amia ootras coosideragoes a fazer
acerca dos (aconvenieotea do systema pro-
posto ; mas devo resumir-me, p rque a
Uora vai adiantada, e por ies<, para nio
incorrer na accasacio de querer a perraa-
nracia oslato quo, ou de nada aprsenla
em sabstitaicao dos meios qoe combato*,
traa i ei de eipor as ideas qoe me pa
recen mais prudente? e aeerladas.com qaan-
to neo leo lia esperanea de ver modificada a
proposta, em vista das terminan tes declara-
(Oes do governo e da conflanea com qoe
applaode do seo triompbo artes mesmo
das vofcices d cmara.
Senbores, eo desejo a eraanciyaco, de-
sejo-a de todo o corara\/, como cal bobeo
qe soov Bras leiro amante do meu paiz ;
mas pene* com leda eowcc>) qoe os
umcee meios peloquaes m circorostan ras
acloaes se poeria levar a etfei.o esta g. *o-
de reforut sem ablo> e pengo para o
pai* s>i e> meios indirectos. AJguiM des-
te meios eetao ooosigaados r>a propos+a do
governo^ ev laca-se a>devida >astica, ja* fo-
raiii inelt>orados pei illustradu coramisi,
cou.quanlo- mereci arada al.|um retoque
(tmj. modikuco.
Se eu 6os*e forcaoV a adopear a medidx
dalioertacao-do ventie, exigir como iedi-
penea real e elTeetiva da propriedade. mas t*o-
Iwra que nermnma. mo4ida se- eomaise esa
reJcao aos- escravos aetoaes.
Tenbo oowdo- acceear-se- a grave injpsti- ]
a de libeptar-se a grago fatura e coo-
demoar a* petpetu-. captiveiro a gera^ao
actual ; mas, para mira, neobam- valor tem
es [pedira d votar a emaocipacit) do veatre
so o. nio acompaobaesem- oulro& e matares
incoovooiaoies. Efectivamente a este res-
peito peoao inteirameote com a Sr. coaae-
ibeifo Salles Torces lio .oem qae neelas
graades Reformas em que poc aesim diser
se altera, orna anliga ordem. de consaa. po-
los seas fondameotos, o maior iniraig- qoe
enconas a o legislador a lgica ; pois esta
quer todas as coosequeuetae rigorosas dos
principios, entretanto que as coadic5es pra-
licas do meio social em que vai operar-se
a reforma as nio admite em toda essa ex.-
leasio. Eniendo que netes grandes com
me U i memos, o legislador, longe de guiar-se (liante vio ebegrado a idade da procreago
em
realmente diminaicio aonual
naraaJ.> de 4,2"/,
Note, porra, a cmara, qae a escrava-
tura da Orle est em condrjoes a uito mais
favoravej, melbor tratada, c emprega-
se quasr exclusivamente em iraoalbos do
inestieo, muito mai leves que os da- la-
voara, o ejue duve influir para que seja
maior a mortalidader e matar a repre-
dttccS1.
Por ootro- lado, deve se contar cora o
progresso da* opiniio, desse generoso n>>
viawto qm se observ em toiae- as clas-
se da noss sociedide- por meio desse
grande numero de maoomisses constantes
e repetidas, e-dessas associac-as emanci-
padoras que se >rganisara em todas-as- pro-
vincias, o que elevar- muito o namero das-
minumiss5(3s iadividuaes. Dijsias-conside
racow podemos- dfeduzirr sem temeridadey
que a laxa animal das redueces pela mor-
te e pelas alio ras se elewr a 5**/,,-
Nae con ligue*- fav raveis que mostrara
estes dados, poderiaraes marebar com
maior prudencia- para o Sm qae desejamen,
aproveitando o poderes do Estado a aus-
piciosa' iniciativa individual, e ta>mbinand>
um corto systema de medidas indirectas
qoe animem e desenvotam o moviraento
.da oajnio. faeililera e augmentara as ma-
numa-soes.
Seo Estado-tem-de fazer sacrificios para
realiac3o deste grande flm, o eorpo legis-
lativo deveri d'ora era dianle decretar an-
nualmente r>maior fundo possive1, segun-
do ae forgas de cada orgaraanto, paca a
emaaripacao de escravos, segundo as re-
graede preferencia qpe se estabelecessera,
como por exemplo, para a escravas de
**j> a 20 anao< de idade. F.iava-se aqiiel
la- minirao porque- como se-
delle a mirtalidade grande ; Bxava-se
este mximo para evitar a separado dos
sexos, e porque das escravas que d'ora em
pelas ideas gera; e principios rae onaes,
deve proceder com toda pruleacia e cir-
cumspscclo. consaltando a cada passo os
(actos, o estado actual do paii, como o na-
vegante consulta o co, na pbrase de Quoot.
