Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12458


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Full Text
ANUO XLVII. NUMERO 182
V
X
faVJLi A CAPITAL E LUGARES OIDE IAO SE PACA PORTE.
'Potitos metes adiaaUdos ,....*_............ 63000
Por seis ditos Htem \ ....... '............ 12,0000
Por nm son idm.................., S4J000
Cfds saamero tvalso...... iO
SEXTA FElflA II DE AGOSTO Of 1871.
w
PAJA DIITHO E FOBA DA PHOTUCU.
Por U-m mezes adlanUdoa
Por mu ditoa idem. .
Por nove ditos idem .
Por om anuo idem ?
DE PEMAM
Propriedade de Marioel Figrueira de Faria & Filhos.
SSS
SOiMo
I7J00O
-O Sra. Gerardo
- AO AtBSTB:
Antonio Alves & Filhos, no Para ; Goncahes & Pinto, no Maranhlo ; Joaqnim Jos de Oliveira & Filoo, no Cetra ; Antonio de Lemoa Braga, no Aracar/ ; Joio Alaria Julio Chavea, no Asa ; Antonio Marones da Sv N tal
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ;FeIippe Estrella C, na Parahyba; Antonio Jos* Gomes, na Vfltai da Penha; Belarmino dos Santos Buido, em Santo Antio; Domingos Jos da "Costa Braga,
em Nasareth ; Antonio Ferreira de Aguiar, em Gojanna; Francino Tavarea da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Baha ; e Leite, Serqninho & C. no Rio de Janeiro.
; Jos Jastta
DIARIO DE PERNANTBUCO
tjr----------------:----------------------
BECtFE, II [)! AGDSTJ U 1871.
Noticias da Europa.
Vimos hoja dar alguas extractos dos jornaes
qae recebamos pelo vapjr fraucez Sinfli, os quaes
eaapletam a serio de ootcias da quinzeua.
INGLATERRA
Os jeroaes deste reino, fia UBtt d) assass-
ate do chafe de polica Mr. Tlbot e aitribuem
tule tacto a perseaau:\ > q n esto empregada tem
tH) aos- fanos di Irlanda. Coaita que este
agenta se vaogloriava do3 sem servigos secretos,
d!tranla nie tabernas, que frequentava mu to,
qual era a sua proQsai, e como a praticiva : a
a lia**uagem provocadora iaduto 01 seus cama-
rala) a diterem-lhe qae sa expunb* loaeameate
a USU viagingi.
f\ poucos das, pela ma.t nonle, quanloTal-
tMt passava por ILrdw ;h Sireel, em Diblu, lan-
ces-salobre ella un hien, e depjis de o ter
elealj atieutaraeole cuino para o reoonh jeer, d:
uarragou-lba um lira de rewjlver na cara. A
fielima leve ainia bislaate forja pan se arrastar
use ama estaca* de pjlicia; apean alli chegou
qulz fallar, mas soltando um grito, cabio exauima.
0 Uro foi oovido pjr qaatro pessoas : doas po-
Uetai e dous artistas. Os priraairos persagurara
a auusioo; o qcal, al im;i I i, Ihei arremegou
Aea o revolver. Un d> policas coaieguio lau-
ar-ie ao assassiao, mas recebsu un tiro; depois
0 ama desesperada lata, poderam os dous apo-
4erar-ie d criminoso, e coidasi-lo cadeia.
O anaasiao ehaau-ie Pdiubsrtm, e ter uas 30
en 40 anuos do dale. Parece que ene acontec
atesto prouzir algunas desorden* na Irlanda,
por uso que os tenanos juraram salvar oreo;
lvenos lombir-nos que os lrlaodezes, que sao
i fae eonitituein aquella sociedade, nao tivoram
oalr'ora iacoaveniente em prom : urna expo
efe en urna cade a, om o proposito de salvar um
eoapaaUeiro; oera se leein poupado nunca ao
prego da plvora e do punbal, seinpre que se
trata de proteger os seus.
O valor dos gneros expjrlados uj semestre
alaio, de Janeiro a junb), para variadas partes
fo amado, se descrimioa pela seguinte forma:
Alf.dOei............ Lb. 3U90:216
.Lita................ idem li.65ri:737
Sajad............... idem 1.609:851
Vestuario............ idem 4.381590
Pitra eafo.......... idem 11.778.817
Calleara e entelara. idem 1.715:837
Fioi tilegrapbieos, etc. idem .939:519
Masfesu........... idem 1.468:191
Cef............... idem 1.230:451
lisias............. ilem 817:351
Pelies e couros....... idem 614:951
Garto............. idam 2.735:892
Carreja............. idem 1.045:554
Uafca.............. idem 4.738:254

A! estes productos da industria ingleza tem de
i ja atar 1/4 raais sobre o valor de artlgos miados
aio ioxluidos as eipeciflca^oas cima mencio-
nudas.
A imporlacao de obro e prata em moeda e
m barra, no primeiro semestr' do carrate aoao
om (uglaterra, foi de 19.715:363.
A. exportacao dos meamos matas foi de
OM-474.
Sitas algarismos sa) superiores] ao dobro dai
luiaiias importadas ou exportadas no periodj
eorrespoadenle dos dous anuos precedentes.
S;gundj o ultimo Census no Reino-Unido,
ana magestade a rainba tem boje maia 5.90J:000
subditos do que u> principio do seu reinado.
Eite notavel accreacimo obtid; em quasi urna
jieraco, superior populacao actual da Irlanda,
exeele tambam populaba.* da Blgica, Hollan-
da o Portugal, e quan iguil da Noruega e
Sueeia.
No dia 11 dejulbo bouve urna collsai no
canal de Inglaterra, entra o vapor Wtdgeon, de
SIS toneladas de registro, procodento de Liver-
pool para Rotterdam, e o navio da vela Madagas-
car, de 1.311 toneladas, o q jal ia de Londres
liar Quebac em lastro. O vapor levava carga
comajeta.
Aragdaram-se tauto o vapor como o navio, mas
oie han ve perda da vidas. As equipagens de um
p. o otra foram recolbidas pelo uavio nele Star,
jue do Sieio das ondas salvon quasi todas, e as
coaduzio para Po.ym j jiti.
o da 8 de junbo cbag >u ao Cabo da Boa
Efperaaqa o vapor ioglez Vfarrior, pertencente
companbia de navega;o do CaDo e Natal, levan I >
a aaii carta viagam de que ba memoria, isto ,
46 das e meio, desde Dartooouth, porto de Ingla-
terra; sendo 111/2 das meaos, do que era obri-
gado pelo contrato do correio !
Honveram uhimamantc fortes trovoadas em
algaas poatos de Inglaterra, causaado d:verses
estragos. Eatre elle*, deu-se o seguate faci ex-
traordinario.
as visiobangas de Birmingbam, segua um su-
geito cavallo, e sendo colindo por urna falsea
elctrica, esta Ibe atravessou o chapeo e Ibe ma-
ma o eavallo, sem que o cavalleiro soffresse
autro incommodo alm da pequea arscelo em
urna daa maos.
amfSA.
Bata paiz acaba da procedar s snas elei-
M. O Sr. Bruoner, advogado e ex presidente
grande canselbo de Barna, toi nomeado presi-
deale do coaselho nacional.
k Tice presidencia foi dada ao Sr. Vautier, de
flrsafcra.
O eooaaUo eos estados elegeu para presidente o
k>r. Agosaho Kellar, que e.a antagonista d03 con-
vastos na Argovia, e nm dos primeiros ebefes da
reforma aoissa que creou a cjnstiinirao federal de
48.
priaaeiros actos da assemblea federal
se da poca em que deveria discuttir
[da constituicao. A' este respeito deeidio
' nacional em sesso extraordinaria, eo-
Ba seos trabalbos nos primeiros das do
pewixao mez de novembro.
misoA.
Sob o titalo 0$ elettos de Pars, esbOQO va
per, publica o Timt o seguinte':
< O candidato que mais votos obteve o mais
neutro de todos, o Sr. Wolowski, memoro do Ios-
tato, protessor de economa no conse valono das
les e offleios. E' homem pratico e amavel,
osfeeeido na Europa inteira pelas suas obras.
* O Sr. Aodr, que vem em segando lagar,
dul id urna nqaissma casa banearia, ultra-
eauf vador; nao sabe ain la que forma de gover-
DO refere.
c O Sr. Persolet nm industrial que dorante o
aerea dirigi a admioistra^io de nm dos barros
4 Paria. A sua familia andava d'antes ligada
au de Orieesa.
< O Sr. Loavet ara merceeiro ; foi ao pre-
aiaate do tribunal do commercio, e tem querido
(Mdar peridicos; gosta de renome.
< O Sr. Dieta-Mooin, negociante de lonea, nao
ajaiava aaai eoaa o imperio; bera visto entre os
assMieanoa : ha de vivar perfeitamenie cora a
aMsarekia. E' prova de grande sabadoria dar-se
b*m com toda a gente.
* O Sr. Prstense, padre da igreja reformada,
swsem que mais diligencias tem feito para en-
rar sa asawBbla polica. Palla de lado, e a
proposito de lado, com a oaeama obscaridade a a
aseeata friexa. ,
O Ir. Paul Mors sasaoa i qoam a ana in-
autrlal deve mallo em Presea. elle que bron-
zaia os candelabres da cidade de Pars, e doara o
ferro da Opera; proprietario de um estabeleci-
mento para a galvanisaeai dos metaes, e inventor
de nm novo arrigo chamado bronte de aluminium.
Foi maire de Nanterre, bonito lugarejo, perto de
Pars, limara pihticj pela forma da correte
anli poltica.
t l> Sr. Deoormandie, procurador*
c O Sr. marquez de Plaac passa com razio por
homem gasto nos negocios. No tempo do imperio
fez parte da omraissio para vigilancia das flaao-
cai tarcas, Voliaado Franca, foi nomeado vice-
governalor do biaco, qae salvoa no terapo da
coiurauna. Sorprehende que nao tenln o titulo
de governador, urna vez que faz as suas vezes.
O Sr. general de Cissey o 50' oa 60* geae-
ral da assemblea ; como ministro da guerr'a, tem
direito especial a nma cadeira.
< 0 Sr Kranz atsaciaoo e mechanieo ; foi el-
le que conslruiu o barracao oval do Campo de
Marte para a expjsicio de 1867, e depois funda
caninas. Puler dar b>as opinin a respeito da
construegao da columna Vendme, e do equilibrio
das forcas eoostituciooaes.
O Sr. Eimrdo Laboulaye consegaio final-
menta, api 18 anaos de eiforcos. Sabe admira
velmenta misturar o til com o agradavel em lo-
doi os seos eicriptos. Danlo crdito ao que elle
esereve, vem a ser um partidario convicto da for-
ma republ.caoa dos Estados-Unidos.
O Sr. Lao Lefdbvre foi eieito por ler sido de-
patado da Alsacia; daviam ta-lo escolbido por
causa da sua ialeligencia e dos seus principios
econmicos; um dos principies representantes
do commercio. Nao caloroso partidario da' re-
publica, mas decidido livre-cambista.
O Sr. Sahart fot eleilo por ser tabelliio. Se
houvar oecasiao de rever a lei ierca das suc-
cessdei ou dos contratos do calamento, elle ho-
rnera competente.
'J Sr. Orouia negocia em oca, azul da Prus-
sia e ail. K* presidente do tribunal do commer-
cio, e para o ser a.-uflaria o Imperio.
< Resumindo : mais horneas de negocio, do que
horneas polticos. >
Eis a declarado feita pelos legitimistas fran-
cezas a proposito do manifest do conde de Cbam-
bord :
< As nipiracdas de moasenhor o conde de
Chambord s a elle perieocem.
< Julgaem-n'as da maneira que qaizerera, nao
se Ihes ple negar um carcter de siacendade,
qae vai at ao sacrificio e que inspira respeito
Dopois, como antas daste documento, os ho-
mens affectos ao principio da mooarcbia heredita-
ria e representativa, porqae veem nella ama ga-
ranta da salvajaa para o paiz, declaram-se ad-
dictos aos iatoresses da Franca e das suas liber-
dade?.
Conformes com a sua vontade, nao se affas-
(am da bandeira que a aacao deu a ai mesma,
baodeiri Ilustrada pele valor dos seas soldados,
e qae ebegou a ser, era opposicSo ao sangrento
estandarte da anirc&ia, a bandeira da ordem so-
cial.-- -*~-
O general Fbadherba escreveu um' fo.lheto
com o titulo : Campa/uta do extraa do norte, que
offereceu a Gambetta com a sagainte dedicato-
ria :
t Seuhor : Devo-lhe a hobra de ler comman-
dado nm exarcito francez em presenta do inimi-
go. Cumpro cora o mea dever dedicando Me a
rela?ao das operajSes desse exercito, no enmpri-
raento da sua nobre missao : defender o solo pa-
trio contra o estrangairo, ou salvar pelo meaos a
honra das nossas armis, suecumbindo digna-
mente.
Se o seu rdeme patriotismo julgar que Ozemos
quanto era possivel fazer, ser para mim urna
grande satisfacao. >
O correspondente da poca em Paris, diz
aquella foiba com a data da 16 de julho :
Fez honlem 92 anuos qae pela primeira vez
se ifcu o pavilho tricolor em Franca.
Eis era que circunstancias :
Era no mez de julho de 1789.
< As cores vermelha e azul, qae tinbam che-
gado a ser a oandeira da nsurreicao depois de
ter (ido a de Paris, o Sr. de Lafayette accresc-ra-
tou a antiga cor branca : desda entao lie ju crea-
da a bauddira tricolor.
c A) aprasentar esta bandeira cidade de Pa-
ris, ao raeimi tarapo que organisava a milicia na-
cional, o Sr. de Lafayett; pronunciou estas pala-
vras : '
Trago-vos, senhores, urna bandeira que dar
< volta ao mundo inteiro, e urna instituico ao
< mesmo tempo cvica e militar que mudar o
systema da tctica europea e reduzir os go-
vernos aDiolutos alternativa de ser balidos se
nao a imitara, e de ser derrocados se a imi-
a tara. >
i Desde aquelle da at 1814', isto durante 25
annos, a bandeira tricolor foi a bandeira fran-
ceza.
Dapois da acta do senado que proclamou o
destoroaamento de Napoleo I, para provar a fa-
milia real que os parisienses Ibes seriara fiis,
era preciso decidi-los a abandonar a bandeira
tricolor e a adoptar a bandeira branca.
o Os ebefes das doze regiei foram convocados
para esse lira, e convidaram nos a dar ellas mes-
oos o exemplo de fidelidade.
t Estes disseram que estavam promptos a obe-
decer a ama ordem nesie sentido, mas nao a to-
mar a iniciativa. O 3r. OJiot fallou por elles. O
governo, api de inuleii eslorcos para provocar
a esponlaneidtide, dea ordem relativa a subaitui-
cao da bandeira, e deraiitiu o Sr. diot.
a Alguai realistas muito leaes aos Bourbons
desapprovaram a proscripfo da bandeira trico-
lor, que flcava disposi^ao das opposicde3 como
um sigoal de affeicao.
t Desde 20 de marco da 1815 at 28 de junho
do mesmo anno (os cem das), o pavilho tricolor
torna a ser a bandeira nacional e flucta sabr o
palazo das Tultferias.
Era 28 de junho as tres horas a bandeira tri-
color desapparece, o aio se sabsttiae at 6 -le ju-
lho do mesmo anao.
< No da 6 de ju ho declara a milicia nacional
por acto publico que deseja conservar as tres co-
rea naeiooaes. Esta declaracao foi apresentada
com certa pompa a Luiz XVII em Saint Denls pe-
los chafes de legio.
f O rei responden que depois da primeira res-
taurado tena podido adoptar a bandeira tricolor;
mas qae nSo poda consentir nisso desde qae
servia de sigoal a usurpacao.
Em 8 de julho leu-se ama real ordem mili-
cia mandando asar de tfovo a bandeira Branca.
Em W de julho de 1830, Lafayette, vestido do
sea amigo uniforme tricolor, tomava o comman-
do da guarda nacional. Nj 1* de agosto, o dnque
de Orleans era nomeado logar-lenente general do
reino, e a bandeira tricolor, coroada pelo gallo
com uas estendijas, era passeada triampbal-
mente pelas ras de Parla.
c A bandeira tricolor substitua pela terceira e
ultima vez at agora, a baodeira branca. Vinte
annos depois o gallo eedia o posto aguia impe-
rial.
Em 25 de fevereiro de 184 qniz o novo obli-
gar Lamartine a arvorar a baodeira vermelha. La-
martine resisttu n'um discurso calibre, qae ter-
minava astim :
< Bn nunca adoptare! a bandeira vermelha, e
as por que: a baodeira tricolor dea volta ao
mando coa a repblica e o imperio, com ai vos-
sai (bardados e as vossas glorias, e a bandeira
vermelha s deu a volta do campo de Mirle, en-
sopada de saogue do povot >
i O 4 de setembro eooservou a bandeira trico-
lor : em 18 de marco foi substituida em Paris,
pelo que o Sr. Thiers chama o ignobil pavilho
vermelho.
O conde de Chambord acaba do declarar que
ne abandoaar nunca a baodeira branca.
O trancazos, com a sua frivolidade ordina-
ria, diz a Pfililicz de Madril, quaodo se trata de
povos eitraogeiros, pretenderam que as fileiras
da commnna figuravam de 18 a 20, JIM) estrangei-
ros. Estes, diziam, s;u os verdadeiros instigadores
da rasurreica >, e s gente de tal especie, albeia
brande naga) francesa, tena sido eapaz de com-
raetter os crimes de que Paris foi theatro.
< Como succede qaaodo taei affirma^dei se lan-
oam, ba um primeiro momento de estupor em
qae corram validas e sera conectivo ; mu ebega
em breve om momento em que as raalamagoes
dos interessados seproduzeme a luz apparece.
t Assira suceedeu oeste caso. Os inglezes, os
italianos, os bespanboes j provaram, per meio de
informes e protestos offlciaes, que o numero dos
seui compatriotas compro netiidos nos crimes cora-
rauoislas era mnimo.
< Falta-va justificar os polacos, contra quem
raui> especialmente se desatara a colera france-
sa Reeordava se Ihes o que a Franca rizara por
elles, e aecusavam-nos de ingratos e de vnda-
los.
Os chefas da emigraca) polaca abalaram-se
com estes ataques, e depois de allegar os informes
necesarios, redigiram urna Memoria, qae (o en-
tregue a assemblea de Versailles. Oeste carioso
opuiculo, iafere-se qae os polacos que serviram
a comrauna olo passam de 114. Dalles, 74 per-
tenciam em 18 de marco milicia nacional, e
aguilnoados pela miseria conlinuaram nu anas
fileiras. S qaareota foram voluntariamente of-
ferecer os seus ser vicos aos horneas do H.tel de
Villa. Pertenciam a essa classe de aventuraros
que arrasta em,poz de st toda a eoiigracao, e fo-
ram re tratados por Dombrowski, mais russo do
que polaco. Neobnro, todava, afflrma a junta da
emigraco polaca, sanio d'ura papel paramente
militar; nenbum assassinop, ineendiou oa sa-
qneou.
t Esta ailirmativa apparece provada nos infor-
mes da polica. A junia pode fcilmente faxer es-
ta summana averiguarlo,' porque os polacos re-
fugiados em Franca sao 3,700, dos quaes 1,200
habitam em Paria. Nenhnm aellas se averigen
estar filiado na Internacional.
' A Memoria recorda que sobre 03 3,700 refu-
giados, 1,750 se alistaram no exercito francez, e
500 oa milicia parisiense ; 300 morreram nos
campos de batalha, deteniendo a Franca. >
A sorfe do ministerio das financas est irre-
vogavelmente decidida. F*i eondenonado sem ap
pellaco a ser completamente arrasa lo. A demo-
lilo vai principiar sanamente dentro em poucos
das ; deve estar acabada n'um mez, o mais
tardar.
IfflmediaUmente depois de ae removerem aa
ruinas, proceder-se ha a venda' do terreno, qawr
por adjufieasaob que/ aalgu'wlmanta,
pello nada est atada dMermlaaao.
Os edificios do ministerio'du financas cobriam
urna superficie de 11:500 metros. Nesta parte da
ra de Rivoli, o metro superficial vaie cerca de
500 fr. ; ple pois calcular-se em 5.750:000 fran-
cos o valor do terreno ocupado pele qae foi e
nao tornara a ser ministerio das financas.
No lugar do vasto monumento incendiado pelos
selvageos da communaergaer-se-h) casas burgae-
zas. Ptese pelo meaos calcular em viote o nu-
mero dessas ca-as, qae deverio ser construidas
por um plano uniforme, oa ra de Rivoli, roa de
Castigliooe, ra do Monibalon e roa do Luxera-
burgo.
A edicagao nao cus tara meos de 1:000 fr. o
metro. A' qaera comprar o terreno sao concedi-
dos dous anuo- para reeiificaeio.
O Srs. Corbon e Laarent Pichat, em none
da liga da uoio republicana dos diraitos de Pars,
entregarum ao chafe do poder executivo o seguin-
te documento, que o Uoneur Uuicersel, publica :
Paris, 12 de julho de 1871. O abaixo assig-
nados, merabros do eomicio eleitoral da liga da
unio republicana des direilos de Paris, reunidos
para satisfacer ao decreto que convida os habi-
tantes de Pars a proceder s eleijoes mnoicipaes,
ra-olveram, antes de toda a disenssio, pedir ao Sr.
chefe do poder executivo da repblica fraoeeza, a
cessag) immediata do estado de cerco que acaba
de causar a abstenco de228:000 cidados sobre
458:000 inscriptos.
< O governo de aceordo com a opinio publica,
compreheoder, sem dnvida, qae nio ple baver
eleiges sinceras e leaes, onde nao ha liberdade.
c Dignai-vos de aeeitar, Sr. chefe do podar exe-
cutivo, a expressao do noiso respeito.
f Seguem-se as assignaluras.
Us doas irmos Fr, membros da commnna,
que j foram presos,ebegaram Versailles. Eotre
os documento- que se Ibes encontrn, ba as doas
seguales aatographos, nos quaes a energia nao
ceda em nada a conciso do estylo.
No primeiro l-se :
Fac.am arder ludo.Fr.
O segundo diz:
t Fazilem os pnsioneiros.Fr.
Algaas instantes depois da sua chegada a Ver-
santes, conduziam para o mesmo ponto o moca
Gustavo Ma oteau, redad ir em chefe do verdade-
ro Pre Uachine.
Eacoatramos na Frunce a noticia de um jal-
gamento militar, havido ltimamente em Verstiles
e qne anda se liga com o sereo de Paris :
Na sala do, tribunal funceionava e segundo
conseibo de guerra. No banco dos reos estavam
sentados sele horneas com aoifcrme de guardas
movis.
t Foi publico que durante o cerco de Pars, ni
da 8 de jaoeiro de 1871, Mr. Trouo, governador
apooteu iodigaaco publica o procedimento ver-
gooboso de sele guardas movis, que, nos postos
avaocados da pennsula de Gennevilliers, se passa-
ram para o ioimigo.
Alguas protestos se levantaran! da parte do
exercito, cejsarava-se a preeipitafo do general
Troch, porqae elle nlo llama provado de urna
maneira iacontestaval a Juga para o inimigo.
c Os sele acnsales comparecern finalmente
pera ote o coosetao de guerra ; a ana attitufa ara
calma, a sua physiooomia metaacholiea, e reapas-
diam com franqueza ao coronal Aubert, que pre-
sidia.
Eis aqu os botos taes como ae feprebeode-
ram dos debatea:
f No dia 8 de Janeiro de 1871, nm batalhio de
movis aa Cosias-do Norte esuva de guarda oa
peoioiula de Geooevilliers, na ma1 gem esaoerda
do Sena, em (rente da povoaeio d'Argeoteai; sendo
esta situada na mugem direita e oceupada pelos
prussianos.
< N'osse dia havia feata no campa, inimigo. Ce*
lebrava-sa o anniveriario real e havia liberdade
entre a aeldafeaea prussiana
c Doas Salea metieram-se n'um barco, desar-
mados, e atravessando o Sena, visinhuam dea mo-
vis acampados na margen etqoer la.
c foram recebidos per dona leuaataa. MM La-
merye Uveaooet, por om sargento, M-. Torqaard
e por um alfares, Mr. Troadec Os pruuUsos le-
vanuram gritos da Viva a paz 1 Abaixo Bk-
ark I*
c Deluanaaqee na* se uuuiaaa heter. Oa
franoeies eereoluram na sinceridad deesa lio-
gaagem e aonairam em dirigirse ao post proa-
siano da margem direita. o qual, segundo elles se
qnerla rendar.
Foram, pois, os movis, sob promessa de qae
serum recoadazidos ao sea posto depois desla
breve excursao.
Os prussianos comprometteram-se. *
' m }m^nlo de leviandade e um poucoihnho
de euriosidade fizeram deslemerar a estes homens
qae dame do inimigo nlo se fraternisa com.elle
em caso algum.
< Partirra em numero de sete: os barqueiros,
que se diziam franceze*, Ozeram se cmplices dos
prusjianoi, dixeado aos movis :
Nao reeeiem, venham visitar os prussianos
que Ihas nao querem fazer mal aigum.
Logo que 01 sete guardas movis chegaram a
Argenteuil, os pruisiaoos declarara dos prisio-
neiros.
< O oronel, que commaodava o carpo inimigo,
secundan Jo a argucia da soldados, requeren
transportes, eiqaraodo poler, pela estratagema,
aprisionar urna parte da companhia dos guardas
movis das Costas do Norte-
Toda na o coran andante (raniez prevenido a
terapo do deiappareciinenlo dos sete soldados apres-
sou-se a mandar fazer fago contra quera atraves-
saiso o Sena.
< O commandaote e os capitaes do batalbo
foram ouvidos.
Um delles, condecorado na Crimea, chor i-a
ao historiar o brioso comporlamento dos seus sol-
dados as refregas anteriores.
Depois de longos debates, o jury proounciou-se
pela nao colpabilidade.
Foi apresentado academia du seiencias de
Franca a seguale eslatistica dos baldes, durante
o cerco de Paria.
O numero dos baldes expedidos de Paris,no pe-
riodo decorrido de 23 de Setembro a 28 de Janei-
ro, foi de 64. Levaram 9,000 kilogrammas de des-
pachos, oa 3,000:000 de cartas de 3 grammu ca-
da nm i; 91 pasca geiros, alm de 64 a'eoaaatas,
e 354 pombos correio.
Cioco baldes foram capturado pelos prussianos,
dous perderam-se no mar.
Ostro, o Ville de Orleans, sob a direccao de Mr.
Ilober, atravessoa o mar do Norte e eahio na No-
ruega, depois de ama viagam de 1,600 kilmetros,
em 45 horas I
Eotre os insurgentes presos em Versailles
qae o comparecer parante os consolaos de guer-
ra, aa um, que se tem eonstantemeote recusado a
dar a misiaa laformaco acerca da ana pessoa, a
oosta angular I a admioistraclo da polica, nao
obstante os poderosos meioa de invesligacao, de
que dispon, anda nao ple averiguar a sua idea-
udede.
lase individuo ebama-se. ou para aermes mais
exaeto, da chamarse Foss ; ura amigo de As-
sl, por quem paree > ler urna especie de venera-
cao. Doraste o reinado da commnna, era seu
ajufaate fe campo. Tem-se quasi a certeza de
que faz parte da Internacional.
Bita soldado da revotta, que veio sem ae saber
d'oade, sea querer dizer o verdadero nome,
nem o lugar de seu uaagjatenio, nao ser car
este ras- *-eule, anda que poste no lerceiro lugar, urna
das llguras menos canosas desle curioso"^p'ro-
eesso.
Ser defendido pelo Sr. viseonde d'Ioghnem, nm
dos mais mo;os advogados de Paris.
Eis os pormenores exaclissimos sobre a ma-
neira de viver dos presos encerrados na Orange-
rie de Versailles :
Daitam-se em cima de molbos de palha, aos
grupos de seis ou oito pessoas. Estes grupos for-
mam de algum modo esquadroas, que pam em
com mam as pro vi-oes de bocea etc.
O sestelo distribuida aoi presos pela adminis-
trado, compoa-ss de caldo, distribuido pela ma-
nhaa, depois pao e carao. Nada de vinho.
O numero dos 'prisioaeiros presos oa Orao-
gerie actualmente de 950, e esse algarismo di-
mnue todos os das, porque maitos sSo postos em
liberdade.
O exercito de Versailles s orden? do ruare-
chai Mic-Mahoo e o ax-rcito de reserva commao-
dad) pelo general Vinoy, foram dissolvidis e reor-
gamsaaos do modo seguate :
Primeiro corpo, general Montaudon ; segundo
corvo, general Bataille.Quarteis generaes em Pa-
rs.
Terceiro corpo, general Du 8arrall : caval-
laria, quartel general as immediacdes de Pa-
ris.
Q jarlo corpo, general Donay, quartel general
em Saiat Cload.
Quinto corpo, general 'Cundan!, quartd general
em Versailles,
Sexto corpo, general Bourbaki, quartel general
em Lyon.
0 effactivo das fon;is militares completamente
orgaoisadas va chegar brevemente a 320,000 bo-
rneas.
A Tribuna, de Bordis, publica a seguinte
carta, dirigida aos membros das juntas republica-
nas de Bordos e da Gironde :
f Caros con:iJalaos :Nio.dnvidareis da ale-
gra intima e profunda qae me acaba de causar,
como a todos os repnolieaoos franeezes, o signifi-
cativo xito dos nossos candidatos no escrutinio de
domingo 2 de julho.
a Desejo todava dizer-vos qnan o essa grande
victoria eleitoral deve inspirar-nos satisfaca no
presente e esperances no futuro porque mo
quero assoeiar pesaoalmente vossa mensagem
sajoia e patritica dirigida aos ieitores do campo.
t Vos o dissesles : conservemo-nos todos juntos
unidos n'uma indissolavel aniao, e fundaremos a
repblica, o nico governo eapaz de nos dar, com
a ordem e a prosperidade interna, a influencia e a
gran deu no exterior.
c As eleicSes qae acabam de se effactuar mos-
tram qae a Franca est decidida ao bem, que lu-
do quer fazer para reconquistar a grande situai;ao
d'onde a mooarchia a fez caliir.
< Bita vontade do paiz, impSa-nos,- a nos repu-
blicanos, os rais altos deveres ; do nosso gover-
no qae a Franca espera e deseja a sos salvacao e
a sua regeparacao. Trabalhemos pois todos sem
deacaaco, com firmeza e raoderacio, com babilida-
de e sabedoria, para fazer cora que a repblica,
da qual mnguem deseoufia agora entre as pessoas
honradas, seja para a noisa desgraoada patria o
porto onde posla descancar finalmente, na pros-
parifade e na paz aoeial, de todas as tormentas
qae a teem acossado.
1 Para sao, anda ama vez, repudiemos oa ex-
ceasoe, eouaervemo-nos unid's, Ormu, vigilantes,
moderados, pacientes sobretudo, e pertence o fu-
turo aos nossos principios.
c Toda vosso do coracio, meas caros co acida-
daos.
c Paria, 6 de joo fe 1871.L*oa Gos6n..
Do uUimo- tumoitoa occorriioi em Slrasbar-
go fu a Jornal di Lyon a seguale relacio :
( CesourUamot o tomo tarritorio, vamos agora
conquistar oa voaaos coracdei.
f (Biaaaark, discurso parlaraeuur).
c Oaeupaaa-ia pota em couqaislar oeste mome-
lo 00 seeaea caraces. ,
Eis aqal como :
i Hestea a sonta,, om artiieiro fraseas e os-
tros soldados tambem fraaeaaes. vollando do
captiveiro, pauavam pda Grand Rae ; o arti-
Ibeiro, da cada vez que va um prussiano, excla-
t Tita a Franca I
< Aiguus prasaiauoe Uncam-a de repente sobre
elle, pfeetraavoo, taraa-oo w 04 aebres. faxem-
the sugue.
De toda a parte afflue gente para arrancar os
aesgragados as maos de seus algozes ; de todos
os cantos surdem prussianos, wurlemberguezes,
saxonios. Vamis, a oecasiao boa, toca a puxar
das armas. v
Pass nma pobre mullier com urna carroca ;
um pontap vira- a carroja, um murro anca a
mulher contra a parede.
t O marido, que a segu, implora aos solla-
dos.
< E' derrubado.
Abre se nma janella e deita-se agua sobre os
prussianos ; de outra janella caem estilhacos de
garrafa.
c Eotao precipitam-se sobre urna peiueoa lija
de pannos, toreara a pona, assaliam o eslabeleci-
ment, e prendem todos os caixeiros.
Na ra coniina a execravel perseguigo con-
tra as cranlas e as mnlheres; os cidados sao
asfaltados, maltratados.
t Fogem alguas, mas os soldados seguem-ao3
de sabr em puobo.
t Ura bomem Oes com a cabaga rachada ; um
pequen ) arrojado contra urna esquina.
Depois espalham se pelas ras circuravisnhas,
quebram as vidragas, forjara as taipas, sem moti-
vo, sem provoeacao, com o uoco Um de cooquis-
tarem os nossos corac5e.
Acodem patrulhas, preode-se o acaso, e fi-
nalmente ba duas morles, urna dezena de feridos
e 20 grises.
E* evidente que entre os presos nao ha ura s
prussiano.
t E admirem-se 03 seus jaraaes de que nos os
nao amemos I
< Em todas as classes da sociedade strasbur-
gnease o odio contra os 003303 conquistadores
cresce de dia para dia.
A elasse pobre, obrera, maoifesta espe-
cialmente os seus semimeotos d'uma maneira re-
levante.
Ha algum tempo vam-se passar pelas raaa ra-
pazes de treza a qnatorze annos, mesmo de nove
para dez, de barretina, sacco e cora objeclos mili-
tares.
Sao filhos de operarios, de iornaleiros; dei-
xam a sua familia e vo para a Franja para esca-
par ao recrutamento e receber urna instrueco
astease,
< Teem partido j cantos delles.
< Estes rapazes ausentam-se cantando, satlsfe-
los, alegres.
Os prussianos eneontraram meio de deter
grande numero delles em razo d'uma longa serie
de delictos.
Taera soltado, dizera, gritos sediciosos, partem
sem guia, sem autorisacao.
Em Sarreburgo prendem-n'os e remettem-oos
para aqu com destiao a casa de correecao.
Bem vos disse eu que estavam em maro de
conquistar os nossos ooraces.
O Sr. Gambetta leve, no dia 4 de julho, com
um correspondente do Standard urna eoaversacao,
que o seu interlocutor conta nos seguintes ter-
mos :
< Eu nao nha visto o Sr. Gambetta depois do
dia 20 de setembro. Aebei-o um penco mudado,
mas a sua saode melborou decididamente, e o seu
espirito coaserva-se claro e audacioio.
< A mioba primeira perganta foi :
< Por qae motivo neo reprovoa oficialmente a
communa, que lano despreza ?
Respondeu-me :
Deve attender mioha poscao desde 5 de
fevereiro pusalo. Tinba dado a minba demsso,
era apenas nm simples particular. Completamen-
te de-gostoso e maguado pela anciedade e pelo
trabaIno, fui residir para S. Sebastio, onde du-
rante cinco mezes s Uve por uoco flm reslabele-
cer a miaba saode. Vivia com os pescadores,
passsnlo todo o lempo bara-mar, sera ler peri-
dicos, sem ver amigos. A miaba tengio era re-
nunciar 1)0111103, e entrar n'uraa carreira indus-
trial. Foi ento que, a 22 de marga, II n'uma fo-
Iha hespaohiola a narrativa do soccedido em Moni-
martre, e da nsurreicao de Pars.
Conveoci-me, e anda eslou convencido de
que o primeiro motivo das desgrasas que teem sobre
viodo deve procurar-se noi actos dos Srs. Julio
Favre, Julio Simn, Picard e Ferry. Estes se-
nhores tinbam rancor e odio ao povo de Paris,
que Ihe revelara o seu descontentamento pelo seu
governo por meio do pequeo numero de votos
que Ihas dea em fevereiro. Esses polticos sem
valor, ocapazes de proceder utilmente n'uma cir-
cumstancia difficil, trataram de animar o tumulto,
para terem oecasiao de descarregar em Paris um
golpe viogador. A deposicao da capital foi por
ellas resolvida^e arrastaram comsigo o Sr. Tbiers.
Paris foi desamparado, e os commuuislas senbo-
rearam-sa da ltoridade.
Como pode imaginar que, em tal occorren-
cia, eu, que eslava distante, tomasse parte na da.
ciso ?
c Seeu fosse ministro do interior, ler-me-ha
estallado no hotel de Ville, e chamando em meu
auxilio todos os baos cidados, tentara obter um
aceordo entre Paris e Versailles. Mas eu estava
ausente, e impossibilitado de proceder. Urna car-
ta mioha nao tena dado nenhum resaltado. A
resposta seria :
Elle que venha ca, e que ponba Qm a estes
actos horriveis. Por que motivo nao vem ? d
N'esu oecasiao j era tarde para pensar em
tal. Em taes cireumstancias, preciso obrar m-
mediatamente.
< Fallando rae depois da sua eleicao, disse-me
o Sr. Gambetta :
A mioha eleicio por Pars causn-me
grande satisfacao, por que e ama resposta a todos
os insultos e calumnias que me teem arremessado
na ausencia. E note que nio fui apoiado por ne-
nhnm peridico. Todos me eram oppostos.
Oblive 115.000 votos, com quanto mais de
60,000 dos meus primeiros con-iiiurates perdes-
sem o direito de eieitoi*em Pars. Alm disto,na
provincia, muitos dos meas amigos, tanto pesaoaes
como p )litico, foram eleiloS tambera. O m n li-
tigo secretario, maitos dos mures e dos prefeito
do meu governo, Paidhe be e Jaura, dous gene-
raes aomeados por mim, obliveram maiora. Pro
va isto que em Franca nunca se condemna nm
homem por ter tido f no poder e na felicidade do
seo paiz, e qae a repblica est mais slidamente
arraigada, do qae se suppunha. Vamos agora tra-
tar de cimentar as bases de ama repblica mode-
rada, qae ser a salvaco do paiz.
< No decorrer da oossa palestra, expoz-me Gam-
betta o sea progrmala para o futuro. Fallou
com eothusiasmo juvenil e evidente sioeeridade
daa reformas que teodona prepor. O seu discur-
so de Bordeas j denuncia alguraas.
c X* preciso lornarmos a Franca militar, ins-
truir oa aldeoas, e snppiimir as barreires qae se-
parara u difiranles classes da sociedade, fundar
a'ama palavra ama pelilica patritica. Todos os
partidos nos devem auxiliar a este intuito, se que-
rem por os interesses da Frang cima dos sens. >
A rainba cooversacao com Gamoeita dea-me
a entender qae o moco depuudo est maito des-
comente com os Srs. Tniers e Favre, por cansa do
modo como combinaram os preliminares do fra-
udo da paz. Os seas discursos prevario em bre-
ve que tal o meu pensar. >
o Oauloit explica nos seguintes termos os
motivos qae obrigaram o conde de Chambord, a
publicar o seo ruidoso manifest :
c Aatas de atraressar a Irootara, quix o coade
de Chamborf aer a opinio do pardo legU-
mlsu, e prepoa-llie esta pergunta:
Acooselhaes-me que va a Franca ?
Sim, oi a resposta ; mas seria conveniente-
qne vossa magestade se conservasse pouco terap
era Chambord ou.em qualquer outre ponto do ter-
ritorio francez.
O conde resolveu contormar-se restrictamen-
te com este parecer, e entrn em Franca pela li-
Dhaiooorie segoindo por Orleans eTBIo at
tmauDord. Do mesmo modo que os seas amigo*
ihe recommeodaram muita reserva, elle prescre-
ven aos seas partidarios qae nao tizessem do palacio
de Chambord um ponto de reuoies poliiieas. Por
consecuencia so visiUvam os mais ntimos. As
palestras versaram sempre, como era naloral so-
bre poiica, e a fuso estava na ordem do da. J
se tioham suscitado, discutido e resolvido todos os
pontos relacionados com ella, qaaodo se apresen-
lou esta pergunta, to simples a primeira vista
t ~~ A bandeira tricolor continuar a ser a
bandeira da Franga ?
Nio, responden Henrique V positivamen-
te. Considerarme hia deshonrado, fe a bandeira
branca, que a dos meus ascendentes, nlo fosse
tambem a minln.
c E' preciso que a Franca rae conhega tal anal
son. Hoje mais do que nuoea tem sua importan-
cia qnalquer emblema, e eu sustento o dos meus
antepassados, o da Fraoga monaTcbca.
E como Ibe objecUssem qae isso nio era pe-
lilica, mas sim puro sentimentalismo, responden :
Ea nao poderia, sob pretexto de poltica,
dissimular ao paiz o meu pensamenlo, precisa-
mente quando rae abre todas as suas porlas.
1 Monsenhor, exclamou com rule franqneu
um dos assistenles, abdicaes quando chega a hora
de combater e tal vez de vencer, para maior gloria
e^rosperidado do paiz.
O conde de Chambord cooservon-se ioflexivel
e as consquencias virara-se depois.
PAIZBS BAIXOS.
Alguns jornaes fallara de um assumpto que nos
parece- de grande importancia e de sarama gravi-
dade. Dizem que na Blgica e na H .llanda se
agita a idea de orna fuso das doas nagoes, to-
mando o nome de repuplica federal dos Paires
Baixos.
Esta idea j conta maitos partidarios nos dous
paizes.
Tratase agora de fundar urna sociedade para;
propagar a idea emftodas as dassee da sociedade ,
assim que escreve um joroal belga o qual ac-
creseenta: a Blgica e a Hollaoda unidas,
sob um governo republicano, veriam augmentar
a sua prosperidade rpidamente. A Blgica desen-
volvera assim a sua industria, e a Holianda o
seu rico commercio no continente e as colonias.
Buidas fbrmariam ama repblica poderosa, que
as deinais nacoes teriara de respeitar. >
Como todas as ideas, encentra esta opimoas con-
trarias, e muitos nos dous paizes ibe chamara
utopia. Mas se se attender a qae o elemento bol-
laodez se tem desenvolvido maito na Blgica, ple
baver motivo para se receiar que o peusamsnto
da fuso se realise ou pelo menos que haj par*
elle algum a tentativa.
Um jornal que temos prsenle tratando larga-
mente do assumpio a que liga certa importanda.
diz o seguinte :
t Urna das cousas qae mais desgosta o pavo
Jo exclusivismo com que se emprttga o idioma
francez, linguagem do governo, dos triounaes do
exercito das esc,las, e especialmente das universi-
dades ; e d aqu segue-se naturalmente a exiinc-
gao do bollandez, que o idioma patrio. O hol-
landezes coraegam a conhecer que a revolugo de
1830 foi um solemne disparata, por isso qae o au-
xilio que Ibe prestou a Franga, e os seas seqaazes.
foi com a inlencao de annexar a Blgica qndla
nagao, o que se acha confirmado na biographia de
lord Palmerston, que ha pouco'se publcou.
O governo belga ereoa commisses para es-
tudar a questo hollandeza, as quaes, como toda*
as commissei, nio fizeram mais do que divagar,
e perder tempo. Se se quer evitar que a idea da
fusao se engrandega, e tome propoiges dtfseeb
de dumraar a seu tempo, continua anda o BMemo
joroal belga, deve atleoder-se quanto antes as-
queixas e reclamagoas dos hollandezes: boje
anda tompo emquanto que amanba pode ser
lalvez tarde.
Do que acabamos de escrever deve conclur-*e
que se agita nos paizei urna questo lio impor-
tante, cuja realisagao pode ser por emqoanio dif-
ficil, atteodendo aopeiueno numero que apoia
agora a dea, mas que pode de um momelo para
outro crear serios embaragos.
Noticias da America.
ESTADOS UNIDOS.
Temos hoje mais detalhadas ioformages a
respeito da desordeos occorndas em Nova York,
a proposito da procisso promovida pelos SBjSja-
laotes. Os telegrammas enviados d'aquella ctaade
esclarecem aquelle confliclo, promovido pelos ir-
landtzes caibolicos.
Segundo esses telegrammas, as cousas paja-
rara-se como se segu:
t Nova York, 10.-O chefe de polica pblicos.
urna proclamago, prohibrado a procisso oran-
gista para evitar desordens.
1 O paiz, e loda a imprensa, se prooanciam
contra esta disposi;o, considerando-a como o u
acto de debilidade, e de submissao a om panhadu
de cegos instrumentos dos ultra catbolioos, q u
levam aquella trra de liberdade o fanatismo cun
a sua cohorte de intransgeodas e de crimes.
c A ordem prohibindit a procisso, sendo 'esltr
modo apreciada, deu lugar a urna grande exci-
ta cao.
1 Um despacho posterior diz que a ordem du
chefe de polica foi derrogada; e accresceoU*.*
polica e as autoridades militares receberam or-
dena para protegerem os orangisus. O gove.n.i-
dor Hobjman pablicoa ama proclamagio ueelara-
do qae se permitlia a procisso, e que serta
tegida ; proclamigio avisa o? cidados pai.uju.
a nao iolervirem nella, e pede-ltn qae se un^ra .
autoridades pa fazer respeitar a lei e Saguer a
ordem.
c Julho 12.A procisso oraogista, sob-a ptu-
teegio da polica e forcas militares, percorreu a."
mas esta tarde s duas horas, sendo atacada va
riu vezes peles catholicos. As forgas miliures li -
zeram fogo sobre os amotinados, e diz-se|ii
morreram qninze ou vinle, e qae licaram muu..-.
feridos. Tambem se diz que ha maitos sol Jados >
policiu morios. As desordens conlianam em dil
ferentes pontos. Esli em armas doze rgimen
tos, e esta noule esperara-se serias desordena.
1 13 de julho s duas horas da tarte. At
agora nio se tem renovado u desordens. As ul-
timas noticias lazem sabir a quarenta o numer 1
dos raortos, e a sessenu o doa> feridos. Jame.*
Fisk, o conbecida director do oaminbo de ferro u<>
Erie, ficou fondo em ama perna. Todu as dej-
gragas foram causadas por ama nica descarga
dos miliures para proteger os oraogtaus. qoaaju
estes leram atacados pelos seas inimigos. A cida-
de contioua anda assuslada, mas nao ha recen-
de quo se renovem u desordens. 1
. .^.ef1unlePrcipao5e8 recibidas dePbi-
laddp.bia dao a conhecer o qoe realmente huove.
e a raandra (diz com qae terminoa urna des*.*
sceoas qae lio-raru aio n'aquelle pala,' e na.-
quaas lameoUvel que IsaBaa quasi sempre oa
emigrantes catdicos fa Irlanda, quando se-
elle* que maia concorree ia eaeu de boueleea
ciaa procurando auxilio e eeeeorr
t Philaddpha, 12 de iulbo. Durante o du.
houve ligdras desordens em dUTerenlu bairro*


