Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12469


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Full Text
ANNO XLVII. NUMERO 193
K
w
I
I
t
fJJt A CAPITAL
Por tres mezes adiar-ia-ics .
dor seis ditos idem .
Por 051 aneo dem.....
*ad* Homero avnlso.
SE PAGA
#
rom.
8*000
320

SEKH FEIRA 25 DE AGOSTO DE 1871.
Por ti
MftA MITBO C TOBA OA FB07IICIA.
mezes idiantaio ......
r seis dito idean.....
Por aove ditos idea ........
Por osa aoao ideaa.......
6#7M
unoo
MIMO
17#000
Propriedade de Manoel Fig^efra de Faria & Filhos.
-r
AO AGBSm
0a fi*s. Gerardo Antonio Aires 6 Filhos, no Para ; Gongalves Pinto, no Maranhio ; J<)aqoim Jos de Otvaira & Filbo, ao Ceari { Antonio de Lemof Braga, no Araeatj ; Joao Mara Julio Chaves, ao Ass ; Antonio Margues da Silva, no Natal; Jos Jostia
Pereira d'AImeida, m Mamaagoape ;Felippe Estrella C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Peana; Belarmmo dos Santos Baldo, em Santo Aatlo; Domingos Jos da Goata Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoaa ; Dr. Jos Martins Alves, na Baha; e Leite, Serqoinho & C. no Rio de Janeiro.
X
PARTE OFTICIAL.
Javerao da pro lueia.
bitebient:: do da 13 be aoosto dl 1371.
Aeloi :
O viee-presidente da provincia, attanleudo ao
yj-i requeren o captio Christ'ovo San' ago de
Oveira do 4 biiaitiio da guarda nacional deste
mueieipn, a vista de sua de cilicio e parecer
da jauta de saude que o julgoa incapaz do ser-
viga aetivn e iofonnagao do respectivo enraman-
daste superior em offlcio n. 5, de 4 do crran-
te, resolve de conforntidade com o diaposto no
artigo 69 da lei n. 603, da 19 de sstemhro de
1850. transfer-lq para o di reserva, sendo g-
;; regada ao 3* baialhio da raesma.
O viee-presidente da provincia, alten lea-Jo
ao que requeren o lente do 1" balhlo de in-
fantina da guarda nacional deste municipio, Fran-
cisco G *ral lo da Silva Barroso, e a vista d i pa-
recer da junta de sau le, que o julgoa incapaz do
servico activo, e da informacio do respeclivj com
mandante superior, resolve de condrmida le com
o dispasto no artigo 69 da lei n 602 de I.1 de se
tembro de 16 W, transferidlo para a reserva ii
cando aggregido ao 1 batalho della.
O viee-presidente da provincia, a vista de
.i'.repres em offlcio de 4 do corrente, quanlo a ler dado
parte de diente o ascriva-i Jj mesmo juizo, Joan
Facanlo da Silva Gairaares, e nao poder o com
paahstro ajcamular o expeliente do3 douscar-
torios, resolve, de conformidale com o disposto
no artigo 1 do desreto, n. 111)i de lo de dezem-
bro de IS'ii, designar o cidado iio Tibarcio da
Silr* Guiuiarias, pelo dito juiz iadicado, pira
interinamente servir o dito offlcio de eseri'ao de
.rphiai. fixpadiram-se as necessarias commu-
c-acuee.
OtBeies :
Ao Exm. presidente da Parahyba prevenin
Jo o de que no vapor da corapanhia pernambu-
oaai, que segae para o narw, vai o p'nrol dest.
nalo a barra do porto do Caaedello nessa pro
vioa, erc> ti mandando que o f; i deseml-ar-
car com urgenca, alim de nao demorar o Une-
raflo do mejoro vapor, como solicita o gerente da-
quella eompMhia.
Ao brigadeiro coramaodante das armas re-
coaimaudando que cjnsiJere ixnclo o contra-
to celebrado em 16 de jueln sitian com o ra-
verdad j Fransisoo Al/es de Abrantes para exer-
c?r provisoriamente as fancg"8s de capelllo do
' haulhi) de infamara do exercilo, vi't) ter-
se preseoudo o eanello alerea da reparticao
ecclss astica, padre Jos Ferreira Viegas, que fu-
ra d-'igaado para aquella lim pelo ministerio da
guerra. Communicou-se a thesoararu da fa-
zenda.
Ao vlpeprovedar da santa casa de nseri-
cordia, para qae nos termos de sna informaca,
maade iascrever no respectivo quadro, sQm de
ac adiuiltido ao collegio das orphaos, qna^do
houver viga, o menor Uhrisiovao, filho de M iria
Rita Aeeiory Cavalcante. Igual, mula'is utan-
dis, acerca da admissao no collegio dts-onihas
a menor Aana, fl.ha de Lniza alaria do N'asci-
menlo
Ao mesmo concelendo a aatorisa^o que
solicit iu, para fazer entrega do exposto Affinso a
Caetano Francisco de Paula, que se obriga a en-
sin^r-lbe o offlcio de taooeiro.
Ao mesmo pira informar com brevdade se
dos bens que pertenceram a extincta congrega-
r) de S. Felippe Htry, e conslituem luje o pa-
trimonio do collegio dos orphaos, *xislem si-
gaos cm poder de terceiro e qnaro bem como,
se nsta easo, eonvm a santa casa promover a
ua ri'iviadica{io.
Ao faecior da thesouraria de fazenda in-
teiriudo o de baver Antooio Poregrn) Cavban-
le dj Alba^aerque, na qailidada de Io suppleo-
le d) juiz maicipa| do termo da Serinhsm, a*-
sainiJJ aodia 4 do torrente o exereisio desse la-
gar, no iiapadimeoirt do respsciivo proprietirio.
Ao raeemo traosmiitindo, para os devidis
a-:-, o titulo de Mainel Antoaio Ribeiro, mmeado
lancador da receb-'dona de rendas desta pro-
vincia.
Por essa Ihesourarii mandou-se pagar :
Aa tenente honorario do exercito Helodoro
Avliao de Sonsa Monleiro, o moio sold e eta-
pa, que tem deixado de perceber, deide qu. ach respondendo a conselho de gnerra, e for
veocendo at qae o governo imperial resolta a
e-te respailo como entender mais coaveniente,
llvenlo ese pagamento ser falto sob a respon-
jabi'.irtade da presidencia.
A" HeU Wilson 4 C a qmntia de 103*800 rs.
proveniente de trima e daas ton :la las de car-
vao de pedra, qae fornecram em junho deste
ann" ao arsenal de mannha. Comman;eu-se
no respectivo inspector.
Ao cabo Pedro Bernardo Ferreira de Araujo e
ao soldado Nicolao Pinto de Cerqaeira, ambos do
H* batilbao de infamara, a gral ucagao qao Ihes
omplr por haverem apprehendido o desertor
do mesmo batalho, Laareotino Mariano Falco.
Ao inspector da thesouraria provincial para
que se alo hoover inconveniente mande dar exe-
cuca a inclasa precatona, pela qual o solicitador
Elisario Gomes de Mello faz pionera na quantia
de 100J parle da qae lem de reeeber o thesoa-
rero da irmandade di imperial capella de N-issa
Siahora dTAaaamacao das fronteiras da Estancia,
proveniente do beneficio da lotera exirahida al
tunamente a favor das obras daquella capella.
Ao sesmo aalorisando-o, em vista de pna
u.'jrmaeao, a considerar o abate offerecido por
Daiaingos Ferreira das Neves Guimares, na qua-
hdade'de arrematante do fornecimento dos ob
jeetos necesaarios ao expediento das repartieses
provinciae?, na razio de 2o e nao 26 por cento
como por engao declaroa-se no offlcio, em que
essa thesouraria submetteu aque.la arrematacao
a approraeo da presidencia.
Por essa thesouraria mandou-se pagar .
h Jos Mariajforretra Braga a importancia dos
vencimenM, ajpivos ao mez de jall3 ultimo,
,l): guardas OTonaes destacados na villa de
Barreiroa. Commanicou se ao commandante-
4HfiTlot reapectivo.
A empreza da illarainacjb publica dests capi-
tal a qnaatla de 8131600 rs. proveniente do gaz
cDOiomido ean a illumina;u da ca?a de deten-
aa, doraate os raezes de abril a junho deUe an-
A pessoaqae se mostrar aatori;ada a da 6|iO0
res deiiM14a durante o mez de iulho ultimo
cofli o snsteto dos presos pobres da cadeia do
termo de Agoa-preta. Inteirou-se ao douior cha-
fa de polica.
Ao iospeetor do arsenal de marinha auton-
oaado-o sedar alistar ua companhia de apren-
dixaa arees desse arsenal, visto estar as con-
4C09 legaeso msoor Firmino Raphaet de Pai
3a. de qae trata o reqoeriraento de Jozina Leo-
odlas Iseeteiro de Paiva.
-Ao iaU de direiw da l' vara deiia capi-
tal reeeeUModaado a remessa, com brevdade,
dos imams qae iba cumpre ministrar para a es-
taaacstodlekria do anno prximo pacata.-
I|aaes,wifaii mutandis, aos jaizw lanoiciBaes
da e r rara; sos delegados do 2 3 distric-
lo da capUat, aoe anbdelegados da S, Fre Pedro
Gotsalve do Beclfe, S. Jos, Afogsdo?, Magds-
Una e B a Viagem ; aos jaizes de paz do r
dtftreto dos Afogados, do de Muribecj, e do i
Ao inspector da saude do yorto prevenindo-o
de q-ie os emolumentos das cartas de saude, pas-
sadas n,\ reparticao a sen cargo, nai sejam por
esla arrecadaos, e sim pagos pelas partes na al-
fandega ou recebedoria da rendas por consti-
tuiris esses emolnmentos rendas do estado, se-
gundo declara o inspector da thesouraria de fa-
tfnda.Comraunicou-se a este.
- Ao superintendente da estrada de ferro do
Itecife a S. Francisco remetiendo urna copia do
avUo do ministerio da agripoltura de 27 de jumo
al limo, afn de que nao s mande restituir Ber-
nardina de Sena Puntual 50 por canto sobre o
preco de lien expresso, qae indevidamente pa-
tn, mas lambem, de accordo com o engenheiro
ll-Cdl propunua e submetta a ap,.rovacio do g>-
veroo a modicacao dos artigos do respectivo re-
gulamenlo citados no referido aviso, com rea-
cao aqjella hypothase.
Ae director do arsenal de guerra para man
dar fornecer ao corpo de policlj, meJiale indem
niueto, 200 bornaes, de q :e fiecessita aquelle
orpo. Fizeram-se as necessarias communica-
efles.
Ao juiz de orphaos do termo desta capital
dizendo tiear inteirado de qaanto parlicipou ex
offliio da 10 do correte, acerca do menor Henri-
que, e devolvendo c autoamento em original que
veio annexo ao citado olcio.
Ao jaiz municipal do termo do Limoeiro di-
zendo que, para serem admittidas no collegio das
orphas, como solicitou. as menores Mara e Anna,
tiihis de Saverina Mana da Conceiuao, torna se
nve-sario que remella com toda a brevidade, nao
s as cerlidoes de iJade de taes menores, mas
lamben documentos que provem o san ostado da
orpbandade e desvata:ento.
Portara:
Cincedendo permissao a Gimes de Mallos &
Irmos par* embarcaren), cora destino ao presidio
de Fernando de Xoroaha, no prmeiro vapor da
companhia Pernambucana qu; para all seguir, os
gentrus constante da inclusa relacao, assigaada
pelo secretario da presidencia.
Despachos :
Antonio Justino de O:;vira.Xao tem lugar o
que reqoer.
Antonio Corri Gomes da Almelda.Declare o
sopplicmte a aula que tem de frecuentar lea fi-
lh.
Bernirdino le Sena Puntual. Urija-se o suppli
cante ao Sr. saperatendenle da osirada de ferro
do Recite S. Francisco.
Companhia dos IrilhoJ urbinos do^ecife a Olio-
da.laforme o Sr. eageaheiro ohofeda reparticao
das obras pabhcas.
Tauenta Hileodoro Avano de Souza Mmteiro.
A' thesouraria de fa:anda cora offlcio desta dita.
Ehziario G)m:s de Millo. A'tbasouraria pro-
vincial com ufflo de-ta data.
CooJe Napolitano Flix Zaba.Certiflqae do que
constar.
Abaix) assignidos commsrclantes establecidos
no povoado dos Mmla; dest'provincia. Informe
o Sr. eogenhfcro.liscal li estrada de ferro do Re-
cite S. Francisco.
Franeisio Pereira das Nevei.J/jiferida viita
Jls intormacoes. ; : "
Franeis;o Cyriao O'ympio Siraflra da Silva.
laforme o Sr. c>mmanante superior da guarda
nacional do municipi) da capital.
Gailharmini Cusiodia Alves de Assis.Prove a
supplicanle o qne allega.
FulJen Brothers. A thesouraria provincial
com ofQ.iio desta data.
Alferes Joao Rodrigues de Souza.A vista da
informacao,-nao ha por ora necessidade dos ser-
vicos, do snpphcante.
Jos Francisco Carneiro Monteiro.Entrege-
se o documento mediante recibo.
Juao Francisco Miia.Requeira o supplicanle
por ceida a apostilla de seu Mulo registrada,na
secretaria desia presidencia, e com ella =e aprsen-
le ao commandante superior.
Luiza Maria do Nascimeato.Dirija-se ao Sr.
vice-provelor da SiouCasa de Misericordia.
Dr. Luciano Xavier de Moraes Sarment Pas-
se portara concedendo a lieenfi requerida.
Liliosa Silvina de Oliveira e Silva.Informe o
Sr. msp'.ctor da thesouraria orovincial.
Manoel Eduardo Lins W'anderley.Informe o
Sr. director geral interino da iiistriicco publica.
Maria Carolina Affinso Valenga.Iuforme o Sr.
director geral interino da-instrurcio publica.
Matneus Eipidio de So iza T :ixeira.Aguarde o
supplicanle ordem do govorno imperial, a quera
solicitou necessario crdito para sea pagamento.
Mathias Cesario Pereira de Malt03.Passe por-
tara coucodenlo a lieenrja requerida.
Maria Rita Accioli Civalcanto. Dirija-se osup-
plicante ao vice-provedor da Santa Gasa de Miseri
c Tdia.
Paulino Jos Celestino.Prove indigencia como
allega.
Padre Phelippe Soltorio.Passe na forma reque
rida.
Bacharel Zeferino de Almeida Pinto.Informa o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
larja, nospicio, deposito da Soledade, Cinco Ponas
e guarda do palacio da presidencia.
Ao inspector da thesouraria provincial para
que nos termos de sna infofmacio, faca adieotar
a professora nomeada para a puvoacao do Olho
d'Agua dos Bredos, Jacntba Avelina, da Cruz, me-
diante flanea idnea a qnanlia de OO|, aflm de
ser descontada pela qninta parte de seas venci-
mentos.
Por es*a thesouraria man ou -se pagar :
A Jeroaymo Pereira Marios, ou s Evaristo
Mondes da Cnaha Azevedo a qnantia de I36J980,
despendida durante os mezes de maio e jonho
deste anno com o sustento do< presos pobres da
clela do termo do Brejo. Comrauaicoa se ao Dr.
chafe de polica.
A' pessoa qae se mostrar aulorisada, os ven-
cilenlos corresponeoies ao mea e junho ultimo,
dos gaardas naeioeaea destacados em Serinhaem.
Inieirou-se ao. respectivo commandante supa-
rlo r.-
Ao Dr. ebefe de polica, rostituindo os autos
que veram annexos ao offlcio de seu antecessor,
da inhuraacio e autopsia, qae se procedea no
cadver do teaente coronel Joio de S e Albu-
querqae, e traasmiltindo por copia, para os flos
convenientes, os offlcios da legajio d) Brasil em
Frang, ao-- qnaes acompanha em original o rea-
torio medico legal redigido pelos peritos A Tardi-
ea e Fraogos Zicharie Rnus=in, acerca da snaly
se chimica por elles felta as vi-ceras d) referido
leneate-coronel, as qaaes foram a pedido da fa
lia deste remedidas para Pars, aflm de serem exa-
minadas e verificar se se bouve envenenaraento.
providenciando logo para qae as despeza3 com
esse exarae sejam satisfeilas o mais breve pose
vel.
Ao commanlante do eorpe de pohsia para
mandir apresenuro<>residente do jarydesls ci-
pital, a eontar de J6 do eo'rente, e em qainio du-
rar a presante sesso, a forc neeessaria ao mesmo
tribunal. Comtnanicou-se ao mencionado presi-
de ale.
Portara i :.
Ao gerente da companhia Pernambucana,
mandando transpoatar ao presidio de Fernando
da Norooha. por coma do ministerio dagnerra.no
pri neiro vapor qae pira all seguir, os soldados
aflautados do peito Jos Maria Jonior, Galdino
Farreara Alves Campos o Hylario Emygdio dos
Santos.
Dita concedendo permissao ao Rvd. Phelippe
S linrio para embarcar com destino ao presidio
d Femando de N ironhi, no primeiro vapor da
companhia Pernambueaoa qae para all seguir,
os gefeeros constantes da nclu-a reanlo, asigna-
da pelo secretario da presidencia.
Despachos :
I! icliarel Bento Josa da Costa.Informe o Sr.
insector da ihesoararia de fazenda.
Fr. Eugenio de Santa Escolstica e S.Infor-
ma o Sr, impector da thesouraria de fazenda, ou-
vindo ao respeoiivoprocnrador fiscal.
Francisco Botelho de Aadrade.-rlnlurme o Sr.
inspector do arseoel da marinha.
Faldea Broilurs.A thesouraria da fazenda tfonr
offnio desta d,Ha.
Francisco de Sjuza Pontes. Rgjyjjdjj^o
volie, qaereodo.
Alferes Joao Rodrigues de Souza.Cerno, re-
quer, passando recibo.
Joaquina Clotilde de Lima. Informe o Sr. Dr.
juiz municipal di 2* vara da caoital.
Joaooa Maria da Cooceicio.ladefarido.
Jacatha Avelina da Cruz.A' thesouraria pro-
voeial com offlcio desta data.
Li-bella de Albuqaerque Mello.Passe portara
na forma requerida.
Ro*a Maria da Coiceicao Lima.laforme o Sr.
brigadeiro commandante Jas armas.
RIO DE JA\ l"I!lt
EXPEDIENTE DO DA 14 DE AGOSTO DE 1871.
Acto:
O vice-presdeate da provincia, attendendo
ao que requereu Mara Coolho da Silva, professora
da Ia cadeira de instruccao primaria do sexo feme-
nino da povoacao da Afogados, resolve conceder-
Ihe dous mezes de licenca a coatar do corrente, e
com veocimentos na forma da lei.
Offlcios :
Ao general commandante das armas, recom-
mandando a expedir) de anas ordens, para qae
hoje as 4 horas da tarde esteja postada no caes 22
de.Novembro, em frente a praca Pedro II, urna guar-
da com msica e bandeira, aflm de fazer as honras
devidas ao Exm. presidente nomeado Dar a pro -
viucia do Rio Grande do Norte, Dr. Delflno Au-
gusto Cavalcante de Albaquerqae, por occasio do
seu embarque, Officiou-se ao inspector do arse-
nal de marinha no sentido de mandar postar nm
escaler no referido caes para condazir at o vapor
o mencionado Dr.
Ao mesmo, para qae hoje as 4 horas da ur-
de, urna guarda se aprsenle era frente da igreja
da Ordem Tareeira de S. Francisco, aflm de lazar
as honras fnebres ao cadver do alferes reforma-
do da guarda nacional Antonio Morelra de Mon-
donga. Expedio-se oriem ao arienai de guerra
para fornecer o caflasaras < necessario s salvas.
Ao inspector da thesouraria de fazenda in-
teirando-o da baver o bacharel Joao doazaga Ba-
callar deixido, no da 8 do corrente, o exercicio
do caigo de aiz municipal do termo do Cabo, por
achar-se dalo o sea segundo qaatrieanio.
Ao mesmo ommnaicando qae, segando
consta de participaco do vinario capitular desta
docese, fallecen no da 11 do- correte o vigano
da freguexia da Boa-Vista nesta capital, Manoel
loaquim Xavier Sobreira, sendo no masmo dia
provisionado para vigano encommandado da raes-
ma fregaezia o respectivo coadj actor, Themi ato-
cles Riraao Pareira dos Santos.
Por essa thesouraria mandou-se pagar :
Ao gerente da corapanhia Peroambacana a
importancia de frotes e passagens, dadas por con-
tado minislerio da guerra, a bordo de ara dos
vapores, daquella companhia era vagem extraor-
nana ao presidio de Fernando de Noronha, deven-
do esse pagamento ser feito com o abate indicado
pela contsdoria.
A emprm da illaminaglo OfAUea desta cidade,
a quantia de 1 157#400, provBente do gas c
f e 3* de S.-Lonrengo da Muta.
* snmido eoie a i!iinioac5< do ijairteis qe cnval-
PAREflEn DA C0MMISSA0 KCCLKSIASTICA DA CMARA
DOS DEPUTADOS SOBRE A ORDEM DE S. FRANCISCO.
Foi presente commissao de negocios ^ecle-
sisticos un requerimenio do padre provincial dos
irmos menores de S. Francisco, desta crte, em
que supphca esta augusta cmara a devida li
cenga para admitlir novigos em numero suffl:ien-
te para o desempeoran dos altos deveres da sna
<>rdem, urna das mais antigs do imperio, e que
mus servigos lem prestado religiao, a humani-
dade e patria.
Queixa-se o supplicante que o aviso circular do
ministerio da ju-nca de 19 de maio de 1855 sus-
pendasse indefinidamente o exercicio dos mais sa-
grados direitos da liberdade de consciencia dos
cidadios brasileiros, que quzessera entrar era
qualquer das orden i regulares existentes no paiz,
que promedenlo esse aviso que o governo impe-
rial celebrara urna concordata com a Santa S,
em que se asseatassem as bases da reforma, que
estes institutos reclamara, al o presente nenhura
passo se tem dado neste sentido, resaltando dessa
procrastinagio o qnasi total deflnharaento das di-
tas ordens, em damno manifest da religiao e do
estado.
Assegura o impetrante que animado do desejo
de ver sua ordem reassumir aquelle antigo es-
plendor, que tanta gloria dan ao catholicismo, pre-
tenda, caso obtenba a requerida licenga, mandar
vir aa Europa religiosos da sua mesmi ordem,
competentemente habilitados para a direegio o en-
sinamento dos novigos.
Sao estas, em geral as razo s allegadas pelo sup-
plicanle, e que a commissao passa a considerar
sob alguns aspectos, qae Ihe paiecera correlati-
vos a assumpto. de tanta gravidade, visto qaie aada
menos se trata que da violceo dos direitos da
consciencia e da liberdade religiosa dos eidadlos
brasileiros. *
I
Comega a eommissao por deplorar que om sim-
ples aviso retervado do poder executivo annollas
se por tantos annos o art. 5* da constilnigao do
imperio. Estabelece ella que a religiao catholica
apostlica romana continua a ser a do estado. Car7
voa, pois, a cerviz ante um faoto de ordem supre-
ma ; direito superior a todos os direitos -. repeli
o que nao Ihe era dado- alterar, o que tres scu-
los havia gravado no coraoao e na mente dos bra-J,
sileiros, e deunove seoulos na mente e coracao
da humandade intera.
Mas, collocando-se as-ra a sombra da vene-
randa proteccao, obteve essa constilnigao novos
ltalos veneragao do mundo eivlisado. Reeo
oheceii ella assim qae o catholicismo, intermedio
entre o hemem e a divndaJe, era nio menos a
miis admiravel, a mais completa da< constjtai :las
politizas, porque eonsagrava o dogma ehristao da
liberdade, da igualdade e da fraiernidade, em coja
trplice allianca repoosa a divina instiluigo da
igreja catholica.
O modo porque se fandou no mando o ebris-
tianismo diverso daquelle porque se phantasii-
ram as oulras relgides, porque todas estas, ca-
tando as raaos dos-poderes pablicos, tornaram-
se religifes especutetvas, limitadas, terrestres.
Nao assim a religiao oatholica, a qual nao .cir-
cumseripta a estados, nem a reg3es, mu univer-
sal ; e por esse carcter, essa uaiformWade e essa
harmona se recoohece preilsamenta a sos verds-
de, a sua diviudade.
Urna rellglid assim entendida, assenlada em lio
largas batsa.'uada podia eooter de restricto ou de
particular. Ella, pois, estabelece e manifesta as
religues da humandada com o Creador.
Ora, Dos o que .o Ser Universal. Os ho-
meas creados por Daos lera todos s raesma natu-
reza, a, tolos por sua natarea^se acham as mes
mis relacfias com o sen Divino Autor.
A verdadeira religiao pois, a qae vem de
Dos, a qne serve de lago de uaiao entre o lio-
mam o o Ente Supremo, a que deve applicar-se
hurnaaidade oteara, a qae dar ser para todos a
mesica aa essencia, nos dogmas, na moral, nos
preceitos.
III
Urna religiao nacional, por isso qne nacional,
relativa, limitada no lempo e do espago, e nao ins-
lituigao para lodos, por faliar-lhe o primeiro ca-
rcter da verdade, que a nnversidade, b3o sa-
tisfaz as aspirago-s Ilimitadas do espirito huma-
no. Carcter proprio da verdadeira religiao
constituir urna sesieda.de universal, e esta nao po-
der* se-lo. se n5 for espfrirual; porque a msela
de interesaos mundanos traz a divisa o, traz a ten-
dencia para a re^tricgio, e fa la parder toda a li-
berdade, toda a bellea de sua inlole.
Ora, esta socedada universal e espiritual das
almas prodazio seos admiraveis eletos no mun-
do, por meioV ama Inslinico sera igual, a igre-
ja Antes doevangtlho nada semelhante se tinha
visto ; oeorsl e.*r os tnaiore* sernos da aniigui-
dade Ihe haviam concebido o ideal.
A palra de Jess Chrislo foi a que fandou um
poder incencusso, mas que nao deste mundo ;
que vive nelle, mas sa declara superior a lodos os
poderes do mundo, porque divino, universal,
eterno.
Foi esta poder creado com meios eseencialmen
le espiriluaes, vconforme a saaaalureza, e para
logo se assenhoreou do muno/i pela palavra ar
deate de ama dotiirini completamente nova. A
igreja, que recebeu esta palavra de vida eterna,
aonanciou-a aos homens com autoridade, com a
autorilade do Verbo encarnado, que ln'a trans-
ramio.
Apresoeando-se com esta carcter de investidu-
ra divina, proclaraou a sua absoluta independen-
cia de attribugoas espintaaes diante de lodos os
poderes terrestres.
Esta admiravel iastituigio genuina manifes-
lagi > daquella liberdade primaria com que, na
origem do mando, se recoobecea e apregoou que
a alma s depeoie de Deus.porque s Deas pe-
tence; qae o mais sagrado dever.T) que sobre to-
dos prepondera, o dever para cora Deus, e este,
pois, qee ledos os ouiros domina, lambem para
o hornero, por sua eminente prerogaliva, peohor
de independencia e liberdade anle os poderes
do mando.
E' a igreja quem Ihe diz que elle dotado de
alma jmmortal, creada pelo Eterno, feita sua
imagei, resgatada por divino sangos, eqne a sua
perfelpo consiste em aproxiraar-sa cada vez mais
de Deas, porque a perfefgao da iraagem repro-
duiir-dalmente o sen original.
IV
. O.'veus ejauuprema otelligencia e a supre-
ma lifei dada. Pois que o hornera feito saa'ima
i. necessario que fk brilhar a sua inielli-
'i trie em*5-tiji)-liberdade, -escadindo o
jugrj da carne, espea^gndo os ferros da escravi-
do dos sentidas e das paixoes qne o degradara e
qne o tornaos rebelde s leis do sea Creador.
Com a prochraagao de principio tao elevado, a
igreja ensioa ao mesmo lempo a verdadeira lber- jBmc
dado enlodas as simsgSes em que o hornera p- Ses
de achar-se, durante a sua peregriOAcao na trra.
Chcga o mundo a eomprehender luz do evange-
lio, que a alma, em qualqaer corpa onde resida,
somenle porque alma creada por Deus, rederai-
da com sea saogue, imatrera sua, nao depende
defloih varaente seiio de Djus. Bastn esla ver-
dade tao simplei para provocar a mais cardeal
revolngo no mupdo, baslou para desmoronar por
todo universo o paganismo,esobre as suas ruinas
levantar a >ocedade chrislaa.
Assim, na familia o chrsiiauismo estabaleceu a
ve.'dadeiraJiberdade, a cora ella a dignidade e a
segnraoga dos membros que a constituem. Da
mudo que fazendo tedos parte de .urna assoeagao
terrestre, limitada e qae se chama povo, nico^
ao mesmo lempo merabro de urna asssociagao
mais exten te chama igreja. Ao mesmo lempo qae pertence
a ara reino corporal, pertence tambem ara reino
esp ritual, euja soberana limita aquella ; de onde
se collig que os ioteresses da alma sao superiores
aos Interesses do corpo.
Como chrislao, j nao somos exclusivamente de
pendentes da socedado civil em que vivemos ; j
nao somos como' os pagaos, vctimas estos, e
quasi escravos da raza) poltica. Para nos a so
ciedade nao j o alvo nico da existencia terres-
tre ; antes um caminho para muito raais altos
destino, e para um viver muito mais afhn;ado
em gozos. Eotra-se e vive-se em ama sociedade
com a clausula capital de nella se encontrar o ver-
dadero foteresse o verdadaim bem. Mas para o
chrislao o interesse, duplo :de um ladoobem
da ierra, e do momento, o bem do cidadao ; do
ouiro, o bem do co, a salvacao, o bem do ren-
le, da alma nascida para a eternidade. Ambos
estes iateresses querem ser salisfeitos ; neces-
sario que a sociedade poltica subministre a seras
membros todos os meios de salisfaze-los, ou pelo
menos que nao Ihas ponfea obstculo), opprimindo
as convicgoes ebnslas dos qua desejando abragar
o estado religioso, sao impedidos pela razao pol-
tica de alting ram ao seu dtsiierandum, caso este
em que os catholcos, usando de toda a liberdade
de sua alma e de toda a independencia dos ebris-
taos dos primeiros seculos, devera bradar aos op-
pressores da consciencia : Non possumms t
Nesta resoluto non pessumus qnej imitago
dos apostlos, temos ouvido repetir nestes lempos
pelo suecessor de S. Pedro, e que a experieocia
demonstrado ser a fortisslma cidadella da
oppondo-lhe todos-os obstculos, ia cora os sen. vengao de conveniencia, dhcuiivel, diseatda por
placa, ja com sea exequtur, e ja com os seos cha- qae sem religiao : ama melhaphysica sem cren-
SrS 222fS po^abl', para. "?l)ed,rem aue a ca : ideas lisoajeiras de poeril vangloria do espi-
voz da verdadera hberdade perturbe cora os seas ril0i nM ^ nio e|eTanFa ,,., ao Dml
vigorosos reclamos a obra da nsarpagao e da ag 8Uperflcie de inslrucgio, roas jem raizes; qne nos
greasao dos direitos da igreja, que sao os direitos da eosiosm a ser habis a avanlajados na vida, ma<
Jonsciencia. Sim, a propna consciencia do cida- ui0 melbore-
dao j ao asylo impenetrayel ; ah mesmo pe- Respiramos* uraa atmosphera mephilica de ndif-
ostrap poder temporal sob a forma ou soba mas- rerenga.mais perigosa, mais envenenadora qae a
da impiedad) audaz on da incredahdade mili-
tante I'
cara da mais pia veUgiosidide, para sufocar a
liberdade nes seas mais ntimos recessos I
VII.
Q jando a commissao diz que a igreja a verda-
deira representante da liberdade nao quer dizer
qae ella hsja dado ao mundo con3titnigoes, e leis
po ticas. Tal nao foi a missao qua recabeu. A
Ge rages sobra geraedes vio rolando como on-
i das que se quebram as praias ; e cada nova ge
raeo vai achando- diminuido o patrimonio huraa-
I no da t, do culto, da moral chrlsta.
Trememos s de o pensar ; mas o progresjivo
igreja nao foi estabelecida para formar e reor-1 cabimeoto em que vamos levar-nos-hs,' em i
mar goverjios humanos, senao pelo ideal do bem ; gecu|0 ma}Si rajna AiS pralica,t como os tm,.
nao estabeleceu systemas de ph losophia ou ihao-: memos religiosos I Urge acudir como remedio
nas scienuBcas, qoanto oraoisao peculiar dos pr0mpto a tao grandes males, e s na universa!
ovos. Sna estrella polar a verdade eterna, fon- \ propagago dos principios da moral ebristia en-
lem
verdadeira liberdade, que em vo lentam expug-
nar os esforcos coHigados dos poderes do. seculo ;
nsquelle vigoroso non potumus oneentrase toda
a forga da liberdade, torga que os cidadios das
mais antigs repblicas desconheceram, porque
nunca pensaran) qae se podesse chegar a tal
grao do dignidade humana ; porque ignoravam
aquella liberdade d'alma, que s o Evangelho re-
veloa ao hornera ; porque a'uma palavra, idolatras
da patria terrestre, nao tlnham conhecimaato da
celeste "patria, do sau esplendor, da sua gloria e da
sua alema fslicidade.
Separados de Deus, e sentados nas sombras da
morte, na phrass das escripturae santas, nao po-
diam os pagaos participar desta terga sobrenatu-
ral, que nos eleva cima dos interesses do mundo,
cima de nos meemos, e qae nos terna aptos para
dizer aos mais formidaveis poderes da ierra, em
frente de seos patbulos; Voa postumus I Po-
dis privarnos da vida, mas nio da nowa con-
sciencia ; podis derramar-nos o jangua, mas nao
arrancar-nos a t.
VI.
Do que precede remita que o Evaagelha fe um
grande servigo i humanidade, fundando um poder
spiritual em freole de um Doler temporil para
conte-lo em seos ja-tos limites, lramiha-lo ero
seus desvos e reprim I* cora severas admoesla-
ees nos excessos de prepM?n,ou. Foi depnt's da
romaiga?ao do Evangelho qne o direito, e a jus-
(ioa tiveram representante neste mondo, em face
do raedooho corlep. das paixSas humanas. Eis a
razao por que os poderes temporaes mesmo entre
os povos iSSjlfSsrhniinrir. niodeixararri aindade ten
tar quasl iasHactivameoiMednira o eoder sspiritjwi, l
o romano Pjotflce, que a igreja langa no lempo as
palavras da eternidade, como semenies emperece-
deiras e facundas. Lidem, esbravejem quaato pu-
derem todos os eoberaaos da Ierra, todos os par-
lamentos, todos os conselhos da e-tido para impe-
dlrem que estas seraentes germinen), cresgam
e fortiflquem : nao o couseguiro I Porque, con-
tendo ellas o espirito de Daos, recbenlo ellas o
sopro de celeste feeundagio, nio ba forga que as
possa impedir de renovar a face e a condigao das
cousas. Toda a liberdide que nao segundo os
caminhos de Deus, falsa e incaoaz de fundar na-
da estar!.
VIII.
Nao pareca estranho ao assumpto o qae ahi pre-
cede. Os lempos vo mos. Ha vsvel tendencia
para repellir a accao providencial e divina da so-
lugio dos grandes problemas sociaes. Cumpre re-
cordar os principios tutelares das sociedades hu-
manas. Cumpre tornar bem patente a fliiagio l-
gica dos acontewimentos, assignalando-lbes as cau-
sas e o< effitos. Nestas revelnges continuas e
encontradas que tem soffrido lodos e todas as cou-
sas ; nesia oscillagio de doutrina-, de deveres, e
de interesses, todos os vnculos sociaes e moraes
se teem mais ou menos relaxado : a evidencia tor-
noa-se questao, a boa f e a honra prob ema, on
alvo de escrneos, e o egosmo o evangelho das
turbas, e seus ebefas. A vespera nao conlm a
smenla Jo dia seguinte, e o da actual absorve os
ioteresses do futuro : os dos individuos procuran}
alternativamente sobrepujar aos do lado. Daqai
os embates, as lutas, o clamor, as elevagSas conta-
das pelas quedas, a confusio, o embruieeiraenlo,
e a iropiedade do interior convertendo-se, para as-
sim dizer, em atheismo de aegao. o E porque as
verdades nunca perdem or sua reproduego, se-
ja-n )s licito repetir o que sobre esta materia j ero
creamstaneias graves livemos occasio de pon-
derar. -
Como Christo tem duas naturezas, assim o chrs-
tianiwBo .- ba o ebristianismo religioso eatcbristia
nismo social. Sob primeiro aspecto representa a
satisfacio das mais recnditas e mysteriosas pre-
cisos da alma, flxa as relagSes entre a creatara e
o Creador, prende o hornera mor?I e transitorio
,-roorlalidade. Mas, encarado luz bumma por
que, como o primeiro hornero, so imaginan)
stnliamente centro, independento da vida e de sci-
encia; symbolisa o christianismo tambam a mxi-
ma perfeigao da poltica; subordina paixdes e in-
teresses terrestres suprema lei do dever; seus
dogmas, sua moral tem por sanegao a inevitavel
jusiiga do Deus remunerador e vingidor.
S o christianismo tem credenciaes do cu junio
trra. Nao Ihe embargam i passo occeanos neai
cordilheiras, climas nem cosame?, historias nem
civilisacdes. Para as falsas religioes ludo isso sao
obstculos. O christianismo, por toda a parte on-
de remira nm hornera penetra, impera, preside
aos deslinos da humanidade, Ilumina com sua re-
fulgente luz os povos, que avangaro na vanguarda
do genero numano.
Permutara os espiritos fortes ao crente contera-
piar na religiao um lenitivo nas provagoe*, ura re-
fugio na desgraca, um penbor de ventura e de paz
na trra, ura antegosto de iramortalidade. Sa Ihes
repugna ver na religiao chave da eternidade, apro
vettem-a como o mais sublime dos cdigos pernos,
com a desigoago de todo3 os delicias dos saus c-
digos humanos, e de oulros innumeraveis, para
que sao impotentes as leis terrestres; aprovetera
a, porqae a snegao das penas applicada por juiz
que v ludo e serapre, e pane inevitavel e recto.
E' talvez neste sentido que o poeta romano, fra-
co esoirito forte da seu terapo, escrevia :
Expedit esse Deus ; et, m expedit, esse putemus;
doutrina applicada pelo iasnspeito Volialre, quan
do accrescentava : S'il n'lait pas n Dieu, ti fau-
drait l'inventer.
Esses aristocracias da democracia, repellindo
embora Deus para seu uso, proclamam a necessi-
dade da crenga para bom rgimen das turbas e go-
verno da sociedade. Longe de antagonismo entre
a sia poltica e a religiao, voga aquella na albeta
desta ; idntico o problema que resolvera ; sao
solidarias. Diga-so que failava a sabedoria roma-
na, qaando escrevia como axioma : sa est re-
ligio.
Fulminis penas contra o falsflcador, o perjaro,
o ladrao, o calumniador, o homicida ? Muito mais
duras as fulmina o declogo eontra indo isso; a
sao essas oniras que, apenas perpetrado o crime,
appreheodem o dehnqaente pelo remorso e terror
ao lempo, e pelo inferno na eternidade.
E notaon os estadistas, qne rnnnciam a esla su-
prema instancia penal, nao desvairavel por sophs-
roas de advogados, pailas de testemanhas, ou er-
ros do bnmaoa jastica: o que succeder no dia era.
qae se inocular, e impregnar bem nas turbas a
idea de qae a religiao uraa pea pueril, de que a
morte acaba todos os gozos, todas as dores, todas
as responsabilidades? Erguer-se bao iriurapban-
les os ruios instiiicios, e o descrente se converter
lgicamente no mais abominavel malvado 1...
A sublime lei do Golgotha proscrevea o qae as
nossas leis proscrevem, exaltou o que ellas exal-
tara ; tanta enidoa do homem eternal cmodo ca-
duco ; tanto legislou para o cu como para a ler
ra. froposu Deus instaurare omnta in Gkristo ;
quot in calis, et qnm in Ierra sunl.
Pez mais: em proveito das sociedades humanas
legislou sobre materias em qne Cargosamente so-
mos oraissos. A soberba qne alloe imperios nio a
podemos castigar, mas peeeado mortal, motivou
a queda do aojo. A avareza, que perturba as re
laodes; a oveja, que origina rdalqaerencas e guer-
ras ; ludo isso ponido cora eternas penas. Iguaas
sao impostas i preguica, proclamando se o traba-
Iho le divina que ennoarece (estimulando-a) a jc-
tividade humana ; e tssra era myrialas de casos,
am que lio impotente se arras la a repressao dos
horneas, quio poderosa a de Dau?.
Estas conquistas de que lanos nos ensoberbece-
rnos, como rubis engastados na corda la ci*w"~
cao, a laem se nio redempgio se devera r Li-
berdade un versal, igualdade dos horneas ante Deus
e entre si, aonqusia da superioridad inteliectuai
obre a uatifreza physca, abundaooia de bens ter-
restres, os pobres tirando por igul os seas for-
maes de parlilhas no patrimonio commara, o rei-
nado da razio, da jastica edo amor... Que ludo
dos p'imeiros rudimentos da f catholica I Preci-
samos sim, de grandes oradores sagrados nas eapi-
taes, e de zelosos misionarios nos vastos deserto
do paiz, onde milhdes de almas naseera, vivera e
murrera nis irevas do gentilismo I
IX
Abram-se as portas aos conventos ; levantem-
se os interdictos s admis-5es de novigis. Quand>
por todas as parles do mundo ba liberdade para
associagdes profundamente subversivas da ordem
moral e social, seria o maior dos escndalos, e o
maior dos despotismos que no Brasil, nagio ca-
tholica, regida per lio livres iostituigoes, se snp
pnraisse perpetuamente a l.berdade da proflssao
religiosa I E fulminado j foi palo supremo Pal r
da igreja este irracional principio de jurispru-
dencia heterodoxa: tO governo civil, pode de seu
proprio direito, mudar a id ide prescripta para a
proflssio religiosa, tanto de homens como de mu
Iberas, assim como pode oidenar aos superiores
das ordens ou communidades relioiosas que na*
admitlam ninguem a votos solemnes sem sua au-
torisacSo. (SyHabas. L. 11)
Em nome dessa liberdade, tao avocada, lio pol-
luida, lio enlameada nos peiores usos... liberdi -
de, senhores, liberdade para a religiao, libTda-
de para a moral, liberdade para o grande e h
neslo.
Inscreveis nos vossos lbaros: -
A liberdade individual I Permit i qae ao indi-
viduo seja licito dispor da sua pessoa, como a pro
pra voniade Ih'o diciar.
A liberdade de vocagao? Dai que o espirito
voltado para as cousa- de Deas nio seja despoii
carnete arrancado ao sen natural pendor.
A liberdado da assoeagao 1 Consent que os
chrislaos se reunam, para gionflcarem ao Sanhor,
para servirem a horaanidade, vos que alardeis
annnir todas as associacoe? nao contraras a
moral.
A liberdade da palavra ? Nao vos eoluregais
contra os ministros do Sanhor, que a empregun
de conf irmidade com as prescrpeSes da igreja.
A liberdade de consciencia ? Nio penetra nella
vossa mi sacrilega. Deixai proferir o voto a
quem livre e rtflectidamente o desejar, e respei-
tai-o como cousa sagrada t
Se realmente rgimen de liberdade aquelle
em que vivemos, liberdade, senhores, para os ins-
titutos religiosos I Se a coarclardes, arremessai
para longe a mascara hypoenta, e proelame-se a
lyrannia eom toda a su hedionda nudez ; trium-
pha ella com ledo o seu cortejo: a oppres3io do
individuo, a violencia s vocagoes a prohibicio
das associages, o caplveiro da palavra, a servida
da consciencia.
Que tenues raizes nao teria no solo esla descon-
fiada liberdade, se houvesse de velar todas a
noutes, tremendo de phantasmas 1 Em quedle
contrara-la a religiao do Crucificado, a qu-
plantou no mundo, e para a eternidade, o rgimen
de igualdade, e fraiernidade ?
Sem duvida, que nao sio sTsfMfl os institutos
religioso. O catholicismo nascea e prosperou
largo lempo sem elles, e a sua feral suppressao
mesma nao abalara a igreja, por que foi dito qua
porta infer non prevalebunt. Mas sia iacontes-
(avelmente um grande auxilio para a_propagaga>
dos principios da nossa f. Se a uniao d forc>,
como que s nas cousas da religiao deixaria ella
de exercer essa influencia ?
O homem nao foi feito para o solameoto. Se a
independencia sua condigao innata, l vem lo'a
va a frajueza nativa, a preeisao, o nleiesse
conslrange lo a unir-sa aos seus semelbantes e a
elevar ao cubo a propri lorga, encostada a lbrea
alheia. Dahi aasceu a formagao das propras so-
ciedades.
A primera assoeagao foi a familia : estribndo-
se nos mais possantes instinctos do coracao, servio
de modelo a tedas as iostituigoes. As insntuiga-
religlosas constltuirao nio menos familias Hgsean
pelos lago^do affecto, da glorifljago da divindade,
do amor aos seas semelhanie?.
Estes^ iosthaios sio uteis : o nao morigerado
raelhora se com o exemplo: o bom, anido ao bom,
aperfeigoase; deste seguro muluo resultan) graa
des beneficios para a humanidade. A .uppre?sa>
das ordens fra erro em moral; nm erro em ich -
giao, erro em poltica; fra, em surama, a tyraoni*
mais truculenta de quanias hao canspurcado i
aooaas do genero bpmaao I Bizem-nos, po'm, a
historia e a meditlfao. que estes institutos, suje-
tos, como todas as cousas humanas, lei do pro
gresso, ou da transforraagao dos lempos (qne nem
serapre significa progresso), tem de ir Uraban
saccessiva.nente modificando as coadges iu*rii-
secas, e sobre tudo as exeteriores: a ovariatiih-
dada da religiao admite, aconselha a invarabili-
dade dessas associagoes.
Segando eircamstancias, lempos e logares, le n
estas meSmas associagoes sido, ora de naiureza
asctica e contemplaliva, ora de penitencia, or
de misericordia, e caridade, ora de peregrina-
gem, ora de raissoes. Ni) ba aegar qne as ne
cessdade3,ou pelo menos as tendencias e ideas d
seculo como que preferem, ao antige ascetismo.
militar da beaefleenca activa; sympathisando-s-
hoje mais coma caridade expansiva que com a de
vogao conoeotrada.
E' por isto qao actualmente as corporagu.
pas segoern em geral este systeraa; e as aetifa
ordens religiosas, qnaesquer qae,sejam seus perga
minaos, ou suas tradiges, adaptara-se as hodier-
nas exigencias da nniio universal, que con-
trnente comprebende nsto a mai* illus
orthodoxa. Porunio, ainda quando houveS
damento para imputacet histricas a um i
desses instlalos, seria hoje descabido oral...
te, visto como as graades mudangas do I
XIX se embeberam fundo na sociedade, iut
do-se um abysmo eatre o passado o o futuro.
Entendemos, n'uras palavra, que a retigiii
primera necessidade moral, que os instituios
giosos Ihe sao aiilissimos, que sua extncao sati'
urna calamidade, e chamara sobre saus autLifs >
comminagao terrivel do evangelista S. MalfetUa
nestes paiavras de Christo:
Ai de vos, Escribas sPnarieus bypocns.
qae (echis o-reino dos eos diaote dos Domen. :
a que nem entris, nem aos qae entrarla) c -
sents entrar. Vm moii Scnba et Pkanut A>
sio senio applcagia da principio christo s re< pocrit; quia claudilis regnum tvlonim "" "
iimim : vos ni im *r"^*l?** ,ntrK"n '
Uraa mora.1 de cou- \*M entrare, (S, Ma. XXJti).
lacdas sociaes f
Mas qao v?wm em toraa r




