Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12456


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Full Text

Ill.p -
-*
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S
'
"i

*
ANUO XI.VII. NUMERO 180
MA A CAPITAi I 1CGABIS OIDE IAO SE PACA POITE.
c*or tres metes adiints-l"
Por km ditos idfen .
Por mi aam> id*m.. .
CM> mvmto voito.
01WIHT* FEIM 9 DE ttOSTO DE 1871.

paia nomo i foia da novacu.
Portre
Por botii diUM idea ..
Por i nao idea
w %





V
Propriedde de Manoel Fiffueira de Faria 4 Filhos.
A

Os Srf. Gerardo Antonio Ai ves Filhos, no Par ; Goncaives d Pinto, no Maralo ; yoaqaim Jos de Oliveira Filho, no Goar ; Antonio de
Pereira d'A'.meila, em Mamangnape Felippe Estrella & C, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Tilla da Peana;
em Nazaretb ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyaona; Francino Tavarea da Costa, em Alagoas ; Dr.
PERNAMBDC.
- ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSAOOBOINAKIA EM27 DE MAlO.
presidencia, do sn. du. \Gcnn.
K uiaio da feita a chamal* acbara-se presen-
ts os Srs. : Ruis e Silva, Pedro Affjoso, Barros
ttego, Crrela da Araujo, Toleoluo de Carvalho.
Vieira de Aranjo. Rufino de Almeida. Felippe de
Figaeri, Paes Birrete, Firmio. do Novaes, Hen
rique Mamel-, Ajuiar, Cunha o Figiieiroda, Piolo
duaior, I. de Mallo R-g. AmarU. Antonio Paull
no, Barios Waoderley, Eduardo Je Oliveira, Er-
nesto Vk-lra, Oliveira AadraJe, Cuuha ',valcanti,
Augisto Costa, Peruainbneo KiMo, Oiiveirf Fon-
caca, flej Cavalcaate, Gasmao Lobo, Ignacio Joa-
(nn e Hollau la Cavilcaoti.
Abre-te asessao, lila ap.irovada a acta da
antecedente.
OfSr. I* ecrelario d eonta do seguhite
KXI'lDll M'K :
Olflcio ;
De secretario do governo da provincia, remet-
iendo o* auigraphns das resolanas de ns. 983 a
093 sauceionalas no correle auno. A Archi-
var.
Do niesmo, remetiendo as informacoes ministra-
das pela thesoararia provincial, acerca do reque-
rimenlo de Sanders Brothers & C e ouiros cora-
merciantes desta praca.A' qaem fez a requist-
cio.
ORDF.M I>0 DA
2 dacassio das emendas ollerocidas em 3* ao
remenlo provincial.
OSR. MELLO REG :-Me parejea coovenien-
le nao deixar votar-se as emendas do orcamenlo
era 2* discussao sem faier algumas retlexo acer-
ca de algumas das que forara approvadas hou-
tsm.
A emenda sobre que primeiro emendo dever
(azar observares a que manda pagar desda ja
aos credores da provincia era apolices.
Nio eonheco a eenveoiencia desta emenda. O
projeeio de orcamento j consigo providencia pa-
ra pagamento dos credores da provincia que al
ao fin desie exercieio nao tiverem reeebiio as
quantias qne Ihe sao devida.-, marcando-se quatro-
centos eootos para exerbieios lindos e incluindo-
se neesa verba estas dividas.
Nio sai, portante, porque, depois de miada esta
providencia, se quer anda ontra mandando fazer
-?sse pagamento em apollces, qae constltuem cada
divida eontrabida cora applicacao especial, e qae
ni devem ser distrahido coa estos pagamentos,
importando, aVm disso, prejalzo para a provin-
cia.
A divid da provincia ealeola-se em cerca de
(luirocenlos contos, qae podra) ser pagos sem re-
ji'rer-se ao eraprestinao, e o pagamento que feito
jssira nao iraz nenbim oous para a provincia,
de outro modo pagando se em apoliees e desde j
a imporuncia de quatroeenios conloa, acarrala
pan os eo(res a despeza de trinu a tanto* con-
108.
O Sr. F. ut: Figiirih E o nobre daputado
n'li.i bom qae os credores da (azcnda provincial
estejam a espera de recebe r o tjae se I lies de ve
-em jaro algura pela demora 1
O sil Mello Reg :Sem duvida nenhuma.
O Sr. F. de Figueiroa : Acha isso equita-
tivo ?
O Sn. Mello Reg :Acbo, sim. Se esiao de-
cretados os meios para se pagar pala receila or-
dinaria, para que mandar pagar em apolices ?
O Sa. Pinto Jnior : E aonda estao e-tes qaa-
irocentos coatos para se pagar em dinheiro ?
O Sr. Mello Reg :Evila-sa desu rma so-
braearregar os cofres com o dispsndio d: imita e
tantos conloa de ris, nao se desviara as apolices
do iai especial para qae sao umittidas, e a divida
vai se pagando cora os recursos ordinarios da pro-
viocia.
Um Sr. Deputado :Mas essas apolices podem
ir sendo resgaladas a medida qae lorem entrando
is dinhiros.
O Sr. Mello Qego -O resgalo das apolices tem
um prszo certo.
I'm Sr. Deputado :Estabeler -ss isso.
O Sr. Mello Rbgo : Nao raaU possivel al-
; :rar-se o qae esu estabelecido a esse reapeito.
te mais, a commissao j indicoa ao orcanieatii
i meio de pagar a e^ses credores ; o contrario se
ra estar fazendo e desfazendo.
O Sa. A. Pernambuco :Qaa! o meio de pa-
gamento t
O Sr. Mello Reg : E' dar crdito.
Um Sr. Deputado : Mas seno boav;r re-
a
O Sa. Mello Reg : -Supprimram-se despezas
tue estavara coosigaadas no ornamento para faci-
litar o pagamento destas.
!Vn>o qae a divida existente pole sar paga pela
renda ordinaria.
O Sr. GusmaoLobo Desejo ver esta idea bem
aclarecida : a divida pode ser paga com a renda
irdinaria da provincia. Desejo saber tamben se
i nobre deputado falla em sea nome, individaal-
naate, oa era nme da commissao.
O Sr. Mello Reg : Fallo manifestando a mi-
aba opiniao, sem combinarn algaina com a com-
missao a este respeilo.
Parece-roe qae a divida pule ser paga pela
i-:i 1 ordinaria da provincia, sem ser preciso rec-
orrer a recarsos extraordiaarios.
(Ha um aparte).
0 Sr. Mello Rbgo :Mas quaodo falhassem
essai previsdes, j a commissao tinba providen-
ciado soceorrendo-se ao emprestimo, aatorisando
.i presidente a applicar parte dalle ao pagamento
la divida, mas isto no lim do exercicio, qaaodo
- veriflcisse que a renda ordinaria era insufli-
eieote.
1 m Sr. Deputado :Esse emprestimo :orre ja-
ro lambem. ^ s
O Sb. Mello Reg :"Aislm nunca poJerai dar
t razio de cousa alguma.
(Trocam-se apartes).
O Sh. Mello Rrgo : Peco ao nobre? depata-
dos qne me deem alinelo, para avaliarem devida-
mate se miabas razoes satisfazem ou nao.
A commissao consigna no orc^meolo a qaaotia
le qaatrocentos cootos para dividas de exercicios
lidos, declarando que as dividas que at ao lim
exercieio nao fossem salisfeitas patsassem
t ser paga por aquella verba, para alliviar os
-redore assim da dependencia de lerem de espe-
rar por liquidaco da divida espera de quota no
rano Minite; foi para facilitar o pagamento
iessa divida, contando qae pela renda ordinaria o
lagaraento della se podesse fazer ; mas, admittin-
do a possibilidade de ser a renda insulDcienle, au-
torisou-sfl qne parte do emprestimo fosse applica-
lo ao pagamento des*a divida, mas qoando se re
..l9|asva para semelhante despea.
Se est ato prevenido, para que este acoda-
uanlo em se mandar pagar desde ja em apoli-
Vertacado no m do exercieio que a provincia
nao jBde Bagar as dividas, alguma cousa se ha
H plisar, fus que nao pode pagar toda, o presi-
Jonteeat autorisado a mandar pagar pele em
:)re*tMea, emprettimo cojo juro nao era maior
tu o das ap dices.
r'eUo isto, jMtao providenciados os OMtja de pa-
redores da provincia, com a fferenca,
te M pagand-o Sjflpkes o Juro co-
i^H we.se a provin-
cia urna ictMB desnecessaria, e forga-se os ere-
dores a receberem em apolices o que podem re-
eeher em dioheiro.
Um Su. Deputado : -Mas nao se forr, 6 facul-
tativo o reo-bi iiieoto em apolices.
O Sn. Millo Rbgo : Desde que bou ver essa
f.icnldade, nanea mais se pagar os credores se
nao em apolices, porque se se quistase pagar re-
gularmente, eu Ihe mostrara que com a renda
ordinaria isso se poderia fazer
Uti Sn. uephtado :A loi nunca ftita para qae
d'ella se abose.
O Sn. Mello Reg :Polia j ter-so tratado de
amortisar a divida com a reoda ordinaria, e nao se
tem feit. Ainda bou fai ihesourana verificar,
e sonde que ainda nao houve mez nenhum era que
deixasse de haver um sallo. Em Janeiro pissou
um saldo de 61:000, em fevereiro, quarenta e um
em marco oitentar e tres, em abril, trinta e seis,
em maio at o da 21, bavia saldo de incita e
um conloa.
Um Sn. Deputado : E o dioheiro dos dep-
sitos ?
O Sr. Mello Reg : Ora, se mensalraente rea-
lisa se um saldo, est vista que com as sobras da
renda iJe irse amortisaudo a^ivida.
O Sn. A. pEn.iAMisuco : E as dividas que se
vo veocend e amortisando ?
O Sr. Mello Rbgo :Oque en quero demonstrar
qae a despeza necessaria, a despeza obrigaiona
faz se felizmente, ficando salios.
O Sr. A. Pernmburo : Est engaado.
O Sr. Mello Hego :A divida tem resultado das
despezas nao ordinarias, sao quasi todas as divi-
das perlancentes a obras publicas, contratos, ele,
mas a despeza regular, a despeza Qxa pagase regu-
larmente.deixando sobras. Ora, desde que a com-
missao sapprlo da orcamento todas as despezas de
obras publicaSj que sao as qae mais avaltam a
provincia, as sobras podem ser applicadas amor
tisacao da divida existente.
Isto me parece Lia de toda a duvida.
Demais, findu o nno floaoceiro, temos o trimes-
trs addiccional, e a randa desse trimestre sem
duvida applicada ao pagamento das dividas, por
que a espeza passa a ser feita pelo exercieio
futuro, o saldo qua se tiver de verificar no Ara do
exercieio para pagamento das dividas existentes.
Por tamo, bem se vA, que, se pesando bem as cousas
deve haver randa para pagamento da divida, e bao
ha necssidade dasta solTregaido em mandar pagar
j e j aos credores da provincia augmentando
assim a de>peza e qaaodo preciso procurar
lodo os meios de redun-la.
I'm Su. Deputado : Desde qne o nobre depu-
tadi doscobre saldos iodos os mezas, nao sei aonde
est a difliculdade.
(Hi um oolro aparte.)
O Sr. Mello Rbgo : Os nobres depotados io-
terrompera-me com apartes que me parece nao
terem nimio cabimeata
Eu nao descobri saldes, verifique! aqoillo qae
constd da tbesoararia. A nota que tenho da
letra do contador da tbesoararia, se ba engao,
nao meu, da thesouraha.
O Sr. G. Lobo : .vio eomprehando esse meio
de faier sal lo.
O Sr. Rufino de Almeida :Nao se pagando a
qaem se deve.
O Sp.. G. Lobo:Nao se pagaado servieos ia-
dispensavels.
O Sn. Mello Reg : Quaes sao esses servieos.
As dividas ordinaria? sao pagas, as que sa tem dei-
xado de pagar sao as dividas que resultan) dos con
tratos.
Um Sr. Deputado : Os contractos nao estilo
Qrmados em lei ?
OSr. G. Lihiu : A Iluminara > publica nao e
um servico ordraam?
O Sr. Mello Reg :O que eu vejo que, s
houvesse bom desejo, com esses saldos measaes
pagar se-hia alguma cousa quando nao se podesse
pagar ludo, mas que a thesonraria o qne deseja
conservar um saldo em deposito.
Um Sr. Deputado :Nao ba quanlia nenhuma
nos cofres.
O Sn. A. Pkrnamuuco :Ja o presidenle estabe-
leceu urna lista de creJores con preferencia.
O Sr. Mello Reg :Eu nao quera entrar na
apreciaco disto porque nao desejo fazer censuras..
Um Sn. Deputado:Ha urna razo para essa
preferencia.
O Sr. Mello Reg: Eu acho que nao ha
raza'. O pagamento se devla fzer cora os saldos
de cada mez, fazendo-se urna distribuidlo propor-
cional por todos os credores.
O Sr. G. Loho: Urna especia de ratero de
massa fallida.
Um Sr. Deputado:J a thesonraria tem pago
assim.
O Sn. G. Lobo: Eotao esl a provincia em
banca rota.
O Sn. Mello Reg Ha algum saldo era caixa
mas nao so paga porque se qnr ter dioheiro afer
rol hado,
O Sr. F. de Figukira : -Ha urna raso, por
causa dos empregados que tem de sar pag03 no
flm do mez.
(Trocam-se muitos apartes.)
O Sr. Mello Rugo :Nao ha esse deposito de
qoinheolos cootos, a caixa de depositosno chega a
duzenlos contos.
O Sr. Correa de Araujo : Talvez -ande em
re ais.
O Sr. Mello Reg:Nao chega, pie ver do
relatorio.
Mas, f.i/.-se inuila queslao com este dinheiro de
depsitos, parece urna cousa que d muito cui-
dado...
O Sn. G. Lobo : Realmente, um deposito
cousa que inspira pouco cuidado I
O Su. Mello Reg : Mas quaes sao os depo-
positos que exis;am na thesonraria Os depsitos
de (ancas nao existem seni em apolices...
(Trocam-se apartes.)
O Sn. Mello Rbgo :Os depsitos sao, o de pre-
mios de lotera., o imposto addicional do AsyHo de
Heum/ilid e osjjuareotarr'u,'.os do instituto, mas
para que esta qaanns-aa. a do deposito manda-
se sagar um juro ; o capuJt do *y.ii, juje anda
por/ctm contos, nao sai da rnasouraria, ha a os
v
Braga, no Aracatj ; Jlo Mara Julio Chavea, no Ass ; Antonio Martines da Silva, no Natal; Joee J
ino dos Santos Inicio, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
artins Aves, na Babia; e Leite, Serqninbo & C. no Rio de Janeiro.
O sr. Mello Reg :Est no arl. 41 auton'sa-
cao iara pagar em apolices.
A raatagem d'esta emeada onerar provincia
com jaros anteeipados, o que est domos-f
tradi.
Al m disto, a lei antoras o presidente a (andar
ama divida, para qae estar mais eraitiindo apoli-
ces, sem deixar o Rovarno osar d'este recurso T
O Sr. Pinto Ju.niob:E' s aos credores que
requeren).
O Sr. Mello Rbgo :Desde que noavar esta
autorisacjo, eu assegoro que nao haver mais
qaem /receba, a nao ser em apolices ; se bao de
estar cora o sen dinheiro empatado, os credores
recebem logo em apolices, qae teem premio.
Um Sr. Dbputado : Mas nao se paga em apoli-
ces oem em dinheiro : esto em petores circuios-
tancias.
O Sa. Mello Reg:Se a emenda mandasse
pagar em apolices sem jaros, bem ; tnas pagar
com apolices vencendo juros, o qae se pola satis-
fazer pela renda ordinaria, sobrecarregar os cofres
com mais um encargo, nao cortamente um ex-
pediente floaoceiro vaotijoso.
O Sn. Pinto Jnior :-----No qae nao vejo van-
tagera., a thesouraha ter dinheiro e nao pagar
quero deve.
O Sr. Millii Reg :Tinha mais ontras obser-
varles a faier, mas de momelo nao me occor-
rem.
O Sb. Pixtj JuNtorl:Aquella emenda sobre a
arrecadaco judicial ? Eu tambem son Qscal de
urna repartico arrecadadora, desejo este negocio
bem esclarecido.
O Sr. Mello Reg :E' maito fcil : aquella
dispsigo comprehende o sello de b raneas e le-
gados, que cobrado em juizo aqui na capital,
sem neahuma intervengo do consulado, e tendo
os empregados do juizo urna porcentagem pela
arrecaacao que fazara e recolhara ao consulado,
nao lia razo para que os empregados dessa re-.
pirco recebara outra porceatajem sem trabalbo
que deva ser remunerado.
A commissao, no interesse de se apurar o mais
possivel a reoda da provincia, propoz isto, para
evitar urna duplcala de porcentagem pela mesma
arrecadaco.
O Sr. Pinto Jnior : Estou salisfeito, cora tanto
que no fuiuro nao ponha a thesonraria duvidas.
O Sr. Mello Reg : Na segunda discusaio eu
comprometti -rae a apreseutar casa dados
i Um Sb. Depotad Ni] tara multa se oo
cumplir o contrato
O Sa. Mello Rm :No ha multa alguma.
O Sr. Correa di iau J sei que temos
prorogaco deste ralo todos os aonos.
O Sr. Mello Reo :O raeu lim diminuir os
venciment-is, obriga o o ajud-uite b panto, e aa-
jeito a soffrer o de o pelas faltas que der.
Um Sr. Diputado -Cira tanto qae seja pago
pelo contratante.
O Sb. Mello Reg Sim, mas faz se o descont
na razao de 2:0OO4 >.
os do consalado erara apontados pelos da thesou-
raria.
O Sr. Rufino de Almiida :Outra emeoda mi-
nha, qae merecen censura do nobre deputado, fol
a que elevava a quota para a Santa Casa de 30
para 33:000*000.
A nobre commissao de urcarnem entendeu re-
duzir essa verba, que era de 45:000*000, para
30:003#008, e en que nio via razio plansivel para
essa diminuico, quaudo os encargos da Santa Ca-
O SR. RUFINO DI ALMEIDA : Nao desejava
tomar mais lempo casa, .oicupando-me arada
urna vez do projeet o orcamento : mas, Sr. pre-
sidente, teaho neceas ade de ainda fazer algumas
con3ideracdei a resp todas emen las offerecidas,
e da justilhar-rae de Igaraas censuras que me fo
rato Jaita por um d i dignos mambros da com-
missao de orcimento Proeurare ser breve.
"ao se realisand as miohas previsoes: as
emendas apoiada*, e as approvadas em 2" discas-
sao, elevain as despeis a mais de tras mil contos
a p-mo de quatro mi
O Sa. Mello RbooTPez a somma exacta r
O Sn. Rufino ue Almeida ;. A exactilo que
exige o nobre depaudo nio Ibe posso garantir :
garanto-lhe, porm, que excade do tres mil contos.
O Sr. Mello Reg -.Contesto.
O Sb. Rufino de almeida :Davido qae o pos-
sa fazer. Dei-me ao trabalbo de sommar todas as
quantias das emendas approvadas era 2' discussaoj
e juntando esa somma a do projeclo da nobre
commissao de orcamenlo achei, qaa a despeza
lumia a tres mil e vate e cinco contrs. Os no-
bres deputados tem visto quantas emenda foram
presentadas na 3* discussao, sendo que so urna,
ofTarecida pela nobre commissao de orijamenio, ele-
va a verbaexercicios fiadosde 21 a 400 coitos,
e podara jalgar se estoa fura da razo, dizeodo qae
a despeza, qae se qar Secretar anda por perto de
quatro mil cantos.
Nao fei-quesio da exaetidao de meas clculos,
com relcao as emendas da 3* discussao : quero
tea a ingenaidade da acreditar que serio todas ellas
regeitalas ; biseo-me tao smente na somma re-
salanle das que foram approvadas em 2" discus-
sao, na importancia de tres mil e vinte e cinco
a apreseutar casa daaos scf- contos, e pergantarei a nobre commissao de orea
ros sobre a idea que bmitti respeito da arreca-1 aeoto, se esl satisfeila com este resaltado; e se
sa augmeotam todos os dias, entend que praticava
um aclo dejustica augmentando a verba proposia
Tjndo concluido a observabas que me propuz,lpela comrcsso cora mais 5:000i000, quaalia por
^r,?*?r. "ra na1" nA':' llir,i- feerio qUe nao traria grvame aos cofres pblicos.
dago de imposlos pelas coileclorias: venho cum-
pr/sico de le qae manda reduzir a apolices para fif.
prir essa promessa.
Oavi aqai dizer que bavia comarcas do sertio
que nao davam de reodimento oem 800. Toruou
por base as arrernataces dos imposlos as co-
marcas do centre, qoe sao as que meaos rendem.
O municipio de Cimbres rende annualmente.....
1:180^, o da Plore 3:110, o de Caraar 7 con-
loa e tanto, o da Boa-Vista 2 cantos e lano, Gara-
ntaos 5:000 Eu lerei a nota. (Le.)
Refari-me aos imposto mitilos, qne pepe* ren-
dem : qnanto ao dizim do gado : (lo.)
Creio que nao Ju muateipio neabaaa.i|a*:
d urna renda superior 4:000* por aun-.
Por eonsegaiote nao b inconveniente ara crear-
se colectorias, por nio aenar-se qaem queiraser-
vir o logares.
Para provarque o imposto por arreeadaco mui-
to mais rendoso para a fazenda, e qae. pelas cir
cumstancias aperladas em que se acha a provincia
deve se fazer lodo o possivel para cobrar at o ulti-'
mo viniera qae for devido, basta aiteoder ao segain-
te : o imposto de 2*300 sobre cabeca de gado vac-
cum na comarca de Santo Aotao at 1866 fol arre-
matado por 8.000 por anoo, no ultimo auno reodeu
este imposto por arrecadaco 10:991*, havendo
um excesso de 4:994* a favor da fazenda. as
comarcas de Goyanna e Itamb o mesir.o imposto
no ultimo anno de arremataco produzio 7:000*,
e s o anno passado produzio 10:618*, excesso de
renda 3:648*.
Ora, s em ara impeslo v-se que a provincia
Iqcrou em daos comarcas perto de 8:000*, pela
differenca de ser feita a arrecadaco directamente
pela fazenda. Todo o mundo comprehende que
luera vai arrematar um imposto, cao vai s pelo
desejo de fazer esse beneficio provincia, vai pro-
curar ganhar e ganhar multo, porque a arracada-
gao d trabatho e empata capttaes.
Ora. este grande lucro que tiram os arrematan
tes, pie muito bam ser para a provincia, se fr a
cohranca feita por arrecadaco.
Um Sr. Deputado:E as despezas com essa ar-
recadadlo r
O Sr. Mello Reg : A despeza a porcenta-
gem.
Um Sr. Deputado : -Qual a porcentagem t
O Sr. Mello Reg : Trinta e dous por cento,
tirando e3sa porcentagem ainda ha lucro para a
provincia com a madaoca de systema.
Mas a commissio.attendendo conveniencia do
servici publico, nao.querendo atropello, aulorisou
a presidencia a erear collectorias aonde jalgar
conveniente, nos municipios qoe entender que por
sua importancia, se pode eslabelecer com vanta-
gem o systema proposto.
O municipio de Santo Antio no anoo passado
arrec.idou de todos os impostos 23:000*000, e bem
se v que um municipio que d urna renda de...
23:000*000 nao pJe deixar de ter urna collec-
toria
Um Sr. Deputado : Nao ha mnitos igaaes a
esse.
0 Sr. Mello Reg :NSo ha muitos, mas lia ou-
tras comarcas mnito rendo-as e importantes.
Passo agora dar explicacSes a respeito da
emenda qne se refere ao contrato para o expedi-
ente atrazado da tbesoararia.
O c mirato do expediente foi feito por um anoo,
percebendo o contratante o duplo do venciminto de
primeiro escriptnrario, com a obrigaco de ter um
auxiliar pago sua cusa; devendo-se notar que
o ordenado de primeiro escriplurario cora o aog
ment ltimamente dado o que vira a pereeber
o contratante, porque o contrato nao deu o venc
ment actualdeu simplesmenleo doplo do ven
cimento de primeiro escriplurario.
jUm Sr. Deputado : Est claro que o eonirato
ji toferio ao venc ment da poca em qae toi
me parece admissiveL
vavH de um mil e
I lar quasi o^dobro, sem
lisso. Port.-mto, toda essa historia de
j ir.i Usurar dividas, para crear cro-
que o dr.-Hjeiru ao saia porquo o asylo nao tem
necssidade
depsitos
dores
(Ha um
OSr. M
raria para
arte.)
lo Reg :Nao me traga a thesou-
,o.
Eu vou cittr urna inforroacio que nio exacta.
Esta casa, lodu o mondo sabe, foi eomprada por
noveou a dous conlos, mas no clcalo da thesoa-
r.ru i.i c i uyu divida de canto e vinte e dous
contos.
Mas, a miohaSargnmentacao e esta : a provin
eia (Tilde pagar a,dvid pela renda ordinaria...
lo me
cenia qae a rendas da provincia deem para fazer
face a lio elevada despeza.
Do mea canhenho como espirituosamente quali-
flcou as rainhas olas um dos uebres mambros da
eommissi do orcamello...
O Sr. Gusmao Lobo J Notas muito preciosos.
O Sr Rufino dk Almuda :Vejo ju?, c-imbi-
naado a despez com veceita propost., taremos
um dilleit de um mil(Sazeatos eootos, pois nao
ue, com urna reoda pro-
CMU\ possa gas-
grande defic'
BspeTitva,
sao de orean
qae cada um1
ud ir contra
Um Sr. Drput
liquidando as disidas, vai
apolices.
O Sb. Mello Ibgo :Sim,
do :A' proporcio qae se forem
se pagando sem emitlir
sem pagar desde j
a provincia premio das apolices, e se fr absoluta-
mate necessario pagar em pc-ices a thesonraria
tem antorisacio para o fazer.
0 Sr. GusHAoLpBO : At meluor uo pagar,
mais commodo.
O Sr. Millo Haio ; Mo na argamento.
Qaaodo a laeioUraria se convencer de que pela
renda ordinaria ni* pode pagar aos credores, osa
da facoldade qae loe e dad palo orcamento.
UmSi DwuTADo:-lfio pie pagr em apoli-
ces, porque estas teem appllcaco especial.
O Sr. Mello Rboo : Dave-se suppr que o ven-
cimento ser sempre a de i escriplurario, se o
vancimento desses empregados fosse diioinuinio
contraante receberia nesra proporco tambem ;
itto qoe se entende. >T
Um 3r. Deputado :O nobre dejutado como e
tende? ^.
O Sr. Mello Rbgo :Eu entendo qa o ven-
cimenio actual, o vencimeoto qoe se paga ua oc-
easiio, e creio qoe neste sentido ser decedio*. a
que-tao. V
Pedindo o inspector a prorogaco do contrato,
achei muito justo que a anlorisasse a prongacao,
mas o,ue em ve do doplo se consigoasse o orde-
nad' de 1 escriplurario e o de 2* ao ajadsnle, por
3ue*reuaidos os doos vencimenios nao profazem o
nulo do ordenado de 1 esciipturario.
Um Sr. Deputado :Mas, segundo o contrato, o
ajudante pago pela thesonraria ?
O Sr. Mello Rbgo : Nio, pelo contraante.
O Sr. Gusmao Lobi : Eolio nio se trata de
prorogar o contrato, tratase de fazer novo con-
trato.
O Sb. Millo Rbgo :O contratante tem obriga-
rde pagar ao seu ajadante, tendo o ordenado
Se 1 escriplurario, eu quero qae assim como
se marca ordenado flxo a elle se marque tambem
ao sjudanle, para qae seja obrigado ao ponto, o
que uo boje pelo contrato.
do A presidenie, que a nobre coramis-
nto nio desamparasse a tribuna, e
seas membros, fosse am forte la-
s infundadas alteracdes, que se tem
feito no projecto de orcamento, todas no sentido de
augmentar se, cada vez mais, o desequilibrio da
receila com a despeza, mas eoganei-me : a nobre
commissao julgou prudente guardar silencio sobre
esta ailuviao da emendas, que pesam sobre o pro-
jecto.
Nao era assim que eu via proceJerora as com-
raissoes de orcamento em ontras eras ; em qae fiz
parte desta ca-a : en via sempre na tribuna os
seus membros esforcmdo-se na defaza do seu pro
jacio pugnando com ardor pela conservacio do
equilibrio entre receila e a despeza, pnncip.l
trabalho de om bom orcamento.
Mas o que temos todos nos visto este anno ? O
mais completo abandono do projecto de orcamen
to, entregue aos azares da sorie, por aquellos que
teem o rigoroso dever de o defender.
Ainda urna vez interrogo a oobre commissio de
orcameotn, se concorda em qaa sejam approvadas
(odas as emendas offerecidas na 2a e 3a discasso;
se tem o. meios de fazer Jace ao eoorrae dficit
que resaltar da approvagio da todas essas ornea-
das.
O silencio, sobre estes pontos tem sido sempre
a res posta que ma ha dado a nobre commissao de
orcamento.
Tenho necssidade de defender-me de algumas
argoicoes que me fez o nobre deputado, membro
da commissao de orcamento, qaaodo aote-bootem
fallou.
Disse entao o nobre deputado, qae eu era o me-
nos habilitado para fallar sobre o orcamento, por
qae liana concorrido para o augmento da despeza.
enomerou as emendas por mim a presentadas.
Ainda mais disse, um pouco irado, que eu era
incompetente para fazer censuras
illa um aparte).
O Sr. Rufino de Almeida :Garanto ao nobre
deputado que comigo na> se dar fado igual ao
que acabamos de lamentar. Sejam quaes forem as
provocacas, ea nao eslou disposto a representar
em scenas de escndalos.
Um Sr. Deputado : E' leliz.
O Sn. Rufino de Almeida :E' apenas um es-
forco que faco sobre a minha nature a. Reconhe-
co qae nem semprs posso ter toda a calma e san-
gue fro necessario as dscusso~es : s nma ou
outra vez estes requisitos rae teem fallado, ni)
be.-itei nanea em pedir descutpas, e em retirar
qnalquer palavra que podesse ser considerada of-
feasivi. Ripito boje I que j tenho ditb de on-
tras vezes \roio lenho'inienco de offender ne-
nhum dos dignos membros da commissio de or-
camento, na*bservac5e3 que tenho feito ao seu
projecio': son amigo delles, rospeilo-os muito, nio
posso querer oleode-los.
Pode, perianto, tranquil sar-se o nobre deputado
qae meV .errompeu.
Como a dizeodo, o nobre deputado censron-
me por ter apresenlado urna emenda elevando a
porcentagem dos empregados do consulado pro-
vincial de 4 a 4 i/2 0/0, e no ardor da disemsao
disse qae por e-te modo tioha ea apadriohado m-
teresst's particulares antes qae os pblicos.
O Sr. Mello Rbgo:Nio disse isto, entendeu
mal o que ea disse.
O Sb. Rufino de Almhida:Parece que propor
qne no fuinro orcamento vigore a mesma porcen-
tagem do vigente, isto que se raantenha a mes-
ma porcentagem que actualment-s percebem aquel-
las empregaios, ni) propor um acto deshonesto,
nem contrario aos in'f .essa. pblicos.
\ Ofendo offereci essa emeala explique! as razoes
qae~ tiva Pra 'Presenta la o precia cao da casa :
alera o'sto, com ella ni) autfmenkurai unidade
siqner verba para essa despeza decretada, por
qae a comailssio propoz verba muito superior
necessaria p*ara este servico, ainda roesmo que a
porcentaajem fosse de mais de 4 l/i 0/0.
O qoe propuz nio merece censar, e ero est
no caso de merecer reparos, porque nao foi sanio
am acto de loaijoslica a approvacao daqaella
minha monda, wmiuua a eommissao a porcen-
tagem Sos e-npfl Sjn do coOMlado qoando ibes
augmaeaava jHaMt^-coeametteodo assim gra-
vissimalnju^i'
O Sr. GuM*a USJjo: Diminuia-se a porcenta
gem dos empro|aav>3 do Consolado, quando se
aagrneotvam o v*r*ia>enlos de outros I
O Sa. Souia Lbao : Para equiparar, por que
que oo traria grvame aos co(res publ...
Polheaodo as minhas notas (canhenho na xistosa
phrase do nobre deputado) encootrei que ha oito
anuos a subveocio Jada Santa Casa era de.....
30:000*000, eque progressivamente foi augmenta-
da, al qae o anno passado foi de 40.000*000 :
nao vejo, pois, motivo para que fosse diminuida
este anno.
Felizmente a miaba emenda foi regertada, e as-
sim estoa absolvido do grande peccado que com-
meiii.
Ainda fui absolvido de una outro peccado, o re-
sallante da emenda, qae autorisava a compra de
farros para antopsias no hospital de caridade:
nao foi approvada essa emeoda, pelo que dau os
parabens ao nobre deputado qua a combaten em
apartes.
Assim, absolvido dastas grandes colpas, podendo
afflrmar que nao concern para o augmento da
despeza que se vai decretar, pego licenca para
voltar a carga na questio da celebre verbaexer-
cicios fiados.
_ Disse o meu nobre collega, membro da commis-
sio de orcamenlo, que a deflmsio de exercicios
fiados, qae eu dera, era cousa nova para ella.
Considarei em exercieio lindo aquellas despezas
que, autorizadas as leis de orcamento, .nio foram
pagas dorante o exercieio dellas por circurastan-
cias, e qne....
O Sr. Mello Reg :E que erara escrituradas
pela thesouraria.
O Sr. Rufino db Almeida :E qne erara liqui-
dadas pela ihesouraria. Consaltando pessoas auto-
risadas sobre esta materia, approyaram a ramba
derinico J v, pois, o nobre depotado, que nio
aodei errado, qaaodo combatti a emenda da nobre
commissio considerando em exercicios lindos des-
pezas ainda nao autorisadas por Isi, ou que foram
votadas, amas oa lei deorcara?nto vigente, eoutras
qoe ain-la deverio ter execocio oo de 1872.
Se as despezas de exercicios fiados nio estio
dependentes dos exames e liquidaco da tbesoura-
ria, porque razio a oobre coramissio do orcamen-
to declarou, que no seu projecto apresentava esta
verba em braneo por nao ter ainda vindo da the-
aouraria o respectiva quadro, que s.nente Ihe foi
entregue quando j o projecto esta va em 2a discus-
sao?
Nio se pie, pirtanto, a titulo da exercicios fia-
do roandar-se, pagar despezas votadas no orci-
mjoto em vigor, e raaitos imo^it anda bio de
ser votadas no orcamento para* a ercicio fu-
taro. :*~
Se a casa entende ser da justica attender as re
clamabas, dos que ae juigam cora dreto aos pa-
gamentos, de qae falln o nobre membro da com-
missio de orcamento, sejam as verbs para sto
enllocadas convenientemente no projecto. Sa sao
restituices, vio para a verba oa titulo restitacio
e nunca-para exercicios (indos
Esta innovacao pode dar lugar a abusos bem
desastrosos par* os cofres pblicos.
O nebro depatado, membro da commissao de or-
camenlo, oceupaod i-se do facto que cilei, da res-
tituir por exercicios finios ao administrador do
consulado, disso qne eu eslava mal informado, e
que a commissao obrou muito bera mandando res-
tituir aquelle empregado direilos odividaraente
pagos, quan Jo nonieudo novaraenlc para o consu-
lado.....
Um Sr. Deputado : -Reintegrado.
O Sr. Rufino de Almeida : Corrijo o engao
dire quaado reintegaado. Continuarei a sustentar
a rainlia opiniao, e accresceularei mais, que o no-
bre depulado nao poda dizer que os direilos co-
brado ao administrador do consulado, o loram
ndividaraente, porque o nao foram seno era vir-
tule da ama disposico da lei do orcamenlo de
1869; e a nobre commissio de orcameuto nao po-
da incluir a reslituicio destes direitos no projecto
era discussao, em qnanto as disposirjs daqnella
lei nio forem revogadas.
m Sr. Deputado. Acommi-sorevogou-a.
(Crusam se apartes).
O Sr. Ruiino de Almeida : A lei a qoe me re-
dro a da n. 891 de 25 de junho de 1869 art. 5o
que dispa o seguiole :
(L).
Foi portante, em virtude de le que se uobraram
os nevos e vellios direilos pela reintegracio do
administrador do consolado, e ni) arbitrariamen-
te Repito, em qnanto nio fr revogada esta lei,
nao tem lugar a reslituicio, que manda a commis-
sio de orcamenlo incluir em exercicios (iodos.
O Sr. Eduardo de Oliveira :E a lei actual
oio pie revogar?
O Sr. Rufino de Almeida:Ignoro qual seja a
lei actual que pode revogar aqoell'oalra.
Se a casa entende que se deve mandar restituir
os direitos j pagos consigne isto mesn as dis-
po-ic5es geraes do orcamento, qne se esl votan Jo,
inclua-se a importancia delles na verba complan-
le, que a deRestituirles; e se no exercieio de
7i a 72 nio fr paga, eolio no futuro orcamento
ser bera clarificado na verba em que hoje a qne-
rem por forca en talar.
J vem, por tan to, os nobres deputados, que nao
fallei nial informado, e de oitiva, como disse o no-
bre membro da commissio de orcamento.
O Sr. Gusmao Lobo:Falln entio o est fallan-
do muito proficientemente.
O Sr. Rufino de Almeida :Obrigado. Quanto
ao pagamento das despezas feitas com os recrulas
vin los de Garaohuns, mandadas pagar oela verba
exercicios fiados, o nobre deputado nao defendeu
a commissio, e muito menos justificou qu seme-
Ihante divida, ainda nio roeoohecida polos pide-
res.corapetentes, devia ser incluida naquella elsti-
ca verba. .
Do histrico qua fez deste negocio, resnitou a
prava do qae disso eu quando fallai pela primeira
vez, e aecusacio iufundada ao presideote, que eo-
lio administra va a provincia.
E' o cato de dizer qne neste ponto foi o nobre
deputado qaem fallou de oitiva ou mil informa-
do.
O presdanle da provincia nio soube da chegada
dos reerntas ramettidos pelo delegado de Gara-
nliuns, seoao qoando se reclamou o pagamento
das despezas fui las com ellos. Foram apreseniados
ao chfe de polica, que os soltou, indo elle depois
engajarem-se no corpo de polica. Garanto ao no-
bre depatado que aaim falque se deu o fado, e
oio como aiabou ^ '-^ Eston eerto, qoe nao
pori davila corr' ^ma que cabio por mal
ioforniaiire**ari aun. -AC* so presidente de


