<%BANNER%>

Diario de Pernambuco ( Thursday, August 10, 1871 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12457

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Thursday, August 10, 1871

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12457

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12457

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Thursday, August 10, 1871

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12457

Full Text
;

M
v
I
%km Aftmtnmmi
O Srs.Xmro Antonio Al ves & Filbos, no Para ; Goncalve & Pinto, no Maranhio ; Joaqoim Jos de Oliveira & Filbo, no Cear ; Antonio dam Inga, no Aracatj ; Jlo Mara Julio Chaves, no Am ; Antonio Marques da Silva, no Natal Jos
Pereira d'Almeida, em Mamanguape Felippe Estrella & C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na YUU da Penha jf Belarmino dea Santos Bolcio, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agaiar, em Goyanna; Frandno Tavarea da Cesta, em Alagse; Dr. Jos Martin Atas, na Babia; e Leite, Serqainbo A C. no Rio de Janeiro.
PUMO DE PERNAMBUCO
RECIPE, 10 DE AGOSTO DE 1871.
Vlafeai ele Muai Hacettatles la
perlae*.
Aiuda se aobavam em Inglaterra, a 26
de jnlbo, o angostos viajantes brasileros,
fieoda aesse da em Liverpool.
Sobre a demora de SS. MM. em Londres
eocootrasMe o seguinte dos joroaes porta-
gaeue:
c Sus agestado a raioba Victoria boa-
ve px bem dispensar o Sr. D. Pedro II
'la ceremonia da investid ira di nobilsima
ordem da larreteira.
Eis o decreto desta dispensa:
No palacio em Wiodsor, II de julbo,
a raioba, como oberaoa da noDilissima or-
dem da Jarreleira, houve graciosamente por
bem, em carta patente, refereodada enm
soa propria e riel firma, e debaizo do
graode sello da ordem, levando a data
l'ate dia, dispensar todos os estatutos e
regulamentos usoahnenle observados com
referencia <
saa mages
Brasil, cavall
ma ordem da
vestido com
o poder e
os directos e
e do conceder a
II. imperador do
oejonada nobilissi-
, e devidamente in
otes insignias, todo
d para a prove tar lodos
Svilegios que competcm a
um cavalleiro, arteoceute a nobilissima or-
dem da Jarrete*!, com tanta e lo ampia
regala, como se aaa magestaie imperial
tivess sido formalmente investlo, n5o
obstante qaalquer decreto, regra ou costu-
meeia contrario.
Soas magostados o imperador e a impe-
ratriz visitaran! Portsmoatb e d'alli foram
em um dos yatebs reaes a Osborne onde
e acbava a raioba Victoria, qae Ibe oile-
reeeu am satuptaoso lunch.
c Antes de partir para Os borne, o impe-
rador acompaobado pelo cont-a-almiranie
Lonng, cap lo E. B. Rice, ajudante de
campo da raioba, do commandante da re
serva de vapores, Mr. W. B. Robin*oo, do
mealre constructor e engeoheiro, e ootros
officiaes, fez ama visita poaco demorada a
divenes efficioas do arsenal, incluindo a
dos ferreiros. e aqaella oade est a famosa
machina de Braoell, para azer poleame, e
sabio depois i parte mais alta do observa-
torio semapborico d'oode avistou Osborne,
a ilba de Wigbt, e o ancoradouro de Spi-
thead.
c Soa magestade tisitoa alguns navios
da esquadra inglesa, entre ouiros o vapor
transporte do exercito da India Crocodile,
para ver as qualidades superiores qae os
grandes navios applicados aos transportes
de tropas, possaem na i su as disposicSes
geraes, e grandes accommodacoes para a
condcelo dos soldados as maiores dis-
tancias ; a fragata blindada de ferro Sultn,
de alto bordo, a qaal fot indicada admi-
rarlo do imperador, como sendo o navio
de maior poder ofeosivo que actualmente
possue qoalquer eotro navio blindado, de
largo bordo, com a sua batera de convez
principal, de pecas raiadis de 18 toneladas
e 10 pollegadas: o Blazier, canboneira de
ferro a hlice duplicada, aonde o Impera
lor vio o canb5o de 12 toneladas, que se
eleva e abate segando convonha.
c O imperador fot depois nos telbeiros
aoade a Blond, fragata de ferro a belice, de
6 pecas, est actualmente em construccSo.
c O imperador visitoa igualmeute o ar
seal de guerra de Woolwico, onde foi es-
perado por toda a officialidade da guar-
nirlo.
c O imperador foi primeiro conduzido
sala do laboratorio, e a mais espacosa casa
de trabalbo que se conhece no mundo, e
preseocioo. com vivo interesse, o engenbo-
so processo da fabricacao de balas para a
carabioa Snider; inspeccionoa urna porcao
de polvoriohos enrugados, e prova
1'agua, que tiahim sido acabados de fa-
bricar n'aquelle momento.
c Passando seguida s ollicinas aonde
-i prepara o chumbo para formar as barr-
abas de que as bajea de carabina sao cor-
tadas e maoufaderadas, o imperador visitoo
i sala das amoel ras, onde esto guardadas
amostras sedadas de'todas as qualidades de
balas, bombas, fulminantes, etc. de qae
sclaalmenle se faz aso na guerra. Sua
magestade iaspaecionou grande numero de
objectos all alfosios, de mu'uos dos
quaes pareca ter conhecimeato. O appa-
ratas para Targsr fogo aos foguetes de
guerra foi parlicolarraenie observado por
sua magestade; assim como o immenso
srtnchsme e projectis para o .rmidavel
anhlo de 36 toneladas.
< Saindo d'esia sala foi oicina do
(apel, onde soa magestade presenceou o
processo da maeefaclara do cartocbo Sai-
dar. Parte da molificaclo de Col-Mihoard,
do fulminante de Artastroog, tambem fa-
bricada all, e algumas seccoes foram apre
catadas a inspeccio de saa magestade.
< A casa da montagem fot visitada em
^gtiida, e a base do systema do caobio
Moacriet, explicada a soa magesude,
vida de am modelo.
t Saa magestade igualmente va com
bastante au-.ocio orna das pecas de mon-
unba que foram a Abyssinia.
* Kiaminou em seguid om modelo re
ajsj teatando a iuvencao do coronel Clerk
oSjrJteodente da reparticao do material
les reos de transportes, para largar fogo
as pecas a bsrbeUe, cajo modelo est em
urna de m parapeito de seis ps de alta
ra; depois o imperador passoo s oficinas.
dos canboes, onde examinoa successiva-
mente varias machinas, a sala dos espci-
men e o museo ; bem como preseoceoo
diversos processos interesantes manufac-
tura d) material conceraenle a boceas de
de fogo ; a nova forja onde um immenso
brazeiro de metal foi tirado de ama eorme
fornalba, e batido pelo martillo pilo de
12 toneladas inglexas, e o forjar grande
quantidade de metal, tornando massa soli-
da, para a fabricacao (la cuUtra de um dos
mais pesados canboes. Passoe aps islo o
imperador fundico de bombas e machi-
nas perforantes.
< Mr. Abel, cbimico, empregado no ar-
senal fez algumas experiencias ioteressaotes
no pateo, para mostrar a nalureza e vanta -
gens da plvora di algodSo. Urna bola de
algodo-plvora comprimida, foi collocada
no slo, e sendo-lbe deitado fogo, a expo-
sSo foi lerrivel, excedeodo muilo a forca da
plvora. Urna outra bola moito smilbante,
quando incendiada com orn pbospboro com
mom, queimou-se toda sem perigo algum ;
coosistindo esta notavel diffirenga em qne
no primeiro caso a bola tinba sido incendia-
da com fulminante de particular fabrico.
O imperador passoo em seguida seo
(3o da real divislo dos transportes onde
concluio su. visita.
Urna salva real de 21 tiros foi dada
pela 21.a hrigada de anilharia, na batera
de saudac3o de Greenhill, tanto a chegada
como a partida do imperador. Urna guarda
de honra era formada pela 7.a brigada de
artilbaria real.
< Antes de voltar para Londres, visitou
sua magestade a fabrica de Siemens Bro-
thers em Nova Ciartoo, fabricantes de fios
e de cabos telegraphicos.
c Sua magestade tambem visitou a exp-
sito agrcola de Kensioglon segoindo d'alli
para Chatbam onde foi ver o arsenal de
marinba, as dokas, os tanques, a prisio
naval e alguna navios em constraccao.
Tambem foi a bordo do enorme vapor
Great Fastoru. 14
O museu de Soutb Kensiogton eosjar-
dins zoologieos: e os da sociedade botnica
de Regent-H8rk, o bello hospital de S.Tho-
maz, o de Batbiem, o asylo dos cegos, o
instituto dos surdos-mudos, o instituto Ale-
xandre para os cegos, o hospital dos invli-
dos de Greenwich, as reaes escolas oavaes,
a celebre fabrica de instrumentos martimos
de Penn, os jardios de Kew, o parqoe de
Richmond, a capel la hespanhola de S.Tbiago
em Mancbester-Square, o hospital de Lon
dres, a escola de medicina, a estaco tele-
graphica ceDtral ou Telegraph-Greet, as
officinas do Times, o corroso geral, o real
instituto de Albermale-Street teem sido ob
jecto de es; eciaes e demoradas visitas do
imperador.
< Sqas magestades vao a Liverpool. O
Mayor da cidade quiz preparar-Ibes residen-
cia e offere:er Ibes ama fest, mas os augus
tos viajantes agradecendo tantas provas de
affecto pediram para nada aceitarem, pois
qae o fim de saa viagem visilarem quanto
digno de ver-se sem serem iacommoda -
dos em coisa alguma.
* Na sesso da corporac5o de Londres de
20 de julho. mr, J, E. Saunders declarou
ter feito tencao de apreseatar cmara urna
proposla para convidar o imperador do Bra-
zil para am banquete dado em sua honra
em Guildhall, mas que retirara a proposta,
allegando motivos fundados em que o impe-
rador tem guardado o mais rigoroso incg-
nito durante a sua visita, e tambem em
considerado ao recente golpe que s:ia ma-
gestade imperial receben na perda de urna
pessoa de mji familia.
t Por proposta de sir David Salomos
loi resolvido: Que seja dirigida pela cor-
poraclo de Londres urna felicitac3o cordeal
a sna msgestade, pela sua visita a Inglaterra,
agradecendo a honra qae saa magestade fi-
zera ao paiz, distingaindo-o com a saa visita,
e expressando a alta estima em qae elle
tido como soberano constitucional e Ilus-
trado.
< Mr. Colln em seguida propoz, que a
corpora^So di cidade de Londres effeciiva-
mete convidasse, < segundo era aso, e
em cumpnmento da sua boorada'repala-
cio de bospitalidade, os persooagens im-
periaes e reaes actualmente visitando a
Inglaterra, para um banquete em sua
honra em Guildball; e qae ama commis-
so fosse oomeada para proceder aos ar-
ranjos necessanos. >
< Na lista dos Ilustres personsgens que
devem ser convidados para este grandioso
banquete, figararam, alm do principe e
prioceza imperial da Allemaoba, o impera-
dor e a imperalriz do Brasil, o ex-impera
dor Napoleo, o principe Osear da Soecia,
e anda ootros visitantes de regia estirpe,
qae actualmente se acbem em Inglat-rra. 1
.noticias da Bnropa.
Cbegou boDiem pela manha o vapor fraocez
Sinik, irazendo datas : de Hamburgo 20, de Lon-
dres 22, de Paria 23 e de Liibda 27 de julho. Dos
Jomaes e cartas reeebidas colbsmos w noticias
abaixo, cujo reaumo o aef(ointe :
franqa.Vae comegar a evacua^ao petas tropat
alternaas doi departamentos do Seine inferieure,
Eure e Somme pelo pagimento j realisado de
600 mithei de francos. No da 23 effectuaram-
se as eleicSts munieipaet. Foi enviado ao mi-
nistro dos estrangeiros o requertmento dos bispos
sobra o poder temporal. O Sr. Julio Frave pede
a sua demissao. Foi normado arcebispo de Pa-
rs o arcebispo de Tours \ taJ\cjL.Restobelecimento dos passaporles. Abo-
licao da priao por divida.
suisja.unundacts. Soeconos.
boma.Tentativa de assassinato contra o sante pa
dre. Carta de Pi IX ao cordeal Patritsi. Ex-
plicares entre o governo italiano e o fovsno
francez sobre o poder temporal.
inclatbriu.Conflicto entre as duas casos do par-
lamento por causa do btll da reforma militar. A
ra ida decreta a abo! cao da venda das paten-
tes llio effeito de acto inconstitucional. Opps-
sicao ao bil do escrutinio.
ali.emanha.Uni/tcocoo do exercito allemao. De-
missao do cande de Bray da presidencia do can-
temo de ministros da Baviera. Os cammhos de
ferro de Luxemburgo sao explorados pela Alie-
momea. Sciso na tanja catkaUca alternia, em
consequenaa do dogma da infaUibUidade,
oribntb.Refirma postal. Visita do imperador da
Russia ao Caucaso. Probabilidades da nomea-
cao interina de um grfio visir.
hkspa.nha.Sotugo da crise ministerial. Appre-
senlacao do ministerio Zorilla ao congresso,
Programma do governo. Addiadas as sessoes at
o 1? de outubio. Nova ordem de Mara Victo-
fia.
ortdcal.Abertura dt parlamento. Discurso da
corda. Diversas noticias constantes da missiva
do correspondente.
FRANCA.
Fol paga no dia ti a ultima parcella dos qui-
abeotos nulboes, mediante os qoaes os aljeme*
evaeuaram os departamentos do Sena inferior, de
Eure e do Somme.
A (oira offlcial eooflrma a noticia de ler sido or-
denado pelo imperador da Allemaoba a evacuado
pelos prassianos dos departamentos do Eare, Sjm-
me b Sena inferior, estando j as orden? pasudas
para as tropas sabirem inmediatamente daqnelles
departamentos.
Acereseenta a folha offlcial que at o dia 15 ha-
viam as autoridades da Allemanha recetlo por
conta da indemnisacio da guerra qainnentoa m-
lhf>*s e 9S7 mil francos.
Toniava-se argente esta medida, pois uestes l-
timos lempos tem bavido entre o povo e os alie-
mies bastantes conflicto?. O bom xito do em-
preslimo e a revista exaltaram os nimos da gente
rude, e, como os atlemies sao provocadores, e a
sua propria preseoca em territorio francet magoa
e offende os naturaes, tem sido agora amiudadas
as rixas e desordena.
BrTeetaaram-se no dia 23 com tranqnilidade
as eleicdes municipaes, a ama f )i pouco coneor-
rida.
Os resaltados das eleicoe* podem-se classiflcar
da seguinte maneira : conservadores republica-
nos 21, republicanos moderados oq radicaes 6 ;
houve empate em 49 eleicdes.
Na sesso d assembli nacional do dia 22
foi discutido o requerimento a respeito do poder
temporal; o Sr. Thiers disseqae a intsnao do go-
verno era evitar comprometter a poltica do paiz,
mas qae de aeeordo com as domis potencias, 00
mesmo , bavia de faxer esforcos para conseguir
que o poder temporal do papa seja respailado. O
Sr. Garabetta falln em loavor da lioguajera do
Sr. Tbiers, e disse qae sustealtria aquellas ideas.
Depois de aecolorada discusso a amembla volou
que o requerimento dos bisos fosse enriado ao
ministro dos negocios estrangeiros.
O Sr. Julio Favre vae pedir a sua demissao em
consequencia desta votacao da asseml
nal.
O jornal offlcial declarou que a carta publicada
nos jornaes italianos e que se dizia dirigida pelo
Sr. Tbiers ao papa, era apocripba, e obra de usa
falsario. Igual declaracao fez na assembla na-
cional o Sr. Favre. j
jornal o Monde pede ao governo francez que
sustente o papa, duendo que sua santidade est
detido em Roma como refem, e lembra a ilba de
Corsega como asylo inviolavel para a residencia do
papa, com o flan de manter a supremaca caluo-
lica.
Continuam em Paria as prisoes e visitas do-
miciliarias. O jornal offlcial desmente a noticia
publicada pela Libert de milhares de mulberes
deportadas depois da insarreico, e afflnca qae
oenhuraa raulher presa na iusurreicao foi depor-
tada, e que s a assembla nacional decidir da
SUS Mirle.
Os conselhos de guerra era Versailles come^a-
ram a funecionar no dia 31 de julbo.
Na commisso sobre o ornamento filloa o Sr.
Thiers contra a ultima votacao da commisso.e sus-
lentuu o direito proposto de 20 0|0 sobre as mate-
rias primas; a corarais ao regeara por 17 votos
contra 5, o systeraa dos direitos de alfandega do
Sr. Ponyer Quertier. RegeiUra igualmente os di-
reitos de 20 p. c com drawback, e o pequeo di-
reit >s de 2 a 5 p. c. sem drawback Aceitou, po-
rn, o systeraa de isentar de direitos as materias
primas impondo aos productos fabricados um di-
reito especial.
Diz o correspondente do Daily News -m Ver-
sailles, que as divergencias entre a commisso do
ore,iineaio e o governo esto longe de ehegar a um
acord: a commisso de opinio que ser preci-
so crear novos impostes al quanlia de seiscentos
railbdes para equilibrar a despeza.
Apresentamos a nova lei de impostos sobre os
gneros de importacao, que de grande interesse
para os nossos leilores:
Arl. 1.* Sao augmentados d tres daclmos os
direitos sobre os assucares de qaalquer proceden-
cia.
Arl. 2. Os assucares extrabidos; por processos
barytico.', dos melacos esgotados, pagaran 15 Ir.
por 100 kilog. comprahenoidos os decimos.
Art. 3.a Os melacos nao destinados a dislilacao
e tendo 50 p. c. ou. menos de propriedades sachi
rias, pagaro 18 fr. 60 c. por cada 100 kog.
Art. 4. As glucosas em estado concreto ou de
xarope, pagaro 10 fr. por 190 kilog. comprehen-
didos os decimos.
Ar. 5.* O caf em grao, dos paites fora da Eu-
ropa incluindo as possessdes francezas, pagar 150
fr. por 100 kilog. O caf d'ontra procedencia 170
tr. O caf torrado ou raoido 200 fr.
Art 6.* A chicoria torrada ou moida 55, por 100
kilog.
da BorofM 40 tr. por 100 kiloframma.
outfa jrocaeencia 45 fr.
Moosenhor Dapanlonp, bispo de Orleaos, re-
cpw***!* de arcebispo de Peri; ser nomea-
do, sefonde arete, pera o areebbpado de Pars,
o araebisM de Tours, monsenbor Guibert. V na-
laral de Art a tem eerio de 60 anuos, foi elevado
aeiepoSe'
Sendo de 1 crear dtfflcldads Italia, e muilo menos em ira
I lar da quaslo do poder temporal do papa, mas
qne s-desojara ver segara a pessoa do papa, e
em estado de poder exereer livremerne o poder
espiritual.
em MS7.
Pars re
ralLadn
1 em 1841, e > arcebispo de Tours
1 o tea estado normal; o gene-
aceijou o poste de governador de
Allemanha a exploraco-do eaminbo de ferro de-
Luxemburgo.
O imperador da Rasst* nomeou marectul d
impeli rnsso o principe da- cora da Sajwnis. -.
SIS 9&&-****- - Eftf-W- , *35? ' pofeada SSff *
Art. 7. 0 cha de fbra da Europa 20<) fr, por
100 kilog. Sendo de outra origen 260 fr.
Art. 8.s O cacan em grao, de fra da Europa
incluindo as possessdes francezas, 100 fr. Sendo
de outra origen 120 fr.
Art. 9.* O chocolate eo cacao quebrados 160 Ir.
Arl, 10.* A plraenta, os plmenide, o cravo, ca-
nalla, a cassia lignea, a noz muscada era casca, de
fra da Europa incluindo as possessSes francezas,
20*0 fr. Sendo de outfa procedencia 240 fr.
Art. II.* A noz moscada sem casca externa e
interna, de fera da Europa inciuindo as possessSas
franceras, 300 fr. Sendo de outra origora 330 fr.
Art. 12.* A bauoilha de qaal juer procedencia
40 Ir. por kilogramroa.
Arl. 13.* Os vlnhos qae nao eejam licorosos, 5
fr. por hectolitro. Vinhos licorosos, 20 fr. por
hectolitro.
Art 14.* Os aleools e agurdente engarrafada 30
fr. por hectolitro de liquido. Em cascos 30 fr. por
hectolitro do alcool paro. Os oatrbs aleools o
mesmo direito.
Art. 15.* Os licores, 33 (r. por hectolitro de li-
quido.
Art. 16.* O tabaco e os cigarros, cuja importa-
gao por conta de particulares autnrisada, 36 fr.
por kitogramma.
ArL 17." Aiele de petrleo e de schisto, vindo
do estrangeiro em broto, de fra da Europa, 26 fr.
rlOO kilogrammu. Sendo de outra origera 25
PurinVdo, de fra da Earopa, 32 fr. De ontra
procedencia 37 fr. Essencia de petrol so, de fra
Pars, e nesti quvifdade j proelamou s tropas.
7- Os pristoaeirus tommanmiti tatsm cooera-
nados eniio de ota a vi ate annos.
- No 4m 11 boove ama grande expieeio no
deposito le eartoxame do polygoao de Viacennes:
foi devido i negligencia dos embregados.
Por oecaso de se deacarregar am eafxo de
cartuxos, o choque produzio a xploso, cojos ef-
fetos foram terriveis tanto ao porto como ao longe.
Pode (uer-se idea, Babeado qne algumas bombas
foram arremessadas 4 mil metros de disuncia.
No sitio do sioistro morreo om artilheiro e Aca-
rara feridoe 6. O tenente de artilbaria que eslava
de servico, eahio ao cbo &u nao teve nenbum
outro ineommodo. 0 bosque principioa a arder.
Os vidros das jaoetlas dos lorias e das easaa visi-
nbas estalaram todos. No deposito de cartuchos
andavam irabalhanlo trinu operarios. S em
ama sala bavia eem mil kilogrammos de plvora e
40 mil projectis de todos es calibres.
Acodirara logo os bombeiros das cimnounas vi-
sinba, e faz alas o 8t* de linha.
Houve, esa H-ins, tambem nma xploso em ora
barril de petrleo, existente em um armuem. Mir-
reram 6 peesoas e fiearam feridas 36, cinco 'das
qoaes se aeaara em perigo de vida.
Diz-se qae o ex-imperador Napoleo Qxar
deinilivanaente a saa residencia, em Pragins na
Saisse.
A's ultimas noeias diz-se qne pouco prova-
vel a norigacio do Sr. AbJOt para ministro da
Pranea em f^stagal; que o Sr. Julio Favre per-
siste em Ojemftiir-se e que aluda se nao sabe quem
o ir substituir; qae e desmentido o boato de pe-
direm a sos demissao os Srs. Dufaure e Simn ; e
que foi nooeado aiQebispo de Tours.
S*LGA.
0 ministro dos negocios estrangeiros, respoo-
dendo na cmara dos aeputados ame Interpel
lacao do Sr. Berg, acerca H novos impostos
laucados pela Franca sobre o petrleo, disse que
esperava proposias do governo de Versalbes, como
a Inglaterra uvera, e estava diseattindo aiada.
Respoaieneo p mesmo ministro outra inter*
pellaco, declarou que o governo restabeleeera os
passaporles com o intuito de impedir a entrada na
BelgicaT pessoas caja) preseoca all teria Inconve-
nientes.
A cmara dos gtaiados approvou o projecto
de lei, abolia4>4i,prlsao por dividas commerciaes
ou civis, tante i-Nspeito de nacionaes, como de
estrangeiros. Fio* snbsistindo s nasa os proces-
aos ds imprensa.
-. IUI88A.
O a-ovareo helvetiee aste o oeio de definir
bem as ebrifsffcs des 'paites neotraes em lempo
de guerra. O daeer de loternar o exarcito de
rJsnrtBr
Tem havido larga discussio este fflgfMo no
conaelhardos estados. r,
Urna sffljencia extraordinaria das aguas do
Rheno eaosoa ama desastrosa ioundacn das po-
voacoes helvticas do valle chamado de Rhsno,
deixando na maior miseria lodos os habitante?.
A impiensa franeeza, grata benevolencia com
que a Suissa acolbsa o exercito franeez de Bour-
baki, abrip orna subscripeo a favo' dos inun-
dados.
ROMA B ITALIA.
Contam os jornaes qae houve nma tentativa de
assassinato contra sha santidade. Um devoto of-
ferecea ao sanio padre om cyrio magnifico, acom-
panhado de ama nota em se pedia que fosse ac-
ceso na eapella onde saa santidade costuras orar.
0 santo padre, porm, apenas vio o cyrio, mandoa
apgalo e abri-io, e no interior do cyrio eocon-
trou-se ama peqaena bomba Orsini que devia
rebentar.Dit o jornal a Ultima Hora que este caso
constitae am verdadeiro milagro, e que muilo
notavel que entre tantos cyrio* que ornara a ca-
paila pontificia s aqaelle chamasse a atleoco do
santo padre.
O saaarao pontifice escrevea a segamle carta
ao cardeal vigario:
Seohor cardeal: Qaaodo Deas, nos sea*
profundos designio?, perrailtio que Roma fosse
injustamente oceupada ; os usurpadores disseram
que Roma era necessaria integridads da Italia,
e p-trfeita uniio de todas as soas partes, como
se nao honvesse na Italia duas pequeas partes
que continuam sob o antigo dominio, e espero
que assim continuaro eternamente. Mas o flm
dos revolucionario? nao era s usurpar Roma,
mas sim destruir o centro do catholicisrao. Todos
os rapios, iodos os livres pensadores, todos os sec-
tarios do mundo, que mandarara ora pequeo con-
tingente a esta metropole, concorrem para dos-
truico desta obra indestraclivel. Esses peqaenos
contingentes formam um s corpo, e todo o sea
afn in-ulur e destruir as imagens da Santa
Virgera Mana e dos sanios; villipendiar e mal-
tratar os ministros do sanctuario; profanar as
igrejas e os dias de testa; multiplicar as casas de
prostituidlo, e derramar nos coraedes e as in-
teliigencias dos jovens o veneno da impiedade por
meio da leilora de cerlos peridicos impdicos,
hypocrilas, falsos e irreligiosos.
f Essa pbalange infernal propoz-se desterrar
de Roma o que chama phanasmo religioso, o
mesmo que pretenda fazer am pbilosopbo de triste
recordaco, ntorto repentiaamennle ha poueos
annos. _
1 Depois de se apoderar de Roma, quer essa
phalange torna-la incrdula ou sectaria de urna
religio chamada tolerante, e qae se acredite em
um deus disposto a perdoar tudo, e que em nada
se oceupa de nos. O governo. qae tolera todas
estas desordens, pertencer talvez esta pha-
lange 1 E' forcoso acreditar que nao, porque ;
afflrmativa sera deejarar a queda do throno.
i Entretanto, para por um dique ao traosbor
lamento de tantos males, esorevereis, senhor car-
deal, ama pastoral aos sacerdotes para qae advir-
tara os seas fregalzes qae Ihes prohibo a lsitara
de ce; los peridicos que se imprimem em Roma, e
esta prohibicao deve dictarse, faiendo conbeeer
aos que a alo -cumprrem qae incorrem em pen-
cado nao venial, mas grave.
1 Pelo que, alea disso, digo na presente, relali
vamsnte a violaco du ieis de Deas e da igreja,
devels dizer a eada sacerdote: arge, obsecra,
increpa. Levantemos as mos para Deas, e espe-
ramos que lermlnaroTodos esses allantados diri-
gidos contra elle, soa religio, e contra a propria
sociedade ; acreditamos poder sabir d'esse ddalo
de males, para poder respirar tranqoillameote
sombra da f, da moral e da ordem.
Abeoc63-yos de lodo o coradlo.30 de jonho
de 71. BUS.Pi PP. N. -
A curia romana trata de realisar ama concor-
data eom o sullo, para a escolha de prelados ca-
thollcos. Aimptensa franeeza roostra-se ascan-
dalisada de que o sacro oollegio procure frustar o
protectorado oatbolico francez 00 Oriente e de qae
trate directamente com o sullo.
O Sr. Jallo Favre dirigi ama nota ao governo
italiaao,ekamando sna aliento para algumas ao-
lemteas- agtreasivas dos joroaes italianos declaran-
dft aaa a Frauda alo penaa por modo algam em
pessoa e iadependencia do santo padre. nneiro Mr. .
Estas explicaces foram dadas no dia 13 pelo hensores
Sr. Nigra.
O tunnel do Monte Genis, deve abrir-se eir-
culaco oe mez de tovembro. Assegura.se que
a veotilacio exeelleole, e qae a temperatura
nanea sebe a mais de 22* centgrados.
O Sr. Laasa qaer abandonar o poder ; pare-
ce porm, qae a crise se nao manifestar antes de
oatabro oa novembro.
O governo italiano vae mandar conbar
nma medalha de bruaxe, para commemorar a
iaauguraeo da capital em Roma, a qaal ser des-
tribuida pelos personageosofflciaes e os principies
e mpregados do estado.
O decreto j foi publicado.
INGLATERRA.
por
regiment,
H
stedi-
e nao para os appre-
0 bil approvado na cmara dos coramuns abo-
lindo a venda das patentes militares, enconirou
seria opposicao na cmara dos lordt que > nao
quiz airaitiir pri neira leitura. Bstabelecido o
conflicto eotre as duas casas do parlamento, o go-
verno acunselhou a raiaha a qae decrlasse a abo-
lir! > da venda das patentes
O Sr. Gladstone dsclaroa na cmara dos cont-
inuos, que estava assigoada urna ordem real de-
clarando illegal a compra das patente?, fazendo
eessar completamente com este systema desde o
primeiro de novembro do corrate anuo e que era
vista destedecret) esperava qae os lords aeeitas-
sem a segunda, leitara]do bil de reorginisaco do
exercito, e que o governo proceder consutneio-
plmente no inteato de acabar com am costume
injurioso para os proprios militares.
Disraeli protestoa contra o acto Jo governo la-
xando o de inconstitucional e contrario as Ieis, e
notando que a prerogaliva real cortasse o no gor dio
qae a cmara alta nao qaizera desatar.
Os conservadores irritaram-se maito e manifes-
tara o receio de qae a corda tivesse igual proce-
diraento com a cmara dos comamos em alguma
circamstancis.
Lord Derby disse na cmara dos lords, que o
acto era perfeitamente legar, pois a veoda das pa-
teles nao fra nanea autorizada por lei alguma
do parlamento, e por consecuencia poda ser pro-
hibida pela coroa.
A cmara dos lords pretende regeitar o projec-
to de organisaco militar, exigindo qae se apr-
sente para o ano) outro projecto de reorganisaco
mais completo.
A segunda leitura do bil na cmara alta deve
ter logar no dia 31. O duque de Ricbmind ten
cona apresenlar urna mocao de censura ao go-
verno per ter recorrido a cora na qaesto da
venda das patentes.
O Times censura o acto d> governo, mas acn-
seiba os lords a que atteadam mais aos inieresses
do exercito qae aos seas inieresses pessoaes.
do governo,
O Daily N*m approva a resoluco
elper> que os toras votein o MfT.
0 Daily Telegraph, diz que o Sr. Gladstone Aca-
ra muito popular, por sustentar Mamara dos
coramuns no empenho de organisar decorosamen-
te o exercito para a defeza do paiz.
O Morning-Post e o Standart sao contra o go-
verno.
Diz-se que o governo relra o bil do escruti-
nio na cmara dos coramans. Este projecto de
lei reforma o processo eleitoral tornando secreto o
voto, como em em qaasi todos os paizes coosti-
tucionaes.
0 Sr. Gladstone disse nos coramuns qae o
governo proporia a faodaco de alguma residen-
cia real na Irlanda.
O Sr. Gladstone disse tambem no paramen-
to qae nao havia reeebido proposta alguma do go-
verno francez acerca da revi sao dos tratados de
coraraercio; que de ceno seriara cumpridas as
estipulaces anteriores sem embargo das novas
Ieis que se iam promulgar em Franca ; que os
inieresses inglezes padeciara com a mudan;*, mas
que de todo o qae saccedesse a tal re;peito in-
formara o p ir I a ment.
Lird Stratfird da Radchliffe, qae foi por
mu ti? anuos erabaixador era Coo-tantinoph, in-
terpelloa o governo sobre a noticia de ter o gover-
no torco perraetiid > que a esqaadra russa passasse
nos dardanellos e nd Bospboro para ir a Odessa.
Lord Gran vi lie declarou era resposta que nao
reputa 1 verdadeira tal noticia.
J foram pagos os navios inglezes offendidos
durante a guerra pelos alleraes; estayara ava-
llados era sete rail e tantas libras sterlinas.
Foi atacado em Dublin o ehefe da polica,
que sucumbio das depois aos ferimentos que re-
ceben.
O imperador o Sr. D. Pedro II, lera lido em
Inglaterra um acolhiraento extremamente syrapa-
thioo e amiga vel. SS. MM. imperiaes teem visita-
do qua-i todos os eslabelecimentos notaveis.
O principe e a princeza de Galles partirn)
para o continente eom seus filhos, desembarcaran]
em u lend, e parliram para Bruxelles oade o rei
Leopoldo os foi reeeber estaco do camnho de
ferro.
Os prncipes dirigem-se para as agoas de Kis-
smgen.
Chejaram Londres o principe Osear da
Suecia e o grao-duque Constantino da Prassia.
Em 6reenwieh houve am jamar dado a so-
ciedade dos soecorros aos feridos. Os mdicos mais
celebres de Londres deram tambem outro janlar
aos ioutores franceses Ricard e Demarguay.
Parece imminente urna guerra entre a In-
glaterra e a China. Diz-sa que em resposta a ama
ola enviada pelo governo do celeste imperio ao
ministerio inglez, este mandara reforcar a esqua-
di a estacionada nos mares da China cora mais tres
navios de guerra.
Na primeira cmara dos Paizes Baixos, foi
adiada por 160 votos contra 15, a proposta de ce-
dencia da Guin-Hollandeza Inglaterra.
- A princeza Mara djs Paizes Baixos casou
com q prncipe de Wied.
ALLIMANHA.
A unidade allema marcha lentamente, mas com
seguranca.
O gro-dacado de Bada fundi o seu exercito
no exercito allemao e aboli o ministerio da guer-
ra e o dos estrangeiros.
O grao-duque do Hesse DarmsUdl e o de Me-
klemburgo fiearara com o direito de passar paten-
ta aos officiaes qae o imperador despacha.
A Baviera conserva a soa independencia mili-
tar em lempo de paz, mas admitte a organisaco
geral allema, e os encargos financeiros. A Saxo-
nia e o Worlemberg teem cunvencoes parlicola-
rei a este respeito.
E' fcil de prever que em breve ha ver am
s exercito, o imperial allemao ; entretanto o prin-
cipe de Bruiuwich nlo qaer incorporar no exer-
cito prussiano, as soas forjas militares. Esu.ra-
siluco priva o-exercito imperial allemao de um
regiment de infamarla, om de cavallaria o de
urna balera de orne pecas de artilhari, qae e to-
do o exercito do principado de Brunsvricb.
O rei da Baviera aceitn a demissao de con-
de de Bray dos lagares de presidente do conselho
de ministros o ministro dos negocios estran-
_ Du a Qaaeta do luxemburgo que foi cedida
A resistencia das autoridades allomaea as
consequencias do dogma da infallibilidade tenar
a vigorosa. Parece que o governo all mi aat
resolvido a osar de grande severidade eom osea-
tholicos ultramontano?, e que nao admitte doaa
religioes catholicas, urna coatratia -iaMlibilidade
do papa e outra favoravel. Pedio Ibe nm bispo s
demissao de corlo professor de Brarn-beiy qoa sa
declarara contra o novo dogma da infallibilidade,
o govero-j recusou a demissao solliciuda.
Na Baviera ba conflictos o os govemos alle-
maes declar.ra que, se da nfallibidade resnlu-
rem invases do poder civil ou contrariedades
iraves, o.e-tado usar dos meios de legitimada-
eza.
O Sr. de Bismark noste ponto regulase pela
maioria dos alleraes, que protestante, pelo
seas proprios principios reliziosos e pelos dore
qae beato protestante.
Os bispos bavaros representaran! ao rei para
que nao houvesse o beneplcito regio. O rei, po-
rm, nao annue represenlac) e vai declarar
qae tem por incompativel eom os interesses do
estado o dogma da infallibilidade.
Diz-se que nesta declaracao se tratar da evett-
tualidade de virem a separar-31; a igreja do es-
tado.
O Sr. de Schnierling, presidente do rei-
ehrath austraco, na sesso de encerrament ap-
plaudio os novos impostos para raelborar o exer-
cito e mostron desojar qae a Aus'ria raanleooa a
paz interna sem retrogradar no intuito le eom-
prazer com algum paiz vizinho.
Partiram para a Galitzia os archiduque*
Leopoldo e Guilberme. Eita viagem parece ter
relago com o plano de fortificar Przemysl ou Je-
roslou e de formar all am campo intriocheirado.
O principe G. Czartorisky diz cm um tblbe-
to que a Austria a nica esperanca da reasur-
reicao polaca, e que os polacos devem ajudar o
governo de Vienna eom o partido federalista.
Perto de Vienna em Koenigsbntte orna
reunio de 400 catbolicos foi interrumpida e in-
sultada pjr um bando de operarios socialista* o
demcratas qne preienderam arrumbar aa portas
vociferando injuria?. 0>mtnelteram-se muitcs -
cessos, foram incendiados alguns edificios, e hoove
bastantes morios e feridos. >_
A tropa nio pode a principio conNf W opera-
rios, qae segando parece davam gritos demor-
ra o imperador I morram os catbolicos t
Em Vienna foi condemnado a quatro mezesde
priso e am dia de jejum em cada mez, o jornatis-
ta AndrScheu, redactor do peridico .4 Vontade
do Povo por ter escripto qne Paria re?pondera co-
mo devia ao ultimtum do Sr. Tbiers, a qae a le-
la acabara triurapbando a eommona e sendo des-
tituida a cidade de Pars pelos heras do secuto.
diante dos quaes todos devam tirar o chapeo. O
ministerio publico accasoa-o de ler feito a apologa
de actos que o cdigo penal declarou criminosos
e qae a coosciencia humana reprova.
O jury condemnou por maioria de onze volo.
ORIKNTK.
O governo turco resol ven tomar a dir ci doa
correios, o deu parte desta re^la^So ao corpo di-
plomtico.
O general russo Ignatief, embaxador era C->us-
lantinopla concordou, mas os ministres da Frao-
ca, Austria e Inglaterra, os Srs. de Vou Pro-
kesch e EII10I, protesUraru por falta de confianza
na administrar) turca. E' o antagonismo do nor-
te com as potencias do occidente.
O imperador da Russia acompanhai) ps!os
duques Wladimiro e Alexandre tencionam vl.-itar
brevemente o Caucaso.
Em Piflis fazera se gran les preparativ >s, e diz-
se que o czar ter all urna entrevla com o
Shali da Persia.
_ Dizera as noticias de Constantnopla, que
nao perraittindo a sade do gr i-viiir que elle se
dedique direccao dos negocias, uppoe se qoa
ser nomeado um grovizir interino Julga-se
que ser escolbido o velho Mehemed Ru:-hdi, nio
obstante, a camarilba, segando afflrman os cor-
respondentes de Constaniinopla, pretender qae so
nomeie Mahmoad Pacha, actual ministre da ma-
rinba, dizendo que talvez o nico que pode eu-
carregar-se da direccao dj estado.
Parece que a nomeaco de Mehemed Rasbdi,
significara o abanJ km da poltica que tinba por
base procurar apoio n'uma potencia esirangeira.
Mehemed pertence ao partido conservador, e isto
faz esperar que, sob a sua presideneii, se inaugu-
rar urna situago retrograda. Se isto succeder
ser nomeado ministro dos negocios estrangeiros
Djemil Pacha, e ministro da justica liosuf Fa-
zil Pacb.
HESrANHA.
Est terminada a crise ministerial. O ministe-
rio apresentou-se no dia 26 ? cmaras, 6 corapos-
lo do modo seguinte : Zorrilla, presidencia e rei-
no ; Branger, mariaha ; Cardaba, guerra, e inte-
rino dos estrangeiros e fazenJa; Rui: Gmez,
obras publicas ; Madraza, justica; Montero Rsos,
ultramar.
0 presidente do conselho expoz o programo
do novo governo, cojas bases sao :cumprir a fa-
zer cumprir estrictamente a coosuiuico a as Ieis ;
respeiiar religiosamente os direitos nellas con-
signados, e conservar a ordem a todo transe.;
procurar a harmona entre a igreja e o estado,
sem abandonar nenauma das reformas realisadas
pelas cortes consumiles;apresenlar nivelados
os ornamentos na prxima reunio das cortes ;
procurar que se estreitem mais, se poosivet
as relaces amigaveis qae uneni a Hespinha cora
todas as naces e especialmente com Portugal, a
com todas as repblicas americanas de origen
hespanhola; sustentar a todo o transe a iaiegri-
dade.do territorio hespanhol nao se poopaado a
sacrificio algum para acabar com "a iusnrreico
de Coba.
As corles acolberam com applauso o program-
ma do governo, e resolveram suspender is sessoe*
al o i* de cutubro prximo.
. No senado na sessa de 20 discuti -se o pro-
jecto de lei acerca de amnistas. Pedio o Sr.
Eraso que a commisso defloisse oUramnute o qae
se entenda por delietos polticos, e qoaes eran
os qne teriara por objecto a amnista.
__A Gaseta puWieou um decreto cret>ndo a no-
va ordem de Maria Victoria, destinada a premiar
os eidades que tiverem prestado eminentes ser-
vicos instruccao publica, quer por meio de do-
nativo* aos estabelecimenlos de- ensine qaer poc
meio de publica?5es scieniiBcas, Iliterarias ou ar-
tsticas de reeonhecido mrito.
O director geral de agricultura commereio a
industria devia eonfereneiar com a commisso en-
carregada de promover a exposico hispano por-
inguguexa, aflra de eoneordarem sobre differeotes
assumptos que dizem respeito a mesms exposi^o,
e dar-lhe mais expltndor.
Em S. SebasUio bouva no dia 18 urna maui-
festacio a favor dosaffragio aniveral f^ra Quaio*
maram parle cerca de 400 pessoas. Nio fol alte-
rada a ordem.
Afihncvse que o principe Hantbeno ir*
,