pian :x
X.
Talvez slgoma providencia, de ndole msis ge-
ni, devesse a deva ser tomada pelo poder legis
ltiro do BraiH, era relapso s ordena religiosa!,
que todas Uodera adefinhar, e extinguir-se pela
probibicao m adwissao ds novicos; mas, pois
ementa a serapMtt ordera de S. Francisco a que
dirigi seai rtfes a en augusta cmara, della
que agora mais particularmente nos deveraoi o::
capar.
Eoi8B.de a commissao qae a existencia desta or-
deni utillssima retgio'e ao estado ; que
dara nao est correspoodealo aos alios lostita-
(M da sna missn que ella nem precisa de ora
reforma, ira* gmente de respetar a sua santa
regra, e as disponeos caaoaieas e al seculares,
para prodnzir todo* os heas que della possatn es-
perar, tanto as almas pas como os polticos ilus-
trados, que conheceiu quo valioso auxilio a reli
glio presta ao Balado.
B se preciso recorrer ao e'tado das disposi-
coes dos poderes pblicos em tai materia, nao lem
.cutre ellas, inaumeravei* e moderna?, que reeom-
mendaram a duraco e flscaiisacao das ordensTe-
iigioaas?
Aaoo/denou o aviso da 19 dnjunuo de 1517
aos prelados regulares e aos bispos, a observan-
cia las leis regalares ecciosiasticas sobre conven-
tes ?
Kio eonviaran os decretos de 33 de agesto de
1826 e 6 de j ita-i i# 1827 e outrjs goveroativos,
aos monee; barbadinlios para virem misstonar no
Brasil 7
Nao conceJeu o aviso de 3 de dezembre de 18(1
ao nuncio apostlico que usaase de luda a jurisdi
ci espiritual b econmica para reforma e raelho-
ranento dos 21 de outubro de 18W, a dar regu-
lamentos as mij>5es eexecuialo>?
B, suppniuiudo muitas outras precripcSes, ni >
mostra & tendencia de toda* alias que o Estado ra
eonheee a conveniencia da lnracao das orden*.
da regularidade do ejercicio dos seus institutor,
da flscilisacao dos respectivos bi-pos e prelado
regulares, da suprema inspecco da San la-S, por
meio de seus dulega-los naluraes f
Sini, todas as rdeos religiosas lm misinos -le
elevaao proveilo publia, e a de S. Fraue-co nao
menos,quaiiJo ella se conformar humilla, uloa
e religiosamente com os sublimes precelos de sua
regra.
Qaanlo as devores de natureaa aseslca, e ao
procediinentos dos mongos tanto no que toca
moral, ao culto em seus mosteiros, s relacoas ea
Ir lies e aos actos otemos refereutes a si mes-
lo, perleoce etsa di.-c;plina aos seos cbrfes na-
tunes. Quoder len oral > loma coulas ai fra-
de no iimiar do templo ; e o moug'j franciscano,
que observar a sua r-gra, ser u elemento de
progresa e civilisaco.
Itacttsaf dinhairo ou valores para si. Baoir
aocijiidade. Exfrcer as alias fuu: buna sagrada. Qaaodo sentir divina iaspiracao,
ir residir entre os selvageos e aluraia-los cuui a
lu do Evaage'.ho.
Se, pois, a ordena seraphica se sent com dispi-
posicao de satistazer aos seus naluraes encargos
se, ora a abnegaoao do seu instituto, qner verili-
car-se cora seiva nova ; se se obriga a perpetuar
digaarueole as colsmni lades e deveie? do culto, se
deseja sobretodo novus membros para o aposloli
co precito do en:im, no' pulpito, no templo, e
para a catedese, e raoralisacao dos numeroso- a
desalamiados habitantes das oossas selvas ; em
bia bora venba essa mil.ca sagrada colaborar
ao aperfeicoauentD moral da sociedade.
Nles termos, enleude a commissao que, deixa-
da a naioral inspeccao a quera de direito p-rteu-
ce, para que se liscalise a Bel observancia da su
blime regra pe le ser digna da vossa apprivacao
a seguinte rrsolugao :
A aasernb a gi r.il legislativa resol ve :
Art. I.* E' penuitlido em todo o imperio v< i<> -
ravel ordem de S. Francisco recebe? novicos, de
conforraidaie com a ngra de seu instlalo.
Art. 2. Esta permis>ao nao lera lugar, sem que
os respectivos provinciaes aprescunn roeslres,
que, a juizo dos bispos diocesanos,secara conside-
rados idone is para a diereca) e ensino dos novi
{08.
Art. 3." O governo.de accordocom o poder espi-
ritual, autorizado a inlervir aa applic.cao dos
meios tendentes a ul-.x que o novo pWual dos
conventos corresponda aos lins dalustuuicao.
Art. 4.* Ficam revogadas todas as dispoeicSes
em contrario.
Sala da-coromissoas, 10 de agosto do 1671.
Jonquim Pinto de Camp t.Justino Domiugues da
SUca.Uanotl Jos de Siqueira Menes.
PERNAMBUCO.
i?EVISTA DIARIA.
I.VSTflUCCAo P3LIGA.-Por porlarias da pre
sidencia da provincia de 2$to correle :
Foi removido iartinho Jos de Jess, professor
publico de uslrticivlo primaria, da C3deira da villa
de Ouricury para a da povoaco de Duarte Das,
nafreguezia da Gloria do Goit, creada pela lei
jrovra:il n. 831 de 2! de mam de 1868.
Foram concedidas gralQca^-s na forma da lei:
ao pales-, r da eadeira da 2.' seec da ra Im-
perial, na freguezia de S. Jos, Jca J >; Barroso
da Silva Jovenis, por contar mais de 2o annos d
fffectivo nerciete ; ao professor da eadeira de Pao
p'Albo, Fraucisco Manoel Bezerra de Vasconcellos,
por contar mais de 15 anoos de extrccio.
GUARDA NACIN A L.-Por porlarias da presi-
d ncia da provincia, de 23 do corrate :
Foi, seu pedido, tian: ferido para a reserva o
o 2* tenente do 1.a bUalbo de artilharia do mu
nicipio do Recite, Vicente Tnomaz Pires de Fi-
gueiredo Camargo, fleando aggregado ao 1. ba-
talho respectivo.
Foi 'lispeov'i'.l i o-lapso de lempo, para prderem
tirar suas patentes, aos alferes telmiro Aogu>tu
Itibeiro Lima, Vicenle Ferreira llibeiro dos Sao
tos, e Jos Francisco Cordeiro dp Albuquerque,
todos do 13." bala.ho de infanlaria do municipio
de Goyann i.
Foram nomeados para o 40.' batalhao de infan-
tana do mnnkipio de Ipejuea; alferes secretario
o sargento Jclo Manoel de Smza Moraes; tenen-
te da 1. compaubia o alferet Antonio de Siqueira
Cavaicaote; alfares da 3.' o guarda Ildefonso
H^nrique do R.-go Barros; alferes da 1.a o guarda
Domingos Cavalcanta le Srata Leo; capitao e
tenente da 6. o tenente Hermino Loureoc^ de
Andrade e o alferes Joo E niliano da Costa Al-
buquerque ; alferes da 8.a o guarda Urculino da
Cunha Torreao.
INSTITUTO ARCHE0L0Gi:0 |E GEOGRAPilI-
CO.Hontem reuni-so este instituto, soba pre-
sidencia do Bao, cnselheiro Monsenhnr Muniz
Tavare*, e cora assisteacia dos He, Drs. Soare>
de Azevtdo, Bautista Rpga'ira, Jjcintho dr Sam-
paio, Foaceca 4 Albuquerque, Aff.nso de Albu-
nerque, e dos Srs. oronel Leal, padre Lino do
os socios eonvsspodent;*, qoe ?evora preeneber
as vacas existentes tn quadro tt J&tPff'Xi :.de-
pois do' ue o raesmo Sr: pfekme oRgni os
Srs. Drs Affonso de Albuquejue, BaptuUa Ra-
guelra, iaeioino de Saropay, a/.Fonceca le AlDV
qaerqan.
Sai disentidas n approvaias daaa prepostaa Be
Sr. major Salvador Henrique, adiadas na se>t/io
anterior, a primelra para qae o histttto offerte
urna collecQo de suas Recittw ao archivo da c-
mara manicioai, e a segonda, autonaando o tha-
soureiro a tirar dos fundos em deposito, a quan
lia neeessana para pagamento do o. 21 da Revista
e do saldo contra a caixa, de qae ln menc,ao o ul-
timo balao".
Vera. musa e ai remettidas' commissao rea*
pectiva duas ptoposlas para socios correspon-
dentes.
Vero igualmente mesa e i approva'da urna
proposia do Sr. Dr. Fooceca de Aibaqoerque, coi
signando a idea de so asmen* urna ossaaiiila,
que, esludando o art. 7* cap. S dos estatutos com-
binados com os additivos, propocha a reforma cao-
veoiente.
O Sr. presidente nomein membros dessa eora-
rnisso, os Srs. padre Listo do Monte Carmelo, a
Drs. Jacintln de Sampaio e Fonceca de Albu-
querque.
FALLECIMENTO-No da 22 do correntias II
horas da nouta, fallece* no seu eagenho Agua
Fra, pertenceote ao termo de Ipojuca, o tepeute-
coronel Francisco Antoaio Baodeira de Mello,' abas-
tado agricultor desta provincia.
O fallecido contava mais da setenta d um anaos
de idade, nascera aa villa de Jguarass em teve-
reirode I8K) e fura perseguido por causa da re
volta de 1818,
Deixou por verba testamentaria livres a tres
pardas de nome Mara o Rita, de 10 anoos e Um-
bellina de 16.
INSTITUTO HISTRICO PHILOSOPRICO.
Reunio-se houtem, esta sociedade sob a presiden-
cia do Sr. Bandera da Mtllo. Foi proposto t-omao-
do logo asseoto, o Sr. Manoel Ferreira da Silva.
Foi nomeada urna commissao revifra dos estatu-
tos, eomposia dos Srs. Berlerop5onte,Meira de Vas-
concellos, Frelsrico Borges Godeeeira Hnorlo
Briti.
Eitrando-se na ordam do di, o Sr. B 'llerophin
te Chaves teve a palavra para defeaier segra-
le these:
Quaes os fundamentos d) snffragio universal.
Ple elle ser admittido? Proven m correr da
JiscussSo, a sna legitlmidide e os teas fundamen-
tos (jii^ Jisse seren a soberaia, liberdade e igual-
di le do povo. Obten lo a palavra o Sr. P. Borges
coneordoa com o orador precedente, fa?end cer-
la restricc5es a opiolSo do defendeote. Tando de
fallar o Sr. Silveira Garca, por ter sido sorteado,
pedio que se ddiasse a mesma these pura a sessSo
seguinte.
Proce leudo ge ao sorteio de ihese, foi escoihida
a segainte :
II i vera necessidade de ama doctrina para pro-
duzir a nllgiio? proposla pelo Sr. Bellerophoote,
qieemittir o sea parecer ira sesso seguinte :
Foram meneados os Srs. Meira,' Fragoza e Sonu
Bandera.
Nada ha vendo mais a tratar, eneerroo -se a ses-
sao.
CQORIOAS DE CAVAiLO. Nad.minio(27)
hiveao na e-ira la dos Reme los corridas cavallo
pir cavalbeiros amestrado-. Aa corridas dos do-
mingos anteriores tera sido animadas, reinando
aeinpre ba ordem e regularidade.
FiE.iUEZIA DOS AFFOGADOS.-Aioda conti-
na a talla de agua pqlavel uesta freguezia, apo-
zo r dos continuaus reclamos particulares e pbli-
cos dos moradores a eompanhia do Beberibe.
Parece que ha propisiti oni .la-attenJer aqatl-
la porcao de populai-o da capital.
BESCAO DE IMAGKM.-Araanha s horas
e mia da tarde proce-ier-se lw, no convento de S.
Frart'isco, a benco da imgero da enhora Santa
Auna, p.idroeira da irmandade dessa invocacao
abi erecta.
A mesa respectiva pede, aos directores de to-
das as coi.frarias da capital, o obsequio de man-
daren dar um repique nos sino3 de suas ig't-jas,
logo que fOr anauociada a ceremonia por urna sal-
va de 21 tiros.
FESTiVIDADE RELIGIOSA.-Domingo (27) se-
r celebrada com o esplendor do cosiume, a fesla
de Sani'Auna, que se venera no convento de S.
Francisco desta cidade, orando ao Evangelho o
Rvm. pregador da capella imperial frei Joo de
Sao! Thereza, o ao Te-Deum o Rvm. Antonio de
Mein e Albuquerque.
TBILHOS URBANOS DE OLINDA.-Moradores
da estrada de Paulino Cmara nos pedein para
lembrar compaohia de tnlhos urbanos do Recife
a Olind.1, a convenieacia da demoli(ao do muro e
porlao era (r&ote da estaco do Principe, em torre-
ao que llie pertence. A conservacij de same-
Hiaoie espanlalho. alm do collocar era ms cir
Eira. Sr.
tratar 4*
corrale as dez boras.
para Iforria serio :
dos a tace toeo
As criaQi
a AS 4|06
do Mlade.
Af qbe, etn ienijc circoastiocias, (u-
ra de metaor prego.
Us qies^refi pe$o*a idneas qoe
prntem a ser tutonfe, e qae se eucarre-
goam da crea-la e eoocaM.
Em coasequencia de un exame de sa nidada
que aeaBM as seis nefas da tarde e de qne n^o
se pode o Dr. Lobo Miscoso eximir nao se fex
(tontera a vacuna em sna casa como eslava au-
naaciseve e Ocia para hoie.
O Dr. Moscoso pede deseulpa dessa falta invo-
luntaria e espera qoe as pessoas qne neeessium
da vaceina compare;am neje para approveita-la
da de muito boa qualidade.
Dr. Lobo Hoscoso.
N. I7.-UMA PALAVRA AaUELL3UJ EA
DECEfJ DE PHTTSICA.A expectorado de m'no-
sidades, losso fatigadora eoououala, pqso pre-
cipitado e pttlmfles IrtlramaJos, sio symptoraas
dejfcToraveis; porm ttra por Issj de.ftif d-*s-
perar.se acaso depositar Jo* toda a vos-a coniun-
oa no pulmooic.i o mais poderoso e adunrvel en
tre tod is os mais eonbaeidos, isto o Peilorol ie
Anaeaktiila.
Em nnlhares de cuos semelharries, os enfermos
se rsstabelecerio e adqniriro a sua s. ni-. As
coma o azeiie abraada as oadeas do embravec te
mar, pela mesma forma, este remedio aplaca e a-
calma os symptomas febris qne acompinham l
ta.'se, consfioai-ao, bronebites, pleuresa, asthma e
caibarros. Usai-o pois o mais breve que vos s*ja
possivel, e anda rnetmo embora qoe a enPrrmida
de ja lenha feito ternveis progresso, com ludo is
so nao tendis medo que j sej% demasiado larde
para nsardes detie grande e impagavet remedio,
o restaurador da vida e *i te dos moriaes. Feli-
zes daqaelles qne usam e o sabem verdadeiraraao-
le apreciar.
ment do valor do sen escravo Ci que assen-
o leammo ^ ip^^ca no S. baulhio de iodnttrla cora o
maotcipal noa sopposto nome de Manoel de Jesns, raeolveu por
GQMMERCIO.
4-
Segaros contra-fago
C0MPANH1A
NORTHERN.
Capital........- 20,000:000*000
Fundo de reserva .... 8,000:000*000
Ageotes,
Mit Laika C.
IMPERIAL
Comjmuhia de segaros contra
tono.
^AGENTES
S. P. JOIMSTON c C;
Ra da Menzala-aora a. 41.
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool & Lonloa d Glob
Insurance Compaoy.
Agentes :
Saunders Brolbers & C.
liCorpo Saoio4!.
THE ALLIANCE BRITISH 4 FOREIGN.
Life and Fire Assurance Company estabelecida
em 182i. Capital 5,000,000
Os agentes desta compaohia tomara seguros
contra logo sobre predios, gneros e fazendas t
pagam aqui prejuizos devidameote provados.
Rabe Schraetiau & C
Corpo Santo n. 15.
comitancias a referida estocan, j ie servir de es

