Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12463


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Full Text
^
*! a*
?-' "P1


MNO XLVIi. NUMERA 187
-------------------.------,------------------------------------------------_.-----
fkU A CAPITAL LCaBSS OVDS lAO^II ffii
^or tres aszes adjantados..........
Por sis dos iiier............
fot um anuo ideo..............
ada mmoro avolao............
1000
121000
14000
320
SEXTA FEHHyg BE MOSTO DE 1871.
PA1A DlfTBO E TOA DA IMfOCIA.
at
Por tTM Bezos Maotodot...................
Por mi dito dem..........?.........
Por nove dita* idea...................
Por um aooo idean ...................
1M0
palo
171000
Propriedade de Manoel
de Faria & Filhos.

ao A*umrmm:
i
C* Srs. Gerardo Antonio Alvos d Filbos, no Para ; Gonga!vs 4 Pinto, no Maranbio ; Joaqoim Jos do Oliveira d Filho, no Gear ; Antonio do Lomos Braga, no Aracatj ; Jlo Mar Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Jao
Pereira d'Almeida, em Mamangaape Felippe Estrella 4 C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomos, na Villa da Peona; Bolarmino dos Santos Baldo, eni Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
era Naxareth ; Antonio Ferreira de Agniar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martina Alvos, na Baha; o Le te, Serqainbo d C no Rio de Janeiro.
>
PARTE OFFICIAL
:

>
tinvern da provincia.
BXPEDIENTli DO DA 3 DE AGOSTO DE 1871.
Acto:
O vice-pre-ideule da provincia, allendendo
aa qua expoz o Dr. director geral interino da
instraecao publica em orUco d > I* do corrate,
3ob n. 237 resolve turnear a Francisca Joaquina
de Oliveira Campas para reger interiaaraeule a
cadeira de instruccao primaria de Afogadoa de
lafazeira, mediante a gratificarlo annual de...
*>W*000 rs. Fiurara se a necesarias commu
nieae3es.
Offlcios :
Ao com mandante das armas res-iraraeudan-
ando que providencie no sentido que pede o cora-
mandante do corpo de polica no oDIjio juoto por
opia, qnanto ajs ensaos de umi composcao
musical do mestre da bandi J> dito corpa, da-
signanlo o local em que para o ensaios geraes
se devam reunir todos os mnscos. Oflhiouse
oeste seatido ao comraandaote superior do Reci-
fe, ioteirando-o Je que os tsalos g-sraes devero
ser no local, qio o coramandiute das armas de-
signar.
Ao mesmo para dar suas ordena no sentido
de seren transferidos ia fortaleza do Brum pa-
ra bardo da corveta de guerra Pintease os re-
fritas da raarinha, all depositados. Commuo
cot-se ao capitJo do porto.
A1) mesmo para que no dia 6 do corrento s
tres horas da tarde seja postado em (rente da ca-
pela do collegio dos jesutas um batalhao para
acarapanhar a iiuagem de Nossa Seolura do Bora
Craselho, que tem de sabir em solemne procis-
sao para o convento de S. Francisco.
Ao inspector da ibesouraria de fazenda man-
danlo pagar ao cirurgij do corpo de polica,
J>aquim7os Alves de Albuquerque, a graUfloa-
cl) de 13JO00 diario?, que Ibe foi arbitrada co-
mo eacarregado de prestar seos servidos mdicos
SN desvalidos atacados de febre amarella no po-
v jada dos Montes, a contar do 1 de maio a 20
dejaba deste anuo.
Ao da tbesouraria provincial autorsando^o
a mandar entregar ao thesoareiro da reparlicao
dai obras publicas a quantia de 11:900* para
occorrer as despezas uo correte n -z, com as
obras por aimioistracao. Communicou-se ao
abafa.
Ao mesmnpara que f da Res GomWda Silva a quantia de 2:220* rs.
proveniente de 600 fafdamento* de brim branco,
que fornaceu ao corpo de polica, na razio de
3J790 rs. cada ura. Communicoa-se ao comman
dame do corpo.
Ao Dr. ebefe de polica recommendando que
enve tima relacao nominal dos presos existentes
na casa de d.'ten(ao com declarado dos queja
se achsm julgados ou smente processados e de-
tentas, que termo pertencem e quaes os que es-
io' m* .3> d. !i-nuniii1rn nnuj cofre publico
por serem pobres.
Ao mesmo chamando a saa attencao para a
conveniencia de os presos da casa de delenco se
eapregarem em algnm iraballi. regular e pro
porcional as suas forcas, o qual, alm de algum
lucro, Ibes d a esessara aclividada para a con-
servadlo da saude, e o faca adquirir urna pro-
lisso bonesta, de que possam depois de cumpli-
da a pena, ou delenco, ulilisar-se em proveito
proprio e da sociedade, e recommendando que
proponh* as medida* convenientes ueste sentido,
indicando o melhor systema a seguir-se para a
craacao de oficinas naquelle estabelecimento, de
modo a se conseguir esse resultado, sem detri-
mento da fazenda provincial, prejuizo da segu-
ranc.1 e guarda dos presos, cujos interesses de-
vem 3er garantidos.Offlciou-se ao commandan-
te das armas para mandar reforcar diariamente
a guarda da casa de detenclo com mais dez pra-
vas para maior saguraoca dos presos, que como
medida bygiennica tem de fazer exercicios den
\Xj das maralhas, que a cercam.
Ao c jmmaudanle superior da guarda nacio-
nal do municipio do Recite declarando em res-
posta ao son offlcio, que improcedente a recla-
maio do commaniaute do Io balalhlo de arti-
Iheiia quaoto a ooOMaeju de Joo de Lemos Leal
Reis para alferes do Io batalh" r reserva.
Ao regador do gymnasi< provimial, para
que faga admittir nosso estabelecimento, como
alumnos externos os liibos de Joaquim Francisco
de Mello Saotiago, de nomes Joaquim, Jos e Ju-
vino para frequentarem o Io a aula de lalim e os
outroj a de 1" letras.
Ao administrador da casa de detencao, afim
de que proponlia o melbar meio de ser augmen-
tada* a alimentacao dos presos pobres desse esta-
belecimento, leuda em vista as observares fetas
na reuniao da commissao medica, que assistio,
e tsve tugar no palacio da presidencia.
Ao commandante do corpo de plida auto-
risando o engajameuto dos paisanos Joaquim Pe-
rylra de Lucena, Manool Gabriel dos Santos e
Manoel Innocencio da Silva, se forem idneos.
Ao chefe da reparticio das obras publicas
recommendando que se entenda com o gerente
di corapaoliia Drainage Refe, ai'nn de que se-
jam execitados o melhoramentos passves no
aervieo das lalrioas da casa de delenco subsli-
tuindo por omros apparelbos ou obras o que nao
p ier ser raelborado.
Ao mesmo determinando que organise novo
urr .ment o planta para a construeco do edifi-
cio destinado ao lyeeu darles e oficios; tendo
em vistas os desejos da presidencia de dar maior
extenso a esse edificio, afina de melhor prestar-
se a um systema de ensino mais ampio.
Ao juii municipal do termo de Buique ac-
ensando recebidos os raappas estatistt&os, que
remeUeu. e solicitando i remessa com brevidade
dos que falttm.
Poruria :
Ao superintendente da estrada de ferro do
incite S. Francisco aulorisande-o, de confor-
midade com os avisos do ministerio da agricul-
tura do 9 de setembro do anno passado, e 6 de
julho ultimo, a estabelecer urna parada dos res-
pectivos trens em terrenos da fazenda Limoeiro,
de que proprietario o caaito Belmiro da Sil-
veira Lins, correado por conta deste e dos mais
inlereuados qaaesquer despezas cam a onstruc-
i-l) das obras necessarias ao embarque e desem-
barque de passageiros e carga, cuja flscalisacjio
ser regulada por essa superintendencia, de ac-
ord com o Sfigenheiro fiscal, e recommendan-
do que traga ao canhecimento da presidencia til-
do qnanto occorrer relativamente a assa sutorias-
(o. Communicou-se ao engenheiro.
Despachos:
Domingos Jos Ferreira Jnior.Informe o Sr.
coronel commandante superior.
joaquim Pranclsco de Albnqaerqoe Santiago.
Dirija-so o sappucaote so Sr. regador do gymna-
Manool do Nascimento Rodrigues Franca.
Juato aat* requerimento ao de Basilio Josa da
Hora, sejam remettidoa ao Sr. inanactor da tbe-
souraria de fazenda para dar o seu parecer.
Mara Carolina Pereira de Carvalho lntorma o
Sr, iaapector ds tneeouraria de fazenda.
Tnsotonlo Jos Gomes da Sil*.- Concedo o
t KXPKDIE.NTB DO SECRETARIO.
OUcioi:
> Ao Dr, ebef* de polica declarando, de or
dea da preijleoela, que fi* extensiva ao Jistrto
to de Jaboato a providencia tomada quanto ao
da Magdalena, para a guarda naeionil da reser-
va prestar-se as rondas nocturnas e diligen-
cias.
Ao commandante do corpo da polica dizen-
do ficar a presidencia iaieirada de ter silo des-
ligado do corpo s ib sen coinmaode e mandado
apresentar ao general commandante das armas,
nos termos do artigo 137 de respectivo regala-
ment, o soldado FrankJim Carvalho. .
EXPEDIENTE DO DI\ 4 0K AGOSTO DE 1871.
Actos:
O vice-presidenle da provincia, allendendo
ao que requercu o Dr. las Joaquim Firmino, l-
ente coronel commandante do 4 batalhao de re-
serva da guarda nacional do municipio de Goyan-
na, e a vista do que informau o respectivo com-
mandante superior em offl:io de 17 do mez pr-
ximo passado, resolva que Ihe seja dada a guia de
qae (rala o arl. 43 d> decreto n. 1.130 de 12 Je
mar; i da 1853, para o de Macei provincia das
Alagoas, aonde osla residinlo.
O vice-presidenle da provincia, a vista do que
representla o comman lano superior da guarda
nacional do municipio de Goyanna, em oficio do
i* do mez prox mo Mulo, resol ve de conf-irmidade
com o aviso de 7 de agoJo de 1866, transferir
para o servico da reserva o capito da 1 compa-
nhi.i do batalhao o. 13 do dilo municipio Vicente
Ferreira Colbo da Silva.
O rice-presidenie da provincia, allendendo
ao que requereu o alferes da 7' companhia do ba-
talhao n. 12 da guarda nacional de Gayanna, Eus-
taquio Constancio Redivivo, e a vista do oficio do
commandante superi a respectivo de 22 do mez
prximo iludo, resolva da contormidade c>m o art.
68 da le u. 602 da 19 de setembro de 1830, refor-
mlo nesle posto.
O vice-pre: lente da provincia, usando da
attribuico que Ihe eonfere o o" da lei provincial
n. 531 de 9 de junho de 1862, resolve namear
mordomo substituto da junta administrativa da
Santa Casa de Misecordia, no crreme biennio, a
Manoel Alves Bar)iza.
O vice-presidenle da provincia, allendendo
ao que requereu Leopoldina Romana Mendes Goo-
(alves, professora publica da freguezia de Grvala,
removida para a cadeir da Barra da ?erinhaem,
por portara de 20 da juoho ultimo, resolve que
fique sem effeto aquella portara, e qne continua
a referida professora no exercicio de sua cadeira.
Expediram se as uecessarias commuuica(5es.
Oficios :
Ao dasambargador procurador da cora so-
berana e fazenda nacional, para internar sea pa-
recer nos autos de medico e damargacao da posee
Rodrigopertencenle a Vicente Elias de Souza,
e proeessadas pelo juiz commissario do municipio
da Escada.
Ao inspector da thesouraria de faienaa, trans-
minio Jo para os lio s convenientes, a filia^o de
dous tambores engajados para servir ne 1* bata-
lhao de infamara da guara nacional desle mu-
nicipio.Tamben iransmittindo-se para osdevidos
fin?, o titulo oomaando cavalleiro da ordem da
rosa a JjSo Flpp de"MeTto,"e urna vnieui *u
souro nacional, sob o. 125.
Ao mesmo, recommendando que, de conor-
midade com o que se pralicou com o inspector da
alfandega desla capital Emilio Xavier Sobreira de
Mello, admita o laocador nomeado para a reca-
bedoria de rendas, Manoel Antonio Ribeiro, a pres
tar juramento e entrar em exercicio da seu lagar,
lodependentemente da apresenta^o do competente
tilalo, que exhibir depois.
Ao mesmo, eommuoicando haver o conse-
Iheiro presidente da reanlo concedido trinta das
de li:enca com ordnalo na forma da le, ao ba-
charel Austerliano Correa de Crasto, juiz munici-
pal dos termos reunidos de Tatarata e Floresta.
Ao mesmo, inteirando o de qne o bacharel
Joaquim Cordairo Coiho Cintra, juiz municipal do
termo de Goyanna, entrou no dia 27 de julho ulti-
mo, no roso da liceo;a de 15 das, que Ihe fo
concedida pela conselhero presidente da relafo.
Por essa thesooraria mandou se pagar:
A' Francisco Pereira de Mendoaga & C., os ven-
cimentos a contar de 12 de abril a 15 de julho des-
te anno, do lente commandante do destacamento
de Agnas-Bellas, Manoel Ribeiro de Carvaltn.
Aes mesmos, a importancia dos venciments cor-
respondentes aos mesas de maio e junho deste ara-
oo, dos guardas nacionaes destcalos na povoaco
de Aguas-Bellas.
Aos mesmos, os vencmentos do destacamento
de guardas naciunaes existente na villa do Bui-
que, no mez de junho ultimo. Commonicou-se
ao commandante superior do municipio de Gara-
nhuns.
Ao Dr. Antonio Joaquim Buarque de Nazaretb,
juiz de direilo designado para a comarca de Ca-
xias a quantia de 83OSOO0, que Ihe foi arbitrada
como ajuda de custo.
Ao padre Joao Vicente Guedes Pacheco a de
414*410, a que tem direito por haver concluido os
concertos, de.que precisava a capaila da fortaleza
de Itamarac.Communicou-se ao engeehero en-
carregado das obras militares.
Ao Inspector da theseararia provincial, para
que mande lavrar mediante as clausulas, que re-
mede o termo de contrato, que, de conformidade
com a lei n. 977 de 25 de abril deste anno, tem de
ser celebrado com Antonio da Costa e S, para a
condujgo das carnes do raaladouro publico para
dentro da cilade, o qual dever prestar lianza
idnea.
Por essa thasouraria mandou-se pagar :
A' Claudiano da Silva Reg a quantia de 2000,
proveniente do aluguel vencido nos mezes de mar
qo a juoho deste anno, de um qnarte que serve
de priso as mulheres no termo de Taearat.
Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
A' Pedro Jos de Lyra ou ao seu procurador a
de 46*000, em que importou o aluguel de tres
mezes vencidos em 31 de julho ultimo, da easa
que serve de quartel ao destacamento existentes
na freguezia do Poco da Panella. Inte'trou-se ao
Dr. chefe de polica.
Ao professor da cadeira nocturna da povoaco
do Barro, Joio Luz da Silva Leiria, a gratificado
que se julga com direito, bem com) a despea
feita com o expediente da mencionada cadeira.
A' empreza da illuminaco publica desta capi-
tal a quantia de 82*800, correspondente ao gaz
consumido durante os mezes de abril a jonho oes-
te anno. com a Illuminaco da guarda da ribeira
e do quartel do corpo da polica.
A' Francisco da Costa Maia s importancia dos
vancimentos no mez de julho ultimo, do destaca-
mento de guardas naeionses existente na cidade
do Rio Formoso. Communicoa-se ao respectivo
commandante superior.
A' professora da 51 cadeira da freguezia de San-
to Antonio desta cidade Amelia de Santa Rosa, os
seas veneimentos na importancia de 75*100, e a
contar de 5 a 30 de junho ultimo.
Ao escrevente da repartco das obras publi-
cas, Joo Joaquim de Slqneira Varejo de confor-
dade com o art. 12 8 t* da lei do oramento vi-
gente a quantia de 830*400, proveniente da dille-
renca entre seas veneimentos e os do respectivo
secretario, cojo lugar exerceu interinamente a
contar de 14 de julho de 1865 a 10 de abril de
t867- ..-
Ao viee provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia, approvando a deliberaeo, qne tomou a
respectiva junta administraliva de mandar admit-
tir no c llegio dos orpbos os menores Manoel,
Romo, Joio e Pedro, filhos de Ped.ro Antonio Ba
Ao commandante superior da guarda na-
cional do municipio de (tamb, itevolyendo o novo
mappa que remellen, visto nao ter sida eterimi
nada a torca qualificada era cada nn dos bata
Ihdes, como exige o aviso do ministerio da justica
de 24 de abril ultimo, e (azendo-Uw sentir que
pelo decreto que creou esse commando superior
nao consta tar elle companhia algnraa de eavalla
ra como se mencionou em dito mappa.
Ao inspector do arsenal de raarinha eommu-
oicando, que segundo aviso do ministerio 4a ma-
rraba de 22 de julno uliao, brevemente ebegar
|esta capital o director de aOMaan de machinas
do arsenal do Para, capio-tBDeaSi honorario Jos
Mara da Conceijie Jinior, afta da montar duas
dragas deslioadas a eacavaeia porto, trazeodo
comsigo seis turmas de cravajadores e as mestre
maehinisla, e recommendando que providencia de
modo a ser por essa arsenal foroeeaio o pessoal,
que anda for neeassaro a semelbante servico ;
certo de qne a despaaa levara correr pala verba
Oorai do exercieio da 1871 a 1871 Communi-
cou-se ibesouraria de fazeada
Ao commandante do presidio de Fernando de
Noronha transmundo, por copia, o aviso Je 19 do
julho ultimo em que o Exm. Sr. ministro da guer-
ra declara na ser approvado, atienta a sua alie
galidade, o acto de sen antecessor, I aneando im-
posto sobre cada ua das animaos existentes nesse
residi, e pelo eontrano aere ser restituido o que
aa virtud* dalle, sa ufar arrecadado, eqaequanda
mu to sa nadar esiahalecer multas para aquel les
animaes q ie an Jarem vagando, orgaoisando se para
isio orna tabella, ouadoptando-se a da cmara mu-
nicipal desta cidade.
Ao juiz municipal presidente da eooselho de
recursa-oa villa da Pairolina para apee convoque o
o conseiho, precedendo editaes com o praso
pelo aseaos de oi.o dias ; da modo qne possa elle
ser instilada e funecionar a 10 de setembro pr-
ximo vindonro, visto nao ter sido regular o proce-
dimento do 2 supplente desse juizo, a quem com-
peta no sea impelmenlo, convocar o referido
conseiho ns epocha mareada pala presidencia por
nao proceder a razao allegada de falta de tempo
para jusfiear a saa omlssla, pois que o espaco
decorrido da 2 a 23 de julho fiado era suficiente
para enmprir-se o preceito legal.
Ao promotor publico da|comarca de Olila,
chamando a saa attenco para o faato que partid-
pon o Dr. chefe de polica, de ter Marcellmo Car-
deso dos Santos, assassinado no termo de Igua-
rass a Juvenci Cerdoso dos Santos e ferido gra-
vemente a Manoel Alexandra dos Santos, e recom-
mendando qne empregne toda a delligencia, afim
le ser capturad o delnqueme, a ter o devido an-
damento o processo instaurada.
Portara :
Ao concilio de compras do arsenal de mari-
nha approvando o contrato, que celebrou com Jos
Mandes de Freitas, para fornecer a esse arsens I, por
tres masas, carvio de podra proprio para forjas,
como se v do termo qne remetteu CommnnieoO-
sa a thesouraria de fazenla.
DasDaehos_.
m
-AWWnB~>yrani!isc-o--a>-BJirra-" ram '-isirnii
requerida. .
Amelia de Santa RosaA thesouraria provincial
com oficio desta dala.
Adelaide Rosalina Bitlencourl. Ioforme o Sr.
Dr. director geral ioterino da instruccao publica.
Barihohmeu Ribeiro Peres.Como requer pa-
gando-lhe os direitos da fazenda.
Fulden Brothers.Dinja-se a thesouraria pro-
vincial.
Fraocisco Apoligorio Leal,Informe o Sr. en-
genheiro chefe da reparlicao das obras publicas.
Joo Pinto de Mendonga.Informa o Sr. Dr. juiz
de direito da comarca de Palmare?, ouvindo o juli
municipal do termo da Agua Prela.
Jos Serapio Bazerra de Mello.Informe o Sr.
Dr. juiz de direito da comarca do Limoeiro.
Jos Policarpo de Freitas,Como requer.
Dr. Jos Joaquim Firmino.Como requer.
Jos Estevo de Siqueira Jnior.Nao tem lugar
o que requer. .,
Joo Joaquim de Siqueira Varejao.-Dtrija se a
thesouraria pravincial.
Leopoldina R .mana Mendes Goncalves. Passe
portara no sentido em que requer o supplicante.
Mana Francisca da Cooceico.Como requer.
Marliniano Eleuterio da Silva.Ioforme o Exm.
Sr. brigadeiro commandante das armas.
Olavo Antonio Ferreira.Ao Sr. brigalei: o com-
mandante das armas para informar.
Padre Raphael Antonio Colbo.Informe o Sr.
director geral interino da instruccao publica.
Trajano Felippe Nery de Barcellos. Como re-
quer.
Joo Rodrigues de Soaza.junto esta requeri-
mento ao que o supplicante derigio anleriormen-
a esta presidencia sejam remanidos ao Sr. briga
deiro commandante das armas para informar.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Oficios : ,
Ao juiz de direito da comarca de Cabrobo
remetiendo os raappas estatistlcos que por engao
deixaram de acompanhar ao oficio da presidencia
de 28 de julho ullimo.
Ao gerente da Companhia Pernarabucaaa,
para que, de ordem da presidencia, mande dar
urna passagera de proa, no vapor que segu para
o Aracaj, a ex-pra$a do corpo de polica desta
provincia, Jorge Pinto do Nascimento.
----------------------------------------------
Pavis pela aimioistracao dos correias, palo preco
de cinco cntimo?, que ia incluido palo expedidor
aa Sarta contendo os quesitoi a que o destinatario
devia responder.
Desgraeadament, esse sy.iema ova pouco fcil
da comprahander, de nsemuilo ioeommodo e por
deaatis safeito a arroa. Em breva eonueceu-se a
naessndade de aperfwcoa-lo, e accrescantou-se
una numero de ordem s carias-respostas enva-
dar.* Sena isso, no caso de que fossem mandados
mawjs despachos cartas ao mesmo corresponden-
te, Stb se saberia a qnal responda elle.
Os candes respostas eram expedidos de [cada
agencia de crrelo onde eram depositados, a sede
do governo, qne loraava medidas^>ara fater che-
garseu contedlo a Pars.
Ndia-sa, por asta va, mandar, alm dos despa-
ch**-eartas e dos cartoes-re postas, ardeos de pa-
gamento al 300 francos, mediana urna taxi ftxa
de tres franco* sobre o direito ordinario de 1 por
canto.
Aa lempo que o governo da Pars expeda este
aeereto, oSr. Siteoackers nao tiva em Toars. Auxiliado por um illustrado pbo-
tograpbo, o Sr. Bareswil, leve a Idea de fater im-
primir ira caracteres pholographicos os despa-
chos, antes da os faaer mi;rosc graphar de ambos os lados de urna folha da pa-
pel. Cooseguio se assim mandar 240 despachos
de 15 palavras n'um pedac/) de papel de tres cea-
timatros de largura e qoatro de altara.
A primeara serie da despachos particulares ehe-
gou a Pars no momento em que o governo cen-
tral nnbllcava o deerelo cima analysado.
Mas o Sr. Lacoin disse-nos que eserevera a seu
pai, em toar?, afim de pedir-lhe que communi
casse ao Sr. Steeaackers a idea que Uvera. G-
iros phosofMpbiM, praeos na pbotographia mi-
croscpica, sahiram para logo de Pars, em baldes,
afim de Ir auxiliar e Sr. Bareswil ; o Sr. Dagron,
ajudado a principio palo Sr. Fornique e depois pelo
Sr. Levj.
Estes senaores, aeonselhados pelo Sr. d'Almei-
da, realisaram novo." pregrassos, substituiodo a
folian de papel orna tenue lamina de eollodioo,
mmto mais le re anda ; pode-se assim augmentar
o numero da folha* de despachos eonduudos por
cada pombo, sanio leda remessa repetida por car-
ca de qoarenla porabos.
Finalmente, levando a ralueco pholographica
a estas derradeiros limilsa, obtendo photograpniaa
oito antas vasas manaras'do que o oiigiaal, impri-
misdo o jornal los despachos em tres columnas,
coosegoio sa laxar caber, em urna fotha da eollo-
dioo de nnle centmetros quadrados, nada me-
nos de 48 paginas irapressas ivpographicamente
e 1,6X0 miegrammas da 13 palavras, divididos em
tantos paragraphos quamos eram os lugares das
difirante proveniencia?.
Chagnram, por pombo, despachos at da Cons-
oi Pars os despachos tarara s principio lidos
por mal* de lente*, dictados assim e transcriptos
a mi ;.*fliudaudo se anda mais os caracteres,
dochetSEfnn ilaitilnti decouodion.
EXTERIOR.
O crrelo e ai telegra hla
DURANTE O CERCO DE PARS.
(Do Journal des Economistes ie abril e maio de
1871).
(Coneluso.)
VillDespachos Pholo-Microscopcos.
Os primeiros pombos levados pelos baldes eram
principalmente destinados a dar informacoes so-
bre as descdas dos aerstatas ; a essas informa-
c5es jnntou-ae quasi ao mesmo tempo as princi-
pies noticias geraes, e dentro em pouco os pom-
bos serviram regularmente para transmillir a Pa-
rs os despachos da delega^o de Tours.
Os primeiros despachos mandados eram manas-
criptos ; passadoa alguna dias, os despachos ma-
nuscriptos loram reduzidos por meio da photo-
grapha.
Al entao as noticias enviadas por pombos ha-
viam sido unicameme destinadas ao governo ; o
Sr Lacoin immaginou em pregar o mesmo modo
de correspondencia para oa despachos particula-
res, reduzindo-os a um dimlouUssImo numero de
caracteres. Commanicou esta idea ao sen secreta -
rio, o Sr. Cadlooi, e ao autor deste artigo ; admi-
ramos a smplcidade a o valor pratieo do meio
indicado e fomos oommunica-lo a* Sr. inspector
geral.
O Sr. Rampon aioptou o projeclo do Sr. Lacein,
infelizmente nao foi realisado de maneira tan com-
pleta eomo qoitera sen autor
Como quer que seja, a 10 de noverabro publlcou
o governo aa deerelo qne auioriiava a corres-
pondencia particular por masa dos pomnav Foram
creadas duas sortes de despachos : os despachos
cartas, qne devam eooter pelo manoa qnarenla
palavras, oomprehendidoo sobrescripto, a atrasa
franqueados palo preco de oinooeota centiao* por
palana : os despachos ratposlas, cuja sus da
Iranquearaeolo era flxado ea aa franco e
sw
rio, .
A principio a imagem augmentada da photo
graphia era projectada na cmara escura por um
raio de luz elctrica sobre o mmtrador branco,
onde os empregados liam e copiavam os tele-
grammas.
Depois, eora o auxilio da luz elctrica, fizeram-
se, coa as pholographias augmentadas, despa-
chos microscpicos, priraeiraraeote sobre vidro e
depois sobre papel. Estas photographiasram f-
cilmente lidas a olhos uus, copiadas mo e man-
dadas aos destinatarios.
Cbegaram desta arte muitos volumes de despa-
chos offlsiaes e 100,383 despachos particulares,
dos quaes 68.550 telegrammas. 30,150 cartoes-res
postas e 1,383 ordene de pagamento ; por vezes,
um nico pombo trouxe 500 paginas de despachos
offlcaes e 15,000 despachos particulares.
IXApndice. O correio durante o armisticio.
Acabamos de ver o que se imaginou, o que se
lez surgir do nada, ara urna cidade bruscamente
sequestrada e separada da comraunhao universal
por um exercito de um milbo de soldados.
Resta-nos, para ser completo, dizer o que a ad-
minstraco dos correios fez quando foi preciso
tratar com o vencedor.
Cada um de nos gravoa na memoria, pelo -reara
da vida, esse vergonhoso art. 15 da convenco de
29 de Janeiro, que obrigsva a nao mandar, pelo
correio aliemo, seno carias abertas.
Desde o da seguinte, os carros da casa dos
correios am entregar na ponte Svres as car
las sem fecho, e obrigaloriamente franqueada, a
administraco prussiana. Esta recebia, a sua par-
te, orna sobre-tsxa de vnte centmetros por caria.
A convenco s fallava de carias ; foi raister Ion-
gas negowacdiS para obter a aulorisaco irrisoria,
de enviar dez exemplares de cada jornal por de-
partamento, sob a condico de dar tambem tres
exemplares de cada um a. direceo prussiana de
Versalhes. ,
Depois das eleicSes, o correio prussiano afrou-
xou esse grande rigor. Foi permittdo fechar as
cartas, a partir de 12 de fevereiro. A 14 de leve-
leiro eelebrou-se urna convenco que regaln as
relacoss do correio francez e allemao.
As cartas destinadas aos 28 departamentos oc
cupados : Aisne, Ardennes, Aube, Cote d'Or,
Doubs, Eure, Enre-et-Lor, Indre-et-Loire, Jura,
Loir et-Cher, Loiret, Marne, Haute-Marne, Meur-
the, Moselle, Oise, Orne, Bas-Rhin, Haut-Rhio,
Hame-Saone, Sarlhe, Seine-Inferieure, Seineet-
Marne, Seine-et-Ose, Somme. Vosees e Yoone,
transportadas a Versalhes pela estrada de ferro da
margena direita, ah eram entregues ao correio al-
iemo, levadas aos domicilios pelos carteiros ru-
raes da admiuistracao franceza, medante o reem-
bolso da sobre taxa de 20 ceotimos ao correio
prussiano. .
As canas destinadas aos deparlamentos nao oc-
upados erssa transportadas em wagons ordi
nimara-se e a agitacao suecedeu ao torpor em que
a eseassea de dinheiro mergulhara aquellas povoa-
(Oes, que tem lo brlhaote futuro.
*o dia 16 de julho davia ter sabido de Yqui-
tos, com deslino ao nosso porlo, o transporte de
vapor peruano Morona.
AMAZONAS
Cbagara a 27 de julho as datas dos joruaes
de Manaes.
No da 24 ehegara a capital, de valla de sua
excur.-o ao Rio-Braoco o Sr. general presidente
da provincia, que para all hava seguido no dia
II n'uraa das lanchas da flitilha.
S. Exc. chegou ate o forte de S. Joaquina.
escreve o Jornal do Norteapesar de mil dfflcul-
dades que offerece a navegacao a vapor, especial-
mente na passagera da Ctchoeira, que mede nraa
distancia estimada em 5 leeuas.
< Apesar de todos os eseolbos, apesar mesme[jde
ter a lancha por mais de urna vez, batido de en-
contr s pedras poda comtudo vencer o perigo e
a fortissima correnieza das aguas.
Ns nos Iludi o juizo que aventamos sobre
a idea de S. Exc.
fim principal da vagem f > estudar ptica-
mente os meios de transportar para aqu o gado
das f?zendas nacooaes.
Conbeceu S. Exc. os ambara^ que se oppoem
livre navegacao alm da* cachoeiras, e mesmo
at all, s ha livre corso em 6 mezes do anno.
O faro denominado Cujubra, tambem nio for-
nece meios para ser melborado, porque demasia-
damente baixo, razao que o inulilisa para leatar
qnalqucr mal hora ment.
< O meio pois a adoptar a abertura de urna
estrada desJe a pancada da cachoeira al ao seu
principio; estrada pela qual se possa transportar
o gado at o porto de embarque.
> Alm da ser este o meio mais consentaoeo,
tambem o que de ve ser adoptado pela certeza do
resultado e mesmo para a economa dos dnheiros
pblicos.
S. Exc. examiaou o forte de S. Joaquim, e in-
felizmente nio flcou satisfeito do seu estado.
< Militar distiacto, e coabecedor do systema de
fortificaedes de fronteiras, S. Exs. nao pode dei-
xar de lamentar o quasi abandono a que est vola-
do aquello forte, nica garanta que temos aos
oraos dos nossos poderosos visinhos dos estados
limitrophes. >
As 3 horas da Urde de 21, tendo orna iilha
menor do operario Vctoro Jos Antonio, de no-
me Joanna, ido tomar baoho com oulras cumpa-
nheiras no igarap Manos, surgi um jacar que
arrebatou-a.
Acudindo algumas pessoas aos gritos das cora-
panheiras deJoauna, embarcaran! em algumas
montaras espera que o jacar fosse devorar,
tona d'agua, a sua preza, o que realisou-se d'ah
a ama hora. Nessa occasio as pessoas que ah se
conservavara, fizeram grande ruido, e com esta
medida o jacar, sorprendido, deixou a presa que
fo logo tomada por urna deseas pessoas.
A infeliz menina frequentava a escola do ensino
primario do bairro do Espirito Santo.
As 3 a meta horas da tarda oe 24 foi o per-
tuguet 1 >i Gae4a'P.reira fardo gravemente, com
am tercado, pelonespannol B?nedicw Laaiaosa.
Poneos das antes f.asiuosa forir ana cosinheiro
do hotel Amazonas, e a mpunidade d'este critne
animou o a commetter outro.
O criminoso esta preso e o estado de Jos Guedes
Pereira inspira receos.
PARA.
Assuraira o exercicio effectivo de chefe de
polica o Dr. Croe Lima.
A subsenpeo em favor do papa elevava-3e
a 6:9231460.
Lemos no Diario do Gram-Par :
i Ao meio dia de bouiem teve logar nos saldes
ros at Amiens, para os departamentos do Nord
e do Pas-de-Calais ; al ao Mana, para os departa-
mentos de oeste e nomeste ; e at Orleans, para o
relo da Franca nao invadida, pasadas nessas tres
cidadae em presecca dos commisaaros prussia-
ooa, aoi quaes pacava-se um dieito,um trbu-
lo, para melhor dzer, de dez francos por kilo-
graama de despachos, sendo depois despejadas as
cartas aos wagons-correios e entregues no seu
desuno sera sobre-taxa no territorio livre.
Taes foram as condi^.es refaladas pelo ven-
cedor.
Charles Boissay
DIARIO DE PERNAMBUCO
ea aa tranco a que
aio, medante a raensaUdade qe 10*000. tinto o 1 deviam ooer quatro respost**, por sjm ou oio,
sea estsdo de extrema pobrea, escripia no ceruo-resposta Imoresao, vendido em
RECIPE, 18 DE AGOSTO DE 1871.
VAPOB AN1C0TA.
llontem depois de meio dia chegou i
do narte do imperio o vapor
tratando datas : do Para 3,
Cesta 9, do Rio Grande
correte.
ras.
Nada ocaorrara digno de meiieio nss
vinoiaa cvsandiuas do Per.
Chaar* ia o supprimanlo monetaria aos o
governo supremo da ra|labima enva peridica^
neo para os astados do liltoral 4 Amaaonas, e
une raJhara ba te mates. O codaste qu se
reswnlis da.'falta dsqaelle valioso conUngenie rea-
pattaa
brasileiro Anicota,
do Mnranho 6, do
11 e da Parahyba 16 do
pro
do Cassino, a sesso solemne e psse dos func-
cionarios da sociedade de beneficencia Vinte e
oito de Julho.
t Estiveram presentes os Srs. presidente d
provincia, commandante das armas, Dr. chefe de
polica, inspector do arsenal de marinh a, secreta-
rio e judante de ordens da presidencia, e fizeram-
se representar por commisso33 as sociedades Be-
neflcenle Porlugueza, Beneficeale 2 de Dezembro,
Club Iliterario e Philosceniea, cojos relatores pro-
feriram discursos anlogos ao aclo.
t Depois de ler o Sr. Vicente Carmino Leal,,
presidente pela terceira vez eleito para dirigir os
destinos da sociedade, prestado juramento as
mos do Sr. ^residente da provincia, receben o ju-
ramento dos demais fanecionarios, qne foram oc-
cupando os cargos para que haviam sido eleitos.
t A sasso, apezar de ser em hora em que to-
dos estavam oceupados, esteve mnito eoncorrida e
brilhante. No coraQo e no encerraraeoto da ses-
so locou a banda de msica do 11 de infamara,
que estava postada porta do edificio, o hyrauo
da independencia do Maranho.
c Depois da retirada dos convidados nomeou o
Sr. presidente Carmino Leal urna commissao para
levar a commissao porlugueza de soccerros o pro-
ducto de urna sub3cripco promovida entre os
membros da sociedade em beneficio dos indigen-
tes que forem accommettidos pela febra amarella.
O producto da subscrpeo monta a 920a, se nos
nao falla a memoria, e foi entregue no hospital
da Real Sociedade Porlugueza de Beneficencia aos
membres da commissao portogueza, que all foram
< Assim solemnisaram os maranbenses residen-
tes no Para o anniversano da gloriosa adherencia
do Maranho independencia e ao imterio, e o da
iostallaco de sua sociedade de beneficencia. Sao
festas que estrenan) os lacos que vinculara o ho-
rnera ao hornera, apezar da dilTarenja de naciona-
lidades e de ereocas, preparando-os a lodos para
a realisacao do progredimento social.
MARANHO. '
Do Paiz traosereveoios o segrale :
Se dia 28 de julho, em sesso presidida pelo
Exm. Sr. viee-presdante da provincia, foram en-
tregues as cartas de liberdade aos saguioles es-
cravos, alforriados pela soeiedade Manumissora 28
de julho.
Por meio oneroso.
Lucia, de 12 annos de idade, de Cus-
todio Galcalves Belcbior.
Carolina, de 38 annos de idade, de D.
Joaquina Carlota Serra.
Pulcheria, de 33 annos de idade, de
D. Anna Gertrudes Serra Lima.
Raymunda, de 27 annos de idade, de
D. Mara Cicilia do Valle Reg.
Gratuitamente.
Julieta, de 1 anno, de Raymundo Joa-
quim dos Reis.
Sebastiana, de 1 anno e dous mezes,
de D. Pureza Rosa do Valle Reg.
Innocencia, de 3 annos, do desembar-
gador Manoel Cerqueira Pinto.
Alieo, de 4 annos, da Justino los Pe-
reira.
Josefina, de 7 annos, de D. Tuiza Leo-
poldina de Cerqueira.
Joio do Nasciroento. de 4 annoa, de
Adriano Augosto Bruce Barradas.
Manoel, de 6 annos, de D. Mara Ida-
la da Silva Maia. -
TheodoUnda, do Dr. Antonio Tcixetra
Belfort Roxo. ,
Mara, de D. Josefina Pereira Caval-
canti.
. c Deram liberdade no dia 28 de julho
vos seus, H Exma. Sra. D. Candida R R. Mendes,
mii do Sr. Dr. Braaoo, a urna eserava ; a Sxma.
Sra. D. Rosa Joaquina Vleira Nina, a um scra-
vo ; o Sr. Francisco G. Reis, a ama eserava ; e>
Jos Ferreira da Silva Jnior, ooira.
loformam-nos que as lnhas que navegara de
Liverpool para este porto e os do Cear e Para fa-
ro, do mez seguinte em diante, tres viagens men- .
saes, de modo que iremos um vapor d'ellas em
cada des dias, a eomecar de agosto.
E' um grande melboramenlo, mas apezar J
todo, nao p le essa repelico de viagens trazer-
nos mais vanlagens do que a iioba directa.
De nma brincad eir entre Antonio Nuoes da
Silva e Daniel Augusto Pilar de Oliveira. rapases
de vlnte e tantos annos, caixeiros dos Srs. vtova
Ennes & Belch or, resnltou a morte do priraeiro,
anle-hontem, domingo.
Estavam elles no quarto em que moravam a
conversar amigavelmanle, pois eram muito ami-
gos, quando armaram se Daniel de um rewoiver.
3ue julgou descarregado, e Silva de ama beogala
e estoque, e pozaram se a simular um ataque
para ver qual das duas armas era superior. Nslo
vai Daniel disparando os tiros do rewjlver, al qne
acerta em um que estava earregado, e como traba
a arma apontdn para o seu compaoheiro e amigo,
cravou-lbe a bala acuna do umbigo, em parte i>
m, que qualro horas depois eslava o pobre rapa
morto, apezar de ler sido promptamente soccor-
ndo pelos Srs. Drs. Sauloier, Sanios Sacintbo e
Mallos.
c Deu-se o farimenlo s 2 horas da larde. O Sr
Domingos Belchior, dono da casa, bavia ido Al-
cantara, e os outros caixeiros lambim estavam
fra. S estavam em casa os dous desventurados
mogos e os criados.
i Immedialamente cocbeu-se a casa de visinhos.
e compareceu o Sr. Basio, inspector do quarteiro.
que onvio as pnmeras deelaraedes do tendo, que
foi positivo em declarar nao ter sido intencional o
acontecimento, e que elle era victima nao de um
crirae, mas de urna d'estas irreflexes que tantas
vezes tem acontecido.
Dapcis compareceu o Sr. subdelegad) Cesar,
a quem o ferido repeli o que j bavia dito ao ins-
pector do quarteiro perante testemunbas.
< Estas declarabas, a amisade que de um pan
o ootro bavia, o estado lastimoso em que se achav
o que ferio, compro vado por centenares de pe>soar
que o virara, provam a sua innocencia, e faz que
se o lamente pelo terrivel acaso que e tornou be-
nucida, erabora involuntario.
< Montera concorreu numeroso acompanhamento
ao enterro do infeliz Silva.
Consta-nos que o rewoiver, de que trataroo',
foi pelo dono, que o mesmo Daniel, emprestan
nma pessoa que o levou para o interior, e depiis
mandou elle limpa lo, sem nunca o ter earregado.
E' provavel que a nica carga que tinha fosse pis-
ta por quem o lave comsigo.
< O Sr. Daniel est recolhido a priso e ?eodo
processado.>
a No di* 2 do crreme, pelo subdelegado o\
polica do 1/ dstricto d'esta capital foi pronuncia-
do prisa) e jolgamenlo, como iocurso as pena*
do art. 193 do cdigo criminal, Daniel A i i-
Pilar de Oliveira, por ter desfechado posto que ca-
sualmente am \it9 *rwolvr finlrinirt n*** -
da Silva, cuja morte leve logar quatro horas de-
pois do fado, acontecido no da 23 de juliio ulimo
a m eoaunarcial da viuva Ennes & Belchi* r.
onde eram arabos empregadosPende n^, ,,u
despacho de susteota^o da revogaro peloDr. ju-z
municipal da 2/ vara, quem ja foi remettido >
respectivo processo.
A alfandega renden no mez de julho...........
213:9581350.
PIAUHY
Prosegua em seus irabalhos a assembla pro-
vincial, cuja mesa administrativa ticou assim eaa -
posta : presidente Dr. Eneas Nogaeira, secretarios
Dr. Agesilo Pereira da Silva e Antonio G. de Son
za Mendes.
Na sesso de 5 de juliio foi approvado o seguinte
requerimento :
t Requeiro que se nomeie na corte do impri
urna commissao, composta dos Exms. Srs depi-
lados a assembla geral, Drs. Antonio Coelho Ro-
drigos, Aure'iano Ferreira da Carvalho, Antn; -
Francisco de Salles, conselhero Diogo Valln Ci
valcanli de Albuquerque e Joo Jos de 01veir>
Junquera, para que em nome desta assembla di
rija ao actual gabinete de 7 de marco um voto de
adhesoas soas ideas a respeito da questo do ele-
mento servil, e congratulando se com o mesmo ga-
binete pela maneira saba, prudente e patritica
porque procura conciliar a necessidade urgent-1
da emaiicipaco com as garanlus e respeito que
merece o direito de propriedade, o felicite peb
apoio franco e honroso que, por occasio da di<
cusso da resposta a falla do ihrono en:omrou ea
cmara temporaria em relafo a essa importan!
questo, assegurando-lhe ao mesmo lempo qor
para a realisacao de to nobre e grandiosa loa
encontrar serapre a mais decidida coadjuvac.a i
nos piauhyenses, de cujas a^irac/vs e semicieo-
t .s esta a assembla legitima e verdadf ira in -
terprete.Slanoel Ptnheiro de Miranda Osorio.
Segundo um quadro publicado pelo ibesou-
ro provincial o dzirao da provincia era 1868 foi
sobre 107,671 bezerros. 8,839 poldros, 174 burro-
e 57 jumentos.
Lemos na Patria :
i Na villa de S. Raymundo Nonnato, desla pro-
vincia, acaba de organisar-se urna sociedade ma-
numissora. No dia da ostallagio foram libertada.*-
tres escravinhas, e entre ellas urna anda pag.w.
tudo a espensas da sociedade.
O digno coronel Jos Aniones Piauhylino d-
Macado, nessa occasio, tambem libertou, sem a
menor condico, urna eserava sua de nome Gallee
la, de 12 annos de idade.
t Conheeemos o Sr. coronel Piaohylino era quem
folgaraos de recoobecer elevados e hnmantario-
sentimento?. Seu digno 'sogro e tio o-Sr. al-
teres Joo Peixoto de Macedo, tambem na mesioa
occasio, deu provas das bellas qualidades que c
distinguem, alforriando sera onus algum, duas es-
cravinhas suas, urna com cio annos de idade-*
outra com dous.