i
* i

J.
m


' * w

brarem?n!e a. IV ol-rl 1 rl'ipaahi.,
aea irtr .
O congresso hespanboi approvon as ese**!*.
do cootriilfl.com o banco de Par?.
O P*mMfeftara dfi BaV* em 'anu Proxim'
rt valla; na |P IBFtfera jorlul Tnateier1at1-sa o'
argninte : WaW*
*' Os reifeflMbfA Ultima flora saben qiuj os
republicanos, wrlHpK, moutpsosieristas c mode-
rados se agitam as trevas. So qus/einx fater
eanslar qae se agitam, o lembramo9 a necesstiade
- dee-urera todos lerm. ..Nada mais.
iVama ran.io da finta directora d asso-
ciarao hispano portugaMb foram lides c aprova-
dos o? thenjas par o eoacuaso Iliterario. Traan--
se tambem da qeeslo aduiueira, mas nada ftcou
reso vi lo a eslarcpeito.
O Informo piriameolar jarea do estado d;i
elassas operaras estaba!* a oreado de .qaairo
eccei era que su dividir a cemraisso feral o
cada sub commissa* t >rmularom luterroaatorio
que ser dala a nmior pablietdada r>e*iral, coa-
ultando-ss a este respeto a academia das total-
un lociaea, as sociedades econmicas e as se-iie-
dades operaras.
ivjRTaaL.
Era 27 de julo ciaftVd o noasa eorrespoa-
dente de Lisboa :
< A' abrio-sn o" parlamento, proonoeiando
1-rei o seguiote discnrso :
c atajaos parea do remo e Srs. depotades da oa
lo porlugaeza.Ten lo sido consartada a vootade
o|pa, eompraio-me de encontrar-rae na eeio la
reprsenmelo nacseoal, cumprindo assim o mais
4Tto das deveres ao inonarcba constitucional.
< Coolifluam. inalteraveis as aissas araigaveis
.-relacSes eu u a* .porenciss estrangTs, o a msisd
completa tran--|mi;td.ide paoliea inieraa tem reina-.
do em (oda a p te.
< Foi cora a mais cordial salisfaci), qae receb
avsiisa esto paiz de ineus aogu>b*s pareles
Suas" Mnfretad?s o Imperador e a fmperatriz do
Brasil. Muito me apraz ter nbservaao, que a re-
eep$o publrca uu* SS. MU. encentrara m, de-,
raottetra que la) gem o apreco de suas altas
quailale', como profunda a cooviccao das mi-
mas reiic/W- que ligam dous uartes como Porto -
Jal e o Brasil, possaiado ideatidade de orieein,
e idioma, di; inr-iiioi^Bi-, d dyaasta e di verla-
deiros Interesses.
Grac/is aos esforcis empregado* por diversa*
admini*trac/3e* e difarentis prtamelos, pile-a
assegarar qiv, nao s deixaram de ser agrava-
das as nossas reumstancias financeiras, ma~ que
Zeesa rneonlestavelmeiie melharado. Si* ellas,
porro, anda bisiinie grav*, para que reelamem
oda a -vossa solicituie, e para qae o mea governo
tealta de reccorrer vgssa Ilustrada cmperaoao,
jLfim de se alwncar a li) p>ssiel co*> inlis-
pensarel e urgente organisa blica.
- A rigorosa observancia da maier effmomia
era todts os ramos da publica administradlo, jau-
ta ao em prego dos raeios de m'lhorar a recolta
do astado, em harmona cjm (acuidades produc-
toras do paiz, hahiliiaiiii em breve o thesouro a
libe|iar-se do- p-(-ad ) eacargos a que n >s tem
sojeilado a permaaencia do desequiliorio entre a
receita a despeza publica.
As exigencias la organisacao da faendi na-
cional n3o faro perjer de vi?u a neeessila.le de
occorrer sufflcieuie ilota^ao de bem organisa Jo-
a.Tvicos pnblico', que asse^urem a tranqotrlidade,
a iaependeneia, in-irucai, a vi^io, a almi-
nisiraca, e garaolam em summa aa ti.'as eondi-
^8es m-irabs e materiaes d> paiz, na melropole e
as provincias "de al o mar. O mea governo sub
metiera i vo?a consideracao ai|uellas providencias
qae to importante assumpto mais iinyerioamiu-
te reclama.
Dignos pares do reino e Srs. depatados d sa-
ca ': HeceorrenJ i vossa valiosa c>operaQ5\ no
desempenho dos deveres elevados que vos fnenia-
bem, conllo qae podsremjs, com o auxilio da Pro-
videncia, corresponder aos deseps do paiz, >
digtro 1e conseguir d-li lilivamene o goso das vau-
Ugens a que cirastanicmenie tea) asprao.
Esta ab Tta a Sassi i >
Como vem os uossus leitores alm do peri>i<>
<|ae especialmente se refere a antena cerdi.-ih
coa a oaco brasiinra ea visita de Suas Majes-
tades Imperiaes, na> se encontrara duas liolias ues-
te docamento que nao sejam urna pura banalidn-
de constitucional. E' nm prograrnina negativo de
iwverao.
Mais sigmflaativo o programis do novo ga-
binete hespanhol que hootem no era transxiitdo
peif) telegrapho, nos seguinles lermos :
Madrid O, 2 h. da m. UIQciaL -O minio*!
rio apresentou-se hoje s crle. O Sr. presiden-
te do ccnselho expoz perante ellas o programmi
do governo, cajas bases principaes sao : cnmprir
e ta?er eumpnr estnclaaente a uensiitnl;a) e a.-
4eis ; respailar religiosamente os direiios nellas
eoasignados e conservar a ordem a t)do o transe;
procurar a harmona entre a igreja e o estado,
sera abandonar neobuma das reformas reasadas
pelas cortes constituimos ; apresentar nivelados
os orinientos na prxima reuoiao das cotes ;
prociirar que M estrilen miiJ, se e psssivel, as
amigaveis relacoes que uneu a Hespanha cora to-
las as nacpes e espeeiaTm^nte com Portugal e
tjm todas a- repblicas americanas de ofigetn
'. s,!..nh da ; e mi \ vil ,r > t)Jo o transe a integri-
lialeda territorio hespinnd, n se poupmi) ;i
.-acnticio algum para a:abar com a insurreicjli
em Cuba.
A? crie a:o!lieram ora applaa?o o pro-
jirsmma do govern i, e residveram suspender as
esfdes at o 1 ds ou'.nbro prximo.*
Mas como baveria o governo porttrguez de fa
ter presentir na' falla do ihrono principios oa i leas
e governacao, se ainda nao sabe qnem ha de
apoKi-lo^oo parlamento ? A situs^ocst indifi
nida.
Algnroas rfonfles preparatorias se teerofeto.
mas lo Jas tendentes a aprejsar a coasliiuieao d-
eamara. EfT'ct'vamen.e ji hontem as corarais
to'S de verificacao aa po.leres tinham approvadj
^uasi todas as eleici)!-, adliaodo a discusso de
ai na pelo receio de qne. fs> demorada, e tratara
deconstitair-se eleg.nlo a nesa. Eseolhsu pira
prndente, isto , fui o miis votad) na lista qura-
i.i.-'a o Sr. Ayres do Goaveii, cavatheiroquesem-
pr* desempenhou com serieJadi as func^oss po-
liiicss que tem exercido.
O Sr. Dr. Ayres de Gravea lente na facuida
de de direilo na aniverudade de Ginibra, (oi o-
nisiro da ju-tt^a, tora, u urdeas sacras e o iali-
Mdo bi'po de Algarvo, em sobstjtttijld do Sr. 1).
Igoado de Uoraes Caraoso, que hoja patriarcha
de Lisboa.
< Ao nome do Dr. Ayres de G-uviia, na lista
quintupla, juntarn-se i s dos Srs. Correa Caldeva
visconde dos Olivaes, A. Rodrigue Sarapayo o J.
Antonio de Sontos Silva.
Para secretarios, fora-n eleitos os Sr. D. Miguel
Coutiuhoe Ricardo d' Mello GaUvtU.
Urna foih imparciv (viwo aeiij dizia hontem
Dome : Da siguitlcacao poltica de-ios eleic/ies
nao podemos dier nula, jorque nao sabemos
quaes fjram asirnisarcois ijae as d-lerminaram,
nem se as houve. Os pnuc pae< eleitos sao hisluri-
cos, e os regeaeradores votaram nelles.
< Palh rain, perianto, at agora, segando parece
as prev.soes de que o antgo ponido cailisla, ani-
mado com o regresso do erada Jo Taoai.tr (que
eiiegon de Roma baver I-i das) se ir;a rocous
trnir fjzendo causa coranuai cora 03 regenerado-
res, formando nra partido moderado em ajaanio o^
bistori.'os de aecordo con os ref-rmislas,- forraa-
riam o psrtido avaoet'o, liviiinio-sa acamara
em dua frateses b-ui di.-ticcta- A posicaa do mi-
nisterio nm tantu flaciuai'.oo meio de todas estts
Indiei-js. Ora so diz qu^ ao presidente do con-e-
Ibofmarqaec tltnl" d^ du jue e una o i to oiplomalico sua es-
eolha, passaado apresiim;ia aiuJa mais urna vez
para as ralis do n ibre nr.: i:id) dasguerras da
odrpendei.cis nolonsl o r^stauraQo da lberdade.
o inarquez de S da Bar lira, ora se afllrma qir
depois da tomar -o pulso a amara, o marquez
d'Avi a procurar* recom;iir-se com os mais in,-
tiasntes e iraetere> da frarjSo poltica onde encon-
trn mais decidida adhcsao e apota no parla
cien i
O que se ve, por oca, que do priaeiro acto
da oamars jas a escHia da pratideocia urna
certa ind*ei**> aa que a-nao poJom tirar seguros
auspicios. O mais provavel, porm. que o gabi
oete obmelta s c. tes a hi de meios, e qae vola
da ella, ejam adiadas, porjne azenr calor tropi-
cal, e para dar lempo a est,s transac^es laboro
' blnst e fingida em que o bas-
to docoramanOo 'pa>sa alieroairvamsott de nmis
para natras :no, rras sempra n'um cireulo muitu
limitado'de e'la.diisj cuj is raallgros suecesivos
. e J raga data parece eous'tuirem o mais valioso
titulo de sua csrencao ao poder
Oimria ^dt PTtarAbeo c.-/ Quinta feira" 10 xl* Agosto d* 1871
Manens Ferrao f*raa " a'dRia M* votar de i
Sr. Ayros de OiiiyI*. ___^_ .
'oso m^e^ifbla^rlenlwnsV^alfoWareiiU
mil pessoas dede as l^i da noula de i
rente, n'ana qoafteirTo oecasas entre 6 OTT"1
Atei, -rn* ds C'rpo-SaiKa *e iravestsa -doC
Sanio., filevs por um trt qna'i-ardcflo tam
o grande tjotel Central qe occapa todo nm t\ .
uirio, com frenlu para o caes do Sodr. No racen
dio perecea umajMnhora irlnadtla de idademuilo
avamsi, M. O'c'ren, qua mora va ajTirap
ras. Os fragmentos dos coicos, quasi narbsnisad
tppasecetam hontem nos deseatnlhos. Moitas f
milias perdaran tudo, puis eran poaeae as qi _
linhim os sns haveres no svgaro. O hotel ild]
fian nglish dQio\e(i( estaba nsteeaso,-c occi
pava todo un indar d% predio. Qoaodo princl
piou a tocar o fogo ja as cbsmmas sahiam Tr
todas as jas ellas ao laesno tem.) >; fot nsja ca>i
' No ii
Sao'a "
i PKauaarav diosas etmi

18, ir's
4^-
di tafse,
s espleml
Vdas
j da
MMitsMIM,M%ure;a o de todas as autorl
%fla/,gbj.,% iara.
jpcipiar.-m os com
or
los.
1 liigao rpida, qaasi instantnea ;
meatos des teihados o trapeas* eesdia
sinistro1 fragor. Todo e pe-soal da maai
em pregado nos incendios trabaltrou com
valenta, bem como os bombeiros rol1
tripolares dos navios do estado que se achavaro
iw T40. Hauaw*aasv au>s-d*v4i4i moraga,
sendo o mais notavel o do patrio Bernardtno in
livroa duas senboras por ama manaaeira va$io, mas como-os carros das esca38 ainda nao
uveMem -chtgada trepou-sor "mis *lieneva de
ptdra que navia na parido lateral do prediu jncea-
dtado.
t A louoiciealidade em venac;io dispensan-
do-He o teme de ser vle > dei-lbe em premio a
aiu ga-adaaaao. EUe ja taa duas moaamas, e
p.ireae qae me vai ser conferida a coadOToracao da
Torre Espada. O 9r. Ilenriqia-t Bfwo tamba
salven urna senhora s ajudou ajnanto pue o he-
roieo Bsraardino. O Sr. iauvey.Jioiabairo rojaou
rio-Un tarabeas dos que saais se distingan. O ins-
pector dos incendios, ir. Carlos 4o- Barreiros- ib
mereeid. isa mensos elogios pHo ater), carsgem j
prasenea de espirite com que se boa* a irig
lo 11- os irabilbos. ,.
As pardas lo enorme*. Bepois aa oc*^
do banco de Purlngai pMm da conesihe em *WM.
nao tem havid) em Liisboa outro de mass vasas
nropnroSes. ^ i
. Po'i tambem eonsnedo fbeHn dep*ilo da
fhnca-Promptido-. de .loedgrepraeieiu oi*.
oao Gomes Ferreira. .
t Tum-se eberto sueseripedes para aa vitlima*
daqnella desgrac- Os ira-balb-is de deseatulao so
booism forara terminados As paredes Diestras
utn waito arruinadas; nada mais etists dos -pre-
dio* qneimados seno aiguuias emperna aweacao-
Jo cahirsm sobre os eparanos.
< Qoando se deram as salva* do mar por occa-
siao ua abertura das corles ala, buave musa dev
abaraentos e muila gente fs-ta. N* queda de
parte da cimalha do lado de oet* por occa-io de
abater o teihado flcarc.m logo fra do combte os
bombeiros Lima e Ttieodoro. ILn delles, o pnai-
ro, ainda e.-u prohibidlo de falair. Este cahw cum
o sobra'o do prisxi'0 anlar e-fai retirado pela*
lojas de deotro daquelle husrnsa brazsirx
Desde
reidT
03 p<1
do viga
^essobs
,0s mi
que" ha da
teaie. a Mdnr: s E paTitBe n
i i dus lama dome
der, Va^B ren
el
li ve
era mssxisM
livel"
'dOB
de'
jul, abhl'
, a disten-
B..
Bar
sin
medias.
Alin de lado Isto,'
de diverMmenlos.
Permiltam-me que Ibes recnmmende ^etirs
nao tenho abusad') ura bom coiltgio. do edpcacao
n LWMa, que*.* vanragews de ium ensrito solWe,
e completo .ivuod) os programs^as de. iostruccao
pnmsil e srrunfria, ralo s* pira prersrinrfBs
de escolas, cursos superiores, w;is coran habilita-
oae-'par* s vid ei>tnmerrrd jntii a de fsz*rmda
ua fornerimsniis da que si sdasanrtoi carscerem,]
cirrespondendo-se o'director een\ as tamllias dos
aliaeiMt, era ^sosntqsjsr psato e P *tugal, pro-
vm.'ias uiirarnarlnas, oa dv BeanL ende m sa
conrean.
< Nao foi ama aaktaneia o qne ase acoof*lba
s rseoinnMndic pata a*i afesctiia-mstlsraas sms
a coevucuda qa uimimailsoto. ssUdrtaorrewwwi-
der a protaoao qae *s binsHias braedeiras Uies^
derem, iste , ns eua porsvntnra sardaeraurds
fctzer educaV seas tilhos ou oupillo1 erffcirloaal.
< O pesssal doce Me muilo hnbsNiaiPr eseo-
rhido O'entre na proftssoras da aior e mais bem
msrecida reputacio sm Lwfcd. ..
&* ringramraa de eaMsgio
u Eicola Modfina, atn4s em vst-da sdiicio,
para as rimada O aro trevassa d' As-umpcio, era
Lifboe, motada pela trarassa d'Asrnmpalo a. tOd,
segan iu andar.
Nosle collegio easma-se ins-rnego primaria.
caibgiapbia, poftuguei 1.* a lsnt, liagoss traa-
ceta, inglex, alteina, italisoa, grtf*r hvnm, latini-
dad-, ssafteattiie, 3.* s *- sano, gaograpbia,
chiouotogiae b sinra, pbasephi oaoteeal, moral
e priaaipws de direilo satorai, dirnaan f e .
asno do iy classiea, tmrod-.i.-cii aos ir* rerao* da na ureta.
Osestan'i'Ufs'-nt'rti caa de educaeao encami-
uham-sa para qaiqaar vida que seas pus e pa-
remos ttae destioarees.
Almdo* i-ji r #n* preparatorios paca as esco-
las superiores as pata os que segiHretn a vida com
Os j iroaes dosres das vera coaioe ce ss tris- marcial naia cUsse expr-*a do escriptura^ae
los premanors* da eataitrepbe. O- servieo de in
candios est muito melhorado e.ni iaisboa, mas
amia por muirs eaasas es lon.'e de ser o que
precise que seja.
Failai-lbes em lampo do exciHlente relaiori-o
do drnisirao inspector e Sr. Car* J. Barrea-
ros. E n quanlo se nao cffecloarem >s indicace*
atjl proptas, em qoanto noaver lio posen mwe
roso peseoal, era quanlo s lv. nao* para ama ci
lader- de iresema* a qoatroceiitas mi ..loias r
duas bombas a vjpir, cada iucendio pider araea-
qtr uns leva brisa qne o aleie e propague, bair-
ros nletro*.
t csraiem e aedicacar do lasfli de Oombei-
ios ni iem-xemplo, ai'.eo'eoio-se' m canii^siraa reuumeracao dHtaolla gente.
Nacas aiierra-toras d Macan, allr.buidas,
de a telegramwas d'alli rea-uidi), pozeram
om sooreaaiio q jens la Wia prente ou amigia>,
ou apenas aos que pre^am o bou) nuine pnaguez
que nao sopooees. la.rrera qtm o governo tft
aez cercar de alfaadegas suas posse^ai i>orta-
guen e Mai, e qae sobreesseponto o gser-
nsdor eentra-almirante Serg o de Souxi tolgrafa
ra para Lisboa consultan lo o B'ivernr. A' e.-u
mticia juntoa-se a de ler exigido o governe ctu
urz ene as autoridades a mais subdito de Portu-
gal sauissein da cotenia.
i O governo desment) no Diario Oficial a gra-
vidade oas n diciss, mas pornra srsthe^aa de mys-
terlos muilo repreheasivel, nu iea paMicntade
sus telejraramas recebidos do governador de Ma^
CEO. R-tes mais larJe transpirarsai e sonbe-so
que houve teatativa de revoila para obrigar-a gs-
v^ra^dvir a reagirenergamanta eatisaa n*diAs
a cav;H e5a* dogov.roo cniaez, cooelaiad* o BM
mo alto faacciooari por dilata* qisonoiava
manle; a ordem com a trca do que dwpoe, cus
u-se o que custas>e. O governn ja me respondeu
peJo leltgrapno, que usasse sos sajits MaloJbMI
eos a eritasie qaanto aodesse: a efTasao de *an-
BU9- .
Tem-w fallado no Sr. Cario* Ta*fa, di-imeto
i.llicial da armada portogueza e lenteida direMo
uMoTnaeional na encola naval pira ir sabstiialr o
c raira-alm rante Sergi> de Sooi.
Unsageiti Marques Pereira, agora ero Lis-
boa, mas que alU exercea o cargo du procurador
dos negocio) synicos em Macaa, mennan* ama
carta aos jornaes, sobre userisas do Macan, em
que algurnas frases pouco lisongeirss ao goverda-
lor Sergio, se encontrsvam. Otiitro naasaatts
funecionario (que tambem oficial do iMsrnfea)
traloit togo de desaffroniar sea pat, -e miaduu
dous araigos ao Sr. M^rqne? Pereira, que. era
coasequeasia disto fez publicar dechracao de
|ua w na-) referia ao caraeier pessnal do Sr. Ser
gto de Srazi, mas soa administrara-) colonial.
Chegaram da ' i' l O S da Bandean.
as cartas qns hontam recebi p-r Alexandra,
nada adiantiam ainda em relafio qneltos aconte-
cimentes.
t O tralico da emigrar emiliet ou chucheus
vai desimana) e mesmo eslava i gaqeinn das circam*iancias.- A prosperidade da
colonia assentava sobro ajuetto trico.
Cnegou hmem o Giroiide:ra malas da Bne-
nos-Ayres, Montevideo, Brasil e Gerea.
O Gfaitoior (de Liverpool) espera se a cada
momento para sahir d'aqni era alrsitnra para Per-
nambnco.
*< K-alisaram-se e.n Coimbra as fastas aanuaes
da rainha Sania Isabel
Eis orno o Tiovo da Bnra faz a des;ripcao
dos festejos que tantos conturrente* abWadaan :
Foiam taotas a tao variadas as festas e diver-
ti Dent- que aqu tiveram lugar desde o d,a Id
al i6, que mal piem descrever-se.
< Na quima feira uoite sabio do mosteiro de
Smta i'dar a veneranda amaom da (tamba: Santa
Isabel com direeeio igrejt de 8*nia Croe.
Apenas sahio de Sania Clara, c nitenan as
mais vivas demonstraed^s de regosijo publico, e
u_s rosto da aumerosiasima eoncurrenc* popular
d Iransinzia verdadeira alegra, e se maaife>lavam
sentimenies religiosos.
Um se.m du aero de flfastos ee%oa nos ares
Jurante aigamas oras, eos sioos por toda a pars
aiegreiRento repicavam.
Ai ras que percorria a procwsio, des-loa
Porlagem ave Saoso%stivani eie^Bieinenle ador-
nadas, e vistosaraenle illiimnadas a pea ; em to-
las estas ras do amo de otro lado staram
colloeados peonen* disionuia pestes esm esculos
e gala rdeto', 'oado peerttow iaetoos de frasea
rauru e de vi cosas ores, alera ds tolroe rnales
e aliegirias qua muiloconcorriam para embsilezar
a ue.k-s lugares
Era varios ponlTS havia pavilhdes de roajnt
tico go.' lo, onde 're aebavam nnjinltot elegante-
mente re-ndos, como flm de diitfibmrefrnalo
da caridade a ce rio numero do pibres prvia-
raenta convidadis, bgo qu6 so approximava a
imigfm virtuosa da Haiubs, a qual espersva para
var estas scenas lao agraJaveis como eomnjo-
ventes.
Qi-* todas as janellasastavsm ornadas de
cobertor ..-a de damasco e.Dandeiras, e iluminadas,
nao faltaod) n'atgiirxaj a b'rilhanta luz eiecirics.
Urna Jas philarmooicas, locando eieellenles
pecas, aeonrpsnliara > proeissao ; a ouira esieve
tocamtiv p-T muito lempo na Prse do M Boriho-
Iraaeir.
A' ntrala, reradteirameirte trihmphal, da
viriaosa esposa de f>. Dioiz na igreja de Smta
ruz, canlou-se om solemne Te-Dfitn. Ete tem-
plo retara decorado eqm toda a magnlficenci), as
sita aran o altar dostiaado- i Surta Ral nh.
As raai do VWeimde d La e> Calada tam-
bera Motoru puaeo'ornamentos aw das oairn
qae o fatiam com cert/uudaineaio, poi* o nome
do Sr. Aosrtm Bnanearap era o in ligitado pelos
hi.-loricos- para pro.-i-iioia la cmara popular,
e assoaltfada por tudo* os seos jarnaes, a n3 aca-
bamos de ver me sal da orna o do Sr. Ayre de
nercant por partidas dobaadii por nm ajvo
m-irv.il do en si no dividido em tr>s parles : 1.'
arnnmetra applicaida ao commercio, ** escripro-
ra; , i.' a letra iogieta.
Vara d* que esiadanmi m bsllss artes, tom a
eollfgio claises separadas de deeeiiho bistorico,
oaisagem, oraato, arcbsoelara loec/baotea, mostea,
itoa-ta-e esarima.
O* esludanies ain das clawes dirigidas por
escoiaidos e inbilif.dissimis protossorea, team,
p.ra uso das lingo transas, inglsia. e siiamaa,
naioraes qns os lecetaaara om rlasas diatiaStas
dos*d'i curso.
llrame o lia estarao sampro acornrwahado*
du director o deam professor hUsiiUdo en toJo-
o cur-o d"S estado para os auxiliar em qiulquer
dariJa. No esludo da smsW ao acouip--.uliados
peio airelor o mas empregados.
< Para educar o dirigir as oiiaeinhas oa classe
iniaoiii h i ara prufesstir e ehoras,qae com o ca-
ri nrw devidu a laes edades as-vi ensinando, id
qaa -e a.-.bam binibueas a entraren aas classe*
dos cursos
< A alimenticio 0 excelleole, e pira etnittei-
mtnto da perdaiii psdsm asvtlrr a ledos os netos
culkq'mi'x m paret*t a ptstoas fncairefiat da
edac-icu dot utumnot.
Almiitein se alumnos internos por l| ma-
saea, iev*-inferis 7*, ext*s-nm> aistfnecae pn
mana U*M), wcimdana **300 (toUttri-)- A -
classes que nao fasem parle do cawiiraS lyoeu, sao
pagas em sepseado.
O director do ollegq obriga-se tambem a fu*
neoeros^alumnos le falo reapi lavada, e de lado
n que ihss or oeossesrie raediaete ajnaie aoracu
hw eein os parno mioroa fleo alomaos, corree
poeiendw-sedirectamente eom e.laaO dreetor
Fr nene iwaam din? * |
t Appoweaflr ha pseos dias-srtr ortie ntoi
-enrai) n^nnylail joroaes de Lisboa, toaibrando ao
nwsru) ar".oroprar o terrena dea nf^ian>ajmr-
raaios se- Corpo- iamo, de-aprspriar d resit do4
quartairao, e edilrar urna.casa apr correio-ifeTalr no qie se a sxnemleria mal* **
400.00e#0tJ-, qoaniia esto "que algum baso em
Lisboa amantara fcilmente, pos aa rendimenios
d<> correa para amnrtisaro e juros da de sobra,
E' realmente un absurdo q,ue em -boajOnoe ha
sorvic) diario de paquetes quer p:ira a EaV.ipa e
Alrica, qaer para a America do lu, estoja o cor-
reto geral no alto de um monto (Santa enharina)
em casa de renda cara, velha e pessima I Vere-
mos se aprovertam a occasio porqae se eonspra-
ria barato, visto que d>s predios nada re;ta seoao
amas densgrdasparedes, qoni a desabar de todo.
O rwwe de patrio borabeiro benemrito, a
raem to la a ci lad> presta a homenagem da sua
adinipaijo B-.'iNvuniNo Antonio na Costa,
t Vai panir para > Baosacoo Sr teueule-coro-
nel Costo Caseaes lete jnoilado do coegio mili-
tar e escripler disnnctoj para dirigir as obris de
monumento, a urna da mais gl r osas rictoriis
contra o exercito francez.
t Vai-se fa.av nma ed-cir ae laxo d lermssa-
trasu;-cao do Fausto de Gotbe pelo Vmcuado de
Ca-liHKi.
Espera-se em S-tubal qne vsnha do Kio de
Janeiro o Sr. Jo? Feliciano do Csiln Barreu e
Xoroorn, p.ra te iaaugurar a statua dooosso
na lodos o* principias. Esto antago-
re a polica civil a polica mflHar ter
muito tempe, e oxala 'n.ne d'estesjff
flictos se nao tire pretoato para desor-
[acam reclamar a preseuja mtima ter-
m para veuor pele tranqmidada das
dnjs 1*
] chegou'de Roma r mrorsao* tree fra
faticiur o Snmmo Ponlilioe pelo 29*'ioniversarl-
de sen pontificado.
Mari ama carta impressa ao presid rite di
o a ministro doreiac martmez o'Av la e
listos prelectores das msMogradas coufe-
do Casme Lisbornte. Esto agera do Sr.
Reis. Anda ao a li. E' a tr
to respeuo contando com as das
Srs. AotoTO do <3uen'.al e Adolpbo Coelbo.
< Toda a astado falla com cnihaninsnio das ca-
ras maratOltoaas do arabismo palo Dr. Mascar
de C>, mojo bespanhol qne lem apenas 19 an-
nos, mas oTboicedive 11 ra operacot.'S de eatarac-
a e strablsmo. Entre os operado1 (e iodo* com
it) conta-se oSr. Jote Das Ferreira,
o partid* coastf.odDte s minisu-o io eiu-
Muitas senderas e meninas e estn com grande
coiageiu tem sipo operadas. Tambem da eon--
fullas e opfa pel-i amor de Deas aos pebres, que
de todos os pontos do paiz aqu tem vindo para
sereno cralos pelo Dr. Mascara, E' de regular
e-tatura; caballo e longos brgodnso pera loaran
urna grande depres-ao no nariz. O.hos viv-.
smenissimo na saa.CjnversajS)' e de ama deti-
cadaa s distioocao da manearas pouki vulgar.
Goza da grande popalaridde.
Hs-dta tenre-om grsnoo'-ineendio n'arn^
llzira do maruuez de Casiell'o Melfcor na Povoa
de Sanio Ina, Riba Tejo. Pndemm-se coreado
5 eqotos do ris.
i Sabe -se qae a eteieao do Sr. / yres da Gou
vda par* presideoeia da cmara trciiva, fui
om resobado de nata d. libe sacio dn centro ais-
fansa, o ds eccordo do gTrno, ti atondarse lara-
lanr que a lee-presidencia fosso para a Sr.
Corma Caldeira, que linba aiJo o prisniro can ^
ddaso do governo pira a prastdencia.
c Algomas foropirmiss eos rheairos do Lisboa
(procurem forlnna pelas provinerar.
< Abro-se emissao para ama nova compendia
de sagn/oe enotra meendios em Lisboa com f) ti-
lulo de tubmmhtuhriP. O capital, salvo en, e
de mil OBBtosfle res frrtas. A subsc/ipcao ene
gou banosma 3 mil acedes.
A corveta D. JoSt I, que regrsssou de Ma-
can, raf cruzar as aguas dos Accores para evi-
tar a enwgTsgio nioodesaina. O empjameoto de
colonos para o Brasil ro pira. Km Brinxas,
Aldoia-Mora, Serpa, Pisaiho, Sobral s "ras. arre-
gimentam.se aos ceios d'ambos os sexos. A im-
prenmoita m fados e pede rorovidetaerasv As
providencias, a mea ver, nao- eonsislem, era mo-
didas coercitivas nicamente. Desbrave-so o
proprio Alemtejo doade agora e mais activa a
eraigraco, faeam-se cofoiias naqnella provincia,
somrmaaca da qae esta II ireseente^e sa deve a
iniciativa do Sr. Sanies ao p do Pruhal Novo
tTmha frrea do Sui), e veio que haver menos
emigraoles. Mas os -apilaos esperara as penu
ras di iBesooro para pafarem rnenos o usara*
cora o publico erario, ao governo nao compete
faaor lado, e entretanto os bracos vao barra (
rae a (aprensa flea-se em lamnrias imtieis I
Qoeai quer os flus poe-lhe os meios. Tanto se
lem rallado da grande et mpanhia arroiear oe ier-
reaas iaealtoso nata appareee senio pslavrea-
do f Que adniraco, qae nos fox aro es bracos
val Jos procura de -melhor salario, oa engoda-
dos por promessas mnitas vetes illiisorrisT
Qaanto i emigrtcio iiiigir-se para as aos
sas colonias africanas, excusara de peBsaraisso
As pnmeiras te'nfarivss foram desgraca*simas..
PicaYam muiros por ttslvez m-sroo perecendo i
rmngna le recursos. E dspni am pait qne de
pas Albos frsnsmiKe o errado principio de fa
zer das colonias d gredo, que f icilmento se coa-
veste em valhs ralo do malvados e gatunos de
toda a especie, nao espera qae s torreivle da eras-
gracao procure a* colonias ultramarinas. Desde
qoe fui snbsiiiuila (no parwl)a pena nitim* pelo
sjstema penileoriano nada se fes nesse sentid).
?fem nma s6 prisSo por aqaeile system se edi-
flcou ; os crimioosrs vao aos bandas para os ore
sMtos da frica. Chegadoo l ?seata-se Mies
praca e ah e-t a forea pnb'ica, susteniaeolo da
*rdem qae garante as pos-e >5js a vida e fa-
zen-1 dos cdadaios I A algoo* (como ultima-
mente ao famoso Jclo Brandan- de MidiVs)- eon-
sente-se at "qa* kvem on mabdem vir carros
gem e vivan no degredo com lanto ou ma laxo
que ts os governador- | geraes I I
Com estos demento*, a emigraban nio proba-
ra as colonia*, ai actra olomars a explorar e
cuvar m eon !rc*is favor a reis. dentro do asi!,
e lieixa-se seduzr on petos que eontratam ccrlii-
vadores para o Brasil, ou polos qae o\ eng--jm
pira Joraeriana. I
Jfao'servem d-' nada os clamore) quando da
morandade nao fot quest tm qne so jegnera
as pastas dos ministro'. O espantsso numero de
dissflrneSs de cmaras em 37 anoos de sy-tem'
consThacioaaT a caoa Cas misrria inreeradas
qne se ootara em muilos .ramos do desenvolv
ment e riqueza do paiz.
Chegaram os mvio-. LisboaLaia l de
Pernambneo a 16, Brirganza (vopor) do M*ra-
nho a 17, Pnio do Para a 18, Cearente (vapor)
do Cear a 21 ; ao PortoAdelaide do Para por
Lisboa a 20.
Sahio- de Lisboa para o Para, Maranhaoe Cea-
r, a !0, o vapor .Waranfeease.
* Est carga era Lisboa os navios : Bella Fi-
gneirense para l'ernamimeo-.
a Sao aqai esperados, da a a 7 do corrent, os
vapores ioglezes Pararnse e Gladiator, este em
vi3gem para Pernambuc, eaquelle pa/a o Para,
Maranhao e Cear.
famo*o repeotista Manoel Marta Batbwa du Boca- moitos outras.
ge. .A sutna est exacta oom el retractos qs
exislem couieraporaneus lo poeta. Vi osee bello
irab-alho foild aa offleraa doSr. Salltts escalplor na
tai du Aismiak *
O carona! Pana, rgulo de Calinda, qae veio
a Lisboa para eamprwnentsr el rei de Portugal,
lem dous finios que o estado maai'bn e edoca na
'col* academic*, instituto de qae d dirpetor o Sr.
Antonio Ploreoew> dos Ssmes,
O gsveriM poz im espilo do tutereito do U:-
\'oiclas da America.
ESTADOS fNlUOS.
O governo amorieano coaseottio qae se
em New Yoik nm Broabai protjante,
a qaal se queria-m cptuir os catb-dieos ; o gover-
no mandn-a pr legrr peia Iropa e polica.
Os calmbeos atacaram os protestante* e a tropa
a tiro. Morrerm 60 pessda e Acarara Mns
paiz. Tem ilover mrotoa dos uo"s prineipaes
esiabeiseimeatospoblies, arseoaes, quartets, fon-
f Ji'Jdss. bibliotrmeas, masen*, eto.. E' preio con
um aseviche, aro-e deproporefi horcotos. F..I a
bem o francez o o inglez, muito alfavsl a a todos de qoe ama nace n-sponsavel pejos darauos
tdeixa psulijfado com as saas nooaeiras delicadas. [ ,^e causara ea corsarios s expedi;9es qae della
Tem 13 (Unos vivos e 18 no outro manda Os i sohirem. Campos to o imperio ingle de vastos ler-
deas que e-io na efcoia acadmica toram jopli- ritorios dissiminados era isdos os pontos da globo*
sados solemnemente qoando vieram para Portu-
gal O pi, coronel Paa qaer ser basttsado
antes da comee.ir a soa digresso.
Falla so murto do cooftieto levantado entre o
bario do iezsre, commaBdamo da-gusnla man-
eipat da L sboa, e o eommiasario geral da polica,
om conseqnencia de tor o priraeiro esobededido a
E digo que f il na rain ) clcalos e prevhrje' rqis, sobresarniJir trallas dbas eleva-toi e triom-
phaes reas, em iiasl todo samethante aoe fios
aunoj anteriores.
a Na niiits A Santa (Sara rriava mgn !rao, o merhor quo se tom
vtf'iotn advnnrn atraus, trao flnrtf aompetente^^ba-
?oovda com raaior namaro e voits, em qoonto j em qaanto qne em rrfaltos- tocaos da Adeda
t regeusfgdofaa-taBdo prconiado o oome do sr. s^lcoeodiam itfogmrat, se ^floaram violas, *
tramor s ordeos do rgulo coronel Puna, e p*o- em p< neo seris> nomea-ttis os commi-sartos que
percwoa-lhe todas as eoinraoidade* para visitar oitio de decidir a validada das reclamagSes, e d--
pois proceder ao ajuste de coalas,
i No saldo a ingUlerra> perder
gar a p -rder alga na cousa ; mas sahio de um
perigo, estabeleeendo ao mesmo lempo o prineip o
emulo Canad olbado pelos E-lado Hnaaaa, asas
principio de dtreM > vale sopar si para a (ngla-
lerr mais do qns e importe tolal das roclaiaacoes
do Mabamtt. >
MRxaco.
Foram favoraveis a Juares as eieic,des primaria^
que se effectutram em 15 de juoho, nao s na ca- i,a da soffrer.
MAIS OUT
dos praprassos na-aequi(rao dos o ama,dos- co-
thecimentos hamanu. '
i 8ogui4a;ca jornaes dessas provincias, Buanirxes
em tecor encomios ao Sr. conde Z.ba, e ao sea
meihod.o, este de fac lima .coraprehensq e de
sinplioima execucao, comprebaaa^o que ss faz era
monos de 5 lir3ej, dando lug.irWmraodiila exc-
cueao. A' esta sague-se a acquisicao rpida e pro-
ve.iisa.da scieacia histrica, por ventura a-mais
d;ffl:il at agora de ser adquirida em vrtude da
falta do methodo no seu csiudo.
1 O Sr. conde ataba tencona dar a sua primeirn
conferencia paWica. nesia cidsdc, no da 13 do
correle, em om dos saldes do gymnasio pernam-
bucano, expondo all o seu mslhodo e applicaodo-o
para o que, eont permissan do Exm. Sr. vice-pre-
slden e da provincia, ja comecou leccionar dons
meninos do referido esiabetealmeuto de tnsirnceau
tecuniaria, inleiando-os nos segrodus do sea me-
thodo, ante o-Sr. rogedor e divenos lentes do mes-
mo t-siabelecimaai.
Para essa conreronr.ia o Sr. conde Zaba cdnvida
o publico illusirado do Recito, que certamente nao
deuaa.daaacolh-r lo sympaiico convite de ura
araigo diinatrucco, que lo boas servicos iera
prestado as provincias qae nos lomos referido
e que os deseja prestar em Prrnarobaco.
Logo que, por nos mesmo, liverraos_ observado e
analysado esse melhod lao presonisado pelos nos-
sos collegas da corte e Babia, vir.emos darconta ao
pabttoo das oossas impress5'S,*loavando-nos por
emquanto as opinioeados nossos illasirados coilj-
ga< daquellas daos provincias.
Acerca da cooforeociaproliminar celebrada hoo-
tm no gymuasio prorincial, emviam-nos o se-
guale i
< Huje fez o Sr. conde Ziba a sua primeira con
feteasia sobreoeasino da historia universal, no
saJo da honra do gyniiia-io provincial, em pre-
ser.ca do digno e Ilustrado regedor desse estabe-
ieciraento o llrm. Sr. conego Itochael e dos Drs.
llae Csnii-irdi lloateiro a Torres Bandelra, e
Jo Sf. ferreira e Silva^prolessores do eslabeleci
ment.
Os habis alumnos Manoel Clementino de 01-
veira Screl o Hermino Moreira Das, foram os es-
comidos pele digao regedor para esta til e irtt--
ree deu a alt1u5.i1> dos assialeotes ; sendo para notar
que essa primeira amostra patenieada pelo Sr.
conde de-Zana mnito promette, qaanto belleza,
proveilo o solidez do methodo por elle creado para
aestudo da hislena.
Releva ponderar qne esses mesmos alumnos,
aps a exposifao do mtihod, soberam com a
raaior faelidad estabetecer, mediante os signavs
Cuveneioaados no qaadro pe > Sr. conde Zaba
opresaotado, os acoulecimeni s o ss dalas qae
nests qaadro se prendera metade do prtmeiro
seclo da era chrisia. >
TUEaTRO.Di boje a sua prime ra representa-
cao no rheatro da Sinti Antonio o festejado ar-
iis:a cmico Tabira, ejjt rep;itco eslamos eos
turnado a respailar aa aliara do verdadeiro mere-
cimento aos c.ios da iproco, que nos vera de alera
mar.
A Baha e o Rio da fsneiro jA folgar.m de apre-
ciar era sua sceua a distioeeio do talento arti-tieu
do primako actor cmico portuguaz ; nos agora
tabulas por no-sa vez lambam de admirar e qne
00 geuaro ha de grande, o que 00 trabalho ha de
nspirado e de estado.
A serie de espectculo*, que tem le dar no nos-
so palco o Sr. Tabarda, segunlo nn-lo informara,
compoo-se de cinco representaajSaj ; e n'estas 1
Sanio Amonio regorgitar por certo de cunear
reucia em aproco pessoal ao nosso hospede e em
admira^ii artstica 30 son trabalho.
OLNDA.Reina n'essa velh capital da ann'gi
capitonia de Peroamroaco, completo e absulnio, o
poder dos gatunos !
Ah ua Je cimrada locoaiacJM, desde os objectos profa-
aos at os sagrados, ruja applrca-o nao os ga
rante lo tystema communal d'aquelles gatunos ;
os quaes era sua audacia so fallara renover a
casas daqaella cidade, coma o fazem como qne
nellas encontram, sem escolna da horas oa occa
.
Bstb kuacionao deve perdurar, e menos ser
lo lar ad a.
A aul-orii'ade, querendo-o, tole acabar cora essa
(alia da segaram;! de pronriedale, qae a'li reina;
e deve quere-lo, por que de so re-triCa obrl
gacao cuino poder publico, instituido, para guarda
los direitos sociass.
COMi'ANiUA DO BEBERIBE.-So- convidados
para reunio da asserabla garal desta corapanlua
os resptctiTus acclonistas.no da 2 io correte (sab
bad.), alin do se deliberar sobre o parecer da
comini*aode eontao.
GABsNfiTE POftTfJHUEZ DE LRITURADv
minga (l:l)de.ve ter lugar a assewba gnral eos
acolnislas allra de se proceder eleigo do eonseln
deilbrratfvo e cominissao. de'contos para o ano
d 1*72.
I.N'STITWYJ IHSTORJCO E PnYLOSOPHTCO. -
Hoj- ha se-sits dssla socie 'a-I-, n .ra e no lagar
do costura.
. 30CIKBADB EMANCIPADORA.-neooo se ama-
nha,s 7 horas ii noit, asa sjciodade, no sa-
la Jo Club Pernaaibucaai)..
PALLECIMENTO.-Hratera, .or volia das 5 bo-
iras da- manna, renden o espirito ao sea Creador
a Exma. Sra D. Tnereza da Uicha Lins Brrelo,
primeira Marpteza do Reafe, na avanctda idade
[de 8* aanos.
A ilustre lioadi era de estirpe raui distiucta,
11' dgora nos annaos da historia pernarobocana
lira latida) de ura sirito elevado e generoso, e
da magnnimo cpraeao, emqua sobrasahiam todos
os dotes e virtudes que podem lazar e fazem efta-
tivaraeate amado atfaaile qaa os po*sue
. Ala os uiiimos manemos a illu-tra llnaia con-
servui 1-1 feias as suas faculta es iatellecluaes e
a raza 1 ealma a lucida, deapeJindo-se dos seu-"
innuraerus paremas e amigos qne Illa rodoavara
o ledo.
Dsi'oa 50 pessoas do descendencia, sendo 3 fl
hs, tt netos, 18 bisnotos a 1 talara neto.
Dorante a sua vida orah'c >u a iuslre finada
tantos actos de caridatle, lanas obras piedosas,
qns fia looguissirao enumera-las. F ella a
mador da izrejs do Panir) rraanlade da Son-
to Gas da Mimrieonli, doaoao- fatia esprnlanea e
i. i.uiiaiiwHta em 1859. .
Dix o livres qaatro escravos.
0 sea enterrameata Jeve ter lugar hoje s 9
horas de- dia, sahiulo a prestito funeb'e da igreja
da convento do Carrao, onda sarao celebradas as
eieomao.
A' sua iucnso'avel familia, a e-speJalmente ao
amigo o Sr. Dr. Adul
pho F,araeotia Lins,damos os no?os sentidos pe-
amaak
Os pareles e amigos da Ilustra fallecida
sao Convidados para o euterrameatOv
OUTRO FALLECIMENTO. Tambara dea a alma
ao Creador, hontem, por volia das 8 a l/i-horas do
pouco, se che- #* a EXma. Sra. D. Rost Mara Fonceea de Al-
boquerqui1, esp)sa do nosso estimavel e velbo
auogooSi. mitoi Salvador lleori 00 da Aibu-
qnerque.
Era senhora muito estimavel pelas suas quali
dades ev rtudes e dottda de'uma almi nobre.
Seo snierramenio tove lugsr noatem rnaanso a-
$ Huras da tarde, sal.n to o fretro da nasa de re-
s tonda do Sr. major Sa'valor, ra D.ique de
O-xias.^ra meio de concurso numeroso da amigas
d'aqneHe senbor.
Rendemos dolorosos senil tenlos do pa.ame ao
nosso veibo amigo pela irreparavei perd que ac
nos canoa a Vrmca 9.nrTt5" 380*000 res e
pi.iJeu4.J7.iX) pessoas. em guerras e pros
eripooos'. '*'.
A segunda -<|8i8) du.-ou i anoo3.e enston
7.200.000^00*.
A restauraco repnbrlcana lee^erocsr em
vereiro de 1818 cerca de 0 mil pesssoos.
10 mees
e feridos
, resnlta-
[0 augmento
'rceos......
rebenton ios
a A icrcaira (\ de seleubc|
eastoa fO fnil homen< enur
una diminuico de I.SO0:04Tfl
do dajWsa) da Alttcia ej
da divida em 7 mil milk*Ve:
(i.liOOOO.OOOij.
< A insurrei(ao da coma un a <|l
grius der.va a repblica, cu-lon*Jda de 30mil
fraacezes e a desirnico da tnellwt parta dos mo-
numenti s de Pafis.
As perdas cansadas, pelos ineOtdios de Pars
e dos seus arrabaldes sao ealculaaM em 70 mil'
cont, moeda forte I -
RESPEII'O PELOPA5A.-H*-la)J8stados-Uni-
dos nma grande veneragao pelo anlo padre. Esta
veneraco t^m se manifestado em rabosos donati-
vos e em actos do proprio governo, como am-
pio o.ieguinle:
0 celebre .livreiro Harpers ora dos principies
de Nova Yoik, tinba o pnvii-gjo je fornecer as as-
elas publicas daquella cidade, o qne representa-
va ammovmento de 200:000 fraucos per snna.
Tando a casa de Harpers publicado nltimamcato
varias caricaturas contra o papa e a religiao ca-
Uiulica, aqueile privilegio fui-lhe retirado pelo pre-
sidente da repblica, de accordo com a commissio
de iDfinicca publica.
NAl'OLEO III.Diz a Gazela de Constme*
queno castello de Areoemberh (Sui-sa) se fsiam
graaei preparaiivus para a reci-v^au du cx-impe-
rador dos fraacezes a da sas osutiva. ^cMaaia-
tello, propriedade particular de rlspeleio, icbaas
se o cavallo que elle raonlava em Saarbrdek, -
tro de que so servio na basalhaje Sedan, 4 ca-
bera de Bellevue, na qual NapiBlki foi i enlrevltla
que evo com o re Garlhormo.
O PAPA.Sua santieado avatile a estada do
Vctor Macoel em Roma dea nm Ota audiencia na
Val ano, na sala ducal, aos funccionarios do sea
governo. Sua santidade dirigi aos circnmsttrltes
estas pajavras da cscripinra : B"' meTbor iVe
quautar "a sasa das lagrimas ama a casa doi toa-
lias. Alludia s fastas que ualiam lutar 00 pa-
lacio que Vctor Manoel oceupava.
Os calholicos, diz nma correspondencia,
eropregad < todas as diligencias para fazer es
eer ao papa a parda dos seo doissaos. SrgeadP
o Monde, os presentes que toe (iteran) por ocea .
sio do seu 25*anniversario elevam se ao vahrda
15 milbOes do francos (i 500:0001). A raioba do
Wurlemberg envino.ihe 200:000 Iratteos em or* ;
a iraperatriz da Austria 100:000 fi-aaeds. Om ame-
ricano fvi mais magntteo : fea presente ao saalo
padre do 50:00 > libras esterlinas.
NOTI .1 AS COMMERCIAES.-A Casa commeTci*!
dos Srs. Pinto Leile A S forrnos, de LonreP, am
27 de jolho as 0 liorm e 5 mntitus da ntaaha
expeda para Lisboa o seguate ulegrai*ma :
t Algtidku.Marcado calmo. Tem a deseida do
1/8 com relaco aos oosses prsc/n correales ao"
da ti, que sao os segulntes :
t IVraambuco o Cear.
Rom
a Faiioou m.diana
Ordinario sdja
t Balita.
a H -m
Fair on mediano
Ordinario
Macelo.
t Bom
t Pair oa mediano
Ordinario
Parahyha,
Bom
Fair 00 mediano
Ordinario
Maraaho. .
' llora
Fair ou mediano
Ordinario
f Vendas desde o mesmo das V.tM0 saccea.
Slock 700:000 saceos,
Assucar.Sem traosac^fies. Prccos os mes-
mos do dia 22, sao
*
h*:

i\

iJlX d 1
iWaV 25
i/4 a -
i d 8S/. d; 8 l/d d/*
1 l/i 6 -
;
25/0 a W/6 25/ a 2!>/
28/0 'i./6 -7/0 o*#
!8/i> 27/0 2I/0 tm
iijs.so assigaante
I
-
Ozesst
ci nir
A desordeut ainda au bavia cessado. E-ia-
vara dote regimenios em armas. Esta deserdem
leve- logar no da 12 de j>;!he.
O Ckronita de Noca Ytrli publico o segmate
curioso artigo a respailo da questao Jo Alnbama :
' A grande questao pendente da ha muito lem-
po entra-os Estoios tuidos e a Inglaiarra coone- sea disncto neto o Ojucso
etda com o nomo da roela naedas do Alabama, ter-
mnou afloal com a assigoalara- de S. M. B. posli
as ratifloacois do traalo de Washoglosi. feoiro
dous poh eim C\ri, aos quaes atneacoa, qaando pita I, mas em Paclenca, J>]icb, Auruba e Joluca
ua lardo do 22 ss otrigia de carruauem (como do Km Quanajaaco Paeola e Vera-Cruz, o triumpho
puta i) para o peJaeto das tortea. Ora dos cora-. dividido entre Daz e Jurez,
missarios Jera ordem para qae ss airrasgons qne l Os revolucionarlos esto raudo desanimados.
30 diriga* pira s. liento (corte) aubissam pslai Pole-se considerar como cerra, a reeletcao de
calcada da Estrella e deseessem p->* rampa qo* Jurez para a presidencia,
vai dar dat oirtm a roa de S. Beato. O baro O governo resolveu destruir as fortiilcaro.'S de
teijwa om sabir pela rampa. j Tarpro.
. Ora } lodosos mioi tros a maii rnembras da A deputaco permanente de corledesapprova a
cmara o pessoas da corto se tioiiam sujeitado' deotitdieio qua o governo fez da munleipalidade
aquello asodma policiaL- Por orcen do baro1 do da capital.
Zezere os soldados rauaifipaes eraparraram os i
poltciam o a earroagem foi andando pa/a aliadla
por entra ao impreeacoas de todos qua viamoas-j
candaraBu- proendimenio de nm-coriio dspollola!
a ^uera- o raawoipio de Lisboa paga para dar o 1
exernpto de* rOMoito as leisa regalaainrtos. Fetta 1
a parto e pedida a satisfazlo, ia^e o ministro do
reiao a gr.-raJe perpleaidale, pois veodi a rasSo
O congresso dever ser convocado na capital a
23 de jarte
E VISTA IARUL
0 SR. G' !flR DB ZABA.-Meahn de chegar
esta provioii o 8 1 u S. i'- / 1 .
da par do ceutrnissar geral de polica,- nio j asa tomos escapado, uanacrevendo dos* jornaes
qur dasgosiar o entornan Jante geral da guarda, da torta varias nonato acerca de ura metbsdo in-
mastofpaJ, qu* emorogado de soolanc do fo- lelraman- naro da estndar a historie mi versa*,
veno e depurado da-ntatoata. Ora oenbam e)M descoberto a applicadir com admi'ravel xito por
dir yete impoo*neute' Msbiur as aatoridad.v aqiiaOa aaabaa. .
on os seo delegado. So o bario-qnoria chegar Quer 00 Rio de Janeiro, sjaer na Baha, o ir.
maisdepress* ss oortes.fesso a cavaste, a nio oom aondeadoatoba den alguna* c
shaples depudo dentro de nnt trem. oom o Um da vnlgansss o sen
O resallado qne se espora, apesar lo tea a boa essas provioems cb'.ev
aprensa dado sem piedad no proceder Hvlatto do atotaedhiaoa*, modi
harn 4 ser na (toado -a> as-nm..arKi -poral. > appbtaio. aaa-ajiaai 1 rto
19 exm amas tatos do lberalis.,Vi arajtoa a aafcalnaspas pama
djomanriopo*Bf aospflde** aM^aairprira f Kr%-(}ja raam 01 leus
pubtioa.
iom am-
e coro
me til do-
dar dnv
. ddel CAS.
fizara rapl- r
FALLECiME.NTO.-Poucaadiora^
den"s do deixar nosso porto o brig.:e portugaez
/ta I, fallecen a seu bordo o Sr. tenonta-coronel
M >nnel Camello Pessoa, que, era busca de melho-
ras sna saude, la P rtugal.
A' aeus digaos irraos n.ssos psames.
GF.XEROS DE BSTIVA.-0 vapor francez Si'adA
tri'oxe hootem : 40 voluraes maoteiga a Jlo I.
da Cos-', 175 a Tisstfrres, 2 a A. F. de Carva-
Iho, iO a Miabard M. A C.; lOS-voinmos vinho a
Tli. .hrisiiaa-ea ; o a C. P de Lem os & C ; 10 di-
tos licor a J. F. Monlairo ; 20 ditos cognac a or
oVm, f% a Crrao Frey de C. 160 a TassoJrmaos;
23) dit -s ataias a Tissel frres ; 8 ditos conser
rae a G-ssier ; 50 ditos sardinhas a M. D. Rodri-
gos, tf> a Montiard SI. Si C,; 64 caixas quaijoa a
arde-a, 40 a Von Snoiten 4 C, 15 a J. S. do Ama-
r I. 8 a A. d. Pire? A C, 18 a J. C. Braga A C,
6 a J. J. Alvos. 20 a S u? J5 K > A C, 21 a J0S0
f. da G.-sta, e 17 a Corga Ir-uaos.
PAflA O 3UL.Vrersm- da Eurirpa, no Snda,
iIf passageiros para o spl do imperto.
FUVDOS BRASILlnOS.Bram"a>sia cotdo*
o a praca do laendras, 26 da jalao;
5 A de 1865 94 a OS
i^biSa **&*
PO**
Bahia, lonro e branca.
mascavo ......
Peraambuco. braaco...
raa:cavt>....^...
VENENO DA COBflA.Um
nos enva o seguinte :
c Senhnres redactores. FarSo Vmes. nm benr
harrranitvade, rnseniid* na coa HrMn Oidiim'm'-
aeguiote noticia, irauscripta do ii nal de Fairnfu,-
1. B.ln 1 :
t Para nulhficar o effeito monifero do veneno
da colora foi casualmeute descxrterli ha pouco
teaapo um exrelleote aoMcoto qm-, s:-goado no
consta, ten piodozilo resultados inaraviilrosua
111 pe s nossos campos urna especie de ara-
ti"ii 3grcdoce, qua vulgarmente se chima arati-
eii-cag7, cuj sement, polpa, ou mesmo a asea,
assim como a f dba, enirecasco, ou raz da arvore
qao o prolaz, tem a vi riada d d-iruir o eBsito-
produzidu pelas mordeduras de serpentea vtncno-
sas.
ioforraara rms qae nm camponez por nma
-le.-sss cisuilidados, qua tem dado lagar a mas-
tas d-'s;.heras e iavenc-s proadosas, experi
m -niara o prodigioso elTailo desse antidoto por oc-
casio de ser mordido por ama cobra, quanlo so
achara com u.na dessas frieras it,i rao.
t Pesoa da confianza moradora n'essa eapiiaJ,
informa-.Tis lamben quo j flmra a experi-mcia
am urna va cea, qua mordida por nm reptil veoe-
ooso e sendo-Ihe applicada urna beberagem de eu-
irocaseo do ararieuzelro, foi immeiialameQto sal-
va, a
NOVJ ATHENU. Esls soeindade (rabalbea
hornera era sesso ordinaria Mb a presidencia do
Sr. Flix de Figueirda. Foram aof lovados socios
elTaclivas os Srs. Aotoiia llarcalaao deSouza Ban-
deira Fi ho, Luir Accietr PereirarPranea. Jos de
Qjeroz fculinho MaMoso da demora, I -s l'.uta
do Oiivrra, Joaoum Borges Ckrm>ir, Henrija*
de Miranda, Mauoel Ferreira da Si< vav Amonio da
Souza Piulo, Joao Baptisla de Caslro R.-.balo J-
nior, Antonio Ambrosio de Gasmo Lvra, tfinoeJ
Frtgusiraic >la Meaoaes JaoJar e j,rlildo Daal*
Madeirs. Tratoa-se de n^goctos importamos para
a sociial.'. Encorrog-se os traba 1 nos marcano-
se sesso para o da 13 do crreme para a adrais-
sai) dos novos socios.
LOTERA.A qae se ebn a renda a (WR'f
a beneficio da nova igreja de atossa Senhora Aa>
Peona, .qua corre no dia II.
LEIL.-Vil. -Conforme ssli anaanciado, effecwa
boje o ai.'.at- Pinto o leilo de a/oilio, rbraa.de
nro, pr.tnlo Porto e britbinMe,atado qaa o lei-
lo principiara ns 10 hora*.
A' i hura elT otua o mesmo ag ato o toiifio da
barca fr.tncaia S, Luiz era ftaate a As.oriseao,
Co nmercial, araanh (exta-camBlWder o mes-
mo agtni 1 piano, difler.uujs UWois, Ihbqi e v-
deos exi-ientes no segando andar tato sobrado da
ra do Baro da Victoria o. 65*.
PASiAKlROS.-Sabidos na va^or franat
Siniift, para os partos de su I :
Femando Alfonso Ferreira, FrafvVo F^viatf
ds Cautobee, Dr. Boojsoov Maatoal- Baft.ir^Jjd.
.uigusto de Pinh. Victoria, l>T..I,omqja)*oase Fsr-
rena, Car s Polliai, Jos J-iaqaim dwtva Maia.
CEMITER PUBLICO.-Qaiuano^nria 7 de
agosto :
Auna, f aboela, Pernomboco, 8 aanos, Santa Aa
Ionio ; i-cria externa.
Venceslao, pretoMPernamboeo, 24 auaos, -uUe.
ro, Boa-Vista ; bepatile.
R igerio II-i Irigui's de Aojo, pardo, J*eruaia>
buco 23 iniio-, solieira, Saab) Antoaroi;-vartol,
Mana Tuer.-za Pastora, parda,, Cpirt, 41 anaos,
k- 1.1' vi il i\tt\r\i(i riiPl 1
a *.
m OUtolUaVAbSA A FtA*C* ^M^L^l*&^^"^^\
L-se no Joraol Mktmm: raH O* .Wof*3'*a 1Wkibx *
i de 18 mms aafa aarl feto o
* A primeira repblica om d'Vatt
ao*
casida, Sania Antonio ; par .
Syrapbronio, pardo, Parnarabneo, 7 mexas, S.
Jos ; dcuticai.
Angelina Mara aa Concoieao, Pernambue>, 7* '
anuos, viuva, . Jos; auaxarea.
PUBLCAMELA FrSuT
N.4?5.-INDIG85TAOOUOTSPE['itA-r*nV' ;
enfermilade uaseiia t criada pela toxo da cfrwav-
eo. Ellas coostiiaem a peoaildade toiaoan pala
oatareta eni aoaoaqjacajaia da desoas** afaAs'
gencia. As n^taa. para o ir*ia*ilu deujaoles-
lla sao simple, e So anptieaveiOaratoW
casos. Conservo-se o ventre Hvtb, reiier
e vigor poraiJb^mlaamg'i, arefnia-ae va^a>
douitado, e antetof-w-baeoaopjta> -i
ra, Porm agora sifaim-so as go'yont
do eafermo: Como'a da a modo ^0
felio ? Onda exista 00 podort1 soadnitrl
craa ccaiaosa da nma,tlraaaVb forja
to, farmlaaaotom aamamsta aabea b.a>
Habaro-ha nos lejuaulss aUmt




**

SegiMs contraigo
5*3IBRTHERN.
da'
erva
20,000:000*000
8,000:000*0*)
M
*T
< C.
THE AUANCE BRIJSH A FOREIGN.
J||W^es,Ab9,eeidi
O gentes esta coaijaahta toenam seguros
eoatimo$jaaSbre predios,-feaeros faiendas
papal aqu premiaos devid i resale prorados.
Hat Sehmeltau & C
a TT/ vCMMIfiaQto'n. 15.
Compatmia
,*
I
l
de seguros contra
AGENTES
S. P. JbttxsToy & C;]
Una da 9enzala-nova a. 49.
M

SEGUMTCONTRA FOGQHk:
The Liverpool & Lon !pi ;.dt GHob i i m, el cera o pra* fi
Iusurance Compaoy.
Acontes :J
Sannders Brothers A C.
IICorp j SantoH.
t.ettfCIPl. 9 DB AGOSTO.
DE 1871.
AS 3 1,1 HORAS DA TARDR.
Gt.'lasfies officiaos.
Cambio sobra LiDires 90 d/v 24 d. por 1JOOO
(h >nlem e boj
Aljamio do jetft-f son626 rs. por lulo.
il. G. Siepple.
Presidente.
P. J. Pinto,
* Secretario.
ALFANOEGA
Rea limen! i 'do dia 1 a 8 .
dem do dia 9 -
"
301:21519:19
29:185J43U
'330:4ii*3f:!<
Voluntes
lovlmei: da a'Aaie^a.
entrados

cora
eom
azendas
gneros
Vslumes aahtJos
1284
coia fazeadas
coai gneros
187
1097
175
274
----- 449
Besearregam hoja 10 le agosto.
Patacho austracoPin S. farioba de ligo.
Barca ingleza AfajMotavanos gneros.
Barca foglezaRwmonifdem.
flarea ingtezSilvrt Stnanmercadoria?.
Despachos de exportaco no dia 7 de
agosto.
Para os portes do exterior.
No brigue nacional Pirtmga, para o Rio da
Prata", carregaram : f'ereira Carneiro & C. 100
pipas con 4,80J litros de eachaga.
No brigae portuguez Ar, para o Rio da Prata
carregaram : Am:rirn irmljs C. 230 barricas
com 28,079 kilis de assmar branco.
Na barca p>rlaiueza Social, para o Porto,
carregou : Joaquim J>s Gmgalves Bjltrlo 200
saceos com 13,000-kilos de familia do mandioca.
Para os portes do interior.
Na barcada S. Luiz, para a Tilla da Pentaa,
carregou : Bento de Freitas Guiraaraes 2 barris
com 492 litros d" oguardente e 2 barricas com
123 kilos de assuear.
Na barcaga Nova Aurora, para Macelo, car-
regou : Antonio Jos Gongalves 8 barricas com
120 litros de cerveja.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBDCO.
flendimeulo do dia 1 & 8 li:26S*02l
dem do dia 9 ... 547*244
Ra do.Calaboaco.
dem a. 18 #-- -M m ir
Ra io Amllm.^-
esfWWWO-WWosw- S*r*dede2 andares n. 26 .
Ra do Pilar.
Cas frrea o. 73 4v V "
Ra da Qlerra.
Gata terrea n. 61..... .,
Becco do Abreu.
Sobrado de 2 *adares n. (.
Ra do itera Fimem Ol no a.
Casa terrean.* 11 .- >-tmol
dem n. 12 ....
PATRIMONIO D06 OBPHAOS.
Rila da Ponte Vclba.
fias* terrea'?. 32.......
Ra da Guia.
(Van terreen. 27......
aera n. 23
U:812263
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendira ai > da dia 1 a 8 23:9071102
idem d dii 9'. ... 90t9
96:816*303
MOVIMENTO DO PORTO.
Nat'wt eMrv>s no dia 9.
ordeaux e portes Inlerpellos- 16 das, vapor
fraacez Sinih, de (903 toneladas, commandaate
Masa.'oet, eqoipagva lf7, carga diffjrentesjmer-
cadorias ; Tissef frre.
Nados sahidoi na mesmo dia.
AraeaiyHiate nacional Flor di Rio Grande, ea-
tJHao Miguel Arcbanjo da Costa; carga diffsreo-
tea g?oeroa.
Rio da Prata.Tapor francez Sindh, comman-
ante Massenet; carga p.irte da que tr>xe da
Earopa. __
DITAES.
L
eAi
guinta .
lila). 8r. uiz de paz 0 Bario do Livramento
eo niajor to Aelonio de Brito Bastos, ^uerem
tentar acclo ordinaria palo joizo especial do
commercio de.ta eidade cintra a mas-a fallida
de Feroandes Siepple da Silva, a .nmlhar deatl
D. Virginia Djbonrcq da Silva a ais herdairo
dos tullecidos Luiz Awavel DubaMM.% sot mu
Hjbt O. Maria Rrigida da Silva Dab.mrcq, dir.
havarem o pagamento,da quaotia de 14:087*980,
rs. importaocia de tres letras, seedo dlias de ra
10.000*000 cada ama, n ama de 4:087*980 rtJ
saccadas pelos Bopplieantaa e acattaa pelo dtto
Stepple, e sua logra alio vina. vencidas pela
superienceneia da qaebra, ilmWos juros stlpu
lados que se veneerem, para pagamento da* quaot
hypathecou o casal do itc fallido Steppl aa par-
tes das heranjas que tinha de baver de'aans pala
sogros Luiz Amavel Dultoorcq-e aua mulher de
quem provinda o debito a especialmaota aa parte*
das casas e sitio da Gapuoga, freguezia de Nosa
Ssnbora da Graca, ca*a a sitio do Chacn, Iregae-
tia^do Poco da Paneila, a trras da Barra a
Margeos do rio Prata, na canarca e Iregueaia^do
Bonito desia provincia, os ^uaes bens eei* alada
pro-indiviso, em posse dos referidos herdelros, e
cono seja necassario
liatorio! cerno mapda raavf'p'of iso VM os sap
ptieaMa< rcqaerer a V. S. qoa mande citara
herdeiro Luiz Amavel Daboureq, para a primeira
audiencia de.te juizo aflm de verem se pelos meios
conciliatorios querem pagar dita importancia com
a pana de proceder-se dos te/oos da concilia^ae
revelia ; assira come a mulher do ?upplicado
Swpple, D. Virginia, e sen irmlo ntmij Ama-
vel_ Djbourcq, para o mesmo flm, e como estes
estao auzentas cuja residencia nao sabida nem
eonaiecida.^arera os supi/Ueantes justifier dita
m elles -citadif por eartn
aBxadaaf -rila dj t-lil-
;ud V. S jalgar"n.*e.'-*aro
para a primeira audiencia deate juizo depois de
Qdp dito praNJ, e para o termas da' oonciliacao
actma drtu com pena de revelia : p>r isso reqoe-
cem os supplican:es V. S. que se drgne maodar
proceder a d ta jusiifl.Mca), e o mais na f rma re-
querida.Pede i V. S. deffarimtuto.E, R. M
ttecif-f, 22-de jolho de 1871.
Como procurador, Miguel Jos de Almetda Per-
nambuco.
Via-se a Mamp'lha de 400 rs. datada e-asig-
nada na forma da lei: pe > procurador cima
dito.
G)mo requer.Recite, 23 de julho. da 187. |'.
QiirnUiro.
Nada maTs se contiaha em dito original, a que
me rep'.irto e dou f
Recif', 2 do agosto de 1871.
Snbserevo e asjigrro. Recita, 2 Valoito de
1871 -Em f de ferJade O eicriv", Jaaqulm
da .Silva l .>.
Viaje a o^lamplllia Jt 400 rs, datada e*as9g-
oada pel-i es.aivo SUva'Rago.
Einviriaxlo do qifal despacho se prodadoo a
inquirigao da tniemunbas que depozerartl sobre
jurai.euto dos Santos EvarnelhcB a respailo da
auz'ncia'^ -iitorlpn d-< logat residencia dos
jusfieados D. Virgin-a Dubourcq da Silva, viuva
de Fernando Siepple da -Silva e Antonio Amavel
Oabourcq, e sendo ludo aoloado e preparado,
se'vieram os autos concusos, e por mita lides
nelles profer a sente'nca do ifredr segnloie :
Visto provar se pelo depoimento das testerau-
nhas de Mhas e-folhas, que os justificados 0. Vir-
ginia Dubourcq, mulher de Feraanlo Siepple da
Sil a e Antonio Amavel Dibourcq, se acham au-
zentes em lugar incerto e nao sabido ; hei por
jnsiifnaias as suas anzeneias.
O escrivi) passe os editaes com o praso de 30
das e pague os justificantes as costas.
Freguezia de Santo Antonio do Recife, 7 de
agosto de 1871.Antonio Bernardo Qninteiro.
Nada mais se continha era dita snteca, por
beov da qoal se fassam ;os jusiili."autes o pre-
seate edital eora o praso de 30 das, pelo qual se
chama e cita aos referidos justificados, paraquej
deatro de 30 dias compareeam por si ou por seo
bstanle porcurajor para *e proceder os termos
de conciliacao na forma da pelicao, e a qnalquer
outra pessoa, para qoe llie fa^a aabeir desta nova
citacao afim de que elle nao fique indefezo.
O porteiro deste juizo publicar esle nos loga-
res mais pblicos Gesta IVeguezfa e o affixar pas-
sando cerlidao em forma.
Dado e passade testa freguezia do Smtissimo
Sacrameato da Bairro de Santo aiUouio da eidade
o Re^ife, provluaia de> Pernambaco, aos 7 de
agosto de 1871.
En, J.aquim da Silva R^go.'escrivao que es-
crevi.Antonio Bernardo Oioteiro
Eava o presente edital sellado com estampi-
lla de 400 r.-. e inutilisa'la na forma da lei. Ao
sello 300 is., valba sem sello ex causa.Qain-
teiro.
Nada mais se continha em dito original a que
me reporto e dou f.
R^cife, 7 de agosto de 1871.
Subscrevo a-assigno em f de verdde O es-
crivao, Joaquim da Silva Rsgo.
0 Dr. Sebasliao do Reg Barros de Lacer-
da, jaiz de direito especial do commer-
cio desta eidade do Recife de Porbambuco
por S. M. I., ele.
Fago saber pelopreseute que nos termos do art.
." do decreto n. 1693 de 14 de setembro de 1869,
dentro do praso de30 dias contados di publicacao
deste edital, recebar este Juizo propostas por
cartas fechadas para a arrematadlo por venda da
escravt de nome Libania, edr parda, com trinta
aonos de idade poaco mais ou menos, do servico
domestico, demostrando ser sffeclada dos pulmoea
avaliada dita escrava por 800*000, a qual lora
penhorada por execucSo de Loureiro & l. eontra
Francisco Xavier Cavalcante L-ns e se ach.a dita
escrava depositada em mo do mesmo exeeutado
morador a ra de Marailio Das, outr'ora Direita,
n. 112. *
E para constar mande! passar o presente edital
que ser publicado pela impreasa e afflxado nos
lugares do costnme.
Dado e passado n'esta eidade do Recife de Par-
nambuco ans 7 de agosto fie 1871.
Rece, 7 de agosto de 1871.Manoel Marta Ro-
drigue* do Nascimento.
^bastido do Reg Barros de Lacerda.
Wieetaordis do Recr ntida fJTer publico .
aa sala h suas sesse*. ae dia 4 a el de agritto
aalaa tetaras da tarde, tan* da aer arremt Jos
aqwuaquat vaoiagjus efferecer,. pelo laaapo de1
'-) a UiNMani, as rendas
a oecrarados
ESPABEtEClMENTOS DE GARIDADE.
Roa larga do Rosarle.
L*}a do iBUradQ n 54.....180*(JOO
Tfvessa de S. Pedro.
Cana tef*e*a.-8......
ROa do Prdre Florianno.
Gaaa terrea .-. .' *V''.
Cataterwa n.**. .... 201*000
- Ra das Calcadas.
Gaterrean.-32. 0 a
01>r. Francisco de Garvalfto Soares BrandSo Juiz
dw orphaos e auzentes da eidade do Recife e
sea termo, por S. M. o Imperador que Dea*
fbarda etc.
Faoo aafcer a quem o eonhecimeoto desta per-
uaeer qa a requerimento do baeharel Zeferioo
de Almelaa'Pinlo, Inventariaote dos bens que ftca-
ram por fallecimento de san irmao Joaquim de Al-
meida Pinto, em conse.jueacia d-i que determina
o fecMe o. lj de 15 de setembro de 1869, slo
convifl|os pele presente qtraesqner licitantes que
queiram arrsmattar o* escravos.
Fattna, eraou!, preta, de 44 aonos de idade,
aiaeraic^^maMrco, por 800*000
Cachara)*, prai, cpeoola, com 18 annos, a qual
'prende a co*er a sadia, filba de Fabiaoa, por
. W#000. .
Brgida, oral l, areeola, fllha da referida Fabia-
a*, a qual f.ii aaaltada de estupor e padece das
goaoeaa daata, da 7. anuos de idade, por
Balbins, preta creoole de 4 anuo de idade,
a^rvreo aoaiesteo, pot 00*000. -
Vletoria, preta ereoaja, fliha de Balbina de 1
aaaos de idade, ada, i aereada a coser, por... .
4:000*000.
Antonio, creoulo, pardo, a* 12 aonos de idade,
4e aarviQo domestico ede roa aoffre de molestia de
or 180)000, periencentes ao expolio
i finada, aoresentartm sois propostis ao
i doas audiencias a contar da data deste,
8*s * audiencias dos1 auditorios da prlnni-
tacia deata'eidade no* dias em que costa-
'aaidlnciasaos feltose partes.
liotes quered do poderlo ver os precita-
na ea?* da residencia' do Intenta-
rel^irino de A'nreida Pinto, I roa
oairio n. 10, fregaeria de 9ar Asta-
OECLARACOES.
SANTA CASA DA
lUGORDUa recipe.
'Mil^ ^oMtXia^S
9^3 B. vteadaira a pluaa para o *far de
s-iaafcao Mcaaa Viaro oo. fcaoaa-Ayre ean-
oaaiairdeaBiDa 1 porto, O maaaje aasproaaria
R**eBH* eo Norta, t* ee p**) aa WI.
603*000
148M0O
203*000
-X
360(W
146*006-
. 193*000
Ra dt 8. Jore.
Casa (arrea n. 94.......240^000
Ra da Sauzal* vellu.
dem n. 1. 6.......208*fl00.
Ra do Mar.
Casa terrea n.' 101 ... 205*000
dem o. 99 .... 360i)00
Os ptetendentes daverao apresentae no acto da
irretnafacao as stfaj fianc-as, ou comparecer*J
jcompaotiaTs ^> respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa do Misericordia do Be
sie, 26 de juubo 4 1871.
O escrivio, . ,
Pedro Bodrtguts de Souza.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
Anima, junla ad-ninislradva & -santa casa d*
misericordia do Recife tenJWaiHiMi'Hroir o pre-
dio qneotasu* e palrimonio Tos eilabebJBjmenlos
! earidan-1 i ru*a Mueda.'epm aojs'alWAre* e
s#ao, trafYmtdo-c em c^W a^nin> jjt lar
)Ui cobtetihl dons'armazens, um no'pialmsnto
terreo e ouiro no -i lirado, ees praios ns. 2 e 13
Ja ra do Bnrgo, pre<:isa cfHTtr*r -ea* obras
:om quem por meno< prego se quizer encarreflar
le elkctua las, poden lo seren protealaoos os
.ii.eriae* que ftrera lirados dos amigos pfedlos
i iulgados era bom estado.
Os pretendentes dever" apresentar as suas pro-
ponas em cartas fecuades, com dedartfoio d m-
nimo porque fizem cada ama das indicadas obras.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cife 21 de julho de 1871. v
0 escrivio,
Pedro Rodrigaes de'Suz.
i '** e-vl eoeetia lo-a* Oraa
si do J. U. Graf & C, ate- NJt*-
Norte) recebena-ser
to Prx><>|UMlff
do brigue Injflez
IB ea-
4<>
e agos-
ta carga
toneladas 04
euuuu
Para
* carga
frete
Joaqai
eos dias cm
que receba a
consignatario
roa do Com-
COAfPANHIA -PERNAMBIJCANA
aregaeao nstfelra por Tapor
MaceJ, escalas, Pened e Aracajti.
TJ vapor Gigmij comman-
dante Macedo, seguir para os
aurlo* cima no da 14 do cor-
rente as 5 horas da tarde.
Recebe carga at o da 12,
ancoro menaas, passagens e di-
afeeiro a frete al as 2 h >ras da larde do dia da
sahida : no eseriptorio do Forte do Maltes o. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
a DB
%avegar>ifi eostelra por Tapor.
Parthrba, Nata'., Maco, Mossor, Ara-
catj, Cear, Maudab, Acarac e
I
1*0*000
302*000.
2tl*(4b
240*000
4oo*oooj.;' Jfes-'egM'ies 'ffiMHtm?S.
No di* II do oorwala nez -aspera-se dos por
*&> de-safe vapor-/fttpceE Antmonr, aommandanl
Joret, o 'quat depor da demora dd costme
WCTlri'para Bordos, tocandj em D.akir (Gfe)
Proa3ie3es, fretes e pawag'Qs, lata-sen
gaenciia, rea do Cummercic n. 9.

