Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12450


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Full Text

1
.


INNQ XLVII. NUMERO 174
_




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'
9M A C1NTU JE iWABSS OVBE IAO SE PACA POITX.
Jorrea mitas anudes....... ......... 0,5000
#w mu tu idsi .................. ttjooe
ieai......... .X ........... MIO0O
i avuiAO. *, .
Propriedade de Manoel


Oi Sn. Gerardo Antonio Alves d Filhos, do Pa* ; Gon?a!ves 4 Pinto, no MaranhSo ; Joaqnim Joa de Oliveira Fbo, no Cetra ;]
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ;Felippe Estrella & C, na Parahybt; Antonio Jos Gomes, m
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna ; Francino Tavares da Costa, em
PARTE 0FF1CIAL.
U;
verae 4a provincia.
MMDIElfTR DO Dtt 24 DE* I3LHJ DE I87J.
Acto :
O tice-presidente da provmjia, ateniendo
aoqae requereu o teoente di $ batalhio de in-
fantera da guarda nacional des'e municipio, Jos
Amonio de Albuqaerqae Pedros, e do qae intor-
moa o respectivo comraaalante superior em offi-
h> n. 110, de 17 do rr.ez prximo liado, resolte
de confortnldade com o art. 5i da lei n. 601, de
19 de setembro de IbbO, trans'eri-Io para a 5*
ompanbia do 7 batalhio deste municipio.Fea
se as necessarias comrauoicae: -
Offleios :
Ao brigadelro eommandaaa das arma;, au-
toHsando o n>s tormos de ana informaeio, a raan-
dar incluir m deposit > de retratas pira perceber
por lili os sea* vencimientos, o altares honorario do
"xsrcho. Antonio Paes de S Carrete, ltenlo o
sea estado de completa cegueira e paapeiismo,
at qae o goverao imperial resolva sobre a p-u-
*Io per elle pedida.Expediram-se as necessarias
communcacoes.
Ao mesmo. declarando haver o Ex u. Sr. mi-
nistro da guerra approvado, por aviso de 12 do
correte, o contrato ealebrado joui o religioso
carmelita, Pr. Jorge de Sml'Anna Locio, para
servir temporariamente de capelllo do 9* hata-
iblo de infamara de linha. Igna! commonioa
'.ao fez-se a tbesoararia de fazenida.
Ao mesmo inteirando-o de qae, segando avi-
so do ministerio da gaerra da i de junao ulli-
nao, bem procedea o laspecicr da ihesouraria de
fazenda denegando ao capillo reformado do exer-
dio Traja no Alipio de Carvalho Mendonea o abo-
no de SODA, qae jalgava compelir-lhe para a
compra de cavaigadura de pessoa, visto nao ser o
logar de fiscal do deposito de retratas, que exar-
ca e.e orinal daqaelles que dio direito a same
itiante abono.
Ao nu-srao. para que em satisfaeao ao dis-
poato no aviso do ministerio da guerra de 8 do
corrento, remeta para ser remet Ja aquella se-
''Tetara de estado, a f de offlcio original do ex
f sargento do 2a batalhio de inr'aataria, Claudio
Joa Ferreira.
Ao inspector da ihesouraria de fa'.enda cora-
itunicando qae, segando aviso do miaisterio da
astica de 8 do correte, solicito j-se do da fazen-
da a expedieo das convenientes ordens, afino de
ser essa tbesoararia habilitada com a quanlia de
234 532 para pagament) das passagens dadas a
bordo do vapor Giqm a Moas presos e cinco pra-
;i, que os escoltaran) de Maeei a esta capital.
Ao mesmo declarando qu 5, de aviso do mi-
SJtyio do imperio de 8 do correan, consta haver
lidio augmento de crdito aa importan :a
1*504, afim de cobrir o dficit, proveniente
ezas, feitas com canearlos e aprestos do
ao i*rvi$o da inspccca? de sade do porto
Teidade.
Ao m.mo ateraudoo de uaver o Exea. Sr.
rrrtiristro da gaerra, participado em avia de 7
do eorrente,qae solicitan do da fazenda a eape
iieio de ordena, para que, por coula do exercicio
de 1870 a 1871, se conceda a cssa thesoararia o
-ugraento ele crdito, na importancia de 68:0004
sendo ao 6*arsenaes de sierra io-.OOO* ; ao
8 7* corpo ae sade 10:000/ e ao 10 classes
(tactivas 1.5:000 ,.
Ao mesmo transmitlindo por copia, para os
ns convenientes, o aviso de 28 de janho ultimo,
em que o Exm. Sr. ministro da fazenda, recom-
ienda que, para obviar o inconveniente da que
trata o citado aviso, teol.a-se Mito em vista o
art. i' 26 das disposicos preliminares da tarifa
a.i alfandegas, quanto aos despachos isentos de
direilos dos objectos que, parteneendo as admiois-
iracSas provinciaes, por conta desuse para o ser-
vico publico, orem directamente importados de
yaizes eslrangeiros.
Ao mesmo, transmitlindo para os devjdos
lias, nove ordens, sendo 5 do theseuro nacional,
ob ni. 17 a 21, duas do ministerio da guerra da-
tada de 8 e 10 do corren",; e daas em duplcala,
-xpeJidas pela repartilo do ajadante general em
50 de junh j ultimo e i i deste raez-
Ao mismo participando qae, por portara de
II do eorrente, segando declarou a directora ge-
ral dos corrers, fo exmerado, a seo pedido, o of-
licial papelista da admini.-.i-a:.'u do correio J -i i
orovincia Manoel dos Pa;sos Miranda.
Ao mesmo enviando, para o devides dos,
as patentes do lenente-coronel Antonio Vctor Cor-
rea, e majr ajudaote do ordens Jos Crrala de
lliveira Aodrade Jnior, aqaetle commandaute do
iialho o. 50 da guarda nacional do municipio
de Garanhuns e este do commando superior de
'Tysona.
Ao mesmo declarando qae, segundo aviso do
ministerio do imperio de li do corrate, conce-
ea-se para o exercicio de 1871 a 1872, augmen-
to de eredi'.o, na importancia de 970900, am de
iccorrer-se ao pagamento da nietade da despeza,
l'.te (em de ser fetta por conta daqueile ministerio,
com a elevacao do 1* de jnlho eorrente em diante,
da diaria do paira i e remadores do escaler ao
-ersico das nspeccoae de sada e visitas da poli-
ca do porto desta capital, por isso que a oatra
oaetade dessa despeta corre pelo miaisterio da
.otir, de conformiie com o aviso de 21 de ja-
nho ultimo.
Ao mesmo mandando pagar ao cipitao Joa-
iu:ra Silverio de Soasa os vencimentos correspon-
oentes ao mee de janho ultimo, dos guardas oa-
'enaes destacado na villa de jaranuuns.
Ao inspector da Ihesouraria provincial, di-
zeado em resposu ao sea ofiici, qae o vice-com
missario gsral dos raissioaaros cipachinhos, en-
carregado das obras da nova Igreja d3 Nossa Se-
afcora da I'enha, Fr. Venancio Mara de Ferrara,
tica santo de prestar eontas nessa theseurara das
aantias qae receber, provenientes dos beneficios
lis loteriJ exlrahidas a favor de taes obras ; se-
iindo reaolveu a presidencia etu 19 de novembro
lo anno passado.
Ao mesmo para que manie entregar ao the-
soureiro da reparlico ia obras publica? a qaan-
ti i a> 1304, afim de qae se possa levar a efleito
- deeaprooriaco das casas de taipa, que parten-
ailo a Pedro Antonio de Brio, Antonio Bjnilaco
aAlanoel Pelippe de Lima, teem de ser demolidas
*m a paosagera do Io lanvi da estrada de Una a
:apoeira, no camiiho do engenh) Bom-Destino.
Commaoieou-se ao chafe.
Ao mesmo, recomraendaado que faga entre-
gar ao thesoareiro da reparticSo das obras pabti-
ii Sjjjaauu de 6OO4 para a couunaacio dos es-
tultos graphicos da estrada de Una a Cipoeiras.
IntoirofKie ao cete respectivo.
-w Ao Chee de plida, deelarando haver o
i tra miiistro da marinha, determinad i em aviio
crealar de 3 do CJrreni^ qae at ulteriores or
deas sej 1 suspeaso nesia provincia o recruUmen-
ao para armada, e reoommendando a expedigio
u coDvoawfltes erden neste sentido s autorida-
des ob sua jurisdccao.-Igaal declaracap fezse
!0 ca_piao do porta e ao mmaedante 00 oorpo
Ai otpaetor do arsenal de marinh coairau-
MUdo a, por aviso do ministerio da manolia
[tVlOdo corVeate, foi approvada a dehberacio que
loaMa a prewdenca de-eatorisa-lo a eneontmen-
Wir na Europa, por intermedio de alfuma casa
eammerdal de melhor conceto, um mostrador pa-
la substituir o da parte de trra do relogio ao
l'ffeio desse arseoal.Tambaos communcou-se a
( Ao commaadante superior da guarda nacio-
nal do municipio de Cabrob, dizando em resposta
ao sea ofBcio qae, se o eapito secretario geral
desse commando superior nao comparecer nos
dias qae Ihe for designado para fszer o servico a
sea cargo, deve entra elle proceder, na forma
dos arts. 98 e 99 da lei n 602, de 19 de setembro
de. 1830, seguu 1 j no caso,couber.
Ao do manicipfo do Cabo, davolvendo a pro-
posta para offlciaes do batalbie n. 40 de infama-
ra, afim de qae declare quando te ve guia de pas-
sagem o lente da 2' companhia, Jlo Antonio da
Cunha Ferreira, e se nSo apresentou a esse com-
mando superior a respectiva patente o altares Joa
quim Lavalcanti de Albuqaerqae, e declarando
que da matrcula da secretaria da presideaeia
coosta qae, depos dos alteres da 2* e 3* compa-
libia, Jos Z fenao de Vasconeellos e Bento do
Cont Marlins, f >ram nomeados nao menos de doas
cidados para esses postes, nao tendo neuhum dal-
les solicitado patete, pelo que deve nessa parta
ser reformada a referida proposta.
Portara :
A commisso medica encarregada de exa-
minar a beriber, remetiendo copia d 1 offlcio, qae
em 11 do correte dirigi o Dr. Alriao Laiz Pe-
reira da Silva, encarregaao do tratamento dos pre-
sos da casa da deteogo, que sendo atacados des-
sa molestia, seguiram para o presidio de Fernan-
do de Noronha.
Despachos :
Anna Bezerra Cay aleante, da Silva Costa. In-
forme o Sr. mspector da theooararia provin-
cial.
Companhia pernambucana.Iaforme o Sr. ins-
pector da ihesouraria de fazenda.
Companhia pernambucana. Informe o Sr. ins-
pector da tlnsouraria de fazenda.
Tenante Joo Paulo Rosa Cesse.Nao ha vaga
por ora.
Jos Antonio de Albuqaerqae Pedrosa.Como
requer.
Capito Jos Lacio Moateiro da Franca.Aguar-
de o supplicante o parecer do Sr. desembargador
procura lor da corda, a quem foram os autos de
qae trata.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Offleies :
Ao commaodaate do corpo de polica, trans-
miitindo de ordem da presidencia, e para os los
coavenientes, as decisdes da junta, qae em ultima
in.Htancii julgou as pracas desse corpo Joao Cor-
r' 1 de Oliveira e Macario Joao Evangelista.
A fre Caetano de Messina, eommnnicando
de ordem da presidencia que, segundo consta do
aviso do ministerio da agricultura de 6 do corren-
te, a ihesonraria de fazmda tem ordem para en-
tregar-lhe, ou pe&oa que o representa devida-
mente, a quantia de 1:0004, para ser applicadas
obras de que carece o esiabelecmeato do Papaca-
ra nesta provincia.
Ao gerente da companhia pernambucana,
para que de ordem da pre>idencia, mande trans-
portar at o presidio de Fernando de Noronha, no
Io vapor que para all se'gihr, a Mana da Luz e 3
timos menores.
A' Jote Henriqu* Trindade, recommendando
de ordem da presidencia, e para cnxprimemo do
aviso do ministerio do imperio de 8 do correte,
que devolva a esta secretnria a caria imperial, que
Ihe contario o habito d? ordem da Hosa.
INTERIOR.
Correspondencia do Diario de
Pem ana bneo.
RIO DE JANEIRO
CORTE, 25 DE JULHO.
Remello-lbe o resumo das sessdes da cmara
que, na de que foi portador o La Plata, prometti.
No senado foi hoje votada em 3.a discusso a
le das tareas de mar, e ronlinuou a discussao da
reforma judiciaria, orando o Sr. Zacaras.
Hontem oceupou toii a hora o sr. Siyo Lobato
respondando ao Sr. Nabuco, o qual.com Ihe disse,
fallou no sabbtdo, dando a raz'.o por que a oppo
sico linba resolv Jo aban ionar o debate, assim
como o motivo qae o f orea va a sabir novamente
tribuna. Nao s o Sr. ministro da jusljao
obrigou 5 isto, querendo scha-1. cm contradicho
hoje com as ideas, que como miustro susleotou
em Iv'm e 1866, comolambem o Sr. Candido Men
des, que pretenden fue-lo passar por vaidoso e
al por ignrame. Era, pois, para responder
ambos, e para mostrar qae a reforma, com qaanto
couceda alguraas garandase fi Importantes con
cesses liberdade, nao satisfaz, porque nao con-
tera urna boa organisaQio judiciaria, que o. que
aspira o partido liberal, e em que lisa a sua at-
teocao.
Sabbudo, 15 de julho.Nao houve sesso na c-
mara, por falla de numero, segundo uns, porque
os disidentes na 1 quizeram comparecer hora
devii, seguado oalros porque amitos deputados
mesmo daim.iora liveram de ir ao casameoio do
Sr. cousolheiro Diogo Velho, qoe leve lugar hoje
pala inanlia i na igreja matriz da Glora. Nao
creio, porm, que este fosse o motivo, porque o Sr.
conejo Pinto de Campos, qae foi o sacerdote que
celebrou o acto, foi dos que compareceram a cha-
mada. Acredito, pois, qu) tanto de ura, como de
iuiro lado houve pregui;a oa descado.
No senado discatio-se a flxacfo das forjas de
trra, na priineira parte da ordem do da, nao sa-
hindo o debate do terreno propro. Oraram os
Srs. Paranagu e o mini-tro da guerra. Na se-
guuda parle discutio-se um prejeelo tambera ido
da cmara regulando as ajudas de casto dos pre-
sidentes de provincias, Uto elevando-as e divi-
dindo-as em duas partes, urna para as despezas de
trao-porle e oatra para as de iustallagao.
E aqu devo corregir um engao que commetti
na anterior, quando disse que hoje devia entrar
a reforma judiciaria em 3.' discussao. Esta na-
race que s lera lugar dep.is da volacao das leis
de forga de trra c de mar.
Segunda [eir, T de julho.Antes de notlciar-
Ihe o que se passoa na sessio de hoje, quero fa|lar
de urna reuaio de agricultores e negociamos
d-sta praca qae teve lugar hontem na sala ds Club
Flinioeuse, i que, segando diz o Diario do Rio,
compareceram cera de 600 pessoas, mas qae, se-
guado me informa quem l esleve, nao exceden
da 200 pessoas.
A reauiao tai prosidida pelo Sr. commeadador
Jos Breves, rico fazandeiro do Pirahy, tendo por
1* secretario o Sr. Forquin de Almeida, negocian-
te e coramissario de caf, o qual, tomando a pala-
vra para expor o objecio de qae se tratava, do-
clarou que linhamp;r Un formar ama associaeio
para defexa dos direilos das daas classes all reu-
nidas, e fez. um discurso, Ando o qual procedea o
ootro secrelario leitara do projecto de tslalulos
para o club da lavoura 0 do commercio, cujo pri-
oeiro artigo assim diz
< O Club 4o commercio e da lavoura fundado
nesta corte tem por flm defender e sustentar os
reitos dos lavradore, eom relacao reforma do
eMinlo servil. *
Esse projaeto tai approvado por acclamacao,
assim cura 1 por acclamacao foram eleitos o presi-
dente deffiaiiivo, os sitetenos e tbesoureiro do
club, segaado nos informa o Diario do Rio, qae
para all mandn taehyajraphoe, aura de que o pu-
bliso imnuciosaraaute sonbesse de tudo quanto all
se paeseu n tal reumio, ^ue os dlssidenles desde
logo clasflearam > imptmle.
IJoave depos ura> especie de discussao i
ordem, depos da qual toraou a palavra o Sr.
Christiano Oltooi, qae, apesar de 11S0 ser commer
eianle nem fazendeiro, mas ulve na qaalidade de
amador e da autor, como corre, de orna Retenha
qae seraanalm-nte publicada sem assiaotlara
ao Jornal do Commercio, combatendo a proposta
do governo, apresentou e justificoa nm protesto
contra a rassma pfoposta. En seguida orou o
Sr. Dr. Carvalho, qae nao tenho a honra de conhe-
cer, e por isso nao se i qual das duas classes
penence. O sen discurso, porm, na3 inferior
ao do Sr. Christiano ; e antes pelo contrario, em
invectiva ao presidente do eonselho e a allasSes
ao imperador, excedea-o.
Fallou o Sr. Dr. Pedro Laiz, ex-depatado da liga
pelo Rio de Janeiro, o poeta cantor do Tira denles
nao quiz flcar atraz dos precedentes oradores;
em sea coaceito o governo conspirador ; e por
qae o parecer da commissio especial da cmara
a photograpba da poltica do mesmo governo,
o espelbo que ral.cte o semblante, e presa a
emancipa'cio como a presara ura eonvalcionario,
elle con ;lue proprado antes de todo um voto de
louvor e re:onheciment aos talentos, ao civismo
e dignidade qne tem revelado os dissideules na
cmara temporaria.
la terminar a testa, quando um Sr. Miranda,
fazendeiro ahi da tara, tomou a palavra, e, justi-
ca seja taita, falln, pouco sim, mas como nin-
guem I
Eis o qae se le no citado Diario :
O r. Miranda observa que, como esta as-
sociaeio tem de ramiflear-se por todo o -imperio,
deseja qae nma de suas bases seja acabar-se com
as duas polticas, haver ama voz unisona, reani-
rem-se todos os brasileiros, e escolherem os indi-
viduos somente pelo sen valor pessoal, com Unto
qae nao perteocam comotttaa (apoiadot). *
A maior pane dos dissidemes, com o Sr. conse-
Iheiro Paulino a frente, acbava-sa no club, por
convite especial, nao para tomar parle n liberacSes da imponente reaniio, mas para oavir
9 applaudr o que se dizia. O Sr. Ferreira Vianna,
ao passo qae os compaabeiraa graaavam-se para
um lado, andava em derredor da aesembla se-
gradando ao onvdo dos Ilustres e bondadosos
clientes.
Aquello sabe o nome aos bois, e se exacto,
como afflrmam, qae na reuniao do ministerio da
agricahnra o Sr. bao de S. L lurenco disse qae
a qaestao linba fleado paior depos qne os advoga-
dos tinham tomado conta delta, preciso eontassar
qae o illastre senador tem carradas de razo.
A' proposito da preseaca dos diaaidentes aa rea-
niio, reliro-rae ao qae pondera a chron-ca parla-
mentar, notando qae os mesmos dissideales qae
arroguen,-,e aos foros de nicos e verdadeiros
conservadores, e considrela dissidentes os siem-
bros da maioria.
Eis as snas palavras:* ,
< No emtanio o publico, qae oave tudo isso,
mas que ao mesmo lempo v os da minera aos
abracas com os adversarios polticos e ata com os
republicanos, faz seu juizo e conclue por nao
acreditar na fi lelidade desaa mesma minora aos
principios do programo conservador. Com effai-
to, a minora d diariameate provas de qae val ae
atristando do partido, qaer por seas discarsosfj
qaer at por seas actos. Aioda anle-bontem, al-
;ans dos dissideales compareceram reuniao dos
azendeiros e das mailas pessoas de diversas clas-
ses e posicoes, e abi, embera recebeisem as coa-
gratulacoes do club por sua attitude ante o gaoi-
nete de 7 de marco, Qzeram napel muito secun-
dario, porque o deslindo republicano Sr. Chris-
tiano Ottoni (*) tomou a drecco poltica da il-
lustre assembla, dexando iateirameote de parle
o destnelo Sr. Paulino de Soaza, qae com os
seas amigos lmilaram-se a applaudir mansueta-
mente o desabrochar do espirito publico neste
paizl Naocolligarara-se snente com os adver
sanos polticos, sao mesmo dirigidos pelos repu-
blicanos I E sao essas os homens que pretendem
gnardar em seu campo a baodeira conserva-
dora I...
Nao alladiriamos esse fado, se os dissiden-
tes, pela voz autorisada do deslindo Sr. Cipanema,
nao qaizessem inoocular no paiz a crenca de que
sao eiles ainda os verdadeiros e os nicos conser-
vadores, s porque oppSem se proposta de re
forma do estado servil. O gabinete de 7 de mar-
c > combatido por liberaes e pelos repablicanos;
e sem duvda nao o senao porque a emenda
s rare o projecto de reforma judiciaria deflaio-lhe
claramente, a taicao poltica. E por ventara nao
sao as ideas o sgoal caracterstico das tres esco-
las polticas? Acaso os individuos representara
mais alguraa cousa do qae exclusivamente as
suas personalidades erabora respeitaveis ?
Nao o negamos: algans dissidentes sao to
inteiramente conservadores, que nao acre litare-
mos nunca em saa transformaejio poltica, s
porque moitram-se hostis reforma do estado ser
vil. Sao paixoes de momento, qae a reQexIo
acalmar imis tarde. Concluida essa qaestao,
voltar ao velho leito, porque as necessidades
sociaes o exigirn. Mas tambern nao o dissiraala-
raos; outros dissidentes Qcaraj to impregnados
de republicanismo, porque o seu espirito vai-se
Habituando nessa escola poltica, a forca de oavir
atacar o principio monarchico, que nlo podemos
deixar de coasidera-los perdidos desde ja para as
fileiras conservadoras, se lempo nao apercebe-
rera-se do mil axo qae ja quasi 03 domina insea-
sivelraente >
Devo preveni-lo qae nlo confunda esta chronica,
que a da que em outras occasii ;s Ihe tenho fal-
lado com ama outra, qae este sendo tambem pu-
blicada no Jornal por ura Spectator, que (lizem
ser o propro Sr. Paulino o qual, providente
como ligado um ou dous dos da monta
dissidente, nao quer qae os negocios da impreosa
percam o carcter poltico e c imam por conta e
risco de advocada do Diario do Rio, em cujo
principal redactor deposita aquelle eonselbeiro
tanta confianca quinta eu deposito ao Grio Tor-
eo. Bem fresco osla aa memoria de todos o que
entre ambos se passava durante o ministerio de
16 de julio ; desconflancas, reswvas, qaeixas
reciprocas ; cata um projurava solapar o outro ;
mas arabas apertavam-se as mos em publico
com (al amabilidade e lio affecluoso servico, que-
quem alo estivesse ao segredo, sappa-los-hia os
mais ntimos e sinceros amigos.
Segunda feira 11. Tenho-me alongado de mais
som fallar-lhe do qae oeeorrea na cmara. Tocn
a palavra ao Sr. Cipanema, digno representante
da Minas, que preeoebea a hora analysando os
pareceres dos eonselbeiro de estado no anno de
1867, e comparando as diversas opiniois emitt-
da, para mostrar que a r-*Ar^*'* do governo nao
tem por si o apoio d'aqaella respeiiavel compa-
ra cao, como'se leda dUo/elforfcahd'se sobre tu-
do em aatepor o parecer do coasalbeira Jos Ma
ra da Silva Prannos opinio qae hoje -sosten
toa o Sr. presidente do canselho. E* verdade
que eniao o Sr. Visconde do Rio-Branco, era ura
extenso e bem elaborado parecer, oppoz-se a p
portumdade da eramclpacao, ora qaanto se pro-
nnnciasse em fvor deste em thse, aceitando por
base a liberdade do ventre. E' precito, porm,
eontassar qae S Exc. j responleu satisfactoria-
mente aos seas contradictores. 'Coraltfdo, cuca-
pre reonhecer quo o Sr. Capanema disQOtlb com
habilidade. '
Pasaande-se a 2' parte da ordem do da (orea-
melo do miaisterio do imperio), coube a palavri
OUUTX FEIRA 2 OE ACOST OE 1871.

ma filmo 1 foha oa phqyhoa.
P*r tm mexea
Pwteigtoi.idsaL .
Ff *m ditof idea .
Por na anno idea





timo
d LeaMt Brj, na hntXy ; Jlo Mara Julio Chaves, 00 Ass ;. Antonio Marqo.es da SUts, no Natal; Jc4 JaH
aNohs; BelartMino dos Saotet Bnlcio, esa Santo AntSo; Dosaingos Jos da Costa Braga,
Dr. Joa Martins Airea, oa Baha ; e Loto, Serqotoho & C. no Bio de Janeiro.

2=n
lugar ao Sr. Affonao de Carvalho,
' de Minas, para resp jnder ao Sr. Dioso
cellos, a tarefa do orador nao ro diffl-
v a do pouco valor das-accasacoes: eotre-
baie tornoa-se am pouco animado, pois
isso qoe ama parte aa depatacao mnei-
ia 1 o presidente, oatra apoiava o sea aeea
de-Vj
en.
tem
qa,
ra a
sador.
roeffl aecudio tribuna o ministro do imperio,
occojn o-se ara reapauder ao Sxs. AJeucax, Du-
que Estr da e Diogo Vaseoneellos. Foi nm bello
tnumph que obteve o Sr. eonselbeiro Alfredo.
Disco] ando com calma e precalo, nao deixou
nenhumi das qoestoes aventadas por aqoelles se
aores un cabal resposta, qaer no tocante s
questoes, administrativas, qaer as polticas, que
formarai o assumpto do discurso do prmei
ro. NI exagere: qaera lr a resposta da S.Exo.,
ha da re agaacar o qae digo. Os proprios dissi
denles eonfessam, e rendem a devida jastica a
esclarecida intelligencia do actual ministro do im-
perio.
Terca-Ura, 18 de julho. O Sr. Laiz Carlos, de-
putado or Minas, principia lamentando vr-ae
separado dos suue eompanheiros de deputaca 1;
pola tazar a aacriflcio de um pensameato poltico
boa harttenia e coheso minera; mas tratin-
do-sa de toa qaestao commaai I lodos os parti-
dos, o pbarol qae deve guiar o von o pbarol da
consciencia e do amor do palz. Nlo se poje des-
ean heeer qae a eseravidao nm fado nocivo, que
intorpeca o prsgresso da riqneza e di popalacao
em geral, e qae reclama remedio; senao poasi-
vel decreiar-se a eraaacpacao iramediate, algama
cousa pia-se e deve-se fazer, at porque a idea,
ama vez exiroada e fortificada pela proposta do
governo, alquirio ama for^a motriz Intriaaeca e
propna; que a deve levar ao principio, se acaso
os poderes do estado al sa encarregarem de
dar-se una conveniente direecai. Prosegaindo
na demoastracao desta opiniao, falla no Club da
Lavoura, as reprosentaces deste, nos artigos da
impreosa.
Todos, >nesie paiz podem assim pensar, dit o
orador, tenos um; porque aquella brasil oro. qae
mais do qu nenhum outro, tem dado provas do
seuamor So paiz, do sea patriotismo, da aua dedi-
cacao em tara do aeu desenvolvimeoto material
(asoiadoa) mesmo da saa abaegaco, nlo tem o
direit) da pensar por conta propria, era ura
aasumpio deita ordem, deve receber a inspirarlo
do estraaaairo I Veja a cmara i que ponto se
levam estas exageraefies do espirito I (Maito bem,
meito bem) >
Trate iapiis de mostrar qae nao ha poder pes-
soal, a qoe o miaisterio aprasentando a proposta
seguio a opniao publica. O orador foi eoasiauie-
mente apatedo pela maioria, e unto muor prazer
c.nsaram aiai palavras, quanto era visto que ellas
expajSBiaat ama o^ioilo sincera e desioterassada,
e paffiam talante o contraste que se nota entra o
procedanlo desse deslindo mioeiro e o do Sr.
nome daquelle tem figurado em tres
' as triplicas e sxtuplas para sena-
do sido eieofcido, com qaaato alo
'meatos o servicos, nem por isso
s dtoaaopiaiie,1SMieatais
*basa da *4eiu de representou da nacao, gara
dar expando deipeitos mal eontldoa.
Por fallar ao SruAleoear, occorre-me dizer-lhe
qae na anterior denei de noticiar-Ihe o discurso
por elle pronunciado na sessio de 13, ao qual res-
ponden victoriosamente o Sr. presidente do eonse-
lho. En um speemen desse discurso; compa-
re-o cora a lingnagem verdadeira e nobre do Sr.
Luiz Carlos :
a Proiala-se que o governo pretende fazer a
emancipico j, mao armada, de chfre, porque
isto o |ue exige a sociedade abolicionista. (Oh,
ob, muitos apoiados e nao apoiados). Porque
islo qae, segundo a caria da junta central pode
ergaer altara do maior e do mais raro trram-
pho o nome de ara rei. > (Ob, oh.)
.1 O SE. PaESIDBNTE do Conselho : Y. Exc.
ouvo islo ?
c O Si J. db Alencb : Esta proposla qae
ahi est sobre a mesa nao mais do qae um pre-
texto para provocara]rawlncao, nao mais do
qae o precursor do projecto incubado no alto.
(ReclamacSes). Esse papel, senhores, conlm, urna
ousada provocarlo, um cartel de desafio, laucado
opinilo, na esperanca de qae ella aceite o rep
lo nlo para corabate-la a ui na tribuna e na im-
prensa aira as armas da razao, mas para atca-
la com a bayoneta, o fuzil, o sabr e o canho.
que sao as qaatro syllabas do despotismo. (Oh I
ob I apoiados).
orea-
pasta do ira-
Alen car..
oa qaati
dor, e aiot
Ibe faite
inodiflaon
() E' iojuslic' na noaear ig>|ru>ea o Sr. Iha^flputelt
Pedro Luiz, que ej sanunwntos qid fA raz do peraness pela
Sr. Oltoqi. Jijoe, ero um r
Sim, senhores, nao se trata de urna lei, trata-
se de uraa conjaragao do poder. Desde 1867 que
o poj-r conspira, fatigando a reluctancia dos es-
tadistas chamados ao governo, embotando a resis-
ten :ia do* part los ; desde 1857 que se prepara
as sombras, este golpe de estado, qae ha de fir-
mar no paiz o absolutismo ou antes desmascara-
lo. (Apoiados e nao apoiado?).
t Eisvsenhors, a razia da attitude am gante,
da carrancaameacadora que aprsente o gover-
no no parlamento e no jornalismo. O gabinete
adiase amparado pelo nico poder deste imperio,
por aquella que o ostraogsiro chama ingenua-
mente dono e senhor da trra.
Para nao aloagar este, deixo de transcrever o
tre:ho de nm outro discorso do Sr. Alencar, mi-
nistro em 1869, em resposta ao Sr. Zacaras, qae
tambem fallou em poder pessoal. Sinlo ni) faze-
lo, porque qaizera que os seus letores vissem co-
mo as npines dos nossos homens polticos va-
riara, segnWS a3 circarasteocias.
Ao Sr. Laiz Carlos succedeu na tribuna ootro
de#btado rainero, o Sr. Mooteiro de Castro, qae
fallou contra a proposta. Nao percabi bem o que
elle disse. porque fallou baixe.
Coabe eraflra a palavra ao Sr. Alencar Aranpe,
qae falloa mais de duas horas.
O orador, depois do preambalo do estylo, obser-
va qae na contenda se tem manifestado quairo es-
pecies de oppositores proposta : os terroristas,
os polltieos que se apresenlam zotoo conservado-
les e em nome do partido, os objeclistas, isto ,
os qae s apresenlam difflculdades, e os retarda-
tarios, qae tado proearam demorar. Antes de
apreciar cada ama deslas especies, qae depois
combate tongamente, ventila daas qaestoes, para
saber se* exaeto que ha ama opiniao invisivel que
dirige o governo e as decisdes da cmara nessa
quesiio ; no seu entender a opiniao publiea.
Assim timbem qaer saber qnaes sao os verdadei-
ros amigos da lavoura.
No correr do seu discurso cita o orador a obra
do Sr. Perdigao Malheros. Este espraha-e e re-
clama dizando que ella nao est era discussao,
!ae desde o voto de grabas proearam molesia-lo.
ruzam-se mallos apartes, os espirites eneande-
eera-se, e o Sr, Aodrade Pigueira, sobre todos,
dirige vioRntas invectivas ao orador, recordando
at que elle outr'ora pedir a eonstitoinlo ; e isto
porque o Sr. Araripe, lazando merecidos elogios
ao imperador, disse que nao era este o aulor da
idea da emancipacao, mas sim o Sr. Perdigao.
Serenada a tempestada, i esforcos do Sr. Bae-
pendj, continaoa o orador e terminou sem maior
accidente o seu discurso.
Quartn ftirt 19 Hoje nlo \rabSlhou Aenio a
cmara. Abara a sessio, tecoereo o Sr. Olympio
de Castro qae (oesem expensas os trabalpos por
causa 49 faMeSlaiea.t'do Sf. Aareljano de Cirva-
Iba, asputeflo pelo Piauby, aaoco de graale es-
"l sa ntelugencf. o- ^n}r(ia4e/
momean de allaiaacao, ebja taina
ignora-se, procurou por si um termo saa exis-
tencia.
Qmttta feira, 20. -Houve inversao na
dos trabamos, passando o orcaroenio do imperio
para parte da ordem do da, e a questio ser-
vil para a segunda. Com o primeiro oecapou-se
j i-Anara,le Pigaaira, fallando por daas horas,
e dedicando a maior parte do sea discurso s
qaestoes polticas. Oceupou-se tongamente con o
ministerio de de setetabro, depois com o de 7
de marco, e, por Sm traten das verbas do
memo e das materias cargo da
per 10.
Em seguida foi requerido e approvado o encer-
rameolo da dwcoselo, no meio de protestos e re-
clamacoes da minora, que acbava pouea a dis-
cussao bavida por espaco de oito das.
Na parte falloa tongamente o Sr. Duque Es-
traa, qoe pJe ser classflcado em daas das clas-
ses de qae fallou o Sr. Araripe, retardatario e
terrorista. Quer medidas preparatorias, quer es-
tatiscas, qaer medidas in (rectas, porque conhe-
ca que a eseravidao um abysmo, para transpor
o qual e preciso nma ponte, e essa ponte o cor-
tejo de providencias, sem as quaos cahr a na-
?ao no fundo do dito- abysmo, do onde o mundo
inteiro ouvir nm clamor se levantar para con-
demnar o goverao e sua maioria a dizer : t o
Brasil era prospero, o Brasil era pujaote. joven e
ravejado ; roas o que delta flzestes ? Vos o coo-
demnasleg decadencia e i miseria pela vossa
precipitaeao. >
Assim terminou o orador o sea discars), sendo
j 6 horas da tarde, e estando a casa e as gale-
nas- quasi desertas.
Sexta-feira 21.k sessio de hoje foi todo con-
sagrada questio servil ; porque acbando-se o
ministro da juslca oceupado no senado, nao foi
dado para a* ordem do dia o orcaraeato do res-
pectivo ministerio.
Tocoa a palavra ao Sr. Araujo Lima, deputado
pelo Cear, e membro da commissio especial.
Comecou o orador por expor a doutrina da pro-
pos:a, e ao mesmo. lempo raojirou a falsa apre-
ciacao que de snas disposicoes faziam os dissi-
dentes, e passou depois a responder ao Sr. Andra-
de Figua.ra, relativamente critica que, diacu-
t'Ddo o orcamento do imperio, lizera ae aabiaete
de 29 de setembro.
Considerando a qaeslio da influencia dacora,
no nosso sysiema de governo, pondera o Guarda
Constitucional na sua tkronica, demonstrou ( o
orador) evidentemente qae conservado/es nao de-
viam professar a iheoria, segando a qual o impe
rante nio ple ter ama opinio : e assignaloo a
dilTareoca que ha entre o cortezao e o tribuno
as relacoai com o chafe do estado, comparativa-
mente com os ministros qae, exerceodo e acei-
tando ama influencia reciproca' por effito de
taes retocos, assnmem legtimamente a reepon-
sabilidade de seas conselhos e de seas actos.
Respondeodo arguicao de que o gabinete era
infiel i poltica conservadora, provou qae o par-
tido conservador nuaca arvorra a bandeira ne-
gra, e qae alias em sea programma nio poda-
se contar aspraclo hostil emancipacao dos os-
era vos. O que desbague ae- smhikiIm f>oll-
ca*, duse o orartar. i ia um u.lo prinniojo da
autoridade, e de ontro o principio popular ; e,
sob neohuma dessas faces da antthese, ple-se
classificar a idea da emancipacao, qae para-
mente urna qaestao social.
< Entrando no exarae da proposla, descarrsgou
golpes to profondos sobre o grupo dissidente,
que i este nao ser fcil reergaer-se de p. A
idea substitutiva do Ilustre Sr. bario da Villa da
Barra, quanto libertario das escravas, e bem
assim lodos os deinais planos exhibidos perfuncto-
ramenle pelos oradores dissidentes, talo fo com-
pletamente desmoronado pelo distiocto parlamen-
tar, eom a sua habitual argumentadlo, raciocinio
vigoroso e phrase incisiva. Nao pensavamos que
o assumpto se podesse prestar tantas comidera-
cSes novas e de ordem elevadissima ; o orador
reveloa estados serios e complexos da qoestlo.
O destnelo deputado, era summa, reluzio to-
das as objeccoes s suas verdadeiras propuredes,
nullieandoas. Considarou, sob o seu legitimo
aspecto, a influencia necessaria do elemento moral
na solucio do problema, e afBrmou, com a sobran-
ceria de quem detande a cansa da nacao, qoe a
maioria do povo era i favor da proposla, e que
mesmo quando o nao fra, nem por isso os pode-
res pblicos deveriara permittr qne a escravidlo
ainda iolamasse este paiz no secuto do vapor e da
eleciricidade.
Na verdade foi am importante discurso.
Segaio-se o Sr. Souza Res, o qual acha nlo s
que a proposla contraria aos principios do parti-
do conservador, como tambem ioeoostilncional, in-
conveniente e mesmo perigosa. Antes, porm, do
eotoar da demonstraeao desiasj theses,' procurou
justificar 03 dissidentes das accasac5es que Ihes
leem sido feitas de modo que vivera, por oao te-
rem apresentado snas ideas, e declarou que na 3'
discus-o o far apresentando ama emenda subs-
titutiva da proposla ; pois qae esta no sea enten-
der nio contm pura e smptosmeoie os meos de
encamiobar a emancipacao, resolve a questio da
exlinccloda escra valora, nio mediata, mas ira me-
diatamente, o que ser a ruina do paiz I
O primeiro artigo da proposta dispoe quo os fi-
lhos das escravas serio livres e iogeoaos, e isto
oftande a constituiclo, quer quanto propriedade,
quer quanto aos diretos polticos. Dssenvolveodo
a sua opinilo, cnegoo i conclusio de que s urna
assembla com poderes consumiles pode volar
esse artigo.
Passa depois a mostrar os pergos da proposti,
e alonga-se al terminar a hora, mas repetindo
mais ou menos os argumealos j apresentados,
posto que com habilidade proeurasse dar-Ibes no-
va feico.
Sabbado 31. J disse o que oceorreu por occa-
siio do encerramento da discussao doart. t" da
proposta, que foi approvada, passando-se ao !.
Orou o Sr. Jos Calmon, deputado por Minas.
Como sabe esse artigo trata do destino que devem
ter os ftlhos das escravas, qae sejam cedidos| ou
abandonados pelos senhores das mies, ou tirados
do poder destes por mo tratamento.
A discussao, prtenlo, devia ser restricta esla
materia; mas o orador, dexando-a de parte, acora-
panhou-a com o parecer da commissio, analysan-
do-o e fazendo-lhe urna critica li Iterara.
Depois delle fallou o Sr. Menezes Prado, depu-
tado por Sorgipe, mostrando as vantagens do ar-
tigo, com quanto nio tivessem sido contestadas ;
aprecou tambem a doutrina do art. 3* combinada
com a do 1*, na parte que se ligara materia do
2.' Teminada a hora, ficoa a discussao adiada.
Segunda-fetra 24 de jnlho.Oceupou a tribuna
na 1* pane da ordem do dia o Sr. Cobra, deputa-
do por Minas. Falloa por daas horas e algans
minutos sem tocar urna s vez na materia do ar-
Orou como se se tratasse do 1
r
Pars, eotendend) qae, nio bavendo tratado dr
ordem, exlrad.icc5 "* o Brasil e aqneHa nacao, gao-ts-
imoero m* *01"'!?* de eatregar-lbe qnalqcer daeoeiles-
erimioosos qae por ventura venham ao nouo
paiz. Observou que ainda nio egleja eito o trata-
do dormitivo de paz com o Paraguay, e por fin
passou a occapar-se eom os negocio; do estado
Oriental, notando o fado de lomarein parte aa
lula doas olHciaes honorarios bra-itoii os, oar esa
favor do goverao, e oatra corara.
Taca-fera, 2&Nio bonve senao hoje a* c-
mara. A' hora da chamada, sabendo os disfidea-
is que iam chegaado,qne nio hav numeroeof-
liciente, nao quizeram subir, e Acara 11 entrada
conversando eom muila frescura I
Depois qae souberam qae nio havia sessio, en-
trarau.
DIARIO DE PERNnMBUCO
RECIPE, 2 DE AGOSTO DE 1871.
Noticia do> sal do imperio.
Hentem s 3 horas da urde fnndeon no tomarle
o vapor Noith Amrica, trazendo jornaes do Rio
de Janeiro de 25-e 26, e da Baha de 29 e 30 do
pass ado.
GOTAS.
Temos folhas al 10 de jnnbo :
A' i foi installada a assembla provincial,
lendo o presidente da provincia o sea relator, e
sendo eleita a mesa da maoeira segrate : ooae-
go Azevedo, presidente; Rodrigues de Maraes,
vice-presidente ; Pernindes de Carvalho e Loyol-
la, secretarios.
9. PAULO
Recebemos folhas de Santos ate 22 de julhe.
Fra assignado, na capitel, o contrato para
a coGstrnccio da estrada de ferro de Sorocaba.
Haviam chegado ao porto de Santos doas na-
vios earregados cora trlnos para a estrada de
ferro de lid e o Sr. Dr. Paola Souza, segundo no-
ticiavam as folhas da capital, acbava se em asta-
dos de exploracoes para o pro tongamente dessa
va tarrea, at o Tiet.
R DE JANKIBO.
Chamamos a atteucao dos letores para a missi-
va de nosso correspondente, que publicamos sob-
a rubrica Interior.
~ Eis o resumo dos ira bal nos do senado :
O senado approvoa hontem (24) o segaJnte
requerimento do Sr. Zacaras :
< Requeiro, pelo miaisterio da agricultura co-
pia : i da ordem qae o respectivo ministro dea
a secretaria em 19 de junho ultimo, para eomata
icar directora da estrada de ferro Pedro II, qae
nao approvava o projecto de contrato de;iraportaeio-
de 500 coolies, destinados ao servico daqaella es-
trada, nos termos propostos por Lima A Miranda
e Silva ; 2 da lerceira via do contrato, qae se dw
ter sido remetiido secretara de estado dos ne-
gocios da agricultura.
Foi alopiada em 3' discussao a pToposeo
mencionada no parecer da mesa n. 383, sobra
pnsees, e approvada em 2 dscenssio a proposi-
5fl relativa s pananos, wncuJid. > gmHana
da Rocha Fragoso e outros.
< Proseguio depois a 2' discussao do projeeto
de le, ilxaodo as tarcas de mar para o anno de
1872 a 1873
Sobre o arl. 4o oraram os Srs. ministros da ma-
rnna, bario de Gotegipe a Zacaras, e Acoo a
discussao adiada para passar-se 2* parteada or-
dem do da. r
f Continaou a 3* discussao da reforma judicia-
ria, e foi apoiada a seguale emenda ds commis-
sio de legislaran.
t No final do 3* do art. 31 accresjeoie-see
ae orphios.Em seguida, para "formar segunda
par? do paragrapho, diga-se: Todos exercero
cumulativamente a jurisdcelo civel, excepto
dos jaizes de varas privativas ; e conjuntamente
com estes a jurisdiccio criminal aa mesraa co-
marca, conforme se determina em reculamente.
Bario de S. Lourenjo. Bario das Tres Bar-
ras. >
< Orou o Sr. Sayao Lobato, e licou a discussao
adiada pela hora. >
de re-
ficou a
ligo. Orou como se se tratasse do 1 artigo, dis-
cerrando sobre o assumpto em geral, eom todas
as suas retocos com a poltica, as flnancas, as la-
voura?, o dommereio etc., e lendo muitos trechos
de discursos proferidos em ambas as caraira *e
pareceres apresentados no eonselho de e*ta.o>
Passaodo-se 2* parte d. ordem d* 0|,' qae
era -
entrar
j dei, rompan o. debate o ^r cnslhairo Taques,
oceupando Oxclusiv menle com qaestoes exte-
rioras., TfSkou diS nosaas religues com a Dina-
marca, a. Blgica e a Franca, coptrariando, quaa-
Sr. ministro de
... ------ ------_ t ul#j ^u
o orcameoto de eslrangeiros, f'Jt no poder
rar em discojsio o da JaslK 'pela razao que
lei, rompen a debate o 'Lr coaselheiro Taques,
to a',! \ opinjio ftffliuid'a
P
circular do Sr. Julio
TavreT'res(il{"dosiBcendiarioJ da commtma do
0 senado adoptoa hontem (25) em 3* discus-
sao a prn}osi(io sobre pensos, mencionada ao
parecer da mesa n. 386; e em 9* d scussao a
proposiQio a respailo da matriea a do esiudante
Pedro Regalado Kpiphanio Baptista.
t Prosegao o prcjwtode lei de fixa(io de Tor-
gas de mar para 1872 a 1873, e orou o Sr. minis-
tro da marinha, passando o projeeto para 3' dis-
cussao.
1 Seguiram successivamente em 2* discussao
passaram para a 3* as propostas -mencionadas no
parecer da cemmisslo de iostruecio publica, de
18 do correte, sobre admissiode exaraes de pre-
paratorios dos espdanlo- :
< 1* Joaquim Marceiino de Brilo Netto.
1 2* Idilio Leopoldo da Silveira.
1 3* Jeronymo Mumz Penao de Aragio.
t i* Henrique Graga.
< 5* Manoel dos Santos Marques.
1 6* Joaquim Francisco Leal Jnior.
7 Denueval Jos da Fonceca.
a 8 Carlos Carnelro de Barros Azevedo.
t 9* Joao Rnflao Brandio.
c 10. Joaquim Jos Torres Colrim.
< II. Alberto Ulysses Ribeiro Lipes.
jl Jos Z-tariBO Ferreira Velloso
13. Julio Pereira de Carvalho.
14. Matheas Vaz de Oliveira
t 15. Jos Fernandas Dias.
< 16. Juventino Ignacio Silva.
' 17, Jos Augusto Mooteiro de Goduy.
1 18. Rodrigo Lopes Brilo.
< Conlinuoa a 2* diseussio do projecto
forma judiciaria ; orou o Sr. Zacaras e
discussio adiada pela hora.*
A coraara dos deputados appnm u no dia 24,
depois de algamas ob-ervaco 'S do Sr. C eiho Rodri-
gues, o parecer da commissio de polica regulan-
do os vencimentos e servicos dos amoragados da
mesma cmara.
As seguales emendas foram tamben approva-
dadas :
. Ao art. 1. Depois di palavradirectoren
vez de nove offlciaesdga-sequairo 1M offlciae+
e cinco 2**, sendo o ordenado da juelle? da 3:000#
para cada um, conservando se as granfleacoesda
tabella, e supprimindo-se as extraordinarias con-
cedidas aos quatro offleaps que passam a ser 1."
Pialo Lima.
Emenda tabella.O vencimentos do direc-
tor serio:
5:000*000 de ordnalo e 1:4001 de grati-
fleacao.
Os venciraerAos aos pwteiros serio :
> 1:400^ de ordenado 000* de gralificacio.
T. ii*5'nflgr Araripe.*
\ t Sa passar a emenda do Sr. Pinto Urna, depois
das palavrassendo o ordenado daqoelles de...
3:000* -accrescenle-see o destes em 2:600* ;
o mais como se segu.Menear Ai-anpe.Qar-
dozo de Menezes.
< Sub emenda a do Sr. Pinto Lima ae arl i.*
Em vez decinco 2~ offieiaesdiga se qaatro a>*
offlciaes.
1 Acere-cente-se no fina da primeira parte do
artigo :O numero actual de offloiass s>ri coa-
servado, nio se provendo, porm, a primeira vgr
5a que se der de 2* oficial, afim de qae o mese
eelcs fique reduzdo a quairo.'
,

