Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12455


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Full Text
ANNO XLVII. NUMERO 179
TkU A CiflTAl l U6AKS OSDE IAQ SE PACA M1TI.
,|Por tres ov :x*<\ni .
Por m dtbu i i*a
jHor na ou .ititfj.....
Cada naaro avala.

4000
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toooo
320
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.
r
-
V
Propriedade de Manoel FignaeiA de Faria & Filhoa.
PARTE OFFICIAL.
Ministerio da guerra.
Par decreto de SO de juina di crreme foraro
cOillerH>Ius iiraduaJ..?. nos termos do ari. 3 da
lei o. 18'3 Je G de otrubro da 1870. rus postos
de viramisso om que se adum, us olciaes da-
arma* de arlilharia e infamara cuntanles das re-
lacdes abaivo meocioaada?, contando anligni a Jo
de*sa graduado desde a dala da citada le, como
declara a imperial 'resol uco de 8 da abril do
correan anuo, tobada sobro :oii?ulla d.i stecao
la guerra e.raarinha do eoasela) do estado.
Belaco dos 2* tenentes em cummissilo di arma
de a)1Uku>ia. que por decreto desta dula s3o
considerados graduad* no> termos do art. 8* da
le '. 1843 deG de otilubro di 1810.
I* BKOIMK.NTODB ARTlLH.UUA A CAVALL0.
tr lenles graduados.
O 2" ditos cm conamrai> Antoaio Finiioo de A'maida. Commissionado
,iu 2i le daembro do 1803, co no consta da ra-
lacao da conduela do 2* semestre de 1870.
Francisco J- de Castro Mallos. -dem em 24
V jaldo de l* $9. Ordem di d:a n. 28 da S. A. o
Sr. coade d'Eu.
Diogo Felicia dos Santos.dem idam idem.
Jos Rodrigues Jardim.Uera, idem dem.
Francisco Damasceno de Abreu.dem em 3 de
Janeiro de 1S70, idem n. 42, idem.
Mara uno Uaroardo da S Iva. dem era 11 de
fvarero de 1870, idem n. 14 idem.
Mino* I Antonio Barroso Armonio. Wem idem.
Joi'i Amonio de Carvalho.Mera em 3 de mar-
o de 1870. idem idem.
Lacio Gncaives da Silva.Consta da relacao
da conducta do 2 semestre le 1870 ser commis-
orado i ni 2" lente.
V EUALHAO DE ARTILHUIIA A Ti:.
t* lente* graduador. __
Os 2** dit >s,em eoraroissao :
Galdina Suzaoo Osorio da Arauj > Bizouro.
Ijaimissionado era 21 de jalao de 1869. Ordem
J i u n. 28 de S. A. o Sr. conde d'Eu.
Uaaid Joiiuim Rodrigues Lima.Idam, idem
Mera n. 153 do general marquaz do
dem
Aatooio Gentil Babia.lien:, idem, dem.
Fernando d- Oliveira Messerc.-Idem, idem,
idam.
BerairJino do Senna Duarte. dem, idem,
iJan.
Mano Jorge Mean Machado. Mea, idem,
den.
Asfutio G'isnabara Ferreira da S.lva.dem
em 14 de fevereiro de 1670, idem n. 44, idem.
Fraansco de Paula Castro. Mam idem idem.
Hearique Candido de Miranda Reg. dem
tem idem.
Sevirino radro de Alcntara.-dem idem idem.
Oario Ermaao Cardoso.Mem idem idem.
Jal Paolo Leal Ferreira Naoueo do Araujx
idea idem idem.
Arirfide* Francisco uaroier.-Lhm dem idem-
I mtauiXo orre.
V lenles graduados.
Os 2o* lenles em commissj :
Jaio Paalo de Aguiar Nunes.Commissionado
ata SI de julbo de 1869. Ordem do dia n. 28 de S.
A. a Sr. cunde d'Eu.
.Manoel Lope Abolb.Mera dem dem.
Manoel Honorato dos Santos. dem idem idem.
Laorindo Jo- do3 Santos.-dem idem idem.
Feliciano Batbosa. Idam idem idem.
Fraaetaoo do Assis Camela.dem idem dem.
Manoel Joaquina Ayres do Nascimenlo.I lem.
xiam idem. ., ,. .,
Jos Moreira de (ueroz.-Idem dem dem.
Ismael Cesar Paes Brrelo.-Mem em 26 de de-
obro de 1869, Mera n. 41, idem.
Jaio Jos Ferreira.Mem do 1* de Janeiro de
IWO.idcm n. 42, idem. .
Laorenco Justiniano Pinto.-Mera de 14 de ja-
:ieif* e 1870, idean n. 44, idem.
Auiusio Pereira de Farlas.dem dem dem.
Goattvo Adolpbo Vianna.dem dem idem.
4 BATALHA0 DITO.
2>* lenlas graduados.
O 2~ totientes em commissao :
Laii Ignacio da Silva.-Commissionado em 4 de
ambro ie 18.16. Ordem do dia n. 91 do gene-
ral eonle de Porlo-Alegre.
Firmiao Francisco Di.-Mera em 21 de jiiltio
de 18W.-Idem o. 28 de Sua Alteza o Sr coac
Jos Ganlido da Costa Maia. dem idsm
i4on.
Malaqniat Jo Netto.dem idem idem.
Maaoal Antonio da Silva. dem idem idam, --
i'^riolana Augusto de Azavedo Aleneasiro
Idem em 14 de fevereiro de 1870, idem n. 44,
tea.
Ceapoldo Alves de Mallos,dem idem idem.
ilenedic.o Antonio de Lima.Mem Idem idem.
Saturnino Vieira da Cunha.Mera idem idem.
BATALHAO DE ENGE.NHBIR03.
1~ tenentes graduados.
Os 2~ tenentes em commissao :
Joa Antonio dos Santos.Conmissionado em
II te fevereiro de 1870. Ordem do dia n. 44 de
S. A. o Sr. cande d'Eu.
atamel Jos-de Freitas.dem idem idem.
Antonio Maltosa da Silva.dem idem idem.
Jaaqaim Patrocinio da Silva Paula.dem idem
tlem.
Jos Jeaqaim de Aguiar.dem idem idem.
t* leme graduado da arma *
O cadete i* sargento do 10* batalho de in-
antaria ai* lente em commissao da mesma ar-
aa :
Eduardo Augusto da Silva.Cmmissionado em
44 da evtreiro de 1870. Ordem do da d. 28 de
->. A. o Sr. conde d'Eu.
Palacio do Rio de Janeiro, em 26 de julno de
t87L Domingos Joti Nogueira Jaguaribe.
UelafiQ dos alteres em commissao da arma de n-
fontana, que por decrete desla data sao consi-
deradoslgraduados, nos termos do art. 3a da lei
. 843 de 6 de eutubro de 1870.
! BATALHAO DE INFARTARA.
Alfere.|graduados :
Os alteres em commissao :
Nalsan Per*ira do Nascimenlo.Commissionado
ai 4 e setembro de 1866. Ordem do dia n. 91
do general conde de Porlo-Alegre. I
Joio Luir, de Castro e Silva.dem em 6 de fe-
vereiro de 1868 ; idem a. 194 do general duque
le Cssias.
Jos Elturio do Santos.Mem. dem n. 190
idajp.
- Manoel Prxedes de Magalhes Leal.dem em
1 4a agoste de 1668. dem n. 233 idem.
Laiz Angosto da Silva Spendiao.Idem em 26
de dezembro de 1669. dem n. 41'de S. A. o Sr.
Manoel Joaqolm Oomingaas Moreira.-Idem em
*7 e dezambrtvde 1669. dem idem.
Pedro Pimpo lavares de Mello.dem em 6 de
jaaaire de 7a dem o. 42 idem.
Errainio Paulo Ctello-Braneo. dem.
Uoardo Ambio Ferreira de Aimeida.-Idem
m "Me aarao e 1870. dem n. U dem.
J* BALALHO DITO.
ieres graduado :
.Iferea em commissao : ,
laao Radrtmiee da Suva Lopes.Commiaamaado
o de I8W. Ordem j| Lff
de 1866
Henal.
Valeriaoj Gomes de Meirelles. dem,
idem.
Silvino da Silva Framja.-Mem em 29 de de-
ze,T,bro do 1866. dem n. 20 do general dnqoe de
Caites.
Garlos de Oliveira Barbosa.dem em 2 de jo-
nho do ls67. Moni n. 8i idem.
Miguel Arcbanja Freir da Slva.Mera idem
idem.
Bernirdino J)s Ganjalvef da Silva.-dem em
6 de fevereiro da 1868. Idem n. 190 idem.
J.-aj'Ma-'liJ- da Cumia.dem em 26 do de-
zembro de 1869. dem n. 41 de S. A. o Sr. conde
d'Eu.
Manoel Moreira de Souza.Mera em 11 de fe-
vereiro de 1870, como consta da relacao de con-
ducta de 2 semestre de 1870.
Augu-to de Souza Dardaox.dem em 1 de mar-
co da 1870. Ordem do dia n. 44 de S. A. o Sr.
conde d'Eu.
Frederico loaquim Lisboa. dem dem idem.
4o BATALHAO DITO.
Alteres graduados :
Os alfares em commi>sa> :
Procopo Brrelo Meirelles.Commissionado em
23 da oovembro de 1863. Ordem do dia n. 485 do
ministerio da garrra.
Lourengo da Silva Barros. dem em 7 de
agosto de 1868. Mera n. 241 da general doque de
Caxias.
Domiciano de raujo Pantoja.dem era 6 de
fevereiro de MK8. Idem o. 190 idem.
Francisco Antouio de Oliveira.dem era 24 de
jonho de 1869. dem o. 24 de Sua Alteza o Sr.
conde d'Eu.
Antonio Mariano Franco de S.llera em 6 da
Janeiro de 1870. Mem n. 42 dem.
6* BATALHAO HITO.
Aiferes gradalos :
Os alteres em coramissib :
Thomaido M -lio Gaimaraes. Ciramissionado
no de juoho do 1865, como consta da relacao de
conducta do 2 semestre da 1870.
Antonio Geroncio Pereira Maciel.Mem era 30
de juiho de 1869. Ordem do dia n. 29 de S. A. o
Sr. conde d'Eu.
Joaquim Pereira de Sant'Anna.dem em 6 de
Janeiro da 1870. Mera o. 42 idem.
Tbomaz Joaquim Roberto.dem. dem idem.
Julio Antonio Ferreira.dem. dem idem.
Adolpho Joaquim Alvares Franca.dem. dem
idem.
Balbino Gimes de Castro.Mera em 9 de mar-
co de 1870. dem n. 41 idem.
7. BATALHO DITO.
Alteros graduados :
Os alteres era commissao :
Jos Ribeiro da Silva PessnaCommissionado
em 12 de fevereiro do 1868. Ordem do dia n. 193
do general Duque de Caxias.
Joao Manoel Lumacb.Mem, dem idem.
Francisco Ribeiro Cclbo.dem, idem idem.
JoiaCeaar de Samante.dem em 13 da abril
de 668. Mero n. 204 tttan.
Manoel Gongalves de Qoeiroz Albuquenroe.
dem em 7 de abril de 1668. dem n. 203 idem.
Candido Ribeiro de Safan.Mem -em 6 de Ja-
neiro de 1870. Mem n. 4! de Sua Alteza o Sr.
Conde d'Eo.
Ramiro Jos Placido. dem idem idem.
8. BATALHAO DITO.
Aiferes graduados :
Os alteres em commissao :
Cosme Daraio Gonzaga de Vilerbo.Commis-
sionaOo em 6 de Janeiro da 1870. Ordem do dia
n. 42 de Sua Alteza o Sr. Conde d'Eu.
Coime.Jo- da Silva.dem, idem idem.
Manoel Jos Brando.Commissionado em 6 de
Janeiro de 1870. Ordem do dia n. 42 de S. A. o
Sr. Conde d'Eu.
Jos Quinao Gomes.dem em 19 de maio de
1866.Idem o. 135 do general Mrquez do Herval
10. BATALHAO blTO.
Alteres graduados :
Os alteres em commissao :
Jos Maria da Rocha Andrade.-Commissionado
em 7 de agosto de I8ii8. Ordem do dia n. 240 do
general Duine de Caxias.
Joao Daocleciano Ribeiro. Mem em 18 de agosto
de 1869. dem n. 39 de Sua Alteza o Sr. Conde
d'Eu.
Eselmiro Fernandes de Souza.dem em 6 de
Janeiro de 1870. dem n. 42 Mem.
11" BATALHAO DITO.
Alteres graduados :
Os aiferes em commissao :
Joo Ferreira Bastos.Commissionado em 25
de oovembro de 1865. Ordem do dia o. 484 do
ministerio da guerra.
Benedicto Herm-terio Valente.dem em 26 de
setembro de 1869. dem D. 41 de Sua Alteza o Sr.
Conde d'Eu.
Antonio Rodrigues de Alraeida Rosmandy.
Mem em 6 de Janeiro de 1870. dem o. 42. idem.
Mariano Marques da Mlva. dem Mem idem.
Joo Leoncio Bastos.dem idem idam.
Marciano Velloso Daoaya.Mem idem idem.
12 11ATAL0 DITO.
Alfares graduado :
O alfares em commissao Luiz Maria deOhveira.
Commissionado em 10 de junho de,. 1865. vr-
dem do dia o. 454 do ministerio da guerra.
18* BATALHAO DITO.
Alteres graduados.
Os alfares em commissao :
Oliverio Jos de Ctrvalho.Commissionado em
27 de dezembro de 1869. Ordem do dia o. 41 de
Sua Alteza o Sr. Conde d'Eu.
Ignacio de Barros Cardoso Lima.dem em 6
de Janeiro de 1870. dem o. 42, idem.
Braz Odorico Alves Teixeira.dem idem idem.
Ernesto Dagdosimo de Souza Monteiro.dem
idem idem.
14.* BATALHAO DITO.
Aiferes graduados:
Os aiferes em commissao :
Tiberio Nones de Araoj >.Commissionado em 6
de fevereiro de 1868. Ordem do dia D. 190, do
general duque de Caxias.
Raymuodo Pereira de Qoeiroz.dem em 27
de agosto de 1868, idem idem.
Bonifacio Antonio Borba.Mem em 2 de setem-
bro de 1868. idem idem.
Antonio Carlos Cavalcaoli de Negreiros.-ldem
em 6 de jaoeiro da 1870. dem o. 42, de Soa Al-
teza o Sr. Conde d'Eo.
15.* BATALHAO DITO. #
Alteres graduados:
Os alteres em commissao :
Cicero de Alencar Araripe.Commissionado em
29 de dezembro de 18:6. Ordem do dia n. 27 do
general duque dt Caxias. ...
Augosto Ce*r Gaspar.-Idem em 6 de feve-ei-
ro de 1868, idem n. 194, idem.
Firmlno Raymuodo dos Santos Res.Idefn em
9 de marco de 1868, idem n. 198, idem.
lbrahtra Gomes Ferreira.-Idem em 7 de agosto
de 1868, idem o. 211, idem.
Joio Pereira Maeiel Sobriobo.-Idem dem idem.
Maooel de Carvalho Alvadio.dem idem idem.
Antonio J js Rlbeire.-Idem em 26 de dezem-
bro de 1669, idem o. 41 de Saa Alteza o Sr. Coa-
dedJojB
id* BATALHAO DITO.
Atieres graduados :
Os atieres imcommisaio :
Joo Angosto dos Santos Vital.Commissionado
em 13 de maio de 1866. Ordem do dia o. (54 do
i de maio general marqoez do Harial.
Jos Pedro Baplista.dem em 7 de agoilo, dem
n. 311 do general duque do Caxias.
Miguel Vieira de Novaos.dem idem idem.
Fraocisco Frederico Hart.dem em 6 de Ja-
neiro de 1870, idem o. 42 de Soa Alteza o Sr.
Conde d'Eu.
Jos Rercalano Pereira da Cunha.Mem idem
idem.
Jacinlbo Igoaeio Godlnbo.dem idem idem.
17.* BATALHAO WTO.
Aiferes graduados :
Os aiferes em commissao :
Fraocisco Mendes de Amprim.Comraissionada
em 6 de jaoeiro de 1870. Ordem do dia n. 42 de
Sua Alteza o Sr. Conde d'Eu.
Carlos Frederico de Mosquita.Idam em 29 de
marco de 1870, idem n. 46 idem.
Alteres graduado da arira :
O 1.- cadete do 1 batalho de arlilbaria a p e
aiferes de commissao da mesma arma Antonio Ma-
ria Pereira do Lago.Commissionado em 17 de
marco de 1863.Ordem do dia n. 440 do ministerio
da guerra.
O 2. sargento do dito batalho e alfares em
commissao da mesma arma Pedro Ludavico de
Almeida Jnior.Consta da relacao de conducta
do 1 batalho da artilnaria ap do 2.# semestre
de 1870, ser aiferes de commi*ao.
Palacio do Rio do Janeiro, era 26 de julbo de
1871.Domingos Jos Nogueira Jaguaribe.
Por docretos de 26 do correte forara traosfe-
ndos :
Para a 3." compaohia do 2. batalho de infio-
taria, o major graduado do 7. batalho da mesma
arma, Luiz Aotooio Ferraz Jnior.
Para a 4." companhia do IP batalho de iofan-
laria, o major graluado da companhia da mesma
arma da proviocia do Piaohy, Eudoro Emiliano de
Ctrvalho. a
Para a companhia de infaotaria da provincia
do Piaohy, o capito do 18 batalho da mesma-j
arma, ?edro Luiz Mtnoel de Jess.
Por decretos da mesma data :
Foi considerado gradoade oo posto de teoeote,
oa conformidade das disposiedas do art. 3.* da lei
o. 1,843 de 6 de ootubro de 1870, o alteres do
2* batalho de infaotaria Laurentiano Jos Pimenta,
commissionado n'aquello posto em 31 de ju'h i de
1869, contando amigoidade d'essa gradoacao desde
a data da citada lei, nos termos da imperial reso-
luto de 8 de abril do carrete auno, tomada so-
bre consulta da seccao de guerra e marioba do
ccnseiho de estado.
Fol reformado, vencendo o respectivo sold por
inteiro, na conformidade das dispo-icoes do 3.
do plano qua baixou cora o decreto de 11 da do-
zambra de 1815, o soldado do 2 regiment de ea-
vallaria ligeira, Maooel Tristao de Miranda, visto
adiar se imposibilitado para o semen do exer-
cito em consecuencia de ferimentos recebidus em
combate.
Foi igualmente, reformado, natooformidade da
imperial resoloco de 12 do correte, tom
bre consulla do conseibo supremo militar, e
disposieoes do 8 3. do plano que baixo
acerata de 11 de tesemaro da idai|aW *i.
pfclivo sold por intairo, e cabo de esquadra
cuHipaohia de operarios militares do arsenal de
guerra da proviocia de Pernambuco, Aotooio Laiz
de Jesos, visto cootar mais de 23 aooos de servico
e achar se incapaz de cootioaar no mssmo.
Por portara da mesma data, coneedeo-se ao
ministro adjunto do cooselho supremo militar de
justiga, Jos Baptisla Lisboa, um anno de licenca
com todos os seos vencimentos, para tratar de soa
sale oa corto ou f-a d'ella, a vista da amansa-
yao cooferida pelo decreto legislativo o. 1,919 de
28 de juoho ultimo.
Por portara de igual data foi oomeado Martinbo
Mariaoo de Mattos, praticaote da repartico fiscal
aune xa seeretiria de estado' dos negocios da
guerra.
__* FEIRA g DE AGOSTO OE 1811.
TlSdt XltlOI FOIlt DI 1W11CIA.
SBrtwaaii ii iHm .............. tlW
or m fc idm. ................... iluto
Por noat iiim idem................... MNrt
Poro ano ida................... 171000

AO AOWW
O* Sr*. Gerardo Antonio Alv Filhos, no Para ; Gonfalves & Pinto, no Marajih*; Joaquina Jos de Oveira & Filho, no Ceaia ; Antoti de Letra Braga, no Araealj ; Joio Maria Julio Chavea, no Aaa ; Antonio Marqoea da Sita; no Natal; Jofi Jo**
Pereira d'Almeida, em Mamangoape ;Fe!ippe Estrella 4 C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Pa&faa; Belarmino do Santo Blelo, em Sanie Antlo; Domingo Jos da CosU Braga,
em Nazarelh ; Aotonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tavare* da Costa, em Alagoas; i >. Jos Martin Alm na Btfai* ; e Leite, Serqoinho d C. no Rio de Janeiro.
weiro no
Saoi'Aoan
T. Ezc. o
nbo ultimo,
melo de
E;ta com;
command
do Q arahy
juuno.
Recomma
a orgaoch s
ido-Oriental e domiciliado oa villa de
Llvrameoto, foi nomeado, seguodo
unicou em oficio n. 736 de 7 deju-
corouel commandante lo departa-
aremb.
ilcacao funda-sa no offaio que ao
das armas dirigi o da froateira
Livramento era 10 do dito mez de
VV. Exc. que verifline com toda
lo I ta foi com evito nomeado
comraandant de Taquaremb, o se aeeitou esse
emprfgo.
Dadi esse !|ai. o govero imperial applicar-
Ihe-lia a dis Kisicao do citado artigo constitucio-
nal.
Qaanta ai coronel honorario Maniel Amaro
Barbosa, consta da correspondencia annexa ao
offlcio n. 74J, que Y. Exc. dlrigio-me em 30 de
jaohc, que urna f >rci de canto e taotos hom mis,
que 3a presume por ello commandado, passra
com urna boca de fogo o arrolo Candiota no dia
17, achando-se a 20 acampada no rinco do Con-
tracto, municipio de Bag, Junto a gaarda das
Minas por onde devia transpor a linhi.
De urna proclaroacio, aonexa ao dito ofBcio,
que o coronel Barbosa djutw *os Brasileiro3 e
Orieotaes a 16 de junho. Jnodo esta va em mar-
cha, v-se que esse cidad|o ia intervir na guerra
civil do Estado Oriental em favor do govern'.
Por ofllcios de Y. Exe. e da legacao imperial
em Montevideo de 3 e 16 do crreme acabo d
saber qne aqaelle coronel penetrou no terrl.orio
oriental e ineorporoo-se s forjas do brigadeiro
honorario Fidelis Paes da Silva.
Ignora, porai, es'e ministerio se o dito corooel
aeeitou qualqoer emprego do governo da ropob
ca, e por isso recommeodo tambera a V. Exc.
que cora brev.dade verifique essa circumstu-
cia, aflm da se tomaren) as convenientes provi-
dencias.
O coronel Maniel Cypriano de Maraes serve
desde fina do anno passado as fileiras do3 revclto
sos do Estado Oriental, sendo commandanta gura!
da ronteira, e nesta qualilade j tem feito reqat-
si(3es s autoridades brasileiras.
Este cidado, desrespeitando as terminantes re-
commeodaQo-s do goveroo, nio ple contar com
a proteccao dos agentes diplomticos e consolares
do imperio, carao tem silo declarado.
Commeltendo sem aatorisat;io do governo bosti
lidadea contra subditos de outra naci, compro-
metiendo a paz o provocando represalias, e anda
reconhecendo superior tora do imperio, e prestan-
do-lhe effoctita obediencia, pratlca actos previstos
dos arts. 73 e 79 do cdigo criminal, cojas dispo
sicSes V. Exc. procurar tornar effeclivas.
Estio igaaknente sujeitos responsabili lade
criminal o brigadeiro Fidelis Paes da Silva, o co-
ronel Manoel -Amaro Barbosa e Manoel Vicente
liba, convinda qoe tambera contra elles se pro-
s termas da lei, assim como contra todos
a acharam^oas mesmas circomstancias.
ndo .qnauta for occorreod) canlioue V.
miouciosai iofoj'mades, daado a
te.
ApproveJia o eosejo par renovar a V. Ex;, as
seguraBcas de minba perfeita eslima e_ dislincta
coosiderac).Manoel Francisco Correa.A S.
Exc. o Sr' presidente da proviocia de S. Pedro do
Rio-Grande do Sol.
posta e respoosabilidade desse funecionario, dous' frailo, mostyaodo sor vaotajosa aos interesses da
Ueis de sua conlianga, aos quaes arbitrara urna estado, a medida de excluir-se do contratos toitoa
gratillcacao aonual. com particulares a isenco da dir tos de imper-
Art. 6. O thesonreiros das adminisirasSes. Uco cuj,, Aviso em sua mtegra aDaiX0 wpa.
crad.-3 pelo presente "
com particulares a iseoco da dir tos .
iros das admioislrasoes. UCa0 cul, avjg0 em sua miegra, abaixo
regulameoto, terao a seub||Ci .
Miaistero dos negocios estran-
gelro*.
1* secejto.N. 90.Miniterio dos negocios es
traogeiros.Rio de Janeiro, 21 dejulho de 1871
IIIm. Exm. Sr.-O governo imperial, logo que
rebentou a guerra intestina oa Repblica Oriental
do Uruguay, recommeudoo. por intermedio dessa
presidencia e da legaci > imperial em Montevideo,
aos Brasileiros que se abstivesiem de toda a par-
ticipado, directa ou indirecta, em favor de qaal-
qoer dos coot?ndores.
Esta recommendacao foi publicada mais de orna
vez pela imprensa sendo divulgada pelos nossos
ageotes consulares por tolos os meto* a seu al-
cance.
Em principio de dezembro ultimo os joroaes de
Montevideo, Siglo e Tribuna, anooociaram que o
brigadeiro hooorario do exercito Fidelis Paes da
Silva ia ser oomeado commaodante militar da
fronteira da mencionada repblica, accresceotando
que esse oficial promettia reunir urna forte co-
lumna de Rio-grandenses em prol do partido co-
lorado.
O ministro residente do Brasil proenroo, como
essa presidencia sabe, di-suadir o brigadeiro Fi-
delis daqoella empresa. Este, porm, desprezan-
do recommeodaedas e cooselbos, aceitn do go-
verno oriental a noroeaco de commaodante m
litar das frooteiras do Salto, Taqoaremb e Cerro
Largo.
A Tribuna de 14 do dito mez de deiembro pu-
blicou a proclamaco que Fidelis dirigir aos
Onentaes a BrasiUiro qoando nomeado para o
cargo. Nessa proclamaco l-se o seguinte: H >o-
rado pelo presidente da repblica com a nomeaco
de comraandante gral de toda a froateira, aceitei
esse posto, etc.
E, pois, evidente que o cidado brasileiro Fi-
delis Paes da Silva nao s foi oomeado, coma
tambem aeeitou oemprego de comandante da
fronteira oriental, sem licenca do governo e con-
trariando as soas determioaedes.
Releva obajarar que o governo imperial, logo
que leve connecimeoto do aoonncio do Siglo e da
Tribuna, recommendoo, por despacho de 20 de
dezembro prximo fiado i legacio imperial em
Montevideo qoe tdeclarasse ao brigadeiro Fidelis
que, se elle aceitasse, sem llceoca do imperador,
qualquer commissao dogiverno oriental, perdera,
por usse faci, os djreitos de cidado brasileiro,
eoDform i prescreve e arl. 7*, g 2a da consituico
do imperio. >
Esta nova recommendacao lo publicada no
Diario Oficial da 31 de dezembro e dos jor-
oaes mais lides dessa provincia e do Estado-
Oriental.
dem
Nao obstante as oseles recommeodacSes e
publicas declaracSas do goveroo imperial, o bri
gadeiro Fidelis exereeo, e contina a exercor,
as funecoes de eommaadaite da fronteira orieo-
tal.
No exercieio desse emprego aqaelle cidado
dirigio-se oficialmente essa presidencia e ou-
tras autoridades da provincis, Anda em 25 do
raez Ando e era II do correte, requisilou elle de
V. Exc, na qoalidade de empregado da repblica,
a entrega de armamento e de manir-oes de guerra
appreheodidas i bordo do vapor Rio Grandense,
no porto de Jaguaro, e qoe fjssem iclernados
varios individuos que se refaglaram no territorio
do Brasil.
A' vista do expoeto, manifest que o briga-
deiro honorario Fidelis Paes da Silva aeha se com-
prebeodido no art. 7* I 2* da constiluico, lando
por tanto perdido os direitos de cidado brasi-
leiro.
O cidado brasileiro Manoel Yicenle Iiha, estn-
Ministerio da agricultura
DECRETO N. 4,743 DE 23 DE JOLITO DE 1871.
Approva a reforma do pessoal e servico dos cr-
relos do imperto.
A Prlneeza Imperial Regente, em nome Je S. M.
o Imperador o Sr. D. Pedro II, ha por bem appro
var a reforma do pessoal do servico dos correios
do imperio, autorizada pelo 19 do art. 8" da lei
a. 1,836 de 27 de setembro do anno prximo lindo,
e effectoadi nos termos d > regnlamento que com
este baixa, assignado por Theodoro Machada Freir
Pereira da Silva, ds conseibo do mesmo augusta
senhor; mioistro e secretarlo de estado dos nego-
cios da agricultura, comraercio e obras publicas,
que assim o lenha entenlilo e faca execotar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 23 do junho de
1871, 5t> da iudepen enea e do imperio.ptusce-
ti imperial regente.Tluoioro Machado Freir
Pereira da Silva.
Regulamento a que se refere o decreto n. 4,743 desta
dala.
Art. 1.* O numero d>s empregados da directora
geral e das admioistracoas de correios as provin-
cias, e os respectivos vencimentos sero regulados
pelas seis taba las junta?. m
8 L Nos lugares de livre oomeaeao e demissao
do governo tlaam tambem comprehendidos os con
ladores e thesoareiros das admioistaaccies.
2. Exceptuadas as priraeiras noraeacoas, tei-
tas em virtude do presenta regulamento, serio pre-
enchidos por accesso 03 lagares de 1" e 2" offl-
ciaes, prevalecendo a antigaidade, nos casos de
izualdade de merecimenlo.
8 3. Os administradores dos correics sero
substituidos em saus impedimentos pelos contado-
res e na falta da tes, pelos thesonreiro3.
s contadores slo-ba pelos offl:iaes designa-
dos pelos administradores, respailada a calhegoria
de cada cale. Da mesmo modo sero substitui-
dos os thesoareiros, qaando nao tiverem deis.
4. A eoaeesso da licenca aos empregados do
coireio seratagnlada pelo decreto n. 4,484 de 7
de marc) dVl870.
8 5 o Asnapsioaado capitulo 7* do regala-
ment "appre*ad.J nelo decreto n. 4,167 de 29 de
abril-te I8w'serapplicaveis aos eropregados do
corroio aue tiverem direito aposjntadoria.
Art. Afetlm do pessoal marcado as seis refe-
ridas f*JHIas o governo flxar annoalmente, sobre
oropoita qo director geral dos correa**, o numero
de praliM*jps carieiros e serventes que forem ne-
cessariosTjIpn como o salario que devaro perce-
ber nosaiHJiatrabjlha.
l A oomeasao destes auxiliares sera fela oa
corte, pelo Welor geral, e oas provincias pelos
administradores dos crelos, preeedendo concurso
a de pracanles, na conformidade do ari. 38 do re
Jnlament) approvado pelo decreto n. 3,443 de
a abril de4863.
8 V O actuaos praticaotes da directora geral,
que oio preferirera pasear para a nova classe crea-
da por esta artigo, Beario addidos emquanto bam
aervirem
8 3. Para o preenchimeolo das vagas de i- oi-
flciaoi na directora geral e admioistracoes de 1*
Iclaste, de 2* aos d9 2* e da offlciaas aas da 3" se-
rio preferidos os praticaotes que o mereeeram por
seas bons sirvios, regalar coraportamento e reco-
nbeci la aptii
cargo servico anlogo ao do thesouroiro da dir-x
loria geral e prestar) flanea no valor Je I0:090jl.
No caso do nomear o goveroo os fiis de qne traa
o artigo antecedente, sero pelos actos destas ni-
camente respoosaveis 03 mesmos thesooreiros.
Art. 7.* Ad agencias dos correios. se dtvidiro
em tres classe?.
A' Ia porteacdro as da capital da provincia do
Rio de Janeiro, das cid idas do Santos, cm S. Paa-
lo, e Rio-Grande, na provincia de S. Paulo e as que
para o fotoro iorem ssim classillcadas pelo go-
veroo.
A* 2" perteocero as das ootras cidades e villas
e as qne rooderem annualmento mais de 1:200/.
A' 3* pertencero todas as oulras agencias.
Art. 8.' As agencias de 4* classe sero servidas
na provincia do Rio de Janeiro por empregados da
directora geral, e as outras provincias por em -
pregados das respectivas adminislracoes de cr-
relo.
Arl. 9.* Para as agencias de 2a classe, as cida-
des e villas, sero aomeados de preferencia os
respectivos collectore?.
Art. 10. Os agentas da 2a c 3' classes peroebe-
ro S 0,0 da renda tota! da agencia, menos a par-
le do producto dos sellos que exceder ao valor da
correspondencia rae houverem franqueado, pela
quil so recebero 2 0|9. Era todo o caso a grali-
ficacao animal dos agentes de 2" classe nao exce-
der de 1:2085, e a dos de 3a elase de 6001.
A'L 11. Aos agentes do correio as ciJados, vil-
las e ouir.s lugares em que o renllmento das res-
pectivas agencias nio chegar a 720 annuaes o go-
verno, vista dainfirmacao do director geral, ar-
bitrar gralicacdes que, reunidas porcenlasem,
pretaco vencimentos nunca inferiores a 120/000,
nom superiores a 3c0000.
Art. 12. Os ageotes do correio na corte e as ca-
pilaes das provincia, onde fr estabelecido o ser-
vico urbino, terio 2 0|0 sobre os sellos que ven-
derem, ou urna gralilicaco de 123 3 a 600, seguo-
do a importancia da agencia.
Art. 13. Os agentes de e 2a classe?, cujas
agencias ven lerem annnalmenle mais de 1:200,
presuro contas e enlraro o n o respectivo saldo
meosalmeote, ou quando Ihes fr ordenado.
Art 14. O director geral poder irapr multas de
20/ a 200/ aos administradores que nao remetie-
ren! opportunamente, oo deixarera de remellar a
directora geral o balaoco e canta correte, a es-
latistica e qaae dar ou lhes forera exigidas.
Art. 15. Alera das penas estabelecidas nos re-
gularaentos vigentes, os agentes do corroio flcara
sujeilas:
1. A' malta de 2/ a 20/ p-loa erros ou qmis-
s5es que comraelterem na recepijo, ex ped cao _e
disirbuigo da correspondencia, ou quando i
dereo, o o devido lempo, as informacoes que
filian ijji|i Inn
! A' priio adtnhrrJtratiTai- oa easdae-da-
'r.'tffrmirfo Snembro dTe fW9 e art. 35 da
lei n. 628 de 19 de setembro da 1851.
Art. 16. Os empregados do correio que forem
eacarregados de inspeccionar as agencias tero di-
reito diaria de 2/ a 6/ para as despezas de
vagjm.
Art. 17. Ficam revogadas as dispo3coes era con
trario dos reglameos pelos quaes regido ac-
tualmente o servico dos correios.
Palacio do Rio de Janeiro, em 23 de junho de
1871.Theodoro Machado Fieire Pereira da Silva.
I he
Circolar.Rio de Jaoeiro.Ministerio dos nego-
cios da guerra, em 21 de juiho de 1871.Km. a
Exm. Sr.Represnoiasdo < Sr ministro da astea-
da mu seu aviso de 9 do mez pnxirao jasaado,
ser vantaji'Sa ao- interesaos da estado a medida de
exciuir-so dos contratos feilos com particulares-
a iseoco do direitos de importafo ; declaro a Y.
Exc. para seu couhecimenlo e devilos effcitos qne
nessa conformidade sedeve procedir.
Deus guarde a Y- ExcDomingos Jos Nogoei-
ra Jaguaribe. Sr. presidenta da provincia de Per-
nambuco.
Cumpra-se.Palacio d presidencia de Pernam-
buco 3.1 de juiho de 1871.Dr. N iseimenio Por-
lella.
Conforme.-Francisco Locio de lastro'.'
(Assignado).Luiz Jos Pereira dtCarvalho, bri-
gadeiro.
Conforme.Clmenle hranalio Tacares, Vt
a|udanle de ordens interino encarr agado do-de tai
Ihe. '

INTEBJOR.