aw
BAHA

O pslhat ote aaeion^l Q&ibaidi, capillo Gulo-
dio Jiie Vianoa Jt^ue para o pono tciina com a
maidr torevirtade posstv.d, recebe arg a fres : a
tratai com Tisso Ino.s & C, rba do Amorim
nomeron, 37.
le Sobralen-
na carga a
ra da
>,#***
aaer Parahupa ornraanAan
te Oliveira, Seguir para os por-
tos cima no dia 14 do correnti
as 8 horas da tarde. Recebe c*r
a at o dia 12, eucommenda.-.
aaiiageiroa a dlnbeiro a frete at a* I hora* di
.arde do da 4a sabida :- aseraptorio no Forte di
Hattoan.ll
.
----------------.
Companhia americana c brasilei-
ra de papeles a vapor.
At* dia 18 do oorreflta e esperado de New-
York por S. Thomaz 6 Para o vapor ame-
ricano Merrimvck, o qaal depois da demora do
cosame seguir para os portos do sl.
Para'fretes e passagens, trata-sa com os agen-
tes Heury Forster &C., ra do Commercio.. 8.
' "i'..... aa
LE11CES.
"Navio a Vttda.
Vende-sa i velleira pirca brasHelta Flccfln, do
contfucgar ametfcaria'; Tortada e ma-treadade
nnvo pra rferfeitd e?tado e pnrup*ta navegar. Os
pfretendentes bndem exafhina-la aneoradodro
em fenlo ao trapiche ILro do Livramento. O
capM|ai, a-ioordoj.dara.os precu#l eitlaredimentos
e coiico.'s da venda.
4-^
Companhia Bfasilmrad Puque
' (bS
aporii-\ .
Maeo.)
A directora da dohrpauhia no Rio da Janeiro,
recebe pro,wsias para a voula di todo o seu ma-
terial, qdefxj, qur UiMuante, os pretendentes
podam-se dirigir para iflforaagoos aos-ageates da
L'OHip'ohia. ra di Bom J -u> n. 37, escrip'torio de
Amonio Luiz de ff*efra-A"zevedi & C.

f
*T* s-.
o
B
M
(A
v-1* I* 1* tC 1*
*>>
!SS31S
a
-r-
?
5 ^
> >
i
i
o i
ID
03
ex
urata-foira 10 de irgosto
PRIMEIBA RECTTJ
DB
FftAtlHSGO TABOBDA'E HBSRIQUE NDRS
PROGRAMMA
1." PARTE.
OADROS DE LISBOA
Por -H. Nunes.
2. PARTE.
Por F. Taborda.
3.' PARTE.
oostar mande! passar o presente qoe
ade nos logare* da cosame e publicado
reas*.
*>paM4o neit eidade do Recito de Per-
naaboco, ao* 8 le agosto de I87i.
O Dr. Armmio Coriolano Ta vares dos Ssots, julz
munisipal da 2' vara desta eidado do Recife, por
S. M. I. e C. etc.
Fago saber em como por este juizo crreme
pendemuns autos de libello, por liberdade de Ro-
sa, a mulatioha Hara, por sea carador e reas D.
Francisca de Lana Freir Santos, e sea marido Pe-
dro Joaquira Gomes Perraz, e proseguiodo-se aos
termos, v se* dos autos a-peticao-do toer se-
guate :
film. Sr. Dr. jaiz roaaietpal da 2" v*ra.Diz a
meoor libertanda Maria por sea cqrador, que qaer
fazer citar a Pedro Joaquim Gomes Ferraz, mari-
do de sua supposta seohora D. Francisca de Luna
Freir Santos, da qual est separado e em la-
gar ineerto, para responder aos termos de orna
aecao em qoe a supplicaete pretende pedir que
seja reconhecila toa liberdade, porque como ja
te disse, o supplicado est em lagar incerto e nao
sabido, qaer a lopplleante cita-lo por carta de edi-
to*, por Uso- vem aeqaerer a V. 3., digne-se de
j.marctr dia e bora-em que a *opplicaota deve pro-
uzr a juatiflcaclo da auseaela- do sopolicado,
ajitffl de que tenhara logaros dentis termos daei-
ue*o reqoerida (escrivio Motta)'. Pede- a V.' 8
daterimenUK-E.R. M.O curador CarvaltwlToa-
ajE mais se nao continha na dita policio, n
qual del o despacho seguinte : Gomo reqaer, de-
signado dia e bora pelo eicrivo. Recife 29- de
novambro de 1870.ArmlotoTavares.
Km virtade do que. pro luzidas ar terteraauha*
e subindo-me as-aotos conclusos, del a aeatens
do theor segointe :
U-i por justificada a aasenera'de aapplicado Pe-
dro Joaquira Gimes Ferraz, alientos os depoimen tos
das testemaiibas de \. a fls. e mando que aoja o
SSBMibo ciudo pela forma pedida a a<. 11, paga*
aavaoaut. Recife 29 demarcad 1871.Armiara-
Conulano Tarares dos Santos. B raaaa- se, > ai
ennha em dita sentenca, por forra do- que- ti
escrivio qoa esta aab-crevea, maadoa pasaar, *rf
presente carta de editos com o praso de '90 das,
pela qual o sen theor cito e bei par citado ao te-
Quadros do Porto
Por H. Nunes.
4.' PARTE.
AMOR PELOS CABELLOS
Po7 F. Tahcrda
5" PARTE.
Quadros de BiYga
Por H. Nunes.
Os bilhetes acham se desde j a disposicao do
pablico no eseriptorio do theatro, pelos precos se-
guiotes :
Camarotes de frente com 6 entradas 14*000
Ditos de lado cora 5 entradas 10*000
Cadeiras 3*000
Piata 1*000
Principiar s 8 Cf2 horas.
THEATRO
ZARZLELA IIESPUIMl
NO
CAMPO DAS PR1NCEZAS
.UUIIM H~^ I* M
l l i C -J * ~J UlOS-J!
s
-- - M- I*. . y* .
s
p
003 e^' O 00*4 ^
t-araraa- aa*> ^ *. _J^ .*- #^ a*> .
itrXt>**^**SOO*ai>i4.-ta'i-2
a m"
g tg -^PQ
ii -i i ii c -
2
cco> o>o *
Z: nt a> X IV t <3> ttrj* oa,K
t
m
ex otea
ii>- Ol~JOO>*C^
""Ss-
o
os
g
5
o
o
m
Vi
i
i*
i
OS OOOJ
TONELADAS
i,, INGLGZAS
3j______
ip- go --o to * -. i<*j*
TRIPOLAgAO

B
as
as
W
9
De obra de ouro com briltoante, coral e
pedras preciosas^ raft* ..
O&ra de rjrata, relogii de oure e prata;
Q ind-feira 10 do correte
'Por iafcve'ica do acentt pinto.
em seues'riplorio & ra da Cruz n. 38.
do sobrado d<* dous andares e sollo silo no
largo do Carreo n. 18.
Qoinr-feira 10 do Correte s 10 horas.
O agente Pinto, legalntente aatonsade, levar
le i I ao o sobrado do largo do Garmo n. 18, com 18
palmos de frente e 83 de fundo, quintal murado e
perllo que d sabida para a camboa do Carino.
O leilo ser effectudo s 10 horas do dia ci-
ma dito, no eseriptorio do referido ageute, ra da
Cruz n. 38.
LEIliO
DB
PREDIOS
DO.
casco' Oyj.A^r. s e mate
cTjetfsufio da baroLfawcjB-
za S. LAuz
Quinta-feira }9 aVooirnitrj 1 bora da lardev
em frente 'i ssoelie) Commercial.
L J. Ca'rifcan. espillo d*bro fraiieeaaS. Luiz,
nlHiameaU enerad i eate porto, oade fi
Ifgalmentecondemoada ; fir leila {a 1f*J*ti ao
leve logar hontenr 9 ib .arrete et"aaeqaeoeiar
d ehegada do paquete.da Earrt) 'taartoiori**-
?ao do Sr. consol de Ffte, m i>reMa|h de sea
chanceller, com Beflc* dt* be. inapaator d al
famlega e em pvtJteaca de om aliprgado 4
me.-ma repsrtlcae p*r* o fl< twwiea*;''por inssr-
venclo-do' agent'e Pinte d> V*- quem perteoeer, de ca co, Sjame, rntairts ensaia
accessorios da dita barca, tfct djoaf se cha fna-
diada. *"
O leilo ser effectowdo i M h.-ran dia dia aei-
ma dito, em frente Asaoeiacta Gomri*srelal.
visos mm
1 -----T-i"- 'V
Aloga seo 4 andar do obrarte a roa da
Seozala-nova n. 30 para poaaa lanktliav eostead
1 sala. 3 qaarto, cozmha e daapena*. V
o 2" andar na ra Ihio j^tetera . 38 : a
tratar na loja dofnesroo. k _JT_______
Precisa-se eS nrn eogenba \{$ ***u ei***
de de urna senhora b ioeu e, 6f^e- V19 M
eucanegue da ^&jJmIA esT1 <3t uiU tu>'
mwn viuvoe trajedjf eWr^'--' 4n aljamas me-
na, ou lmente da aimnisfraQlo ira casafcBre-
fertode-te esiraageir* : quoa *e jalg^'habilitada
para ambts < s ser vico* oa para o oUii,kj,-- Wialja-se
eo pateo de S. Pedro a. 6, 2* anlar, uH adiar
com qiiem tratar,_____________"'
m ata #p, f*'ai Flls.
J
Detallar i tul* *Mieai>i|l ->*-
Se eeotiat* ova daa<;a
Pai Flix, t tomas pra-+--
f
Por teres quairo vincos
Pencas qne'ccb i poms
Queira Deus. meo re dos'lfl
Nao rebenia a fuvoada 4 |
c a .. i r. ft
Ero vez de uicll-res as vent;,!,
Aonde alo s chamado ,
Va i amarrar toa csrtW, T'**J *f'-
Dtixa.de ser de-c irado 1
* i t ^t *W
Que tena tu que a usnea -v .JTL-
Namore com quem quizer'? '
Pode acasouoi bicho biate' p<,(,4>r>l
Dar leis d'amor ailier T


Psra qno *fs farpadas,
En quem passa musa ra .
Tens temor de que t mubenf '
A aoiva quo nu 6 la ? '
E's mui'brnt, Pai Pelix,
Vaijcuidar n'outio wrvio ;
Larga o of:io d.'moleque'
Puis tenslidade para sao 1
r a* i>4
Cl
Vai azeiundo eaiaa bichas
Que moram pareJe-mtia,
Destrancando a carapiana
A cara de la ebeia I
P5e-te, pols, dorante o dia,
Da jone:la no caOtlnbo ;
A dar copselhosde frade
Em troca d'algflm bcijiuho I

8oforessaleotes, existentes no trapiche da Ca
chorra, no Rio de Janeiro.
Offlcinas, dem.
Trapiche na ebiohorra, idem.
EmbarcacSes diversas.
Terreno, ha Saude, dem. r
Dito ao Cear.
Morlona, no R o de Janeiro.
Estrado, no Maralo.
Y Boias.
Caarea, no Rio'da Janeiro.
COMPANHIA
SEXTA-FEIRJ 11 DO CORRENTE.
Concert em grande gala cora a presenca de S.
Exc. o Sr. rice-presidente da prerriocia e offereci-
do e.-peciahneate ao bello sexo- peroambucano,
pelo pianista
Thomaz Rodenas
Com o concurso da companhia aarzuella heipa-
,abela; dos disiacti tfofeare,s Jt'Poppe, Salas-
liane, que graciosamente se prestaran!.
Logo qoa cbeaar S. Exc. o Sr. vice^taresiaeote,
B orchestra esecaiat os byonoe nacioaal a aca-
demeo, par aer o aoaiversario da iasteRacao des
carao* jurdicos do imperio.
r regr*rania.
s prte.
A multo iateressante zarzuella oroada de m-
sica:
vapor
Poppe_a rtdeois.
ar pane.
1* donde oavertora de Rossini, pelo Srsv J.
Phantasia para ffauta, pero Sr: Salusli
3 Norma de tell, pelo Sr. Rodena*.
3.a paria.
4* Romanza, castada pela Sra. Castillo.
5. ll-Tiwtor de'Liat, p^Hr Sr. Rodeo**.
4.' Sau saaaa, graada polka aciaa*Ha 4a Go-
,tbalck, aaeeauda dous pioa*Hpek) Sr*. oatie
e Rodena*.
?.pirte: gfcl
A ekitfc)*a, uritella-
PERNAMBUCANA
D
Navegando costeira por
ai a ni aa*^ aape.
O vaper Contrvpe, com-
mandaate Silva, seguir
para o porto cima no
da 12 do crrante bB
horas da tarde.
Recebe' carga, encor-
meadas, passgeirs e djnheiro a frete at as 2
horas da tarde do dia* de sua sabida : eseriptorio
no Forte da Mattos a. 12.
Em chaos proprios.
Urna- casa na roa do ftangel n. 51.
Urna dita na roa da fYaia n. 50.
Urna dita aa merma rva n. 52.
Uoa dita pa ra da t'raia (velha 14/16 e
Urna badeja de prata.
Qainta-feira 10 do corrente, s 11 horas.
O agente Pinto levar leilo, a requerimento
do testamenteiro e.inventarame dos bens do Ua-
do comraendador Thomaz de Aquino Fonseca, e
por mandado do Illra. Sr. Dr. juiz de orphlos, os
predios cima ditos, pertencentes aquello casal. O
leilo- ser efTectuado s 11 horas do dia cima
dito, no eseriptorio do referido agent, 'a ra da
Crnz a. 38.
6 duzias
H
DE
de frascos' cora
Ayej.
salsa parrilba de
Qinta-feira iO do Jrrente.
A'S 11 HORAS.
Por inlervencao do ageo*s Pinto e -por coala e
risco de qaem pertencer. No eseriptorio do dito
agente i ra da^ruz n. 38.
LEILO
DE
Movis, louqa, vitfros e orystaes,
Sexta-feira II do-correte
Por fntervenclo o*e agente Pinto.
Na 2 andar do sobrado da ra do Bro da Vic-
toria.
Leilo
DE
COttPAXIIIl
DE
Navegabas Brasileira
At o da 13
esperado dos porto* 4o norte i. 45.
o vapdr JtKlota aoBvasaadante
Btoeor, '00*1 depois db derao
rado cestum* i*jr parvos
Desde jrecebem-se paeaafeiros a eofaja-se *
carga Me o vapor poder coadnair, a qoal deveit
ser embarcada no ala d sua ehegada, eacosa-
nea^eaoelrtoa frete atis 2 horas 4a tar
de sa* sabida.
Rao se recebem eono eaeoowendas sealo ot>-
j setos de pequeo valor, e qneaae eseedam a 2 ;
arrobas de peso ou oite palillos cabicos de medi"-
cao. Tuda qoe passar deates limite* dever sel
embarcada eamo carga.
PreviaiSaaj bis SVs. puaageiro* que anas passa
gaaa ao aa< VeealtMl
merclo o. 8.
' UVA " '.....i*
Movis, Iouca, e vidros
A SABER :
1 piano francez, 1 mooilia de Jacaranda com 1
sofcV, 1 jardioeira, 2 coneellos, 2 cadeiras de bra-
cos e la de gnarnigao, 4 jarros pira flores, casti-
gaos e mangas, enfeites de meza, tapetes, 1 secre-
fatia di mogno, 1 carteira, 1 estojo rico, quadros
com personogens e uutros arligos de sala.
. C eama franceza, 1 guarda-vestidos com espe-
Iho, 2 guarda -roupas, 1 cama de fc-rro, 1 lavatorio
e perejeces, f commoda e 1 marqneza.
t cabides, 2 qoartinheiras,' 2 appsradores e 1
reparti proprio para jardun, todo de ferr e de
gosto moderno, e 1 relogio americano.
t meza' de jamar, 1 guarda Iouca, 2 amparado-
res, 1' sof e 8 cadeiras de janeo, 1 apparelho de
loaca para jantar, dito para almoco, copos, eanc,
campeteins, garrafas e muitos outres objaetoe.
Sexia-feira 11 do correte.
No 2* andar do sobrado da ra Nova n. 88.
O agenfc Pinto*retir *1ell*> ao dia 11 do cor-
rente, os movis" 6 dSts oBJectOS cima deseflptos
de Correte, ' istentes nfl Candar do sobrado da ra Nota

. ttsid
4h
Mas nao bulas com quem pasea
(Esf uta bem mea conselho)
Vai cuidar na loa vida I
Pois quem te avisa um velbo I
Antes de fallares de ontro,
Tua bocea vai lavar;
Pois qnem lem a roupa soja,
De nioguem pJe fallar !
Mas se tens perdido o brio,
O remedio um chicote
Cora qne as bstas em Min;.<
AprenJera a andar a trole I
Por hoje Acarnos nisto,
Mas se de novo voltar,
Ters mosquitos por cordal,
Mais bonito has de flear I
- *.
Gabinete Portu^uez de Lei-
tura
(aSSEMBLA GERAL)
Convide pelo presente os Srs. socios elfectivos
para a segunda sessao da assemb'a geral ordina-
ria, que ter lugar domingo 13 do vigente pelas
11 boras do dia, adra de se eleger o futuro cease-
Iho deliberativo e commi.so de exima de costas.
Secretaria1 do Gabinete Portoguez de Leitura em
Peroambnco, 9-de agosto de 1871.
A. J. Borges Costa,
2 . secreiaro.
O leilo principiar s 10 boras.
Um sobrado de' 4 andares n. 14 ,
la raa do yopre.
_ O agente Martins fari lerlli a-Wotiertmento db
a assela, aturdo Comf AdelaWe Gd de Mattos Lemos, inwntarlantb
4o b*b* oe ft^aram por mar do ecmnwoaasor
1 Tbio Pinto de Lemos e por. difpacho do film. Sr.
Dr.laltdaorpblos. do sebtado d#4 andares d
roa tkVTarr-s n. *4, e adfcade tT teiteno pro-
i, perteceata ao aa Sabido 11 do corrate.
\Mgmu 9$cM a toa para de taacartapmaatn caima.
do Olala, s 11 horas do da
' Alug-se-un moleqie
Qoaisudo n. 2.
a tri.ur


Jeroiiyma-
Ausentoo-se da casa de rea senbor em dias do
mezde agosto do anno passade, a escrava Jerony-
ma, cabra, com oseigaaes segurlas : alta, espa-
dada, com marcas de bexigas, b'lcos grossos e
com os dente3 superiores podres e faltos, asa de
amarrar os cabellos e traj i bem : qoom a deseo-
brir e levar roa do Pires a. 3!, teri,a graiiBca-
clo de cera mil rtis. _______ _______^_
O &r. Jos Isidoro Pereira dos rleis teta urna
carta aa roa do Vigario n. 19, vinca da Europa.
m mas a* Precisa-se de nmi ama na roa
iom.lTjl.im. estreita do Rcsario b. 28._______
COMPANHtA
BEBERIBE
S5o novameole convidadw os Srs. accio-
nistas desta companhia a se rennirem eta
assembla geral extraordinaria no dia 12
de agosto (do aorrente mez)^otneio dia
oo eseriptorio da mesma, roa doCabaga d.
16, para de cooformidade com o 3'do
artigo 47 dos estatutos deliberar-se sobre
o parecer da commisslo flseal de cootas da
mesma companbia; deveDdo-seprevetiirqoa
nao Vendo os Srs. accionistas comparecido
em oomero legal na Ia raoDtSo convocada
para o dia 31 do mer prximo fiado reaii-
sar se-ba a assembla geral can o noBaro
de accionistas' que comparecer aa nova ren-
ni3o para a qoal fic'am cootidados, segoa-
do acba-se prescripto do artigo 3 dos re-
feridos estatutos. ..
Becriptorio-da companbia do Beberrae,
9 de agosto de 1871. "
O seorafario.
Joa Honorio Bizerta de Ij/meies.
~ TR1LHOS URB.\NS
DO
Eecife & Olinda
e teberib^.
Previne-se aos senbores accionistas da caenpa-
obia dos trilbos urbanos do Recife a Olindi e ge-
beribe, opie a s>ssao da assembla geral sobre a
reforma dos estatutos coalio* era seas trabillas
io dia 18 do correte, pela* 11 horas 4a muhia,
sendo a reoniao ao mesma lugar dos asnuados
anteriores.
O i* seoretaric,
Lnu Lapas Cas te II o Branco.
SFrafte



Dimti* d fniunlko
mil
Quinta
eir
te

Ag^io u un.
Precias as na
rato, na do* ebagadaa te pooco 4a Europa,;e
urna mtnit le asis iiate, par pan-
! a MHr aa faarlea4e a acardo
Attenpo
totio o sobrado te roa do Raa-
yi; a tratar y raa a Praia n. 34.____________
Wedn-M te ata coaheiro: ao hotel te
na te Santa Rita Nota a. I.
Obsequio
i aos atetaos declarados lema a bonda-
te rir na ra DireKa n. 53, a negocio de seos
Joe Francisco aa Mallos
Tnoiaaz Mas te Souto
Majes! te Cuate Flg uelredo.
late Jes* te Osla Santos.
tete Gaetaao T. de Soasa .
latala Rodrigaes Hartias Perreira
AstesMo Martias te Soasa Campos
raaeiteo de Sallo 6. Cunha
MUitoJo*e Cortbo
Irises te Silva Santos
AVISO
lio
tesaaiateeito aaaoa, e
flbo M aeaava no es aesta

