Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12465


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Full Text

7
ANNO XLIL> HUMERff 189


SEfiQM FEIM. 21 DE AGOSTO BE IS7I.
?AI1 A CAPITAL E ItCAKS OTM KkO SE' AfiA MtTX.
tfr trea mm e>lo*ado..... ............ 8,1000
Por seis ditos j.inm.................. 1I000
[^a'oaoi'lem.................J% tt#000
Propriedade de Manoel
Cta Sn. Gerardo Antonio Alvas d Fbof, no Para ; Gongalvea & Pioto, no Maranbao ; Joaquim Josa dt Oliveira A Fifbo, no Cea** ;]
Pereira d'Aimeida, em Mamangoape ;Felippe Estrella A C, na Parabyba; Antonio Jote Gome, na
em Nazareth ; Antonio Ferreira de A|?uiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, r

fik DUTM I rOJU II P107IKIA.
NMdHotMM.
IWi Hol Meca
Por on Mtto ida*
de Faria & Ffflios.
lo dt Unoa Braga, no Aracaty ; Jlo Mara JoJio Chavea, no Am ; Antonio Marinea da Silva, H Natal; Jo* Juati
Wdm ; Maiwno dof Santoa Bnlcao, em Santo Antio; Domingos Jtsi da Costa Braga,
Dr. foee Martina Atol, na Babia; e Leite, Serqoinbo C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFnCIAL
toTfin da provincia.
LE N. 1016
M Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella, viee-presi-
.1onii' da provincia de Pernambuco. Faco saber a todos os seus
habitantes, que a assembla legislativa provincial sob proposta da c-
mara municipal do lenle, decretou a lei seguate :
Art. i. Fiea creada urna ordeni de carros fnebres que se de-
nominar supraniinierara de 1* ciarse, que sero puxados a dous
en quatro cavadlos, podendo ser o caixao coberto com panno de
*lndo simple*, on ricamente bordado, e ter o mesmo carro qual-
qoer (|uantidade de dourados, ou ser exclusivamente pretos os seus
ornato-
Art. %.* Este carro ca collectado em 2O0, para sobre esta ba-
-ae deduzir-se a porcentagem respectiva.
Art. 3* llavera tambern carros especiaes para creangas edon-
zellas, os qnaes serio tambern supranunierarias e serao collectados
en una.
Art 4." Os infractores sero multados em 30 e no dobro na
reincide neja.
Art. 3.* Ficam revogadas as disposieoes em contrario.
1 Mandil, portanto, a todas as autoridades, qaem o conhecimen-
to fe exeeucao da presente rosoluicao pertencer, que a cumpram e
facam cumprir tao inteirainentc como nella se contm.
O secretario da presidencia desta provincia a faca imprimir, pu-
ntear e correr. Palacio da presidencia de Pernambuco, 13 de Junho
4c 1871, 30* da independencia e do imperio.
L 8. Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella.
Sellada e ; preeideneia de Pernambuco aos 13 de junho de 1871.
O secretario,
Elku Frederico de Almeida e Albiuruerque.
LE N. 1017.
gara a multa do 201, e soflrer (tito dias de prisao, verificada a fal-
sificacio por mero de examc.
Art. li. Os masca tes e boceteiros deverio obter licenca e pa-
garlo os primeiros 5, e os segundos 2< annualmenle O con-
traventores soflrero a multa de 20*.
Art. 13. O taberneiro que concernir em sua taberna ajttnta-
ment de pessoas que facara assuadas, pertartrando o socego ptroTOT,
ser multado em 101.
Art 14. Ninguem poder vender substancias venenosas pes-
soas ignorantes, desconhecidas ou que nao sejam bem reputadas,
sob multa de 30.
TITULO III.
DA KKlll \.
Art. 13. A feira desta villa ser no sabbado de cada semana.
Art. 16. Os donos de ananaes que conduzirem carga feira, os'
faro retirar logo que estejam descarregados; os infractores paga-
rao li por cada animal.
Art. 17. Ninguem poder vender na feira os gneros por ata -
cado antes das duas horas da tarde em tempo de abundancia, e antes
das cinco horas em tempo de caresta. Os infractores pagarlo a
multa de 4*000 por cada carga, deixando de pagar a multa se os
gneros forem emporcSo menor qua urna carga.
TITULO IV.
HATADOUBOS E AQOUGUB*.
Art. 18. Nenhuma re ser morta para consumo sem que haja
descansado pelo menos 12 horas; o infractor ser multado em 5*.
Art. 19. E' prohibido vender carne verde para o consumo sem
que tenham passado 3 horas depois de morta a rez; o infractor ser
multado em 6j.
Art. 20. Por cada rez que for morta para o consumo se pagar
500 rs., c 200 rs. por cada porco.
TITULO V.
CRIAt'AO DE OADO, E POLICA 111 RAL.
Art. 21. Ninguem poder queimar rocados, sem ter feito seis
bracas de aceito pelo menos, alm de avisar a seus visinhos : os
infractores sero multados em 10*, alm da indenwisaco dos pre-
juizos que causarem.
Art. 22. Aquello que interceptar o transito em urna estrada
geral, sem consentimento da cmara ser multado em 2*", e re-
da aBeraataele das impressoes necesarias as re
puNpaipMiMooM, twni esse pagamento ser
reall*rjn preferencia.
Aqm*rlituia fot Monteiro da Silva, a quao-
lia da 121d, despendida com o aluguel de um
O l>r. Manoel do Nascimento Machado Portella, vice-presidente
da proviuda de Pernambuco. Paco saber a todos os seus badila li-
tes, que a assemhla legislativa provincial sob proposta da cmara pora a estrada em seu antigo estado. Na mesma multa incorrerao
rcuneipal da cidade da Victoria, decretou as seguintes posturas os que desviarem a estrada sem consentimento da cmara,
addlcionaes : Art. 23. Todos os proprietarios ou rendeiros de trras sao
Art !. Fica prohibida a creaeo de gados vaceum e cavallar obrigados a desobstruirem, rojarem e limparem as estradas e ca-
cm tde municipi da cidade
  • priados com a devida seguranza ou com um numero tal de pastora- estejam habitadas, nos mezes de maio ou junho. O riscal far im-
    dorc que urivem absolutamente a damnilicacio de lavouras e plan- preterivelmente correegao de julho a agosto, multando os infracto-
    .tas de qnalquer especie. Os infractores pagaro a multa de 4j e res, e mareando-Ibes um mez para fazerem aquelle servteo. Sa
    o duplo na reincidencia, por cada animal que for encontrado as la- passado estepraso nao estiver a estrada rocada ser multado o in-
    vras e piautacoes, devendo ser apresentados ao fiscal para iinpr a tractor em 20*. e se far o servico a sua custa.
    respectiva multa, e qnando assim nao possa acontecer, preceder
    iiuptek'io da multa mformacao de duas testemunhas sobre a na-
    tareza e certeza da infraeco, ferros e signaes dos animaes, e final-
    mente sobre qnenl sejam os seus donos.
    Art. 1 Pica extensiva crearlo de gados cabrum e ovelhum a
    adisposio.do artigo antecedente, accrescentand^se que, se por
    qualquer circumstancla, no praso de 24 horas em que dever o fis-
    cal conservar os animaes desta especie presos, nao forem conheci-
    dos seus otoiSfrao arrematados na forma das posturas em vigor,
    e o seu pfudnoi replicado sdesuezas do municipio.
    Art 3. Pica preMbido o ostabelocimento de qualquer casa des-
    tinada ao*d*6o ou venda de poloi-a ou ftigos de artiflcio, dentro
    dos limites da Hdade, sendo mudadas as existentes no prazo de 60
    das a contar da data em que forem os seus proprietarios intimados

    I
    pebi fiscal, para a distancia de 20 metros alm" daquelles limites,
    conforme for marcado pela cmara, precedendo licouea, pela qnal
    pagarao 10*.
    Art. 4. As pessoas que a despeito do disposto no artigo ante-
    cedente continuarem a ter taes casas dentro da cidade, incorrerao
    as penas de 20* de multa e 8 dias de prisao, e os reincidentes no
    duplo. E os que estabeleccrem ou consiruirem easas para ditos
    'fins fura dos lugares designados pela cmara, pagaro a multa de
    20* e serio ellas demolidas pelo fiscal a custa dos contraventores,
    Art. 3* Fieam revogadas as disposieoes em contrario.
    Mando, portanto, todas as autoridades, quem o conheci-
    iiiento e exeeucao da presente resolugo pertencer, que a cumpram
    e> facam cumprir tao inteiramente como nella se contm.
    O secretario da presidencia desta provincia a faca imprimir, pu-
    blicar e correr. Palacio da presidencia de Pernambuco, 13 de ju-
    nho de 1871, 50 da independencia e do imperio.
    L. S. Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella.
    b Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
    presidencia de Pernambuco aos 13 de junh de 1871.
    O secretario,
    Elias Frederico de Almeida e Albuquerque.
    LEI N. 1018
    O Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella, vice-presidente
    da provincia de Pernambuco. Paco saber a todos os seus habitan-
    tes que a assembla legislativa provincial, sob proposta da cmara
    municipal de Cabrob, decretou as seguintes posturas :
    TITULO I.
    KDIFICACAO. ASSEIO E CO.NSEnVAQAO DAS RAS.
    Art. !. As ras que se abrireni na villa terao pelo menos ses-
    aenta palmos de largura, c as travessas trinta.
    Art. 2." Ninguem poder edificar sem licenca da cmara, que
    dar a resjiectiva cordeacao. Os contraventores pagaro 10*000
    de multa e demolirao as obras.
    Art. 3." Os predios que se edilicarem ou reediicarem tero pelo
    menos quatorze palmos de altura, e quatro e meio de largura. As j
    calcadas tero cinco palmos as ras e quatro as travessas.
    Pela contravencio de cada urna destas prescrips<5es se pagar
    10*000 de multa
    Art. 4." Aquelles que depositaren! as mas madeiras.entulhos
    e outros objectos que difflcultem o transito publico, soflrero a mul-
    ta de MO'J e serao intimados para que no praso de 24 horas re-.
    movam taes objectos, sob pena de 20|000 de multa e oito dias de
    prisao. _
    Art. 3." Os t' rrenos fronteiros as casas terao 25 palmos de
    largura, sendo as ras, c 30 sendo as pracas. Os mesmos terre- |
    nos serao limpos e aplainados pelos moradores das casas, ou por
    seus donos se estiverem fechadas, sob a multa de 10*. |
    Art. 6." Aquelles que Tizerem escavacSes as ras ou margens
    e ribanceiras do rio, do lado da villa, noespaco comprehendido entre
    o porto das Pedras e o cercado denominadoMara Velha -soflrero .
    a nitrito de 10*<)00 por cada um, e sero obrigados a tapar as es-
    eavaefie a sua custa.
    *^ TITULO II.
    IHMJSTRIA, COMUKBCIO B POUCIA DOS BSTABELECIMRNTOS.
    Art. 7." Ninguem poder abrir loia, botica, taberna, officina ou
    qualquer outro esubeleeimento de industria, sem licenca da cma-
    ra sob multa de 10*.
    Art. 8.# Ninguem poder eoinp rar ou vender senao por pesos
    ateridos pelo padres da cmara sob multa de 10*.
    Art. 9.* Os ajne falsiticarem os pesos aferidos soffrero 20*- de
    inulta e oito dias de prisao.
    ArL 10. Aquelle que vender genero corrompido soffrer a
    multa de 10*, alem da perda do genero que ser inutilisado.
    Art. II. Aquelle que expozer venda gneros falsificados, pa-
    TITULO VI.
    DiiPOStgoES DIVERSAS.
    Art 24. Fica prohibida a exhumacao de cadveres antes do
    praso de dous annos, ou de quatro, se o fallecimento tiver sido cau-
    sado por epidemias : es infractores soffrerao a multa de 10*000,
    Art. 23. Os donos dos animaes que, correrem nesta villa, os
    mandarlo enterrar ; os infractores soffrerao a multa de 8*000.
    Art 26 Durante o dia ninguem poder baahar-se no rio da
    villa, seaSo de Porto das Pedras inclusive para cima, e do cercado
    Mara VeHia par baixo : os Tractores sonrerlo 4*000 de multa e
    dous dias de prisao.
    Art. 27. E' prohibido darem-se tiros dentro desta villa, sem
    consentimento da autoridade policial : os infractores soffrerao
    4*000 de multa e dous dias de prisao.
    Art. 28. Os negociantes desta villa pagarao annualmenle 1*000
    por cada casa de negocio que tiverem.
    Art. 29. Os arrematantes de passagens, tapagens de pene,
    miuncas, direito de cargas, sangras, affericfies e^rendeiros das Hhas,
    sero obrigados a pagar no dia 7 de Janeiro de cada anno a annua-
    liilade frrente.
    Aquelle que isto nao fizer, perder sua posse, pedendo a cma-
    ra por em arrematado qualquer desses direitos 06 da-lo em con-
    trato a quem offerecer maior quantia.
    Art. 3(. Os que conduzirem vveres feira ou para .Tender na
    villa pagaro 80 rs por cada carga e 40 rs. por cada meia carga.
    Art. 31. Nenhuma estrada ser aberta com menos de trinta
    palmos e os caminhos com vinte, sob multa de 80*.
    Art. 32. Os agricultores far io cercas de >ete palmos de altura,
    sob multa de 10*000, sendo acerca que menor altura tiver, demoli-
    da a custa do respectivo dono.
    Art. 33. O afferdor que afferir medida*, e pesos falsificados,
    pagar a multa de 12*000 por cada peso.
    Revogadas as disposieoes em contrario.
    Mando, portanto, a todas as autoridades, queo o conliecimento
    e exeeucao da presente resolucao pertencer, que a cumpram e tacara
    cumprir tao inteiramente como nella se contm.
    O secretario da presidencia desta provincia a faca imprimir,
    publicar e correr. Palacio da presidencia de Pernambuco, 13 de
    junho de 1871, 50." da independencia e do imperio.
    L. S. Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella.
    Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
    presidencia de Pernambuco aos 13 de junho de 1871.
    O secretario.
    Elias Frederico de Almeida eBmquerque.
    LEI N. 1019.
    O Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella, vice-presi-
    dente da provincia de Pernambuco. Fajo saber a todos os seus ha-
    bitantes, que a assembla legislativa provincial, sob proposta da c-
    mara municipal do Recife, decretou a seguinte postura addicional.
    Art. 1." Ficam prohibidos no centro desta cidade armazens de
    deposit i de kerosene. [
    Art. 2.a A cmara municipal designar por edital os lugares
    para que em cada urna das quatro freguezias da capital devam.ser
    transferidos dentro do prazo de noventa dias.
    Art. 3. Os contraventores sero multados em 30*000 e na rein-
    cidencia soffrerao o duplo e tres dias de prisao.
    Art. 4. Os donos de estabelecimentos que vendem kerosene
    para o consumo, nao podero ter iqais para este flm do que dez
    latas.
    Arl. 5." Os contraventores sero multados em 10*000, e na
    reincidencia no duplo e dous dias de prisao.
    Art. 6.* Ficam revogadas as disposieoes em contrario.
    Mando, portanto, todas as autoridades, quem o conhocimene
    to e exeeucao da presente resolucao pertencer, que a cumpram -
    faeam cumprir to inteiramente como nella se contm.
    O secretario da presidencia desta provincia a faca imprimir,
    l publicar e correr. Palacio da presidencia de Pernambuco, 13 de
    junho, de 1871, 50." da independencia e do imperio.
    i L. S. Dr. Manoel do Nascimento Mochado Portella.
    j Sellada e publicada a presente resol uijo nesta secretaria da
    presidencia de* Pernambuco aos 13 de junho de 1871.
    | O secretario, -
    Elias Frederico de Almeida e Albuquerque.
    "de qurte! ao destacamento existente no ditfricto
    de Na Seohora'da Gracas.Omraunicil-se a
    Dr. abete de polica
    Ao vioe ooivol da halia nasta capital, re
    mellando por copia o oflkio do juiz municipal do
    terao de Sennha^o, a o espolio deixado pelo fal-
    lecido subdito italiano padre Paulo Velho, cons-
    tante de orna caita de mideira, dos objectos men-
    cionados na relacao, junta em original e 4a quan-
    tia d 34C, em sednlas, a qual reunida a de 93*,
    do flnad'>, e dentis debaeojias, nrefaz a somma
    da 440*840.
    Ao Dr. chefe de polica, mandando loavar o
    delegado do termo de Petrolina pala captura do
    criminoso da provincia da Bihia, Antonio Alfonso
    Pinto, como pade o Exa. presidente daquella pro-
    vincia.
    - Ao eommandanle inperkrda guarda nacio-
    nal do municipio do Rejife, para informar acerca
    do ajva pede no laclo so requerimento o ex-guarda
    nacional do 4.* batatlto de infamarla, Manoel Jo*
    s do Nascimento, qne, sendo designado para o
    servi-o da guerra, acba-se coa praca no batalho
    de engeotHro!, providenciando logo para que llie
    seja passada a respectiva guia.
    Ao do municipio do Rio Pormoso, dizendo
    em rejposia ao sen offleio, que, segundo o aviso n.
    27 de 13 de Janeiro de 1869, o delegado que for
    nomeado para algum posto da guarda nacional, e
    acceita"-lo, se considera como tea lo renunciado o
    dito argo; o que nio obsta, a que as;uma o exer-
    ciero do posto.
    Ao capul) do porto, para que, era.cumpri -
    ment do aviso do ministerio da agricultura de 17
    de jnlho ultimo, informe acarea do incluo roque-
    rimtnto, em que Justino Joa de Sonza Campos e
    o baeharel Augusto Cirios Vaz da Oliveira, pedera
    ao fsverno imperial atttonsaco para organtsa-
    rea urna companbia de pesca, soeca e salga de
    peixa.
    Ae inspector da sande do porto, reeonmen-
    dando, em eamprmento do aviso do ministerio do
    impeMode 28 de jamo ultimo, que informe com
    brevidade ae o secretario ffeclivo deasa repart-
    cao, Jorge Dawsley, continua ausente, desde o dia
    24 de abril ultimo, em que oodoo a prorogaco da
    licenca, do qne fosara.
    Ao eommasdan'.e do corno de priieia, deter-
    minando qne faca regressar ao hospital Pedro II, o
    sargento desse eorpo, que all 9i acbava, visto ter
    mostrado o vice-provedor da Santa Casa de Mise-
    ricordia a tecessidade de soa conservacab, para
    qne tenham as pracas, em trata ment naqu-lle
    hospital na superior, a quem obedoeaa e faca
    raiater a disciplin i. Communicou-se ao vice-pro-
    vedor, declarando qoanto ao asylo de mendieidade,
    nonlwe na pi>i >- *{ naja* aajrdas_do
    aawjgw asylo, como ja icijotiflooa-e ao respec-
    tivo director. -*-
    Ao mesmo, autorlsaodo o engajamento do
    paisano Jos Pereira da Silva, ao for idoaao.
    Ao director do arsenal de gnerral declaran-
    do em soloeao a consulta, que fea. acerca, do des-
    tino a dirsa ao educando desse arsenal, Francis-
    co Antonio do Monte, que, segundo aviso do mi-
    nisterio da guerra de 26 de julho ultimo, deve o
    mencionado educando ter baixa, visto como em
    raza) de sua idade e de seu estado phyaico, nao
    pode permanecer na respectiva companhia, nem
    ser transferido para a de aprendizes militares.
    Portaras :
    A' caara municipal do Limoeiro, dizendo
    flear inteirado de j se achar installada a nova
    villa de Bora Jardim, ten io prestado juramento e
    lomado posse os respectivos vereadores.
    Aos agentes da companhia de navegaco bra-
    sileira, mandando transportar para corte no va-
    por Annkota, e por conta do mioiiterio da guer-
    ra, um caixo, conteni seis mil capsulas fulmi-
    nantes, o qnal ser remettido pelo director do ar-
    senal de guerra.Coramnnleon-se este.
    Despachos :
    Francisco de Paula Moreira.A' thesouraria de
    fazenda com offleio desta data.
    Dr. Felippe Nery Collaco.A' thesouraria pro-
    vincial com offleio desta.
    Francisce deAsds de lledeirosPinto Apresante
    o supplicante attestado de pobresa ou deficiencia
    de recursos pecuniarios por onde prove nao poder
    manter e educar a orpha Qha de seu irmio.
    Manoel Faustino Waoderley Informe o Sr. te-
    nente-coroael commaodante do eorpo de polica.
    Rosa Catharioa Mara da Conceico.Iof)rme o
    Sr. Dr. chefe de polica.
    EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
    Oficios :
    Ao Dspect r da thesouraria provincial, com-
    manicando, de erdem da presidencia, e para os
    dos convenientes, que a 7 do crranle, dolxou o
    baeharel Rufino Augusto de Almeida, por encom-
    modos de saude, o exercio do cargo de adminis-
    trador da casa de detencao, passando-o ao res-
    pectivo ajndanle.
    Ao commaodaole superior da guarda nacio-
    nal do municipio da Recife, declarando, de ordem
    da presideocia, que palo general commandante
    das armas foi designado o quartel do Hospicio para
    os ensaios geraes ca marcha, composta pelo mos-
    tr da msica do eorpo de polica, Francisco Liba-
    nio Colas.Igual eommunlcaeao fez-se ao coro-
    mandante do eorpo,
    nomeado o Sr. Antonio AoguMo Ferreira Lima,
    fiel do tbesoneriro do consulado provincial.
    AUTORIDADES POLICIAES.Por portaras da
    presidencia da provincia de 18 do crranle, foram
    nomeados
    '"dXfX ,!![ ,,dJ.fa Bffi: S****?!_ sa.Ws ? 3* "'."rielo do ter-
    CIPEMENTE DO DIA 7 DE AGOSTO DE 1871.
    Acto:
    __O vice-presidente da provincia, aitendendo
    30 que requereu o baeharel Felinto Henrique de
    Almeida. joiz de direito da comarca de lambe,
    reaoive coneeder-lhe IS das de licenca com orde-
    nado para tratar de'.sua saude fra da comarca.
    Oficios :
    Ao general commandante das armas, para
    aue em cunorimonto do aviso do ministerio da
    narra de 28 de julho nltimo, mande submetter a
    inspeccio do sade o msico Francisco Luz Goo-
    calve e widados Jo 4 Soares Cavalcanle e Jos Fe-
    Lona, aviando com o resoltado dessa inspeccao
    eertidoei de aweatamemos de taes pracas, aa
    de aeren iraesmUtios aqaella se:retaria de os-
    udo.
    daeom
    aWacoea sobre
    da con oaii dez pracas a
    a fa
    Ao mesm >, dizendo que pode conceder licen-
    ca ao 2* cadele invalido do extracto 3* eorpo de
    voluntario da patria, Manoel Casado Pontes, para
    ir esperar na povoaclo de Gamelleira a deciso do
    do governo imperial sobre sua baixa ou re-:
    forma.
    Ao vico provedor da Sania Casa de Miseri-
    cordia, declarando em vista do son convite, que
    comparecer no dia 15 do crreme para assistir a
    feslivdado da padroelra dessa Santa Ca;a.
    Ao inspector da thesouraria de fazenda,
    eoramuoicando, que no dia 12 de jnlho ultimo dei-
    xou o hachare! FrancicoDomioguesRibeiroVian-
    oa por encommodosde saie, o exerccio do car-
    go de jaii, municipal do termo de Cimbres.
    Ao mesmo, declarando que da aviso do mi,
    nisierio do Imperio coosia haver ido, uv,ori"2?
    pela verba eventuaes do exercicio de
    Ao maamo recommendanao de conformida- o crdito de 157*776, parapecorrer ao pagamento
    .T.Uima Darte do ocio, em que fez pon- dos vencmentos a contar de 10 de fevarero a 30
    LSraKvonieneia'de ser augmenta- do junho deste anno, do secretario interino da
    de desanclo, altela
    ase fia, que expeca suas
    *?r poauda naquelle esubeleeimento
    para guardar os presos all existote. mi
    tiverem de ater enereicios como medioa
    19
    guarda diaria Si casa inspeccao de sade do porta desta capital.
    aiuHe|f<-rca de 1* linha para Ao mesmo,- prevenlndo-o de que no da
    ordena no seolido de do correte seguir para o presidio de frernanao
    ama escolta do N >ronha um dos vapores da eomoanhta f
    sempre que
    bygien-
    -i Ao aMano, ialataudo-o de eue segundo avi-
    as do mmiaterlo da goTrra de 26 de julho alUmo,
    tn nomoado o canollio da reparticao eclesistica
    do OKoreUo, padre Jos Ferreira Viega; pari :-
    vtt ao 2* batathao de iofaotari.
    nambucana.Fieram-se as necessarias comma-
    nioedes.
    Ao mesmo, transmttindo para os flos conve
    nientes o decreto que qomeou o baeharel Carlos
    Augns'.o Vaz do Oliveira, juiz municipal e de or-
    phlos do termo de 1%uarass, bem como nove or-
    'ens, sendo seis do thesonro nacional sob ns. 126,
    128,
    guerra, datada de 27 de jnlho nltimo, e duas em
    duplica ta, expedidas pila reparticao d) ajndanle
    general ns. 770 e 771.
    Ao meiuio, declarendo que segundo aviso do
    ministerio da justica de 25 de jnlho ultimo, j so-
    licitou-se do da fazenda a expodfcio das conve-
    nientes ordens no senlido de ser assa thesouraria
    habilitada com o crdito neeessario para occorrar
    no actoal exercicio as despezaa a cargo da mesma
    thesouraria, e por conta daquella ministerio.
    Ao mesmo, antorisando-o mandar abonar
    tres mezes de sold ao alfares graduado do 9 ba-
    ulho de iofanuria de liaba, Francisco de Paula
    Moreira, para serem descontados pela 5a parte, nos
    termos do art. 28 da lei n. 54, de 28 de outubr i de
    1848, e aviso de 10 de novambro do mesmo
    anno.
    Ao mesmo, para qne proceda de conformi-
    dade com a sua nformaco, acerca do pagamento
    da quantia de 15*960, proveniente de dianas abo
    nadas ao reernta Antonio Nones de Magalhies que
    velo do termo de Villa Bolla com destino ao ser-
    vico do exercit >, devendo es-e pagamente ser fei-
    to a Flavio Qoncalvea Liaa.
    . Ao mesmo, mandando pagar a Vicente Jos
    da Oliveira a quantia de 10*, despendida com oa
    concertos, feilos na illumin .cao do palacio da pre-
    sidencia.Communicou-se ao cete da repartlcio
    das obras publicas
    Pela thesouraria provincial mandou-se pa-
    gar :
    Ao Dr. Felipp
    Conamand das ratas
    QUARTEL GENERAL DO COJWANDO DAS ARMAS
    NA PROVINCIA DE PERNAMBUCO, 18 DE AGOS-
    TO DE 1871.
    Ordem do da n. 511.
    O brigadero commandante das armas faz pu-
    blico, para onheetmeato da guarnico e effaitos
    necessaroj, que nasu data, nos termos da impe-
    rial resolnccao de 11 de Janeiro de 18S3 contra-
    ton para servir por tres annos como mnsico de 2'
    elaase na banda de msica do 2" baulho d'infan
    uria, ao msico paisano Justino Firmo de Andra
    de, o qnal percebera por sobre os vencmentos
    que por lei Ihe competirem, o premio de 1504000
    qne Iba ser pago de conformidade com o decrete
    a regoiamento do 1 de maio de 1888.
    O mesmo brigadero commandante das armas,
    faz igualmente publico, qaa a presidencia em of-
    I fieio de 12 do crreme raihdou considerar extinc-
    lo o contrato que em 26 de junho ultimo foi cele-
    brado com o Rvd. Francisco Alvos de Abrantes
    para exercar as funccSss de capellio do 2* bata-
    lio de nfanuria, Visto ter-se apreseatado o Sr.
    capellio alfares da repatti(So ecclesiastica do exer-
    cito padre Jos Ferreira Viegas, designado peto
    ministerio da guerra para exercer as respectivas
    fanecoes naquelle baulhio.
    (Assignado).Lhjt Jos Pereira dt Cnamo, brl-
    gadeiro.
    Conforme.Clemente hrancilio Tavares, tenante
    ajndanle de ordens interino encarregado do dla-
    he.
    r Collado a importancia da
    130, 132, 136 e 137 ; urna do ministerio da 4" f restaoo, i qtjPMl elle direito na qualidado
    mo da SirinheraAristides Florentino Cavalcanle
    de Albuquerque, Garvasio Jos da Costa, Maooel
    Vicente da Costa Pereira, Simio Corroa da Albu-
    querque, Alvaro Darbalho Cavalcanle de Albu-
    querque, Antonio Cezar de VasconceJIoa-Campos e
    Pedro da Rocha Vieira.
    1*,3*. 4, 5* e 6*supplenles di subdelegado do
    2* districlo do termo da Ssrinhera. Vdolpho
    Wanderley Los, Domingos Theodesia Regueira
    Pinto de Sonza, Goncalo Cavalcanle da Albuquer-
    que, Jjio BaptisU Accioli Lios e Francisco Manoel
    de S Cavalcanle.
    METHODO ZABA. Assistimoi horneo, no edi-
    ficio da Faculdade de Direito, sagun-la expinico
    publica que fez oSr. conde /.iba do naethodi me-
    nemonico da soa inveocio, para estndar e bem
    gravar na memoria todos os acontecimeutos histo-
    reos acompaahado da sua chrooologia.
    K' realmente maravilhoso, admiravel, sotprehen-
    denle, o effaito que produz sobra a inteligencia a
    observae'i a estudo ltenlo dos mappas de que se
    ssrve o Sr. conde taba.
    Digamos antes de tu4o que o sali da conferen-
    cia estave lilteralmeote eheio da espeoudores, en-
    tre os quaes algn illustres, qur pela sua posicao
    social, qur pia sua preponderancia as letras,
    todos osquaes prestaram religiosa atlenoao ao dis-
    curso que leu o Sr. conde Ziba e demonraco
    pratica qua fea das vanUgens incontestaveis de seu
    metbodo.
    O Sr; coode Zaba escreveu e publicon um ops-
    culo om que da a chava desse ueinodo, e gala a
    intaldancia em bem se assenhoraar delie. Bsse
    opuculo, boje traduzido para portuguez, vai ser
    publicado na corte. A' elle acompanha nm mappa,
    com o auxilio do qual grava-se na memoria os
    mais variados acoatecimantos da historia univer-
    sal, em todas as suas phases, com todai as suas
    dalas, formando', assim um riquissimo eabedal de
    instroccao para o hornera, que teni por via de re-
    gra necessidade dessa poderosa alavanca, qaa o
    auxilia no pergrinar pela ierra, colhendo no pas-
    sado sabias licoes para o futuro.
    A conferencia da hontem versou especialmente
    sobre os tres primeiros scalos da era chriitaa,
    sobre os quaes ioram argidos e responderam com
    acividade e oietlgencia cinco alumnos (do Gya-
    nazio Pernambucaoo, preparados convenentemea
    |.ia para a experiencia, aas que apenas raceberam
    sote licoes.
    O mappa exibido abraogia toda a era cbrisiaa,
    desde o nascimento de Christo at os factos mais
    recentes da historia moderna, como seja a guerra
    do Brasil com o Paraguay.
    Abraogaado 19 sculos, divida so aasa nuppa
    em outros untos qaadrados dislinclos, cada, um dos
    quaes representa um secuto. Caa um dasie* se
    a H t ja om dea Ollas de dez pequeos quadra
    dos cada urna, representando um um os ann )S de
    cadi seculo. Finalmente, eada um dos pequeos
    quadrados, symbolos de um anno, so reparte em
    nova outros menores quadrados, nos quaes se a-
    cbam marcados, por signaes especiaes, de cores
    diversas, todu os factos mais notaveis acontecidos
    no decurso do respectivo anao.
    Sempre que no primeiro pequeo quadra lo de
    um anno sa acha um sigoal qualquer, este indica
    que bouve guerra n'esse anno, e a edr do sigoal
    diz qnal a naci que a fez. Assim, por exemplo :
    um signal preto n'esse primairo quadrado, quer
    dizer guerra romana. Pira saber a dala basta sa-
    ber o seculo em que est o sigual. o que indica-
    do pelo numero dos grandes qaadrados qne o pre
    cedem. Sabido o seculo, contam-se os qnadrad >s
    anonaes por Hilas horisontaes da dei e as fraccoes
    que precedem o -nno, e addicionando-se as par-
    celias tem-se immediatamenle, com a mxima fa-
    cilidade e presteza, a data exacta do aconteci-
    mento.
    N'nm outro compartimento de cada anno um
    cert) signal indica urna calamidade ; esta carac-
    terisada pola forma particular do sigoal, e a cor
    d'este diz a naci onde ella se den, sendo a data
    Qxada pela mesma maneira cima indicada.
    O 5o compartimento ds cada anno reservado
    para indicar os soberanos ou res, dizendo igual-
    mente a cor do sigoal onde elle reinou, e a sua
    posicao no seculo qual a poca em que leve lugar
    esse reinado.
    Emflm, cada um dos 9 compartimentos indica,
    como j diseraos, um notavel acontecimenlo, es-
    pecialmente caracterisado, nio s pela forma do
    sigoal quo o occapa, mas tambern pela cor que
    tea.
    Como se v deste paludo esboco do melhodo
    mnemonico do Sr. Conde Zaba, elle facilimo, e
    mais fcilmente ainda se o coaprehenda vendo se
    o mappa, do que leuda se qualquer escripto que
    tenha por flm demnstralo, por melhor elaborado
    que elle seja.
    Jalgando pelo quanto nos podemos asseaborear
    do melhodo Zaba, elle sem contestacio o mais
    til de qnantos melhodos sao conhecdos at agora
    para auxiliar a memoria na retenco dos aconte-
    cimentos e datas histricas, facilitando ioteliigen
    cia urna organisaco circumsianeiada de todos os
    factos de que o espirito se apodera, ajodado nesse
    myster palo poderoso sentido da visU.
    Seria summamente vantajoso que o Exm. Sr.
    presidente da provincia, que asssto a conferencia
    e d'ella ,-e mostrou salisfeitissimo, eomo alias todos
    os espectadores, tratasse de fazer applicar o me-
    lhodo Ziba no corso de historia universal leecio-
    nado no Gymoasio, fazendo-o entretanto esindar
    por raestres habilitados, que depois o vulgarisasse.
    Dzera-nos que alguma cousa j se est fazendo
    esse proposito, e que um dos senhores proles-
    sores da Escola Normal se tem dedcalo a esse
    trabalho, procurando organisar um mappa espe
    cial para toda a historia patria. Louvando os es
    forcos d'e^se profassor, que se raostra tao inters-
    sado pela insirnccao publica, chamamos para o
    assompto as vistas patriticas do administrador da
    provincia, que sem duvida rauito pode contribuir
    para o feliz xito do melhodo Zaba entre nos.
    O Sr. conde Zaba vai abrir um corso especial
    de historia, ominada pelo sea metbodo, conforme
    declaran hontem ao lindar a conferencia. As suas
    licoes lorio lagar n'nm dos saldes da Faculdade
    de Direito, sarao tarde.e ella se admhtiro todos
    aquellos qne se ioscreveram na secretaria da mes-
    ma Faculdade. No acto da inscripeo pagar cada
    pessoa a insignificante quantia de 6*000, receben-
    do n'aaaa oecaso um oposculo sobre o melhodo,
    um mappa colorido, um mappa em branco para se
    exercitar colorindo-o e assim melhor grava-lo na
    mamona, e Analmente urna caixinha contendo o
    indispensavel para colorir aase nltimo mappa.
    Como aprensa corre-nos o dever de erauir
    Miniad sobra o melhodo Zaba : j o filemos, de-
    clarndolo excellentee maravilhoso. P.e ra qna, em nome da provincia, agradecemos ao
    illualre autor do lio til invento os seus magnani
    mea esforgos em prol da causa da instrucca uni-
    versal, da qual'o o Sr. oonde Zaba poda orgulhar-
    se de 1er um laminoso ornamento. ;
    ESPANCAMTOTOEm 12 do crrante Luiz


