Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12453


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Full Text
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SIBMDO 5 DE AGOSTO DE 1871.
MOA DIITI0 I rORA DA PR0YHC1A.
Por tas mm luauot ...........
Por imi ditos idam.................
Per wys ditos dem................
Por ota odo idom ... .v ........... .
4SH0C
17#0CO
Proprindade de KiH|
rjfifei*f*- <*&"& ADtonio Alvea d Filhos, no Para ; Gonfa'ves 4 Piolo, no Maranhlo ; Joaquina Jos* ds Olivoira
Pereira d'Almeida, cm Mamangaape jFelippe Eslrella d- C, na Parahybs ; Antonio Jos Qm
m Nazareth ; Antonio Ferreira de Agolar, em Goyanna; Francino Tararos da Costa, ecsjrvj

35:
PARTE OmCIAL.
Crnrrno 1PEOIB.VTE DO DIA 28 DE ICLIk DE 1871.
O viee-presidente da provincia, a vista do of-
ncio d j Di. chele de pilcia n. 1027, de 27 ds jor-
rete, resolve exonerar d t lagar de t enpplente
da,goblelegdo do VV tfcstretn no termo da Esca-
4, o capitio M*ralj>Blti 4a Silvaira Lias por na
ter prestado juramento
O vtee-presidile di rjrcviu'ia, de eonfirrai-
dale eom nropota de D.\ <*h-i> d* polica em
oflacio o. 1187, da aw Safa o cargo da 3* sOfiple'>ie d) subiendo do
'.distrtetj do termo di K*aU o ci lado Braz
(.avalcaote de Albaqurque 'Lin
'O viee-presilenls a provincia, de eonformi-
dade cora a proponalo r. chete de polica, em
oalaia n. Il>*> de 27 d>> crrante, resol 76 a ornear
Hiara o lujar vago do subdelegado do 1* lislricto
do termo do Biiiqae, o "ddSi Manoel Turian
dot Hete Cimpeli.
O viee-presidente da provincia, toado era
vista a aformagia do *B?erh jiro isial da estrada
.le.ierro do Ractfa a Cabanga da 8 do coTeate, re
sorre/ aa conformada!) do wiiam-Hiio da 13 de
abril aliiav), arL 4*, aparcar a planta o perttl
loafitalinai do ramal dos Aill -tes. contratado com
a eampaahia da refttadi entrad i, ficante ella
abrigada a apresentar trates d dar comed aos
trabaloos de crastruccao o- tym- da; obras d'ar
-te,~ aslagoa* edesertpgao >U va permanente. Ex-
(jodirara-sp aj oejessaria- cjnmaacagojs.
OHjos :
Ao Exra. presidente do'lear iatairaio de lnver assamilo a 27 demaio
altfrao, e o qaalidade do i visa-presidente, a
iMllRIrafi'] dessa provincia, por lar seguido oi-
r a corte o cjuelbeiro Praaeiasn Antonio 1U-
paa>
A) eonmandante da- armas, para qoe em
sisfacio ao dnpo i vi) ciraoltr do ainiste
rio da guerra de 13 do earrante. enve a prasi-
dewua eom de^tia juell* *5.-ura do Miado.
uau relav*> nominal dos orJIc'.iej e pracai. tanto.
4a liaba, como da voltmlafcwi, qm Overa-n aa
raaipaiaa d > Parjgaay
Ao nema, irte*
vaaiaataa, oia 4o av <<0
Ittl o Ex. Sr. mnwtfi
meato ao reearso do i
Oatalbio de otaauria,
Arenqaercjie Muan.
'asaa^a, aaipaadaado t
tai do mea da ontofcro _.
4a reposifS) iaaejMI la
SMtofaafciaadiaVm
atoo, dedart oawa re#
sado a ttwtmm*A9*
para as tan con-
de aerronle, a<>
pfovi-
i'mo lo 2
l^ffwlae. de Paafa
do aaio 4a lOeaooraTia da
tm veooiaen-
pusado, e exigio-
soMo, qae
o mesao
obri-,
parte do sold, ; uuoca
Ao inspeetor do arsenal de marinba, intei-
rando-o de qne o Exra. Sr. ministro da marinha,
timo approvadoa deliberaeto qne tomou a presi-
dencia do designar o eapilao do porto para servir
ibterina'nente no oonselho de compras dos?e ar-
senil, atienta a (alta neste porto de navio degliar-
ra, a cajo cofnmandantj compela fier parle Jo
reforido coasel.no, determim, entretinto que, salva
a hyooth'e do avi-o Je II de maio ultimo, junto
H>r copia, nao m iiiL-oaveaieote algnm em qaa
u'ora en disnte o mencionado con3elho fanccione
cera j 'na: ti il; -.'us miiiihros, e declarando que
ne^ta data foi dispensado o capito do porto iaW
riao, capitao tenente Joo Joaqnim Reis Pinto, dj
servir n'aque'le eonselho, no Impedimento do ea-
pit.i de" fragata Igoicio Accloli de Yaseonclios.
Pez-se o necessario expodionte ueste sentido.
Ao mesmo, para aue em camprimento do
dispasi) no aviso do ministerio da mariuha de 11
do crreme, mande vender em basta pablica o
cter que existe em rr.in estado nesse arsenal, d in-
di eojia do resultada para sor communii-ado
quelle ministerio.luttiroa ?e a tliesonraria de
fazenda.
Ao mesmo, recommefldiado qae, (W eoafpr-
mila le'com o aviso do imnisterio da teafiata da
18 d i crreme, faca apreseatar ao antrnaadante
ao trsosporte tsnbtl, lojo qae por este for reai-
sfa to nm pratieo dn Costa. -
Aojait de direito da enmarca de GiBrob.
Kecebi o offleio de Vine, de i le j itthb prximo
passal<), ao qml solicita os moJilos dos mappas
que a e-se \nn\ ao mantcipsl e ao de paz, assim
eomo so dos delgados e rablelatados, compre
ministrr-me para a eslatistiea jndiciaria. Em
respuiii ren-tto Ihe melosos os referidos model-
Ih. Tan lo se esg >tad) os exemptares do rega-
lamento, qa baixia com o deereto n. 3372, de
3') 4* d*wmbro de W66, timben soeiiadar por
W*nc, campre-me dizerlhe, qne segaodo o dis-
o-to no mo'in i regalameaio, rtee esse joizo mi -
mlatrarme os mippas sob n-. M, rl, 13 e 13 A,
sea lo estes tres aftira>\ aeompaabados, alem do
relitono ex gido pelo arrf. 180 do regolameoto n.
120-ds 1850, da ooi maapa dos jurados qualidca-
do m Ha termo (modeilo n. 1S) e de ontro es-
pecial dos motrvoj dos crinres, do rfaal remello
tambom motJefto o mals os de ns. 27 e 18. Os
joivs mnBicipaes dovom ministr.ir os do ns. 9 e
16 p*ra a estatislic erim nal, os de ns. 18, 20, 21,
22, 21, 24 e 20 p ira a civil, e destes os tres pri-
maros n 3 do n. 29 pura a commertttrl. Aos delejja-
dos e nDdeiegilos compre remetlero de n. 9, e fl
nafiaerHf aoj Jblzes de paz os de n. 17 e 88 De-
vendo tolos estes roappis chegar a lemaode se-
reta iaelaidbs nos geraes, renmndando a Vdic.
qoe trate de h-tve-lo* com a aalor brcvid;ide pos-
sivul.
Ao commaniante dj corpo de pocia mae-
dafldo redatir a seis pracas o destaeamenio exis-
tanto na povaacao do fgados.
Ao 'masmd para tezer rtcolher ao quartel da-
COMMCNA
Ju
abstr.
lo como'
pelas fraquezas
alma.
Conheceis al
luelli
ord
e aaa aindi Baww ajae
daaaoato sr faito pela 5
aHframente, salvo ordem especi! do governo.
Mate sentido oQiouss a thesoararia de ta-
jeada.
Ao mesmo, inteir.inlo-o de qae o Esoi. Sj
ministro da cuerr i, approvando por aviso de 14
do earrenw, a deliberm'o qae lo ou a presiden
ca, de mandar abonar pilo deposito da recruUs
urna etapa ao voluntar o da patria, Jos Francisco
das Santos, determina qne essa pra;a seja sub-
maUida a inspacoo de sale, aovitndo-se o com-
petente termo aquella secretara de -viado, aSm
da qae o goveroo possi resolver sobro a conve-
niencia de dar-lha un pens), on faaa lo reco-
laer ao asylo de invalido1. Commumcou-se a
tnescuraria de fazenda.
Ao mesmo enviando, m' copia,o aviso de
i do correte, em qao o Ex n. or. ministro da
uerra d soluco ao olliiio, u <\i<; esse coin
'iiaalo pedi i eselarecmantos sobre a maaeira de
oatar-seo temoo de torvicn dos soldados loa i Jota
Alves da Silva e Jos llalbias t ;o -alvos da Silva e
losMathias Goocaives, qae. a.hando-se sentencia-
do, forara indultados.
Ao mesmo. declarando qaa, rwr uvisj do mi-
aisterio da guerra de I-i do correte, foi approva-
do o acto desse eommaodo, mandando addir ao 9*
.atalho de iafantarla, por lar sido loosiderado
prempto pira todo o sorvico em in le, o sol Jado recruta sem designa ca de corpo,
Joaqaim Antonio de Acevodo.
Ao mesmo para prestar os esclarecimentos,
qaa nos inclusos papis sol ;iu o Eim. presiden-
te da Babia, acerca do uin individuo de oome Ma-
ios!, qae tendo sido capturado n'aquellt provia
oa, como saspsilo da ser desertor ao 16 balalbao
te iaaauria, reclamado como eseravo por Fe
fisberto Ferreira L9al
Ao vice-pr ivedor da Sao'a de lisericordia,
reeemoAodaad* a expelie) de suas ordena, para
qaa sajan reeolhiios ao coliegio das arphias co-
mo solicita o jaiz municipal do termo do Limoeiro,
as menores Mara e Aaaa, ulnas de Saverina Ma-
ra da Conceieao, qae, per saa vida desregrada,
abaodonoa-as aos cuidados de eslranbos, .que Ibes
aio podera dar eduearo.
Ao inspector da ihesoararu de fazenda, com
munieando qae, segundo arso do miaislerio da
guerra do 14 do crreme, soiiciiou-se ao Ua fa-
zenda a expadico de ordens, para ser destnbaido
a essa thesouraria por conti do | 14 obras mili
uresdo exercieio da 1871 a 1872, o ere lito da
qaaatia de lO:433*t!0, aend) 0:9024640 para a
sablituleu de todo c soalh) da entermaria mili-
tar ; e 3:5324980 para conrtoi, caiadara e pin-
tara do quartel dos elocando) do arsenal degaer-
ra,a prevenindo-o dique nesta dala autorisou-se
o aateaneiro eucarr.'gado das obras militares a
mandar executar taee servidos,Offl:ioa-se neste
neotklo i eofeobeirc, e commanicou se ao com-
rnandaoie das armas.
Ao mesmo, inteiraalo-o de qae forara abo-
nadas asfaltas, que por moleslia, deu o jaiz de
direito interino da cemarca do Cabo, bacharel Joao
Baptita de Siquera Civaliaote, a contar de 21
a 30 ds abril ultimo.
Ao mesmo, declaran lo qae, segando consta
4a arao do ministerio da guerra, de 17 do cor-
rate, solicitan-se aovamew do Ja fazenda a ex
padicao *e ordens a respailo d) eredito de....
^'14988, por ocnU. do % 14, ooras militares, pa-
ra paf amento do que se este a daver a Rufino
gano?I da Croa Coussoiro, provenanles de cabi-
das e pralileiras, fait:i para a qnarte! do 9' bala-
ihio de tosauria.
Ao mesmo, mandando pagar os vencimenlos
rstalfvot) aa mez da Janeiro ultimo, dos tambores
i'oraeUH eclarins, enipregados aos eorpos da gnar-
di nacional daste rcuuisipia.Cocomunicou-se ao
eontoaaAdaate superior respectivo.
Ao inspector da Ibesooraria provincial, para
aae medilante flancJ idnea, maade adianur a pro-
Miora pe*** de v*ertaa4aa, Dmbalina Ameba da
i a -qaantia de 4004 para as despezas com o
aan^ftssorte, *avndo essa qoaalia ser deaeon-
lada Ma 8" parte do seas taoctontes.
E aaasmo, muadaolo pagar a Jos Marta
Perralra Brata os viiaclaasatea, earraaponieotes ao
aX|aaTniJlm<. paardas oaoaaes des-
lacadoa na Ma de larreirp?.
Ao i id;nt(
l do \vmtBSfc Ri'.ii, raiomroandando a ex
Vi baJalbaoBa lo-
! qoanio for
k^iV1"- ao cb*
de Faria & Filhos.
Lanos Braga, no Ar acatj ; Joio Mara Julio Cha?wa, no Ass ; Antonio Marqnes da Silva, no Natal > k
; Bslannino dos Sartos Mel, em Santo Antio; Domingoa Jos da Costa Braga,
Jos Martins Alves, na Baha ; a Leite, Serqainbo C. no Bio de Janeiro.
/-n
BIS.
a decretos
tiers iau-
i do roste a.
Hltaida. V
na ora ij
QlstoHa ea>
o meio dis
ates *
ifhs
fi carcter,
Datureza.nma
secca", ir
;a dos pa-
: da qaa se
abusado" "abasar no mundo i Efectiva-
mente a fragilidada das coasa terresjiaa alainea
o mande poltico e osseasroais grandiosos ideaos,
como alcaaca igaalmeole as esperanzas deaper-
Meo.iment ; mas assim cerno a liceofi nio a
liberdide, nem o despoti-mo a fonja, nem a imrao-
bilidade a orJem, nem a crueldatte o direito, nem
a arbitrariedade o poder, nem a religiao o fanatis-
mo, assim lao poaco podereis lanzar na batanea
do vojo jaizo sobre a commaoa, o psso da vos?a
justa inli^nac^o ante os seos desmapJos. Alias,
tirai a pbantasia d'enlre as faculdades da alma,
secai o coraeo do homem, demol os limites do es-
pC-i, e faadl as cadeas com qae nos sugeita o
tempe.
Ilagai cnto o estandarte christio, quo derri-
bou de seas altares os deases do paganismo, de-
lende as invasdes do? barbaros, que deilaram a
terra com o couto de aas lanjas as portas da ci-
lade eterna, removei o lancai ao venlo as cinzas
de Cesar e Alexandre, de Jrapoleao e do Annibal,
qoe pla'ntaram as 9uas mndas sobre as ruinas da
paz e do direito ; destru a nnidde poltica., que
derroeou os thesouros da actividade e do trabalhp,
manielou a vontade dos plebens, e sepulioa entre
a roiuas dos castillos a liberdide individual Jo
feualismo, e maldizei a memoria de Colon, iroe
eoin a espada da conquista, reconstruio part.o
ideal das relaedes sociaes, a outra raotade no.
mundo.
A communa a revolucao social disprtala pe-
los primeiro? alvores di revolaclo p-. abre as suas portas, caneada de esperar da braeajl
cruzados, na Orac publica, ante o ti banal que
nao mede o delicio, mas^sim o dalia merite ; ante o
parlamento que nao vota a liberdade e augmenta
os impostos, ante o ihrono que absorve a subera-
nia dos povos, e humilha com a magestade di rei
muin^ anii a. orcmialo
Km, qae regula a inspiradlo ge-
dos escultores e de tedas essas
ira a celestial harmona da phan-
4 pedi o direito aa trabalho, o di
a, o direito iaslruccio, e ponde
cerdote, e mestre. o sabio a o ar-
me do estado, em cada casa, em
e s ordens de cada dessjo. Ea-
eis socialistas I
oa pedi mal?.
dada de consciencia, a liberdade
Icao dos miir j, a abol$o do re-
ado, i organisacio Une das gaar-
recUmoa os direito? da per-
oa em leda a sua pureza, e man-
te sniTragio que a sna voz em
dade.
taubem estes principios ?
.ao'^nmo concoo (Jo poder, os
s e lejlslaveis; e proclamai eom
qae os d, qae os (anda na von-
eduz do numero, que os p5e e os
i a memoria de Rousseau, celebrai
os, nonrai seas erros, e obedecei i
suas Conseqneneias. E chamar-
anarebistas l
ooa pedio mais, maito mal*,
anisaca da propiiedade, e a nter-
rever a sua eostituicao hiato-
es direito do homem proprieJa-
natuivza.
ondemnaes por sto ?
nai tambera a desamortisar^ao justa
depredacao do estado) ; coodeinnai
azi, a constituida da proprie-
,"o desestanco, o direito io trabalbo
de de suas obras, a harmona do
a), e a >>jia lei do prego que no
funda.
beodo por ama vez : podareis cha-
mar commuiUta? aos que q-erem a pr-.-prie-
dade para cana hrmem ; podereis exconmaogar
os qae sustaitam qae toda a pessoa dea ser pro-
de sa fados e de seos froetos; pode
as heresias de Matheus ; condena
ato a comraamsmo, mas sim o i
I, a harmona dos doas (ira
1a: o elemento genrico e o
o cotnmum a o individual, o
bo, H. Mamede, Oliveira Foncoca, A. Pemamaoco,
Rtifluo de Almeida.
3.' discusso do orcameolo provincial.
Vio a masa a apoiam-se diversas emendas.
O SR. GSMAO LOIO faz algnmas considera-
cSes.
O SR. RUFINO DE ALMEIDA
emenlat, apresentinlo um nevo projecto qaa fu
approvado, qoasi sem discusso.
Em 1864 o mesm fado se repeli nesta ta-
sa. Nao houve da ininha parte desejo de inoova-
coas, a muilo menos de fazer menor offeasa a
i uobre commissao de orcameolo.
_ :As considera- yai
oes qtie acalra de fazer o nobre deputado *
direitoa
lagjea o,
tade, qae
tira; e
ssens os
ma dontri:
nos-befa
Mas a
Pedio a
vengao da
rica, pi
dt, e
Tambenv
Pois eom
(ao a in
a diffusao
dade ind
co-prop
capitalista
proprio val
Mas fleai
pnetaria
res sanctifis
narsi?, por
vdualisme
elementi
mi-uto
flaco e'o !
*B, O'
earS..
gosoV
corr-1
da? lei*!
c3e> eom
apropria, eo
phys
da pohcia, no hospiial Pedro II, na estafli das
Cinco-Ponas, no maladoaro publico, no asylo de
raendieidade, e oas diffsrentes barreiras.Expe-
diram-se as necessaria? com mu nica guies,
Ao mesmo, determina ido que mande apre
sentar diariamente ao Dr. cnefe de polica oito of-
ficiaes, e as pragas que for possivel, para as ron-
das nociurnas das quatro freguezas desta capital,
e bem assim destacar na freguezia de Taquari-
tinga um oficial e daz praeas desse corpo.Cora-
manicou-se ao ebefe.
Ao mesmo, aatorisaodo o engajaraentc, do
paisano Joio SeraSm da Silva Lins, se for idneo.
Ao engenh-iro fl cal interino da estrada de
ferro do Uecifs a S. Fraacisco transmiltindo, para
ter a devida execucao, copia do aviso do ministe-
rio da agricultura de 13 do crreme, acerca do
oraiss5;s, que couvra 9Up)rir no relalorio do eo-
genheiro fiscal, conceroente ao met de maio ul-
timo.
Ao eobmlieiro easarregaao das obras mili-
tares, para qu-, de coaf irmidale com o arcaran
to que remallo, man la fazer com urgeoca os re-
paros ecollocaco do uliim) lang do parapeilo da
poate Sete de Setembro.
Ao juiz municipal da.l* vara, transmiltindo
para o? (ios convenientes, as guias de 101 sen
tenciado? da p ovineia de S. Paul >, que vieram no
transporte Isabel, com destino ao presidio de Fer-
nando da Noronhi, en virtude de avijo do raini;-
terio da jusliga do Io de abril ultimo.Fizeram-
se as necessarias com nnnicacoas.
Ao raesmo, reeommendando que sem demo
ra remella ao general commindante das armas,
copia da seotpnga, em virtude da qaal fot con-
demnaJo a gil? perpetuas, por crime de morte,
o soldado da extincta corapanhia de artfices ie--
ta provincia, Jos Ferrao.
Ao mesnb, enviando para os devidos (ins, a
guia do sentenciado de justica da provincia da Pa-
rabyba, Bernardo Jos Ribeiro.
Ao director do arsenal de guerra, declaran-
do que.segunio aviso do ministerio da guerra de 14
do crreme, expedioseorlera ao arseaal de guer-
ra da cOrte para mandar foroecer a banda de mo-
stea dos menores desse, am instramenul com-
pleto.
Portarlas :
Ao conselho de compra do arseaal de guer-
ra remetiendo, para ser satisfeilo, o incluso pedi-
do de 374 metro? de brira branco, 24 cobertores
de la, e urna jarra de barro, objectos estes neces-
sarios enfermara respectiva compaohia de me-
nores Communicouse a thesouraria de fazenda
e ao director do arsenal.
Ao) agentes da corapanhia de navegacao bra-
sileira, maniendo transportar corte, por conta
do ministerio da guerra no vapor S. /acinfao, o
soldado do 2* batalhao de inf a alaria, Mauoel Do-
mingues do Espirito-Santo. Communcou-se ao
commandante das armas.
Despachos:
Dr. Antonio de Vascon:ellos Meaezes de Draav
moad.Passe.
Beroar Jioo da Silva Costa Campos. Sim, em
termos.
Chrispioiano Buarque de Maeedo. Iaforme o
Sr. brigadeiro om mandante das armas.
Galdino Tariano Nocaetra.D-se.
Gailherraiaa Custodia Alves de Assis.Iolor-
me o Sr. provedor da Saota Casa de Misericor-
dia.
Joio de Carvalho S jares Brandio. -- Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Jacifltba Avelina da^Cruz.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
JoiV Joaquina de Sant'Anna Informe o Sr. Dr.
chafe da polica.
Joio Baptista de Siqnira Cavalcante. Como
requer. ,
Looreoco Bezerra Alves da Silva. Informe o
Sr. commandante superior da guarda naelonal do
Cabo e Ipojuca.
Manoel Teixeira de Cirvalho Ralalao.Informe
o Sr. Dr. ebefe de polica.
Pedro Gomes da Costa.-Ioforme com urgencia
o Sr. Dr. ebefe de |x>licla.
Pedro Gome da Costa. Como requer paseando
recibo.
Segismundo Sergio dos Santos.Em visia das
informales nao ha que providenciar.
Umberma Amelia da Silva.A' ihesooraria pro-
vincial eom, offtete desta data.
a pr. 'leccao do estado ; ante a resislemria, ai
do privilegio do sangue, da cor, do'dinneiFO, 9F\
audacia e di fortuna.
Q lereis, porm, que nao bala as ports.s do pago,
e que nao inquiete o reponso do magistrado ? En-
to encadeal o pensamento do homem, e corlai a
lingua aos povo9 I
Dous grandes elementos troaxe a commaoa :
de um lado, a exigeucia poli tic a no3 negocios ma-
nicipaes, Uto a diffusao do sangue aggiomerado
no envenenado coraeo do estado, a deseeotralisa-
cao admioislialiva, a aegao individual absorvida
pela aetSo governativa, a diviso do poder, fir-
mando a soberana gradual, completa, individual,
de cada parte no tordo de cada provincia, na na-
go de cada cidado no estado, e de cada elemento
na socedade.
Oulro a exigencia social, morrada como boje
se moslra toda a oeeessidade social na exigencia
econmica. Porque a desigual lade que arrancn
do ihrono o constitucionalismo, dividiudo o poder
com o povo, a desigaaldade que o libealismo for-
mal minoroi ua ordem civil, eslabelecendo a uul-
dade abstracta e tbeoriea do direito, viV3 na arca
sama do monopolio dos inleresses, d'oride na~. lera
podido desarreiga-la o talento das classes medias,
e o brago do operario.
Por i-so em ms condigSes aopareceu a comma-
ni; p'lialo eonselbos a paixao, como sempre su
p-oluzem os prtesto3 do desvalido irritado con-
tra o poderoso,- e do opprimido contra o op
piessor.
Nao acbaes razio a esse raoviraenlo ? Nao ser
justo esse ideal T Eato condemnai-o ; mas ao
menos em aiiengao s vossas conscioncias, ouvi
priraeiro a communa
Se nao escutarmos a sua voz, se nao attender
mos sua defez, calumniamo-la, era bon3 prin-
cipios jurdicos, e irrilamo-la embona conselhos
de conveniencia.
Se vos assusta a commaoa, eorabatei-a ; tendes
esse direito incontestavel; mas ouvi as suas ra-
zo es ; cabe-vos esse dever sagrado.
O qae pede a communa ?
A commana pele: a orgaaisago federativa, isto
a soberana das provincias, dos municipios, das
iustituigSes, de todo o flm e de lodo o homem ;
sto, porm, reclama a acgo propria e livre dos
municipios, a liberdade das ospheras sociaes, a
emancipagao dos elementos polticos e adminstra-
la s : assim o reclama era frente do centralismo
do estado, em frente do tocial'umo autoritario, em
frente da annullagao da soberana nacional absol-
vidapropnapiente em Versailles, e em frente do
poder central.'
Accosaes -la por isso ?
Enlij aecusai a sciencia qae de anle-mo e co-
mo dogma poltico, reconhece : a independencia e
consagra ci dos lias humanos, a liberdade como
con ligio esseneial e forma propria de cada um
delles, no desenvolvimento progrossivo da vida ; e
a constitaigio orgnica da soberana, mantida co
mo igual para toda a iostiluigo, e elemento de
vida na sua esphera, obedecendo nissoao carcter
iodividual e substantivo de cada pessoa social, qae
deveser integralmente estimada eoisaas ficulda-
des e era seu poder ; elemento varo, nico qne
firmar ple a undade substancial, legitima e ver-
dadera.
Se coademnardes este principio, saaccionareis a
aoidade da forga do despotismo, on o fracciona-
meato (comqaanto em untio apparente) do pacto
constitucional, onde o poder se divide, e as rea
goes jaridicas vivera em perpetuo desequilibrio, e
a soberana passa para o mals forte de ambos os
elementos, fleando sempre secca a foote real da
vontade dos povos ; e applaudireis Jteaabem a con-
cordata como forma de relagSes Testado sem a
igreja ; a monarebia doctrinaria como forma do
poder p"liiico ; o eeloctisrao como !da da vida;
e a mutua desconliaoga e recprocos limites da li-
berdade e da antoridade qae tornara o direito em
mUeravel conicao de atilidade.
Mas a communa pedio raais.
Pedio a suppressao de todas as iubveagdes i
emprezns industriaei, ao ensino e aiai-clto, islo
em vive na nalareza mediante .sen
alent d'alla se aldorta ; am seas
eom as snas ddre< soffre ; e u'esta
fue o faz solidario n'aste sentido
mantera varas a essenciaes rea
ttmosfKra qne respira e de que se
' x luz q ie Ihe d claridide e de que
te apropna, om o calor qoe o tempera e de que
t apropria ; t5 eom os productos qaa consom, e
de que se umrtmia ; relago co aranas a iodos os
horBens,pdeaas para o alto e para alatxo, para o
Corle e para aslabil, a para u pobre e para o rieo ;
>elafjy4j|attMia4aa pe alilida-le e que fa
san mprijMriiutoca.na
4a aoa*> capriebos, nem
N^^"
SWTSAM roaaaaaFipntes; 2a.'Hai amiga eterna,
npanhelra taseparavel que nos abnga no tron-
eo de suas arvores, e debaixo do p da terra re
colhe os nnsos al limos desnjos.
Perianto o Uomem que nao cooperar para a pro-
dncgaj em unaa.deterraioada esphera, n'algum pro-
ducto, on aegio, udo pode ser proprietario iessa
piopriedade, a deve iraos formal a ; porque Deus
nao fez as copas das arvores p para sombra do
selvagam, nem de marmores lavrou a alta s-rra
para alcagir do ocio, e regalos de vicios :
LUIZ Gl.NKIi.
{Da fustiga social)
o noDre uepuiaao sao
multo judiciesas.
O que acabamos de presenciar faz-me acreditar
qae vamos caminhando para urna verdadeira Babel,
dentro em pouco nio nos pederemos mais enten-
der neste nrgaraemo. As emendas sio em lio
avallado numero, lo desenconlradas, avultam tan-
to a daspeza volar-s,?, que nao se poder cal-
cular em quanto montar este fabuloso orgaraento.
O-Sa. SouiA Lbao :O nobre depulado concor-
rea para sto.
O Sr. Rumo de Alkkid.v .S' o que neg. As
emendas que lenbo apresentado nio poJem alte-
rar o orgamento na sua somma total se nao em
muito insignificante qnautia, como bei do provar.
O Sr. Amtonio Puulno da nm aparte.
O Sr. Rormo de Almeida-:Em que eslou pre-
judicando a dtscassio ? Porque se quer iater-
romper-me ?
(Troeam se rauit s apartes. Grande sussnrro na
sala
O Sr. Rufido de Alukid a:Encommodaram-se
com a palavra Babel ? AlteaJra-m, e eu mos-
trarei que estamos em verdadeira Babel neste or-
gamenio.
As emendas votadas cora o projecto em 2." discus-
sio elevaran) a despeza a 2,495:000 : as apre-
seotadas no primeiro dia da 3.' discussio aug-
meutaram-oa para 3,025:0004000.
O Sr. Antonio Paulino (rindo): E o projecto
do nobre depotado aatorisando am mprestimo de
nove mil coates para o que serve i
O Sr. Rufino de Almei ja : Pego ao nobre de-
putado que nao nos leve para o campo do ridicu-
lo : a queslao lio seria, lio grave, discutamo-la
seriamente I
O Sr. Antonio Paulino :Eslou fallando seria-
mas para que sao os nove mil contos T
Sr. Rufino de Almeida : Sao para serem
applieados em beneficio da provincia, e nio para
serem disperdigados.
Como la duendo, as emendas apresentadas no
primeiro dia da 3' discussio elevam a despeza a
3,023:0004, entretanto qae hoje apreseataram-e
aluvjees de emendas, qae provavelraente aproxi-
marlo a despeza a 4 000:000a, sendo a roceita de
poaco mais de 1,600:0004 Com que faremos face
a,) dficit que deve infallivelmente resultar desse
desequilibrio f
O Sr. Antonio Paulino :Cora os nove rail con-
tos do projecto do nobre depatalo ?
O Sr. Rufino de Almeida :Ja disse que os no
ve mil cornos nio sao para serem esbaDjados.
O Sn. Antonio Paulino d um aoarte.
O Sr. Rufino ds Almeida : V V. Ex\ Sr.
presidente, como se procura attrar para o ridiculo
.jama queslo to seria, qual a di3tribuicio ddt im-
(Troiam-se moitos apartes).
PERNABLBUCO.
ASSEMBLSA PROVINCIAL.
SESSO ORDINARIA EM 25 DE MAIO.
PRESIDENCIA DO SR DH. AGUIAn.
Ao meio dia feita a chamada acharam-se pre-
sentes osSr : Rali? Silva, Firmioo de Novaos,
es Cavaleaute, Vieira de Amujo, Paes Brrelo,
Heorique Mamede, Barios Wanlerley, Amaral,
Oliveira Ponees, Ferreira de A guiar, G. deDrum-
mond, T> lenlino de Carvalho, llulloo d'Almeida,
Pedro Affjoso, Felippe de Figueira, Pinto Jnior,
Pernambuco Pilbo, Eduardo de Oliveira, Corroa
de Araujo, Ga?m5o Lobo, Ignacio Joaquim, J. Mello
Reg, H illanda Cavalcante, Teixeira de S, Barros
Reg, Antonio Paulino, Augusto Costa, Oliveira
Andrade, Cunta e Figaeiredo e Ernesto Vieira.
Abre se a sessio, I lida e approvala a acta da
anterior.
O Sr. 1.* secretario d conta do segainte
EXPEDIENTE.
Offleio:
Do secretario do governo da provincia, partici-
pando que o Exra. Sr. viee presidente da provincia
por portara desta data prorogoa ate o dia 31 do
correte a presente sessio da assembla.Inlei-
rada.
O SR. RUFINO DE ALMEIDA (pela ordem) : -
Sr. presidente, lendo hoje no jornal da casa os tra-
balhos da sessai de 24 de abr.l euconlro o segain-
te ; am reqaerimento mea pediodo urgencia para
ser lido nm parecer da commissao de redaego,
que se acha sobre a mesa. Nao me iembro de ter
re (uerdo urgencia para laitura de aenhum pare-
cer da commissao do redagao que estivesse sobre a
mesa, foi, sem duvida_ontro Sr. deputado que fez
este requerimeoto e nio eu.
Pedi a pafava para fazer esta reclamagao.
O Sr. uSaS*. k Araojo :Foi o Sr. Ribeiro
O* SR- alfcLO BEGO : Na sessie do 24 de
abril nio jia incluido o meo nome na relagio dos
deputados presentes, e en eslivo na assembla.
Sendo qoe se abri a assembla s faltei am dia,
teoho comparecido aooslanlemente ; e ji que o
nobre deputado deu o exemplo fazendo ama recia-
maco fago tambem esta para qae se ceasigoe na
act. que ostive presante.
O Sn. Henrique Mamede : -Da aete conste qaa
nao esteva presente o Sr. Mello Reg nossa dia.
O SR. IL DE PI6UBIR0A insiste para qae de
aovo se Safarte a informagio qae pedio a cmara
mantcipal desta eldade sobre ama representacao
Jai Azarara os artistas ferreiros estabeleeidos no
eeife contra a execagio de ama postara muoi-
Cl,0 SB PRE51BENTE :O Sr. saeretario tes-
tar pela loforrnacia a qae se refere o nobre de-
putado
O SR. RAT' E SILVA pede qae seja Incluido
oa ordem do ai* oprojeeto qae apressnta pre*i-
danciando contra o crime de furto da cavallos.
O Sr. Pmbtb ; Aiteaderei aa pedido do
o daputado.
1"
ORDEM do da.
, proclaraou o orijinismo do <^ft0 pin f.
zeoda (segando os Kineipios. t 0M8 ^^ua, e
os fins da natarea), alr-^j Mci) mercanI, i
accio religiosa e a 'fa edneadara.
Condemnaes^gte preeelto ?
^"''^pplaud o orgamento do absolutismo, que
^.we eom a proteegio a vea das indnstrias pri-
vilegiadas, qae mantm os raonopolios laaaas, qaa
acende com explenJor as lampadas dos templos,
qae abre a facha o livro das religies, qae sageitt
a igrejs o poder temporal, que comidera afaaaa-
Entra em discussio o prjcto nio sanecionado
que eonsante o jaita de direito da capitel o
eoohoejatante das eaosas da fazenda provincial.
Eacerrada a discussio, procadese a votagao no-
minal. Vattaa a favor do projaeto os Srs. Correa
de Aiaujo,Tlxelra de S, Barros Reg, Oliveira
Andrade, Antonio Paulino, Aaguato Casta, Cuaba
Cavatoaate, Hattanda Cavaicaole, Finnin de N J-
vaaa. 9. da J^jlrOa, Toltntlno da Carvalho, Pe-
dro Afloneo. Eraeito Vieira, Sontt Lsao, G;s Ca-
valcante, Joao Vieira, Eduardo deOireir, Paos
Barreta, Bacraa Waadartey a Malte Reg ; contra
os Srs, : Pite Jaoior, Cuaba e Pigaairedo, G. Lo
O Sr. Presidente : Peco a altengio dos nobres
deputados: os apartes por esta forma nao permit-
iera que o orador continu.
(Ha anda am aparte).
O 5r. Rufino de Almeida :Nio ma interrompa
com apartes intempestivos: nio procure des
vlar-me do caminho qne pretendo seguir: dei-
xe-me disentir com calma e saogae-frio.
Sr. presidente, parece, pelo que vejo, que nos
nao sabemos o que e-tamos fazendo. Poia ser
possivel que queirantos votar urna despeza da per-
lo de 4.000:0004 para patisfaze-la cora urna recei
la que mal ebegar a 1,800:0004 f
A commissii propz, e verdade, ara emprestimo
de tres mil contos, incluindo-se os mil e duzentos
autorisados o anno passado, para amorlUago da
divida da provincia, e factura das obras autoriza-
das no orgaraento vigente : mas j calcularan os
nobres deputados a que fijar reduzido este em-
prestimo, satisfeitas as disposigdes da lei '
Approvadas as emeada3 aprsentelas ao orga-
mento, ser o emprestimo todo absorvido pelo d-
ficit que resultar desta excessiva despeza que
queremos votar. E o que restar para accudjr as
outras despezas urgentissimas t
Na) sendo possivel no meio da coofasao era que
nos adiamos chegar-se a um accordo sobro a vo
tago desta aloviio de emendas, que j excedem
a cem, tomo a liberdade de lembrar um aviltre,
qual o de n imear-se urna commissao, da qual fa
gara parle 03 membro3 da do orgamento. que re-
vendo o pr-jecto do orgimento no p em que se
acha, bem como as emoalas da commissio e i 'da?
as outras que tem sido apresentadas, d ara pare-
cer, propendo o que se deve eliminar e o qua se
dever approvar, se que queremos votar ura or
garaento, para ser devidamente executado pela
presidencia.
O Sr Mello Reg d um aparte.
O Sn. Rufino db Almeida :No estado actual
melhor seria volarmos urna aulorisagao presi-
dencia, para despender a renda da provincia como
melhor emender, pois que em tanto importa o
orgamento que se pretende volar. O resollado
ser o mesmo.
Um Sr. Deputado : Anda nao se volou nada.
O Sr. Rufino db Almeida :S o que se fez na
2* discussio?
Como disse, acompanho o nobro deputado^ que
me preceJeu, e por isso prepuz a nomeagio de
ama commissio para rever o orcameolo.
O Sn. Gobs Cavalcante da ara aparte.
O Sr Souza Lbo:A commissio de orgamento
aio serve.
O Sr. Rufino db Almbiba:Os nobres mera-
bros da commissio de orgamento merecem-me
muito, servem para muito: mas presentemente,
p-lo que teaho ouvido, e pelo qae se deprebeade
de suas multiplicadas eraeodas e subraenda?, est
divergente comsigj mesma: pare:e-rae aloque
reina a desharmonia entre seus membros
Nuto.que a commissao na 2' discussio emsndou
o proiecto: no primeiro dia da 3' discussio apre-
sentn a commissio conectivamente muitas emen-
das, e eada nm de seas membros (saladamente
tambem apresenlou outras emondas: boje, vejo
que novas emendas sio apresentadas pela nobre
com nissi, alara da outras de alguna de seus
membros separadamente, e al em oppoiigao coaa
algumas das da commisfio.
O Sr Pbdbo Affonso:Desejava que mostrawe
teto.
O Sn. Rufino di Almeida :Nao lenbo agora
debaixo dos olhos s emendas, para poder salisfa-
ter ao nobre deputado. Lembro-me de que ama das
apresentadas boje pelo nobre deputado raembro da
commissao (o Sr. Mello Reg) a que se refere a
ama emenda do Sr. Mgael Pernambaco, est era
diametral opoosicao com outra da commissao,
relativa ao mesmo assnmpto.
J v, portamo, o nobre depulaJo, que prete
haver deslarraenia entre os membros da commis-
sio, e qae nio pode ella boje, por si s, enearre-
gar-se da revisto do projecto, e da apreciacio das
emendas offarecidas de eeato e eincoent pouco
mais i-u menos.
O qae acabo de propr nada tem de eslravagan-
te. e nem coasa nava nos anoaes da casa.
Em 1861 adiando se em 3* diacussao o orga-
mento provincial, e as mesma eircumsiancias
pouco mais on nwnos, qae o acias!, urna eomoiis-
aio de onto roarobros.
Um Sr. DtsvrAjw :-D ate mambfaeT
O Sr. Rpjwo i Almbiha : De onza membres
fot. aiejt, e encarrejad d. rover o orearnenio e
a mesa e apoia-sae segurte requemento :
Requeiro que seja Horneada nma c>-mmisso
de cinco membros para rever o prijecto de orga-
raento e emendas offarecidas, apresenlando com
urgencia, o sen parecer.Rufino d'Aimeidi.
O, SU. J. DE MELLO REG :-Sr. presidente,
reconheco que lera alguraa procedencia as eonsi-
deragoes apresentadas pelo nobre deputado, qne
acaba de fallar.
A casa precisa proceder com o criterio com qne
costuma, com toda a economa na dislribuicio da
despeza: as circunstancias da provincia sao dif
ficis, nio conveniente, oem nos fica airoso, vo-
larmos mu orgamento cora ama despeza dupla ds
renda.
Se a casa fr a votar um orgamento como a
perspectiva o annuncia, cora toda essa aluvio de
emendas, realmente nio lera feito cou?a tienhoma,
ter pralicado am acto inglorio e sera resanado
til.
Eatrelanto. devo notar qne os clenlos do nobre
deputado vio um p meo alera dos meus. Nao con-
testo Ihes a exactido, nio quero tirar-lhes o me-
reeiment que teem, desejo al que prevaleeam
para convencer a casa de que preciso haver lodo
o cuidado na decrelagao da despeza.
O Sh. Rufino de Almeida:O calculo esteva na?
raaos do nobre deputado.
O Sr Mbllo Reg :Eutendo, porm, qne a
presidencia lembrada pelo nobre deputado nio l.az
vaotagem nenhuma, s traz eomo resultado o re-
tardar a discussai.
Nao me opponho a idea d: nobre deputado, de
ser oomeada urna cummissao especial, para dar,
parecer sobre o projecto tal qual como est, on
fazer novo, porque ficasse ressenlido com a demie-
sio qae assim pretende elle dar a commissio de
orgamento, retirando-a de altribuiges que a
suas.
Talvez a casa esteja convencida de qne a com-
missao cumprie mal o seu dever, o oeste caso,
convra c mnetier outra a soluco do problema
alias dilBcil, do organizar am orga liento exeqni-
vel; a commissio de orgamento, perianto, se re-
signar a demlssao...........
O Sr. Rufino db Almeida : E' estylo novo
este?
O Sr, Mello Reg :Nio, nao mas digo qaa
e sem resultado este meio.
O Sr. Rufino ds Almeida .Nio vio o bol re-
saludo em 1867 ?
O Sr, Mbllo Reg : D su bom resaltado por
esla razo : nornear se ama corarais? (da qual
fazia parte a de orgamento) para propor os matea
de equilibrar a recsita coma desp sa, procedndo
accordo particular entre lodos os deputados: todos
acordaran) qae.era preciso voar pelas despezas,
o a urna commissio se confiou a resp rasabifidade
da~p7oposTa.
-Kole-se mats esta eircnuistanda : a nomeagio
dessa commissao foi feita em pouco mais de meio
da sessio, e muito a lempo de propr cora estudo
e sem atropello o que enlendeu melhor, Ento o
caso era diverso, nao eslava esla a-serabla em flm
de sessio, nos ltimos das de urna segunda pro-
rogagio.
Nomee-se esta commissaoque eu chamarei
de saloacao publica,para dar parecer de atropel-
lo, e no Um de contas o que se ter conseguido
alm da perda de terap I
Estamos na 3' discussio do projecto, em qaa
anda se ple apresentar emen las; e que importa
que a commissao acomponhe a reduega da des-
peza, qaaodo aovas emendas ho de aparecer em
sentido contrario? (Apoiado).
Do que pondero v-se que, com a nomeagio do
tal commissio, s vamos perder lempo, e ueuhama
vanlagera vira a provincia.
O interesse todo est era vutirraos esta orga-
raenlo quanto antes, para malar o direito de sa
apresentar emendas; na 4' discussio, ento sujei-
tem se as emendas approvadas a esta ou aquella
commissao, ella que d o seu parecer sobre as qae
devera ser regeitadas, e assim ple-se lazer al-
guma cousa til.
Mas voltar o que existe a urna commissio, esta
apreseolar um trabalho qae pJe novaraea'.e ser
emendado, qoe vantagem tiara ?
Qjanto raais das sa demorar o orgamealo mais
emendas hio de apparecer, porque as exigencias
crescera...
O Sr. Rufino de Almeida :E s podemos vo-
tar estas emendas que estao sobre mesa ?
O Sr Mello Reco : Votemos como poder, sa-
bamos desta discussio, e na 4'emendemos a uoio ,
lado qae nio fr isto, nao d resaltado. D ite-
raos pastar a lorrrente.
Esla a minha opinio ; fallo por raim, e nao
como membro de urna commissio que o u;bre de-
putado quer demitiir...
O SR. G. DE DRUMMOND manfesta-se contra o
requerimeoto.
O SR. RUFINO DE ALMEIDA justifica e pede a
retirada de seu requerimento, o que Ihe conce-
dido.
O SR. RUFINO DE ALMEIDA :-Tenho neces-
sidade de justificar as emendas que mandei mesa,
priocipaluiente depois das apartes, que me foraoa
dados quando ha pouco? momentos fallei sobre a
materia ora discusso.
-
OlTereci urna emenda, que diz respeilo verba
consignada para alimentagao dos presos pobres da
provincia .- ne-la emenda ni elevei & verba, pela
contrario a redoti de 57:6004000 para 57:0004
lio somonte. Tiva em vistas com esta emenda al-
terar a disposiga' do artigo, a que ella se rifare,
na parle em qae marca a quaolia de 400 ra. para
diaria dos presos p. sem dislincgio de dietas para a ofermaria.
Esta limitagio do projecto trar grande difOcHl-
dads ao presidente da provincia, quando livor dii
tratar do melboramento da alimentagaj dos presos
daquella casa, nos termos da disposigao geral do
orgamento em vigor.
Ainda mais convencido Qjuei da oeeessidade di
suppressio dessa limitagio proposta pela commis-
sao do orgamento, depois da leilora dos documen-
tos relativos este assumplo, que acabara do u.e
ser entregues, viudos da thesouraria provincial.
Acerasen a ludo isto, qae presentemente Uvra
na Casa ds Detengan um > molestia nova, eom c i-
racler-epidemico, qae j tem feito bastamos estra-
gos, e levado enfermara muilos detenas, e os
mdicos encarregados pela presidencia do estado
de suas causas, entre outras medidas, Icrabram o
auora-iDlo da quantidade do alimente e sua vana-
gao, propondo boje o medico daquelle e labekci-
meoto, qae se aadicione legamos s raeges So
pre*os.
J se v, que nestas circ instancias nio ser oom
400 ris qne se poder ruelhorar a aliraentagai dos
presos, f jrneeendo-lhes gneros frescos em aaior
quanli lade Jo que presentemente, e tambem d a
necessarias ao tratamento de varias enfermidadei
qae all reioam.
Nao tendo sido approvada a emenda, qaa era ,
discuutao offaraei, deienainaodo qae o
meato dos presos pobres se regalases, ael
las das atases da tropa de I: J
presenUimenla eslabelecer o mximo
ras, eaieodi qtn a melhor ara deixal
arbitrio do presideota da provincia
mximo na reforma quo est aatiT
i