Assim, pois. nSo podendo guiar-nos oeste
ass'ampto por oeobum principio absoluto ;
nao podendo im reliar com a justiea e a lo
gica ; nao se tratando de fazer o que se
devana fazer, qaa seria oeste caso a emaa-
cipacio immediata e completa ; mas sim, de
fazer o que possivel, de accordj com io-
t-resses legtimos e respeilaveis que o prin-
cipio encontra em sua applicacio, uio po-
demos deixar de consultar as conveniencias,
e, segundo estas, me parece que, se urna
pressa j qualquer nos obrigisse a decretar
a libertagao do ventre, deveriamos limitar-
nos a essa medida.
Com efleilo, inconieslavel qae essa me-
dida, s por si, nio ison'a d9 perigos,
dos qoaes os maiores sao a existencia si-
multanea de pais escravos e 11103 livres
e a desmora'isagSj da autoridade dos s-
niores resoltante do apparato olflcial e da
ingerencia da autoridade para proteger os
menores libertos. Ora, estes iaconvenien
les e perigos s poder3o altenuar-se at
certo ponto, manindose sem a menor al-
terarlo as rea.oes entre os senbores e
actuaos escravos, em urna palavra, evitan-
do-se toda e qualquer medida que posaa
afrouxar ma^s os lacos da escravdSo, e
antes frlale ;enJj mais a autoridade e o
poder dos senbores, pira qoe possamman-
ter a disciplina e subordinado dos escra-
vos que permanecen no captiveiro. (Apoia-
dos.)
tntretanto o projecto que se discute faz
exactamente o contrario; com as. medidas
relativas geragio actual enfraquece im-
prudente e perigos mente a autoridade
dos senbores, quebra completamente a tor-
ga moral destes, altera profundamente as
relieves actuaes entre os mesmos senbo-
res e os escravos. Por isso neg o meo
voto a toda a proposta que reuoe as medi-
das indirectas s directas, e encerra as
suas diversas di3pesic5js tolos os meios
de emanciparlo co .mecidos, directos, in-
directos mediatos e imoidiatos. Se o go-
verno se limi.asse a propor medidas indi-
rectas, de effeitos Untos, graduados e se-
guros, eu o acotnpanharia com loda a sa-
tisfagio, e concorreria assim para esse de
sideraiam de nosso paiz: a-emancipago
da escravatura, sem sacrificio de nenbom
dos grandes interesses sociaes e econmi-
cos ligados a esse assumpto.
Senbores, a emancipacio sacessiva ou
gradual por meios indirectos, a m de ser
o meio mais suave, tambem o que nos
bastara pira realisar esla importantissima
refonu), e realizar-la com a glora de nio
haver convulsionado e arruinado o paiz.
Ha um fado que a estalistica, mesmo
Iraperfeita, que possaimts tem posto f.ra
de duvida. e que reoonbacido pelas il-
ustradas commissoes especiaos; Unto a do
passado como a deste. anno, a saber: que
a escravatura tende a desappicecar por si
mesma, pelo excedente dos bitos sobre
os nascimeotoi.
Este facto nio exclusivo do Brazil.
Segundo o te-teounho de celebres eslatis-
ticos, como M ireau ae Jjnns e Bjtidin, om
grandi excedente de bitos sobre os as-
clmentos na populagao escrava verifteoo-se
sempre as Antilba|, as Anlilbaa inglezas,
Com excepcio smente da .Birbida, na
Cuiaona franceza, na Guiaona bollandeza,
ia Marti ii:a, na Maaricia, na flha de Cey-
lio, em Bourbon e em Cuba. A grande
tesproporcio dos deus sexos, os vicios, o
comciibinato e cu'ras eonsas opp5em oos-
a que vira o augmento da escravatura
maior escala.