*r-


d% VuriiaiHbucft -~ Quarta fcirtr 2 d Agosto d 1871
Emenda-ae mh. i.' Aeve'eeate se e primeira parte ;-Os'iugares da !
vagartm serao prvidos por aeeosifc
oOcii. -
Cra.i|
da pf'P1
Oreo c Sfi
- Occupi
sai do a

eir Meniet
seguidas it Ataca ?o.do art..2'
veroo 5t>orj o.elaee,to seryl.
Cobra.
ultimo lafcarwf a I* dlsits-
nrcaroe.it, n parto -rel^tiv a
dos negociis estrangiros
de rolh f i bornead' <'
nulbh -lo infantnia S-
flesp'zi do ministerio
Orou (i Sr. Taque. -*^,
A-piro as dico|flssva.:ar.m afinis
tora. I J
Pot decreto de !9
cpil> graduado do I* h
verio fo da Gnu offlciafc da ovdevn da Ita-
llnelo aos rtlcvaW servje s que presin ui
1 fjuerr do Paraguaf.
Por litlos do H to jamo, fcram tortea*:
2. oscripturifta da thesor.raria di Sania a-
tharta, Alfredo' f neotonio. dj Col*.
sm
itreito ti'
s da a-
.iecer, J es-

>.".

'O10!fti,J|>l
cruM dVopifci
tenia provincial,
tanda 'lo a .alo
.ser.a la? npao; 1
quando i i'pafM
que* oTeYejbafB
oer eoafsav
partes c
creve-lo .
Rjtan lo isioaiimio do recer a inconstiluiral oivle e mprarre
roRnlncao, a qiu () nogal snelo,
iua dizecgwra josliuear o raen oi*.
a preteorjfil da convencer aos onbres
e ao contrario a -ertez a de que n nb
mi, que Me.* a raspuilo da materia
- Pato fluir fr* ila
*r-a3, (iMI
139 ii tfn tu
_IL."
- i"- PUf^H
do censelho de
Pra!icanle3 da mesiria'he-oursrta,' Joo Pan -eSo ; mas, eatretauto. o dever que me
to de Lima Ferreira e Juto Augusto Silverra
Soma.
Lemos no tnr-ml do Gommtrcio:
O vapor f:miliim!t, -da liaba de Ubaluba,-ano
s-*)eguto leste: poro pura atir-eTlTrro.
memhro divergento da matara da cnmmiss
me occopar a tribuna para dar as r,u<
me fundo para ser de acorde com a
uiestada uo voto em
ora osala por Mangtratiba, Angra e Paraty,
lendo descaTrega 1i n-st;- animo porto m Si d i
*eg iii i > pare \Io,it'iba, quaodo a< 3 he-
tarff bi!*i <>rrt BiA-i'lage, Resttaga des MC-
ros oo ilba do Algo &o, iofreado grafde rombo
na prfia.
, O < o oomoMindanle veao que ra maossivel aleanear
atimUejjie, a^pnra e rol eHcxttur o rapor uas
praias dePiralyttirnn, dtacirreginao wdo ava-
liado.
' Jkcbatn w anqnelln lagar antorl a*A Paraty, ni dos Mfrietarlos do vapor
que do Ultataba viera Vara o lugtT oatem segutraif nara a4U ou vaper DuaiWI,
a^dlprendos ai oomaaahia Pldeti-Jade, na qaal
afett!(>, aTir ao t MK^jn-rfl -niva lo >
* it tawa < 'pnca do posto d.. Cmm* avi matii(esUrae de aran le tacn Un n<> predio da ra
4 Prineeii o. W. n-opri^rt.d d- T-Minaz lonM f
eaaa t4*it*4or, ar -ar n ofcraa. Goinpaw.i
prava Harnea tu e la ear.omrando j4 a timh. do tt-
' fMMri p*w; eom postea emora rt^gnu-o cap-
alo kjudaate df le o*rp i m 4 bomba'*, 4 carrc-
cpesxoal orrxpondante Pem a dos denaa posto?. Ao a004e o inceu.t > se utaisibulara e h.iveudo
pTcarri'oij **-ga, limtrei-me a 'ircnan-
fefo ao fugar da ui ortR'm. -fattafelj.
lata *ipftMKl* ri>ain*nt i|-.!o n 0 oi a reato boiurstn, qnr era pone1) rempo roim
para moeste. o inendin crvatueote tomoa inare
ment eommantcando-se rpidamente aos predios
M tii, a pMR* d* ae'lmUar impo^iv^l-sarta-l
paaar de lodts os estreos napregados qw
appareceu agua em aboadatKia.
* O predio n. Si umh'.a sfreu em fapnAa
psrte, porque, sendo tod n elles construidas onin
aots dependentes uma-dM mitras, era impossivel
Jue na i soffre^sem i v>sta da vi.it-incla do vaiilo.
i pequeo cetre n. IV laabeai sofTiteuem o
Aeabamento de u 'S O proprieta rio. dm pre tos ns. 5& e oi Fraa-
seo Augusto Meode-i \l nteiro, assegora cpw ea
lelivs seforos, na) pdenlo d-'t^rirmnr a eom
ifMhra porque, lendo outros predios seguros em
companbias diversas, ni > poda ieoibrar-e de mo-
mento o ero qnat dellas eitavam aqneHae n>galk.>s.
CanpareeefHn no logar do incendio diereete
autiniaJeae pssaoas do poo, i|ae prestara m
aailo beoa >ervios.
< C mpare;eram lambem at honbas atwiliares
os a'seaaei de mirmhi guerra. *.'s K) horas
4a maiihaa eslava o fg c.n>pTelaseftte d mint tn;
rostanl< todava muito tago no b-ataho en cija
extiaccao se oceupa anda o cnrpo de bombeiros.
O servido fd f-ta-etiin teda rejfalariJad e
presler.a eapesar de hverem atgciu desmiroila
mentes naose de aV'Cfaw alguoi. \ origen da
incendie nao por amqoanto C'.mhei*id, esobre
.ella procede o Sr. subdelegado da fregveaia i ave
rigua^'oes. .
K alfandega readeu de 1 io de ilho.....
2,878:83H30.
Eis a notk-ias oommereiae da u't'mia dala :
ftio banve Ivje (25) cotacSjS'offi.vM :
* A plices g*raes do 6 / tiveram mnvimsnt
limitada 97 e 97 # 'I, a diwbeiro ; das di em-
.prd'iitna naeioual d I86S nea 'oa se ora lote a
V- U%1 a dinheiro e un a 1.1'rO para o da 5 de
ag-Hi-j.
No mercado de. sobrinos ha pmaM lirnieFi.
Hoje negocion-e um lote rehilar a tO#"i59 a di-
abeiro e um dito pequeo a 10 joOO a-prato lr>j>.
< Em cauteilas do actas dis coojiasaias ulii-
mamenie incorporadas flzeram>u iransacQoae re-
alares as da ompaniit du U>e* du D. pjb.
j pw, i* e j le o-emi); na< da C'mparthla
Locomotora a t3, Uj e ll .1it.., e na da Com-
panbia Ferro Carril Niiberolyneose a O* de pra-
Olio.
BAIIIV.
Nada oecarreu qu raereca- men>o.
Arriboa ao patio da capital o hiale Bomfm
que linda sahido para Pernambuco.
A alfandga ron leu de f a 19 de iulho____
7J6:373*33i.
O cambio regnlava : 'obre Londres i3 d.,
sobre Pars 4iO res. obre Hambargo 763 reiste
sobre Portugal \W /
separad., por raim sub- polo juitomunjcipaljji
s------- "Uruguay, cora quem a ec
Negando anecio resoloccao desta asserabl >
que iteiorniioa que os jnires de direito di comar-
ca da capual coabaotint da casual de soa Ur.aOda,
ou a presidencia da provincia copio motivo dessa
)reous an>asiii(iciaMidaJo restd?g> spjp
usuSca jai os segnintes argumentos que pnsso a
**: 1 .
wao compete s assembla proviacite lar a
emtreatJos, craa4oa puf totgiiral, aiIflbTII?33s,
jorisdi^ai o alcAda, (Mi a meita. Itigaral n^'
Ihs den: art i% di ato addloim';L 6 art.
* do decreto o, IU > da 12 de maio de 1840.
Aos juiie de direito d'ila capital ato den a.
tet geni jurisaicib cHril, a saa competeflW iiral-
k se cotnarea.
O presente projeito altera as^ncflWeOU -
attribnn3e e compeieacis dos referidos Juies, o
(fbe equirala trea^a^ &9 empragos rte, flue
as asjnmbWas (troviaciaes de molo alguin podm
crear: citad lei, n. 3.
^ O naasfOb projectb as?amelha-s\ eet ai
iUfrere i'aqaeile que tateleease qa d t <&
liai ou delegado do ttec f) Hcava cooipetiudo- o Co-
nbecimeato e deelsao dos Mos daVatena pto-
vincial. ,
Mo se. pod argmeirtar com as attrlbaicoe'
ju ji teem os JultaJ de irdfto daVcapUa^s das
provincias! eio que oao ha jait prtcattvb Jos feto-
dartcall. F.-i a Wi gera!. o podar compettlte,
que asslta deteriMio'od (Jeerdtoa).
Pelo fallada conveniencia, em-ntanr durar a
crWrtb do jako dos fallo dfaiorltti- deVm nelf
ser jugadas as causas da -f--mii pr .viniaL AJ
ratdes Saoas raesmas, quer se ttale do" feBbtMa
fiien'dff geni, qaer da provincial.
n Ace/esce que assfm vitam se os cant! Jtos'e
aMntem-se a h ifaogeneidade dajuriiprnleda.
tsies Tgarnentos, Sr. prest late, q*8 se pode
diter a-syo basada uaesto deidelnsHtrfl.Toalin-
de, foram entretanto Considerados pela matarte da
commissao como fmpTJftdleiite-; e at C'1m ia-
jiwti.ca i illustraj > dodislinrlo magistrado, que
ent) presidia a'provincia, se ittsse, que rev-livam
por parte l'este, es'rarfften di materia. Ma< S*.
presdante, ao <, intnrio, peosi ffue es's funda-
uYantos si) procedentes Armados e* JtlTsposigSt*
da Ibis geMes a no oroprlo acto rtii*1inl, 8 re-
velam que c presilaare fai inrmi;io>) eitp da
qnesid parauirdimenur a receta di sanie,).
(N.i) apoiados.)
OSn. TmxEina ns Si : Estranhaea sobra a
materia, qtier dler uo ter drflJtturrdo os jfoQlos
da qdiT.st'n.
Para deterrniaar a qiesa)d>C.iistltuClonrraalj
otx mconuJ.Ucfonjlid.1 Je da fes-Amio asltan-se
qavtro qusWes : a prini'ira se as assembWis
provinciaosfilien crear juire especia")'; iftnjal-
gutrm'salas can sis.
QS5jt-.TstXEiit.VDE Si:A quistan oo su'.
Ogn. Aurei.A. Iriira\VBO^ :' PerJS)... de
sfkof-V* con a irrainrii' dVconmissS', eTi qu? a
rasieinbMas pro'vitfcfa^ iQS pon>m drS'ar juiie-
prlvarivos, pira oimecdr das Bausas da su-. .zMi-
da, tratar-d tofavia de apreciar esta prirriTa
quesia i...............!
O Sn. Ter&iiiH de > :^ao prerlso.
O Sn. 4L\ii:fD\ P(i.s.t\nr7r:o :-...... pi/que
emendo que a resolacgo importa a creagao de
juUes ejpeciaes para o Jatgameuio das causas da
fateala provincial.
Segunda qudstSo : pode a ass^mbla provloiat.
dm virtude da lei, escolhr osjnles etttrs os ma-
gistrados creados pala letgeraf t
Tercera: juaotoemprega o decreto de ti de
julro de t8i6, a expfss-ito fi}n cmntum; refera-
|se' ooitam'ente ao'fdro civil, ofl faraftem ao crlmi-
mai-r
Qjarra : quando mesffio se retfra o deei'etb ib
nVo'criiblaal, podem as asse1bbl)s p'OvTHc'taes
'determinar que nicamente Os jnizei de direiti 1-i
crime da capital possam ter atrrlbjc.ao de co-
n'.iecer.das cansas da faenda provincial ?
i* dlJse que estafa de accordo com a matarla
'di comrffiss.io. ua resposta a primeira rjubslao, e
dem pode ni ver divergencia sobre este ponto, pr-
3ue ahi e-l5o as leis geraes de M dB" novembfo
e i8il e Jt do outu'bro de 1843, que revogararo
como inconsiimelonaesas leis proviaciaes da Pan-
bybi e Sergipe, que crearam juies aspeciaes pa-
PERNAMBUCO.
ASSEMBLSA PROVINCIAL.
SE5S0 ORDINARIA EM 24 DE MAIO.
PRESIDENCIA 0-, Dn. AOUIAR.
Ao rneii dia fwta a chamada ac'nararo-se pre-
aeaio* os Sr,: Felippe de Figueira, Hanri jue
Maraede, J. de Mello IW, G. rt Urummoad, Ro-
Bpo da Alrueida, Pernanibu*-. Fillio, Itatis e Silva.
Amaral, Barros Rejo, Paes Brrelo, Pinto Jnior,
Firaiao de Novaos, A?uiar, Faiseira de Sa, Viei
ra deArauj, Pedro Affooen, Hili-anda Cavacinie,
Eroesto Vieira, GosC^valcioia, Oliveira Andra-
d>, Cunha Cavalcaote, Correa da Araujo, Rlijarlo
de Oliveira, L Joaquira, Joo Cavalcanio, Augusto
Cosa, Oliveira Kooseca, Cunha Pi^uoiredo, Tolan-
liao de Carvalbo.
Abre se a sessao, lid e appfcvada a acia da
antecedente.
O Sr. seorelaricr da coma do seguinte
RXPBDIRN'l'E.
OCQcio :
i Do secretario do parernn } pnwincia. dotanw*
nicand.i que nesta data fono expedidas as con-
venientes ordaas as diversas repaeii$!>s, para que
foraecam a commiso per.nanenie da assembia
os esclareeimeatos de que p i9s metm precir.
Inteirad.
Le se, julgado objeoto de deliheraeio e dispen-
sado Ja iinpressao a safjtBta orejelo :
A assenbla legislativa pr.viuc.al Je Peraam-
MM resol ve :
Ari. |. Kicam conced o doag katriM da
410:0 K)iXK) cada u>Ba em -lawr da libarlaclo de
escravos nesta provioc.
Art. %' A manumiso cara o beneficio de
es loteras ser coucedtJa as eserm at ida-
t> de 11 aanos. .
* Art 3 As carta de liberdade serio enire-
gues no palacio do governo pota prestdVnto da pro
ftaeia. no di i de maceo da cada anco.
* Art. 4 Correrao annnaltaenio dote partas dae
referidas loterii*, iodepandeate lo ser ordenado
aa lei do oraameoto a respajtiva extraefao.
Revoga'as as disposicoss em contrario:
m Pac da asaembia provincial, i4 de ma'O de
1871.(7. de Diumjiwni, J. d* Mello \Rego, Anto-
nio PauiiAO, Rufm$ 4$ Aimn'da. fxitrn dt S,
ftrmambttco Pilho, Barr s fago lumor, i. Vieint,
funda CwidvMH, Qet Vhoosm*, Heira i
F. A. da Cotia, H-mriqm Mametk, Amarat,
tira Fomma. Paei Btelo, Fiftuifn, fatit r
FirmiM dt Noviws, Pinlo Jttmor, OUotint
Anirade, Q. Lobo, C. de Araujo, Cunto Chm^mbv
U, E. dt Olmir*, Cuuln Fiqmitdo.
SR. MELLO REGJ peda urgen :a pwa-a dis
eusaao di parecer da .:o:iim:i de ooamitiiiao
obre o projeeto nao npcclonado e qia eommelte
aaa jniaes 4 direiio do ei^lie de|la capital i cu
8s da fatenla provjueiai
OSn. A. PP;?N\MB(V,-i o:-.-".- urgeaei
ueodo .cuur uacoaidaia de'(ii^atif- o orca-
meolo provincial. '
Appro/ada a urgeueia entra em diseassla p Dar
repar. r
O S. Alwbida. Pkiuiajibuco : -Sr presidente
ajeaslo em fuipome4o por V". Bxt. para gabs-'
gFi P,3 e ra-uisado eosiitu';So e poderes ao
Rastrado collega .'o Sr. Dr. Goosalve Lima, Ju-
pndo o men pedido, de excu?a o more depula-
opelo 3 *.frj(gj, Oliveira P-nceca, declara
"?k* sea piMer am troto em sepirado,' qae aquel-
lmalas i%i\ 4>ah f*li lv a ^__.f.^._r___a-
ra o julgamento das causas da fazeoda
vincial.
Cm Sn. Depctaid :Juizes privativos.
O Sn. Alueidi PartMAUBtico : E dea-se como
nrao, que as assemblas provinciaes, nao lando a
faf-ulJaJe da crear junsdiccao, nao pollam crear
juizes privativos para as cansas de sita faienda.
Quanto segunda qoesto : aats r*o de-rato,
qne creou os juizos privativos dos fettos d' faten-
da, e antes d,^ decret > de 14 de julho de 1846, que
Jeu as a-sainbla proviBCiae a faculdaJa di es-
colhei- mi o juizdos faltos da hienda getal, ou o
foro commum para o julgamento desuas causas;
as assemblas provinciaes nao podlara, nem ti-
nbarn o arbitrio de eseother juizes, porque sendo
as snas cioaas civi-is, os nico? coTipetentas para
jConhecer Jelia-, eram os juizes do civil, aos guies
nicamente estavam conferidas a jurisdiccSo e
competencia p3ra julgar as causas da fazenda,
que sao causas civeis.
Assim nao tiobam as assemblas provinciaes com-
petencia pata cr^ar jurisdic.}o,e conferir a'.tr ba-
< a lei geral naa Ihes traba a'.tribuido.
Depois da !ei que creou os juiz-a doi faitos da
fazanda. e do decreta de 14 de julho de 1846, que
deelarou que as causas da fazenla provincial pi-
diam ser julgiiai on pelos joites dos faitos da U-
iieoda geral ou pelos do foro commum, Acia eb'ao
:reconbecida ,is assemblas provioeiaes a faculLi-
de de escolhr pra o julgarneut') de suas causas,
ou aos juizes privativos d >s faitos da fannda ge-
ral o u aoe do Mro com.nom, queja ostavam re
vestidos por lei geral Ja jurisdiccao e competen-
cia oeeestaria para craluc-rem dessas causas.
Foi era virtule desse decreto que esta uesma
a-semhla era desigoou o fOro commum, fsto o'
foro civil, ora o jnizo dos faitos da fatenla para
as suas o, usas, racoihecendo aflnal que era raais
coavenieate que Jellas conhecesse o juiz privati-
vo da fazenda geral.
A lerc-.ira jue-tao, entenlo que nao pJe dei-
xar de ter revolvida pela negauva.
A assembia provincial nao tem a facrJJdade de
legislar aobre jurislicel) civil e CriralnjJ, era de
jurar a oaluroza das aitribui^flos conferidas por
lei geral, i en,pregados Horneados peta governo ge-
ral, pois, como diz o afL 2 da lei n. 103 de (2
do maio de 1840, a faculdade concedida a a-em-
blas provinciaes, oo que diz respeito creac3o
da empregos, nc limita ao numero diales emare-
goa, e nunca a alterando, augmentando oa diml
nuinJo as aiiribuiodea dos 6mpregos creados era
virtude de lei geral.
O fin. T/trxsinA bp. S :Esta lei ao tem appli-
cacao ao caso verteole.
Q Sa. Auieida PeaNAuBuco :Tem toda appli-
cacao, porque ?eado as a!triboir;5es dos juizes da
Jirelto eonfecMlas por I i geral, oao podem as as-
semblas provecaos alterar e.-sas attribulciJes. .
O Sn. Tw-sniai de S :era se altera,
O Sr. A.'.MtiuA PaaNAMBUCO : Deve racoahe-
Sodtsjdis'de ib'reilj do crlme, cnntirin*i:jft9!
attritalcJ'c''9*s que na i tasm.
'PYflleiidadtitrtaeio com-ni*) encontrar OfO
argumeai Rrt pira .-nstentar 'en ptrecer, nfl
f-cto d\)tftie, trata o vis'.oolp de1 Urugtuv em bra-tunspralfcos Je rt a asiib>i pfo
Social do' 8ta de Janeiro dWriiirftdyqbe o jdlt
d^ (ftrew d* Capital enBtinaa* oa cabsa', io obstante ter defxadrrdeTenhereT
los feios da fszenda geral.
Da anatjse its.-e fajT/, ie cbbloi", {*frB, qtie
lte prava danta a ppfoiio d aobrj mmmisso.
Fof creado' ua cipiti.l doWffo i' Jaodfo o jaiio
los feloS d/fizeoda geral, e a a-:ettb% provin-
cial cT.d-treUea ,>sr juhq o CorJttecftietrto dar
isaH -11 laten 11 prbvin:l1, na .confojmiilaile do
lecreto de lc,>^ deiin'.t pelo drero* n. T38d
10 de novofi/j'de IH30 sa detdrminou'que len-
se percenceno'o (W ih*ji'UBnP) da? capsas'da U-
zeni garil' ao txiz dos; fetos do rajrnletpo i"\-
cOrte. Mis a asseaiolea pronbclat, cobitntdl a
comm'tsf ao jafz de direito da eaprtirdj provin-
cia, e que tmhi sido juiz dos fetos, a conbeci-
irrrfto da sais causas, a relacao do dntristo, aq
nullando iTor iticimtU!il le j ifto todos m fi-
toj'qoe fhe suftrara por appel acao, declarando m
sens a'teonrabs, qaa a asseoobta prs .-indal nlo
poiHsr crear jursdiecSo, de lugar ar fue, levati
o'Tajtu so cpabecjmnto do governo ouviulo esie
0"co'aj*Mrr> deestadi, pobfteasseo deefeto KllW
Je 17 de dezembro de 1853.
Um Su. DpCtado : -Mas -o qae deddlo o con-
siitao- ite fsfadi, T
O Sr. Af.jnfttA Pe1i.v\wh%:o ;Oti*do o con-
s'fb) -r.Aih' delardt este #b-sos|rreer qUe
a asssm'.ild i priv^dcfal rlSb poda c^rrwir Jos frt
tss crmlrblaers a c fipeteia (lafa nnecerdil
casas da-fize'ala ptdvtftciil, mas- nftiju jrte tr-y
nfta (rovn, irm a a-se,ofbli pro^inciaV, por'
que a Jfliripfte$k.># q teWfa* ejwcedirta pariHi ge-
ral ao j^dfl d!rrt* da epfl,**fliflVlKil- mi-
tos da azanda, prevaleca. **'
Du Sa. DRrvrAOo : Jttlgo'teial oaeto da a*-
embrV. '
O Si*.- a'liv DPEimMntroo : -^*Tfl ; dsf- qae
a- jaTls*!ff.ra tlntra' id6- dada oV le ^ral, t
pIT fei provincial, e qTjV aptim-finha slWtgfi-
rada a ee jur a cotrrppten-ia paT cealtca|lf
causas di Urnt-U geral ; mas qoe a jirtsdl?gl*4
que Ih3 ti/iba'sJ-j c^taferMa pafa clldfteCer dr
eaims da' fateoda, penriirn'da, nsb poj" am art i
de lef oto.vIqra", maiftp-rwr eft:lto n.Hi-geral.
o pro[iriovioodedvJrrigaay,era qdem'sa proou-
rimajDlaf ds a5bres diputad-), drie*fol pro-
esdeme o acm iH .tssetirtfjca pfdvttel\; que ella
'Wva anrs*rrd(Yeito, p;ie, awtrtllb' Wn os
rijb'as dejiutadoa, olj^iredn n>tf*1urisdleeJri,'a|-
ipllcio, para as rarj*as risilipjio daia'poT lei geral.
Se o propTio Vistoade do rogttay.'qne as-
sim *o ecpflme, edmo ple a mobre coaimisSio
dizar que a jurisdicio foi dada pela aaterabra
provincial t
(Ha am aparta. )
O Sn. AMffctDA Psrmaubvco : -'Se a Sleibl*
nao se tivese limitado a appilcar a jarndicc/i,
concedida por lei geral, s causas da fazenda pro
chama juico commam. |l|'tVgUii 0
E era de out-o odo, Sr. presidente, podu ser de 17 de
eoMf^pW,..r5fT^^ta*-*^umr3t^au p, ^en*,|ef| o> dreiM ia ca>,M du *
Serve o deernto da 1846, porque sendo o tt.-o ci- aeiro, liaba sido concedida por lei geral,
gfl aajpUaj&a'lwaiaaiIlli rttal diff*aat( IfaV
os merni. diversos os Jins, diversas as allnbUl
HV8 %<*******> &*** ** iiilureaa cml, cujo conhecimenio s pode coifi(e-
rrrxH^inm'docniSJ^o^^ri* sssscim (r$s-'
ereto so refrase u Tu enmiual, .onleSis attri-
baitvS do* jjlTJs', 4ed9o erimlnaa't, nio Ibta'no
on:petencia i-.ra coobecar de catt-.i civels.'
Xio podin'as assemb as proviUcL-s aBerat
a oStureza sft< atfhtilicCes cancedidas por \>\ ge-
raf'avjs "juizes,restrlo)JtD:lfl oa aniiif-an t a jiris-
1ficto corapetedeia dytes; a, na> teadoj jai
z drtomies joTNdi.tVi civil, para His-r competir
o conheciuieuio da causas cj'/bis, .-egue-e neCes
sarJatnenrB que a a-smbli prdvin.;raip aje rjo
ple Ifeglslar sortro furlsdlccAo Civil ,;l crftnrmrl,
'^ysDmettt.i.obrirrisdlc'iiio cdnteuiltW 3dmi-
stti,tiva, nlo Ihe permriudo alleral" JtjtIjIc-
escol
tenattiifeoicdes< civeis,
a jWem ovlseonde de
coramissa* a apadriafcou,
prio Vicoade de Vrguaf; e"IB ?(fl obra1 TJT> Proliiflgar poraecedes as estradas de Pr
Pra:. 487, trauado do tact Norte escolfttl 11o onftrto qalor julgalo mal* convertfnie .por'
estudoa a qne se proceder desde ja, poden!
pender Snbalrriente era cada on dellas a qian'
Ua de 3.0000 . g 3.: Mandar, verSear.e camprlta oVeslnd.aa
fetos darunja llpha.ierreo ane,lgqen| ocmtos,na#
vegaveis do alto ao baixo S. Francisoo.: e man-
car estudar o sistema completo de viacao e levan
i lar a carta (ynrtria do-lmperta, appHcndci'pii-.
vte flm oaafjrmeiro anna at a uuantia Je.....
2O0:OO0O0.
Art. 3^" O gover'bo 8ca autoriaado a dsduzir
do prouiMfB do 'Smprestimo contrahido ultima
mente em LoaJres a vomma do 2,i),UOO:00')|000
para as daspezas da que trata o art. J. e a lazar
qua-sqner operaepes de crdito para as despazas
de que trata o art. l",equan'. sajara iriHiifBcienti s
os fundos consignados as le* du orcrniinto.
< Art.4o Fi:am revotadas as diipo-M.-es em
contrario.
iaes de ion as, em vifao^do decreto
lejalbodefl uizes' musicipaes, diz
asserabla escolheu o juH iiaatmum O
quer direr, edH eeipreito
juizo Qjjmum o V ^MeAMguay ? Quer
dia^Ml, quando afflrma qne aquella le eslava
cerdo com o decreto de 14 de julho, por
rfe^&^"isr^
inu de Sfc;-j-O Tlsoa la^le Om-
pro- rinda! o Viseoode de Uruguay, nem o ebnsblho
de estado, dtrffnderiam o acto. O oobre depula-
do confuuJe competencia com jurlsdicrjao.
O poder da julgar s pole ssr dado tela lei
geral, infirante, ao carg de juiz ; a cottpsteti-
ca, e por assim dizer, esphara,|dentro da gttal se
er.erce aqaelfe poder; e dtrterraimda per lei se-
gundo -: iiatrea da causa, lagar do contrato, dt-
rnirilio, qaalidades das partes etc.
E, como as caasas da faz-nda provincial sao da
inesma natureza das da fazenda geral, foi attri-
bnida as assemblas provlbciias; peto desteto de
14 de julio de 40, a faculdade de eseolher ou
o juiz i do ctvel, ou o dos-feitos, o couhecefde snas
cansas para o que urH e oatro tlnhara competen-
cia.
Por tanto, v, o uobre depulido qoe ha ama dls-
lincc^ao muilo grande entre compeiejeia e juns-
liicoao. ......
O Sb. Teixeiba deS :Isto contraproducen-
te.
O Sn. Alweida Pbrsambcco -O oobre deputa-
do nao ouvta o raeu argumento, ex q?e con-
traproducjito I? O qae contraproduceote o
argumento, en qas rjuer apoiar-se o nobre depn-
tadb, pois, prova contra !
Se a assembl proviocil tivessa a facoldado do
dar aosjmzes de direito do crbne a jurisdlc?o ci
vil mJispensavel para cOnh'bC'>rem das cansas da
fazertda provincial, nao era necessarid'qne viesse
o decreto d 1833 Jizer que a jurisdiccrlo, que fra
concsdi :a pela le garal ao juiz dos feitoa da fa-
zenda di .Vfiheroy, ica^va pravaiecando, e por essa
raio poda elh cobtinbar a conbecer das'caosas
la f.izanh provincial ; basta-va Sittt que a>sem-
blBa polia dar aos jaizes de dlreilo do arire a ju-
risdiega i e alfriba c5es precisas para conbecerem
das caucas da fazenda ptavlncrir.
Se, pors, baixou es3e Jaeteto reJtgiJA pela (br-
ma, por qnrse acha, foi para lorudajMtai claro
qua nio eram as ajemblas provinciaes, qae da
vam a jarisdleeai ao luises, e qae foi a lei gerai
quo a deu ao jbiz da Shheroy.
O Sr. TrasEtnA as S :Que nao era mais juiz
do3 fetos o cratinuava com a jursdregao.-
OSn. AlmKida Pkbsaiibco : Qba jdrlsdrc-
co, que Ihos iraha sido da Ja para conecerera dae
causas di fazenda provincial, conttHaava.
um Sn. BgrotAmi:rj a lei geral odie crear
juri.sd.ccao prlaiiva para os faitos da fazenda pro-
vincial ?
0"Sn. Ahbto pEtiNAiiacco : A M feral nSo|
creoa tal jnrisdlc$5o pTrrallva, para os Ibitas da
fazenda provincial : os jaltes des reiMs d* fazen-
d provlaeial dvem ser em regia os dd foro civil;
nus era virtude da fajalaJa, qae fBs recefreceo
.um defini qiwvidbra, fia'man de Vftm... .
Q Bit Tdfem'A oTSt r-frn decTeW dando ftf-
ennftd i aen*l5t proviftiat 1 >
Sa, Almeoa PmftAVBtfca :fot um daftato;
a o aobre deputad nao inoatra le alguma qe tato
uar, portamo o rwbre dapuudo qua tara applioa-1 te. TnrttR w; S :9 aato adlicioML
*> caso a disposicio da te da fj da malo de I O wb Alhbh)a PaRNAMBuco :rfao o iaw al-
** Idi5*>?1 aiJ?a ul C0U8'fti dft"''" ** *
O ba. Faisra db Sa : so eu resfoiilido-jnlbo de I8S6, o qaal sa arrogon o direito d le
no pardear. Itbiarprataiiva do acta aldlciooal como feo ts-
CMde de Uruguay era quea tanto &e apoiou o no-
1
io.v Psns.MBaco :t-Dtz, Um, o nbf'e
le consultar o % 287 da uta obra
icos.
presidenta apoda aa *egtrttte arga-
a-semblaj^revucml piasae deera-
as cansas fosen#Blaiapi'l i-jui
do crima^aaj liara necessrdade de
ue viesse salvar a aeestao, suscitada a respailo
iz dp direito daaaital dar Rio deJaueko, a
Ihoaa estado reconhecese qoe a assembiea
bnha o direito de se; Ihej- os jaizes cri.ininaes
para julgar a na causa ; e nao era necessro
sesse declarar pelo decreto n. 1298,
desembro de 18S3, que a jun.-dicijao que
de. Ja
e que
P#D*e>radaemiaa ti aaa Mo d-ella apprtea causas iesoa fazenda.
(!,' avad*tfjpar mpu. >a ease argnmonio, 0e
qua se serve a conmisso, contraproducente ;
prova qaa a a-m5JS provincial nao ple da,,ig-
nar para cnhecer de tnas can*, aos pones de
direito tti drlrae, a qpem rJiotenna ald'e Conferida
jurisdiejao civil por le geral, pois que, oto tdn-
dn efle efl jarn bf8* ptovfneial da-las, nem aiignentar-lbs as
*uas attrronigBj?, no podara ser coinpetnies tara
conhecer de canea que a lei geral nao Ihes attri
trato.
Mas, ^erando'fosse a asseoibla provincial coro
pitante ptra1 decretar qne o eoobecimeai d*.{
catjsas da fazerfda provincial, poflesse tr atinbui
do ars' iuiZes de dfreito Jo ctirte, per'ganto i
maiorcrtla commlsao podia a assembl pro
*ifCrlll tornar essa a'ttribuigjo da ascluiva com
peteneja dos juizes da direno do crme da capital?
Hit 14p!fim,1a teMdef a jatt-diccao o com-
p^Wn^arttoMalzfs-'a' reita do crlrnit da Csplu
aimartapecrlva eonrarc f
Q Sa.- tidasiaA Dfi S :-isto esa respodido no
paretr; rfio lia tal dlftinfi5o.
OSn. Ai0rnAPBWiiiBtj'i!:o:-H'farfelra dis-
occao. O parecer ten Je a extinguir o prevllegio
do foro domiciliario.
O jof- dbs feitns da fajenda tem eompe'ereia ge
ral esteade sna jnrisdiccao toda a provincia
para o jaito da fazenda a provincia de Pernam
buco cuustitne. nm foro .'
Ok Sn. 3:prADo:^E ae-for o 'rt commum ?
OSn. Alvbtoa PisrWAMBrjco :-Com o foro com-
mum nio havia altetacao de jurisdieco, tato*T*
juizes competentes paca ,conpecer das causas da
f.zeada provincialcantos-os ternYosda rroviticia.
Mo s* podia cobrar jadrcialraenfe osimpdStds de-
vides petas constriboinles de'um termo sel flSo pe
ran'e o jniz desse termo.
Se os jaizes de direito do crlme nao tem jris-
dicc*o rora da comarca, que Ihe tai designada, dio
d a* aVembl providctal, que Ih'a pode dar, como
pret-nde a maltrh 9% cnmbjissao.
(Ba am apartej
O Sr. ALintnA PWWAitBtico :Diz o nobre de-
purado que se prnesdera por meta'de procatorias.
E* o idm por-idem'o qne resnita da prec loria ?
A citacio do reo para responder, em qOe foro ?
No da raptrlqe 'Mn juito deprecante, isto
ractamente o (fue aonttffa o'privilegio do foro
dorrrlC't'srfo, e o que asseraMa provincial oflrJ prr-
de Tazer..
Peirto, Sr. presidente, qtie, fromn permiftlaaros
nreusirraeos reciirs'i'.tifbo sasttntsdo a mintia
optio relativamente iocbnittlucl'odaliladB da
tai. _
Vejamos.aloda, Sr. presidenta, se esta lei
convemRfte.
Siteni os nobres (reputarnos, a sabsm-no per-
rtameriie, qne nSo'ple fravet Conveniencia al-
goma neysa lei; qae ella va i ira-rer x falta de anl-
f-mimade nos julgaThentas das causas ; vai fazer
con dne a arreca'tarc'V da dlvtda activa dinpnaa
cgusideravelraenle ; Vai prejuiiear os direito1* da
fazenda. pela inevitavel demora, qae Hovera da
conciusSo de qaairfter.otuesi, por mais simples
qde saja, p is que, a'm ds aggraVos por inoom-
petencti de que laTreaBo mi os coptribuintes^o
missos, nao tndo o jttlzes da rtirr.o do cria: al-
iada marcada n.t lei tdda) as snas deCHas sa>
appeilavels ; ao passoqtldo jnz dos feitos d;
fazenrra tem ama a'cada elevada.
* Hm sk. Devotam rr i qaal o prejano.
OSn. A. pKmrAMBW: Diminuir e demorar
a atreeadacao soscitar'dnvlda^ reformas do sen-
lemjas continnadiis, e raflidades da processo por
incempeteneir do juira.
sr Sn. Oepotado : Ito vi- i.
O Sn. Mello R'kco : 1? pura mpposiQao.
O Sn. A. PitffifAirBTjao : 9o os lacros que u
dem*oo?tra'ra.
UmSr. DEroTAoo: Pactos fatorbs.
O Sn. A. Pkbxamiiuco : Onobre depirtado de
ye saber qne nao a primeira vez que se tira ao
juiz dos fei los da farenda o eonHeciment das cau-
sas provinciaes, para dlr aos juizes muoicipaes ;
e a experiencia mostroa os inconven^ntes.
Un Sr. Depotado :J v que a legaliraie est
demonstrada.
OSr. A. Pernambuco : Nao confunda o no-
bre depotado a qaesto ; ea nao dsse qae havia
illegalidade em es^omer a assembl os jaizes
ntanicipae; ao contrario dsse semore que a as-
semhla t:nha o direito da eseolher o foro cora-
mam^qoe exercilo pe >s jnizes mnnicipaes, ou
o jnizn dos fetos : o nobre diputado nrto me no-
vio, nao ostava presente, e s por esa razao me
den o'apane.
(Trncam-se apartes).
O Sr. A. PERVAarntoo : Pol por ser con ve
Diente a arrecadaca e aos interesse3 llscaes, que
a lei geral creou os jaizes dos fetos da faznda
e Ctimo se davam a respeito da fazenda provincia1
as mesraas raSes da conveniencia, foi a a;sem
bla provincial autorizada a aitribur o conheci-
meolo de saas causas aquelles juiz s.
A assembl provincial comprehenden que ha-
via grande conveniencia era, usando do arbitrio
do decreto de 1846, preferir o juizo privativo dos
feitos da fazeoda. R de facise nao hoovesse
coaveniencia na existencia de juiz privativo sol
o qaal se arreeadasse a retida de toda a provin
cia, por certa que a lei geral oao o teria creado
Limilo-rae, Sr. presdante, estas consideraos ?,
qua provara a inconveniencia e inc ntitucionali
dade da lei, e como teano certeza de que nao
poderei abalar as profundas coaviecSisdos nobre;
depotado, protasto-nio voltar a tribuna, sobre
osle assuinpto, pois seria perder hfmpo inatil-
meinV.
Anda fallam sbre a materia ros Srs. Teixelra
de S e Pedro Affonso, depois do que aglta-se a
quesilo de ordeift, era qua tomara parte os Srs.
G. Lobo, G. de Dranfmond. Mello Regt, Alm-ida
Pernambobo e Pigueiia, sobre dever ter o pa-
recer ama nica votaclo,dacilinio ella da sorte
do prnjecto, ou dever o mesmo projecto ser cnb-
meftido a nova discussao, deciJindo-?o que, ap-
provado o parecer, se vote sobre o projecto
A requeriraento do 3r. A. Pernambuco proee-
de-se votaeao nominal que d o segntnte resul
tado : favor do parecer voiam os Srs. : Pinto
Janior-Pirmuiade SovaeVioira de SaSou-ra
Lelo-Barros RegTulentino de Carvalhi Oli-
veira AndradeAngosta CosttCorrea de Arau-
jo -Ernesto TexelraF. deJPigairoaJnio Viei-
raO.veira PooccaGes Cavolcante-Hollandi
Ctva'eante-ilBtonio Paulino Pduardo Oliveira
G. de DrummondPaes MirrefoCunha Ca-
valcapte-IelIdlHfo-PevJYo .ffiriso; e contra
os Sr. fi. Lolo-dfcnrldae MataedlB-A. Perom-
btreeRnlmo de Atmeida.
Teode dado a trota e #r. presdeme ddhjna a
oraje ra do a o tefrtrt a sWtso.
f^ianDADES POLICHES.-Porporlar.as da
pusuecll. da provincia, de 28 de julho, foram
oorhaados: 2." supplente dj subdelegado do ter
o da Sesada, Bra* Gavaleanle de Aibuquerqne ;
e subdelegado do !. distitcto do termo de Buique,
Maooel Turiano dos Res Campello.
DOUJWR.VMENro.-.Ni oaiverdaia Gregoriana
da Roma, dofltofoa-se em caones o nosso c impro-
vineaan o Uvd. so.ldiacouo fcasicsco de Heg i
latido para ese flm prestado, ni dia 13 do
jneapaasado,
diversas
Maia
, neuroso exame-orate eeriptn aob
ilv> 'i que Ihe foram apreseniadis,
aM*&ASt*XUL
Id Uhuiradu ieouCip' bavuj eoo/iMianado, para
m reoH*j, .10*8.(1) a maijiri da
WWN&
O Sr. Aukva Pimimsuuco :Amhb eviden-
te pao a assentila provincial nao poda designar
ua juizes de dareilo do crme, parque nao pelia
dar-Ibes attriboifees qua eli lio un.
tFrbcm e apartes>.
i 8h' Aludida PaMausuco :Os outros jui/e
ji leem essas aiiribuijcia^ .jue toes focaor colj-
das por le geral.
"Um Sr Depotado :Entio era deaoeaessarl
deaiguacao da assembl provincial.
O Sr! Almsioa PEBNAMmjpo : Hjd o
neceaatria, corpa diz o pobre degiMdo, *&
as.sera oo* pode eacolber entre wj&hes dos