Diana d rtfuamfcno

toram
'.
Mia-
da cidao de Nora Yjik,' mas
mele reprimidas.
De larde aaio a procissSo oraneisla,
de una dauoioa homens, guardadosfJT un don!
"** fWM> ordeai publica e soldados.
A tHMo eiivclven-os por' varias vetes,'
i ffiWVilpssGres oram reprimido?. as
4<>8s iTwUitjM! que deram aosorangistas-tta oi
Java e quista Avenida, a rnflltidao faz f g> o en-
lio a tropa responden, resultando ucarm moflo
o 8 a 15 efiridos de 13 a 10 dos amotinados
Nao eonst se lia ftidos < ire os oraDgislss.
Eis aqu agora ama narrado aluda mai*
CTCumstaueiada do que cccorreu ern Nova Yoi K.
Airante a procissao; mas, segundo estas inf-r
mar,033 houve 31 p cesoas mortas e 175 eriuas.
Foiam presos CO homens.
Os orangistas, s de horas da maohaa, pre-
veoiram a authoridade do qoe saiam ein procissao
lelos bairros allos.'enlre a rui Vinte e Nove, e ot-
Uva Avenida.
Numerosos grupea enctiiam as mas conti-
guas, e em presenca fl'isto a aunVndaito maniou
marchar tres -regiroentos e qninheutos agentes de
ordero publica para us proteg r.
A procissao orangista formou-se as duas tia-
ras d tarde oa ra Vinte o Nuve.
Compunha-se de noventa orangi3tas e dnze
msicos.
Levavam fachas alaranjadas e tres bandeiras.
i tres turas principku a desfilar a longo
daOiava Avenida c tu o regiment n. 8V da van
guarda, 6 o 6o e 9." na retaguarda ; a p;li5la dis-
iribaida em pattuiha* ia de>einbara;anlo as mas.
Ao ch^gar a rna Vinte e Olto, jue cerca Oto*
Avenida, dispararan! umiiro cooira a procl-so ;
ns ra Virrte e Seta dispararan) tres Tiro-, mas a
polica, nao fazia mais do que desembarazar a roa
de curioso?, sein recorrer vas de fado. J.na-
rna Tinte e Sis lian. havdo maja titos, o.mu>U*.
pedrada?.
H'aualla.rna comecou urca lula g.ral,,que- a
polica cwnte,e tazando retirar-ot pro aotoxes d
acaudalo, mas o motlm eontinuou .al.que o>
orangistas chegaram ra Violo e Quauv aoude
aprocissJo fez rito. Alldispararam um tj'o de
urna casa, e aln d'este mies outros cotra.a
tropa que segnia na recWgnarJa.
Ouviram.se enlao gritos e votes de que ?Q ia
dar urna carga, e os sol da los do regiraeatu Hi,
erarutibcrem ordena,algnma, apiolara.as es-
pingariaT contra o estabeieeimuntu d'uade uno.
p?flJo o tiro, e lambem cooira > passeio.e derain
-ama,, descarga irregular que tarabem fui aoompa-
nhda de algun< tiros que disparen arelaguardi,
tornando a carregar, e disparieoaala-*^tt<>d''
va. rodo isto sa passeu lo rpido. que us on-
ciaes nada poderam evitar,, nao obslanio corcereio
.sfileira?, para tracquillisaros nimos.
Na ra Vinte e Seis, um tiro sbado do mee
da mullida) ferio um soldado do-reguaentu 9, a
Smr.o corcuei James fuK para o lirarrrecebtti
auna forte pancada, qua o darrabou. do .SMWft
ando neces-ario levar d'al os dous.
Disipado o faino dasdetcafga, virant-ee es-
ddos nu chao, ern frante danta casa, nove ca-
vares, entre elles o de nma mulher llavn tara-
ftem.nailos feridos. .VoutFOs pontos jazwm vario
monos, e nra gran Je numero de [erbios agonisan
lea. Nos priairoa momeulo nao se polftaitender
aos ferii'.os. As ir.-uas lindan) tornado a carrejar
s suas espipgarlas, o a polica fez religar os iu-
mulnarios para as ras tran-.v. rsaes.
Putcodepois chegaram cirnrgiSj pira cujlr
-oe feri los, e nestamei tempo foram os liurtot re-
tirados d'all pela polica.
O general Varan, que comniaudava aalfxtpas,
indgnala pelo eomportainerUo do regiateul 8-i,
azendj fug jum r>xbe.'orditm. uara no, man
dou-opara a retaguarda, postando e:n sea Jugar,
na nqguarda, o 9.* regimeat). A procissao con
tinuon na soa marcha, alravessando a ra Vi;Ue e
Tres no n>l' de nuuiorosos gruas, masas casas
tioham as portas e as jinelas fechadas e atlU nao
hauve jueiu inc itu'iijdasse os orangiaias.
Percorrerain vanas ras, le.vaidj a pvct
presos alguns irlandezes ajgresores m nieiadaj
anat I!era, atsim como uJos.quautos. ia ejieon>
trando com as armas na,mao.
A0oal, cnegarara ao Instituto Coaper,. e.ajli
dissoveu-se a procissao, tirando os orangisias as
facha*, e lavando a polica a? suaa.p.aDiiriras,
pafa as. nreservc de.qaalquer insulto. As trop"
urveram eni aunas i.ao auoitecor, e depcis re
tiraram-se.
. A tMftquiUidade nao itiw.i.a alterar >e. -V
parlicipafooUial tobr* os roorlus e ferido?, ,a
M^ma quo se annuoou anleriormento ; mas. en
ue tiles- ha uns diaatwze da tropa e da-p 4ia.
Desde anlao, Nja.Yoik. tem co tiouado tranqwlla.
Dos amitinados llcarara 165 preso, osquats iam
ser jul gados.
Temos pelos ornaes americanos-rwliota.O*
am processo celebre que corre no trihwiaes df
Washington. No da 23 do m-ipassado-o-Tna-
receo peranift a commi<>) enc*rregala d awi
guaci a rj-ptit>"> dos dosanimos da sociedaiie 4m>
Ko Klux, o Sr. Flournoy, cidadio digoisrao, .tas
pector das escolas, -e tamben) e-etor do perijdlco
Pwloloc. K' membro de urna familia re^pejuvel,
easnadeelaracao -demuit) valor no-proA-t-o
que se instanrou contra alguns ind^iduos accua
O Sr. Fiournoy fudou ha pouoos raezes, u,raa
escola, para pobres braneos e negro. Ha poucw
lempo recebeu unn carU dos Ju-Klux,>na. nual
se Ihe ordena,ya que despidiue es aeislrea, e /e-
cbasae. a escola; como ni> owdieeua seraelhaoi
a)rdem, e jielo contrario no seu peridico lombA-
teu aqueU*.ociedade, preparon-se para a deteza,
certo como eslava de que o sxnaiwa UrtOal-
mente.
L:!Teclvamente, n'ama n mte entrn ra pov^ta-
iaa nma partida numerosa de norauns masiwados
t a cavallo, qne se dirigi imprensa, com tcncao
le a queitnar. Ja sala estiva na sitiaco do d.R-
zn, porisso que o Sr. Flouriu-y tinha reun>do all
os seus amigos. Ao asaomar a porta aqueile so-
oh)r e vendt es mascarada*, maadon-os isco-
brir ; ras a resposta que Ihe deram f;i ama des-
carga, qoe era continno foi correspondida por ouf
ara de dentro, resultando d'aqui ama in.or.e, alf
guus ferimentos dos aggres-ores e alguns cavallo
estropiados.
O aggresore< fmram mas os cavados que se
aprehenderam servir pora-se ncoohecerem os
seus donos, dos quaes existem presos e aocrjsades
vintel A escola coolna aberta, sem qne U rjs
"ti a |ir amea?ada. As declarares do Sr. Fiour-
noy iproveitaram muiio no processo.
Em Memphis tambera o tribunal est julgmio
vate e oito acensados, por se terem 3pTderado da
um negro que habitava as iui'Tiediac.es de Aber-
dan, o qual enforcaram sem processo. Esta causa
tena oroduzdo granla excilaeiio nos aniaos ; os
presos eslo guardados pr nm fort desUea-
monio.
No !. do correte comecarama fnqaerir-se va-
nas testemunhas em outr"> processo in'taur.id'*
em cansequencia de um ataqna noetnrrn cintra a
Granja de um itberl na ta.l os Kn Klux entr>
ram a forca, e iam incendia la, quando. veo-lo-.-i
atacados por alguns homens do campo, fugiram.
' o norte da Georgia chegar?m noticias d-> awjft-
sinato de um homem de cor por alguns fMSviitQo
mascarados. O grande jury" do disiricto de Wat*
biagton di?onnha-se para julgir trias as causan
contra os K-j K!u.x, apen-is es.ivjssem iosiroida'.
Sx mnitas pe -rifilancia daantortlade.
o distrlct* de Maseachosset est ehvnsn4(>
mpKo a arteocl* a concurrencia dos china? ^ ca
pellas evangethicas com graade devo^o e regala^
riiade. Em 9. Francisco ha urna associacjb chrls-
ta de joven chin, qns ennta om grarrle numero
de membroa. Os informadores particulares
..... 'i .
O moviuseoto anpcxioai
3anwritava to
O ailemiat r
fenrores o
Sexta
feira IV dt Agosto d I71
Estados Unido
[ ig os msis f"r-
e julgava-se qco
jdtjjm daquelje maifo de" apcordp coa o seu
govcro. i
aicxioo..
As ncticias que temes da repob'ica do ex!-
co chegaram jielo.lelegrapho. A.? eleicocs prima-
ria? liveram lugar no tfla 25 de jando, e foram fa-
voraveis a Jurez, nao o na capital, mas em P
chuca, Jaliser, Aor>bs Toiuta. Em Qaan.joa-
to, Pm-bl e Vera Cruz, parece gaese divide o ir.-
umpho entre Dii e Juarei. Os revoluciunari-)*
a,cham^so mui'o desanmado?. Lerdo foi c^mpla-
tameote derretado. Em ntnhum dos estados tete
lugar a men?r dc?ord?m.
A reeleicao da Jnarez para a presidencia pode
considerara segora. A polica e o Fxercito con
servm-8 vigilantes para ccnte.r os revoltosos;
alguns das chefes teem sido pres.
O gnverm resolveu destruir as forWJc9ea de
Tampico. A deputajio permanente das-cd-les d-
fapprova' a desliluitai quo o governo Ui da mu
nicjpalidade da captul.
Em Zicatecas bouvo um grande; incendio, no
boalio;.\o.-l:
rural solTreu ur'
vil poi
fuaeei i*.. obitjs
iwgedori imn se justificar, escrevac
or civil a stguinre^ana :
i Sr \h.~-Nao envieja 7. fixi
des vjKtnoX porqfle durante o trimestre a
Ueadar awmarren qai pe o alguma: daqui
por dian'.e, qnan Jo nal- algum obte, terei a hon-
ra de o participar .a v. Ex ooa jtau oo tres
das ti* .'.nteopacav
N'IJMA CAS\ DE PAirO. -*. O Mftuez, luadu
rom o os*o auito esbrugad>,e fiz'nf. > corm)Mem
loca eon-4"
Taf
O i"5) .
Qae est o Sr. Ieodj T Raloieceu ?
O freguez :
Bjibj homem, voc nena ao manos lea :inia
os I i v ro* (agrados. Pnii nunca odrtio dipfue
o om da irombela se rennfri a carne com o<
ossos ?
PJI3. Escrevem desta eidaJe ;
t JBo polo oorte, ea quafMa- o>i torapen-
sarnos ao Senegai O calor extremo' como foi"
zh:
l.-tlrU**.
qual parecerain n u-tas pe*e**. E*per*va-se que -fra a tnperirtira- dos-d,aa- anhee ntes. Os jF-
o congresso fosse convocado na capital para o dia
25 de juldo, A eleicio presidencial seria decidida
no congresso, devendo esta eleicao detlniliva. ter
lugar no dia 9.
( O general Benigno Gan'o foicpndcmnado mor-
te pelo as;a^maio do gjneral PatoD.
Espcrava-sa no Mxico urna colon da l.OjJO
Ksac anos qoe ia estai elacer-se nat immediagoes
Ja pipila cia.ie.
a capital da repobca ia eslahelecer-te um j>r-
nal- escripto "m inglex, que .e dizia seria er.-.pre-
ftsdo *to rhofender os inieresses dos capitalistas de
dizem
qne aquelles emigrantes sao urna Imprtame ac-
- n por \:so que sao doceK la-
qaisiSo "para o paiz. .
balhadore, sobrio e a?ado?.
uanTimcA.
Pelas ntlimas Tjoricias consta que em
S. PtJ-
havia serio rveyos de qu* a pze thegass1. .rasilepois era eadaweri Assioi pereeeu
lerar nainelli iltn.. A rvoofSo ftwtfeza, qu mem amave, *alio-,-emR-giee!i eto,ueate
a alterar naioell..
laseon pr tfrra o Ihrooo e proclamon a repubUj
ea/nio tinha anda chegado quelfas -colofliaj
raaceza. AIH os goveroantes conimoavam a man^
Kr em vigor as antigs leis coma se nada tivetse
eaecedi.io aa mil patria.
Este faci awgohw parece ter irritido os am^
naos na ilh, e'et* por iss qne se reeaiava $M
pai d eohjtja; os habitantes qneriam hntafH
o m&io da motado, e autofidades para evita*!
HE VISTA DIAKIA.
FUNERAL.A ifflcialidade do *. batalho de
inlaataria d'puarda nacional do municipio doTle-
cftOi imnda :elet.rar, na ?eiinnd4-Mra' H do cor
rente, urna missa de rquiem com meinexltn, no
onvento do Carao, |>eto sea commandsnte respec-
livo; teneni.-:oroneUosd Francisco Pires, fallecido
om Portugal.
iN'STrTTJTO HISTOIH.JO E, PJiTLOSOPHICO-
R-?U4o-se honiera'esta sojiedale sb a presiden
lia do Sr. Bao Jeira.de Mello. Foi pnpo-to eap-
prov.do, lomando logo assonlo o Sr. ASul^ho la-
cio da Cotia Cirne.
Axommissao de eximes apresealou oiseusjMtr
re.:eres s.'bre os relato-ios da presidencia,de, 1"
e,2* secretarlos e.da thasourari. O Sr. F; llorges
apresentou o eguinte :Bju-iro que-ie dcc"tne
um da, em que deva ter limar a sosSo funofi/e
em memoria do grande poeta Aatono.de. C:tro
AU-e?. .
EntraoJo-se na^ordem do da, fallou, apjando a
pena de merte, o .S/. AlhiO) yejra. rcfuUddQ s
suas assorcSts os Srs. F. Borgas, Amoro Brita e
indeira de Mello. Onijnda aiqd era iacassio
a nes'na fhese como priineira parte da ordom do
dia, fazeolo parle da segunda a deleza 3a-tliese
pelo sr. Bellerupdpnle.
J0RNAS3 MAnRILENOS."Itegaran a-ils-hon-
t oalos nit 26 c.27 i/tUoda Ekguute t o 0. 2"*'/-i
litui!ia^do hipp-iii'U't, i^rua-s que se publicam
em Madrid, serviudo esta de vehculo das navida-
des luteranas e potincas do mundo, e aquella de
echo das uitinas nMtiasdas.pssacipaes captae*.Jt
Eur.opa.
A lllustrurao tez linlas gr.vuras represealao
doas donras. tributadla -etA l'or Pinetpe aoi
i:eroicos,defaoraB.da .toi>ri; iriuiuphal das tropas em lirriin, o Vatieaa>, e di-
versa* vi-las de ediilcios destruidos em RfMtoa e
Roma nos tii:i'!iosflu)vnHeftU)S.
A .lij-i Eligante, aleude variados desaoues i>-
chpeos o mneados, traz duas lalas fr.iwrs oo-
uiiu.s com tr-j is .iirajteatoras e para i'ieuio-
de luiIhh os sexos, diversos modelo*, de bordado
e lavorcs.
TERBBNOS. No lugar wmspeWnt, vai inserido
um annuncm, em o qual o .Sr. Francisco Marinb*
d'Aihuquerque Mello dacHra ven ler lanos o
Ari aiil a ia n palmo.
i. -unm iibacrwr quivpar.aqottUas bandas bre-
vemente estar fuoceiaoaado w ramal da linda
fo*a le Apipuicos, p*ra o.qa*t ja foi appf-.vsl-
o.piano gerai a .os p**s pela .proadenoia d p.a-
vincia. Assim, pois, barato opreco da if estar
belecido [olo palmo il'.qu lia- ierras, que sem
du'-ila vj.j aopmeniar mtoAiaa*aMaaatsie -lor.
Baeomuiendamos aanauacio aos iateressadimw
COMPOSITOR TYPOOBAPHICO A VAfm-
D z a lllustraled London Newt que Mr. M.irki, o
inventor da n.-rchina a *fln>r eomfositora iy'iogra-
i'hica, qoe atua4meBle a'.mhe a atten^ao dos vi-
sitantes na expo?i(io internacional de Londres, vai
construir urna, que cempor quatro cHamaasdo
jorrjel mqk-i Times r cada hera.
BX JKNPlvffHDADeS.Mrrcu poaeo-em urna
villa de laglaierra nma senhoraile setenta e n>ve
aoaos de id ..le. solteira, e- posaoMora de riqueza
coosideravcl. Chama se Sa:ot Winifred Stobbs.
O paHwaire andar da ca^a onde habitava, es-
Uva abita de objectot do iniiude de grande valor.
O andar superior era destinado para ca*a de
caes, dis quae vi*iam quaterze uando morreo ;
os quaes anda-vara por todo o andar, sem que os
sobrad.as fo9:em tirapos e quer, das materias-ex*
cremenlicias, posto ijue a dona da casrtivess*
bastantes criados e-tiad?,-qfle viviam cometa
ha minio tompo.
O feiJo qne sa.exhalava de femelbante eHX'>
va torcou-soatlaal to insagportavel, qne a vi
cbanca- fez queixa poliia, e a pr<>prietaria de-
caes foi eilMa pelo magistrado competente para
limpie reparar a cssa.
Juica-se que a morte-da mulhsrdos caes, que
succeJeo, pene i drpoisda inlimtjio fdra cansad*
pelo3 niia*ma prHido3 gilados com a rernoci^
daqiKlJa imiendicie.
Houve uraniamente, no palacio de crystal de
Sydeuham, ama eaposioao de gatos.
Erara 150 os bchanos expuso ; a mili se viam
totolos o gatarnaas da todos o palRs d mundo,
do tolas as crese tamauho9.
la de'ies, o maior, pesava mais dedize arra-
lis irjglezes ; ou'.io, oriundo da provincia da Sol,
feve a avalncjb de 100 gnineo?, ou aOOjOOO.
Foi urna exposfo cariosissima e ass coneor-
rida. '
Havia premie* no valor-de setenta libras.
MOhTE TRGICA. Acabada morrer-trgica-
mente nos Estados Unida om dos advogadij de
mais jus-ia e mereoia repatacao.
Mr. Vailan^ighan, tratando da demonstrar eomo
bavia sido mor*> ai homem, eonsegnio dar a
nortea-si proprio. O parstllo comphdo, salvo
prHcannnte na intengao, porque ninguern pfevla
o tim da segunda historia Bergier.
Mr. Vailadighaa def-ndia cumo advogadonm
homem aciasadode haver assassinado ontro com
um tiro.
A Cerda mortal d> tinado era m abdomen, ea
(beotta da defeza era esta : que a oceurrencia
havia >-ido accidental e que a bala fatal havia srl
disparada do rewolver do marto ao -tirado da algi^
beira.
Confereaciand com o ana collega aa defrra so
^^^^Hias quaes se reqnor .a "pagnaeoto da
ln 3ous c intrat is celebrado,
! para construir, as catacumbas i qaa fura au-
asida ulUmauwote a cmara, eol' para efT-^c-
lar obras do cemiterio do* que nao lem apul-
aecclesiastica.Ao engendro.
commissio de polica participa a cmara,
e conferio os bllancetes d receta e de-pez
com gneros *5
VolomaS sabidos
568
eom- fazeodas 1-7
com geoero 98
------1165
Descarregam hoje II de. agosto.
Patach) austracoPin S.farinha de trigo.
Barca portuguezaMara Luizavarias gemros.
at o uJiimo de jtinho prximo linda, e que exista Barca mgleza -Majnlia-varos-atiero
o saldo de 29:828*813 res, qae p'a ao crreme, Barca inglezsRotemondeiidta.
bre esta trworia, e 0110 qoe eete moMraTa 1|?aJ
mas dovidaa emoawto'-saa vtiade, 4w:e Mr-i
Vallaodgban :-Bu e1 provo aosenhor oHim mu*'
ment ; eassim 9 fez,porm, cora do%rada effl'
cocia.
Sobre a m.-s.'v haviatoas pistolas, estando nma
Helias carreada.' 9-tflMtc advogMo pegn na ar-
na carregida, o metiendo a nobslso a rttroa
firaseamento-vellanJe a-beeca p%ra o eetomapo.
ii se sabe oetnoj'Kyafo; parti, e--Mr.-iillan
itigbao cabio redondament o chao o poaess de-1
um lio-
VOTO 1>R wyWTA -aa4jm phMo-op6o eWm pas-
iseava ama larde, por nm eemlUBio, ornando com
profunda iristew para taotea montesmho de ler-"
ra *eeerala uwsdOP qaaee mHldava osi.Ho de
iuma sepultura. 'i
Oe Repente io-nma^oen, eoja pallldei exce-
da 'hraooBm do se veatMo (e-^Je brtneo A
late antro oa-cW)''>jiWllida jan* fe hA mont
de ierrn-humi4<>''n*-Wta?rB-flaia- s*alfora'
din publico eochem-se de gente s non tes, e ar
riscam se os habitanies da capital aiBoisd^Bn
logte. Mabillp efl.abeyo^.elH'ntem (ji q debute,
como dizem os franceies. rornm rfslo de pu-
dor, palavra que nao leo seneo com mura naquel
le sitio, nlo se dancod. 0< que teem visto d*M-
laila Uelle au,bjii docnwt, liadj d9 um contp
de rjruxas, satiem qtn nmi so'chjdj.ls inteira,;dor
mo por eu*to cent n is ioaois-, Vianda ne^
mino r e estado as pce qun tiverara ao
pnetfi!o.
D.'i^an.o de banda certo? signa* qoe deixa
ratn os ji^anfjreaioa>do aereo dePart as da
maa, e algama? iocorreeqoas de MMe, cm-con-
sequencia dds lempos cJiraalericosom qaa vivem;
que com o pernead? trrai se per*b). jugarta-
*iM*i-ra*mi'X diHBiho d *SW e nao uo au-
n da graca de 1871, era iu fl jresceu a camma
oa. tyiti cuias lio esplendidas l Que eabalitirat
poti^as to inagnicas 1 Qje chic, eomodiiera
par-ineiHe?, qoealegra VOChtriciri t'*-no-
fello' eeredMar o'om momento 4e eentric^o, qae
se haviam redozidj paos as a4w*trS.posilca
destas damas para defender ari dos arossiao-ja,
fado consignado n'ama estampa magnifica du ce-
?ebre Caaro. Mas foi orna iltosa.) como miKia
iMitrt.
Assim que cssse o leitor, prncipiaraoosgran-
d-a passo e as graa4es paradas do danoantes de
Miioite, capmflMde resuscar o fsmoso- Raal W-
gaolt- da fnebre recTli,'1, oaalaato aobreaa-
bla na jcieocia do canoaD, e appanseerao oova
eatreM da cor-rograrAI de Castingne. Tudo e*
uto na Sete nu **< dorm-wt, > emo aer e es-
tado- qne daetes. Come se nao e-ve*>em os pros-
sisaos em Smtpai mddirfrtlle ? Pool, e eomo
se no honvesse sido quemada inetidede Pars f
E se do Maailte pajeamos aos oa*s-caniates.
offerecrtin estes o e>lulo mais curios, o observa-
dor. JvOnca-oMemos' rlo nem. mais cooowrdos
nem mam aromidos. Os.qne eta- tnaia em i-ga
sao o caf dos Embaisadore* e o-Anr -de Ve-
rao, doa* pasaos um do outro, ede tal modo
juoios, aue umitas vezes Fft e*nfaadam as ma-i-
cis es-cmticos deum e ontro al, formando
orna alf aravia qae nada deixa a desejar.
t 'Jada um dtstes cafs iem saa representa ;ao
potitiea : o eaf dos Eteroixadores repnbiwaoo,
emHanto(ae o Alcaaar injoarehiee constito-
ciomi, 9 e- *b9tT>te,^p!r orna cooiradircao qoe
ts-tama-masaa-do angetedesta-paro, ^director da
irehestra -da-ca>f rrpnblK.tn prsenla ae de
.crav.ita branca, emquanto que o director da or-
chestr do-c-s to. Muilos ignor.-m e-ta-'divisio-'d* jvartldas en-
tre ns dos caf, e prvis lalver na> nUmm
re;iir!> eomo-fot -cui -xtaJlnar as-varfaatas na
ana< qne-mMani.
Porexempl, esta auno est eiO'*ala>-aia
ormS rit eircointtaaoias, qie- -cana aosesfs
palos-p-jin que entre si os hen, o que nao houvesse et ieun-
dtml te nem -m*. Afdoo joejra- e eat
cheia de cil'inhourfs t de da bous ntels- O Uri-
b>iho que so rspale do nm deoada etrakadt l
t-Je $tit vepiiUUeun r tociatult,
lfcw *e suit pa ftrl-uf'kir.
' Em vez i a palavr* rp*bitcun, Hiz o artista
do MtM.tr je- siti tfvl,
Jcsta cancao eataamiMtlea raeponJe o publi
co am edr-j o arthta*por om oui 00 no.
Diz o artista-: Je veux te bien du peuple, oui |
O publico respenJe : outi O arlisl coniin : J
n* teux pas qiM pnrMrrf. JVou / ^O publico rat+
poude" em cd : .Vo f Cantando isto assim,
amatar ver o impeto e animadlo da juveolude de
aoib so w.ttM-qiie' al ti o-rene para jwlffer.-do
abandono e da alegra com .pie tolo isto.ee faz.
r i 1-vi notar se, qoe apezar da- liypjcriaia eom
"raave anminesa-o Alcaz-ir, ehamancrosas libe-
ral uestes tempos de repblica, uas eoeoolraoie*
alli com os mesiaos artistas qae cantavara aa.gio-
-r'as.iJa cunaille aoies da eommuua, e durante.&
re-iaad,-. denla e outras caru;oe mais oa menos
patritica?, o
LOTPni.v..A que ea acha a venda a WS.')
a benedeio da nova ignga d Nossa Senhora da
fenhn, qne corre no dia 11.
LELO.iloje (11 do corrente) effseta o agen
le Pinto,. no aegjip.dj auiar do sobrado da ra
{Nova n. 63, o leilia ds movis, bot^a e aidroa e
mais objscios de utidaJe ; ao qae dar principi
s 10 horas. (
PaSSAEWOS.-Viatos de Msmaagoape no va-
por naiopal Curwipt..:
Ma-colino Fer*ta da Trindada, Jos Feliciano
Machado e 1 criada,-.Antonio J. Pereira Lago, l&i
Custodio Rodrignes Ferreira Maia, Pedro Anlonio
da Silva bino.- Manoel Jo^ H. Trigaairo,. Jas S
Looreiro Juo*r,Lj>i-S. U)reiro Jnior, buixCar-
valho M-nteiro e Joaqnim Francisco do 3sprito
Santo.
CEMITERIO PUBLICO.-"-Obituario do dia 8 de
aejlo-:
Jos, branca, Pernambnco, 2 meze, Santo An-
tjnio; tosse convulsa.
Urna raulhar, ignora-ss o nomo, parda, Wauuo>
B*>a Vista; pelepsia.
Joaooa Mara, prela, P'rnamb 1:0, 66 anuos,
solteira, Boa-Vista, hospital Pedro II; darrd^a.
Antonio, braaco, PerflambfOjjfi mazas, S. Joa;
coavnlfss.
Antonia, parda, P'namitaco, i mates, Recife;
coavulses.
la Erascisao-do5rjuz.a Lima, bratijo, Peraam-
buco,.31 anuos,auUairo, S. Jos, hepatile.
Mara da Penha, prela, Pornau*bu:o, od aonus
aolteira, Santo Antonio; tubrculos pulmonares.
Hanrique, paroo, escravo, Pernamouco, 16 anuos
1
raez da julbq, sendo da parocer que est j con
ormes. m '
Via pareajer da comoai-s) do ajd.(Icario ms se
gnlntes termos:
1 D. Aipe'ma Caneir) di Cunda, deixe ser pa-
ga do terrea) na razo do valor porque foi veodi-
1 a peticionaria o (errena en qne est eiilijala
a propriedgile onde retido guaraando-se a devida
proporola-Bsu terreno alo pordo da valor por
qae a puto desapropiada ticaem umapraa para
cuja fresUdeitarn as ntralas da mesraa esta :
nesias' eorflf cias, a commlssli de parecer que
seja melido o terrena e foi lo o devido calculo que
e man* indoionisardf parta a quo tem direin.
l'aooda oamsra muai-pl do Recife, 15 de
jalbo de 1871.r. Praxades Gomes de Soaza Pi-
-taagar* Jos M-tria Freir Gtmeiro. Ao enge-
n rustro.
Bespaetiaram-se as pelides do Antonio G mas
de Miranda Leal, Ao'.oaio Gaocalves de Azevedo,
Beato dos Santos Ramos, Chaves & MenJonna,
Claudina Candida da Res lie, Emilia Consuncia
de Moraes Parreira. Pirmiao Alvet Perreira, Frao-
cujeo Jos Viaona, Fr,.Jarico de Castro Cirvalho,
Fraortaco de Barros Lima, Justino Jos de Sooxa
Camparij BmIo- doJd^alhaes,-Niowlao M*s-,ha-
J Freir, Severano Banleira de Mello e a vena-
ravea erem tereaira de S. Praociaeo; e levaotoa-
se a sesso.
EuLoareon B.'tarraGirneiroda Canha, see-o-
tario subserevi.
giiauy Joaqun de Souza Lelo, pro-presidente.
- Benio Jos da Costa. D<\ Prxedes Gomes de
Souza PUatuja.Jos Mirm Frene Gam$*ro.Dr.
Pedia d'AthauJe Lobo Mosc so.
Birca inglezaSihre Sfriaaferro.
Despachos de exporktfo no dia 9 de
agosto.
Para o portos do extatior.
No bngue poragoei Bernardino, para o Rio
. Zilre, carregnu : Joaqnim Geraiao Bastos :10 pi-
I pas cora r,iO.) litros te aguardante.
* Na escuna norte-allemao Calherine, para
o Canal, carregaram : S Leitao Irmos 60 saccas
com 3,809 k i lo* da aUodao.
No brigua bglez Relie of Ihe Deoon, para
Lvorpool, carregaram : Sauolers Brothers & C,
100 saecaa con 8,983 kihs de algsdaa; Manoel
Fernandos da Costa 75 ditas com 6 378 ditos de
dito
Na barca porldgueza Socio/, para o Porto,
carregaram : E. R. Rabello c C. 500 saccas com
11,590 kilos de algo lio.
PUBLCACOES A PEDIDO.
A\
lariafiue dia, miaba bella estrella,
Qam taato encanto, me adilar vieate,
io/aate aouale, oiucralo, amando,
Preade-rue ao vime ae tea sor elosto.
Mara, eu ria, se sarrias, lias
iVum pertoateitaa te-aegoir contente,
Estreito pleito de veo.nra pora, .
Tragos mni bocas d'ftta amflr ardente.
Agora Fiera, que. alegran e dava
As dures, cares to sublimes bellas !
Hisorma. son ha oais pranr ao ver
Mimosas rosas d collar siogollas t
E chora.a>anrora, qae s'rgaia o va
A-lympba^ njnugha, ralraiar-ta iuiegen,
Mana,, ouna, repetind miodo,
r*Uicant'>nlo, que-le*ava a ragem.
Anjo3, archaujos do Oelastej vestes
Fe.-iejiuirhaijam.la no azuidos caos,
Um-coaae, um.aouao sempitona alern)
L'ouvanio-o, amando-o, qne da Mai de Deas.
Suspira, a lyra desi ara.wte infaote ;
Nem Flora, a aurora, poderlo lihar-le;
Anj,- archaojos minh'atma a auhna
Eutre|jamJ*|Biiar.s.amar-le.
CA.
*>..
..
Kaua, a briza, qno sublime aprime
9a;fei>a*asiuv Eteroos, terno*,. nao sobejos- bajo',
M'^msioaiAjiDa de.taaiaar o para.
Bo mopie a fonle, qae saltando, dan i
'As tl-es .corea..&iiHMO bulbo vaj,
Declara, clara, que tenu Do amor o ardor, qae do-pe lo sai.
4 loa nua, que fulgora pora,
Sin ge la, bella por- um cotde ail,
'De amar-te e dar-ta as vivaces ficis
Me axpressa, prossa,- mais de beijo mil.
A raa airosa, reclinada, amada,
Pendente a frente to gentil siugella,
Me esora a ora, que sera foi ha a olba
lls*oa1aaraKpo4,n. no au aoie, 6 bella
Oo nauta afraua, qoe desaaota a fanU,
iereoa, amena oc:apjc-io do lar,
IRo:6a, vaipokkvveet leo",
A da oajoajkUide s-#4a ornar.
Luiza, a hjriia*- a do monte a fojte,
A A-ro*a-,airosa, o>do-nauta a franti,
S }liJrain>r# A. de S.
CDMMERCIO.
Segaros conlra-fogo
CDMPJkNHIA
NORTHERN.
Capital........20,000:000,1000
Fundo de reserva .... 8,000:000*000
Agentes,
Mills Lathan & C.
aulieiro.-S. Jos; aaamia.
CMARA MUNICIPAL
SESSAO EXTRAOIU>WaIUA AOS 31 DE J)]|.!)0
D 187).
piiesipb^xv- do sn. -na. sour s lgoj
Presentes 03 Srs. Angelo Henrirjues, r. Villas^
Boas, Costa Slireira, pameiro, Dr. Mo.-coo e Dr.
Pitanga, abrio-se'a bsso e foi Hda c approvada
a acta da arjtec.eileate.
Leu-so o segrirte
ajpxniesj: ,
: vm f do so'ereiario presidencia, Coid-
^nnnieaudo ouem data del de jnlhj crrante
i;xpedio o Efm. v.-ee preslihraTo erifcm psra seren
recoIMdos ao reepactiro 'cr/rph as majas de poHd\
nn ae'acrram m> mta^onro- publico .dejta ei.
aade.-tots irada.
Ootro do adfnierstredor do jonnlado-prothmia^
fazendo diversas Wjsider'jroas >cVcado moddVe5
?e obaiarem as dpebldader hiconvrrleti
se tdferecem o fatt^nte ios'pNMtoe***
tos pr-jvneiaes, em vista do nvxlo pOTnao*
?iT'e S| <^S2S^*rt*ytrifei^c5^ darna; destaei
to da cmara, que diversaslottraa aceftas otn'rV
vor da eamart oioferat-0|M Betw actunfea
Oirtro^^eiai|^-fliieataflr rmQMto o
/-rc'raentc^l'repajai ^^ttsm^ri^S^tf'
tas das-W^easaV^t^Wm da-repatIMn tos
empregadi^ Jo ceralorio' p*it?w.~ fj**-'ari-
nonca
Ootro do mesvwv-aaerarot a,nB*ij<]|a>*o^d6l
Joaquim Antnaas o aairos-^ ***** ptr-
tob) o mal que aaeddas reproaaivas, que 'altane casos tocavam
a mannia. E' nm marido eraom tJharaes f me Dergmitou
Aa correspoolenia flattam esta aituaeao, affelBeanmeato a bhilbaaprro. '
apresentam as coukae. oeste astado, acerescratidq 8' mea sr'mh, reapoodea ella.
4W om dos eonspiradorea-taf sido eeatenciado a Mas par*'qne armoiom-a>ese mado a so* dar.
orle, tren a prlsao perpein, e tres sete antrnl'
to pnsidto.
a. DoKWoos. ti
Sgnndanoti?iaj u>-S.fr.mingo?, as fofea* us ortkeoa ioelanles,,o mvnari oasat'rne, e# \ Ootro coaHDandaaas. por fiez eoa'i-oavsrn victoriaa* uu,o a trra quo eeatrWe ons restos eeiMs --fz-ihel Fgidia Pogge Fiiaeirodo^-(ao4oa-i
------M l9,a|i, jdear.
Has par'que abao,oaij.ooe mado a sai dear.
sopBlhrratMratot **^ TOVfttblvef^ijr iasoi Ontrodrjaim)g..rvavniiMt&'toftKMi
voiso esposo I ^f*riln^^Mm^m^Toe^
- A* I replieea -fovop ; frfnaojnMi .ngs bdor.
reas alttraoa ioatanles,.<|e' iaraMiaaasar>ipe. e# Oatro<# moomo, *&to* . THE ALL1ANCE BRITISH 4 FOREISN.
Life and Fira As*uranca Company aslabelecida
era 18i. Capital -o.OOO.OOO
Os agentes desla eompanbia tomara segaros
contra foga sobre predios, gneros e fazendas e
bagara aqu prejuixos devidmeote provados.
Rabo ScbmeUan 4 C
Corpo Saoto n. 15.
IMPERIAL
jCorapanhia fogo.
tAOFSNTES
S. P. JOmSTON i O,]
Ra da senzala-nova o. 49.
SEGURO CONTRA FOGO
ThaLiverpool A Loivion 4 Glob
Insurance Gompaoy.
Ageoles :|
SaoDdars BroUrtrs A C.
M-^eorpo Sgrjto1-|.
.'AUA DO a\ajFB 10 E j^OlO.
u-3 1/x.HCiua DA,-*Aaai. ,
C0UCO6 ttffcotM.
Aigadoodi faraart- i* lorto MOra. pac-kilo
MMdo f tctHytm ra. par Mi pealo a-bar-
jAlgodo do Rio Grande do Worlo6o7 rs. por Jaaa
oatadardM4Mb)i.d*ll(la\d.o &OaO
Cambio sobre Pars 90 d|v. lOkaa.par/meo
Chantan, ^^
mo^lmdm-kitr *mn> paoao t-r*
RECEBEDORIA
GERAES
Readimeato do dia
ldom do dia 10.
DE RENDAS INTERNAS
DEPBRNVMil'JCO.
la!. if:8ln
..... 1:01)8144-3
14:910*700
CONSULADO BR)VINCIAL.
lieodimeaio do da I a 0 4i3:8l6#'M)i
dem i da 10...... lte{,m
47:386il08
MOVIMIENTO PC PORTO.
Naoio entrado no da 10.
Mamangoape li I/i horas, vapor nacional Cu-
ruripe, de S:4 toneladas, commandaote Jo:
Hauhque da-Silva, equipagem 17, carga .coaros,
algodfio e outros gneros; a compaobia Ver-
oatnbu-'o.
. -Navios suhidos no mesmo da.
Parabyba- Brigne iog'.ez yeJitfe, capilao I. H.
Rubeits'on. em.lastro.
Parahybalingue norueguense Bergliot, eaplao
Meling, em lastro.
MaceiBrigue iuglez Rosario, tapiii I. P. Petler.
em lastro.
EDITAES.
0 Or. Sobasli.i.do Reg B;irr>s de Lacer-
di /aiz''de direilo especial do coramercio
nesti cid .de do Recio de Pernaaibuco
p r S. M. I. eu, etc.
Fago Saber quo no dia 12 de agosto vindouro
do correte anoo, pelas II horas da manbaa na
sala das audiencias lera lugar a rsuntao d .3 era-
l.ir s da massa fallida de Funccca & S*ut.;s, na
conorraidade do ari, i-lo do regulamentan. 738
de de novembro de 1850, atim de qup rearados
lodos os crelores en miaba preseoca, venii -.ein
us seus crditos, conoadam ou negueiui a, cuocor-
data, ou formem contrato da anio e. procedan a
uoaieacao dos administradores d s bens.darofen-
da raassa fallida, alvertindo qoe- nenhum redor
ser admitida por prueafador 00 este nao liver
nrocu.1 acao especial (vara o acto e ijue a proeu-
rarao u-i polo ser d da a pe.ssoa ijc scji deva-
dora dpoj<*Uno, oen o ctiiio, procurador re
preseoiar ..por dous oa inan dverso* cred aros,
li ivec-lo-fe ea que nao coaparecerem p.r si ou
por seus.paMUfadores como adbereoles a. eoo-
a,rd*lat.pac*,cuja coccsso sarao cootados os
tutos das apzenles a-sm notificados.
Em cumpriraento do que, tolos os cr-.-lor-'Ada
referida. ma--*a fiHiJ. compare?:n-em litvdia,
hora, e lugar designado, s.-b peua de se proce-
der as suas revelias.
li para que ebegue ao conhecimeato da todos
manuVsi fazer o preseute edit.il que s;ra allixado
nos lugaies do costumee publicado pala impronsa.
Pado e passado oesta cidade do Recifi de I'er-
nambuco, 42 de iunho de 1871.
fcTo. Rrnesio Machado Freir Pereira da. Silva,
eacrivivj -subscrevi.
SebasJiao do Reg B. de Lacerda.
l'oiaiiiiiado siuperior.
QUITEL 1)0 COMM-V.NUO Ui E1U0R DA GUARDA
-NACIONAL DO MUNICIPIO DO RECITE.
Antouio Gomes L al, commaidador- di ordem de
Chrsto, clllciai da untierial ordemda lio-a, ca-
valieiro da militar do S,0eoto d'Aviz, condeco-
rado com a me Ja-ha da eserco cooperador da
. Boa-Ordem, coronel do c rpo de estado-maior
de segunda ciarse e enraman la 11 te-superior da
guarda nacional do muaicipra do Recife, por
Sua Mage.slade o Imperador, a quoio Dau guar-
de etc. etc.
Paca saber aos Sr?. alfares do batalhio do
eorvit-o da reserva dguaida nt:ional de>te mu
Dioipfo Dallarmino dos Santos Buleao e Taomaz de
jXquiuo Carvalbo, e a todos aquelles que poderam
e quizeren) fazer chegar a seus conhecmoDtos,
qoe, pelo prsenle, edital, sao chamados a compa-
recerera no cuartal da residencia do commando
superior, denuedo praso de 30 di,v, a conlar da
dala deste edital; e nao o faiendo durante ess
lempo, ser ncmeatlo o consollio do iavestigacao
par veriticar a ausencia, nos tenuca ihji*do
decreio n. 33o de 4o de noverabro de 18ti5, pir
ee nao lerem a resentado no batalho a.mais de
urn anoo como comrnunicra o respectivo cora-
mandante.
Qaartel do cmaando-)U|iror da guardi ua-
fwoaal domunicijio do Roctfe, 10 de agosto de
1871.
dtuno Gomes Leal.
major Antonio Bernardo Qaiatnro, offlcial da
Rosa e jais de paz era etercicio da fregueiia
do Santissimo Sacramento d Bairra de Santo
Autonio da cidade do Recita, provincia de Per-
nambaco, ern vinule da le etc. *
Fago saber aos qae presente carta de edito
virem oo della noticia tivarera. que por parta do
Raraodb Livram.erato, e o major J"o- Ant.nio le
rito Bastos rae foi Bita pelico do theor se-
iguinte: *
Illm. Sr. juiz de paz 0 Bara r?o Livrameoto.
e o major Jo Antonio' de Drito (tastos, querem
ntentar accJo ordinaria pelo {dito especial do
comrnerelo desta cidade onira a mas.-a fallifla
de Remandes Siopple da Silva, a .mulher deste
D- Virginia Dubourcj da Silva e aas" herdeiros
dos fallaeidos Lniz Amavel Dobourcq, e sna mu-
lher D. Hara Brgida da Silva Dnbourcq, para
haverem o pagamento da qoantia de 24:087^980
rs. importancia de trs letras, sendo duas de rs.
10.0001000 cada urna, o urna de 4:087980 rs
Bancadas pelos sopplic3n:es e actttas pe^) dio
Stepple, e sua sogra eoto viuva. vencidas pela
superiencenca da qnebra, alm dos juros estipa
lados que se' vencer, para pagamento das qnaes
bypolheeou o casal do lite fallido Stepple as par-
tes das berancs qne tirara de baver.de seus pas
e sagro LuU Amavel Dubonrcq e sua mulher de
qatjtn.provinba o deto e especialmente as psrie.-
dar casas e sitio da Capnoga, freguezia de Nossa
iSanbara da Graca,. casa e sitio do Chacn, fregue-
zia do.Pyco da Panella, o Ierras da Barra na*
roargeas no rio Prsta, na comarca e frenuezia.do
Bonito desta provincia, os ijuaes bens estaa anda
pro>-indiviso, em posse dos referidos herdeiros, e
eomo seja neceasaxto esgotarem os meios nonti
iitaJoriDa^eejBft, manda a le; por iaso vem os*su
pilcantes requerer a V. S. quo mande citar ao
herdeiro Luiz Amavel Dobourcq, para a priineira,
audiencia deste juuo aflm de vrem ae palos meios
cjoc'tluiorljs querem pagar dita, importancia com
pe i pro '.arador cima
45 de Julho de 1871.1
'nada na forma da lei
dito.
Como requer.Tteclf?,
Quialeiro.
Nadamalfcse cootiaha em dito original, a qna
me reporto e don fe
Recife, 5 de agosto de 1871.
Subscrevo e assigno. Henfo, de agesto d
I87f Era f de Vi-rJale 0 tscrivio, Joqnia-
da Silva Reg>.
Via se a esiampilha de 100 rs, datada e asaig-
nada pelo esrivio Silva Kegc.
Era virtude do qual de?;>acbo se procedeo a-
inquirido de testemunhas quo depiieraTO sobroX.
juramento dos Santos Evangelbos-a re.'peito dav N-
aazeocia e incerteza do lugar, da re> i deocla do
jasiifijad js D. Virgio'a Dubonrcq da Silva, ttava
de Fernando Stepple da Silva e Antonio Amavel
Dubonrcq, e trido todo aokadu e preparado,
me vieram os autos conclu,*,' e por mira lides
aelles proferi a sentencado theor seguin e :
Visto prnvar se pelo" depoimento das leslemn-
nhas de folhas e follia*, que- os justificados 0. Vir-
graia Dubourcq, mulher de Fernando Stepple da
Silva e Antoni'i Amavel Daboorcq, se- acbam ao-
zeotes em lugar incerlo o nao sal44o ; bei.por
justihcadas_ as suas auzencias.
O escrivaD pase os editaes com o praso de 30
dias e pague os justificantes as eustas.
Freguena de Santo Antonio do Recife, 7 d
agosto de 1871.Antonio Bernardo Quialeiro.
Nada mais se coolinha em dita sentenea, por
bem da qutl se fas*ara ros jnstirWmes o pre-
scate eiilal com o praso de 30 dias, pelo qual se
chama e cit aos referidos justificados, para.ooe
deatro de 30 dias comparecam por *i ora por sea
naslaote porcuralor para ee proceier oa termes
de conciliario na forma da peii;i\ e a.falojtor
outra pessoa, para qne Iho faca saber dafla nova
citaco aftra de que elle nao jue indeft'zu.
O poiteiro desle jmzo publicara estenos Inga-
res.mnis pnbhcos desta regueiia e o affccaf paa-
sand cerlii)3o em forma.
Dado e passado nesta freguesa do Santirsfmo-
Sacramento do Bairro de Saoto Antonio da eitteV
do Recife, proviocia de Eernarabuco, aos t'tsh
agosto de 1871.
En, .Jaquim. da Silva R-go, pserivao que O-
crevi.^-Anlonio Bernardo OjiQteiro
Estava o presente edital sellado coiu e-tan
Iha de VX) rs. e inutilisala na forma di lei.
sello 300 s., va iha >em sello ex-tau-a.-Qo.la>
tsiro.
Nada mais sa coatinha em dito ingina) a me reporto e doo f.
Recife, 7 de agosto de 1871.
Subscrevo e asngno em f de verdde O es-
crivao, Joaquira da S:lva Rago. -'
0 Dr. Sebistio do He#udi-rros ds L*er-
da, juiz da direilo especial do cotnraar-
cio dwta cidade do Recife de l?emambot#
por S M. I., ele
F*co sabar pelo orejete que nos terraos do ari.
I. do decreto 11. 1603 de la ae setembro de l^9r
dentro, do praso de 30 diis contados da publica^
dMe ediiil, receber este juno proposita, jw
cartas fechadas para a arremataba i, r vendaj.da
e-cravi da nomo Libaoia, cr parda, com tiwla
anoo de idade pouco mais ou uvnos, do ser|i||
domestico, demooslraDdoser>lteetadadoa pulswop
avahada dita escr^va por 800^000, a uual fpra
peohorada or execucao de Looreiro k C, cpplj>
Francisco Xavier Cavalcaitte L ns e se acba a dita
e era va depositada em rno do mesiio exec-qlada>
morador a ra da M n. 114.
E para.cooslar man.le pandar o presente
que ter publicado pea impreasa e allixado.
lugures do costme.
Dado o pass-d Posta.eidade da- Recle do
nambuco aos 7 de agosto de 1871. A
Reoite, 7 de agosJo de 1871.Manoel Mara J&b-
dnguea-ao Nnscimenlo. ^
_______"ylMuHi.)do R'j Ba.ro* (fcr Latniig.,,
. .11
.9*
Pela secrrOaria da canrara municipal-
cidade, e faz publico pira eenbeetmento dos tale-
resados, que a obra dos coneertos-das duaa-eo-
berlas d.s casa- d-j cemiterio publico coi tmoaric
om-praf-a perante a inesina cmara-em o dM-^V
do correte,
S cretina da cmara muaieipal do Reaife, 0 da
ag'-lode 1871. **
O seoretarii\ *'
Lourearo^Bizerra (^roeiro d Cunhf
A cmara municipal desta cidad, |M
senle convida aos prelendentts s air-matai;
dos alugueres das casas da pra^a da Tn'def _
ci.a, ras da Jilo io Reg, Imperial, SiiledaVfl
casinhas das r.beras das freguezias de S. Jota' c=
Baa-vi-ta, dos talbns dos .-cougues das mejraas
freguezia, e bem assim do Imposto de iffrifaa-
de pesos e mtdidis, e de 120 rs.p.r c.da caffa
de farinha e outros legume', para apriseetaxsjo
al o dia 16 do correnla as fijas haliiliJa-oes SBit
de puderem licitar.
Paja da cmara municipal do Radie, l da
agosto de 1871.
Ignacio Joaqui n de Souza Leo.
pro-presidente,
Lunrenco Bizerra Carneira da Conhs.
_______^^________Secretario._______
O iuspector da alfaadeg, f.z publico,, qaa
o leo annuneiado para hi^daa.objoclos apprt-
bendidos a tiordn do brigoe ioglrz \- Ud-Ware, oV
ca traojferido para o dja id do corrento. -
. AJfaodega.dii Prraambneo, ..10 de agosto, *
1871.
Emilio Xavier Sabreira, do Mello.