Tabellas de numero e vencimentos dos empregados
dos correios do imperio.
N. 1.
Directora geral dos correios.
1 director garal.
1 contador.
1 thesoureiro.
6 primeiros officiaes a.
6 seguodos ditos a.
10 lerceiros ditos a.
1 porteiro.
Os officiaes que servirera de
6:600/000
3:000/000
4:000/000
3:600/000
2:400/000
1:600/000
1:800/000
chafe de seccao,
alm de seu vencimentos, tero a gratificacao id
dicional de 800/ cada nm.
O thesoureiro receber annualmente a quantia
de 800/ para quebra?.
Palacio do Rio de Jaoeiro, em 23 do junno de
MI.Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
N. 2. r CLASSE.
Prooincias da Baha e Pernambuco.
1 administrador. 4 000/000
1 coatador. 3:000/000
1 thesoureiro. 2:400/000
1 primen o oficial. 2.000/oO
1 segundo dito. 1:600/000
2 tsreeiros ditos a. 1:200/000
Palacio do Rio de Janeiro, era 23 de junho Ai
1971.-Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
N. 4.3* CLASSE.
Prostaeicu 1 administrador. 2:400/000
1 contador. 1:800/000
2 officiaes a. 1:400/000
Palacio do Rio de Janeiro, em 23 de junho de
1871.Theodoro Machado Freir Pereira da Silva:
N. 5___4* CLASSE.
Parahuba e Alagos.
1 administrador. ^WWJ
1 contador. 1:200/000
Palacio do Rio de Janeiro, em 23 da juabo de
1871.Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
N 6.-5* CLASSE.
Piauhy, Rio Grande do Norte e Sergipe.
1 administrador. l:40D/000
1 contador. 1:000/000
Obeer cacao.
A terca parte dos vencimentos das mvas tabel-
las considarado gratificacao pro labore.
Palacio do Rio de Janeiro, em 23 de juobO de
1871.*-Theodoro Machado Fretre Pereira da Silca.
12
idin por espaco de nm aano.
Art. 3* A afteeeio da directora geral dos oor-
reios pasia a rrpgida por um oficial, licaodo
a seu cargo a dUtribuico da correspondencia e a
flscalisaco dos se^vicos dos carteiros.
Art. 4. Ao thesoureiro di directora garal com-
pete:
| 1.* ArrecaJar a receiia e pagar a despeza.
i 1* Guardar os sellos e remell-los s adrarais-
iracto e iikeaiias.'
f 3.* Espedir e fazer entrega das cartas registra-
das com valor declarado.
I 4.* Pagar e emillir vales pc:t;e?.
5.* Retnaitsr para o thj*jouto nacional, at o
dia 10 do Jada mez, a renda liquida du uiez ante-
rior.
Art. 9.* Para eoadjnvar o thosoorero da direc
loria geral o governo poder nomaar, sobra pro-
commando das aranas.
QDARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
NA PROVINCIA DE PERNAMBUCO, 5 DE AGOS
TO DE 1871.
Ordem do da n. 569.
O brigadeiro comraandante das armas faz pu-
blico para conhecimento da guarnilo e fins con-
venientes :
1.* Que por avisi do ministerio da guerra de
14 de julbu nltimo, se declarou que o tem lio de
servico dos soldados indultados do crime de ter-
ceira deserco, pelo decreto de 2 de abril do an-
no prximo passado, excluidos dos respectivos cor-
pos, deve ser contado desde o dia em que forana
ocluidos novamente nos cornos em virtade do ci-
lado indulto.
2" Q ie a 31 do mez prximo passado, se apre-
seotou oeste qaartel-geoeral, vlodo da proviocia
do Para onde se chava em dsligencla o Sr. alteres
Manoel Jos da Silva Leite, o qualna mesma dala
reuoio-ee ao 9. batalho de ufanara a que per
tenca.
3. Qa) a 2 do correte contrahic engjmenlo
para servir por mais seis anuos percebeodo o pre-
mio de 400/000, pago na forma da le, o cabo de
esquadra do mesmo baialbio Joaquina-Paes de No-
rae*, qne em raspeceio de aaude foi jalgado apto
para t&do serv oo.
4 Finalmente, qoe a- presidencia em oeio ds
2 desle taH, reretteu copla do aviso circolar do
ninisterlo d)s negocios da guarra do 11 d juiho
Correspondencia do Diario de
f?CruaiuJtic(.
RIO DE JANELRO
CORTE, 31 DE JULHO.
Poucolenho a dizer hoja, porque lamba poueo
ha por aqoi occorrido, depois da ininba de 25.
Na cmara dos depntaJos fizeram os ilusire
membros duas synalephas ; os dissidentes, eaten-
deodo que o melhor meo de demonstraren a im-
perfeicao da proposta era recusarem-.e a formar
cata, faliaram de proposito, e cora tal desplante
graca, que os poneos qua se apre-entararn na.
ante-sala, deixaran de entrar no salo I
Por isso apenas se achara votados os aitigos 2*
3.. e discute-se o 4.
Nao Ihe reflrirei o que tjra dito os impugnadores
da proposta na discusso desses artigas, porque
lena de repetir o que j extraclai. O tama
sempre o mesmo ; divagase, falla-se tongamente,
preenchc-se a hora, e s accidentalmente dese-
se materia positiva do artigo.
Com indo na*essao de quinta-feira ( 27 ) o Sr.
Duque Estrada alareou-se ora poueo acores dasdis-
posicoes do artigo 4.*.
Hoje responden Ihe o Sr. presidente do eonselho
qoe, reunindo tudjquantosetemdito as discuss3es
anteriores, pronuncion um famoso discurso.
Assim qne, com o vagar com que ii eami-
nhando a discusso, mal se pode prever quando
poder terminar a segunda discuse) de lodosos
arligos. A 3." discusso promette er larja, al
por qoe os difidentes, tendo de aprosentar o sen
projecio subsliiulivo, forc* dar-lbas largas para
que jusliuquem e demonst(cm a vamagem do sea
projclo.
Passando-se 2a parte da ordem do dia (orea-
memo de estrangeiros) locou a palavra ao Sr. Ro-
drigo Silva, que preenchou loda a hora, ocen-
pando-sa com as quesldes do Rio da l'rata, e
entrando na aoreciacao de am aviso do ministe-
rio de estrangeiros, pub'icado no Diario Oficial da
27, acerca da iotervenco de Brasileiros as lata*
do Estado Oriental. Recommando lha a leilnr
dessa aviso, que nao deixa de ter cansada iraerea-
sa, pensando uns que a soa doutrina insusten-
la'.'el, eoulros de modo diverso.
Entre os proprios dissidentes as opni5ai a
acltam divididas. C no raen bestundo eptnd
que os arts. 73 e 78 do cdigo nao podem s. r ap-
plicados ao caso. Mas isto nao de minha com-
petencia.
Um fado deu-se ltimamente, qne tem aervidj
de iheraa para grande celeuma da Reforma. at-
para discussoes no parlaraealo, pois que o Sr. Z ica-
rias o levou tribuna do sanado por raeio de ur.a
requerimento, e o Sr. Aot<>no Prado, depntalo )
S Paulo, annunciou boje na cmara, que tal res-
peito pretenda interpellar o govorno.
O caso o seguate :
Dous individuos apresentarara nma proposla ao
ministerio da agricultura para a introdcelo no
paiz de colonos asiticos. Examinado o negocio,
resolveu o Sr. Theodoro Silva nao aceitar a pro-
posta ; ma o Sr. director da earada de forro de D.
Pedro If, o Sr. Ferreira Lage, sent ndo faltada
trabajadores para as seec5es em constrnecio,
pedio ao ministro aolorisacn para contratar com os
meamos individuos 500 coolies (chin) irediante 60
pela api i'seniaco de cada trabaliador, que ga-
uara urna por mez, durante oilo aonos. Seria,
porm, a priraeira quaotia redozda a 50 se o
contrato durar sraeote cloc aonos.
O Sr. Theodoro autorisou o coulralo, coa) a co.v
dico de s vigorar depis de approvado por S Exc.
Esta clausala devia ser incluida no corpo do con-
trato: mas, por descuido ou equivoco do secretario
da directora d'aquella estrada, foi ella omillida
oa copia dada ao tabellio para lavrar a respectiva
escripiura, a qual foi assigoada pelo_ Sr. Ferreira
Lage, sem maior exame, na persuaso de que tal
clausula achava se incluida ; da modo que anda a
approvajo da ministro nao linha descido e j na
praga se faxia jogo, destribuiodo-se acedes para a
companhia qne tinha de organisar-se para realisar
a empreza. A Reforma censnrou o contrato como
oneroso. O Diario Oficial respondeu que nio
havia contrato terminado, por que anda nao baria
approvacio do governo.
A Reforma publicou a integra da cscriptara
e enlo chegouse ao conhecimento de que tinha
havido omisso da clausula 11*. 03 contraanles,
porm, dizem qne o seu contrato valido e per-
feilo, e o negocio foi logo pintado como um grande
escndalo ; mor mente depois qoe foram publicadas
as informacoes officiaes, vio-se qoe o Sr. i'alloge-
ras, empregado que estudou a materia, quaflca-
va de exagerado o valor de 60 ,-dizendo aue as,
collonias inglezas chegava cada chira por 20 v
O Sr. Zacaras, qoe nao gosta do Sr. Fermr*
Lage, tratou-o com muita aspereza, pretendeoda
qoe elle devia ser demittdo. O Sr. Cotegtpe ael-
fendtu-o. n
Hoje, porm, apparece no Jornal do Gmaseme
um oficio do Sr. Ignacio Galvo dirigido ao Sr.
Theodoro, mostrando cora dados lirados de docu-
mentos officiaes inglezes que o casto de 60 fi pe)
traosporte de cada coolie nio exagerado, a que
em Cuba elles teem chegado por mais dinheiro.
Ajuotando essa qaantia ao vencimento meusl de
cada trabalhador, e dando os dez contos deaidos
por aorta, na razo de quarenu por canto, moalra
o Sr. Galvo que no lira dos oito anuos oa 800
cooes teriam ganho muito menos do que oa tra-
binadores que temos; pois que a de-peza mensal
de cada um nio chegaria 30/000.
Como o S"r. Galvo liberal, veremos que cami-
nho tomar o negocio.


27 DI JOLIIO DE 1871.
Nio houve bontem sessio no senado por falta
de numero legal para deliberar.
' Na cmara dos depulado?, bontem, logo dejo*
ds leilura do expediente, o Sr. Antonio Prado
damenloa o seguate reque
sio-flcou adiada pe hora, *'
servicies do Sr. ministro d tara :


medio I
com ofj
eessao
de choj
r*H
S*
Enrar
mar
dtrs sobra a
4a agricnttora, i
ira ;i
iii.frffOfi
'jole, iaerasive todo o*l
o gdverno pedlodu ebnces-l
desde 1869. >
dia, spprovatt a ea-
rr:mis>aode eonMiipflao-epo-
eleici do depuiada eleiiu pelo I'
dijtritj da provincia da Babia, o desembarga de r
Antonio Ladilla") seguida presin juramenta e tom u a-seoto.
Approvou depois, em 2a discassio, o trf. 2* da
propostado governo mbre o elemento servil, cern
as emendas di cr.QanUsi", aendo tejeilada a do
Sr. Lvnz Carlas.
Entrando cm discn-sio o art. 3* 1a mesma pro
posta, orn o St. Duque Estrada Teixeira, fjcando
a discos -o adiada p-;la hora.
Cootinuou em ultimo lugar a a3 discassio do
att. 3' do orearoetito, na parle relativa, despeza
do mitiisterio dos negocios estrangiros. Orea o
Sr. ministro respectivo, litando igualmente a dis-
cuseao adiada pela hora.
Por portarla de t3 do correte, foi nomealo
?manuense di 3' ciarse do almoxarifido do arse-
nal deguerra da corle, o amanuense interino da
2* cla-se do mo-'moaltouxorif^ij, Pedro de Alcau-
tara do Cauto Soares.
Vorairi
Art 1.
Wo sera *^^H -F^ga *Jfl\
menos o an
ro plea em t3aas"s'maferias, cuja conhBlaH-,
i) reiper-sa das atanm-.STt,ue grao de!
bathirel enrctencias maihemsiicas e physicas.
Art. i:' SI) revogadas as d*poaic. trario.
A assembla geral resolte::
Art. (. Pica appmvada a aposentadoria con-
cedida por decreto de 19 de abril de 1838 .no n-
stlhairo btrSo de Muriiiba, desembargaior da. re
lacio do Rio de Janeiro, com a honras de ministro
do Supremo tribunal deiuslica e o ordenado de
3:0001.
Art. i." Sao revocadas as di BfeicSss em con-
traria.
Sala das commissS, em 7 de julbo de 1871
A. Coelho Rodrigues.loro Cilmon.
Foi a iro.rlmir a segrate reePPicacao.:
t No principio do moa discur.-o boje parificado
na 1 columna da 3 pagina do Jornal do Commer-
co ttn \ez de -tomo parle no voto da dlscussio,
leia-?etono parte no-la dkeacfcin.
Sala das sessfies., 47 de jolito de 1871.A.
Coelho Rodrigues.
HanHm, pela raanhai, fallecen o Sr. Carlos Gu -
Inerme Ilirmg, si eio geranio do ei-iabeleeimeoio
lypographieo drs Srs. E. H. Laemmert.
Por sua interligencia. assiJuidade no irha!ao o
dedieacio, o filie i lo Haring contribua muin pa-
s* o deaeuvolvimepto daquelle importante estabe-
st cimento.
O Sr. Haring aeaava se nltfmamenta incumbi-
da da redaecao orgmisario do Almn,: Ltnmert.
Era cva metro da ordem di H >-a e presiden-
e hflBorario da Assoda-i) rypograpltiea Plumi-
tax.
O Cn*tti-;lltms!, de *) Jo orrente, as se-
f jtaitM mu :
. Hi inanha.i da h miera o relojjeiro snisso Br-
esto Uot, dando a o g loe mortal de navalhn so-
bra o veitr-, morrea alguna- borts d-poi-!, a de^-
peUo dos r>lorc/w une dwiactos ficoltati.-m ifie
eoeeorreram na occasio tlzeram p>r eviur-the
a morte,
U na id i, segn lo tu supps tioha o eu espi
tiw desarraajdi por irtalM causas |ue o leva
ram a esse ato Je fraip.fzi e de loucora. *
Falleceu anle-h-KHeM o S'. Joaquon de Mac-
alo Ciraalft-., nm il man amigos fueneir s des-
te moaieipiu, de>x.-indo libertos em testamento os
i vos Valealim a ClauJ i.
i* mata de eem anoos e ainda ha quatro
meies anl
idade.
i*
Urna eommiss*> aj-Upi^1 &* **>. Das da Sil-
va Jui.i..r, I)-Imiro J >sevj
Loiz ds Sena Jnior, fez em
tsonselneiro Pinto Lima, de
pedind) ao corpo kgiilatlvo a c1ky'prorogaci:1o da
faealla.le con aJHd ai navios e.traugriros de
coajorrereiupia MWMli de eabotagera.
0 Sr. Zacaras jnstitieju Irintoe n> senado o
aegointe requerimeato :
Kc jueiro que pelo minlslerio da agriculiura
e pecim a I Copia do eantrato de 3 de junho. ee'cbralo
entre a directi ra da estrada de ferio D. Podre 11
e L'nn Viann i k Miranda e Silva para imporucie
Je ,*i*'j) eoolea, extrab da eata c tpto do livro de
contrato, se h-iuv-t, na secretaria di dir-Tlirla
da totta d^ ferro, o, na i siiatodo o livro, iiv
TUae*f'i reservada etradt de ferro.
i.* Declarar.!) dos motiva* pe s qaao* a di
rectora da estiada d-; f>
cpportmo a secretaria de e-tad. .1 >$ aegoci is da
agrienltura a i' va qui oo emirato da 5 le jnalfi
ae afflrmaria ser renictiidA pella secretaria de
estado. *
Tenia ptd>do a p.ilavra o Sr. baria ('."e.jioe,
fleoo t?'e requerunealo aliado, o a pedido oo Sr.
Zicarias, venceu-se a urgen :i>: a Ji-cussao ser
feoje.
Prosegaio a 3* diseuso d) projecio do refirma
judiciana.
Foram apoiadas as seguales einsaias d Sr.
Sttveira da Motta .
ATt !. Oj juies dedireiti serao comeado-
peto I nperador d'entre os doutores, aa hachareis
forma los as facilidades do ImpatHai, sun lo itrefe-
ridos os que ti veten servido por 4 aunos os car-
gos de j'i'Z muo'ciial mi jirom -lor, on que so Uve-
rem duonguila p- r 8 aonos na aivcicta auiva,
com MtfWtitie aberto.
Art. i O lugares, flie vtgirem as relicoss
serio prvidos p^los jo'zis de trasto mai< aot'gos,
eetid i preferidos para o pr-tertciiimeAlo das vagas
lacOis, que requorerem reinoro l*H a vaga que
se ttver dado.
Art 3.' Em quaot hiaver joizis de ireia
vulsos, o governo nao pMar nomear novo jiizss
pira as comarcas que vagaren.
Art. 4' O magiitralo qae a:eitar manan de
l9i;aiDJpular, aomaHasii da poder executivo, ou
emp'eg> ni e.s i.npefi, perla > ssu lugar, que
r logo preenchiJa.
Ces^ando essas commisos, o rasgislrolo po-
dar ser readmiuido sja carreirs, nontauda-so a
roa antignidade a adata cm qtw Uver acetala
qualqaer daqaclles embrego-; ebteaJo, poten,
aovo ltalo.
Art o. Nstakaa magistralo podac ht am>
senudovpor acto do goverao; e > no caso do im
poss;bilidade physfea ou moral, v-irilieala patosa-
prema tribuna! le Jasii.ji cm processo iosuuralo
erante est?, com aulenoia do magistrado, e dc-
p iis de accordao do tribunal poieri ser oncijera-
do v.igo o san lugir.
A verificicaa da impossibidade podar ser
rejuerida pelo magistrado para o'iter a sai apj
enlacio, on podera ser reclamada pelogovern>
por intervecc.n lo procurador da corda, sobsrania
e f nenia nacional parante o tribunal supremo.
Art. 6. Os desembarga toras, ajuizes dediret
to .< pndeao ser rmovidos a pedido seo quando
hoaerem v^gis as relaeis oucjinarcas; e o
juizes de dire.to uscados desediijio, in-.arreiw
ou reacHTao as soas comarca'*, oo quando so
acharem proaatmaHea por erimss particulares,
pelos qua-s sajara acensados na saa comarca, ou
quaolo ja verern estado na comaraj pir miis d;
6 anro;.
Art. 7.* A au-pens) dos magistrados na lr
ana d's ar:. 101 7* e loi d* cm tiiuico ficar
eem etTsrto, se dentro de 3 das ni) foren reraei-
tidis ndacio do reapeouvn Sis neto os papei.- re-
liuvos fu res|nsabilnlade para proceder na
forma di le. >
Oraram os Sr*. Vieira la S Iva, ..Iv- ira da 'A it
ta o riiaUfti. a titm i iIiiii is iu alala pela
bora.
O paquete ingtez Andes trouie nos bootein to-
Iba do Hio da Prata al SI do .correal*. Na re-
ptbliea Argentina rula occonvra ex-raorainarw;
no Estada-Onenial, pir.n, f i exacamente quan-
Jo mi i- se falla va ia pax 4110 se ferio urna toit ilra.i
no sitio dos lananliales, d iioaio dts libas de 9 >r-
tiiii Garcia.
Sobre o resulta Jo do embate oii rerta davida
que foi favoravel s lorcas do goveroi', perdenio
os Mancos a sua infantsna yue alias na* pass-va
de 4>A) a 30) bomen-. artilbaria e bagigem, e dei
xando o general Medina no-campo de bta!ha entre
grande numero de m^itis e fondos. Cm tn-eo d'
gmte entre alguns ol.'iies, escapa ram para Uue
11 'S-Ayrea em duas lanchas.
Q unto, poi n, a ictfeocia deste saccesso so
bre a lerminacaa da saarra sio contraria as ver-
8s de um o oatro la 11. O colorados draen que
Aparicio e Man iz escapaiam aif ni- c-ni a 11 pu-
nhado de horneas, eram vivaioenie perseguidos, e
podiara darse por perdido?. A noticia blancas,
pelo contrario alBr.ua n que Aparicio se r tima
em hoi ordem com 1,200 borneas, sero ser perse-
guido por ter Acido tambera mnito eseilatrado-c
oxercilo do governo, e que aera daqueh 1 forca
i.'puoha de ontras inais consideraveis aquoi.
rLiin.i-se.
tlart.s particulares de M ttlevi-tj, longe Je
preverem prximo o termo da guerra, sappSa.m
que ella continuar mai.a eocirnicada do que
imuca,atienta a feltci Jade que qua'qner (arca em
cimpanha eacantra para abastecer-se de viveras e
ca vahas.
O.- blancos aecusam as tropas do governo de ha
verom traicoeiramenle >taca-1o-Apafi5irr, (}08 a-
tu suspn i*o de ho^fkdaaiM, i sombra da qual se
Qoniem) ao Sr. 'rata^-ifrrjTrnj is da paz, licenciara tmpora-
1 re^sonlaci- -Hmente parte da sua gente, e se achava despre-
venido, ten lo .1 fixaJo tpproxi.mr o exercito con-
trario, na eiperanca de qu^ ni 1 era secio para s-
mfundirem lod u'e n abracas f aieinies, resube
leciia a Hirm' nia na familia oriental. Por oulro
lado, paren, susUnta-se que o general Castro
nenliuraa ordem hjvia recibid) do governo para
suspender as hostilidades, e ja3 vendo que Apari-
cio oio trata va seo5o de postar- ?e conveniente
mente para iaiciar com vamagem o ataque, ap;-
un Inven lo ginh) o temp preciso, jutgasse op-
porinii.j r imper a< ne;ociic5ts, a prev.mira a'.i-
canil/i-o antes do sur auci'.a. Qiejl) es dilfl
cil pira nos 4e tirar a limpo
O presidente Balite proveika o easejo para cf
fervor ain-ai-tia aosrebjvles q a iraisassam Ayor
as'armas e acoih to aamdn'lo. Os prximos
i,a|Uetcs tai esclarertraa sob.-e o aspecto que lo
mam as causai -p i^ deste sucees.o.
como se estivesse nj vtgjr da
A cmara da deputal-n ;pjrovoa iioitetn, ?m
ntnifo diseas-o,oproj-.-i;-:) r,aeconcale npin en-
iadoria ao c astiaara 1 ario aa Muritiaa, desetn
bargaor da rOw;o do K10 d^ J'.oeiro, com a-
honraa de mu hsvo do supremo triaaaal la awttai
e oordnadi le 3:O0Oi
Aporavoo depms am 2' di* us-o o projee'.o con
eedendo aa baspta de Pelo II, 20 loteras para
eoadjivar a coatiuaac) das abras Je aocre-cja
lamento 1o respectivo e :i-i).
, Apprivoa em seguida, e.m )' discusso. d".p aa
de agamas ober'a.5.s da Sr. Goelh) Itairignes,
pfoj'CD que anlori-a o goysrno p-.r.t maular
revogar o art. 181 do decreto n. 308) le 28 d<
abril Ja 1863, na parle fin juo lz que o ala-na
da e>ela eeotral que nao fdrapprovado pienaaieo-
ta nio purera obter o grao da bicbarol era scieu-
eias pbysicas e matberoacis.
A seguate emenda A>i taatbera approvada :
Pica approvaJo o rgaUmento :'Je baix-ii
eo o deerrto n. 3,083 Je 28 de abril do 183,
meaos o art. W! n parto em qae exige appnvt-
^io ptna em todas as materias do curso pira
bter-se o grao do hichrel em sucias physica*
rmth9matiea.-A. Cocho Rciiigac.
_Approvi>a mais. saecessivamer-ta, cm i' di cas-
sao, os projeetos intarisaodo o gbveroo a coaeater
iseir^o da'lireitos le laiportacao para tojo o m^
aerial Hita a roaare da emp'e!.i ^rt o prooags
lo; para a
can-.li-acui Uc ..na po > !l o
Grande e Pelotas; f pura a coujsracc'ta da
da lo ferro do ftio-Grand do Sal contratada ciai
Feliciano Juaqumr B .ra>*au 9 t-tr. Francisco Aa
Ionio l'o siT. da llocbo.
Appruvoa alada em %' diseows'G o projeeta jue
proroga o praso de daracaa do toaneo d) Mar
Mo.
cspoa'W ^pol mu a oNsmsiio Jo art. J*,
j g' rerno ilwe o eiecsaaia ser
;. B^ojamira, H
crreme foww aoreodi-
Por deerdos I- Mda cot rente :
P-aram nomealos juiz-s luunicip c e de or-
phios:
0 bacharol fu Jorge Paranhos da Si-va, do
termo de S B irja da prorioeiaM) 3. Pelro do Hio
G'aide d) Su!.
O bichare! Francisco Prot fe Carvalh) Aragao
do termo de Almadia da provincia da Babia
O bicrnrel Carlos Angosto Vaz da O iveir, do
t rmo de rguarass da provincia de Pernam-
hoco.
O bicharel JoAa Evangeli-t Mirrnnles Varella,
dos termos reunidos de Ueigaro e 0 jiras da pro-
vincia d-i Para.
F.ram mais noneal.3 para a guarJa naci
nal :
Francisco G atgerro de A'boqnerqoe, tenent--
soronel crmmaodanie lo batailio n. 9 da pwv.n-
eia da P rahyba.
O mi.or Man 'el Per ira de Aranjo Oliveir, te;
eole-e fonal cn-nmandan'.o do batalhii u. 13 d
msmi provincia
Foratii confirmadas as merciciaferilas provi-
sor a mente :
A) capital h.morana di exercit Anloni> Ranto
da Fontonra. da serveotii vi'.iluta dos effl'ios de
escriv) do pub") jalicial e tabal lian le notas di
trra) de Santa Uiria da Bacca tf> Manta ni pro-
vioca de S. Pedro do Rio-Or.;n4c do Sal.
A Pedro Carlos di Silva, da sirveacia vitalicia
dosofD;ioj da escrivia le orpaaos o aanexos d >
mesmo termo e provincia.
Fe-so m'er.- Ja serventa vitalicia:
A Jo- Jiajuim Garas da Cita e Suva, do .lli
co Je labeliiau di pub ico juJicial e notas do ter-
mo de P.raiioy, na mesma provincia.
Ao capillo honorario do exerjio Dimician 1 >a-
luini llib-iro, da 1 rflcio de sgnlo tabel'iao do
publico ja icial e notas do termo da Croz Alta, ni
referida provincia.
Pardeeret) de 19 d> correte foi commnuia
emgalj perpataa's a peoa e raorfr, por enm
de honfteldio in.pos:a aoa ios Antonio Felimerlo
Je Carvailn o Jaapiir.i'Viren Jos i>> Al.neila,
palo jury do termo do Pafociaio na praviana de
y.nas-Geraas.
Por ttulos Ja 26 o 27 d> correte f,ram na
meadas:
3* escripiuraro da a fanleg de Periamboeo, o
Io jooferente di do Rij Gruida di N irte, ATaurO
de Paula de Alhuqurqae Maraabii.
Amanueoso da receheloiia do Rio de lan'iro o
HThulde descarga di aJfaoi'Si da corle Barnar-
dino de Alraei la Smna Cimpos.
dido-da Cuaba
a Ser**.
MHUa x6 (M C<"ICIII!
lraroes qae pediram ;
^PIIbWbw Diugo Velho Civalca!|He Albu-
juerqae, do cargo de presidente na provincia de
Perrainbuco, o Dr. An'.aniu "
Leilio, de ignaj cargo, na pr
As j-egiiini>H penses:
l)e 80iU0 iaetisaes, sem
4o que pireebe, a l). Anaa
villa, viuva do brigadetro r
Lu/. Antonia Pavilla.
I) igual quaotia, lanmsm mensa!, aJi CaWaaa
Henil |ueta Mariinelli, miedo capitn do 27corpo
de voluntarios da patria, Eduara* Eatilii Marti-
iiilli igual ao solio da .patete do-{Batido l(B-
cial.
Da J0/I000 mensaea, igual ao me sold que
percebia seu tliho, a aem prejauj rae atate pio
que me comptite por M Mu a Itabel Carlota
da Fonceea, mi do I* teaenle da aajBfia, Alfonso
II-nriques da Fonceea.
Fomm nomeados:
Leuto da cadeira de botnica e zoologa da fa-
culdade da medicina da coda a opf tiasr da see-
cao de sciencias aeoessoria da masma faculade
Dr. Juaquim M Meiro femmfc
OlM'i-" da i-rdem da llosa : o I.* offlcial da se-
cretaria de e>ta# s* neforioa estraageiroa ba-
chanl Honorio Hermeln Csrne ro Lea* o secreta-
rio da legacu Jarbaa Moaiz Barr-Ja, t adfiJo de
legacao AnlQia llodricoes Fernaoles JiVag J-
nior, e o gerente do barco Maui, am Baenos-
Ayres, Vaeotl Affjnso de fre as Amoilm.
CavaJiein da mesma ordem: kn da Corta
Amaro Jnior e Amonio Bubosa de OJlveira.
Ao 1* lente da armada Miguel Arb-irn Lisboa
a 't' tenante Hjnriqaa Carlos llibeirajj>hr>,Hino-
jo conselheiio Miguel Mirla Lisboa, s conceden
dispensa do lapso de lempo para ti'arem altar
do foro de mogo* li lalgos com exercicio na ca9
imperial, de que nverara merc or dacreto de 22
de ab.ii ae |8R.
Fot aceita e cooflrmada a rennncia que n pa-
dre Antonio G r.oano Barbatbo Bezerra Til da
igreja parochial de Santa Lata di Sabagy, da
provincia da Paranyna, alcese de Olinda.
Por cartas inipenaes da mesma d ta :
Foram apresen lados os padres Antonio Alvesda
CarvaJho na igrejs parochial ae Ivossa Sitmora da
Luz da villa da Lnb penden ya, da diocese de
Ounda, provincia da Parahyba, e Joio Jos do Es-
pirita Saoto na de 3. Baulo, da provincia e diocese
de Pernamnaco.
Foi naturallsado o sublido portogiez Antonio
Laoes Villar. f
F.-ram nivned); :
Olcnas da orde n da Rosa, os cidadaas argen-
tinu w Gervasio Piadas, coronel D. Jo- Marra
liSTSaos, lenle-'c.oroael D. Antonio Someileza,
o cavawo u, \\ niara n sana
ainie requeriinmu, que foi reje.iaJo da :
algurais observifojs di Si. Siy'u L>-
Mfaefro que, ouvida a prosijeada de M as,
infarma o governo qu res os fu lamentos q ie teve
aqueta presiJencia para exonerar o I.* e o 2
sub.-iilotas do jaiz 1 municipal da termo do Serr.
na mesma provincia, nao obstante achar-se o 2"
absjijjpo juramentada, empossado e ex- rcenda a
isdiccaa j havia cinco 11. as menis
vallero y.
Em portara de 2"i do crrante M tromaado o eu
genheiro Joan Cassiano da Castro M metes para a
commitSai) relativa mediijio de larra i mirgjm
ti estrada da Santa riier.-z', pnjvincia do Bspmtii
S.n1'), pr;ebendi os vanrinrealos de engenheiro
1a 3 elassa e transporta n > ra ixiroo, de confor
midade cora a bB-fta annrxa ao decreto n. 2,922
da 10 da man de 1862.
En portarla le 2a do correte foi nomeaJo Jo-
Francisco Piras para o logar d thasonr^iro da
ad ninistraflo 4o correio i provincia da proam
buco, com os veaclmntos qu Iba 'icaipeiiram. -
Dacretat ra 28 do eorrente :
Tran-fariah para a 2.' olassa d l. tenen'.a d
armada Joaqcim Mana Nogueira. nos termos da
art. 7." Ja le o, l,20t da 13 da malo d; 18 i.
CioluJ.j as noaraa do pos' dii'ienenh1
ao pbarinaseirtioo Flix RoJngies S iys, na
caoforrnidado di art. 1-i do plano a naxa ao de-
creto n. 1081 da 30 Je setembro Je 18 >7.
Reformando na fjjssmi paUo e om metaJa do
resaectivo sold, nos ternas do ar. 29 do r-gula
meato aati-xo ao laftalJ a. 411 A da 8 lo julho
da 1843, o furriel da corpa de hnperiaae raari-
oheiros Cyrillo Andelo da Silveira ea pra^a d>
diio carpo Jo Praacisca 3*.
- 29 -
O Sr. Otaviano jastificoo hontem, no sena!) o
egiunte reqlerimenio, que fai apprcvaJo depois
de algunas obsarvacSes do Sr. mini. tto da iui-
tioa:
nsquei.'o que so pecam ao governo os paree
ceres das consultas do coaseluo da estado qu-
arviram de bise para o aviso n. 90 de 21 do cor-
rento, da njim-lerio de estrargeiros ao pre'ideate
do Rio Grande do Sil, nlo havendo incoave-
menie. >
Pass)a em 3' di-eassao aproposiclo approvan-
lo as peosijs concedidas a !). Mafia Amali das
Santos Amara) e. nutras.
Srguio se a dicussao do remierimeoto do Sr.
Zicaria's acarea do cantrat de a de jnnho cole-
nraoo entre a directora da airada da ferro da D.
P'dro II, Lima Vianna 4 Sliranda e Silva, pira
trapo rucio da 500 coolks.
drarara >s Srs. bario do Coleg pe, Zacaras, Sil-
a da Molla a Sai a vi, e fot apoiado o aegninte
aJJitamento de-ta ultimo senta"
Por decreto n. 1,93) de l do ciosada e man loa sa exa:nwr a segrate resala-
ra) di asssemola geral:
Art. I1 O gove'no fica autorisado para conce-
der caria ii.> naiuraiissc,ao a todo o estrangelro
maior de 21 aonos, que, trnlo residido no Brasil
ou fra dalle em sen serete) por mais de dous
aunas, a reqaercr dncraranjo a intencio de conti-
nuar a residir no Brasil oa servi-b depois de
naluratHar).
Art 2 O gov:raa podei dispensar na lempo
de rtsideucia :
I. Ao casado *>m nraseira.
i.' Ao que possur ben- de raz no Brasil, ou
tiver parle em a'gum e-label -cimento indnstrisl.
3. Ao que r luveuior ou introductor de. um
g aero da Inlostria qaaljaer.
i. Aj j to se recammandar por seus talentos e
leiras, ou por sua apttdo proBssmnil era qaal-
quer ramo oe indu-iria.
o' Ao li lio de esirrogeiro natoralisado naacido
(ora do imperio au'.es da naturulisacao de seo
(>ai _.
Art. 3 Fazcm prava suflkienle para os elfo-
109 dest. I i, as certi-iSas extrahilas da livros
de natas a reparPciiis ofllclaes, bem como altes-
laco i pissadas por qnaesquer autordides e
musito par p" Art. **. Ascarus de naiaralis.cao serSoawn'as
de qnalqner imposto, excepto de 3 de sell..
Art. 5.a As ditas carias nao pod-ria surtir iffo-
10 aigum sera qae 09 outorgados por si a or
procurador munidos de poderes especiae:
tem jarimeolo (m promessa). de obsdiencjr .
delidade a coiistitaicao e as leis dii-oait, jifraifTo
omesmo re'mpo (on promatteaJo reeeMHwer o
-asil por sua patria daquelle dia em Uiante.
Art. 6 Este jurameo'o podera ser prestado
pacala o governo aa perante os presiJentos das
provincias.
_\ s-s mesma occasiSo o individuo nalurabsadi
declarar seus principios religiosos e saa pa-
tria ; se cjsalo ou s.ltairo, se com brasi-
leira on estrangeifa ; n tan ftihos e inaatef, de
que nome.sexi, ida le, relig-ao, estalo a naturali-
dale.
>m asas declaraUes sa forman n secfelana
Ja estad arespeciiva oaa'ficata U lodosos estran-
g-fir 9 iatari!isa1as. -
Art. 7.' A natnralhaclo dise .lonas ennimnar
a ser regulada peio decreta n. 80? A da 2) de jo-
nha da i80a.
Ari. 8.a sao rev)gadas as di9po?n5as era con-
trario.
- 30-
A dapoUoajo enviada pela eamara do^ desolados
para felicitar hontem S. A. Imperial a ira. prin
cezi recame por occa-iao ao sea anniversano na-
talicio dirigi a mesma augusta seDhora a seguate
alloc-ncaa : .
1 Ssnh priottpes, si) senhar, dias de verdadeira fesu
para' 09 povo agradecidJ, prendem-se elfes aa
pa^saJa ao gloriosos f tos di historia nacioaaJ, ao
pa nae.'s, porque, eoosa lpgdlar, o lampo, que no
ma'n!. mMeriil !ud) debilita, firma ni pratici
d neg.icios a sibdaria dos qus o governam.
Vosv aaniversario, senhor, gran outr ora aos
bra ileiras como ama esperaoca, gran hoja can
urca Dromessa nao se realisa, seta era Jod o*
tempas a reminysoeacia aiada mais grata de vossas
virtudes.
ikmle nlaoda, saskera, como.os dotes Jo tos-
so ospirilo, durait>; a ausencia de osso sagosio
pai, sa r>t>n;fatara na grave exercicio do poaer
nagestatieo, o Brasil eairelaga nr- fastas1 qne b j>
vos coo-agra vivas hamenagens de prnfunJo re
eonhecimeato v grsnfe eididi* qae eon1 desve
soube exornar-voa o carcter ca o as qoaltdades
preclaras jue exige vossa taodifflcil como gloriosa
tiiisja).
s Ssnbjrs. a trra da Santa Croz, certo, vo-
tada a grst-di deslios. Sabia orna a Prov.-
deocia nao erra a medida dos meios.., atoti-vos
lior isso d pros.uilimeuta do berajioMi*.1, privo
legrada sciencia poltica, raro onedjlo. Qael-
ra tambera ella pro'ongar-v.js os anrtM a *"m e?'
le fivor ou!ergar-vos um dia a glerti
o era 3.^-disoussa o projeeto da lei
forcas nsvaes para 1872 a 1873.
arjm tambera em 3." diseusto as praposi-
eSS sobre oen- s, mencionadas no parec.-r da
mesa. n. 387, e a respailo de dispensas pedidas
por 18 esiodantes.
Poi approvada em V disensso, a pioposico re-
lativa ao eatodante Carlos Games Ritieird da Luz
Cabio, em Y discusso, a propnsic/to sobre ni-
toraluacao dos estrangdros Joa Mar Pe-soa e
oauos.
Prcsa^ilo a 3. dlscnssio do projeeto de refor-
ma judiciaria e orafam os Srs. Pomp! i e Paran-
ga, fleando a discassio adiada pela borai.
Continuau hoQtem, ni cmara dos deputa los, a
%.' discusso do art. 4* da' prepusta do governo so-
fera o elemento servil. -Orou o Sr. presidmto do
coo-ellw.
Continuou tambera em seguida a 2' d,-cas?o
doart'go 3a do o'cemento, na parle relativa
despexa do ministerio dos negocios estraogeiros.
Orn o Sr. Rodrigo Sdva.
Ambas as dtau-tSa licaram adiadas pa'a hora-.
0 Sr. Aotonto Prado annnncioj a seguales in-
terpellaces, caja discassio ter lagar no dia 3
do crranle, depois da cetelo da mea :
Ho^uero qae se marqle lia 8 har, na frm;
do regiment, para interp-liar o r>mrado minis-
Ir da agricultura s-bre os seguiuies pontos :
1." Ben o governo antorisacio irireeioria da
estrada da ferro D. Pedro II para c titratar a Im
portacao de trabalbadores asiticos (coaii-s) des
tinados a servirem naque Ha estrada 1
i. A essa aulorisacao preceden eoahecimeato
por parte do governo, de argoma pr< posta ou ba-
ses para contrato 7
Julga se o governo aotorisaao a fazer essa
despea e por qie veiba do orcarneloT
t % Julga-su n gjverno obn .;ado pelo tni'r.i'o
efTeeluado em 5 de jnnho. eatre a directora da es
irada de ferro D. Pedro II e os Srs. Lima Vianni
e Miranda e Silva ?
< 5.* !fo caso negativo, quites as razo em qae
se tanda para nao se julzar obligado aa cura
frintento de a colralo legal, ftrmadi par nm
mciionirlo publico agente no goveroo ?
1 Sala daa yeasffes, 31 de jaiba de M71.
.Por carta Imperial da 25 do mei Un M apre-
aentsdo o cuneg > /os Igoacio da Favia Xogaaira
na cadeira de arcipreste que se coa vaga na ea-
aheJial da diocese de Marunaa.
Por portara de 28 do moa passado f >i designa-
do o bacharel Evaristo Xsvier da Veiga pira o
cargo de n\eal das estradas Unia e Industria e de
ferro de Petrop-lis, com os veacimentos marcados
na tabella que bainu com o decreto o. 2,93 de
10 de maio de I80, para os engentasiros de 1'
clisse, sem iransporie.
Por entra de igual data (i tambera designado
o bacharel Jamara Candido de Oliveira para ser-
vir na commissao do registro geral e esiatistica
das ierras publicas e possuidas cura igaaes ven-
eimentos.
(Sa|ia das ta-ira/c&es dadas ao actual dre-
v ni M fOUado por faili de jrar lar da estrada de ferro, por oeeasiid de suav-
a re^iijo da cairalo.
Pelo patacho .^trofo Grande recebemos faihas
do Bio-Gr.imte do Sal ate 24 do passado.
P^la presi len-.la da provine tora namcado o
capillo Jacintha Mchalo de Di tenconrtpsra pro
ceder aae estados e Ifacado da linha telegrapnica
de Pelotas a Bag.
Nesla eidade (ora lmcle no dia 9 Jo paralo
a pedra faoinn-niii *a n funccionar a SocieJile Poriugn'ti da Bmellceo-
eia.
Em S. Marn'nho ft-a assas-slnado o aliares ho-
norario do exerciio Manoel ClaoiiwiJe Olivotra,
Fallecer aa capital o negociante Dornajos Jo-
si! Ribairo Afvares.
No dia 13 do pasudo Florentino Antonio da
ASstMi;.eio, cabo do 3* aata'hSo de mfautaria, le-
vado da'ciames, astaasinava o saldado dt> mesmo
hatalbio Salu-iian Barb isa.
O Jmonte-coronel Jas Baptisla da Frenas,
aba^aVdo estaocieir. da Sucruzihiada, libertara
por dtp^si.cao testameotana 10 escravos sens.
O capitlra Leonidio Aal*ro da Silvia libertara
tanroem, sem mos alguna, tres ercravos.
A sociedada Emincipai'jra, fundada era Paletas,
adi.-igila pel Sr. FeJif berlo Galdino do Amaras,
dra liberdade a e'mco areansafl di sexo feme-
|Mat
A -liif* do Sf refere o segniaie :
t Na inventar) a qne se proecl.-u par marte
de D. Damasia CampeHo, rndenla no Herval. os
seas herdsiros reunidos, Sr. Zateriao Amaro de
Froit s, Dionysio Amaro da Siiver* e outr-s, cen
cederam liberdade a S6le escravos, o o Sr. los
liento Campello tarabem allorriou um de saa or...
priedide.
t Alera dessas maoomissoes, por JisposicSe-
testamentarias dainada I) Mana Aiit.nsa Moniz
Acaram libertos "os seguimos escravns ; Jos
Agosiinbo, Vicenta, Fehppe, Qairino, Feliciana e
Anna.
En resumo, 1.1 mannmissdes' operadas pela
philamropia da familia Amaro.
i as legislativas que obrara com'cansen
tmenlo a em noaie'da naci que representara,
ede quam leceberam mandan para curar de sens
ratoresses, a maiorla repraienl Implicitamente a
opmio publi -.a o caaseiuenteraente com ella se
aclu a varale as quesiSas |iolili:as ou sociaes
qna se dabatem no parlamania a agitana a soeie-
dade.
Sa urna exalendeule maioria no parlamente bra
sileira demoastrou eab.ilmeale que do lado do
goveroa est a opiniio publica,- porqae ella se
na curvara os raemoros dvergeates da cmara,
respeitaodo a aoberania da naaa, qaa pelos seus
representantes Icgiiimas, j teto dito qaa Ihe con-
v n a relorraa do elemento servil ?
Par qae razio essa minarla, desprestigiada pelo
vot) da cantara, balda dos recursos que foroecem
as bias causas, que nao sao sua e dos saos prin
cipios, que na eslocomsigo ; porqae razio, per-
guatamos, essa minatia nao se curv.. aote os dere-
tos da opiaiao, nao se submette as regras do par
lameniarisaio bem entendido, a procura Iludir a
espeetavarpublica com subterfugios, improprios
da urna assembli illa-Irada ?
Porque razio essa reluctancia em querer protel
lar urna solacio que tod> o psiz pele, que toda a
uac/.o almeja, que a opiniio tem proclamada por
tadas as sute cen tabas?
Beflictam os iilustres deputados divergentes no
papel qu esli representando oeste seeulo e ne-le
pa z ; peze n bem os acconlecimentos que vio pelo
Brasil a que forcasamente lerao de seguir seo
curso, despeito sie quantas barreira3 Ihe queiram
erear improvisados jurisperitos sociaes ; mesara
a almra da qual sa precipita a caladupa que
amesca derrocar ta-Jo quanto em mno seclo de
vida tem economisa lo o Brasil; e estamos conven
cMos de que mudarlo de rumo, e estamos certos
de qae, longo da q-iererera iropr nar) a sua
vomale, que apenas nm alomo da vonlade na-
cional, elles hio de aeceitar a verJadeira, a reil,
a expontaaea manifestarlo da socielade braeileira
pie qner, qae desej, que irapSa seja resolvido
qu .nto antas o problema do elemento servil.
E'sa prorelia^i) par que ss pronuncia a minora
da cmara temporaria, na; tem razio de ser ; e,
pira os esplritos refledlidos, ella se aprsenla como
urna senlelha eott que se procura atei*r ura in
eeodio, que temos cootlan^a na Providencia, nio
lavrar n 1 Bras I.
Errar le humana ; peristir no err volunta-
riamente, e, aluda mais. querer fazer propagaala
de-se erro, proenrando irapo-lo, quasi um crime,
um alternada contra a soberana naeional, se se
trata, cono no caso de'qae nos ocupamos, de
resolver um problema era qae cogita a ua cujo respeit ella lem Ji duo qianio sent.
Sim, dissernos e repetimo-lo, criticamos ais
illustres depatados divergentes e-sa allitude holiil,
essa neccaminosa e ingioria reluclaoeia cora que
querem prolellar a pissagera da proposla do ga-
vera o sobre o eiemento servil.
Cumprlnio mais e te dever, Unios esperanc-as
de que nao ser em baIJe que juntamos os oossos
desejos ais esfirr^a- qae emprega o gaveroo pfli
suluei) da qi-.siio, rolueco qaa, sem tbrir
chagas dolorosa*, atiende a todos os atteudiveis
interesses qie no Brasil sp ligara ao problema da
extiuccao las escravos.
.Vi'eias da snl.
Chegou honlem pela manhai o vapor brasileiro
Presidente, trazeuda data: do Bio da Prata 21, do
lli G ande do Sai 22 de jolln, do Rio da Janeiro
Io, da Babia o e da Alagoas 6 de agoslo correte.
na na piiata.
Na capit.il da 0> oledera cao Argentina reu-
ni-se a 13 o senado, era sessfio secreta, para tra-
tar das proioanlos relativos a guerra do Paraguay.
A convenci de Buenos-Ayresprosegua no exa-
me da ccn-tiluiao da provincia.
Foi inaugurado o ira mura y de Reigra no.
A f'publici di uro aoalyse do relaiorio do
Dr. Avelloueda, minis'.ro da iostrucc^o publica da
eonfederacao. Esta relaiorio trst noli'ias mais am-
pias, acerca do asaorapto, do que a mensagem d>
presidente, que um das unimos vapores nos iroax
e que por sea aracier suma>ario, nao aiuportava
maiores desenvolvimentos.
O or^imauto da MaWat^B pablca na C )ofade-
racao Argentina tara sido :
18*w 22:000 pesos fortes.
1866 lt.000 1
I8f>7 H.aOO 0
1808 3i.00 >
1869 113.000
1B70 93.000 >
a patria s iwo^minencias mal* fevj^
f que ten fas inilleravel no progress
clarecida i luz dos votos de am i)va li
* Interpretando a-wim os setilim-'n
ra dos tlepttdjs, digni.1 vo, sei.h >r
los.
S. A Iraperl 1 dlgnoa-ss respond
eo mu 11 as Miell5C,oes que me di
di aain.ra dos depuiaJos.i
,ile c-aawsr
a 'js, eim a
so saP, es-
itoSb
let- A
ama
albe
* Ag-ade
ir parto
. Cjm o titulo AstKiOfUo Econmica Pre <'
irata a Imperial eornpiuh a de seguro mnt id con
ira o figo derganisar urna socieJadede proprkJ*
tirios da predio-.
O t-.'inp de duracao da assoclrijio 30 sobos
e 0 sea capital 2,000:000*. dividida em dus se-
ries, igaae.? da 10,000 accoes de 100| cada anal.
60 podara ser accionistas os socios da iiopenat
eompana' de aegnro noitt, proprietsrios da eOi
fj. ioe urbanos neste matitVinfo no de Nttherohy
O flra da associaci proteger e auxiliar os se-
gurados da imperial compabhia de ejgro mstua,
sejim estes ou nao accionistas da aasocia^a >, pnr
molo de emprestimo e mediante fliMiia de lypo-
tboca da predio, rendo estes enaj WtHtos a prar.o
argoe juro mdico-
A as:o"arapiderl -smbem fjzfr.empresttmas
sobre pmhtra de outo, prala"e Brnanfe'', pon-
ees da divida publica, descamar Hiladle do tbs-
soaro, da alfindega e qojjtflapr liiuos dg govert'"-
0 vapor IdtMz Bo7*r
Ibas do ili> d> Piato, amdL
mos, isto 60 ctfBi*.
bala! ha dos li
nao fon
du%
pira
oacc
lio 4
JlABIO DE PERNftMBUCO
BECI?E,8 DE AG3STO DS 1871.
i:iement servil.
Na camira temporaria vai continuand a ser
discutida a propasta do governo, transformada em
PtOiccto da le, sobro o esud servil.
Dopois da sahid da r-te das paquetes inglez
a americano, ?to .'dep- s de \ a ?6 do prximo
pissado mez, foram votadas en. segunda discassio
os arfgw 2 e 3. da propasta cora tolos os sens
paragrapho.
Ni artiga di proposta da-se ao givarn a
facilidade da entregar associacaJis por elle anta-
risadas os fl-hos das escravas, nasnidos desde a da-
ta la lei, e qaa f >rem esdfaas on abaadanados pe
los senhores dellas, au tirados do pal'T d'estes em
virtude do artigo 1." 6." Am se regula igual-
itKoie o modo como devem essas asaseladlas obrar
cara rff^ren-'ia esses menores, e a forma por
qua se deverii utlisar ds seus servicos fi 21
aonos de idade para indemaisaio do jue despen-
derera cora ella*.
No artigo 3.* crea-e nm funlo de emancipaeio
para os escravos, explica-se. camo elle se forma,
e deterraim-sa que em cada provincia do imperio
sejata lib?rtadas anuualmeate tanlos escrav s
qiantos correspondan) quila dispoairel do fun-
do destinado 3 eraancipicao.
0 artigo 4.*, qua, a sahid do paquete nacional
Presidente, era discutida, occapa-se cora a crea-
ra > da peculio do escraro, regula o modo ea
ransmissia d'esse peculio aos aseadeutes e des-
cedentes, ero caso do marte do sea possailcr, deter-
mina que era certo? casos seja. libarla lo o ecra
vn. a una ontras providencias relativas Iher-
Jado forcada e ao peral >.
Es, piis, ultima dati, o eslaA#n qie fl-nvi
no parlamento a migaa qae?tio da actualidad*, o
pr blema, cuja salu^o prende e agita todos os es-
pira tos qae meditara cora interesse as causas do
Bra-il.
Como se v, vai iodo camralio vagoroso essa
solacio, qua lora altamente craveaienie se ni.
aloogasse tanto, com paracem desojar os membro>
divergentes da cmara temp raria, j cora os seus
interiniaaveis e repisad res discursos, ja nao c a
correado is segres ou retirai-lo-se do recinto do
paoa da assemblea para dar lugar nio fuoccio-
nar o parlamento.
Esse procedimenta dos illnstres depntados di-
vergentes serve ainda spa*, se possivcl, para ca-
ra;nsar esea discordancia .nsastentavel em faoe
das epin 9as emitidas precedentemente pelos ami-
gos il > Sr. Paulino de Soma, e de urna vez de
monstra, o qae alias ja nio careca de privas, is
to que motivos intelramente extr'nhis qoes-
1S0
Irros d 1 e da daplameote Ingroria contra o aabmcto da 7 4*
marcp, romnendo as mas bostlliades na resp sta
falla do thtono proposito d'a proposta, p 0-
eo antas apresentada a amar, desde iVg mu
e consKlerada como un c^rapo faeH do Xptorav
para ama queda da gabinete.
Sol ra-nos ainda ama vez o direila de crm'sar
procadimato raremo-lo ronvencilos d que
I caminno. rr qu sa ms Arira
ro" an'ai tar, promovefao eoarorrar psra qWaV.x; da h.
1 ver sessio, como meo de evitar que le 'be
A diHfereBija do ultimo aooo, diz o relaiorio que
provm de qua as proviacias de Entre Bios e Car-
rienles oio receb-ram a sua subven<;ao,.
Observa, porra, o miahtro qae resta muto por
fazer, e calcula qiw ba ao paiz cerca d^ ilaO.000
'meninos que na> recebam instraejao. Acrascema
qu! vai dimiouindo esse numero porque as pro-
vincias loa duplicado as saa* escolas.
Nao ha cen-o da elucacfo era todas as provin-
cias ;.nas qie j o tem o resultado o segrate :
Rioja educa 4 I8\ meninos
Cn-dova 6A!
Tacuman 4.739
SariJnaa 8.113
Cala ura destes algarismos mo.-fa augmento
sobre o anno anterior ; em San Juan a edocacao
alcaoc a um decime da popnlaijao. O relatara
publica tambera as .ominasqua cada provincia a)
pitea a instrtrcao, aln ia subvencao qae o esta:
do ihes c. N-ta porem, que em nenhnraa dellss
so gasta nm ppso p-ir habitante, emqnan'o que no
Estados Unidos em neahura e;tado desee de 3 pe
os fortes pjr habiianlav
Todas as provincias foram doiadasde ara eolie-
gio nacional, queja trabalt, excepto a da S.nta
F. A najaa c'usteia urna oniversi^ado e treza col-
legi, nos quaes so educara 2.325 meninos. Con-
clue o relaiorio d iodo notisi do observatorio que
se e-i construinio em Gordiva.
s. PAULO.
Recebemos folnas da capital e de Santos at
23 do |ntbo.
0 Sr. iorooel Eneas Oalvao reqnerera a pre-
sideocia da provincia privt4egiopara a constru
cao da ama estrada de ferro econmica, que, par
lindo da eidade do Campin.s e approximando-se
o quinto stji posstval di i) Amparo, passe^ por
Magy-mirim e vi terminaT na ci lado da Casa-
Brauca, prnloogHnlo-se mais tarda pela villa d"
Cjur eidade da Praqoat at a piule do Jaguan
nos limitas daqae'la provincia com a de Mina--Ge-
raes. E-ta estrada, segando o Sr. coronel Gilvao
diz em seu requermerto, de grinda vantagem
nio f par* a provincia de S. Paalo. como para as
da M nas-Oeraei, Httto Grosso e (Joyaz.
A presidencia da provincia mandou que so pn-
blicaso a peiifi) para provajar noticias e mfor-
maciis, qiw a possam esclarecer no sentido deja-
formar a assembla provinei'l na prxima Htsi.
No dia 13, is 10 yi di manba, um Iran d*
cargas da estrada do ferro do S. Paulo pissra so
bra o c .rpo da los Luiz, antigo negociaoi- de es-
cravo, qae ltimamente pareca padecer de ale-
ntelo meato. Deitada no cenlro do Hto da e-tra-
da, dorma lalrtz quando passia otretn, que par-
ti Iba o braco esquerdo. O infeliz foi eonduiidi
para o hisprt.al d Santa Cisa, 00le fallecer oa Aa
iramediato.
Segundo no'ica o Dmocraa da Guardia-
gaeti, nos Ji te 9 a 9 do eorrente. Iiouve farta gea
da aaquella localidade, mas sem prejuiza sensiv para as plaoliudes).
A iiiesrsa fuliia di, babeada em iaformatSas d-
alguns fazandeiros, que tem de continuar era 1872
a naver a mesma fall no, nia so plir se acbarem os eafireiros dcitan-ln
floras fra de temp co'amsilo, como por causa da
praga que ees alguns cafeaaes coineca de novo a
deseuvaivar-so.
O Sr. Jos Teixeira da Silva BMga, antiga ne
gocianta de Santos, o qual viera pira esta corto da
passagem no P(i/in, adra de seguir para Poria-
gal, cinceJeta caria lie liberJ.le a sna escrava
Carolina.
Df Santo Aatoiwa da Caehoeira escrevem
ao Crrela Paulistano, em dala de 17 do eor-
rente : .
H o'em, s 4 tura da tarde, no bairro do
Curraiinbo, Candido de livelra. enccntranJo-aa
cora Joaquira Francisco de Panfa, com qaeai tioha
rxas ant.gH, dafcetwu sobre este don* tiro de
garrueda, a em segoida dea Ibe deas fajadas. Al
nda nia baesperanoa de salvar o (Bandi-
do. O subJefrgdofpe aaeilaa encalco do orimiooio, qua ai a aori
em que escttvo (7 da raaohi*) aiada nao foi eo-
cooiraa.
V fa Asnaa.
Gbrasviif*ttaiir,a-adu.kiior paraa mi-
siva do aos* oerreafciiiaote da edrJjye pabli-
earpos sob a robrtea lnh
Bisa- nibaaA .wemowiaefl
EITectuararn-se trausaccoe regularos]
bi> sobre Londres % ft> d. para o
ea*a#.
f N^goalaraai aaA saatfua da aaaasal
1013' a lOlof*
paca ti d*t
e As aporree-s geram de 0/. Ilifran Bovimen-
to regular a 08 e 98 1/4 / a dinhc
O inereado de accoas estere apatbieo, nao
con'laaJo traosaeoi) aigumadelwport ncia >
A slfandega renden no mea de julhc
;i,i4:876*390.
BAHA.
Noconeurso que se proceden para prren-
chimento da raeira ua paihologla Interna da Pa-
culdade de Medicina, foi approvado uoaaimemeote
o Dr. Demetrio CyriacoTourinao, por unanimida
de de fotos.
Seguir, para o Bio de Janeiro a fragata
vapor americana Lancaslrr.
Lemos uo Diario :
1 No domingo 3) da j u ho den-se t a roa ia
Poera e casa du D. Romana Emilia Coatauca da
Fonceea o eavennamento de diversas pa.-soas.
t Teodoa africana Delphioa escrava dessa se-
nhora, recebido do africano Adriano, sta aaiaaio,
nm poneo d-a [, e feiio na mesma manhaa min-
gio, deu para beber as menores Mara Gailner-
uiina, pardas, bebendo tambera do mesmo mieg* ;
momentos depais, principiaran! a sentir doras
vmitos as menores Mara eGuilbermina. filleeeo-
do aquella a orna hora da tarde, e continuando
e.-ta e africana Delpbina ns vmitos, e dando pou-
ea esperance de vida, segundo a opiniio de Drs.
Hanriqne Alvares dos Santos, Santos Vreira e
Souza Marques. Os Hllio< de Delphioa nao eh-
garam a beber o* rcingo por serem obstodo por
saa senhora, em visia do ifhito que vio prodoair
as menores e na sua escrava.
Compareeendo o sobdelegado de San'Ana ;
e depois o Dr. chele de polica, mnd*ua aoscar
o prelo Adriano, a quem iaterrvgoo, bem eamo ao
eaixeiro da easa de Simpso, onde awsaoo
servia.
Adriano decs r.-u que sendo ello ser vale
desso eseriplorio, e havendo muifos paects rni-
d s jwlas ratos, derramando o qne ^eniinlisrn nedo
chao, e qae Ihe disseram ser ararnta, elle ajnrtwo
a mandado do eaixeiro da casa,, c levon tirando
urna parle de qae fez mingo para si, e mandando
o mais para Delpbina fazer para si e para seo
Man.
Chsmado o eaixeiro Antonio C-lestino de Sett-
za declarou ser verdade, e que o objecto ctoraa-
do era maizena.
t Tendo-se examinado o p pelos de n.edieo
e Dr. Roiiigucg da Silva, declararan) existir aM-
carbonato de chumbo e alvaide.
Entrandi se airraa em nutras inJaracSee:
nlicou a polica, qne teodo se a abado de pintar o
escriptorio de Siropson na sexta-trra fiear nm
resto de al .ai.1 le uo lugar onde exisiiam araaaOhis
da maizena, e que sem dnvida Adriano laaQaaaV
mi de ludo aquillo o mistaran, e dera lugar a
lio triste acootecimento.
< Adriam f i reeothido ao hospital, pois anda
soffre do veutre, par haver toma lo da mesma mis-
tura.
No dia 13, no lugar Prata do mesma termo
de Marab, suici tou-se, descarregando ara tiro de
espingarda sobre o'pescoco, o lavrador Jlo Fran-
cisco de Assis Moreira.
Plas inlagac<5esa que sa proced u chegoa^t
ao eonhieim-nti de que o iofaliz Moreira sotavla
d.; aiieria(itf mental, e qee nee dia distribuir o
servico por seas escravos, nio dindo indicia la
qae pr.ijat8s*o pralicar tao deploravel aclo.
Poucn depois, pnrm os escraves onviraas' asa-
tiro e enrrendo ao lugar donde parta encondr-
ram o infeliz mono e encostada a nm eorjcoa do
pao que eslava no engenhn.
t O cadver foi condnzido para a villa, fai-se
corpo de delicio e instanron- O cambio regulava sobre Lradres Vi ttfd.
por l*W0.
Renden a alf.mdega no mez dejulho......
7:J:78iOOO.
ALACOAS.
Falleceu, em Uacei o Sr, Antonio Mames
L'ial, autor e actor portuguez.
PERNAIBIICO.
REVISTA PCASIA.
MISSAO ESPECIAL.-Lemoj na Hefcrm*, *
crie, do Io do crrenle :
c Coe>ia-nos'qoe o Sr. bario de Cotegipe, tSae-
para o Rio da Prala, encarregado de ceit-ara*
tratado deiinitiva de paz cotn Paraguay.
i Tambesn consta que a legacio argentina la
corte leve ordem d.) sea governo par retirar-a*
ao prxima paquete.
FABRICAS DE FIACAf) DE TECrD03.-Co0
prazo de trinta dias,'* contar de 5 do eorrrate
mez, acha-se aberla a cncorreneia para o-foa-
trato de exploraco de urna ou mais fabrican de
tiaev.' de tecidas de argodo, svtb as bases esta-
le.;.das na lei n, 963 de 2-"i Je julho ultimo.
DiNHEIH.-Os vapores Ipojuca e .tfaade* la-
varam sabbado :
Para o Aracjd
t Mace
f a Parahya
o C-a-
< Hossvr
t o Aracaiy
O vapor Presidente irruxe para
lo-c da Silva Loja & Filha
Antonio Gomes Netlo
Tnesooraria provincial
Maaael Mirtins Fmza
Braz Januario Fernandos & C.
.arvalho & Ncgueira
Mi noel Moreira Campos & C.
Manoel Soaras l'inbeiro
CORRECCAO INDI3PENSAVEL
art. .111 da le provincial o. 1015 lixanrto a tasp-
7.1 coreando a rcccila municipal da proviaei,
publicada no nosso numere de % do correa*
m z. onde se Iii40000 sobre cada casa de -
gocio, etc. deve ler-*equalro mil rti, erroaase
d-vnla ao copista da original.
MOME PI TEilNAMBUCANO. A' raa dt>
Haspicio, cm casa da residencia dos Srs. Garnatto
Moaieiro da S.Ivl Sanios, honve uo domingo asa*
rao a reuma 1 de fnnecionarios paqueas dettapra-
vi.icia, qua agitara a ii!e" da creacia de urna a-
eeda e .ib o uomn qne a esta wdicia sera* ae
loaomiaacao, as ^i-las ee eoestitnlrem uas cav
tra de auxilio para si, quando delle caaa-
Qim na permanencia da vida, a da garanta pata
sus familias ao depais da morte, Itgando-iba aa-
st.-n alguns reennos ceos seaprr. -
E' urna asyiracao, qae sa reeaitaaeadi por si
masma, e tem alcance que aio rapa i grande
classe, qua .1 nutre, e procura na fusao dos a-lir-
C18 individu-ies era urna forca collei tiva e harmo-
niza, dar-lha vida e cxpansio pira auleteacia
daquelle duplo fim.
Desajudada, cora-i a classe a proto de mal asr
para as prirnelrts necesidad 4t~ daa, sana Me
s r possivel a furmacao Ce am pee alio, com que
possa contar ou para os dias da enterrnidade,
ufando to os vencinentu oVaoatoJoi per mp
njinia dos cofres, ou para a slaipvoi e itaroa '-
.nentacioda .imia, quando a nwit fnlmt* i-
gom de seus ra;rabros, forca ga ta jjwr. imr
re de fazer alguma cusa era reciproco beneficio'
.los inUKidaos qne a cimpS^m ; dad a asaa-dto
iaicucio, nao deva estacar, e aa.et<*rario ir por
.liante no promago dos fia geneoaos da idea
aventada.
A renn ai foi imponente em caaMmacsaa
pre-iaio-a jior acclamagio o Ex Stv tar. Joaa ia
s Ferreir da Ag liar, qne conviden para aiaya-
wrios aos Srs. Drs. A. W.iruvia Plata Bara
Ac.-ioli de Va^ceoeellos Antonia Mari te Sa-
nas Neves, e em seguida a*ria & lcc a sesteo
p ir urna ailocacao sigu.'.icalivadasaisial doarerj-
nidos.
Caasiderando estas aa priaeiai sy atheticnaao-
te era si, deseen ae dopois pela a a ya ina
relacSes com a familia, e detwa-ae a eiempla-
c.a 1 do prtst-ale dosajidada da empcejtad
e da fotora inirisl. rsder aoso fansaa ; raai,
o romano ao chir ao golpe parricida, alie
com a toga da e-aooreciaMaitj em uvaon
se quadro ; o desanimo ou a iud:ffer nca
lounu.M^era la pon vea sluaco; naai r
oj j o seu aHirao ver!. Teve alada par
tu sparaatTagar a idea, tv conse
lar a aapiracio, a que a reoaaaaa
Jrma definida : leve floilrneute
pora satoboaa daasa gaaaaVo iatajs i
Depois
4os iraMlMada
Dr. Faria Nevea, apasai
iirecQae aroeisoncj
acaoatilnkaa deflailf
eniliaM,aidaa|
Dr.
.Vv"eM
ogar
*(t:(00>Bd0
i:.:'iOO*GdJ*
12:C"-
J
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i
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-wav.-'.'jw-.".".1- ?!'V!f -^gwiy::1