Este meio, seohores evitara as gra-ves
pertarbagoes que a liberlag3o do. ventre tem
le causar, perqu as escravas libertadas
em diversos pontos, anda que por sua pro-
pria escola* permanegam as casas dos
seus amigos senbores, nSopodem ser cau-
sa de des >rdem, tanto pela espoitaneidade
da permanencia, como por nao se formrem
grupos de libertos a par dos captivos; e
lm disso os poderes do Estado fariam
smente o q le (osse possivel fazer em cada
anno conforme os encargos do tbesouro e
sem ooerar imprudentemente o futuro ; o
fundo de emancipacio seria aquello que as
forcas do orgamento comportassem. (Apoia-
dos.)
No sysiema da proposta, lanca-se sobre
o tbesouro, sobre os futuros orcamentos
um onus, cuja somma impossivel prever
ou calcular.
Segundo os clculos do Sr. conselhei.ro
Teixeira Jnior, a despeza que o Estado
teria de fazer com o pigamenio dos juros
dos ttulos de renda no prmeiro auna de-
pois dos oito segrales execogo da le,
sera de 830:000$ e dah em diante, sem-
pre em escala ascendente, seria de.....
13,000:000$ no trigsimo anno. A este
calculo, quj albas se pode impugnar por
que nao assenta em base segu'a, devenios
addicionar mais 3,000:000$, porque os
ttulos de renda da proposta sio de 600$,
e os da commisso do anno passado eram
de 5000 ; e assim teremos a enorme som-
ma de 16,000:0jO$, pesando sobre o nos-
so orgameolo, j gravado com a despeza
annual de 30,000:003$ para amortzago e
lui-os da divida publica.
Pareceme, qge nio devismos sacar as-
sim imprudentemente sobre o futuro, cujas
necessiades e contingencia nao podemos
prever, e que raelhor procediriamos dei-
xando livre a aegio do3 governos que se se
succederem para altenderem as circamstan-
cias do paiz.
Calcule-se que sao j enormes os nossos
compromisos, que o estado financeiro e
econmico do imperio nio deixa de inspirar
serias inquietagjs, que com a decrelagio e
execu-.a > da lei, a lavoora tem de soffrer
grande abalo, o crdito esiassear ainla
mais para ella, a propriedade escrava e
agrcola ficari depreciada, a produccio di
m.nuir anda mais seosivelmente, que de
ludo resultar maior baixa na receita publi-
ca, e ninguem dir que -seja prudente by-
potbecar o futuro, at onde as nossas vistas
oio poden) chegar. Imagine-se, por exem-
plo, a hypothese possivel de rebenlar ino-
pinadamente sobre a3 nossas urna nova
guerra que nos iraponha sacrificios iguaes
aos que exigi a guerra ltimamente ter-
minada, e nos acharemos eolio no terrive!
diiemaa de deixar perecer ou o crdito, ou
a honra nacional I
Ne sio somente bypotbeses que eu figu-
ra vontaJe, sio consecuencia necesarias
que com certeza s podem prever. Anda
quando, o que eu nio creio, a lei de eman-
cipacio se execute sem graves perturbages
da ordem publica e da seguraoca individual,
a dirainuicSo da renda publica inevitave1,
porque o abalo que experimentar a nossa
iodustria,'repercutir infallvelmeole em to-
das as classes e em todos os interesses da
nossa sociedade Como, pois, quando justa"
e razoavelmente se pode prever esta dimi-
nuigo da renda do estado, havemos coo-
trabir um onus, cuja somma nio podemos
calcular, porque, nio ba estalistica, faltro-
nos os dados segoros ? Nio isto impru-
dencia, oio improvidencia ?
Para ura governo que quizesse marebar
com eegoranca, e consultando os grandes
ateressoj da nifio, o p^Binho para esta
refornn eslava tragado pela razao e pelo
bom stnso appijcados s nossas t.'Tumstan'
cias: Procurar, por meio de um boit? com
binado syslemj da medidas indirectas, .au-
xiliar e fecundar a iniciativa individual, faci-
litar as maoomissoes, crear om fondo de
emancipagSo ti> avalado quanto fesse pos-
sivel ; e no emlanto proceder a ama esta-
listica minuciosa e completa da populaco
escrava, animar e favorecer' a agricultura,
prover substiiuico do trabalho escravo
pelo trabalh > livre ; eis abi urna missio,
gr-nle e difieil sem duvida, porm mais
gloriosa do q.ae a de erguer o estandarte
da redemp;So js captivos sobre a ruiua e
o descalabro da naci. (Apoiados). Pela
apph'cagio sabia e constante deste sysiema
di medidas, em menos de 20 anoos, sem
perigo da crdera pobfca, sem quebra sen-
sivel era nossa produccio e nossa riqueza,
poder-se-bia completar a aboiicio da escra-
vatara, j eotio redoaida a menos da terga
parte do seo numero actual-.