"" "'' .'
vi

Pitruambuctt Stbbnrio 5 de Agosto % 187 L
e mais sb'iil' inn
tido ds ? firnc
feicao ios detvotos p ibr e.
m a emenda 4e que me tenia
"eoneorri j> i di dlspeta, 'orno pin-*
sana os nobres u ^ue-me-hjariram aoro
os seus apnrtes.
Urna outra emeoii apre-entsi, copsgoanJ ver-
t para a malrit da nm freguei di Clpangd,
ocaid* na verbt reparos da mstriaos de qae ira-
ti o projecto di notre comattssa) da ot^iusnto.
No ore ment vigente marc-n arnvq ota pira
aquella matria, mis qae nao bastou pata sua
eooclnsio : e sin lo de ur* >ote nooess-lade a ana
eoncluso, pira que pom funcsionar cj no in.triz
4a nova freguiia..,-. _
Um Sn. Depotm :So mesrao caso eslao nuil-
tas onlra mairize*. .
O 8b. Rufino be lmsioa : .. lembrei-me
de contempla-la na verba propona pe1* eommts-
sao, vino com) aindi em dila verba caba aquella
matrit.
UiiSn. Depctado : Todos os outros tara a
tnesma eousa.
O Sn. Goss Cavai-cant :-Ji v o uobre depo-
tado qua cabio no iuomo erro, porquo as auita
tnatriies ta.ntiem prseisam.
O Sn. Rufino de Alveiba'-: Ou o nobre itepu
Vado nao eompreheiidau o q te eu disse, ou en nao
compre beodo c seu aparte.
Disse en, que con a ranha emenda nao aug-
mente! a qula do orc/itsento iestinada As matri
tea : apenas praotn que nella fosse inclu la, como
'j foram oalras, a raatriz da freg-.iena da Capun-
ga, caja-canclusio.ii do urgeoie, ucessidad.
O r>. Goks Cmnaurri:En lemnrel ontrars, e
oulros depulados tambera tciabraratn
O Sn. Rufino f, Almkiua :Nao conteslei o di-,
reile que para isto lem o nobre dcpatsdo.uu ouiru
qualqoer : eslou apenas JastillJindo a minha eni-u.-
da, i dtfondt;odo-ma da acco,arao do ter conor-
*\

