Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12446


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Full Text
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MNO IUII. HULERO 70
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Por layt ditos .Jera
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ada montero avuiw. ,
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IARI0 DE
SEXTA FEIBA 28 DE JULHO DE 1871.
PA1A DIITBO I FORA DA J?B0YIKi4.
Por tren meita adiantadof............
Por Mil dito idem. .
Por nove ditos idem .
Por mn auno idem .




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W7SO
43*500
17^000
MAMBIM

Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.
.

_

AO Al
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Gonealves A Pinto, no Maralo ; Joaqojm Jos de Oliveira Fifao, no Cear ;UfiteoJo de Lemoi Braga, no Aracatj ; Jlo Alaria Joo Chave, no Amo ; Antonio Marqaet da Silva, no Natal Jote Jnjtfl
Pereira d'Almeida, ero Mamangnape ;Felippe Eslrella A C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Vlrda Penha; Belarmino dos Santos Bnlcio, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga>
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Fnmcino Tavares da Cost, em Alageas; Dr. Jos Martins Alves, na Baha; e Leite, Serqoinho & C. no Rio de Janeiro.
DIARIO DE PERHAM3UC0
HEGIFt, 28 DE JULHO DE 1871.
l'laffcm de ftuas Magestades Im
pci-Iacs
SS. M. os Imperadores do Brasil chegaram
tover, prc cedeutes de Calais, uo da 2!) de junho
ai tres luas e quarenta minutos, bordo do va-
por framvi Napoteao, sendo aeompanludos de S.
A. a princeza de Joiuvilte.
A' chegada do vapor ao caes do almirantado,
SS. MM. foram recebido* pelo conde e eondessa
de Aquilli, que cram acomoaulidos pelo generai
Marcelh, maaaaoiselle Li-bda, o duque de Ne-
mours e o driajam de Aleudo.
t Eotre i, desunca compaohu. prsenle recep-
co eslavim o raiui-'r j do Brasil, a Sra. Aras,
o pe.-s jal da legacao brasileira. Tambera esti-
veram prsenles ao desembarque e aeonipanba-
ram os reaes viajantes Londres os Srs. eu jue
de Saldauba, ministro porluguez, Mr. Montgomery,
0 secretario Piar y, da legaca em Liverpool, o
cnsul geral brasileiro em Londres, o vice-coajul
hrasileiro era Londres, conselbeiro Galvio, Mr.
Rosario, thesoureiro de Brasil, capilao Argollo e
madama Argollo, marquez de Salles, Sr. Vaacon-
callos, Sr. Mirm{a, Mr. Braroley Moors, RvJ. Cc-
ela, Mr. Greenfell, Mr. Buckley, ministro no Rio de
Janeiro, etc.
Um ccoboyo especial tinha sido apromptado
pelo Sr. Dyue, o superintendente do caminho de
forro do sudoeste era Dover, raas foi dispensado
no ultime memento, e SS. MM. partirn) de I) >-
ver O) comboyo ordinario do correio, indo em
uat das reaes carruagenesales, pertencentes
corananh a.
Em silencio aos des jos da imperador e da ira
peratriz, foi" dispensada toda a reeepr.ao official
por partes das autoridades locaes, militares ou mu
nicipaes.
Ee'veraru tambem presentes ao desembarque,
alm de um grande naraero de espectadores, o
Sr. S. M. Litham, vicecnsul do Brasil em Do-
ver, Mr. Ragget, recehedor da af mdega, e oulros
-avalheiros.
SS. MM II. lixaam a saa residencia no hotel
Claridge.
O comboyo onde vieram che gou estaca o de
Coaring-Cross, prefixamente, 6 boras e 2o mi-
nutos da tarde, leudo o comboyo sido demorado
en Dover 5 minutos alm do lempo marcado.
S. Exe. o mim-tro do Brasil liaba partido para
Dover na larde anterior, nara receber SS. MM. no
sen desembarque do continente.
O presidente da compaubia do caminho de (er-
ro do sudoeste, Mr. \V ..tirio-, Mr. Sbaw, secreta-
rte e Mr. Eb)rall,r*irector geral, esperavam S5.
*Uf. na estato de Charing-Cross.
Logo que SS. MM II. se apearam da carruagem-
salo, um g'ande numeio de bra-ileiros residentes
m Londres se aproximaran! a felicta-los.
O imperador e a imperatriz, que trajavam Into
pesado, fizeram-lbes eordeal acolbimenlo.
Depois de se despedirem do duque de Alencon,
<1 j dnqae de Nemours e do conde e eondessa de
AquilU, Si. MM. acompanbados pela priocea de
Joinville, subiram para % carruagem que os es-
perava, e (oram logo eondnzidos ao hotel de Cla-
ridge.
Nao ha ria guarda de honra, e nao os esperava
earraagem algama da raioba, visto que SS. MM.
jigaiflearam querer evitar ostentares desn&cessa-
rm
SS. MM. jantaram particularmente no hotel cora
alguna dos principaes personagens da cmara im-
perial.
O Standard diz que o imperador ara hornera
rouito cima da estatura mlia, e parecendo gosar
cebido cora provas de respeit js.s elicitac5es, s
qaae3 correspond a com muita affabilidade.
A imperatriz pareca nm pouco (aligada com
jornada, e ancio-a de entrar na cirruagem.
SS. MM. II. aiuda se acbavam em Londres, go-
mando S. M.' o Imperador perfeita sade, e indo S.
M. a Imperatriz melbor dos seus incommodos.
A rainha Victoria conferie a j Imperador a mui
lo nohre ordem da Jarrateira.
A ceremonia da investidura, que ama das mais
apparatoias e explendidas, ser celebrada prxi-
mamente.
Suas Magestades principiaram as suas visitas
emLondr.!3 pela rainha o principas de Galles. Das
mesmas augustas pessas receberara suas ma-
jestades os cumprimentos no hotel Claridge.
Da viatia (eita pelos imperadores rainba Vic-
toria d um jornal de Londres a seguale conta :
< No dia 4, depois do mel din, suas magesia-
dtsimperiaes sabiram de Londres para irem vi-
sitar saa [ingesta ie a rainha no castello de Wind-
aor, O imperador e a imperatriz. acompanbados
pelo sea squito, (oram de carru.-.gem at esia-
.'i Paddinglon, do eaminb) de (erro de oeste, en-
de um comboyo especial eslava preparado para os
transportar a Windsor
< Em Paddington, os Ilustres visitantes (oram
recibidos por lord Granvilie, por parle de saa ma-
geatade, e eonduzidos a urna carruagem salao-real,
ollocada no centro do comboyo, o qaal debaixo
da direccao i inmediata de Mr. Alfredo Higgras,
superintendente de divi-ao, largou da estacao as 2
horas e 15 minutos da tarde, e seguio para Wiad-
ior, onde suas magestades imperiaes chegaram s
1 horas e 50 minutos,
f Por ordem especial de sua magestade a rai-
ona, algumas csrruageos reaes tinham sido man
dadas esp'erar nAostacao de Windsor.
< A duqueta se Roxbnrghe e a non. miss Rerr,
i -lualraente ao servir; de sua magestade, sabiram
di palacio para a esta ;o de Windsor, e espera-
rara a chegada do imperador e da imperatriz na
sala particular de espera, roda da qual se tinha
r'-unido jii grande numero de personagens da
orte e mui>o novo.
c Lord Granvilie acompanhou suas magestades
.no Windsor, e seguio com ell?s at ao castello,
onde o imperador e a imperatriz (oram recebi-
.i.\< por sua magestade na grande sala de en-
trada.
i Ao I ido de saa magestade a raioba stavam
-ua* altezas reaes o principe Alberto e a princeza
Oristiana, princeza Beatriz e principe Leopoldo,
aeampanhados pelos lord camarista, e as damas e
cavalheiros de servico.
O conde Granvilie, secretario de estado dos
estraogeiros, esteva urabem presente a recepto.
t Acoapanbaram suas magestades imperiaes
desde Londros, suas altezas reaes conde e eondes-
sa de Aqailla, principe Angosto de Saxe Coburgo
Gotba (genro de suas magestades imperiaes) e sua
alteza real a princeza de Jowtille.
t Um no sequilo de suas magestades iraperiiM Purlo, Lisboa e draga.
a seguinies pessis: E irnos inteiro en
Cavalheiro Jos Carlos de Almeida Aris, mi-
nistro bra-ileiro, ondessa de Barral e madama
Costa, Mr. Noguelr da Gama (camarista), baro
do Bom Retiro e bati de Itauna.
No squito de sia alteis reaes o conde e a
lords e dos cnmmuns, (onde o imperador se tem
demorado por algumas vezes a presencear 03 de-
bates) o lago Virginia e os easaes de Norolk e
Flamengo, o tnel, a casa da moeda, o banco de
Inglaterra, palacio de crystal, Liocoln'inn. o Tem
pie, o mu.seu britannico, o palacio de Buckingham,
re-idencia do principe Arthur, o palacio da ex-
porijo Royal Allut Hall e oulros lugares e edi-
eloa nolaveis.
Diz o Cnrdiff Guardin, que provavel que sua
magestade imperial visite CardifT, visto ter mos-
trado desejos de ver ama das grandes (undicSn
de ferro de Galles, e que neste caso se ir hospe-
dar no castello de CardifT, perienceole an marquez
de Bule.
Entre as visitas particulares feitas pelo impera-
dor teem os joroaes mglezes dado noticia das se-
guint8s : ao Sr. AlmeiJa Aras, mioistro do Bra-
sil, a Mr. Roderich Murchinson, ao duque de Ne
mours, ao principe Arthur, duqueza de Inver-
nas?, aos principes de Teck, princeza Laiza, ao
duque de Cambridge, ao principe Alberto ea prin
ceza Chrlstiaaa sua esposa.
Suas mag"Uades passaram um dia em familia
com a princeza de Joinville e condes de Aqailla na
sua casa de Tiw Mouham, bella residencia dos
principes de Joinville.
Suas magestades teem sahido todos os dias. Um
dos seas passeios foi ao cemiterio de Highak, on-
de pedi i (no Ihe mostrassem otnnnelde Cobridge.
O mausaleu do principe consorte em Tragwose
loi tambem visitado pelo iraperaior e imperatriz.
As visitas do impera lor a estabelecimentos no-
laveis sao sempre demoradas, como proprio do
sea genio perscrotador e la saa elevada e escla-
recida inlelligencia.
Sobre S. M. o Imperador escreveu o Sr. D.
Benigno J. Martnez, redactor da Iberia, de Ma-
drid, o seguate artigo no dia da chegada all dos
angustes viajantes :
Deve chegar hoje a esta curte, de passagem
para Franca Inglaterra, Suissa, Alemanha e Ita-
lia, o imperador liberal, o filho primognito de
D. Pedro IV, irroao de D. Mara da Gloria, vir-
tuosa mae do actual monareba de Portugal.