    PERNAMBUCO.
    SE VISTA. DIARIA.
    CON88LADQ PHOVINCIAL.'-Por poruria da
    presidencia da provincia, de W dt crrente, foi
    Marcelino dos Santos espaucou brbaramente, em vigor sao de 1819.
    Papacaca, i soa propru onlher, aaisando-a era As tabarnas,
    perigo de vida, sendo
    CADAVER.-r"
    PRONUNCIA-Pelo subdelegado da fTagay
    dos Affjgados foi pronunciado, como iacurao nao
    penas do art. 269- do cdigo criminal, Sabino lec
    Fernandos.
    ELEMENTO SERVIL-Cobo anonadamos no
    da 17, veriflcou-se s 6 horas da Urde do dia 18
    do corrate a reunio, convocada para a roa dp
    Imperador n. 43, coa o flm de ser discotlida a
    idea de urna, maaifesucio que devia sor levada
    ante o eorpo legislativo proposito da propesta do
    gevarno sobre o elemento sarvil.
    Reunido creseido numero de pessoas, sob pro
    posta do Sr. Dr. Costa RiDeiro, foi proclamado pre-
    sidente da reunio o Sr. Dr. Gervasio Rodrigos
    Lampallo, qpe,. deoois de chamar dous secretario*
    para comporem a mesa, expuz o fkn. da reunio
    abrindo o debate. Neste fallaram diversos cida-
    daos, sendo afloal aceita a idea de redigir-so un
    abaixo assignado, dirigido cmara temporaria,
    no qual se manifest a adhesio compleU que
    prestera os habitantes do Recife > idea capital da
    proposta do governo sobre o elemento servil, i.-t>
    a dheso completa liberdado do venire.
    Resolveram as pessoas presentes que ncasse
    a mesa incumbida da relaces> do abnxo assig-
    nado, de accordo com o Sr. Dr. Costa Ribeiro ; e
    qae, amo vez redigido, foase esse documento apo-
    sentado assigoatura publica em diversas partes .
    da capital.
    Fazemos rdanles e sinceros voDs pan ana tao
    grandiosa idea ache echo em lodos oa esraedes'
    patriotas, nio arrefocendo nom um insume'? telo
    de todos aqialles que se ioteressam pela prosperJ-
    dade da patria. "
    ESMOLA9.Pede-nos o procurador" da festa da
    Sanhora do Cenculo, que, em conseouencia di
    haver desapparecid a eleiqo da referida festa do
    anno de 1870 i 1871, fajamos constar por este
    mel lodos 03 devotos que re -.eberam cartas, que
    podera entregar as respectivas esmolas ao Sr. Per
    nandes Lima, thesonreiro da referida festa, ra
    Nova n. 3.
    GABINETE PORTUGUEZ DE LEITURA-Tave
    boolem lugar a eleicb dessa sociedade, que dea
    em resultado obterem votos para a nova directora
    os Srs.:
    Joio Baptista Viera Rbeiro, presidente do con-
    seibo deliberativo.
    Antonio Augusto dos Santos Por.o, i secratajio.
    Francisco Antonio Pereira, 2 dito.
    Conselbe>ros.Francisco Ferreira Maia, Jo >
    Qairino de Aquilar, Amonio Jos de Azevedo, Gre-
    gorio Paes do Amaral, Antonio de Albaquerqoe
    Mello, Joo Pereira dos Santos Farota, Jos rai-
    xeira Bastos, Manoel Teixeira Bastos, Mano* I Fer-
    reira Barlolo, Jos da Costa Bispo, Francisco
    Rbeiro Pinto Guimaries, Joio Laiz Ferreira R-
    beiro, Joaqnim Jos Rodrigues da Costa e Fernn- .
    4o Gomes da Silva.
    Exame de contas Jos Pires da Crnz, Jos Joa-
    qnim da Silva Gomes e Joio Martins de Barros.
    i\ACTiriG.M,;AO. Na puulicacao Iela' sabbitlo
    noste Diari sobre negocios Ua leales a eleicio de
    Santa Cicuta do Livramenio la-se em lagar d.
    assignatura do juizDadymo am vez de Dionizio,
    como foi por engao publicada.
    A COROA DE WENCESLAO.-Nos crculos
    polticos de Vienna assevera-se qne dentro em pon-
    co ir o imperador Fran siseo Jos Praga para
    cingir a corda de Wenceslao, e que depois d'essa
    ceremonia conceder aos tebeques urna autonoma
    similhante dos Hngaros.
    0 CENTENARIO DE WALTER SCOTT.No
    dia 6 de julho celebrou-se em Londres, jtm um
    magnifico banquete, o centenario de Walter Scof.
    bavendo tambern nesse dia nos salda* de Wlis
    um grande baile cora trages escossezes, agCajen-
    tando-se todas as senhoras e cavalheiros iBsis
    alu aristocracia com os va barios que se usa ni
    paiz, que o immortal romancista escossez ta
    admiravelmente descrevau. Nesse mesmo baile
    abrio-se urna subseripQio que subi 10:0004000.
    para completar o monumeato que Londres erige
    memoria de Walter ScUI.
    Em Edimburgo e n'outra* povoac^es da Esiossia
    tambern se inauguraram este anno diverso esta-
    tuas em honra do autor da Dama do Luga e d
    van/to.
    SOCCORRO AOS ORPH05-Lse no 8o, di
    Pars :
    < Segando as ordens dadas pelo prefeito do
    Sena, os maires de Pars necapam-se aclaalaenie
    em procurar todos os orphaos deixados pela inva -
    sio e pela guerra civil.
    A cidade da Pars, de accordo com o Estilo,
    tenciona soecorrer, ou tomar completamente sen
    cargo, segando as suas circumstancias, todas as
    criancas qua se achara na indigencia ou privadas
    de lodo o sorcorro.
    DISPOSICOE5 CONTRA A EMBRIAGUEZ.Nj
    Journal des Debis encontramos o seguinle :
    c Trata-se, como se sabe, de adoptar medidas
    severas para prevenir e reprimir o excessos di
    embriaguez, e a frequenca das tabernas.
    t Os seguintes pormnoies demonstrara em qaa
    pocas teem sido taitas disposieoes tendentes a
    impedir a popolacao parisiense da se entregar a
    embriaguez, prohibiodo os taberneiros de admit-
    lirem nos seas estabelecimentos pessoas embria-
    gadas :
    < No 13 seclo os vendedores de vinho nao
    podiam deixar beber nos seus estabelecimentos.
    As suas casas eram cercadas por. urna grade e a
    portas eiiavam sempre f-diadas. Serviam se Os
    consumidores por om buraco feito na portan
    * Em 1350 o re Joio prohibi aos taberneiros
    o misturarem duas qual i dudes de vinho, sob pena
    da perda do liquido.
    * Em 1397 o prevoste da Pars pnblioon um
    edital probibindo os operarios de frequentarera m
    tabernas em dias de trabalho e os Uberneiros de
    os receberem. Anual, nessa poca, a taberna sr i ,
    pouco frequenUda pela faeilidado que havia ein"
    comprar vinho, que sa apregoava pelas ras com> '
    hoje o coco e a limonada.
    c Em 1560 e 1579 diversos editaes probibiam os
    homens casados, domiciliados, de irem beber ou
    comer as casas de pasto oa tabernas.
    < EsU severidade, porm, foi decrescendo nos
    reinados de Fernando I e Carlos IX. Todo o
    mundo poda froquenlar as tabernas. O proprio
    re de Franca, acompaohado palos saos corlezaos,
    nio se desprecava de frequenur de noute as ta -
    bernas vsinhas do Pr-aox-cleros.
    No reinado de Laiz XIV os aristcratas e o
    povo am jantar e ceiar casa de pasto, e %
    tempo de Lnix XV os dissolutos da renencia, o<
    marquezes e os elegantes e almiscarados padres
    reuniam-se em casa do taberneiro ento em voga
    da ra Saint-Germain-des-Prs.
    * Bstei pouco edificantes costantes raediftearauv
    sa no reinado de Luiz XVI; as casas de pasto des.
    appareeeram, para darem lugar aos cals e aos
    restaurantes.
    i V-se tambern que em Pars, nos najaos de
    1724, 1727, 1776 o 791, os regulamentos probi -
    biam o freqneotarem-se as tabernas da nouta
    durante o servico divino.
    i Nesses lempos ai tabernas eram tachadas as &
    horas no invern e s 10 no vario.
    Os regulamentos e editaos actualmente era

    .
    V*.
    As tabarnas, cal*, resuurantes, bilbaaas o
    outros esut^ecia&aoJoa abortos ao puhUea deven
    ser fechados rA cidade de Paris, durante todo >
    auno, s 11 '^ras da noute.
    &" ^reserteojies, por*, V*d. cabido e*
    flagrante.
    do termo de
    do alienado
    o os pantos
    occasions-1 dess1
    I \ Os'eala, reriaoraBt^ e ubornas
    esli bra*-


    da PrtiafKbac u. Segaimk feira 21 d Agosto de 1871
    mM| CODO S^#*W^rrHfr^ *Wrw WfH9 ^w -^w Hfwf
    a certa numero dalles, at, estao auipri?ad''f a
    permanecer abortos tola x nonte no Jatanv ies.
    Halles.. _.
    MSE |nMOUDO.-DanM Wha.franceza
    1M o na| : para 17 da julho tora destroi-
    3 pora io o rausea lorenez de Nancy,
    sendo fM i celas chamas todas as riquezis
    flne eonlinSa?'Veraai apnn salvarse os ant-
    ros tapates de Carlos o Temerario. As perdas
    alcatara se em cerca dfrAOO 000Jfll.
    O edificio onde estvfa oJfciseulJora evacuado
    ao dia i lor p- is Prmssiaaee, que o tianam oc-
    eupado militarmente.
    PROCLAMAS Foraru lidos no domingo *2, na
    matriz da regaezia de Saoto Anonio os proclamas
    seejumtes: ^B .-
    t i/ denoneJaefo.
    LooreneedeSa e Albnquarqne eom Elvira Tlie
    reaa Silvelra de Souza.
    Alforai ielarrain > M>reira Tmpora, natura! de
    Pernambneo e morador no Rio da Janeiro, com
    Joaona I osa Garca, natural e moradora na cidade
    de Niiher
    Pariaodro Augusto Ucha de Gusrno com
    .. J .,.nA.\ Trv a asaltarla nin cu ddrB 44
    10 ; a
    DA
    Anoa deAtevo 1o Souza.
    lino Anuni Gomes eom Clara Mara dos
    Pasaos.
    Feliciano Pereira de Lyra, soldado do bata
    Ihio de iufaotara de li'nae, viuvo de Mari da
    Cruz, d m Mara Josepha da Conceigao, vluva do
    Pedro Ado ; natural do Paraguay.
    Jo-i' Abilio de Barros com Belnvra Cs'tr Doartc
    Ribelro.
    Joo da Silva Santos com Anna Francisca de
    Olveifa.
    Jos Xsvler Meudes Googalves cora Alexaodrioa
    liarla de Azevedo.
    Lndwz Christiao Freederick Wilcketj, Hitara I
    do Gran-Incalo de Miktemburg Sclrwero. (Tonde
    o de menor idade. eom Maria Libaaia Pereira
    -de Mendonca
    2.* denuneiacao.
    Firmino Gomes da Silva Kego eom Maria Can-
    twoilla de Moraes.
    Freoeisco Placido Bolelho eom Franekea Age
    da Mariz.
    Jos Fjrreira de Mendonca com Francisca The-
    reta Pires Falcio.
    3." d.-nunciagao.
    Antonio francisco Altes Ferrelra, viuvo de Ca-
    rolina Mana Ferreira, cora mbelin Pae Brrelo
    de Albuquerque.
    Joaquim Jos de Macedo Jnior, cora Seranea
    JSflgeoia do Reg M-oteiro.
    Joio MariiDs de Amorim eom Anna Claadina de
    Freias.
    LOTERA.A qae s. acha i venda a 205' a
    beaeflcio da nova igreja de Nossa Senhora da Pe-
    ona, a qual corre no da 29.
    CHRON.CA~JJDIlAm
    TRIUIUI, DA HtiL.il 10.
    SESSaO KVi 19 DE AG05T) DE 1871
    MISIDSNCIA DO EIM. SU. CONSELHEIRO CASTAO
    SANTIAGO.
    Secretario Dr. Virgilio Coelho.
    As 10 horas da manhia presentes os Srs. desera-
    Cargadores Guerra, procurador da coroa, Lounn
    $o Santiago, Alraela Albuquerque/Daria, Domn-
    f ues da Silva, Regueira Costa, Sooza Leao e Fre
    tas 0>nr(| aes, abri-ae a sesso.
    Pausados oa foitos deram-se os julgameuto se
    uintes:
    AGGRAVOS DE PETigO.
    Aggra vente, D. Carotina Alvs Ferreira ; aggra-
    vado, ojniz. Juizes os Srs. desembargadores
    Guerra, S uzi L?) e Regueira Costa.Negaram
    provimenio.
    Aggravautd, Ignacio Jos Cibral; aggravado^ o
    juizo Juizes o* Srs. desembargadores Sonza L'ao,
    Guerra e Freitas Henriques. Negaram provi
    meato.
    Aggravante, Mitheus, por sen curador ; aggra-
    wado, o juizo. Juizes os Srs. desembargadores
    Freitas Hejirique?. Domingo da Silva e Guerra.
    Derara provimento.
    nrcciiRsos crimes.
    RecorrentP, o jmzo de direi:o do Rio Formoso ;.
    recorrido, Joao Affmo Regueira.Ju:s os Srs.
    desflmbargadoros L mrenfo Santiago, Doria, Souza
    L i c Predas Htoriques.Improcedente.
    Recrreme, o juizo de direilo do L- ; recorr
    do, J i > Teixeira Meuies Juizes os Srs. desem-
    bargado'es Almeid Albuqueiqu", Sonza Leao,
    Freitas Hjnrques e Regueira Costa. Iraproce
    dente.
    Recrtente o jiiz> da direito da Imperatriz; re-
    c^rTaT>,^acimo ivn de rreim.jnes-o -o.
    desembargadores Docta, Almeida Albuquerque,
    Sooza Lo e Freitas H ;nriqaes.Improcedente.
    ll\l"AS OORPOS.
    Ficou adiado o julgamento de ara que pa
    ente Ftflippe Nery Stntiago.
    Ar-PKLLACdES CHIMES.
    Do jury de Catle da rtocha.Appellante, o pro-
    motor ; appellado, Francisco Jos da Silva.Im-
    procehme.
    Do jury d i Pao d'Aiho.Appellante, o juizo; ap-
    pellado. Agiistioho Fcrreira da Casero.Maadaram
    vera acia da ses*5n do j^uigameot.
    appellaqoeS civeis.
    Do jui,zo mnaicipal di S. Jos do Mpib.Ap
    pellantes, o bicharel Flix Antonia Ferreir de Al
    buquerqaae sua molinr; appellaios, Aflonso Leo-
    poldo de AlbuquTqni' Maranh) o ontros..Nullo
    o proceso de fnlha l'i em diante.
    O i juizo municipal do Cabo.Appellante, Igna-
    cio Amerieo de Miranda ; appellado, Francisco de
    Paula Silva.Nullo o processo.
    O) juizo municipal d> Recite.Appellante, o ca-
    raJur da aceta Francilla ; appellado, Luiz Augus
    to Rilim Mivignier.-Confirmada a sentenca.
    Appellante, Joaqun Silvem de S)uza; ppel-
    lado. Joao Doarte Coelho.-Confirmada a sentenca.
    Ap|.e lant, Francisco Pereira Meirelle;; nypel-
    lado, Miguel Franc^co de Soaia Reg.Coclinna
    da a sentenca.
    PAS9AGENS.
    Do Sr. desembargar Guerra a- Sr. doserabar
    ga lor LoareDco Santiago :
    Embargos do juizo municipal do Recifi'.Em-
    bargante, a viuva e herd>-iros do Sebabtiio Anto
    Bio Paes Brrelo; embargado, o Exm. Vise nde
    de Sua-suna. Di juizo muuhpal do Aearac. -
    Appellante D. Anna Francisca do Monte ; appei-
    lados, Francisco Anastacio de Maria e outros. Do
    iiiizo municipal de Nazareth.Appellante, Manoei
    Tnomaz de Albuquer.jue Maranbao; appollado, Ig
    naci Vieira de Mello. D i juizo municipal de Se-
    rinbaem.Appellante, o curador geral de orpbios;
    appellado, Viceote Mendes AVanderley. Do juiz >
    municipal de Pao d'Alho.Appellante, Sympliciu
    Jos de Andrade; appellad->, Joaqun Jos de B*t
    ros Passo. Do jmzi de orphos do Maoei.Ap-
    rlaat, Fortunato^Aogusto de Sraza ; appellada,
    Va' ia AnV-na-db as imento. D i joizo muni-
    cipal da Area. Appallaote, Manoel Gomes da
    Cotib* Lima ; appellado, Manoel Francisco Alve*
    Gama. Do juizo municipal de Paos dos Ferros.
    Apaellant-, Manoel Leite do Espirito Saoto ; ap-
    pellado, Manuel de Caldas Costa. Do juizo mnn-
    eipil de Serlohem.Appn lanie, Custodio Pereira
    da &'Jta ; appeliad\ J Teixeira Lima. Do jui-
    zo municipal de Cimpnia.Appellaote3, Joao Btp
    tista de Ferias Lene e oulr< s; appellado:, Jos Vi
    eeate de Mello e outros.
    Ao Sr. deserabargador Almeida Albuquerque :
    Do jmzo munici,jal d) Recife.Appelljnie, Joa
    quiro Salvador Pessoa de Siquel'a Cavaleante; ap
    pellad i. Salvador de Siqueira Cavaleante.
    Do Sr. desembargador Lourenco Santiago ao Sr.
    desembarg dor Almeida e Albuquerque :
    Do jury do Recife. Appellante, o juizo ; appel-
    lado, Antonio Jos dos Jassos. Embargos remet-
    tio3 do juizo mnoicipal do Recife.Embargante,
    Galdino dos Sautos Nunes de Olivera; embarga
    do, Manoel de Azevedo Andrade.
    Do Sr. desembala lor Almeida Albuquerque ao
    Sr. de-emba'gad Do juizo municipal do Recife.Appellante, Jos
    Luiz Ferrelra da Costa ; appellada, D. Maria da
    Conceicao Chaves. Do joizo mtmiclpal do Cabo.
    Appellante, Braz Antonio da Caoba Albuquerque;
    appellado, Manoel Ignacio de Jess.
    Ao Sr. desembargador Domiogues da,Silva:
    Do juizo municipal da villa de S. Jalo.Appel
    lanie, J<* Francisco da Olivera ; appelladoa, Do-
    mingos de Barros Braodao e outros.
    Do Sr. desembargador Doria ao Sr. dewnibar-
    gador Domingues da Silva:
    ImxargM do juizo municipal de Pedras de Fo
    go>-EBbargante, Virginio Horacio de Pretal;
    emnrtado, J.itiimm Momeiro Gnedes Gsndha.
    Do Sr. desembargador Domingues da Silva ao
    Sr. desembargador Regueira Costa:
    Do juizo municioal de Agua-Preta. -Appdlan-
    te, Pedro Gonfrilves da Rucha; appelladas, D
    Fraacisca Feliciana Lopes la-tos 0 mis filbas. Do
    jateo municipal da Iatpwatrls.Apaellaote, Ma>
    teiFerreira dos Santo* NUo ; appaMado, Zeleri
    BO Lop.s de Barros. DoJuio municipal do Be-
    cife. AppIUnte, Jos Al ves Barbosa j apDeHado,
    Elias Emiliao-o Ramos. Do juico municipalemlm-
    paraUiz.Appellante, Fclippe Joan de Castro a toa
    r; appellado, Manoel Tnoinaa Pereira a raa
    WfttiA'ao Sr
    lesembargador Su^irto: _.,^,^..fc^.
    - AipeUacSes crimes.AppeHanie, ^aaaaaa
    qaira d-) Andrafle Yasconcelloa ; VPeM, t"*
    tica. Appellanle, o promotor; appellados, Gat;
    no Arvede Souza outros. Appellaco-s cireis-
    Appelrante, bacharel Manuel do Soma Gareta e
    appellalo, J. H. G-af & C. Appellante, Alexandro
    Guadas Alcoforado ; appellaoo, Francco Ar.toni'
    de Assi. Appsllante, Chrystovio Xvier Lopes;
    appellado, Antonio Francisco Alvea, Appcllaut,
    Gjiraerme Becerra de Ara ojo ; appellado, Jm-
    ioira omingaes da Silva. Appellante, Salusaao
    Gime) da Sil-eir ; appellado, os liardeiros do
    ronei loaquim Gomes da Silverrau Afpelt
    Uernardioo Jos Leitio ; appellado, Manoel
    calves Ferreira.
    Do Sr. desembargador Sonza Leio ao Sr. dea-
    embargador Doria :
    Appellacaocive.Appeilantes e app'llalos Jnn-
    lamente, Antonio de Moura Castro e Firmino tei-
    xeira de Mura.
    DEMOE.NT.lA CBIMIi.
    Ao Sr. desembargador promotor da juslica :
    Bolury d Btanle Appellante, Antonio Fer-
    naudes de Olivera; appellado, Dr. Flix Aoguslo
    de Moraes.
    Do jury da FerlaleziAppellanle, o juizo; al-
    pella lo, Anerico Jos Ferreira.
    Do jorv da Lagoa Grande.*ppellantes,Joa Al-
    ves Pequeo e outro ; appellado, Jos Feroandes
    Chavea.
    Dj jury de S. Bernardo.Appellante, Francisco
    Alves Carneiro j appe+lada, a (uslioa.
    Do jury de Baoaueiras.AppeUaate, o juno ;
    appellado, Antonio Pereira da Silva.
    Do jury do Rom Coos- Iho.Appellante, o pro-
    motor ; appellado, Martiniano Jos Vieira.
    DEUfiENCtA CIVEL.
    Ao Sr. desembargador procurador da coroa :
    Appellanles, Joao. Luiz Ferreira Ribeiro e outro;
    appellados, Pedro Ignacio Baptista, a fazenda e on-
    iros.
    Assignou-se dra part julgamento dos seguintes
    leitos :
    APPELLA$5E3 civeis.
    Do juizo municipal do Recife.-Appellante, JoSo
    Gomes Ferreira; appellado, Jos Eusebio Alves da
    Silva.
    Dojnlzo municipal de Porto Calvo.-Appellan
    te, Ernesto Augusto Manguaoa e Silva ; appeth
    dos, Dr. Augusto Frederico de Olivera e ouiros.
    Do juizo municipal do Recife.Appellante, Ma-
    noel liidro, por sea curador ; appellado, Praaciste
    Maooei de Siqueira.
    Do juizo municipal da Parabyb.Apaallaale,
    Antonio Angelo Feroandes appellado, o curador
    geral.
    Dojnzo municipal do Rio Formoso.Appellat-
    a, Alexandre Rodrigues da Silva ; appellado, Jos
    J iaquim da Sllveira.
    Embargos reraellidosdo juizo muaieipal de Ala-
    goas.Embargante, Macario da Costa Moraes ;
    embargado, Rodrigo Antoo o Bnsilelro Macei*.
    APPELLACOKS CHIMES.
    Do jury de 5. Jos de Mipib.Appellante, Ma-
    noel Joaqoim Desiderio ; appeHada, a juslica.
    Do jury de Traipii.-Ap"pellanto, Joo Bernardo;
    appellada, a juslica.
    DESTRIBUICOB'.
    Por sub-tiiucao ao Sr. d.serabargador Freitas
    Heoriqnes:
    Aggravo do juizo municipal do Recife.Aggra
    vjnte/o bacharel JoSo Ferreira de Almeida Gui-
    maraes; aggravado, o juizo.
    A' i hora da larda encerrou-se a sessao.
    Jt
    ;ai


    casa: t
    se casa He algumas nessoas da amita
    r. Jos Carlos Pessoa de Araojo, aim de
    s ftzessem com que o Sr. Jos Carlos se
    a ama concilacao, cojo nm era ficar o
    erra llvre do pagamento dos 50*,* ora que
    "o eondemnado. Sublime ajaf II S o
    Sr. Guerra so sahiria to honrosamente da tal
    questio I I
    Sao estes os fados, qae sob nossa reaponsabli-
    dade, offireaemos/ aprcciaaio do illusirado pu-
    blica, lira de que este possa facer nm juico mtis
    M menos eaacto a res, arto do Sr. Joaquim Gon
    i Guerra, cujas faganbas sao bam raneadas
    ci dada le Nazareth.
    Antonio Oomtt dti Cunha.
    Si.5
    to a segihd* nao se d
    legislagao francote e
    aos proprietarjoj'dol
    qaatdafai b>estlo, por
    liitdwa oMto ao estado e a so a fatura pntBi
    riedade gqe oy. terrenos earbonif:roj nio sejam
    ipdmdSP por' individuos qae, nio tendo meros
    para extrahir o mineral, srvam
    queowi
    A' q je
    Por *nt
    ftiiflo mi
    rias, poiiru f
    A voriiado e a ju-iir.i dates dotado.
    G ifjfral, que fez proteibs aaaoaiei
    coai o gfemete de 7 demarco patas ideas
    aeapn sentn s oa niaras, naoiem pira
    songo o odie e a raakoag:ia.
    opre com espirito i
    grlao, que a raprensa poltica desta trra
    ci os actos do ^abiQtt; por mais inoQcentos'que
    les si-Jan, saoeaxadoa.cora rpes nViifrap f
    E' com-a esa pontci peqUenina e aeSBnWa,
    que nio sabe por os interesses da_nac3o cima delV. Stp.?aso. a informar sobre os fa'ctos, que me
    seus interesses partidarios, contra essa politca '
    que prostitue e desmoralisa a imprensa,ojB#jf"gW
    ciao que os bomens de boa vontade proteslem
    sempra. i
    So f.zendo juslica, diz o illatrado ejcrpter do
    foraa* do Bnift. poler a iraprensa iaaplrar can-
    fiauca e obler as sympathias e o apoio dos horneas
    sensatos. Di outro mido, psrwter ou cscaoda-
    lisar eternamente a opiniio publica.
    VoMaremos. '
    F. .
    Ao publico.