rido para o grande augmento que wotet -na despe-{ qgenram direiltf
afliie- algaidas pilVras sobre urda
notare-eommw So- de 4*woto,*'**;"' .
ton a mii*a alteac', e uam a qaat .nao, me **Ju
conformar. .. .
"Nes"*a eme la configM a nobre comir.issao s
nuantia ie 400:000i paia despezas de exerctct>
lindos. Parcoeudorae que esta ferb-v^aaonte de-
vera ser votJa om vitta do quadro nemet.ido!
pela ihesouraris, tanto q* por falt it*i>, eslava
no projeeio a verm em brinco, procure ver a*
respectivas nforraacSes fornectdas por aquella re-
pariicio. O liquidada at mareo do corrente aooo, dedudo
o* juros devidos a f irada de ferro eS. r rancia*
eo de tiMQf lio fmenle. \
Se a*vlda lquidad:i de exerekstos BndM ,
como acabo do declarar a n>paiticio comprente,
de it.0004, se dividas de exercicios (Indos sao as
que resuliam da falla de execocao das difireme*
verbas das leis de orcamenio, por causas que oc-
correm duranie os eterteios das ditas_ leis, nao
m mi! qua se funduu a nubre commissaj para ele
v.ir a verba de 24:000* pedid, pela thesonrana,
enorme somma de 400:060 1
O Sn. utxo Reoo :Sa exorcicios dados f
o que die o uobro depaudo.
O Sn. Kukino db Alstoa : -O que entende en-
tio o nobre deputad por exercicio* ftdoT
O Sr. Mkm.0 Ritr.1^ -L?go Ihe direi.
O Sn. Rdfi.vo dr Ai.iibida : ntenlo que -
ment se padia incluir no quadro Je .ejercicios
finios as dividas tia/iidadas, a xpu m cwdo'es
teeii direilo incometlado, vn virlode de dspsi*?to
Je lei.
Como, pois, 9t qur consignar oo quadro de
exercicios flndos pagamentos anda nidetermina-
dos por lei, as qvaes os supposloe crj4woa S *d
:
xa proposta.
O Sb. Sotct Lfao :-Os ouiros coooorrerain
para o augmento da despera, u ntrbre depuladu
Dio)
O Sr Rurwo ok Almkioa : Parece qao o o obre
. depaUio aio quer eomprehender as minbis ex-
plieaedes.....
O Su. Soez a Levo Porque bj? Sao lenho
interesse em o na: comprehenler.
U Sa. Dbputad) :Sa ni) conc rrau para o
augmento da desjuna, ao menos concorren para
que as emenda j avnltassera.
O Sn. Rufi.v) de A.mbid\ :Icli?ot-r dito bas-
tante em jusulkag.. > da emaida sub a a matriz
da Capnoga ; pass. re nutra.
A terceira emenila, qie nff-reoi, e (jan mereceu
as honras de un apa'te de urn nobre deputado,
que miaba cus:a quz Cazer espirito, sem o
ter....
Ui Sn. Dkputado: Sem o ter?
O Sn. RuFi.vd dk Aumkioa;-Sui, -MfO oler.
Quizaran) fuar espirito, d miuba casta, sem saber.
O nobre depuladu que me interrompe deve com-
prelicoder bem o sentido em que emp>ego a pa-
IiTra ospiriio.
O Sr. Antonio Paulix ) di um aparte.
O Su. Rufino db Almbiba : talgo prodeuie q w
se aio desvie a discus ao do terreno ero que se
acna, por isao deixarei sem resposla cellos apar-
es.
Em jiistificacio da terceira emenda, direi, que
o presidente da provincia pedio que se autorisasse
a compra dos farros precisos para au-op-ia* no
hospital Pedro II, coma i n reclamado os mdicos
all entpregados. Parecen lome jinto este pedido.
Sara que se nao repita m casos como o que acabo
e preieuciar na casa de deleacao, proouz <]it se
dsse presidencia a au'.orisar;a pe da, marcaa
do-se-lhe o mximo da despeja a fuer com a
aequis-caa dos ferros.
Desenvolvendo-te na detenco una mo'estia des-
copbecida dos no^sas medico, e sendo precise
proceder-se autopsia, p^ra naelb r estudar-se as
causas do mal, darlararam os raedieos encarregi-
dos dente trabalho qoe nao tioain l-rros proprios
para autopsias, e egiram que pelo hospital de
cari lad e ihes fjssem fomeeidos.
Um Sn. Deputad i:Uto urna mi-eri*.
O Sr. Sozv Lea i :Ha mulos milicos nesta
provincia que teem ferrs.
O Sr. Rifin) os Almeiba : M* que tfa) teem
obrigaQio de formce-los para autopsias di nata-
reza das de nue atibo d^ tratar.
O Sn. Soiza LF.io:-Uizer que os me ticos nao
t" m ferros, .' ate una injuria.
O 6b. Rufino di; .Umeida : Nao disse que ee-
cli i!U dos medios uesla provincia na) linham
ferros: 4se que os encarregados das anopas
na delencao, declararam que os nao tlnham para
aquello trabadlo; peliam os que exisitesam nos
b'wpiues de caridade. E, quaulo os possuam,
nao sao (;brigilo.i i empresta-tos para serie>
publico. 0 governo que os orneca lol estabeleci-
WM p.ibiicos pira estu e oulras o:cuii5i'.
Nao vi'jo, prtanla, razio pan jo 4zor dio Hrog i
urna injuria a>s roeliCos da provincia, e bilB para
nne tanti se ineoai n Je o nobre deputado que me
aealia de contestar.
) ir,. Souzv Lkao d nm apae.
(0-utam-se al gaos aparte.-).
O Sr Rufino de Almeiba-. -S os nobre depu
lados fe estao ineonmodanlo eo* o mea discur-
so. oio qnerem que eu continu, sent me
Na > possuiodo os bnspitaes pblicos desta cap
tal ferros em bim esiad, o apenas destrozos de
a^alxis de autopsia*, suopn: fuer nm bnm Nl*if>,
pr-ipoodo que se antorisasse > presidenle la pro-
vincia a comprar urna car** de ferros para au-
topias, de-tinada ao servied do lnso'tal Pairo II,
n5)excedendo adespeza a :00!V|0*); M qoe
j) r isso te me ptissa acensar de ter coacorrido
para a gran le despeza qn9 s.i pfnpoo do ora-
um> -.to ent discussaa, onde as verbas que o avul-
la:n io de outra naiureza.
O >n. Smjzk Leai : O outros dirio o masan.
(Tiu.m se apartes).
O Sn. Rufino db Almeida : Rellro-me ase neo-
da*, qae elevara a divida de exercicio* lindos do
val ir de i:O0O*O00, segando a liquidacao da the-
aonrafia a enor.ne sornma de 130.0)OS'W): f >ram
et as que produiiram a grande -VtvacSo da
despeza ji bem srescida do projwto nu th
c,o**io.
UmS. D-pltad): E V.Ete. na cooorreu
para ella t
O Sn. Rumo db Almeio* :Nao. J me jasti
liqaei dessa accus;icao.
OSb. Souzv LTo:At apresentou ama la-
be da.
O Sb. Rufino df. Almsida : Volt o nobre di-
putado a carga om a historia da lah; lia hlla-
mnte nao me poilem acensar de ou'.ro pscalo.
(Trocam-s al^ans aparte-).
ITm Sr. Deputado d irn aparte.
O Sr. Rufino di: Almf.id^ :Sa o nobre dapfe
lado continuar a provoerf-m', quorouda dosviar-
m dj eiminho que desejo seguir n?la casa, de-
sairo a V Etc. que wuto-ffle.
Entre homons que se presa u n> n deve I'.'lar
m publico na liri(;uag''in e pedo mola porque a
mira se tem dirigido o nbro Jepoado.
ala.
O Su. PRfcsi!T.ST : :A'tcneI->, arteo^aol
OSr Riti.no n Almkidv :Aeaaam-nw de
ter co'icorrido par;i o augmento des ven^im"n'os
tos einprspalis da ine'soartm, offarecendo essa
tlp faPad tabella. Pezovote teona as rains_o
dijno que pronenciei, quaOdo em 3* fliicumj
apre^entei a lal lablla. Re cmo eotneeei a jus-
l;ffeaco da minha emenda.
M.
Beflarel qoe couhecendj o peosar da grande
maioria da asa........
O Sr. Souza Lk.vo:-V. Exe. Puenlo pJr
Ma.....
O Su. Rb-ho wt Awwba :V. Exc. pile prc-
*f isto f
O Sr. Seo** Leao :V. Exc disaa que u.i so
opponba.
O Sr Rufino df. Ai,e\ :Pir jii j coahe-'ia
oprODquCHd.) espirito J i e--a, } o i 'j'ewtmha
passado em V discus--*.) piF gra-^3 matm-ia, eu
O qae de*ejaa era eJtiu- - aftasM oma iajusea aljjoos e-ioregados su-
ballerao : tTaeria jae hoovesso e |ti' l-.de os ill---
iribaioio do aagmeato votad), e pertanto em obri-
ga fTroiara-^e aparres t sosorro).
O Sn PmMtoaNTE:Aitenijlj I Dixero o ora-
4or diitinnar.
. leste-
jouoba da forma provoca Jora porque e so di-
rig '. is, ioter-
rompe-do-roe sada moraeoto eom futilidades....
O Sa. Pr biobhti: : l) nobre deputado.oio
ponda ais apart* qoe Ibe estio dsod*: ccotmue
o eu discurso.
O Sa f>onxo DisAtMSioA : Tora frdo eatjdo
j-jip pal de atteoiao
aocoilj! tomado a
i dl* uasdo, a-
apaes W w
,Mh4 p: ?, fw P*e' *
calma e asgoe frk>, oa tomar o con.-9'bo de V.
O Sr. Mku.0 Iteco:D um aparta.
OSn. 1fino de Almrida : Ja d+e o que n-
lendia por dividas de exercicios fladts,o continuo
a entender, erabora diga o obre depatado que e#t
lou engaado, que san a* que aio feram pagas
dentro do exercicio da le do orcaawnlo, e qua
pela ibesouraru foram liquldada^ na* re*uado
por isso duviila algaras a seu re.'peit".
Na emedda off sreeida pala nobre c, ei
tro ootras designxcdes e l lettHuini* te o d
mmittrtiior 4o con$ulajo a quii* ga tlu t 4i-
Pida de novo e otlkoi direilot.^Ht popM quin)
fui reintegrado.
O Sn. Mello Rboo :Prooedeo muito roguUr-
ii -ir." a eommls-a.
O Su. Kuriso de Almkioa :K1 digo lae ai,
Proeedeu com uutia irregutaTidade. purque a esta asserabla uao declaro* que He lora di re toa
esta roolituico, que lio ac>idadameuie s lite quer
fazer. at mesmu incluindo-a na verba de ox*rci-
m lindos !
Uu Sr. Dkputado: Elle lem diretio liquido
esta restiiuieao.
O Sn. Rufino k almbiba :.\ida oio tem Ul
direiio ; e prova est na petico que alto h<
poneos dirigi a esta assemb;a pe lindo que se Ibe
maadatve resumir 01 novo* e vedaos direites que
pagou quanlo foi reintegrad 1.
O Sr. Gaspar Dbuswokb : E que pagou e:n
virlude da disposicio de nm l*i.
O Sr. Rufino bu Almkwa :-Pecio que fij re
manida a urna Oinioissa, qu j dou pirecer,
o qual f)i unpresso e esl melaido na MM
do di a.
Nao pola portaoto, m lmittida a di5posi*o
da emaoda da nobre commissio que du resp.-.i.i
este negocio.
E' oaceaario qoe esta assembl doclare qae o
adoiiafsiralor do consulado le Jireito a ^e^titui-
cio pedida, e aio la preono qo # *BI> c,^r
p-tente do orgimento futura, )
soja esta dsposicao comprehen.1i ia.
S' par qualquor cireura-iinjia aio tor paga es-a
iolemoisaco, eutfti qu:do 1-giUr ouo or-
;ment pod-r **r incluid saa oVn-ta *. qu-
dro de exercieos lindos, (slo, sin, que regu-
lar, a ni) o ipia prv" a abre eonMU"i> le *-
eameiMo.
O Sr. Gu-mao Lodo :D um aparte.
Sr. Rufino db Almmda : >i) cootsto o di-
reito que lem u ainiiisUadoi do eesuulado res-
tituieo qoe peda: estos* al Ih.iosH a dar-lho i-
meu voto ; o que contesto apenas 6 a forma irre-
gular porque se quer rusolver esta qa sideran lo-se divida de exersiel nal, aqulo que
nem aioda eniroa em verba d nenhumotsamea-
to ; a'iuiii'j sobre que esta aese>bla oio decidi
coum alguraa, nio tendo aera ao aaMO fdodes-
cati lo o p recer d n-.bre commissio da erija-
ineuto sobre a pelico do administrador do con-
sulado.
B' contra isto lio Fomente q ie fallo, e ai> coura
o hom direit) daquella empregid.
Gomo esta, sa ve>"m nutras irregularidad -. Da
emeoi.1 damobro commisso.
O Sr Pedro Affon o:Davia citar cada um
de per si.
O r. Rufino de Alubioa : Irei citan lo as que
me Icmbrar. e auira que possa apreseuiar a*
provas.
O Sr.Mbu.0 Reoo :Que das pravas I
O Sr. Hbpino de Ai.mkioa : As'iue lenlu duio,
deduzlas dos Neins (pie vou expon lo.
Quer maur priva contra a emenda di nobre
com-niss", do ipie a rasaltante da peiicao do
projirio adminisirad'T do consulado ?
A Cjinoi:. risala, e nio paa a resl:tuic*o pedida pelo aluai-
ntstrador do consalado, e manda qae so pague
pela verba exerciews (Indos; entrelanto o admi-
nistrador quem em um.a petieao dirigida a e la
casa requer que se Ibe conceda a restlu$5o, a
qual fui remeit.da a urna ommisaao.
Un Sa Deputvd) :A qual commisso 1
Um outro Sr. Dkktado: Greio qua i da or-
;amento mesmo.
O Sn. Rufino dk Aimbidv :.V urna dis con-
rotMoaa de^ta casa.
Um Sr. Deputado:Mas a que commisso?
O S:i. Rufino oe Almf.ida : Que impertinoa-
cjal Fosss ia a que coiumiisio oase. O faci
que a oommis-a) j deu parecer, o qual sa aoha
na ordem do di para ser discutida.
Nao me oceuparei uaais com este ponto, passa-
rei a outro da cuesma emenda da commissio, que
trata de pagamentos pela verba exercicio filos;
bem Cono :s despezas faitaspelo delegado do Bu-
que oo'njrecrotta.
O delegado ioUuiqae faz um remeet de pe-
rrinas, que aqoi foram soltse asaaotaram p'aiQa
eemo voluotarios no corpo da polioia como natu-
ral, o dei.g*to pedio a ihesoraria de fieula,
p r onde correo) as dspotas com rterutas, o pa-
gararnto dos gasta fot 'j com os meaionad-js re
Brutas: mas aquella r:part:eao negou-a ao ped
de, all"g-ndo que s r-ierut^i.u) cljcgaram at n
quartel general, Bem cunstava ada acerca d>
d.--to 1 dalles. Volioti-sffo lrl'gado para a ihe-
soararia provineiiiqiap-r ^ua vez so aegou r
pagiinjolo, ailegindo que semejbaula drsrietaiuo
corre par conla di provincia, alera deque nao Un
fecrutaa para o 001 p> de (>olica
Nestan cii cumstancia o delegado 0o Buiqua veio
adiar amparo na nobre commisso da orcjinenlo,
pie ao pot da riJfl em ipaH t*r pagir-lne as des-
pezas mis rlteri c n.os facruits; o Uto pela ver-J
baextie-eios fimios I
A ve ba axarcicsus tintos, gervinJo para pag
ments to despeja) com reirul para o Corpo
de po iota I .
i', o corpo de polica ton Jo recrulamenl eonlr*
a lei exirosa K a pio.iaia earreganlu com
despeza de reruus, que parteucem ao eoie-
geraes I
Eatend qne "eTtalliantas disposicsa aio devam
figunr no orcamento qu se oiscute, e muito rae
nos s O Sn. MblloRkio : -1-to h, naa-devejn, porque
o nnbre .debutado nao quer.
OSb. Rufino dk Alarida :Parqueurega-
lar.-aeuio illngat.
Eli sus-edando agora com a verbadivida 4
fXfreiom dnd^so que, detiarautja suocee *m
a verba Mnlumn^wrdadeiroomalbus di4Oh
.ta diepumaip etraviflante.b. i*eo para evmiuade, (tabpaaaawb pretina* ao oreo-
meatrt, qi pitwko surgir no eu exerceio)
ifcreseeii'a-sfl liga, saatdo taolo para isio, ualo
para qaHi>', o alieorvT- tod*iai(b(
Como as d *pi)scd>a ajo nlytai manas otras
exls, .de qae m* poderla oeenpar : oooneco,
^nr^tn, que e-toa abusando da uondade da ca-a
ipoiadas) o-iou moimo um p-aueo Uiig.
(m to-mo Dortaalo a o qua teolio d lo.
t'u S. krwAoiii-Fobioa wawuie 4otu a Ui
lo; que apontno.
a *. termo P* A#iiB,s -.-nfnuta o* qae mii
orendejM i mipiu #m fapria.
o Su. Mm-to awoiTrVej !a sagena mais al
fuwa oousa : cate P-m Mo: o oobre deputado ,
ftouisni decanhenh1. ,
m-J*Mmtr-$i-ifitBi*.\ ne devo
Fespaadafatoapa! re depuUdo : ousenlo
mo, porque 3 Ato me aeoooaiha a prudenda.
Adralra-taa, que o nWre deputad 1 que tioha
concordado .omigo ecoaomisar ti tamojo, para
aprossar jts pjssvel a volaco di proioelo ;
tomasse a paito dioruti-lo !
Nao sel ^ne oata astnou an seu animo par cofres pblicos, nao o deveado
madarassira de aviso,mas devo unir o empeuho
aue raoatrou nedeliaia, o discurso extenu que
proferio, e s ibro tuda a carga (|ue dan j, mais-
sao de orcamenM.
i fiarul.ivi a mdirn di-pntalo u;i tribjjQa.utn tanto
iracundo e animado peneei que, levado dusseus de-
seos de economa, se propona a corabateraajjrao-
de poreio de emendas oue esi sobre a me-a ; in
gamei-Ke. awiua-jw toii oatu a^^mawsac de
oramento, e disto ^nferi que o na-enad de ser nomeadi--------raailiri npn
cial, par refater o nrojecto de or^imento, nao foi
rodigido m mtaacii,, ello qaat lifft'Jiraa prova
pljna dojles.-iintiauc-i a >ovnss.a. .
6 S. fttwrto be Almkioa : -fisto MasUado.
O Sn. Heun Runo: E-tou :ir.tad4*s cume-
qoecias. .
O oobre deputado nao rfesjutio a convenieneja,
mi de-copveruencji das uiendas, qtj '(jo'que dev-
dar cuidado ; t-t u unicameate rta ioStoisso de
fj'.en la, e ggredio-a seo) aoubama razio, uiie
ribum fundara ni'.
Com a mais oouvjl miaste attribuio Ibe yistjs
de augmentar a desp-ua seni unli iidj publica ;
eposnrou-a por nao liiver dnaiaado, despezas qae
uio deveui ser yaudas le.
Ora, admeliMu mesmo que a commissio as.-m
t"uria procedido, o nobre deputado ba de convir
em. que nao 6 o cnats competente pira atirar-lhe a
pedra, des le que um dos membrjs destacas,
que. ctin o seu ota, lew eoatribu.do p..ra a de-
iT'dac.'io de despezas qae po Tiara ser regeitadas
sem in.ronvenietile.
E :oisini que jaat-nlire o seu voto e empa-
nbo pelo pr. co qua augiuaulou 6\ ordenados
d>s amoregadis da ib-sunraru provincial e a
apresenlico d'auoella laaatla, de que oio gosta
qoe se falle. A riti queda, de baver ne.-ta
protones, e o nobrt dnd> ^1astousopraad
Dar drimis rnnr.l-r R' qik emosp. -, -itrAranan
para de pois morder R' auc
dar-e mu ge lempo.gh
nre
comer 1 a i ac mino-
trata
enqtr.iiantes qa nhim
sao, pois, largou a verbi deqia te
otra que, findo o exercicio corrate, sajan)
^pWfa'io (|t) uagu, d; i rf.-i.ier aoa ataos pago* os eontratantes que estiverem cor pagar.
*(4iltWsiteg'a*,l oor tsnto, se alguna cmh* u tira, se isto censura o nobre depatado; se ceo-1
prc4er|r^uaypio gaste, acredite^i sem pro-
i do enconimodalo.
OSn. Rufino os Ai.asto.vt-Bam -ys^raa I Vai
OtpranJt paraMMAs moUor.
O Sr. MrluHK) : Vejara o nobro diputado
como eu praMilo Apaas faco-lha o) men*
Jo ser pag Jse db Silva Lojo ?0
Manuel Jo CarL>' 18
Jos Marcelino da Raa 37 >
William Olio 13 >
Francisco Ribeiro Pinto Guimares 21 >
Commissio de exame de coplas.
sura a eoianisiao por qne, tratando do satisfazer Manol Texsira Bastos 10 "votes.
neeessidades urgentes, e maoter quahto possivel J< Francisca do Reg 10
fosse os crditos da provincia, nao sei ,0 que rao Manoel Jos da Silva Guimares 10
cem-urarl PNOVO ATHEN'EU.-Hoje s 4, boras da tarda ha
Quanto a indemnisacio do idministrador do sesgio desla goejedade, no lagar do eosiurro.
;cnsulado, o nobre deputado esi mal ifonaado. BIT, nn vtervivnn nt? ivututii-----d^T^'
liperava que trataudo de discutir o orcameolo,! RA D, VISCONDB DE I.NHAUMA. Pedem-
aofasse raelhor informado, sendo ali.a, um dos *n* 1ae embreaos a eoaveaieacia, de ser .inme-
diatamente reparado nm grande buraco que ha
ni en bi os detla casa que, por bem informado sem-,
pre, eu cuastilio muitas vezos, de>ta vez, porm,
vejo que claodicou. 1
O administrador do coagulado requereu paga- .
a eoto da quaotia com que linha eutr.do para os
fazer, a requeren
Drsla ra, esquina do largo da Ribeira, adra de
re evitar algom desat e. Accedendo ao pedido,
chamantes para i-so a alltn(io de quem compele.
. JABOATAO.Para esia localidade, se eompro-
mette o proprelario dos mnibus dessa linha a of
lamber que o tempo de interrupeo ie aervicoa Crecer ao publico, como e deprohende do annun
que leve pplo fado da deuusso, Ihe fus;u couiado, do n'oulro.lugar publicado, mais commoda con-
como a ou|raa eropregado. Elo roquerinvealo duecio.
foi a tima commisso, que dei parecer conCtuiodo, LOJA DAS COLUMNAS.A esse e.'tabelecimen-
por jyn prolo, couced--ndo que se Ihe mandaa* 10 acaba de chegar um completo e liado sorti-
se contar es.-o tempo, e o outro requermento era' menlo de chapeliaas e chapos para seihora, le-
qu pedia o pagamento da quantia com que_en- ques de sndalo, marfim e madre-perUa ; lia
trara para os cofres publicas, foi a oomnus>o de dos cortes de blond para vestidos de casamento e
or imeolo, qual emmdeu que a rectausaco era muitua uuiruj ( hjeclos de gos'.o e modernos,
justa, qua a cobran-a uba sido feila radevida- CHAPELLRItlE DES DAMES.-Este estabeleci-
mente, que o aclo legialativo que deiermioou o | ^^ foj lraa.lferllo a rua ao Bario ia Vic-
psgaraeoio nao liaba sido regular, e propoz a re-; lorja n 3, prj jeiro kn(lar An v^Htaoaesse letoea resrituico podil. 'complot wrtimento de chapelina chateos para
b. como o recolbimenlo da quantia pedido ha- > a,.n|,ra
%!1%^J^ effadlvamen.e logar, boje o
Rera v que naTaBiTra.l pisto a c immiu. ^rtfc, *m flVor 0 *r-Jsosen 6,Abr,hao-, m
Ouantoao naaWftk) du dclLadu do Buitiue.! ""I nee"" ">* M'f distmcto violo-
i^M^o^^TJTpBfS Su "31 $' Or- *> *.a:.mm de Olive.r. Ii.baiaaa,
em obsequio aos beoelloiaJos.
TRILHOS URBANOS DE OLINDA.Cootmaou
hontem .ob a presiden,1a do Sr. icajor Salvador a
acto irregular resultou que a ihesourari geral
nio quiz pagar es prets, p >rque nio est a eu
argo desbeza de recrutas para o rorpo de po-
lica. Requeren lo se o pap 1 nenio Ibasooraria
provincial e oio era orgaai-ado com recrutas, e ilm por meio
de allstamento voluntario, e goltaodn o negocio
pan a oresidencia esta achou-se eml araada pa-
ra mandar pagar sol sna responsablidade e sub-
q'ua-to acompaulul- o procedinjeiito da maioria roetteu-o a esta a.-embla. Ora, qoe cnl|a tem
razoes que leve a c> mmi-sao.
Eu nao quero apreciar este faci, porque nao
qnero qje se diga que procurj ensejoRuceas ao
da de>xar escapar censuras a pesio!s^Ps qnetn i rtssao da reforma dos estatutos e foram dicuti-
posso ser crasiljraio desafecto, direi smente o dos e approvalos com algnmas emenda, os arli-
que se deu, sem apreciar os rano-. gos 5. a 16, cempareceade 60 accionistas, rspre-
baquella comarca veio a esta cilaie ama es- seriando 1201 acedas ; achando-se a hora ad a a
calla conduzndo recrutas para o pxercilo ; ebe- : lada, fleou adiada a sessae para o dia 8 do cor-
gtndo taes lecrutts, o presidente de tona >, man-' rente,
dou dar-lhes praga no corpo de polica; de da ca-a, oio Ihe 1 ..-salva.
Eu votei contra tal augmento desordenado, o
kIo me ajrrepoerf), embera fice vencido \,A*
map-ru ; procedo como devo e paleado, e aceita
tola a res -.ui.sbili lad dos meas actos
Por consgnente eoas'uta que qualitlqne a -g;i
escu-a de ca.-ciosa, nio esta em harmona eom
a p.is.eio qae o nolire deputado quer tomar necia
d'scoaa".
Aioda mais; foi o oobra deputado quem apre-
eniou naaig duas menlas elevando a despeza,
urna coocedendo mais e oca cornos de ris de ub
veac) a lana Casa, e optra elevando 1 1/2 ..
porcentagem dos empregados do consulado pro-
vincial.
Na iutarvenr 1 que tem ido o nobre deputado
e a eommUsao ao augmento da despeza, DoLa-se
urna diffrtreac, que quero fazer seosTvel :a c-
mara tem ujo iiempre a vista sasf.zer tx'gen-
clat do sorvirto publiM, a nobre deputado, ao con
inrio, lem cedido a solicitaeoes c'e empreados,
tora Hendido a diveifaa nutra- considerado s.
lia a razio por que digo que o nobre depotalo
uio complenle para ceusurar a eommUsao.
9 Sr. Rumao de Almkiua :Qaaca A) s ou-
iras arasidencoe ?
O Su. Abum Rrgo :Qiaesquer que dd.'in em
resulu 11 an-nder despeta que oio interwam
espocialmeaie ao sei vn; 1 publico : e so o notare
d-putad. tem concorndo par a decretar) dr
despeas Datas con licu, a.".o tom o dirflto de
censurar a-nhoina onira que ||Ca r/mesmo.
Quaulo4 -oirs censuras que o nobro d-putad:-
fez a coiruii-sio de or;amento, ella nao poda dei-
xar, in cumorimenJo ao seu dever, de itoder
certas lesp-zas a oam caoolgnar na'vefbt exer-
cicio fiados a quita avallada que propoz.
Ni imp-arfa que essa quota fose superior di-
vida liqaidaja : a commisso ao est ad aos quadio-i da thesoarari, nem ne v\nui>.
que ni 1 p >ssa eoDtecefooar o seu proiecto cnw
melb r Iheoirecer.
?5e .orrtmi-So uio padesse fazer trabalho seo,
e fosse obriga la a opiar os da thoMoraria, aeria
desaecessaria a ana nomsaeo.
A sua nilis, porm, e i'UOaa, c.tnpele-lhe fizer
um esta lo sobra as basas effireei-las pata thesou-
raria e dWlsts presentar o sen trralbo, ooin tola
a fberdaA\ aHemo* oa oonwrvaado o qae en-
tender cmrveoieato, Onvio T
O Sn. Ri'ri.to dr Almuda :- Oovi.
O Sn. Mello Reg) : O nebre deputado muito
attencuso, oute sempre o que se Iba diz......
(lia um apit-.)
OSa. Utuao Rifci) :-N}o Uve coragem em rs-1
Ii'o ao Sr. 1. secretario ?
Cmifesso. iA" a tive ; spu semprs fr.ca qnaudo
me vejo em cheque com om amigo ; norte caso,
son at timido demasiadamente tmido....
O Sh. Riti.no db Auieida :Nao parece.
O Sn. Mbllo Reg :E' as-im, ha do me achar
sempre fraeo quando se trata de amigos, regindo
das difcus.'oes e evitando o desgostos em el es.
O Sn. Rumo d Alubida :Camigo, 0*0.
O Sn. Mbllo Reg :-Com o oobre depotado
tambera ; mas ato uii quer dizer qae me calle
quando so trata da assumpto grave, eomo as
difHculdades em que est a provincia, ajsumo o
nobre deputado, muito me .uveuiantemente, permt-
la que Ihe diga, oa r de censor, para pretender
'tirar cania da commisso o augmento que vai
teolo a despeaa nss volarafjs d) projecto, quereu-
dn a*>im ifliouir ella falta ao rea dever.
Es nio e-tivo presente aa principio do discars),
do oobre depotadn, e por i-to nao posso apreciar,
tod3as su as consideraci3ej ; mas vi que em re-
sultado e refero principalmente a dous pontos
do or$iroenlo a verba* exercicio fiadog e o de
iventaaes.
Sobre a verbaeveatusoso nobre depatado
nao diss cousa qae alantarse inVa ; nolou ape-
O omaeepocie de anomala, que vera de longo, I
sem iridicar, cora relacao a saeroiaas, o modo de;
ramove-ia ; mas quaoto rMNsfgaa ) de exrci-
eios lindos, nolou que acomatiisio a tivesse elf-
vado quatroeeiitu eootps, quando a tesoarara
pedia apooae vinte e dms 1 Fez mais, deiio
divida de taunkio' fiad >spor um modo Btii
ramente origina!. Exercicio olor, a meu ver,
a despeta doereude e determinada qoe dejxou dt
ser paga no eierci;io i que perteoce, a ao como
quer o a ore depnujo, despezas ordinarias que
se dio danir Jo oxercicio, mas qu-i, pordelLiieo-
eia de qaota nao sao pagas.
O Sn. Rufino de Alvibida :Nc> difsoiaso.
O Sa. Meiao Rica : Se d- tioe e aroicios Bodos
si tita modo, as suas pooderaqoas olera ter proce-
dencii. Mas sendo ioexacta e estando a ciramiss-ao 4c oTqimoLo )tbt*|*o podado
da iheeouraria, tanlo que a seu cargo vii sub-
raeiUdaa i.j.Us aa raelaraavocs da credores que
nao foram eoqjbleradiia nos quadro* d'aquella re-
partiQio, o prej-cto de ocoatcecto pSe (Wpter *
ueee*aaras altorcdM aos quadros 'e qce se trata.
a delegado, que fez eise aliaiiiameni-, eom o mao
prneedimenio do presidente ou quer qae fosse T
Deve e-sa aatorilade, pelo seu b)m desejo de
prestar servieos causa publica, perder o sen
dinheirn porque o presidente desvmu os recrutas
do div tino qae deviam ler ? Ser urna iniqui-
da de
Uu Sn. Diputado :Isto sera motivo para res-
puosabllisar o presidente.
(Trocara-noalros apartes)
O Sn. Mell R'bou :-lsto iiK-a favor, nao
protecac, justica, o pagarceuto de urna divida.
Os recrutas foram apruveiiados em servieo da pro-
vineiaj/egular oa irregutameote, o delegado nio
deve perders despeza! que fez; e qoerer-se tor-
nir responsavel esse delegado pelo acto irregu-
lar da auloridade superior, o que ci tem qua-
lificaro.
A commisso de orcamento, attendendo a estas
circum-lancias, propoz o pagamento, e absteve se
de formular a censura qne o acto merece.
O Sn. Cu.vha b FioueiREDO :Qaem quer faz
seu erro e a pre-idencia paga o parto.
O Sn. Mjolo Reoo :Q.hib ha de paga-lo r O
delegado T
Oueria aproveitar me da ocezslio para tratar
das diversas erneudas qOa esfio sobre a mesa ja
tornar a.diseussio mais ampia, mas a tur asta
io adiantada, que sinto-me obrlgado a terminar.
De ouira oecasio talvez o faga.
O SR G. LOBO requer urgencia para f>zer ame
eomrauuiraco i assembla.
Po-ta a votos a urgencia approvada.
O SR. G. L030 (!. se:reUrio) l um offl io do
secretario do goveruo cornmaoican lo de ordem de
S. Exc. o S*. presdeme da provincia, que SS. MM.
fmperaes devem passar para a Earopa, no prxi-
mo paquete inglez que oe espera d > sal e que
ul.oz so di 1?era desembarcar.
O SU. PRESIDENTE declara qae a commuoica-
io recebida com especial agrado.
Val a mesa e apoiado o segointa requerimen
to :
Era face da coramunicacio agradavelque no-
fui feita pelo honrado Sr. !. secretario, proponho
que esta assembla om corporaio vi cumpriapn-
taraSS. MM. II. pela feliz chgada a estr provi.?
O a.G. de Urummnni
Posto v.itos o requeriioento, approvado.
Continua a disca**ao mterrompidi.
O 5R. RUFINO DE ALMEID V :-Hi poucos mo-
mentos quando orava, perturbado p-bs apartes,
perds a calma que evia gaardirna ffseussao ; so
alguma txpreseio en-p empreguei menos convo-
ninte, vnnhs declarar a casa que nio tive inten-
5I0 de (-(Tender a oenhum dos nebres diputados, e
estou prompto a retirar o que tiver dito do mead?
coavenieute.
O SR. ANTONIO PAULINO faz ligeras conside-
ratoas em resposta ao precedente orador e conclue
pelindo rorada de suas emenlas, nao obslaute
oio terem calado em seu animo as objeeoas feita*;
mas para dar ama provade saa do;iiiidade e do
seu desejo -le nao crear embaracos a commisso de
orcameBlo.
Coasultala a casa, eonsenle na retirada das
ementas asslgnadas pelo Sr. A. Paulino.
O SR. G. DE DRUMM3ND justifica as emendas
ie oiTereceu.
que
O SR. F. DE FIGUEIROA explica a u-tisa que
assiste emenda qua offerecea, rnanduilo p'gar
ao Dr. Antonio Vitruvio os seus vencimenlos como
lente do Curso Comraercial desde que foi suppri-
mido aqulla curso at ser o mencionado doutor
aoraeido chefa de se.-so do coo*ulad) provincial.
O SR. PARS BARRETO justiflea as emendas
fue (.(Jyreeeii
O SR. OLIVEIRA FONCECA requer que a voia-
cao das emendas II pre adiada para a sesso se-
guinle, o qne so vence.
Teqdo didj a hora o Sr. presidente designa a
ordem do dia e levanta fessio.
US
RE V1STA DIAKZA.
CONVEMAO.-No da ii de Junio prximo pas-
skdo leve logar ua igreja dos Magres desta ci
dale a ccnv'ersto de Pedro Jaetmho Rcard, diea-
raarqnez de naci.
O Sr. Rteard abjurando, os erros de saa ?it,
abracou a fe eatholic as niios do Kxm. e ttvm.
Sr. viga rio capitular, de qaem chelo de jubilo, re-
c Leu o Sicramento do Bapti-ono, snb conditiine,
tendo por padrioho o Sr Dr. juiz de direlio Dr.
dj Dtino Jo- de Miranda e sua excellentissima es-
pora.
A solemnidade do a:to principiou as 5 horas da
Urde no meio de grande eoncurso de rleis, fazen-
do S. Exc Rvra por ersa oecasio um b'eve, ma-
animado improviso aualngo ao acto, quelerminou
com Te-Deu-n, ebencio do Santissimo Sacramen-
to.
ELEMENTO SERVIL. -Chamamos a atf.nco
doa leiiores par- o discurso do nosso dirtincto
eorapruvineiaoo o Exra. Sr. censelheiro Theodoro
Machad) Fre.re Pafeiru la Silva, ministro da agri-
cultura, pronunciado na cmara dos dopuiados
10 re o elemento servil, era respeta ai do Sr. de-
puladu Perdigan Malhoiro, cujos argumentos fo-
ram feliz e cqmpletamente destruidos cora geraes
app ausog do nmeros-) concurso da homem aba-
lisadps da corte do imperio.
TKRatO OEGARANHUNSCara o praxo de 60
diai, 4 .contar do I. d) correte, acli.a-.se i con
0>f gm^ioaeoto da sarveaiia vitalicia dos iffl
.aiao de oejuado ^belfo de olas, egcrivo da &r-
phaei a nM40f|nxoa ao termo do Garuptiuas, va-
l pela mnrte do erveptnari} Luir Francisco de
MrMaag .Galvio .Carabela,
TRANSITO PROo^IBIDO.-No espaco de ldiai-
a contara a ae oofraom, aenp-se prohibido e
transito de vebiculoi dpquiquer especia pela pon
le da Boa- Vista, ana de se proeeuer ah ao ,
lamento dos iriRios para a bonds.
-ASaOa.^AQ COSIMERCJAL BCNSPICENTS.
ReuaiorHB jj, atta as8oeiacao;-i>o rdspeeiivo presldco-
|arp ser, eemerjlofte, aaae-j ie a-teiturta do reinorirfua I* apprvtCo.
Inania divida paga denird do exefdlii gjaa eeta a Em seguida proaed^u-se aaWdio pan Os mera-
Hadar, o raelhor alviire, e o meio-iceUarolara broa qae ateo de leger no fufnro anoo ocial,
oropot p^pwarmanW mfjH tm ** *%*** siaMioJecallado :
sojeitar it crefj&res t de!aglH:rjiji ord qiHB*4 ^ itftrjm*
e-fin atrasar o sea (weoM po mtel *ilipae:Beiba8 33 vola)?.
SMSI i J.. riadade 31 >
, &* a< sam nieto dar-e i ocoo ven lentes. (A|u>\ados.)
O Sb. Rufino db Almbioa :-rlod liado deipe
Jepeneo e.-> amia de suor*iijio I
O S. Mbllo Rioo :DepeaJeatei 4e OPpr- va-
cio, naa: o poder superi.-r, o peder,gn ipprova
a aseerahla. O que se faz aa tbesoattria que
vm Lar* oi- agu appruvado; e lp 35 pe apios
d au1 casa gjpe lema de ser aprovailo por iandtl
asiaij, (Apoiaio.)
(Ha om aprte.)
O Su. wao wp :_Do apaaoVa,
ra, a coaraitaioaaaiiou a quautia iiodi
deu s petfcSes qae derlim ser Jtte.
Daa ido surjutedidis te an ex.
eiacio. Aera distp, taJo or q*atti
rencado anea pri^ir.cia, aat degq
K tau nllado ao paaraento do .
rifada da eedaca) 4 eontlraloj,
do corrate exercicio pao pode maf
rspeil-,r 1 .'-(.'os r:\-~: s, e'hd prej'nd7car por
mais tetpo o diceito dos caulrauntas : ntaaeu
Jostp ec.iiveulente dar mot etadfioa-
vidat dg '.rxerciin fiado* cnmpre^odelta'rtta
esta divid. E leve para-isto Me ratleaa relo-
lio na vendo meios par ser, eemor*se. 'oaiae-
c*rioo
itar Ss^Mm'-P{i^^aPit
PojwjW'rjud (MI'vaiaBe\qetPtja.amnida-l
vMsde
OttH e |os pei lao- H. ir. SoJBT
30
feido porla da alfao lega lem logar hja ao meio
dia.
CU ama sociedade pb laoiropica de Londres inveo,lou
um meio ongeuli ..o para curar os bebados de so a
vicio ; eonsisie, ao dizer daquelle peiioJico, em
adquirir as pli .lograpbias de lodos i.s bebedores
de prnssi, colloca-lag as tabernas, e previnir
os doaos para que.nao ibes vendara bebidas alcoo
lics.
QUB TAL.Ha urna loja em Londres, diz o Echo
Americano, que tara o eguinte letreiro : lc-
movem-e trastes ; encarrega-se de recados; ba
lera-s lapele ; e fazera-se poesas obre qual-
quer assumpto. >
MULTA IKTE->'o Coun of Queea't Boitck,
em L-uiore-. foi ltimamente ernderanado um dea
lisia a dar 9(X>000, por perdas e damoos, a urn
froguez, por que uo teto de ihe exirahir o dente
Ihe quebrara a queixada. O dentista allegav em
sna defeta que un ha feiio uso para a extraeco do
dente, du iu.-tramealus inait ocos t mais oppro-
vados I
HORROROSO INa mina do carvo chamada de
Piltsloo (Pen.-ylyariia) saecedeu urna sceoa bas-
tante horrorosa.
Estando dentro da mina 40 tr.balbadores, pe-
gou toga nas obra* de madeira que havia dentro
da anica sahida. Quando os trabaibadores se aper
ceheram ja nao havia por onde sahir. Em lio de-
sesperada situaco cooistruiram um moro, e lica-
ram por traz para eviiar a ;ii(focacin# pondo pri-
meiro nm letreiro para dizer onde esuvara encer-
rados, yaando o* viunhos e jornaleiros de on-
irag minas apagaram o f->"-, e de>cerani, encon-
traram-e'os a todos insensiveis, ou pouco minos.
tVzaseta estavam j murto, e dos que davam ain
da signaos ile, vida, morreram tras depois de os
terem tirado para o ar livre.
Uas dizwn qoe o fogo foi causado peli frieran
de u ti appardbr, e oulros que o poz algum dos
que nao queriara que contlnaassem os traballios,
que tinhara estado lano lempo suspensos.
Bl.VQUETE.No sabbadn |. da jnlho, elT-C-
taou-se ni rasada prefotinia em Verstiles n
banquete (ITareciao pelo chefe do padT exeiulivo
aos qualro pnn:ipes da fara lia deOrleans, que es-
tavam ie lempo em Franca : conde do Paris,
principe de Joinvllle, du |M de Aumale e du ue de
Charires.
O numero dos coramensaes era de 29.
A Sra. Tlers tioha direita o conde da Paris e
es<|uerda o prin -ipe le l.dnville ; a duqueta de
Chartres eslava cdiocada direita do Sr. Tnii rs.
que linh.t a esijuerda madama de Hannonvle,
miliher do historia lor da reunio de Loreua a
Praooa.
Km re ns convidados Pguravam os ministros Du
faure, Cisjy, p ihoau e Vi.tor Lefraoc, os vice
presi lento- d asie.ob a ri-.eioual Marlel e ViUl,
o general Vi no y gr-cbanceller da legiao de bou
ra, o almirante Rrual, o Sr. de Hadssonville, i
3r. do B'.rthfclemy-Saiot-II liire, oduque oa mar
queza da Cisielhua. a menina de Barquet, que
acorapanha ssmpre a daqueza de Charlres e ou-
tros.
A' raeia nuita bouve grande recepeo nos saldes
da prefeitnra, aui>UadOi entre oulras pessoas, o
3r. Lambrecbt, ministro do interior, e o Sr. Len
Say, prefeito do Sena, acompanhado da sua mu-
Iher.
LOTERA.A que se acba a venda a (203.a)
beneficio da aova igr-qi de Nossa Seabura da
Penha, que corre no dia ll.
LEILO. Segunla-feira o agente Martins far
leilo de nnp .ranles objectos de ouro, teiouios e
brilhantes dados em peabor, no orimeiro andar di
travassa da rua Crozes d. f, s 11 ao dia.
CEUITERIO P'JilLICO.-Obituario do da I de
agosto :
Antonio, bran), Pernarabuco, 10 mezas, S. Jo-
s ; vari da.
Taurina Clara da Silva, branca, Pernanibuco, 18
aonos, solteiro, S. Jos ; coqueluche dyph.liti-
cas.
loan, e^cravo, prelo, frica, 45 aonos, solteiro,
Recite; hepatite chaonica.
" Luia Francisca, parla, Prnarabeo, 60 aonos,
olieira, Boa-Vista ; iotorte crnica.
Pacillca, preta, 'ornamb-uco, Iz taatef, S. Jo ;
varilas.
Francisco Girgmico de A-sis, preto, Pernara-
baco, 60 ob:is, solteiro, Boa Vista ; hypetru-
pina.
Antonio de 5lot'Ad'ia, pret>, frica, 4o annos,
solteiro. Boa -Vista, hosptial Pedro II ; ijiopla-
xa.
Miguel, branca, Pernarabuco, 6 horas, Santo An-
tonio ; fiqueza congeoete.
Bioieae Miranda fiara>s braaco, Peron,bu-
o, 18 annos, solteiro, Boa-ViUa ; luberctlos pul
raonares.
Ana* Mari do S'.cramenti, branca, Pernam-
bu 10, 6S ana vuva. Boa-Vi;la; iosnlBeiencia
das iyultg Ja trata.
Pelippa Mara da Geoeghjia, prela, Peruambu-
co, 85 annos, soltera. Roa-Vista ; caibirro pul
moear.
^-S -
Joo daCunh.a Magalbaas, braoco, Portugal, -76
aonos, viuvo, Itecife ; erysipela.
Maaoel, escravo, preto, frica, 45 annos, casa
do, Sanio Antonio, casa de del ocio ; tubercuks
pulmonares
Jos, escravo, pardo, Aracaly, 36 annos, tollaito,
Boa Vista hepatite.
Jo^, pardo, Pernarabuco, 3 annos, S. Jo; ver-
mee.
Mara, parda, Parnarabueo.J meae, Boa-Vieta ;
denticao.
Auuuto, braneo, Poroambuco, 4 m-za, Sauto
Antonio; dysenteria.
Guilhei o.n, Borges dos Sanios Mortira, branca,
Ceara, SO anuos, casada, Boa-Vista ; abeesso.
Aoacleta Goraea da SiIv.j, parda, Parmmbuco,
20 annos, solleira, Boa-Visia, hospiui Pedro II;
tubrculos pulmonares.
Lucie Goraes Barbosa, pardo. Baha, 30 anuo,
h8olteiro,fitcif; tubrculo* puluwnaees.
- 3 -
Feliciana Hsrii 1) E-jvHto Santo, parda, Per-
..eo, ft am.-3, jSeUeira, S. Jos ; phihyeca
pulmonar.
Joaqun ;euo de-Mesquila, braaco, Peroam
buco, 55 anno?, csalo, S^nlo Actaui hep3t::e.
Miria Toereza, parda, feambBco, O gcaos,
solieira, loa-Vi.-ta, ho.-pital Pedro II ; bexlgas.
Joo Kalerrors, easc<>, Italia, 35 annos, ando
Boa-Vi?ia, hospiui Pedro II; febre amrelli,
Fraacisca BoniOJ de Oliveira, branea, Al<
40 anoos, viuva, Boa-Yisia, U&spltaiPedro II
berculo-- pulrn mares,
Vietorino Jos Cava lante, preto, Pernal
.15 annos, cawdo, SaTTO Aitonio; ttano o
neo.
Wttie/MHtft^ A PEDIDO.
O juiz municipal dt> termo
do CaJxo.
Como amigo e advogado do br. Jolo
Gonzaga Biceilar. juiz mtKticipi!de orpb*is
do termo do Cabo, no proeesso instaurado
pelo juiz rnonicipal da 1* var darta drladn,
a quexi nquelle contra o Si1. Jos Patito
do Hego Barreto Filho, pelo cr me de ca-
lumoias publicadas no Itiarti'/le Pernam-
laco de {I de julbo do c rreac anoo, ten-
do lulo, e examinado com tp<}a a aiteDcJo
de que sou capaz os docuraaiitos que, em
sua defeza juotou ao processo o mesmo Sr.
Jos Paulo com o fim de provar os factos
d le_honesto juiz, venho ante o tribunal W-
btico comprometler-me provar que aqT-
les documentos longo, e bem longo de Bot-
trarem prevaricacoes j-raiicadas pelo Dr.
Bacellar, ao contrario revelam, com a aMer
evidencia, a honestidade e enteireza coa
qoe elle tem sabido conluzir-se ro exercWo
do seu nobre cargo.
8w: o eoteireaa daque'ie juiz de ur-
den tal, que, apezar de ludos o esLarcos
do odio da um seu miro go no\ili^4o,-'Com
todas as forcas pel..s mal entendidas conve-
niencias poltica?, n5o ldenem de tete r
abalada em face mesmo d'aqoelles oneate-
sos 23 docomeoios. que se puWie-jfl ler *
Ua elle, e se junctou ao processo ; o pelo-
contrario essa euteireza apparece por entre
esses mestuos documenius tio brilbaDlae.
como o sol, qoa >ahe de intre as noveno,
que procuram o(Tusiar-lhe o brWbo.
Tomo esse compromisso para cora o pfl-
b'ico sem ser levado tem por pediu, e
nem por ibieresseg de especie algum.
Um tributo pago a amisade, cma qtieta
honra o Dr. Bacellar, ora ervico vojoftlt-
rio feito de coraco a um eollega na ccar
siao, em que os inimigot procuram paf-
del-o na opiniao publica, e, finalmente, M
exforp nobre de advogado em quoslo de
honra de seu constituidle, por cuja orto *a
interessa, s) aj razo;s uaictu do mea pro-
ced ment.
A occaslli de cumprir esse dever
acabo de couiraliir, ser logu qoe for
gado o p ucesso pelo jmz fonnaJor dai
pa.ante? disto qualquer oiscussi inoofta'e-
niente, jle ser iradnzida por falta de r-
peito ao juiz, que est a proferir; o juljo-
menio do processo.
E como nSo posso, por isto, fazel-a j,
escre'0 essas poucatt linbas, como resposla
ao artigo, em que se publicou, que exi-lam
28 documentos para se provar ao prewi-
cafdes daquelle honesto juiz no rerrido-
processo de columii as, que est piouipto
,-ara ser jolgado.
Garanto desde ji ars inimigos de Dr*
Bacellar o ma or respeito arduas pejsaae
^tssa discussao; na qual o dlreito, o racio-
cinio, e os factos, serlo as nicas a/0**,
que empreRarei, offurecf ndo-li ea, aaaim,
urna garanta nessa lucia futura, e om ter-
reno franco e seguro, para poderem sem 9
menor receio chegar ao son (m.
Recite I de agosto de 1871.
Arriero Manoel de Medeiros Ftirtuib.
ATTCJlO
Transcrevi-ndo a consulta qne di a qnartntt e
quatro aeiibores advogados deta cidade leuWo per
tina tornar bem patente o esboJlio que i8n da
Sr. lio A!tima710 Botetho, qne alia* tai eoBOO-
guindo indo q-janto quer 11 Algum dia oa rae-
enacera meu Jireito.
Proposta
Masearvnha Ui a uiargem do rio CapittaH-
bj no Cabor, terffno le marinha, um cae ana
encada e aterro para fazer sea baoheiro, gmanda
ne.-ea obra maii de 800*000 r*. e queimado o la-
nheiro de Moscarenhas em quanlo se procaiaaa
p Iha para o recon-trnir Botolho nene lagar oa-
v mtou um banheiro iinaulo a atoada do eee
ffito por Maeeareiihai aposstedo-se aiaim de obra
feita por esle.
l'.'iiturr.a-.-L- lem Ma-carenha$ o oireilo de per
ioeio Jucial mantor-se na posse da obra ue feo
sem nppoicao de algUem *
O Sr. Masearenna., tendo feito a obras aae tb-
fere, e p->ssainlo-is ha mais de um anaa e uaa
dia, ao poda ser privado de saa powe seaio pae
urna sentenca em cansa ordinaria.
A propria fitenda, tenhora do teirea, eena-
deralo de marioha, o nao poda haver, >eaao pe-
los meios jedisiaes,^ nao por saa propria auto-
r uio.
Assrn o Sr. Ma-carenh*s tem aeco de fcnaa
cootra qnem o eebtilboa de iaa pwse, anaa aa
Ihe 1er esia restituida. .Ord. 3',ail, 40, g *.
L. 4* til. 58 por.
E' o meu parecer.Recite, 18 de johe do teWa.
Joaqaim Jof da Fenceea.
Sohserevo c parecer eapra.Reeie, 48 dejoiaa
de I7I.Eraesio de Aquiao Pooeeea.
Reliro-nifl ao parecer snpra.Recios, 48 de ja-
llo de 1871.Peretri de MeMo.
Suh-cre-vo o parecer sajra do Dr. Poaoaa.
Becie, 18 de jalao de IS71.Diodoro Upiaao Bee-
Iha Ciiarrbd.
I Iteflro-me ao pareeer do Dr. Foncnra.RoeJe,
18 de jomo ae W71.-Pranciee da Caeta aa-
i.-ifo lira neo.
Cetiaordo coai o parecer do Dr. Foaceeav tae-
cife, 18 de ju!ho de 1871. Prapcitee iaeettbar d
Saipaio.
Concordo com o j-irkR-o pireeor dk) eiilniae
Sr. Or. Foncffa. ttecile, 18 de jnlho de 1811.
Dr. Tavares ftelhrt.
Cooeord-i e*m 9 parecer do Dr. Fooeeca.Ue-
cifn, 18 de Juiho de I87t.-Harqaea da .Suva.
Concordo eom o pareen do 8r. Br Foaoeea.
Ilec.-fe i) de juiho de 1871.BaHMaa Aahako.
Subscreva o (un lico parecer reirc-Itacife, >
de joWio de 1871Jaeome Prei.
Su-bcre^oo pr.rcr. llec+T, H ju 1*00 da
1871.Guarni Loba
Concordo eom o parear 4o Sr. Dr. F*aaaea>
Itecifi, iO de jnlho de 1871.Joo Teiaeif
Snb-crevu o parecer ruro por jnlga-lo iorilieo,
-MesickiO de jnlho di t871.-orge Dora Uo
R-beiro Pessoa.
Subscrevo o parecer dn Sr. Dr. 'oo cife, M dejullio Je 1871. Dr. Joo TMft te
Silva.
Nos temoB do parecer cima.Itacite, 50 4a
juiho de 1871.Franklin Tavora. .
Sub Hca.-Hecii'e, O de juiho de 1874- Peda At-
fonio.
Subscrevo o parecer do lilustce advogaij
Fooceca por iuridico e deaccordo cao citada.-Heci fe M da Julha de t8JJ.-J
de Aioaq tereae.
GoeoerJ.) e subscrevo o do uto _
Dr. Funceca.Recife, il de jalhol5\i
riao do Aleida Pnuo.
SotMnr.'ve.o pareeer. 4o Dr. Fpc-
21deo:tiodet87,l.-JoaoBati'
Sutecw0tfMrecef.de f
21 de jolhode 1874-j>. A.,
Cortear Jo qm e parauor 1
por ^whaua./orca, e
Urna o Sr Jtacareobas,
ettbecreap
I87i.-Maa|
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Afseed'AI-
CMUftOfO.
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Subscreva ao 31 do jalbo de !l%V-Miipes Iftitetro.
Concordo. Sv 21 de/Jalao de 7L-
Aguiar.
SuUfr*Y4Mi IldM Mi anas partes o jurdico
parecer da dtatjMie eollega Dr. Fonceca.Hecife,
14 d 1871.A. II. de Torres &indeira.
fBz a margen d rio Capibaribc do Ca-
bee wmiio de murinha, un caes com escada
aUf) naradeter ac banbeiro, gastando nessa
oera maia.de 80j 000 e qneimando o baoheiro de
Pedro eraqiianto te procurava palba para o re-
censiruir, Pa.ialo ikisse lugar levantan lira banheiro
tomando a estada do caes fuito por Pedio apos-
eei*i<-% **slm da i-bra feita por este.
Perguusa-eetem Pedro o direito de por meio
jodieial ruanter-se na posse da obra que fez sera
?petcll de lgaem ?
fOdje.tendo sera opposieao alguna feto o cae?,
Upas e bauJieirc u que se refere a proposta su-
Vt ft teiidu estado igualmente aero cootestacSo na
pNleronM nio poda ser dos roesmos estiulhado
artiHrarMfieoi por ningoeess non a questo se
modifica pelo tacto de nao ter elle o dominio do
feepecjfrjjierreno por >er eeae 4 marraba. Pelo
asara deltas o e?bulhou, aeeie de torca para ser
restituido Aquella -ua pita** eeaw liquido em
4jffcK Md. iHt 3 Ijt. ll-til. 78 3; liv. 4
til. ot'p.; salvo melbor joiio.
Reeife U de julho de 1871; Dr. Svera de
Seo*
Concordo o parecer supra.Reeife 25 de jolho
de 1871.-Alfonso fie Albuqoerque.
Coiearo a .obserevo o parecer supra.Re-
eife, Jh da iuttodtt 1871.Francisco Augusto da
Fooffca o Silva.
Sabscrevo e assigno o parecer retra.Reeife,
lldeiilho de 1871.O advogado, Justino de
SottaV
CoiVordo com o parecer supra.Reeife, 21 de
julbo de 1871. Alvaro Caminha Tavares da
Silva.
SSb crTon assiguo o parecer do Ilustrado Sr.
ooirwiheifn Srtveir de ScuzaReeife 24 de julbo
de 1871.EiMen Martras.
Concordo cora o parecer supra.Rocife, 24 de
julho ? > "1871. Jov Sergio de Cerqueira.
Sub-crevoe signo o parecer, relru.Reeife 25
de julbo de 1871.Leonardo do Alui9i la.
Crac rilo cun o parecer supra.Reeife 2| de
julho de 1871. Francisco de Assis P. Rocha Ju-
ubci-.ifo iuteiranv'iiie a eninlo e parecer dj
Sr. Dr. Silveira de Souza,lleeie 2"> de julho de
4871. O advogad Jos dos Aoj >s Vioira de
^SncorUo. Reeife, 23 de julbo de 1871.Jos
Aastregflfo Rodrguez Liina.
Suoscrevi. Reeife, 3 de agosto le. 1971.
Francisco Lucas de Souza Ranel