' Mui digno de esludo sem dnvida o (acto
singular de existir no grande continente da Ame-
rica, o Brasil, imperio (lorescente regido pelo sys-
tema constitucional, baseado nos principios mais
democrticos; povo em que a vonlade de um des-
pota sanca se oppoz aos desejos da opiniao popa-
lar ; nacao feliz em que o poder moderador, co-
udo sempre era seus justos limites, nunca tem ata-
cado os direitos individuaos, cajo aso garantido
pela lei do estado. A explicarlo deste enygma
est na sabe doria, na boa f, e'no tacto poltico de
D. Peiro II, o bondoso chele daquelle venturoso
estado que, pelas riquezas que posane, pela b m-
dade do sea clima e pelo patriotismo de seos ha-
bitantes, est chamado a desempeohar nm grande
papel na historia do novo mando.
No imraenso paiz era que impera o lio de D.
Luiz I, o povo respeita omito o sob. rano, tanto
pelo sea civismo como por suas virtndes particu-
lares ; todos es subditos o considerara, porque go-
verna com jaatica, com legalidad e cura aiscrip-
cai repartindo com a opiniao publica as preroga-
tivas do sen throno. Todos os brasReiros o amara,
porque sabem que o lho do Guilnerme Tell por-
tugnez o primeiro defensor da liberdade e do
progresso.
o Antes de desembarcar em Lisb3, onde s
passou trinta e seis horas, o imperador do Brasil
leve de fazer quarentena de oito dias no lazareto,
vivendo all confundido com os seas companbeiros
de viagem, por se ter recasado a aceitar a cor-
veta Eslepkama que lhe ofereceu o governo por-
lagnez, dizendo: < Nao posso aceitar esta pre-
ferencia, porque nao sou aqui mais que D. Pedro
de Alcntara. >
a Na capiul da naco visinha acolheram-n'e
com o jubilo e a alegra que merece, pois que
alm dos lac/>s ntimos que o ligara a familia real,
rene a especial circumsiancia de ser sustentcu-
lo inquebrantavel das tradicoes gloriosas legadas
pelo repoblico egregio que soube renunciar duas
coras para implantar as novas ideas e dotar
com o systcma constitucional o p-iiz vlsioho, dan-
do por isso aos nossos irmos nm logar de pre-
ferencia entre os povos livr^s da Europa.
a D. Pedro de Alcntara acaba de dar provas
recentes de abnegago do sea caraeter, como do
deprezo em q-ie tem as vaidades mundana,
quando, para niio firmar urna paz deshonrosa para
o seu p (alai para as armas brasileiras, poder.a ter-lhe
cuslado o sceptro e a cora.
Da saa illostraeao e amor s letras, sao teste-
munhas, seus amigos que se eontam aos centos,
com preferencia entre os escnptbres, homens de
scieocias e artistas intelligentes. D. Pedro deseja-
va completar seus conhecimentos, fazendo urna
vigem pela Europa.
__ t Amador dos classicos rabes e hebraicos,
tao conheeeir.r tambara da lelteraturt portagueza,
como da he^panhola ; do que deu provas inequ-
vocas segundo asseguram alguns peridicos lisbo-
nenses, conversando no dia 20 por largo espado
de tempo com o mioistro hespanbol em Lisboa o
nosso amigo e correligionario, oExm. Sr. D. n-
gel Fernandez de los Ros.
< Parece que tambem cultiva com proveito a
arte musical, no que se assemelha a seu augusto
pae, de que se conservam admiraveis composicSes
de um mrito indispatavel segundo os enten-
didos.
D. Pedro II naturalmente gr cruz de qaasi
todas as principaes ordens aacionaes e estrangei-
ras, sendo nm dos cavalleiros do Tosie de Oiro.
Saa esposa tem a banda das damas nobres de
Mara Luiza de Hespanba.
< O seu aspecto pessoal sympatbico, contando
de idade nns 46 annos. Tem fama de ser modelo
de virtudes na vida dnmeitica, como a tera de pae
dos pobres, achindo-se sempre onde ha ama des-
graca a loccorrer. E' singelo nos seus costumes,
e todos os eseriplores que se tem oceupado dos
actos do imperador concordara em que rene
maior modestia a dogora de trato agradavel,
Durante as poncas boras que permaoeceram
em Madrid uas magestades imperiaes parece que
projectam hospedar-se no hotel de Pars situado
na gia de Alcal, esqniaa da Porta do Sol. A 26
chegaram a Bayona, seguindo para Inglaterra onde
se demorarlo algum lempo para percorrer a Es-
cocia. Da Grl-Brelanha tambem vo a Allemanba,
aproveilando o lempo mais propicio para que a
imperatriz possa lomar as aguas de Ems. Parte do
invern tencionam passa-lo na Italia, regressando
em meiado de fevereiro de 1872 a Portugal, onde
por desped la de saa larga exposicio, conta de-
morar-se de 20 a 30 dias para visitar Coimbra,
eondessa de Aqailla, iara mademoiselle Lisboa, e
ganeral Marsilll.
O tempo estove extremamente chuvoso da-
tante a estada dos visitantes imperiaes em Wind-
- ir, cahndo de vez em quando grandes bategas
"ligua de manobra que a real residencia nao p
le ser vista em todo o sea expen lor. Suas ma-
fltatadei imperiaes, comtudo, fiaeram ama excur-
-io as carruagens da rainha, e foram Ter a roa-
paria, c viveiro da ves domesticas, ele.
Os imperadores teem visitado a Torre de Lon-
dres, a abbadia de Wesimlnater, as cmara dos
crdito a quantos peridicos
annunciam que o imperador liberal se nao canea
de assegurar que est pascando boje a poca
mais feliz da sua vida, desde que sahto do Rio de
Janeiro.
t Comprehendemos isso ven lo-o visjir durante
alguna BMzes, como simples cidadio livre dos fas-
tidioso inconmodes da etiqueta.
Orgio La Iberia, entre outros mais Ilustra-
dos do partido progressist* bespanhol, compre
hoje o seu dever sagrado, saudando, na saa pas-
sagem por e*ta .capital, o illastrado soberano de
um povo liberal, digno de quaulas distinecoes se
Ibe possajn (azer, e das quaes se tem tomado ere
dor por suas virtudes, anda que nao fra mais
qoe D. Pedro de Alcntara, sob cojo nome viaja
incgnito em companhia de D. Tneresa Cbristina,
ana digna esposa.
Noticias da Europa.
Amanbeceu bontem (undeado no lamarao o va-
por inglez Douro, cora datas de Li boa at 14 do
correte.
RANDA
Terminaran) as opera?5es preliminares do
grande emprostimo rancez, cora xito mais favo-
ravel do que se poderia esperar. A quola que
pertonce a cada subscriptor de 45 ,/ do capi-
tal subscripto, o que mostra a. cifra exagerada
cora qoe se eocerrou a subseripgao. Brevemente
comecar a troca dos recibo? pr.visorios pe"8
certificados.
Effecluou-se em Pars a grande revista das
tropas l'rancezas, no meio do maior enthusiasmo,
sendo muito victoriado o Sr. Tbiers; e os gene-
raes comraandantes djs differenles corpos de
exercito. A parada era commandada pelo gene-
ral Mac-Mahon.
O general Manlenffel eoramaodaote do exer-
cito allemo em Franca transfeno j o seu. quar-
tel general para o palacio de Compgne.
Os allemles reteera era seu poder dez rail vra-
gons de mercadonas do caminho de ferro ran-
cez de Leite, e que difficulu imraeuso o servido
da pequea velocidade Servera-se delles nos seus
caraiohos de (erro, e al Ihes tiraram os letreiros
substiinindo-os por outros.
A cidade de Araien (o declarada em eslado
de sitio pelo 'commandante allemo, em conse-
quencia do assassinato d'um soldado prossiano.
O general Moltke ordenou aos comraandantes
allemes que nao inflijam pena algnma que nlo
seja pronunciada em conseibo de guerra, e pro-
hibe absolutamente as mullas e outras medidas
militares.
Estabeleceu-se j sm Pars a nova legacJo
alleraaa. E' ministro o conde de Waldersee, e
secretan3 o principe Lyoan. Servera nella o con-
de Holstein, o eonselheiro da legagio do Wortem-
berg, o Sr. de Linden, o lenle Stunura, e o con-
de Docnoff.
Em conseqaencia de urna queixa do Sr. Wal-
dersee, relativamente excitaco que podem
causar os anigos acerbos de alguns peridicos, o
Jornal Official pede aos eseriplores pub icos que
se abslenbam de lado o que possa azedar as pai-
xdas; e exprime a esperanca de ver em breve
terminados os males que prodoz a oceupacio al-
lema.
O eonle Janbert, aotigo orador do partido or-
banista, propoz qoe os estraogeiros fossem obri-
gados a tirar bilhete de residencia, e pagassem
por elle nm imposto como ha na Suissa. O ora-
dor disse cousas incon veniente i codtra os ingle-
zes e contra o allemes a ponto de obrigar o
Sr. Julio Favre a responder severamente. O con-
de Jaubert tinha-se mostrado offendido de qne os
iDglezes organizassem eomboyos da recreio para
ver as minas de Pars, e o Sr. Julio Favre ob-
servou-lhe que antes deases cornboios inglezes
bouvera ontros qoe Iraziam mantiraentos o soe-
corros para os (raaeezes necessitado. Quanto
aos allemes notou o perigo de semelhaotes de-
monstracoes parlamentares ; e tinha tanto mais
razo para eonler a linguagem do coade Jau-
bert, sabeado-se qne oa Atniea o a> alguna
outros pontos tem bando rixas e atteotados con-
tra as tropas do exercito invasor.
Os cinco mil prisioneros francezes qoo ain
da estavam em Porender iam enlrar em Franca
pelo meiado de jaldo.
O general Ladmlrault nao quit aceitar o
cargo de governador de Pariz.
Tem continuado em Paris as prisSes e tem-
se encontrado em casa de alguna presos vasos sa-
grados e oulros obiectos de valor roubados s
igrejas e a particulares
Comecaram os julgamentos dos| commnnis-
tas presos em Versa il les. O Sr. Rocheort, aeha-
se pengosamenie enfermo.
Calcula-.e era 867 milhdes de francos, pr-
ximamente 346 rail contos de ris da nossa moe-
da, o valor dos monumentos e edificios destrui-
dos pela communa.
Despendido pela communa 52 milboes; estra-
gos na viaco publica 3 milhdes; Hotel deffVille
e mairies destruidas 36 milhdes ; igrejas 1 mi-
Iho ; quarteis l roilbo ; theatros 7 milbSes; ou-
lros edificios i milbao; palacios e monumentos
arruinados 114 milboes ; gasljs de guerra 260 mi-
lhdes ; casas incendiadas 79 milhdes; ditas de-
molidas 34 milhdes ; estragos cansados nos ar-
redores de Pars 70 milboes; caminhos de (erro
10 milboes ; commercio o industria, parausada
210 milbdes. Total 867 milhdes.