DECLARACOES.
DO
SANTA CAS DA MISERICORDIA
RECIFE.
A Ifinu. j-inti adrainistraaa da,tanta easa d*
misericordia do Secifa tenl de recoimlrair a pre-
dio que possuo o patrimonio- dos estabeleeimentoa
de caridade ra da Moeda, com dot;s andar er
solio, transformando.o-.em oatro de mn saadar
qoe contenhi dous armauap, um 110 pavimeaao
erreo e outro no sobrado, e 03 predios ns. i a-i*
da ra do Bargas, precisa oontfalH' essas obta
om qoam por menp; pnco se quizer encarregar
leeffectua las, ptenlo serem aprovedadosiae.
raaterises que forera tirados dos amigos predaa
s iulgados em bom estado.
Os pretndeme* devere aproseoiar as suas pra-
po.-tas em cartas-fechadascora.dclaraca'odoaa*-
r.in-.o porque fazem cada ama das indicadas aacoav
Secretaria da santa casa de miaaotsfdia donO-
cife 41 de julho de 4871.
O asarivao,
____ Pedro Rodricoe do Sotm.
DO
BEBERI
^to^dS^>3oM. oriiul par.-U
(hojel.

i&SloppJe,
*tBt.
^jainfAj redipre^ trta !'bfl, jjw iam reh- mp^taomie-aeoea^iHvdarte todos -------
na* para a frootelra b**>m *5iv> **> ur o ar **r**a pm-W a 1mWde ateap-T Dea
fp o triumpho de Bwz. pareca maia depruwa. "da -''hagaa,-

BjaHMIjii
laeatioaMMM,1
a pena de prcetler-se dii termos da aaocjl#cja
como a..mulher do soja>I^caUo
_nia Ojreeu irmid, Aotbio Ama
wr Uafcanrcq-, para o mejaio Um, e como. mus
elao stlzents. cn|a residencia d5o saba r.fm'
Cliif.wiJ., 7 itU
auzencia para qne sejara altes. iviiaoos, por '^rlfla
de editas publicada, e afiliada na forma do eslil-
fp, e cera o praso qno V. S julgar ace;saiu
ra..a (..runeira audiencia desle jaiw dapajj^a,
Oda dito pra^o, e para os terraos da conciliario
acjma dito. coui4jeoa*de reveja.: pr. *aoj-ajiue-
rem os enpnlicantes V. S.^pe se digna m^,,
proceder du. jaBiiOca|V>a o.mais .na f Jma,re2'
qnehd'.*-re.1e j V. S. dflTerimenlo^g.n' _;
B5ife.-*jaiba do \m.
aM-a eaUmilUlw .OO re. datad**aasigi
Si) Dovamenle convidados os Srs.
nislas desla coapanhia a-sa-recDrm
asseotbla geral extraordinaria no diaiNI
de agosto (do coi r. nlo mes) a o Mila
no scriptorio da mesma, rosado Ca^igr r;.
16, tara de cooforaadade cem o V.,ii
arligo 47 dos estatutos deliberar-sa Socjgs
10 parecer da oramissao fiscal -Je fm-itiarli
mesma ctrapanhi?; eteud'Seprrv&BM'qiie
nio tendo os Sr. ;&QniiU* cctniarecrdj
SBanuoicro leg*l aal* reutiijo coavoeafe
,psrs o dia 3. do osea jsrowoio fiad* t*m*
sar sebs a aseabltea geral com o noiaejh*
de 3(XiDi>las qae comparcer. aa Bova.rMpV
mo para a qual Qcam convidaoi, svma
do ub*t* :preMnpte. (w-amga-*3 am*
ferrdss-esiimilof. --*
Esai^turio (U.a?,paabja ^ BeJMiVi.
O-cNNlirJo.
Jos Jtonario.Bizerrq dtMvws,
das
-*>
Baam^s^^aeJisjpm-
uspxu.Uwohao indoalria*
cicuUajiMl
N.' MaMfdosSaBlMVUaga,Qal.
(**" aaameajabaecioi.lo.
AaPio
le coaoira do rrroc*^
^^'ea^^-tattiaKaJ
1 ^^*^^^^ ; T^ ^^^'^a^^a^^a^aa^ia^a^a^a^BJ I

.V


liiario de Peniambuco Sexta fera 11 d
e Agosto de 1*871.
\J
' Wbiti
K 92e9i. BallhatJWreira & C,
mercaderes porijrago de a-st-
ar.
Caoad Braw.
&, W. Saruuel Pew<>r Johoston & C,
nvtcadbres por grosso de ferra-
ren.
de Pernamboco, 5 de

TEt.Jom
mu
600 000
iOidQtO
aoooooo
coojooo
aso>to de

lancaior,
Josl Theedoro de Sea.
__ Prcvme-se o* moradores da mi do Bar0
ttumplio, do cata do Briun, prac da Pedro L
'r*a dimerrri pra^a, ravessa dos Guarara-
fii>,* qoe foiam uolleetad<. para pagarera o ira-
P.ua do Bario do Tnuuipho
fr*..Drriilig9i tirano. 300*000
T*. ti. Francisco Siveriw di Costa. 300J0O0
IV*i. MjuooI Jo Sau,loi Villaee 300*000
-V, f.J MiaieJ G'.elln Pinheiro. 900*000
T 5. Guilherrre \Velorlng. 410*000
N. 70 \lin:el-EpBlola d- Meoikmca. 410*0,0
N. 80 Aatonh Fernlra Bailar. .* 800*$
Adlonio Jos>Q*r.bra Guimarl 600*900
M. 8. Antonio Nunes Ferreira Gotal-
bri. 500*090
Caes do Bree*
180*000
180*000
tm#m
140*000
HOM
i4o*oeo
240*000
ttojnoo
140*000
270*000
192*000
2MiOOO
de Pernambueo, 5 de agoaio de
O laceador,
Jos Theodoro de Sena.
Jotnjtauhia Brasileirade Pi
tea a Vapot
. ai
. A director.a da co:n
irceb% pronosi|s pifa
terlal, qter fl#>, qwr
poden-ae dirigir para
companhia, ra djfjom
Antonio Luiz de Olrveira ieve'do-G.
^Dtu de Janeiro,
djftojb o sen ta-
te, os pretndante
!C5'* aos iipinte* da
uro/lfr, escnpWo de
No Candar do
Oafel* Mato
firenl, o aovate
>3>
ir

F.
"it* >t t-e >
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>j.M-
19. Tiictorn Jo-i: Je SOuza-
J. 53. Francisca Sevenno da CsW.
l~ .ffifi de Pedro*
N. 6. Antonio R3saido de Mirandft
H. 16. AAtopie Lopes de Oiiv:ira.
N.A. JiAira,tia Silereira.
Ni II. Jajapniea 4b Al|pquer|uc.
N.--18. MaVel ftrpfir$*laJ5ilva. -^
N. 1. M.nuil Antonio Jo Nascimmt".
Jravessvda praca de Pedro I.
N. 7. MiQtef-Jjs.eVPereira Mari:ib<\
H. 4. Jos Ignacio Soare?.
Travessa dos Guararepes.
,- F.nniua liara da Conceicjio
JlgccI.edorU
io5e>
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aa-sgsisgtsSsgs
>_*& o>o io cj ^i oa **
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00 90.
S"S 96^5 ^3 30 l*^S Ti
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imi ~j<"jswaw THETRO
ZAMLELAII ES Mu OLA
NO ^
CAMPO DAS PR1NCEZAS
SEXTA'FEIRA 11 DO CORl'.BNTE.
Concert em grando gala com a precea de S.
ftxo. o Sr. vR-e-pjesid.'nte da provincia e otteraui-
do e.-pecialmeako ao bello sexo pcrnaabucatio,
pelo pianista
Thomaz Eoenas
Cora o concurso da companhia zarznella tespa-
ohola, dos disliocta profesores J. Poppe, Salus-
lian, que grac.^smeme e prestarani.
L i que che,. ::.c. o Sr. v;ce-prcsidente,
a ordi.itia exe:utai os by.r.aos nacional _e aca-
derai o, por mr o a;niverarioda ins'.il.'aco dos
cursos juridicos do toipari .
Programla.
1." parte,
muko iaterossante unoella ornada do rhu-
A
sica
Li
S' parte.
1.a Grande ouverlura de Uossini, pelos Srs. J.
Puppee B denas.
2. Phantaia para Oanta, pelo Sr. Salusliano.
3. Norraa de Zaell, pelo Sr. Bodenas.
3." parte.
4.' Bonanza, cantada pela Sra. Castillo,
o." IITrovatore de List, p*lo Sr. Rodena?.
6." Sis clhos, grande polka de concert de Go-
jbsali.'k, ex 'culada dous pianos, pelos Srs. Poppe
e Rodenas.
4." parte.
A chistosa zarzuella