c
Mtfael Estoves Altes
Jos Teixeira Leite
Aatooio Jos te Oliveira Braga
Sae Ribeiro Guimaries
Praacisce Vaa Parara
Jee OeaeaWes Perreira Rosa
Antonio Jp> Das da Silva
Afoetiaho Praacisco Gomes
Jote Baathu da Silva
JoetFaaaiaat
Aaasueio los da Costa
Docnmg s Jase Pereira da Costa
Manotl Palta
Pergealhto da Aquino Ponceca
Cairla Pinto de Lemos
eraido Corres Lima
Loo renco Uoii das Naves
Jos Bernardo de Soasa
Viata e Maoel Joaqqim Pereira
Heecae-se aropostas -para a compra da botl-
ca te fallecido Joaqaim de Almeida Piolo, at o
ate te correnie mes, roa dos Quarteis n. 10
frHneJro andar, e no cartorio do Sr. escribi Bri-
se, onde os pretendeotes encontrarte o balaoco.
Lisboa e Porto.
Saca Joaqaim Rodrigues Tavares de Mello
praca te Corpo Santo n 17, I* andar.
na
m
Precisa se de orna ama para todo
o servico de casa de ponca familia,
piefere-se preta de meia idade : na
roa da mperatriz n. 40, loja.
Mo Jos de Ca valho Muraos, liqoida-
UrJo da extiocla firma de Paes de Melh &
C, roga a todos os devedores da mencio-
nada arma, qor desta praga, qnr de lora,
quetram mandar salisfazer seus dbitos
toja da roa do Duque de Caxias o. 55, (oo-
tr'ora Qoeimado), e desde j declara que
todo aqoelle que o nao fizer pelos meios
amigaveis ter de faze lo jodicialmeote.
Precisa se de orna ama ou um menino, para
casa te ama pessoa, sendo ama para comprar, co-
sobar aengammar, e o menino para comprar :
roa Estrella do Rosario n. 11, 1* andar.
de OUveir*,esubtleetoaa praca de teste Cruz antro, laasaaa
a k, esaataaeo alto esaatie na sna loaior teunfa-
e te titas acoras aeeu praca eaWa'alla,
remede presente pedir todos oa develares do
dito espolio que quaato antes tenteos ajanar e
saldar s soas eontaa, atea te etter iaeoeamodos
e tespessi, e previaeai aos mesmos tejedores tan-
to te auo oosm te anca, para aoe ate pa-
gos conu algusaa ao x-caixetro te 4H6 gMo, Antonio Maaoel Machado Colbo (como al-
gttas ja o Oleran)), sea pena de pagaran) segante
ves, visto qoe o ato Caobo, tepois te motte do
referido Virginio, ate iem autorisaclo algama
aa tallan.
Recife 19 de junta te 4871.
Gama Silta Brito.
Na praca da Indepeadeocla n. 33 se d di-
eaeiro sobre peafeorea te oaro, prau e pedras
preciosas, se ja qual for a qoantia ; e na meama
casa se compra e teade ajelos de ooro e prat;
igualmente as faz toda* qualnaer-oara te eo-
eoasmenda, todo e qoalqaer coacert Mtenle a
mesma arte.
CASAS
Alaga-se o primeirq, egundo andares e sobre-
solio da casa n. 6, cita a roa te Litraneato :
tratar na loja do mesmo predio.
: Botica popular
roa da mperatriz a. 77, precisa-se contratar am
oficial de pharmacia.
Msnoel Martmbo Al ves Garcia tai 4 Parto
al, e deiza por ara preearador o Sr. Jeronymo
oaqoim Piou te Oliveira. ______________
Moieqae
Precisase alagar nm manque de idade de II a
18 annos: na roa da Cadela do Recife n. 11.
Precisa-se de am caizeiro de 11 a 14 annos,
com pratica de taberna, qoe seja portagoez : do
pateo do Terco n. 81._________________________
Aluga-se as casas n. 1, 3, 7, , 11, e 13,
dentro do portao n. 9, na ra Pormosa: i tratar
na roa de Hortas n. 106.
Precisa-se de orna ama litro oa escrata,
para o servico de eozinha; tratar na ra da
Madre de Deas n. 5, t* andar.
_ >i__M~iH_M___ 0IHM _
s
Medico
O Dr. Villas Boas mndoo-se da praca
do Conde d'Eu n, , para a roa do Hos-
picio n 35.
Pechincha
Alaga-se verdadeiras bichas
Jralo precc que admira : na
15, loja de barbeiro.
de Hamburgo por
roa do Rangel n.
Aluga-se
Araga-se um mulato copeiro e bolieiro
a tratar na roa Nuva o. 43.
DOCUMENTOS IMPORTANl'BS
Limites do eegenho Santa Cruz do Termo de
Barreiros, reconhecidos pelo proprio Se-
hor do Engenko.
Ilrms. Srs. Memoros da Assembla Legislativa
Frotincial. Diz Francisco Affonso de Mello, pro
pr etaji> e resi lente no seu Eugenio denominado
Santa Cruz, que nao obstante ser o sea dito Erige
abo sito no'ti-incto do termo da vil'a de Barrei
na testa provincia por se ochar quem do riacho
Jodo Mulato, continuacao do rio Piraanunga, que
como se sabe, ser ?inca das Alagoas, suceda que a< autoridades
nao .- civeis como e^clesiasticas da dita provincia
tes Alagoas sen a menor razio e fundamento le-
gitimo lera procurado sujeiur o supplicanle i
aquella j uisdicgo. no que nao couvindo o soppli-
caote, ntf ser Ihe isto niuito ioeommodo, recorreu
ao Exea. Presidente desta Provincia e Prelado oo
cesano, que atteudendo ao supplibante em vista
tes va lio-os dcumenios juntos com que instruio
seu requtrimento, sedigaaram de declarar, por
tespacno de .'!' de novembro e i* de dezembro do
anuo putximy panado, que i engenho do suppli
cante devera considerar-se pertencente frrgne
aia de Barreiros, a por conseguiol; sujeito o sup
pilcante juri;di:c>o eivil e ecclesiastrta desta
roviocia, al ulterior delib-racao desta assem-
lea, documento n. I, deliberacao qoe o sapplicai-
te vito in-tanten.onto implorar, pediodo qoe de
efeteia um acto legislativo no sentido daqoellas
teM;6>* Undcnte imptdi qu^ o mesmo >uppli-
eante cootnue a ser coagido cumprir deveres e
obrig-ti."'- nara com a jueiica civil e eeclesiastica
te Porto >',;,i ,o, da referida protinci i das Alagjas,
coojo acaba anda de sacceder, soffrendo ba pou
eoan sejaeslro por motivo < e inventario, como
te Doticia o documento sob n 2. Nestes termos,
pede esta illnstre Assembla s digne de assim
fenr-lheE. R. Me.
Rerife 23 de mateo de 1871.
Fr*iaci?o Affonso de Mello.
Drcumoto o. 1.
iiim. Exm. Sr. Presidente.D>z Francisco Affon-
so de Meilo, propnetari) do Engenho denomiuado
Sania Jrnz, simado na jursdiccao do termo le
Barr iros, um dos municipios de.'ta provincia, qoe
fkaado) aquella eat propriedade na extrema, onde
se toca o territorio desta provincia c m em Hurlo Calvo, se taz preciso a bem de sen
reito e ja ti :a, que o goterno de V. Ezc. se oig-
ne declarar por expressa decido pertencer a mes
ma propriedade do supplicanle fregaezia de
Barrejrn?, como de direito pertence, conforme at-
tesum as autoridades daili, e designado e-ta peta
fastagsm do riacho Jeao lulato, contmuacSo do
rio Percinunga, qncm do qual est a propriedade
4o supplicanle e que serve d i divisao esta pro-
vincia com aquella, aliin de >me por tal deelaraco
tesappareca a menor s nibr.i da davida, qoe cal-
eala>iameute se quer suscitar acerca de dever o
supplicante recorrer ao pisto espiritual subrainis
trado eelo pancho de Porto Calvo, do que pelo de
Barseiros, en|eodndo o supplicante ser caria! que
so onca a r-peitr o Exm Diocesan : pelo que
pede a V. Ex-, assiro Ihe i'eflra.E. R. Me
Francisco Affonso de Mello.
Becife z-' de uovembro de 1871.
Atesto qoe os muridores do eogenno Santa
Ccaasfii guardas laciouaes da quinta eompaohia
4tU: balalhau, d 45 da guarda nacional do maoi
cip;, .le Barrein?, e que <-it quem do Riacho
JoaO Mutato, qoe<: geila.^ iic tido uomj divisa>
4o *ul Jia dua? |irov:r,cia Pernmboeo e Alaguas.
Q'iarlel do eommind i interino d batalbao o. 48
de tnfaniaria da guarda nipona' de Barreiros IS
je Miembro de 1850.
Joo Carlos de Mendonca Vascooeellos,
Coramahdante interino. .
ATTENCAO
Pergunta-se ao Sr. major e Mimmandante do 9*
batalbao da guarda nacional de Olinda, qual o mo-
tivo que tem tido (sendo to zeleso como ) de nao
maodar inspeccionar o ten ente da ( companhia
Ascend no Goncalves" Rodrigues Franca, visto o
mesmo sotTrer le morphea, mal eentagioso, qne o
torna incapaz do servico activo, e mesmo porque
os proon'os allegas receiam-se te estarem em
contacto com o referido teneate. Isto pergnnta
____________ O eabeca de burrioho. -
te Mate,
nraateate.
E7S*
aT
ij^ar asa
- Oterate-a aaa aaiiter te Ijoa coadoeta
para tazar companhia a au firnaia, taaobem
prestar asme aantaas : qaa prensar Airlja-te
a ra te SaaU Cruza. 71
Comedoria
atata eatreMa 4k
Na casa cima foraece-se eonaterias para ten
com aataio promptidio, chaaaado-sa a ataeaaao
tes anteras acadesaieos ojo riaiisrisa iraete
para u anas astea, rtsto aae se dar atawoo tes
de 7 horas em pooto al a. 9, oa aU a ten palos
meamos marate, tentar a qialqaar aora, man-
daado-se tetar em mu casas.
Retalha-se, a voottde tes'4ipradoTCS, algnns
lotes de terreno, que restan), da sitio Aguazioba,
no Porto da madeira, de Seberibe, por precos ra-
soatei'. A situacao topofraphica do larreno ma
dupla qulidade para piaatacio edioCeio, como
se podar ver dos sitios naile edificados amito o
irecomroenda, sobmudo par fi.ar prximo da es-
tacio te tla-fema. Os preteoteates potem deri-
gir-se iaformar-se do taante S Peixoto -ao
mesmo logar, e para qoalqaer Begoeio' i ra do
Crespo n. 11, f nadar.
Ama de leite.
Precisa-se te asna ansa qoe seu sadia e toaba
bastaste leite : na ra Doqoe te Caxias, outr'ora
das Crazes n. H, 1* nadar.
Base a qnanna te U* meosaes peto alo-
guel ds ama eserara para o servico interno e ex-
terno de ama casa de familia, exceptuando o de
eozinha : em Pora de Portas, roa do Pilar n. 131.
Ia andar.
Jos Antonio Pereira
tem para vender na sna fabrica te ra do Bario
da Vletona n. t (amiga ra Nova) fumos muito
bons das seguintes quatidades, sendo do Maraanio,
Para, Garanbnns, oaependy, Daniel, Minas Geraes,
e cigarros dos mesmos fumos. charutos dos mais
acreditados fabricantes da Babia, Cardoso, Joaqaim
Jos dos Reis,Simas, Costa a de entres fabricantes
Aloca se a casa o. 31 da ra de S. Joio,
contando 1 salas, 1 gabinete, 4 quartos, eozinha e
copiar tora, qaarto de banbo com agu> de beber,
grande quintal com arvoredos e portao com sabida
para a travessa do taz : a tratar na ma estreita
do Rosario n. 17, com L. M. R. Valonea, das 10 as
11|1 horas da 'arde._________________
Cozinheiro ou, cozinheira
Precisa-se, e prefere-se escravo oo eeerava :
roa do Mrquez de Ojiada a. 40, ! andar.
Na reSaaco ds roa Imperial n. 199 preci-
sa-se de nm trabalhador forro ou escravo para
todo o servico.
Pubiicac&o jurdica
Acaba de sabir do prelo urna obra do Dr. Joa-
qun) Antonio Carneiro d Cunha Miranda sob a
epygrapbe deEstado Elementar de Direitos de
Usufructoadaptado legislacao patria em ti-
ar : est venda na livraria dos Srs. Walfredo &
.. roa do Imperador u. 79, a 61 o ezeroplar.
Procma-se de ama ama para lodo servici de
caca de pequea familia : no largo das Cinco Pon-
tas n. 131. ________________________
Precisa-se de urna ama para casa; de pouca
familia, que compre e cozinhe : na roa da Inope
ralriz n. 65.
AVISO
Pedro Allain avisa ao ra-peiiavel publico, qoe o
Sr. Eduardo Pigueiredo deixou de ser sea ca-
exiro desde o dia 31 de julho prximo passado.
iTTENClO
Na ra do Baiao de S. Borja n. 34, precisa-se
de orna majber qoe tenba pratica de andar con.
crian gas e para fazer lodo o servico pendente ao
mesmo.
Precisa-se de urna ama ou um menino, para
casa de urna pes-oa, sendo a ama para comprar-
cozohar e engommar, e o menino para comprar :
na roa estrena do Ro Aos 20;000#.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos fe-
lizes bilbetes o n. 208 com a sorte de *):000* da
lotera do Rio n. 365, convida aos possnidores a
virem reci her na casa aa fnyuoa rus' Primeiro
de Marco n. 13, qae proraptamente erao pagos,
eomo cosame.
Manoel Martins Fiuza.
CiSa M 010
Aos 5:0C0(0O.
Bllhetea garantidas da pro-
Tlncla.
Ra do BarSo da
Victoria,
Outr'ofa ra Nova n. 63 tcasai
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender entre o>
seos muito felizes bilhetes a sorte te 800*000 em
dous quarlosde n. 1653, e docs quarloe de n.
19i0 com a sorte de 3001, alean te outras sortea
menores de lOiOOO e 20*000 da lotera que se
acabou de extrahir (202), pudendo sena possni-
dores virem rceber,^ que promptamente serio
pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para virem ao seu estabeiecimenti
comprar os felizes bilhetes garantidos, que na.
deixar de tirar qnalquer premio como prova pelo:
mesmos annuncios.
Aeham-se venda os muito felizes bilbetes ga
rantidos da 9* parte das loteras em beneficio da
nova igreja de N. S. da Penfaa, qoe ser exlra-
hida 3o dia seita-feira irdo correte mez.
PRECOS.
Inteiro 6/000
meios 3/000
Quartos 1*500
De iOOtfOOO para cima.
Inteiro 8*SO0
Meios 2*730
Qaarloi I i37.1
Joio Joaqaim da Cosa' Leit*.
NaaU noto
wiado aortuMoto 4t faenadas
fraocaxaj, mglnxaa, aUeania. e to-
m lato te vtadea por prafot
nvxlicon, aflan da "rtrtitnr a
HOTO
41 RA DO BARIO DA VICTORIA 41
>TaUtelaalaMi > Ateim COaaO Um
ARRDA IRMAOS.
Catnatiraa ingiean,
fraaoetaa, de todu an
lunlidadea, brina de
^rna e brancoa, coiei-
riaaef Btedeniea. caa-
aeoa de sol deneda,
Aaiim
officina d alfaiate,
os preparos ooe ha de uelber,
ia por aatajsj artistas, fie
aaa promptollo perfpftfe
nada deixaa a ttajar.
Roma de todos oa
aaarjboapnra
RD4
aria da victoria
>. .
aatifa rea
rOA
. 41.
c
NOVA
H. 41.
Sats eatabelecimeDio acto de aoffrer orna reforma radical em acceio, artistas e commodoa, e m poetsahdade das
nendaa, analmente em tudo aflm de melhor aervir oa aeai numerosos freguezea deia-ae de annaxiar todas as fainadas, aera
lio se tornar miaante *^ .
LiaUlDACAO MONSTRA
Da mais importante fabrica de chapeos deso do imperio Ra do Bario da Victoria n. 23
O dono daqnelte eatabelecimento resolveo vender os productos da sna fabrica pelos precos segoiotes :
isnona \a anl An oJ> ... .._L.___. ;.' am mu na nu n < ~ .. ., n m> r, %m .
Chapeos de sol d seda para senboras a
Ditos, ditos, ditos, para bomem a....
Ditos ditoft, de alpaca a..............
Ditos ditos de merino para bomens a..
Ditos ditos de brimwl'esgaiJo a......
Ditos ditos de panno a.
#0W>.
50, 64, 70, 85. 9l, 100, 110, 120, 130, 14.450, 460,170, 48A^D,
80.100,410, 120, 130. 140, 150, 1(50,470, 180, 200, 220 e 24JM
40, 50, 60. 70, 80, 90 e 400000.
60,70,80. 90, 400, 440e420OOO.
60, 70000, todos os chapeos cima tem 45 /o 20. 30,40, 50, 60 e 70000 descont 25 %.
Tambem ba nm grande sortimento de fazendas para ctbrir armacoese trabalhase mais barato e depressa to qne em rmal-
qoer ontra parte.
A VERDADEIRA E GENUINA
SALSA-PARRILHA DE ATER
EM ACClO
A molestia oa infec^ao propriamente co-
nhecida pelo nome deESCROPHULA
nm dos males mais prevalecenies e univer-
saes qoe ba em toda a extensa lista das en-
ormidades de qae soffre o genero huma-
no : disse om celebre escriptor da medi-
cina qoe < mais de ama terca parte de lo-
dos aquellos qoe morrena aotes da velbice
sao victimas, oo directa oa indirectamente
da escrophola >: por si nao tSo distrai-
liva-, porm a principal cansa de rauitas
oulras enfcvmidades que n5o Ihe sao peral-
mente attribaidas. 0 *
ama cansa directa da phtysica pulmo-
nar, das molestias do figado, do estomago
e aff.c5es do cerebro:entre os seus
numerosos symptomas acbamseos seguin-
tes : falta de apetite, o > emlante paludo e
as vezes incbado, s vezes de orna alvura
transparente e outras corado e amarellento
ao redor da bocea : fraqqeza emoleza nos
mscalos, digestlo iraca e apetite irregular,
falla de energa, venlre inchado e evacua-
do irregular;quando o mal tem seu as-
sento sobre os pulmoes, urna cor azulada
mostra-se em roda dos olhos; quando ata-
ca os orgios digestivos, os olhos tomam-se
avermelbados, o balito feudo, a I ngua car-
regada, dores de c;beca, lonteiras, etc.
as pessoas de disposicao escropbalosa
apparecem freqoentemente erupcoes na
palle da cabeca e outras partes do corpo,
sao preditpostas s aflecces dos pulme?,
do figado, dos rins o dos orgos digestivos
e Dterinos.Porlanto, nio somente, aquel-
es que padecem das formas, ulcerosas e
tuberculosas da escropbula 6 qae necessi-
tam de proteceo contra os seos estragos ;
mas sim todos aquelles em cajo sangae
existe o viras latente deste terrivel ilagello
(e s vezes Hereditario) esto ex postes
tambem a soffrer das enfermidades qae
A SALSA-PARRILHA DE AYER
elle causa, que sao:A pbusica, olcera-
c5es do figado, dr estomago e dos ros
erupcoes e enfermidades liroptivas n cu-
tis ; rosa oa erysipela; bJrbulbas, posto-
las, nascidas. tumores, cceras e cbagas,
rbeamatismos, dores nos ossos, as costas
e na cabeca, debilidades fsmininas, flores
brancas cansadas pela oleeracio interior, e
enfermidades uterinas, bydropesia, indigen-
tio, enfraqoecimento e debrlidade gerai.
Aos pulmoes a escropbnb prodoz tnbrr
culos e finalmenteconsdpc3o pulmonar:
as glndulas ella prodm inebnroes e
tornam-^se ulceras: nos orgaos digestivos
causa desarraojos que prodoaem indigesto.
dispepi ia molestias de figado e dos rins :
na pelle prodoz erupc5es e affec{Ses cuta-
oeas.
Todos estes males, ti ndo a mesma ori-
gen), carecem do mesmo remedio, a saber:
purificare fortalecer o sangae.
E' composta dos antdotos mais efficazes I riaes, molestias das mulberes, ulceracesdo
0 advogado
A. J. R. das Cotias raudon u sea es:ripto-
ro para a ra larga do Rosan > n. 31, t"
andar. -
AMA a,
Precisa-se de orna ama : na ma
Cadeia n. 21, Ir ja de oriudeas.
AMA
n. 2, B.
Precisa-se de urna ama forra para
engomar e comprar; ma do Caboga
AVISO
Precisa se de urna ama de leite : na ra da>
Crazes n. 38, 3* andar, -
FUITOICiO
DO
BOWMAN
Arado6
colas.
e instrumentos
agn-
AVISO.
Na ma Oireita n. 16, preei>a-re fallar com o
Sr. Adriano Barbosa de Queiroz, ltimamente che-
gado do sul no vapor Norlh-Amer-ca.
Precisa-sede um caixeiro de li a 18 annos,
que d connecimento a sua conducta, na povoa
cao de A pioncos, venda grande.
Traveasa da Ga3a de Detenfo n. 9, lava-se
e engomma-se com perfeicao por menoi do que
am ontra qualqner parte.
que a sceacia medica tem podido descu-
brir para esta molestia assoladora e para a
cura de todos os males provenientes delta,
contm virtudes verdadeiramente extraordi-
narias e est provado incootestavelmeme
pelas curas notaveis e bem conbecidas que
tem feito detumores, eropcSes cutneas,
erysipela?, borbubas, nascidas, chagas an-
tigs, ulceras, sarna, bydropesia, tosse
quando causada por depsitos tuberculosos
nos paimoes. Debilidade geni, indigesto,
ypbibs constitucional, e m> lestias merca-
uti-ro, a nevralgia e ci nvulses epilpticas,
e em sumaia, toda a serie de enfermidades
que naseenrda impureza do sangue. Vede
as rertides no almanake manual de sade
d Dr. Ayer qte se distribue gratuita-
mente.
Este remedio o fructo de longas e la-
boriosas experiencias, e ba abundantes pro-
vas das suas virtudes, posto qae o Mere-
cido ao publico sob o nome deSalsa-par-
rilha, composto de diversas plantas, al-
Vende-fe em todas as boticas e drogaras do mundo
V: R. Cassels $ C.
Agentes geraes.
gomas das qtiaes sao superiores melhor
sa'sa rarnlha oo seu poder alterante.
Aviso.A8 preparatbes do Dr. Ayer
sao preparadas com especial attengJo ao
clima dos trpicos e tem modificar.fcs im-
portantes obre as que sao fcitas pare ou-
tros paizes. Portante,< o poblico dever
notar, e com cuidado, para que nao seja
Iludido, qoe os remedios de Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil trazem
rotlos e envoltorios com a descripeo
minuciosa para a sua ppiicacao na lingr.a
porlogaeza, e nao na ingieza.
mais algum servido
Na ra do Pires, sobiadM
n. 28, precisa-se de urna ama
boa engommadeira e que faca
tenha boa conducta.
AVISO
Evadi se de*.Je o dia 21 de jonhj de 1870 a
mntata aSerSta '. n iaio Rita, baixa, gorda, ea
belic* errspos, otaos gran Ja', bei^s Anos, tem
falla de doos dentas na frente, vei i de S. Jos dt
Mipibti, provincia di Rio Grande do Norte, re-
n^ttila por Manopl "Jas'ili rieMonra R<>Htn L'yo
SobTfnb-)*: Z. den praga ; d.-onti''.-se que es
. Ifja (ksa'^p !m slgima casa a titulo de-forra ; fo.
vina ppfj earnava na roa da Senzala vefha : por
Unto r>>jn se a :.Jh as autoridades pohciaes t
aos ca^taes de ;arnpo u qualquer pessoa qoe
aapiTeUindfr dfl4i:va-:a ao beeco do Tambi n.
p '.'CitiaOf*
j i,. *r ; ;ij , j Cunha Castel-
b '.ia iudjr de cusas, iem sen ^
fewriptorioa ra Jj Imperador n. 43, i 3
auJ: r. 'i par-i o- :;;-IitCK
- non- da 'nnliia ij i datar!".
:
Evadi-se ou deseucaminhon-se a preta Jo-
sepba, que repn'wnta ter fJOannos de idade, mui-
to fallante e prosista, e qne costuma embebedar-se
alnumas vezes : qnem ilella sonber ou tiver oc-
eulta queira vir dizer a esta typographia, que se
agradecer, pr^testando-se proceder em forma
da lei.
m Odilon Duarte
M CABELLE1REIBO
0 Rus da isnperatf iz n H9
m\ Neste stabeleelmeoto encontrarlo as
5 senhoras ludo que du respeito a enfeites
4g| de cabellos, como sejam eoquas, iranias,
cresceotes, c chpaino, etc., etc., a urna
grande quantidade de traoea de cabello
vegetal, que vende se, pelo baralissime
prego de 5*500 cada traoga,
o mesmo estabel*omento eocootraro
dons offlciaes perito: profesores n'arte
de pontear senboras, os quaes sempre
- esiao prpmptos para qnalquer chamado,
9 quer dentro da cidade ou seosarribaldea,
peoteados tods moderna} aanatfcnlos dos
m unimos flgurinoa. H,
0#0 0OO0O*00#
AOS 5
stn a venda 6 felizes,
v>aha.t>a.cJafe,7'?'1
Esta ausente desde o dia 8 do. mez passada o
escravo cabra, de nome Panio, idade de 40 anuos,
poueo mais ou menos, sem barba, allura rogular,
cheio do corpo, caraolho e gago. Este escravo
costuma andar comprando garrafa vasias para
as vebd^r na fabrica de eerveja, Consta tsr an-
dado pela Casa Porte, Poco da Panella e Apipuco
n compra de garrafas va.sias : roga-se as auto-
ridades policiaes, aos cap es de campo e a qnal-
quer pessoa qae o apprebender, lvalo roa ds
Aurora n. 40, on no Recife ra do Marques de
Oiinda n. 38, ! andar, escripiorio de Joo Pereira
Moutinho, que ser recompensado.
da lotera d>
*ifio...;qia dr
h
GASA DA FOITUNA
Aos 5:a00|
Bilhetes garantidos.
A roa Primeiro de Margo (outr'ora ros d<
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos le
liwsWMrtasujn Inteiro n. 800 com 5:1100*000, um
9Qrt0 n,.240 9om 300*000. qnatro quartos n.
J97 com 100*, am meio o. 1575 com 100*, e on
tras sortes de 40* e 20j da lotera que se aca-
bo de extrahir, (Ji*), convida aos possuidores
a virem reeeber ca centormidade docostnoM aero
descont algum.
AcaaavM a venda os bilbetes garantidos da
9.* parte das loteras, a beneficio da nova Igreja
igreja de Nossa Seohora da Penh 1203'), qne se
e.Ttrabir sexta- feira 11 do crrante mez
. PREC08.
. Bilhete inteiro 6*ooo
Meio bimete 3*00')
traario i^soo
&m poraae_o> 100*900 para cima.
Bilhete inteiro 8*500
Mebbilhele 1*750
0U1*. 1 i AW15
___________Wa^MsfcaV Piot
Desej>-fH fallar dj>nff(jp;
* Feu ifltere
-S
no dia 5 do correte a tarde urna volta de coral,
tendo por o-nato um medalbio de ouro era vejado
de rubios, na trem de Apipocos at a estacab do
Oaroioiio Novo e dabi ao collegio das irmas de
caridade, na Estancia : quem acbou, querendo
restituir dirija se typograpbia d Crreio Per-
oambacano, que ser generosamente recom-
pensado.
AU
if
m
Acba se anzente desde 4 aia 31 de julho do
corrente anno o escravo prelo de aome Luiz, id-
de de 30 ann >s pooco ma\ ea meaos, estatura
regular, cheio. do :o/pov barata per baixo do que>-
sorp
ninin
I
A '.i3ura ani-scrofula de vismia bastantemente
preconizada pelo seu factor iem sido e om dos
mais enrgicos medicamentos nos acommettemen-
tos escrofulosos, senao usada conforme a direegao
escripia ;jua eavolve o frasco, exislindi venda
na botica e drogara que fui do finado Parashos i xo, tem o dedo minimo do p squerdo cortado",
ra Difeita n. 88, nico deposito ncsla provincia; e rosto lustroso; o referido! escravo foi da Da-
onde tambem se acba venda o muito acreditado > miao Pereira de Oliveira. dojermo Ja villa de Pe-
remedio para bebedice por vsio em conseqoeucia
do excessivo uso de bebidas espirituosas, o xarope
de veame, e as prodigiosas pilulas reguladoras
brasUiras recommoodadas por sua efflocia no
desapparecimento do menstruo, irregularidades
na men-truajao e flores brancas.
Precisase
nica caa'-neste genero
14--Roa Eslreila do Rosario--.4
Compra e vende rpupa' feita
aova e v el ha, objectos de
cosin ha e de mesa, e
tudo que perten-
BWaWWaWal m mmWUMXmm B
M. ADVOGADO
: DR. JOAQCTH .(30RBA DE AlUCJ
67Roa do Imperador67
?r;riri
go^o de"
d, , toja' Ta'rqB'
teressj Ti m <
liza.
Ama coziahira.
Precisa-se de urna ama que cozinhe bem o or-
dinario de urna casa, forra on scrva : na roa
do. Pire', sobrada n. 28.
de urna mulher que saiba coser e engjjrmar para
easa de pequeaa familia : na ma do" Cabnga o.
11. andar.'' ________________
GASA; DA FORTUNA
1UA i DE MA RCO OUTR'ORA DO
CRESPO N- 13.
A "20:000^000.
O abaixo asignado tem sempre exposto ven-
.a es felizes bilbetes do Rio de Janeiro, pagahdc
promptamente, como costuma, qualqr premio.
PRECOS.
Inteiro 14*000
Meio 11*009.
Qurto 64000.
' Manoel Martin Pinza.
Unlb^
Na roa de S. Franji.-co o. 71, precisa-se de
urna criada que entenda de costura, arrnmaco e
asseio de casa de fwnilia.
Urgenci;!..
sr." Pedro iffoo'o Regnei
eja fallar npffcei) de
-ron do Apollo o. SS
Spuza,
r inte-'
Companhia Al iianqa
DE
seguros mafitimos estabelecide
t na Baha era 15 de Janeiro l
de 1870T.
CAPITAL..R. l.OOOfJpjtv}.
Toma seguro de uiercadonaS .o'elinheiro a risot
martimo em navios,de vefla e vapores para den-
ira e fra'o Imperio. Agaiiih ra do Cnm-
mercio n 5i eeoriptorio de Jinnuc Jos
Ansenton-an desde o da 7 do urrtow
vo Candido, idade 18 a *} aunes,- rqco
menos, ctr fula, eslatqra regular .eaiw do i
sem barba, rosto conjpri*, pd fftaaias, aa
pouco corridos, maclas di) rosto un, ptaco a-
Heoies, sa.aio vesiido com nalQada arica pardonts-
bolado e camisa branca ; o raferido escrnv^.veio
de Mo.-sor remaiUdo por Pranetsto Atu>oio Mar-
tina de Miranda, eansta qai? trabalba da sarj
na estrada dos Bonds e upe costuma andar i
ASetoa'e neceo n Bspinbe ro roga-se
MP
r -,. Atuga-s ra mulato cojajHfo e ttoljeiro
iratn-hUll Xo\;-n 43.
calves Reltran.
^iv-. . .------.---------_____a l'peasoa aae o apprenender
\- Z. PeclS!,,6 a'nB*r um .tnoJeqjje uafa W alrto'n. l, P rndar, ql
'servico na ra da Gula n: W. -, joa Lopes OaWm. nj
/
k
O
dras de Fogo, e aqui vendido: em margo de 1869,
aseignando a escriptura com4i .jajroearador Anto-
nio Rufino de Sooza, morador ia Parahyba sup-
poe-se andar por algom dos' arrabaldes da eida-
de ou ter ido para a villano Pilar na Parahyba
onde tem flhos, qralitica-se a qum o-trn^xer
rea_ do Sicego n. 31, com l quaniia de 50*.
Precisa-se de una ama K-
vre ou escraia qne saina
eoaiobar com partercao : na
fabrica a vapor de cigarros, ra larga, do -Rosarlo
numero 1._________________L*T
ATTENCAO
d
Precisase de orna ama de meia dada aae ce-
zmhe, compro e faja o mai*, itrrieo bMerao de
casa, de urna familia eomposu de aas pessoas -
nesta typograpbia.sa dir.
Amaseecft, ~ ""
Precisase de ama molher para ;ima sacra" ne
urna menma de poneo'niais de armo a trttr'ao
principio da estrada.dos Afflioto n. 113, oo na ra
da-Cadm do Recife n. II.
*!**
-i

ni


D ric Pni*Bab*c

eira 10 de Agosto

*
D.
W. BOWMAN
Engenheiro com
^DICt
* HIJA DO BMJ9I **
PASSKDO 0 CHAFABIZ t t
Pqda os seahorea de engenbo e oatroa agricultore, e empregadorea de na-
cbiaaiaao o bw e mi viaa a sen eatabetooiaeato, para ww o novo sortrmanto
ooapMo qo ahi tem; pois rendo todo maito mais barato em preco do que jamis ta-
ita wadido, est anda superior em qaalidade e fordao; o qoe con a napeccio pe-f
loil pode m veriScar.
DE ESPECIAL ATTENCO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUND1CO
IfafuwAa a Ala J'oml0 dos mais modernos systemaa, een
VHpureS 6 rOdao O. gU tamaDhc s convenientes para as diver-
sas circumstancias dos aanhoraa proprieUrios.
Moendas de cuma yos uolDh0* *"" qoe ,q0'
JbUKLE8 Q6Ilt&(UlS para animaes, agua e vapor.
Taixas de ferro fandido batido e de cobre.
Alambique e fondos de alambiques.
ira mandioca e alp '
para serrar madeira
OmDaS de patente fanntidas..............
TOuflB aS maflnUlaS- e pe$as de qae se cosioma precisar
Fai qualquer concert
Formas de ferro
Encommendas
0 abati assiguado retira-se para Wo neiro e detxa por eo w"araoresaaaia na
Exm.Sr. Bario da Soladade, M Graaaa 4o
Norte a loMMo-coroacl Jlo EtaafoMata d. Vas-
coactOoi Lama.
albricio 6- Mraaa.
AMA DE lITTT"
Vadea M d. orna ana > leite, paga-aa bem
a tratar aa cata contigua i saboataao Baelto.
MHBttalM
lAriniomn P mandieca e aigodao,] Podeodo todos
llIIISIHOa e par, serrar madeira (ser movidos a mi
/por agua, vapor,
, Jou animaes.
de macbinismo a preco mni resumido.
tem as melbores e mais baratas existentes no mer-
cado.
Incnmbe-se de mandar vir qoakraer macbinismo i von-
~tade dos clientes, Ismbrando-lhes a vantagem de fa-
lerem aoascompras por intermedio de pessoa entendida e qae em qualquer necessida
de pode ibes prestar auxilio.
AradOS ameriCanOS e inatromenios agrenlas.
I
19 Ra Primeiro de Marco 19
Tendo renovado completanwnte a loja do predio, em qae teem o seu es-
tabeleciment,
19=-A ra Primeiro de Marqo19
com aquelle asaeio e elegaocia deaejave. aebam-se agora prvidos do mais
expleodido sortimento de (azendas finas e modernas de
SEDA, LA A. LINH0 E ALG0DA0
todas do ultimo gosto, e eontinoam a ter como sempre, diversos
AiriGOS ESPECIAES DE SUA GASA
Garantem, com toda
a. sinceridade, vender
por menos qne qoal-
qaer outro, porque
recebem em direitura
a maior parte de suas
fa Rendas.
Ama de leite.
lTechs.se de ama ama eom born e bastante
late : na roa do Viacoade de Pelotaa (Araglo)
0.37.
II!
ria do Seahor Bom Jestts da Via-Saera
da Sama Croa, convido a todos os talos
eoorradea a reonirem-selno coaaistorlo da
nossa igreja pelas 9 horas da maaaaa 4o
da 13 do correte, para, en mesa toral
approvar, como dispoe o J| 5* e 8* i
art. 11 do eompromisso, oa contratos ce-
lebrados com o capeirio, guarda da iare-
ja e o esmoler, bem como reaolTer sobre
o augmento do numero de cataenmbas
ora existente*, visto nio, preeachar ata
as necessidades da confraria e tratar la
quaesquer ouiros interessea- da metou
Igreja.
Recife, 9 de agosto de 1871.
O escrivio, ^
Taeodoro Jos de Vaseon
lllllllli
Joseph Rhigas, proprielario da fabrica de
pianos da roa do Imperador n 55, val* 4 Barn
tratar de soa sade, levando eomsigo om criado.
Dorante soa ausencia, Rea ebearregado de todos
os seos negocios o Sr. A. Baalanll.
TEatalxo DE INFANTERA DA GUAR-
DA NACIONAL DO RECIFE.
Rl
odie saalhl, eras (Mal
Os ottciaes do i.* batalhao, fwidos do mais dolo-
roso sentimento pelo inesperada Mleeimeot dd
sen aempre chorado amigo e comas andante o lllm.
Sr. lente coronel Jos Francisco Pires mandato
celebrar em suffragio de sat alma, ama raiasa dej
refusemcom memento as 8 horas da manbia de di
14 de agosto crrente no convente 4o Carmo.e pava
assisteacia desse acto de taita candado, convidan
a soa Exma. laannia, parete* t os seas amigos
eos do fallecido ; aos Ulan Srs. commaodantes e
eotflciaea dos -cornos de linha. de potieia todos os seos collegas, nuer 4o servico activo
quer da reserva, por cajo favor desde j anteen
patnoseaeternorecoMBCimeato^ji^^^^^
^^Thiga5e^^wnarao**ra* n. 17 4 roa
do Imperador: a tratar no -arwazem n. 39, onde
est a cha*e.
O Sr. Aot'nio Gaspar da Cmara, desde bo-
je deixoa a administiwcao da uberna n. 43, roa
ontr'ora de Horta presentemente eerooel Soas-
sona.
19 RIA 1.
(Miga na
DE MARCO 19
ilo Crespo).

.
A' AGU1A BRANCA
RA DUQUE DE CAXIAS N. 52
(Ontr'ora Queimado n. 8.)
A Agnia Branca tendo j receido parte de soas
antigs encoramendas, em seguimento acaba ago-
ra meamo de receber nutras, algumas das qnaes
se tornavam essenciaimente precisas, e ootras se
fazem apreciadas por seos gostos e qualidades,
conro sejam :
Meias de rio d*ecoeia, bertas para seohoras
e m'-nin; ?.
Ditas dem eom listas tambem .para senhoras
e meninas.
Ditas idem moito bonitas ao Rosto escocez.
Ditas idem idem brancas e cora listas para me-
ninas.
Ditas dem idem para baptisados.
Ditas de algoao campridas e com Iis'.ras para
meninas.
Lavas pre?as de seda, para senhora.
Ditas de turril e de seda para menina*.
Bonitas camisinhas tardadas para senhoras.
Pil de seda, brinco e preto com flores Rindas, j
Dito de aigodao, liso e eom llores.
Tooqoinhas bardadas para crianzas.
Lindos e modernos chaposinbos de fasto para
ditas.
Pealen de tartaruga para deserabarar-ar oa peo-
tear, I
Ditos te dita traversos para menmas.
Ditos de borracha para ditas.
Ditos de tartaruga, pequeos, para segurar o
amarradilbo aos cabellos de seohoras.
Grande sortimento de enfeites de seda para ves-
tidos.
Fivellas de madreperola e de tartaruga para
pnleeira e laco para o cabello.
Bonitas b Irinhas p*r* meninas.
NOVO SORTIMENTO DE ENCHOVABS PARA
BAPTISADOS
A guia hranca acaba de receber_ novo sorti-
mento 4e lindse completos enchovaes para bap-
tisado?, e bem asira eparadamente camlsinhas
Eara ditos lindos ehapeosiohos de setim branco
ordados, outros dito* com fundo de vellado, obra
de ranito gasto,,e qne .-ervem tambem para pa.5
aeio. sapatinhos de *e im para omesmo fim.
MODERAOS ENPI'-ITES DE FIjOHES,
ornados coas bicoa de seda, tas de etim e rtvella
de madreperola no oltimo gito, e proprios para
tiaile, eauaSMutos, etc., etc.
FLORES E PREPARUS PARA ELLAS
A Agota Branca recebes lindes ramos de Ames
finas, unto para caneca como para chapeos, e
bem assim :
Pa.pel verde liso e eom listas para folha*.
Dito de cures para flores. -
Polbas de diversas qualiJades para r"-.-.
Ditas verdes e lustrosas, obra n< va e pela pri-
meira vea viodas como amostra,
Franjas pretas e de divenas larguras para Ti-
le itar vedidos,
COQUES DE TRANg\S E DE OUTfiOS
MOLDES.
A Aguit Branca acaba de receber urna peque-
a porc.j dos bonitos e moderno'' coques gran-
des de tranca e outro- moldes.
COLLARES ROYER ELECTRO MAG-
NTICOS.
A Aguia Branca acaba de receber os proveito-
sos collares electro magnticos j bem conheci-
dos para facilitar a denuedo das eriaogs* e pre-
serva-las das convulsoss.
SOBRE-SAIAS OU ANQUINHA DE
CLENQLINE.
Em sutslitniio aos baloes vierara as aoqui-
nhas de clenoliue, e acham-se vendacv loja da
Aguia Branca.
QADBOS PARA RETRATOS,
A Aguia Branca receben variado sortimento de
quadros para retratos.
LENfOS BORDADO?.
A loja d'apuia branca, a ra Dnqae de Caxias
n. 52. ontr'ora do Queimado n. 8, recehea bonitos
lencos de cambraia de linho primorosamente bor-
dado?, e como de seu louvavel costme est os
vendendo baratsmtnte a #000, 6l, Si e I0000
cada u'.n.
TAMBEM RECEBE1T
ricas camisas de fino esguiao de lipbo enfeadas
com mnito gosto. e prc?ria para noiva", u nies-
mo outra Exma. eenbora que po*sa e qoeira aug-
mentar o numero de sua boa r^upa branca.
cegando
4e CasiM sb. ti
Jote da Aiavedo Hall SVa, ati sa fc>
j da sajajdfcas continua a veoder todo
por baratos presos qiM t lodos admira :
Labra do lia para bordar a albor
joe ha.
Caixaa coa soperorea grampos ran-
cexasa
Duim da facas e garfos de om e
dona botos a
Talberea para meninos a 240
Libras da linha de novello, a melbor
poaalval.
Dosi da lencos de caaes com barra.
Cairas de Untas coa 10 novellos a
Vara de franja braoca tara toalbas
Donas de metas croas moito boa a
Dosias de meias Anas para senbo-
-raa a
Dorias de facas e garfos cravadaa a
Doxia de palitos tegaraoca a 120,
40, toe
Navalhas moito finas, para fazer a
barbea
Caixaa com peonas de ac com to-
qoea
Caixaa com penoaa de Perry laxen-
da fina a <
DiUs de dita dito verdadeirae a
Caixaa coa 20 caderona papel ami-
xade a
Pecas de flus para oda com 10
varae i
Pecaa de tranca lisa de todas as
coreaa
Daxias de boba frouxa para bordar
l 400 e
Pares de aapatos de tranca a
Doiias de baralboa mnito finos a
2*400 e
Ditas de agolbaa para machina a
Libre de pregos francote! a
Reaaaa de papel atmaco soperior a
Ditas de dito pintado o meIhor a
Caixaa com sabonetas fracta a 720 e
Garr teis de ltaba A'exandre a
Gravataa de corea mnito fiuas a
Ditaa pretu poetas bordadas a
Groas* de botbea de madrvperoia
pan eeaiu a
NovelW de lrnba branca, 400 jardas
Daiia de eartoos de linba braoca e
preta e de cores a
Theseuras mnito finas pare echas
e costura i
Canas redondas para botar rap a
Ganes coa pos para limpar denles
fuenda fina a
1000
140
4dO00
400
11800
4K)00
soo
ICO
31800
41000
3*000
800
lilOOO
320
800
1I2O0
Precisa-se alugar urna escrava para o ser
vico de ama casa de familia : na ra da-Coneei
cao ii Boa-Visia n. 3.
COMPRAS.
COMPRV-SE
frascos vasios da tintara japonesa, e paga se a 80
rs> cada om : roa Duque de Caxias . 80, e
Marques de Ollnda n. 51.
Coim ra-sa tres veoezianas, em meio aso :
no corajo de onro a ru do Cibns! na mesma
precisa-se alagar ana oeqaeno moleque para com-
prar para casa de poaca familia.
Oobie, iatao e chumbo
Compra-ae cobre, lati e chumbo : no aruazem
da bola amarella no oito da societaria de noticia.
ODAS.
70t
DO
40
800
11800
24800
2d000
240
35600
4J000
15000
100
500
800
soc