Os resultados deBuitivos das eleco3s de Pa-
rs, nao contando os votos do ererc lo sao oa se-
grales :
Wolowski, proessor do Conservatorio das ar-
tes e offlcios, aniigo deputado, 143,700 votos; Al-
fredo Andr, raerabro da cmara de commercio,
maire adjunetc fdo 9 bairro, 130,900; Perno
let, (abncante, .maire do 13* bairro, 127.800;
Louve, amigo presidente do tribunal de commer-
ci, 124,700; Paulo Mor o, fabricante, maire de
Naoierre, presidente da commsso dos maires do
Sena, 117,900; De Pressens, cura protestante,
116,200; Corbon, antigo vice-presidente da assem-
bla constitu ule, 115,200 ; Dielz Mooin, fabrican-
te, juiz do tribunal de commercio, 115 mil; Gam
bella, i 14,800 ; Denormandie, maire adjunto do
3 bairro, {presidente honorario da cmara dos
procaradores, 113,00; De Cissey, general, minis-
tro da guerra-, 109,200, Ploeuc, su8 governador
do banco de Fiaoca, 108,200 ; Kestoer, fabrican-
te, ex-representania da Alsacia, 107,500 : Kranlz
engenheiro em chefe das pontes e calcadas.....
107,000; Eduardo Labonlaye, professor do colle-
gio de Praoca, membro do Instituto, 106,200;
Leao Lefbure, antigo deputado de Colmar.......
104,300 ; Laurent Pichat, escriptor publico, 99
mil; Sberl, presidente da cmara dos notarios,
96,400 ; Emilio Brelay, 95,300 ; Drouin, presi-
dente do tribunal do commercio, 94,200 ; Bonva
let, 93,900 ; Fernando Moreau, syndico dos agen-
tes de cambio, 92 rail; Plerrard, director do ca-
minho de ferro de Oeste, 91,100 ; conde de Fla-
vigoy, 88,108 ; D'Haussonville, 83 mil; Leber-
9u,er.ailOado, membro do conselho da ordem,
i >AAl{ricola Perd'8u'*''i amigo representan-
te, 81,500; Freppel, bispo dAngers, amigo pro-
fessor da sorbonna, 81 mil.
O descendente e nico herdeiro de Luiz XVI
e de Carlos X, que se d a si proprio o nome de
Henrique V, jubrou dever dirigir um maoitesto aos
fraucezes, oa proviso de que estes, adoptando no-
vamente o governo monarcnlo, lhe queiram ofe-
recer a corda de S. Lua.
, Este documento nao porm, rauito proprio
para convidar os (rancezes a (azerem o offeraci
ment da corda a um priocipe.que pelas d que
expende com ama lonvavl (rinqueza, prova que
nao comprebende as necessldades, os senmentos
B as paixdes dos seus concidadaos, e nem se quer
os senlimenlos dos seus proprios partidarios.
Eis esse documento :
t Francezes :Eslou entre vos. Abristes-meas
portas da Franca e nao pude reounciaF ao prazer
Je tornar a ver a mioha patria.
c Mas nao quero dar com a rainha prolongada
presenta uovos pretextos agitacao dos eapiritos,
to perlurbadoi neste momento.
Deixp pois, Gbambord qae ma destes e cojo
nome tenho usado cora orguiho durante 40 annos
de desterro.
i Ao affastar-me desojo dizer vos que nao me
separo de vos a Franca sabe que lhe pertenoo.
c Nao posso esqueeer que o direito monarchico
patrimonio da naci, nem declinar os deveres
I que elle me Impoe para com ella.
. t. Res deveres cnmpri-loshei, crde a rainha
P*'*rL bomem honrado 0 de re.
* to o auxilio de Deus rondaremos juntse
quando quizerdes, sobre as ampias bases da des-
tsntralisa^ao administrativa e da franquas locaes,
um governo conforme s necessidades do paiz.
Daremos por garantas a estas liberdades pu-
blteas s quaes tem direito todo o povo cbrislo, o
suftraglo universal honradamente pralicado e a in-
tervNieao das das cmaras e contiaanremos, res-
titoirido-lhe o sea verda leiro caraeter, o movimen-
to nacional de lins do secuto passado.
Urna minora sublevada contra os votos do
paiz fez daquelle movimento o ponto de partida de
un periodo de desmoralisaclo pela mentira e da
deorganisapo pela violencia Os seos criminosos
alternados impozeram a revolujao nma naci que
so pedia reformas, e impelliram-n'a para um abys-
rao onde teria perecido hontem sem o heroico es-
foreo do no*so exercito.
As dasses laboriosas, esses obreiros do campo
e da? cdades, cuja sorte tem sido o alvo das m-
nbas mais vivas preoecupaedes e dos meus mais
caros estados, sai as que mais soffreram com esta
desordem social.
* Mas a Franca, cruelmente desengaada por
desastes sem exemplo, comprehender que nao se
torna verdade mudando de erro; qae nio se fo-
ge por expedientes i necessidades eternas.
A Franca chaunr-me-ha e eu correr i para
ella cora a rainba abaegacao, o mea principio e a
rainha bandeira.
A' proposito desta bandeira tem-se fallado em
condiedes que nao posio aeeeitar.
< Francezes I
Estoa proraplo a tado para ajndar o meu paiz
a levantar se da mina a recuperar o sea lagar
no mando; o nico sacrificio que nao posso fazer-
lhe o da miaba honra.
< Son e qnero ser do nea tempo, readendo sin
cera homenagem a todas as suas grandezas e fosse
qual fasae a cor da bandeira sob qae militaran) os
oossos soldados, admire o sen herosmo e dei gra-
cas a Dos por ludo o que a sna bravura acere3-
centava ao Ihesouro das glorias da Franca.
* Entre vos e en, nao deve subsistir nem mi
intsUigencia nem aeguada intencao.
NSo, nao deixarei, por que a ignorancia ou a
credulidade leobam fallado de privilegios, de ab-
soMtismo e de intolerancia, qne sei eu T de dizi-
mos, de direito feudaes, phantasma qae a mais
auiaz mi f procura resuscitar aos vossos olhos,
nao deixarei, digo, arrancar das minhas raaos o
estandarte de Henrique IV, da Francisco I e de Jo-
anna d'Are.
i Com lie se fez a unidade nacienal, toa som-
bra cooqulstaram nossos pas, guiados pelos meas,
essa Aleada e esa Lorena, cuja ldelidade ser a
coasolacao das nossas desgracs.
< Com elle foi vencida a barbarla na trra de
frica, testeraunba dos prfmeiros feitos de armas
dos principes da miaha familia ; ello quera ven-
cer a nova barbaria qae ameaca o orondo.
< Confia lo bei sem receio ao valor do nosso
exercito; elle sabe que esse estandarte nunca se-
guio ontro caminho seno o da honra.
iUealM-o eooao ara aefoailo sagrado do velho
tei; meo av\ qoe aaorroo no desterro ; foi sem-
pre para mim inseparavel da recordacao da patria
ausente ; flueluou sobra o meu berco, e quero qoe
d sombra minha sepultura.
< as dobras gloriosas deste estandarte sem
mancha trar-vos hei a ordem e a liberdade.
i Francezes I
< Henrique V nao pede abandonar a bandeira
branca de Henrique IV.Henrique.Chambord,
5 de julho de 1871. >
Este manifest nio encontrou apoio algum na
opiniao publica, e s leve por effeilu malograr a
fuso que se tencionava fazer entre os dons par-
tidos.
Foi destribulda urna declaracao faita pelos che-
fe? do partido legilimista, dizendo que aqaelles qae
nao anouiram s pretendo -s do conde de Cham-
bord tencionam bastear a bandeira tricolor.
Diz ama telegramma de Versailles publicado
pelo Titnet que nos circuios ouVjaes se mostra
grande saiisfaco com o aipecto dos negocios do
paiz, qae parecem raelhorar de dia para dia ; qae
nao ha perigo de qualquer desiatelligencia entre
o governo e a commissao encarregada da raorga-
nisacao do exercito; qoe a base desta reorganisa-
cao parece comprehender urna conscripcio exten-
sa, servic-a curto, e aboltcio da systema de com-
prar substitutos.
A assembla approvou a lei dos impostos sobre
o assuear, cb, caf e ontros anigos alimenticios.
Continuam as representares e ariigos de jor-
naes acerca dos impostas.
Fot tambem approvada a proposta da lei de im
prensa estabelecendo oajiepositos preirs, e outras
medidas altamente repjmsivas.
Discule-se a lei administrativa cuja base a
creaco de urna eommissio de departamento, (es-
pecie de coBselho de districto) eleita pelos conse-
Ibos geraes. O deputado Daniel Wilson quena
que os prefeitos fossem nomeados e demittidos pe-
los consethos geraes.
Foi apresentado o parecer sobre o projeeto de
organisaco do conselho superior de lnstrucc3o pu-
blica, proposto pelos Srs. Waloo, de Broglie, de
Corcelle e ontros, tendo por base a lei de 1850, e
restabelec;ndo as vantagens que ella assegurava
aos professores.
Foi tambem apresentada urna proposta para
o estado pagar todos os prejuizos soffridos petos
particulares durante a guerra. O ministro do in-
terior pedio que f isse adiada a discussio e que a
assembla raeditasse bem na importancia do en-
cargo que se pretenda laucar sobre o estado.
Despachos oflkiaes de Argelia annunciam
3ue muitas das tribus kabgle3 ja haviam offereci-
o a sua subraissio.
Dizem os nltimos telegramroas que no dia 12
se effectuaria o pagamento integral dos primeiros
500 milhdea de francos, da indemnisaejio de guer-
ra, principiando em seguida a evacuacao dos prus-
ianos do Eure, Somrae, e Seine inferior.
g' completamente (alsa a noticia publicada
pela Libert da deportacao de milbares de omitie-
res implicadas na inaurreicio ; nenhama das mu-
Iberes presas (oi deportada, e assegura sj que s
a assembla decidir da sua sorte.
- Foi nomeado gri-eruz da Legiao de Honra o
general Faid-hube.
. ALLBMANHA.
O Imperador Guitberme convaleseente das dores
rheumaticas, vai para Ems.
0 principe de Bi-mark foi para a sua pro-
priedade de Varzin, d'onde partir para Carlsbad
regressando i Berln pelo meado de agosto. >
Falleceu nm lllbo do principe de Bismark,
em eonaojnencia dos ferimentos recebidOs em
urna das Bit*Ibas roda de Met.
As tropas saxonas flierara no dia 11 de ju
Iho a sua entrad triomphal em Dresde. O prin
cipe da cora da Saloma foi promovido ao posto
de mrecbal.
Dirigem se para a Allemanha o principe e a
princeza do Galles.