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a f.te-lo su
.piado;
sa tnlasse da wdtoa* Me
[ que *e pruWwie*s em
rar totarerrte p**> n itera adaptado Atuas da ctale. Ser Itiexe-
t*m ttHro TttrT*n)3 que nao, c
l -i finemos esta rectaaaeaj minio alten
ROVO ATHRNEU. E-la eocieiade -renoii e
\^Hl no lagar e hora lo costme, sob a preai-
^lalo. Sr. Pelix He Figaelr. Trat u-o de
negocios mfwffjntps da sociedad?, o nomearam-
seeoramissosi. Firam approvados socios effecti-
^anOr^rsOs 9rs. eldanles, l'oi marcada a sessa
par* 8 doorre.me.
TRASLADACAO DE IMAGEM.-Reatason-se o
domingo a tra;iadacao da ira.igetn de Nos?a Se-
4o Bom Gonsellp, padroe-ra dos alu-nnos
.dado e Direito do Itecife, da capella do
fe S. Franc;co Xavier p*ra a igreja do
de S. Francisco. O icio esteve solsmne
Jo, sendo acompatfbado pelos alumnos
do gvmnasio provincial, era amen de cenlo e
els, e pjr diversas curporat* religiosas e pes-
sdis grat.
TERMO DE IGAR tSSlT.-lwre as noticias da
Orto, traziaas hoolem pelo a*fWe nacional Pie-
sideate, veio a e esur noWeaio juiz municipal
ft fa-irrr-ni o Sr.Or. Carlos Angosto V;,z de Oli
atrVqne *e achava exererttfo e cargo de pro
Mtor publico em P. as Alnrta-. Oahe-
cendo de perl-j o Sr. Dr. Cirios Vaz, folgamos de
ver qae o goveruo imporial o tanta orneado para
ref trido lagar, visto eom > jalgaaios a eseolha
jertadissima, a> spelo illustrai espirito dojo
?o beafearei, mas tambera pelo sen carcter aus-
tero, acero e prole. Lonvando o viven pela
boa eseoltia, felicitaiuas o Dr Cirios Tai pela ana
booms nomeaco.
05 ISRAELITAS EM PARS. Os memoro do
cousiMorio israelita dirigiram a seguiote carta aos
memoro* do capitulo metropolitano da igreja de
Pars :
i Senhore'.A presenta dos ministros do n^s-
so callo nss exequial do veoerand) areebispo 8e
Pars ji vos dina, em face do odioso atlentado e
das sanan victimas, a n ssa profunda indigna cao
a nossa dolorasa sympalhia.
Permatii. chores, que anda accreseentemos
o letteniunli > esc- ipio da paite qtie lomamos na
cruel provacuo q-oe a igreja de Paiis acaba do
alrava-sar, e que ponhamos jo oto do sea eapitu
lo aaslropolitano a expressao dos nossos religiosos
pifTtRi'.
Aasoeiamo-ii'.s cm coraclo e alma vossa dr
e ao9 Vossos pozares, e os nossos fCiiliroentos con-
fnad.-Hi-je coa s votsea para pstvgmatisar e;ses
obades a-.-.-isinos, qjie leem aflligido todos os
coraces honestos e assonibrado o muaJoi
Fjcamos votos pira que lodo e.-se s:mg:9 inoo-
coate, derramado >>r t> crimn'sas mao?, possa
vir a ,-er o re-palo da nfcsa inlorlaaad r patria e
a nmeate J.nie sahir a uoss regeera^Xo mo-
ral. Soria para i < grande eonsulacao, para a
nobroj vrctiiins a mais bc-lli recompensa do sen
marlyrio, e para o munlo a re lisacV destiphra-
se 6i li;!j|i-i : t Qnert ser smtificad? e hmrado
pelos que me estay prximos.
U.jnai vos de aceii r, iiinradi?simosseuhores,
a bolu-'ha.L ni io nos9o respeiio e a expre.-so da
nos dedreajo.
Os gran!es rabbinos, rabbinos c me.T;bro5 dos
copSlstorios central e departa.no: too', pre^otea
m Paris : lidoc Kaltn, gr.-.nd rabbiai 'le Paris ;
Isidoro, grande ralbino de Frang ; F. Lazar,
rabblno ; M. Mayer, rabbino ;'Gustavo di Ihlhs-
ehitt, pie-idenie Jo cunsisiorio d- Paiis; /1/ron-
so te It>;!>/1, F. Anspach, Dr. SJe, Albert-Chen,
Alteas, J. Cohn.
Eis i re.p i-ta dos membros do capitulo :
Senlio.es.A ipuor parle do capitulo metro-
politano osla auzentu de Paris; a idade muito
avanzada c as enferuoidades dosses senh res lor-
narn-lhe necessario nin repouso mah completo,
aps das crois provacoos quo acabaiu s de sof
irer. Aqoulles dos nossos veneanlos conlrades
qae se coaseramaqu na qaerem, tudavia, que
po3?aes sappo-los insenslveis prova de SA/mp.-
tbii que vo< dignaos de nos dar.
A vossa cana, signada pir tidos os mera-
bios do consistorio israelita, devia ser lida em
asscmbla capitular, e nos deveriamo3 lodos ros-
oondr-lbe ; mas, quando nos poderemos reunir ?
Permti que me felicite por lar sido, noclas cir-
amslanoias, eucarr^ado de vos exprimir, em
uomo de lodos, os nossos sentiinsDtus de viva
graiido.
Par boninar o oioso xttentado que nos
rouboa o ;rces.spo da Pris, nao preciso orar
Domesino leaiplo ; basta recoohc5r igualmeule
as leis do qua disae por meio do seu pr'pheta :
ti amo a jistiga e odeio a iniquidadp. Qoe u-
|o ? Basta ser fraccez, basta ser homam.
Os lajos mais ntimos que nos ligam nobro
victima, nosso pastor e nos:o pai na vi Ja espiri-
tual, tornaru o uesso luto mais profundo e o nosso
pez;>r mais amarg'. Abengoado sejaes por.com
vos30 puso fraternal, vos dignardes de querer mi-
norar as dores de usa familia to horrtvelmeul.'
provada.
t Como, v?, senhores, esperamos que o Altis-
simo se lembrar das suas eternas misericordias,
e qae e sangue de Abel, derramado por ruaos fra-
tricidas, ai i bradar ^m balde para o D.'usde to-
da a- bondade.
T;nlio a honra do ser, senhore?, em norae do3
meas veaerandos confrade
t V"ss i huralli?simo e obelieniis^imo sertldor
R. de Vaktti, eonego de Paris.
VIDHOS PARA ESPELHO.-.V ra do Bara
da Victoria n. II, casa do Sr. Azevedo, acaba de
iiegar um excellente sortimeiilo do viJros para
pelhos de todos os tamanhos e qaalidades.
LOTERIA.A qae se acha a renda a (203.')
* beneficio da nova igreja de Nossa Senhora da
Pfcufca, qae corre no dia 11.
LE1LA0.tioje elTectaa o agenlo Marti ns o lei-
lio d; um sobrado d; quatro andares, e un sitio
e casa como se acha annunciado no lugar compe
tente, i II horas em sea escriptorio i raa do
Mrquez de Olinda n lo Io andar.
PASSAGEIROS Viodos dos portos do sol no
'aper Presidente :
Dr. Joaqutm Torres Galindo, Luiz Correa de
Avallar, Dr. Napoleao Silverio da Silva, Dr. Eloy
defirros Plraente!, Dr. Joaquim AntSo de Sena e
seii escravo, Pedro Raymuado da Silva, Placido
Vrtalloo da Silva, Joaqaim Angelo da Costa, Luiz
goacio Ferreira, Manoel Rodrigues, Malaquias
JosPoreira, Mauoel Rodrigues, alfores Zozino A.
ayme e sua mulher, tenente Felisbello Jo Fer-
reira da Fonceea, sua mulher e tres flihos, aira-
res Leoncio Luiz Pinto Ribeiro, major Luiz Anto-
nio Ferrai Juaior, alferes capellfl Jos Ferreira
Viacas, Sebastiana Antonia, major Jo: Lihanio
^e So'uzi o 2 fllhjs, N. F. Zh e 1 nihi, Dr. Tri3-
ito Usariqae da Costa, sua nai, 1 Olha e escra
os, D. Anna Joaqama de Arari e, D. Carleta \\a
riqae Costa, Leoncio OJe, Manoel Ferreira da
Silva o 1 escrava, Josepha Lioncidia Rabello da
Silva, Mara Manoela Gabelo, Cari Ernet Erlhardt,
Sonnque Nane, Frasclsco Alves da Silva Ta-
borda, II imbelino Theodoro da Silva, Joaquina Jo
a Ferreira, FelieiJade Maria da Conceicao, I do-
rio, Joao D;ogo da Mello, Manoel Francisco da
Coala, Beato Augusto da Silva, Antonio Jaaquim
Maria Aleluia. Joaqiim Jos de Araajo Vasc mcel-
toa, Antonio Jos de Fipoeiredo, Esmael Ferrei
n, Bernardo Francisco Bsssa e eua criada, An
ionio Joaqaim Soares,Anionto Pelxoto de Abrea Li-
na, Adelino ClauJino Dua'rle, Balbino J. Guima-
rei, Joaqaim Francisco Das, Berloliano Sarros
Lima, Francisco Perem Camello, sua senhora e
ttfra, Pehsmina M.ru da Oonceiolo, msj >r Luiz
!a d enezas, J. Ueraeotino Corre Manoel
m da Silva Copina, Francisco da Rocha Car
Antonio P. Abre, Ttioraaz de Amaino Sdv
9 ex-praca 4o exererto.
Beta para o aorta :
Antonio CanJid Gomes, Manoel Loo-;
Castro Rocha, Dr. Joa Beroardes Serr
I, Dr. Ovidio Goilhon, teoente Joaqoi
^B Mogueira, Prdro BapUsta Pires Teixelra(|
ente Joaqaim Torqaato alendes e 1 albo, Jo' ~
Gobms Je Aodrade, lente Joaqaim Jos '
Saot'AMl, toa ahora e S fimos, alferes J
y.eterfno MUta, Pradseo JoRo da Veigs, Frat
fea* Joa laatoel _BI i ofjpcai!
mm \ mflhia t PanAa io
Ni realtd id o tualirips toaderaai ,*
dof8a*xpet*ita, Uftto mais por r pri
raer vez que rap*MetfrB.
Miravhounos w a preciso, oin qaa
tlisempenharatn os seas papis.
Qoer m psrtt declarnatori^, qoer na can-
loria satisfiera* plenatuepie, seadn nfcr-
rotapidas, iatamera3 vezre, por cajopoio
applausos doiotolligenle ptblico, qu9 chaio
de adroirac) e contentameolo as apreciava.
F i oa verdad um especlicalo carioso o
digno de sor visto.
Nio hoave um uuieo especia lor, anda
o ais exigente, que nao caMi surpreeo,
ailendendo tenra idade dos oten nos.
Nj os app!auiimj de coradlo e apro
veitatnos este eusejo para dar-lu.es os dos-
sos sinceros parabens.
Os festejados' artistas D. Jesoina Mile.
Fooco, Peregrino e De-Giovaaoi, realcaraoa
com os seas Irabalho, o migo fleo iverti-
mento a que nos referimos,
Espectaca os desta ordim, s3o o* qus
agradam e fazemos votos para qae, se forera
repetidos, atirabiam numerosa concorreacia.
O apologista dos artistas em miniatura.
M
airante'd..
4a a 7
?lenlo 4a alfaarlega
Votemet aakidos
coflp fazenda
co feneros
41
NOTA demonstrativa do beneficio concedido
o Lyco de Artes e Ofcios pela conrpa-
nbia nacional equestre de Antonio *ris
do <]orsao, promovido pela sociedade pa-
triotisa Doze de Seiombro.
A' saber:
12 camarotes a J0000.. 240*000
i dito por........... 2510M
i dito............... 15W0
i dito___:.......... lijiooo
15 191*000
10 cadlras a 10/000.. tODJOOO
71 di '.as a SOO......- 338*080
30 (Mas a 4*0i)0...... 1^*000
7 ditas a 3*000...... 2U0J0
2 ditas a 235110...... 5*000
lo ditas a 2'JO0...... 30*700
133 631*000
769 plalas > 2*n09.... l:530*C0O
6 Jilas a 3*000...... 18*000
3 ditas (da cemmits
sgonciadora do Be-
ni'cio) a lOOCO... 303000
774
1:378*000
Importancia' total......2:303*000
17?
____ X.
Daearirgaw h^e 8d*44P'ta
Patacho aoslriseo-D/ofi S. tariaMU J%>-
Brigae inglezBemvindopedras.
Qrigue Niglez Dorabatiafliao.
arca iagleaaSitm 8 Barca portoguezaMaria Luizaim.
Barca iogleza -l/(|jno/a-idera.
- Despachos de exportando no dia 5 de .
agosto.
Para os portos do exterior.
No arigae portuguaz ftemprn/fo, para o Hio
Zaire, WNrwaram : Carvali Ffepaeira W bar-,
ricas co 4,298 kilos de atusar brane e 25 tilas
eom 3.078drtos de dito mascavado ; Joaqpin Oa
raido de Bastos 29i alqueires com 17,6i0 kilos
de san.
Ja barca porlugueza SociA, pira o Porto,
carrejara : Pereira Vi anna 4 C. 1 barrica com
3H kos 4e caa.
Para o*s portos intartor.
Nd WaM aacional Dos te Guarde, para o
Araeaiy. carrosa : Joaquim Barbosa de Carvalno
20 1|2 harrieas mi 273 kilos de aataear brane*.
RECEBEOOMA DE RENDAS INTERNAS
GEftAtS DE PERNAMrTJCO.
RflftdinMano fle da laS. 6:906*910
ffem fta dr 7...... 3:SS'tSO)6
10:763*016
CONSULADO PROVINCIAL.
Reodimeoto do dia 1 a 5 11:911*466
dem d, dia 7...... 5:60t)*74
i-Mra ja raaaoaa o
amado cono S
o que a prs-
ate aterro m-o do A va
mi 4 mMSa d. 1
soppiieada
17^11*88-*
MOVIMENTO DO PORTO.
JVirrioj entrados no dia 7.
Ifto 4a Jan ro e portos intermedios6 dias, va-
por nacional Presidente, de 228 tonelada*, con-
miadaoto Antonio Jo Gircia, oqaipagem 45
caraa difidentes gneros; a H-ary Furster & C.
New-York48 da?, barca inglezx Risatnond, de
de toneladas, capito equipagem II,
carga 2000 barreas c*m farioha de trigays.
outros gneros; Juliostoa Pattr A C.
Swasa90 dia?, barca francezo. Reineda Anger
de 230 loiih8<, t-julpagern 10, cargo carvae,
a ordom. Esto nivio segla para a Un do As
oeaoioD, ar; moa a esto porto pira refrescar c
fanr alguns repams.
Observara.
H5) houve sahidas.
Fiv-aram em poier da commissao dos artista?,
ainda por cobr-r : -
14 CrtJairas e 34 pialis cojo reffebimonto li:a a
cargo da dita eotoransl.
O fhe'onreiro,
Jos Antonio Pinto.
0 Sr. j)5o Athanasio BoSelho e a soa rei-
po ta proposta de Francisco Antouio
A[ves Masoarenhas.
Nao podo o Sr. Botelho contestar o juizo dos
homens da sciencia acerca da proposta, e emii)
pretende disvirtaar a questao, allegandi que'a
propo.-la htj ageitada e nao roalorme oj autos. In-
vento do Sr. Boulho. D.-sallimos para que provo
o segainie : se nao de notonedade publica qu*
Mascarenhas fez no lugar Caboe o caes e aterro
di qae trata era sua proposta; se isto nao est
provado nos autos cotn testemunhas maiores d;
toda ex:epcao o com vistura ; se a seotenr;a di
ji da 1 instancia nao reconhece es3e facto jal-
gando contra Mascarenhas por ser_ )bri feita era
lerreno de mariuha, o que se declarou na pro-
posta.
Lembramos no Sr. Botelho qa; as qiesloes sa-
nas nao admitiera o ridiculo, era subterfugios,
armas dos que nao tem mao.
ERRATA
ao artigo Elemento servil publicado no
Diario de 7 de agosto.
No tercairo periodo em vez defazealo-
se G0#000 p r cada tim, diga-sepagndo-
se COfJOOO por cada um.-
No quarto periodo em vez dapagamen-
tos anauaes que longos, diga sspigamen-
tos annuaes e longos.
No quinto periodo em vez'de segundo
o vantajoso Systema de se reparar o cultivo
do plauiio, diga se segundo o vantajoso
systema de se separar a colneita do planto,
No Sexto periodo eat tez de desmora-
usados perante elles, diga sedesmoralisa-
dos perante elle.
No.oilavo periodo em vem de applicar
sobre a chaga canco^isa d.t escravidSo, di-
ga-seapplicar sobre a cbaga cancerosa da
escravidao.
No dcimo primeiro pari lo em ves de
nao deve ser o srdido interesse que nos
venda os olhos, diga-senSo deve ser o
srdido interesse que nos vende os olbos.
No dcimo terce.ro periodo em ve de
amatando a torrente impetuosa, digasa
amainando a torrente impetuosa.
No dcimo quinto periodo em vez d-
os anda remotos, diga-seos ainia nao
remotos.
COMMERCIQ,
Seguros contra-fogo
COMPANHIA
NORTHERN,
Capital. .
Fundo de reserva
. 20,000:000*000
..... 8,000:000*000
Agentes,
| Mills Lathan C.
THE ALLIANCE BRITISH & FOREIGN.
Life and Fire Assnrance Company estabelecida
em 182i. Capital 6,000,000
Os agentes desta companhia tomam segaros
contra fogo sobre predios, gneros e fazendas e
pagim aqoi prejuizos devidameote provados. *
Rabe Scbmettaa A C
Corpo Santo o. 15.
IMPERIAL
Companhia de seguros contra
jfOffp.
AGENTES
S. P. JOmiSTOff & C;]
Roa da weazala-aoTa a. 4t.
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool A tonlon Gtob
Insarance Compoy.
Agmim ^
SatfWJerslJrtbers & C.
l-^Gorpo SaatoII.
oo
o
#uwltcaoo
i' a opcame qi:i
lr ediWn vi uacia dev v prjva U para o uyu aequer dia
*va, ao\*ai au4euc* qtae *e *egiiir a aecu-
aoa* 4a diario pelo eia n^uspiU serem asatf-
uaX* m supKuiio os 10 du da I'oi PA*U **
dentro 4c4j|cfar por va da nadurg x ai ex-
*f?jaeeps qae Ihe Mtre et* peaa da
rhe flarem asslgndos a soa re*elia. Ai-im, pols,
o tnppiledtffl iiJe a V. S. ss dignj maodar qos
deatrfbdiaaeVto se fa(ja a iatlaacl' requerida, li-
tando o aoiiplicado citado nara tod-s es mais
termos a actosipdicfaoR.E H. M--lava sllala
com o sulla e ftumpKM a importancia de 200
r lojjaj'naaie inutilisada da (arma ieguinte:
flecife^J de jottio de tttll. Como piwtn-adar,
r. Tarafii aettort. Na m*\ pache M^striotrida hiwllqnwn.
ReeffcJt8 de hrWio de Wi. Barros de La-
cerda.
Bffl *tflo4e do mea dest)clo xarado em dita
petiefe lora t merma policio distribuirla ao escr-
vo deste juizo Manoel Mafia Rodfijrues de Nas-
cimento
V. u-udea npptieaate produEo atas testema-
nha-, sllalos e preparados s Atol sabio a me-
nta condhsM e aetM di aMgVintt seutenca :
ProeeS* fu-Acacia de luzekcia de Joaquim
Luiz dos Sanios Villa-Verde, pelo que inania que,
oara os ftot requeridos na pelioo inicial seja ci-
tado por ediucs com 30 dias de praao, afinados
aos lugares do coturno e publicados pelos jor-
naes. E castas ex canta.
Kecife. 31 de jolfao de J871.Sebaso do Reg
Barros da.LacerJa.
Por or^a desta roinha sentenoa o escrivo fez
oassu o presente edilai pelo quul chamo, cito e
ha! por eitaJoo dito sappcado para que cora-
pareganeateju'izo dentro da dita praao aura do al-
legar qwe *r de jufliga.
E flan qMe" cTwque ao cotfhfcimerilo da todos
maoleipAM-ar o presente que ser publicado pela
impreata e affisado aj> luoris Ij costme.
Keciffe, 4 de agosto de 1871.
Bu Manoel Marra Rodrtfuec do Kasoirneuto,
esemio, o sobscrevi.
v febutiD do eyo Btrros de 'iMtrda.
O Dr. Franciscoslp Carvalho 5,ares Itiancfao, jtz
le oTDbSos e aas*ts nesta e dade Jo-Bpcj
Pernanibnco e sen termo, por ST M. I. e C,
Sabdd
Acha-se
to
rebanela joiu.
ihlelegacisi nm ca-
la no ule
ido ao fur-
Fe fnrlado
) ooo doso appa-
O-eubielcgado,
Candido Freir.
THEATRO
Para os portos d'fri-
ca occHiital
S*fne era poveaa da para e aorta aci oa o tfi-
gne petaguas toaeindo, racvlit carf* ,. pt
iwmiiMido e pwsageiros : a tr*:r eom etM-
sigaatario Joaqaim Gerardo Basto knitVt-
gU'-'i a. 16,1 aadaj-.
nem Deus g(Mr saber a duetn o preasnie
que
Pac.
EEITAfcS,
FaeuIdade de Dimita
De ordsm do Exro. Sr. conselheiro vice director
e deoafonnalo como ari. 119 doToguismso'-o
complementar se rep to o eJital afra, re'ativo ao
concurso, jnja ftuci'tjjgo dever ser eacoirada no
da 16 do corre-nte as 2 horas da larde.
De ordern di Eti. Sr. dirostor, Viscondo d>
Camarajibe, fiQj ptrtJlico que (ka marcado o pra-
so de seij tnezes, cJOtados da data deste, para a
inscripejio dos que' pretenderen concorrer ao lu-
gar de lente substituto da ficuMade de dircito d>
Ui'C !', vago pelo acce3.-o do substituto Dr. Tar-
quinto Braulio de Siuz.o Amarante cadeira de
qio era pioprialano o Dr. Aprigio Justimano da
Silva Gaimaraes,om virtuJe da transfireocia deste
para a 2* cadeira do 5 aoQo, vaga pela ubilaco
1) cousplhuiro Dr. Pairo Aatran da liatl?. e Abu
qaerque.
Ptlo q e todos os pretndante* ao dio ugar po
derao apreseulsr-so desde j na secretajh desta
facilidad! para a^signarem teas nonies a* vru
compele ote : oqna Ins permiltido faer por
procurador, se es'tiverem a mais de ?0 legoas dola
cidade, ou liverem justo impedimealo
Djvondo outro sim presentar doeu^nentos q.ae
mostrem a sua quilidade de cidataas brasReiro?
e de qae estao no go30 de saos dirto.s civis e
p)lilico3, isto certidao de Baptismo, folha cor
rida lo lagar da seus domicilios, e mais o diploma
de>Dr. por urna das facaldades de direto do impe-
rio, ou publica forma, justificando a impossibilida-
de da apre-enUjo do original ; e na mesma oc-
casiao pcd?rao entregar quaesquer docunentos
que julgarem convenientes ou como titulo de ba-
bilitacao, ou como provas de servicos ; restados ao
estado, bnmanidae, on s:ieneia, dos qnaes se
Ihes passar recibo; Indo de conforraidade com os
artigos 36 e 37 do decreto n. 1288 de 98 de abril
de 1854 e 111 e seguintes de n. 1563 do 21 da
feverelro do 1853.
E para que ehogae ao conhecimento de todo3
mandou o mesmo Exra. Sr. director affltar o pre-
sente, quesera publicado nasfolhas desta cidade
e as da corte.
Secretaria da Paouldade de Direito do Dacifa 7
de ogosto de 1871.
O secretario,
Joi Honorio B. de Menezes.
O inspector da alfandega faz pablico quo no
dia 8 do corronte, depois do meio dia, porta da
mesma repartic^, serio levados em hasta publica
livre de direitos aos arrematantes, os objectos
abaixo declarados, os quaes form apprebendidos
a bordo io brigue Inglez Wild Wnr, por occasiio
da busca, a saber :
5 chapeos da lia finos parzfhoinem,
valor de um 21 10000
12 pacote3 papel de peso para escrever
6 kilos valor do 533 311198
11 ditos envelopes para cartas, peso.4 1|2
1*666 7*'t97
9 facas para cozioba, peso l kilo 15200 1*200
3 dazias garfos de prtta ingleza simples
2 kilos 4* 8*000
66 bainhas de couro pera facas, valor de
ama 200 rs. 13*200
11 cachimbos de maleira fina, valor de
nm S/j 22*000
6 cbarutairas de couro, posan lo 1 kilo
11*666 11*666
11 carteiras de dito, pesando 1 kilo
11*666 11*666
11 canivetas, cabo de osso, para fruedas
valor de um 500 rs. 5*500
2 pares de botinas de couro para hornsm
par 4*">00 9*000
3 duzias camisas de flaoella branca, va-
lor da dazia 18* $4*000
1 duzia calcas de flanella branca, peso
4 kilos, ?a4or 13*730 55*000
23 camisas da casineta de lia, peso 11
kilos, valor 13*750 151*230
1 l|2 dazia earnnas de algodao ainl ra-
eadioho, valor da dazia 124 18*000
11 calcas do casineta de li azul, peso 4
kilos 13*730 68*000
2 i alcas Uaasim* de lia -e algolo,
ptto fcl**$|fr50 ~ 860*230
11 dita de brim de algodao, peso 4 kilos
4#V0 6*0>
39 camisas de flanella, valor da duzia
18*080. 38*500
53 cinturdes de coaro simples, valor de
ara fOO r. 10*600
5 japonas de olearlo de algodo simples
ft kilos 1*750 J8*0X>,
6 caicas de oleada de algodao simples
16 kilos 1J>7 *8*O0b
9 chapeos de olalo de algodao simples
valor de nm I* 9*oor>
Allandaga de lernrnbuco 4 de asesto da 1871
millo **er Sobrara de letto.
e lital virem e
delle tivar conhe'cinaemo'qae a re^uerimento do
b.iclurel Zof.rmo de AlmoiS:! Pinto, inventaran-
te dos bees que Sar..m p'M" f.illari nenio do 3eu
irmoo Juaquim "eA'meidr. P.u:o, vai a praca por
venda, a parla do si.bradj de u:n andar no largo
de S. Pedro Apastlo, ua clloJe da Olala, ava-
palo pir 800^000 rs trjo cscript com todas as
'lmBn'so'e's e corrrmodos' do st-brado e ada aa
mao do porlriro 3o juizo Francisco Maaoel de Al-
meida.
E para constar mandei pausar o precnte q e
ser a'lxado Dos lagares do cosame o publicado
pela imprensa.
Dado B pH.-ad? n?;ti cidrle do Recite de Por-
cambur aos 31 dias d i rn^z do jultio de 1871.
Francisco de Carvjllic Siares Branda o.
Esta praca de.e ler lugar ni dia quiatt-feira, 10
Jo correte nuz ; aepriis da audiencia do Sr. Dr.
jniz de orphaos.
i-KAGA DO ItECtnS 1 DE A&OSTO.
MUfW.
por 1 #600
rr#nt,
O Dr. Sebastiao do Reg Barros de Lacerda, luiz
de direito especial do commercio desta cidade
do eele de fttmtOmto per 8. M. i.-n >e#e
too aaber'aas *e o ppMA dini iwafe
detle noticia Uyerem qae por paM de warnenda
or Jtt oaqnim Lima afrao ItMNUtoHp di w-
IrmaipTnt de Ws & Balr1o7aVW4iri
una jaoradonr*
. aeonteee qta em sel
de Jalla de 1860, nio paf ou nem
Parante a cmara ntnibip! desta nidado e-ta-
r em praca nos dias 7,8 o 9 do carrtnte para ser
rrerattado por quem menor precT di reear a
obra dos reparos qao nocessitam as coberts o
sl>r6> Jas daas casas qie seivcm de repartico
dos eropregados do cemiterio pnb'iao destn mesma
cidade, oreados na quantia de 45t*.oOO : aquellos
<\9o prit-nlerom arramatar ditos reparos, habili-
to >e cu forma da M.
Pac di cmara mnoicloa! do Recite 3 de agos-
to de'l871. |
Ignacio Joaq-iim da Souza Leao,
Tro-presidente.
1. mrenc > i /, a Carnciro da Cunba,
S'crftario.
DLARAC0ES.
^.IHnj3.jjinti_ 3dininisira.iva
uierieordA do'Retffe tend de
SANTA CASA DA MISEKl .URDA O
RECfFfi.
da santa casa de
niiseriBor^A do Keeve tend de recon3trnir o pr"e
iliu que possue o patrimonio dos Oslabelecimeutos
de caridad* ra da Muida, com dous andares e
sotao, iransformando-o era outro de nm so andar
que contenha dous armazens, um no pavimento
terreo e outro no sobrado, e os predios os. 2 e 13
da ra do Borgos, precisa coatratir essas obras
;om juem par mena- prego so quizer encarregar
le efTectna las, pdenlo serera aoroveitados os
materiaes qoe forem tirado; dos antigs predios
e julgados em bom estado.
Os pretandentes devero apresentar as saas pro-
postas em cartas fechada-, com declaragao do m-
nimo porque fazem cadi tima das indicadas abra;.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cita 21 de jolho de 1871.
O escrivSo,
Pedro Rodrigaes de Souza.
ScgunJa-feira, 7 do crrante raez, fiada a au-
diencia do Sr. Dr. juiz de erphaos ser arremata-
do ara sitio na Passagem da Magdalena, fregae-
zii dos Af g.idn-, com milita; fructetras, caes a
margem do Capibahbe, murado dos lados e no
fundo, ond# existe um forte gradeamento e por
lao de ferro, solida e elegante casa de vivenda,
eom mullos commodos, ierran e oulrs benofei-
iSriaa, tudo perlenceote ao expollo do finado Joa-
quim de Aimeida Pinto, e avahado pela quantia de
16:000*. como consta do escripto em poder do
porteiro dojaizo._________________________
SANTA CASA DA MlEKICUDIA DO RECIFE.
A Illm. junta administrativa da Santa Casa do
Misericordis do Recifa manda fazer publico qne
na sala de suas sessoes, no dia 4 do mez de agosto
pelas 3 horas da larde, tem de ser arrematados
a quera mais vaniagsns ofierecer, pelo tempo de
um a tres,annn, as rendas dos predios era segui-
da declarados:
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Travessa de S. Pedro.
Sobrado u. 2. o......603*000
Becco do Quiatto.
Casa terrea n. 8.......148*000
Roa do Prdre Floriannc.
Casa ierre? n. 63.......205*000
Casa terrea n. 40......201*000
Ra das Calcadas.
Casa terrea n. 3. 0 o 132*000
Ra do CaUbouco.
dem n. 18........320*000
Ra do Amorira.
Sobrado dKft andares n. 26 302*000
Raa do Pilar.
73......31Ui)00
Ra da (loria.
torrea n.'M.....
'ecco do Abren.
de 2 andares n. t. .
I Raa do Bom Fim em'Olinda.
Casa "UMpan. 11.....t .
IdemiuJ
Matrimonio dos osphaos.
Roa da Poate Vottia.
Casa MaM'B- 32.......360*000
|. Ra da Guia.
Casa
tem
Ra de S. Jorg%.
Casa terrea o. 9k. .
Roa oa Saozala vetlia.
Mera a. 1. 6......
Rna do Pilar.
Casa terrea 1W .
fdetn n. W.......
fu prawallentes deverlo tfroMtiUr ab teto
wrefcatiflo ss snas flaftprt, loompantndos dftsVwpeotrVoe adores.
enraata da Mfla em o iaHoorfa o
jlfe, IKfHw da Ti.
Casa terrave
CaajMtor
Sobrado i
240*010
400*000
96*000
96*000
ffil
n. 17
148*000
193*000
240*000
108*000
Terpa-feira 8 de agosto
Espectaeulc extraordinario
EM (BENEFICIO DE
Victorine Fuoco
PRGRAMMA
!.' PARTE.
Mme. vuve larifla
Vaudeville m nm acto.
1 f ARTE.
Primeira rejresenucao de
U CHAMBRE A' DEUX LITS
Filia em 1 acto, ornada de mnsiea e de-empe-
nhada por Mr;. Hurbain e Htlbleib.
^ PARTE.
Intafme'TIo rhuslceal pelos dislinctos professores
Salastiano e Jaasen, que obsequiosamente se pres-
tam, e terminan lo com o importante
PA8SO DA SOMBRA,
dansado pela beneficiada.
. 4.' PARTt!.
Importante novidade.
Pal* prinifira vea a jocosa pantomim:
LES TRBULATIONS DE GASSANDRE
Pirra Mr. Hnrbaio.'
CassaoJre Mr. Halblelb.
Landie A beneficiada.
lirjwbw-.^. Mme Zlia.
rincipiar as 8 1/2 horas.
D'pji; do espcctaciiTBVtver um trem como
de cosiume.
mh
avisos martimos
COMPAftlIIA
DE
Navegatjao Brasileira
At o dia 15 do corrente,
esperado dos pono do norte
o vapor ytiicofa cono raa a dan te
Bioeiu, o qual depois da demo
rado costurae aeguir para o;
portos do snt,
Desde j receben)-se passagsiro; e epgaja-se i
carga que o vapor poder conduzir, a qnal deverf
ser ombarcada no da de sua chafada, cncom-
nendas e dinheiro a frete ate- s 2 horas da tardt
de sua sabida.
Nao sa recebom como encommendas seno ob-
j3ctcs de pequeo valor, e que nao e-;cedam a 2
arrobas de poso ou oito palmos cbicos de medi-
qSo Tudo que pass:.r destes limites devei se;
embarcado como carga.
Previoe-se aos Srs. passageiros que suas pass"a-
gens s so rebebein na agencia, ra do Cora-
mercion. 8.
LEMOR.
inui
DE
Um sobrado de 4 andares u. 14
da ras do Tarrea.-
O agenta Urautu tu i leilo. requerinvailo da
D. Adelaide Gil oe Maltos Leo;, inventariaole dos
ticos que flearam puf morte do commendadirdoo
Pinto de Leraos e por Ji.parb i do I-tai. Sr. Dr.
jniz de orphaos. do sobrado e 4 andaros da ra
los Torres n. 14, edificado era terreno ftroprk, e
penencent ao casal de drto eotnaieudalor.
HOJE
O leilo (era lugar no i* andar do sobrado n. -
15 rua da Mrquez de Oiinda, s ii horas do
dia.
R
DE
Urna casa terrea e sitio na regr.ezia de N.
S. da Graca. ra das 'xeoolas n. 28.
O agente Martias tira letlao da casa terrea ci-
ma, edificada em terreno pronrio.
Em seo escriplorio ra do .Varqaez de O.inda
n. 15, t" andar, s 11 \uth do cii.
LEiHO
DE
100 barris com cal de
- -. nojns
O agenta^Pniai fr aporconta nrise
Jo quem pertccer'o' 100 botris com cal de Lis-
boa, t: rea f;ira 8 d) corrento s II Ii iras ^ ma-
nha em um ou mais jtes ; no (rapicJie do Caoba
no Forte do Mallos. _______
de
EiE.H*AO
Da l cadeiras de Jacaranda, daas ditas
bracos, 1 sof, 2 consolo*,- 1 oiatu cora cadeira, l
cania franceza d araarello, 1 ineia commodn. de
amarello, 2 apaadores de dito, 1 mw de jan-
tar, 1 marquezi, 1 por .le lanierrns, 2 jarros, di-
versos tapetes, 10051 de jantar (porcillan?) e 1
bom cofre fraoc?z.
Quarla feira 9 do orrente.
O agente Martina f.-.r leilo dt3 movis eofie
cima nol andar do cobrado 11. 13 da rna do
Livramcutb as II horas do da.
Para o indicado porto pretende seguir cora pon-
es demora a veleira c bem conuecida barca por
tugueza Social por ter parte da sen carregamt-nto
engajado, e'para o resto que Iha falta, que recebe
a frete commodo trata-se com o consignatario
Joaquim in G3n$alvo3 Beltrao ra do Commer-
cio n. 5.
COMPA1SMI
DAS
Messegeries maritimes.
Cerca de 290 mheiros de lijollos. 31 dilos
de tellias, 5 ditos da pedras de calca-
meroto, e parco da alguidares, panelas
e cassardtas de barro.
A 9 do corrate.
O agente Oliveira, autorisadj pelo consulado da
Italia nesta cidade, far leilo em presenca do Sr.
cnsul e por conta e risco de quem perleacer, dos
supra mencionados artigos cm lotes a contente dos
concurrentes, sendo parle do carregament" ta
barca italiana Titol, (consignatario o Ex11. ba -
rao da Soledade) arribada com agua aberu asta
porto, onde fra regularmente condemnada, a
abandonada pelo scu capito Gsrolamo Batan,
em proseguir -nio da sua viagem de Genova e da
Marselha com destino ao Ri) da Prata.
QUItTAFEIRA
s 11 horas da manlia em ponto, no arm z *ii
Trapixe da Companhia, ao largo do-Corpa Santo
no Recite.
Ateo dia 10 do corrente esper-se da Europa o
vapor francez Sindh, o qnal depo3 da demora do
costme, seguir para Buanos-Ayres, tocando nos
portos da Bahia, Rio de Janeiro e Monteviio.
Para frotes e passagens, trata-se ua agencia,
ra do Commercio n. 9.
No dia II do corrente tnez espera-se dos por-
tos do sul o vapor francez Amazone, commandante
Jore, o qual depois da demora do costura*
seguir para Brdeos, tocando em Dakar (Gore)
Lisboa.
Para condi^oes, frates e passagans, trata-se na
gaeocia, ra do Commercio n. 9.
1
J
Seguir para o indieado porto o hiato Sbrale*-
se, capito Costa, ainla recebe alguma carga a
frete : a tratar com Si Leiao Irmos ra da
Madre de Dos n. I.
BAHA
O palbabote nacional Gtribaldi, capito Costo-
dio Jos Viaona segu para o pono cima com a
maior brevidade possivel, recebe carga a frete : a
tratar com Tasso Irmos & C, ra do Amorira
nnmero a. 37.
No vi >.e consola lo da Gra-Breanha, na ca-
sa de J. U. Graf & C, em Natal (Rio-Grande do
Norte) recebem-se propostas at o dia 15 de agos-
to prximo viadouro para o transporte da carga
do brigue inglez Alkamaar de 254 toneladas do
registro, vindo de Pensacota Florenca, sondo ...
199,043 ps de roadeira de pinho para o logar le
sen destino Mente Vldro oa Baenos-Arres con-
forme ordens no 1* porto. O mesmo empresa rio
indemnisa as despezas de salvamento nscalisa-
50 e otras mais da mesma carga.
Rio-Grande do Norte, 14 de julho de 1871.
mandas, passafetros
A4ailaiMcaci d
Main
' '.".'-^-JTaiUtlI^iHfclil) Se ana
ai roiaa m no PartediMaUoen.il
Navio a venia.
Yende-se a vellelra barca brasileira Flecha, de
construcijao americana, forrada e madreada de
novo em perfeito estado e prompta navegar. Os
pretenflentes podem examina-la no ancoralonro
em freme fo trapiche Bario do Livratnento. O
capito, bordo, dir os precisos esclareeimentts
e condi56>s da venda.___________________^_.
GOMPANHIA PERoNAMBUGANA
DE
/Verveyflfcfo corteir por vapor
Mamaogaape.
O vapor Coruript, com-
mandante Silva, seguir
para o porto cima no!
dia l do corrente as 5;
lloras da tarde.
Recebe carga, eoeon-jj
e dinheiro a frete at aa
anHa : sei
ftte
e agoste d
# CM*-
DO
casco, maqame, mastrt-s e raa:
accessorios da barca france-
za S. Luiz
Quarta-felra 9 do crrente, s 11 horas em ponto
em frente Assuciacao CorrmercKil.
L. J. Cardnan, cipito da barca fr-incez'i S'.Luiz,
ultimarrftBta ebegada esle porto, onde fo
legalmente condemnada ; far leilo por anlorisa-
ga do Sr. cmsul de Franca, em presenca de en
chancellar, com licecca do Sr. inspector da ai-
fandega e em prese de nm empregado da
mesma reparti^ao para o fim nomeado, por nter-
vneto do agente Pinto c por conta e risco do
quem perlencer, do ca-co, madama, mas Iros c mais
accessorios da dita barca, tal qnal se acba fun-
d ada.
O leilo ser elTectnado s 11 hiras do dia ci-
ma dito, em frente Associacio Commerciat____
LEILO
De 58 saceos com arroz.
2 bataneas decimaes, sendo ama para 1,500 ki
logrammas.
Qaarta-feira 9 do corrate.
O agente Pestaa far leilo por conta e risco
de quera perlencer, da 58 saceos cora arroz e 2
balancas decimaes, em lotes vontale, no dia
quarta-feira 9 do crrante, s 11 horas da ma-
nilla, no trapiche do Raro do Livratnento, no
forte do Mallos.
Leilo
De u m bote.
O afente Pestaa vender em leilo, por conta a
risco de qnem porleneer, um bole com velas,
mastro, toldo novo, lame, lado ero bom estado, o
qual ser vendido na quarta-feira 9 do correle, s
11 horas da manha, no trapiche Baro do Livra-
menio, no forte do iiatlos.
De obra de ouro com brujante, coral e
pedras preciosas ;
Obras da prata, relogios de oura rata ;
Qainla-feira 10 do corrente
Por titervanco do agente Pinto.
em sea es*riptorio rna da Cruz n. 38.________
LEILO
do sobrado de doas andares e sotSo sito 00
largo do Carmo n. IB. '
Qninta-feira 10 do correte is 10 horas.
O agente Pialo, legalmente antora ile, levwi
leilo o sobrado do largo do Carmo ti. 18, con 18
palmos de frente e 83 de fundo, quintal monto o
porto qne d samd.-v para a camoda do Carao.
O tMo ser efTactaado s 10 horas do dooci-
l,,0,r eserip,orw d0 Mtori< !<. tA
COMPANHIA PERNAMBUCXiNA
a
aregaeSo cottelra fea*
Porto do GaUmlm, to Tortuoso
l&MBtiar.
Qoeor