.?a-

v
I .
A Sybilla do Cabo.
Certij.ii cin um pa&seo
Dj taia Din pire i comproa;
No aa^iague cor e retallia
O diafieiro '... isto nao.nao pagou.
O &*a compra meiade,
O berenger a quaria parle.
O povj o reilo l paga,
Isto sim. furto da ba arte.
1>; mimo o peixe.s pra^a
Vi; gritando as quitaedeira-:
Ova?, galos o galinhas
Por venda frutas, naugaeinv.
Do Xico Frade um gallo
O juiz gitella o leva ;
Por ser liberal de mai-
Ao horaem guerra d'Eva.
V.m dia do grande fta.
D'um grande santo de espala
Fnlar boas, grandes cavalias
ilMMM hotel da levada.
s. Pobre pugn atrapaluado,
\ Em rectua d umnao ;
Jlais tarde : (vinganea eterna)
' O hotel cerca:eis o carao.
i
A cadeia wrn a eie
Na pocea das roanias bordadas
Tud-\ tu lo... niSgiiena escapa
Al n.esaio as bellas fadas.
1871.
Foraskiro.
A' D. 4o5o Tenorio.
i queros provar do bolo
Va rtgh de agum.. villa
V6 Pi xoco, ou um D^os Apollo
No foro nnin.r, cutella
Elle tem cara de Heroys,
Tu mettre s um i'nprajo
Tens bigode como guio
i Abaixo os bit
i
D.to i.iiu, em voz sotiora
Como um aviso terr;sire,
Vm Te&orio sem demora,
K gritando : i ob l I oh m-slrc
o Quero j, j qpe me podes;
Que di.-io me/vir ganbj.
A cima as caras 'etlano,
Abiixo os biWodeji.
1871. i
Forasletro.
lo corrrr da pena.
Foi looga a excofVao ; eis-me de novo, nao f j
rnorlo era prijinneiro. D. J. Tenerio sempre o
mesmp, jQntp.'o Figurino de cera, acompauhado
pelos Srs^Pai-xoco, mestre pedreiro, regio Vic-
.torio, completando a sucia um tal Cysne : palavra
tremenda) nes degraos da escada. lrra mestre
pedreiro J...
P^sc/oorio rnuitas coasiohas ba vejam l:
'MUi monumentos sobre o* e-cravos complica-
r formaQao da culpa, depois de 7 rtezes do
o de delicio e quelsa ; o depositario sera
, o caizeiro da casa do comrcercio ; a palma-
toria e o buranbem, o sal e a cera e outras cou-
ai; que darei toga ;oota estoa fatigado.
Desta vez nao ser s bolos, ser tambera bara-
tillera. Quo diz Re;io Victoria ?ll Ah aqaelle
pausinho feiceiro.
Graade revalucSo no globo, tem feilo estes per-
aooageos; grina, uivam e bramara contra os ho-
rneas sensatos desta pobre villa.
Og redactores do Liberal fazera queslao poltica
P^r estes personageiu em artigos de fundo (que
aj(o n/oprios da ribefra) depreciara o carcter de
ajttt proprios correligionarios, desenterrara os
.(Hurtos, qae nem ao meaos Ibe merecem o respei-
to devido, e atiram fe contra os sene contrarios,
com mais gana que o salteador na estrada contra
O Fora'teiro nao recaa, aeeita a qaestao cerno a
queira coUocar, e o i psusem os redactores do
Liktral, qoe recasaroi como o 'paciente da ponte
4a Hetife; (jlha bera, qae sou um dos solidarios
{Muelle tempe), nao recoarei como o amigo
atr*ifado, nao; sempre rae achara prompto, de
a*rragae em punbo, como, sempre ma aeafti
ttnBple a re-pe ti l, em lempo, que nio vai
tonga ; e qae hoje lamo olvida sem um motivo le-
gitimo, alo ser o de prestar-se a vil instrumen-
ta)-
nao o cao de nnhuoa. partido; o
Seguros eontra-fege
COMPAMHIA ,rih
NORTHERN.
Capital........20,000:000*000
Fundo de reserva .... 8,000:0004000
Agentes,
! Mills Latkan C.
THE ALLIANCE BWTISH & FORBIGN.
Life ani Fire Assurance Corapany eaiabelecida
em 1824. Capital 5,000,01(0
Os agentes desta corapaohia tomara seguros
contra fugo sobre predios, geseros o fazeoda* e
pagara aqai prejnizos devidimeole provados.
Rabe Schmettaa St C
Corpo Santo n. 15.
IMPERIAL
Companhia de seguros contra
fogo.
AGENTES
S. P. JOHiSTON dr C;
lina da Nenzala-aova n. 49.
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool & Loa Ion & Glob
Insurance Company.
Agentes :|
Saunders Brotber dr C.
IIGorpa Santo11.
fHACA DO RBCrPB 4 DE AGOSTO.
DE 1871.
AS 3 1/2 HORAS DI TARDS.
Qitacs ofllciaes.
Algodio I s^rte633 r>. por kilo (honte*i).
'jambfo so! Cambio sobre o Rio de Janeiro8 Jjv. ao par.
r. G. Stepple.
Kresideoie.
P. J. Pinto,
Secretario.
ALFANDEGA
Renlimento da da i a 3 .
dem do dia 4.....
14t:-!i69i987
43:86l)86
185:430*833
Movlaaento da afaadega.
Volumcs en! radas
Volamos sabidos
coai fazendas
cora generus-
com fazendas
com gneros
334
45
289
163
298
-----461
Descarrecam h. je 5 de agolo. _
Barca inglezaSilore S/nanvanos gneros.
Barca ingleza -Magnoliaidera.
Patacho austracoOtea S.(arinha de t.ig).
Despachos de exportaco no dia 3 de
agosto.
Para os porios do exterior.
No brigue inglez Cantooi, para Liverpool,
carregaram : Olivara Filbos & C. 200 saccas com
14,734 ktos do assucar branco, Antonio J>s
Dantas 499 coaros sc.c:os salgados com 15,988
kilos.
No patacho hollandez Wlem, para Barcello-
oa, oarregou : P. 11. Maury 50 saccas com 3,747
kilos de algodo.
Na escuna norle-allemao Catherine, para
o Caaal, carregaram : S Leitao Irmus 40 cou-
ros secaos salgados com 5,040 k< los.
Para os portos do interior.
No vapar nacional lpojuca, para o Cear,
carregaram : Cunha k Mana 1 barril de 5o com
9 j litros de espirito de vinho e 1 sacco com 50
kilos de assucar reaado ; Autonio Florencio Gon-
calves Braga 15 barns eom 1.460 litros aguarden
te ; Manoel Alves de Sena 58 harricas com 3,606
kilos de assucar branco ; Tasso Iraiaos & C. 5
barris com 480 litros de mel.
No hiate Flor d>> Rio Grande, para o Araca-
iv. eacHgaram : Silva & Alves 4 banicas com
469 kilos de assucar branco.
Na barcaca Feliz Amorosa, para Giro-illa e
Barra Grande, carregnu : Antonio Jo3 Lopes Tei-
xeira 1 barrica com 24 liiros de cerveja.
REGEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNVUli'JCO.
Rendimento do dia i a 3 3:470J6I4
dem do dia 4...... 485736
5:956*370
GONSUL\DO PROVINCIAL.
Rendimento da dia 1 a 3
dem di dia i .
7:825*031
3 581*786
ll:4(6*817
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados to dia 4.
Buenos-Ayres-34 dias, brigue nacional Pirangt,
de 234 toneladas, capio Jos Joaquim Pereira
equipagem 10, em [astro; a Francisco Ribeiro
Pinto Guimaro>.
Monievideo24 dias, patacho nacional Valcnte, do
263 toneladas capillo Jos MariaFerreira, equi-
pagem 10, era lastro ; a Francisco Joao de Bar-
ros Jnior.
S. Matheus5 dias, hiate nacional Sergio, de 71
toneladas, capilo Manoel Pedro da Casta, eqai-
pagera 7; carga 2700 alqueires de farinha de
mandioca ; Costa M..reir &.
Navio sahido no mesmo dia._
BarcelonaBrigue hetpanhol R>sa, capilo Maria-
no II., carga algodio.
EDITAES,
para
ai*
telMaJibicoorgao de niela duzia da boraens; cuja
pita a da com mana franceza; o qae pa-
Gao 4 de agosto le 1871.
O Forasteiro
M:>.-BEU.B:A HtttPETUi.Hay alguna
mim+4** ***fl3 Pfp**or e' hrill coljf, y atiun-
i so* Wanza; T La pregunta es iont.l. Todo
hmm sfete eslepooto. Puesi#J
El pelo nace de una palpa secre-
i pequea. que estn debajo del
superior. Cuando eaus casaa sos
THdat eabeilo dO tieaea bs-
ala/ 4 las sejracionas Ua ha-
0 Dr. Sebasliao do Reg Barros de Lacerda, juz
de direilo especial do comraercio n'esti cidad
do Reeife de Pernambuco por S. M. I., qae
Deas guarde, etc.
Faco saber pelo preseute qae no da tres d
agosto do correle anno se ha de arrematar por
venda a quena mais der em praca publica desie
juizo, depois da audiencia respectiva, o sobrado de
2 andares, soia, sobro solo dentro, silo a ra do
Livramenlo n. 6, sendo em cada andar e sota
sala adiante ealraz, 6 quartos cosinha fra, pe-
queo quintal murado, encanamenlo para gaz,
agua e despejo, avallado por 69:0004, o qual vai
a prag por execuc.o de Jos Fernandos Gomes
contra Joo Evangelista de S, e na falta de lan-
zadores que cuDra o preco da avaliaejio ser a
arromataco feita pelo preco da adjaJicacao com o
abatimenio da lei.
E para coisiar man lei passar o presente qae
ser afiliado no lagar do costante e publicado pela
imprensa.
Dado e passado nesta eidade do Reeife de Per-
nambuco, aos 11 das do mez de julho de
1871.
Eu, Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,
escrivao o snbserevi.
Sebastto do Reg Barro$ de Lacer!,
II caijvvi, ca
valor ira
1 Uiii camisas de Oanella branca, va-
I J duzia 184
i Juila cuija* de flaoetla branca, peso
4*Wfc valor I2J750
21 carawas de casiaata de la, peao H
kno, vafor 13*750 1?.UW*
1 Ii2dBzia camisas de algodSa azal ris-
padicho valor da duzia 1M 41*000
11 caifas d%ca*iaaia ckli azul, peao 4
kUes 13475 W^'W0
24 caljas de casineta do lia e algolao,
Po 19 kilos 13*750 20*,250
II dita* do brlm de algolaa, piso i kilos
41000
30 camisas de-flinetl>,. valor da dnaia
48*000
53 cJiWces da eouro spples, Vajo/ de
_ *vi*ll? rs-. ..'____w,
Segn
diennia do
do lass^
tao
Iim*W de oleado da iOgod< alnplas
"*S5atU750
**j&t-
algodio simples,
de' algodio simples
1*000
53*B0
10*660
18*0)0
28*000
ez, Onda a tu-
sor arremata-
Wa, fragae-
^S no
...l!Hato e por-
t-mii aalauaau' ca*a da. vireilda.
oaaiiwodoi, iar,'a4Mvt/tta, naaieU,
o avahada pU quaitUa,d 16;(KJ0,
do lsrjpt.) mu pjjar do porteiro o
,(N|MrrM,flWra
MI
Corroa gerat
^lacSo das carias regisJxada4,*procBtlBnte
(b sol e iurl8 duJUpperio, exislputes a
repariicarj ip crrffi) fo\ cia4a.
' LAJ[?i,,,?lp'?Jr*iNSa.t* (a).Attsgufaq Ma
*750
9 cbaMa%|py>leado
vaV-dfenml* a9SSH
Alrandaga.de Pernambuco 4 de agosto de 1171
________ ggilio Xavier Sobreira de MellQj
O D-. FraueMa de CanNb-a i.ju^ de orobie*. a.aujentes nesta eidade do Reeife de
Pernamboco a sea termo, por S. M. I. e C-,
qaea Deas guarde ele. .
Fa$o aabar aquem o presente ediial viren) a
delle iiver coahecimento que a requerimentq da
hacharl 2efrtno de Abneid Pinto, invenunm-
le dee dmm qae llcaram por faheci uealo de sea
irmo Jeaquim de AlmeiJa Pinto, vai a araca por
vala, a pane Jo sobrado de um aadar na largo
de S. P,#ro Apostlo, na eidade de. Oiin la, a va.
liado pe* 803*000 rs. cujo escripia com toda as
dimensoes e com modos do sobrado se acha na
ra) do porteiro do juizo Francisca Manoel de Al-
.neida.
E para constar mandei passar o presente qae
ser adulo oog lugares do cvstpme e publicado
pela irapreosa.
Dido e pascado nesta eidade do Recifa de Per-
nambuco aos 31 dias da eec de jnlh de 1971.
Francisco de Carvalho Siares Brandip.
B*ta.pra$a' de ve ter lugar no dia quarla-f 'ira, 10
lo.cei rejd mez ; depois da aadieucia do Sr. Dr.
juiz de nrolifi >?.
ECLARACOES.
Inspee^So do arsenal de
luuiriuha.
O Ilim. Sr. inspector manda'fazer publico rue
era virtado de orlerp mpernr acha-f v^nda
em bast puMcj pi port d> al:nu.\anfid > desta
r^pariicio ojs das 8, 10 e 12 e agosto prximo
vinlouro, as 11 heras da manfila, Sra cter, proi-
pnedade nacional, em mo estido, forrado de co-
bre da quiba a liolia urna abua xapiada dg ferro e dan ancoras de
erro, tenlo cada urna 60 bragas, ,tulo avaliado
en 3:000* ; sendo que e*se navio so!s segninls : 52 p* de camprimenta na linha
dMgua, Wj pe e 10 pollegada* de bocea e 6 ps de
pontal, assira como demanda 5 p* e 3 pollegadas
d'agua a r e 4 a proa.
Inspec^ao do arsenal de marinha de Pernambu-
;o 31 do julho de 1871.
O secretario,
Alexandre Rodrigues rins Anjo<.
Por e-ia repartiao se faz puonej iim Mi
virludo de rfl'lisiqao do engenbeiro encarregado
do a-sentameDto do< trilhos di companhia das
Bonls-nesta cidae, fl-a expr-smente prohibido,
por e-paca da 12 das, a contar di present data,
o transito de todo e qaalquer vehicu'.o pjla ponte
que liga ra d) Baria da Victoria i da lmpe-
ratriz.
Secretaria de polica de Pernambuco 4 de agos
lo de 187'..
O secreb.no,
Eduardo de Barros Falrio iIp Lacerda.
SANTA CAS A DA MISERICORDIA D
RECIFE.
A filma, junta adninistra.iva da saja ansa do
misericordia do Reeife tend de reconstruir o pre-
dio que p J3sue o patrimonio dos eslabieeimentos
de cirk'ade ra da Maeda, com doua andares e
solo, traosformando-o em oatro de m s amdar
que cantenha dous armazn?, nm no pavintanto
terrea e ouiro no sobrado, ob predios ns. 2 e 13
da ra do linrgo, precisa contratar essas obras
Mil quem pr-r meno* ptr^o ee quiaer encarregar _
Je effectua las, padendo serem aproveilados o?
mslcriaes queforom tirados dos antigos precios
a ialgados em bora estado.
Os pretendentes dever aprescnlar as sna* pro-
postas era cartas fecbad', cora declaraijo do mi-
nimo porque fazem cada urna das indicadas obras.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
eife 21 de julho da 1871.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
No da 7 do andante mez, depois da audien-
cia do Dr. j'iiz de orphos vai a pracade venda a
casa terrea da ra do padre Floriano n. 73, da
herenca de Carlota Maeiel de Oliveira Salgado.
Avisase a quem interes-ar que esiao em
poder do abixo asignado para sjaizar as comas
dos impostos segrales :
5 0|0 sobre corporacao de mo-rnorta.
Dito sobre capim.
100* sobre casa de transaccSo de escravos,
Dito sobre agentes de leilao.
Dito sobre corrector commercial.
Dito sobre casas que ven Jera roupa e sollins es-
trangeiros.
50* sobre casas de modas.
400* sobre companhias anonyraas.
200* sobre casa de penhor.
Reeife 28 de julho de 1871.
O solicitador da fazenda provincial,
Jos Firmino Correia de Araujo.
Corpo de polieia.
De ordeno do lllra. Sr. tenente-coronel caminan-
date faQo publico qae o conseibo de administra-
cao deste corpo contrata o fomecimeito de 809
fardaraentos de panno azul (bonet blusa e caiga)
e 800 pares de sapatow. As II horas do dia 5
do correte na sala da secretaria do coramando
recebe propostas para dito fornecimenio preceden-
do as formalidades preceptivas do regalamento.
Quartel do corpo de polica, em 2 de Agosto de
1871.
O secretaste,
Jos Geraldo de Lima.
Inspectjtao do arsenal de ma-
rinha.
Faz-se publico que a commissio de peritos exv
minando, na forma determinada no regnlamento
x-hno Neftteifj P*oitj,^Utoo f?BeHeo de Sil*
gues
mm, Vaafiw 4.G^i*.Rabeho.
)loaio da Uaiftaia, Santiago. Fcanoiseo
iveira Gtrpa. Fraoci-co A^ve Vieira
mengilAj Flrinino de LatD)!.. Ifer-
da ilva, ff^rcalana Cana.tli do
JiCinAU- mi'ia o Furillcacao
Vitira,Coauei;, JiMUuira Gusles
-'eroaales. FireL, fts Joa mira
*-laMn Linu. U.& ler rKmpaBe da-Almalda.
Ioepha|frafc|hiia Pinto, Joa-.h-.ilio da Cunha
AlcanfJ.(!i, J..|p Mu o)7#ar*i tnior, JooT-1
ceD(eJnN"> '<*% Li (ivalfc..i de Albaqier-
q.?u' fV888 IWHPPv'dV. lria Cesara de
Albuifuriae rJavaiahrV, Presleme da Soeieade
lovsntuda. Riymundo eodato Daodeira. Tri-iai
iiafltMUM da Cosla (3), TeopliUe Antonio da Mal-
tos, lyiqnMz Espiones (i). Tohn Brrele da Me-
ttsaei, Aatonio Cerhiue, Feee Bu neo.
AdiBjgjiiraicao dJ correio e Peruimba:o i de
agoeto dA 1871.
O enoanegado do registro,
Aarp Comes aa Siiva Ramos.
fuoco
A!wMA
'aoTe.
6 do corrente
Grde festival
Do ingo
(.'JO PROF^SUES)
Dirigido polos rtisiinclos inae.-trus Julio Ppppe
e Cils que cada um ragera a? produe^oag de
seu repirtorn.
PROGRAUM.V
1. Ooveriura Vn DiaVoie A,uber.
2 Pilkados gatos- Arbiu.
3." Marcni NaplileGounaJ.
l.9 Grande ruvertura de Gailhaurae T;i! (a pe-
dido) Rosjini.
2." Fogo ao -ul e furao ao aors qaadrilha F.
L. Cola.
3 Galope de concertA.-cher.
i, Tiate a G.-kra (polk. china) -J. Poppe.
2. A ajo da uieia nouJe G. Val-a -F. L. Cola*.
3." Graale ouver.ura burlesca iicocandissi-
ma. e engrajdissima corapisl pelo giaipatliioo
maestro. F.-Libaaio Cls.
_ A orebestra corapla de 3.0 pr.ifosiora3 ser de-
rgida pelo tjrapaiiiico ipaesjfu J. Pjppe.
Acabar sempre av 8 horas.
PRKCQS
Camaroes para 5 p'essoas 10rOO&
Dil03ptra 6 ditas ^OtO
Entrada p-rs cadaira 2*000
Principiara s 4 \\i horas.
Alta novidade!
Av pedtdo geral o proprietano desle theatro re-
s*l viu Aar n >t um
)
DE
HASCAMS
Saldado 5 <$e agesto e 1871
O thealro achar-se-ha como sempre ornado e
Iluminado cora tojo go&to a primor; a msica di-
rigida pelo hbil pr-jfessor Gaimares Peixoto,
exibir novas o iinlas pej-is de msica, proprias
deste diveriimenlo.
As familias qae quizarem comparecer no baile
teem entrada gratis nos camarotes pagando ni-
camente a entrada o cheo ou pes panhar.
Cavalheiros 2*000
Senhoras ralii.
Coaiecar s horas do costume.
O regalamento do theairo ser restriclaraente
observado
aon^xo ao
determinada
decrole n. 1324 de
S de fevereiro
>l pelo. Da toda BL
O inspector da alfaodega ra pabjico qu< na
dia 8 do correte, depois do meio dia; porta da
mesma reparticaj, sero levados em basta publica
livre de direitos aos arrematantes, os objectos
abaixo declarados, os quaes firam apprebendidos
a bordo lo brigue Inglez Wiid War, por occasiao
da busca, a saber :*
5 chapaos de lia Oaos para hornera,
valor de um 2*
la paootea papel de peso para aacrever
6 kiloi valor do 1* 533
11 ditos envelones para cartas, paaoi Irt
1*666
0 facas para cozinlii, peso l kilo 12209
3 dnziaa garfos Je praia ingleza simples
2 kijos 4* ,
asmalar saavemeal&lfi baioas de coaro pira facii, valor de
- om200 rs.
11 cachimbos de raalevra, ana, vahr de
om I*
6 cbarateiras Ja cauro, posaa'.o 1 kil>
10*000
3*198
7*497
1*200
8*000
13*20
11*000
de 1854, o casco, machina, caldeira, apparelho,
mastreacao, veame, amarras e ancoras do va-
por Mandah da eompanbia Pernambiicana de
oavegacac cosleira, achia todos esses objeetot em
estado de poder o vaoor navezar.
Iospecgao do arsenal de marioha de Peruaabu-
co 3 de agosto de 1871.
Francisco Romano Stepple. da Silva,
__________________iQSpectnr.
AdiniQisiraco d 5 de agoto de 1871.
Malapelo vapor Ipojuca da companhia Pf-
namoucana.
A correspondencia que tem de ser expedida hoje
(5) pelo vapor cima mencionado para o partos
do nortate a Granja, ser recebida pela maneira
seguate :
Matos de jornaei, impressoa da qaaleuer nata-
reza, e carias a registrar, at Choras da tarde,
carias ordinarias at 3 horas, e estas at 3 1|2
pagando porta doplo.
O administrador,
___________Aff'BW do Raao'Bsraosi
AdMlalstraeie os erreU de
PeraaaNira de aft ato
1811.
Mala ptio vapor Moni-mi 4u fluapunata Ptrniam^
A correspondencia que tem da aar expedida hoje
(5)' pato vapor cima mencionado para os partos I
do sol at Arawje' aera aeeebida ptla maietra
setuinte :
Macos de jonaee, InjpiMea a^aatajoet ren, e artes a registrar, aii f> sVomb t tgrde
cartea ordiaarias at aa 3 horaa, a estaa atf Ifl
pagjiBdji porte J
11I6MI
Affo^BffEfw.
iiiim.i i
DOMINGO 6 DO CORRENTE
Lindo e variado espectculo
Draimlico lyrico e coreograpfaico.
No q-ia' tomarao parte as meninas Julia Riosa,
Carolina Riosa, Olympia Monlani Di-Giovanni, sen-
do a maior de 11 annos do idade e o nenino Lniz
Mantani Di-Giovanni de 7 anno?, com o concurso
das populares artistas D. Jesarna, Peregrino, Di-
Giovanni, do barritono hespanhol D. Rio-a e da
primeira bailarina Mlle. Fuoco.
PROGRAMMA
Grande symphinia pela orchestra.
As meninas Julia, Caroliea e o menino Luiz
re presente rao pela primeira vez a espirituosa e
muito applaudtda comedia em um acto, ornada
de msica e dansa. intitulada :
PAULO E VIRGINU
A menina Carolina a presenta se era irajos de
Pescador Napolitano, a menina Julia uniformizada
de zuavo e o menino Luiz caracterisado de raei-
rlnho.
Seguc-se pelo Sr. Peregrino e Di-Giovanni o inte-
ressanie dialogo fnebre, eomposicao do taleatoso
poeta maraoneese Joaquim Serr, denominado :
0 SALTO DE LElfCADE
Depois a Sra. D. Jesnina e o Sr. Riosa eTipenbatlo, vestidos a carcter, na gracioso
TINGO HESPANHOL
Em seguida a primeira bailarina Mlle. Fuoco
danaar otn reinse >
Passo caracterislico
Fiado a qnal a menina Glvrapia e o maniao
Luiz eaatarao a ngraca lo duelo
A panella do feitipo
A pedido, terminara o espectculo eom a chis-
tosa, popalarissima e entusisticamente applau-
dlda extravagancia barlesca, ornada de masaca a
dnsa, i> do artista JuHo Xavier, intitulada:
UMA NOUTE DE CARNAVAL
xe*au*p*U Sra. D, Jeaoioa eo Sr.'fii-Oio-
vanai.
O* foeoJMM aakam-u cnsaiados ooaveoi*!
mente e jalgamos qae os seas traiaU>os sao
nos de serem aMeriioa, pot um esootnido
qaaataas eooposicS qt
saeta apptoadidaa pe-
Itoe..We. larifla
Vaedeville ea am aeto.
2. PARTE.
I'rtracira riprevaiaijio de
LA CHAMBRB A' DEUX LITS
Folia em 1 acto, ornada de msica e desempe-
nbada par Mr?. Hnrba o Halbleib.
3.' PARTE.
Inlerme'lro musiccal Dlos distinetos professores
Saluttiano e Janseu, que obsequiosamente se pres-
tara, e terminando eom o imprtente
PASSO DA SOMBRA.
damado pela beneficiada.
4,' PARTE.
Imporlanie novidade.
Pela primeira vez a joeosa pantomima:
LES TRIBULAT10NS DE CASSANDRE
Rirrol Mr. Hnrbaio.!
Casseadre Mr. Halbielb.
Leandre A benefleiada.
Colombina Mme Zlia.
Principiar as 8 1/2 horas.
Depois do espectculo baver nm Irem como
de cosame.
XHETRO
ZARZUELA MSP\JB0Li
NO
CAMPO DAS PR1HCEZAS
Graode e variado espectculo
Dividido em tus partes
EM BENEFICIO DE
Abraho e Jansen
DOJINGO 5 DO CORRENTE.
I'rogr amatia.
1" PARTE
! Mr. Uurbain cantar a Pommada, coueone-
la em ponufiez msica J. Poppe.
2. Vanaeojs de opbicleiie, por Jansen cora
aoompanharoch'.o de orchestra.
:i' Pianlasia de flauta pelo profossorSalustiano,
acompanhada ao piaao pelo maestro Poppe.
2' PA.RTE
4.* Phantasia de flauta pelo professor Sa'u^tiano,
acompanhada no piano pela maestro Poppe
2.* Aria cantada pelo distinclo J. Coelho, acom-
panhada pela orcbesira.
3." Variares de saxonf;no pelo professor Anto-
nio Martin-, acompanhadas pela orchestra.
3" PARTE
1,' Grande cavatiua pelo Jansen, acompanhada
ao pi rao por Poppe.
i." Carnaval de Veneza, peio Abrahao, acora-
paohalo ao piano por Pippe.
3. Carnaval de aples, variacoas compostas e
executadas pelo Dr. J.,- Joaquim liabaiana, dis-
tineic violonista e acompanhadas ao violao pelo
hbil Salusiiano.
4. Linio passo caraeteristieo pela, primeira dan
sarina Mlle. Fuoco.
O regente da orche-tra ser o diitiocto profes-
sor Cola-, qai, ganerosamen'.e sa pre.-ta, e een-
junciaine.nte os deraais dislinclos professores que
a compoira.
Em consequencia de o Sr. Mirciaod ter parti-
do para a Europa, nao tem lagar o ducto de ra-
bsca ; ber como as variacoss de trompa pelo Sr.
Luiz Gonzaga, que declaiou nao poder tomar
parte no especiadlo por motivos particulares;
pelo que os beneficiados pedem desculpa ao res
peiuvel publico.
0.. beneficiadlas invocara a proUrQio do llusire
pov'o peruambujar.o.
O resio dos bti'uetes acham-se a venda ne mes
mo Ibealro da; 9 horas do dia em diante.
Principiar as 8 horas.
Domingo 6 do corrente
A companhia zmuclta hepanhola que tera
fanceionado neste eoliieu es'.a prexima a receber
era saa companhia, nm tenor hespanhol.
Ao aiesnio lempo principia seus iraballns in-
terinamente, pondo em seena obras e gracadas e
de repuiacao como as que tem lido a honra de
annunciar, e na qual o artista brasileiro Flaviano
Coelho ocupara a parte de bartono.
Ordena do espeotaculo.
!. Grande syraphonia.
2. A graciosa zarzuella nova nesle Jhealro, em
am acto intitulada :
Li ONMIAU
A qaal e>t a cargo da Sra. D. Maria Neves
Ribein de Caslilho.
Aurelia.. D. Msria Neves de Castiiho.
Olympia.. D. Luiza Lartiliair.
Petro D. Maria Herreros.
Emeterio. D, Itaphael Granados
Alfredo.. D. Flaviano Coelho. "~$?$
3." Grande do de tiples da grande opera as
DOS CORONAS cantado pelas duas irmes
Ribeira?. ti3BHB&3M
4.* A zarzuela oova era 1 acto a qual tem sido
muito applaudida as grandes capilaes da Bur
pa intitula ir
Estafeta de amor
Tomara parte as Sras :
Casilda.. D. Caslilho.
Brigija.. D. Lmza Lartiliair.
Goncalo. D. Maria Girreres.
Candido. D. Raphael Granados.
5. Finalisando com o gro-dijo de D. Joao
Tenorio cantado ?ela Sra. D. Mara de Caslilho
e pelo Sr. Flaviano Coelho.
Principiar as 8 1/2.
Precos do costme.
O director da companhia,
_____________D. Jos Lartiliair.________
AVISOS MARTIMOS.
PORTO-
Para o indicado porto pretende seguir com pon-
ca demora a veleira e bera conhecida barca por
tuguis Social por ter parle de sea carregamento
engajado, e para o resto qae lhe falta, qae recebe
a frote commodo, trala-se com o consignatario
Joaquim Jos Goncalvos Beltro ra do Comraer-
cio n. 8.
COMPAlXVtEX
DAS
Messegeries maritimes.
Ateo dia 10 do correte esper-se da Europa o
vapor francez Sindk, o qual depois da demora do
cosame, seguir para Buenos-Ayres. tocando eos
portos da Babia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Par* (retes e passagens, trala-se na agencia,
roa do Commercio n. 9.
No dia 11 do corrente mea espera-se dos por-
tos do sol o vapor francez Amazoiu, commandanle
Joret, o qaal depois da demora do costume
seguir para Brdeos, tocando era Dakar (Gore)
wetta.
E**a eoaite^ee, (petas e passagens, trata -se aa
gaendta, rea da Commercio n. .
e geraes
Plioelptarl is 8 horas.
N. l-'Daioj do eepaetKulo baver trem tara
Apipueo, ejRet toeara s todas os pontos.
mm\k Fin
Ter^lBtra 8 de agosto
^eVMvWClOM
BAHA
O palhaboie nacional fian'fcaiA", oapitio Custo-
dio Jos Vianj\ tegee para o porto cima com a
maior brevi
tratar com
oaraero a. 37.
je carga a (rete : a
C, ma do Amerim

Pequen hitte
^aregaa8^,Br^Q^
At o di '9 ig erm$A*-
perado.des partos dalloeper
Pmitoi, o qoatdenM ti-tm -
ra do costume seitA baj*
portos do o rae.
Desde j recebeaa.se pasaagwroe eswaM* *
carga onao vaprr poder eoedteir, a u* vera
ser embarcada no dia d-soaetegada. Baeooktoei-
daa e dinheiro afrete at as 2 horaa fla-(arle
do dia da sai sabida.
Nio se recebem como easommeadaa irnic o*-
j >ctosde pequetio valor equeaoexcedam a do j
arrobas de pesd ou 8 palmos eebicoe de BWe>c
Tudo que passar destes limites devora ser embar-
cado como carga.
Pnerme-se aos senhores passageiroa qae toes
passagens so su recebem. na agencia, ra do Com-
mercio n 8.
No vi*,e coosle lo da Gra-ilretanha, na ca-
sa de J. U. Graf & C era Natal (Ro-Granfe do
Norte) recabera-se propo-tas at o dia 5^e agos-
to prximo viodouro para o tr.ansoorle da carga
do brigu-s inglez Alkamar de 2o4 topela.tla9 de
registro, vindo de Peniacob Florenca, sewB ,..
199,043 ps deraadeir de pmbb parvo logar i
sea destino Mcnie Vdro oa Buedos-Aym con-
forme crdens no porto. O mesmo eroprttario
indemnisa a< despejas de salva nenio fiscalis*-
cii" e nutras mais da mesma earga.
Rio-Grande do Norte, 2V da julho de 1871.
Para os portos d'fri-
ca occiienta
Sigae em poueos dias para o porto aeiraa o bri-
eue portaguuz Bemoindo, recebe earga a frete
commodo e passageiros : a traiar com o sea con-
signatario Joaquini Gerardo Bastos a ra de Vi-
gario n. 16, t andar.
'I
J!
Seguir para o indicado porto o hiate Sobralm-
se, capilo Cfsta, ainda recebe alguma carga a
frete : a tratar eom S Leiio irrao; ra da
Madre do Dos n. 1.
Para o recaly salina iraoreterivelmenle no>
dia 9 do corrente mez o h;ate Fiordo Rio Gande,
para o resto da carpa trata se com Gomes, de Ma-
tos Irmio na na d i Vivario n. 26.
Navio a venda.
Vende-sea velkira barca brasileira Flecha, Ao
construego americana, forrada e raa-treadade
novo em perfeito estado e pr.impla navegar. Os
pretendentes podern examina-la no ancoradouro
era freute ao trapiebe Darn do Livramento. O
capilo, bordo, dir os precisos esclarecimentos
e eoodjcoss da venda.
eOMfAfvrllA 1'rJRNAMHCANA
DE
Navegando costeira por vapor,
Mam?ngpape,
O va per Corurip, com-
mandanle Silva, segair
para o porto cima no
dia 12 do corrente as 5
horas da larde. I
Recebo carga, encom-
mendas. passageiros e dinheiro a frete al as i
horas da tarde do dia de sua sabida : escriploro
no Ferie da Mallos ti. 12.
Yaveaejt*
COMPANHIA PERNAMBUCAiNA
cosera por vapor.
Porto de Gailinhas, Rio Fornioso e
Taraandar.
O vapor Parahyba, coraroan-
danto Oliveira, seguir para
os p ros cima no dia 10
do corrente a u.eia noule.
R cebo carga, cncommen-
diuheiro a frete : no escripto-
das, passageiros o
rio da Forte di ttatt s n. 12.
COMPANHLY PEUNA.MlJCANA
DR
Navegando costara por vapor
Gvanna.
O "vapor Parahyba seguir
para o porto cima no dia 6 do
crreme as 9 horas da noute.
Recebe carga, encoramendas,
passageiros e dinheiro a frete n>
escriploro do Porto do Mattos n. 12.
LE1L0ES.
barca italiana Tirlo
a 9 do corrate
O ageute Oaveira, far leilao publico, por au-
(orisaco do consulado da Italia oosta eidade, e
por conta e risco de quem pertencer. da birca
Italiana Tirlo, lotaci de cerca de 428 toneljadas
italianis, da qual consignatario o Exm. bario da
Soledade, e em presenta de.-te, na qoalidade de
cnsul da Italia, da menina barca com toda a sua
mastreacao, ve.ame completo, ancoras e corren-
tes, lancha, bote e ecaler, verga de mastro de ga-
vea e outros sobrecelentes, cascos para agoada, e
os mais perlences lal qual se acba no ancoradou-
ro deste pono, oude ebegra a 13 de junho ulti-
mo, arribado com agoa aherta, e fora abandonada
regularmente pelo seu capilo Gerolano Badano,
e condemnada em proseguimenlo da sua Tviagem
de Genova e de Mirselhi com deslino ao Rio da*
Prata :
SF.GNDA-FEIRA
ai meio-dia era ponti, no lagar da associacio
commercial desla pra^a, podeudo 03 pretndeme
examinar antecipadamenle a barca, no lugar on-
de se acha, como o respectivo inventario em roa
do referido agente.
LEILAO
DE
cerca de 800 barricas com fari-
nha de trigo.
ttegu atla-felra 9 do corrente
As 11 horas em ponto.
No armazem do caes do Apollo n. 47.
O agente Pinto levar leilo por aotorisaeo
dp Sr. consol de Franca, em presenta de seu chan-
celler e por conta e risco de quem pertencer, cer-
ca de 800 barricas com farinha de trigo, desear-
regada do navio francs Bertha, nui mmente che-
gado a e horas do dia cima dilo, no armazem dot Srs.
Tasso Irraao & C. no Caes do Apollo n. 47.
Bom MgOCK)
A pessoa que quizer oemprar a menea* de nmi
harcaca, eom poaco uso, armad* a Mala e de 110
toneladas, ptima de ventos e bem aeredttadi :
no patee do Livrsuiento n. 1% m e era quera
o fu. ^ "
Uraude m
LEILAO
DE
. J0IASDEV1L0R
Julio Isae, estabeleeiopco m casa de eagreatimo
sobre penbores, far leilo no dia 7 de agosto pr-
ximo, por iniervenco do agente M rn, eos ob-
jectos constantes das camellas n. SO 70, 96.124-,
131, 1S7, 180, 199, 901, 214, 130. 37, 132, 141,
1, 160.181, 340, 350. 406. 411.3%. 413.414,
368. 43S, 347, 449, 415 4S9 400. 464.48-1,46* 504,
13. 819,336. 537, 53 541 546. *3S 4, M0> 571
8, 5"0. 594, 606. 609, 613, 611, 0V3, 044, 049,
51. 7>%ft4. 6'8, 713 715 73d^H
7*6, 743. 747, 751, 7S3, 757. 761. T6^^^
728,781.785,796. 801, 809. 817
8, H19, 832, 838 8 '59. 804 t^F
880 IK4, 885. 887, 901, 900 080. |
931 919: 46 949. 9-W, 964, 9t
1M9,'I031,10M, 104 1067, MM.
1181, lili, 1141, 1148, 14S1
A, MI A, 133 A, MI A, 14 A, Wm