    COMMNICABOS.
    alada as tuinas do Iporaaga.
    Era nosso primeiro artigo mostramos que Joo
    Paulo Das nao foi o descubridor das minas do
    Iporanga; que s havia requerido o privilegio da
    nineracao em dezembro do aano passalo ; que j
    era 1838 o govrao conceda privilegio a um indi-
    viduo como seu descobrdor, e sucesivamente foi
    concadenJo outros proporcio que eram resera h
    dos os contratos por falta do cumprimento de obri
    (aijoes ; que o conse heiro Amaral e Dr. Caddido
    Rocha tihhara a sen favor o direito de pnorida-
    de; e (lnalrae.nte que, quando Joio Paulo requerea
    o nnvii>gio, nao atleg^u a exi-tencia de minas em
    suas Ierras.
    Por tanto justificamos cabalmente o acto do Sr.
    miniira da ari-ultura aue coucedeu o privilegio
    para a minoraco das minas do Iporanza ao con
    selbeiro Amaral; mas, diz o Liberal, Jlo Paolo
    o proprietario das ierras onde se actiam as minas,
    pelo qoe Incontestavel o direito que lhe assiste
    ao privilegio.
    Mis j o dissemos por mais de tama vez e repe-
    timos : .
    Joo P-ulo nunca allegan esto direito e o minis-
    tro nao tem o dora de adevuhar.
    Mas, quando raesnw o allegasse^qa.indo mesmo
    P'ovasse o direito de propriedade nestes terrenos,
    oo era hto motivo para lhe ser oneedldo o pri-
    vilegio cora pfeterlclo da outros que tinham a seu
    favor o direito de prioridade, e i ft\reciara maiores
    garantas do bom resultidoda empresa.
    S-nundo o nosso direito, as midas de todos os
    metaes sao propried.-de da na^io ; d'ahi, p is, a
    necessidade da coacesso por parto do goveroo
    parajjue quem quer que seja possa exjlorsr ou
    lavrar minas.
    Esto principio admlltldo em nossa legislaco, o
    igualmente pela legislacao de inultos paizes; todas
    ellas adoptam o priucip o de que o estado tem o di
    relio aos raiorraes, cora exeepgo dos menos pre-
    ciosos que jazera na superficie do solo.
    Diz entretanto Joao Paulo que o decreto de 27
    de Janeiro de 1829, d-lbe o direito de lavrar suas
    trras iaJependeutememe de concesso do go-
    verno.
    Mas eutDO 1
    A legislacao que sempre nos regen forano as or-
    denar^des e estas do ao e-tado o direito aos mine-
    raes ue qnalquer especie; e, nao podendo as orde-
    nacSes serem rrvogudas por ura decreto do poder
    execulivo expedido iepois de jurada a constiiui-
    co do imperio, evidente, incontestavel a lega-
    udade da concess i feila Amaral e Rocha.
    E se Joao Paulo sabia que o decreto de 27 de
    Janeiro Ibe dava o direilo de lavrar as .-uas torra-
    ludependenie de concesso do governo, para que a
    pedio ? E' que tiuha certeza qu,e nao lhe assistia
    tal direito, e que o decreto a que. agora se soccor-
    re nunca se poz em execcao por inconstitucio-
    nal. .
    E' assim que o aviso de J2 de ootubro da-1880,
    expedido ao presidente das Alagas tomado soh con-
    sulta do cooselho de estado, assim o declaren.
    A consulla, que as.-iznada pelo c.nselheiro
    Souza Franco, visconde de Sapucahy e pelo falle-
    cido senador marquez de Olinda, diz asslra :
    Senhor. A secefu dos negocios do imperio do
    conselho de estalo recebeu ord-m de Y- M- Impe-
    rial, por aviso de 13 do raez correte, para coa-ul
    tar com seu parecer sobre o requerim-nto era que
    l'ihn Donely solicita aulorisa^o para incorpo-
    rar urna companhia destinada a lavrar carvo de
    pedra em ierras de sua propriedade, situadas na
    pr.iviocia das Alagas.
    Sobre esta prelenco informa a respectiva secre-
    taria de e.-tado que, aendoorequertnte cdado
    brasijeiro, e. proprietario das trras em que j carvo de podra, est nos termos do decnlo de 27
    Je Janeiro de 1829.
    A ecco tem, porra, respeito do direito de
    snpphcante algumas duvidas que pasaa a expr.
    Em primeiro lugar a legislarlo anterior ao Je-
    ceio de 27 de Janeiro, que era a ordenacao do liv.
    2* tit. 2rj 16, considerando as minas de todos os
    maiae- propriedade da coroa, boje do estado, nao
    foi revogada e nem o poda ser por um decreto do
    poder executvo, expedido d-pois de jurada a com
    liluic.io do imperio.
    A isio accre.-ce qae o arl. 3i da lei n. ol jle
    2S de outubro de 1818, mandaooo crear guarda-
    mores em todas as provincias onde te descobrirem
    minas de ouro, coulrmou o principio amigo da
    concesso pelo governo, como foi depois expli
    cado pela ornara do ihesouro n. 126 de 10 de se-
    wmbro de 1819.
    Anda a le n. 601 de 18 de selembro da 1850
    no 4" Jo arl. 16. confinaron o direilo do estado,
    reservando na renda do torreaos de>oiniot o sob
    a-lo eom iodos os reus. mineraes, como era de re-
    gra na concesso das semarias.
    E porque nio smente esta a legislacao em vi-
    gor, como que os principios admitlidos e a legisla-
    cao de muilos paizes consagrara o direito qu teas
    o estado aos mineraes, com exeapeo dos menos
    pr> ciosos que jazera na superficie do slo, como
    oe freirs, turbieiras etc., entaode a secgo que o
    requerente precisa coa&jsso da governo pa la-
    vrar as mmas de'earvo de que trata ero sua pati-
    A>, e isso tanto mai i .que por orna resolocio im-
    perial de consultAjaJlrgajBlb.) de 1851 se axplV
    non qne o car
    miacraas, euja
    de pri
    PUBL1CAC0ES k PEDIW.
    ' i i i i 'ti i
    nazareth, 3 de malo de lfltf
    8rs rtdtictoret, Nao podemos aaixar pauar
    em silencio o procedimento ioqu^liflcavd do l-
    ente coronel (sem pateatp) Joaquim. Gjocalvas
    Guerra paita com algaas desaus paralas, pesaaaa
    honradas o per lados raeoataecida como dignas de
    toda estima.
    Cansa tedie, seoo iDdignafo, ver-se ese re-
    erutador da aleijidos, empiegar termos, os ajtaia
    indecoroeos, sempri que tem de filiar a respeito
    de alt.ua de sens parantes, os qnaes sao i m
    procedimento tal, qae a falta nica, da que se.os
    pie acensar, terem por prente uro hornam fal-
    lo de bro, como o Sr. Guerra, o qae pelas majtas
    infamias comme'lidas, geralmente considerado
    como d'goo do mais soberano despreso.
    O nosso rim gao carlameate apreciar ,ot actos
    praiicados por esse ente despresivel, quer como
    auiondade, que fui ao leapo da lia, quer como
    particular, puis, alo elles de nalureza tal, que a
    simple narra cao seria bastante para tomar, pa-
    tente toda perversidade dasie maldicente ; o qae
    nds queremos somonte offerecer a apreciacao do
    publico alguns dos menos importantes feito. do
    Sr. Guerra, atiui da qae niagaea se detxe loVa
    pelas labias desse senber.
    Para qne o publico fique saneado quem o Sr.
    Joaquim Goncalves Guerra, basta attender aos Isa-
    toa qoe vamos narrar, e que alias sao dos menos
    imporianlcs.
    Em nm bom dia do mea de Janeiro de 1867 o
    Sr. Guerra, enUo subdelegado por falla de gsnie,
    guiando u>na forea de polica, dirigi se ao eage-
    nbo Bsm-Vjver, e abi cercon a casa de sen pri-
    mo legitimo Luiz Ignacio de Seabra Aorada Li-
    ma, para dalla tirar um pobre hornera doaote, sob
    pretexto de reerutsajenio, mas cora o Ora nico,
    como elle proprio dava a enien 1er, de ridicularisar
    esse sea primo, bomem respeitado por lodos e de
    umabonradez a leda pro va.
    Nao e ratele cora ser acorapanhado em sens ds-s-
    varios por ama brea policial, o nosso lente co-
    ronal ("em patente) eoteodea dever ser acorapa-
    nhado tambempor alguas paitapps, afimde aus-
    trar a sua popularidade ; e, para conseguir wto
    aniava como ara lonco de enganba em eageoh>
    griuodo>e ameagando eom recrutameato e (ronco
    a lodos os individuos, que por pojo nao qoeriam
    acompaahi-lo no ridiculo papel, que sempre ro
    praseatou no bom lempo da liga. Arada mais.
    Este Sr. Guerra, quando subdelegado da Naca-
    retb, entenda que todos es moradores di* eoge-
    ahos prximos do seo. tinham o dever de servijo
    prorajiiainenie e independa ote da paga ; e seno,
    vejamos o que m deu com o meslre de assucar
    do eugenho Araticuns :
    MapeWn Sr. Guerra chamar o mostr de assu-
    car do eoeanho Ara|i ta particular Nazareth, e respendeudo-Ine esls,
    qtie uo podis ir, por isso que o eogenho estafa
    raoeado, o nosso beroe, furioso cora a resposia do
    mestre de assucar, manloo-lbe dizer, que levasse
    o diabo o assucar, e elle mestre de assucar fosse
    imraedtaiaqiente levar a carta Nazareth, seno
    quexia ir descansar no tronco.
    Ora, a vista de urna tal ameaca qae, segando a
    opimo de todos, o nosso hroe uo trepidara em
    execu'ar, a para que o assucar que eslava as
    calJeiras, oo se perdesse ; o mestre de assucar
    reioUeu-se a pagar um portador, e por elle man-
    dou levar a caria. Julgam, poim, os lellores, qne
    o bomsm deu-se por sal.-feilo ? Vejamos o meibor:
    Ao ser entregue a re-posta da carta ao Sr. Guer-
    ra, este atirou-a a cara do portador, dizendia-lha,
    que fosse leva-la ao meitre 4d assucar e disaesse
    lhe, que se elle mesmo uo levar a re posta, elle
    Guerra saberia cumprir o que tioba promellido.
    Passaroos agora urna das mais iateressanle
    bravatas do nosso beroe, e que por ser muito re
    onie anda est bem impresra no animo de to-1 >s
    aiuelles que dalla tiverara conhecimento. Ei la :
    Havia no eBgenho Aralicons, de que proprie-
    tario o Sr. Jos Carlos Pessa de Arrojo, ura po-
    bre earpin de nome Manoel Flix, o qul "aba
    contratado casamento para urna de suas filhas
    com um seu prente, e quando ja ludo eslava
    promplo para reaiisar-se dito casa meato, eis qie
    o oossq hroe sabe campo, prometiendo que o
    casamento oo se havia do realisar ; e para cum-
    prir a sua promessa, o nosso beroe trata I go de
    seduzir o rapaz, dizendo, que a mulber, que a
    ie como elle Guerra, orova ra com urna certido de
    idade, que tiaha mandado tirar, era alera disso
    urna mulher prostituida, que nao acha va bom o car
    smenlo, e portaoto nao quera que se reahsasse.
    A vista desta cantilena, e Helu temor de ser per-
    seguid pelo Sr. Guerra, o rapaz decdio-se a oo
    l'izer o casamento, e disto dea parle ao pae da
    moga. Mas ealendeado Manoel FaliJ pae da mo-
    ga, que aquillo ira de algura modo abalar i repu
    tago de sua filba, deu ama quaxa contra o ra-
    paz ao delegado de Nazareth, lenente-curonel Joo
    C. Mauricio Wanderley, e sabendo ene, que o ca-
    samento nao se liona realisado por cansa do Sr.
    Guerra, que linba at ameacado o rapaz, euteadeu
    que era preciso desmacarar o nosso heie, e as-
    sira procedeu. apreseotaodo valiosa provas era
    como a moac era da boas eostnmes, honrada e de
    ura proeedHUrato digno de ser imtalo, e rio l-
    mente, que era falsa .a certido de idade apre-
    senlada pelo Sr. Guerra, a qual dava moga mais
    de 26 cunos, quando pela ver Jadeira certido eda
    linba apenas 19, idade est que e-iava daaccorao
    com a que todos atarauvara qae ella trah i.
    Ora, ama vez provado, que o Sr- Guerra linha
    procedido como um infamo calumniador e fal-ou
    cador de certldS s, o rapaz emenden que devia
    realisar o casamento, e com effeilo a^sim fes, res
    tiluindo a familia do pobre Maooei Flix a paz e
    iranquiliidade, que o infame Guerra preteudeu
    roubar, afim de satisfacer os seus caprichos e dar
    pasto asna perversidide.
    Deste modo, completamente desapootado, o nos-
    so nere Iratou logo de se justificar, duendo qoe
    nio querr que se fizesse p casamento, atira de
    aproveitar o rapaz para a filfia de ama sua coma-
    dre; a canalha, porip, qae nada deixa pa-sar, co
    megou a propalar, que o Sr. Guerra, querendo al-
    cangar dnas victorias de urna s vec, nio so que-
    na apreveitar o rapaz pare* fllhada tal eooidre,
    mas tambera qnerla proverlaf a moca para o -l
    Iho de algum compadre, og mesmo.......o qae
    era muito possrvef.
    Nio flea abi.
    Tendo sido eondemnado a pagar {101 por estra
    o caasado por animaes sea as phwcWs de
    )s Carlos Petoa de Arajo. o Sr. Guerra enten-
    deu qne devia desmoralisar o jale, que aiiifli o U-
    ihe fliesse falta, pois, segando o qne elle dizia
    tinha quatorze cootos para ganar com i tal ques-
    lio; mas soinente porque qona latr ver a tea'
    pruno Jos Carlos Pessoa de AraOio, une elle Guer-
    ra s^bia susientir toa fligoidade, e afumante col
    l cado, como se aChava, (tredte-coToitel-'aaitl pa ,
    ttmaj nio bavia de sojaiUPie a nma contenga
    abif- hnrosamMte de lio imporTatUe quslto,;
    vejamos a qao'aH f
    Wdavia liasoOrtaa
    eiuva iokite.
    pava ip^aroa
    RESPOSTA MJCIZ MUNICIPAL R DE OBWIAUS DO TER-
    UODK.IMMJ, B\CHARBt MENKLO DOS SA.NT S
    DAF.iNCEDA LINS, 'AO JUIZ DE DIREITO DA MESMA
    rpjtl RC% SjDHE A Opaa^SPONOENClA PUBLICADA
    oJlBEJAL, N. 201- 7 DE HVEUBR0 ULTIMO.
    Ira. Sr.Em cumprimenlo ao que me ordena
    empresta Raulino M. F. Maracaj, signatario da
    CMMCpaadaaeia publicada no Liberal n. 292, de
    7 de novemoro ultimo :
    Ij da 19 de outubro prximo paseado a II ho-
    ras da raaohi, mais ou meno-, appareceu era
    iiinha easa o eiladA Praoklio Celestino de
    Mondonga pedrodo-me promplas providencias no
    seadjdo de garantir a vid de seu cuuhado, Virgi-
    nio Horacio de Freitas, senhor do eogenho Lages,
    doato tormo-, que- iot* ataeado eia sua casa por al
    unos sertanjas. Scoj demora mandei chamar o
    sublelegado era exerci;io, o alteres A felino Ce-
    lestino de Mandgnca, cunludo tambem do referido
    Virginio, e, depois de recommendar-lhe toda a
    prudencia e energa, o z partir cora urna escolta
    para o dito eugenho, afim de. eff-.'Ciuar i priso
    dos aggressorea e gtanUr a pessoa do mesmo
    Virgloio. Dn'as, on tres horas depois, voltou a es-
    eolia aesmpanhada de Maracaj e de tres indivi-
    duos endurados, san lo rae apresentadas as armas
    de qne Ma a correspondencia, fmmediatamente
    interrognei Maracaj e cada ura de per si de seu*.
    eempanheiros, que se conservaran na calg da de
    mnha casa, para onde eatravam proporgio que
    eram chamados. Ao terminar o penltimo inter-
    rogatorio cmpafeceu Ypgiio Hirico de Frsitas
    a quera tambera iaterrogoe, negando este o ficto
    referido por sea cuntalo Franklin o de quem lo-
    mei nma faca da p raa nao apparelhada. N > fim
    de tres ou ijualro das e dedois de laracaj coa
    veacer-se de que nio Ibe eram entregues as ar-
    mas, appareeeu-me diz rodo qne nm negro acaba va
    de avua-lo que Virginio Horacio de Freitas o ti
    oda mandado emboscar em camioho, e por isso.
    necessitava para sua defeza, das armas que se
    aebavam na polica. Ordcuei sem perla de lem-
    po, a eaptura de dita negro, o qual nio obstante
    estar embriagado, uaia disso que merecerse at-
    tenca i, negando com tu Jo o faci denunciado por
    Maracaj.
    No dia seguate sendo de novo interrogado em
    perfeito aso de suas facultades, e perante Raaliao
    Maracaj i mostrou-se inteiramente estranho ao fac
    lo, e conveuceu pela firmeza do suas re-pnsta*,
    que nunca vira Maracaj e com elle nao havia
    (aliado.
    Compreheddodo entJo o flra da rraraa, ideferi
    a peiico em qne Maracaj, tuadado nessa embos-
    cada, pedia* entrega du armas, as qaaes achara-
    se nesta delsgacia, e oppartnoaraeute serio remet-
    lidas a chefatara de polica.
    Devo dizer que o cabo de um punhal e algumas
    roscas do de um faoio sao de prata ordinaria, tu
    do com o peso de 12 a 16 oitavas, segundo foi exa-
    minado pelo ourivos Gervasio Renovato Pereira
    Campos e por este declarado a V. S, em miaba
    presenga ; sendo que em semelbanle prata jamai-
    me falln Maracaj, e provoco a esta para apre-
    sentar em publico o reqoerimento com o meq dis-
    pacho.que prova a verdade do que hei referido e a
    faUidade de suas assergdes.
    Ralativamente ao inventario de Sebastio Gue-
    dee e o Drocedimento qie tiv para eom elle, a
    cartas jnt a, por publica forma, sao arespjsta
    mais cabal, a prova mais evidente do embuste, da
    calumnia em que m nenie abanla a trmlada ne-
    gra, to sabiamente presidida pelo genio do mal
    o director da poltica liberal deate tero-*como
    V. S. nao ignora,
    Refirirei, entretanto, o qne se_deu sohfe esse
    inventario, all-n le mostrar qne nio tem razio da
    ser e despida de fundamento a pouc*_ delicade
    za de xpressoes, de qae nsoa Sabastlio Guedes
    era suas respot, assim como a declara ca> de
    IM fura O nina a> imimo a-nif, eapilo Manoel
    aedes Corra G odim, quem pedio para ser a iui-
    nhuado o tterdeiro Urbano na escrava Mara.
    Dando coraag i ao inventario da mi de Sobastio
    Guedes na casa da sua residencia, em Camaianga,
    por falta de comraolos fui pernolar no eugenho
    OJho d'agua, que fica muito prximo casa de Se
    bastio Guedes. e onde, por accordo de todos os
    iDieressados. ter-minti o inventario
    Doscrevendo Sebasto Gaedes a divida do fu-
    neral, apresaatou-me ducumeotos irregulares e
    mesmo disformes, a excepcao das contas do muil
    digno parecho desta freguezia a do padre Antonio
    Marcelino, lodos sem sell, e pedo-raa para jnta-
    los aog autos, aflro de serem attenddos na parti-
    Iha. Examinado laes d>cumentos, que, em seu
    maior numero, consistiam em pedcinhis de papel,
    irregularmenle escriptos e incom irehansiveis, c n-
    teodo nm driles, de qnaotia superi ir, como des-
    peza do funeral: caixSes de doce, (mijos do reino.
    Discoitos, paes, etc, como ludo V. S. a prercaciou,
    nio accud a sen pedido edisse lhe que ohtivesse
    uulros documeouis, sellas-e os que esta vara regu-
    lares e m' s apreseotasse oe-ta villa al o da d i
    partilha, que seria ail -ndido.
    Antes de retirar-me do eogenho Olho d'agua,
    lendo occasio de fallar-se sobre a destribuigo
    dos bens, lombruQ-me o capio Manoel Guedes a
    conveniencia de angar para o herdeiro Orbaoo
    Guedes a escrava Mana, consideran lo que este
    tinha muitos Albos e necessitava por isso do ser-
    vgo domestico da mesma serava
    Doas ou tres das antes da partilha entrejton-me
    Sebastio Guedes urna petigo escripia pelo Dr.
    Jo- Tavares da Cunta Mello, na qual pedia o
    pagamento da quautia de 130*000, importancia
    do funeral firmado naquelles masmos documentos
    que anda mais se di-n uguiam pelas riscaduras das
    parcellas correspondentes aos gneros, de que
    fall-i, e emendas de outras, sem alteraco na som
    ma primitiva, estando de mais sellados e rubrica-
    dos pelo dito advogado; accrescenio alem de tul
    is forma da le, a esiampilba que (razia a cunta desie
    da quanlia de 614000.
    Fiz sentir a Srbi.-tio Guedes aimpossibilidade,
    legal que havia de aileode-lo, era vista da tae-
    ducumantos o deelarei-lbe que nesse sentido a
    despachar sna peHgo.
    Encommodanlo lhe essa mnha resposta, nia
    ob.-laote a moderagd com que fallei e costurao
    fallar s partes, dis.-e-me que seus doc .mantos es-
    lava m legaes e exacta a somma porque o Dr. Jos
    Tavares linha examinado aqu. lies e verificado
    estao que Lrj u-me a manifeslar-lbe que sendo
    assim, Ct-rto c.mo e-tava da erro da snmma, di|i>
    doutor, ou quera quer que tivesse verificado, nao
    sabia soramar.
    Relirou-se depois Sebatiao Guele* sem ouvir
    de mim a menor ezpressi que de leve o podesse
    offouder. cu ao Dr. Tavares ; nao proeurou mais
    de-pacho, deixando a petigo com todos os docu-
    raeot is, f.-iiim ole em men poder.
    Proced no dia aprasado s partiras revelia
    de Sebastiio Gnedes, as quaes altendi o pedido
    do herdeiro Urbano e de todos os interessados sem
    prejuizo dus orphos, que flgnravam no inventario.
    Siati profundamente nao ser verdadeira a pro-
    po-igo, emitti la p >r Sebastio Guedes, de qae o
    meu amigo mais intimo, de qae trato na su pn-
    meira earta, o capitio Manoel Gaedes Correa
    6>odJm, incontestavelmenieam dos mais distincto*
    a esthnaveis caracteres da eomarea e com cuja
    araisade intima muito oe honrarla.
    Soccorre-se flna urimot sere d'ahi profere tudo que lhe sug-
    iere sua frtil iraagioagio, tudo qae aqaelle di-
    rector por si oa t tando apenas, indubiuvelmente por falta de lem-
    brangis, qae" mencioaem os roubo as estrada
    aba coudemoado, nio qne essa "riJicola qnanla peblica, eommettidos pelo jale mnoicipal de liara
    ' b ; o que oo admirar e mesmo oo se estra-
    ntiar, atienta a foatt negra, d'onde oasceu todas
    as torpeza e infamias, de qae tenbo sid i vicluia.
    Submeuo a cooaiderago de V. S. os documen-
    tos sob us. 3 e 4, pelos qaaes se evidencia a fal-
    tillado avangada pelo correspondente, de qne ven-
    d ara cavallo a um solicitad r para me ser pago
    eom oa lacrea, que lhe feoilitasse ; por quaoto um
    cavallo que Uve em men poder de ura amigo re-
    sidente aa o dada do Recife a que troquel cora o
    paga
    _______________________tamo
    solicitador, que
    villa e ao exereliava
    So venda a
    pri)vooo-o i apresentar as causas onnue fnneeio
    non dte solicitador, depois desse negeain ou anies
    delle, assim como qnaes oa Incrts, qne posterior-
    meate auferio do juico e que Ibe tivesse facilitado,
    como ludo deve constar dos cartoros respectivos.
    Quinto aps lagares de contador, partidora de-
    tribuidor, cumpre-me declarar que a ereago
    desses lugares foi proposta em 1868 por pedido
    do1 bacharel Francisco de 'Arujo Barros, fue
    nesse sentido se dirigi ao deputados Arrainio Ta-
    vares, escrevendo a carta na casa do V. S. em
    mnha presenga e de mais pessoas ; sendo qne
    neohuraa decalo den a assembla provincial, de-
    pois do parecer da respectiva commisso ; que
    eonsultei ao Exm. Sr. bario de Villa Bella se devia
    oa nio por em concurso esses lugares, assim
    como os do atervo e tabellio, teulo resposta
    tmente quaoto a estes em jalao do mesmo anao,
    seis mezes depois; qne os lagares de contador e
    destribuldor foram exercidos por muito lempo
    palo cidad) Augusto Xavier Carneiro da Caoba
    al que este mudou-se para a Escada ; qae sol-
    citamente teabo procurado pessoas aptas para oc-
    cnpa-Ioj t neabama tem querido aceitar, conse-
    guiodo ltimamente nomear o eidado Luiz Lucas
    de Mallo, qne anda nao se resolvau a prestar ju-
    ramento ; e qae fiaalmeate os lugares de partido-
    res tem silo de livre escoltu das partes, iollorado
    eu soraente naquelles casos em que a lei me
    abriga.
    Era relagao ao faeto de lomar cavados emprs-
    talos a meus amigos e eobrar alagaei, como fago
    quanJo viajo em cavallos proprios, provoco Mar-
    caja, ao correspondente de Itamb ou a quem qaer
    que seja, a denominar os amigos a quem lonei
    cavallo emprestado e eobrei para mlm o re alugu-l; senda certo que, pela dilficuldade di um
    cavallo- de alugoel em eondicgdes de viajar, a'm
    de ser carissimo o prego dos qae se desuna a
    isso, como V. S. nao ignora, aponto de se pedir
    as vezas por tim carallo lia 16 e at 2o* dia-
    rios, lenho um cavallo de qae'cobro cooduecao
    razoavef e nao ooahego lei que m'o prohiba desdi)
    que a par'e nao me da meios de iransporte, e en-
    rome d-j todos os juizes; tanto mais se se attender
    que desse mea procedimento apeaas me resultara
    prejuizo?, j pelas eventualidades'que fcil e cons-
    tantemente se do e a que me tenbo sugeilado, j
    porque os lucros que percebe de meu cavallo
    esto muito q uera das despeza?, que com elle
    fago nesta villa, onde o eonservo, despeodendo
    diariamente e em boa estarlo, para mais de
    11300
    Qanto a Venda de cavallos aos partidores para
    estes me pagaren} com os lucros de meu juizo; oo
    fuer inveuiario em miaba casa; ter feito fura al-
    guns, cujas despezas abwvem o patrira nio; ter
    iocedadij em cont, da parlici paci com ura advo-
    gado, que irouxe do Recife; sustentar-me mezes
    e meces pelas casas dos escrivies e amigos; dei-
    xax rorahamuHer, filos e escravos ( possna
    ara i escrava e esta vend) em casa da um advoga-
    do de mnha parcialidade poltica; recebar presen-
    te de cnasioosos etc. etc., apresante Rrolioo Ma-
    racaj as pravas desees tactos, aponte ai pessoas a
    qu*n os ouvio, decline seas aomes.
    v. nao deae desconbecer esses faclos, nio
    pola deixar de os ter ou vi lo, desde que geralmea-
    le delles se traa, como d z ojcorresponleute; pe-
    go-Iba, prtanlo, que emita sobre elles seu juizo
    aula o Exm. Sr. presidente da provincia, tendo era
    cousiderago miabas posses, a fortuna de que
    dispnnbo, que deve ser at>/la Coocluindo devo notar que Raulino M. F. Mar-
    caja nio tem aeiencia dos fados insertos na cor-
    respondencia, a que respondo, fruclos de sen escra-
    vinhador.
    A pro va disso que sahiodo eu a 24 de ootubro
    para a povoaco de Timnaba deixei uulrao nesta
    villa, d'onde sanio no dia seguinte (2'i) para sua
    casa n< Olho. d'Agua do Padre, que dista d'aqui
    raais de 5X1 leguas e no dia 27 do mesmo mez,
    como por enaanto, eu magia da trlodade, escreveu,
    dalon e assignou j no referido lugar Olho
    d'Aguadita correspondencia, o que fac crer. eomo
    publico, que alguera ooteve. a assignalura de
    II luinio era urna tira de papel, aproveiundo-se de
    esur elle despeitado comigo pela nio entrega das
    armas e anda mais p 'la reraessa dos interrgalo
    ros, que atieatavam seujcrime. promotor a publi-
    ca, e voniade e-cr vinhou oque se le na men-
    cionada correspondencia; e por consegarote qae
    llaolrao synoai na do a. o. oa A. B. S. eomo
    astas sao synooiraos de IJoraeneu, tio de miaba
    tnaiher, Sentmella, Vc do povo e outros que se-
    ria loago ennnmerar.
    Pago a V. S. que se digne de levar esta resposta
    em original a presenga d) Exjn. Sr. conselhelro
    presidente da provincia, cora os documeutos, que
    a losiruem e que conceda-me licenga para dar-lhe
    poblicidade.
    Daus guarde a V. 8. Itarab, 21 de Janeiro de
    1871.Iilm. Sr. Dr. Fento Hanrique de Almeida.
    juiz de direito da comarca.
    O juiz municipal e de orph\.s. Menelo dos
    Sanios da Fotueca Lins.
    Docuraeotos.
    N. I.Illm. Sr. Seba-t o Guedes de Vasconcel
    los.Qoeira V. S. por amor a verdade declarar ao
    p Jesta : .
    I. Se V. S. viudo a minha casa apresentou-me
    recibos e coatas das despezas do funeral, feito com
    sua fallecida mi.
    2." Se ache regalares as raesmas contas e rec
    bos.
    3.a Ss prometti a V. S. dar-lhe a escrava Maria
    por coma de sna legitima.
    4." Sa sendo-me apresentaJa por V. S. urna pe-
    u;a i uaj rlio sent Jo prorompi era gritos e per-
    gunioi-lue qual o advogado quo a tinha feito.
    o. Se maltratei com palavras ao adv .gado, que
    reuuereu por V. S.
    t Se oa oecasio em que V. S. apresontou-tno
    esse requenmento eslava presente algum dos seus
    irrao', hardeiros da finada, ou se ouvo-me man-
    dar diz ir a qualquer dalles que me requeressa pe-
    drodo dita ecrava.
    7." Sa Ibe di se que estava disposto a naos con-
    sentir que o advogado que requereu por V. S. oa
    outro qualquer as condignas deste vivesse dos
    lucros do men juizo.
    8.* Finalmente, se V. S. voltou depois a minha
    casa para procurar a petigo; permijiindo-me fa-
    zer de sua resposta o uso, que me con vi. -r.
    Son cora respeito da V. S ltenlo, venerador e
    criado.Menelo dos Sanios da Fraseca Lins
    itarab, 14 de novembro de 18/0.
    Resposta :
    Illm. Sr. Dr. Menelo dos Santos da Fonseca
    L'iw, respondo :
    1. Q lando ful a casa de V. S. fui pedir-lhe pre-
    ferencia oa escrava Mana e tambera quera uue
    V. S. encostasse a coma do funeral de minha fal-
    lec la mi aos autos. V. S. respnndeu-rae que nao
    estava regular e qae eu mantifisse sellar e reqae-
    resse para enastar aos autos e assim >< fiz.
    3.* Na me promelte a escrava sim me respon-
    deu seoao houvesse oppjsigo, prm foi dada a
    outro herdeiro por pedido le seu mais intimo ami-
    go, nao se atienden to qne estava para casar-so com
    um meu escravo, assim como requer na peti-
    go.
    4 Quando lhe apresentei a petigo no mesmo
    sentido, di-se-rae que a conta do funeral eslava
    somatada errada e que a Sr Dr. Tavares sommar
    sabia, mais nada diste.
    5 JVoo mnltratou o advogado com palavras al-
    gumas, : sira em dizer que h 6.* Na occasio que lhe apresentei a requeriraao-
    t" nao fin/la mano meus nem ktritiru preteutei
    nem uvi o Sr. Dr. Menelo mandar dizer algum
    delles que retftrsse p-rra tirar dita era va.
    7. Hespeito o advogado que requtren por-mim,
    o Sr. Dr. Menelo nao ditse a menor pa'avra o-
    (ensiva, na que u fuste requeren a oniro.
    8.* E depois disso nao voltet mais para cata
    do Sr. Dr. Menelo a ver o requerimento ou peUcm
    do que liaba' requerido ; nata raais tenbo a dizar
    a respeito.
    Sou de V. S. veneralor e criado.Sebastio
    Gtvd-'s de Vasconcellos.
    N. 1Illm. Sr. Sebastiio Guedes de Vaseon
    cello.Digne se V. S. por amor a verdade de res-
    ponder ao p desta :
    1.a Se Ibe disse qae Dio consenta qae o advo
    gado qae requeren por Y. S. ou ontro qnalquer
    uas coaUigSes deste vivesse dos lacros do meu
    jaiizo.
    1* Qual o nome desse meu traigo mais Intimo
    quo, segundo declara V. S. na carta qne aeobi de
    respon ter mo, pedio-me para dar a escrava Mara
    a outro herdeiro.
    3." Finalmente, se lhe dlsse no afila de Y. S. en-
    tregai-rae o rejuerunento, oa antes e depois de
    examinar os documentos com, qne o in-truia, qne
    esies eslavam regalares. Prmiiu-me Y. S. usar
    de sua resposta, como ma eonvierDo da Vs. res-
    peitodor e oriado, Meaelo dos Santos da Fonceca
    Lins.liamb \\ da novembro de W70.
    Resposta ;
    Illm. Sr. Dr. Menelo dos Santos da Fonceca
    Lio. -Q unto a l" ex gencia de V., lenho a res-
    ponder que nao ditse que nSo consenta que o ai-
    togado que requeiw por mm (intu dot lucros
    do /wiao de V. S., s sim dissa depois de exami-
    nar as conlt e ochar erradas, qae o advogado
    wen sommar sabia.-
    ! Qae o amigo de V. S. eajo nome qaer sa-
    ber c o S. esfpita ManaelCuedes Cirra Gmdim,
    isto mesmo V. S. me disseem sna sala que b.tou
    a escrava liada para raen mane Urbano, pedido
    pelo Sr. Gaedes.
    3. Flnalraenlo, qae V. S. depoii da extminar
    os documentos apresentados por mim com a peti-
    go faita pela Dr, tetfrtalWl' Wn*fM 01 docu-
    mentos eslavam irregulares, assim tenbo respondi-
    do a carta de V. S., polendo .asar;., de minha res-
    posta cono lhe eonvierCamntlaga 2i da de-
    zembro da I870. Da Y. S. maMo speilador e
    obrigado, SebasUio Goedrn da Yaonjellos.
    N. 3.-Illm. Sr. Capitio Joo 4'Canha Caval-
    eante. Qoera.V. S. por amor a'verdade respon-
    der me ao p desla :
    !. Se troqaei com mo fl hq i Antonio Porfirio
    da Cunha, ao anoo de 1868 um cavallo rogo por
    outro de cor alacia que tinha citado ao mesmo
    seu Olho 80|, e mediante a volja da 120J.
    2.* Se foi V.S. en dito seu fjho quem me pa-
    gou essa volia no fim de 6 ou p mezes.
    3.* Se sabe que esse cavallo truco nao era meu
    e. sim de um mea amigo, residite na eilade do
    Recife.
    4.* Em que estima possnio Y. 3. o mencionado
    cavallo.
    8.* Finalmente, se lve com o memo seu fllho
    outra qualquer tran*aegio. l'armiita-mo asar de
    na resposta eomo me eonvier.Son de r. S. ami-
    to atiento venerador e obrigado, Menelo dos San-
    tos da Fonceea Lins.
    Resposta :
    Illm. Sr. Dr. Meuelo dos Santos da Fonceca
    yus.Em resposta a san- pedide- sapea aaiata-
    mencionado passo a resp-.nJer pela forma e ma-
    ncira seguinte :
    Emquanto a o i Sim, foi verdade deu-sea tro-
    ca supra-dita com o mea rilbo Antonio Porfirio,
    mediano a volta de liOt.
    Ao >" Si;, fui eu quem pagou a dita volta,
    por ficar obrigado por urna troca que fiz com o
    dito mea filho.
    Ao 3. Nao: por ao saber qual fosse asse sea
    amigo na capital.
    Ao 4.a Na estima da SCO 40'0.
    Ao 5.a Sao m consta. Sao astas as declara-
    c.o'.s qoe em aboa da verdade poaso declarar ; e
    poder facer o nse qoe lhe aprouver daetat mes-
    mas deelaragdes.hamb 22 de janmro da 1871
    De V. S. muito atuot veoeradot e obrigado,
    Joo da Cuaba Cavaleante.
    N. 4.Illm. Sr. Franklin Cele tino de Mandanga.
    Digne se V. S. de respondera) ao p desta por
    amor a verdade:
    1.a Se troqaei com V. S. a veadi-He algum
    cavallo.
    2.a Se tive com Y. S. algama iraesacgp qaer
    antes, quer depois qae comegoo a aooiar no fo-
    ro de Itamb. Permitta-me V. S. qrv nse da tna
    resposta como me eonvier.Son le Y. S. mui'.o
    attent vonerador e obrigado, Menelo des Santos
    da Fonceca Lias.
    Resposta:
    Illm. Sr. Dr. Menelo dos Sanios da Fonceca
    Lms.-Era resposta a carta de V. S. tenbo: d-
    zer-the em qtianto ao Ia quisito, qne nao ti/tt oc-
    casio de trotar cavado eom V. S. e nem comprar
    t nem para ato fui coavdado.
    Aa 2.a At esta data aa (maos, traasaego de
    aatureza algum. E' oque tenbo a affl-mar-lhe ;
    podendo V. S. fazer o uso que lhe aprouver da mi-
    aba resposta Sou de V. S. moito atiento venera-
    dor e obrigado.Pedras de Fogu. 7 de Janeiro de
    1871, Franklin Olestino ap Maaleaca.
    (Sstavam selladas e recqahecide- aa Irmas)-
    COMMERCIO.
    Segaros conlra-fogo
    COMPANHIA
    NORTHERN.
    Capital. .
    Fundo de reserva
    20,1300:0001000
    . 8,000^00*000
    Agentes,
    Mills Lathan C.
    IMPERIAL
    Companhia de segaros contra
    fogo.
    CAGEXTES
    S. P. TomSTON C;
    itJta da Senaala-nova ra. 11.
    SEGURO CONTRA FOGO
    The Liverpool Loorton & Glob
    Insuraace Cumpaoy.
    Atientes :
    Saonders Brothers A C
    11Corpo SanMr*-!!-
    THE ALLUNCE BRITISH & FOREIGN.
    Life and Fire Assuranoe Company estabelecida
    em 181a. Capital 5,000,000
    Os agentes desta companhia tomara segaros
    contra fogo sobre predios, gneros e fazenda* e
    pagam aqui-prejuizos devidamente provados.
    Babe Schmellau & C
    Corpo Santo n. 15.
    'ttACA DO RECIPE 19 DE AGOSTO.
    DE 1871.
    AS 3 1/3 HORAS DA TARDI.
    Gotacoes officiaes.
    Algodo de Goyanna 1' sorte 558 rs. por kilo.
    Dito de dita592 rs. por kilo,
    'mbio sobra Londres 0 d/v 2* 5|8 a ft 3|&
    d. por UOOO.
    Fre:es de aig ido daqui para o Cmal a ordn para
    o Reino Unido ou Continente -3| d. e 5 00
    i. G. Steppie.
    Presidnata.
    P. J. Pinto,
    Secretario.
    ALFANOEGA
    Rend memo do da 1 a18. .
    dem do dia 19.....
    49:812|S80
    26:316*2y*
    5l9:12MBi
    Hovlaieato da al funde a.
    Volumes entrados
    com fazendas
    com gneros
    Volumes saludos
    com
    eom
    iacodas
    generas
    38
    414
    117
    731
    ------8V8
    452
    Descarregam hoje 21 de atro-to.
    Patacho austraco Aleetle -farinha de trigo.
    Rarca fraaceuFioVle-varios gneros.
    Barca porlugueza Maria Luiza varios gneros
    Barca inglezo -Magnolia mereadorias.
    Barca ingiezi Rosemonde dem.
    Despachos de eocportaco no dia 8 de
    agosto.
    [Para os portos do exterior.
    No navio francez S. Lua, para Liverpool
    carregaram : Keiler & C. 174 saceas com 12,427
    kilos de algodo.
    Na barca franceza Bertha, par* o Havre, aar-
    regarara : Tissel Freres & C. 136 saceas eom
    10,429 kilos de algodo HypWiio l Roberto
    1 barrica com 82 1|2 kilos de caf ; Pereira Vi-
    anna 4 C. 2 caicas com 04 kilos de guaran.
    No patacho hespaobol Presienta, para Bar-
    collona, carregaram : Joaquim J Gooealves
    Beltro 100 saceas coai 7,(37 kilos de algodo,
    Pereira Carneiro & 0. 60 fardo; e K tancas eom
    11,760 ditos da dito.
    No patacho bespaahoi BtUtario, $*no
    da Prata, carrejtaram : Pereira Canee*" 4 C
    barricas coro 42,338 kilos de as.aear araaeo^
    No brigue naciaaal P Prata, carragaram: Pereira Caraalro & <
    barricas com 17,044 kilos de ampaar kraaco.
    Para os portos do int->ri No vapor braatlelro Cnuewadaftji,.
    Para, aireaaram : Peaalra V-anaa G. *
    ricas com 7,470 kilos da a#aar. .
    _ No paacho nacional ^^naaTal
    Rio Grande doSnl, earrgoB : ** S^JJ
    Reis 4 meias barricas om MI Utaa oe etaaear
    ^^No arieae naelenal Arrezo Malte, pan o
    rfir^o SaTcArregoa : Jo* Yietaalaa-de
    SandeaOO hairiaas con?977 k.los le assdca
    &el08,diiaa aem ll.USdto. amtlut-
    "'n, fcareac* #fma, para Imawf. ttMMa-
    r*m : Braga Gomes 90 banmaa eom l,l7%*i*a
    ^^
    S
    a c


    diario d Pernambuco Segunda
    m 21
    e Agosto
    de 1871.
    =5=
    ds'isuer bnii Lniz GMClve i tip-
    le 10 pipas eom i 8J0 htros'dd ag|aali)to.f
    ffi bareap Cosiuncia, para llosser, car|B-
    iran: bma? Osar Djirte RTwrd- ir pipas erar
    ,400 litros de agurdenla ; Josa ubasa da Car-
    valbo 1 barrica com fflnH'oi'de rosear branco ;
    Jos Mariaano de Moraes J barra e 1 Sais*
    com 240 kilos d* aisucar branco.
    Ni barca Feliz Sociedad*, para Mamangna-
    pe, carregou : Jos Flix de Mello S barricas
    eaaaiauklaHeataacar.
    ABSLLA Dog piucos dos onros sujetos a de
    * Harto dr mcpORTAgXo. sana d 2! a 36 de
    Mtotm m 1871.
    Meteeibrias: Unidades. Valores
    30C
    338
    330
    4*000
    atoro
    68
    177
    350
    130
    436
    U00Q
    5000
    duzia
    Jo em caro|o.....kilog.
    lera rama ou era lia. >
    Gnraeires vinos.......ara
    Parcos idetn......... *
    Arroz coa casca. .... kilog.
    rdera descascado ou pilado
    Aisucar branco ......
    Mea masca vado......
    ldam.raflnado........
    ^ailiahat........urna
    Papagaios.......-
    AieKe de amendoim ou men-
    aoftin. ......lino
    Ideo de coco
    i de macona. 1
    alimenticias. kilog.
    i
    espirituosas e/wmentadas:
    t^arrlnnteaaaieri l'tr-
    ida ecaaaa...... *
    [den genera...... '
    It-resUrada......
    Wemaloool. .......
    idera enreja.......>
    dem vinagre.......
    dem vinho de caj......
    Bolacha fina, comprebendidos os
    biseoitos.........kilog.
    dem ordinaria, propria para
    embarque........
    Cal bom........
    , rs. a libra,
    7y**?j *W ri-, do ingle
    to. Vende-se o de Lisboa de U500
    a 12* a arroba.
    VntAOM.--0 de Portugal .venden-* de 110* a
    "fe > B'Pt-
    Tumos Os de Lisboa vendeo-se de 1'0* a
    i3"i, e os de ontros p lizas de 480* a 330* pipa
    Velas. As de coruposicao vaaderam-se 580
    rs. o pacote de 6 velas em libra.
    Frotes. Do afgodj deste para o porto de Li-
    verpool, a 5/8 d. por Mira, sera cepa; Jo Canal, e
    ordem, 3/4 d. e 5 %; da Parahyba a 3/4 d.
    8 %. lia falla de navios.
    terrea e oalro no sobrado, e o
    da raa do (nrgos, precisa eoatrat
    ron apeo for mena prece
    lo efrfcroa Tas, psdendb si_
    materias* qaefoaain 'Jradof/dos
    ejnlgados em bofa estado. '
    O pretendentes deveri apremiaras suas pro-
    po.'las em carias fechadas^ajwi' declajajla-do ai-
    nimo po'que fazem cada ua das afeadas obra?.
    Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
    cite 21 de jalho de 1871.
    Pedro TloarSfuVSe Soiwk.
    r r
    ' swipiorio *o thwtro
    *f5 doettome.
    Oattarou* de frente a 14*000
    Heaea.lado 0*000
    Cadeiras 3|X)
    :
    ?37
    675
    535
    102
    5*450
    117
    300
    380
    300
    387
    600
    300
    660
    476
    204
    476
    442
    959
    339
    27
    258
    kcg,
    dem eseolha ou restolbo
    dem torrado ou molde.
    Cal branca......
    leempxeta,.....
    Carne necea ( xaraue ).
    Carvae vofetal. .
    Cera amarella........
    dem de carnauba em bruto. >
    dem dem era velas, ....
    Ca..........
    Cocos seceos....... cento
    Colla......... kilog.
    Couros de boi, seceos salgados.
    dem dem espichados.... >
    dem idem verdes.....
    dem de cabras corUdo um
    dem de onca.......
    Doces em calda..... kilog.
    dem em gela ou massa.
    dem seceos.......
    Espanadores de peanas gi-ndos duzia.
    dem pequeos...... >
    lem de palha.......
    Esteiras de carnauba .... cento
    dem propria para forro ou estiva
    de navio....... .
    Estopa nacional...... kilog.
    Farinha de araruta..... *
    dem de mandioca.....
    Faijo de qualquer qualidade.
    Fumo charutos...... centro
    dem cigarros ....
    dem era fblha bom .
    dem em folha, ordinario ou rea.-
    tolho ........
    dem em ralo e eai latas bom
    dem, ordinario ourestolho.
    Rap
    Gomma de mandioca, (polvilho).
    [pecacuanha ( raiz ).....
    Angico Caibros *........ um
    Eaxams ........ >
    Frechaes. ."......
    Jacaranda (coucoeiras) duzia
    L?nha em achas. ..... cento
    dem em toros .....'.
    Liahas e esteios...... um
    r.iur s (pranehoes)......
    Pao Brasil........ kilog.
    Mam de jangada. ..... um
    Q'iiris ...... duzia
    Vinliatico cnstadinho de 25 a 30
    millimetros de grossura. .
    dem pranchdes de dous costa-
    dos at 50 tniilimetros de gro*-
    sura.........
    dem taboado de menos de 25
    raillimetros de grossura .
    Taboado diverso......
    Tatajuba........ kilog.
    Travs......... urna
    Varas para pescar..... duzia
    Idom para aguilhadas ... <
    dem para canoas..... urna
    Cavernas de sucupiraem obra)
    Eir.os da cicupira para carr?. par
    Me'.aeo........ Kilog.
    Mil deabeiha.......
    Hubo..........
    Osso ....
    Palha de carnauba..... molbos
    Pschury........ kilog.
    Pedras de amolar >
    Ilem de filtrar.......
    lena de rebollo .*.-..
    Pinnas de enia. ......
    Piassava.......*. molhos
    Pintas ou ehifres de BOriluQ ou
    vacca......... nto
    Saao..... kilog.
    Sal. ... ,......
    Salsaparrilha.......
    Sapatos de couro branco ... par
    Sebo ou gran emrama. kilog.
    ! lem em vetas. ......
    Sola e vsqueu.....,
    Tapioca.........
    Cahas de boi....... cento
    Vassouras de carnauba duzia
    Idom de piassava......
    I i 'm de imbo. j
    Alfandeg de Pernambuco, 19 de agosto df 1871.
    O cmferente JoaqunJ. A. Wandeileg
    O I.' cunferenteMinael C. Cintra.
    Approvo. Alfandega, 19 de agosto de 1871.
    Pv dt Andrade.
    Conforme.Joaqun TsrMi.ino de Meeirot.
    KECEBEDOftlA DE~RKNDAS INTERNAS
    GER4ES DE f ERNAMUOCO
    !,jalira9ato do da 1 a 18. 22:3<>9$70
    Uoa do da i'}...... 8674250
    442
    436
    763
    4*360
    i000
    *438
    56
    640
    37'
    350
    i 0*000
    1*133
    78i
    2*180
    18|000
    21*000
    12*000
    16*000
    12*000
    136
    681
    92
    272
    3*000
    320
    1*090
    613
    81
    545
    2*180
    170
    1*703
    60*000
    360
    1*500
    5*000
    95*000
    3*000
    12*000
    6*000
    10*000
    103
    5*000
    6*00u
    um i 6*000
    MOVIMENTJ DO PORTO.
    Navios entrados no da 19.
    Rio Grande do Sal- 20 das, barca -bnsi-
    leira Andrade Neces, de*265 toneladas,
    eapilo Jos Al63 Ribairo, eqaipagetn 12,
    carga 14,000 arrobss de carue ; aOlivei-
    ra Futios & C.
    Liverpool35 das, barca ingteza Porilliant.
    de 302 toneladas, capillo Geore Nelson
    Falle, eqaipagem 13, carga, fazenda e
    oatros gneros; a Saond^rs Broibers 4 C
    Navios sonidos no mesmo din,
    flhi de FernandoVapor nBCional Mandah,
    commandanle Julio Gomes da Silva, carga
    varios gneros.
    Rio de JaneiroBarca ing'eza CHflm, ca-
    pi'5o James Gavet, carga parte da que
    truxe de Baltbmore.
    Obsei"VijfSo.
    Suspendas do lamara > para Liverpool a
    galera norte-atlem3a Aliadas, capiSo Popp,
    carga a mesma que trouxe de.iVfejelomes,
    (na Bolivea.)
    No dia 20 at raeio dia, nSo boave entra
    das nem sabidas.
    EDITAES.
    O Dr. Abiho Jos Tavare da Silva, ofUcial da
    norial ordeno da Besa, e juiz privativ dos
    fonos da fujnlh de>ia provincia por S. M. I. a
    ?uem Daos guarde etc.
    ac3 saber que em vinude de execnc5o da fa-
    zenda nacional contra Claudio Dubeux, sero ar-
    rematados no di. 24 do correte, na sala das au
    iieocias, pelas 11 horas da mantia, setexasas pi
    nhiridas ao mesmo execuUdo, a saber : urna casa
    wobfadada n 10, em que rrora o execotado, Da
    traveisa Benguella em Apiuuco, ejseis casas ter-
    reas sitas ua roesma povocao ra Ncva, cba-
    mala Itoror dens. 2 a 12, todas de lijlo e cal,
    com as dimcs5es e componitcento?, & n^tants du
    maullado de avalia^ao, e avahadas a primeira em
    4:500*, e as outras em 1:5001 cada urna,
    E para que chegue ao conheciimnlo de todos,
    manei lavrar o presente, que ser afflxado no
    lugar do costume e publicado pela impreasa.
    Dado e passado nesta cidade do Kecife de Per-
    fe de Pernambuco ao* 11 de arosto de 1871.
    Eu Luiz Francisco Barreto de Almeila, escrlvo
    escrevl.
    Abilio Jos Tavares da Silva. .
    duzia
    20*000
    1444000
    96*000
    33
    6*000
    2*400
    6*000
    1*000
    3*500
    16*000
    33
    32)
    68
    1S
    1*000
    817
    31
    18
    34
    4*796
    160
    2*800
    348
    10
    2*04:J
    800
    340
    476
    1*200
    204
    380
    768
    1*200
    W
    O lilm. Sr. inspector da thisourana provi-a
    cial em cumprimenio da ordem do Exm Sr. vic-o
    presidente da provincia de 17 do correlo, maoda
    fazer paalico qoe a mesma thesouraria vende 500
    plices da divida provincial no valor de 100*
    c-da urna, vencendo V juros de 8 0,0 ao anno,
    pago por seme.-tres na 2a quinzena das mezes de
    joiho e Janeiro; e d.-.vendo ser resgatadas na
    quinzena de-te ultimo me;, observando e a nu
    raerac,ao segoila, e tantas quantas permiltirem o&
    crditos votados animalmente, precdendo an-
    ouncios.
    Os pretendentes comparegam na mesma thesou-
    raria no praso de 30 Jiav a contar da data deste.
    E para consta*' se mandou. publicar o presente.
    S-rcr-'tafia da thesouraria provincial de Pernam-
    buco 18 do agosto de 1871.
    Servindo de offlcial-maior, -
    O 2* escrip. Landeno de Luna Freir
    O inspector da alfandega faz publieo.que o lei-
    lio annuociado para hojj, dos nbjeclos aupreh^n
    didos.a bordo do hrigue WiU Ware ; fica trans-
    ferido para o dia 23 do jrrenle.
    Alfandega de Pernambuco, 19 de agosto de 1871
    Emilio Xavier S'breira de Mt-lln.
    23:177*110
    CONSULADO PROVINCIAL.
    l!iJim?nto do dial a 18. 42:00"*9I1
    IhT. d) dia 19...... 1:862*86
    43:868*771
    PRAGA. 00 KfiCJFE
    V 19 DE AGOSTO 0K 1871 i 3 CiR VS DA TARDS.
    un vi % r a kma.val.
    Cambios.Sobre Londres tTecluaram?/ trans-
    ayjes de 24 1/4 a 14 S/6 d. pelo banco el 1/2 a
    i-, d. por l* p>r particolare?. O total dos saque*
    <-Tcoad. durante a .ernac*. L i de 70,000.
    .'looho O du Pamambuco escolhirto e rf^n-
    IK veudeu-j de.8#OO a 8*7*0, e o de Macei e
    Parahyba, no-to a bordo, de t*60O a 9*800 por
    roba ou 15 kilos
    Aguardestb. Vcndea-"^ de 75* a 78* per
    pipa.
    Uictos.Os seceos 3 r>\\e,4 5 venderara-so de
    33S a 240 por libia.
    SabolO pilado da iii rnda-se a 2*000
    p.r arroba.
    A*e!t-docO dt' i i. voud-in-se a 2*800
    por galo.
    ACALHiaReulb u ? ck- 2'.* a 2* por bar-
    rio a,
    ATiTA.i.--Tedeii-w a<*i>:0 a 3* a arroba.
    flLACHtKK.is.dem \ 4*"a0 a barriquinha de
    libras.
    Tap.Idj da j HW> a rrobj.
    CaL-MBai.dfl 1|C0 ijm i bra.
    Cmve-a.Ideo i* ?i? i 8*500 a duzia dr
    b^Uja oo %\tt*h*. *
    lflSE.vfrt-'^ft4a-:.; 1: 'S^.O a 7* a lau
    Uwsafu^an^ x i**# rrdinarla 280
    per cento de preaio sotars % factura.
    HsxtBiG*.A mitefa jrmim, ir da 800 a 800
    '' libra 9 a fnaeaw de MO a 700 rs.
    *&"VeoJefaa w d 4* a 7* a caiaa.
    Otso de i.Lvn.v*.-rfi -rv ?*oo o galSo'.
    Peraote a cmara tnuna''oil v-i i cidade.
    est.irao em praca nos das 17, 18, 19, 21, 22 e 23
    do correo'e, para seren arrematadas por queru
    maior preQO tfferecer as rendas municipaes se-
    gmnies, os alugueis das casas da pra^a da Inde-
    pendencia, ras do Joao do Reg, lmp?nal, Sole-
    dade, das o-as das ribeiras d-s fregueziai de S.
    Jos e Loa-Vista, dos ta'hos dos giugues d:i-
    mesmas freguezias, e bem assim no imposto de
    afl-riej de pesos e medidas, e de 120 rs. por ca
    da cargt de farinha e outros legnraes. Estas arre-
    matarles serao fettas por tres anno*.
    Pjqo da casara municipal do Kecife, 16 de ngos
    to de 1871.
    Bento J da Costa,
    Pro presidente.
    Francisco Be'.erra Carneiro da Cunha.
    Secretaria.
    OECLARACOES.
    Acha-sj na subdelegada de Muribeca urna
    preta africana, de mme Prancisca, qoe d* per-
    lencer ao Sr. Francisco da uuha Machado, tevra
    dor de cmnas no engonbo Trombntas, e qne fugira
    de ca-a ha um mez em co.n'panhia de un parc-i
    rod aui.t Joao. oqual trouxe tam >em um< mu
    lata, escrava de Miguel Joaqu'm, ra>radjr no lito
    eogeoho : qoem, pois, for sen legitimo senhor,
    comprela ante aqaelle juno para r> cebe la.
    O porieiro dos auditorios traga a urego no
    da 23 do corrente mf z, em pcac,a publica, depois
    da audiencie desle jnizs, os baos segainles : urna
    c isa terrea e um terreno sito no lugar da Casa
    Forte fivgueiia do Poco da Panella, sendo a casa
    de pedra e cal, com porta ejau lia de frent, em
    c-aixao, ten lo 22 palmos de frente e 52 de fundj.
    avahada, avista do estado em que sa acha, em
    300* O terreno perteace a masma casa, tend
    de frente 141 palmos e de fundo 261, com a!'u
    mas fructeiras, o qual fui avahado em 450* ; Jii -
    heos sao pertencntes a Jos Francisco Carneiro
    a sua mulher, e vj i pra^a por exe"nc> que
    contra os m-sm s cncammha Jeauino Jos Tava-
    res. EserivJo Cantil.
    lnspecqao do arsenal de
    mariiiha.
    Faz-se publico qoe teodo o vapor brasileiro
    nicoa chegado a este porto com agua berta,
    procedente dos do norte do imperio e destinando
    se aos do sal, reqaererara a esta inspecr) os res-
    pectivos agentes aesta eidale ser elle 'vtordo,
    o qne frito nesta data o resaltado nao poder
    navegar sera que primeiro fi;am-se reparos m>
    fundo, peta referida agoa pnvir de esterera all
    gastos os rebites de diversas ebapas, a ponto de
    si-rrtm tirados i mi.
    lnspeccao do arsenal de rrarinha de Pernambu-
    o 19 de agosto de 1871.
    Francisco Romano Stepple da Silva
    Inspector.
    Piscalisafao da freguesa du P co da Pa
    nella 18 de agosto do 1871.
    Per esta flseallsa^ofaz se publico que hoje 19
    do corrente, as 4 horas da tarde, era presenca do
    Sr. lote de paz do dlstrleto, no cartorio de seu
    esenvav, na campia da Casa Porte, baver leilio
    de porcos e cabras apfnhtididqr por esta flsea-
    lisaJo.
    O fiscal,
    Sebastian Affonse do. R^go Barros.
    Canlado de Pertagal.
    , Convida-se o credoreu do falleeiJo .-ubdito por
    tuguez Francisco Jos" di F^nseca a apresaoUrem
    neste consulado, no poso de oito das, as snas
    contss para s>rem yrifl-adas pa-1.
    SANTA GAS* DA MIsEuluURIA U
    REC1FE.
    Altlma. jnnia adninislr.iva da anta casa dr
    misericordu do Recite teoi-i de reconstruir o pre-
    dio que possue oatriocok) do* eUbeljcimeiita|
    de earidade i roa da atoada, coa dona aad,
    'aotio, transformando-o em ootro de um so
    qae contenDa dous arxaiens, uro no cavc.
    HOJE
    ,_i J*rar aas teroaa
    narusios sabbados
    r
    jaslfoar camarotes e
    podem dirifir-se aa
    ~ V1S)S MARTIMOS