Entre ellas ha urna, que parece merecer a ap-
provacao tacita da nobre commissio do i men-
lo; a qae miada admiltir no Gymoasio nm ate-
ner, para caja admissio nio houve lei especial,
i O Sr. Oliveira Fonseca :Nio smente nm,
ha mais.
O Sa. Rufino dk Almeida : Lembro-roo de ota
smente. Tenho dianle dos olnos a relario dos
menores maulados admiltir por leis especiaes,
nella nio encontr o nome do menor de que trata
essa emenda, qne nio pode ser aceita, e muito
menos volada.
Quanto a emenda do oobre depatado o Sr.
Figueira (viraodo-se para o mesrao) snppooho ter
do nobre depuudo...
O Sr. F. di Figueiroa : Mraha ? nao.
O Sb. Rufino de Almeida que manda pagar
desde j em apolices o que dever a thesonraria
provincial, se uis.o coovierem os credores, ni) po-
nho duvida em acompanhar a opiniao do nubr*
depulado membro da commissao de orcamento,
porque vejo qoe dita autori-acao est concedida
em ontros termos no pr Jacto em discussao.
Concordando neste ponto cm o nobre depulado
nio o fico completamente, porque dalle discord,
quando diz. que as divids da provincia podem ser
pagas dentro i-as forcas da receila ordinaria.
Nao sei, Sr. presidente, em qa dados me deva-
fundar, se nos fornecidos pela thesonraria, se no
que rae mostra o nobre deputado.
Pelo que acabamos de ouvir ao nebre d -potado
o esladu fioanceiro da provincia o mais tisoogei-
ro possivel. Ha seraure sobras no lim de cada mez,
passando saldos a favor para as despezas lo mez
segninte:
Si assim se ha sempre saldos a favor da fa-
zenda qual a razio de se oo pagar a tantos ere-
dores, que qaotidianaraenie bradam por seus pa-
gamentos atrasados ? Porque se deva lanos me-
zes a empreza da illamraaco pabiica, a compa-
nhia pernambacaoa; e a vanos cn(ratadores d6
obras ?
Como barmonisa o nobre deputado estes saldo
a favor com a divida de 680:000*, que, segando
informaeio do inspector da thesouraria, esl a pro-
vincia a dever?
O Sr. Millo Reg : Aonda vio o nobre depu-
tado essa informaeio do inspector ?
0 Sr. Rufino de Almeida :Via em poder do
Exm. presidente da provincia, constante de nm
quadro demonstran'vo do e-tado fioaaeeiro da pro-
vincia, era que se declara estar a provincia a de-
ver 680:000*.
Nao sei, pois, a qaem deva dar crdito, so as
informacSes do chafa da repartico fiscal, su as dea
nobre deputado.
O Sr. Mello Reoo :D antes crdito :as qoe
viereiu do contador da qne as do inspector.
Um Sr. Deputado :Eu ci ou da escolla do
contador.
O Sr. Mello Rbgo E eu tambem.
O Sr. Rufino dk Almeida :Eu nestes cas ssi-
go a escolla do iospeelor.
O Si. Joao Vibiia :As nformacoas do inspec-
tor Diurna factacem -u^dilaj&flajjado iaforraa-
c5's iuiatSfc-t presidenciaT^
Um Sa. Diputado :Hafa a vista a informaeio
sobro a compra da casa do Dr. Sarment, qae
lendo castado 95:060*. figura no quadro por 120
e tantos contos. .
O Sb. Rufino de Almeida :E-lou maravillado,
Sr. presideote, pelo que acabo de ouvir dos no-
bres deputados. Se ludo isto verdade, se os De-
lires depulado- oio eslao mal informados, lavo
pergunlar, como que se conserva testa de orna
repartico fiscal t importante om emprcgi1>
de cujas ioforraaerjes lieito duvidar a cada mo-
mento ?
Continuando ainda a guiarme pela informaeio
do inspector....
Um Sr. Deputado :Por qua nao se guia anta
pelo contador t
O Sr. Rufino db Almeida : Veja que na poca
de tal quadro, balango ou como meluor nome naja.
dizia-se qne para fazer face ao debito Ja 683:000*
apenas havia em cofre 35:000* I
Um Sr. Deputado :E a divida da caixa de de-
psitos 1
O Sr. Almeida Peiinambugo : -Nem existe ai es-
tes 35:000*. .
O Sr. Rufino de ilmeida : Felizmente son
auxiliado pelo digno ijudanie do procurador fiscal
e que anda bem a par desies negocios.
V portanto o nobra deputado que mesmo os
taes 35:000* havum para diminuir o tal debitos-
nho de 680:000*. Em 29 de marco declarou o
inspector que talvez oio houvesse dioheiro para
pagamento do empregados pblicos.
O Sr. Antonio Paulino :E levuu isto ao co-
nbecmento da presilenciaN
O Sr. Rufino de Almeida. .. e como achou o
nobre deputado estes saldos mensaes e meios ds
pagar a divida da provincia com as forcas ordina-
ria- da receila?
Si lio lsongeiro o estado llnanceiroda provin-
cia, para que a aulorisaco para um empestimo
de 3:000:000*
Um Sb. Deputado : O nobre deputado esquo-
ceu-se Je fallar na caixa dos depsitos.
O Sr. Rufino de Almeida :Paraprovar a exis-
tencia dos saldos ? A respeito da caixa de depsi-
tos talvez possa o nobre depulado que sa assenla
nesla segunda bancada, dizer sa ha ou nio um
grande dficit nella.
O Sr. Almbida Pernambuco :Ha, porque o pre-
sideote lem mandado fazer pagamentos avallados
da caixa de deposito-'.
O Sb. Rufino de Almeida : Sei que luta-se
com difficuldades para preencher se essa caixa,
cujos depsitos mootaram a 200 000* penco mais
ou menos, o qae nio sei como o nobra depata-
do encontrn os taes saldos, dos quaes resulta po-
der a provincia pagar as suas dividas com as tor-
gas ordinarias da receila.
Voto portanto, Sr. presidente, contra a emenda
de que me lenh' oceupado, por que no art 44 do
projecto est remediado o mal, que proenrava sa-
nar se cora aquella emenda.
J que fallei no art. 44 do projeclo direi, qaa
vol por elle, por qae nao tenho outro remedio :
porque vejo qae o aaico meio da oceorrer s/>
enorme dficit de que estamos ameacado com o
prejeetu e emendas em discussao.
Contraamos orna graude divida para pai/ar ou -
tra, igual, senao maior: para o anno a eommissao
de orcamento procurar descobrir os nvkw de fa-
zer face a urna divida talvez de 4.000:000*. E para
onde dos leva o projeclo em discussao, o suas
emendas.
Tenho concluido.
0 SR. MELLO REG:Ea nio desejiv. mais
occopar a altenco da casa, eoiendo que nao se
deve alongar a discosso, que lodo o interesa*
esl em volarse quanto antes o orcametrto ; mas
a vista de discurso do nobre depulado aelo 5*
disincto, nio po.-so deixar de dar-lh; algumas ei-
plcagOes.
O nobre depulado, ou apanhou mal o que ea


f
i
oniio, que tem bastante ilfusffacio e'conheeimen-! disse, *u quiz torcer a minha arguroentacao, para
to da le do reorutaroeoto, paraVoia praucar o, deste moto ter vantagem sobre mm.
acto que se Iba imputa. Tave tanta pVrte- uesie ne-
gocio qnanta Plalos no Credo.
Nio quero roabar muito lempo a cava desenlo
l analyse de maitas da diffarenles ve-feas do pro-
jecto, sobre as quaes j disse algama causa em 2a
discussao : estamos oo ltimos dia.s\da quinfa
Disse o nobre deputado qae ea linha deseriplo
o estado fioanceiro da provincia lio liaongsiw, tb
brilhante, que elle nao sabia a qaem acreditar,
quando ea descobri saldos todos os meses, a di-
vidas estavam por pagar.Eu nio disse senavihan-
te cousa, o nobre deputado eraprestoarae aquillo
prorogaco, e recelo qae hoje se possa votar sobre' que eu nio disse. Ba reconheoeodo qan ai
essa ailuviao da emendas: comtudo dir* serapro cumslancias da provincia nio aras as loetfcore*
algomas palavra obre Iguraas emendas offere- que n dficit da provincia era grai4avmo a iaa-
oidas em 3' discuso. pezis tinham avallado, tratando das /Idas d.*e.
'. '"
1



i
ir^-

*-,
;
Ido V3?*r
aar
:rfo dS tt.Ba
pela thasatwarie,
b nvnsilmente. passav.a iuii
tojas as despez*" ar-
l^^re que esto silfo pad'a re
^Hfnda ao pagamnta Jas di-
Qui
u
n!<
ida de
Ora, (i".om diz -o naflpk Ab a tflttirBest
B AtaJo lsonge;r>, netn ene asdivida* delx"m
* existo oo podern e-epifas reftnlarrooate. Di?1?
uoiciaeote que mJns nj mezos dava-se una saldo
da des peca tufada, 1* despeza necessana, e noe
este saldo poda s-r-appBcado a araott sacto da
d vi la de cuntalos. ~
Dis6 mais que sssa despeta tonada termjnava
m junho, porque jaira va a ser saii.-feita pela ar-
atcrnlaeSo do i-X'fiScio to?*, que a mreftadacao
e aa uagaraenta dn
divida?, e eom esta auxilio e cora, as providencia-
dadas na lei da ornamenta poda acoalecer qaa no
Um do exerclrvo seguinte'tjdas as dividas esves-
em <*a#**e.' se i a .urrer a, iiaiiila evlraur li :u -
ta das apatice-, mas qae so hauvessefalt;*, o pre-
siente eslava autorizada para na poca era que
veritiasse que o pagamento nao yodia ser Teito
*e!iar|por apobw, eraitti las para satWaeer as
veedores.
Ora, disto que depuia-la vai ^nela diferenca. O obre Imptalo
quz me apreseritar coma um verdadetro inepto
oue v .oorca.inT.t.j da thesoarana, eslala-o o a*
flra vtti deri o -"mo'aqu-i o e?ndo'da provin-
cia Itongei i. (Nao potadas.)
O Sa. RcViNe ds Almsox : Estaiamas pelas
saesnias Di-e*.
O 5n Vaxr, Hkgo : Eludamos aittsrentemenle.
Um 3n! 'Disputa oa : O i*c*re deparado estud >u
pelo inspector.
O Sa. Mibxo Hkgo :Su esladei pe) conta-
dor.
Eq vejo do< halanfos meinaes, nos quars nio
podo oaver duvida, qae-exisu u sallo'todos os
ezes.
u"Sr- Dupimna:Cerque as se paga a qsem
Mdevaf
O Sr. Mello Rks ; O nohne deputado .Wloa
basead em nata- que dii farnecidas p^l tliesnu
rana, quer dizeriroienidas peto inspector, que
fropo;ilalm>>n,x frae-e na iriteress de e*age
rar o e-tajo tioanceuv, u pro*icia, que nao idos
melhore.
O iaspjcior We a lembraoja ulilmaroent.? de
crear um drllint d itr tar ao preidento J provincia, consideran I como,
divida eolralwJa*, cntralos que solera *rel"
lisar daqui a .1 us -e tres aonos, dando ioms cmo
dividas existeoies contratos que podcm > ^r
execatidos.
O S. IUfinj de Acmbio* :Qiem foi jae disse
iasof
O Su. JEixa 'sei :Q eketi da sua -eseola-
que 1t islo; a minha escola melhot, nadi-fe
em dados olli^uo-.
O nobre dvpo(adi> di-se-que houve una mea em
qae passoa um alia da limaza mil reis. l-t> nao
exacto, iMstt, inteirament falso, e dos lAlaa
ctes qne eu vi, se -ri:ca que nunca se dea hwo
(Ha um apartT.)
Sao esse os dadiw. que lie exagera. O ni^r
depuiado nao acre lita no iaspector,' quando ello
dic que' tem 30 iao>' d'iervlfa, qua te hoa V
receben a resjieetivaoraliSijai, en agora acredit
que elle tem os Wannos de srvkja, mas na
acredita as eoiriae Jelle.
Quan'.o ao dficit de quatro nil conloe a que O
nobre debata do alludin, cre i jue est engaado.
O Sa. nFuio un ,\Cn da A desp.* di .pro
vincia que mor (a a o.
O 3n. Mello Rkgo :(lie o orea meato e.-le an-
Boiecrea orna de-pm de |a'itra mllcui .
Est pefeitamene 'engaado, o nbre dt-putaJo
diz Isto porque ni fez a atima.
O Sn. Rufino na Almbiua : -Fui ate i i' ds-
cusao.
On. Mello Rki}i :Rom todas a* alterare?
en calculo que Disiple o ore. metilo i't"jr a
tres mil conlos, ;.i:.!:.., que a ile.-peza, por tois
exagerado que fpjt o calculo ni) pode ceder
de 2.C0J conlos.
Depoi?, o faci do eu uao diier nada sobre a-
etneodas, na-) quer diitr que as 'aceite,, tanto que.
*olei ontra ellas. Disse quo a as embl; devia
ponierar subre as eircuipsiancas da provipeia,
atipprtml todas as desp.eiis qae paeweinsef iis
pcura.i.-is e dizenio isto o.Vj sq'pje auppOr' rjae
ea aceite a?emendas. Enrotant, eom odaa as
emend-is appri,vaJas a lespez n-i pode ir a!m
de 2 00 eonto*.
A comtnisro conignou a de?peza de ,03c-n-
to, ifioh caasijn-ju 400 untos piriexrcreias
"findo, mas re lir>.u d oreamenn pas-ando pira
a enipresitmo a despeza cm obras publicas e cor-
tea da despeza do corno
pcrtaiito, flcou reluila
pronoadamente.
Qr*, as emendas que tem passado creio que nu
*a podera calcular em mais de ceuto a lautos ori-
ao?.....
O Sa. Rt f no p Alweiba : Muito roais.
Sr. Mello flr.GO:Da secunda para a ter-
ceira dicus-ai cortaran! se despesas.
V-se, por tant, que o cas) pode estar fei .
mas oio lio icio como o piatou o nobre depu-
tad*.
Quanto a exp!icc.ia que o n> bre depuiab) deu
para jnstiflc.'^.i) de saa emendas, ou a lisponsa-
v; eslou certa da boa in'. ncip da nobre dfepb
ladi, nao o censurei por t-r' a'ag nenalo a de-pe
a. -ensurei-a pjrqu elle eea-urou a eomav.?s;i
por ter proposto augmenta de despezts, ijaando
esse ?.ugmen!o para satbf.uer neceasidades nr.
geste. Se o nobre decaalo censorav a com-
n'is-o por !er augmentado despezas no inieress"
d i servido publico, pSq devid lambem apre-entar
emeodas embira fasera es .as razoaveis, e, se pro
ced'a assim, nh tiaha o direilo de censurar a
eommiss'.
Mas sempre quera dizer a'guma eoa:a a res-
p-Ua do augnie.'itj ds p.rce.'.lagem aos ethprega-
d-M do consulado.
Dtsse o u .uro depulaio q-.j aag nenian !o a
p >:'cenla;em des empreados do consalado diml-
aia a despesa.
!ste me parece urna coasa diflkil do se compre-
bender.
O Sr. Rcfi.no df. Almfjd.x : Dimicao a qoota
votada pela eommissao.
O Sr. Utru.0 Reo a: A camaissie eoslgno
a quata pedia* pela he. ouraria, a'gnma c usi
eienor. O nobre depnta lo ach u qae esa quautia
era fuffleiente para *e fa;-;f o augmento, e d i que
nao augmenta a despea t Ora, desdo que o no-
tan depulado confe-.^a que propoz augm ml-M de
despta, ftt.-to* ou injustos, creio qae ledos f rain
joslos, nao Ihe f.; > argU'eio por h*>, apena?
digo qae nao tevo razio para censurar a eom-
iess".
Sibre a reslituicaa ai administrador da con-
solado ea deo dar nraa explicaba.
y.iando foi reinlegia :a es-a empregado deixen
de p^gar novoj e velhas direilos, em virtude de
ama le que o deettminv/a, a lei do tretmento (Je
4869 em rev.)gar a uin, lisse que es-e empre-
gado flirava obrqfid): o imp isto; a lei de-te ana
fecoliece qne essa exigencia foi n]a;ta e con-
signa quola para se pagar.
Consignou a commi.-so quots era exereiems
findoa porqno o pagamento foi jeito no .exrrei-!"
acterior, e se so maaia-se fazer a estifotcio
seria no rxereieb futuro, c assira era iniJifferea'.e
cnn'ignar a verb em r -i la oos ou em e^er^i
coj fidos. Quaatoi r- ,;'i,VV) dos 400:O0O
pira pagam uu do liiv'las de "excrcicias findas,
jin l.i.iarobero o erbro Dotado enteadeq mal,
porque a eommissao d z W):0 as atviiai de contratosji".e nao forem sttrsfeitas
al ao Ora do ixer.'icio^-isto prevena a hypa-
ihesede!se realisarenj niUi J esereleios lo*
do., que eata dever> ttr pa?as na ana.) se-
guinte.
A eommi-ii.nqi]iz-arna:.eauteJar os interesses
dos pMticulares, na> s je,uo.lo-os a esperar pira
o anao que se e.r.isiiraa-s- q.ota Jepois qde a i**-'
soarariaosmelois.i n> qmdrq.
O Sa. Rofuo ua Alm.da : i5tau salisfeilo
etia ponto.
Eoeatrajia a discas-a
dan emendas
Tenia In h
tivodo Sr. Or.-Tan(
r*ntii).
DIXHEHICXO wptr Piraidrnte levau hootetn:
Para n MaraoDia ^ttS^g^T
NOVA WjnLinA*:Ao.-o sr*. Or. Jdht*"1 An:
tonia iroeiro'da t;unba Miranda acaba de dar a
luz nos tolume do carca d- !Oft pajinas soh o ti-,
lulo d Bstutlo Elementar de 4irei'o% de *enfnic'4
ixiinplaAo Irglilafo pofr^a S. M. Imperador do Brasil.
E' trabaho digno de apreft) e n-commeidayei
especialnivnto pr ser babeado nos luwltoo pria*'
cipios da jurisprudencia romana.
Arradewraos a reme.ssa do exemplar*
NOVO ATflENEO.-Tlia haver ?*0J_la
actualmente
Peste miz a
.Jh**) uliimo de (K7 |'
' xisiem
13 horneas e ti malheres. T^itl
inte, o pro-
Slva. Dj
De-
lira
ingos