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) existj'ptas hq^ andar .Jii^sobrado da ra Nova
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Um sobrado
da ra
de 4 andares fl. 14
oSoo
222;
) os to ^1
TONELADAS
I.NfiLEZAS
- Ge ^r -^ *" O! i* <-1*
TniPOLAQAO
Sobre>salentes, exi.-teutes no trapiche da Coi
chorra, no Rio do Janeiro.
Ollkinas, ldra.
Trapiche na Ciuchorra, iJem.
E'iibarcscojs diversa?.
Terreno, ha Sande, dem.
" Dito no Cear.
Morlona, no Rio de Janoiro.
Estrado, no .Maranho.
Boias.
C i rea, no Rio do Janeiro.
C-MPAINHIA PEKNAMUCANA
DE
Navegago aosteira por vapor
Mamanguapa.
vap mandante Silva, seguir
para o porto cima no
dia 2 do eorrentc as S
horas da tarde.
Recebe carga, encom-
dinheiro a frese at ss i
paluda : escriptorio
mendas. passageiros
hora? da larde do dia de su/a
ao Forte di Mallos n. 12
ESDRJULO
PORTO-
Pira o indicado porto pretende seguir com port-
ea demora a veleira e bem conhecida barca por
tugueza Social por ter parte de ?eu carregamento
engajado, e para o resto que lli: falta, que recebe
a fele commodo, trata-se cun o consignatario
Joaqun Jus Gongaivos Beltro roa do Commer-
cio n. i.
Principiar s 8 horas.
O Sr. Tiijnaz Rodenas espera o valioso concur-
so das eiassea acadmica e corcmercial, e ap-
proveita a occaaiao pra agradecer ordialmenle
na"J s o-bfim ajolhimento, que com prodigalidade
Ihe tem dispensado o illa-irado publico peraam-
bucano, duraota a lempo da sua residencia nesta
idade, como tamben a cor.pratjao, que se Ihe
dignou prestar ao seu primelro concert e a que
por ventura po?a merecer com este sen segundo
Ficdo o qual ir cumprimen'.ar as Exmas. fa-
milia?, que ( honrarem com as suas presentas e
ao mesmo lempo faz as suas despedidas.
Depois do espectculo haver um trem que
teear em lodos os pontos at apipucos.
AVISOS MARTIMOS.
No vi ".e consala lo da Gra-Bretanha, na ca-
sa i J. ti! Graf & C, em .Natal (Rio-Granas do
Norte) recebem-se propo-las at o dia 15 de agos-
to prximo vioJourn para o transoorte da carga
da brigue inglez Alkamuar de 254 toneladas do
registro, viudo de Pensacola Florenga, sendo ...
499,043 ps de roadeira de pinho para o lugar de
seu destino Mente Vidro ou Boenos-Ayres con-
forme rdeos no 1 porto. O mesmo emprezario
inlemaisa as despera de salvamento Bscalisa-
rao e ontras mai da mesma carga.
' Bio-Grande do Norte, 2^ de jnlho de 1871.
Baha
Para o referido porto segu em poneos dias com
a carga que liver o hiate Bomjim, que recebe a
frete commodo a tratar coai o sea consignatario
Joaqaim Jos Goacalres Beltro : ra da Com-
rnercio n. 5. ___________^_________
IUGM
Seguir para o indicado porto o hiate Spbralen-
se, capito Costa, ainda recebe alguma 'carga a
frete : a tratar com S Leito Irmos ra da
Madre de Beos n. 1.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
avegaco costeira por vapor
Macei, escalas, Penedo e Aracaj.
. i O vapor Giqui, comman-
dante Macedo, seguir para os
porlos cima no da 14 do cor-
rente as 5 horas da tarde.
Recebo carga at o dia 12,
encommendas, passagens e di-
nheiro a frea al as 2 horas da tarde do dia da
sahida : no escriotorio do Forte do Maltes n. 12.
COMTANHIA PERNAMBUCANA
DE
Varcga^o coselra por vapor.
Parahyba, Nata', Maco, Mssor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Parahyba commanAaa
te Oliveira, seguir" para os por-
tes cima no dia 14 do corrnu
as 5 horas da tarde. Recebe car
ga at o dia 12, encommenda?,
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas d<
larde do dia da sabida : escriptorio no Forte d(
Vattos n. 12.
^QMDte Marlins far MIM iVeWiertftfenW'dti
D. AdlaMe. Gil do Mata Immi, UWfaaal>
Joao PioAlainos e tofmtW-Um..&r.
Dr.jaw.>|^>Jos. do obrado i 4 Ware's da
ra do Torrasja, ,11, e eiHHM9m-1tre^o pro-
prie, pertecco*J' ao ca-al do dito Commeodailf
MMHL(era412 do correte.
r no Ia andar do sobrado a. 15
< ruaJ*^ir|rM|de Oiinda. s rWflras do dia
calma.
$***
dous bons engenhos
A*. 14 do (Jprref jt
O agen* Ohveira farideilo.lbr %s|leBY di
flliD. Sr. Dr.jutz de direilo especial do commercio
d esla cidad, i requerimento dos adminmiradores
da massa /aldade Siqieira 4 ei,eira,.^os dous
engenhos Justar e Monte d'Q-S; dalaoformi-
aide com seus anteriores annunqios, e com a clau-
sula recntenteme concedida.
SEGUNDA-FEIRA.
aomeodiaem ponto, em su -ecr)toria^ aa
do Bjtj Jess (ouir'ora, da Cruz) n. 33,^rimeir
andar.
N. S do Bom Conselho.
-Pw ordm denwfo irmao joU cobtMo i IAdb
2^2??? ** c"Wr>,eTem wil mtm fwallBO
JJ^dflWigjfo) s *t>*4ti, 25]*^' "i*5t*5,'atlM 4b trateras d e'lei-
<*?* ''Wb>Mssihiw domlvfM- e t% tmfcs da
^nandade-acadiBWa d N. S: d' B)a r,oTelho
at t Horas da manli no coumd# de,- S.Fran-
owo.
Secretaiia da rmau-hda -MadHilaa d=?-N *. do
Bom Uraselho 10 de agqptoVi0?l-
n
* JM^tfWMt^Oe-D-S.TfMta.
IlJJUin4as.Josjja.Sfra eno de minfit
brar alguma
corrente, p
triz do Cprpa piio
amigo e paWeJj
cido no
^^.tiwidaaBitiriv paMBt-s
cele
ra 14 do
greja ma-
prezado
io, falle
neia da
ntr.
li a assistirara, palo jue Ibe srj elar-
Uia impovtaote.prfliio
SEGURO EMPBGO DE-CANTAL
Sendo, nm sitio na Pajiagem da Magdalena, ru
do Hem-flca n: 3i,:com "riui;as r. uiuir-, caes
margem do rio/inurado doy la'b^ e m fun loando
existe um forte gradiarmaio ptth de tno, umt
solida e elegauto casa do viwnja cem terracot
muits acomrDodacoe.s e Jcm^itorias
SEGUNDA j?tIRA I DO GORaENTE.
O agente Martins far leilao requeriroeolo do
inventarame dos beus deixados pelo fallecido Jia-
quim d'Almeida Pinto o por mandad do [Km. Sr.
Dr. Juiz do orpblos'do sitio e casa cima.
O leilao lera lugnr no e:criptorio do dito agente
a ra do Ma.fqatz delinda n. 15 i andar is 11
do dia.
LEILAO
DE
movis, louqa, crystaes e eleclro
prata.
Sendo 2 mcbilias de Jacaranda com lampo de
pedra, urna rica cama franceza de Jacaranda, com
culxao, cortinado e urna colxa de seda, um excel-
ente pianno forte, 1 toilet de Jacaranda, 1 dito de
amarello, i taogeres para cantos de sala, espelhos
ovaes, 6 grandes quadros com vistas da Suissa, 1
importante relogio com corda para 15 dias, ricos
vasos e figuras para orasnunto desala, tapetes o
esleirs.
1 importante guarda:yestidos_ da amarello, 1
guarda roupa, commodas,- -marquzTJe?. raarqae-
zai, sofs de mareHj, a.za elatfca ma 6 laboas,
guarda-louga, apparadore, cideirfis americanas
cora eucobtj de balaustres, caleiras do vimes, di-
tas de dito de brasos, bancas pai a jogo, adeiras
da bala'nQ", 1 importante servico de porcalana
para janlar, um dito rico para cb, garrafas, co-
pos, clices e facas.
2 estantes de ferro oa armarios para guardar
vinhos, meza de engomado, cama de ferro para
meDino, armarios, garfos, eplheres para soupa
dias para cha, concha para tirar soupa, ludo de
electro prala, 2 grandes pannos com pai-agens
para forro de ala, 1 casa de pombos e muilo3 ou-
tros movis objcios de gosto do uso de urna
famia estrangeira que se retirou para Europa.
Quarta-feira 16 do corrente
F. Montura far leilao por iotervencao do agente
Martins, dos movis cima existente^ na casa n.
29*, ra di Soledade, onde foi sua residencia,
lendo principio s 10 horas do dia.
Para maior certeza .dos concurrentes, declara-
se que a casa cima meneirnada foi oulr'ora re-
sidencia do lllm. Sr. Dr. Villas-Boas.
0 bacharel Jeronmo S.igatfcr fe Cas?ro Aceren,
su muiner Jaaqu.a O'icdina dfl.Catri Aceioli,
e Vh* Amm Vh-*mm d Gastfa Ancioii, feriaos
d*rwis aeerba d*., pela prr:aAuro passamento
dqua q*ida m Julia Auf;U 4e:Gsiro Ao-
cioli, convida ai pessoas de sua amisade a assis-
tirem tima mts?a nqe mandam celebrar aosetimo
dia 12 do Ctrwite polas 3 oras da oaanba no
igrfijada Ordem rrc.eira do Carino, pela alma
de sua fllha & Itoiaa. Agradecen) os aununcian-
tej as iilPncia d ^s peiSoas convidadas a ese
aejp de refigin e earida.de.
ll^liitaJoiies de J^Ernambueo.
Chegnem pechinCha, carvao animal a 1*600 :
na acreJitada fihrica dos fios djs salinas de Sin-
to Ai4ro, .'iJOoijg.sa ru da Poot vtlhi n. 14.
Pateile^gUjdflHffiftf'gQ lempo por ter vicio da
l.i si o a MtOnftjitrfi i por ijUcrsi tolos os n&vio,
e a>pS-B^|Wamen4o< lUiiuiaioeoiJ ioiroJivi-
do3 n uHeiiBtmo, pro lez a Jila fibrina 30 ar-
iol i; por da; cjme^inj di 15 de agjsto em
diaute.
Precisa-se de urna sma pa>
ra c inhar e engoramar : Oa
ma larga do Basarlo n. 22,
l'r. dsa .- al^ga un o.-e.wo j.j me idade
sem vL'iot Del para strvico 'lo casa : na ra
Duque de Casia?, aofiga das Cruzes, n. 36, pri-
mairo andar. k.
NO AlfflAAL.
Vende-se a li o palmo de frente : os preten-
deres podem djrigir-se Francisco Marinho de
Albuquorqu Mallo, que sa achara ia casa ama-
rla do refer lo lugar, as 9 horas da maohia de
domingo 13 do correte mez de agosto.
Evadia-se no dia 7 de jolho do anuo prximo
passado, o crioulo Trajan>, de 43 annos, levando
alguma roupa, com os sigaaes seguiotes: alto,
pernas finas, com bastante barba e falla de cabellos
no-meja da ca^eea ; fui e?cravo do engei.h i dos
Pm'.os e comprado ao Sr. Temporal. Boga-so
todas a3 autoridad, s a captara do mencionado es-
era vo, a entrega-lo ao abaixo assignado em sea
eslabeleeimenlo na rna Direita n. 18, qae ser ge-
nerosamente recomp-fisido o porlader.-
COMPJlMHII
DAS
Messegeries maritimes.
'Ho da 11 do corrente mez espera-se dos por-
tos do sal o vapor francez Amazone, commandante
Jorat, o qnal depois da. demora do costura*
aegair para Burdeos, tocando em Dakar (Gore)
e LisbJu
Para condic,oes, (retes e passagens, trata-se na
saaocia, m do Commercio n. 9.
BAHA
ra de paquetes a vapor.
At o dia 15 do crreme e espetado de New-
York por S. Thomaz e Para o vapor ame-
ricano Merrimaek, o qual depois da demora do
cosame seguir para os pprtos do sal.
Para frete; e passagens, trata-se com os agen-
tes Henry Forster & u, ma do Commercio u. 8.
VISOS DIVERSOS
Gabinete Po'rtuguez de Lei-
tua
(aSSEMBLA- GERAL)
Convide pelo presente os Srs. socios effectivo;
para a segunda sesso da assembla geral ordina-
ria, que lera lugar domingo 13 do vigente pelas
11 horas do dia, afira de se eleger o futuro conse-
lho deliberativo e commissao de exame de conlas.
Secretaria do Gabinete ?ortnguez de Leuura em
Pernambnco, 9 de agosto de 1871.
A. J. Borges Costa, '
2." secreiaro.
Jeronyma
Ausenton-se da casa de ;eu senhor em dias do
mez de agosto do anno pasjado, a escrava Jerony-
ma, cabra, com 03 srgnaes seguinlas : alta, espa-
ladla, com marcas de bexiga?, baleos grossos e
Com os denles superiores podres e faltos, usa de
amarrar os cabellos S traja bem : quera a deseo
bir e levar ra do- Pires n. 31, lera a gratifica-
^o de cerh mil ri.
TRiLHOS URBANOS
DO
Becife Oiinda
e BeberibrV
Previne-se aos senhores accionistas da compa-
nhia dos trunos urbanos do Beeife a Oiinda e Be-
beribe, que a sesso da assembla geral sobre a
reforma dos e3tatuto3 contina em seos trabalhos
ao dia 18 do corrente, pelas 11 horas da rr.anhaa,
sendo a reuniao uo mesma tugar Jos annunoios
anteriores.
O Io secretario, ,
Lniz Lopes Caslello Brauco.
D. W. BBWMA-
ttffenheiro com *
FUNDIDO
* MJA H> B lilil' SU
PASSB0O 0 CHAFA8I2
Pee aos senhores de eojenho e outros agricultores, o empregadores de ma-
Afnismo pavor dfi urna visita a seu eslabeleeimenlo, para- verw& o bo?Q h sortfl^eDto
^JtttplelQ .que abt lea; pois satdo tudo muito mais barato em-precudo jtie jaausu;-
oma.vwnJto, est ainda superior em qualidade e forlidao; o q coa-1 impeccti> pe-
walpodese verificar.
PEDE ESPEQA ATTENgAO Ao. NUMERO E LUGAR DE SUA HMiJ^lO
VfLTIOtP*. A rn *flft Vfltmn dos mais modernos syetua, eem
V apure O rO^aS a agua tamaDbosconveBitaieprtMdiver-
M8 circuoaslancias dos senhore propietarios.
QOSIlddiS dr> fiftlHia (le tot!os os laaiaahos as melares que aqu
Rodas dentadas part aDiraae8, agaa e vapor.
Taixas da ferro fundido batido e de cobre
Alambiques e fundos de alambiques.
Machtnisninspara mandk>ca e aigoaso,
vwuiuuiUfl e para gerrar ma,iera j
Bombas a (or ^^
vm. de patente garaoUdas...................Jou auimaes.
Todas as machinas pe538 de qae M ^ pre,i8r.
Faz qnalquer concert
Formas de ferro
Poderdo todos
[ser movidos a m5o
vapor.
de macbinismo a preco mui resamido.
tem as melborcs e mais baratas existente-a no mr-
calo
EnrtriTliniftTl1C!a___^Incuqb-se de mandar vtr qaakiner mwbinitmo voo-
UUUlUUltJIlUtta ^tade dos clientes, lambanio-ihes a vaniagem t fa-
lerem *qascompras por intermedio de pessoa entendida e qoe em qualqrrer necetsid*
le pode Ihes prestar auxilio;
Arados americanos
e instrumentos agrcolas.-
H9TI
ua Larga do Rosario n, 44
Este acreditado eslabel cimento, oTerece aos soes distintos con?nmidores suma
riedade, gasto e moito asseio em suas iguarias.
Tem urna espacosa e elegante sala para alimentar:), a primeira neste bairro.
Os gensros de consutijo sao de piitneiras qualidades.
Recebem-se assignaturas tanto para o estabelecimento, qoano para domicilio.
Ha para recreio, sala de-buhar etc. pianno ejornaes naeionses e eslrange'ros.
Disp5& de cmodos e hdepeniente-; apozeulospara hospedagtm.
*

va-
LEILOES.
O palhaboie nacional Otribalii, eapitao Custo-
dio Jos Vianoa sague para o porto aeiraa com a
malor brevidade possiver, recepe carga a frete : a
tratar com Tasso temaos 4c C.raa do Amorim
auavere n. 37.
COMPAMIIA
DE
Havegapao Brasileira
m
DE
Movis, leu^a, ^ vidros
A SABER :
1 piano francaz, 1 mobilla de Jacaranda com 1
sof, 1 iardineira, 1 consollos, 1 cadeirw da bra-.
eos e 18 de goarnicao, 4 jarros pira flores, castl-
cans e mangas, enleites da moza, tpales, 1 secre-
taria de mogno, 1 carteira, 1 eslfljo rico, qoadros
cora personogens e ootroa artlgos de sala.
t cama franceza, i guarda-vestidos com espe-
movl guarda rdpaa, 1 cama da torro, 1 lavatorio
e pane neos, 1 ctmmoda e 1 marqueta.
i cabidas, i quartioheira?, 3 apparadores e l
repncbo proprio partiardim, todo de ferro e de
fOlo moderno, e 4 relogio americano.
Lacia i ica, S apparad*
Al o da 19 do corrente,
esperado dos porto do norte
o vapor Ankota com mandan te
Uom,ofn* depois ia dme
rado eoMM fltthM do sm. ...
OtMs ja nfeni-i* p^uaf^iin e Ma-M
etfM dato vapor poder co^Oatr, a mti deven
flffUavmdino la te t* d*eadaf encom-
au dinheiro a frete at to a horas da urde
-4* ana aaaida. _____ ^ At
mmtm*90tkm tinao euiistdii ^tmm *
jWWMa|i|Milvlte,lJ<'L
au de pesa oa cito
Kt
LEILAO
DE
Movis, loiKja, vidros e crystaes,
HOJE
Por intervencio de agente Pinto.
No.2* andar do sobrado da ra do Baro da Vic-
toria.
Leilao
O presidente da sjciedade Loso-Bratileira con-
vida a todos os socios, aos prenles e amigos do
fallecido Dr. Joaquim da Silva Gusmo, ex-vice,-
presidente da mesna scciedade, para assistireM a
ama missa qae por alma do mesmo manda cele-
brar no dia 12 do correotn, as 7 horas da manha,
na igrejade N. S. do Carmo.
O presidente,
Agoslinho Mximo Pernio.
Uunia ^ Manta, vendem a
ra do Mrquez de Oiin-
da n, 40, o seguinte :
VINHO XEREZ snj)erior, era.eaixas.
COGNAC. MARTELL idero.
VNHO BOREFAUX, iiem.
AZtilTE DOCE REFINADO, dem.
VINAGRE BRAN 'O, idero.
CAFE M CEAR, saceos.
i Charutos de Sehnorbusch
i Regalia britnica.Regala Imperial,
: Operas. Conchas. Trabneos, de qm milheiro
ara cima.
I CIGARROS DAS FABRiqAS DO RIO BE NO-
VAE8 E LIZAUR, de diversas qualidades, veode-
l #m barricas.
Previoe-se pelo presente qui7m'interessar pos-
pa, qne ninguem f<; negocio algum com Jscr.b
Juaquim da Silva, acerca dos bens deixados por
sua finada mulher Miria Felicia da Conceirjo,'
fiorqaanto eslo ollcs snjettpa s dividas da mes-
na ihada que f rom aiiendidas no invenlario e !
parti ha a que so procedeu pelo juizo municipal,
da 1' vara desla cidade, e.-cnvao Sanios, assim
como estao igualmente uj -ilus s dividas parti-
culares do mesmo Jacob, cujos credores legtimos
o estio accionando pelo juizo competente ; e para
que ninguem pos;a allegar ignorancia se faz o pre-
sente aununcio por roeio do qual se protesta des-
de j pela nu'lidade.de qualquer negocio a res-
pei.o do ditos bens alm da responsabilidad? cri-
minal que pos em prejoizo dos legtimos credties tanto da Uado
como de seu mando e herdeiro.____________
Previne-se a qseft inieressar pes-a, que o
Sr. Jacob da Costa nao pode dispor dos bens de
seu casal, apezar de ?e ter habilitado herdeiro.
Visto haver era juib execuQao contra elle. Se al-
guem contratar e effecluar compra de algum
bem do dito Sr. Jacob, protesta se annullar qual-
quer venda, urna vez que em lempo se faz a pre-
sente declaracS. Couclue-se porianto d rendo,
como certo,-onde ha divida nao ha heranijas.
j reduepo de juros
abaixo

AVISO.
- Q abaixo assignado rotira-se para o Rio de Ja-
neiro e deixa por seos procuradores nesta ao
Exm. Sr. Baro da Soledade, e no Rio Grande do
Norte ao tenente-coronel Joo Evangelista de Vas-
coBcello3 Lima.
Fabricio G. Pedresa.
basfante
(Arago)
J, Salvador Henrique de Albnquarqae, repaasarlp
i mais viva dor, cordialmeate agradece a loih*
as pessoas que no dia 9 do corrente acompanna-
ram as cemiierio publico os reatos mortaes de sua
muito prezada consorte D. Roa Maria Fousecatle
Albnquerque.
Todos oa seos Albos e genro acbam-ie igual
mente possnidos dos mesms senlimontos de gra-
tldo, pelas provas de sincera amiude que esses
cariciosos cavalneiros se dignarais dar nos era
lance lio critico e doterosi.
En consequencia do dia 18 ser santiSeado, terft
lagar a selebracAn de varias missa i no dia li do
crranle, pelas 7 horas da manhia, pa igtja m
Goigregacio, onde espera qne seos parentes
amigos coobnuem coa sua aasisteoeia a U>as
privas de aaa amizada, religao e piedide.
Kelogio fttrtad
Fururara h ratera das 3 para as 4 horas da taV
d, da ma d'Aarora a. 31, um rslogio de onr.
pitete iuis'0 o. 6179, coa carrele tambera do
oro, a ama oaoolta, qae conn
lurtaram mais ama, eacpita de
ae um deaenho simaJiadj a
ja didai 4* oum. Bede-M,-;
m ca declarada qoe frajUkiri.
ja-abiaete portuguez
de leitura.
No-rttBdopodldo-reaJIw a rjupilg. da j-
Sermj>'e'fal no difl rrarcado peles ^siataltis, nao
lae ler Icaitartir. dial cDcetenle a tuto aau-
ersaria, a qual flea itaasfenda para qaando fqr
.nounciada. '" '
1 Sf cretaria do gabine^#ortajMi de leitura em
fernambuco, iO de a|ed|, B.
OJlcreiario,
Antonio'fe Amtninrque.Mello.
*T,
ttenpao.
i
^ma de leite.
Precisase de urna ama com bom e
leile : na ra do Viscondo de Pelotas
n. 37.
De urdem da mesa regedora da confra-
ria do Senbor Bom Jess da Va-Sacra
I da Santa Cruz, convido a todos os irmos
coofrades a reunirem-se no consistorio da
nossa igreja pelas 9 horas da manhaa do
dia 13 do corrente, para em mesa eeral
approvar, como dispde os | 8 e 6' do
arl. 21 do compromisso, os contratos ce-
lebrados com o capello, guarda da igre-
ja o o esmoler, bem cont resolver sobre
o augmento do numero de catacumbas
ora existente?, visto nto preencher este
; as necessidades da contraria e tratar de
quaesquer oatros interesses da mesma
igreja.
Recife, 9 de agosto de 1871.
O escrivo,
Tbeodoro Jos de Vasconcellos.
-AI*odM64'irtrakN- viodomv reeekom-san
np liae-aiunieiiial do tormo de Pao d-Aloo pro-,
Natas m c**i>r.a.e Tejuk das fo>ntes ew*fi
Tiaj. ffim orlonl,.dt 13 annoa de idade, jy&
lidieml^OO ; Rachel, de annos, eofiOO* ;
jCrab!4iioos,em3J0. e.raftaeaaa, d.*
afiM/** mi*, as quaee forara toda separadas
rTe MStmento dosdireitos provinciaee, na par-
a qa> se procede* pw lalleeimento de U.
>s*amvdeAJbnt|nerW.
TWmW
J Mi
lv%OiWJiKer,
perden
Santos
* ma da Seoulla VeUta a beliea 9# Sr.
a UWeS qtiortos
n raa Rova, rrm mel brlhH
li MrW^aVdfe km d
s daitijo I, di
. I ik* a%u-n lorie *4^^K imk nurae-
r su4o m* *x*mm- tmenea.- do iwr
n ,jols aabe a quem vanifen ae oatrosfl/e,a n>e.
uuiarm esll SBre9ar?9aWSf|MBI'*a,>rlbeles trj-
inteiro sio esJH mmmWItmi Gal
andtr na na
alo]* fo>

Matriz de Santo Antonio do Recife.
De ordem da mesa regedora da irmandade do
Santissirao Sacramento da freguezia de Santo An-
tonio, convido a todos os nossos cbarissimos ir-
mos a comparecerem no consistorio de aossa
matriz, domingo 13 do crreme as 10 horas d
Iiaha para que reunidos em mesa feral proce-
tm a eleifio de uro procurador en substituicao
oolro que dixou 3e a pe lar.
Consistorio da'Irmandade do Sanllssimo Sacra-
3lento di fregoeiia de Santo Antonio do Recife,
0 de agosto de 1871.
Francisco de Souza Bego Monteiro,
_________Escrivo.__________
Esque jimento
Bsquecea-se urna pessoa de um litro por nome
Vvictima de um Irada perlencente ao gabl-
portuguez de leitura : quera o liver acbado
queira restiiui-lo leve-o A ra do Duque de Ca-
las n. 82, i-lo deu-se no da 9 do correte no
rem qoe parti as 6 1|2 horss da tarde._______
Attenqo
O abaixo assignado faz ver ao respeuvel pu-
to fie encontrando no Diario do dia 8 e 9 da
[osio do crreme um nome igual ao seu, o qual
Jos Btbeiro Goiioiifes, por isso para evitar
z5es para a futuro ao publico, de hora em dian-
. aisif na se por Jos Ribeiro da Silva Guimares,
iito qne o anonqc o sabido com o nomi de Jos
Hibeiro Guimsrfies, nestes dous dias, nio se en-
tdada com o abaixo assignado. Recito 10 de ages
te de 1874,'
lU Btbeiro da Silva ommsrias.
. Precisa-.-e em um engenhj porto desU cid
? e
carregae da admnistraco da casa de um ho
m viuvo e trat da educaco de .algumas me-
uu Komnite da adroiqsirafcio da oa,a. pre-
o'-se estrange*ra ; qacm sejulgar.habiliUda
a amb*a ssrvw ou ^ara o otinio, dirila-*e
*-deSV*Wro B,, ***r, quft aciari
*mm*i
O abaixo assignado e&labelecido
com casa do peubores travessa
da ma das Cruzes n. 2, reiolvea
r>formar a tebella dos juros da
tran>ac(,5os eff-jctuadas em &aa ca-
sa, desta data em diaDto, assegu-
rando a todas as pessoas que, alm
da garanta qne cfferece seu esta-
belecimento, acredita qne lodos
ficarao cunicnles com o mdico pre-
mio que pagaro, sem terem em
risco suas preciosidades, dadas as
vezeaa agiotas simulados, que as
vendem no (ini do prazo ajustado,
sem mais formalidade alguma.
Ainda maists pessoas quetive-
rem cautelas vencidas e quizerem
evitar que seus objeclos sejam ven-
didos em leilao, venham reformal-as
qnanto antes, que aproveitarSo tam-
t>em da reduefo dos joros da dala
da reforma em vante.
Recile 10 de jnlho de 1871.
Julio Isaac.
MESO USlaB^li
Extracto de carne
Do Dr. Ubituba
Fabrica de pedras brancas na provincia do Bio
Grande do Sui.
Em latas de 2, 4, 8 e 16 oncas. nico deposi-
to em Pernarabuco, na pharmacia americana do
Ferreira Maia ct C. : ra Duque de Caxias nu-
mero b 7.__________________^______
O Sr. Manoel Bodrigues das Neves, ro-
gado vir na roa da Penba n. 25, 2 andar a
egoeio de seu interesse.


Gasino de primeiras letras,
francez, msica e plano.
Propo-se urna Sra. devidamente habilitada pa-
rante a instruccao publica desla provincia a ensi-
nar as materias supra eom todo o esmero, espe-
rando a proQcnidade de seus esforc js da experien-
cia que tem, do ensino. Dirigir se roa do Ca-
isaro n. 3.
de um oficial de c>iaruteiro : na fabrica de cigar-
ros, ra de Santo Amaro, n. 5.
_
40
AtogartO
-A 'Mi dnzalt non 3 L
1 na, 3 aaar*, ttumi eiieau.
da na a
a, eottenli
MARTIMOS
E
CONTRA FOCO
A companhia Indemnisadora, estabelecid
esta praga, toma seguros martimos sobra
aavios e mus carregamentos e contra 'ogo
am edificios, mjrcadorias e mobilias : oa
roa do Yigario n. 4, pavimento terreo.
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltrao
Roa do Trapiche n, 5, 1* andar.
Sacca por todos os paquetea sobre o banco dev
inho, m Bnga, e sobre os aHOJAtes Ingarn m
Portugal :
Lisboa.
Porto.
Valea^a. -
Cuimares. >
Coimbra.
Ohms.
Vtoa.
Villa lo Conde,
Araos de Val de Vea.
Vianna do CaaleUo.
Ponte do Lima.
Tilla ReaL
Vnia-Nova de Famtcio.
Lamogo. .fl
'passo).
Covbaa.
r


Diario d Periiaaiboe Sexta eira 11 de Agosto tU 1871
Preeia-s d um trabalhador: prefere
eravo, oa dos ctKftdo* ba poaeo da Euro
Ufflbem da nota crata de raeia idade, para
eo artico : a tratar oa fabrica de a-uear
Milrn.
ases-1
isa
Attemjao
Aloga-ie o solio do sobrado da raa do Ran-
ga!: a tratar na rna da Praia n. 3a.
" Obsequio
Peda-se aos abalaos declirados tereu a honda-
da de vir na ra Direiti n. 53, a negoeio de seos
mareases :
Jos Francisco de Mos
Tnomai Das de Sonto
Manoel da Caoba Pigueiredo.
Joio Jos da Cosa Santos.
Jos Caetano T. de Soou
Antonio Rodrigues Martins Ferreira
Antonio Martins de Soosa Campos
Francisco de Salles G. Caoha
Caeuno Jos CoHho
Jos Irino da Silva Santos
Miguel Esteves Alves
Jos Teixeira Leite
Antonio Jos de Olive ira Rraga
Jas Ribeiro Guimaries
Francisco Vaz Pereira
Jos Goncalves Ferreira Rosa
Antonio Jps Dias da Silva
Agostinho Francisco Gomes
Joio Baptisia da Silva
Jos Faquinet
Anastaeio Jos da Cosa
Doming s Jos Pereira da Cosa
Mano ti Pal va
Pergentino de Aquino Fonceca
Camitlo Pinto de Lemos
Geraldo Correa Lima
Lonrenco Loix das Neves
Jos Bernardo de Souu '*
Viuva de Manoel Joaqnim Pereira
Recbese propostas para a compra da boti-
ca do fallecido Joaquim de Almeida Pinto, at o
da 8 do corren:e mes, i roa dos Quarteis n. 10
primeiro andar, e no cartorio do Sr. escri\3o Bri-
io, onde os pretendentes encontrarao o balanco.
AVISO
Os abaixe asaignados tendo'eomprado o esno-
lio do fallecido subdito porloguei Virginio Freir
de Oliveira, estabeleeido na praca de sania Crnt
n. 4, cenatanto dito espolio na sua maior totlida-
de de dividas activas nesta praca e lora della,
vem pelo presente pedir a todos os devedores do
dito espolio que quanto antes venbam aju-tar e
saldar as suas cenias, aflm de evitar incommodos
e despeas, e previnem aos mesmos devedores tan*
lo do matto como da praca, para que nio na-
gnem conta abroma ao ex-caixeiro do dito Vir-
ginio, Antonio Manoel Machado Colbo (como al-
guna j o flieram), sob pona de pagarem segunda
vez, visto qoe o dito Colbo, depois da morte do
referido Virginio, nio tem autorisacio alguma
para tal flm.
Recife 19 de jonho de 1871.
Gama k Silva Brito.
MOFIIU.
Roga-ae ao Illm. Sr. Ifawio V^ra do Mono, .
erivio na cidade d Kaiareth deata provincia,
favor da vir a ra o Imperador n. 18 a coocluii
saM^6ncn ntoadn desta tonal, m fas
te dtcombro proxiaao paesado, a apota par* ja-
Miro, paason a toveraro a abiL a na ia cnaaprio,
e or eate motivo, i- da novo chamado para dito
flm : pois V. 8. se den lambnr eme asta negoeio
te maia te wto anooe, a qnando teafcor tan
flbo se aehlva no ea nesta esdate
Offerece-sa orna mnlhar te boa conducta
para fazer companhia a ama familia, e umbem
prestar alfana servieps : quem precisar dirija-se
a roa da Sania Croan- 71
Lisboa e Porto.
Saca Joaquim Rodrigues Tavares de Mello
praca do Corpo Santo n 17, andar.
na
ANA
Precisa-se de una ama para todo
o servico de casa de pouca familia,
prefere-se prela de meia idade : na
roa da mperatriz n. 40, loja.
Jo5o Jos de Carvalbo Moraes, liqoida-
trio da exiincla ffrma de Paes de Melba
C., roga a todos os devedores da mencio-
nada firma, qur desta praca, qur de fra,
queiram mandar satisfazer seus dbitos
loja da ra do Duque de Caxias n. 55, (ou-
tr'ora Qaeimado), e desde j declara que
todo aquelle que o nao fizer pelos meios
amigaveis ter de faze lo judicialmente.
__Preei-a se de urna ama ou nm menino, para
casa de urna pessoa, sendo ama para comprar, co-
sinhar eengaromar, e o menino para comprar :
ra Estreila do Rosario n. 21, 2." andar. _____
Na praca da Indepeudencia n.
nheiro sobre penbores de
33 se d di-
ouro, prata e pedras
preciosas, seja qual for a qaantia; e na mesma
casa se compra e vende objecfos de onro e prata;
igualmente se hi toda e qualquer obra de en-
commenda, todo e qualquer concert tendente a
mesma arte.
CASAS
Aluga-se o primeiro, segando andares e sobre-
sotio da casa n. 6, cita a ra do Livramento :
tratar na loja do mesmo predio._______________
Botica popular
ra da Imperatriz n. 77, precisa-se contratar om
offlcial de pharmacia.______^^
Manoel Martinbo Alves Garca vai Porto
al, e deixa por seu procurador o Sr. Jeronymo
oaqoim Fina de Oliveira.___________________
Moieque
Precisa-se alugar nm moleque de idade de 12 a
18 annos : na rna da Cadela do Recite n. 11.
Aluga-se as casas o. 1, 3, 7, 9, 11, e 13,
dentro do portio n. 9. na ra Forraos: i tratar
Comodonas
a Mtrelta el Rosarte
Na casa cima foraece-se eosaedorias para fra
eom asseio e prometalo, chamndose a alinelo
dos senbores acadmicos qoe mizerem ir cedo
para as suas aulas, visto que aa dar almoco des-
de 7 horas em ponto at ia t, oa at a non pelos
mesmos mareada, e jantar a qualquer han, man
dando-se levar em suas essaa.
41 RIJA DO BARIO DA VICTORIA 41
irmiUM Um nm DI Assim COBK)
NatU doto armtzea tem om
rariado aortnaaoto de fatenda
franeexau, inginas, alenlas e to-
das toda m venden, por precoa
tnodicoi, afim de acreditar a este
aovo armazem.
Caiemiraa inglexaa,
Crancezaa, de todas as
qnalidadea, brina de
sorel e brancoa, colei-
rinhoi moderno, cha-
Doa de aol de seda,
looa.
Assim como (em ama grande
oficina de aifaiate, montada coa
ARRDA IRMOS. SS53.SS
nada deixam a desojar.
Retalba-se, a vontade dos compradores, alguna
lotes de terreno, qoe restam, do sitio Afnazinba,
no Porto da madeira, de Beberibe, por precos ra-
soaveis. A sitoacio topographica do terreno saa
dupla qoalidade pan planUcio e ediUeacio, como
se poder ver dos sitios nelle edificados muito o
recommenda, sobretudo por flcar prximo te es-
tacao da via-ferrea. Os pretendentes podem deri-
gir-se i i o for mar-se do teen te Si Peixoto no
mesmo logar, e pan qualquer negoeio i raa do
Crespo p. 12, andar.________________________
RA
ario ola Victoria
aatija rea
NOVA
na rna de Moras o. 106.
Fe chincha
Aluga-se verdadeiras bichas de Hamburgq por
barato pre;o que admira : na ra do Rangel n.
15, loja de barbeiro.___________________________
Aluga-se
Aluga-se um mulato copeiro e bolieiro :
tratar oa ra Nova n. 43.
DOCUMENTOS IMPORTANl'Ei
Limites do ergenho Santa Cruz do Termo de
Bdrreiros, reconhecidos pelo proprio Se-
nitor do Engenho.
Illms. Srs. Memhros da Asserotla Legislativa
Provincial.Diz Francisco Alfonso de Mello, pro
pr etario e resi lente no sea Eugenio denominado
Santa Cruz, que nao obstante ser o seu dlio Erge
nho sito no itistricto do termo da vil'a de Rarrei
ros desta proviocia porte achar quem do riacho
Joio Mulato, continuaQo do rio Piraanunga, que
:omose Sube, ser.e de ivisao desla com a pro
vine a das Alagvas, succedi que a autoridades
iao f civeis como ecclesiasticas da dita provincia
das Alaguas sen a menor raiao e fundamento le-
gitimo tem procurado sojeiiar o supplicante i
aquella j ii isdicco no que nio convindo o snppli-
cant, ptr ser-lhe isto nruito iDCommodo, recorreu
ao Exm. Presidente desta Provincia e Prelado aio
cesano, que attendendo ao sujplicante em vista
Jos valio.-os documenios juntes com que instmio
*ea requenmenio, sedigoaram de declarar, por
despacho de 9 de novembro e i* de dezembro 4o
amio prximo pagado, que ( engenho da suppli
oante devera considerar-te pertencente fregu
zia de Barreiros, e por const-guinu sujeito o sup
jilicante ijariadiceao civil e ecclesiaaiica desta
provincia, at ulterior delibracao desia assem-
bla, i ocumento n. 1, deliberado que o 9upplica -
te vem instanteaente implorar, pediodo que de
cK'eis um acto legislativo no sentido daquellas
dftcides tendente imptdi que o mesmo uppli-
ante cootiaue a ser ciagido cumprir deveres e
obriga(."e3 para com a laatiea.civil e ecclesia9tica
de Torto Calvo, da rsferida proviorudas Alagjas,
como aealn inda de succeder, soffrendo ha pon
unsequestro por"motivo i e inventari9, come
J noticia 3 documento sob n Nestes termos,
pede esta Ilustre Assembla se digne de assim
d/enr-lhe.E. K. Me.
Reci.'e 23 de margo e 1837.
Fr Di 'Cimiento n. I.
lllm. Bis. Sr. Presidente.Drz Francisco Afon-
so deMtsilo, propriet^riido Engenho denominado
Santa Jruz, iiuafo na jurisdiccio do termo le
Barr iros, um dos municipios deMa provincia, que
icado aqaella ?ui propriedade na extrema, onde
*e toca ; territorio des'a provincia com o de Ala-
oas era Porto Calvo, se f*z ^)reci^o a bem ds seo
dirfito ejUt^a, que o governo de V. Exc. se dig-
ne declarar por rxpressa decidi pertencer a mes-
ma propriedado do supplicante i fregnezia de
Barreiros, como de direo pertence, conforme at-
estara as autoridades daili. e designado e-ta pela
passagi'in do riacho Joo Mulato, continuando do
rio Percinunga, quem do qual et a propriedade
do supplicante e que seive di divisio a esta pro-
vincia com aquella, aflro de qae pr tal declaracao
desappareca a menor S' mbra da duvida, que cal-
culaJameute se quer suscitar acerca de aever o
supplicante recorrer ao pasto espiritual -ubraiois
irado pelo pancho de Porto Calvo, do qne pelo de
Barreiros, entendndo o sopplicaoleser carial que
-e onca a rf speito o Exm Diocesan >: pelo que
peda a V. Exe. assim ih *eflr.E. R. Me
Francisco Alfonso de Mello.
Becife lo de unverribro de 1856.
Atesto que os ra.ridores do-engenho Santa
Groa ko guardas naciooaes da quinta companhia
,Jestc balalbao, n 43 da uarda nacional do muni
cipio de Barreiros, e que est i quem do Riacho
Joo Mulato, que geralmente tido como divisao
Jo sut d*3 duas (irovitcias Peroambuco e Alaguas.
Quarlel do commande interino do baUlbao n. 43
le iefantaria da guarda nacional de Barreiros 12
Je setembrn de 1836.
Joio Carlos de Mendonca Vssconeellos,
'ommahdan'.e interino.
Altsto que o eogeuho do supplicante est eo-
cravado nos limite da divisio do Prto Calvo com
aett /reguezia de Barreiros, e est situado quem
lo riacho Joai Mulato, qoe a baliza de dita di-
vifio, sendo corto quo os moradores do engenho
Santa Cruz perleniem a guarda nacional de Bar-
"^eiros e sao votanes da mesma freguezia e lem
Tr&opre prestado s< rvioos nella.
Sl)delegsea de Barreiros, l de sembr de
j83.^Mant*l Honoro de Barros.
Precisa-se de urna ama livre oa escrava,
ptra o servico de eozioha; i tratar na roa da
Madre de Dens n. 3, 2* andar.
Medico
O Dr. Villas Boas mudou-se da praca I
S do Conde d'Ea n. 2, para a ra do Hos- S
H picio n 35. B
imiiiiiiiiii
ATTENCAO