-*-A btfva organi3acaj do exercito de Wurlem-
berg, segundo os planos da Prussia, creou um d-
ficit no orcaraento d'aqoelle pequeo reino. O go-
verno v se na necessidaie de augmentar 20 por
ceoto nos impostos territoriaes e patentes e 10 por
cento nos valorea movis e renda, e 15 por cento
no imposto dos caes.
A Saxonia, a Baviera, o Wurtemberg e a
Hesse ducal delxam de ter ministros em Paris;
ario representados pela embancada altema.
A Rassia, apezar da unidade 'altama, no-
meou nm irinistru para a ene de Badn, lugar
vago pela merte do baro de MeyenJorf.
AOS-TRIA.
O governo anstriaco, de aocrdo com o parla-
mento, est tratando de abolir o deposito previo
dos jornaes.
O imperador Francisco Jjs cosita ir Praga
coroar-serei da Bohemia, o por esa occasio con-
ceder aos tcheonios todas as- franquas que des-
fructam os biiogaros.
O orcaraento foi reraettdo acamara heredita-
ria para ser considerado.
O presidente do governo disse que em conse-
qaencia dos recentes acontecimentos histricos, aa
esperaogas de ama solacio faveravel das questoes
do Oriente se realisariam mais breveraeote do qae
se suppunha.
Foram proceseados e presos f m Pesth al-
guns operarios' agitadores era bvor da cemrauna.
Asaeguram as correspondencias de Venna
qae o governo austraco se reeusou exialquer
modificaeao do tratado franco-aastriaco de com-
mercio em sentido proteccionista, prtferindo antes
a sua denvgacao.
O coade da B'tist, por occasio da dtsenssio
do orcaineoto do ministerio dos negocios estran-
geiros da Austn, ralificou no reirstag as i-ias,
3ue j havia apresentado, relativas urna poltica
e paz, e declarou que na sua coaviccio esta pol-
tica nao deixaria de produzir resultados favoraveis
para as relaeaes aotigaveis entre a Austria e a
Russia.
A cmara votou um augmento de 260 mil florn
de fundos seeretos poeto3 i dispo^icJo do gover-
o, approvando era seguida, sem dijeassao, o or-
eauento do ministerio dos negocios estraogeiros.
O imperador concadeu a plaea da ordem de
Francisco Jos ao principe de Java, Badn Salen,
como prova de estima pelo seu tlenlo em pin-
tura.
MOMA E ITALIA.
Corra o boato de ter Sua Santidade eseripto
urna carta ao Sr. Thiers, dizendo-lhe que por ora
nio eslava resolvido a sabir de Roma.
O summo ponhfiee eonheee melhor que Din-
gera a gravidade das circumslaocias e as causas
que determinara os governos; sabe per(eitamente
qae, se sshisse de Rema, nao havia de ser a di-
plomacia da Europa, qae lhe restituisse a cidade
eterna, nem a Europa mova os seus oxercitos para
esse fim ; mas qae se se conservar na parte da ci-
dade que Ibe deixaram os italianos, com menos
difOculdade poderi ler esperanzas de recuperar o
restante.
O embaixador franeex em Florenca veio a
Versailles, e apresentou-se na assembla legislati-
va ; mas a legacio fraacexa transferio-se para
Roma, com o governo italiano.
A ebegada'de el-rei Vctor Emmanuel Flo-
renca, foi celebrada com mnitas (estas illumi-
naeoes, revistas, jantares e mais ceremonias que
se eosturaam preparar para taas casos.
No dia 3 passou o rei revista guarda-nacional
de Roma da provincia, aasim como tropa da
guarnicao. Assistio revista o eorpo diplom-
tico.
O ministro dos negocios estrangeros de Ita-
lia, (azoado ama sade ao banquete da municipa-
lidade, disse que era manifest o amor do povo
romano i Italia e i sua dynastia ; que a memoria
de Cavoor devla ser abenoada por todos os italia-
nos, e qne era necessario amar a liberdade, e for-
tifica la com a ordem e com o respeilo religioso.
Vietor Emmanuel regressoo para Florenca no
dia 4 de j'ilno.
O santo padre Pi IX preconisou no consis-
torio de 26 de junho os bispos porluguezes Dr.
Americo Ferreira dos Santospara o Porte ; Das
Corroa de Carvalbo para Cabo-Verde ;Ignacio d)
Naseimento Moraes Cardoso patriarena de Lisboa,
o Alves Feij para Bragan^a.
Depois d'estas nomeacoes, Sua Santidade pro-
nunciou nm breve discurso, dizendo que j nada
havia que esperar dos homens, qne todos o.aban-
donarais e que o rei de Italia era esperado em
Roma, onde ir inaugurar all a capital da Italia.
BLGICA
O Sr. Anethan declarou no senado, na sessao de
3, que relativamente i transferencia do governo
italiano para Roma, o governo belga ns tinha que
approvar ou desapprovar esse facto, segundo os
usos diplomticos ; e accrescentou qne o ministro
dos negocios estrangeiros dra ordem ao mioistro
da Blgica para que segnisse o rei de Italia para
onde elle fr, e declarou que a Blgica havia de
conservar um embaixador, em Italia, junto ao rei,
e outro junto ao santo padre.
O senador Maln apresentou um projeeto de lei,
com o flm de serem ponidos aquellos individuos
que por meio de discursos as reunidas publicas
provocarem a perpetrarlo de qaaesquer eriales.
O projeeto foi admittido, o deve ser brevemente
submettido discussio.
Na cmara dos deputados foi approvada por 62
votos contra 19 o projeeto que proroga a lei relati-
va i expulsio dos estrangeiros suspeitos.
A cmara votou tambem a lei que prohibe os
jogos de azar nos b -arios de Sp.
Est concluido o magestoso tunnel do Monte
Cennis. Correm, porm, notieias de que Impos-
sivel a viagem ptlo tunnel em attencio ao elevado
grao de temperatura qae li existe, pois se diz ebe-
gar a 36 centgrados, e pela falta ce ventilaeao.
Tendo j morrido asphixiados alguns engenheiro?
e operarios. A empreza mandn construir loco-
motivas fumvoras, para diminuir estes inconve-
nientes, e vai proceder aos estudos convenientes,
para augmentar a sua ventilacis. Entretanto al-
guns jornaes pretenden attenuar o effeito que taes
noticias tem produzido, negando a veracidade dos
boatos.
Dizem os jornaes da Suissa que abateram 50
metros da abobada do tunnel, matando bastantes
operarios e j se haviam descoberio sete cada-
veres.
HESPANHA.
O eongresso hespanhol continua a discussio dos
projeetos de fazenda. Foi apresenlado o parecer
da eommissio de tabacos.
O ministro da fazenda o Sr. Moret pedio a sua
demss o, mas lenciona assistir s discussoes da
cmara, para responder is arguiedes que lhe pos
sam por ventara ser feitas.
O Sr. Jove e Hevia apresentou a sub-com-
missio o seu parecer sobre o eslado em que se
achara as ctasses operaras. Deve brevemente ser
apresentado i eommissio geral.
03 operarios de Sevilha continuam em grve.
O Sr. Pveda apresentou urna proposta pe-
dindo a reorganlaacio dos servicos pblicos, 20
por cento de imposto sobre a divida, reduccao nos
vencimentos do clero, e outras economas.
Diz o Itnparcial, qae o duque de Montepen-
sier parti para Pars.
UfGLATBBRA.
SM.pl opera lor o Sr. D. Pedro [( e S. M. a im-
peratriz teem tido um accolhimento syrapathico
em Inglaterra, onde se tem demorado.
A rainha Victoria conferio a ordem da Jarretei-
ra a S. M. Imperial :
No parlamento inglez oa amigos do governo
retiraram todas as emendas e substiaicdes que
haviam apresentado ao bil do escrutinio secreto,
para as eleicdes, com o fim de colocarem a oppo
sicio era posicao bastante dif'.il. A opposioo
queixa-se deste procediraento que qoalmoa de
desleal e altribue a suggestdes do governo.
, O blll.%1 volado flnalment 4r 7 votos da
maiorla, Fica pas, eompletamente alterado o pro-
cesso eleltoral do Reino Unido.
Teve terceira letiora o bil sobre a reorga-
nsaco do exercHO.
A eamara dos eommuns nomeoj nma eom-
missio para deliberar sobre os regulara entos ne-
eessarios para a execucao da nov lei sobre as
eleicdes por escrutinio secreto.
O governo inglez pedio explieafdes ao go-
verno francez, por nao ler este exeeuiado a eon-
veneio acerca do assuear ferta em 1864 com a.
Inglaterra, a Blgica, e a-Hollanda.
O governo francez arada nio respondeu.
O governo francez nao fez anda propostas algu-
mas sobre o tratado do commereio cujo periodo
finalisa actualmente, ignorando-se pois se o pre-
tende reoovar ou denunciar.
Os operarios de Loadres continuara a cele-
brar malinas era que mostrara a saa adhesio e*
syrapatha pela communa de Par. N'ama ren--
aio effrtuada Serossex-Hsll ura orador declarou
a legitimidadade dos incendios de Paris, e destrai-
eio da columna Vendme, aceresc-'Bfendn qoe ti-
nha esperanzas ds anda incendiar pelas suas'
fropria moe o bairro aristocrtico e Londres
que segundo a sna opiniio era a mador vergonba
da Inglaterra. Declarou por Sm qne o Sr. Whal-
ey,membro da eamara dos eommuns nao puden-
do assistir ;* juella renmio remetiera nma carta
escripia pelo sen proprio punto,-.em qne declarar
va que a communa tinha sido nm modelo de habi-
lidade, ordem o moderacio.
Parece que o Sr. Gladsione resolver adoptar
medidas severas, aflm de reprimir estas continua*
excitacoes que tao funestos reultados podem trazer.
N'uma das ultimas sessdes-da cmara dos
coronan disse Mr. GladsUine, respondendo a nma
imerpellaeio, que apenas tinba havido troca de
eommunieaeoes verbaes eotre o governo francez
e lord-Lyons em Franca e entre o doqaede Drogu
e lord Granvilie em Londres ; que o governo fran-
cs reeonhecia estar obrigad j polas estipulacdes
do tratado de commercio, mas que era verdade ler
passado em Franca urna lei elevando os imposto
sobre muilos gneros, alm dos limites determina-
dos no tratado de commereio, o qne aeclava bas
(ante as relacdes comroereiaes entre odous pa-
ses. Mr. Gladstone proraetleu porm dar prxima
mente urna resposl franca, o que far logo qn
para isso esteja habilitado.
ORIENTE.
O governo turco deu licenca, segunde se afflrma -
esquadra russa para passar os Dardaneltos de
caminho para Odessa.
No parlamento inglez sendo o eonde Granvilie
interrogado neste assumpto por lord Stralford de
Redcliffd, disse que julgava pouco provavel que o
governo lurco tivesse dado a licenQa que se dia
squadra russa.
Dizem de Conslantinopla qoe a. sade do>
gram-vzir contina melbor.