120
800
IdOO
IiOJA
Flor da Boa-Vista
DE
fulo (maraes
0 proprielario deste bem onhecido os-
tabeleeimenlo contina sempre segu-ndo soa
antiga forma de primeiro barateiro da Boa
Viai a e para'melhor pro va adnvrem
preeas segeiUM:
Cuitas escoras a claras cores fhas
o covado 160 200 rs. a. .
Caabraias de cores 240, 280 rs. e
Lia para vestido 280, 320 rs. e
Crepsescoeexasfazendaoova a..
Alpacas lavradas d'ura s cor. .
Cambraia branca transparente pe-
ca. a3|5i0 e.....
Ditas dita victoria a 45000 e. .
Bramante coa 10 palmos de lar-
gara, vara, a 20000 e. .
Madapdao soperior pecas 5^000 e
Aigodao a 48000e.....
Brim pardo trancado pecbincba
eoaado.......
Dito dito.liso moito fino a. .
Ootraa moitas mais fazendas qae vende-
r por precos baratissimos como sejam :
pannos pretos, ditos azues, cawmiras pretas
de cor, merinos, bros brancos e de co-
ra, seda para Golletes, camisas inglezas para
bomens, meias, chapeos de sol etc.
Officina d'alfaiale
Os digaos fregaezes encontrarlo om gran-
de sortimento de roopas feitas desde o
mais inferior al ao mais soperior qoe se
ache no aereado, assim como se manda fa-
cer toda e qoalqaer obra d'encommenda
feitas a capricho, pdis para este mister se
actaa munido d'am perito meslre. Garante
a fazerea se menor 20 / de que em outra
qualquer parte pelo o motivo de o freguez
s pagar o que compra e n3o o aspecto do
estabeiecimento.
48 Raa da lsaiperatrlz48
JUNTO A PADARIA FRANCEZA
os
400
320
400
6i0
720
86000
80000
20.HOO
60000
80000
320
320
200
sma mndale casa terrea de pedra e cal feia a
moderna, em-bom estado,non) daas portas e qaa>
tro janellas de frente, qnaSro salas, nove quinos,
eoxiuba lora, em seguida telbeiro para dormida
4e escravos,daas cacimbas de agua de boa quali-
dade, quintal grande todo morado e com arvore-
los, portao-de sabida peles fondos, com frente
para se edificar duas casinnas e que deitam a
-sahida para a estrada qne vai aos Remedios, sen-
ado a frente leste grande predio no largo da Paz,
flovoacao dos Afogados, lado da sombra, por pre-
co commodo : quem pretender dirija se a roa das
Cinco Pontas n. 31.
NOVIDADE.
Acaba de chegar o verdadeiro vinno verde de
uva pora em calzas de 12 garrafas e o acreditado
vinfeo especiaiissimo pasto em decimos de pipa ;
o vendedor nico recebedor destes vinhos aeha-se
autorizado a garantir a especialidade dos mesmos;
rna do Vigano n. 14, 1 andar, escrintorio de
Jos Lopes Davim ; onde sempre se encontrar
om deposito de vinho do Porto ( o melbor que
tem vmdo a este mercado) em vigessimos de pipa
e em caias de II garrafas, qoe se vende por me-
nos preco do qne em qualquer ontr arte
ATTENCO
Vende-se orna destiladlo com todos os perten-
ces concernentes a mesma em perfeito estado, tan-
to para se transferir como qoerendo o comprador
continuara fnneeionar se a luga a casa propria pa
ra este tlm; bem como orna boa casa para mora-
da, cocheira e nm sitio com baixa de capim, of-
ferecendo todas as eommodidades para quem qoi
zer conlianar, a ver no povoado de Gamelleira :
a tratar no Progresso do pateo do Carmo com Ma-
noel Jos Lnit flibeiro.
Yrnde se por barato prevo orna propriedade a
margem da cimba o* flemedios, fazeodo-se
toda vantagem ao comprador, re^ebendo-se parte
em dinbeiro e parte em letras ou objeetos de
prompta venda.; .cuja propriedade coaim urna
grande olaria de pedra e cal que lastra 16,O
fijlos de alvenaria grossa 9 forn > que comporta
25,000, com mais un forno e lastro para fazer se
telhas, ladrilbos, caeos e louca, com excellentc
barro para qnalqper onra. com dous eacelientes
viverros de peise e com casa de vvenla para
(zrsid? familia : as pessnas qne pretenderem di
rijam-se dita propriadade a eniender-se com o
espita' Delfim Lio Cavalcante Pessoa.
V'wde-se um ip reno com 310 palmos de
frente, no bee?o do Quiabo, no Honliro : a tratar
na botica da ra do Cabuga n. H.
Vende-se
d jas parte- de urna casa sita na ladeira do Vara
douro-c 12, em Olinda : a tralar com Belmiro
Pessoa a Uva, rna da Cinco Pontas p. 103.
i--Vende-so sota de lustre : na ra da F,oren-
tma n. 14.
Vende-se duas dozias de praibes de jaca-
randa : na rna de Hartas n. 94, sobrado. *
.- Vende i*, o sitio da Pone na cidade da Vie-
ina, conreasa de rancho habilitada, casa de vi-
venda, quarto de venda, coro 200 ps de laran-
geiras, 0 de jaoneiras, coqueiros e butros muitos
I^arvoredos : a pessoa qoe o qnizer negociar lirija-
ee em Olinda, na ra.do Amparo, casa n. 12, e
tambefn alaga-se
Em do Barao da Victoria n. 31 1. andar
Ee mai acreditado econhec'ido estabeiecimento acaba de s$r transferido para
O 1 andar do sobrado da roa do Bar5o ni Victoria n. 31, otrwa rriaNva. O.aceio
e elegancia com qoe est moniado, nos anima a convidar ao respeitavel pobli:o e as
E*m ** senhoras visita-lo, garantindo-lbes qoe encontraro um befo sortimento de
cbapelinas, e -napos de velludo para se'nboras e menioas, o qoe de melhor se pod
desejar im modernismo e gosto. /
A occasiSo nos propicia para offarecer a occopacao de ndssos servidos noi
envetes de chapeos e cfiapelinas quequeiram mandar reforroar^ obrigando-nos a apre*
sentar enfeites os mais lindos possiveis escolha de -qoem" nos besrar com esse
irabarhc.-------
GHAPELLERIE DES DAMES
Ruado Barrio da Victoria n. 31 1."andar.
Acha-se para vender doos portSes ^de ferro
novos, e muilo bem acabados : quem qizer di-
rija-s'e arda da Roda n. 56. .
Ra do Im aerador
a. 37.
l nlco 4ea>ello 4a aatlga e *cr-
ditada fafnesi do Barbalho
do Cal*.
Neste bem sortido armazem existe um grande
sortimento de louca franreza, moito ati para ca-
sa de familia, como seja alguidares papeiros
e panellas, tudo grandes e pequeos, e bu-
thfies para manteiga; ludo de barro vidrado fran-
cez. Assim como om completo sortimento de lou
ca do Barbajbo, como seja : jarroes para 4 e 5
canecos de agua, potes de om a doos canecos,
morirgnes, resfriadeiras, qnartinbas do Barbalbo
e da Bhi, vacos vidrados e por vidrar para iar-
Jim, caeos grandes e de meio para floree, ditos
ditos pequeos para tirar plantas, canos vidrados
e #or vidrar de J, 3, 4, 6, 10 e 12 polegadas,
fetiof pr machina ! que aqni no ha na provin-
cia a. eicepco dos vindos de fra ; tudo meihor
pela qeabdade do barro e mais barato do qne em
untra qualquer parte. Em poreio se faz abaii
ment de 10 13 per cento ; s na ra de Impe-
rador n. 37.________________________________
Xarope sedativo
OE
Casca de laranjas amargas
COM
BROMRETO DE POTASSIUM
DE
LiKO/E
Este novo preparado aprovado pela academia
imperial de medicina, mnito se recommenda pela
sna accao sedativa e calmante, sobre o systema
nervoso, o bromureto de potassiom, nao deixa de
dar os mais eertos resultados as diversas affec-
oes do organismo e principalmente as molestias
do coracae, das vas digestivas da respiracio, das
vas geotlo-arinarias, na epilepsia, as molestias
nervosas da prenhez, na insomnia das criancas
dorante o perioao da de olilo etc. e,tc.
Vende-se na pharmacia e drogara
de
Bartholomeu &C ,.
34-RUA LAR3A OROSARIO-34
VNDESE
V'fc-se una eseetleme Nzeada de criar
gado e da plantar aigodao, denominada Gaviao.
vinte e tanta tegoa>. prximo de.j,.i capital, com
ptima casa de vivenda,. tendo molimos frescot
para refrigerio do gado n verio, coroprebeden-
do-ge a>gurnas cabeca% da gado va nongeoho Novo da freguezia de Muribeea.
Vende-se omiti Olho de
Vidr,.
Em Ponte de eha.
. Este sitio tem: um sobrado de nm andar e an-
dar terreo, contm 4 sallas, 9 qoarlos, J coznhas
com bdns fogdei e forno de ferro, 6 este sobrado
circulado de janellas. Tim em separado grande
cocbir para eavaHos, asa:para loitor e escra-
vos c bem assim c*sa para faier aaavoha com seus
mistares para tal" fim. Rta casa lera na frente
bons cacteiros para flore*, com porto de ferro
Kara: aiestrida daParnameirim, grande sino ar-
orisado c.m grande divtrsidade de rrueteiras,
grande baixa para capim, pod.-ndo sustentar por
cao de* vacas leiteira-s para aa quaes tambem'tem
commo^i *le recolhimenio;
Os fundos da dita casa e sitio deitam'pira il.
nb'a f-rre lie eegne.Tlete ebiae psr Aplpilcos,
c s/.aeaa' livra o .desembarcado,' visto qu as
quesis que o courenbores de dito silfo teta
com ds ampreimiros 4*>- .t-'os trilhoi apaqas diz
respailo ao terreno q\if tiles raocenpam, e os
prejuizos que por tal motivo tem emsad.
Os pretndeme p^dem-se llrieir rna Daquo
de CX'*.J, loja n. 13. oa a rdn J.t- Aragao, luj
< roa d'TV.:.')a1 ''-. (ial nova de Lisflba, ^
Vende Joa^m O-'' llamas, i rna da Cruz ni .
prliiiriro-sod, -
'Areros

As casas terreas foreiras.no becco das Barrei-
ras n. 16 e 18, Boa-vista.
As casas terreas ou meiaguas na travessa dos
Quartis n. 32, dita na travessa dos Patos a 13.
As casas terreas nos Arrorabados em Santa The-
rera n. 15 o 16.
A trauma rna da Cruz do Recite, armazem n.
5^_________._____________________________
AVISO PARA FUMANTES.
FUMO CAPORAL,
verdadeiro Civelte, fresco por lodos os-vapores.
.CHAH'TOSDA HAVANA.
marcas Trabucos, Londres, Medianos, CoJebras,
Regala, Brevas
CHAfiTOS DA BAHA
todas as marcas de Sebnorbuscb. l
- LlVtARlA FR*NCFZA ; ,>
0 verdadeiro poftland: sd se vende na
ra da Madre de Deas d. 22, arnmem de
Ji3 Martifis de Barros.
____ . *___l_________L_____
fwieirris' de a ame.
' Receben nlriniamebte as mais bem acreditadas
poneiras da rame propiamente para padarias-e
reflnac5^, o esjabjecuneplo; M fe'rrtens roa
do Mrquez di Olinda (Csdeia) n. 44, cujas se
vemlem por preco commodo.
RIVAL SEM SEGUNDO
RA DUQUE DE CAXIAS M. 91.
Jof Bifodinho, con U ja de liadezai,
avisa a lodos es oa seas fregaezes qne est
t- rraodo todo pelo prefo, a vista da fazeo-
da, para todos adtnirar, a saber:
Pe fas de fitas bordadas maito Gnp.a
Thesouras grandes pequeoaa o
mais fino qae b.i a 1*000 e
Caixaa com 20 qoadernos de papel
liso, amisade a rs.
Pecas de tranca de laa e algodo as
mais modernas a
Frascos coa agria de colonia maita
fina a 400 e
Frascos com agua de colonia ver-
dadeira a 800 rs. e
Cbapos brancos para baptisados 0
melhor qoe ba a 3000 l
Dozias de botbes cobertos de seda
para vestidos por todo o preco
para acabar.
Libra de arela preta a
Groaas de botes de lonca branca a
Caixas com 100 envelopes uzela
fina a 509, 610 e
spelbos de moldara dourada a
800 e
Pentes pretos volteados para me-
ninas a
Tinteiros com tinta preta a 0 e
Pecas de fila elstica moito fina a
Latas com soperior tanha 60,100 e
Latas grandes com superior baoba a
Frascos com oleo de Pbi locme a
500 e
Frascos com macassa | Peral a
Frascos eom agaa de Colonia verda-
deiri a
Ditos com olea de ba )osa suderior a
Carriteis de retroz preto com 2
oitavas a *
Caixas cora agolbas fraocezae a itiO
160
Pecas de tiras bordadas a 500, 000
800 e
Garrafas com a verdadeire agua
florida a
Cartilbas da Doatiioa Christaa as
mais modernas a
Livro das missoes abreviada a
Copos grandes com superior banb>
Magos dd palillos para denles o
melbor qoe ba a
Pacotes com 3 sbemeles inglezw
fazenda fina a
Escovas muito finas para linpar os
denles a
Anda urna vez
O Campos da rna do Imperador n. 28, avisa
aos sena numerosos treguezes e amigos que che-
ga de soa eacommeoda o. lio desojado rap
amarellinbu de Estevao Gasse, as-un como o pi
nhao do Rio Grande, que tao grande apreso ten:
dado os qne sabem de sua utilida le alimenticia.
Alm disso
O Campos tem constantemente em seu arma-
zem om completo sortimento de vveres, todos e
primeira qnahdadn e como se tornara enfadonh(
um annoneio qoe os descrevesse, lima*se a men
cionar os segniotes:
Carne secra (de carneiro) a 210 rs. a libra
6*000 a arroba.
I.inguas escatadas.
Ditas em salmoura.
Ditas aQamhradas lodas as auartas e sabbados.
Amendoas descascadas e sem casca.
Sement de bertaliea.
Charutos fnmaveis a loOO meia caixa.
Ditos superiores em groso e a retalbo.
Tinta purpurioa a l000 rs. a garra!.
Cama roes seceos.
Rafe Panto Gordeiro, viajado.
Mate em folha e em po.
Tabellas de reduccao, para o svstema raelrici
Pescadas escaladas.
1 revalesciere du Bury de
Londres
Toda a deeng. cede a Revalesciere du Barry,
qoe d saiide, energa, appetite, digestao o di
canso. Ella enra as dispepsia-, ga?trites, humo-
res, acidez pituita, flato, enjps, vmitos depois
da comida e gravidez, con tipaces, tosse. asthma,
affecOes pulmonares, bexiga, figado, cerebro e
sangue ; 60,000 curas, incluindo umitas dellas no
MtrasiL
A revalesciere chocolatada da Barry
em p,
Delicioso alimento para almo^o e ceia, muito
nutritivo, fortificando os ervos do estomago sem
causar o menor peso netn dr de cabeca, oem ir
rit'-cio.
nico depo'ito para o Brasil em Pernarobuco
na pbarmaeia americana de Ferreira M. i a & C,
ra do Ditqne de Caxias n. 37. (Todo euidado
com as fal.-iflcagoes.)
Viadas
queza
Luvas de pellica
pelo Intimo paqoete : na loja da Tur-
:
OLEO PURO DE FIGADO DE BACALIIAO
DA 0
TERRA NOVA
DE-
H. LACOMBE
Este oleo qne tao boa aeceitacao em merecido,
oioito se rfcommeada por ser o mais puri-cado
qoe at boje tem vmdo, e anda pelo boa paladar,
superior a ootro qoalquer : vende-se no deposito
especial de Bartholomeu h C.: ra Larga do lio-
.-aria 34.
PRIMEIRO LIVRO
Ou exercie^s de leliura e licSeS de moral para
aso das coras primarias do eoserheirc 0'apal
me. tradcelo do Dr. Cemelio t\ Fran. a Pilho.
s. UOOU.
_w Uvrurla traureza
BICHI5,
DE
_ Vende-se umaieaerva
dores p<; jedlrarqawm na ra dos Pasea-
.Veudem^e arreio para um.ou^dous cava^U,
blm cdmjaflss'as dertais ferragen? para' carros.
I branco orae'amarillo r na'roa
jto, outr.'yta^da^flreiinan. 3i. -.
-% eHa-*frf^lf>;'-sl'a-rpja^
G-iarahata.-J, dfr.ilf f eAaiii 6h fiorids
'raurtra.rai do >f >.r^ra. do Olinda a iftMtj
f Yand8 se por eommodos prf ? is ca prqneiias
grandes pir-vles para acabar : na rna doXt iu
de (linda %>M\ e*rjptofio.
. La do caitna
Vond-se lia da can na a 640 rs. o kilogrammo,
ea-libra,a.3llr-i:: no pateo do" Carmo, equina
da ravda llorjs, arujsiem q.t
>
-,- ~rV^9oe>e caootla peera
muflo suMrltr, a la,libra :
taheroa n.^3.-
nerada em< cambraia,
na P.ntvVelha,
1 .Veae-*e'rt as'*.r!pf3Hi l."ina^Bf''-v.*I ruatiy.M]
11590
U500
SOO
(60
-500
1*500
5000
160
tao
00
1*000
240
100
206
200
320
800
440
idOOO
320
600
240
1*000
1*300
400
1*500
1*500
160
600
240
JLOJA
no
GALLO VIGILANTE
Ra do Crespo n. f
Os proprietarios deste bem coajlietdo.eslabele-
cimeoto, alm dos muitos objeetos que tinham ex-
postos a apreciacao do respeitavel publico, man-
daran) vir e acabam de receber pelo oltimo vapor
da Europa, nm completo e variad) soriimento de
tinas e mni delicadas espeeiahdades, as quaes es-
to resolvidos a vender, como i e sen costme, *
por prf eos maito baratinhos oommodos paralo
dos, com tanto qoe o gallo...
Muito superiores tovas de pelica, pretas. brna-
cas e de mni lindas cores.
Muito boas e bonitas goltinhas e pannos par
senbora, neste genero o qne ba de mais moderno
Superiores pentes de tartaruga para eoqoes.
Lindo e riquissimos enfeites para ?abe^i azi
Exmas. Sras.
Superiores trancas pretas e de cores jo.ro vidri-
llios e sem elles; sta fazenda o que goda haver
de melhor e mais bonito.
superiores e bonitos leques de madreperola,
marlim, sndalo e dsso, sendo aquellas brancos,
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias lio de Escosca para se-
nhoras, as quaes sempre se vendern) por 30*000
a duza, entretanto que nos as vendemos por 20#,
alm destas, temos tambem grande sortimento de
ootras qualidades, entre as quaes algomas mnito
Moas.
Boas bengallas de superior esnna da India e
casiao de marlim com lindas e encantadoras liga-
ras do mesmo, neste genero o que da rnelor
se pod desejar; alm destas temas tambem gran-
de quantidade de entrad q'ialidades, como sejam,
madeira, baleia, osse, b; rrac.ha, etc. etc.
Finos, bobit'S e airosos cbieotmbos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores upas de seda e borrachs
p?ra segurar as rreias.
Boas meias de seda para senhora e nara meai-
nas de 1 a 12 anana de idade.
Navalhas cabo de maiiii o tarUrup'. ira fazer
barba ; sao muilo boa', e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, p nos por nossa vez tam-
bem asseiiura'nos sua qualidade e decadea.
Lindas o bellas capelias para uoiva.
Superiores agulhas para machina e para croclM
Linha muito boa de po*o, frouxa, para enw ;t
labyrintho.
lons aralhos de cartas para vulurete, assim
como os lentos para o rrp'mo fim.
Grande e variado sortimento a- ;i:j L ;r-;s per-
fumaras, dos melhores e mais conheiidos s
brlcantes.
COLARES DE ROYH.
Elctricos magnticos contra as souvnlsoes,
feciliiem a denticao das innocenus sriancas. &:-
raos desde muilo recehedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por lodos os
vapores, afim de que nunca faltim no mercado
como j tem acontecido, assim como pois, poderlo
aquellas que delles pre:isarem, vir ao deposito do
gallo vigilante, aonde sempre encontrarlo destes
verdadeiros ci [lares, e os quaes attendendo-se ai
(Im para que sao applieados, se vtnderao com nm
mu diminuto lucro.
Hogamos, pois. avista, dos objeetos que deixa-
raos declarados, aos nossos Creguej es 4 amigos a
virem comprar por precos moito rlzoavels i loja
do gallo vigilante, ra do Creapo n 7.
-VeiW
ir. )f. I* and<:.
Joaqirm Jos Goncaives Bero tem fin
vmder no seu escriptorio" ra do Cinraersio n.
8, os gneros abaixo notados, me vende nais ba-
rato do que em outra qualquer par! :
Azeiton?s em sncoretas.
Amendoas em barricas.
Caf muido em massos de I libra.
Chapeos rio Chile de boa qualidade
Coguac .marca martel frres. -
Enxadas.
Farinha de mandiea de aota CJl W nsr, sae>
eos de 3 e 2 alqaeires.
Dita da Babia em saceos brancos.
Dita de dita em barrica, propria; pan jasa?
particulares.
Fio de aigodao da Baha -m anaanaa
Kouct?.
Masados.
Nnaaa>
Obras de palhetas.
Papel pTi-fUio para cigarra.
Dito azul para botica.
Falitos para dea'.e?. i
Pregos sonidos.
Panno de aigodao da "abriga de Toe 3*Mm
de Pedreso na Rahia.
. Rolhas.
Hap popular da Baha.,
llotim cni fal do.
Retroz dos mclrn~.rcs fabricantes d? Porto-
Tipioca doMaranbao.
Tabaco simonte da Babia.
.Verniz copal.
Vinno do Porto engarrafado, caixa 1 19 gar-
rafa,!. <
Dito de-dito em barris, prpprkf par. engarrafar.
- IXito moscatel, ver .ladeira de Stloba
Dito R.irdeaux om caixas de orna ilu'.ia.
Dito de caj cm caixas de orna dniis
.'FariiiTi le miiho
- Vende-se farinha '3e mi'ho, molda i r;-,' d>-
ramente, ( gqioies : grii^ara a>
i sangic^ *
a l
lawt^'


ma eia T u*e Agosto
Jtquio- Jos ajaos, w rw ite Gr
Anclar, veade-algaduo a.'-ul americanos vard-aeiro
a preaos amerU-ano 0. fr't. '
cabello* brapaaa.
a jipone.a.
da pjas as academias
cieucia, re!tdwla Superior a toda que tem ap-
carecido al tiojk Daposito principal a ra
_adeia do Recfe o. SU 1 aaiar, em todas as bo-
Sao ha mata
Tinli
So e onica
J
iras e casa de gatnilleireiro.
A Hfl N
* olm

JOl !
i n(| a a
O
MI
M b M9\
.xafcaim. ofta t
?^ fepiq aotasd. ioq
tud nao. ir.ef jud
.ed ssp
qmtri iiwp; iiao _i;-3
a ama.
MtA eb i juO
1tO&od tob
r >neq isnidUT
tem f rnU
m*ioq i nbu4
siempre a Mowi K*!eraiiea!!
ao _E-._s_rw).
Bst loja era octiucda pela sua elefanca e
laperioridado de sens obclJ3. acaba de recebar
muitos artigo-para o que respetosamente convida
* ao bello sexo a vizita-ia, aflm de compraren! aquil
. lo que preoiafem para prepares de vertidos toi-
lete ou tocadores, e mesmo qnalqaer objeeto para
fazor algura prezente>4poi* que &>na Nova Kpe
ranea ficarao sasfeitos, j Dla qcalidade e pt-
eos moavei?, n mesmo por qne a Nova Esperan-
za uaaa-se em nao se impacientar em dar a es-
colhor os objeeto?, prestando-se eom o agrado
cam que oostn a reoeber a todos, aflm de que
. jaibam com o firme proposito de voltarem ou
raandarein a mesma leja, logo que precisem de
Qua mer artigo por pej-eno que sf-ja.
LUVAS S PELLICA.
RoCbeu-as do Lisboa a Nova Esperaoca para
gluuj*, sanhera e meoines. sendo brancas e de
. VOVIDADE.
Bico de qnip'ire pret com branco, a Nova Es-
peranza S quem tem I 11
Caizas para jotas.
Nova JBspejanca receben boas caixas de san-
ilo para guardar jotas.
Fitas largas pera cintos.
Receben as de cuitas qualidades a Nova Espe-
rance
Para extinguir panos oa sardas.
A NovaEsprao^a tem leite de rosas brancas.
Para Ungir cabellos.
Tem a Nova Esporanca a verdadeira tinta in-
glesa.
Para refrescar a peHe e aforraozia-la.
A Nova Espelunca ra Duque do Cazias n. 63,
cade verdadeira albina branca de Lais.
60-
M
IOTA DA
ss
faienda, e lando contiouat a. *oo^ morados w aporta e Mfift j#^ >a
ANDE LIQUIDADO, afimde tfXm 0 JTI
das mismas, tem resolvtdafmrfrmafcAPL.
de deposito e aparar DUWEia&q 8*a*AJ /-*-- qne se vefiae baftils*1
as amostras, cando penhor OBMMlda^neVaVetD casa dasfi_maa. fwli^a-wm.ao
as pesoasqne na*oc_temmta*. '5te estatetecimento si poderlo, m^r
pequeasporces pelos masaoi pr?sdncanapram Wicaj^sx^ttdecaa
anas
As melhore, e do mais ccmlieeido fabricante,
aaio francez cono ingloz, esBo 3xposla< venda
a ra Duque ds Caxias n. 63, oa Nova BsfM*
anca.
Extw.toa, Dactia, oltw, sabonetes, agoas de co-
lonia, da larasip, rida e de lavande", etc., etc.,
rudo de sDparior qaaliwda : venda-ge na Nova
Eparauca ra Duque de Caxias n. 63.
!! !
Bonitas
PARA AS FESTAS
.t;
DE
i 00i ALFAIATE i * &
*)**) getooirraft-fleweoatorqBalwr
commatjoa d s ra 'imiOI^h
gaei, e o proorietario d'este fraM
beleciaeno e premaHe' Mrr4ntt-tio
sajto auttojkio
E S. Joao
CHECARAM PAEA A L0#A

E' este o distiWtylUiWifcva elem montada
*t lofVdl^itsitMI iffegt*)
vina os Mlorco?
-M -Tomis
i que
O PavSo vende pecas d'algoilustBfca muito toa 1Wvlii' ida ^yu^u^^^iiapttfiaea e ouiras
peca, pelo barato preco de^*O0CtTj muif JJJS, ^ro agradar a
OBTRA
ao Bazar Universal da rol Nova
sarthBento da machinas para cos-
an raeiliores qHalidades que existe na
tos fregoeze* qnlbe tWDrare Wljrt caa, ^rio. das caaes rooitas i'sfo betn co-
AIOIA>Sili<*At*#.$A K-MiSVtosm au
Agora sini
A Ncva Esperaoca, a ra njue de Caxias n-
(53. r^cuLeu ao Imdo sortimentj do laa para bor.
dar, vq lo as eCres ttais procuradas, branca, pre-
la, esa rate m. e'.:. a Hila ar.ios <|iip e ^cabe I
Lbru* st-yliins.
. Vend-M no mcom m F. d-< Oiivcia c C,., ra lo (winmeirio o.
mm k i
iu.hj mdicos que em ou-
ALSACIANAS A I 200
Cbegaram as mais lindas abadanas sen-
do orna oova e elegante faienda de laa
com bi'lbantes listas de seda e ba-taote
larga, para vesios, sendo ifes'.e genero
o que esta anuo Jen inerte m is gosto
iw|S largo e aworpbia -8JWW, alto a t
Ihor e,ne tem luda a iMrMde^' tartto'en
OOtidrpado e largo para lenf-es, pxfle^bar&o
tteod aWttO, ''tranl|WelilM)lM.
madaplAo a noeo u mm
O PavSo vende pec ae mdap^'io com
14 jardas, sendo bewta mu'to ioperior
pelo barato pree> > 4^500, di'as mm as
mes as jerdae-a^SOOQ, dhas ^tHtaras a
SiJoOQ, ftWOO, 7fl8eOa8OOO. i>eericha.
WADAOLO PRANGEZ A 10*
O PevSe rende j?a:de finesinamaJa-
CRA.NADINA8 JAPOERZAS A 80 RS. OCOVaOO
Cbegou para a loja do PavSo te nova
fazeuda com o nome de granadinas Japone-
sas, sendo nma boni a faienda de laa com
bonitos qaadros de sede, popria pora ves-
tidos, tendo de todas as cqrfes, e \>enda-ie
a 8' 0 rs o coado.
o cercado, e vp.nd>sa fStOO n covado po|5o verdadeirameote frtfWM, *wlo 22
a veatia em seus rantei, alm de outros
tfli* > |e eu tWi.W regular, os seguiutes, que
fan-lim por pratjoi
;r gaaltiuer ji;.tle :
r-i'HT.^S de ;;;ih"-. almofaJadas.
PHTKtAS 1 ferro para cercas
SALITRE lele.
ES''iuAS da Inti para cama e forrr satas.
CASOS de barr francez paia esguio.
O soperior eoi poreSea < a contento. .
CEMENTO de tmla-i as qnliihoea.
ti u HNAS de d a aromar alodo.
LOy tS - brifizoeedli lussia.
.... i caaos para'farro de carros.
f idos rauito bou? e econmico.
* leaux.
.r d Gautier Freres.
ce .4 raudes a 3300.
.';;; i la^iiaja.
TALAXCVS Jecimae-.
I EIHAS atcericans?.
HM da Jamaica
. ZULEJ.S de Lily^____________
Cemento Poitk&d
L;a bacca '..- 13 b rrobas preqo mais com-
i a a que e natfa qualquer parte, vende-se
ll i o Irmaos & C
as-petpsseos autores, como sejam :
er A Wilsoa, ro*er & Boker Sien-
murtas
m a viste aeverao agraaar eos eom
pradem. ...
vantagem de- fater
iras podem fazT
eeco tanta perfei{ao
Hostureiras. Gsran-
Sle e eosioa-se a tra-
er-monos do urna
apra, e as'presos So (3o reeaiaidos que de*
vem agradar aos.-pretend utes.
Estas mac!
o trabalbo q
diariamente
como as mai
te se a saa
balhar co.m.
Os prWrf.etaftiT9 fcte'ewganle' stWel
flzeram' para coHoesrem as eondirWies de nma grando Tieoella, filiar*
rigoroso priteipio se nao vienen a eolkionai e jorMl ttiiMi t trjtJpin $a-* <
buco que no me.mo alabeleciranto aaMoatrar gempre o mai* coauplclu aortiK
deljias, como sejam : brincos oj mais modernos, para adernarem as delieaa iv;.
Ibes do bello sexo, e que se tendera a 8,9 e 101 o psrydjtas pata metUnas-a,*, 3 e 6/.
ditas de coral obra de apurado go?to a 3 e 4, VolUnlm de corar m ot4*^ *e tiara-1
M,-broches modernos de 3 a I, ditos com pedraa eh> sum ^taMMfeM a '
10. 11, 16 e JO*, rosetas las, porm be Hraba^d, de2*S00 a^W-^?
pedras de 4 a 15*. cazoletas a 4*r 4ia'Cra Jescrajael (tV^^.^WIIWI
gostos, e com bonitas pedras a , 3 e .ditas de P^^6^^^* '
ricas cruzes de esmeralda e rubim a II, 14 e 16*, itaa de orp ? oral t4m^mt^
tofraphkas a 3, 4, 8, 6 e 7*, ftfas de cortt a S^dgMjBara*PM
G*500 a oitava, gnarnicoes com tres boliSea-para.euBlMsMU, " o? l
o par, ditos para punhos os mais modernos a 7 e 8*; alrabe oro wlafcsinw aortune
to de joias de apurado gosto que recebem por todo el vaporee a *;lir^i .'^
sejim : brincos, bracelete", Moetes, aaBrecoaaompleTOir, WazeT, roieas.nr i^
brilhantes, esmeraldas, perulas e rnbins. MedailiBes, xoiU.vi(!pc3(B% *'
Uas e q diverso- ndelos, ocelos e peoctoea de natroa (trau nrUa, re
ro e prata de afamados fabricantes, salvas de prata da^liversos iamaohosl
ros e faqeeiroe^ eelleres para cii e sopa, n.ane* tere catenga, *rvn I
obiecloi qne serla enfadonbo raentunar-se.
Os proprieurioi da Flor de Otiro garaniem vneier mais iurata
qnalqaer parle, para qne estar aborto c eatatolecioeaia dast-twasr '
non te.
GRAM REDCCiO EM PBECO _
[txof>&3
ii em
nr- ir.' .\i.<
Uer?cj om barril, de
; j qiilidade
Veudese e;a easa de S. P. Johrtcn & C,
. Senaala-nova n.^i.________
fcll
ru!.
Excelieut':S
Ventle-se na ra da Crus
numero 12.
Caixas de dosis de garrafas.
VigeS;mo3 de pipa.
Dacimes e quintos.
Por biratissices jirecos.
vinhos verdes,
do Recife, armazem
Viuho de Collares
Vende-se o verdadeiro e superifr vinho de Col
lares, que mais a*eei'.atjao tem era ^Lislje,
decimos de p
mero 28.
na ra
era
da Madre de
em
un-
Cebollas novas.
em restea*, era porco e a retalho, mais barato do
que era outra qnaiquer parte : na ra de Pedro
AlT.-iuco n. 1. antiga ra da Praia.__________
Contra a tosse
PASTiLHAS PE1TORAES,
de
finmma simples cryslalisada.
Dita de aegieo
Nall d'Arabia.
Ser de plob; -naritimo de Lsgasse.
E ouiras moita qoe muito se recomendara pe^
las soas excellenteb qualidades.
Vende na
PHARMACIA E DROGARA *
DE
Bartbolomeu & C.
34-RA LARGA DO ROSARtA-34
com chaos pro-
prios, sita na roa da .fjfazade b.'38, na Capanga :
a tratar na ra Direlta o. 15. *__^^_________
Vende-se urna caja terrea
/rnli
Admiravel.
No Musen Elegante veBde-se pecas de bico imi-
tando crochet a 800, 1*000 e 1**00 rs. com l
arda?, e a grande pachineha de agnILas fracezas
- a 1*200 r. a caixa r-om 10 caixiahas, na ra Es-
treita do Rosarion t._________________
ATLANTAS LAVRADAS A 800 US. J) COVADO
Chegoa e.-ta nova fazenda cjb o nome a
i'e a lanti, sen:Jo orna delicada fj? en Ja de
la, p'-Ki vestido, qie eeade-ise pelo bara:
to preco de 803 rs. o covado.
NOVASPOPKLINI.S *OE"SEDA
Cbegou para a kja do Pavio om craede
sortime lo d is miis lindas e modornes
fou clin.Ts de seda, com os mai., dalicados
.; die; e dd muito pbantasia, qne vender
oor preco mnito barato.
' CAMBRAIAS BRANCAS LAVRADAS A 4*
Vende-se crtos para vellidos de cata-
bnia branca la.rada, senio fazenda milo
lina, p-lo barato prer;o de 45 cada corte,
as.-i-n como um grande sorti-ioto de ditas
lisas, tapadas e transparentes, que van le-se-
or mocos do que em outra qu-lqaer parte.
CAMISAS PARA INFERNO
Cbegou para a loja do Pav5o om grande
s rtimeuio de camisas escaras encorpadas,
a prova d'agua, sendo prop ias para a es-
tato do invern, e vende-se par precoe.
em conta.
TOAL1HS ALCOCHOADAS PARA MESA A 3*300
O Pavio veade toalbs brancas de fuslao
a'coch^adas, propias para mesas, sendo
bastante "grandes pelo barato preco de
3#50, diias encorpadae muito grandes 75.
CHALES DE MERINO' A 2(8UOO
O Pavo vende chales de merino muito
grandes e encorpaios 285'JO. ditos
imit.-co de cbinezes _^5O0, ditos pretos
Ai renda cora 4 ponas 4|000.
CHALES PRETOS BORDADOS
O Pav_o vende os maiores e raelhores
cbales de me in pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de retrbz, e vende
por menos do que'em outra qoalquer parte.
CAMISAS PARA HOMBNS
O Paveo vende um grande sorlimento das
melbores camisas inglezas e francezas com
peitos da linbo para todos as procos e qua-
liJades, assim como 'ditas de ditos de'
algod3o para todos os precos e tamauboe,
tendo tambem para enancas, e no mesmo
estabelecimente tambem se vende ceronlas
de Itabo e algod.o tendo para todos os
pre:os, assim como metas croas inglezas
para homens e manios, que tudo s veade
por pre;o muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavao tem constantemeote um grande
sortimento dos melhores cortinados barda-
dos para camas e ja_e'.las?que vende-so de
8)5000 al ao mais rico qoe costme a vir
n'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, tanto lapadas como transpa-
rentes, proprias para o mesmo fi n, colchas
da crochet, damasco para camas de noivas,
e cortioas, e vende-fe no Bazar do Pavio.
LASINHAS BARATAS
0 Pavo tem um grande sorlimento das
mais bonitas lasinhas para vasli os, tendo
de todos os precos cores e qualidades.
priocipapdo da 200 rs. para cima; porm
to grande a quantidade. que seria eufa-
donba especificar qualidade por quadaie,
s a vista do freguez e das amostras se Iba
venderS por precos t3o cmodos qoe
engue a deixar de fazer om vestido de
12a por tio pouco dinbeiro.
metro ou lavaras, pelo baratigfimopreco
de 10)5600 pegMeodo feaefldaqtw. sem-
pre se venden l4W>,'e hqtii l*-se or
este aaralo frecoaor mtep'alf.ail ceu?a
n:huvalha1a na pon'a de *JMi
ALGODOSJflHO BNFESTADO A t# 4^280
O P-v& vende ve^dP'tf-'aiK^froi'rabo
tenio 7 pafeosi'iie !rafg'r e
multo. erjCurp.di), provea p*ra leQfoes.
7 do trancaaV e mata aperpado i-Q.
RRAM_SPAH-IiE.,v|:OEI A*4( -8003^
O P\i-y vene yrverdale.it bra nauta de
linbo tendo 10. palmas de largura, que a pe.
as precisa para umkncoi orna vat_ etma
Huirla, pelo barato preco de _4$0 vara.
rtit-i methor de t$# O e 84000, tfln'lo at
do melhor que vem ao mercado 3oOO
o 4^000, assim com crotones fortes para