i as do/Uro roroqrapi. ip
bre deputado.
(Trocara-Je anorta.)
OSa.
bbffl
lados : sal perfliineore qae mdo
til maps(aa camprindo o dejrat aiifl>
da )amVU (S tneu rt os ohbre
[oa-a1Wn^|:afe
i rgocu-ae *(i.iitta. )
O Sai Al.viw,x PERNAiuto : Diaaa oa, Sr.
raaideoit), uando omljaia rflq dier*a. Uta
M cariat nao convencer ao oJ^dJu.
auarjon 6
ata*
ESTRADAS DE PERO.Brt il de }nlho foi
sfleeiontnl eon M do imperta o sagaute pro-
jecto da aatemMBa geral IdgjdatUa ;
i Art. 1. E* aborto ao ovario am crcJit > i'
20,000:000*000. para eompletaT a onarta seccio
da estra* de farro de Pedro D, e prolongar a
raema CTt"dfffS* tigdi ftaorada,. aa p-onaeia
* Art Xa Jrterno floa taraSe aslortado
Pr :
i I.* Contratar ornas eompanbfas das estra-
das de /erro da Recifa a S. Frnc!rco da Rabia
ao JoasauV d S. PauTo o raseate da me
gtad^ porriitita ik di vida ptiWe, cem nato
^WW^^f^^^^Wtm" ~9V^VWr ? rrw^ v a*PMP***HMa- jj Ua W S
e ain-irlreclo 4 efitpol i imperiaea da gafan-
Ha CoflBedfa i ctda nm jh dttai cHipanma?.
sobre
p
blemta efm*l plena" approvaijin.
O Dr. Maio foi um dos ;il iinoos que sob a reitn-
ria d iHlho conego Aadrad, raimo apprdvoltou
no seminas-ki da Oitod.
EMBARQUE. Embrcou. hootem as 4 horas
la larie o Exra. Sr. Of. Jos Banto da Cuoha e
Figueirelo, c.jqi dstido curte, da onda sa trans-
portara a o Uio-Granla do Sol, oujos dts'.injs S.
E*e. vai dirigir- como presdante.
. CON JERTO.O Sr. Rnodena brevemente dar
um segundo ooncerio. Quem o ouvio no priraetro
el Uabitilado a julgar dos talentos do pr.ifassor
de piaao, e ser fcil, para qoe ai o na i ouvta ain
da,' uas preferimos continuar > gurdar*Hiejcio so-
bre os exhibidos talemos de Sr. HltodeoK
naCAb DE SANTO ANTONIO.-Chamamos a
aMenco do Sr. liscal da Sanio Antonio para as
ednstaotes inroccoes da posturas mnnicipaes
oemmeltidas petas moradores de um legundo an
dar da ra larga do Rosario, qnasi em faca da
iravessa da ra Duque de Cutas (aatiga rna das
Cruze-) o* qnaes ranradnreg te o relho rub'to de
deilar aguas servidas ra, do alto das j .n-lfas,
prodi^r.li-.iodo assira bando* /ronuileos qnem
por all pas-a dopois-dass h ir.s da noate.
PPRtSHE.'ISAO. No acto oa visita da descar-
ga dia burea fraoceza Margnreth foi aporeoendida
pelo eomma-tfiant HenriqneTavaras dos Saritas, e
peiot guardas Cunha Pern o Posiidnnro de Bar
ros, grande porcao de latas e francos com conser-
vas, e sardinbas, objectos excedentes da respectiva
lita de-sooresalentes.
LtSERiJA01!:.-0 Sr. Antonio Pafnndos Vello
so, corrunerciante de uossa praca, acaba de alfor-
riar gralutlmebie, na pa bapusmal, ao pardiobo
Joo, lillio de sita escrava Claod'mira.
TrtILHOS URBANOS DE OLINDA-Reoair^ra-se
Hootem, sorj.apreidoeia:dn Sr. mjor S Hnrique de Aluquerque, 66 accionistas da com-
pabu de Irlhos urbanas de O-inda, represontaii-
dn I14 arcSes. Approvoo-so unicamenla o titulo
{ dos no vos eslatoto. contando 5 art*.;' licamio a
oniiunaoao aiada para o dia C do c-irrenie (ex-
ta-feiraj.
PASSA MENT.-R ntem as 6 horas da tarde,
deu alma ao Creador o an'.igo e abastado nego-
ciante de no-sa praca Joo da Cnnln Magalflias,
neavanoad'i'idade aa 70 amws, O tinado ot* no
mem de e-iimacao. Sen naurn ter tugar boje
a-i e 1/4 horas da inrde n greja do iWrpo Sm-
leo A' sda Exma. ramili damos nossos sincero
pesa lu.
PRONU.Ni'.iAS.-^Pela subnVIajfieia das Morlle?
foram proaaffcradtis : Antonio Juaqdim da SHva,
Jo*|urm Am rata \ SHVa a Joo Perreira da Sil-
va, como iticursis no art. 205 ; Jban de'Lima e
Joo Roma, cumo incorso oq art. 2fli ; e Pedro
Peteira de Lru, por errine de injurias verb es
DINHEIRO.O vapor S. Jaciniko levou boot-m:
Para a Babia 7:0t|t)00
t o'Rio da Jaceiro 4l*003OO
sindo desta qiUiitfa 4(>0:003i para o ibesouro
uaCouat.
BJ.NDS-Paraa comoanhia de carris da frro
(wnds) veraoi honirll do Rio de Janeiro i( era-
pregado e 40 barro.
ONTE-PI0 PRRNAMBOiIANO. Rinettem-
nna.o segulnte, pediodo a aja publhncao :
ia immena olasse da i'nurwionarios pobi-
cos, assitn garaes crai provinciae-, lia gj^ude
nauern d~is que nao sao caotribuiniea d,i Monte-
po geral dos sefviddrtrda ftXh.
O beneflco/dH* Mte-io IqlproJuz seus
effitas dfois d* merta ae eentribnirUe, t*sendo
eolio sna familia a gosar do pm:o a que se
relbz una eont'lhiiijT de rtrnitos arfnn.
Acjiitraeute a matcitnila n<, estalle!,cimen-
ta pao pesada, ijna nao convida cartaraenle
o funcionario punlico a inscrever se ; pn quanto
o calculo da jota, que outr'ora era da ri;z por
ceuto alo 2' unnos da ilade, e de otio [iot ceot
al 60, pissou a ser d.a 236 0(0 para esta tdale
e de i' 0,0 para aquella.
A creaja-i, pois, ne?ta provincia da um monta-
po, que garanta aos embregados pblicos, durame
toa vida, e s familias dostes, depois de su.", marte
matares recursos, toda de importancia e rigoro3a
neuessidade.
As dilculadas na vida do empregad.j publi-
co, ja por ooaaslaa de moleilia, j por aposaotado*
ras ou jubilaroos forcadas, ji por outras ctreums-
taoci.is, ",:i qtie tem tls perder parto -teteus ven-
cimeu:o* a tal vez talos, por dmissao arbitraria
ou por tnorte, (liando -uas familias a m rec
de eraei pnvagoas, recomuiendam a creigode
am esiabele-imonto ti) sentido proposto.
c Os entregados pblicos g raes e provinciaes
activas o anaciivas ii fazenda, di admiaiiraea i.
do rpwusterio, da jodicatura, ainSm os de qual-
quer classe alipendiadoJ (elos cofres [lublicos.
lormnn um p"sioat suffljienta para a relsaao
da idea suggatida.
Do qua Hca expendido se ple collegir quaes
i ponto, em qae se devem assentar as toases da
aseociacao, cuja utilidaic nao exige grunda e'forca
de demonstrado
f Sao por tanto, convidados lodos os funciona-
rios das diffarentes clas?es indicadas para nia
reuuio no di* 6 do crrante, s 10 horaa da ma
ntaia, roa do II spicio n. 51, afta de si in tal-
lar provisoriatneute a assiciacao, e nom-ar-se a
commissj, que tem de confeccionar 0 eoave-
nients plaoo de le. >
SUFRAGIOS. AuMQhaa-, 3 do corrente, as 7
hors da manhaa, os Rvn*. religi.fos do covanto
de S. Francisco desta cidade, celebrara seis in;ssas
em suffragJo a sima da veneranda D. Hetana Prn
cisca de Luna Saltos, roa i do Sr. Dr. Ciroliao,
Francisco ie Lima Santas, ha poueo fallecida ua
Baha, como j neticiamos.
LOTERA.A quo se aoba a venda a (-20f.j
beofflcio Ja irmandado de S. Pedro do Itclfe,
que corre no dia 3'de agosto.
LEILES..-fmaohaa deve ter rngr um gran
de leilo de livros, (obras de direito e literatura)
quadros e mappas, ua caa da roa do Seve n. 32,
era que m^rou o Sr. Dr. tprigia Gnimar'Se., sen-
do que o leilo pinr-lpraf* Codo por serem ami-
tos os lotes.
Depois d'araanbJ^ devera ter Inorar na mes
ma casa e por intervsneio Jo~msnie ageota Pq-
to, o leiliide movets, boft, vidros e quidros ;
contarme est a&nunctadu no lagar contptente.
PASSAGEIROS. 0 vapor americano Nrth
Aiafre^vinJo dy Rio de Jaoeiio, roMe-o segwn
oiz Agoiiuno do EWpifiio Saalo, AalnMo da
Silva Forreiva, Joao Una Vicente Pastea, Bipoa
0-. Hager, Bern.adino iarrnaa Leo, Aotanto Jas
Batorao Ftrrtira Prant-eiJ Joaqnim da Sil^a;
Adrin Barbee* ria fkteiroc, Pranclsoo Perras
de Azevodo, Astoroio Tbaaln, Juao Odias An-
drade, 9m ia*tos dw Ponceafl, Maanel Pereir.d
ptanan j-om? Vieir, Mmoal Raim, Jos
atgebaiio Menes, Autouio hodrigucs de Carva-
llo, Ciacinalo Firmo- Delcapio Mona, alaria Ade
laide dos Sor tos Mona, Ibeodora Mona, Ansa
Moa, Jos Vioanaa Vaaa, baaaa* Fortes ft.
Silva, hidoru Jos dos Santos, AntotiRi Fata>l#a
de'Carvalne, Antoaiu Joaagira da Silva, Clananle
Ignacio da Cruz a BerUu JUaa,
CEMITMiat) WBaWl Wiliaaew do di 3 da
e^renm :
- Mariiniaoo afc^ea* d%. rae. pan*, alma*. |
apeos, aotoitr, mtcif*; tai** culos poamarura.
Manoaf, aaat, liapaj^Hi, |5 im, %
IjoaiTliagis,
Fran-isro Xvrier Temopral, braoco, 37 annos
JaUjpto, SaatoAotjofci 7 Emilia, parda, Pernarabaco, i annos, Santo
Antouio'tosi convalsa. J "'"i '
Primitiva, jiarda, Pei.aatnbaoa* 8atas, Bea-vls-
tf; espasmo.
. Hatava iC
CBIOMCA JUDtf IARI.
1*111 i':% a e.
SESSaO KM I.H
PRICSIONCH DO BXM*
) DE 1871-
-H IBO CARTA!
Coi/no.
is os Srs. desem-
iraorda corea,
|ot-rqne. Doria,
a, Suuza Lee e
fe
ularaentos se-
nbarg
7.0
Secretara
As 1(1 horas da mi
cargadores GHirana,"
Loorenco Sautiaao,
Domingues da Silva,
Freitas llenriqnes, al
Passados os feitos derara-se o
guintea:
recurso, k fallf.ncia.
Recurrente, o juizo especial do corumercio ; re-
corrido, Antomo Lnlz Machado. Jnlae jb Sr.
desembaTgaJores GfRrTria,'AlmeTda ATFtiqoer'qne,
Dommgues da Silva, Regneira Co.--la. Reforma-
rara o despacho de pronuncia, abscl ve ido o raeor-
"*** fcilij I
ACORAVOS DE Wfictb. '
\ggravanta, Tneodoro Just ; agf ravado, o joiao.
^-Jnlzrs ns Srs. desembarga ion s Git.rana, Leo-
jaoco Santiaijo e Freitas lleorqoe. Negaram
provimento.
Aggravtmte, Manoei XavjcX. .uriisl JilLjHBt i
apgravado, o Juizo.Jtiize oiS:s, dMeribargado-
ros Guerr* Loureaeo Stlt'tf'i1 SMrffes da
S.l -a^Kgfrppm pmviajjrtoi 1 JIJ
Aggravaule, D.i-.mugais J.* Martme*
lo, o jnin.-Jal;.e s Sia.>deamfbirn1P*es Souza
Lean, Guerra e Giliraua.erain proviipeala
HABAS conpfjs. .
Coaceleram nitura ao pacent Ludir/Ico Per-
reira da Silva, e tiiaudarau) ovtr au Of. cnefc de
piliria i|tirfriio o paciente AdVpho Mahoel di
Ai'ra.i.AigZIfs c^vi.i?.
Do raizo municipal de AlagPas. A?pltaW,
L.alz Mar |ucs Je Lima; apulla.lo. Ignacio Man^J
Sariva.Despresaram o* embaritos.
Db jft municipal o Rdllf.Ap|*eH>nte, Jo#
Morelta da S.l va ; uppellado, YaldiVuiO llibefrtrd
bilva.Desptesarara os erMai'gO.
Appellantes, < s herd^iro de LnureuCA lf dai
Neves ; 'appellados, os .hPrieirb de los da rVeoa
Paranlros.Desiresadi s o mbarjos.
Dojoizo dos feitos da.iBda. AipeTlttMifcr,
J ao Ltiiz P.-rreira Ribslro e yoiro ; appeRjB|.{
fazenda e Pedro Ignacio Ilaptita e nutro.Refor
marao a sentfinca.
Do juizo municipal de Agua -Preui.Appelfania,
tos* Afforiso Farrelra ; appellado, Ankrata wroes
de Macedo.Ds.i|iresaram os embargos.
Do; jarro nitmicip.-il de I^uarass. AppeiUnt,
Jo Cannllii do I; Ko Barro; appellado, Pr. P*a-
cisco Jlo Cafneim di Cunha.Dtiaoi prt.vltaoit-
ta e mandaram proceder a nova avaliaco.
Al'PEr.LACSB CIlUIKS. ^__^
DC'joryde Catoaraglbe.Appellanta, Joaotflif,
e*cravo de J So Matlnho di Gama ; apjltBM, ai
j'nsrica.au luraaram conheeimento.
Do jory de Pi, de Assucar,- \ppellante, o: Jui-
zo ; appetTado, Alexandre Gomes dos lSaibs.-V
novo jury.
MLICENOA CITEl..
Ao Dr. carador geral:
Dojoizo municipal do Reeife. App-HuW, oe
herdeircs do Exin. Conde de Boa-Vi.ta ; apjmUa-
do, Mlraoel Martios di Araujo Castro.
Aponante, Francisco GoBcaJve- Nelto, tullir' 0>
orpnao Arthur ; appellado, aaoei Juaquidr Blp-
DEDCRKCta Clllil.
Ao Dr. Carador geral e ao deeinbargudor Jrt1..
motor da ju-tira :
Do jury de Mossor. -Appellante, Luiz 1'p. %
Medero's ; apj.ellado, Joo Galbrrto d Sitvf e
ontro.
AsMpr.ou-se da para julgamento dbs segnUHIs
feitos :
appelU(jSes crimes.
D> urv de C.jazeiras.-rAppellante,o jahp;ap-
pellado, Viwlmo Baiboa.
Do joty de lianib.Appellante. o Jnizn ; adp*-
lado*. Trajano Evaristo PerrSo Castillo Brancb. -
AppeMaute, uprtinlor ; appellado, ataaoet Sm^
qlilm le Mr do.
Do jory de Pertrs de Fogo.-AppsUatlf.'rf'loi-
; appellado, Jlo Gomes Bizarra
App<-lranie, promotor ; appellado, )i& ftMai-
cisco de Mello.
Appcllatite, o juizo: appellado, Itfio M.nnf ftr-
nandes.
APPEtLAgAO CIVFX.
Do juizo mn.i.icipal do Hecife. Apoellaflt; i
prea Fracilla. i-or uuenrider; apptlla'do; Eorr
Augusto Holln Mavigoier.
DIA HB APfAnrCKB.
DO juizo miuiicipal* do Recife. AppellBina. a
masa reged-ra da irmandaude de Nossa Srnnora
das Pronteirif na Kswocla ; appellatia, D. ClbmeD-
lina Tncodoia da SiH-a.
PASSAGEN?.
DoSr.dcsv.ibargidor Gilirana ao Sr. dssemtjr-
gador Guerra :
D juizo municipal de Xazareib. A|i;ielJaTJte.
Manoei Tiiomaz de Atboquerqne MaTaoho ; ap-
pellado, Ignacio Vi.-irn. de Mello.
Do Sr. rJWeml'argidor Guerra ao Sr. das-embar-
gaior L"nrencp Santiago :
U juuo municipal de Serinhaem. Appellante,
Alexaudra IIodngiies da Silva ; appellado, Jb?
Joaqaim d^ Sllveira. Do jao muaicipal db fi-
bral.AppelUnte, Manoei Diurte Reparti rappe*1
lado, Min.c-I AUe da Fonceca. Dojoizo inndibT-
pal de Podras de Foo.Appellante, J lo Viren
de Lina Fteire ; apprdlado, Jos Amero lstanir-
lo 0urque de Va-cnncellos. Do juizo municipal
do Recita.Appellante, Jos Lniz Perreira la Cos-
ta ; apellada, D. Marta da C racelcn Chavss. Dn
juiz* manirlpal do Cabo.Appellaote, Braa An'
nio da Cunha Alboqaerque ; appellado, Mkiml
Ignacio de Jess.
Do Sr. ilesotnbargadbr Lourenco Santiajro, ae
Sr. dc-somliargador Almeida Albuqunrque :
Appellago crime.Do jary do Icd.AipoHIn-
te, o julzu ; appellado. Antelo Baptista do NlCi-
.'ii-into.
Do Sr. Vembargador Almeida Albuquerrrofl ae
Sr. deemliarador Dona :
r App; llaiao cive!.Appellante. Antaoin Harrosf
Vaiente ; .ippellado, Jos Portado Baibti. D-i
jary do Porabal. aupellante, Jufao Ferrt-lra d?
Suza ; app. Hado, Francisco d flirvefra iVntaa.
Ao Sr. desi.mbargadr Domlngrw da SiN.I:
Embargos r,iii't|iJo'.-fh)|ftizomnitic1paI 'Are.
Eulnrftanie, Victoriano Jos de Mello ; embar-
gado, Fe i-tan Candi.lo da Caoba tofo.
Ao Sr. itaseuiBargador Gitirana :
n> juizo mo..i.'i3al doRectfe.-Appetl.arrt, Mk-
n el Mairano Lclta ; appeffaMo, a vitiva i her-
deiros de Jos F*rretra do Xacimento.
Do Sr. di'seiiib;rgador Doria ao Sr. desembbf-
gador Dummgues <'-. Silva:
Do jury de Pao d'Alho.Appellante, o oizo ;
appellad.i, Ag'iiibo Ferrk da Cita. Di joo
mti(i!r;.'.-il de Vilia-Vigosr^^AppeHaol*, Maria
da Silva Barbosa e sua irmf;" appeadr.. Maria
Thereza do .leftis, sens fltbui e entro. D jnze
municipal de Campia;Appsllanre, D' Rita Can-
dida Vianaa ; appellado, teuente coronel BdfraM
de Arruda Cmara.
Di Sr. dcsctiibargaflor Domlngnes dn-SINa-a*
Sr. desembargador Regueira Costa:
Do juizo municipal ao Rn>.Apret1anf^, o-|h-
nente-corunel Antonio Francisco Pies de nfefjts
Brrelo; appellr.do'j, Lcat A Irrtfao. Dojtjl2< nvn-
uclpai ;la ForlaleziApp.liante, o haebarrl'Pr.
noel de Souza GYcia ; appellado, J. R.Graf T C.
Do Sr. dp-eriharg^dor S.raza Leao ao Sr. das-
embarg.nlot Fteltas- ffeirlques :
Do juizo mtincipat'db R%ctl.Aepellan^ Hat*
quim Salvalor P^ssoa *Slqelra Cavaleadtrt $ -
peliado, Salvador de StqqelriCa'Wftaflie.
UKSTRUJUILfrS. *
Aggravus deppoftn
Ao?r. dr.-trnfilrgar :
AggravsntP, CbrddtUta Alapr Petti-ka
vado, o Jrft>.
Ao Sr. deserahatMtitoT Domiafees i
AggTvarn%, JvM Cyprljmo AavWwe;
do, a jwto.
SrVBtMf iw civl.
Ao Sr dosernbarpado Preila aptlfoaa '
ftojurtomiBtieipM da-Haetl. apnaHaaiaaaj ta
uwwkto Radrifpev Um* ** W**
db, Keftaaft'-C. '
ajamrtgWw
Ao Sr. desembarcada* Do.ufogoea da aaHa, ipj
-aaattaaiatn -
lo rarye'lajBBtl *| "*"'' &*> l **
paPaaXtraaaasli ha 8ra Jlaaraaetsm.
Bagara t a savia 1 ftort a kaie a>aaHa
hi
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reanWas 43>
ACTA DA SBS8A0 ADMj
DE 1LH0
MWIDBNCIA Di EXM.
- FiUKCIl
As 10 horas d*
palado, secretario Miran-I.i Le
Candido Alcoforado e Alvaro, S. Ex. o Sr. cob-
selheiro ore.-ti Jaiit abri a sessiio.
^'MNfa|aHl*,,''*'srrei-.*, resaltando aa
(fl Manad eiioma feli a lio V que
rffc^Wreswndancia fO*ial patatar-
-fdwaadjt*.
W.fiffi* *> ''vrou,aro de Jlo Marques
Jl' AH*nMii# ttWtff tu beiro da Silva, a#h-
#t^^ AjjMi^^ajaiimeagi) da sa.ii, caixeiro
Mto*[ sajiomuaeng. -Dl-foridc .
Ullfc ftfnwcteafjs'lhrwto, .sabroeKim le tambia
'tH4laj4 **aeif.i Pedro Celesi.oo dai
iftkneaie mbse,t-
i* se.u c.uxero,Alfreio Fonee-
a registrada.
iThMia^D74''eA4^AT, TaqaareattVtBBi-
(^M|iMghiRi fli* -d< ao sw ca.XB.ro. Jusd
jB^o-'PWta-Magalhies Jnior, r^uerwH
41o m aM*o 4e*l*> ^naato a wu aalxeiro
NIU9lpNe<> ftwai)i).-H|KWA
w FrMfMH ft*i-Uba, fc4ara, sendo o
ro iiqipj053o yb'Bjaiisa Cv'ttflrtva Labo.
Hel MMMMk, eadjn,.cbauiBd-jse
tM caixeiros uomeadot Gerciri*lrreiilu .-tu Olivetra
Firmo e intoaio Flix Pe re ira Jtjoior. Seja u-
gislrada.
D' Fr.neisco G
sendo o Dome de
jea.Na forma rcpjervfts.
~f)e ATT>ral flanaffl a: C.. idem.'sendo os caixei
rdo<0 da M dio e Joto
*-*--------'
*WJtomc
G >i,e3.de Olivein SubMn. idem,
a tfxelro Francisco de, Plaho Bor-
WWNPtao
ravado Baneel
Io*o d
afgravaOle D.
n
M
s_
Alera.
ABOBA VOS
MJ>> esoeejal ;do, empircto
llWrb-Jnato, agWavado o juio ;
Juan Basara, aflamados SfenoeVPereka Magalbaes
O^xm. Sr,.wweIleiro presidente oegou pro-
vi meato'.'
Ierren especiar do eemmetcfo : aggravartee al-
iar 4 Olivmra, ajgrwad.is Maia A Espirito Sanio.
i O Kxm. Sr. cooaalaeiro prejdaslo deu-provi-
feodo sribmtrlda a reciario do tribunal a re-
present*eto-*o insrtnWitto>^#vo^tee'< o'Wro
dast* capital, oppoodo.se a ordem expedida pelo
iriOuaal mi -19 da dexjtihro 4t ym pwado, de
ni reeebr-JO eoibarg* opp'oHo, aos accordios
desie tribunal, (piaolo nlj cootlverem argroentoj
DOsirtvoe e dedtntn para joo(r eHc poder a
ualt paita firmar nw pufBiQ, o> eadoad-
misivel quo iim< embargos tejara gomante ^oo-
sitentes em artigas va^gj sera a uieoor espeaiQca-
?o contra os fundamentas djaccordo oa da' spd-,
tB?a por ete eooflraula; daianoinou o trlb-
aai|oa davej#reeatar-ae revalidada a prim-ira
msfeseala^io, como couia da aata da sofro de
l de junno do crranle anno.
EocefroQ-se a sassao a ama hora di tarde.
vico de eam;
lojad.
1 -!. "- L .-MU-----
rHIBUCACWS A PEPWC.
.^-----------1..... s i I *
u
lem, seudo o ca
GoiiClves do Hirr
l)e An !r<' lanco,
Manoid da Vera-Cn.
6-]*fcMaflB0i'|a* *nfreit.i-
"artJwitft-^e.^i.^iia .L-> K
t:-] i pe
o cai
Ja :iil>'a
iB^aive
nomea
r.tte.
cn"lm>
arte.
que aomaa
.r. fU>gk-
Birrw A G;
cJjatiuiin
ir. on uao registrada a noiuea-
u Vicente Nunes do senna.
i o ajixeirc
x laa.
padttil i que so Ihes
vruttrada a no nea^ao
de rY J c r; Wmo:l Martius da Suva -Gtfli-
^.^. Ql
DjfcVan.'iaf i Jte Germn \ aua! cerlula-) jfS^
Ao aa-aeu a,.<. *rn Iwo^rloo Gadanlt. Sim. '"
D' Fea:, -.j.j Lj^es di ..a, Uu>bd;n igual cer-
tiJaj re^MW (roseo caix no Amancia Valeria
no p Gjrvalh >.CeilillqU' -*?.
D Wa>Ti] inifl Aqiiin>>, apre'fitaalo pira
ar rBfistraiti iiomeaii o s'u caixeiro Manoel
FreAoriC .ri [J*^al'is.Regi-tre-te.
De ioaquim Vieira Coilio da Silva, iproseoUn-
* dolara o ni unir tfai a sonvaco do-au caixeiro
Vi.lu_,tvro Ja M^leiros.Gomo reqner.
Uj J < ?diu.\ ll.im ;, ;.irtdiaJo qua ; Ihe cfir-
tiqae-.se i'-t brf-'nJo registrMaa nomea^Io de
aeua aiteiriw Ppanrsco Ferreira (tamos e Joa-
ijnim H irao#enraSa*-Gertifl jue-f.
De Antonio Djiningos Pinto, para qae se Ihe cer-
tiqae tamliein o registro fete em IS^ii, da nemea-
ao do sed caixeiro Ursino GeTfeo Carneiro Pa-
gel, o se einJSiiS, Cora registrada a da nutro sea
caixeiro PJrgenliuo Ulysscs de Oiiveira Lima.
SUo.
' De SjI.T) Ssraflm da Silva, para Ihe ser certifi-
cado se eslao registradas as ixm>ear;o>s de cus
cai ;irs .Mnnoel dos Santos Preslillo o Veriato de
Meudonc Pinl).Na f"ina rejuerida.
Da Antonio Serafla da Silva, requerendo por
Oariidlo* nomeataode seu caixeiro Francisco Cy-
laco Olym(iio Serafim-da Silva, registrada em
863. D m a certidao~requerida.
Dj Deifiao de Azevoio Villarouca, para se Ihe
passar por ceriido se oa nao caixeiro da casa
couitnercial de Candido Alberto Sidr da Multa &
CComo requer.
De Costa Monteir.) A C, para que so Ihes certi-
flqoe se em 13G9
?ao de eu caixeiro
sim.
De Franci-co Rodrigues da Silva, certidao de
estar ira na i registrada a nomeaQo de sea cai-
xeiro IBaoel Roque do Espirito.Sanio.DjfBrWo.
De Anuda & Irmao, ceriida da estar on ni,
registrada a numeacao de seas caijteiros Berlino
Gue-le* U6, lysses'P-rroira Nohre Pelinca, Anto-
nio Toemistocles Sm-mete Imior e Joaquim Fran-
cisca iayiua Galvao.<5-se a certidao requerida.
Da Ernesto & Leopoldo, para so Ihos certificar
se em juina ou agosto do anno pruximo passado
fui ou na> registrada a oomeagoilo s^u caixeiro
Antonio /as Felppe Santiago.Com pedom.
De Eduardo Feat n, igual certidao quanto aos
seas caixeirtw, ovqiie leve lugar entre os exeroi-
eioi de 1866 a 1870, declarando-se os nomes.
Ceriifijue-se.
D: Marcjliua de Sauza Travasos, htem, com
relario ao exercicio de 1870 a 1871, decla*an1o-
se tambara qual o ame do caixeiro. Certifi-
que te.
De JoSo Teixeira Machado e Antonio Satyri Fer-
aandes, lendo satufeito a exigencia do despacho
de 15 de juubo ultimo.Vista ao Sr. desembarga-
dor fiscal.
Da t s'hare [Ciniido Vieira Chaves e Joaquina
Pereira de MeddoBei Jnior, submeltendo regis-
tro o sea cpntrato social-Hsja vl'la Sr. aesem-
fcargaili>r fl De Joa guel Ribiro Pavao, satisfazendo o despacho profe-
rido eti sess de 6* do expirante. Vista ao Sr.
desemliargador fl Nada mai: se o!Trecendo 4 dispachar, o Exm.
Sf,- eons-'lfteiro presidente leve de encerrar a ses-
"rfo s 41 hura e meU'oo da.
SS8SO IUDiaVBA~4 31 DE JDLHO
DE 1871.
&KUD3KCU 00 EXM. SR. CO.NSEr.HK'.o A. t.St-
EBTTI.
Secretario Julio GuimarCtts. \
Ai laea.dia daclaroa se alwrta a sessao,
lando reunido, os Sr*. desembargalores Silva
Gumsr,o3,[Laureac/) Santiago, Reis e Silva, e Ac-
tiutii. e os srs. depudos Miranda Leal, Gandido
Alcoforado,. Olalo Bastos e Alvaro.
Lid*, foi approvdaa acta danllima sesso.
O escrirao lbngueqae registmu o ultimo pro-
testo d; letra a 29 do presente ,ob n. 21ii.
o o esrrivWtvet da Brito a 25 do dito mez sob
yaui'oer 2.
." AiXtBJJAO ASSIGNADO.
Kiaargajbiajj Taajjpklraiao?, embargados lohos-
ton Pater A C, embartanie Jos Garios Teixeira,
embargados OiiveirajfWbos A C.
mo AMENTOS.
lurro 'Bsprefal "o "wmniercio : erobtrgante ap-
pellanle. execuaJo Salvador de Siquetta Cavalcan-
te, mtiti a (Jo aa pallado exeauente Gabriel Anto-
Biole- (#6r dnlAes; juiea os Srs. Seis a Sil
, Lourenco S^atiago, Alvaro e Caiidfc Alcofa-
wo. -^FoTara d'-presrobs "os embaais, "sendd
uto .VAQCidp Q,5r. d^aeoibirgadcr Reis e Silva.
B\tfo%rg$e Q adfflioi-'.radores da masa falli-
(h de Arilflia Juie Figueiredo, embargado An-
mf Preir5t"da'wna|bo; appellante Joaqoim
N. 3a8.-OLE0 PU> MEDICINAL DE FlGADft
tm BACALHro, DE MNMAM A KEMP.-Qaafli
do os orgos da respirarlo sao.demasiados debis
para expellir a mneosidade engendrada pala eofer-
raidade iullamaturia; uio tu no* arcanos da sc cu njedica, nada que se possa comparar co.Oi-a.
'.orneo, ao oleo dofigado de bacaiho. Poi ou-
vitns diur qaa os resadv di siu cperaf.o va-
ri .a. Algmtiaa >a i oo npoatai da malori- ran-
oasjs. oains li^lieada, eat quauJii 'jcuma
.^ranir rartoaj compoMoss qae lora.vn n^rus-
ni i ame sao completamente espreas. Volvenao
da toilafe.tas, o oteo puro aa< dieinal degadoide
licathio d.i I.%ninin A K-*rai), n'elle W-aue uro
especifico da primafa p d'uma reputar"n noi
Versal, que at hoja nua.n desment i as espeTn
CH dos doentes. Os mlicos o re.comneadatn,
porgue a sua efll'acia est mais qao privada no^
eiores CiJB'; de alfqeefia; palmon-ifeJ e-f^craolo
a-. Ottfles (fleos dfc Vuad i d>; baeai'iio. p!m
*c-r purs. |or Corno saja u-> ohjeti da raaio' inporWnaia,-para.
aquelles quo padecem das pnmo-se da gargan-
ta ; aquello qae for senior d'umi preparado le
gitiraa, (ara l>em <>m confiar se uq .-amanto na de
Laumaa A K 'mp.
I
> Dr. Sebaai
t-in
as juai'fC-
Wjo1 MVerVeftTt^esente que- m'' dra triA
Ag^etodftcefriatrte-.qimo unta ti ird*VM<&t
?anda fuem aia tew^iMto AaaU
julzo, depolsda audiencia respseliviyOjaflfcfadid
tala adiaaM aw, )<*+- +n*V JSr,:
qim> quJtUl aiitydai.,SpnMneJt>>i9i :f
agua e dswpe^,,abijado ,rM a pra? por'ewcMo dpTpaiV FeuuMM,
contra Jo*o BnnftHsta Se^S. WStt'.
oadore jaao7a o pre^o Aa-vaflirte-i
wemataeio fatepelpt^j. i*mim*a4*> aba tmenlo daii.
E^para Msiar inajxlti passir o wmv
ser Vflxado no rogar *> eoitufceft'pirqltcado pe
iBqWMsa. .n-MinJtn
.Dado e pas*lo u^^dada^JU**^ Bar-
l^hB^-^M J* 4i*M wm &i,fm-#
R, mstoflrtlMflo'ftatfiMiiH;^ SU,
escrivio o subserevi. .9*. vl*
O l>outor 8oa*WilKgo fatrW ilt Lv
cern, juk d* diMi|o p^ai do oon
iMNte Bfeta ikUto iB>aBclfi^ otti 'ta
pft>verante ^naMtrtrtaiM m* nw,
por atoa tnag*te*e opai^nr a 4)twm
!><( guarda eteu etc.
Pa{ saber r*.'qm o pcMoota ltal
virein -e vinr oito'de novembro deste corrente aono^
pelas orne horas da maobia ter lugar n
sala dos auditorios, a reaji3o dos credorei
dajs^y
Ja pre
tigM m
ciai sm
ti Jo por
lleras ^yji
raraj rio
IMPER!
Companhia de seguros contra
fo/o.
AGEVTES
s. p. JoimsTOX & Cj
Ra da Menzala-aova a. 413.
Segaros coiHra-fogo
COMPANHIA.
NORTHERN.
Capital........20,000:00000
Fundo de reserva .... 8,090:000*01)0
Agentes,
. Mills Lathan & C.
THE ALLI.VNGE BRIT1SH A FOREIGN.
Life and Fire Assnranee Gompaoy estabelecida
em 1824. Capital 5,000,000
Os agentes desta companhia tomara seguros
contra tugo sobre predios, gneros e fazeudas e
pagana aqtli prejuizos-davidamente provados.
Rabe Sclime'.'.au A C
Corpo Santo a. 15.
SEGURO COMTRn FOGO
The Liverpool de Lun loa & Glob
Insurance GorapaoT.
Agentes ^
Saunders Brotbers C.
IICorpo Saato11.
*ttAGA DO RECIFK 1 DB AGOSTO.
DE 1(571.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Cotacoes officiaas.
Algodao de Macer I sorto 653 rs. por kilo
posto a bordo a frele de 7.8 d. e 5 00
'lamino sobre Londres 90 d/v 23 1|2 d. por
uooo.
t. G. Stepple.
Presidenta.
. P. /. Pinte,
Secretario.
96X00*
960009
mm
Cas*.
'?di^-di .. .}..ui ),!,* (. M-k
.dbaviaAftWBlMOrttJ UOS.^W4*OS.
;ei-.; : i Afta *k)Po(e VMte.
6MftlNWa.a.|l a.......iM ...
- .. 3 Mu.id Goi*)
' W%Mr>lft b. a7 .
feNUfcdtt ; -, ,.,
,,.t m Bm>4) SilJontiis,- /
CAMfcWBafl, 94i.. *, a -^a^Vj.
80f4 u>H;lta^a% .na .
sobrad de 2 andares o. Mf,ac ,M .n
Casa tarrea n.-9V.- V~=v -zft
Uuajia^pyla veiha.
dem d. 1. 6 .1 i S08*00*!
Casa terrea o. M ... 2O5*00Q'
dem a. 9-D .. ;- \ 360*000
L*jftfW?fWIWhllWJ3
Os wetendentas devereo apreseotar no acto da
-aoaes para
ser da
ser
dvedora s r,.llidi|aj
procurador "r.epreseflt!
acto, nem a procur
a pessoa que seja
[^e nem utn mesmo
Jr por dous^ djverso
crndDi'L1?, e c;iO'aprospnl:ra os 'referidos^
/ai lid os projecto ele co-rcofdtn, ;erao O-
sidjerados iioroo ar|ber;eQte?'a mafirn-i os o-
lq datiqelles que rlTo ojinp3r?cereur na
co:iform iltile do ariuo pri'uefrn do deerrt
a. 1,308, do 18 de abril Hmt "'
E para que ebegue ao conUeciflienii de
Uad >s maudei passajj o prsenle oue ser
pobcadn pela ioopr^uca, e affix&do nosln-
gires do cosiume.
Dada e passada nesta cidade do RecfJ,
capital da provincia de Pernauabno, 22 de
juilio de 1871.
En Miaoel -Mnii Rodrigeos da Nasci*
tenlo, oscrivao o subsrevi..
R;cife, 28 dejulhode 1871.
Sebastio do Reg liar ros de Mcerda.
Perant- a cmara munldpal desU criada,
astfiA em praca nos dias Io, 2,3 e 4 de agostoJ
vindoaro, par ser arrernstado por quern meoof
pref) offerecar a obra das ieren)8 .qae oeceasi-
tara as cuberas e alger3 das duas casas queser-
vem de reaartico aos empregados do cemiterio1
publica desta mesma cidade. orcadoi na qoanti
de 4564500 rs.; aquellos que pftenlerem *rre-
matar ditos reparos, habilite-se na farma dtlei.
Paqn da cmara municipal do ttecife,31 d julho
da 1871,
Ignaoio Joaquim de Souza Leo, -
Pr-pre3idefita.
Laurengo Bez^rra Carneiro da Cunta.
Secretario.
O Dr. Francisco de Carvalhoguares Brando, juiz
de orphos c aumentes nesta cidade do Ue:ifa de
Pernambnco e ?eu termo, por S. II. 1 a C, a
quom Di-iis guarde etc.
Fajo sabor a quera o presente edital vlrem e
Jelie tiTer coobeeimento tjoe requerimento do
basbarel Zefarino da Almelda Pinto, inventarian-
le do bens que ITcaram por fallecimtnto de s,e>
ir.oao Joaquim de Aira-ida Piolo, vai a praca por
venda, a parle do sobrado de um andar no largo
de S. Pe 1ro Apostlo, na cidade de Olinda, avaha-
do por 800000 rs. cujo escripto com todas as
diniensoes e comraodos'do sobradse acha na
mo do porteiro do juizo Francisco Manoel da Al-
meid,
E para eonslar mande! passar o presente que
jera affixado nos logaras do cestume e publicada
pela impreosa.
Dado o passado oesta cidade do Recife de Per-
nambuco aos 31 dias do mez de julho de 1871.
Francisca de Carvarno Saare* Brandao.
RenJimento
ALFANDEGA
do dia 1 .
89:324*849
ftanhco o'Kjpiltc Santo, appellado Joaauim de
Sa'Lcpst'FeTo'arfidea ; appellante.s o adminis^do
MvI-aento da alfude^a.
Volurae3 entrados com faiendis
> com gneros 1040
Volumes sabidos
com fazaodas
com geaeros
1040
172
224
------396
res da massa failidaode Hanoe! de Soma Carneiro
Cimpao, appellado Manoel da CosU Lima ; appel-
lantM os adminitaadare* da masa fallida de Amo-'
rim, Fragosa, SantSk C, apellado Jos Jacome de
Aran*).Adiadovft pedido dos Srs. depuiados.
Seo a presidencia do Sr. deaembargador Silva
Gaimarae*: AMll|iie appellado Antonio Va-
laam da S*lvewi, por ti e como'liquidatario
djMMa);ta<.fl^B.as/||rroca A Castro, Barroca
AJladeiroA aftn*>Hate e appellado o admiuittrador
*>eill*-de-a:fl 1 Srs. depulalos.
4r. 'ii>ftb.TT|ador Silva Gaimaries aro con-
\\\>i%tf a*ii) gda .ultiraainenia jaranas pe
Descarregam boje 2 de agosto.
Briue DorueguenseJ?erp/t-farinha de trigo.
Barca inglezaSilvre Slnanvarios gneros.
Barca ingleza -Magnolia idem.
Brigueinglez Btle of Deoon farinha de trigo.
Fatacbo austracoDiva S.larinha de tigo.
Barca trncelaBrrthevarios gneros.
Despachos de exportofo m dia 31 de
julho.
Para os portos do exterior
No brigue nglez EuJ rarreiiaram : Johoston Pater A G. 304 saecas com
29,168 1|2 kilos de algodao.
No brigue bespanhoi Rosa, para Bareellona,
carregaran : Rabe ScbmeUan A C. 464 saecas
com 12,383 1|2 kilos de algolao.
No lugar hespanhol ITicwoteo m, para Bar^
collona, carregaram : Pereira Carneiro A C. 54
saceos com 38J7 kilos de algodio.
No patacho partu?uez Miekaelense, para a
lina de S. Mignel carregaram : Hachado A Al-
meida 68 barris de .V eom S78 litros de mel.
No brigue porwguez Bemvmo, para o Rio
da Peala, earregen : Joaquim trado de Bastos
900 atgoeires d sal cora K4.0U0 kilos.
RECBREDORIA DE~RENOAS INTERNASi
GERAES DEPERNAMBJCO.
ftjndimeulo do 'di* 1 1748/1781
.argpdW;
i rodefrelar JfWifi
oir psfteVeMM^H
docmi, emtoafdad a
Siqueira Cavalcaole :
araidatita offleou pr>
Sm **?**$^
Ao 8r. daiMirgid ,r
jMMftilvad.)YQeuSi!|
IWMMfti' Salvador Pessoa
Silva e Aceioli pe I
I do fet''1
iqiA C>-i
fesWaA
iro
Do ordem do inspector da alfandega foi
transterldo para o dia 6 do corrents a arreraata-
Qo de tres volumes de marca GG, contando 154
kilogrammos de |>ennas de abestruz, avallado em
500 rs. o kilograiqmo, total 77*, oa quaes vieraoi
na escuna norte-allema Courrier, ntrala do Rio
da Praia por arribada toreada, e foram abandona-
dos aos direitos oor Uenry Forster A C.
Allandi-ga de Pernambco, Ia de ago>ta de 1871
Emilio Xavier Sobreira de.Mello.
TSECLARACOtS.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Ii'ima. jaola adminislra.iva da saila casa de
misericordia do Recite tendo de reeonstrair o pre-
dio qu possue o patrimonio dos eslabelecimentos
de caridade a ra da Moeda, eom dous andares e
sotio, transformando-o em ootro de nm s andar
qae corteaba dous armazen, um no pavimento
terreo e outro no sobrado, e os predios ns. 2 e 13
da ra do Borgos, precisa contratar essas obras
lora quem por meno* prreo e quizar encarregar
leeffectualas, padendo serem aproveitados os
materiaes que farem tirados dos amigos predios
aiulgados em bom estado.
Os pretendeotes deverc apreeenlar as suas pro-
ponas em cartas fechadas, cora declararlo do m-
nimo porque azem cada urna das indicadas obras.
Secretaria da sarta casa de jwaft/icordia do Re-
cife 21 de julho de 4874.
solara
-.-0 II. /,
ai> PraWS
iChpbm
Ide.B.,18 .^?
Sobrado^ l,an4r^
0