O bey de Tunes resolven crear nm tribunal
composto de dous subditos seus, um inglez, iud
francez e um italiano, para todas as causas do
estrangeiros. Das decisdes deste tribunal ha veri.
appellacao para outro tribunal composlo de cinco-
funecionarios escolhidos pelo bey de Taes, e pelos
cnsules de Franca, Iuglalerra e Italia. Este plan-
no j foi communieado as potencias, e julga-se
do agrado destas; comtudo para estranhar que
vistas as grandes relacu -s que ha com a Hespanba
e com a Grecia nio sejam estas potencias repre-
sentadas em qualqner dos dous Iribonaes ioterna-
cionaes.
FORTUOAL.
Em 13 ao correte escreve nosso correspon-
dente de Lisboa ;
No dia 9 procedeu-se a eleicio geral dos de-
putados.
Eis o resultado coohecdo dn acto eleitoral :
< Ponte do Lima.Manoel Bento da Rocha Poi-
xote.
f Vaienija.Jos de Mello Gouvea (ministro da
marinha.)
< ArcosPlacido Antonio da Cnnha e Abren.
BragaVisconde de Montariol.
Villa Verda Manoel Joaquina Alves Pas-

sos.
BarcellosManoel Paes Villas-Boas.
Villa Nova de Faraahco.
Povoa de Lanhoso.
FafeVisconde de Moreira de Rei.
Guimares Joir Vasco Ferreira Leio.

Manoel Augusto de Sou'a Pires de
< PortoFrancisco Pinto Bessa e Jos Joaquina
Rodrigues de Freitas Jnior.
< AmaranteAntonio Ayres de Gouvea.
c PenafielAdriano de Abren Cardoso Ma-
cado.
FelguelrasAntonio Barreto de Almeida Len-
caslre.
ParedesJoo Baptista da Silva Ferro de
Carvalbo Martense.
t Santo Thvrso-Jo: Joaqnim de Fgueiredo
Faria.
c GondomarAntonio Augusto Cerqueira Vel-
loso.
i Villa Nova de GayaJos Teixeira de Quei-
roz.
c Chaves Jos Mara de Moraes Reg.
< Villa, RealConde de Villa Real.
t Peso da RegoaAgostinbo da Rocha,
i AlijoAntonio Julio de Castro P.nto Maga-
Ibies.
f Valle de PassosLourenco de Carvalbo.
< BragancaJos Marcellino de S Vargas.
Macedo de Cavalleiros.
i Mlrandella.
MoncorvoAntonio Jos de Barros e S.
AveiroJos Dias Ferreira.
t AnadiaJo Luciano de Castro.
< EstarrejaJoio Carlos de Assis Pereira de
Mello.
t Feira
Lima.
c Vianna Alfredo Felgueiras da Rocha Pei-
xoto.
MoncaoCorreia Caldeira.
Arouca-Carlos Benlo da Silva.
c Oliveira d'Azemeis Anselmo Jos Braam-
cam,.
t PenacovaFortnalo Vieira das Neves.
< Arginil.
c Coimbra-Jos Marcellino de Si Varga*.
< SoureJos de Sande Magalbaes Mexia.
CatanhedeAugusto Cesar Barjooa de Frei-
tas.
t FigueiraAlbino Geraldes de Arantes.
t Siofes- Ricardo de Mello Gouvea.
t LamegoVisconde de Valmor.
t S. Joio de PesqueiraIgnacio Frano co S l-
veira da Molla.
< MoimentaFrancisco Joaqmm de Sa Camello
Lampreia. .;.' '
t Mangualde-Fraielsco oVAlbuquerque le-
quita e Castro. *
c Cartegal Fortunato das Neves. I -
fTondollaFraniisco Antonio da Salva Mei--<
des.
c S Pedro do Sul
c Vizen Luiz de Campos.
t GuardaAntonio Telies Pereira de Vaaeoat-
cellos.
SabugalPadre Antonio Boavida.
Pinhel Jos Tiberio.
TraacosoOsork) de VasconcelIOH.
< CelaJos Mara da Costa o Silva.
Castello Braneo-Jayme Constancia a de Frai-
las Moniz.
< Certa -Jos Ribeiro dos Santos.
c CovilhiManoel Pioheiro Chagas.
FundiJoio Anlouio Franco FrariW. ^
< CaldasAtgu lo Cesar Cao d CosU.


v
,
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astc
Lein iiai-i Chry Figotir dos ViotnsCarlos Ribeiro.
Penr.l>alAntonio Jot Teixelra
Lubjj (l. circula) Js Baptista de Aa-
*** V
Ltbbt (|. aula) A. -A. Per'eira de Mi-
tu*.
Lisboa p*e4relo)--Atga*o Sarain- de Ctr-
Lisba (4. eircuh)ViuaaJe d)i Oivae.
Villa FnncaCUodji) Jos Juftp
Msfra -Fraaci-cg^jaiaajim dt Casta e Suva
iraViamae,
S)
ftet]i-Fraaet<|it-#a _
forres Velrts -*- Ja*ev
guaira.
Almada E tusada. TaiaMi.
Setobal Antonio fliraaifjjrreiros Ajar* i.
Torres Novas-.*, f. ImW
TharaarVic>d* d wili Xova de Bjii-
Aerantes-J. A. JnaSinaos c #N-a.
SanUrnH. G)JBie-da Pal.
Chamusca -Marisnno de Rarvafln.
PorliltgreJ. B. Cardoso Clerk.
EivasJoaqun) Jo- di Alcntara.
a Az D. Miguel Pereira Coaiintio.
Bn.iaPininn >r PmheireB rge
Extremoz -A. C. Falca) da Foneec.
M Redondo 11 M-na dos SiuiH.
Bejlaciniho Antonio Perdiga
lura Francisco J .aquuti de S CiTetbi
Lampreii.
Herala los Dia* de Oitveira.
TaviraBaro do '/. -aere
FaroInquina l'n jriiai Lino d'AaSa.
S^v*W.tt, a*ft*H**---t>i*ha.
LagosFTCirreu de leodooei.
Bu geral a,elsieHa !.fi.ln t kli a traaquilli
date ; houra parera algwnas exe-'.pjS'S "
DeVtteu lele-grapan-am a tt) o,eguiut :
Vixeu lu, as | barata Ai mra;>s.
A oppisicn roqsierc far^t dota 'amella,
*Foi negada. Tsn de fagir, incltiiaio o candidato
Iterante o po*-* amotnate, naaala um do* u--
r-eabaN pinliMo 04 .ajoreenaa .faina norte-
lo m do Qumt, u 4>. iegurf* bestia ribon,
Cafe* A-ftMMW no^fcTectMt-i^-e.vbre l-ttaoe-,
" maltes ajaajos TfcewehiM, oin,** a o fluida*
nalwrs o 4MMaiisKl qaV n qaaulG e**>nm
.pavura olho repicara peW etitro.
E' tambera a proposite do Hvro -le Calvo As
eencio. livro que se nao vende em Portugal, Lvro
que poucos lem vislo, mis de que lodos falla, t
vro que procura pc-nos raza, em mallos pon-
ase -contra o qnar} tem appareetJo uns IMn
los onde niaior o numer* das ciiacoeetrechs
do niytoljgico pamplJileio haspanhol, q i o da-
pagioaa coisagrad^s eoatradiur aqneHas cen-
sufa, a propo-ili d>sle livro direi qae ceitradi
C*o esia, que se ata vento I
E'B qiinto o ministro de h-'spiBB* ii'^sia
* t e osea govrno re,oeitnn tiMtt* de livro*
rar.w as no.'s*s bibiioihoas. (Mesa, modelo
oiiras d'osie. paxtAi os-. aalt;r,iAiualtca- BU
lijosa anligualtocs para e nossn outeu nrclrol.-
CC em qouto a asso^iagao. ln-i-sni-lns iao- d
Midrid, i->in\ (rregai de oit-iro no cortane lite
rano.com premios de militare.* pt-cart, medalu*1
de honra e accesitesao< malhores escriptos sobre
a pnylolfgia e s.ibre o ih-wir i 'a* las n*<&?*,
|^i quinto em Madrid e na KUtsaKa-H h-spa-
nh' la. 04 agenle r*r4o eow uoia fac< Mfj; oa UJ1I. ai-i< ttd4-i'Jue ra da. proteo- primeiro adilide da embirad au q-te deiirimem
ri
C> lega!.
M mgutaide IH, H boas e .'W. id muios. 40
ri ii.-c'i HH For.io* por Si voto.
En. TrtMKOoo foveao rtHirou. parante a at-
tuJe do ceniro.
. En Lisboa appareotsraramas l!o li&ta qnn.
em ve de nome- de alguna canduiau, tenke'B,
palara tttfnVlic*. F ,ra ^ .Te ai iuu
li^adas e brancas.
Toda a Re*it, kj/m, tomau ist.conj loanlfes
tapa par era cuica, da democrn;ia. 5?-ntio;
Ibas dito muita? 'xi quo m Portugal qaasi
am.miltw a deuwer^cia. } lempo nao crre de-
balde ; o; erro da mowtri'Jxa oinniuci-vial NMr
ceieai-te ; a-epeca na.anrte.-u as -uis tealenci
le un molo w.-vjgavl. O cIih detwa i*;-
kiBeia Isa) 4e apparrcaH* raais urie oa mi ?
ceaV.
Ei*i peqafiu, mas insigniicaUva maniesl
fia, na i p.snu desapsrcelxda.
A ir.pr a*omaio dee/iasiiodas as onvera^oes na cap
UL No da nejHiimejj* ni. lewerava
De Miramleia 'foi r-"tiplido ioJ-j os jjrnaej-
de Li-Uia o shgumle Megramma :
E'ii M rileirt.-p.r occasifiodas eleicdes hou
fl feniiK-ntod graves, f*r oxini > ai> Im-a I onde se
raaeio a asse E o acotes ala .iiondade- IHMl>
taraui a opposico. ilis;i:,ran-lo Uros etc. Parlki
para <\at uiu i or-a \a eavaliaria e luaunna
para reforcar a |uoji a |ui esUura, chegada h>n
taei (iOr de midrk^mJ i..
Bm Mieedo da Oavalleirj*, o ScOtrolino Pe*
anba maadou prenJcr san lio a Sr. Carolioo
4'Msaaha, por Mfleaoej direM eamemo-
O* jornaea refirmieu e as f jlias hts aricas-.
po;m i' n relevo a fraq iea do .pariid MpVitHJh
w qae mais se Ul agora eetiF.