    coupaxhu
    lavegapao Brasileira
    Dos portos do sol parado
    al o dia 21 d correle, aa dos
    vapores da coHpanhri, o (jul de-
    poia da demora -do cosame se-
    guir para os portos da norte.
    "Mde |a reeebeoi-ae paasageiraa -aja-M a
    canue vapor poder oalurir, a qual avsr
    Segunda-feira 21 ago8toffi5^^raftSWS'
    do du daau> sabida.
    Espectculo extraordinario
    VELOS
    Artistas francezes
    EM BENEFICISE
    CHIRLEN Hl UI14IV.
    Gom o benevol e prestimos eoocorio
    do artisu portoRiw
    Programina.
    Primeira representado do nudevjtle em
    acto :
    Le tigre du Bengale
    ( Do repertorio do theatro do Palais-Royal)
    Destriboicio.
    Pcnt-anx-chonx Mr. Halbleib
    Cerfeuil........ Mr. Hurbain.
    Aorlie.^....j. Mme. Z*ia.
    Ciapotte....... Mma. Bh-o. .
    0 guia da viajante em Flr-
    ftimbuoo.
    Hondean, cantado pela I* vez por Mr. Hurbain.
    Letra de Julio Xavier e msica du Julio Poppe.
    Pelo'Sr. Taborda a magnifica scena
    AMOR PELOS CABELLOS
    Pela primeira vez
    TABORDA
    Po!ka imitativa c*iita pilo inleiligente maes-
    tro
    JULIO POPPE
    e por elle executada c.m acompanhamento da or
    chestra.
    Fasso de dansa
    Por Mil. Fuoco.
    Uujene homme press
    Vaudeville em 1 acto.
    Destribuicao.
    Dardard... Mr. Horbain.
    Ponlbichet. Mr. Hille b.
    Colardeau Mr. Julio Xavier.
    ( O artista portugu'z Jolio Xavier encarregon-
    se do papel de Colardeau pa' obseouio ao bene-
    licialo. )
    Principiar as 8 1/2
    Depois do espectculo naver om trem qoe
    locar em todos os pontos at apipucos.
    *)5|5Jaliescomo eeoaaneBdaa
    ]*"Wl^Mqaeno valor equenioexceaoi a
    JJtPMi peso ou 8 palmos cbicos de medi
    *>1iaepsar destea Hmites dereri er aml
    cago como carga.
    'W*w< n jog geuhores passajeiros que suas
    passagens so se recabem na aiwcia, raa do Com-
    -----------------
    ,JII1
    epra para o indicado porto o hiato Stralen
    *f, espillo Osta, anda recebe algUma carga a
    ------------------:-------1------------r
    GABINETE PURWJGUEZ DE LE1TIRA
    Gonttlho deliberativo.
    Me ordem d) lllin. Sr presidente convido o Srs.
    cowelheiro's para resaa e posse^que (er lagar
    qnam feira 23 do vigente pelas 6 1/2 aeras da ur-
    de; convidando igualmente o novo conselho deli-
    berativo a vir recabar das mos do seu antecessor
    o honroso mana d'assen.bl gera'.
    Secretaria fo (Jabnete PorUguez de Leitura em
    PernaiLbuco, 20s*le agosto de'1871.
    Borgts Costa.
    ._________^______2. secretario.______
    GASA DA FOfiTlMA
    Aos 5:0001
    Bilketes garantidos.
    4 roa Prinieiro de Marco (ootr'ora raa di
    Crespo) n. 23 e casas do costume.
    0 abaixo assignado, tendo vendido nos seu fe
    izes atThetl um quarto n. 2391 com 8001600,
    um quarto n. 1067 com 100*000, outras sones
    de i e 204 da lotera que a se acabou de exlra-
    hir (20i"), convida aos possuideres a virenj re-
    ceber na conformidade do costume sem deaeontc
    algom.
    Acbam-aa venda os bilbetM garantidos di
    arte daa loteras, a beneficio da nova igreja

    Jite,
    \M>\ v.
    pouca familia.
    serv?i, torra ou Osera*s.
    a ra do I
    ,^n. 28, preclu-H de aa
    RjfjaaMr

    pra-
    aotiga
    pro-
    10.
    frete : a tratar com S Leitao
    Madre de Dos n. I.
    Irmos raa da
    Babia
    Pra q referido portb s*gne m pnucos das com
    acta qoe tirer e hiate Bomfin, qae recebe a
    irpB ceaanedo a fralar eoia u sea eoasjuatano
    Joaquim Jos 6ooalves Beltro : a roa do Com
    mercio n. 5.
    SEGUNDA REPRESENTACAO
    PALA
    Corapanhia de mt'i:'S
    J'er?a-felr* 8 8 d eorrnle
    BENEFICIO- DAS MESIXA8.
    Carolina e O ympia
    PROGRAMMA
    Espirituosa e muito applaudida comedia em 1
    acto, ornada de msica e dansa, intitulada :
    Faiito ^ Virginia
    Tomam parte as meninas Carolina, Julia r o
    rr.: nio Lniz.
    Segu se pela menina Olynpia e o menino Luiz,
    c engrafado dueto
    A PANELLA DO FE1TIGO
    Depois as meninas Julia e Caroha canlarao
    um lindo
    TANGO HESPANHOL.
    Terminar o e pectuculo com a representac>i
    da jocosa comedia-mimica em nm acto, oroada
    de msica e dansa, denominada :
    0 MUDO E O PHANTASMA.
    P-T8ooagens.
    Pancracio, velho de 80 aonos. A menina O'ympia
    Eduardo,amante de Rosinha. Julia
    R'isinha................... Carolina
    Tinoco, criado mudo........ O menino Luiz.
    O enthusiasrao que cansos a primeira repre-
    sentado da companhia de meninas e o desejo
    que manifestaran^ innmeras pessoas, de apre-
    ciar os trabalhos des artistas ero miniatura, (o
    rain incentivos para que se jnunchsse este es-
    pectculo, contando, as beneficiadas, com a coad
    juvac/io do Ilustrado publico.
    O resto de bilhetes de camarotes, cadeiras e ge-
    raes, acham-se na ci ai espectculo no theatro.
    O divertimento principiar s 8 horas ; havendo
    ' [ >is do mesmo, trem para Apipucos, o qual
    tocar era todos os pontos dj 'ostume.
    SOCIEDADE EMI'HZaI'.U
    ZARZUELA H1SPA.\B0LA
    Tendo ehegado das provincias .do norte onde
    .K.:ba de tranalbar esta companhia com gerl
    agrado, e indo de pa a mesma dar urna >r:e de esuectacolos nestf
    ih^atro, abrindo para esse fio nma assignatara de
    vinte recita* divididas em e 2 serie.
    A companhia acha-se bem-nrg anisa da e prompta
    para dar todo e ququer esp^taculo, devido ao
    grande pessoal de que disida e ao bem ensaiado
    das pc-cw de seu immenso repertorio, as~quaes
    teeni sido immens rtiralros de Hespanha e Portugal
    A orcheslra compela dos melhores professo-
    res existentes nesta cidade, laes como o Sr. Joli >
    Poppe, Libanio Colas, ele-, S"b a regencia do riis -
    tincto maestro portuguez o Sr. Jos Gomes de Ma-
    cedo.
    Enlenco da companhia
    Representante da companhia o Sr. D. Jos Mon-
    *alrz Silva. ,
    Director de scenaSr. D. Aodrd Ortis.
    Primeira dama lyplea Sra. D. Maria de las Do-
    lores M-dina de Munalvez.
    Segunda dita-a Sra 0. Chrstlaa Agnlar Tor-
    res.
    Primeiro tenoj srlo-D Jos Monsalez Silva.
    Primeiro bartono D. AndrOrliz.
    Tnnor cmicoMiguel Das.
    Primeiro bassoJ.i Mana Evangelista.
    0 rector de orcheslra e maestro etisaiadorJrjs
    Gomes de Macedo.
    Apootador de monea, dedasaacao e encarregado
    do guarda ronpa
    Ramn Torres
    C >rpo de coros
    Damas typles
    D. Mara Amado, D. Antonia Torres, D. Marga-
    rina Res e D. tvaopotdiaa CaaafalHa.
    T-oorea
    D Benite Conde e D. Ventara Calvo,
    Bwsos
    D. J fio Noj e D. Christrwal N*tM*.
    KKPSBTMIO DA CBMPAHIA. %
    Jugar, com tango, Morew, Marina, R*l*Mgo,
    Postilln de la Ri. ja, Sargento rrdrieo, CataNik
    Campaoone, El l qae de ahorna, i'n tesoro escon-
    dido. Diamantes de U Corona, El domin Asar,
    loler eelnearo, Telrmaoa,
    *J5 V^cooda, Catcl-
    "~ MI Diablo a ai o-
    lUs que serla eota-
    Kio Grande-do Sui
    Em poneos dias vai seguir para aquello porto a
    hrigue nacional Airoi Halo, -navio de primeiro
    classe. Para um reato de tag trala-ee com Jos
    Vcloriao de R-zend & C, escrptorio ra do,
    Mrquez de Olinda n. 51.
    PORTO-
    Para o Indicado porta pretende seguir com pou-
    ca dernara a velira e hm coaiiecida barca por-
    tugueza Social por ter |arte Je seu carregaraenlo
    engajado, e para o resto que Ida falta, que recebe
    a frete commodo, trata-se c m o consignatario
    Joafmim los Gonealvos Beltrao ra do C mrner-
    co n. S.
    LEILOES.
    Arnaago, geoeros, roupa e movis existen-
    tes na casa n. 46, na Prafa do Coade
    fl'En.
    O agente Martina far leilao por antorisa(o do
    llm. Sr. Dr. cnsul portuguez, d'armagao, gene-
    ras, raovei e roupa?, pertenecas ao espolio do
    subdito portuguez Domingos Hearijues dos Sao-
    tos.
    HOJE
    A's 11 horas do dia, naPraca do Conde d*Eu
    a. 16.
    fe, -
    LEILAO
    DE
    queijos do sertJo, ceblas e batatas.
    HOJE
    Conticuacao do leiliu de,cebolas. batatas e quei-
    jos do seria i ; s 11 horas da maba, no arma
    cero do Annes.
    Um importante silio na Passagem da Mag-
    dalena, n. 31, margem do rio Cap ba-
    ribe, com solido caes, murado dos la
    dos, gradeamento e portas de fefrft no
    fnd i, diversas fra;teiras, 2 cacimbas
    servidas por bombas tanqae's para ba-
    nlio, encanamento d'agua do Baberibe,
    3 quattos para criados, eexeira e galt
    nheiro, grande casa de vivenda com 2
    salas, 6 qa irlos, cozinba, um quarto io-
    tarno, terrac na frente e atraz, gradea -
    ment de ferro e om lindo jardim.
    Terqa feira 22 de agosto.
    O agente Martins far leilao reqnerimento do
    inventarame dos bens que ficaram por lilleci-
    mento de Joaquim de Ameida Pinto, epr mauda
    do do Illm. Sr. Dr. Juiz de orphaos do sitio e casa
    cima.
    O leilao lera logar do e-criplorio do dte agente
    a ra do Mrquez de Olinda n. 15 1* andar as 11
    horas do dia.
    LEILAO
    DE
    Livros de din ito e litteratura
    Quarta-feira 24 do corrente
    No 3' andar do sobrado n. 65 da rna do Bario
    da Victoria, e p>r interv.-nca) do agente Pinto.
    VISOS DIVERSOS
    Offrrece-se um homem para caixeiro de en
    genbo, qae trn bastante pratica diste servleo
    quem o prelen'er, dirjase iravessa da Coa
    gregacio, l"ja da encad-rnagao fl. 3.
    . ... A .
    Algase o 3. andar du sobrado da
    ra Augusta o. 67 : a tratar no 2. do
    mesmo.
    OPT1CIAL S BARBEIH.
    Precisa se de dous ffi jaes de barbmro
    Primeira de Marc, i (aotga da Crespr) n.
    andar.
    na rna
    7A, i'
    Bernardioode Sena Muori vtra por rneio, do
    ptaseirte agradecer aos seas amtgoi qne se digna-
    ra acompaaa*r ao eeaaiterio publico desta cida-
    de aa nat* morUes de sua sempre chorada e*-
    posa M*riana Joaquina de Sonta Moniz; e de
    ovo peda o obsequie de se dignaren asslsllr *
    mm* de setate ta qae se ha de celebrar as?
    ton* v anaM Oe da t do e^rrfte na lgr--jn
    ijue actnatmoMe esa servtndo d* nutriz da fre-
    (wHa aa <*c -GapoatT, peta qu se cott-
    feaaa ataraaaiaaie graM por mais este arto de W
    rt*a>:__________
    'imimmKmmm^mmmmsmm
    Va pessoa que s?be ler e traduf (raacez,
    flfaxpauMc* aackaut a msica. oa*L gffereec-se
    tara aattaar priaaalrM etras em atgom engant
    pava* < paiip ea a> atfama das enat da
    TtVarrea tara e aue (m mafia pratica
    i** **1 *" "verses enfeiftft*: a
    toaj^Hfi Initiiuto de tasa Sattora
    oa porteiro.
    ae-Nosaa Seobora da Pcnha (J03'), que ss extratu-
    a terca-feira 29 do correte mes.
    PREgos.
    Birbete inteiro 6#000 x
    Meio bilhete 3/000
    - Qaaxio i |500
    Km porefe de 100/000 para cima.
    Bilheta inteiro 5*500
    Mio bilhete 21780
    Quarto U37S
    Maaoel Martin Piaza,
    Sociedade Liberal Uniao 13e-
    Por crders saperior sao convidados os senhores
    socios que, eeaiprtbendidos no wligo 38 dos est-
    lalos, qae nao comparecerem quarta-feira 23 do
    carate, as 6 horas ta tarle, em nossa sJe so-
    cialam de era reanio da assembla feral ex-
    iraordinarf, reslver-sa sobra materias em que
    versa o artigo 20 dos estatutos e outro-, cuja ver-
    -ao se nao for d^saggravada Dlos iniciados, se-
    gundo as re-oiuc.5es ja adoptadas a bem da esta-
    bilidadeSsochl, serio publicadas as penas em qoe
    forem julgados seus autores. O mesmo poder su-
    perior espera em aUeoeao restricta ao preceilo
    ocial. qne esta rfonio seja a mais repleta pos-
    sivel, aflu de assignir-se a men-agom que tera de
    ser encaminbada ao poder legislativo em adhesao
    *o projecto que actualmente se discut, do ele-
    mento servil, pars que antes de loda decreta gao
    de reforma ao assomplo, seja preferida a da ma-
    numisso d) veetre, assim aceito pelo nosso de'e-
    gado representante, enviado ao congresso das
    corporacoes s-jciaes desta capital, que leve lugar
    no dia 18 do mez prximo passado oa roa do Im-
    perador n. 43 a convite de urna associaejio emi-
    nente, ci.ja redaccao all adoptada ha de correr
    mpresxo nos jornes pblicos, e que todo homem,
    em cojo coracao palpitar os anhelos da humani-
    iade e grandaza de sua patria, nao deixar de
    eoncorrer para este dever sacro-santo; cumprindo
    assim esperam is toda concurrencia.alem de oatros
    que tendem correlativas.
    Secretaria da sociedade Liberal Unio Benefl-
    cente em 19 de agolo de 1871.
    0 Io secretario,
    Theophilo P'dra dn R >%nrin
    soaedaue Srjy.redj e aio
    da Odem,
    Manda no dia 22 do correcta mez, as 7 horas
    da mantm, na groja matriz de Sanio Antonio,
    celebrar missas .pelo etern repouso de seus sem
    ore lembrados consocios llera lio Constantino de
    Paula Mmteiro e-Francisco Xavier Temporal; e
    para isso coavida nao t a familias dos mc-.-mo-
    nados como a Iodos seus amigo em geral.
    AVISO
    Constando a abaixo assignada que suas escra
    vas Theodora e Eugenia teem se apresentado em
    casa de nissoas de suas leacoes, uzmao peaidos
    em seu nome, apresa-se a decl rar que laes pe-
    didos sao falsos e purasiivencoes aquellas uas
    escravas, pedilo a essas pessoas qne os conside-
    ren! como laes ; sendo que por parte da annun
    ciante vai ser applica o o ifevido correctivo contra
    aquellas escravas. R cite 19 de agosto de 1871.
    Anna Mara C. de Albo >nernne Maranhe.
    AO PUBLICO
    Faltada a om dos ir&is sagrados deveres de
    gratido se nao fissepor meio da imprensa scien-
    tifkar ao resaeitavel publico, que as repetidas ac-
    edes pratica Jas >elo mu distincto e Ilustrado lilm.
    Sr. Dr. Cosne de S Pereira, sao dignas de seren
    registradas: pois qne coragrjes bem formados e
    almas bem fasejas fariam o que S. S. fez para
    omigo.
    A longos annos que soffna de cataratas e lti-
    mamente ja no via nada, I sumando me bastante
    por me parecer imposstvel recuperar minlia vista
    atlendendo a falla de raeio? que tloba para m<-
    tratar radicalmente, porm enganava-me I pois
    que o mui digno Sr. Dr. Cosme de S Pereira de-
    pois que me observou nao me abaodonou mais
    at que d.'piis dd 20 dias obtive minha vista em
    ambos os orno, e raa p6z completamente restahe-
    lecido; os meas sinceros votos ao mesmo Sr. Dr.
    e sua Exma. familia.
    Engento Pilimbu' i9 de agosto de 1871.
    Jiao Monleiro de Az-vedo.
    Aos 5:0lOSOU.
    araotldos da pro-
    Tela.
    Bllhetes
    Ba do Ba-'ao da
    Victoria,
    Outr'orarua N do costume.
    O abaixo assignado acaba de vender entre o
    isut muito felize bilhotes a sorte de 800*000 err
    toas quartos de n. 2391 e nm quarto de n. 1067
    a sorte de 1001, alm de outras sortes menor
    de iOfOOO e 20*000 da lotera que se acabou d.
    xtrahir (VA), codeado eos poasnidores viren
    recebar, que prompiaraente serao pagos.
    O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
    lavel publico para virem ao seu estabelecimenu
    rnprar os fehzes bilhetes garantidos, que na
    leixar de tirar qualquer premio como prova pelo>
    nesmO anounclos.
    Acham-se randa os muito felizes bilhetes ga
    raatidos da I' parte das loteras em beneficio da
    nova Igreja de N. S. da Peona, que ser oxlra-
    tuda no dia terca-teira 29 do corrente mez.
    PHKC03.
    Inteiro 6*000
    meios 3*000
    Qoartos l*SO0
    De (00,5000 para cima.
    ro 5*500
    1 2*780
    1*375
    Joaquim da Costa Leita.
    w
    Espirito Santo
    O abslX assignado, procurador la lestividade
    1 le Hmu Sentor do Ceaacnln da mesma igreja
    declara qoe tendo desappareoide a elaicao de 70
    a li, ff$t qut (odas as pessoas qae recebaran!
    cartas peto andador da mesma igreja, faserem a
    eSmefa ao thesoatetre fl m*sm uevoeiD: aa
    rea Nova, veoda do Sr. Jos Fernandos Liase.
    Maaeei Fermadae Sildava.
    -tfaatas eetetiiirahs ?f?. aeen .nbia fim trilto* uhbiaoa do R-rre Olinda e Be-
    be r he, une a sesse da asjemVda geral da refer
    t tdmfinbfa eHrb i referma a%s estatatos con-
    MNamseus trabalhoj s^lia ft j aormiU pe-
    las 10 horas d manbSa, sendo s reoaie para di-
    to firu no msmciajarJ^MPeiee anteriores.
    o
    Branco.
    Mk l
    toMtHar.
    Preci'a-se de nm Cuzabeiro^.
    tica de hotel: na ra da 8. Jorga
    do Pilar.
    QUARTOS PARA ESCU
    /fBVOCACtA.
    Aluga-se dous inagmflCos quarMMBiio pn
    prios para advogado, na ra do Impe ior n. 34 :
    a tratar na loja da mesma casa i roa ttmeiro d
    Margo n. 8, esqolna.____________. .'-
    ||f| Prec'a-se de urna aaji" para ira-
    XlTlil. tar de urna ; pesaoa : aa raa de
    S. Francisco n. 48.
    Precisase de urna ama pira casto B bornea
    soltelro : na rna do Caldereiro n. I.
    Um amigo de ofeliz capiUo joaquim Francisco
    Lavra manda celebrar pelo ramnso da alma de
    mesmo ama missa na igr ja da Santa Cruz, aa 7
    horas da manhaa do dia 23 do corrente, trigsimo
    do seu faliecimento; para ass stirem a esse ae*o de
    religiao e piedade sao convdanos todos os paren-
    tes e amigos do finado.______
    Caix iro
    Precisa-se de nm iienioo de 12 a H asaos' de
    idade para caixeiro era Jaboatao, preferied'-se
    dos ltimos chegados : a tratar na ra do Livra-
    menlo o. 10.______
    Na ra da toperalrte, loja de calcado o. 43
    A, precisa-se de um caixeiro de 14 a 16 annos da '
    idade.
    AU
    nica caca neste genero
    l--Haa Estreita do Rosario-14
    Compra e veude roupa feita
    nova e velha, objectos de
    cosinha e de mesa, e
    tudo que ptfrten-
    O abaxo assignado tn sollate ao res-
    peit vel pablico e coto esd-cialiilada ao ocu-
    po rio commercio, que Fram-isco Pereira
    Card >zo, deixou de ser spa caixeiro desde
    o dia 19 do corrente.
    Recite, 20 de agosto df 1871.
    Jos Thales de Albrtqaerque.
    Precisa-so do uma ama para
    . lodo servici de uma easa de
    -**' pouca f iiniiia o que seja do
    boa conducta : na rna 1p Hortas n. 12
    ^^^
    Pn-ci-Li-s.- de uma ama para
    < zinhar e faz'r o demais ser-
    . a do casa de ama peque-
    a familia : na ra Daque de Caxias, n. 41, 2*
    oiar, anliga raa < as Cruzes.
    M^si
    MARIT1K


    t'OVTRl FOOOe
    A companhia ladetanisadura, estabelecida
    jesta praga, toma seguros martimos sobre
    javios e seus carregameotos e cootra rogo
    mu edificios, r;rca(lor.s e mpbilias: oa
    rna do Vicario n. 4, 'pavimento wrreo.
    Sustento rest uradvo da
    PEL^ VERDADERA FA<
    A. Du Btirry d'A
    Os abaixo asssignado3 4azem sriente a seus fre-
    guezes, que pelo vapor og'ez La-Plata receberarn
    *fgunda remessa d'essa excellenle farinha, cujo
    uso muito .-e recomm n la para as crianzas, pes-
    soas debis e convalescentes, pnlicada con reco-
    nbeclla vantagera as coustipa^Oiw, diarrbeas',
    nausea do estomago, toase, escarro de sangae,
    phinjwifl etc ele. Preferida anda pelo agrada vel
    aahor.Unlricna outr qualquer.
    Veude-se o ^itio Olh de
    Yidr<\
    Eui Ponte de Ucba.
    Ete silio lem um sobrado de um andar e an-
    dar t-rreo, contm 4 sallas, 9 quartos, 2 cozinhas
    cim bons frgoei e forno de ferro, e-te sobradt*
    circulado de jaoellas. T m em separado grande
    cocheira para cavallos, casa para teitor e escra-
    vos e bem assim casa para fazer farinha com seus
    misleres para tal lira. E-ta casa lem oa frente
    bons rantfiros para fl tres, com portlo ce ferro
    pira a estrada do Parnamerim, grande sio ar-
    burisado c m grande diversidade de frncteras,
    grande baixa para capim, podando sustenur por-
    c.o de vac :as leileiras para a quaes lambeta teco
    commodos de recolliirajo.
    O. fuodos da dita cala e sitio deilam para a li-
    nha forrea qne segee desta cidade para Anjpueos,
    e -e aeha livre e desembarazado, isto qne a^
    quesi5?8 que os coosenbores de dit silio tem
    com os empreiteiros de ditos irilhoe apenas diz,
    re-peito ao terreno que elle* ora ocenoam, e oa
    prpjiizos qne por tal motivo tem ciHsadj.
    O* pretndanles prdem-se dirigir ra Duque
    de Caxia*, leja n. 43. on i ma do Ara gao, hoja
    na V ""'v de daPlni:i3 a.
    TERD1DEIR0 LE ROT
    a isifaiBT,
    Ru d* Saino, St, *, PAJMa.
    ""*. tal. Ma aMia i^ei m*
    W ten mta imIc, am rotula tama* aaj-
    rtUaaaaaa mlm lawdaua. aa aavnuM raaaajai
    K.B.-
    jQ^-* **------1