onls Carmelo, e m^j r Sal vi dar Heoriq E' lida e appovada a acia da antecedente.
O Sr. secretario perpetuo mencicna o seguate
expediente :
Um i fllcio do Sr. Jao Baptisla Vieira Rib^iro,
presidpnm e ooiros me nbros rta 9ociedade Rmnn-
cipaiora, convidamio o Instituto para assi^lir a
sess-i pela ine-ina eonvoi-ada, aflra de tratar-so
de dirigir nma represeuta^o ao corpo l*gis!ati
yo, prt-Maudo ailheso ao projecto adualmeute em
eSsen-so na caiunra dos Srs. deputados sobre a
abol'cao do elemento mrvil.
O Sr. Dr. Fun.-.eca do Albuquerque declara que,
com mais dous membros do Instituto, compare
oi aquello. reun.Ji, e que, tomando a palavra,
fiera seutir rjo- nao havia o-ompareciJo ai urna
comrLis-u du Institu per ter chegadr larde o
cnlcio de onvuo ; mas que, interpretando os Sr-n-
timen'.. do m sino, fci"'iliricoa que elle se ntn
ca va casa aianif staco em favor da Iiberdale.
O Sr. presidqiit'i, em none d> Instituto, agr-,
nece o Sr. Dr. Fonceca de Albuquerquo v mulo
acertado porque pr. eedeo.
O fr. secretario perpetuo d coma das se^uin-
tes off- rtas ; farios nnmt-ros de Diario de Per-
nambuto pete e-m-ocio Dr Pigaeira; alguns nu
raer* un tuanse. Americano, Sltreantii de
Gofannm, U*m>o Liberal de Alaqoas. Santa Cruz,
Corrrw de Santo Antao o Jornal dt Pstatela,
s re laci^ei ; olio retratos em pbo
aotraphia d)l6ra.i,r i,fperatriz da Ghma,4"
j ? ^.,^,lW*.<,0 t****1 fisribaldi, de Lincoln,
de Wa-bragum, Se J bo^oa, e de Ttaiers, eflerta-
dos pelo S- Marsohuo Dornellas Cmara: dous
exemplares do nbiorio do actual ministro de
ajrteui'ara a ai.-eu.btea legls{a'tiva, pelo mesmv
caera 1 os ; qiiarent e tres eiemplares do relato-
To da oresi.leoeia do Piauhy, relativos aos ann s
de 1843 1870, e deasis collec^Coa das iPja at
mesma provincia relativas aos auno* de H49 a
1870, uff rtados por sen aeteal presidente.-Ti-
daa esias orT*rta lo-reoebidas cori agrado e
manda n-se arebrtar.
Entra em disaue^io e approvado o pareeer
altado da comm-ao de adnaisso de socios, na
parte etn qoe aatama o 3r. areaMcMa deslfaar
coodrijo a algom malfeitor.
VISINHO PESSMO.-Moradores da Iravessa da3
liba do Carvalho (Bella) se nos queixam do mo
procedimento de um vieiuli que, devendo policiar
o lugar, o priraeiro a insultar aquelles que tem
a infelicidade de Irte cahirem no desagrado. Cba-
mamos para i.so a atleneo do Sr. Dr. subdelega-
do da fregueria de Sanio Antonio.
THEATRO SASTO ANTONIO.-a dia 9 do
crtente estra a nova compaohia de zarzuella
despar.li -la, com a linda pec,a Jugar :un fuego.-
RUV DO MRQUEZ DE OLl.NDA.Apelar da
li'i.i Vuntade da cmara n.uni.-ipal do Recife em
acceder na demohcao do predio n. 29 da ra do
Mrquez de Olinda, para a abertura do prolonga-
iiif nto da ra de Mariz c Barros, too esse servico
demorado porcau-a ae alguns proprietarios des
sas localidades aioda nao (erem querido concorrer
com sois quotas p ra semelbante ebra de grande
uii'idarje. Seria bom apressar isso, p.ira que nao
apparea algom obstculo que prejudique o bene-
ficio.
OR!)EM FRANCISCANA. Chamamos a atteo-
cio dos leiu-res. para o luminoso parecer da com-
iii-ao de negocios ecciosiaslicos da cmara dos
Srs. deputados, apresentado na sessae do sorrenle
anuo, concedendo ordem franciscana a aulorisa-
jo para receber novijos.
CORACAO DE OURO. O armazem de joias
desta denominara silo ra do Cabug n. 2 D,
acaba de passar por grandes melboramoatos, tor-
nndose de presente recommendavel pelo variado
e bnlhante sorlimcnto de obras de prata e ouro
quo tem exposto a venda.
LOTERA.A que se acha venia i a 205' a
beneficio da nova igreja de Nossa Senbora da Pe-
ona, a qu-il corre no da 29.
LEILAO.-Hije eQcclua o agente Martins leilao
de diversos baues com roupa e livroo periencentes
o alguns esporos, em seu escripiuno ruado
Maiqoz de Oinlda o. 15, is II horas da.
CEilITERIO PUSLIC.-Obiluario do d.a 23 de
agosto de 1871.
Joc do Souza D iro, parlo, Parabyba, 36 an-
uos, cacado, Afogados, bypetropnia 0'Cor:c'.
Bernaroa, escrava, pulo, Pernambuco, 38 an-
oos, solteira, Bia-Vista; fetire perniciosa.
Luiza, e.-crava, preta, Peraamboco, 10 anoos.
Boa-Visia iheumati-iiio.
Justino Luiz de Franca, pardo, Pernambuco, 45
anuos, cnsado, Boa Vi.ta, hospital PeiroB; be-
patite chromca.
Joajuim Rodrigues dos Aojos, Afriea, 43 anoos,
-olt-iro, Boa-Vbta, hospital Pedro II; hepaiue
chroniea.
Maria J quina da Conceicao, pret, Pernambu-
co, 20 amos, solleira, Boa*Vista, lio p.til Podro
II; anemia.
C-oerosa Maria da Silva, branca, Pernambuco
30 anoos, casada, S. J s; metano>m.
Antonio, branco, Piruanibuco, IS meses Roa-
Vi ta ; deoco.
Clandiana Mirla da Conceicao, branca, Per-
nambuco, 20 aunos, casada, S. Jos; eclauuiia.
'HACA DO RECIF8 24 OE AGOSTO.
DE 1871..
AS 3 1/2 HORAS DA TABJ>.
CotacSes officiaes.
Algodo de Macei I' sorte 653 ja. por kilo
posto a bordo a (rete de 7.8 e S 0|0 (aoatem).
Cambio sobre Londres 90 d/v 23 d. por lOOO.
P. J. Pinto,
Pelo presidente.
F. J. Svetra,
Pelo secretrio.
ALFANDEGA
Keodimeoto do dia 1 a 23. ,
dem do dia 24: .
387:443*930
30:674'65
danta as armas desta p
Sr. Francisco Antonio de
a esa bastante*procurad
nal deflrindo o seo reqoer
arajto-a. scientin
ertS hado*
leotiflca-se ao
vaino oa
no impe-
o paga-
6 8:1I87I
Hovlmeato da a1fadea.
Volnraes entrados
>
Volnraes sahidos
com
com
cora
com
fazendas
gneros
fazendas
gneros
115
678
97
396
793
.'UBLICACOES A PEDIDO.
Agradee lueeuo
Alexanure Jas Per eir, Manoel Antonio
l'ereira, Joaquina Jas Pfreir. Mana do
Gario Pereira e Oduiiaoj LsodeJina Borei-
ra, repassados da mais agoda ddp, nai
po presente *gradecer do mimo d'alm*
a todas as pessoas qoe se dignaran) ooodu*
zir ao ultimo jasigo o cadver do >eu ten
ore chorado netu.e sobnoho, o aeaiieroica
i ao Goalberlo Henriqnes Perfira, com s-
p-ciaiidade ao desliado corpo acadismicu
pelas toeqiiivocas provas da flocera ath\rk)
^oe prodifaiou ao finado. A todo* ptm
ae confenam etemamenle agridecido*.
swmmssmmasmssmsmmssmswmsssmasmm
493
Dascarregam boje 25 de atrosto.
BatacbD no/le-lleraaoJdftanne Hizdonner roer-
cadorias.
Patacho americaooThereza Batter farinha de
trigo,
Patacho ioglezJuventamerctdorias,
Rarca fraocezaFWfvanos gneros.
Bar:a ingleza-*Bn7ftafidem.
Despachos de exportaedo no dia 23 de
agosto.
Para os portos do exterior.
No patacho austriaco Pia S., para o Canal,
carregou : Henrique Wumer 321 saecas cora
24,466 kilos de algodo.
Na barca franjez 1 Lom Jeane, para Li-
verpool, carregaram : Mills Lalban di C. 182 sac-
os cora 12,821 kilos de algod >.
No patacho bespannot Beluario, p"ara o Rio
da Prata, carretearan): Pereira Carneiro 4 C. 230
barricas com 58,657 kitos de.assncar branco.
Para os portos do interior,
i Na barca Jlo Yalle, para Mesior, earre-
foo : Francisco Mariins de Aaonra 3 p.pas eom
2 400 ltres de agurdeme.
No vapor nacional Pirapama, paTa o Cear.
earregon' Francisco Jos da Costa Guiraares 15
barris de 5* com 1,440 litros de agurdente.
No brigue nactooal Arroyo Mallo, para o
Rio Graode do Sol, car reg u : Jn- Vctor de
Rezende A C 100 barricas cora 10,703 Julos de
assucar branco.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GEfiAES l)E PERNAMBUCO
Reniiniento do dia i a 23. :~ 30:i73679
dem do dia 24. 2:333At-8>
32:C09678
CONSULADO PROVINCUL.
Reodimeoto do da 1 a 13. ol:5i3*28
dem dj dia 24...... 2:036a8d
33:361 696
YlOVlMINTO BO PORTO.
afio sahid* ne dia it\
ParahybaBngue escuna nacional de ger
. ra Tkmeieim, oonaandante capilo-teDeo-
te Pedro olasco da Fontonra Pereira da
Caeha.
.Yawo tehido na Ha 24.
ta ia Barca ingesa. Hosamnd, capillo
Mardoa. carga parte da que trooie de
Ntrav-Yaik. ,
Observa (So.
5o, f'Onvepnlr..tas
aviso do ministerio da guerra de 12 do correle
datado, que para ter ordenado o pagamento deve
o mesmo Sr. Carvalho apresentar a competente
carta de ltardade, como todo fui eommuoicadu
em offlcio da presidencia de 21 daate mea.
Secretaria do commaodo das armas, 14 de
afosto de 1171.
francisco Camell Paisas de Laceria.
'--"*,_________Tenente cornoel secretarlo.
O Hita. Sr. inspector da ihsaoorarta provi-a
cal em cntuprimento da ordem do Exm. Sr. vic-n
presidente la provincia de 17 do correte, manda
fazer pualioo qne a mesma tbesonraria veode 500
apolices da divida provincial no valor de I00|
cada g.raa, veocendo o.- juros de 8 00 ao auno,
pago por senes tres oa 2a quinzana des meses de
Jumo e Janeiro ; e devendo ser resfaladas na
quinzena des te ultimo mez, observando se a no
meracAo segoila, e taotas quaotas permittirem os
crditos votados annualmente, precedeodo an-
nuncios.
Os preteodentes eomparecam na mesma tbeson-
raria oepraso de 30 dias. a contar da data oeste
B para consta' se mandou publicar o prsenle.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 18 do agosto de 1871.
Servindo de offlcial-mafor,
O 4 eserip. Landetno de Lona Freir
Parante a cantara muuicpal desta cidade,
estarlo em praea dos das 23, 26] 28, 29 a 30 do
correte para sereno arrematadas por quem maior
prego offerecer as seguiotes rendas : os alugoeis
das casas da praca da lodepondeocia, roas de
Joo do Reg, SoleJade, Imperial, das casinbas da
rbeira da freguetia da Boa-vista, dos talbes dos
agougues da mesma fregaezia, e bem assira do
imposto de afericao de pasos e medidas, e de 120
ti. por cada carga de larinba e oulros legnmes
vendidos nos mercados pblicos.
Pico da cmara municipal do Recife, 24 de ages
te de 1871.
Ignacio Joaqalzn de Soaza Lelo,
Pro presidente.
Loaren5o Beterrs Carneiro da Cunha.
Secretan.
DECLABACOB.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Ulma. junta administrativa da santa casa dr
misericordia do ftecife leodo da reconstruir o pre-
dio que poesue o patrimonio dos esiabelecimentos
de earidade i roa da Moeda, cora dous andares e
sotae, transformando- o era ontro de ura s andar
qne oontenna dous armaztas, ora no pavimento
terreo e oulro no sobrado, e os predios ds. 2 e 13
da rna do Burgos, precisa coolratir essas obm*
'ora quem por meno- proco ie quiter encarregar
le effectoa las, podando serem aproveitados os
materiaed qne ferem lirados dos aotlgos predio
9 julgados em bora oslado.
Os preteodentes deverao apresentar as suas pro-
postas em cartas ecaadas cotn dedaraco do m-
nimo porque fazem cada orna das indicadas obrav.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cife 21 de julho de 1871.
0 escrivao,
Pedro Rodrieoes de Souza.
Segunda-leira, 28 do crreme, liada a au
diencia do Sr. Dr. jais de orphaos, ser arremata-
do o sitio daPassagem da Magdaleaa, penencente
ao espetio do fallecido Joaqolm de Alraeida Piolo,
cooteodo casa de viveada, jardn?, qnartos para
presos, pr eos com bomba, tanques, agoa do en-
canamento de Bebe.obo. e ouiras bemfeitorias,
como ludo consta do es.*rpto era poder do por-
teiro do Jaao, sendo o sitio novameote avadado
pelo prego de 10:000/1, por que tem da ser arre
matado.____________________________________
No da 28 do andante mez depois da aodieo
cia do Dr. joiz.de orpbaos vai a praga de venda
a casa terrea, no logar da roa da Casa Forte,
de pedra e cal, pertencente a heraoca de Manoel
da Hora, avahada em tOOfOOO.
K~&*
THEATRO
Reelia extraordinaria.
EM BENEFICIO DO
PONTO E BILHEITEIRO
Jos Bernardo Correa de Barros
Concedida pelo) distinclos attistas
03 SENHOnKS
FRAMSCO TABOUflA &EXRI01E NSES
HOJE
Sexta fe ira 25 Je agosto.
Prograamia
i.' PARTE.
Qualros de Portugal e Brasil.
3' PARTE.
O Sr. Jos do Capote.
acea cmica pelo Sr. Taborda.
4.1 PARTE. .
Qoadros.
,' PARTE.
AMOR PELOS CABELLOS
O resto dos bilheies acham-se no escriptorio do
iheatro.
Principiar as 8 1/2.
Depoia do espectculo baver um trem qoe
tocar era todos os pooios at Apouco?.
N. B. Era ura dos intervallos o beaeQciado ir
aas camarotes agradecer a 3 p?ssoas que lhe ze-
ram o obsquio de aceitar os bilhetes.
THE4I80
SAIMT I ANTONIO
Recita extraordinaria
Sabb.ido 2 de ^tunbro
Offcrecida pela sociedade dramtica particular
Recreio CaBipeslre
A eximia actriz
D JESUM MOml DE-GIOVAli
PROGHAMMA
Primeira representaco do ioteressaote drama
em i actos original branileiro do Dr. Carneiro Vi-
talia, dedicado a mencionada actriz como testemn
abo de faomeoagem ao talento e arte intitulado
, lera logar na porta da aitandrsjk
e risca de anua pertencer o leilao de
Personasen*. .
Leonardo 30 aBnts
Artbur 23
Gabriella 18 <
Saroeel i8
Dr. Vctor 40
Amaro 17 <
Casusiaha H 4
Andr 24
Alipio, creado 60
\broiio, dem 93 <
A arelo pasea-te era Pernambuco. Epocha ac-
tualidad?.
Denominacio dos aotos
!. A cagada.
1* A -arta.
3.* 0 segredo.-
i. 0 irraraph*.
Terminar 0 especucoio con) a graciosa come-
dia em 1 acta. OS NI SC aa 1 11
Persona asna. Ralmaude,
, Ctiristioa.
Alfredo,.
FraaeiaoD.
Usa inardi.
Um jardineiro. Ifci^ am j,.,_
Tomara parte no djveKimeuto a Sra. D. -lesuina p. AS
e os socios de scena. kn
Os bilhetesachara se em poder da commissao ^1^^^ .> '. T #IHo"* ,M !!%&*?
na rna das Croies n. 35 quadrados, 393 tiras meias taboas e 3125 npas
N. B. Depols do espectculo haver trem para '^l,lexJ;el,,t0!e-J*dr-4 ? pinJlw to r2T*'
Apipueos, tocando em todos os pontos do costme "RoliJo d,a 3 I* ^^f de eoaprrase-
d.:-:. .""._ ap- to e de mela at qoatro polegajas de prestara.
Principiar as 8 1|2 botas.
Til I] VI IIO
SANTO ANTOiNIO
SABBAOO 26 DO CORRENTE.
. BENEFICIO DO
Actor
PHOGRAMMA
1." parte.
Os dous primos
scena cmica.
2.a parte.
Quadros pelo Sr. Nones.
3 pane.
Amor loiulriiio
4.' parte.
Qoadros.
3,* parte.
Ditoso fado
Comedia em 1 acto, pelo actor Tabord e D. Vir-
giaia.
Os bilhetes acham-se desde j a disposicao do
pnbiico no escriptorio do tbeatro.
SOCIEDADE EMPREZARIA
ZARZLRL.l IIESPWUOLA
Tendo chegado das provincias do norte onde
a^aba de trabalhar esta companhia com gem
agrado, e iodo de passagem para a Baha resolveo
a mesma dar orna sene de espectculos nesle
tbeatro, abrindo para esse fm ama assigoatora de
viote recitas divididas em e 2a serie.
A companhia acha-se bem organisada e prompta
para dar todo e qoaqoer espectacolo, devido ao
graode pessoal de que dispoe e ao bem ansaiado
das pccis de seo immeoso repertorio, as quaes
teem sido immenaameote applaudidas em todos os
tbeairos de llespauha e Portugal.
A orchestra composta dos melhores professo-
res existentes nesta cidade, taes como o Sr. Juli 1
Poppe, Libaoio Colas, etc., sob a regencia do dis-
tinti maesiro portuguez o Sr. Jos Gomes de Ma-
cedo.
Eulenco da companhia
Representante da companhia o Sr. D. Jos Mon-
salvez Silva.
Director de scenaSr. D. Andr Ortx.
Primeira dama typle'a Sra. D. Mara de las Do-
lores Medina' de Mousalvez.
Segunda ditaa Sra D. Christina Agnilar Tor-
res.
Primeiro tenoi serioD. Jos Monsalez Silva.
Prlmeiro baritono D. Andr Ortiz.
Tenor cmicoMiguel Das.
Primeiro bassoJos Maria Evangelista.
Director de orchestra e maestro eosaiadorJo.=
Gomes de Macedo.
Apootador de msica, declamadlo e eocarregado
do guarda roupa
Ramoo Torres
Corpo do coros
Damas typles
D. Maria Amado, D. Antonia Torres, D. Marga-
rida Res, D Leopoldina Evangelista e D. Maria
Pblloraena Augusta
Teoores
D. Henite Coode e D: Ventura Calvo.
Basso
D. Joo Noj e Chnstoval Medios.
HF.I'.-.M'ul'T DA COMPANHIA.
Jugar com fuego, Moreto, Marios, Relmpago,
Po.-tiloo de la Rioja, Sargento Frederico, Catalioa,
Campanone, El toque de aimma, Ira tescro escoo-
dilu. Diamantea de la Corona, El domin Azur,
Caoyiitas, Entro um muier e el negro, Telemaco,
Sarao e soireTAmor e almiterzo, Visccnde, Cabal-
lero Particular, Franecifredo, El Diablo en el po-
der, Juramento, e outras muitas que seria enfa-
donho eonomerar.
As recitas de assigoatora tero logar as tercas
e quioias-feiras) e as extraordinarias nos sabbados
e domingos.
As pessoas qoe quizerem assignar camarotes e
cadeiras para as duas series podera dirigir-se ao
escriptorio do tbeatro.
Procos do cosiume.
Camarotes de (rente a tlinni
Ditos de lado lOjOOO
Cadeiras 3/COO
pertenceotes ao cirregamento e salvados do kri-
' goe ingle Atkmaar, de 25l toneladas de registro
capitao Tb. B. Thoaias, procedente de PensacoU
.com destino a MooteviJo e naufragado ta eoat
de Maracaja em 1 de julho prximo lindo.
Em seguida ao leilao cima referido, tamben s
j vender em pra?a, por coou e risco de queso per-
leneer, nos armazeos dos Srs. J. B Graf & a, 47
pecas de cabos de licha de todas as grosinraa
j com crea de 10:000 liaras da peso em per feito
estado e proprios para o laboratorio nutico t*
qoaes se ach.m exposios i vista nos ditos aroaa-
zens.
Natal (Ro Grande do Norte) 9 de agosto de'
18/i.
AVISOS MARTIMOS.
DE
Navegado Brasiieira
At o dia 26 do correte,
esperado dos portos do norte'
o vapor Presidente, eommandante
Garca, o qual depois da demo
9 rado cosiume seguir para os
portos do sui.
Desde'j recebera-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual Rever
ser embarcada no dia de sna chegada, eocom-
neodas e dinheiro a frete at s 2 horas da tarde
de sua sabida.
Nao 3e recebem como encormendas seno ob-
jsetos de pequeo valor, e qne oo e-xcedam a 2
arrobas de peso ou oito palmos cbicos de medi-
co. Tudo que passar destea limites dever ser
embarcado como carga.
Previae-se aos Srs. passageiros que suns passa-
gens s so recebem na agencia, ra do Cora-
raercio 0. 8._________________________________
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
Navegacdo costeira por vapor,
Mamaogaape.
O vaper Coruripe, cora-
maodaoie Silva, seguir
para o porto cima no
dia 28 do correte as 5
horas da tarde.
Recebe carga, encom-
raendas, passageiros e dinheiro a frele al as 2
horas da tarde do da de sna sabida : escriptorio
oo Forte d-s Mallos 11. 12.
IEILAO
DE
Movis, louqa, vidros e vinho
A SABER :
1 piano de meta, nma moblia de Jacaranda, i
cadeiras estufadas, 2 serpentinas, 4 jarros para
(lores, qnadnos com persunagens, ialmoladas, t
tapete e doas esearradeiras.
1 toilet ds jaearandi, 1 lavatorio c m pedrj, I
cama fraoceza d Jacaranda, 1 mirquezo, I goar-
da-vestido de annrtllo, 2 gnarda-roupas, t com-
moda e i secretaria.
lima rosia de jantar, 1 guarda loop, 2 apara-
dores. 18 cadeiras, louca para Jtotar, dita par
eh, copes, clices, garrafas, compoteiras e Bea-
tos oulros objectos perlancentes casa de familia
No sobrado da ra Nova n. 65, (ao comr
-. do martello.)
0 ageole Pinto levara ieilio, per ooaiU or-
dem de diversos, muitos e didereotes movis, exja-
tenies no 2* andar d> sobrado da rna Nova n. C5v
0 leilao principala s 10 horas.
A entrega se effecluar no mesmo dia e em 2V
horas por j estar a mesma casa algala.
LEILAO
lima
DS.
caixi com roups.
O agente Martins, far leilao por ordem do lllro
Sr. Dr. censul portuguez, de nma caixa coraron
pa, pertencente ao espolio do (loado subdito por-
inguez Antonio Rodrigues do Reg.
fite.
No escriptorio do re,feriso agote, ra o llr-
quez de Olioda n. 13 1* andar, s II horas Y
?" LEILAO
DE
las imillas coro roupa asad
O agente Martins far leilao por autorisaca*>dc
JII111. Sr. Dr. Ccrasal portuguez, de dnas sallan
cooteodo palilots, calcas, carnizas, leores e mais
outros cbjeclos pertenceotes ao espolio do fieade
subdito p >rluguez Francisco Jos da Fuoeeca.
IIOJFK
Na roa do Mrquez de Olioda o. I"; 1* aodaf
s 11 boras do dia.
duas caix is com roupa usa-
O asaste Martins, far leilao por ordem do lilao.
Sr. DrrVeoQsul portuguez, de duas caix as com
roupa usada, pertencente ao espolio do finad-
subdito portuguez Albino Jos da Silva.
HOJE
Na ra do Mrquez de Olioda n. 1-5,1 andar,
s II horrs do da.
DE
Movis, louca, vidros e vi-
nho
Por interverjclo de agente Plato.
No sobrado da roa do BrSo da Victoria a 63.
LEILAO
DE
DOUS GRANDESBAS E DIVERSOS U*
VR03 DE ME ICINA E CIHMICA.
HOJE "
-Pelo agente Martins, rna do Mrquez ate tiln
da n. lo, 1 andar, 33 11 horas do dia.
PARA'
por Maranhao pretende sabir cora brevidade o
liiate Luiza : a tralar-se com Gomes de Mattos
Irma. | ________
BAHA
Segu para o pono cima com a maior brevi-
dade possivel por estar com a maior parle da car-
ga o hiate nacional Oaribaldi capilo Cu-to i o Jo-.
s Viaooa : tratar com Taso Irmaos & C ra
do Amor m n 37.
tio Grande do .Sul
Era poucos das vai seguir para aquello porto a
hrigue naciool Arroio Mato, oavlo de primeiro
classe. Para ura resto de ca'ga tratase cora Jos
Victorino de R-zendi S C, escriptorio roa do '
Mrquez de Olioda 0. Si. '
P0KT0-
Para o indicado porto pretende seguir eom pon*
ca demora a veieira e bem coohecida barca por-
tugueza Social por ter parte de sea carregamento
engajado, e para o resto qae lhe falla, qoe recebe
a frete commodo, trata-se cora o eoosigoaisrio
Jnaquini or Goncakos Beltro roa do Cimmer-
cio o. 5.
LEILAO
Em cootinuicjlo.
DE
Cautllas dadas etn peahor, coostaosdo de
bons relogios de ouro e prata. correntef,
pnlseiras. alflBetes, relos adercos, al-
goos objectos de brilhioies e prata.
0 agente Martins, nao tendo polo concluir <
leilao de joias pela grande quaotidade dallas, far
leilao en. conlinuago de todas as cautellas venci-
das.
Sabbado 26 do crreme i
s II horas de dia ni pnm-iro andar'dBbrade
0. 2 da travessa da ra das Crazes.
Um sitio, um currt>, dous cvala
los dous burros e uj| cabrto-
lot com 4 assentos
i'emei B j
0 agente Puntual, ci>mpeten'emfJfc actorisado,
wnder era leil.io, ura expeliente sitio, sho em
Apipo-jos, cora bastantes arvoredos, fracMras e
caa de viveada, com 4 ja aellas de frente, 2 qoar-
tos, 2 salas'e cosiohs f >ra ; em cuja casa mera o
professor do tro-roa- lugar. Ha.mesma oecislao
se- vender um excedente carro de paseen eea*
uma p.trclha de cavallus, arreados, flous burros-
e um cabriole!.
TERCVPEItU ^.DO'COtnW.
F.m treme ao armuera da ra do \fnjSfa o- s II huras.
LEILiO
LEILOES.
m
No dia M de Hoo
das 10 boras de
lo
Sobrado de 2 andares da roa de 4
aDtiojameote ma ** ?**
quintal, p rlio P' "" **Pfr*>
um sobradinbo por ama do sfiHHp poi-
UJO.
Terca-frif* *9 4 conftt*.
At 11 hora* tmjFtMtt*.
Por (piarvneto jf asalaiHg*, efe
eriptorio, a ra da Cent n. 98<


"
k.
III


diario de Pernamimco Sxla (eir 2$ e Agosta 4e 1871.
3
O noancisio de vinho xerex, pira Iwje 13 do
arrate, fica transferido, por cansa da doenca do
JwaeeM'ro agente, e lera Inga* opportunarnente.
-*-
DE
Una botica bomeopaiba com glbulos e lia
turas.
ur otervencaa di agente Pestaa, no rma-
sela a. 7 da ra do Vigario, por occasiio
tio de movis.
do le
VISOS DIVERSOS