fita* bandeja de trato.
Quinta-ffiri 16 4* crrante, -as 11 horai.
0f uermeoto
4a umita*atyro e iu ventar ao te dr-s beos do una -
4a caanaaneaMor Tfceauz de Aantoo Fooseee, e
f mHKi. Sr. t)r jaiz de orpbios, os
iBain aoiaei m, arteac*Me>a#aelle otul. O
MOo ser eflectuado is 41 hora do dia cima
Ae, no eserlptorio do referido agente, a ra da
Craa.3S.
buco Trgi ra
1871.
TOOSOtlERSOS
Preea-s de nn trabalbador : prefrrese es*
rato, oa dos ehegados ha penco da Europa, e
lambeta de orna eserava de raeia idade, para pon*
eo servio : a tratar tu fabrica de assucar do
Meoteiro.
Atten$ao
Alaga-fe o solio do sobrado da ra do Ran-
<*jel : a treur na roa da Praia o. 8i.___________
Preeiaa-se.de um cwzinheiro: no hotel da
Da de Santa Rila Nova o. 1.
Obseqi
Pede-ae aos abanos declarado* torera a booda-
4e de tr na ra Direita n. 53, a.negoeio de seas
ntereese :
Jos Francisco de Mal tos
Tbomaz Das de Snuto
Maooel da Caoba Figaeiredo.
Joio Jos da Costa Santos.
Jo; CaeUno T. de Souza
Antonio Rodrigues Martins Ferreire
Antonio Martins de Smza Camp *
Francisco de Salle* G. Caoba
Caetano Jos Coeltao
Jos Irire) da Silva Santos
Miguel Esleves Alves
Jos Teixeira Leile
Antonio Jos de Oliveira Braga
Jes Ribeiro Guimaries
Francisco Vaz Pereira
Jos Goncalves Ferreira Rosa
Antonio Ji)> Das da Silva
Trajino Felippe Nery de Rarcellos
Agosunbo Francisco Gomes
ioao Baptista da Silva
Jo; Faquinet
Anastacio Jos da Costa
Domingos Jos Pereira'da Costa
Mano* I Paiva
Pergentino de Aquino Fonceca
Gamillo Pinto de Lemos
lian
N'eves
Sonia
Viova de"^g"f' Joaqaim Pereirj. -
vergeuuno ae Aquin
^n. Camillo Pinto de Lf
^VGeraldo Corre. Lima
Cajjrenco Luiz das I
Joi"BVf,B*,do de So
Ht cebe se AiifaJtn compra da boli-
ta do fallecido Joaquim de Almeida Piolo, al o
da 6 do corren e mez, rna dos Quarteis o. 10
pritneiro andar, e no cartorio do Sr. e?eri\ao Bri
to, ende os pretndeme* enconlranio o balaceo.
Lisboa e Porto,
Saca Joaqaim Rodrigues Tavares de Mello
praca do Corno Sanio o 17, 1* aodar._______
na
AH4
Precisa- se de a a ama para todo
o servido de casa de pouca familia,
prefere-se preta de nieia idade : na
rna da fmperatriz o. 40, loja.
AMA
andar.
Precisa-se de urna ama para o ser-
vico de urna casa de pouca familia *
a tratar na ra da Ptaia n. 53, 2*
Os-ebaixo asaignadoe teedo*eoa>pra4o o po-
lio do-fallecido subdito portugus Virginio Pfeire
de Oliveira, esiabelecldc- na pre^a de Santa Cruz
a.A, eeostanio dito espolio na ana maior totalida-
de de dividas activas nesta praca e lora delta,
vera pelo presente pedir a todos os devedores do
dito espolio que quanto antes vsaham ajanar e
saldar as suas comas, aflm de vitar ineommodos
e despezas, e previnem aos meemos devedores tan-
to -do mallo como da praca, para que nao pa-
guem -coala algoma ao ex-caixeiro do dito Vir-
ginio, Antonio Mano;I Machado. Celbo (como si-
guas Jj o tizeram), sob pena de pagarem segunda
vez, visto que o dito Colho, depois da mnrte do
referido Virginio, nao tero aoterisacao algoma
para tal flm.
Rectfe 19 de junho de 1871.
Gama & Silva Brito.
Na praca da Iodepeuder.cia.n. 33 se d di-
nheiro sobre nenhores de ouro, prala e podras
preciosas, se ja qoal for a quantia.; e na mesma
casa se compra e vende objeclos de euro e prata ;
igualmente se f;z toda e qualquer obra de en-
commenda, todo
mesma arte.
e qaalqaer concert tendente a
SEGUROS
MARTIMOS
ovtrVfogo.
A compaahia Indemnisadora, establecida
aesta praca, toma segaros martimos aobrt
aavios e seas carregamentos e contra 'ogc
em edificios, m .'rcadoris e mobilias : n;
na do Vicario n. 4, pavimento terreo.
AOS 5:OO050O0
Esli i venda os felizes burieles da lotera di
labia, na casa feliz do arco da Coneeico, aja d
>arives no Recife.
n
Atuga-se o primeiro, segando andares e sabre-
totao da casa n. 6, cita a roa do Livramento : i
tratar na loja do mesmo predio.
Precisa-se de ama ama li-
vre on eserava que salba
eozinhar cora perfeieio: na
fabrica a vapor de cigarros, ra larga do Rosario
oomero SI.
HalN*
Botica popular
roa da Imperatriz n. 77, precisa-se contratar um
offlcial de pharmaeia.
O rebocado- pacfioo
O precos para rebocar navios e alvarengas-de
dentro e lora deste porto, serio, corro sempre,
mdicos ; e podero ser ajustados previamente n^
esjriptorio dos agentes wilsons Hetf, praea do
Commercio n. I i.
. N. B-. Nao sondo previamente ajustado?, nao se
atiende a rcclaime.n i gama depois do servieo
Jeito e as cantas entregue*.
Pao especial
Mr. Peton Prederie Trasetsen, pricieiro iutro-
daclor do bello pao de Vienua, nesia cidade, tendo
sahi'i.' da pa latra de lU-n. nda, aond diriga o
traba.Ii > desile seu principio, acha se tojo m pa-
daiia di enconiraro o qu? lia de rarlbor nesto genero de
pi Nesta pada>ia sempre o pao bonito, e todo
o Briado ou sera o qae levar mao pao para casa,
previno-.-; qua Dio J.-i \ padana.
im muoauuF
lAiH]
Na Iravessa da rna
das tees n, 2, pr-
aieiro andar, da-se di-
nhelro sobre penbores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qoal for a qaan-
tia. Na mesma casa cora-
pram-se os miraos me-
taes e pedras.
reduccao de juros m
O abaJiB asignado aRiabeleciJo
:om casa do peunores i travessa
la ron dos Crozes n. i. resolveu H
r formar a tabella do juros das
iran-a^os 'Hff-ctaadas em soa ca- a
a, des! i 'Isla em diante, a'ssegu- I
raftdo r indas ss pessoas que. alm W
da gararil ne offerece seu esta- 0
b'1! > .-... i-1, acredita que todos]
6::Vi : 111 :ites cora o mdico p/e- tt|
a.') que p-igaro, sea terem em jbb
risc' Mas preciosidades, dadas as !
Ha>ta agiotas simuladas, qoe as J
vendern no lira do prazo ajustado, &1
tea mais formalidade algnma. ^
Anda roas;3 pessoas quetive- ^
rem auieias veocida o qcizerem o
evitar qae seas bjectes ej^m ven-
didus mi leai, venharn rtforii>al-as >
qaanto ai.tes, que aprovcitarlo lam- fiSS
m i*cm da red'uCQdo Jos joros da data
da reforma eu vaDtv. m
Re:e tO do joiho de 1871.
J'.io sane.
Joo Jos de Ca va!ho Moraes, liqui Ja-
tano da estiacta lima de Paee de MeH>-
C, roga a todos es leve lores da mencio-
nada firma, qor desta praija, qur de fr,
quu,'-n m.in sr aii-f-2--r teus d*bitos
loja Ja rna do Duque de Caxbs d. 56, (oo-
tr'ora Queiii.ad(), e desde ja derlara que
tod j aqoelle que o nao fizer i elos meios
ami^aveis lera de fj.'.e lo judicialmente.
i*re<'isa -"i de nma ama ou am menino, para
caa de urna pessoe, sendo ama pira comprar, :o-
sinli-jf eengaumar, > i men'nn para comprar :
rna Etreita Jo i! >-rio o. 2?, 2.' anlar.
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltro
Roa do Trapiche n, 5, 1* andar.
Sanea por todos os paquetes sobre o banc j di
4tnho, em Braga, e sobre os segtsintes ligares en
'ortngal
l*aja-ee ao lilm. Sr. Ignacio V.wra etiaUo, K
er*raMcMaa aRafiratn deeta proSiea,
hvor 4e ^ir a rna do Imperador n. 18 a roocusir
lajeia asajodo qoe T. S. se eosnnrwaalte NbbV
sar, peta tereatm chamada deste )onal, en as
de laasaacrj prauaao passado, a depois paraba-
aeiro, passon a tererefro e abrft. a nafa, enmado,
s per-eete motivo de doto chamado para dito
flm ; poto V. 8. se deve leabrar ene eses aflacte
de mato de oito annos, e qaat-e aalaar tea
flho se aehava ao es nesta cidaj ri________
Offerece-se orna ranlher de adi?conducta
para fazer companhia a urna familia, e taabem
prestar ateans servicos : qaem precisar dr|ja-se
a rna-da Santa Crns n. 72.___________
Comedoras
Bai-streIU do Rosari* a,
Na casa cima fornece-se conedorlaa para fra
eom asseio e promplidao, chamando-aa altencao
dos senbores acadmicos que qnixaresn ir-cedo
para as snss aulas, visto qne se dar almoco des
de 7 boras era ponto at a 9, on ati a hora,pelos
mesmes marcada, e janlar a qaalqner hora, man-
dando-se levar em ?uas casas.
Retaioa-e, a vontade dos compradores, alguns
lotes de terreno, que restam, do sitio Agouinfu,
no Porto da madeira, de Beberibe, por precos ra-
soavei<. A sitaaeao topographica do terreno soa
dnpla qnalidade para plantacio e editteaclo, codio
se poderi ver dos siti;s nelle edificados mnito o
recommenda, sohretudo por flear prximo da es-
tacio da via-ferrea. Os pretendenfegjpodem deri-
gir se i ioforroar-se do lente Sa Peixoto no
mesmo logar, e para qaalqner negocio i roa do
Crespo n. i% 1* andar._______
Pedro Josd Goncalves, retira-se para a Eu-
ropa.__________
Deseja se saber a resideaeia actaal Srdo .
Jos Pedro de Mello.e sea irmao PaaKno Bezerra de
Mello AadradeLima, qne forana rendeiros do en-
genbo Boa Sorte, i negocio de son iateresse : na
rna do Mrquez de Olinda, amiga da Cadcia nu-
mero 4.
D. Marcolina llosa Mosquita e seas Albos, o Dr.
Prxedes G. de Souza PTtanga e Manoel Ignacio da
Torres Bandeira cordialmente agradecem a lodos
os qoe csridosamente prestaram-se a acompanhar
ao ultimo jazigo os restos mortaes de sea sempre
chorado esposo, pai, cachado e sogro Joaquim
Gilseno de Mesqnita e anda urna vez rogam-lhes
o piedoso ob-quio de assisllrem a urna mis por sua alma mandam rezar no convento do Car-
ino, no dia 8 do correte s 8 horas da raanhaa.
Ama de ieite.
Precisa-se de ama ama que seja sadia e terjha
bastante ieite : na roa Duque de Casias, outr'ora
das Crozes n ti, 2* andar.
mnibus de Jaboato
O proprietario da linha de mnibus para Jaboa-
to desejando facilitar ao publico, amantes dos
apreciaveis banhos desse logar a fcil condcelo,
deliberen mandar lodos os das dons mnibus, um
as 4 e outro as 4 1|2 horas da tarde, prtindo da
roa do Imperador e voltando de JaboatSo -um as
6 Ii2 e oatro as 7 horas da man has : e alera disso
modificou o preco das viagens de ida e volta 3, e
para os Afogados viagora redonda iitiOO.
Dase a quantia de 2oJ mensaes pelo alu-
gu?l de urna eserava para o servico interno e ex-
leroo de urna casa de lamilia, exceptuando o de
cozioha : em Fra de Portas, ra do Pilar o. 131,
1" andar.
C mpra se um carrinio amerismo com i
as'entop, para um e dons cavaos, que seja novo
e elegante ; tratar na ra do Duque de ';xias o.
oo, loja
Jos Antonio Phieir
ara vender na saa fabrica da rna do Barao
tem
Lisbaa.
Porto.
Valenca^ Gaimaraes.
Coimbra.
Chaves. -
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Ves.
Vi anua do Castalio.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Farntl';. .
Lamego.
Lata.
Covilba.
Vascal (Valpasso). Mirandeiia.
Beja.
Barcellos.
AVISO
Pedro Aliaio avisa ao re-p-iiave! publico, <}ae o
Sr. Eduardo Fignpiredo deixou de ser sea cai
exiro 3ed8 o dia 31 do jolho prximo passado.
Preui>a-se de urna ama para o ervico de
ama casa de familia de duas pe?soas : a tratar na
ra da Cruz n. 5, 2o andar, das 4 horas da tarde
em dianta
jpse Autoeior*
i pai
da Yi2tor.a a. 4 (antga rna Nova) fomos muio
hnns dassegoiotes qualidades, sendo do tfarauhd,
Pai, Garanbans, aepeniy. Daniel, Minas Gene*,
a cigaT's dos mrsmos fomos. charutos dos mais
acreditados fabricantes da Babia, Cardoso, Joaqaim
Jos dos Re-',Simas, Costa de onfros fabricantes
Alaga te a casa n. 32 da ra de S. Jo<>.
contando 2 salas, 1 gabinete, 4 qnartos, cozioha e
copiar fra, qaarto ae banbo com agua de beber,
grande quintal eom arvoredos e portao 3 ni sabida
ara a travessa do taz : a tratar na ra streita
do Rosario n. 17, cura L. M. R. Valen-w, das 10 as
2 l|2hnraj da'arde.
Cozinheiro ou cozinheira
Preeisa-se, e prefers-se escravo oa eserava :
ra do Mrquez de Olinda n. 40. I4 ai; Jar.
41 Rila DO BARAO DA VICTORIA 41
armazAm tAm nm DE auian <>nm Naate novo armaxem tem um
rtriado aortupento de fazendas
frneezas, inglezas, allemas e to-
rta todas te vendem por precos
modicoa, aBm de acreditar a esta
aovo armizem.
Caaemiras ingieras,
frincezas, de todaa as
lualidades, brina de
:re8 e brancoa, colet-
rirjhos moderaos, coa-
oos da Mi de seda,
looa.
ARRDA IRMOS.
RA
ario da Victoria
aatifa raa
NOVA
N. 41.
Asaim coma tem ama grande
offleina de alfaiate, montada eaaa
todos os prepares qae ha de njefaor,
dirigida por habis artistas, oajt
pela soa promptidfo e perWla
uada deixam a desejar.
Room de todof
imanbos para
meninos. -
Pw tades et
tea recebem-M ai
ores e mala
as casemim na Europa.
RA
Bar* *a; vf eor I
aatga raa
NOVA
I. 41.
3ste estabelecimento acaba de soffrer orna reforan radical em acceio, artistas e commodos, e m pontualidade as nK0a>
nendas, analmente em tado afim de melhor servir oa seas numerosos fregaezes deixa-se de annunciar todas as fizendaj,'otra
lio se tornar massante
LIQUIDACAO MONSTKA
Da mais importante fabrica de chapeos deso do imperio Ru do Barao da Victoria d. 23
O dono daquelle estabelecimento resolvea vender os prodoctos da sua fabrica pelos precos seguintes :
Chapeos de sol de seda para senhoras a M, M, 7J. 81. 0f. 40^, 41,1.124, 134, 14,455. 16*, 175, 18,1, e 20<00a
Ditos, ditos, ditos, para homem a.... 8,1.104,415, W, W, 445, 155.165,175, 185, 205, 225 e 245000,
Ditos ditos de alpaca a_............. 45, 55, U. 75, 85. 95 e 105000.
Ditos ditos de merino para homens a.. 65, 75,85. 95, 105, 115 e 125100.
Ditos ditos de brim d'esgoi3o a...... 65. 75000, todos os chapeos cima tem 15 % de descont em dozii.
Ditos ditos de panno a.............. 25. 35, 45, H, U e 75000 descont 25 /9.
Tambera ba ora grande sortimento defazendas para cibrirarmacese trabalhase mais baratoedepressado qae em aal-
qaer outra parte.
Companhia Al lianza
DE
seguros martimos estabelecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870:
CAPITAL..Rs. 2,000:000*000.
Toma seguro de mercadonas e dinneiro a risa
naritimo em.navios de vella e vapores para den-
tro e fra do Imperio. Agendi roa do Com-
mercio n 5, escriptorio de Joaqnim Jos Gon
calves Beltrao.
AU
CASA III) 0
Aos 5:0l00O.
aailhetea garantidos da pro
?ltela.
do Ba?fto
DYVETOT
tnica ca-a neste genero
14-Roa Estreita do Rosario--i4
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
- cos ti ha e de mesa, e
tudo que perten-
ADVOGADO
Joaquim Corba de Auaujo
67 R.V DO lslPEKADOR67
m
HDAME ANTOINETTE, modista franceza, l-
timamente ebegada a ?sta cidade, tem a honra de
levar ao conbecimento do respeitavd publico, e
com especialidade das Exmas. senhoras e familia?,
ru est habilitada para fazer qualquer trahalhc
de costura, eomu enchovaes para casamento e bap-
tisado, roupa bran ;a e senbora, vestidos para
soirs, bailes, et.v, etc. Garante as nltimas modas'
Sor qaanto recebe os melhoros joruaes qae Ihes
izem re^peito, assim como aarca qae em ne-
nhuma onira parte se ha de encontrar mais esme-
ro, bom,gosto e promplidao nos irabalhos de sea
genero, pela longa praii ;a qae tem de saa arte por
te-la (xercido com vantagem pas cidades de Lvou
e Pars.
LUTO EM 24 HORAS
. Prefos mdicos.
N.-Roa Duqne de. Casias, 2 andarN. 2
_____ (onlr'ora do Queimado).
AMA
Pijeiisa-se de urna ama :
da Ca dla n. 21, ir ja de miadi>zas.
\ M X Pr^'-isa-se de uiua atoa I--rr.. para
^-^^ eogomar e comprar; roa do Cabug
o. 2, B.
AVISO
[Tfl
'Pe chincha
iga-Sfl ,\ii|.., Mi ai bichas
aar-Jt. ptege *ue adu.ira : oa
18. I ja de ba/beiM.
de Hambnrg por
ra do Rangel n.
Alotfa-se um mulata copefro e bolieiro :
a tratar na roa NVd d. 43.
Precna-so )< u CJi.t" ro com pratiei de
tab.':'::i : i irtlar-aa ra i Aun>n n. 3'J.
i
CABKLUIBEIRO
Itua da Ituperai Iz a 8? 9
Sesie eibt 'ii;,)triroas ItL
sonli ir;.? m irosOtito o enfeiles *
i ^ jim eujne?, iran|jaa,
efesee.He, o al.v'iue, tte.*t:., o orna
;r-nd.! qtunlade de tranca do cabello
i', iue vendes) pelo baralijsime
. da 'y/i'") v'* ".rjrc1,
;^>i>trj rao
TTENCO
Ni ra do Baiao de S. Borja n. 34, pr?ci-.i-se
de ama muib.i'r que lenna pratica de andar com
criancas e para fazer todo o servico pendente ao
mesmo.
Pricisa-se de ama ama ou nm raemno, para
casa de urna pi 9 ca, sendo a ama para comprar-
cnziohar e eogummar, 9 o menino para comprar :
na ra e.nrei a d Ro*aro n. 82, sevnndn andar.
Precm-e alujar uuia
rna da C- nceicSi n. 28.
preu tS'-.rava : ua
Jdilon Duarte
- 0 Dr. Sarinrnto Pnbo tendo de se retirar
para a Eoropa no paquete franeez de 12 do cor-
rente, se bem qae persuadido de nada dever a
pessoa algoma, previne aquelles qnfl possam ter
algoma reclamacao a fazer, qae a aprsente al
o da ID do corrente ; na cerlea de que dorante
a saa ausencia cao ser aueodida re:amac3o al-
goma.
A' seu3 amigos e eonhacidus, de qnem por fal-
la de teraoo su ni poder despedir, pede a devida
Bseeooaa, e a tndns < ff^rece o sen fraeo preslimo
as capitaes de Fnnr,, Inglaterra, Aostna e
Prossia. cujos esubelecinientos cirurgkos vai exa-
minar.
D.-ixaudo seu pai incumbido de v>dos os seos
negocios, a elle se p< dero dirigir as pessoas,
qoem elle possam inters ar.
na
Victoria,
Outrurarua Novan. 63 ou^ rs
do costume.
0 aba.xo assignado acaba de vender entra o-
lena muito roiizct bilbetes a sorte de 800^000 em
dnns enanas de n. 16S3, o dous quartos de n
1940 eom a sorte de 300, alm de ouiras sorlej
menores de iOOOO e 20*000 da atera que se
acabou Je extrabir (202), podendo seas poasui-
lores :rfim remeter, nue promptarnetite serio
ptp.
O mesmo abaixo assignado convida ao n>pet-
'.avel publico para virem ao sen estabeleciment-
:ompraj os fehzes bilhetes garanlidos, que n<
leixard* tiraY qualquer pr&inio como prova pele
nesmos annuncios.
Acbam-se venda os moilo felizes *bbetes ga
ranlidos da 9' parte das loteras em beneflcio da
oova igrsja de N. 8. da Penba, ojae. sera extra-
Qida so lia cita-feira 11 do corrente mez.'
PRECOS^
Inteiro 6*000
Bteios 3*000
Qoartos 4*500
Do 100(5000 para cimi.
Inteiro StfOOl
Meios 24730 ^'
Qnarlo l*37o\
Joio Joaquim da (uBW Leiw.
I
A tiatura aali-scrofaia de vismi.i bastanlemeute
preconisada pelo seu factor tem sido e nm dos
mais enrgicos medicamentos nos acoramettemen-
tos escrofulosos, sendo osada conforme a direccio
escripia que eavolve o frasco, exislindo venda
na botica o drogara qne fui do finado Prannos
ra Direita n. 88, tnico deposito nesta provincia;
onde tambera so acha venda o muilo aero litado
remedio para bafeadice por viio em coosi loencia
do pxcessivo use de bebidas espirituosas, u xaropc
de veame, o as prodigiosas pillas reguladoras
bra?ileiras refipmmendadas per sua efflc desappare^imento de menstruo, irregulariJadas
na men-trua-^o e flores brincas.
b
.>
o 83, 3a andar.
Precisa-se de ama ama
forra ou eserava para eozi-
nhar : na ra do Imperador
Aloga-se o !
roa d-3 Santa Rita :
oumsro 2.
andar do sobrado n. 88 da
a iraisr na rui do Quemado
:
Oadyog;>do'
A. J. l. das Cotias maaon o seu os'ripto- I
rio para a ra larga do Rosario n. 21,1 2
andar. S
mmmam mmmm
Manoel Caetano de S-ioeii s-iti-iazendo a<>
Sr. Joio Paoiphilo Cavalcaole tem a dher qae nio
porte s^r procurador de saa av Calhirloa de Sj-
na Barbosa de Camino, porque o astado de de-
mencia Ce sna av e > que ella lem- praticalo,
mo-tra a todos qoe ella nao pode pavar proen's-
cao, o que ser privado com te>iemanhas e per
tjxame qne vai requerir o annocianie.
qaar d
ros a arle
as stipa
^a..!qucr ebamedo,
6 eo aeo4 Tfii)-.idea
. dos
aV ik-
mm
Aluga->e nm inoiaio .opoiro e boliero :
tratar aa raa Nova n 45. >
A as 20;000JL
O abaixo tssgnado, tendo vendido oes sphs fe-
?iz^s Mbeles o n. KM8 com a sorte de 13;fl00i da
lotera do Rio n. 306, convida aos poamidoie" a
virao rentfiar na casa ja fortuna ra iPrimeiro
" qae profis.;* >3?Jf,
A1IS0.
Na raa. Dir^ia n. le, nrei-a-se fallar com o
Sr. Adriano B.rboa e 'loelroz. a lioaaokQlo che-
nr JK
Pr.eiM-M w w hwm nnos,
que c eoaneeiinento a su roodueii, n povoa
nao de Aelwiabs, v.n
>TT7
o enj
~i O'J ItH.
O abaixo asignado faz scienle ao publico e
mais a quem.convier, qae niogaem contrate com
Maximiana Mara de Je>ns, moradora no povoado
de Gair lleira, a compra de soas casas sitas oo
mecmo povoado, por quanto semelbantes casas
esiao bypniaecadas I<'ita e legalmente ao paga-
mento da quantia de 528*561, dmbem que ioi
i'..mecido para edilicagi das mesmas. E para
que ninguem se cbame a ignorancia faz-se o pre-
sente, pelo qoal desde j protesta baver as mes-
mas casas do poder de qoem ellas se acbam ob,
e subrepetidamente, e para em todo tempo cons-
tar faz o presento. Recife 29 de julho de 1871.
_____________M Precisa st
de urna molber qoe saiba coser e eogommar para
casa de pequea familia : na rna do Cabnga n.
11, 8 andar.
GASA. DA FORTUNA
RA i* DE MARCO OUTll'ORA DO
CRESPO N. 83.
Aos 20:000*000.
A MU AFAMADA
AGUA DE FLORIDA,
DE
miiittv L H\J1AN,
He o mais delicado e mimado ao mes-
mo tempo ornis estavel de todos os per-
fumes, e encerra em si, no sen maior aage
Je excellencia, o proprio aroma das veroa-
deiras llores, (piando ainda ni sua florea
censia e fragancia natural. 0>no umineiV
seguro e rpido allivio contra i orea da
na ra J cabeca, nen-osidade, deDilidado, n'osinaieB,
flatos, assim como contra todas as lnnas
ordinarias enteca s decid hystericos; n
summa effcacia o nao tem outro queo*
iguale. Igualmente, quando dcstemperada
iom; agua, torna-se um dentfricio o mais
agradavcl e excellente, dando aos deutes,
aquella alvurae aperolada ajiiiarencia tao
iltamento apreciada e desejada pelas Se-
nhoras.
orno um remedio contra o mau hate
da boca, depois de diluida em agua, a
summauente excellente, faz remover neu-
tralizar todas as materias impuras que se
criam roda dos dentes e das gengivas,
tornando-as duras, sadias e d'nna linda cor
oncarnada. Quanto a delicadeza, riqaesa
3 permanencia do seu fragrant aroma, ella
por certo nao tem igual: e a sua sope-
iioridade sem rival. Ella igunimeote tor-
na-se um meio mui excellente, para fazer
remover de sobre a pello do rosto, toda a
qualidade de brotoejas, ebulicOes, sardas,
pannos, manchas, impigens espiabas.
Esia ausent i-sJa o di 8 do mez pagado o Quando se queira sen'ir dea :omo reme-
escravo ctbra, J3 nome Paulo, idade de 40 annos, ,ipsanirprpr ni,lnnftr nm
pooco mahou nuenoa, sem barba, altara rogolar, ?0 Pai?. 'azei desaparecer qiaiqoer um
cheio do irpo, ^araoiho gago. Esta escravj lestes disnguramentos, e que tanto desfer-
costuma ai-.dar comprando garrafas vasias pan am as lindas feicoes do beHo s-ixo; detera-
aa vetad t na fabrica de cerveja. Consta ter an-; 5e usa|.a n'um estado de dilIuhS, destem-
uadu ptla.Lisa Forte, P050 da Panella e Apiparos npranrtn.a n'nmfl nmira Vaon/i nnrrr m\
n coraara de garrafas va>ias : roga se as auto-; Peana-a uma pouw U agu.i poreni no
ridades pohciaes, aos capi as de campo c a qual- ratamento de qualquer espinba, usar-se-ba
delta pura em toda a sua forca.
Evadise desdo o dia 81 do junho de 1870
mulata eserava de nomo Ria, baixa, gorda, ca
bellos crespos, olhos grande-, bufos linos, tem
falla de dons dent?s nafrante, veio de S. Jos dt
Mipib, provincia do Rio Grande do Norte, re-
medida por Manoel Basilio de Honra R ilim L >yo
Sobrinbo & G. desta praca ; desconfla-se qoo es
lja occolta ?m ilgnma jasa a litlo de forra ; fo
vista pelo ;nrnnvai na roa da S^nzala velha : por
lano roga ge a lidal as aotoridades policiaes e
aos capiaes Jo -:ampo ou a qualquer pessoa que
a ap; rehender I) leva-la ao bt-eco do Tn,b' n.
1. qu^ e gratirii-'feri -m a qnanlia fie 100^.
.ilaoo-:. 1 .i!t..!.:o Alvts Garca vai a Portu-
gal, e deixa por ia procurador o Sr. Jeronymo
Joaquim Finta de Oivnra.
VVISO
qoer pessoa que o apprebender. leva lo ra d
Aurora n. 40, 00 no Recife ra do Marqnez de
Olinda o. 38, Io andar, o?*r:ptorio de Joio Pereira
Moutinho, que ser racomponsdo.
O abaixo asfigoido tem sempre exposto veo
la os fetos bilhetes do Rio de .Janeiro, pagaud
rompamente, como costuma, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 344000
Meio 18*009.
Quarto .6*000-
Manoril Martins Fiaza.________
. Na roa de S Frao.Mr-co o. 7i, precisa-se de
orna criada qoo entenda de costara, arrumacio e
asseio de ca-a de familia.
m.i m roRTiiiu
Aos 5:000*
Bilhetes garantidos.
\ roa Primeiro de Marco (outr'ora ra d<
f?r6spo) n. 23 e cavas do costme.
O abaixo assignado, todo vendido nos seos fe
izes bilhetGR um inteiro n. 800 cora 5:000*000, um
qaarto o. IHiO com 300*000, qualro qinr.es n.
397 com 1004, uln asi u 1575 com 100$, o ou-
tras sortes de 40j o 20* da lotera que se aca-
bou de extrabir (202), convida aos possuidores
toda a sua fca. Final-
mente como um admiravel noto do com-
municar as feices trgueinis e paludas,
orna pelle macia e d'uma titLispareote al-
. ara, dando-Ihe uma linda c6r de rosa :
para um tal fim, ella leva a pilma a todos
os perfumes que se teem inventado at bo-
je, e existe em plena soberaia sem rirai.
Bem entendido tudo isto so refere nica-
mente a Agua de F1.0R.mA ie Mubwat 6
Lanman. *
As mitaces que se tem fe to na frasea,
Ailcmanha, assim romo cm nutras partes ;
33o inteiramente inuteis-e inviljosas ; per-
tanto- recommenda-se mui specJalmeata
is senhoras, que tenham totia a precauco
9 cuidado, de quando compr.'rem. estejara
virem receber caconfcraiidade docosiumc em
descont alguro.
Acham-se a vena ?s bilhetes garantidos da bertas que compram.
9." pane das loteras, a benocio da nova igreja p-..
reja de Nossa o-otaora da Penha (803*), que exlranira sexta i'elra 11 do correte mez.
PRECOS.
Biheto iatolro 6*000
Meio bii:i3le 3*000'
Qaarto 1*500
Km porcio de 100*900 para cima.
Bilhete iaUsao 5*600
M-iobi'!";) 2*760
Qaarto 1*375
''ianoel Martins Finu.
iTeviUfl^Sie ao doon do esub.-lecim^ny> da
ra das Ciotes n. i, de mi entregar o objecto da
caulea o. 1459, seajio a :>eu proprio dono, por ter
ella sido-perdida.
Pergunii-sB ao Sr. direcior da iu>trocei>
pobUea-qna! 3 razio porque a profesora publica
olilmanHBt) mineada para a estrada nova de Oe-
benb deix- : i abnr a saa v na errada que.
Iha : :ilbad de Bul-
\rn, c r do utra
freg c re; as.rm
ofcs-
deilBJS''
#. 8 "ioikdor
^9( O bachure Francisio da Conha Castel-
io Iranio, solicitador de cairo*, lem sen
o-rriptorio ra do Tmperid.ir u. 4.1, i
9, andar, sala da /reat, onde o encootrario
para os misteras do sna profissao, das 9 k%
5 horas da miiihiia as 3 da urle.
Olaria
Arreada-94 por procg razoavel, ama olaria
!iara obraalaai, n:. 2oa-va, promp:a a iraba-
Ihar-se, o tMAarreiro pava lirar-.-e barro para
a mesma, caso Ignajle o ajuste-je ; e larobem
ca^a de moradia
tratar i raa do
AGUA DE FLORIDA
DE
MUllRAY A LVNMN,
A qual preparada smentj ])lo6 oico
Proprietarios.
AO PUBLICO
abaixoassignado avisa s qtenri oonvier qnn
ninjaem faca negoeki de venda en iiyp ibera cmn
o-sitio n e-trda de Bojlem daiAninad-SaaiH
propriedade i" M rtinho Jo>* Pra \t\S\ 1
esii o sitio sajelo ao debi-o' de ?: 17 i&u9j
juros ; i-to se faz para eviiar '
qner transaccio que diio ;r
sife 8 de agosto ge 187!.
Franci'co An'o!
"D9J
I reir, a ni^H
Ida V'-iJaal
no dia 5 do correte a lardi
tendo por ornato um
io robins, no tren
Camiah Nov e dahi a
esndade, na E
restiioir dirija m
uambuaaoo, ana 1
r
i
N
/
[