    Diart d FernaauaWc Segactda feo* 21 de Agosto de 18? 1.
    Iv
    Obsequio
    Pede-se aos abarioa declarados tereu a bonda-
    t t ir na nu Direita i. 53, a negado d saos
    dalattot
    i Das de 8Ho
    da Cu#na Pigueiredo.
    s da Costa Santos.
    los Caetioo T. de Sonta
    Antonio Rodrigues Mariins *f erreira
    Antonio Martins de Souza Campo
    Francisco de Salles G.oaha
    Cxttmolo Coflbo
    Joalrino da Silva Sacias
    Jficdel Estevas Alves
    Jos! Teixeira Leiie
    Antonio Jos de Oliveira Braga
    Jos Ribeiro Gnimaries
    Francisco Vax Pereira
    Jos Goncaives Ferreira Rosa
    Antonio /pi Dias da Silva
    Xinho Francisco Gomes
    Saptista da Silva
    Jos* Faqoinet
    Anastacio Jos da Costa
    DomJog s Jos Pereira da Costa
    Manoel Pa iva
    Pergentioo de Aquino Fonceca
    Gamillo Pinto do Lemos
    Loorenco Loix das Naves
    Jos Bernardo de Soaxa
    Vinva de Manoel Joaqoim Pereira ____
    Naprc**IndpendaBoiMi. -
    (riniro sobra neshoro de *-. *** eirw
    mwciosas, seje, qnal tor a acanta ; e ia'inesma
    tas se com** a vende obfMlos de. ouro-onrata;
    ifajrfMota se tu toda a ataer atoa da eo-
    coMPoaiV todo a qualajajer eoneanoHaoinMa a
    mesma" arle.______ .
    CASAS
    Alaga-se o primeiro, sf ondo andares e sobre-
    soaa>da casa n. 6, cita a roado'Livramento ; i
    tratar na loja do roesmo predio._____________
    Botica popular.
    rna 4a Impera tris n. 77, precisa-se contratar an
    oficial de pbarmacia. ______
    Precisa-se de orna ama livre on escrava,
    para o servico da cozinha ; a tratar na ra da
    Madre de Deas n. 5, 2* aadar.
    iniiiiiiiiHi
    Da-so a quantia de am cont da ris a Ja-
    ros sobre penh >res em eseravo : tratar na roa
    Horde tas n. 94, sobrado.________
    Attemjo.
    Al o da 6 de setembro vindonro recebem-se
    no juio municipal do termo de Pao d'Albo pro-
    postas para compra e venda das aeguintes escra-
    vas : Avelina, crioula, de 13 annos de idade, ava-
    llada em 1:000* ; Rachel, de 18 annos, em600 :
    Beatriz, de 9 annos, em 330*. e Francelina, de 28
    anuos, em 800 as qaaes (oram tedas separadas
    paca o pagamento dos dlreitos provinciaes, na par-
    tiw a que se proceden por (allecimento de o.
    Paula Cavalcante de Albuquerque._______^^
    M0F1NA
    Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, *
    crivao na cidade de Nazareth desta provincia,
    favor de vir a ra do Imperador n. 18 a roncluir
    aquello negocio que V. S. se comprometteu reali-
    sar, pela terceira cbaauda deste jornal, em fin*
    de dezembro prximo passado, e depcis para ja-
    oeiro, passou a evereiro e abril, e nada cumprio,
    por este motivo de novo chamado para dito
    flm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocie
    de mais de oito annos, e quando o senhor san
    fino se achara no es tiesta cidade
    __Precisare de urna ou duas pessoas escravas
    u llvres para vender em taboleiros : a tratar ua
    ra da Companhia Pemambucana n. 10 A, ou
    em Santo Amaro em seguimento a fundicao na
    penltima casa.___________________________
    ATTEWCAO.
    Perdeu-se no oa 16 do correte orna ar-
    golla cora algumas chaves pequea, quera
    acbar pode entrega-las no escriptorio do
    baro do Livramento oo Caes do Apollo que
    ser jfenerosameLte recompensado._______
    AMA
    Na ra Direita n. 93, 1* andar, pre-
    cisa-se de urna ama para casa de 2
    pessoas. ____
    Na ra larga do Basarlo n. 21, loja de cal-
    cado, pre.isa-se de urna ama que saiba comprar
    e cozinbar.
    %%%
    Para casa de pequea fa-
    milia precisa-se de urna ama
    livre ou escrava, que saiba
    cozinbar e engommar : na ra do Vigario b. 16,
    t andar.______________________________
    Precisa-se ae urna ama que saiba bem coi
    nbar e que nao st ja moca : a tratar na roa de
    Rosario da Boa vista n. 18.
    Ai tenedo.
    Aluga se os tres andares do sohrado
    larga do Rosario n.
    tratar na me?mi.
    10 por cima da
    da ra
    bo.ica : a
    AMA DELEITE-
    Precisa se de urna ama de lene que tenha boro
    e abundante leite, prefere se sem tubo : na tua
    do Bom Ji' Joaquim Jos Goncai-
    ves Beltrao
    Rna do Trapiche n, o, Io andar.
    Saeta por todos os paquetes sobre o banco d(
    tlinho, em Braga, e sobre os seguintes lugares en
    ?r-rngal:
    Lisboa.
    Porto.
    Valenca.
    (iuiniaraes.
    abra,
    ave',
    iseo.
    Villa do Conde.
    Arcos de Val de Vez.
    Viaana do Castello.
    Ponte do Lima.
    Villa Real.
    Villa-Nova de FameHcao.
    Lamego.
    Laes.
    Covilha.
    Vascal Valpisso).
    Mirandella.
    Baja.
    Barceos.
    Precisase de utn caixeiro de idade de 16 a
    13 annos com praiica de taberna, e que seja por-
    tnguez : no paleo da Ribeir n. 23.
    SUPEBIORES CIGARROS
    DO
    Ri de Janeiro
    Domhgos Al ve; Hatbeus, nico agente nesta
    provincia da fabrica imperial de cigarros de S.
    Jcao de Nitberohy, estabeleeida no Rio de Janeiro,
    tem sempre um completo sortimento de todos os
    cigarros, fumos picados e em latas. Tem igual-
    monte os afamados cigarro Conde d'Ea, fritos
    cora magnifico papel de jailia de milboe fumo su-
    perior. Para govf rno de seus fregoezes, previne
    otra casa, com a Arma dos Srs. Souza Novaes A
    <",.,-. i o faleiflcados.
    I
    Medico
    O Dr. Villas Boas mndou-te da praca
    do Conde d'Eu o. I, para a rna < do Hos-
    picio n 33.
    Na refleacio di rna Imperial n. 199 preci-
    sa-se de am trabalhador forr > -cu eseravo para
    todo o servico._________
    Precisa-se de urna ama ou un menino, para
    casa de urna pes'oa, sendo a ama para comprar-
    cozohar e engommar, e o menino para comprar :
    na ra eslreita do Rosarlo n. M, segundo andar,
    na tttreita atoaWftMrle *,
    Na casa cima ooaeflMi MMdoriaa gara fon
    aoaa aaseio e promaHlfio,- caaraandae a awflii
    dos seohorea aeadeanKos qoa quisereaa ir cedo
    para as suas aulas, fisto que se dar atasco dea-
    de 7 horas em ponto-ate as 9, oo at a hora pelos
    meams marcada, eaatar aquabfaer hora, man
    dwdo-se levar em roas casas.
    Jos Antonio Pereira
    teas para vender a- na fabrica da rna do ario
    da Victoria -(amiga rna Nava) fainos multo
    boos du sagrad 4^de'M? Para, Garamlii, eaepeady, Daniel, Minas Geraes,
    e cigarros dos mesmos fomos. charutos dos mais
    acrediUdoi fabricantes da Baha, Cardoso, Joaguim
    Jos dea Rato,.Samaa, Cotu a e atrae fabricante
    PARTICULAnT^^ "
    |9.--------ilUA DA PKNH/k.----------L ,
    Anna Seafaorinha Uonteiro Pessoa.
    Materias de ensino.Todas as que com'-
    preheadeai a instruccao primaria.To-
    os trabalhos de agulha, inclusive bordado
    de oore.-fiores etc.
    Ensina-ae mnsica com previo ajaste. M
    Tambem recebem-se alnmnas internas. S
    m *** ***
    Precisa-se alagar urna esclava para o ser
    vico de urna casa de familia : na roa da Coneei-
    io da Boa 'Vista n. 3.
    AMA
    Precisase de ama ama :. na rna
    da Cadeia n. 21, leja de mhidezas.
    illi Precisase de urna ama forra para
    iilLo. eogomar e comprar ; rna do Cabog
    FURDIG1Q
    DO
    BOWMAN
    Vapores pequeos pa des-
    caroqar algodao
    I Ddilon Duarte *
    & CABELLEIREIRO W
    0t Rna da Ianpcratriz a. H* 0
    Neste estabelecimeato encontraro as
    K senhoras tudo que diz respeito a enfeites *
    Xf de cabellos, como sejam coqnes, trancas, 9
    A crescentes, cchpaine, etc., etc., e nma ttt
    3> grande qnantidade de tranca de cabello 2
    53? vegetal, que vndese pelo baratissime V
    preco de 5*500 C3"a tranca, f
    No mesmo estabelecimento encontraro JJ
    J9 dons officiaes peritos profesores n'arte W.
    de pontear senhoras, os quaes sempre &
    k estao promptos para qualquer chamado, c
    91 quer dentro da cidade ou seus arrabaldes, JR
    n peoteados todos modernos eescolhidos dos f
    J? ltimos figurinos.
    00 0 0000 00
    AOS 5:000^000
    Esto venda os felizes bilhetes da lotera d>
    tahia, na casa feliz do arco da Conceico, inrive no Recife.
    Sr. Jos Francisco Kibei o de San-
    sa; qoeira mandar a esta typographia, a ne-
    gocio de sen in'eresse.
    Attencao
    Pede-se aos abaixo declarados terem a bonbade
    de vir na ra de Pedro Alfonso n. (outr'ora da
    Prair.) a negicio de seus interesscs.
    Antonio Los de Albuquerque.
    Bernardo Cardoso Moreira dt C.
    OaMU> A Auiuillli.
    Therencio Albano Ferreira.
    Francisco Marques Lemos Ribeiro.
    Manoel Meretra de Lemos Janior.
    Jlo Ferreira Carvalho.
    Joo Jos Gomes dos Santos.
    Jos Nunes de Paula.
    Joo da Silva Coimbra.
    Francisco Florencio da Silva Grillo.
    Amonio Lopes chaves.
    Antonio de Mello Rodrigues Loureiro.
    Jos Antonio de Gasmo.
    Joaquim Antonio de Souza.
    M.moel Antonio de Souza Ribeiro.
    Alberto Jacintbo de Souza.
    I Ti i de Souza Nones Pinto Amorim.
    Narciso Jos Franci-co Paran lio?.
    Augusto Jos dos Santos Miranda.
    Heorique Manoel da Silv.
    Jo^ alarla Gomes Ribeiro.
    Joo Antonio de Mattos Abreu.
    Jlo Fernandas de Oliveira Gamito.
    Antonio de Souza Jnior.
    Antonio Snarca Meirelles.
    Candido Fujo de Mello.
    Joo Valemim Das Villela.
    Jo-e Gabriel Gumes.
    Companhia Allianpa
    DE
    seguros martimos estabeleeida
    na Baha em 15 de Janeiro
    de 1870.
    CAPITAL..Rs. 5,000:000*000.
    Toma seguro da mercadonas e dinbeiro a risot
    martimo em navios de vella e vapores para den
    troe fra do Imperio. Agencit roa doCom-
    mercio n 5, escriptorio de Joaquim Jos Gon
    calves Beltrao.
    SITIO
    Um moco com alguina pratica de cartorio se
    offerece para caixeiro de cobraocas : quem pre-
    cisar deixe carta com as inic.aes N. A. na ra do
    Queimado n. 30,1 ja de fazenda do Sr. Mendnnca.
    Ama re leice
    Precisa-se de nma ama que tenha -boa leite e
    seja sadia : na ra do Viseonde de Pelotas n. 37
    (Aragio). __________________
    Precisa-se de .nma ama
    AMA
    para andar com urna
    crianca, e fazer algum
    servico domestico, de 1
    casan.: a ruada Aorcra
    n. 5, segundo andar.
    Precisa e zinbar, prefere-so escrava : na roa de S. Fran-
    cisco n. 31.
    Alup-se urna escrava que cosinha e com-
    pra, e nm escrava para qualquer servi$o : na
    ruido Imperador n.50.________
    Precisa-te de urna ama que lave, cosinbe e
    eegomme para urna pessoa : na roa de Aortas nu-
    mero 61.
    Alaga-se urna escrava para todo o servico,
    liara urna easa de familia : ra da Matriz n.
    28, 1' andar.
    Extracto de carne
    Do Dr. Dbatuba
    Fabrica do podras bramas aa provineia do Ric.
    Grande do Sai.
    ' "Em latas de S, 4, 8 e 16 oncas. nico deposi-
    to em Pernsmbueo, na pharmacia americana de
    Ferreira Maja^ C. : ra Duque de Caxias no-
    maro 57.
    Precisa-se alugar ou arrendar um sitio e casa
    para pouca familia, prefernd-.<-se nos segninles
    arrabaldes; Aflictos, Ru3annho, Espinheiro, En-
    canamento e em qualquer lugar destas immedia-
    coes que nao exceda a urna legua de distancia da
    cidade : quem o tiver dirija-so ao pateo de S. Pe
    dro n. 11, qne achara com quem tratar.
    Precisa se de urna ama pa
    ra o servico interno de urna
    casa de familia : tratar na
    ra do Vigario n. 16.
    Ricardo Jos Peraira faz seienle ao respeita-
    vei publico e com especialidade ao cotpo do cora-
    mereo. que comprou ao Sr. Antonio Jos da Silva
    a taberna sita ra das Nympbaa n. 18, livre e
    desembarazada de dbitos e de qualquer oons.
    Na Varzea e em S. Loureoco tem sido visot
    o eseravo Lniz, que desde 23 de jnnho do cor
    rente aono anzentou se da casa de sen senhor
    na ra da Matriz n. 33 ; tem os signaos seguintes:
    mulato claro, altura regalar, sem barba, um sig-
    nal de cabellos no queixo, e tem no braco direito
    as leltras L. F. N. : Quem o prender pude lva-
    lo a casa mencionada que ser generosamente
    Po. ________________________
    Prajifv?* "i*
    Tasad.T : ja ra da
    Bazar Universal
    Pra este e>tabelecimeolo ebegon oliima-
    meoto um riqnissimo e variado sortimento
    de peromarias, que muito agradar a todas
    as pessoas amantes dos deliciosos perfumes.
    Bem como oat'ros mnilos artigos que seria
    ipfadoDho enumerar.
    Cadeiras de vitne de todas as qua'idades,
    transparentes de madeira e de panno para
    janellas.
    MachinaPrognatopara costara. Esla
    machina que acaba de completar om gran-
    de sortimento de ontras muitai do diflfren-
    te! a odores, tem a prop iedade de fazer
    costoras de todas as qaalidades, e igual-
    mente case a r.
    A ro do BvSaJ Vit-^ri" (ontr'ora
    Noy.i) n. 32, gal ^b^0 v^ C'rrjeiro,
    Vian'p?.
    s
    Frecisa-se de ama ama li-
    vre oo escrava que saiba
    _ cciiohar com pernMo-: na
    fabrica a vapor de cigarros, ra larga do Rosario,
    numero 11.
    v&v
    ATTENCAO
    Precisa-se de urna ama de meia Idade que oe-
    zinbe, compre e faca o mala servico ntetao de
    casa de orna familia composta de duas pessoas :
    nesta typographia aa dir.___________
    GASA DA FORTUNA
    RA i DE MARCO OUTR'ORA DO
    CRESPO N 23.
    ios 20:000^000.
    O abanto assignado tem sempre exposto i ven-
    ia os felites bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
    iromptarnente, como costuma, qualqner premio.
    PRECOS.
    Inteiro 24*000
    . Meio 12*009.
    Qoarto 6*000.
    Manoel Martina Finu.
    REMEDIO INFALLIVEL
    Para as sezfles jtebres intermitteDtep, remitientes e biliosas
    DESCOBEKTO E PREPARADO PELO CELEBRE MEDICO CHIIHCO
    DR. J. C. AYER
    da superficie do corpo ; eis a cansa "o
    periodo fro.
    A febre i causada pela reaccSo, quiodo
    o sangue abandona os excretorios internos
    e arroja-se superficie, como n'um ontro
    esfoico violento para expolsar o veneno
    atravz do ontro excretorio chamado pule;
    tSo pooco consegue a natureza neste se-
    gundo esfoico como no primeiro. Depois
    segoe o desmaio e prostraco qne natural-
    mepte succede s grandes agitacoes, e o
    instincto do nosso organismo o faz abando-
    nar a tentativa at que, recobradas as for-
    cas, renova no ontro dia a luta desespera-
    da. Succede depois o desassocego, grande
    calor na superficie do corpo, a pelle e o
    semblante, incoados, lerriveis dores de
    cabera, oppressSo e latidos as footes,
    pnlso cheio e forte, onrina muito corada e
    sede intensa; eis o periodo de calor. De-
    pois de algum tampo (que varia geralmen-
    te de duas a cinco horas), urna transpira-
    rlo copiosa parcorre por todo o corpo.
    Estes symptomas violentos passam e de-
    xam somente urna sensato de prostragao
    completa, se que o ataque nao tem fe'to
    algnm mal orgnico. Se nto se to nar al-
    gum remedio adequado para corar a rno-
    Vende-se em todas as boticas e drogaras do imperio
    W. R. Cassels <& C.
    Agentes geraes.
    Nesta poderosa e impagavel preparado,
    trao otra qnina, arsnico e ora bismntbo.
    Este maravilboso remedio nicamente
    coanposto de om 96 producto vegetal, e
    esse mesmo desconcetelo at boje scien-
    cia cbimica.
    As sezSes, febres intermitientes, remit-
    ientes, biliosas e perniciosa inflammatoria,
    todas tendo sua origem na mesma causa, e
    prodozindo os mesmos effettos, porm'em
    grao differente de intensidade, necessitam
    do mesmo tritamento. A cama acba-se
    nos effluvios contagiosos qne se despren-
    den) da vegetarlo corrompida, dos panta-
    nos e das aguas encharcadas. E' um ve-
    neno snbtilissimo e insidioso qne se absor-
    ve pelos palmdes o penetra no sangue, de
    sorte qne a molestia s vezes accumnla se
    per muito tempo no systema antes de fa-
    zer sentirse.
    Este venino effluvial, qne o sangue re-
    cebe pelos palmos, opera as sezes da
    maneira seguinte: sua intensa irritado no
    systema faz encerrar todo o saogue no
    corpo nos excretarios internos,o flgado,
    os rins, o pncreas, o ba?o, o estomago e
    os pnlmoes,alguos dos qaaes ou todos
    elles sao amootoados do sangue retirado
    l'estia, os necessos contlnoam a reipetir-se
    com nma regularidade correspondente ao
    seo lypp, e com orna violencia proporcio-
    nal intensidade do veneno, modificado
    pela resistencia constitucional, oa medicinal,
    que se le opponha. E' evidente, poli,
    que qualquer remedio destinado a corar
    esla molestia, deve destruir este venes no
    sangue, ou arroja-lo fra delle. Goal
    grandes e pomposos anonncios tem-M ofe-
    ri't-i 10 mnilos remedios para a cora estas
    molestiae, porm on n}o tem sido bastante
    eflicazes oo teem produzilo eSeitos orejo-
    diciaes sattde em geral. A qnina, linda
    que seja o grande recurso, em qse o poro
    quasi em geral maior confianza tem, pro-
    duz militas vezes effeilos desastrosos, o to-
    mada em grande qnantidade semprepre-
    judiciosa sade geral. A preparadlo que
    aqu offerecemos ao publico, nao cooieado
    em si n-mhuma dessas substancias injorio-
    sas, por ser u/ticamente vegeta!, promette,
    se fr empregada segundo as direcjoes oa
    lingita portuguezt, que acompanba cada
    frasco : estimular os grande excretorio
    internoso ftgado, o boco e os rinsa se-
    parar do sangue o veneno ofensivo e ar-
    roja-lo do corpo.
    Os senbores aoaixo mencionados sao rogados
    vir ra do Apollo n. 4, a negocio de interesse
    reciproco.
    Luiz de Oliveira Lima Jnior.
    Silvestre Pantaleio.
    Francisco de S Brrelo.
    Francisco de A sis Mello.
    Paulino Rigueira.
    Julio Cesar Cavalcante de Albuquerque.
    Dr. Joo Guimaraes.
    Ca pifio Jos Avelino da Silva Jaques.
    Joaqaim Pacifico de Arrnda Cmara.__________
    Aos Srs. dotaos, eio preltelros,
    carpios, carpale!rus. etc.
    Ha na otaria Curtume n. 5 (Coelnos), urna gran-
    de porgan de madeiras, sendo travs de sicupira,
    macaranduna, sapucala, sapncarana, tedas de pri-
    meira qualidade de trila a sessenta e Untos pal-
    mos de comprimento e eito a doze polegadas de
    largura, cavernas de sicupira para coostruccio
    de grandes calidas, barcaca?, alvr.renga, etc.,
    tendo at de vinte e tantos palmos de aste, linba-
    mes de todos os lamanhos tambem' para canda,
    curvas de todos os feilios, bucardas. ele, sendo tu-
    do de muito boa qualidade e por muito menos que
    em ontra qoaiqoer parta.__________________
    Na ra de S. Francisco n. Ti, precisa-se de
    urna criada que emenda de costura, arrumacao
    asseio de casa de familia.
    J nao urna cousa que se precise experimen-
    tar! II esim inteiramente cenhecido o bom e
    grande sortimento que existe na Nov Esperanza
    roa Duque de Caxias n. 63, (amiga ra do Quei-
    mado) assira pois, sendo quasi impessivel discre-
    ver-se o grande numero de objectos expostos vea-
    da em dito estabeheimento; ella eontenta-se em
    mencionar algn* des objectos mais ricos, e in-
    teiramente novidade... e apruvetta o ensejo para
    convidar a todos geralmente e em particular ao
    bello sexo, para visitarem-a allm de apre iarera o
    gosto e perfei{ao de seus objectos a par d'am pre-
    co rasoavel, pois ella se contenta com pouco\lncro,
    tendo sempre em vistas a vender barato, para ven-
    der muito, e de^ta forma ebegar ao lim que lodos
    almejam ; que o lucro para fuavjsar as fadigas
    da vida....
    Terreno no sitio Fundao
    D. Joaona da Natividade Cruz Hesquita, vinva
    de Antonio Botelho Pinto do Jlesquiw, estando
    procedendo a inventario dos bens de seu casal pe-
    rante o Sr. Dr. Jaiz de orphos des'a cidade e
    tendo de avahar-so o sitio Fuadao do qual seu fi-
    nado marido bavia desanexadu e vendido algans
    terrenos, rega aquellos senhores que acerca de
    taes terrenos tenha feito qualquer transarcoes o
    favor de dirigir-se a annunciante, quem deve-
    rao apresentar seus ttulos fim de se evitarem no
    futuro duvidas e coatestaces como muito dc:eja
    a annunciante.
    41 MA DO SARAO DA VICTORIA 41
    armazem tem nm DE Assim como 1
    Neste novo armazem tem nm
    variado sortimento de fazendas
    rancezaj, inglezas, alienlas e to-
    da todas se vendem por procos
    mdicos, afim de acreditar a este i
    novo armazem.
    Casemiras inglezas,
    rancezas, de todas as
    qnalidades, brin de
    ;res e brancos, colei-
    rinhos modernos, cha-
    peos de sol de seda,
    BM.
    RA
    Bario da victoria
    4RRUDA IRMAOS.
    antiga ra
    IVOVA
    N. 41.
    Assim como tem orna graado
    officina de alfaiate, montada com
    todos os prepares qne ha de melhor,
    dirigida por habis artista, qoa
    pela sua promptidao a perfeiclo
    nada deixam a desejar.
    Ronpa de todos o
    amantaos para horneo
    meninos.
    Por todos os paqne
    tes recebem-se as me-
    mores e mais moder-
    nas casemiras que b
    na Europa.
    RA
    Barao da'Vlct'or!
    antiga roa
    NOVA
    Ust estabelecimento acaba de soffrer orna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e m pontualidatie :.- m -om-
    nendas, finalmente em tudo aflm de melbor serviros seus numerosos freguezes deixa-se de anaunciar todas as fuentSa, .^r*
    lio se tornar massante ___________^_
    L1QUIDACA0 MONSTKA
    Oa mais importante fabrica de chapeos deso do imperio Ra do Barao da Victoria n. 23
    0 deno daquelle estabelecimento resolveu venderos productos da sua fabrica pelos procos seguintes:
    Gbapos de sol de seda para senboni a 3*. 65, 7d, 81. 9&, lO, lljl, 12^1, 13^, 14, S. 103,170V18& e 20(>00^
    Ditos,, ditos, ditos, para homem a.... S$. JOiMM. \M, iU, 145, 155.165,175, 185, 205, 225 e 245000.
    Ditos ditos de alpaca a.............. 45, 55. H. 75, 85, 95 e 105000.
    Ditos ditos de merino para homens a.. 65. 75, 85. 95, 105, 115 e 125U00.
    Ditos ditos de brim d'esguiSo a...... 65. 75U0O, lodos os chapeos cima tem 15 % de descont em duzia.
    Ditos ditos de panno a.............. 25, 35. 45, 55, 65 e 75000 descont 25 %.
    Tambem ba om grande sortimento de fazendas para erbrir armacoese.trabalha-se mais barato e iepressa do que em qual-
    quer outra parte.
    [J

    Feiippe Pereira Nabnco d<-. Araujo tendo de man-
    dar celebrar urna missa, terca-feira (2i) as 7 ho-
    ras da manha na matriz da Boa-Vita, por sel
    tio padrinlio Rodrigo Antonio Pereira de Araujo,
    :odvI],-i -i seus collegas patricios e amigos.
    Preci.'a-se de urna ama que teoba bom leite,
    preferindose branca ou parda, que nao tenha fi-
    Ibo : tratar na ra Nova n. 22 e roa da Aurora
    n. 24.
    Na travessa da rna
    das Crozes n, l pri-
    meiro andar, da-se di-
    nhelro sobre penbores
    de onro, praa e brilhan-
    tes, seja qnal for a qoan-
    tia. Na mesma easa com-
    pran-se os nesraos me-
    taes e pedras.
    i
    i
    A tintura anti scrofula de vismia bastantemente
    preconisada pelo seu factor tem sido e -i nm des
    mais enrgicos medicamentos nos acomrae'.temen-
    tos escrofulosos, sendo usada conforme a direcrlo
    escripia que envolve o frasco, existindo a venda
    na butiea e droftaria que foi do fiado Prannos
    ra Direila n. 88, nico deposito nesta provincia;
    onde tambem se acba venda o muito acreditado
    remedio para bebedice por vilo em cense |aea:a
    do excessivo uso de bebidas espirituosas, o xaroua
    de veame, e as prodigiosas pilulas reguladoras
    brasileiras recoranKndadas por sua c-ffieacia no
    desapparecimento do menstruo, irregularidades
    na men-truafao e flores brancas.
    Itll.i: IJID1ER.
    D. Anua Didier, seu manos e cnnbalos agra-
    deccm ordialmtnte todas as pessoas que Ibes
    ',: un o caricioso eb^equio de assistircra aos ul-
    MADAME ANTOINETTE, modista franceza, ul- 'Irnos suffragios por lma de seu finado marido,
    timamente chegada a esta cidade, tem a honra.de cuchado e irmao Emilio Didier, e de novo con-
    levar ao conbeclroento do respeitavel publico, e vidam seus prenles e amigos a assisUrem a missa
    com especialidade das Exmas. senhoras e familias, do stimo dia que ter lugar segunda-feira 21 do
    i'. Joaquina Mana da Conceico Suulo, agradece
    i todas as pessoas que Ine flzeram o canrtoso b-
    vor de assistir os ltimos soffragics por alma de
    {seu presado marido Antonio Pereira S nto, e de
    novo coovida todos os seas amigos a asswtirem
    i missa do stimo dia que (era lugar lerca-fena
    22 do corren te, pelas 7 1|2 h. ra- da minbia ca
    matriz do Oirpo ,anto, por cojo favor deide j ^e
    confessa eternamente grata.
    Quem precisar de nm copeiro para casa de
    familia, dando liador a -aa conducta, dirjase
    ra Dinila n. 71 A, loja de sapa tes.
    COMPRAS.
    ru est habilitada para fazr qualquer Irabalho
    de costura, como encbovaes para casamento e bap-
    tisado, roupa branca de senbora, vestidos para
    soirs, bailes, ere, etc. Garante as ultimas modas
    por quanto recebe os melhores jornaes que Ibes
    dizem respeito, assim como afianca que em ne-
    nbuma outra parte soba de encontrar mais esme-
    ro, bom gosto e promptidao nos trabalhos de seu
    genero, pela longa pratica que tem de sua arte por
    te-la exereido com vantagem as cdades de Lvon
    e Pars.
    LUTO EM 24 HORAS
    Frenos mdicos.
    N. 2Rna Duque de Caxias, 2- andarN. 2
    (ontr'ora do Queimado).
    correte, pelas 7 horas da manhaa na matriz de
    Santo Antonio, por cojo obsequio desde j se con-
    fessara eternamente gratos.
    U'^UtffiftBMBuMi
    Attenpo
    Fururam honiem 13 do crreme do 2 andar
    da ra do Imperador o. 73 urna volta de oure com
    ama cruz de esmeraldas, 1 anoel com urna esme-
    ralda, 1 dito com um rubim redondo, 1 dito eom
    o nome omita e, em esmalte preto eserlpto em
    roda, o qaal se abre em duas partea, i dito eoq
    orna chapa em forma oval tendo no centro orna
    Cola e pequeos ajamantes, I broebe liso do
    o de urna folha da p rreira cora ramoa, 6 bo-
    (Sea para coliete. de metal douraeo, tendo oo can
    tro urna pedra redonda cor de rubim, e i ealix
    de vidro que a prateado px fra e dourado por
    dentro, no ijaal estavam os objectos furiador. D4-
    se 1001 de gratiflaagi^ a quem deseohrir o furtfl.
    l'oma-ie a qaaalia de 300#, descontando ae
    o jaro que se conveacionar, no recebimmto para
    ae pagar com oa atiiei de urna caaa di nato
    de 83* por me: al daal m^olto : a rnem con-
    rier > !r*P*jao asan
    Um rapaz brasileiro que tem boa letra e que
    sabe algumas operactos de contas, e que tem al-
    Suma pratica de taberna, se offereee para caixeiro
    e alguma easa de negocio, dando liador a sua
    conducta : nesta typographia ae dir.
    nmmmm
    *r i
    Augusto Cesar de Axevedo Guedes, e iraaos
    Luiz Guedes de Aievedo e D. Emilia Augusta de
    Azevedo Guedes agradecen cordialmente a todas
    as pessoas de sua amixade qoe se dignaran) assis-
    lir ao funeral de ana pretada mi D. Mara loa-
    quina de Azevedo Guedes ; e da novo as convi-
    dan) para assistirern a missa do Jftir i 'n. rae
    se ba de celebrar na igreja Madre-de Dsos ir dia
    21 do eorrwnte, petas 7 horas da roarihaa
    >

    Jos Paulo de Auanias
    D. Guilhermina da Assumpcao Araujo, Thereza
    de Jess Auanias, Joanna da Assampcao Auanias,
    Candida Digna de Souza Guedes e Carolina de
    Souza Guedes, agradecer, cordialmente a toda* as
    pessoas que se dignaram acompauhar ao cemite-
    rio publico os restos mortaes de seu sempre cho-
    rado esposo, pai e tio Jos Paulo de Auanias ; e
    de novo convidara a todas as pessoas de sua ami-
    zade para assistirern a uraa missa, que pelo des-
    canso cerno do mesmo floado, niandam celebrar
    na igreja da Santa Cruz segnnda-feira 21 do cor-
    rente, pelas 7 horas da manha ; pelo qoe desde
    ja se confrssam summamente gratas.
    COMPRASE
    ra.-cos vasios da tintura jiponeza, e paga 96 a 80
    r cada nm : ra Duque de Caxias n. 50, e
    Mrquez de Olfnda n. 31.
    VENDAS.
    Libia sterliim
    Vende Joaquim Jos Ramos, a ra da Cruz n. *
    prmeiro andar.;____________________.______
    Fumo.de Borba.
    Vindo do Para j desliado, em latinhas, a la-
    cada urna : nolarmazem do AzeveJo ra Mova
    numere 11.
    Terreno a ra Imperial.
    Vende-so o melhor terrea) na roa fmperial,pro-
    prio, todo atterrado, prorapto para edificar, porta
    feito para desembarque de materiaes, com 110
    palmos de frente e 300 de fundo : a informar ra-
    ma Nova n. 7, loja, e a tratar am o proprietJrhr
    na dita ra Imperial, easa jnnto a d n. 23.
    Diario e razflo
    Na roa da Cadeia da Racife n. 32, vtne -i por
    oromodo prrr;o, um esellwll *(w de Ihr- n-
    glZ1"
    AO PUBLICO
    Tendo mudado a minha residencia para Apipu-
    eos tenho a honra de indicar as casas dos Srs.
    J. Rhigi8 suecessor de J. Vigues, ra do Imperador
    o 35, oa a do Sr. Vctor Prlle, roa do Duque
    de Caxias n. 6, eomo aquellas que graciosamente
    se pre^am a transmittir-me qualquer recado es-
    cript; eo verba!.
    Guataco Wertheimcr.
    Cal nova de Lisboa,
    Vende Joaqnim Jos Ramo--, a roa da Cruz o, K
    primeiro andar.
    Vende-se toda ma.leira velba do de^roanclio
    de urna casa terrea, 4 postigos noves de amareIJo
    propria para rtula e janelia, e Id (ravelas da 30
    palmos de comprimento : quera pretender dirja-
    se a i ua de Santa Tbereza, easa que asta em
    obra._________________________________
    Vende-se eoqueirbs pequeos para mudar-
    se : qnem os quizer dirija-so ao srtio Cafando na
    estrada de Paulino Cmara, outr'or* de Joio de
    Barros.
    Cacado barato
    Bolinas prela e de cores de canoas altos e ba-*
    sos para senhora a 3/ o iJOOQ. botina de cor-
    davao e bizerro par bomem a '4000, sapatos de
    tapel pa/a hornera e senhora a t#000, botina bizerro e cordavo de primeira qualidade a K),
    e U#, ditoi de Nanles a lia, ditos para meninos
    i:opjh:iko
    No saf chinea ra larga do Rosarht n. 31, a 8|, calcados para man!na? para indar por casa
    8<3r, precisa se da ihd m*nln4 de 12 a 1 an- a J, e outro; mmioj a"* tendeba-
    nos eorn pfa-'ica de eireiro. prfferndo-w es'ran-lrato n loja de Arait
    a:*' ':ln, 13 e 13.
    ;a l tni'p^


    D ..rio. de Peruambuco Sexuada feu. 21 Je
    Agosto
    de 1871.

    A
    DO
    CYSNE
    64 MA DA IMPERATM \ 64
    DE
    FIGUEIREBO ft LOPES.
    Os proprietarios deste novo estabelecimento. certas de que o meio de adquerir
    numerosa freguezia vender barato, servir bem e baver sinceridadade dos tratos. Dio
    nos afastamos deste caminbo para bem corresponder ao favor que nossos numerosos
    fregueses dos tem dispensado.
    Como ainda temos algamas fazendas das primeiras compras, resolvemos fazer
    redocio em abromas dellas, para o qae chimamos a aitencio do respeitavel publico :
    SETINS.E GROSDENAPLES DE CORES. Gapellas mnito lindas para noivas, pelo
    Grosdenaple preto.
    Recebemos novo sortimento e vendemos
    i por menos do qae oatro qaalqner.
    Las S aboya.
    Ainda temos om resto desta linda fazen-
    da e para acabar vendemos por 900 rs.
    Cortes a Minerva
    Ainda temos algons destes lindos cortes
    com listras de seda, com 19 covados, pan
    acabar vendemos por 200.
    Cortinados.
    Recebemos novo sdrlimento e vendemos
    por W, 90, 123, 160, W e m, cada
    par.
    Cambraia para cortinados a 105 a peca
    com 20 varas.
    Dita Victoria de 45 al 8(5000 a peca de
    8 varas e meia.
    Dita soissa transparente mnito fina.
    ORGANDYS BRANCO
    Temos recetado novos organdys de
    41000 rs., ditos de 60 e 83000, este ulti-
    mo tem listras asselioadas.
    Espartilhos
    Recebemos novo sortimento de espartilhos
    ingleses moito grandes, sao de linho.
    Vestuarios para baptisados, bordados
    maito lindos a 100000, barato.
    Camisas francezas, inglezas e suissas de
    20 at 4)91500 rs., ditas bordadas muito finas
    de 85 ate 104000.
    MECEJANA.
    E' urna fazenda branca muito linda e fina
    para vestidos de senhoras, tem a peca 30
    jardas e costa 184 e 224000.
    Panno abretanhado largo e bo-m. peca de
    20 varas a 104.
    TAPETES.
    Recebemos novo sortimento e vendemos I
    muito barato.
    brancas muito
    lindas.
    Camisas de meia a 94000 a duzia, pe-
    chincha.
    Cambraias de cores.
    Temos o melhor e mais lindo sortimento
    de cambraia de cores a 500 e 560 rs. o
    metro.
    MEIAS.
    Recebemos meias muito finas Unto para
    senhoras como para homens, meninos e
    meninas.
    Chapeos de sol.
    Recebemos chapeos de sol com cabo de
    marfim que vendemos por 134 184000, di-
    tos de cabos de canoa 94. i 14 e 144000.
    Cortes de cambraia de cor muito lindos
    e com babados com sen competente iguri-
    no, tem 18 covados por 84000.
    BASQUINAS.
    Recebemos basquinas de seda ricamente
    enfeitadas que vendemos por baratissimp
    preco.
    Vestuarios para meninos.
    Recebemos vestuarios de fust-o mnito
    bem enfeitados que vendemos por 44500 e
    54.. fil branco bordado moito fino, dito
    com salpicos dito preto com salpicos e liso.
    Cambraia abert a imitaclo de croch de
    cores e branca.
    BRINS.
    Recebemos o superior brim de Angola,
    dito pardo para todos os precos, ganga fran-
    ceza a 500 rs. o covado, superior.
    Pannos finos.
    Temos pannos pretos fios de 34500 at
    64500 rs.
    Recebemos casemiras de cores para 34
    at 34500 rs. o covado.
    CHITAS-
    O Cysne tem o mais lindo sortimento de
    HYDROLEO L1TH0TRIFTIC0
    1TI RHEliJtf TICO E GOTTOSO
    ESENCIALMENTE EFFICAZ E 1NFALU VEL EM DESTRUIR A AHEIAS E
    EVITAR A SUA FORMACAO
    Guiados pelas iodicaces de maitos abalisados cbimicos, e medico distinctos, que
    se deram ao es'.ndo e averiguarlo das cansas que prodazem os padeciraentos de rheu-
    matimo, gotta, arelas dot rhins, bexiga, figado, e d'outras visceral} e aoa ensaios dos
    meios prcprios para cural-os, enejamos a*bbter nm remedio, que nunca desdisse a sua
    actividade contra os ditos padecimentos.
    Nao nicamente baseado em'tbeorias que tanto avancamos, mu sim nos satis-
    factorios resultados obtidos da sua apphcacJo, as innmeras experiencias, que com elle
    fizeroos; e deste modo, segares de seos beneficios effaitos, fonamente o recommenda-
    mos s pessoas qoe soffram algamas das molestias cima dits, ou de algons ootros pa-
    decimentos do apparelho urinario, Ues como o diabtico, glycosurico albominorico
    etc.
    Escusado seria observar que se nao pode designar om numero determinado de dses
    de om medicamento para corar todos os individuos qae padecam da mesma molestia ;
    pois que a cura est dependente de diversas circumstancias, inherentes disposicao na-
    tural ou compleicao, de cada om delles; mas comtodo. corto qae o hydroleo lutho-
    triptico anti rheumatico e gottoto produz sempre a cura de.sejada, qando se persista em
    [loma lo o tempo preciso para obte-la; de vendo ter-se em vista que quanto mais invete
    rado est o mal mais se deve insistir na applicaclo do remedio.
    Podemos tambem affiaocar que, por mais continuado que seja, o uso deste reme-
    dio nlo cansa desarranjo algum as vas digestivas, mas antes, pela propriedade eminen-
    temente tnica, qae tambem possue, fortifica o estomago, torna mais facis as digestes
    e, nio p,oucas vetes, tem feito desapparecer diarrhea, que eram entretidas pela debili-
    dade geral do apparelho digestivo, <
    MODO DE USAR.
    Tomam-te do hydroleo lythotriptico, nos primeiros quatro ou cinco das, duas co-
    Iberos de sopa, em agua assocarada, leite, cb ou caf com leite, e mesmo sem mistu-
    ra alguma, na occasilo do almoco, e outras ao principiar a jantar.
    No quinto ou sexto dia e seguintes, tomam-se do mesmo modo dito, tres colheres
    de cada vez.
    Se as ourinas da pessoa doente depositara grande porcSo de areias; se as dores
    nepbriticas, rheumaticas ou gottosas sao contantes; em im, se os padecimentos s5o
    fortes, tomar-se-bao quatro colheres de cada vez, oo tres veses no dia, a tres colheres
    de cada orna.
    Qqando as areias, ou ootros padecimentos, tem diminuido, torna-se s primeiras
    dses.
    Pelo uso do Hydroleo lithotriptieo v5o sendo mais raros o apparecimento das areias,
    as dores nepbriticas, rheumaticase gottosas at quede todo desapparecem: neste ponto
    pode dispensar-.se o remedio : til, porm, como preventivo, tomar cada semana orna
    ou- duas dses delle.
    Pelo que respeita alimentadlo, deve ella ser regulada de modo que nao sobrecar-
    regae o estomago, e em quautidade tal que possa ser fcilmente digerida.
    A melhor bebida sem dovida, a agua pura, mas tambem se pode usar de vinho
    simples ou pouco alcoolico. De cerveja e vinhos fortes, poucas vezes.
    Sobre tudo o qoe muito recommendamos, grande exerekio, sem fadiga, pois que
    elle muito contrihue para a rapidez da cura.
    N. B. Depois de tirar-se do frasco a porcao que se vai tomar, deve baver o maior
    cuidado em o arrolhar immediatamente.
    nico deposito em Pernambuco
    Pharmacia americana de Ferreir Maia & C, ra do Duque de Casias n. 57, (an-
    tiga do Queimado.)
    Temos grande sortimento de saias bor- chitas para todos os precos e qualidades.
    dadas e vendemos moito barato. Bareges coa listras de setim com lindos
    CORTES DE LA A SIM1RAMES. padres e muito modernos.
    E' urna linda fazenda com os enfeites Cretones claros com lindos padres e
    correspondentes, guarnecida a saia com cores fixas pelo baratissimo pceo 440 rs.
    ama franja de seda na barra, vndese o covado.
    por 404000.
    Cortes de cambraia branca aberta, bor-
    dadas muito lindos, vendem-se por menos
    do que em outra paarle.
    Ditos bordados na barra, de cambraia
    transparente, por 84000, muito barato.
    Luvas frescas de pellica para homens e
    senhoras do acreditado fabricante Jouvin.
    Fazendas para luto vendemos por monos
    que em outra qualquer parte.
    Alpacas, caotes, princezas, bombasinas
    cambraia prcta, itc. etc.
    Deixatros de annnnciar moitas outras fazendas por nao se tornar extenso e en-
    adonho aos nossos freguezes.
    Ra FHXIIEM & LOPES.