A ra Duquesas*
(Antia do QminM-do)
Nesta casa vende-se por precos que a todos admira; resolverse
dades, afina e vabder-se maito, onde, nf reililado estfctfande
resp itavel publico, em grU, teabara faltar esta a%abeUc_tl*o 0
bera poderem av aliar os precos porque se vende alii tjda a qaalqu
estabelceimerrto acaba de reoeber urna infloidade de artigosi o qtse ac^o inuii
o que s apenas peco qae o honrem visitaoioeste estabekcimoto, aim de
a realidade dos precos.
lancead, sendo tima encorpada fasenda fran-
can com O ptimoe de rrgura i OC rs.
o metro, e bramaot. d'aigod_o com a mei-
ma largura i800.
SAJAS BORDADAS A 43OO E G^O*)
O PovSo vende rude peciucha em saias
braacaBrica'nei>ta kordadee, teeda esaa urna
4 pannos, veu_a pelo barato preco de...
4^500 e 6A0Oi,-*erKk* azenda que sempre
v_Qdeuwpor 8fi e \ #006.
faiMda ftra aiis 1*260, i|_60 -1530o
O Pa -3o veade-sipehcr fazenda bordada
a._om pregas proprias para stias, 5200,
felBBO e W# 0 a vara, sendo preciso para
uas saia aperas 3 varas ou.3 i|_.
As 3000 caries de eaHltraia a 25*)0
O P-vao vende orna grande porcao de
cortas de ambraia organdys"; tanto brancas
como de cores, sendo com listrinbas de
c6res tessidas e nao estampadas, a liquida-
se plo baraio preco de 2J600, cada corte,
fatenia que vale muito mais.
Aos 26Q6 wrtes de cambraias borda.Ias a StfOOC
O Pavo vende urna g.-ande quantidade
de cortes de cambraiaa brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenlio mais
lindos e mais vistosos que tea viada ao
mercado, tanto ea Metras eorridas xarao ada-
goaaes, e com muia fazenda para um ves-
tido, e liquida-se pelo baratissimj preco de
55000, sendo fazenda de muito maior va-
lor, grande pechinefaa.
CAMBRAIAS
0 Pavo veade grande quantidade de pe-
cas de cambraias brancas lapadas e.trans-
parentes, tanda de 3 tina qoe vem ao mercado.
CHITA A i 60 RS. .
O 'av.o vende chitas largas com bonitos
desenoos e cores teas, pelo barato pre^o
de 486, o covado, grande pchincba.
LA\SINHAA 160 RS. O COVADO
O Pavao vende bonitas iiasinlias transpa-
rentes pelo barato preco de460 rs. o cova-
do, paobincha na roa da Imperatriz n. 60
CORTES DE CSSA A 2*500
O Pava. veade benitos cortea de cassa
fraaceza nodo cada naa aaa seu papel, pelo
barato preeo de 1*906 carie, ditos muito
lindas 3/jfJOO, pechiacba.
CASSAS FRANCEZAS A 20 RS. O COVABO
O Pavo veade bonitas c*ssas de cores
para vestidos, pelo barato preco de 206 rs.
o covado ditas finissimas com os deaenbos
rnois mode.*Dos que'jem vtedo ao mercado,
pelo barato preco de 500 rs.
CRETNES
O Patio aeodt finissiraos craloaa esca-
ros matizados, proprios para vestidos e
ehambres, pelo barato preco de 640 rs. o
covado, ditos d 11 r5os, proprios para co-
- '.o
Usier raga i ment aatorisado e appova
pele corjgeiho de sade.
nico aaposrro
em
PEftNAMBUCO
Puai matia e drogara
de
BARTHOLOME dr C.|
34Rus larga de Rosario34.
do
B^ara saceos e foguetelrcs.
*AHA AS30CAH
CERVEJA DK MABCV
JK
KBgarrafa Ja e.'iiecialiDe'ale para a Brasil.
Charato3 de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os numeras estampados
ais pegas e cao as etiquetas.
Vendem-se
Em casa de
T. JEFFERIES i C.
46Ra do Gommercio 46
BRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Traxana em cada poca um blihe-
te caa o nome
\ DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES fe C.
Pecas de a>gr>da"osinbo a 3000.
Ditas de dito marca T muito largo a
4,5400.
Ditas de nadapolo a 30, 35500,4000,
4500, 50 e 50500.
Dita-; de dito rauito fino a 60 e 7-5500.
Ditas de dito* franei tuito. Gne a 90000.
Ditas de caaabraia tratsparente muito fi-
nas a 3,5500.
Ditas de dita tapada rutilo finas a
40000.
Atoalhados de diversas qoalrades a
10nOO, 1)5800 e 20600 o metro.
Bramante com 9 palmos de largura, puro
linbo, pelo mdico preco de 20000 o me-
tro.
Brim- branco de linbo muito fino a 10600
a vara.
Popelinas de la eovado 560 rs. e supe-
rior a 700 rs.
.Grande sortimento de bros diversos e
gangas propria para calca ou palitot a 400
rs. o covado.
Brim da Russia, fazenda muito superior
a 500 rs. o covado.
Dito pardo trancado muito bom, i corte
para calca!0OCO e o covado 300 rs.
Cobertas de fuslao de diversas cores fa-
zenda superior a 50000.
Madapeto infestado peca de 12 ji
30500.
Ceroulas francezas a
Pope*a-** te, f*4*5w ioterjfl_Bnte
novos, covade 10600.
Csmbr-las toan* e qaa lo; appaftjcido
Vmelbor. **?
Grande porco de meias pira seohoras
e oriapcas por precos commjdos.
Grande sortimento de chapeos de sai.
Cortes de casimira a 50, 6>, e ~0NO o
corte,*
Chitas a 200,210, 260, 280 e 300 te. O
covado.
Ditas em percal o qae ha de mellr a
360 rs.
Duzide taalrjaspva rosto a 80000.
Ditas de gaardanepos de lir.ba a 20500,
Grande sorhmecto de camisas.
Cobertdres de laa listrados fizenda supe-
rior a 50.
Cambraias muito largas, Jmperatr a
15800 a vara.
Chales de merino de 20200 para cima.
Lindos chales de fi' bordad is 20600.
E muitos outros arligos que se deixa de
mencionar.
i
E' intil, nao se cancera, em precos ningom pode competir com o
65 a' na Duque de Caxias
GRANDE
LIQUIDACAO
Raa do Crespo n. 20.
Nansuc liso de cores lindas para vestido a JU,
-80e 360 o eovado, chitas escuras unas oompar
ra a 30 o covado, -baraiissimo nta loja oe Gui
Iberme Cameiro da Conha.
FIO PARA SI COS ,
Vende-se ero cusa de OkeM Biodloss St C*, a
ra da^Crnrn. II.
Charutos de Schuorbiisch
Regala britnica.Regala Imperial,
Opera,. Conchss. Tisbneos, de om milheiro
P*CGARR0 D49 FABRICAS DO RIO DE NO-
VAE8 E LiZAUR, da diversas qualidades, vende-
m ern harrir_________________________
"1
na raa do
na ra O* Protreaso
de (rente e 400 de fundo,
__Vende-fe om terreno
a. 11, cora 40 palmos _
eom algorais bmMtoriaa 5 a tratar
Yiseonia de Albuquerque n. 131.
ALPACAS DE CORDO A 640 R8
O Pavao vende as maii lindas alpacas de1**1'8endo f""dmuit0" wrfti
cordo para vestidos e ronpas de criancaa baral *">*-** "to-
peto barato preco de 640 rs. o cavado,
ditas finissimas cornos mais liados lavoree i
imitacSo de agracianas a 800 rs. o covado,
bonitos glacs eom delicadas cores e lus-
trosas como seda 10000 o covado, e ou-
tras muitas fazendas-de gosta e laso para
vestido, na raa da Imperatriz a. 6o.
POPEUNAS ._
O PavSo receben ai raais iendas e mt
Ibores poupelinas de seda para vestidos,
com os mais modernos lovores, croabas li-
zas com as cores mais novas qoe tem vin'.o,
e vende-ss 20000 cada covado, aisim
como delicadas' sedas de tstlnbas, tanto
para vest los deenhora q vende-se 20000 cada Mido.
4 iPAS PARA BQ1MW ,_|,
O PavSo tem enustaoteaieol.. nm grwtm
ertimento de roapa
de brias br mira*, para todos os preces e
a tambem se manda tazar
obra om -jdoacfsofl
qpasa.tem om perito
tacto de tiii_rt?e^*i_baida
Basqainsa se easaqnjnho- a 100 e 250
. O- Pavio venda basaaioaa oacaeaqinboa
de seda p tos ricamente enfaiudcs, pelo
baratissimo prec i de 200 e 2M090, sendo
muiU) modernas, assim como ditos de cro-
chet a rendas pretas qoa se vendeos mnito
em conta, oa ra da Imperatriz a. 6*
Chitas eatraieidas paracebertas a~3|0 rs. a cava
Q Pavao venia chitas entianeadas com
delieadoa desanos, para cebertas oa corti-
nas de cores fuas, sendo fazenda maito en-
corpada palo barato preco da 360 e ccadO.
ESPaRTILHOS A 40500
O PavSO vende os aais mpdoiaos o mi
Ibores espartiihos, ten lo da todos oa ta-
manhos, pelo barato preco de 40900
CASKMIRAS
O Pavio veade om ejetaote sortimjBJft
Grande
LIQUIDACAO.
Na ra do crespo n. 20.
I.oja de CJiilhermc.
Lias de cores miadas a 80 rs e eovado.
Bramante do linbo com 10 palmos de largara a
_500 vara.
Chitas claras e escaras a 160, 200 e 140 o co-
vado,
Ditas meados prassian:)s a 280 o covado.
Ditas chinezas para cocerla a 240 o covado.
Cambraias, organdys miudas a 140 e 180 o co-
vado.
Ditts bordadas brancas e de cures para corti-
nados, a 320 o covado.
Dias bispo lisas tinas a 3 a peca.
Di las brancas com 10 varas, a 3*000- e 3*500
a pe (a.
Da Victoria, a 4a rjeca.
Mnssoliaa branca, a 400 rs. o covido.
Mactapolao ransez, a 6/ a peca.
Dito ingles de bom a especial, a 4*000, 5*, 6*
e7 a peca.
Algotosiloo a 3*, 3*300 e 4* a peca.
Alpaca de cor -com listas, fazenda snpener a
360 rs. o ovado.
Dita branca, eom tares atildas matisadaa a
500 rs. o eovado.
Dila preucoa fbr brania, o 800 rs. o eo-
vado. y^
Ditas de ores padrdes miados a modernos a 360
n. o covado.
Lencos de eassa eom barra de cor, a 110 rs.
cadaal.
Ditos de linfio embaraados a 4* a daxia.
Coila, (atoada bera eoahecida pela saa (ortidio,
mais larga qae cbiu para roapa de escravos, a
100 rs. o eovado.
Casemira pre superior, a 1*800 o covado
Cortee de oaaemira de oor, 3*800, 4* e 8*.
Cortee de meia caseraira, a 1*100.
Casteeu preu e de cor, a 500 rs. o covado.
Ganga amarelia lisa e de lista, a 360 rs. o eo-
vado. ' '
' Algodao largo merca T a 5* a pees.
Dase amostras eom penhor.
Vende-se coqueiros pequeos para mudar-
se: qnem osa,niier dirjase ao sitio Cafando na
estrada de Paulino Cmara, joutr'ora de Jlo de
Gal de
ainamente ebegada, a pre
roa da Apollo o. 30, armaiem
sxifues *t
&
0
P

P-
o
?
i
O
I
O 2 83 1 oa
H* fl
o A o
r

m 6 s*^
mtsr*
P
s
HOTEL
na Larga do Rosario n. 4
Esto acreditsdo estabelciiDanto, offeraca aosaie#talHtt mmmmu
riedade, gosto e moito asseio em aoat ifoara. ____.___. __._ i ,
Tem orna espacosa e alegante sala pare aJismafrolo. a _lDM_n ^iMtrro.
0s gneros de consumo sio de rmattai aarfBWoa- .. . _
Receberja-se assignataras tanto para o estabiwaimm_m, qoaaia posa oawcitro.
Ha para recreio, sala da lMlba__a*-,j>iaima->mwiiOi w**^******
PispSo de cmodos o indepoodoatos apoxoatoi par botflfl|l%


L
ti *
\
-------------------------------------" -------------------------------- L T '-*

DO



U RIJA DA 1PERATR1Z \ 64
DE
FIGUEIREDO ft LOPES.
Os pToprietarioi deste ervo tabefectmento. eertos de qoe o meio de adqtrenr
nemorosa freguwia 4 vender barato, servir be e haver sinceridadade nos tratos^ no
noa afasumss doste caronbo pira berra corresponder ao favor que nossos numerosos
fragncies nos ten dispensado.
Cerno alwla temos algoens fazendas das primeiras compras, resolvemos fazer
redoro etf Irqcms deltas, para o qoe chimamos a alterco do respeitavel pnblico :
Temos at/atodos os presos e qnalidades.
J3rosilena,jle preto.
Becebesi novo sortimealo e vendimos
por manos o que oulro qoalquer.
Lias a Sabaya.
Anda temos did res i o desta linda .latea-
da e par&Jtabar vendemos por 900 rs.
iC.'r'es a Minerva
Vindysjf Mps aig'ju destes lindos cortes
com stri seda, <-om 19 covados, par.
acabar vendemos por t-
Cortinados.
Recebemos novo sortimento e vendemos
por, 8|, 9* !*#, 16#, 484 MI, cada
par.
Cambra para cort nados a 10) a peca
com 20 varas.
Di Victoria le l aW 81000 a peca de
8 amas mcia.
Dita soissa transparente muito fina.
0H6ANOYS BRANCO
Temos rcebdo novos organdys de
4,000 rs., ditos de 6j e 8JCI00, este ulti-
mo tem liseras ssetinadas.
E$partilbos
Recebemos novo sortimento de espartilhos
inglezes muito grandes, s3o de linbo.
Vestuarios para baptisados, bordados
meito bndos a lOJOOO, barato.
. Camisas franeexas, inglezas e snissas de' com e branca,
20 at 45300 rs., ditas bordadas muito feas
de 8 ate IOJ0O.
..MECEJANA.
barato preco de 3$ e 3 $900- rs.
Poupelmas de cores e brancas multo
Hbdas.
Camisas de meia a 9|JOOO a dozia, pe-
cbincba.
Cambraias de cores.
Temos o melhor e mais lindo sortimento
de cambraia de cores a 800 e 500 rs. o
pie tro.
MEIAS.
Recebemos meias muito finas tanto para
seohnras orno para homens, meninos e
meninas.
Chapeos de sol.
Recebemos chapeos de sol com cabo de
marGm que vendemos por 135 18W0O, di-
tos de cabos de'canna 9*51, 11$ e 1i000.
Cortes de cambraia de cor muito liados
e com babados com seo competente figari-
no, tem 18 covados por 8000.
BASQUINAS.
Recebemos basquinas de seda ricamente
enfeitadas qoe vendemos por baratissimp
preco.
Ves'.earies. para meninos.
Recebemos vesioarios de fusto mnito
bem enfeitados que vendemos por i500 e
5|., fi' branco bordado moito fino, dito
com sal pinos dito preto com salpicas-e liso.
Cambraia iberia i imitaf.5o de croch de
BRbNS.
Recebamos o superior brim de Angola,
dito pardo para todos os precos, ganga fran-
ESSENCIAtMftt
0 B COTTOS
twcTOdTOmvel bm obstruir as areias e v
EVITAR A ,A ORA1ACA0
Guiados pelas indiceles de mnitQ3 abaJsados.cbim.icos, e medico* distincto?,, que,
se drara ao estudo e averignacSo das causas* qne prodazera os p* decimentos de reu-
matismo, golla, arias ths.rhitis, bexiga, pgado,i i'outras visceras; e aos ensaioa d^s
meio's pr actividae contra os ditos padecimentos.
N3o nicamente baseado em theorias que tanto avancemos, mas sim. dos satis
faclorios resultados otitidos da sua applicatao, as innmeras experiencias, que com elle
fizemos; e dcste modo, seguros de seus. beneficios effeitus, afoQtameote.erecammea.da-
moss pessas q.e sofffam algumas das mustias cima ditas, ou de algnns ootros pa-
decirmntos do apparelbo urinario taes como o diabeUc/a^ gjjcosorico alhuminorwo
etc.
Escudado seria observar que se nSo pode designar um numero determinado de dses
de um medicamento para corar todos os individuos qae padecara da mesma molestia ;
pois que a cura est dependente de diversas circumstancia, inherentes- .disposicSo na-
tural ou comaleico, de cada mn delles; mae comtado, cerlo qne o. hyJr.oleo ktho-
trptico nti rheuinatico e gottoso prodjiz serapre icura desejada, qqndo se persista ero
SETINS.t CROSDENAPLE* DE CORES. \ Capellas muiw lindas para noKas, pelo toma !o o tempo preciso para obte-Ia; devendo ter-se*tra vista que qoauto mais iovete
E' orna fazenda Itraoca moito linda e fina ceza a 500 re. o covado, superior.
para vestides de seoboras, teas a peca
jardas e casta 18 e M000.
30
Panno abretaonado largo e bom. peca de 04500 rs.
Pannos finos.
Temes pannos pret s finos de 3^500 at
20 varas a H.
TAPETES.
Recebemos novo sortimento e venttomos
muito barato.
Temos grande sortimento de saias bar-
dadas e vendemos moito barato.
CORTES DE LA A SIM1RAMES.
E' nma linda fazenda com os enfeites
Recebemos casemiras de cores para 3$
at 3#500 rs. o covado.
CHITAS-
O Cysne tem o mais lindo sortimento de
chitas para todos os precos e qoalidad'es.
Bareges com iistras de setim com lindos
padrees e muito modernos.
Crotones claros com lindos padrees e
correspondentes, guarnecida a ssia com cores fitas pelo baralissimo pre^o 4tO rs.
nma franja de seda na barra, vende-so o covado.
rado esl o mal mais se deve .JnsisUr na app!iic3o do remedio.
Podemos tambera niancar qoe, por mais continuado que se ja, o uso desle rene-
dio nao causa desarranjo algem as va? digestivas, mas antes, pela, prop/iedade eminen-
temente tnica, que tam.bem posfoe fortifican estomago, torna, mais facis as digest5es
e, n3o n/iucas ve zea* tem feito desapparecer djarrhea,.que eraw entretidas pela dthili-
dade ger'at do appr'reiho digestivo,
MODO DEJCSAR.
Tomam-fe do hydrateo !tjthotriptfco nos .primeiros.qnatro ou cinco das, duaacor
Iheres de sopa, em agua assuca/ada, leite, chi ou caf com leite, e mesmo sem misto
ra alguma, t>a occasiaq do almogo, e outras au principiar, a jamar
de
hers
No quinto ou sexto da e segujntes, lomam-ae do mesmo moJo dtt), ices col
cada vf z.
Se as onrinas da pessoa doente depositara grande porcao de areias; sa as dores
nephrilicas, rheumaticas ou gottosas slo emtanles; em fim,, seos padecimentos. san
fortes, tomar-se-bao qualro colberes de cada vez, oa tres veces no da,, a tres colhexe
de cada ama.
Quando as areias, ou oulros padecimentos, tem .diminuido, toma-se s primeiras
dses. .
Pelo oso do fydtdeo liikotriptico vao sendo mais raros o apparecimento das arpias,
s dores nephrilicas, rhenmaticas e gottosas at quede todo desapparecem : neste punto
pode dispensar-se o remedio : mil, porm, com j preventivo, tomar cada semana orna
on duag dses delle.
Pelo que respeita alimentacSo, deve ella ser rego'ada de modo que no sobrecar-
regue o estomago, e em quantidade tal que possa ser fcilmente digerida.
A melhor bebida , sem dnvida, a agua para, mas tambem se pode usar de \iabo
simples ou ponco alcoolico. De ceneja e vjnhos fortes, poueas vezes.
Sobre ludo o qoe mui'.o recnmmtndamos, grande exercioio, sem fadiga, pois que
elle muito contriboe para a rapidez da cura. ',
N. B. Depois de ttrar-se do frasco a porco que se va lomar, deve haver o maior
cuidado em o arcolhar immediatamente.
nico deposito em Pernambuco
Pharmacia americana de Ferr.eira Maia & C, roa do Dnqqe de Caxias n. 57, (an-
tiga do Qoeimado.)
E Qofas mu4?s fazendas que pretendemos liquidar, para npac::uisuUr. com
as que espetamos re euer.
R0OPAS FEITAS EM LlfiDDACO
Na luja do P.ipsgaio ha um grande deposito de roop.as feitus de brins e de
caisimiris, paMl, calcas, coUcie? e eobrecasacos, que se liquiden), ror. .presos muito i
brlos. v
Seda lavrailas de c Are.
Liquida-se na toja do f'apagaio urna grande porco de se.as layadas de .cores
que e vendem por precos barassimos, na ra da Imperatr o. 40, esquipa, do becco dos .
Mrwrte
Mendes & Carvulho.
por 404000.
Cortes de cambraia branca abert, bor
dadas muit lindos, vendem-se por menos
do que era outra paarte.
Dites bordados na -barra, de cambraia
transparente, por 85000, moito barato.
*Luvss frescas de pelliQa para homens e
senhoras do acreditado fahri ante Jovjvia.
Eazendas para 'uto vendemos por monos
que em rntra qoalqner pare.
A;paras, cantiles, princezas, bombasinas
cambraia preta, te. etc.
Deixamos de annunciar moitas nutras fazendas por nao se tornar extenso e en-
(adoabo aos nossos fregnezes.
t?ua 'la tnperatri/ ii. 64. *

nUEIIEDO i LOPES.

Naote.* vw um proccitM) nu parlen e que u-, cripta si ITrf o fhoqne e aewk> forisimos sei*
Unja de tal forma a safazM" a.nig'r.cia- mais se deromfr; ra, itos aoido nao tem accao so-
evera da MrtfKoraa. [ bre elU, moito menos a acrao do timp a pode
A lia e*r liodiMnaa e Baa-pnietea de mida-1 de?Huir; isto plansivel.
doaigum para- sj oawmr -no liRieir temare i Nao s so cxmmereio qne esle mea product
com a mesan,cor, m horra, co-la. boldr en sem i vie wr nnl ; o profesfores dos eoHegii, Invest-
todas estas mase i h* inrioncteff todas as lilas gando todcs os me ios par* o adiaouoieDto dos
at afof oheci4, jda meen-,- do Inores
aotoree ebtranuwroe.
Sjfereiudo, M etUnavet yreaeto i ataca a
peanas de a^o antea '[-el.j conirario,. a peDBa
adqaire um csnialre tfoordo qae, sendo inieres-
aaote, as provfcitteo.
E.U tinta, nor en* eapedahwnte rara copiar,
d comtado duas, ires, on maia copias
sena di-cif u!os, Km arprovitado esta tinta qoe
dniraiao a acharam arta para desenvolvere
aotn nos etof.anrif?, em conieqnencia da neleaa
da rr e ferilidade de correr oa pequen* pela ni
liqoiM. Ha exupplos de eruDca que havis
nnito terrpo tirhim orna reeafeaocia estrrma
para a escripia, logo que bi admtida esta tinta
um ii ei no coiiegio, apoderon-se Opilara a crrlosidade e o
g'orter rxiBt teapo|depfis ofeu adiamantte
Oepois de escripia ; preciso, porm, deixar-lne .
o pamf aera m>n49\tm a eoHifareora o mala era maniteett.
borro, parqna nao b.i rncad-Owrar-. Paratai Esta lila, par de tantas vatMageaa, tem um
tirar mais da tvoa te, deteriora-e ao contacto de
tas fe! fas qn%ntfl t J n^>- .r'i-fr^ qjialqoer; pnvem poi? te-la em linteiro
vae-se Cotn o orirfir.a ....' a urna tJtiMs ^ si -cuii* au bicrit vflnfrbre -> i> *nta, efvj.
fciesajao), aem que a rlfmMTW prejddteadoj lar escrever cen a penna suja de pma prenaracao
peiaa urajee. difereou a inornaativet; veri caaa'o. isto, d5o ha
Oeaarra aiar w T, par wp* imfona{ '"}' P" i>r * ''"'L..ri^"^ a
muitt iiWl^feiioa a kaiUd*ia, sen. a-que-a nw- 1>>A KXTnA-FIPA DK MOlvIj
Ibor tinta ola satrsfaz. o o defeito rafae-empre
obra a thnr-aaffwras rexae qTtem meaos
ontpaaai.
A itaasa WaH L aHuti aou * atramarnaata
apraeiaTei, pois ejae eira qne em qnarquer es-
ariptorio bata auti. 4a ana-ama tiou para os di-
Tinoamistera.
Bmqnanto ana dara%*K4ad, na ba a oppor
a meaor wUa, ^ ^ t^n^rt^f -
ELEGANTE
HV 1Bnastreita-'do Bosario ]ff.1
%0 BOJI TOH
Acsba-se de abrir este importante estabelecimento domiodeaas snperj'-rea cornos
m'lhores artigo de luxo e de moda para homens e senhoras, variado sortimmto de
perfumaras dos mais afamados fabricantedaParis e L' odres, com sejam i iver, Lnbin
Condray,. Pinaud, Segand Chonneaux, Monpalas, societ Hygieatque, Gosoei, Rimmrt e
Resse Lubin, etc.,etc.
Alta no vida O Musen Elefante roa Estreita do Rosa-
rio n. i vende ricas camisas de csmbnia
de linho borOadas para noiva?, e tambera
de madapolSo fino, bordadas e en'ertadas
de ntreme os a 400, 60jj e 75^(000 a do-
zia.
Lindos penteaderes guarnecidos de ntre-
melos e rendas valencione, ricas eaips di
linbo bordadas e de madapo'So, para senho-
ras, bellissimo sotiiroento de golinbas e pn-
tambera vende colchas e loalhas de fusio a
"iOOO extraordiriariOiente barto, l#
Kstreia do Rosario a. I.
Collar elerro.
Ate que alinal chegaram os ^erdadeiros
oollttfiis'de Royer, contra as convulso, s da.-
criaooaa e faeilitando a denligao, e esiso sa
vendende a 3^000 no Musen Elegite i
roa Estreita do Rosario n. i.
As de H por 4^800
Na verdade barato II Facas tinas cabo
Especial sorfimento de fazendas de algodSo, linho, la, e seda, de toda3 as qna-
dades.
Artigos da moda elegante, -tanto para senhoras, como para homens e meninos.
Completo sortimento de miudezas finas.
Gaodedep'sito de perfumaiias dos trais affamados perfumistas &* Europa.
Variedade em objeclos, de phantasia para mimos.
Nova remessa de ricos livros para missa com encadernago de velludo,- cbarao
esmaltado, e madreperola, tanto para senhoras como para meninas. ,
Bel sortiroanto de lindas e modernas jejas de ooro, como sejara : cadeias para
relogros, medalbSes, meios aderecos, brincos, broches, braceletes, collares, e abonado-
ras para camisa.
Ricos e>pellos grandes com moldura dourada a ouro fino.
R lias panormicas brancas e de cftres, proprias para jardins e cornijas de casas.
Asim c-mo temos a venda nma bella e perfeita embarcado do guerra, Fymholc
da corveta Sd d Bandeira, e urna caiaa com rica msica de pente acotr panbada de
timbres e rulo, tocando com a maior perfeic5o o hymno do Brasil, V'd* Parisiense,
.Mirco Espada, Ftor do Cb, Fansto, Pericbolle, os Dragos de Vi lars. e Viagem-a
China.
M. 50-mw do Haro da victoriaX. >
(Ksqccina da de ssaato Amaro),
tlTlS?!? ,,0Ta, reCeb* Pe'D dfl W*%C com dois botas a 800 a do-
ultimo vapor da Europa.
PARA BAPTISADOS.
O 3fuseu Elegante recjbeu os mais finos
e ricos enxovaes para baptiados e tambem
lindo? vestidos enfeitados para crianza, ra
Estreita do Rosario n. I.
Saia uro da.
O Mbseu Elegante recebeo os mais lindos
e modernos chapeos de blond enfeitados
para senhoras, e tambem de velludo e. pa-
Iha para cria'-cas, e est vendendo moito
barato para vender logo, a roa Estreita do
Rosario n, 1.
Flores e plumas.
O Museu Elegante est vendendo as mais
bailas flores e plumas que tem vindo ao
mercado, assira como rm lindo swfmenio
do franja de seda p^ete coosa de aflorado
goto roa Eslreta do Rosario n. i.
BOTINAS.
No Moseu ElegarHe vende-se botinas de
n. 20 a 3 pOara enancas a l#0 o par, e
zia, wn compiti sortimento da colhe-
Iberes de electro-piale e facas com cabo de
marrjm, tuopor preco baralicno. que ad-
mira, no Museu Elegante ra Estreita do
Rosario n. i.
S MODISTAS.
No Mii'eu Elefante enrontraro um com-
pleto sorlimenlo de bico de- blond branco
e preto, dito croehtt trancas e franjas de
seda de todts as coras, grande sortimento
de gales de algodo coosa de lindas dse-
nhos,cambraia fra: ceza branca-e preta para
forrar vestidos, retroz de todas as corea,
entremeios e babados tapados e transparen-
tes e rgolhas de ferro, osso e marfim para
crochet, rua< Estreita do Rosario n. 1.
nsita<'5ode miro.
O Masen Elegante, rende ricas voltas dou-
radas para senhoras e tan b:ta meios aie-
recos imitatwio coral, perola- e gat* ludo
por precos razoaveis, cama Estreita do Ro-
sara n, f.
Curajpida e la&icat dos gl
callos
pela pomada Galopau
Esa pomada que lao bons rerartadus tem ctlh:-
d<> a? pesnas qoe delta tero feito u?o acaba de
erogar para o sen deposito especial..
NA
Pharmacia adrosari
DB 0
Bartholomeu d Croa larga do Rosario nn-
mero 34-
a Basquinas
MAMTEIiKTEi eawaqaiabas de ora-
Hchet preti s a ,1i : ra do Crespo o. 25.
GROSDEcNAPLE branco a r* o co-
vado.
CHALES e WBda pretoaa 5#.
COLCHAS; a tanatead as f. '
Basqnmas
de greadeaanle prto da lindos en faitea a
18.a -r na roa da Crespo a J5J
Ser; pi iiias oh harmoiiiCi s
No armazem de Jcaquim Amonio de Araojo &
C, rna do Mrquez de Olinda (T. 14, exittem -^"^ende-se barato, nm pfaofr, de nm dos mais
^ojlimas seraphmas de nogoeira eom ettenle afaniajos faorreanfes-: i tratar ra do Con-
vote^. e se venem barate, para'aciaar.
meroto n. 38.
CURAS IMPORTANTES

De rwpp V^ph! Amercino cpcialia feVrtiiolomoaC
34,RA LARCA 0 B0SARIO;34
Observado.
Diverfa falifiracTie* e emelbancaa
reeiOn, eoja irfwbitiffatfa innato*.
crmptadoea port(- avMr 0 mftm ^_
a jawtdp**faej
tem ap
*.~i
i. C Mmttiro.
l*ol eetnnumoi proenrar altatUdn pan acreditir
Mato preparado*, a deixamoa qoa aoa aspllcaclo e o
f^Mgta aaUtaaiha fH1~m*mt~*cc**.
.; 2 mB ,?*d,* * ; i0** * -ipr:*
iltMUdoa eoniidrado (ratoitoa, a e deHei aoa lana
ato.okariatiiiita; maa ni (rneraiidoaSeDdw ai pea-
aaajw aapanUoaaiaata aaa atnimia, oa abaka
rMtBserwKia, oa fannoa publicar ataalfeataodo-lhaa
aaaaa irtlMM pala attaaea. taparaad* nt mhim
alaa aanaaorar aeaaeMta. aacaitaaaraaaiaav awar
da* aocaa lampa. -' ***loa*TZ^^^^
' ITTC1UM*.
xtraordinaria. poia o/m aofraodo ha daa a
di alo paep dormir a noli*
alwaaj
Mtitm lawe,
a^cajeariaa aae Una*,- Na
1*1* rata Meado con o oso toment* de
h perno <
paM'MO I mm rasaltado
y*w
de quaai
aoUMot
paaaaou. D* V. Sa. ..i, a.
MaDoal Antonio Vieja Jnica.
il de 1868.
m A C.rVnkdlainioa
ii anwftai a ata da attaa
Veta| aaatrieaaa, 4a- nm aaoaoiieaa,
achara BMlant* taate da ama consti
laarlr **>** *>aars
urooa eaarp1l*MM reas* e-
tM*a. a me HapMsiaOrkHi da cakaarlr__________
da Motar da eomrcaa linca, mi andiiii Iku m
eonl*taiaMlaiaiimMa7 traiaaeot*. D***JM*i qM ltM* mm **haeonaa>
ao ata urna pan a* reram alirfadoa a> He Urrird
"?*?* ota a**ta pata. * mlmttu
ra** *oiuaaa- a*r * ?. s*. mm
obrifado. Laii 'nm; l*tit* [
Unta
rieaaouaj* Va.Sa.Mi
eaaii pan a eaTMrae
ptUaaaai* a axa H
FAZENDAS EM LpiDCSO
.

A' rna da Imperatriz n. 40
*
Os p.foprjel.r'os daloja do Papagaio scientficm ao respelav/l poifico deata
provincia que es, oram muito breve receber um novo sortimento do tazcodas m>der-
Oas e de bom gesto, e por coDsegointe poem em liquidato as abaiao especifiuda*:
Relalbos de chita, de cassas e la?.
Ctitas de cores e rxas do 160, 200 e 2iO rs.
OlTbas tapadas e tr, risparen te?.
Alfa^s, ligas e lavradas, de moitas e diferentes qualW*v<9 e procos.
Casas de cores de 240 a 3O rs. o covado.
Coi tes de cassa t hila a ?400 o corte ou a 240 rs. o cc\do, -
Cambraias brancas tatadas a 4*5 e H-
Barejet de lia a 320 rs. o covado.
Toallas de lioho do Porto muito grandes a (00G0 a duiia.
Metim da India a 600 r=. o covado.
Llazinhi prUa de, 320, 400 e 440 rs.
Alsaciannas a 1OOO o covado,
Cuitas p-etas muito finas de 400 at 24*0 r,
Espmilbos de linbo e algoda) de 3- 500 at.ojaOQO.
C?misa8 de meio, ditas francezas.
Camisas de pe to bordado, iis<.s, e de pregas cem collerinho,* .stmea.
Baloes de panno a 3<5GCO, dos itais.mode!DO.s
C ftrrinbos de papel com beira.de cor etcdjs braceos.
Fus/o ,-s dec.es para vestidos ninto largos a 440 rs. o covado.

roriorVe casimiras de ',-JOOO ^' ""7*5(100 com quadiose Iistras.



:
.


BAZ\R DA MODA

DE
JOS DE SOUZA. SOARES1 C.
Grande exposi^ao


drogara especial
HOMEOPATHICA
m

E
JOS' AL VES THENORIO & C.
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 3.
Jos Alves Tbenorio, professor em homeopthia, tendo-se retirado do
laboratorio- bomeopathico e consultorio de seu Ilustre e finado am^n o Dr.
Sabino 0. L. Pinho, qne per muitos annos estiveram sob sua direcco, tem-
se estabelecido sob a firma de Jos Alves Tbenorio & C, roa eareita do
Rosario n. 3, ende, animado pelacocfiangaccm que honrar; m-no os amigos
da homeopthia, Ihes oflerece e ao respeitavel publico nm completo sorti-
mento de todas as preparares homeopticas conhecidas, recebidas das mais
acreditadas casas de Londres e Pars-, e indgenas, bem como tudo quaato
dizrwpaito a homeopthia e sua pratica, esperando que continuem a honra-
**n i tona a mesma confla-nc, para o que nao se poupar esforcos.
PRECOS DAS BOTICAS
' GLBULOS.
botica de 12 medicamentos 1()5 1 botica de
c 24 20 < 36 30*
m 48 d> 35A
60
120
404
7(#
<


TINTURAS
12 medicamentos
24 .
36 a
48 *
60
120
15#
2oJ
m
505
60a
11G
Slo otis essas boticas aos Srs. mdicos, sentir-res de engenbo, fazco-
o>ir-'s, chefes de familia, capites de navio?, e em geral a todos quanlos qti-
zerem dedioar-se a pratica da homeopthia.
Medicamentr-s avuUos pelos precos das outras drogaras, bam como
fflocoi.ATR dei.ondiiks k do m.vra.niio para u pelo syst ma bomeopathico.
i
LOJA DA CONQUISTA;
Ba do Cabuga' n. 6
Os donosete covo estabclecraiento acabam de receber nm completo sortimenio
e fazendas finas,- das qnaes s menciona os artigos abaixo declarados afim de que o
respeitavel publico possa fazer nma aprom*da ido deque nao o fot meio de annun-
oio qoe queremos acrcdiiar no'sa leja, mas sim pe!a variedade de objectos de gosto e
do moda qae sem-pre costumamos ter como sejam : .


para casamen-
Ric* cortes de blond
tos..
Goiagnrao a* s*M, branco e preto.
Dita dito da cores.
i Popebaaa do seda brancas.
Dudifitee*res as memores do mer-J
Mata.
Riafl* cortfrrados'boadados para cama.
3 Btes dito* dv eroebei dito.
CoUn'-* crochet dito.
DTtas e a a soja d,ito.
Camisas de linho bordadas para se-
nhora. -
Oitaa- de JHgedo, bordadas prra se-
nbprae.
Ditas boedadas a lisas para homens.
Lindos- lencos de cambraia de linho bar-
dados,
Saias brancas bordadas.
Granadlas brancas e de cores pora vas
tido. .
Lindas alpacas e lias para vestido.
Ricos enxovaes para t.aptisado.
Ricas ehapelinas e chapeos para senh-
ras.
Ldos fnstdes da edres para vestidos.
Fil deseda, e jrrinaldas para^noivas.
Mantilhas brafcHeirafl.
Cambraia fina de 2 'ai garas.
Bramante, Bretanhas e esgniSo de li-
nh->. .
I Tapetes grandes para goarnicSo.
. Macdam-sa oa levam-M as faieni-s em qual^ier casa que para isso nos EiaBdoi
aftme da ru* e cotarro da mb/ada.ca
LOJA JA COXOIJISTA
* A^Ttia do Cabug'tt1 n. 6.
DE
AMWHOFEANCCSC0 DOS SANTOS & 0.


f
ASSEHBLEA
Diario di Pernambac QunU leira 10 de p de 1871
1
ur.