rWMd
wn'BS'Ul
tasA*rBan> tt-T V^i^S
-------------Brt-lft 0** *
Casa
0!*00f tofiftii fkcM pnr itrftawe h sed *a/reguaeo
inde*do p**! priende spgoii^feom po
aera a ieliVd te exaoBdelW ibtrea por
k M^d'jade.'-a-pafa'-u- ro q 'IhA HOa, mt merte
a frete eommodo, tcata-se com o oonsigirtitefio
Joaquim Jos/ Goncalws ielirto ra de Ronwaer-
Sobrado
240*00t
400*004
*nN fi-ie-etoasola-lo i'Wa>-UtaMaMi,-iri-ea-l
%lP* I: R Sraf C, etiv Nalal (Rio-Grande do
WW) tmebiaf^iptopotfis'M idrt lyde agoa-
lo pvoxime viiWaro para a iraosearte da earga
de fcfltae tontee Mkunnar de- 251 toneladas do
r^gtr*; vrlh'iiV P%tsaeola Floretea, sendo ...
199,043_ps de madeira de pinho par o logar U
seo destino MtnJe.,Yiiiro ott Bueaos-Ayres con.
foriM ordens ntrf* pbrto. f3 mesmo emprezarlii
todero ata -ta dBipezai de uHimtato li-clisa-
n" d-eo/Fas maw da i?aema.oawa^- ,
^GtVnde dp Norte, 24 d> Mbo delgll.
uro n
.ODa.lbabot'
rtriow'Vhrft
e Dactoft^lJSaV/iW/, eapitao Costo-
tr fbw'VlaTti s'gwe pari 6 pon^ aeinm com a
malor brevidade possivel, receda carga a lete :. a
iraur eom Ta.s$d |-iaas A r4 -d Amerim
nfwa 1T
.yiFPfihfKii
erem
. prejenUr no acu:
Krd4dftaJJJldH1as^ae4tWiUpftille
icompanhados dos respMfcivos fiadores.
Secretar^ da-Sjfal.faAi ilAjJerilardia do R-|
ufe, 26 fo jaotfole t>.""'* _V*
.r q^o tala.; em
. j*j aiaar asela
"Wai 5*j.i. .rai/
iaescr^,
. pantos de le^a -,.
Dito_sobr,e corredor ctijiwif^J?!.
D;to6hre' caaas um Kend>-ui rmijia e sIP.qs es
traugeiro?.
505 sobre c-js.as do molas. ...
lOujTsdnre cnnp'nhi'a-neyma?.'*' ," .
200*,sobxo casa o piih^-i
Rocifi 28 de.julho de 1871.
O solicitado/ da fizenda provincial,
Jos Firmino Caircia do Arauj'.
Ce velo Aro&vt
Bata o in^nado .pono'' teguie com hrevidaaV o
P4Bdwtdnofllfl fli't pai.-ag-w. p ra o i|ue
tenaaamiMeiBs^wariioiidadi--, tratare a roa do
Vio a, 14, f aoriar. wcriptorio do Jos Lopes
D_
9
^iiart'i-fli'a 2 de
agosto
BgPfiCrACtJLQ
i:\li-aofiliii:) loa e ln(elr*KK-ole
DOTO.
EM BENEFICIO DE
MR. lIULBIilEIB
v* PRORA"MMV
Prlmeira representaca de
II .JfiUNE IIOUHE PBESSE
8XTRAVAGANCIA EM UM ACTO.
Tambera pela primeira vez
Mad vuve larifla
Vaadeville era ara acto.
Por cansa da partida de Mr. Maris, ter lagar
a 1' representaco de
LE CHEVALIEll M DIMES
Comedia em um acto, era lagar de
LES MELI-MELO BE LA BE EM
No intervallo aa seguada terceira parte
Grande tmbola
cujo premio
Um bilhete inteiro da lote-
ra do Rio.
dando direito aos
20;000^000 rs.
Principiar s 8 1|2 horas.
por a cecn-
l>*s nao pddem on nao qmmifrimm JLJ
trabalbo, par oncar-rc.irse des
quer que seja a qqanii, tantof
dicialrnepip i para- o que Ja al
ta. Quero do *eu prVtiioo se
jada fttriitr.se a livraria Kcuno'l(jaj taJB
liffi2,j,a yapr
L; :AikipotoriidA]lo:iipaiihia ia Rio de Janeiro
.C6c5*Lp';iipoMs.para a vea li dos sc-u5 vapores
"a';STO,efrr.'rao iioMirinhao.
Para-'lbfoTniagdas, os pretendentes nndeai-se di-
rirr;a agenoia, Ruado Ban Je^us a. 37, priraeiro
tor- ......
Segoir para o indicado porto o biata Sobralen-
se, capftad C ista, anda recebe alguma carga a
frete : a tratar eom S Lettio Irmos ra da
Madre de Dos n. 1. .
''.'.1 !' ........!'
!.*
Movis, cabriolet e ca-
vallo.
Urna rnabilia, de jacarABd a Lniz XV, compor-
ta de 12 cadeiras de guarnico, 2 de bracos, 2 de
.balance, 1 sota elle nsolos com lam.ms da pe-
dra, 1 -piando forte com a comptente cadetra, 1
rica secretaria de mogno, nm aparador cora tampo
de pedra raarraore, l tocador de mogno cora pe-
dra, 1 lavatorio, 1 guarda-.veslidos de raz de
amarello, 1 estaole de pao aelira envidracada, 13
cadeiras ae amarello, i esorivania com e3taaie,
13 caciras americanas, 1 mesa de jantar de mo-
gno e elstica de um so pe, 1 mesa eia&uca t
faia, 1 excellente mappa do Brasil, algnos qua*
dros, estampas, 1 eaixa com 50 hndissimas vistas,
sobre vidro, 1 cabriolet aratheano com 4 rodal
e arelos e* 1 excelleote cavalio, assim como mui-
tos rotros objectos de gosto
jQttiftta-feirt 3 de agosto
O Dr. Luciano de atoraes Sarment, lendo dt
reiirarsepara a Haropa, far leifao dos objectos
cima descriptos por inlervencao do agento Pon-
tual, no 2." alar da sobrad i do raa do Impera-
dor n. 29 s 10 horas em ponto.
LEIL40
Artoolo Jos baarl
bdqiadfTjOd-Manhho,
aeompaobaraw ca ci
res d Ajbof uefqu
morada a de nov
os sajas parantes
asstirem as misada ito
gar naka 4 do c(ftr
hma
v,aaaaaaaaaP
casa o>.B*aaai'laaniii : mi
?as cms
ida Fij-
nlliHia
toi>
dt
Aos senhore
tarii
laaa peeto* batelligenti
ama anai,
para oser-
eroo de un
paratrla aa-
prt-'
nos de ragea de recebejpiifjeis ^h
ffrece ios Srs.. proprietarTos, que por t B<
ro de Marco, outr'ora Crespo, n. t
L^M-------u_J_
vramto n. 4. Ki>a de faienda.
W salaX^Tl^f^-
'i! .17 ;
'y.'1 Tiii r.tVrv
TRIL80S
attavir?
i-tnn
DO
a# ai
Y> l. "t.
e liejaei ibe.
Previne-se tos ac ioiiijtts da con^nhia
ios Trilitos Urbiuias ni .Recid a .tula e
Bi^juribe, qoe a sie-.aa-i d a.s:;enibl^a aeral
subre a reforma dus fc.si.atutos cati(WJa qm
seas irabaibos no i i 4 cto corralo. pej)a.i
II .horas da marahi, feodo a reuna 'Aa
mesina estatu da r ta da > urora deziguada
bos annanrjos anter ores.
Luiz Lopes Casttllo -Bronco.
Io secretario. !
r*
Associafo Conmerekl 66*
ncccnlft.
Mo tanda comparecido boj-) o numero de'ito-
cins n.'cessanos pa.a consiituir a ai-emblet,aje-
ra!, sao de novo ronvoiia'di para o dia 4 do 'cor-
rerte, ao ureio dia, e de a cardo com b art. 50
do estatuto, se julgr ccnstiluiia it assemlrfa
cora'O numero de s. ii.- presentas..
Associacao Caaimercial Beneficate i* ide ainto
de 1871.
J. H. TrinJade,
Se,: reta rio.
Manoel Martmdo Alvts Girla vai a Portu-
gal, e deixa por sea procurador 9 Sr. Jeronyaao
Joaquim Fiuza de Oiiveira._______ _
Precisase
de urna mulher que saiba coser e engomnaar para
casa de peque aa familia : na ra co Cabog o.
11, 2* andar.
Atuga-se o 1*
ro o.i finita Dita :
numero 2.
andar do sobrado n. 25 da
a tratar na ra do Qaeiraado
AMA
Preeisa-se de ama ama : na roa
da Cadeia n. 21, leja de miudezas.
D-sc a quantia de 25 mensos pelo aJu-
gnel da urna eseraya pra o servico :oterno e ex-
leiuo de urna casa de lamilia ex'apluanJo o de
cozinha : em Fra de Parlas, ra do Pilar l. 131,
1* andar. ____________
(MTerece-se ara caixeiro chapia ha faoucos
dial, teodo boa conduela : quera ppdsar dirja-
se a) beeeo da BJia n. 8.
AVISO
fc O eaaiwo,
9f4rn Ito4riops 6e ffew.
COnNSUlADrrPftOVNClAL.
Rendimeoto do da 1..... 4'r3d08&
MOVIMEIfffl W PORTO.
Silva
JVarioi g*!***** de agosto.
Rio de Jineiio jhitS ricano Northmmi*. 4e 2,000 tonela-
das, coimianrt' S'ofyjm, equipsgem
61, cirga Varios gneros.; a Uenry Fors-
Ur & C.
ate" 5 diag^paiactao ioajlez Exprs*. $
idas, capWh 0;tt|i e jupagera
'mim dio. ,
de Siqdetfa, ^^^if!^-^,!^^,^^^^/^^
M'Sr. desembargaior ReisSilra: appellantesj Liog3ford, carga algodao.
Quinta-feira, 3 do mez da agosto prximo
futuro, depois da audiencia da Sr. Dr. juiz e o
phaos, sero arrematados os bens de raiz sequo-
les, penalcenles .aa espolio do fadeudo pjjarma-
cetico JoaqiiHif do Xlmeida Pinto :
Ua terreno de tarath.-i na ra da Saudade n.
83, da freguezia da Boa-vista, cimb 31 palmos do
frente e fundo at chegar a nova ra proiactada,
avallado por 320*000.
Um terreno re mannha sob o. 83 A, sito na oo-j
va ra projociata aue se tem de abrir por delraa
da ra da Saudade, com trlnti e quatro palmos
de frente e tundo at ehegar ra do Hospi-
cio, avahada por 30J00.
Ura terreno em alagado bstanle fundo, foreiro
a marinba, oa ra Imperial, tMusxla de S. Jos,
em seguialanto ao caes da ttlencto, com l,90fl
palmos edaa axtesA) e fundo cqwmm sua de-
areata. avattode par ttiflfOM
Ura slti) oa Pavadetn da MacdatdnL rr^cozia
dos Alojad*, aaoi algamot TructtWas caes, a
margen da /lo Capibariie, morado dos lados
na fundo, saada fue hi faa jradeafBQto por
lie de (erro, ca* de -**eod e otWas bernfel-
riaas: lado de coorormiaade com o aasrpta, "flae
se aelia em poder do porteiro do juito.
__ ^Wwy wjk.
Lnspecqao do arsenal de ma-
rinhg.
Faz-se publico qa a Commltaao de perftoe exa-
minando, na frrra daierwnaAa m aajiliinnnlni
aonexo ao decreto o. 1914 da I da fcvererd
ae 1854, o eaaeo, maftea, dMMaM
ma*tr*c>, atama, amawda a awiamia
por Fawt#ta daamopiintt PvnujDnin
Impaecio do arsenal HWWHi >'lU>Ujq
cottdejlnoddi87^
AVISOS MARTIMOS.
COHPlIHIi
DAS
Mes^g^ries maritimes^
At^o.'diadOflo.corrnnte epar-se da Europa
vapor mm*1 ^"Jrf costutoror^fa^|is-AyraB. tqaaodo nos;
portos djrBanva, RiowTraerro e Montevideo.
Para- M08 e pasaamas; trata-te ua igMKi
raa do Coaamercio o. 9
H
No dia U do corrente mez espera-so dea por-
ros do sal o vapor francez .4no30ii, conm&ndartel
Jore o qual lepte da demora do oastoae
uito, para Brdeos, tocando em Dakar (GoreJ
Jaft-
Para cooicoes, freles e pasjjgen?, trata-se nal
eneiaVraa do;Ct^Haer'lti p,V.
ageoc;
COMPANBKlPBHNA*!IWCA\
DB
ayegateta e#diteira jior raaaor.
Parahyba, Nata, Macio, fio$wrf Ara-
caty, Cear, Mandaim, Ac*rQ
jkaail.
vapor Igojuca coramandan
te Hopea, seguir para os por-J
tos aekna no dia ido
as B jjpraa da tarde,
____ 2*
J fartododia .da sabida : escrptortD no Foit de
DE
Livros de direito e rUhiratara, qaadros e
muppas.
Quint i-fe;ra 3 de agosto.
0 agente Pinto levar leilo, em lotes von-
lade dos compradores, nimias e dedorentes obras
de dircilo e litteralura, quadros com personagen^
mappas e outros objeclos existentes na casa da
ra do Seve o. 22, em que morou o Sr. Dr. Apri-
!;io Guimaraes, onde dever ler logar na sexta-
eira nm leilo do movis.
0 leilo principiara s 10 horas em ponto poi
serem maitos os lous.
Grande e variado
LEILAO
DB
Movis, lauqa, crystaes, qaadros
e prata
A SABER :
1 piano de armario francez, 1 mobilta de Jaca-
randa com 1 sola, < 1 jardineira, 2 eonsollos, 4 ca
deiras de braco e 18 de gaarnicio, 1 mesa de cha-
rlo, 3 pares de jarros para flores, 1 par de figuras,
l secretaria de mogno, i exoellerte estarte envi-
dracada, eadelm (gosto artigo) qaadros e .map-
pas. ,
1 cama raneeia, 1 toilet e lavatorio de Jacaran-
da, 1 goarda-roopa, 1 guarda-vestido, 1 commo-
da, 1 santuario, 2 camas de ferro, 2 ditas para
menino, 9 estaoms de canto.
d mesa de jantar, 1 quartinhelra, 2 guarda-lou-
51,1 armarlo, t lavatorio, cadeiras, louca, vidros,
compoterras-, garrafas, copos, clices, garfos e fa-
cas, e 1 limpador de facas.
1 excelleote estante da Jacaranda envidracada
e algunas obras de prata.
S-XTA-FlirW *.:DE AGOSTO.
O agente Prai'ledhra leiio por coma de ama
familia que mddod de residencia, os movis e
mais objectos amtb descriptos, existentes na casaj
da raa do Seve n. 31, era que moroa o Sr. Dri
Aprigio Ouiroaries.
Os referidos objectos estario ao exame dos
concurrentes uo da 3 do correrte, por accasia
do leilo de livros, sando qae o leilo principiar)
e 10 baarai ees ponto.
iHsoa dias para o porto axima o bri
i Bt'mvtndo, recebe carga a ba[
tm: a tratar eom o san oa
erarlo bastos, ua dTH
^Kaodi
Evadi-se desde o dia 21 de ju&li > de 1870 a
mulata escrava de nomo Bita/baixa. gorda, ca-
bellos crespos, olhoa grandes,-"bi-ic)s liaos, tem
falla de dous denles na frente, veio de S. Jos de
Mipib, provincia da llio Grande da Norla^re-
mettida por Manoel Basilio de Monra 1\ ilim 4 Loyo
Sobrinba & C. desta trae ; descoDi-se que es-
teja oceulta em alguma ca-a a titulo de forra ; foi
vista pela carnaval na roa da Ssozala velha : por-
lanto roga se a t.das as autoridades policiales e
aos capujes d camp > u a q'iatqxier pessoa qao
a aporehender de leva-la ao beceo do Tambi B.
1, que so gratificar com a quantia de 100*.
Escripia.
Ura moco, escreveado cajactameaie o portu-
gnez, ofTe'rece-.-e jara qualqar trabalbo de es-
cripia, ou ajad arto lie gaarJa livros. Quera pre-
cisar de seus servaos deixe *arta foixada na loja
de cera da ra do Calaufi a. 5, com as iniciaes
S.R. _____________________________
Precisa-se de urna mulher forra ou escrava
para acompanhar urna crianca de ntn anno e tra-
tar de mupa da mesroa : tratar aa ra da Oa-
deia do Recita n. 16, oa no Mangainho, casa da-
frente da brreirs.

Ama secca.
Precisa -se de utna mulher para ama secta da
ama menina de mais de auno de nascida : a tra-
tar na loja de miadwa rna da Oadeia do Recito
b. 2r, ou no principio da estrada dos Afflictos,
sitio n. 33.
AVISO.
Pedimos a todos os crelore da Sr. Panto Qaar-
tier, e Ubelecido oom caf oa /ua -da Florentina,
artiga casa do Sr. Julio Grosjean, d a apre[entr
suas contas at n dia l da agosto prximo frtoro
era casa doSr. Eduardo Curpra, na roa do Tra-
piche.novo n. 24, Rec fe : aquelles qua as nao
apresntarem uesje praso no lero mais direito a
nenhuma reclaraaco. eeife 31 de julho de 1871.
Alituosdaa credores.________
mprar eeo-
bqa.
"di sobrado sil*
l jado meaaa.
da rea-
Precisa se fie urna ama para c
zinbar : na rna da lmpernn n 16.
Alaga-seo
roa Diroita o. ti :
andar e sotan
a tratar na
Caixeiro
apdar.
.pataca*) art'-altomS
sos Joaqaim Oarardo
mmid. segu para o
^HBkomraode: a tra-
raod
iajr*a % W, attaatin aodar, OKriplofto,
W8BS MVERSOS
INSTITUTO ARGBWfcOliiGO t GEOGHAPI-j
GO PBRM1BIJGA1
Haver* essSp orfinarla qainta-feira, 3
jjn corlete, agosto pelas 11 horas da ma-
dahla.
OtlDRM DO DIA.
Pareceres e maia trabalhos d pommis-
flML
Secretiria do Instituto, \ de|gostaflr1
IS71.
J. Soam i'd^MU
Secretario perfetuo.
Precisarse de ara pequeo com ortica
da ra larga do Rosario n. 37 ^
Precisa se de duas amas. seaJo urna
cozluhaf'c outra pira engor nar, para m
familia : a tratar na Cipuaga, raa dw OBI
sie o. BO. _,, a
"_ Oflarece-se una ama par* sornaao de ama
i tratar oa rna do Jardirn n. %9\
fwrHa-se de um caixeiro que toaba prtica
a tratar na raa
casa
de taberna, para Aeaa Preta :
larga do 11 ?a"o n. 16.
"^.*Pri.isa-fo. de urna araa para o M
orna casa do familia : ca ra do caes 12
veaibroj -'0 '" ac' r_____ ^B
"Eva iio-"
esravaJfai'hermio i
regular, HB
pwv. qdeimadara
der n a :
i a. S6, de Jas Gajoeiro d Ca>
de
^raxraio passado,
da 'asa do coronel
jieatrixnaaD


)"
ro*i
-*- QuarU
/ a.