Programma
Bi testa da excelsa senhora Sant'Anoa, do
convento dd S. Francisco desta cidade
Sabbado 96 do corrate, ao meio da subirao
a* ar urna salva real a aljamas gyrandolas de
egaetes, e ama banda da msica marcial tocara
diversas pecas de seu hexgotavel repertorio.
As 4 boras da tarde ter logar, a benco so-
leaste da excelsa Senhora, a qnal ser annuucialf
arar ana aatra de 21 tiros, prooadendo-se em se-
guida o basteameoto da bandeira, sendo acompa-
bada com algumas gyrandolas de faguetes, fa-
zeado-ae ouvir neste acto a mesma msica mi
domingo (J7) pelas 'i 15 horas da madrn-
> ser celebrado o santo sacrificio da missa,
. bis do qne ama salva real anuanciar a lo-
do oe devotos di excelsa Senhora Sini'Anaa, ser
negado o dia em que tem de ser celebrada a fes-
-ta de ti) excelsa matrona.
As 11 horas entrar a (esta, sendo a or-hes-
ira retida pelo maestro Jas Coelho Barbosa, exe-
cuttado a granle mi las sero cntalos pelos Srs. Jos Coelbo, Tra
jtae Barcellos.-Tobias e cutros.
Orara an Evangelno e eximio prestador da ea-
pella imperial'fre Joo de Sinta Tnereza.
Por obsequio ex-cutar Beata occa3.5o o insig-
aa maestro Amonio Martins Viinna, urna linda
variaca no seu apreciado clarineto.
Fioaliaar a fmu com orna salva real e acora-
pauhameoto de foguetes,' e a a'sencS1 de um rico
laBo.
As 7 horas da non!e entrar o T Dum, oe
apanda oe uado pre^aior pidre Antonio de Mello e Albu-
qaerque, linio, proceder-se ha ao tiraneoto da
bandeira, sn!uo1o-se nesta occasiao um lindo e
oem acabado bata', com diversas gyrandolas de
ogueleg,
En luds os actos se fari ouvir a msica mar-
cial.
Eis g programsta qne a mesa regedora offare-
e aos seus devotos alientos os poucos recursos
de que ella di-p5e.
Consistorio da voneravel d^vocaa da Senhora
SanfAnna do Couvento de S. Francisco, 23 de
agosto de 1871.
Arlbor Anees Jaccme Pires,
Secretario interino
ti
(ASAS
Alapa-se o prin.eiro, segundo andares e sobre-
vjto da casa n. 6, cita a ru do Livramento :
tratar na loja do mesmo predio.
Previuese ao Srs. accionistas da coipanhia
A triilhos urhanrs do Recife Olinda e Beberibe,
que a assemb.a gera! da dita compaohia conti-
ii am seus trabamos sobre a reforma dos esia-
;atos do dia 2 do correnle, pelas 10 horas da ma-
nilla, sendo a reunio no mesmo logar dos anuuo-
cio anterior..''. jW
O 1* secretario,
Luiz Lopes Castello Branco.
Aluga-se na) terceiro anclar com jcoav
modos para grande familia: tratar a ra
da Emperatriz n. 63 sobrado.
Agrdecim^to
BtaoelJos da Cimba Porto, ir.v ao e Antonio
las da Cunta, Jos* Antonio de Aldieida Cuona,
ilaarique Jos da Cuaha Sobreira e Manoel Au-
gusto da Ciuha, lhos de Antonio Jos da Cuohi,
fallecido ni eili-ie do Rio Formoso, no dia 25
do passado, peii presente agradacem cordialmen-
te a todos os seus parents e amigos qae com que
comparecern! as mi-sas do stimo e do trigessi
rao da, ditas por alma do mesmo tinado.
Por esta oeasiao nao padem tambem deixar de
pateatear o seu reconhecimento prova de ami-
sade que ao faljecido irioutaram os Srs. Antonio
Jos Cambra Gimires e commendadores Anto-
nio Gomes Leal, H rariqne Bernardo de Oveira e
Josa da Silva Loy >, mandando dizer-lhe as mis
sas do trie-^imo di;.
O padre Jj Esteva* Vianoa convida a fami-
lia e carentes de O. Emilia Augusta de Albuquer-
qae Nasciraenlo para assistirem a missa que lem
da te celebrar no sabbado 26 do correnle, stimo
dia do seu fallecimento, pelas 7 horas da manba
aa capella da estrada de Joo do Barros.*
ass'ui>a*fv-""""M,awawB
RMANDADE
DA
SeuhOi-a Sant'Anna
NO
Convento de S Francisco
do Recife
(Je ordena do nosso irm".o jai/., convido a todos
ii oossos eharissimos irmos a cornrnrecerem em
o aosso cooaistorio, afim de assistirem a bencao
doismoe daviaiagoai da rnesrna aupusta Senhora
no sabbado i do correte pelas i horas tarde,
no domingo 7, para assist qcia da fjsla.
A misma rmandade pJe a todas-as confrarias
qae*m sifnal de respeito a mai da mai de D6ns
maadMO dar u.n repique nos sinos, logo qne se-
ta aaaunciada a ben^o por urna salva de 21 ti-,
ros.
Consistorio da rmandade da Senhora Sanl'An-
tu, 24 de agosto de 1871.
tur Aunes Jacome Pires.
Secretario interino.
--------
AO PUBLICO
Tendo si Ja puWieado nos trabalbos do tribunal
- 4a coaraerci) a dissoluc.fi > da sociedade, que ti
sha o abaixi assigoado eom o Dr. Elysio da Sil
vetra, fai o mesmo abaixo assignado sctenle ao
fablie% que ceatina aa drogara homeopathica
da roa estreila do Risario n. 3 como socio do ir.
Jet Servle de Boria Buarque, que foi compra-
dor da dita drogara aquelle seu ex-soeio, e ac-
Uataaeaia sea proprietarlo.
Aatai podaav os amigos do abaixo assignado
ppacart-lo all para os misteres de soa proflsso.
* oraecimeolo dos remedios homeopticos ne-
oeetariot, ana tecio bem servidos, asseverando
ja aquella drogara est hoja provida dos melho-
rw atedieamaatos eslraogeiros e nacionaes, como
dafptiow chocla le booeopalhieo, em p, de Lon-
Heelfa, 24 de agosto de 1871.
JtM Alves Tenorio.
Flore e grinaldas
A aaa|iaaril lanariar a roa Primeiro de SJar?o
a. I. aealia da recebar um lindo sortimento de
era griaaidas; ai3im como chapeos da altt-
aaa apoda para hoaem e Saahoras._______.
-Ofaraeo-ta aan maiher que se Julga capas,
Ea^** A"** *mi,i* emqaaato ao' servico
rf.1! m .1*ai' Pretender: qoeo precisar
.Me a %o\-Hh, PoBle-Veim a, 18, r
IMPERIAL FABRICA DE CIGARROS
ne
S. JoAo QE INrTHEBOnY.
l'm dos problemas que oais tem preocenpado
a atteocao dos legisladores e dos economistas mo-
dernos, particularmeate na Inglaterra e na Fran-
ca, e acerca do qnal, anda em 1888, L. Wolowki
faz um profundo e nota val discurso, 6 o qie trata
de definir e retularisar, maniendo o equilibrio
entre o interesse e a humanidade, o trabalbo das
crianzas Das manufacturas.
E^ta qnestio grave e melindrosa, comees a ser
entre nos de alguma importancia, e merece que a
examinemos com criterio, tanto oais que forzosa-
mente na substituirlo do elemento servil tora ella
de considerar-se elBcacissima para o futuro des-
envolv ment da nossas industrias.
Recordando com o celebre economista de qae
fallamos o profundo pensamento do poeta ingles
que diz := A manca o pal do homem part-
bamos tambem os seas generosos sentimentos re-
lativamente essas frageis e delicadas ereaiaras,
qne anda na prmeira ioieiacao da vida prestad!
a tao Importantes servicos sociedade.
QiiaJaacr qae seje o ensioo o o labor em que
se exercitem as forjas anda debis dessas tracas
existencias, deve presidir o maior escrpulo sna
direeciio, a maior vigilancia e cuidado no emprego
e distriboicao do lempo, porque do sen resaltado
deDende a actividade e a energa das novas gera-
coes, e d'estas as grandes conquistas do futuro e o
progressivo aperfeicoaraento social.
Nos seculos anteriores as industrias ocenpavam-
se mais com os productores. Ao* secuto XIX com-
pete a gloria nao de melborar o fabrico dos
productos, toraando-os mais perfeitos e mais ac-
ce'iiveis a (idos pelo quantidade e modieidade do
preco como a sorte a cttndicao, a existencia do
trabalhador, do homem.
Wolowki cita a este respeito as palavras de
lalstone, qne, em nma reuniao de operarios in-
glezes, fa lando-lhei tanto era seus direitos,. como
em seus devere?, disse : <0 nosso scula o s-
calo do operario : e aecrescenta que esta phrase
nao sahio de bocea sospeita, pois G'adston i nao
p^rtene ao numero daqaelles que.lisongeara em
vez de servir ao p&vo.
O homena d'este modo encarado como bem
primordial da produceao do bem; e o netavel au-
tor que nos referimos emende comnosco que. a
lberdade que elle conqai da eoergia da alma associada sande do corpo,
da elevajao do espirito que propirciona o deseo
volvirocnto progressivo da habilidade pessoal.
Foi babeados n'esta allianQa que os legisladores
in^lezes coniprehendram que o instrumento acti-
vo, 6 operario, obedeca a outras e diversas neces-
sidades qae as que sao partilha do iostramenlo
material.
Foi por este motivo que se marcaram e regula-
meniaram as horas do irabalho as manufacturas,
e se aitendeu sobretodo a que as enancas rece-
bessem a um lempo o ensino da fabrica e o ensino
da escola.
Em 1862, diz anda Wolowki; saneconcu-se
na Inglaterra a prole, a vigilancia penetrou no
seio das vastas communas indnstriaes, formadas
hoje em roda da machina de vapor, dessas vastas
communas povoadas por mibares de operarios.
A lei de 1802 fixou a idade em que as crianzas
podiam entrar para as manufacturas e limitou a
duracao do tmbalho.
Pois bem. Este grave e humanitario problema
qne levou qaa> meio seculo a resolver, e preoc-
cupoa a atlenro do tantos bomens de estados
emioeoles, como foram Roberto Peel Lord Aslhey,
boje Conde de Chatt-bipgi, genro de Palmerston,
e muitos oalros, assignalando ama pagina honrosa
na historia da eivilisacJo moderna, acba-se reali-
sado, e dando salutares resultados entre nos na
f.:brica de cigarros de S. Joao Nuherohy, da qual
sio proprietarios os Srs. Souza e Novaes.
J li vemos occasiao o anno passado, de ese re-
ver algumas nhas acerca deste importante esta-
belecimenio, e boje, depois de urna visita que li-
zemos ao novo edilicio ampliaremos aquelle nosso
trabalho.
A casa oade actualmente est stabeleeida a fa-
brica sem davida um dos melbores predios da ca-
pital.
Alm das espacosa's accommodacSes interiores
livremeote arejada como convir a tao numerosa
agglouioracao de'pessoas, q predio exteriormen-
ie de ama architectura simples e elegante, e (lea
a pacas bragas do mar, onde com auxilio de urna
ponte os producios sao com facilidade embarcados
e conduzidos para os mercadas.
Cerca de duzentos meninos ahi recebem o ensi-
no manual, intellectual religioso e moral.
A mais perfeita ordena, sem a severldadede nma
rade disciplina, mas *>ntes aconseloada pelos pre-
eit9s pralicos da autoridade, d om aspecto agr-
davel a esta afanosa commnna de pequeos ope-
rarios e esperanzoso ncleo de futuros e moraliza-
dos cidados.
Em um vasto salan das 7 s 9 horas da tarde
depois do trabalho e do descanso aprenden) os me-
ninos os primeiros' elementos da lei tura da escrip-
ia e da contabilidade. Dissemos primeiros ele-
mentos porque acreditamos qae as noyes rudi-
mentaes da escola no sao outra coasa mais que o
instrumento com que mais larde se deve concluir
e aperfeicoar a educacao. Nao casta saber ler o
essencial e fazer uso discreto e apcoveitavel
desse poderoso motor do nosso aperfeir-oamento
me ral.
Depois do trabalho manual e do ensino da es-
cola depois mesmo de algumas horas consagradas
ao recreio era preciso amenisar com o estudo de
algnns dos ramos das bellas-,irles as tarefas in-
faotis.
Neste intuito fai creada ama aula de muzica di-
rigida por hbil professor.
Com pouco lempo de exereicio e o ardor pro-
prio da mocidade j alguos dos alumnos tocam
com verdadeiro adiaolamento os instrnmentos que
escolheram, e pode dizer-se qne a fabrica tem
hoje ama banda de msica saa disposicao, o que
alm de accrescentar urna agradavel prenda
educaro dos aprendizes, dispensa dias festivos do
estabelecimenlo, o concurso dos msicos eslra-
nhos.
Ora, o grande resultado colhido por este duplo
systema do ensino manual e simultneamente in-
tellectual, que os productos da fabrica de S. Joo
de N theroby, redobrando do valor pela qualidade
e perfeicao augmentam tambem a s ua procura no
mercado s naturalmente os avultados interesses
dos productos.
Establecida assim com os oulros estabelecime-
tos do mesmo genero a luta da concurrencia, qne,
no dizer de um notavel economista, nao outra
eousa mais qne a manifestaco pratica, a f<*-
material da lberdade, claro est que as condicoes
do trabalho livre comegam j a ser assentadas, en-
tre nos em bases sensatas e de consequencias pro
flaoaa.
Ligamos um alto aprego s tentativas e aos re-
sultados desta ordem.
O Brasil precisa emprear todos os sens esfor-
cos na propaganda industrial, nao" esqoecendo
lunca que a quantidade dos producios nada re-
presenta, si ella se nao tornar ao mesmo lempo
recoramendavel pela saa quslidade, e qae esta >o
se obtem com auxilio efficaz dos productores ha-
bis o inlelligentos.
Acreditamos, pois, qae os Srs. Souza e Novaes
iTestam um importante servico ao paiz e temos
sempre prazer em meoeiooar os eslabelecimenlos
desta namreza, nao so em referencia a esta fabri-
ca, como a todas qne esliverem fundadas ou se
fundem d'aquiera diante as mesmas circums-
tancias.
O nico deposito nesta cidade no escrlptorio
de Domingos Alves Halheus, i roa do Viga-
rio d. 31.
' A.Zaluar.
rmandade do Divino espirito Samo de
S. Francisco.
Por ordem da mesa regadora da rmandade do
Divino Espirito Santo, ereefa no convento de S.
Francisco convido a lodos os irmaos para se
reunirem em mesa geral, Domingo 27 do cor-
rente pelas 10 horas da maohia no consistorio da
iimandado, aura de ser presente os trabalbos fal-
tos e spprovades pela mesa conjunta e conselho
fiscal acerca da modanca do titalo da rmandade
para o da Saaseltaa Trindade.
Consistorio da rmandade do Divino Espirito
Saato, II ae agoato de 1871.
U. G. Agr,
__,__ Seeratarlo.
Alogfi-se
Lata exeallaate casa aa roa Augusta n. 70, om
seis auaitos, boa eaetaba e com sabida para a
ra do Aleerisa aada achara coas ano, tratar na
casan. 39.
rari
se bem : na roa dos Pires a. It.
paga-
1(11
Prolsa-aB fallar com o 8r>. aaaix* snetoaa-
em negocio de seu interesse : travessa do Car-
me n. 1, > andar :
Baraveaato Duarte, morador no engenho Sa-
ca mbu.
Joao Baplisla Alves Monteiro, morador na Be-
cada.
Franeisce-Antonio Cavalesnte, morador em Ga-
mellelra.
Manoel Oelfim de Almeida, morador em Santo
Vatio,
Antonio Barbosa Cavalcaoli, no engenho Boa
Vista.
Beroardino Ferreira da Cruz, no engenho San-
CAhna.
Falppe Nery da Silva, morador no engenho
Santa Rosa.
Flix Jos Cavalcante, morador do engenho
Novo.
Jos Fraucisco da Silva, morador ne Brejo on
Bonito.
Jos Felippe de Mesquita, morador no engenbe
Hallas.
Jarooyaso Rodrigues, na Escada.
Agostinho Lopes da Silva, morador cm Qaipsp.
Itaooel Antonio da Silva, morador no engenho
Boa-Vista.
Jos Ignacio, cargeiro do engesbo Gurja.
Jos Joaquina da Silva, morador no engenho
Limoeiro.
Francisc* Antonio Pinto, morador em Caruar
Fehx Cavalcante de Albuquerqae, morador em
Garaelleira.
Jos Feliciano Porlella, no Reeife.
Ricardo Nones Cavalcanto, morador no enge-
nho Javuada.
Conrado Ferreira de Barros, morador em Ga-
melleira.
Joo Alves de Olive.ira, em Una.
lzidro Nones Cavalcante, morador no engenho
Gurja.
Joo Apolenio Cavalcante, morador em Varzea
de Una.
Miguel A. P. Nazareth, morador no engenho
Maltas.
Florencio Jos de Oliveira, ni Varzea.
Joo Jos de M-s juila, no engenho Tob.
Autonio Luiz Alves, morador no engenho Boa
Vista.
Francisco Monteiro Gusraao Lima, no engenho
Mangueira.
Paulino Fraicisco Bastos, morador em Fri
Una.
Franci-co da Rocha Acci.ly Los:
Jo Ferreira Cavalcante.
Andi Avelino Pereira de Souza.
Caetano Alves da Silva, morador em Garael-
leira.
Epifano de Franca e Mello, no Rec fe.
Flix Jos Cavalcanta Jnior, morador no engenho
Novo.
Manoel Joaquim Pereira de Carvalho.
Francisco Bringel de Almeida Gnedes.
Joaquim Lourenoo de (Jarras.
Antonio Ceriaco'de Moraes, morador em Vera-
Cruz.
Heleodoro Acacio Rangel, morador em Gamel
leira.
Ji o Francisco .do Reg Barros.
Joo Jos da Costa Santos.
Vicente A. Cavalcante, morador no engenho S.
Roque.
Silvino Bodrigues Cardoso de Barros, na Es-
cada.
Antonio Gon^alves Dias.
Francisco Jo9 de Oliveira Cheia, morador no
engenho Gurja.
mk U FOTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
i roa Primeiro da Marco ( Crespo) d. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seas fe
.izes bilhetes um quarto n. 2391 com 800/000,
um quarto n. 1067 Com 1001680, outras sortee
de 40/ e 20/ da lotera qne se aeabou de extra-
hir (204*), convida aos possuidores a virem re-
eeber na oonformidade do cosame sem descont
alguna.
Acbam-se i venda es bilhetes garantidos da
tO.' parte das loteriasjca beneficio da niv igreja
de N.i.-sa Senhora da Pecha (205"), que se extraai-
r torca-feira 29 do correte mez.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6/000
Meio bilhete 3/000
Quarto 1/500
Sm porcao de 100/000 para cima.
Bilhete inteiro 5/500
M-io bilhete 2/750
Quarto 1/375
Manoel Martins Fiqza.
Vende-se o sitio Olho de
yidr<.
Em Ponte de Ucha.
Este siti lem nm sobrado de um andar e an-
dar terreo, eontm 4 sallas, 9 quartos, Icoziabas
com bons fogdes e forno de ferro, este sobrado
circulado de jaoellas. Tem em separado grande
cocheira para cavallos, casa, para feilor e escra-
vos e bem assim casa para fazer farioha com seas
misteres para tal fin. E-la casa tem na frente
bons canteiros para fiares, com porto de ferro
para a estrada do Parnameirim, grande sitio ar
borisado c ira grande diversidade de f-ucteiras
grande baxa para capiro, podeodo sustentar por-
gao de vac'as leiteiras para as quaes tambem tem
commodos de recolhimenlo.
Os fundos da dita casa e sitio deitam para a li
nba frrea que segu desta cidade para Apipucos,
e se acha livre e desembarazado, visto que as
qaesles qae os conseohores de dito sitio tena
com os erapieiteiros de ditos trilhos apenas diz
respeito ao terreno que elles ora occopam, e os
prejuizos que poT tal motivo tem cansad).
Os pretendenle3 r^dem-se dirigir ra Duque
de Csxias, loja n. 43, ou ra do Arago, hoje
na do Viscoode do Pelotas 13. casan.
fUT-
nume-
pre-
pessoa a
de aprehen-
se gratidea-
Da casa gt
taram ucn reloglc
r 11340, deacobeL
vine-ge aoi Srs. re
quera forera ofcreei-------------,
derem e lavarem mesas casa,
ra gincrotaaenle.
"~ Tasso Irmaos aa Hqoiaco desejam
hilar aos Srs. Pedro de Alcamara Baarqoe
etenente-coronel Jactetbe Paes de Mendon
Ca, moradora em paaao de Camaragibe e
Porto CaUo, da provincia de Alagoaj, en
'ora seos correspoodeotet oest pnca, a
negocio de interesse reciproco.
Precisa-se de ama ama para a Ser-
vici intefno de ama aasa de doas
pasaees : ra da Coaeeico n. 7.
AMA
Precisa se de daas perfeitas en-
gomnaadeiras e paga-se bem : na ra
do Brnm n. 104.____________
Aijbaixo asstgnada faz scieote que deixou
? S80! 8nanIeo*t em sus taberna sita na ra
UCaaa.Forie o, 15 desde o di 1* de jalh? pro-
[>w P*fsado, como coasta do nwrinsanto no
25r!*f). daidobaixa. lecife S de agosto de
Ignaeia Mria dos Santo.
AVISO
Ha pouco tnais de dous mezes ama escrava,
saabirahio da algibeira de san senbor 3 sedulas de
200/ cada urna, o qual fez a diligencia a fia) de
que a escrava desse coma da mesma quantia, po-
rm al hoje lem sido baldados os esforcos empre-
gados para esse ti aa, constando agora lar ella en-
tregue essa quanlia a ama das sociedades de
emancipacaa para ir juntando at se libertar, po-
rra como tal dioheiro nao deve servir para esse
as, por ter sido subtrabido, tendo ella confessa-
do, sem dizer o que fez desse dinheiro : porlanto
pede-se s pessoas que de tal dinheiro souberem
oa iverem noticia o favor de darem parte nesta
lypograpbia que se dir a qnem pertence,
QUARTOS PARA ESCRIPTORIO DE
ADVOCACtA.
Aluga-se dous magnficos quartos muito pro-
prios para advogados, na ra i do Imperador n. 34 :
a tratar na loja da mesma casa roa Primeiro de
Marcq n. 8, esquina.______
Caix iro
N ra da Imperalriz n. 32 precisase de um
caixeiro de inteira pralica de taberna e une d
fiador de sua conducta.
KING
Seas. ord. UA. de E.
Gm.
viu.fl.La
ano.
No caf chinez i roa larra do Roiario n. 31
preclsa-se de nm menino de i4 a 18 anoos d
tdade, com pratlea de eopelro e que dd fiador
su condactt : prefere-se estranfeiro,
Constando a abaixo auignada que snas escra
vas Theodora e Eugenia teem- se apreseatado em
casa de pessoas de suas reacSes, tazando pedidos
em seu nome, apressa-se a decbrar qae ues pe-
didos sao falsos e puras iavencSes daqneilas toa;
eji-rava, pedindo a essas pessoas que os conside-
ren) corno Ues; sendo qae por parle da annnn-
eiante vi ser applicado o devido eorre:tivo contra
aquelUs escratas. Recita 19 de agosto de 1871.
Anea Mara C. de Albuouerune Maranha*.
C \SA 110 010
Aos 5:000OU.
Bilhetes garantidos da pro
Tlucta.
Ena do Ba?'o da
>"< Victoria,
Outr'orarua Nova n. 63 eca^os
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender entre o?
-sus mnito feliz.-.: bilhetes a sorte de 800/000 em
dous qnrtos de n. 2391 e ara quarto de n. 1067
a sorte de 100/, alm de outras sortea menores
de 40/000 e 20/000 da lotera que se aeabou de
extrahir (204), podendo seus possuidores rem
receber, que promptamenle sero pagos.
O mesme abaixo assignado convida ao respoi-
tavel publico para virem ao seu eslabelecimente
comprar os folizes bilhetes garantidos, que nc
1eixari.de tirar qualquer premio como prova pelos
mesmo? annuncios.
Acbam-se venda os muito felizes bilhetes ga
rantidos da Ia parte das loteras em beneficio da
nova igreja de N. S. da Peoha, qne ser extra
hlda no da terca-leira 29 do correnle mez.
PRECOS.
Inteiro 6/000
meios 3/000
Quartos 1/500
De i 006000 para cima.
Inteiro 5/500
Meios 2/750
Quartos 1/375
Joo Joaquim da Costa Leita.
Extracto de carne
Do Dr. Ubatuba
Fabrica de pedras brancas na provincia do Rk
Grande do Su.
Em- tatas de 2, 4, 8 e 16 eneas. nico deposi-
to em Pernambueo, na pharmacia americana d(
Ferreira Mai a & C. : ra Duque de Caxias nu
mero 57.
Deseja empregar-se um babel um cozinhei-
ro de forno e fogao, mas-as e doces, ebegado lia
pouco nesta capital : quem de sea presumo pre
cisar dirja-se ra das Cruzes n. 39, Hotel Per-
nambucano.
Mudii^a
Josepba Mara dos Prazeres e Silva participa !
pessoas de soa amizade que modou sua residen-
cia da ra do VisConde de Goyanna para a Sole-
dade n. 29 ; bem como a todos aquelles que se
interessara em negocios da viuva e herderos do
casal de Joo Henriqoe da Silva.
Precisa-se de urna ama para o servico de
urna casa de familia : na_ ra de caes 22 de No-
vembro n. 30. 1 andar.
IOOJOO de gratificado
Di casa do abaixo assignado, morador ra de
Marcilio Das, (antiga ra Direila) n. 31, furtaram
no dia 23 do corrente, as seguintes joias, que es-
tavam n'um cesiinba de porcelana sobre o toilet:
2 pulceras,sendo urna de U< cm; um coral no
ceotro, e outra liza, i annel de brilhantes com ca-
bello, tendo junto da pedra as lettras C M. C. V.
e por dentro do aro a palavra, amisade, um dito
com cabello eom as mesmas iniciaos,* 1 dito com
urna grisolia, 1 dito de brilhantes, com esmalto
preto, 1 par de brincos de brilhantes, esmaltado,
sendo cravados em prata, 1 pincenez de oiiro eom
vidros azues preso um cordao muito fino tam-
bem de curo, 1 cordao com urna moeda de 10/
(cuoha brasleiro), 1 cordao de oaro, 1 par de
trineos cam ama brilhaotina, 2 pares de brincos
lizos, 1 canela de ouro com penas e lapis, 1 cac-
la com 6 perolas e ama esmeralda guardando um
retrato. Quera der noticia certa de algnns desses
objectos reeeber 100/ e proraette-se guardar se-
grelo.
Candido de Carvalho Neves.
Furto Calvo.
O abaixo assignado, tendo acceilado ao da 8 de
raaio da corrate anno diversas lettras commer-
ciaes, saccadas pelos Srs. Francisco de Paula un-
doso,'e Antonio Francisco Lindoso. em pagamen-
to da compra que elles e snas mulberes fez das
partes, qne passniara no engenho Gloria, outr'ora
Matio-Grosso, do termo de Port i CalVo, da provin-
cia de Alagas. assim como ontras saccadas, fa-
vor do Sr. Jos Vicente Lindoso, pai d'aqaelles, em
pagamento das rendas de grande parte que poa-
sue no mesmo engenho, como tudo consta das
respectivas eseripturas : previno em lempo que
nioenem f*c< negocio eom taes lettras, e que nao
pagar a quera j as bouver negociado, porque
inleiramente Iludido nessas contratos do compra
e arrendamento, vai propr em uzo a accao
competente para invalida-lo?. Epara que assim
conste e todos saibara que aada valem aquellas le-
tras, e oem do abaixo assignado reoebarae rea
importe na vencimento, faz a prsenle publicacao
pelos jornaes das provincias de Pernambueo e
Alagas.
Engeabo S. Pedro e Porto Calvo, 18 de agosto
de 187L
Lenidas Ferreira Buarque.
O padre Ignacio de S raza Rohm tendo ha
pouco chegado da provincia do Ccar, a risolven-
do sa s aonuir ajaste requlsigao dos seus patri-
cios, qoanlo ao reshbeleeimeoto doeoliegto de ios-
trnecio secundaria na villa de Cajazefru, declara
qae a abertura do dito coilegio e aula* sem alga-
mas ceremonias no dial" de agosto pro timo.
Para execucao da competenta tarefa a que se eob-
melle teri por eompanheiros sea irmio o bache-
re Manoel de Sonta Rolim o o ex-profeasor de
Mo de villa ella de Pajed Caasemlro Jacome
Cavalaante. O esuiute ou rogimeoto iaterao ser
o mesmo qua algum da ahi eateve em aso. Ha-
vario salas de Itira, fraasaz, pbil opbia, rhetori-
ca, etc., segundo a exigir a coucurreesia que so
ler de amasaos. A aeasio carao j fot nos nlll
moa aoaos do coilegio, iato 20/ oMoaalmente
para oa ioteraea, atara da gaga de mal-ico* qae
importa 4/ raeasalmenle, sendo a paga par tri
msstresadiaautos. A casada lux, mas aio tra
*r admil
nde como lil ilSJMljl sajakar-se toroulroenta as
eoadicgis do mlials, Tula de Caiasaita de
julhvai87t.
" FALQUE
N'ESTA'ANTIGA E CREDITATA
FABRICA
IRC0ITI1 SI CORSTMTIimTI HU C0MPLIT6 S0T11ESI6 B|
CHAPEOS DE SOL:
De todas as qualidudes!
De todos os feitios I ,
De todas os presos I"
RA DO CRESPO N 4
RA DA IMPERATRIZ N. 55
PEMAMBUCO
mr. E. M. Bl7IMfMIV, gerente da tinturara franceza da ra da Imperatriz r. 55, (em a
honra de participar ao respeilavel publico d'esla cidade do Recf?, queehe acaba de comprar esie im-
portante eslabelecimento, e qne continuar a empregar t dos os seus esLrcos a applicar toaos os teas
conhecimentos darte de t.ngir e de lavar, assim como se esforcar para obier em stus trabalbos
os memores resaltados, aura de cons?rvar e augmentar o grande crdito queehe eslabeleci ment
tem at hoje Justamente merecido. "
Tem esperancas de que consolidar mais e mais sua repulaoo de arnVta ntureiio e o
modo porque sabe tirar as manchase nodoas de qnalquer fazeuda ; 'r.-putaco que o toroon lo
conhecido as eidades de Franja, taes como Nantos e Rordeaux, aonde o-.-upou o primeiro loear
de contra-mestre na importante casa do Sr. Rouchon ; Marseihe e Lv i aod adiuTii faeellecle
nomeada durante o lempo.qae all esteve, e em Pars aonde aeabou o seu anerfeicoan.ento tinlaral,
sob a direccao de Mr. Joh (o fllho) vice-presdenlo do Curso de Chimica e Tinturara (Uo na ru
Nova de Revoh n. 98) prmeira casa de Franca neste genero, e aonde o Sr. fiaut.er, fx propnelario
do seu estabeleciraeuto o foi engajar com o titulo de contra mestre no servicu de tinturara de seda
e laa.
Em relacao com as melhore* casas de Fraoca, que se emoregam nesle eommercio, esUrt
sempre a par de todas as novas dascobertas e combioacos de cores, e processus melhorados.
Emflm, espera que urna justa apreciaco dos seus trabalbos, (ara augmeutar a soa fre-
guezia j tao grande e bem crgaoisada. .
Eis os seus principaes trabalbos :
GRANDE ESPEr.IAWDADE.
Tiragem a secco de qualquer nodoa m panno.
Lavagem de qualquer vestuario de homem, ran-
Iher oa enanca, sem o descozer c conservando-lhe
o brilho de novo.
Tiragem a secco de qualquer nodoa em seda.
Lavagem de vesiidos d6 seda, de tjaalquer cor,
chales de seda, chales de crep da China, cache
miras francezas, tarlatanas, ch les de merinos, ves
tidos de velado e chapeos de qualquer cor..
TIRAGEM DE NODOAS.
Tiragem de nodoas em seda, veludo e laa, fazen-
do desapparecer qualquer mancha resinosa ou de
gordura.
Vai se as casas para o trabalho de tirar nodoa?
nos movis ou tapetes dos saloes.
T1NGIMENTO DE SEDAS DE COR.
Tinge-se vestidos de seda e gorguro, chales de
seda- e crep da Cbina de (odas as cores, assim
como veludos, rendas e bicos.
TINTURA PRETA EM SEDA.
Tinge-se vestidos, ehales, filas, rendas e lou-
lards.
Garante-se a boa qnalidade da Unta e que a fa-
zenda Picar parecendo ioteiramentenova.
TINTURA DE LAA EM CORES.
Tinge se roopa.de homem, de mulher oa de
criaoca em la, sem descazer e na cor qae se de-
sojar, quer a fazenda seja la pura, seda e la e laa
e lgodo, ou as tres qualidades juntas.
Poupelinas, alpacas, rep?, merir, casimiras,
damascos ele, e era todas as cores que se queira.
TINTURA PRETA EM LAA.
Vesdos de homem, de mulher e de criaBcaS"
sera 3erem descozido*, e garantindo-se a boa qoa-
idade da tinta, nao aojando a roupa branca.
Todas as qualidades de fazendas, assim coma
chapeos de feltro, da Manilha, de palha de Italio
ou do Chile
Tudo por presos commodos.
A' AGOA BRANCA
RA DUQUE DE CAXIAS N. 52
(Outr'ora Queimado n. 8.)
A Aguia Rranca tendo j recebido parte de suas
antigs encommendas, em seguimento acaba ago-
ra- mesmo de reeeber ontras, algumas das quaes
se tornavam esencialmente precisas, e ontras se
fazera"apreciadas por seus gostos e qualidades,
corro sejam :
Meias de fio d'escocia, abertas para senhoras
e meninas.
Ditas dem eom listas tambem para senhoras
e meninas.
Ditas dem raaito bonitas ao goslo escocez.
Ditas idem idem brancas e com lisias para me
ninas.
Dilas idem idem para baplisados.
-Ditas de algodo compridas e com Iistras para
meninas.
Lavas pretas de seda, para senhora.
Ditas de torc.il e de seda para meninas.
Bonitas camisinhas bordadas para senhoras.
Fil de seda, branco e preto com flores miadas.
Dito de algodo, liso e cora flores.
Touqainhas bordadas para mancas.
Lindos e modernos chaposinbes de fuslo para
dilas.
Peales de tartaruga para desembarazar ou pen-
teuc.
Ditos de dita travessos para meninas.
Ditos de borracha para ditas.
Ditos de tartaruga, pequeos, para segurar o
amarradilho aos cabellos de senhoras
Grande sortimento de enfeites de seda para ves-
tidos.
Fivellas de madreperola e de tartaruga para
pulceira e laco para o cabello.
Bonitas b Iciubas para meninas.
NOVO SORTIMENTO DE ENCHOVAES PARA
BAPTiSADOS
A aguia branca acaba de receber novo sorti-
mento de lindose completos enchovaes para bap-
lisados, e bem assim separadamente camisinbas
para ditos lindos chapeosiohos de setira branco
FLORES E PREPARS PARA ELLAS
A Aguia Branca rectbeu lindos ramos de florea
finas, tanto para cabeca como para chapjj, a
bem assim : .
Papel verde liso e com listas para folhas.
Dito de cores para flores.
Folhas de diversas qualidades para rosas.
Dilas verdes e lustrosas, obra ni va e pela pr-
meira vez vindas como amostra.
Franjas pretas e de diversas larguras para en-
feitar vestidos,
COQUES DE TRANCAS E DE OUTROS
MOLDES..
A Aguia Branca acaba'de resaber ama peque-
a porcao d.u bonitos e modernos coques gran-
des de tranca e outros moldes.
COLLARES ROYER ELECTRO MAG-
NTICOS.
A Aguia Branca acaba de receber os proveito-
sos collares' electro magnticos j bem conheci-
dos para facilitar a denlicao das enancas e pre-
serva-las das convulsoes.
SOBRE-SAIAS OU ANQUINHAS DE
CLENOLINE.
! Em substituirla aos baloes vieram as anqui-
nhas de clenohne, e acbam-se venda na. loja da
Aguia .Branca.
QUADROS PARA RETRATOS,-
A Aguia Branca recebeu variado sortimento de
quadros para retrato'.
LENQOS BORDADOS.
A loja d'agaia branca, a ra Duque de Cixias
a 52, outr'ora do Queimalo n. 8, recebeu bonitos
lencos de cambraia de linho primorosamente bor-
dados, e como de seu louvavel cosame est os
bordados, outros ditos com (ando de velludo, obra vendendo baratamente a 51000, 6g, 84 e JOJOOO
de muito goslo, e que servem tambem para pas- cada um.
seio, sapalinhos de se iro para o mesmo flm. TAM3EM RECEBEU
MODERNOS ENFEITES DE FLORES, ricas camisas de fino escoio de linbo enfeitadas
ornados com bicos de seda, fitas de setim e fivella com muito goslp, e proprias para noivas, ou mes-
de madreperola ao ultimo goslo, e proprios para rao outra Exma. senhora qua possa e qaeira aag-
bailes, casamentos, etc., etc mentar o numero de sua boa roupa branca.
r
ERNESTO 6c LEOPOLDO
N2D Ra do Cabug N.2D
Acha-ae montado de forma tal este eslabelecitaeato de joias que pode
vender aos seus numerosos freguezes ero grosso e a retalho e por prepoa
mu resumidos visto que recebe de corita propria por todos os vapores de
Europa. O goslo de desenb.0 de suas jotas o mais lindo do paiz das
modas, oaro de lei, brilhantes verdsdeiros, esmeraldas, rubios, perola,
tnrqoezas, sapbiras, coral rosa etc. etc. .Obras de prata do p irto tanfc
para igreja como para servido domestico. Convidamos as Exmas. familias
a visitarem o dito estabeleciment lodos os dias at 9 boras da noite.
ROB LAFFECTEUR
am*ri^a^auR^a,A*^eBeapca.p arrobe vegetal Lanectearaaaata-
r&aaa, he ami taperier toe aarefea de eaJafaiar, da Urrev a de aaJaeaarrUaaX Be atd
djaataa, adagnrved ao patada*-, a aa altee, ala can radacakaeate aeraaMreaHe, aa
eftpOes da pelle, laapiaw*> aalMrcaua, tomare*, nlceara, aeuneai <>
saato, a eiaeeideateapreveadosdoepartos, daidakcritica,eda
rada, acora
aaaaia hereditaria dea huaaerea.
Obi
acn-
airoba.aa yai niiha iaM riiiaimwidaaa ceatra u iaaacaa ajatulicaa raaaatat, I
ereaeWeearaaaraarie eaa iodnra o^aatajeja.


Vimnm Obsequio
Fode-M a ai abaixoe (tatarata terew a booa-
4e de'ttr na ra Direita n. Si, a negocio de saos
laurease*:
Jote Francisco de Mallos
Thoaax Dias de Souto
Maooel da Caoba Pigueiredo. ,
Joio Jos da Costa Santos.
Jos Caetano T. de Souza
Antonio Rodrigues Mariins Perreira
Antonio Martins de Soasa Campos
Francisco de Salles 6. Caoba
Caetano Jos Coelbo
Jos Irioj da Silva Santos
Miguel Bsteves Alves
Jos Telxeira Leile
Antonio Jos de liveira Braga
Jos Ribero Guimaraes
Francisco Vaz Pereira
Jos Goncalves Perreira Rosa
Antonio Jps Dias da Silva
Agostinbo Francisco Gomes
Joio Baptisla da Silva
Jos Faquidet
Anastaeio Jote da Costa
Dommg s Jos Pereira da Costa
Manoel Paiva
Pergentino de Aqnino Fonceca
Camillo Pinto de Lemos
Lonrenco Luiz das Neves
Jos Bernardo de Souza
Vinva de Manoel Joaquim Pereira _____
WIOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello,
erivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a concluir
aqoelle negocio que V. S. se comprometteu rea-
t, pela tereeira chamada deste jornal, em flns
de dexembro prximo passado, e depoia para Ja-
neiro, passou a (evereiro e abril, e nada camprio,
6 por este motivo de novo chamado para dito
fim ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o senhor sao
ribo se acbava no es nesta cidade
Precisase de ama ou duas pessoas escravas
u llvrcs para vender em taboleiros : a tratar na
ra da Companhia Peroambacaoa n. 10 A, ou
em Santo Amaro em segaimeoto a fundicao na
penltima cas*.___________^________________
Attencdo.
Alaga se os tres anda es do sobrado
larga do Rosario n.
tratar na raesma.
10 por cima da
da ras
bo.iea : a
Ama de leite
Precisa-se de orna ama que ten
seja aadia : na roa do Visconde
(Aragao). ._____
bom leite e
dotas n. 37
Diario e raz&o
Na roa da Cadeia do Recife n. 32, vndese por
ccmmodo preco, om excellente jogo de livros in-
gleses.
I
A tintura anti scrofnla de vismia bastantemente
preconizada pelo sea factor tem sido e um dos
mais enrgicos medicamentos dos acommetteme-
los escrofulosos, sondo usada cooforme a direccSo
escripia que envolve o frasco, exislindo venda
na bulica e drogara que foi do finado Paranhos
roa Direita n. 88, onico deposito nesia provincia;
onde tambero se acha venda o muito acreditado
remedio para bebedice por vicio em conse iuencia
do exces3ivo oso de bebidas espirituosas, o xarope
de veame, e as prodigiosas pillas reguladoras
brasileiras rocoramendadas por sua efflcacia no
desapparecimento do menstruo, irregularidades
na raen>trnacao e flores brancas.
Attenpo
Um rapaz brasileiro que lem boa letra e qoe
sabe algamas operares de contas, e que tem al
gama pratica de taberna, se offerece para caixeiro
de algama casa de negocio, dando llador a sua
condacta : nesla lypngraphia >e dir. ______
Pede-se ao Sr. J... que teoha a boudade de
vir on mandsr a roa Imperial n. 138, pagar a
minteiga que comproa pelo S. Juo, do contrario
ver 39i nome por extenso neste Diario.
Na praca da ladepaoaeneia*. 33 4a -
nheiro sobre peohores da oaro, praU peers
preciosas, seja qoai for a qnsul ; e na mesma
cata se compra e vende objectorde onro e praia;
igualmente se tu toda e qualeoer obra de n-
eo minenda, todo .oalqoer concert tendente a
mesma arte.
Machina u vapor
Venda-se ama machina *apor com todos ot
pertences para padaria : a tratar n patea da San
ta Cruz n. 6, e fat-se qualquer negocio a praso oa|
a dinheiro como convier ao-compridor:
Botica popular
ra da Imperatrz n. 77, preeisa-se contratar um'
offlcil de pharraaeia.
s
Medico
O Dr. Villas Boasmudou-se da praca
5 do Conde d'Eu n. 1, para a roa do Hos- m
m Picio n 35.
* miftisM-B8i
Precisa-se de urna ama ou nm menino, para
casa de urna pes.-oa, sendo a ama para comprar-
cozuhar e engommar, e o menino para comprar,*,
na roa estrella do.Rosario n. 22, segoado andar.
AMA
Precisase de orna ama : na roa
da Cadeia o. 21, leja de mindezas.
AMA
o. .B.
Precisa-se de urna ama forra para
eogomar e comprar ; roa do Cabug
Rosarlo n
se comedorias para tora
chamando-se a atiencao
reos que qolzerera ir cedo
lis, visto qoe sedar lmoeodes-
_ sonto at s 9, on at a hora pelos
meamos mareada, e iantar a quaJfnerhora, man-
daodo-ie levar em os *
des sen
ipara as
Ue7 hora
Preciea-se alogar ama escrava jura o ser-
vico de ama casa de familia : na rna da Coneei-
aio da'Boa^lsta n. 3.
Precisa-se de ama ama li-
vre oa escrm que salba
cozinhar com fabrica a vapor de cigarros, rna latga do Rosario
-junmero-tl. ____
^V