Diario da> Peruttttkiirc
Sal
o
figi
an
sr
-'
171 A, 273 A. 278 A. 27 A. A, J85 A, MI
A, 3 A, 304 A. IOS A. 306 A, 309 A. 318 A,
316 A. 326 A, 317 A. 319 A. 330 A, 331 A, 3311
A. 33.5 A. 340 A, 360 A, 365 A, 366 A, 377 A,
381 A. II A. 17 A, 8 A, 8 A, 37 A,-35 A. 100
A, 115 A, 1 B. 3 B B, 9 B, 10 B. 11 B, 11 B,
MB.MB, 16 B, 17 B, 19 B, 10 B, 11 B, 24 B,
IIB, 16 B. 36 B, 07 B, 38 B, 39 B, 51 B, 51 B.
NB.M B, 56 B, 511 B, 59 B, 61 B. 63 B.65 B, 67
71 B.73 B, 74 B. 75 B, 81 B. 88 B, 0 B. 91B, 96
B. WO B. 101 B, 10 B, 106 B, 113 B, 13 B,!'.
B, 113 B, 115 B, 137 B, 118 B, 131 B. 133 B, 134
B, 135 B, 136 B, 137 B, 138 B, 139 B< 140 B, 17
B, 148 149 B, 1! B, 15 B. 153 B, 13'. B, 155
8,166 B, 188, 160 B, 161 B, 166 B, 167 B, 168 B,
1MB, 171 B, 177 B, 178 B, 179" B, 181 B, 188 B,
190 B, 193 B, 19* B, 195 B. 135 B, 136 B, que se
Maura vencidas > mais de 3 oleres sem pagaren)
respectivos jaros.____________________
LILAO
DE
Urna cas terrea e sitio na frguezia de N.
S. da Graca. roa das Ireoalas n. 28.
O agente Martin i far leilo da casa terrea ac
na, edificada em terreno proprio.
Tcr^a-fetra 8 de agosto
Em seo escriptorh roa do Narqaez de Olinda
B. 18, 1* andar, as 11 horas do dia. ____
ATTEWCAO.
Os abaixo assignados leudo cmpralo o espo-
lio do fallecido subdito portoguez Virginio Freir
de Oliveira, estabelecido na praca de Santa Croz
d. consumo dito espolio na sua matar totalida-
de de dividas activas ncsta praca e lora dalla,
vera pelo presente pedir a todos os devedores do
dito espolio qne qnatMo antes venbam ju;tar
saldar as suas contas, afim de evitar incommodo*
e desperas, e prevraern aos mesaos devedores tan-
to do roatto como da praca, para que nao pa-
guera conta aigoma ao ex-caixeiro do dito Vir-
ginio, Antonio Manod Machado Colho (como al-
gnos j o ficeram), sob pena de pagarem segunda
vez, visto qne o dito Colho, depois da morte do
referido Virginio, nao tem autorisacio algnma
para tal tim.
Recife 19 de Jonho do 1871.
Gama A Silva Brito.
IMiO
DE
100 barris com cal de Lisboa
Terca-fsira 8 do corrente.
O agente Pesian far leilo por conta e risce
-do qaem pertencer do 100 barris com cal de Lis-
ios, terca feira 8 lo corrente s 11 horas da ma-
abaa em am ou mais lotes ; no trapiche do Cunba
ao Porte do Matto?.
Um sobrado
da
14
ra
DE
de 4 andares n.
do Torres.
O agente Mratin* far leilo, requerimento de
D. Adelaide Gil de Matios Lemos, inventarame dos
beos que caram por morte do commendador Joo
Pinto de Lmos e por dispaeho do Illm. Sr. Dr.
jofi de erphlos. do sobrado de 4 andares da ra
dos Torres n. 14, edicado~em terreno proprio, e
perteneente ao casal do dito commendador.
Terqa feira 8 de agosto.
P>0 leilio lera lugar no 1 andar do sobrado n.
15 ama d* Mrquez de Olinda, s 11 horas do
dia.
VISOS DIVERSOS
Gabiuete portuguez de lei-
tnra, .
ASSEMBLA GERA.
De ordsii do lllm. Sr. presidente, de novo con-
vido todos os Srs. socios electivos, para a reu-
nio da assembla geral ordinaria, que deve ter
logar no domingo 6 do vigente pelas 11 horas do
da; vi.-t-sno ter Udo lugar aquella lJ reunio
ao da marcado pelo primeiro annuncio, em con-
sequencia de nao se terem reunido suiDciente nu-
mero de socios.
Secretaria Jo gabinete portuguez de leitura em
Pernambuco, 2 de agosto de 1871.
A. I. Borges Costa,
-________________3 secretario.
O negocio* do estabelecimento conhecido
ob a denominaccr Bazar da Moda, nao teem
relaco alguma coio a ca*a commercial de Anto-
nio^ Pedro de Sjuza Soares. Recife 2 de agosto de
1871.
Jos de Sonza Soares & C
Obsequio
Pede-se ais abaixos declarados tereu a bonda-
de de vir na ra Direita o.- 55 a negocio de seos
jnteresses :
Jos Praaeiieo de Mattos
Tnomaz Dias de Sruto
Manoel da Cunha Figneiredo.
Romo Antonio da Silva Alcntara
Andr Xavier Vianna
Joio Jos da Osla Santos.
Jos Caeano T. de Souza
Antonio Rodrigues .Manas Ferreira
Antonio Martins de Sjuza Campos
Francisco de Salle" G. C'inha
Cae tan o Jo Coelbo
los Irire) da Silva Santos
Miguel Esteves Alves
Joan Francisco Bastos
Jos TVixeira Leite
Jos Ribeiro (uimaraes
Francisco Vaz Pereira
Jos Guncalves Ferreira Rosa
Antonio ^ Dias da Silva
Trsjano Felippe Nery de Barcellos
Bernardo J. Ilud ignes P.nheiro
Antonio Jj< de Oliveira Braga
Agostmho Francisco Gomes
Juao Biptisia da Silva
Jio Francisco Marques
Jos Faqnioet
Anastaci i to da Cota
Domingas Jos Pereira da Costa
Manotl Paiva
. Pergentino do Aqnino Fon vea
Camillo Pinto do Lemos
Ji-r.ildo Corre Lima
Lonrenco Loi; das Naves
Jos Bernardo de Sonza
Vipva .te Manotl Joaqnim Pereira
Recrhese propustas para a compra da boti-
ca do fallecido Joiquim de Almeida Pinto, at o
dia 8 do cor rece mez, ra dos Quarteis n. 10-
primeiro andar, e no carlorio do Sr. e.-cri\aoBri
to, onde os prelon Jeptes encontrarlo o balanco.
Lisboa e Porto.
Saca Joaqnim Rodrigues Tavares de Mello
f>rac..i Jo Corno Sanio n 17, 1* andar.
ua
km
Pansa -o de una ama para todo
o ervleo do ^asa de ponca familia,
piefere-se-preta de meia idade : na
ra da fmperatriz o. iO, loja.
Pwnambuco Street Kailway
& Oumpanhia.
De ordem da directora dest companhia convi-
da -e aos accionista* a realisarem urna eutrada de
viole ior cent o (10 0|0) sobre o valer de snas ac-
hes, at o da 4 do agosto prximo, no escripto-
rio ra do Commeroio n. 8. Pernirabuco 15 de
jnltn de 1871.
H. H. Suift.
____________________Assistant Tresaorier.
Precisa-so de um bsm charnteiro : na ra
de Sanio Amar \ f brics da cigarros n. 5.
Offerece-ss urna nolher preta, forra,
par ama da comprar e cosiohar para casa
e /jrnilia, por OiJOOl por mez ; a tratar
Da ma da Uniao n. 26. andar terreo.
I'i ec- sa-se de urna ama para o ser-
vir; i le urna casa de piuca familia
a tratar na ra da Prais o. 53,1*
AM4
Na praca da Independencia n. 33 se d di-
nheiro sobre penhores de ouro, prata e pedras
preciosas, seja qual for a quantia ; e na roesma
casa se compra e vende objectos de onre o prata;
igualmente se tu toda e qnalquer obra de en-
commenda, todo e qualquer concert teniente a
mesrna arte.______________ .
tJeclaraqo.
Aoniinciand-se por differentes vezes
oeste Diario a venda de porfi de trras,
a tratar no eogeobo Meguaipe de Cima, d-
clara-se, que, se s8o perteDcentes a esta
propriedade nao se podem dispor sem qoe
primeiro se entendam com Oliyeira F.lbos
4 C, a quem eslao hypotbecadas assim como
o referido eng-nho.
Recife 22 de jolho de 1871._________
SEGUROS
MARTIMOS
E
OVTRA FOGOa
A companhia Iodemnisadora, estabelecid
esta praca, toma segaros martimos sobrt
aavios e seus carregamentos e contra foge
em edificios, aurcadorias e mobilias: di
roa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
AOS 5:0004000
Esto i venda os felizes bilhetes da lotera da
tarda, na casa feliz do arco da Conceico, oja d<
inrives no Recife.
Precisa-se de urna ama que
tenba bom leite e sadia : na
ra do Visccnde de Pelotas
(Aragao) n. 37.
AVISO
0 abaixo assgnado declara que sen caixeiro
Luciano Mauverne reliron-se de sna casa no dia
16 do mez prximo passado sem previo aviso e
em ter prestado as devidas cantas, pelo que nao o
considera mais sen caixeiro e nem se responsabi-
lis< por qualquer debito ou traosaccao que elle
por ventura tenba feito em mrae do mesmo abai
xo assignado, o qnal pagava-lbe mensalmente sens
ordenados, sendo qne elle receben- relativamente
ao mez nltimo mais do que bavia vencido. Recife
3 de julbo de 1871.
Luiz Jos Pereira SimSes.
CASAS
Aluga-se o primeiro, segando andares e sobre-
soto da casa n. 6, cita a ra do Livramento : i
tratar na laja do mesmo predio.
Grande hotel central
roa larga do Rosarlo nume-
ro 37.
Neste muito conhecido hotel se encontram ex-
cedentes quanos e salas para alugar, que offere-
cem comrar dos para familias, onde se eocontra
nao o maior asseio e limpeza,como bom servico,
banbos fros e quintes o todas as coromodidades
indbpensaveis vida' todo por mdico proco. 0
lugar central em qne este estobeleeimento est
collocado sofficiente recommendacio para ser
concorrido.
urna ama li
que_ saiba
Precisa-se de
vre on escrava
eozinbar com perfeico: na
fabrica a vapor de cigarros, roa larga do Rosario
numero 21.
s
ADVOGAOOS
Henrique Mamede
*E
Ulysses Vianna.
27Ra do Imperador27
i* andar.
WHHM1
Precisa-se de am criado qoe seja perfeito
copeiro : na ma da Aurora n. 40.
2
Botica popular
ma da Imperatriz o. 77, precisa-se contratar am
fflcia) de pbarmacia.
roa
pri-
Na travessa
das Grozes a, 2,
meiro andar, da-se
nhelro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qnal for a (plan-
ta. Na mesma easa com-
i pram-se os mesaos me-
taes e pedras.
mwamwmmmmmwmmi
Preiisa-se de ama mulher forra en escrava
para acompanbar ama crianca de nm anno e tra-
tar de roapa da mesma : tratar na ma da Ca<
deia do Recife o. 16, ou no Manguinho, casa de-
fronte da barreira.
Rota-seaoIlh)B.Sr.lgnacloV.ra deMeBo, v
riti na tta4e eNazamH lek Brarineia,
fetorde vira ron do Impemer n. 48 eoncinir
aqnee neiocio qe T. & Mattproettoa maB-
sar, Mb teroeira chamada deste Jornal, en BU)
de ezembro prximo mtudo, apofa pnra ja-
aerro, pasMW a fevereh-o e akrH, na4a eamprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
Bm ; poia V. S. m de* lentbrar que t negocio
de mais de to anata, creando o senhor tm
flho te aehava no es nesu eidade
Offerece-se anta ranlher de boa conducta
para fazer companhia urna familia, e tambera
prestar algans servicos : qaem precisar dirija-se
a ma da tenia Croz n. 71
Comedorias
Ra estrelta 4o Rosarlo a. Sft,
Na casa cima fornece-se conedorias para lora
com asseio e proroptidao, chamndose a attenfao
dos senbores acadmicos qne qnizerem Ir cedo
para as suas aulas, visto qne se tari alrooco des
de 7 horas em nonio at s 9, on at a hora pelos
mesmos marcada, e jantar a qualquer hora, mao-
dando-se levar em snas casas.
Retalba-se, a vonlade dos compradores, signos
lotes de terreno, que restara, do sitio Aguazlnhn,
no Porto da madeira, de Beberibe, por procos ra-
soavei. A sitado tonographica de terreno soa
dupla qualidade para plantacio ediHeaeio, como
se poder ver dos sitios nelle edifldot muito o
recommenda, sobretndo por ficar prpximo da es-
tacao da via-ferrea. Os pretendemos podem deri-
gir-se i informar-se do teen te SK Peixoto no
mesmo logar, e para qualquer oegoeio i roa do
frepo n. 12, 1* andar. _________
Vende-se a taberna da ma deaiAeonguinhos
n. 20, mnito prepria para nm principiante, por ter
poucos fundos: tratar na mesma.
Pedro
ropa.
los Gongalves, retira-s* para a Ku-
Deseja se saber a residencia actual Srdo
los Pedro de Mello,e sen irmo Paulino Hezerra de
Mello Andrade Lima, qne foram rendeires do en-
gente Boa Sorte, negocio de son iateresse : na
ma do Mrquez de Olinda, amiga 4a Cadeia nu-
mero 4.
D. Marcelina Rosa Mosquita e seas Albos, o Dr.
Prxedes G. de Sonta Pilanga e Manoel Ignacio de
Torres Bandeira cordialmente agradecem a todos
os que earidosamente prdstaram-se a acompanbar
ao nltimo jazigo oa restos moraos de sen sempre
chorado esposo, pai, cuchado e sogre Joaqnim
Gilseno de Mesqaita e anda urna vez rogam-lhes
o piedeso obsquio de assistlrem a urna missa qne
por sna alma mandam rexar no convento do Car-
ino, no dia 8 do corrente s 8 horas da manhaa.
Jos Antonio Pereira, tem para vender na
soa fabrica da ma do Barao da Victona n 4 (en-
liga roa Nova) famos muito bons das seguales
qualidades, sendo do Maranbao, Para, Garanbuns,
ttaepeody, Daniel, Minas Geraes, e cigarros dos
mesmos fumos, charutos dos mais acreditados fa-
bricantes da Babia, Cardoso, Joaqnim Jos dos
Res, "Simas, Costa de entros fabricantes.
Alnga se o 2* andar e solio do sobrado sito
ma Direita n. 91 : a tratar na lija do mesmo.
Precisa-se de urna ama
n. 21.
no pato) da Ribeira
. Precisase de ura caixeiro de 42 a 14 anuos
de idade, e que d dador de sua conducta : na
padaria d< travessa do Pires n. 9.
Precisa-se de ama ama para rasa de bomein
solteiro : na ra de Pedro Aflonso a. 34-
Precisa-se de ama ama para servico de duas
pes-oas : na ma do Conde da Boa-Vista d. 87.
A II A Na roa esireita do R>arib,4. 28, pre-
JUmLO. cisa se singar ama preU eicfava. ,,
Ama de leite.
Precisa-se de umama gue seta adan late
na ra Duque do Cairas, oair'or.i
bastante leite
das Crazes o.
W. 2 andar.
Vai ter principio hoje a publicr;o do
riodieoAmerica lllustrada.
pe-
mnibus de Jaboato
0 propietario da lioha de mnibus para Jabea-
tao desejando facilitar ao publico, .amantes dos
apreeiaveis banbos desse lugar a faail enndueco,
deiiberor- mandar todos os dias dons mnibus, nm
as 4 e ou'ro as 4 l|2 boras da tarde, p.irtindo da
roa do Imperador e volteado de Jaboato am u
6 l]2 e oatro as 7 horas da manha : e alem di moditicou o preco das viagens de ida e volta 3 para os Afogadcs viagom redonda 1*000.
Da-se a quantia de 25# [censaos polo ala-
gue! de urna eserava para o servico t'nierno e ex-
terno de ama casa de lamilla, ex^entaamlo o de
cozinha : em Fra de Portas, ra do Pilar n. 131,
1 andar._________________
C mpra se nm carrinoo americano com 4
assentos, para ura e dons cavallos, que seja oovo
e elegante ; tratar na roa do Duque do Cxias n.
re, toja
Preisa-se de urna ama livre ou
escrava, que saiba eozinbar com
perfeico : na fabrica a vapor de cigarros, a ra
larga do Rosario o. 21._______________________
Na ma do Pires, sobrado a.
28, precisa-se de ama ama boa
.engoinadeira, e no faga mais
Neste novo armazem tem nm
variado lortimento de fazendas
frtneesaj, inglezas, allemlas e to-
das todas se vendern por presos
mdicos, afim de acreditar a este
aovo armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
insudados, brins de
;re8 e brancos, colei-
rihos modernos, cha-
t)*08 de sol de seda,
inos.
41 RIJA DO BARAO DA VICTORIA 41
irmiVMn tant nm DB aaim rnnn I
ARRUM IRE40S.
RA
ario da V Ir loria
ib liga na
NOVA
N. 41.
Assim como tem orna grande
oficina de alfaiate, montada coa
todos os preparos erne ha de melbor,
dirigida por habis artistas, qne
pela sos promptidio e perfsicio
nada deixam a desojar.
Roapa de todos of
amanos para bornean
meninos.
Por todos Of paqne
tes recebem-se as mo-
ihores e mais moder-
nas casemiras qas ha
na Earopa.
RA
Ht
Bario ila VIHor la
ubfa ma
NOVA
N. 41.
S.
?sto estabelecimento acaba de soffrer orna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e em pontoalidade as encom-
iendas, naJmente em todo afim de melbor servir os seas nomerosos freguezes deixa-se de annnnciar todas as faiendis, para
lio se tornar massante
LIQUiDACAO MONSTRA
f)a maia importante fabrica de chapeos de sol do imperio Ra do Barao da Victoria n. 23
O dono daqnelle estabelecimento resolven vencer os prodoctos da sea fabrica pelos precos segointes:
Chapeos de sol de seda para senhoras a U, U, U, 81. 90. m, W, W, I3A, 44,155, 16*. 170, 18, e 20KMXL
Ditos, ditos, ditos, para hornera a.... 8. i0$. H. 125. 135. 145. 155.165,175. 185, 205, 225 e 24^000.
Ditos ditos de alpaca a.............. 45. 55, U, 75, 85. 95 e 105000.
DitofTditos de merino para homens a.. 65, 75,85. 95, 105, 115 e 125000.
Ditos ditos de brim d'esgoiSo a...... 65. 75000, todos os chapeos cima tem 15 % de descont em dozia.
Ditos ditos de panno a.............. 25, 35, 45. U, 65 e 75000 descont 25 /
Tatnbem te om grande sortimento de fazendas para ci brir armac5es e trabalha-se mais barato e depressa do qne em qpit-
qoer outra parte.
Companhia Allian DE
seguros martimos estabelecids
na Babia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 5,000:000*000.
Toma segnro de mercadonas o dinoeiro a risoc
martimo em navios de vella e vapores para den-
tro e fra do Imperio. Agencii ra do Com-
mercio n 5, escriptoro de Joaqnim Jos Gon
Calves Beltrao.
A
DYVETOT
nica caa neste genero
If-Roa Eslroila do Rosario.4
Compra e rende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
Precisa-se alugar doas pretas escravas, que
jpviam para vender b'os; a tratar, a ra de
Pay Mrquez de Oa'nda n. SO.
m
ADVOGADO
Dr. Joaqlim Correa de Aradjo
67Ra do Imperador67
MADAME A.NTOINETTE, modista franceza, l-
timamente chegada a esta eidade, tem a honra de
levar ao eonhecimento do respeitavel publico, e
com especialidade da? Exmas. senhoras e familias,
le est habilitada para fazer qualquer trabalhc
de costura, como nchovaes para casamento e bap-
lisado, roupa brama d.* senbora, vestidos para
soirs, bailes, ets.| etc. Garante as ultimas modas
por qnantb recebe os melhores jornaes que Ihes
dizem respeilo, aLsim como afianza qne era ne-
o huma ontra parte se ha de encontrar mais esme-
ro, bom gosto a promplido nos irabalhos de sea
genero, pela longa pratia que tem de sua arte por
te-la exercido com vaotagem as cidades de Lyon
e Paris.
LUTO EM 24 HORAS
Precos mdicos.
N. 2Ra D jque de Caiias, 2 andarS. 2
(outrora do Queimado).
r
AMA
Precisa-se de ama ama : na roa
da Cadeia n. 21, toja de miadezas.
lrmandade acadmica
DE
N. S. do Bom Conselho.
Em nome da tiesa administrativa da irmanda-
de acadmica de N.S do Bom Conselho, convido
a todos os irruios para acompannarem a traslada-
rlo da nessa Divina Padroeira do coliegio de S.
Francisco Xavier para o sonvento de S. Francisco
no da 6 do corrente (domingo) as 3 i|2 horas da
tarde.
Secreiaria da I inandade Acadmica de Nossa
Senhora do Bom f onselho 3 de agosto de 1871.
O seretario,
l.! -o :-uo AfTonso de Miran-la Leal.
AMA
algum servico.
Alaga se a casa n. 32 da ra de S. Joo.
contendo 2 islas, t gabinete, i qoartos, cozinha e
copiar fra, cuarto de banbo com agua de beber,
grande quintal com arvoredos e porto com sabida
para a travessa do taz : a tratar na raa estreita
do Rosario n. 17, com L. M. R. Valenca, das 10 as
2 l|2 horag da'arde.
Evatio-se desde marco prximo passado,
essrava Gailhermina qne fol da casa do coronel
Feliciano, altura regular, com urna cicatriz na mao
preveniente de qneimadara de gaz : quem della
der nsticia ser gratificado : na ra dos Coelhos
o. 26, de Jos Carneiro da Cuaha.
SCIEDADE
Recreativa Juventude
De ordem do Illm. Sr. presidente convido os se-
nbores atocia-Ios para doraioeo 6 do corrente, as
3 horas da tarde, comparecerem no recinto dos.-a
sociedade, ; fm de reunidas era assembl: geral
ouvirem a leitura do relatarlo annaal e e! gerem
a nova directora.
Secretaria da sociehde Recreativa Jnventnde 2
de agosto de 1871.
Simplicio Fon;cca
Io secretario.
Prec
Brava i
andar.
i3_ Eu abiizo a
to e contratado a
nandes Vieira o. quera se jalar r<
rija-se ra do
dias a contir efl
AMA,
n. 2, B.
engoma!
Quem tiver contas com o vapor ingles Yipktnlt,
capillo Thomaz Varley, em viagem de Liverpool a
Montevideo, queira ter a bondade de as levar ao
eserptorio dos consignatarios, Wilsons Hett, 14
Praga do Commercio, para serem logo pagos, se
forem legaes e justas. Os consignatarios nao se
responsabilisam por qualquer conta particular do
dito eapitio, nem lio ponco por conta algnma do
vapor, depois da -anida do mesmo, deste porto
em conlinoacao da sna viagem.
Recife, 4 de agosto de 1871.
Na ra do Apollo n. 20, precisa- se faltar
coro os Srs. Joao Jacintho Tavares Fraoeisco Ma-
chado Colho, Joo de Souza, Manoel Correa Ne-
ves e Jos Brasil, natoraes da liba de S. Migoel e
chegados ponco do Cear. _^
Precisa-se na roa da Saudade n. 7.jhb\%s-
crava que saiba com perfeicio Ivar ^nsomror.r,
(advertindo-se que para easa de^MTieas '*'
mi lia. Y
GRANDE
LIQUIDACAO
Roa do Crespo n. 20.
Nansuc liso de cores lindas para vestido s 140,
280 e 360 o covado, chitas escoras Anas -om bar-
ra a 320 o covado, baraiissimo : na loja de Gui-
Ihcrnw Carneiro da Cunha.

**r
S'eos
Okell Bisdloss A C, A
ss se de nina ama forra on es- '
ua saiba cziohar bem para ca-
imilis pequea: quem qnizr
i ija-ss a ra larga do Rosario n. 38,
>signado, declaro qne tendo jus-
aberna sita na ra de Joao Ft>r-
V, com o Sr. Amaral & Filhos;
dor e com direito a mesma, de-
'i.uva- n. 17, no praso de 3
haje 3 de agosto de 1871.
francisco Mamz Panado.
Precisi-se de uxa ama
e comprar; a roa
forra para
do Cabug
Li
Aluga-se o l*
ma de Santa Rita :
numero 1
andar do sobrado n. 23 da
a tratar na ma do Qneimado
eo-
li.
andar
0 roblador picfiao
O probos para r.'boear navios 9 aJvarenps de
dentr i.; fra deste porto, serio, como sempre,
mfleos; fl poder* ser ajnstsdos previamente n^
-saeriprorio dos agentes Wilons Hett, praca do
Commercio n. I.
.V. B. Nao sendo praviamesie ajustados, nio se
asteada a reclamado aluoma depois do sefrico
ij o as ew'.u entregues.
/ao Oairtlsta Paan B.rroio manda rear n na-
Uiz da toa-V:.-ta una missa por alma de sua
molher D.* liara 1?noveva de Gonveia Brrelo
pelas 7 hora do dia 7 do torrente : roga- se aos
sta* tu o] ; > MStios < obwqui-j Je a*4>Brero.
Pechn-sa d urna ama para
urna Jim da
rai
U dass pessoas
pes'o
o '..ervfcode
s ira ter na
ftu Precisa-se oe orna ama para mprar e
sinhar : na ra da Gamboa do Carato n. 16.
*** **********
S -Jicitador *
H O bacharel Francisco da Canha Castel- *
L lo Braneo, solicitador de cansas, tem sen f
7 ""ripterio rna do Imperador n. 43, 1* S
W. andar, sala da frente, onde o encontrarlo *
M para os mistaras de sua proflssio, das 9 ^SM
5 boras da manhaa as 3 da tarde. 2
Aluga--e a easa n. 5 a rna do eaes de Deten-
cao com duas salas, dona quartos, quintal, preco
de 15*000 por mez ; a tratai jora L. M. H. Va-
tenga a rna do Rosario Estreita" n. 17, primeiro
andar das 10 horas as 2 1/2 da Urde.:_________
Cozinheiro ou cozinheira
Precisa-se, e prefere-se eseravo a escrava : a
raa do Mrquez de Olinda n. W, andar.
Agradecimento.
Tendo o abaixo asignado Ido a eidade de Ma-
mangnape, provincia da Parahyba o Norte, onde
esteve 39 das, seria tldo por ingrato se deixasse
de agradecer como faz pelo presente sos dignos
merabros da sociedade Uniao Beneficencia, o
bom icolbimento que Ibe flzerara dorante os das
qne all esteve, e cora espeeialldade multo e mili-
to agradece as boas maneiras e bom tratrmelo
que Ihe prodigalisaram os senbores negociantes
Francisco Jos de Campos, Jos Pires Deote, e
Dr. Augusto de Almeida e Albnqnerqne, aos
quaes eternamente ser* agradecido. Recebara poia,
pelo presente os meas devidos agradecimeni*.
podendo nesta eidade on fra della eontar com o
raen pooco prastlrao.
Recife, 3 to agosto de 1871.
Castao Pinto de Veras.
I
A tintura anti-scrofula de vismia bastantemente
preconisada pelo sea factor tem sido e ura dos
mais enrgicos medicamentos nos acommettemen-
tos escrofulosos, sendo osada conforme a direccao
escripta qne eavolve o frasco, exis:indo venda
na botica e drogara que foi do tinado Paranbos
rna Direita n. 88, nico deposito nesta provincia;
onde tambem se acha venda o mnito acreditado
remedio para bebedice por vicio em consecuencia
do excessivo uso de bebidas c-piritaosas, o xarope
de veame, e as prodigiosas pillas reguladoras
brasileras recommendadas por sua efflcaeia no
desapparecimento do meu-truo, irregularidades
na roen?trnacao e flores brancas.
AVISO
AVISO
Pedro Allain avisa ao respetisrel publico, que o
Sr. Eduardo Figneiredo oeixon de ser sen esi-
exiro dde o dia 31 de jalan prjimo passado.
Preeisa-se de orna ama
i t:.i' hgi .'ii.
.- j. ..!._. .'. .. ..i Jt
-< do Duque d Caxia?,
jnfgt Jo Qa*m4? na-
jen M.
CASA. DA FORTORA
BA i DE MARCO OOTR'IHU DO .
CRESPO* i!. 23.
Aos 20:000*00(X
O abairo ?*fnn*r twrr sempre expost a ven-
ia osezes vlheies do Riu de Janeiro, pagadc
pr-.trntsmerii-, nomo assisjtnj; 0||1Der premia..
O abiso assignado faz sciente ao publico e
mais a quem convier, qne nlngnem contrate com
Maxlmiana Mara de Jesns, moradora no povoa Jo
de Gamellelra, a compra de anas casas sitas no
mesmo povoado, por quanto semelhantes casas
eslao bypotiieeadas tcita e legalmente ao paga-
mento da qoantia de 5i8*S6i, dinheir) que foi
f rnecido para edificacao das mesmas. E para
que ningnem se chame a ignorancia faz-se o pre-
sente, pelo qual desde ja protesta haver as mes-
mas asas do poder de quera ellas se achara ob,
9 nb-repetidamente, e pira em todo lempo cons-
tar faz o presente. Recife 29 de julho de 1871.
Manoel Jos Loiz Ribeiro.
Jo5o Jos de C blico qaO'fie8de 48 de jfinho proxituo pas-
tado acba-se dlssoivida a sociedade em com-
mridia que tioba con' o Sr. Jos Brrelo
Paes de* Mello, sob a Arma de Paes de
Mello 4C, qoestabelecimeoio de fazendas
a ra do Daqne de Casias, (ootr'ora do
Queimado) n. o, acbando se o mesmo Sr.
Paes de Mello pago do que na mesma so-
ciedade Ibe. oderia perlencer e passaodo
so annnncianta todo o activo da mesm.
Evadio-se desde o da 21 de jonho de 1870.
mulata escrava de nome Ri'a, baixa, gorda, ca
bellos crespo?, olh*s grandes, beicM finos, tem
falta de doas denles na frente, veio de S. Jos de
Mipib, provinciatdo Rio Grande do Norte, re-
medida por Manoel Basilio t!e Moara Rolim Loyo
Sobrnbo A C desta praca ; desconfi-se |uo es
teja occu! em alguma casa a titulo de forra ; fo
vista (i-:, arnavaina ra da Senzala velna : por-
tanto rogase a tjdas as autoridades policiaes e
aos capies do campo oa a qualquer pessoa que
a aporehender de leva-la ao beeco do Tambi n.
1, qu" se gratificara com a quantia de IO0J.
Associajo Commercial Be-
neficente.
Nao ten! comparecido hoje o numero de so-
cios necessanos para constituir a assembla ge-
ral, sao de novo convocados para o dia 4 do cor-
rente, ao rc-'io dia, e de aecordo com o art. 20
do estatuto, se jalgar constituida a assembla
com o numero de Bocha presentes.
AssociacSo Commercial Beneflcente de agosto
de 1871.
J. H. Triodade,
Secretario.
Manoel Martirho Alves Garca vai Portn-
al, e deixa por sea procurador o Sr. Jeronymo
oaqnim Finta de ~
FIO PARA
Vende-se em casa de
raa da Cruz n. II.
**** *&**** *****
Aos Srs. de engenho ^
Quem precisar de um pr nssor de
meia idade, examinado e a provado em
grammatica portogneza, arithmMica, geo-
metra e historia sagrada, e tudo isto en-
sina com bom metbodo, prudencia, res-
pailo, adianlamento, e morali Ji Je, pois j
tem sido profesisor tanto publico '.oro
particular, por (erapo de mais de 26 as-
nos qne ensoa, e por conseguate tem
bastante praiiea.l A pessoa qne qnixer
>utorisar-se de sien presumo, dindo urna
edacacao melindro-a e indepeedente de
castigos seus Sinos, di:ija-se roa da
K Cadea-velha, no Recife, loja de fazendas
J&t ii- 47, na esquina que. entra uo betee
que vai para a igreja da Madre de Dos,
e ah deixar sen nome ^morada por
escrlpto e entregar na loja ao.Sr. Anto-
Q nio Gomes da Cunha e Silva.' para ~
5 procurado.
*** ***** **&**
Deseja-se fallar com o Sr. Andr CorSno ft-
reira, a negocio de ;eu iateresse : i isa i
da Victoria n. 9, loja da Torqneza.
*-
0
&
*
ser
-r

Inleiro
MAto
mz*.
Joao da Cuoha Magalhes e sna multar D. Tin-
rea de Jesns Oliveira Magalhes, .snas ir calas D.
Mirianna da Canha Mgalbaes Oliveira, D. AS-
xandrina Magalhies Leal Seve, D. Isabel da Cuah.n
Magalhes Leal e D. Mara da Cnnha Magalbiei
Seve e seas cunhados Henrique Be-rnardes OH-
veira, Franeisco de Miranda Leal Sev), AntenJo
Gomes de Miranda Leal e Dr. Joio Maris Seve,
liihis, genros e ora do fallecido Sr. Julo da Ca-
nha Magalhes, agradeeem cordWImente a tsj
as pessoas que se dignaram acompaar cada-
ver de seu prezado pal e sogro sua awran B>o-
' rada; e podem a todos os seus amigos e sarentes
t>ilpAnfM T lian. e,ri4o?0 o^equio de anistirem aljamas nMs-
uIV jjuov' sas qne mandam celebrar por sna sima Bo dia V
do corrente, pelas 8 hars da roaaha. setlao de
seu falleeimento na igreja matriz de f, Fr. Pedro
De ordem do presidente convido a todos os so* Goncalves do Recife.
cios para sa reunirem domingo G do eorrenle mez, q
as II horas do dia,tama nova de Santa Rita na- '
mero 1.
lO 1* secretario,
Francisco Xavier Mala.

Sociedaiie
lveira.
eiiel
Bfasilfiro
A^ISO
Precisa-se
da urna moiber qne saiba coser e pngomttar para
en*H>.flftjttearftoriii.; na- ro do-: (gf,^ D.
II. >nndar.
Prftcys-ssds amaam
mfl3T 1 rrifjfratri? n
Est anente desde o da 8 do mez
eseravo cabra, de nome Paulo, dade de 40 anuos,
pouco mala on menos, sem barba, altura rogular,
cheio do corpo, oaraolho e gago. Este eseravo
costuma andar comprando garrafas vasias para
as vehdT na fabrica de cervejij jnsia lar an-
dado pola isa Porto. Ter;.) di Panolis e Apiancos
n compra de garrafas vasias : roga se as auto- .
rkiados pol:ciaes, a "i cap'ee de campo e a ana!-- nogoefo ent
riner pesaos qoe o epprrbeader. era lo rna da tsr da da-
--------- Aurora a. 40, on nn Aecif rui do Mames
a para comprar o co- Olinda n. 98, 1* andar, eser ptcry dt Jotn^^H
"18,loj9. MonOrmo. qrw ^*ri rmnfmn.\
<*
Stt!


D'wh iTWlianiluou '.ii>ba 71.
5
-
r.
i
IJu \\ M A\
Engenheiro com
FUNDICKO
5* RIJA DO IMI M 59
PASSAIfDO 0 CHAFARIZ H ,
Peda aoa senhores de eogenho e oatroa agricultores, e empregadores -de ma-
Ohinismo o favor de ama visita a seu estabelecimento, para verem o novo sortimento
completo que ;ihi tem ; pois sendo ludo muito mais barato em preco do que jamis te-
Bba Tendido, est anda superior em qoalidade e fortidSo; o que com a inspocclfo pe-s
o4 pode w verificar. "
PIDE ESPECIAL ATTENCO Ao NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDigAO
Vannvoii a ft4no A'amta dos mais modernos systemas, eem
V purcJ o lO loa U Ug Uct tamaohos convenientes para as diver
aaa rcomstancias dos senhores proprietarios.
i,k-_% j__ j_ -*--. de todos os tamanhos as melhores qoe aqui
noenaas de canna exstem.
KOttftS Q6IltaCiaS para animae?, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
IffoaVhf niamna P'r* mandioca e aigodao,
macnin ismos e para serrar madeira
JSOmDaS de patente garantidas...................
1 OCiaS aS maCninaS e pe5as Q qae ge costoma precisar.
X aZ qUSliqUer COnC6rbO 6 machiBismo a preco roni resumido.
T'rTtlfl.S Ha fprm tem as me'uores e raais '"irat3S existentea no mer-
"Uw Anmmarirlao Incurobe-se de mandar vir qaalqaer machi aismo von-
UlGUllUAlPUUaS ue- dos clientes, lombranlo-lhes a vantagem de fa-
xerem soas compras por intermedio de pessoa entendida e qoe em qualquer necessida
de pode ibes prestar auxilio.
|]|A
HI15
o.
Pudendo todos
ser movidos a mo
tor agoa, vapor,
ou animaes.
Actu-se socme desde o da 31 'le julbo i
correal* auno o escravo preto de none Lbi* Ma-
de de 30 annos poaco msls oa menos, esUlf r
regular, eheio de eorpo, barba per baxo do qiel-
xo, ten o dedo miaimo do p esqaerdo cortado,
e rosto laslroso; o referido eseravo (oi de Da-
mio Pereira de Ollvelra, de termo da villa da Pe-
dras de Fogo, e aqui vendido em marco de 8M,
asignando a escnptura como procurador Auto
do Rufino de Soma, morador na Parahyba sup-
poese andar por algom dot arrabaldes da cida-
de oa ter ido para a villa do Pilar a provincia
onde tem Albos, gratfica-se i queco o kraoxer i
ra do Sseego o. 51, com i qaanlia de 80/.
[OS DRBAHI
I! HAC fll\I

i
19 Ra Primeiro de Marco 19
Tendo renovado completamente a loja do predio, em que teem o seu es-
taberecimutfto,
19=A ra Primeiro de Marqo19
com aqwle aaseio e elegancia desejavet*. acham-se agora prvidos do mais
explendido sortimento de fazendas finas e modernas de
SEDA, LAA. LINHO E ALGODAO
todas do ultimo gosto, e continuara a ter como sempre, diversos
AMIGOS ESPECIAES DE SUA GASA
Garantem, com toda
a sin-eridade, vender
por menos qne qual-
qner oulro, porque
rectbem rm direitura
a maior parte de" soas
fazendas.
19 RA 1.
(Antiga roa
DE MARCO 19
Jo Crespo).
A' AGIM BRANCA
RA DUQUE DE CAXIAS N. 52
(Outr'ora Queimado n. 8.)
A Aguia Br.tn;a tendo j recibido parte de -uas
migas enooramendas, em seguimento acaba ago-
ra mesmo de re:eber outras, algumas das quaes
se tornavam es3ncialm>nte precisas, e outras ?e
iazem apreciada- por jeu* gostoa e qoalidade?,
otro ejam :
Meias de fio d'escoeio, abatas para enhoras
s meninss.
Ditas dem jora listes tambem para senhoras
5 meninas.
Ditas dem muito bonitas ao gos'.o escocer.
Ditas idem idem brancas e eom listas para me-
ninas.
Ditas idem idem para baptizados.
Dlfas de algodo compridas e core listra' para
meninas.
Lnvas pretas t'e seda, para senhora.
Ditas de torc,a e de seda par* meninas.
Bonitas camisi abas bordadas para senhoras.
Fi! de soda, branco e preto cora flores miada?.
Dito de algodan, lino e om ti >res.
Tooqmn^as brrdatta-- pa'a criao^a*.
Lindos e moderno? efcaposinbos de ustao para
diUs.
Pentes de tartaruga para Je= 'mbara^ar ou pen-
war.
Ditos d> dita lraves?36 para meninas
Ditos de borracha para ditas.
Ditos de tartaruga, pequeos, para segurar o
amirradilbo aos FLORES E PREPAROS PARA ELLAS
A Agnia Branca recebeu lindos ramos de flores
rwas, tanto para cabera como para cbapos, e
bem assim :
Papel verde liso e com lisias pan folhM.
Dito de eAraa para dores.
Folhas de diversas qaalidades para rosas.
Ditas verdes e lustrosas, obra m va e pela pri-
ira en viadas como amostra.
Franja* pres e de diversas largaras para en-
eitar vestides, *
COQUES DE TRATAS E DE OTROS
MOLDES.
A Aguia Branca acaba da receber ama peqne-
na porcao dn bonitos e modernos coques gran-
des de traoca e outros moldea.
COLLARES ROYER FLECTRO MAG-
NTICOS.
A Aguia Branca acaba de receber os provoilo-
903 collares electro magnticos ja bm conheci-
dos para facilitar a denticio das crianzas e pre-
serva-las das convulsoes.
SORRE-SAJAS O ANQUINHAS DE
CLENOLINE.
Em substitui^i) aos baloes vieram as aoqul-
Brande sortimento de afeites de seda para i*-]^^^ e ^cl!arn"?', ven,la l8jada
A09
Ftvellas de roadreperola e de tartaruga para
palceira e lago para o eabello.
Bonitas b leimas para meninas.
QUADROS PARA RETRATOS,
A Aguia Branca recebeu- variado sortimento de
quadros para retratos.
pr' \,,!sc??':>faaJ5arra8s?rsaaaBB
::':-.~*;nmc<:X