Jl
tAlve
Foi vi-itaJt_a estabeloemiet)
meici des') o Rlira Sr. LVt Tai
tos-Bjas nos Otas: 4 8, II, I
do m/. liado.
Existen) i aregaos ne el|||k^mento:
i saber: eflpo 1, m;;dit l, n-?ni\ a, {
sema 1, c izinliiro i, serventes '
O regente,
Joi Paulina di
, Jos Paulino, ilo ac i Movirnc*! do hospieo de Cenados na
gar do cosame s 4 b,ras da tarde. tmw- Imitecfm mf9fnm
AUBRIC.A ILHT>T.UI)A-Sib se titulo ac j MovimcMo do hospicao de dioaados na Mi
la-4* aabir i, lut, >i-u ci.UIh, mm- <>rnd- tilo*-1 sericordra de "OHnda,'do-i* aoottlmo de Jamo do
irado. Agradecemos i ramessa do ^.'* numero. | correnle anno.
NTONIO.-fondo vindo da Exisliam fa homenr o 46 mnliieres. entraram
io dqjjolieia 999 colos ;
i de >eza a'S,600"c'ntO
THEA/WO SANTO s.
'a, no vapor Prw
icfflo no.stii theatn
!*, aqutlle disti io artisU dramtico dosfcea-
do Li-bda, e e'ste p'iss.iider Je uau Uoda Col-
p:uaaJi-x'>
a votaejio
JtsigQI
llaiiia.no vapor Pmi'knte, dio sen primeiroes
pectac*l noste theatro o< Sr*. aKorda e HodrUJUe
Niinr
tros
leogaa de vistas de Portugal.
aATEIKAL PARA NAVEG*QAO.A companhia
brsdeira'do' paquetes vawr, ain tiqaidacao,
vende os *eus vapnfes e tid o seu material, eom-
posto de sobresalentes, trap'Cbes, t Rloioas, iTre
ros -te. etc. para o qual recebe proposita na.ei-
cripirio das seu* agentes oesta cidade, narua'do
Mn'lesu-r. 37 >rim*i andar, come; ra-ltiar
vero os' leftores do' anaaocio no lugar compe-
len le.
ADlIOaSffRACO DXMBREiQ.- No mea d-
jino irrecadou esta repartici a:05Wtl r*.
ANIVERSARIO. Completa hoje- vlble oMb'
aonos S. A. o Sr. daqae le'Saxe.
COLUEGIO BE S. 19S -A< nlhmeas do colle-
V'io do S. Jo;, sit na S'oi-'da.le, reunida a sui
tRnas^receiitora*, as irmaa ilSmia fWrotha*!
ilesejiado tomar parte bas felcitaoBjs e honra
ras qae oram feiLas pelos catholrC do uiaod
ao Summo Pontdee 4io IX no di *1 de jnnhb.'ul-
limo, -J5'' ann ver>ari da ?na exaliagio ab solio,
nootc, confceimiaram um lindo ramfn Bows a imitaro d'altromas originarias do Bras.l e
o1 remetieran), juntamente eom diversos bello*
passflros desta giao a(lm de sertm offerecidos a
Ba antidade peta madre- peral da ordem 'qn
pertencem snas illuetres mesetas.
Esta, portar, qnerendo torn.-r mais agradavel o
urtwente, mand- u enllocar ama das fnais lindas
aves si'bre o ramathete. dinlo-tt movimentos e
v iz por meio de m delicado mechani-mo, tur-
nando de sorprenden e effe tn -i ver na cidad>'
e.ieraa um passaro brasilein, solira Qares do seu
(iaii nital, entaado caolic miviasn*'' em lonvor
do venerando e santo vario, orno did'mensageir
dannelles anjos que o tinham eniado
dra de iRoma, que aca-bin-s de 'r, dizque
o SantisMino P. tro agrad m tanto o pequeo,
mas mlsomn pie-ente das aluinnas d collegio de S.
Jo.-, que nio o mnfli'sti.n por palavras, como
ipii>, nos s-os poneos momeot-K de d^canc), vai
elle mesm armviaientoa \ ir* querido presente,
emo Ihe rhama. nftm de ou?ir as doces vozes dt$
tH'u fifkat de alid mar.
Un. semeibante resaltado, muito deve e.ncher
de aratRr i.a) mI i dnm''.s con) as dignas di
rectoras do cjllegio de S. J i quera dam/s hs
so emBoras, fazenJo vj-.s rar.t qae ijunca es-
qiief un em snas sap;i!ica-> Vario Predilcio do
Soiii-r, n Santissimo Pi IX.
E"T*TlSHCA TII'vTRaL. II> ni Europ
l,-')'fl(l 'he.itro'. Pbssue aPranca 340. a Italia 300,
a Hespariba 170, a Oras Bretanha'IfiO. a Austria
l3<>; violo a 'locar l iheatro para 7-VOTfy it.ilia-
dos, I para 110,000 franceze-, 1 para 184 001 in>
gleze-, i para l:l,0 0 austracos, I cara 1,500:00;)
ru-siis, I para dona mi Ii3es -le inr'ces,
No decurso de 10'anoos inc->ndram se50 thea-
tros. Poram os ltimos os do Bresliu, Brond,
-esde e '.ofnia.
Em I87 foram presa das chammas 10 theatros.
De um ssenlo i e>ta paite arderam na Europa 130
theatros, 20 dos (fases em l'arise em L-mdres re-
presenta vara o valor de 200 milb5es de francos.
SUrNlElOENCIn IWQIA Aonunciava se nlti-
maiiienio em Paris a prxima chegadi davice rei
lo Eyy;ito. A' dar-so crdito aas b >atos qne cir
ciiMvam teocioaava eiw Sihsrana' visitaras ni
nis dos m luamentos da ci lade, e pelir o fay^r
i- rea id.-ar nm delles sua cu*ta danlapor
e.-te moda r^ma estr-uvlo-a il>-m'oy(raeio da sua
jIrn'ii-ac.io e svopalhia pela Franca.
OKL.IIEIUCAO'EFFICAZ. Ha piuca teropo
lea-braram-so'ae fazer porrde os operarios de urna
fabrica de machinas era Vaisovia. Qieriamaug
raent/ do salaria. O director da fatinc recorn-u
utfeia.
0 chffa desta repartiei) declaran as duas par-
tes que sfni estivessem aceominodadas oj pra
o de vinie e qnatro boraj seram os "operarios
surmetiidos um conseiba de guerra e a fabric-
fechada orno foco do'*Mo*;iirae>. R-ta declara-
ejia protuzio effeito desejida, reoomejando os
tribalhos no dia fmtriediaK
Al temas una ine'hodo cossaco de resolver
qne-iai re Domina ; o que re-la saber se este
or.-cess i, que nao novo na Russia, ser sempre
igualmente edleaz.
PRRShlil^AQSIS DEUM AFO(?\.D0 -0 Jour
nal de Bolbecrelata urjHacto lavera-imil, mis en-
treunto veridieo e exacuwm', que se passuu h.<
tonco ,tempo na cida-Je dnjitiebonae.
Ac.ib.ivam de tirar do ti>> n cadver de um des-
eonhfctdo que alli tinha cahid-i, nem -e sabeco
mo, ne.m isso Lz nada a i caso que nos oceupa.
Siippoino' entretanto qat nao pastoo. a cjusa de
mero aceideote.
' Bepasilado sbre a imrgjrn aquella desbragado,
iis ijae o agette de polica pretende recunhece-
11, izonJo que era o >r. G.....anciio do lugar
i muito seu corhecido.
E' o praprio, >em a fnemr^duvid, aecres-
cenlara elle ; hem Iba dizia ea-que era assnn que
ee luivia de jcabir.
Apiz-.r 4esta certeza, ach va-se o Sr. G ... en-
fe os espectadores, e ni teye dillltdldade em
provar vicKi.riosameate que ni) era elle o indivj-
dan etzuq".etiao.
Ni>t apn x!na-=e oolra pe-i e Pesiara qae o
.f-jgado o jai L.....hobdaate.de urna couimu-
>ia vizinha, e cajo ITha iraoV.na^a alli por peft.
Nia ha qum ua si-j.i da misma opinif), O pro-
ptio rilh chmalo a oonySVrecer uo ingar, rec-
nheceu o p.u. Reclama, p' rtint\ oorpo ; arr.-n-
jase una spge, la vai o nosvi barnem, cora o
seu lgubre fardo, cauiiaba da c
:iiihi.
A ptimeira pessa que ^e Ihe odarece i vista, ao
apr-ixiniar-se da casa paterna, sen paj, seu pot-
pro pai, fio como un pero e oceapalo a trib)-
ihar ao jardim.
En'o como isso ? P.ij c) mea pr.i >
que aqoi trago comiga I Ora, lama meluor t Ver
dado que nao escapirei de ir para, os perioli-
co ;.mis Lssj oo quer dizer nada. Antes assira, I
E eom edti torna-se oo'ra vei. a Lil'eboaae.com
a eg eo;-.Maver. Alii rt e.ragtaj.i aiu.lapina
vea reconbecid) como sendd pm jal S. M____, e
mais ama vez veritka so Ur..r equivueo.
A'noute proceda se iiibunijio, que ser,
coma e.peramo?, a sua peresrinicja fjfradeir.
D.zemos esperamos porque alujadla um opera-
jio poisivd, a eioumajao, E dapl, quefn ssbe ?
Parece que em rao cen s cirfcu -tancias de-
via-se proceder cara m.i- jaatela o cir- o*ms'ec-
5o. Agarrar um Qllio, sem iraiar exame, ,couio
da pai, o Cadver da primeira i-i liviou i qae Ihe
.neitem cira, se.npre i ama fanoldavel lo
leinaa I
aWfAfT
l lioawoi". 3 m,
morf erdm raulhc
mulheres.Tutal } AdveitciKia.
Existe 10 mpKsgadjs, nusWlstaao.Uei!^ -
'totrtnfl 3 ruullteres, sendo: l regante, 1 mertko,
I eapefli, porteiro e sa^nrpt-nmfefwo i-, i-un-
fnnoirAs, l barbeiro, 2 enfermeiras e i casi-
nheira.
Foi isiudo o mesmo estabeleeimento pelo res-
pe(iiivo medico o Br. Dr. Ertniro n tosdias: 4, 7, Ir, 13,18: W.H* *lvs 7 -1/i
(raras da mantt*j as 8 e 4-d Me.
ExtsteJTi nestev"slableeiirtiil6,'76 alienadas,- 29
horneras e 47 mulheres. 7 que cafara o n ate ment
fti i casta da earidade.
1 Mespcio de alienados -na Misericordia deOlin la,
Mttejunhi de 187i.
Oreante,
Lutz do fiejo Barros.
' ltfrBIUA.A qne saeha a tanda a
ajlienellco da nova ifflr>jd de Nossa Seoh
IViiha, qne corre no dia II.
LKILAO.Uoje fiTe^laa o ajenti Martn, o
letlao .lo movits e nm e-.fre fra^mz no l.* andar
da subrado o. 13, da r.n do Livramtnto, s'11
huras.
PASSaGEIROS. Sahidot para os portas do
norte no vap-ir n oional l'retidtn'e:
Alfredo A'. F. da Gasta, Antete 11. de Oveira
I (iih i, Antonio S. de Oliveir o sua familia. An
gusto li. Moh-ira, Jos Ferreira e Manuel F. Pi-
mema iu i maraes.
EM1TBRI0 PUBLICOObtnarra do dia 5 de
ag- stj :
JeronymoGiivino, brinco, ilali*, 20 anuos, sol-
teiro, B'.t-Vista ; febre amarell?. Hospital Pe-
dro II.
M.tria da Conceieio ; parla, Pernarabuco, M
anno, vinva, B- vista ; alcile.
Vicetiie, parlo, Pernaiubwea. 8 mezes, llecie ;
simas recoMnlas.
I) i nian.i (*nsm* da Arapsro, parda, Pernamba
ca, 20 anuos, catada, S. Jos ; tah-rculos palmo-
nares.
Reiino, esc.ravo,parlo, P.-nwmhuco, 40 ann-s,
solt ro, UCn 'Vista ; lubercnlo* p Immares.
FtPppn, es-rava, preta, Perutmbuo, li anoos,
soltura, i. Jos ; anazarea.
Elias, bfaoco, Pernarabuco, 4 mezes, Sanio An-
tonio ; convules.
los, prtio, .Jjmanbuco, 2 l/ anno*, $. o ;
pneumona.
A:ktl!>ha, branca, Pernarabuco, 1 mez., Recife ;
esp ismo.
leronvrai, braoeo, Pernaab i se-, I anno, S. Jo-
s ; do'iUrio.
0 -
Henr^ |iie Marciua, brauco, Peni. 39 anuos, ca-
sad'>, Gr..c ; maligna.
Um piivalo, recemnascido, morto, pardo, Per-
narabuco, n t pite.) da matriz de S. Ja.-
Marta, AffM, 6J anoos, soltara, Boi-Vtsta ; en
tente clir raic.
Fclismiua, pai da, Pernambuc
conviri>6e
Jo- G ia li 1 > Ferreira, par
anos, *-.vlo, S. Jo.- ; lyph.ii
Jaba Aupost Accioli, tiran
,3 mee, Recite;
Pernambuco. 30
. Parnamboco, 21
anao-*, soluira, Santo Antonio ; taeremos pnlmo-
invz
Mes.
*B a, branca, Pernambtic, 7
c!aio;i-en infantes.
KtHvina, branca, Pernambuco, 10 ann
Aotni' ; bronchiie agada.
' Mana Magdt'en-, parda, Pernimbn:
nos, va-a, S. JJ^ ; gastro enoeplrilile.
45 an-
HOSi'IYAL PEDRO II.-0 ma vi metilo desse es
tabelecimento de 31 de julha a 6 de agosto fot
de 271 existentes) entraran) 41, sahiram 28, falle-
ceram 14, exisiem 274, sendo 167 bemens e 107
mulheres.
Al venencia.
Foram visitadas as en forma ras este, ias as
0 IA 7. 3 i/i, 8 1/!, 8 V*. 7, 6 1/2, pelo Dr.
Ramos, as 12 l/i, 10, 11 4*2, lpela Dr. Sar-
ment. 1/ ^
Fall/
frsz. Amanto de $enza..........,B patmonares.
Luiza Mara l lepsi-t citronica.
Mana d<>i P/aaeres ;.tubercalo.s pulmonares
***a" Florentint) Antonia dde sactoi ; bxigaa.
m i trrao de apto Anieoia de Baot'Anoa ; apopfcxia.
iii.-, >.dos 8uitoe, ortmav Lona Francisca ) eatriie brooica.
B.rros o Albuiuarjo* e s- Anac'eta liornas da Sdv J tubuiculos puiw
ni I, pr^nuuciadojam erinw vwra>.
l Mor i* Tnareza ; bexigas.
Franei.
Bonaref.
rCRONktl JlDJCIARIiL
raiUUIvAL I 4 U II, 41 4 o.
SSSSa EM 8 DE AGOST) DE 1871
PRES1DEMCI\ 00 EXM. SR. CONSItLttKIRO CASTAO
S*NTUGO.
Seeretari Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da mahhaa presonles os Srs. desem-
bargadTes Gitirana, LaarsDi;o Stn ia,', AlraeiJa
Albaquerjao. Doria, Doraingaes da ilva,"Regnet-
ra Gota, Sauz Leao e Preitas Henriq aes, faltando
I m causa o Sr. desembargador Guerra, procura
dorda c.oroa, abri -s^ a sessao.
Passilos os feitos deram-se os julgamefltos se-,
guintes;
AG0RAVO3 bK PRTIQAO.
Aggravant, U. Joaquina Benedita Vleira da Sil-
va ^iggravajft, o juizo.Jiiizes es Sr. dsembar-
gadores Lturenca Santiago, Suna L-o e Alraei-
da Al u |iierqus.DeranT pravimento.
Aggravants. Aatonio M. Cordeiro de Gosmio ;
agg'*avado, ojuiz.Juzas os Srs. desembargada-
res Abreida Albo jaerque, Daria o Sooi Lao.-
Oeram provirrento.
Aijjrisvante. GlaudioDubenx; araval>. n juizo.
Jntzes os Srs. desembarga lores Doria, Loo renca
San'.i3ii c Freitas ll':rique3. Negaratn proVt
nient.
Aggravante, Manuel Zeferino de Salles; aggra-
vado, ojuizi.Juiz-)s'os Srs. de;embargdore" Re-
guaira Ct-ta, D.-ria eSaoza Leio. Nao toraaram
eoniieirorento.
ttEcrnsos crlues.
Recorren!?, o j ti izo de direito Je S. Jos de Mi-
pib ; recorrid.i, II mocl Antonio BetQTfa Juizas
os Srs. desembarad res Doraingaes 9i S(l,va, AU
ella Alboqueniu, Lcnren^a SibP'ago e Predas
Ha'iriqtie.. Improce :enie.
Itecorrenle, o /uiao I direito da Rio Farmo-o;
( recorrido, Joaqu'm Jos Carneiro.-Juizes os Srs.'
ammuna vi- >.semb:-rga.!ores Sonza Leio, G tirana, Regusto
-l*a o rreitis Hmriques.Improcedente.
Reedrrenta, o Juizo do direito d) tntoeiro ; re-
corrida, ios* G nsianno do Metb.Ia?z s os Srs
deserfibargadores Regueira Costa, Dorcintiues da
Siiv.i, Almeid AJuuquerqne e L'jarengo Sintiago.
-I nprocednte.
rabeas conros.
Gonced-rara, o'dem ao piciente Franiisco Anta-
nlo T 4 va res para a stssao de qf Idie.abre pro
ximo faturo. .'
appeli.ac3es CRtlUS.
Do jury do Ico. Appellante, o oita ; fppella-
do, M noel ilaptlsta do Jasciineula. Improce-
dente.
Ba jary i Iraperalriz.-Appellante, o jnizo; a?-
pcllado, Jnio Baptista de Sana*. Improcedente.
D) jirydo Pombal.Aitpellante, Juliio Ferrei-
ra de Sauza; appellado, Frinciseo de Oiivaira Prei-
tas.Improcedente.
Da jury de Garanhans. Appellante, o promo-
tor publico; appellado, Manoei Joagnim de Mello.
M ndiram 4 novo Jury e respoasabilisar ao es-
criva pela demora da feito.
Dj jury de Pedras de Fago.Aapellante, o jui-
zo ; appellado, Joaquina Gomea Bezjrra.A' novo
jai y
li) Jury de Gajazetra*.AppeMsnte, a |uizo; ap-
podado, VicJatino Barbota do Naaameato. A'
novo jnry. '/
le.
io Sr. des-
arisca, por
do -Mdllit
ordem
I CJ
Aati
oda
jvo
ti olTctiM gr.-.
ESPANBaMJMXX-At 10 luna da noule de 7
do correoe,*o lugar P:itesiaha do Brun, da rna-
gsezia da Varzea, foi espaneado Mano-I Sima Ce-
, Froniisco Jos
Appellanr'es, Msn
dro ; appellada, a
da comarca de S. Jjl
rinci-co de Oliveira ; appelli
de Barros Brandaoe uutros.
Do Sr. desembargador Aimttda Albu(iue;quo ao
r. dojeraba/giior Dina :
noplcipil de Alagcas.-Apl.ellante, o
r->nel Mtaoel FeH'ira dos Satoa-Njit :
appdaadn, Zeferiao Lapes de Barros. Embargan-
te, Macario da Costa Maraes ; emlurgaiaJ Radri-
gi Antonio Bmileiru Macelo. ,
Dii S. deaembargad ir Doria ao Sr. desambar-
gadnr DomlpfMs da Silva :
Dj JQizofiBnnicipal do Reafe.Appellanle, D.
IIenri(|tietaBllsa Banks da Miranda ; appellado,
Jos Luiz da Silva Ferreira. Appallinte, Jo|o Go-
mes da Costa ; appellado, Jos Ensebo Alves Fer-
reira.
D) Sr. detombargador D.mugacs da Silva ao
Sft desambargaof Regueira Costa:
Da juizo municinal da Imperatriz.ADpcllanfe,
Antente-Barroso Valente fapr*l+ad>,-Me>-FarlV-
Bifbosa, JJfl juizo municipal da Arela. Ap-
teTG unes da Cunta Lima ; appella-
do, Bento Crrela Lima,
Ao Sr.desembargador Gifrena
Dj juizo municipal do Recito.Appellante, Jos
Alves Barbosa; apperlada, Engracia* da Amparo
Santa Rosa.
' ira Sr. desembargidor Preitas Henrlrfue* ao S^
i&aainnartudor Giti-a-ta : i
Du juizo municipal do Recife.Appellante, Jo\\
quim Salvador Pessoa de Siqaeira'Otwateanle; -ap
pellado, Salvador de Siqusir Gavaleaote
Do Sr; desernbargador Sonza Leo'ao'Sr. des-
entbargador Freitas He.-.riipias i
Appellucfles civeis.Appellaote. Fran
sea eurador; appellad ; J.ao Martn
Appedante, Joao Jase de Oveira. e saaj naulber
appellado, major Joaqnim Jos Pereira da Cunha.
Appeilacao dnmoAppelfaate, a> jnito ; appetl^
4o Je.- Joo llaptista.
'BELtaENGIA C(V*U
Ao Sr. desemb irg.nlor procurador da carda :
Do jai/O municipal do ItioFerm^s)Appellan
te, Alfredo (lardoso Pereira ; appellado, Antonio
^da Rocha Wanderley.
DELIrtKNCIA KHIMK.
Ao Sr. desembarga lor pr motor da jastica :
Do jury de uiinda.Appellante, Manoei Fran
cisco Gimeiro ; appellad i, a juanea.
Da jury do ui fie.Appellanle, o juizo ;
pellado, Jos -Alfonso de Albuqoerque M-tranhao
Do jary do Pillar. Apoeliante, o juizo ; appel
lado, >iiionin J.taquim Silreira.
' As.-ignon-se dia para jalgamento dos seguintes
Mos :
APPKU.AC.VO VFX. ,
Do juizo municipal da Victoria. Appellante,
Jos Cavaieante de Albuquerque Wanderday ; ap-
pellada, Jos de Barros Cirre.ia dt IJa-inz.
AI'PELL ICA CRIME.
Da jury do Pombal.Appellante, Julia) Pereira
d Souia ; appellado,'Franciaoo de Oiiveira Frei
tu. I
DESTRIUig.VO.
Uecarsos crimes >
Ao Sr. desernbargador Gitirana :
Recrreme, Cesa rio de Mello e Silva ; recorr la,
oijuizo de direilo do p.
AOSBATO 08 PETICa.
' Ao Sr. deseonbargadar D>iraingu8a da Silva ;
Aggravaiitd^piachsrel-Jjaa Ferreira de Almei-
da Guimaries.
Levautou-se a sessao a 1 horae meia da larde.
r5llltl \4I. DI COmKRCIB
4CTA DA SESSAO ADMI.X1STHAT1 VA )E 7
DE AGOSTO DE 1871.
PRESIDfINCIA DO EXM. SR. C0NS"LHRIR0 AS3RLM)
PRA.tCISCO TBRBTTI.
As 10 oras da manhaa,' reunidos'os Srs.
lepatado*' secretario Miranda Leal; Olinto Basto,
Candido Aleonara lo e Alvaro, 5 Ex i. o Sr. cao-
seftieiro presidente1 abri ir sessao.
Foi lida o approvad.i a acta Ja sessao de 3.
MPEDtRSTB.
OIBeio do presidente e secrelario da Junta dos
eorrallfes, acumpanhsdo das calscoes ofllciaes da
semana nKimamente liad i."Para "o archivo.
Ollcin-do mesmos funeeiooaros, acensando-o
reeeblmenta- do-e-fflck/ Judod\j 3 doorreote.
Mandaq se archivar.
OBlcio do administrador ilo trapicheGuerra,
resvorfdebd an nRIaio que- se Ihe dirigi respecti-
vamente duvi la;,enc mirada no mappa qae lti-
mamente enviara.O tnhanai Scou ioieirado, e
raireon at o da 14 da correte a sessao a-lml
iiislratlva para serera dado os sclare^imenlos
que se refere o mencionado a-lntnistrador
Jornal oIBcijl de as. 17 e 173. Para o ar--
ch va.
Reg:stra da correspondencia i fR-sial regalar
mente seriplBrado al o o. 21..
Oistrfbuiram-se os seguimos twascomaierriaes :
Diario do Ja Jtaqiim da C-sa Mi'a, Copialor
lo Francisca Cctbo la Foncec 4 Filho, dito de
silva Cardosa 4 C
OESPACOOS.
Reqaerlmento de Joaquina los G racalves Bel-,
irao, p.ira se mao-lar annotar o anttt'pelenle regis-
tro, visto naasermiis sea eaixerr' Jas'lgnaci >
da Rocn Sobrinh \ -Cotno pe 1.
Da mesmo Joajnim Jas Gmcalves Bdira
para se Ihe dar o r cerii 1.1 j o registro da nomea
cat de seus caxiros Francisca J aquira Pereira
Piola, Fe ino Dacinstann Ferreira C ho, Ja- do
Santos Casta Mar-ira, L)p)!da Ondioo Marlb',
J>a quii da Cota Mireira,' Henri L'>:d Rei e Joaquina Jos Goacalvei Bellrao Junt r.
CertiOque-se.
Di Bernarlo Gomes da ouza, para tambera se
Ih dar par cerlidao se a no neacia le seu caixeiro
Garraano Hirtins Peitrss acha-se oa nao registra
da nesie tribunal.Passo se a erida re juerida.
De Manuel Heirique Romaoj para se Ihe dar
Igual eertidia relativamente ao seu ca-xeiro Ma
noel Sabino da Trasladaco.Sira.
De Jos Lnll Alves Vitlel, idem. charaando-se
o caixerra Antonio Alves VilMa.Cmoreqaer.
Da Lu z Antonio Gancalves Penaa l C, idem.
tendo sido feito o competente registro eBtre o-
exercicios Je 1860*1870,' devena mencionarse
qual o naneada caixein.-Certifl lue-s^.
Da Tavares Meio 4 C, para se Ih's mandar
reginrar a no.neicaa qae junt ira-de seu caixeirt
Joao Ruina Barb-a Na f>rma podida.
Da Arcbias Udofphp da SikrMafra, par* -'h
ser registrada a non:e?e3o que jpres.'nta de seas
caixeiros Vicente Ferrer de Salles MeUtzes e Jjs
Rolriguesdos SasDs. Goma pele.
De Francisca Simes da Silva Mifra, para se
Ihe registrar a do seas caixeiros Angn-to Cibral
de Birros e Antonio'lanicio de Albuquerque.
3fji registra Ja.
De Manoei Goncilves deaTros, offerecenda-
registro a norretc/ia de eu eaixeiro, que tara
bein fllho, Jos Gancalves de Barro?.Raaia
tre se.
De Joaquiro Bernardina de lastro Rio, tambera
olTi-receoio registra a desea eaixeiro Caelaoo
Pacheco da Silva.^Va (jr-roa requerida.
De Joaqaim da C do registro a de seu eaixeiro Aadre Avelina da
Costa Ros.Como pede.
Di MfBael da Canha Brandan, juntando, alira
de ss Ihe registrar, a Boraeaela de caixeira que
dra a Jos de Almeida Costa.Deferido.
Du Paulino Ooofr&.Nno8, tambero juntando, para
igual Qm, a de seus cAixeiros J > Guedes.de i .a
cerda e Zeferino Pereira da Mello.nim.
De Joaquina Xi-t> .Mames Cavlcanit, juntando
iguaimoate para ser admtdda a regs'" *a de seu
ciixoiro Manoei Fraoci>co dos Santo*.Registre-se
a noaiea^o.
De Verialo Centeio Lope*, ex-socio da exliacta
firma de Lopes 4 Paiva, iiniando. adra de ser ludo
registrado nos. termas ^art. 333 1 do coigo
eoramarciaA, as senj^ncas de decJaiacte qaajtB
oijcio da quebra, d"e dita .firma, e os accordat"
re^peito profaridos nos tribooaes superiores-r-
Vtsta ao Sr. desembarga dar tt-cal.
De Lailhacar 4C, pediude que se Iba d por
perlidio se achara se inscriptos no competente re
SESSAO Jl
rrRBsE^cr). oo axat. sr. c i a. r.'pi
RKTTI.
Secretario Julio Giumaraes.
Ai rdeio dia declarpase altarla a sessJK
salando-reonidos 03 9rs. desembargadores Silva
Guimaries, Jleu e Silva, e Acaioli, o os Srs. depu.
lados Minada Leal, Candido Alco'orado, -Olinto
Bastos e Alvaro.
Lida, foi approvada a acta da ultima sessao.
O escrivo ASboquorque regislrou o nlllmo pro
testo do letra, a 1 do corrent, sob o. 2,452,
eo escrivo 4Hres de Brilo a 5 da dito mez sob
o numero 2339.
A0C0R00 ASrOXADO.
Embargantes os administra lores da massa fal
lida da Amarlas, Fragoso, Santos 4 C, embargad)
Jos Jacome de Araujo.
/UL0AMXNTOS.
laizo especial do commercio : erabargantas ap-
peantss r is os administradores da massa fallida
de Maiiael de-Sonzi Carneiro Pimpa, embargado
appellado autor Manoei da Costa Lima ; juizes os
Srs. Silva Gulmare, Res e Silva, Olinto Bastas e
Miranda Leal.Foram despreados os embargos.
Juizo especial do commercio : e ubargaole ap-
pellante roo Joaquim Francisco do Espirito Santo,
embargada appellado autor J iaquim de S Lopes
Fernandas ; jatees os Srs. Itets e Silva, Accioli,
Caqdido Alaoforada e Olinto Bastos.Foram des-
picados osmbart,.
Appellaote J* Fraacisco do Reg Mell>, appel-
lado'Manae Jos dt S Araoj); appe'lantes Silva
Hucha" 4 Machado ; app^Uados os caradores lis-
caes da massa-faili la de Foocaca 4 Santos ; ap-
pellattes Goacflvei Para 4 Q. ; appeltados Tisset
Pieres.Alalos a pehdodos Srs. deputado?.
O Sr. Miranda L al nao apresentot o feito adia-
do a teu pedido na seesa de 31 do mee passado.
aotra partes. eroDargantes os admioisiridores da
masas fallida de Antonio Jos de Ftgutiredo, em-
bargado Amonio Pereira de Carvalha.
oa a presMeneis do Sr. dHsembargador Silva
Sai maraes : appeHante appeHalo Antonio Valeo-
um da Silva Barroca : appellante appellado o ad-
ministrador da mansa fallida ele S-baitiao Jos da
Silv,>.Adiado a pedido do 2* juiz sorteado.
Encerroo-se a esso a urna hora menos um
qaa rio da (arde.
Da jaiza muaseipal do/ftectfe.AppaUante, An> filtra os seus caixeiros "Joo choa, do Barios
tenia Francisco Paes deMelto Barreta; appeiladpv acopello, ABooso Mariano Cavalt^ii e Feliciano
Leal 4 Irmia.-CosnnStda MwWTMr'' *
Apael!at,Antoni) de Siqueira Cavalcaale; a-
peHd% Aatonio tarros Psralra da Burgos.- Bes-
prrzaram es embargos.
_ fASSAiHMl.
DoSr. desernbargador Sitirana aor.desaIac-
gadvr Guerra :
Do jm/o muaicipal do Recife,AnptUaote, Jos
Antonio Moreira Das; gppallado, OtiTlifl^o Au-
"*-'& Aimeidj. Do jtvjo man pal di Ma-
9.App^uote, JBaaoel.te.aS Limt
tender Bromara 4
Berterta
HKtca.
?(J6UCAC0ES
A PEDIDO.
238:971*003
i: 16**938
301:2331039
Hovltiioatr d alltaldega.
Volunte* sabidos cora fazendas 174
eom gneros 268
------446
Desea rrr-gam hnje 9 d* jkoIo.
Patacho aastriacoPin S.farinha de t.igo.
Barca portuguesaUm ia f.mta -vanos generes.
Uarca iogleza -Magnoliaidem. .
Barca inglezafloirmonaVidera.
. Despachos de exportado no dia 7 de
agosto.
Para os portos do exterior.
No brigue iaglez Beile of the Devon, para
Liverpool, carregaram : Pereira Caraeiru df C,
235 saccaseom 12,431 kil s de stgedat.
No patacb) nacional Ar, para lite da Prau
carregaram : amonio Irmas A C. 490 aarricao
eom 't''.,iii'i kiios de a^sucar braoeo.
Para os porto3 do rilerior.
Na baresga CotMatic/a, para Natai> car
regou : Jo.- Barbosa de Cairaltu 9 barricas e 10
.saceos eom 1,621 lolos de as-oer.r braneo.
Na barcaca Bon Esperasen, para Maman-
guapp, carregaram : Braga A G-mes 5 barricas
cem 313 kUi de aSsucar braoeo.
Na bares-ja Florid, para Gamella, calre-
gon : Jaaqutm Augnvlo fr-iraara's 1 barrica an
56 kilos de assuear braoeo.
HECEBEOORIA DEPRENDAS INTERIS
GERAES DE PEUNVMBJGO.
Rendimento do dia 1 a 7 lO/iJiBlC
idem do dia 8...... MW>\i
O Hr. Praaclco Aatonio Aires
nascarenhs c a sua pro-
posta.
guando esoeravaroos qu 1 o Sr; Frauvisco
Antonio Alvos M>crenhas repoodendo a
nossa contesta^So leg'itTnasse a stia proposta
eom os respectivos documentos probatorio-
<1e q-ie II) j peitencem o ..trra, c?.es, sca-
da margem do dibaribe, seguado a mes
ma proposta, eis que se tlesafii pelo Diario
de hoje ao Sr. J >3j Atlunasio Botelbo
provar:.se nodenotoriedaile publica
que o Sr. Mascarenhn fez, no lunar Cabo-
ai, o caes e aterro de que trata a sua pro
pvsla; se isto nao est provado nos autos
comtstemui.has tufare de toda a excep
cao e eom cisloria ,* se a sentenca do juiz
dt l1 tutanda nao reconhece esse faci ele.
lembrando-se-lb'i Analmente que to-s serius moadiniltein o ridiculo, nem
subterfugios, armas dos que nao tem razao
B'' sem davida de admirar simhante eva-
siva, a qoe se aropira o arlicu isla.
Em sua propasi* o Sr. Mas^areobas d z-
se proprietano e q>iji eslava de poss-j dessas
obras, e assitn alcanza etp n5es fdvora eis
'hquarenti e quatro Ilustres ad^ogados;
negi-se-lbe o alegado direto, e o rtico
lisia, replicando, desafia oSr. BolAlb' a
protar-lhe a n'egairva I
A i|jem incumba o onu da prova senao
aoSr. Misoareobas, autilr da proposta ?
Nao dicta o simples boralsenso, .nao ensi-
nana os praxistJs, n > rMfii; a lei que o
onus da Qtnzittcttm'tU otqui dicit ; non
qui negat. Semper necessltas probandi in
Outnbit illi qui agit ? /
Cimo pois, .rtende o ariicn isti que se
iovoitam os papis, e adverteaa Sr. BoteUir)*
que as quesiws serias nao admillein o r
dub, nem subttrfugios ?
O-.ide o ridicula e subterfugio da paito
do Sr. Uotelbo ? Ento, S-. arlicosta,
proueder debarmonia cuna razjo, a scien-
cia, a propria lei quo oa$ rog?, usar do
ridiculo e subterfugio t
\* margen, qnesias di palavras : exhi-
ba o Sr. Msscarenhis, cotno Ihe compre,
os documentos legiliraativoj d; ma propos
la que -havemos de provar de msneira an-
da mas ex pressa do que lado est o ridiculo
de que lado est o subterfugio. Acredite-
nos o Sr. articulista e o Sr. Franci-ce An-
tonio Alves Mascarenhas.
Recife 8 de agosto de 1871.
Brasilcas.
N. 405. RECORRAS B3M EiTA CIRCMS
TANC1A. Que a reeonhecida puresa d) oleo de
ligado da bacalhao, de Lmraan 4 Kerap, o collo-
ca n'uraa posigao muid) nlra de toda a rivalidade
em tudas ,s mercadas da mundo.
E' este p)is ora a"sampta da raaiar imparte pa-
ra US diente. -Cama um mala de curar as tosses
ub-tmadas, da sarar os pulrades inflammados e
tuberealnsos, de MaJMf consumijo do ligado, le
alliviar as affeccO bronchiae*, de revestir os car-
pas extenuados con n ivas cirnes e de restabele-
cer as larcas e a .ade do systema vital ; nao ha
por certo nenhnra remedio eaaheeida na scieucia
I'ia tenha p-odtuido tantas maravilbas.
A bera merecida reputado dt oleo de ligado
de ba;alho, cama o mais uralioso dos remedios
moderno, aehar-fe-ha ja destral Id pelas vis m>
UQoes fraudulentas que se ompa'nn aos puncos
de-oraBado, S9 nao rr houvessa salvado da des-
honra este artiga fre preparado e vendido debsixo da garanta de pes-
sda da uraa respeitab'bdale reconbecda.
""endo isto nn lerabrarm, Stareis segaros de
r o legitimo oleo da ligada de oaca'.aio, de La-
man & Kemp.
PKACA DO RKCIP8 T'Df^H
DS 1871.
4S 3 1/2 HORAS DA vROI.
N5o hauve colae
Preddente.
P. i. Pin**,
' Secretario.
ALFAMDEGV
RenJiraento da dia ( a 7 .
dem do dia 8.....
H:'|Mf0i7
Rendimento
dem di dia
CONSULADO PROVINCIAL.
da dia 1 a 7
8 .
17:51187
8:3.'.'223
25:W7IOt
MOVIMENTO 00 PORTO.
Natie entrado vo fa 8.
Gcyi.nna-7 liaras, vapor oacnnl ParaAyfro,de
104 l< rieladas, commandante Ohveir, eqaipa-
gera 14, em lastro, a comfHnhia PerBitnbn-
cant.
Navio sahido no inetmer din.
Portos da n rteV^p r nac mal Pitsitbte, cora-
manante Antonio Jos Garcl 1, ctrg diCferen-
tes gneros.
EBITAES.
Scffnros conra-ofro
COMPANUIA
Pranle a cmara municipal desta cidade esta-
r em prari nos dias 7, 8e 9 do corrate para Mr:
arremtalo pir qu-ra men>r precj 1 IT-recer a^
obra dos reparo que necessttam as eriaa
alger* das dos empregadus do cemiterio ppWico desta utetma-
cidade, uroados na qiiautia da 4'Caa00 : a'jaelles
que in",-n-lerem arrematar ditos reparos, habili-
te re na forma da lei. '
Pac da cmara inuuicipaJ do Recife-3 de agos-
to de' 1871. t
Ignacio Joaquina de Souza Leao,
Pr-presiilente.
!. lurene 1 llt-zerra Carii-iro da Canta,
_____________________Seerolario.' _________
0 Dr. Pnneisco de Carvattio Suar.-s liraadiWt jais
de orpbios e .uizeates da ctda4e>ds Rart% a
sen termo, por 8. M. o Imperador que Dtus
U .ir lf etc.
Pac saber a qnem o eonhecimunto deata'^er-
tcncer que a reiuerintento da bacharel Zeferino
de Almetda Pinto, inveniartanbs dos bens-qne tia*-
rara par fsilectmenio de sea srmiio Joaquim de Al-
meida Pinto, em onsei'jeocia do que teteraioa
o decreto ti. I CUS de 13 de seterabro de 1869,'sao
convidados pelo presente quaesqoer licitantes que
ipi-'iran .-irr-msitar os escravos .
Fabiam, creoula, preta, de 4i anno3 d9 tdade,
da Seivica domectica, pos 00*000
Cathaiina, preta. ereonla, eom 10 anno, a o aprende a coser e & taclia, tilbi de Pao:ana. por
800*000.
Brgida, preta^ erecnia; lliba ib. referida Pafcia-
na, a qual fu a-Sillada de estupor e padece das
cr.ns^quocias de.ie, de 7 aoaos de idade, por
100*000.
Baibina, prela creoula, de 48>- asnos de idadt,
do servfco domestico, por dOOftiOO.
Victoria, preta creoula, fllha de Barcina de li
annus de idade, sadia, aprende a coser, por....
1:000*000.
AnDiiio, creoulo, pard^, de 13 annos de idade,
do tervico domestico e da rna sollo da me lesa de
pello, por 100*000, pertencemes aa apolio
d'aquelle tinado, apreseniarem -suas proposi: s na
prazo de 30 dias a contar da data oestes oas ca-
sas a-'? audiencias dos auditorios da primei-
ra instancia desta cidade nos dijs em quo oosla-
tt'-u dar an lieucias aos feitos e nortes.
Os licuantes quereado poderaa ver o* precita-
dos escravos na casa aa rebiuVocia do inve-ota-
riaiile baeharel Zerino de Aln.eid Pinto, s roa
larga do ltsario n.' 10, fregonia. da.- Sai to 'Anto-
nio.
E para constar maodei passar o presume qne
ser atusado roa tugaros de eos turnee (abiieado
pela Hnprensa.
'ado e i:.->:ido nesta cidade da Recife de- Par-
nanihuco, aos 8 de aiosto de 1871.
En, Plnriana Canea de Brilo, escrivo z es.
crever c subscrevo.
Francisco de Carvalho Soaret taindiia.
isQRTHE
Prancisco de HiHjuda Chacn.Cima.)>v De Pabncio Gomes, Pedxosa (quoiKou adiaal
da ultima ses i) para sa declarar tolla iW
,ca de meritoria de Jaa Ptreifa*MoiMinIio.-Iiida
Tendo o correfor. PraiMWMii de Miranda Le,l
Save apres ea lado -boje o terma da aubs iitoi^o
lestmnaba abonadora de-.sa* aucaj au*l*k*d**,
tleon aaperado al a prrmer bir copia d'esso termo, como da etylo, para re.i
titWriair jjVifcilaiiQi.
ftr'aada ais m ?fT^trecer a dduaeJio .a toado
ebettatoa nos (itj e meta da tnaaaaai, fia.
Sr. feaaMtliHro jwidamaMfaatada Masa,
Capital.....r* v. 2f>,0fK)r800|0n(j
Fuudo de reserva^ 8,000:000*000
, Agentes,
iltth Lith'in C.
THE ALLJANGE BRITI3II FORElQlT.
Life and.Pire Assnranae Conpany eslabelecida
.ara 1821. Capital 5,000,000
s agentes desta eorapaohia tomam seguros
contra logo sobre predios, gneros e fajeadas e
pagana aqoi prejuizos devid .mente prvidas.
Rabe SchraeUau 4 C
Corpu Santo u. 15.
IMPERIAL
adiadk Goiupaoliia le ueguroa'COftfcra
[fo4C
AGIVTRS I
S. P. JOimSTON t C;)
Ra da enzalamova iu', 4t.
SEGURO CON
The'|iivrpou* & L
fniaranca
[.CLARACOES.
^ -------------- ...... ......i _
Inspecqo do arseiial ce
mariiiha
Faz-so publico que a commissio de peritos aa-
nin.iiiil.i na forma determiaua nu reguiamento
innaxo ao decreto 11. i;t24 d '> de feveniro de
(Sol, o cascos, machina, ealdeira, apparetho,
T)asireaei>,_ veame, amarras e ancoras do vs-
P t Pacific, propriedade de Cjetane Lonreaco da
Seixas, acnou latos *sses objectos em o-tiuo de
poler o vapor continuar no snico enwfisase
empregam.
Inspeccdo do arsenal de rarinha de eanattmbo-
50 7 do agosto de 1871.
Prancisco Kotrnn Sieapia daCilta
li)fector.
' O 1 sjtQctor da ai.auaega |iz pubbc( .nue'o
leilao au u:n-i.tlj pira hoje don ot.j'*C:Os ppre-
hends 1 b-rd) da bngue ingle. tTr/d IKiifrora
transfer lo pira o dia 10 do carrnle.
Afandcga da I'ernaraburo 8 d? agosto da 4d71.
^___ Kmilio Xavier Sobreira de Mello.
SAMA \iA lA MlaBmQWHA IX)
A l im. junta duinisirativa la ai
Misricordis do llecife manda faser p|
na sala ue sua seseos, no dia 4 Je- ra
pelas 3 hora da larde teio < ser
a quein mata- *aaa ntu a tres anrios as raudas, dus 1
da dactotadaj:
l^PAittCL4415*f06. DB C
Travesea da & Pedro.
Sobrado b o .
Decae de-gota
Cas* tian.8. .
Itua d*-*Ydff*ri*w*J
Casa lerrer o. 63.
CasAiezrea-*.*#
Cas utmt^K
dem a> 18
, I
4
I
4

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w
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I
*
I
n



*
V
Can t
Urja de S. Jorge.
* a^Ml veilu.
......
,Cua do Pilar.
r.OfOOO
208*000
&SV terread. 1)l......205*000
-MrtW'........360*000
Os preteariejattee devoro apreseotar no acto da
orremaiaco as suas anga?, on compareceren
teMVlAMM AVrtiepectivos fiadores.
'Beinlmi, it San; Gasa de Misericordia do Re-
cite da jucho de 1871.
O eserivio,
Pi-irn li dnpus de Souza.
SANll'MSA DA MtBfitUORDiA DO
RKClU.
AIrtma. jcrola aininistnira da aaaita casa d
misericordia do tvte te" d reconstruir o pre-
dio qne pwoio patrimoni dos eslabelpci metilos
tu* da Jiieds, eom dons andar* e
J-uvo hu uuiro de nm ? solar
terrePH t*r*-t\) sobrado eos predi** ns. 2 e 13
da roa do linrgn, precm eoalfattf essas oljras
".om quera por raeoo- pr se quirer enearregar
defleflDa lav P'>'l4't<> serem aprontados os
' tistetws ^ne formo tirados dos antigos predios
I oialflBos ni bom iado.
O pret^n'ient^s devero apreent.ir -na* pra-
poUs em cartas finadas, cora decanlo o-flii-
nlmo fco|aque ftzem cida tima das in1i;ada ohfaa.
Secretan'da santi casa de misericordia do Re-
cite 21 de jumo do 1871.
. O escrivao,
Pedro Rortrianes de Srftm.
Subdelegada di' pllcia du Curato da S, 7 de
agosto "e 1871.
Acha.se depositado Bestasubdelegara uro ca-
vado rasso, appr-liMiliJo s 11 horas da noute
d< h ntero do p.jler <\e nm iniividuo dado ao fur-
to de-tes animae'. p-!iq:ie sur>o#-sf fartado
aqujlle : qnem jjljar-se sou legitimo dono app'a-,
re^a ueste jan,.'.
O snblelegado. .
C.irMiitn P retro.
Fisfair.i'j.i iia i a-vu-u, 7 da ajsto
le 1871.
0 fi-il J'-i fr-;rri^lvd i Bn-vi-ta fu cente a
quen k*eir n .i, qu> si a-h depositado
p)r e ti Beli9a;a>. u o b h mio^'o, tunanta mi
ro, o qtii f-ii ap''balM) destraiul> as planta-
es i" s-! i I Sr. nn ir G otra, era .Saoi; Arai-
ro ; q-!8n- < ji j.r ron direito ao nn'irn com-
parec d->-u li- :'a iilo (|iii siti-firen i o dis-
|>o. di'jmii) de l3i9, iIh ser envegue.
Jeronyjso Jos Tavire3.
At o
fsperado;
" vapor '
loem,
do
portos do sui.
Desde j recebera-se passageiros e engaja-se i
carga que o vapor poder condoxir, a qucl deven
ser embarcada no da de sna ebegada, encorn-
nendas e dinheiro a frote at- s 2 horas da lard*
de sna sabida.
Nao se recebera como encomraetadas sena ob-
setos de pequeo vaJer, e qne om -encedi* i
arrobas de peso on oito palmos, cubico* de med-
cao. Tudo que passar destes limites deverl sei
embarcado como carga.
Previae-se aos Srs. passageiros que suas passa-
itens s se recebera na agencia, roa do Com-
mereio o. 8.
i De 11 eadeirM e jaenrani*. deas dftM de
bracos, 1 sof, 2 consolos, 1 ptat con oalelr, t
cama franeeza de amarello, 1 roeia commoda de
aroarello, 2 aparador* debito* i mm.^ jan-
tar, 1 roarqueza, 1 par de raoternw, 2 jarros, di-
versos tapetes, looip'de Jaotar (poreeiUila) e 1
boBB'coftfl francs.
Quarta feira-9 do OOUtlB.
O afate Marti os far leiiu des, (nevis e eofre
ma ao i' andar do obrado n^ 13 da roa (do
Jrame*** 11 horas do da.
PORTO-
Para o indicado porto pretende seguir cora poa-
eademora a veleira e bera eonhecida barca por
tugueu Socitt por ter parte de sea carregameut'o
engajado, e para o resto qae Ihe falta, que recebe
a frote commodo, trata-se om o consignatario
Joaquim Josc Goocalvos Baitrao na do Commer-
jion. 8.
imiJiUI lli i j* r