20bl000-
400*000
600*800
oOftSOOo
lOOdOOO
100*000
180*000
200*000
290*000
100*000
150*000
40*000
70*000
a escra
QBAR.
Em 9 do correte escreve nosso correspndi>-
da capital : '
t Reina a pai do Senhor pela oidade, que ador-
mecida nos bracos da tristeza, como a virgen qu
se espreguica somnolenta miugua de distraests
nao offerece assumptos dignos de mercao, convi-
dando antas a alma a meduaSo e recotbameoUi
c Ainda durante as horas de trabalbo, na aigu
ma agilaco e movimento oas mas, porm, ao.
cahir das tardes a das nontas, tornam-se deser-
las, destacando se as calcadas um ou outro gru-
po de amigos, que malam o tempo cora innocent *
i Mas como aoee nessas horas de muda si-
lencio, interrumpido pelo suspirar das brisas, e a-*
vezes pelos sons plangentes de mavioso piano coa-
templar ao longe urna estrella que innunda de la;
o firmamento I w
c A alma perde se n'um mando de abstracto>s.
esquecida da realdade da vida, onda s ha don
e soffrimentos....
< Mas paa qie oceupar-me dessas phanu-
aiss-t
< A idade das illasdes j vti longe, e ellas mar -
charo eomo as folbas que o vento arrasla. Tra-
taremos, pois, do qne e positivo, e pode :uv-
raasar. ^ lM
% Os liberaos acabam de romper desabriaamj
te com o Ilustre e venerando bario de Taquary,
qne entretanto em sua curta admioistraclo nasa





Diaru id* Pnruarnbuca
KM .v:
.. : .' : -61 i' ;V
feo praticalo qae inerva cmara, e menos ju U
fique esJe'de$abrment. -
0 motivo apretentado consiste era bu taJA
{(residente demittido o delegado de Batorit*'; ew
orroe Bedinm o jeroaes opposioeioniiUs por ai-
tribuire W dito delecto loterteocao indebia
u eleiogh-aVAiearapei e o-derramamento de san-
gue uuHUfctive.
Quajgoi nim o presidente procedeu cotn to-
da a cireorape-go ne&es negocios, e o que re
to merece elogio.
< Era pricaeiro lugar procuran or todas os
ineios i sea alcanza maater a liberSade do voto
coilocando a eleigan em OMdQB-s que offerecesse
garantas oppotteo, recoromendiojo a roaior
?bsienco da parte das autoridades, aeganJo-lhe.-
al torga, que litvtam reqni3tado, para a manu
tenco da ordem publica.
Era segundo lagar guando fui t-eusado o de
-legado de Balante, quem te fee, como ficou
dito, respounrel pelas oceurrencias do Acarape,
rnandou o norir Iromediatameate, procurando
igualmente informar se de pessoas insuspaita0, que
Ihe mereciam todo o cooceito.
Chegaram as iaformagoes cara as qnaes naos-
trou o delegado estar innocente, sen lo corrobora-
dos por outras djnoaj djj. (ylo e ciedjto.e. ues(.aJ 'a localidade
condio'es o que f-
anuuncio
rao porte de Fernando, conjogyy
i mesma eomdanhta.
NAVIO ARf.IlUDO.-Entrou kfiuUU
ao nosso porto, lenio quebrados e desr'
beque, o gurotft>& po da berjan-ojx e o Bastereo do-
juanete da pia, o brigue nerte-allemo Camata*
deur, o qual, era.viajera, de Buenos-Ayresj^C 4 -ti ff Wfigues
Havre, om carregatnento de taas, abalroou, as 8 recer a secretari!
e 1/2 horas da noite de 14 do corrente, cora urna
narca, exija naciooalidride aio congoteu, 9
de tai-lude tal e 30 graos de longitud*--. O b
lem 7 pessoas de tripoiaca inclusive-o cap
Rome Stchu, o tero nroa rqueago de 180 '
das de registro. Coo-igwa-se a ordem.
STITUrO ARCHSOLGCICO B fiEOG
C.9.Por so torera comparecido o Exm. Monse-
ohor slnoii Tavres, Dra. Aprifle Guimjrle e
Fonceca do Albuqaerque, e o Sr. n)or Salvador,
deixiu de haver sesiio.
FALLECIMENTO.-IVniem falleced o oftT-sIal de
descarga de nossa alfaadega Felippe Anlonip Tti-
xeira de Albuquerqu.
S. LOURENCO DA MATTA.Escrc'vem nos des?
zer o presidente I Demiltir o
delegado, s porque os jornaes o exigiam, sem
entretanto juntarem Drova as a-cusios que cea-
ira elle farmulavaio 1
A* opposi^oe-, geralmeate dominadas de pre-
venci contra as autoridades nunca acharo aens
os oes* actos por mais regularas que sejam, e so
os presidentes quizessem saiisf.ze-las, ver se-hiam
na necessidada de demittrem um por uu todos o*
fanecionatto*, perqu ** assim licariara satis-
feitas.
Respailo as inleneas dos orgos que dirigen
a opiniao liberal na provincia ; mas, torga e" con-
feesar, foram injustas, e di xaram-se impressienar
palas exigeragdes partidarias.
Pelmnenie n Sr. Taquary, sabe mestrjr-se
sobraoceiro as off-msaa graves que se Ihe tero fei
to, e continuar desassorabrado seu caraiobo, vi
san lo nuicamenie o bem e*tar o progresio da pr> -
tiacia, dando o derido descont as apreciarles ex-
ageradas e in/0'a, fitbas rauitas vetes de ara
omento de irrtS-x*es, de iraagina?5e ardentes
que se ressentera da impetuosidade propria da
liade.
Oa amigos do bario do Airairaz preparam-lhe
ora baile que ter lugar no dia 13 do crrente,
nos vastos saldes da assembla provincial.
Apezar de v,;lh i, e porlanto pouco apreciador
dessas fcstas di mocidade, irei faier o papel de
mironi, para dir-lh-s eonta de minhaiidj-erva-
eee?. Geme a bolsa dos pala de familia, ao paaso
que as raparigas almejando a aproximado de lo
fausta noiie, nao caidam senao era vestidos e
adornos como que cada ama em tuas ju-'.as aspi
nffoa, pretende conquistar a eora de raioha.
Aioda nao fui capturado, apezar das eligen-
as da policia, o celebre Jo: Antonio le que oc-
cnpei-me na minha primeira correspondencia, e
consta que i frente de nra grupo de 12 crimi-
nosos armados percorre as comarcas de Canind,
Ip, Iinperatrir,. matando, saqueando, etc.
Ainda ltimamente um soldado de polica des-
tacado em Canind, iodo levar offlcios ao Irapu,
foi agarrado por Jos Antonio que o quiz matar,
amarrando-o cora um cabresto, para qae conf->
sasse se o andava espiando, logrando dito soldado
escapar da raurte por se ter valido de um $fho do
mesmo Jos Antonio, que n protegen
< C ota nos que o Sr. Dr. Joaquira Antonio Al
?es Ribeiro flzera doaco provincia d sea ma-
sen de historia natural, qae Ihe custoa moi'o
trabadlo, sendo esta urna accio digna do |ja,vor I
rio nnaxos.
Da capital escreve njsso corresponenle ero
11 do correle :
Trata se por ora com quem mais vantageos
off-recer provincia do contrato de ama ponte so-
bre o rio salgado na direccio do portoNao do
RefoUs ao ontro lado do rio no lugar denomina-
do Porto do Padre.
Esia obra, reclamada por todos, e a majj im
portante que se tero emprehendido desde 1599, da
ta era que se ranearan] "os fundamentos desta ca-
pital, exige a mais serit attencio pjr parle do go-
veroo.
Algumas propostas j se tem offerecido ao
Exm. Sr. vice presidente, raas a'. hoje nao conta,
que fosse aceita neohuma deltas.
t Talvez S. Exc.,'ainda nao estejs snflNente-
meoie esclarecido para celebrar esse contrato, que
na verdade, exige a maior cir^umspecijao e cau-
tella. visto como de qualquer passo menos consi-
derado sobre tal negocio, pode resultar graves
comprometiinientog s rendas publicas da provin-
cia, mxime nao contando efaa coni utna receita
superior a 350:000400a
-----r#t*i M o mex panain uicidon-se aphy-
Xiado com uui r ho ao pescoco na eidade da Fm-
peratrir., o infr-liz JoSo Pedro, casado, morador no
lugar Estrada do Jac.
Al / anda se nio pode dereobrir a causa
efrkiente de sernelhante suicidio, se b?m que al-
gtirpas pe-s^r.s o xttribuem a desgostos de familia.
Foi preso no bairro da Rijeira desta capital
no da 6 do carente pelo respectivo sublelegado
de polica, o individuo de nome Domingos Nunes
da Cruz,_ por haver deecarregado 3 puohaUdas
soliri! Jt o in (/irrar, de qne felizmente, Ihe nao
reeolton a morie, no lugar Gallitos, do munici-
pio de Tuuros.
So dia l deste mez f>i depensado do com
mando do destacamento de guarnifo o cipitao
Antonio Pinto de Moraes Castro, por baver sido
nomeado Ibesoureiro da fazonda de>ta provincia,
-C asando a mbstituil-o n'aqui-lle commando o oa-
pilan Laiz Emygdio Pinheiro da Cmara.
Por acto de fS de inlho flodo foi rest.>be!ecido
o i ,rtrelo de polica denominado Carnaubal do
tumo do Cear-m>!rm, sendo .nomeado para ex
ere** o eargo de obielegado o capito < 5) Se-
cundido Pireir Pacheco.
PARUIYUA.
Nada occorreu digno do mencao.
*
Sext*
X.
eira 18

Agosto 4* 1871
COMPANHU WBH.NAMBCAX.V-Oeie o nM OfBcia
ti.i o dia, emifae rece > carg o vspov
ii jflMt-dos corretore*, acogp^aislfejfUar a fuercomprehender aoaSr.axft da mi
Si
-
PERNAMBPCO,
EEVISTA DTABIA.
DIXHEIRO.-O vapor brasilheiro Anicota treu
xe para os Srs.:
Jos Rodriguss de Souza 1:000$000
Armmlo & C. e00*j00
Lailhacar A C. SlfOOO
JURY DO RECIFE. Cmegarara na quarta
feira os trabalhos da sesso do jury, sob a presi-
dencia do Sr. Dr- juiz de direito Fiaocisco de As-
as Oliveira Maciel Ainda hontera nao compare-
cen .numero suffijiente de juizea de fado pelo
que pncedeu-se a novo sorteio.
INSTRUCCO PURLICA. A directora geral
marcou o prao de 30 dias ao primeiro, de dous
mezes ao segundo, e do tres mezes aos ultimo do*
seguinles professores, para que entrera no sxer-
cicio das cadeiras para que foram nomeados pela
presidencia da provincia :
1." Antonio Canudo Ferreira, nomeado para
a cadeira da povoacao de S. Vicente, era 25 de fa-
ino oliimn.
2. Cyrillo Angosto da Silva Santiago, nomeado
para a aadetn da povsaco de Quipap, em 25 de-j
julbo idem.
3. Benedicto Marques Vieira, nomeado para a
cadeira deO.bo d'Agua dos Bredos, em 25 le ju
lbo idem.
4." Ionocenco Mende3 Lopes de Mendonca, no-
meado para a cadeira da villa .de Tacarat, na
mesma data.
5.* Anlonio Basilio Ferreira Barros, nomeado
para a cadeira da villa de Flores, idem dem.
METHODO ZABA.No lugar competente damos
boje o discurso prononciado pelo eoade Ziba no
dia 13 do corrente, na primeira conferencia puWi-
ea qae dea ne sabio da Escola Normal, perante
um namero'o e escomido auditorio, explieaado o
ten melbodo e as vaatageos del le resultantes.
Nena occasiio os lamaos do Gymoasio Pro-
vincial Manoel Clementino de ONveira Eseorel,
Hermino Moreira Das, Bento Mane! Caroero
Moateiro, Heariqae Capitalino Perelra de IfeHn, e
Archimedes Cavalcante de Albaquerque, aos qoaes
o Sr. conde Ziba deu qualro expca?5es de sea
netbodo, sendo por elle argido, vista de um
qaadro represeeuado symboJIeaniente os viore se-
clos da era ebristia, responderra eom todo o
*c^r, e promptidio, moslrando-se eooneeedores
obretodo da ebronclogia do primeiro seeolo, poe-
to em que roram interrogados, o qae foi sobre mo-
do admirado pelo nview.
Nio conbeceraos ainda perfeitaraeate o raelhodo
2aba, paraj avanearoaos um JuJio eonjpleto'a
respeito parece-nos, porm de grande utiliJad*:
e, como conhouarao is coofereaeas agnardamo
ob o modesto titulo de-TJaao, trata-se de
inslallar nesta fregaeila ama sociedade cem o tri
pilce flm de proporcionar aos socios soccorros,
inslraccao rscreio, cajos estatuto, asaoa ais
esforfos do iccansavel Sr. Ludgerio &$ Halos Pe-
reir Dutra, ja mraso sobmaMidos a appmvecaa
do Exno. Sr. presidente da provincia. Fatemos
votes pan que vingae lio uraaaWUria idee, -ini-
ciativa do mesmo Sr. Dutra.
ANNVERSARIO.-Faz hoje 41 annos sua ma-
gestado o Imperador da Austria.
VARIAS NOTICIAS ESTRANGEIRA'S.-Morrea
em Caen (Franca) o principe Caradja, Ulho do eav
baixador qae foi da turqnia em II iya e orlando
da antiga familia atheoteuse TabacoponloS.
O estado-maior geaeral prussiano v pabti
car urna descripcjto completa, histrica e scienli
Oca da guerra franco-alleraSa, para a qual j es-
li preparados muitos irabaliios.
Teein sido sollos mais de 300 prisioneiros fei
tos depois d)sacontecmentos da eominuna de Pa-
rs, por nao ae Ibes ter encontrado culpsbililad J piincipiaram a pagar-se em StraSburgo
ospr-juizos causados all pelo bombarJeamento.
De 21 a 26 de Janeiro tinba se gasto com'isso uiua
somma de 374,081 francos.
Falla-se no casamento do dnque de Pentbip-.
vre, filho do principe de oioville, que servjo na
raarinha dos.Estados Unidos, com sua prima, a,
infaot- Mara Amalia, rrlha segunda do d-.ique de
Viootpensier, e por tanto, irmia da oondessa de
Pars. O principe tem i6 annos e a infanta 20.
Dizem os jornaes eslrangeiros qae Garibaldi
abandonara o seu retiro de Capiera para ir vi i
tar Victur Hugo. \ materia revoluciunaria i o
eipirito revolucionario, diz urna f.lha hespanhola,
vao opertar se as maos.
A ex-raioha Qiristina de Hespanha, que est
actualmente perto do Havre, dispr3e-se a ir pas
sar oilo dias no seu palacio dos Campos Bystos
em Pars
A Frunce diz que encontrar o interior do pala
co em e.-tado bem lastimoso, por qu3, depois de
ter servido de hospital de.sangue duran.-! o cerco,
foi logo em seguida asylb dos soldados la corama-
na, que estabeleceram n'elle as cociohas para e
rancho.
- O conde 1e Paris parti no dia 13 de jolho
de Pat;is para Inglaterra, onde passar alguns das.
O seusjamigos procuram-lhe residencia em Pa-
ris.
Q dqqne de Nemours e seu filho, o duque
de Aleozoa, partirn) tambera no mesmo dia par
Ioglaterra.
Q conde deChambord parti no da 16. de ju-
iho de Broges para regressar i -ua residencia de
Prohsdotff.
Fallecen em Saiot-eoire em Faocign ( Sa-
boya ), seu paiz natal, o Sr. Ger nan Sommelier,
iue com os Srs. Gianlis e Gratloni fiaba*) dirigi-
do a perfaracSidonionte Cenis.
0 famoso paire Romero foi a Gerot cora o
fim de fazer propaganda republicana. 'polica
mandou-o prender, mas elle pode evadir-se.
O calor era Madrid tem chegado a 34 graos
Reaurrrur.
Bizem de Beims que houvera alli um gran-
de incendio n'om armacem de especiaras, moti-
va Id pela exploso de um barril de petrleo. Hou-
ve 42 pessoas feridas, das qoaes j morreram 6 ;
ha aioda mais urnas 5 mortalmente feridas.
O numero de lelegrammas di'igtdoe ao Papa
nos dias 16 e 17 de julho, felicitando o, ascende-
rn) a 1,000.
Trata-se actualmente de rV)rganisar em Pa
ra o serviQo dos trens de pracil'
LOTEBli___A que se- echa ajvenda a 6' par
te da lotera concadida a beneficio da igrija de
-Vossa Senhora d Boa Vagcm, a qual corre sab-
baJo 19 do corrente.
PASSAGEIR03.Vindo no vapor brasileiro An-
nicola. entrado dos portos do sul :
Jo^ Francisco de Olveira, Raymundo de Aze
vedo, Jos dos Santos Ros, Jos Gomes de M. e
sua senhora. fos Goigilves da Silva e sua seobo
ra, Ramn Torres e sua senb >ra, Andr Ortix, sua
senhora e 3 ilhos, Ventura Gal va e sua senbo
ra, Joio Garca II y e sua -entura, Benito Goade,
sua senhora 1 filqo, J > Mara Evaogelista e soa
senhora, Christobal Medina, Jos Fortunato de
Aranjo, Ju A. Gurgel de Amaral, Jo. Alexan
dre Pereira, Coriolano Ramos Pmhero, Jeroayma
Gaspar Paes Brrelo, Amaro Brrelo A. Maraohao,
Joio Manoel da Jess, Dr Fenelon Alcoforado e 1
criado, Ferreira Lima e 1 criado, J. de Castro Mon
teiro, Manoel Antonio Pires, Joo Fernandez Pas-
sos e S Iva, Adriano A. de A. Jordas, Joio Jos
Pereira de Faria, Geralda En.ig.iio, Joio Marlios
Barbosa, Mauricio Francisco, J ao Joaquira de Ma
galhaes, Jos Antonio do Olveira Freitas, Jos Va-
lente e sua mulher, Belcblor Antonio Ribeiro
da Fonceca, Jos Maria Barros, Dr. R ivmun lo A.
de Carvalho Fi'gueiras, Aoac'eto Alves de Carva-
Iho, Vicente Domiciano o sua muihar Manoel de
Souza Marque-, I-abel e 5 li los Manoel de Car-
valho, sua senbora e 1 li ho, Emilia A. da V. Al-
baaacrana e 3 fllhos, Dr. Francisco J. de Viega,
Galdino Ernesto da Silva I. >it-, 10 criados de Emi-
lia A. de V. Albuqu-rque, 1 desertor e 11 pracas
do exercitn, 8 escravos a' entregar.
CEMITERIO PUBLICOObituario do dia 15 de
agosto :
Emilio Defier, branco, Franca, 41 aunos, casa-
do, Graca ; cong-siao pulmonar.
Mara, branca, Pernambuco, 6 mezes, 1) a-Vis-
ta ; convul-o.-s.
Felippe Antonio Teix'ira de Albnqueriue, irn
co, Pernambaco, 45 anuos, casado, Muribtea; po-
plexia pulmonar.
U^na, branca, Pernambuco, 14 mezes, Santo
Antonio ; eclampsia.
Joio, pre:o, frica, 55 aunes, soltero, Bja-Vis-
ta ; frbre cerebral.
Marcolina J >. qoina do Espirito Santo, parda,
i,Pernambuco, 25 ancos, Boa-Vista, hospital Pedro
il; bexigas.
Francisca Joaquina do Espirito Sanio, parda,
Pernambuco, 38 annos, viuva, Boa-Vista, Pedro
II; tubrculo pulmonar.
Luiza, preta, Pernambuco, 5o annos, solleira,
Boa-Vista ; eiysipela.
Mana Francisca de Olveira, preta, frica, 70
annos, solteira, Boa-Visl, hospital Pedro II ; ul-
cera. /
Maria, parda, Pernambuco, 70 annos, viava,
Boa-Vista, hospital Pedro II; araolecraen'o cera-
bral.
Jos Luiz, pardo, Pernambuco, 50 annos, casa-
do, Boa-Vista, hospital Pedro II ; apoplexia.
Mari, branca, Pernambuco, 3 dias, Boa-Vista ;
espasmo.
Thereza, banca, Pernambuco, 7 dias, Boa-Vis-
ta ; espasmo.
Loureoco, braneo, Pernambaoo, a aatos, Boa-
Vista ; hepatle.
E'ias. pardo, Pernambuco, 4 mezes, Santo Anto-
nio ; durrha.
Oflicw
ment di
arcWv.:! i neta
as Cmi^js oTlci.ies.Para
mesma justa, acensanj
oto de 10 do corront. i
lo terreo de substituicio
abonadoras da Qan;a
liado pira o archivo.
icio do amanuense interprete batid
igues /illares, de nao poler compa-
iretarfa por incommolo de sao-Je. 0
icou nioiradn.
ocial regalar'
Waci
ento de Antonio
do jae se Ihe certifique e no
1364 fjram o a nio inieriptos
distribuida o livro
' Kraesto 4L-.0-
f
dr de S
oa-
sis
us
I
r
aaixdsW, deoMtaatsW oBornes b&se sTarti
dio requerida.
ra ter sido fiita em 1369 a f. 131 v. da compe-
late liavo, sob a. 24i.-C-,.liu-*-e.
De Augusto Candido de Athayde Seiag, Dar
certilicar-se-llie se foi ou nio registrJw eT70
a eomeacio de seu caixeirp los ereulaao de
A*yl Seixas -Con)) requer.
De Carlos Jos de Melenos, para tambera certi-
dcar-sa tai est^e m ato registradas as neawa-
cao de seus caixeiros Francsi-o Pereira Camello,
hr Pedro de afedefa e Manoel de Freltil
bejxe rairtiflqiie ie
De Santos Pcmo, successores de Santos a 0!i
veira, para aor-ahes certifkcaAi ta sjate registra,
da alguna **aeacio do caixeiro leadeo: ao esta
bsieeimeato eom uarcial qaa tsm ao poleo da Ki
beira n. 6 Sus.
D* Alfredo 4 C, para a iUeidar porepi
verbo ai verbera a integra da 3*, 4.*, 5.* e 6." con-
di\o do contrato comraeroial regisirado sob n.
801 em 4 da fcvereiro de W67.u-se por cer-
l'ds.
Os) Manoel Duarte Vieira, pata ta Ihe dar por
ceruaio acbar-se ou nao registrarH en 20 de se-
tembro ds t9 a a^meaca de seu oaixeiro Ulys-
iaa Duarte Vadra,Como peae.
De Silva A Malta, requereado par ser adiaiilidt
registM X: aorftMo de sea caix-iro J^io Lucio
Rodrigues. Na forma requerida.
De Pactes 4 Aaevado, raaaereado no mesmo
aaolido qoaato a aa seu caiaeiro Antonio Pacheco
'I* Sil va.-Registre .
De Joio Pedro Rjlngiies, Joo Maria dos Santos
Almeida e Joaqaim Xavier Vieira Ligo, suboattlea-
da a. ragutro o seu contrato social.Vuti ao Sr.
Jesembaigadar liscal
Do Joio Pedro ttodrigaea, Jeio Maria dos Santos
Almeida Aulonio Ueariqoe Kodrigues, submeava
ao lambem a r-gistro a diMeaw social da Mrsaa
Rodtigues, Almeida 6t C pata retirada do tocio
iglaaio Heonque Rotriguee.Vista ao Sr. dat-
embargadar fiscal.
De Ponipeu Coloon Casanow, apresenlaado
para Ihe ser registrada a sua nornaaclo de caixeiro
da casa coraakrcial de Parete Vtanaa CSeja
registrada a noraeada>
I) Jos Eazebio Alvos da Silva, pedmdo ser ex-
onerado do uUicio de agente de leildei, visto adur-
sa gravenieul conapromellida su a sai la com a
aota de apreseotacl) em 13 do eocrenle.Sim,
recolbeado oa seu livrea seeretapia do tui
bunal.
Do 8r. Br. offlcial-maior, para, r cerrigido o
erro qupapparece no cjntraio s >cial da firma Joa-
quira Pacheco da Silva & Andr.- Duendo-se em
um dos exemplares que compele iaen'e so pri-
meiro socio etc., eoiretaoto jue ta- outro ae diz
simplesmentecompete ao priaaeiro socio He.
Procede a dstrida.
Da meta Sr. Dr. oj^ial-maior, apresealando
a portara da an^peatao labrada contra o agente
de leiloes Jos Eazebio Alves da Silva, na cooor-
raiJade do di.-p)sto a* ultima parte da arl. .12 do
decreto a. 868 de LO do aovembao 4e 1*31, visto
ter decomdo ter ruoza de su*#e*av, aam que
lioavetae ietjasado sua Waa.jFettonerailio o
referid agvnte da que se trata, o qual datar re
colber os sen) Uvres secretaria do trtaoaaj.
Ofcio de aoclecio Ribeiro da Brito.Auloado
com o mappa, vit ao 3r. desembargaavr Macal.
CON PARKCKU nscMU
OfTicio da junta dos corielerea, awWOjUagdo so-
bre poder-aa oa nao otar aeces qaa aiada aao
llnham reaiiudo i, i de seu valor.-O ixiauaal
vitou pelo adi a melo, rotan < eoa Ha *Bx*.Br.
Cselheiro pratidaate e o Sr. Mwaada Leal, que
entendeu de ver sar logo au toado. o referido oficio
iVticao d Jo*iUeana da Barita '
a Alfonso Moreira Temporal, dwiraio
aiioTetta a exigencia de parecer, flscal.
He.habilitacio de MartinUo de Olveira Bofges.
Saiirfaca o suppHcaute a primeira exigrocia
do parecer (i-cal de If. 6, juntando por certldio
o aco-.rdo do sapesior tribunal da relacao, pro-
ferido sobre a decisao que qualiflcou a quebra do
suppcaa o e que vem por certido a ti. 3.
.Na l,i mais baveodo a despachar, o Fxm. Sr.
conselhelro presdeme eocerrou a sessio as 11 e
raeia horas do di.
I
Jas. Creie qne apezar desii desvais!
uirel apreseatar-vos clararneate a expn
u melbodo. Cont com a vessa iodulgencia<|
vos, que ves recordis qne i muito difflcil
!er tima simples conversaye mesma n'uma
extraob, tanto mais tratan* d'uaia materia
to importante.
Sim, senhores, o assumpto -ne au me proponho
explicar-vos pede a vossa mais serla atiendo, por
que tem reja&ao com a cultura in;* llectuai. S.'iu
gnvldtgesenvolviraagro da tetelligeacia. i ama
as primairas eondicjps da vida humaaa, e indo
!Vn,a *^ "Q,ar a *tw ua .retuliao lao dese-
kd>', devaser ama at]ulic>oila maior importan
eia, a eate titulo, pois, que o meu raeih ido tem
Jua a ppaii mais vivo iatersse. Appracio anda
man eatg-gccasiao por sa aeaarem preaentes tan-
tas pesana distinctas, uuto por tua pucao social
como pala sua alta i ote I''geoda. Esta honra nio
pode djNxtr de proJuatg/eliz aflea > no nimo de
um estrtttgetro, que -e vw aprsenla animado, s
pelo motivo de snbmetter a vossa consid'eracio o
o^nmv^1l3|c*uT,l*r a|#i*, W*'9' *
Senhores, apresento-me eom mais confiaoca que
!> por a expjicaj-ros, tem sido ja minuciosaroent" exami-
nsdo e approvado no Rio de Janeiro, tambero em
S. Paulo e na Bahia, por muito seohojres distme-
tos- pela soa espenencia na dueecao da in'truceij
publica.
P-'f'a, nio de cancard sobre a vratagem desta
autoridad, roovijl-.voa t julgar wtpu tribunal
iBdppeodente. Segu sirnpresmente a rmnha expo-
sicia e nia aceiuw ea<> a vosea, propria aenvic-
ci). Cinc.rdareis comigo que toda o progiesso
loteHeetual tara per base amaba memoria. W pois
da maior iraporuneiaeaitivar cuidadosanwnta des-
de a mais leura iuf acia todos os costamos iatellec-
Wge qm eoasnbuea pouerosraenl to deseavol-
vimento de un memoria tenaz. BtmaNtaata de-
stdetatnm pede a mais seria solieilude da aoesa
parte.
A inteigeneia humana, nao eolo orna offlei-
na mysteriosa tn esconle ao seas reeaolo di
vanas cagiddadea ; a eoue todas asta capacida-
des, aenhunu tara sido lio miaueioiameats aa-
minada a eoudao* pelas pbitosophos, como a ea
pacidadt da otMnaria. Qualquer que seja a toa
diversiiaa e atiasaxi, ara3 cout certa, qaa a
oternofia umdegoeito para-as nossas ideas; o ao-
na na# e andp a aaptait humano o poder de abra-
jttsKis e ao mesmo tempo, para
j4a# a n Mmrtada capacidad, a este respetu
dapoaito de necessidade abso-
da ebronologia,
do.
elle
no faz pensar com exadi-, k para mtreter um titulo to honroso, primeiro
. das mi*qga contribuem iSSt&Sf*** "' M homm6t*m
N'esle teujpo, apnhadas a eartat as escolas,
W (ti de ata aaansmat, que. tata deposita pede ama
djMtfao cuidaesa iateHigante no tocante a clas-
tifleacao, jusu posiaga, analoga, a associacio para
aa*sa pesa tenar peomptaaseate e coro exactl
wdsi opensimemo na momanlo precito. Sa-
oooa qaa oa Matado eooxarrem para ea-
rsnnaear a laamaria eom impaastoas madaveis.
Os sao tiesa da aatcdo, da el tato, do tacto, a do
goslo, lea anda aa nttnto especial; mais Ma,
porm. d age a de qualquer gelles a influeneU
Jo sentido da vista. Por asan mesma razio que
o tystema de Peslilozzi sa recomraendon nos edu-
garas.
9 eusinar oon oa objecios a vista, tornou-fe o
theraa da.geral attencio, e seu resaludes jasufi
caram as expectativa de loaos Semelbanlemen-
te a nieu methodo turoanda visivel o empo, de
sorto que cada anuo da cada seculo, ple ser exa-
minado era separado nos habilita, a ver todos os
felos contemporneos e o que mais importante
anda, habilitbaos a ver a ordem em que dles
e auecedtn.
De ccrio um sernelhante methodo nao ple dei-
W de prestar un grande servico a cultura iotel
lectual. A esta vaolagem preciso ajuntar outra,
isio a sna adaptado particular ao esludo da
Histoij Umversai.
De todos os n jsst s esluios, e certamente oda
Ilisloru Uaiversal qoe ooa apresenta maior somma
de ailracusos. A historia, o legitimo deposito dos
archivos qoe mostrara a-condicae rivsl, religiosa
moral djis nacoes, aos varios periodos de toa exis-
tencia. S' o mundo por esenpto, a aatoteaa ta-
maa ero relevo, evocada de suas crozas, e reassu-
miodo alna, vd.i, accio e falla, aota nos e peran-
te a posleridade, miasirando-nos instrnecio na
(orma de liega > e enamola pitra futuro, no eter-
no drama da bumanidade, representado nesta vas-
ta arena careada pelos aanuiosy eojo p, sai as
cintas dp qaa ouk'oea foi .o horaam. Porm,
urna materia extraordioariautole vasta, tanto pelo
grande numero de fados, como palo tempe que
abraago.
SESSO JUDICIAR1A, EM 14 DEAGOSTO
DE 1871.
^aasroiNOA no exm. sh. conslheiro a. r. ra
BJKTTI.
Secretario Julio Ominantes.
Ao meu dia declarou se aberta a sessio,
estando reunidos os Srs. deserabargadores Silva
Guimaraes e Res e Silva, e os Srs. deputados Mi-
randa Leal, Candido Alcoforado, Olilo Basto e
Alvaro, faltando com parlicpac,io o Sr. desembar-
gador Acciol.
Lida, foi approvada a acta da ultima sesso.
O escrivao Albuquerque registrouo ultima pro
testo do letra a 9 do corrente, sob n. ,451,
e o escrivao Alves de Brilo a 8 do dito mez sob
o numero 2342.
ACCORDAO ASSrO.VAOO.
Appellante Jos Francisco do Reg Mello, appel-
lado Mraoel Jos de S Araujo.
JULG AMENTOS.
Nio esttndo presente o Sr. desembargador Ac-
coli, nio foram por aso propoeles os feitos ada
dos as ses-5 s anteriores entre partes, embar-
gantes os administradores da massa faJhda de An-
lonio Jos de Figueiredo, embargado Antonio Pe
reir de Carvalho ; appellante Silva Rocba & Ma-
chado, appellados os curadores ftscaes d- falleoc
de Fonceca k Sanios; appellante appeliado Anto-
nio Valentn da Silva Barroca, appellante appelia-
do o administrador da massa fallida de Sebastlao
Jo- da Silva.
Nio obstante, conhecer os fact js e sua respec-
ir a philosotihia da hi-loria ; e
como nao ha a menor relacio entre o acooteci-
menio e os algarismosque representara a data, i:-
to.toana a taa-f. tanto mais difflcil a impressionar
n memoria. Erta difflculdado tem ido reconhe
cida era todos os lempos, e o engenho do hoisem
tem inventado moilos systemas para vence-la.
Oestes systemas cada ara possue algura ponto
apreciavel, mas todos falham na applicacao. Creio
qoe o meu melbodo evita todas as objec^es, e ha-
bilita-nos para que o exame dolido dos acontec-
mentos pertencentes a qualguer per odo particular
da historia, quer percorrer separadamente o gran-
Je Entorna** de cada seeulo, fazeodo sobresahir
as ideas que facilitarao e adiantario o progresso
da civil-sacio.
mais ao destnvairlawan de nssa inlelligencia.
_Agor,explialB*-vs-hei o principio e a construc-
cao do raen methodo.
Digoai-vos flxar voua attencio nesse qnadrdo.
Lontem, como vedes, dez Bleirasolhai-cada
filoira divide se em dez casas-aquiHavendo
dez flleiras com dez casas cada urna, temos cera
casas no qualrado. ra applicacio do methodo ao
estudo da historia, cada cas representa um anno.
Era cada flleira, pois, temos dez annos, e o qua-
dra Jo iateiro representa um seculo. Esta carta
patenteia ante a nossa vista todo o passado da era
chiisiai. Alli-est o primeiro seculo, aquo
dcimo nono. Q e vantagem para os professores
e os alumnos I
Agora, cada anuo acha-se sobdivdido em nove
compartimentos, qoe n >s do cada um urna naci
distincta do carcter > acontocimento que se dera
no respectivo anno.
As cores representara as varias historias. Sera
pre qga vemos a cor preta, a historia romana,
a azulindica a historia do christianismo, a encar-
nadaa historia britannica.
N) primeiro seculo lemos tresa preta, azul e
ensarnadabem representam as historias romana,
do chrisliaoismo e britannica. Seu symbolo adia-
se no primeiro compartimento de qualquer anno,
sera qual for a cor, sempre nos di a mesma idea,
i to a, guerracomo aqu anu sen lo a cor en
carnada, pois, a guerra na Bretauha e em que
anuo? seohore-, polois 1er istoquatro dezenas e
tres fazem 43. Se o syrab'lo estiver co'locado no
segando eomprtr*Bento, indica outra idea, isto ,
-conquistacomo aqu. Saben Jo, senhores, qu
os symbolos no quinto compartimento represen-
tam os soberanos, tendes a vantagem de ver o
lempo decorrido em cada reinado.
Pecamos agora nra menino para que nos mostr
lodos os soaeranos romanos, para ex-iinprillcar o
qae tenho lido a bonra de expender.
Percebeis a fadlidade com que apqota para
ludo. Deste modo lemos sempre urna idia exacta
bem como ordem no arranjo dos factos o que nos
habilita, a abranger o estudo desta vasta materia
sen> inaoromodo alguna.
Porm nao bisla conhecer o principio e cons-
trucoao do melhodo, para obter um grande resul
tsd) intelleclual, preciso que a construci*io do
methodo ehegue a ser parle integral do espirito,
preciso qne este qua dra lo com lodos os seus
compartimeotos formero um edificb para a me-
moria afiro de poderdes saber onde ir para achar
o pea sanenlo de que necessitaes. Isto exige
merto pouca applicacio.
Este methodo offerece vantagens igaaes a todos.
Aos meninos cultiva todos os costuraos iptellec-
luaes qae coolriboem ao desenvolvlmeato d'uraa
memoria boa; aos mocos, elle ensina a clas-
slfl-ar, geaeralisar e grupar ideas que Ibes per-
mitiera abranger qua'qaer assumpto por mais
vasto que sej, os velhos offerece um divertimen-
lo bem calculado para fortificar a aclividade
mental. Era orna palavra, a cada pessoa nio
pode deixar de prestar um grande servido.
Comtudo accrescentaremos ainda outra vaola-
gem, isto que se po-*e aprendpr era pouco tem-
pe sem auxilio de professor.
Mas aijuelles meamos que por falta de tempe
nao podara prestar sufficiente alteocij ao methodo,
se de vez era guando procuraren) ver no mappa os
pontos cardeaes Jos seclos, serlo capazas de em
ponto tempo abragir urna vista comprehensiva da
historia universal.
Permitti-me queeu vas explique o que quero
dizer.
Sa algnein que possuir este mappa o collocir de
tai sorie que oas horas vagas lance para o seu
contento de ver em quando os olh >>, e simples-
mente demorar a attencio para alguns factos ca-
ractersticos, por exemplo : no quarto seculo, eon
sitio ecumnico de Ni ce, ou a crearlo de urna
nova capital do imperio R imano que leve o nome
de Constaminopla ; no quinto secuto, a queda do
imperio Romano o oeddetrte ; no sexto, o cdigo
Justiniano, o brilhaete pontificado de Gregorio o
graodf; ni sptimo, o naseiinentn e progresso
do Mahoroelansrao ; no oilavo, o imperio de Car-
los Magno ; no nono, a queda de imperio de Car-
i's Migao; no ded;o, a formacio do imperio
Germnico Romano, etc. etc., ludo Isto Ihe acos-
luraar os oibos a ordem da localisacio de tal
sorte que peder com faclli Jade abarcar um im-
meoso numero de ideas que fluctuara em tor-
no da distribuicio dos factos histricos. Seria
imperdoavel presumpr-5o de minha parte susten-
tar que nada p le se addidonar ou tirar da pre-
sente orgaocao do metbode. Mas emqnanto se
reconheeer a aasencia de outro raelhor, tom elle
!!! T'~* esP9Cial iptTSia. Coacluo. a mea 1 honra"m.uOI -^Tera ptjT^TiTiOTTBrTmniVO* ni'
rntnrifffr) b Urna soggesiao que tem por fim ser '-
um til auxiliar para facilitar o estudo da historia
un-versal. Pode tambem estimular ama iotelli-
Kencia activa a dirigir seus esforcos para o mesmo
Uro, com resulta-lo ainda mais felizse o flzer se-
rei-contente, amig.) cuino son do progresso das
leltras.
na par depois.
Como pretendemos esludar cuidadosa mente o
methodo, logo que nos asseoborearmos de seus se
fraio proferiremo -oparoial, wasdeniosaneiiie
0 oosao juno.
(HROMf .1 Jl'IlHTIRIiL
rniBtN.ll. DO COMUKHCIO
ACTA DA SESS.iO ADMINISTRATIVA DE 14
DE AGOSTO B81871.
PRBMDKNCIA DO EXM. SI. COKSBI.HErRO ANSELMO
fiubcisco tnai-rn.
a 10 horas da manhia, reunidos os Sr.
leputados seoratario Miranda Leal, Olinto Bastos,
Candido Alcxiforado e Alvaro, 8. Exc. o Sr. coa
selheiro prenideate abri a sessio.
Fui da e approvada a acta da sesso de 10.
axi'BDlWTE.
Cora enderego do tr.bunal, 2 exampiares do ra*
latorio do miaitterio da (grcaitnra, eonmnrdU e
obra publicas, remullidos pela respectiva secre-
taria.Para o archivo.
Cara endereco do Exm. Sr. eooielheiro praii-
deate, um exeraplar impreetc do rafatoria da As-
saeiaci Commercial Benefleasta,
Maa geral do dia I. do corrale.
DESIGNACAO DB DIA.
Appellante appeliado Antonio Luiz dos Santos,
appeilante appeliado Franei-co Manoel Carneireda
Cnnha. j i primeiro dia til, por nao estar presente
o Sr. desembargador relator.
PASSAGKM.
Do Sr. desembargador Silva Gniraares ao Sr.
desembargader Reise Silva : appellante Francisco
Jos da Silva Gaimares appellados os adminis-
tradores da massa fallida de Amorim, Fragoso,
Santos oj C.
DILIGRNCIA.
Appellante Feliciana Maria Olympia, appellados
os berdeircs do bacharel Juvecio Alves Ribetto
da Silva.
Encerrou-se i sesso a urna hora da tarda.
ftlBLCACOES K PEPrDQ.
Melhodo Zab.
Discurso pronunciado pela Sr. omde Zaba, no dia
IB do cirenle, no sida da escola normal. **
plisando o seu methodo e o resutudo qne delle se
coJ/iem,
Senhores.-Sob o tecto de nra adtiaio eoatagn)-
do e-altara.. iotaeetual, e Jab ca utpiota da hV
lelhgencia, a qual est sera pee pranpia a- praatar
("M&Il?i3!*mug-**,d^ *> *****
o me-bodo de facilitar o progresso dos estudo. tan-
jdo|L^fcat*uptjn gavieco que cada idea seme-
Uorversat.
*n|o.lf^#|oWNagi|e o caphacimenio qae
tenho da lingo poronguera, oii* seja bastante ex-
tenso para que ea nossa fallar crella correntemente
como daeejava,
JPm*2HS??-!?*" "J^* "
otes de idaa ano- mau-basa compratieadid* aaas
da exprs na agua Mb paizdeciU-me iThar
nesta liogua, na esperan;, que os Srs se dignen
dipeosr.me a necessartav iudolgencia, permittin-
do-we lar o ana _m prapeabo oommuniear. Con-
feaso que t poncao q.e.ooeupo rnuita etaiur.
eoa.
Habitando at agorafallar expootaneamenieoQ
M*o tn aneo- oa '"'"ta.oo inglata,haieme aehoranir-
dg g gepnM d,um panano da papal, qua wi-me
Certamente, semelbaolo resultado deve ser de
urna immensa vaatagem para facilitar o deseovol-
vimento da intelligeacia. Nao ha duvida, que as
cartas geographieas em tornar v*vel cada poato
da trra, controairam poderosamente para desen-
volver a industria e o espirito de grandes com-
raellimenios. Colloqaeraos ao lado da carta gee-
raphica a carta histrica do meu method), e as
duas cartas junta, formar) um o-tudo comple-
to, bem calculado para activar o accordtr Intel-
leclual pela riqueza das ideas.
Quando rilictimos que o Iriumpho de todos o
estudo-, depende princpiiraente da direcco pri
mtivaqueso di aos hbitos meotaes, forca i
confessar que nao se i le pre tar demasiada at-
tencio aos meios bem calculados a a;tivar benfi-
camente para a acqulsico de goitos intell- ctuaes.
Sob eate ponto de vista propoobo apreseolarvos
as vantagens de raen methodo.
Sem entrar em maiores pormenores sobre o meu
metnado, e da sna geral utilidale, qooro demons
trar a sua applcaeao ao estado da historia uni-
versal.
Observarei nicamente' que meu methodo a
todos os respetos livre de complicag^.o. Sua con-
-trueco to eompreheasivel que ama craanca
mesmo pode e-tuda-lo, sem cansar seu espirito.
Ao contrario, acharia muitos ailractivos por pa
recer-1 be um jogo divertido, e assim seria induzido
a exercer todos os hbitos iatellectuaes que sao
oecessarios para formar a sua memoria tenaz.
Agora varaos verificar as vantagens que recia-
'au 4 favor d meu ataluodu. PormUU q jo antes
de explicar-vas o. pciacJio e ca-trucjo deste
raelhoaOj eu vos donjoustre a vapiagem de sua
apolca^ao bkttfia uwwrjai.
A?reeeato-vo*eioeo meninos, lamois d) gym-
nasio. No-deco/ao de. qualro licjoos peroorraram
o estudo de um primeiro se;u'o da e*a clir-lia.
Nao doa importancia alguma a respostas quauto
factos histricos, ainda que sejam exactas.
N) foi a historia qua eu Ibes easiue, trns sim,
o habito de ordem na orgaBisa^ao dos pensaraen-
toso habito de aatencao, obervcio, compar..cao
e assoeiacao, a- corabinaco de lodos estes iiostu-
me iniotleetuaes, fdrma Sase slida da memoria.
Senhores, a prompiilo, bem como a exactido,
com que elle vos- monstraro a localidad! nV
cada facto, cotnpebendldo- neete primeiro scalo-,
dar.vos'ha ama ido d grande multado que ae
poderia oblar palo emprego deste melbodo.
atea primeiro seclo temos a historia do Im-
perio Remanoa historia da igreia chrstia-a
mstona brilaanica.
Vamos examinar-Ibes.
O qu sa poda, aprender eom o-aatro lieedes-, e
ainda com eriaofas qe-representam a ietelligeocia
sasnooleote. Vejemos.
Vdda eom qaa fac*dad3 elle acba cada helo e
isto sem heeiuco.
I* avidanta qoaalte raba onde vai, para fazer
soaawbir(a peueametKo neoessarlo.
Qae vaotipem para ama IntelKgeoeia qne o-
roeoa p espartarlo jamao da infancia I
Ello grupa suas ideasv-as claramente, e- pro-
para-sa par*, (-randas, trina-fleo no decurso de
sane estadei. Sem duvia, qu o meu metnode
supprime a difHeuldade que se man na estad
da scieacia cgronalogica. p*
a' *u vaotagand paeoiso anwtar autra, o qoe
4 da asa irapwtaneu, isto a, hahiltta-nos i
elaasifioar a generalisar aa ideas d grande qadro
olereaidp pelas scalos da vida do genero bu-
A bonanza.
Ha experiencia.*, nativas de inermes intclligencias,
que todava dei-ta-oos iinpressionados no objecto
dellas, propendendo as rniis das vezes a conside-
ra-las dignas de una ?ria disneptaeaoj raas que
em resultado seriamos fo-cubs a julg-las com
criterio.
E' o caso, que alguna nautas, sen mais for(*a,
\a i louga pratica da oav-gk*5o, dizem que no
da ln de agosto (lia de S. Loureoco), os ventos
sobrara de todos os pon carJeacs e lateraes-do
horsonie, e que depois da tormenta desse da, ap-
parece impreterivelmenle a bjnanja.
Eis o que nos parece crivd I Eis-aos cora a pro-
pnedaoe accidental, de barmetros ecollocados na
ex:temidade do cabo de Santo Agostinho, para me
ihor couhecerinos a graviade do ar; e na verda-
de (-.ousa celebre I) sentimos aalhmosphera raeuos
carregada; respiramos o ar livre e muito difieren-
te du miasma, que a oito auaos dessa parle, cir-
cumfluia a nos habitantes do Cabo.
Prtza aos cus que vivamos sempre, -gosando
teste salutfero ar, que succed-u ao ellliv.o m s-
l'gno exhalado do putrefacto corpo, arreraessado,
gragas a .vina Providencia fora deste municipio,
pela bondosa (emprestamos Ihe esta qualidade)
lempeslade, d fau-io dia du be.u.i ventura Jo mar-
lyr S. Lourengo.
rteata-nos uuicamente felicitarmo-nos reciproca-
mente, por estarmos livres do pestfero abalre,
coja presenta se mais se delatasse nos teria langa-
do no abysrao da devassdo.
Uta cabrita.
LAME.NTAgO.
J fui figuriuo de cera
Quaudo tinha beca e gorra,'
H 'jo s>u p) de gallinha,
Verme raettido na borra.
J comi gordos cavados;
Que bellos per* eu liana I
H.je, porm, o quesou?
X-'jeuio pao de gallinha.
Do Suape mejnandtram
11 !ir i e gorda taraba;
Hoje, ja nada recebo!
Sou triste pao de gallinha.
Do Rosario () eu Ueha sempre,
Assuoar boa farinha ;
Hoje tenho por epltheto,
-N'jjento pao Je. gallinha.
Do que fui e do qae soa,
Pasma a sorte e ri -se o fado.
Q 13 lempo to difrreuie
D'aqueUe lempo-pas.-a lo M