>
fl
el!
f V
'-v *
Nutrimento
MEDICINA!
iPrepsridospor
Laaman A Kemp -o,,
para tisica e ton. fio do.
asga*, qaer saja & VdS
m garganta, pan
lo ou bofes.
a-
Ex p re* a*
mete .escoHido
dos ffie'lhores fl-
gados dos 80 extra he o
I leo, no banco
/'da Terra Nova,
purifioado chi-
micabaente, e
som
prof riedades
conservadas
con todo o coi*
dado, em todoo
frasco, se gami-
te perfeitamen
te puro.
Este oleo ten
do submettido
a um exasae
uitoee^ere, petos chimieos de mais tafe-c
et, do forerno bespanhel -era Gnba,foi de-
irado por elle e contera
fiUGK PORgAO DIODINA
do qw OOtro enramado
fOfttfO 'ETJM PODER SALVADOR
Em todo e oleo de figado de bacaJhao.
eoaqneDe ne qual corrtm a maior poroso
d'esta invahsavel propriedade o unieo
aoeio para ourar todas as doencas de
GJffiGANTA.PEITO, BOFES.FIGADO,
Tsica, 'broacbites, asma, catarrho, tosse.
resfriraentos.etc.
Itas poneos fraseos d carnes ao mnito
magro que seja, clarea a nista.e d vigor a
lodo o eerpo. Nenbum outro artigo co-
nbectdo nutrimento ao systema e encommodando
quasi nada o estomago
As pessoas cuja organisar;5o tem sido
destruida pelas affeccfies das
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A.aors,J. da C. ravo, & C..P. Maurer
C, A. A. Barboza, Bartholomeu 4 C 5
pharmaoja americanarua do Ouei.uado n.
ra<;a a lora dalia,
dito H10 *m ^*nCo Mlm "atoa } saldar ai toa* tatas, afln a evaar iaeonuteoa
a despeas, e pmvaem aoa aieaiaeedevedoreataa.
to do DMo cno dapraea, par que ataja*-!
goem eoaU asjuan m ex-caixeiro do dita flr
linio, Aatoaio Maood Machado Golbo (omm al-'
guns Ja o ftxeram), sob pea de pagana sagaad
vei, visto m t> dito Gotbo, depo aa asarte do
referido Viigsaio, ne tem antoriaacta Afama
para ulflm.
Rocife 1S le junho de t7t.
Gana & Silva Brte.
Mpfi
f*resei_
Sm-jfoiiT
s de ais da 0*0 anaos, foatio owehor
aw aa achav no as aeatt dada
am rwraer
Offereee
-pmfaser
OffattfaMM
a roa da Santa Croa n. 71.
51
Je bo eondae*
va famau, timbro
roem precisar dirija-te
Na otaca da ladtpeadeocla a. 33 te da
tairo sobre penhores da onro, ora
adrad
preciosa, sej qual ter a quanii; a a maena
oas se compra e venda objectos de oaro a tai;
aalanate se bi toda qualquer -data da -a-
comateada, todo a qnalqoer mearte teadeate a
menarta. _____________________
UeclaraQao. .;
Awiunciindo-se por diffeceates ece
oeste Diario a veoda de porcia da trra,
a tratar no engento-Megoaipe de Cuna, d-*-
clara-se, que, ae do perteooeotes a esta
prepriedade nao se poden dispor sem que
primeiro se eotendam con Oliveira rFa-boa
C, a quem esto bypotbecadasassimcomo
o referido eogenbo.
Recite 22 de juo de 1871.
GRANDE
reducpo de juros
O abaixo sssignado estabelecido
con casa de penbores travessa
da ra das Cruzes n. 2, resolveu
r< formar a tabella dos juros das
lran.-.acr,oos eH^cloadas em sua ca-
sa, desta data em diante, assegu-
rando a todas as pessoas que, alm
da garanta que offereee seu esta-
beleciaieoto, acredita que todos
ficarSo contentes com o mdico pre-
mio que pagarlo, sem terem em
risco Mas preciosidades, dadas as
veetfa agiotas simulados, que as
venden) no fim do prazo ajustado,
sem mais formalidade alguma.
Anda maisis-pessoas quetive-
rem 'aute'J voijoidas o quizeiem
evitar qne seus objectos sajm ven-
didos cu leilao, veobam reformal-as
qoanto antes, que aproveitarao tam-
iem da reduefo dos joros da data
da reforma em vantp.
Recito HMe julho de 1871.
Julio Isaac.
m
Precisa-e de ama ama para cosiabar a mais
servico de urna caa da paquea* aajiba ;-i tratar
t praca do Conde d'Eq 30, segnjdo andar-
SEGUROS
MARTIMOS
E
CO\Tlll FOGO
A companbia Indemnisadora, estabelecid
aesta praca, toma seguros martimos aobrt
aavios e seus carregamentoa e contra fogo
em edificios, nurcadorat e mobilias: ni
roa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Comadoriat
na eateeKa^ fetorarlo) *,
Na casa a raasaio a ptaoaCdao, chaaado -s a Mtaocio
senbora acaansicos qae qaiiereai ir cedo
da* hnaarpoeto t aVf, oa at aborato
aasgaa Buceada, e Jaatar a analqaw hora, ma
dande-M iavar-aaaaaa naa.
DIO 1FALLIVEL
fts, We8 intermittentep, remitientes e biliosas
OBERTO E PREPARADO PELO CELEBRE HEDICO E CHM1C0
AOS 5:000S000
Esto venda os feilzes bilhetas da ioteria da
iahia, n casa feliz, do arco d Coneeicio, oja di
)ariva no Recife.
Preclsa-se de ama boa coiiDheir, preferin-
do-se pessoa de idade : tratar na Toa do Rosa-
rio da Bna vista n. 18.
CAFE RESTAUiUNT
S. IS VIH 1,
Ra da Florentina n. 2
O abaixo asig'iado participa ao respeitavel pu-
bli.'.o qii4 teDdo comprado o estabelecimento de-
nominado :af S. Isabel i. roa da Florentina n. 2,
a ten i, f.-ito urna reforma completa tanta na casa
como n )->!.t)reciinento, nao ponpando esforeos
e nt ." aeha h j.-, no intuito do peder offerecerao iliu.-trado
piU>co um estabelecimrnto com todas as commidi-
dadei e a*selo oeceasario, forneceodo bna comida,
bebidas mai* unas, charutos e cigarros de todas as
Sualidades, et?. Acha-se as condicoes de poder
e boje em diante offerecer o sea eslaDeUcitnemo
'.oncorrencia publica.
Aceeicam ?e assignaturas por prfcjraai'.o rasoa-
vei.
O abaixo a^igqado inclu pedindo ao Ilus-
tra] > pnblico .' jspecia aente ao digno corno com-
mercial n *_eu amigos que se dignem dispen-
ar-lhe s sua vatfasa proteccio.
L. Porto.
mmmmmmm-mmmm
ADV06AD0S H
H-nri-jue Mamede H
IMLICETE
PARA mi
A' ra Direita dos Afogados, contiguo a ponte,
acaba de ser construido um lindo predio todo a
moderna, ornado de tgoras e a frente guarnecida
de azulejos est*todo marido, tendo nm grande
portao de ferro ao lado e gradiamento por cima do
muro, tendo mais om portan qne d para a esta-
can da linha frrea, alem de?sa commodidades
tem mais um grande terreno com 400 palmos de
comprimento e 100 de largo, todo morado para
nm excedente jardim, e ao fondo um caes que
delta para a Ijnba frrea. As commodidades in-
ternas do andar terreo, alm de ser teda canalisa-
da a gaz sao as seguinles : 3 grandes salas i
grandes alcovas e 1 quarto, cozioba tora, sala par
eogomraar, quarto par criado, eocbeira para om
carro ; no 1* andar, alm do sotao, 3 sala, 1 ga-
binete, i alcovas/ 1 quarto par despensa e om
grande lerraco com 80 palmos de comprimen,
todo cercado de erade de ferro que traz toda ci-
aaae do Recife e o mar de baixo da vista ; a cas
toda cercada de jauellas e portas envidracadas,
qae con taro-se 20 ao todo, Qcando o caes a borda
da cambda qne divide com a estrada de ferro, on-
de se toma banbos salgados e chegam canoas : a
tratar oa leja de joias, Coracio de Ooxo, roa do
Catata,
SITIO.
Preeisa-se por arrendamento de 6 oa 9 aonos,
um sitio com aljamas fructeiras e qae teoaa casa
de moradia (soffrivel) fazendo-se algaos coneertos,
caso precise : tratar na roa Nova d. 48.
(Araglo) n.37.
Precisa-re da nma ama qne
tenba bom leite e sadia : na
roa do Vise ode de Pelotas

E
Ulysses Vianna.
27Roa do Imperador27
Io sndar.
*mmmmm mmmmmu
CASA. DA FORTUNA
RA 1 DB MARCO OUTIt'ORA DO
CRESJK) N. 23.
ios 20:000^000.
'i abaixo asigoado tem sempre exposto a ven-
da -a feliz;s bietes do Rio de Janeiro, pagando
womptamen'.e, jomo eoetama, qoalqaer prem'ro.
PRECOS.
Inteiro 14*000
Ueio S2*O09.
Quarto 6*000.
Mauoel Martin Finia.
rtambuco 8treet ttuilway
- & Cmpanhia.
l) ordero da diretori desta companbia convi-
da sa aos accioolMai \ realisarem om entrada de
ylnt por eenw ,20 OjO) sobre o valer de anas ac-
tfi-i, *4 o dia i- da agosto prximo, no escripto-
tio rua do C loifinrcio n. 8. Peroamboco 15 de
jo) de.l*i"l.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
4 roa Primeiro de Marco (oatr'ora roa i
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe
lizes bilhetes um meio n. 20'8 com 5:000*000, nm
meio n. 2358 com 800*000, e outras sones de
40* e 20* da lotera que se acaboo de extrahir
(201"), convida aos possoi dores a virem reeeber
na cooformidade do costme sem descont algam
Acbam-s venda os bilhetes garantidos o
3.a parte das loteras,- a beneflcio da irmaodade
de S. Pedro do Recife (02'), qae se extr*hir
quinta-feira 3 de agosto do correte anoo.
PREgS.
fiilhete inteiro 8*000
Meio bilheta 3*000
Qaarto 1*500
Em poroio de 100*000 para cima.
Bilbete inteiro 5*500
Meio bilbete 2*750
Quarto 1*375
Manoel Martins Piosa.
Ratalba-ta, -a waUde dos compradla, %ntii
totea de ierras, M^nataas, de sltoiAgoaaiifaa,
no Porto da nsadaira, de Beberibs, por pre$os ra-
soavei. A itoacio lopograpbiaa do tarraao soa
dnpla qualidade para pfantaeio a editleteJo, como
sa podar ver-do sitios neile ediikadaa awtito o
recommenda, sobretodo por flcar prximo da es-
tacao da via^arraa. O* pretaodenies podem deri-
gir-se i iaforaur-se do tenente Si Peixoto ao
masmo logar, a para qnalqoer negocio a roa do
Crespo n. it, 1* andar.
*
Fotograjhia inperif
6ALGRI4 MB aMMTITRA
DE
J. Ferrara Vldn
Desda o di 7 de abril pastado acha-se berto o
aovo estabatecimento pheto|rpbico sito i ni de
GabofiL 18. eiqoina do pateo da matriz. Ostraba-
Ihoe qae dasde eotla, tem sabido de oosm oficina
tem geralmente agradado, sendo recetados por
Ugon com admiracao pelo axtraordiaario pro
greaso qae ltimamente tem tido a pboagraphia
i por oatros com alegra, por verem provincia
dotada com om estabeleeimento digno deba, a in-
eontestavalmenta o primeiro qae nesee genere
tioje posma : tambera nao nos poupamotem cousa
algoma par monla-lo no p em que se acha, es-
perando que o publico de Pernambueo saber
ipradar nossos esforeos e recompensar aossos sa
eriMoa.
Convidamos todas aquellas pessoas, aacionaet
s estrangeiras que gostam das artas, oa tiverem
oecessidtde de trabalhos de photograpbia a visi-
larem o nosso estabeleeimento, que estar sempre
iberio e sua disposicao todos os dias desde as 7
3oras da aianhaa at as d tarde.
Par os trabalhos de photographia possuimofaia
rersas machinas dos melbores autores fraocezes-
nglezes e allmemes, como seiam : Le/ebours et
Secretan, Hermagis, Thomaz Ros, VoigUander el
Sonh e Wulf. ltimamente recebemos tres novas
inachintsi sendo ama dallas propria par tomar
sobre ojmesmo vidro 4 oa 8 imagens diversas <
isoladas, e outr- da 6 12 imagens jvegaas b
gualmente isoladas, de sorte que no caso de
grande concurrencia poderemos retratar sobre
ima nica chapa at 8 pessoas diversas e sola-
las para cartdes de visita, a assim em menM de
om quarto de hora despachamos 8 differenies
pessoas que pecara cada nma, um duzia de candes
mais ou menos, com os seus retratos snente, oa
na grupo com outras.
Encarregaraos-nos exclusivamente da direccac
t feitura dos trabalhos de photographia dei-
undo perrcia e talentos do distinti antoi
illomo, o Sr.
Jorge A. Roth
m trabajos de pintura, a aquarola, otaai a a
aastel. ,
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa poi
ama escriptara publica, a at o presente lem-s
lesveilado na execncao de seus trabalhos.
No nosso estabeleeimento acham-se exposlos ou
iros trabalhos imjiorunus do Sr. Rotb, tanto em
niniatnras aquarella como- oleo, retratos i
>Ieo, quadros sacros e diversos oatros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at c
amnho natural, assim como de quadros sacros
para ornaraentaclo de igreias ou capellas. Tam-
aem aceitamos encommenaas de quadros histori-
JOS.
Assegoramos qae os precos dos diversos tra-
jalhos da nossa casa sio mu rasoaveis.
OARTSeS DB VISITA NAO COLORIDOS A 10)500 A
DUZIA
3At5RS DB VISITA COM O COLOKDO AO NATO-
R-U.A 16)J000a duzia
Retrates em miniatura oleo ou aquarella to 20*000 cada nm, indo convenientemente en-
aixilhado em moldura dourada e regulando o
susto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
oo o quadro palmo e meio de tamanbo.
Julgamos qae bastarlo os precos cima para
larmos idea da barates dos trabalhos do nosse
atablecimento, quanto sua perfeisao cad* um
'enha julgar por seas proprios olhos.
As melbores horas para se traram retratos nc
aosso estabeleeimento sao das 8 horas da manhaa i
I da tarde; entretanto de urna hora as 5 da tarde
m casos espeoiaes pode-'e ambem retratar qual-
juer pessoa.
Nos dias de chava, oa por tempo sombro po-
temos retratar, e assegoramos qae esses dias sao
)s mais favoraveis aos trabalhos da photographia
pe docora a persistencia da los, e por termos o
ios) terracn construido com taes proporcoes
nelhoramentos, qne anda chovendo jorros ne-
ihom inconveniente 'ha para fazer-se bellos re-
ratos.____________________'_________s_________
Lava se e engoma,a-se
Na rua do Nogaeira n. 37, ba ama familia que
propoe-se a lavar a eogommar para fra, promet-
iendo o maior asseio e promptidao : a ttatar na
mesma casa
Heeli pxKtewao frjpagaiel preparado,
olo entra qoiBa, arsnico eoem bismotho.
Eate aiaravilhoso remedio nicamente
compoeto de om se.producto vegetal, e
eate Memo descoobecido at boje scieo-
cia cWmica.
Ai aeaoes, febree iotermittentes, remMr-
teotei, biliosas e pertMcioaa inQammatoria,
toda* tendo ana origen oa mesma causa, e
predozindo os meamos effeitos, porm em
grao diflreote de iniensidade, necessitam
do mesmo tratameoto. A causa acba-se
oa efflarioa oootagioaos que se despren-
den! da vegetarlo corrompida, dos panta-
nos e das aguas encharcadas. E' am ve-
neno subtilissime e insidioso qae se absor-
ve palosprtlm8es e penetra no sangoe, de
sorte qae a molestia s vetes accamula se
por maito tempo no systema antes de fa-
ter sentirse.
Este veneno effluvial, que o sangue re*
cebe peles pulnoes, opera as sezdes da
maneira segninle: aua intensa irritacio no
systema (az eocerrar todo o sangoe no
corpo nos excretarlos internos,o figado,
oa rins, o pncreas, o baco, o estomago e
os palmos,signos dos qaaes ou todos
elle sao aaontoados do sangue retirado
PREPARADO PELO CELEBRE^H
DR. J. C. AYM
da superficie do corpo ; eis a cansa o
periodo fri.
A febre causada pela reaccSo, quindo
o sangue abandona os excretorios internos
e arroja-se superficie, como n'qm ouiro
esfoico violento para expulsar o veneno
atravz do outro excretorio chamado pelle;
tao pouco consegue a natoreza ueste se-
gundo esforco como no primeiro. Depois
segu o desmato e prostracao que natural-
mente succede s grandes agitagoes, e o
instincto do nosso organismo o faz abando-
nar a tentativa at qne, recobradas as or-
cas, renova ao ontro da a lula desespera-
da. Saccede depois o desassocego, grande
calor na superficie do corpo, a pelle e o
semblante, incbados, terriveis dores de
caneca, oppressSo e latidos as fontes,
pnlso cheio e forte, oorina moito corada e
sede intensa; eis o periodo de calor. De-
pois de algam tempo (que varia geralmen-
te de duas a cinco horas), urna transpira
c5o copiosa percorre por todo o corpo.
Estes symptomas violentos passara e dei-
xam somente urna sensacSo de prostrage
completa, se que o ataque nao tem fe-to
algum mal orgnico. Se n*o se tonar al-
gam remedio adequado para curar a mo-
Vende-se em todas as boticas e drogaras do imperio
W. JT. Casseis & C.
Agentes geraes.
T
lestia, os accessos contincam a repetrr-se
com orna regnlaridade correspondente ao
seo lypo, e -com orna violencia proporcio-
nal intensidade do veneno, modificado
pela resistencia constitucional, ou medianil,
que se lhe opponha. E' evidente, poli,
qoequalqner remedio destinado acarar
esta molestia, deve destruir este venoaono
sangue, ou arroja-lo fra dallo. Com
grandes e pomposos annoacios tem-se oe-
recido muitos remedios pera a cora desta
molestias, porm oa xM ten sido baaUnte
efiieazes ou teem prodozilo effcitos prrjb-
diciaes sade em geral. A qaisa, ainda
que seja o grande recurso, em ao o poro
quasi em geral maior contiaoea tea, pro-
dux moitas vezes effeitos desastrosos, e to-
mada em grande quantidada saaaprepre-
jadiciosa sade gsral. i A preparac5o que
aqui offerecemos ao publico, nio contando
em si n?nhoma dessas substancias injurio-
sas, por ser nicamente, vegetal, p/omette,
se fr empregada segundo as diroecoes aa
lingna portuguezo, que acompaoha cada
frasco: estimular ot grandes eicretorios
internoso ^oa parar do sangos o veneno offeosivo o ar-
roja-lo do corpo.
u
k\ RUA DO BARIO DA VICTORIA 41
armazem tem nm DE .;m enmn t
Neste novo armazem tem nm
cariado sortimento de fazendas
francezaj, inglezas, allemaas o to-
das todas so vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
aovo armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
laalidades, brins d
xires e brancos, colei-
rinhos modernos, cha-
peos de sol de seda,
inos.
RUA
Bario da Victoria
ARRUDA IRMAOS.
aaOfa ru
NOVA
N. 41.
Assim como tem nma grande
oficina de alfaiate, montada ecos
todos os prepares qne ha de melhor,
dirigida por habis artistas, qne
pela sua promptidao e perfeiclo
nada deixam a desejar.
Roupa de todos os
amanos para horneas
meninos.
Por todos os paqee
tes recebem-so as me-
lbores e mais moder-
nas casemiras que ba
ns Europa.
RUA
llar 5o da Vleterlo
u Jf a ru
NOVA
N. 41.
ste estabeleeimento acaba de soffrer urna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e em pontoalidade na bnc&ct-
nendas, finalmente em tudo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annnnciar todas as fazendas, psra
lio se tornar massante
LIQUIDACAO MONSTRA
**a mais importante fabrica de chapeos deso do imperio Rua do BarSo da Victoria n. 23
O deno daquelle estabeleeimento resolveu ven-ler os productos da sea fabrica pelos precos seguintes:
Cbapos de sol de seda para senborss a 54. 60, 7o\ 84. 93, IW, H0.12^1, IU, 14,155. 10, 1741, iU, c 20oWK>.
Ditos, ditos, ditos, para homema.. 83 I0\ 11,5. W, W. U&, 154,164,174, 184. 204, 224 e 244000.
Ditos dit. s de alpaca a............ 44, 54, H. 74. 84, 94 e 104000.
Ditos diles de merm para bomens a.. 64. 74,83. 94, 104, 114 e 1241)00.
Ditos ditos de brim d'esgoiao a...... 64 74000, lodosos chapos cima tem 15 /0 de descont em duzia.
Dit-s ditos de panno a.............. 24. 3-5, 44. 54, 64 e 74000 descont 25 %.
Tambem ba nm grande sortimento de fazendas para abrir armacese trabalha-se mais barato e dt-pressa do qoeem qoal-
quer outra parte. .
AVISO
O abaixo signado declara qae saa caixeiro
Lncano Maoveroe retirou-se de saa casa do da
16 do mez prximo passado sem previo avisa e
sem ter prestado as devidas conls, pelo qae nao o
considera mais sea caixeiro e nern se raspoosabi-
s; por qoalqaer debito oa trasac(ae qae elle
per ventara tenba feito em mme do mesmo abai-
xo assignado, o qoal pagava-lbe mensalmente seas
ordenados, sendo qne elle reeebea relativamente
ao mei oltimo mais do qae havia vencido. Reoife
3 de julho da 1871.
^__________Caiz Jos Pereira Siuwes.
CASAS
Alaga-sa o primoiro, segando andares e sobre-
sotao da casa o. 6, cita a roa do Livraraento : i
tratar na loja do masmo predio.
H. H. Saift.
Asistant Tresaorier.
V ^
florta^ c. US
Precisa-se de aro ama
para comprar o Miinaar pa-
ra doas p-?*!.oas: na roa do
Jih*o o. 51. p andar.
Preei~-?fl de ama am pa-
ra todo o servieo da om
sa : na roa de Pedro Af-
Caixfiro
Preeis-se de om caixeiro da li 14 aaooa,
preferiedo-se dos chegadoa ba pouco; o roa dos
Pires n. 48. '
a p. r 555 "3ma efravj cozfnbar
na rua 1 -' "to Amaro n. S, S aniar.
i' o ni-1 ama pra easa de hornero
olteiro : c j-Cdm Pomas n. 156.
Pedo-i. Sr. hr i\ Costa, que nao mora
aa roa & ya i Pfafc, -juj Uat reetitaic&o do
taxoi" rU. Jilo pode
_____ 0 ojrti.z wndedor e i'ariaha.
K
aliga io Can")
ir-*a.
ba iro mo-
Grande botel eeitntf
* rna larga d Rosarlo nnaae-
w MI.
Neste moito coobeudo batel seaneootram ex-
cellentes qoartos e salas para alagar, qne oSre-
cem commrdefl para familia', onda se. enconira
nao e o maior aaseio e limpza,coroo bom servieo,
bandos fros e qo40tes e todas as commodidades
iDdispeotaveii a vida' todo por mdico preco. O
logar central em qae este esu-belsekjjento eat
collocads snfficiente rer.omrodndafio par ser
concorrdo.
ATTENCAO
Precisa-se de ama ama para coziobar. comprar
engommar e fazer o mais servieo interno de casa
de ama familia coraposta da duas pessoas : nesta
typograpbia se dir.
Cunlia $ Manta, vendem a
rua do Mrquez de Olin-
da n, 40, o seguinte :
nperior, em caixas.
IX dem.
VINHO XBBIZ a
COGNAC MARTELL .
VINHO BORBPAX, iiam
AZKITE DOCE REFINADO, idero.
VINAGRE BRAN O, Mm. *
CAF D4 CBARA, .secos.
Charutos de Schnorbusch
Reflia britanica.-Regalia Imperial,
Operas. Conhai. Trabocos, da am milbeiro
pra cuna.
S^SI0^ DiS FABRICAS DO MO DE NO-
VAES E LIZAUR, d diversas qualuades, vende
Joaqnim Jos Gonijal-,giH8
ves Beltro ""
Roa doTrapiche n, 5, l' andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco di
ambo, em Braga, e sobre os segoiotes lagares an
ortugal :
Lisboa.
Porto.
VSJsaea.
loimares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castalio.
Ponte do Lima..
Villa Real
Villa-Nova de Famlica^.
Lamego.
Lao.
Covilhaa.
Vscal (Valpasso).
Mirandella.
Baja.
BarcasMa.
FURTO.
Companhia Allianija
DE
seguros martimos estabelecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL.. Rs. 1,000.000*000.
Toma seguro da mereadorus e dinoeiro a rlsw
martimo em navios de veila a vapores para den-
tro a fra,do Imperio. Ageoc rua do Com-
mercio a 6. escriptorio de Joaqaim Jos Gon
calve Beltrao.
MftBM
S
travessa da roa
Cruzes i, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de onro, prata e brilian-
es, seja qoal for a qaan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesnos me-
laes e pedras.
Aloga-se a melhor eas du lagar Doarte
Coelho (Arrombados), a qae tem frente de azule-
jos com excellentes corainedoe, 3 salas, 7 quartos
cosinha fra, qaarto fra para pretos, cacimba
quintal morado e estribara etc. ele : tratar na
roa do Amorini n. 37.
Na manhaa do da 30 de jolbo, farlarsm sa
c.xeira da raa do Imperador a. 17, dona c-
vanos, nm russo e am pedrez; eom os signaes
seguinte: o rosso com om taino na orelha es-
querda, o a cosco da mao essaerda qasrendo lar-
gar, e o pedrez grande: ambos estao gordos :
a pessoa que os aprehender oa deltas der noti-
cia derija-st a mesma ;oieira qae ser raeom-
pensado.
~ Jos Atonio de Oliveira, por sea procurador
bastante nesta provincia, pat do finado Virgim
Fraixe de Oliveira, vem por meio do presante agra-
decer aos credores da raassa deixada por sea pre-
dito fllho, cifm especialidade ao Sr. nommendader
los Jacome Tesso, da haverem dispensado da
sobre dita mas?:, qne nao :hegoa para seas paga-
meatos, sete por cento a favor do annoneiante,
cojo procedirrento jamis flear em olvido ;
qaeiram pois os referidos saobores credores reee-
ber os mea? ijnceros agradetimeolos.
ATTENCAO
Qoera annnncion pre:sar da qaantia da 5009,
daado como garanta ata moleaae, pode derigir
se roa do Hospicio n. "S8, anda r terrea qoa
achara com quem tratar.
AVISO
Pre:isa-se de um ama livre ou
3rav, ine salta cozlohar cora
tra.a|Borf|eigarros.irn
AMA
perfetco
larga do Rosario n. II.
> Na roa 4o"pires, sobrado d.
^w, preci9a.se de urna ama boa
engomadeir, 9 qae fca mais
Desda o dia i* de junbo do correte anno que
se ausenten o eseravo cabr de nome Fahricio,
natural do Rio-Grande do Noria, o qual foi pre-
priedade do Sr. Manoel de Farla Mcnteiro, resi-
dente em Serra Negra, donde dito escravo veio
em deiembro do anco prximo passado, o aqui fo-
ram os sena servicos veudidos, tendo elle os sig-
naos segoiotes : altura a corpo punco mais que
regulares, mioe e ps cortos e grossos, cabeea
redonda, denles p;rfeitos e separados, vos grossa,
idade de 23 aonos, sera barba, preume-se ter vol-
ttdo pr o lugar cima, pelo que gratiflca-se
com a qaantia de 100* a quera o apresen'ar
rua do Alecrim n. 30.
Precisa-se de urna ama, que compre, osi-
nhe 9 engorme, para om passoa : aa roa de
Horus o. 67.
ATTENCAO
Esti justo e contratad? com Sgalo Custodio
Vital, morador em Tigipi, nra terreno 00 meso
lugar, com 50 palmos: se alfoem sa jolaar eorn
direito nelle, por alguma traosaceSii, apreca eom
seos documentos uo praso de tres alias no pateo
do Terco n. 29, i andar.
Reeife, de agosto da 1871.
a\
algara servlee.
Preiisa-sa de ama
roa larga do Rosarlo n. 44.
ama para cutis
BrllilSH HOSPITAL.
TheTraa.'arer woald thok be ;->er^flnt bal-
dingrapj^iongiog to this ia!,''n'.
: I1T",
iiSaf^v
eefi
'fabr
caaahar
de ansaanuli-l
Java qae slbj
c"on> Pistail
toswetnru^l^l'nj
nica casa neste genero
14-Rna Estreita do fiosario-14
Compra e vende ropa feta
rwsdW.S Te,^a' >bJect0S d
\'Vfya&i*?mesa'e
fisirna Mido que per ten-
'____ni?
ray7adTa. W,m
que
A

Kpim<*'-wk
tu duas {tretas essravas
1 1; a trauiv a ru
Jeaqain Gaetaao da Slv e Aaiooio Cetano da
Silva tonrto recebfd) a infausta aoticia de haver
fallecido em Porto?^l seo mui pretado pai lote
Caelauo da Silva, vea por raea do presente rogar
aos seus amigos o garantes o candoso obsequio de
a8istlrem a algoraas ;.-,v, ]ue pelo eterassra
pouso de sua alm'naakjdm relabrar 00 convento'
JJISPjjfy a_ _'r^4,V_*_r_u* ^'doarmo.iuar -rrente, as 8
:-|uio ae
onrentol
llffh
Cachorro perdid
Pardeo-M no sabbado 9 o ctt
nm cachorro de rs?a MraDgejra s."
branca e preta; tendo am* colleir.i &$_____
ro, e presa a esta, urna correis le eaTo.
Consta ter sido risio oas Ciaco PwHsa,
Passagem e JBoavista : tjeera o ac&ar
pode entrega-lo oa roa d Qommuo a. a,
jauto ao botel Um versal, onde ser generf-
samene gratficado._________________
~ copeiro: na rua
Be
inufT
n d Impera
Sai