UlIV.i
Quiut:-fei'a 10 de ig.)sto
PRIMEIftA RECIT4
DB
MMU E HKRIOUE NES
PRfiGHAMM.Y
t- PARTE.
Tw
H. Nunes.
PARTE.
Por
i
Por F. Taborda.
3.' PARTE.
COMP A VBII 1l
DAS
Mefls*e??err3s maritites.
Ateo diilO do corrtnle esperase da Europa o
vapor frtncez Sinrih, o qoal depoi da demira do
cistUme, seguir pafa Raertos-^Ay.'es. tocando uo
pirtos oa Biti', Rio de Jauero M.
Para frates e pasaagens, trta-se. os igoncia,
ra do Coraraercio n. 9. .
No dia II do corren te miel espera-se dos por-
tos do sul o vapor francez Amazone, eommandanU
Joret, o qual depois da djsmora do costurae
J5j,'tir p,ra Bordos, tocando e:Q*Dakar (Gre1
j Lisbiia.
P.ra coDcSes, frfetas e paisag;ns, trata-sena
gaencia, ra do Commercio n., 9.
O palhabote nacional Giribaldi, evpitaV Custo-
io Jo- Viifna segu-1 para n porto cima eom a
maior brevidade possivel, recebe carga a frete : a
tratar om T'9?o Irmos & G, ra.do Atnorim
numero d. 37.
a venda.
QADROS D LISBOA
h. r
1 PAR
m
F. T.
' PAR
Q,tiarog do Porto
Por O. Nnnes.
4." PARTE.
AMOR PELOS CABELLOS
Por F. Tah-.rda
5' PARTE.
Quakos de Bt'-ga
Por H. Nnnes. *
Os buhles aclism se desde j a disposc,io do
Dubitco oo escriptorio do theatro, pelos presos se-
guales :
Camarote* de frente cera C ntralas 11*000
Ditos de lado cora B entradas 10*000
tladelras 3*00
Platea 1*000
Principiar s 8 1,2 lacias.
THEATRO
ZARZIliLA IIF.aP.UIIOL.l
NO
CAMPO DAS PB1NGEZAS
SEXTAFEIRA 11 DO CORRENTE.
Concert em grande gala cora a presenta de S.
Esc. o Sr. vice-pre9idente da provincia e offereci-
do especialmente ao bello sexo peroambucano,
pelo pianista
Thomaz Rodenas
Com o concurso da companhia zarzuella hespa-
nhola, dos, distinct prof ssores J. Poppe, Salos-
tiana, que graciosamente se prestara.ni.
Logo q-ie chegar S. Exe. o Sr. vice-presidente,
a crchestra executar os hyrano? nacional e ac-
dtiini o, por ser o anniversario da instsllaco dos
cursos joridicos do imparia.
Prograrama.
1." parte.
A amito iataressaate zarzuella ornada de mu-
"" u miNuu-
%' parte.
!. Grande ouvertafa de Rosini, plos Srs. J.
Ptppe e R xenss.
2.* Piantasia para danta, pelo Sr. Salnstiano.
3.* Nsrraa de Ziell, pelo Sr. Ro lenas.
3.' parte.
i. Ramanza, cantad i pela Sra. Castillo,
'i.* IlTrovatore de List, pslo Sr. Roienas.
C Sis olhos, grande polka de concert de Go-
thsalefc, excotala dons pianos, pelos Srs. Poppe
e Rodenas.
4. parte.
A chistosa zarzuela
D, ESOHJJOLO
Principiar s 8 horas.
Sr. T mu Rodenas espera o valioso eoncur
ilenjica e orcmercit% e ap-
a oecaslS) p<>ra agradecer eordialmente,
[Jom ajolhiraento, que eom prodigalidade
osado o illu trado publico peraam-
"te o terapo da na residencia nesta
timbem a cooperario, qae se Ihe
ao sea primelro concert e a qae
possa mer jeer cora este sea segundo
sal ir cnnipriraen'.ar as Exmav fa-
b honraren) com as suas presentas e
kmpo Taz l snas despedidas.
pectacfllo haver um trem qae
odas os potitos at aplpocos.
Vende-?ea veira barca brasildira ftecha, de
construccao americina, forrada e ma-treadade
novo em perfeito estado e prompta navegar. Os
pretendenles pod^m examina-la no aocoradouro
era frente ao trapiGhe B .rao to Livramcnto. O
capito, bordo, dir os precisos esclarecimientos
e conlicSas da venda.
Companhia Brasileira de Paque-
tes a Vapor
(Em llqwldaco.)
A directora da companhia no Rio de Janeiro,
recebe propostas para a venda de todo o seu ma-
terial, quer filo, quer flactuante, os protendentes
podera-se dirigir para informacSd' aos agentes da
companhia, ra di Rom J sus n. 57, escriptorio de
Antonio Lui,z de Ohveira Azevedo & C.
lill-siiftlfi
ilJ-1: : : ??F|
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-i A10|;a4ed.',drdiobra<,> da roa ta
Sentala-ritva ..o p*t i pouca f*mili, coitolo
i *aia. 3 enanos, etyjmK.' e daspepsa.__________
Ahitase
o* andar na.rna BarW* .tWr* n. 38 :
tratar m-hf
rto dest oida-
i.lilr' quei ae
rJ** Wndiiio
mem vmv ei trate da edueacao de* .Igualas me-
P. oo ornele da.a*nillis^rl^o, da caa, fre-
'fcwd#*e estraftgeua ; quem o jtflgav'r habilitada
oatti|tb* .-t se.rvltjos bn'oersi o altHit, dirija-se
ottoie*de6. Pedro n. 6, andar, qae achara
eetw-tuea, iraier,
lili* M
Crea de-29e*ilheiros de tijnlloi. 31 ditos
de telbWf ditos de peen da caifa-
mente, 4 porcao da algoidares, panellaa
e eaiaro)-de barro.
x do rofroote
O dfBMejOihvira, aaiorisaVpA efunido da
Ila4jaj*estacilade, fa leilffem pr>iRen# doBr..
cbjtome nor contae fisco de qaem perleecer, dos,'
snpicajnncionados arligos em lotes a contento dos
cpnerrentes, sendo parte de carregacnento da
barca italiana Tno', (consgiatario o Exm. ba
rao da Soledade) arribada com agua abena este
porto, onde fra regularmente condemnadaj e
abap^onada pelofsea capito Gefolamo Bidanet
Pergenia -ae
ftfWo da g
livo (Xjte tat ti
ipa^prf inipi
Sr. mjof e nfcandante do 9*
a nacicwal deOiimla, qual'o roo-
fsend'-ti) zeloso caoio.V) de nao
-,_,inar o teneota da i compaohia
:,..fl!nn-GoD$p,lv; Rodignea.Pranga^viso o
irjesao siiff-er ie m>rpha, mal c^atagioso, qoeo
Wrua ncapaa dserv:ci activo, e me^moportue
os prtijrios ctllegas receia-se de eMarem em
onUelo coy o refond 1 tenante. J'io pergnta
_____ O eahec> de4>urioJn.
Trapif da Companhia, ao largo
0 do Corpa Saato
DO
casco, maqame, mastros e raa's
access^rios da barca franee-
za S. Lw'z
Qaarta-feira ft do Mrrenle, s H h^ras era ponto
e.B frente i. Associacio Coramercial.
L J Gardoan, ajiiao di barca frncezaS|.v'a.
uiiirrnnv. tj cliegaia este porto, o a do foi
legaimente condemnadi ; hr leil.o por autorisa-
cao "di Sr. consol d Franca, em presenta de scu
chanceller, coro licenija do Sr. inspector da al-
fmd-ga o emiireseoci.de um empregado da
mesma repart;c5o para "o fi;n n imeado, por inter-
veBCJo do agente Pinto e por con'a e risco de
quetn pertencer, de ca-co, magante, mastros e mais
acces=orios da dila barejj tal qual se aclia fun-
! 1 i.i.
O leilo ser effeeinado s 11 takaas do dia ci-
ma dito, em frente Associaji plimerci:il.____
LEiLAO
De 8 saceos c^ni arroz.
2 balanzas deciraaes, sendo urna para l,O) ki
logrammas.
HOJE
O agente Pestaa fars leilao por conta e risao
le quem perleneer, de 58 saeeoa com arroz e 2
balancas decimes, en \\h'< voota4e; no dia
quarta-fira 9 do crreme, is II hora* da ma-
ullas, no trapiche do Baro do Liv/ameuto, ne
forte do Mallos.
? de urna
. acaMegd*
Kiiuro op paer o re da dor
PA.A. USO INTERNO E BXTE^O
CBIIA CHOLERA E CHOLERA MORBUS,
Na reltoaco s ra Imperial o. 199 preci-
ii-se de um trabalhador lurrj'oa escravo para
t'do o ervfon,
Fubl'cac^o jurdica
Aciba de tahk do prelo nma ebr do Dr,. Joa-
' 1 Cuiilia Miranda eb a
meniar de Direitos de
:ti.-lc(i patria rnj'vi-
,got esta veud* u. l.vriiaa.ts Srs. Walfredo 4
C, ra do {.operador u. 79, a 6/, o exeropUr.
Medico
M8-
O Dr. Villa? BotM mudu-e da prsca g,
do Con le'd'fc'a o. 9, para a rua do Hos- S
pic;o n 3>. @
I Preci-a-se singar nm moleque de idade de II a
18 anno* : na rua da Cadeia ilo Recifc n. 11.
TRILHS URBANOS
DO
Recife Olina
e MtofiW-
PrevD6-se aos seonores accionistas da cc-msa-
nhiados trilito itrbanoi do liedle a Oliadi e Iti-
berbe, que a sessao d:i assemh'.a g-ra! sobre a
refirma doi estatuto: com .i'n wn mus trabilhis
10 da 18 di corrento, pelas II horas da manhaa,
nio ui mesnu lugar do aununcios
'M'.JO
ar.tjriiS
O 1 secretan.
Luiz L'tpes Gast lio Graneo.
30 canaslras com alhos, 30 caixas era ce-
blas novas e 50 !,? caixa'conr Intra-
tas.
HOJE
O agente Pesian >, levar leilao por conla e
risco de qaem pertenjer, 30 canatr>s com alhos,
30 caixas com ceblas e 30 1|2 eiixas com bata-
tas desembarcadas hontera, e o leilao ser eljc-
tnado hoje as (0 horas em ponto, no largo da al-
faodega, junto do armazein do Annes.
Agradecimento.
i 0< r,hiixj assigiadoi fal tari ara ao sagKtb'de-
ver de g.'atido se d 1 ilto dt imprenta n; vias-
sera protestar eterno recoeheeimeulo ao publ.co
Pernainhacno e aos artistas que so prestaram a
^brillianlar o sea pspostaculo de b;nefi:io, lti-
mamente dado no pavillio de Santa-Isabel ; as$it>
como ao Sr. Liribilier, emiirezario desse pavilhao,
pe'a conlescendencia que teve cora os abaixo as-
signados, levaadQ'lhes as di umitas quantia* de
10'J pelo alu^Bel do theatro, 50 pelo sluguel de
cadeiras, i0| por,suspend.T o panno de fe cea do
ncecario e por naadar em vista, 54 por varrer o
paviihj, S para acceod-r o gaz, 8j com portei-
? g-.stj do g.iz que ainla nai tiveram
'do quantn importa.
tita a* arii. os macero agradcclmen'vos,
Larthmertainb.'rn c djsso3 protestos.
Abrahao.
Jmsen.
Alngi-fc as casas n. 1, 3, 7, 9, 11, e 13,
dentro do porto n. 9. na roa Formosa : tratar
oa roa de Hirt- n. 106
nmttm,Hau*(*, vm dia.
>sr a. toga, dore d* envido m
trMMlnutoa.
B*r 4 nf, mu mlnut.
nrmlfl, na tewBtmaAi.
*aflt, n Tinu Btmntof.
a*1f*-*"'"1"J-r m i wlinln
CoUm e tavftlaflM, em itam
rk tabr.lrtarraltwa, ote
r*l rii
'aHt
Dot nsi oftu na lid**, tm mt
Toiw parifotu rafrtiideavfB a I
FUnreti, ea ma dia.
frdw Mlim.
HmoirhoidM laiiMla.
Inflannuoi im ri.
J>Tt?vnt, njUmmM.
immM*immSm
Falpitaeao it earagtA
k;1
H5imrE:^ SEBIPRE ESTE EEMEDIO1 EM SA FAMH.U
AS DOEKCAS SE JJPKESETTAX, QDANDO MEfOS SK F-SPEKAM.
OIjEO SLEOTKICO O "ECTa OF PA.W (O ral te do) aooif poWlrwrant. dtartp.
oHnlaa floro, e lllvl nal* os cffrlmontoi a prodn na mal* rfelto aallibrto do anum^ h
. 1 mado .
' no'a porfeito wjalllbrio do r/ilnat humano, o to
tota
roda affeotoar oo moarao tsoipo, oora qaalqocr ontro roaaedt modeein.il.
Esto vulto popalar ronediP eatii aora. uaa ndo-.a gerahaente, pola raio qo mllhar-. de peuoaii aa
(TaUa-oen o dito romeillu pelo Itr. Orath o'ovtroa mala.
EotatBiOttaBto roinoillo nao ao oferoca para curar toda* a* doanoai, pore* too b mente par unollai
a aotoSa dlre<^oes. %/** ^
EbM, ojiorando no prlncploi d chtmlca a da oleeUloWade o por tnao, cstt appBoycl Mira euwafaW ta
reatauraijio da ajo natnral doa orgoos qne oflram da irroguar clrcnlaoio do flnxor Aot r-.mE.- --J
lectTlco O"KIngorPaln" operadlrootamente soa abeoTTontoa, falcado deaapparecer ai I SaaWiaillllJjaj
era om tempo lncrlvol, Lrevo acm perlgo do aeu uao dcbalxo do qual^uor ciroumstancla.
tac*
aiolci(tl
O remallo, mas medcea para o nao externo e in(emo, eotnposto dos elemeiuoa curativos, ralle, iiirrai eatoaM
1, como so toro asaao doa noatos anlopaasatlos, o da quao Um grande existencia no mando, i>ra cana toam
ostias, sement hendo-ae quae3 ellas sao.
Fol om tk-andf e espcojal oMejo da Taculdade de mode-lna daranto multos anno de experiencia paraa*aaaWant
acUton mouos qne ae devlwn adoptar para curar as segulntos doen^as, o qne propor9oes do aodeelnaio fl.tlna.ajj/
UKTICO DESPOSITO
EM PSRNAMBUCO
IVA PHARMACIA E DROGARA I>
BASTKOLOMEO efe Q
KT.-S-S Rua Larga do Rosario. 10". 134
Caidafto com as falsificacoes
Leilao
De om bote.
O agente Pestaa vender em leilao, por conta e
risco de quem perleneer, um bote com velas,
maslro, toldo novo, lame, talo em bjin estado, o
qual ser veniid mi quarta feira 9 do correte, s
11 horas da manhaa, do trapiche Baro do Livra-
mento, no forte do Mallos.
De obra de ouro com brilhanle, coral e
pedras preciosas ;
Obras de prata, relogios de oaro e prata;
Qinta-feira 10 do corrente
Por intereocao do agente Pinto,
em sea esriptorio rua da Cruz n. 38.
TniPOLAQAO

9 MARTIMOS
______ *-----------------
aa-B retan ha, oa ea-
Grande do
U o dia ISdeagos
^^^^^^^
"avaSMhl Floreo
Sobressalentes, existentes uo trapiche da Coi
chorra, no Rio de Janeiro.
Olficinas, irlem.
Trapiche na Chtchorra, dem.
EmbarcacSes diversas.
Terreno, ba Saude, dem.
Dito ao Cear.
Morlona, ne Rio d Janeiro.
Estrado, no Maranhio.
Boias.
Cafcrea, no Rio de Janeiro.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegando costeira por vapor,
Mamanguape.
O vapor Coruripe, com*
mandante Silva, seguir
para o porto cima no
dia 43 do corrente as 6
horas da tarde.
Recebe carga, encom-
menias, passagwws e dinheiro a frete at as 1
boras da tarde do dia de roa sabida : escriptorio
no Porte de Mattos n. 41.
LEILAO
do sobrad) de don andares e solio sito do
largo do Garmo n. J8.
Qqinta-feira 10 do corrente s 10 horas.
O agente Pinto, legalmeote aatonsade, levar
leilao o sobrado do largo do Carrao n. 18, eom 18
palmos de frente e 83 de fundo, quintal murada e
porta) que d sahida para a cambn do Carmo.
O leilao ser efectuado s 10 horas de dia ci-
ma dito, no escriptorio do referiio agente, rua da
Zrai a. 38.
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Precisase di; urna ama livre ou escraya,
para o servir^ > da eoiinha; tratar na rua da
Madre de Deus n 3, 2* andar. _______________
Precisase de nm cuseiro de 12 a l't anno?,
com pratica de taberna, que seja pjrtuguez : no
pateo do Tergo n. 21.________________________
LEIliO
Em chaos proprfos.
Urna casa na roa do Rangcl n. 51.
Urna dita na roa da Prata n. 50.
Una dita a mesma rua o. SI:
3a dita na roa da Praia (velha li/16 e
lima bandeja de prata.
Qiinta-fein 10 do corrate, s H horas.
O agente Pinto levar leilao, a requerimento
do testamenteiro e inventarame drs bens do Aa-
do commendador Tbotnz e Aquino Fonseca, e
por mandado do Illm. Sr. Dr. juii de orphds, os
predios cima ditos, perlenceotei quelle casal. O
leilao ser^efectuado k< II horas, do dia cima
dito, no escriptorio do referido agaite, 'a nwd
Crpt n. 38. ____________
l
I
COMPANHIA PERNAMBGANA
DI
%'avegaco costeira por Tapor.
Porto de Galliohas, Rio Formoso
Tamaodar.
1

6 daas de frascos com salsaparrilha de
Ayer.
QwHiUto 0 do correte.
A*S 11 HORAS.
Por intervemjao do agente P>nt8 e> Mr conta; e
rico de qaem.psrfncer. No escriptorio do dito
agente toa da Crtrz n. 38.
O vapor Parahyba, corara an-
ima no dia i
_
ga, er r -
sir a frete : no
Kn.it
trIJHO, PlttLAS, Xarope b Tiktrj
t Jl'ROBSB StMPtES E PERRUOIKO30'
O eo, Pomadae Emplastro da ukbuj
PLANTA PREPARADOS POR
naRTHOLOXEO & C
Ph a RMACSUTIC08-Droguistas
A Jaicboba : en planta ,* boj roonh:.
tcc:o o taai pdrujo inico, coao o DsUiat
slraeifte.eeomoUl ipp'.icdnopdecimaa
lo figadu e ba<>i nspatile, dareas, turnare ia4r-
so eo8cilmeDU do,alero, bjdropesit, srtr-
p,l is etc.; -"soeMs ao farro e otil ni psiaj
torw.'ehtoroie e falla de mentrco, derr-
, do etomago, le., o qia ditamoa ttlatUt
:uramera caras impertale oblida oa noarx
3'cpartdo j* bao coubetidoi laido pela atalt
d-.-ucio madieo do-paiz Ponaga!. E todbi ai
losjoi dpoito dilribaimo pl fojlialo ff'
nior fai coibatar Jarataba o ratalaiaV
ppUaatio.
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VERDADEIRO LE ROY
< iiaET, Doetiir-dei
ru d* Solrxe, 51, PARII.

Motis, !t>a?aC riAfpt
n
>.l.-iH
"ML"Mf>l'"r<
Sao finalmente chegadas a esta praga pela segunda vez as verdadeiras prepara^ed*
do Dr. Radwat & C. de New-York.
Depois de alguns annos, em que as falsificares de Hamburgo e mesrao de Nw-
York tiveram entrada neste mercado, aproveitando-se do bem merecido conceito qoe>
estes remedios baviam alcanzado por seus maravilbosos effeilos conseguirn) introdtizir-
se, illudindo o publico iucauo, com urna reduegao de prego, nullificande o verdadeir
mrito destas adujiraveis preparares, imitando as verdadeiras; porm liesacrediun-
jo-as com seos millos efTeitos, lembrou-se o autor de fazer a declararlo .baixo, e
Jar diplomas aos q 10 ven lerem os seus legtimos preparados.
Previua-se o respeitavel publico de que as verdadeiras prepararles do Dr. Ra-
dwat s se vendem nos depsitos cima declarados e trazom um rotulo igual ao dtst
annuncio.
Nos abaixo assignado-, declaramos e certificarnos, que os Srs. Raymundo Carlos Lei-
le & Irm3o, da cda4e do Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, sao os nossos agen:
geraes, pela venda to nossos remedios, tanto no dito imperio como no reino de Portu-
gal. Noticiamos ao publico, que n5o se podern obter os remedios do Dr. Radwat dtl
(e que sao preparados no laboratorio do mesm > doutor na cidade de New-York do
Estados-Unidos), senao das pes'soas que podem produzir a presente cerliflcacJio e attea>
tafSo e que a produzem, subscripta e assigHada do Dr. Radwat & C. e dos Srs. Raj-
mondo Carlos Leity A Irm5o como ao p. Todos e cada um dos remedios do Dr. Ra-
dwat A C. s3o acomp'anhados de cdulas smelhantes as que parecem ao p desta cer-
tificac2o.
Examine se bem a assignatura da firma do Dr. Radwat & C. ao p da presenta
sertificaco e compare-se com o facsmile as cdulas com todos os frascos e caixinbai.-
Radwat dV C.
OASACAUVINA
Pliarmaccuilco pri-rileartada
succossor a
Sebastopol, 65. V^.RIS.
A. MARIN1ER
Apreseatadas a Academia de Scieacias c ao kstituio de Kraoea.
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I NJtuuflU momento urna so!u.-fo PSEVESTIVA E CDBATITA di
MOLESTIAS CONAGIOSAS
do volnme de um relogio,
du 1 iiiLTRu e Seringa sem oa
Grav.js inconvenientes de tragiliaade.
Com a forma, c do'vtame de am Porte-Moek coi
TOBO TnATAWENTO.
ESTOJOS
CJOXjYXITO Contra as afcecois das palpcbras, preparado sob a mesma forma.
UXk-
niailMliTaa
BAHT50L0KS04C
GASA GAyVS
lupositarios geral para o RR.C^IL e POnTUG.fJL
()3i, rua tirga do Rosario' H-IRNAMBUCO.*
. MARlilER, Pharmace^^eoi:i'ite8!**>
Uoulevard. isc-bato>ol, S5 I*jMa3-
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINlE
Apriseatadas a Academia do Scieacias e ao Instituto di! Franta,
IHirPntn Sob rorm de Pastilla, deredida e daaa para
lnutl>uA fascr di- mOBicDto urna solcelo
>rvtiva carallra das MOLESTIAS C03TA61OKAS.
1 \ JEirroR-py ilio
do
roame >'e an rclff io, erriada da
I-IIILTRO iffll^fJJ.
pare lcaeiente da rajilllaai
ESTOJOS *" Vffiz^iJr^m
COLLYRIO Ontra as affeccois das patpebni,
preparado aak a mesma toma.
Deposiuirios geral para e BRASIL e POKTlWUa
aT rua larga do Hoeario. FMRNAMBIjOa
BOB LAFFEGTEUB
aiMrmd* em Fr.aael*. Ruaaia, Austria a BeljM. O arrobe vegetal Uflctaor a autko-
fiao, he miii superior lacopai de amft; de Larrey e de salseparnllia. De fcil
digestao, adagraved ao pa'adar, a aa.aJfcl. ette radacalmente ateas saaercurlaa, $*
affefe, da pelle, linplf.caia. ia>lraah tmmtmrr, a|cera, arnraaa den-
nn>d*. <-arorbui. a ot ctaMeataa frevaadM 4os pama, da idala critica, a da acri-
I. mana haraditarij bunM
0 arruke be eapeciaii*nier*mm**i**tn Md*ea>ci.iyfi^itHraoaa^a^hTatv
radaa au relteldet ao afn ^P
IDapoaita earal da vardsaipo R')B UFFECTiliti, am can da doWer G
SAlr-miEVAlS, ma chae, 4
^



f: a traur aa raa da rYala o, 34.___________
frtctu-M >' tai otmbetro: no hotel da
na 4a Saou Rila Nava a. 1.
Obsequio
Pade-se aos ababA* declarados tereta a booda-
trir m ra DiraiU n. 55, a negocio de seas
jalafawes :
Jos Praociico 4a Mallos
tlai DUs de Sonto
Maooel da Coate Fifnelredo.
Joio Jos* da Costa Santos.
Jos Casiano T. da Souza
Antoalo Rodrigues Varitas Ptmira
Antonio Martlns de Saou Canpos
Frasjeisco de Salles G. Cuaba
CaeUno Jos Cot>!ho
Joa Ioj da Silva Santos
Hifflri Esleves Alves
Joa Teixetra Leile
Aaeook) Jos de Olive ira Braga
Joa Ribetro Guimaries
Francisco Vax Pereira
Jos Goocalves Ferreira Rosa
Antonio Jote Das da Silva
Trajino Folippe Nery de Barcellos
AneTiano Francisco Gomes
Julo Biptista aa Silva
Jos Faqaioet
AnasUcio Jos da Costa
Doromg s Jos Pereira da Costa
ManotT Paiva
Bergenlino de Aquino Foneeca
Cantillo Pinto de Lemos
Geratdo Corre. Lima
Loarenco Loii das Naves
Joa Bernardo de Soma
Vlnva de ManoH Joaquim Pereira_________
* Recebe se propostas para a compra da boti-
ca 4o fallecido Joaquira de Almeida Pinto, at o
dia 8 do corren e roer, ra dos Quarteis n. 10
prioieiro andar, e no cartorio do Sr. escmao Bri-
lo, onde os preleodenles encontraro o balanco.
Lisboa e Porto.
Saca Joaqniro Rodrigues Tavares de Mello : na
praca do Corpo Santo n 17, 1* andar.
AM4
Precisase de ama ama para todo
o servico de casa de pouca familia,
prefere-se preta de meia ida de : na
rua da fmperatrii n. 40, loja._____
Pao especial
Mr. Peln Frederic Tranetsen, primeiro intro
doctor do bello pi de Vienna, nesta cidade, tendo
eabido da padaria de Ramunda, aond* diriga o
trabalbo desde sea principio, acba se boje na pa-
daria da roa do Carnario n. 13, aonde os ama lores
encontrarlo o que ha de melbor neste genero de
pi Nesta padaiia sempre o pao bouito, e todo
o criado ou escravo qae levar mo pao para casa,
prevnose qae nao desta padaria.
&
i mm
jeducpo de juros
O abaixo assigoado.estabelecido
eom casa de penOores travessa
da ra das Cruzes n. 2, resolveo
r*formar a tabella dos juros das
trapaceos effuctuadas em sua ca-
sa, iles* i data em diantev assegu-
rando a todas as pessoas que, alm
da garana que offerece seu esta-
beleci ueato, acredita que todos
GcarSo c. ntentes com o mdico pre-
mio que pagaro, setn terem em
risco suas preciosidades, dadas as
vezi'sa agiotas simulados, que as
vendem no fiar do prazo ajustado,
sem mais formalidadealgoma.
Anda mais;s pessoas quotive-
rem cautelas vencidas e quizerem
evitar qtte seus didos fin leilSo, venharo reformal-as
qnanlo antes, que aproveitar3o tam-
*>m a redneco dos juros da data
da reforma em v?.nt.
Reata 10 de juiho de 1871.
Julio Isaac.
Joo j-s de Carva'.ho Moraes, liqoi ia-
tario da esincta tTrma de Paes de Meild-
C, Toga a lom ( s devedores da mencio-
nada fuma, qdr desta praca, qur de fra,
queiram man lar satisfacer seu9 Jobitos
loja da ra do Duque de Casias n. 56, (oo
tr'ora Qceii ai ), e desde j declara que
todo aquella que o nao fizer pelos meios
MHgaveis ter de fazejo judicialmente.
Pre--a se de urna ama ou um menino, para
casa de ama pessoa, sendo ama para comprar, cn-
ainbar eengammar, e o menino para comprar :
roa B-treita do Rosario p. H, i." andar._________
Pechincha
Aiuga-se verdadeiras bichas de Hamburgo por
barato prees qae admira : na roa do Rangel n.
15. I'ja de haibeiro.
# .\ lugn-se
Aloga-se od mulato copeiro e bolieiro :
tratar na ra Nova o. 43.
* Odilon Duarte 0
CABELLE1REIR0
0 Ra da iBDperatriz n H9 0
Reste eslabelecimento encantraro as 5Q
ienboras ludo qae diz respeilo a enfeiles *T
de cabelle?, como sejam coques, trancas,
creseentex, o chpaine, (te, ttc, e urna apk
grande quantidade de tranca de cabello *?
vegetal, que vende se pelo baratissimo 9
preco de "ioOO ca No mesn e?:abelecimenio eocontrario *
dous cflkiaes peritos professores n'arte jQr,
de pernear snnhoras, os quaes sempre XX
esli aromntu* para qualquer chamado, r
qaer denlr ^da dada un seusarrabalde, JBt
; ntatoad Lo 1 m d;ft! )i e escolhidos dos jftL
' o!limos figorlno*.
C1
AVISO
E.aJio se ilexla o dia il de (aabo de 1870 a
piatati -j?crava le aoou Ria, baixOj gorda, ca
l>e!lo< '.rt'spos, i ihu gran le-, beicis ^oos, tea
ft!U de diu< df tas ^afreo", veio de S. Jos d*
Mipilij, pr.iv ii'- i 4) Rio G.aude do Norte, re-
metiul.-i pir.MJ .i !Jiflto oMdaraRoHoi Loyo
obriob) & a j* oecul'. em slgama cas a titulo de forra ; fo
vista pelo oarnavjl u.i ra d.i S;nzala velba ; por
Unt n*a s"? a tss a autoridades policiaes t
aas a a qaalqaer pe^sna que
a aprehender,do leva-la ao b-teo do Tarabi o.
i, qii" >e itratin.iara v'om a uantia Je 100<.
Msnoel Martiobo Alves Garca vai a Porla-
jal, e deua pui ?-i procurador o 5r. Jerenynw
Joaqaim Pia?a 1e U ivaira.
? Obaoh; ': di Ounha Caslel- 0
Q y-m*', tem seo M
S m> i* s
W -.cootrara ~
fes 9 &
JKL_____________
Os fea
lio do tsMtsidofH^^^^^BS.^S
de Olrveira, esuosieoio a pra* da iajktt, Crai
n. 4. oostaaso dito aspooo aa soa raaior totaJlda-
de de dividas activas nesU praca e lora delta,
vem telo presento pedir a todos os devedtoras do
dito espolio qae qaanto antes veaiaai aju*ur e
saldar as sua coalas, aflm da gritar incosnmodas
s despeua, a previnera aes aseamos devedores tan-
to do nato como da praca, para qne nio m*
gaem onto algonw ee ex ginio, Antonio Mano! Hachado Colho (como al-
guna j o flseram), seb pena do pagare segunda
vez, visto que o dito Colho, depois da morte do
referido Virginio, nao tem atorisacio algia
pan tal flm.
Recife 19 de junbo de 1871.
_________________Gama Silva Brito.
Na praoa da Independencia n. 33 se di di-
nheiro sobre peobores de ouro, prata e pedras
preciosas, seja qaal for a qaanlia ; e na snesma
casa se compra e vende objeetosde oore e prata ;
igualmente se fu toda e qaaluuer obra de en-
eommenda, lodo e qualquer concert tendente a
mesma arte.
25