    Nunca e vio um proee9so;mas perfeilo e que ai-
    tja de tal forma a salisfaier as exigencias mais
    uveras da < scriptnracao.
    A sua cor 6 ln o lgnra para se conservar do linteiro sempre
    :cta a msfina cor, nm borra, crMa, bolor ru sem
    -das estas mazellas inherentes todas as tintas
    *i agora conhecid, anda mesmo dos melhores
    ntores estrangeiro.
    Sobretodo, este estimavel producto nao ataca as
    -eonas de s(jo, antes pelo contrario, a penna
    dqaire um esmalte dourado que, sendo interes-
    -Lle, asss proveitoso.
    Esta .tinta, nao sendo especialmente para copiar,
    coartado duas, tres, ou mais copias nm n-es
    epois da escripta ; preciso, porm, deixar-lhe
    ) papal bem moihado sem o enxofrar com o mata-
    oorrio, porque nio ha o rheo de borrar. Para se
    tirar mais de urna rpla, nio se aggkjmeram (an-
    ua olois qaantas copias *e querem tirar, mas
    fae-se como original tirar urna tantas quantas
    deseja-m, sem qae o original flque prejudicado
    pelas extraes.
    Decorro aqu dtar que, para copiar importa
    umita ioielligcnsia e nabilidade, sem o que a me-
    lhor Unta nio satisfar, $ o deleito recae sempre
    sobr a tiou, qae rouita? i^zei ?uew menos
    eolM tem.
    A to$U quatidiJe JesU tinta 6xUemament.>
    ipreiuvel, pois qce evita que em qualquer es-
    crip*.oaio hija mais do que urna tinta oara os di-
    -tTtotmttwn.
    'aquanto -saa durabilidji'. nio tt 0,1 por
    Beo3r davH pwqn?n lia Jepr-f de e--.
    cripta soffre o choque de cidos fortissinios,_ sem
    1 se decompr; ora, se os cidos nao tem accao so-
    bre ella, mnito menos a accao do lompo a poda
    destruir ; ato plausivel.
    Nao s ao comroerclo que este mea pnducto
    veto sor til ; os professores dos colleg09, InveMi-
    gando todos os meios para o adiamntenlo do*
    seas discpulos, tem approveitado eta tinta, que
    com razio a acharara apta para desenvolver o
    gosto no9 educandos, em conseqnencia da beleza
    da cor e facilidade de correr na pequea pela sua
    liquidez. Ha exemplos de enancas que havii
    muito tempo tinham orna repugnancia extrema
    para a escripta, logo qoe foi admitirla esta tinta
    no coliegio, apoderou-se dellas a curiosidade e o
    gorto, e ponco tempo depois osen aditamento
    era maniteslo.
    Esta lima, par de tantas vantageos, tem um
    nico inconveniente, deteriora-se ao contacto de
    ootra qualqner ; c. nvm pois te-la em linteiro
    isentos do menor vislumbre de outra tinta, e evi-
    tar escrever com a penna snja de urna preparadlo
    difidente e incompativel; verificando isto, nao ha
    razio para se usar de tinta que nio seja a VIO-
    LETA EXTRA-FINA DE MoNTEIRO.
    Observapao.
    Djveraas alsificacSes e semelhancas tm appa-
    recid,, cuja durabilidada duvidoia. Os Srs.
    compradors poiera evitar o engao dirigmdo-se
    i raml 'rnmipectas, e pedindo a lints qne ?i
    ahric.i
    .4. C, Monleiro.
    3M1 'MHS1J
    ELEGANTE
    N. 1Ra Estreita do Rosario N.1
    Aa BOU TOJH
    Acaba-se de abrir este importante estabelecimento demiudezas superiores cornos
    melhores rticos de luxo e de moda para homens e senhoras, variado sortimento de
    perfumaras dos mais afamados fabricantes de Pars e Londres, como sejam Hver, Lobin,
    Condray, Pinand, Regand Chonneaux, Monpelas, societ Hygienique, Gosnel, Bimmil e
    Piesse Lubin, etc., etc.
    Alta novidfide
    O Masen Flecante ra Estreita do Rosa-
    rio n. i vende ricas camisas de cambraia
    de linbo bordadas para noivas, e tambem
    de madapolio fino, bordadas e- enditadas
    de ntremelos a 404, 604 e 754000 a du-
    zia.
    L-ndos perneadores guarnecidos de ntre-
    melos e reudas valencione, ricas calcas da
    linbo bordadas e de madapo'ao, para senho-
    ras, bellissimo sortimento de golinuas e pu-
    ntos cousa inteirameole nova, recebido pelo
    ultimo vapor da Europa.
    PARA BAPTISADOS.
    O Musen Elegante recebeu os mais Anos
    o ricos enxovaes para bapti-ados e tambem
    lindos vestidos enfeitados para crianca, ra
    Estreita do Rosario n 1.
    Ultima moda.
    O Musen Elegante recebeu os mais lindos
    e modernos chapeos de blond enfeitados
    para senhoras, e tambem de velludo e pa-
    Iha para criancas, e est vendendo muito
    barato para vender logo, a roa Estreita do
    Rosario n, I.
    Flores e plumas.
    O Museo Elegante est vendendo as mais
    bailas llores e plumas que tem vindo ao
    mercado, assim como um lindo' sortmenio
    de franja de seda preta cousa de apurado
    gosto ra Estreita do Rosario n. I.
    BOTINAS.
    No Museu Elegante vende-se botinas de
    n. 20 a 3 pOara criancas a 2#000 o par, e
    Lbyrintho
    O Museo Elegante vende ricas frondas de
    labyrinlho a 640 e IW, ra Estreita do
    Rosario n. I.
    tsmbem vende colchas e toalbas de fuslo a
    5(5000 extraordinariamente barato, roa
    Estreita do Rosario n. 1.
    Collar electro.
    " At qne ntinal obegarem oe rdadeiros
    collares de Royer, contra as convuls5e das
    criancas e facilitando a denlic5o, e estio se
    vendendo a 3(5000 no Musen Elegante
    ra Estreita do Rosario b. i.
    As d 54 por 4*5800
    Na verdade barato II Facas finas cabo
    de balaoco com dois botes a 4(5800 a du
    zia, nm completo sortimento dd co'.be-
    II.eres de electro-plato e facas com cabo de
    marfim, tu io por preco baratinbo que ad-
    mira, no Museu Elegante ra Estreita do
    Rosario n. i.
    AS MODISTAS.
    No Mu.*eu Elegante encontrarlo um com-
    pleto sortimento de bico de blond branco
    e preto, dito crochet, trancas e franjas de
    seda de tocias as coras, grande sortimento
    de gales de algodo cousa de lindos dese-
    nhos, cambraia franceza branca e preta para
    forrar vestidos, retroz de todas as coros,
    entremeios e babados tapados e transparen
    tes e agulhas de ferro, osso e marfim para
    crochet, ra Estreita do Rosario n. 1.
    iiuit a< o de onro.
    O Museu Elegante vende ricas vo'tas deli-
    radas para senhoras e tanibem meios ade-
    reces imitando coral, perol* e gata tudo
    por precos razoaveis, na roa Estreita do Ro-
    sario n, 1.
    Mantilha brasileiras
    No Museu Elegante ra Estreita do Ro-
    sario n. I, ven'ie-so lindas mantilhas de
    seda para senhoras a 15000, cousa vinda
    no ultimo vapor.
    Cura lapida e ladical dos
    callos
    pela pomada Galopeau
    Es-a pomada qoe tao bons resultados tem colhi-
    do as pessoas que della tem feiio nso acaba de
    chegar para o seu deposito-especial..
    NA
    Pharmacia c drogara
    DE
    Barihoiomea & C. ra larga do Rosario-na-
    ____________ mero 34-
    k revrtlescere duBarry de
    LoudrfS
    Tod a Jeen^ cede a Revalcscierc du Barry,
    qus da saude, energa, appetite, digejiao e des
    causo. Ella cara as dispepsia?, gastriies, humo-
    res, acidez pituita, flato, enjops, vmitos depeis
    da comida o gravidez, con upagSes, tosse. astbtna,
    aileeco9s pulmc nares, t-exiga, |]gado, cerebro e
    saagae ; 60.000 curas, ineluindo muitas dolas no
    Brasil.
    A rev.deciero chocolatada du Barry
    em p,
    D.:zioso alimento para almoco e ceia, muito
    nutritivo, .'rrtiflcsRdo os neros'do estomago frm
    causar o tnsnor pesa nem dr de cabcea, uem ir-
    ritseja
    Ubico depo.-ilo para o Brasil em Pernambuco
    n pharmaeia americana Je Cerreira M lia 4 C,
    ra do Dpqua de Cixias n. 57. (Todo cuidado
    :om as.falsilk-aoes.)
    erveja em lutrr.l, -de tu-
    perior qi lidele
    VeoJe-f4 flm :e?a de S. P. Jahasni-ft C, ro
    da Seozala-nova n.?.
    -. Vendase uaa m.bilia d* amareilo com
    dra por i>r*e-c "onm^o Q rrja e'tfeira do
    ti.
    i *- Joaquim Jos Goncalves Beltrao tem fara
    1 vender no seu escriptorio ra do Cimmerclo n.
    i 3, os gneros abaixo notados, que vende mais bi-
    1 rato do que em outra qualquer parte :
    Azeitonss em ancoretas.
    Amendoas em barricas.
    Caf muido em massos de t libra.
    Chapeos do Chile de boa qualidade.
    Cognac marca marte! frres.
    Enxadas.
    Farinba de mandioca de Santa Catbarioa, sac-
    eos de 3 e 2 alqoeires.
    Dila da Babia em saceos brancos.
    D'ta de dita em barricas, proprias para casas
    particulares.
    Fio de algodo da Bahra em n vellos.
    Fouces.
    Maxados.
    ores. .
    Obras de palbetas.
    Papel proprio para cigarros.
    Dito azul para botica.
    Palios para denles.
    Pregos sonidos.
    Panno de algodo da fabrica, de Todos os Santos
    de Pedroso na Baha.
    Rolhas.
    Rap popular da Baha.
    Bolim em fardoi.
    Reros dos melhores fabrieaales do Porto-
    Tapioca do'Maranhao.
    Tabaco monte da Babia.
    Vernis -copal.
    Vinho do Porto engarrafado, caixa- de 11 gar-
    rafas.
    Dito de dito em barris, proprio para engarrafar.
    Dito moscatel, verdadeiro de Setobal.
    Dito Bordeanx em caixas de urna duzia.
    Dito de caj em raixas da urna dnsla.
    CEMENTO.
    O.verdadeiro poilland: s se vende di
    roa da Madre de Oeus n. 22, armazem di
    Joao Martins de Barros.
    FAZENDAS EM LIQUIDACiO
    NA
    DO PAPAGAIO
    A' rna da imperatriz n. 40
    Os propietarios da loja do Papagaio scieotificam ao respeilav. I publico desta
    provincia, qoe esperam muito breve receber um novo sortimento de fazendas moder-
    nas, e de bom gosto, e por conseguate p5em em liquidaco as abaixo especificadas:
    Retamos de chita, de cassas e lias.
    Chitas de cores e rxas de 160, 200 e 2i0 rs.
    I.Saznbas tapadasetransparentes.
    Alpacas lisas e lavradas, de muitas e diferentes qualidades e presos.
    Cassas de cores de 2*0 a 3iO rs. o covado.
    Cortes de cassa chita a 2|$400 o corle ou a 2*0 rs. o covado.
    Cambraias brancas tacadas a 45 e 5(.
    Barejes de 13a a 320 rs. o covado.
    Toalbas de linho do Porto muito grandes a 10/5000 a duzia.
    Metim da India a 600 rs. o covado.
    Laazinba preta de 320, 400 e 440 rs.
    Alsaciannas a 10000 o covado,
    Chitas pretas mnito Anas de 400 at 240 rt,
    Espartilhos de linbo e algodo de 3500 at 5000.
    Camisas de meia, ditas francezas.
    Camisas de peito bordado, lisas, e de pregas com collerinho e sem elle.
    Baloes de panno a ,'1(5000, dos mais modernos.
    Collernbos de papel com beira de cor e todos brancos.
    Fustoes de cores para vestidos muito largos a 4*0 rs. o covado.
    Cortes de casimiras de 44000 at 70000 com qnadros e listras.
    E outras muitas fazeodas que preteodemos liquidar para o5o accumu!ar com
    as que espetamos receber.
    ROPAS FEITAS EM LirtIDACAO
    Na loja do Papagaio ba um grande deposito de roopas feitas do brifls e de
    casimiras, palitots, calcas, colletes e sobrecasacos, que se liquidara por precos muito
    baratos.
    Seda lavradas de cores.
    Liquida-se na loja do Papagaio urna grande porco de sedas lavradas de cores
    que se vendem por precos baratissimos, na ruada Imperatriz. d. 10, esquinado beccodos
    Ferreiros.
    Mendes & Carvalho.
    BAZ4R DA MODA
    DE
    JOS DE SOUZ SOAPES C.
    Grande exposipo
    Especial sortimento de fazeodas de algodo, linbo, 13a, e seda, de io Us as quali-
    dades.
    Artigos da moda elegante, tanto para senhoras, como para homens e menino?.
    Completo sortimento de miudezas finas.
    Grande deposito de perfumaras dos a ais aflamados perfumistas di Europa.
    Variedade em objeclos de phantasia para mimos.
    Nova remessa de ricos livros para roissa com encadernaco de velludo, chai".;
    esmaltado, e madreperola, tanto para senhoras como para meninas.
    Bello sortimento de lindas e modernas joas de ouro, como sejam : cadeias pata
    relogios, medalh5es, meios aderecos, brincos, broches, braceletes, collares, e abotoadu-
    ras para camisa.
    Ricos espelbos prandes com moldura dourada a ouro fino.
    Bollas panormicas brancas e de cores, proprias para jardins e cornijas de casas.
    Assim como temos a venda urna bella e perfeita embarcarlo de guerra, symbolo
    da corveta S da Bandeira, e urna caixa com rica msica de pente acompaobada de
    timbres e rufo, tocando com a maior perfeicSo o hymno do Brasil, Vida Parisiense,
    Marco Espada, Flor do Cb, Fausto, Pericholle, os Dragues do Vlars, e Viagem z
    China.
    y. .Olina do Baro da Victoria3. 50
    (Esqnlua da de santo Amaro),

    V'SP
    drogara eHIrl
    HOMEOPATHKA
    DE
    JOS' AL VES THENORIO & C.
    m
    RA ESTREITA DO ROSARIO N 3.
    Jos Ahes Thenorio, profess>r em homeopathia, tendo-se retirado do
    laboratorio bomoopathco o consultorio de seu Ilustro e finado amigo o Dr.
    Sabino 0. L. Pinho, que por muilos nios estiveram sob sua direceo, tem-
    se estabelecido sob a firma de Jos Alves Thenorio C, roa estreita do
    Bosario n. 3, enie, animado pelaconfianca com que honrar, m-no osaroigo3
    da homeopathia, lhes oflerece e ao resjeilavel publico um completo sorti-
    mento de todas as prepararles hemeopathicas conhecidas, recebidas das rxais V'***
    acreditadas casas de Londres e Paris, e indgenas, bem com tudo qu.nto 5^
    diz respeito a homeopathia e sua pratha, espertnd > que conlnnem a honra- "
    lo coma mesma confianc, para o que nao se poupar a esforcos.
    PRECOS DAS BOTI'.AS
    I botica de 12 medicamentos 100 I bolica de
    I
    i
    I i
    1 t
    1
    S3o uteis essas boticas aos Sis. mdicos, senbnres de engeDho, fazea-
    deires, chefes de familh, capttln de navios, e em geral a todos quantos qai-
    zerem dedicar-se a pratica da l!omeop4hia.
    Medicamentos avulsos pelos procos das outras drogarias, bem como
    chocolate de Londres i do M.uu.Mio para uso dos doentes em tratataentj
    pelo systema homeopathico.
    GLBULOS.
    12 medicamentos 100 1
    24 200 1
    36 f 300 i
    48 i 330 1
    60 400 1
    120 7i 0 1
    TINTURAS
    12 medicamentos 150
    -2 * 20
    36 a 400
    18 500
    60 t 603
    120 1100

    '<%8$$%
    mm
    ><

    rvlJBYX
    LOJA DA CONQUISTA
    Ra do Cabuga' n. 6
    Os donos deste boto estabelecimento acabara de recebar um completo soi lmenle
    de fazendas finas, das quaes-. mencionam os artigos ibiixo declarados am ue que o
    respeitavel publico possa fazer urna aproximdi idi de que n3o por meio de annun-
    ci03 que queremos acreditar nossa loja, mas sim pela Mriedade de objectos de gtstt)
    de moda que sempre coslumaraos ter como sejam :
    Ricos cortes de blond para casamien-
    tos.
    Gorguro de sa, branco e preto.
    Dito dito de cores.
    Popelinas de seda brancas.
    Ditas itas de cores as melhores do mer
    cado.
    Ricos cortinados bordados para cama.
    Ditos ditos de crochet dito.
    Colxas de crochet dito.
    Dilas de la e seda dito.
    Camisas de linho bordadas
    nhoras.
    Dilas de algodSo, bordadas
    nhoras.
    Ditas bordadas e lisas para boraens.
    ManJam-se ou levam-se as fazendas em qualquer casa
    o nome da ua e numero da morada na
    L0J4 BA CONOTO
    A' ra do Calmgu' d, 6.

    AMONIO FRANCISCO DOS SANTOS & C,
    para se-
    para se-
    L'ndos lencos de (uftra de lirho bjr-
    dados,
    Saias brancas bordadas.
    Granadinas brancas e- de cores para ves-
    tido.
    Lindas alpa:a> e laa3 para *< stido.
    Ricos enxovaes par.) 'plisado.
    Ricas chapelin.?s e chapeos pira senho-
    ras.
    Lindos fustes de cores paia vestidos.
    Fil de seda, e grinaldas para noivas.
    Manlilhas brasileiras.
    Carrbraia fioa de2 'arguras.
    Bramante, Brelanhas e <-goiao de li-
    nho.
    Tafletes grandes para guarmeo.
    que para isso.uus maudem
    A


    Dicho de Pernammuoo
    Segunda feira 21 Je Agosto le'1871.

    U
    tJta Ramos, na roa da Cruz n. 8, t
    "i>al aoWBano*-era*46'o
    lio (arases
    ona.a.
    ,jlas as academias t
    .j. superior a toda que tera ap-
    T)ep8aito principal a roa d*
    i. 54,1 andar, em todas as bo-
    de cabelleireiro. '____
    IjOJA
    Flor da Boa-Vista
    DE
    Pallo Guimarcs
    O sroprietario deste bera onhecido es-
    ito contina sempre segundo soa
    forma de primeiro barateiro da Boa-.
    para raelhor prova adm rem os
    ssgorates:
    i escora e ciaras cores Gxas
    i errado 160 200 rs. a. 400
    i de cores 240, 280 rs. e 320
    I para vestido 280, 320 rs. e 400
    i escoce jas fazeoda aova a.. 610
    ilavradas d'um s cor.- 720
    a braoca transparente pe-
    a3o5 0e.....80000
    Gatas A la victoria a 45000 e. 80000
    rmente com 10 pdmos de lar-
    , varas, a'2,0000 e. 2050"
    Ja--) superior pecas 50000 e jJOi 0
    Afeo-.!*)- 40000e.....80000
    Brsa pardo trancado pecbincha
    covado a....... 320
    fis*lo liso morto fino a. 320
    Gair. mnttas mais fazendas que vende-
    ii por precos baratsimos como sejam
    pasare pretos, ditos azues, casemiras pretas
    t de c.6r, merinos, bros brancos e d co-
    rea, svta para- cohetes, camisas inglezas para
    hornero, folias, chapeos fie sol etc.
    Ollieina d'alfaiate -
    Osdig'iis freguezesencontraroom grao
    4 sorioiecto de roupas feitas desde o
    ou mferior al ao mas superior que su
    ade no mercad;), assiin cumo se manda fa
    rtt toda e qualquer obra d'encomraenda
    feilas a caprieho, poli para este misier se
    acba munido d'um perito niestre. Gsranie
    fL-craa sem or 0% de que em cuica
    tplq pagar o que compra e nio o aspecto do
    estabd-cimutito,
    48Ra sa luiperatrlz18
    JUNTO A PADARIA FRANCFZA
    Libra* s>-->li ms.
    Teode-so n arraazem de fazendas de Augusto
    E. ie Otiveira A C, ra lo Coinracrcio n. 41
    tilAlB i i
    Tu venda em seas annazens, alm de outros
    trpn MMoin por procos mais mdicos que em ou-
    mjcsiifoer p-rte ;
    H*ft48 dp pino almofadadas.
    IWVr-'IRAS dr ferro fura cerca?.
    AUTOS mglM.
    ESTIMAS da ludia para cania e forrar salas.
    SANOS t'fi barro francez para esgoto.
    upviijr em porcoe3 e a contento.
    - KTCTO Je todas as qualidades.
    * :HNAS de dc-:carocar algodo.
    , t/)NAS e brrazx? da Ru.-.'ia.
    OL&aDOS americano^psr forro decanos.
    iES r..--<.ercanos uiuito boas e econmico?.
    - de Borteaax.
    Al superior de Gauir Freres.
    LLO ei saceos grandes a 3500.
    (W \ fforiit, logi'.iaaa.
    LAX6&S decanta'.
    CADKUAS americanas.'
    1H(B da lares ira.
    POS de L'-boa.___________________
    Demento Po? ti and
    x tnicas de i" arrotas preco mais com-
    -df> do gye b/t caira qualquer parte, vende-se
    us armay de T'.nq Irmao* A C
    Vinh > de Col ares
    Yende-se o verlaJeiro e superior vinho de Col-
    to. que mais a.'oeitaaio tem em Lisboa, em
    S*r*r* i? pipa na ra da aladre do Deus nn-
    Bjsm "z*t.___________________
    Contra a tosse
    PAS'M.HAS PE1TORAE5.
    de
    ftitrma itoplei rrystalisa'Ja.
    Mn' de aligue
    "%'k -rAratii.
    See 'le picho r&ritimo de Lagasse.
    t vtirts naila* que mnito se recomendara pe-
    ix- sasn eicei!ee:< qualidadej.
    Vende ua
    KtARAClA E DHOGAFUA
    DF.
    Barthnlomen & C
    ___ Vt- RA f.AUGA DO ROSARIA-3
    GRANDE
    LIQUIDACO
    Ra do Crespo n. 20.
    RBVM liso de ejres tiudas para vestido a 210,
    g&t ."/iO o envido, chitas escura flaas :om bar-
    ia a ;W> o e iTado. braiissiroo : na loja de Gui-
    Tmih CiDeirn di Ciinha.
    l,IOUIDA<|Ai)ii
    LMIMUEM
    Bonitas
    PARA AS FESTAS
    DE
    SANTO AMVOMIO
    E S, Me
    CDEGARAM para a loja .
    fio ?m s&-cos
    Okdl Biodiosa *
    T^n-V--- era ci-a de
    an 'H C ii' n. 11.
    O, a
    tMJZO 1 URO DE FIGADO DE BACALHAO
    DA
    TERRA NOVA
    DE
    H. LAC0M1E
    T.*tn leo qu^ tan boa ar.-eilaQao tera merecido,
    tilo r.c-iir.m^Qla por 'er o mais purifleado

    perior a utro jiulquer : venle-se no depositi
    vw-fial de irihulo^ien A C. : rus Larga do Ro-
    )S.
    X
    aropo sedativo
    DE
    Gasea de liranjas amargas
    COM
    tRO.ILRETODE POTASSIUM
    DE
    LiROZe
    Est novo preparado aprovsdo pela aeademia
    atcm. de me.1i-na, mnito ro recommenda pela
    w aci iiHtalioa t calmante, obre_ o sytero>.
    atron, o brumurftn de potassinm, nao d na rtp
    ir us bu c-rt is resollados as diverjas aff-r-
    * Jr> wgatism e prinapalmcnte as molestia'
    rafia, das vas digestirs da respirago, da
    * |*D*)-Britirjs, na epilepia, as molestia1;
    UTtp-;' da prenhez, na insmnia das criaD{a
    aiwar* o periouo da denuedo etc. etc.
    Vende se na pharraacia e droga A
    de
    B>-tli Junen c.
    t 34-ntTA lar^.a dorosahio-.vi
    NA EUA DA OTEEATRIZ 60
    DE
    FLIX PEREIB1 DA SILVA ft(L
    Os propjieurios deate grande esUoeleciaoeoto teoda m ser ama avallada por co
    fazenda, e teodo continuado a receoer por todos os vapores e navioa immeaaa p '
    das mismas, tem re* Ivido fzer ama GRiMDE MQUIDAgAO, afim de demiooir o
    de deposito e ap irar OLNHKIRO. De todas as faiaadas que se vende baraiiuioM se .
    as amostras, ficando penuor oo se mandam levar em casa das Exmas. familias, assin coim-
    as pe soas qge pegueiam em meoor escaa, n'este esta elecimeatose pod.erio sofr em
    pequeas porches pelos memos preces qpe compram oas casas exportadoras
    fazpnlsK AWAIATE
    oe se escarrega de ejecutar qo4 commeoda da sua arte vontadt do fie
    guez, e o proorietario d'este grande esta-
    beteimeolo e promeite servir bem a todo*
    o' fregoeie* eee Ibe boorarem asaa casa.
    ALGODOSINHO A 3^50 A PR.QA
    O Pavio ven le pecas d'algodotifiho de
    muito boa qaalidade, teodo 20 jarda cada
    p*ca, pelo barato preco de 9*500, ditoflMi-
    fo largo e eocorpado WOOO, dito o -me-
    Nwr qae tem v *do ao mercado, matto en
    curpado e largo para lencoes, pelo barato
    prefo de 43M00, grande pecniecha.
    MADAPOLAO A 4,9000 E 45500
    O PavSo vende pecas de madapoao com
    H jardas, sendo f.zenda moito superior
    pelo barato prec/> de 4AB00, ditas com as
    mes as jardas a 45000, ditas finissimas a
    5#KK), 65<100 75W0e 85000 pecbincha.
    MADAPOLOFRANCEZA (05
    O Pavao vendtj ie?as de flnissimomaa-
    polio verdaderamente francez, teado 22
    .metros oo 20 varas, pelo baratissimo pre?o
    de 105000 peca, sendo fazenda que. sem-
    pre se veadea i 46000, e Rqni u-se por
    este barato preco por estar a!gJma couia
    encbovalbada na pon
    ALGODOSINHO ENFESTADO A 5 1^280
    . O Pavio vende verdadeiro 'alg)d|osinUo
    americano, tendo 7 palmos de largara e
    muito encorpado, proprio para lencoes
    75<'00 a vara, .ditoda mesmaiargura sen-
    do trancado e mnito encurpa 'o acO.
    BRAMANTES PARA LENQOES A 2W0 280035
    O, Pavio vende o verdader brabante de
    l'nbo.tendo IOpalmoa.de largura, que ape.
    oas precisa para um lenool njna vara e r rjsa
    4W\, pelo barato preco de2400 vara.
    |-d!to. melbor de 258 Oe difmQ, ten lo at
    do meioor que vajn ao mercado 35500
    e 45000, assim como cretunes fortes para
    lencoes, sendo urna encerpaibfi*nda,fran-
    ceza com .40 pdmos de largara a Oc rs.
    o metro, e bramante d'algodo oom a mes-
    DJ| la/gon. AMi)Q.
    SAI \S_ BORDADAS A 4500 E 65000
    O RdVio vende graade pciocha em saias
    brancas rica:nente bordadas, tendo cada ums
    4 pannos, e vende pelo bara/o prego de...
    4450U e 65000, sendo fazenda que sempre,
    v-nden-se pi.r 85 e 1050n0.
    Fazendas para saias a 1^200, I52SO e (59a
    O P'8o *cniJe sDperi-ir fazenda bord^dir
    a con Deesas ropFas para aeias, a 45200,'1
    15280 e 150' 0 a vara, sendo preciso para
    urna saia pe. as 3 varas ou 3 1|2.
    As 3000 corles de camhraia a tyiHQ
    O Poni vende urna grande porcio
    cor.tes de cambraia organdvs; tanto brancas
    como de cores, sendo com listrinbas de
    cores tessidas e nao estampadas, e liquida-
    se pelo barato preco de 25500, cada corte,
    fjenla que vale minio tu L-.
    Aos 200 carie de uaibraias bordadas a 5500:
    O l'avao vende urna gande quantidade
    de cortes de cambraias brancas bordad s
    para vestidos, sendo com. os de>enhos mais
    lindos e mais vistosos que ten vindo ao
    mercado, tanto em listras corridas como ada-
    L'onaes, e c m muiu fazenda para um ves-
    tido, e liquida-se pelo baratissim > prego d
    55000, sendo fazeoda de mir.to maior va-
    lor, granda pechincba.
    CAMBRAIAS
    O Pavin veode grande qaantidade de pe-
    cas de cambraias brancas tapadas e trans-
    parente*, teauo de 35 a pega at i mais
    Una que vem ao mercado.
    CHITA A *60 RS.
    O Pavio Vende chitas laraas com bonitos
    desenhos e ceres ixas, pelo barato prego
    te 160. ocovado, grande pecbincha.
    LAASINHAA t60 RS. 0 GOf'ADl
    O Pavio vende bonitas I3asinhas transpa-
    rentes pelp b'rat' preco de 4;0 rs o cova-
    10, paihiQcba na ra da Imoratriz n. 60
    C-'RTES DE CASSA A 25500
    O Pavij vende bonitos cortes de cassa
    franceza viudo c^da om em seu napel. pelo
    barato preco de 2o5O0 rente, ditos muit
    lindas 3*100, pecbincha.
    OASSAS FRANCEZ iS A 20U RS. OCOVADO
    O Payo vende bonitas cssa* de cores
    para vestidos, pelo barato preco de2rMirs
    o covado ditas finissimas com os desenhos
    muis mode.Tws que'tem vindo ao mercado,
    pelo barato p CRETONES
    0 Paao veadt flnissimos cretooes escu-
    res matizados, propnos para vestidos e
    chambres, pelo barato pre o de 64(1 rs. o
    covato, dito de fl r5os, propri(spra co-
    ALSACIANaS A 1 ico
    Chegaram as mais.lindas alsaciaoas sen
    do orna nova e elegante fazenda de laa
    com brilbantes Kstas de seda e ba tau;e
    larga, para, vest ios, sendo 'este genero
    o que este acno tem vlnd de m is gosto
    o mercado, e midi'-se 15200 o covado
    GRANADINAS JAPOEEZAS A 800 RS. O GOVaDO
    Cbegou para a loja do Pavao rsta nova
    fazenda com o nome de granadinas Japone-
    sas, sendo nma boni a fazenda de lia com
    bouilos queros de seda, p opria para ves-
    tidos, tendo de todas as cores, o vende-se
    a 8 ATLANTAS LAVKADAS A 800 RS. .0 COVADO
    Cbegou eta nova fazenda c >7n o nome
    'e a lanta, sendo nma delicada fa?enda de
    lia, p ra vestidos, que vende-se pelo bara-
    to preco de 800 rs. o covado.
    NOVAS POPELINAS DE SEDA
    Cbegou para a l< ja do Pavio um trande
    sortime to das mais lindas e modernas
    pon elinas de seda, com os mais delicados
    oadroes e de mnito phantasia, que vende-se.
    por preco muit<> barato.
    CAMBRAUS BRANCAS LAVRAD vs a 4*
    Vende-se curtes para vestidos de cam-
    bnia branca la.rada, sendo fazenda muito
    Qna, p--lo brato preco de 45 eada corte,
    as.-hn como um grande sortimeoto de ditas
    lisas, tapada?e transpareotes. que venle-se
    por me os do que em ootra qualquer parte.
    CAMISAS PARA INvERNO
    Chegoa para a loja do Pavo um grande
    sortmento de camisas escuras encornadas,
    a prova o'agua, sr;ndo pnpMas paraaes-:
    tagio do inferno, e vende-se par preces
    em conta.
    TOALIHS ALCOHOADAS l'ARA MESA A 3*500
    O Pavo vende toalbss brancas de fust-io
    a'cocboadas, propias para mesas, sendo
    bastante grandes peo barato preco de
    35500, das encorpadas muito grandes 75-
    CHALES DE MERINO' A 25500
    0 Pavo vende chales de merino muito
    grandes e encornados 2*5"0, ditos
    imiucio de cbineze 20500, fofo pretos
    de renda com 4 pomas 25000.
    CHALES PRE TOS BORDADOS
    O Pavio vende os roaiores e melhores
    chales de me n pretos ricamente borda-
    dus com largas franjas de retroz, e ven por menos do que em-nutra qoaiqoer arte.
    CAMISAS PARA HOMENS
    0 Pavao vende um grande sortimento das
    ra-:di res camisas inglezas e francesas com
    peitos de hnbo para todos o pregos e qua-
    li ades, assim como ditas de ditos de
    algodao nara tod s os pregos e tamanhos,
    tendo tambem para criancas^ e no mesmo
    estabelecimente tambem se vende ceroalas
    de linho e algodao, tendo para todos os
    pre os, assim como metas croas ingl-zas
    para homens e meninos, q por preco muito limitado.
    CORTINADOS BORDADOS
    O Pavio tem c> ovantemente am grande
    sortimento dos melhores cortinados borda-
    dos para camas e jai e la-, que vende-so de
    8&IOO at ao o ais n o que "-ostuma a vir
    n'este genero, assim cerno bonitas cambraias
    adamascadas, tanto tapadas como transpa-
    rentes, propra< para o mesmo fl n. colcha-
    do ernebet, dama-cu para can as de noiva;,
    e cortinas, e ende-e n< Bazar oo Pavio
    LASINHAS BARATAS
    O Paao tem nm g*ao le soitimento das
    mais bonitas lasmbas para vasti os, tendo
    de todos os prec* cores e qnalidades.
    rincip ando di 2(K> rs. nara cima ; poru
    tio grande a quantiade que seria enfa-
    loona especificar qnaliade por qoalida e.
    > a vista o fretirz e d*s amostras se Ibe
    venderio por precos tio cmodos qae
    Orn^uea deis- r ue fazer nm vestido de
    Ua p.r tao pouco diuheiro.
    ALPACAS DE CORDAO A 640 R8,
    COSTURA
    , Gaegaram ao Bazar Universal da roa Nova
    o. 2, um sortimento de machinas para cos-
    tura, das melhores qualidades que existe na
    America, das qtraes muitas j sao bem co
    obecidas pelos seos autores, como sejam:
    Weller & Wilsoo, Grover & Boker Silen-
    ciosas, W'eed e Imperiaes e outras muitas
    qae com a vista deverio agradar aos com
    oradores.
    Estas machinas teem a vantagem de fazer
    o trabalbo que 30 coslureiras podem faz r
    diariamente e cosem com tanta perfeicio
    como as mais pe feitas coslureiras; Garan-
    te se sua boa qualidade e ensioa-se a tra-
    bajar com perfeicio em menos de urna
    hora, e os precos sio tio resumidos que de-
    vem agradar aos pretendentes.'
    A FLOR DE OLRO
    E' este o distintivo ie nma twa e te
    r
    loja ejda?,ta a rfiv la
    Rosario a 24 A,
    ontada

    Os proprietarips deste elegante esttbelecimesto tendo em vista os esfof
    os ae
    g
    i
    flzeram para o colloearem as soocc8es de orna grande clieniella, filtariam io ui>
    rigoroso principio se nao viessem ai eollumnas do jornal scientiflear ao respeitavel pu-
    blico, qae no memo estabelecimento encontraras sempre o mais completo sortimento
    de juias, como sejam : brincos os mais modernos, para adornaren) as delicadas ore-
    Ihas do bello sex, e que se vendem a 8, 0 e 10* o par, ditas para meninas a 4, 3 e 64.
    ditas de coral, obra de apurado goto a 3 e 44, Voltiaba de eofal cora cruzes de onro
    a 34, broonea modernos de 3 a 134, ditos eom podras e em sea devidas caijtinbas a
    10, 1, II e 204, rosetas lisas, porm bem trabilhadas, de 24500 a 94, ditas com
    pedras de 4 a 154, cacoletas a 4.4. ditas com Inscripc^ee a 545C0. anu de diversos
    gostos, e eom bonitas pedras a 2, 3 e 4J, ditas de perulas, esmeraldas e rubios a 64,
    ricas erozea de esmeralda e rubim a IS, 14 e 164, ditas de onro e coral com vistas pbo-
    t'iprapbicas a 3, 4, 8, 6 e 74, flgas de coral a 24. cadeias para ralogios a 204, dittas a
    64500 a oitava, guamiles com tres notdes para aberturas a 44, ditos de pedrlnrtta aJ4500
    o par, ditos para punhos os mais modernos a 7 e 84; alen de am variafesinso sortimen-
    to de jolas de apnrado gosto qne receben) por todos os vaporas da Europa ; como
    seJam : brincos, braceletes, alflnetes, aderemos completos, cruzes, roletas, anoels de '
    brilhantes, esmeraldas, parolas e rnbins. Madatbes, voltas, Uaneailoa, aooeis eom le*
    traa e de diversos modelos, ralos e pencinez de onro e prata donrada, reoslos de on-
    ro e prata de afamados fabricantes, salvas de prata de diversos tamanbos, rios palitei-
    ros e faqueiros, colheres para coi o sopa, maracas para crianeas, e nma indnidade d
    objectos que serla enfadonho menclooar-se.
    Os proprietarios da Flor de Ouro garanten) vendar mais barato qne em ontra
    qualquer parte, para qne estar aoerto o estabelecimento das 6 horas da manfci as 8 da
    no ate.
    GRANDE
    AO
    ROA DO DQOE OE CAXIAS
    1
    * -I
    *'