ti
D afio de feniaibvwx Qoattu eua 2 d Agosta 6
==
7
D. i; BffWMN
eom.
FO BtMltl **
_ MIDO 0 CHiFABIZ
l*6de mi senhorea de engenta e ostros agricultores e eiopregadores de ma-
ebtaiinio o favor de ana visita a sea estabelecimento, para verera o novo sorlimeptc
copleto que ahi tem; pois sendo ludo muito mais barato em preco do que jamis te-
nfaa vendido, eati anda superior em qualidade e fortido; o que com a iQpecc5o pe-s
soal pode se verificar.
PED KSPEaAI ATTENgXO Ao NUMERO E LUGAR DE SUAFUNDICAO
XTanAa a ma40o J'omiQ dos mais modernos sys temas, eem
opUroS <8 rO iaS U ag Uct tamanhos convenientes para as diver
as citcumstancias dos senhores proprieUrios.
Moendas de oanna 25JT0! u"*hM "*"" **""*
*M)QS U6Ilt&ClftS para animaos, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fondos de alambiques
Machlnismos r,i
Bombas
mandioca e a(god3o,|
para serrar madeira
Pudendo todos
ser movidos a mao
por agua, vapor,
ou auimaes.
Todas as macninas e p^ ^ qae se costoma precrsw.
Faz qualquer concert (k &&* preCo \ resumido.
FormftS dfi farro ten as meHsores e m,,s baralas tontea no ner-
1?nnnmmon<1ofl____Inwmbe-se de mandar vir qnalqaer mscbinismo i von-
XUItfUBUUOUUap me dos clientes, lambran lo-lbes vaotagem lerem tvncompras por intermedio de pessoa entendida e que em qnalquer necessida-
de pode (bes prestar auxilio.
- Precisa m de va aaJxaird^H
de idade par libara* : a Valar 4
_ __ ___
^OIBO.
tettaWte garaattlaUt a pr#-
Ra do BarSo da
Victoria,
Outr'orma Nova n. 61 etasak
do cottume.
am JuM, .. 1.688, e am Mbate loteim
dea. 1,434 coma sarta a 100*. alaa aaantraa
sortes maorea da UajttOto *>*Q00 4a talara -
m acabou da ertrahir (!), lOttaail asa l
asidores vire recebar, qoa |iraW|ilaaaaaai Mral
O mesmo abaleo aagudo convida ao ratpak
laval pnMieo para Traataaseo aiaaatirtaaatr
comprar 01 lattasa bisaktN aaiaaaiiii, aya nao
deixari de tirar qvalqaer premio como prpva pelo*
meetnot" aaMwiiuf. i ji '
Aefcam-aea ronda os millo Mm
raaMaajl'paiie da totariaa em
irawndide de S. Pedro do Becia, qoa .
hida no dia qolata-fWra 3 de agosto prximo fa-
w
19 Rua Primeiro de Marco 19
Tendo renovado completamente a loja do predio, era que teem o seu es-
tabelecimento,
19==A ra Primeiro de Maixjo19
com aquella asseio 6 elegancia deaejave, acham-se agora prvidos do mais
esplendido sortimeato de (azendas linas e modernas de
SEDA, LAA, LINHO E ALGODAO
todas do ultimo gosto, e continuara a ter como sempre, diversos
ART1G0S ESPECIAES DE SA GASA
Garantem, com toda
a sin eridade, vender
por menos qu qnal-
quer oulro, porque
recebem a maior parte de suss
fazendas.
19 ftlJA 1.* DE MARCO 19
(Anliga na do Crespo).
iwSSaMSQaaBgMeSMtpaagBcca '^k SfTo rrr-MEs 'f^A. are^., ctfii&TSK
BaanaaVWaVaaaWanMK^RaaVaBB'aK a^ssa awM"*^s!3!S'Sw53B8eB
A' AGIA BRANCA
RA DUQUE DE CAIIAS N. 52
(Ontr'ora Queimado n. 8.)
Cumpra-je tre* ~veorziaDa?, em meio aso :
oo corajio de ouro ara do Cabala : na mesa
j>recisa-se alagar am peqaeao moteqa* para com-
prar.para casa de puuca familia.
A Aguia Branca tendo recebido part< de ;nas
amigas eQcoramenijs, em SPguimpnlo acaba ago-
ra mesmo de retener ootras, alganuas das quaes
e tornavam pseneialmente precisa?, e ootras se
fazem apreciadas por seas gostos e qaalidades,
coo-o sejam :
Ueias de fio d'essoeU, abarlas para eohoras
e mcnin. 9.
Dius dem :om listas Umbem para eohoras
e menina.
Diias dem mait bonitas ao costo eicoeez.
Ditas idm dem brancas e com listas para me-
ninas.
Dita9 id< m dem para baptizaoe.
Ditas delgodo compriJss e ar-m I-iu>. 4>ara
iseoioas.
Lavas pr<-tas de seda, para scohora.
Ditas de torzal a de seda pan menina*.
Bonitas cmisinha bordadas para senhoras.
Fi!6 d. da, hranco e prelo zexa flores miada*.
Dito de slgod*, iiso e com flores.
Tooqnirbas bordada pa-a criaocM.
Lindos e modernos chapeosinbos de fastao para
dius.
Pantes de tartaruga para dsscrrbarftcar on pen-
tear.
Ditos de dita travesos para menina?.
Ditoe de borracha para dita".
Ditos de tartaruga, pequeo, para segurar o
amarradiiho aos cabellos de senhoras.
Grande sortimento de enfeites de seda para ves-
tidos.
Fivfllas de madreperola e de tartaruga para
pnkeira e la jo para o atollo.
Baaitas b ieinhas para menina".
FLORES E PREPAROS PAR\ ELLAS
A Aguia Branca recaben lindos ramos 4e flore
linas, tanto para cahecn como para ihapos, e
bem assiin :
Papel verde ti?o e com listas para ulba.
Dito de cores para llores.
Pollias do diversas qualida les para rosas.
Ditas verdes e lustrosa, obra d va o ;9ls pri-
meira vz vindaecomo amostra.
Franjas prctas de Jiversas largaras para ea-
feitar vertidos,
COQUES DE TRAKCfcS E DE OUTROS
M0LDB6.
A Aguia Branca acaba de r9ceber urna peque-
a por?o dos bcwtos e mojemos ;oques gran-
des de tranca e outros moldas.
COLL RES ROYER ELECTRO MAG-
NTICOS.
A Agota Branca acaba de njjeber os prevello-
sos collares electro magnticos ja b-3m esneci-
dos para fa;ilitar a daabcu das crianzas e pre-
serva-las das convulsoes.
SORRE-SAIAS O ANQUINHAS DE
CLENOLIPIE.
Ero substiKJigao aos baes vieram as anqu-
nnas de clenoline, e acham-se venda n% ioja da
1 Aflata Branca.
QUADROS PARA RETRATOS,
A Agui* Branca receben variado -ortimento de
quadros para retratos.
Puiseira
MlAilE A.NTOINETTE, modista franceza, ul-
timameatt ebegadn a esta eidad?, tem a honra de
levar a> jprtbecituento do respeitavel publico, e
com ^p>>ci*d%de da Esma. senfaoras e familias,
que eta batlitaa para azer qaalquer trabalho
e costara, eMo eocbovaes para casamento e bap-
tisado, roopa, branca de sen-hora, vestidos para
foir?, bailes, etc., etc. Oaraote as ultimas modas
por qanto recebe os melhore* jornaea que Ihes
dizem repito, assini como aflanca que em ne-
Eb'."ni ontra parte se ha de encomrar mala esme-
ro, ^om fostue promptido nos irabalhon de sea
genero, prlalongj pratica que tem de saa a.tc por
te-la twMo coro vaptagem Das cidados de Lfon
e Parii.
LtO EM 34 HORAS
Procos mdicos.
*i. }_Ria Dsqua de Caxias, i andar?!, i
(ontr'ora doO,oeiinado).
Perdea-o na noite de i8 do ejrreo'.e ama pui-
seira, da rua Direita da Cruz do Reetfe ; quem
a achou dirija-se a roa e'trelta do Rosario n. 21,
qo-; ser rtcojipensado. Em par"ijalar dar-sa-
bio os signaes.
DI
sreradeiro Cive'le, fresco pur lodo os vapores.
CHAirrOSDJlAVANA.
marras TrifeK0, Lcidree, Mediano, Culebras.
Beaalia, Breva. ,
CM.4*rjf08 DA BAHA
io(?a: Tar.'.a*df Sehnorbusch.
mvr'aria FRANWZA
r.
ADVOOADO
Dn, 3?fi<&v'rmHt:k be Araho
87Rua *o Jhpbraiiuh7
^ss^^K^W^W: o* rua do
Viga. L ^iaT. lirado yX.uj,
aray do Corpo Santo. Si t""8 iraxeado fliho.
J3VA Yi,4lR.
" lepimentos t
tonro d C-
A tiatara anti-scrofa'a de visoria ba-nantomenM
preeontsada pelo sea factor tem sido e um dos
mais enrgicos rnediearaectos nos asommeltemen-
tos escrofulosos, sendi> usada, conforme a direccao
escripia que eavolve n frasco, esistindo .i .enda
na bolita e drogara au"* oi do 9tw*c ParaBbda
rua Direita u. 89, nico deposito nesta provincia;
onde lamhem ae aeha venda o rani!) acreditado
remedio para bebedico ;or .i:i.' *m conse ;aencia
do excessivo Uso Je bebid apfritaoss, o jarope
de veame, e as prodigiosas orVias reguladoras
brasilcias recoinmudadas por ua emeacia no
deeapparecimento flo menstrao," irregularidades
na mea trua;ao e flores brancas.
lili
bOJMI
taro.
PRaVM.
iBlairo UOOO
meio 3*000
Quartos 1*500
De 100*000 para cima.
Inulro tfitM
Meto 11750
Qoartoi i#37S
Joio Joaqnlm da Gasta LeiU.
nnico deposito em i
Pernambupo, pra-
9a da Independen-
cia n. 39, loja de
Porto & Bastos.
iliiiii
Boa occaia5
Par onde tea de passar os bonds, i rna Im
perhl, vende-se om exceMeote terreno proprio,
- premito para educar, eom 110 palmos de frente
300 de fonda,^orto pata para desembarque de
ateriaes : a araiar na roa Nova, loja da vapar
*"*" m~--------------------------------
Mello & C, ne estabelecimetiio de fazendas
i rua do Djque de Casias, (outr'ora do
Qoeimado) r. 55, achande se o mesmo Sr.
Paes de Melle pago do qe na mesma so-
ciedade Ibe oderia pertencer e passaodo
ao annonctente todo o activo ja mesma.
Precisa-se de urna ama : no pateo do
Torco n. SI, para casa de pouca fa-
AMA
milia.
COMPRAS.
COMPRA-S
fresos vasios da tintara ja ponera, e pagase a 99
rs cada am : rua Duque de Caxias n. 30,
Mrquez de Ollnda n. 51.
Joio Jos de Carvalbo Moraes fu pu-
blico qae desde 16 de junuo prximo pat
sado acba-se dissolvida a sociotwde em com-
mandita que liaba com o Sr. Jos Brrelo A f t A IJTnTF ATrTM?
de Mello, sob a firma de Paes ^tbAUiO Vi(jlLAiull
LOJA
ao
VJJDAS.
ATTENCAO
Vndese por barato preri ama propriedade a
margem da camoda dos Remedios, fazendo-ae
toda vantagem ao comprador, reevaendo-se parte
em dinbeiro e parte em letras ou objeetos de
prompta venda ; cuja propriedade contm ama
craode olma de pedra e cal que lastra I6,CHh)
lijlos de alvenaria grossa e forno <]ue comporta
i-5.080, con mais am forno e lastro para fazer- se
telhas, Jadfilho?, canos e louca, c|)m excellenie
barro para qnalquer obra, eom do.tis excellenta|-
vivriros de peixe com casa de vvenla para
grande familia : aspeesoas que pretenderen di-
rijam-su dita propriedade a entenderse eom ai
capitao Dplflm Lios Cavalcante Pensoa.
WLmm al Crespa n. V
Os proprietarioe este bem onhecido estabele-
cimento, alem *m amitos objeclos que tmlrim ex-
Boatos a aprectaaio do resjwittvel publico, man-
darana vir e acabaa de raoeber pelo ultnao vapor
da Joropa, ora ampielo e variado sortimento de
Abas -e mol delicadas espedahdades, as quaes ea-
oTesolvidos a vender, cont de sen cosame,
porprecos arao baratinbos cororaodos para4o
dos, eom Unto ae o gallo.^-
Haito superiores lavas de pelica, praUs. broa-
5 e de mai Iradas eores.
luilo boas e bonitas geUinhas e paaaos para
eentora, nestt genero o qae ha de mais moderno.
Superiores-jantes de tartaruga para coques.
Lindos riqnissimos enfeites para cabera das
'Exmas.Sras.
'Superiores raneas acetas e de cores com vidri-
Ptaos e sea etles ; esta faaeoda o qae p Je haver
ae melhar ais boaito.
Superksres e bonitos legues de madreperola,
Tiarfim, sndalo e oaso, aeodo aqaefles brancos,
-com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias o de Eseoseta para se-
nhoras, ae quaes sempre se vendern por 30flOO
a duzia, entretanto que as as vndenos por 20*1,
alera deetas, temos tambeai grande sortimento de
ootras qvahdades, entre as quaes algnmas muito
1 finas.
Boas ^engallas de superior canoa da India e
' castSo de martim eom liadas e encantadoras figu-
ras do esroo, nesta genero o qae de melbor
s pode desojar ;alm destas temos Umbem gran-
di qaaaMtdade de ootras qualidades, como sejam,
madeira, baleia, osso, borra>-.ba1 etc. ele.
Fiaos, bonitos e airosos chicotiohos de eadeia e
ds outras qnulidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
pira segurar as meias. .
iBoas meias de seda para senbora e para meni-
nas de 1 a t! annos de dada.
Na vainas catn de martina e tartaruga para fazer
earba ; sao mito boa, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bera assegnra'aos ana qualidade e delicadeza.
]>iar da Boa-Vista
PE
tal* foiiBMafies
rio deste bem c mherido es-
tabbifjciiwolotootinrja sempre segodp oa
aDsiga form e primeiro barateiro da Boa-
Vista e para melhor prova adm-rem os
recos aegojniet :
uitas escuras e claras cores fixas
0 covado Ir 200 rs. a. .
Cambraiaa de cores 240, 280 rs. e
Law para vestido 280, 320 rs. e
Creps escoeezas fazenda nova a..
Alpaca lavrada* d'iira s cor. .
Cambraia branca transparente pe-
,35C0e.....
dita victoria aioOOOe. .
mente com 10 palmos de lar-
gara, varas, a 20000 e. .
MadapolSo saperior pecas 50000 e
Algodaoa 4*000 e.....
Brim pardo trancado pecbincba
covadoa.......
Dito dito.liso muito fino a. .
'" r>otrtt moras mais (azendas qae vende-
r por pregos barattssimos como sejam :
pannos prelos, ditos azues, casemiras pretas
e de cr, naerins, bros braocos e de co-
res, seda para colletes, camisas inglezas para
bomens, meias, chapeos de sol etc.
OTicma d'alfaiate
Os dignos regaezes enconlraro am gran-
de sortimeato de roopas feitas desde o
mais inehqr t ao mais superior qae se
ache nO mercado, assira como se manda fa-
zer4oda e qualquer obra d'encommenda
feitas a capricho, pois para este mister se
ada munido d'ura perito mesire. Garante
efzererastjnenor 20% de que cm outra
qtialqaer paiie pelo o motivo de o freguez
s pagar o qae compra e nao o aspecto do
estabelecimento.
49Rasa da Imperatrlz4S
JUNTO A PADARIA FRANCEZA
400
320
400
610
7
80000
80000
20500
60000
50000
320
320
Cebollas novas.
era rotea*, s.n porcao e a retalho, soais barato do
que em outra qualquer
AfToD'i a. 1. antiea raa
larte : aa raa do Pedro
a Praia.
Vende-se
ama eAtf terrea em Olinda, largo do Vara-Joan :
a tratar na praca la Santa Cruz dos Milagres, ta-
berna o. &
Rua do Imperador
n. 37.
^Jnieo lepo*lo daaaitfga e acre-
ditadii fabrica do Barbalho
do Cabo.
Neste bem sonido armazem existe nm grrnde
sormento de lou^a (raaeeaa, mtiito til para ca-
sa de familia, como sejt algaidares papeiros
e oanellas, tudo grande e pequeos, e bu-
It.-s para manieuja; tudo de barro vidrado frail-
ee!. Assiro orno nm completo sortimento de lou-
';* do Bar balito, como seja : jarroiros paia 4 e ">
canecas de agua, potes de ora a dons canecos,
mariogaes, resfriadeiras, quarb'nhas do Barbalho
e da Babia, vazos vidrados e por vidrar para jar-
dim, aeo-* grandes e de meio para flores, dito*
ditos pegenos para tirar plantas, canos vidrados
e por vidrar de 2, 3, 4, 6, 10 e It polegadas,
fftitoa )j machina e que a^ui nae faa na provin-
cia a eToepeo dos fiados de (Ora ; todo meibor
pela qualidade do barro e mais barato do que em
outra qual |u-.r parte. Em porcao se faz abati
memore 10 15 por iento ; na rua de Impe-
rador o. 37.
urna morada do casa terrea de p;dra a cal feita a
moderrsa, em bom stado, cora duas portas e qua-
tro janellas de fronte, qaairo salas, aove quartos,
con.iha fra, em seguida teUieiro para dormida
de escravos, dius oacimbas de agua de boa quali-
dade, luinui grande todo morado e cara arvore-
dos, portSo de -"ahida pelos fondos, com frente
para se ediUcjr duas abobas e que deitam a
sahid par a errada |ue vai aos Remedios, en-
do a frente destegranJ predio no largo da Par,
p>,voa$io dos Afogados.lado da sombra, por pre-
so uommodo : quem prttender dirija te i raa da<
Cinco Pontas n. Okell Qnilies 4 '1 veodem to de vclla, o
raelhor que tem viodo ao mercado : na rua 3o
Bom Jess n. H, amiga roa da Cmz.
Vende-se o engeoto 'jicimbas con meia
egua de trra, na rryaezia de Saulo Anio ; os
preieodentes aodam tirigir-se ao omino engento.
indas e-bellas, capailas pata uolva.
Superiores guias para machina e para cror^">l
L4oha aanite boa de peso, -frouxa, para enw er
labyrintao.
. Boas baralbos de cartas para volurete, assim
como os tent para o mesmo lia.
Grande e variada sortimento das melhores per-
fumaras, des melhores e mais conbecidos fa-
bricantes.
COLARES DE ROYR.
Elctricos magnticos contra as convnlses, e
fffciilara a dentieao das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, aflm de que nunca faltem no mercado
como j tem acontecido, assim como pois, podero
aquelles que delles precisarem, vir ao deposito do
gallo vigilante, aonde sempre enconlraro de-ie.
verdadeiros ci llares, e os quaes attendendo-se ao
m para que sao applicados, se vtodero com nm
mui diminuto luero.
, Rogamos, pois, avista dos objeetos qne deixa-
mos declarados, aos nossos regaezes e amigos a
virem comprar por precos muito razoaveis a loja
do gallo vigilante, rua do Crespo n 7. .
NGVIDM.
Acaba de ebegar o verdadeiro vinho verde de
ova pura em calas de 12 garrafas e o acreditado
vinho especialissimo pasto em decimos de pipa ;
j vendedor nico recebedor destes vinhos acha-se
aulorisado a garantir a especialidade dus mesmos;
rna do Vigano n. 14, andar, escriplorio de
Jos Lopes Davim ; bnde sempre se encontrar
am deposito ae vinbo do Pono ( o melhor qae
tem vindo a este mercado) em-vigessimos da pipa
e em caixas de 13 garrafas, qne se vende por me-
nos preco do que em qaalouer nutra arte
Anda urna vez
O Campos da raa do Imperador n. 38, avisa
aos seus numerosos regaezes e amigos que ebe-
gu de sua encommenda o lao desejado rap
amarellinho de Estevao Gasse, assim como api
nliio do Rio Grande, qae lio grande aprecj tea
dado os que sabem de sua utiliJale alimenticia.
Alm disso;
O Campos tem insumemente em seu arma-
em na completo sortimento de vveres, todos d
primeara qaaltdade e como se tornara enfadonhc
am annuncio qne os descrevesse, limita-se a men
donar os seguales :
Carne secca (de carnelro) a 240 rs. a libra
tiOOO a arroba.
Lingoas escaladas.
Ditas em Balmoara.
Ditas alambradas toda as qaartas e sabbaios,
Ameodoas descascadas e sem casca.
Semeotes de hortalica.
Charutos famaveis a USOO meia eaixa.
Ditos superiores em gro-so a a retalho.
Tinta purpurina a l|000 re. a garrafa.
Canardes seseos.
Rafe Pauto Cordeiro, viajado.
Male em folha e em p.
Tabellas de redaccao para o system mettict
Pescadas escalada. ,.
RIVAL SEM SEGUNDO
RUA DUQUE DE CAXIAS N. 91.
Jos rJigodinho, com loja de mu ezs,
avisa a todos os os seus regaezes qao est
torrando todo pelo preco, a vista da fazeo-
da, 6 para lodos admirar, a saber:
Pec^s de fitas bordadas muito fin?3
Thesopras grandes e pequeas o
mais Gao qae La a 10000 e
Caixas com 20 qoadernos de papel
liso, amisade a rs.
Pecas de tranca de 13a e algodo as
mais modernas a
Frascos*com agna de colonia muita
una a 400 e
Frascos com agua de colonia ver-
* dadeira a 800 rs. o
Chapeos brancos para baplisados o
melbor qae ha a 30000 e
Duzias de botos cobertos de seda
para vestidos por todo o preco
-para acabar.
Libra de arda preta a
Grosas de botSes de louca branca a
Caixas com 100 envelopes fazenda
fina a 500, 6C0 e
spelhos de moldura dourada a
800 e
Pentes pretos volteados para me-
ninas a
Tm'eiros com tinta preta a 80 e
Pecas de fita elstica muito fina a
Latas com superior banba 60,100 e
Latas grandes com superior banha a
Frascos com oleo de Pbiiocome a
300 e
Frasees com macass ': Peruta a
Frascos fom agua de Colonia verda-
deira a
Ditos com oleo de ba )osa sudei ior a
Carrites de retroz preto com 2
oitavas a
Caixas cora agolbasfranctzs a ICO
160
Pecaa de tiras bor.iadas a W\ 600
800 e
Ganafas com a verdadeirg agua
florida a
Cirtilbas da Doctrina Cbrfsfia as
mais modernas a
Livro das missSe abreviadas a
iopi.s grandes com su^ie itir banLa
Macos d palillos para dentes o
melbor que ba a
Pacotes com 3 saconetes inglezes
fazenda fina a
Escovasmoito finas para linpar os
dentes a
10500
10500
500
160
500
10500
5 160
120
800
16000
240
10C
200
2(0
320
800
24u
10000
320
600
240
|IOt>
10300
40(
10500
10500
160
600
Kival sem regundo
Rua Dnqiie le caitas a. 91
Jos* de Atevedo Maia Sirfi, em ana lo-
j ade miodezas continua a vender todo
por baratos precia qja* s todos admira;
Lib'a de 13a para bordar a melbor
que ba. (0000
Caixas com superiores grampos fraaX
ceses a aj
Dozias de faca^Htrfos de am e
dous botoes a
Talberes pare meninos a 240 e
Libras delnbade novello, a naelbor
possivel.
Duzia de lencos de cas aun barra.
Caixas de liebas com 20 tiovellos a
Vara di franja branca pal toalbas
Donas de me as croas moito boas a
Dozias de meias finas para senho-
ras a
Dazias de facas e garios ornadas a
Duzia de palitos seguranza a 120,
240, 320 e
Na albas muito finas, pan fazer a
barba a
Caixas com peonas de ac com to-
qoea
Caixas dm peonas de Perry faseo-
da fina a
Ditas de dita dito verdaMirai a
Caixas com 20 cadernos papel ami-
zade a
Pecas de fltai para ct com 10
varas a
Pecas de tranca lisa de oda*
cores a
Duzias de liuba frouxa pac| bordar
a 400 e
Pares de sapatos de mor* a
Dazias de baralbos muito finos a
20400 e
Ditas de ago>bas para machina
Libra de pregos france es a
Resmas de papel almaco ^operitr a
Ditas de dito pautado o melbor a
Caixas com aboneles fructi a 720e
Carrteis de iioba A exmdre a
Gravatas de cores muito fioas a
Dius pretas pontas bordadas a
Grosas de botoes de nwdrvperola
para camisa a
Novello? dolinha branca, 400 jardas
Duzia de carices de linba branca e
preta e de cores a
Tbesouras muito tu as para ur,bas
e costura a
Caixas'redondas pars botar rap a
Caixas com pos para limrar dentes
fazenda fina a"
aiO
40000
400
10500
0OOO
500
160
30500
40000
30000
500
10000
320
800
10200
70t
500
40
500
41800
20800
20000
240
3600
40000
10000
100
500
00
50C
120
500
10200
200
j Madapolao a 2jJ
9 a peca : na rua do Crespo o. 2o.

Admiravel.
No Museu Elegante vende-se pecas da bico Imi-
tando crochet a 800, 1*000 e i 500 rs. cora 12
jardas, e a grande peehineha de agulLas fracezas
a 1*200 rs. a caixa com 10 eiixjnhas, na raa E-
treita do Rosaiion 1.
Venderse um cabriole! an.oricano, novo e
elegante, com 4 rodas e arreioi para I e 2 cava!-
los; e bem as-im um excelente cavallo para o
mesmo ; na cocheira de Thomar L'ns : ru de
Santo Amaro, esquina de 3. Principo.
B ^(|uinAS de croxet M
lindos padrSfS a 3|000 : na rua do Cres- &'
po n 23.
0
0
$
L
Contra a tosse
PASTiLHAS PE.TOaAES.
de
Gomma simples cryiUlisaJa.
Dita de angici
iNff d'Arabia.
Seve de pinbo martimo de Lagasse.
E outras muita que muito so recomeildam pt>-
las saas ex:-lenles qualidades.
Vende na
PHARMACIA E DROGARA
DE
Bartbolomeu & C.
34-RA LARGA DO HOSAR1A-34
240
O abiixj a rnai .1 '1c;i coovier, qua oioguem contrate iJom
Maxlrrhna 5hra de Jesas, moradora no po7}jido
de Gamfllein, a compra da soa^ ca?: mas no
mesmo povoado, 'por quanlo semelbaotos gasas
ostia bypi'uecadas tanta a.legaltmnle ao liga-
mento da ijnanii* dd -Jf8!?r5l, dmb?!r) qus oi
fornecido para etffcaeij das masmaa. E para
que niuguein se c^ame a ignorancia faa-fe o pre-
sente, peio qual aesde ja protesta haver as mes-
mas casas -Jo poder de quom ellas sa asham ob,
e snb-ropstdamtnti., e psra em todo lempo coas-
lar (az o progenie. Recite i9de jumo de 1Q7i.
Manoel Jo Lnit Ribelro.
Xarope sedativo
Sobf e Lisboa, e Porro
Saca Joaqun) Rodr'>ftS Tavarea de Mello ; no
escrlptorlo no larto do C^tw Saots o. 17, u;i-
Metro andar. _____________
wem annoncioo prewaar de 909# aobre
b. 91, sobrado. ^
" DE
08c:- de iarQiijas mpriras
Br.OMURSTODEPOTASSHJv!
OH
Este ov ijrepmdo" aprovado .ela :,
imperial de mtiiiiciaa, rnuito se recommanda pel.i
sua at.fij $;dativc c Mtmantf, sobre o ?yj'tem
nervoso, o bf>BrHo de potaasium, nao dixa. de
dar os mais cor;os SMU&tus as diversas a
Soes do jrg e ..riovjimenUi ns molestias
o coranio, das vi iie:i-ai da rcspira^l", das
vas geaito-'jrir.ris, ni jspilpi,'eaitarta
nervosas da pTnh:7, na i'oDnii dpf .-srUnca?
florante o perico o it dentieao etc. f.
Yeode-S aa ibroiaciae drogar -
CflO AHERIGMO
Ch^goa o n,. i, com lindas gravuras. Assian-'
tara pwenWre
Rs. fl*ooa
Llvraria fraaaeeza
Joaqun) Jos Goncalves Beltro tem para
vender no seu escriplorio rua do Cjmmercio n.
5, os gneros abaixo notados, qae veade mais bit-
rato do qae em outra qnalquer parte :
Azeitooas em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Cate muido em massos de 1 libra.
Chapeos do Cbile de boa qualidade.
Cognac marca martel Irres.
Enxadas.
' Farichade mandioca de Santa Catbarica, -ar-
cos de 3 e 2 alqaeires.
Dita da Babia em saceos brancos.
Diu de dita em barrica?, prop ias para ;?.sas
particulares.
Fio de algodao Ja Babia era novellcs.
Fduces.
Maxados. ,
Nozes.
Obras de palbetas.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
PaUto* para denos.
Pregos sonidos.
Pauoo de algodo da fabrica de Todos o< ftraios
de Pedroso na Babia.
Rolba.
Rap popular da iiahia.
Botim .'m fardo i.
Retros dos melhores fabricantes Jo Porto*
Tapio;a do Maranhio.
Tabaco simoni9 da Bahi?. '
Verniz copal.
Vinho do Paru agarrafado, caia de 12 gar-
rafas.
Do de dito em barris, p'oprio para ongarrafar.
Dito moscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeaux em caixas de ama duzia.
Dito do caj cea caixas de ama duzia.
Para acabar
Telhas de ferro.
Vndese w'ha* ia fcrro glvanisado de 6, 8,
II, 14 e 17 ,u 'u'9 de compid, com prsgos tam-
ben) galvar,;- ,!oi, aar mwo* *:0 rs. do qae em
primeira trio, oorso* cio : ni rna 1 de Marc'"* n; "_____. -
Vn-Je .'tu.-.- c.vallos .,4',05 C"1 andares e
basianle gordo, vende-se barato tratar na raa
Mrquez d- 0: aJi. amiga rua da ^dela, n SO A
IN'ao na mis cholera Jim
IVbie ajaiiarella
Em casa J I. O. C. Deyle -ha um sortimento d
filtradores pelo mdhor systema, poi9 qaem osar
a agua pascada por elles flear livre de to terri-
veis molestias. Tambem recateo o bem conheei-
do e desejado vinho sheny, e est tudo venda em
seu aam zem rua to C" *n mmmsmmnmmmm
J (jrosdeiiale braneo
a I JI o covado: na rua do C espo n. 25.
Vende-se
a casa lerrea d. 13 rua dos Guararapes; a easa
mei-agur n. 27 na mesma rua e defronte da esta-
dio dos I.ondes : tudo a tratar na rua do Mar-
|uei de Olmda o. 40.
- Jttlft
Ohaks de reuda pretos 81
3k a 2 na rua do "respo n. 25. tk
m mmwmwmm mmwmm
VNDESE

AVISO
0 Verdadeiro portland:
roa da Madre de Deus d.
Jo3o Martifis de B:rro,s.
venJ) oa
, araui-ai d^
Jajao da rua Direita o. 10 veada-sa as-
stifar refinado, sendo de')*. 2*, 3* o 4" aorle pelos
pre; >i #e W760, 5*120, 4*480 e 4*160 a arroba,
MoJii Loas-luaildades, o qae os prj'.eiden'.es
, .i humu w UM> oudinHuw, o qae os pri.e aeH'.es
iBdsio Jij'ioar; vende-se por esle pre^s por-
a^^er.isj.oa ro>ri8!ario* da mesma wanajo
Cal m
34~nUA LtR9* D0R03ARIO-34 '-'Hmesml.
oJmamatile 'bugad^a proco baraio ; vofio-aa
rua Ga Apollo a. SO, arauzea),^t^t
dricosa dt C.
** '
narval (arittra
ama taberna
Rfl Concordia) be
na rua
fyfarajlm'de estabeiecer;;p outro Bfgocio.
' Vender urna das melbures tabernas as
reas, tugar, do B^rro : as Cinco Ponas n. 166
se dir quem venfo _____
~- VerffW^se orna mceuda de fetro juo serve
>ataafl|)oJ>l'gjralgoJ5) : tratar oo ac lar terreo
mW*flaT; > fia rm I nperial.__________
-tatd^oaB'-riaa'no de Aniooio Luiz d OHveira
13 .Jo Bom Je^os n. W, I* an-
s j ra d algo
As eas-is terreas forcir.tf, no bcco das Barrei-
ras n. 16 o lt\ Boa-vista.
As cd
Qaarteis n. 33, di>a na iravessa dos Patos n. 13.
As cas t rreas u js Arrombados em Santa Tbt-
rea n. I.'j e lo.
A tratar i-a toa Ja Croz de Reeife, armazem o.
Vende-se birato, um piano, d9 um dos mais
afamados fabricantes : tratar rna do Com-
tnercio n. 39.
Preto bom e barato
Vende e ut cavallo prelo sellado e en-
l'reiado : a trata.* La rua da .tofo' coxeira
00. !
. bu*r Victoria, na roa da Eiaraa da Victo-
na (amiga rna No -a) n. J, veuie chapeos oo
soda preta e de cores para senho-a a 124 cada
um. dito* de v -ludo vreto e de cor rieoa eofei-
es para cabrea, cap tila? brancas* >ara noivas e
invas da peliea, tndo por precos commodos.
K-uds e.bioos
Cheaou giamle soetitoea'o do i
eriptcrlo da rua do V-jano n. 2*
ViBd/.'-so urna tfitava .'om
----------'meiagna da .rua Agui5-Vcre8|Biigomniar, lavar eooiinw : na
A tratar na raa Nova n 69. j Ventora n. 12. n
l
el


iWnattted*** 4t%*rtu *t^iMi,lXd8v l^Hcffi.
Joaqaim.3
Se%*n *tft
atteacia, recoaa>ei
W# do ore
yara casa da.o,
H
emitir a Jfo-ra fsperanca ? f
; A*ttti.3S8XO.
Seta ty tya. rajieriorijadt) ec >s, acaba de roceber
Spos snljflrTiarro querospeitosamente convida
'teHo^o a vizita-la, adra de compraren aquil
a#le ar3drem ;n preparos da vestidas fol-
ete ou UwnW >, mesmo qnalquer objocto para
fuer alfum prcBle...[pofs que s) na Nova Espe-
raba ficarao sailfei eiraxoiv,* mlMso porque a Nova Esperan-
jefaaa-i-s em nao se impacientar enr dar a es-
cator s Mae*)-, presiaado-se cora o agrado
cmb qce colu a receber a todo?, afltn de que
jaifcam cora o firme, -proposito de voltaretn ou
anadare* a rneuma laja, logo qae preciaem de
-aaljaer artigo perpiquono que saja.
WJt>S DE PSLUCA.
aac/jou as (Jo Jjsboa a Nova E*poranc,a para
aomeai, santora 8 meninos, sendo brancas e de
KOVlu-AE.
ico de quipure-preto eom branco, a N>v* Es-
peraca^ so quem tem t I
Calas para jotas,
a Nova Esperanca recebeu boas caftas de sad-
Saio para gtart* joias.
Fitas largas para cintos.
ceben as de-omitas qoaltdades a Nova Espe-
Para extinguir panos ou sardas.
A. Nora Esperanca tero loite de rosas brancas.
Para tingir cabellos.
Tem a. Nova Esperanca a verdadera tinta in-
Para refrescar a pallo e aformozia-la.
X Nova Ksparaaca na Duque de Caxias n. 63,
adci verdaJeira albina branca de Lais.
Perfumaras
Kt tr-Ah "r-, domis coahecido rabrieanm,
aat- fraw- : w no ngli l tas a- venda
i ;.:ii.u. de Casias n. 63, na Nova Espa-
le oca
g>; i .i.'ia, alee, nbeaeiev, agoas de co-
l-jaw, de l;ranja, florida do iavande, etc., etc.,
; : .. nie-M na Nova
Saoerarfe* a r Casias t. ra.
Agora &im !
a. Wn*a B'purase, a roa Duque do Gaxi3n-
63, i 1 ira para bor.
dar, viud la0, branca, pro-
s, fe-.-irlr-.l^ rli1. ete a '. i anio gira sa atabe I
L bras stali ms.
Van -s de Augusto
P. de Oiiwira & ... .i ra lo Iktmmercio n. 42.
fasendi, e lando coottouadp
das mismas, tom feiviftoMtpT p
de deposito apurar l^pgl.
as amostras, flearrdo pwibbr oa te
as pe-soas qne qeg^aoi ^ WHWn*)^,
pequeas porfoes pelos rweflfff (>M(rM q
Bonitas fazarte
PARA AS FESf AS
VE
E s. Mo

CnSGARAM PIRA
DO
w*

tS a rena con wos awatens, aleta de outros
in'i'.s daaeu :i"j t; regular, >. leguintes,que
; 9 i.:i lodiios ;-3 in OU-
;? aa^qtier psrte :
?<>
PORTTlKAfl de fi-rro para tercas.
SAUTBE luatef.
8STEIRAS Ja tedia para cama e forrar salas.
CANOS de barro franca? para esgoto.
5ESS0 superior eui por;5ea e a contento.
CEMENTO ;io loaas a ades.
MACHINA* di descaft^r algudao.
LON.'-S o brjnss d* i<-
OLE, .: rieanoa para forro do carros.
?Oi.-.: ieanoe moito 1ju e ncoaumcor,
VFNftO de i;urdaux.
GOtJNAC superior dj Gau'ier Freces.
.-. > ai i c. grandes a 35O0.
'>. florida legitima.
OaLAVC\S eelroaa.
CADE1HAS mci1em.
nHU.iI <1a J. ntaka
AZULEJOS de L< ba.
Americanas
Veaie-iu portas americanas al:..ofadadas mnito
ocra ff.tas e ll. baratas que mandando-se fazer
aqni anii era n; ie a madeira, no armaiem da
,-nla amaretts. un oito de sfmtaria de polieia.
Oemento Poitland
Km barrica? de 13 arrobas preco mais com-
asodo do que^ em ontra qoalquer parte, vende-se
aos armatins d > T.iso Irraao* & C____________
Oerveja em barril, de ^u-
ponor quilidide
Vende se em casa de S. P. Masa* & C., rni
da Senrala-nova n. 42.
NO AIOIAZEM
NUi HIAIHU
qo oilao da secetaria de polica roa
do Imperador,
VNDESE
O ver J vieiro cemento Portlan 1 e dito dito fran-
e, oais barato qne em qnalquer ontra parte.
Excellent-s vinhos verdes,
Vender na ra da Grus do Kecife, armazera
n':a*ro 11
Caixas de duzia de garrafas.
Vigsimos de pipa.
Djciraes e quintos.
Per tarati^iuvs pregos.
GRANDE
LialDACiO
Cobertores escures a 2^000
Grandes cobertores de la escaros c.m peque-
o defeito a ii : ca ra do Crespo o. 20, toja de
Gmihermo Carneiro da Guoba.
ALSACAPAS A l20e
Gbegaram as maii liadas alsarianas sea
d*o uiaa nova e ele^uie, )fa?fioxla de 13a \
cidj bnlbantes listan de 'seda e ba-tacb
larga, para veslilos^serfe- n'eaue gatero
o fjtte estertr>o tan vfi? de ntfls go3to
o irer-Hjo, e venan-sea iSb o covado
GWAXAD1XASJAPOEEZAS A'89f>ft8. O'GOVaDO-
tbtgou para a loja rio Favao nova
farenda com o nocie de graoadtBae Japone-
zas, sendo fltaa boni a fazunda boitos qnadros de seda, popripata ves-
tidos, tendodo todas as cores, e vendase
a 8^0 rs. o cofad. : '
ATI.ANTAS UVIUDAS A 800 It. .O COVADO
Obegou e la nova fazenda euai o notne
de a lauto, sendo urna delicada fa?enda de
la, p^ra w.lido.', qaetTtttd*n ..pelo bara-
to preco de 800 rs. o covado.
NOVAS l'OUPELINAS DB.SEDA,
Cbegou para a lija do Favio uoa grande
scKtini lo das mais liadas e modernas
pon;elin?.s de s padres e di maito phantasia, que vende-se
^or prec muito barato.
GAM^AlAS BRANCAS fcAVRADaS A.4J
Veade-s'e corlas para, vestidos de eaio-
briia branca !a-rada, senil1 fazen<'a lanito
tina, pilo barato preco de AS cada corte,
asakn como d grande sortiraeoto do ditas
lisas, lapadas e transpareotes. que vende-se
por meaos do que em outra qnalquer parle.
CAMISAS PARA INVERN
Chgou para a loja do Pavo um grande
sortimenlo de camisas eseurai encorpadas,
prova d'agua, sendo propias para a es*
tato do invern, e vende-se p^r presos
em coala.
TOALIIV3 ALCOCHOADAS PARA MESA A 33500
O Pavo vt.',:de toalbss brancas de fusta o
a'.cocboadas, propnas para mesas, sendo
Bastante grandes pelo barato preco de
3#500, dilas eoeorpadas muito grandes 7&
CHALES DE MERINO* A 20500
0 Pav.j veud chales de merino moito
grandes e encorpaios 29500. ditos
imico de chinezei 2^500, ditos pelos
do renda com 4 ponas 2i$000.
CHALES PRETOS RORDADOS
O Pavao vende os maiores e melbores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de retroz, e veorie
por menos do que em onlra qnalquer ferie.
CAMISAS PARA I10MENS
0 Pavo vende um giandesortimento das
me'ih.res camisas iogiezas e ftaacezas c>m
peites d-3 linbo para todos os precos e qua-
li ades, assim como ditas de ditos de
algedo para todos os presos e tamanbos,
tendo lambem para criancas, e no mesmo
estabeleciuieote tauubem se vende ceroulas
de ,linbo e algod:o, leuda para lodos os
pre;os, assim como metas cruas iugl-z-is
para borneas e meninos, que tudo se veade
por preco muito limitado.
CORTINADOS RORDADOS
O Pavo tem constantemente nm grande
sortimento dos melhores cortinados borda
dos para camas e jacellaF, qae vende-so de
8^000 at ao mais rico que costuma a vir
n'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, tanto lapadas como transpa
reates, propria* para o mesmo fin, colcbas
de crocbt t, damasco para cama* de noivas,
e cortloas, e rende-re no Bazar do Pavo.
LASINHAS BARATAS
O Pavo tem um grande sortimento das
mais bonitas lasinhas para vesti .os, tendo
de todos os precos cores e qualidades.
principando da 200 rs. para cima ; porm
tao grande a qnantidade que seria enfa-
donha espedicar qaaliade por qnaUdale,
b a vista do freguez o das amostras se ihe
vendero por precos to cmodos qne
engue n deixar de fazer um vestido de
la por to poaco dinbeiro.
ALPACAS DE CORDA A 640 R8,
belecimn
qs frMoeOTadl
A&wmto A r
,0 .Pavio >ymb.w}fik$i
> aaavao.aoa *}aaii!a4a,,teo>J jtth* aa
' f*; .Telo barato ^c*^Jrje0,',d^jfti-
in lari/i' _e Pl>'t>n*^ilft i RAOOt rltfo a m
Ihor que terafii^r^d|rcaa>>, maito ea.
eorpado e argo Qjga lencoes, pelo barat
la rKntr,.aViMrffltj
Venle-se por preco mdico um bom cabrio-
le! eom quatioaodas e om cavallo para o menino :
na cocheira de Tbcmaz Lies ra de Santo Ama-
ro, esq lina de S Fraociseo. _____
Viuhp de Collares
Venda-se o verdadeiro e superior vinho de Gol
lare, que mais atceitaco tem em Lisboa, em
decimos de pipa : na ra da Madre de Deas na-
mero 18.
Terrenos em Bebe-
ribe
Vndese em grn1es oa pequeas pnrcSes o
grande terreno que f i do Sr. Machado, sitio de-
nominado Jaqueira, distante da estacao do Fundo
iOO paMce, cum frente para a estrada do mesmo
naaae. eom muitas abofes de froctn (cajo terre-
no prof-rtf) e por ser t>rreno de barro presta-
se pa qua;q. e nraito se torna re-
eoflDmead"i
O presa i : i : ; i na ra N >ya
n. 43 no armaz^ai da N rn a, ou coui o Sr. Tris-
tao F. Torro U&cadu.- uc--.se lugar.
Vine
de p Uica
: na loja da Tur-
P?
pelo barato.pC4 de 4^5O0,.;4kas:.eii:a
mesaas jardas a 4000, ditas ',fiiasOMf t
$#&#, 65000. WWO-9969. epeSiincba
AJAD.\P0fO'FlUr!tfiZA lo^T
0 Pavo venca i^as oe fi-itsiaioo&iia-
poo rerdadeirmeate francez, im\9$
metros oo 20 va^as, pelo IJarliss(nj prco
de iOj?00O peca,sendo faaeoda que se-
pre,se. v*osei -i^OOO, o. iiquiia-s* por
nslo barato prtgo por estar Igama cmr
enchuvaHiad* na p*ia de frc.
ACGODA03JNHO ENFESTAL X i& I0
O Pavo veede vordatki-v a^dortinti.
americano, ten lo T palmos & larjfira>
ruuito encorpado, proprio pnra'lCDCOet
7^0.00 a vara,, dito da. msrjwaa gura sen-
do trancado e muito-6no">rpaaft ^cVifi.
BRAMANr3 PARA LEigOES A SiWJ SttaTje^
O Pavao Wfide o verdadeiro braarniied^
Robo tendo 10 palmos de largura, qne afe.
oas precisa para umln^-ol urna- vara erraa
qazrta, pelo barato' prego de 2540.) vara.
rM melhor de'2IH 0& 30000,- 'twadfj at
do meltior que venV.o mercado 3J50
e ibC, 1. aesioi cjuj cretones forjas para
leeco, sendo uuia eacarpad azeotta flrac-
ceza eom 4 palmo* de fargar 2O0 r^
o metro, o bramante d'algutao ooa a mes-
la largura t800
SAI AS BORDADAS-A 4#60O E 6^009
O PavSt) vende grajde pecioaba em;sa'as
brancas ri:aiente bordadas, tendo-cada boa
4 pannos, e vende pelo barafo pre.. ta.
L4 vfoden-se por 80 e 100000.
taradas tira saias a 10200. 102 e 1033
O Pa/Io vende superior fazeada berdida
tCon pregas prprras para saias/ 10200,
10280 e 105(0 a vira, se.;do preciso p
urna saia apocas 3 varas ou 3 t]2,
Aos 300 cortes de caraliraki. a.20Oa
O Pavo vende urna grande porco d
cortes de canbraia arganuys; unto.braaas
como de cores, sendo com listrinbas cores Ussjds o au estampadas, e liquida-
se pelo baiaio prego de 205OO, cada corte,
fazenda que vale muito m-is.
Ae&20ae corles de-ump ralas bordadas a 306OC
0 Pavo vende una g*ande quaRtidade
de corles de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenos mais
lindos e mais vistosos que teja viudo 30
mercado, tanto em (istias corridas como ada-
onaes, e cum muita razeada para aun ves
tido, e liquida-se pelo baratissimj pre?o de
55000, secdo fazenda de muito maior va-
lor, grande pecbmeha.
CAMBRAIAS
0 Pava veada grande quanttdade de pe-
gas de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, teado de 30 a pega al i mais
fina que vem ao mercado.
CHITA A 6* RS.
O Pavo vende chitas largas com bonitos
desenbos. e cores fixas, pelo barato prego
de 160, o covdo, grande pechincba.
LAASINAA 160 RS. a COVADO
O Pavao vende booitas lasinhas transpa
rentes pelo barato prejo de 160 ra o cora-
do, o pichincha na roa da Im:eratriz n. 60.
CURTES DE aSSA A 20500
O Pavo vende bonitos cortes de cassa
franceza viado cada um em seu papel, pelo
barato prego de 2o50 a corte, ditos muito
bodas 30000, peciacha.
CASSAS FRANEZAJ A 20O RS. O COVADO
O Pavo vende bonitas c.ssas de cores
para vestidos, pelo barato prego de"20O rs.
o covado ditas finissimas com os desenhes
mois modernos que'tem v.ndo ao mercado,
pelo barato prego d 500 rs.
CRETONES
O Pa*5o reod fluissimos cretoues escu-
ras matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato prego de 640 rs. o
covaJo, ditos de ti ros, propriwpir;co-
Chegaram ao-BW* Universal da ra Nova
o. 2!, um slftoeiUo d machinas para cos-
tara, das me^oV'es qualidades que existe qa
America,,W waq&naasi Ms^o bem c-
rrbecidas psjkntseos autores; como sejam :
Weller d- Wil*, Grover A' Boker Siten-
ciosas, Wed ;e qBerie e' outras imiilas.
W vista oeVer agradar aos com
flores.
Bsta machinas teema vantagem de fazer
o trlrfjfno qne 30co?tureira3 podem fazir
diariamente b co?em com tanta perfeigao
cotod-as mais perfeifss costureiras. Garn-
tese a. sna-bo qdadade e ensin-se a tra-
ba^har com perfeicSo em menos do orna'
fvra, o os pre;.is Sao to resumidos que de-;
*Vk-tH 'grailsr a't pretendfintes.
^ w ffltffi g m
iiia Du^ue
(Ajiiga b dftU
Nesta casa renle-se pof presos que a todos admira i'feaflretwe Utr tfdiides mu-
ss, arJm de teoder^seinoito, ondo na realidade asta'oWik Mft^ f pid-tepao
rptavel publico, em-gerat; renbam fisar este estabelecmen -(seto lell affm de
D* poderem avaliar os pwges porqu se vende aUPUAb-' qskitailr' tffeAda''; '^ftle
estabeiecimenlo apba de receber urna infinidade de artigos^ o qd ^'iMifl'ileecretor,
o qne s apenas pego i qae o *oorem visitando est esubekcme^a^ Pegas de algodosinbo a 30000 30500 v.\ '*a
Das de Ro marea 1 mo largo a ^jUlf^nc^ agrfm^Jfc-
i^lni^fiikiU^oefaiJna
h MhVlraSez muito ro aOjoJS Q^raas^ratts^ii^^^niidlido
40400.
Ditas da madapolo a 30, 30500,40000,
40500, 50 e 50500.
.Ditas de dito muito
Oka
tapada mciio
loas a
Ditas
40000.
Atoalbados. de ditersas qualidades a
10300, 10800 e 20QOa>.Jaetoo.....
Bramante com 9 palmos de largara, puro
linbo, peto mdico prego de 20000 o me-
tro.
Rrim branco- de lio Lo muito fino a l^GOO
a tara.
Popelinas de la covado 560 rs. e supe-
rior a 700 rs. -, .-.
Grande sortimento de brins diversos e
gangas propria para caiga oa palitot a 400
rs. o covado.
Brim da Rnssia, fazenda muito superior
a 500 rs. o covado.
Dito pardo trangado muilo bom, 1 corte
para calgf0OO e o covaio 300 rs.
cova
4 criaaeas par
Grande sortmento
Cortes de casemira a
cort,
vado.
o jm ooperveuoawo i
360,rs. t r*
Sm *> kaaaas fcMJ rMOMM
as-de gnarda/japos de Hnho a 20fifiO,
Imperatriz a
as
O Pavo vende as mais lindas alpacas da!061"13,8endo fazeQd nwi cordSo para vestidos e ronpas de criangas. r* o covado.
pelo barato'prego de 640 rs. o covado,
ditas finissimas com os mais lindos lavora* a
imitago de agratianas a 800 rs. o eovado,
bonitos glacs com delicadas cores a lus-
trosas como seia 10000 o covado, e ou-
tras muitas fazeudas de goslo e lase para
vestido, na roa da Imperatriz o. 6#.
POPELINAS _. .
O Parao recebeu as mais delicadas e
Ihores ponpelinis de seda para restidas,
com os mais modernos lovores, e ontaas '
Basquinas eu easaauinhoa 100 e 25
0 Pavo vende basquinas oa casaqainbos
da seda prttos ricamente enfeitados, felo
baratissimo prcg > de 200 e 250000, seb lo
muilo modeAPs, a,ssim como ditos-de cro-
chet rendas pretis ene se veodem mnito
em con*, rja^rtra da Impertrl n. 6o-
Chitas entraadas para caber tas a 360 ra. seavado
O Pavo venia chitas encangadas com
delicados desenhoa para caberlas on carti-
v, asa de cores fixts, sendo fazenda omito en-
zas com as cores mais novas qae tem rmla, ^ tSPiS^A1 Sm *0'
e vende-se 20000 cada covsAl nMjal PiVRJlLUl5 A 40500
como del cadas sedas de ualiabas, Ualo O PavO Vende os mais modernos e mf-
para vesti los deseo oras como deJMnJML *orea espartilhos, lendo de todos os ta-
q vende-se 20000 cada covado, atlJos, pala tarato prerjo de 40500
ROlPAS PARA HOMSM
0 Pavo tem constantetneale na
/rti ment de roapa, tanto de _
de bros brmeo e de corea," ds
mira*, para todos o^ pregas e qaa
e tamhem se manda fazer q
ohra cum tildo acato a pro
Njue se tem om perito
CASEMIRAS
O Pavo apode cm elegante sortimento
debea&as casetniras ingtazis, sendo to-
jas de Isa a muilo levesichas, tinto pro-
para Samaos como para exianfias. e
jar-s i ende o maisliafai
Cobertores da lia luUadaa a*undaf ope-
rlor a 50.
Cambraias moito largas,
401100 a vara.
Chales de merino de 20203
' ISnt1j> chal)lal:
nico ie.-i-jiasente autorisado e appiovado
I"!*censellio de sada.
CMCj deposito
em
PERNAMBCO
Pharmacia e drogara
de
BAT.THOLOMEU A C.J
34-.-Rua larga .do Rosario34.
Cobertas defustao da diversas cores fa-
zjd -superior a 5*000.
E' Liiiil, ;n) se cancom, em pregostjngU8.fi \odeicDiepetrotno
65 a' Sua Duque de Caxis
A FLOil
E' este o distintiyo de tina nova e liem ilutada
luja de joiag, sita a ra larga g
"llosai io n. 24 A,
Os proprielaries deste elegante estabeiecimenlo tendo em vi=ta os esforco." qaa
flieram para o collocarrm as coDdiegOtS de una grande clienlella, fillariam ao mais
\-j rigoroso principio se nao viessem as ccltumnas do jornsl scienlilicar ap respeitavel pu-
,y/;j blico, que no memo estabeiecimenlo enconiraro serapre o mais completo sorlimeato
-x:;_*r, de jolas, como sejam : brincos os mais medernus, para adernarem as delicadas ore-
Ihas J'i bello sexo, e qae se vendem a 8, 9 e I0 o par, ditas para meninas ai, 5 c 6,
s ditas do coral, obra de apurado go.-lo a 3 e 4, VuJ'.inbas de coral com^yuzes de o.uro
}*V a S$, broches modernos de 3 a 1!!|, ditos com pedra a em .oa aVida. caijiuj a a
:J[ 10. i, le" e 20#, rosetas lisas, pam btra trbalhada>-, de -'iud a J, ditfs com
*.5 podras de 4 a 151, cazoletas a 4, ditas com Inscripedcs a Bo(0,-sanis de diversos
?//$ gostos, e com bonita* pedras a 2, 3 e 4$, dita? do perolas, esmeraidss e rubim a 6,
ricas cruzes de esmeralda e rubim a i, li o lGj, ditas da ouro e coral com vistas pho-
w
Para
acews e fo^Hete<,.
PiVftA ASSUCAR
CERVEJA DSMABCV
^^Engarrafada es3ciaim<3Ute para o Brasil.
Cfharutos de 'Havanfc
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadelras irazem o nmeros estampados
na pegas e nao aas etiquetas.
Vendem-se
Era casa de
,c T. JEFFERfES l C.
46 Ra do Gummerc 46
BRINS DE ANGOLA
OS "LEGTIMOS
Trazen encada pe?a ou bi lte-
te eom o nonio
DOS
nicos importadores
T. JEFFEMES & C.
Grande
LIQUIDACAO.
Na ra do crespo n. 20.
Loja de CSnllherme.
Laas de cores raiudas a 80 rs e covado.
Bramante de linbo com 10 palmo de largura a
2*500 vara. *
Chitas entras e escaras a 160, OaVe 2i0 o co-
vado,
Bitas riseados prussianas 280 o covado.
Ditas ebinesas para coneria a 240 o covado.
Cambraias, orgaudys miedaa a 240- e 280 o co-
vad>. >
Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 820 o oovaJo.
Ditas bispo lisas finas a 3 a peca.
Ditas braacas com 10 varas, a 3*000 e 3*500
a peca. /
Dita Victoria, a 4* a peca.
Mussulina branca, a 400 rs.o covado.
Madapolio fraocez, a a* a pega.
Dito ingles de bom a espeaial, a 4*000, 5*, f*
e7* a peca.
Algodosisho a 3*, 3*500 e t* a pega.
Alpaca de cor com listas, fazenda superior a
360 rs. o covado.
Dita branca, com fljres miadas matisadas a
SOO rs. o covado.
Dita preta coo fljr bran;a, o 500 rs. o co-,
vaJo.
Ditas de cores padrSes miados e modernos a 360
rs. o corado.
Lenjjo* de cassa eom barra da cor, a 120 rs.
cada um.
Ditos de linbo embainhados 4* a duria.
Chila, fajeada bem conhecida pela ana lurtidao,
mais larga qae cblta para ronpa de escravos, a
100 rs. o covado.
Casemira preta superior, a 1*500 o earado
Cortes de casemira de cor, 3*500, 4* e 5*.
Cortas de meia eesamira, a 1*100.
Casineta preta e d cor, a 500 rs. o covaio.
Ganga amarella lisa e.de lista, a 360 rs, o co-
rado.
Algodo iargo merca T a 5* a pega:
D-9e amostra^ c >'m penhor.
lo de joias de apurado go^to que receben) por lodos os vapores da Europa ; como
sejam: brincos, bracelete?, aluetes, aderecos completos, cruzes, rzalas, aunis de
brlihantes, esmeralda?, perolas e rubn?. MedalbSes, volia-, iranclins, anneis com la-
tas e de diverg modelus, oculos e pencine; de ouro e prala dourada, rologias de oa-
ro e prala da afamados fabricantes, salvas de prata de diversos tamanbos, ricos pnlitei-
ros e faqueiros, colheres para cha e sopa, maracas pa. criangas, e urna innidade de
obj:ctos que seria enfaiiDho inciiciooar-sa.
Os proprietarios da Flor do Ouro garanten vender mais batato que em outra 8$
qoalquer p.irle, para que estar aoorlo o c=tjbelecimcn:o das ti horas' da macha as 8 da S3&
noule. i^5^