F
llflIJllL

i
SEGUROS
MARTIMOS
e
CONTRA FOCO.
A companhia Indemnisadora, estabelecid
aesta praca, toma segaros martimos sobre
aavios e seas carregamentos e contra toge
am edificios, nurcadorias e mobilias: di
roa da Vinario n. 4, pavimeoto terreo.
AOS 6:0004000
Estao i venda os felizes bilhetes da lotera da
Sania, na casa feliz do arco da Conceico, oja ds
larrves no Recife.
C4SAS
Aluga-se o primeiro, segando andares e sobre
solio da casa n. 6, cita a ra do Livramento :
tratar na loja do mesmo predio. _____
Precisa-se de ama ama li-
vre ou escrava que salba
cozinbar com perfeieo: na
fabrica a vapor de cigarros, ra larga do Rosario
numera 21.
felftn
Botica popular
ra da Imperatriz n. 77, precisa-se contratar um
afflcial de pharmacia.
U ,1
a travessa da roa
das Cruzes n, l pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ouro, prata e brujan-
les, seja qaal for a qaan-
lia. Na mesma casa com
pram-se os mesraos me-
taes e pedras.
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltro
Raa do Trapiche n, u, I* andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco di
uiub, em Braga, e sobre os seguate? logares es
'ortagal :
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Goimaraes.
Gombra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Ves.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima. -
ViUa Real.
Villa-Nova de Ftmelicae.
Lamego.
Lanos. ~
Govilhaa.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
AVISO
Pedro Alalo avisa ao r*-peitavel publico, que o
Sr. Eduardo Figoeiredo deixoa de ser sea ca-
exiro desde o dia 31 de juiho prexhno passado.
mENGAQ
Na ra do Baio de S. Borja n. 34, precisa-?e
de ama mulher qae tenha pratica de andar com
chancas e para fazer todo o servico pendente ao
mesmo.
Pracisa-se de ama ama ou am meoino, para
ca.-a do urna pts-oa, sendo a ama para comprar-
coztnbar e engommar, e o menino para comprar :
Da ra estreia do Rosario n. 29, segando andar,
Precisa-se alagar urna preta escrava : na
raa da O neeicao n. 22.
O Dr. Sarniento Filho tendo de se retirar
para a Europa no paquete francez de 12 do cor-
rente, e bem qae persuadido de nada dever a
pessoa alguma, previne aqaelles qae possam ter
alguma reclamacao a fazer, que a aprsentelo al
o da 10 do corrente ; na certeza de qae dorante
a sua ausencia nio ser atieadida reciamacio al-
gama.
A' seas amigos e coohecidus, de qoem por fal-
ta de lempo se nio poder despedir, pede a devida
desculpa, e a lodos offerece o sea fraco presiimo
as capitaes de Franca, Inglaterra," Austria e
Prussia, cajos estabelecimentos cirargieos vai exa-
minar.
Deixando sea pai incumbido de todos os seus
negocios, a elle se poderlo dirigir as pessoas,
quem elles possam interes>r.
a 83. 3a andar.
Precisa-se de ama ama
forra ou escrava para eori-
hj nhar : na ra do Imperador
Aluga-se am mulato copeiro e bolieiro :
tratar na raa Nova n 43. i
As 20;000#.
O abaixo assignado, tendo vendido nos sens fe-
lizes bilhetes o a. 2068 com a sorte de 90:0004 da
lotera do Rio n. 365, convida aos possuidores a
virem reetner na casa da fortuna raa Primeiro
de Hirco n. 23, qae prompamente serio pagos,
como cosame.
Msnoel Martin Fioza.
________ '"trfc
e por esto moiivo de novo eleado pat^H
!!Q!!T:g4mh,iefn ******
i de asis de esto asaos, e Tntaafo a t"^ sao
Ino se aefcava tso ee oeste cidade _______
Offereoe-se ama mnlaer de boa conducta
para fazer companhia a orna familia, e lambem
prestar braos servicos : quem preehar dirlj
a roa dtete Orna. 71
Comedoriat
na ettrelta el* sftdsnri* &,
Na casa cima fonseeeaa coaedorias para lira
eom aselo e promptidio, chamando-se a attoacao
dos seanores aadesaseos qu quizerem ir cedo
para u sosa aulas, visto qne se dar almooo des
de 7 horas em nonio at a 9, oo at a era pelos
meemos marcada, e janiar a qoalqaer hora, man-
dando-se levar em soas cata.
ReUlba-se, a vontade dos compradores, alguns
lotes de terreno, qae restam, de sitio Aguaxinha,
no Porto da madeira, de Beberibe, por procos ra-
soavei'. A situacSo topograpbica do terreno sna
dupla qualidade para plantacao e ediflcicio, eotoo
se poderi ver dos sitios neli ediftndos mofle o
recommenda, tobreludu por ncar prximo da es
lacio da via-ferrea. O pretndanles podem deri
gir-se i informar-se do tenente S Peixolo no
mesmo logar, e para qualqner negocio i roa do
Crespo n. 19, 1* andar..
Ama de ei{37
Precisa-se de ama ama qae se>a sadla e tenba
bastante leile : na roa Duque de Caxias, ootr'ora
das Cruzes n. 91, 9* andar.
Di-se a quanlia de 9S| mensaes pelo ala-
gael de ama escrava para o servico interno e ex-
terno de ama casa de familia, exceptuando o de
cozinba : em Fra de Portas, ra do Pitar n. 131,
Ia andar.
Jos Aotonio Pereira
tem para vender na sna fabrica da roa do Bario
da Victoria n. 4 (anb'ga raa Nova) famos amito
bons das seguales qualidad es, sendo do Maranhio,
Para, Garanbons, oaependy, Daniel, Minas Geraes,
e cigarros dos mesmos fomos. cbarnlos dos mais
acreditados fabricantes da Babia, Cardoso, Joaquira
Jos dos Res,Simas, Costa de oatros fabricantes
Alaga se a casa n. 39* da ra de S. loao,
contendo 9 salas 1 gabinete, 4 quartos, cozinha e
copiar fra, qnarto de banho com agua de beber,
grande quintal com arvoredos e portio eom sahida
para a travessa do gas : a tratar na raa estreita
do Rosario n. 17, com L. M. R. Valenca, das 10 as
9 l|9 horas da urde.
Cozinheiro ou cozinheira
Precisa-se, e prefere-se escravo ou escrava : i'
na do Mrquez de Olinda n. 40, 1 andar.
Clin DO 010
Aos 5:00O0U.'
itilhetes garantidos da pro-
Tlacla.
Ra do Barao da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e cawis
do eos turne.
O abaixo assignado acaba de vender entre o
seas amito felizes bilhetes a sorte de 8001000 em
dous quartos de o. 1653, e dous quarlos de n
1940 com a sorte de 300, alm de outras sortea
menores de 4OJO0O e 20*000 da letera qne se
acaboo de extrahir (202), podendo s is pssai-
dores virem receber, qae prompuo te serio
pagos. ej
O meeme abaixe assignado oonvid. ao re pe-
la vel publico para virem ao seu e tabule c i ment
:cmprai os felizes bilhetes garantidos, qae ni
deixar de tirar qualquer premio como prova pelo;
mesmos annuncios. .
Aeham-se venda os mnito felizes bilhetes ga
rantidos da 9' parto das loteras em beneficio da
nova Igreja de N. S. da Penha, qae sera extra-
hida o dia se:ta-feira 11 do corrate mez.
PRECOS.
Inteiro 6*000
meios 3*000
Quartos 1*500
De 1004000 para cimi.
Inteiro 5*500
Meios 2*750
Qoarioi 1*375
Joio Joaquim da Costa Le.i.
0 advogado
A. J. R. das Cotias modon o se e>:ripto-
rio para a roa larga do Rosan > u. 21, 1
andar. .
AMA
AMA
Precsase de ama ama: na ras
da Cadeia n. 21, loja da mlodezs.
Precisa se de orna ama forra para
eogonoar o comprar ; 4 raa do Gabngi
B. i, B. _
Precisa-so da rol
Cr^;: n. 3B, t
AVISO.
Na raa Direila n. 16, preei^a-se fallar com o
Sr. Adriano Barbo-a de Ooeiroz, ltimamente che-
gado do sul no vapor Noiik-Amefca.
Precisa-sede um eaneiro de li a 16 sonus,
qae d conhecimento a sua conduca, na povoa
ci de Apinucos, venda grande^______________
Travessa da Casa de Oetencao n. 9, lava-se
e engomraa-se com perfeicao por menos do que
em outra qualquer pars. ______"
AVISO
Est ausente desde o da 8 do mez pausada o
escravo cabra, de nome Pauio, dade de 40 annos,
poueo mais ou meaos, sem barba, altura rogular,
cheio do corpo, earaolho e gago. Esto escravo
coslama andar comprando garrafas vasias para
as vehder na fabrica de cerveja, Consta ter an-
dado pela Casa Forte, Poco da Panella e Apipucos
n compra de garrafas vasias: roga-se as auto-
ridades policiaes, aos caprina de campo e a qual-
quer pessoa que o appreheader, leyajo raa da
Aurora n. 40, on ao Recife raa do Mrquez de
Olinda n. 38, l* andar, escripb-r de Joio Pereira
Montinbo,que ser recompensado.
CASADA FOKTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
4 roa Primeiro de Marco (ootr'ora raa d<
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seas te
lizes bilhetes am inteiro u. 800 com 5:000*000, am
qaarto. n. IBiO com 300*000, qnatro quartos n.
397 eom 100*, am meio n 1575 com 100*, e ou
tras sortes de 40* e 90* da latera qae se aca-
boo de extrabir (202*), convida aos possuidore"
a virem receber aa conformidad* do costme sem
descosto algom.
Aeham-se i venda 'os b'thdtes garantidos da
9.' parte ds loteras, a beneficio da nova igreja
igreja d Nossa Senhora da Pvnha (903*), que *e
extrabil sexta feira 11 do corrale me:.
PRBCOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Qaarto t5O0
Em poreio de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro ,1*500
Meio bilhete 2*750
_Qaarlo 1*375
Manoel Manhas Fioza.'
41 RM DO BARAO DA VICTORIA \
srmssasw tem nm DR Aaaim wba I
Najtt boyo traajesB tem nm
rariade ortimeoto de fazendas
franeeiaj, ioglexu, allemlas e to-
da* todaa se vendem por precos
odieof, aflm de acreditar a este
mvo armazem.
Caeemiras ingleaa,
(raaceiM, de todu as
jualidadea, briol de
Ares e brancoa, colei-
rinhos moderaos, ch-
leos de sol de teda,
ARRIJDA IRM10S.
Assim como tem tasa traste
offleraa de slfaiate, montada eom
todos os preparas me ha de melbor,
dirigida por babei* artistas, que
pela sna promptsdfC' e perfeicao
nada defiam a deaifar.
Roant de todoi m
amaobte pera hornea*
menDoe.
IVOVA
N. 41.
Por itmes e peque
tea netbtm-m aa me-
lhorea mak moder-
nas etmsiMrfJf qne ha
na Eorapa.
RA
Ranrm
NOVA
' N. 41.
Sale estabeledmento acaba de sofirer orna reforma radical em acceio, artiatai ecommodos, e m pontoalidide oa encom-
nendas, bnahnente em todo afim de melbor aervir os seos numerosos freguezes deia-se de annonciar todaa as faaendas, para
alo se tornar mastn te
LIQIJIDACAO MONSTRA
Da mais importante fabrica de chapeos de sol do imperio Ra do Barao da Victoria n. 23
O deno daquelle estabeledmento resolveu vender os, productos da sna fabrica pelos precos seguintes :
Chapeos de sol de seda para senboras a 5(51, 60, 70, 81, 90, 100, 110.120, 130, 14,150, 16#, 170, 180, e 200000.
Ditos, ditos, ditos, para homema.... 80.100.110,120, 130. 140, 150.160,170, 180, 200, 220 e 240000.
Ditos ditos de alpaca a.............. 40, 50, 60. 70, 80, 90 e 100000.
Ditos ditos de merino para bomens a.. 60.70, 80. 90, 100, 110 e 120000.
Ditos ditos de brim d'esgaiio a...... 60, 70000, todos os chapeos cima tem 15 % de descont em dezia.
Ditos ditos de panno a.............. 20, 30,40, 50, 60 e 70000 descont 25 %.
Tambero ba um grande sortimento de fazendas para abrir armagese trabalba-se mais barato e lepressa do qoeem qoal-
qoer ootra parte. ____________^_____^________________________
AVERDADEIRA E GENUINA
SALSA-PARRILHA DE AYER
EM ACqO
A molestia ou infeccSo propriam^nte co-
nhecida pelo nome deESCROPHULA
um dos males mais prevalecemos e oniver-
saes que ha em toda a extensa lista das en-
ferraidades de qae soffre o genero huma-
no : disse um celebre escriptor da medi-
cina que mais de urna terca parte de to-
dos aqaelles que morrena antes da velhice
sao victimas, ou directa ou indirectamente
da escropbola >: por si nao t > distrui-
liva, porm a principal causa de muitas
outras enormidades que nao Ibe sao feral-
mente attribuidas.
E orna cansa directa da pbtvsica pulmo-
nar, das molestias do ligado, do estomago
e aftVccoes do cerebro:entre os seus
numerosos symptomas acbamse os seguin-
tes : falta de apetite, o ^embanie paludoe
as vezes incbado, s vezes de urna alvura
transparente e outras corado e amarellento
ao redor da bocea : fraqoeza e moleza nos
msculos, digestSo fraca e apetite irregular,
falta de energa, venlre inchado e evaca-
cao irregular;quando o mal tem seu as-
sento sobre os pulmoes, nma i r azulada
mostra-se em roda dos olhos; quando ata-
ca os orgios digestivos, os olhos t rnam-se
aveunelbados, o balito feudo, a lngua car-
regada, dores de cabeca, tonteiras, etc.
as pessoas de disposic3o escropbulosa
apparecem freqnentemente erupces na
palle da cabega e outras partes do corpo,
sao rredi.-poslas s affeegoes dos pulmoes,
do figado, dos rins e dos org3os digestivos
e oterinis.Portanto, n5o somente,aquel-
los que padecem das formas, ulcerosas e
tuberculosas da escrophnla que necessi-
tam de protec^ao contra os seus estragos ;
mas sim todos aquelles em cajo sangue
existe o viios latente deste terrivel tlagollo
(e s vezes hereditario) esto expostos
lambem a sofirer das nfermidades que
elle cansa, que sao :A phtysica, ulcera-
gdes do figado, dr estomago e do3 rins;
erupc5es e enfermidades eruptivas A cu-
tis ; rosa ou erysipela; bj.-buihas, posto-
las, nascidas, tumores, olieras e cbagas,
rheumatismos, dores nos osos, as costas
e na cabega, debilidades femininas, flores
brancas causadas pela nlce-acao interior, e
enfermidades uterinas, bydropetia, indiges-
t5o, enfraqaecimento e debilidarle pi'rai.
Aos pulra5ss aescropbDl;i prot'oz tob-r
culos e finalmentecuneompga.pd'irionar:
as glndulas ella produz rochacbff e
tornam-se oleeras: nos oreaos digeetivm
causa desarraojos que produzem indigcs
dispeptia molestias de figajo e dos ras :
na peile prodoz ernpr,5es e sffecgcjes Cut-
neas.
Todos estes males, ttnde a mesma ori-
gen, carecem do mesmo remedio, a saber:
pii'iflcare fortalecer o singue.
A SALSA-PARRILHA DE AYER
E' composta dos antdotos mais efficazes
que a scieocia medica tem podido deseo
brir para esta molestia assoladora e para a
cura de todos os males provenientes deila,
contm virtudes verdaderamente extraordi-
narias e est provado incootestavelmente
pelas curas notaveis e bem conbecidas que
tem fot lo detumores, erupgoes cutneas,
erysipelas, borbu has, nascidas, chagas an-
tigs, ulceras, sarna, bydropesia, tosse
quando causada por depsitos tuberculosos
ios puimes. Debilidade geni, indigestao,
-ypbilts constitucional, e m- lestidS meren-
riaes, molestias das molberes, ulceracoesdo
uti-ro, a nevralgia e cmvulsoes epilpticas,
eem sumoia, toda a serie de enfermidades
que nascem da impureza do sangue. Vede
as eerides no almanak e manual de sade
d'i Dr. Ayer qre se dislribue gratuita-
mente.
Este remedio e o fructo de longas e la-
boriosas experiencias, e ha abundantes pro-
vas dus sua3 virtudes, posto que offere-
cdo ao publi- o sob o nom's deSalsa-par-
rilha, composto de diversas plantas, al-
Vende-re em todas as boticas e drogaras do mundo.
W.R.Cassds#(!.
' Agentes geraes.
gumas das quaes ^o superiores melbor
salsa parnlha no seu poder alterante.
Aviso.As preparares do Dr. Ayer
sao preparadas :om especial att>-nc3o ao
clima dos tropi: s e tem modificaedes im-
porlaiites tobre as que sao feitas para ou-
tros paizes. Portante, o publico dever
notar, e com cuidado, para que nao seja
Iludido, que ot remedios de Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil Irazem
rtulos e envoltorios com a descripgo
minuciosa para a sua appLcacao na lingea
porlogueza, e nio Da ingtea.
AO PUBLICO
O abaixo assignado avisa s qoem conviei que
Diogaem faga negocio de venda ou hyputheea com
o sitio na e>trada de Bellera denominado Zambi,
propriedade 4e Martinbo Jos J/raneisco, visto como
est o sitio snjeilo ao debito ds I: I7ia300 e seas
juros ; isto se faz para evitar qncsioe* com qual-
quer transacelo qae o dito prprielario faca. Re-
cife 8 de agosto de 1871.
Francisco Antonio Pereira de Briio.
^*V l^ifc boa engo
mais algam servici
Na ra do Pires, sobradv
i cisa-se de urna ama
mmadeira a qae faca
tenba Loa conducta.
-S"
Pfevine-se ao dono do aubeteimeiito ds
raa das Cruies n. 2, d nao nnlilnji i nrjt'tr da
ella n. 14*9, BwvwA*eu propno Ion 5, 3
no dia 5 do correte a tarde ama volla de coral,
tundo por ornato um medalbio de ouro era vejado
de rubios, no trem de Apipucos al a estaeao de
Caminuo Novo e dabi ao collegio das irmas de
candado, na Estancia : qoem acboo, qoerendo
restituir dirija se lypographia do Crrelo Per-
oambucano, > que ser generosamente recom-
pensado.___________________________________
JRBM
D7VET0T
nica ca-a neste genero
14-Rua Eslreita do Rosrio--i4
Compra e vende sitpa feita
nova e velha, o bjectos de
cosinha e de mesa, e
tudoqueperlen--
I
. A tintara anti-scrofala de vismia basia'piemenle
preconisada pelo sea factor tem sido e um dos
mais enrgicos medicamentos nos acommettemen-
tos escrofulosos, sendo osada conforme a direccao
escripia que eavolve o frasco, exislindo venda
na botica e drogara que foi do finado Paracbos
ra Direila n. 88, nnico deposito nesta provincia;
onde lambem se a cha veoda o maito acre Ji lado
remedio,para bebelice por violo em conseqaencia
do excesstvo aso de bebidas espiritaosas, o xarope
de veame, e as prodigiosas pilulas regaladoras
brasileiras recao)m desapparecimenlo de menstruo, irregularidades
na men-truacao a Aeres brancas._____________
Precisa-sfc
de urna mulber qae saiba coser e engommar para
casa de pequea familia : na roa do Cabuga n.
11, 2o andar.
CASA DA FORTUNA
RA 1 DE MARCO OUTO'ORA DO
CRESPO' N. 13.
Aos 20:000^000.
abaixo asf ignado tem sempre exposto ven-
os felizes bilbeles do Rio de Janeiro, pagando
:roo:piamente, como costaras, qua!qa?r premio.
PWCC06.
Inteiro 24*C)
Helo !2009.
Qaarto 0*000-
Manoel Marns Fiau.
Na raa de S Prancisco n. 73, preisa-se de
ama criada qne eoienda de costara, arrnmacao e
asseio de ca-a de f imilla.
Precisa-se de un caixeiro com praliea de
taberna : tratar na ra da Aurora n. 33.
M ADVOGADO
Dn. Joaquim CobmU de Araujo
m 7RA DO lUPgRADOr,
-67
Companhia Al Iianqa
DE
seguros martimos estabelecida
<;i Baha em 15 de aneiro
;. de 1870.
capital..ks. 2,m-(tosakL}
fgaro da mercadors riaet
:n<'irliimo MWMide vetu oara den-
;roe
I
Acba se amonte desde o dia 31 de juih; do
correte anno o escravo preto de nome Luis, ida-
de de 30 annos poni mais ou menos, estatura
regalar, cheio Jo :orpo,ibrb3 per baixo do (
xo, tem o dedo ranimo do pe esquerdo cortade,
e rosto lustroso ; o referido eesravo fbi de Da-
miao Peroira >1o Oveira, do termo da villa de Pe-
dras de Fogo, e aya .odido em marco de 1869,
assignando a escriplora como proeorador Anto-
nio Rufino de Sonza, morador na Parabyba 80i>-
pSe-se andar por ait;om dos arraaaldes da c
de on ter ido para a villa do Ihlar na Parabyba
onde tem filhos, graiifica-se a qntm o troaxer a
ra do S ic-io n. !i, :om a quantra de oVl.
Deseja-sf tailar com oSr. ,\ai Coraiao Pi~
reira, a negocio de s !U interesst : i roa do Bario
da Victoria n. 9, iojo da Turquina_____________
ATTENCAO
Precisase de urja .-...n, df sieia idae que c-
linhe, compre e faca o mais fervjoo ioierno de
casa de ama familia conposUi la dnis -pessoas :
nesta typograpbia ?e Air.
Mofina.
A* Hr. O &r. Jos Paulo pefio ao Mtlrro que snspen-
desse o sea jaizo aceita do lacio, quo o Liberal
Ibe impntoa, de ter coso esen'io da coUecloria
da villa do Cabo, defraudado a f ixenda publ
peno de otio contos d ria, pa:-
fio nos livroa da recoiti .i sea -i
nhecimenios de iza, que a* par.i
qoanlo ee ?e Jefeodia o q
logo.
Teem decorrido mai- fe 1$ it*
Jos Paulo nio veio coia defett ilg
Pede se Ihf, poK qu<> venta
sob pena de passar en jul contra ello prof
tic,
Recife a de a,
nal
<
l
v *
i


\J f vm
&t RA DO BRU19I 5*
PASSAHDO 0 CHAFABIZ
Pede tos senhores de eogeoho e ootros agricultores, e empregadores de ma-
cbiniawi o b*or da orna visiu a mu estabelecimento, para vrem o novo sortimento
coaptey croe ebi ten ; pois sendo Indo maito mais barato em prego do que jamis te-
nht vendido, est anda superior em qoalidade e fortidao; o qoe com a iospeccao pe-s
oal pod se verificar.
DE ESPECIAL ATTENCAO Ao NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
Vfinnrna a vA.4aa 'amia dos mai8 moderos systemas, eem
Vapores 6 rOiaS a agua tamaDhos convenientes para as diver-
ta rcamstancias dos tenboret propietarios.
Moendas de eanna M -"*" "*"* *",,a'
J*0G&8 QOIlvaQaS part aDmaes, agua e vapor.
Taizas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fondos de alambiques.
VaftlifniomAe P1" mandioca e algodSo,] Podeodo todos
aHWJIIImoillUP e p,r, serrar madeira f ser movidos a mao
Rnmhpc por ?*a' vipor*
XHJlUUtU de patente garantidas...................loo aaimaes.
TOCiaS aS maCilinaS e pecas de que se cosime precisar.
Fai qUalqUer COnOertO demachiBismo apreco roui resumido.
UVirmflQ A A fprri tem a8 nwlftoro8"e inais Dar,ta8 existentes no mer-
VnitAinifiAnjIofl____Incombe-se de mandar vir qaaiqtier machinismo von-
AUCUlUmOnuaD la(je dos clientes, lembraoJo-lhes a vaoUgem de fa-
aerem aoascompras por intermedio de pessoa entendida e que em qnalquer necessida-
de pode Ibes prestar aoxih'o.
PundQaO dO BO Wman Aradog e instrumentos agrieulas.
19 Ra Primeiro de Marco 19
Tendo renovado completamente a loja do predio, em qua teem o seu es-
tabelecimento,
19=-A na Primeiro de Manjo19
fon aquello asseio e elegancia deaejave, acbam-se agora prvidos do mais
explendido sortimento de (aseadas finas e modernas de
SEDA, LAA. LINHO E ALGODAO
todas do ultimo gosto, e r orrtinoara a ter como sempro, diversos
ABlGOS ESPECIAES DE SA CASA
Garantem, com luda
a sin-.eridade, vender
por menos que qual-
quer outro, porque
recebera tm drreitura
a maior parle de suas
fazendas.
19RUA1.DE MARCO 19
(Miga ra do Crespo),
A' AGUIA BRANCA
RA DUQUE DE CAXIAS N. 52
(Outr'ora Queimado n. 8.)
FLORES E TREPAROS PARA ELLAS
A Aguia Branca recaben lindos ramos de flores
finas, tanto p?ra cabeea como para chapeas, e
Dein assim :
Papel verde liso e tata listas pars olha*.
Duo de tOres para Son.
Folbas de diversas qualiJades para rosas.
Di'as verdes e lustrles, obra mva e pela pri-
meira vez viudas como amostra.
Franjas pretas e de diversas largara-: para en-
/eiiar fottMOt,
Ditos de borracha para ditas.
Ditos de tartaruga, pequeos, para segurar o
amarradilno aoe cabellos da senhoras.
Grande sortiinento de enfeites de seda para ves-
tidos.
Fivellas e madreperola e de tarUruga para
polceira e Ueo para o cabello.
Bonitas b Icinhas para innina.
NOVO SORTIMENTO DE ENCHOVAES PARA
BAPTISADOS
A agoia hrao.-.a acaba de receber novo sorti-
mento de lindos 3 completos enchovaes para bap-
tisados, e bem 3.im separdamente camlaiohas
paca dito-, lindo ehapeosiohos de setim branco
bordados, oatros ditos com fundo de velludo, obra
de mujto gesto, e que servcm lambem para pas-
teio, sapaiinho* de te im p .ra o mesmo in.
MODERNOS ENFEITES DE FLORES,
ornados com bicis de seda, fitas de setim e lvella
de madreperola ao ultimo gosto, e proprio* para
bailes, casamento, etc., etc.
60BRE-SAIAS OU ANQUINHAS DE
aENOLINE.
Ein sabstiinicao aos baldes vieram as amjai-
nbas de clenoline, e acliam-se a venda na ioja da
Aguia Branca.
QUADROS PALA RETRATOS,
A Agu* Branca recebeu variado sortiroen'n d-
qjaros para retratos.
LBN<;OS BORDADOS.
A loja d'aguia tranca, a roaDnqas Se Caxlas
n. 52. oalr'ora du Queimado n. 8, receben bonitos
lencos de cambraia de linho primorosamente bor-
dado?, e como de sea louvavM cosicme esl os
vendando baratamin'.e a :,>000, 6$, 8 ? JO^OOO
cada u'ii.
TAMBESl RECEBEU
ricas camisas de fino e-guio dAinn: eofeiuda?
com muilo gosto, e propria^ para noivas, o': n.:es-
mo ontra Exma. senhora qae pcssa e jucir?. Aug-
mentar o nmero e sua boa r. upa brau:a.
Ltoia.
m
hbrleloG. Pedrota.
AMA DE LEITE-
Precisa ae de urna ana de leile, N|Hii
a tratar na casa contitoa saboarla do Beclte.
Ama de )He.
Preciu-se de ama ama ooaa boa e baelle
leite : na roa do Visconde de Pelotu (Arafio)
a. 37. ^^ ^^
! llE^lffielrfdWfriS
ra do Senbor Bom Jesna fla VUrSaera
da Sinu Crot, convido a todos e irmioa
confrade a reDnirem-se-BO cooaiitoilo da
taratta igreja petas fcoras da roiihiado
dia 13 do eorrenle, para em meas eijl
approvar, como ditpoe os fj 8* e o* do
art fl do compromiso, os contratos ee-
lebrados com o capelllo, guarda da igre-
ja e o esmoler, bem como resolver sobre
o augmento do numero de catacumbas
ora existentes, vWto lio praeatebar ele
as necessidades da confraria e Uaur de
qaaesqner outros interetses da mesma
igreja.
Recie, 9 de agosto de 1871-
O escrivo,
Taeodoro Jos de Vasconcellos.
B
Josepb R higas, proprieta rio 4a fal
pianos da ra do Imperador n. 6*5, vai 4
tratar de sna ude, levando consigo om cri
Dorante sua ausencia, flca encarregado de todos
os seas negocios o Sr. A Itastanil.
COMPRAS.
COMPRASE
frascos vasios da-tintura japoneca, e pagase a 80
rs cada om : i roa Duque de Caxiaa n. SO, e
Marqoei de Ollnda n. SI.________________j_
tkimpra-se tres veaeciaoas, em meio aso :
00 ooracio de ouro a ru 4o Cabof : na mesma
precisa-se alngar am peqaeno moleqae para cem-
prar para casa de pouca familia._____________
Oobre, latao e chumbo
Comprase ct*re, latas e chumbo : no armaiem
a bola amareMa no oitio da secretaria de polica.
C mpra se om carrinbo amehetrno com 4
asseotos, para am e dtras cavados, ase seja novo
e elegante ; tratar a roa do Duque de Cxiac n.
5o, loja.
VENDAS.
ATTENCAO
s
Vende se por barato p're^o ama propriedade a
margen, da camfja dos Jteraedios, fazendo-se
toda vantagem ao comprador, recebendo-se parte
em diabeiro e parte em letras ou objectos de
prompu venda ; cuja propriedade contera orna
grande otaria de pedra e cal que lastra t lijlos de alvenaria grossa e forno que comporta
23,60(1, com mais am (orno e lastro para fazer-se
telhas, ladriihos, canos e louca, com excedente
barro para qnalquer obra, com dous excellewes
viveiros de peixe e com casa de viven la para
grande familia : as pessoa* que pretenderen) di-
rijam-se dita propriedade a entender-se com o
capilao Delflra Los Cavalcaflte Pessoa.
^arucomiopenore-grampos fran-
oem 180
Donas da taca* e garios d uto-e
toas botta 4(K)00
Talbare par meninos a 240 e 400;
Libras de lioba de noteUo, a melhor
possvti. titeo
Duxia de lencos de eeuMom barra. 1#000
Caixu de lohat com 10 eovellos a 100
Van de franja braoea pan loalba 100
DoiiM do metas croas moito boas a 3*600
Doxiu de SBeias finas para seobo-
ns a 44000
Buiias de facas e garios Gravadas a 34000
Ouxia de pal toa segoranca a 120,
240, 120 e 800
Na albas maito isas, pan fazer a
barbea 11000
CaJtts coa peonas de ac com lo*
pea r 320
Cantas coa peonas de Perry (azen*
dafina a 800
Ditas de dita dito verdsdeiras a 132O0
Uains coa 20 cadernod papel am-
zadea 709
Pecas de flu para cx com 10
varaa a 800
Pecaa de tranca lisa de todas ae
corea a 40
Doziaa de liaba frooxa pan bordar
a 400 e 800
Pires de sapatos de tranca a 1*800
Daiias debaralbos maito finos a
24400 e 24800
Ditas de aga'bas para machina a 24000
Libra d.pregas francezes a 240
Resmas de papel almaco superior a 34800
Ditas de dito pantado o melbor a 44000
Caixas com f a bonetes f rada a 720 e 14000
Carnets de liaba Axandre a 100
Grivatas de cores moito fioas a 500
Ditas pretal poetas bordadas a 800
Sroens de botos de aaadrvperola
pan camisa a 500
Novellr* de lmha branca, 400 jardas
Dtizia de carlees de liaba branca e
preta de cores a 120
Tbesouras maito fisas pan onbes
e costara a 500
Caixas redondas para botar rap a 14x00
Caixas coa pos pan limpar denles
fazenda fina a 200
Vcnde-se uin te reno con 30 palmos de
frente, no becco do Quiabo, no Monteiro : a tratar
na botica da ru* do Cabuga n. ti.
Vendse
duas partes de um% casa sita na ladeira do Vara
denro o. 12, em Olinda : a iraiar com Belmiro
Pessoa da silva, roa das Cinco Pactas n. 103.
\ende-so sola de lustren na ma da ff^ureu-
tina n. 14.
A Aguia Branca tendo j recebido parte de soe
amigas encommendas, em seguimento acaba ago-
ra mesmo de receber ontras, atgamas das quaes
se tornavam.essencialmente precisas, e outras se
fazeai apreciadas por seas gotos e qualtdades,
con:o sejam :
Meias de o d'escocia, abenas para senhoras
e raenin.. s.
Ditas dem om listas lambem para senhora
e meninas.
Ditas dem moito bonitas ao gosto assocez.
Ditas idetn dem brancas e com listas para me-
ninas. COQUES DE TRABAS E DE OUTROS
Ditas d;m dem para baptsadoa. MOLDSS.
Ditas de algodao compridas e com Ii meoioas. na p0rc|o dJS bonitos e modernos coqo.es gran-i
Lavas preus de seda, para senbora. d ^ 4 0!trps moMM-
Ditas de IM^al e de seda par menina-. ^
Bonitas camisrnhasbordadas para senboras. ^nrrmre nnvFR n irrTRfl Mii:.
Fil de seda, branco e preto com flores miadas. ^OLL i RES ROYtR tLfcL I hO M AO-
Dito de algodi, liso e com lores. | J\BilL.Ob.
Touqainbas bordadas pata enancas. A Aguia Branca aesba de receber js proveito*
Lindos e moderno chaposinhe de fusto para os collares electro magnticos j bem conheci-
aiUs. dos para latilitar a deuucao 3as enancas e pre-
Pentes de rtirjga para desembarcar ou pen- serva-'as da convalf'^. '
Ditos de dita traveseos para menina*.
FORDICIO ;
DO
BOWMAN
Arados e instrumentos agr-
colas.
Vende-se don* diuias d prauches de jaa
-randa : na ra & Hortg n 94, obrado.
Acha-> para vender d us portSes de ferro
novos, e moito b^in acabados : quem quizer di-
fijado.rna da Itoda n. 56.
i-
Eua do Baro da Victoria n. 31 1. andar
Ete mai acreditado e conhecido osLibflecimentJ ajaba de ser transferido para
lo !.' aedar do sobrado da ra do Rar5o da Victoria o. 31, ootrora na Nova. Oaceio
le elegancia wm qoe est montado, nos anima a-con\idar ao respeitavel pubuso e a3
iExm.M seniWrasa tisla-!o. garant ndo-lhea que encontrarlo um beo sotlimento de
Cbapennas, e Chapeos de vellodo para Roboras e menias, o qoe de mellar se pode
desojar em a jdernismo e gosto.
A occa.siSo nos propicia pan offerecer a occ ]p23o de oossos servaos ros
afeitas de cbapos e cbapeiinas qaeqaeiram 'mandar reformar, obrigando-nos a apr?-
aeolar enfeites os mais lindos possiveis esrolba de que:D nos boDrar cou csse
trifalh.
GBAPELLERIE DES DAMES
RuatloBarao da Victoria n. 31 l.eandar.
Nutrimento
MEDICINA!
[Preparados por
, Lanman A-Kemp
para tisi<*ae toda
jualidanta dedo-
l ucas, quer seja
na garganta, pei-
to oo bofes.
Express a*
mente scolbido
dos melhores fi-
gados dos quaes
se extrahe o
leo, no banco
da Terra Nova,
purificado cbi-
miclmente, e
suas
propriedade?
conservadas
om todo o cui-
dado, em todo o
Irasco, se garan
te porfeitamen
le puro.
Este oleo ten
sido submetlido
a um exame
muiloscvero, pelos cbimicos de mais tale-n
ot, do governo bespanhol em Cuba.foi de
vulgado por elle e contem
MAIOR PORQAO D IODINA
Jo que outro .palquer oleo, que elle ter
exam'nado
IODINO E .M PODER SALVADOR
Em todo o oleo de flgado de bacalho
enaquelle no^qual contm a maior porclo
d'esta invaluvel propriedade o nico
mci para curar todas-as doencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES,FIGADO,
l'isica, bronebites. asma, catarrho, Use
resfriamentos.etc.
Uns^poucos frascos d carnes ao muiu
magfb que seja, clarea a uista.e d vigor s
tedo o corpo. Neubum outro artigo co-
nhecido na medicina ou seioncia, d tanto
nutrimento ao systema o encommodando
quasi nada o estomago
As D08oas cuja "organisaguo tem std
deelruida pelas affecr<5es us
Acha-se a venda ," -^ntos de
. J. da on,
Fulo Guinares
^SHH mbecido es-
tabokciaaento cootua sempre segu ndo sna
anliga forma de primeiro barateiro da Boa*
Vista e para melbor pron adm:rem os
p/ffos. segpiou:
Cuitas escoras e claras cores Gxas
corado 160 900rs. a. 400
Cmbralas de corss 240, 280 r. e 320
Lia* para vestido 280, 320 rs. e 400
Creps escocesas fazenda nova a.. 6 40
Alpacas lavradas d'om so cor. 720
Cambraia branca transparente pe-
Cas i3|5-.0 e. .. 8,5000
Ditas dita victoria a 45000 e. 8*000
Brimente com 10 palmos de lar-
gara, varaa. a 2<$0OO e. 2#00
Madapollo soperior pecas 5*000 e 60o0
Algodaoa4,JO0Oe.....55000
Brkn pardo trancado pecbincba
coaradoa....... 320
Dito dito.liso moito fino a. 320
Ootra moitas mais fazendas qoe vende-
r por precos baratissimos como sejam :
pannos pretos, ditos zoes, casomiras pretas
e de c6r, merinos, bros branco e de co-
res, seda para Golletes, camisas inglezas para
borneas, meias, chapeos de sol etc.
Ollicma d'alfaiale
Os dgaos fregaezes encontrarlo om gran-
de sortimento de roepas feitas desde o
mais inferior al ao mais soperior que se
ache do mercado, assim como se manda fa-
zer toda e qnalquer obra d'encommenda
feitas a capricho, pois para este mister se
acba munido d'om perito mestre. Garante
se faserem se m/nor 20 % le qoe em ontra
qoalqaer pirte pelo o motivo de o fregoez
so pagar o qoe compra e n5o o aspecto do
estabelecimento.
48 Kan da lmpcratrlx48
JUNTO A PAPARA FRANCEZA
INOVIADE.
Acaba de ckegar o verdadeiro vinho verde de
uva pora em caixas de 12 garrafas e o acreditado
vinho e'peeialissieo pasto em decimos de pipa ;
j vendedor onico recebedor destes viDhos acha-se
aatorlsado a garantir a especialidade dos mesmos;
ra do Vigano n. 14, andar, escriptorlo de
Jos Lopes Davim ; onde sempre se encontrar
nm deposito e vinho do Porto ( o melbor que
tem viudo a e&e mercado) em vigessimos da pipa
e era caixas e 13 garrafas, que se vende por me-
nos preco do que em qaalgoer nntr arte_____
da, para too
Pecas de fita*
Thesooras grandes b pe que o* o
mais fino que ba a lKKMIe
Caixas com 20 quadetnos de papel
liso, amisade a rs.
Pecas de tranca de lia e algodao as
mais modernas a
Frascos com agna de colonia motta
fina a 400 e
Frascos com agoa de colonia ver-
dadera a 800 rs. e
Chapeos brancos para baptiiadoso
melbor qoe b a 3J0O9 e
Dozias de botos cobertos do sede
para vestidos por lodo o f rtfo
para acabr.
Libn de arela preta. a
Grosas de botos de tonca brtM* a
Caixas com 100 envelopes tizeoda
fina a 500, 6T0 e
spelhos de moldara dourada a
800 e
Pentes pretos volteados para me-
ninas a
Tinteiros com tinta preta a 80 e
Pecas de fita elstica moito fifia a
Latas com soperior hanha 60,100 e
Latas grandes com soperior banba a
Frascos com oleo de Phitocome ?
600 e
Frascos com macassa | Perota a
Frascos eom agna de Colonia vextsj-
dera a
Ditos com oleo de ha >osa suderior a
Carritels de retroz preto com 2
oitavas a
Caixas com agulhasfrancezss a loO
160 .
Pecas de tiras bordadas a 50, 000
800 e
Garrafas com a verdadjatrt agua
florida a
Candilas da Doctrina CbriaUa ae
mais modernas a
Livro das misses atrev jdas a
Copos grandes com su;eior banba
Macos pallitos para denles o
melhor qoe ba a
Paco tes com 3 sa bonetes inglez?.s
fazenda fina a
Cscovas muito finas para liaipar os
denles a
est
faaeb-
I500
1U0G
4(00
160
500
1,5500
51000
160
120
00
13000
240
100
206
200
320
800
240
i 000
320
600
540
11000
1*300
00
14500
5500
160
600
240
ama morada de casa terrea de pedra e eal feria a
moderna, em bom estado, com duas portas e cua-
tro janellas de frente, qoatro salas, nove qaartos,
ozi.iha (era, em seguida telneiro para dormida
de escravos, duas cacimbas de agua de boa qoali-
dade, quintal grande todo morado e com arvore-
dos, portio de ?ataida pelos toados, com frente
para se edificar duas casinlias e qoe deitaoi a
sahida para a estrada qoe vai aes Remedios, seo-
do a frente deste grande predio no largo da Par,
p ivoacao dos A togados, lado da sombra, por pre-
co commedo : quena pretender dirija -se roa das
Cmco Pe us n. 31.
Sna do Ln aerador
n. 37.
i ule deposito da artiga e acre-
ditada fabrica do Barfeatm*
.jt do Cabo.
Neste bem sortido armaiem existe nm grande
snfaMio -*e--tonca fwncea, moito uti1 para ca-
-a de famlia, .como seja algnidares papeiros
c panel las, todo grandes e pequeos, e bu-
i'ides para manteiga; indode barro vidrado fran-
eez. Assim orno um completo sortimento de lou
ca do Barbalho, como soja : jatrdes para 4 e 5
canecos de agoa, potes de nm a 4ous canecos,
tncrirgues, resfriadeiras, quartinhas do Barbalno
e da Babii) vates vidradas e por vidrar*para jar-
dim, cacos grandes e de-meio para flores, ditos
ditos pequeos para tirar plantas, canos vidrados
e por vidrar de 2, 3,'4, 4, 10 e 12 polegadas,
feitt p >r machina o qoe ajui n'io ha na provin-
cia a excepeao dos vindos e fra : todo meibor
pela qualidade do barro e mais bara'o do qne em
ontra qualquer parte, Em porcao se 1i abat
ment de 10 15 par eento ; s na ra de Impe-
rador n. 37.
Xarope sedativo
DE
Qtfea de laranjas amargas
COM .
BROAHJRETO DE P0TAS6IUM
DE
kYiltOXE
Este novo preparado aprovado pela aeademia
imperial de mqdieina, inuilo se recoromenda pela
sna aecao sedativa e calmante, obre o systema
nervoso, o bromnreto dar os mais ceos resnlladcs uas diversas affec-
Qoes do organismo e principalmente as molestias
do coracao, das vas digestivas da respirado, das
vas geoito-urioarias, na epilepsia, aa molestias
nervosas da prenhez, na insomnia das cianeas
'Jurante o periodo da denticao etc. etc.
Vndese na pharraacia e drogara
de
Bartbolomen & C.
34-RALAR3A OROS\RIO-34
Veode-se um boi grande, novo e manso,
acostomado a servir em carroca : em Olinda, roa
de S. Pedro Apostlo, I ido do mar.
ATTENCAO
Veode-se orna destllacao cora lodos os perten-
ees concernenles a mesma em perteito estado, tan-
to para se transferir como qnereoflo o comprador
continuar funcionar se Inga a casa propria pa-
ra este Sm; bem como uma boa casa para mora-
da, eocneira e nm sitio com baixa de capim, < f-
ferecendo todas as commodidades para quem qui
zer continuar, a ver no povoado de Gamelleira :
a tratar o Progresso do pateo do Carme com Ma-
noel Jos Loiz Ribeiro.
JMMA
Anda uma vez
O Cempos da ra do Imperador n. 28, avisa
aos seas numerosos tregufzes e amigos qne che-
go de soa encoromeoda o tao desejado rap<
amareHioho de Estevao Gasse, as^imomo o pi
nhio do Rio Grande, que to grande apreco lene
dalo os que sabem de sua ntilidai alimenticia.
Alm disso
O Caninos tem coostanlernente em seu arma-
zera om completo sortimento de vveres, todos d>i
primeira qoalidade e cern) so ornara eafadonhc
um awniDcio que os descrevesse, limi;a-?e a raen
cionar os segnintes :
Gane -secca (de carnelro) a 20 rs. a libra
6*000 a arroba.
Unguas escaladas.
D tas em salmoura.
Ditas afiambradas todas as aoartas e abbiMlos.
Amendoas descascadas e sem casca.
Sement* de hortaliza.
Charutos fuma veis a laSO meta caia.
Ditos superiores em gw so e a : -;a:it
Tinta purpurina a |000 rs. a garrafi.
Camaroes seceos-
Rape Paoto Cordero, viajado.
Mate em fuma e em f .
Tabellas de rednecao, para o systema meUiict
Pescadas escaladas.
1 revalesciere duBa:ry de
LonJrrs
Toda a deen^i cede a Revalesiere du Barry,
que d *ade, energa, appoiile, d>g-lo e des
canso. Ella cora as dispepsia?, gasirites, humo-
res, acide pituita, flato, enjps, vo-nitos depois
da comida e gravidez, con tipacoas, tosse. asthma,
affectoes nuljnonaies, i>exiga, Hgado. cerebro c
sangue ; 60.000 curas, inciuiado muias deas no
Brasil.
A revalesciere chocolatada da Barry
em p,-
Dolicioso alimento para almojo e cela, muito
nutritivo, ortiflcaBdo os ervos" do esterosRo sem
causar o menor peso nem dfir de cabera, nem ir
rit-cSo.
Uaico deposrto para o Brasil era Perosmboco
na pharmicta americana Je Ferreira ihia & t,
ra do Duque de Canas n. 57. (Tolo cuidado
:om as falirica(es.)
Luvas de pellica
Viodas pelo Intimo paquete
queza.
na loja da Tur-
VNDESE
As casas terreas foreiras, no becco das Barrei-
r3S n. 16 e 18, Boa-vist.
As casas terreas on meiaguas na travessa des
Quarteis n. 32, dita na travessa dos Patos n. 13.
As casas terreas nos Arrombados em Santa Tht-
rea o. 15 e 16. -
A tratar na ma da Cruz do Recife, arroazem d.
AVISO PARA FUMANTES.
. PUMO CAPORAL.
verdadeiro Civ^tte, fresco por todos os vapores.
CHAR TOS DA HAVANA.
marcas Trabocos, Londres, Medianos, Culebras,
Regala, Brev.s.
CHARUTOS DA BAHA
lod-is as marcas de Scnnorbuscb.
LIVftARlA FRANCZA
CEMENTO.
0 verdadeiro pottland: s se vende na
roa VSMre de Dvns d. 22, armazem de
Ji.-Ho Martins de B Tros.________________
rcneir.s de rame.
Receben uliimamente as maitliem acreditadas
p.i.eiras de rame pr^priamento para padaras e
itiina?5es, o esta hele limento de ferrageos rja
do Marqoez d< Ol-nda (Cadeia) n. 44, cojas se
vendem por preco croreodo.
Vend'j-se u
,lore.' n. II, se dir quein .
na ma de* Pesca-
Ar eit,s
Veidem-su arreio- par nm on dons eava!h,
nomo ndas as"rals 6rrigi>ni vnr| rtrro<,
alai bmn- i ru
O^EO PUBO DE FIGADO DE BACALHO
DA
TF.RBA NOVA
DE
H. LACOMRE
E-tj oleo que to boa aeeeitacaj tem merecido,
muito se rfcoromenda por ser o mais purificado
:jae ci boje tem vindo, e anda pelo b"tn. paladar,
superior a entro qnalquer : vend-se no deposito
especial de Bartboloaieu & C.: ra Larga do Ro-
sa ri? 34.
PRIMEIRO LIVEO
DA
Oa "xerciMos de leitara e li{3fs ele mora! para
uso das fscolas primarias dj e^nselheiro D'!apal
pae, tradaccio do Dr.* Crrnelio F. Fisr-c- Fillio.
R^. I #000.
I.lv aria Iraaccza
~ BiCII M
DE
DO
GALLO VIGILANTE
Ras do Crespo u. 9
Os proprietarios deste bem c-mliefWo estabele-
cimento, alm dos muitos objeetgs que.tmham ex-
postos a apreels^i do respeitavel plico, man-
daram vir e acabam de receber pelo, ultimo vapor
da Europa, nm completo e variad) sortimento de
finas e mai delicadas especialidades, ai qnses es-
to revolvidos a vender, como iS e sen costme,
por prreos muito baratinbos e ooriniodos paralo
dos, com tanto qoe o gallo...
Muito superiores luvas de pelicr, pretgs. brus-
cas e de mni lindas cores.
Muito boas e bonitas golllohas e pnnhos para
senhora, neste genero o qne ba do mais moderno.
Superioros pentes de tartarnja para coques.
Liodo^e riqossims enfeites para.caberi oa?
Exmas. Sras.
Superiores trancas pretas e fie corea eom vidri
Ihos e sem elle*.; esta fazenda o que p-Je havec
de melhor e mais benito.
Jnperiores e bonitos 'equci re madreperola,
marfim, sndalo e so, sendo > luelle? brancos,
com lindos desenos, e estes preti s.
Mui superiores rreias lio d-s l'seofsia para -
nhoras. as quaes sempre se veidfram por ^O^rpO
-a duzia, entretanto qne nos a vemkioos por,20,
aWm destas, temos umbem grande sortimento de
ootras qualtdades, entra, as quae; algumas muito
Snw.
Boas bengallas de soperior c:nna.da India e
castio de marflm com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmn, neste genero c n que di melhrr
?e pJe desojar ; alm desta temos tambera gran-
de qoantidade de ontras qaalidide?, como sejam,
madeira, baleia, sso, bnrraoba, ele. t".
Fino, bonitos e airse eliicMiohoa de cadeia e
de oulras qu.ilidades.
Lindas e Hiperhre? gas de sed ?. borracha
p.^ra segirar as rreias.
B>as meias de seda pan senhira e pSfl ~ieai-
nas ne 1 a l aun'-; rj,! iitsle.
Navalhas cali i de rrnfllne lartiruga para zer
barba; sai muito o', e c. ira *.a tnai" *ao ga-
rantidas pelo fabrlcant", e ros por i m-
Aem assei-nra i>os sua q/iaiidadi> t- delica>-a.
[.indas e bellas eapeluf pera t*.
Superiores agulhas para tna-rfcir.i o para ro.**Al.
Uhs mirto boa de pe^o, frooxa, para "nv it
iabyrintho.
Bons baraliios de jrtss para "oitarelj, >i5siru
como os ten'i's pas o rnesmo firr.
Grznde e variado truniento das melhor- s per-
fumaria, dos me!h?r.'S e mtjs cnaejides i>-
brcante?.
COLARES DE ROY.
Elctricos magnticos contra as convuises,
fcilitam a donlicao das innocentos crlancas. So-
mos dtsde moo recebedores dcsles pro.iigiosos
collares, e continuamos a rccte-los por todos os
vapores, afiro de .qne nunca filt-'m no mercado
como j tem acontecido, assiai con o pois, c.-Ml^rao
aquelles que deltas precisarem, vir ao deposito da
gallo vigilanlp, aonde sempre i monlrarao deslcs
ve/dadt'iros o llares, e os quae:; itiendeodo-se ao
lim para que sao appcados, se vtSdero ;om nm
mui diminnto lucro.
Rogamos, pois. avista dos objectos que deixa-
o*s declarados, 803 nossos frej-ueies e aiiigos a
virem comprar por presos muu razosveis loja
do gailo vigilante, ra do Crespo 11 7.
Van da se por ommodos pncos erx
grande p r3ss tara actbar : .a na da sarqo z
.te O inda n. II, eseriniori'o.
Vende se por precl-ao ouas errara!, seLd*
uma du roHa idade e a nntro de 1S innos, rmbis
fanm j serveodiario da uma casa, r-cnd> d.nJla
bot qnl odeira : n#l.ji d3 ca'gado n. i na Ira-
vessa das Cruies. __________^______*-__
.-? V(nde,-e nma a>.% teut-a sua a ra das
d. \>J: a (rjr na rm dn Rogd o 1,
1 and; r._________'______ ___
ervejj Mo ven>>.
Joaqu'm Jos inmcaives Be trio tem para
vender no seu escrtptario ra. d) C)mner;lo n.
,'>'_. os gneros abaixo notado?, qoe vende aia? ba-
rato do que em onfr.- qualqner pnv>
Azeiton'S em snc->ret*r"
Amerdoas em karriens.
Caf muido em masso do I IiIti.
Cbapeos do Otile de boa qnaiiJaoV.
C'gnac rrarca mar! ?l frres.
csenlas.
F?rinha de roandim de Santa CatJjr ua, sac-
eos de .'I e alqneires.
Dita da Babia em saceos branco*.
Dim ele dita nn fc-.rric.i, proprUs pra jasas
f-articulre.
Fio jea.'godio da Rahi.i em novlos.
Foc"ff.
Maxaios,
N es.
Obras do pametas.
Papel pr: rio para cigarros.
Dito azul para botic..
Palitos psra den'e?.
Prego' sortiJos.
V^rtD- de Vpna-i dr. fabricare Tcdif : ^anlos
de Pedr&*n, na Babia.
Uolha*.
Rap pnpnbr > Baha.
tto'.im om f.irdn.
Retroi dos melhores f.ibrcant il
Tp:.-ta-djMarnliri>.
tabaco simont da Babia.
Vinho do Portj PBrrr.-.f.iJj, f i -tau-
rafas. *
D;ro de dito era fcrr.-is, propri,paraenrir-afar.
Dito.mir ; 1 jeiro Je DotoJjnJ.
vx3>de inri ...
D el-- caj --m cr.ir.is.! u.. JT
Farinliride mil