i
7
i
1


fi.orio (ift I'ernanibuco
>-*
r
--v
r

Wf Engenheiro com
FUNDIDO lili
5* rija 110 iiain 5
PASSAIfDO 0 CHAFARE d
Pede aos senhores de engenuo e outros agricultores, e eriipregauores de ma-
cbiniao o lavar de orna visita a seu estabelecimento, para verea o novo sortimento
completo que bi lem ; pois sendo todo moito mais barato em preco do que jamis te-
nsa vendido, est ainda superior em qoalidade e fortidSo; o qne com a iospeccio pe-s
oil pode m verificar. ._______,_'
PEDE ESPECIAL ATTENCO Ao NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
Vamawm a ~ 1~ j'nnMin dos mais modernos systemas, e em
VapOreS 6 rOlaS agUa tamanhos convenientes para as diver-
las circomsUncias dos sentares proprietarios.
Moendas de caima JET" -*" ta'
JaAHUaS QBIltaCiaS para animaes, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
^TonVlf flcmflfl P31"" mandioca e a!godo,j Poder-do todos
UlolliUa e para serrar madeira (ser movidos a nao
Rnmhfts lpor ?gua* v,por-
uuivoo de patente garantidas...................Jou auiraaes.
lOQaS aS maCUinaS e pecaa de qae se costtmia precisan
Faa qualquer concert & mlcbinSBM a pr^ n resumido.
T?ftPHIft.fi Hft f ftrrfl tera as memorea e mais baratas extstentea no me>
lHAAmmAniloa____Incumbe-se de mandar vir qualquer aachinismo vea-
JMlUOnilllnilWim ude dos clientes, lambanlo-Ibes a vaotagem de Ta-
xerem soascompras por intermedio de pessoa entendida e que em lualquer necessida
de pode Ibes prestar auxilio.
*.
crreme anuo o eteriwprW Se tawaW, ida-
de de 30 idos pooeo mais oo menos, Matara
regatar, eheio do corpo, barba per baixo do quei-
xa, temo Sedo m mnio do p esqaerdo corlado,
e rosto lustroso o referido eseravo foi de- Da-
railo Pereira de Ou veira, do termo da- villa Aafla*
draa de Fogo, e aqu vendido ominare/) do faw,
aaei|oaod a escripiura eomo proco/ador Anto-
nio Uilno de Souza, morador na Parahyba sup
(ide-se andar por algom dos arrabaklo di%ida-
de oa ter ido para a villa do Pitar naParabyba
onde lem filhos, gratifica-se A quera o tremer
roa do Ssceao n. 31, com i quaolia de SO/.
TRILHOS URBAJOS
DO
RECIPE A'. OIIMIIA
e Beberibe.
Preveoi-se aos Srs. accionistas da compa-
tibia dos Ir, 11)os urbanos do Recife i Olin-
da, que a sessj da assembla geral sobre
a reforma dos estatutos contina em seus
trabaloos no da 8 do correte pelas 10
horas da manliSa, sendo a reuoiao na mes
ma estaclo da roa da Aurora designada
a is annuocios anteriores.
Recife, 4 de agosto de 1871.
mz Lopes CasteUo Branco.
1* secretario.
u
H
19 Ra Primeiro de Marco 19
Teudo renovado completamente a loja do predio, ea-qo9 teem o son es-
tabetecimeDto,
19=-=A ra Primeiro de Margo19
com oquelle asseio e elegancia desejavi, acbam-se agora prvidos 9o mais
esplendido sorlimento de fazendas oas e modernas de m
SEDA, LAA. LINHO E ALGODAO
4odasdo ultimo gosto, e continuam a ter como sempre, diversos
ARiKOS ESPEGIAES DE SHA GASA
Garantem, com toda
a sin-.eridade, vender
per menos qne qual-
quer oulro, porque
rectbem em direitura
a maior parle de suas
fazendas.
19 RA \'. DE MARCO 19
(litiga na do Crespo).
f AGIA BRANCA
RA DUQUE DE CAMAS N. 52
(Outr'or Queimado n. 8.)
'O abaixo a-signado relira-se ftra o o de Ja-
neiro e deixa ^per seos procuradores esta ao
"Exm. Sr. Barao da Soledade, e o Rio Grande do
"Norte ao tenente-coronel Joovangelista de Vas-
concellos Lima.
Fabricio -Pedros. *
AMADElEtm
Precisa se de ama ama de leite, pafa-se bem .
a tratar ms eass contigaa i-saboarla do Recite.
Na roa do Pifes, sobrad
A gata Branca tendo ja recibido part de *uas
antigs eoeomniendas, em seguimpnlo acaba ago-
ra mrsmo Jo receber ootras, algunas das quaes
se torna va m eeaeiaBwnto precisa.*, e ootrss se
iaze^i apreciadas por jeas go conro ejam :
Meias de ib J'weocii, aberus para "enboraa
e mfcin-s.
Das ideal sor fina tamben p*ra ?enbora-
menina^.
D;ta? iden maito bonitas ao gosoescaeez.
Ditas-Mein dem brancas e com !UUs para mi-
ninas.
Ditas drm fd^m para baptizado*. j
Ditas 4e algoao comphdas e -m twtra- para
a: od as. i
Lavr. prts de 3233, para jahcra.
Ditas de torzal e de feda pan menina-.
Bonitas camisinhas bordadas para fDhoras.
Fil de seda, branca e preto :nm Joras miuda?.
Dito de .ilgdao, sj e cera lloren.
TVoqninhai l riadas pa-1 criancas.
Lindos e moderno'! haoeosiubos "de asto para
ditas.
Pen'-3 d tartroga pjrt -emDaiacar inen-
teac.
Ditos d dita ;r; .??;j para -neninas.
Dito de borra-iba para ditas.
Ditos dj tartaruga, pequeos, pava ''arar o
amarraditao aos cabelbs da senbora?.
Grande ?ortimento de oeilea le ?-;da para ves-,
tidos.
Fiv lias de rnadreperola e de tartaruga para
pnlceira e I50 par* o cabello.
Bonita; b Ic'mhao para m-rana*.
NOTO SORTIMENTO DE ENCHdYAES PARA
BAPT3SAD0S
A sfufa br,an?a acaba de ri-iebw novo sorti-
BJMS* de linios e completos enchoyaes para bap-
tisado, 6 bem atrim sepa rudamente camisinhas
Sara dito-, lindos tbapeosinhos de setim bran.-o
orfijdo', otsrros ditos z-jm fundo de velludo, oora
de mtrite goMe,> |iw ?orvm tamhem para pas-
seio, patinbos de se im para o mesmo flm.
MODERNOS ENFEITES DE FLORES,
ornados ;"m fci-*.as de sel?, .''a* de se'im e lvella
de tadrepercla ao ultimo gasto, e proprios para
baile raam9ntns, etc., etc.
n.
FLORES E PREPARSPARA ELLA6
A Aguia lirio.1! recnbeu lindos ramos de flores
ttos, tanto para cabera como para obapoi, e
bem assim:
Papel verde liso e m NttM para folhin.
Di 10 de cores pva llores.
Folhas de divarsas qualiJades para rosa?.
Dias veries eriastrota, obra ni va e pela pri-
ax-ira m viodae cuma amostra.
Franjan prela e da liversan arg'irss .iara-jn-
feitar vestido?,
COQUES DE TRANC4S C DE OUTROS
MOLDES.
A Agnia Branca acaba de reoeber ama poijsta-
na por?3u doe b; asios e modernos doe/aes gsen-
Jes i3 tranca e outros moUea.
COLLARES ROYER. ELECTRO MAG-
NTICOS. '
A Agola BrJBM .acaba de recetar OS proveito-
sos cellares electn. magnefiCM \\ bem conheci-
serva- \z das cauvalues.
SOBRE-SAIAS OU ANQUINHAS DE
CLKSOLINE.
Era sabst.iai^ao ao swiQm viera.-a as nqui-
nbas de ckmnline, s acbm-e venda n^ loja da
Agnia Bnaaa.
QU^DROS PARA RETRATOS,
A Agni* Branca reMbeo variado -'onim-'n'.o de
ejnadros pan retrato?.
LS&PPS B0BDAD03.
A loja d'agijia i ranea, a roa Daqab de '"axias
11. 32 oulr'ora do Qoeimado a. 8, receben bonitos
[unen* de cambraia de iinho pcimcros-mente bor-
dado.', e como e seu louva7F-l costme esta os
vendendo baratamente a jOOO, Cj, ; e 100>X)
cada om.
TAaf-,EM RECEBE
ricas camisas da. dno wgnO de lioo eofeitatas
com roniio go^to. e p/oprias para rjoivas, n mes-
mo 09ira Exma. sSObora mentsr o numero e sos boa ronpn bran-ii.
ATTENCO
Precsase de urna ana de meta idade que te-
zinbe,-compre e fa^a ornis ser vico interno de
casa de orna familia composu de das pesseas :
nesta lypographia se diva. ........
AVISO.
v d. 28, precisa-se de ama ama
k bna nngommdeva e qne faja
mais asgum .ervi^ i lenha boa conducta.
Kt a*Mal -iai 91
Jos-deA a sus lo-
ado
por baratos precos que r todos admira :
Libra de lia para-bordar a meibor
qwi. p- MWOO
Cibtu com superiores grampos fran-
cezes a 160
Duiias ds tacas e garios de om e
deas botosa s 4*000
Talbsm psrt meninos a 40 400
Libras ds lioha ds novello, a melhor
possivtl. 1,1100
Duzia d reos de casia com barra. 1000
Caixu de* lionas com 30 novellos a S00
Vara de franja bruna pira toalbn 160
Donas de meias croas moito boas a 3500
Duiiu de meias finas para seoho- .
rsi a'' 41000
Dwils de facas e garfee eravadas a 34000
Dosis de palitos seguranea a 120,
240, 320 e 500
Ni albas mnilo fines, para fazer 1
barba a 4*5000
Caixas ees pebnis de ico coa to-
que! 320
Caixas coa peonas de Perry laxen-
da fina a 00
Ditas de dita dito verdadeiras a 1^200
Caixas com 20 cadernoi papel ami-
sadea W
Pecas de fitas para coz com 10
veres a 00
Pecw de tranca lisa de todas as
crese 40
Ouzias de liaba frooxa para bordar
a 400 e 500
Pares de sapatos de traoca a 14800
Dazias de barajaos moito finos a
24400 e 24800
Ditas de aga'has para machina a 24000
Libra de pregos Traocezes 1 240
Resmas de papel almajo superior a 34600
Ditas de dito pactado o- melhor a 44000
Caixaa com eebooetes fructa a 720 e 14000
Carrteis de liaba Aexandre a 100
Grvalas le coree mnito finas a 500
Di tas p retas pontas bordadas a 600
Grosas de botes de madrvperola
para camisa s 30C
Novellos de liaba branca, 400 jardas
Duiis de cari5es de linba branca e
preta e de cores e 120
Thesoims moito finas para ochas
e casara a 500
Caixas -redondas para botar rap a 14200
Caixs om pos para limpar denles
f -------r
400
320
400
610
720
84000
84000
24500
640(.0
54000
320
320
Ama de ltite.
Prroisa-se de urna ama com boa e bastante
lene : ni raa do Vlscoade de Petlas (Aragio)
n. 37,
COMPRAS.
COMPRASE
fraseos vastos da tintara japonesa, e paga-se if
rs cada :i Martnez de OUnda n. SI.
Com^ra-se tres vent-ziara.", em meio aso :
no cora o de onro ara do G.tuia : na merma
precjsa-se alagar um pequeo moleque para com-
prar para casa urna morada de casa terrea de pedra e cal feita a
moderna, em bom estado, com duas portas e qua-
-troijanetlss de (reato, qualro salas, nove qaartos,
eotUiba fra, em seguida telbeiro para dormida
de e&cravos, duas cacraibas de agua de boa quali-
dade, quintal grande todo murado e com arvore-
dos, pomo de bjda pelos fundos, com frente nraur^pVo^e7sVd7paVer'doCarm;''eom Mal
para se edificar dnas castnbas e qne deitam a iQ, ,^, wl? l
sabida para a estrada qae vai aos Remedios, sen- ''
do a frente deste grande predio no largo da Paz,
p ivoaeo dos Aogados, lado da sombra, por pre-
go commodo : quera pretender dirija se ma das
Cmco Prntas o. 31.
Uob e, iutio Comprase cobre, laio e chumbo : no rmate*
da bota amar ella no jilao da secretaria do. polica.
HOTEL DO OiilENT
na Larga do Bosario n, 4A
Esta areditado eslabel cimento, ofiereje aos socs distiates Cansrjrajdoree suma va-
riedade. tjosto g moito assrio em stia" iguarias.
Temaraa epacosa e elegarvo sala para alimtntaci, a primeira noiifl barro.
Os generas de consomo s'n do ptiaeiras qualidades.
3ecet>em-s-3assign3tara9 tanto para o ests-bdecimenti', quanio para domicilio.
Ha para rocreio, sala d- bilbar etc pianno ejornaes noonaea a eslr^nge ros.
Di>pOe de cmodos e indfpen'entes ^pozeutiw para hospedara.
Eua do Barao da Victoria n. 31 1. andar
^^Ktmoi acroditado 9onhec:Joelabeecira*n*.o a:abc d ser transferido para
o.' andar i sobrado da ru do BarSo r-a Vu-tona 2. 31, ool-'cra roiflova. 0 Iceie
e elegancia ce*a qun est monedo nos cima a condar ao rapeitr.vtl pabltso o 33
Exm.* eeaBOras i vistalo, garant ndo-lb;s que encontraro nm bel!a fGitim*ntr>de
pvfw?, o chapeos de val lo para senhoras e meniaas, o qoe ii melhyr se pode
dUejar em a oderoiimo o gosto.
A occi*i5o nos b propi-'ia pan otdrecer a oc^pai^o de a-ossMr sefvi;.:s no
^^K a cbapediss goeqauiram mandar roforwa". obrigando-nos a apr.
v-tes o? mal Imdos -posstveU escolba de qu-iui 01 \TW com esee
VNDAS.
OLEO PURO DE FIGADO DE 8ACALIA0
DA
TERfiA NOVA
CE
H. LACOMRE
HsH olea -jue Uo bok acceitac3 toa merecido,
muito >e T-jmm?3da por ?er o mais parHioMio
qae t boje lem viajo, e anda v-aB. boa paladar,
superior a i airo-jnaljuer : vnJe-sa b deposito
especial do B3rtho!omeH A 0. : na Larga Jo Mo-
saria 34,
D
EIMEIRO LIVEO
DA
UVFAITCI
Ou "ierci nos de leitura e li?5es de morai para
uso das fscoiae primarias do concelheiro Despal-
me, Uadaecao 4o Dr. Cemelio F. Fraaca Filho.
R*. leOOO.
Uvraria traaceza *
V*o*3->-j uberoa da ra oo Acougu-ubos
o. 20, mata prpria para -na principiante, p;r ter
4)cnc-"' 'urftos i tratar na m^sma.
Vrniid-3 p.ir pre;i>-j daas 9>rra7n, anda
urna da m>-ia id.-'Io ) a oairs -e i8 anno-, anj'i^s
;zim o serreo diario de ama casa, sen) aioolla
boa -j-.t t nJ.-ira : ea luja d :a!-.; 1J > n. 4 na ira
ve*aa dis Hrute?.
-se
J j.is.t>a. 3s de urna y.a sita na Jadeira do Vara
doure 0. !i,. m Oiin-ia : a tratar .com Belmiro
Pessoa Ja Silva, raa das Cin;o Pontas n. 103.
Tcnde-ro sola do lustro
lina n. -14.
na ma da F.oren-
Vwitv-i* nina casa tes/ea sita a ma das
Carrosas n. 'J : a tratar na ra do flaogei o. i,
1 andar.______________
uervej Mjyence.
[ Venie-so o" oscriptorio de L-smann-frere3, ma
Jo .ra?po n 18, andar.
I
Fi^Hn Boa- Vista
Paulo iuipres
O prbprtelaro deste bTm onbecide es-
tebolecmento contina sompre seg ndo sot
antiga forma de primeiro barateiro da Boa-
Vista o para melhor prova adui'rem es
preos segointes :
Cuitas escuras e claras cor ?s Gxas
0 covadolOO 200 rs. a.
Cambraias de cores 240, 280 rs. e
Lias para vestido 280, 320 rs. e
Creps escocezaa fazenda nova a.
Alpacas lavradas d'ura s c6r._ .
Cimbraia branca transparente*pe-
tas a 305 0 e.....
Ditas dita victoria a 44000 o. .
Bramenle coa 10 palmos de lar-
gara, varas, a 24000 e. .
Madapolao superior pegas 54OO e
Algodaoa 44000e. ....
Brm pardo trancado pocbiocba
covadoa.......
Dito dito.liso moito fino a. ., .
Ootras metas mais fazendas que vende-
r por precos baratsimos como sejam :
pannos pretos, ditos azues, casimiras pietas
e de cor, merinos, bros brancos e de co-
res, seda para colletes, camisas inglezas para
bomens, meias, chapeos de sol etc.
Olicittii d'alfaiaie
Os dignos freanezes encontraro um gran-
de sorlimento efe roupas feitas desde o
mais inferior al ao mais superior qae se
acbe 00 mercado, assim como se manda fa-
zer toda e qualqaer obra dencommenda
feitas a capricho, pois para esle mister se
acba munido d'um perito mestre. Garaote
se fazerem se menor 20 "/ de que em onlra
qaalqner psrte pelo o motivo de o freguez
s pagar o qae compra e n5o o aspecto do
estabelecimento.
48Roa da lmperatrli18
JUNTO A PAPARA FRANCEZA
N0VIK4DE.
Acaba de chegar o verdadeiro vinho verde de
uva para em caixas de 12 garrafas e o acreditado
vinho especialissmo pasto em decimos de pipa ;
vendedor nnieo recebedor destes vinhos acba-se
autorisado a garantir a especialidade dos mesmos;
ma do Vigario n. ti, 1* andar, escriptorio de
Jos Lope Davim ; onde sempre se encontrar
om deposito de vinho do Porto ( o melhor que
tem vindo a este mercado) em vigessimos da pipa
e em caixas de 12 garrafas, que se vende por me-
nos preco do que ero qnalnuer nntn arte______
ATTENCO
Vende-se ama destiladlo com todos os perten-
ces concernenles a mesma em perfeito estado, tan-
to para se transferir como querendo o comprador
contmora funecionar se alugaa casa propria pa
ra este fim; bem como ama boa casa para roora-
dia, cocheira e um sitio com baixa do capim, o-
ferecendo todas as commodidades para qnem qoi
zer continuar, a ver no povoado da Gamelleira :
Rl ;EM SEGUWDD
avisi a todos es os k\ *e]*aaaaV^
t rraodo tado ptl /.eo-
d, para todos a
Pecas de fitas bordadas amito fin 3 14160
Thesouras grandes e peqnnas o
mais lino qne ha a 14000 o 14500
Caixas cora 20 quademos do pawl
Io, amisade. a rs. 500
Pecas de tranca de laa e algodaV) as
mais modernas a 160
Frascos com agna de colonia moita
fina a 400 e 500
Frascos com agoa de colonia ver*
dadeira a 800 rs. e 14530
Chapeos brancos para baptizados o
melhor que ba a 3400 e 54009
Doziaa de boles cobeitos de seda
para vestidos por todo o preco
para acab r.
Libra de an-ia prela a 160
Grosas de boloes de lopca branca 1 120
Caixas com 100 envelpes fa:tenda
6n. a 500, 6C0 e 800
spelhos.de moldura don rada a
800 e 140GO
Pentes pretos volleados parn me-
ninas a 240
Tmteiros com tinta preta a 80 e 100
Pecas de flia elstica mnito floa a 206
Latas com superior lanba 60,100 e 2C0
Latas grandes com superior b; nba a 320
Frascos com oleo de Pboecrae a
500 e 800
Frasees com macass Perola a 240
Frascos com agua de Colonia verda-
dera a 14000
Ditos com oleo de ba >osa saderior a 320
Carriteis de retroz preto com 2
oitavas a 600
Caixas cora agulhas francesas 11 160
160 240
Pecas de ttras bordadas a 500, 600
800 e 14000
Garrafas com a verdadeire agua
finida a 4300
C>rt.lius da Doutrioa Christa as
mais modernas a 400
Livro das misses abreviadas a 14500
Copr s gnndes cora sure ior banba 14500
Mac/)s d pallitos para denles o
nieltior que ba a 160
Pacoies com 3 saboneies ing-ezes
fazenda fina a 600
Escovfs rauito finas para lioaotr.os
demes a 240
JbtMA
Rua do Imierador
n. 37.
1 "mico des-U9 da aatt^a e sefe-
art*4n fabrica do Barbalh
\ do Cabo.
CVeui fem surtido armaiem existe nm grande
soriimtaio de taoea -franceza, mtiiio nn para ca-
-z de familia, como teja alguidares papeiros
e panudas, todo grandes e pequeos, e bo
.ks para manteiga; tado de barro vidrado iran-
oez. A?*sm como um con pie tu sorlimento de lou
<;a do Barba!ho, como eeja : jarros para 4 o 5
-aneos da agua, p- te?, de nm a di-us canecos,
muri- goes, resfrtadeiras, qnartinbas do Barbalbo
a da Bnas, vazos vidred-is e por vidrar para jar-
Jim, caeos grandes e de meio para flores, ditos
ditos p-qoenos para tirar plantas, caqos vidrados
9,^or vidrar de i, 3, -4, 6, 10 e l polegadas,
hile p>r machina e queaiui nao ha-r.a provin-
:i a exeefuao dos vindos de fra ; ludo me.b >r
p!a quslidde do barro e mais b^ram do que m
.m-:ra qnalqa>-r parte. Sm porfao se faz aoati
meato de 40 a 13 per eehto ; s na rua de Impe-
rador o. 37.
Xarope sedativo
- DE
G& de laranjas amargan
COM
J3R0MBET0 DE POTASSIA1
DE
LAROJZaE
Es"e aovo preparado apr-vado pela seadaroia
irauenal Se medn-ioa, mnilo se rcoromenda pela
Ma aecau sedativa e calmante, sobre o sy-leras
oerioso, o brouiiireio de potassian, nao d--ixa de
daros mais eertos resultados nae diversas AfT-e-
roes do organism-f e principalmente nss molestias
do coracao, das vas digestivas da -re=pir? as geoito-orinarias, na epilepsia, as molestias
nervosas da preohez, na insomnia das cranos
t:.rante o periodo da dt-nticao ele. etc.
Vende-se na pharmacia o drcg?ria
de
Bardiolomeo J C.
34-RFA LR^A 1"ROS\RIO34
Anda urna vez
O Campos da rua da Imperador n. J8, avisa
aos-ssus Burm?ro3os tregnrzes o amigos que ebe-
g. u de sua encomm-ioda o lo d-'sejado rap
anwrellinho de Estevao Gasse, assim como a pi
nflo do Rio Grande, que lo grande ;tpre