fe
z*\
CRSTRtt:
TRILHOS URBANOS
DO
ECIFE A9. OMMDA
e Beberbe.
Previne-se aos accionista* da ooamobia
dos Trilbos Urbanos do Recite a Ormda e
Reberibe, qne a sessSo da aisembla geral
sobre a reforma dos Estatntos contina em
seas trabalhos no da 4 do correte pela-
II horas da manb3a, seodo a rcaoilo na
mesma estacao da roa da Anrora designada
nos annoncios anteriores.
Luiz Lopes Castillo Branco.
___________________i* secretario.
Proveni-se aos Srs. accioniitas da compa-
nhia dos tr Ihos urbanos do Recife Olio-
da, qne a sessSo da assembla geral sobre
a reforma dos estatutos continua em seas
trabalhos no dia 8 do correle pelas 10
boras da manhia. sendo a reaoilo na mes-
ma esta fio da roa da Aurora designada
n s annuncios anteriores.
Recife, 4 de agosto de 1871.
Luiz Lopes Castello Branco.
Io secretario.
al Vai
WfUIlUO
oadeAw va.eosoak)-
j ade Bisdezas eooti'itta i vender tnd<
COMPRAS.
COMPRASE
frascos vasios da tintara japoneza, e pagase a 80
rs cada nm : roa Duque de Caxias n. 50, e
Marqnex de Olinda n. 51. ____
Cuoj ra-se tres venesiaDaf, em meio aso :
no coracSo de ouro a ra< do Cabog : na mesma
precisa-se alagar um pequeo moleque para com-
prar para casa de pooea familia.
por barato* precos que c todos admira
Libra de lia para bordar a molbor
qoe ha.
Caixag com superiores grampos fran-
ceiei a
Dalias de facas e garfos de ame
doas botbes a
Talberes par menjoos a 240 e
Libree de liona de orello, a melhor
peeehti.
Doxia do lencos de caeaa eom barra.
CaiiM de liabas com 30 novellos a
Vara de franja branca para toalhas
Dnzias de metas croas muito boas a
Darlas de meias finas para seobo-
Doxias de facas e garfos cravadas a
DtBia de palitos aeguranea a 120,
tW, HfJe
Na alhas muito finas, para fazer a
barbea.
Caria coa pennas de ac com to-
qwa
Caixas cot peonas de Perry fazen-
dalM
Ditas de-dita dito verdadeiras a
Caixas HSWcadernos papel ami-
a4e*i;
Pecas de tes para coi com 10
?aras a
Pecas de tranca lisa de todas as
cores a.
Dotias de liaba frooxa para bordar
a 400 *...
Pares de patos de traoca a
Datias de baralbos muito finos a
awoo e
Ditas de aguihas para machina a
Libra de juegos francezes a
Resmas da papel almaco superior a
Ditas de dito pautado o melbor a
Caixas com sabooetes fructa a 720 e
Garrteia de liaba A'exandre a
Grava tas de cores muito fiaas a
Ditas pretas poetas bordadas a
Grasas de botoee de madrvperola
para camisa a
Novelloe delinha branca, 400 jardas
Duzia de cartSes de linba branca e
pre e de cores a
Thesourai muito Moas para oohas
e costara i
Caixas redondas para botar rap a
Caixas com pos para limpar denles
fizenda fina a
VrNDAS.
Vende-se daas escravas pretas cojj crias de
mais de anno, peritas cozinbeiras, e tambem ser-
vem para amas de leite por o ter moito bom : na
ra d<> Hartas n. 96.
AVISO
Na reoacao da roa Direita n. 10 vende-se as
sucar retinado, sendo de t*. 2', 3* e i* sorte pelos
precos de 3*760, o|120, 4*48 a 1*160 a arroba,
sendo de boas qualidades, o qae os preteadeaue
podera examinar; vende-se por estes precos por
que querem os proprietarios da mesma reflnacao
liquidar alim de estabelecerem outro negocio.
Veofle-se urna das melhores tabernas as
Aras, regar do Barro : as Cinco Pautas n. 156
se dir qncm vende.
Ao65
80000
160
4*000
400
11600
1*000
500
160
3*600
45000
3*000
600
1*000
320
800
1*200
70
500
40
500
1*800
2*800
2*000
240
3*600
4*000
1*000
100
500
600
50C
os
o
120
500
1**00
200
LOJA
Fie a Boa-Vista
Pul taimarte
O proprietario deste bem orinecido es-
tabelecimento contina sempre segn ndo soa
antiga forma de primeiro barateiro da Boa-
Vista e para melhor prava adovrem os
presos seguinlet :
Cuitas escuras e claras cores fixas
o covadoiGO 200rs. a. 400
Cambraias de cores 240, 280 rs. e 320
La para vestido 280, 320 rs. e 400
Creps escocezas fazenda nova a.. 610
Alpacas lavradas d'um s cftr. 720
Cambraia branca transparente pe-
Cas a 3*5 0 e.....8*000
Ditas dita victoria a 4*000 e. 8*000
Bramente com 10 palmos de lar-
gura, varas, a 2*000 e. 2*500
Madapolio superior pegas 5*000 e 6*000
Algoto a 4*O0Oe.....5*000
Brim pardo trancado pecbincba
eovadoa. L..... 320
Dito dito,liso muito fioo a. 320
Outras mollas mais fazendas que vende-
r por precos baratissmos como sejam :
pannos pretos, ditos azues, casemiros pretas
e de cor, merinos, brins.brancos e de co-
res, seda para colletes, camisas inglezas para
homens, meias, chapeos de sol ele.
Officina d'alfaiate
Os dignos freguezes encontrarlo nm gran-
de sortimento de roupas feitas desde o
mais inferior at ao mais superior que se
acho no mercado, assim como se manda fa-
zer toda e qualquer obra d'encommenda
feitas a capricho, pois para esto misier se
acba munido d'um perito me>lre. Garante
se fazerem se menor 20 / de qne em oolra
qaalqaer parte pelo o motivo de o freguez
s pagar o que compra e nao o aspecto do
estabelecimento.
48Ra da Imperafrlz48
JUNTO A FADARIA FRANCEZA
ama morada de casa terrea de pedra e cal eia a
moderna, em bom estado, com duas portas e qua-
tro janellas de frente, qnatro salas, nove quarto,
coiiuha fra, em seguida telbeiro para dormida
de escravoa, duas cacimbas de agua de boa quali-
dade, quintal grande todo murado e eom arvore-
des, portao de sabida pelos fondos, com frente
para se edificar duas cesinbas e que deitam a
sahida para a estrada qae vai aos Remedios, sen-
do a frente deste grande predio no largo da Pai,
povoacao dos Afogades, lado da sombra, por pre-
?d commodo : quem pretender dirija se roa das
lineo Postas n. 31.
RA DUQUE DE CAXIAS,
Este estacf lecimento acaba de receber directa-
mente um importante sortimento de edrtes de
vestido de cambraia branea bordados, o preco
anima, a 70P0.
mi
1
OLEO PURO E F1GADO DE bACAtHAO; **^ ^t
TERRA NOVA
DE
H. LACOMBE
Este oleo qoe tan boa aeceita^o tem inererido,
muito se rfcummeoda. por ser u mais paritlcado
qae at boje lotu vmJo, e ainda pelo boa paladar,
sHperior a entro qualquer : vendo-se no deposito
especial de Bartbolomeu ic 0.: ra Larga do Ro-
-aria 34.
CEMENTO.
O verdadeiro por ti and : s se vende na
rea da Madre deDtus n. 22, armazem de
Juan Martins de Barros.
Vende-se urna escrava com urna cria, saba
engommar, lavar ecozinhar : na Capanga ra ed
Vininra n 11
PRIMEIRO lTVR
DA
IMF A MCI %
Ou exereinioi de leitura e bcoes de moral para
uso das escolas primarias do corselbeiro Delapal-
me, traducao do Dr. Ornolio P. Franca Pilbo
R?. 1*000.
iJvrarla franceza
Cal de Lisboa
ltimamente chegada, a preco barato : vende-se
lo Apollo n. 30, armazem de Antonio H. Ro-
A-C.
Cigarros espe<
g ciaes e famop- |
w do para cigarros m
| e cachimbos o me-1
glhor possivel, fa-j|
sbricado uo Paras
"por Jos Julio|
g Sampaio P i r e s, i
* nnico deposito em m
1 Pernambupo, pra-1
g pad 3 Independen- g
a cia n. 39, loja de
5 Porto & Bastos.
RIVAL SEM SEGUKD1
E DE CAXIAS N. 91.
Jua Bigodii mi,
avisa a todos es na ceas U a\i
errando ludo pdo ^nco, i vista da fija-
da, para todoj a;iairar, a <;*ber:
P'Qas de tas bordadas mulo fin?.a I&jO0
Thesouras grandes e pequeas o
mais flno qoe La a 1,5000 e l()tOO
Caixas com 20 qtiadernos de papel
liso, amisade 2 rs. 500
Pecas de tranca de 13a e alg-ido as
mais modernas a 160
Frascos com agna de colonia muita
Bna a 400 e 00
Frascos com agua -de colonia ver-
dadeira a 800 rs. e 1*500
Cbapos brancos para baplkados o
melhor que ba a 3000 c 50000
Duzias de botoes cobertos ds seda
para vestidos por todo o preco
para acab r.
Libra de an-ia preta a 460
Grosas de botoes de lonca branea a 420
Caixas com 100 envele pes f.fzenda
fina a BOO, 60e 800
spelhos de moldara domada a
800 e 10OO
Pentes pretos volteados para me-
ninns a 40
T.n'-eiros com tinta preta a 80 e 100
Pecas de fita elstica muito fina a 00
Latas com superior banha 60,100 e iGO
Latas grgnde3 com soperior b: Frascos com oleo de Pliiloccme a
500 e 800
Frasees com macass [ Peruia a i40
Frascos eom agua de Coloma verda-
deir* a 10000
ttitos com oleo de i a tosa suderior a 20
Carritels de retroz preto com 2
oitavas a 000
Caixas cora agolhasfrar.cfrzas a 1-60
160 240
Pecas de tiras bordadas a 501', 600
800 e 1O0O
Ganaf.s com a verdadeire agua .
florida a IJSOO
Cartilhas da Doatrina Christaa as
mais rjjcderuas a 400
Livro das missoes abreviadas a 1d5G0
Copos grandes com su^e- ktf banha 10500
Macos de pailitas para denles o
melbor qne ha a 160
Pacoies com 3 saboueles inglezea
fazenda fina a 600
Fscovasruuito finas para linoaros
deniesa 1*0
Ba do Im aerador
n. 37.
Vende-se barato, um piano, d9 um d09 mai
afamad fabricantes : tratar ra do Com-
mercio n. 3B.
'niMiiO

-..
i "*".F;|ffiH
> #
t, csci'ro
:.-->.' .' -si." Jt- Ir-ci'i^c,
: precian prrMM-
- ii v~.i. :,v\ve ut'iT jgradwfia
1' -iudiHvctiraai.
'
n Ota i- r ..'--.u ... -. i.. 11 umim aidi
3 r.oit qzc tziOiftkt caa ob, eor.rjs-c;:uss : :> t ; k.:v.e.; <;c
Jt'.istUaioio.
^/ke:rutr4n f!t F.TZtfK fl, fl,rc tttt Fttu. .tfcnttitartrr
hj-f --TWHfi <* E'!X!R it COC, ar*Alei rrt"'rtc6' tB.
*>T.-., RNICA par curar ts chagas, fi nJoi,turlaeWU entoaCei.
'"trANOtOS rieISMUTH ei i .-^atraas dMTka,djseE:c!iir-,diV-; rtertioinigo, *< prf rAf.'.o, em ti*dcJ/jr;e!>n, DapoKcHKi i el O*. Rahi \\ UwkotxC"
!'r, ; Arara '"'. Marcu.ha->, Foutfnu M C*. Porta Atern,
P" >>'-. ::i:.r/-. f?.,' 'as, '.. \',-.:a f.ttvas.
O SflBhar Ckcvrtcr i :'.-': ni irtrt-.
fceita 8juiUaa-o t. ic' -. :'- < Otr
Bacalho dexinVtado i* taun i
ataealht*ferragioeotre 'v ,.
tonl'oe dofr-r.-.. ; i .-..!> .i ....;:ri
-'.: (WHfl n. i-.-i.i 4 ;Tt'". re
JP r, u% : r; .-; r Jj.
ro> ,, ',.-. :i '.: ..; .' -'fr.-ns nr. ie se
empega o Cerr T ;. oaar, br*tfbitM,
rai'hilisno, es.- ro.:s, .....-'.;':,.. pHi ?neu.
Diaiimo etiremco, eatcrrSioi aati|o, Pf*f-
eas, ex- t;s e k.:v.t.i

\$m A. IARMEH.!"
00'.ico r (c>,.l, r,S FAJ1IK.
mm Esrpc^.L^asES a. marinier
Apr.en!-' .' i.-itirii 4-: i-r. '* j o Vnn^,
i r.n
mu se'
Trcvcal ,i e ci.......a iu X01SKUS P0AT.4CIRU
Luvas de pellica
Vindas pelo Intimo paquete: na loja da Tor-
qaeza.
U
DE
f. llhlCAS.
Acaba de chogar ra do Imperador n. 63, fa-
brica de pianos de J. Rhigas. un- grande e varia
do sortimento de pianos da Europa, otio sjm
Breaderood, I. Pleyel e Eard.
AVISO.
Le prrprieUire da l'eeublissemeni de pianes,
ru do Imperador, ail i b ever an pablle, que
ls pianos Brderood qo'il vient de reoevoir oot
e:o specialeaent cumman* pnnr ce payv I!a
jouisentii'nno douceur do on finteo qui uiasse-
ront nne grande durt. Le puI dfaut qoe les
pianistee reprochasent aox piaoes Brocderard
eit d. u la drele dla mcaniqu?. J. Rbica*
etant eo rapport dirot avee la maison Bro*deruod
de Londres, a obtenn que l'on y adapta! la m-
canique do syslme francai.
Ser-.p^iQas oa hiran.iic 8
^ No armazem de Jo.iquim Antonio de Ariojfl
-, ra do Mrquez de Olinda n 14, exima
o.jtiraas seraphioaa de noiraaira co:n excecnt';
votes, o so vendem barato, para acabar.
I oleo dpolt da antiga e acre-
ditada fabrica do Barbalho
do Cabo.
Neste bem sonido armazem existe nm gr; nle
sortimento de louca franceza, mnito uti para ca-
sa de familia, orno seja alguidares papeiros
e panellas, todo grandes e pequeos, e bu-
lbosa para manleiga; lodo de barro vidrado fran-
cez. Assim como nm completo sortimento de Ion
(* do Barbalho, como seja : jarreiros para 4 e 5
canecos de agoa, potes de nm a dons canecos,
rauriognes, resfriadeiras, qoarlinbas do Barbalho
e da Babia, vazos vidradot e por vidrar para jar-
dim, caco* grandes e de meio para flores, dito
ditos pequeos para tirar plantas, canos vidrados
e por vidrar de 2, 3, 4, 6, 10 e l polegadas,
felot p -ir machina e qne aqui nao ba na provin
cia. a exeepeo des vindos de fra ; ludo meibor
pela qualidade do barro e mais baraio do que em
uutra qualquer parte. Em porcao se faz abati
ment de 10 15 por cento ; s na ra de Irape-
rador a 37._________ ______
Vende-se o engenbo Cacimbas cora meia
legua de Ierra, na fregapzia de Santo Aoiao ; os
pretndeme podem 1irigir-se ao mesmo engeobo.
Xarope sedativo
DE
Casca de laranjas amargas
COM
BROMURETO DE P0TASS1UM
DE
TilROZE
Este novo preparado aprovado pela academia
imperialde medicina, muito se recommenda pela
ua accao sedativa e calmante, sobre o systema
nervoso, o bromnrelo de potassinm, nao deixa de
dar os mais eertos resultados as diversas afft-c-
coes do organismo e principalmente as molestias
do coracia, das vias digestivas da respiracao, das
vas genito-urinarias, na epilepsia, as molestias
nervosas da preuhez, na insomnia das criancas
durante o periodo da denticio etc. etc.
Vende-se na pbarmacia e drog
de
Bartbolomeu & C
DO
Acaba de cfcegar
a!xa<
viobo especialissimo
pipa
gasto em decimos de
edor destes viiiIms aeba-?e
antorisado a garantir a especialidade dos nwsraos;
ra do Vigario a. 14, i" andar, escriptorio de
Jos Lopes Davim ; jnde semprs se encontrara
um deposito de vinbo do Porto ( o melhor que
tem vimlo a este mercado) em vigessimos da pipa
e em caixas de 12 garrafas, que se vende por me
nos prego do que e:n qualuuer nutra art>_____
VENDE-SE
Duas catas terrea, ama sita na ra ?*vri:
cora tres quarto^ eozmlu fra carimba quin-
tal com sabida para a ra da Alegra : a en-
tra ama moiagua sira na ra da Alegra : qo*m
pretender dirija se a ra da Cadea do Recife,
loja de Vctor Grandin que achara com quera
tratar, ou na Casa Fsrie com o Sr. Maoocl Di-
mingos Ribeiro,
drogara
34-RUA LAR3A DOROSARIO-34
No eeeriptono de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo &..C, a rna do Bom Jess n. 57, 1* an-
dar, veadera se machinas para descarocar algo-
Admiravel.
Na Mnsei Elegante vende-se pecas da bico inii-
taode crocbet a 800, JJOOO e 1*500 rs. com 12
jarda*,.* agrande pechineba de sgulLas frscezas
a 1*200 rs. a -caixa eom 10 caixintus, na ra Es
ireiu do Ro>ai ion. 1._______
Vende-se por mdico pre(o uma armcv
de loaro propria para qualquer estabelecimento,
e tendo a loja commodos para familia : na rna
8 Basquinas
MANTELETE? neaaaquhlns ,J ero-
ehel pretos a ;t* : raa do f.rwp-} a O I
OROiOENAPLE branco o JO-'
vado.
CHALES de renta pretos ;i 2
COLCHAS adamascidas { 3a.'
Basquinas g AVISO PURA FUMANTES
denaplo PMo de Hb* caMtM i i FOMO CAPORAl"*1*3 *"*'
Direita
VNDESE
Ai casas tarreas foreiras, no becco ds Barrei-
ras n. Ir) a 18, Boa-vista.
As casis terreas oa rneiagaas na travessa dot
Quaiteis n, 32, dita na iravessa dos Patos n. 13.
A? cuas .jareas uos Arrombados em Santa Th{-
reta n. 15 e lo.
A tratar la Crttz do Recife, arrrazem n.
5i- ^ _________i_____^___
Vea^ar.-w a tabrna do pateo do Teroo n. 68:
i tratar na mesma.
CAP RAL.
hto cmtr, flyco por loos os vapores.
CHAI! T5 DA HAVAK
marcas Tralucs, Uufaw. aitdiaQoa, CoMii
Regalia, Btt .
GLEO VIGILANTE
Rna do crespo n.
Os proprietarios deste bem c uhecido estabeie-
cimento, alm dos muitos ohjecDs que tinham ex-
postos a apreciar) do reopcitavel publico, man-
daram vir e acabam de receber pelo ultimo vapor
da Europa, um eomplelo e variado sortimento de
fina3 e inui delicadas especialidades, as quses es-
to resolvidos a vender, como e sen coslume,
por pncos muito baratinhos e coromedos paralo^
dos, com tanto que o gallo...
Moito superiores luvas de ptlica, pretas. brna-
! cas e de mui unas cores.
Muito boas e bonitas goilinbas o puidios par\
senbora, ne?!e genero o qoe ta de mais moderBC.
Superiores peales 'le tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enleiles para cabe? as
Exraas. Sras.
Superiores iranias pretas e de cores eom vidri-
Ioo e sem elies; esta fazenda o qu* piic baver
ds melhor e mais bonito. (
Superiores e bonitos leques de madreperc?,
marlm, s.-ndalo e sso, stndo a']ellu& bnujeos,
je Muito su(riores meias fio do Escossia para t-
nfcoras. as hjjss w.npre s veuderaui por OAt^"*,
o verdads.ro vmho wrd. de:a azii entreunto qa.-. nos as vendeaios p^r 2C
uva pura em caixas de l garrafas e acreditado j Mm rt(l,t, B:DM umbem gunde sortimento de
'ras qnali fina?.
Boas bengallas de superior canna da India e
.a>iao de marm aom lindas e encantadoras figu-
ras do inemc, ne^tp g. ero o que ie melbor
se pode deejir : aira destas lenus tambam gran
de '| lam -le de outras quadai.'s, come sejam
madeira, balis, w4 liorracb.i, Me. etc. '
Fiaoi. bonitos 9 airoso cliicoi ihos de cadea o
de outras fualidadea,
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para tigurar .re.ias.
B as meias de seda pura real: ra e para meni-
nas ds I a i i ancos de idade. .
Navaibas cabo d*taarin e tcmarnga (ra fazer
c""h> : j rutilo oca-', o de i. is a mais sao ga-
o... <*hric*u?, o r.e .or oosa vez tam-
randas pt -. -iidadc e deliadea.-
ben aesflirora vs toa -. -'-
Lindas e bellas sapellat rara uoi.u. ,
Superiores a^ullias para lac: ina epara cror+ L'nha muito bes. do peso, frouxa, para em. *r
labjrrlntbe.
Bons bralhos de rartaspara vellaretp, a san
como os temos para j mesnM lim.
Grande e variado ;oi lmenlo das melh->res ptr-
[umarii?, dos ttelbores e mais conbecidos fa-
bricantes.
COLARES DE RCYR.
Elctricos magnticos contra as convuls5es, e
tttcilitam adenticaj das innocentes criangas. So-
mos d^sde rauilo recebadores destes prodigiosos
cuares, e c^n'Jrja.sxos a recebe-los por lodo? os
vapore., a!j;-n de que nunca faltem no mercado
como ja tem aiontecido, a.-sim como pois, podero
aquellas que J lies ; recisarem, vir ao deposito do
gallo vigilante, aonde sempre eacontraro deff.es
ver Jadeiros ci ilres, e os quaes allendendo-se ai
m para que fio dpplicados, se vtodero com um
mui diminuto lucro.
Rogamos, p^is, avista dos objocios que deixa-
mos declarado, a^s uossos freguozes e amigos a
vireni comprar por precos muito razoaveis a luja
-o galio vigilante, ra do Crespo 7.
Joaquim Jo* Goncaives Leitro tem ^ara
vender ns tea ascripturio a ra do Cjinmerclo n.
o, es gneros abaixo notados, que vende mais bi-
rato do que e:u oulra qualquer parte :
Azeitonss err aneoretaa.
Amendoas em barricas.
Cafe muido ern massos de I tilra.
Coapeus do Chile de boa qualidade.
GagitK ir. r?-. marte! tmm.
Rauda*.
Farinha do. mandi-ca de Santa Cnlarioa, san-
cos de d e 2 alqueires.
Dita da Babia em sancos Lrancos.
Dita de di'a e>n b.rricas, propria para casis
particulares.
Fio d !g d2c la B^liia cm novel! s..
Foncc.
Melados.
N- tas. ti
. Obra? de pan < ^.
r.'sel prprio para cigarros.
D.lo an.! para botice. J js-
Pahtus para denles.
Panno le algodia da fabrica de Tolo os Sr
de Pedivo na Babia.
itoli. I i
Rap poeolar da afcia.
Bolrr. em far:!
Retro: dos melhores fabricantes ik> Porto-
T?j)i .".o Marsnha*.
Tal a. o siir.onte Ja D.'bia.
iodo Pari dogarratado, cii de gar-
rafa*.
Larns, proprw pira acairrafar.
tal.
D.'.o II irdfaux em caixas de aria iluta.
Dte tr cajfl fa ciilhi ^ U(M 0i
ATTENCO
Vende-se orna deslacio com todos os perten-
ces concernentes a mesma em porfeito estado, lan-
to para se transferir como querendo o comprador
continuar a funceionar se aluga a casa propria pa
ra este fm; bem como uma boa casa para mora-
da, cocheira e um sitio com baixa de capim, of-
ferecendo todas as commodilades pan quem qci
zer continuar, a ver no povoado de Gamelieira :
a tratar no Progres9o do pateo do Cirmo eom Ma-
noel Jo.; Lniz Ribeiro.
Anda urna vez
O Campos da ra do Imperador n. 28, avisa
aos seus numerosos frpguizes e amigos quo che-
g"D d fu eBeomm'enda o io desojado rap
amarellinho de Eslevo Gasse, a?.*im como o pi
nho do ITio Grande, que lao grande apreci ten.
nado os que abem deeua utilidadagliateaticia.
Alm disso .
O Campos tem :qnstaalemente em seu arma-
zem um completo sortimento de vveres, lodos i
primeira qualidade e comj se tornara enfadonb:
um annuncio que os descrevesse, limita-se a men
cionar es seguinl,'- :
Gar'no seeca file caroMMl a 240 r.. a libra
6Ci)0 a arroba.
Linguas eteai.:
D.tas tai salmoura.
Ditas ilhmlradas leda as auartas e sabbados.
Ameodos l3;:a;;.... l sem casca.
Scmentes de horiaj?.
(.'haratci furoa'/ti? a laciOO meia caixa.
Ditos superiores em gro-so o a reallio.
Tinta purpurina a tjOOO rs. a errafi.
Csraaross secca,
Ra| Faulo Cordeiro, viajado.
Mate em fjlha 9 em p.
Tabets do reducfK para o systema melrici
Pascadas escalada.
A revlesci^re 35 Bairy de
LondrS
fct}t cede a Revalescere d Bar y,
quft da satide, energa. agpetiU', o gesio e des
muso. Ella cura as dispepsia.-, gasirito, huir..-,-
""' ta. fino, enjp?. vonnios di-pos
aa i-hmida e" gravidez, coa tipacde?, tosse.'a>r-.ma,
itTeccOs rmlm nares, btxia, flgado, cerebro e
saagu:i; 60.000 coras, iaeluindo muias deltas no
Brasil.
A 'V..I0K -!? do ilatda du Barry
- -. ero pt),
liciiiso aii.xenu para almoco e ctia, a
nniritivo, finil mago jera
aionor p- m ir



mi.
toaquim Jase Ramo, aa roa da I
adar, vend) al|od> azul americanos vurdadeiro
Mo ia mata vafoellue brame
Tiniura japona, a.
"B aoica aparovada pelas as academias 4
etea-ra, rectal [lefior a toda que tem, ia-
parcid-) at hoj*. Deposito principal a ri da
3ad9ia do Flecife o. 51, auar, ero todas aa bo-
icas casa de cabtlleireiro.
llVIll IIDI UIIUI^II
Nempre ai 5ot* Usperanea!!
AO BBtDSftKO.
Esta loja bem e iup?rioridado de seus object )S, acaba "de receber
maiios arligos para i que rispeisainente convida
ao bello sexo a viiitii-la, alim de compraran aquil
io que trecisarein para prnparos de vestidos tl-
lete oa tocadores, e niesoio qualqner objeclo para
(azor alfium proiont>'...}i>oi> que sina Nova Epe-
ranca (Icario sati-fetto?, ja pela q'ialidade e pre-
sos razoaveis, e merao por que a Nova Esperan-
ja cfaoa-se em nao se impacientar em dar a es-
colher os objeclos, prestando-fe eom o agrado
cm que costa a teceber a todos, alim de que
saibam com o firme proposito de voltarem ou
maadarem a mosma loja, logo que precisen) de
.qualijuer -rugo por di quena que soja.
LUVAS DK PELLICA.
Receben as do Lisboa a Nova Esperanca para
-jraeus, senhora e meninos, sendo brancas e de
rOVIDADE.
Bico de qnipnre preto com branco, a Nova Es-
peranza s quem tem I I I
Caitas para joias.
A Nova Esperang recebeu boas caixas de san
Jalo para guardar joias.
Fitas la-gas "para cintos.
Recebeu as de ai utas qualidades a Nova Espe-
ranca.
Para extinguir panos ou sardas.
A Nova Esperanza tem leitede rosas brancas.
Para tingir cabellos.
Tem a Nova Esperanca a verdadeira tinta in-
fleza.
Para refrescar a pelle e aformoza-la.
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias n. 63,
ende verdadeira aibina branca de Lais.
Perfumaras
As menores, e do mais connivido fabricante,
aoi'j traeca* como majes, esli exposlas a vonda
ra Duque do Canas u. 63, na Nova Espe-
a na.
Extractos, han-ha, oteo, saboneles, agoas de co-
lonia, do laranja, llanda e de lavande, etc., etc.,
c superior qualidde : vende-se na Nova
Rsperanea ra Duque do Caxias 63.
i sim !
A Ni'va Esperanca, a roa Duqna Jo Caxias n-
63, recebeu un linio >orii monto de 118 para bor.
dar, viudo as cores mais procuradas, branca, pre-
ta. escarale etc. eta. a 'lia antes que so acaba I
L'biMs steifl ins.
Vende-se oo armazera de falsala de Annato
P. d*I)iiei:n 4 C, roa lo Cnmmercio n. ti.
LOJA E MMRZCM
eo-
PAVftO
NA RA DA MERATftIZ t>
m
FLIX PEREffi DA
Os propietarios deste grande eita'ieleci ment teod)
fazenda, e tendo continuado a recaer per todos os vapo>
Jas mismas, tem resckido f.zer ama 08ANDE L^UIDACO, aSaada deiHwmir o aran
de deposito e aparar DfNHElRth La MsWm faxeadas qoe s renda baratia ao se d3b
as amostras, fleando penbor oa te maodam levar em casa dasExam. famii*a, assim twmo
as pe soas qoe negocias em meoer escala, a'esie esta elecitfleato s# podero aorjr e
pequeas porcoes pelos mesaos preces que compram as casas exportadoras.
ALFAIATE
que e ewja#eg a de- tttesutar atraer en-
commenda da so a arte i vutoadt 4 fre-
guez, e o proorietario d'esta- pritt esta-
beleciMemo e prorostte servirteaa < todos
os 'fregoezea que Ibe bonraresj a sea easa
ALGOOOSINHO A 3 00 A PK^A
1 Ditinn UAn.la nnnt i^1 ilurWl f
tnttdq
asi iixi
Bonitas fazondas
PARA AS FESTAS
DE
E S. Jofto
C3EGARAJ PARA A LOJA
DO
kO
km mmkhi
T-:/ a venda em sena rmateos, alm do outros
r;ig;i^ e Seu neg io regular, 03 segoinles, que
r*Qdem por prec/is mais modicoi que em ou-
:ra analqaer psrte :
PORTAS de pioln almof3dadaa.
POliT-.IAS de ferro para cercas.
SALITRE mglez.
ir'.AS a lidia para cama e torrar salas.
OS de bam ftaneei para esgoio.
: superior em porches e a conunto.
CEMENTO rio indas as qnatktades,
CACHINAS oe ilescarocar algodio.
[OSAS a brinzo3s da Rcssia.
OS ai:1 erica ao? ;:ara forro da carros.
5ES araorif-lT! r:uito bons e econmicos,
7WI0 Os iord: StmitC superior do Gaulier Freres.
0 Mil "vos erandes a 3J&30O
I lorlda legitima.
Al.AXCXS .leeirnae-.
CADKIttAS ame.icsna^.
RHPB rti J.iinai-a.
AZCI.KJOS de -boa.
Americanas
Wndt-se portas amencinas alciofadadas muito
5 e la 1 lualas que manJando-se fazer
mu anla em mai- ^ a madeira, no arma;em da
|p ila amarella, m oiao da srcn-laria de policia.
Cemento Portland
Era barricas di t arrobas prc?o mais cora
modo do qoe co oulra qualqner-parle, vende-se
qo arraazpns de l'aaso kma03 4 C
Uervej em barril, do su-
perior qu Jid-ide
Vende se em casa de S. I*. Johnsten & C, ra
da Senzalanova n. 42.
X9 ASOIAZEJI
Di
II
iJLii niiiiuuu
no oiij da secetaria de polica roa
do Imperador,
VNDESE
O verdadeiro cemento Portland e dito dito fran-
cez, mais barato que em'q'alquer outra parle.
Excellent:S vinhos verdes,
Vende-se na rui da Crus do Recite, armazem
nnraero l.
Caixis de dozia de garrafas.
Vigsimos de pipa.
Dacimes e quintos.
Por baratsimos presos.
Viuho de Collares
Vndese o verdadeiro e superior vinbo de Col-
lares, que mais a.-ceitsco tem era Lisboa, em
decimos do pipa : na ra da Madre de Dos nu
mc/j I.
Terrenos em Bebe-
ribe
Veole-se em graoles ou pequeas porcoes o
grande terreno quo fti do Sr. Machado, sitio de-
nominado Jaqueira. diante da estarlo do Fnndo
100 passos, com fronte para a estrada do mesmo
nome, com muitas arveres de frueto (cujo terre-
no proprio) e par er terreno de barro presta-
se para qua1 i'ier p aularao, e muito se torna re-
eommendad 1 or icar perto do re e da estaco.
O preco muita mdico : a tratar na roa Nova
n. 43 no armazem di Norma, ou eom o Sr. Tris-
tao F. Torres, qne Ddos os domiogos e das san
tideados o acharao aesse lugar._____________-
Cebollas novas.
em reeteas, em poro e a retalbo, mais barato do
qpe em outra qaaqaer pane : na ra de Pedro
Aionco n. i. antla> roa i* Prsia.
Contra a tosse
PASTiLHAS PEITOSAES.
de
Gemma simples trystalisada.
Dita' de ancieo
Naffe d'Arabia.
Seve de pinbo m; rlimo do Lagassa.
E cotr^s muitas ijue muiti e le.omeadam pe-
las soas expeliente!,-qulida Vende na
PHARM.-.CIA E DitOGARIA
M
Bailbnlomeo & C.
jfc-ftUA U.RGA DO UOSARU-34.
- HAcnrvAs par\
COSTEA
Cbegaram 90 Bazar Universalr!a roa Ni>va
a. ti, om ertknento te machinas para cos-
tara, das meluores qualidades qoe arte na
America, tras oita.es muitas j s5o-J)eui co-
jnhecip4o/os autores, com sejam :
iwta, pelo barato prego da 3^1100^ dHo l- 3"^"
t largo e eocorpado #<*% dito tr me- 2Si.
Ir.or que tem vi^do ao mereao, muito eo' uUmI
diosas, Weed e Imperiaes e ootras muitas
qae c*m a vi*ta devrSo agradar aos com
corpado e largo para len?oes, t*lo baato
preco de 6*500, grande pseftinena
MADAPOLAQ A 4A0K VmO
O Pdvao vende pec^s de madapolo com
14 jardas, sendo fiae&da rao to superior
pelo barato precn de 4iJfitt),.(3:as oom as
mesnas jardas a 44000, ditas fsoissimas a
55500, 0,5000 7300e 8d000. peehincb'a.'
MADAPOLOrRANCEZA 10^1
O Pav5o vende [ecas de Bais.sitBomada-
polo verdadeira mente ranceK, teolo ti
metros 00 20 raras, pelo baralissiaTOpueco
de 10(5000 peca, sendo faeencia que sem-
pre ae rendeu i6000, e li(oiia-se por
este barato preco por euar alr ,ma cousa
en'Im va Iba l;i ha pon a de Tora.
ALG0D0SJHO EiNFliSTAD) A ifi A280
O Pavo vende verdadeiro Vg-idiotinho
americano, tendo 7 paim-ia de Urgir e
muito encorpado, proprio para lencoes' a
7)51)00 a vara, dito da mesaia -gura sen-
do trancado e muitoencorpaco A-'.-
BRAMANTES PAKA LENCOES A 2,4400 2-S035
O Patiao veod o verdedsir,) branauldde
linhb tendo Napalmes de larga1, que spe.
as precisa para um lenfol orna vara e t ma
qosrta, pelo barato prefo-de 2W09 vara,
lit) melhor de 25S.O e. 30C>, ieaJo at
do melhor qne vem ao meresdo 3^500
e 4|5000', asska coma crekmee fortes para
lencoes, sendo urna encorpada faztoda fraa-
ceza com 10 palmo* de largura a ao rs.
o mitro, e bramanta 'algodao coa a mes-
ma largura h M8O. "
SAIA8 BORDADAS A 45500 E 6,5009
O Pvao vende graude pecincba em saias
brancas ricamente bordadas, tetido cada urna
4 pannos, e veqde pelo barafo preco de...
4)5500 e 6^000, aepdo faaeadi que sempre
vtndeo-se por 8&.e 10#ooo. ..i.
Fateodas para aaise a 1*290, i280e tUOo
O Pa/3o vA(U. supesaur fatunda bordada
ejeom pregas proprias para satas, 1)5200,
li5280 e 1)5310?. vara, sendo preciso para
uma saia pe.-as 3 \aras ou 3 i 2.
Ait 3000 corles de calibris, a 2;)
0 PavSo vede urna grande porcSp d:.
cortes de cambraia organdys ; ;auto brancas
como de edres, sendo com listrinbas de
cores tessidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo barato preco de 2/5300, cada corte,
fazenia que vale muido m^is.
Aos 2030 cortea de caubraias bardadas a 500i
O Pav5o vende uma g-ande qoantidade
de cortes da camLraias braceas bordadas
para vestidos, sendo com os desenbos mais
lindos & mais vistosos qu&i.ej viudo ao
mercado, tanto em itslras corridas como ada-
eooaes, e com muita fazenda para om vos
lido, e liquida-se pelo baratissimo preco de
55000, sendo fazenda de muito maior va-
lor, graodi pichincha.
CAMBRAIAS
0 PavSo vetK'e grande quaniidade de pe-
as de cambra i as brancas tapadas e trans-
parentes, teado de 3,5 a peca, at 4 mais
Boa que vem ao morcado.
CHITA A 160 RS.
0 Pavo vende cbitas largas com bonitos
de8enhos e cores.xas, pelo barato preco
de 16Q, o cova.do, grande pichincha,
LAVS1NHAA 160 RS. O C0VAD3
0 Pavo vende, ouias lasinbas traqspa-
rentes pelo barato preco de lt>0 rs. o cora-
do, pachincha na ra da Imperatriz n. 60
CORTES DE CASSA A 2*500
O Pavo vende bonitos cortes de cassa
franceza viudo cada om em seu papel, pelo
barato preco de 24500 a corta, ditos muitu
lindas 3*000, pechiocba.
CASSAS FftANCEZ AS A 200 RS. O COVADO
0 Pavo vende bonitas ctssas de cores
para vestidos, polo barato pre<^) de 200 rs.
o covado ditas fiaissimas com os desenbos
mois modernos que'tem vmdo w jaercado,
pelo barato pre?o de 00 rs.
CETONES
O Pa*io veade finissimoi cretonas oscu-
ros matizados, proprigs para vestidos e
chambres, pelo barato pro de 640 rs. o
covado, ditos de fl r5os, proprio para co-
berta, sendo fazenda muio encorpada pelo
Estas .machinas teema vantagem defazer
tralialho q'ici 30cusi.uioirs uodum fazj.r
diat i ament e cosem com tanta perfeico
como as mais petfeitas costureiras. Garan-
te se a sna Jwa qualidadee ensioa-se a tra-
baibar com porfeico em menos de orna
hora, a os prteos so'to resumidos que de-
vj agradar, aos preteudentes.
\