Asmai,po, con iodo oratpaitp dtrei qae asad-
la taohoraa em peotartra que mea msihod
aairimaag blago- para facilitar o etud dn
chronoiogi, cabera en grava erao, por gnajalr)
O pao de gallinha,
m;i vioiuo
MCOKO UKfiAL, ACSRCA D4 DOUigA B MOBTB DO bA-
RAO US JABAOU, POR AgFtMQO-JARU DOS SANTOS
BIUI.IIANTE, MEDICO CIRURGAO
Laitl anguis in ktrbit.
E' mais facial esconder o criiues,
do qne reeonhe-lo para o deeja-
\ rar,
uisa*
>(. reductores da Nayo.i colber a u Vv. ao,
extrema bondado eu> margo de ajano passado, ma*
columnas do-seu peridico, amt despet$ alaama, a
historia, ou questo moral do bario de Jaragu,
mais ora d'aquelles criroas, qga. paasariaa desa
percebidos aa corrupeo da epooha.
Dirii-se na aoiiguidadequia o medico era igual
a Deaa.
Uedicmenim fjulmim ni JUa ytalj.
() Nome da an anfennv "" l~~~"
compre os deveres de sua proflsso nao merece
consi lera rao....
Promeiti sociedade e ao paiz apreseotar o re-
latarlo da vida e morte do bario de Jaragn
d'esse benem-rto portugoez, que pot forga maior
se naturalisou brasileiro, mereeendo neste imperio
as distinecoes d'um dos primeiros as AlagOis.
-Veste trabalho s entra nma questao de honra
medica, para que o Sr. baro d'Alcantarilha fique
sabendoque a minha reputagao nao depende de '
si era de outros de fgnal jaez.
Este irabalho nao comprado, netn ea por com-
pra o faria ; pois que, felizmente, ainda n> puz
a minha penna e a minha intelligencj raerc de
c .rnlhcs, sempre promptos a pagar bem a cor-
rupgo e i mentira, e bqaaa a recompensar bem
a hinra e a varale 11
Qie.-n me pagara raelhor este trabalho do que
a minha nropria consciencia f Nmguera.
Smliores relaclires, a familia Jiragn nada
coopenu para esto relatorio: eu qai oecessito
desafron arme parante ella, os amigos dedicados
do baro de Jaragu, qga sa dignaran abonar a
minha rigidez de carcter, e porania todo o nosso
paiz e o Brasil.
Alen d'i-t>, quero mn'rar qae no nisso Porta-
gal liada ha quem nao esteja eiva-Jo da podrldo
moral da poca, para que no Brasil se respeitem
igualmente os di re tos de n.>s to que, mil trtala esta que-tao, daixariamos aos
Brasileiro o direito de repre-alia, q e alfi se poda
exercer em mai larga escala, pois qud leem l
maior es espolios.
Senhores redactores, e-tou irritado desde crean-
ga contra o latrocinio, a podrido moral, o des-
c.ramento e desmembramenlo da nossa sociedade
e familias.
Levante! o raalho, e vju raalhaude tudo isto
sobre a bigoraa. Ainda nao cancei, e quando as
forgas rae f-ltarem acabaroi como aeabuu o dedo
de Nefito de que falla o aplogo.
Senhorjs redactare-, facultii-roe novamente,
como aqu, as commuoas da NacHo. para one
a verg mlu, se anda a houver, possa \ mar-se na
faca dos vluiouros, qua se encher) de p*avor,
leodo este e outros factos, e recentemente o do
Dr. Francisco Jerony.no, advogado preciggo nesia
corte, que a cada istante se repetera.
Greira-me.
S. C. 11 de julho de 1871.
De Vmc. amigo venerador.Antonio Mario dos-
Sanios Blilkante. .
*H
o borne n que as tem, fazendo urna receit, esta
dito lodo ttedleo !
Como as cartas, ha vidas na, mesma ou diversa
escola, nao sao a padra de taque para aquilatar a
probidale, a llustrago, a inlelligencia, o genio e
espirito cultor da scisacia, e a capacidade relativa
da qualquer medico, foigose que aquello qae,
oestes lempos de raaierialismo, quizer desviar-se
da baixeza, a diffjreocar-si aprsente resoluta-
mente as prora loa do dia, para que nmguem
confunia o medico prub>, hoaasto e Ilustrado eom
um iraHcante e immundo otpaaalador. Todas san
tguaes 1
Hi quera sustente a thesa dUendo que leram
pe.os mesmis llvro'. e ti vern os raesraos lentes !
iw isto fosse uma verdade, a ciencia leria esteri-
Isado....
i Imi r*8ressado d'Alcantarilha, pobliquei logo
loaos os documentosqae um miuravel baroneie
i minosas, que l -lie da looga dala preparava cou-
tra um irmao bemfuUof )
Amigos dedicados do Biro de Jarago, a fi'-lia
e genro, que n.o me conheciam, e a quem elle
tinham inforrauv -Jlecipadameol;, exigiram-me a
condescendencia de o icompadhar a ver seu pai e
sogro, aecitei, e fuK
Eosendi, e enttnd bem, que a minba visita ao
bario le Jaragu era inoffsnsiva sobe ludo por
ser sollicitada por sua filha e genro, e aconselha-
da peles seus mais cordeaes amigos, noaoccadeu
assim I
Qoaado ne proxtraava *'Aicntrilha, fui re-
ceb.do na ponte da Per, tomo tadj a feote de
lugar presenceiou, peto nebre bario ?'Aicaotari-
Iha I
A reee-igo a.-.-oa feita era grata a quera acaba-
va de andar feieuta tacna*.
Accrescentou o insolente bardo :
EuDoo raaodei chamar, e portan*aMu \,
mea irmi i, o bario de Jaragu
Pense bem no que diz, e a quera o drx t
Ea volto-lhe j as costas, e bride ver ana irmiv
-.. Nio dei mal urna s palavra, o qne padao)
te-teraunbar tod"? aquelles que assisliraro 4 re-
eepeno propria doro miseravel da sua gerarcJiia.
E certa, fijuera lodos sabendo, que eu estaa, t
estou nisis no easo de Ihe pagar a hoapedagera
(a sua casa orna ettalagem,) (vide a Nacho ge 31
de agosto de 1870> do que elle em uiTeree-r-ni'a f
O misersvel, qoe perava a heranoa da Lameia
ficou na lama, voltou ao ponto de partida, e alo
acredtoa nanea na independencia medica t Fi
fon sabendo agora.
Snggerio-se-me logo a idea de que o Baroneie.
praneando assim, quera esconder um gran la ai-
leutado, alias franqueara logo as sua porta*, e
dei xana vero doeote....
Desde este momento passei a estalar a a inves-
tigar o trama em que me achava mettido, e com
dignamente havia de dar coola da minha missv.
qne j nao poda desamparar.
O* Srs. redactores sabem que o medico ao con-
cluir a carreira prest juramento byppjcratico :
Juro guardar sigillo inviolavel ao que tire
ouvr as casas aonde enlrar ; respeitar a virgem
o a mulher casada; nao propinar venenos ou
remedios abortivos, etc. eta.
Logo jura ser hornera de bem.
Para nao ser perjuro, eolrel doas dias depois na
casa do Sr. baro d'Alcantarilha aeompaohado
pelo vice-coqsul d> Brasil, em Lsga exarainei .
baro de Jaragn, e ti: assigaar tres exemplares
do meu parecer, para assim flear autorisado a
tratar a questo com a clareza que a jusflga e os
trihunaes exgirem ao abrigo do sigili.i medico.
O plano tenebroso cegoo oSr. bario d'Abeanti-
rilha, alias tinha-me prendido ao sigillo mttCfi.
deixando-me logo ver o doente. Maneatafi-mt
as mos, evitando a intervecgo da autoridad* e
obngar-m?-hja a retirar logo. Maa o crirae.deixoi*
o rabiuho de fora. Era a lei da Providencia, que
o persegua I
Posta logo a questao neste campo, ficandD a
minha honra medico clnica ao abrigo da mais
leve censura, eulrei as investigares cora que
deveria. es-lareeer os tribonaers.litjeaso da ques-
to ehegar a esta altara. 5" por isso que me de-
more! Tira de Lisboa 4S dias____ e mais serla se
mais fosse preciso. Nao se admire, Sr. bario
d'Alcantarilha t
^iwcu Pjo, sed magts rnica veril,i
A verdade para mim superior a um Baroneie.
Os Srs. redactores nao poden* imaginar os dis-
sabores que ti ve com esta viagera... O que se
espalhou em Lisboa, pela minha ausencia, asta,
abaxo d critica. cima de ludo est a miaba
t ,
V

{

(Da NacaoJ.
As miaas du Yporanga.
Coma epigraphe/Vfrafras mtnisteriaesic-
copouse o Liberal da questgo das minas- do Ypo-
ranga, cuja explorago foi concedida por decreto
de 9 d9 raaio deste anno ao conselheiro. Angelo
Tilomas do Amaral e ao Dr. Antonio 'CrtoRto da
Rocba, e da qual ltimamente se lem ocropadi es
jornaes da corte.
i Se nio fosse a indlgnsgio de qne nos possui-
rnos ao ler o Liberal, qne se diz orgo do partide
deste nome, per eerto que deix iramos passar em
silencio a sua pnbcaean, eerto de que o pnMton
conbece bem qne a defamagio e a calumnia sao
as armas de qne se servera alguna dos escripteres
deste jomar- e nossa iolignago tanto maior
quinto vemos, que o Liftra7 na occasiio em qua
procera ftepr n reputagao ds ara rromem de bem,
de um fanecioaario honradissirno appella para o*
desempenbo do de ver de esefiptor insto e-eaei-of o-
Bem sabemos qne nio nenhum* earomaiader
qnt pMi morder na r>eptrtaci-. do actnl 8tvmi-
ostro da.agrie-Htnms qua bem eooheeidD no-
paiz, sem que se Ihe quebrara ondelos; mas hm-
ge d s acmteelmentos e ignorando opaMhO'as'
circums'.anclas que-se deram' t^oe-aw * coneadido-o privilegio da e-^h-rtlo- de v>nragga,
vamns.aserever- astas rinnas, que otrtmnf, m
uala serviro para os maldiseoles ; mas os ha-
rneas fionestoa, aqueUes qoa o> re^Ham eom
o atassamamento- da reputaego afflet^jerj ai
esta oeeasiiode saber aquesto es hofgO desta.
.terra,
' Mi >itenri:
Na fregueai do Tpotranga em-StPaainvaniia-.
do Joto-gato Din a-avia aaeoljftilo ,ha teaapw
minas de petrleo, de chambo,jto'fejr-n a ooang
mineraes, en-ttt'Ntta M tai pMMMndo e en
outros terrenos margem do rio do IgaapeV Fez
grtugta itwgi adasona para w apodarar-du

>-



segrodo das miua* o dos
Ai exp'jra I*, u requer
lefio pira om fina re
amostras de tu jo por
Isto i um* verdaeir>'
O Liberal qae dsve sabir como ai congas se as-
aran, reveta maita porversio da aira, tornndo-
se eurapliee de infames calumnias; o faeto nao se
passou como foi rehladj.
A priraeira falsidade est em >|ue Joan Paulo
Dias nao foi o descobridor das minas do Yoorao-
ga, sws,aemiiitoanos ant s deihj so faiava
pellas, e mesmo muitas concesso"as foram fetas
a diversas pessoas.
im que en 1838 o gsver.io caniodeu pre-
a Luii da Ordan para exploradlas como
etle o desejbrldor ; dcpois de Ordan, qne
das soasarlo don m obripnciVs do contrato, foram
oo4 es cedidas o I8i>* a JaS Antonio di
randa Suva.
' Anda este couccssionario nilo sumprio eom as
.>btrt*eC's a qu se havia sujeitado, e na auno de
mft.ram csuraJidat a. Richard Barton e Angus-
to Tnix-iir, caja ooncevo foi aflnal, e j qnaodo
iMJkJBajMslr 4 agricultura o cooselbeiro Diogo
?elno, considerada nulfa e do nennum efTeito.
"im\, pal* dirsf-se qaa Jai Pialo, foi o des
cMMIiir-dssUs satas* Y
OOSC P. I pWV* 08t0 ?
E se Joiiu Paulo era o descobridor, como dei-
xou passar en silencio totas as concessias feitas
em opacas diversas sem fizer reclamado #f*mv
e s dando sigaal da vida em deiembro do anuo
MMadjpf
S' uaae exacto o qaa diz Lber aI, a so? aecu-
saK&o tfetaa cotaeear por casa ; om eseriptor jas-
n eaeieaetoj oa Aama tiacaueia a acta
pa qaaale pritfca J as 0*r saui amigos Bao lhe
oieresaa a meaor acorara,
Percorra o Liberal a' legislado de 1861 e 1866
vera que os decretos da coiU'essio a J>>io A. de
Miranda e a Richard t n ton, foram assigoados par
amigas ans.
Pfatada o Liberal
rain os das, 6 nada de chejtir a aolatcao
W^Pi-focio, Dnigio-se elle a c'jrle, procurou
os sata paptis, e tiepois da grande traballio lhe fo-
ram entregues por um individuo desoonbeddo
oapi u despacha do ministro mandando que o
requeriaaeato fu fe sellad >.
Por e.-ta occsiio o individuo comprometteu se
a logo ebt>r ie ministro a o.neessao do previlegio
rtquerido, mediante a qoaatia a 36:003,1000.
Anda ala hwtorii est mal contad i; nao cor-
rBram tantas das coma se diz, e o negocio dos
JfrOOOaoM'vai r explicado.
O qne, prna, occorre logo a quem leu o Libe-
ral que. ifcdo sido c needidii o privilegio a tan-
tos indivisa*! *m- de J lao Panlo orsqaerer, ne-
nham precisen despender Untos "ototos de rtS
pira obte lo, e ai:> tita isaca id notaram lautas
dilB-uMd-s !
Infoliz Joiia Paila !
0 que.outros reMaram da biivontade e sem
dispendio alguai, n> palate eonseg'ii-la cam1di-
ulieiro e trbala I
Mis pora/ieno ss cocodea o privilegia da
nuD-irar/ia a Jai) i'.iiiln '
Pokjuj leuta-o rejieriJo e:n-leiBbfo do auno
pisstdu sem dfoUr.ir a e.xistenci.'v do minas em
torras sua-^, si'li-uiol) at i caicssjo .da dinatlo
da desapropriafaa e pelindo paf o npra terrenos
daralutos, ja l oueaoirouo ron naaento do c-n-
salbeiro Amaral e Dr. anJida P.acha, pedinlo
iftal privilegio.
^Jue rata >, pui?, baveria para iarem preteridas
ajueHes que tinhm a sou favor a priariia.de?
A circu.n-taucia los concaasioaaros sarem da-
potados nih jra motivo do usp i;i); pilo contra-
rio oforecom mnores garantia coma pessoas qua-
liflcadas qao sin.
Entretanto, parece ao Liberal qaa o privilegio
0 proco de apoio que aquellos na rapi-.sentantes
da nacao prestan ao actual cabiaoi-j I
M.I9 os .10:000*?
Tendo Jaao Paulo, aloro de seu Jreqiermento
aaresentado om-nencritl sem sello, a secretaria
devolveu o para er preeacbida esta formali-
dtfa,
B n correio da s-cretaria, que segundo os esty-
1 .i sa i os .-.ujarregidos da eniraga de papis as
parles, eontratou, seguoio dii ],-la Paulo e como
f i verteado por urna escnpura publica, obter
do ministro da agricultura esse despacio favora
v;l mediana a importancia de 30.0303.
Mas anda mesmo sendo isto verdada em qae
pjle prejulicar ao ministro ?
Falle por o< o Dr. Salva Jor de Mundonga, ad
vgado da Joo Paulo qua oo Jornal, do Commtr-
co de .10 de julho.disse tenio mivos para crer
i\m a sciclara da agricultura mo leve netse ne
gocio a menor pailecipa<;ii.
Eiu uuua ur,i;aiiu aaaiyoromoa o xlga da Li-
btral sobre os trabajadores a-.aticos.
Por ora tiadami- auni.
F.
cas, e sim
disso as u
as feb
esta ule
goso; e
bre lypndld