0
0
AM4
Precisase de doas perfeitas engom
madeiras o pagase bem : roa do
Brum, fundido d. lOi.
Imperial sociedade dos artistas
mchameos e liberaes de Per-
ita mbuco.
Sob os auspicios de Nossa Senbora do Amparo
e de ordera do rerspeitavel irmo director, convido
todos os socios desta sociedade, para no da 27
do crreme s 9 borts da raanh, compareoerem
a sessSo, aftm de procedermos a eler^ao dos fuoc-
eionarios quo devem servir do aooo social de
1871 1872 : jsto de conformidade com o dispos-
to oa nossa consiituiclo.
Secretaria sociedade tro 22 de agosto de 1871.
Simio de Souza Monteiro,
Io secreterio.
Irmandade do Sacramento do Recife.
De ordem do iro.-o Juiz sai convidados nossos
irroJS para corr parecerem no da 25 do correte
pelas 5 horas da tarde, no consistorio da irmao-
itade aflm de acetar se a discusso do novo com
promisso, cojo projecto impresso j foi previamen-
le distribuido peios nossos irroaos para proeede-
i em ao necessario estado. Recife 22 de agosto
tle 1871.
Joo Joaquim Alves,
Escrivo.
Uoziaheiro.
Precisase de nm bora cozioheiro na rna larga
ro Rosario n 44, hotel.
FHDICiO
DO
BOWMAJV
Vapores pequeos pa des-
carla r algodo
0000^000 00000<&
I JWilon Duarte 0
0 CABELLEIREIRO 0
0 Rna da Imperatrz n. 99 0
n Neste estabelecimeoto eocoDtraro as
S senhoras ludo que diz retpeito a enfeites
Q de cabellos, como sejam coques, trancas,
crescentes, o chpaine, etc., etc., e ama
grande quaalidada de tranca de cabello
vegetal, qoe vende se pelo baratissimo
preco de 5*500 ea'ta tranca,
No mesmo estabelecimento eocontrarao
5 doas offlciaes peritos professores n'arte
m de pontear senboras, os quaes sempre ffL
jj estao promptos para qaalquer chamado, *2
91 qaer dentro da cidade ou seus arrabaldes, W
a peoteados todos modernos eescolhidos dos yx
X allimos figurinos. ^5
00 00000 000 00
AOS 5:000^000
fistao venda os felizes bilhetes da lotera ds
iahia, na casa feliz do arco da Conceico, oja dt
rarives no Recife.
Attencao
Pede-se aos abaixo declarados terem a bonbade
de vir na ra de Pedro Alfonso n. 44 (ontr'ora da
Praia) a negocio de seas iateresses'.
Antonio Lins de Albaquerqae.
Bernardo Cardoso Monte & C.
Bastos & Amorim.
Terencio Albarro Ferreira.
Francisco Marques Lemos Ribeiro.
Manoel Msreira de Lemos Jnior.
Joao Ferreifa Carvalho.
Joao Jos Gomes dos Santos.
Jos Nunes de Paula.
Joio da S;lva Coimbra.
Fraocisco Florencio da Silva Grillo.
Antonio Lopes chaves.
Antonio de Mello Rodrigues Loareirc.
Jos Antonio de Gosmo.
Joaquim Antonio de Souza.
Manoel Antonio de Souza Hibeiro.
Alberto Jaeintbo de Souza.
Jao de Souza Nones Pinto Amorim.
Narciso Jos Frarwi-co Prannos.
Augusto Jos dos Santos Miranda.
Henrique Manoel da Silva.
Jos Maria Gomes Ribeiro.
Joao Antonio de Mattos Abreu.
Joao Fernandos de Oliveira Gamito.
Antonio de Souza Jnior.
Antonio Soares Meirelles.
Candido Fojo de Mello.
Joo Valentim Das Villela.
Jos Gabriel Gomes.
iTTENCAO
i i
Preeisa-se de ama ama de meia idade qne ce-
ziohe, compre e faca o mais servico interno da
casa de ama familia composta de doas pessoa:
nesta typographla se dir.
aS. DA FORTUNA
RA 1 DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO K 23.
los 20:000^0.00.
O abaixo assignido tem sfnpre exposto ven-
la os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como coetuma, qaalquer premio.
PRECOS.
Inteiro 24#800
Meio 12*809.
Qaarto 6#000..
Manoel Martins Finza.
Os senbores abaixo mencionados sao rogados a
vir ra do Apollo n. 4, a negocio de ioieresse
reciproco.
Loiz de Oliveira Lima Jnior.
Silvestre Panlalec.
Francisco de S Brrelo.
Francisco de A wis Mello.
Paulino Rigaeira.
Julio Cesar Cavalcante de Albuquerque.
Dr. Joao Guimaraes.
Capitao Jos Avelioo da Silva Jaques.
Joaquim Pacifico de Arroda Cmara.___________
Na roa de S. Fraocisco o. 72, precisa-se de
urna criada que emenda de costara, arromacao e
asseio de casa de familia.
J nao ama cousa que se precise experimen-
tar I I I e sira Inteiramente eenhecido o bom e
grande sortimeoto qne existe na Nov- Esperanza
roa Duque do Caxias n. 63, (aotiga roa do Quei-
mado) assim pois, seodo qaasi impessivel diacre-
ver-se o grande numero de objectos expostos ven-
da em dito estabelecimeoto; ella contenta-se em
mencionar algnus dos objectos mais ricos, e in-
teiramente novidade... e aproveita o eosejo para
convidar a todos geralmenle e em particular ao
bello sexo, para visitarem-a a'fim de apre iarem o
gosto e perfeico rte seus objectos a par d'om pre-
go rasoavel, pois ella se contenta com poucojlucro,
teodo sempre em vistas a vender barato, para ven-
der muito, e desta forma chegar ao fim que todos
almejam ; que o lucro para.suavisar as fadigas
da vida....
SITIO
Precisa-se alugar ou arrendar um sitio, e casa
para pouca familia, preferind -se nos seguintes
arrabaldes; Aflictos, Rosanobo, Espioneiro, En-
canamento e era qualquer logar destas immedia-
c.oes que nao exceda a urna legua de distancia da
cidade : qnem o ti ver dinja-se ao paleo de S. Pe
dro n. 11, que achara com quero tratar.
Precisa se de urna ama pa
ra o ser vi-o interno de urna
casa de familia : tratar na
Urna mulher estrangeira ofTerecese como
cuinheira ou para qaalquer servico interno de casa
de familia cu para cuidar da casa de homem sol-
teiro : a tratar na ra do Brum o. 46.
A'ociedade benefreente dos ar-
tistas alfaiates
Scientifico a todos os seas membros que no dia
37 do corrate, as 6 horas da tarde do mesmo dia,
haver assembla geral para tratar-se a bem da
mesma sociedade.
SaU das sessSes da sociedade Beneficeote dos
Artisias Alfaiates em Pernambu;o 23 de agosto de
1871.
Antonio Jeronymo da Silva Campello,
___________________1* secretario._____
Soeledadc Monte Po anta
Cruz.
B? ordem do irmao presidente, convido aos Srs.
sjcos para comparecerem no da 27 do cerreute
as 6 horas da larde, no sMo onde funeciona o
C'ub Popular, aflm de tratar-se de negocio ur-
g'nte a bem da me;ma sociedade.
Recife, 24 de agosto de 1871.
0 1.* secretario,
Jeronymo Ignacio dos Santos
Vi'
roa do Vigario u. 16.
A PUBLICO
Teodo mudado a raioba residencia para Apipa-
eos tenho a honra de indicar as casas dos Srs.
J. Rhigas successor de J. Vigne?, ra do Imperador
a. 55, o a do Sr. Vctor Pralle, ra do Duque
de Caxias n 6, como aquellas qoe graciosamente
se prestara a transmiltir-me qualquer recado es-
cripto ou verbal.
Gustavo Wertheimer.
Precisa-sede urna ama
escrava que saiba bem
cozkihar c engommar ,
para casa de familia,
composta de duas pes-
soas : qaera liver e qai-
zer dirija-se rna larga do Rosarlo n. 38, segun-
do andar.
Irmandade deN. S. da Concei-
qao dos Militares.
De ordem da mesa regedora, couvi lo aos rraos
desta irmandado coroparecerem no espectivo
consistorio pelas 4 horas da tarda do dia S9 do
correte mez, adra de em mesa geral ser delibera-
do se ou nao coaveniente a converso em apo-
l-ces da divida publica do patrimonio de Nossa
Seabora e o de Sant'Anna, bem como para auto-
rifar a mesi regedora soDre ootras medidas.
i 0 secretario,
. _______Francisco Antonio de S Brrelo Janior.
Attenpao.
que pro
O Sr. puf*w Leonardo Coelho de Siqueira
teeba a nondade de vir a roa do Barao da Victo
iij, mtr'ora ra Nova a. 41, reajisar s
mellen desde o dia '-.0 de juiho.
EMILIO DIIER.
I'* arnlg> do Uado Emilio Didier manda resar
urna misss pelo eteroo repouso de sua alma, e
convida < pareoies e amigos do mesmo* floadt
para assistlrem ; aqual tera -fugar sabbaflo26 do
mote, ni .-nair fl $W) -Auopfo. as 7 1|2
bvus do ^^H ^M
Os abaixo asignados participam ao publico
e especialmente ao corpo do coramercio, qoe em
dala de 30 de juoho prximo passado dissolveram
ami va sobre a razio de Botelho, Araojo & C. Os
mesmos jolgam nada deverera por oegocios teo-
deutes referida firma social; porm se alguem
se julgar credor apreseote seas ttulos no praso
le tres dias, contados da pablicacao do presente,
para serem psgos logo que sejam verificados. Re-
cife 23 de agosto de 1871.
Jos Paulo Botelho.
Betbardo Jos de Araojo.
Antdoij de Oliveira Frenas.
O abaixo assigoado, previne que Dioguem
negocie com sua mulher Joaooa Mara dos Praze-
res, sob pena de ficar de nenhura effeito o nego-
cio on contrato que ella Dzer ; bem como protes-
ta anallar a venda da casa sita em S. Lonrenco da
Muta, que a mencionada sua mulbr vendeu sem
oatorga do absixo assigoado.
Recife, 24 de agosto de 1871..
Francisca Baptista da Silva.
Na travessa
Crazes n,
ffleiro andar, d
nheiro sobre
da roa
l pri-
-se di-
penhores
de onro prata e brilhan-
tes, seja qaal for a qaan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesraos me-
taes epedras.
Altiga-se ou vende-sel) sobrado sito no Poco
da Panella ae ado da igreja, com 4 salas, 7 quar-
tes, e solio com 2 grandes quartos e pequea
sala, cozinha e qaartos exteriores no grande qoin-
tal morado : a tratar na rn do'Grespo, hoje 1
de Marfo o. 4, i" aodar.
Atiendo do Mr. Tg. do Moates
Pede-se ao seohor aeima qoe v ou mande sa-
tisfacer ao que flcou devendo na Ponte dos Car-
valhos, resultado da compra de um eavallo qne
all negociou desde o fim do correle anno, do
contririo ver o seu nome por extenso oeste
Jojaal.__________________________,
Na praca da ndepeodencia ns.
AMA

precisa se de ama ama
1 e 3
para cozinhar.
Precisa-se de urna ama para
todo servico de uml de
pouca familia e qoe sej. de
M ra le Hiras n.12 0
RIVAL SEM SEGUNDO
RA DUQUE DE CAXIAS N. 91.
Jos Bigodiobo, com 1< ja de ixiucezas,
avisa a todos os os seus fregaezes quo est
torrando tado pelo yreco, a vista da fazeo-
da, para todos admirar, a saber :
Pecas de fitas bordadas muito fin?3
Thesouras grandes e pequeas o
mais .fino que fia a l0e
Caixas com 20 quadernos de papel
liso, amisade a rs.
Pecas de tranca de 13a e algodo.as
mais modernas a
Frascos com agua de colonia muita
fina a 400 e
Frascos com agua de colonia ver-
dadera a 800 rs. e
Cbapns blancos para baptisados o
melhor que ha a 3,51000 e
Duzias de botoes cobertos de seda
para vestidos por todo o preco
para acabr.
Libra de arria preta a
Grojas de botSes de louca braBca a
Caixas com 400 envelopes fazenda
fina a 500, 6CO e
spelbos de moldura dourada a
800 e
Pentes pretos volteados para me-
ninas a
tinteiros com tinta preta a 80 e
Pecas de fila elstica muito fina a
Latas com superior banba 60,100 e
Latas grandes com superior banba a
Frascos com oleo de Pbilocme a
500 e
Frascos com macass ( Perilla a
Frascos ora agua de Colonia verda-
deira a
Dito com oleo de baiosa suderior a
Carritels de retroz preto com 2
oitavas a
Caixas com agulbas fraocezas a 160
180
Pecas de ttras bordadas a 500, 600
800 e
Garrafas com a verdadeire agua
florida a
Cartilbas da Doutrica ChristSa as
mais modernas a
Livro das roissoes abreviadas a
Copos grandes com superior banba
Macos de pailitos para tientes o
melhor qoe ba a
"T'' VA.CCINA EXCELL^HTE.
Bnxertada em criang^s mnlto hmpas e sadiaa
hoje 84 e amanhaa 25 as 8 horas da tarde, em
casa do Dr. Lobo Mbseoso-, na do Viseonde de
Alboquerquo. Cada pessoa qoe se vaceinar pa-
Saro-Sf em beoeffeio da constrncgSo do Jardim
a praoa do Conde d'Eu a commlwio qu estar
presen'-
Neste doto armazem tem ron
cariado sortimento de fazendu
francezaj, icglezas, allemias e to-
da todas se vendem por precos
41 RA DO BARAO DA VICTORIA 41
irmazem tem nm de assim com
mdicos, aflm de acreditar
aovo armazem.
Casemiras inglezas,
firancezas, le todas as -
cualidades, brins de
;dres e brincos, colei-
rinfaos modernos, cha-
3*os de sol de seda,
Inos.
RA
arlo da victoria
a este
ARRUDA IRMAOS.
litiga re
1V0VA
N. 41.
Assim como tem orna grao*
oficina de alfaiate, montada eeai
todos os preparo qne ba de melbor,
dirigida por babei artista, qo
pela sua promptidio e pcrfci$*o
nada dehtam a desejar.
Roupa de todo o
amanbos para borne
meninou.
Por todo o pago
tea recebem-iei**
lhores e mais moder-
nas casemiras qoe aa
na Europa.
RA
K.
BarSo 4a>|torla
titiga na
NOVA
N. 41.
3ste estabelecimento acaba de sofrer ama reforma radical em acceio, artistas e commodos, e m ponloalidade as eoeoav
nenda8, finalmente em todo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annnnciar todas as fazendas, para
alo se tornar massante
LIQUIDACAO MONSTM
Da mais importante fabrica de chapeos deso do imperio Ra do Barao da Victoria n. 23
O dono daquelle estabelecimento resolveo vender os productos da sua fabrica pelos precos seguintes:
Chapeos de sol de seda para senhoras a 50, 60, 70, 8$, 90, 400, 440,420, 430, 44,450, W, 470, 480, e 20 0OGO.
Ditos, ditos, ditos, para homem a.... 80,400, i 10,420, 430, 440, 450,460,470, 480, 200, 220 e 240000,
Ditos ditos de alpaca a.............. 40, 50, 60, 70, JJ0, 90 e 400000..
Ditos ditos d merino para homens a.. 60, 70, 80. 90, 400, 410 e 420COO.
Ditos ditos de brim d'esguiSo a...... 60, 70000, todos os chapeos cima tem 45 /0 de descont em dozia.
Ditos ditos de panno a.............. 20/30/40, 50, 60 e 70000 descont 25 %.
Tambem ha um grande sortimento de fazendas para cobrir armacBes e trabalha-se mais barato e depressa do que em qr.z!-
quer outra parte.
raifORAL DE CERE JA
DO
DR.AYER
Para a cura radical e certa de todas as molestias da garganta e do peito, constipa-
res, tosses, bronchites, defluxos, rouquido, coqueluche, angina, etc.
Este xarope peitoral o resultado de
loncos annos de eslodo por um dos pri-
meiros mdicos da America do Norte e de
experiencias minuciosas nos principaes hos-
pitaes do mundo; receitado pelos mdi-
cos mais distmetos do seclo actual, e
digno de toda a conflanca : 4o por ser efi-
caz, alcanzando com urna certeza infallivel
o assento da molestia"; 2o, por ser inno-
cente e applicavel a qualquer pessoa de
qualquer idade ou sexo, ao bomem robusto
ou crianca da mais tenra idade, e nSo ser
grande quanti.lade ; o 3" por nao ser se-
creto, pois qualquer medico pode obter a
formla de sua compo;ifao, dirigindo-se
pessoalmente, ou por carta, aos agentes
geraes, ra do Visconde de Inbauma n.
81, Rio de Janeiro.
A grande fama que tem grangeado este
remedio, devido s admiraveis coras da
phlysica pulmonar, molestia esta to penosa
e fatal em suas consequenciasque aqoelles
que s3o atacados dos primeiros symptomas
devem ser tratados o mais cedo possivel, e
pengoso se fr tomado, por acaso, em o primeiro remedio que applique, dever
Peitoral de cereja do Dr. Ayer
ser efficaz, pois n5o ha tempo de azerb-ra
se experiencias. As pessoas atacadas da
phlysica geralmente fazem pouco caso ae
san mal, at que seja tarde para cura-la;'
nesta, mais do que em qualquer outra
C' usa, tem sua ongem o predominio exten-
so e fatal de urna molestia que mes Ir i s
seus eslragos com innmeros h assembr.-
sos casos na estatislica da moratfldade.
Milhares de casos de molestias pala osaras
que tinliam zombado de todos a recurso^
da sciencia, tem sido curados radtcalu le
com o uso do
10500
10500
500
460
500
40500
50000
460
420
800
40000
. 240
100
20C
200
320
.800
240
40000
320
600
240
40000
40300
4P0
40500
40500
460
Comtudo deverde todos combateresta
terrivel molestia no sea principio, bem
como todos os males que podem conduzir
a ella, como tosses, resfrialdades, defluxos,
dr de garganta e oronebites; qualquer
rouquido deve ser tratada immediatam. n
te. A experiencia mostra-nos que o Peito-
ral de cereja de Ayer cura todos estes pa-
declnenlos, quasi sem excepeo, e raro
o lugar nos paites onde conhecido, que
nao tenha numerosos exemplos de curas
feilas por elle. Se se pode prestar f ao
que bomens de todas as classes affirmr.m
do que elle tem fcito ; se podemos acredi-
tar em nossos proprios sentidos, quando
vemos as perigosas affecces do polmo
cedtrem a elle ; se podemos crer no teste-
munbo de intelligentes facultativos, cuja
obrigac3o conservar os fados; e final-
mente, se permittido acreditar em cousa
al urna, est inconlestavelmenie provado,
que este remedio cura todas as classes de
molestias cima designadas melbor do que
tolos aquellf-s at hoje coahecidos. Bas-
tam nicamente as suas Virtudes intrnsecas, -
e oincntestavel- bem qne tem feito mi-
lhares de docntes, para que surgisse e se
susientasso a reputarlo de que goza. Em-
quanto que muitos cutres remedios inferio-
res a este, e que foram acolbidos pelo
vulgo, falhararn e foram depois abandona-
dos ; es.ie, tea gaobo am>gos pela expe-
riencia, o pelos beneficios que Um prodi-
galisado aos afilelos que a elle lem recor-
rido, e que nunca poderoesquecer as ma-
ravbosas curas obtidas, porque sao nume-
rosos de mais, para serem olvidadas. Ne-
nbuma casa de fami ia deve estar sem um
vidro deste xarope mo; pois nos uiaqms
repentinos (fe angina, de croup e nos pa-
roxismos da coqueluche a que estSo sujeitas
as enancas, nao ha tempo de cbamar nm
medico, ntm de fazer remedios, e este xa-.
rope allivia immediatamente, sentando a
crianca do perigo.
AVISO.As preparares do Dr.Ayer
sao preparadas cora especial attencjfo ao
clima dos trpicos, e tem modificaedes im-
portantes sobre as que s3o fetas para oa-
tros pa>s8.
Port nto, o publico dever notar, e com
cuidad", para que nao seja srdidamente
f nganado, que os remedios de Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil, trazem
rtulos e envoltorios com a deseripfo mi-
nuciosa para a sua applicago na lingna
portugueza.
Vende-se em todas as pharmaoias a drogaras do imperio
HOTEL DO OlENTi
na Larga do Rosario u. 44
Este acreditado estabel- cimento, offerece aos sues distintos consumidores suma va-
riedade, gosto e muito ass- io em suas iguarias.
Tem urna espacia e elegante sala para alimentaco, a primeira Deste birro.
Os gneros de consurxo sao de primeiras qualidades.
Recebem-se asignaturas tanto para o estabelecimento, qoanto para domicilio.
Ha para recreio, sala de bilhar etc. pianno e jornaes nacionaes e estrangeiros.
Dispoe de cmodos e independientes apozeutos para bospedagem.
i mwM'wn mwnaa.....ii'ny^Kgy.-gg^?

D. Vicencia Ferreira de AIDuqaerque Nascimen-
to. seas Qlbos, Albas e genro cordialmente agra-
decen) a tedas as pessoas qne se dignaran) acum-
panbar os restos mortaes do sua presada Alba, ir-
mao e cuchado; e de novo Ibes rogam o eiridoso
obsequio de assistirero as missss que pelo eterno
repouso de sua alma mandara celebrar aabbado
26, s 7 horas da manba, na igreja matriz da
Boa-Vista. Pdem tambem desculpa s pessoas
de sua amizade que deixararn de receber carta de
convite.
Sociedade Benecente
Conciliapo
Convida-se os socios para assistirem a sesso
magna qoe ter lugar no dia 26 do correnle s
1/2 horas da Urde.
0 secretario interino,
Das Barreto
Irmandade Acadmica de Nossa Senbora
do Bom Conselho.
Por ordem de nosso irma. juir, convido a todos
os irmaos da irmandade a:ademica de N. S. do
Bom Ccnselho, para eomparecerem no dia 26 s
4 horas da tarde, no convento d 3. Francisco
afim de assislirem a benejio da imagen) da Senbo-
ra Sant'Anna, a convita da mesma irmandade.
Secretaria da irmandade acadmica de S
do Bom Conseibo, 22 de agosto de 1871.
O secretario,
Henrique Leal.
Caixeira
Precisa-se de um caixeiro portuguez .para ta-
berna, qu tenba pratica, de 16 a 18 annos. e que
d fiador de-fua conducta : ns pateo da Ribeira
numero 13.
3
1
m
2
S

m
s
am crlq'o
seja parfeto
AMA
Precisa-r de urna ama para casa de
familia de daas pessoas : a lraiar_na
ra Direita n. 3, primeiro andar.
^Alugase orna casa em Apipuoa.', propria
)ara passar-se'a festa ; a tratar jar roa seter oa
5etmbr9 n. I.
CO.NFRARIA
SANTA CRUZ. ,
De ordem da mesa geral da contraria
do Senhur Bom Jess da Va-Sacra da
Sania Cruz, convido a iodos os irmos
confrades, a reunirem- se no consistorio
da nossa igreja pelas 9 horas da manha
do dia 3 de setem&ro vindonro para em
mesa geral deliberar-;: a;erca da propos-
ta feia em sessao de 13 do frrente, por
nm irmao conrade para ser veudo, e o I
sea producto aplicado em apolices do go- M
Iverno. o terreno b^neBciado que possue S
a ecnfraria no funJo da mesma igreja.
Recife, 94 de agosto de 1871.
O escrivSo,
Theodoro Jos lavares.
mmmmmm mmmmmm
Sociedade Enterpe Beneflcente.
De ordem d'direct r?. "j convocados todos
os membros deita soc.tiai.j. a rcunirem-ae ejn
assembla feral no domingo 27 do correte s 5
horas da tard, rna a FiOres b. Jl.
Sais das aessoe da soaedade uterpe Bentlt-
eerjle aoa >de agos i
I Ocuvite
Os enhores credores do finado Joao Chrisosle-
mo d*e Gasraao sao convidados a entender-se com
! o solicitador Joaquim de Albaqnerqne Helio ra
do imperador n. 12, para ver se se pode ultimar a
liquidacao do espolio sem inlervencao judicial,
isto das 8 as 10 horas da manha at o da 27 do
crreme.
Quem qu>zer algar um raoleque de idade
| de 20 anno-, dinja-se a rna da Guia n 8"..
Criado.
Precisase de um criado que seja coceiro : qn6m
se julgar habilitado, dirija-se ao caf imperatrz
para tratar. t
i; son ii % okir a ~~
Precisa-so de urna engomraadelra.e;jrava : a
tratar do Chora-Menino, no correr di* igreja ulsi-
ma casa.______
Precisa-se de am caixeiro cora pratica taberna, de 14 t id annos, prefere-se portugus :
na ra da Santa Cruz n. 74.
Aluga-se o sotao do sobrado da rna do llan-
gel, preferindo-se ama pequea familia, pois se
alnga mais barato : a tratar,na ra da Praia nr>-
mero 34.
jmem pa
OtTerece-se um hoaprpara caiairo da eD-
genho, que tem bastante pratica deste servico :
quem o pretender, dirija-se travesea da Coc-
gregacao. loja da encadereacao n. 3.
-Na ra do Ptres sobrada
n. 28, precisa-se do una ama
que engomme bem e faga mais
servico, turra ou escrava.
Prec.sa-se de urna a: a para com-
prar e cozinhar : na roa do Crespa d.
18, andar.________________ y,
-*- ALUGASE o lerceiro andar da casa da rn
do Imperador u. 45 : a tratar rna do Coiamer-
cio n. 10.
GABINETE PURTUGUEZ OE LBITBA
O conselho deliberativo d'esle gabinete, resolveo
em ses.-o da hontsm, aprasar as 6 ooras da tafite
de sabb3do 26 do corrate, para trata* da elefcao
da nova direcloria de conformidad* com $ di-
posto no 1. do art. 36 dos estatuid.
Secreana do Gabioete Porlaguet de Leitura o
Pemarsbuco, 34 deagosto le 187
Franeisco Antonia Nrt.
- ________________________________________________
Medico
Dr. Gustavo Adolpho Walbaum poda er prc-
curado todos es dias, por agoi tornaaeia
frati-?:a de Maurer A
Mi at urna t
<.
f

..
I


Daro de .Peruambuco Sexta eira 25 de Agost de .1871. ,
^-

D. W. BOWMAIN
Engenheiro com
FUNDICO
& ra no naci 5
PASSAHDO 0 CHAFARE 1 d
Pede aos senhores de engenho e oairos agricultor, e empregadores de ma-
cbinismo o favor de orna visita a seu estabelecimento, para verem o novo sortimento
completo que abi lem ; pois sendo ludo muito mais barato em preco do que jamis te-
Dfai vendido, est anda superior em qoalidade e forlidSo; o que com a mspeccJo pe-i
loal pode se verificar. -
PEDE ESPECIAL ATTENCO AO NMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
Von/ivoo a Ajliin rTonma dos mais modernos systemas, eem
V aprco o rO lab Q. agua tamanhos convenientes para as diver
tas circumstancias dos senhores propietarios e para descarocar algodSo.
Moendas de oanna lu" umwbM **
&0Q.8.S QOIltadaS para aoimaes, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
iUaOIllUlblIlU % para serrar madeira
HOmOaS e patente garantidas...................
lOQaS aS maCUinaS e p6?a8 Q qae se costuma -precisar.
Faz qualquer concert de maCbiniSrno a pr^o mu resumido.
Formas lfi fprrO tem as melborM e raais baraUs existentea no mer-
TTti rmmman Aaa Incumbe-se de mandar vir qualquer machinismo von-
EiUUUIII lUCTUUaS ude dos clientes, lembranJVlbes a vantagem de fa-
xerem soascompraa por intermedio^ de pessoa entendida e que em qualquer necessid*
de pode Ibes prestar auxilio.
Arados americanos e frumentos aculas. .
Podecdo todos
ser movidos a mao
por agoa, vapor,
ou auimaes.
ARMAZEM DOS LEOES
* RA DUQUE DE CAXIAS N. 29
Os proprietarios deste] grande e bera montado ostabelecimento scienlificamS ao
respeitavel publico desta provincia, que se achara com ora variado e completo sortimento
de movis, tanto nacionaes como estrangeiros, sendo estes escolhidos capricho por
um dos socios quese acha actualmente na Europa, e por isso os podem vender mais
baratos 20% renos de que era outra qualquer parte. O mesrao tem contratado cora
s melhores fabricantes daquelle continente as reroessas das mais ricas mobilias feitas
alli. Na ofikina tem os mais habis artistas deste genero, e por isso aptos a fornecerem
mobilias as mais aperfeicoadas para as casas da. provincia consideradas de primeira
ordem. Pedem, portrato, quo venham visitar dito cstabelecknen'.o, onde encontiaro
a realidade do que acabam de expr, passando a examinaren! : ricas e completas mobilias
de Jacaranda, mogno, faia, carvalho, amarellot etc. etc., ricas e elegantes camas de
Jacaranda, po-selim, amarello, tic. etc., guarda-ve!-ido3 de aaiarello, guarda loica de
nogueira, amarello, com lampo de pedra, aparadores de dita, dito, -om dita, petits
loiletti-s, especialmente p3ra fazer barba, toilettes de Jacaranda e amarello, com pedra,
e muitos outros arligos de gosto,-que para se nSo tornar enfadonho prescindimos de
azer nc-cncSo delles, o que s csm a vista podero apreciar.
guapas oe ierro ga|V?n;sa(38,aracobrr casa3 6.,:#
Formas de ferro para a8SOCar.
Arados Americanos para mm Ia, n
Machinas a Vapor.
i Balanzas de pesar
Fogoes de ferro
Carimbos de mo
Prensas de copiar
Cofres de ferro
Tachos de ferro *S*i?I""*]
naces etc.
Estas artigo* vendem-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes de C,
N. 4 BU.V DO BOU JKS08.
(OUTU'On.V ROA BA CrZ )
t
IRILEOS rjRBAHOS
DO
ECIFE A OIIXOA
e Beberibe.
Por orden da directora s5o convidados
os Srs. acciooi^tas para, no prazo de 8 dias
a contar do dia 2o do corren te, realisarem
a 9a prestarlo de suas accSes, da 2* emiss5o,
na raxSo de 10 /.
Para esse fim ser o Sr. Ihesoareiro en
contrado no escriptorio da companbia, das
11 horas da manbia s 2 da tarde de todos
os dias otis.
Joo Joaquim Altes.
Io lecretrio. ,
COMPRAS.
COMPRASE
frascos vasios da tintara ja pone, e pagase a 80
r& cada um : roa Duque de Caxias n. 50, e
Mrquez de Ollnda o. 51.
VNDAS.
FumodeBorba.
Vindo do Para j dos fiado, em latinhas, a t
cada ama : no|arm:eru do Azevedo roa Nova
numere II.
Terreno ru;i Imperial.
. Vende-se o melhor terreno na na Imperial.pro
prio, lodo aiterrado, prompto para edificar, porto
reito para desembarque de materiaes, com 110
palriius de frente e 300 de tundo : a informar na
roa Nova o. 7, loja, e a tratar c m o proprietario
na dita ra Imperial, casa junto a de n. 28..
Cal nova de Lisboa,
Vende Joaquim Jos Ramo.*, a ra da Crui n, 8.
primeiro andar.
Vende-se coqueros pequeos para mudar-
se : qoeui os qaizer dirijase ao sitio Cafund na
estrada de Paulino Cmara, ootr'ora de Joao de
Barros.
CEMENTO.
O verdadeiro porlland: s se vende na
roa da Madre de Deus n. 22, armazem de
Jo3o Martins de Barros.
Uerveja era harnl, de mi-
perior qinlidade
Veude-se em casa de S. P. Johnston & C, ru da Senzala-nova n. 42.
'"5 Vende-se vidros para espeihos, assim como
vende-se bacas estanhadas : na ra da Impera-
t n. 79.
Nova padaa americana.
Hua do Pires n. 45.
Contioa a fazer paoe bolasa de farintia espe-
cial do primeira son, para melhor agradar a seas
fregueies, e vende-se a j mnito acreditada nov
bolaxinha americana nao inferior a ingleza, a vis-
ta faz f.
VENDE-SE
urna-das melhores casas na povoacao de Eeberi
be : qaem pretender dirija-ee ra da Moeda n
39, das 9 heras da manba as 4 da tarde ; e lam
iiem se vende uma casa em )linda em boa locali
dade, com mnitos* commodos e com grande qain
ul. 1
Rna do Imperador
n. 37.
I oleo deposito da antlga e tere-
ditada fabrica do Barbalho
do Cabo.
Neste bm sonido armaiem existe no grande
aonlmento de looc* franceza, mnito til para ca-
sa de familia, como saja alguidares papeiros
e panellas, lado grandes e peqowos, e bu
Ihoes para manteiga; ludo de barro vidrado fran-
cer. Assim como nm completo sortimento de Ion--
ca do Barbalho, como teja : jarrSes para 4 e 5
canecos de agua, potes de ora a dous canecos,
muriogues, resfriadeiras, qaarliubas do Barbalbo
e da Babia, vazos vidrados e por vidrar para- iar-
Jim, caeos grandes e de meio para' flores, ditos
ditos pequeos para tirar plantas, canos vidrados
e por vidrar de 3, 4, 6, 10 e 1 polegadas,
feitos ptf machina e qae a iu ni ba oa provin-
cia a excepcio dos vindos de f6ra ; todo melhor
pela qoalidade do barro maie barato do que em
uutra qualquer parte. Em por cao se fax abat
ment de 10 15 per ceoto ; io na ra de Impe-
rador n. 37. _______________________
FILO DE SEDA
Ricos cortes de vestidos de fil de seda de cores
com palmas e flores inteiramente moderaos e pro-
pries para assrstir-se casamento, bailes, etc., etc.,
lavas de pellica de lonvin e batbeliqne de lia e
seda : vende-se do Basar Victoria, ra do Barao
da Victoria n. 1, (antiga ra Nova)._______|
Uaf reetaurant
SANTA ISABEL
Ra da Florentinat
Aceitam-se asslgnantis por preeos mnito com-
modos, garante se boa comida e multo asseio.
Vende-se ama taberna sita roa do Baro
de S. Borja, antiga ra do Seb > n. 13, com pou-
eos fundos propria para qualquer principiante :
quem pretender derija-se ao pateo d Santa Cruz,
esquina da roa Velha n.'118.
Tnborda
Polka para piano, acaba de chegar alguns ex
emplares, ao armazem de pianos e msica, do
Azevedo, roa Nova n. 11 _____________.
Querem comprar ?
Guardapisa para vestidos ; preto oa branco ?
Papa-fina, larga oa estreita ?
LenQos de linho, bordados ou lisos ?
Bonitos leques, osso oa sndalo ?
A Nova esperanza quem tem 111
novidade!
Acaba de ebegar a Nova E.-peranc.a ra Duque
de Caxias n. 63, bonecos e bonecas, sendo de mol-
des inleiramente novos, vindo entre elles os en-
gracados benecos de borracha : para qae se can-
c,am? quando quizerem comprar qualquer objecto
-endo bom. bonito oa engracado, lembrem-se logo
da Nova E-iperanga rna Duque de Caxias n. 63.
Pnra casamento.
O bazar Victoria icaba de receber deParis pelo
ultimo vapor Trancez ricos vestidos e veos de blon-
de primorosamente bordados a seda, capellas, le-
ques, colchas-de seda e de la e seda de apurados
gostos : na ra do Barao da Victoria n. 2, antiga
roa Nova._______________ >___________
A nga-se a casa da pra< no Conde d'Eu n.
21: & tratar cora Jos Heorique da Silva Guima-
raes, na Soledade, sitio n. 29, onde morou o Sr.
Dr. Villas-Boas, al as 11 da maohaa, e depois
desta hora at as 2 da tarde na ra das Crozes o.
38, 1 andar.____________________________
GRANDE LIQUIDACaO
Popelinas de cores.
Popelinas de cores de liados padrSes a 1S00 o
covado : na roa do Crespo n. 20, loja de Guilner-
me Carneiro da Cunha.
Cofre de 1er o
Vende-se um j asado, rancez : na ra es
treita do Rosario o. 9, junio a igreja.
n&&sspni mam isfl
( ambraia transparente C
coiu 10 varasa3000
'al
is\
s
Rna do Crespo n 25,
e,t -Leavniic Flour
Farinha de trigo j fermentada, proaria para
pao, bolos, poddiogs, etc., em macos de 6 libras :
a venda nos armazens de Tasso Irmaos dt C
Grande liqnidapo
CAMBRAIA LISA BISPO A 30000
P.r;a d cambraia-lisa fina Bispo com
8 1/2 varas -a 30000 na ra do Crespo n. 20
loja de Guilherme Caroeiro da Cunha,
E. R. Kabello 4 C. ten em sea escripioriu
ru do Commercio n. 48, os ai'igos abaixo espe-
otfleados que vend m por preeos mdicos, a saber:
Vioho puro era barris e ancoretas.
dem fino do Porto em ancorttas ecaixa de urna
duzta.
dem Madeira secca era barris do 8.
Telas de cera de differentes tamanhos.
Rugas dita.
Cachimbo de gesso hambarguezes.
Essencia de canella era latas de 8 libras.
Ferragens do Porto, diversas qualidades, cerno
seJamecba1uras,feKos, etc., etc.
Caoriolet
Vende-*e um abrite! em bom estado, de qua-
tro rodas e cora quairo assenios, sendo dous para
meninos e om cavallo gordo, trotador com og
competentes arreios : a tratar na cocherra da rna
do Imperador n. 13
A1 Sk ib mu
19 Ra Pimeiro de Marco 19
Tendo renovado completamente a loja do predio, era que teem o seu es-
labeleciraento,
"19A ra Primeiro de Marqo=19
eoai aquelle asseio d elegancia desejaveis, acham-sa agora prvidos do mais
esplendido sortimento de az-ndas finas e modernas de
SEDA, LAA, LINHO E ALGODAO
todas do ultimo gosto, e contioaam a ter romo f empre, diversos
AMIGOS ESPECIAES DE SUA CASA
Garantem, com toda
a sin eridade vender
per menos que qual-
quer oulro, porque
recebem cm direitura
a maior parle de suas
fazendas.
19 RA 1.' DE MARCO 19
(Antiga rna do Crespo).
JilLlJ
Botinas preas e de ares de canos altos e bai-
xos para entrara a 3 e i|, botinas de cordavo e
beierro para homem a 7, sapatos de tapete para
hornera e senbora a IJ, botinas da becerro e cor-
davo de qualidade a 103 e lf, ditas de Nan-
tes a f#, ditas para meninos a 8#, calcados para
mecaos andar por casa a U, e o Uros mnitos ar-
tigos que se vende barato : na loja do Arai,t praga ih Independencia os. 13 e lo.
Companhia fluvial
Vende se icO aceSes da compinhia fluvial de
navegado a v;pordo Maranh3o : na raa -do Vi-
girio d. 16, 1 andar, escriptorio de Joaanim Ge-
rardo de Bastos, ondo se darao os necessarios
ejclarecimenlos.
Veude-se
ama casa tirria na raa de Aguas-yerdes n 51
a tratar na ra da Puna n.-3l.
- Vende se ama machina de costura em bom
estad) : no becee do Marisco n. 10.
Vende-S3
os rredios segnintes : um sobrado de um andar e
sotao n. i, na rna Vi-conde de Ilacarlca, oiiir'rfia
.rna do Apollo, ora armazem o. 16 oa misma ra
cima, om silio o. 1 aa Mirada do Arnual: os
pretRDdentes podem dirigir-so a roa da Aon re,
casan. 38. onle obterao os eschreciraenloi pre-
cisos,_________' -________
Venda-:e urna rasa terrea im cbos prp-
prios, fita na ru^ da Ara;zale n. 38, (Oponga) :
a tratar na ra Rreita n. 13.
Tflhas de ferro
Vende-se tullas de ferro de 0, 8, II, li e 17 pal-
mo* por menos iOO rs. do qne em primeira mo:
nachp,,ilaria impen! ru> Primeiro de Msrfo
0. t).
Joaquim Jos Gonaives Beitro tem para
vender n sea escriptorio ra do Commercio n.
^ os gneros abaixo notados, que vende mais ba-
tato do qae em outra qualquer parte :
Azeitonas em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Caf mado em massos de i libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca martel frres.
Enxaas.
Pariaha de mandioca de Santa Catbarina, sac-
eos de 3 e 2 alqueires.
Dila da Babia era saceos brancos.
Dita de dila em barricas, proprias para usas
particulares.
Fio de algodo da Bahia em oovellos.
Fonces.
Maxados.
Nozes.
Obras de palbetas.
Papel proprio para cigarro!.
Dito azul para botica.
Palitos para deoles.
Pregos sortidos.
Panno de algodao da fabrica de Todos os Santos
de Pedroso na Bahia.
Rolhas.
Rap popular da Babia.
Botim em fardos.
Retruz dos melhores fabricantes do Porto-
TVpioea doHaranhao.
Tabaco simonte da Bahia.
Verniz copal.
Vinbo do Porto engarrafado, oaixa de 12 gar-
rafas.
Dito do dito em barris, proprio para engarrafar.
Dito muscate!, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeaax em caixas de ama duzia.
Dito de 'caj em caixas de ama duzia.
Cura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopean
Essa pomada qne (ao bons resaltados tem colhi-
du as pessoas qoe della tem feito aso acaba' de
chegar para o sea deposito especial..
NA
Pharmacia e drogara
DE
Bariholomeo & C. rna larga do Rosario na-
_________ mero 34-____________
A revalesciere du Barry de
Londres
Toda a doenca cede.a Revalesciere da Barry,
qas d sade, energa, appetite, digestio e des
canso. Ella cora as dispepsias, gastrites, humo-
res, acidez pituita-, flato, enjdps, vmitos depois
da comida e gravidez, con tipagoes, tosse, a*thma,
affeccSss pulmonares, bexiga, flgado, cerebro e
sangne ; 60,000 coras, incluindo muitas dellas no
Brasil.
A revalesciere chocolatida du Barry
em p,
Delicioso alimento para almoco e ceia, moito
nutritivo, fortiflcaado os ervos do eslomijto sem
causar o menor peso nem dflr de cabeca, nem ir-
rita$o.
nico deposito para o Brasil ftn Pernambuco
na pbarmacia americana de Perreira Mi a & r.
roa do Duaue de Caxias n. 37. (Todo cuidado
com as falsifica cSes.) ,
Vtnde-se uma casa terrea oa roa das Nym-
phis n. 5. bairo da BOa-Vista : a tratar na rna
Direita n. 77.
Ra do Vigario n. 27
No escriptorio de Jos Joaqnim Lima Bairlo ha
para vender se :
Prg a de diversas qualidades.
Pechadoras de broca de lodos os tamanhos, e dos
melhores fabricantes.do Porto.
Cartilhas de douctrraa Christa.
Mercurio de LMxJa.
Lraha c"e Roriz.
.operiores ffgarros do Rio de Janeiro, da fabrica
de S. Uarenco, ja bem conhocidos pela aceita-
cao.qoo lera lido aesta provincia.
" Bicos e rendas
Vende-se rendas e bicos do Arseaiv a presos
nun.'a vistjj: na leja Je fszendj d i:anui Pinero ra ii Icaperatria 0. 16.
VEHDESE
As casas terreas foreiras, no becco das Barrei-
ras n. 16 e 18, Boa-vista.
As casas terreas oa meiaguas na travessa dos
Quarleis n. 32, dita na travessa dos Patos n. 13.
As casas terreas nos Arrombados em Santa Tht-
reza n. 15' e 16.
A tratar na ra da Cruz do Recife, armazem n.
Si.
:t! iliji^ll
Cn es de renda pre tos
a 2^000.
Rna do 0 espon,25
Queijos do sert^o
Vende-se a 320 rs. a libra : na ra da Madre de
Dos o. I.
Ap<
_ ovutem
Lindes padres do chitas chinezas alcochoadas,
proprias para cobertis, pelo biato preco de 280
rs. o covado, assim como muitas outras fazeod s
que se vende barato : s na ra Direila n. 53.
Vende-se
a casa terrea n. II da ra deS. Jorge (ou
tj'ora Pilar); a tratar na ra do Mrquez
de OliDda o 10 primeiro and-r.
AS MODISTAS
A Nova Esperanca est resolvida a ven-
der baralissimo, para as Exmas. modistas:
enfeites, forn s para vestidos, bot5es, etc. e
ludo mais de qoepr ecizarem ; e isio por
preco muito commodo, com a condico po-
rem das mesmas Exmas. munir-se uestes
objectos si mente no dito eslabelecimento
onde encontrurSo o bom, por ponoo preco
e desta forma ambos lucrarem, isto a
Nova Esperar Qa, porque vende, c as modis-
tas, por comprarem bom e barato.
Vio l: a ver cen vul^es.
Xs criaocas que usarem dos collares ano-
dinos, que se vendem na Nova Esperanza,
est^r5o isentos de oonvuls5es; pois sao os
verdadeiros recebidos directamente.
E' engracado e desrahe
Os pides de nova nvenc5o e que dancam
15 minutos porjeomais ou menos, mudando
sempre de cores, e representando diversos
caracteres, vendem se na Nova Esperanza
ras Duque de Caxias n. 63.
Pomada alpaka
E' muito cot:hecida esta pomada e muito
apreciada por sua finissimaqoalidade, a Nova
Esperarla quem tem.
Jarro de porcellana
. Um complelo sortimento de lidos Jarros
de porcellana (do afamado Bacar) existe na
Nova Esperanca, ra Duque de Guias
o. 63.___________________________
PIRA tfltlVAS
Lindas grinaldas com llores e botoes de
larangeiras. com vivos e sem liles, vendem-
se na Nova-Esperanfa ra Duque de Caxias
n. 63.
PIVELLAS DE MADREPEROLA.
Bonitas fivellas de madreper'a lisas o
bordadjs proprias para polceirjfs, vendem
se na Nova Esperanca roa Duque de Caxias
n. 03.
PARA AS FLORISTAS
A Nova Esperanca a ra Duque d; Cax,as
n. 63 acaba de receber folhas. para rosas e
d'outros moldes, a ellas antes que se aca-
bemf
Oleo para machinas
e e na Nova Esperanza ra Du.ios
'so, 63.
Bival sem segundo
Rna Dnque de Cxfas n. 91
Tote de Azevedo Maia e Silva, em sua lo-
j ade miudeas wntinua a vender toda
"pot baratos [ recr.g que z todo& admira :
Libra de 13a para boTdr a me'bor
n q"e ha. 6(5000
Caixas com superiores grampos fran-
cezes a ico
Duzias de facas e garfos de om e
dous boiSes a i#)0O
Tlheres pare meninos a 240 a 400
Libras de linba de novello, a melhor
possive'. 1.5500
Duzia de lencos de cas-a com barra. l^OOO
Caixas de licas com SO no\ ellos a $00
Vara da franja branca para toa'.has 160
Duzias de meas creas muito boas a 3/1500
Duzias de tneias finas para senho-
ras a iiJOOO
Do'ias de, facas e garfos cravadas a 3^(000
Duzia de palitos seguranca a 120,
240, 320 e 500
Na albas muito fiois, para fazer a
barba a 1C00
Caixas com peonas de 3CO ctm to-
que a 320
C?ixas com pennas de Perry fazeu-
da fina a 800
Dilas de dita do verdadeiras a 13200
Caixas com20cadernos papel ami-
zade a 70*
Pec-as de fitas p?rs coz c m 10
varas a 500
Pecas de tranca lisa de todas ai
c'es a 40
Duzias de liuba frouxa para bordar
a 400 e 500
Pires de sapalos de IranCi a 1$800
Duiias de baralbos muito fines a
2,5400 e 260 ?
Ditas de agu'has para mach-ra a ?|0t J
Libra de pregos francees 240
Reumas de papel almaco soperif r k 3$600
Ditas de dito paulado o melhor a, 4C0O
Caixas cem fabonetes fructa a 720 e 1(5000
Carrleis de llnba A'exandre a 100
Gravatas de cores moito finas a 5C0
Ditas pre tas pintas botdadas a 600
Grosas de botoes de madrvirola
para camisa a 50G
NovelW delmba branca, 400 jardaa S
Duzia de carlees c'e linha tranca e
preta e de cores a 120
Thcsouras moito fias para ochas
e costura a 500
Caixas redondas para bolar rap a L&C0
Caixas cem pos para Ic ar denles
f^zepda fina a '________________200
DO
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo n. 7
Os proprietarios deste bem cochecillo ejtabele-
cimeDto, alm dos moitos objectos que tioliam ex-
postos a aprtciacao do respeitavel publica, man-
darara vir e acabara de receber pelo ultimo npor
da Europa, um complelo e variado sdYtimento de
finas e n;u delicadas especialidades, as qnaes es-
to resolvidos a vender, cxmo -'e seu costme,
por pregos muito baraiinhos e commodos para to-
dos, com tanto qae o gallo...
Muito superiores luvas de pcca, pretas, brna-
cas e de mei lindas cores.
Muito boas e bonitas gollinbas e pnuhcs par.
senhora, neste genero o que ra de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riqusimos enfeites para cabeca das
Exmas. Sra?.
Superiores iranras pre fas e fie core? com vidri-
I los a sem e!!s; sta fazenda o qu-? .ole haver
de melhor e mais bonif.
Superiores e bonitos Irques de mtdrepfrola,
marfim, sandalo'e osso, sean squelles brancos,
Com lindos desenlies, e tsles pn-fs.
Muito sureiir.res meiaa (',- de Eseosli para se-
nhoras. as qoaes sempre se vrn-Vram por 30*f00
a duiia, entretanto que nos as vendimos per -2> ;,
alm desli, temos timbera grande sortlmepto de
nutras qtutidadas, emre as qoaes algoma? muito
fiass..
Boas bengallas de superior eaapa da ir.'
easto de marfim crin lindas e eccantsc)' ras ca-
ras do mesir.o, nete grnr-rn 6 o qne de mclh'ii
se pode desojar ;alm desta* cmr? ;,?n;i m ararv
de quantidade de ooii yiz\ll'-, -c- tn,
madira, bleia, sso, b'rr-..! ;. etc. >-..
Fino?, btiiil> s e aimso ctilctiichc-s de ::.eia e
do outra0 qunlidadrs.
Lindas e superiores liga de" seda e borracha
p?ra segurar as rreis.
B.as meias de seda para senhora e o.ra raeni-
nes de-1 a 12 anuos de dade.
Na vainas'cabo de maiMBktaiurng r-ra fozer
b.'rba ; sao mnito boa, ni m: is a ;? ?io ga-
rantidas pelo fabricante, i Po pot n -\ vez t:im-
bem ase^uni'nos sea quali.'ade e delicideza.
Lindas e bellas capellas para uoiva.
Superiores.aguihas para machina e p?.ra croe*-/1'.
Linha mu to boa do peso, fftot, para en sr
labyriotho.
B'ons bsnlboi de :r.rt.is para vollarete, assim
como os tentos para o mesmo iim.
Grande e variado sortimento das melhores per-
fumarias, dos melhores e mais conbeeidos fa
brcacte?.
COLARES DE ROYR.
Elctricos magnticos coDtra as conva!s5e?,
fscilitam a dentie;ao das innocentes crianzas. So--
mos deade muito recehedores destes prodigiosos
collares, e conlinuamos a recebe-los por todos os
vapores, afim de que nunca faltem no mercado
como j tem acontecido, assim como pois, poderlo
aquellas qne delles precisarem, vir ao deposito do
gallo vigilante, acude sempre encontrarlo destes
verdadeiros a llares, e os quaes attendendo-se a
fim para que sio .ipplicado?, se venderlo com un
mm diminuto lucro.
Rogamos, p.- is. avista dos objectos qne deixa-
mos deelarades, aos oossos fregnezes e amigos a
virem comprar por preeos muito razoaveis i loja
do gallo vigilaste, roa do Crespo n 7.
Anda uma vez
O Campos da rna do Imperador n. 18, avisa
aos seus numerosos Ireguezes e amigos quo che-
g' u de sua encommenda o to desejado rap
amarellinho de Estevao Gasse, assim como o pi
nhao di Rio Grande, qne lo grande apreijo tere
dalo os que sabem de sna utilidade alimenticia.
Alm disso]
O Campos tena constantemente em sea arma-
zem um completo sortimento de vveres, todos i
primeira qualidade e comise tornara enfadonhc
ura annoncio qne os descrevesse, limita-se a raen
cionar es seguctes:
Carne secca (Je carneiro) a 240 rs. a libra
6*000 a arroba.
Lingtias escaladas.
D:tas em salmoura.
Ditas afiarol-radas lodas as anartss e sabbados.
- Amendoas lescascadas e sem casca.
Sementes de hortalica.
Charutos fuma veis a I 300 meia casa.
Ditos superiores em graso e a retalb<\
Tinta purpurina I 000 rs. a garrnfa.
Camar5es seceos-.
Ra 6 Paulo Cordeiro, viajado.
Mate em folha e em p. *
Tabellas de reducto, para o systema' metriec
Pesiadas escaladas.
RICAS E ELEGANTES MOBILIAS FABRI-
CADAS NA BAHI a.
Na ra doJVigario n. 21, primeiro andar,
escriptorio de Domingos Alves Matheus,
tem para vender ricas e elegantes mobilias
de Jacaranda, Goncalo Alves e Vinbaticn,
para lalae, quartos e sala dejsntar, pr
preces mdicos.
Lib a sterlina
V :n li Ramos, rna da Croa a. 8
prmcro andar.:


miio de Pernamouco Sexla eira 25 Je Agosto le 1871.
VNDESE
JoafirimJos Kaa-us,.* ra da ruz n. 8, !
andar, vende algerlao atol americanos verdadeiro
.prego* americano o. 3 e 4.
Sio ka anals cabeiluibramco
Tintura japone a.
So e antea approvade pelas as academias de
aoencia, reconhecida superior a toda que tem ap-
parecido at hoje. Deposito principal i roa da
vjdeia do Recife n. 81, andar, em todas as bo-
ira e casa de cabelieireiro.
JLOJA
Flor da Boa-Vista
DE'
Paulo Galtnares
O proprietario deste bem onhecido es-
tabelecitneoto contina sempre segumdo sua
antiga forma de primeiro barateiro da Boa-
Vista e para melhor prova adm;rem os
procos segurles:
Guitas escuras e claras cores -kas
o covado 160 200 rs. a. 400
Cambraias de cores 2i0, 280 rs. e 320
La? para vestido 280, 320 rs. e 400
Creps escocezas. fazenda nova a.. 610
Alpacas lavradas d'ura s cor. 720
Cimbra; i branca transparente pe-
Cas a 305 O e.....80000
Ditas d ta victoria a 40COO e. _80000
Bramen'-} com 10 palmos de lar-
pra, varas, a 20OOOe. 205OH
Madaoo'o superior pecas 50000 e 00000
Algo 6 io a 40000 e.....50000
Brim pardo trancado pechincha
covadoa....... 320
Dito dito liso milito fioo a. 320
Ontras mullas mais fazendas que vende-
r por precos baratsimos como sejam :
pannos pretos, d^tos zoe?, ca3emiras pretas
e de cor, marinos, brins brancos e de co-
res, seda para Golletes, camisas inglezas para
homens m^ias, chapeo? fie sol etc.
Oicina d'alfaiate
Os dignos fregnezes encornara.) nm gran-
de sortimento de roupas feitas desde o
mais inf rior at as mais superior que se
ache nj mercado, assitn cumo se manda fa-
zer toda e qualquer obra d'enconunenda
feitas a capricho, pois para este misier se
acha niunido d'um perito mestre. Garante
se fazerem senwaor "0% de que em outra
qualq.^r pirte polo o motivo de o freguez
s pagar o que compra e nao o aspecto do
estabe! cimento.
4!?aa da IsnperarSz418
JUNTO A PADAMA FRANCEZA
Libras st*- li tas.
VeDd-se no .irmazem de fazendas. de Augusto
F. de Oiiveira Se
Tem a venda era seus armazens, a'.ra de outros
artigo* de sea neg, io regular, os seguate, que
Vaderr por precos maj mdicos que em ou-
tra qi-lauer parte :
POKi'S- de pioho alaaofadat.is.
POftTEIRAS de ferro para cerca?.
SALITHE ingle*.
SSTEIRAS di India para cama e forrar salas.
CANOS de barro fraucer para esgoto.
G2SS0 saperior em porcSes e a conlauto.
.K.*r.'.-:N'TO de todas as quaiidades.
MACHINAS de de?caro?ar algodo.
LONAS e brinzota da Ru=sa.
OLE 'DOS americanos para forro de canos.
FOG' (ES americanos muito bons e econmico?.
VINHO de Bordeaux.
IAC :-u;^rior de Gaulier Freres. .
LLO em saceos grandes a 35300.
> florida legitima.
BALANZAS decimae-.
CADEIltAS americana?.
RIH1M da Jamaica.
AZCl.EJoS de Li-boa.
Cemento Forland
Em barri.-as de 13 arrobas pre^o mais com-
modo do que em ouira qualquer parte, vende-se
;- de Tasso Irmaos & C
LIQUIDACAO
Ni
LOJA l ARMAZEM
DO
P AV AO
NA RA DA IMERATRIZ 60-
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA }
Os propietarios deste grande estabeleci ment tend) em ser ama avetada por ci de
fazenda, e tendo continuado a recetar por todos os vapores e navios immeosa porcfO
das mismas, tem renlvido f/zer ama GRANDE LIQUIDACAO, afta de de mi o a ir o gran-
de deposito e apurar DINHEIKO. De todas as faxeadas que M *nde toara lissimo se dio
as amostras, Meando penoor oo se mandam levar em casa das gimas, familias, asaiiaeomo
as pe-soas que negociam em menor escala, n'este esta elecmeoto se podero sorr em
pequeas perches pelos mesmos preces que compram Das caas exportaderas.
Bonitas fazendas anate
PARA AS FESTAS
DE
SAWTO ANTOMIO
E S. Mo
GHEGARAM PARA A LOJA
DO
que se eocarrega de ezeeotar qualqoer en-
commenda da sua arte vontade do fre-
guez, e o proorietario d'este grande esta-
belecimento e promeite servir bem a todos
os fregoezes qu lfae oonrarem a sua casa
ALGODOSINHO A 3 500 A PEQA
O PavSo vende pecas d'algojJaosinbb de
muito boa qaaldale, tendo 20 jardas eada
peca, pelo barato preco de 34500, dito mui-
to largo e encorpado i 64000, dito o me-
Ibor que tem vhdo ao mercado, amito en
corpado e largo para lencoes. pelo barato
preco de 65500, grande pecbincba.
xMADAPQUO A 44000 E'44800
0 Pavo vende pecas de madapolo com
24 jardas, sendo fazeada maito superior
pelo barato prep de 44500, ditas com as
mesuas jardas a 45000, ditas finissimas a
54500,65000. 74500 e 84000. pechincha
MADAPOLO FRANGEZ A 04
O Pavao vende ecas de fiaissimomada-
polSo vardadeirameote francez, tendo 22
metros oo 20 varas, pelo baratissimopreco
de 104000 peca, sendo fazeada que sem-
pre se vendeu 11,5000, e liquida-se por
este barato preco por estar alg^ma ebusa
enchuvalbada na pon'a de fra.
ALGODOSJNHOENFESTADO A 14 14280
O PavSo vende verdadeiro algidiosinbo
americano, tendo 7 palmos de largara -e
Vi lio de Collares
V sde-se o verdadeiro e soperirr vinho de Col-
iar me mais a'.eeitr.QSo tem em Lisbaa, em
de pipa : na ra da Maire de Deus nu-
l 28.
Gop.tra a tosse
PAST.LHAS PEITORAES.
de
rjon ma ?impl?nery;lalsala.
Dita; de angic-3
Nato J'Arabia.
S?ve de pioho martimo de Laga?se.
E ouiras muitas que nolto se recomendara po-
las'suas excellentes quaiidades.
Vende na
PHARMACIA E DROGARA
DE
Bartbolomeu & C.
34-RUA LARGA DO ROSARIA-34
GRANDE
LIQUIDACAO
Ra do Crespo n. 20.
Nan?uc liso de cores lindas para ve?lido a 2'i0,
i80 e 360 o covado, chita? eseuras Anas :ora bar-
ra a 30 o eovado, 6 baraiis?imo : na loja de Gui-
Ihermt Carneiro da Cuohi.
FIO PARA SrC0S
Okell Bindloss
.Vende-se em easa de
ra rta Cruz n. II.
& C\
OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO
DA
TERRA NOVA
DE
11. LACOMBE
Este ol>!0 que tao boa acceitacao tem merecido,
muiti m rreommenla por ser o mais purrucado
que at boje lera viudo, e anda pelo bom paladar,
superior a tutro qnalquer : vende-se no deposito
especial de Banholomeu & C.: ra Larga do Ro-
sara 34.
Xarope sedativo
DE
Casca de laranjas amargas
COM
BROMRETO DE POTASSIUM
DE
MllOZE
Este novo preparado aprovado pela academia
imperial de medicina, muito se recommenda pela
sua aejao sedativa e calmante, sobre o pyema
nervoso, o broroureio de potassium, nao d^ixa de
dar os mais cerios resultados as diversas affec-
coes do organismo e principalmente as molestias
do cor?cao, da* viss digestivas da respiracao, das
vias genito-nrioarias, na epilepsia, as molestias
nervosas da preahez, na insomnia das eriB{as
urante o perioo da denuedo etc. etc.
Vende-se na pfcafmacia e drogara -
de
Baribslomeu 4 C.
34-RUA LAR3A DOROSARIO-34
PAVAO
ALSACIANAS A 1->SW0
Cbegaram as mais lindas alsacianas sen-
do ama nova e elegante fazeoda de 15a
com bnlbaotes listas de seda e ba-tante
larga, para vest ios, sendo n'este genero
o qae este anno tem vind > de m 3 gosto
o mercado, e vende-se 14200 o covado.
GRANADINAS JAPOEEZAS A 800 RS. O COVADO
Ctaegou para a loja do PavSo esta nova
fazeoda c>m o nome de granadinas Japone-
zas, sendo nma boni a fazenda de la cora
bonitos qnadros de seda, popria para ves-
tidos, tendo de todas as cores, e vende-se
a 800 rs o covado.
ATLANTAS LAVRADAS A 800 RS. ,.0 COVADO
Cbegoa e-ta nova fazenda Com o nome
'le a lana, sendo orna delicada fa7enda de
la, pira vestidos, q e vende-se pelo bara-
to preco do 800 rs. o covado.
NOVAS POUPELINAS DE SEDA
Chegou para a lija do Pavo um grande
sortime to das mais lindas e moderoas
pon elinas de ssda, com os mais delicados
padrees e de muito pbantasia, qae vende-se
por preco muito barato.
CAMBRAIAS BRANCAS LAVRAD iS A M
Veode-se corts para vestidos de cam-
braia branca, lacada, sendo fazenda muito
lina, pelo barato preco de 4| cada corte,
assim como nm grande sortimento de ditas
lisas, tapadas e transparentes, que venie-se
por mecos do que em outra qualquer parte.
CAMISAS PARA INFERNO
. Chegou para a loja do Pavo um grande
sortimento de camisas escaras encorpadas,
3 prova 'agua, sendo proprias para a es-
tarlo do invern, e vende-se por precos
em conta.
TOALHAS ALCOCHOADAS PARA MESA A 3*300
O Pavo veude toalhss brancas de fusto
a'cochoadas, proprias para mesas, sendo
bastante grandes pe'o baratfr preco de
34500, ditas encorpadas muito grandes 7$.
CHALES DE MERINO* A 2*500
O Pavy vende chaUs de merino muito
grandes e encorpalos 25n0, ditos
imiico de chioezei 25500, ditos pretos
de renda com 4 ponas 2,-5000.
CHALES PRETOS BORDADOS
O Pa^o vende os maiores e melbores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em outra qualqoer tarto.
CAMISAS PARA I10MENS
0 Pav5o vende um grande sortimento das
melhjres camisas inglezas e francezas com
peitos de linbo para todos oj precos e qua-
liades, assim como ditas de ditoi de
algodo para todos os precos e tamaitos,
tendo ta ni bem para criancas, e no mesmo
estabelecimente tambera se vende ceronlas
de lioho e algodo, tendo para todos os
prejos, assim como metas cruas inglezas
para homens e meoinos, que tudo se veode
por preco maito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavo tem crastaDtemeote um grande
sortimento dos melhores cortinados Dorda-
dos para camas e jatella?, que vende-so de
85UOO at ao mais rico qoe costama a vir
n'este genoro, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, tanto lapadas como transpa-
rentes, proprias para o mesmo fi n, colcha*
de crochet, dama-ico para camas de notas,
e cortinas, e vende-: e no Bazar do Pavo
LASINHAS BARATAS
O Pavo tem um grande sortimento das
mais bonitas lasinbas para vesli ios, tendo
de todos os precos cores e quaiidades.
principiando da 200 rs. para cima ; porm
to grande a quantidade que seria enfa-
ionba especificar qualidade por qoadaie,
s a vista do freguez e das amostras se Ibe
vendero por precos to cmodos., qne
engue u deixar ae fazer um vestido de
la por to pouco dinheiro.
ALPACAS DE CORDO A 640 R8,
0 Pavo vende as maii lindas alpacas de'**61^3'sendo fazeoda muito encorpada pelo
cordo para vestidos e roupas de criancas barato preco de8t)0ri. o covado.
muito encorpado, proprio para lencoes
7IU00 a vara, dito da mesma largura sen-
do trancado e muito encorpac'o S^O.
BRAMANTES PARA LENCfJES A 2*400 2*8003*
O Pavio ve-'ide o verdadeiro branante de
linbo tendo 10 palmos de largara, que ape.
as precisa para umlencol ama vara erma
qaarta, pelo barato preco de 23400 vara,
dito melhor de 258 6 e 3*000, tendo at
do melhor que vem ao mercado 3(5500
e 4/O00, assim como crotones fortes para
lencoes, sendo ama encorpada fizenda fran-
ceza com 10 palmos de largara 100 rs.
o metro, e bramante d'algodo com a mes-
ma largara 1,5800.
SAIAS BORDADAS A 4(5500 E 6*009
O PV3o vende grajde pecincha em saias
brancas ricamente bordadas, tendo cada ama
4 pannos, e vende pelo bara/o preco de...
4,5800 e 61SOOO, sendo fazenda que sempre
vendeu-se por 85 e IOjJOuO.
Fuendas para saias a 1*200, 1(5286 e 050o
O Pa /lo vende superior fazenda bordada
a com prega* proprias para saias, 1*200,
1*280 e 1*5! 0 a vara, sendo preciso para
urna saia aperas 3 varas ou 3 1|2.
Aos 3000 cenes de' cambraia a 2*900
O PavS) vende orna grande porclo da
cortes de cambraia orgamiys; tanto brancas
como de cores, sendo com listrinbas' de
cores tessidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo barato preco de 2*500, cada corte,
fazenda que vale muito mais.
Aos 2006 cortes de cambraias bordadas a 5*00
O Pavo vende ama g*aode quantidade
de cortes de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenhos mais
lindos e mais vistosos que tej viodo ao
mercado, tanto em listras corridas como a la-
gooae8, e com muita fazenda para um ves-
tido, e liqaida-se pelo baratsimo preco de
5*000, seudo fazenda de muito maior va-
lor, grande pechincha.
CAMBRAIAS
O PavSo veade grande quantidade de pe-
cas de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, tendo de 3* a peca at i mais
una que vem ao mercado.
CHITA A 160 RS."
O Pavo venda chitas largas-com bonitos
desenhos e cores Oxas, pelo barato preco
de 160. ocevado, grande pechincha.
LAASINHAA 60 RS. O COVADO
O Pavo vende bonitas lasinbas transpa-
rentes pelo barato preco deltiO rs o cova-
do, paihmcha na ra da Im^eratriz o. 60
CURTES DE CASSA A 25O0
0^ Pavo vende bonitos cortes de cassa
franceza viado cada nm em seu papel, pelo
barato preco de 24500 1 corte, ditos muito
lindas 3*000, pechincha.
CASSAS FRANCEZAS A 20 RS. O COVADO
O PavSo vende bonitas cssas de cores
para vestidos, pelo barato preco de 200 rs
o covado ditas finissimas com os desenhos
mois modelos qop'tem vmdo ao mercado,
pelo barato preco de 500 rs.
CRETONES
O PaIo vende fio i si irnos cretooes esca-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato preco de 040 rs. o
covado, ditos de fl r5os, proprios para co-
MACHINAS PAR
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universalda ra Nova
o. 22, um sortimento de machinas para cos-
tara, das melhores quaiidades qae existe na
America, das quaes muitas j sao bem co-
nbecidas pelos seos autores, como sejam :
Weiler & Wilson, Grover A Boker Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e outras muitas
que com a visja devero agradar aos com
pradores.
Estas machinas teem a vantagem de fazer
o trabalbo que.30costureiras podem faz'r
diariamente e cosem com tanta perfeico
como as mais perleitas costureiras. Garan-
te se a sua boa qualidade e ensinase a tra-
bflhar com perfeico em menos de urna
hora* e os precos sao to resumidos que de-
vem agradar aos pretendentes.
%*

V ">> nt"
'o0- '
V
?* O.

nico legaimente autorisado e approvado
pelo conselho de sade.
NICO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU & C.
34Ra larga do Rosario34.
Para
saceos foguetelros.
SAGCOS
PARA ASSCAR
CERVEJA DE MABCA
pelo barato preco de 640 "rs. o covado,
ditas finissimas com os mais lindos lavoree
iuiitacao de agr -tanas a 800 rs. o covado,
bonitos glacs com delicadas Corese lus-
trosas como se la 1*000 o covado, e ou-
BMifinas m easaqoiabos a 20* e 285
O Pavo vende basqaioas oo casaqoinhos
de seda pretos ricamente enfeitados, pelo
baratissimo pre^; 1 de 20* e 25*OC0, sendo
muito modernos, assim como ditos fie cro-
"' amuu 00 ia a ipuvA/ u uuvdUU, O mi-.- "~i, oiui wuu uii.ua XIH vu-
tras maitas fazendas de gosto e luso para enet rondas pretas qoe se vendetn muito
'Ji
Veode-se o verdadeiro oleo de Orna, Philopome
da sociedade bygieoiea, e raacajsar vil de Aikin-
sgbs -. no Razar Victoria a roa do Bario da Vic-
toria, o. i, (aotif a ra Nova)
vestido, na roa da Imperatriz n. 60.
POUPELINAS
O Pavlo receben as mais delicadas e me-
lhores ponpelinas de seda para vestidos,
com os mais modernos lorores, e oataas li-
zas com. as cores mais novas qae tem vin lo,
e vende-13 2*000 cada covado, assim
como delicadas sedas de listiahai, tanto
para vesti los de senhoras como de eninas,
q vende-se 2*000 cada covado.
ROUPAS PARA HOMENS
0 Pavo tem constantemente nm grande
sortimento de roupa, tanto de panno como
de bros br- miras, para todos os preces e quaiidades,
e umbem se manda fazer qaaiqner peca -de
obra com todo aceio e promptido, para o
queso tem nm perito
em conta, oa roa da Imperatriz n. gO.
Chitas entraaeadu faracebertas a 360 rs. i cera
0 PavSo vende chitas entranodas com
delicados desenhos para cobertas ou corti-
nas de coras fixas, sendo fazenda maito en-
corpada pelo barato preco de 360 o- cooadO.
ESPaRTILHOS A 4*500
0 PavSO vende os mais modernos e me-
lhores espartiihos, tendo de toos os ta-
annos, pelo borato preco de 4*500
CASEMIRAS
O PavSo veade om elefante sostimeoto
de delicadas casemirss lngtezas, sondo to-
das de lia o maito levesiabis, tinto pro-
prias para horneas como pan criancas, e
ditas mata encorpadas, tendo de orna o da
daas larguras, qsese veade o mais barato
possivel, na roa da Imperatriz n. J.
Engarrafada esnecialtnente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazera os nmeros estampados
as pegas e nao as etiquetas.
Vendem-se
Em casa de
ar T. JEFFERIES & C.
4b Ra do Gummercio 46
BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em eada peca nm bllhe-
te com o uome
. D0S
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
Vende-se barato, um piano, de um dos mais
atamados fabricantes : tratar ra do Cora-
mercion. 38.
Aviso aos fumantes
Charutos de Havana
Verdadeiros e de diversas marcas, acabara de
ebegar casa de Bonrgard & C, ra do Mar
quez de Olioda n. 15.
MttHm-tttt-mitt i
Casaquinhos de crochet
preto
a 3jrj000
8 Ra do Crespo n 35,
wmmwsk
a loja de louea da trra a roa do Raogel n. 4, li
vre e desembaracada de qualquer importe : quen
a pretender dirija-se mesma.
Chapas ae ferro galvanisado pa-
ra cobrir casas, etc.
Vendem-se em casa los importadores
Shan, Hankes C.
N. 4, ra da Crac.
(iroslbnaplebranco
a 1$ o covado
RA D ) CRESPO N. 25.
****** *** $**
Refinadoaes de PcrnamBuco.
Chefuem pechincha, carvio animal a 1*600 :
na acreditada fcbrica das fin das salinaa de San-
to Amaro, depoiia na ra da Ponte-velha n. 14.
Pete ide vender por largo lempo por ter viodo de
Lisboa grandes porc3t por qoasi lodos os navios,
4 o-mot melhoranaeato ullimaroeots iolroduzi-
*ie maofainiamo, prodnx a dita fabrica 80 ar-
orbas por dia, oomecando de 15 de agosto em
A FLOR DE OURO
E' este o distintivo de urna nova e lem montada
loja de joia?, sita a ra Jarga o
fiosario n. 24 A,
Os proprieUrios deste elegante estabeiectaenfo tendo em vista os esforcos qae
fkeram para o colloearem as condicc5es de nma grande clientella, iliariam ao mais
rigoroso principio se Dio viessem as eoilamnas do jornal scienlificar ao respeitavel pu-
blico, que no memo e?tabelecimento encontraras sempre o mais completo soriimenlo
de jolas, como sejam : brincos os mais modernos, para adornarem as delicadas ore-
Ihas do bello sexo, e qne se vendem a 8, 9 e 10* o par, ditas para meninas a 4,5 e 6*.
ditas de coral, obra de apurado go:to a 3 e 4*. Voliinhas de coral cora eruzes de onro
a 8/, broches modernos de 3 a 13*, ditos com pedras e em soa*-devidas catrinto a
10, 1, 16 e 20/, rosetas lisas, porm bem trabalbadas, de J500 a 9f, ditas con
pedras de 4 a 15*, escoletas a 4, ditas com Inscripc/tes a 5*5(0, anneia de diversos
gostos, e com bonitas pedras a i, 3 e 4#, ditas de perolas, esmeraldas e rnbins a 6*,
ricas .rrozet de esmeralda e rnbim a 12,14 e 16*, ditas de onro e coral com vistas pbo-
tographicas a 3, 4, 8, 6 e 7*, ligas de coral a 2*, cadeias para relogios a 20*, ditta a
6*500 a oitava, guarmedes com tres botSes para aberturas a 4*, ditos de pedrtnbas a3*500
o par, ditos para punhos os mais modernos a 7 e 8* alm de nm variadsimo sortimen-
to de jolas de apurado gosto que receben) por todos oa vaporea da Enropa ; como
sejam : brincos, braceletes, alQnetes, aderecos completo, ernze, rosetas, anaeis de
brilhantes, esmeraldas, perolas e rnbins. MedamSes, voitas, tranceln, anneis con let-
tras e de dirsos modelos, oculos e pencinez de onro e prata dourada, relogios de on-
ro e prata de afamados fabricantes, salvas de prata de diversos tamaohos, ricns palitei-
ros e faqaeiros, colberes para cha e sopa, maracas para criancas, e ama innnidado de
objectos qne sera enfadcnbo mencionar-se.
Os proprieUrios da Flor de Ouro garantem vender mals barato qne em outra
qualquer parle, para que estar aborto o eatabelecimento das 6 bora da manh as 8 da
Don te.
GRANDE QUEMA
65
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Antiga do Queimado)
Peco que se nao admirem dos precos de alguas artigos que passo a mencionar, ja
por vezes tenbo mostrado que s desejo vender barato a fim de poder vender moito.
e Dio ba-quem me possa retirar do meu firme proposito ; podondo dssde j asseverar
aoilluslrado povo pernambucano, que nesta cas.a commercial seeocootra sinceridade nos
tractos, afim de se |.oder conservar a numerosa Ireguezia que me tem honrado em vir
em nossa casa, e pan o augmento da mesma.
PRECOS
.
Pefas de madapolo a 3$200, 4S0C0,
40500, 50 e 60000.
Ditas de dito muito fino a 60500, 70.
e 90000.
Dita dito enfestado peca de 12 ardas a
30500.
Dita de algodosinho a 30, 40, e mais
presos.
Ditas de dito muito largo marca T a
40400.
Ditas de cambraia transparente a 3200,
30500 e mais precos.
Ditas de dita tapada (on Victoria) a 40
e mais precos.
Cambraia a imperatriz muito tina e
larga.
Dita imperial com cordosinhos, fazerda
muito moderna.
Mossebna branca, colado 300 rs,
Bramante de linbo com 9 palmos de lar-
gura 10800 e mais precos.
Dito da algodo a 10500-
Atoalbado afestuado fazenda superior a
10800.
Brm de algodo de c6r a 400 rs. o
covado.
Dito da Russi, a 500 rs.
Dito pardo trancado a 300 rs. e mais
precos.
Dito branco de linbo fazen-la muito supe-
rior a 10600 a vara (vale 20000).
Grande sortimento de brins de linho de
cor a 500 rs. o covado, fazenda que se tem
vendido a 10200.
Grande sortimeDto de casemira, custa o
covado 10600, 20500 e mais precos.
Damasco de la fazenda finissima.
Cortes de casemira para calca a 40500,
50, 60, etc.
Flanellas de la riscadinhas a 640 rs. o
covado.
Lencos chinezes a 30000 a duzia.
Ditos b/ancos de algodaa e liubo sorti-
mento completo.
Completo soriimenlo de camisas nacio-
naes, francezas, allemes e inglezas.
Cobertores de la de xadrez fazenda supe-
rior a 50.
Grande sortimento de bal&Vs.
Cobet lores de algodo a 10400 e 20500.
Cassas de salpicos a 50000 a peca.
Palitots de casemira a 50OiO e mais pre-
cos.
Ditos de alpaca a 30500 e mais pre-
cos.
Saceos para viagem.
Muas para homem a duzia 20400, 30 e
30500 e mais precos.
Ditas para senhoras, meninos e meni-
nas.
Popelinas de seda, covado 10700 admi-
ra fll
Completo sortimento de chapeos de
sol.
Toalhas para o rosto a 80OOO a du-
zia.
Toalhas bordadas, de linbo do Porto,
sao muito lindas, mandem buscar as amos-
tras.
Duzias de guardanapos a 20500.
Cortes de vestido de cambraia branca
com babadesa 70000.
Cortes de vestido de cambraia branca e
de cor com babados a 100000.
Algodo de 2 larguras para lengol on toa-
lhas a 10000 a vara.
Chitas finas a 240, 280 e 320 rs. o co-
vado.
Ma violeta fina a 280 rs. o covado.
Ditas em percale o que ha de melhor a
360 rs. o covado.
' v para orer.
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C9 A M CO
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Diario de Pernambaco Sexta letra 25 de Agosto de 1871.
^