Perganta-se ao Sr. major e sommandante do 9*
batalbao da guarda nacional de Olioda, qual o mo-
tivo que tem lido (sendo lio zeleso como ) de nio
mandar inspeccionar o teoente ta i companhia
Ascendino Gon?alves; Rodiigues Franta, visto o
mesmo soffrer le marpha, mal contagioso, qne o
torna incapaz do servico activo, e mesmo porque
os projrios collegis receiam-se te estarem em
contacto com o referido tenente. Isto pergnnta
O cabeca de bnrrioho.
Na reflnaco da ra Imperial n. 199 preci-
sa-se de um trabalhador forra oa escravo para
todo o servido._____________^^.^_^__
Publicac&o jurdica
Acaba de sahir do prelo ama ibra do Dr. Joa-
quim Antonio Caraeiro da Cunha Miranda Sbb a
epygraphe deEsludo Elementar de Direitos de
.-ufructoadaptado i legislacio patria em vi-
Sor : est venda na livraria dos Srs. Walfredo &
L, rna do Imperador o. 79, a 64 o exemptar
Precma-se de ama ama para lodo servii de
casa de pequea familia : no largo das Cinco Pon-
tas n. 132.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia, que compre e cozinhe : na raa da Impe
ratn'z n. 65.
iTTENCAO
Na ra do Baiao de S. Borja n. 34, precisa-se
de ama mnlber qne lenna pratica de andar com
erlaacas e para fazer todo o servido pendente ao
me>m*o._______________________________________
Precisa-se de orna ama ou um menino, para
ca-a le urna pts-oa, sendo a ama para comprar-
Cr'ziohar e engommar, e o menino para comprar :
na roa estrena do Rosario n. 22, segando andar,
Aos 20;000$.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos fe-
lizes bilbeles o n. 2068 com a sorte de 20:000* da
lotera do Rio n. 365, convida aos pos-uidores a
virem reetber na casa da fortuna ra Primeiro
de Marco n. 23, qne promptamente serio pagos,
como cosime.
Manoel Mari'n* Finza.
AMA
Precisa-se
da Cadeia n.
de urna ama : na ra
31,lija de miad?*.
AMA
n. 2, B.
Precisase de urna ama forra para
engomar e comprar ; i roa do Cabug
Precisa-se de urna ama de leite
Cruzes n. 38, 3 andar,
na roa das
FDRDICiO
DO
BOWMAIV
Arados
colas.
e instrumentos agri-
Evadi se on desencaminhou-se a preta Jo-
sepha, que repr-smir ter 30annos de idade, omi-
to fallante e prosista, e que costoma embebedar-se
algumas vezes : quem della sonber oa tiver oc-
culta queira vir dizer a ests typographia, qoe se
agradecer, pn.testsndo-s9 proceder em forma
da le.
&&&&&&&& MddAd
I Odilon Duarte m
m
-i
la* ^
l
>gj -)icitdor I
4gk ,} L.vharel i>ancisco da Conba Castel- 0
I0B1V *" n';'uxdur e cansa, lem seu _|
eeeriaw^ rn do me 4Sl andar ti'\ '* fren le, onde oencontrario
S Sri^S&^ soa proflssio, das 9 0
! loras te manV<*9 .**
Praoisa-50 di ama cria*!1 P"a ca'a*!e pou.
.u raiMli.i. ] m Miba MzinhaV enomnur, ior
Saetera i "iV10 "nr,.,n3a '.
CABELLEIREIRO
Raa ala loaperatrlz a. 8
Neste estabeleciroonto eneontnrio
_ senhoras ludo qne diz respeito a enfeites
Mf de cabellos, como sejam eoqoes, trancas,
creseentes, c cbpaine, etc., et*., e- orna
grande quantidade do tranca de cabello
vegetal, que vende se pelo baratissime
preco de 5#500 cada tranca.
No mesmo estabelecimeBto encontrarao
doas offlciaes peritos professores n'arte
de pentear senhoras, os qaaes sempre
estio proraptos para qualquer chamado,
quer dentro da cidade oa seus arrabaldes,
perneados todos modernos 9 escomidos dos
ltimos flgurioos.
AOS 5:000^000
fistio i venda os felizes bilbeles da lotera da
labia, na casa feliz do arco da CgDceico. ioja d
inriww no Recif.
U Sr. Aut nio GKpar oa Cmara, desdn no
je rieixou a administraao da taberna n. 48, a'rna
ootr'ora de Horta presentemente coronel Suas-
raia.
' Di-se a quantia de 254 mensaes pelo ala-
guel de ama eserava para o servico interno a ex-
terno de nma can de tamHia, exceptuando o de
eozinba : em Fra da Portas, roa do Pilar n. 131,
i andar. %
Jos Antonio Pereira
tem pan vender na sua fabrica da roa do Bario
da Victoria n. 4 (amiga roa Nova) tumos muito
boas das seguales qaalidades, sendo doMaranhao,
Para, Garanhuns, oaependy, Daniel, Minas Geraea,
e cigarros dos mesmos famas, charutos dos mais
acreditados fabricantes da Bahia, Cardoso, Joaquim
Jos dos Res,Simas, Costa de antros fabricantes
N. 41.
Roupa de todoi
amachos para he
meninos.
Por todos o pscjM
tea recebem-e aa -
Inores e mais moder-
nas casemirai qot
na Europa.
RA
Bario da Yletars
uf a na
NOVA
H. 41.
Alaga se a casa n. 32 da roa de S. Joio,
contando i salas, 1 gabinete, 4 qnartos, eozioha e
copiar fra, qoarto de banbo com agua de beber,
grande quintal eom arvoredos e portio com sabida
pan a travessa do taz : a tratar na roa estreita
do Rosario o. 17, com L. M. R. Valenca, das 10 as
2 1)2 horas da'arde. ____________________
Cozinheiro ou cozinheira
Precisa-se, e prefere-se escravo oa escrava :
roa do Mrquez de Olinda n. 40, 1* andar.
Sato estabelecimento acaba de soflrer orna reforma radical cm acceio, artistas e commodos, e em pontoalidade as enedsja.
sendas, finalmente em todo aflm de melhor aervir os seas ntimerosoa fregneies deia-se de armnnetar todas as fainadas, para
ilo se tornar massante
m do oip
Aos 5:000^000.
Bllhetca garantidos da pro-
vincia.
Rna do Baro da
Victoria,
Outr'orarua Nova n. 63 e casas
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender entre o:
seos muito feliz,*' bilbetes a sorte de 8001000 em
doas qnartos de n. I6S3, e dous qnartos de n
1940 com a sorte de 300J, alera de outras sortes
menores de 10*000 e 20*000 da lotera que se
acaboa de extnbir (202), podendo seas possai-
dores virem receber, que promplamente serio
pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para virem ao sea estabeiecimenf:
comprai os felizes bilbetes garantidos, que nat
deixari de tirar qualquer premio como prora pelo."
mesmos annuncios.
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga
rantidos da 9* parte das loteras em beneficio da
nova igreja de N. S. da Pecha, que sen extra-
hida no da seita-feira 11 do crreme mez.
PRESOS.
Inteiro 6*000
meios 3*000
Qnartos 1*500
De 100(5000 para cima.
Inteiro 5*500
Meios 2*750
Qoarlos 1*375
Joio Joaquim da Costa Leitt.
0 advogado
A. J. R. das Cotias mudon o seu escripto-
rio para a ra larga do Rosario n. 21,1
andar.
&mmmmmmm
GASA DA FORTIM
Aos 5:0001
Bilhetes garautios.
K. roa Primeiro de Marco (oatr'ora rn d.
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos fe
lizes bilbetes um inteiro n. 800 com 5:000*000, um
qaarto n. 19*0 com 300*000, quatro quartos n.
397 cora 100*, um meio a. 1575' eom 100*, e ou
tras sor:es de 40* e 20* da lotera qoe se aca-
boa de extnbir (20!'), convida aos posgnidores
a virem receber naconformidade do costme em
descont algam.
Acham-se i venda os bilhetes garantidos da
9.a parte das loteras, a beneficio da nova igreja
irejt de N->sa Senbora da Pcnha (203'), qoe se
exlrahir sexta eira H do correle mez.
PRECOS.
Bhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Qnarto 1*500
Sm por cao de 100*600 para cima.
Bilhete inteiro 5*500
M-io bilhete 2*780
Qaarto 1*375
.________ Manoel Martins Finia.
Desejas- fallar com o Sr. Aodr Corsino Pe-
reira, a negocio de seo interesse : i raa do Bario
da Victoria n. 9, loja da Tnrqueza, ^^^
RanaBnBMBaaMBasmBMMrMJBJB'av
4." BATALAO de infantaria da guar-
da NACIONAL DO RECIPfr
UQUIDACAO MONSTRA
Da mais importante fabrica de chapeos de sol do imperio Ra do Baro da Victoria n. 23
O dono daquelle estabelecimento resolveu vender os productos da saa fabrica pelos precos seguintes:
Chapeos de sol de seda para senhoras a W, 6d, 7#, 81, 9, W, U&, iU, IU, 14, Mli 16, 17,51, M, e 20*00a
Ditos, ditos, ditos, para homem a.... 8, 10,1. IM. 120, M. 14d, 150.160,170, 180, 200, 220 e 240000.
Ditos ditos de alpaca a.............. 4, 50, 60, 70, 80, 90 e 400000.
Dito ditos de merino para homens a.. 60, 70,80. 90, 100, 110 e 120000.
Ditos ditos de brim d'esguiSo a...... 60, 70000, lodos os chapeos cima tem 15 % de descont em dnzia.
Ditos ditos de panno a......'........ 20, 30,40, 50, 60 e 70000 descont 25 %.
Tambem ha nm grande sortimento de fazendas para ctbrir arma.c5ese trabalhase mais barato e depressa do qoe em qoal-
quer outra parte.
PEITORAL DE CERB J A
DO
DR.AYER
Para a cura radical e certa de todas as molestias da garganta e do peito, constipa-
res, tosses, bronchites, defluxos, rouquidao, coqueluche, angina, etc
grande qoanlidade ; e 3o por nao ser se-
creto, pois qualquer medico pode obter a
furmuia de saa cotnposic3o, dirigindo-se
pessoalmente, on por carta, aos ageotes
geraes, ra do Visconde de Inbanma n.
81, Rio de Janeiro.
A grande fama que tem grangeado este
remedio, devido s admirayeis coras da
phtysica pulmonar, molestia esta t3o penosa
e fatal em suas consequencias que aquelles
que s5o atacados dos primeiros symplomas
devem ser tratados o mais cedo pcssivel, e
o primeiro temedio que appli-jue, dever
Peitoral de cereja do Dr. Ayer
mente, se permittido acreditar em consa vidro deste xarope m5o; pois nos ataques
al urna, est inconiestavelmeme provado, repentinos de angina, decroup e nos pa-
que este remedio cura todas as classes de roxismos da coqueluche a que estSo sujetas
Este xarope peitoral o resultado de
longos annos de Miado por nm dos pri-
meiros mdicos da America do Norte e de
experiencias minuciosas nos principaes nos-
pitaes do mando; receitado pelos mdi-
cos mais distinctos do scalo actual, e
digno de toda a conflaDca : Io por ser efi-
caz, alcanzando com urna certeza infallivel
o assemo da molestia; 2o, por ser inno-
cente e applicavel a qualquer pessoa de
qualquer idade ou sexo, ao bomem robusto
oa 4 crianca da mais tenra idade, e nio ser
perigoso se fr tomado, por acaso, em
ser efficaz, pois nao ha tempo de fazere-nx
te experiencias. As pessoas atacadas da
pblysica geralmente fazem pooco caso do
seu mal, at qne seja tarde para cura-la;
nesla, mais do que em qualquer ootra
ansa, tem suaongem o predominio exten-
so e fatal de urna molestia que mofla o
seus estragos com innmeros e assombro-
sos casos na estatistica da moiindado.
Milbares de casos de moli-stias pnlmonarea
que tinham zombado de todos os reeavMS)
da sciencia, tem sido carados radicalmente
com o uso do
Comtudo dever de todos comba ter esta
terrivel molestia no sea principio, bem
como todos os males que podem conduzir
a ella, como tosses, resfrialdades, defluxos,
dr de garganta e bronchites; qualquer
rouquidao deve ser tratada immediatam- n
te. A experiencia mostra-nos qne o Peito-
ral de cereja de Ayer cura todos estes pa-
decimentos, quasi sem excepcSo, e raro
o logar nos pases onde conhecido, que
nao tenba numerosos exemplos de curas
feitas por elle. Se se pode prestar f ao
que homens de todas as classes afflrmam
do que elle tem frito ; se podemos acredi-
tar em nossos proprios sentidos, quando
vemos as perigosas affecces do polmo
cederem a elle; se portemos crer no teste-
munho de intelligentes facultativos, cuja
os fados; e final-
molestias cima designadas melhor do que
tolos aquelles at boje conbecidos. Bas-
tan? nicamente as .'uas virtudes intrnsecas,
e o inc intestavel bem que tem frito mi-
lbares de dofntes, para que surgiste e se
sustentasse a r. puta^o de que goza. Em-
quanto que muitos outros remedios inferio-
res a este, e.qtio foram acolhidos pelo
vulgo, falharam e foram' depois abandona-
dos ; este, tea ganho amigos pela expe-
riencia, e pelos beneficios que ln prodi-
galis?do aos afflictos que a elle tem recor-
rido, e quo nunca podr3oesquecer as ma-
ravillosas curas olidas, porque s3o nume-
rosos de mais, para serena olvidadas. N -
nhoraa casa de fami ia deve estar sem nm
as mangas, nao ba lempo de cbamar om
medico, n.m do fazer remedios, e este ia*
rope allivia immediatamente, sentando a
crianca do perigo.
AVISO.As preparacoes do Dr. Ayer
sao preparadas com especial attencao ao
clima dos trpicos, e tem modificaedes ivh
portantes sobre as que sao feitas para os-
tros paizes.
Port nto, o publico dever notar, e com
cuidado, para que nao sja srdidamente
< nganado, que os remedios de Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil, irazem
rtulos e envoltorios com a descripeo mi-
nuciosa para a sua applcacjk) na lingoc
portugoeza.
obrigacSo conservar os fados; e
Vende-se em todas as pharmacias e drogaras do imperio
W.R.CUisseh$C.
Agentes geraes.
mais algam servido
Na riu do Pire?, .-ubradt
d. 28, precisa-se de nma ama
boa engommadeira e qoe faca
tenh boa conducta.
PIDI-S1
no dia 5 do crreme a tarde una volta de coral,
tendo por rnalo um medalhao de ouro era vejado
de rubios, na trem de Apipucos al a estaco do
Caminho Novo e dabi ao collegio das irmaas de
caridade, na Estancia: quem achou, qnerendo
restituir dirija se typographia do tGorreio Per-
nambneano, qae ser generosamente recom-
aenaado._________._____________________t
A
odie Mihi, era* tib
Os ofiiciaes do i.* batalblo, teridas do mais dolo-
roso sentiment pelo iaesperada faltecimenU do
sea sempre chorado amige ac mmandaote o Uta.
Sr. lente eoronel Jos Francisco Pires aaadam
calibrar erauffragio de su* alma, ama mista da
rtquiemcom memento as 8 horas da manilla do dia
14 da agosto crreme no convento do Cirmo.e para
astiainicia desse acto de unta caridade, convidara
a sua Exma. familia, prenles a aos mos aaigo*
e os do fallecido ; aos films Srs. comtaaodaaMB e
e offlciaes dos corpos de liona a de poMcia e a
todos os seas collegas, quer do servia activo
quer da reserva,-por cajo favor desde j anteci
pam o sea eterno reounhtcimanto.
Precisa-f TogarmnaesciMaptrao aar
Josepb Hbigas, proprietarki da faonca da
piano3 da roa do Imperador n. 55, vai Erropa
tratar de saa sflde, levanilo eomsigo nm criado.
Durante sua ausencia, fien encarregado de todos
os en negocio o 8r. A Fiatanil.
tico da ama casa do familia
ffo d* Boa Vjsis o. 3.
na raa da Conaai-
O sr. Jos li-lum perec dos Res v-ro ama
carta na nu dd Vigario n. 10, vinda daornaa
Prpc?a-?e Je tima ama o roa
%.
Alaga-se-a 2 andar do sobrado o. J7 a M*
do imperador: a tratar no arma^m a. 3f, od*
eili a ebave.
Hfffieii,
An 8r. Pedn -AfriBea^fliftte^a: Pittarda Soaita a
daaeja fallar a oego4rta>iMfericahr interasa:
DYVETOT
nica ca*a neste genero
14-Roa Estreila do Rosario-14
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudoqueperten-
I
A tintura anti-scrofula de vismia bastantemente
preconizada pelo seu factor tem sido e nm dos
mais enrgicos medicamentos nos acommetiemen-
tos escrofulosos, sendo usada conforme a direccao
escripia que envoive o frasco, existindo venda
na botica e drogara que foi do finado Prannos
rna Direita n. 88, nico deposito nesta provincia;
onde tambem se acba venda o muito acreditado
remedio para bebedica por vicio em consecuencia
do excessivo aso de bebidas espirituosas, o xarope
de veame, a as prodigiosas pilulas regaladoras
brasileiras rscommendadas por sua efflcacia no
desapparecimento de menstruo/ irregularidades
na men>truacao a flores brancas._______________
Precisan
de ama mulber que saiba coser e engommar para
easa de pequea familia : na roa do Cabugi a
i 1. 2* andar.
ADVOGADO
Dr. Joaquim Correa de Araujo
67-Roa do Imperador67
Ama cozioheira,
Precisa-se de ama ama que cozinhe bom o or-
dinario de ama easa, farra on 'escrava : na rna
do Pire, sebrado n. 38.
Urgencia.
0 Sr. Pedro Afhb'O Regneira Pin'j da 8cu;a,
fa deseja fallar J Defreip h fu psnicalar inte-1
Tetee : rw\ i Apollo oA. .
[ w< Atega-s a-aawlwa ; tratar B roa do
QiMTS'iC "> f
CASA. DA FORTUNA
RA 1 DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N; 23.
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre-exposto ven-
ia os felixes bilbetes do Rio de Janeiro, pagando
aromptamente, como costuma, qualquer premio.
PRECOS.
Intairo 24/000
Meio 12009.
Quarto M W000-
Manofil Martins Finza.
I
Acba -;o aumente desde o dia Si de. julno da
correte anno o escravj preto de nome Luiz, ida-
de de 30 ann s pouco mais oa meaos, estatura
regular, ebeio do corpo, barba por baixo do quei-
xo, tem o dedo mnimo do p esquerdo cortado,
e rosto lastro9o; o referido escravo foi de Da-
miao Pereira de Oliveira. do termo da villa de Pe-
dras de Fogo, e aqu vendida em marco de 1860,
asignando a escriptora como procurador, Anto-
nio Rufino de Soma, morador na Prahyba snp-
poe-se andar por algam dos arrabaldes da cida-
de oa ter do para a villa do Pilar na Parabytoa
onde tem filhos, graiica-se a quem o tmuxer
raa do Sacego n. 31, com a qoantia de 30j^
Precisarse de
vre ou escrava que salta
cozinbar com perfeicao : na
^^^
ama ama U-
qoe sai*
rfei
fabrica a vapor de cigarros, rna larga do Rosario
numero 21.
Na raa de S. Francisco n. 72, precisa-se de
ama criada que emenda de costara, arromaco e
asseio de casa de familia._______________________
Companhia Allianpa
DB
seguros martimos estabelecids
na Bahia^sm 15 de Janeiro
de 1870.
CAPfTAl..R$. 2,000:0ri0000.
Toma fgoro i mercadortas o dintieiro a risc<
?aritimo em,avios de vella a vapores para den-
tro e fra do imperio. Agenctjfl raa-do Com-
meraio n a, esenptorio da loaqjja Jos Gon-
aajgaa Beltrio,__________-^
Preewa-se alagar um inioici
sT*igo : na rt?a da lapit i. ,'ii.
ATTENCAO
Precisase de orna ama de mala Idade qae co-
zinhe, compre e faga o mais servico interno do
casa de ama familia composta de doas pesseaa :
oeela typographia s dir.
Ama seoca.
Precisa-se de nma mnlber para ama secca tft
ama menina de pocco mai* de anno .* a tratar no
principio da estrada dos Affl.clos n. 33, oa na rna
da Cadeia do Recife o. 21.
o escra-
maieet
10?, a r fala, estatura regoiar, ebeio do corpo,
barba, rosto coaipndo, pe* frossoe, atMBas
cocn idos, macjUa d>ro-to va penco aa*
Aufontoa se desde o a 7 do correcto
vo Candido, idade 25 a 3 annos, ponto
meno
sem
ponco............
lenles, sanio vestido om calca de briso pardo das-
botado e caniaa branca; o referido ieraw> vaio
de Mosor rejneitido por Fraaceo Antonio |hr-
tios de Miranda, consta qae trabara de srvenla
na estrada duon* a que cosinma andar pata*
Affliefc e beeeo ao *>pi*iro : raga-so aa aatto-
riflades poikues aaitManda^campo e a nualac.p
pessoa ano sAPpreowJcr lovaMo ira aV Vsfn.
ria* *, ** rndaftoa>>o.iaiijpiBl> ;otfcopeiDaTiiii,qiWBergratiic:i

\


D.ario de i'ernaiul>uoo Sexta feira i 1 de Agosto i
i
/#*
J
- v- FILQOE
N'ESTA ANTIGA E .CREDITATA
FABRICA