B nbora apj a 11 peje gi**rno ( dizem ellasj).
eoiti ira teaJo -t .algans- diflricios goveroaJ.jre*
nrii teas* aptas as-tiiN. ganiar 13 depuu-
*\m.
m Dizem que se mamfesta igtialmenU a fra-
Quea do govern-o, Im pjiido d* udos om rour
s, amsegue-vea^er a.* canlatirs de 17 ami-
to, se todos o* sao. i>u pire- m-lnor dia^r. de-15,
e abatermos as elfu^-* duplcala} Vs-mmislro
ti tttrra ( geawral Ueg*) o da ju^a,. ( centc-
Mi'iro S Varga)
O Diaria Pifitil-w. a. Mfnti* outros- j trusts
Arma bem stjvivtl a iacoDVfaieacii da dis>-
Jarai da cmara Hnjnnijli X-iquctla denio-vsir-
ra fe a -xi-HKia da inaiuria lini'io e snaura na
cmara futura ba. un, cataosi otn ga^iu de (res pariidoa l-Io iu.ium ilaom maiuri.
K" nolavel a-coaolui que um. destea jornies
tirada priysiououM* \m lita p.reco ter o UtUFO
parfamcat.
Ka seguate :
Na altura.a uve a .wm chegar.im ve.-
hk>* u i a -olura i i., uav. |. E'a aliuo^a ncara
e leal do tod s os libertes ooava os regeaerado
res c os muros reaccionarios^ a div-iio 1 .'-*nos-
es homen politice e:n ilous partida*-lories a-
bem- delisidee. Troles os M-'fr,.# nest- sentido
os parecern aciualmente conveoientos e uteis ao
patr. Os-libaads-l.-ioiftiei4a. de opjwrjse per
tola* a forius 'tt'- a que (ciiuaptKt os. rene
Diarw de r.rnambno* Sexta 'eir S tk JuUio 3E

fcifcci' das eanfereneias eemoeraiiees -ftae-se 4a
'am* uo Casino.
\ imprenta a (illa *-na obra nao Hv^sse preferid, ttfl
rara ab'jecca>, o i*er ivMi*n'e'.-i', .? r-
uews '(Mijsiia em crol di humauilal-i a tranquilla
') dasouidosa fruicao (tis seoshivsrov que dees*
_ R;;8 pi
arecen, em u, nos trihanaas, em
q.ia vimos ie*.
sitia baje n;ii pendonle, e dtrle
orie le yin. Sj infelicmi
naciSes sobre squelle thema durante alguna dias
jloai o tres 4oj eonbrentos ou pJUtMnkvfi PMKhieria acer-:sceota-l). Frustados Uiversos fjae
blicaram cartas da protolp e desforfo, coate-o '
ministro do reiri >, heg'ou mesmo a im|irir-*e> a
eontrenca'do -Sr.*Anlbro'do Qutftiuf; Hj}o ] %t
io/art n'este.assumeto.-
< E' a falta de ( potinca, rio nos fine dizem
ccer, as at ra&am-i uo.s .|uc fuan. umbre 4aJ
iiav*rir en> eviwa IfUn.
*>r uarwal t
. itera um-Aem-t
Nfci -pec* a me a qu-wto, .^ verttode
tkrft ai io eatft na 4dcneia m que se com|aJ
para a gr.-n.le can da bm>:Ac60cia publica
fr conTina a tbiii*ao lla'L parda aajyl o
avultA* "*i ds eer-.a MelV.-IMK.
jrao diflidid.mlas pactaws 4iHa)siiHitor.
.' Gf1inJ o^ti3t ianja, .ircit <|" h>i* la^so'^SaVIjrlei'
nos'.ituik ajajlestimenro fc.igaaepeea a
btno toajpndit qdatrsae*. e tn
r..rioieCiniia.
c O Jen* da Conrmmo 0>4Wj erientfjLM-
birouawe^inter^saejW'VrrQepeeiieaex dt>-
telew de?.Wle, co,imujriojii**wotJMHi.l'ilt-
unnores c' rea o HWninait e enterro J ireT
loits GMinh) ,'SirnftiCu. DeUa exlraliimi o guiaie tr-'.-'io. o o *iacurso < a heira d1* seinl-
nra fe o Sr; Carlos Jis Cildeira, qne o era ti-
me do lina lo:
A molestia ^ que sccenmbio, e que ha es
tuduquaaie nivsso.e. nos y&*M pelas roas da
amargura com cara de eonapassisros e" de qnem
nroplieiisa urna regenerace da :njo spgredo aiu-
ua nao nos Jisseraiu a prnnetra (ila.vra ?
> Se nao estives.se ia>> estafada a filtrase dtc&itt
fJmani vinha aquj a proposito.
Acaba de sabir Im nest-s nliim-is dias um
bello volumo sob o titulo, 0*iK(iiitfnt(ilismo do
Sr. J >ao de A idrade Corvo.
K' u na obra arneuNsinit, romance ou novella
da Kctu'ilidade, scenas de costeles liJell'-si.nas,
latertpeCfea admiraveis de-verdide-e piesia, e li-
radas iiuimriiticas Ja mais Una. critica e atti-
cismt'.
Sirvam-nos de eonsolacao, preieitcs o'estax>r-
iom, contra as la menta {Sus dos qae a.idam pr
ahi vestilos de sacco a peo lenci ir os mivilos do
^ratina deplorando a decadencia liUeraria.ds Por-
lugai ou mesm i levando o seu armjo a negarem
a existencia de um litterstnra qualqner com io-
dole o fvio nacional.
Faro-ibas do Seiilimfnlutit'Hj por ser a no-
vi lade^i'e-U semini, mas se u leinpi e a lM*.-
>ii o permiltls-om, bastira citar-llies os .itulo-
las obras de cinho verdil-ira non'e original iju-
n'estes ltimos lempos teem sanU> d-te prel-s por-
tugete i, em .mui'.-.s e varalos ramos.
Ma posw fer mais tinga urna correspn
deocia de -ele dias, em que-laJ -s os conlacimea
los sa reduziram a um s, que foi a el-ii3o ; e;n
|-i" l idas as pr.'vi-o :* ijue se literam na |. I. i-a
interna, lera de peccar por antecipilas.
< Os triealros emigrara para a provincia, por
filu d' esped dores na eapi'UI ; ;-'ara Tilmbra foi
hJuUui a uoile grande numero de pessoas a-si-t.r
as ft^t3S da IVainha Sania ( f^bef) que siSi ex
pen lilas.; o coros de cran5is, os fgis li ar-
illlci i, e as han las de Six>;, conipensin dd a1.-'
gutn modo no-pas urios as p.-afas de touros de Lisboa, Cintra, Al
mada, Villa Franca,-antirem, Porto, e agora ues-
tes dns em C'jimbra,enclio n as meJidis ais ami-
dores qae oa sahem de la couiente* sem ca-tiLa.
(tola de marca mtior, ou bol.l de enehef Eutretanio o. Tejo la vai corren 1> silt-n :ioso e
Ucitnruo, sen mais uma sanbj se qu r dj sa.-o
tii. (uauJU vieram ajui o>- im^tr Bra i!; o prwo no sen alle.'tj p los ajjiu-tis va-
jaute, a. mesmocquii fibgir qoe ba tirar .par-
tido do mais bello rio da Europa:
Furain-se as imperiaes peisoa?, o lai'elo que
loi pago imperial par 8 dias pa-ssu a ser o'.me'
Uqcu.ico -../..r-i i de todo o ano >. -> o ri i nuaoa
mais lmbrou se nao a. quera lem da o atravessar
u persorre-la al Belem para ir ou vir cuidar
da sua vi la. Al mesmo as regalas parece lerern
ctihido em de-uso..
A' vi ta di lanta. raanotoni, pouco. tive a ac
cre.-cenrar ao.qua llss-disse pel mal.1 d) O'.indf
o-) da S u'esle mez e prnco mais terei d juntar
a esta ii i inejhA ullimn hora..
A'li do co,rente accrejccoia o miso cor
rrspindenie :
A. mala do D;?uro fecha s 11. PSuea ha que
accre-c 'tilar mioha d hontem.
Esassignada a demissruqqe.fol pe4da pelo
Viseende da Cuancolleiros' ( Sabartita de. C-rv-
lh.)docacg*- de- ministros das obras pibJicas, e
n>.iiiid o Sr. Cari.* B.-nU' di Silva, nMiiiair da
fazenda-, para so eacarre'gar iatcriaam-;at- da
ea-inanos, a que t-n'iamos um governo violeala.&|_:,.ael]:l ossta
,-presner ea.iiuo-1* isssvi.beuio a guerra ci .i .Alftr'ia-
XatlelM 4o ni do I ytrim
Hoatem, as 1 tioras da Urde, -fuadaou em, 0040
porto o- traasporte de gnerra brasilwro /s datii. do Ri da Prat at (O, de Vi da Janeo
Ale e da Babia at Vi do crtente,
Bst transporto cendua 113 joedeewados ^as
provincias do sal do imperio pra o presidio de
Fernando de Noronha, devendo ainda Tweeber
aquelles que houverera as provincias do Para e saltando
a onde TfJttfj 'paa q livej^MMe! jiiio encaraawv inte
antlnienta$j
PAm^Ar.t
ay sancciotara/n mmpim
tiL
O Jm-wU A> Cointaereio de lice eai/idc qaf
oe triampheui oj i>h'tueraJjr,sf ui. uj-;.:.-\*-\i
o* birtoricas ius Kiriaga .u-) via mov.ir eirire
si na nova cmara, a atttod.i do partido r.f>r
nriia deve ser onecanle a di que nao cojicot Ja
em f.jlipacjoi's, qae i'-tao gisiaa-e-f.-f-ilfaJas;
A Gazel-i di Povo, orgi* iasWri ->, observa
qa au contrarreJados ere.- -.u o.a re^i,aa:tci:i.-
parlidirias Itmn afitatd ^
* NoiireiwdB tuioisto uiaaiil-s-toii-"? cri-o mi-
ci-te.-nl, pe luid) o miiiif, d;.s- ubrs pttbliMs
i Visconde- de- Coaaediiarres ) asna, de.-nissio, por
montos da pundonor, a qaie t&Ja a i-npreaa em
feral faz jastica.
B" o caso que, segundo contam, convinde ao
ministro do remo ( Mrquez 1e.Avi|la ), para faz*
Tincar a eletca dfl Sr: I'rnhfirnChagaJ, pela-Covi-
Ifc, determinon que certs. trabslhhs de entradas- ach.ir.-,eat,Marseiha.
tomassem urna directriz ltefsa da que f.ra pr
pista pelo coQ39lh i das i.bris publica* oulra-s
nnimo la retpeetivo minisiro, chanao mestm.
a antorisar ordena, em c mtrario das que o sen
coilega hava drspostn; prese que settoosrampa-
lavris desagraveis. tu-oia t i--o desde j-e m-
meato incompativet-a- presenen ile Visod de
Cbaneelleiros mj.gabin^te eeai a sua pr#ia dig-
nidadfl.
Creio qae o decreto da exoneracio foi assi,
eado hoDtera,dJaQa o Sr. Carlas Bsoto, ministri
4a lazend, enear/egado, io-vioamente da pasta
das obras publicas.
Aeootecen agora com a etelcio do Sr. PlHbef-
T8 Cb'gas, cajo iiiea'.io na pel menos snalogo
ao qae f.'Z sahir i i giiiinatfco Sr. Siraiva ^e Car-
va.-.p-ia nomeAgai.daacla! ptrwclu de Lis-
t>o*.