eajpregar
ueosa
se poi
O a me
etas piAlierk p ?ri
m timben uis eryupf al larfeu. fe-
ao jiasao qu aa plalas de RATJWAY
etirwnu eisas molastias, porqie obrigam & erop-
gao a sahir do corpa e restituen a fsude as viceras
* que a ulcerag&o se tlvor introdotido.
< Tomando-se una desla piluias duas horas
antes de comer, o apetito ae pronunciar, e ella
cmtfibnlr muilo para orna Ma dfgesto.
< Butas pillas saa un verdadeiro beneQeie para
ai peisoas de idade avaagada, cujaa eitrao a,
debilitadas pela velhice, co>tomam muitas vetes
buscar allivio nos clysteis ou ujeceftes que se po-
dera augmentar a debilidade, ao mesmo tempo qne
produum evacnacSes sem elTeito. Aaandooe-se,
pois, este methodo lio opposto natwezae Mhatt-
tua-ae a ease barbarismo o uso de urna dessas pi-
llas quando lr necessario, e em poucos diaise
experimeolar os seus saodiveis effeitos.
i A* plalas de RADWAY sio oataertas da gom-
osa asmoarada. A dse de ana ata aeis: lio
ioteiramente compostas de subaiauias vegetaes,
nSa ha perigo no seu aso, como ha u* tomar as
pilulas que iniroiozem no lyiia peruid)?
nercutio, que causa males iocalctiaveis aos cea
tes. >
nicos depsitos destes verdadeiros remedios,
Pharmacia Americana i ma do Duque de Caxias
n. 57 e ra do Imperador n. 22.
C0MMERC10.
Segaros contra-fogo
COMPANHIA
NORTHERN.
Gapil........20,000:000i000
Fundo de reserva .... 8,000:000*000
Agentes,
Mills Lathan IMPERIAL
Companhia de seguros contra
oo.
^AGENTES
S. P. JOmSTON & C;
Slua da Neuzala-iiora n. 49.
SEGURO CONTRA FUGO
The Liverpool & Lood6a & Glob
Insurance Gompany.
Agentes :
Saunders Brotbers & G.
il Gorpo SaitoII.
THE ALLIANGE BRITISH & FOREIGN/
Life and Fire Assuranco Company estabslecida
em 1824. Capital 5,000,000
Os agentes desta companhia tomam seguros
contra fogo sobre predios," gneros e fnzendas e
pagam aqu prejuizos devidament provados.
Rabe Scbmetun & C
Corpo Santo n. 15.
MACA DO RECIPK 17 DE AGOSTO.
DE 1871.
aS 3 1/2 HOBAS DA TABDH.
Algodo da provincia 1* sorte 592 rs. por kilo
(hontem).
Algodo do Rio Grande da Norte 5i5 rs. por kilo
sem inspefQlo (uootem).
Dito dito6Vj rs. por kilo posto a borlo a (rete
de 5,8 d. e 5 0,0.
Cambio sobre Londres 90 d/'v 24 3:4
fazonda desta
quena Dos guarde ate.
Fago saber que em viriude*** exSffB1
zenda nacional contra Claudio tnfcagx,
rematados no da 24 do eorreait, m lala I
diencias, pelas 11 boras da raaatt^ et c
tatioraias aanesnoearwufcdo, anbeT : un caa
aasubradada n 10, em que mora o executado, na
travessa fteflguellk em Apipncoi, e?sel8 casas ter-
reas sitae Ba raesaaa poveaeao ma Nova, cha-
mada ltore/ de na. 2 a 12, todas de tljolo e cal,
eom ai dimeufias e comportamentos, en-tanta do
miniado de avaliagio, e avalladas a prlmeira em
i:50N, ai ovtr en 4:0M cada una,
E pata que bege ae coaheonat-no de todoa,
roandei Uvrar preeente, que aer afflxado no
lugar do costume e publicado pela imprenta.
Dedo e passado nesta cfdade do Recite de Per-
fe de Peroambuoo aes 11 de a zoilo de 1*71.
(.tria FraoctscuBaamo da Alnaeida, eeerirao
MIi
AbiUo Jos Ta vares da Silva.
O inspector da alfaodega faz publico que o
leilla annunefado para boje dos objetns ippre-
hB*dce%orJbido feHttte Ingle mide Wure,
Boa transferido para o da 19 do correle.
AftaaiMRa de Pernamboco 16 de agosto de 1871.
O chafe de aeccao serviodo de inspector,
L. de C. yaas de Aodrade.
^ 'parante cmara munlcioal destt cidade,
estarlo em pra$a nos das 17, 18, 19, 21, 22 e 23
do correo'e, para serem arrematadas por quero
maior prego iffarecer aa renda* nmi^leaes se-
guiotes, o alugueis das casas da prega da Inde
pendencia, ras do Joao do Rege, Imperial, Sol
dade, das ca-as das ribeiras das freguizia* de 9.
los e tea-VWa, dos lali>M dos agaUgues des
mesmas freguatiai, e bem atsim do npoele de
allerig) de peaos e medidas, e de 120 rs. por ca-
da carga de farioha e*outros legumas. Estas arre-
matagSes sero fettas por tres anno?.
Pago da cmara mueicipal do Recife, 16 de agos
to de 1671.
Denla Jar da Costa,
Prd-pfesidente.
Francisco Beterra Carneiro da Cunta.
Secretaria.
uooo.
d. por
ri. G. Step.ole,
Presidenta.
P. J. Pinto,
Secretario.
ALFANliEGA
Readimento do da 1 a 16. .
dem do dia 17.....
441:161*115
28:38U26I
Ao Liberal de ioje leuho a dizer-lha que tenha
.icienci, espere, qne me JustiDrarei em tempo
ip >rtuno, quaiado p ider obter as certidCas, que
riqiieii a the^ouraiu geral.
Eatretauto flqapm certos os Srs do Liberal, que
BM* invectivas uo pode oflonder ao crelito de
pesada alguna.
Dafender rae-hbi das malignas imputagos?, que
si me faz, somenta ero attengo ao publico, e era
mptito a minha reputogaa.
Cabo, 16 de ago >to de 1871.
Jo-: Pan'.o du Reg Brrelo.
KESP03TA AO JISTO. DEFE^SOn DO EX JUIZ
MUNICIPAL BACELLAR.
0 relatorio do Exm. isinisiroda n*tiga, de 1867,
da o ex-juiz fiace'lar, a lindar o primeiro qua-
triennio e onduzido a 6 d-a .j:l.. da me3in> anoo.
O relatorio da Em. ministro da jusiigade 1870
a 1871, da o X-juiz, a Andar o seu segundo qua-
L'ieouio om 8 Ja agc-lij da cirren'e amo. Ora.
ibe-s1 que flnfanl i-sao primeiroquatriennio em
7 de agosto ne-te dia, nao polia mais o juiz de-
tacTar, como duiro do pr.ro >iro quatiiennio. (E
?spa':harra ? II)
Nao, este da 7. partencia ao segundo quitrien
i a, e neatas eondifo'ss de vi a fuaccionar e coat
-ruar; m- ii devw seg n lo ,;ntneoitio fiudar-
s>8 no di 7 ; iat> no dia fi q lando /ustaroente fa
7. ara oito anoo-: pufin adnwf.a se que Bnlava
-"o segunda quatrloania na du 8, coro > se v d
ultimo rtlau.no, n:.a pedia mal despachar ne da; no entretau'o depart m, nli>o que devana ser e dia n qne sn f. idav< e *goa
i quairieuiio, pi- tt sido lia ero que lindo i-
>; o primeiro, c-'in se \ do relatorio de '867, -
h.o enotti ter o juiz pasialo a vara ao sapple ite
cds dns 7 8, toitf i alm, desp ciau autos,
(.etico-i, maadm ndnar protesio faz cagan na diianci* dadna? Ieuaa e juig m se por
jaleo;! ; isto n> dia i. Da oxposto, ve se que
i* r^zaa iaao le dtsre qnr t.iea actos eran nul-
Is4e plno dirntte.
Oole .'i a rsrlade t Nos dous relaiorioi, qa"
'a-*s a v-ta. aa o #*/<>. qnaadi dii que o se-
gcmd quatrieeum-ftidt.*a-e nedfa tT M I O*
Uttnue> **.A r:
T.ba, 16 deaz.s'.a de 1871.
*W bau.lt do fliauBxrrelo
N. i,)l.-A COdhi.V QUE TODO O MUNDO
M.VB 8ABER.0-vlijiftte mi.iili das plala-
ajsnearada de ftnssnf, nena so perteitamente ar-
mado e preciviio rcfttr.a aquel! s enferuiid-.d'?? do
(-miago, Ug* la iijiesiioc-, conmaos om todos ng
'roas. \ p:ir. ura fcaa>a i faz-r-se, o o*so de
ero ataque Mieo-, k a evteaicae des fn'.te-ti-
bo*. A* ptJaUs ;uc-ir:. toa de BnstoJ, tsaropieiam
t u servig, d'. ut i,.a'-ira rapada, e MU causa-
ra o imoin-. iawta.'oOri ou Jar. A'* oar qua
i&j Iiiopo, f.|l.ia.:'jiv>iru e euram. Ella- eon-
t.ae o cua *i un tetai, (.iji .< irrUmic>; a quaidA cetra forma tena lugr da
r itUe a o atura \* parj&gao. DumaV* tua opera-
'5a nao ae seato Haas agudas, laeiaeates espas-
rodicaa d >res, qae e crdimrio acompantun a
ligia prottuiia por <"jp* eatherttOHe oino-
r \e. Par* o lratauel o dyftpep-4, aeaaarrboi
tit, aff^cj4'Agak.. Taxsqujeea, sipree*io,
vartlgaa*, odlteaa, wcr.c do estomago, ellas ti
iawraen.a o rta>jiij ti'jiA, e ueanuna eutra
ruedaeto oeulieei^a, f ede stipprir o sei lu-
gar. Orna se aMsmujeuidu an I asqoinbos de
rrystal, ellas ec**KJfV..--j inaltaraaets e perleiu-
D iWdoi os aUai?. r^ Lulos oe "oa iyovados
provuni-ntes dainii:iu* da-eaoju*, a saiaa-
%>itftkf> da Brt.iol,.dVc: ser sala jaauuaeai*
rr (0 IS pilulM,
Oo iD-H49Hto*?-& tJI Bbra dedica-
da a promover Aiiaau lu-dioa-ew., epaaliaada
nds Medsi-tfaMaaf attriUm-is o segu.oie :
%Xm mJKtt
169:5414376
DECLARACOES.
SANTA CASI DA MTSERICORDIA DO
RECIFE.
Alllma. jantaadroinistrava da santa casa d<-
misericordia do Recife tendo de rccon9iruir o pre-
dio qae posspe o patrimonio dos estabelecimeetos
de candada ra da Moeda, eom dou andares e
sotan, tranaformindo-o era ontro do niu ?6 andar
que oouteoba dous armazen?, om no pavimento
ierrej e outrono sobrado, eos predios ns. 2 e 13
da ra do Burgo?, precisa ecatratir eesas obras
m qaem por meno- prego se quie eucarregar
le effectua la1, pdenlo seren aproveitados os
ma'eriaes qne ffirera tirados dos amigo; predios
e julgados em bom estado.
Os pretendenlcs dever apreseniar as sua* pro-
poMas em cartas fecoadas, eom declarago do m-
nimo peque fazemeada urna das indicadas obra:.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cife 21 de Julho de 1871.
O escrivo,
Pedro Rodrisups de Souza.
\mm
^g? PMa o faMieaflo peftt hiele Srtralm
itVHVUD Cosa, anda recebe alguma carga a
[W: 'L*?*1"c LeiiSo lrmSo3 rna di
Madre de Dos n. I.
.' '" i-i ----------- i.
Baha
Para o referido parto ipgue en pencos dias eora
? ?* qaa ti ver o biela Bunfim, que recebe i
lUlmfcfl! fSengalvas MiHto : a raVfcCbffi-'
*'o n, s.
Kio Grnete do Sn\

m poneos dia? vai seguir para aqcreile pono
brlfue nacional Arroto Maio^ navio de primeire
Para tro resto de carga, trata se con Jos
jrioq de B-zenda i C, escrtplorio ra do
juez de Otioda n. SI.
Pvttn iadieado porto pretende seguir eom bou
ca demora a veeira e bem eooheci baaa per
"~eza Social por ter pane da se* canaMmtfJo
iiuo, pjTa o resto qoe lhe falta, qu recabe
a frete con modo, trata-se coqi o conignataflo
Joaquim ksc Gongalvos Beltro ra do C ammer-'
eio/n. 5.
r |
LEH0ES.
luspccco do arsenal de
inariuha.
De ordem do Ijlm. Sr. inspector fago pnqlico
qne acha-se designado o dia 23 do correte mez
para ter lujar nesta inspeccio oexaroe do> can-
d'datos inscriptos s duas v^gas de amanuense- da
secretaria.
lospecgo da arsenal da marraba de Pernambu-
co 17 de agosto de 1871.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojo.
Mov neato da aliAutlega.
300
Volumes entrados eom fazendas 84
eom genero; 216
Volumes sabidos coro fazendas 45
con genere? 135
-----180
Dd^carregam h"je 18 de agosto.
Patacho austracoMcettr farir.hr. de trigo.
Brigue ingiczQ'tem of the Sias -triaba da trigo
Rarca fraacetwFtdelitt mercadortas.
Barca iogleza Rute monde dem.
Barca portugueza Mara Miza -pedra".
Barca ingleza -Magnoliacarvao.
Despachos de exportara/) no dia IG df
agosto.
Para os portos do exterior.
No patacho bespanbol Presidente, para Bar
celiooa, earregaram : Pereira Cun-iro da J- 1U0
sancas coro 7,314 kilos de algodo.
- Na barca p >rtu*ueza Sur o. oara o Porte,
cirregaram : E. R. Ribello 4 C. 150 sacess eom
13,063 kilos de algodo ; J->.qiin Jos G mgalves
Beltro. 114 saccas cora 10,291 ditos da dito ; A
zevado limaos 1 barrica coro 58 kilos de-asjucar
branen.
o patacho haspanhol Bl/stirio, para o Ro
da Prata, earregaram : Pereir Carneiro & C. 300
barricas e m 37.840 kilos de a-cucar bcaaeo e 100
fd'ias con 11,870 ditos de dito mascavado.
KUGEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GEiUES DE PEKN.VMUJGO
Rendiment do dia t a 18. 20:779i393
dem do dia 17...... 8224297
CiOrreio gerai.
Relac3o das- cartas registradas, procedente*
do sul e norte do imperio, existentes m
repartico do correio desta* ci lade.
Alminio Alvares aff rom. Antonio Duarte O. Ra-
go Netto, Bel mira Maria da Conceiga o O iveira,
Bento dos Santos Ramos, Firmino Theotonio da
Cmara Santiag->. Francisco Alvares Vieira Netto,
D. Ileleoa Ito >m Travasso*, Jaeintha E nilu da.Pu-
ritioaco (2), Joaquim Gu-des de CoK, Jos B1-
raido dos Sanies Leal, Jos Caetano do Suiza
Couceiro, Jos Carlos Mayri; k Pires Naboco, Jos
Felippe Gusmo Ucha, Joa Joaquim do Sautn
Lima, Joo Huoiz Pereira Jnior, Juo Pedro Si-
mos, J.io Vicente Pereira, Luiz Antonio de Mi-
ra -., Leopoldo Francisco da Silva, M ihias de A-
zeveio Villarouca, Man/iel Barb >* Alvares Fer-
reir, rbeotoma Rila da Mona, Tobias Brrelo de
tdenezes, Andonio Cerbino, Feliee Blanco.
Admininragio do Correto de PernamDueo 16 da
agosto de 1871.
O eccarreg'do do registro,
A. Gomes da Silva Ramos.
thEtro
-- -
nouiftilA
BOJE
O agente Pestaa' lar teitjlo .prtenla e rsco
de qaem pertaocer de diversos movis, send 1
rica mobilia.de magno con peJras aova, 4 -lindo
aparador, 1 guarda-louga. mezas de jago, camas
francezas, toucadores, maaquezas, luarqntziies,
camas para menio-as, figuras, relogio, bergos, me-
zas, cadeiras diversas ntir-s de ouro, praia e rom
briibanies, e murt- &ou!ros objectoa. que se acha-
rao patente, oo<'aaeroa sexta feira 18do cor-
rev.i-, na ra do Vigario, armazemu. 7.
LOJA DA JAND&IA
N. 26 Ba da Imperatriz 26
.0 proprietario deste novo eslabelecimeoto, tendo resol vid a liquidar a grande depo-
sito qoe se acha repleto de fazendas de todas as quali Jadas, declara aosseos noraeroso\
fregoezM qoe a Jandaia vai vender soas fazenda^ por menos qne em ootra qoalquer
parte, pois que far o descont de 40 % em qaalqaer qaantidade de fazeadas que Ihe
compraren). A Jandai vai declarar alguna precos de suas f a zondas. '
Casemiras em cortes a WSOO.
Chitas escaras e ciarse, fazenda boa a
2M rs. o covado, 10 % de abate.
Bareges de 15a de quadriohos, lindos pa-
dr5es, mnito laigas a 480 rs.-o covado s
na loja Jandaia. *
J.las a tabernic, inteiramente para aca-
bar esta fazebda, pelo barato preco de 500
rs. o covado.
Lansinhas claras a mocambiqae a 400 rs.
o covado.
Mas salinas brancas e de cores, lindos pa-
d.QesJa 460, 496 e 700 rs. e.la ultima
assetinada
Popelina de 19a e seda, fazenda moderna
e mnito bonitos padr5es a 4^000 o co-
vado.
Completo e variado sortimento de chitas
de todas as qua taladas, por todos os pre-
go?.
Grosdenaple preto, fazenda nova a 20COO
o covado, s na andis.
Bramante eom mais de 10 palmos de lar
gura | 3000 a vara. $6 J.n Alpacas de cores lisas, a 860 rs. o co-
vado.
Alpacas de cores eom fiares a 000 rs. o
covado, esla pech'nchi s na Jandaia.
Algodo marca T moilo largo, boa uzea-
da a 60000 a peca.
Golxas para cama maito grandes, a------
55000.
Caseniira prett fina a 25000 acovafo.
Ch l-w estampados e lisas M| Ott, 30,
30SOO, 40200, e muilo fino a 69
Gambraia Victoria, de 4*200 1W99-
Ditas transparentes por todos o pre-
cos.
Ditas para forro a 20000 a peca..
Algodo trancado branco con 8 palmos
de la gnra a 10500 o metro.
Bramante de Moho de urna s largara do
mais fino de 40200 a 10400, s na Jan-
daia.
Goapos de sol de seda, merino, alpaca
e brim ; continua-se a cohrr, concectar a
fabricar chapos de sol em grosso e a reta-
Iho.
A Jandaia nSo podendo mais continuar a mencionar os precos de suas fazeadas,
pede aoa seos fregaazes qoe vendara ver a realidade, pois o eslabelecimeoto se acha
aberto at 9 horas da noole.
RA DA IMPERATRIZ N.
PEMAMBUCO
55
Armarlo, gneros, roupa e rrioveis existen-.
tes na casa n. 10, na Praca
d;E'i.
0 agente Marlins far leSo por autorisaca > do
film. Sr. Dr. cnsul porluguez, d'armacao, g;ne-
r.', niaveii e roupas, pertencpntc's aa espolie do
subdito ponugoez Domingos Hanri jut? des San-
tos.
Segunda-fe ira 24 do correte.
A'a 11 horas do dia, na Praga do Conde d'Eu
o. 16.
porti-
VISOS DIVERSOS
Preisa fe de nma ama pora todo
o servica de raa de pouca familia,
preferes prea di Deia idade : aa
roa da Imperatriz n. 40, loja.
Mr. E. M. Bnisscn,gerente da tinturara franeeza da roa da Imperatriz n. 35, lera a honrad
oar ao re-'peitavel publico d'esta cidade do Recif-a, qoeelie aoaba-de comprar esle importante
eslabelecimeoto, e que continuar a empregar tidos os seu esfirco?, a applicar todo os seus co-
do C<)nde ohecimentos d'arte de tingir e de lavar, assim como se esfarcara para obier em seus trabalbos
os rhslhores resultados, afta de conservar e augmentar o grande crdito qae este eslabelecimenta
tem al h>je justamente merecido.
Tem esperanzas de que consolidar mais e mais su a repuUcao de artista tinlureiro, e_o
moflo por que sabe tirar as manchas e nodoas de qualquor fazenda ; repulacao que o tornou lao
conhecido as cidades de Franja, taes como Nanie9 e Borde*, aonde oceupoo o primeiro lucar
de contra-mestre na importante casa do Sr. Ronchn ; Marseilie e Lyai aoade ad in/Ho fxcellent
nomeada durante o tempo que all esteve, e em Paris, aonde acabou a sua-apteadizagem tinturial,
Nova de'Reroli n. S) primeara casa de Franja oeste genero, e aonde o Sr. Gceher, exproprietario
do seu eslabelecimento o foi eogajar eom o titulo de contra mestre no servieo de tinturarla de sed
e laa.
Era relajan eom as melhores casas de Franja, que se empregam neste commercio, estara
sempre a par de todas as novas dascobertas e combina jo ;9 de core*, e processo3 melhorados.
Emflm, espera que urna Justa apreciajo dos seus trabalhes, far augmentar a saa fre-
guezia j tao grande e bem crganisada.
Eis os seus principaes trabalbos :
0f;rece-se utn bornin paia caixeiro Ce en
geoho, qua tem Litante piatica deste servijo :
quem o prelnler, dirjase travessa da Coa-
gregajf.. luja da encadrrnajo n. 3. _
. FRANCISCO MOKE R\ PI1TO BARBOSA
vai Portugal para tratar de sua saude, e coran-
te s sua ausencia deixa eom a seus procuradores
43) <.* ligar ceu socio-o Sr. Francisco dos Santos
.Macen, em $ p_Sr. Joaa Pertrajloutno, e em
> o Si*. Jo 'ir re a de Atmeid.
AIDELEITE.
1 Precisa se da urna ana de teite que tenlia bom
eabundante leite, prefere-se Sem fibo : i.a ra
do Ban lesn* 60, S* anlar. ,
AM\
Precisa se de umn ama : na ruada
Zenula veiha n. 110, V andar.
Precisa-se al gar um e>cravo de meia Idade
em aleios e fiel para strvijo de c?.sa : na ra
Duque de Casias, allga das Cruzes, n. C6. pri-
meiro andar.
Ama de ieite.
Pre;isi-se de urna ana de leite qne nao It
fiho : na ra do Vigario n. 1, 3* andar, sobrado
amarello, quasl na prsji de Corpo Santo, pagase
bem.
C xtiiro
_'/erfeicio a ana o wito-.ia
wa*li*taaja*aiaaiW* na ouuiMna^aj Kien-
Aa, affafM?*(*:- P <"* cai^a -aaaiw
w^unasraw Cito suaarior an 4ua cato-
aulfnos f>q far- itros maitoa aguata*
<*'U .esaajcl^ !> ,ai'..iwuteto ruis
' 1:601*690
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a W. 33:399*95'a
Id.'in do dia 17...... l:8oA"S
*
39:683* >39
MOVIMENTO DO PORTO.
iVnufos lirados no Ha 17.
Portos do aare \\ das, vapor nicional
Anicota, de lii'O toneladas, comra^adan
te 1.* mneote Bl ira, equip>gem i L c-rg i
differeatj* gneros; a Heary Porster
AC
Havre40 dias, barca francesa Fidele, de
S7 totiflladas, capit^. Fetnierc, qnpa-
ge a Bario & C.
Bueno -Ay es 21 lias, b'tgue norte alie-
mito Commanderr.ie (80 tonelidis, ca-
piti Siunr, e nirp4gem 7, carga 5a; a
ordem Arriboa a este porto por baver
abarroad i C.ra urna b rea, ora a sua
oaciooalidade oa cnse tuencia de haver
muilo aaia Urna >, do que rosaliou per-
der o gurops e sens peneace*, ma>ta
reo d" juan te d averias. Dao-se esiH-ainisiro oo dia 44
(I i cavraaaa aa ift baraa a\. 9*9: S*. Long. HO* VV GreWdoicb
Navios pMis no mesmo da.
id Zsire (na oa4* d'Afriod) 3 >gue por-
tugus Bumtndo, capit.i Ma o^l Jos da
Sil', carga a socar, agurdenle e uniros
Asu-ltate nac;oaal D$us te guarde, capi-
t8o Man.iol Parosride JlFlet, om lustro.
SEXTA FEIUA 18 DO CORRENTE
Espectculo em benellriu do Hospital Poriugoez 6
Lieeu de Artes Mecbauicas e Lila-raes.
Esle beneficio effcuado pelos desunios artis-
tas portuguezes
os sKNHom:s
FRANCISCO T.1B0HDA KIKIRIQUI NCES
Programma em 4 partea. "
Duas partea pelo Sr. Nune.Vitlas do Brasil
e P. rlugal.
E duas partes pelo Sr. Tabora*.O Cosmopolita
e amor peles cabellos.
Prln'cioiar as 8 1/2.
Havera trena do Recife a Caxang tocando em
todos os pontos.
Seguada-fea 21 d^; gosto
Espectculo extraordinario e completamenle no-
vo pelos artista* fr^nc i* em beneficio de
CHARLES HURBAIN
ao qual presta o su obsequioso concursa o dis;
liucio artista porluguez
P. TABOB0A.
Q programma ser pabllado por exleusp no dia
do>sspecticnlo.
Preci-a-se deucn caixeiro porloguei para laber
na, que tenha praiica, de 16 a 18 annos, e que d
fiador de sua conducta : no patee da Ribaira na
mero 13.
GRANDE ESPECIALIOADE.
Tiragem a seceo de qnalqner nodoa em panno.
Livafeeir. de qualquer vestuario de bomem, mu-
llier cu crianja, sem o descozer e conservando-lbe
o brilti i de novo.
Tiragem a seeco de qnalqner nodoa em seda.
Lavagem de vestidos dt seda, de qnalquer ec-r,
chales de seda, chales de crep da China, cache
miras francezas, tarlatanas, ch les de merina, ves
tidos de velado e chapeos de qualquer cor.
TIRAGEM DE NODOAS.
Tiragem de nodoas em seda, velndo e laa, fazen-
do desapparecer qualqner mancha resinosa ou d
gordura.
Vai se as casas para o trabalho de tirar nodoas
nos movis ou tapetes do; salo*e<.
TINGIMENTO DE SEDAS DE COR.
Tinge-se vestidos de seda e gorguro, chales de
seda e crep da China de todas as cores, assim
come veludos, rendas e bicos.
TINTURA PRETA EM SEDA.
Tinge-se vestidos, chales, filas, rendas e tou-
lards.
Garante-se a boa qualidade da tinta e que a fa-
zenda Qcar parecendo inteiramente nova.
TINTR/V DE LAA EM CORES.
Tinge se roupa de homem, de mulher ou da
criaeja em las, sem desc izer e na cor que se de-
srtar, quer a razenda seja laa pura, seda e lia e laa
e algodo, ou as tres qualidade* juntas.
Poupelinas, alpacas, rep?, merinos casimiras,
lamaacoi etc., e em todas as cores que se queira.
n.NTUllA PRETA EM LAA.
Vestidos de homem, de mafuer e de crianji:-
>em serem desc-ido', e g raniiado-se a b.ia qua-
lidade da tinta, nao sujando a roupa branca.
Todas as qualidades de fazaodas, assim coma,
chapeos de feltro, de Mantilla, de palha de Iialio
iu da Chile
Tado por prepos commodos.
v%v
Smente para coziobar,
precisa se na ra da Madre
d^ De is n. 26.
Precisa-se de urna ama que >aiOa cuznuar
e engommar para casa de penca familia ; na rus
do H ispicio B. 39.
Pred'a-so de um caix iro d !l a 13 anuos
dd idade, preferinlo-se portuguez : to pateo Q<
Ter jo- n. H. .
A'tencdo.
Alega se os tres artdarts do sobrade da ra
larga do Rosar! i n 10 par cima da b. iea : a
tratar na me-rc.
S la*
AVISOS MARTIMOS.
' i ....... I .11
COMP.ViNHU PERNAMBUCANA
aa
Navegando cortara por vapor
Fernando de TforonUa:
^^L 0 vapor.nacional anda/ri
commandaute Julia, ##a\f>
para o porto cima no dia
19 da carrate ao rr.ciu da.
Recebe carga al o da 18, encommeudas, pas-
aag^eiros e diobeiro a freto at k* 10 horas da mi-
nhaa do da da sabida: no eacriptorio do Forte dt
Matto o. H.___________
COnPA\lA
NavegapaS Brasileira
Bw por- s do-wl espetd*
at o da M do tt.nal, am dns
vaaorea la eompanbia, O ruSl de-'
pois da demora do costume a*
guiri para o pcrlos do nurw.
Dasda ja reeebem-se passageiros e anna-ss >
earga (Jne o vapor podar cooszir, a goal lavara
Mr enibarcada no dts da tua cr*faa. acomn-
daa -e diakairo a fret at as S horas datars
o .lia da su> saalda.
* NSo su recebara como eacommenas sanio-ob-
i act-as de pequeo valor e qae nao oioeaam a Isas
mm LKI.
J nao nma o usa que sa aanacisa experimen
tarlllesim muiraamua .atbHxddo o bom c
itrande fortimeoto queri* l ra Duque de Cavias a. |9 {abtl|a rtm #o ftue>-
m)assim neis,nndn i(oao impwsiiM di-cre-
rer-se o grande ntimers de o ojete < d. em dte esiiheWutieuiH ; -a umm-k m
meocioBar algn* dos cUjneti mala rteet, e a-
ieir*i:.anle Rovidadi:... e apmveau enasM pr
i!onvidr *.todos geraloiente o em partteutaf
btlln sexa, pata vistirre-a Hm ie apta lacen 9
gito tMideteio ae reta ji -rasaswd, pola II a e octnrta* Ma saaern,
lendo iempre em Wa a w.c4tr iarato, para ea-
der nultii.a da t a>rma nh^ar afia qUeodof
almeiam ; que o lucro para tuav-ar as fkdltM
da vida....
a v>ui n | ewMa4a -Wm o 4tlos d* Santo ABtonio, por coi i obsequio
i fbaa c sia a se VatniMV fei-am teraamente gratos.
a> aMnni
"VfiNEiUVW.C}KltAlH.A IfB SAHlA tdTA
De conformldade ensn a { i* o artifa ii i
inijaiii i iima
Gifinp' umiai.'u
doMaHA 4b lauta
o cousaataa ta if^a
4^ demiogo 10 stvntate faara Jotxusnm o ol-
lepo rearaseataiw, fias aVsera# aeera
tana IW 187* a MffC visto laratr. aeatdti escarn que
foram taita*.
CoasiNorw 17 de agass a> IWi.
O secretaria aaviaa%
. a<*^daSa*ala.
.i tu MSiOS.
-C3SL- *
;^-a>^
Feiipp6 Por*ira Nabnco d Aranj iende de man-
dar celetrar urna missa, terja-feira (22; as 7 ho-
ras da manhaa na matriz da Baa-Vi ta, per se i
tio e padrinho Rodrigo Antonio Pereira de Araujo,
ennvfd* n Miss tuneare do r\ da: pr alma de An-
tonio fctoreira de Mandnos + f.\ Convidase
a familia aos amigos fff P8ra a' 7 bo-
raa do da 19 na greja de N. S. do La vramenlo f
N. 824 -H-.-.
bhhs.......waamsan
3
~>
Udi aapipadre e amigo de Uado Joa Paulo de
Aoaqfas convida a todos s seus amigos a familia
do dito finada para assislirem a urna missa do se-
na Uta d seu 4a Santa Cruz, fre/ui-zia da Boa-vista, as 6 hora-
da nnabia da da 21 do corrente, desdeja tica
rato.' .
emiaU >itiKii.
D. Auna idier, s^n* manos e cantados sfra-
decu) ordiaiuraie e t >das as pesK-as que Hit-
ImiiD caridoso t^equis de as^istlrem nos ul-
uskji snffragios por auna de sen Ruado marido,
cdauaiJb e Irmio Rmilie Didler, e de aovo ajcu-
vidira seus psenles e sraigo3 a assislirem a missa
da elimo dia qae lera lng*r segunda-feira M do
drttotit. pelas 7 horas da ra.on na m trtz de
) i msequio desde ; se con-
$
m
velawno
SJU;
caproQ lo 8r.
rrai qua tiaaa aa
n I qU'm sfM|*
is nriM.iai ton tmu ao !**
]0&
M
19 aonos con prtica da i*;-.
tajee:: ao paleo da WbalrA c. W.
3W^^
JoF Paulo de Aaanias
D. Ouilhermfna da Assump;ao Aranjo, Thereza
fstaa saiw, loansa Ha A*ttmpcao Anadias,
"da Wgns de nta *aede< e Csrolma aV
tMs, agratacera eordilments a tsda a<
H qua su digoaram aeomsa .bar ao aeralta
tMtfbea a vastos martasi de seu samare eht
ta#e aapMe, aVi o ti fr*t ran! <* Aaow; e
. ........
aro o mesmo flos*o, mandam eaUbmr
Viannada
A UM NOVO POETA, QUE NAO QEREN-
DO SER DE PESTAA, TOMoU O NOME
DE APOLLO, PUBLICANDO UM SONBTO
NO LlbERAL N. 179.
Fio facas a outrem, o qne nao quise'
res que facam a ti.
faltn ca bicho daranioho,
Trincar a poma do Runa,
E per dar Tas tamanbas,
Cabio de venias na lama.
Cobrio-ge todr, esconden-se,
P'ra do reio escapohr;
Foi cobarde I como fraco
S quiz de farto ferir.
Fez om soneto, e juntando
restada e milita genie,
Na ae ts cresa coitado,
Qaebrou di queiada o denle.

E enecado si bti ao pind,
Bradando :En son um tntentt
Murmura Apollo: AUnvido,
PeianU, bruto, Jumento I
t Tu qne tens did > desfruto
No mundo da vataria,
flludir qu-re8 a gente,
m met Qome ?E' cusa lia i
De vergalho, as masas todas,
O labra hi-tin espancaram,
Fterim-tbe tanto o/bf.
E at pr fin o espuaram.
Logo o casmurro, enQado
Dout sallo poude dase r ;
Prom -uen 1o, no Parnaso,
D'outra vez- nao ce metter.
rV. 6.
KING
PtdeBdt?GM[VHLO
.______w.
A Cinrais io t-acarregafla pa a coofcccioaar
a le da aociedade Gt-racio Uvre e P-pulsr, con-
Xilb a Ld >s (V indos para comparece rem no pr-
r, ximo D-a0ffl 10 d> c rreute polas II borai da
a?^S-m* JES tTlS St "Mahia b ibealro da Z.riusU bespanbola ate
KP^^x^n^^^?^^^J^i; dacoatluuar.Ht a sltur. da insania lT______
.Jia da Santa Cti?s s^ioodsfaara 11 de aw-
Ms, pelas % loras se confesas- roiittstaste gratas._________
freeaan da ama ana que tenha boa I
nreferlf.aa as trana ou parda, qaa na> aH
Iho r trataros roa Kow ti. M e rna-la Auracs
iuH.


H
tr


Obsemo
fai-e se aos abato* t"eni*adot tema* non da-
rle de vir na roa Direita d. 53, a negocio de seo
lote Francisco de Mallos
ftor-au Mas 4* Sooto
Maaocl da Cania Fltueiredo.
loitlosttCeMafpir
Jim* Ceeieno T. de Swu
Antonio Mirlan Martas Femira
Antalo Minios de Seou Camaos
Frttcheo de Salles 6. Caoba
Caeuoo Jos Coetao
Jos Irii) da Silva SaMos
Mitoel BsleVes Altes
Jos Teixeira Leite
Antonio Jos de Oliveira Braga
Jes Ribeiro Guiraaraes
Francisco Vai Pereira
Jos Goocalves Ferreira Rosa
Antonio Jpt Das da Silva
Agostinbo Francisco Gomes
Jlo Baptisla da Silva
Jos Faqunet
Anastaeio Jos da Costa
Doroing s Jos Pereira da Cosa
Manotl Paiv
Pergentioo de Aqoioo Fonceca
Gamillo Pinto de Lemos
Lourenco Luiz dis Noves
Jos Bernardo de Soasa
Vinva de llano* 1 Joaqaim Pereira
Lisboa e Porto.
Saca Joaqnim Rodrigos Tavares de Mello
prfcta do Porto Santo n 17, i andar.
na
Da-se a quanlia de ano cont de res a Ja-
ros robre peohires en escravo : tratar ni roa
Horde tas n. 9, sobrado. ^^____
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
K roa Primeiro de Marco (oatr'ora ra di
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos fe
iixes bilbetes nm qnarlo n. 1018 com 5:000*000,
dous quartos n. 184 cora 300*000, nm qoarto n.
684 com 100*000, ora inteiro n. 2746 eom 100*,
< ootras sones de 40* e 20* da lotera qoe se aca-
ben de extrahir (203"), coovids aos possoi dores
a virem receber nacorlormidade do costme sem
descont algom.
Aeham-se a venda os bllbetes garantidos da
6.* parto das loteras, a beneficio da igreja de
Nosea Senhora da Penha (204'), qoe se extrah-
r sabbado 19 do correte mez.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Qoarto 1*300
tro porfi de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*739
Qoarto 1*373
Hanoel Martins Finia.
Attenpo.
Al o dia 6 de setembro vindooro recebem-se
no joizo municipal do termo de Pao d'Alho pro-
postas para compra e venda das segnintes escra
vas : Avelina, crionla, de 23 anoos de idade, ava
liada em 1:000* ; Rachel, de 18 anuos, em600*
Beatriz, de 9 atino?, em -'"O e Francolina, de 28
aopos, em 800*, as qnaes foram todas separadas
para o pagamento des direitos proviociaes, na par-
lilba a qoe se proceden por (allecimento de O.
panla Cavalcante de Albuqueri|ue.
Pre^i-a ae de om criado para casa de bo
mem solleiro : na roa da Cambda do Carmo o. 21
1 andar.
MOFINA
ftoga-se ao lilin. Sr. Ignacio V.eira de Meno, s
erivo na -idade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a concluir
apelle negocio que V. S. se coraprometteo reali-
sar, pela tercera chamada deste jornal, em fin;
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passuu a fevereiro o abril, e nada compro,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
< de mais de oito annos, o qnanao o senhor sao
ho se achava no es nesta cidade
Fnnuspicio do Carmo.
(U rm-.irr ndnn da fasta da Nos Senhora do
Carmo do Fronte-plcio, convdam aos senhores
procuradores compareeerem na tarde do dia 19
do corrente no 2U andar do sobrado n. 16 da roa
dos Quarteis aim de se tratar da arrecadacao das
i-molas dos devotos, e mar*ar-se definitivamente
o dia em que deve ler lugar a mesma festivi-
dade.
Preci-a-se de urna ama para o servido de
urna casa de familia : na ra do caes 22 de no-
vembro n. 30, Io andar.
Gabinete portuguez
de leitura.
(ASSEMBLEA GERAL.)
Ds ni'o -onvido r* senhores socios eTectivos
para scsso de sasemble -geral, que deve ter lu-
gar, imprelerivclmenle, <1.mingo 20 do corrente,
pelas 11 1/2 horas do dia, alim d.j eleger-se o con-
se deliberativo e commissao de exame de con-
las.
Secretaria do gabinete portjgucz de leitura em
Pernarabnco, 16 de agosto da 187!.
A. J. Borges Costa,
2." secretare
Emilio Xavier Sobrara de'Mello e sua familia
agradecem crdealmenti a todas as pessoas que
ili-s fieram o caridoso obsequio de assistir as exe-
quias celebradas no dia 13 do corrente, na igreja
de Nossa Senhor do Carmo, pelo reponso eterno
de seu presad filho, Emilio Xavier Sobreira de
Mello Joo.dr, e protestando-Ihes eterna gratidao,
Ibes roga se dignem querer assistir a missa, que
por alma do meamo seu filho fario resar na refe-
rida igreja as 7 l/J horas da manha do dia 19 do
o rr-'nte.
O tenente Jos Melquades Bezerra da Silva Cos-
ta, soa mulher o filhos, genro, lilha e netos da fi-
nida D. Bernarda Joaquina de Gnsmo Pires,
mandam resar urna missa pelo repouso de sua al-
ma, sexta-feira 18 do corrente, lerceiro aniver-
sario do seu passamento, na matriz de Santo Anto-
nio pelas 8 I/i horas do dia, e convidam os p-
renles da (lnadi e pessoas de sua amisade a assis-
lirem a este acto de religio.
Na pract oV4odepeodeneia n. 33at**jM-
nheiro sobre penores le ouro, praja *
a, eje-ful toi a i
casa se eowp m* vende obj
e eelat toda o qvj,-----------
sommenda, 4oda qoalqoer concert tendente a
mesma arte.
Comedoria
ME
... s-**-
CASAS
qoe auizerem Ir cedo
fua-asnou aolas, vlato qoe se dar afioeo-dt-
de 7*oras em ponta at ii t, m as a hora pelo*
,67 jaatara aeJqrfer ora, man-
Aloie-sn -o primeiro, segas-o aneares sobre-
solio da cesa n. *, eita a roa do Livramenlo :
tratar na loja do roesmo predio.
Botica popular
roa da Imperatriz n. 77, preeisa-se contratar na
oflcial do pharmacla.______________________
Precisa-se de nroa ama llvre oo eicrava,
Era o -servico de eozinha ; tratar na roa da
idre de tteos n. 5, 2* andar.
?MI&UMMM
Medico
O Or. Villas Boas mudon-se da praca
do Conde d'Eu n. 2, para a ra do Hoi-
pieio n 38T
muuiii
Na reTJnacio da ra Imperial n. 189 prei-
sa-se de om trabalhador forr) oo escravo para
todo o servico.
i n
Precia-se de orna ama oo om menino, para
casa de orna pesoa, sendo a ama para comprar-
coznhar e engoramar, e o menino para comprar :
na roa estreia do Rosario n. 22, segando andar,
AMA
Precisa-se de nma ama : na roa
da Cadeia n. 21, leja de mlodezas.
AMA
n.2,B.
Precisase de orna ama forra para
eogomar e comprar ; i roa do Cabnga
FDRDICiO
DO
BOWMAN
Vapores pequeos parades-
caroqar algodSo.
I JdUon Duarte X
0 GABELLEIREIRO M
0 Rna da Inperatrlz n. 8t 0
Neste estabelecimento encontrarao as ^
K senhoras indo qoe diz respeito a enfeites 2
Xr de cabellos, como sejam coques, trancas, jgj(
creseentes, cchpaine, etc., eU., e orna ~mt
grande quaniidade de tranca de cabello ^
vegetal, que vndese pelo baratsimo jQr
preco de 5*500 ca^a tranca,
No roesmo estabelecimento encontrarao 2
<9 dous (fflciaes peritos professores n'arte W.
de pentear senhoras, os qoaes sempre ~jfiL
^ esiao promptos para qualquer chamado, ?
9 quer dentro da cidade on seus arrabaldes, 9
jol perneados todos modernos e escolbidos dos )L
? ltimos figurnos.
.000^000
"Estao i venda os felizes bilhetes da lotera da
iahia, na casa feliz do arco da Conceico, ;oja d
inrivfts no Recife.
O Sr. Jos Francisco Ribeiro de Sou-
sa; queira maDdar a esta typographia, a ne-
gocio de seo in'eresse.
Aitencao