<3S!&5>2KS)3- 5)8 3Q2
IHCIITI1 II CIIIT1ITI1IRTI III MlrLIfl S61TIIHT II
CHAPEOS DE NOLi
De todas as qualidades I
De todos os fcitios I
De todas os precos t
RA DO CRESPO N 4
&
19 Roa Primeiro de Marco 19
Tendo renovado completamente a loja do predio, era qae teem o sea es-
tabelecimento,
19A ra Primeiro de Marcjo19
com aquella asseio e elegancia deiejavei, acbam-se agora prvidos do mais
ezplendido sortimento de fazendas boas e modernas de
SEDA, LAA, LINHO E ALGODAO
todas do ultimo gosto, e cootinnam a ter como sempre, diversos
RTICOS ESPECIAES DE SUA CASA
Garantem, com toda
a sinreridade, vender
por menos qne qaal-
qoer ootro, porque .
recebem cm direitora
a maior parte de sass
fazendas.
19RUA1.DE MARCO 19
ra do Crespo).
A' aguia^bS^T
RA DUQUE DE CAXIAS N. 52
(Outr'ora Queimado n. 8.)
A Aguia Branca teodo j recebido parto de mas
aligas encomroendis, em seguimenlo acaba ago-
ra raesmo de receber ontras, algamas das quaes
se tornavam esseocialmente precisas, e ootras se
fazem apreciadas por seas gostos e qualidades,
.oro sejam:
Meias de lio d'escocis, abortas para senhoras
e meninas.
Ditas idem eom lisias tambera para seoboras
e meninas.
Ditas idem raaito bonitas ao gosto eseocez.
Ditas idem idem brancas e com listas para me-
ninas.
Ditas idem idem para baptisados.
Ditas de algodao compridas e com Iistras para
meninas.
Lavas pretas de seda, para senbora.
Ditas de torzal e de seda pan meninas.
Bonitas carmsinhas bordadas para senhora?.
Pil de seda, branco e preto com flores miiida?.
Dito de algodo, liso e eom flores.
Tunqainhas bordadas para crianzas.
Lindos e modernos chaposinbes de fustao para
ditas.
Pentes de tartaruga para desembarazar ou pen-
tea?.
Ditos de diti travs sos para meninas.
Ditos de borracha para ditas.
Ditos de tartaruga, peqoeoos, para segurar o
amarradilbo aos cabellos de seoboras.
Grande sortimento de eofeites de seda para ves-
tidos.
Pivellas de madreperola e de tartaruga para
Dolceira e laco para o cabello.
Bonitas b Icinhas p:r meninas.
NOVO SORTIMENTO DE ENCHOVAE5 PARA
BAF-TISADOS
A aguia branca acaba de receber novo sorti-
mento de lidos e completos enchovacs para bap-
Usados, e bem assim separadamente cnmisinhas
para ditos lindos ebapeosiohos de selim branco
bordados, ontro3 ditos com fundo de velludo, obra
de moito gosto, e que servem tambero para pas-
seio, sapat'uihos Je fe im pra omesmo fim.
MODERNOS ENFEITES DE FLORES,
irnados com bjcos de seda, flias de seiim e fivella
de madreperola ao ultimo gosto, e proprios para
ftailes, Basamentos, etc, etc,
FLORES E PREPAROS PARA ELLAS
A Aguia Branca recebeu lindes ramos de Aojes
Anas, tanto para cabeca como para chapeos, e
bem assim :
Papel verde liso e com listas para folba.
Dito de cores para flores.
Folha's de diversas qualidades para rosas;
Ditas verdes e lustrosas, obra nc va e pela pri-
meira ver vindas como amostra.
Franjas pretas e de diveras larguras para en-
feitar vetido?,
COQUES DE TRANCAS E DE OUTROS
.MOLDES.
A Aguia Branca acaba de receber urna peque-
a porco dos bonitos e modernos coques gran-
des de tratca e outros moldes.
COLIARES ROYER ELECTRO MAG-
NTICOS.
A Aguia Branca acaba de receber os provelto-
sos collares electro magnticos j bem couheci-
dos para facilitar a denticao das crian ns e pre-
serva-las das convulsoes.
SOBRE-SAIAS OU ANQUI.XHAS DE
CLENOLINE.
Em snbsiituicao aos baldes vieram as anqui-
obas de clenoline, e acbam-se venda u: loja da
Aguia .Branca.
QUADROS PARA RETRATOS,
A Aguia Branca recebeu variado sortimento de
quadros para retrato--.
LSNCOS BORDADOS.
A loja d'aguia branca, a ra Duque de Caxias
n. 52, outr'ora do Queimado n. 8, recebeu bonitos
lencos de cambraia de linho primcrosaraente bor-
dado?, e eomo de seu loavavel costme est os
vendendo baratamente a ojOOO, 8g e 10J000
cada um.
TAMBEM RECEBEU
ricas camisas de fino equino de linbo enfeitadas
com muito gosto, e proarias para noivs, ou mes-
mo outra Etma. senhora que possa e queira aug-
mentar o numero de sua boa roupa branca.
Ra do Barao da Victoria n. 31 1. andar
Este mu acreditado econhecido estabelecimento acaba de ser transferido para
o i." andar do sobrado da roa do Baro da Victoria n. 31, outr'ora ra Nova. O aieio
e elegancia com qne est montado, nos anima a convidar ao respeitavel publico e as
Exm." senboras i visita-lo, garaotindo-lbes que encontrado um bello sortimento de
Capelinas, e cbapos de velludo para sen horas e meninas, o que da melbor se pode
desejar em modernismo e gosto.
A occasilo nos propicia para otferecer a occupacSo de. nossos servidos nos
.afeites Je <4upos e chapenas que querrn mandar reformar, obrigando-nos a apre-
sentar enfeite os mais lindos possiyeis escolba de quem dos honrar com esse
trabalho.
CHAPELLERIE DES DAMES
___/t& _^i___
CliapaS UG *6rr0 gatvMvsadas para cobrir .-asas etc.
Formas de ferro p3ra aS8DCar.
Arados Americanos para vlrwa; ,ldrir|p
Machinas a Vapor.
LaCilinaS de descaroc-ar algodao.
Balanpas de pesar
Pogoes de ferro
Carriuhos de mao
Prensas de copiar
Cofres de ferro
Tachos de ferro *$* m'
o
Este artift vendem-se em
casa tottoporuOTM.
Sa*w, IJawkm C,
mCanz)
irT
O Sr. Jos Francisco Ribeiro de Spu-
i ; qoeira mandar a esta typcgraphia, i ne-
o ci Mamen nteres.
COMPRAS.
COMPRASE
frascos vaaios da tintara jiponea, e ps|t-se a 80
rs. cada nm : i roa Duque d<: Caxias n. 50, e
Marques de Ollnda n. 5t.___________ '
Cobre, iat&o e chumbo
Comprase cobre, lati e chumbo : no armazem
da bola amarella no oitio da secretaria de polica.
VINDAS.
Lbyrintho
O Masen Elegante vende ricas fronbas de
labyrinlbo a 640 e I0OO, rna EstreiU do
Rosario n. 1.
Mantilha brasleiras
No Masen Elegante roa Eitreita do Ro-
sario d. I, veniie-so lindas mantilbas de
seda para senboras a 15J000, coas a vinda
no ultimo vaoor.
Venderse ara terreno com 310 patatos de
frente, no beeco do Quiabo, no Monleiro : a traUr
na botica da rna do Cabagi n. ti
*- Vende-so sola de lastre
tina n. 14.
ui roa da Foren-
Vende-se duas dozias de prancbdes de jaca-
randa : na roa de Hortas n. 94, sobrado.
Acha-se para vender duus portoes de ferro
novos, e moito bem acabados : qtiem quizer di-
rija-se rus da Roda n. 56.
-- Vende-se o sitio da Ponte na cidade da Vic-
toria, com easa de rancho habilitada, casa de vi-
venda, quarto de venda, eom 20(1 oes de laran-
geiras, 50 de jaqneiras, eoqoeiros e outros amitos
arvoredos : a pessoa que o quizer negociar dirija
ee em Olinda, na roa do Amparo, easa o. li, e
tambem aloga-se.
Joaquim Jos Goncalves Beltrao tem pra
vender no seu escriptorio a roa do Comroerclo n.
3, es gneros abaixo notados, qoe vende mais b -
rato do que em outra qnalqaer parte :
Azeitonss em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Cat muido em massos de i libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca martel frres.
Enxadas.
Farinba de mandioca de Saata Catnarina, sac-
eos de 3 e 2 alqueires.
Dita da Babia em saceos branecs.
Dita de dita em barricas, proprias para casas
particulares.
Fio de algodo da Bahia em nuvellos.
Fonces.
Maxados.
Nozes.
Obras de palhetas.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Palitos para denles.
Pregos sonidos.
Panno de algodao da fabrica de Todos os Santos
de Pedroso na Babia,
Rolhas.
Rap popular da Baha.
Bolim em fardo).
Retroz dos melhores fabricantes do Prto-
Tanioea do Maranhao.
Tabaco simonte da Babia.
Verniz copal. ^_
Vinho do Porto engarrafado, caix de 12 gar-
rafas.
Dito de dito em barris, proprio para engarrafar.
Dito moscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeanx em caixas de ama du:a.
Dito de caj em caixas de urna duzia.
Fariuha de milho
Vende-se farinba de milbo, rooida a vapor, dia-
riamente, pelos precos segointes : grossi para an-
f, pintos o passamhos a 100 rs., para caogica p
pao de provenca a 120 rs., e para cascas a 140
rs., em arroba mais barato : na rna do Cotovel-
:sn. 25.
A revalesciere duBairy de
Londrt s
Toda a deeni}! cede a Revalesciere du Barry,
que d sade, energa, appetlte, Jgesiao e des
canso. Ella cura as dispepsia>, gastrites, humo-
res, soidez pituita, flato, enjops. vmitos depois
da comida e gravidez, con tipaQos,tosse, asthma,
affecvoes pulmonares, bexiga, Igado, cerebro e
>angue ; 60,00") coras, incluiodo muitas dellas no
Brasil.
A revalesciere chocolata Ja du Darry
em p,
Deudoso alimento para almc.jo e ceia, muito
nutritivo, fortificando os ervos do estomago sem
CHUsar o menor peso nem dr de cabera, nem ir
rit 0o.
nico deposito para o Brasil en Pernambuco
na banv.cia americana le Ferreira Miia A C,
ra do Duque de Caxias u. 57. (Todo cuidado
:om as fakifleaedes.)
Luvas de pellica
Vindas ptlo lutimo paquete: na loja da Tur-
quez.
Liba sterliua
Vende Joaquim Jos Ramos, a ra da Cruz n. 8,
prmeiro andar.;
Vcnde-se ama casa terrea lita ra das
Carrocas n. 16 : a tratar na rna do Rangel n. 1,
primeiro ardar.
Ven*1 a fie terreno
Vende-se um terreno eom'360 palmos de frente
e 170 de fundo, fazendo frente para a ra de San-
to Elias, ra da Hora e becoo do E^pinheiro, cer-
cado com eacial >a de boa agaa para beber : a
tratar na rna estreita do Rosarlo n. lo.
AVISO
Na retioacao da rna direila n. 10, vende se as
sucr relindo sendo de Ia, 2*. 3a e 4" .orle, ptlw
preces de 31760, 51120, 41480 e 41160 a arroba,
sendo de toas quaiidkdes, o qne os pretndeme.*
podem examioar; vende-se, por entes precos por
qoe querern os proprietanos da raesma relinajau
hqoidar ; aflm de etabekcerem outm negocio.
Vende-se redlos muitu tjtm fritos de pedra
de amolar, coarmazera da Compaa Pernambu
cana n. 16.
Veode-.se por PTtgo mdico nm bom cabrio-
le! com qaatro rodas e cavado para.o mesmo na
cocheira le Tin.maz Lius, ra de Santo Amaro,
esquina de S. Franci>co._________________
VENDE-SE
A loja do jhapos da rna D;reita n. 114, rumio
ai'regnezadao propriapara nm principiante: queir.
pretender dirija-se a mesma loja ou a roa da Con
cordia u. 58 A._______________
Foiiibos
>a rja do Msrqaez do Herva n. 2 vende-e
casses de poabos de ri\{i o a coa tenso do cera.-.
prarfor.______- _______
Mad.ipol^o avarido.
A ra do rjrujpo l^jadasjn tro pilas.
GMKDE LIQUIDACO
Koprlioss de COre?,
ptmrJlnas de ro'ei de lindos pi5 a ifiCO a
covado un rna 4o Crespo n, 20, loja da Gui.her-
me Carnrlrn di Can!
VtdeiiJ-se duas muradas de tusas sita- x
t|ie>a da to do Pricipe n. (0 e l chio pro
pr > ; uem onMfifor ompra-las dinja-se a rne
sarle EsHeitV. lo*. e barbeiro d. 30* ah
alario?'" fJieB'tysV io gar
~fiival sem fc^gnndo
mm Daejar fe Caitas a. 91
lote de Axevedo Maia e Silva, em inl lo-
j ade iadezas continua a vender tudt
por baratoi precoi qoe s todos admira :
Libra de lia para bordar af menor
_ 30i hi. 63000
Cwiae com soperiore grampoi fran-
ceieta qo
Duziai de facas e garfea de nm e
dona botoes a 4M00
Talberea pare meninos a 240 e 400
Libra de linba de novelo, a melbor
poaslvel. U600
Doria de lencos de caaia com barra. 1 000
Caixas de Uohai com SO novelkM a 800
Vara de franja branca para toalbas 160
Donas de metas croas muito boas a 35O0
Dunas de meias finas para seoho-
rai l 41000
Omias de facas e garfos cravadas a 3^000
Dasia 4o palitos teguranca i ISO,
iW, 140 e 800
Navalbas moito finas, para fazer o
barba a i|000
Coixaa eom peonas de ac eom te-
qooa 320
Caixas com peonas de Perry (aseo*
da fina a 800
Ditas de dita dito verdadeiraj a 1*5200
Caixas com 20 cadernos papel ami-
xadoa 701
Pecas de filas para coi com 10
varaa a 500
Pocas de tranco lisa de todas as
crela 40
Dozias de liona fronxa para bordar
a 400 e 500
Porto de sapatos de tronca a i800
Dnzias de baralbos moito finos a
21400 o 24800
Ditas de agudas para machina a 23000
Libra de pregos francotes a 240
Resmas de papel almaco superior a 34600
Ditas de dito panudo o melbor a 44000
Caixas com sabonetas fracta a 720 e 14000
Carr-teis de linba Aexandre a 100
Gravatai de coreo moito finas a 500
Ditas pretas pontas bordadas a 600
Grosas de botoes de madrvperola
para camisa a 500
No vello de linha branca, 400 jardas
Duzia de candes de linba branca e
preta o de cores o 120
Thesouras muito finas para oobas
e costura o 500
Caixas redondas para botar rap a 14x00
Caixas com pos para limpar dentes
f'zenda fina a 200
Ra do Imoerador
n. 37.
i aleo deposito olaaatlga e acre-
ditada fabrica do Barbalho
do Cabo.
Neste bem sonido armazem existe um grande
sortimento de lonca franceza, moito nt para ca-
sa de familia, como seja alguidares papeiros
e panel las, todo grandes e pequeos, e bu-
Iboes para mantiga; lodo de barro- vidrado fran-
cez. Assim eomo um completo sortimento de loo
ca do Barbalho, como seja : jarrdes para 4 e 5
canecos de agua, potes de um a dous canecos,
muriognes, resfriadera.*, qaartionas do Barbalho
e da Bahia, vazos vidrados e por vidrar para jar-
Jim, caeos grandes e de meio para flores, ditos
ditos pequeos para tirar plantas, canos vidrados
e. por vidrar de 2, 3, 4, 6, 10 e 12 polegadas,
fitos por machina e qne aqai nao ha na provin-
cia a excepcao dos viudos de fra ; todo melbor
pela qualidade do barro e mais barato do que em
nutra qualqu. r parte. Em porco se faz abati
ment 06-10 i 13 por cento ; s na roa de Impe-
rado rs o. 37.
cento ;
Xarope sedativo
DE
Casca de laranjas amargas
COM
BROMURETO DE POTASSIUM
DE
LIKOKE
Est novo preparado aprovado pela academia
imperial de medirina, mnito se recommenda pela
sua aceao sedativa i calmante, sobre o systema
nervoso, o bromureto de potassium, nao deixa de
dar os mais eertos resaltados as diversas affec-
t;oes do organismo e principalmente as molestias
do coracae, das vas digestivas da respiracao, das
vias genilo-urinarias, na epilepsia, as molestias
nervosas da preohez, na insomnia das crianzas
dorante o penooo da denticlo etc. etc.
Vende-se na pbarmacia e drpgaria
. de
Bartbolomeu & C.
34-RUA LAR.'JA OROSARlO-34
VNDESE
As casas, terreas freiras, no beeco das Barrei-
ras o. 10 e 18, Boa-vista.
As casas terreas ou meiaguas na travessa do
Quarteis n. 32, dita na travessa dos Patos n. 13.
As casas terreas nos Arrombados em Santa Int-
rata n. 15 e 16.
A tratar na ra da Cruz do Recife, armazem n.
54.
CEMENTO.
O verdadeiro portland : s se vende na
roa da Madre de Dens n. 22, armazem de
Jo3o Martins de Barros.
t'eneiavs de rame.
Receben ltimamente as mais bem acreditadas
peoeiras de rame propiamente para padarias e
refinicoe?, o eslabe!?cimeoto de ferrascens roa
do Mrquez de Olmda (Cadeia) n. 44, cujas se
vendam por pre^o commodo.
Vende-se urna es era va
dores D. II, se dir quem .
na* rna dos Pesca-
Ar eios.
Vendem-se arreios para um ou doos cavallos,
bem eomo todas as demais ferragens para carros,
Unto de metal branco como de amarello : na roa
de Modo Reg, outr'ora da Florentina n. 34.
Venle-se a casa meiagua. Ma a ra do
Goaranpes n. 27, d-fronte da estacao dos Bonds
a tratar na roa do Marquea de Olinda n. 40.
Cal nrva de Lisboa,
Vende Joaqun) Jote Ramos, a ra da Cruz n,8.
primeiro andar. ^
DE
ysd# ae por eomuiodoe precos em pequeas
Srande pufoes para acabar : na rui 'lo Marqu
5 0 ioda n. 21. e>cr!n[o'no.
-- ;;------(** i1 .; .--------1--------i .------
Ven4e-!"e a'nolf peeraba" em cambraia,
muito snperlor, il' a libra : ba Ponte-Velba,
ta^er3ao^.43._____________<___________
^Ytej Myence#
Veale-^e n^ esoriprorio do Lemaou-frdres,rna
po 'rspn o. 16, sudar.
nji
VenOp-* omi exeellente furnia de criar
gado i d? plantar alaodSo, denominada Gaviao,
v\*H e ttftKrtfgam #>wal das eapUai, com
optiiu plimos frefco?
npreiiondo.T
IiOaf A
Flor da Boa-Vista
DE
Paufo Cuimares
0 proprietario deste bem cDnhecido es-
tabelecimento contina sempre segundo sua
antiga forma de primeiro barateiro da Boa-
Vista e para melhor prova adnrrem es
procos seguintef :
Cuitas escuras claras cores fixas
o covado 160 200rs. a. .
Cambraias de cores 240, 280 rs. e
LSai para vestido 280, 320 rs. e
Creps escocezas fazenda aova a..
Alpacaslavradas d'um > cor. .
Cambraia branca transparente pe-
cas a 33C0 e.....
Ditas dita victoria a 44000 e. .
Bramente com 10 palmos de lar-
gara, varas, a 24000 e. .
MadapolSo superior pecas 54000 e
Algodao a 44000 e.....
Bnm pardo (raneado pechincha
covadoa....... 320
Dito dito,liso muito fino a. 320
Ootras modas mais fazendas quo vende-
r por precos baratissimos como sejam :
pannos pretos, ditos azues, casemiras pretas
e de cor, merinos, bros brancos e de.-co-
res, seda para colletes, camisas inglezas para
bomens, meias, chapeos de sol ele. '"P
Officina d'alfaiate
Os digaos fregaezes encontrar3o om gnn-
de sortimento de roupas feitas desde o
mais inferior at ao mais superior qne se
acbe do mercado, assim como se manda fa-
zer toda e qoalquer obra d'encommenda
feitas a capricho, pots para este misier se
acba munido d'um perito mestre. Garante
se fazerem se menor 20 % de que em outra
qnalqaer parte pelo o motivo de o freguz
s pagar o qoe compra e nao o aspecto do
estabelecimento.
48Rna da litipcrstrlz48
JUNTO A PADARIA FRANCEZA
400
320
400
610
720
84000
84000
24500
0401.0
54000
NOVIDADE.
Aeaba de chegar o verdadeiro vinho verde de
ova para em caixas de 12 garrafas e o acreditado
vinho especialissimo pasto em decimos de pipa ;
j vendedor nnico recebedqr destes vinbos acha-se
autorisado a garantir a especialidade dos mesmos;
ra do Vigano n. 14, andar, escriptorio de
Jos Lopes Davim-; onde sempre se encontrar
um deposito de vinho do Porto ( o melbor que
tem vindo a este mercado) em vigessimos da pipa
e em calas de 12 garrafas, que se vende por me-
nos preco do que em qualouer oum arte
ATTENCAO
Vende-se urna destiladlo com todos os perten-
ces eoneernenles a mesma em perfeito estado, tan-
to para se transferir como qnerendo o comprador
continuara funecionar se aluga a casa propria pa
ra este fim; bem como urna boa casa para mora-
da, cocheira e um sitio com baixa de capim, of-
ferecendo todas as commodidade? para qnem qui
zer continuar, a ver no poveado de Gamelleira :
a tratar no.Progresso do pateo do Carmo cem Ma-
noel Jos Lniz Ribeiro.__________^^^_____
Anda urna vez
O Campos da rna do Imperador n. 28, avisa
aos seus numerosos treguezes e amigos quo che-
g u de ua encommenda o tao desejado rap<
amarellinho de Estevao Gasse, assim como o pi
nhio do Rio Grande, que lao grande apreco ten
dalo os qr.e sabem de sua utilulade alimentici?.
Alm disso;
O Campos tem coastanlsrnenle em sea arma-
zem uro completo sortimento de vveres, lodos ia
primeira qualidade e como se tornara enadnnru
um annuncicque os descrevesse, llmita-se a men
cionar os seguintes :
Carne secca (de caraeiro) a 240 r. a libra
6000 a arroba.
Lingnas escaladas.
Ditas em salmoura.
Ditas afiambradas todas as luarus e sabbados.
Amendoas descascadas e sem casca.
Seraentes de herante.
Charutos fomaveis a I500 msia caixa.
Ditos superiores em groso o a retalho.
Tinta purpurina a 1/000 rs. a garrafi.
Canardes seceos.
Rat Paulo Cordeiro, viajado.
Male em folha e em pi>.
Tabellas de rednecaoj para o syslema metricc
Pescadas escaladas."
, RIVAL SEM SEGUNDO
BA DUQUE DE CAXIAS N. 91.
Jote Bigodinbo, cim leja de niurens,
avisa a todos ts os eeus fregoez qoe est
t-rrando ta Js, para lodos adn irar, a saber:
Ptcas de fitas bordadas muito fln?.a 14500
Thesouras grandes e pequeas o
mais fino qne La a 14000 e 1^500
Caixas com 20 qnadernos do papel
liso, amisade a rs. 500
Pecas de tranca de 13a e algodao as
mais moderoas a 160
Frascos com agua de colonia muita
fina a 400 e 500
Frascos com agoa de colonia ver-
dadeira a 800 rs. o 14500-4
Cbapos brancos para baplisados o
melhor que ba a 34000 e 54000
Dozias de botoes cobeitos de seda
para vestidos por todo o preeo
para acabr.
Libra de an-ia preta a 160
Grosas de botOes de lonca branca a 120
Caixas com 100 eovelopes fazenda
fina a 500, 6C0 e 800
spellios de moldura doorada a
800 e 14000
Pentes pretos volteados para me-
ninas a 240
Tinteiros com tiota preta a 80 e 100
Pecas de fita elstica muito fina a 200
Latas com superior banba 60,100 e 2C0
Latas grandes Com superior banha a 320
FrascoB com oleo de Philccome a
500 e 8C0
Frasccb com macass | Peruia a 240
Frascos eom agua de Colooia verda-
deiro a 14C00
Ditos com oleo de ba )osa smlerior a 320
Carritels de retro* preto com 2
oitavas a 600
Caixas com sguiiasfraoceKs a 160
160 240
Pecas de liras borladas a 500, 600
800 e 140C0
Garrafas com a verdadeire agua
florida a 14300
C-rtilh.s da Doutrina Chris43a as
mais nodercas a 400
Livro das missoes abreviadas a 14500
Copos grandes com supe ior banha 1500-
Macos de patos para Jentes o
melbor qoe ba a 160
Pacotes'com 3 sabonetes inglezes
fazenda fina a 600
Escovas muito finas para li!0(,aros
demes a
00
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo n. 9
Os propietarios deste bem conhecido estabele-
cimento, alm dos mnitos objectos que tinham ex-
pos tos a apreciac') do resaeitavel publico, man
daram vir e acabara de receber pelo ultimo vapor
da Europa, um completo e variado sortimento de
Anas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
to resolvido3 a vender, como de seu costume,
por pncos moito baratiobos e curo modos para to-
dos, com tanto que o gallo...
Muito superiores luvas de pelica, pretas. brna-
cas e de mui lindas cures.
Muito boas e bonitas gollinhas e puobos para
senbora, neste genero o qne na de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riqusimos enfeites pira cabera das
Exmas. Sras.
Superiores trancas pretas e ds :0res com vidri-
Ihos e sem ellos; esta fazenda o que pode baver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marflm, sndalo e dsso, sendo aquella brancos,
com lindos detenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias o de Esccssia para se-
nhora?, as quaes sempre se ven.?eram por,30jr0
a dada, entretanto qoe nos as vendemos por 2o,
alm destas, temos umbem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
M.
Boas bengallas de superior sacma da India e
castao de marflm comlinds e encantadoras figu-
ras do mesmo, nesta gpnero o ine de melhor
se pode desejar ; alm deltas temos tambem gran-
de qaantidade de ontras qualidades, como sejam,
madeira, baleia, sso, bv rrar-.ba, etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos Je cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borraehs
para seguraras aeias.
Boas meias de seda para senbora e pira meni-
nas de I a 12 annos de ida do.
Navalbas cabo de marflm e tartaruga para fazer
barba ; sao mnito Boa*, e de ma3 a ;nais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por no.'sa vez tam-
bero asse^uranos sua qualidade e delicadeza.
Lindas s bellas capelias pera uoiva.
Superiores agulhas para machina e para crocv,l.
Linba muito boa de peso, frouxa, para cuw ai
lbyrintho.
Bons baralhos do Jarlas para volta/oto, assim
corno os lentos para o mismo fim.
Grande e variado anmenlo das maihores per"
fumarias, dos" melhores-o mais cootieaiA fa
brlcante?.
COLARES DE ROYR.
Electrices magnsticos contra as sonvnWiJes,
fcililam a denlicao das innooenioVer3nc3s. Si-
mes desde muito lecahedors doates prodigiosos
collares' e continuamos a rece-.a.bs'pcr iodo- os
vapores, aflm do que nunca faltera no aercadi
como j tem aeontecido, assim como pois, podeac
aquelles qoe delles/praciarem, vir ao depositado
gallo vigilante, aonde sempre eocoutfaro destes
vertfadelroac liare, ^ os quaes attenJo^do-se ao
fim para quo sao ppl!ea4o, se vtnderao com um
ii.ui dirainutj I'
logomos, p<
toas
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J#
1
CD
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'4m

Veade-se o ntio Olho de
Vidrc.
in Ponte de UchTa.
Este sitio tem um sobrado de um andar o c-
dar ttrrco, tonteo) 4 sallas, 9 quartos, 2 caabas
cora boos fcgoej e firno de ferro, e^le sobrado
circulado de janeil,-.. Tem em separado grane1-
cocheira para cavailos, casa para feitor e e.scrr-
vds e bem im jsa para fuer farioha c m seus
misteres para tal lini. E>ta casa tem ua U>
bous eanteiros para flores, cora porto de ferro
para a estrada do Parnamarim, grande siUo ar-
borizado c m grande diversidade de tructeira-,
grande baixa para capim, pedendo sustentar por-
qo de vaccas leiteiras para as quaes tambem tem
commodos de recolhimento.
Os fundos da dita easa e sitio deiiam para a li-
nha frrea qoe segu dest.i cidade para AptfHH
e se aeha livre e desambarscaao, visto quo a
quesides que os >coosenhorea de dito aura tem*.
eorn u aaiprelteiros de ditos irilhos apenas
.eno que ellos pra occBaro, <
prejoizos que por tal motivo tem cius4d>.
Os pretendenles o"dem-sa dirigir ra Di.,
do Csxi, loja n. 43. ou ruado Araga., i
rna do Visoodjle Pelotas, jiisa n. 13
da.de
nle-se
!a Si!:


tMaito
VEND
Joaquim Jos Hamos, n.\ rus da Cruz a. oy
vendo algodo azal anioricanos verdadeiru
prfu.rt americano o. 3 e 4. ,_____________
:** ha aaais cabella* brancoe.
- Tintura japone a.
S nica aporoyada peral as academia* d*
Kcienci% recoahecida superior a toda que tem ap-
oarccido at hv >. Deposito principal ra da
Jaleia do Recif.) n. 51, a'naf, era todas as bo
iras e casa de eahelleireire._______ .
I NOVA ESPERANZA.
?jerjpre a Hfovn Esperanza!!
AOrtSLMSUXO.
Esta loja bero eonheetdj pela soa elegancia e
nuerifiri-lae de seust'bjacDs, acaba de receber
mujs artigos para o quo respetosamente convida
ao bello sexo a viz:ia-l.i, aiim de co:iiprarem aquil
lo que precisaren! para preparo do vestidos toi-
,. leo ou tocadores, e mesmo qnalqner objecto para
(azer alguna prezenle...[poK que si na Nova Epe-
' ranea Hcaro saii.-feitos, j pela qoalidade e pra-
cos nzoaveis, e mesmo por ,que a Nova Esperan-
$a naaa-so era nao se impacientar era dar a es-
solber os objecto?, prestando-se com o agrado
c ia que cotlu : a receber a todos, aliui de que
lalbam cora o firme proposito de voltarcm ou
onac-iarem a mesma loja, logo que precieem de
PferotYftioiH*- Sxla i
Cli Q
As
;uavu
1871.
loja e kmm m
DO
NA
o
.!*vitm4
BATEE 60-
rqueno qu
LVAS D PELLICA.
11 > -L.-'M-as do Lisboa a Nova- Esperanza
nomons, senhora e uieuinos, lando brancas
para
e de
50VIDADE.
Bico de quipure preto enm branco, a Nova Es-
.jerauca s quenj tem 1 1 !
. Caixas para joias.
Nova Esperanca recebeu boa? caixas de san-
lo tiara guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Receben as de muitas quajidades a Nova Espe-
ranza,
Para extinguir pinos on sardas.
Nova Eaperanca tem leite de rosas brancas.
Para tingir cabellos.
Tem a Nova Esporanca a verdadeira tinta in-
flis.
Para refrescar a pel!eeaformozia-la.
A Ron Esperanea roa Duqne de Caxias n. 63,
sudo verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As mi!horP, e do mais cnheddo fabricante,
anta fra i como ingloz, astko - a rui Duque de Caxias n. 63, na Nova E=pe-
a sea.
Extractos, banha, oleo, sabonetes, agoas de co-
loni i, de larania, florida e d lavaode, etc., etc.,
tudo de superior quaiid?Jd : vende-se na Nova
Eiparanca ra Duaue do Casias n. 63.
f t ?

ai
Bonitas fazndas
PAR1ASFESTAS
DE
gera Bim
A Nnta E 63, recebeu ura lindo sortimento de l para bor.
dar, viada as cores mais procuradas, branca, pre-
ta, e-c;.rlate etc. etc. a ella antes <|iw se r.^abe I
Libras storli ias.
Venta m no aroaxem du lateadas de Anj
F. d>' C wira & C., roa lo Comtnercio n. i
usto
T renda nm .--eus armazens, alm do antros
io refalar, os seguraos, que
Ntnm por precos mai3 mdicos que em ou-
tra a i ier parte :
PC abo | 'apiadadas.
M ;'"'IP,AS de f'iru para cercas.
' ITRE i l.z.
v S a India para cama e forrar salas.
S de barro trance* para esgoto.
superior mi porrees e a contento.
flBRtTO do to.'a as qnalitades.
ir algodlo.
/,-..- v; e brir os da Rus? a.
canoa ara forro de carros.
* muito boas e econmico?.
;-:iX.
,r 3o Gautier Freres. _
- grauties a 3^500.
" Bfri la legima;
.anp. \s ; .
CAf>ElHAS americanas.
.H.VI da Jamaica.
,. LEJOS da I.-i, a.
Demento Poi-tlmd
-.n..: ., (; rrnlias preco mais com-
mudo 'i que i i qualquer parte, vende-se
irmai i:- do ',' .> lrnjao' & C
v-'i em barril, de
perioi'-qu lidide
t:U-
Vpnde-se era cusa do S. P.
da Seozala-nova n. 43.
Johnston 4 C, rus.
Exeellents vinhos verdes,
Vende-se ua ra da Crus do Recife, armazem
nuin-ro 12.
OMxas de dazia d jfarrafi.j.
Vigsimos de pipa.
Dacimes e quintos.
Por barati?si"iins precoa.
Vioho de Collares
Vende-se o verdadeira e superior vinho de Col*
Ut., qu* mais a.-ceitr^o tem era Lisboa, era
r; .... ? Je pipa : na ra da Madre de Deus nu-
mro iS._________________ ___^____
Cebollas novas.
em restes?, em porclo e a retalho, mais barato do
nue em outra qualqu?r parle : na ra de Pedro
Aff neo n. i. antiga ra da Praia.'
Contra a tosse
PASTiLIIAS PE1TORAES.
de
Gr.Timi simples crystaliaada.
Dita- de angico .
Nalf a'Arabia.
Seve de pinbo martimo de Lagasse.
E outrs multas que muito se recomendam pe-
las suas excedientes qna4idades.
Vende na
PHARMACIA E DKOGARIA
Bartbolomeu & C.
34-RUA LABGA DO ROSARIA-34 -
SAMTO awtoiio
E S. Joflo
CBEliARAM PARA A LOJA
DO
Vtude-se ama casa terrea com chaos pro-
pri js, lita na ra da Amizade n.'38, na Capunga :
a miar na ra Direita n. 15.
AdmiraveL
No Museo Elegante vende-se pecas de bico imi-
tando irochet a 800, 1*000 e 1*500 rs. com 42
jardas, e a grande pecbmeha de sgalLas fracezas
a 1*200. r*. a caixa com 10 cixinhas, na ra Es-
troit-i do Rosation 1.
GRANDE
LIQUIDACAO
Ra do Crespo n. 20.
Nausuc liso de coras lindas para vestido a 240,
80 e 360 o eovado, chitas escuras finas .om"bar-
ra a 320 o eovado, baraiissimo : na loja de Gui-
Iherm Carneiro da Cnnha.
FIO PARA Si' COS
Veude-se em casa de Okell Bindlosa 4 C",
ra da Cruz n. 11.
OLEO PUHO DK FiGADO DE ACALHAO
DA
TERBA NOVA
DE
H. LACOMKR
Rm oleo que lo ba aeceitacao tem merecido,
uito se rfc nnmeada por ser o mais parificado
fue al boje tem vmJo, e anda pelo boa paladar,
superior a miro qaalquer : vende-se no deposito
especial de Bartbolomeu A C:: ra Larga do Ro-
Mfcft.
PAVA
.ALSACIANAS A i6200
Cbegaram as mais lindas alsacianas sen-
do tima nova e elegante fazenda de la
com bnlhantes listas de seda e btame
larga, para vestiios, sendo n'eB&e geaero
o qua este anDo tem vindVde m is gosto
-p mercado, e vendase 15200 o eovado.
CRANADtNASJAPOERZAS A 800 RS. O COVADO
Chegu para a loja do Pava esta nova
fazenda com o nome de granadinas Japone-
zas, sendo nma booi a fazenda de 13a com
bonitos qnadros de seda, p ppria.para ves-
tidos, tendo de todas as cores, e vendarse
a 800 rs. o cavado.
ATLANTAS LAVRADAS A 800 RS. /O COVADO
Cbegou e.ta nova fazenda ora o nome
de a lauta, sen o orna delicada fa?enda de
la, pira vestidos, qje veade-se pulo bara-
to preco de 800 rs. o eovado.
NOVAS POUPELINAS DE SEDA
Chegou para a lija do PavSo um prande
sortime to das mais lindas e modernas
pon elinas de ssda, com os mais delicados
padrees e da muito phantasia, que vende-se
por preco milito barato.
CAMBBAIAS BRANCAS LAVRAD1S A 4*
Veode-sa epri para tejidos de cam-
braia braoea labrada, sendo fazenda muito
fina, pelo barato preco de 45 cada corte,
as.-im como ura grande sortimento do dilas
lisas, taoadase transparentes, que venie-se
por meno do que em outra qoalquer parte.
CAMISAS PARA INvERNO
Cbegou para a leja do Pavao um grande
s'irtiraentd de camisas escora* ensogadas,
a prova d'gua, sendo prop ias para a es-
taco do invern, e venda-se por pregos
era conta.
TOALH VS ALCOCHOADAS PARA MESA A 3o00
O Pavu voide toaihs brancas de fustSo
alcochoadas, prop;ias para mesas, sendo
bastante grandes pelo barato preco de
35500, diias eocorpadas muito graodfs 75-
CHALES DE MERINO' A 25500
O Pavo vende chales de merino moito
grandes e eneorpalos 25o0, ditos a
imiucSo de c'ainezei 25300, ditos pelos
de renda com 4 ponas ^5000.
CHALES PRErOS BORDADOS
O Pavo vende os maiores e melbores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos c-m largas franjas" de retroz, e vende
por menos do que em outra qnalqber jarte.
CAMISAS PARA HOMENS
O Pavo vende um grande sortimento das
melhons camisas inglezas e francezas com
peilos dd linho :^ara todos 03 precos e qua-
li!ades, assim como ditas de ditos de
algodo para todos os precos e tamanbos,
tendo tambera para criancas, e no mesrao
estabelecimente tambera se vende ceroulas
de linho e algodo, tendo para todos os
pre;os, assirxt como metas cruas inglezas
para bomens e metimos, que tudo se veade
por preco muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavao tem constantemente um grande
sortimento dos melhores cortinados borda-
dos para camas e- jane'.la?, que vende-so de
85000 at ao. mais rico qoe costuma a vir
n'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, tanto lapadas como transpa-
rentes, proprias para o mesmo flo, colchas
de crochet, damasco para camas de ooivas,
e cortinas, o vende-ee no Bazar do Pavo.
LASINHAS BARATAS
0 Pavo tem um grande sortimento das
mais bonitas I3asinhas para vasti ios, tendo
de todos os precos cores e qualidades.
principiando da 200 rs. para cima; porin
t3o grande a qaantidade qae seria enfa-
donha especificar qualidade por qaalidale,
s a vista do freguez e das amostras se loe
venderao por precos tao cmodos que
engues deixar de fazer om vestido de
lia por to pooco dinbeiro.
ALPACAS DE CORDO A 640 R8,
FLIX PEREIBA DA Sft^E-arCL
Os proprietarios deste grande eslabelecicMato teoil) civ *vuk*a prelo df
fazenda, e leudo continuado a recelar por todos ns yeprts B*ip auiM4s*i das mssmas, tem re*olvido f;zr nraa rRAND;LIQUIDACAO, atn de deaiutir of wn-
de deposito e ?p irar DINHEIRO. De todas as fasejdna'.sap as amostras, 6cando penher ou te maodswTevar casa das Esmis. familias, a
as pescas que negocia aa era menor escaa, n'este esta;.eiicimea|o poder? or*^*
pequeas percoos pelos mesmo* preers que cospram as caas exportadoras.
AlFAlAtE k
guez, e proorietaro d'esle graade esta-
belecimeulo e proipeite flj-vjr.hem &Mii>*\
os-fregueze* qu IhebnrVem a.soa.^sa.
.ALGODApSINHQ^ A 3 JSQ J P,gri
O P.ivao vende pecas J'algodiQei^i^ de
muito bt?a qnalidaje, teo'jp2i) jaraaa...ca,(Jfl'
pea, peto barato preco. da 35300, djta qjui-
foJaig.) e enporp.adiJ..6^QQP?1,dltp,o, j^-,
Ihor que lera vi,-do ao meraJq ftOLpnftp-
cjrpado e largo para lencoes,' pe^^pto
preco de 6-5500, grande pawtn MADAPOLjO A 4JJO0O E i$QQ,
0. PavJo. v^nfle pe^as de madSpo o. cosa
24 jtrdas, sendo fize.ada muito superior
pelo barata prep da 45500, dilas cm a
mesMas jardas a i-*000, ditas Gni^sjjias a
55500, 0,1000. 73500 e 85000. eAbincba.
MADAPOLAOFRANCEZA OS
0 Pavao vende i ecas Ja floissimamaja-
polo verdadeira ment francez, tenao 2-2
melros ou 20 vara*, pelo baratissimo prego
de 105000 peca, sendo fazenda que se#t?
pre s vendeu ticOOO, e Tiqu Ja-sa por
este baMo prego por estar alampa cou>8
en^huvaftiada na pon'a re frs.
ALGODAOSJNIIO ENFESTADO A 15 1,5280
O PavSo vende verdadeiru a'gdao.^ifl'uo
americano, tendo 7 palrai3 de largura e
muito encorpado, pro,-i" pra leticoes
75000 a vara, duoda mesmn '-vjnra aen-
do trancado e moflo e:'o ; '*()
BRAMANTES PAB.'tSSgoS* A 2*i()01*80035
O Pavli veid o verdadeir>.- bra nante de
linho tendo lO'-paltooe de- largura, q> as precisa para uiD'lcflcol urna vara-e rma
quera, pelo barato proco de 25400 a vara,
lito melhor de 258 O e 35000, ten lo at
do melbor qne vem ao mercado 35500
e 45000, assim cora> crotones fortes para
lencoas, sendo u.na eneerpada faztnda fran-
ceza om 10 palmos de largura 200 rs.
o metro, e.bramante d'aJgodao com a.mes-
ma largura 15800.
SAJAS BORDADAS A 45500 E 65009
O P^vao vende graade pecincha em saias
brancas ricamente bordadas, tendo cada ama
4 pannos, e vende pelo bara/o preco de...
45500 e 65000, sendo fazenda que sefpre
vtradeo-se por 85 e 105000.
Fazndas para saias' 15200, 152S0 e l^ao
O Pa /5o vende supen i fazenda borada
9 com pregas proprias para saias, -f#200,
15283 e 155(0 a vara, se/do preciso para
urna saia aperas 3 varas ou 3 1|2.
Aos 3006 cortes de eambraia a 25530
O Pdva") vende urna grande porcSo de
cortes de eambraia rganos; tanto brancas
como de cores, sendo com listrinnas de
cores tessidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo barato prsco de 25503, cada corte,
fazenda que vale muito mais.
Aos 2036 cortes de cambraias bordadas a 55000
O Pav5o vende urna g*ande quantidade
de caries de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenhos mais
lindos e mais vistosos que ten viudo ao
mercado, tanlo em listras corridas como ada-
gooaes, e com muita fazenda para um, ves-
tido, e liquida-se pelo baratissimj pr*c>> de
5 ;>00, sendo fazenda de multo maior va-
lor, grande pecnincba.
CAMBRAIAS
O Pav5o vende grande quantidade de pe-
Cas de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, teado*de 35 a peca at mais
Boa qae vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
O PavSo vende chitas largas com dodIos
desenbos e cores fixas, pelo barato preco
de 160, o eovado, grande pechincba.
LAASINHAA 160 RS. O COVADJ
O Pavao vende bonitas laasinhas triospa-
rentes pelo barato preco de lt>0 ra. o eova-
do, pasbincha na ra da Imperatrkz 0. 60
CORTES DE CASSA A 25500
O Pavao vende bonitos cortes de cassa
franceza viudo cada um em seu papel, pelo
barato preco de 25500 o corte, ditos muito
lindas 35000, pechincba.
CASSAS FRANCEZAS A 200 RS. O COVADO
O Pavio veade bonilas cassas de cores
para vestidos, pelo baralo preco de 200 rs.
o eovado ditas.finissimas com os deseaba?
mois modernos que'tem viado ao mercado,
pelo barato preco de 500 rs.
CRETONES
O Pa3o veade finissimos cretone oscu-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato proco de
CSTUA
Chegerem ao Basari Uni versal da roa Nova,
* 8,.uw s Memento de machinas para eos-
tura,,das melbores qualidades qoe exUte na
America, das quaes muitas j sao bem co-
uheeidas-peioa- stus autores, como sejam :
"Weller de V^iIsob, Grover <* Boker. Silen-
eio^e?, Wed e Iaoperiaes e outras muitas
que,com a vi^ta dever5o agradar aos com
pradores.
Ejla-machinas teem a vantagera de fazer
f
diariamente e cosem com tanta perfeic5o
como as mais perfeit^s costureiras. Garan-
te se a su 1 boa qualidade e ensioa-se a tra-
bajar com perfei<;o em menos de urna
hora, e os prec->s sao tSo restHuidos que de-
yem agradar aos pretendrates.
,
m
AFLORDEODR
E' estfe distintivo de uma no?a e tem moiitada
loja dejoMP,6iu a ru larga o
Rosatio n. 24 A,
Os Propri_elaroa_^deate elegante eMabelecimenU) tendj
wo H.^p..>......, ->...c wt/tuie ewaoeiecimenu) tend) em vista 03
fi:eram para e collucirem as cond.cciJH de oa grande (lieniclla, hitar,
rigoroso principio ae oio viessem a eoitunnas do jonal rfltfla.J>."^.
tilico, que no memo elab.eleclmento enconirarae sempre o ^
V*