* O Sr. Pmheiro Chag:s qno nunca at hoje se
inu-orastlera na^ poltica, da, sua turra tratando
aempre com vistas largas o grande superioridad^
ale iuiuisi.v as ar.aujuj qaieate* q;is agum c
smondo, acha-se lile la-njiilo s frs da opo'
iti) que o amairaram edutnnas-dos perid:-
Ms, que o tornarotti jaa..cooj-a..e qae Iheditl to-
do os diis.bia u'Biiia d n'aj i*, que se o n'o
erem no geu crdito e earaeter pelo meno o d>
area ja ter encommaiate baaiue*. E' iri-ie I
Uomens deialaato como elle ou^nao deyem ir
ato paflaantuMo os quaaln sftjainbrarem.d.'i5*a !-
em entrar.pelo ii..(4*tuia*> sulTfag^o p pillar,
em re:omnjs do hujuU'.hs e maUo raen o-
'e.-sas que originam ci i-es e desavengas mlnis-
leriae.
* FalJs7a-se-me9 *a: el-ie. e- agora meenio
M falla no plano-qae-trtb- e-parww tet"''o>^ presi-
**nu i* ccmt*th*4**W*tr *:hi&p>Ao< i---
ffnido o rea lado da elei^aa geral,, awaseudu
dealgjo- Ci-1 legas, e pr/tearando.otros' nu.-
grapos tnait inloeates do parlamento.
-Se isai>*etisff. s^w*n'. uo m&w
fjevernamenui. e se lavar a elTeito a qut propw
Djario FopWtBvWneiiitBtjtiemoor^oeteagt ^e
wrnliM|akjit(e(443evafo>.riv. espeotativa, f
abstencao, resaltar ama oseiliacio constanie ia
je tornara Impeditiva e desde enio d.9cif Oflf'
venar com a cmara, e.^oen- as dieolutOd*' 'se
cotatantequ-ifi p ln.emMf....
E" ieto o que te diz, isto o qae se dizia. em
IJaBoa, e em apWRit4M*a>e,ireiuo/onda>-rlB'ui
M mais eampleta deanimaeio^e^ildMialetMk. pelo
acto el-iloraU
B a propaalfe da ndefcrencaf como deitan
eteate evHtaf^wtflir qtwm ntttaaMa.ttaw.ceoi
aove p-las mais ferias qnestdss do dia> cnia,
fravidade resistejtitJdgfaa*mBiaaflitjtjpcJBr.Mi
quo espiritwpfMiM^tti^Ml^aeeattMrtDMuma
jfitir-se H
t Jl quati aVnfaetfvtvHBupa Miar da pn
lUrm.t-se anda que o Mrinez- de Avila.o
Bukaata empr.ga as forens que pode para reor-
.|Qi>ar o ministerio, admittiado. em duas cu tres
aaataa algpas regenerador' e.
Diz o Jornal do Commercio de hoje a este res
pelt.> que aos magnatas d'e.-lraeQo poltica nao
.-inven* eotrarem por ora para o goveroo,. piis^uc
ni-> q teten) representar papis de inferior impor-
lanct.i i sua pr.i.-a,jia, e apr.esenlan os que all
teem importancia secundaria, camo por txemplo
os Srs. Bacros e S, Can da. Costa e cutros.
. Ti ni. noticiado os jornaes que a.Sra. condessa
te, Ela esposa de el-re D. Fernando, entrara a
-m.iaa. u-sa-Ja para o gremio da igrfj.i calhol'ca
Itouana, seado.baiatisaiia. QUe tocara por ma
drinha a Sra. condena de Sarment.
P.arece que a madrioba S. A. a Senbora in?
faata D. Isabel Mora.
S A. rearesson de Roma, e hontem cou:tava.
Os iiitoiitrns lem apressaaa nestas ltimos
dias 03 trabalhos dos ornamentos para s?rem Im?
pressoe e aRreaentaios au parlameaio aos primei-
e sdiai depjii da constituida, a cmara dos depu
talo?.
Cbtg-u d3 estrangeiro'o.distiaeta advogadn
Ifgi-timista Dr, CarlostZjferlna ^bto Coeltin,. ceja
viagei iklu sido (hjocto de mojias coajec-
turas.
a Patecc que o Sr. Pinto Ceejho se apeou da
oa.rruagpm du.cammli) da ferro, com una maace-
b> da^asnairas ari#wcxaUca3 e vesiiijo om supre-
ma 'de/aocio. Uas d;z'n.qae, U3> paralo de
celebre advog^do,. 3 ouicos, affitinam. q i nia
i'iitro o reera-cnegada senab o lliba d* f iH;ido
iniwio I), Miguel do Bragancji.
Xala.nuis de iaieresiaote senis que Vid r
rltiRpesjHvve;,-, uma,caria, ao Sr. J-is Pm-aJ
astaloceiiJo Iho a obra nUimamente publicilipor
este nvel o muito distincto eaerlplor, a Aristocra-
cia di ijtj'i" $ da helld't fcninU di niitigm-iide.
t.BMmeu, em CauUi> de Vile,.o.Rvm. fcei
Aj>..Gj.liabo da.Sajneiro, -acerca do qu,*!* di sy-
lo dos ceges de que era administrador tenho o se.-
guinte :
Palleceu no { do-earreo*. frei Jos G'dinho
l.-S. Sameiro, d-.: quei por vaos tamas faiUdj.nej-
te joxuaL Kia luvailairo illnsirada. edi aprecia-
reis qualidades de carcter. Faj pa tr e. tea na
ordaoi da:Cntar e e- nvaotual, da. Ale baci. Eim
ifiuiu.aiusitbrada naijtelu arp&racax Egresa)
em lSil. servio, longo lama > de eaoel'a no cou-
r n'.o das frer?.s de Sinta..Clara,.eu,E"torar. Ri
dejis n^ueado para o magijUri) na, semanario
la P -riA ftrc, onda re?u at caleiras de theoLigi,
d*.iii-^ral..e.i.uU'as. Teve-o.pr inrstxa qaaaUtod
o clero actual do !)i-pi> da Porlalj?re.
Saujranj>,.op)^Birait,fiiadaiior do a=v>i
ijoscegos, un,>mA'u ero seutestaraeaw primeiio
atoiairirudor lajaelli cand isa casa, e. I ha once-
ea ;.riv;M'ga* tas, qua te poladizer, e astim se
im julgad-na- tala judiclarja, o eonatiluia sau a-
Ur ego. como iTkm* o Sr. Cont.Jlnieiee\ n
imprtanle oansenfo qae pab&iMu em defesa do,
dito asylo. Aquella bauama/iio eidadXo nao se
\ eo/ao-au;.- u 4>lana.iCooliaB5 quadaposiura no il-
Iastre iire-by^BajisUfcienge. O^ogeprio fundador
i i asyld nao zetaxia-.iaelbor os.iaiare-:es ia ii/p
lizea cego-e. (}aaio.dimanalreio captawnaVgial-
menta a seguinte paasagem do-referida npusanJo,
la di.-.ittc!i8iimo, intagettiroo. janseinaulto,- aju-
dant da pracueadi.r getal d corda, o;Sf. Auoaio
iarwd. Cnato-Mantairoi'
> N>tria,porm, arrefecido d- ijkda.iaaWawior (Jp.sylo'dae eeg^l.rqowda al
g*ns d.js.eus parenw* uwis remotos, e intjrare-
tandi a s-u faw varias clausula* le Mame a lanas,
^efastniale ampeabu-**o lautogradamsh-
ftifi.. OarHt' eididaa de qaen o taam*ldo asylo flirt, aera-
0 extenuava, agjraviiti se nos ultim .* 1 i di%\ ov
quae* apcoveitou para providenciar em indique
pnie, pan assegurar a fmura eyisteaeia,. da sep
asj'ln iln ceg, qae tanto amava e estremecis.
Rara cortar pela. rair. tdts a* camalieada*
qnestiles judiciaes iieadenies, sr'bre o patrimonio
do a*yl i, resolveu vendar e.gleb>>ln ios os baar-
ru ticos e urbanos que restavam em ser. Dhu
para-JSTO procuncaa ao seu dgn *,. iiHisen*
leitur o Sr. Maiiod O g > Coelbi, impoal i nen-
as cmii.'.s da ven\ e infeliz nents a llrnurevelnu a sin sagaeidad,
e previJtiile iuteres-e a favor do a-ylo.
1 O dita feitirracUvamentn-diligecion- a venia;
tir'ii lo-se a varios-eapiulisU de L'^ni, e ao
prjnei.-a dell>-, ineida.
. Tiidos recriaran-eamprar, .princrpilmeita pir
starem os ben* lit'gss, e pir Ihesdejagradflrffm
algumflsvc in<$M da contrata.
defensor da asylo, coobeceolo a fundo'o-perigo
que esto corra para-a un perramenal, sefleasie
n i sen patrim-imn ainda avallada p )r$\n beir
diraz, qie-o admini-tPalor nJ pilera vmr,'
reviven c.impra^los pelo preco da 3I:0)9J, lires
pira o s>yb-dj'iin?oo o da tolas as de*p?ra*v
Un i -iscursu-:
U corpo, qie ah'r jar, da prebyte'Oflr*'*-di
orden Jo S. BVaa/lo, noonveot da Alcrntaa;
lo iid-o mestrefrei l)- Ganh Jnzarw leS*-
quer* Sani;ir->, v.i.aaixar a sepltura: Seu es-
pinto j i ua dp.*te mando. A'cou.o voj as-mys
lerto is regio** d i eternid id'l
S la memoria, pirm, vivar aira-n, e en-
tre os i-aturo-, habitantes desia vHv!
Qje vodirei da vil* e dis ijaiHlulet. "leste
h-vn ni ? A if, | ie sor* ItdnrwKt n'arr s-us ami,ni. a alj-m* seas dispalos fora-a I1 Aj
es'.es vejo aflttb* <. n vdu de-w cadver,-dirigin*
laao Dens-dis Mlsaricariii* a nrtimis oracSl-
Ji igr-ja pola elerao desean?i dj seu amigo mes-
tre e amgil
A grande d >ts de intell/genca e de carcter
li 'U alguns defeitos, de erdioano nbereota
aquellas quililades : comnmtm e tirste-eondieda
liumaaidtile.
i O omnipotente ter ji pesado' na tremeod* b'
lanij da sus jil'iiet, o be n e o mu q'W nn terr'
l>:at!-ara'o esplritii'qan a este caliver au me.