Pede-se aos abaixo declarados terem a bonbade
de vir na ra de Pedro Affonso n. 41 (ontr'ora da
Praia) a negjco de seus interesses.
Antonio Lins de Albuquerque.
Bernardo Cardoso Moreira & C.
Bastos 4 Amorim.
Therencio Albano Ferreira.
Francisco Marquos Lemos Ribeiro.
Manoel Msreira de Lemos Jnior.
Joo Ferreira Carvalho.
Jo3o Jos Gomes dos Santos.
Jos Nuoes de Panla.
Joo da Sdva Coimbra.
Francisco Florencio da Silva Grillo.
Antonio Lopes chaves.
Antonio de Mello Rodrigues Loureiro.
Jos Antonio de Gusmo.
Joaquim Antonio de Souza.
Minoel Antonio de Suza Ribeiro.
Alberto Jacintbo de Souza.
Ji'o de Souza Nunes Pinto Amorim.
Narciso Jos Franci-co Prannos.
Augusto Jos dos Santos Miranda.
Henriqne Manoel da Silv.
Jo> Mara Gomes Ribeiro.
Joao Antonio de Mattos Abreu.
Joao Fernandos de Oliveira Gamito.
Antonio de Souza Jnnior.
Antonio Soares Meirelles.
Candido Fojo de Mello.
Jlo Valentn) Das Villela.
Jos Gabriel &>mes.
mmnHm m. Sft,
aspara fon
sea ai^m
Companhia Al iian(ja
DE
seguros martimos estabelecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000:000*000.
Toma seguro de mercaduras e dinneiro a risc<
markiroo em navios de vella e vapores para den
Q*o e fora do Imperio. Agenci i rna do Com-
mercio n 5, escriptorio de Joaqnim Jos Gon^
?alves Beltrao._______________
SITIO
Precisa-se alugar on arrendar um sitio e casa
para pouca familia, preferind-j-se nos segnintes
arrabaldes; Aflictos, Rosarinho, Espinheiro, En-
canamento e em qualquer Ingar d-stas immedia-
(fiea que nao exceda a urna legna de distancia da
cidade : qoem o ti ver dirjale ao paleo de S. Pe-
dro n. 11, qoe achara com qnem tratar.
E' com outr-i le igual noroe e nao com o Sr.
Francisco do Sa Barre.! >. residente em Beberibe,
que se entenle o chamado em om annuncio inse-
rido oeste Diario e Jornal do Rrcife.
Alosase au grande casa terrea com sptao
corrido de esquina, na roa da Unio on Se ve, eom
piint.ll, cafimba a galinheiro de ferro, tendo no
andar terreo orna sala assoalhada, gabinete de en-
trad-., saleta particular, e cinco quartos grandes;
no rnSo, saleta cinco quartos e cozlnha, fora da
<:a-a cinco quartos : A tratsf na mesma rna com
<> tnenfe-cor<'Oe1 Franrjco de Miranda Leal e**s.
Precisase dfl urna fn dras pessoas escra vas
u Ilvres para vender em taboleiros : a tratar na
na da Conn.inhia Peruambucana n. 10 A, ou
'.ti Santo Amaro em reguimento a fuodiro na
poRullima cas.
M MI
0 abaixo awigmdos fatem sciente ao publico
espe:ialn)ente ao corpo do commercio, que em
data de 31 de jultio -prximo passado dissotveram
auiigavt'lmenti a fowaade que tinham na-loji de
itkl-7..i- rardo Gaborj n. II, sob a firma so
. al de Machad) A Moora ; Meando o aetivo e
psM a cargo le Jos AntOT i da Silva Machado,
o lvo Duarte.de Seana M^ara pa^o de sen capital
e ktte&H
Jos Aotnn'o da Silv Masbado.
Ivi Djarte do 3nna Moora.
. iMA '/ecUa-si de urna 'anja para'cziohi:
rna do Vigario n. 16.
Prensa se de urna ama pa-
ra o servido interno de nma
casa de familia : tratar na
marea*!
dando-ee levar ej aBM c"ttt>-
Jos Antonio Pereira
teta-para vender na soa fabriea da roa do Bario
da Tlctona n. 4 (anga roa Nova) famoa moho
boa dM*Mf*ateteaqoiJktedeti.*ter^doafa^^
Rata, Garannons, eaepeody, Daniel, Minas Geraea,
e cigarros doa mesmoe fomot. charutos dos mais
acreditados abrieaatee da Bahia, Cardoso, Jeaqvim
ffos dos Ret asa, Caate e de eotroe fabrieaates
^f^rilffi***!
!9.--------Roa. da Punu.--------{O.
Anna Seohorlnha Monteiro Pessa.
Materias de ensino.Todas as que com-
preheodem a instruecao primaria.To-
os trabalboa de agolha, inclusive bordado
de oore.Flores etc.
Ensina-se msica com previo alaste.
Tambem recebem-se alomnas internas.
*
Preeiaa-siaf gjr oltaa e
de ama easa fe tai
da Boa-Viau o. 3.
o ser
ra da Concel-
PBITORAL DE CBREJA
DO
DR.AYER
Para a cura radical e certa de todas as molestias da garganta e do peito, constipa-
qes, toases, bronchites, defluxos, rouquidSo, coqueluche, angina, etc.
Este xirope peitoral o reaoldo de
longos annos de estudo por nm dos pri-
meiro mdicos da America do Norte e de
experiencias minuciosas nos principaes hos-
pitaes do mando; receitado pelos mdi-
cos mais diitinctos do scalo acmal, e
digno de toda a conflanca : Ia por ser'effi-
'caz, ajeancaodo com urna certeza infallivel
o assento da molestia; 2*. por ser inno-
cente e applicavel a qualquer pessoa de
qualquer idade ou sexo, ao nomem robusto
oa i crinc* da mais tenra idade, e nao ser
tomado,
grande qaantidade ; e 3* por no ger se-
creto, pois qualquer medico pode obter a
formaia de sua composico, dirigindo-se
pessoalmente, oa por carta, aos agentes
rjraes, roa do Visconde de Inbiuma n.
I, Rio de Janeiro.
A grande fama que tem grangeado este
remedio, devido s admiraveis coras da
phlysica pulmonar, molestia esta to penosa
e fatal em soas conseqoencias qoe aqoelles
que sao atacados dos primeiros symptomas
devem ser tratados o mais cedo possivel, e
o primeiro remedio que applique, dever
HalNa
Precisa-se de ama ama li-
vre oa escrava qoe saiba
cozinhar com perieieo : oa
fabriea a vapor de cigarros, roa larga do Rosario
numero 11.
ATTENCAO
Precisa-se de orna ama de meia idade que e-
zinhe, compre e faca o mais servico interno de
easa de orna familia eomposia de doas pessoas:
nesta typographia ao dir.
GASA DA
RA 1* DE MARCO RJTft
5P0N
CRESI
83.
DO
Aos 20.000^000.
0 abaixo assignado tem sempre exposto i Ten-
la os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagandr
promptamente, como costnma, qoalqoer premio.
PRECOS.
Inteiro 14*000
Meio 11*009.
Qoarto 8*000-
Manoel Martins Fiuza.
Os senbores abaixo mencionados sao rogados a
vir i roa do Apollo n. 4. a negocio de interesee
reciproco.
Laiz de Oliveira Lima Jnior.
Silvestre Pantaleao.
Francisco de S Barreto.
Francisco de Aisis Mello.
Paulino Rigueira.
Julio Cesar Cavalcante de Albuquerque.
Dr. Joao Goimaries.
Capitao Jos Avelino da Silva Jaques.
Joaquim Pacifico de Arroda Cmara.__________
perigoso se fr tomado, por acaso, em
Peitoral de cereja do Dr. Ayer
ser efficaz, pois nio ba tempo de fazere-aj
te experiencias. As pessoaa alacadaa da
pblysica geralmente faiem pooco caso te
seo mal, at que seja tarde para cora-te ;
nesta, mais do qoe em aoalquer otra
consa, tem sua origem o predominio exten-
so e fatal de urna molestia qoe mostra oe
seus estragos com innmeros e assombro-
sos casos na estatistka da mortantete.
Milbares de casos de molestias pulmonar*
qoe tiobam zombado de todos os recurso
da sciencia, tem sido carados radicalmente)
com o uso do

Comtudo de ver de todos combateresla
terrivel molestia no seo principio, bem
como todos os males que podem coodozir
a ella, como toases, res/rialdades, defluxos,
dor de garganta e bronchites; qualquer
rouqoidJo deve ser tratada inmediatamen-
te. A experiencia mostra-nos qoe o Peito-
ral de cereja de Ayer cara todos estes pa-
decimentos, qoasi sem excepcio, e raro
o logar nos paites onde conbecido, qoe
nao tenha numerosos exemplos de curas
feitas por elle. Se se pode prestar f ao
que bomens de lodas as classes afBrmam
do que elle tem feito ; se podemos acredi-
tar em nossos proprios sentidos, quando
vemos as perigosas affeccoes do polmao
cederem a elle; se podemos crer no teste*
munho de iotelligentes facultativos, cuja
obrigacSo conservar os fados; e final-
mente, se permittido acreditar em coosa
ahuma, est incontestavelmente provado,
que este remedio cura todas as classes de
molestias cima designadas melbor do que
todos aquelles at boje conbecidos. Bas-
tam nicamente as suas virtudes intrnsecas,
e o inc-intestavel bem qoe tem feito mi-
mares de doentes, para que surgisse e se
sustentasse a reputarlo de que goza. Em-
quanio que muitos eutros remedios inferio-
res a este, e qoe foram acolhidos pelo
vulgo, falbaram e foram depois abandona-
dos ; este, tem ganho amigos pela expe-
riencia, e pelos beneficios que tem prodi-
galisado aos afllictos que a elle tem recor-
rido, e que nunca poderlo esquecer as rna-
ravilhsas curas oblidas, porque s3o nume-
rosos de mais, para serem olvidadas. Ne-
nbuma casa de fami ia deve estar sem um
Vende-se em todas as pharmacias e drogaras do imperio
W.R. Cassels&C.
Agentes geraes.
vidro deste iarope mao; pois nos ataque
repentinos de angina, de croup e nos pa-
roxismos da coqueluche a qoe esli sojeitai
as crianzas, nio ba tempo de chamar osa
medico, nem de fazer remedios, e este ta-
rop allivia 'immediatamente, sentando a
crianca do perigo.
AVISO.As preparares do Dr. Ayer
sao preparadas com especial atteDco ao
clima dos trpicos, e tem modificacoes im-
portantes sobre as que sao feitas para os-
tros paizes.
Portento, o publico dever notar, e com
cuidado, para que nao seja srdidamente
engaado, que os remedios de Ajer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil, trazem
rotlos e envoltorios com a descripcao mi-
nuciosa para a sua applicacSo na lingoe
portugoeza.
t
41 RIJA DO BARIO DA VICTORIA 'A
armazem tem nm DE Aaaim enmn t
Ausentou-se desde o dia 7 do frrente o escra-
vo Candido, idade 25 a 36 aonos, ponco mais on
menos, ccr fula, estatura regalar, che o do corpo,
sem barba, rosto comprdo. ps grossos, esbeltos
pouco corridos, maras do rosto um pe ac sa-
lientes, sabio vestido eom calca de brim pardo des-
botado e camisa branca ; o referido escravo veio-
de Mossor remedido por Francisco Antonio Mar-
tins de Miranda, consta qne trabalba de servente
na estrada dos Bonds e que costnma andar pelos
Afflict03 e neceo do Espinheiro : roga-se as auto-
ridades polica es, capitaes de C.-.mpo e a qualquer
pessoa que o apprehender leva-lo ras do Viga-
rio n. 14,1* radar, ou no Man tumbo em casa de
Jos Lopes Davim, que ser ratificado. -
i
m do lito
Aos 5:000#O.
mihetes garamtfldes da pro-
Tlncia.
Rna do Bajo da
Victoria,
Outr'orarua Nova n. 63 e casos
do costumPs.
O abaixo assignado acaba de vender entre o>
seos moito felizes bilbetes a soite de o':000000 em
nm qoarto de n. 1018 e nm qnarto de n. 681 com
a sorte de iOOj, alm de outras sones menores
de 10*000 e 20*000 da lotera que se acaboo de
extrahir (203), podendo seas possuidores virem
receber, qae promptamente se rao pagos.
O mesma abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico pai a virem ao > a estabelecimenk
comprar os felizes bilbetes garantidos, qne na<
loixar de tirar qualquer premio eomo prova pelo
mesmos annancios.
Aeham-se venda os rauito felizes bilhetes ga
rantidos da 6' parte das loteras em beneficio da
igreja de N. S. da Boa-viagera, que sera extra-
hida no dia sabbado 19 do corrate m?z.
PREgOS.'
Inteiro 6*000
meios 3*000
Quartos 1*300
De 1000000 para cima.
Inteiro 5*800
Meios 2*750
Qaartos 1*375
Joao Joaquim da Coala LeiU.
Neste novo armazem tem am
variado sormento de fazendas
franceza.i, inglezas, allemias e to-
das todas se vendem por precos
-noicos, afim de acreditar a este
novo armazem.
Gasemiras inglezas,
francezas, de todas as
cualidades, brins de
vires e brancos, colei-
rinhos modernos, cha-
seos de sol de seda,
3nos.
ARRUDA IREAOS.
HUA
Bario da victoria
enliga raa
NOVA
N. 41.
Assim como tem orna grande
oficina de alfaiate, montada com
todos os preparos que ha de melbor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptidio e perfeicio
nada deizam a desejar.
Roupa de todos ot.
amanos para bornees
meninos.
Por todos os paqoe
tea recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras qne ha
na Europa.
RA
J

Bario da vI(ofb
artiga rna
NOVA
N. 41.
-
j

ste estabelecimento acaba de soffrsr cma reforma radical em acceio, artistas e commodos, e em pontcalidade as encom-
nendas, .n tmente em tudo afim de melbor hervir os seos numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as fazendas, para-
lo se tornar massante
j Lava-se e engomraa-se com perfeicio : na
travessa da ra do CaUbonco n. 2.
Diario e razao
Na rna da Cadeia do Recife d. 32, vende-se por
commodo preco, um exeellenle jogo de livros in-
gle ze?.
Quem precisar de. ama ama para engommar
e fazer mais algnm servico de cana, dirjase roa
de Santo Amaro n. 6, 2a andar.
Sexta-feira 18 do corrente, deve ter logar
raa do Imperador, sobrado n. 43, primeiro andar,
a reuoiao das diversas sociedades existentes nesta
cidade, que ah se faro representar por seas de-
legados, para o fim dse promover nma represen-
taco em nome dos habitantes desta capital ao cor-
po legislativo adherindo idea fundamental da
proposta do governo sobre a emaocipacao dos es-
cravos; e eomo possivel qne em alguns convi
tes escapasse designarse a hora, faz-se publico
3ue a reuoiao deveri ter lagar as 6 horas da tar-
e ; esperando os signatarios dos convites para
e-se flm expedid, s o compsrecimenlo de t?dss
aquellas Ilustres assoeiacSes,a qae tiveram a hon-
ra de dirigir-se. *r*H
Recife 16 de agosto de 1871.
ANTONIO MOREIRA DE MENDONCA
Joaqaim Moreira de Mendnnca e irmaos agrade-
cem do intimo d'alma as confrarias, irmandades a
amigos, que flzeram o caridoso obsequ o de accm
Snbar ao cemiterio publico, o cadver de sen Ine
iz e nanea esqaecido irmo Antonio Moreira d-
Mendonta, nioesqaecendo os Rvms. prior e guar
dio dos conventos do Carmo e S. Francisco de
Olioda e coadjactor de S. Pedro, e convidam aos
seas innmeros aroigis e aos do finado, para on-.
virem algumas missas na ordem tercera de S. Prao
cisco, sabbado 19 do corrente, se limo dia de sea
passa ment.
.=* Preeisa-se-de ama ama para o servico de
nma casa de familias, no segundo andar do so-
brado u. 29 do larg do Paraizo, entrada pela tra-
vessa do On'vidor.
LIQUIRACAO MONSTRA
Oa mais importante fabrica de chapeos deso do imperio Ra do Barao da Victoria n. 23
O ilcno daquelle estabelecimento rcsolven vencer os productos da saa fabrica pelos precos segnintes:
Chapeos de sol de seda para senboras a '>.>, t5. 7-5, 81, 9-5, 105, 115, l2-5> 43-5, 14,15-5, 16-5,17-5, 18-5, e 20-5000.
. Ditos, .ditos, ditos, para homem a..... 86.10:5. i 1*5, iU, W. 14r5, 155. 16,5,17-5, 18-5, 90$, W e 24,5000.
Ditos ditcs de alpaca a.............. 16, H, ^6. 16, 8-5, 9(5 e 10,5000.
Ditos ditcs de merino para homens a.. U, 16, 8-5. 9-5, 10-5, 11*> e 12-5000.'
Ditos ditos de brim d'esgniSo a...... 66, 7-5000, todos os chapeos cima tem 15 /0 de descont em duzia.
Ditos ditcs de panno a.............. 2-5, 3-5, 4-5, $6, $6 e 7-5000 descont 25 %.
Tambem ha om grande sormento de fazendas para ctbrir armacSese trabalha-se mais barato e depressa do que em qoal-
qoer "Utra prirte.

!
V


TRILHOS URBANOS
DO
Recife Olinda
Previoe-sapelo prsenle quera interessar pos-' p RpihApihp
sa, qne ningaera faca negocio algara com Jacob iJUOi.iun.
Joaqnim da Silva, acerca dos bens deixados por' "revine-se aos senhores accionistas da compa-
sna finada mnlher Maria Felicia da Conceico Dnia d0? ilbos urbanos do Reeife a Ollnd e Be-
porqaanto esli elles sujeitos s dividas da raes- beribe, que a sessao da assembla geral sobre a
ma finada que foram attendidas no inventario e I reforma dos estatutos contina era seus trabalhos
Ssrlilha a qae se procedea pelo juizo municipal i lodia l8 do corrente, pelas 11 horas da manha,
a Ia vara desta cidade, escrivo Santos, assim
como esto igualmente sujeitos s dividas parti-
X
culares do mesmo Jacob, cujos credores legtimos
o esto accionando pelo juizi competente ; e para
que ninguem pos-a allegar ignorancia se faz o pre-
sente annuncio por meio do qaal se protesta des-
de j pela saludada de qoalqoer negocio a res-
pe :o de ditos bens alm da responsabilidade cri-
minal qae possa resultar de qualqaer negociado
em prejnizo dos legtimos credores tanto da finada
como de sen marido e berdeiro.
sendo a reonio uo mesma lugar dos annuncios
anteriores.
O 1* secretario,
Lmz Lopes Castello Branco.
Im8 geria.

Troca-se ame, magem de Santo Aotonio e urna
de Christo : ba ra da Madre de ieus n. 34, 1*
anda
I
Encano ou fu to
No da 14 do crreme entregouse a um preto
um barril eom 2 arrobas de toucinho do armazem
do Sr. Jos Marcelino da Rosa para ser entrega*
oa roa imperial o. 91, e como nio fosse entregue
o dito barril, pede-se a qoem o recebesse por en-
gao oa a quera for offerecido o favor de dar par-
te Da casa cima indicada, ou na travessa do
Qaeiinado n. 9, taberna.
Ofterece se urna mtilber que sabe enfommar
e tozJnar **f preco commodo .' qtieiU precisr
Ji ee-n'ttsr-'fi fc ndf oov| j, >1,
Aos Srs. domo, em preitelroi,
i earolmari, eairplatelroo. etc.
Ha na olaria CoMom n. 5 (Coelboe), nma gran-
de! prcao de raadeiras, sendo travs de Mcopra,
ro^carandoba, fspocali, sapocarana, tsdas de pri-
meiral m* de comprmeoto e oiio a dote polegadas de
largura, cavernas de sien pira para eonstracco
de grandes c3nAss, barcaeas, alvirengas, etc.,
tedo at > vtote e tavtoi palmos de aste, lnha-
mg de todos os tamanhos tambem para canda,
corvas de todas os feitlos, bu cardas, etc., sendo tu-
d> de muito' b5* qualidade e por mnito menos qoe
enjom^flWuerjariay,, ,
Antonio da Silva Me i* retira-se, com scatla
pela Baha, a tratar de\ sua ande, e deixa como
seas procuradores em 1* lugar ao Sr. Antonio de
va Ferreira, em P ao Sr. i > *m y 3f. Mapoel 'os dr jhgarWes.
Na raa de Si VaMeiedd flt T%, tvvtiaa-s de
A tintara aoti-scrofula de vismia bastantemente
preconizada pelo sen faelor lera sido e um dos
mais enrgicos medicamentos nos acommettemen-
tos escrofulosos, sendo nsada conforme a direceo
eseripta qne envolve o frasco, existindo venda
na botica e drogara qne foi do finado Prannos
roa Direitrn. 8, nico deposito nesta provincia;
onde tambem se acha venda o mnito acreditado
remedio para bebedioe por vicio em consequencia
do exeessivo nao de bebidas espirituosas, o xarope
de veame, e as prodigiosas pillas regaladoras
brasileirss reeoramondadas por raa effleacia oo
desapparecimer'o do mensuro, irregularidad??
na mentrnaijao e flores brancas.
Annazeus
Alnga-se os da rna de Apollo ns. 35 e 57, pro-
prio para deposito de mercadorias : a tratar na
roa do Mrquez de Olnda n. 21,1* andar._______
Precisa-se ae ama ama que saiba bem cozi
nbar e que nao seja moga : a tratar na rna de
Rosario da Boa-vi8l,a n. 18. ^^______
Aluga-se a easa terrea sita
rarapes n. 30 : a tratar na pra^a
numero 19, botica.
rna dos Gna-
do Conde d'Eu
Jeronyma
Ausentou-se da easa de rea senhor em dias do
mez de agosto do anuo pactado, a escrava Jerony
ma, cabra, eom os signaes eguinlas : alta, espa-
da-ida, com marcas d texiga, beicoe grossos e
com os denles superiores pdWes e rakgs. Osa de
amarrar os cabellos e traja bem : quem a deseo-
rir e levar raa do Pires n. 31, lera a gratifica-
ci de cera mil re?.
_ O carador fiscal i.mssa fallua de los
Maria Palmeira previne aoj respectivos credorrs
e a quera interessar posa, que sabbado 19 do
(Eearlqneta FOoseca.
Antonio Augusto da Fonseca e Olympia Fonseca
agrecem de todo o coraco aos sefls prenles e
mais amigos q-je aeompanharam e assistlram ts
exequias de saa chara lllba .e irroa Henriqneta
Fonseca ; e de novo os c&avidam para a mista do
stimo dia, que lera logar sexta-feira 18 do cor-
rente, pelas 7 (toras da manha, em a matriz de
SaBto Antonio.
For 9 annos
Di-e para levanUtcento de eogeoho os terre-
nos Pracinha-Velha e Sit Pao, pertenSenles ao
AMADAME A.NTOINKTTE, modista fraoceza, ni- ,
timamente chegada a esta cidade, tem a honra de
levar ao conbeciroento do respeitavel publico, e
cora especialidade das Exmas. senboras e familias,
*ue est habilitada para fazer qualquer trabaltio
de costura, como eochovaes para casamento e bap-
tisado, roopa brama de senhora, vestidos para
sor", bailes, etc., etc. Garante as ultimas modas
por quanto recebe os melhores joroaes qoe Ihts
dizenl respeito, assim como aflanoa qae em m-
nbuma ouira parte se ha de encontrar mais esme-
ro, bom gosto e promptido nos trabalhos de seo
genero, pela longa ortica qae tem de saa arte por
te-la exereido com vaalagem as cidades de Lyoa)
e Paris.
LOTO EM 24 HORAS
Presos mdicos.
N. 2Ra Duque de Caxias, 2 andarN. 2
(outr'ora do Queimado).
ATTENCAO
Vende-se por barato preco nma propriedade *
margem da camboa dos Aemedios, fazendo-sr
toda vantagem ao comprador, reeebendo-se parte
em dinheiro e parte em letras on objeetos de
l rompa venda ; coja propriedade contera orna
grande olaria de pedra e cal qne huir 16,600
tijolos de alvenaria grossa e forno qae comporta
23,000, com mais am forno e lastro para fazer-se
lelhas, ladrilhos, canos e loaca, eom excelleni*
barro para qnalqner obra, eom dons exeellenle
viveiros de peixe e com casa de vvenla para
graode familia : as poseas qne preteraaetem di
rijam-se dita propriedade a entenderse cora
capitao Delrim Lias Cavalcante Pessoa.
----------*--------"

correte ter lugar a reonio doa ditos credores 'engenlio Piriqailo da provincia das Alagoas ; para
____ j .tffnanciad por editl do sr. Or.'jui'do comrjcondifoe; frata'-se com Francisco Affdnso de
ano inunda rje costara, lfr*J*Wtc9 e mere1(T afim de se tratar da censor'liW ou nmea- Mello Jnior, oa Manoel Lpbj de Miranda Henri-
caa de familia, .jio de,dn)Dislra1or''r., que, m m^m^Mifprib' Wrtqot-.
Ao commrecto
Os bixe asslgnados declaram aotorfio do com-
mercio qne de commum aeeorio dissolveram a
sodiedade qae gyrm nesta prsca sobre a firma
de Machado A Altneida, flcando o activo e pasti-
vo a cargo do socio Antonio Ferreira de Almetda.
_ Manoel de Stuza Maebar|0.
** Amonio Ferreira de Alattdl.
Silva Irmaos fazem scieoteao eerpo de ooat-
mercio, que deixou de ser seo, caixeirn- desde a -
data de boje o Sr.'Carlos Julio Boteiho arrala.
Recife 16 de agosto de 1871. < *
Precisa-so de nm ealxeire efe llj
de idade em prailca do taberna : h* W
rim u/17.

ILI


D.ri9 d% PernanMM;. Sexta few i8 de Agosto d* 1*71.
32=
f1 FALOS B
N'ESTA ANTIGA E CREDITATA
FABRICA
DI
lIClITIA II CSSTAHT1IIRTI 111 C0IPLIT6 sllTIIIIITI
CHAPEOS
BE SOEt
De todas as qualidadea I
De todos os feitios I
De tedas os precoa I
RA DO CRESPO N* 4
AMA
sedando andar.
Preci-e de nata sma
para aviar con asa
eriinea, e faaer atanm
ervioo ioroestieo, de 1
osa de pouca familia :
a roa da Aurora a. 5,
Precisa se de ama
zinhar, prefere-ae eacrava
cisco D. 31.
para comprar e co-
sa ma -de S Frao-
Aluga-se ama escrava que eosinba e com-
pra, e om escravo para qualqoer servico : na
rua'.do Imperador d.80.
7
*.