dado os qne S3bera de sua utiliiiade alimenticia.
Alm disso
O hampas tem otjnstanierr.cn.o em sa arma-
tera um completo aortiBiento ile viveres, todos e
irimc ra qualidade e ornase tornara D.'.?iJ"nbi
o annuacio qne os descrevesse, limita-- a men
jouar os dt'numi-is :
Carne secca (de cara^lro) a 240 rs. a iibra '
tfiOOO a arroba.
Linguas e^caladas.
D'ias em saimoura.
Ditas atlambradas todas as asarlas e sabidos.
.Amendoa^ 1escaeada9 i sem cjisca.
Sementes de hortalica.
Charutos fuma veis a la-i'00 meia eaixa.
Ditos sun*riores em aro so e a realbo.
Tima purpurina :i l JOO rs. a garrafa.
Camaroea ceceos
ap Paulo Cordciro, vejado.
Mal em f*ria e em [).
Tabelas da rednccaV, para o systean meri:
Peseadas recatadas.
A revitiesciere fi Ba, ry de
Toda a di-eng cede a R-alesciere da Barry,
qu d s de, .acergia, apppt<-, dge3tio-e de
eaaao. alia cura ;\* disp-psi..-, g,i?ire?, humo-
res, aciJez pituita, flato, s. tootlos dfpois
da e-mita ) gravidez, eon tipa^uVs, tosse. i-m,
afJV-cfea nulm-naMS, bi-xiga, igado, sarenro e
s>ngu.); 60.400 curas, im-luidi uiui'as de'las no
B'ail.
A rdvale ;iere enocolatada1 da Barry
ana p,
Dlicioo alijiento para almogo e ceia, mnito
nuin'iv.), fcrtiflcap.'Jo os ervo? do .astomsgffjfm
causar o monor peso nem dr de caben, aem ir
rit c5o.
nico dapoiito para o BrasU em Peraambuco
^a iitarmasia amerkana de Fsrreira jia & C,
rua do Duque de Caxias n. 57. (Todo cuidado
com a fa!.<-iucac5es.)
DE
VeuOt-ae um boi giaude, uuvo e maoso,
a.!tomado a servir em carrosa : em Olinda, rua
de S. Pedro Apostlo, I do d<- mar.
VRSESE
Vend sp por ojinmorfos prtjos em peqen- i
grandes p rQOVs para acabar : ca raa nS SJarqc-*
de Oinda n. i), escriptoti.i.
- No escnp'-.'iiJ de Anl-inio/jins de Otiveira
Azevedo & C, \ roa do Bj dar, vendem se machinas pn Jesearocar algo-
di", por ureco er>mmi d-.
Vende s*- om terreno na rua d>> Progreso
n. 13. co. 40 palmos 'de froo'.e o 400 da fund>,
cm algomas bamf-ixnas: a trjtar na rua do
7i3i'ond>-de Albu^narqun p. 131.
* 'inf'ir- e
Recebea ol'imamerie
As cmm terreas foreiras, no besen das Barrei-
ras n. Id e 19, Boa-vista.
As ita*as terreas ou meiaguae na tu.cssa dos
apartis n. 32, dita na travessa Jos Patos n 13.
ajas casaa W-s/eaa nes Arromoadus em Santa Tht-
Uta d. lo e id.
A tratar na rua da Cruz do Rectfe, armazem n.
AO PARA FUMANTES.
FUMO'CARRAL,
Civpttp, fre-co p-ir iodos os vaperes-.
Cl.WI JOS DA HAVANA.
abuc-s, Le odres, Medianos, Culebra,
eva.
CHARUTOS DA BAHA
tulas as mareas de Scbnorbnsrh.
LIVIURFA FRANCEZA
Vende-se eo'|uein>s pejaenix para mudar-
se : nB quizor dirjase ao sitio- Ca'fondo na
estrada de Paulino Cmara, cutr'ora d9 Joao de
Barroa.
as
paneira* 03 aramo pr- priai
a ame.
irais b=-m acrediadas
para padsras t
i.-Bmroor. aes'abeiesirosnto de ierrageas raa
do M-arquez d 0! vend-m por prejo o>-mmd<\
-i'
raa dus Pesia-
CBAPELL
Vende-se ama escrav :
Joro* i. 11, se ch.i /jn--.- $
na
ir !!
7endem-so arreio- para nm ou do-is eavall-"?,
hem coma i-'daa as demai #rr>^yns para carro,
lano d o rtis' L
de l
UW"
^m O()5
RA DUQUE DE CAXIAS,
Esta/slasflecimanto aaha de reSber direcia-
ment era. aprtame ortimento de cortes de
estMo de can>bfta branca borda! s, o crec-
mima, a 7I0P0.
O verdaffiro
rua da 5J
ys
h thiocl: s se veade na
*:us n. 22, crmaem d

i dp ama-
I nao servia.;j para con.-
tlf^lO Iti- d33ffiS
tea, a ritptWMotddsvMSare'lo onm-porta rara
""Vajas morta.Ua daas canoa* melar,
', tCliJ
I fli
DE
S. KklSVt**.
Acab? de 'lesrar rua do Impnrador o. i'j, fa-
brica p plaoos de J. Rhigas. un grande a varia-
1-- sr.rmento de pian- da"Eorop, ;?mo sjan :
Br?al9r>od, I. Plevel e E ard.
AVJSO.
Li propri--ta.ro de festablissemeul i? pian ?,
roo rfo imperador, ait b ei ver r.n pubtic, que
lea piansa Brod-^rood qu'il vieot de rocevor oai
. spesiaienent commanr* pnnr ce pays lis
j-misssai-i'one.jucpor ta ;on fla'o aei laisjsc-
rom une gran-fj da. Les-ui 'heA ja. IJ;
yianstei raprodtsseai BUX pianos Br.cn-r
etsit 4-D9 ia dnrn dla mcaoiqao. J. i'.h-ga-
lant oo rppoil i'irot avi-c la mai.s::o Broader.'i
de Londres, a'.-I-tena qna l'-n y i-daptaJ !i ro-
caci-jua a t|s;asspran$ski.
Luvas de pellica"
Vi'Js: p lo lat ai-) paquets : ca loja h Tar-
qneza*.
lafS} di rua D-rejia n. I i
srmlo dr l\ 2, 3 n i-1 sor le ;
pr,- se }7ta, StJf) \$W e JjSteO ..: .
i di> bo is quaiidadi", o-me -i pr
u.adem e-tamiOir ; veate-se pn- o; :' pr
qne ijuerrm of proprietarios da ir nafio
' afl n -la i
Vu-ie-.-e urna il
Ar6.!. Iojt I- B rro : n 'n. 6
se dir oh>f.i tmiIp.
afair.adu=- f brke.zi
iro Sos ;nai-
DO
GALLO VIGILANTE
Raa do Crespo a. 9
Os proprietarios deste bem c.i.hecidp estabele.-
cimento, alm dos mullos objectosque tiotsam ex-
postos a aprec3i;ao do respeitavel publico, man-
daram vir e acabara do receber yeta ultimo vapor
da Europa, um completo e vari >da sortimento d-
finas e mni delicadas-especialtd?des, as quaes es
lao resolvidos a vender, como <; e tea costum^
por prrijcs moito baraiinhos'e nremodos para to-
do, ccr lanto que o gallo...
Muito superiores luyas de piuca, pretas. brna-
eas e de mu linlas cores.
Muito boas e bonitas gollinhas e punhos par
senhora, n-ste genero o qne ha de mais modt-rao.
Soperieres pentes do tariarnji para coques.
Lindse riquissiiros enrite- para '
Bxmas. 9raa
Sop-ri(-res Iranias prttas e i i cores com j'dfK
Ihos e sem ?l!es; esta fazenda o que pode bavr
de mc'hir e mais bonito.
?up?r:.orcs o bonitc-s Jeques do maJreperla,
marlim, sndalo e flsfo, stndo aqaeUcs brancos,
com linios desenlies, e i Mes pr: ,- -.
Muic suportares meias lio de Kscossil para sf-
nhoras, as iiiaes sempre se veoiram por :J0'01'
a duzia, ontroianlo que nos as "i-odemos por 2(',
alm deslas, lomos umbem gnnl-3 sortimento d-
nutras qnalidaJes, entre a? quaes algunas muito
l/uas.
Boas bengalas de superior CDn.*. da Indine
ca.-lao do maiftm com Hndas een-'intadoras flga-
rj3 do hicmi'.o, nesta groero o que do mulhor
so po-Je d-.'sejar ; lm c.e.-tas lomos tambem graa-
de qu&ntidado d>, nutras qualldaJes, Jomo sejam,
madeira, baieia, 'sso, t: rr.icba, r-c. eteu
Fin-, bonitos e airosos chicoipb;sd-eadeta e
le narras |Ui ldades.
Lindsa 4 s.iyerinres ligas de sed.i e borracha.
p-ra sgurar as treias.
B.;i-, metas ile .'oda para senbora c p:-ra meni-
Ds .id i > janes Je Idaito.
Navailus :\i \ i'.e maini o tarr.raga para f>zer
barba ; r"-o stntu< boa-, e da r.!- a tai sao ga-
raoiiuk'S i j.-icante, o ros boc n .--.i vez lam-
be m ass-i-jyva- .os sua qualidadr) e io:. -ioza.
' n !a> e r.Va- capollas para n
Su; t v aiihas para machina e qt. cree* L
I.in'ia nuio boade peso, frour.3, par em. it
tabyri.ttho.
Bons ?)3ral-os Jj carias-para v. -tarte, assin
como os :!>; rara o mnwM iin>.
Graada a vanado soruneni-i d:w melrwr:s per-
amaron, jos melhorci e mais conbaeidos fa-
breaczi?.
QOLARESDKdiOTal
Ei*vtrii3s mageeacus conira as convnlsfies, e
r'ciilni a dentiro das innocentes .-enancas. So-
mes drsde mijito loeeiiederes destes |>rodiijtsos
collar.'?, e oanuamos a recow-los p lodo- oi
vapores, Av. d? qne nunca l'.:it-;j ao {mercada
com:- ja :am arouieei'lo.jjsim roma poaSpoderJa
aqnelt-s :p i-'>? 'iT^hrem. vir \o depowto do
gall.'i vigilara-, a-ind? .-euipre .ncoulrarao dej-ten
veriadir-s liaros, e c.f qttse: aitoBdeado-se ao
1m para qi;,- -3o appca-do^ wvndarao coman
rui dimiit!;. Inere.
Bo/ama?, po:;. avista dos objeato que deixs-
mc. declarad.:*, .-.r.s nossos rag'uezos e amigos i
rinai t .-mprar por pn-cos mun i razoaveis a Mi
do gaMo 7i.'itaBta. roa do Cresp-j 7.
-- wquim Jo.--tijncalvea Keiirao tem para *
v-J.-r c:i s:a eeriprorm rua do Csmmercio n.
. gjn?r;s ahuxo n-.adoii; qo-i v-nd ma b-
raiodo ine o:>i onlra ..c.'toer iiaJo
Azei:oo--3 em ancore!**.
Amendon em barricas.
C-ta mado e.-n msssos de 1 lihtf.
Chapaos io :lt.\e de boa qnalida>
Cognss mara msrtel fotos.
Enr?.3S.
Parinha h v^ndicn de Saota Gallrlef, 3ac-
.o de 1 e 2 alqreiree. .
Dita da Babia em saceos brao-v-s
Diia le dita em b;rr:ca, pr a usas
part-- -liare:-.
io ? sigodo -is-Batiia een BVve'tesL
Fot- '.
Masadas,
ozcs-.
Qbras di piinetast.
Ps| pria ti*r charros.
D.to i::.! para botica.
i
Plv'g I '.
P*um rto !rr ':r. da fabrica da To *
de P-"l .-'lia.
Rap popn'ar .la Babia.
-. .'arlos.
Io Paja^l
llll'.
Vnoa do
lafc*.
D'.'o I: rtitn
jrar-
Dito mu
Do d?


e ni


mtm ft i' bciio forneo.
Tintura japn*, a.
o o nica approvada pelas as academias de
(fia, reconmcida superior a toda que tain ap-
Pjuwidt, at hoje. Depojrto principal 4 roa dt
ftdeia do Recffe d. 51, aniar, etn todas as be
iMiiMt d abalieireiro.
k m ehungl
ent prc a Xm% isferan?a! f
A0 6K-L05EXO.
Bita loja bem cnnliseii.i pela soa elegancia e
ttpwioridade de seu ol.jt, acaba de recelier
moitos arligos para o qui nwpeiiosamenle convida
ao bella sexo a vizita-la, alim de compraren) aquil
lo que i-reeisarom para preparos de vestidos ti-
Me oa tocadores, e mossno qunirraer objecto para
fcr algura preirnt<>...{iK>U que si na Nova E ranca fkarao salbfeitos, j pela qjalidade e pre-
eos razoaves, a tnesmo por que a Nova Esperan-
za afaaa-se era nu se impacientar era dar a os-
coltt9f os objectos, prestando-se cora o agrado
e*m que eosto a receber a todos, 1m de que
-iiibaui com o tirina proposito de voltarem ou
maadrena a mesma loja, logo que preciaera de
jnaJjuer artigo porptqueni queseja.
LUVAS lli PELUCA,
ftecebcu-as de Lisboa a Nova Esperanza para
tamens, senhora e meninos, sendo brancas e de
tfOVIDADE.
Bico de qnipure preto cooi branco, a Nova Rs-
fauaca s quero tem 111
Canas para jotas.
A Nova Rsperanqa receben boas cairas de aau-
4'o para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Receben as de umitas qualidades a Nova Espe-
rase*.
Para extinguir pnnos og sardas.
Nova Esperanza tem leite de rosas brancas.
Para tingir cabellos.
Tea a Nova Estanca a verdadoira tinta in-
giera.
Para refrescar 3 pello e aformozia-la.
A Nora Esperan;* ra l.'uquo de Caxiaj n. 63,
onde verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
Af'Melhores, e do ntais BoihedflO fabricante,
anta fouoe; coth logias, esli -posta* venda
a ra )j juj do axias u. G3, na Nova E-pe-
a nca.
Extra-ios, basta, oleo, sabonete?, agoas de co-
lonia, de taranta, florida e de lavande, etc., etc.,
tudo tic superior qualidrde : ven-io-so na Noval
Esperau^a ra Duque de Caxias n. 63.
Agora m !
A Nova Bsperanca, a roa Duqae da Caxias n-
63, receb u un lido sorlimento ib l.i para bor.
dar, viudo as eores mriis p'ocaradas, branca, pre-
U, esesrlate etc. etf. a e.l!a autos rjun se acabe I
Lvbras stvrlhae.
Vindo so do anuarem de fazendas de Angosto
F. d Ovi-ia & C, ra lo Commereio n. 41
DO
Bonitas [alendas
PARAASFESTAS
DE
SANTO AXTOXIO
E & Tollo
GBEGARAU PARA A LOJA
I
u
mm
Ttc i fenda ei i soua,arairaens, a!m de outros
Min da en ceg i-. r?gab.r, os segutos, que
raaSaai por pr;;1' tnais mdicos que em ou-
tea tulquar p
.TAS d.5 piaho alraofedadas.
PORTERAS de ferro para cercas.
SALITRE u gl
iAS iuia para cama c torrar salas.
CANOS de barro franeez- para escoto.
8E5S0 superior cm porcoes e a contento.
CEMENTO do todas as qualidades.
MACi'NAS '. ..f a!,;-jJao.
LONAS o brinzoaa da Ru
M0j americanos para forro de carros.
POGOES americanos muitu bon3 e econmico.'.
* I tux.
: kC mp i -i Gaulier Frcres.
'' fARELLO eni sscios Rrnde3 a ^SOO.
IcGO > florida legitima.
B,\LANCAS dcima.- .
CADEIHAS afriericanas.
RHUy da Jamaica.
A DLEJOS de Li -b-a.___________________
Cemento Poitland
Et barrica? de 13 arrobas preco mais com-
mado do que em i.u'.fa qualqner parte, vende-se
ni>- armaji-ns ila T Irmio1 & C
Oeiveja em harrl, de ^u-
petior flu alidade
Vendo ?e em casa de S. P. 'Jjhn-len & C, rus.
da Sraeata-nova n. M.
NO AB*JMA3REM
DI
ULii IlUilUuLrlJl
do oil3o da scetaria de polica roa
do Imperador,
VNDESE
Overdadeiro cemento Portiand e dito dito fran
cez, man barato qu.e em tpalquer outra parle.
Exceleut-s \inhos verdes,
Vende-ce oa ra da Crua do Recifes armazem
nwnero 11
Caixas de duzia de garrafa?.
Vigsimos de pipa.
Daclraes e quintos.
Por haratisji imqs precos.__________________
Viuho de Collares
Vende-se.o verd.adeiro c superior vinbo de Col-
lares, que mais a:ceilacao tem era Lisboa, em
decimos de pipa : na ra da Madre de Deus nu-
men; 28.
Cebollas novas.
em restea<<, em poroso e a retalho, mais bar?to do
ne em outra qualqatr parle : na ra de Pedro
.ff-ioco i!. I. antiea roa da Prara.
Contra a tosse
PASTILHAS PE1T0RAES.
de
Gomma simples crystalisada.
Dita de angico
Naff d'Arabia.
Ser de pinno martimo de Lagasse.
E cairas muitas que muilo se recomeodam pe-
las suas expelientes qualidades.
Vende na
PHXRMACU E DROGARA
DE
Bartbolomen & C.
34-RUA LARGA DO ROSARIA-34
Vende-se ama casa terrea com cbos pro-
prios, sita na ra da Amizade n. 36, na Capuog'a :
a tratar na ra Direita n. 15.
Admiravel.
No Masen Elegante vndese pecas de bico Imi-
tando croeh-t a 800, 1*000 e U500 rs. com 12
jardas, e a grande pechmcna de agulLas fracezas
a 1<200 rs. a caixa com 10 caixiobas, oa ra Es-
treiudo Rosarion 1.______________________
GEANDE
LIQUIDACO
Boa do Crespo n. 20.
. Nan.-uc liso de cores lindas para vestido a 240
290 e 3150 o covadn, chita escoras Haas :om bar-
^pM o covado, bamissioM : na loja de Gui-
|^^e Carnelro da Conhs_________________
FIO PARA SirCOS
ais-se era caa de Okell iitdloss A C*, i
la .Cruz n. ii
ALSAQAKAS A Uftti
Chegar.au aa mais liadas alsacianas sen-
do orna Dova e eiegame fazenda de lia
c>m bnlbantes listas de seda e ba tarv.e
larga, pira vestilo3, sendo n'asle genero
o qae estu aDo tem viud > de m is gosto
o rrercado. e vpnd.'-se' 1.5200 o covado
CRA.NAD1NAS JAPOEEZAS A 800 RS. O COVADO
Cbegou para a leja do Pava~a (sta nova
fa;:enda c m o nomo de granadinas Japone-
sas, sendo nma boni a fazeoda de 15a com
bonitos qasdros de seda, p opria para ves-
tidos, tendode todas as cores, e venda-se
a 8(0rs o covao.
ATLANTAS LAVRAD.VS A 800 RS. ^O COVADO
Cbegou e:ta nova fazenda om o nome
3e a lanta, genio urna delicada fazenda de
13a, p.ra vestidos, q je vende-se polo bara-
to preco de 80 rs. o covado.
NOVAS POUPELINAS DE SEDA
Chegon para a, lija do Pav3o om grande
sortime lo das mais lindas e modernas
pou, eliuns de soda, com os mais delicados
;dr5es e di mnito phantasia, qne vende-se
por preco muitu baralo.
CAMIHAUS BRANCAS LAVRADVSAiJ
Veode-sa cort:s para veilidos de cam-
braia branca la rada, sendo fazenda mtiiio
fina, p-lo barato preco de 4$ cada corte,
3Sci:u como n^n fjrande sortimento de ditas
lisas, tapadas e transparertes. que venJe-se
por mero? rio qne em oulra qnalquer parte.
CAMISAS PARA INVERN
Chegon para a loja do Pavo om grande
s Ttimenlo de camisas escoras enrorpadas,
a prava (Tagua, sendo p.xp:ias paraaes-
tao do mverno, e vende-se por preces
em conta.
TOALHVS ALCOCHOADAS PARA MESA A 3*500
0 Pavu vaade toalhss brancas d8 fust3o
a'cochadas, propria* para mesas, sendo
batante grandes pe'o barato prefo de
3jj5lW, diiss cncorpadas muito grand-s a 7)51.'
CHALES DE MERINO' A 2J500
O Pavo vende chales de merino milito
grandes e encornados 2$5j0. ditos
imiuto de cbinezei 25500, ditos pretos
do renda c<>m i ponas 25000.
CHALES PRE TOS BORDADOS
O Pavfu vende os maiores e melhres
chales de me in pretos ricamenle borda-
dos com largas' franjas de retroz, e vende
por menos do que em outra qoalqner jarte.
CAMISAS PARA HOMENS
0 Pavao vende um grande sorlimento das
melhores camisas ioglezas e francezas com
peitos da linho para todos os presos e qua-
IHades, assim como ditas de ditos de
algodSo para todos os precos e tamanhos,
tendo tambem para crianzas, e no mesmo
estabelecimente tambem se vende ceroulas
de. linho e algodo, leudo para todos os
pitos, assim como meias croas inglezas
tara bomeos e meuinos, que tudo se veade
por preco muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pav5o tem c/ nstantemente om grande
sorlimento dos melhores cortinados borda-
dos para camas e jacellas, qae vende-so de
8;5OO al ao mais rico qne costma a vir
o'este genero, assim cemobonitas cambraias
adamascadas, tanto tapadas como transpa-
rentes, proprias para o mesmo Q o, colcha-
de crochet, damasco para camas de noivas,
e cortinas, e vende-se no Bazar ao Pavao.
LASINHAS BARATAS
O Pavao tem nm grande sorlimento das
mais bonitas iasinhas para vest :os, tendo
de todos os precos cores e qualidades.
priocip:audo da 200 rs. nara cima; porm
to grande a guantidade qae seria enfa-
donba especificar qualidada por.qaalidade,
s a vista o freguez e das amostras se Ibe
venderao por precos to cmodos qae
nengaeu deixar ae fazer om vestido de
13a par to pouco dinheiro.
PAVAO
NA RA DA IMERATRIZ 60-
FLIX PEREIBa M SILVA a fi
Os proprietariesdeste grande-eta^eieciment ledo em wr at avaada porcio V
fazenda, o tendo cor tinuado a receor por lodos os vaprese navios oMteosa porfi
das mstns, tem revivido f.ter wat GRANDE LIQUIDACA&, afinedettinoir o gran
de deposito e purar DINHEIRO. Do todas ts fazeadas qoe se vende baraiissioao ae dio
as amostras-, Gcando penbor oa te maedam levar em .casa.dsJUoMS.. teoaili^,4eiaaoito
as pe seas que- nei,' pequeas porcQes petos mesmos prec-s qae compram as *im aportaderis.
ALFAIATE
tm se eircarrega dfe iecotar qualqtwr aa-
commnda da o arte votrtade do fre-
guez, e o proorietario d'este. grande eslt-
belecimfcn'o e promelte servir bem Modos
os fregoezej qu (be honraren asea caa.
AGODAOSINHO A 3*530 A PE O PavJo vende picas. d'algodSesiaho de
muito boa qoHtla'ie) teodo 20 j4r8* eada
pifa, pelo baralo prego da 3|S60.-ite mtii<
fo largo e fcaorpado WOOO, dito o me-
Ibor qe tem Hdo ao merodo, Bio'to-aD
corpado e largo para leares, pelo-:bar!o
precede 6d7*00, graBde pecbiocha.
MADAPOLAO A 4|W E4JSOO
O Pavao vende pecas 8e -madapo'Ia com
14 jaMs, seddo fize>Ma ratnto superior
pelo barato preci de 4^500, ditas comas
mes as jardas a 45600, ditas finissiaas a
50300, WO00. 7*500 8r?000. 6 pecbiocba.
MADAPOLAO FRANCBZ A 10(5
O Pari vende repas de flaissimomada-
polio verdadeinmeote' franeez, tendo 22
metros od 20 varas, peo baralissimo preco
de 100000 peca, sendo fazenda que sem-
pre se vendeu I4t'090, e liquida-se por
este barato preco por ester lgina cousa
enchuvalhada na pon'a de fra.
ALGODOSlNflO ENFESTADO A U I280
O Pavio vende vedadeiro alg^daosinho
americano, tendo 7 paraos-de largura e
muito eacorpado, prjirio \w leocoes
7*000 a vara, dito da buso'augura sfen-
do trancaio e muito enorpao tM<0i
URAMNTES-PARa LEN'r.OES A,-94t00 2580033
O Pa-i veide.o' verdadero liraj:auLjide
nho tendo iO palmos de largura, queVpe.
oas precisa para um len^ol urna vara er'ma
(juzra, pelo barato prego de *I40 vara,
dito metbor de'28 Oe 3*000,'tenido al
do melhor qne vem ao mercado, 3*500
e 4*000-, assinf eoun cretoaes feries para
Ionoo3s, sendo ama encorpada fiztnda fran-
:eza cm lo petaos de largura' 20t^ rs.
o metro, e bramante d'lgodo com a mes-
ata largura 4*800.
SAJAS BORDADAS A 4*500 E 6*001>
0 Puvao vende'graade.pecincha em saias
brancas riean!erJt&ajordara3, rendo cada urna
4 pannos, e vende pelo barato preco de...
4*500 e 6*000, herido fazenda que sempre
wndeu-se pr.r 8* e I0*0()0.
Pateadas para saias a 1*1(X), f|feO e r$36$
O Pa '3o vende auperiiir fazeoda bordada
afeorn pregas jaroprias para aras, 1*200,
1*280 e l*5fOa vara, sendo preciso para
ama saia ape as 3 varas oa 3 1|2.
Aos 3000 curies de cnnbraia -a 2*300
O PrtVio vende nma grnda porco de
cortes de c'ambraia organdys; tanto brancas
como de cores, sendo com listrinhas de
cores tessidas e nfo estampadas, e liquida-
se pelo barato preco de 2*500, cada corte,
fazenla que vale muito mais.
Aos 20G0 cortes de cmbralas bordadas a 3*00:
O Pav5o vende ama g*ande quantidade
de cortes d cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os deinhos mais
lindos e mais vistosos que tea vindo ao
mercado, taolo em lislras corrid?s como ada-
gonaes, e com muita fazenda para um tes
lido, e liquida-se pelo baratissims preco de
5*000, sendo fazenda de multo maior va;
lor, grande pechincha.
CAMBRAIAS
0 Pavao veade grande quantidade de pe-
cas de cambraias brancas tpalas e trans-
parentes, teado de 3* a peca at i mais
tina que vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
O Pavio vende chitas largas com "bonitos
desenhos e cores fixas, pelo barato preco
de 160, o covado, grande pechincha.
LAASINHAA 160 RS. O C0VAD3
O Pavio vende bonitas ISasinbas transpa-
rentes pelo barato preco de lO rs. o cova-
do, pachincha na ra da Imperalriz a. 60
cortes de cassa a 2*500
O Pavio vende bonitos corts de cassa
franceza viudo cada nm em sea papel, pelo
barato preco de 2*500 o corte, ditos muito
hadas 3*C00, pechincba.
CASSAS FRANCEZAS A 20 RS. O COVADO
O Pavio vende bonitas cssas de cores
para vestidos, pelo barato preco de 200 rs.
o covado ditas finsimas com os desenhos
mois modernos que'tem vindo ao mercado,
pelo barato preco de 500 rs. fe
CRETONES
O Patio vende finissimos cre
ros matizados, proprios para vMi
1
1
ACHIMS PAR
COSTURA
Cbegsratn ao Basar Universal da roa'Nova
n. 22, um S'irtimentode machinas paia cos-
tura, das melhores qseiidades qne existe na
America, 'das qoaes muHas j slio bem co-
nheoidss pelos seos rieres, como sejam :
Weller d Wilsn, Grover A Boker Silen-
ciosas, Wced eLatperiaes e ootras muitas
qoe eom a vista deverio agradar aos com
pradera.
Bstas machinas tee a vantagem de fazer
o trabalho qoe 30 costureiras podem faz-r
diariamente e cosem com tanta perfeico
como as mais pe feitas coslureiras. Garan-
te se a sua boa qualidade e ensina-se a tra-
balhar com*perfeaco ramenos de. urna
hora, e osprecos sto lio resumidos que de-
vora agradar aos pretendientes.
S3>
J1
\
>&
V
iA
'9 9
Unie
legaimont autorisado e approva
pelo conselho de sade.
CN1CO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
. Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU & C.J
34Ra larga do Rosario34.
do
T*ara suecos e fegueteires.
saceos
PARA ASSCCAR
CEftVEJA DE MABCA
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os nmeros estampados
as pe?as e nao as etiquetas.
Vendem-9e
Em casa de
. T. JEFFER1ES & C.
46 Ra do Gommercio 46
eBRINS de angola
OS LEGTIMOS
Trazem em eada peca nm bllhe-
te com o nome
. D0S
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
chambres, fcelo tanto preco de
ALPACAS DE CORDlO A B40 R8,
O Pav3o vende as man lindas alpacas de|berta>8eno fazenda raui^encorpata
cordo para vestidos e roapas de criancas hajato_pr^ de 8(50rt# o covado.
covaJo, 'ditos de fl roes, proprios gara c-
pelo
pelo barato treco de 610 rs. o covado,
ditas nissimas com os mais lindos las oree
milaco de agr anas a 8C0 rs. o covado,
bonitos glacs com delicadas edrese los-
Basqnrfljs tu easfqnnAos a 20j a $53
O Hdvo vende basqaioas oa casaqmnhos
de seda prt tos ricamente eefeitadoe, pe'o
baratissimo prec i de O* e 25(50n0, sendo
trosas como se la IflOOO "o covado, e u- Va^A TOdelriaios, aMB coo' dtoe de cro^
tras maitas fazendas de gosto e foso para,cnel e reQdas gretas que se venden maito
vestido^ ni ra da Imperatriz a. 6o. em nt*> *>* rt raperatrh tt. fiO.
POUPELINAS
O PavSo receben as mais delicadas e re-
ibores poopetinas d( seda para vestidos,
com os mais moderno* lorores, t dias fi-
zas com as cres.mais novas qoe tem V.nlo,
e vende-sa 2^000 cada conde, aestm
romo del cadas sedas de listitnat^ tadto
para vest los de enhoras como de 'trinas-,
q veode-se 2^000 cada eoado, I
BOPAS PARA HOMNS
O Pavio tem constaoteaeoM um frande
ortiment de roopa, taoto de panno fcmo
de brios brinco e decAres, de casi
aairas pan todos os preces e
taabem se manda fazer qoalqner peca .
ohH c todoaceioepromodl, f*ti4f\
qea se tem om perito
Caltas atraillas para catarlas a 30 rs. corad
O Pavao Venle chitas entrangadas com
delicados desenhos para cobertas-ou CDrti-
as, sendo nteoda muito 6o-
cooadO.
P3
OPvat)
Ibores
flbohs.
Grande
LIQUIDACO.
Na ra do crespo n. 20.
Lo]/l de .iillhernie
Laas de cores oiiudas a 80 rs covado.
Bramante de linbo com 10 palmos de largara a
2jS3O0 vara.
Chitas claras e escuras a 160, 800 e 2i0 o co-
vado,
Ditas riscados prnssianns 280 o covado. -
Ditas cbinezas para coberta a 210 o covado.
Cambraias, organdys miadas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 320 o covado.
Ditas bispo li.-as finas a 34 a pega.
Ditas brancas com 10 varas, a 300#% 3J3O0
a peca.
Dita Victoria, a 4 a beca.
Husulina branca, a 400 rs. o covado.
Madapolao franeez, a 6j a peca.
Dito inglez de bom a especial, a 4*000, 5, 6*
e7 a peca.
Algodosiiho a 3, 3*300e 4* apega.
Alpaea de tr com listos, fazenda superior a
360 rs. o covado.
Dito branca, cora flores miadas mati3adas a
WO ts. o covado.
Dito preto coa fljr bran:a, o 500 rs. o' co-
vado.
Ditas da cores padrSes miados e modernos a 160
rs. o covado.
Leocos do cassa com barra de cor, a 120 rs.
eadanm.
Ditos de linbo embainhados i 4* a dotia.
Cbiia, fazenda bem coaheclda pela sua Conidio,
mais larga qae chito para roupa de escraros, a
Jflftrs. o covado.
fcasarira preto superior, a 1|500 o covado
Corles de easemfra de eflr, 300, 4* a 6.
Cortos du meto casemira, a UMO.
Casineta preto e de cr. a 600 rs. o corado.
. Ganga amarella lisa e de listo, a 369 rs. o ce-
vado.
Algodlo (arto nrtrea I a H a peca.
D4je aiWwfra* com oenhor.
njoios graodes para Un da na<
a
ao mato dtt, rna 6 Monde'
1
E' este o distirfa^^Hnc^a elem moitadaIB
loja e jat,jsitii a rtra M%m'46
Bmtio a. U A,
O propTltarlos dest'rtsjanie esiabelefilmento renfla m "vi ua os tsf.ireoi qne
'%2 Bteranr para col loca rem tras eondifeaes de nma grande cHrnterra, liltatlan acmals
?} rigoroso principio le nao viessem ai eolinmnss do .jornal stiemlflear o retetitoveTpa-
-" blico, qae no me mo etabelecimento enconirars sempre o ais completo jrtiaMo
de j.ilas, como sejam : brincos os mais moderno?, para adornaren! as delicidftt *
Ibas do bello sexn, e qae se vendem a 8. 9 e lOj o par, Sitas'para meninas a h, 3 eti",
ditas de coral, obra de apurado go^to a 3 e 4*, Voliinhas de coral rom (Ton* de 0Wo
a Si, broches modernos 8 a iU, ditos com pedras e eni o dents-MlxlBhjis a
10. 1, 16 o 20& rojetas lisas, porm bera Irabalhada, de Ji3O0 a 9*. *tas eom
pedras de 4 a 1,'iJ, caplelas a 44. ditos eom Incripc6es a IW.0. tDoefs de Wrae
gosk, e com bonitas peoras a1, 3 e 4#, dilas de perolas, esmeraldas e rubios a*,
ricas cruzes de esmeralda e rabim a ll, 14 e 16*, ditas de ouro'e coral cwn tlsM-ph
tnrapacas a 3, 4,-o, 6 e 7*, ftgas de coral a 2, cadeias para rlogios a tSfi, "
6*300 a oilava, goaroigoes eom ires botoes para aberluraia 41, ditos #e pedrMhit
i^S o-par, ditos para punh'os 09 mais modernos a 7 e 8; alm d* om variadisfimo sortNBeo-,
3 to de jolas do apurado gosio que reeebem por lodos os Vapores da Europ ; c*m
sejim : brincos, braceletes, aMhwles, adereces eompltto?, cruje?, rozdas, aaoels de'
bnlhaotes, esmeralda, perolas e rabias. ModalhSss, volU, IMHeeliBS, aooai omlet-j
iras e de diverso* modelos, coles e penctoet de doro e pmta idobrada, reidflM Voa*
ro e prato de afamados fabricante?, salvas de prata de diversos tomanbos, ricos ptliiei-
ros o faqwfros, tlherps para cha e- sopa, tuaracs para eriMcM, e fSih liflttHta* de i
objectos qoe seria enfadonho meneionar-se.
Os proprieiarios da Flor de Sro.garanlem 'vener ouis barat) que ioj
fcg qualquer parle, para que estar aserto o eslabeiecimeuto dae horas dci aoaJt a8 da ]
--/.TJ acule.
GRAPE REDCCAO M FUCOS
A l>l\ III IHO
LOJA DO 65
Ama Duque fieCflX^s
(Aiitiga do Queimado)
Jfesta casa vndese por prefos que a todos admira; rtstttdb-e faMr gnnes eajoi-
dades, afim de vender-se muito, onde na realiMide esto grade I cero ; pefie-s ao
resptitavel pdblico, em gerai, venbam visitar este stabeleefmetifo (sem igial) a(W de
b(im podewra avaliar os presos porque se vende all leda e qoalquer fjzenda 9et8
estabulecimento acaba de receber urna infioidade do arligos, o que acbo intil descaer,
o que s apenas peca qne o honrem visitan Jo eUe esbbeleciaaeiilo, aiu de twem
a realidade dos pregos.
Pecas de algodosinho a 3|000.
Ditas de dito Biarca T muito largo a
4I400.
Ditas de madapolSo a 30, 30500, 40000,
4(5300, U e 80500.
Dita; de dito muito fino a 60 e 70SOO.
Ditas de dito franeez muito lino a 90000.
Ditas de cambraia transparente muito fi-
nas a 305OO.
Ditas de dita lapada mnito finas a
40000.
toalhados de diversas qualidades a
i0500, 10800 e 20600 o meiro.
Bramante com 9 palmos de largura, puro
linho, pelo mdico preco de 20000 o me-
tro.
Brim branco de linbo muito fino a 10600
a vara.
Popelinas de la covado 560 rs. e supe-
rior a 700 rs.
Grande sorlimento de brins diversos e
gangas propria para calca ou palitot a 400
rs. o covado.
Brim da ltu?sn, fazen.la muito superior
a 300 rs. o covado.
Dito pardo trancado muito bom, 1 corte
para calca!0OCO e o covado 300 rs.
Gobertas de fuslo de diversas cores fa-
Madapolo enfe^tado peca de !2 jardas e
30500.
Ceroulas francezas a 10109 ( peckta-
cha).
Popelinas de -?eda, padrees inteirautnte
noves, covado 10600.
Cambraias brancas o qne t .m apparecido
de meHior.
Grande porc5o de meias para seohoras
e criancas por precos comandos.
Grande sorlimento de chapeos de sol.
Cortes de casimira a 50, 60, e 70000 o
eorie,
Chitas a 200, 240, 260, 280 e 300-fB. o
covado.
Ditas em perc.l o que ha de melhor a
360 rs.
Dozia de toalhas^nra rosto a 80000.
Ditas de gohrdanapos de linho a 24600,
Grande sorlimento de camisas.
Cobertores 8e 15a listrados fazenda supe-
rior a 50.
Cambraias muito largas, Imperatriz a
10600 a vara.
Chales de merino de 20200 para cima.
Lindoi chales de fil bordados.. 20600.
E mutos outros arligos que se deixa de
mencionar.
zenda superior a 50000.
E' intil, n5o se cancera, em precos ninguem pode competir cora q
65 a' ua Duque de Oaxs
VIGOR DO CABELLO
___ DO CELEBRE E FESTEJADO CHIMICO
AVU2R.
GRANDE PRODIGIO E EMPENTO DA EPQGA
Nao ba parte alguma do corpo de que mais dep3nda da sua.belleza, to qoe
um cabello bonito. Sejam as nossas feices ligeiras, mas tenhamos o cabello bonito,
eis-nos com am-rieo encanto ; pelo contrario, eja o cabello ruco e spero, eis qoe
toda nossa physionomia-, por mais sympatbica e expressiva qoe seja, por s s, esmo-
rece, e assume um aspecto sem interesse.
Neste sentido desejamos mui respeitosamente chamar a especial aUrjcSo das
senboras e cavaneiros de bom gosto para a delicada preparac5o cima mencionada.
O Vigor, do Cabello o resultado d"e urna longa serie de estudos prefijados,
emprebendidos pelo incansavel cbimico Dr. Ayer, auxiliado por outros profesores emi-
nentes, com o fira de descobrirem urna nova proparacao para os cabellos, qoe. sem
conter as propriedades nocivas que se encontram nessas outras, que mais tarde r/cca-
sionam a perda dos cabellos, fosse realmente eflicaz para conseguir outros iffetos de
ba muito desejados.
O Vigor do Cabello, tio uaia tintura,' nem contera substancia algorat ipja-
riosa. N3o soja as mos, nem a cabeca, e nem a cambraia mais fina. 0 Vtyotf. pro-
mette :* .
Conservar, aogmentar e aformosear os cabellos.
Impedir a formaca~o da caspa. Evitar ecorar a queda dos cabelles, irttlau-
rar a cor natural. Torna os cabellos raacios. sedosos e brilbntes. prrae>andJ-os
com omodor de rara delicadeza. D nova vida aos org5os vitaos de cjue depntf o
crescimento do cabello, fazendo-rO cr^scer abundante e vjctso. Com q uso guoiidiano
do Vigor, ascalvices serao neutralisadas, caso as glandes calillares nao $e chm ar-
rompidos.
Senboras e homens que antes da idade se vem ebeios de cabellos bracos, a
que tem perdido a esperanza do ver restituida a sua belleza natural, este bello orna-
mento physico, regosijar se-ho quando virem os effeitos que pdem consogoir com o
uso do Vigor. Para os toilettes em geral. nao se poder encontrar perfume man"agr-
davel e delicioso do que o Vigor de .Ayer.
Vende-se em todas as drogari s, pharmacias e
armarinhos do mundo.
W. R. CASSELS 8: C.
DEPOSITARIOS E AGENTES GEtUES PARA O IMPERIO DO BftASlIL.
Uto de Janeiro
IPOSSIT
mt
de Lftboa
MEDALHA
80BR
BS\A\C0 E ESCL'ilO
1
aeiiBrtclantlo o O0 de Fisdo J Sic!h,
ScnbM ChtTrier ii > esta precios jpr-
ro thertpeutici un cfctiM t tabsr t|(tiltvei
;u ncciam de sua y irludctrfae liram.
Eita imporunte deicobe.:, ieu autor un>i tlcdalhu '.e honra Tulirijao
iModo C:o derigadoeBacalliao deainfec.ado.
Osne^coso raeeiii preFerital^altataitM
os ootros, em todu aa molesttu onda m aaa-
preja o Olee aa Pisado de BanalMo.
Vrp^r por-fKirai ns raleiOTiea me-
ean ue oaim a aaiieu u* accoapoka caria