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Aproveitem a ocoaslo
Talneres anos de cabe preto pira o trfico de
eaia a 2*000'a duata; na ra do Duque de Ga-
ala, antiya do Queimado n. 111.___________
Vfltide-ae cojiaeifos
pequeous para mudar*
uem o qiiizer dirija-se ao sitio Cafando, na
Sao finalmente ebegadas a esta praca pela segunda vez as verdadairas pKeparaeeSs
do Dr. Radwat & C. de New-York. ,i ,,
Depots de alguns annos, em qae as falsificares de Hambnim eTrapo SeNw-
forktiveram entrada neste mercado, aproveitaodo-se do bem montcilA^conceito qae
estes remedios baviara alcancado por seas niaravilhosos effeitoa coosmiaao iotroduzir-
se, illudindo o poblico incauto, com urna redncuo de preco, nDlUicsla verdadeiro
mrito destas admiraves prepara?5es, imitando as verdadeiras; poTm desaja-aditan-
do-as com seos nuiles effeitos, lembrou-se o autor de fazer a declaracSo atoixo, e a
dar diplomas aos que ven lerem os seus legtimos preparados. i;
Prevma-se o respeitavel publico de que as verdadeiras preparncSes Jfc Dr. Ra-
oway s se vendem nos depsitos cima declarados e trazem om rollo igtal ao deste
annnncio.
Nos abaixo assignados, declaramos e certiOcamos, qne os Srs. Raymnndo (arios Lei-
te d Irm3o, da cidade do Rio de aoeiro, no imperio do Brasil, sao os,aossos agentes
geraes, pela venda de nossos remedios, tanto no dito imperio como no reinp da Portu-
gal. Noticiamos ao poblico, que nao se podem obter os remedios do Dr.,iAewAT<;.
(e que sao preparados no laboratorio, do mesmo doutor na cidade da.Ne'w-York nr
Estados-Unidos), sonaa das pesseas qne podem prodazir a presente sertiGeacao e affes
ta?io e qne a produzero, subscripta e assignada do Dr. Radwat C, a dos Srs. Rai-
mando Carlos Leite A IrmSo como ao pfi. Todos cada um dos remedies do Dr. Ra-
dwat de C. s3o acompanhados de cdulas seuielbanles as qne parecer, ao p desta cer-
lificacSo.
Examnese bem a assignatnra da firma do Dr. Radwat d>-. ao p da
sertifiGacao e oompare-se com o fae-mnk as cdulas com todos os (macea e
HmWATdt C.
VENDE-SE
Dais casas terreas, ama sita na ra da Gloria
eom tres quartos, eozioha fra, cacimba e quin-
tal eom sabida para a roa da Alegra : a en-
tra ama meiagna sita na ra da Alegra : qu>m
pretender dirija sa a roa da Cadeia do Recife,
loja de Vctor Grandin qae achara com qnom
tratar, oa na Ca:a Furte com o Sr. Maooel Do-
mingos Ribeiro,
Ao65
mente
vestido
RA DUQC* DE CaXIAS,
Este estaceleclmeoti aab* de receber diret la-
ura importante sertmento 4o cortea da
de,.c^Sbr,u *"Ba berdadii, o preco
anima, a 7*060. ^
OLB* PUftO DS 0 rjfiAOIiaf
TERUA H8%
-- Veade-se a tabern
a tratar na mesma.
do pateo do Terrjo n. 68:1
rsiar am iiinsnra.
PRIMEIRO JVSO S
n IMFA9CI%
Oa exerciclos deVaitura e Iic5es damerai naai
nso d ,a< do c n-lheire Dean.
av-traloe\ Cernelio F. Franca flSoT
Bs. 1*000."
lJvrarlalraneen
.


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DStb A tff|Aiufchc iiolQjMlii)(e .*n*fSb k *
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84 ra u mama, % u

DE
o ^redo a- LOPES. d a.
Os proprilaris deste povo estabeiecimento. certos de que o meio de adqoartr
numerosa freguezia vender barato, servir bera e haver sinceridadade nos tratos, u3b
nos afastamos desiexaminbo para bem corresponder ao favor--que nossos nameroa-os
freguezes dos tm dispensado.
Cmo anda temos algomas fazeodas das priraeiras compras, resolvemos fazer
redrJefo em al gomas aellas, para o qae chamamos a atteccao do respeitavel publico :
SETINS^E GROSDE.NAPLES DE CORBS. i Capellas moilo liadas para noivas, pelo
_._ .., barao preco de 3 e 3/5500 rs.
TiiMp^t6dos|rtMqaalidadw.j Foupel Qag de cores e brancl8 aoito
WStlvnple preW- 'liadas.
etJebWllt owo- sortimento e vendemos
por m9nos dp qoe ontro qoalquen
Mito S aboya.
Alad* temos om reso desta linda f a ren-
da e pawa acatar vendnaos por fOO rs.
Cries a enerva
A-inda tem<>s alguos destes lindos cortes
dota listrao de seda, wm l9*erjdos, par.
acabar tWMtoitJos por aYfftU
Cortinados.
Recebemos novo iorfimento e vendemos
por 80. OJ, 124,-I6J, 18( e 2z#, cada
par.
Cambra pata wrt nades a I O a peca
com 2d taras.
Dita Victoria de l at 85000 a peca de
8 varas e meia.
Dita suissa transparente muito fina.
01GA.NDYS RUANCO
Temos recetado novos organdy.* de
IllOO lt., toe de 64 e 84008, este uti-
ano ten ateas assetioadas.
Espartilbos
Recebantes Botasartimeotode esparfdes
ingleses mamo graodes, .s5o de linho.
Vestuarios para baptisades, Cordados
moito lindos a HOOOO, barato.
Camisas francesas, mglexas e aatssas -de
4 at 4|960 rs., ditas bordadas omito 6aas
rlc 8| au 104008.
WCEJANft.
E* orna fazenda branca maito linda fina
par vestidos de sermoras, ten a peca 30
lardas e cesta 484 e 22900.
Parmo ammaOkdo largo e bom. peca d
20 varas a 1(4.
TAPETES.
ftecebemos .oovO sdrtiaiento e vendemos
moito barato.
Temos granie sortimento de satas bor-
dadas e vendemos moito barato.
CORTES OE lk i SIMIRAMES.
' urna linda fazenda com os enfeitei
Camisas de raeia. a 94000 a dozia, pe-
cbincln.
Cambraias de cores.
Temos o melhor e mais lindo sortimento
de cambraia de cores a 500 e 5<0 rs. o
metro.
MEIAS.
Recebemos meias muito finas tanto para
senhoras como para homens, mciiiaos e
meninas.
Chapeos de sol.
Recebemos chapeos de sol com cabo de
rhrflm que vendemos por 134 184900, di-
tos de cabos de canea 94, 114 e 144000.
Corres de cambraia de cor mato lindos
e com trabados com sea competente figuf i-
oo, tm 18 covados por 84000.
RASQUIAS.
Recebemos basquinas de seda ricamente
enfeitadas qoe vendemos por fjaratrssmp
preco.
Vestuarios para meninos.
Recebemos vesiuarios de fusto muito
bem enfeitados oae vendemos por 4#500 e
54, fil franco "bordado moito fino, dito
com salpicos dito preto com salpicos e liso.
Cambraia abert a mife?5o de eroch do
cores e branca,
RRINS.
Reoebemos o superior brim -de Angola,
,dito pardo para todos os precos, gaoga fran-
ceza a 500 rs. o covado, superior. (
Pannos, finos.
Temos poanos prets fltios de 34500 at
64580 rs.
Recebemes casemiws de coses para 3
al 34500 es. o covado.
CHITAS-
O Cysne tem o mais lindo sortimente-de
cWtas para iodos os precos -e qoalidades.
Bareges cot listras de setm cora bados
padroes e moilo modernos.
Crotones claros edm lindos padrees e
.
UYDMLEOIJTH0TBIPTIC0
ESSENCIALSIENTE EFFJC4Z E lFAtliVBl, EM DESTRUIR, AS AREIAS E
EVITAR A SUA FORMACO
Ciliados pelas indicios de moitos abalisados tlnmicos, e medico* Uisiinctos, que
se deram ao estado e averi^unco das causas" que prndnzem os p.decimenlos de rhen-
matismo, yoffe, arria* meios proprios para cural-os, cbframos a Obttr um riinadio, que nunca des*iisse a sua
actividade o;>ittra os ditos padeetmeotos.
N3o nicamento baseado eoi tbeorias que tanto avancamos, mas tim nos satis
factorios resultados oMidos da soeoppbcacie, na* inoHMa fizemos ; e deste modo, seguros de tts Kinebciosefftfrtoa, afotameo.te o recommenda.
mos as picoas q e soffram algwsas des molestias actma ditas,ou decimeTiitos do [farelho urmerio,. ta como o diatelico, gjGO'jatico alb.'.raMwrkO'
etc.
^
correspondentes, guarnecida a saia com osres ftxas pelo baretissimo f rco 446 rs.
urna trama de seda na barra, vndese o covado.
por 4*04000. Lavas ifrescas de pellica .para homens e
Cortes de cambraia branca aberta, bor- eenhoras do acreditado fabri<)ante Joovia.
dadas moilo lindos. venem-se por menos Fazendas para hito vendemos por monos
do que em otra paarte. qte em entra qnakjuer parte.
EsoaFado seria observarle se ne pode deaignar ora numere determinado de toses
de ohi medicamento para cwer lodos os indWidaos qoe padeaa 4 mesma molestia 'r
pois qoe a cura est dependente de.dU'ersas ciroomstaBCia, ioaereaies disposlco na*. J
toral oo compleicao, de cada um dolas ; mas -cerntodo. oeMo qoe o hgiUrcli hlho-1,
irijriic*) anti-iteuunitim tftftoto prodez sempre a cura desejada, q*jndo se persista em* i
toma lo o lempo preois* fra btela; devena ler-se em mta qee.foemo' noats inveta
rdo est o mal mais se'deve iosiatir na appticafSo do rentedw.
'Podemos tambera afiiangar qoe, a>or buj continuado que iv o so des remet
dio no easa desarninjo-aifum-aM vis *jge*aa mis-mWs. fsjq prepriedadeeminea
tmente teetca, que laadee pvsse, foi tilica-e estomago, traa mais faoeis as d-igesiies
a, nao p/u^s vezes, tem feito deeappaKcer diarrhe, qve erem entretidas pela debiti
dade geral do appirelbo digestivo,
MODO 9E USAR.
Tomam-fe de kyrtfteo tythtrtptiai, ros primeiroe qnatru oo cinse dias, duas co-
lberes de sopa, ort agua assocarada, leKe,-olw ou caf om leite, e rausmo sem ansio
ra algoma, na mxifiiodo almoee, e cutres ao priocqsiar
A' rna da Imperatrlz n.
Os.-,propriet: o daloja do Papagaio scieaificam so respeit* brira dem
provincia, que .espero, u nuito breve receber um novo snrtimer.to do fasaajlit moder-
nas, a de boa, ge--to, u por cousegci.te pem em liqqidach aa abaiw'a^cmcadas t
Re|U!tnii de chita, de cassas e I3as.
CtiUs do (ores e rosas de 100, 200 o 240 rs.
L5:jzi.lias tapadas e transparentes.
Alpaojs lisas o lavradas, de muitas e dilorentes qualidaaas e precui.
Cassas do c-ifis ild 2i0 a30 rs. o covado. : :ftq u '
Coi les da wssa cliita a 24400 o corte oo a 240 rs. o cov3atoiU .Qambraias brancas ta.adas a 44 e 54- w^'
Bartjcs de la a 30 rs. o covado.
Toabas do linho do Porto muito grancks a 1040C0 3 dilzio.' 3-efiediJ
Aletim da India a 600 rs. o covado. obem'.
Liazi:>b i puta de 320,400 e 440 rs. '
AJeariaoius a 1 5000 o covado, _jf','''n '"
Cuitas p-etas murto fioas de 400 al 240 r/, b aj
Esn+nilhos de linho e algodj de 34500 at 54)60 b
Camisas do meia, ditas francezas. ahftfi c 'A.
Camisas de pe t > bordado, lisas, e de pregas com colerinbo o itmtim'A ; o
('aloes de panuu a 34000, dos mais modeino?.
C-illerinhos de papel com beira de cor e lodjs bnocos.
Fosi.s de crts para vestidos muito largos a 410 rs. o covado.
Co-las ^e casimiras de 44000 a^ 74000 com.qoadros e lastras. '
E o*rir*s umitas Lzendas que pretendemos Hiyoidar para nao acomuiar '*m-
as-qio psp^ianros re clmr. -a
, BOPAS FEITAS EM LlfiUIDACAO
No kaja do Papagaio lia um grande deposito de roopas ferias de brim aav
Ka^irnaAi, pabwt*, calca?, colietes e jobrecasacos, qoe se bqu.dam j-or prdr/ds^-note
MPPMb
Neilaa lavradas i!? teres.
. liquidd-w na laja do Papagaio urna grande porfo de sedas lavrrdas da tfires.
qae ataMqpn por ft*fm Uaratissimos, na ruada boperatru o.40, esquinado becev-a
iT*i#m
: _____________________
Metvdes & CarYilh^.
___________L_
de
No quiuto uu seatodia a eeguintes, tomam-ae domeamo modo dit, tres oiberes wtmdtado, e madreperola, tanto para senboras como para meninas
cada vez.
Se as ourioas da ,pessoa doenie depositam grande dofqo de arei ; se as daras
uepbriticas, rbeemalieas en gottosas sao constantes:;- em lm,. se os. padecpmentos sae
fortes, tomar-se-bo qoatro eoioeres de cada vez, ou de cada orna.
<.'-j3iido as areias. ou ootres pededmoobos, lem-dimiDuide, torna-se s prnaeiras
dsee.

BAZ\R DA MODA
l

-i
DE
DE SOUZA SOARES k C.
Grande exposipo
i
Eipeoiai sorlimenlo de fazendas de algodSo, linho, 13a, e seda,, de todas ae quaii-
tdes.
Artigas da moda elegante, tanto para senboras, como para borneas o mecin.
O>mpk*o sortimento de miudezas finas.
Crawdadepsito de perfumaras dos nais adamados perfumistas di Europa.
Varitdade em objeotos de phanlasia para mimos.
NovtTemessa de ricos livrus para inissa eom encadernac^o de velludo, cbar*
Ditos bordados na barra, de cambraia
transparente., .por 84000, muito barato.
Alpacas, cantos, princezs,
cambrai preta, Me. etc.
bombosmes
Deixamos de aauuncUr moiUS ootras fazendas por n5o se tornar extenso-e en-
fadoobo aos nossos fregoezes.
Ra
la Iiu.peratrvz ti. 64.
& LOPES.


fieMo soimanto de lindas e modernas joias de ooro, como sojara : caderas pws
relogios, medalhSes, meios aderecos, brincos, broches, braceletes, colares., e abotoao-
rm i0ar* oamiaa.
!R">ws efpelLos grandes com moldora dourada a orno no.
41 Mas panormicas brancas e de cores, proprias para prdins e cornijas de-mnvi
Aseim cumo temos a venda urna bella e perfeita embarcafao de puerra. fvmo^ti;
ida corveta S ib. Bamkim, e orna caiza com rica musie de pente auoropaobada dt
Pelo uso de Itgdpelea IMeiriptUo vio sendo mais raroaapr^iieoimeoto ^Mareo-Espada, Flor do Cb, Fausto, Perioholle, os Dragoes de Vilars, e VUr*
iCbina.
IV. AO-Uiia u Baro da Victoria!. ftw
(Esquina da de wna Amaro).
---------,----------------------:---------------------------------------------,----------------------! :;
as d4nes nepbriticas, raeumaiicas g gottosac at qoe-de todo desapparecem : .neste ponta
pode dispensap-se o'remedio.: til, porn, amu;.preventivo. tomar cada semana ama
ou daas dses delle.
-'eio que respeila aliraeetaco, deve-ella sarrega'ada i-3 modo foeroao eobrecar-
regoe o estomago, e e A melhor liotiida-, sem dnvida, a aga pura, mas tambem se pxle usar de \iobe
simf les ou pouco alcoolico. ;Be cerveja e-viohos fcwtes, poucas vezes.
Sobre todo o quemuito rei.ommendamos, grande anawwio^sem fafUga, j)ois que
elle nuito coiU-iboe para a rapidez da oupa. I
N. B. Depois de tirar-ae.do frasco #^5)^550.^116 se vai teoiac, .tp baver o maior
cuidado en o artoloar muoedMtemaote. ,4,^.
Unit deposito em erntjlmoo
Ph?rmacia americana de 'Ferreira Maia & C, raa do Doqoe de Caxias n. SO, -(-
I tiga do Oseiraado.)

LOJA DA CONQIBR
Ra do Cabuga' n. 6
DE
)
I
Nanea aa vto o pVooetMfmia pi-rfelio e qu at-
tinja de tal forma a satisfazer as vfeneiM mais
Terai da cripwracao.
A saa cSf frMfairtia e*nl precisa de mida-
mlprm pura se eaHMVOM a tintero setrpre
ttm a Bwsma cAt, r*r)oWaverdstB, Sotar na sem
teda* estas mniellas iofterfotes todas as tintas
al agora con hedidas, alada mamo dos meltiorp
Stofcrowdo, tMe- iifiiMlifiaty ao ataei as
MBaas o o, mm MT Ofinrie, a p*m%
aqturo- m nnuBe Oama>> fltM,. sendo iowres-
atBte.usiserswlmM.
raa,m
jAjmftf Jim
o papel bem miiu'do m tAom'com o mala-
twrrSo, pormie rtio M t AmruVimr. rtrte
mor amf r orm eq*a, tomiqlfu a-
tat folhM fjnai* atpiM saiywmt tirar, mas
raa-se com o orifmaJ laf ama tanus t.-iotas
adarejatn, rtm ms o'oti/ftiit ft-me p^diead'Y
yalasextn^m.
abre atina, aae nJQIa..WZs, *HMI boj
man taiflv -
A dapla qoalida Je esttMta extrmame
appaciaiW, mil fmevrf"i>ie em atlalcroer es-
maaataoaams, aw, *, mol m
cripta soffre o choque de cidos fortissimos^ sera
se decompr; ora, se os cidos nao tem accao so-
bre clr, mtiile menos a acflo do tompo a poda
dormir; isto plaoshrel.
Nao ao commaitio que este mea producto
vfio ser til ; os professores dos collegios, inves-
e/and' todos es meios par o diantamento dos
seos diseipulo, tem apprflveitado esta Unta, que
orm razio a aeharam apta para desenvolver o
Rosto nos educandos^ em coDseqaon;ia da beleza
da rv e tacilidade de eorrer na neqoena peta tu
liqnidez. Ifa ejemplos de emifi'cs que bavia
mnito tempo tinham orna repefrwncia' eitrema
para a seripta, logo que foi adtniWim estA tinta
no- coli'giv.i, apodfroa-se dolas a euriosidade 9 o
gosto, e ponco tempo depos o sen adTantamento
er manitesto.
Esta tinta, par de tantas fllgms, tent um
noieo ineonvemente, deterwra-w ao Motact de
ontra- qnalqoer; envdm nols te-l em tinteiro
ie..' -" iota e evi-
tar escrever c^m a penna snja de orna preparacao
inte e iocompatrvel; verlttcattde tasa, alo a-
para se ufar de tinta qna na aja a VIO-
!A EXTRA-FINA DE MNUDRO.
ELEGANTE
Ra JSstreita do Rosario N.1
AO BOU' TOi?I
caba-se de abrir este imporlaate estabalecimento do miudezae aaperiores
itilh.r-- vrti^os de luxo ede moda para homens e senboras, variado sortimento de
perfumaras dos mais afamados fabricantes de Pars e L- odres, coma sejam t-iver, Lubin,
Comiiay, Pinaod, aegand Cbaaneaux, Moapelas, eociet Hygienique, Gosnel, tbmmil e
'iis.i Lubin, etcM etc.
Cste novo estabelecimente acaba deweceber um grande
dte gosto irtteiramente novos, a saber r
Um liado sortimento de popelinas de
aeda, deeohos e efires especiaos, s.
Nbbrea de seda preta e de cores.
Alpacas de cores, de lindos gosto.
La e seda com listas asselmadass pre
ambraias brancas, para todo3 o
(es.
Ceichas de la e seda para cama.
Ditas de crochet para dita.
Panoos de crochet para cadeiras e so-
to.
Reos enxovais para baptisado.
Rfoos chapeos e cbapelinas para senb)ra,
o melhor a desejar.
Granadina branca, fazenda muito pro-
-pria para vestidos de phantasia.
Alta noviikde
0 Ma?ea decante roa Estreita do Rosa-
rio n. t vende ricas camisas de cambraia
de linho bordadas paraaoivas, e tambem
de mdaol3o fino, bordadas e en'eitadas
de eatreme os a 400, 60jl e 75,0000 a da-
zia.
Lindos perneadores guarnecidos de ntre-
melos e rendas valencione, ricas calcas de
linbo bordadas e de madapo!3o, para senbo-
ras, bellissimo sortimento de gollnhas e pu-
ntos coosa inte ramete nova, recebido pelo
ultimo vapor da Europa.
PARA B.PTSADOS.
O M'jspo Elegante recebea os mais finos
e ricos enxovaes para baptizados e tambem
lindos vestidos enfeitados pira enanca, ra
Estreita do Rosario n f.
I t Iraa moda
0 Museo Elegante receben os mais lindos
e modernos chapeos de blond enfeitados
para senhoras, e tambem de velludo e pa-
Iha para crianfas, e est vendendo moilo
barato para vender logo, a roa Estrella do
Rosario n, 1.
Flores plumas.
O Masen Elegante est vendando as mais
bollas flores e pigma qno tem vindoao
mercado, assim oorao am Imdo sortimento
de franja de seda preta cousa de aparado
gosto roa Estreita de Rosario o. !.
BOTINA*.
No Musen Elegante vendo-so botinas da
q. 20 a 3 pOara ertoeas ar ^dOOO o par, o

tambem vende .colchas e toalbas de usto a
5|)O00 eztraordiDariameete barato, roa
Estrellado Rosario o, 1.
ollsr electro.
At -jue aiinal ebegaram os verdadeiros
coliares de Royer, coaira as convulsoss das
cr'uncas e facilitando a denlieao, e esto se
vendendo a 30000 no Maseu Elegite
ra Estreita do Rosario n. 1.
As do 5r5 por 4^800
Na verdade barato II Faeas finas eabo
de balance com dois botdes a 41800 a do-
zia, nm completa sortimento d-j eolbe-
Hieres de electro-pate e facas eom cabe de
marfim, ludo por preco baratinbo qoe ad-
mira, no Aliiseu Elegante ra Estreita do
Rosarios. 1.
AS MODISTAS.
No'Moeo Eloganos nr30ntrra am om-,
pkto sortimento de bien* de blsrtd ttraaaoi
e preto, dito crttotytfaaf* a-flPan^*1
seda de todts as crts, grwtde sortimento
de galoes de algodc coos de lindos dese-
nhoa, oanmrai fra.ieesa Iraaea. e preta para
forrar vestidos, retro dafWta* tt oores,
ontromeiot o babada i*pdW iranBpafen-
tes e agutbas da f*rto, m e mrrffm para
crolo*, roa Ertrerta ^Rosario1 n. h.
IMHaf t> Moma Bagante fenWHclS f&t9 **#
radas par* sen hora e> latfltt mtof *1*
reos iaitemtirotrtity p&m e> )^ti Mtai
por proco* malvis-, m W* 8gtNI(4MaVK
------------.
AMTONIO FRANCtSCO DOS SANTOS & C;
sortimento de obj-Kar
cortinados bordados pena caam s
Ricos
janella.
Saias e camisas Bordadas para senbor..
Camisas bordadas e lisas para horneo).
Bramanle de linho e algo?o.
Brelanbas e csguiio.
CanAraia de duas larguras.
Lcnc s de cambraia de linbo.
Atoalhados de panno de quadrot p>.t
mesa.
Guardanapcs e toalbas de liniio.
Lindos fustoes do cores para vestid"
a elles antes que se acabera, que o pre jo
baratissimo-
Tpeles grandes e para guarnicao de s-las-
Chitas finas, claras e escura*.
Cura iapia, e radical dos
cato
pera pomada Galopeau
a pomada qoe lo r3ons resoffea&e tem >
ObtervapOi
iverMf taltificaOM osmieHiaacas
rictdo, caja dtwaWlUlade 4 dmidosa.
aapa-
08 Srs.