n
A' AGUIA BRANCA
RA DUQUE DE CAXIAS N. 52
(Outr'ora Queimado n. 8.)
Precisa-se de orna ama que lave, eoainbe e
engomte para ama peaaea : na ros de Hortas en-
mero e*7.
Aluga-se urna escrava para ledo o servico,
ara orna casa de familia : roa da Matriz B.
8,1' andar._________________
A PUBLICO
Teodo randado a miaba residencia para Apipa-
coa tenho a honra de indicar as casas dos Srs.
J. Roigas successor de J. Vigne, ma do Imperador
n. 35, on a do Sr. Vctor Pralle, ra do Doqne
de Caxias n 6, como aquellas qae graciosamente
se presta m a transmittir-me qoalquer recado es-
cripto ou verbal.
Gustavo Wi
Vale-so
Haun. 14.
S.
sola de lastre : la'roa da Floren-
Vende se orna escrava: na roa de
SaniaRiu veiba n. 72 se dir qgem..
" ^Jde-se ama escrava par* lodo o servico
decasa de familia : na loja n. 15 rna do Lina-
ment.
~~ ^eDe-M.barato, um piano, de um dos mais
afamados fabricantes
mercio n. 38.
4 tratar 4 rna da Com-
Ba
do
n.
*
aerador
A Aguia Branca tendo ]4 recebido paite de snas
antigs eneommendas, em seguimento acaba ago-
ra mesmo de receber ontras, algnmas das qaaes
se tornavam essenciaimente precisas, e ontras se
fazem apreciadas por seas gostos e qualidades,
cono sejam :
Meias de fio d'escocia, iberias para senhoras
e meninas.
Ditas dem com listas tambera para senboras
e meninas.
Ditas idem muito bonitas ao gosto escocer.
Ditas idem idem brancas e com listas para me-
ninas.
Ditas idem jdem para baptizados.
Ditas de algodao compridas e com Iistras para
meninas.
Lavas pretas de seda, para senhora.
Ditas de lorcal e de seda para meninas.
Bonitas camisiobas bordadas para senboras.
Fil de seda, branco e preto com flores miadas.
Dito de algodao, liso e eom flores.
Touquinhas bordadas para criaocas.
Lindos e modernos chaposinbes de fastao para
ditas..
Peales de tartaruga para desembarazar ou pon-
tear,.
Ditos de dita travessos para meninas.
Ditos de borracha para ditas.
Ditos de tartaruga, pequeos, para segurar o
amarradilho aos cabellos de senhora?.
Grande sortimenlo de enfeites de seda para ves-
tidos.
Fivellas de madreperola e
pulceira e lapo para o cabello.
Bonitas b Icinbas para meninas.
NpVO S0RT1MENT0 DE ENCHOVAES PARA
BAPTISADOS
A aguia branca acaba de receber novo sorti-
mento de lindos e completos encbovaes para bap-
usados, e bem aesim separadamente camisinhas
para ditos lindos cbapeosinhos de selim branco
bordados, outros ditos com fondo de velludo, obra
de muito gosto, e que servem tambem para pas-
.-cio, sapatinhos de se im para o mesmo flm.
MODERNOS ENFEITES DE FLORES,
ornados com bicos de seda, fitas de seiim e fivella
de madreperola ao ultimo gosto, e proprios para
bailes, casamento, etc., etc.
FLORES E PREPARAS PARA ELLAS
A Aguia Branca receben lindos ramos de flores
finas, tanto para cabera como para chapeos, e
bem assim :
Papel verde liso e com listas para folha?.
Dito de cores para flores.
Folhas de diversas qualidades para rojas.
Ditas verdes e lustrosas, obra nc va e pela pri-
meira vez vindas como amostra.
Franjas pretas e de diversas largaras para en-
feiur vestidos,
COQUES DE TRANCAS E DE OUTROS
MOLDES.
A Aguia Branca acaba de receber ama peque-
a porcao dos bonitos e moderos coques gran-
des de tranca e outros moldes.
Veneravel devotflo
nhora Sant'Anna
De ordera do irroao juir convido os nossos coa-
rissiraos irmlos, para comparecerem em o noiso
consistorio, domingo SO do corrate as 10 horas
da manha, aflm de em rae-a geral pro:edemos
a eleielo dos novos fnnceionarios qae tem de re-
er esta aevocao no aono rompromiisal de 1871 4
871
Consistorio da devocao da Senhora Sant'Anna,
do convenio de Santo Antonio, 17 de agosto de
1871.
Artbnr Annes Jacome Pires,
Secretario interino.
ATTjEWCA.
Perdea-se no da 16 do correte orna ir*
golla com algumas chaves pequeas, qoem
acbar pode entrega-las no escriptorio do
bar3o do Livramento no Caes do Apollo que
ser generosamente recompeosado.
(talco deposite da aatlga e acre-
ditada fabrica do Barbalho
do cabo.
este bem sonido araaaem existe nm grande
aoftimeoio de Idoca francesa, muito til para ca-
sa de. fraila, come seja alonidares papeiros
e^OaaeUaa, todo grandes e pequeos, e bu-
infle para manteiga; todo de barro vidrado fran-
c* Assim como nm completo sortimento de Ion-
5 *> Barbalho, como seja : jarrees pai 4 e 5
e**C0* de agua, potes T d1??1 ret(r''deirai, qnarnbas do Barbalho
eoa Baha, vazos vidrados e por vidrar para jar-
ate, cacos grandes e de mel para floree, ditos
ditos pequeos para tirar plantas, canos vidrados
e por vidrar de i, 3, 4, iO e 11 polegadas,
renos pjr machina e que a-jui nie ha na provin-
cia a exeepcao dos viudos da fra ; todo melhor
pele qnelidade do barro e majbanlo do qoe eaa
"lSo'01 T'r--Parte' Em P0^*0 M fal 'bt
rador n. 37.
1S per cento ; s na roa de Impe-
VERDE SE
de tartaruga para
COLLARES ROVER ELECTRO MAG-
NTICOS.
A Aguia Branca acaba de receber os proveito-
sos collares electro magnticos j bem condeci-
dos para facilitar a denticao das crincas e pre-
serva-las das convulsSes.
SOBRE-SAIAS OU ANQUINHAS DE
CLENOLINE.
Em substituicao aos baldes vibrara as anqu-
nhas de clenollne, e acham-se venda ns loja da
Aguia .Branca.
QUADROS PARA RETRATOS,
A Aguia Branca recebeu variado sortimento de
quadros para retrato?.
LENCOS BORDADOS.
A loja d'aguia branca, a roa Duque de Caxias
n. 51, outr'ora dk fjueimado n. 8, recebeu bouitos
lencos de cambraia de lmho primorosamente bor-
dados, e como de seu louva vel costme est os
vendendo baratamente a j'1000, 6f, 84 e 10*000
cada um.
TAMBEM RECEBEU
ricas camisas de fino esguio de. linho enfeitadas
com muito gosto, e proprias para noivas, ou mes-
mo outra Exma. senhora que possa e queira aug-
mentar o numero de sua boa roupa branca.
AMA
Na ra Direita n. 93, 1* andar, pre-
cisa-so de ama ama para casa de 1
pessoas.
ANTONIO M0BE1RA DE MENDONQl.
A soeiedade provisoria PhiMimia convida a to-
dos os setis Miembros para assistirem a ama missa
que por alma do socio Antonio Morara de Men-
donca, manda celebrar no dia 19 do correte, pe-
las 8 horas da manbaa, na ordem terceira de S.
Francisco.
B. R. Amorim,
_______________________Secretario.______
Ricardo Jos Peraira faz sciente ao respaila-
vei publico e com especialidade ao corpo do eom-
mereio, que comproa ao Sr. Antonio Jos da Silva
a taberna sita rna das Nympbas n. 18, livre e
desembarazada de dbitos e de qualqoer onas.
Na ra larga do Rosario n. 21, loja de cil-
iado, pre;isa-se de ama ama que saiba comprar
i ozinhar.
As casas terreas foreiras, no becco das Barrei
ras n. 16 e 18, Boa-vista.
As caas terreas on meiaguas na travessa dos
Qnartea n. 3J, dita na travessa dos Patos n. 13.
As casas terreas nos Arrombados em Santa Tbe-
reza n. 15 e 16.
A tratar na rna da Crn do Recife, armazem o.
KennadoRes de PErnambuco.
Chegoem 4 pechineha, carvio animal a 14600 :
na acreditada fabrica dos fias das saioas de San-
to Amaro, deposio ni roa da Poote-velha a. 14.
l'reteide vender por largo lempo por ter vindo de
Lisboa graodes porc5 s por qaasi lodos os navios,
e com os melboramentos ultiraamenu inlrodnzi-
dos no machinismo, produz a dita fabrica 90 ar-
robas por dia, comecando de 15 de agosto em
diente.
Cal nova'de Lisboa,
Vende Joa^uim Jos Ramos, a ra da Croz n, 8.
pnmeiro andar.
DE
para var/.,a e la
deira.
VliaJJdS tic IcixU galvan;sadas paracobrir casas ele.
Formas de ferro para assucar
Arados Americanos
Machinas a Vapor!
JH.aCinaS de descare-car algodao.
Balanzas de pesar
Fogoes de ferro
Carrinhos de mo
Prensas de copiar
Cofres de ferro
Tachos de ferro
vm
. Para casa de pequea fa-
milia precisa-so de urna ama
_ livre ou escrava. que saiba
coziobar e engommar : na ra do Vigario n. 16,
1 andar-
Terreno no sitio Fundo
D. Joanoa da Natividade Cruz Uesquita, vinva
de Aniooio Boielho Pinto de Mesquia, estando
procedendo a inventario dos bens de seu casal pe-
ranie o Sr. Dr. jaiz de orptios desta cidade e
tendo de avaliar-se o sitio Fundo do qual seu fi-
nado marido havia desanexado e vendido algons
terrenos, rega auelles senhores qae acerca de
taes terrenos tenha feito qualquer traosacc3es o
favor de dirigir-se a annuuciante, quem deve-
rao apresentar seus ttulos flm de se eviUrem no
futuro duvidas e contestafdes como mnito deteja
a acnuncianle.
.
eslanbado par aren-
na^es etc.
Fs.'.es ariigos vendem-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes 4 C,
N. i MA DO BOU JESS.
(OlTn'ORA RUA.DA CflUZ)
Kua Primeiro de M^rco 19
Tendo renovado completamente a loja do predio, em qu9 teem o seu es-
tabelecimento,
19=A ra Primeiro de M.rqo=-l9
com aqoelle asseio e elegancia desejavet', acham-se agora prvidos do mais
esplendido sortimeuto de lazendas lioas e modernas de
SEDA, LAA. LINHO E ALGODAO
lodis do ultimo gosto, e continuam a ter como sempre, diversos -
AMIGOS ESPEGUES DE SUA GASA
Garantem, com toda
a sin eridade, vender
por menos que qual-
quer ouiro, porque
recebem tm direitura
a maior parle de suas
fazendas.
19 RA 1.
(Aitiga ra
DE MARCO 19
Crespa).
Na Vares e em S. Louren^o lem sidg yisot
o escravo Liifz, qae desde 23 de junho do cor
rente anno auzenluo se da casa de seo senhor
ua ra da Matriz n. 33; tem os signies seguintes:
mulelo claro, altura regalar, sera barba, um sig-
na! de cabellos no queixo, e lem no braco direitc
as leitras L. F. N. : Quem o prender pode lva-
lo a caa mencionada que ser generosamente
pago. __________
Xo .caf clUnez ra larga do Rosarin n. 31,
1 andar, precisa se de um menino de 12 a 16 an
nos com pratica de copeiro, pref-riodo-se e-tran-
geiro. _____________________
O lenlo Joao Paulo da llosa Sesse, empre-
gado no Azylo de Meodici lade, penhorado do mr.i-
vlvo reconhecimento e gratido, ao Illra. Sr. co-
ronel director do messmo Azylo, e a 9oa Exma.
familia, vern agradecer o bom tratamento que re-
cebeu dos mesmes dorante o lempo qae p-leve
doenie no me.-mo estabelecimento. e desde ja
aproveiti a oportoniaade para offare.cer-lhe os
9603 iresquinhos pre>tunos
Palacete n. 151 a ra do Visconde de
Goyanna, antiga do Mondego
Al 20 do coi rente mu, recebo a chave dessa
easa, com um pequeo sitio, jardira e porta para
o rio ; o loc.il e mais commodilades j si) conbe-
eios: lrai?r na mesma roa, olaria o. 63, com
N. J. Lopes.
NO ARRAJAL.
Rctalha-se um terreno sito no Arraial, todo
plantado de novo, com diversas qualidades de
frucieira sendo larangeiras,. sapotieiros, parrei
ras, etc. etc., qae s avista se poder ver. O ter-
reno faz oas frentes, urna para a estrada do Ar-
raial e outra para a estrada que vai para a Casa
Forte, rica situado defronte da casa amarefla, aoo-
de tem de ficar rima e-tacao do ramal da estrada
de ferro que nesles-dias lew de comecar a fazer a
compnnhia dos trilhos urbanos do Recife Ca-
chang ; portanto as pessoas qoe pretenderen po-
dem dirigir e ao mesmo terreno no dia 20 do
corrente que achara com quem tratar das 9 horas
da manhaa aleas 4 da larde; advertindo-se que,
retalliar-se-ha a vontaae dos compradores, e o
preco commodo. No mesmo terreno j lem orna
boa cacimba com muito boa agua e tanque para
banho : quem quizer omprar taz muito boa com-
pra porque n5o tem mais irabalho de plantar.
Vende se por eommodos pregos em pequeas e
grandes porcoes para acabar : na ra do Mrquez
de Oiinda n. 21, escriptorio.
Viodas
qaeza.
Luvas de pellica
pelo Intimo paquete : na loja da Tur-
Libra sterlina
Vende Joaquim Jos Ramos, 'rna da Cruz n. 8
prmeiro andar.
TIWIIMIMIZA
de Desmes.
A1 tesoura de ooro, roa Daque de Gaxias n. SO,
1 andar, acaba de receber pelo vapor francez
Smdh, om grande sortimento da acreaitada Untu-
ra iogieza de Dasmes para enegreccr os cabellos.
T
Rival sem segundo
RMal Dxiue de Callas n. 91
Jo de Axe^edoMaii eSilva, em sua lo-
j ade-miodera continua a vender ludo
por barato* rrecos que todos admira :
Libra d-Ha para bordar a melbor
qae ba. 6<9OO0
Caixu com superiores grampos fran-
1 cezes a
Duzias de facas e garios de um e
dous bol5es a
Talheres pare meninos a 240 e
Libras delinba de novello, a melhor
possivel.
Duzia de lencos de cassa com barra.
Giixas de lichas com 30 novellos a
Vara de franja branca para toalbas
Donas de meias croas muito boas a
Dozias de meias finas para sen ho-
ras i
Doaias de facas e garios cravadas a
Duzia de palitos seguranca a 120,
240, 320 e
Na albas muito finas, para fazer a
barba a
Caixas com pennas de ac com lo-
que a
Caixas com pennas de Perry (azen-
' da fina a
Ditas de dita dito verdadeiras a
Caixas com 20 cadernes papel ami-
zade a
Pegas de fitas para cor com 10
varas a
Pecas de tranca lisa de todas aa
cores a
Duzias de liuba fronxa para bordar
a 400 e
Paree de palos de tranca a
Duiias de baralhos muito finos a
2400 e
Ditas de agu'has para machina a
Libra de pregos francezes a
Resmas de papel almafo superior a
Ditas de dito pautado o melhor a
Caixas com f abneles fructa a 720 e
Carrteis de liaba Aexandre a
Gravatas de cores muito lioas a
Ditas pretas pontas bordadas a
Grosas de botoes de madrvperola
para camisa a
Novellos delinha branca, 400 jardas
Duzia de carioes de linha branca e
preta e de cores a
Thesouras muito finas p?ra onbas
e costura a
Caixas redondas para botar rap a
Caixas com pos para limpar (lentes
fizenda fina a
160
40000
400
i*500
10000
500
160
30500
40000
30000
500
10000
320
800
10200
70
500
40
500
10800
20800
20000
,240
30600
40000
10000
100
500
00
50C
120
500
10200
200
IiOelA
DO
I
Lindo'sortimento de cabellos
Acaba de chegar para o muito acreditado esta-
belecimento de cab. Ileireiro do Jayme : na ra
Duque de Caxias n. 80, 1 andar.
Para casamento.
O-bazar Victoria icaha de receber de Pars pelo
uliimo vapor francez ricos vestidos e veos de blon-
de primorosamente bordados a seda, capellas, lo-
ques, colchas de seda e de la e seda de apurados
gostos : na ra do 8aro 4a Victoria n. 2, antiga
ra Nova.
Ujf restaurant
SANTA ISABEL
tRa da Floree tina9
Aceium-se assignantis por preeos moito eom-
modos, garanie se boa comida e moito asseie.
Querem comprar ?
fiuardapisa para vestidos ; preto ou branco?
Papa-lina, larga ou estreita ?
Lencos de linho, bordados ou lisos ?-
Bonitos laques, osso ou sndalo ?
A Nova espera n ija quem tem i 11
E novidade!
Acaba de chegar a Nova Esperanca roa Duque
de Caxias n. 63, bonecos e bonecas, sendo de.mol-
des inteiramente novos, vindo entre elles os eo-
gracados bonecos de borracha : para que se can-
?am? quando quizerem comprar aualquer objeelo
sendo bom, bonito on engracado, embrem-se logo
da Nova E Vende-ie ama casa terrea em chios pro-
prios, sita na ra da Amisade n. 36, (Capooga) :
tratar na ma Direita n. 15.
Vende-se por precisa >, urna mi lata mofa,
cozinha, lava e engomma : ra da Imperafiz
. 81, andar.
Vende-se toda matleira velha do desmancho
de ama cafa terrea, 4 postigos oovos de marello
propria para rotla e janella, e 19 (revelas de 30
palmos de comprimento : quem preteuder dirija
se a ra de Santa Thereza, casa que esla em
obra.
HOTEL DO ORIENTE
na-Larga do Rosario n. 44
. Este acreditado estitbel cimento, offerece aos soei distintos conromidores suma vi-
neaade* gosto e moito .isitio em suas iguarias.
Tenyau espacosa e elegante sala para alimenucli, a primeira nest bairro
Os gneros de consumo sao de pritneiras qualidades.
^ceteai^ aigrreim tanto para o estabelecimento, quaolo pM domicilio.
para recreo, flQp bUfaar ele pianno e j rnars n.oionaei ee'rV.eiros
Uip5# de wajiJd.jijRflepeo^ales pz?lospera liope1agem.'
Furttram honiem ~13 do crreme do 1 andar
di ra do Imperador o. 73 urna valla de oure com
urna cruz de esmeraldas, I aouel com orna esme-
ralda, 1 dito com um robim redondo, 1 dito com
o nome amiza ie, em esmalte preto escripio em
foda, o qual se abre tm duas parles, 1 dito com
urna chapa em frm oval tendo no centro urna
perola e pequeos diamantes, 1 broche- liso do
feiiio de orna f >lba de pirreira cora ramos, 6 bo
l5es para collete. de metal dourado, tendo no ceo
iro urna pedra redonda cor de rnbim, e 1 calix
d vidro que prateado p>r fra e dourado por
dentro, n j qual cstavam os ohjectos furlado?. fj-
83 lOGi de gr'atifljaca) a quem dmeobiir o furjo.
, Aluiuin-se dous escravos para lodo servico:
na rita de Horlas fii. cobrado.
IMJ]
FILO DE SEDA.
Ricos cortes de vestidos de fi de seda de cores
com palmas e flores inleiramente modernos o pro-
prios para assistlr-se casamentes, bailes, etc., ele,
lavas de peM ca de Jouvin e hathjique de la e
seda: vende se no Bazar Victoiia, ra do Darao
da Vicioria n. % (antiga roa Nova).
i
I
ivifim/i i
fr|i!C.,! vastos da tintara j?proeza, r pagi-m a 80
rs< cada um : ra t D-jqne de Caxias h. SO t
Mtrquer. de Oiinda d, 31. lt
Vende-ae o verdadeiro oleo de Orna, Philocorae
da soeiedade bygieoica,- e macassar vil de Alktt-
sons : no Mazar Victoria a "ra do Bario da Vic-
toria n. I, (amiga ra Njv)
IV. borda
Polka para piaao, acaba de chegar
empUres, ao armazem de pianos e
Atevedo, ra Nova n. 11
alguas (X
msica, do
FuMv>4HB>pba, <
Viudo do Par* j desliado;, e* laiinhas, a 11
cada .ama : D|irmatem do AzeveJ-j ra Nova
onmfr> U.
Vende-se urna taberna tita ra do Bario
de_S. Birji, aotiga roado Seo) n.'|3, com nv-
eos faad propr pars^qualqur principiante:
quen pretoiler.aeriia-swopatw) d Saau Cruz,
esquina da roa Vrlpa o 118
i Cob e, lato t chumbo
inse cobie, lati e cbuirl.i : na griu
SJDirell O? ?:l3(i Ja Hifatfjt de oolfe), }do RVario f'
C^i.jrjw cjbie, lali-o e chine.* : no ar.mateni feoosa" de M^raif'
i bola
VoOV ue> ipola ioha de 13 aenos da ida-
de- sem kbaiues 'sen) vicioj, acsiuntida aos
'.'Iserrfjjo? de macamo e rojelrX ?herfdo algoma
3 'si:t aa ras
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo n. 9
Os proprietarios desle bem conhecido estabele-
cimento, alera dos muitos objectos que tinham ex-
postos a apreciacao do respeitavel publico, man-
daram vir e acabara de receber-pelo ultimo vapor
da Europa, um completo e variado sortimento de
finas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
li resolvios a vender, como t?e sea coslume,
por prceos mailo baralinhus e eommodos para to-
dos, com tanto que o gallo...
Maito soperiores luvas de petica, pretas. broa-
cas e de moi lindas cores.
Muito boas e bonitas gollinhas e punhos para
senhora, neste genero o qoe na de mais moderto.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para cabeca das
Exmas. Sras.
Superiores tranoas pretas e de cores com vidri-
Ihos e sem elles; sta fazenda o que pie haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marflm, sndalo e sso, seodo aquellos brancos,
com lindos desenlies, e esles pretos.
Muito superiores meias fio de Rscossia para se-
nboras, as quaes sempre se veneram por 30r00
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20#,
alm destas, lemos tambem grande sortimento de
nutras qualidades, entre a? qoaes algumas muito
finas.
Boas bengallas de superior canoa da India e
casiao de marflm com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, nesto genero o que de melhor
se pode desejar ; alm desta temos tambem gran-
de qoantidade de outras qualidades, como sejam,
madera, baleia, sso, b Finos, bonitos e airosos ehicotinhos de cadua o
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as neias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 anuos de idade.
Navalhss cabo de marlim e tartaruga para fazer
barba j sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e cs por nossa vez tam-
bera asseguramos sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para uoiva.
Superiores agulbas para .machina e para crorMI
Linha muito boa de peso, frouxa, para enw t\
labyrinlho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assim
como os lentos para o mesmo fim.
Grande e variado sormento das melhores per-
fumarias, dos melhores e mais conhecidos fa
brlcantes.
COLARES DE B.OYB.
E|ectrico9 magnticos conlra as convnlsoes,
fcililam a donlicao das innocentes crincas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todo os
vapores, afira de que nunca faltem no mercado
como j tem acontecido, assim como pois, poderao
aquelles que dalles precisarem, vir ao deposito do
gallo vigilante, aonde sempre encontrarlo desle?
verdadeiros c< llares, e os quaes atlebdendo-se ao
flm para que so applicados, se venderlo cora um
mui diminuto lacro.
Rosamos, pois. avista dos objectos que deixa-
mos declarados, aos nossos freguetes e amigos a
virem comprar por presos muito razosveis loja
do gallo vigilare, ra do Crespo n- 7.
Anda urna vez
O Campos da ra do Imperador n. 28, avisa
aos scus numerses Ireguezes e amigos que che-
g.u de sua encoramenda o lio desejado 'rap
amarellinho de Estevio Gasse, assim como o pi
ohao de Rio Grande, que tao grande apreco tea
dalo os qoe sabem de sua utilidade alimenticia.
Alm disso.
O Campos lem constanleraente em sea ?rma-
zem um completo sortimento de vveres, lodos i*
primeira qualidade e como se tornara enMonn
nm aqnuncio que es de-crevesse, limila-se a meo
cionar t>s segointes :
Carne 'secca (de carneiro) a 240 r?. a libra
6*000 a arroba.
Lingoas escaladas.'
D.ias em sslmoura.
Ditas aflambradas todas as uarlas e sabbados.
Arnendoas descascadas, e sem casca.
Sme-iies de borulica.
Charutos famaveis a UoOO meia caixa.
Ditos superiores cm gro-so e a reallio.
Tinta porporioa ?" laOOO r. a garrafa.
CmarCe$'cco>.-
Rai' Paulo Cordeiro, vfajado.
Mate em folha e em p.
Tbel as de ridu(ca<>, pira o svslema me.rice
IVsctds escaladas.
RIVAL SEM SEGUNDO
RA DUQUE DE CAXIAS N. 01.
Juie Bigodinho, cora loja te Eitiews
avisa a todos es os teus fregoezes qoe esta
i rrando tndo pelo oreco, a vista da f*zen-
da, para todos aoairar, a saber: "
Pecas de fitas bordadas mnitc fin?a
Thesouras grandes e pequenaj o
rcais fino-qae ba a ItfOOOe
Caixas com 20 quadernos de papel
liso, amisade z re.
Pecas de tranca de 19a e algodao as
mais modernas a
Frascos com agua de colonia muita
fina a 400 e
Frascos com agua de colonia ver-
dadera a 800 n. e
Chapeos brancos para baptisados o
melhor qoe ba a 3OO0 e
Duzias de botoes cobertos de seda
para vestidos por todo o preco .
para acabar.
Libra de areia preta a
Grojas de botOes de looca branca a
Caixas com 100 en ve lopes fazenda
fina a 500, 600 e
spelhos de moldura dc-urada a
800 e .
Pentes pretos volteados para me-
ninas a
Tinteiros com tima preta a 80 e
Pecas de fita elstica muito fina a
Latas com superior batatal 60, loo e
Latas graude3 com superior banha a
Frascos com oleo de Philocome a
500 e
Frascos com macassa J Perora a
Frascos eom agoa de Colonia verda-
deira a -
Ditos com oleo de ba )osa sudtrior a
Carriteis de retroz preto com 2
oitavas a
Caixas cora agulbas francezas a 1-60
160
Pecas de tiras bor indas a 500, 600
800 e
Garrafas com a verdadeire agua
florida a
Cartilhis da Dootrina CbriMSa as
mais rrodernas a
Livro das missoes abreviadas a
Copos grandes com supe ior bauha
Macos de pallitos para dentes o
meloor qoe ba a
Pacotes com 3 jabonetes ngleze.8
fazenda fina a
Escovas muito finas para liaapar os
dentes a
1^500
um
500
ICO
500
lf$500
91000
160
120
800
IJOQQ
240
1O0
206
2(0
320
800
* 240
MOGO
320
600
240
000
1*300
400
1<55C0
1(5500
160
000
240
Vende-se coqueiros jaqueos para niuds.
se : queraos qaiaer dirija se ao sitio Cafando na
esirada de Paulioo Cmara, outr"ora de Joao de
Barros.
RICAS E ELEGANTES M0B1LUS FABRI-
CADAS NA BAHI\.
Na "ra doJVigrio n. 21, primeiro andar,
escriptorio de Domingos A Ivs -Mstbeos.
tem pora vender ricas c ecgantes. mobilias
de .1 .caranda, Soncalo Afvrt e V-inhatic ,
eslreltaIViri aU-.- .,3rtos e s!a de j.nUr, pr
lpr>fos mdicos.
PMmwm
Vende ?e dons terrenos de marinha ns. 19 e
20, silos na estrada de. Motocolomb, tendo 83
b.-aras de dente e 60 de fundo : a tratar na roa
do Capiliaiibe n. li.
6MWDETJ0MP
Popelinas d<; crw.
Popelina* de ( es de Nnos fwrdes a liOO o
covado : na ma do Crespo n. iO, I-ja de Goi,hr-
me Caioeiro d.i Cuohi.
Vende"-se por pnei moilico um bom "cabrio-
le com qoatro rodas e cavalfo para o me^mo na
coebeira te Toomaz Los, a roa de Sabio Amaro,
e.sqnioa de S. Fiaot-i-co.
Vende-se
in caalsiaho de#frr.li s : ca Punte d'Uchoa
D. 10.____________ "
Flores linas
Acaba de chegar pelo vapor francez Smdh
para o eitfbeteelmentd da TESOURA DE 017R0.
raa Duqae de Caxias o. 5, i andar
Vondr.-.xu una casa em Fora de Porta, roa
do Pillar o. I i : a traiar na me-ma ra o. C.
M cb.a
v.ndd-se uza machina v.tpr com todi>-
perie.-.-C r'-'r nada/ii : a irt r i)>f,aleo da Sao
ti Cruz n. 6, e f z s3 iiaSl |uer o?t.
la dinh^iro cimo-c nvier ao compra*
a vap r
na V4pr com todo

-
Sr*


,.


IJiaiio de **rnatoDTico Sexta
VHDt-SE
fijiquio Jos lUont, u roa da*Crui n. 8, 1*.
atar, veade alaodao ol asserieanos verdadeiro
< aregos wnritHtt >. 3 4.________________
nao ba mate cabellos braacos.
Tintura ja pone a.
S e erica approvada pelas as academias d
stiencia, raconhecida superior a toda que tem ap-
parecd3 at boje. Deposito principal ra da
adeia do Recife n. 81, aoar, etn todas as bo;
-iras e caa de cabelloireiro.
LOJS E MHMZEM
MI JA
Flor da Boa-Vista
.DE
Paulo Gnimarcs
O propietario deste bem onbecido es-
tabelecimento contina seoipre seguido sua
antiga forma de primeiro barateiro da Boa-
Visia e para melhor prova adavrem os
precos seguintes:
Guitas escuras e claras cores Qias
o covado 160 200 rs. a. 400
Cambraias de cores 240, 280 rs. 320
LSu para vestido 280, 320 rs. e 400
Creps escoceas fazenda nova a.. 610
Alpacas lavradas d'um scr. .
Cambraia branca transparente pe-
cas a335<0 e. 80000
Ditas dita victoria a 45000 e. .
Bramente com 10 palmos de lar-
gura, varas, a 2^000 e. 1*500
Madapolao superior pecas 50000 e 60OuO
Algodo a 40000e...... 50000
Brim pardo trancado pecbincha
covadoa.......
Dito dito liso omito fino a. 320
Outras moitas mais fazendas que vende-
r por precos baratissimos como sejam :
pannos pretos, ditos azues, casemiras pretas
e de cor, merinos, brins brancos e de co-
res, seda para colletes, camisas inglezas para
homens, m^ias, chapos de sol etc.
Officina d'alfaiale
Os dignos freguezes encontraro ora gran-
de sortimenlo de rotipss feitas desde o
mais inferior at ao mais superior que se
ache tu mercado, assim como se manda fa-
zcr toda e qualquer obra d'encommenda
feitas a capricho, p >is para esto mis'.er se
acha manido d'um perito mestre. Garante
se faz rem se menor 0''/0 de que em outra
q33lq ;er parte pilo o motivo de o freguez
s pagar o que compra e n3o o aspecto do
estabeb-cimento.
48 Ra da luipcrairii48
JUNTO A PAPARA FRANCtiZA
Libras stei li ias.
Vende se no armaiem !< bfendaa de Augusto
F. di Olive-ira & C, ra lo Conunercio n. 41
Bonitas fazendas
PARA AS FESTAS
luuv a
Tem venda em seus armazens, alm de outros
tfflfM le seu neg io regular, os seguintes, que
VMOMB por precos mais mdicos que em ou-
f gnilaoar paru :
PORTAS de pinho aknofadadas.
rORTSIRAS de ferro para cerca?.
SALTIiE ingle?.
ESTfiiiUS da ludia pira cama e forrar salas.
CANOS de barro francer. oara esgoto.
SSSSO superior em porches e a contento.
Sy'iNTO de todas as qualidndes.
MACHINAS de derrocar algodo.
LONAS e brihzCes da Russia.
0LC A DOS americanos para forro de carro?.
POGOBS americanos muilo bous e econmico.".
Vir"T0 le Bonleaux.
\'AC superior do GautierFreres.
i BELLO em saceos grandes a 3300.
V (brida legitima.
BALAXCAS decimae*.
CADlilItAS americana?.
BHL'M da Jamaica
AZPLFIOS de Li-b*a.
remonto Gotland
En bameai d-; 13 arrobas preco mais eom-
x.d)do que en outr.^ qualquer parte, vende-se
a mniMi He Tsm Irmaos 6t C ______
Viiiho de Collares
Vende-se o vei Jadeiro e superior vinho de Col-
--, iue mais a reciurio tem fm Lib>a,
d simo* de pipa
i m 28.
na ra
rm Litt>a, em
da Madre de Deas ru-
Gop.tra a tosse
PASTiLHAS PE1TOHAES.
de
G.mma simple? erystalisada.
Dita- de angic i
N.-ff d*Arabia.
Seve de pioho martimo de Lagasse. .
E ontr-is militas que muito se reomsnoam pe
i..5 saas excellentes qualidades.
Vende na
PHARMACIA E DROGARA
DE
Bartholomeu \ C
%-RUA LARGA DO HOSARU-34
GRANDE
Ra do Crespo n. 20.
Naone uso de cores lindas para vestido a 240,
1W e 360 o covado, chitas escuras finas :oai bar-
ra a 320 .) covado, biraissimj : na Lja de Gu-
t.:r;ui G-irneiro da CudIu.
FIO PARA SS COS
Okell Binluss 4 O
VenrtH---! em
raa rta Cruz n.
ca-a de
II.
OLEO FURO L>E FiGAOO DE BAGALIIAO
DA
TERRA NOVA
DE
II. LACOMRE
Ete jvo que tao boa acceilacao lera merecido,
,aito qxe al boje tem vmio, e anda pelo bnn paladar,
superior a entro qualquer : venle-ae no deposito
e.>pecial de Bailbotomea & C.: ra Lrga do Ro-
ria 3.
DE
SANTO AMTOWIO
E S. Joao \
mam n a loja
DO m
PAVAO
ALSAQANAS A ioOO
Gbegaram as mais lindas alsacianas sen-
do orna nova e elegante fazenda de 13a
com bril liantes listas de seda e btame
larga, para vestidos, sendo n'este genero
o que este anno tem viod de m is gosto
so mercado, e vende-se U200 o covado
GRANADINAS JAPOEEZAS A 800 RS. O COVADO
'Cnegou para a loja do PavSo < sta nova
fazenda com o nome de granadinas Japone-
zas, sendo nma boni a fazenda de la com
bonitos qaadro8 de seda, p opria p*ra ves-
tidos, tendode todas as cores, e vende-se
a 800 rs o covado.
ATLANTAS LAVRADAS A 800 RS. J> COVADO
Cbegou e.ta nova fazenda c mi o nome
la, pira vestido?, q le vende-se palo bara-
to prego de 800 rs. o Covado.
NOVAS POUPELINAS .DE- SEDA
Cb?gon para a lija do PavSo um grande
sortime lo das mais lindas e modernas
poa.elioas de seda, com os mais delicados
oadroes e de. muito phantasia, que vende-se
^or prego moitn barato.
CAMBRAIAS BRANCAS LAVRAD VS A 4
Veade-se cortes para %e*tidos de cam-
bnia braaca la rada, sendo fazenda muito
rlna, pilo barato preco de 4 cada corte,
astim como um grande sortimento de ditas
lisas, tapadas e transparetites. que venle-se
por me o> do que em outra qualquer parte.
CAMISAS PARA INvERNO
Cbegou para a loja do Pavo um grande
sortimento- de camisas escaras encorvadas,
a prova o'agua, sendo prpiias paraaes-
tar,o do invern, e vende-se pir precos
em conta.
TOALHASALCOCHOADASPALA MESA A 3*300"
0 Pavo veude toalbss brancas de fusto
a'cocb'adas, proorias para mesas, sendo
bastante grandes pe'o barato preco de
3(5500, ditas encorpadas muito grand-s 7)5.
CHALES DE .MERINO' A 24500
O Paviio vende chales de merino moitn
grandes e encorpalos 25.ti0. ditos
imiuro de chinezei 25S0O, ditos pretos
de renda com 4 ponas i sdOOO.
- CHALES PHET03 BORDADOS
O PavSo vende os roaiores e melhores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos toa largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em outra qnalqoer jarte.
CAMISAS PARA HOMENS
O Pavao vende tm grande sortimento das
melh.res camisas inglezas e funcezas com
peito* de linbo para todos o> presos e qua-
li ades, assim como ditas de dito> de
aljfoiao rara todos os, precos e tamaito,
tendo tambem paia criancas, e no mesmo
estabelecuuente tambem se vende crronlas
de linbo e algod o, tendo para todos os
di- os, assim como metas croas inglezas
para bomens e meninos, que ludo se vead
por preco muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavo tem c< nstantenieote nm grande
sortioieoto dos melhores cortinados, borda-
dos para camas e jai e'.las que vende-so de
SuoO at ao mais n o que diurna a vir,
ueste genero, assim cerno bonitas cambraias,
aclama-cadas, tamo tapadas como transpa-
rentes, propiw para o mesmo li o, colcha
de cn.cbi-t, damasco paraciica de noiva-,
e cortinas, e vende-; e no Bazar oo Pavo'
LASINHAS baratas
O Pavo tem um g-anie sortimento das
mais bonitas lasmbas para vasti os, tendo
de todos os precos cores e qualidades.
ri'ip an lo ds 2K) rs. tara cima; porm
t tln grau.de a quanti ade que seria enfa-,
nmr.a
> a vista iio w&a
veodere por precos to cmodos que
oen^ue o deis^r ae fazer am vestido de
lia por to poQCO diabeiro.
ALPACAS DE CORDO A 640 R8,
NA RA DA IMBSAliaZ 00*
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA ft C.
Os propietarios deste grande estabelecinteato tend 0a ser ama imitad porjtfr Ae
fazenda, e tendo continuado a recebar por todos os vapores e navios uameosa porc3o
das mismas, tem revivido f;zeroma GRANDE UOWDACAO, aOo de denmair gran-
de deposito e apirar DINHEIRO. De todas as rateada*qna s veode taratistimo m dio
as amostras, fleando penhor 00 te mandam levarem e*a das iMtt. flimWMi assim oawr
as pe-soas que negocian em menor escala, n'ee esta eteclmeato se poderlo sotjr e
peqnenas porc,5es pelos mesmos preces qoe cwapram na> ca.* eBiportadfiv
qoe te eocarrega de s*taiar quatqver ea-
BOTMNQda da na arte frvomide do fte
gaex.e oproorietarlo Qpstt grande eta-
belecimen'o e prometle servir bem a todos
os fregnezes qu Iho bonraram a sna casa.
ALGODtSINia A.3-4JI A.PECA.
O Pavio *ehde fufas muito boa quali.aie, teadoSO jardas eada
peca, pelo barato prego de3#500, ditomai-
10 largo e encornado 60000, Ato o me-
lhor que tem vivido ao mercado, n-aito en
corpado e largo para lencres, pelo barato
preco de 64500, grande pecbincha.
tkfttfWM A" OOD E45oW
. oPava vende pecis de madapolo com
24 jarda?, sendo ftzesda muito superior
pelo barato pre

mesnas jardas a 44000, ditas fioissimas-a
^iOO, Wm 75500 e 5000 t-ecWncha.
MADAPOLAO FRANCEZ A 10* .
O.Pcfvap vende tecas dejiaissimomada-
polo verdadeirameote francez, tendo 1t
metros ou 20 vara;, pe.lo baratissimo preco
de 100000 peca, sendo fazenda que sem-
pre se venden 11(5000, e liqui la-se por
este barato preco por estar alg^ma cousa
enjhuv^lbada-oa pon' de fra.
ALGODOSLNHOENFBSTADO A 1,5 15280
O PavSo veade verdkeiro algodiosinbo
americano, lende 7 patatos do Isrgnra e
muito encorpado, pabusio-para leocoes
7d<'00 a vara, dito de mesma largura sen-
do trancado e rauito!eo5rpa;,o i^^O.
BRAMAPfTES PARA EEN^OES A 2S'i00 2*80033
O Pav3o vida, o verdadeirobraonantede
nbo tendo 10 palco de largura, que ape.
nas precisa para tunlncol urna i'ara'erma
qn&rta, pei barato preco d 25400 I-vara,
nit i melbor de 25H O e ^000, ten lo at
do melbor que vem ao mercado 35500
e 4AUU0, assim com) oretuaes fortes para
leiicoss, sendo urna eneerpada fjziodafraa-
ceza com 10 palmos de largura a 200 rs.
o metro, e bramante d'algodao com a me-
ma largura fBoO.
SAUS BORDADAS A 45SO E 6500^)
O P^vao veude graade pecincha em saias
brancas Ticamente bordabas, tendo cada urna
4 pannos, e vende peUrbarao preco de...
4550u e 63000, seado fazenda que swpre
v-odeu-se.por 84 e lO^Oifl.
FawndHS para sai a 15200, 15280 fjldaeo
O Pa'ao veade superior fazenda bbrd^d
9 com xir^ga' ^roprias para 6aias, 1^200,
.15280 c fdS''a vara, sendo preciso para
um saia ppeus 3 varas ou 3 1|2.
Aos 3000 caries Ae camtraia a z&iOO
0 PjvS-i veode urna grande porcio da
cortes de cambraia crga iys; tanto brancas
como de cores, sendo com hstrinhs de
cores tessidas'e nlobstampadas, e liqaida-
se pelo tara o preco de 2550.'), cada corte,
fater.-la rue vale muito mais.
ios 20i)9 cortes de caDbiaias bordadas a
O PavSo vende urna g'ande quantidade
de cortes d* cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenlies mais
lindos e mais vistosos qoe tea viodo ao
'aereado, tanto em listraa corridas como ada-
u'otiaes, e c m muiia foi> ;. 1a pare nm es
t d i, e Itquida-se peb* bar^ssimj pr-fo de
35000, seudo lazeoda de mu.to maior va-
lor, 6 grande pech^ncba,
CAViRRAlAS
: O Pav2o vea<2e raede quantidade de pe-
jas de cambraiss branca* tapadas e. trans-
parentes, teade de. 35 a peca at mais
.lina que em a mercado.
CUITA A 46'.- RS.
O-PaviD vende chitas largas com benitos
deseosos e c< res 6m, pelo barato preco.
le 160. o covado, grande pechincha.
LA..S1NHAA t60 RS Ot;0i/AD)
O Pavo vfQ rentes'pclo l>ret- preco dnloO rs oc va-
io, pa b n '.ba na ra da Im er-ttris i. 60
C-iRTES DE CASSA A 25500
O Pavj vende botutos c>rtes de -cassa
franceza viudo cura nm em seu papel, pelo
narato preco de 1*50(1 i curte, ditos muit
lindas 35060, A y bincha.
ASSK FRaNUEZ \S A 20U RS. O COVADO
O PavSo vendan'benitas c^ssa* de core*
uara vestidos, p4o barHlo preco de 20<> rs
o covado ditas smssimM com os desanos
especificar qadadH-por qortd*le.fi^^,*'1r*, ,c dlercado'
froS amorras e Ibe Pel b"*> ^^J8'
O Pa'So veadf floissimos cretones asea-
res tti'.Uzados, propnos para vestidos, e
chambre, pelo bar. to pre o d640rs. o
driva o, ditos de fl rfias, pritprius.p imms vm
COSTURA
CbegarsiB ao Bazar Universal da raa Nova
. 92, nm sortimento de machinas para cos-
tara, das memores qualidades qoe existe na
America, das qaaes moitas j so bem co-
nhecidas pelossens autores, como sejam :
Weher WUson, Grover & Boker Silen-
ciosas, Weed e imperiaes e outras nanitas
que com a vieta devero agradar aos com
pradores.
Estas machinas team a vantagem de fazer
o trabalho que 39costoreiras podem faz-r
diariamente e cosem com tanta perfeicUo
cerno as mais petfeitas costureiras. Garan-
te se a stra boa qnalidade e ensilase a tra-
balhar com perfeicSo em menos de orna
hora, e os precos s5o tSo resomidos que de-
vem agradar aos pretendeutes.
A FLOR DE OURO
E' este o distintivo de urna nova e Vem montada
loja de'joi, sita a mar larga do
Rosario n. 24 A,
Os proprietariw esle elegante estabeleciment tendo em vi'ta os^sfcrco
Oterasa para o collocarem nas oa>diccdes de ama grande chentella,(iliariaai o
rigoroso principio se nao viesKm ai eollnmnas 4o jornal scienlsfiear m MsaMssesf ^
bTco, que no me. mo estabeleclraento encontrarle sempre o mais completo sortimento
de jolas, como sejam : brincos os mais modernos, para adornaren) as acucadas ore-
Ihas do bello sexo, e fftie se vendem a 8, 9 e Wj o par, ditas para meninas a *,.5 e 6|,
ditas de coral, obra de aparado go.-to a 3 o 4, Voliinbas de coral com ernzeg de onro
a S, broches modernos de 3 t 134, ditos com pedrts e em na* devidas srixinbss a
10, li, 16 e iOt, rosetss lisas, porm bem trabalbada?, de 2*500 a 9#, ditas com
pedras de 4 a .154, eacoleUs a 4*. ditas com iasoripedes a 5*500, aunis de diversos
gostos, s eom bonitas pedras a 2, 3 e 4#, ditas de perolas, esmera l#w e rnbnst a #,
ricas croses de esmeralda e rabim a 12, 14 e 164, drtas da onro e coral com viss pbo-
tngraphicas a 3, 4, 5, 6 e 74, flgas de coral a 24, cadeias para relogios a 204, dittas a
64500 a lava, guarnieses com tres botSes para aberturas a 44, dito3 de pedrinhas*34500
o par, dilos para pnnbos os mais moderaos a- 7 e &#; slm de am vsriadissimo sortimen-
to de jalas de aparado gosto que receben) por todos os vapores da. [Jaropa t como
sejam : brincos, braosfete=, atOsstes, a*Mfo|i eompselos, crazs^ r(#s>, anlgs de
brilhantes, esmeraldas*, perolis e fnbTns. SedaTbdes, voltas, trancelins, anneis eom lat-
irs e de diversos modelos, oculos e pencinez de oaro a piala dnarsda, rstogtos 4* oo.
ro e prata de afamados fabricantes, salvas de prata de diversos tamanbos, ricos palitei-
ros e hqaeiros, colberes para- cha ases, ibaragis pira cisancas, e asna inttnMadJS de
objecfss qoe saris enfaonho mendonsr-se.
Os pasprietarioa da Plor da Oaro garaatem vender mais barsto qoe era sorra
qualquer parte, pars qne estar aborto o estabefeclmento ds fboras da manha as 8 da
noote.
GRANDE QUEIMA
AO 65
RA DO DUQUE DE CXIAS.
. (Antiga do Queimado)



V
Peco qo se no aamirem dos precos de alguss artigrs que passo a mencionar, id
por vezes teriho mos'rado que s desejo vender bar to a Qm de poder vender racito
e n5o ba qoem rae posa retirar do meu firme proposito ; podondo desde j* asseverar
ao Ilustrado povo pemnmbucano, que nesta casa commercial seeocontra sinceridad* nos
tractos, afim de se oder conservar a numerosa (regoezia que me tem honrado em vir
em nossacasa, e pan o augmento da mesma.
PRESOS
*
*?
nico
legaimente autorisado e app.ovado
pelo conselbo de sade.
N1CO DEPOSITO
em
PERNAMBCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU 4 C.
34Ra larga do Rosario34.
Vneiri8 de aame.
Pemann ulnmamenio a? mais bm acreditadas
p ..eras dd rame pMpr;saient oara padarias e
rinsc^*, o e^tabelecirosnto de fjrraens raa
dj Marque d- Ol>oda (i'.ndeia) n. 44, cujas se
v.aJem por Prf commodo.____________________
Xarope sedativo
DE
Cora de lirnnjas amargas
COM
BROMURBTO DE POTASSIUM
EaW aoas uratarado aar-vad pela sea den "
imperialMe ndedn-ioa, msito se rccumalenJa pela
toa a-^i secalira a calmr.nle, obr>- o >yUma.
no.-vos, o bn>marottj du petassiom, nao 3 ixa O
d.r o nfak e-rtos remirad** na. Jiv-r-is af?c-
i ''gxxt^a.j o urin^ie^'mi-nte nas uiol8stia>
ij ejfaio, das tas dige.-tiva da rpira^a, lia.-
v^s f*w>-ofmarii>, m. spHppa, na-, sailsstias
fa prender, r.. is i crianca?