* & .9
nico
e approva
iega"mente autorisado
pelo conselho de sade.
NICO DEPOSITO
em
PERNA.MBUCO -
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU d C.
34Ra larga do Rosario34.
do
Para saceos e fogueteirss.
PARA ASSUCAR
CERVEJA DE MABCA
%
Engarrafada e.^eeialinente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os nmeros estampados
as pogas e nao as etiquetas.
Vendera-se
Em casa de .
T. JEFFERIES 4 (L
**6 Ra do Gommereio 46
iBRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em eada peca un bllhe-
te com o uouie
. D0S
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
40 r. o
cova-Jo, ditos de fl roes, proprios pafa co-
0 PavJo veode as man lindas alpacas de | berta, sendo fazenda maiio encorpada- pelo
coidSo para vestidos e roupas de enancas barat0 p,!eC0 de 800 ra. o eovado
pelo barato preco de 610 rs. o eovado,
ditas finissimas com os mais lindos lavorec
Basquinii ou (Maquinaos a 20 235
O Pavo vende basquinas ou casaqqfnhos
imitaco de agracianas 800 rs. o eovado, i Je 8eda. Pr(tos nomente enfeidos,', pek)
boaitos glacs com delicadas cores e ius.: baraUsH0M> Pfe>deO* eiftiJOOO, iendo
irosa como seia 1,5000 o eovado, e ou- :u,l moderaos, sstacoo ditas dt cro-
iras muitas fazndas de gosto e laxo para chet e reodas PreUs 8e vendem temi
vesiido, na roa da Imperatriz a. 60.
POUPEUNAS _.__
O Pav3o ftcebea as ass delicadas e me-
mores ponpelinas de aeda para vestidos,
com os mais modernos lovores, e ootM3 li-
zas om as cores mais novas qoe tem vin 'o,
e vende-as 20000 cada eovado, assim
como del cadas sedas de listinbas, tanto
para vest ios1 de tenhoras como de meninas,
q yeude-se 24000 cada eovado.
ROUPAS PARA HMSNS
O PavSo temeoonaotemeoe nm grande
sortimento de ronpa, tanto de panno como
de-briis branco' e da cores, da casa-
mira*, pan todos os precei iirlidadou
h lamOem se manda fazer qaalqner peca de
obra c'im t do aceto e projtptidao, para 0
qt se tem om perito
em coma, na ra da Imperatriz u. g#.
CfciLas entraaHasf KaookertiB a 360 rs. sudo
O Pavao veade cfalus oatraacbdM' com
delicados desanos pan cebertas a corti-
na* de core* fixas, sendo fazenda multe en-
corpada pelo barato precede 360 o cotado.
ESPaRTILHOS A 44500 -
O Pivio eade os mais Moderaos e me-
lhores espartilbos, tendo da todos os ta-
annos, pele barato preco da 44*00-
CASfiMIRAS
O rstifo veode um elegante nortisasato
de deBeedet casererras **!*%**. sendo to-
das da I3aa uiaiw levesiabas, taaio pto-
priaa' pata boatsm etaw para arisaftiv *
titMBMis encorvada, tona dt aau de
deas Itriora? Jeoma
yaattfat, jam4a tatuimte a. a.
Grande
LIQUIDACAO.
Na ra do crespo n. 20.
Loja de allherme.
Lias de cores cniuda3 a 80 rs e eovado.
Bramante do linho com 10 palmos de largura a
ioOO vara.
ditas claras e eeras a 160, 200 e 210 o eo-
vado,
Bitas riseados proMiaaos 280 o eovado.
Ditas chinezas para eoberta a 240 o eovado.
Cambraias, organdys miadas a 240 e 280 o eo-
vado.
Dita3 bordadas brancas e de cores para corti-
aados, a 320 o eovado.
Ditas bispo lisas floas a 3* a pega.
Ditas brancas com 10 varas, a3i000e 34500
a peca.
Dita Victoria, a 44 a peca.
Massulina brancada 400 rs. o eovado.
Madapolo francez, a 64 a paca.
Dito ingle* de bora a especial, a 44000, 54, 64
a 74 a peca.
Algodosiiho a 3, 34500 e 4| a pega.
Alpaca de cor com listas, fazenda superior a
JBO rs. o eovado.
iDitaBranca, eom flores miadas matisaias a
800 rs. o eovado.
I Dita preta ooaa fljr braa;a, o 500 rs. 0 eo-
vado.
Dlcaa de cares padr5es miados e modernos a 360
rs. o eovado,
Laaoo* de easea eom barra de er, a O rs.
eada um.
Ditos de linho embainhados 44 a dazia.
Cbila, fazenda bem contaeelda pela sna fortidio",
mais larga qae chita para roupa de eteravos, a
300 rs. 0 eovado.
ICaaemira preti superior, a 14500 o eovado
Corte* de casemira de cor, 34500, 44 e 54.
;(^orte de mete casemira, a 14100.
Ustaeta preta e de cor, a 800 rs. e eovado.
Ganga amarilla lisa e de
vado.
Al|odi> largo marea T" a 54 a peca.
Da-seamn liu, a 30 rs. o eo-
Vende-se coqueiros pequeos para mudar-
se: qoemo qqlzerdirijase ao sitio Cafando na
estrada de PjuUbo Cmara, outr*ora de Joia de
Bajrros.
a
Lia de eaua
PPia da Hurtas, armaxem a, 1
qa3
principio se nao viessem a eollamaedo jorta acffi 'llZi
qoe no memo etabeleclmento enconirarafl sempre o mal* coroplelo" sortimento
de j..ia, como sejam : brincos os mais modernos, para adornaren) as deUcadas ore-
Ibas do bailo Sexo, qne se vendem a 8 e 10 o pw, *,a para memnas a 4, 5 e 64,
ditas de coral, obra de apurado go;lo a J e 44, Voliinhas de coral com craze de oaro
a 54, broches modernos.da 3 a 134, dUos eom a-edra* -eni soas devida* eaiiinnaa a
10. li, 16 e 204, roseta lisas, porm bem traballiada?, de 24500 a 4, ditas eom
pedras de 4 a 154, cacolelas a 44, ditas cora Injcripfe* a 545C0, annels de diversos
costos, e eom bonilas pedras a 2, 3 e 4#, ditas de perulas, esmealdw a robins a f, I
ricas craze* de esmeralda e rubim a II, 14 e 164, Ha* de ouro e coral com vitas phu-
lo(raptdcas a 3, 4, 5, 6 e 74,flgas de coral a 24, cadeias para relogios a 204v dittas a
64500 aoitava, guamicSes com tres botoes para'aberturas a 44, ditos de pedrlnhal a34500
o par, ditos para pannos os mais modernos a 7 e 84, alm de nm variadsimo, sortimen-
to de jolas de apurado gasto qae recebem por todos os vapores da Eoropa ; eorao
sejim : briocoi", braaeletes, alfiaetae, aderec completas, crn||s, roldas, aaaeis de
brilhanaas, esmeralda?, perolas e rabias: Methlhoes, volti?, trancefras, InneisTOm Jet-
tras e de diversos modelos, ocnlos e pencinez de oaro e pula (tnnraita, raingkig dg nn- j
ro e.puta de afamados fabricantes, salvas da pirata de divaa^s-Urnas"
roa iaqueiroa, co*res para cha e sea,' maenaa* para HBBCm, e
objectos qae seria enfadonbo menciooar-se.
Os proprietarios da Ft de Ouro aanatera vender maii Jtfalo qufrfBn iaa>
qaalqaef parle, para que estar aberto o eaubelecimentdas 6 afras la manMlfl
GRAND
AO
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Antiga do Queimado)
Peto que se no aamirem dos precos de alguss artiga que passo a mencionar,
por vez es tenho mos'rado.que s desejo vender bar. t a fim de rMer vender .moij,.
e nao ba quem me possa retirar do meu Gran p-oposilo ; podondo disde j'asseverar
ao illnstrado povo pernambucano, que nesta casa comineroial se encentra sinseridsde nos
tractos, afim do se oder conservar a numerosa freguezia que me tem honrado em vir
em nossa casa, e para o augmento da mesma.
PRECOS
;
a 30200, 400:0,
G^OO, 7,5!.
fino a
Pejas de madapo!3o
4,5500, U e GdOOO.
Ditas de dito muito
e 90000.
Dita dito enfestado peca de 42 ardas a
30500.
Dita de algoJciosinho a 3$, 40, e mais
precos.
Ditas de dito muito largo marca T a
40*00.
Ditas de cambraia transparente a 34200,
30500 e mais precos.
Ditas de dita tapada (oa Victoria) a 45
e mars precos.
Cambraia a imperatriz muito fina o
larga.
Dita imperial com cordosinhos, fazeeda
muito moderna.
Mosselina branca, eovado 300 rs,
Bramante de linho com 9 palmos de lar-
gura 10800 e mus precos.
Dito de algodo a 10500-
Atoalbado afesluado fazenda superior a
10800.
Biim dealgodo de cor a 400 ts. o
eovado.
Dito da Rassia, a 500 rs.
Dito pardo trancado a 300 rs. e mais
precos.
Dito branco de linho fazen la muito supe-
rior a 10600 a vara rvale 20000).
Grande sortimento de brins de linho de
cor a 500 rs. o eovado, fazenda que se tem
vendido a 10200. .
Grande sortimento de casemira, custa o
eovado 10000, 20500 e mais precos.
Damasco de la fazenda finissima.
Cortes .de casemira para calca a 40500,
50, 60, etc.
Flanellas de la riscadinhas a 640 rs. o
eovado.
Lene* s chinfzes a 30OCO a duzia.
Ditos brancos. de algodj e linbo sorti-
mento completo.
C jmp't'to sorlimenio de camisas nacio-
naes, francezas, alleroes e inglezas.
Cobertores de la de xadrez azanda supe-
rior a 55.
Grande sorliecento de bal5?s.
Cobejtores de algodo a 10400e 20500.
Cassas de salpicos a P0OOO a peca.
Palots de casemira a 50OCO e mais pre-
ces.
Ditos de alpaca a 30500 e mais pre-
cos.
Saceos para viagem.
Miai para homem a duzia 204OO, 34 e
30500 e mais precos.
Ditas para enhoras, meninos e meni-
nas.
Popelinas de seda, eovado 10700 admi-
ra .'II
Completo sortimento de chapeos de
sol.
Toalhas para o rosto a 80JOO a da-
zia.
Toalhas bordadas, de linh) do Porto.
sao muito lindas, mandem bascar as amos-
tras.
Duzias de guardanapos a 20500.
Cortes de vestido de cambraia branca
com babad. s a 70000.
Cortes de vestido de cambraia branca e
de cor com babdos a 100000.
Algod'o de 2 larguras para lengol oa toa-
ibas a 10000 a vara.
Chitas finas a 240, 280 e 320 rs. o ca-
va jo.
Dita violeta fiaa a 280 rs. o eovado.
Ditas em percale o que ha de melbor a
360 rs. o eovado.
E' v para crer.
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ti&rib d IWnamboeo Sexta eir H

DO
6* RIA H HIPER ATR1Z N, 64
DE
FIGUEIREDO ft LOPES.
Os proprietarios deste novo estabelecimanto. certos de que o meio de adquenr
numerosa freguezia vender barato, servir beiu e ha ver sinceridadade dos tratos, nao
aos afastamos deste caminbo para bem orrespjnder aa favor que nossps numerosos
fregoezes nos tem dispensado.
Corno ainda temos algomas fazendas das primeiras compra?, resolvemos fazer
redncao em .Meninas deltas, para o que chamamos a atter.cSo do respeilavel publico :
BT1NS.B GROSDENAPLES DE CORES.
Temos para todos os precos e quddades.
Grosdenaplo preto.
Recebemos novo sortimen!o e vendemos
por menos do-qao outro qaalquer.
Las Saboya.
Aindi temas um reno desta linda faien-
dae para acabar vendemos por 909 rs.
Cries a .Minerva
Anda tem -s algun uestes lindos cortes
com listras de seda, rom 19 covados, pan.
acabar vendemos por 20$.
Cortinados.
Recebemos nevo sortimento e vendemos j
per-8)9, 95, htf, W, tS e 22$, cada
par.
Cambraia para curt nados a I9| a peca
com 20 varas.
ia Victoria de \$ at 8$000 a peca de
8 varas e meia.
Dita suissa transparente muto fina.
ORGA.NDYS BRANGO
Temos receido novos organdys de
4#00 rs., ditos de 6 e 8000, este ulti-
mo tem listras asselinadas.
Esparlilhos
Capellas muito lindas para oivas, pelo
barato preco de 35 e 3*500 rs.
j Poupel as de cores e brancas' muito
Iludas.
Camisas de meia a 95000 a dnzia, pe-
chincha.
Cambraias de cores.
Tetos o mtlhor e mais lindo sortimento
! de cambraia de cores a 500 e 5(>0 rs. o
metro.
MEIAS.
Recebemos meias muito finas tanto para
senhoras como para horneas, meninos e
meninas.
Chapeos de.Sol.
Recebemos chapeos- de sol com cabo de
marfim que vendemos por 135 18-jOOO, di-
tos de cabos de canoa 95. i 15 e i 45000.
Cortes de cambraia- de cor muito lindos
e com babados com sou competente flguri-
qo, tem 18 covados por 85000.
BASQUINAS.
Recebemos basquinas de seda ricamente
eofeitadas que vendemos por baratissirop
preco.
Vestuarios para meninos.
Recebemos vestuarios de fustao muito
Recebemos o
BRINS.
superior brim
de Angola,
dito pardo para todos os precos, ganga fran-
Recebemos qovo sortimento de-espartilhos bem enfeitados que vndeme por 45300 e
ingieres muito grandes, sao deimho. $ ( f0 branco bordado muito fino, dito
VjBStqarios para baplisados, bordados'com hpicos ditoDreto com salpicos e liso.
WBito linios a IOfcOO, barato. Cambraia abarla a imitacSo de croch de
Camisas francesas, inglezas e soissas de eores e branca.
25 at 45500 rs., ditas bordadas muito finas
de 85 ate 105000.
1ECEJANA.
fi'oaa fcuenda banoiiauito linda efina'ccza a 500 rs. o covado, superior,
para ostidos de saniMias, teu a peca 30 Pannos finos,
arda* e C8st*..lfl<> e 225000. I Temos pannos pret s finos de 35300 at
Panno abratanhstJo-largue hora, peca de 65500 rs.
iO varas a 100. Recebemos casemiras decores para 35
TAPETES. |at 3/3300 rs. o covado.
Recebemos novo<8oriimHto*e vendemos CHITAS-
muito barato. O Cysne tem o mais lindo sortimento de
Temos grande sortimento de saias bor- chitas para todos os precos e qualidades.
dadas e vendemos muito barato. Bareges com listras de setim com lindos
CORTES DE'LA A SIMIRAMES. padrees e muito modernos.
E' urna linda fazenda com os enfeites
correspondentes, guarnecida a saia com
orna franja de seda na barra, vende-se
por 40,$000.
Cortes de cambraia branca aberta, bor-
dadas moito lindos, vendem-se por menos
do qpe em outra paarle.
Ditos bordados na barra, de cambraia
iransparpnte, por 85000, muito barato.
Cretones claros com lindos padres e
cores lixas pelo baratissimo preco 440 rs.
o covado.
La** frescas do pellica para homens e
senhoras do acreditado fabii ante Jouvin.
Fazendas para luto vendemos por monos
que em i utra quaiquer par.e.
Alpacas, cantes, princezas, bombasinas
cambraii preta, tc. etc.
Deixanros de annonciar militas outras fazendas por nao se tornar extenso e en-
fadonbo aos oossos fregoezes.
i'ua 'Ja Im[eratriz u. 64.
FIfiMDO LOPES.
Monea se to aro proeemo,atst>*rfe,rto e qoe ai-
UtfaeHI. forma i sinVsztr aa exigencia
s*eraii-4a fieripiau^ao.
A saa cor lindissirna e Dao. precisa de cuida-
4ol|um para se conservar no tlnteiro sempre
*ay a mema cor, scro borra, crsta, color ni sera
eiatas ota?tilas inherecrfea iafes aHios
iiagora conheeidap, aiuda raayBj dos iDtKres
ultrn estrang&iros.
Sobretodo, e.-te estimafel pwdrto nao ataca a-
fM* '?, aites pe.smrtxif, a. peina
ajwi b esuwkftdouriMu ^*e, itaia uMeree-
iigle^aoas provtiicso.
1tU'L:ata, nao sendo especialmente rara copiar,
wBM4 t}jJ5, tre, i molkio ma a anit4*wn a ciota-i tramanitesto.
tripla st-Tre o choque de cidos i foriissimos, sea
roii] ee'c'eromfflr; era, se os cidos tao Cem ae*o so-
bre- <"a, nwiti nwwBs a *ce.o 'do Mmpo a pW
desiruir; isto plansivet.
Xao f- ao commercio qne este men.producto
tfio ser ulil ; os professores dos collegir s, Investi-
gando todos osmeios para o adiantamento 4^
sees'^iswpo*o, tero afpwwfatfo ena lila qbe
eratrazao a ac*j rara apta para desenvolrer o
f[osto na xtoctil s, em coMequeceia .da bcleza
da rr e faclidade de eoner na prqteoa pela su
liquidez. Ha exemptos de cnaiicas qne havia
m para a enripia, logo qne fa. admrtda esta' *at
Doojiegi, apedere-M deilas--a ccrkMidada e a
gor.to, e-ponco lempo|dcpois o seu adiantaoienlo
o# nao na
e nma copia, aio.se aggloaieram tan-,
qMUtts cepia* seicjaercfli irar, mw .
.|g)aaruirar?i Mna u*tj qnaataai iseeios do menor vialaaibi
M o fekrti %nw prJQ*ioado
a tiata^, qacaattt Mi '*
meaos
i dopla. qoalkUie desU lioU exlremamente
fMClavrt, pola qas erita qa em qaalqoer es-
??f*Jp*anid.i m ama tinu para os di-
I loa dorabUidade. fip, Jf, a odoot
liat i"
Esta Una, par de taolas vantagens, tem om
nBMt*icoveniwte, i>ierirfl au'conacto de
ulra qnlqafr; c-nvm |M8{e-Ja em tiolfir.
e ae uura liuia, etvi
AWWK 1.111 El ZATICO E CiOVV-I^H
essencialm:;.nte BFFiea e inballivEL em iiesruih aparejas e
EW.CAKA StM roaiACAO
Guiados palas todicaouej de artos abaisffdos cbimicas, e-medi* distincto?, que
se deram ao esiudo e averiguado das ansas que- prod.izcm os p decimentos de rheu'
mutismo, gola, areiosdus rhins, Dexiga, figado; e d'outrai ticeras; e aos ensaios d'$
me ios prcpri.)sp?ra cural-os. chegam-is a obler um'remedio, que nonea desdrsse sui
actividade contra os ditos padecimentos. .
Nao imicamente basando ea tbeorias que tatto avanzamos, mas- sim nes satis-
factorios resultados obtidos da sua applic,ao, as imiuroeras eperieos, que com elle
izemos; e deste modo, segaros de ens beneficios etTeitos, afoutameote o recommenda-
mosi pessoas q e soffram algunas das molestias rcirna dit-jf, ou de alguns ontros pa-
decimentos do apparelho urioario, taes como o diabtico, glycosurico albuminunco
etc.
.Escudado seria observar qae se nSo pode denigrar om numero determiosdo de dses
de um medicamento para curar todos os individuos que padecara da mesma molestia ;
pois que a cura est dependente de diversas circumstanciaj, inherentes d*posii;So na-
u ral ou com.deigo, de cada um delies ; mas comtudo, cerio qne o hydrole lutho-
triplica aitti rheumalico e gottoso pro loma lo ojempo preciso para obte-l*; desrendo leerse em vista que quaolo maie irrvete
rado est o mal mais se deve insistir na applica<3o do remedio.
Podemos tambem alfiancar que, por mais continuado qae s*ja, o uso deste reme-
dio nSo causa desarranjo algem nn nae- digestivas, mas antes, pela propriedade eminen-
temente tnica, que lambeai.posue, fortifica o estomago, torna mais facis as digestoes
e, n3 p/'iicas vezes, tem feito desapparecer diarrhea, que ers-io entretidas pela debili-
tado geial do app reino digestivo,
MODO DE USAR.
Tomam-e do kyJroleo Ifikotripiico, nos primeiros qitatro m cinco dias, duas-ce-
Hieres de sopa, em agua asiiiju-ada, leito, cha ou caf ora krte, e raesmo sen. mislti,
ra algura*. taoccasi8od9 almeno, e cetras ao-priRCipinr a jantar.
No quinto ou sexto da e se;ru*ntfls, tomam-se do mesmo molodit, tres coiberes
de cada mi.
Se as ourinas da |)esfoa doeute depositan grande pof^n de areias ; se as dores
nepbriticas, ihtumaticas ou gotlosas sao constantes; em tiro, ^e os padecimentos s3o
fortes, lomar lictate qualro cot as de-cada vez, en t'es ezs uo di, a tres eolhere^
de esda urna.
Quando as areias, ou ou'ros padecimentos, tem dimiuid<>, torna-se s primeiras
dses.
Pelo uso do Hydrole lithoirtptico vo sendo mais raros o pparecrraento das areias,
s dores nephriticas, rheumaticase gotlosas al quede todo desapparecero : neate p rito
pode dispeosar-se o remedio.: e til, perm, oomu preventivo, lomar cada semana orna
ou duas dses delle.
Pelo que respeila alimentaba, deve ella ser regu'aila de modo que nao sobrecar-
rfgte o estomagle em .uantitlad-j tal qua posaa wr fcilmente digerida.
A melhor bel.ida seos duvida, a agua pura, mas tambem ee pode usar de tinho
simples ou pouco alcooiico. De cerveja evinh'feries, poocae vezes.
Sobre ludo o que muilo recmmendamos, grande exercteio, sem fadiga, pois que
elle muilo contribue para a rapidez da cara.
N. B. Depois de tirar-ze do frasco a-porcJo que-*e-wi tomar, deve baver o maior
cuidado em o arruinar immediaiamente.
nico deposito em Pernambuco
Pharmacia americana de Ferteira Maia & C, ra do Duque de Caxias n. 57, (an-
liga do Qaeimado.)
FAZENDAS EN! LIQUIDADO
A' rua da Imperatrlz n. 40
Os propri.Uros daloja do Pap3gaio scientificim ao respeitavd publicC desta
provincia, que es; eraro muito breve receber um novo sorlimento de fazendas" nnrier-
nas, e de bom gesto, e per consegointe pSera em liqnida(5o as abaixo especificadas :
Relihos de chita, d csssas o I8as.
Cbilas de cores e rxas de 160, 200 e 240 rs. '
L5?z nbas tapadas e tr. nsparentes.
Alpavs lisas o lavndas, de rr.uilas e dilTerentes qualidades e prefo?.
Cassas de cores de 240 a 320 rs. o covado.
Corles de casa tbtla a ?(40C o corte ou a 240 rs. o cevado.
Cambraias brancas tacadas a 40 e 5#.
Bart jos de iSa a 320 rs, o covado.
Toa ibas de linho do Porto muito grandes a (OfOCO a diuia.
Melim da India a 600 rs. o covado.
Llazifihi pr.ta de 320, 400 e 440 rs.
Alsatiaunas a I^OOO o covado,
Chitas p-ctas muito finas de 400 at 240 r,
E*p:rtilhcs do litihi e algod3) de 350 at o000.
Camisas de meia, ditas francezas.
Camisas de pp to bordado, lisas, e de pregas com co'lerinho e sem elle.
H*'5es de 1 anno a 3#)00, dos txais moderno?.
<:. Utrinhos de papel com beira de cor e todos branas.
Fust s de rns para vestidos mnito largos a 4'4D rs. o covado. -
c.Vtts e CtumiMH (e 40000 h 7(M)0 com qnadios e listras.
E oolra- mfHtw faendas que pretndeme:; ' s qne wpmmot te eber.
MUSEU
Rua fistreita do Rosario N,1
AO BOU fOlf
Acaba-se de abrir esle importante eslabelecimento deroiudezas snperiores cornos
m Inores artigos de luxo ede moda para homens e senhoras, variado sortimento de
perfumaras dos mais afamados fabricantes de Paris e L- ndies, com > sejam i iver, Lubin,
Condray, Pinaud, Regand Chonneaox, Monpelas-, societ rgenlqu1, Gosnel, Bimmil e
Pe'fe Lubin, etc., etc.
Alta novidado
O Mu.-eu Elefante rua Eslreita do Rosa-
rio n. 1 vende ticas m mi sai de cambraia
de linho bordadas para noivas, e tambem.
de madapolSo fino, bordadas e en.'itadas
de ntremeos a 0$, 005 e 73jJ000 a du-
zia.
L'ndos penteadores guarnecidos toentre-
meios e rendas valeccione, ricas calcas, d;
linho bordadas e de madapo'ao,lpara senho-
ras, bellissimo soriiroento de golinhas e pu-
nbos cousa inUiramente nova, recetidopelo
ultimo vapor da Europa.
PARABAPTISADOS.
0 Musen Elegante re&beu os mais Gnos
e ricos enxovaes para bapti a-dos e tambem.
lindos vestidos enfeitados psra crianca, rua
Estreita do Rosario ni.
Ul'ma bioiia.
0 Museo Eli g.'nte recebeu os mais lindos
e modernos chapeos de bloud enfeitados
para senhoras, c tambem de velludo e pa-
iba para enancas, e est vendando mnito
barato para veuder logo, a rua Estreita do
Rosario a, 1.
Flores e pluma*.
O Museo Eltrgjnte est venciendo as mais
bellas llores e plumas que tem vindo ao
mercado, assira como nm lindo soitimenk
:de franja de soda preta cousa de apurado
gosto rua Estreita do Rosario n. I.
BOTINAS.
No Museu Elegante vende-se botinas de
n. 20 a 3 ,'.0ara criarlas a 2#000 o par, e
tambem vende coklweeMoamas de-fusiSo a
r5000 extraordinariamente barato, rua
EslPitado Rosflrio'n. '.
Collar eleefro.
At que afirial chfgaram os erdadeiiOs
olfatea^de Boyen conlra aci eonvuls&-s*s
Grwheas e faciiitmero-* denio, eealao ee
vendendo a 3^000 no Museu Elegnnre
rua Estreita do Rosario n. 4:
Ai de 54 por 4^800
Na verdade- barato ft Facas finas cabo
de balance coffl dois botocs a 4/5800 a do
zia, nm compelo sortimento d colbe-
Iheres de electro aplate e facas com cabo de
marfim, tnlo'por preco baratinbo qte ad"
mira,'no Museu Elegante rua Estreita do
Rosario n. f.
AS MODSm.
No Mujeu Ele jante encontrarJo um com-
pleto sortimento de bico de blond branco
e preto, dito crochet, trancas e franjas de
seda de todas as coras, grande sortimento
de gales de algodocousa de lindos dese-
nhos, cambraia fraiceza"branca e preta para
forrar vestidos, retroz de todas as cores,
entre-meios e babados tapados e transparen-
tes e agulbas de ferro, osso e marfim para
crochet, roa Estreita doltosario n. I.
iinl O'Moseo Ewg3nte vende ricas vo'.tas dou
radas para senhora3 e-tan bem meios ade-
!recos imitando coral, perob e gata ludo
,por precos razoaveis, na rua Estreita doRo-
serio n, 1.
Cura lapida e ladical dos
callos
pela pomada Galopeau
Essa pomada que lo boas resultados tem ecHn-
\j a? pifoas que-della lom feiio uto acaba te
ehegar para o &eu deposito especial..
KA
Pbarmacia e drogara
DE
Barlhelomeu & C. rua larga do Rosario nu-
mero 34-
m
Basquinas
MANTELETES eca.'aqaiahos
che pretrs t 71: roa do Grespc
GttOSDEflAPLE branco a lf
vado.
CHALES de renda pretoa a .
COLCHAS adamascadas '3?.
Ser p->inas on Wia*w
No armazem de toaquim Aeiotio dAupjo.A
C, rtta do Mar.iue fe Qlula D. 14, niaeo
Diurnas seraphuias de eigueira com leollentj
voies, e se veodem barato, para acabar.
Basquinas
e'frosdeiMple pr?to #e He^&feite
181 ; na roa to Crespo d. 28
ROPAS FETAS EM LIDACAO
N Ui'p do Papagaio ha um grande deposito de ronpaj feius de brins
muo
casiroir.-., p|.hn>, cal.;;-.*, colletes e tobrecasacos, que se liquidara por | recos
bar.itrts.
sei*as lavrarfas Liquidase r:i loja do'Papagaio urna grande porfo de se-Jas l viadas de efirei
.pie fe vmdem por pncOS baratissimos, na rjiada Imperatri n. 40, esquinado becco dos
F. rre ir ns
Mendes & Carvolha.

BAZAR DA MODA-
jos D SOIZ SOARlS i C,
Grande exposipao
Especial sorlimento de fazendas de algodo, linho, 13a, e seda, de todas as qnai-
dades.
Artigos da moda elegante, tanto para senhoras, como para homens e meninos.
Completo sorlimento de miudezas finas.
Grande dep-silo de perfumaras dos o ais aflamados perfumistas d* Europa.
Variedade em objectos de phantasia para mimos.
Nova remessa de ricos livros para missa com encadernago de velludo, caasi
esmaltado, e madreperola, tanto para senhoras enmo para meninas.
Bllo sortimento de liadas e modernas joias de ouro, como sejam : cadeias para
relogios, medalhes, meios adereces, brincos, broches, braceletes, collares, e abotoada-
ras para camisa.
Ricos ef pellos prandes com moldura dourada a ouro fino.
B lias panormicas brancas e de cores, propiias para jardins e cornijas de casas.
Assim c.imo temos a venda urna bella e perfeita embaresco de guerra, sytubol.;
da corveta Sd da andeira, e urna caixa com rica msica de pente acon-panhada d
limbres e rulo, tocaudo com a maior perfeiCjo o bymno do :i vsil, Vida Parisiense,
Marco Espada, Flor do Cha, Fausto, Pericholle, os Dragos de Vi lars, e Viagem a
China.
!V. aO-nna lo Baro da Victoria X. 50
(EMiiiiua da de lauto Amaro),
es


DROGARA ESPECIAL
HOMEOPATHICA
DE
JOS'AL VES THENOEIO&C.
RUA ESTREITA DO ROSARIO N. 3.
Jos Alves Thenorio, professor em bomeopathia, tendo-se retirado do
Rosario n. 3, onde, animado pelaconfianca com que bonrartm-no os amigos ||X^
da bomeopathia, Ibes oflerece e ao res^eitavel publico um .completo sorti- Jv^(
ment de todas as preparaces homeopticas conbecidas, recebidas das mais
aoreditadas casas de Londres e Paris, e indgenas, bem como tudo quanto
f^-diz respeio a homeopathia e sua pratiea, esperand.) que contmuflm a honic-
* lo com a mesma confianca, para o que n5o se poupar esforcos.
PRESOS DAS BOTICAS
*
GLBULOS.
1 botica de 12 medicamentos i 0-3
1 24 t 200
i 36 -300
| a 48 t 355
i 60 405
l 120 700

TINTURAS
botica de 12 medicamentos
< < 24 c
t c 36 t
f 48 t
60
120
25
400
m
;;
Sao otis essas boticas aos Srs. madicos, ser.bures de engenho, fazen-
deipes, chefes de familia, capiles de nasios, e em geral a todos quantos qai-'
zerem dedicar-se a pratiea da homeopathia.
Medicamentcs avulsos pelos precos das outras drogaras, bem como
chocolate de LONDRES e no maraniiIo para uso dos doentes em tratamento
pelo systema bomeopathico.
LOJA DA CONQUISTA
Rua do Cabuga' n. 6
E9
t
^.:
*jt

I
'
______ __<1
Voode-M braio, iub eiaixv fe um domaih
afamados fafijjpimes : Jratar ruado Com-.
meraio n.


lio xarope Ve?etl AiTtricaii eupfcialidnde de Bi Uiiiorncoa
34,RA LARCA DS B08XIII.34-
Hol coitnitm* prrH HHH NMlUdot oblido peht peitou qn QinrTTfttrrS
Im, IbM da cwdltt Toca ; porMn Sh> ntim
lotfc*rlUniiaio;BaBtMndooMiUri
*M4>*(apMaaa*MiM4nrNrm,oi a*miiiiiiinjiiaiijwiiiofMii>i
tar eaereter com a pwina aoja da otta preparsfSq
MfcteDM>feeoiDpiW-, vMfiieato''isi, *iri bi
razo para se usar de tinta qoe nao seia a VIH
JUiTElBO.
BB.J
. Btiar unnoria raz.i.i para se usar m
a5Tra m2' LETA EXTRA-EINA
Obserra^t).
e&
I>itrsaiaW:
recido, coja, d,
compraaorea po.
i-CTMS-ehWHBa
fabrico
4r*nihaMai> tatrMa{
mian*.: %timi
T o engao dlrjrnda-s
NHahrto ata qoeerf
an. umm+c.

^S?" *#**!NlBlf .****aW* feia a*t* a",
>mm**T*i
Sess
i. ? .-^r.F,,.'
Os donos deste aovo eslabelecimento acabam de receber nm completo sortimeru..
de fazendas finas, das quaes s mencionam os artigos abaixo declarados afim de qu3 o
respeilavel,publico possa fazer urna aproximada idea deque nao por meio de ancun-
c03 que queremos acreditar nossa loja, mas sim poja variedade de objectos de gusto e
de moda que sempre coslumamos ter como sejam :
' Reos
tos.
cortes de blond para cas amen-
e preto.
or3o de seda, branco
dito de cores,
(linas de seda brancas,
dwd* cores as.melboresdo mer-
(Rrtqa xtxImimiforiidM, pura i eana:
i BtfoirrdtotcVcrochet, dito.
slCofUt.l croiael dito.
-.KM<46'lli -iSa/bUf d'iinbo bordadas psra s-
s Ue a^odSo, Twrdatlas pira se-
tordlfikff e hsas para bcciens.
"m-Vf oo lnra-seas fizfndem qoalqoer casa
Ttofflnoniero da erada na
Lindos lencos de cambraia de linho bar-
dados,
Saias brancas bordadas.
Granadinas brancas e de cores para ves-
tido.
Liadas alpacas e laas para esiido.
Ricos enxovaes para baplisado.
Ricas cbapelwm e chapeo* para stej;-
Lindos fustes de cores para vest.dos.
.FRoidesda.a-grinatas para no ivas.
Mantillas tea*ileiras.
Cafiibraia fina de 2 'argnras. '
BraaMnte, Bretsnhas e Mgoilo de i*-
iho.
Tapetes grandes para guarnido.
qoe para isso nos ffiaudir.
tMtM(..
l'rua du Colige,'ii.6.
SE j
ASItmOJBAHC SCO DOS SJOITOS fr C
jfci'