**


:
Ni.
St-o tan uiiiif >ellu braucos
academias 4c
ti que tem *p-
prineipaf 'rua da
Sadeia do Recite n 51, 1* aojar, as todas as bo-
leas e casa de cab llareim.
i m BRUIWL
siempre a Wmra Ksperanca!!
AO BC .!>'>SEX.
Gata toja-toem cottiudj pela sua elegancia e
i*merioridad de seas obdtt>s, acaba de recabe
iuu'i(os artigos para o ju respetosamente convida
ao bello sexo a v'uia-la, afliu decomprarem aquil
lo que pr#eis>rem para preparos da vestidos tl-
lete ou tocadores, e mesaio qu.il.jaer objeato para
fazor algum prezt'nit,..|pois que >na Nova Espe-
ranza ficarao snU-feitos, j pala q lalidade e pre-
cos razoaveis, e mesmo por qu a Nova Esperan-
za ufana-se'Mi nao se impacientar em dar a es-
eolher os objeetos, prestando-se com o agrado
ccn que co*iu a receber a lodos, a:im de que
aaibam com o irme proposito de voltarem oh
rnaadaroin a mosma loja, logo que precisem de
qaaliaer artigo porpvqueoo que soja.
LUVAS b PELLICA.
Receben-as de U.-boa a Nova Esperanza para
- norueus, senhora e menino?, seado brancas e de
WOVtDADE.
Bico de qnipnre preto com branco, a Nova Es-
peranza s quem tem I 11
Caitas para joias.
Nova Esperanza receben boas caizas de san-
alo para guardar pas.
Pitos largas para cintos.
Receben as de militas qualidades a Nova Espe-
ranza.
Para extinguir panos on sardas.
Nova Esperarla tem leile de rosas brancas.
Para tiugir cabellos.
Tem a Nova Esperanza a vardadaira tinta n-
stela.
Para refrescar a pelle e aforrnozia-la.
A Nova Esperan -a na Duque da Csxias n. 63,
ende verdadc.ira aibiua branca de Lais.
Perfumaras
As melhoTt'3, e di mais c'abatido fabricante,
anto franca* como in^lez, esii expostas venda
a ra Duque de Casias n. (W, na Nova Espe-
a n;a.
Extracto?, feanha, oleo. saboattes, agoas de co-
lonia, da lranja, florida e da lavande, etc., etc.,
todo de soperit! 141 wlid '., : vcnle-sa na Nova
Esperanza ru, D- ue de Casias u. 63.
Agora sim !
A Nova Eiperanca, a rna Du ; 1a da Cixias n-
e\j, receben um Luda iorlirnent.i !. iaa para bor.
dar, viu.lo as cores mais procuradas, bracea, pre-
ta, escarale etc. etc. a lia ar'.e? qn* so a L bras sta-liia&
V ne-se no : rm.u-n; de fazendas de Angosto
F. d> 0 vi... i. <;.. : rna io Eojnmerfio n. '*..
Tot. v 'US arrmeos, alm de ostros
9moi de seo os seguales, que
faaaea por mais mdicos que em ou
PORTAS d pir.bo aknofadadas.
PORTEIHAS de farro para cerca?.
SALTTIIE inglez.
ESTEii.AS da ludia pira cama e forrar salas.
CANOS le barr-i fraseen para esgulo.
G'-'.-'SO superior ero p:>rcoes e a contante-.
CEMENTO ds to MACHINAS daicarocar aigodo.
lf!\ idedaRr ...
OLEADOS amercnos para forro da carros.
PJGGES muito boas e econmico?.
V?; leaux.
COGNAC saperior de GauerFreres.
fAUELLO em 1 andes a 33'JOO.
AHOA Boriia legitima.
-bALANC\S technae.
. CADE1HAS ameiicanas.
l'HCM Jamaica
AZULEJOS de I, boa.
Ce.oDto rortland
ir- barri la 13 arrobas i proco mais com-
er do do que em nutra qualquer parte, vende-se
n w armaz ns d T.~ -n Irmao* A C
C.ivejit era harrJ, d tu-
periof qu lid de
Vndese em .: --. da S. P. JohOtea & C, rus
da Senzalj-nova n. 41.
Exceileut. 8 -viiihos .verdes,
Vende-se na ra da Crus do Recite, armazem
Damero 12.
Ciixas de dalia de garrafas.
Vigsimos de ipa.
lacime? e qnintoi.
Por baratnsi nos preoos.
Vinh i de Col'ares
Vende-se 1 rxdadciro e supeiifr vinlio de Col-
lares, que man .1 ceitne.ao tem em Lisboa, em
decirnos de pi;-a : na ra da Madre de Dens nu-
mor.. 28._________________________
Cebollas novas.
em resteas, em porclo a relalho, mais barato do
qne em oulra qualqu'-r parle : ca roa de Pedro
Africc* n. 1. amiga ra daPraia.
Contra a tosse
PASTiLUAS PE1TORAES.
de
Comraa simples cry.-lalisada.
Dita- de anjico t
Nff d'.^ratiia.
Sevt de pioh i maritimo de Lsgasse.
E muras muius que muito se recomendam pe
las suas excellentar- qualidades.
y Vende na
PHARMACIA E DROGARA
DR
Bartbolomeu & C.
34-HA LARGA DO HOSARIA-34
Vende-se urna casa terrea com chaos pro-
prioj, sita na ra da Amizade n. 36, na Capunga :
a tratar na ra Direita n. 45.
Admiravel.
No Musca Elegante vende-se peQas de bico imi-
tando crochel a 800. t#000 e 1*500 rs. com 12
jardas, e a grande pechmrha de agulLas fracezas
a UM) rs. a caixa com 10 caixinhas, na ra Es-
ireiu do Rosaiion 1.
GRANDE
LIQUIDADO
Roa do Crespo n. 20.
Nansnc liso de cores Hadas para vestido a 240,
280 e 360 o covado, chitas escoras Anas om bar-
ra a 320 o covado, .baratissimo : na loja de Gui-
Iherms Carneiro da Canha.
FIO PARA SI COS
Vende-se em casa de Okell Bindloss & C',
ra da Cruz n. II.
Charutos da Schtiorbusch
Regala britnica.Retalia Imperial,
' Operas. Conchas. Trabucos, de um milheiro
para cima.
CIGARROS DAS FABRICAS DO RIO DE NO-
VAES E LIZAUR, de diversas qualidades, vende-
m m hsnv"______ ____________
Vebde-se oui terreno na roa do Proeresso
n. li, com 40 palmos de frente-e 400 de fundo,
coa lgunus bemMtorias: tratar na ra do
ViawMe de Alouquerque n. 131.
E"JHHAZtM
NA RA DA IMERATRIZ 60
FLIX PEREIfiLDl SUYA. $.
Os prt).rietarios-dest-i gratxl eila^ecimeato teatl \ em#ar aoja avulud^po^o
faxenda, e tudo continuad a reoear por -tolos os vapores e navios jtofltsosa. _.or^Ht
dasnusmas, tem.re)WMofk!rnB>*RANDE LlIDACAO, l6-
de deposito e ap irar DINHfilKO. Dr*t(l**s azejdas que sa vende baraiissipw K dio
as amostras, tkando penoor oaMoaadato levare^ Ga*a daExani, aaiiiiss,as*aacorno
as pe soa. que aenu.im em meaor acata, ^'este esta eleci me ato se poder3i> sof,ir eaa.
pequeas pereoes pelos metMoa prep>s que comprara. oas iaus exflwUdofas.
ALFAIATE
Bonitas
PARA AS FESTAS
DE
VIPfc 1 VTIIWIA os regdrtea qu the bonnreQ a soa casjL K. ^mmwt 4uanuau q. u., u.
aAlllO AUrXUjllMu AlOBAOSlPfef> A 3 <5J0 A PEO4 *rica, das qaes multas j slo bem co
E S. Joao
CHEGAR11 P.4RA A LOJA
ALSAQANAS A loUO
Chegaram a l_\\> liadas alsacisBas sen-
do urna nova e elegante fatnda de lia
c^m brilhantes listis de seda e ba-lanie
larga, para vestilos, sendo n'este genero
o que esta anoo tem vi.id de m is gosto
n encado, e venda 15200 o covado
GRANADINAS JAPOEEZAS A 800 RS. O COVADO
Cbegou para a loja do Pava:) esta nova
fa?euda c ido nome de graoadinis Japone-
lU, sendo nma boci a fazeoda de 15a com
bonitos quadros dt; seda, popria pira ves-
tidos, tendo de todas as cores, e vend-s-.-
a 8' 0 rs o covado.
ATLAXTAS LAVftADAS A 800 RS. .0 COVADO
Ctiegou e-ta nova fajeada oa o nome
e a lanta, senio urna delicada farena de
la, pra wsiidos, qie vende-39 pelo bara-
to preco de 800 rs. o covado.
NOVAS POUPELINAS DE SEDA
Chegou para a lija do PavSo om grande
sortime to das mais lindas e modernas
[iou eliuas do s^da, com os mai > delicados
tfadrSea e di muito pbaatasia, que vende-se
,'Or pfficn mdit'i barato. <
CAMBRAlAS BRANCAS LAVRADtSA&l
Ve:ido-s3 ccrtjs para venidos de cara-
bnh traeca la rada, send fazenJa muflo
ana, p-lo barato preco de 4)5 cada corte,
as^i.n como o grande sortimento dadi'.as
lisas, tapada* o tran.spsrei.tcs. que venle-se
por menos dn que em oulra qualquer parte.
CAMISAS PARA INVERN
Chegou para a loja do Pavo um grande
s-rtmenL de camisas escuras encordadas,
i piova d'gua, sendo propias para a es-
t3Qo do interno, e vende-se pjr preces
em conta.
TOALUAS ALCOCIOADAS PARA MESA A 3J300
0 Pavao ve.de toalhss brancas de fustSo
a'coch adas, jro.'-.ias para mesas, sendo
bastante grandes pelo barato preco de
3^500, dias eocorpadas muito grandes 7fL
CHALES DE MERINO'A 2*500 M
O Pavao vende chales de merino milito
grandes e encorpa-los 25')0. ditos
imi;i,ao de cbinezei 2^500, ditos pelos
lo renda oin 4 poitas 23000.
CHALES PRErOS BORDADOS
0 Pavlo vende os maiores e melhores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos cora largas franjas de retroz, e veue
por menos do que em outra qualquer {.arte.
CAMISAS PARA HOMENS
0 Pavao vende um grande sortimento das
mj'ih.Ts camisas inglezas e (rancezas com
peitos da linho para todos oj presos e qua-
liades, assim como ditas de ditos de
algodao para todjs os presos e lmanlos,
tendo tambero para crianzas, e no mesmo
esUbeiecimente tambera se vende ceroulas
de linho e algod'.o, tendo para Iodos os
ire;os, assim como meias croas inglezas
para bomens e. mininos, que ludo se veade
por preco muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavo lem constantemente um grande
sortimento dos melhores cortinados borda-
dos para camas e ji&eUai, que vende-so de
85000 at ao mais rico que costuma a vir
n'este genero, assim cerno bonitas cambraas
adamascadas, lan'.o tapadas como transpa-
rentes, propria3 para o mesmo fi n, colcha;
de crochet, damasco para c*mas de noiva,
e cortinas, e vende-se no Bazar do Pivaa.
LAASINHAS BARATAS
O Pavo tem um grande sortimento das
mais bonitas Iaasinbas para vest ios, tendo
de todos os precos cores e qualidades.
principiando da 200 rs. rara cima; porm
t3o grande a quantidade que ssria enfa-
donba especificar qualidade por qualidaie,
s a vista do freguez e das amostras se ILe
?enderao por precos to cmodos que
engue n deixar de fazer om vestido de
13a por to pooco dinbeiro.
ALPACAS DE CORDO A 640 R8,
qrte eencwegfc'd&'ewi^r commoada di so* arte 1 >niade do- (r*.,
COSTURA
Chegaram io Bazar Universal da ra Nova
>__r-,mZ-_. .. L *H"*.da melhores -qualidades que existe ua
PE(?\
0 PavJo ven te pegas d'algoflloinrjo de
muito boa qualtda-ie, tend-10-pirda -eada
pec-a, pelo barato preco de 35500; dito mui-
to largo e eaeerpado WOOO, dito o me-
Inor que tem vj.do ao-mercado, mut4 en'
c.M-p2do e largo para lenf^ei, pete-barjato
pnec--de-6J600.- grande pcoiocha.
MADAPOfcAO A 45000 li 4J50O
O Pavao veo de peeis'de madape'3) com
24 jarda*, sendo Moada mote superior
pelo barato prec/ da 4^600, di as com as
mesaas jardas a49000, ditas floissimas a
5^08, vSOOO TTOO e 85000. i ecbincha.
MADAPOLAOFRANCEZA I0#
O Pavao vende lecas de GmssrMflnda-
polo vsrdadeirameute fran metros oo 20 vara=, pelo baratissiaropreijo
de 105000 peca, sendo tazend;) (jue sem-
pre se ven Jeu I i5000, 4. \iq_\ la-se por
este birato preco por estar alg.ma cousa
en:hnv.->lhada na pon'a de fra.
ALGQDOSJNrIO ENFLSTADO A 15 15280
O Pdvo ve-de verdadeiro a'lgvrf5osinho
americano, tenio 7 pakoos de ftrgya
n,ot eoC'.rrjydo, provirw par;, leucoes
75')00 a vara, d.ioda mtsaja!i>'-ia sen
do trancado e maito en.>rpa-:o >,-5-0t
BKAMAN1N-S PARA LE.NCOES A,'2i0 2S0035
O Pava \e-idtro verdade-^ir^autede
lioo ten lo 10 palmo* X.largura, q^e ape.
as precisa para umhnjel urna vara ei na
'loarte, peto barato prego de'24400 var*.
iiti meliorda258 Oe 3-5'JOO, ten lo al
do me'bor que. vem ao mercado 35500
e 45000, assim eoid3 creiooes fuaes para
lentes, sendooma-encorpada f.z^Hlafran-
ceza com iO pdmos de largura *20c rs.
o metro, e bramante d'algodao com a meo-
ma largura 158O.
SAKS BORDADAS A 45500 B 60003
O Pvo veade"graade peciuclu era satas
brancas ria neuie-bordadas, tendo cada urna
4 pannos, e vende peto barato prego de...
4550o e 65800,-tendo fazenda que sempre
v^nieu-se por 85 o i050t0.
Faieulas para sajas a 1^200, I^SOe 15|50o
O Pa '5o vende superior fazenda bordida
3Co-d pregas proprias para sai^r, .&ipu,
15280 e 155C O a vara, serdo preciso fra
unta saia ?pe:as 3 varas ou 3 12.
Aos ,'IOO corles de eambraia a 25jj0
O Pdv3)- vende urna grande porglo de
certas da cambraia organdys; tanto brancas
como de cores, stndo com listrinhas de
core* tessidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo baraio prego de 25500, cada corte,
fajen la que vale muito mais.
Aos 20jO cortes de cambraas bardadas a 5500:
O Pavo vende urna g-ande quantidade
de corles d3 cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenhus mais
lindos' e mais vistosos que lem viudo ao
mercado, tanto em listras corridas como ada-
gonaes, e cid muia fatenJa para um ves
tido, e liquida-se pelo baratissim.i prego de
5 >000, sondo fazenda de muito maior va-
lor, granda pechincha.
CAMBRAlAS
O Pavao veace graada quantidade de pe-
vas de cambraias brancas tapadas e trans
pareutes, teado de 35 a pega at i mais
tina que vem ao mercado.
CHITA A 16C*RS.
O Pavao vende chitas largas com bonitos
desenos e cores Oxas, pelo barato prego
de 160, o covado, grande peebmcha.
LAASINHA A 160 RS. O CO /ADO
O PavSo vende bonitas Iaasinbas transpa-
rentes pelo birato prego de 160 rs. o cova-
do, pa:hinsha na ra da Imoeratriz n. CO
CORTES Dfi CASSA A 2#B00
O Pavij vende bonitos cortes de cassa
franceza viudo cada om em seo papel, pelo
barato prego de 25500 o corte, ditos muito
hadas 35000, pechincha.
CASSAS FRANEZAS ASOU RS. 0 COVADO
O Pavo vende bonitas cassas de cores
para vestidos, pelo barato prego de20O rs.
o covado ditas finissimas com os desenhos
mois modernos que'tem vrado ao mercado,
pelo barato prego de 500 rs.
CRETONES
O PaSo vende finissimos crotones oscu-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato prego de040rs. o
covaJo, ditos de fl r5os, proprios para co-
0 Pavao vende as maii lindas alpacas delberta'sendo fezeoda muio encorpada pelo
cord5o para vestidos e roupas de criangas Darat0 DreC dt 8l)0 r covado.
pelo barato prego de 6i0 rs. o covado, Basqwnaa u casaijuinhos a 20* 255
ditas finissimas com os mais lindos lavore Pav3 veade basqmnas on casaqoinhos
imitagSo de agra:ianas a 800 rs. o coyado, de 8eda. Prtos reamente enfeitados, pelo
rihecidas pelos sen? autores, como sejam :
WUller & Wiison, Grover & Buier Silen-
ciasUi^iKaed eJmpeaea e ouirai muitas
que cjm a vista deverao agradar aos com
pradores.
Estas machinas teem a vantagem da fazer*
o trabat&o qda, 30toslureiras podem faz r
di ariamente-e cosen-com tanta perfecto
come* as mais perfeitis costureiras. Garan-
te se a sua boa qualidade e ensiia se a tro-
baihar com perfeigo em menos de urna
ora, e os pragos s3o lio resomidos que de-
vem agradar aos pretend^ntes.
E' este o distiftft- una iova e lem montaba
'Mam n. 24 Ai
lMNMr\j
'iaa-:i
paro
m
Os proptetarios fleste plegante estatelecltoento 'terrta em, vina 04 e/fci"*;
fizeram para e collucarem as eoDdieces de nma grande lienWHa, fiHa
rigoroso principio se na*, vjeiaen u cotlumnaa do jornal s'cianMIcar ao MapeRradMi!
blino, (pie no memo ectatxlocimenlo eacumrar* sempre o mais conplelu aothWM
de j .las, como sejam : brioeoa os mais modernos, para ade-rnarem M delieailla y
Ihas do bello sexo, e que se vendem a 8. 0 e 10* o par, diMs para 'meninas a 4, 3 e 6
.las de coral, obra de apurado go.-to a 3 e 4J, Voltinbas de coral com (rutes de 00
a H, broches modernos da 3a 134, ditos com pedra* ien'jua denda ciiiofcaB
10. i 1, id e tO, rosetas lisai, porm bem trabalhada, .deJotX) a '9j,..4i
pedra$de.4 a 13*. cacoletas a 4*. dilas com Incrip^oV a l5(0," autii<
posios, e com bonitas pedras a 2, 3 e 41; ditas de perolaj. esmeraldas e rubir
ricas crozea de esmeralda e rubim a li, fl o 144, ditas' de eafb e- enral eom vH1
tnraphics a 3, 4, 3, 6 a 71, ligas do coral a 2,l,,cadeiai-ara,re|gios a^BJij
65O0 a oitava, guarmeoes com tres bolt para abrlor#a 4a, ditos d.: pedrtMM
o par, ditos para punbos os mais modernos a 7 e 8*; alm de um variadsimo s
lo de joias de apurado gosto qne recebem por iodo os vapores da Europa ;
sejim : brincos. Bracelete?, Iflnetes, adcreeos completo?, crais," roletas, aa
brilhantas, esmeraldas, peroJa e rubios. MadaJhSBs, volu.-1, ifanceMu, aoeM t,
tras e da diversos modelos, oculos e pencinei d'onro< airat-dourada, relbgwii
ro e prala de afamados fabricantes, salvas de prata di^diversos tamaohos,. ricos nalii
ros e faqoeiros, coiberes para cha sdpa, n.arieaft Birf craneal, e arsa io|diil objeclos qoe seria enfadonbo menclonar-se.
Os proptieUriot da fiar de Ouro garantaou vendar ma ariO-j. aueyml
qoalquer parte, para que estira aserto o etabdecimgnto das -i Hocaa da auiwsva
ooule.
que^
mafc
bonitos glacs com delicadas edres e lus
trosas como seia liJOOO o covado, e ou
baratissimo-pref > de iOd e 25(5030, sende
muilo mdaraos, assim como ditos ^o ero-
iras maitas fazeodas de gosto e laxo pata cnel* reD(lM P1^1*81W se vendara muito
vestido, na roa da Imperatriz n. 60.
POPEUNAS _^ .__
O Pavao receben as mais delicada e me-
lhores ponpelinas de seda par Testidcs^
com os mais modernos lovores, e oataas li-
zas cim as cores mais novas qne tem vinlo,
e vende-aa 2000 cala co?ado. assim
como del cadas sedas de listtobas, tante
para vest ios de aenhoras como de anias1,
q vende-se 25000 cada covado.
ROUPAS PABAwHOMliNS
O Pavao tem constante mele on grande
sortimento de reop, unto de panno
de brin brinco e decores, di ;
airas, para todos os preces e
e tambem se manda fazer qoalqvjer peca,
obra c qne se. tem om perito
em conta, na roa da Inperatriz n. 6n-
Caitas ealritcadas para bertas a 360 rs. caraio
0 Pavao vende chitas entrancfcctas com
delicados desenhos para cobertai oa cjrti-
nai de cores fixas, sendo fazenda milito en-
corpada pelo barato preco de 360 o cooadO.
ESPART1LHOS A 4^500
O'Paao vende os mais modernos e me-
lhores esparlimos, tenio de todos oa ta-
iffio barato proco de 4WK)
CASEBHRAS
flTWHte veode on elegante sotimento
destiladas caaamiras inglesu, sondo to-
1 de lia e moilo le*esinbas. tsnio pro*
Jbomeoa como fura crisma, e
___*____.
nico legaimenti antorisado e approva
pelo coaselho de sade.
NICO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU A C.J
34Ra larga do Rosario34.
Para
1FEB
saceos e foguetclros.
SAGCOS
PARA ARSUCAH
GEAVEJA DE MABC\
Pecas do a'godosinho a 3#000.
Ditas de dito marca T muito largo a
45400..~
Utas de ma'dapolao a 3 I, 3,5500, 4|)000,
4,5500, 56 e 53500.
Ditas de dito muito fino a (6 e 7#500.
Ditas de dito iancez muito no a 05000.
Ditas de cambraia transparente muito fi-
nas a 3/500.
Ditas de dita tapada muito Unas a
45000.
Atoalhados de diversas qualidades a
pi03OO, 1)5800 e 2500O o metro.
Bramante com 9 palmos de largura, puro
linho, pelo mdico preco de 25000 o me-
tro.
Brim branco de linho muito Gao a 15600
a vara.
Popelinas de laa covado 560 rs. e supe-
rior a 700 rs.
Grande sortimento de brins diversos e
gangas propria para calca ou palito! a 400
rs. o covado.
Brim da Rossia, fazenda muito superior
a 500 rs. o covado.
Dito pardo trancado muito boro, 1 corle
para calcaffJOCO e o covado 300 rs.
Cobertas de fustao de diversas cores fa-
zenda superior a 55000.
X
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos d8 Harona
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os nmeros estampados
is pecas e nao as etiqastas.
Vendem-se
Em'casa de
. T. JEFFERIES 4 C.
46 Ra do Gommercio 46
BftlNS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em cada peca nm buhe-
te com o nome
DOS '
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
Grande
LIQUIDAGAO.
Na ra do crespo n. 20.
Loja de Gnllherme.
Laas de cores iuiu Jas a 280 rs e covado.
Bramante de linho com iO palmos de largara a
2/300 vara.
Chitas clara3 e escaras a 160, 200 e 240" o co-
vado,
Ditas rucados prussian 280 o covado.
Ditas chlnezas para coberta a 2i0 o covado.
Cambraias, organdys miudas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 320 o covado.
Ditas bispo lisas finas a 3J a peca.
Ditas brancas com 10 varas, a 3*000 e 3/500
a pega.
Dita Victoria, a 4/ a peca.
Massulina branca, a 400 rs. o covido.
Uadapolo franje,!, a 6* a pega.
Dito inglez de bom a especial, a 4*000, 5*, 6/
e 7* a pega.
Algodaosiibo a 3*, 3*300 e 4* a pega.
Alpaca de cor com listas, fazenda superior a
360 rs. o covado.
Dita branca, com flores miudas matisadas a
"500 rs. o covado.
Dila preta coa fljr bran;a, o 500 rs. o eo-
vado.
Ditas de corea padroes miados e moderaos a 360
rs. o covade.
Lencos de cassa eom oarra de cor, a 120 rs.
cada um.
Ditos de linho embainbados i 4*a duzia.
Chila, fazenda bem condecida pela sua fortidio,
mais larga q w chita para roupa de escravos, a
200 rs. o covado.
Casemira preta superior, a USOO o covado
Cortes de casemira de cor, 3*500, 4* e 5*.
Cortes de meia casemira, a 1*100.
Casineta preta e de cor, a 500 rs. o covado.
Ganga amarella Usa e de lisia, a 360 rs. o eo-
tado.
Algodao iargo merca T a 5* a peca.
D-se amostra* com p<>nhor.
GRANDE REDCCAO EM PREC0
A 1HNHE1KO
A ra Dufa^ctor Ctexiafr
(Antiga do Queimado)
Nesta casa vende-se por precos qne a todos admira; resolvon-se fazer grandeequi-
dades, afim de vender-se m'Bito, onde na residido es ti "grande leer j j p'ede-e ao
resp:itavel puLlico, em geral, venham visitar este eslabelectmento (-em igial), afim de
b'oni poderi-m'avaliar os precos porque se vende a!: 1 .da e rjualqw-f faaeada ; este
esubelecimeifo acaba de receber urna infioidade de arigos, o que aeho inu'il desertver,
o que s apenas pepo qoe o honrem visitan loe-te eitr.belecimento, alim de terem
a realidade dos precos.
Madapolo enfeflado peca de 1'2 jardas e
35500.
Ceroulas francezas a 1|?50D ( pecbin-
cba).
Popelinas de -sola, padrbes inteiraStente
novos, covado. lf$000.
Cambraias brancas o qtia tem appancido
de melhor.
Grande porr;3o de meias pa*a seoljoras
e crianfas por pretos comandos.
Grande sortimento d > elnpos de sol.
Cortes de casemira a i#, Gh e 7)(00O 0
corle,
Chitas a 200, 240, 200, 2S0 e 300 rs. 0
covado.
Ditas em percal o qne ha e melbor a
360 rs.
Duzia de toalbaspira rosto a 8000.
Ditas de goardaoapis de linho a 20500,
Grande sorlim :.to de camisas.
Coberttfres de la listrad^s fazenda sape-
rior a ii5.
Cambraias muito largas, i Imperatriz a
15000 a vara.
Cbales de merino de _-:00 para cima.
Lindos chsles de fi bordad >s 2^600.
E muitos oulros artigos -qne se deixa de
mencinnar.
V
E* intil, n3o se cancem, em presos ninguem pode comptir como
65 a' ua Duque de Caxis
PN
Veade-te coqueirus pequeos para mudar-
se : quem os quizer dirija-se ao sitio Cafando na
estrada de Paulino Cmara, ootr'ora de Joao de
Barros.
Cal de Lisboa
alHaweaU bagada, a pre x> barato : vende-se i
roa 4a Apolla a. 30, amaiem de Aotoaio H. fio-
dflgiMftC.