DO
CYSNE
U RIJA DA intATRIZ li u
DE
FIGUEIREDO & LOPES.
Os proprietarios deste novo estabelecimento. certos de que o meio de adquenr
nomerosa freguezia vender barato, servir bem e ha ver sioceridadade nos tratos, nSo
nos afastaraos deste camiobo para bem corresponder ao favor que nossos numeroso
fregaezes dos tena dispensado.
Gomo ainda temos algoraas fazendas das primeiras compras, resolvemos fazer
redocio era algamasdellas,pao que chamamos a alten co do respeitavel publico :
9ETINS.E GROSDENAPLES DE CORES, i Capellas maito lindas para nota, pelo
Teaos para todos os precos e qualidades., ^ IVW*MWM rs
Groidenaple preto. L Poupelmas de cores
Recebemos novo sortimento a vendemos
por manos do que outro qaalquer.
Laas Saboya.
Anda temos una resio desta linda faien-
da a para acabar vendemos por 900 rs.
C'nes a .Minerva
Anda tem s alguos estes lindos cortes
com lis tras-de seda, rom 19 covados, pan
acabar vendemos por 204.
Cortinados.
Recebemos novo sortimento e vendemos
por 84, 9J, 12,5, 160, !8 e 22;?, cada
par.
Cambraia para cort nados a 10:5 a peca
com 20 varas.
Dita Victoria de 4$ at 8$00O a peca de
8 varas e meia.
Dita saissa transparente moitoflna.
ORGANDYS BRANCO
Temos recebido novoa organdys de
4*500 rs., ditos de fifj e 80000, este olti-
no tem listras asselioadas.
Esparlilhos
Recebemos novo sortimento de esparlilhos
ingleies muito grandes, sao de linbo.
e "brancas muito
lindas.
Camisas de meia a 90000 a dnzia, pe-
chincha.
Gambraias de cores.
Temos o melhor e mais lindo sortimento
de cambraia de cores a 500 e 5G0 rs. o
metro.
MEIAS.
Recebemos raeias muito finas tanto para
senhoras como para homens, meninos e
meninas.
Chapeos de sol.
Recebemos chapeos de sol com cabo de
raarfim que vendemos por i H 180000, di-
tos de cabos de canoa 90, 110 e 140000.
Cortes de cambraia de cor muito lindos
e com babados com sen competente figuli-
no, tem 18 covados por 80000.
BASQUINAS.
Recebemos basquinas de seda ricamente
enditadas qne vendemos por baratissimp
preco.
Vestuarios para meninos.
Recebemos vestuarios de fustao muito
bem enfeitados que vendemos por 40500 e
50., fil branco bordado maito fino, dito
Vestuarios para baptisados, bordados' com salpicos dito Dreto com-salpicos e liso.
torito lindos a tOOOO, barato. Cambraia abert a imitacSo de croch de
Camisas francezas, inglezas e suissas de cores e branca.
S0 at 40500 rs., ditas bordadas muito finas
de 80 ate 100000.
MECBJANA.
E' orna fazenda branca muito linda e fina
pan vestidas de senhoras, tem a peca 30
jardas e costa 180 e 220000.
Panno abretanhado largo e boro, peca de
20 varas a 1( 0.
TAPETES.
Recebemos novo sortimento e vendemos
mto barato.
Temos grande sortimento de saias bor-
dadas e vendem s moito barato.
CORTES DE LA A S1M1RAMES.
E' urna linda fazenda com os enfeites
BRINS.
Recebemos o superior brim de Angola,
dito pardo para todos os precos, ganga fran-
cesa a 5uO rs. o covado, superior.
Pannos finos.
Temos pannos pret s finos de 30500 at
60500 rs.
Recebemos casemiras de cores para 30
at 30500 rs. o covado. .
CHITAS-
O Cysne tem o mais lindo sortimento de
chitas para todos os precos e qualidades.
Barfges com listras de setim com lindos
padres e muito modernos.
Cretones claros com lindos padres e
correspondentes, guarnecida a saia com cores fixas pelo baratissimo preco 440 rs.
nma franja de seda na barra, vende se o covado.
por 400000.
Cortes de cambraia branca aborta, bor-
dadas moito lindos, vendem-se por menos
do qu em outra paarte.
Dites bordados na barra, de cambraia
transparente, pur 80000, muito barato.
Luves frescas de pellica para homens e
senhoras do acreditado fabricante Jonvin.
Fazendas para luto vendemos por monos
que em outra qualquer parte.
A pacas, can toes, princezas, bombasinas
cambraia preta, ^^c. etc.
Deltaicos de annunciar maitas outras fazendas por nao se tornar extenso e en-
fadonho aos nossos fregoezts.
Ra da Imperatriz n. 64.
FIGEIREDO & LOPES.
Necea se vio uro procedo maii perfeito e que ai- cripta fuflra o choque de ridos ortissimos, sem
- mais se decoro; >; -
tiftj de-tal forma a >aii-f,iz r as exigencias
tttent da (.eripiurar.o.
A soa cor hodissim e nao precisa de cuida-
do algum para se conservar do tinieiro sempre
em a mesma ror, m horra, erdsU, bolr oo sem
todas estas maulla* inhereoles i tedas as tintas
aj afora condecida, alada mtsmo dos mslbores
autores estraagsiroa. ,
Sobretodo, este tUroavel producto nao ataca a*
ftnnas de seo; antes pet contrario, a penna
adgoire ora esmalte doarado qne, sendo inters-
, asss proveitoso.
i tiaua, oaV. sendo especialmente para copiar,
ido doasjr.es, ou mais eplaa um u ex
ra, se os cidos nao tem accao so-
bre ella, muita menos a aeco do tompo a poda
deirnir; isio plaasivel.
Nao ? ao commercio qne este mea producto
Trio ser til ; os professores dos collegios, invest
g:nd todos os meios para o adiantumento dos
seos dlseipnlos, tero approveitado esta tinta qne
o m mo a acharam apta pira desenvolver o
posto nos educandos, ero conseqoencia da beleza
da rr e facllidade de correr na pequea pela sna
liquides. Ha exeroplos de enancas qne havt
coito tempo tinham nma repugnancia extrema
para a escripta, logo que foi adroittida esta tinta
do r'iliegio, apoderon-se dallas a eoriosidade e o
escripia ; preciso, porm, deixar-lhe. go-to, e ponco tempo depofs o sen adiantamento
fcem mullido seo o enxag-ar eora o mata- | era msDitesto.
E-ta tinta, i par de tantas vantageas, tem um
nnico inconveniente, deteriorare ao contacto de
nitra qaalquer; c^nvrn pois te-la ero tioteiro
henws dn menor vislumbre de ontra tinta, e evi-
tar < erever com a peona cuja de orna preparadlo
diferente e incompativel; verificando isto, nao ha
rata para so usar de tinta qne nao seia a VIO-
LETA EXTRA-PINA DE MuNTEIRO.
I pnrqoe do ha o rKco de horrar. Para se
mais de orna cfMa, nao se agglomerara tan-
ilhas qoaous copias se querem tirar, mas
i eora o original tirar a, urda tantas qnantss
i sem qoe origin-al ffqae prJudiad
i *t ijer fBe, p*n optar Imparta
i iotelligeneu haMsMfotiy *m qne a me-
titta nao sajis/az, 0 o d* Wto recae sempre
ala a u, qae matas vo*S t qnetn menos
h tam.
. *V^ qoaUdate deu tintis Mtremamanta
WBMa msslMaa. a casas
Observapao.
Diversas falsiflcacoes e dnriethancas um appa-
recid.., caja dorabilidade duvidosa. O Srs.
compradores podem evitar o engao dirig ndo-se
i eaeu circamspectas,. a pedindo a tinta qna
A. C.Uentttro.
IIVDBOLEO LITH0TR1PTIC0
AXTJL RHKUJIATICO B OTTONO
ESSENCIALMENTE EFFfCAZ E 1NFALVEL EM DESTRUIR AS ARElAS E
EVITAR A SUA FORMACAO
Guiados pelas ndicacSes de mnitos abalisados cbimicos, e medico distinctos, qae
se deram ao estado e averigaaclo das cansas que prodmem os padecimeotos de rAet-
matismo, gotta, areias dosjrhint, bexiga, figado, e d'outras viscera*; e aos ensato dos
meios prrprios para cural-s, chegamos a obler nm remedio, qae nunca desdisse a soa
actividade contra os ditos padecimeotos.
Nao nicamente baseado em theorias qne tanto a vaneamos, mas sim nes satis-
factorios resultados ubtidos da soa applicacao, as innmeras experiencias, qae com elle
Qzemos ; e deste modo, segaros de seos beneficios effeitos, a fo ota meo te o recommenda-
moss pessoas qae soffram algumas das molestias cima ditas, on de alguns ootros pa-
decimeotos do apparelho urinario, taes como o diabtico, glycosorico albuminanco
etc.
Escasado seria observar qae se n8o pode designar um Damero determinado de dses
de om medicamento para corar todos os individuos qae padecam da mesma molestia ;
pois que a cura est dependente de diversas circumstancias, inherentes disposico na-
tural oa compleicSo, de cada nm delles; mas cqmtado, certo qae o hydroleo luiho-
trptico anti rheumatico t gottoso produz sempre a cora desejada, qondo se penisla em
toma lo o tempo preciso para obte-la; devendo ter-se em vista qae quanto mais invete
rado est o mal mais se deve insistir na applicacSo do remedio.
Podemos tambem affian^ar qae, por mais continuado qae seja, o uso deste reme-
dio nao causa desarranjo algom as vias digestivas, mas antes, pela propriedade eminen-
temente tnica, que tambem possue, fortifica o estomago, torna mais facis as digestoes
e, to p/iucas vezes, tem Jeito desapparecer diarrbea, qae erain entretidas pela debili-
dade geral do apparelho digestivo,
MODO DE USAR.
Tomam-te do hydroleo lythotriptico, nos primeiros qtialro oa cinco dias, duas co-
Iheres de sopa, em agua assucarada, leite, cha ou caf cm leite, e mesmo seai mista-
ra algum.t, ca oecasiao do almoco, e outras ao principiar a jantar.
No quinto ou sesto dia e seguales, tomam-se do mesmo mododit), tres coiheres
de cada vez.
Se as ourinas da pessoa doente depositara grande pprcSo de areias; se as dores
nepbriticas, rheumaticas ou gottosas s5o constantes; em m, se os padecimenlos s3o
fortes, tomar-se-bao quatro coiheres de cada vez, ou tres vezes no dia, a tres coiheres
de cada ama.
Quando as areias, ou outros padecimeotos, tem diminuido, torna-ae s primeiras
dses.
Pelo uso do Hydroleo lithotriptico v3o sendo mais raros o apparecimento das areias,
s dores nepbriticas, rheumaticase gottosas at quede todo desapparecem: neste ponto
pode dispensar.se o remedio: til, porm, com > preventivo, tomar cada semana orna
ou duas dses delle.
Pelo que respeila alimentaco, deve ella ser regu'ada de modo qae nao sobrecar-
regae o estomago, e em quantidada tal que possa ser fcilmente digerida.
A melhor bebida sem duvida, a agua pura, mas tambem se pode osar de wnho
simples ou pouco alcoolico. De cervja e vinhos fortes, poucas vezes.
Sobre todo o que muito recommendamos, grande exercicio, sem fadiga, pt^is que
elle muito. contriboe para a rapidez da cura.
N. R. Depois de tinr-se do frasco a porco qae se vai tomar, deve baver o maior
cuidado em o arrolhar immediatamente.
nico deposito em Fernambnco
Pharmacia americana de Ferreira Maia & C, ra do Duque de Caxtas n. 57, (an-
tiga do Queimado.)
tirsicisaBij
ELEGANTE
N. 1Ra Estreita do Rosario N.1
AO BOU TOJtl
Acba-se de abrir este importante estabelecimento demiudezas superiores com os
meIhores rticos de luxo ede moda para homens e senhoras, variado sortimento de
perfumaras dos mais afamados fabricantes de Pars e Lmdres, com) sejam Hver, Lnbin,
Condray, Pinaud, Regand Chonneaux, Monpelas, societ Hygienique, Gosnel, Rimmil e
Piesse Lnbin, etc., etc.
GRANDE LIQUIDACfiO DE FAZENDAS
LO JAD__________
N. 26 Ra da Imperatriz N. 26
O proprietario deste novo estabelecimento, tendo resolvi > liquidar o grjode depo-
sito que se acha repleto de fazendas de todas as quali Jades, declara aos seos numerosos
fregaezes qne a Jandaia vai vender suas fazendas por menos que em outra qnalquer
parte, pois qae far T descont de 10 % em qaalqaer qaantiJade de faendas qne lhe
comprarero.
VOUlUiUI. ...
A Jandaia vai declarar alguns presos de
suas fazendas. .
Casemiras Chitas escaras e claras, fazenda boa a
220 n. o covado.
Bareges de laa de qoadrioh03, lindos pa-
drees, muito la g;s a 480 rs. o covado
na loja da Jaudaia.
Laas a tabernic, inteiramente para aca-
bar etta f?zenda, pelo barato preco de-5C0
rr. o covado.
Lansinhas claras a mocambique a 400 rs.
o covado.
Mussulinas brancas e de cores, lindos pa-
d oes > 400, 480 e 700 rs. e:ta ultima
assetmada
Popelina de Ha e seda, fazenda moderna"
e muito bonitos padres a 10000 o co-
vado.
Completo e variado soitlmento de chitas
de todas as qualidades, por i dos os pro-
cos.
Grosdenaple preto, fazenda nova a 20COO
o covado, s na Jandaia.
ifefapeioesa 455 iO. 50300, 70,70500,
80 e 110000 a peca, i rja*Jaudaia.
Fil liso e de salpico por todo o preco.
Bales para senhoras e mei.ina3.
Rtim pardo de linho a 300 rs. o ca-
vado.
Ditos de cores a 440 rs. o covado.
Cobertores do algodao de um s pello a
10400, s na Jandaia.
Ceroolas de algodo branco trancado a
10500 ou 80OCO a duzia.
Bramante cora mais de 10 palmos de lar
gura a 30000 a vara, f J-nar.
A'pacas de cores lisas, a 500 rs. o co-
vado.
Alpacas de cores com flores a 600 n. o
covado, esta pe h'ncha f na Jand.ia.
Alg d3o mar,a T mi.lo largo, boa hien-
da a 00000 a peca.
Colxas para cama muito gr.rides, ....
50OCO.
Casf mira preta fina a 0000 o covado.
Chiles estampados e lisos a 20800, 3#,
30SOO, 40-200, e muito fino a 60COO.
Cambraia Victoria, de UiOQ a 70000.
Ditas transparentes por todos o& pre-
cos.
Ditas para forro a 20000 a peca.
Algodo trancado branco com 8 palmos
de la gura a 10500 o metro.
Bramante de ILlio de urna s largan do
mais fino de 10200 a 10.00, s na Jan-
daia.
Toalhas felpudas grandes, a 90500 a du-
zia..
Alpaca preta Gsa a 600 r?, o covado, s
ni Jandaia.
Calcas de brim pardo de linbo a 10600,
11800, 20000 e 30000.
Panno preto fino muHo boa fazen la, a
40000 o covado.
Palito*, de alpaca pretas e de cfcres por
todos os precos.
CHAPEOS DE SOL
Um completo sortimento sendo : de seda, merino, alpaca e b:im ; con tinua-se a
cobrir, c 'acertar e fabricar chapeos de sol em grosso e a retalho.
A Jandaia nao podendo mais continuar a mencionar os precos de snas fazenda,
pede aos seos fregoezes que venham ver a realidade, pois o estabelecimento se acha
aberto das 6 horas da manha at 9 horas da noute.
FAZENDAS EM LIQUIDACfiO
LOJA
Alta novidade
O Masen Elegante roa Estreita do Rosa-
rio n. 1 vende ricas camisas de cambraia
de linho bordadas para noivas, e tambem
de madapolo fino, bordadas e en'eitadas
de ntremelos a 400, 600 e 750000 a du-
zia.
Lindos penteadoFss guarnecidos de ntre-
melos e rendas valencione, ricas calcas de
linho bordadas e de madapolo, para senho-
ras, bellissimo sortimento de golinhas e pu-
nhos cousa inteirameute nova, recebido pelo
ultimo vapor da Europa. -
PARA BAPTISADOS.
O Museu Elegante receben os mais finos
e ricos enxovaes para baptisados e tambem
lindos vestidos enfeitados para enanca, roa
Estreita do Rosario n. 1.
Ultima moda.
O Museu Elegante receben os mais liados
e modernos chapeos de blond enfeitados
para senhoras, e tambem do velludo e pa-
Iba para crianCas, e est vendendo moito
barato para Vender logo, a ra Estreita do
Rosario n, 1.
Flores e plumas.
O Museu Elegante est vendendo as mais
bailas flores e plumas que tem vindo ao
mercado, assim como nm lindo sort men.o
de franja de seda preta cousa de apurado
gosto ra Estreita do Rosario n. 1.
BOTINAS.
No Museo Elegante vende-se bolinas de
n. 20 a 3 pOara chancas a 20000 o par, e
Lbyrintho
O Musen Elegante vende ricas fronbas de
lbyrintho a 640 e 10201, roa Estreita do
Rosario n. i.
tambera vende colchas e toalhas de fusto a
50000 extraordinariamente barato, roa
Estreita do Rosario n. i.
Collar decir o.
At que afina) ebegaram os verdadeiros
collares de Royer, contra as convulses das
enancas e facilitando a denlico, e esto se
vendendo a 30000 no Museo Elegante
ra Estreita do Rosario n. 1.
As de 54 por 4^800
Na verdade barato Jl Facas finas cabo
de bataneo com dois cotes a 40800 a du-
zia, nm completo sortimento de colfae-
lberes de electro-plate e facas com cabo de
marfim, tu Jo ppr preco baralinbo qoe ad-
mira, no Museu Elegante ra Estreita do
Rosario n. 1.
AS MODISTAS.
No Museu Elegante encontrarlo um com-
pleto sortimento de bico de blond branco
e preto, dito crochet, trancas e franjas de
seda de todas as cores, grande sortimento
de gales de algodo cousa de lindos dese-
nos, cambraia franceza branca e preta para
forrar vestidos, retroz de todas as cores,
entremeios e babados tapados e transparen-
tes e agulbas de ferro, osso e marfim para
crochet, rna Estreita do Rosario n. i.
Imltaco de onro.
O* Museo Elegante vende ricas voltas dou-
radas para senhoras e tan bem meios ade-
recos imitando coral, perola e gata ludo
por precos razoaveis, na ra Estreita do Ro-
sario n, 1.
Mantillm brasleiras
No Museo Elegante ra Estreita do Ro-
sario n. I, veo-ie-se lindas mantilbas de
| seda para senhoras a 150OO, cousa vinda
1 na nlllmn vannr
[DO ultimo vapor.
LOJA DA CONQUISTA
Ra do Cabuga' n. 6
03 denos deste bovo estabelecimento acabam de receber o completo' sortimento
de fazendas finas, das qoaes s mencionan) os 'artigo* aosixo declarados afim de qae o
respeitavel publico possa fazer ama aproximada idea de qoe nao A por meio de annun-
cios que queremos acreditar nossa loja, mas sim pela variedade de objectos de gt>sto
de moda que sempre costumsmos ter como sejam :
Ricos cortes de blond para casamen-
tos.
Gorgorao de seda, branco e preto.
Dito dito de cores.
Popelinas de seda brancas.
Ditas ditas de cores as memores do mer-
cado.
Ricos cortinados bordados para cama.
Ditos ditos de crochet dito.
Colxas d- crochet diio.
Ditas de la e teda dito.
Camisas de linlio bordadas para se-
nhoras.
Ditas de algodo, bordadas para se-
nhoras.
Ditas bordadas e lisas para borneas.
Lindos lencos de cambraia de linho bor
dados,
Satas brancas bardadas.
Granadinas brancas de cores para ves-
tido.
Lindas alpacas e lies para vestido.
Ricos enxovaes para baptisado.
Ricas cnapelinas e chapeo para senho-
ras.
Lindos fustoes de cores para vestidos.
Fil de seda, e grinaldas para noivas.
Mantilbas broseiras.
Cambnia fina de 2 'arguras.
Bramante, Bretanhas e esguiao de li-
nho.
Tapetes frandes pin goanieao.
Majdans-ae ou umm-se as fazendas em qoalquer casa qae para iaso nes manden
o nome da roa e numero da murada na>
LOJA DA fMQMSTi
A* ra do Gibug vi.
DI
ANTONIO FRANCISCO DOS SANTOS & &
A' ra da Imperatriz' n. 40
Os proprietarios da loja do Papagaio scientificam ao respeitavel publico desta
provincia, que esperara muito breve receber um novo sortimento de fazendas moder-
nas, e de bom gosto, e por consegrante pem em liquidac) js abaixo especificadas : .
Retalbos de chita, de cassas e las.
Chitas de cores e rxas de 160, 200 e 210 rs.
Laznhas tapadasetransparentes.
Alpacas lisas e lavradas, de rcuitas e differentes qualidades e precos.
Cassas de cores de 2*0 a 320 rs. o covado.
Corles de cassa chita a 20400 o corle ou a 240 rs. o covado.
Cambraias brancas tapadas a 40 e 50.
Barejes de 13a a 320 rs. o covado.
Toalhas de linbo do Porto maito grandes a (00000 a dozia.
Metim da India a 600 rs. o covado.
Lazioha preta de 320, 400 e 440 rs.
Alsaciannas a 10000 o covado,
Chitas pretas moito finas de 400 at 240 tf,
Esparlilhos de linho e algodo de 3500 at 50000.
Camisas de meia, ditas francezas.
Camisas de pe to bordado, iiss, e de pregas com collerinho e sem elie.
Bales de panno a 30000, dos mais modero?.
Collerinhos de papel com beira de cor e lodos brancos.
Fustoes de cores para vestidos muito largos a 440 rs. o covado.
Cortes de casimiras de 40000 at 70000 com qnadfos e listras.
E outras muitasfazendas que pretendemos liquidar para nao accumular coa
as que espetamos rebeber.
ROUPAS FEITAS EM LIOIDAGiO
Na loja do Papagaio ha um g'anoe oeposito de roopas feilas de bros e de
casimiras, palitots, calcas, colletes e sobrecasacos, qne se liquidam por precos multo
baratos.
Sedas lavradas de cores.
Liqaida-se na loja do Papagaio urna grande porco de sedas lavradas de efiret
que se vendem por precos baratissimos, na ruada Imperatriz n. 40, esquina do neceo dos
Ftrreiros.
Mendes & Carvalho.
BAZAR DA MODA
DE
JOS DE SOUZV SOAPES 4 C.
Grande exposipo
Especial sortimento de fazendas de algodo, linho, la, e seda, de todas as quali
dades.
Artigos da moda elegante, tanto para senhoras, como para homens e meninos.
Completo sortimento de miudezas finas.
Grande dep sito de perfumaras dos n ais a llamados perfumistas da Europa.
Variedade em objectos de phantasia para mimos.
Nova remes?a de ricos Itus para mis-a com encadernaco de velludo, chao
esmaltado, e madreperola, tanto'para senhoras como para meninas.
Bllo sortimento de lindas e modernas jolas de onro, como sejam : cadeias par
relogios, medalboes, meios ad-regos, brincos, broches, braceletes, collares, e abutoado-
ras para camisa.
Ricos e>pelros prandes com molden dourada a ooro fino.
B' lias panormicas brancas e de cores, proprias para jardins e cornijas de casase
Assim da corveta S da Dandeira, e urna caixa com rica msica de pente acoT par-hada de
timbres e rulo, tocando com a maor perfeico o hymno do Brasil, Vida Parisiense,
Marco Espada, Flor, do Cha, Fausto, Perichulle, os Dragos de Viilars, e Viageaa
China.
m. ftORna do liar So da VictoriaX. ftO
_______________(Esquina ila de tanto Amaro).
MOSTO
ADOPTA
NOS HQSPITAES DE PAWZ AS /.AMBULANCIAS
HOSPJTAES.MILITARES NA MARINHA-IMPERIALj
FRANCE2A E NA MARINHA REAL .INGLES
O problema resdlvido por U' Rigoxot com o mais eliz resultado na composl?*o 4es*
s papel foi conservar mosurdt todas as suas propnca.les. ohtemlo em pracM isahla
COO (aciKdad* um edeito decisivo com a menor quantu'.aile possivel
i\xe>itiSC9
radorca,
coo taciMdad umetteo decisivo com a menor quantulade |>ossivel 6 *, **f^
* niiillsssiiiiBlS* (A Btuekardat tAtmuaire de th blcira Mifnatura ao lado, par qae ka lalcilcadora,
Tlitil, Rut VkiOe-iw-femflt, X. *-^^
btJJbbbbbbI