T!tda-4o ta (b:.rn)acia e drogara
do
Buliwl,n.ou 4 C.
J -RA LAR3A LOROS A RW 3 *
O PavSo vende as mais lindas alpacas de erta- 8dndl> ^^ maitQ ^v>tg^ pelo,
cordo (-ara vestidos e ronpas de criaocas barat0 DreC" *H> 0r- c-rtadn,
oelo barato .preco de 610 rs. o ovidoj ^m .cagiquioios a M* *>*
duas finissimasoraos mais lindas lavoree J v;iV*>**** >^ifai rttcaWqaiDhos
imiaco de agr ianas w'O r*. o covado, de 86da vrt** *&*<** ,M#ta.8' p
l)..n.tos glacs com d licadas corese lus- baratisMmo pr^ .a 08 eSO 0, sendo
trosas como seia li<0o b covado, e oo- m'm podemos, tsimco oo dito de en-
tras mnitas fazendas de goao e laxo para chet* f^'dss frats qoe se vend raoit-
vestido, na ra Imperairin b. o. etn ron,' "a raa to-tapefilrt ft. 6
POUPELINAS
O Pavao receben as mais delicadas e me-
bureR |i>\ipi-ln s de seda para vestidos,
com o< mais mo 'ernos lovores, e oulaas li-
zas (Vim as edres mais novas joe tem v n o,
e veo'te-s- 2 roo:o fel cadas sedas de tlstinhas, tanto
para esti los q venderse k 24 Bt)UI*AS PARA HtIUKNS
O Psv^.i KmcoHu.Me Dea am grande
rti Htni> de mapa, iajafci de panno oamo
(. rri i hr neo e decores, ie ase--
tiara-, p~r todos o? prece* e qtralidadeS
m laubdot se manda fazer qualquer peca de
-i r tn ti /aptdio, para o
em Chitas catraaeadas paraeofteriss Si960 rs. s corado
O Pavao wo ta caitas x aovadas coi'
delicados deseabog i*ra cobertas i o c ni-
nas corpada pelo barato ptv^o na 5fin o cooadO.
E-;PvRTILlWS 4 8*0
O PavK efta os mais manarnos 0 n'*
mres esparinhos, teaio c toto*9* la'
manos, feto arsvo preco do CABEMIRAS
O Pjig .aode um el fajante anrtiflBflSsto<
de dMicavlss casemtrM HKteiti, eade In-
dis de tai moiio tea;ntas. lano pro-
pias para totMOs orno part criancas,
ditas nfarts ena)fs*5is, ten.te te tima e 4a
doas largwa,-qae se vendo ma barito
posstvo!, na raa da laperatrli o. >.
Paira saceos e fogueteSros.
PARA ASSVCAR
CERVEJA DE MABCA
%
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As serdadeiras trazara os numeres estampados
aas pecas e nao nas etiquetas.
Vende ra-se
Em casa de
T. JEFFERIES & C.
46 Ra do G'ummercio 46
BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em eada peca am btlhe-
te com o nome
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES Gr nde
LIQUIDACA.
Na ra do crespo n. 20.
Loja de Gntlherme.
Lias de cores luiMas a 280 rs covado.
Bramante de linbo eom 10 palmos de largara a
W500 vara.
Cita3 claras e escaras a 160, JOO e 2'i0 o co-
vado,
Bitas meados prassiann a 280 o covado.
Ditas chinezas para cooena a 240 o covado.
Cambraias, organdys miadas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas borladas trancas e de cores |>ara corti-
nados a 320 o covado.
Ditas 'hispe Jk-.= Oaas a 3 a per;.a.
Ditas brancas com 10 varas, a 3#000 e 3*500
a peca.
Dita Victoria, a 4 a peca.
Mus-nlina branca, a 400 rs.o eovado.
Madapolao fraooes, a 64 a era.
Dito ingles de bom a especial, a 4*000. bt, 61
b71 a peca.
Algodoshbo a 3*, 3*500 e i* a peta.
Alpaca de cor com lulas, fazenda superior a
360 rs. o covado.
Dita branca, com fbres miadas malissdas s,
800 rs. o covado.
Dita preta coa D >r branca, o 500 rs. c eo
vado.
Ditas de cores padroes miudos e moderaos a 360
rs. o corado.
Uncos do cassa com barra de cor, a 120 rs.
ca>ia am.
Ditos de linbo embalobados a &* a dutia.
Chita, fax?nda beo conhecida pels sna furtidlo.
mais larga q le chita para roupa de escravos, a
*#0 rs. o eovado.
Casomira reta soperlor. a 1*500 o ovado
Cortes de casemira He cor, 3**00, 4* e 5*.
yJt4fiaajac*seor,a J*100,
CaMBa* preu e de 6r, a 00 rs. I ovado.
Ganga arr.areila lisa e de lista, s 360 rs. o co-
vado.
Ogodio largo oir?a T a C* a pe?.
D-*o amostras cora ppnlior.
. Wad*-se duss venasiaou oara vaaodss,
aasiaaies largas s em tnnlto bam estado : *s ros
(W LivraaBSQlo o, 36. ______.
Avit-o aos fuantes
Charetos de Kivana
Vsrdadefros 6 Se diveeu marcas, itt bi chegar eja dsflsorfrd A ,, iras do Mar-
ques d4 OHada n. 15.
Pejas de tnadspolSo a 3|J200, MOCO,
4,5500, W e mo.
Ditas de dito muito fino a 6500, 74.
e 90000.
Dita dito enfestado peca de 12 jardas a
3s$500.
Dita de algodosinho a ?>?. '>. e mais
pregas.
Ditas de dito muito largo marca T a
4400.
Ditas de cambraia transpareote a 3200,
3j$5oO e mais precos.
Ditas de dita lapada (ou Victoria) a 4
e mais pregos.
Cambraia a imperatriz muito Gna e
larga.
Dita imperial com cordosiohos, fazeeda
muito moderna.
Mosseoa branca, covado 300 rs,
Bram-nte de liobo com 9 palmos de lar-
gara 4^800 e mais precos.
Dito da algodo a 10500
Atoalhado afestuado fazenda superior a
10800.
Brim de algodSo de cor a 400 rs. o
covado.
Dito da Russia, a 500 rs.
Dito pardo trancado a 300 rs. e mais
precos.
Dito branco de linbo fazenda muitQ.supe-
rior a 10600 a vara (vale 20000).
. Grande sortimento de brins de lidio de
cor a 500 rs. o covado, fazeda que se teai
vendido a 10200.
Grande sortimento de csenrira, custa o
covado 10600, 20500 e mais pregos.
Damasco de la foz?nda flnissima.
Cortes de casemira para clca a 4#K)0,
50, 60. etc.
Flanellas de 15a riscadiahas a 640 rs.
covado.
Leoc-os cbinezes a 30OC0 a duzia. '
Ditos braneos de algodo e linbo sorti-
mento completo.
Completo sortimento de camisas naci-
naes. francezas, allemes e inglezas.
Cobertores de la de xedrez fazenda supe-
rior a 50.
Grande sortimento de balo -s.
Cobeilores, de a!godo 10400 e 205O.
Cassas de salpicos a i:0oOO a peca.
Paljtots de casemira a 50OiOe mais pre-
cos.
Ditos de alpaca a 30500 e mais pre-
cos. '
Saceos para vi?gem.
Mfias para bomem a duzia 20400,. 30 a
30500 e mais precos.
Ditas para senboras, meninos e meni-
nas.
Popelinas de seda, covado 10700 admi-
ra m
Comnlet sortimento de chapeos a*
sol.
Toalhas para o rosto a 80000 a du-
zia.
Toalhas. bordadas, de liobi do Pcrto.
sao muito lindas, mandem buscar as amos-
tras.
Duzias de guardanapos a 20500.
Cortes de vestido de cambraia branca
com b it.ad s a 70000.
Cortes de vestido de cambraia branca a
de cor com babedos a (00000.
Algod o de .2 largaras para lencol ou toa-
lhas a 10000 -a vara.
CbiU> finas a 240, 280 e 320 rs. o co-
va lo
Dita vi'ta rica a 280 rs. o covado.
Ditas em percale o que ba de melbor a
360 rs. o covado.
h' v para crer.
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***..
Diario dt PcruaruUico Serta lei 18 e Agrlo rd* ttttl.
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DO
CYSNE
64 RA UIMPEMTRIZ \ U
DE
FIGMREDO & LOPES. t
Oa proprietarios deste novo estabelecimento. certos de que o meio de adquerir
neraerosa freguezia vender barato, servir bera e haver sinceridadade nos tratos, nlo
nos afastaraos deste eaniabo para bem corresponder ao favor que nossos numerosos
freguezes nos tem dispensado.
Como aluda temos algumas fazendas da primeiras compras, resolvemos fazer
redacto em allomas dolas, para o que chamamos a ltenlo do respeitavel publico :
8BTO3.E GHOSDENAPLSS DE CORES, i Capellas muito lindas para notas, pelo
_. uaJa2. ', barato preco de 35 e 35500 rs.
Temos para todos os pr^sequihdades.i p^^JJ, de cores branc8s jt0
Grosdenaple preto. m I jjn(ja8>
Recebemos novo sortimento e vendemos
por meaos do qae outro qualquer.
Las Saboya.
Anda -temos um resio desta linda (aten*
da e para acabar vendemos per 900 rs.
Cries a Minerva
Anda tem s alnas destes lindos cortes
com listras de se, cora 10 covados, para
acabar vendemos por 205,
Cortinados.
Recebemos novo sortimento e vendemos
per i, 95, m, ?#, 81. e m, cada
par.
Cambraia para cort nados a 40 a peca
ecm 20 varas.
Dita Victoria de 40 at 85000 a peca de
8 varas e meia.
Dita suissa transparente muito fina.
ORGANBfS BRANDO
Temos receido novos organdys de
40500 rs ditos de 65 e 85000, este Ui-
mo tem tetras asetioadas.
Esparlilhos
Recebemos novo sortimento de espartanos
inglezes muito grandes, .ao de linbo.
Vestuarios para baplisados, bordados
omito Hados a OCOO, barato.
Camisas francesas, inglesas e suissas de
25 at 45500 rs., ditas bordadas muito finas
de 8| ate 105000.
MECEJANA.
' orna fazenda branca muito linda e fina
para vestidos de senhoras, tem a poca 30
jardas e costa 8 e *000.
Panno abretar hado largo e bom. peca do
20 varas a le*.
TAPETES.
Recebemos novo sortimento e vendemos
muito barato.
Camisas de meia a 95000 a duzia, pe-
chincha.
Cambraias de cores.
Temos o melhor e mais lindo sortimento
de cambraia de cores a 500 e 560 rs. o
metro.
MEIAS.
Recebemos nwias muito finas tanto para
senhoras como para horneas, meninos e
meninas.
Chapeos de sol.
. Recebemos di apeos de sol com cabo de
marfim que vendemos por 135 185000, di-
tos de cabos de canoa 95. 115 e 145000.
Cortes de cambraia de cor muito iodos
e com babados com seu competente figuri-
no, tem 18 covados por 85000,
BASQUINAS.
Recebemos basquinas de seda ricamente
enfeitada* que vendemos por baratissimp
preco.
Vestuarios para meninos.
Recebemos vestuarios de rosti muito
bem enfeitados que vendemos por 45300 e
55., fi branco bordado milito fino, dito
com salpicos dito preto com salpicos e liso.
Cambraia a'bett a imitado de croch de
cores e branca.
BRINS.
Recebemos o superior brim de Angola,
dito pardo para todos os precos, ganga fran-
ceza a 500 rs. o covado, superior.
Pannos finos.
Temos pannos pretts finos de 35500 at
65800 rs.
Becebemos casemiras de cores para 35
a 35500 rs. o covado.
CHITAS-
O Cysne tem o mais lindo sortimento de
HIDROLEO
Temos grande sortimento de saias bor- cbas para todos os precos e qualidades.
dadas e vendemos moilo barato.
CORTES DE LAA A SIM1RAMES.
E' orna linda fazenda com os enfeites
correspondentes, guarnecida a saia com
ama franja de seda na barra, vende-se
por 405000.
Cortes de cambraia branca aberta, bor-
dadas muito lindos, vendem-se por menos
do qae em ootra paarte.
Ditos bordados na barra, de cambraia
transparente, por 85000, muito barato.
Bareges com listras de setim com lindos
' padrees e muito modernos.
Crotones-claros com lindos padroes e
cores fixas pelo baratissimo preco 440 rs.
o covado.
Luvas frescas de pellica para bomens e
senheras do acreditado fabricante Jouvin.
Fazendas para luto vendemos por monos
i que em oulra qualquer parte.
Alpacas, canilles, princezas, lombasinas
cambraia preta, etc. etc.
De'iamos de annunciar murtas oatras fazendas por nao se tornar extenso e en-
bdooho aos dosos frpgrtezes.
Ra 'Ja Imperatriz n. 64.
FKEIIEDO i LOPES.

Nanea se vio ara proeesso.'mas perfeilo e qae at-
inja Ojb tal forma a satisfazer as- exigencia* oais
reveras da tscriptnracao.
A Ma cor lindsima e nao precisa de cuida-
fe alfum para se conservar do tinteiro sempre
fleo a menina edr, s.:m bom, er-la, Dolor tu sein
tedas estas roazellas inherentes todas as lilas
ate agora coohecidas, anda niesmo dos melhores
aalorea estrangeirus.
Sobretodo, este estiawaj preducto nao atara a
fM&A fe c>, aniw pelu CQitfraxio, a peora
aaqatM um esmalte dourado que, sendo iateres-
srafe. >is prov,-itoo.
la, nao sendo peeinrmenta para piar,
44 eomtorfo dqas, iras, oa aui copias um jt-et
pon fe ewwti ; i5 precise.. IWm,, feixar-Jlw
o paoe be/n moihado seoj o en.xu.aar com o mata-
borrio, porque oSo h a o risco de borrar. Parase
tarar roais de a a copia, nao se ajpgtoraaram lau-
tas lblnas quantas rpiaa se querem tirar, nu
TBe*wlcom o original lirar urna tantas qnantas
Mdeieianj, sera que o original li-jue prejudicado
patas enrsfoes.
Orearte aqtri dizer qw, para opisr importa
" linteHifeoi hab*l4a |ita im Stiaaz, tpo, Muta ecae sempre
a tita, qoa moiU vetes, quem meaos
oaJpfl ten.
Adopta qaalidade desta tinta extremamente
fwetaTtL nojf ana evita que em qaalqaer 8-
Hfflrto nafa mal Jo qae ama tinta para oa di-
interes.
>aagilflo i sai dj-abilidade, nao ha a oppr
aor dona ppis mm*, mu dswl de ev.
i cripta SMre o choque de cidos fortissimosL sem
se decornpr ; ora, se os cidos n5o tem aegao so-
bre ella, milite meaos a accao do tompo a pode
destruir; isto plausivel.
Nao ao commercio que este mea producto
yeio ser til ; os professores dos collegics, Invesfi
gando todos osmeioe para o adiantamento .dos
seas diseipalos, tem approveitado esta tinta, qae
cemrazio a aeharam apta para desenvolvere
Sosto nos educandos, em censequencia da beleza
a cor e tacihdade de correr na pequea pela sua
liquidez. Ha exemplos de enancas qae havij
muito lempo tiooam orna repugnancia extrema
para a escripia, logo que fei admittida esta tinta
do coliegio, apoderon-se deltas a curiosidade e o
go: to, e ponco terr po depois o sea adiantamento
era roanilesto.
Bata tinta, par de tantas vantageas, tem um
nico inconvoieote, detoriora-se ao contacto de
outra qualquer; cenvra pois te-la em tinteiro
isenlos do menor vislumbre de outra tinta, e evi-
tar escrever eoma peana saja de ama preparaeo
difieren te e incompativel; veriticando isto, nao ha
razio para se usar de tima qae nao seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MuNTEIRO.
Observado.
Diversas faUiflcafifl e seraelhawas tem appa-
recido, cuja durabildade davirjosa. Os Srs.
, compradores podem evitar o engao dirigmdo-se
casas circumspectas, e pediodo a tinta qae eo
ibrko
i. d tomleko. <
AJ1TI ltlli:i HTICO 13 COTTOSO
ESSBNCIALMGNTB EFF1CAZ E INF.ULIBL M DBSTItH AS AMIAS E
EVITAR k SUA FORMADO
Guiados pelas toAicac5es de moitos abalisados chimicos, e mdicos distincto?, que
se deram ao estudo e averipuacao das causas qae prodazem os padecimentos de rhttir
materno, gofta, areiat dus rhint, texiga, figado, d'outras visceras; e aos ensaios dos
meios propriospara coral-es, ebegamos a obter um remedio, qoe nanea desdisse a soa
actividade contra os ditos padecimenlos. -
N5o coicamente fraseado em tbeorias que tanto avangamos, mas sim nos satis-
factorios resoltados obtidos da sua applicacSo, as innmeras experieowas, que com elle
fizemo8 ; e deste modo, seguros de peus beneficios effeitos, afootameate o recommenda-
moss pessoas q.e soffram algumas das molestias cima ditas, ou de algons ootros pa-
decimsntos do apparelbo urinario, taes como o diabtico, glycosurico albnminorico
etc.
Escusado seria observar que se nao pode designar om nnmero determinado de dses
de nm medicamento para curar todos os individuos qoe padegam da mesma molestia ;
pois que a cura est dependente de diversas oircornstancias, inherentes i dispoeigao na-
tural ou compleigo, de cada nm delles; mad coratado, certo qne a hydroleo htho-
triplico anti rheumatico e gottoso prodtiz sempre acora desejada, qundo se persista em
toma lo. o lempo preciso para obte-la; devendo ter-se em vista que qoaoto mais invete
rado esta o mal mais s deve insistir na appUcac3o do remedio.
Podemos tambero, affiancar qoe, por mais continuado que seja, o oso deste reme-
dio nao causa desarranjo algum as vas digestivas, mas antes, pela propriedade eminen-
temente tooiea, que tambera .possue, fortifica o estomago, torna mais facis as digestoes
e, n3o p/iocas vezes, tem feiio desapparecer diarrbea, que eram entretidas pela debili-
dade geral do appsrelbo digestivo,
MODO DE USAR.
Tomam-fe do hydroteo ythotriptica, nos primeiros qaatro ou cinco das, duas co-
Iheres de sopa, em agua assucarada, teite, cha ou caf com leite, e mesmo sem misto
ra algnraa, na occasio do almogo, oatras to principiar a jantar.
No quinto ou sexto dia e segantes, tomam-se do mesmo mododit), (res colneres
de cada vez.
Se as ourinas da pessoa doente depositara grande porco de areias; se as dores
nephriticas, rheumaticas ou gottosas sio constantes; em fim, se os padecimentos sao
fortes, tomar-se-bio quatro rolheres dcada vez, oa tres-vezes no dia, a tres colneres
de cada urna.
Quando as areias, ou oulros padecimentos, tem diminuido, torna-se s primeiras
dses.
Pelo uso do Hydroleo Hhotriptioo vio sendo mais raros o apparechnento das areias,
s dores nepuriticas, rheumaticas e gottosas at qne de todo desapparecem: neste ponto
pode dispensar-se o remedio: til, porm, como preventivo, tomar cada semana orna
oa duas dses delle.
Pelo qoe respeita alimentario, deve ella ser regu'ada de modo qoe o50 sobrecar-
regoe o estomago, e em quanlidadi tal que possa ser fcilmente digerida.
A melhor ber ida sem duvida, a agua pura, mas tambem se pode osar de vinbo
simples ou pouco alcoolico. De cerveja e vinhos fortes, poucas vezes.
Sobre todo o que muito recommeodamos, grande exarcicie, sem fadiga, pois que
elle muito contribue para a rapidez da cura.
N. fi. Depois de tirar-se do frasco a porgSo qae se vai tomar, deve haver o maior
cuidado em o arrolhar inmediatamente.
nico deposito em Pernambuco
Pharmacia americana de Ferreira Maia & C, roa do Daqne de Caxias o. 57, (an-
tiga do Qoeimado.)
ELEGANTE
N. 1Rna Estreita do Rosario N.1
AO BOU TOW
Aciba-se de abrir este importante estabelecimento de miudezis superiores com os
melhores artigos de laxo e de moda para horneas e senhoras, variado sortimento de
perfomarias dos mais afamados fabricantes deParis eLrndres, com? sejam Hiver, Lubin,
Condray, Pinaud, Regand Chonoeaux, Monpelas, societ Hygienique, Gosnel, Rimmil e
Piese Lubm, etc., etc.
Alta novidade
O Museu Elegante roa Estreita do Rosa-
rio n. 1 vende ricas camisas de cambraia
de linbo bordadas para noivas, e tambem
de madapoio fino, bordadas e enditadas
de ntremelos a 40, 605 e 75000 a da-
zia.
Lindos penteaderes guarnecidos de ntre-
melos e rendas valeccione, ricas caigas de
linho bordadas e de madapoio, para senho-
ras, bellsimo sortimento de golinhas e pu-
nhos cousa inteirameote nova, recebido pelo
ultimo vapor da Europa.
PARA BAPTISADOS.
O Musen Elegante receben os mais finos
e ricos enxovaes para baptizados e tambem
lindos vestidos enfeitados para enanca, ra
Estreita do Rosario o. i.
I Mua moda
O Museu Elegante recebeu os mais lindos
e modernos chapeos de blond enfeitados
para senhoras, e tambem de velludo e pa-
Iba para enancas, e est vendendo muito
barato para vender logo, a ra Estreita do
Rosario n, 1.
Flores e plumas.
O Museu Elegante est vendendo as mais
bollas flores e plumas que tem vindo ao
mercado, assira como om lindo sortimenlo
de franja de seda.preta cousa de apurado
gosto ra Estreita do Rosario n. 1.
BOTINAS.
No Museu Elegante vende-se bolinas de
n. 20 a 3 pOara changas a .-jOOO o par, e
Labyrintho
O Museu Elegante vende ricas fronbas de
abyrintho a 640 e 10200, ra E^reita do' seda para senhoras a HtfOOO, cousa vinda
tambem vende colchas e toalias de fusto a
5)9000 extraordinariamente barato, roa
Estreita do Rosario n. 1.
* Collar electro
Klk que afina! ebegaram os verdadeiros
collares de Royer, contra as convulsos das
crianeas e facilitando a deccSo, e estSo se
vendendo a 3*000 no Museo Elegite
ra Estreita do Rosario n. 1.
As de 5f por 4^800
Na verdade barato II Facas finas cabo
de balance com dois botoes a 4800 a du
zia, um completo sortimento de colbe-
I ber es de electro-pate e facas com cabo de
marfim, tudo por preco baralinbo que ad-
mira, no Museo Elegante ra Estreita do
Rosario o. 1.
AS MODISTAS.
No Museu Elegante encontraran um com
pleto sortimento de bico de blond branco
e preto, dito crochet, trancas e franjas de
seda de todas as coras, grande sortimento
de gales de aigodSo cousa de lindos dese-
nhos, cambraia franceza branca e preta para
forrar vestidos, retroz de todas as cores,
entremeios e babados tapados e transparen-
tes e agolbas de ferro, osso ejnarfim para
crochet, ra Estreita do Rosario n. i.
lultacio de ouro.
O Museo Elegante vende ricas voltas dou-
radas para senhoras e taabem meios a te-
recos imitando coral, perola e gata ludo
por precos razoaveis, na ra Estreita do Ro-
sario n, 1.
Mantilha brasileiras
No Mnseu Elegante ra Estreita do Ro-
sario d. 1, veo'ie-so lindas maotilbas de
Rosario n. \,
no ultimo vapor.
Cura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopau
Essa pomida qne iSo bons resaludes tem colhi-
du as pessoas que delta tem feito aso acaba de
chegar para o sea deposito especial..
NA
Pbarmacia e drogara
DE
Bariholomeu d C. roa iarga do Rosario na-
_______________mero 34-
A revalesciere du Barry de
Londres
Toda a doeDt> cede a Revalesciere da Barry,
queda sade, eoergia, appetite. digeslio e des
canso. Ella cora as dispepsias, gastrites, humo-
res, acidez pituita, flato, erjAps, (miles lepis
da comida e gravidei, con*p$5>tra8t,.aetbWL
affectoes pulmonares, beiiga, figado, aerebroa
sangae ; 60,000 caras, inclaindo maitaa deltas no
Brasil.
A revalesciere chocolata da do Barry
em pe,
Delicise alimento para aimoco e ceia, muiu
ouritivo, fortiflcaado ob ervos do estomato sera,
causar o menor peso nem ddr de caneca, naso i'
ritsco. **
Unleo deposito para o Brasil em Pernanbtieo
na pbarmacia americana da Perreira MJa A G
roa do Deque de Camas n. 67. (Tode euidaao
com as faJsiflcaoes.y ^w
Ua*eja em hariU dd fc:
perior qwMd
em casa eVS. p. obslon k.z\( flL
Vende-se
daSeptala era n.M.
Yende-s' ou aluga-ie
Forte d. : tratar na latera* da
JHtreea). 14,.,
o laibQiUirua*
rea deaCo-
Joaqaim Jos Goncalves BelUao tem para
vender do seu escriptorio i roa do Commercio n.
S, os geoeros abaixo notados, qae veode mais bi-
rato do qae em outra qualquer parte :
AzeitOBts em ancorlas.
Amendoas em barricas.
Caf muido em maasos de i libra.
Chapeos do Chile de boa qaalidade.
Cognac marca martel frrts.
Enxadas.
Farinba de maodicca de Santa Catharinr, sac-
eos de 3 e 2 alqueires.
Dita da Babia em saceos braacos.
Dita de dita em barricas, proprias para casas
particalares.
Fio de algodo da Baha em aoveMos.
Berma,
Mazados.
Notes.
Obrar da painel*.
' Papel proprio para cigarros.
Dito azul pa. botica.
Pautas para demea.
Pregoa arnios.
laarM alfodl4a Pabrica da Teor os Santos
de Padre na. Bafcta.
Rape popoTar da Baha.
Botim em fardos.
Barros dea menores fakricaoln do Parta*
Taotaca> 4oj |aararo
Vinbo do- Peno engarrafad, es xa de 11 gar-
ra/ai.
Pito da .m ^(ftljl^fe;i^*1|l,**,*,,r4
Dte a-rejOan aa FAZENDAS EM LIQUIDA(IO
DOPAPAGAO
A' ra da Imperatriz n. 40
Os proprietaros daloja do Papagaio scientificam ao respeilavil publico desta
provincia, qoe es;eram muito breve receber um novo sortimento de fazendas moder-
nas, e de bom gosto, o por conseguate pem f m liquidado as abaixo especificadas :
Relalhos de errta, de cassas e I3as.
Chitas de cores e rxas de 160, 200 e 240 rs.
L-z nhas tapadas e transparentes.
Alpacas lisas e lavfadas, de rcuitas e differentes qualidaJes e presos.
Cassas de edres de 240 a 3-20 rs. o covado.
Cortes de cassa chita a ?(5400 o corle ou a 240 rs. o covado.
Cambraias brancas ta, adas a h fi e 5#.
Rarejes do 13a a 320 rs. o covado.
Toalhas de linho do Porto muito grandes a lOtfOCO a duzia.
Metiin da India a 600 rs. o covado.
Lazinha preta de 320, 400 e 440 rs.
Ahaciannas a liJOOO o covado,
Chitas pelas muito finas de 400 al 240 t,
Esparlilhos de linho e algod) de 3500 at 5^000.
Camisas de meia-, ditas francezas.
Camisas de pe tr bordado, lisas, e de pregas ctm co'.Ierinho e sem elle.
Bsloes de panno a UIO, dos maismode'oos.
Collerinhos de papel com beira de cor e todjs brancos.
FostOcs de cores para vestidos muito largos a 440 rs. o covado.
(J:tes re casimiras de 40000 at 70600 com qoadros e listras.
E oulras muitjs fazendas que pretendemos i'quidar para nSo accumular com
as que esperamos receber.
RODPAS FEITAS EM LlOUIDACiO
Na leja do Papagaio ha um grande deposito de roupas feitas do brins e de
casimir?", palitots calcas, colletes e sobrecasacos, qoe se liquidam por precos muitc
baraios.
Kedas tarradas de cores.
Liqnida-.ce na toja do Papagaio urna grande porc3o de se Jas lavradas de cores
qoe fe vendem por precos baratissrmos, na ruada Imperairi, n. 40, esquinado be;codos
F< rreiros
Mendes & Carvalho.





BAZ\R DA MODA
DE
JOS DE SOUZA SOARES k C.
Grande exposiejao
Especial sortimento de fazendas de algodo, linho, 13a, e seda, de todas as qoa-
dades.
Artigas da moda elegante, tanto para senhoras, como para hornees e meninos.
Completo sortimento de miudezas finas.
Grande dep. sito de perfumaras dos rxais affaraados perfumistas di Europa.
Variedade em objectos de phantasia para mimos.
Nova remessa de ricos livros para missa com encadernaciio de velludo, charc
esmaltado, e madreperola, tanto para senhoras como para meninas.
Bello sortimento de lindas e modernas joias de ouro, como sejam : cadeias para
relogios, medalboes, meios aderemos, brincos, broches, braceletes, collares, e abonado-
ras para camisa.
Ricos e^peltos grandes com moldura dourada a ouro fino.
Bellas panormicas brancas e de cores, proprias para jardins e cornijas de casas.
Assim c>>mo temos a venda orna bella e perfeita embarcaf5o de guerra, symbolo
da corveta Si da Bandeira, e urna caixa com rica msica de pente acoropanhada de
timbres e rolo, tocando com a maior perfeico o hymno do Brasil, Vida Parisiense,
Marco Espada, Flor do Cha, Fausto, Pericholle, os Dragoes de Vi lars, e Viagem a
China.
N. SO-Rua do Baro da Victoria. 50
(Esquina da de auto Amaro),
DROGARA especial
OMEOPATHICA
DE
JOS' AL VES THENORIO & C.
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 3.
Jos Alves Thenorio, professor era homeopalhia, tendo-se retirado do
laboratorio homcopathico e consultorio de seu Ilustre e finado amigo o Dr.
Sabino 0. L. Pinho, qae por muitos ?nnos estiveram sob sua direcg3o, tem-
se establecido sob a firma de Jos Alves Thtnorio Rosario n. 3, onde, animado pelaconfianca com que honrar da homeopathia, Ihes oflerece e ao respeitavel publico um completo sorti-
ment de todas as prepararles homeopathicas conhecidas, recebidas das a-ais
acreditadas casas de Londres e Pars, e indgenas, bem como tudo quanlo ::
diz respeito a homeopathia e sua pratica, esperando que continuem a honra- j^S
K
H
lo com a mesma confianca, para o que nao se poupar esforcos.
PRECOS DAS BOTICAS
botica de
GLBULOS.
12 medicamentos 10 i
24 t 205 i
36 304 1
4S c 355 1
60 t W 1
120 7(J 4
TINTURAS
botica de 12 medcame rites
24 t
36 t
48
60
120 t
&V
a;
155
405
80,J
605 i
fazen- '
S5o otis essas boticas aos Srs. merlccs, senhores de engenho,
^S dteos, chefes defamili, capites de navio., e em geral a todos quantos qai-
&a5 zerem dedicar-se a pratica da homeopathia.
^^ Me-iicamenUs avulsos pelos presos das outras drogaras, bem como
f chocolate de LO.NonEs do MARANiio para uso dos doentes em tratamento
vi pelo systema homeopathico.
\AX v^sa? ie LOJA DA CONQUISTA
Ba do Cabuga' n. 6
Os donos deste novo estabelecimento acabam de receber um completo sortimento
de fazendas finas, das quaes s mencionan) os artigos abaixo declarados afim de qoe o
respeitavel publico possa fazer urna aproximada idea de que n5o por meio de annun-
coa que queremos acreditar nossa loja, mas sim pela variedade de objectos de geste
de moda que sempre costumamos ter como sejam :
cortes de blond para casamen-
I \f *
O erasraire poniaad i s4s. vaade
^ di Madre deTMus n. 22 amajem de
i ^tat dBmrj,
e preto.
Ricos
tos.
Gorgoro de seda, branco
Dito dito de cores.
Popelinas de seda brancas.
Ditas- ditas de cores as melhores do mer-
cado.
Ricos cortinados bordados para cama.
Ditos ditos de crochet dito.
CoJxas de crochet dito.
Ditaa de lia a seda dito.
( Camisas e tinbo bordadas
okortr.
Dltw de atgod*, bordadas
dftoray.
DWas fcedSdss-e lisas para bomens.
Jlandtatt-e ou levam-se as fazendas em qnal.jaer casa
o nonw d roa e numero da morada na
para se-
para se-
Lindos lencos de cambraia de linho bor-
dados,
Saias brancas bordadas.
Granadinas brancas e de cores para ves-
tido.
Lindas alpacas e iSas para vestido.
Ricos enxovaes para baptjsado.
Ricas cbapelinas e chapeos para senho-
ras.
Lindos fustoes de cores para vestido*.
Fil de seda, e grinaWas para noivas.
Mantilhas brasileiras.
Cambraia fina de 2 larguras.
Bramante, Bretanbas e csgoiSo de i
nbo.
-Tapetes grandes para guarnicSo.
qoe para isso nos mande
LOJA M COBISTA
A' ra do Cabuga u. &
DE
ANTONIO FBANC (SCO DOS SANTOS & (L