-
na Larga do Eosario n. 4Bt:
Este acreditado estabel cimento, offerece aos sues distiatos coosomidores suma m
riedade, gosto e moito asseio em soas iguarias.
Tem urna eapacosa e elegante sala para alimenUia, a primeia
Os gneros de consumo sao de primeiras ei '
Recebem-se assignitaras t
da para recreio, tala de bil
DUpoe de cmodos e iodei


fl
i
s
-


.
I

l)


WJOhMM.
DO
HYDR9LE0 UnNHrlKO
F9ZENDAS EM LIQUIDI
U RIA DA MATRIZ N. M
FIGUEIREDO & LOPES. rt a
O propietario de*te noto estabelecmento. certos de que o meio de adquenr
nurwrowKlregrjezia vender barato, servir bera e ha ver sinceridadade nos tratos, nao
no ifwuntnt rt r camiobo para bera crrespjnder ao favor que nossos numeroso
regoezesnos tem dispensado.
mo anda temos algoroas fazendas das primeiras compra, resolvemos fazer
refaci am acuitas deltas, pira o qoe chamamos a attncao do respeilsvel publico :
SETINS E GROSDENAPLES- DE CORES. Capellas muilo liadas para noivas, pelo
.... barato preco de 31 e 35500 rs.
Tettfcs para todos os precos equidades.: Poupelna8 de c,)res e brancas mulo
Grosdenaple preto. lindas.
Camisas de racia a 9000 a dozia, pe-
chincha.
Cambraias de cores.
Temos o melhor e mais lindo sortimento
de cainbraia de corea a 500 e 500 rs. o
metro.
ME I AS.
Recebemos meias muito finas tanto para
senhoras como para homens, meninos e
meninas.
Chapeos de sil. .
Recebemos chapeos de sol com cabo de
'm&riim que vendemos por 133 183000, di-
to de cabos de canna 93, 113 e i 43000.
Cortes de cambraia de cor muito lindos
e com babados com se-j competente figuri-
a, tem 18 cavados por 83000.
BASQUINAS.
Recebemos basquinas de seda ricamente
enfeitadas que vendemos por baratissirop
preco.
Vestuarios para menioos.
Recebemos vestuarios de fustfio muito
bwn enfeitados que vendemos por 43500 e
53, fl' branco bordado moo fino, dito
com salpico dito preto com salpicos e liso.
Cambraia abert a imitacSo de croch de
cores e branca.
BRINS.
Recebemos o superior brim de Angola,
dito pardo para todos M precos, ganga fran-
ceza a 500 rs. o covado, superior.
Pannos finos.
Temos pannos pret s tinos de 33500 at
Recebemos novo sortimento e vendemos
por menos d qne outro qualqaer..
Las Saboya.
Anda temos um resto desta linda fazen-
da e- para acabar vendemos por 900 rs.
CTcs a Minerva
Anda ternas alguos destes lindos cortes
com lis tras de seda, rom 19 co vados, par.)
acabar vendemos por 203.
Cortinado. >
Recebamos novo sortiraeoto e vendemos
porMJ, 123, 163, i83 e 225, cada
par. _
Cambraia para curt nados a 403 a peca
cea 20 varas.
Dita Victoria de 43 at 83000 a peca de
8 varas e meia.
Dita suissa transparente muito fina. -
ORG.VNDYS BRANCO
Temo recebido novo organdys de
43900 rs., ditos de 63 e 8*500, este ulti-
mo tem listras asselinadas.
Espartilhos
Recebemos nevo sortimento de espartilhos
ingleses omito grandes, >So de linho.
Vestuarios par baptizados,' bordados
moito linios lOOOft, barato.
Camisas francezas, inglezas e suissa de
2st 43500 rs., ditas bordadas muito finas
de 83 ate 103000.
MECEJANA.
E' ama aaenda branca moito linda e fina
para vestidos de senhoras, tem a peca 30 [
jardas e cusa 183 e 223000.
\mt
r\n
soa
E GVT
tS^NCUMENfBKiFl< FAil.TfL EM^DESTRUW A4AREMS E
CVITA k SLA FORMACAO
Guiaos pelas odka<,o>s de rntito aba Usados cbimitos, e medico* distincto qu
se deram ao estudo e averiguitSo da causa nue prodoacm os p-deetm6nlos ,de rheu-
matimo, golia, artias.dvs rins, oexiga, figado, e i'outras cisteras; e ao tnsaios d .
raeios pri pribs p3ra ciiral-os, chegnaus a obttr um remedio, qoe nones desdis a
actividad* contra os ditos padecwwnlos.
Nao nicamente batead em theorias que t.nto avancemos, mas tim nes satis
facterios resultados obtidos da soa aplleselo, as irmnmeras experiencia, que.com elk-
fiaeraos; e deste modo, seguros de seas beneficio eff'iljs, fonamente o recommenda-
raos a* pessoas q e foffram algumas das molestias cima diUs.ou de algoos ootros pa-
decimuitos do apparelho urinario, laas eomo o diabtico, glycosuriee albi.minorico
etc.
Escudado seria observar que se n5o pode deiigoar oro numero determinado de dses
da um medicamento para corar lodos o individuos que padecam da mesma molestia ;
poi8 que a cora est dependente de diversas rircumsuncia, inherentes difp<*icao na-
tcral oq compleico, de cada um deile; ma comtado, certo qne o hydroleo luiho-
triplico anii ikenmatico e gottoso produzeempre acora desojada, qundo se persista em
toma lo o terapo preciso para-obte-Ja; devfnlo ter-*e em vista que quanto ais irwete
rado est o mal mais se deve insistir na spplieacSo do remedio.
Podemos tambem affiancar qoe, por mais conliwiado que s(ja, o uso deste reme-
dio nio cansa desarranjo algem as vas digestivas, mas antes, pela propriedade eminen
temente tnica, que tambera posue, fortilica o estomago, torna mais facis as digesioes
e, nao ryocas vezes, tem fcit-o desappareeer diarrbea, que erara entretidas pela dtsbili
dade geral do app relho digestivo,
MODO MWSAR.
Tomara-re do hydroleo lijlhalriyticQ, nepvijfintiros qnalro oo cinco dias, doas co-
Iheres de sopa, em agoa assuearada, leite, cha ou caf om' leite, e-mesmo 8e::i misto
ra algoma, ra occasiao do almcco, e outras ao principiar a iwtar.
No quinto ou sexto dia e segotos, tomam-se do*rBeao moJodit), tres colberes
de cada t*i.
Se as ourinas da pesoa doenle depositam grande porcSo de areias ; se as dores
nephriticas, iheumticas ou gnttosas sSo WBtantes; em lim, re os padeeimentos s3o
fortes, tomar-sebo qnatro rolbee de cada nz.ou tres fezes no dia, a Ir colnete
de cada ama.
Quando as areias, ou outros paleeiinento', lem-drationido, torni-se primeiras
dses.
Pelo uso do lliflroieo lhoiripUco vito sendomais raros o apparecimento das areis,
-s dores nepbrilicas, rheumaticas e gottosas at quede lodo desapparecem : neste pmto
pode dispensar-se o remedio: til, porm, com-j preventivo, tomar cada semana orna
ou duas dses deile.
Pelo que respeita i ah'meptacao, Oeve ella ser rga'ala de modo qoe n5o sobrecar-
rfgue o estomago, e em.qnantidadd tal que possa ser fcilmente digerida.
A melhor bebida sem dnvid, a agua pura, mas tambem se pode usar de modo
simples ou pouco aloolico. De cerveja e vinhos fortes, pouoas vezes.
Sobre toda oqaemuo re^ommendamos, grande exercicio, sem adiga, pois qne
elle muito contribue para a rapidez da cura.
N. B. Depoisde tirar-fe do frasco a percio qoe se vai tomar, deve baver o maior
cuidado em o arrolhar immediatamente.
nico deposito em Fernambuco
Pharmacia americana de Ferreira Maia ^ C, roa do Dnque de Caxas n. 57, (an-
tiga do Queimado.)
._*_----------------------------------------------, ., -f-.
A! ma da Imperatrlz n.
O propritUr'os dalfja do Papagaio sfien'fiom ao repeOal publk d*iia
provincia^ que fs eram muito breve receber um doto soriimorW le finidas nwcJcr-
nas, e de Domgosio, e por consegoiite pem em liquida^) abaixoespecificadas :
ReUihos de diita, de cassas e las.
CUtas -Je cores e rxas de 100, 200 e 210 rs.
L z nhas tapadas e tr. nsparrules.
Alpa^s lisas o laviadas, de muitas e diffrntas quali/'aes e p-Cos.
Cassas do cores de 240 a 320 r?. o covado.
Coi tes de cassa < hila a ?3400 o corte ou a 240 r?. o cev*do.
Cambraias brancas ta1 adas a 43 e 53-
Harcjes de 13a a 320 rs. o covado.
Toa-ilias de linho do Porto muilo grandes a 1030(0 a doria.
Metilo da India a COO r?. o covado.
Lasaiiiha prtta de 320, 400 e 440 rs.
Alsaciannas a 13C00 o covado,
Chi'as p'ttas muito finas de 400 at 210 r-,
Espartilhos de linho e algoc) de 3*500 t 33000.
Camisas de meia, ditas francezas.
Camisas de pe tu bordado, lis-s, e de pregas c^m coileriuho e sem-elle.
Ha e de panno a 330CO, dos mais modeinos.
Q llprinhos de papel cc^m beira de r e lidjs brincos. .
Posto de crps para vestidos mnito largos a 4iO rs. o cavado.
C les casimiras de 43000 a' 7360c tom qoadrose letras.
E Gira moitjv fazendas que pretendemos liquidar para nao acrumularriOBi
as qi:e espiamos re eber.
ROOPAS FEITS EM L10UIDAQAO
Na b'ja do Pnpagio ha um grande ("eposito de roupa* feus du brins e ce
Oarimirf, f.ahtois tah.vs, colletes e tobrecasacos, qre se liqmdam por presos maito
hemos-
KeJas laTraifas de *dre.
Ijiquidase na Inj do Papagaio orna grande f oiclo de sedas lav.adas de cores
que e vendem por precos barassiraos, na ruada Imperatri n. 40, esquina do boceo dos
Firreiros
Mendes & Carvulh^.

Panno abretanbado largue bom. peca de 63500 rs.
20 varas I3-
TAPETES.
Recebemos novo sortimento e vendemos
mnito barato.
Temos grande sortimento de saias bor-
dada e vendem' s moito barato.
CORTES DE LAA A SIMIRAMES.
E' orna linda fszenda com os enfeites
correspondentes, gnarnecida a saia com
urna franja de seda na Safra/ vndese
por 403000.
Cortes de cambraia branca abert, bor-
dadas moito lindos, vendem-se por menos
do qne un ontra paarle.
Recebemos casemiras de cores para 33
at 33500 rs o covado.
CHITAS-
O Cysne tem o mais lindo sortimento de
chitas para todos os precos e qualidades.
Barrges com listras de setim com lindos
padroes e muito modernos.
Cretones claros cem lindos padies e
cores fixas pelo baratissimo preco 440 rs.
o covado.
Luvs frescas de pellica para horneo e
senhoras do acreditado fabri ante Jouvio.
Fazendas para 'uto vendemos por monos
qoe em otra qna'quer parie
Ditos bordados na barra, de cambraia! Ajpacas, cantes, princezas, bombasinas
transparente, por #3000, muilo barato. cambraii freta, te. etc.
Deixamos de annnnciar rauitas outras fazendas por n5o se tomar extenso e en-
fadonbo aos nossos freguere.
lua 'la Imperatrlz u. 64.
FlfiElItEBO & LOPES.

BAZAR DA MODA
i


PE

C ^IIBEU

1Ra streita do Rosario N.1
t O BOM TOM
Acaba-se de -brir este importante estabelecimeeto demiodezs superiores com os
mclhores artigos de luso de moda para homens \#enhoras, vnriado sottmrnto de
perfumaras dos ma9 afamayio fabiicaotes de Paris eL- ndre, cora > secara iver. Lnbin,
Condray, Piuaud, Regand C*onneaux, Moopela?, societ-Hygieniq*1, (Sosnel, Rimmil e
Piesf-e Luhin, etc.,ttc. J
I tambem vnde cokbas e toalhas defustao a
otJOOO extraordinariamente bar.to, i na
dades.
JOS DE SOUZA SOARES A C.
Grande expsito
Especial sortimento de fazendas de algodo, linho, 13a, e seda, de todas as quaii-


Alta noviacle
O Musen Eleeante ra Estreita do Rosa-
rio n. 1 vende ricas camisa de cambraia
'de linho bordadas para nolva?, e tambem
de madapolSo 6no, bordadas e en'eitadas
de ntreme os a 403, *03 b 7-33080 a do-
ria. ,
L'ndos penteaderes-^oarnecidos de ntre-
melos e rends valeceioTie, ricas calcas d?
linbo bordadas e de madapo o, para stnho-
ras, b'lissimo sort nbos consa inteirameutq nov?, recebido pelo
ultimo vapor da Europa!
PARA BAP/TISADOS.
O Museo Elfgante receben o mai finos
e ricos enxovaes paraibapti-ados e tambera
lindos vestidos enfeitad]os p?.ra crianca, ra
Estreita do Rosario nt I.
llimalmoila.
O Museu Elegante receben os mais lindos
e modernos chapeos de b!ond enfeitados
para senhoras, e tamb;em de velludo e pa-
Iba para criancas, e est vendendo muito
barato para vender logo, a ra Estreita do
Rosario n, 1.
Flores es plumas.
O fosea Eleg?nleest vendendo as mais
bal'as llores e plumas que tem vindo ao
mercado, assira como rm lindo sortmeolo
de franja de teda preta coosa de apurado
gosto ra Estreita ,do Rosario n. 1.
ROTUNAS.
No Museu Elegante) vende-se botinas de
n. 20 a 3 pOara criancas a 23000 o par, e
Artigos da moda elegante, tanto para senhoras, como para homens e meninos.
" Completo sortimento de miudezas finas.
Grande dep'sito de perfumaras dos n ais affamados perfutristas d- Europa.
Variedade em objectos de phantasia para mimos.
Nova remessa de ricos livros p3ra misa com encadernacao de velludo, cbaic
esmaltado, e roadreperola, tanto para senhoras como para meninas.
Bello sortimento de lindas e modernas joias de ouro, como sejara : eade3S par
relogios, medalhoes, meios aderecos, brincos, broches, braceletes, collares, e abotoau- .
ra para camisa. ,. .
R'cos e?pellos prandes com moldora dourada a ouro fino.
R Has panorzmicas brancas e de cores, propiias p;in jardins o 'cornijas de ca>as.
Assim c mo temos a venda orna bella e perfeita embarcacao de guerra, fymbolo
da corveta S da Bandeira, e urna caixa com rica msica de pente acompanbada de
timbres'e rulo, tocando com a roior perfeicau o hymno do Brasil, Vid:i Parisierse,
M,trco Efpada, Flor do Cha, Fausto, Pericholle, os Dragoes de Vi lars, e Vigem a .
China.
Ifi aoma do Barao da Victoria%. ao
(Csqnlna da de auto Amaro),

KsU'ti'ado Rosar i) n. I.
Collar cteero.
Aiquo ataJ thegaram o, verdadeiros
eollat de Royer contra aronvu! da.-;
criancas e facilitando a deniicao, e siao e
vendendo 33000 no Museu Elegite
ra Estreita dt>. Rosario n. 1.
As de 5^ por 4^800
Na verdide barato !!,. Facas finas cabo
de bataneo com dois bolee a 43SO0 a du*
ria, om compiti sortimento -t colhe
Iheres de electro piale e facas com cabo de
marfim, too por preco baratinho .que ad-
mira, no Museo Ekgante ra Estreita do
Rosario a. 1. -
ArS MODISTAS.
NoMurea Elefante encontrara um com-
pleto sortimento de bico de blcnd branco
e preto, dito crochet, tranca e frsnjss de
seda de todas a ceras, gmnde sortimento
de gares de algodo coosa de lindos dese-
nhos, cambraia frai ceza bra-nea e preta para
forrar vestidos, rttroz de todas, a edre.
entremeio ebabados tapados e transparen-
tes e ?golhas -te ferro, osso e marfim para
crochet, roa Estreita doRosario o. 1.
Binf O Mueeu E!'gar.te vende rica vo'ts dou-
rada para genboras e tan bem meios ace-
rceos imitando coral, perola e gata ludo
por precos razoaveis, na-ra Estrella do Ro
sario n, 1.
ffit
SI
Naoca se vio uiq pro.cwso roaifljierfeilo e que ai"( cripta-t-ffre o chnqne 4e ncioa- toTtfm.o\
taja de tal forma a a!Wfazer a< fxigencias mais' se deromf.Or f ra,'?e os cidos ;ao tero accao so-
everat da frertptoratSo. i bre ella, piuitfl rr.eDos a accao dw tumpo pod*
A soa cori teidisima e nao precia tfoalguro pira sawns-rvar nn Itoteinj serrpre Nio fo ao cruimercio qne esta mea producto
eom a ne.ma cor, i- K>rra, crfcta, boir cu .em ve o ser. ntil 5 o? prifessores do lle|fc* invesii-
todas ess m kt agora cooheeid*; tDda mesmo dos memores eus dieipoios, lera i\ prov^iado esta tinta qoe
antore wiraugeiros. ccmrzo a acharan) ,-|ta para desenvolvere
Sofcreluio, e;ie "valawvet^fodaeto oso ataca as! postnos eitucandi, em conseqoeocia da belez
(Menas de a<, antes pelo qoptrario, a penna da rr e facilidado to correr na pequea pela oa
adqnire um ewftlta dourado qo>, seodo ioteres- liqnidei; Ha ex-=roi>!os de erincas qne bavi
truito lempo .titiham..nma repunnaDcia. exlrema
* t ^.*!n<4 Innn m.a fni a'niillila Pila linfa
atete, as.'s aroveiumo.
Esta tiota, nio nodo espiwislavnU rae copiar,
44coartado duas, iree,, ou.m.'iis. copias,um .n ez
Jepois de eictuti i pceciso, pbcm, dtixar-lha
papel bem ipo.'tiado rem o enxiTgar eom o mata- -t msoesto.
borSe, pow|ae nl> ha ovcode borrar, Para se; fsta tinta, par de ttots saDtagensk, ten ,qro.
para a e.ccripta, logp que foi sniitiida esla tinta
oo cotiegio, apoderou-ae deltas a ecriosldade e o
go: tOv'poaca lempo jdepcis o seu adiaotaawnto
Cura lapida e. i adied ios
cal'os
pela pomada Galopau
Esa pomada qce tao bons resultados tem colhi*
du a? pessoas que delta tem fe i :o uso acata de
chegar para o seu deposito especial..
NA *
Pharmacia e drogara 1
DE
Reribolcmeu A C.'rua larga do Rosaiio na-,
mero 34-
------------------------------------- ..,]
Ser pi- inas ou btraitu^c ^
No aimszem de Joaquim Antonio de Aranjo/tr
O, ra do Marqnrz de Olinda n. II, exbtem
o)iirraa-sfraphmas do nogoe,ira -eom exccltentes!
voies, se venden) barato, para ,ieabr.
Basquinas
^ MA?TELETE3'casaquiqhoa de ero-
gl chet pret' a 31 : roa do Crespo d. 25.
H GROSDENAPLE tranco a 14 o co-
R vado.
ao CHAI.S3 de renda pretos a j.
COLCHAS aJama-cadas 1 3|.
Basquinas
ata do grosdeoaple pr^-to de lindos enKits a J
S I8| i na ra do Cresao q. J5.'
__Vende-se barato,
afamados fabricantes
pierio o. 38.
plano, de um dos mais
tratar na do Com-
SUBAS!
B^xarop^e^aMrncricanb esppcialiirjc -e BrthWiiieosC
A LARCA DBUOSARISvU
No* coilnmimoi procurtr Maaudoa pui trtdiur
mi?o prepirados, e diimoi qne idi pplicaclo a o*
tultidoj obtidos peUs peaMMs^i* M digitran xceU-
'*, Ihe. dm redil* toe. ; porqa. ti Mmpre M 4ow.J
'.UMtidoi eonsulertdof gnluito, t delln qmTl*nci
tirar maia 4e.oa ct^*,tiiao>a.taUincraai
tas lirias qiuutas .cania* *o q mom
va-M corno original tirar urna tantas qnantaa
4efe]aovem que corl|p'al fique prejodieado
pela* oUti&
Oeccrreaiut *VI f 1r\1*l*W'*t mom
aobre a Uuta, qae muitas, veus qenv me&o
cal 04 tem.
r" lT1l*Jl.l^l'"*r ***"**
veno* tan*
aHpiaoto
*mmm
lan-tonco inconieniente, deteriora-fe ap
i-tirar,, mis oatra f5oslo!""r; c^nv^m pois te-la
contacto nt
em tirtefro*l
iseatos do. DMocr vi-Ion bre. fle outra lints, evp
lar eacptevw m aiponn ujt ae na pftparacao
4ifiVrente ,e incompativeI; verUicaoto i>U>i nao ba
razjfo para te usar ele tinta qne rao seja a VIO-
LETA EXTRA-PINA DE MuWflHRO:
Dirersai falsiOracSes e semelliaceaa f m ppa-
rocldo, cuja^nakitidada doidosa! Oa Srs.
^lapaaijajiJl ^ritar enaaso dirigttto>*e
1- eHdiai;.iBta.IqM^i
wai |if.wjnUDmte>H aoi oBVr
fie trtnicnptft, 01 fuemos poblie
teasa fraiklle pela sunalo, as
oteoaabtii
cer manifesuade "
Mfei
il4 aost itrope. larAoIomro f&
*rriaTaaa.
nas. Sri. Brt bolo meo k C. eom 1 anlrtaMoa
Ifr^t? 1"? >*&*?** fwaii>faa1canMlB.aia r
iMe*eia x(rnrd)aria, poii qnMftmi aa dias da, i
Vegetal Ataariano, da M.*aaapoiilor miada aat
acben bsManU doento de ena tTartipartai aaa a
tornea eaaiaivtiuMiai* roe e qoe iroax ism ferta
oaM. a aaftii laWlltaaaa amparo*.aesje.de*>*.
*'e"urA*!& *!* aarataaet-ttea ** :
eeatatow raaiab*kelmeiMo. qne ob. coa aa rlri ,
< aeam* awofa. dep*4* a* aate* Norrido-e Hilat
taaaavnioa.. Peaa>iaa eaa oatrea ama a
ao ata itrope para aren aliviados di
ala-kchafeaianisaotnaa ni qaeraute ffeaileraj "ptm-
loBVreeeraa,
"car man
. -sparando qaw vanbi ao aaa xirop pira ia-veran alitiaoi da U* tavitat
JlesorrotSorar-o ooaant*, .leeaaataaepa ua-aen- 4neoaaodo, ti* bul aetie pela. CoaW e*aMe-

rkaao a* V. awt|a tt>o*WieQ>* HeeaiaV
raaco: grite pea i eaaa resaludo a^aireaVat i ataoda aea*aeVa, "
Jfr3aSa*ia^ ^^
DROGARA especial
HOMEOPATHICA
DE
JOS' AL VES THENORXO & C.
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 3.
Jes* Alves Theuorio, professor em homeopaihia, teudo-se retirado >
laboratorio bomeopathico e consultorio de reu illustre o finado amigu o Dr.
Sabino O. L. Pinho, qne por muitos jnnos estiveram sob sna tjirecgao.tem- )^
se estabe'ecido sob a firma de Jos Alves Thtnoro A C, ra estreita do *
Rosario n. 3, oncto, animado pelacor.fianga ce m que honrar m-no os amigo?
da homeopaihia, lhe* oflereee e ao resjeitavel publico um completo so:ti-
mento de todas as preparcoes bomeopathicas conhecidas, recebidas das rr ai?
acreditadas casas de Londres e Paris, e indgenas, bem como tudo panto
a tronra-
>* diz respeito a homeopaihia e sua pratica, esperando qne continnem
^^ lo coma mesma conflanca, para o que n5o se poupar esforcos.
botica de
PRECOS DAS
CI.OBCLOS.
i 2 medie amerrtos
24
36
48
CO
120
10
20
305
405
TINTURAS
1 botica de 12 medicamentos
1 24
{ 36
l 48 *
I 60 *
i 1 120
25
40J
501
60-r
S5o otis es^as boticas aos Srs. mdicos, senhores de engenho, fazen-
de'rrfs, chefes de familia, :apit5es de oavio-s e em geral a todos quantos qa.-
zerem dedicar-se a pratica da homeop; thia.
Meieamentrs avulsos pelos presos das*on!ras drogaras, bem como
rjuocoLATE de L0Nt'i\E5 e do maraniio para uo dos doentes em tratatiiento
pelo syswma bomeopathico.

LO JA DA CONQUISTA
Sna do Cabug-a' d. 6
! Os donos deste tovo estabetecimento acabara de receber um completo sortneat&
de fazendas finas, das qnaes so mencionam os artigos aoaixo declarados afira de qne o
respeitavel publico possa fazer urna aproxmada ic!i de que nSo por meio de annnn-
cios que queremos acreditar nossa loja, mas s;m pea variedade de oDjeolos de gost: e
de moda que sempre co&tuiumos ter como s< j..in :

se-
: Rico 'cortes de blond para casamen-
t08.
~ Gorgtir5f> de sd; brznco e preto.
Dito dito de ores.
Popalina* tte-p&la brancas.
Dilas 'dttas.de cores as melboresdo mer-
cdo^
-.'R4)^eirtritd'osbordados para catea.
.pitos tutos de crochet dito.
'.Colzas, de crochel di.o.
*DitJraVla4ia,es!a dito.
Camiaaj > de linho bordadas para
nbfras.
Dttas^de i^emo, borrJdas
Dhsras.
itas bortWisbrisas para bomens.
Madu*Vsa) tt feVam-se a*s faiTrriPsem.qnal.iuer casa
W^G*'Btimer IMIDAC
A* ra do Oabugj u. 6.
H*atv% DE
AKTOKH) FRANCISCO SOS8
Lindos lencos de cambraia de linho bor-
dados,
Suias brancas bordadas.
prra se-
Granadioas brancas e de cre; prra ves-
tido.
Lidas alpacas e las para vestido.
Ricos enxovaes para r-aptisado.
Ricas chapelinas e chapeos pura senho-
;ras.
Liodos fnstes de cores para vestidos.
Fil d seda, e grinaluas para noivas.
Manlillias branteiras.
Cambraia fina de 2 largfOnr.
Bramante, Bretanhas e e?goi.e de li-
nho.
Tpeles grandes para gnsraidl.
que para isso nos mand'Enj