8
Djirio de Pernambuco Sexta feira 25 de Agosto de !fc71

ASSEMBLEA CERAL
CAM\R.\ DOS DEPUTADOS.
Discusso do elemento servil.
(Continuacio).
Si o, seahores, do que nao dos offereco
exemplo nenbum desses paizes, de urna
improvidencia 13o deploravel como a do
nosso governo.
A Franca e a Inglaterra, comquanto tra-
tassem da colonias e de urna escravaiora
pouco numer sa em omiar^So cornea
riossa, comquanto se acbassem em muito
raelbores circumstancias, dispmdo de cu
iros recursos e elementos de scco, proc-?-
durara cora toda a cautela 6 prudencia; -u
depois de meio seculo de aturados estu lo\
inquerilos, dscass5es, medidas prepara
rase auxiliares, que decretaran a al>o:
Co. Assim a Dinamarca, a Suecia, a 11)1
latida-, a Hespauha e rnesmo Porto?al:
assim em toda a parte, com excepclo so-
mante d.s Estados Unidos, onde a abil;5.>
realizoa-se no meio dos horrores di una
guerra vil originada de outras causas qua
D n eescravi,,3n>c "no garalmente se pen'a.
O Sr. presidente do conselho, no lumi-
iioae parecer que eraittio era 1867 no con
seibo de estado, refere a marcha lenta e
gradual que seguirn a Franca, a Inglater-
ra os oulros paizes para chegarem rea
lizacii) do*ta reforma. Djxo de ler as pro-
prue palavras de S. Exc, porque ah>ra
a> adiantada e So desejo abusar da pacien-
cia da cmara; mas peco a permisso de
itz las iserir em meo decurso.
S. Exc. assim se exprimi :
Wo C"Dbec>o no Brasil quest5o mais
grave e ds mus extensas consejuencias do
que esta de que ora s trata nos conseltos
do governo.
* Na Franca e na Ing'aterra, onde a e;-
c'faValura n3o era tao numerosa, nem dada
dependa 13) profundamente a fortuna par-
particatar q o trabalh"1 productivo d pai/.;
all- o mismo problema, posl-j que circoms
criplo 3 possessas coloniaes e limitado
emancipaco de aiguns m Ihares de escra-
vos, foi era reza de longo lempo preparada,
e ante a qual recuaram muitaa vezes os>s-
pirilos mais liberaes e affoutof.
t A assemb'a constituinte da Franc de
1790, alias tao abundante de gandes espi-
ritos apaixonados pala jostica, como se >*-
prime Cocbin, recuou diante dessa queslao,
como de um abysmo. Malouei Maury Bir-,
nava neutros encaravam essa abolicio como
urna guerra civil em que a cor da pella ser-
vira ue bandeira.
t A abolicao garal s foi decretada em
1848 como um dos primeiros actos da re-
\olucio que abri caminbc ao imperio ; e,
comquanto algpns escriptores abo icionisias
sastentem que nao provieram da aool cao,
mas da sbita liberdade poltica, os males
que scffreram as colonias, nao menos
certo que estas pissaram por urna crisc de
graves perigos e que a saa produccio agi
cola dimiuuio c msideravelmente.
orno so ve, a queslo que ora nos oc-
cupa foi ailada e discutida pelo governo
epelas camarn de Franca desde 1790. e
s veio a ser decidida definitivamente em
1848, pela fjrc da trrenle revoluciona ia
desta po a. E em Franja tratava-se de
colonias e de menos de 300,000 cscravos.
< Na Inglaterra a historia nos mostra o
mesmo. Os immortaes autores da extrae
Cao do trafico nao parderam um s dia do
pensamento a abolc3o da escravatura.
Wilberforce o annonciou desde2t792,
mas um duplicado motivo os relinda Elles
esperavam que, cessando o trafico de es-
craos, a escravatura se extinguira por si
mesma. Entendiam tambem que era pru-
dente chegar linerdade passo e passo por
melhoramentos graduaes.
Durante 20 annos foi esta a opiniio do-
minante na Inglaterra. >
ual e a
Assim, pois, na Inglaterra esta qoest >
foi agitada e discotida, suscitou varios exa-
mes do governo e das cmaras desde 1792 ;
s foi porm definitivamente decidida em
1838, sendo em todo esse periodo objecio
de aturados estudos e esforcos que a oscla
receram e encaminhi-ram para esse desea-
do desfetbo. Nao obstante, a reforma nao
se operou sem crise e grandes prejuizos
para os propietarios coloniaes. E para a
logla'erra como para a Franca tratava-se de
colonias. As ingezas possoian rnais nu-
merosa escravatura do que as di Franca ;
mais anda assim a sua popularn escrava
iiao pode ser comparada com a do Bras I,
pois n3o exceda a 700,000 individuo*.
< Depois 'do exemplo daquellas duas
grandes naces, a escraviiiiofoi tambem abo-
lida as colonias da Dinamarca, Suecia e
Hllanda e em parte das posses-uas portu-
guezis. Aiguns destes actos sao de recen-
te datas, e para todos essej paizes trata
va-se smente da escravidSo olooial. Para
a Suecia e a Dinamarca a medida nao al-
cancava senao aiguns poucos mil lia res de
escravos.
f Em nenbum delles se procedeu preci-
pitadamente : a reforma foi determinada
pela opiata o publica e nao coasumou-se se
nio depois de multo estudada e esclareci-
da,
i A Hespanba n3o aboli anda a escra-
vida) as suas colonias de Cuba e Porto
Rico. Est ainda muito longe disso, segun-
do a afirmativa do Journal des Ecenomistes
de ou'.ubro do anoo passado.
Portugal dispoz-se a completar de fado
a abolico parcial comecada no auno de 1858
mas nao o fez ainda : e a sua medida nao
abala e fere interesses da ordom dos que
se ligam a escravido no Brasil. >
Sam duvida, assim deviam marchar c
procedar todos os governos queniofos-
sem iediffereutes sorte dos povos que
Ibes coaflaram a sagrada missio de defen-
der e salvaguardar os seos direitos e se-
guraba ; todos aquellos que n3o tivessem
a criminosa linguagem dos nossos moder-
nos pbilanlropos : Slvese o principio, em
bora parec a nac3o. (Apoiados da mi -
noria.)
Senhores, qoanto i opportunidade, j
mostreicom es proprios dados offlciaes que
o paiz seacba em criticas e apenad is cir-
cumstancias, sobrecarregado de divida enor-
me," tanto interna como externa, ooerado
de pesadissimos impostos e de compro
missos que a longa e dispendiosa guerra
qoe tivomos de sustentar lancou sobre to-
las as classes da sociedad i, com a lavo ira
esmorecida falta de opitaes e de. bracos,
tambem oberada de dividas, com a pro-
du'cSo e a renda publica em assostador
decrascimento, sem meios em8m de gran
tir efflc.zmente a sega.aica
trdam publica
As en)naes sommas que a
veo, se bem que dependidas comli 'Cansa
stnla da desaronta da honra e dignidade
nacional, o foram de mido improductivo,
econmicamente filian lo, e as cem mil vidas
que ella nos custou foram cem mil bracos
arrancados i industria do paiz ; e estei ma-
les n3o esi3o nem podem ser reparados em
psuco tempo.
Mis o que sa ha feit i para melhorar a
sorte da lavoura, para auxilia-la e reanima
U" O ques e ha feito para reparar o es-
tido do the ouro e teorganisar o nosso
syt-ma financyiio e econmico? Q-ie meios
recusos eslo creados para preparar a
tranco do trababo escravo paraolraba-
iho livra ?
A colunisacio. que lem -desafiado entre
nos os maiores esforcos e sacriflcios, con-
ni 3 ssruB problrtm da diDoil solurio,
a calechose, que piderl t*r am podaroso
auxiliar p ra .o foroecimenlo de bra;os
agricultura, ntohum resultad apreciavel
um produzido. Quanto a vias d*e commu -
nicaco, .o Sr. ministro da agricultura re-
conaece que o que temos feito al agora
muito pooco em relacSo ao muito de qua
carecemos para desenvolver e melhorar o
system de viago, como reclamara as mais
urgentes necassidades do descnvolvment'>
de nossa prosperidide erijuea, e mesmo
da imraigracSo.
A iulroducfo no paiz de bracos livras
em Iarg4 escala, que venbam substituir
com presteza o braco escravo, urna me-
dida* urgente e providente quando se trata
tta urna refjrma que ha de ir-azer a desor-
ganisacio do trabaibo actual, para evitar que
a agrcultura deinha miagoa de bracos,
qua iro fallando progressfvamente i pro-
porcao quu a era>n'-,ipjr;5o camiobar. Esta
grande transfor.cacao obra lenta, ei'ge
largo tempo e grande preparaco, e neste
assumpto fra melbor ter prudencia de mais
do que previso de menos, napbrasedo
Sr. Viscoiule de Abael, inspirarmo-nos
antes nos principos da poltica do que em
sent mentos de p!;antropia, preferir aos
elogios pela celendade as censuras pea de-
mora. A importacio de trabajadores li-
vres em larga escala foi- urna das medidas
de que laucirammo outros paizes, j para
apressar a tinaocipaeSo, ja para realizada
com menos abalo e perig ; uns, como a
ilba Mauricia e a ilbade Cuba, prepararam
se por esse mi para conjurar ou attenuar
os eleitos da crise ; oatras, como as colo-
nias (rancezas e algomas das.ioglezas a elle
recorreram para restabelecer-lbes a antiga
prospendade.
Mis, senhores, entre nos o governo, as-
sim como n3o esparoo occasiSo opportum,
nem ao uuenos frat ra de preparar-se com
os estudos e exames indispensaveis, nao
procurou babilit3r-se com os dados e do
Dmenlos qu: deveriam preceder, e de (ac-
to precederam em oulros paizjs, iguaes
medidas, (\pniaios da mioorii.)
E assim S) agita urna q.icslio de rrgani-
sac3o social, de organisacao da propriedada.
de organisacao do trabalho, que ba de
abalar profundamente a f nte de nossa ren-
da, a sagnrac* e o foto publica, que en-
cerra emfim em sen bojo o presente e o
futuro da naco Oh senhores, eu peco
Ucenca para dize lo. isto excade aos u'tiraos
limites da imprevijencia e da temeridade.
(Apoiados da miao.ra.)
Nao temSHfeequer um recenseamento da
populacho escrava existente no Imperio ; a
estatistica, qua a base indispensavel das
mais importante rnebdas re'ativas ao go-
vArrjo do Estado, nao est- entre nsorga-
nisada ; de sorte que, ainda^ boje nao pos-
suimos nenliiaj daquees pos, por ond
outras naces comecaram, e cuja falla tanol
d*ploro em 1867, no conseibo de estado,
o nobre presidente do coaselbo, e, com
elle, os Srs, Visconde de Abaet, Souza
Franco e Baro do Bom-Retiro. (.\poiado3.)
Para o aerto e bom eff-ito de qu?lpier
m:dida relativa' emancipajo, era da mais
argente necessidade cnaecer-s com a
possivel certezi o numero da popnlaro es-
crava ds todo o Imperio, a relacSo entre
ella e a populado livre, sua duiribbc3o
por provincias e muni ipios, a proporce
que existe ent e os dous sexos, a lei de sua
morlalidade, a relafo dos n3scimeotos e
bitos, o numero das manumi*s5es annuaes
S assim podoriaaios conhecero modo de
emancipaco preferivel, calcular os effaitos
c os perigos de qualqner medida, a oxten
3o dos sacrificios qu; ella exige dos parti-
culares e do Estajo, as cautelas e providen-
cias que demania, etc.
Entretanto nada sabemos, o g yerno ma -
cja s cegas, s tontas, fingilo desconae-
cer que sem os dados eslalisticos n3o po-
demos resolver esta gravissim qoesto de
urna mmeira razoavel e sensata, e'encon-
traiemos embaraces reaes c muito serios
tanto na confeso como na execucSo da
respectiva lei. (Apoiados da minera.)
Na sesso legislativa do anno passado, o
honrado Sr. presidente do coasalbo, ento
mui'.o digno membro do gabiaele de 16 de
ju'ho, pronunciando se em nome do gover-
no sobre o artigo additivo ao orcamento.
offerecido por varios Srs. senadores da op
posicSo, que autonsava o mesmo governo a
applicar a quantia de 1,000:0005 alforri'S
de escravos, e estabelecia a renissSo for
Cada, assim se exprimi na sesso do Sena-
do de 6 de stemoro :
O Su. Paranhos (ministro de estrangei
ros): ............................
Qual a queslo do Brazil ? Apresen-
la' se nis mesmas condicoes ? Ha no Bra
zil quem deseje perpetaar a escravid3o ?
NSo reconocemos todos que foi om mal
inoculado em nosso corpo social, e que no
podemos rejiedia-lo radicalmente e de cho-
fre, como aiguns pretendem ? Todos de-
scaraos ver realizada esta reforma ; a ques
to s de meios e de opportunidade.
* O gabinete actual no-se exima dessa
responsabilidade. O que o gabinete actual
tero dito que, a respeito das medidas in-
directas, pode desde j manifestar sua opi
nio, mas qoe, acerca de qualqner medida
capital ou directa, no pode desde j de-
clarar seu parecer, e nem ha necessidade
de aze-lo agora, qaando no podenamos,
neste resto de sesso, discutir urna mat -
ria to importante.
O Sr. Ministro de Estrangeiros :
No iotervallo da sesso o governo se babi
litar para apresentar s cmaras a soluc3o
que jolgar conveniente, porque entende
que, no estado emqae se acha a queslo,
ella deve ser resolvida ; o gabinete quer,
porm, proceder com todo lento, quer con-
sultar bem a opioiio publica e reflaciir
mais sobre a melbor soluco.desse proble-
ma, to grave e vital. No iotervallo que
temos para o estudo da materia procurare-
mos conhecer qual a opiaio d iquelles
sobre quem essa medida mais iufluea-ia
p le exercer.
Na sesso de 20 do mesmo mez S. Ex .
disse sobre o mesmo assumpto o segrate:
f ... Os nobna senadores recon^ceram
que o assumpto digno da mais seria e
andn reflexo ; os nobres senadores pi-
recerara mesmo reconhecer "a fondada pro-
den ia do govorno, quando 'he no ontas-
tavam a razio com que pi4'0 aos seos
amigoi da cmara temporaria tempo par
o estudo e para a rtflexo, lampo para qao
a opiniio publica se minifestasse mais clara
e mais uniforme em materia to grava.
Qaando, porm, o governo. sempre atiento
a este transcendente ssompto, enuo'ciava
na out'. cmara o seo pensamento a res
peio de certa ordena de ideas, que si.ligam
a esla reforma ocial, que nosso e npenbo
commam; qunio ogabinte devia satis
fazer em parte aos nobr.s senadoras,
precisamente q-iando se mostrara elles mais
impacientes, o contestara e negim ao gabi-
nete odireito, qoeallis ja Ihe haviam re-
conhecido, de prosed r om a mor pru-
dencia e moderaco em semelhanle nego-
cio. >
t ... Observarei' que o espirito publico,
ijoge de querer precipitajo em to grave
negocio, nos a:onselha a maior prudeocia
(apoiados); as palavras dogabioste, lora
dos circuios polticos, no foram mal ac
luidas pe!a naci. (Apoiados.)
< Os mais inlerossados na soluxn desta
qoesto, as classes que mais devjn> sentir
os effeitos da reforma social que temos em
vist, esses n3o levarlo a mal a prudencia
do gabinete (apoiado*.) A sofJregoiJo se
manifesta em poucos. >
Ah eslSo consignadas nos Aunar* do
Parlamento essas palavras, lo sensatas
quo patriticas, do ex-mini-tro d is neg
cios estrangeiros do gabinate de 16 de j,u-
Ibo.cbefe do>ctu>i! mineterio, pitavras qae
esto na mais pereha e flagrante coniradic
rao coa o- seu acta I procedknento. (A-
poiadoe da minori.)
f>ie profunda Iraneormaca no espirito
e as iias de S Exc. H i>a no se jul
gara mais-precisos era estutoa. oem reffa
xa o, ne prudencia,, nem mooVraco, nena,
o coohecimento da opiniio publica, e espe*
cialment' dapielles sobre que a medid
mais influencia, lera de exercer I,
Mas, Sr. presidente, se em setembro de-
suno passado, o governo nao pMtioia os In-
dispensaveis dados e> elementos para urna
soluco capital ou directa, tarab-un boje os>
n3o possoe e acha so no- m'srao estado de
eo.3o (Apoiados da- minora.) Qaaes oj
lados e estudos nov >s cora que noje vo*
apresentais ^ Absoiotamente neohnns. Ten-
do-se solicitado do governo que maniasse
a e3ta cmara os documentos, estudos o ir*-
formac&ea que lioovessem servd de base
confeccSo da propo3ta em diecosso. ta
ranfenos remanidos apaas os pareceres da
conseibo de estidode 1867 e 1868, isto
documentos preexistentes aquilas dechra-
coas feitaa no senado p.-lo boleado Sr. pre-
sdanle do c nselbo. (\p3iad0s da mino-
ra.) Porlanto manifest que o governo
nlo te ve oulros dados, outras informacSa--,
outros elementos alera dos que aquelle
tempo j existiam.
O Sn Gama Cerquena : Nem os
tera ainda hoje.
O Sn. BarrosCobra : O que ba de
novo sao apenas ideas differentes Asjim
tambara S. Eic. reconiecia naquella mesma
occasio a necessidade de conhecer me'hor
a opiniio publica, e especialmente daqne les
sobre quem a medid a mais influencia p le
exercer, que sem duvida alguma sao osla-
vradores.
Pois bem : hojeas causas mudiram intei-
ramente : pdese onvir a todos, menos
aquelles a quam a medila mais ineres'a,
porque estes tem contra si a sispeico
desses mesmos interesses, e se porventora
reclamam, se representara que a proposta
desorganis 0 Irabalho, ameaca a produc-
es a, expoe a seguraaca e a paz das ftrai-
liaT si o laxados publicamente deega'slis !
(Apoiados da minora) Para ver-se at
que ponto ebe^a o desprezo pela opiniio
publica, e o valor que hoja tem, aquella
prudente declarado do nobre presidente
do conseibo, offerece-nos ainda um spe
cimen, no Jornal do Gmmercio de 29 da
junbo, aquelle mesmo escriptor semi-offi
cial...
O Sit. Gama Cerqueira : Inteiramente
oficial.
O Sr. Barros Cobra : ... da Otronica
Parlamentar, a qoe jama refer. Tratando
da representaco dirigida cmara pelo
corpa commeriial desta praca, em que,
allegando os inc ravenienles e perigos da
reforma proposta, reclami do corpo legis-
lativo medidas mais prudentes, adoptadas
de accordo com o voto nacional, e mediante
estudos preparatorias, esse escriptor expri-
me se nos seguintes termos:
V sa, pois, que esses respeitaveis ne-
gociantes n3o querem cousa alguma, sen3o
qae o corpo legislativo negu a sua appro-
vacio ao projecto da lei.
... Em somma, deixomo a soluco da
questao para as kaleodas grecas. >
E conclne com as seguintes palavras,
para as qoaes paco a alleocio da cmara :
E' possivel que a reforma acrrete Ae
sastres na propriedade individual, e que
muitos capitaes fiquem mal seguros, se nao
inteiramente perdidos ; mas, nao disso que
se trata, e nem os poderes pblicos podara
deixar de pro ver ao bem gerl e ao engrao-
decimento futuro da naco, s porque
aiguns individuos sero ou nao sacrifi
cados.
R. Jibos Cobua :Entretanto o que
m Wnd e presenciando? Se essa
* A naco, quando quer progredir, nao
consulta os egosmos, porque seria trabalho
[super/luo e inteiramente perdido ; outros
sentiuientos a impellem e dirigem. Os egos-
mos adoram apenas suas sensaces; sao
obstculos a ludo o que pode modera-las. >
Ahi temos, senhores, a iroaia amarga, o
sarcasmo pungente, o desprezo sem disfor-
c responden) boje aquella mesma opiniio,
a que renda bomenagem o Sr. presidente
do consarao em selembro do anno passado,
e que agora opiniio saspeita, filna dos
egosmos que adoram apenas suas sensa-
Cas 1 E arada mais, ni) se trata da saber
se a reforma, cuno se acha formulada, pode
produzr grandes estragos, acarretar grao-
des desastres ou meimo a completa ruina
do paiz I...
Oh 1 mas entio aps quem [corris vos ?
Quem applaudiri a vossa obra dilecta no]
dia em que o slo brasileimi estivef junca-
do somonte de ruinas ? E esperis vos es-
capar ao cataclysmi, se ella realisar se?
Vozes da Minora .Muito bem !
OS,
estaio i ^wnuir e presen,
opiniio pub.ica, qjaa nio se consultoa. no
exercicio do seo direito sagrUo da pettfSo.
ergue a sin voz pois inte, pedrad > aos seos
legtimos representantes abrigo e proteccio
para os seus direitos araaacados e para a
sua seguranca ameacada, responde-se-lhas :
egoisli? I agitadores. Ainda mais, sio ai-
tribuidas a manejos da opposico todas as
re resentaces que chegam ao corpo legis-
lativo ; sio atlribuidas ao egosmo de iute-
resses suspeitos todas as vozes que se le-
vantara pira cooderanar a proposta do go
verno Ora, na nossa lrraa da governo,
onde a opinlo tuda, onde ella a fonta
dos poderes, este facto tara anta vel e con-
ir.slador. (Apeados da m'in ra)
Eilretinto, se a proposta tivesse par si
a opiniio real, se o espirito pablie > bou
vesse sido consultado, como o anno passa-
do, com toda a razio, aconselhava o nobre
presidente do consaho, o partid) con er-
vador nio est ria divid ]o no seio desti c-
mara, e os Srs. ministros matebariam cora
mais firmeza, poique n3o se teriara adan
lado tao com a o fizeram (Apoiados da
mnoria) A opiniio Ihes aconselbaria a ne-
cessaria prudencia, ihes mostrara os im-
portanlissimos interesses qoe cumpria alten-
der, e Ss. Excs. procedera mais avisada-
mente q jan 1 o f'rmolassero a sua proposta.
(.Apoiados).
Sr. presidente, do lodos os systema co-
nliecidos sobre emancipaclo, o governo em
sua proposta adopto como solocSo preferi-
vel o da Iibartac3j do ventre, ou, mais
propriaroen*) fallaolo, o da liberlacao dos
qoe inscrtrem desde a dita di lei, com in-
denwisaco aos senhores dos m'smo3 nas-
cito os, logo que el,es compltelo oito an-
nos de idade. Esla indemnisaco, confor
rae a opeo dertada aos senhores, ser, ou
pecuniaria em li'.ialos de r 600,-V ea la um, ai juro annual de 6 /o- que
se eximgnirio &) lira de 30>annos, oh era
servico dos' libertos at idade de 21
annos.
Esta olucSo, que por parle do governo
e dos sustentadores proposta lea-sedi
to que a mais su^ve e mais prudente, ,
repito, de-todas a mais perigos(apoiados);
e para dize lo, nao roe sirvo somonte do
raciocinio que nos pft\ie guiar neat-i queslau,
apoio-me.lambam 00 exemplo de outras
oacoes que-ii*eram da proceder a reformas
seraelhantes.
Em todae essas na^oes esta nte di ia pre-
cisou de ser seguid imraediatamente de
outras mais decisivas,, que precipitaran) t>
desfecho di crisa. E como no ?' Pois nio
vemos n-i que a simples apreentac3o da
proposta j produzo agitacao, e que muito
roa:s aind* a excucl)- da omi lei se rae
;ihante despertar o espirita dos- escravos
esperancas-i.lusoras des-jos de liberdade,
anciosas impaciencias, que bio de ser urna
fonte de grandes perigos, e quem- sabe se
de grande calastrookes para a socieda lo
e para o* possuidore* de escravos-? (Apoia-
dos).
Nao vemos mesmo. que, cora.esta medida,
abrimos a porta s exigencias dos propa-
gandistas impacientes, que se mostrara.,
tanto mus difficeis de contentar-se quanto
mais concessas alcancarem r Cojj este
passo adnnuidu, os phaQtrop03 nacionaes
e estrangeiros nao bio de satisfazer-se, que-
rerSo alguma cousa mais, e suas imprnden-
cias, jonlis suWevacSo inlallivel dos dese-
jos e esperancas arrim dos entre os escra-
vos, hia de lear-nos at onde n3o quere-
riamos ebegar to depressa.
Parece-e que todas estas consideracas
raereciam s- r bem pesadas e avalladas, para
n3o ebegarraos completa desgraca do pa z
com perieo da-s p-oprias instituicas...
O Sn. Gama Cerqueira :Foi talvcz por
isso mesmo que se preferio essa soluco,
porqp 1 o governo aceita todas as conse-
quencias.
O Sn. Ba:;iios G cuse da visionario, de deixar-.ue dominar
por um pnico ou cbiraerico terror, quando
assim me exprimo, pois lenho commigo a
autorisada opni3a do.nbre presidente da
cooseiho, eaunciada no conselho de estado
de 1867, que'peco licanca para lera cama
ra. Na bwsIo do conseibo de estad j >Je 2
de abril de 1867 ; S. Exc. conclua assim o
seu briibante e luminoso paree r:
Pela que teaho exposl >, v-se que, em
minha humilde opni3), a abolifio pela li-
berdide dos nascimantos, comquanto saja o
meio mais paciko. ou menos perigoso, d'en-
tre os directos, todava, n3o est isenta de
contingencias graves. A medida, por mais
felizes que sejamos na sua apresentacio e
durante o debate das cmaras, e por melhor
que seja a s-ia execucio pelas aotoridales
locaes, ha de causar alguma agitacao entre
os escravos, e consequentemente ha de tra
zer algum abalo e prejuizo aos nossos esta-
bleara entos agrcolas. O crdito "se ba de
escassear mais para a industria agrila, ao
mesmo tempo que a producto dasla talvez
diminua. Sendo j afflictiva a situacio do
coramercio e da lavoura, a medida, agora,
iria augmentar a affl cc5o ao afflicto. Os
perigos de ordena publica e seguranca indi
vidual, que acorapanbara, mais ou enanos
de perlo, as medidas dessa natureza, exig-
riara tambera um emprego de forras, que
durante a guerra e logo depois della ira-
possivel
E na sessio de 9 de abril insista S. Exc.
as mesmas ideas :
Nio considero esta mesma medida par-
cial (a da libarlacio do ventre) isenta de pe-
rigos ; pelo contrario, a reflex) e o'eddo
da historia da abolicio da escravatura nos
outros paizes o convence da que ba nesle
caminao um declive qaa vilmente permute parar onde se quer. A
Inglaterra, o depois a Franca, tentaran)
acabar gradualmente' com a escravido, e
nio o conseguirn); ambas foram obrigadas
a precipitar o desfecha dessa grande crise.
Portugal quiz marchar com a mesrai s>gu-
ranca desde 1854, coraegou por algomas
aboliroes parciaes, como as de que tratara
os projectos do visconde da S. Vicente, e
pela emancipacjQ do ventre ; passou logo
adiante, e j em 29 de abril de 1858 flxava
0 prazo de 20 ?nnos para a completa abo--
1 Co ; e nio paroo ainda aqni; porque ein
21 de Janeiro deste anno apresento-se s
cortas om projecto pa-a a abolicio irame
dala, projecto iniciado pelo marquez de S
da Bandeira, o promotor principal daquellas
medidas. >
A simples emanupacio do ventre es-
cravo figura-8e4ae como urna medida ro-
deada de contingencias graves. Em sua
exposicio anterior ponderoo o que pensado-
res muito autorisados disseram e escreve-
ram contra essa medida em Franca, En-
tendan elles que a lberlacio dos filbos, a
existencia destas familias mixtaa toroaria a
scravijio raeoos sopportavel pjra o$ pais,
prodozm lo entre estes excitacoas perig .sas;
eaccrescentav.m ni) s que as enancas
libertas ja no enconlrariam da parte doj
senhores a mesma Iramanidade, como qoe
de urna e ostra causa poderiam resultar
perturbarles fanecas seguranca das pes
sois lvres, e proda^io que depende do
trabalbo ecrvo.
- Recaiaodo elle canselheiro estas conse-
qiencias entre nos, e que, porlanto, falhem
as previs53S do legis'ador, impellindo-nos i
fori do3 a;o)teci.raant)'s pira a abofio
tot I e Timaliata, foi muito cautelosona
resposta ao qua-ito de opportuai lade.
Estas pradealts con3idera;as do nobre
presidenta do conselho vera era auxilo das
rae a:abo de fizar, e com tanto maior
f rea e procedencia, quanto o estado actual
da lavoura, do coraraercio,'e di saguranca
igaal, ou talvez paior, d) qua aquelle a
que ent) S. Exc. sa referia, (\poiado )
En'.rdao'o nao se ltenle boje a essa es-
tado de coasas, aesses sabios conselhos de
p udencia, na ha o meno* escrpulo em
augmentar a a/lic;o o? afflicto l E' pra-
cis) que o pa z receba, e receba sera quv-
xar-se, o remedio que para t5o graves mi
les Iba aconsclha o gabinete- da 7 de mar
C'); preciso que se sujeite passivanente
a extirpaeao do cancro, qmfquer que seja a
dr, na phrase da Ilustrada comraisso* es-
pe ia! t
Mas, sen aores, esta phrase encerra om
pensamento qae, alera da deshumano, un
absurdo rathologito cirurgico que, como
tal, j f\ aqu coodemnado por urna auto-
ridade competente (o Sr. bario da Vi la da
Borra); porqie, para exlirpar-s& o cancro,
curapre examinir se o enfermo pede sup-
po tar a dr, se as saas f ^rcas, ; engola-
das pela enfermidad-i, podara comport r se-
najelhante operarcr; a illustrada commisso
devia. attender ao estado do enferran, para
acooselhar essa extirpaeao radical e imme-
diata. (Apoiados)
O Sr. Gama Cerqieira :E para a opa-
racoes cirurgicae costuma preceder um tra-
'lamento preparatorio.
O Su. Barro> Cobra :Justamerj^a; e
aim disso a medicina ou a>cirurgiateem 0
auxilio dos anest'aesicos. que a nobre eom-
missia no indica- para o caso present-.
Sr. presidente, o art. 2'da propista que
se discate prev uraa bypotoese que um
dos deeitos assigtalados pela.opposicao-na
idea capital. Rfiro-me ao abandono das
menores- libertos pelos seos patronos.
O Sr. Gama Cerqueira :Apoiado.
O Sn,.Bahos Cobra :Fzendo jostifa
generosidade e humani lade natural ib ca-
rador brasileiro, eu nao espero que a lei
produza urna hecatombe de inn cenles;
m s quando o nleresse actual dos senhores
nio basta para evitar a prodigiosa morlali-
dade dos escravos recem-sascidos, pode
ter-se como certo que, na falta desse gran-
de movel, a mortal.dade ser muito raaio.
Quanto ao abandono, porm, de espe-
rar que elle venba a realisar-se na maior
escala iraagiimel;: por isso mesmo-que,
n3o sendo sufficiente, como mostrar&i, a in
demnisaco promettida, e dependendo ainda
mais de mnitas eventualidades e contingen-
cias, suporime-se completamente o ioteresse
que poderia mover os seahores a snppor-
tarem os onus e trabalbos da criacao e edo
cacio dos fi!ho;de suas escravas, e a perda
dos servicos destas durarte os cuidados da
maternidade. A lei nao pode, nem deve
coatar com a caridade, que cousa muito
baila sem duvida, masqie no pode entrar
em calculo quando se legisla para borneas.
E o que far o governo, com que meio* e
recursos se prepara para entreter, palo
menos, metida das criancas que nascerrm
annualmente, isto 20 ou 30,000, segundo
os calculas menos exagerados ? As asso
aacas, de qae falla o art. 2o, no esto
credas, e, quanlose criem, hio de ser
recurso muito pequeo em relaco ao mu to
qua era preciso.
"-Todava, nao. este o principal, nem o
maior defeito que noto na medida propos-
ta ; outros ba, que peco liceca para exa-
minar rpidamente.
Antes de ludo devoassignalar que a pro-
posta, como est concebida, inconstitucio-
nal : Io, porque desrespeita o direito de
propriedade ; 2, jorque cupiere cartos di-
reitos polticos a uraa classe que, em face
da constituicao, no os pie ter.
Por mais injusto, desliumano e absurdo
que seja o dominio do liaraem sobre outro
homem, e, conseguintemenle, a escravido.
certo qua este faci foi coasag-ado din-i
t) pela lei civil, que estabeleceu e regulou
a propriedade da senhor sobre o escravo.
Dasde quebam ou mal, a escravido tor
nou-se entre nos urna instituido legal, ha
mais da tres s.culos, autorisada e protegida
pela le, e amparada pala sua antiguiaie,
d propriedade escrava to sagrada com
outra qualquer, embora Ilegitima em seo
principio.
A lei riio pode impr ger'acio actual a
expiacao da urna cu pa que nio foi sua, e
na q al curaplice o Estado. Sam ir mais
longe, basta recordar-se que o possuid >r
aclual de un escravo no foi o dehontem,
ple no ser o de amanhia; essa proprie-
dade elle tthon a eslabelecida na sociedade
em que nasceo e obteve-a por compra, tro
ca oa heranca, por um qualquer meio legi-
timo de adquirir. Porlanto, essa proprie-
dade lio sagrada codo outra qudqoef,
e despojar della o propietario um acto
de vio enca e iniquidade.
Rendando homraagera verdade desses
principios, a falla do tbrono recommendou
sempre o respeito prup iedade como con
dicio essencial di reforma do estado ser-
vil ; o governo, n prembulo da proposta
assegara essa garanta, e a Ilustrada com
m8sio, divagando, embora pelo campo da
philasophia e da religiio, para negar ess*
principio, reconheceu-o, emfim, nos captu-
los 8 e 14 do seu parecer, e proclamou a
necessidade da inderanis-co, sem a qual,
diz ella, arrancar instantneamente o escra
vo ao senhor, acto fra de inqualificavel vio-
lencia.
Mas, urna vez dado o fado legal, aindi
que nio legitimo, da escravido, to legal
a propriedade dos escravos actoaes, como
a propriedade do ventre escravo e dos fi-
lbos que provierem delle. O nosso direito
patrio, lauto-o portugnez como o brasileiro,
sempre consagr ra e reconbeceo o principio
romano partus sequUur ventrem, e sempre
o respeitou a jurisprudencia constante e uni-
forme dos aossos tribonaea Logo, o frocto
do ventre escravo pertence ao senhor deste
to legalmente como a cria de qualquer
animal de seu dominio. Por mais qae esta
concloeio offeods. aos nossos Bentimwi10?
hura milanos, ella feeootestavelmente f
gica e conforme i lei.
Diz se que e direito aos eseravos naici-
toro nio existe ainda, porqov nfo se Ir-
ma na posse aclual. Mas, senhores, otm
verdide nao ba ainda o fado material do
mscimento e da posse effectiva e real do
fructo do ventre, na sem duvida um direito
adqorido a esse fructo to rigoroso como
o d > propietario da arvore aos froctos que
ella pode prodozlr: ba perfaita idantidade
de circumstancias.
A pro?o3ta do governo, porm, ataca er
desrespeita esse direito, decretando a liber-
na le dos fllho3 das escravas gne nascerem
depois da le, e conseguiotimente, desapro-
prnnd) o cidado daquillo qae legalmen-
te da seu doninio, sem iodemnisa-kpra-
viaramte,.na forma da constitoicio.
Rialmente, senbores, a proposta filia em
indemnisacio; mas, quer se trate de iodem-
oi aciJ pacunaria, quer da indemnisacio
felos servicos do liberto, eu as repoto il
Insorias e de nenhum modo surfictante.
(Apoiidos.)
Pe a que respeita indemnisacio, pecu-
niaria, vemos qoe Dio se d ao senhor do
rae a.- liberto om capital eq ovlente, e do
qual ella tenha pleno e livre gozo e dispo-
sicio, d se-lhe apenas ora titulo de randr
por trima-annos que nio representa por rss
senia m capital nomind. e ni) poda con-
siderarse vjrdaleira inderansasio, nem
iniism > dis despezas de criacio.
O Sr. Gama Crrquewa : Apoiado; vem
a ser :i *5-*- por anno, quaado era muitos lu-
gare< umi visita de medico custa mais do
que isto.
O Su. Barros Cobra Alera de que, em
ultima analy.se, a indemnisacio reduz se a
t:080> p.igfvs em irrala prestacos annuaes
iguaes de 38#>. quanlia essa que, altelo o
longo prazo do pagameoo, podar equiva-
ler, quando muito, ao servico de um es-
cravo dous o tres annos.-
a?as servicos, dada a hjpotiese que o patrono
ople-por ella (o-que reputo-muito duv'idUso,
pof consideraces, que bei de expop). o
que vem a receber o mesmo patrono ?' Re-
cebe, a titulo indemnisacio, aquillo mes-
mo qoe se Ihe tira e de que deve ser indem-
nisnfe
C* escravo qoe nasce de omi escrava, per-
tenceudo ao senhor desta em vrtode dos
principios consagrados na legUlaco civil, re
presenta um capital e um insirumeato de
traba4ho; mas-sabido que-o-valor do-es-
cravr> assenta jasiamente nos servicos que
pode (.-restar (apoiados); niDguem quereria
um escravo inutiiisado pek> simples prazer
de o ler. O capital aqu > representado no
instrumento de trabalbo, cuja valor est na
ra/.axl-re-.la da-maior ou menor utilidade
que, como tal, pode prestar; tanto assim,
que 0 preco de um escrava maior ou me-
nor, conforme a-sua habilidade e pr-aatimo.
Sando isto assim, cora me parece incon-
testavel, bem claro que se pretende in-
deranisar os senhores com aquillo mesmo
que por lei Ibes pertence, e de que lio po-
da ser despojado sera s Ihes pagao valor,
comuraa nica differanc*, e qued-se-lbe
por 1-3 annos um usufructo que Ihe perten-
,e*ia emquanlo o escravo vivesso, na forma
da leu Parece-me, porlanto, que o direito
do- propriedade, consagrado e garantido era
toda a sua plenitud a pela costitoicio do
Lmoerio, e que nio pode ser tirado ao ci-
dado brasileiro sem previa indemnisacio,
nesle caso Ihe ambilado swindemnisa-
cio alguma, ou, o que o-mesrao, com,
urna indemnisacio Ilusoria-
Chego ao segundo ponto- da inconstituco-
nalidade, e vou entrar nelle com algum
acnbamento. porque vou tocar na belleza
do sijstema, 13 cara iltustrada conamissic
especial, eijoe, segundo ella, consiste justa-
mente em que; daqui em diante. os. filho.*
dos escravos vejam a tuz do sol j em sen
nobre carcter deiitenuos. Felizmente, a
mesma n.ibre commissio no capilo 2ido
seu parecer escreveu as seguintes. palavrs
que facilitan) a minia tarefa, e pn.sso lomar
por epigraplie: Dada a forcosa anomala
transitoria df nascer um ente livre de um seio
escravo, claro que a mt natural tem de
ser, por certo lapso -te lempo, o mt civiL
Mas, senhores, esse nobre carcter de in-
genuos, aitribuido aos libertos da nova le.
fere a constituicao que quando foi promul-
gada, teve cm vista as ideas recebidas e
consagradas no direito civil, e aceitou a
di>tinccao entre-ingenuos e libertas, uaado
no art. fi. 1. daclarou cdidi) brasleiro
a uns e outros indstindamento, comtanto
que na^cessem no Brasil.
Se a constituirlo teve de consignar aquel-
la decararao foi porque, mantendo a es-
crayidio, que eslava eslabelecida, aceitn
asidis consagrada; no direito commam,
tanto romano como patrio, segando o qual
o ingenuo o homem que nasce de ventre
livre, e liberto o qu, nascend de vantre
escravo, recopera em qo Iquer tempo a li-
berdade. Ora, digam o que quizerem, os
'filhos de escravas que nascerem depois da
lei, nascem de ventre escravo, porque a
lococio tibertaeo do ventre figurada; o
qae a lei liberta sao os irados, o ventre.
permanece escravo como a pessoa; portan-
lo n3o sio ingennoj os novos libertos. Nio
se argamente nesle ponto com as ideas
philosophicas; a queslio e nio pola
deixar de ser, assentada no direito positivo,
e neste terreno direi com a nobre commis-
sio que seria anomala nascer um ente li-
vre de um seio escravo, pois que> forcoso
que a indi natural seja a indi civil, e a rnai
civil a escrava.
Mas a constituicao, consagrando a ideas
recebidas, e destingoindo entre ingenuos e
libertos, deu aos libertos apenas o aireito
poltico d votar as eteicSes primarias, e
negou-lhes o de serem eleitores e represen-
tantes da naco. Ora, a proposta, dando
a qualidads de ingenuos a d'ora em diante de ventre escravo, ao mes-
mo tempo que contrara ideas consagradas
palos scalos ni direito commum, oflende
a constituicao....
O Sr. Taques:Crea urna lioguagem nova.
O Sn. Bahros Cobra : ... em urna
disposicio que, respitando ios d.reilos po
Uticos dos cilados, s pode ser modificada
por meio de orna reforma constitucional,
para a qual nio temos os precisos poderes.
(Apoiados.) Isto pode at trazer serial-flif.
acuidades e perigos futuros; porqu.j, em-
bora se decrete que sio ingeaoo* es filhos
de escravas que nascerem de ora em dianle
ni 1 tendo urna !ej ordinaria fo^j ^ aaHarac
a coosiitaiclo oeste nonio, ejs^s novos in
gauut ata tau* hablltt> ,s'pari 0, Mr.
aos pol.ticos qae, C^stitocionalmente. nio
loe' poflem wr conferidos, porque no
nascemde m um. ^hZJ^j.
TP'ff' DlARtO-KU
DOrOQUB OSUf AS
I

S
r~
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V *'
'
.)
'n.


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