Diario de Pernamhnc ^8eta feira 18 d Agoito VT
ASSEMftiBA SEftiL
CMARA DOS DEPUTADOS.
iscussio do elemento servil.
'ContinHago).
Temns aindo o argumento da guerra ci-
vil. Dixem i Medrosos: Apenas fr
decretada a emancipagio, como o governo
a prope, viri a guerra civil! Donde
vira essa guerra ? Qual o motivo que a
ha do levantar ? -
Pois n'um paiz onde se respeita os prin
" cipiosde ignaldade. en um paiz demora-
tico, ha de levantar se a opiniSo par* pe-
gar em armas afim de obstar o tstabelec
ment da igualdade civil e poltica, que o
paiz tanto ambiciona ver realizada ?
tem pelo contrario, a guerra civil s po
dena apparecer se os altos poderes do Si-
tado conservareiu-se quedos, e nio derem
remedio ao mal da escravidSo Un povo
livre nunca erapunbau armas para marter
a ecravidij; algumas vezes ha laog do
mo deltas para destrui-la.
Anida affirmSo os terrorias que a po
pista ilogoverno pode trazer perigos, sus-
citando ciumes entre o norte eo sol doim
perio. Ma* por que ? A causa commum;
o norte eosul do' imperii querem a eman-
cipaca), e com alia aproveitam; porque
motivo, pois, se erguer o come? K'
urna idei que se no deve explorar; mas,
quaodoa qoeiraraexc'tar, ella asta morta e
nao resurg-.
Todo o brazileiro conhete o valor da
uuiSo do imperio : ella nos d fon;a e po-
der, como a monarchia nos d paz e so. e-
gf>. Sao duas grandes ideas que nao po-
Jera sahir do pensamento de todo o bo-
rneen .ensato ; n3o receio, pois, que a di-
vergencia de opinies sobre os meios de
rcalrtii'a'abilicrio dos e.scravos em nossa
lalria.traga o funesto effeito de desperar
(ni cime \5o o sera objecto.
Juemqner o Brasil dividido, quer oB.a
sil peqoenino e fraco, e preciso nao ter
alma nem corado para dominar se de um
pensamento, cu je xito seria a oossa diviso
e o nosso entVjquecimento, quando nao fosse
o nosso total aniquilatnento.
Nao ha motivo de ciume nSo ba causa de
queixa. O nerte e o sul tem iguaes interes-
ses, e sao recprocos no amor.
Se o sol d urna renda de mais de
50,000.0000, o norte coacorre para os co-
fres naconaes com perto de 40,000:0005 ;
assim as forjas econmicas n3o differem
muto. Se attender-mos populacho, a
igualdade perfeita, pois, se o norte pnssue
urna populacho de quasi 5 mili oes de hi-
mens livres, o sj.il apresenta urna popul- co
de mais de 4 milhas de cidadSos. De.-ie
molo ainda pela intensidade de interesses
o acto qae ferir ou favorecer ao norte fere
oo favorece ao sul com ignaldade.
Pcrtanto, n?o nos digam que a emancipa
gao se faz porque pooco prejudica ao norte,
e rauito ingrata as circumstancias do sul.
cidadio brasileiro nao tem oorie, nem sul,
tem o paiz.
Sob a fce do terror ainda nos inculcan:
outro argumento, que qualitkarei de mero
dcsabafo. Dizem os inculcados amigos da
lavoura que, se a monarchia no Brasil n5o
serve para assegorar a propriedade, ola
destoca se da sua base, e vacillar em ter-
reno movedizo.
Ora, Sr. presidente, este argumento s
podo nascer di irreflexSo; pois nada menos
importa do que confundir a escravidSo com
a propriedade, e sustentar qae a monarchia
tem por tino amparar um estado anmalo e
pernicioso liberdade, quando a monarchia
brasilera exactamente tem por intuito a li-
bvrdjde em todo o seu desenvolvimenio,
quer a consideremos pelo lado politizo,
quer a consideremos pelo lado civil A mo-
nanliu trabilla a sua missSo na America se
creassa bices berdade, sob pretexto de
firmar a propriedade ; e que propriedade 11
Apropriedade do homem sobre o homem --
O desapparecmcnlo da escravidSo no
Brasil uro argumento a favor da monar-
chia. O fa-lo demonstrar que esta com-
pativol com todas as formas de liberdsde,
c quo por cooseguinte n3o incute receios
ao> espirilos mais escrupulosos e mais cosos
das rrgalias do homem e do idadSo.
Longe estou de pensar ao. menos que a
nossa monarchia funde se ou receba vigor
da escravido; por consegrante, qualquer
providencia tendente a sopprirair essa con
d;<;o irregular e injusta, c a restabelecer o
Citado normal e necessario da sociedade
parece-me um acto decoroso, e adequado
consolidado de urna inslitnigio que baja-
se nos saos principios da igualdade demo-
crtica, to felizmente combinados na nossa
constituidlo poltica com a idea monarchica.
(Apoiados da maioria).
O Sr Pinto de Campos : Sem duvida ;
seria ama injuria qae a monarchia livre se
LaseaMOna escravido.
0*|&LF.Nr.AR Araiupe :Os nobres de-
putadrtPuissiJemes, inculcando-so nicos
mactenederas das ideas conservadoras, di-
z".in que resistem ao pensamento da pro-
posta presentada pelo governo porque in-
tentara sustentar em toda sua pureza a ban-
deira conservadora.
.Mas quaes sao os ttulos com qe se
apresentam os Ilustres depotados para le-
var cmsig essa bandeira ? Serilo por ven
tura os honrados collegas os porta bandei
ras, que conduzem o estandarte conservador
para ondi se mudam? Nao, Sr. presidente ;
anda ne Ibes cabe esta investidura.
O Sr. Pinto de Campos : -Sem duvida
O Sr. Alencar Araripe :A bandeira
conservadora n3o est entregue s vossas
mos. Os chefes que dirigem o pendi
conservador n3o esto comvosco, os prin-
cipios polticos do partido Dio alo por vos
recitados, e s onde se respeitam esses
principios ahi est essa gloriosa bandeira.
(Apoiados da maioiia).
A mnumisso dos escravos nunca foi
excluida da doatrina conservadora : logo,
nSo pode a disidencia acastellar-se as
ideas do partido conservador para oppr
embargos obra de libertado dos captivos,
obra justa, humana, altamente poltica, e,
portanto, aceita fel por esse partido como
por qualquer partido nao dominado pelo
erro, pela obstinarlo oo por cansas incon-
fessaveis.
Os adversarios da proposta, encarando-a
anda sob o lado politico, dizem: < Esta
cmara nao pode resolver a questo da
emaneipagao porqoe faltam-lbe poderes.
O Sh. Carneiro da Cumia.:Uso pro va
de mais.
O Sn. &UMCM Araripe :NSo sei como
se possa trazer a esta Ilustrada cmara se-
melbaate argomeolo. Desde qae "somos
tleitus, oraos competente* para resolver
durante o quntrieonio todas as quesles que
notfllendem com principios conslitucio-
nass (Apoiados di maioria)i Ora, resolver
a questo da escravatara nia seoloresol-
ver urna queslSa de desapropris$3o, que
nSo questio constitucional, que questo
toda civil; e assim evidente qae temos os
necessarios poderes pira resolve-la. (A pea-
dos da'maioria).
Ni o creio que os nob.es deputados este-
jara convencidos desta razio ; ella apenas
serve para m rtrrf qu, ua fall de olidos
motivos, 03 honrados contradictores apa-
ndara todo e qualquer argumento ^oe se
Ihes apresenta para combater a proposta
do governo, seu perpetuo e constante
duende.
Perseguidos por esse duende, chegara a
sustentar que sera dissolugSo da actual c-
mara dos deputados no possivel decidir
a qnestao do elemento servil, cumpriudo
qoe vaohim a este recinto outros represen-
tantes, eleitcs sob o influxo da idea eman-
cipadora.
To insubsistente opii) quasi se rilo
discute. Se ainda n3o houve coaflicto entre
o poder executivo e o ramo temporario do
poder legislativo; se ain la o governo nSo
foi vencido na amara dos depotados, que
fundamento baveria para a disiolugiu ? Para
a dis;olugSo os principios constitucionaes
exgem Iota, e victoria dos representantes
do povo contra o governo : dissolver a c-
mara dos deputados stm a causa constitu-
cional, seria praticar um acto de capricho
ou de insensatez; o qae impossivel sup-
pr no supremo juiz da constituico.
Sr. presidente, outra ordem de opposto-
res proposta emancipado a i a daquelles
a quera em principio denominei retrdala-
r s. Os retardatarios, convencidos de qoe
n3o podem com vaotagem combater de
fie n t) a idea da I iberia cao dos escravos, o
que fazem ? Ladam, e ento dizem qu.-
precisa os de e.-tuos, ;tie devemos espe-
rar da acclo do tempo, que s con vera o
emprego dos meios indirectoj, e Analmente
que cumpre confiar na obra da consciencia
excitada pela religi3o.
Na verdade, quera funda o seu systema
emancipador em tes principios nao quera
emancipac3o; quer o retardameoto indefi-
nido, quer a permanencia da escravid).
Vejamos que resultado d rao esses meios
em relaco efJectividade da remissaa do
captiveiro.
A tiecdssidade de estudos j est assaz
debatida ; e o paiz reconhece que por io-
dos os modos a questo tem sido examina-
da. Temos os estudos da imprensa, os es
tu Jos dos nossos homeos eminentes, no
conselho de estado e os estudos fados pelo
governo. Qoaes sao e?ses estadas que os
nobres depotados desejam e procurara ?
Nao apresentam a questo por urna face
nova, ainda nao considerada ; portanto, os
seos despjos da estudos s3o apenas esforcos
para deter a- marcha da proposta, apresen-
tando-a como acto de imprudencia e preci
pitaco.
Metus indirectos: quaes s3o el'es ? Se os
meios indirectos s3o esses que os nobres
deputados nos h3o indicado, cabe dizer-lhes
qne esses meios o3o prodnzir3o a emancpa-
lo servil. E' tao lenta a sua accSo, que
debalde esperaramos a suppressSo da es-
cravatura, se deixassemos a solacio do pro-
blema confiada a esses meios.
Que esses meios nao bastam, o revela a
simples considerado do que elles actuara e
actuaram sempre sobre a nossa sociedad,
e no entretanto a escravido subsisti e pro-
segu.
Entendis tal vez como meio indirecto o
imposto sobre o escravo; mas este recorso
j foitentido por nos contra a escravido,
enada.produzio. Ou o imposto mdico,
como foi establecido por nossas leis do or-
camento, e ent3o nada adanla, conforme
estamos vendo ; ou o imposto excessivo,
absorve a propriedade, e neste caso um
veame e um esbullio ao proprieiario.
Se nao o imposto, s3o as providencias
que tornam incommodo o uso da proprie-
dade servil pelas restriccSes e limitaces no
seu uso, como, por esemplo, a obrigacSo
de nao separar as familias pelas vendas, a
prohibirlo de transporta las de urnas para
ootras provinci; s; mas es^as providencias,
eraquanto moderadas, na obstaroa exis-
tencia da propriedade servil; se forera ri
gorosas, converter-seho em tyrannia, e
entao mil vezes prefervel o imio qae
boje se propoe.
Falla-se na aeco do tempo. Ora, esta
accao do lempo inllue sobre a nossa escra-
vatura, desde qae ella existe; e porque n3o
tem extinguido a escravidSo ? A aeco do
tempo opera-se pela mortalidade, havendo
nos escravos um desequilibrio entre os
nascimentos e os bitos. Estes preponde-
rara, e assim em longa serie de annos vira
a dosapparecer a escravaria no Brasil, visto
que ella actualmente mantida somonte
pela tote de prodcelo.
E' certo que a estatistica apresenu-nos
este resultado, ou antes um calculo de pro-
babilidade. Se infelizmente confiasse neste
agente emancipador, tarde ou nunca teria-
raos a eraancipago. O nobre vsconde de
Abaet, nos seas trabalhos no conselho de
estado, exhibi um clcalo minucioso, pelo
qual se demonstra que, confiado o proble-
ma de emancpalo ao tempo, este s do
fira de 300 annos dara conta da sua mis
s3o. Nos nSo devemos, nem podemos es-
perar por este retardatario : 6 mnito re-
Hedido de mais. Hoje 20, 10 annos para
a s. Ingo completa do problema, j nao
tempo longo, em vida das exigencias da
opinSo.
Indicam os nossas antagonistas a religiao
christa como capaz de realisar oa nossos
desejos emancipadores. A igreja (dizem
elles) prega a igualdade e a confraternidade,
e assim pelo de ver de consciencia a manu-
missSo geral vr a ser urna realidade.
Esquecem se os que assim discorremque
foi no seio da religiSo christSa, o nlo obs-
tante as prdicas da igreja, que a escravi-
dSo nasceu, e cresceu entre nos; e nSo s
entre nos, mas tambem entre varios povos
chr.'stsos, os qoaes s com a intervencSo
dos meios temporaes censegoiram expellir
de s o vergonhosu estigma, vallando a essa
confraternidade, que o Evaogeiho ensina. O
egosmo mais forte do quo o precelo da
oaridade ; e o homem, sem attender a este,
mantera o seu semelbante na oppresso, de
que cuida tirar vaotagem.
Os principios do christianismo nos do
fortaleza, Sr. presidente, para aceitar os
meios que a sociedade decreta, afim da rea-
lisar a grande idea humanitaria; mas elles
por si sos Dio trazem a extirpago do mal,
que Unto prejudica a eivilisaeSo
sociedade. (Apoiados .
:A hjrqaseti-
ra
:^opildefemos]
a
O
pre
O
agora oyoT|ecloeo*sas''ddvidaTsebre _
execaco da< provfdenciaja propost*. caso
aja lia otn#ida t* le.
Expoem elles como priaaeiro ambarado a
iodisposicio dos lavradores, que por no
serern onvidos nem consultados sobra os
meios pralicos da emancipaca servil oppo
rio obstculos i execucSo da le.
Os-lavradores nii fdrain individual e di-
rectamente ou vi Jos, nemopodiam ser. Nos
pizs livre, agitada urna queslSo, e posta
m publica dseussSo, a todos licito expr
sua opoio, at representar aos poderes
do estado acerca da sua aceilacao ou ra-
provae >.
Desde o anno passado, que no seio desta
cmara agilou-sc a necessidade de solver o
probema emancipador por meiod o ventre
livre ; a Uvonra, po s, sabia qoe a questio
eslava posta em va de solucio; podis,
pois, desde lo/o representar a discutir: se
<> nao fez enio, o e.-i f zendo agora.
Como, pois, d zeis: NSo foi ouvida a la-
vour; ella sorprendida ?
Admitlido que a lavoura oppouha duvidas
realisaco da proposta, nia isla bstan-
le para que ella na vi avante. Na reso-
looo da questS i ba interesses de lodos os
braseiros. Se alguns desses interesses,se
combaten), aos poderes nacionaes compre
aliender aos mais fortes e urgentes.
A d lutrna de qae aem annueocaa de
urna certa classe mais-ioteressada em qual-
quer reforma esta nSo deve faz^r-se er-
rnea e absurda. as sociedades eivis al-
ien lera se as conveniencias do swior nunae-
ro, as conveniencias geraes, qoe em ultima
analyse sp conveniencias dessas mesmas
d-sses, que em principio reptrtam-se
lesadas.
Cunti no palriulimv> dos n ssos labrado-
res para nao opporem dillicul lailes exe
cuvo da proposla convertida em lei \ el.es
dentro de pouco tempo reconhecrw qoe
na proposla est a mais til e vansajosa
providencia para acautelar esses interesses,
que p r de plora vel prs venena alguns faeen-
deiros ju g*m atacados.
Nao i grande lavoura que interessa
a reforma que projectamos ; a transforma-
cao porque vamos passar af&scta tambe a
causa do pobres. Se se trata de ponde-
rar sobre qua'quer prejuizo que sobreverta
classe agrkota fortunosa devemos consi-
derar os be as que dessa traoeformaco d->
trabalho forrado em trabalho livre podem
provir s elasses privadas de riqueza,
propria clasee dos pro'etario, mi boje, sen
occopai;o,sob o rgimen da escravido,achi-
ro depois ampio campo a explorar no tra-
balho espontaneo.
A lavuura nao pode parar ; sem o recur-
so do brac i estfavo. ella engendrar meios
de obter os brizos livres. Oexemplodos
outros povos, que aboliram a escravidtn
nos di til e proveitoso eruino-.
Outra diffiuldade suscitada contra a
propo&ta da reforma servil que alta aba
la a prodcelo agrcola.
Se a abolicjto dos escravos deve fazer-se,
e visto que o qoe hoje recejara os nossos
antagonistas receiarSo d'aqui mais alguns
annos: logo, a consequenca do seu temor
que a escravidSo se perpetu.
A proposta o que determina ? Determi-
na a libertacfo do ventre a mantem a osara-
vatura actual : logo, ni) di abalo pro-
ducto pela repentina relinda de bracoe do
servico agrcola: a retirada nio se cometa
a fazer senSo no m de & aooos marcados
para a eotrega dos nascilaros, e ainda as-
sim a mesma proposla permute fie o
emancipado pelo nascimento fique spjeito
ao trabalho sob a autoriJade do sechor da
escra va mSi.
Se assim n3o havera abalo na produc-
cSo, porque no 15 caso, isto na caso da
entrega do nascilafb, o ravrador tem o prazo
de 8 annos para prevenir se sobre a subs-
tituirlo de bracos"^|l;20 cas0- 'sl, no
caso de ficar com os sSlcos do mesmo nas-
cituro, elle tem as mamas torcas de traba-
lho que teria se contiu*asse a escravido.
dandolhe novos escravos. A differenca
smente que,, em vez do homem escravo,
elle ter no trabalho nm homem livre, e por
uonseguinte am operario mais productivo e
mais til.
Assim a propo3ta do governo nio pode
prejudicar lavoura, como os nobres debu-
tados dissideotes suppoera.
O Sr. Pinto de Campos : Apoiado.
O Sr. Alencar Araripe : Vamos
imposiQo da caridade, que os nossos ad-
versarios consideram como um grande bice
ao progresso da emancipado.
Hoje e sempre altorriaram-se escravos
por mera pbilantropia ; mas, se passar a
proposta em discussio, o corceo do Bra-
sileiro se indigaar, e rebeltar contra a
lei, que Ihe impa a caridade, a conse
quencia c que nSo baver manumissoes.
Sr. presidente, para responder a sta
estranha coarctada, s me cumpre appellar
para o coracio dos Braseiros: ainda que a
caridade fosse imposta, elles a exercariam,
porque nesse coracSo ha o sentimento do
dever (apoiados), e o sentimento do deyer
nSo inquire se ba lei que ordene. (Apoia-
dos )
Mas onde est na proposta a raposino
da caridade ? Nao a vejo: portanto, esca-
sado combater am castello fantstico, que
desapparece ao leve sopro da meditacSo so-
bre a to argida e to calumniada pro-
posta.
Perguntou-se-nos qual o modo porque
tornar-se-hia effectiva a obrigaejk) da cria-
Co dos filhos das es.ravas niscidos depois
da lei da emancipaQao do ventre escra vo;
e soppoz-se que, para rea liza gao dessa obri
gacjio, ahi vinha a iotervengo constante e
esmagadora di autoridade publica as fa-
zendas agrcolas.
A obrigacSo a que nos referimos nio
mais nem menos do qae s obrigacio civil
de alimentos, qoe as nossaa lata coosagrSo.
Se temos os meios civis para os cargos l-
gaos, e se estes meios hoja empUgados n5o
causara perturbado algumt oa sociedade,
quando spplicados, sao podem eases mea-
mos meios empregados em relacSo aos fi-
lhos das escra vas produzir os iranstornos e
vexames qae os nobres depatados figurara,
Dada a falta do seobor da mSi cscrava.
em relaco aos filhos desta, nao so extor
quir por moda violento que ase seobor
observe o seu dever, o preceilo legal : i o
meio especificado oa lei civil par ser com-
peludo a essa dever.
Foi censurada a pronoatf, poope enten-
deu-se qoe ella diOc#tlva a imf ia das
escra vas, as qoaes 6a maitos ctso ver-se-
biim impossibHitadis de coDsegufr a libar
dade, porque, se tiverera filhos, nSepode-
lenam
libe
H
dtsle*, e assim torio njees
ior qianta para alforrar se a
flfcot. A nao aer assim. po-
resgatar a sua pessoa e gozar da
sej, mas compre
vido qu assim
observar que a disposicio di propoata con
eagra o reapeito i propriedada. Se a pro-
posla coetlvesse determinacSa contrara,
succederia qoe, quindo orna eicrava po-
dessa libertar-ae, pagando o seu prego, le-
vara aemsigo os ti.hos; ficando o seobor
privado 4a indemnisacSo correspondente a
estes. Isto seria autorisar a espo i qSo ;
seria infri gir o preceilo clan das nossas
leis, que garanten a propriedade.
A qoalidade de ingenuos, que se confere
ao# oascidos da ventre livre, servio de ar-
gumento contra a proposla. Sistemamos
impugnadores di proposta nesta parle que
o homem procedente do ventre ee raulher
es'.-rava ni)pode ser ingenuo, e sim libe-lo,
seguindo-se dabi a sua incapacidada para o
exercicio de certos diretos polticos.' No
pensar de alguns hnralos deputados, a
concessio da qu alidada do iagenu> ao nas-
cidode m iberescrava, erabora procidete
de ventre livre, ignominia qae se d\e
repeHir.
Admiro, Sr. presidente, que hoje queira-
ntos mostrar-nos mais atrasados do q08 o
eram nossos antepassadps, ba cera anoos.
Em 1773 um rei porluguez, em u n paiz,
onde a igualdade civil nao era ora principio
onda bavia o privilegio da oobreza, um
rei porluguez, digo, nao leve escrpulos
em declarar ingenuos os filhos de escravos.
Eula esse rei destara va ser grande inde
cenca a eteravid">, que motvav odios en
(re os vassallos, o causava prejiuizo3 ao
Estado por priva K> de vassa tos que se
lornavara iouleis e ineapazes para e earg s
puMtcos e para os contratos de todo o ge-
nero, e por isso abofcj a escravido dos
oascrloros, aos quaes mandava reputar co-
mo aptos para lodos o oilicios bonrsos e
empreo* ; nos, porm^ns Brasileiros, ha-
vemos no meio da mais adianiada civilisa-
co escrupulisar e fazer questo de dar aos
filhos do ventre livre a qualificaco de in
genuos f
Ingenuo oque nasca Kwre ; quera nun
ca foi eseravo nSo pode s-jr liberto, in-
genuus qu* lber nascilur, eis a expresso
commum da le romana.
O que a* liberto ? E' aqoelle que recebe
a Jiberdade sendo escravo o que nasce- j
livre, embova seja a mi escrava, ingenuo,
isto nunca foi escravo, nuooa foi remido,
nascendo de igualdade natural de berdade
commum a todos os entes humanos.
Os grandes principios bomantarios- e
a civilisacao de nosso paiz enigem qae neo
fagamos quasto de semelhaete objecto.
Nos legisladores de um paiz livre, nio
sejamos menos liberaos do que um rei que
governava-sob e rgimen desptico. Seria
contra nos pr.va de ideas a- anbadas pro
cedermos dominados de pretionctito to ri-
diculo, qual o de considerar a superiori-
dade de racas em suas qualrdades moraes.
E'bem para sorprender urna objeccio
exposta contra a proposla que defendemos.
D zem os seas contradictores que ella
digoa d rejsicSo, po-q.je nao contm pro-
videncias completas, e deixa a qoedo por
solver-se em todas as suas partes, do ma-
neira qoe era.prximo fotiipo lerao os po-
deres pblicos de oceupar se desie objecto
para poderem conseguir aSoal extioc^io da
escra vatura.
Ha ahi falta de apreciaSu da profk>sti :
e exactamente nesta pa te que o governo
se mostr presidente, porquanio- a sua
proposta previne o presente e acautela o
futuro.
No presente alaca a tonto de prodoccio,
libertando o ventre ; no futuro estabeleceo
direlto de redempc3o. Estes dous meios
basram para dar cabo da escravidSo. Como
nio nascem mais escravos, e como os exis-
tentes v3o desapparecenda pelo effeito da
norte., e pela remisslo ou resgate, evi-
dente que estes dous meios creados pea
proposla sSo snflicientes para extinguir a
escravatora no Brasil.
O resgate ser mais ou menos demora-
do, conforme forera as torgas do ibesouro
nacional : de maneira que dentro de certo
numero de annos os escravos conservados
pela proposta j nao existro, porque ou
lerao morrido, ou lerao sido alternados
pelo Estado, ou pela benevolencia particular.
Como, pois, aceusam os nossos aotago
nistas a proposta de deficiente e incompleta,
e por cooseguinte inhbil para desempenhar
o desejado intento ? (Apoiados.)
Os adversarios do governo nesta questo
asseguram a todo o momelo que querem
emancipado dos escravos. Mas do qae
serve afiirmarem essa boa di-posicjto, se
obrSo em entido diamtralmtnte opposto ?
Eu vejo aqu e fra daqui o pensamento
de estorvar as providencias conducentes
ao grande lim da emancipacao : logo, devo
acred.tar que os nobres deputados disi-
dentes sao intenses a ella. Se assim nao
fosse, elles contenderan! lio smente acer-
ca dos meios mais adequados; porm nSo
o qae fazem; o seu systema obstar a
todo o transe que alguma causa se faga, e
tanto isto verdade qise os mesmos sobres
deputados dissideotes nao apresentam
discusso meio algum, para comparronos a
sua bondade com a bondade dos meios in-
dicados pelo governo em sua proposla.
Tudo quanto obstar a marcha da eman-
cipacao elles fazem ; promover reprsec-
taces e reunios, em que se combate o
governo, sem todava indcar-se o melbor
systema de emaocipacio.
Ainda ha pooco teve lugar oesta corte
ama reonio de fazeodeiros, a qae assistt-
ram os ilustres deputados dissideotes, e o
que all se resolveq ?
O Clab da Lavonra e do CommercioJ(as-
sim se deni mioou a associacio nessa occa-
siio fundada) comecou protestando que nao
pretenda crear difficnldados, nem contra-
riar o principio da libertario da escravatora;
mas acabou decidindo que s aceitara
medidas preparatorias, s qusreria ama
transformacio gradual, operada pela pru-
dencia dos estadistas, a quem a naci de-
legasse saccessivamente os poderes cons-
tiluc'iooaes.
Ora, qaem quer a emancipacio com to-
dos estes requisitos oio a quer em verda-
de ; s basca paliativos, que devem peiorar
a nossa coadicio em relaco solacio do
problema emancipador.
A associaco proclamou goerra s pro-
videncias'da prbposta do goverao ; e quem
niq quer a mais prompta soppressSo da
fonte da prodaccSo de escravos ou est,
cejo pala pretenelo. oa n3o deseja since-
ramente a abolcio da escravatora.
O pensamento deobstar a-soloo da
questio. e de contrariar fado qaieto pro
dispj para esta solocio, eo descubro bo
modo porque os nobres depotados dissi-
deotes receberam o par cer da mni illuira-
da commissSo, que esto Ion a proposta do
o**rno.
A commissSo com lonvavel lelo procaroo
demonstrar com esclarecdoe e convincentes
argumentos qaJo funesta a lei da escra-
vido, apoianio-se as razes pblosophi-
cas, religiosas e econmicas. lito perante
os nobres. deputados foi um crine. A
commissSo exorbitou, veio por na m5o do
escravo o ficho do incendio, negando o fun-
damento do direito com que o homem tem
outro hornera na capliveiro.
Se a escravidSo nao o a faca con lera-
navel em face da religiao e da moral, se o
escravo ama propriedade como ortra
qualquer, fondada em razo e otilidade ge-
ral, porqoi devemos entSo destrn* essa
propriedade .'
Desda que intentaTainos sopprimir a
propriedade sobre o escravo, nada mais
intuitivo do que mostrar o falso fundamen-
to dessa proprie lade, a sua desnaiuralrsa-
co e a sua inconsistencia.
Se os Ilustres deputados reconhecem
verdadeiros os principios desenvolvidos pela
commissSo a que me tenho rtferido, nSo
deviiin Contestar a vantagem de sua expo-
sic3o ; se. porm, os n3u reconhecem como
.exactos, a consequenca que nao qnererSo
jamis a supress3o de urna propriedade que
contra si nSa tem motivo* de reprovacSo :
logo, querem a permanencia da escravidSo
no Brasil.
O Sr. Duque Estrada Teixeira : NSo
apoiado.
O Sn. Prvio de Campos-: Apoiado. .
O 9k umsmi Araripe : Em neme da
lavoura se nos diz que > emancipacao feita
segundo a proposta do governo trar gran-
de sacrificio para a lavoura,. s classe sobre a qual pesar o onus.
Qecompleto erro nesta apreciago. Qual-
quer que seja oonus da lavoura, ella o nao
soffre, as: o saorificio se devidir por to-
das as elasses sociaes ; porque urna lei
econmica quo o imposto se distrbue em
igualdade relativa- por todos os consumido-
res. Ora, as manumissoes bitas pelo Es-
tado o serio por meio de qpolas votadas-
pelos poderes competentes, e sabrSo do
thesooro pub.ico;: portanto, nao s a la-
voura quem paga* sS i todos- o brasileiros
na proporcSo dosseus haveros-.
mquanto ao pnejuizo directo da lavoura,
elle mais apparente do que real. Se com.
a diminuidlo dos escravos diminuir a pro-
duccao^ esta subir de prego pela regra de
ser maior o-preco quando o> genero escs-
sea e a procura augmenta: e assim o que
o lavrador perde em namero ganha em.
quaotia; perde por um lado e lucra ejaor
outro.
Mas concedamos que o proprieiario de
escravos faz um sacrificio cora a emancipa-
cao ; ainda assim elle a deve desejar. Para
que trabalha o homem de fortuna ? Entre
varios fins ba um principal., e deixar aos
filhos a fortuna herdada oo adquirida. Para
Ihes legar riquezas esforc*-se o pai, que
tanto mais acertadamente pratcar quanto
mais desembarazada e proweitosa tr a pro-
priedade que deixa, aos seos berJeiros.
Oca, hoje todos reconhecem qae a emm-
cipaco ha de fazer-se i logo o sacrificio '
inevitavel. Assim, se ha vemos de deixar
para os nossos filhos o sacrificio, facamo-lo
nos. Ua nisso mais amor aos filhos de que
na egostica idea de poopar-nos ao sacrificio,
reservaodo-o para aqualles a quem desoja-
mos melhor sorle e cndilo.
A lavoura decaer por falta de bracos ;
eis o que nos repetera continuamente os
inimigos da proposta do elemento servil.
Nao partilbo deste receio, que julgo in-
fundado : um terror pnico.
J fiz ver qoe a lavoura nao pode soffrer
presentemente falta de bragas, porque, ser
gundo a proposla, os escravos acluaes per-
maoecem : osas figuremos o lempo do des-
apparecimento do escravo.
Nesse tempo j o proprieiario de escravos
ter tida opportunidade para os substituir
por operarios livres; e nao se diga que esta
substituido impralicavel. Os fados es-
tranhos e domsticos provam a praticabili-
dade.
Citemos fados nossos. A provincia do
Cear trabalha va--com escravos; mas estes
(o.-ara sahindo da proviacia, e notou-se que
a sua producgSo nao decrescia, nem para-
.ysava, e pelo contrario a.ugmenlava-se.
Esta observagSo produzio urna importante
revolugo econmica naquella provincia; os
escravos foram exportados em grande es-
cala, e o trabalho livre geoeralisoo-se com
proveito da riqueza da mesma provincia.
E aqui cabe fazer urna confrontagSo digna
de toda a attengo. Em dez annos, de 1845
a 1855, o Cear foi privado de perto de
10,000 escravos que vieram vendidos para
o sul; e nesse mesmo espago de tempo a
provincia do Rio recebia de varias provin-
cias do norte para cima de 30,000 escravos
Mas o que acontecen no systema econ-
mico das duas provincias ? No Cear a pro-
duego agrcola cresceu a ponto de sua ex-
porUgio qoadruplicar, passando de menos
de 1,000:001)5 a mais de 4,000:000(9; mas
no Kio nio se dava igual phenomeno ; pois
apenas a sua exportag3o agrcola elevava-se
de 11.000:0.0 a 18,000:000$ havendo
por cooseguinte ura accrescimo apenas de
4,000:0000.00 !
E n3o vedes aqui o effeito do trabalho
espontaneo e do trabalho forgado ?
Se podessem ter realidade as appreben
soes dos nobres deputados dissidentes, os
(actos qae aponto dariam resultado mui di-
verso. O Cear debera decabir e o Rio
crescer, cada ama na proporcSo da parda
e.do ganuo dos escravos; mas no foi isto
o que acontecen. E' um fado summamen-
te instructivo, e para o qual chamo a alten-
gao do paiz, e especialmente da lavoura:
elle digno do estudo dos nossos homens
pensadores.
Como nao se poupam raz as pa-a oppr
a obra de emancipago, os nossos adversa-
rios hSo repetido que n3o ha opportanidade
na apresentagSa do projecto de lei para a
reforma do estado servil: curnpria esperar.
Esperar o oterminavel sophisma dos que
n3 querem que a reforma se opere, mas
que julgam nSo dever atacar de frente a
mesma reforma.
Qando urna opin3o forte, o meio de im-
pedir o sea triampho tergiversar e ir
adiando pela conteraporisag3o.
A opportunidademeste objecto, indicada
pela opiniSo publica; e esta asss tem ma-
nifestado qae tempo de resolver a ques-
tio que nos agita.
A opiniSo publica manifesta-so por via da
imprensa, por meio de assoeiages patriti-
cas, pelo parecer dos homens eminentes,
pelo voto des corporacoea polticas : por -"V
todos estes modos a opiniSo emancipadora
se ba revelado.
A prensa ad vog a idea da libertario
dos escravos; as aaeeciages formara se
para propr e discutir sysleraas de eman-
cipacao e reunir dinheiro para as mana-
misses; os dosjos bomens mais notaveis
hSo opinado pela necessidade da soluco
do difficil problema : as assemb as pro-
vinciaes consignara quanlias pan alforrias
tudo conspira para o flm da liberlago do
escravo e cessaco da escravido. .
Na s isto. A idea da ema nciJBClB l^,"!^S(1
penetroa tao profundamente no a rao do
povo brazileiro, qae nio ba boje fasta, nem
alegra publica oo particular, qae nio se
solemnse com o acto meritorio de alguma
maoumisso que vai arrancar o infeliz, que-
brando-lho as algemas da serv'jdao.
O qoe (altava neste universal concerfo*?
A acgo do governo. Maa emfii ella wf-
parecen com a proposta que temos aujeita
nossa deliberaeao.
E oo meio de todo este' apparato de
pro vas da opiniSo nacional ainda bontem
nesta casa ou vimos s ostentar qae a sppor-
luoidaJe nio era ebegada; mas nao admi-
ra que tal propcsicSo affirme quem diz que
no conselho de estado boove accordo sobre
a idea do ventre livre, quando nos traba-
lhos do propria conselho de estado j pu-
blicados a divulgados pela rraprensa, se !
esta formal deelarago : Sobre a geral
emmcipagSo das gerac&es futuras foi quas
unnime o voto db conselho de estado pela'
affirasativa, seodo voto contrario jmente
o do Sr. baro de Muritioa.
Eis como se rejtsita a evideiK I
Cumpre-me. Sr. presdenter pedir per-
raissao a esta augusta cmara pava dispen-
sar commigo mais um pouco de sua bene-
voleocie, ouvindo ama explicado, que me
pessoel. Fui provocado.
Por mais de urna vez alguns Hioslrcs
collegas, e agora mesmo um nobre deputa- 1-
do pela provincia de Minas, bao mdxado
camo contrario idea capital de proposta
que defendo um opsculo meo, que corra
impresssi sobre a emancipacao se/vil.
Busca-se- neste meu fraco e insigniflnntd
trabalbo aohar materia para nota de incon-
gruencia. Ha nisto a mais completa il-
lusSo.
O me voto de boje e o de boatem ; op-
portunidade, idea do ventre livre,. todo is-
to, que agora susteato votando pela pro-
posta ministerial, sustentei nesse ops-
culo.
Vejamos o que e dizia sobre a- oppor-
tunidade de resolver a questio. Bis a que
escrevi a pagina 31:
c A asoravidio, coodemnada pelo> juiz>
do paiz. acompanhado o brado universal,
que a rsprova como injusta para- o- escravo
e como prejudicial para o senuor, devo ter
o seu termo entie nos. Sobre este ponto
assz tem. versado a discusso ;: agora cuna-
pre-nos obrar, sahindo da incerteza- e da
polmica ;. cumpre-oos tragar o caminho
que devemos seguir na phase Seal da
questio)
c Na.prxima sesaSo legislativa- convm
que o paiz fique sabendo como o problema
resolv3 se.. .A continuaga da duvida
urna ameaga qae nSo pode deixar de ser
funesta nossa sociedade ; porque de um
lade-paralysa a acgo dos caotellosos e do
outra arrisca interesses dos temerarios,
ifcis supiemos poden do Batido cor
re a obrigago- de responder ao appello do
paiz e por termo aaziedade. O que la-
cea o paiz cora, a procraslinacSo ? >
Se en assim to formalmente reconhecia,
a opportunidade, achando-me conforme om
a appresentafio da proposla do goverao,
''que vai resolver o problema, vejamos se
discordava da idea capital da mesma pro-
posta.
A idea capital desta mesma propo&ta a
liberlago do ventre. Pois bem: ahi esta
o que no referido opsculo ou foliveto es-
crevi pagina 13:
Dissemos que o resgate do ventre es
cravo era o nico meio legitimo e vantajoso
de abolir ou preparar a abaltgio final da
escravido no paiz. >
O que eu combat entao fot a idea de
vertre livre sem indemnisacio, e tomando
a si o Eslado a creagSo das geraces sabi-
das desse ventre livre, obrigando o mesmo
Estada a formar eslaboiecimentos por lo.l
o imperio para recebar infantes, que niu
podiam ficar ao abandono.
E' bera patente o meu pensamento dos
seguintes trechos, que esli a pagina 18:
c Que a decretagao da liberdaie do ven
tre, sem previa indemnisago, viola a pro-
priedade, evidente; porqoanto contraria
o principio das nossas leis civis, consagra-
do nesta mui conhecida frmula; partus
sequilur ventrem. Em consequenca deste
principio, o filho da escrava tambem es-
cravo e pertence ao dono desta. Logo, o
proprieiario do fraclo procedente -(te ven-
tre servil nao pode ser privado de loa pro
priedaJe sem previa indemnisaale confor-
me o preceilo constitucional, vflffrdecre-
tar a berdade do individuo Micido da
ventre escravo, sem indemnisacio,- e mani-
fest estulho do direito de propriedade, e
conslitue offensa da nossa constttoicie po-
ltica.
Pode haver maior cooformidade entre as
minhas ideas enunciadas nesse folheto e
as ideas da proposta qae eu agora de-
fondo ?
Nao sei porque fatalidades os nossos
grandes actos relativos emaneipac5o ser-
vil bao de ser attribuidos a torga estranba,
e nao ?o sentimento da consciencia o do
deverf
Os honrados raembros dissidentes pro-
clamara qae da Inglaterra nos vem i im-
posi;5o para a obra qae ora emprehen-
demos; e com espanto mea oavi am mai
illastre cavalheiro affirmar parante asta
respeitavel assembla qae orna carta da
sociedade inglesa contra a escravidSo eons-
tituia o nosso primeiro marco da smanci-
pCSo.
Peza-me, Sr. presidente, qae assim prfc
lendia-se offascar o mrito di nossa espon-
taneidades Nio, Sr. presidente, a gloria do
Brasil nesta qoestio ba de transpetecer
o nosso decoro Acara intacto.
(Contmuar-$e ka.
YP 00 DUWO-KU DO NJQUE DB CAX'AS
I
*A
f

/f

i


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