\
CMARA DOS DEPUTADOS.
Discussdo do elemento tem.
(Conunoacio).
A monarefeia alo escapou a esses deva-
nme e amwcas. Agora, como em ootras
occasi5es, se ooa disse que o edifnio social
vai desabar, porqoe vamos destruindo Ibea
base; offondiJa a el sse gricola, comj o
figura a Ilustre opposicSo, perdem a* ins-
titai(0fs do paiz seus raais fortes alicerces,
9 a roooarchia ser como ama Iba Quemante
batida pelas ondas do ocano democr-
tico.
V. Exc. v, Sr. presidente, que por oais
vocero qoe- wja o mea desejo de entrar na
dtseoasSo, nicamente na discuss3o da
pfaposta, nao posiO passar rasensivelmente
por essas aecueacoes cora, aos eus mi-
nistros e a ilustrada maioria desla cmara.
E* necesario qpe o destroa os obstacolos
com que o* Ilustres deputados procurara
obstruir os caminhos da raz3o, pelos qcaes
se deve cosdaz-r clarecer o bomsefcsp
do povo brasjleiro.
Ha urna opiailo publica no Brasil que
queira a reforma do estado servil ? Se exis-
te esta opinilo; como fbi ella formada ? S3o
daas qaesloes de certo dignas deate de-
bate.
Bu recosbeco can os Ilustres deputado'
dsaidetiies, que am paizes livres como o"|
asee quem deve gB-Vcroar a opioio pu-
blica ; mas compre iodagar quaes o os
meias ppr que ella se pode manifestar se
wm manifestada. E' oeeessario que os il-
lustees depotados nao julguera boje e
sempre-ideo libcadov com-a-opmiao pub-ici
do Bro-i. (Apoiados).
J ae-ponderoo, senbores-, que etta
questao q estado servil preoecupou os
Cn'meiros pensadores do Brasil- desii* a
mdaco ('* imperio. Nao preciso que
eu record caas** c que eslpreseute
memoria de lodosa Nlo s pela impronta,
nao s effi roeasonfias, mas anda m inicia-
tivas parlamentares, rexmueceu-se me a
escritidio era ura mal, e que esse mal iria
correndo, se nao foUe tolbido em seo des-
eo volvimenlo* O iateresse, porca, ospre-
conceito, os habitas, tem urna grande forca
sobre o bomem< e sobre as soaedats.
Essas palavras de tantos pensadores since-
ros nao foram elBcazes, mas nao foram n
tetramente imitis; foram como a gotta qne
pouao a pouco cavou o rochedo de que de-
via. sahir a pedra angolar. desta reforma so-
cial.
Em IS^O urna respeitavel aso;iaco des-
la corte, a Sociedade Defensora Ja Liber-
dade e Independencia Nacional, punha em
concurso ura-programma, cujo objecto era
a- pepressiH> do trauco, da subsiiluic3o do
trabalbo escravo pelo trabalho livre.
Ahi est a memoria Jo fallecido Dr. Cesar
Burtamaquo, um dus escriplos mais dignos
de serem lidos por aquelles -jue qoeiram
attentameote tefleclir sobre esta materia.
A le de 1 de novembro de 1-831 falla
bem alto do sentido desta idea ; mas o n-
teresse privado, como j disse, a forca dos
hbitos, os preroqcetos e a rolina foram
por dianU, e chegamos aseim no anno de
1 850.
Eolio a eoescieacia nacional foi forte-
mente abalada, o pavilho brasileiro f.i
affrootado, refle;tio-se, e reflectio-se com
profunda dr: a conseqrjencia foi a tup-
presslo completa do trauco de africanos.
Aqu se tem sido que o partido conserva-
dor operara essa reforma depois de longo
meditar. A historia ba de testemunhar u
contrario. (Apoiados). Essa reforma fez-se
pela forc das circumstaocias, sem que nin-
guem a pudesse prever, nem asignalar-lhe
o dia. (Apoiados). O partido conservador,
porm, leve a coragem e o patriotismo de
affronlar todas as resistencias que ent3 > se
ibe offereciam, o trafico cessou, e cessou
completam'eaie I As prophecias qoe ent5o
annonci.vam a ruina da lavoura do Brasil,
por effeito daquella grande rsoluc3o, essas
prophecias, gracas a Deus, nao se realisa-
- rara at nejo.
(laterr&pcoea).
A qoestio vale a pena de que os Ilustres
depralos oucam os seus adversarios neste
debate com toda a paciencia, n3o os inter-
rompendo. Os apartes n'outra qualquer
discoss3o nao rae incommodam, mas na
presente Josviam-me do fio das miubas
ideas. Ba des jo mani:estar cmara eao
paiz os fundamentos las minbas csnviefQes
sobre a materia. Peco licenca para cumprii
este sagraie d*ver do modo mais claro e
explcito que me seja possiv6.
A>abolc3o do trafico verificou-se em
1850. Todos oshomen3 pensadores viram
desde logo nesse acto o piimeiro passo
dado para a emaocpac3o dos escravos no
Brasil, tislancara-se urna das fontes pela
qual se peipetuava essa perigosa e nociva
instiluico. A uecessidade do trabalbo li
ir e suas vaniagenj deviam, com o tempo-
ir-se insinuando em tQdos os espiritoj, e a
convicio deque o Brasil podia e devia pas,
sar sem escravos foi ganbando terreno.
A quesUo'era s de lempo e dejoppor-
tonidade. J em 1855 eu o dizia em con-
versado com o ministro da Inglaterra, re-
ferindo-me ociedade Ypiranga, conversa-
do d'- qua d noticia o Sr. Gaucbin em sen-
tido e*agerad3. Desde ent3o o governo
comecou a prohibir o trabalbo escravo nos
estabelecimeotos pblicos e nos seas contra-
to de obras.
Entretanto, senhores, que successos se
deram. depois disso no mundo civilisado ?
Os mais adiaolados nestas reformas tinbam
contra si os eiemplos de ootras naijrjes :
esses exempl s poaco a pouco foram des-
appareceodo. Tinbam desapparecido as
colonias inglesas e francezas. A Suecia, a
Dinamarca e Portugal seguiram o mesmo
xemplo. A maior parle dos Estados Sal-
Amaricanos tiveram a fortuna de extinguir
esse mal quaai no alvorecer de sua inde
pendencia; #as resUvam a Hespanba e os
Estados-fados. 0 exemplo de um povo
americaiitv* democrtico, como o dos sta-
dos-Unidas, ara argumento muito forte em
que se prtiam apoiar, e em qoe.de faclp
e eitribram a rolina, o preconcito e to-
das as preoocupacoes do inleresse indivi-
M
Pois bem,a|fbores, a idea da emancipa-
' co foi por diana, e a Un3o Americana,
ultimo exemplo, depois de ama guerra c-
.. vil qoe fez correr rios de sangue, sbolio de
cbofre toda a sua escravidSo I
A Hespanha b3o pode resistir a essa in-
fluencia, que Ibe actuava de 15o prximo, e
a abolicao do estado servil tornou-se um
fado qpasi aoiverSil. E para qoe seja uni-
versal. E pars qoe seja universal, o que
falta, senhores? Qne a reforma tenha tam-
bera o sea flm no Brasil; e para
preciso qoe tcnba o sea principio.
Senhores, leobremo-nos qoe a represso
de t; afico de africanos tofaou-se ocas ques
tao internacional, e foi objecto da mais da
um congresso e de varios tratados, nao pelo
interesse de que a Costa d'Africa se nao
despovoasse, mas por ama quesiSo da
coaccientia. Basta esta simples cbse vacio,
para todos aquelles que ma oavem compre-
bendam qoe oetrperramento nesta qaestlo,
em futuro mais oo menos prximo, nos
poderia trazer complicacoes, com qae hoje
n3o lotamos, de qoe estamos inteiramente
vres. (Ap iaJos da maioria).
O Sn. Andraoe Figuehw : grave ;
carece de e.xplicagao.
O Sn. VI'co^DE do Rio-Bhanxo (presi-
dente do conseibo):O governo. Sr. jiresi-
dente, com razao n3o vio impassivel os fac
;os qae occorreram de 1861 a 1807. O
governo prestou sua attenglo a esteassomp-
to; discuti o com previsao, o acorada-
mente as conferencias do conseibo de es-
tado e no gabinete. Na imprensa ella tam-
ben) foi por vezes examinada a debatida.
(Apoiados).
Pde-se dizer afToutamcffte que nunca
houve no Brasil mais previsao sobre tim
grande assumpto nacional; pde-se assegu-
rar que nunca questlo algnma foi to estu-
dada como esta. (Apoiados da maioria).
O Sr. Andb*w Fkiira :Irona r
O Sr. Visco.wk do- Kio Bhaiv* (presv-
denle do conselho) 5Como se monifestoo
o sentimenio publico nesse periodo ? Por-
maram-se associa^e eoaaucipadoras por
lodo o imperio; a pbtfanlropia iadrvidual
manifestou-se do modo mais solemne, at
por d9posc5es de uMma voatade ; as as-
sembleas provinciaes, esees grandes conee-
Ibos Jocaes, entenderam- qaasi* kxlas qoe de
viam aasiar o moviojeato- da iniciativa in-
ilividua!, votando funlos pira a redempeao-
de captivos. (Muitos apoiados)i
E quaado estes fados, senhores-, actuam
sobre todas as conciencias, eslo patentes
a tolos os espiritos, pode se diaes qoe o
goverDO vek> sorprender o paiz e seos le-
gisladores iniciando a reforma do- estado
servil ?
lia razao, senhores, para afflrm* qpe
esta idea s tem um prolector no Brasil, e
que nos que esposamos, qoe a> defnde-
au< s-, nao somos senao autmatas pretoria-
nos ?
A injustica, a conveniencia, a temerida-
de desta :ccusacao resalta dos sens proprios
termos) (Muitos apjidosda maioria ; roai*
to bem).
O Su. Caudow) de Menezes :O- silencio
do desprezo lespoodeu injnria. (A(ioia-
dos).
O Sr.
o direito a at o dever da pensar
isso pegocios poblicos. Ella pode ter, a
dovlda algoma tem opioioes formadas i
peito dos gran les interessesnaciooaes...
Uma Yoc: Mas nao o direito d mpor.
(Oral)
Vozes da maioria :A quem ?
0 Su. Cruz Machado : Nem de attri-
boir a am partido inteiro suas ideas.
Ha outros apartes.)
Visconde do Rio-Branco- (presi-
dente do conseibo):A questo foi debati-
da no conselho de estado ; abi tinbam. ae-
sento alguns dos chefes mais encanecidos e
mais respeitaveis do partido conservador-
Como se manfetaram ollcS ? Nao reconhe-
cerara que se approximava o momento de
iniciar esta reforma ? Nao votaram qpasi
todos tiles pela idea capital desta pro-
posta ?
Pois um visconde de S. Vicente, um vis-
conde de Itaboraby, um Eozebio de Qoeb-
roz, um visconde de Sapucaby...
O Sn. Gama Ckrqueira :Visconde de
Itaboraby, n3o apoiado.
Vozes .:Est escripto. Votoa pela idea
capital.
0 Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho):... serao taoabem
automatos ? N3o teriam a coragem de suas
convieges, uma opini3o propria, qoaodo
recouheceram que, fossem quaes fossem as
causas anteriores e determinantes, al) se'
pedia adiar por muito tempo essa reforma,
e quando, entre os meios conhecidos para a
seluclo desle grande problema, preferiram
a liberdade do ventre ?
Os nobres depotados ha pouco reclama-
ran! contra esta proposito, como se fosse
inexaca I Qoe valora cjotra ella certas
restricefies, oo mesmo a modiftcac3 < de pa-
recer por esludos posteriores?
Acaso nao est escripto que o conselbeiro
Eusebio de Queiroz votou pela liberdade
do ventre, que preferio esta a qualquer oo
tra soluto ? Que este fui tambera o voto
do Sr. Visconde de Iliborahy ? (Apoia-
dos )
OSn. Pahua da Silva: -Lea o voto;
importante l-lo, e nao adulterado.
O Sn. Carneiro daCinii.v : Est impres-
so o distribuido na casa.
O Sr. Araujo LimakNlo ^preciso l-lo
agora, porque lodos j o leram.
(Ha varios apartes.)
Sn. Visconde do Rio Branco (presiden-
te do conseibo):Todos, pois, reconbece-
rara a necessidade da reforma, compreben-
deram que a sua opporlunidaJe se appro-
ximava, e se approximava rpidamente; e
sen-io assira, como se vem hoje dizer nesta
cmara, e peraote o paiz.'que as verdadei
ras tradices do partido conservador, ajdy-
nastia desse partido, se a tem, e todos os
seos primognitos e successores legtimos
sao contra esta idea ? Que do lado da maio-
ria estSo os conservadores bastardos, os
que nao podem ter uma opinil conten-
ciosa nesta materia, os servos de ama opi-
nia-j estranha ?
Uma Vez:Somos servos dos sorv9s.
O Sr. Araujo Lima :Os disidentes cha-
mam-se chefes a si mesmos I
(Ha outros apartes.)
O Sr. Visconde do Rio Banco (presidente
do cooselo):Digam os nobres deputados
qoe nao concordam com a soIuqSo qae offe-
recemos, qae no sea illastrado parecer a
occasiSo n3o opportuna: esto no sea di-
reito, suas opimes ser8o respeiladas. Mas
contestarem-nos tambsm o direito de ter-
mos ama opinilo sobre a opportunidade e
sobre es meios de levar ao cano esta refor-
ma, lepellir-nos sob o pretexto injurioso de
que somos incapazes de proceder como
deve proceder quem presa sua dignidade,
quem tem consciencia dos foros de hornera
livre... os nobres depotados Dio podem
ter e nao lra esse direito I (Muitos e re-
pelidos apoiados da maioria.)
Esta accusaclQ violenta e extrema, Sr.
presidente, est provando a todos que os
nobres depotados advogam uma cansa* m
(muitos apoiados da maioria), e vista dos
seus exeessos, atrevo me a accrescenlar,
orna caus de todo perdida / (Muitos e re-
petidos apoiados)
Vozes da maioria .-Muito bem f
O -Sr. Evangelista Lobato :A iojaria-
nonca foi argumento.
Uma Voz : Reverte contra quem a joga.
(Ha outros apartes.)
0 Sr. Visconds do Rio Bbanco (presiden-
te do conselho): 0 chefe deate estado tem
Sa. Visconde do Rio Branco (presi
dente do conselho : Onde est a iraposi-
(lo? Sois vos qoe queris impdr-oos a
vossa opinilo, nlo a (ore* de argumentos.
mas forca de imerrupcQes e apartes es-
trodosos! (Muitos e repetidos apoi-
ados.) .
O Sr. Andrade Figdeira :Quem tem en-
cerrado as discussbes?
OSn. Araujo Lma:-Qne discusslo ? O
encerramento da qoestlo preliminar leve
por fim spressar a discusslo da proposta
que VV. EExc. qaeriam evitar.
O Sr. Benjamn :Qoe tem mostrado to-
lerancia ? Nlo sao por corto os dissiden-
tes.
O Sn. Visconde do Ro Bbanco (presidente
do onselno):Dizia so, Sr. presidente, o
qae se pode dizer em ama cmara livre,
como slo as cmaras do Brasil, o chefe
do estado pode ter opinies propiias oo
foro da sua con ciencia, e manifestabas a
seos ministro. Suas altas funeces, seo
estodo aecurado', sua experiencia, seus re
conocidos talentos lhe da essa direo
(apoiados da maiwia); mas *' preciso, se-
nhores, qae digamos ao pa toda a verda
de, j qne esta accosaclo parta d'onde se
ssntam es ministros da cori.. .
OSr. Paulino de Sihza:9a iasinua-
Clo, j disse a minba opioilo,
O 9hv Vbcondb do feo Bbanc* (presiden-
te dr> sonselbo :. .O-monarcha brasi+eiro
compre leal a dedicamente seos altes de-
veres : nuoca impoz suas opinias. Ha ca-
sos em que o chefe do estado lem o-direito
de sujeiir-se a am conflicto- entre saa opi-
nilo e a do-gabinete; a constituiclo are vi
e marcou os tramites segando os quaes
taes conflistos dovem ser reotvtdos. Casos
destes se tem dado, slo coabecidos, ouw
sas> rarissimos.
Fra desses poneos casos, qoe tem sido
todas manifestados francamente ao paiz, oe-
miniatarios entre ntk se tem eissotvido es-
p intaneamente, e ni por coaffleto com as '
opiniSes da-cora. (Apoiados d maioria.)
Se,, pois, fosse cera;, como na*disse o
o nobre depotado por Minas, qpa posicio
de miatstro elle a nao deseja, porqoe, nio
est anda 13o alta qoe ppssa cnagar ao sen
nivel....
Uma. Voz:Nao foi Isso que elle- disse.
O Sn. Yiscondkdo too BRANQoVpresiden-
te-do conselho) :... sa fosse certo qoe
no Brasil; o# ministros sao mioistaos da co-
ros a nao da opimia pobca, os loeabios,
os- Iiaborahys teriam pesien ido ao numero
desses ministros qpa o nobre desolado nlo
se' digna de imitar f (Muitos apaiadoa da
maioria.)'
O Sn. Perdigo Malmbiho :O* Sr. con-
sol heno Ensebio nlo pode ser ministro duas
vezes.
O Sr. Btangilbma Lobato cNonca dis-
e que navia poder pessoal! Nunca inven-
too esta historia t
(Ha oolros apartas.)
O Sil Visconde ao Ro Branco> (paesiden-
te do conselho):d gabinete de 10.de jloho
goveroando o pas, teto 6 apoio. da maior.
parte dos nobres depotados qoe me, en ter-
rompem, a, qoaodo dissolveorse, oio veio
dizer so parrameoto qae se tatirava. porqoe
bavia orna vontada soperios qpe Ibe nlo
deixav a seas movimentos livses.rqpa ibe vio-
lentava a consciencia.
Cjioo, portanto, senhoies,. insists en>.
taes aecusagoes e as trazeis paca o debato
desta reforma, qoe deve ser sereno e eir-
comscripto ao seu objecto essencial f fjmxir
tos apoiados.)
As tradices do partido conservador tam-
bera foram invocadas. Easse-se qae o par-
tido conservador nanea ioscrevera no sea
programa a emancipadlo directa; e eu
accrescentareinem mesmo a indirecta.
Mas isto mesmo se pode alfirmar do parti-
do liberal, que nunca inscreveu em sos ban-
deira este artigo de reforma social. (Apoia-
dos ; ha um aparte)
E>sa idea gyrou sempre na espnara dos
pensadores independeales, as elucubra-
res do gabinete, das sociedades pnilantro-
picas e as raanifesiagoes da imprens.
Todos os sabemos e compreoendemos
qae em semelhaote qaestlo conservadores
e liberaos estad confundidos (apoiado); se
ba conservadores, como os vemos aqui,
contrarios reforma- tambera ella eoconlra
oppositores entre o paitidoliberal; se vos
nos creaes difflculdades c mbatendo enr-
gicamente sta reforma, tambera certo que
do lado liberal encontramos apoio caloroso e
votos sinceros pelo triumpbo de to granda
idea.
A que vem, pois, dizer-se que o partido
conservador nunca pretendeu a emancipaco
directa, e que prtanlo, uma aberrado
de seus principios tradiciones, de sua his-
toria gloriosa a iniciativa desta reforma f
Senhores! Queris acaso inscrever na
bandeira do partido conservadornada de
emaocipac3o, nem pelos meios directos,
nem pelos indirecios ? /Queris faxer isso,
e acreditis que podereis ir longe com se-
melhaote baodeira, que reuniris em torno
de vos a nacao, como disso o nobre depu-
tado por Minas (o Sr. Cruz Machado) ?
Prosegu, senhores, nesse caminho, e eu
vos asseguro, sem ter o dom propbetico de
qae dispondes, qae dentro em poaco tempo
a nossa grande familia conservadora, j ti j
grande qae se qner expedir do seo seto o
governo da maioria qoe o apoia, estar mui-
to redolida! (Apoiados.)
Sr. presidente, o concurso das opioJ5&s
polticas disidentes em materia desta or-
dera facto de qae nos di exemplo a his-
toria dos outros paizes. As grandes refor-
mas qoe entendem com interesses verda-
deramente neutros, que nao slo aspirarles
nicamente de um partido, mas qae em
suas variadas relacoes comprehendem a to-
dos, essas reformas em nenbuma parte do
mando se tem operado sem o concarao de
todos os partidos, e onde se nao dea esse
concarso appareceram soccessos como os
anda recentes da America do Norte,
Diz um escriptor dos -Estadcs-Uiidos:
: Tomai um largo periodo de vosea histo-
ria poltica, oo dos aonaea do vosso con
grtsso, e veris qae a maior parte das im-
portantes reformas tem passado mediante o
coocurso de todas as opioioes, e qae as for-
cas se tem combinado por modo qoe essaa
medidas reflectem as uoai de toda* as par-
cialidades. >
Eatre nos os nobres deputados preten
prap servido da manutenco do
quo nesta qaestlo todo o partido con-
servador, e, com orna abnegado qae nlo
Ibes invsjo, pretenden) qoe s ao partido
liberal cama a gloria e todos os encargos
da reforma!
A opinilo qoe man i fes tei em 1867, Sr.
residente, quando tinhi a honra de assistir
t conferencias do conselho de estado, foi
trazida por algunsmobres depotados com)
aceusac3o de incoherencia. Felizmente, se-
nhores, os meos pareceres estSo impres-
03.
Nos eslavamos eotlo em principios de
1867, e pela primeira vez nos consehos
da corda se agitava esta grave qoestlo
Conheci qne bariao eponides moito adian-
tadas; foi, portento, moito cauteloso, pelo
qoe respeita a qoestlo de opportunidade;
mas recoobeci qoe nlo era possivel adiar
por moito tempo a reform*, e adoptei des-
de eolio todos os meios qoe se achara
consagrados no prpjecto qoe ora discuti-
mos. (Apoiados.)
Nes:a poca Sr. presidente, cumpria con-
siderar, pelo qae respeita i opportoDida-
de da reforma, qoe a guerra intestina dos
Estados-Unido ebegava apenas ao seu
termo, qae a goerra do Paragoay nos as-
sostava, sea termo nlo era previsto. Qoal
seria, qoal poderia ser o sea destecho ?
Qoal o estado do Brasil depois dessa
grande crise ?
Declarei por isso qoe eoovinha preparar
o proyecto, mas que ufo se podia desde
logaassigoar como poca da sua opportu-
nidade a terminaclo da guerra do Para-
guay.
Eu mo acbei porm, Sr. presidente,
depois drssov entre n3o menos e 50,000
braeleiro que estiveram em1 contado com
os povos visiobos, e eu sei por mina e por
con3ss3o de* muitoo dos mais Ilustrados
delles,- qoacfas- vtses a permanencia desta
iastitmelo odiosa oo Brazil nos vexa*a e
oos Immilliavj. ante o estraogeiro. Cada
vez mais me soovencr de que- uma das
principies causas, se i9o a mais- influen-
te, das antipatas,- das- prevenedes, e al-
egamas vzes at- do desdem, coa que se>-
imos vistos nos Estados- Sul-Amerioanos,
na? cera efe orna falsa a preciado sobre o
Brazil esa ooosaqpeocia do estado ser-
vil.
O' Sr. Jndhaoe Figcbir di am aparte.
O' Sr. .Visconde do Ro Branco t]. presi-
dente do eooselho-)'r^-Pergonte o nobre
depotado aos mais esclarecidos desses-oos-
sos concilladlos quo-fizeram a campanba da
Paraguay, sa todos ales voilaram uu-nao
ardeotemea desejosos de var ociada er-
t> reforma, a- se a elles- se deve ou co-em
parta o oaats forte impulso qoe a idea
eaaanctpadoc adquir-neste*nltimos tem-
pes-,.
; Estamos ana 1874 a-nao es. 1807. As
CKc-omsiaoriM do pswz s3o diversas, os
lampos slo eneros. M eatSo en adoptara
todos os principios comidos ao< proposta,
e porqoe snstaatei que a reforma nlo era
naqoelle teaapo opportuna, bei> de ser tor-
eado a .sustentar, eternamente a. sua inop-
pestooidador.' Singubr. naaneira de eniao-
der a cobtraacia, Sr ^presdeme I ( A pota-
das, i
Encarando, esta qoastlo de perfil, unir
caraente por. ama de suas facas dizem. os
nobres depotados : a. reforma tem -
coaveoieotes, e at mesmo pode trazer pe-
rigos. > E senhores. podereis.demonstrar
cmara eao paiz qpe a manoteoclo do
ataluiquo cao tem peigos grawissimos a in-
convenienta ?
Usl Sa.. dkputabo.:Nlo queramos o
statu quo.. ( Ha outros apartes.)
O Sr. Visconde. do. Rio Bbanco ( presi-
dente do conselho),:Mas se os nobres
depotados nlo qoerem c slatu quo,. qpe-
rem algoma cousa,. que aioda oos nao. dis-
sei am, 'qne anda, se nao dignaram revelar
camaaa e ao paiz, Por qae nao. o fa-
zem ? ( Apoiados.) Divergem nicamen-
te quaoio aos matos ? Pois vamos com-
paiar os que pretendemempregar a illas-
tes opposic3o cm os apealados na proposta
du goveroo. Se nos convencerdas de quo
os vossos meios sao pseferiveis, demons-
trando qoe ees podem resolver de modo
mais satisfactorio e conveniente a queslo,
quem deixar. de vos acompaobar ?
O Sr, Araujo Loma :Nio; elles. s
qoerem estodos, estados snm fim. (Ili -
laridade prolongada.)
(Ha outros apartes )
O Sr. Vis :o.n*e do Rio Branco (presi-
dente do conselho j: Sr. presidente, al
o folhelo qae cenlm os pareceres do con-
seibo de estado sobra esta materia servio
bontera de argumento para pravenir-se o
sealimento publico, para levantaste a sus-
ceptibilidade nacional contra esta proposta.
O nobre depotado pela provincia do Cea-
ri disse que esse folheto, antes de ser
apresentado ao parlamento, fra remetti-
do sociedade emancipadora de Londres.
S. Exc. referio-se ao anno de 18b7.
N3o , pois, ama aecusaco ao gabinete
aetu.l (apoiados); mas permitta-me o no-
bre deputado que eu duvide de qae esses
pareceres impressos fossem enviados com
o consentimeato do ministerio de ento.
Se o facto tal qual o referi o nobre de-
potado, esse folheto ebegoo por outros
meios que nlo pela direcelo do governo ;
o que nlo admira, porqne fados seme-
jantes, revelac&es indiscretas de docu-
mentos reservados j tem occorrido entre
nos e em outros paizes.
No que toca ao gabinete actual, sabe a
cmara que apenas ella pedio os trabalhos
do conselho de estado, o qae exista Ibe
fo inmediatamente apresentado, ( apoia-
dos, e se o nao foi desde o anno passado
a responsabilidade nlo nossa. (Apoia-
dos.)
Sr. presidente, discolindo ama qaestlo
to grave, qaestlo de tanta magoitode,
urna reforma qoe, segundo a honrada op-
posiylo, ser a boceta de Pandora, mas
3oe, espero em Deas, abrir ama nova ra
e progresso moral e material para o nos-
so paiz (apoiados) desde qae todos nos
concorra mos para a sua oxacbco de boa
vontade, e nicamente levad s pelos impul-
sos' do nosso patriotismo; ditcatindo esta
importante reforma, digo, o nobre depo
todo pe'o Cear, qoe a considerou impo-
sc3o feita ao goreroo, e at mesmo a essa
forca superior e mysteriosa, qoe S. Exc.
descobre em todo, nlo dnvidoo anoonciar
3ue ouvira, nlo sei onde, que se preme-
itava om golpe de estado; qae, se as c-
maras nio votassem a reforma dp estado
servil.um decreto dictatorial a imporia ao
pal....
Sr. presidente, onde esto as protas de
orna isserclo tao grave ?!. Qaem pode
crer que o governo tives.-e semelhaote
pensamento ? I Se estamos convencidos
de que esta reforma tem por si a maioria
da cmara do Srs. depotados e do senado,
como poderiamos cogitar em solaceo des-
ta natoreza ? t
Se acaso a maioria do parlamento nao
qoizesse admiltir a reforma, nem neste
nem em outro sentido; enteade se que nio
tem solidos fundamentos tud > quaoto tenbo
aqui exposto para mostrar que a reforma
do estado servil orna aspiracao nacional.
que nio pode ser por mais tempo addiada ;
se a cmara assim oentendesse resolvendo
o statu quo, Sr. presidente, o paiz dos
jolgana todos. (Apoiados.) A qoestio,
senhores, ebegou a ponto tal, que o Ilus-
tre orador qoe combaten hontem a propos-
ta animou se al mesmo a dizer-oos que
preciso baoir deite debate as iospiraces
de religlo I (Apoiados nao apoiados,)
Sr. presidente, ero qoe paiz cbrisllo
em qoe paiz catbolico se disse qae o le-
gisladores Dio se devem inspirar nos pre-
ceitos eternos da religlo ? (Apoiados)
O Sn. F. Bkusario :Nio se disse fe-
malhante coosa.
Vozes ;Disse se, disse-se.
O Su. Andiiadk Fiooeiha :De xo esta
parte ao relator da coramissao.
O Sr. Evanoemsta Lobato :A todos
os qoe somos caiboliees !
O Sr. Vsconde do Rio Branco ( pre-
silente do conselho);Slo justamente os
principios da pbiiosopbia, os preceitosds
moral e da religi3o qae tornam cada ves
ra+s argente a adopcaO desta reforma.
(Apoiados.) Se duvi-ia os interesses po-
lticos, as quest5es de econamia social de
vem ser moito consideradas ; preciso qoe
a reforma para beneficiar a mw n3o sacri-
i-qoe a ootros; preciso que todos os in-
teresses legtimos, dignos de considrelo
sejam attendidos, e que se coneelbem as
aspiraces desla reformo com os fados
consommandos, com diroilos adquiridos,
com uma ordem de cousas que nao pode
ser alterado de um dia para ootro: mas
dizer qoe quaado se trata desta reforma
oio devemos considera-la a luz da ragiio
e da moral r...
O Sr Pinto s Campos-;^E' extrordi-
nario.
O Siv. Visconn: do Rio Bbanc ( presi-
dente do conseibo):Wiiberforce Oaile-
seo, Box Ion, Neclser, Broglie e tantos ou-
tros pensadores poli lieos ficariam horrori-
sados se oavissem taes palavras em satis
parlamentos! (Apoiados.)
Sr. presidente, eomo as grandes in-
vencoes d espirito- houano, diz om Ilus-
tre escriptor, os fados e os argumentos
sa produzem qoasi sempre na- mesma or-
dem- e com o mesme carcter, assim acon-
tece tambera oas grandes controversias
sociaes. O que estamos vendo no Brazil
o qoe podemos 1er na historia desta
qoestio, quer na Inglaterra, qner em
Franca, quer nos Estados-Unidos.
Quando se tratou da emancpacio dos
escravos das colonias, tambera se disse
na Inglaterra e na Frnca: Queris a
ruma das colonias, queris perde-las:
Tambem da parte dos colonos disse: < An-
tes a independencia* com todos os seus vn
convenientes, do que a oniao com essa
pbilantropia dos sonhadores de Pars e de
Londres!
Nos Estados-Cuidos via-se o mesmo.
As ideas do norte entraram em lata com
as do sul e os Estados do Sol, sempre
emperrados, quizerara sojeilar cora pata-
mente a legislacao dos Estados oo Norte a
todss as exigencias dessa instiluico, que
elles repelliam. Qual foi porom, o resul-
tado ? Vos o sabis, senbores. Araeacou-
se com a separacao e depois rocorreo-se
guerra civil, arvorando essa bandeira
fratricida.
Aqui, senhores. felizmente, nao temo
chocado -i tao crois extrera >s ;" mas v se
bem as influencias das Disipa3 causase
das mesmas idasl O nobre deputado por
Minas Geraes, o Sr. Perdiga) Malneiro, alias
lio cordato, o oobre deputado, que no fila-
do oo as questoes de principios est intei-
ramente de aecordo coronse >; o nobre de-
putado, senbores, como bem disse o nobre
ministro da agricultura, fallo a-nos, in la que
cojo todas as precauees oratorias, em dif-
ferenca de interesses eotre o norte e o sol
do imperio 1 Elle julgou oecessario ponde-
rar-nos que o sul produz moito mais do
qoe o norte- Nao se v, Sr. presidente,
que nestas controversias os espiritos disi-
dentes se encontrara, como hontem dizia-
nos o nobre deputado que o bom senso
costuma encontrar-sa ? Sr. presidente, nao
ba esse antagonismo de interesses entre o
norte e o sol. (Muitos apoiados.)
Vos estis Iludidos, vos Iluds o paiz,
quando desta tribuna dizeis q ie todo o sal
est comvosco contra esta reforma i (Muitos
apoiados) J hontem o nobre ministro da
agricultura o observou: nao ha represen-
lacio de Minas, nao ha representado da
maior parte da provincia de S. Paulo, nlo
ba represantaejues das outras provincias.
( Apoiados.)
O Sr. Andrade Figueira : Aindi nlo
houve tempo para isso.
Vozes : Oh I oh I
O Sr. Visconde do Ra Branco (presiden-
te do conselho): Os horsontes da vossa
opioiio publica nem ao menos abrangem as
provincias do Rio de Janeiro, de Campos
at Paraly 1 (Muitos apoiados.)
O -Sr. Andrade Figueira : Esperem,
esperem...
O Sr. Cardoso de Menezes : E' pre-
ciso que vio as encommendas daqai. %
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presiden-
te do conseibo): As noticias qae temos
o qae est no conbecimento de todos, Sr
presidente, que o norte est tranquillo,
e tambem quasi todo o sol. (Muitos apoia-
dos) ; e ea espero qae dentro em poaco
tempo tambem esses mesmos municipios do
Rio do Janeiro fiqoem tranquillos", qoaodo
os nobres deputados manifestaren! as suas
ideas e as puzerera em contraste com a pra-
lica, quando a discusslo desta cmara e do
senado tenbam provado onde est a verda-
de, onde estio os verdaderos interesses,
quer da naci, quer da classe agrcola. (Nu-
merosos apoiados.)
O Sr. Andrade Figueira : Dissolvam
a cmara.
O Sr. Cruz Maahado : Apoiado, e be-
bam agua -fresca da fonte. (Hilaridade.)
O Sr. Texeira Jonior : Esto com
sede?
,0 Sr. Visconde do Rio-Branco (presiden-
te do conselho): O nobre deputado, Sr.
presidente; fallando tanto em dissolucao,
qaostra mesmo que nlo qner a reforma nem
directa, nem indirectamente (apoiados), o
quo elle quer 4 qoe nlo tratemos disto
agor. qoe a qoestis> Aqoe adiada (Risad.aa(
OS Chuz MsWdo : Nos provoca-
mos a dissoloclo, V. Esc. radia.
O Sn. Vis xinde do Rio-Branco (presiden
te do conselho): Ora, Sr. presidente)
Uma dssoiaclo de cmara oio gracejo
nem favor qoe se faca minora (Apoiados.!
Os sobres diputados estio anciosoe por
moslrarem a loa iramensa popolaridade; a
o oobre deputado por Minas, sobretodo,
qoer provar qoe a aseso o aeompnbar.
(Risadas.)
O Sr. Antonio Prado : ' om desejo
moito nobre.
O Sr. Visconde do Rio-Branco (presiden-
te do conselho): Pois Iranquillism se os
nobres depotidos: por ora o sea deVer,
assim como o nosso, dis ulir a reforma,
mostrar as soas vantageos ou os seos in-
convenientes. (Muitos apoiados. ) Por ora,
emqoanto os nobres dr potados nao ierem
com todo o poder de que nos ameacavam,
emqoanto forem minora, sojeitem-se ao qoe
decidir a maioria desta casa. (Muitos apoia-
d E' a maioria desla cmara qaemfoverno,
e nio a soa minora por moito resptitave*
que seja, por moito qoe vejamos sella gran'
desesperanzas da no-sa patria. (Apoiados.)
O Sr. Di'uuk-Estrada Tkixesba ; pAtn-
da oio houve votac3o pela propost \ para
se saber qoal a maioria, ou minorta.
O Sr. Cbi'z Machado : Est predizen-
do ; credor hypothecaro da Mfc
(.Ha outros apartes.)
O Sr. Visconde bo Rw-Branco (presi-
dente do cooselbo): Se VV. EExc. per-
miltirem, ea responder! ao aparte inooce*-
te do aobre deputado pelo municipio Den-
tro ; mas peco a S. Exc. que digo: a ob*
servagao que fez seria ? Nao i apena
am gracejo ?
O Sn. OvQUE-EsTnaoA Tehuhra : Nio
apoiado ; gracejo dizer que sa maioria
antes da votscio.
OSn. Vbconoe do Rso-Bbanco- (presiden-
te do conselho): Nao certo qoe o mi-
nisterio al este momento tem orna maioria
oa cmara ? (Numerosos apoiados.)'
O* Sh. Duque-Estrada Texeira : So*
bre esta qoestio social aiada nao se sabe.
Uiwa Ve* : Se se sabe! a discosso
intil.
O 9*. Visconds do Rio-BbANCo (presiden-
te do conselho): Peco aos nobres depo-
tados qae deixemo-nos desta qoestio qoe
realmente nlo i digna de nos : slo ideas
muito corrique ras. Nos sabemos qoe a
maioria, no decurso de om debate, pode
tornar sa minora c mas fallamos do facto
actual. Os nobres depotados dissideotes
que nio podem justificar o seo proeedimen-
to, quando manifestara a esperam; i de coos-
titoir-se maioria \ e todava, por cautela.
qoerem qu a cmara actual se-i dissolvjda.
(Apoiados e hilaridade.)
Sr. presidente, aventada como foi a pro-
posicio de que pode haver orno dfffereaco
sensivel, se nao antagonismo, eotre os in-
teresses do norte e do sol, como o nobre
deputado pela provincia de Misas, o Sr. Per-
digio Matoeiro, assegoroa que e sol prodoz-
muito mais da que o norte, manifestando
tambem a idea de que por essa diffarescs
o sul devora ter mais preponderancia Dista
questlo; ea procurarei apreciar o juizo de
S. Exc. com os dados nicos qne possoimos,
e qoe foram sem druida aquelles do qoe S.
Exc. tambem se servio.
Segundo as estadsticas actaaes, a popal
Ci escrava desde o Amazonas ate Baha
de 8&8,ft}3 almas ; da provincia do Es-
pirito Santo al ttaio-Grosso a populacho
de igoal classe nio desee de S71,r>lt> almas.
Nlo affirmo que estes algarismos sejam ex-
actos, mas slo os qoe ai o racenceameoto
offjcial, e, segundo el e.-, a dSereoca nio
lio grande como suppoz o nobre d- potado
por Minas Genes.
Emquanto prodcelo, a do norte no
quinquenio de 1865 a 1870 i riq..'.
347,688:596^ e a do sul de 44&314:2I2L
A di le re ac nio grande. (Apoiados )
Logo, as considerares qoe addu?io o
nobre depotado neste sentido nlo foram fe-
lizes. Nio ba razao de preponderancia-, n3o
ba raz3o de aotagoni-mo entre o norte e o
sol. (Apoiados.) Esta qoestio verdadei-
rameote nacional. (Muitos apoiados.)
As opinioes se dividem qoer ao norte,
quer ao sal, mas estou firmementa .conven-
cido de qoe a grande maoria do ptjBjquer
uma reforma, e reforma euc2, orno a que
se inicia no projecto. (Muitos apoiados.)
Feitas estas consideracoes, polticas, a
qae fui obligado pela iniciativa dos nobres
depotados, passo, Sr prnsidente, a exami
nar a proposta em face dos discursos pro-
feridos contra ella.
O nobre deputado pela provincia da Ba
bia, o Sr. Bario da Villa da Barra, qoe en-
cetoa este debate, e a qaem rendo mil loa-
vores e agradecimentos, pela modaracao
com qae se houve (muitos aooiados), diver-
gi do pensamento da prooosta e apresen-
tou suas ideas nesta materia.
Imitando o nobre depatado que
de justificar suas proprias ideal! sotes de
apresentar, para servir-rne de suas expres-
s5es, o seu diagnostico, procuroo oombater
o diagnostico da Ilustrada commisslo es-
pecial e o remedio qoe ao mal
se applicava pela proposta do govor
sideracei tambem, em primairo
projecto de emancpacio que o n
potado nos esbocoo, e depois "is U
o sea honrado collega por Mina
cootrapoz proposta.
Sr. presidente, o nobre deputad
provincia da Bahii jolga qoe a solacio"
posta pelo governo, a liberdade do ventre,
ou do nascimento, podia trazer inconve-
nientes ; entende qoe essa idea capitaf-e as
qae lhe sao correlativas podem eafraqoecer
a aotoridade do senhor, pertorbaado a dis-
ciplina de nossos estabelecimeotos agrcolas.
Responderei depois a esta apreciaclo do
nobre deputado; por emquanto meo de-
ver apreciar o sea projectb de emancpa-
cio.
Em qoe consiste o projecto do nobre
depolado, Sr. presidente? Em jmancipar-
mos, diz S. Exc, o sexo femio/nu da popa-
laclo escrava, preferindo as idades de lo a
35, e de 35 a 45 annos,
A' primeira vista reconhecese qoe este
projecto, sacrificando inteirameot* o princi-
pio mr ral, qoe deve ser o espirito desta re-
forma (apoiados,) nada obtem. porqpeaes-
cravidio. que perpetoa-se pelo nasi-
(apoiados) cootiniia a perpetoar-aa do i
modo.
(CMtAMr-M-aa.)
TP PO DI AHIO-ftDA DO t UQUB 01 QllAS

/
i