I
O Stnhor thner complioi a cae. I Ufe
ertt aiant.ia-do a fedara ae (ana t O
eac*liJ> dt.inf*..u.!a. E-.te oleo ii
Bacsliiio (erni|[iA{e ua loiaa I
u jIo il>fjrordlfere- j
092?a pristo de Ter.ire. I
ism.it pn^rac6s r~~
tH*\. caatM a
emurga o
TahllstW,
ettakM Crtafeft. I
iaa, ceeueJaeeaeaa* {
tc^iHafc*. -

~v
\
\


;
1
64 MA DA HKIATIIZ N. U
FIGUE1RED0 a LOPES. ,
0$ roprietarios deste novo estabelecimento. certos de que o meio de adqoenr
nam:rosa fregaetht vender barato, servir bera e hiver sinceridadade nos tratos, nao
nos atetamos deste catninbo para beta corresponder ao favor qas nossos numerosos
egueres dos tem dispensado.
Como anda temos algomas faiendas das primeiras compras, resolvemos fazer
roo m afgoroas deltas, para o qoe chamamos- a alten; 9o do respeitavel publico :
pelo


?
7
V
m
i
I
k
i
empellas muilo lindas para nc vas,
barato pwco de 3iJ e 35500 rs.
Poopelnas de cores e brancas multo
lindas.
Camisas de meta a 9 biftcha.
Cambraias de cores.
Temos o melhor e tois lia lo sortimento
e cambraia de cores a 300 e 560 rs. o
I laetro.
MEIAS.
Recebemos meias muilo finas tanto para
senhnras como para bemens, meninos e
meninas.
Chapeos de sel.
Recebemos chapeos -de sol com cubo de
marfim^ue vendemos por 133 18^000, di-
tos de-cabos de canns 9& ll e U#000.
{'Aftas de cambrm de cor muito lindos
e cose babados com *eu compelere figuri-
no, teto 18 covados por 8#000.
BASQUINAS.
Recebemos basquinas de seda ricaiaeste
afeitadas que vendemos por baraiisskop
pw?o. *
Vesiusries para meninos.
^Recebemos wstoarios de Yostio mito
fcem enfeitados qoe vendemos por 4jJW0 e
,W-, fi' branco bordado ment fino, dito
Vestuarios fara bapsados, bordados oom saipicos ditooreto com selpicos e liso,
moite lio Jos a *0000, barato. Cambraia tfbeta a imitadlo de croch de
Camisas fraecezas, inglezas e uissas de 'ores e bracea.
GflOSDESAPLES DE CORES.
vVri japsaaej para todos os precos e qailidades.
GrofldeMfile preto.
Reeebemos novo ortimento e vendemos
por #eaos do qaooutro qualqoer.
Lias i Saboya.
Aindt temes om ros>o deste linda (aiei-
di para acabar ven Jemos por 900 rs.
C-'ifes a Minerva
Anda lev s algia* destes lindos cortes
coa listrasde sed*, com 19 covados, para
acabar vendemos por 01.
Cortinado*.
Recebemos 'twvo sortimento e vendemos
por u. n, w, *6, m e m. <***
par.
Cambraiafara corteados a 10* a ipeca
oom 29 vapts.
Dita Victoria de *f at 8$ 8 varas-eveia.
Dita -soissa transparente moito fine.
ORGANUYS BRANCO
Temos receido novos organdfs de
#800 ts., ditos de 6 e 9$000, mo tem listras wsetinadas,
Kepartiihos
Recebemos novo sortimento de espartilhos
Si muilo grandes, tao de tirtfco.
2# at 40500re., dilas*ordadas*nuito finas
de ate 10*5000.
IHMb.
fi* orna fazenda braica muito 'linda e fina
BRINS.
Recebemos o -superior brtm d8 Angola,
-dito pardo para todos os preces, ganga fran-
ceza a 500 rs. o covado, superior.
Pannos finos.
Temos pannos pret- s finos de 3#?00 at
pera vestid** de senhoras, tem a peca 38
jardas e ceeta 18 e 22.5000.
fauno abretanbado 20 varas a i($. Recebemos oesemiras de cores para 35
TAPETES. ale 3430*3 re. e covado.
Recebemos novo sortimente e vendemos
nuito barate.
Temos grande sortimento de saias bor-
dadas e vendemos mtiito barato.
CORTES DE LA X SIMAMMES.
E' ama linda Tazeada* com os enfeitea
CHITAS-
O Cysoe tem o mais lindo sortimento de
bitas (tara todos os precos-o quididades.
Bareges com ikstras de seim com lindos
padroes e muito modernos.
Crotones claros com lindos padroes e
correspondentes, guarnecida a saia cont ores (isas pelo bara,ssimo preso 540 rs.
orna franja de seda na barra, vende-se o covado.
por 40t?000.
Cortes de cambraia brauca aberta, bor-
dadas muilo lindos, vendem-ee por menea
do que em outra paerte.
Ditos bordados na barra, de cambraia
transparente, por 8|000, mtttto barato.
Deiiarcos de aonunciar militas cintras fazeodas por as
adeahti aoe nossos fregnezee.
Ra ia laiperatriz n. 64.
Luvs frescas de pellica apara -homens e
senhoras do acreditado fabri.anteJouvin.
Fazendas pare luto vendemos:p que em Mitra qoalquer pane.
Alpacas, cacitbes, priocezae, bombasinas
cambraij prela, <-tc. etc.
se tornar slenso e en-
I1VTI RURlflllfea B GOTTOSO
ESSENaUMEXT-EFFICAZ E INFALLIVEU EM DESTRUIR AS ATlEIt E
EVITARA SIA FORlACiO
Guados pelas iijd.icat.3ea de muitos aomados chimicos, e mdicos distioetr-s, que
se derara ao e'studo e averiguaco das causas que prodflzem o* pdecimentos de rArw-
matismo, galla] ardas des Mu, oexiga, jlmdo, e d'outxQ* visceras; ft aos enuit.d*.
meios pri prios para cural-os, chegan;.' a oDttr om remedio que nunca desdisse a fu
aciividade contra os ditos padecmeatos.
Na nicamente baseado em tbeotias qoe tanto avadamos, mis tim oes satis-
factorios resultados obtidos da sua appkci|3o, as innmeras experiencias, que com elle
fizemos; e deste modo, segures de seos beneJciostffei'tos, afooiamente o recommenda-
mosi pessoas q.e so7ram alguaias das mtenlas cima dit-js,ou de alguna outros pa-
decimentos do apparelbo urinario, taes como o diabtico, glycosurico albuminunco
etc.
Escu-ado seria observar que se nio pode designar um numero determbsdo de dses
de nm medicamento para curar lodos os Mtd" dos que padegam da meama molestia ;
pois que a cura est dependente da diverts circumslancias, inherentes difpoMcSo na-
tural ou com;ileico, da cada em delles; mal cornudo, ceno que o hydroleo lulho-
triplico anti rhenmatico e gottoso prodez sempre a cora desejada, qoando se persista em
loma lo o tempo preciso para obte-la; devenao ter-se em vista que quaolo m?.is invete
rado est o mal mais se deve insistir na npplieacSo do remedio.
Podemos tamben) ailiancar que, por mais continuado qoe stja, o uso deste reme-
dio nio cansa dearrt>njo algem as vas digestivas, mas antes, pela propriedade eminen-
temente tnica, que tambem possue, fortifica o estomago, torna mais facis as digestbes
e, nlo4y>ocas vetes, tem Teilo deaappareeer diarrhea, que eram entretidas pela dtbili-
dado geial do app; relbo digestivo,
MODO DB USAR.
Tomam-te do hydroleo lytkotrifitk, nos primtiros qualro ou cinco das, duas co-
Hieres de sopa, em agua assucarada, (vite, cha ou cal cm lelte, e mesmo sem mislu
ra afeuraa, r.a occasiSo do almooo, e ootras ao principiar a jaotar.
No quinto ou sexto dia e se^ointes, tomam-se do mfsmo modo dit), res colheres
de cada vez.
Se as or nephriticas, rteumaticas oti gottwas sao constantes; em fin, te os padecimentos sao
fortes, iomar>se-h3o qualro colberes de cada vec,ou tres veze lo dia, a tres ooineres
de cada obt..
Quanie as areias, ou ontres padecimentus, tem diaouilo, torna-se s primeiras
dses.
Pelo so do Hgrvteo 'Uthttriptico vao sondo mais raros o apparecitwnto das areias,,
'8 dores ephriticas,rheomalicase goltosas a quede todo desapparecew : nesie ponto
pode dr^ensar-se o remedio; til, pora, como preventivo, tomar ou duas dses delkv.
Polo que respeita eliaentacHo, d regne o estomago, etm qnantidada tal qne possa ser fcilmente digerida.
A raelhor bebida sem dnvida, a ages pura, m* tambem se pede ueor de vinhoj
simples ou ponco alcooco. De cei-v^a-j vinhos fortes, poucas veces.
"Sobre tudo-o quemuito rerommendamos, graode exercicM^-aem/adgw, pois que
elle muilo contrtr.e para rapidez da-eora.
. B. Dopois de tiwT-se do frasco porco qoo se vai tomar, deve'baver o maior
cuidado em o arrolhar inacnediataoieiite.
XMico deposito em Pernambuco
Pharmacia americaa de Ferroira Waia & C, Tua do Duqse de C*ias n. 57, (an-
tige do Queiraado.)
FAzOAS m ummto
LOl DO P
A* rtia da Imperatriz n, 40
provincia,
oas, e
Cs prepritr os daloja do Papagaio scienfic.m ao respeitavJ publico dcsl
, que es iff roiUi breve receber um novo soriimttlo de znd4s tujdi-
de bom gosto, c por consegoiote poera fm,liiuidaca> as abaiso especiiicad;^
R:lalhos de chita, de c^ssas e laas.
Cbitas de cores e lxas de 160, 200 e 240 rs.
L5sz nbas Upadas o tr.-nsparfntcs.
Alp.icas lisas e (aviadas, de o>uilas e dilerenles quabJadcs c presos.
Gusas do cdies de 2W a 30 rs. o covado.
Cotes decapa ililta a "400 o corte ou a .240 r?. o covado.
Cambraias brancas la, adas a if5 e i,->.
Barejes de la a 30 rs. o covado.
Toalhas d lioho do Porto muito grandes a {Od'OOO a du2ia.
Metim da India a COO rs. o covado.
Lasuiha pttta de 320, 400 e 440 rs.
Ais?! iarmas a 15000 o covado,
Chias pactas moito finas de 400 at 210 r,
Esp^rtilhos de linho e algod) de 34500 t WWk
Camisas de mei, ditas Irancezas.
Camisas de p'e-w bordado, isS, e de pregis c-.m co-feimbo e hmello.
Wa'3es de | Mino a 3f0C0, dos mais moflernos.
C llerinhos de paptl com beira de cor etcdjsbrar.es.
Fustfi s do cores para vestdos muito Uigos a 440 13. e covido.
(Wies rocasm.iras de 4,5000 at -75600 com quadiose iistras.
' E. cwtras muitas fazendas qua pretendemos liquidar par? nao avcuaiuiar :*
*s qn os^p i amos le-tfeer. ^
ROPAS FEITAS EM L10IDACAO, -
Na !nj;i do P4pagaio ha um grande deposito de ioupai feiins dj unos e Mtitmm, pal-tots calcas, collctes e fobrecasacos, qoe se lupidam por pfeos mujo
nar*so.
sc-ilr-* lavradvrs le t*re9. .
lqmda-se ok loja do ?trH'M urna grande poifo de seJa^ lrv acias de t&*
qo verdea por Pvw bar asimos, na ra da Imperan i n. 40, esquina to be-co. us
MMNiMi
Mendes & Carralho,

BAZAR DA MODA
n

DE
ELEGANTE
BL 1loa Estreita do Rosario H.1
AO OM TOM
Acaba-se de abrir este importante estabeleoimento de lindezas saperieres com os
inelhores arigos de taxo e de roode para horneo* e senhoras, variado sortimento de
perfomams dosmais afamados taiantes d*P*r4s e L'-ndfs, com aejam > wer, Lobin,
Coodiay,!Piaod,:Regand Chonueatnt, .Moopelas.-societ Hygioniue, -G^snel, Uimail e
Hesse Lot, etc.,ate
JOS DE SOUZi SOARES1C
Grande exposipo
tarecial sortimento -de'fazc-ndas de algodo, linho, la, e seda, .de todas ai (j-i.ali-

F1GEIRED0 k LOPES.
Alta novidade
O Maseu-"Cle{?ante- roa Estreita de Rosa-
rio n. 1 vende iics omisas de de linho bordada para no:va?, e rtntiem
de madapotto fino,:bordadas' enoitadas
de ntremeos a .405, "605 e"75|08 a ;da-
JLindos penteadores^uarnecidos de entre-
reoios e retidas valeaatooe, ricas calcae de
linho bordadas e do madapolo, para-senho-
rae, bellissimosoFi-meBlode golinhase pu-
nbes conta ntemmeote nova, recebtde pelo
ultimo vapor da Europa.
BABA BAffISADOS.
G Musen Elegante reteben os mais'finos
e ricos enxovaes para-baptiiados e Umbem
lindos vestidos enfeitados para enanca,: ra
Estreita do Rosario ni.
II 0 Musen Elegante receben os mais lindos
e modernos chapeos de blond enfeitados
para senhoras, e taeibem e velludo e pa-
Iha paca criancas, e est vendendo mniio
barato para vender logo, a roa -Estreita do
Rosario n, 1.
Flores e pluaaas.
0 Musen .Elig ule est vendendo as mais
bailas flores e plumas que tem viudo ao
mercado, asiin como om lindo sortmenio
de franja de da preta cousa de apurado
gosto ra Eslrea do Rosario n. 1.
BOTINAS.
No Musen Elegante vende-se botinas de
n. 20 a 3 [Oara criancas a 250OO o par, e
, avio um proeesso'mais pi-rfeito e qoe ai- cripta fcffr o eho^o'e de cidos ortiPWK>8,_ sem
iioja da tal forma a ?atii>razer as e|^R)cias mais se drc rr; i'-r; ra, se os acides nao (em acolo so*
wraf da (f.c,rii>t()r>o. I bre ella, muilfl meos a accae ao tompo a js
A saa or liodwsima a pao precisa decnida- destruir; jsto plansivel.
4o!gum para se consirvr no tinieiro smpre NSo ?6 ao ccmmercio qae esta meo producto
e iodas estae trwf Mas iwtierfr.tes todas as lilas r'nd i todos es meios para o adiactomroto do.<
at agora coolweidas, anda roeamo dos me Ulives: ses di-n'pa'os, trm approveitado eM Unta que
autores estraDRcirfl. IcmrazSo a achsram ai la pra desenvolvere
Sofcretudo, este, eMhnavel prodoclo-nlo ataca as
peonas de >eo, tlt* p adgnire um esmalte tUcralo que, seado ioieres-
aante, 8s pr.sitoo.
Esta Vota, 4o caAo especialmente para copiar,
i eomtado dase, tree, on mais copias nm n ei
spete de saefrt ; preciso, porm, deixsr-kie
o papel bsa rooitoo sem mofar com o mata-
borrao, poraos nao ba o ruca 4 borrar. Para se
tfrar mais de ama (ais, nSo^se aggluiaeram lau-
tas foltlB OTI' li'ornih 'T" -
aa-se eco o ot.!i*i'.T Uraf a ulna lauta
Mwejan, sonk qt o ortfltal fiqa* prejooicado
patas exiracSai,
Omoita nm dter qne. -para copiar imparta
maa iapetMceoct* a naJWidiJe, s*=m que me-
k*r Urna ais sfaafpy e defeco recae sempre
ata tm# -qeem *
ai ilslsili iliali
posto nos elncandos, em cooseqneccia da beleis
da r liquidez. Ha ex^mplos' de crianzas qne bavia
omito teir.po tintara nm repasraaocia' ealreina
para a escripta, logo que foi admillida esta neta
no coliegio, podereo-se deltas a enriosidade e o
porto, e ponco tetr po depcis o feo adiantaroento
era manifest.
Esta tinta, par de tantas vaoUfeps, tem nm
nnieo inconveniente, deteriexa-se ?o centacto de
Mitra ^ilnner: cc.nvm p^is te-la cm tinteiro
rvi!onbre rte i".n'ra ItH'. evi-
tar QKeier tem a pena* saja ce^ rreparacac
diferente
ra?3o nsra
LETA EXTRA
9 incompativf); wrtfteaado isto, m ba
se osar de lima qoe rao s^a a VIO-
PRA-FWA DE *uOTE0,
Obaer
i "uiai
/va:
stfW dirKyaatc^s
*4.o* atta qnea
tami^m vende .oakhas-e 'allias de (uetao a
0-5030 e&Uaordinar ament barato, i ra
Eaiwi'a do Rosario n. 1.
C4Lm* Icero.
4|fc!:qu ina| cjuginm os vertudeirof
cortares de Royer, contra as ronvu!su.-6 da.
eriangaa efariiitafido a deotigo, e-estao ee
venciendo a 34009 no Meseu Elegite
roa .-:treta do Raaario n. 1.
As de 64 for 4^800
Na erdade barato 11 facas tinas cabo
de baanco com deis botee a i8Q0 a du-
zia, t.ra completo sortimuito da coihe-
Iberos de electro-plate e facas com cabo de
marBpa, tu lo por preco bar^Uaho qoe ad-
mira, no .Mtiseu Elegante ra Estreita do
Rosario fu 1.
AS MODISTAS.
No M-en Elefante encontrarlo nm com-
pletorforiimento de bico de blond branco
e preto, dito crochet,.tran?as e franjas de
seda de tod?s as cores, .grande sortimento
de gales de algodo cousa de lindes dje-
nnos, cambraia frai.ceza brenca e preta paral
forrar vestidos, retroz de todas as cores,
entremeto* e babados Opados e transparen-
tes e ?golhas de ferro, osso e marfim para
crochel, ra Estreita do Rosario n. 1.
linilacSo de our.
O Musen Elegante Yendo ricas vo'tss dou-
radas para senhoras e tanbem meios ade-
reces imitando coral, peroU e gaa ti:io
por precos razoaveis, na ra Estreita do Ro-
sario n, 1.
dad*.
Attgos da moda legante, tanto para setrfmras, como para l>omens a mensos.
'Oempleto sortwteuto de mimlczas boas.
Siande deposito 'Vtnedade em -objeclos 'de phaniasia para mimos.
lova remeesa de ricos Nvros para missa cora encadernacoih velludo, cbc
esmaltado, e madreperola, tasto para senhoras como para meninas
Ifcllo sortimento de linas e modernas jotas de ouro, como-se jaro : cadeias par*
relogios, medalhdes, meios adere?.os, brincos, broches, braceletes,, col'ares, aboloadii-
ras para camisa.
fjeos ejpelfcos prandes com moldura dourada'a ouro fino.
Bollas paoor?Mcas brancas e de cores, propiias pan jaidins f> cornijas da casas.
Assim como temos a -venda orna bella t> perfeita embarcaQSo de guerra, vnibvlp
da eorvela S da Bamdeira, e urna caixa com rica mnsica de pinte aeo>i panbada de
timbief e rulo, tocando com a maior perfeicjii o hymno do Brasil, Vd P^ ise:*e,
Marco depada, Flor do Cli, Fausto, Fericholle, os Drages do Vi hrs, e Viagei, i
China.
TV. O-Koa (Esquina da de santo Amaro),
9
Cura rapiza e ladical des
cai'os
pela pomada Galopeau
Es-;i pernada qoe (ao cons resultados tem eolhi-
d a? pesioas que della lem f i:o aso, acata de
ehegar para o sen deposito especial..
NA
Pharmacia e drogara
DE
Brribokmea & C. roa larga do Rosario ju-
me ro 34-
8er Moas
ou h.irui'mic s
Basquinas
MANTELETES caeaquionos de cro-
chet pret'-s a 3* : rna do Crespo n. 25.
GftOSDENAPLE tranco a At> o ce-
vado.
CHAI-ES da renda pretos a /.
COLCHAS adamascadas i 3;.
Basquinas
TosdeBaple preto de lindos eofeies a
oa raa do Crespo n. JoJ
*



drogara especial
1I0MEOPATHICA
DE
JOS' AL VES THENORIO & C.
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 3.
Jos Alves Tlienorio, professor em homeopalhia, teno-se retirado do
?i& lal)ratorio homeopathico e consultorio de seu Ilustre e finado amigo o Dr.
.X$j Sabioo 0. L. Pinho, que por muitos tunos estiveram sob sua direccao, lem-
se estabe!ecido sob a firma de Jos Alves Tbenorio & C, raa elreila do
Rosario n. 3, onde, animado pelaconfianca com que honrar; m-no osan%osi
da bomeopalhia, Ibes oflerece o ao res;eitavel publico nm completo sor ti- *
ment de todas as preparfjs hemeopalhieas conhecidas, recebidas das n ais
acreditadas casas do Londres e Paris, e indgenas, bem como tudo qust.to
diz respeito a homcopathia e sua pra:a, esperando que continnem a hnra-
lo coma mesma confianc!, para o quo Dio se poupai esforc-os.
PREgOS DAS BOTICAS
&
m
s

>e
*:
TINTURAS
12 medicamentos
i
36
48
60
120
CLOBULOS.
1 botica de 12 medicamentos K)<5 1 bo'.ica de
i .( ii t 20d 1 <
I i i 16 :uA i
I 48 t 3u;J t a t
4 1 I GO l>;} I <
i i < \-20 < 7' :) 1
S?.o uteis esas boticas aos Srs. msdicos, senh^res de engenho, fazen-
{*5 deir.s, chef-js de familia, capiles da navios, e em g:-ral a todos qnantos qai-
zerem dedicar-se a pralica da bomeop Me'ticamenUs amitos pelos precos das oatras drogaras, bem como
chocolate de londp.es e no MAHAMiAo para uso dos doentes era tratamento
pelo sysl ma homeopathico.
ft^^t:
*m&&
$$%\
No arm zum de Ja^pjra Antonio de .Aojo &
C, ra do Mrquez de Olinda n. 14, exit.em
o .timas spraphmas do nogaeira oom excellentes
vozes, e se venden barato, par acabar.
S
Yeade^e a taberna do pateo do Terao d. 66:
atraer na roejma.
X
flo'xa'pope Vestal .Arncritlif espectaiisd? dv Bartholcrpeo^C
34,RA LARPA DO ROSARIO 34.
Bot eottsmamo* proconr atlaataot para icradiiar
Wisoa preparado, e deiamoi qne tai appljeaclo e o
lastludsi obtidos pfUfpa.MMa.oa a*Ugaaramacc'ki
m, loas dtt creJu toga; poroa sao aempai
itlesttdo eoDsideradoi tnioiio, delles qne 1*1
ato e charlsttnismo; mss
la 4nisua
Um corrajMnr o casceita, atxaaaclo tmun .
S aoiac ropa. teiiWl?C. ^
arraaTiBM.
Mas. Sr*. BarthelomM i C. t usa a nalt rablAa
aSMtMja r djd.ro W a moa. SrkSS! M iZ
dlcacti Usordjiuru, pou um MOreada ba dtaa i
*. t F_d ale poA, dormir a oiie .
'tHDlIll
MW bola i
D**asaa a asaaMasaMai oaa tasun a afta
s reaUbalKHlo cas a om aatacru i, nnui
Dea r*0Mh*mtm. r Ba T. a. .aai-a, a.
h,Sa.iaej
larsdVr
-Saa casa Rfda abril de 1861^
a. i
Mas, m. ItjrtkadotM 4% f'Tfnlaasliaaaaji
^ !SSJ2&Jm 'as".
Mvev. *" iiapiwviBtiii^ j) osBpaar m dsm aaaoMj
caaior da
nonos, a < aelles qoe tanca w eaatr da aaapsna larkai.Toa imdnatr laas aaaa
ol quereeda ofleader as cea> eesaleta raalabetadaasuaTaak abt7* aaai 7* Tidrs
nqMa^ootasaaiceote aoaoSareearaoi,os ana abaiio da mtmo aafM. daaat *??. ...VniaT .
Hh. tae salar Manda-
radar
UBJN
r sea atropa pin s, Terem alWadoi o Tts tarrlTa!
iaaeaaoMda, tto (atad aaata- pata. Cata aawr
lllmt Sra BartkolomM AC__
eacia para t<
lina i i*-
,-tdftalajaa.
^ 4^ **** Hd. *
' '*
'*diW%
i = imsm'------
**"*
>&ps&
LOJA DA CONQUISTA
Ra do Cabuga' n. 6
Os denos desle novo estabelecimento acabara de receber nm completo sortimeito
de fazendas finas, das qoaes s mencionam os arlaos abaixo declarados zfiu de quet
respeitatel publico possa fi-zer urna aprox moda idj de que nao por meio de atfivjn-
cios que queremos acreditar no?sa loja, mas sim pela variedade de objeclos de gosto
de moda qaje sempie costuremos ter como sejom :
[Uotf cortes de blond para casaaiec-
toe.
Gcfgmio de seda, branco e preto.
Dito dito de cores.
Popelmas de seda brancas.
Ditas ditas de cores as melbores do mer-
cado.
Ricos cortinados bordados para cama.
Ditos ditos do crochet tuto.
Cotws de crochel diio.
Ditas de 13a etia dito.
Camisa* de linho bordadas para se-
nhoras.
Ditas de aifodo, bordadas p'ra ?e-
(tbojU%
Ditas bordaiue lisas para homens.
*faodii^o oq levsm-s as faimjta em qual^uer casa
Lo norne da roa e numero da avvrada mi
Lindos lencos de cambraia do linho bi
dados,
Saias brancas bordadas.
Granadinas brancas e de cores para es-
tilo.
Lindas alpacas e I5as para, resudo.
Ricos enxovaes para tiaptisado.
Ricas cbapelieas e chapeos pira i
ras.
Lindos ft5es de edres para vestidos-
Fil de rtda, e grinaldas part neivas.
Mantitbaa braaileiras.
Canbraia fina de 2 'arguras.
Bramante, Creianbas e esgoao di la*
ni -
Tapetes grandes para goaruieia,
que para isso avoOsitdi