    ^%?a%;*<
    V
    %>%%%
    k&k
    ^%
    9 9

    (Antiga do Queimado)
    Peco que se nSo admirem dos precns de alguns artigos que passo a mencionar, j
    por_vezes tenbo mostrado que s desejo vender barato a fim de poder vender mnito.
    e nao ha quem me possa retirar do meu firme proposito ; podondo d^sde j ass6verar
    ao Ilustrado povo pernambucano, que nesta casa commarcial se encontra sincertdade nos
    tractos, afim'de se (oder conservar a numerosa freguezia que me tem honrado em vir
    em nossa casa, e para o augmento da mesma.
    <
    PRECOS
    '-
    loko iegaimente autorisado e approvado
    pelo conselho de sade.
    NICO DEPOSITO
    em
    PERNAMBUCO
    Pharmacia e drogara
    de
    BARTHOLOME 4 C.
    34Ra larga do Rosario34.
    Para
    FIO
    saceos e fogueteSros.
    s%cco$
    PARA ASSrCAR
    CERVEJA DE MABCA
    Engarrafada especialmente para o Brasil.
    Charutos de Havana
    Lona para velas
    Cambraia Victoria
    As verdadeiras trazem o* nmeros estampados
    oas pecas e nao as etiquetas.
    Vendem-se
    Em casa de
    ac T. JEFFERIES & C.
    46 Ra do Gummercio 46
    iBRINS DE ANGOLA
    OS LEGTIMOS
    Trazem em cada peca nm blihe-
    te eom o nome
    DOS
    nicos importadores
    T. JEFFERIES A C.
    Peas de madapoo a 30200, 4^0*0,
    40500, 50 e 60000.
    Ditas de dito mnito fino a 65O0, 70.
    e 90000.
    Dita dito enfestado peca de 12 jardas a
    30500.
    Dita de algodiosinho a 30', 40, e mais
    precos.
    Ditas de dito muito largo marca T a
    40400.
    Ditas de cambraia transparente a 30200,
    305oO e mais precos.
    Ditas de dita tapada (oa Victoria) a 40
    e mais precos.
    Cambraia a imperatriz muito fina e
    larga.
    Dita imperial com cordosinhos, fa,zerda
    muito moderna.
    Mosselma branca, coado 300 rs,
    Bram nte de linho com 9 palmos de lar-
    gura 10800 e m*is precos.
    Dito de algodo a 10500-
    Atoalhado afestuado fazenda superior a
    10800.
    Biim de algodo de c6r a 400 rs. o
    covado.
    Dito da Rossia, a 500 rs.
    Dito pardo trancado a 300 rs. e mais
    precos.
    Dito branco de linho fazenda muito supe-
    rior a 10600.a vara (vale 20000).
    Grande sortimento de brins de linho de
    cor a 500 rs. o covado, fazenda'que se tem
    vendido a 10200.
    Grande sortimento de casemra, casta o
    covado 10600, 20500 e mais precos.
    Damasco de lia fazenda finissima.
    Cortes de casemra para calca a 40500,
    50, 60, etc.
    Flanellas de 13a riscadinhas a 640 rs. o
    covado.
    Lencos chinezes a 30Of a duzia.
    Ditos brancos de algodio e linho sorti-
    mento completo.
    Comp'eto sortimento de camisas nacio-
    naes. francezas, allemies a inglezas.
    Cobertores de laa de xadrez fazenda supe-
    rior a 50.
    Grande soitimento de baH5>s.
    Cobei teres de algodio 10400 e 20500.
    Cassas de sa'picos a 0000 a peca.
    Palitots de casemra a 50OiOe mais pre-
    ces.
    Ditos de alpaca a- 30500 e mais pre-
    cos.
    Saceos para visgem.
    .Meias para homem a duzia 20400, 30 e
    30500 e mais precos.
    Ditas para senhoras, meninos e meni-
    nas.
    Popelinas de seda, covado 10700 admi-
    ra /I I
    Completo sortimento de chapeos de
    sol.
    Toalhas para o rosto a 80000 a du-
    zia.
    Toalijas bordadas, de linhi do Porto.
    sio muito lindas, mandem buscaras amos-
    tras.
    Duzias de gnardanapos a 20500.
    Cortes de vestido de cambraia branca
    com babadsa 70000.
    Cortes de vestido de cambiaia branca e
    de cor com babados a 100000.
    Algod -o de 2 larguras para lencol oo toa-
    lhas a -i000 a vara.
    Chitas finas a 240, 280 e 320 rs. o co-
    vado.
    Bita vio'ta fina a 280 rs. o covado.
    Ditas em percate o que ha de melbor a
    360 rs. o covado.
    h' v para crer.
    1 .*
    Gr nde
    LIQUIDACO.
    Na ra lo crespo u. 20.
    O Pavio vende as maii lindas alpacaa de!berta8endo fazenda muifo encorpada pelo
    i-ord o j.-ara vestidos e roupas de crianeas barato oree d 8 0 rs. o covado.
    telo barato preco de 640 rs. o co.vado,
    di'as finissiuias com os niaislinds lavoree
    iuiitacio de agraianas a hi 0 rs. o covado,
    b mos glacs com d-iicadas crese lus-
    trosas como sela l'OO o covado, eu<
    Basquinas on easaquinhos a 200 25 i
    O Havao vende basquinas nn casaqainhos
    de seda prtos ricamente enetados, p!o
    baratissimo pre? da d e *50O 0, rendo
    milo modernos, assim como ditos de erb-
    n
    Tmit m o verdadeiro oleo deOrus, PbiinenBjH
    lsciedad; hyg'oiea, e maca;:;r vil de Aikm-
    tras muitas fazenda de (Oto e Insolara cnel e re"das pretas qae se vendem muito
    estido/na ra da Imperatriz n, 60. *" coo,> "a rM da Imperatriz n. (}0.
    POPELINAS ,c,Us "tincadas paracabertis a HO rs. o corad
    O Pavio recebeu as mais delicadat me- LSJJSJIlLlf ^'^ entecadas com
    tures {K)upel.n.s de eda para vestos, delM:ado de8h P>" cobertaa
    corpada pe1 barati preco de 360 o cooadO.
    ESPvRJILHOS A IBOO
    0 Pav|i vende os mais moderaos a me-
    lhores aapariilboa, ten o de todos oa ta-
    co m os mais mo*rnu lovo.es, e out^ i \^!tL!^!!l.^J!^?n!^^
    7.3- c-im as cores mai- novas iue tem vja o,
    e veode-a' 23tHM) cala e-vado, assim
    coa o del cadas sedas de listinhai, lauto
    v tt.-t, (antiga rnaNovi).
    ara vest los >ie sent ra^ como de muinas,
    q vende-se 2dtXK) c a covado.
    ROUPAS PARA HtlMKNS
    0 Pavo iru c n-tante aetwe am grande
    irt nent" dei mapa, taiun de panno cors
    -orii br'nco e d'tftres, de case-
    < ra-, p,ra todos o< pn-cus e qualidades,
    lubem se manda fazer qoaiqoer peca de
    sa:B> biar Victoria a roa ik R>3 da Vic- "h^ ,c m tdo acaio ep.OiipUiUiO, par ^
    400 se tem om pertiw
    machos, pelo barato preco di 4500
    CASEMIRAS
    O Pavio vevJe om elegante sortimento
    de 'lekcada* caswsiraa inaieza, aepdo to-
    das o> oae moito"laveanhas. taro.pro-
    pnai para bomeo oa bm crMoeas, a
    ditas mais eocorada, teo de opa a da
    Loja de Gnllherme.
    Laas de cores miudas a 80 rs covado.
    Bramante de trabo com 10 palmos de largura a
    25SO0 vara.
    Chitas claras e escuras a 160, 200 e 2i0 o co-
    vado,
    Ditas ri3Cados prussianos a 280 o covadb.
    Ditas chioeras para coberta a 210 o covado.
    Cambraias, organdj-3 miudas a 240 e 280 o co-
    vado.
    Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
    nados^ a 30 o covado.
    Ditas bisi-o lisas finas a 3J a peca.
    Ditas brancas com 10 varas, a 3|000 e 3*500
    a per^a.
    Dita Victoria, a 41 a peca.
    Muselina branca, a 400 rs. eovido.
    Madapolo trances, a 61 a pega.
    Dito inglez de bom a especial, a 4000, 5i, 6
    o 71 a peca,
    toda

    0 B ea ef
    odgBS
    e 1 ^rl a
    3 < m p g
    Algodapsnbo a 31,31300 e 41 a peca.
    Alpaca de cor com listas, fazenda superior a
    360 rs. o covado.
    flores miudas matisadas a
    500 rs. o co-
    Dila braoca, com
    500 rs. o covado.
    Dita preta co fl >r bran;a, o
    vado.
    Ditas de cores padr5es miados e modernos a 360
    rs. o covado.
    Lengos de cassa com barra de cor, a 110 rs.
    cada um.
    Ditos de linho embainbados a 41 a duzia.
    Cbila, fazeoda bem oonhecida pela sua fortidio,
    "!*'* ''r*a 1ie chila Par fonP de escravos, a
    200 rs. o covado.
    Casemra preta superior, a U500 o covado
    Cortea de casemra de cor, 31500, 41 e 61.
    - Corlea de meia casemra, a ll!00.
    Casineta preta e de cor, a 500 rs. o covado.
    Ganga araarella lisa e de lista, a 360 rs. o co-
    vado.
    Algodao largo marea T a 51 a peca.
    Dase amostras com peohor.
    Vende-se barato, um plano, de um dos mais
    afamados fabricantes : tratar i ra lo Com-
    mercio n. 38.
    I anas largor* c^^omatTearaW\t&T&*T^ffiRm*ll
    poasivel. na roa da Imperatriz n. fc^S-de Oiindn n. iT '
    Aviso aos fumantes
    Charutos de Havana
    IfWtalalroe e de diversas maroaa, aeaba o de
    v




    Diario de 'ernambueo Seguua feixa 21 4* Agrjste da 871
    GRANDE LIOIDACO DE FAZENDAS
    LOJA
    DO
    N. 26 Ra da Imperatriz N. 26
    O proprietario deste rrovo estabelecimento, leado resolvid > liquidar o grande depo
    sita qae se actaa repleto' de fazendas de todas as quali lades, declara aos seos numerosos
    fregaer.es qoe a Jandaia vai vender saas fazendas por meaos qae em outra qualquer
    parte, pois qae far o descont de 10 % om qualquer qaantidade de fazendas que Ibe
    cooprarem.
    A Jandaia val declarar algn* presos de
    suas fazendas.
    Casimiras em cortes a 4,5500.
    Chitas escaras e ciaras,, fazenda boa a
    220 rs. o covado.
    Bareges de laa de qoadriohos, lindos pa-
    droes, mrjito largas a 480 rs. o covado s
    na loja da Jandaia.
    Lias a tabernic, oteiramente para aca-
    bar esta fazenda, pelo barato preco de 500
    rs. o covado.
    Lansinbas claras a mocambiqoe a 400 rs.
    o covado.
    Mussolinas brancas e de cores, lindos pa-
    drees la
    480 c 700 rs. e.-ta ultima
    assetinada
    Popelina de lia e sila, fazenda moderna
    e maito bonitos padrrjes a I OOO o co-
    vado.
    Completo e variado sortmento de chitas
    de todas as -qnaudades, por todos os pre-
    cos.
    Grosdenaple preto, fazenda nova a 2jJ000
    o covado, s na Jandaia.
    MadapolSes 4/J5jO. 53500, 7#,<7500,
    84 e 11(5000 a peca, s na Jandaia.
    Fil liso e de salpico por todo o preco.
    BalSes para senboras e meninas.
    Brim pardo de linho' a 3Q0 rs. o ao-
    vado.
    Ditos de cores a 440 rs. o covado.
    Cobertores le algodio de nffl s pello a
    1(5400,80 na Jandan.
    Cerju'as de algodio branco trancado a
    10500 oq 18000 a duzia.
    Bramante com mais de 10 palmos *de lar
    gura a 30000 a vara, s J ortai.
    Alpacas de cores lisas, a 500 rs. o ao-
    vado.
    Alpacas de cores com flores a 600 rs. o
    covado, esta pecbincha s na Jandaia.
    Alg idio marca T moito largo, boa fazen-
    da a 6t5000 a peca.
    Colxas para cama multo grandes, a....
    5,5000.
    Casemira preta fina a 20000 o covado.
    Chales estmpanos e lisos a 2)5800, 3#
    30800, 40200, e muito floo a 60000.
    Cambraia Victoria, de 40200 a 70000
    Ditas transparentes por todos os pre-
    cos.
    Ditas para forro a 20000 a peca.
    Algodio trancado branco com 8 palmos
    de la gura a 10500 o metro.
    Bramante de linho de nma s largura do
    mais floo de 10200 a 10400, s na Jan-
    daia.
    Toalhas felpudas grandes, a 90500 a du-
    zia.
    Alpaca preta Una a 600 rs, o covado, s
    naJandaia.
    Oleas de brim pardo de linho a 10600,
    10800, 20000 e 30000.
    Panno prelo fino muito boa fazenda, a
    40000 o covado.
    Palitot de alpaca pretas e de cores por
    todos os precos.
    CHAPEOS DE SOL
    Um completo soriuseoto sendo : de seda, merino, alpaca e brim; continuare a
    cobrir, concertar e fabricar chapeo de sol emgrosso ea retalho.
    A Jaudaia nio podando mais continuar a mencionar os precos de suas fazendas,
    pede aos seas fregueies qae venham ver a realidade, pois o
    aberto das 6 horas da manbia at 9 horas da noote.
    estabelectaento. se acba

    ARMAZEM DOS LEOES
    RA DUQUE DE CAXIAS N. 29
    Os proprietarios deste grande e bem montado estabelecimento scieniiflcam'* ao
    respeitavel publico desta provincia, qae se acbam com um variado e completo sortmento
    de movis, tanto nacionaes como estrangeiros, sendo estes escolbidos capricho por
    um dos socios queso acha actualmente na Europ, e por isso os podem vender mais
    baratos 20% menos de que em outra qualquer parte. O mesmo tem contratado com
    os melbores fabricantes daquelle continente as remessas das mais ricas mobilias feitas
    all. Na officina tem os mais habis artistas deste g mobilias as mais aperf.'icoadas para as casas da provincia consideradas de primeira
    ordem. Pedem, portwto, que venham visitar dito estabelecimento, onde encontrara"
    a realidade do que acabara de expr, passando a examiBarem : ricas e completas mobilias
    de Jacaranda, mogno, fu, carvalho, amarello, etc. etc., ricas e elegantes camas de
    Jacaranda, po-setim, amarello, etc. etc., guarda-vestidos de amarello, guarda louca de
    nogneira, amarillo, com tampo de pedra, aparadores de dita, dito, com dita, petits
    toilettes, especialmente para fazer barba, toilettes de Jacaranda e amarello, com pedra,
    e muitos outros arrigos de gosto, que para se nio tornar enfadonho prescindimos de
    azer mincho delles, o que s com a vista poderio apreciar.
    GALLO VIGILANTE
    Hua do Crespo n. 9
    Os propriSTlm'(W8t1)8nf eotmlcrao sfable-
    elmento, alm dos muitos objectos que linham ex-
    posto a aprertacio d resa-aifcvel paBUto, man'
    daratn vir e aeabam de receben pelo ultimo vapor
    da Europa, ara jccmpleio e variado soitimento de
    finas e mni delicadas especialidades, s qaies es-
    to resolvios a vender, como fie tea cutame,
    por precos. maito (ruinaos e commodos para to
    dos, com (auto qae o gallo...
    Maito superiores luvas de pelica, pretas. brna-
    cas e de mui Iradas cores;
    Multo boas e bonitas golllnhas e pannos para
    senbora, nesta genero o qoe t de mata moderno.
    Superiores pentes de tartaruga para coques.
    Lindos e riquis?irnos enfeites para cabeca das
    Exmas. Sras. t
    Superiores trancas arelas e d core cora vldrl-
    l boa e sera el les ; esta gateada o que pode lavw
    de raelhur e mais bonito.
    Superiores e bonitos leques de madreperola,
    marQm, sndalo e Osso, sendo aquelles brancos,
    com liados djennos, e estes preto.
    Muito superiores meias o de Escossia para -
    ohoras, as quaea-sempre se veneram por-30*080
    a duiia, entretanto qoe nos as vendemos por 201,
    alm destas, temos umbem grande sortmento de
    otras qnalidades, entre as qnaes algomas maito
    Bus.
    Boas bengallas de superior canoa 6* h>dia e
    easiao de marfim com lindas e encantadoras figu-
    ras do mesmo, neste genero o que de melbor
    *e pode de-ejar; alm destas temos tambem gran-
    de quautidade de outrss qualidades, como sejam,
    madeira, baleia, dsso, bv rrar-ha, etc. etc.
    Finos, bonitos e airosos chicotiobos de cadeia e
    de outras qnalidades.
    Lindas e superiores ligas de seda e borracha
    para segurar as rreias.
    B as meias de seda para senhora a para meni-
    nas de t a 12 annos de dade.
    Navalhas cabo de marfim e tartaruga para faier
    barba ; sao muito boas, e da mais a mais sao ga-
    rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
    bem asseiara'nos saa qualidada e delicadeza.
    Liadas e bellas capellas para uoiva.
    Superiores agalhas para machina e para crocMl
    Lmba maito boa de peso, fronxa, para eM er
    labyrintho.
    Boas baralbos de cartas para voltarete, asiim
    como os tentos para o mesmo fim.
    Grande e variado sortmento das melhores per-
    fumaras, dos melhores e mais conbecidos fa
    brlcantes.
    COLARES DE ROYR.
    E|ectrcos magnticos contra as eonvnlses,
    facilitara a dentidfo da innocentes enancas. So-
    mos desda maito recehedores destes prodigiosos
    ollares, e continuamos a receoe-los por lodo os
    vapores, afim de que nanea fallem no mareado
    como j tem acontecido, asslm como pois, podero
    aquelles qoe delles precisaren), vir ao deposito do
    gallo vigilante, aonde sempre encontraras- destes
    verdadeiros e< llares, e os qoaes aiteudendo-se ao
    fim para qae sao applicados, se vtnderao coa um
    mai diminuto lacro.
    Rogamos, pois. avista dos objectos qoe deixa-
    mos declarados, aos oossos fregpeies e amigos a
    vrem comprar por precos maito razoaveis loja
    do gallo vigilasue, ra do Crespo n 7._______
    Anda tima vez
    O Campos da roa do Imperador n. 28, avisa
    aos seas numerosos Iregaezes e amigos qae che-
    ga de saa encommenda o tao desejado npi
    amarellnho de Estevo Gasse, assim cerno o pi
    nhao do Rio Grande, qoe tao grande apreco tea.
    dado os qae sabem de saa atilidade alimenticia.
    Alm disso;
    O Campos lem constantemente em sea arma-
    zem uro completo sortmento de vveres, todos de
    primeira qualidade e como se tornara enfadonhc
    um annancio qae os descrevesse, liisita-se a mea
    cionar os segmntes :
    Carne secca (de carneiro) a 240 rs. a libra
    6J000 a arroba.
    Lingaas escaladas.
    Ditas em salmoura.
    Ditas afiambradas todas as ananas e sabbados.
    Amendoas descascadas e sem casca.
    Sementes de horutica.
    Charutos fama veis a 1*500 meta caixa.
    Ditos superiores em pro-so e a retaiho.
    Tinta purpurina a t <006 rs. a garrafs.
    Camaroes seceos.
    Raji Paulo Cordelro, viajado.
    Mate em folha e em pd.
    Tabellas de reduccau, para o systema metricc
    Pescadas escaladas.
    Vende-fe ama taberna sita i roa do Baro
    de S. Borja, antiga ra do Seb) n. 13, com pon-
    eos fund )s propria para qualquer principiante :
    quem pretender derja-se ao pateo d Sania Cruz,
    esquina da roa Velha n. 118. < ______
    RICAS E ELEGANTES MOBILIAS FABRI
    CADAS NA BAHIV.
    Na ra do|Vigario n. 21, primeiro andar,
    scriptorio de Domingos Alves Mathens,
    tem para vender ricas e elegantes mobilias
    de Jacaranda, Gongalo Alves e Vinhatico,
    para salas, qoartos e sala de jantar, per
    presos mdicos.
    U-f reptaurant
    SANTA ISABEL
    * Roa da Plore' tfna
    Aceitam-e assigoant's por presos maito com-
    modos, garante se boa comida e muito asseie.
    RIA DUQUE '85aS N. 91.
    Bigodinbo, com lvja de miucezai,
    avisa t todos os os teas fregaeaes qua est
    torrnjo tnjio fclo preco, a vjsu da *M3.
    d, e para todos ai)o,irar, a saber:
    Pecas de fitas bordadas muito finas
    Thesouras grandes e pequeos o
    maja fino qae ba a i^OOOe
    Caixas com 20 quadernos de papel
    liso, amisade z rs.
    Pecas- de tranca de 13a e algodSo as
    mais modernas a
    Frascos com agoa de colonia malta
    fina a 400 e
    Frascos com agua de colonia ver-
    dadeira a 800 rs. o
    Cbapos brancos para baptisados o
    melbor qae ba a 3,5000 e
    Dozias de bot5es cobertos de seda
    para vestidos por lodo o preco
    para acabar.
    Libra de arela preta a
    Grosas de botftes de loaga branca a
    Caixas com '100 envelopes fazenda
    fina a 500, 6C0 e
    spelhos de moldura dourada a
    800 e
    Pentes pretos volteados para me-
    nina8 a
    Tnteiros com tinta preta a 80 e
    Pegas de fita elstica muito fina a
    Latas com superior banha 60. OO e
    Latas grandes com superior banha a
    Frasco com oleo de Philocomo a
    800 e
    Frascos com macass | Perla a
    Frascos com agoa de Colonia verda-
    dera a
    Ditos com oleo de ba )osa suderior a
    Carritels de relroi preto con 2
    oitavas a .
    Caixas com agnlhas franeexas a 1-60
    80
    Pecas de tiras bordadas a 500, 600
    800 e
    Garrafas com a verdaeir* agoa
    florida a
    Cartilbis da Doutrioa ChrrstJa as
    mais modernas a
    Livro das missSes abreviadas a
    Copos grandes con aape ior banba
    Macos de pallitos para dentes o
    melbor qoe ba a
    Pacotes com 3 sabonetes ingleses
    fazenda fina a
    Gscovas maito finas para limpar os
    denles a__________________________
    Ra do Im aerador
    n. 37.
    l oleo deposito da aotlga e acre-
    ditada fabrica da Barbalho
    do Cabo.
    Neste bem sorlido aroazem existe um grande
    sortmento de louca franceza, maito atil para ca-
    sa de familia, como se]a alguidares papeiros
    e panellas, tudo grandes e pequeos, e bu-
    Ihdes para manleiga; todo de narro vidrado fran-
    cez. As-Ira como nm completo sortmento de lou-
    (a do Barbalho, como seja ; jarrdes para 4 e 5
    canecos de agua, potes de nm a dons canecos,
    muringnes, resfriadeiras, qaartinbas do Barbalho
    e da Baha, vazos vdrados e por vidrar para jar-
    dim, cacos grandes e de meio para flores, ditos
    ditos pequeos para tirar plantas, canos vdrados
    e por vidrar de i, 3, 4, 6, 10 e 1! Delegadas,
    fetos p>r machina e qoe aqai nie ba na provin-
    cia a excepeo dos vindos de fra ; todo meitur
    pela qoalidade do barro e mais barato do que em
    uutra qualqu-r parte. Em porciio se faz abat
    ment de 10 15 per cento ; s na ra de Impe-
    rador o. 37.
    Bival
    VNDESE

    BICHAN
    DE
    As casas terreas foreiras, no beeco das Barrei-
    ras n. 16 e 18, Boa-vista.
    As casas terreas ou meiagaas na travessa dos
    Quarteis n. 32, dita na travessa dos Patos n. 13.
    As oasas terreas nos Arrombados em Santa Tne-
    rea n. 15 e 16.
    A tratar na roa da Cruz do Becife, arnoazem n.
    54.
    Vende se por commodos precos em pequeas e
    grandes p .redes para acabar: na ra do Mrquez
    de Olinda n. SI, escriptorio.
    Querem comprar ?
    ^Guardapisa para vestidos ; preto ou branco ?
    Papa-fina, larga on estreta ?
    Lencos de linho, bordados on lisos ?
    Bonitos leques, osso ou sndalo r
    A Nova esperanca quem tem I 11
    noyidade!
    Acaba de chegar a Nova E-perao^a ra Duque
    de Caxias n. 63. b"ecos e bnnecas, sendo de mol-
    des interamete novos, vindo entre elles os en-
    granados bonecos de borracha : para qae se can-
    eara T qaando qvizerem comprar qualquer objeclo
    sendo bom, bonito on engracado, lembrem-se logo
    da Nova E.-peraoca roa Duqne de Caxias n. 63.
    KfrfnadoRes de Pfernambuco.
    Chegnem pechmcha, carvao animal a 1 600 :
    na acreditada fabrica dos fias das salinas de San-
    to Amaro, deposi o na roa da Ponte velha n. 14.
    P ele ide vender por largo tempo por ter vindo de
    Lisboa grandes porc5 s por qnasi todos os navios,
    e e m os melboramentos ltimamente introdazi-
    dos no maehinismo, prodnz a dita fabrica 50 ar-
    robas por dia, eomecando de 15 de agosto em
    diante.
    Tborda
    Polka para piano, acaba de chegar algnns ex-
    empiares, ao armazem de pianos e msica, do
    Azevedo, roa Nova n. 11
    FILO HE SEDA
    Ricos cortes de vestidos de fil de seda de cores
    com patitas e flores interamete modernos e pro-
    pios para aasistir- se casamentos, bailes, ele, etc.,
    navas de pellica de loavjn e bath- lique de laa e
    seda : vende-se no Bazar Vietotia, ra do Bario
    da Victoria n. i, (antiga ra Nova).
    B6i
    Boa Duqne de Caita* m. ti
    Jos de Aievedo Mala e Silva, aai aaiav
    j ade mide-as crttibn a veader tada
    por barato freces' tjltft IbObt" *Mn :
    Libra de J5a para bordar a- rbefeor
    que ha. 1#M)
    Caixas com uperloree {jTampos *aa-
    cezes a fa
    Duzias de facas e garfbs de ama
    doas botoes a ifuWI
    Talheres pare meninos a 210 e IKr
    Libras de lioba de* Dovello, a meKT _
    possivel. MBItt
    Duzia de lencos de cassa com barra. IJMO
    Caixas de li< -has com 30 oovellos a 900
    Vara d* franja rranca para toalfias HB
    Dozias de metas croas moito boas a USOt
    Dozias de meias finas para seooo- ___
    ras a i|M9
    Dozias de facas e garfos cavadas a 3fMt
    Dozia de palitos seguranca a 120,
    240, 320 e S
    Na "albas maito finas, par fazer a
    barba a IJOOB
    Caixas com peonas de ac com to-
    que a 3
    Caixas com pencas de Prry (asea-
    da fina a MI
    Ditas de dita di'o verdadeiras a
    Caixas com 20 caderoos papel ami-
    zade a
    Pecas de fitas para coz c( m 10
    varas a
    Pecas de tranca lisa do todas ai
    cores a
    Duzias de liaba frooxa para bordar
    a 400 e
    Pares de sapatos de traoc> a
    Du-ias de baralbos muito finos ?
    25400 e
    Dita de agolas para maohina a
    Libra de pregos france;es a
    Resmas dw papel almaco saperii r a
    Ditas de dito pautado o melhor a
    Caixas com i abneles frueta a 720 e
    Carrteis de Moba Aexaodre a
    Grvalas decores muito finas a
    Ditas pretas pontas bordadas a
    Grosas de boles de madrvperoia
    para camisa a
    NovelW elioha branca, 400 jardas
    Duzia de cari oes de linba branca t
    preta e de cores a
    Thesouras muito finas para o&has
    e costara a
    Caixas redondas para botar rape a
    Caixas com pos para limpar denles
    f zenda fina a
    TIVriM ID1
    de Desmes,
    A' tesoura de.oaro, roa Duque de Caxias a.at,
    1 andar, acaba de reeeber pelo vap*r as
    Smtlh, um grande sortmento da acreditada i
    ra iogieza de Desmes para enerecer os
    44QOB

    *
    Lindo sortmento de cabellas
    Acaba de chegar para o muito acreditad* i
    belecimento de cab lleireiro do Jayme : a ruta
    Dmiue d" Caxias n. 60. Ia andar.
    i'ra casamento.
    . O bazar Victoria cala de recebor de Par pata
    nltimo vapor francs reos vestidos e veos de fcast-
    de primorosamente bordados a seda, ripian, ta-
    ques, colchas de seda e de la e seda de>
    gostos : na roa do Bario da Victoria n. t,
    rna Nova.
    Vende .-e duns terrenas de mariuha os. t9
    10, sitos na estrada de Motoeoloinb, f-al S
    bracas de frente e 60 de fonda : a tratar
    do Capibanbe o. 12.
    GRANDE LipDACA
    Popelinas de cores.
    Popelinas de cores de lindos padrdes a ifWB
    covado : na ra do Crespo n. 20, loja de Gastar-
    me Carneiro da Cunta.
    Vende-se
    Um casalsinbo de tourinhos : na Ponte ifxft
    n. 10._____________________________________
    Vende-so urna casa em Pora de Porta*, na
    do Pillar n. 18 : a tratar na me-ma ra o. Sfc
    M- china vap r
    i Vende-se urna machina vapor cora todea *t
    pertences para padaria : a tratar no pateo daSaai
    ta Crnz n. 6, e f,.z-se quslqaer negocio a nraasaat
    a dinheiro emo cunvier ao comprador.
    Vende-e urna casa terrea em
    prios, sita na ra da Amisade n. 38, (Ca,
    a tratar na ra Direita n. 18.




    S
    LISTA GERAL


    204.
    a
    6.
    DOS PREMIOS DA V. PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 557, A BENEFICIO DA IGREJA DE NOSSA SENHORA DA BOA VIAGEM, EXTRAHIDA EM 19 DE AGOSTO DE 1871
    NS. PREMS. NS> PBEMS. NS. PREMS.
    64
    1 M 165
    6 60
    M 68
    34 82
    15 -_ 83
    VI 89
    44 20| 91
    4 61 01
    53 4"
    19 13
    60 .__ . 16
    1 18
    63 10
    64 . 11
    67 57
    W 40 31
    75 i* 33
    81 38
    86 39
    n r- '
    N 49
    100 mw 68
    1 _ 66
    18 13 %
    * a
    34 73
    33- T9
    8- 308
    ID -T- 15
    II 49 ."" 16
    47 _ 30
    U.j - Ai
    80 ^ 43
    m v*7 47
    03 wm , 51
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    357 CJ
    58 _
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    19
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    M
    48 1
    H8. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. S. PREMS.
    556 6/ 756 101 959 6* 1154 6*
    60 64 6* 61 57
    61 70 - 66 MM 60 ...
    70 75 67 _,. 62
    78 _ 77 70 _ 6
    89 _ 88 " 79 ' -- 69
    90 _ 90 83 * 75 _.
    605 92 87 _ 82
    10 _ 807 91 gp 83 _
    32 _ 38 99 94 _
    48 42 1030 .^. 96 ^
    52 43 20A 32 . 1202 __
    55 ^_ 45 6* 36 1 4 .
    56 ^ 52 41 8
    61 MB 51 61 Mi 13
    64 ,_ 65 62 _ 15 40*
    69 - 68 63 . 21 6*
    72 <_ 70 67 100* 23
    73 81 * 70 6* 15
    79 81 75 33
    81 - \ 84 77 - 44
    6 _ 86 10* 83 i_ 45 *
    700 10* 88 87 . 47
    9 a* 89 ~ 88 10* 48 -i
    13 90 | 92 M 86
    10 ^, 95 1108 _ 61
    24 _ 97 9 _ , 67
    30 906 10 _ 1
    33 ^^ 9 16 . 85
    40 ^,. SO 17 . 93
    42 ^ u 21 _-. 96
    45 9 _ 31 1306
    48 mm 38 38 7
    49 __ 36 - 37 ia
    l 61 -f 38 40 16
    i 53 . 43 _ 43 . i ka> 1
    84 _ 84 w 48 21
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    NS. PREMS.
    1327 6*
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    NS. gREMS. MS. PREMS. S. PREMS. NS. PREMS. ES. PREMS.
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    74
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    82
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    10*
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    300*
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    46
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    53
    55
    39
    63
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    84
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    2004
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    6*
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    91
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    93
    95
    2504
    5
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    NS. PREMS. NS. PREMS.
    10*
    6*
    10*
    6*
    6
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    43 m
    49 -
    54 -
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    81 5:000*
    88 64
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    97
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    18
    31
    23
    34 -*
    36 -
    36 -
    2637
    40
    44
    45
    46
    57
    58
    59
    62
    76
    96
    98
    2701
    14
    18
    19
    25
    28
    35
    37
    38
    39
    42
    8*
    60
    72
    77
    79
    80
    81
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    2801
    2
    7
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    40*
    *
    2813
    22
    27
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    56
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    66
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    83
    86
    94
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    2900
    3
    14
    38
    n
    31
    38
    36
    44
    6
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    73
    7*
    76
    %
    64
    68
    89
    96
    98
    *.
    j
    _