4eV\>%"*

->;
%'
nico legaimoni-i autorisado e appi'ovado
pelo conseibo de sade.
NICO DKJ'OSI 10
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOME & C.J
34Rua lara do Rosario34.
Par*
PAVAO
ALSACIANAS A 1 i200
Cbegaram as mais lindas alsaoianas sen-
do uma nova e eiegante fazenda de la
com bnlbaotes listas de seda e ba tan te
larga, p3ra vestilos, sendo n'este genero
o que este aono tem vind > de m is gosto
-o mercado, e vendase 15200 o corado.
CRANAD1NAS JAPOEEZAS A 800 RS. O COVADO
Cbegou jiara a loja do Pavo esta nova
azenda c m o nome de granadinas Japone-
sas, sendo nma boni a fazenda de la com
bonitos qaadros de seda, p opria pira ves-
tidos, tendo de todas as cores, e vende-se
a Bi.Ors o corado. ,
ATLANTAS LAVRABAS A 800 RS. O COVADO
Cbegou 6:ta nova fazenia om o nome
le a lauta, sendo uma delicada farenda de
la, pra vestidos, qne vende-se pelo bara-
to preco de 800 rs. o covado.
NO VAS POUPELINAS DE SEDA
Cbegou para a lija do Pavo om grande
sortime lo das mais lindas modernas
pon eli.T'S de sada, com os mais delicados
nadres e d > muito phantasia, que vende-se
por preso muit i barato.
CAMURAIAS RRANCAS LAVRADASA 4*
Vende:ss cortjs para vestidos de cam-
bntj branca la rada, sendo fazenda muito
Sna, p-lo barato preco de 4* cada corte,
sssim como um grande sortimento de ditas
usas, lapadas e transparentes, que veaJe-se
por me:03 do que em outra qiialquer parte.
CAMISAS PARA INVERN
Cbegou para a loja do Pavao um grande
s rtimenlo de camisas escoras en:orpadas,
a prova d'agua, sendo prop ias para a es-
taco do in-.erno, e vende-se por precos^
em conta.
TOALHVS ALCOCIIOADAS PARA MESA A 3,5500
0 Pavo veude toaibss brancas de fusto
a'cochoadas, proo.ias para mesas, sendo
bastante gran los pelo barato preco. de
3)5500, ditas encorpadas muito grandes 7*.-
CHALES DE MEUINO' A 2*500
O Pavo vende chales de merino murto
grandes e encorpaJos 20500, ditos
imiucSo de chinezei a 2*500, ditos pelos
do renda com 4 pomas 2*000.
CHALES PKETOS BORDADOS
O Pavao vende os roaiores e melhres
chales de me in pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em outra qualqner farte.
CAMISAS PARA HOMENS
0 Pavo vende um grande sortimento das
memores camisas inglezas e francezas com
peitoi de linbo para todos o- precose qaa-
l ades, assira como ditas de ditos de
algodQ para todos os precos e tamanhos,
tendo tambem para enancas, e no mesmo
estabelecimente tambem se vende ceroulas
de lioho e algodio, tendo para todos os
pre;os, a3sim como meias croas inglezas
para bomens e meoinos, que ludo se veade
por preco muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavo tem constantemente um grande
sortimento dos melhres cortinados borda-
dos para camas e janella?, qoe vende-s de
8*000 at ao mais rico qoe costuma vir
n'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, tanto tapadas como transpa-
rentes, proprias para o mesmo i n, colchas
de crochet, damasco para camas de noivas,
e cortinas, e rende-te no Bazar oo Pavo.
LAASINHAS BARATAS
O Pavo tem um grande sortimento das
mais bonitas lasinbas para vasti ios, tendo
de todos os precos cores e qualidades.
principiando dd 200 rs. para cima; porm
to grande a qaantidade que seria enfa-
donba especificar qualidade por qualida ie,
s a vista do freguez e das amostras se lbe
rendero por precos to cmodos que
engues deixar de fazer om vestido de
la por to pooco dinheiro.
ALPACAS DE CORDA* A 640 R8,
O Pavo vende as maii lindas alpacas de ,
cordao para vestidos e roopas de criaocas Daralo Pfeco de 800 rs. o covado.
pelo barato preco de 640 rs. o covado,' BtafWMa casaquihas a SO* 25*
ditas Qnissimas com os mais liados lavoree 0 ?**& v&a^ bisqoinas oa casaqainhos
imitaco de agracianas 800 rs. o covado, I fe 5eda. Pr bonitos glaces com delicadas crese ius.Darati*imo pregidd 20* e24*000, sendjj
trosas como se la 1*000 o covado, 6 oa-!mail modernos, assim como ditos de crtjB **'" J ">re padree miados e moderaoa a 360
tras maitas fazendas de gosto e laso para!60*** rendas pretts, qne se vendem muRo ------ -
Si?-
saeprs j
A FLOR BE URO
E' este o distiatito de urna nova e bem montada
loja de joia?, sil) a rua larga #p
Eosario a* 24 i,
Oa prfilario deata elegant estabeleiment feudo em riiu oj esforcoa qua-'l
Qieram para coHcarem as condk$dt de< nma imsde cheniella, ftitaraat- ao nal*
eaoi rigoroso principia e nao viessem u eollomoaa do juiaai sciaolincarao re*P4tlart|if
* blico, qne no rae rao eslabelecirnenlo encontrarn serapre o mais completo artlraAll
de j-ia?, como sejam : brincos os mais modernos, para adornaren aa deWadH ei
Ibas do bello sexo, e qu<3 se vendem a 8, 9 e ij o par, dilas para meninas .*>*,<3 el
ditas de coral, obra de apurado go to a 3 e 4#, Voliinhas de coral eom cruws 1
a af, brochas modernos de 3 a i3& ditos com pedia e esa sua* inytu eaij|
10, it, 16 e Of, rosetas lisas, porm bem Irabalhadat, de ifJWO a 9f, di ti
podras de 4 a 13#, cacoletas a 44, ditas com mscripedes a #ot 0. naw sp di)
gostos, e om bonitas pedraa a J, 3 e 4*, ditas de perolas, esmeraldas e rirbmix
ricas crozas de esmeralda e rnbim a II, 14 e t, ditas da ouro e eral ewi a** flteor,-
tographieas a 3, 4, 5, 6 e 7, ligas de cocal a 2J", cadeias para relogios a iOt, diltasa <
i( eoOOa oiiava, gaarni{5es com tres botdes para ahertoraaa 4#, dKas de sedalas.a3|f!!IO#
SgZZ o par, ditos para pnnhos os mais modernos a 7 e Sf, alm de nm variadsimo aoreimen-
*' to de joias de aparado gosto qne reeebem pur todos oa vapore da Europa,; Manat
sejm : brincos, braceletes sUketes, ailbwoos oomftum, enti% ramtas, sams 4
bnlnaiHes, esmeraldas, perolas e robins. SedalhSes, vota, twicelln, anneis coo 1
tras e de diverso modelos, eealos e pencinea de oa.ro e *nu okuraia, rotes**. oN
ro e prata do afamados fabricantes, satvas de prata de drfersos tamanhos, 'reos px__
ros e faiueiros, colUeres para eb e sepa, a.a/acs para ertaBCaa, e uma Ti flirt iflfi
objeeles qne sorra enfudouho mencionar-se.
Os proprietarios da Fior de Ouro garanten) vender maU barato, que; em ontsa
^fc> qualquer parle, para que estar aaerto o e-stabetecirneuto das f horas W aoute.
fi5!nffl aas?^w?i-a?.a^a-l>-r=3-'av?,^ <-*smft6ffiRS}t
'X
Rua do Baro da Victoria n. 31 l.u andar
Este mai acreditado e conhecido estabeleehneMo acaba de- sar tranaerdo para
o 1. andar do sobrado da rua do Barao da Victoria n. 3-1, outr'ora rua Nova. Oaeeio
e elegancia com que est moniado, nos anima a convidar ao respetavel pablico e as
Exm." senhoras a visita-lo, garant ndo-lhes qoe encontrarn um bao sortioteato de
chapelinas, e chapeos de velludo para senhoras e meninas, o qoe de melhor so pode
desejar em nodernismo e gosto.
A occasiao nos propicia para oerecer a ocenpacao de notaos aervico aos
euf;i:es de chapeos e cliapenas quequeiraa mandar reformar, obrigando-nos a-apra-
seular enfeites os mais lindos possiveis escolha de quem nos bonrar coa esse
i saceos e rogueteares.
, SACOS
PARA ASSCAR
GERVEJA DE MABC\
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As ?erdadeiras trazem o^ numeres eslampados
aas pecas e nio as etiquetas.
Vendem-se
Em casa de
. T. JEFFERIES & C.
46 Rua do Gommercio 46
iBfifNS OE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em eada peca um bslhe-
te eom o nome
. D0S
nicos importadores
T. JEFFERIES Grande
LIQUIDACA.
Na rua do crespo n. 20.
Loja de Ciuilhernie
Las de cores miudas a 80 rs o covado.
Bramante de linbo com 10 palmos de largura a
2,1500 vara.
Chitas claras e escoras a 160, 208 e t\Q o eo*
vadu,
Sitas rucados proasianos 280 o covado.
Ditas chinezas para coberta a 240 o covado.
Cambraias, organdys miudas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 320 o covado.
Dilas bispo lisaa floas a 31 a pega.
Ditas brancas com 10 varas, a 3/000 e 3JoOO
a pega.
Dita Victoria, a 4/ a peca.
Massnlina branca, a 400 rs. o covado.
atadapolo fraocez, a 6 j a peca.
Dito inglez de bom a especial, a 4/000, 5/, 6/
6 7/ a pe a.
Algodosiabo a 3/, 3/500 e 4/ a peca.
Alpaca de cor com listas, fazenda superior a
360 rs. o eovado.
Dita branca, eom florea miadas matisadas a
800 rs. o eovado.
Dita preta com fl>r bran;a, o 800 rs. o eo-
vado. t fe.
vestido, oa rua da Itnperatriz n. 6o.
POUPELINAS
0 Pava~o recebeu as mais delicadas e e-
tbores poapelioas de seda para vestidos,
com os mais modernos lovores, e outaas li-
zas com as cores mais novas qoe tem Vtftlo,
e vende-sj 25000 cada corado, assim
como del cadas sedas de liatinbas, tanto
para veati los de saoboras como de tninii,
q vende-se 24000 cada covado.
RUPAS PARA HOMaNS
O PavSo tem constan te aen/e om graoda
cortimento de roapa, tanto de panno como
de bros braceo o decoras, da case-
miras, pra todos os preces qwliitaaa. onas pmt bomoM como para' criaocas, e
e tambem se manda fazer qoalqaer peca de
obra cjm t.do aceio e proajojidlo, jprt O
qoe se tem om perito
em coota. aa roa Ja Imperatriz n. 6-
Gaitas eatasasaM saraeseertas a 3(0 rs. s coraaa
O Parlo Tende cbilaa eaitaacadas com
delicados daaanbos para cobertii oa carti-
oas de coras fixas, ss&do (aaenda muito en-
corpada pe barato preco do Mft o coeadO.
ESPaRTILHOS A 300
0 Pavjo vende o mais modemoj e m-
mocea osparthos, tendo do todos o ta-
manboi, pala barato preco do 1*500
t3ASmHRAS
9 Paito veod ara elegante sortimento
de debeadaj aaamiraa iogiaaii, aoado to-
das de Has amito levesinhas, timo pro-
Lencos de cassa com barra de cor, a 120 rs.
cada om.
Ditos de linbo embainhados a 4/ a dnzia.
Chila, faienda bem conhecida pela sua fortidio,
mais larga que caita para roapa de escravos, a
200 rs. o eovado.
Casemira preta superior, a 1/800 o eovado
Cortea de eaaanura de eflr, 3/1100, 4/ e 8/.
Cortas Os meia casemira, a 1/100.
Casineta preta e de cor, a 500 ri. o covado.
Ganga amarella lisa e de lista, a 30 rs. o co-
vado.
Algodio iargo mires T a 5/ a pesa.
D-se amostras com oenhnr.
oMas mais ewornsdaa, too io de nma e da
Aproveitein a oucaslo
Talberea fiaos ds cabo preto pira o trafico de
casa a 2/000 a dnzia: os roa do Doaoe Oa Ca
uaa. usji do Queimado a. 111.
!*S5
CMOuetros pequeos para mudar-
o qaiier difija-se so silto Cafando.,na
eaflaattae Cmara, oatr*ora Os Jis de
trabalho.
CHAPELLERIE DES DAMES
Ruado Barao da Victoria n. 31 1."andar.
PARA LIQUIDAR
liJOOO CADA UM
com cabos de faia, sendo os maceados de ac muito bom, proprios para carpinas
ou engeohos: vende-se rua Nova n. 11.
Cadeiras americanas
com bracos e assentos de pallinha: rua Nova, armazem n. 11.
Pregos americanos
de 2 a 3 pollegadas, proprios para barricas, a 80 rs. a libra : rua Nova, armazem
Q. 11.
Taxas americanas
cabeca redonda de 5/8 de comprimento, proprias para tamanqueiros, oa outro qnalqner
mister, eom toque de ferrogem, a 80 rs. o maco de meia libra, oo 80 a eaixa com 130
macos: roa Nova, armazem n. 11.
VELOCIPEDES
com duas rodas, proprios para bomem, a 20-5 cada um. k. de gra?a, mandando-os vir
custam 150$ cada um : vende-se rua Nova, armazem n. 11.
Grampos de pao para segurar roupa
sendo d madeira, proprios para prender a roopa oue se bota a socar em cordas, a
240 rs. a duzia oo tf a caixa com 35 duzias. E' dar, naV vender: roa Nov
PARA EJV&EMHO
om recebedor e conductor de bagaco da moenda, levando por si o bagaco na distancia
que se quizer, economisando o trabalbo de duas pessoas. E' talvez o nico qoe existe
nesta provincia: vende-se muito barato, roa Nuva n. H.
flld
nen coacsiMRMo i TiTtiuao
0 S:'.i Guy-ji cheyo a tkar ao nlcalrno a culins Je c u:u to> i '.:;:uj -y-^,ol.'.er
toa ; 11 iraeoMi .iii.-rorin.-!!j-" r *&*, i \o\< mu c|>-! a,'in >- |
o oue leiii.i maiisoluvel. ApromiiMi.l.T i-.--1 ; ; ,, >
:l;i, el |T, >sra um ;.. r c r,- !' >-
ra iv* r.^r x mu .niu.iic ;i|-
CCitlrado aV ilcali. o qi:al, sob um pe,jiie:a | c..:i.\l ,,-: ,'..,', .. i, .; nli'ercc
-. r.'-i ; u;i>a i-.:)-*(! propn^.Vo 'le I rc-.vvv
pl'iilCipioS ellVii... | til,; .. ,1! i ;':, ...
O *>tU:i.n ,li- tu l ffloU'trill) l'* O i .
uyolj posMiu j-.or -n.-equciicia tod.s i>v.r- <. -.: -.n. i -_ ....
laguna .>,w>,
O iaCciivTiiltroV ilailii doiliu ...!; .... .....<.., \..< .... ^.
O i!.-;.lrliiiil# (r;ui c 61li|.l;'iJ^n tu.'li ....o. t. !; in- :--- ->
Ejl EFDiBJL Urna t*her de aft tura ;..._> u-.-j..... ,6'*ifpi&,ds
titmtaa .. ... jta :;' : .
MOKCHlir.S
CATARSHO O BlllSA
L.LUXCS
TC3SE PEr-rr*,z
IRRITAClO OE PITO -
TSSE CONVJLiA
affecchs da pelle
comicu6e$
asoLESTiAe do Cvyoo caell'jco

t
/
H
l
E^ Sj^CCOIS. Vmaftirtedfilic'irequ'ilro,: _vi/. ;-'i.-oi.M.u.on^h |
PtUXOS A.'ITGCS OU KECSMMO
CATARHliO OA tEXl.IA
O AlcarAo de (injot foi exj'erir:evltulo cvm um verdadeiro xito tos
yrincipaes hosjtaes de Franca, da Beljica e da Espaiia. Foi reonhecido
que, pura os lempos di calor, elle c-usli'.ue a bMda a muis luj'jienka^ e so-
bretodo durante os tempos de epidemia. Uma intrucc-ao accompauha cada vidra.
Yede-se na pharmacia e drogara de P, I\Jau-
rer & comp., rua Barito da Victoria
XAROPE SEDATIV
de coseos de Laranja amorfas te
BROMDRETK DE POTMIDE
me S.-T. LABOIE, 9,
Todos a Medios concordio em qae o Bramante
sistema servse, ama aceSo ni-lia-----rF
Laraaja amarga, cuja aecjo regumn aa ma.
aaivemlmsnte appreciaJo. Sosa rocoio 4't
(puado toffrem de malti A*
assim que parala niri /
**#*, teaiaa, 1it mt^mka
m atavio, r.1 *im; em n^H
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Aw*o *8TI
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FIGIIEIREDO ft LOPES. d ,
Os orpritarios deste dovo estabelecimento. certos de que o raeio de adquerir
nanasrosa reguezia vender barato, servir bem e haver sirjceridadade dos tratos, nao
nos efaslamos deste caminho pata beca corresponder ao favor que nossos numerosos
fregiiezes bos Urr. dispensado.
Como anda temos algasias fazendas das primeiras compras, resolvemos faz
reducn em ponas deltas, para o que chamamos a ltenlo do respeilavel publico :
Capellas muo lindas para nowas, pelo
barato preco te 30 e 35SOO rs.
Houpelnas de cores e brancas muito
linda*.
Camisas de meia a 94000 a duzia, pe
chincha.
Cambraias de cores.
Temos o rnelhor e rnais liado sortimento
de cambraia de cores a 500 e 5C0 rs. o
metro. /
MfclAS.
Recebemos meias muito finas Unto para
senhoras cjoio para horneo?, meninos e
meninas.
Cbapos de sel.
Recebemos cbapos de sol com cabo de
mxrlim que vendemos por 134 180000, di-
tos de. cabos de canoa 9-5, ll<$ e 14000.
Cortes de cambraia de cor muito lindos
e com babados com sen competente figuli-
no, Um 48 & vados por 80000.
BASQUINAS.
Recebemos basquinas de seda ricamente
enfeiadiis que vendemos por baratissimp
preeo.
Vestuarios pan meninos.
Recebemos vestoaiios de fasto muito
bem enfeitados que vendemos por 40500 e
50 fi' branco bordado muito fino, dito
com lpicos dito preto com salpicos e liso.
Cambraia abena a rniitacao de croch de
cores e branca.
BR1NS.
Recebemos o superior brim de Angola,
dito pardo para todos os presos, ganga Tran-
ce za a 500 rs. o covado, superior.
Pannos finos.
Temos pannos pret s finos de 35500 at
65500 rs.
Recebemos casemiras de cores para 35
at 35500 rs. o covado.
CHITAS-
O Cysne tem o mais lindo sortimento de,
chitas para -todos os precos e qualidades.
Banges com listras najfrfr* e muito moderaos.
Crotones claros com lindos padies e
correspondentes, guarnecida a saia com'cores fixas pelo baratissi.mo prego 440 rs.
orna franja de sexta na barra, vende-se o covado.
3fiTNS.E GROSDErttPLBS DE CORES.
Temos para todos os precos e qualidades-.
Grosdenapte preto.
Recebemos *oo sortimento e vendemos
por manos do que outro qsalqaer.
Las Saboya.
Anda temos un res*o desta linda facen-
dki*-***aoa*r asnenlos por 000 rs.
Cries a Minerva
Anda tem >s siguas destes lindos cortes
coa lis tras da sed, rom 40 co vados, par
acabar vendemos por *>}.
Cortinados.
Recetemos novo sortimento e vendemos
or 80, 95, 1*5, 165, 18* e 22$, cada
PW.
Cambraia para cort nados a 105 a peca
com 20 varas.
Dita Victoria de 45 at 85000 a prca de
8 varas a meia. ,
Dita suissa transparente muito fina.
tiRGANDYS BRANCO
Tomos receido oovos orgaodys de
44900 rs., ditos de 65 e 85000, este olti-
m ten listras assetiuadas.
Es partimos
Recebamos novo sortimento de espartilhos
inglesas muito grandes, sao de boba.
Vestuarios par baptisados, bordados
maito liniosa IO.COO, barate.
Camisas rancezas, inglezas suissas de
2| at 45500 rs., ditas bordadas muito finas
de 80 ata 105000.
MECEJANA.
E* orna fazenda branca muito linda e fina
para vestidos de s oh oras, tem a peca 30
jardas e casta 185 e 225000.
Panno abretanhado largo e bom. peca de
20 varas a 105.
TAPETES.
Recebemos novo sortimento e vendemos
maito barato.
Temos grande sortimento de saias bor-
dadas a vendem-.s muito barato.
CORTES DELAAASlMiRAMfiS. m
E' una linda fazenda com os enfeJM|
por 405000.
Cortes do canibr;iia branca aborta, bor-
dadas muito lidos, vendem-se per menos
do que em ontra pairte.
Ditos bordados na barra, de cambraia
transparente1, por 85000, muito barato.
Deixarcos de anuunciar umitas ootras fazendas por nao
(adopto aos nossos fregueses.
Rua Lov8 frescas de pellica para taomens e
senboras do acreditado fabricante Jouvin.
Fazendas para 'uto vendemos por monos
que em ovtri quakjucr pare.
A'pacas, cantees, princezas, bombasinas
cambraia prete, te. etc.
se tornar extenso e en-
FIGEIIEDO & LOPES.
Bstaa artigo athan-se a venda
em ac dos importadorea
Shaw, ILwwesx C.,
BA DA GflUZ 4.
-
HVNOLEO LITH0TRIPTI10
JVTX lUIKILtt VTIC O E GOTTOSI*
ESENCIALMENTE EFFICAZ EINFAL-LIVEL EM tifeSTRlUR AS AREAS'E
EVITARA S4JA FGRJACQ
Guiados pelas iudicacSes de mnitos aba usados clnmicus, e mdicos distinctes, que
se deram ao estudo e averigtiacao das causas que prodnzcm os p.decimentos de rheu-
matismo, gotta, arras dos ihins, bexiga, figado.e d'outras visceras; e aos cnsaios.d s
meios pr. pri.is para cural-os, ohepanaos a bier um remedio, que nunca desdisse a sua
activida Je contra os ditos padeciaientos.
Nao tMinicamente baseado ero tneorias que Unto a vaneamos, roas >im nos satis
factorios resultados ohtidos da sua applicaiSo, as innmeras experiencias, que com ? Jie
fizemos; e deste modo, seguros de seua Wefjcipsifftites, foi.umente o recommenda-
mos i-, pessoas q e foffram algwnas das molestias cima dits, ou de algons outros pa-
decimf utos do apparelho urinario, ues como o diabtico, glycosurico albuminurtco
etc.
Escudado seria obsemr que se n3o pode designar um nomero determinado de dses
de um medicamento para curar todos os individuos que padegam da mesma molestia;
pois que a cura est dependente de diversas circumstaocias, inherentes dposic3o na-
tural ou coin,Jei(,'o, de cada oa dellea; mas camtudo, certo que o hydroleo Ixtho-
trptico antirkeumatko e.gotqso prodtz sempre acura desepda, qundo se persista tm
toma lo o lempo preciso para obte-la; deyendo ter-se em vista que quanto mais inveje
rado est o mal mais se deve insistir pa applicaco do remedio.
Podemos tambera affiancr que, por mais continuado que seja, o uso deste rena-
do n3 causa dfarranjo algcm ns vas digestivas, mas antes, pela propriedade eminen-
temente tnica, que tambera posue, fortifica o estomago, torna mais facis as digestios
e, nao p;>ucas vezes, tem feito dosapparecer diarrbea, que eram e'ntretidas pela dtbili-
dade geial do app?relbo dgelivo,
MODO DE USAR.
Tu mam e do lujjmko lyifiriptice., nos priineirus qu.itro ou cinco dias, ditas co-
Iheres de sopa, em agua assucarada, late, cha ou caf c m leite, e mesrao seu< mistu
ra algumi, ca occafio do a I moco, e nutras ao principiar a ]ntar.
No quinto ou sexto dia e se^uintes, tomam-.se do rotamo mododit), tres coiberes
de cada vtz.
Se as ourin.is da pessoa doente depositarp grande per gao de,arelas; se as dores
nepbriticas, rbeumaticas ou gottoaas slo constantes; em im, te us padecimentcs 3o
fortes, tomar-se-Lo quairo rolhees de cada vez, ou tres veze* no dia, a tres coiberes
de cada urna.
Quando as areias, ou outros padeciuentos, tem diminuido, torna-se s piimeiras
dses.
Pelo uso dp Ujfdroleo Uthqtri^tico \lo senUo mais rarqa s dores nepbrilias, rbeumaticas e goLiusas at quede todo desapparecem : ueste ponto
pede dispensar-se o remedio: til, porm, como preventivo, tomar cada semana urna
ou duas dses delle.
i't;o que respeita alimentaoo, dejve ella ser reguada.de modo que nao sobrecar-
regue o estomago, e em quantidade tal que possa ser fcilmente digerida.
A melbor bel ida sem dovija, a agua pura, mas tambera se pode osar de vioho
simples ou pouco aXcuoiico. De cervejt e vinius fortes, poucas vezes.
Sobretodo o que mui'.o recomraeudamos, gi^aude xercicio.sew/aJ/j/a, pois que
elle mnito contribue para a rapidez da cura. :<
N. B. Depois de tirar-se do frasco a perco qoe se vai tomar, deve haver o maior
cuidado em o arruinar itpmediatamente.
nico deposito em Pernambuco
Pharmaci? americana de Ferreira Mata & C, rus do Duque de Caxias n. 57, (an-
tiga do Qr.eimado.)
ELEGANTE
N. 1Ra streita do Rosario N.1
AO BOM TOM
Acaba-se de abrir este importante estabelecimento demiudzas superiores cornos
mtlbores artigos de luxo ede moda para homens a senhoras, variado- sot ment de
perfomarias dos mais afamados fabriesotes de Pfris e h< ndres, com) sejam tiver, Lubin,
Condray, Pinaod, Regand Chonneaux, Monpelas, societ Hygienique, Gosnel, Ritumil e
Piesse Lubin, etc.,etc.
ltaaca se ?i6 ora proci'jojmata perfefto e que ai- cripta soffre o choque de acido foriissimos, sem
mi de tal forma a asfarer as *xt>nda mais se decomff; ora, se os cidos ojo tem aecftd so-
asiaru da ieriptora^o bre eH, aiuit menos a aeco do toropo a pode
Anuir UadiwiDii e nao precita de co da-
lo algara para se eops mr po tnteiro serrpre
a mema cor, srm forrt, cresta. oolOr na sem
i attM nateltaa infcrtcu tedas as tintas
aj *fra eoB(k?ciAM, atilda taemo Sos albores
ettfansiiiros.
'eludo-, este estlmael producto nlo auca a
4e a^a, IMM pelo eoitrai^*, penSa
aaa naaKa Aon rado qo, sendo iaure-
nao sendo especialmente (ara copiar,
duas, trw, ou mais cdfas om n el
eHpM t preei, por*n4 aelxar-the
motedo ein o n^oaar xn o mata-
pe Bfp M'oaisco *aTwrar ,fara se
^^mm, Dio se agelomerara lan-
j^H cWis se werem ttrar, mu
I^BM flfar nma iMO ijianus
jpwr>giml #<} arejadicado
desirafr ; isto A ptaasivel.
Nao s ao commercio que esre men prodocto
veio ser uiit ; os professores dos collegios, Investi-
gando todos os meios para o adiaDtamento flos
seos discpulo, lem approveitado esta tinta, <]ne
cera razio a acbsram apta para desenvolver t
Sosto nos educandos, em conseqiienera da belea
a cor e bcilidade de correr a ppqnena pela .na
liquides. Ha exemplos de enancas que havl
mnito Mmpo tintiam orna repolinanelt' Mtrtrna
para a escripia, logo que foi admiltida esta tinta
no coliegio, apoderou-se derlas a cr.riosidade e o
gosto, e ponco teropo Jdepois o sed adlatment
et* raanftejsto.
Bata tiaia, i par de tantas vanlageo, tem om
nnieo onvenient, deteriora-s* ao conaoto d*
crtrs
isentos do men'r vi-luuibro de ouira lints, e evi-
tar eserevr cem > npnna soi de urna prepsracSo
dilfereoie e incompativel; reriifco isto, alo ha
razio para se usar de tinta que nao seja a VIO-
LETA EXTRA-FLNA D MuflTEIRO,
ObserviMfao.
Dimsw (a^bnc^M e s
eoftjpr'ailtirfe p.
FAIPDAS EM LIQU1DACX0
LOJA DO P
A9 ra da Imperatriz
Os propritUr'os da loja do Papagaio scicntificam ao respetiafi publico dst
provincia, me es erara muito breve receber um novo sortimente de fazendas mader
aaa,. e de bm gusto, e por coDsegoiote poem em liqnidsco as abaixo especificadas :
Beialbos de tinta, de cassas e laas.
Chitas de cores e,r"-xas de 160, 200 e 240 rs.
Lisnbas tapadas e transparentes.
Alpacas lisas e lavradas, de muitas e dillerentes qualidaies e precos.
Ca.vs.as de cores de 2U) a 30 rs. o covado.
Caites de i?sa ibiu a' 2)8400 o corte ou a 240 rs. o covado.
Cambraias) brancas. ta adas a ijj e
Barejes ta la a 320 rs. o covado.
Toalbas de linho do Porto mnito grandes a (OjOGO a-duna.
Metim da India a 600 rs. o covado.
Uuinha prtta de 320, 400 e 440 rs.
Alsaciannas a {000 o covado,
Cuicas preias mnito unas de 4U0 al 240 r-,
Espartilhos de linbo e algodj de 3;;.'i00 at 5000.
(omisas i meia, ditas rancezas.
Omisas di) pe to bordado,, lisas, e de pregas cum coeniibo e um ella.
Hades de panno a 30C0, dos mais mode' nos.
G tkrinhos de papel com beira de cdr.elcdjs brancos.
Fnsi5 s de seres para vestidos mnito largos a 450 rs. o covado.
(o tes < e pMMMtae de 40000 at 7o00i> rom quad'os e listras.
E nutras mu.t-i- f izendas que pretendemos liquidar para no accumular con
as que lesp-r amos rebeber.
ROPAS FEITAS EM LinIDACiO
Na bqa do P;pag?io ha ura grande ceposito de roopas feits de brins e de
pal n>!-, calr?s, colletes e fobrecasacos, que e liqu.dara por precos inntte
ca.-iran;
baratos.
Liquida se
jne t vfnditn
i reros
'
*c-!.s laviaihts na loja do Papagaio urna grande porcode se'as Uv adas de cores
or Jutcos baralissimos, na ruada Iraperairii o. 40, esquinado beccodos
Meatles & Carvlho.
BAZAR DA MODA
1 PE
JOS DE SOUZA SOARES k C.
Grande exposipo
Especial sortimento de fazendas de algodo, linbo, aa, e seda, de todas as qnali-
ddes.
Artigos da moda elegante, tanto para senhoras, como para homens e meninos.
Completo sortimento de miudezas finas.
Grande dep sito de perfumaiias dos uais adamados.peifumisias di Europa.
Variedade em objectos de phantasia para mimos.
Nova remessa de ricos livros para missa com encadernacao de velludo, cbarao
esmaltado, e madreperola, tanto para senboras como para meninas.
Bello sorrroento de lindas e modernas juias de ouro, como sejam : cadeias para
rejogios, roedalhoes, meios aderemos, brincos, broches, braceletes, co'ares, e abolladu-
ras para camisa.
Ricos eiptlt os prandes com moldora dourada a ouro fino.
B' Has panormicas brancas e de cores, proprias para jardins c.cornijas de casas.
Assim C' mo temos a venda urna bella e perfeita embarc?c3o de guerra, fymbclo
da cot.vela S da Bandeira, e urna caixa com rica msica de ponte acn panbada de
tiinbfes e rulo, tocando com a maior perfeico o hymno do Brasil. Vida Parisiense,
Marco Espada, Flor do Cha, Fausto, Pericholle, os Dragoes de Vi lars, e Viagetn a
China.
N. SOKtia do Haro da VictoriaX. 50
(Esquina da de Maulo Amaro),
sMffi!

->'.* }* &}. < s
%m
\d
Alta noviad^
O Ma?eu Eietrante raa'Estreita do Rosa-
rio n. 1 vende ricas camisas de cambraia
de linho bordadas para noiva?, e tambera
de madapolo fino, bordadas e en'eila.aas
de ntremelos a 40iJ, G0)jl e 75|J000 a du-
zia.
Lindos penteadores guarnecidos de ntre-
melos e rendas valencione, ricas calcas (U
linbo bordadas e de madapo'o, para senho-
ras, bellissiuro sortimento de gofinhas e pu-
nbos cousa inteframeote nova, recebido pelo
ultimo vapor da Europa.
PARA BAPTISADOS.
O Musen Elegante recebeq os mais finos
e ricos enxovaes para bapti-alos e tambera
lindos vestidos enfeitados para crianza, ra
Estreita do Rosario n. !.
l'Mma moda.
O Museu Elegante rectbeu os mais liados
e modernos chapeos de blond enfeitados
para senhoras, e tambera do velludo e pa-
Iha para criancas, e est vendendo muito
barat para vender logo, a roa Etreita do
Rosario n, I.
Flores e plumas.
O Muse Elegante est vendendo as miis
b9!l9 flotes e plomas que tem indo
mercado, assim como m lindo sort man
de franja de seda preta cousa de apurado
gasto roa Estreita do Rosario n. I
BOTINAS.
No Museu Elegante vnde*flt botinas de
n. AO a 3 pOara oriancas a 2*080 o par, e
' ----------------------- .....II fl Hllll I T i i ,, .
DROGARA ESPECIAL
HOMEOPATHICA
DE
JOS' AL VES THENORIO & C.
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 3.
Jos Alves Tbenorio, professor em homeopathia, tendo-se retirado do
laboratorio homeopathico e consultorio de seu Ilustre e finado amigo o Dr.
Sabino 0. L. Pinho, que por muitos annos estiveram sob sua directo, tera-
se estabelecido sob a firma de Jos Alves Tbenorio & C, roa estreita do
Rosario n. 3, ende, animado pelacoefianca com que honran m-no os amigos je*a
da homeopalbia, Ibes oflarece e ao res jeitavel publico um completo sor ti- -
ment de todas as preparares heraeopatbicas conhecidas, recebidas das mais
acreditadas casas de. Londres e Pars, o indgenas, bem como tudo quinto
diz respeito a homeopathia e sua pratica, esperando que con'tinuem a llora-
lo com a mesma confisnea, para o que nao se poupar esforcos.
. PRECOS DAS BOTICAS
TINTURAS
Pharmacia, e drogara
Baribolomep 4 C roa todo Rosittb ti-
Veade-M
WMt
Cura apita iadcl m
callos
E arpesoa qtedella te._
'gar para o s deposito epeeii
tamben vende colchas e tesinas de fusilo a
5^000 exiraordinariameote barato, roa
Eiriva do Resano o. i.
rollas* elec.ro.
At qi alinal ebegaraa os- verdadeiros
col ares de Ru-yer, contra as convulso, s das
criancas e facilitando a dentigao, e estao se
vendendo a 3409I no Museu Eleginte
ra Estreita do Rosfrio' o. |,
As de H por #800
Na verdade barato l| Facas finas cabo
de balaceo cora os botoes a 44800 a du-
zia, om completo sortimento de colhe-
Hieres do eltctroplate e facas com cabo de
marfim, tudo por prec, o biralinbo que ad-
mira, ao Mi seu Elegante roa Estreita do
Rosario. I.
AS MODISTAS.
No Mo*erj Elefante encontrarlo um com-
pleto foriimento' de WcO da Wend 'branco
e preto, dito creebe, trancas franjas de
sAa de tod*B as cores, grande sortimento
de galos de alodio coos de liados dese-
nboe, cdmbria'ftflrceza brs-nte e preta para
forrar vestidos, retroz de todas as cores,
entremeioi a babados Upados e transparen-
te e garlas 4t ferro, osee amarfim para
erorAet, rda EsHeita doRosarre b. 4.
% iaarHa O Museo *gWt# vands risas voitas do
radas para senboras e taabem meios sis-
Mes Imita ado osn*, pertta tota lado
por fruto* rasaftisi aa to* **tiu d lt>
saatoas i-
1'" 'i' r .n- n i.i >

u
fhega
Uatopau
resallao te,n) colbi
felto os, acaba J
&
M| itmkvprCt proaafc" liara-a fnca, *6v
n, 20.
T-
...Yeoa^it*aa,.dft jrttaoiUjajtf 4f adras Ja
GLBULOS
I botica de 12 medicamentos 100 1 L oti
1 t 24 200 1
1 38 300 1
I 48 350 I
1 60 400 1
I < 120 700 1
do
150
250
400
500
600
11C0
i2 medicamentos
24
36
48
60
120
Sao nteis essas boticas aos Srs. mdicos, senhoras de engenbo, fazen- ^*
deires, chefes de?amili, capitSes de navios, e em geral a todos quantos qai- <
zerem dedicar-se a pratica da homeopathia.
Mdicamentes avulsos pelos precns das ontras drogaras, bem como ^
. .chocolate de londrej k do M.viuNiiAo para uso dos doentes em tratatneaio
[ pelo systtma homeopathico.
LOJA DA CONQUISTA
Ra do Cabuga' n. 6
Os denos deste eovo estabelecimento acabam de receber ora completo sortimento
de fazendas finas, das qnaes s mencionam os artigos abaixo declarados afira de que o
respeitavel publico possa fazer urna aproximada idea de que n5o por meio de anhnn-
ciofc qoe queremos acreditar nossa loja, mas sim pela variedade de objectos f,e gosto e
de mpda que sempre cosluusmos ter como sejam :
Ricos cortes de Wond para casamen-
te.
Sorgurao de seda, brisco e preto.
Dito dito de cores.
Popelinas de seda brancas.
Ditas ditas de cores as raelbores do mer-
cad*.
Mes cortinades bordados para cama.
Ditos ditos de crochet dito.
Qolxas de crochel dito.
Ditas da 13a o s Ja dito,
(imitas da linbo bordadas para
8#-
Lindos lencos de cambraia de linho bor-
dados,
Saias brancas bordadas.
Granadinas brancas e de cores para W6-
tido.
Lindas alpacas e lias para vestido.
Ricos enxovaes para t.aptisado.
Ricas cbapelinas e chapeos para senbo-
ras.
Lindos fust5es de edres para vestidos.
Fil de seda, e grinaldas para wvas.
Manlilhas brasileiras.
Cambraia fina de i larguras.
Bramante, Bretanhas o esguio de li-
nho.
Tapetes grandes para guarm'cao.
que para isso nos maod em
tilas di algodao, bordadas p^ra se-
nboras.
Ditas borda4is e lisas para homens.
M*jam-s* os lavam-se as fazendas em qualqaer casa
tnome da rta a nuvjero da monda na
LOJA DA C01UISTA
A roa do Cabuga u. 6.
DE
ANTOHIO FEANCtSCO DOS SANTOS MI.