Por todas estas consideradojs. apezar dos
meu3 memores desejos, nio po&'io acompa-
libar o goverot em -avu medida tendele,
certo, realwacio de urna nob- e gran-
de idea, a cujo inflaxo raio podem deixar
de palpitar toda as alma e todos es cora-
ces generosos, mas que vai muito aJm do
que o paiz pode comportar.-..
O Sm PaOramvR: Peg ao nobw de-
pulado que resuma as suas observares,
porque passada a hora do regiment.
O Sa;. Bawros Cora :Eo>vou cracioir.
O- meu patriotismo nao rae pemille coneor-
rer com o meu voto para os males que ao-
levejo; para o sacrifimo do pai* e da nossa
lavoura> desla larga base em qpe assenta- a
nossa prosperidade aeiual. e em que deve-
nios procurar assenlar ainda mais solida-
mente a orase granderj> futura. Natro s-
rios receios, graves apprehenses sobre e fu.uro que se nos prepara ; serio lalvez in-
fundados,, permita Daos que o sejam ; ma
aflirmoqoe sao sinceres-.. .-
Se a outro* fascina a gloria da propa-
ganda, se a outros sedozem os- applaasos
dos plHlantropos de alovmar, declaro so-
lemnemente caraara que para mam s am-
biciono um applauso, o da minlia-conscien-
cia, urna gloria nica, a-de haver compri-
do o mea dever; e estes julgo que a his-
toria do-paz nao rae ha de recusar,, assim
coim Ilustre pbalaage que nesta cmara
sustenta e defende os verdadeirosioteresses
da oago. (.Apoiados).. Nao pretendo, com
esta* palavras, irrogar a mnima injuria
nobre maioria, que acompanha o governo-
nesta questao; creio que ella procede de
boa fe, e respeito as suas conviegoes.
Mas, quando q.u2erdes recuar das mar-
geos d) abysmo, pana onde caminhaes, ser
tarde, e eniSo tal vez tenhaes de lamentar
amarga e intilmente os vossos votos, \v
meio di roioa e dissolago da ordem so-
abaixo del. Nao marchis s cgas, procurai ao
menos os dado.-, os estudos, as iuze3 ne
cessarias para que possais caminhar com
seguranca por esse terreno incado de d^B
eoldades, alastrado de perigos, juncado. de
abysmos. (Apoiados).
Agradego cmara a aitengio com que
me aonrou, e pego desculpa por baver
abosado tanto da sua paciencia.
(Muito bem, muito bem- O orador
cumprimeniado por muit js Srs. depotados).
O SR. BENJAMIM: Sr. presidente, leu-
do esta augusta cmara convergido toda a
sua attenc3o para a discuss3o doart Io do
projeclo da reforma servil, a mais impor-
tante queslaj do nosso paiz, depoU das lu-
las da independencia; inscrevendo-se para
fallar sobre a questio alguns dos mais dis-
tmetos oradores desta cmara, eu temeudo
perturbar a sua attango aociosa para ouvi
los, recejando nio conservar a discussao na
abura do talento de tio eminentes oradores,
tomei a deliberagio de conservar me silen-
cioso ; mas agora que ella se raoslra satis-
feita com os brilbantes discursos que teem
sido proferidos, e que a materia do projec-
lo est amplaraent esclarecida...
O Sn. Duque-Estrada Teixbiiu : Am-
plamente, nao apoiado, restrictamente.
O Sn. Benjamim :... anim -me a abu-
sar da benevolencia da cmara (amitos n*
apoiados), fazendo algumas modestas cons
deragoes qoe justifiquem o mea vot >.
Sr. presidente, quando se trata de urna
rrforma social, como a do el.memo ser-
vil, indispensavel estudar detidamente
quaes sao os principios, que cahem, o re-
gimen que se revoga; e quaes s3o as ideas
que nascem, o rgimen que se inaugura.
Sao duas qoesles magnas, que sinto pro-
fundamente nao poder esclarecer devida-
mente nesta occasiio.
Prevale.cendo-me da equidade com qae
V. Ese. ha presidido os nossos debates,
coDsentindo que a discussio corra ampia-
mente sobre todos os artigos do projecto,
eu vou ligeramente encarar a questio em
relagao s duas faces alludidas.