    10*
    6*


    ASSEMWEA PERAL
    CMARA DOS DENjUDOS.
    Ditcusso do elemento servil.
    (Centinaeceo).
    * parte alguna do mondo moderno
    abolicio da escravidio teva logar c^m o
    syateraa de meios indirectos, qae nao aiac<
    a fonte do mal. Era toda a Europa e m
    toda a Amtrica a e-cravi 12o tem sido aboli
    da 001 os meios d rectos veotre livre ou
    a'forria dos escravos. (Apoiados e diversos
    \apartea.)
    A';n de discorde do concert do mundo,
    este sjstama sepia a rrisSo. O qus diris
    de um hornera- que dsse este conselho : -
    Trab dhai para ganlurdes a vida oa serdr-s
    sabio, mas p >deis dormir toda a nonio o
    lodo o da / Sera a zombaria; seria a -ne-
    docu do BsribolJo icerca do individuo que
    pedia para sor eoforcado na arvore que es-
    eolbease, e que nnnca encontrava.
    (Hilaridade e diflereotes apartes.)
    Senhores, os nobres deputados invocara
    > historia! Ha urna resposta immediata e
    eategorica : oo seclo XIX, no anno de
    1871. na quadra do vapor eda electricida-
    de, oo nobres deputados recorrem a me I
    das, let*a6, seculares, para a extinccjio di
    escravjdio.
    (Continuara os apartes; o Sr. presidente
    redama a aitencio.)
    Seubores, nos lempos era que vivemos,
    a fac* do mondo aliera-se de um instaate
    a ottro.
    Os lempos nio comportara reformas de
    senolhame natureza, oo de duracio secular.
    O Sr. Dique-Estrada Teixeira : De
    modo qiu a proposta do governo de oleo
    irkidae e de vapor!!
    Q Sa tan Machado : E antes .' er
    Bert&o.do, do qae o enforcado. (Hilaridade)
    O Sr. Araijo Lima : Mas, Sr. presi
    dente, alera dos defeiios que tenho iniciado,
    o mbti dos meios indirectos ioiquo
    O nosso piz, seohores, mais feliz do
    jot oolros, assolados, como o nosso, da
    psi i escravidio. NSo ha entre nos
    Moriste qpe desfiguren as escriptoras
    antas, adulteren a Bistorla ou calumoiom
    a purez da ra?a atocina, p3ra jastiflcarem
    escravidio.
    TdOsc reonbecamos^ escravo como for-
    jado p3io mesrao Deas, dotado do mesrao
    eorp e espirito, remido com o mesrao
    sao'oe, c'iamado aos mesmos destinos,
    tanto ne ta vida como na outra. Como ha.
    yemoa de raartter, emana integndade, a
    niqniffad da escravidio, oniversalmente
    iond-moada era princioio t
    O Sa. Aoraos Figueir.*:A proposta
    o ina'Glem.
    0 3a. Auuvo Lima : S3nbores, pe-
    ralte os hi-mens, como peranie Deus, nao
    ha remissao possivel para a impenitencia
    fltatf, mi para as faltas qae se n5o confe3-
    sara ou se nao reparam. Reparemos a
    grao lo-filia da escravidSo, applicando iba
    meios enrgicos que a extinga. So assim
    leremos camprido nossos deveres de legis-
    ladores chrislos do um paiz livre. (Apoia -
    dos.)
    Ailadio se anda, Sr. presidente, nesla
    jasa abolicio da escravidSo pelo excesso
    dos obit >s sobre os nascimentos. Nao re-
    ouio acetavet este principio por duas con-
    silpraces priocipaes : falibiiidade de sua
    base e iaiquidade.
    T-m. se desenvolvido, verdade, em lar-
    ga escala e. cridade privada a favor da
    emirwpacao. Folgo de fazer juslica a toio
    n mindo. e principalmente a meusconcida-
    J3os. Todara. curapre n5o exagerar o
    bem nem o real, porque dahi podem as-
    cer apreciacas errneas.
    Sabis qual a causa principal que explica
    a < nargia da caridade privada com relago
    j emancipaco ?
    Ao mea ver esta : O povo que se
    nao compe de sabios, que mudam de opi-
    niao todos 03 dias, como se muda de ca-
    misa. ..
    O Su. Caboso Fontes : hto vai aos
    nossos sabios.
    O Su. Auauo Lima : ... N8o me re-
    tiro a ninguem, o povo com o seo bom sen
    so 'omprebendu lego que a escravidSo
    toca -)o seu termo, tendo abi de intervir
    poderosamente a aceite da lei. Eolio, dis-
    eorau elle assim : Se os meas escravos
    h|o )!e ser forros pela lei, qoero ter mere-
    cimenlo do a lo perantc Dus, perante o-
    'i ureas, cono parante a minha consciench.
    -Eis como se explica em grande parte a
    grandeza da caridade privada.
    Mas estabelecase urna nova ordem de
    id s. Acrediie-se na perpeluidade da es-
    cravidSo.
    R^apparece enl3o o imperio dos senti-
    mental egosticos : nSo faltar3o razes para
    justificarse a escravido ; crear-se-ho tal-
    vez fazendas de creacao, como em alguns
    paiies, e l baqoeia a relacao entre os nas-
    eimentos e bitos. E3 porque accusei en
    a Mihilidade das bases em que se funda este
    sjstema.
    ' Mas, a'm do exposto, ha a corisideracSo
    moral, que faz era mea espirito inmenso
    peso.
    Nos excessos e horrores da revolucao
    fraocoza de 1793, do que o espirito Qca
    contristado, ha algum lenitivo pela grandeza
    dedi^nidade moral e nacional, que ahi se
    respira.
    E' iftn povo que conquista as suas liber-
    da les, e resiste Europa colligada.
    Nos excessos e horrores da revolocjo da
    compaa sente-se o homem igualmente
    assomorado, ma? crava os olbos em trra
    de envergonhado, porque abi so se veem
    qnestoes de barriga, de dinheiro. (Sensa-
    Co.)
    Na questio da emancipacio nSo baamos
    0 elemento moral, redozindo tudo a dinhei-
    ro. Pela grandeza do mal nossas difficolda-
    dss s-superiores s de todas as nac5es
    (apoiados); encaremos, debellemos todo,
    pond* de parle os intereses, e dando o
    quir.ha > devido ao principio moral. Agora
    01 otudos.
    Oj estodos, tem-se dito por mais de ama
    vez, o, dados estatisticos qae habilitem o
    legislador para attentr a sua reforma em
    bases eonbecidas So convenientes, mas nao
    indspensaveis, segundo o systema do ven-
    lae livre, que se adopta.
    O Sr. Dqce-Estrada Teixeira : N50
    ap' i ido.
    O Sit. Araujo Lima : Desde que s
    re trata disto, nio tem grande importancia
    a c ira da populacho, porqae todo se redaz
    a restituir hberdade mais mllnares ou
    nos mi bares de escravos.
    (Mi algans apartes.)
    Mas, senhores, urna considerado capital
    me obriga, e deve obrigar a toda a cmara.
    a presc;ndir dos ^ttkfi, a tomar ama de-
    liberado defioiMva a desle assnmpto.
    A.dovida^a-.incerteza ,o qae ha doman
    antiptico ino. e maif da
    irimeotes^Wlolos,'pira o Estado, tota)
    para o particnlares. Est-ie sobra ama
    presso temerosa : receiam qos a abolida
    instantnea da escravidio ; conftam ontros
    em soa durafJo iodeflnida. C-wao consen-
    tir que permaneca esta anxiedade da espi-
    rito publico ?
    NSo se faz na la? Contioaam a aoxie-
    dade e pavores. Ccm as modadas polti-
    cas, qae sao ordinaria, e pasaando o po-
    ler para os liberaos, permanece ameacido-
    solucio do /errivel problema, podando
    ra a
    do que a de que se
    ser urgentsimo
    faltem os esta ios
    ser mais adiantada
    traa.
    Ei* por que enteodo
    solver a qaestio, embora
    qoe se invocam.
    Agora algumas palavras com relacia ao
    nob'e depulado pelo raanicipio aeatro, ca-
    j'.s tdenlos, eloqaencia e saber roobam o
    s -rano a. qaem o oave, como a Themisto
    oles as glorias de Milciades.
    Elificounos o nobre depulado cora a ex-
    plicacSo que deu acerca dos reformadores
    insensatos, qae qualiicou de espiritualistas.
    Acreditava eu que eses reformadores
    em sua generalidad nao pissavio de atbeos
    ou de materialistas onsummidos, de que
    c a communa de Paris a ultima expressSo
    Folgo com o raen erro, qae se disspou.
    Seguuilp o systema do nobre deputado.
    a abolcSo da escravidSo commette ss
    predica da igreja.
    Eslava eu, senhores, tambera em grande
    erro. Acreditava ea que o espirito huma
    no gyrava em tres espheras de ?ctividade,
    que sSo deslindas. A razSo eosina-lhe as
    nocSes fu idamnlaes do espirito horaan^;
    a religiSo revesle-as da lorfa qae s o co
    possee ; o Estado deseovolva-as na medida
    da missSo que loe Cin6ada.
    Segundo o nobre deputado, o Estado l-
    m[ta-se a ir igreja e dizer ao padre : ir
    mo, pregai neste ou naquelle sentido
    (Risadas.) Segundo su systema, o qae
    o Estado ? E' um grande sacristSo. (Hi-
    landade )
    O systema do nobre diputado, eu vo lo
    denuncio, a absorpcjo do Estado pela
    Igreja. a taeocracia pura, qae a religio
    condemoa, com as sociedades civilisadas,
    tanto da Europa, como da America.
    Passo ao nobre deputado pela Baha, que
    rompeu o debate.
    O nobre deputado dirigi suas censuras
    ao Irabaluo da commiss9o, tanto em sua
    exposicao de motivos, como no fundo.
    O nobre depulado nao ama a belleza ;
    entende o aobre relator da comms*ao qoe
    as grandes ideas exprimem-se era um esiy-
    10 nobre e elevado. Nada de dispatas.
    Trahit sua quemque voluptas.
    Nao t-m a commissSo a ioaca pre'engo
    de entrar era luta sobre quesfes medicas
    com o nubre deputado, qae ora laminar
    da sciencia, como todos recobecera.
    O Sr. Goelho Rodiiiges : Apoiao.
    O Sn. Araujo Lima : Peo, porm, li-
    aenca para observar-lbe que o iagoosteo
    da comtniss3o parece verdadeivo, oo ao
    menos de accordo om oa grandes-escripto-
    res, que qaafinram de ca aero os grandes
    males moraes que invadem o corpo social.
    Parece anda ser fundado o tratamento
    que a commisso emprega.
    A commisso, ainda o repito, disse a
    gran je se nao a ultima palavra a respailo da
    alooli(ao da escravido.
    Bem v, pois, o nobre depulado que a
    commisso marchoa resoluta extirpa?ao
    do mil.
    (Ha um aprte.)
    Mas, pondo isto de parte, qual o plano
    que recommendi o nonro deputado ? E' o
    que elle appellida hberdade dos corpos.
    Por mais de urna razSo nao julg i adop-
    tavel semehante system, porque contra-
    ditorio, inexequivel, ioiquo e immoral.
    Q jan Jo se trata da libordade do ventre,
    levantam-se clamores implacaveis contra os
    inconvenientes qoe loe sao annexos.
    Nao lo acompanbados os corpos livres
    de idnticos perigos ? Nao se d a coexis-
    tencia de oscravos com libertos e livres ? A
    c .ntradiccjij manifesta.
    Alm disso, um tal systema asseota na
    indemnisafo total dos escravos. D'onde,
    senhores, ha de vir dinheiro para indemoi-
    sar cerca 2.000,000 escravos ?
    E' demats, este systema conlemoado
    por urna suprema ini juidaJe.
    C>mo laocir tola> ai conseqaencias di
    escravido, a inderaaisacao. sobre 8 milhOes
    di Brasileiros, que nao tem escravos em
    favor de alguns milbares de senhores de
    escravos ?
    Finalmente, a immoralidade manifesta.
    Conservam-?e os escravos as fazendas
    \pparecem os perigos do ventre livre. Re
    tiram-se os escravos das fazendas ? E' a
    accumulaco immoral de individuos de um
    so sexo.
    A commissSo bem o sabe, nao era pre-
    ciso que o Ilustre deputado o dis3esse. Os
    vicios cootra a natareza n8o dependem tan*
    to da falta de sexo como da depTavacJo do
    coracSo humano ; mas alm desse motivo
    dar-se-hia aqu urna causa necossaria,
    existencia de ura s sexo. Assim n3o pa-
    rece adoptavel om tal systema.
    E' occasiao de occupai-me com o Ilustre
    deputado pelotear, que applicoa ao exa-
    me da materia os talentos que todos Ihe re-
    conhecem.
    O Ilustre deputado nao vio no parecer
    da commissSo seno defeilos, perigos, in-
    coherencias, incestos, prostitutas simulando
    virgens, etc.
    Senhores, o Ilustre deputado nao foi jos-
    11 na sua apreciado. Era face das deca
    macoes tSo exageradas qae se tem levanta
    do contra o projecto, lio moderado, e o
    mais moderado que se concebe, em relacio
    a este assompto, vio-se a commisso obri-
    gada a eofeixar os grandes principios de re-
    ligiSo e moral, que condemoam a escravi-
    dSo e obrigam cada um a extingui-la.
    Descendi das regioas elevadas do direi-
    to, re onheceu a commisso que a lei civil
    admittira escravido, caja iodemnisa^So
    era devida. Onde o incesto ? Quando
    milito ser o incesto em qoa cabio om du-
    que de Broglie, qae a commisso tomen por
    guia.
    Prostituta ?!
    A apreciacio nao exacti. Qutn-Jo raui-
    to serii a Magdalena c mpassiva e arrepeo-
    dida que confessa suas colpas e as expa
    com perseveranca resignacao.
    Sem accomnlar nem explicar textos qae
    converteriam esta casa em coocilio, recor-
    darei apenas ao nobre deputado ama coasa :
    Desde qua se reconbece no hpmem a uni-
    dad) deorigem, de destino e redempcao,
    11 a '(""Ittll mor
    a escravf^H
    la a%principio
    Nio ha escravidio possiveTentre i j
    Reoega-se das discusoes do p
    a religiSo ? 9gando pensidores
    dos, toda a civilisacio moderna prende ae
    ao Calvario ; fra d'ahi s ha a barbaria
    ou a commona de Paris. Assim, nio e$U
    em culpa a commisso invocan Jo os gran
    des principios religiosos, qae sio a bose
    fundamental de toda a civilisacio.
    Com vossas theorias, dizjj iMastre de-
    potado, armis os escrav s contra os se-
    ohores. > A commisso reborda as gran
    des verdades, para qoe cadi um conforme
    com ellas as suas acc5s, e evite
    gos da violadlo.
    Tambera Fenelon foi acensado de acen-
    der o togo impadico de paixSes criminosas
    quando descreveu os amores do hroe do
    sko romance, com o fina sem d.vida d assigoalar e remover os perigos de paix5es
    violentas.
    Ma, como o illoslre deputado combate
    a proposta do gyerno ?
    os peri
    urna resposta
    ?
    Consagris, diz
    e'le, a iniquidade, com a escravidSo a par
    da Hberdade; rompis os lagos de fanilia ;
    contaminis livres e eicravos; promovis a
    mortalidad dos nascitoros; anmejis a se-
    guranza privida c mo a ordem publica, i
    Senhores, ha mais de urna resposta ao
    Ilustre depilado. O nobre depatado eta
    gera ou desconhe;e o que j existe.
    Iniqidade da escravid5o a par da Hber-
    dade ? E' precisamente o que se d em
    todas as fazendas, em que coexistem escra-
    vos, libertos e liv es Rompiaento dos
    lieos de familia ? E" fado existente, a
    contento dos senhores ou dos escravos.
    Contaminagao de escravos e ivrej ? Nio
    isto novo, se^nndo a coexisteocil dos dous
    eloraentos. M->rl?!idade do3 nasciluros ?
    A estalisii-a j assignala urna elevacJo es-
    pantosa. Segurare i privada e publca ?
    Todo o pov -, em que ha escravos, pisa em
    um solo vulcan sado.
    Mas, senhores, bi ainda
    ao nobre deputado.
    ' Nio basta combaler um systema, assig-
    nalando os defeilos que elle contera; rel
    va notar o systema qoe permanece, ou o
    qae se sobsiitue, para qm.se comparem
    os defeilos de ara e otroTe se reconbeca
    qual tem preferencia.
    A proposta do governo outorga a rauitos
    a hberdade, a todos a esperanca. Qual o
    systema do Ilustre deputado ? a perpe-
    luidade da escravidio qoe aniquila o homem
    em todos oa sens elemento fondameolaes,
    a propriedade, a familia, a religiSo.
    Onde ha maores inconvenientes tf pe-
    rigos ?
    A proposta do governo a&r boriaontes
    Ilimitados e hberdade e de esperan? ao
    escravo ; o systeora do illastrado depofcdo
    coodemna o escravo a lodos as horrores e
    desesperafio da escravido.
    Onde ha mais males e perigos ?
    FaHa-se sempre d seguraos* privad e
    pubheaf
    Senhores, forca recordar-vos- nma ver
    dade; o escravo um homem sensivel aoe-
    benelieios recebido9. J o nobre presiden-
    te do eooselho nos apresentoo O'exempl
    das colonias hespanboJas, em qse pela do-
    Cura da escravido, oa escravo nao aban-
    donaram os senhorosy em revotogoes qoa-
    ahi se eram.
    Facto anlogos aprsente a fcistoria eras
    repblicas antigs, f o qua soxeden em>
    Alhenas ende a escravidio era tao branda,,
    ao envez de Esparta e de Roma com seus-
    Esparlaco* cuj-a gaena sa eomparoa >>
    guerras pnicas.
    (jila diverso apartas).
    Senhores, j o djs-se e repito: com urna
    discricio que nio admiro de sobejo, desde
    o principio da sesso trazem onobres de-
    potados esta materia para o debate (apoia-
    dos da maioria), quando, por accordo uni-
    versal, de vera ser tratada em esso se
    creta (apoiados); recaa a colpa sobra os.
    nobres deputados, que, desde- que sa abri
    a cmara, n3o se teem oceupado senio da
    escravido! (Apoiados damaioia).
    O Sn. Duque-Estrada Teixeira :Pois
    se o governo a exhibi na falla do throoo,
    nao a haviaraos de tratar ? Pjopuzesse elle
    a sessj secreta.
    O Su. Evangelista Lobato : Tendo ap-
    parecido a proposta, esperassem pela sua
    discuss3o.
    O Sr. Araujo Lima : UesU-nie ainia
    dizer algumas palavras com relacao ao no-
    bre depulado pelo municipio neutro, qoe
    uliimameote tratou do assumpto.
    O nobre deputado julga que o projecto
    deva ser precedido de medidas prepaiate-
    ras, que, consultem a sua execucSo, rela-
    tivas instruccao, i educaio, ao coito pu-
    blico, a asylos, torca publica. Senhores,
    as consiJeraces do nobre deputado sao des-
    pidas de fundamento por dous motivos prin-
    cipaes.
    A escravatura est disseminada por tedo
    o Brasil, est confundida com toda a popu-
    lacho do imperio. D'aqui se segu que as
    medidas a que o nobre deputado alludio
    sao em grande parle dispensadas. Escola,
    igreja, rastruccio, educacio, religiSo, tudo
    est patente aos individuos de que trata a
    proposta, como a toda a populagD livre
    do imperio.
    Asylps, forca publica : seohores, o go-
    verno pensou e pensou bem que lodo islo
    seria sem applicacao no Brasil.
    O Sr. Duque Estrada Teixeira :Oh I
    O Sr. Araujo Lima :Segundo o syste-
    ma que o governo adoptoa em sua propos-
    ta, est elle} convencido de qae esta medida
    nao trar inconveniente de ordem alguma.
    Foada-se eeta creoca na oobreza do ca-
    rcter brasileiro, bem como na docura da
    escravido entre nos, comoe umversalmen-
    te reconbecido.
    Ainda por outra razao merecem pouco
    peso as medidas preparatorias a qae allude
    o nobre deputado : Esperar, diza Tac-
    queaville em 1838, por medidas preparato-
    rias qoe habilitem o escravo ao bom exer
    depois de um je lo prno, que diminoa os
    encargos do estado e ao rassmo lempo pro-
    no.M lateresses da lavoura, conservan-
    ao sfei os mitos das escravas, os qdaas se-
    rlo bricos importantes pau a lavoora.
    O Sr. DuQUE-EsTaADA Tkixeuu d um
    aparte.
    O Sr. Araujo Lima :Saahores, em mi-
    oha opin 5 o o nico ou o principal meio de
    snpprtr ib fazendas de bracos est as es-
    cravas, isto na produeco dellas.
    O Sr. Duqe-Estuada Teixeira : O
    amco meio ?
    OS". Ahabjo Lima :~0 principal; V.
    Exc. nio se apegue a palavras.
    O Sn. Presidente :Lembro ao nobre
    depatado qoe esti con;loido o lempo que
    o regiment marca.
    O Sr. Araujo Lima:Vou'concluir, ta-
    zendo anda breves reflexbes, para respon-
    der s diversas duvidas qoe teem sido apo-
    sentadas cootra a proposla do governo.
    Peco descolpa. Este anoo nio abusei da
    paciencia desta cmara, como o taco actual-
    mente (rauitos Dio apoiados), obrigado pelo
    dever.
    O nobre depotado a qoem me rearo cora-
    bate.u a indemnisacSo palo fundamento de
    ser indeterminada. O nobre depulado n3o
    tem razio. Se se mandasse pagar asm
    ma de que se trata, a arguicio do nobre
    diputado seria funlada. Mas aqui nio se
    faz seni) reconbecer o pincipio.
    O Sn. Duque-Estrada Teixeira : Con-
    trabir a divida.
    O Sr. Aiiai jj Lima : R-iconhecer o
    principio, Segundo o qual o estado obri-
    gado a indemnisar a criado d s aoscitoro
    depoU de 8 anuos com o valor de 600.
    Quando o gabinete qoe ti ver de prever
    execucio da lei proceder aos examers vi-
    dos, vira pedir cmara os fundas preefeps
    para essa iodemnisacao.
    Assim, agora, nada lia que pagar.
    O'Sn IH'QUE-Esmw* TisiXEm* : Con--
    irahe a divida, precisa dos meios de para-
    la, aiadaqtw seja d'aqui a 20 anws, quan-
    to mais a 8.
    O Sn Araujo Lima :Parece qw o prin-
    cipio do nobre deputado sen appkcaco.
    O Sn. DuQufc Estrada Vimemia :A mi-
    nha eonaciencia me prohibe volar om cnus
    indefinido.
    O Sr. Araujo Lima :Um outro aobre
    depuiado, alludiodo a mullas, desejou sa
    ber se, no termo da proposte do giverno,
    a falta da criado dos menores sojeitar- os
    senhores dos rois s multas que porventu-
    ra poder iapr o governo era seus regala-
    raentos.
    Esta materia fita fra da accio penal.
    Po espirito de juslic, da caridade cbrista
    e de interesse, nao sa recasaro os senho-
    res 4e eseravee- a esee dever que a lei lites
    impfe.
    Sa apparecerem Tactos que demonslrem
    a netessidade de providencias a tal respetlo,
    o governo nao deix-ar de cumprir os seos
    da veres.
    O nobre deputado pelo municipio neutro
    estranboo as dispesicoes do projecio cera
    relacao* matreva...
    O Svr. Dcque^-Istrada Teixbira r Pfedi
    apenas explitacio-^ vista da lei de 1830.
    O'Sat Araujo ha ::S *m disposi-
    Co fom que se acolbe este Batera pode
    explicar duvidas #este ordem.
    Quaee sao as malricolas de %ie a proposta
    trata? A-matrcula gera I dos-escravos. E'
    oecessidade qoe nogoem soatesta.
    A matricula especial dos menores, 6lb.es
    das escravas a segaada. Segundo o-des-
    tino qoe esses menores devem ter, esta ma-
    tricula indispeosivel.
    Impoe se aos jarochos > necessidade de
    fazerem um aasenlo especial relativo aos
    menores, BRiosdo escravas, cuja explicacao
    facilima. Que ha que dizer contra isso ?
    ttoferio-se o nobre deputado inspeccao
    do governo sobre os libertos at cinco annos
    e que lera lugar d'atem dianie.
    A qnestSo mai simples. At os cinco
    annos esiao s libertos, sojetos aco es-^
    pecial do governo, d'abi era diante, aeco
    geral das autoridades, que provm cootra a
    vadiaco.
    Pedioda. desculpa aos nobres deputados
    de nio responder a todas as anas duvidas
    por falu de lempo, vou terminar.
    Senhores, para as g.-andes faltas, para as
    grandes expiaces qoe as acompanbam ka
    urna suprema consolacaoi adigmdadeno
    soffrimento. Sem colera, sem gritos mas
    em om espirito de conciliaco e de carida-
    de, reconhecamos as nossas faltas, repare-
    molas na medida que as conveniencias pri-
    vadas e publicas o permutam, sera esses
    pavores infundados que se tem incalido
    lavoora.
    (Ha varios apartes).
    Possoidores de escravos, Ihes drei eu,
    condemnada pela rehgiao, pela moral e
    pelo mundo inteiro, a escravidSo toca a seu
    termo.
    A proposta do governo resguarda os vos-
    sos direitos e protege 03 rasaos interesses,
    na melhor forma que possivel. (Apoiados
    e nao apoiados).
    Demos todos este passo glorioso as vas
    da civilisacio e do ebrstianismo.
    V-to. a favor do projecto.
    Vozes :Moito bem, muito bem.
    (O orador cumprimenlado por varios
    Srs. deputados).
    O SR. SOUZA RES pronuncia um dis-
    curso que publicaremos depois.
    O SR. JOS CALMON .Senhor presi-
    dente, n3o tenho a pretencao de trazer luz
    ao debate, nio s porqae faltam-me para
    isso as condic3e necessarias (nao apoia-
    dos), se nio tambem porqae, na opiniao
    da camera ainda ha pouco lio publicaraea-
    le manifestada com a votacSo que houve
    lugar, est a materia sullicientemente dis-
    cutida.
    Eotretanto parmitta V. Exc. que me pre-
    valece da palavra, que acaba de cooceder-
    rae, nicamente para explicar a cmara dos
    deputados e ao paiz, qao a todos nos tem
    de julgur, o rneu proceliraento com rea-
    am
    cicio de soa liberdade, adiar a solucio in- ci proposta do po9er execalivo sobre
    Sht;'bwa-s< ">d-lo mprlmir
    folhetos para serem distribuidos pelos de-
    putados e sehadoros. ^ *
    obrigou a mandar extrahir aisaiguos r-
    Ihares da axeojplaru desse olbelo. fazen-
    do distriooi-loi aos ceotos pelu provincias,
    cojos presideotes liveram ordem de os fa-
    zer ebegar s outras classes da p ^polacSo
    por intermedio de seos agentes policiaes
    Eis a portarla do illust.e presidente da
    provincia do Rio de Janeiro, que se encon-
    tra no Diario do Rio de i 1 do correle, e
    que lerei a ornara para provar o qae dgo:
    Palacio do governo da provincia do Rio
    de Janeiro. Nilheroy, 8 dajuiuo de 1871.
    2a seccio.Sendo da maior conveniencia
    dar toda a poblicidade ao parecer da com-
    missSo especial da camira dos Srs. depu-
    tados sobre a propOita do gjveroo a res-
    peitp das providencias que se devera tomar
    para realizar pausada, mas successiraratn
    le a emancipacio da escravatura no Brasil,
    remello 230 expropiares d) mesrao parecer,
    que V. 9. tara distribuir por intermedio de
    seus delegados pelas pessoas mais iuteres-
    sadas em enhecer as verdadairas intenc5es
    do governo imperial em lio imoortante
    juestao, e apreciar o espirit i da referida
    proposta, na qual se garrduu o respe.to aos
    iterosses da lavoora, combinando o com
    os principios do direilo, da ciMli-a;ao- e da
    religiSo. Dju< guarde a V. S. Josim do
    Nascimenlo Silva -Sr. baeharel AnUmio
    Carneiro de Campos, ebefe de polica da-
    provincia. >
    OSit Rodrigo Silva:Hlaum parecer,
    timbera do mesmo presideat?, muito inv
    teressanto!
    O Sr. Perdigo* MalheiroN3o has
    Uva ser publicad i no Jornal do Cbmmercio,
    que dbtribuemais de J.OOO exemplares,
    e ainda oo Diario db> Rio 1
    O Sr, Jbs Cauto]}:' -Ha de amda estar
    lembrad de qae mais de ama vez, nao s
    ;por oocaeHe de d^coliT-se o vol de gra
    Cas, como aa presente discossio, dclarou
    aqui o oobw presidente do conseibo qae se
    o governo miperiai se coilocra testa da
    4da emancipadora, tomando- a iniciativa da
    proposta qoe se acha em discossaoy fra
    impellido pete'opinio nacional.
    Uraa de duae ; ou a optaiio eslava feita
    ou nio ; se opiniao nao- eslava feito o
    nobre presidente do eooselho Iludise
    quando nos vek> declarar qoe fra o gover-
    no impeilidb pela opiniao ? e tanto reco-
    nheceu depois o erro em que bavia calndo,
    que ordenoo distriboicSo, a dos exemplares- do parecer da nontada
    comm-ssSo.
    Se, porm a opioiSo eslava feita, com
    segurauca se poderconcluir que era desne-
    cessaro dislribair esses exemplares pela
    populado. (ipoiados da minoria.)
    (i^que se segu de tudo isto que o go
    verso imperial eslava bem convencido de
    que a opiniao nao se havia anda formado
    (owitos apoiados da minoria), e coase-
    gointemente pode dizer se que o verdadeiro
    propagandista o goveroo. (. Muitos apoia
    do da minoria )
    ?ozes ;Este que a verdade.
    0 Sr. Jos Cwon :Se o gabinete-es-*
    livasse sinceramente convencido de qoe a
    definidamente, porqae todo isto 'imprali
    cavel na escravidio. (Apoiados da maio
    ria).
    Combatea o aobre deputado a indemni-
    sacio como fraca e como de veo do ser an-
    imal, por isso qae se referii a trabamos da
    criacio.
    Seohores, nes materia compre proce-
    der com am espirito de conciliacio.
    Incumbe aos senhores das escravas a
    dever de criar os filaos livres deltas, par'
    que sio mais qoe pas, sio senhe-ree.
    Bra altencio s difficuldades que teem da m
    dar-se na transicio do trabajho escravo para
    o livre, lei vem em aoxilo do fazendeiro,
    offerecendo Ihe ama indemnisacSo pelas
    despezas da criac3o ; mas alo 6 faz senio
    emancipado do estado servil, votando con
    ira a mesma propoita.
    Este precioso livrioho (o-orador mo3tra
    o folbeto que cootm o parecer da com-
    missatfriaadas), que me acompanha desde
    o da em -que foi aqoi distribuido, ser o
    principal objecto de miabas observares.
    Rogarei, pois, qaetles dos Ilustre mem-
    bros da commisso qoe desejarem honrar-
    me com urna resposta, dignem-se attender
    a essas observaces.
    Afltes, porm, de entrar na analyse pro-
    ewa seja me licito dirigir ama perganta
    ao oatre presidente do eooselho que se
    acha presente,
    A cmara ba de recordar-se de que

    opiniao eslava feita, nSo tiolia necessidade
    de espalhar estes fofhetos, tanto mais por
    qua o projecto- do governo,. acompanhado
    daemendas da Ilustrada commisso e desi
    tenmenso trabaIho... que nao chamare
    formdaveK para nio offeoder o honrado
    relator da commssS\ tinba sido publicado
    aoJornaldoommercioeemoutra folhas da
    capital, que petcorrem todas as provincias.
    Conseguintemente era desoecessaria aquel-
    la oslentacSo, mor menta qua u do tioha ella
    ;de sobaec8rregar os cofre poblicos com
    mais essa dispeza. (Apoiados. >
    Feias estas observaooes, particularmen-
    te dirigidas, ao honrado presideote do con-
    selho, a qoem pedirei que sobro ellas nos
    esclarec, antrarei aa analyse deste longo
    parecer, qae como ha pouco disse, nSo
    denominare'! formidavel, porque o alustra-
    do relator da commisso j se mostrou ma
    goado com o adjeetivo ka- dias embregado
    pelo meu honrado amigo o Sr. Dr. Pedro
    Luiz, no club iios fazendeiros e commerciaa-
    tes desta praca.
    Entretanto o nire relator da commisso
    permitlir que Ihe observe, deffendend) as
    boas intencoas daqoelle mea llustrada amr
    go, que a palavra empregada, longe de se-
    offensiva, era, pelo contrario, a mais natural
    a app-opriada; formidavel, por ser o
    erojecto muito extenso, bem elaborado e
    poncludaote. (Risadas)
    O S. Pinto de Campos :NSo fiz reparo
    se nao no sentido de ser a verdade formida-
    vel am erro.
    OSa. Jos Calmos :NSo foi, portante,
    cora animo de offender S. Exc, que
    aquello meo lustro amigo empregou o
    adjeetivo; craio mesrao que a sua iotenco
    fra elogiar a S. Exc. por este magnifico
    irahalho
    O Sr. Pinto de Campos :Jfaito obri-
    gado.
    O Sn. Jos Calmon: Mas cornaca a
    honrada commiss3o dizendo que as outras
    oaces abobram a escraviiao sempre com
    debates previos e prcaucoes minuciosas.
    (Apoiados de rainoriaJ
    Ora, Sr. presideote, o mesmo facto,
    n'mguem o p der contestar, nao teve lugar
    entre nos, (Apoiados da minora.)
    Eotendo por debates previos, no caso
    verleote, as conferencias e a discuSsoes
    que de ordinario nellas se levantam entre
    o governo de ura lado' a os seus amigos,
    todos nos que o acompaahavamos de ootro.
    Entretanto haver quem possa em eona-
    ciencia asseverar que essas conferencias e
    discasoes houveram logar ? Certamente
    que nio.'(Apoiados da minora.) Se o con-
    trario s ucee de u pelo menos nao foi com a mi
    nba presenta, nem com a de maitosde meus
    amigos desta casa (apoiados da minoria),
    porque todos nos ficmos sorprehendidos
    qnando o honrado ministro da agricultura
    aqu se apresentou na celebre noute trazen
    do esse formidavel torpedo, qae all (o
    orador aponte para a mesa) fez exploslo,
    dividndo a cunara conservadora em duas
    atetados, como ainda ha pouco verificamos
    na votacio que teve lugar sobre o art. 1*
    da proposta. (Muitos apoiados da mino-
    ria. )
    O Sr. Perdiqo Mal-huiro : O pail s
    tem marchado d sorpresa em sorpresa.
    O Sr. Jos Calmon : Fica, pois, de-
    monstrado que esses debates previos, tio
    preconisados pela nobre commisso, nao li-
    veram lagar entre nos, como no seio das
    dems nachas, sempre que tralaram.de
    abolir a escravidio.
    Quinto s prcaucoes minuciosas, alias
    qaando foi lido aqoi o ,'parecer da comaji. aconsejadas pelo honrado marquez de Ola-
    d*. fia sesefc ^ttoaalbo de Estado pUno
    da 16 da abr U cap conveoian-
    cii S. Exc. tratava da dannostrar, quando
    fot loterrompido, sob |relealo de qae a
    -dlscusaao de va limiUr-se ao assumpto do
    in. 1. gMlaMote iogvam ir que faraa
    tomadas palo governo imperial. Artfca
    que, de todos os pontos das prorkUrnaae
    mais abuodim de escravos, sao eofMas
    constantemente para esta corte ooliciai"Her-
    radoras acerca da conducta dos captirp;
    tentativas de iosorreicio tara a aparecido.en
    'nos pontos da provincia de Minas, la
    qaai sou o mais humilde representante.
    vozes : Muito digno. (Mohos apoiados)
    -2h Jo9E Calsion : -Ho eolreanto ha
    municipios inssa extensa provincia, em cu-
    lis pivoacoes alo seeocootra forca publica,
    por dimmota que seja, para CQbter os re-
    voltosos e deaordeTOi e mantar a orJam I
    (Apoiados da minoria)
    O Sr. PiiDicAa Mamieiro : Para Leo-
    poldiui foram mandados qaiiro soldado*
    e um larganlo para conier 14,001) eacravo* i
    (Ha oolros apartes.)
    O Sa. Jos Calmon ; Por coosegainler
    muito menos proteccio haver nasaieadas,
    algumas asss distantes dessas p..voacoes.
    e onde os respectivos proprietarios estio
    expostos a sern victima da' furia de cen-
    tn is de escravos, o que oao dtficil acon-
    tecer tambjra as provincias do Rio de Ja-
    neiro e % Paulo. (Apoudos da miroria.)
    O Sr, PrmgAo Malheiro ? N-sn oa
    da Babia e de Peroambuco; quaado menos-
    pensarera hio de achir-se sobre ara bra-
    zeiro!
    O Sr. Pvro de Cam>os : Da Pemam--
    baco temos cartis as mais tisoogairs.
    O Sr. Pekdigao Mauheiro :Nio m
    refiro a cartas.
    O' Sr. Pi.vw de CAMroa: Nio b so-
    carlas, iambem ha representaces de Per-
    oaaobuco a favor da prop-ista.
    Sn. Jos G*lmd.v: Rsponderei ao
    aparte do nobre deputado : as carias e as
    repiesentaces de Prnambaco em favor da
    proposta d.i goveroo sio espontaneas ; re-
    presentaces dan provincias de Minas, S*
    Paulo e Rio de Janeiro sao devidas a sug-
    gestoes dos deputados da minoria 1
    Vozes : Muito bem.
    O'Sn. Pinto dg Campos : Nio apoiado.
    OS. Jos Causn :Mtia aillacio
    que tiro do aparte do nubre deputado, em
    relacio ao qoe se tem dito aqui nos lti-
    mos ibas, e foi repetido pela hearadl com-
    misso no sen parecer.
    O Sr: Pinto d*> Campos : Ku s affir
    mo o que sei, deixo as armas da nsinaac3o
    para qoem qniaer usar deltoe? eu oaaca
    usarei.
    O'Sn. Jos Calmon :. Voltaad, prm.
    ao ponto em que me acbava, qaaodo fui in-
    terrumpido pelo nobre depuudo,. continaa-
    rei a a (firmar, sem recete oVconiestacio,
    que oao se observaran, por parta do go-
    verno, os delMes precios e as^prtcauces
    minuciosas,, tao jostamente aaooselbadas
    pela honrada commisso.
    Mas senhores, como era aoesivel qoe o
    ministerio se lembraaae de todas essas con-
    veniencias, quando tratou de vir aqui apre-
    sentar a sua proposta sobra a.emincipacSo
    do estado servil; se, despresaado o sabio
    eooselho e prudente- oservaja de S. M. o
    imperador ao honrado viscode de Jequiti-
    nbonba, naqaella mesma sessio do conselho
    de estado pleno de 16 do abril de 1868.
    cjn-ndo o nobre viaconde dclarou a saa
    magostado que tratara de Gcfcrecer ao pro-
    jecto as emendas qoe mais tarde a discuaaio.
    iliie suggerisse, ao qae sua magostada dig-
    nou-se de obsenar-lbe que qualqne pode
    modificar sua&opinies depois de oitvir as.
    deoutvem> sendo essa urna das vamtagens
    da diseusso ;se o governo, repito, tem.
    aqui p >r vezes declarado pela voz autoriza-
    da do honrado presideote do eooselho, oo
    que acontpanhado pela Ilustrada commis-
    so e pela nobre maioria qoe ki quest&
    Ojuante aos pontos capitaes do, projecto1?
    .VMiior fra votarmos j.
    O Sr.. Andr-vok Figceira : .Vpoiado;
    por acclamacao.
    O Sr Jos Calmon : Oe votoa estao
    contados, nao vale a pena proferir-se mais
    urna palavra, sobre a proposn ;. e seja sem
    demora confirmada a victoria dofovernv,
    que bem se poder comparar victoria yie
    Pyrrho logrou alcancar contra seus terreis,
    inimigos, porque ha de arrestar comsigo a
    qu,da do actual gabioote, depois de lave i
    consummado a desgrana o a ruina deste po-
    bre paiz. (apoiados da- opposigo.)
    Sr. presidente, para lastimar que urna
    simples coincidencia de nome de baptisao
    e de colocac?o na ordem de suecessio do
    tbrono, entre um dos reis de Portugal, D.
    Pedro II e o actual imperador do Brasil,
    vendo que no reinado de am abolira-se a
    escravido dos indios no Brasil, e no reina-
    do do outra trate-se de abolir esta mi ns-
    tituico, fosse bastante hoarada commis-
    so para que ella eovolvesse oo mesmo elo-
    gio o rei, do qoal os proprios porloguezea
    nao podem orgulbar-se muito, e o monareba
    virtuoso e sabio que preside aos destinos
    de nosso paiz. (Apoiados.)
    Refera a historia qoe D. Pedro II de Por-
    tugal conspiroa contra seu legitimo rei e
    irmao, D. Attooso VI, o vencedor dos hes-
    panbes as lioha* d'Elvas e os baialbas
    de Montes Claros, S. Miguel e Castel Rodri-
    go ; obrigou-o a renunciar am seu favor ao
    ihrono de Portugal, e dapois de o haver
    encarceraJo, para melhor garantir-se contra
    as tentativas da restaurado, annulloa o ca-
    samento do iofeliz rei com D. Maria liaba!
    de Saboya, qae havia 15 mezes se efectuara,
    casaodo com ella ainda em vida .do marido.
    D. Pedro II era tao ignorante qoe mal
    sabia assignar seo borne.
    Uma Voz : Estio querendo desmora'.i-
    sar o raonarcha.
    O Sr. Pinto d Campos.: Nio o conse-
    guirlo certamente. (Apoiados.)
    O Sr. Jos Calmon : Concluirei, pois,
    qoe a comparacio feita pela aobre commis-
    sio nio pode deixar de ser considerada
    muito e muito iofeliz. (Apoiados.)
    O Sr. Pinto de Campos : Se commet-
    leu erro, foi excitado pelo Sr. Perdigio
    Malbeiro.
    (Ha varios apartes)
    O Sr. Jos Calmon : -
    essa qaestio com o Sr. j"
    se refere; o qae ea disse e
    terrupces nio ma fario calar.
    nobre depilado pelo Rio-Grande, eu direi:
    a valentona ninguem me leva. (Hilari-
    dade. )
    '

    [V. Exc.
    a quem
    to, aVjfr
    como o
    (Cimtnur-se-lm.)

    X? DODIAKIO-RU DO l l^UE D8 CAJT8


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