LOJA DA COMUJISTA
A* ra do Cubuga u. 6.
D
ANTONIO FEANC tSCO DOS Si
\


erittmktt. Terca fera 8 le Agosto d 1871
~*)t
n
ASMfelEA SEBiL
OS DEPr\DOS.
Dh( 'o ttemnio seroil.
ritmBielo)
Ja oovi dizer, trazendo-se memoria
desta caraira o procediment > de lord Well
lfnghton e de Sr. Rubert Peel, que o gabi-
nete, como os gabinetes que ellas presiJii >m
em Inglaterra, o primeiro em 1829, e o se-
gundo em 184', commettara aquella dita
deisfielidade quo a moral poiitica n'i >
perdda, e de qua o part to veanlo se
quxara contra aqueles dous estadistas o-
glezes, o primeiro na qneslo da emancipa
(lo da Irlanda, a que sempre fra infen-.o,
e o oniro acerca da reforma da le dos ce-
reeei qoe, proteccionista, cimbalera me-
rioraMB'e.
Poco liceoca ao nobre deputado, que lem-
brou este doos fados notavais da historia
ingleza, para observ?r-lhe qne nelles s vej >
orna applicac3o, e ota vem antorisar o pro-
cedimenlo q'ie o gobern t;tn a respeito do
estado servil.
Welliogton e Peell cora a consciencia di
qae bem serviam Inglaterra, como i vi-
ram, pelo bem publico celeraro de suas
opimSes, e realizaram as reformas "a q te
sempre se tnham opposto. Rio obsUnie os
resentimentos do seus amigos polticos.
Wellington reto ih< cenco qoe l3j era
possivel resistir mais s justas aspira?" s
da Irlanda, para obter a soa emancipaclo.
prefiri ceder a tal aspirarlo diante da no
cessidade de bem se. vir ao paiz, do que
ter de desembainhar a sua gloriosa esp da
para manutenga) da ordera publica.
Peell, o representante dasclasses agri o-
las, cm consequencia da crise da m col'i*;-
ta porque paswu a Inglaterra, julgou s asada a o'caiao para a revogac5o da lei dos
cereaes, abandonando a soa p ditica pro x-
cionista, o qoe muito tcm concorrido pira
a pro-peridade daquelle paiz.
Mas. Sr. presi lente, semejantes exera-
- pos s3o sem applicacao ao caso em quo ca-
tamos a n3o ser q ae 6 devcr de todo o -o
verno obedecer s exigencias do bem pu-
blico.
Bigo qoe eliea n3o autorisam a applicarao
que bes deu o nobre debutado, por que a
mauutenclo d > rgimen cm que estava a
Irland i e d w principios proteccionistas eran
dous pontos polticos para o velbo partid o
tory ; desiospeila los, seria realmente i .fi-
deljda'Je poltica; ra;.s a quesli) do estado
servil figura na bandeira de dossos partidos ?
' E' quesiSo poltica ? Nunca o fui, V. Exc.
bem o s be.
Assim, pergunto, como somos nos inflis
ao nosso partido por que entendemos que
deviamos promover a s duelo de urna ques-
Jo social em que a poltica nunca interven,
nem deve intervir ? (Apoiados.)
(Ha varios apartes.)
Devo, S\ presidenta, justificar m meus
collegas, e a aura prpprio da ocrepago que
porvezes se uos lm fei'o de incoherentes
acerca da qoesiio que a tolos nos pre-
oceupa.
A mea respailo se disse, em apartes tim
pouCO fugitivos, qoA em orna sessio notavel
do anno passao dera um aparte a o Ilustre
deputado pela provincia do Rio de Janeiro,
cojos servico3 nesta questio nao cesso da
reconh^cer e applaodir, no qual deix?i ma-
nifestar que as,mijabas ideas acerca da ques-
to ora pendente nao erara as qne si i Boje.
Eu poda oppr ao nobre depotado que pro-
corou assignalar essi suppostaincoheren-ia
um ontro ap>rte que dias depois foi prefe-
rido pelo nobre deputado por Minas, e po
qual elle referia o fado da existencia de um
projecto tncu que manifestava ideas aboli-
riOQtstss Este aparte era uma respesta
ao ontro em que so rae increpara de menos
coherente.
A. cmara sabe, pois consta de seus ar-
chivos, qoe dorante o curso d i sesso d
nao passado. apresentei dous projectos qoa
iinbam rebeao com o estado servil.
Um diiia respeito reforma da legisUcad
pena, o ontro era concernente estatisca
dos es ravn's no imperio. Cida um delle
demonstra que as minbas ideas anteriores
s3o as que tenho h je.
Oa meos amigos particulares sabetn disso
Unto como cu prnpiio ; e n^o preciso in-
vocar o tesleiDunho de om delles a* qoem
muito prezo, e que deploro es'.eja separado
de nos.
Qaaodo o anno passado foi fnscitado
nesta. cmara o primeiro debate sobre o lo
diflkH e complexo assnnr.nto que est pen-
dente de solacio, bem va eu rae era pre-
ciso marchar, porque seria inevilavel a
qaeda se tentasse parar ; vi mais que nao
era pos>ivel adormecer o espirito publico,
e embora o gabinete de 1C dejulbo n3o to
masse a posicio qoo me pareca a melhor,
homem de partido, entend que enmpria-me
esperar que elle se puzesse a caminho, pois
de um lado receiava que a iniciativa indivi
dual agita-S3 sem resolver omi qaeso qoe
s deve ser atacada para de ama vez ser
resolvd, e de outro lado previa que o ga
bioete por fina procurara dirigir e conter
a idea
Quando.deu-se resta cmara o incidente,
no qual profer o aparte a que ja alludi,
tive nicamente por fira assignalar a respon
sabilidade do afrouxamem dos heos que
aniam a todos nos.
Foi anda por motivos polticos qoe eo,
sem enunciar ideas bem assentadas que
liona acerca do oslado do elemento servil,
para qne o gabinete de 10 de ju!ho nao se
retirasse por occasio de provocir-se ama
qaestao de conGanca no fim da sessSo, en-
tend ser mea devet de bomem poltico dar-
ibe nessa occasilo o apoio que sempre Ihe
dei, firme e leal. (Interrnpcojs.)
Em sorama,. eu n3o desejava entregar a
soMcla da questio servil m directo ou
iapoteacia da iniciativa individual, pois sem
pre entend que ao govern acerca da urna
qfestio to melindrosa, que compria mar
citar frente e assignalar os lmites a qu?
se poda ebegar sem perigo. Porem como
procedem iffarentemente comnosco '..
O gaverno entenda enl3o que n3o coovi-
nba e nem eslava sofficientemente habilita-
do para manifestar com franqueza o seu
pensamento -ao parramento; e eu resigoa-
va-me a esperar, porque previa que por
fim elle tomara t i a iniciativa que de> era
tomar, tai a forca sympatbica e impulsora
das idat abolicionistas. (Apoiados e apar-
tes.)
Sia; a soa fo'ca impolsora provem do
que a itt bumamtaria, germinoa, ba de
progredir e est Iriampbante; ba da fazer
caminhar aos mosmos nobres deputado?
qeeiram ou alo qoeiram. (Apoiados.)
di-
0 Sn. MiNisTttO d.v
tenho o proposiij de a
O Sn l'i.fro r.E CampsM TsTpoTe tet^
O Sr Cahdoso Fomtes; Temo mani-
festado mais do ama vez.
O Sh. Mijustmo da Achicultra : Na
apreciaco qoe acabo de fazer cana de
acontecimentos 'polticos da sessio passada,
provoco o j zo de -qoem quer que seja
para que me assignale qual foi a Inconve-
niencia quo baja commettido. ( Apoiadoa e
diversos apartes.)'
Mas. Sr. presidentp, e.sUrio os meas hon-
rados collegas tambera era cntradiccio tSo
anifesta como a q e se me imputou ?
Q tanto ao Sr. presi len o do conseibo, S.
Exc. mais de n na ve/, tem demonstrado, a
i)3o dixar a mi rna duvida, qua nio se
acha era contradicho lg\)raa neste assump-
to. (Apoiados.)
Conselbeiro de estado, quanlo a idea o
megava a ser estuda'da, com ama previsSo
notavel, cora urna experiencia que o abona,
com um fenlo quo todos Ihe reconhece-
mos, lavroa os parece es qne anda hoj>a
p dem ser lidos como a justiflcac3> com
pl-ta da proposta; S. Exc. dizia o que
anda hnje eu o.todos dizemos, a saber que
a questlo servil nao poda deixar de ser re-
sol vida ; tr.'ze-la indecisa seria um perigo
perigo malar do que o p oveniento de al
goma solucjo menos prudente. Assim S.
E.X'\ conclua que o nieio do resolve la ora
a nbortac3o dos filos qoe nascess ra de
aaais escravas de pois i!a le, nica fonte que
rostava estancar para que a escravidio des-
apparecesse sem abalo...
O Sn. C.vhPoso Fontes : Qoando, e
c mo ?
O Sn. MiMSTao da Agiiicumx'ra :...
mas observara que, por estarmos em guer-
ra com o Pargiuy, e as financis perturba-
das, era necessano esperar pelo termo da-
quella' lula, ena que ta'.:to se illustroo 0
Brasil.
Na a ettarSo. porm, solvidos aqoelles
dous obstculos que bavia ?
Alglmas Vozes :O estado financ:iro
prospero .
O Sn. Ministro da Aiiicultcha :--R s-
pondoaos nobres depul dos, que n.i Ingla-
terra, na Franfa e na Hespanha sempre
que se tratou da questo do estado servil,
os espint s, ou tmidos ou relardar'os, as-
sim como os interesses empenhados na con-
sea-vacio do stalu quo, os argumentos que
prod.-.ziam. e com que embaracavam a so-
ocio da crlse, foram sempre estes, as fi
naneas sio ms e a lavoura soffrer maita.
(Inlerrnpgoes).
Qoanto Franca, observo que, demora-
do a aolucae definitiva, como foi dorante o
reina lo inteiro deLuiz Felippe, consumido
o lempo em inqueritos e estudos, assim
como em medidas preparatorias, que nada
prepararan e servirn para perturbar
as colon as, veio a repblica o fez em me-
us de 24 horas o que aquelle reinado nio
consegaio durante 18 anuos. E assim tam-
laem o quo a Hespanha n3o podo realisar
durante o ultimo reinado, o espirito demo-
crtico o fez logo que se toriaou dominante.
Estes dous facioa sao ctaeios de lico para
nos que somos os ltimos que anda possui-
mos esrravo?. (Apoiados).
O meu honrado amigo e collega o Sr.
mioistro de estrangeiros foi tambem argi-
do de contradiccio flagrante p:lo honrado
deputado por Minas. Qoando anda nio se
trataba nc.-ta cmara de resolver a queslo
servil ; quando -aqu n3o se cuidava della
em 1869, o meu Ilustre collega, com a
previsto do talen'o (apoiados), pretendeu
ostabclecer o registro de escravos. Ma? de
tc-lo fe to, o quo presuppuoha um rgimen
de escravos que ello pretenda regular, po-
iK'r-sc-ha inferir que fosse adverso s ideas
emancipadoras ? Ea entrego a rjsposta a
esta pergunta ao juizmais prevenido, qnem
quer que seja.
Finalmente o mea honrado amigo o Sr.
ministro do imperio tambem foi censurado
do contradictorio, to smenle porque no
comeco da sessao de 1869 formulon umre-
queri.nentopara ouelosse commissio res-
pectiva um projedo relativo estatislica de
escravos.
Dovo ponderar que este fado se passou
naquelle anno, poca em que, como j disse,
nao se cuidava seriamente de solver a ques-
lo do e.-tado servil, a qual elle como tantos
outros consderavam qoe nao convinha qne
fosse agitada senlo para ser resolvida.
Discut la sera dir-lhe solac-So, agita-la
sem probabilidade de xito, era c cousa
perigosa. (Apoiad s). li a o motivo que te ve
o meu nobre amigo para assim proceder.
(Apoiados).
(Ha diversos apartes).
Agora, Sr. presidente, que lenho res-
pondido s prinepaes observaco9S feitas
pela Ilustre depotado p^r Minas, pergunto-
Ihe, pergunto aos seus honrados companhei-
ros, aos nossos amigos dissideotes : quaes
s3o as vossas ideas ? As nossas sio conha-
cidas, as vossas nao o sio. Se tandes as
dos dous honrados diputados que j seTi-
zeram ouvir, o digno Sr. b?r3o da Villa da
Barra e o Sr. Perdigio Malheiro, concluo
que n3o vos entendis.
O primeiro irapognou o projecto, n3o
porque seja aoti-abolicionisla, nao ; mas
porque quer libertar todos os filbos de es-
cravas que nascam de ora em diante, por
ira meio diverso daquelle quo a proposta
indica. Nos tomamos a base racional e
moralisadora de que ninguem nasear es-
cravo dapois da lei; o nobre .deputado des
aprecia e moteja da philosophia que nos
inspirou, e que est fzendo caminhar a si
proprio c aos seus amigos, porqae prefere
a philosophia utilitaria, porqae tambem
philosophia, e qus d minou a concepciode
sea projecto. Mas entre as duas, antes
quero a philosopbia em que fortalecen se a
iltustre commisso desta ornara, quanlo
elaborou o seu parecer.
O nobre deputado, com as suas ideas
utilitarias, quer qoe as mulheres escravas
que forcm aptas para a reprodcelo vio
sendo todas libertas, mediante indemnisa-
Cao. Opponho someate qae o onas para o
estado seria superior s snas fo'f.as, qoe o
rgimen da propriedade servil perturbar-
se-bia mais, do que com a lib3rtac3o do
ventre, e que inutilizar se-hia a grande van-
tagm de terem os ssnhores os filbos livres
de suas escravas obrigadas ao seo servida,
quando compre nio desorganissr o traba-
Iho. (Apoiados).
Porm, noto qoe o ilustre deputado pela
Baha, nio obstante a solidariedade que o
liga ao nobre d-pula lo por Minas na oppo-
sig3o que fazem ao governo, estilo divergen
tes em ideas.
S. Exc. o que pretende qae lado espe
remos d
tos, da -i
lo
Pp
bu-
parii^
qoe o goterno de-1
r meio de fondos qae ej
id sto que fazia queslo, segando disse
hootem mais de ama vez...
O Sn. Perdigao Malheiro : f um ele-
mento qae nio devemoi despreztr.
O Sr. Ministro da ARicui/iUnA: Aacc*S
do lempo junta generosidsfts m9 parti-
culares e ao auxilio qoe o goveroo n3o po-
de deixar de prestar ernand no, tal foi
o tysteoa que o Ilustro depfiadTlmaginoo
inteiraraenle differenle daqoelWqte outr'nra'
sustentara e propuzra a esU caara; se-
melhante projedo, porm, no salisfacts>
rio, desde quo se mantev o prin'ripio per-
petoador do nascimento, embora por aqoel
las cansas a escravidio teora a diminuir,
nio se extingue. Ponanto o qijf re>ta
systema da proposta, a libertado do ven-
tre. (Apoiados).
Se, pois, os dous amigos nossos dissi-
d-ratea que sefizeram ouvir estio divergen-
tes, eu s- tenho a.pedir-lhet. senhores, qoe
combioem as suas ida3.
O Sn. Andrade Fwueira': Nj n3o
temos os estudns indispenaaveis.
O Sil Ahumo Lima :Entao nio qnerem
nada.
O Sr. Cruz Machado :E vos
.ludo.
O Sr. Ministro da AcRiCi.ttoR\: Eu
vou concluir.
O Sr. A.ndrade FiccEiffA d uno aparte.
O Sn. Mi.MSTnoDA AGRicucnroAipr-Quan-
to poltica da siluaco, agrateco o aparte
que rao d o Ilustre deputado, porque me
ia tequecendo de responder a urna (jfao/e
increpellacSo j,ue no fez o honrado depu-
tad > pe'a provincia ik Min s. Disse-nos
(helo entre duas da's,
mandpacl) directa e
queris
iios, por pie nos fomos para os arraiaes ad-
versos.
Hi inxactidio e grava injustca em se-
melhantc argoicio de S. Exc.
Conservadores de b>oi quilate, perma-
fnndis raizes di solidariedade
nana.
Nio se discote qaand a o go
um atbleta, sola aren', e, travdo-sc
corpo a corpo com a naci, lua para aba-
tel-a e esmaga-la. (Apoiados.)
ido nio ha aqai, senhores, o con-
entre a idea da
a idea da emancipa-
g3o indirecta; nio ha aqui o antagonismo
de duas escolas, a escola da progresso ra
pido e a das reformas reflectidas ; o prin-
cipio conservador e o principio liberal, nio,
senhores. O qoe ha a luta dn poder cora
a alelo (apoiados); a lata do element <
officia! contra os interesses mximos do
paiz. (Apoiados.) De ura lado, a grande giba
do orpamento do oolro, o braco e o cere-
bn da naci
Quem defende estajproposU ? Releve me
averno que o diga: a condescendencia e
a incoherencia. (Apoiados e nao apoiados.,)
Ets as dais alliadas prestimosas do gabinete
de 7 de marco. (Apoiados e nio apoiados.)
A condescendencia dos amigos do gover-
oo, daqoelles que Vstavam com elle bon-
tera, qoe estio hoje e estarlo amntala, sem
attendereito s mudancas, de physionomia
que se operam as sete cabecas do poder
(apoiados). daquelles que levados parama
esperanca fallaz pensam manter a solidario-
dada do partido, quando ao contrario estra
gam o sea preseate e aoiquilam o sea f a-
turo. (Apoiados.)
A incoherencia daque les que nao lia" um
anno votavam aqui nssh casa urna raoco
impoado silencio a uma'proposta muito me-
nos adianlada do que esta que se acha ea>
discosslo.
Essa incoherencia difiere muito daquella
era que ha pou;o tanto insista o nobre on-
dulas, o qoe en contento, os collobofat?orel4o(5bre presidenta do censelbo recordou o
de urna grande idea; pira mm sai apeo*< esemplo dos Eilados-Uaidos, ende na opi,
obrriro? de ruinas: trabalhassem elles para nSo da S. Exc, foi a rulacUncia dos lana-
glnri deste paiz, cata gloria havia de ter
b antera S. Exc. que se acha com os timi- rislro da agricultura ; nio a incoherencia
Do publicista qne, revestido da misso grave
do legislador, recua a^te a respor>sabilidade
do traduzir em fados as suas eluiubrac5es;
difiero muito daquella que se procara achar
no procedimento do nobro deputado por
oecemos o que fomos e o que somos. (A- Minas. E4a, senhores, a incoherancia
proveto a approxt
os arraiaes adver-
poiados). D3 que dala
mac'o do gabinete para
sos?
O Sr. Pomelo Malheiro : Est expli-
cado nadiscussio fal;a do throoo do se-
nado. ,
O Sr. Ministro da Agricultura :Os
Ilustres depatados nao tem o direito d-; re-
fenr-so discussio do voto de gracas, como
se nella se encontrassem, j nao digo pro
va, mas apenas vestigios de3sa approxi-
mac5o.
So rila Uves se existido, ou to somonte
fosse lenta, la, porqoe razio Jnconcebivel os
nobres depulados, disculindo o voto da gra-
Cas, declararan e protestaran mais oVpma
vez com a seriedade con que fallara ao paiz
que, adberentes poltica do gabinete par-
que era a sua propria, separavam-se delle
somento qoant) questio servil ? (Apoia-
dos). Como todo se muda em to pouco
lempo! (Ap .jados).
J se diz que o gabinete em groa para os
arraiaes adversos 1 Como se pode irrogar
sem tibante injustica (Apoiados).
Su. Permsao Malhbso: Nio Uve
occasiio de fallar na respoata falla do
tbrona porque a discussio foi encerrada.
Hontem foi qoe me pronuociei.
O Sn. Ministro da AGRwrLTunA: Eu
vob conc oir. lamento os fictos que teem
occorrUo nesta casa, e mais ainda a aditi-
cio que se pretende apparec*. o que espero
nio aconteca. Todava 0 mal esta, mque
os nossos amigos dissidenies Szeram frus-
lar as esperanzas de longo tempo, concebi-
das de que a questio do esUdo servil re-
solver-sc-bia sem as excitacoes da poltica
que jamis se envolver nella. Nunca pre-
cisamos tanto de placidez de animo serc-
nidide de espirito como agora, para que
nao surjam obstraaedes em torno das quaes
venham gropar-se os interesses cegos da
propriedade agrcola, porque o eixo da re-
forma que projectamos est na boa vontade
dos proprios senhores de escravos ; e cont
que a teremo mesmo daquelles poucos que
aodam Iludidos.
Desejamol-o, porque o xito feliz re-
forma nio depende somente ao govetoo e
do poder legislativo; depen le especialmen-
te dos agricultores e propretarios de eseft
vos.e por estarprofundimente disto conven-
cido que deploro e haja transviado o es-
pirito de algcras com apprehensSes vis, que
foram dispertar-Ibes na saa habitual quieta-
Coe tranquil dade.
Aos agricultores e prop ietarios de ea-
cravos eus darei umcoaselho. Respeitai
a Jei, se for adoptada, como esperamos.
Apnroximai-vosdogoverno que nio vosso
inimiio, que nio o pode ser, (apoiados);
aproximo vos delle com seguridade, pois
vos ha de manter sem hesitacio na vo>sa
propriedade existente, (apoiados) e confu
na lei, porque nella acharis garantas, di-
ratos e defesa que nio vos serlo nega-
dos.
(O orador foi cumprimentado por grande
numero de depulados.)
O SR. J. DE ALENCAR (attencio o silen-
cio Senhores, nio venho discutir a pro
posta do governo sobre o elemento servil,
talvez nem responda ao discorso do nobre
ministro da agrica tira. Quero apenas pro-
testar contra esta grinde calamidade social,
que, sob a mascara da lei, ameaca a sacio
brasileira. (Apoiados)
Ainda reperctelo neste recinto fl0pla-
vras sinistras, proferidas pelo nobre mims -
tro da justica; ainda ma sinto estremecer
recordando aquella ingenua e triste confia
s3o: /'
< A pedra arrancada de seu alvolo, do
cimo da montanha, disse S. Exc,.nio pode
mais parar, hi de rolar at a bwe. >
Essa pedra a qoestio da eanancipacio,
essa pedra a proposta qoe ah est sobre
a mesa. (Apoia ios.) O nobre ministro ti
aba razio, ella foi arrancada l das alturas
naccessiveist e arrojada ao precipicio por
urna mi po asante, por ess a-ralo qoe, m
parase da sociedide a)o:icion1sw confere
a liberdade neste paiVde servos. Ella foaj
arrancada das altnras/inaccesiveis e arroja-
da de despenbadeiro en d*sptjo'nadeiro, r-
rasta a pos si o gabinete da 7 de marco, que,
nio podendo conter o impulso qae Ihe im-
primirn, rolar at o abysmo, se a on-
ois i publica o nio amparar, se nos o nio
salvarmos (Apoiados.)
Nio pois, este momento
Discate-so na calma da
dade do espirito e.no n
ma3 nio se discate, ss
em que se abalan as mais
sociedide, nos lempos de
en qae, ni pbnse de um escriptor diiliocto,
lodos sentimos estremecer dentro em nos
do legislador; a retraetaclo do voto
dado o, auno passado. ,
N3o est nos m?U3 labios offender os ca-
racteres, malsinaras inteticoes. Tenho dado
provas de que sei respeitar as pessoas, por
que nellas presto homenagem digmMade
humana e dignidade parlamentar, que tam-
bem me pertencem, qiu tambem sio mi-
nbas. Nesta tribu a necessano n) ver
indi vidual i lades...
Vozes :Sem duvida.
O Sn. J. de Alocar ; .. porm ni-
camente os erros e as verdades que se cho-
can. (Apoiados.) E' a minna maneira de
proceder ; e porlatato, de qualquer palavra
mvnha, nio desljo que resulte urna offeosa
para osmeus adversarijs. Aininha Imgua-
gem ser severa, nimiamente rigorosa, em
re la cao aos actos, em rea i; 31 s ideas ; mas
nu.'i -a atiribuirei esses acios e es -as ideas
a motivos quo nao sejam nobres ou pelo
meaos dgaos, (vluit > bem.)'
Sirvam estas considerag;s para manter
a discussio na altura deste parlamento.
Vozes:Muiio bem !
O Sr. i. de Autocar:Senhores, ba ou-
tras alforrias que nio seriara fataes, mas
ao contraro .uteis e provnosas para o paiz,
e pelas quaes o governo devia empenbar-se
de prefereucia do ventre. Taes sio: a
alforria do voto (muito> apoiados da oppo-
siclo), captivo da governo; a alforria da
jusiiCi, captiva do arbitrio(poados); a al-
forria do cidadlo, captivo ,da guarda naci-
nal; e finalmente, senhores, a alforria do
paiz, captivo do absolutismo, cap'.ivo da
prepotencia do governo possoal. (Apoiados
da opposiclo.)
Mas essas emancipacoes nao ten em seu
favor as declamares .da philantropia euro
pea; s3o necessidades vitaos do paiz, e
nio conejos opinio estrangeira !
Esses interesses mximos do paiz nio
tm una voz franceza para dizer a alguem :
Senh ar, por este acto vosso norae adqui-
rir urna fama imperecivel.
Resignmonos, pois, resgne-se a naci
brasileira a viver abatida, al que as sugges-
toes da pbil antropia europea ou a interv o
Ci de alguma soeieda le estrangeira inste
pela sua liberdade.
Senhores, estas palavras 3o amargas,
talvez nio coubessej nos labios de um re-
presentante da naci, mas n3o posso domi-
nar os sentimentos que m"e assoberoam
quando pens que o Bazi!, miaha patria,
tem figurado em toda esta questio comoum
aut >mato ; tem sido apenas a aima-viUs
de ama experiencia phantropica ou a ma-
teria prima de ama corda de triumpho.
Vozes da opposicto :Muito bem 1
OSn. J. de Alencar: Os bros naci
naes se coofraogem, pensando que de ira-
pro so, por causa de ura elogio, sem pre
paro, sem eslodo previo, nem audiencia do
paiz, por um traco de p;nna, se decretou
orna revoluclo desta ordem 1 (Muitas
apoiados da opposiclo )
E levou-se o despreso a tal ponto, que
o paiz nio leve coohecim rato do fado se-
nio de torna-viagem I
Ainda ltimamente n3o vimos nos mani-
festar se esse menoscabo de urna maneira
revo tante ? Esses trabalhos do conselho
de estado, que o gabinete com'tamanba re-
pugnancia remellen a esta augusta cmara,
e s depois de requerido e instado, esses
trabalbos eram communcados aos mem-
bros da junta central abolicionista e citados
na conferencia qae houve em Pars 26 do
agosto de 1867; como consta das a:ias de
suas sessQes. (snaaclo.
Voz,es:Ohloh
O Sr. Andradb Figdeira : E' verdade 1
O Sn. J. de Alencar:Como consta
da acta de suas sessoes I
Assim dava-se coaU ao estrangeiro pri-
meiro do que ao parlamento brazile.ro dos
esforcos empregados para raalizacio da
idea que de l fo a encommendada I...
O ?R. Presidente do Conselho : ^Foram
logo remettidos cmara assim que 03 re-
quistou.
O/Sr. Andradb Figueira :Era segredo
o*jra\o paiz, mas nio eram para os philan-
i-, Tupos europeos I
O Sn Paulino deSoza:Eu fornecio-os
logo que foram pedidos.
O Sr J. de Alencar:E' urna triste
verdade, senhores; o Brazil tem represen-
Udo nesta magna questio o papel de uma~
crianc, de cojos destinos se decide sem
coosuliar-lhe a vontade. Para emane par o
elemento servil, preciso dize-lo, cotame-
caram reduzindo este paiz livre e indepen-
dente, este paiz soberano, a condiclo de
em servo qae se movo ao senho do se-
Ohor.
EsU macula ha de fiuar na historia. Fos-
sem embora os emancipadores e propagm-
una nodoa, o futura dira que elles nio
servrram sua conviccia, sua patria, mis
obedeceram aos influios do poder, aos im
pulsos da opiniio estrangera. ( Muito bem
da opposiclo.)
Senhores, combatendo a idea d* eman-
cipado directa perante o parlamento, devo
repellar urna pecha que of mais inlolerap
es promoioras da propaganda coslumam
lancar sobre aquelles que, como eo, lera
levantado a voz para protestar energicamen-
U contra a imprudeeci i e precipitacio com
com qoe se iaiciou esta refirma.
Chamam-nos de in grados, de espirito tacanhos e ferrenbos,
que ni a recebem os influxos da civilisacio
Procuram assim atemorizar-ooj com a odio-
sidade q ia de ordinario suscitara, as ideas
condemoadas, os sentimentos egosticos.
Entretanto, senhores, nesta luta que' in
elument<5 se liavou no paiz, a civilisacio,
o ebrstiani-mo, o culto da liberdade, a ver
dadeira phihotrophia esli do nosso lado
( Muitos apoiados da opoosicio ) Coaba-
ten) por nossa causa. (Apoiados)
S3i eliesque nos inspirara esta calma e
lirmeza de conviccao, que nio se assust3
com as ameacis do poder; e nio fe irrita
com as injnslicas de seos imprudentes ami
gos. ( ajuitus api.iados da oppoicl'.)
Vos os propagandisias, os emancipado-
res a lodo o transe, nao- passais de emi-
sarios da revoluclo, de aposto'oa da aoar-
thia. (Apoiadps da oppesifio. ) Os re-
trgrados sois vs, qoa pretendis recuar o
] progresso do pa z, ferindo-o no corJclo,
matando a sua primera industria, a lavou-
ra. ( Mu.tos apoiados da opposiclo.)
E seno, compareaoos. Vede o que v-
queris, vede o que queremos nos,
Vs queris a emancipaclo com ama vi
o>tentacao. Sacrificis os intereses mxi-
mos da patria a veleidades de glora.
(Muitos ap oiados da opposi;io,) Enten-
de.sque libertar otlicamente subtrabir ao
captiveiro e nac vos lembrais de que a li-
oerdade conce Jida a essas massas brutas
um dora funesto ; o figo sagrado entre-
gue ao 'Oipeto, ao arrojo d ura novo e
selvagem Prometheu l ( Muitos appoiados
da opposiclo )
Nos queremos a redempcao de nossos
trataos, como a quera o Christo. Nio
basta para vs dizer creatura, tolbida na
sua inleliigeucia, abatida na sua conscien-
cia : T s livre; vai; percorre os can
pos como urna besla feral...
Nao, senhores, preciso esclarecer a in-
teliigencia embotada, elevar a consciencia
humilbada, para que um dia, td momento
de couceder-lhe a liberdade, possamos di
zer.:Vos sois borneas, soiscidalos. Nos
vos reimos nio s do captiveiro, como da
ignorancia, do vicio, damiseria, da aoiraa-
lidade em que jazieis t
Vozes da opposico :Muito bem I
O Sn. Gama Cerqeira :A razio vos fa-
r livres o que se quer
O Sr. Presidente do Conselho :Estatit
quo n3o cidadio.
O Su. J. de Alencar :Eis o que nos
queremos. E' a redempelo do corpo e da
alma; e a rebabilitacio da creatura racio-
nal ; a liberdade como o symbolo da civi-
lisacio, e nao como ura faci de extermi-
nio. Qaeremos fazer homens livres, mem-
bros uteis da socieiade, cidadaos intelli-
gentes, e nio bordas selvagens atiradas de
repente no seio de um povj culto.
( Ha oolros apartes.)
Enire estas duas causas nao4aa quem he-
site ; a nossa e benefjca, a vossa fatal;
a nossa santa e erbistia, a vossa cruel
e ioiqua,
Nos queremos a rehabilitaba > daquelles
que um en o do passado abateo; vos* que-
ris a emaocipac3o por umr timplesvaidade,
para vos a liberdade nao seno o com-
bustivel que acender a luz de vossa gloria
de reformadores e propagandistas. ( Mui-
to bem da opposiclo..) Vos sois o que
vos coamava aqui, em 1867, um ilustre
parlamentar, o Sr. Saylo Lobato ; sois os
hroes do exterminio, os Erostratos da
da naci brazileira I
Vozes da qpposicao :Muito bem 1
OSr. J de alencar:Ssnhores, o aspado
que deu o governo esta queslo sorpren-
deu-me em extremo.
Teaho visto muitos erros govemimen-
taes era nosso paiz, e elles sio" naturaes,
porque eraboia teuliaraos trala e seis an-
uos de governo representativo, nio por su i-
Irnos ainda urna popolaclo bastante Ilustra-
da, uraa opiniio vni e esclarecida, que
a verdadeira ra-estra do governo parlamen-
tar.
Nio conheco, porem. nos peiores dias do
nosso systema representativo urna attilode
igual a que tomou o gabinete de 7 de mar-
co nesta queslo da emancipaclo.
De fado, senh res, nao a alta admi-
nistraclo do Estado, preoecupada dos gran-
des interesses nacicraes, que temos dia .te
de. nos; nio o podr execatvo exercendo
com prudencia a iniciativa que Ihe compete ;
nio o governo,' representante do princi-
pio da auloridade e da ordem publica.
Nio, senhores, o secretario ardenle da
propaganda, o emancipador fantico,
um agitador, om revolucionario, em
summa.
Os doos nobres minislros qoe a princi-
pio no d;bate do vol de gracas aqai se eo-
naociaram a respeito desta qoesiio, entre
as declamacQes com que procuraram justi-
ficar a imprudencia e' precipilacio de seu
acto, a cmara deve recordar-se, servram-
se de um argumento. Esse argoraetto,
a ultima ratio regum, o summum ju* do
governo pesseal, foi a aaeaca. (Apoiados.)
O governo procura incutir o terror e as
paladas com que o nobre mioistro da agri
cultura fechou pouco sea discurso bem
revelara qae elle presidera na sen plsno
fatal-
O governo procura incutir o terror nos
proprieUrios e lavradores, com a espern-
fa de obter de les, pelo receo de miores
calamidades, o sacrificio de diret03 impor-
tantes, de interesses respeitaveis, creados
sombra da lei. f Muitos apoiados.)
Foi por isso que o nobre presidente do
conselho, fallando nesta casa, no debate da
resposta ao discorso da corda, intimou
classe proprietaria, nio oppuzesse resisten*
cia 4 propsU.do governo porque dessa re-
sistencia, dallar que poderiam provir
graves parigos %Bancpa$a4, lguagem
esta que o n)bre ministr. toSiltuja
parodiou no seu conselho final ai
que o perigo nio est na proposia mas o
obsuculos oppostos a ella.
Nio comente com aquelia ititmacSj. o
om dos Estados do Sol, em aceitar a
erameipacio gradual, qoe provocando a tre-
menda goerra civil, aboli a escravidio, e
a aboli con todo O cortejo de ruinas e
miseria para a classe proprieUria.
No mesmo rentido aboadoa o nobre mi-
nistro da jostica. S. $ic ; com urna voz
ttrica e agoureira (risadas), laoeoa im-
precacQss e proplaetisoo toda a sorle de
males classe dos proprietaiios,. se ella
nio soffresse impassjvel o golpe qoer for
decretado in excelsis, se mostrarse veleida-
des. de resistir a vooUde onnipoente.
S. Exc, senbores, era sincere, na convn-
Clo profunda da fatalidade, qae pasiva so-
tare soa consciencia, e sobre o paiz.
Assim, o governo praten lia que os pro
prietarios se deixassem despojar como au-
lomatos, sera erguerem a voz para defen-
deren os seas direito. Que idSi fajogo-
verno da ranlo brasileira? Persa que nao
somos um povo, mas om rebanho que se
oirige com um aceno ? Jirfga to morto en-
tre nos o espirito publico ea independencia
individual que se ataqnem itei esses maxi-
mos iia soejedade sem qae estes ioteresseff
reijan ? (Apoiados. >
Senhores, os perigo3 da emancipaclo nio
resultan da resistencia le^al, uio provdra
do exercicio do direito sagrado ia inviolavel,
que tem o cidadio brasileiro < defender
seus legtimos interesses, sua propriedade.
Nio, onhores ; o pergos ifassem rta
propria nifnrma, e so'oretudo da especia de
veri gam com que o governo a tem dirigi-
do. ( \piafios. )
Deixe, pois, o jete esta tti'.u >' que
tomou e que niSolho assenta ; s- as oppo-
sicoas c^tuiBan em;a ejar semolb3Dtes re-
cursos : o nem todas as opposi;oes, onica-
mente aquellas para quem o nico alvo
destruir am de so eluvarem depresa* ;
mas urna opposiclo poveraamenlal nio pro-
cedera dessa forma ; nio jogaria no pareo
da ambicio interesses capitaes como sio
ordem publica e a paa social. (Muitos apon-
dos. )
Jamis O'Conel, o prande agitador, jmai
servio-se da revoloQio, como argomenl"-
Em Inglaterra, em Franca-, na Hollanda,
LVinanarca, nos Estados-Unidos mesmo nun-
ca se invocou a insurreicio pan snffocar
resistencia legal dos propretarios. Eslava
reservada esta triste celebndade para o go-
verno do Brasil. ( Apondos. >
Senhores, a lioguagem altiva que tem
empregado o gabinete, na inprensa e na
tribuna, a attilude arrogante que assumio-
ante a opinii a impissibihdade com que
a>siste perturbaelo produziJa por esta re-
forma no seio do paiz; tudo sto-d. corpo
a urna suspeita talvez iocutida por confiden-
cias indiscretas -T suspeita que a principio
repelli, mas que se tem infiltrado em mea
espirito, mo grado, depois das ultimas oc-
currencias.
Essa suspeita... Porqae nio fallarei della'
se jj corre as pravas e roas dasta cidade.
e a todos assusta, com excepcfio daqoelles
para quem j talvez certeza, e esperare*
de lo g> dominio, de larga frnicio das de-
l'cias do poder?... Propalare que o go-
verno pretende fazer a emanciraacSo j,
mo armada, de cbore, porqye isto o.
que exige a sociedade abolicionista (Ola,
ob, muitos apoiados e nio apoiados.) Por-
que isto que, segundo a carta da junta
central t pode erguer altura do makar e.
do mais raro triumpho o nome de om re.
(Ch, ob.)
O Sr. Presidente doConselho : Y.
Exc. ouvio isto ?
O Sa. J. de Alencar: Esta proposU
que abi est sobre a mesa nio mais- do
q e um protesto para provocar a revolocio,
nao mats do que o percursor do projpcto
incubado no alto. (RedimacYs.) Essa
papel, senbores, contm. urna cu-ada pro-
vocac3o, um cartel de desafio, uncido
opiniio, na esperanca de que ella aceite o
repto, n3o para combate-la aqoi na tribuna
e na inprensa com as armas da razio, mas
para ataca-la com a baioneta, o luzil, o sa-
br eo canhSo, que sio as quiUo tyllabas
do despotismo. (Oh 1 oh! apoiados.)
Uma Voz: Est sonhando.
O Sr. Cruz Machado : Sonhando ? I..
O Sr. Carneiro da Ci ma : um
falso propbela.
Uma Voz: O futaro dir.
O Sr. Andrade Figuemia : Esl na.
mi dos senbores desmcnlirem a propbeci*.
O Sn. J. de Alencar : Sim senhores ;
nio se trata de uma lei, trata se de nna
cenjuracio do poder. Desde H887 qus o
pooer conspira, fatigando a reluctancia dos
estadistas chaados ao governo, embotando
a resistencia dos partidos; desde 4867 qid
se prepara, as sombras, este golpe de Es-
tado, que ba de firmar no paiz o absolutis-
mo ou antes desmascara-lo. (pojados a
nio apoiados.)
O Sr. Araujo Ges : Pioi.e&to contra
Isto.
O Sr. Andrade Figceiiia : V. Exc.
o nico que protesta.
O Sn. J. de Alencar : Eis, senhore?,
a razio da attilode arrogante, da carranca
ameacadora que apresema o gowrno no
parlamento e no jornalismo. O gabinete
acha-se amparado polo nico poder deste
Imperio, por aquede que o estrangeiro cha-
ma ingenuamente dono e snior da trra.
O governo senle-se em graca; elle tem
consciencia de que uma arma necesar,
na mi que ata e desata os nossos destinos
que o arauto de um conquistador, que
marcha conquista de g ora promellida.
(Apoiados^J
Mas, releve o nobre presidente do conse-
lho que ihe diga, nio seralmpossivel, qoe
mais Urde ouca una voz augusta parodian-
do aquella palavra lio repetida e mais una
vez citada no parecer da i lustrada conmis-
s3o: f Que Asestes de, non povo ? Que
zestes deste povo lio d ci!, lio
lio soffredor que vos conflu ? (
Senbores, eu devia comecar a
das considerados que techo dal
a questio pelo exine do parecer
connissio, as alen da qae
tribuna o lugar mais proprio |
ura trabalho longo o med udo
gos dias, senlo mezes; rtete
o tempo para o aisuiBD <
Comtudo direi por alta miha o 1
peito desse parecer.
Adnirei-ne, senbores, j
porvenlura nolavel ne pol
lisrao, revestase is forma-
to parlamejMr, destinado
ivssS^b^i^Bi^i^HbbbIsbbVI
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