A instituigio que cabe, esta: nosso paiz
est dividido em duas classes, a dos senbo-
res e a dos escravos. Aquellos gozando da
ampia liberdade qoe assegera o systema re-
presentativo; dispondo de todas as rique-
zas esplendidas do nosso bello paiz; con-
vertendo orna raga, tambem humana, em
seu principal instiumento de trabalho. Es-
tes trabalbando, sem urna remuneragio, sob
um chma abrasador, no verio; nio tendo
os direitos absolutos do bomem, de pro
priedade, liberdade e igualdade, sujeilos ao
castigo infamante do latego ; boraens-macbi-
nas, mais infelizes qae a materia, porque
esta nio tem a sensiblidade, que causa a
dr, a intelligenca que preduz a paixio. A
desgraga dos escravos faz a ventura dos
senbores.
mao$ eleitoraet, ao fornm, defeode os di-
reilot polticos e civis de seo senbor; em
casa o xeu sewvtario; a escrava a con-
fidente de sua senbora. Fo nesta poca,
segundo narran ojjiitoriadores, qoe a
onda da diaaolugio -\ paos turnes, depois
de sabir m altimai mm, ao proprio pa-
lacio Palatino, derramon-se por toda a sn-
perficie do imperio, Mbmergindo-o, erra*
zando-o em sua Impetoosidade.
Tambem, eo nosso paiz, esta malfadavia
instituido tem mais ou meos iridiado este
camiobo.
Na primeira pocarefiro-me ao tem?o
em qae o Brasil era orna colonia de Portu-
galo escravo nio liaba garanta de vida.
E se o seeaor. nao tinba o direito de vida
e de raerte eoaaagrado m lei escripia,
bem certo que modos morreram pelo mp*
pbcw o latego, sem qoe oada softresse-per
parte do geme da autoridade. tifia
raeamo, da-rae diz-to, mactuwas movidea
per ag4ia, de om c ooiro algor da humaalk
lade, com qoe se arrancavam at carnea
des-o ente duplamente desgracado-. (Grande
sensa?3o)
O S*. CoELHcRoDiirci-c.*: Nao digamo
isto aqoi na cmara.
O Sn. Duqub-EstUada TaKeihA :fique1
consiguado ete estigma qoe o nobre depa-
tado lance i sua naci.
O Se. Evaiygelista Lobato1 :Est con-
tando a historia de seo paiz.
O Sr SoozaReis :Do Brasil ?
procam-se maitos apartes).
GSiu BENJaiiM :E'> verdade histrica?,
qoe nio se pede e nao- se d^ve occottar
par opprobrio daqaeltee que manebermv
as soes mios com o sanaae das victimas, e
por ajos-crroes a-nac^o brasileira nio res-
ponde peranle a consciencia do genero ha -
mano. (Apoiado*); A vida do escrawo
primeira poca medonbade padeeia
Soffre t*>dos os rignres da^fome, BUiqWPi
imenacio qoe Hie d3o >detesiave+; seo-
te o desalent, porque trabalha atO alta
hora da noite; soffre as mais poogeotes
dores pbysicas, pa.qoe castigado com o
latego; expira rotulas vezes sob o peso de
tantos soflirimentoe'. E tr> -nefandos evimes
ernra raais ou menos tolerados.
O-Sa. Coelho RoaRioi-ES :=Muitas-vezes
foram ponidos.
O Sa. Benjamn:Na segunda poca o
escravo tem soffrivel Iratamento. 0< casti-
gos sao moderados, o trabalho regalar.
Cora a eessagio do trafico de africanos em
1850) alguns seohores ji educados nos bons
principioa da moral e da religiio, oelros
dominados-pelos clculos da anibtcSe* me-
Itioram consideravolmente a sua cond>c3e.
iO'escrao vive coatenle e salisfeiiOt. -feliz
em sua desgraga.
- .
Eis, Sr. presidente, em tragos largos a
iostiluigio que existe. Como ella vive en-
tre nos ? Esta insti luir > tem seguido a
mesma marcha, qae nos assignala a historia
de Roma, quando ella existi. E' a mesma
institoicio, ba de seguir o mesmo caminbo
e apresentar os mesmos resaltados. Em
Roma ella te ve tres pocas nota veis. Na
primeira o escravo equiparado ao proprio
animal irracional. Nio tem o direito de
viver. O senbor pode mala lo, e mala o a
capricho.