Diario de Perambue Sabbao 6 da Agosto de 1871
ASSEMBLEA GERAL
CMARA 003 DEPUTADOS.
Discusso io elemento servil.
(Gaotinaago)
Portugal, que su tetn trazido como ex-m-
po qoe mais particularmente devenios se-
guir oto proceden como nos aqu pretenle
mos fazer.
V se de' seu decreto de 29 de abril I*
1858, que ha mais de 22 annos tralav.i-se
de tomar molidas, portanto des a 8 em 1854 ex )edio-so o priraeiro de-
creto determinan,o o registro ou matriculi,
favores, resgale i a reivindicarla da liber-
dade, emancipagi) immediata dos esclavos
do Estado, eti*.
Em 1856 fot que se coosegnou em le
o principio do nascimento livre com obri-
gaga do servico at 1 anuos, facultada a
remisso dos servidos.
Em I808 fixoo-sa por decreto 20 aun >s
de prazo para a libertario (emancipacio
differida). At que em 1859 expediose o
decroto de 25 de levero resolvendo a aunan-
cipago immedia'.a, sem mais indejanisi-
Co a nio sorem os servicos re3ei va-
dos no decreto de 1858 at 29 de abril de
1878. Consignou-se, verdade, a meii a
do nascimento hvre: uias as respecta as
colonias havia apeis 140 000 escravos.
. Trago ludo islo para mostrar que cs;;;s
medidas mais aventada! s se poderia lo-
mar quando a populado escrava esliver
muito reduzida, c nio emqu mto for em
crescido numero, como ainda se acha ea-
tre nos. ( poia los di opposico.)
PerJoa a cmara ter abusado da sua v-
teugo com semeibante exposigo. ( Muios
nao apoiados..) Proseguirei, porque o
tempo v6a.
Nao d-rei o qoe se lem pass?do entra 1 *
desde 1823 par a c; ludo bem conde-
cido.
Em 1823 j foi aventada a idea da aln-
ligo, mas lenta t> gradual, pela constitnin-
te brazleira, que a consgnou no seu pro-
jecto de coostituigo e na lei de 20 de ou-
tubro de 1823.
E' esta h idea que desojara ver tambem
consignada na proposla, e nio as meddis
vilenlas que nella se outm.
E cabe aqui dizer, quanto a gloria, que
nos nao podemos, nio devemos tira-la
aquella assembli, a que se tem feilo taiili
iojuslica ; foi ella quam leve no lira/, i a
iniciativa da idea abolicionista, a qoal fui
depois fazsndo o seu caminho, at que l-
timamente foi me' Lidj. na lela da discusso
e afina] enlerreirada nesta cmara. A ver-
dadeira gloria perlence aquella assotnbla
a gloria da iniciativa da d*; a gloria da
execugo cabera aquello que Uwr a felicila-
de de fazer a reform em termos habis.
Senhores, tem-se fallailo muilo contra a
propagan la abolicionista, e usa-se da ex
presso propaginda, propagandista, com
cerlo desprezo, como nos Estados-Unidos
83 chamavam negrophUos os emancipadores
os que eram em favor da liberdade, os
abolicionistas.
Senhores, a idea abolicionista a mais
generosa, a mais nobre, a mais elevada
que este seclo jJm-'is se poder gloriar n
iisloria. (Apoiados.)
Nao de modo 1 que esta gloria re, ouse
sobre om pedestal ou monumento de cri-
nos ; massim sobre o verdideiio progres
so da sociedade, sobre o verdadero d ;$
eovolvimente di civilisago do paiz. E->ie
de ve sera nica e verdadeira gloria a as-
pirar, 1 gloria que resulta dos progresos
pacilLo?. en)a gloria dos conquistadores,
dos extcrrainadores. Nao deve-se tratar
le Mti'.gtiir 0 escravo ; deve-se tratar-se de
guir a escravido
Sorao propagandistas, no sentido irni-
co, injurioso, aquellos que de m f estive
rana qumto a esta idea, o que nao posso
comprehender. Mas aquelles que esli de
boa le. como lodos nos, nio p^dem ser la-
xdos e injuriados por semeraanti forma.
Su i 1 preciso descon'ieeer que ha ahi,
ri; so a idea philosophi-.a, mis ainda o
prif g 'io religioso, o da igualdade a frater-
nidade dos horneas, pregado por Cbristo,
.jcelle que pch boca de S. Paulo disse :
t Non est scvus eque lber, vos omnss
unan estis in Christo, Jesn. (Muilo
bem.)
E' neste sent'do que me bo.iro de ser
abolicionista, de ser masrao propagindista ;
mas tenho dito, o repito no sem numero
da vezes, nio quero sacrfu'-n n gran lioso,
o levado, o nobre desta i<,a, o generoso,
o santodella, sacrificar tudo isto, adoptan-
do medidas inconvenientes, exagerado qo
possam dar um resultado desas'..oso. Til
a mmha conviccao.
( Ha um aparte.)
NSo fallo agora em relajo i proposti;
fallo em these, de quae templo, da e nancipaclo immediata ou se-
melbante. Eis nos, seohores, cogidos a
um do? pontos maisimporlan.es, a quasto
dos meios.
Tratei a principio da opportunidade em
geral; agora passarei a tratar dos meios e
da sua respectiva opportunidade ; porque
nao devemos olbir smente para a oppor-
tunidade da solucio em tbese ; nao io-
differeote a applicagao de urna medida,
nesta ou naqaella occasiio. Assim,
por exemplo, tm estabelecer em fuese que
nio pedemos resolver esta questio por ne-
nbom principio absoluto ; digo que o nio
podemos, porque, qualquer que seja o
principio que se adopte, elle traz em si
mesmo gravissimos inconvenientes.
Principio absoluto : a escravido injus-
ta, philosophicamente fallando; ento eman-
cipemos j os escravos, e obriguemos os
senhores a pagar-Ibes os servicos que elies
Ibes tem prestado. E' urna so'oco que
nao se pode admittir, um absurdo.
Tenho dito que por nenhum principio
absolo o se pode resolver a questo, embo-
ra em refaci a s<>melhanles principios creio
qae estamos todos de accordo. Ninguem
m'o contestar. Nem eu quero collocar a
dhcusio neste terreno, por ser impropria
no corpo legislativo, e ter alm disto gra-
vissimos inconvenientes. Eu a arredo com-
pletan ente ; man, digo, aceitos taes princi
pos como inconcussos e dominantes na
qoestio, resta smente regular omodopra-
ttco ce dar-Ibes applicacio conveniente e
caatelosa Eis aqai um dos pontos de mi-
Dfea divergencia.
Se quizessemos decidir palos principios
absolutos, a solujio seria a que j disse, a
emaneipacio imuiedata, porque i lo que
serii fazer juslicu absoluta.
Digo mais qoe nio podemos resolver a
qoeitl) por ouiros principios absolutos.
como sfo aquslle? qoe se consagram
na propoat* ; verbi sscimealo
livre, porque devemos oihar tasnbom i io-
jnsticr reativi. E' un dos motivos, alm
di razjs ponderosas que logo exporei,
porque divi-jo da propoita. Este princi-
pio absoluto, do nascimento livre, assim
applicado, daa em resultado grave injas
iica relativa ; ora, os nobres collegas sabem
ij io mais fcilmente o escravo supporta a
injustifa absoluta em que vive, do que a
injustica relativa em que fosao collucado, por
esta ou por outra solucio. A injusti^a
relativa -sempre mais odiosa e odiada.
Ainli axrescento ; nem podem resolver
esta qnestio mesmo pelo principio ribero-
so de 00330 direito positivo. (Apoiados.)
V. Exc. Sr. presidiinti di conselo, deve
fcilmente comprehender aonde vou ter;
quero me referir ex :cupio rigorosa da
lei de 7 de novenabro di 1831.
O Sr. Soi'za Res : Apoiado.
O -Su. Perdigo Malheiiio : E uo
digo isto sem motivo ; no Abolicionista da
Babia bventa-se a questiu, no meo eaten-
der, de un modo muilissim> inconveniente
e perigoso.
O Sb. Souz.v Res : Apoiado.
O Sr. Perdigo Malheiro : Qiem ni
sabe em que condicoes esli de p^rfcia
confusSo lo los os escravos das diversas da
tas ? Nao seria esta solucio provocar con
Bagraelo geral, e qiem sib) se prslentes
do estrangiro ?... Paro aqui. (JliHo
bem.)
Quanto aos moios. varao3 por partes.
Hj tres solocis p.ra esta queslao : ta
emancip icio immediata, geral e prompta.
Greio qud sobre esta, lollilur queslio, por
que estamos todos de accordo em nio acei-
ti-li m fdualidade : 2a emancipa^So diffi-
rid, isto para urna certa poca, porm
simoltanca. Creio ser esta urna idea a que
iofel.zmenta leoho visto em algumas dessas
rapr. sentacoes de faz.'ndeiros preslar-se ad-
iiess-s mas, no meu entender, esses fazen-
deiros nao msdem o alcance de semeibante
provid-ncia. (Apoialos.) A emancipagio
dileri la, ou a prazo, equivale emancipa-
gao immediita. (Apoiadas.) Ass m o tem
sido era todas as colonias onde se lentou
este sysiema. Nunca o escravo esperou o
prazo que so marcou (apoiado-), salvse
o prazo fftr tio curio, de (i mezes ou 1 anno
que elle possa resiga r se a esperar. S-
bese quanto sofreg pela sualiberdadi.
Senhores. preci-o tomar o es;ravo co-
mo ele : bruto, estpido, sem educaejo,
fantico, acreditando e u divindades myste-
riosas, era feiticliismo. O escravo nao
pensara que era l>vro d'aqui a 5, a 8 ou
10 aun s ; ao contrario, elle dira : A
lei di'poe que eu seja livre d\,qu a 5 ou
10 snnos ; pois bem, eu o serei desde j.
Deimis eu li que em urna reaniio, veri
lie ida em Porto-Alegre, no Rio-Grande d>
Sul, por c-nrite do nobre deputado ex-
presidente diquella provin.ia, o S'. Or
Silveira Mirlins, prsenlo a mesma, disse -:
Os conservadores nao podem fazer esta
reforma, a idea nao s.a, do partido
liberal ; e se os c nservadore.s a Dzerem
con 10, cs pediremos cora 100 ; se mar
carera un prazo de lOannos, Despedre-
mos que seja desde j.Eis a aspiraco do
partido liberal, que vai sempre na vauguir-
da. E' por outro lado, progresso natural
da idea abolicionista. A propaganda (li-
mera ora 1 quizerem) nio sejulgar satis-
feit;/, nao entender haver cumprido a sna
mi-si-, que ella repul al divina, emquanto
niio fr elfeciivaraeute extincta 1 escravidio.
Nem ha ahi que censurar.
A extinecao da escravido idea do se-
cuto, j venida. E nao deba de que
inis>es religiosas se tem mandada atao
interior d'Africa, em execugo i defesa. As
missoes de propaganda hde tem cooperado
poderosamente para a civilisacao daqoelle
inf-liz continente.
Excluinlo portanto estes dous syslemas,
devemos tambera repellir qualquer outro
que admittisse medidas adianladas, direc-
tas, exageradas, violentas, um .oocurso de
lautas providencias, que d^sem ou podes
sem dar em resultado os mesmos, se nio
maiores males.
E s o que receio dessa accumulacio de
providencias, quaes as que se con ora na
pr posta. Vamos mais dovagar, s-.ohores;
para obelar depressa, preciso Ir lenta
ment festina lente.
Nao podemos, porl nio, na actualidade
( do que codito) admittir seno o 3o sys
tema, emancipago successiva ou graluil ;
syslema que se presta a tantas soluces,
quanias possam ser as diversas combioa
Cues, segaud >' o diversos elementos
V preciso atteoder s circumstancias Q
nauceias, economieiS e polticas do paiz,
da lavoui'a, do commarcio, da iadustria,
da seguranza, como j Qz notar a princi-
pio ; preciso attender distribciicio da
populacho livre e servil; lar era liona de
conta todos estas e outros elementos esia-
listicos, de modo que, parocendo nnoceale
un 1 medida para certa locahdade, nio v
produzir mal, ou podendo produzir, se nio
v todava entender a oulras localidades e
aggrava-lo.
Aqu lio que, por exemplo, se poderia fa-
zer em relago ao Amazonas, que tem ape-
nas 581 estravos, ao Cear, qoe lem 30,000
e coj principal industrh quasi ni) depen-
de delles, evideute que nio se pode fazer
em relacio ao Rio de Janeiro, que lem
400.000, Babia, que tem 26J.OO0, a
Pernambuco. que tem 200,000, a Minas,
que lem 300,000, e delles ainda necessi
tam sem contestado, e assim por diante.
(\poiados.)
E' preciso tambera atender condicoes
em que se acaio 03 escravos, em qoe pro-
porgo coocorrem para a produeco, aQra
de que as m:lilas a tomar nio vio es-
tancar as fontes da prodnecio, retirando do
trabalho os Instrumentos dell'e da modo in-
conveniente h em occasio inpporioaa.
E' preciso olhar para as condicas de
mora li la de dos estabelecimentos, ver a pro
porclo em que esto as mulheres es:ra?as
para os escravos. o seu eslado etc.
E' preciso ver tambem como est distri-
buida a p ipulago servil en certa zona do
Imperio, de modo que, sebouver levante,
iosurreicio ou tentativa Jellcs em alguna
ponto, nio seja tio fcil propagar-se por
muitas provincias reunidas; a Babia por
exemplo, qa tem om grande numero de
escravos, nio est livre do perigo. Os
nobres deputados acreditem qae o mal do
sul ha de repercutir em suas provincias ;
elle ba de ser contagioso, iavrar como o
incendio em campo secco.
E* preciso ornar tambem aos nossos eos-
turnes; nio ba paiz no mundo em qae os
escravos sejam lio bem.tratados como 00
Brasil ; a hosss ndole extremamente do-
C:l bemfazcja, humana e caritativa : nSo se
tratim 01 escravos como em ootro tempo,
como s i tratavam em outros palies, ape-
oas como ioslramentos de trabalho, instrn-
meu ile, segando se datominava em
Roma, onde assim os ciaasrflcawi, sendo
os animaes inetrumnam en-meah a os
outros instrumestum mutun (Apoiados.)
Entre nos, lo se trata mmq. Nini
ignora as atteoefiea que se Ibes prestam, e
s c iancas escravas.
E' preciso alteo 1er tambem ao progresso
da nossa jurisprudencia, do nosso direito.
Si) qaesiSas essai qae aventeie desea
volv naqu'aila meu fivro, com O qual creio
ter prestido om psqueno servreo ao m-a
paiz. nf i
Vozes: Muito rapiante.
O Sn. Perdigo Malheiro :Oatfl pon-
to preciso ter era vista, j notei a^rmei-
pio, o estado da opin em relacli este
assumplo.
O Si. Capanema : Afloildo, *' uma
reforma de conseqoencias inca'califeij.
O Sr. PebdigAo Malikmo -- Jjual
o estado da opinia > ? Em 18(53 eu li
aqaelle meu dscurso. da que aqui sa. tem
eit menguo, n 1 Instituto dos Advogados ;
foi publicado no Crrelo Mercantil, a pro
dv zio cent) estremecimiento, mas nao fu
mal recebldo. O Mercantil dea-lbe -apoio,
outros joroaes disseram a raedo palavras de
animagio, mas com reserva sobra a dea.
Ainda em 1864 ao.senado declarava o
Sr. prudente do conselho, Zacaras, que
no -e tratava da frasocioacio.
S era 18615 qoe o governo, pela pri-
meira vez, prononciou se quanto ifli ;
em 18ii7 aventou-a na falla do tbrono, e
em 1868 repelio-a. Sjspendeu esta ma
nifesiago offi;ial em 1369 e 1870, para se
repetir agora.
Neste meio tempo flcoa a idea estacio-
na-i 1 f C:rto que nio ; e tanto que o fie
10 ahi o est provand 1 evidencia; a opi-
Q3o foi marchando fazendo seu caminhi
mtural e suavemente (apoiado); associa-
ges de libertario as provincias e na cor-
le ; lojas mtgonic.is, irmandades, ordeos
religiosas, S Banto, verbi gralia, libertan
do os (llhos" das escravas de crt poca
em diante, e agora ltimamente 1 s maiores
deSJannos; e assim outros coocorrem
com o seu bolo ; t idos porBam'nessa cru-
zada humanitaria e civilisadora.
As provincias pelas suas assemblas le-
gisiaiivas tem nos seos orcamentos decre-
tado quintias para alforriaa. Os particu-
lares excedem amis exigente p'etencio,
arrastrad'S por essa torrente.
Senhores, as libertades vio se succe-
dendo como os pequeos ros a formarem
um grande rio (apoiados); por actos entre
vivos e de ultima vootade, com clausula 00
sem ella, gratuitamente ou a titulo oneroso,
de todas as idades, sexo e condigo, e at
a geraco futura das escravas. Concorrem
de modo notavel em sobscripc5e' para to
caniat.vo e nobre flm. Liberta-se at ni
liraamente em massa, aos 20, 30, 40 e 100
por acto de ultima vootade sobre todo I
E, nao saiisfeilos, dio-Ibes edocacio, ca-
sara-nos, eslabelecem nos. Por flm deixam-
he-1 gados, s vetes valiosos, e institoem
sous lerdeiros. (Apoiados.)
l)a sorie qoe o progresso di libertaco.
da aiforria, exactamente om dos elemeo
ios mais poderosos com que devemos con
lar ; que nio devemos desprezar, ao con
trario animar ; e moito meuo contrariar.
(Apoiados.) /
Djsde que se pretenderem fr*I8Sbchis'
que possam de algum modo affectar este
progresso, por meios artificiaos e prejudi
ciaes, devemos evtalo deixando a idea se-
guir seu cammho.
Eotendo qoe nio devemos fazer nesta
queslio, senio auxiliar o movimento espon
taneo da emancipado (apoiados) ; essas
me lidas de nascimento livre, resgate (or-
eado, absoluto, alforrias forcadat sem cri-
terio, e semelhantes, sao perigosas, in.on-
venienles, vio fazer grande mal a idea,
grnle mil ao paiz.
ila um fado eslalistico, curioso, qae vou
apreentar ;i cmara, a quem pego que to-
me na devida con-ideragi >.
Teude ou nio a escravatura a extinguir-
se naturalmente, em um cerlo periodo ?
Eis a queslio.
Pela estatislica levantada no anno passa-
do, em relagio a esta corte, onde as condi-
ges sao mais favoravris escravido, v-se
que no decennio at 1870, (innato morrido
mais de 29,000 escravos ; nasceram piuco
miis de 14,000, libertara ra se mais de
13,000 ; de sorte que feila a compensa-
gao entre o nascimeuto de um lado, os bi-
tos e alforrias de oui o, (eremos em favor
da extioegio da escravidio 42 '/*.
Sa elevarmoj esta propircio a 5 /oc,'
forme um clenlo ledo, e que li em om
artigo Resenha da semana, qoe se publica
aos domingos, e que om trabalho digno
de ler-se. (Apoiados.)
O Sn. Jansen do Pafo : E' do Sr.
Christiano Oitoni.
O Sr. Croz Machado : E" magu Ico.
O Sr. Perdigo Malheiro : ... temos
esta b ise de 5 / em favor da eztinccio
natural da escravidio. O calculo all feito
parle da estatistica de 1850 pela qoal se
calculava exislirem no Imperio 2,500,000
escravos; e por um processo que escaso
reproduzir, po*qos o tempo urge, mas qae
all se pode ver, o resultado -o mesmo.
O a, se assim marcha a questio a favor
da extinecao, palo excesso sobre os nasci
meatos, proveniente da somma dos bitos
e alforrias, evidente que sen outro pro-
cesso, em 20 aanos talvez a escravatura
estara exliacia
Mas suppoobamos que eje clcalo possa
falhar, e que se deseje encortar o mais
pos-ivei o prazo ; enlio aproveitemos asMi
elementos que por si mesmo caminbatm
limitemo-nos a elevar o elemeot) oa verba
alforria.
Tal o processo a segair. A norte per
sea lado fizeado o seu officio, as alforrias
irio por sen lado em augmento concorren
do para que o prazo se abrevio.
Para que, portanto, deixarmos este pro
ceszo tio simples, qae sa poda adoptar,
ajudado da outra medidas, porta, mole-
radas toda ? Em tempo opportano terei
occasiio de apreeeotar emetdas, oa antes
om projecto sobslitativo. Par qoe aceitar
ideas' tio avaocadas, qoe podtai por em
perigo e retardar o qae tema a vista.
00 causar grale mil ao pan, qaando dos
Ibe queremos fazer o bem T
Senhores; en j tenho dito algosa cousa
a respeito do nascimento Irvra, idea fuoda-
meotil do projecto. Creio qes teoso dado
bem a entender as raides porque me re-
pugna saocciooi-li com o m* voto actnal-
mate, apwv de lar dea qoe esl em um
dos projecios qoe aqoi oersci ao aono
, a avaoiei no mea discurso de
8637en* obra qae pisteriormeoto pnbli-
quei; idea qqe oao abandonei, e, aocon-
Wm' mantohQ, aguardando a sua oppor-
tonidade.
Urna das razas que ma lovou a isto,
a qoe dea um distincto conselheiro de es-
tado, o Sr. Visconde de Abiete, cojo pare-
cer peco aos nobres deputados que tenhara
a bondada da ler.
O Sr. Visconde de Abast expoz pra-
d ntemeite que prefera as medidas m.is
facis s mais dilliceij, isto que vamos
do conhecido e do que mxs simples para
aqoillo qoe mais dillieil e anda nio co-
ahecido. E' o processo natural no des n
volvimenlda horaanilide.
A raspeito do nascimento livre, tem-se
levantado a resistencia, ta reaegio pitante,
at certo ponto fundada, era vista de pon-
derosos motivos, produzidos em todas as
represenlaces, na discussio pela imprensa
e j oesta cit*. E' idea grandiosa, bella,
jos/a, mas qae encontra ainda opposigi >.
reluctancia em ser a:eiia por forga da lei.
Est em elaboragao oa opioiio
Peco ao nobre presidente do conjelho
que toma em rauila considerago essii esta-
do di opinilo q auto a e-sa eoolns ideas;
oio queira levar devenida esta questo
contra a opiniio razoivel diqualies que h5o
de ser os seos ejecutores.
Eotendo que nio po lerao--, nem de'eraos,
nesta qoesia sobretulo, impr comam voto
as nossas opioies inlividoaes. Daveraos
ver cuidadosamente se essas ideas sao acei-
tas (apoiados^,- se e-tio na opino, princi-
palmente daquelles queleem deexecuta-las.
Em relagio ao nascimento livre, qner se
queira qner Dio, os execotores...
Um Su. Deputado d um aparte.
O Sn. PeroioAo Malheiro : Estou
fallando conforme a mmha consciencia. Os
execulores teem da ser os senhores.
Pergu ito : pode a lei impr a caridade e
humanidade idispeasaveis na criar) e
educago desees innocentes ? Se me pode-
rem provar que a lei p le impr, ento
dou-me por vencido. Se me poderam pro-
var que esta idea est na opiniio, dou lie
meu voto. Para mira nio est, desda que
vejo essa repugnancia, essa resistencia de
que fallei, e que ha de ser a maior difficnl-
dade na execu;3o; embora intervenha a
auloridade, ella ni) pode impr a caridade
e a humanidade.
Se se quer estancar a fonle, enlio ha ou-
tros meios, que indicarei em tempo oppor-
tuno, menos violentos, que repato mais
effi;azes, e pelos quaes poderemos obter
melhor resultado. Espero fallar segunda
vez e entio terei occasio de tratar mais
detidamente do disposio no art. 1 da pro-
posla, em cuja discuti especal e analyse
ao tive ainda (empo de entrar, p > s que s
tenho exposto moito em geral e apressada-
mento as minbas ideas.
O Sr. Presidente :Djvo pravinir ao
nobre deputado qu> e.-t concluido o
tempo.
O Sr. Perdioo Malheiro :Sa V. Exc.
me d liceoga, en concloo j, accrescenlan
do ligeiramente algumas observaces.
O servico oreado, embora temporario,
idea consignada na proposta.
O Sr. Presidente do Conselho d um
aparte.
0 Sr. Pebdigo Malheiro : Perda-me
V. Exc.; voo dentro em pouco apresantar
om argumento que fca todava reservado
para mai r desenvolvimento, bem como
otros.
Nio entro agora na questo da ingenui-
dade; urna queslio poltica de grande al
canee (apoiados); queslio que ha de ser
origem de grandes e serias coniestigoes e
difliculdades para o nosso futuro ; talvez
seja preciso para resolv-la, segundo opi-
oies qae cooslam de pareceres do conse-
ibo de estado, altar ai- a couslituigio ; ora,
eu nio desejo que se Iba loque: sendo
que isto se pode evitar, recorrendo a outra
sologo, a outros meios.
(Ha varios apartes).
Estou tratando desta queslio, com as
minhas convieges, de boa l ; posso errar ;
errar da humanidade ; eu nao me dou
por infailivel; exponho ap.raas as davidas
que tenho.
O qae desejo qae fagamos a reforma
por maoeira qae a lei nio v encontrar na
execugio a m vontade. Eis o que eu te-
mo. Eis um argumento valioso, que me
leva a votar nesmo contra o nascimento li-
vre ; porque, em vista das manifestages,
a lei que consagrar este prin ipio, ha de
ncoojrar a resistencia e seas naturaes re-
soltados ; ou pelo meos, aiudifferenga dos
seohores, o pouco caso,oabanJoo, e d'abi
a mortaodaJe dascriangas! (Apoiados).
Prefiro o que fez Constantino, o grande
imperador> o convertido ao ebristianismo, o
protector da igreja, aquello mesmo que Ibe
mslituio a paz, fazendo ees ar as persegu -
ces. Era determinag) do direito romano,
com a declaragao de ser maufestissimi ju-
ris, que o pai nio poda vender ofiibo. No
entretanto a classe pobre abaodonava os fi
Ibos, e a morlandade das criangas era ex-
traordinaria. Que fez o imperador ? En-
tendeu por ventura qoe a religiio, que aca-
bava de abracar, Ibe aconselhava que dei-
xasse morrer os innocentes ? Palo contra-
ro, salvem-se os innocentes com a esperan-
es da liberdade, ainda que os pais os veu-
dam. Eis a idea capital de ama de suas
leis. Coocedeu aos pais autorisagio para
veoderem os filhos recemnascidos (sangui-
nolentos), nio como escravos propramente,
mas com o direito de resgatarem a todo o
tempo a sua liberdade por si, por seas pais,
ou por alguem
Prefiro, semelbaotemente, esta solacio a
deizar morrer por abandono, por mi tra-
to, por desprezo. Aoles a escravidio com
esperanga da liberdade, do qae a marte.
I Seria ama verdadeira hecatombe de in-
nocentes!...
Vozks : Muilo bem, muilo bem).
O Sr. Perdigo Malheiro:... apezar
de qae nio considero nenhora brasileirolle-
rodes; recuo comtudo qoe a mi vontade,
oa urna simples resistiocia passiva, d este
resaltado.
Nam obsta qoe ae faca a promessa de ti
tolos de renda de 6000000. Hei de tratar
disto em occasiio mais opportnoa ; hei de
mostrar qae oa ba de ser 1 Ilusoria, ou ba
de ser em extremo onerosa para os cofres
pblicos, para o nosso fataro flnanceiro e
econmico.
Qoanto servido creada pela proposta :
o nascimento livre da data da lei. A
malher qae nascer am da antes da lei ,
portanto, escrava. Bata molber aos 14
annos pode ter filhos, a ainda at aos 40,
pelo menos. E' verdade qoe sSo livres,
oas com a obrigagio da servirem at 21
annos. Temos, pois, que tal estado de
serwdio ha de permanecer no imperio du-
ranto 60 annos, pelo menos, alm da data
da lei.
Ser- inveniente que passemos do regi-
.aen franco da escravidio pira um rgimen
de quasi-escravidio por espago de 60 anaos
mais ?
0 Sn. Presidente do Conselho d am
aparte.
0 Su. PerdigAo Malheiro :0 que eu.
desejo qoe passemos da escravidio para
a liberdade. Eis o qae quero, mas pelos
meios que hei de ter occasio de offerecer ;
o Sr. presidente do conselho ha de con-
vencer se de que a servido...
0 Sn. Presidente bo. Conselho :Entio
porque os nio aprsenla ?
O Sr. Perdigo Malheiro : Hei de
apresenta-los em tempo. Abandono, por-
tanto, a idea da servido, porque tenho
nella descobeno raulos inconvenientes, que
nei de ter occasiio de ex por. O system,
que ora prefiro, urna combi agio, pe a
qoal, antes de 20 annos provavelmento, se-
no com certeza, ter-se-ha saaveme-te ex-
tinguido a escravidio no Brasil, sem que to-
dava baja servidlo, que nio s nao a mes-
ina escravi.iio disfargada embora tempora-
ria, sem o risco da hecatombe dos inno-
centes, sera onarnr os cofres pblicos com
despezas indefinidas, sem grvaar o nosso
futuro, sem caraahar pelo desconhecido e
para o desconbecWo ; eratim, scn o perigo
da grave que>to dos dreitos politiios da-
quelles servos.
Senlfire, com ser social esta qnestio,
ella nao deixa de ser poltica.
Um Si. Deputado d um aparte.
0 Sr. Perdigo Malheiro :Mas nao
uolilica no sent lo vulgar, ommura e mes-
quioho. (Vpoiados). E' publica, nosenlilo
nobre e elevado, no sentido de sciencia alta
e dillieil de governo. (Apoiados). E' tam-
bem, de certo modo, questo de partido ;
porque o partido sob cujo dominio esla re-
forma se fizer nao pode deixar de Ibe im-
primir o seu typo ; nio pode imprimir-lbe
o typo de um partido adverso, nem aco-
berta-la com orna bandeira que nao seja a
sua. (Apoiados).
(Ha vari Sou conservador ; uinguera tem o direito
le p-lo em duv.da, e nem jamis alguem o
fez; desde que tive uso da razio sou con-
servador ; nunca (ve ouiro parUdo. (A-
poi>dos).
Permilta-me, Sr. presidente, que eu diga
mais algumas palavras e vou concluir.
Estou cansado, e lenbo por dermis abu-
sado da benevolencia da cmara. (Nao
apoiados).
A sociedade, senhores, nao se pode trans
formar de um jacto. A transLrmagio na-
tural da sociedade resultado de um pro-
cesso lento e laborioso ; a historia o pro-
va ; e, quando se quer precio tala, surge
a revolugio.
Ahi temos a revolugio francezi de 1789,
de 1848, e a actual. O exemplo encontra-
mos na historia antiga e na moderna, em
todos os paizes ; a historia do mando ; a
forga da lgica inexoravel dos fados.
Isto servir de resposta observagio que
fez o nobre deputado pela Babia, de que o
projecto era a ultima paluora nesta questio.
Nio pode, nem deve ser. (Apoiados).
O Sr. fereir.v da Silva :E' a primeira
paiavra, virio as nltimis.
O Sr. Perdigo Malheiro:Em parece-
res do conselho de estado se diz que esla
queslio nio pode ser resoivda por um s
partido, nem por om s ministerio.
Porventora a abolicio do trafico foi obra
de um s ministerio, de um s partido?
Nem mesmo Da ultima phase. O partid
conservador promolgou a lei de 1350; mas
depois, nutras leis foram expedidas. J an-
teriormente tinha-se promulgado a lei de
1831, alm de outros actos, mesmo nter-
nacionaes.
Em nenhum paiz do mundo ist> se fez.
Como se poderia fazer entre nos' (Apoia-
dos). Para ser a ultima paiavra, seria pre
ciso que se adoptasse a medida que apon-
tei, islo a emancipaco iinmediata,
prompta e em massa. (Apoiados). Esta,
sira, ser a ultima paiavra ; mas quando as
circumstancias do paiz a comportera; na
actualidad}, ni. (Apoiados). Hoje fgase
alguma cousa ; quando as c'rcumstancias
permittirem, faga se mais, v. g o nasci-
mente livre, como se praticou em Portugal.
Deste modo, j vera os m>us collegas que
eu me acho perfeitamente coherente com as
minhas ideas expostas nos raeus trabalhos
e projectos; fago depender da opportuni-
dade a sua adopgio, a sna applicagio.
minha profunda onviegio que nio se
pode, ao a;eno de um s iioraem, de um
gabinete, de um partido, reformar a nossa
sociedade. (Apoiados).
Tambem estou profundamente convenci-
do de que j nao nos podemos oppr i
realisagio da idea ; el>a marcha rpidamen-
te por si; irresistivel; e, qoeiram ou nio
queiram, Dio podemos prescindir de diri-
gi-la para ama conveniente solugio. (A-
poiados).
Nio se pie, porm, nio se de?e apres-
sar inconsideradamente a sologo de tio
grave queslio; deve-se caminhar com toda
a prudencia. Antes prudencia de mais do
que precipitaco, disse-se no conselho de
estado. A precipitado nao tem remedio,
nio tem correctivo.
Eis outro inconveniente do nascimento
livre, se for decretado extemporneamente.
O nascimento livre urna idea perpetua ;
consignad i em lei, nio se pode voltar atraz;
ha de p oduzir todos os bens oa todos os
males que d'abi possam provir sem reme-
dio ; ba de seguir seu curso e destino
fatal.
Entretanto que as medidas indirectas ou
semelhantes podem ser modificadas, altera-
das por leis posteriores. Nao se deixe a
cmara enlevar por ideas ou senlimenios de
mal entendida philantropia e pbilosophia.
O Sn. Presidente: Lembro ao Ilustre
deputado que est esgotado o tempo.
0 Sa. Perdigo Malheiro :Eu concluo.
Pelo que tenho exposto, j se v que im-
pugno a proposta, mesmo na sua idea fun-
damental. A materia vasta ; eu precisa-
va pelo menos de 6 horas, para expr o
que tinba a dizer; mas obedego adver-
tencia do Sr. presidente. -
Senhores, eu tinba a principio pedido a
vossa benevolencia ; eu vo-Ia agradego.
Mostrei bem que respeito todas as convic-
gdes, ainda mesmo daquelles que poJeriam
ser tazados de incoherentes com mais fonda-
ment do qae ea. Reclamo portanto
procidade,
Respeito s conviegoes: tolerancia mes-
mo para os escruplos. Todo o exige e
econselha: as conveniencias, a homanldade,
a candado, a propria religio.
A cmara deve atlender a qoe esta qoes-
lio affecta profundamente a conscien:ia dea
legisladores, de cada om de nos, mais do
qae muius oatras, am coja votacio ae pode
sem prejuizo ceder, oa iffrouxar am poa-
co ; e affecta mais particularmente a cons-
ciencia dos execotores, qoe nio serio os
juzes nem oficiaos de jostiga, mas princi-
palmente os senhores, aqoalles com qaem
os escravos ss tem de achar. qae sio os
seus naturaes protectores e^defeaaore.
Se a reforma assim se fizer, entendo qae
ella poder produzir os seos beneficios ; se
far sem abalo, e ser proficua; serio con-
saltado devidamente todas) as conveniencias
e interesses, a bem do Estado, dos senbo
re3 e dos proprios escravos; intei esees ml-
tiplos, complexos e complicadissimos; se-
rio langados com segurauga os solidos fun-
damentos da nossa futura sociedade. S
assim a resignagao dessa rag de*gracada
ter sua poca de ven'.ura. S ass m, fi-
nalmente, entendo que ser condignamente
execulada a sentenga que condemnou a es-
cravidio, compridas a le de Dos, a ver-
dadeira e si dootrioa do Redemp'or.
Vozes : Muito bem ; muito bem.
(O orador comprimeulado por muitoi
dos Srs. deputados indistioctamente )
0 SK. THEODORO MACHADO (ministro
ds justiga):Sr. presi lente, o Ilustre de-
putado pela provincia de Minas, a qaem
hontem ouvi com allengio, mas com alga -
ma sorpreza, me ha de permillir manifestar-
Ibe na resposia que Ibe devo dar todo o
raeu pensamiento com a precisa franqueza,
sem que deixe comtudo de guaidar as con-
veniencias da cortezia e de polidez que Ibe
devo, porque estou habituado 1 jespeSta-
lo pelo seu carcter e pelos seus talen-
tos.
V. Exc, Sr. presidente, assim como eu,
como toda a cama>a, bavia de ter notado
que o- digno deputado a quera me refi-o
pareca acbar-se hontem sob a influencia de
duas idis oppostas, que collaboravam in-
timamente na sen espirito.
Era patente a todos os olbos que nao
poda ede desprenderse de um passado
bem recente, illustrado pelo sen uome, e
esquece-lo para vir a esta cmara declarar-
se em diametral opposigi as id.ts que
tantas glorias Ihe deram.
Nao. o ilustre deputado anda hontem
mais urna vez revelou a esla cmara a in-
fluencia que sobra elle propro exercia a
conviegio profunda que tinba oulr'ora acer-
ca da alta conveniencia de promover-se a
emancipago serv1. Fez-nos assignalado
servigo, pois o governo nj poderia ter
meluor defensor da seu procedimiento do
que teve bontem pelo orgfio antorisadissmo
do Ilustre deputado. (Apoiados.)
E' certo qu S. Exc. nio nos disse cla-
ramente o que pretende, qoaes sejam as
suas vistas praticas e o modo de realiza-las,
posto que boje funda suas espenneas na
aegio do lempo, o qual entretanto elle nio
considerara oulr'ora seno como omr pa-
liativo qu mais augmenta a inleusidade do
mal, qoe mais pode aggrava-lo do que re-
solver a crise da questo do estado aer
vil.
Agora o Ilustre deputado, aquello pre-
claro iniciador e defensor das ideas aboli-
cionistas neste paiz, e a cojos estados eu.
como toda a cmara, como todos os brzi-
leiros, tanto devemos (apoiados) o ilustra
deputado. que inspirando-se nos m>nu-
meutos da sabedoria, islo da religiio, da
pbilosophia, do direito e da scienda econ-
mica, o qoe elle proprio o disse na intro-
duegio de um de seus escriptos; o Ilustre
deputado, embora por m tivos q>e eu que-
ro respeilar, que respeito, mas nio com-
prehendo, abaodonou so is antigs ideas
acerca da solugio daqoelle gravissimo pro-
blema, quando estava em termos e ser rt-
solvido ; ideas qae o goverao boje sa lenta,
que o nobre denotado combate !
' verdad* queS. Exc, entrando na nova
phise em que o contemplarnos, mas m qoal
eu nio o quizera ver, e nio'devora perma-
necer elle, coja responsabilidade pelo
adiantamenlo da opiniio abolicionista in
contesta val (apoiados), soccorre-se agora
aegio do tempo como sologo da cr se,
qoaodo oulr'ora a coosidaiaia um meio
simplesmeute dilatorio qun nao poda dar
em resultado cousa alguma qae garanta a
propriedade servil contra as aspirages enr-
gicas da emancipacio servil. (Apoiados.)
Senhores, o sobre deputado, a qoem ni)
posso deixar de considerar c mo um distinc-
to abolicionista, nio obstante suas mmifes-
tagoes actoaess, disse hontem por vezes
que a proposta nio poda ter aceita e nio
devia ter sido iniciada pelo governo, nem
s por motivos polticos, como pelo estado
das reodas publicas, abatimento da lavoura
e igualmente porque a segoranga publica
nio inspira conanga, nem lia forga publica
para mante-la.
Esta linguagera, devo dize-lo cmara,
a daquelles que, sem qoererem fazer cou-
sa alguma, soecrrem-se a meios dilatorios
para que nada se faga. (Apoiados.)
Tmna por ventora o nobre deputado por
Minas, que em seus escriptos e na sessu do
anno passado julgou ser opportuno que se
tratasse quanto antes de solver a questio
do estad i servil, nio pelos mtios que ago-
ra indica, mas pelos meios efilcazes adop-
tados oa proposla; tinba o direito de imitar
aquelles que na Inglaterra, Primea, Hespa-
nlia e Portugal, e em todos os paizes onde
se tratou de substituir o trabalho servil pelo
livre, enteuderam que deviam entorpecer a
solugio de lio difiicil problema sob o fun-
damento de qae preciso esperar melho-
res tempos ? Esperar por esjierar nada
resolve, e s complicara as nos;-as condi-
goes acluaes. (Apoiados.)
No proposito de dificultar a adopgio da
proposta tornando-a sospeita, no pro
de desconfjancas contra o goverao, o Ilus-
tro deputado chegou a declarar qoe coi
derava ter sido inopporluna a sui
tagio em cooaeqnencia de achar-
0 Imperador.
Ea observo, senhores, qae
paiz que se rege pelo systema
nal. O facto da ausencia
satisfeitas as exigencias da coa
foraav e cootrauaada
a funecionar harmooi
canee qoe ae Ihe quer J
pedir a solelo urgente
viasimo preMeoM que
como o eot[^^^H
proposi ioi
lidadej

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