Pernambnco Q naris feira 9 de Agosto de \9f\
ASSELEA GERaL
I I I | -| ,
CMARA 00 DEPUfADOS.
DiacHSso do elemento uroil.
(CootiQuag
8a este par-jcer pscca pela improprio !ado
da Ama, oa substancia recorda o monstro
de Horacio.
Realmente, senhores, a primeira paite, a
ratroduccao, reduz-se a urna imprecag3o
ardeote do vigaris de Chri.no contra a es-
cravidio. O iliaslre sacerdote nio pula
aer mais ouergico, nem mais eloquente na
cadeira sagrada.
4 segunda parte, a a rga meo lar 3o, un
clcala egostico, urna transarlo poltica;
o pacto Ja religil cora a iniquidade.
Quarido a f Iba oGctal pablicoa este tra-
balno, eu que anciosamente o aguardava e
o taha +iti aoauociar como o symbolo da
concordia cara o partido conservador, ar
raei me da tapia, porqoe todos nos temos o
veto do lapis (hilarid.de); n5j privilegio
da realeza. Term;n)da a leitura, e*crev
no alto da pigua osla epigrapbe: Incesto
monstruoso do crrae cora a lei. (Mut>
bem).
Realmente, sen dores, desde qne no par-
lamento, peto orgio cfficial da maioria, st
declara do urna maneira solemne em uro
documento ocgamsad > com o accordo do
governo. que urna instituida) barbara, ini-
qua e torpe; que ella reprovada pela io-
ligilo, pela moral e pelo direito ; que est
condemnada pela sencia e pelos intereses
vitces do um povo: deixar essa institu
cao mais um da de existencia, consentir
que ella coatinud a contaminar o paiz, ,
sniores, am crime de esa-nacio c de
lesa-humanidade. (Mijitos apoiados). se-
nbores, obrigar a lei a consagrar urna isa-
moralidad^, urna torpeza, um escndalo.
Se urna loi seraelhante fosse votada, en
nao a ftderia comparar senao essa Va,a
Venas de qe se falla no parecer da Ilus-
trada commissio (hilaridade prolongada)..
Eo nao a poderia eora;>arar senao esja
Vaga Venus, se a deidade pagaa livesse o
arrojo de apreseoar-se perante orna socio-
dade chrisla com a mascara da virginJa 4e.
(Muito bem).
Coso podereis nunca mais, vos emanci-
padores, exigir daquelles a qnem essa ras-
tituicio oifende, que a respeite i, se vos
mesmus a quilificais de violencia e eslw-
Iho ? Canto podereis nunca mais garantir
direitos qae tosis de alternados?
Nao recetis que esses a quem a insti-
tuico offende repetindo vossas palavas
vos digara: < Re g 5o, moral religiosa e
social invocan) de raaos dadas a extinegio
do capliveiro ? E~se ells brindo vosso pa
recer, deseurolvendo o vosso pensamento,
eservindose da vossa propria phrase vos
oterpearem por e os cruzados da civ;lisagio, somos os solla-
dos do Ctristo, emo elle nos exalteraos
nesse oolro servile supplicium. Temos,
pois, o direito de resUtir-vos e al o de pu-
Bir-vos, a vos qne sois os reos confessos
da violencia e do esbulho ?
Que responderis a isto ? Que podereis
oppr aos vossos argumentos convertidos
em amasas* sociedade? Como poiereis
conter orna impaciencia, um desespero que
ser vossa obra ? (Apoiados).
Senliores. e-ta lingoagem tanto mus
condeoinavcl, quanto ella parte dos am'gos
do governo o dos orgaos da maioria. Se
em urna opposicio, despreocenpada dos en-
cargos da administrado, ella seria censura-
vel, o que diremos partindo ella do governo,
sobre o qual ter de pasar a tremenda res-
ponsable! h! ) da execugio desta- lei, se por
infaiicidade do paiz ella for lei ? (Ap in-
dos).
Seuho.-es, esse parecer da comm ssao
mais urna presumpcio vehemente do espi-
rito conspirador de qae est animado o go-
verno ; 6 mais urna prova de que se pre-
tende provocar a desordem para decretar-
se por um letb de dictadura e e&iincgio da
eseravilio, em ora sobre a ruina da pro-
nriedade, sobre a miseria publica, sobre o
descalabro da sociedade.
OSn Aiaujo Lima:Romance de mi
gosto.
O Sr. Fontks :E' a consequencia das
doutrinas do parecer da commissio.
O Su. J. he Alocar :Passo por alt),
senbores, o a tervo das contradiccoes que
pullulam un parece*: e me limitarei ao
simul esse t non esse da propriedade ser-
vil. Ora, ( par sera ioJemi.isacSo um attentado n-
qualificavel, urna violencia. Ora, (no c 21) tratando se da libertado do ventre, para
justificar a expoliado dos fructos, nega-se
ao dominio do seuhor at o nome de pro-
priedade.
Eslas contradiccoes teem urna causa.Nao
ba na Ilustrada maiorh urna opinio ; o
que ha sao aspirantes divergentes, hecte" j>-
geneas, travad.s de receios e apprebensoes.
Falta o nex> para as consolidar em urna s
convieco, cm urna s idea.
Por isso cada trecho do parecer revele
urna duvida, urna indecisio, urna iacoheren-
cia. (Apo.ados).
Senhores, o nobre relator da commissio
Stfreu urna censura de que eu o nao de-
fendo porque S. Exc. nao carece de minha
defeza; lem o'a de sobra em seus honrosos
precedentes e nos louros tantas vezes co-
midos na tribuna sagrada como na profana.
Mas entendo, que S Exc. foi injusto ar-
gaindo os autores da observarlo.
Os culpados dessa censura foram o gabi-
nete primeiro, e depois o nobre relatar,
elle proprio.
Essa i 16a da emancipacio para o gabi-
nete urna importado estrangeira, um pro-
ducto de fabrica europea consignada ao dono
da trra. Nada mais natural do que sup-
pdr-ae que se procurasse um estrangeiro
para dar proposta certo resaibo de a m-
mar. (R sacias).
Quanto ao nobre relator, devia conter a
soa admirado por certo estylo romano, re-
clieiadoda^ridicio, que estamos habitua-
do* s*sroi aos jornaes surgir com a ru-
brica de l'EpamiQundas ou de Cincioato;
poitsfci ssa admiracio o qae compro-
nietteu. y
Senhores lenho anda urna observacio a
fazer a respecto do erudito parecer da Ilus-
trada commissio.
O prembulo desse trabalho recerdou-me
algomas palavras de um Ilustre ministro,
de om orad r bnlhante, Canning: palavras
repaasaJ?s de alto senso pratico e eminente
tacto poltico, dotes predominantes daquee
estadista.
Qoando em maio Je 1323 Buxton apre-
senou sua proposta para a abolicio do ele-
monto-servil lecorrou tambems declama-
g s i
poad u-lho as.m
orna p.-ofutJa repagnx >do vejo o leste fwto
nome do (hrlsiiansmo trraMo para urna Oqej
qncslo pailimeBUf. A retfifc def?,! se lrviva
duvida, moralisar os actos e coniiooca
dos ministros, como dos individuos, mas
mao fazer delta am argumont > em favor de
um plano po'itico, embora louvavel. Eo
poderia citar exemplos das pessimas conse-
joencias que dessa pratica resultaram em
todos os tempos.
Eis as pa avr.s do ilustre orador. Con
vido Ilustrada commissio a ler'esti parte
do brlhanted!curso do t mnente estadista,
e ah ver o desenvolvimanto qne elle Ihe
Jeu naquilla these de orna alta e sil ver-
dad-).
A grande rinude e excelencia do cbiis-
tianismo est justamente em que elle se
amo'da a todas as condicSes sociaes. (Mili-
to i apoiad s). Elle manda, conforme o
Evangelho, dar a Cesar o tributo, a obe-
diencia, e a Deus a prec, a consciencia.
Se realga todas as grandezas, consola todas
as miseria, todas as dores deste mondo
(muit >s apoiados); se ui esplendor para
os res, um refugio para os captivos. A
todos, grandes e pequeos, Ilustro e obs-
curos, ricos e pobres, a todos ella aponta
urna esperanca iaeffavel; a esperanca de
urna vida melhor. (Muito oem).
Christo disse : .Meu reino nio deste
mondo r Que significara, o dizer estas palavras senao que a religo
n5o deve jamis nter r as lulas poli
i cas ?
O Sr. Pinto de Campos : Nio esta a o-
terpretacio do texto.
Su. J. dk Alocar :A religiio a luz
que se diir.nJo pela huraanidade ; ella pu-
riflea a nossa consciencia. exalta a nossa
alma, regenera os costumes; mas ni) ,
nlj deve ser nunca una arma poltica, um
rastra'uenio dn reforma. (Apoiados).
Senhores, eu poderia ioterpetlar a nobre
commisso como Canning fez com seus ad-
versarios e dizer-Ihes: Se esliis plenamen-
te convencidos de que o ebristianismo re-
pugna com esta inslituicio, com i toleraos
jneelh subsista um instante ? Cont pe-
lis atender a considerabas qoiesquer de
prulencia ?
Antes de trazer como argumento' poltico
para resolver urna qu-stio social e ecoao-
raioa, os textis da sagrada escf'ptura, de-
via a Ilustrada comraisso attender a estas
palavras do apostlo : Serv, obedite do
min carnabus aun limorc el tremore in
sunplicUate cordis vestri, sicut Christo.
Servo-, obedecci a vi-ssos senhores corpo-
raes com temor e tremor na simplicida-Je
de vos o corato.como obedecis a Consto.
Nao aqoi neste recinto que a rel'giio
lera a palavra, mas na cadeira sagrada de
onde s-:u veri o inspirado deve infundir nos
costumes um espirito benfico, apressando
a rovolocjlo moral que leude a extinguir b
captveiro mais breve do que se pensa.
ahi que o christianisra > deve exercer soa
augusta rassio, apjstolando 9i pov s, p,)i>
essa a maneira por o,ua Deus legisla para
a consciencia.
Es'.ou inpaci.nt'', senhores, para provar
com u..i exame succinlo da proposta as con-
sideraces que tcut.o feito, mas desejo antes
disso tocar na face poltica da questao.
Ha quesloes, originariameale polticas
porque se pren lera ao raechanismo do go-
verno, e interessam melhor directo dos
negocios publi;os. Jotras ha que, embora
por sua natureza stranhas s lulas gover-
n-'inentaes, assumem couitudo pela sua gra-
vidade e importancia um carcter altamente
poltico: neste caso est a quesliocalbolica,
oo aeio
fgoraram
pal
qae ie fala na imprenaa e
impulso dadoj ao movioMnto WBMo mi
daas faites do tbrono, de 1867 e de 1868.
Foi essa attitude qae o paiz teatemanhou;
foi esse espirito de i-mc^o contra o pensa
ment emancipador dos liberaos, o que na
oppesicio dominoa o partid > conservador.
(Apoiados.) Nio se aponta jornal de crdi-
to, oem bomem de alguma importanci i, que
em nome do aosso partido, baja sustentado
na imprensa ou na tribuna a emancipafi >
directa, como aspiracio dos conservadores.
Talvez app-recesse alg-ima soggestio indi-
vidual, orno simples doutrina de eicriptor;
mas cousa differenie urna opioiio. um
dogma Ue partido, e as elocubra5es do po-
b testa e phlosopho em seo gabinete.
Iuaogura-se esta situacio eoi 1868. bre-
se a sessio de sua primeira legislatura, le-
gislatura solemne, porque fra provocada
por um appe.lo da corda naci, em ir-
tude de urna profunda mudanca da pilitica.
A falla do tnroni, documento aotbentico da
nova situacio e sea programma, fosado
um contraste patente com os dous anteriores
discursos da corda, calou-se a respeito da
|H^^Vtendo aquella illostie esH
joestlo da emancipado, de-
via o rtido conserrador pensar da mesraa
forma, adoptando a opiniio de seo chefj.
o oobre aiinistro de am par-
Psnsa elle que am chefe de partido
o retome em si ? Nio pensa va assim de
certo Mostr estadista brasileiro um dos
horneas mai- pipulares quetenbo conheci-
d^; elle possaia duas grandes qaalidades
politi;as .* sabia querer, mas tambem sabia
atleader.
Foi, portanto, infeliz e nobre ministro da
jostica como foi lambem boje o' nobre mi-
nistro da agricultura qoando invocou por
sua vex o nome Ilustre do conselbeiro Ea-
zebio, como orna autoridade em favor da
emancipacio directa. E j qae toqaei nes-
te ponto responderei esta parte do dis-
corso de S. Exc, e contestarei o argumen
tu empregado pelo nobre ministro e p r
muitos oradores que se tem occapado cora
este assumpto
Invoca-ss o g'orioso facto da extinecio
do trafico em 1850 como urna prova bulo-
rica era favor da emanciparlo directa. En-
gao manifest : a siguificaco desse aconte-
cimento e inteiramente contraria. Ele re-
velado urna maneira inconlesUvel que o
partido conservador sempre esteva conven-
cido da necessi lade de deixar que o pro--
emaocipaco ; guardou sobre essa questao fcaia da cmancipagio seresolvesse p r si,
ura silencie eloqjente. E por quem;fra \fm urna transformacSo lenta e pda revolu
Inglaterra ; a exicfSo dos conventos na
Blgica, a secalarsafio dos bms eclesis-
ticos na Italia, e a questao da emanciparlo
em nosso paiz
Illudem-se completamente aquellas qae
pretendem tirar a esta quesloloda a cor e
significado poltica. (Ap.iaios).
Assim iiludia-se ha poaco. nao s na de-
monstrarlo dos factos, como em sua apre-
i'iago, o Ilstralo .ministro da agricul-
tura.
Emquanto, senhores, esta questo absor-
ver a vitaliedade da nacao, nio ha, nem
pode hner, pelo menos durante a perma-
nencia da lula, seno duas opimo.'.i polti-
cas, dous partidos, o dj emaocipaco indi-
recta, e o da emancipacio direcia e inme-
diata.
E' esta urna sitiiacao lgica inf.ilvel e
fatal; nao possivj.1 escapar-lhe. Apoia
dos.)
Tenho muitas vezes repetido nesta casa
que a emancipacio directa nao a idea do
part lo conservador (apoiados): e com es-
panto vi contestarse esta proposifio, que
eu considerava e considero o enunciido
de um facto geralmeote reconocido. Com
espanto obseivei essa contestaco especial -
mnte da parte do nobre presidente do con-
seibo, quando no debate soore a viagem im-
perial me fez a honra de responder, e pelo
ubre ministro da agricultura, -que ha pou-
cos listantes se emptnhou em refutar-me
nesti ponto pelo grande i deresse que tinba
de subtrahir o governo severidad da cen-
sura, que pesa sobre elle e que defin aqai
ba .lias recordando o exemplo de Robeit
Peel, quando apartou-se do seu partido para
resolver com o apoio dos adversarios a ques-
to catlulica.
Poderia, senhores, apresentar-me aqu
acastellado em um baluarte de livros, e ler
a esta augusta cmara longos trechos de
discursos dos membros da opposicio coc-
servadora em 1867, e os eloquentes arligos
editoriaes dos orgios legtimos de nossas
ideas na impreosa. Mas de que servira isto
hoje, que as abjuraces estio emmoda?
e que servirla isto quando os acrrimos
impugnadores de bontem annnnciam-se boje
at pelos jomaos como promptos para se
ncumbirem da tarefa ? (Apoiados)
Na situacio actual, relaxados como esli
03 lagos da disciplina, alguna polticos de
ceita importancia julgam se com direito de
parodiar o dito de Loiz XIV, e dizem : < O
partido soa eu ; inclino-me emancipagio ;
logo o partido conservador deve ser eman-
cipador. >
Ha um engao manifest nesta aprecia-
gao ; as ideas de m partido nio sio as
opiiies individuaes, embora professadas
por bomens eminentes; nio, senhores, aa
ilas de um partido sio aquellas que rece
bem a consagrjgio da maioria (apoiados);
aquellas s qoaes a imprensa e a tribuna
impriraera o cunho da publicidade, que o
baptismo dos partidos nesta forma de go
ver no.
Se em 1867, se duranle a situacio pass
da alguns conservadores eminentes, q
orgaoisado esse primeiro impottanta docu-
mento? Pelo ministerio que inaugurara a
situacio ; pelo gibinete seu primognito,
presidido pelo venerando chefe do partido.
(Apoiados.)
Qoaes as vozes conservadoras qae se er-
gueram n > parlamento, quaes as. opiaioas
que se apresentaram na impreoss comba-
t-ndo o gabinete de 16 de jutbo, ota hosti
lisando-o por essa exclosio, a qual tinba ama
significaran e alcance bem manifastos e ex
pressv'os, e que todo o paiz immediatamen-
te^comprehandeu ?
A resposta falla do throne foi votada
nesta e na utra cmara aem o menor re-
paro. (Apoia los.) N) decurso da sessio,
ao passo que a op-osgSo liberal nos aggre
dia com \gor, nao appareceu na maioria
nenhum symptoma de de.-contentamento,
nenbum indicio de hoslilidade ao gabinete
por este facto. Ao contrario, o espirito da
cama: a repugnara tocar nesse melindroso
assumpto, como prova o (acto do sobre mi-
nistro de estraogeiros; facto a que ha poa-
co referio-se o seu illuslre collega, ministro
da agricultura. Apresentando S. Ixc. um
proj-ct i que apenas continlia urna medida
indirecta, loa ge* de encontrar a. mL^saa
adheso ni casa, a inqoietou a ponto que o
sea boje distiocto collega, ministro do im
perio, atemorisado com a iaieiaiiva, receioso
de que se tocasse na dea, e m despertaase
a atiencio publica para ella, pedio imme -
diatamenteo adiameuto doprojecto. (Apoia-
dos.)
O Su Ministro da Agricultura.d um
aparte.
O Su. J. le Alencar : E' em 1670 que
muda a prospectiva; d* repente surge no
seio do partid) conservador om comsco de
propaganda abolicionista. Desde eolio....
Apezar das reclamacbes do governo e ilos
protestos do nobre ministro da agricultura,
a conviegu est profundamente* calada na
opmiio publica. Desde entio firmou-se a
idea de que a emancipagio e a oseada de
Jacob pela qual onicamente se pds subir
ao ci do poder. ("Apoiados.)
Foi entio qae ea apresentei usa projecto
em que procurando restabelecer o lotdo
partido em relago a essa importante ques
ti o, collig algumas medidas indirectas, de
a relorraj commercal e tantas outras na urna applicagio mais suive, e eotretanlode
resultado mais efflcazes. Esse projaelo tam
bem passou desapercebiJo, como passari*
tolo aquello que nao consignasse a idea fu-
nesta da lber.agio do ventre, idea que'vi-
nha de cima.
Sen .ores, o que digo neste momento, j o
exprimi com ootro bnlhoeotAra eloquencia
o Ilustre deputado pelo 4o distcjcto do Rio
de Janeiro, no debate do voto de gcacas,
quando demonstrou com documentos par-
lamentares de grande valor histrico que a
emaccipagio directa nonca foi idea do par-
tido conservador. Os documentos em que
se apoou o Ilustre orador erara de quilate
superiur aos que recorreu ha poucos mo-
mentos o nobre ministro da agricultura. O
Ilustro deputado jogou com discursos e
outras pegas em que estio consignadas as
ideas e opinioes do partido, duranle a op-
posicio. O nobre ministro nvoon apenas
ira bal los administrativos, e do lempo em
que a propaganda j tinha invadido o nosso
partido : de poca posterior inaugurado
desta situarlo. Podem acaso simples rela-
tnos de presidencias de provincias pre-
valecer a documentos solemnes como os dis-
cursos da cora de 1869 e 1870 ?
Demais, senhores, o-alcance daquelles
documentos nio qual pretenie o nobre
ministro. >
Nos reUorioj que leu acha se o pens
ment que todos parulhamos, que ressiun*
bra do paiz inteiro ; de extiaguir pelo sfor
go commum, unnime e espontaneo da so-
ciedade este mal que herdamos des oossos
antepassados. (Apoiados.)
Mas entre essa extinecio placida e nata-
ral, e a extinecio violento por meios direc
tos como pretenda o governo ha am abys-
mo ; e um abysmo immenso qae nio v S.
Exc. nem o gabinete porque, esli deslum-
hrados por urnaincomprebensivel fasenago
nesta questio do elemento servil. (Apoia-
dos.)
Engaase o oobre m'nistro quaodo pre-
tende demonstrar que essa tendencia do es-
pirito publico para a emancipacio favorece
aastic
reforma pr ojela da, quaodo ao contrario a
repelle. EngaD-se qoando se esforga por
apresenlar-nos em contradigio com a opi-
niio do paiz : e em contradicho com os oos-
sos proprios senliinentos; com o desejo de
ver desapp recer a escravatura do seio da
sociedade brasi:eira. Nio, seahores, ni)
ha contradiccio, ao contrario justamente
pela cooanga qae temos todos na eievago
do carcter brasileiro, oo melhor amento dos
costumes, dos impulsos do espirito publico,
na aego eicaz da opno,qaa dispensa-
mes a intervengio directa do governo, e a
consideramos fatal,
Como responden, senhores, o nobre mi-
nistro da jnstig i no debate do voto de gra-
cas vleme argumentagio do illootre de-
puta lo pelo Ro de Janeiro ? Baleo da ar-
gumentos, sentmdo vacillar o solo em qae
pisava, amparou-se de um grande nome
magni nominis umbra.
Evocou a memoria veneranda ao^conse
iheiro Eusebio.
Com alguns trechos do perecer dado no
Ci i social dos costumes.
E' crenga minha que seos dous partidos
julgassem exequivel promover a extinego
da escravatura por um go pe de estado, por
urna, posigio da le-, o partid) liberal que
era entio o paiz inteiro o teria feito nain-
dependencia de envolta com os enthosias-
mos democrticos, e o- partido conservador
a consumraaria em 1850 quando acabou
com o trafico. Era. verdade nio nana cir-
cumstancia mais azaJa para a grande trans-
formagio do que e>sa em que o captveiro
pela srdida cubica dos negreiros se apre
sentava sob om aspecto repuls vo e hedion-
do. ( Apoiados). Mas* o partido conserva-
dor anda mesmo naqn-lla difficil emergen-
cia, quando o canhio raglez troava nos ma-
res territoriaes, insultando nossa soberanii;
quando era talvez mais fcil extirpar o can-
cro, do que impedir que elle se d;senvol-
vesse, burlando todos os esforcos emprega-
dos para extinguir o contrabando, que zora-
MVa da mais poderosa esqoadra di mundo;
o partido conservador reconheceu que nio
devia promover a obra da emancipacio di-
Hhi.
A explicacio que se costuraa dar da in-
coherencia actual de urna fraego do parti-
do conservador bast nte jconhecdi. Di-
zem que em 1867, nio combateo a eman-
cipacio directa, mas sim a realsagio im-
mediata da idea.
Cmpre fazer mais jnstiga ao b mvsenso
e ao criterio do povo brasileiro. Aquelles
que lram as discussSes da opposi. > con-
serva lora e os artgos de sna impreca, re-
conbecerio que essa razio da opportunda
de nio passa de ura sopbisma. Realmente
nao sera essa escusa de que a opposigio
conservadora se opirazera emancipacio di-
recta em consequencia da guerra do Para-
guay, e das circumstancias anormaes e gra-
ves em que se achava o paiz.
Censurei o gabinete' 3 de agosto, como
censuro o gabinete', de 7 de marco p r ler
aventado semelhanie idea, e iniciado urna
reforma desta ordem. Mis, pres indndo
do (ando e sabslaAicia da questao, para s
considera-la em relago opportumdade,
emendo que a posrtjo do gabinete de 3 de
agosto superior. \
otavamos entio Vom. nimigos sem es-
erapolos que langavam mi de todos os re-
cursos. A mprenga) europea apregoava
qae a guerra entre o
era a luta do princip
o principie da liberdad'
emissarios do dictador
tridos lavradores procu
sublevacio. Nastas cir
vocagio official que eu
gesto da falla do thr
desmentido irap-ensa
vo contra os eforgos d
tos, se porventora exist
Actualmente nio estaknos em guerra
verla Je; mas oem por sso a poca mais
favoravsl para a emaocip acio.
C aspecto do paiz t Ivez mais sombro,
as circuatandas sio la vez mais graves e
delicadas. Nao quero in ;utir terrores, mas
omento que nio devemo:, desprez ir os con-
seibo.-.'da prud-ncia, qnando lies lem por
si a ligio da histo-ia.
Racordai-vs, senbores, q e desde o se-
clo passado nenhoma ,commo;io abalou
essa medulla do mundo -civilisaJo chamada
a Franca, sem que sentsemos a repercus-
sio do ch -que. O arma de 1789 produzio
a inconfidencia e os movimentos percuso-
res da in lependencia; 1830 a abdicaco ;
1848 a revolocio de Pernambuco ; e quan-
do era 1871 a sociedade se convulsa quan-
do se langam no paiz os germens de urna
revolocio.
Porlanl, admira-me que, havendo quem
achasse inopportopa a situacio passada
para realizar-se a emancipagao, por causa
de omi guerra externa e remota; julgasse
atado para essa transf rmago o momento
em que a paz publica e a ordem socid es
tremeciam em todo o universo.
Sanhores, chego emfim ao exame da pro-
posta. Nio fare um exame technico dessa
pega-legislativa, falta-rae o lempo, e nem o
momento o majs proprio. Apenas des-
creverei em largos traeos os funestos elid-
ios que ba de prodozir no paiz esta refor-
ma imprudente.
A liberdade compulsoria, a pretexto de
salvagio, tu de arbitramento orna arma
perigosa que se forja pira os odios, as in-
trigas e malquerencias das localidades ; e
com a qual se ba de violar o psylo do ci-
dadio, perturbar a paz das familias e espo-
liar ama propriedade qne se pretende ga
ran'r.
A liberdade do ventre essa, senhores,
iniqua e barbara. (Apoiados.)
E' iniqua, porque concede a liberdade
prole e a aega gerago actual, chela de
servigos e de dedicagio. ( Muilos apoiados
da opposicio.)
E' barbara, porque coodemna a prole in-
nocente ao abandono, o que significa a mi-
seria e a morte
Senbores, om fa:lo reconhecido a mo-
deracio e dougura de qae se tem revestido
sempre e anda mais nos ltimos tempos a
insii-uigo da escravidio em nosso paiz.
(Apoiados.)
Nbssos cosamos, a ndole generosa de
nossa raga, impregnaran essa rastitaicio de
orna brandura e solicitado qae a transfor-
perio e a repblica
da escravidio com
Correa at que
ercorriam os dis-
d'o fomentar urna
umstancias a pro-
io approvei, a sug-
o de 1867 era o
uropa, e o reacti-
ses agentes secre-
m.

respeito, manifestarara-se fivoraviH caoii!coD$e!bo de estado preteadea S. Rae. de- Imaram quasi em servidio.
Q tem de nos. senhores, nio t .ve occa -
siiii de >er, oma e muitas vezes, no seio
da familia, a mii querida e respeitaia. re-
clinan o-so sobre o leito de dor onde jazia
o escravo, nio levada por interaatt mesqui-
nho e srdido, mas polo rapoUMesfe sen-
timento da caridade, qae o resplendor da
senbora b-asileira?
Pois bem, se com a nossa impaciencia
soffocarmos esses sentim-ntoj generosos,
sa supitarmos esses sentimentos benvolos;
se crearmos o antagonismo entre ragas que
v.vram sempre unidas, relribaindo ama
com sua prote-go os servios da outra,
oi) receiaes que desappirega de repente
esse carcter de m deragio e caridade ?
Eu, por mira, confesso qje estiemeco ;
a. pensando quanto as paixoes traasformain
s bomens, prevejo urna hecatombe de in-
nocentes. (Apoiados da opposigio.)
Maditai bem na vossa obra ; des desunir
aquillo qne Daos cieou para viver nnido ;
idea separar as ragas, as geragbds, as fami-
lias, por um sbysmo mraeoso, o que se-
para a liberdade da escravidio Semeiais
o olio, a invejj, a iagatidio, onda s de-
via reinar o amor e a ternura.
Quando liverdes dito ao escravo : tu, o
amigo dedicado da familia, que para se:y
la coasnm ses as forv.is, que trabalha.-te
para a riquezi do casal e a prosperidade do
paiz, tu sers es;ravo eternamente, para ti
nio ha esperara;.i, morreras como na ceste ;
mas teu lilii.i ser livre, e nio por premio
dos t.ras servigos, em re;omp8n>a da toa
dedicagio, mas por mero effeito do acaso,
porque nasceu boje em lugar de ter nasriJo
tiontem...
O Sr. Gama Cerqueira : Pela belleza
do systema!
O Sr J. db Alencar : Tena outros
lilhos stro esenvos como tu, porque a lei
nio os favorece, mas aquella nasce livre
cidadio, e, quem sabe, teu futuro senhor!
Quando a lei do meu paiz houver fallado
essa nguagem impa, o lilho ser para a
pai a imagem de urna iniquidade ; o pai ser
para ofilh) o farreteda gnomiiia; transfor
macis a familia em um antro de discordia ;
criareis um aleijio moral, extirpando do
cor agio da escrava esta fibra que p a Lita
at no coragio do broto, o amor ma-
terno !
Esta i lea do ventre livre sinistra, se
nitores, e admra-me que a Ilustre comms
sio, lendo-a estudado lio profundamente,
nao se iembnsse das pa'avras do duque
de Broglie, escripias no memonvel relato-
rio, tantas vezes citado, que elle apresen-
lou coma pre i lente da commissi) nomea-
da em 1840 para tratar da emancipagio
dos escravos das co'onias francezas.
Para o .lustre pub.icisla e profundo ju-
risconsulto a emancipagio do ventre equi-
vale a crear familias, hbridas, pas sem li-
lhos, filhos sem pas ; rooba toda a espe-
rangasaos adultcs, condemnando-os ao cap-
liveiro perpetuo; desruoralisa o trabalho li-
vre, misturando as haoitaces, livre3 com
osera- os, e garante ao proprietario nica-
mente os relaxados, os pessimos traba-
Ihadores.
Eu accrescintarei que essa dea da lber-
tagio do ventre desorganisa o trabalho li-
vre, dando-lhe por exemplo e meslre o tra-
balho escravo; ao mesmo tempo aniquila o
trabalho escravo, pondo-lbe em face a todo
o instante a imagem da liberdade. Final-
mente, contamina a nova ge raga >, criando-a
nu seio da escravidio, ao contacto dos vi-
cios que ella gera. ( Muilos apoiados da
opposigio.)
E' ootavel, Srs., que o governo brazilei-
ro, era vez de acompanhar a liga) das na-
ges mais adiantadas, dos estadistas mais
Ilustrados, seguisse justamente a trilba dos
paizes mais atrazados. Essa idea da liber-
tario do veotie foi sempre repellda por
Inglaterra, Franca e Estados-Unidos, e ou-
tras nagdes. Apenas a adoptaram Hespanha
e Portugal.
O Sr. Presidente do Conselho : -Nio
apoiados.
O Sr. J. de Alencar :Sim, senho-
res, apenas a adoptaram Hespanha e Portu-
gal, e isso mesmo porque ahi bouve a pru-
dencia de acorapanha-Ia de garantas efiiea-
zes para a gerago actual.
Longo seria pintar o qaadro dos effeilos
funestos que ha de derramar essa lei em
nosso paiz ; por esses breves tragos, os es-
pirilos refleclidos poderio prescrular o abys-
m > profundo em que nos querem precipitar,
Nio de cerm por esses meios, subver-
tendo os dogmas sociaes. aniquilando a fa-
mi'i), degradando a especie humano ao ni-
vel do bruto, deslruindo os mais nobres
estmulos do coragao, e substiloindo-os
por paixoes rancorosas; nio deste modo
que os pretensos apostlos da liberdade e
da civiiisagio hio de consommar a soa
obra.
Por mira, com a mao naonscencia, Ibes
digo que sisa ioslitui;So condemnada e re-
pellda, duranta tres seculos que tem de
exi-tencia em nosso paiz, nunca os seus
dias mais lgubres teve o cortejo de cri-
mes, de horrores e sceoas escandalosas que
ha de produzir essa dea da libiliaro do
ventre. (Apoiados da opposicio.)
Sen ores, nio defendo aqui nicamente
os iotererses das classes proprietirias, de-
fendo sobretudo essa raca infeliz aqne se
quer sacrificar.
A causa da emancipacio esponla nea ha
muito que est vencida no coragio do povo
brazileiro (muilos apoiados); diariamente
se reprodozem os exemplos de manumis
soes. E' admirare! o aspecto que apresen-
la o nosso paiz;' todas as classes porfiio na
pratica de.-ses actos. (Muilos apoiados. )
A eslatisiica era 1869 d-nos urna prova
da rapidez com qae marcha essa revolugio
moral. S na cidade do Rio de Janeiro
bouve 14.000 alforrias. Este algarismo
cloquete; elle significa que em menos tai-
vez de 20 annos a escravidio estara por si
mesma extracta. (Mutos spoados da op-
posicio. )
Entretanto o governo, com a sua preci-
pitacio e impaciencia, demora a selogio da
questio e perturba a revolugio social que
devfa trazer o resollado por t,dos deseja-
do, sem abalo e sem commogao para o paiz.
( Apoiados da opposigio )
Tenho feito o mea protesto contra esta
reforma, tenho tumprido o penoso dever
que me imponha a consciencia. Haveado-
me opposto a esta idea desde que a pri-
mara vez assr.mmou no paiz em 1867,' a
atacando-a na imprensa, sob o psendonymo
de Eramo; havendo na q alidade de mi-
nistro resstido francamente a cora na
prooocio desta reiorma. cujp.nroiecto,
elaborado pelo conselho de Esi||Aundei
archivar na secretaria da jostica par ser
entregue ao mea aaccessor; havendo c
tantateme combatido nesta tribuna seme-
liMom medida ; so devia corresponder so
comproaMsso que eontrabi por estes prece-
dentes.
Vozgs da fTosico : Maito bem I
Vozss ba masmna ;E* coberect.
O Su. J. se Alencar :Eotsodo qae o
gabinete collocoa-se n'onu posado Ir-
te. ..
O Sr, Araujo Lua :BeilismBI.
O Sr. J. de Alencar : A o pjisso qae
derrama o susto e a coosternagio no paiz,
nem ae menos espa os elogios e i admira-
Ci daquelles qne lbe inspiraram a Mea.
A sociedade abolicionista -da Europa re*
pella a emancipacio por meias medidas,
quer abolicio completa; e senao, leiam as
palavras da carta que ella dirigi ao befe do
Estado. Ahi se diz qae meias mediase sio
sempre mais preju liciaes qne bimeficas I
que perturban), envenenara, prejudiesm a
sol ocio da queslio-
Um loquete abolicionista, CocUo, as-
sim enunciava-se : Nio se reforma oca
crime, suppnme-se,
E' este o dilemma terrivel em que esti
c illocado o gabinete. Sd me fossf permil-
tdo, j que a iliustre commissio coaparou
a emancipacio a um drama em qua usar de urna imagem anloga, tirada do
palco, eu dira ao governo que esui questio
assoma em face delle como aqaelle grande
oroblema do Hamleto, que temos visto lio
eloqueotemente imlerpretado pelo sublime
trgico: To be or not be I Sar oa
nio ser, brada ao governo esta irstilucao
tres vezes secular,
< Ou sou am direito, ou soa ura crime ;
ou sou a lei, ou sou a violencia ; ou aso a
propriedade ou son o esbulho; ou me ha-
veis de sopprirair, ou me hiveis da respei-
lar! > Eotretamo o governo nem a respeita
nem asupprime; de ura lado offernc direitcs
garantidos pela constituicoo ; do outro lado
olTende sentimentos e principios qo sntoca,
mas a cuja real.zagio ubrigad a eva-
dir-se (Muilo bem.)
O nobre presidente do conselho lem as-
sistido a esta discussio ; tena i feito a
Ivmra de ouvir calmo, sereno e al as
vezes risonbo. S. Exc. assiate a asta dis-
cussio como assistiria a um brjndte daquel-
les que o tem muitas vezes eslejido nos'
grandes banquetes diplomtico.
Eu me record deque um granJ) esta-
dista, chefe de ura gabinete forte, bomem
de carcter enrgico, o illusare. Ganniog,
quando se discuta igual questio.{iO parla-
mento inglez confessava qne nunca tinha
entrado era discussio parlamentar alguma
son a pressio de to graves difliculdades.
O nobre presidente do conselhc mais
animoso ; nao se abala com a perspectiva
das consequeocias funestas qae esta refor-
ma pode produzir no paiz. S. Exc v
lmpidos os honsontes qoe para nos estio
pejados de tormentas. Urna vez intima,
como echo remoto, trazdo pelas trizas de
a n-rnar, repercute em soa coasiaeocia e
parece qae murmura-lhe a palafraremm-
ber.
Pois bem, o nobre presidenta do conse-
lho ba de permittir-me qae ponba o rema-
te a essa palavra fatdica, apropriando lbe a
phrase do Milln. Quando chegar o dia
da execuejo desta lei, quando sorgirem as
graves difliculdades, quando couegarem
as perturbaces que ba de produzir esto
reforma, qoando se desventar o abysmo,
que urna iliosao fatal boje encobre ao gaoi-
nete ; nessa occasiio S. Eic. ha de ouvir,
nio o echo do a ora mar, porm sim a voz
severa de seu partido, o grito angustiado
de sua patria, clamando como a vez do Se-
nhor : Bemember what I toan thee
Lembra-te do que te advirtn. (Muilos
apoiados, muito bem, muito bem. O ora-
dor comprimentado por muiios Srs. dipu-
tados )
O SR. V1SC0NDE DO RIO BRANCO
(presidente do conselho, proftnlo silen-
cio) Sr. presidente depois da nussacos-
tituicio poltica nonca veio ao parlamento
assompto lio digno de suas luzes e de seu
patriofismo. (Apoiados.) Esta qnieslio
mereca, Sr. presidente, ser considerada
em si com toda a calma, com todo o rigor
da observacio, pesando-se a ouro e fio suas
vantagens e seus inconvenientes; conviria
e era meu rdante desejo, que tendo
nis tamas opportunidades, como temos li-
tio e anda teremos nesta sessio, para
quesles polticas, a grande reforma do
estado servil, nao obstante qosespier di-
sidencias de opraios a respeito dola, fos-
se considerada independenlemente dos an-
tagonismos partidarios, da dissen.oes pes-
soaes de qoaesquer outras preveeges es-
traohas a esta materia que nio podem se-
nao obs urecer os espirites e inpedir o
aceprdo que necessaiio a tonos, qoe o
paiz tem direito a exigir de todos nos
(Muitos apoiados, rouio bem.)
Infelizmente, senbores, nio me dado
circomscrever este debate aos seus limites
natoraes, nem V. Exc. mesmo, Sr. presi-
dente, o poderia conseguir, se o qaizesse.
A questao foi levada d > seo terreno natural
para o terreno das velhas e novas quesles
polticas. Ella tem sido antea corsiderada
luz do antagonismo poltico tradicional de
nossos partidos, sob -a influencia aiesmo de
dissengoes transitorias e lameotaveis, do
que sob o seu verdadeiro ponte de vista.
Foi assim que nos vimos^aesUi deba,
que devia ser sereno, e qumi hAra ter por
base os interesses moraea | hjjtses que
se prendera a esta reformad-
nos vimos apparecer rinda orna ve:t a ques-
tio do governo pes soa I, desse espuclro ter-
rivel com qne a imaginagio, algomas vezes
romntica, do ilustre deputado pelo Cear
nos tem querido alemorisar.
Foi assim que ouvimos tambera dizer
aqui que os ministros da coros, oa
membros da maioria e lodos aquelles qoe,
segundo os Ilustres depuiadoi
teem a desgraga de pensar com o govern
nesta materia, nio proceder conformas
sua consciencia, sio verdadeiro* ao tomates,
instramentos servs. Repito a
repito-a sem indignagio, poique ella nao
nos pode offeoder. (Apoiaaps).
Somos iaslrumenios servia ds orna von-
tade estranha, de nm poder iovisivel, que
ludo pode nesta trra, s nio podo con
Ilustres depotados dissidentea f
da maioria. '
VARIED
CLUSER8T.Por tolegr
dos de Nova-York pari ~
certeza, qne lerrlvel
a Cloa*rat casfoa i A
.RiQftUA DO

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