5 jus vita et necis nio simplesmente
tolerado t or om costase brbaro, est
consagrado na lei escripia. Sobre o tmu-
lo de seu senbor, o escravo urna das vic-
timas sacrificadas; seu sangue, como o do
boi ou da ovelha, agradavel a seus ma-
nes. Na segunda poca a sua condigio
melbora-se consideravelmente. E tratado
com hamanidade, goza de algons favores,
feliz na sua desgraga. Ciego terceira
poca. Seu espirito seillustron. O escra-
vo Iliterato, poeta, orador. Nos cd
,'_!
f
j
i
c*
Actualmente esta
est em nm periodo
nba da seg rada para
instoicio entre nos
de transigi.. Gami-
a terceira poca. O
escravo coro.ee> a Ilustrar o s n espirito.
Em alguns estabelecimentos ruraes apreode
ler e escrever; estada as be'las-artes.
Tambpra o seu.physico j nio asqueroso,
nausebanlo. Oa seja o. bom Iratamento,.
ou o nosso excedente clima, ou o cmza-
roecto das ragas, o que verdade, visto
por todos, que elle, se anda nio tem,
formas elegantes, caminba apressadameote
para a perfeigio dos tragos dos borneo da
raga latina.
Se esta maifadada insttuigio nao fr abo.
lida, em lempo a3o mui remoto, o estravo
ser o secretario de seo senbor e a escrava.
a confidente de sua senbora.
Com isto, senbores, qd demoaio familiar paira sobre o tecto de
nossas casas, com o cortejo de vinos e ca-
lamidades, qoe persegaem as sociedades em
decadencia moral. (Apoiados).
Quand) no silencio de um gabinete estu-
do a primeira poca da escravidao. susten-
ta la pelo supplicio, pela tostara e pelo ho-
micidio; e a terceira poca mantida pelo
espirito de benevolencia e de condescenden-
cia familiar, degenerando na dissolugio dos
cosiumes, eu nio sei qoal dellas deva mais
estygmatisar. Os nefandos attentados da
primeira poca trazem a morte pbysica do
escravo ; a dissolugio dos costumes da ler-
Cira poca, a morte moral do senhor e do
osera-o. 0 crime do senbor punido pela -
propria escravidio. Tio abominavel esla
instituigio I...
Nao p lis, simplismente a narrativa da
oppressio deshumana que o senhor exerce
sobre o escravo, escripta com letras de
sangue as paginas de nossa historia, que
o generoso projecto do poder executivo
interrompe ; a sua idea elevada e grande,
em inhiba fraca opiniio, consiste em ie-
vantar om poderoso dique a onda da de-
pravarlo dos custumes prestes a derramar-
se por toda a superficie do imperio. (Mul-
los apoiados.)
R desde qae eu o considero urna refor-
ma social indispensavel e necessaria ao
progresso moral, estabilidade de nossas
instituig.rps. ao progresso do nosso paiz e
sua rehabilitarlo peranle a consciencia
do mund >, que v na escravidio um dos
mais horrorosos alternados contra urna das
obras divinas da creaejh ; eo dara o meu
assenlimenlo ao projecto, ainda mesmo que
eile peccasse por defeitos que podem ser
corrigidose laconas qae podem ser suppri-
das. (Moito bem. apoiados.)
Eis, senhores, ligeiramenle esbogado o
rgimen que cabe. Agora tratarei perfunc
toriamente do rgimen que o projecto inau-
gura, e como elle faneciona.
Pelo art. 1 do projecto, da publicacao
da lei em diante, sio livres todos os fiihos
da mulber escrava. Fica, pois, a escravi-
dio circumscripta aos escravos .que exis-
tem. Pelo art. 3 sio libertados anual-
mente pelo fundo de emancipacio alguns
dos escravos existentes.
O art. 1 irepedeque o mal se prolongue
e perdure pela reproducio; secca-lhes a
foote : os recem-nascidos sio todos iivreS.
O art. 3 auca de frente o iroprio mal
com remedios lentos, porm aMivtsai- .
mos,
Em prazo oio mai longo-estari extincta
a escravidio. (Apoiados.) A idea nova
que se levanta da reivindicagio da jastica
e da moral ultrajada pela escravidio, a
da liberdade de ama classe embrutecida no
captiveiro, (Trocan, se apartes.)
(Continuar-se-ka.
-ttO DO TUQUE DS Cal AS
( x


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