Bol
i a? psswss
etigar ^ara o
colbi'
croe derla t>m fel ato, aeafia de
fW doprsiio apecMI..
N*
Ptaaroacia drprla
Os proprietarios da Conquista preslam-se a ir ou mandar com qnalquer objcle
em qnalquer casa qoe para isso Ibes tnandem unicajfiente o nome da ra e numero &
morada.
DROGARA especial
H0J1E0PATHICA
DE
JOS' ALVES THENORIO & 0.
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 3.
Jos Alves Thenorio, professor em bomeopalhia, tendo-se retirado:.d
r^ laboratorio bomeopalhico e consultorio de seu Ilustre e finado amigo |h> ?j
^* Saoloo O. L. Pinho, qae por muitos annos estiveram sob sua direccao.tet-, ^
se estabelecido sob a firma de Jos Alves Thenorio & C, ra estreita de
Rosarlo n. 3, ende, animado pela confisca com que honran m-no os amigos
da h'omeopathia, Ibes oflerece e ao respeitavel publico um completo sorti-
mento' de todas as preparacoes hemeopathicas cochecidas, recebidas das t.ais
a'.'flttatfaS casas de Londres e Paris, e indgenas, bem como ludo qu >rjto
l diz res'ptO a bomeopalhia e sua praika, esperando que continuem a boura ^
J l cota a mesma confiaDca, para o que nao se poupar esforcos.
PREQOS DAS BOTICAS
GLBULOS.
2 medioamenlos
TINTURA*
lO 1 botica de 12 medicamentos
20d | < t 24
30a I < t 36 t
m i 48 i c
404 I t < 60 c
7 S5o uteis essas boticas aos Srs. mdicos, senh'res de engeoho, mea-
i&bt9t cheles de familia, capites de navios, e em geral a todus quantoi qei-
Mrtin ddicar-se a pratici da Lomcop-tbia.
Madicamenlcs avulsos pelos precos das ootras drogaras, bem romo
drtedtAfE de londbe e do M.vnANiio para uso dos doenles em tratamonto
rTomeopatblco.
W
Barfirolometi & C.rxu l|rgado Rosarlono>
la rua/do r^& n. 30.
Chn>daa t6fora^ov* p*+i armav
Cifc ft.C*
o covado
deciatk ara>MDf ano.llaOwo 160 .
b?. toja a fiurturar Saresfro
lotii

Voa>m-iie acrotfu* paaa.a oe
tvalias, Wh cdM lodos- aa acmaia- imra C
oon ron sarr^om, lama do-moial braooj'
sama aJtommaUa ; MMOJo3feBefp maamaaoi
(oot^oiar^allmanaiaiam ak Afeerim a. n,

ta ntm
ter^o aflata
' laatraa.
LAFFJECTEUR
Bnarit, Aunria e Blgica. O aitobe regetal LarTedNr aa trtaa.
larOfM a miniar, da Larrev e de ralseparrilSa. t fcdf
lar, e a* alalo, Ue cura radicbante awaa aaiimi
. alrorcaa. taaierca. ailrrraa, Mraa
I al accident prcendoa doa parta*, da i dala critica,
tunnra.
McaavModaOa catara u dacaaaa ayahititica reeeatM, tavot
aaarcario a aa aduro de potaaaio.
twdiieloROB LAfFECTER, a cata o* acular 6UA0DIAII
aa^aB-aj





5
Daro de Pmambuca Qurla eita i d Agosto che 1871
GEHAL
CAMAJO f DEPUTADOS.
Discutido thmento servil.
(COOttDMCJo) c
Ji v a nobre commtsslo-qoe esta mek>
se*resseo'.e da mesma simplicidade do on'.ro
que aprsentela 'esta efrcumMmcia val*5
nito a repde medidas que tem de
ser execotd*^t logares muitas vizes
baldo do initrocglo; entretanto que a pro-
posta do governo pecca, por complicada de.
mais I Perianto ha dous caminhos a esco-
Iher, a saber: o i", que a illuhtre comis-
so acboa que servia, porque eslava preve-
nida oob pooco a respeito ; ple ser, po-
rm, que sympathise mais cero o segundo
me.
Ji v que ni) sou muito exigente.
Libertam se as familias de escravos pre-
ferido aa ajea tivorem maior numero de in
dividuos ft)minino3 e as co.isequeucias sao
as mesmas.
Mas dirao: porque na j apresenlaes esse
meio de preferencia aoouiro? Raspn Jo:
Acooselharl indifferentemente om ou mi-
tro ; mat como vejo que ha desejo de ca-
mibar-se muito depressa, como me pa
rece que pelo prmeiro meio se ir mais de-
pressa, ao resultado desojado, comquanio
menos depressa do que quer a proposla e
$em abalo, e que por este segundo se che-
gari ao mesmo fim, porm com mais va-
gar ; apenas apresenio-o para q ie o gover-
no o tome na devida coosideracSo, cerlo de
que nao o preferir por ser mis lento em
seo resultado.
Sr. presidente, teodo o governo apresen-
tado urna proposta, e tendo declarado 'de-
sojar que se abrisse sobre ella urna discos-
sao ampia, larga no terreno neutro, pare-
ce que a conclus3o lgica a seguinte : -
Como o governo e a cmara nlo tem o dom
da infallrbilidade se das luzes da diseusslo
resultar qae se descubra um meio mais com
modo e "fcil da levar a urna soluco fvo-
ravel esta diflicillim questio, o governo
est d&posto a abracar esle meio ; do con-
trario importara o mesmo que dizer:
Aqoi tendes a proposta do governo, p>
Ueis disculi-la ampia a largamente, mas vos
previno que o governo j tem joizo aoti i
pado, e nlo cede de maneira algoma dos
pontos esseociaes.
O Sa Peroijo Melhejro : Ento era
intil a iar-nssao.
OS*. BahAooa Villa da Barra :Nes-
te caso o proceder do governo siria inex-
plicavel, a discosslo seria sem esp2ranca e
debalde ; tanto mais que nao se trataudo
de urna questio de canBanca (apoiados),
nao haveria desar algum em ceder, e o o-
verno dara urna prova de verdadeiro civis-
mo, dizeodo : Aqui tendes a minha pro-
posta, dissotia largamente; se das luzes do
debate brotar om principio que leve mais
commoda e fcilmente soluco do espi-
nhoso problema da emancipaco o governo
est promoto para aceita-lo ; mas com a
condiglo de reemrocidade, a saber:Se
das luzes do debate, tambein resultar a de-
mcn-tracfw de que 0 projecto do governo
o melhor meio, ento deveis promelter que
me pagareis na misma moeda.
Nada d caprichos. ( Apoiados. Moo
bem.)
( O orador c comprimentado por muitos
dos Srs. deputados.)
O SR. JUNUUIRA (movimento de alin-
elo) : Comeco, Sr. presidente, felicitan-
do o honrado depilado que acaba de sen-
tar-se, meu Ilustre comprovinciano, pela
maneira calma e moderada porque encetoul
o debate. (Apoiados.) Se em alguma o
casilQ a ni'derago foi precisaeindispensa-
\el no: debales desta casa, c seguramente
Cita. (Apoads.)
E' p < isto, que eu, parodiarei as pbrases
de om i.omem celebre, to celebro as ar-
i3. i monas lulas da tnb.ina, que, filian
..o pnula urna das assemblas mus cons-
picua* que o mundo tem visto, o sena lo
- maao, declama que quando se agitam
.soesios importantes e difliceis, mister
qoe todo aqielle que tem' de inierpor soa
opinilo, se dispa laleiramente de qualquer
prevenga, de qualquer seuliraento de odio,
de aruizde, ou de outra diversa paizlo.
E' pjr isso que eu enienio dever felicitar
o orador qua acaba de sent-r se, porque
collocou queslo no verdadeiro terreno
de moderado, do qaal ella nao deve sa
hir. (Apoiados.)
Espanquemos, senhores, as paixes po-
lticas ; deixemos de parte considerages
de outra ordem ; tratemoj s e smente da
grande questio socid, que precisa de orna
soluglo prudente e prompta.
Sr. presdeme, desde que dei os pnmei-
roa passos na carreira poltica, comprehen-
i, como qualquer no meu caso tara com
prebendido, que a queslo momentosa do
elemento se vil, mas ou menos prxima-
mente, emum dia que nlo estara loogioquo,
se apreseotaria na tela da discosslo ; e en
to, nos momentos de in ima refleslo, dizia
comigo mesmo, que, dado o caso de que
eu tivesse a honra de ocenpar um asiento
nos onselbos da naci, e a questao fosse
apreseotada, o moa voto seria em favor
das ideas que tivessem por fim libertar c
nosso paiz dessa anomala, e modificar o
actual slado servil, que n3o p le ser con
veniente nem aos inieresses da moral, nem
aos interesses dareligilo, nem aos inieres-
ses econmicos e polticos doste vasto im-
perio.
Eu dizia isto, Sr. presidente, e pretendo
cumpr'r a paavra que dei a mim mesmo.
Cortamente que entendo qua esta questao
nlo deve ser resolvida nem pela pressSo de
propadas albeias, nem pelas ideas, sem
duviJa generosas, mas poticas daqiel'.es
qoe esw coMocados muito longo do iheatro
dos oOtecimentos. Mas tambero emendo
que a % philosophia. a moral e a religio
devem ter orna grande parte na resoluto
deste problema. (Apoiados.)
Se nos aqui temos de resolver como ho-
rneas poliiicos, porque, quaudo entramo-
cesta casa, j estavamos preparados daqae!
les elementos que devem caractersar o ho-
mem civMado. Incontestavelmente deve
mos rssolver a incandescente questio pelo
lado prstico, que' deve ser muito meditado
por aquellos que, tem de resolve la; mas
ctrtamMte as lces da philosopbia, que
elevio esciarecem o espirito do bomern,
n5o dem ser esqoecidas; e nem as li?5es
da moial, que deporlo e elevio o coucu
e deseorolvem os seus. senlimenlos gene
rosos. .
Nlo IJevem ser olvidados os preceins d
santa religilo que professamos, visto quo
tratamos de dar um voto que tem de pa.-sar
posteridade, e de firmar pna udts ot-
fe cousas para a#f ro de W*% parte j
homanida'Je ; flfto pra ^issef
rftos ioqoielos e agitadores qne m\
tantos males i^ociedade-fokwi,J
sam com redto d!zer, como om
f Ha doos mil jtnnos qoe l
ajoeiha ios p* cruz adorwdo
que all quirwwrer ofJjvidoirdo
O Redemptor eio, mas a redempc3o qu
vira 1 *
Se eu n3o quero que se resolv esta
quest'io pelas bellezas da poesa ; se at
n3oque o qie smeote iafluam ta sui re-
soluco os principios, alias verdadeiros, di
ptiilosiip-'.ia e da mora!, entendo tambem
que nao tem razio os nobre* deputados
quanio querem qne esses seotimentos fi-
quera inteiramenle no olvido, qaandp oo-
sam (se a expres$5o n3o moito parla-
mentar, eu a substiiu ) quando levantara a
pretenco de que nao podemo invocar era
favor desta idea, que tem agitad nlo sOo
nosso paiz, como o mundo inteiro, outro
pensameolo que nlo soja o do interesse
material. (Apoiados; muito bem )
O Sr. Duque Estrada Tbixeira :Quem
fez isto, quem des:uidoo-se da alma, e
s pensou no corpo, foi a propo.ta do go-
verno.
O Sr. Ju.nqeira :Sr. presidente, quero
considerar os varios argumentos apreseota-
dos pelo nobre deputado pela minha pro-
vincia, e tenho convicgSo de qoe, com o ao-
xilo, nao de minha indiligencia, que pe
quena (nao apoiados), mas com o briiaan-
tisrao da luz que a quistlo coolm em si,
hei de mostrar a S. Exc. que o seo plano,
que o seo caininho ser mais prejudicial e
inexequivel no nosso acoal rgimen de cou-
sas do que s ideas casignadas na pro-
posta. (Apoiados.)
Sr. presidente, o nobre depotado, que-
rendo criticar a proposta do governo, co
mecou por dizer que elia afrouxava os^lacos
enire o senhor e o escravo, estabelecia em
favor dos ltimos, mu'uas garantas : que
os lagos de disciplina tmham de se afrooxar
o de quebrar. Mas, Sr.presjjdeote, encaran-
do a questio pelo lado perqlae deve ser en-
carada, deixando de parte a poesa, fallando
em prosa, como quer o nobre depotador o
qoe acharaos ? Veuios que a proposla con-
tm varias ideas importantes, como sejam
matriculados escravos, libordade dos as-
cdos depois da promulgarlo da le, peculio
(que os nossos costumes j tolerara) redemp
glo por meio de locaglo de servio >s, cora
consentimento do senhor, ou por meio de
justo prego ; forma de processo, e outras
providencias para a gradual emancipaclo.
A rumas di-posicoes, que consliinem urna
grande parte da proposta do governo j es-
iavam consagradas no direito romano : mili-
tas j eram consuetudinarias entre ni.
(Apoiados.)
A commiss3o especial, como aqaella do
anno passada, a que ti ve a honra de parten-
cer, nao fez mais do que compendia-las,
codificando-as para crear a uniformidide.
Ora, se a proposla do governo eslabelece
que a redempglo nlo seja forgid, ja
com o consentimento do ssobor, nlo' posso
comprehender como o illustre denotado
lido i soa l
obriadi
anota, <*eg
gom fila, o pn
combe ao iudivi
servig sdi 31
aliinja aquella a maioridade.
^Ouira cousa o3o poderia ser; seria o
daacoohecimerrto de todas leis natnraes,
urna deshumawdade, e por Ventura se de-
cretasse a separagao do Hit e ds mii,
qaindo-ella est obrigada prestar serv-
roa at idade de 2lannos.
Este plauo de emancipaglo ou lbenla le
do venire, meos sensores, oao not ; saba
a cmara que foi o plano adoptad
togal. desde o seculo paseado. (.
O Sr. Tei&eira Jonior : A
est o orignal.
O 9. Jonqucma : E' o pt*o que
Portugal neste serulo poz em pralica, em
relagio s suas ultinas colonias ; 4 o plano
pelo qoal a repblica da Nova Granada peda
fazer a libertaclo da seos escravos tena aba*
lo social (apoiados) ; o plano seguido l-
timamente em relag3o ilha de Cuba.
(Apoiados.)
Mas quer a cmara siber se este plano
tem por si a sancglo mais brilhante qoe Se
podewa desejar ? Voo dizelo ; o pleno
adoptado por diversos Estados da America
do Norte. (Apoiados.).
O Sn. Taques : N*> por todo;.
O Sr. JUNQUEiRA : Por diversos Esta-
dos da America do Norte, foi o q jo eu disse
e o nobre deputado, atteodendo-me, ver
qne son incapaz de, nesta, como era outra
qualquer materia, commetter um erro his-
trico voluntariamente:
O Estado da Pensilvania em 1780 deu o
exemplo, declarando livres os filaos naci-
dos desde entao de venire escravo, cora
obrigag3o de servirem at urna certa idada.
Era i78% o Conoecticot declamo que o
fitbos nascidos de venire escravo seriara
livres com obrigaglo de servirem at os
-!'> ai. nos. Da mesma sor le procedeu o
Rhode-Irlaod. Nova York segoio o ei-m
po em 1799, e Nova Jersef em f&Oi? Ou
foram logo declarados livres, ou Acaram
livres coodicionalmente.
O Sr. Taques d um aparte.
O Sr. Junqueira : O nobre deputldo
pode procurar em varias obras sobre o as-
sumpto, inclusive na monumental < obra do
Sr. Per di gao Malbeiro, qoe ah achara.
(Apoiados.) Em todo o caso o. obbre de-
putado v que, apresenUndo ed urna lista
de Estados se houvesse equivoco da miaba
parle, quanto a om delles (o qoe nao ba).
anda assim nlo valia a pena a soa inter-
rupglo, porque fica de p o que eo disse,
quanto ao fado de ser adoptada a idea da
liderdade do nascitoro, com ou sem condi-
gao de servir at cerla idade.
Ha varios Estados da Unilo-Amercana,
portanlo, qoe cnegaram -emancipaglo com-
eom horrar para
estabeleceram verdadei-
onde, sob aj
soas encarj
provideu
crias,
ato,
era entretido
enxergou em tal proposla afrooiamento do? pela sem pasaarem por nenhum abalo,
lagos de disciplina.
Por tanto a prmera objeegio levantada'
pelo nobre deputado nlo tem fundamento
nem procedencia. O senhor costina a a ser
o arbitro da redempgio, e o escravo n3o
pode deixar de querer conservar as soas
boas gragas.
Longo de rea!izarem-se as apprehenses
dos terroristas, eu pens qao urna le no
sentido da que discutimos sor altamente
conveniente. Nao Acaremos no vago e in-
definido que actualmente impera. Todas
as nages civilisadas que tiveram esQravos.
muito antes de tratarem d emancipaco,
seculos mesmo antes, fizeram suas leis e
regulamentos sobre as relagoes do senhor
com o escravo.
A siluago actual, indefinida o incerta,
que est cheia de porigos. Melbor de-
fin-la e esclarece-la do que deixar suspensa
sobre a lavoura a espada de Damocles.
O individuo que actualmente vive no es
tado servil ter necesidad de ser um bom
escravo, de agradar a seus senhores ; e en-
to, longe de vir afrouxar os lagos de dis-
ciplina, o proj co era discosslo vai dar-Ibes
ra^is forga e vigor. (Apoiados.)
Se o nobre depuiado quer qae se faga
alguma cousa em pro! da emancpag3o ; se,
como o uobre deputado conJuio, tem um
plauo compkto pur resolver, em um pe-
riodo mais ou menos largo, esta queslo,
como pensa que pode traduzir em le ele
seu pensamento sem qoe baja disposiges
que apreciadas por um espirito prevenido
e subtil, nlo tendam a afrouxar os lagos da
disciplina entre o escravo e o senhor ?
Pelo contrario, senhores, eu eutendo que
a proposta do gjveruo vuio melhor firmar
essas relagoes entre o escravo e o senhor ;
e que, votada esta le, como a ultima paa-
vra que devm aul/ndade senboril, fica consoldala, por
que entio o escravo comprehender que
para obter a sua liberdade precisa do con-
sentimento de seu senhor, e de se lha tor-
nar agradavel.
O honrado deputado enxergou oulros de-
feitos : disse que n3o comprebendia coma
se Javj liberdade aos Qlhos da- escravas
proporcionando o Eslado um titulo de ren-
da de 600(5, e ao mesmo tempo nao provi-
denciando para os casos em que on o me-
nor fallega antes de atlingr aquella idade,
ou acompaohe soa mi, que obtenha a li-l
berdade por meio de vantagem pecuniaria
offerecida por ella ou por alguera.
A cmara comprehende fcilmente que
o projeeio do governo, assim como ^qiielle
outro que tive a honra de colaborar juq-
tamenie com os meu3 nobres collegas,
eminentemente lgico (apoiados) : antes da
idade de 8 annos o menor nao pode prestar
servigo algara : exactamente quando at
tinge esta Nade que elle tem omcerto vi
lor como elemento de trabalho, aue a so
ciedade aprecia ; e enllo reprsela um ti
tulo de renda. Da mesma sorte que no
rgimen actual, se a cria perece antes de
cliegar javentude, isto a idade de pres-
tar servigos, o senhor perde o seU rslor
Se, porventura, a mli do. menor, q
rendo obter a sua liberdade' por meio
diabeiro, quer conjutir coosigot. s
certameute que ha de apreseotir igosiime
te ao senhor o prego convencior.ado e
compute logo a perda da probabiliiJae fc
receoer o titulo de r-'iida; se nao qoer l-
va-lo co'msign, se nlo qoer qae corar he
a sua sorto, ob se os .seos meio
rio? nlo chegam para raairris-'ti
entSo elle permanece no seo antigo
Nlo vejo, portanlo, como o no.bw depu-
quer social, qoer poltico, empregaad i os
meios qoe a proposla di governo aconse-
Iba cmara des Srs. deputados. (Apoia-
dos.)
Tendo, pois, nos estes brilhantes exem-
plos seguidos por ootros paizes, qoe che-
garam ao mesmo fim, como que se vem
dizer que este plano novo, que pode con-
dozir a urna hecatombe de victimas, qoe
renova a triste scena da morle de todos
aquellos infelizes que, apenas entram no
mundo, nao tem amparo, e hio de ser
eondemnados a .desapparecer naquella da-
gollagao de innoesotes, qus decreou a mi
terrivel de um re da antigaidad ? (Maito
bem.)
O actual estado, Sr. presidente, que
conduz a esta hecatombe do innocentes. Es-
tira faliao Jo pente urna cmara que lera
scieucia completa do que se passa no paiz
Os instinctos de mli, que ba pouco foram
objeclo de discosslo nesta casa, quereo lo-
se ridicularisar esse seolimento sublime,.a
seperexcitagao as escravas, urna falsa apre-
ciaglo, talvez, tem produzido entre nos urna
verdadeira hecatombe de innocentes. (Apoia-
dos.)
Todos sabera que este amor extremoso,
inspirado m librea altivez, s vezo* levado
por principios exagerad js entre as escra-
vas, tem grandemente concorrido para que
antes se fagam victimas do que escravos
(apoiados); para que bajam mmensos abor-
tos e iofanticidios, que esli deraonslraado
que na constancia do actual systema, em
que a hamanidade geme, todos os sent
mentos sao atropellados, a religo esqueci-
da por esses entes ignorantes, que preferam
antes ver os seas filhos morios do que es
cravos.
Eu drei cmara que j vi ara litro ou
registro escripto por um fanzendeiro intelli-
gent*. em que, em um perodo de esrea
de O annos. se apreseotava o numero de
perto de 400 crias murtas ; era *om ver-
dadeiro registro de cemUerio E isto nlo
se pode explicar naturalmente s pelas
causas que de ordinario emeorrem para a
mortalidade das criangas. (Apoiados.)
Sei bem que na primeira infancia a vida
nlo mais do que urna espsranga. At
aos 7 anuos a mortalidade immensa ; se-
gundo os clculos dos que se teem oceupa-
do desta materia, segundo as tabellas de
Mmtferrand, de Matbieu e de ootros, 40.7o
dos nascidos teem de fallecer al aos 7 ou
8 annos; mas applicando-se aioda este cal
culo mais exagerado de mortalidade, compa-
rando-so anda com os orgaoisados em pai-
zes onde a mortalidade excede i media de
outrus, pelas soas ms condices. vemos
qae a mortalidade entre os recem-nascdos
escravos entre dos extraordinaria. g
Comparado, porlanto, o ystema di mor-
talidade provavel paraos nascitures, depois
da lei que- se discute, com o systema ac-
tual, nlo vejo iw no terrena de viabilidade
para elles no terreno da buminidade possa
levantar-se ama objeegio serta f pelo con
trario, lodos os argumentos hio de ser n-
teiramente fatorateis ao que est cuntido
nesta proposla. (Apoiados).
Anda para provar aqmllo que vioba di;
zendo cmara, declaro que tanto nos Es-
tados-Unidos se reconheceu qoe os escravos
entregues a si proprios conduziam-se de
modo que nlo era possivel obter numero
safficieate de cras para povoar as fazeodas,
que o tracto desapparecia diante daquella
suscept bifidide, fondada Ou b3o, dasmlis,
qae tomaram-se medidas excepcionaes sos
Estados do Sal pira sviUr a mortaajte
das criangas. kn-i-tw ei* i -a/.'
cmara1 qoe, segundo
r inaugurado, do ma-
f a nlbuhn se oflande a lei evanglica
caridad, qae aovemos ter para com os
M, aioda mesmo das escravas.
Mas tem-so dito nesta casa, principalmen-
Sf* Parle de alguna dos honrados deoo-
0%, raombros da dissidencia, que a idea
grandiosa qoe boje nos oceupa nlo est in-
oocolada na mente da nago, que urna
idiinterramente officia!. ;*.
O Sr. Anmaoe Figueira : Profands-
menle ofiicial.
O Sr. Jvqueira:... que nos poda
moa demorar a solagio do problema; que
nlo havia conveniencia alguma em traz-ia
para a dscusslo. Discord inteiraraente
dos sobres deputado.
O Sr. F. BelisIrio :Antes de nos dis-
se-oo Sr. presidente do conselbo.
O Sft. JuVQKiRA :Sr. presidente, se
tose una'idea qae tivesse merecido ge-
raes applausos, antes que a proposta do
governo fosse apresentada, foi a da eman-
cipaclo por meio da liberdade da gersglo
fotara, e sem atacar-so a propriedade ac-
tual.
O Sr. Ministro da Mariniia : E' a
idea geralmente aceita.
O Sr. Duque-Estrada Teixeira : Em
1867 nlo era.
O Sr. Juuqueira :O anno passado a
commisslo especial, de que fiz parte, apre-
sentoo o seo trabalho nesse sentido. A
imprensa e a tribuna elogiar a m-n'o; o paiz
n3o reclamo. (Apoiados).
Na miaba provincia, que cortamente nun-
ca foi indiferente s grandes quesles do
eslado (apoiados), nlo se tem levantado vo-
tes para se opporem propona do gover-
no. (Apoiados).
E os nobres deputados sabem quo a pro-
vincia da Baha tem grande ri jueza agrcola
(apoiados), tem grande copia de er.ravos.
A minha provincia fem- se levantado sempre
para discutir todas as qaestes de paz e de
guerra, de interesse publico e nacional.
(Apoiados). Agora nlo tem protestado.
Mas porqoe a provincia da Babia est
conscia de que a proposta do governo, res-
peitando a propriedade actual, mas laucando
os fundamentos da libertaglo da futura ge-
raglo, prov de nmedio a om grande mal
social, e eslabelece o esteio solido em que
o Brasil ba de Bear permanentemente.
O Sr. Perdigo Malheiro d um aparte.
O Sr. Junqueira :A provincia da Baha
pensa como o nobre deputado por IMinas-
que me d o aparte, e que na sua obra mo,
numental diz que nos devoraos cuidar de
prover ao fotaro da nossa sociedade, por-
que o qae existe urna cousa transitoria,
nio tem o menor carcter de permanencia.
(Apoiados).
a provincia da Babia, que se i!lustra
com a leitu'a da obra do meo nobre amigo;
e de varios ootros escriplores, tesa confianga
no goreroo, nos altos poderes do estado ;
ella sabe qae a questio nlo ha de ser re-
solvida senlo de um modo condigno e moi-
to prudente.
OSr. Perdigo xMalheiro:Dos quei-
ra qne assim seja.
O Sn. Jcnqueira :Mas para que os il-
lustres depolsdes vejara qne realmente na-
quella provincia a idea temfeito progressos,
eu Ihes direi que ha fundadas varias socie-
dades abol cionistas; mas apenis apresen-
tarei o nome daquellas que teem os seus
estatutos approvados, e urna existencia
Existe na capital a sociedade libertadora
Se te de Setembro. E' urna sociedade da
qaal fazem parte pessoas moito honradas,
coospicoas e mesmo propretarios de escra-
vos. Esta sociedade tara um orglo na im-
prensa, aqui est o peridico intitulado
Abolicionista (oostrando umagazeia). Nelle
se agitara questes do maior alcance; e
oeste numero que tenho presente se acba
agitada e de alguma maneira resolvida a
questao do trabalho rural por bracos livres,
em um artigo muito bem escriplo pelo Sr.
Dr. J lo Garcoz dos Santos, proprielario
do engenho Pimentel, e que tem feito j
por all ensaios do trabalho com pessoas
que nlo pertencem condiga > servil.
Alm desta existem outras sociedades :
existe a sociedade Abolicionista Commer-
cial, e outra Humanitaria Abolicionista.
Na cidade de Leoges, cidade importante,
que faz parte do dislricto que represento,
existe tambem a sociedade abolicionista
Treze de Margo.
Na cidade da Cachoeira existe a sociedade
abolicionista Viute e Cinco de Juoho.
Ora, senhores, todos estes dados, todos
estes fados sem protesto provam que a idea
da emancipaglo dos escravos, sem abalo da
actual industria agrcola, existe em grande
pacte da pjpulago da minba provincia.
(Apoiados).
Mas os Ilustres deputados teem dito que
esta idea nlo vem de baxo, ni) sabio das
carnadas sociaes, e que sabio de cima,
como Minerva sabio armada da cabega de
Jpiter.
E' contra isto que nos de vemos protes-
tar. (Apoiados). Pois quando a questio es
lava to estudada, quando bouve no paiz
tanta discosslo, quando em 1856 j o hon-
rado e illustra lo presidente do conseibo
dizia em conversaglocom muitos estrangei-
ros nesta corle, entre ootros com o Sr.
Scarlelt, cilado por Cocbin, que era opinilo
d)s poderes pblicos do Brasil que a eman-
cipaclo se fizesse de um modo a resolver
os interesses da lavoura ; quando o meo
amigo, cujos talentos eo respeito, deputado
por Minas-Geraes, publicamente presidindo
so.isstiiuto dos Advogados nesta corte, di-
zia em t8 reoovou ba sua obra monumental; que de
va ser considerada com urna das obras
mais importantes do Brasil (apoiados);
quando a imprensa do norte e sal do ira-
ierio teem aponlado quas quotidianam?nle
actos tendentes amostrar este pensamenti,
quando as assemblas provneiaes teem-se
pronunciado nesse sentido, nos bavemos
de dizer que esta idea vem de cima ? Isto
injariarmos a nos mesmos (apoiados),
injuriar a nagao. (Apjiados).
Nlo foi de urna s cabega de divindade
mythologica qae wio a idea; cabegas to
diwai eoo seriara todas aquellas que se
ooeaparsm com bata questio ; cubega de
tal srdos serta tambem a do honrado de-
putado por Mins.-Gef'seV (Apoiaid)';Uno)
Eu nlo coabego presslo da corea. E'
fcil estar acensando constiotemenh orna
entidade que se nlo pode defender. (A-1
poiados).
E a este respeito eo recordo-me do que
dizia aqui um libay^ distincto, o Sr. Dr.
Martinbo Campos, Dizia elle qoe neste
ptiz nao ba coragm alguna em atacar a
familia imperial, que inofTensva. (Apoia-
dos).
Se ba razio para essa accusaglo, porqoe
os illustres depotados nlo formulam a ac-
cusaglo seria e legal, contra os ministros
responsavis; porque nlo os arrastam
barra desta cmara, o porqoe nlo se apro-
sentam firmes e armados diante de lies e
Ibes dizem :Governo, vos trabistes a vossa
misslo; aqui'estamos nos para cumprirmos
o mandato de representantes da naci!
fApoiados).
Se os ministros nlo enmprem com seus
deveres, se os miis tos violara a consti-
toigio apresentando prop stas que nlo con-
dizem com o bem-eslar da nagio, nica-
mente para agradar a alguem que Ibes
possa proteger, entio os illustres deputa
dos devem formular a soa accusaglo Wgal
e precisa, e ni atacar o poder irrespoosa-
vel, que inotfensivo. (Apoiados).
Depois do qoe honlem >lu-se nesta casa
o honrado raembro da dissidencia a respei-
to da queslo da iniciativa guvernament(,
eu pouco direi, porque ncoi bem provado
que nos paizes, anda os mais felizmente
regidos pelo systema representativo, a ques-
tio das reformas sempre iniciada pelos
ministerios. Foi o honrado depotado pelo
Cear quem se incumbi nesta parte de
responder ao illustre deputado pelo muni-
cipio neutro e tambem oissideute.
E, Sr. presidente, desde que a sociedade
se tem agitado e apresentado mais ou me-
nos o seu pensamento, o governo tem ne-
cessidade indeclinavelde manifestar tambem
o seu (apoiados): o governo, que nesta caa
a syntbese da opinilo da naglo, que deve
estar dirigndo o seu partido, e que o ver-
dadeiro piloto da nao em procelloso mar.
Por isso, longede censurar o actual minis
terio, eo s tenho louvores a dar-lhe, por-
que urna medida desta ordem deve ter a
cumplicidade de todos os poderes :. ne-
cessario que todos intervenbam, para que
se nlo diga em tempo algum qoe foi por
mera condescendencia para cora a cmara
dos Srs. deputados que o governo concor-
dou adoptar esta medida (apoiados); mis-
ter que a posteridade e a historia saibam
qoe dse de responsabilidade cabe i cada
um dos poderes pblicos.
O Sh. Antonio Praoo:Eu nlo desejo
ser cumplice.
O Sr. Junqueira :Se o Ilustre deputa-
do nlo deseja ser cmplice, a historia, que
ha de ser severa e imparcial, nos julgar
(apoiados): o seo voto ahi fica ; e quer o
illustre deputado col loque no caminbo desta
questio o grao de ara, ou o maior e mais
pesado roebedo do mundo, ella ba de pau-
sar agora, ou mais logo, porque as ideas
generosas e convenientes aos povos e que
se resolverlo depois era f actos pro videnciaes,
essas ideas nlo se matara, e abrirlo cami-
nbo queros Ilustres deputados qneiram,
qoer nlo.
Eu ropelirei em sentido inverso ao que
disse o nobre deputado, a cujo discurso res-
pondo, o que declarou Galilo : E pur se
tnuove.
Anda que os Ilustres deputados, com-
pactos e unidos, usando de lodos os recur-
sos que o parlamentarismo Ihes otferece,
procurem retardar a soluco da quesilo,
ser sso embado ; resolvamos com pru-
dencia, para que ella alo passe por cima de
nos lodos. (Apoiados.)
Se me fosse Hcito recordar ao nobre de-
putado, que oncetoo o debate, a regra de
sabedoria da sciencia em que elle mestre,
eu Ihe apontaria o sero medicina para-
tur.
Siato ver no seio do partido conservador
urna dissidencia nesta -uests).
Quera que marebassemos todos ao lado
da regeneraglo do trabalho e da civilisag3o
(apoiados); quera qae o partido conserva-
dor pudesse dizer ao partido liberal que
est em face de nos, nos criticando com al-
guma razio;Sm, vos (osles tambem no-
bre cooperador nosta idea; mas agora, que
se trata de realiza-la, quz a Providencia que
o partido conserva Jor tivesse as m3os as
redeas do poder, e que este partido descor-
tinarse o firmasse para a nossa patria estes
dourados futuros a qoe devemos altingir. E
entao, manUndo, como o cumpria manter, a
undade do partido glorioso que extingui o
trafico, dizermos lavoura: Aquietai vos,
os vossos bragos lcarlo onde eslo : nem
urna s charra ser arredada da agricultura.
Nos nao commetleremos isso.
Empanbemos o lbaro da civilsago, mar-
chemos frente do partido conservador,
frente da naglo I (Apoiados.)
A scUlo dos Ilustres deputados nlo tem
razio de ser. Nao a comprebendo, por
mais tratos quo d minba imaginaglo, pois
que os nobres deputados declarara que nlo
slo escravagistas.
Se eu visse os nobres deputa loa, tomados
de urna grande coragem, chegarem nesta
casa e dzeremNos nlo concordamos com
cousa alguma...
Um Sr. Deputado d um aparte.
O Sr. Junqueira :... Estou estabele-
cendo urna hypolbese. Se eu visse os no-
bres deputados chegarem nesta casabe dze-
rem :Queremos conservar-nos nas"trevas,
nlo queremos marchar; nlo fazemos con-
cesslo alguma sobre o elemento servil,
eu dira quo os nobres tm a coragem das
grandes convicgOes: seriam lgicos e co-
herentes ; as trevas tambem podem ter os
seus adoradores. Mas eo vejo os nobres
deputados fazerem as s las palavras con
cesses muito importantes, o entio nlo com*
prehendo como que, estando nos separa-
dos por urna- pequea muralba, ella nlo
transposta.. .
Um Sr. Deputado:Porqoe que o go-
verno a nlo transpe ?
OSr.Iunqceira:... afim de que pos-
sams fazer ao nosso paiz o bem que deve-
mos fazer.
(H i varios apartes.)
Sr. presidente, o nobre deputado pela
minha provincia criticn tambem o projecto
do governo por considerar os filhos das es-
cravas como ingenuos, e disse qoe resultara
um grande perigo da convivencia delles com
os escravos. Dase mais que o projecto
era om systema. e qae, como todos os sys.
temas absolutos, elle peccava.
O nobre1 deputado est completamente
equivocado. Njlo ha o menor perigo. a p-
tica o demonstra, na convivencia dos meno
res ingenuos cora aquellos que. tiverem sido
libertad**. h nOBsa>vida e pratica social Q
stt iMMDslraife s loos os momentos.
Nos nao esUmoi iSgiilando para paiz qoe
Dio conhecemos. EtJr nos j existem in-
geoooi, libertos e sacra vos, os ooaes coo-
vivem sempre, em qae dabi resulte mal
para a sociedade.
Alm disto o nobre doputado pela miaba
provincia eiovocoo-se completamente qoan-
do luppoz.jane o MPjft? da commisslo
inaugura ora systema SMotflto.
as emendas
o, bsm como
cial do anno
olotos, mas
A proposta do gol
da commisslo especisl de
o projecto da commisslo'
passado, nlo do systemas 3
sim systemas mixtos,
Portanlo ja v a caraira qae as observa'
ges do nobre deputado pela minha provin-
cia nao tm a menor procedencia, pois qao
o projecto que est presente i diseussio
um systema inteiraraente misto, contendo
pro'idencias de carcter diverto, e nlo sa-
crificando belleza da forma, cu mesmo s
harmonas de um todo as' considrateos
pr a ticas.
Inquiri mais o nobre depotado por qu
razio nem a commisslo da anuo passado,
nem o gobern, nena commisslo especial
deste ano acooselbarafe su aiiHfit oneo
e decisivo.
E' porque, Sr. presideo|sti vio que nlo
se poderia, no estado actual, adoptar qual-
quer meio nico e rpido- sem causar ao
paiz um grande damno; a o nobre depota-
do, querendo criticar as palavrao. da Ilus-
trada commisslo deste anno.. ai foi leliz
em sua critica, porque as ezi|Mtti*n pol-
ticas e econmicas do paiz nao permittem
que se estabelega emancipaglo sin^altanea e
vmmediata. .
Certamentc a commisslo seria de- um
terrivel log.ca se quizesse applicar ao mal
social o fdrroem braza; isas a commisslo,
pelo contrario, uaou daqaelles meios pro-
gressivos, o graduaos; osou msioo de to-
dos aquellos meios qoe a medicina acense
Iha para qua o doente, d* antena'operadlo,
nlo soffra urna dor que elfo nllPpossajop-
portar,
A morbidez, da estado social dve
ser curada de modo que nt coaafoneRa a
forga vital.
Esta que seria a expernatiSMiM onisia
mli. Taes conselhos nlo poditm ser adop-
tados.
.
A commisslo empregoo os meios neces-
sarios para que a sociedade braiileira pee-
sa receber o remedio sem grande abale.
Alguma dr ba de existir. NSo se fazem
reformas sem reclamagoos e resistencias.
Mas a reacgofavoravei ha de apparecr".
Sr. presidente, depois qae o. nobre de-
putado pela minba provincia ri^coo aero-
posta do governo, por julgar qae nao se
devia conceder liberdade iftfructo, S. Exc.
inaugurou um systema que cham^q ftasr-
dade da arvore.
Eu pens que se alguem procorasse nes-
ta materia um systema, qoe troxesse mais
inconvenientes, mais absqrdo na pratica, e
que atacasse mais de frente a dignidade do
homem e a disciplina as fazendas e enge-
nhos, nlo se encontrara um semelhante
quelle que fui inaagoradri pelo nobre de-
potado.
Por qoe principios, senhores, bavemos
de declarar qae as mulhores escravas, atiin-
gindo urna certa idade, sejam consideradas
livres, e ao mesmo tempo bavemos de con-
demnar ao captiveiro os seus rmaos ? O
vario em toda a parte e em to los os lem-
pos foi sempre considerado como chfo da
familia, como tendo a primazia, e como
aquello qoe deve ser o primeiro a gozar dos
direitos inherentes personalidade hu-
mana.
Pois o nobre deputado entonde que ple
assim curar o mal social estabelecendo es-
tes tres grupos de cidados livrr-s,'mulii<
res libertas o borneas escraas?
Nao v o nobre deputado que a diver-
gencia levantada nesta casa tem principal-
mente por origem, segoodo se allega, o de-
ver ficar intacta a aotqtiaaie senboril na>
fazndas ?
O seu systema ialrodoz a sciid e a anar-
chia entro os escravos.
Se os nobres deputados dizem qne que-
rem sal vago? rdar essa autorideide senboril,
como podem admitir, a n3o serjpor um
esquecmento injustificavel das regras da l-
gica, qae sejam consideradas livres todas
as mnlheres mogas, e considerados escra-
vos todos os bomens ?
O plano inaugurado pelo oo'ore deputado
pela minha provincia vem tambem trazer o
gravissimo inconveniente de lanzar de re-
pente no meio da socielade esses grupos
numerosos de jovens libertas, cora 15 an-
nos de idade, que iriam povoar os lupana-
res, e viver na maior devassidSo .Seria o
incentivo para a prostituigao em massa.
Alm disso grava-se extraordinarianaento
o thesouro publico, pois qae lodos os an-
nos ha a libertar urna serie numerosissima
de mulberes de 15 e de 35 ani)os, indem-
nisando se aos senboros o seu julio valor.
Oreara a despeza annos) em awitos milbs-
res de contos, dospeta qorai nio extin-
guira a escravdlo seoiH|^>oi.i de ym pe-
riodo moito longo, poiajoe continosvam a
nascer escravos.
O nobre deputado a quem tent a honra de
responder bem v que pelo seu alane'seriam
libertadas as escravas que fossomchegandu
a certa idade; o portanto todas aquellas
que fossem nascendo at'a idade da pber
dade, conservavam-se na esCHv,dSo.
Ficaria aborta a fonte da.reproiucgao a -
elemento servil.
Este plano do nobre deput ido podarfa
servir para ama memoria acadmica, om
ouoca para om plano pratico.
i
Os nobres depotados sabem qu* o na-
ciraentos no Braxil na classe e sen va esto
na razio de 2./10 /, o obimsrio rwstls
entre cerca d"4,l/ %.' 6 |3 a|rorrt.t,
segunda a estatistica feita' nela corle, ioi
i.ortaraem 2,6/40 "/. Desta frraa t*ms
por estes dados qoe s dimnoiglo da escni-
vitura or^a por 4,2/10/, aonialmente. ',
Applicando estas regras ao omero d
escravos existentes no importe qoe sert
de cerca de doos milboes rjjv^rineafli^,
chegaremos ao resoltado ffe^il.- nascera,
lodos os aanos 46,000 iadi#iilBOS de am-


/
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