D-arie de Pernambitcd 8ex(a /eir II de Agost de 1871
ASSEMBLEA GERAL
~ CAMAflX DOS DEPUTAbOS. %
Discusso do elemento servil.
(Continuaco).
Por outro lado o qae fax o nobra depu-
lado ? Quer tirar dos estabelecimentos agr-
colas a el ase femioiaa; mas oo o fondo de
emancipacio que S. se, pretende crear
um grvame maito pesado que se Una
sobre toda a populacio brazileira, ou enlo
a emancipacio par,ial que S. Exc. propin
de elleilo quasi homoeopalbio.
Se o nobre deputa Jo pretende crear urn
grande fundo deemancipacio tributando toda
a populacio brazil ira, para emanciparas es-
cravas, ento, senhores, teremasa separa-
dlo em masa do sexo feminino. E essa te*
parago Dio ha de necessariamente desper-
lar esp.-raucas perigosas ? n5o ha de all -
gir e iuquieiar os escravos que flearem nesses
estabelecimeatos ?
Pois vo receiais que a medida da lber
dade do ventre, j de fado aceita entre nos
^apoiados,) possa perturbar os estbales
memos agrcolas, e uada temis desta emm
cipagao em missa, separando violentainen.e
os dous sexos, que desde o tempos de
Adao f jram creados para vtor junios '
(ipoiulos, muito bem.)
O Sr. Cardoso dk Menezes :Bem res-
pon lido.
O Sb Viscondsdo Rio-Brancu (Presidente
do Cmsolho:)Quem, Sr. presidente, n..o
imagina o desespero em que fcariam os
companheiros dassas libertas ?
Em vez de mitigar o captiveiro, em vez
de estancar a sua fonte principal, que o
'nascimenlo,-o nobre depiitado pela Bahia
4ju.r tirar aeaves javos acluaes o maior con
solo que possam ter, o de viverem juntos
da* suas couipanbeiras de trabalho, de suas
alegras etri;lezast (apoiados.)
S. Etc. n5o pode deixar dereconhecer que
essa medida seria de um maito pemici >so
el.'ito em todos os e.-tabalecimentos agr-
cola. A historia nos falla do rapto das
Sabinas; aqu nao bav:h precisamente um
rapto, mas baveria urna separado con'ra a
le f" naturoza, e cujas consequencias seriara
des; osas.
Disse-n as o nobre daputado que a pro-
posta seria urna experiencia in anima vili.
Permuta me o nobra deptado que eu faca
voltar contra S. Esc. este seu argumento.
Sa Sita proposta, que j tem preceden-
tes em nosso paiz; se esta proposla, que
ci adoptada por algans dos estados do norte
da Uniio Americana e por Portugal; que
foi apresentada as cmaras francezas como
urna solacio razoavel e moderada, como a
Un',a que guarda omeio termo entre as so-
lucos extremas, urna experiencia in ani- fe
ma til, o que ser o projecto do nobre de
putado, que ni) tem exemplo, nem na pra
tica, nem as concepcSs dos que antes de
nos paasaram, e pensaram muito, sobre esta
materia ? (Apoiados.)
O nobre deptado q lem nos ac anselba
ama experreacia perigosa. Seu projecto nao
iniiaria a reforma di emancipacio dos es-
cravos. si en aggravaria o capiiveiro actnai,
separando os doas sexos ; laucara um delles
em tod s os azares de ama sociedade que
Ihe b de^conhecida, entregaria o sexo femi-
nioo merc das circumstancias, porque
deixa lo-hia fra inieiramente deseus anti-
{.os e nalaraes protectores. (Muitos apoia
dos)
Coa o seu projecto, oo a escravidio ira
perpetundole pelo nascimento, os e tabelecimentos agrcolas seriam profun-
damente agitados, e a populacio brazileira
lica;ia gravada enormemente para que se
pudesse constituir um grande fundo de
tiumcipaclo. A nio ser assim, os eff.ilO'
de semelbante projecto sriam impercepti-
v >, ou antes, seria elle a consagraclo do
slatu quo. Hoje j temos tambera manu-
raisses parciaes, e feitas com mais discer-
nim nto, sem irem inteiramente contra as
eis da natureza: j temos muitas manu-
missois particulares.
Redurdo, pois, a seus termos praticos e
razoavais o projecto do nobre deptado
nada maii seria do que o artigo da proposti
do governo que se refere creaejo de um
fon lo para i-aanuraissoas.
Passo agora, Sr, presidente, a considerar
as ideas que a esserespeito nos manifedou
o nobre dep'jtado por Mioas-Geraes, o Sr.
Perdigio Malheiro. Qiero ver se acaso posso
essa incgnita que se nos est annuncianda
desde o oto de g-acas, e qua nunca appa-
rece.
O Sr. Cruz Machado : Nao saba qne
o Sr. Perdigio Malheiro tinha-se conveni-
do cm proposla. (Risadas.)
O. 5r. Visconde do Rio Branco (presi -
denle do conselho) : Este ap.rte, como
a cmara v, nao tem applicarao alguma...
(Hilaridade prolongada.)
O Sa. Cruz Machado : O que vejo
que o ministerio, ota vez de discutir a pro
posta, discote as opinoas delle !
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) : V. Exc. Sr. presi-
dente, nao poder dizer ao nobre deptado
qne me interrompe, dignissimo vice presi-
dente desta casa, que eu estou consideran-
do as ideas que foram contrapostas s do
projecto do goveno, e que depois procu-
rarei mostrar as vantageos da proposta ?
Pois, s.eobores, Desta questio j d3o h a
lgica, nem ordem de raciocinio possirel ?
E' preciso qae v tuda de tropel ?
O Sr. Cruz Mahado : Fagamos as
pazes; V. Exc. demonstre a vantagem da
pro^os'a.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi*
dente do conselho) : O ilustre deptado
por Minas-Genes, que se oceupoo propia-
mente da questio qae devemos debafor,
nos disse, em substancia, o seguinte : c Eu
pensei em outro lempo como vs; minhas
ideas, orno pbilosopbo, como jurisconsul-
to e como moralista, na qoestio de cons-
cienc a e de principios, sio as que susten-
tis / na theoria, na qaestio abstracta, es-
tamos de aecordo ; mis boje creio que lo
opportuao iniciir esta reforma. E en-
tio o ilustre deptado, nSo podendo qaerer
qae se maalenba o statu quo, porque seria
a negacSi completa detodoqnanto eile nos
apregoa ba anuos, o Ilustre deptado pos
disse que qualquer medida directa nio coo-
vria, qae mister preferir os meios iodi-
rectos.
Mas qual ser essa medjda, oa quaes
serio esses meios ? S. Exc. nos apresen-
tou o mesmo pensameoto de orna reaenha
poltica que tem silo publicada na impren-
ta deita corte, 5 /, de diminoico por
aoao...
O 6r. PfRMUo Maiacuo : Nio e-
nbor. Nao foi Mte o oteo PeouflW
D-Sh. Visconde do Rio Bbanco (presiden-
te do conselho)-. Eu vou mostrar ao
illustre deptado que leoho razio no que
estoo' allirmando. Vou ex por o seo pensa-
manlo com toda a exaclido. Segundo a
estilstica que possuimos, e este o fado
mais geral, com quaato as exceptas, e-
jam em grande numero, ba em uossa popu-
lacho escrava, um xcesso nos obi oa em
relaca > aos Oscimentos ; os nasciment >$
nio compenso os bitos. Esta dHeren^i
e de 5 5/10 para o autor do artigo a que
me redro e a qoe se referi o illustre de-
pulado. As manumissOes, a estarmos pelo
re.eoseameato publicad no relatorio do
anuo passado, sao lambem de 5/10. Te-
mos, pois, um desfalque annual na popu-
lacho escrava de 5 '/,)
Eis-aqui o plano da resenhi que o nobre
deptado pareceu aoitar ; e entio com este
desfalque de 5% Pjrie pela Ui (tuda
morle, e parle pelas mauumisfa> dadas
pela philaolrepia particular o o ollicial, dis-
se-nos o nobre deptado que em vinle annos
poderia licar exmela a escravidio no Bra-
sil. Mis, sdnbores, este calculo inteira-
mete inexacto : a algebra protesta contra
elle.
O Sr. Andrade Figueira : E' om
maio que concurre para o resultado, mas
nio a nica cousa.
O Su, Visconde do Rio-Branco (presiden-
te do conseluo): Os ilustres Ueputados
dizem que tem outraa ideas conoexas com
esta, que seu sysiema 6 mais complexo e
mais "-ilicaz: eu nio o cunle.-to. Desejarei
qoe SS. Eixc. nos facam a luz sobre esta
materia. (Apoia.do,.)
O Sr. Anonade Figueira : Por ora
estamos espancaodo as trevas da proposla
dj governo-.
Um.v Voz : Mas para isso preciso.]
que empunliem ao menos um arebote. (Ri
sadas.)
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do c.nseho): O illustre deputa-
do apresentou esta idea: que os 5 /0 an-
nu lmenle no m da O anuos extinguiran!
a populacio escrava.
Ora, quaodo ouvi esta propo3cio, estiva
quasi exclamando, como Archimedes :
t Descubri se a melbor solucio do grande
problema I E, com elleilo, se por um
meio tio simples em O annos ficasse ex-
mela a populacao escrava, com mais um
pequeo esforco conseguiramos ludo. Mas.
os i> e/o uio sio quanlidade Constante ; sio
tomados sobre a populacio annual, e a al-
gebra, Sr. presidente, nos diz que o re-
sultado urna proporcio decrescente, cujo
m prximo nio se v. Eu vou mostrar o
erro do calculo.
O Sn. Andrade Figueira : Nio percar
seu tempo. /
O Sr. Visconde do Rio-Branco ("presiden-
te do conseibo): Eu fallo para a cmara
e para o paiz. Qaando aos nobres depola-
dos da minora nio flzer cunta ouvir-me
(risadas), eu me resignarei, e irei falUndo
para a Ilustrada maioria, para os especta-
dores e para aquellos qua tenham de 1er o
meu discursj... (Apoiados.)
O Sr. Pinto de Campos : Para o paix in-
teiro.
O Sr. Andrade Figueira d om aparte.
O Sr. Vis .onde do Rio-Bhanco ^presiden
le do conselho): Nio prestem atiendo ;
mas nio me interrompam...
O Sr. Andrade Figueira : EUou pres-
tando (oda a attencio ao discurso de V.
Exc. mas nio posso deixar de protestar de
vez em'quando.
O Sr. Visconde do Rij-Branco (presiden-
te do conselho): Sr. presidente, eu con-
siderarei duas hypotheses, a dd 1,500,000
almas, como pretende o autor da resenta,
que o algansmo da nossa escravalura, e
a de ,OlX),OO, como querem oulros, e o
suppoz em seus clculos a ilustrada com-
missio do anno passado.
Suppondo que a populacio escrava seja
de 1,5JO,000 almas, com a deduccio an-
nual do 5 % loriamos os seguintes resul-
tados : no tim do 10 annos, 898,105 ; no
bm da 15 anuas, 69i,937 ; 20 annos,
537,719 5 annos, 4iti,085 ; 30 annos,
31,95S.
Se admiltirmos que tenbamos actoalmen
te ,000,000 de escravos, os resultados se-
rio estes ;nom de 10 annos, 1,197,474;
15 annos, 96,58 ; 20 annos, 71C.972 ;
lenta, mas progressiva, pela
ventre, acorapanbida das o
que aconsejamos. Por
minora-se e allim-sa a
ci actual, concedendo-se
libordade do
s medidas
ro meio
da gera-
o tempo
5 annos, 554,780 ; 30 aunos, 429,278.
Ora, alii est demonstrado que no fim e
20 aunos da estara extincta a escravidio.
(Apoiados).
O Sr. Andrade Figueira : Coacorre
muito para resolver o problema.
O Sr. Perdigo Malheiro : E' um
elemeuto natural, e nao se esqueca V. Exc.
do elemento da alloma, o quereduz muito
tambem.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselno): Sr. presidente, aqui
tambem sa conversa ?
O Si. Presidente :Eu j pedi aos illus-
ires deputados que nio interrompam o ora-
dor.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do consetoo):Atlendam-me os llus-
tres eputalos, que eu nao.paro aqui. Eu
vou coBSiderar este systema em todos os
seus effeitos.
A cmara v que teda apopulacia escra-
va nio tcar em parte extincta, em parte
emancipada no fim de 20 anuos. Ficar
ainda urna populacio cousideravel, urna po-
pulacho quasi igual aquella que tanto mere-
ceu as preocctipacftes dos legisladores in-
glezes e francezes, quaado tralaram da
emancipagao do eslado servil em suas co-
lonias.
Nesta reforma, Sr. presidente, precito
attender ao inleresse individual e ao inte-
resse publico; mas preciso tambem nio
fechar os olboa raxlo, e nio cerrar os ou-
vidos aos preceitos da moral e da religiio
(apoiados); releva nio attender s ao in-
leresse material da sociedade, mas tambem
aos interesses moraes. (Apoiados).
Que pretendis va, adversarios da pro-
posla, no eslado actual da opinilo publica ?
Queris nicamente um certo Miaere de
libertos por anno ? Nada admrttis para mi-
tigar o captiveiro actual ? Nio queris ru-
car da nossa legislacio o principio mais
odioso da insliluicio actual, filio dos eos-
tomes orientaos, qoe transmittir se ades-
graca do captiveiro pelo sangos ? (Apoia-
dos). E acreditis que deste modo po4erei8
aquietar os espirilos dos borneas livres, e
mesmo traniuillisar a populado escrava e
trnala mais submissa aos seos senboree?
Eegaoai-vos, senhores. (Apoiados).
Para esta queeilo nio ha sealo urna de
tres solucoes: a emancipacao simultanea o
immediata com rgimen preparatorio anta
rier oo posterior; i eiMtcipooio sbforiea.
mes tambem siauHanea; t emsocps#
que as garandes futuras nascai sob 4 auro-
ra da liberdade. (Apoiados).
Nio possivel, senhores,' que depois de
meio seculo de existencia poltica, o legis-
lador brasiieiro, ouviodo as voxes de sua
consciencia, consultando o estado da nossa
ivilisacio e as exigencias di opiniio uni:
versal aobre esta materia, se limite apenas
a permiltir um numero maior oa menor de
manumissoes, deixando em nossa legislace
essa principij de oulros tempos, que o c>p-
veiro da mii deve-se transmiilir forcosa
mete a seu iha 1 (Muitos apoiados).
meio indirecto que apuntis vem tr.z r
um grande grvame sobre toda a naca a, 00
ser improficuo e meflicax. os seos elid-
ios econmicos e sobre a disciplina dos es-
tabatecimeoioa seriam o que'tanto receiais
da proposla do governo I
Curapre, senhores, que respeitamos os d-
reitos, que defendamos os interesses dos
proprietarios da escravos; mas nio. pos-
sivel que a esses direilos, qua a esses ia-
uresses sacrifiquemos os dirt itos e interes-
ses da toda a sociedade brasileira I (Muito
bem ; apoiados repetidos di maioria).
Um grande fundo de e.ii.ncipacSo seria
tributo uiuilu pesado, seria o desvio de urna
grande parte das aeodas publicas, qae de
vem ter sua applicacij aos caminhos de
ferro, s estradas ordinarias, a navegacio
por vapor, co!onisacio, e a tantos oulros
inelborameotos mateiiaes e maraes. (Muitos
apjialos'da maioria).
O Sn. Andrade Figueira : E a pro-
posta uio aesvia as rendas publicas ?
(Ha outios apartes).
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do couselbo):Esse projecta vmba
pois sggravar toda a populacio sem satisfa-
cer em uada a osla generosa aspiracio na-
cional, porque 6xbauna os cofres pblicos
para emancipar por um lado, ao passo que
a escravidia s perpetuava por outro Udo;
o perpeluava-se dei/aixo desse principio
odioso, que os nobres deputados qaerem
maular, de qoe o parto deve seguir a con-
dicaj do ventre, principio qoe um distincto
brasil jiro, o visconde de Ciyrii, Dio >ospei-
to a q em se prez a de ser conservador,
condemnra desde os primeiros da de
nossa independencia. ,
Eu me abstenbo, Sr. presidente, de coa--
considerar os oulros graves inconvenientes
do plano que deixou entrever o nobre de-
ptado por Minas-Geraes, e passo a o:cu-
par-me dos pontos principaes da proposla -
Nio acompanbarei nesta occasiio ao nobre
deptado pela Babia (o Sr. bario da Villa
da Barra) as observagoes que fez sobre
diaposicoes secundarias da mesma proposta.
Vou aos tres pootos capitaes: liberdade do
ventre, peculio, direilcde redempeao.
A Imardade do ventre offende o direito
do sennor do escravo ? Ninguera ainda o
disse, nem poderia sustentado. (Apoiados).
O di re i.o do senhor sobre a escrava nio
um direito natural, mas um facto consa-
grado peia lei: um direito legal, mas nio
legitimo, como o reconhece o nobre depta-
do por Minas; Dio vai esse direito, por
principios que devemos respeilar, ate ao
poni de redusir a muiber escrava i con
dicio dus animaos ir racionaos, cojos ir actos
periencem aquello que seo dono. (Muito
bem).
O principio de que o filho da escrava
tambem escravo, um principio do direito
civil, que a le civil pode revogar. (Muitos
apoiados da maioria),
O Sr. Pinto de Campos : um principio
horroroso. (Apoiados).
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conseibo) :-Supponbo que esie
pooto nio soffre contestado ; creio mesmo
que os nossos propietarios agrcolas nio se
preoecupam com a liberdade do ventre se-
oio pelas consequencias que Ibe attribuem.
Se este principio fosse contestado, eu
apresenlaria as autoridades que loruam in
concusso o direilo que tem o legislador de
derogar a doulrina boje em vigor, e que
sem questio alguma a base mais odiosa e
injusta da escravidia. (Muitos apoiados).
Mas, diz se, a liberdade do ventre, que
lem por fim remir as geracoes futuras, traz
grandes inconvenientes para a disciplinados
estabolecimenlos agrcolas.
Sdahores, apreciemos esta queslio com
anirau tranquillo.
Quaes sio os inconvenientes ? Eu sei, e
tambem o disse quando fallei perante o
conseibo de estado, o qoe a imaginario, pode
conceber a esse respailo. Eu produxi as
razos que li nos trabalbos de Broglie e de
oulros escriplores. Tambem em Franca
quando se aprecaram os diffarehtes syste-
mas, imaginou-se que a liberdade do ven-
tre podia excitar nos escravos o desojo da
liberdade, qae essa uniio de ci-ndifoes dille
rentes seria perigosa.
Pois bem, Sr. presidente, este meio j
foi praticado em oulros estados (apoiados);
al mesmo foi proposto por alguns dos go-
vernadores e conselheiros das colonias fran-
cezas, como a solacio mais ratoavel, como
a solocio media entre os extremos, accres
ceDtando ellos qoe oessas colonias j isso
se praticava sem inconveniente algum.
O Sr. F. Bkusario :-Fallou-se em pa-
ngos e nio em inconvenientes.
(Ha oulros apartes).
O Sti. Visconde do Rio Branco (presiden
te do conseibo):E o inconveniente nio
pode ser peri030 ? Peco aos nbres depu
lados que me respondam depois; agora
deixem me proseguir.
O Sai. F. Bsusario :Assim, V. Exc. j
indicava sua opiniio, para quando lberes-
pondesse.
O Sd. Andrade Fnwau :--Qoando en-
cerrarem tora resposta t
Voiw :Ora l ora 1
O Sd. Viscondddo RioBran^ (proente
do conselho):Dixiam ellos: osle syHissi
j esl em uso sea damno algum. S quaj
pode ser o iocoaveniente, Sr. presisnte T
Qoaodo tve a eoonciar-juixo pela primei-
ra vez sobre a reforma fie
pamos, Mlopisodo esu soiofira 00*9 I sis
prudente, tambem coiuiderei os mus ocod-
venieoes...
O Sn. Gama Crqeida : V. Exc. fal-
leva do usa plano tetaDio, oodo ele so
pode parar I
O Se. Visconde do Rio aVuico(p)Ha1dSDls
do conseibo):... osos prefer ea
a qualquer outro, e c^aauaodo a __
sobre a mstaria, vi m j esiava oHd ea
consideracoes de muito peso, :oao as que
fox a mostrada commssioespecial, nos de-
fea persuadir a todos da que a escrava nio
pie ficar mais descontente do sau capti-
veiro, porque v seu filho livre. t, facto
qoe j se di entre nos, ficto observado
qoe as mus trabalbim e juntam as doacSes
que podem obter para a libertafio de seus
(ilbos, preferiodo a alforria desles soa
propria. (Muitos apoiados da maioria).
Sendo isla assim, Sr. presidente, sendo
tambem certo, como In das no recordou
o nobre deptado pela provincia da Babia
(o Sr. Junqueira), qae entre nos este senti-
raeolo das escravas para con seus (ilbos
tio intenso, que scenas as mais tristes se
teem dado, preferiodo muitas vezas ellas
sacrificar o fructo da suas entranbas, para
nio v-lo no captiveiro; se e certo que
este facto j foi motivo de serias appreben-
soes para os fazeBdeiros de om distri ;to do
Rio da Janeiro, em 1854 ou 1855, deve
mos esperar que a solocio proposla ni >
prodmir os inconvenientes que priori
podem-se imaginar, o q ie foram pondera-
dos quando esta materia se discutio em
Franca, merecend > porm mais aprec.) as
razos em contrario. (Apoiados).
Sr. presidente, sempre reconheci que
nesto assam'pt'j como em qualquer reforma
social, toda mudanca lein inconvenientes ;
mas quando todoa os iateressdos proiedem
com prudencia, aceitando o que nio pode
deisar de ser feto, c xiteatando-se com as
solocoes mais moderadas o razoaveis*- qaan-
do tolos de boa vontada concorram para o
principio benfico da le arla lodos os
seus elleitos, sem as desvantageos qoe por
outro iado se possam rvceiar; quando as-
sim s procede, Sr. presidente, as grandes
reformas sociaes, que nascem de urna ins-
oiracio, para assim dizer, di-ma (poiado),
que nio podem deixar da ser abencoadas
pelo Cread r (apoiados da maioria), vio por
diante sem trazeretn os g; andes abalos qne
assuslam quando eilas se inieiam, eos
grandes desastres que os terroristas sio lio
facis em propbelisar. (Apoiados da maioria).
Mas, pergnalar-me-na aqui, esses meno-
res livres, como tacare''
Vio ser sacrificados, respondern os no-
bres deputados, porque falla ao scnbor da
escrava o inleresse, qoe antes lnba, de
cria-los, para te-Ios como escravos o gozar
de sem servicos por toda sua vida ; ora,
desapparecend esse inleresse, os sennores
nao prestario lautos cuidados as suas arias
e as consequencias serio fuoestissimas.
Sr. presidente, quando se falla as resis
tencias que neste ukimo? mezes a presen-
te reforma tem encontrado da parte do al-
guns proprietarios agrieolas do Rio de Ja-
neiro, os nobres deputados disidentes sio
o primeiros a apregoar a noiavel bumani-
dade desses e de todos os noesos lavado-
res. (Muitos apoiad'S.)
Ea tambem j o dsse aqui em outra oc
casiio que nio so por humanidade, mas
tambem por inleresse, desde 185J, o cap-
tiveiro no Brasil tem, sido muito suavisado,
modificando se benficamente as relacSes do
senhor para com o escravo.
Se, pois, certo quo os nossos proprie-
tarios agrcolas sao tio-humanos e tio ca-
ridosus, para que soppeV que ellos ab-ando
nem essas enancas so porque ellas nascem
livres ?
0S. Anohade FiGt'EinA: Porqae con-
verte-se a candado individual em caridade
ofincl.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presidon-
te do conseibo): Eu von mostrar que

(as a humanidade, falla tambem o inleres-
se dos preprios I a vr adores. (Apoiadts.) Se
como diz um moralista, e com muda razio,
felizmente para a sociedade a vjrtude nio
so um preceito moral, tambem um inle-
resse, no caso actual patenta-se a verdade
desse profundo pensameoto, porque o bom
tratamento des as p >brcs chancas ser v.r-
ludes e ser tambem oteresse.
O Sr. Andrade Figueira : Daixa de ser
virtude, 6 obngacio jurdica.
OSr. Visconde do ltis Bjvanco (presiden-
te do conselho): O nobre deptado como
quer q ,e eu discuta esta qoestio, inlerrom-
pendo me a todo o momento?
O Sr. Andrade Figueira : Porque V.
Exc. est conloo lindo cousas distinctas.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presidente
do conselho): Mas V. Exc. depois me
responder. Daixa-me prosegur e depois
destruir fcilmente todo quando eu digo,
tirando da minha confusio urna victoria com-
pleta. (Hilaridade )
O Sn. Andrade Figueira : Bem, espe-
raren
OSr. Visconde do Rio Branco (presiden
te do conselho): Sr. presidente, o se-
nhor que, fallando aos dictamos do seu co-
.-acio, olvijando preceilos do ebristianismo,
abandonar essas crianzas, poder esperar
que suas escravas o sirvam como antes ?
Nio comprebeoder elle por outro lado que
a lei libertou esses individuos por um prin-
cipio sanio, de alia conveniencia social, e
que se o captiveiro um mal, da que so-
mos lodos culpados, incumbe-nos a tolos
concorrer para remir-se essa grande falta e
tirar a nossa sociedade das condices excep
cionaes em que se acba ?
O abandona d s Albos das escravas leva-
ra de certo o desespero s mus e aos pais
(muitos apoiados), e eolio o servido destes
seria anda mais coostrangido, menos ejlicaz
do qoe boje. (Apoiados )
Logo, o bom senhor ha de comprebou-
der que Dio sd por humanidade, mas ainda
por interesse eiie deve olhir para essas
creaturas.
Mas, Sr. presidente, isso nio tudo,
quanto se considera a questio pelo lado do
interesse. O projecto offeroca- urna iudem-
uisacio aos 8 annos. Quindo essas crea
turas, qpe a lei loma sob a sua proteccio
e a quera reatiloe a liberdade, que de
orgem superior, quando essas creaturas
ebegarem aos 8 aunos, o senhor ou recebe
um titulo de renda de 6000, com o juro de
6 */o > son, extinguvel no fia de 3 J
anoos, 00 opta pelo servico desse menor
at aos 21 anuos.
. Esta iudeanisacio, Sr. presidente, nio 6
pooco importante (apoiados), pois qoe no
fia dos 30 anuos, a joro simples, tilo cal-
culando os joros corapostos, di i:08d000.
Suppondo que o menor aos 8 annos seja
vahado em 300/J (qoe o mximo da in-
deaoisscio qoe marcava o proje to de om
illustre faxondeiro que tem assento no sena-
do), 00 fim dos 30 anoos o senbor da mil
desse menor teri amortizado o sea capital
de 300| e receido o loro de 8 1/3 */.-
mar, que nio separasss' desta qoestio as
iospirajbes da religiio e d moni, foi por-
que .reconheci que urna reforma destas uio
pie ter unidamente par caus e por esti-
mulo o interesse material. (Apoiados.) E'
preciso tambem qua os seahores de escra
vos auxHienx a sacio a lavar esta mancha
de qoe tolos somos culpados, 00 antes de
que nanbum de nj culpado, porque a
escravidio um triste legado qae recebe-
mos do iussos maieres. Oa proprietarios
di escravos de vem por sua parte emeorre--
para essa grande obra. C insultemos os
seus interesses at oide possam aer at'.en-
diveid, mas nio enlloquemos esses interes-
ses .cima o mu la cima da qoestio de cons-
ciencia universal, da dignidade e das conve
oiencias do paiz! (Apoiados.)
Passo, Sr. presidente, ao pecolio O pa
culio, senhores que tambem pareceu urna
coacessio exagerada, e-uma das medidas,
a meu ver mais apropriadas para obrgar a
condicio da captivo. O peculio obtido pelo
trabalho do escravo nio deve ser proprieda-
da delle ? Dave continuar o escravo na io-
capaciJade absoluli de adquirir e possuir?
Sr. presi lente, se a disposicio do pecu-
lio ficasse como eslava consignada na pro-
pos'a, seria, anda assim, um principio ir-
recusavel, mas a nobre e illustrada com-
missio especial, cedeodo S preveocoes que
se levantaram contra"urna idea j recebida
enire nos, j aceita pelos nossos proprieta-
rios dd escravos, tirou a coodico obrigato-
ra do peculio, e disse ; o peculio pelo Ira
balho e ecoaomia do escravo so poder dar-
se por consentimente de seu senhor. Eolio
que outro peemio pode ter o escravo sem
consontimento do senbor ? O que vier da
pbilanropia de terceiros. Mas, senhores,
islo nio um direito sagrado que lodo o
senoor deescr-vos deve espreitar ?l (\poia~
dos. )
Qual o facto quo se observa entre nos ?
Tenho conversado com muitos proprietarios
agrcolas e tolos elles me tem dito qoe o
peculio j est- almiitido. Se assim se
ohores, quando orna lei nao fas mais do
que converter em direito orna ordem de
cousas queja eaiste de facto. essa lei pie
ser laxada de violenta ? Nao moral, nao
justa ? (Apoiados.;
Sr. presidente, lodos os que lera pensa-
do sobre esla reforma, nio somonte sot> o
ponto de vista do inleresse material, roas
tambem a luz dos interesses moraes, todos
dizem quo o direito- do peculio urna das
consolac5es mais gratas ao escravo. E' o-
principio que o rehabilita at certo ponto as
condiebes da sociedade civil, e qpe o lira
dessa condicio extrema em que o escravo
considerado exclusivamente como cousa.
E' o direilo de adquirir e possuir pelo seo
trabalho e pela sua economa, e segunda
as emendas da illustrada comuvssao espe-
cial, com o cansenlimanto de seus senhores.
E' um estimulo ao trabalho o sobriedade.
Isto se praticava tambem as colonias fran-
cezas e inglezas.
Dizem os relatnos francezes (o note-so
que as colonias francezas ainda vigorava o
cdigo negro), dizem esses relatnos, qae
era pormiUido aos prenles de um escravo,
que pertenciam a oulros estabelecimenlos,
irem receber o pecolio do fallecido que nio
imha herdeiros entre os escravo do mesmo
senbor.
Esta concessio do peculio, Sr. presiden-
te, alm de ser om favor moderado-e justo,
e j em uso entre nos, tambem do inte
resse do proprietario.
Na quadra em que vivemos, sob a infken-
neste caso nio tal a s a favor dessas crian- ca das ideas da n >ssa civilisaga do nosso
erecebido o joro .
frailea eetre bi. f o, Mttfi qoe o eslava Se porm preferir 01 servicos, U-los-hs per
a servidlo itolflfl. aa winajiil fpe 13 sobos, para se pagar dos cuidados e
sea despeas da criacip do menor at 8 anuos.
QosAdo, Sr. presidente, pedi boje ea-
secuio, mitigar a condicio do captiveiro e
nao s obra da humanidade, mas calculo de
interesse bem entendido.
Vejamos o qua nos diz a historia a este
respdto.
Quaes foram na America os captivos mais
doceis, mais obedientes o mais liis ? Fo-
ram os das colooias bespanh alas. Pergim
tai ao historiador por que, e elle vos res-
ponder : porque dasdeo principio os Has-
panboes concederam aos escravos o peculio
e o direito de resgate.
Foi por isso que, quando-Bolvar, Quei
roga e oulros patriotas quixeram sublevar
todas as massas contra a melropoe, vio-se
esse grande espectculo dos escravos das
colonias su i-americanas, longe de acompa-
nbarem os revolucionarios, fugirem eacom
panharem os seobores.
E' um facto que falla bem alto, Sr. pre-
sidente: quando .0 captiveiro mitgalo,
ganha o escravo e ganba o senhor.
As apprehoosoes; que se levantam a res-
peilo desse artigo da proposta, nascem de
que a legislacio do Brasil foi muito omiss 1
quanto aos direitos oaturaes do escravo,
deixando ludo humanidade dos senhores.
Nos outros paiz.es naj bouve essa confianca
ou direito absoluto. Veja-so mesmo o c-
digo negro da Franca e osregulamenlos in-
glezes e bespanhoes. Attendia se ao tempo
do trabalho e s horas quo devia ter o es-
cravo para o culto religioso, para o seo des-
canso o para o seu pecolio. Regulava-se o
trabalho segundo as condices de idade, e
nunca se consideraran! estas disposices l-
gaos, garanlidoras uo bomem escravo como
atientado contra a disciplina dos estabele-
cimeatos agrcolas ; pela contrario, oada a
escravidio era mais rigorosa, abi seus ma-
les se manifeslaram com mais feio aspec-
to.
E' ainda bam nolavel o qae dos aceres-
cenia a historia.
Os nobres depotados sabem que S. Do-
mingos no tbeatro de scenas saoguinoletas
S. Domingos era o argumento qae sempre
se apresentava contra essa idea santa da
emancipa fio. Pois bem, senhores, S. Do-
mingos em parte era dominio hespanbol,
e quando se deram aquellas scenas a parle
bespanhola da ilna de S. Domingos ficou
tranquilla 1
E' que concessoes bem entendidas, como
as da prqposta do governo, filbas da razio
e filbas do nosso credo religioso, nio pro
duzem males, e sim bens,
Passo ao lerceiro ponto capital, o resga-
te tambem affigurou se entre n3 urna cou-
sa nunca vista, pareceu a muitos um perigo
para a disciplina dos estabelecimenlos agr-
colas.
J mostrei, seobores, que sempre bouve
o resgate as colonias bespaaholas, e vos
o sabais, melbor do que eu, que o resgate
j eslava admittido desde o direilo ro-
mano.
Pergunto se baver senhor que quando um
escravo se ibe aprsente com o seo justo
preco, e Ihe paca alforria, lb'a recose ?
Qaal sori o senhor qoe possa faxer isso ?
Qaando a affeiclo a esse escravo o nio
mova, ba de move-lo outro sootimenio,
porque levar muito longe o rgimen da
escravidio, pretender que fique no captivei-
ro aoea pode remir-se pagando o seo ins-
to proco I
Para nio cansar a cmara deixo de lr
consideracoes muito eloqaentss e jurdicas
do viscode de Cayro sobre este ponto.
Ha oulrosim na proposla o rescat por
contracto de futuros servicos, e s illustrada
commisaio especial torooo este resgate de-
pendente do conseutimento do senbor.*
Onde est, pois, Sr. presidente, a causa
de tanta celeuma a de tanta estranbeza. ?
Onde estio os horrores coa qoe se tem
procurado indispor a classe agrcola contra
esta reforma, que alias todos- reconhecem
necessaria, divergindo nicamente quanto
aos meios ?
Senhores, eu peco aos nobres depilados
dissidentes que se circumscrevam i asteria
em discussio (Apoiados.) Ddxemos as
nossas querellas polticas para outro terre-
no, pira ouira occasiio?
Vamos discutir nicamente a reforma do
estado servil I E' isto de alo interesse
para to la a c'asse agrcola. Se ella tem
comprehende os seos interesses, deve qae-
rer que esta questio se resolva, e nio con-
tinu como orna espada pendente sobre soa
cabee/a, sem saber o que pretende faxer o
iegslador, sem saber qual a lei em quo
vivir. (Ap.riados.)
Entretanto, qoantas circumstancias nio
podem surgir, que excitem 09 espirilos, e
que tornern amaobia impossivei o qua boje
lio fcil ? ( Muitos apoiados, )
Senhores, quando o duque de Broglie,
regeitando este systema, preferw q da
emancipado immediata e simultanea, elle
referi no seu relatorio o seguiote ; Di'
zem oscoosekhos colaniaes qoe a outra so-
lacio (a da iioerdade do ventre ) na dez
anuas seria aceitare!, masque boje j- nao
possivel. t Os nibres depatados arca-
nos stjamos prudentes t En Ibes respon-
do, sim, sejamos prudentes, mas nio imi-
temos a sabedona daquelles prudentes, qu<-
ebegam sempre tarde por medo de pronun-
ciaren! se muito eedof (Muitos apoiados.
mnito bem I)
Sr. presidente, o nobre deptado pela
provincia do Cear termiaoo bontem o sea
discorso, pbantasiaado om ebo de alm-
raar, que devia recordar-me ee deveres da-'
posicio era que S. Exc. constderou o mi-
nisterio- e a maioria. Eu dtrer por minha
vez ao nobre deptado que elle, attendendo
bem para a posicio qoe tem tomado, e re-
fleciido sobre os fados- da nossa vida pol-
tica, ba ue ouvir tambem um> cbo de
alm-tumuio, dos fundadores oV nossa in -
dependencia, advirtir-lbe : exlsemodo con-
servador e joven estadi-ia, Dio ataquis as
institoices em nomo do partid- conserva-
dor ; nio digis perante um parlamento de
catbolicos, que a religiio nio deve inspra-
lo qaando se trata de orna reforma desta
ordem I ( Muitos apoiados ; maito- bem. )
A religiio a luz que deve Iluminar todas
as cooscionoias (apoiados);. o Evangelbo
o cdigo dos cdigos (apoiados). e a naci
que, quando-se trata dessas grandes- medi-
das nacionaes, teme a influencia, di moral
e da religiio, essa naejao expbe-se ao socia-
lismo brutal e feroz que ainda ha pooco
fez estremecer o mondo civilisadoi (Apoia-
dos; muito bem, muito bem.)
(.0 orador comprimento por muitos
Srs. deputados.) ^
O SR. CAPANEMA (signaos de attencio.
Silencio. ):Sr. presidente, entro neste
debate com o espirito profundamente aba-
tido. Atiitude violenta 11 ameaoadora em
que o governo se toa o abocado....
Vozes 1A maioria rOta 1
O Sn. Capanrma ... tlra-me toda a es-
peranca de ver triumphar a caosa da justi-
Cae do bau senso. Parece qoe-elle quer
arrostar com tu Jo e com todos na mais im-
portante o vital qoestio qae se lem agitado
em nosso paiz. ( Apoiados da- opposi -
Ci.)
Nio rae deslumhrara os raios-do sol, que
ainda em tio grande distancia o i I unira e
vivifica; otra tio pouco me assoberbam o&-
i'.pihetus atTrontosos de escravagista, retr-
grados, amigos do statu quo e- emperrados
que se nos tem laucado a nos, que, fiis >
tradices do partido conservador, a sea
glarioso passado e a reu evangelbo polti-
co, basteando em nosso seio sua gloriosa
bandeira, erguem i-nos para amparar o paiz.
contra o golpe treroeudo qae sobre elle
qaer desfechar o governo com essa impen-
sada e imprudentsima reforma. (Muitos
apoiados oa opposifio. )
Serei calmo e justo, nem razio tenho
para deixar de s-lo. Obedece- a um gran-
de sentimento, ao seolimenio do dever,
dever de bonra e de consciencia, que me
faz neste momento esquecer a escassez de
meus recu.'sos (muitos nio apoiados ) e os
perigos desta tribuna, para levantar tambem
minba voz e protestar contra esta inversio
inaudita, que o paiz contempla abarlo,
vendo os depositarios do poier, qoe dele-
gou para garante de seus direitos, de sea
propriodade, de sua vida e de sua honra,
orandrado o facho da conflagra fio e da des-
ordena t (Muitos appiados da opposicio.)
Sr. presidente, em om paia regido pelo
sysiema representativo, como felizmente
o nosso...
O Sr. Gama Cerqueuu : Como devia
s-lo. _^
O Sr. Capanema : .. .a oprail^tu-
do ; sem a opiniio nada se pode faxer, sea
que ella se manifest, se pronuncia, lio se
pode levar a effeito reforma algami impor-
tante ; mas se essa reforma entenle com a
sua propria organisacio, com a sua vida,
com sea modo de ser, nio preciso s
que seja consultada, que seja. oovida, al-
guma cousa mais necessario, preciso
que ella a exija, que ella a hnpootu. Apoia-
dos da opposicio.)
O Sr. Gama Croueira : Em qoestio
Uo grave, o governo acompanha, dirige a
opiniio, nio anticipa nem crea.
O Sr. Capanema : A verdade deste
principio incooteslavel, jamis contestado,
nio podia de forma alguma ser Ignorada
pfe aavtre presidente do conseno, por
ss*om estadista; e foi por isso qoe S.
Exc. no Ilustrado parecer qoe offereceo pe
conselho de estado oa sessio de ti de
abril de 1867, exprimia-se pelo se] ante
modo. Dapois de reatar o proeeeniamo
de ootros governos coa naci qoestio
que ora nos oceupa, disse S. Exc.. < Ba
neubum delta se procedeu precipiteda-
mente: a reforma foi deteramada pola opi-
niio publica, e Dio coosoamou-te seoio
depois de maito estudada e esclarecida. >
YP 00 WAJUO-MU A 00 CUQUE Dl-CA'i

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J


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