Plamentff devamos acreJitar que a-iatanea do
vrchanjo nead.Ta para *oladd d-o benr. pojae
freiJo-'--tiidihlio Smeiro mtirmnesto mundo pr
ticau. Ei> lolo-o cu vainillina miserieiiraw-da
saobor rtis-Univirsis, ter gravitado o-fivwdesjte
alma-, irie-se-pirthrcoatncta para alendina**
do- : paca as pacit d i-iolhfit'V a eiig->!fir-s9 an-
ciosa:io sedo da tifas seu.OoadfH"
QWxer.iJawr aqat' seu aeer+i?s, pnrei*nla4
i>e' ; tiw-per
br'W nao "mitrtlvi-o-epHogo-qne inn-e'.bnrht-
L'-VMtPmos o> idWis nmreaHes d^4gvima* de
sauda W C'^tnpnn.'cja I
li're vemos f lisylo A X. .- (14 E*perwnj--|
Uhxeraolos; qw observamas? <>s arlados iie*-
p* e ce-,-s.-q-.rraiflrbaw-de-eniflusii*' cw* este
Cadver, n q'MYnr rHa dHas chorasos asnHhi'aB'f-wbieaikta.
uizeMIfc u dSrradir adeus,- depoi de o terem
velado i Heira a.noute^-
Qae liiographiai'qupanegyrico-eqwrale*po
dia a *tf
Q- le oirigi* Ii isrer* -nrjrfs beH ? 3.
Qae epilogo d,r-Hf da hbmem ser mais-t-
bame e mais-sahume?
Pw-sfra urtlnra-matade, manifesialaea tast*-
menti, quiz sej* s^auliado aelado'de -en iratao; o
Di*. Jiao Diog Jdtarte Sequaim Samslr^- fcna*-
dords asyio do ci*ipas;/ novie- mwi cctnferii,
ao sop do conretn casada asyla; ieate-ana-eaoi
a^ylado; aes sen* rHtw*.-ecmM- elle *.- vida. Hw
cbamiva ; cuno para o sentwenipermsseotenea-'
la proxim de'ar.'
Ni pis) -cinthinar : as lagrim-vs me-ponw
bam a vi.-ti: a om nagua ms embargv v>i.
Ajier-iiifnjsItJfl, tolos-aos p* d^sia- mar*
marea-e-ele-jant^erut, raitdvqna(stsi HMai^U"-
costaia para setrtpre aquella cape^v d'nnde- bro-
taran tVi goneraos-eiMimenlaae "id'l5
cwigger
O.-emos prrrsrrsdo antea pnetica-fadenptara ir Qne-homan -eote t
-I *>P
a [MWrisaMlft o governa-.a ***+- ^ti-liW :. M.)
aW-i, Um como outrosiWieptas t#ppicniadp|t nisiraeao
peh p#*-execuiiva. O .aon "
tambem.m om projeno mi
republicMcdigos civ pe
argentiaajt
w aaWaWln,
Ocongresso argentino veriircava os poderes dos
seus membros.
Da guerra n* Sitada. Oriental neahuma Diicia
positwa lemo. F4llava-se sempre em navas ne-
hocisedes de pac.
' tr-governo de MSBtevida de^alde chamnu
propoit para o amare-timo autorisado paln c-
maras. As tres que receben apenas se elevaram
juntas a 33,099 pesas quando se.peliam .qualra
milhSas. A'vista disto o governo tornou a din-
gir-sa a cmara, pealado remedio, qua espera
adiar na emisso da papet-maeda.
DaMinievidoeaorevam oe.JOdo carrela :
Forana publicados os poucos docununtos di
n;ocrc.i-) Osari para-;lebncai da paz,, e sua
l'ilura, davo cinfessar-lli), causou-me um d sen-
canto, raaiofda'qiie esparaa-at NMIlas> s re.*siim-
Ara a b ia t- do. m*liad ir ; siuoero-lesejo 'e ene -
5ifa;n*aceordo Jobaldn^se proeuvstna rtumo
e palavraj de que se servirara os daus aaUga
pistas.
; l>i,sea lado o forsroo tornoa'impoivel todo
b ajuate, eiigindr o- reconhecimento previo e ex-
PMHO de aua leiii.nidada por p c-oiianos-para abanara da conferencia, exigenclt
que a l claramente na cari i que o presidente
dirigi- ao; genera* Apparieio. eommamctndo-lhe
eu proposito de nom-ar commwsarios.
E*te reonhecimento importava iinmedi^Ur
ineutd umacmdemnacao da ravolutao, qie-omies-
n semelbanie Iegitnnida1e, a obi da- elle, se nao
fu-se pos-ivel ebegav um ceordono ajaste, ne-
ham principio linba elladepai*para aprasenlar
flama baadeira.. Era .um- in iinpho moral de-gran
de alcance que os chafas dessa revoluoii davam
aos adversarios, e urna arma de imineiso va+or
aua dJstrui.-iin seai pr.iveiin nara sua-caus.
a Par sua parte a (iiiiraa fiaiain dsssa (aantVl a
questa de honra do presidenta, das4a>qna tnaoa
Unavam s en cliama-lo general, sem af.eader.a
qaa,legilimaoullagiim*menus,ll9o hefe con*-
tituida d-* i-sudo, reeonbeeido eomo ta>por parte do
pa,-a por lodos os poder;s soberano* d) mando.
Porque nio hi |iilrtuHniij nim'-vardaileTi
espirita de conciliario, qna se coll lainHog-i -ti*
frente do mediador wsta terrive-pedra-dascaBils-
lo, que-s ab qoao fuue*u- lia va -da ser- para i
lesenlaee da questo. Osorio vie qae mo tinhH
poder para afasta-la, e fez- muito br-m eninao-per-
dar lempo e em-marehar logo para -saa"e8tatfia.
Tarta al obrada com mai junta se ca nao uvesse
vindo, mas to nobres motivos influirn.nivea
animo,' que elle naipada deixar -de ceder so im-
palso qjeu unvea. Prhneiramentn ella esun>
cieiro na oampanha- e por- seas proprios olho*
tem visto qnaotn seffrem o que s acham estaba -
l-eidos -nelU, principalmente sa sao Brasileiro.
K nbora mu conhecido e respeitado pelas ho-
rnee* de um e oinro partide, sua proprli estane.ia
i o.u sido poma mil' -contribuir, io mais de urna vea,
i\ aindh u'iimaoiauta a dexaram sera u-n civalU"
Qliando isto uceedeu-oceorreu o seguinte facf.
(utauia/jiiatii tnadid.11- a/ioeltas paragenst. Ciramo-o, perqon me fot re
feetio por pessoa...iidednjna'qt'.o ouv do pro^ri*
geoeral.
'i;.n< vrsinfi i,. sabead i que.. lie (lrra-seei'U inuuai p ira miiaiar, agarrn aiTeuiniiiB'bftvia-es'.
capada 2 caoUaeiuv e man I >u-n deipres'eniu por um
oUsaeus irabalbadore; Em cammhi, ni taiient"--
ita-polic4iua'lnairoiaa. pokiainwid*c;la'e'm-
ima p^jnen i-part la eiioutrou a larlla-- ireza, o
Snndo-ihaditnqae era uai-ce.M'c para
o enarl, deix >u-a sagnir, rosa- a lo; acampa
uiwodo. NaVsecefitenaem vl*alfar nats
ianoia, neo* ems-obaartaa fgajaptj|ajaal. viuaa ao
icrrairo xparimeutar n animal. Dirigi-sa a o-sin,
a perguiikiu-lho se- clbativameate o avalla ih
tinbaaida offerae* Oj.)rit respondeu-ihe aftr-
laativamanta, aaho -ds* : poi* hnoiaio,' Vt#eeVua
v-que ati voueieperipaertwr.a-te.amoiai, p rqas>
estau ,*^m um cavalto paiaine-a u*n '
II leuaote pareeeu satisfeito com a -informa ci
e sabio. Nao era- paisada-uaaa hw* quaodo O-ir
- ro uotou dous cavalleiroo que corriaie no c...mp>,
emtdiraeca -UMm mocef a, uuajairo*.. Ni. i,daupnrc8tr! a cana datan
"f-adiile, qae ja nao produza reparo eiv um li-imem
da campo por m frequanora\ eima' petdendo
a memoria d'alle quaado 'da-nofo-ja-lbe apreaaoA
o mesmo oBcral. 0*..ftop-./ionHi.f loe grtia-o
genaral.. O que .-tt parsu < Vcuito-peJir vV> Km. qnri anan l-t enterrar um-
homem qaem acabo de tirar- a- vida.
.^t-RKirada daesquadr braslra de jote
^ i.Ti,'>* reunia'J em Santa Catturioa.
' r.Jtetirad da enfermara de marin e dos
depos-ios daesquadra.
a- Runio de um ejercito da 8 a 10,000 b)-
mens na. franleir.
4 Reirabiineuto das oporac5as dos negocian-
tes brasileiros en.balecidos nesla pra^a.
Procedinwnio do ministro do Brasil, con
&o representante das outras potencia^
iraa*v intewinjii brasilpMnk
i A P?3'lt ""a^"0 *< P!*>J*'*aes-
lylo e peloadlpdo ,M rMftKuio^detjira* Mas
aquellas c||t||p'as,^{D^stnn>uue nritpi inadida-
-noelPrancrsi da *su i, se na- prestado dewnuani
;ra-'mais-*ava!lisirosa- dedicad* para aoa-tjpvaava
'direcc-io, assistialo s eleiQOes, pjssw-dn nw*H<|<
bonfraim, da-conrawasaa-- direelara-, ete.- Feiw|ns
feciw o ca*) qaanda Irsisoo cavav o-caslwe
le frei Jas Qlli.ibve-se-injsti'att nitaoimo"
vida, co;na talas que sssstiram
facj*
cruz do ceniterij, cuja-sombra proteger sa. car
po na larra, a glorificar sua alma ao co.
Na* admrrriflraeaa dn benr do- syle- suene*-
dem, segorrl o tea amento e >es+tn*o organias*t
pelo and i lar, re infrarm- do SHtls-im-) G-c^a.
di Jaus, di qnl'oftpai JosGedinl ora- re*
tor. L g) qn? vjlnw aqnella- doacompaBb*' sen
corpa a sepilturav fez a eleino dos^S mitwiHW dr
direcnSr. Sflriranv eleitos- por- iwwnimidsde' os
confrales Sn. Jnav Jazirte de- Barros-, N'iacnte
loafuim BugaH, Jos' jotri Sania*!-' Sar-
ran
OSf. J) Jazartaf.ii pacent-e amisto-d*frei
Jos-sjOlmsto. Et;avaHieir> da apurada edaenaao
Waatadd prapnet-irtov hanradissin. caraoteiy a^
por veas tam sido presidente da canrn-mnaai-(al'
e agora o la sua direcoie do aas*.-
O St. Vieen-.esltogito, iheaooraipa da-diaiaa*
cao, um aoreditida oagociante propriataai np
[pitaiista.
. '0*9ft Leat-, eereUro, *tambenv. bam*. pac-
prietsrio, a bmqaisi'V, assim- os- ontpo doo.
eleitos.
a Todos os.empregsdos di ayla cenimro no
servida Jrl; Oprioeipal, conV procurador: e
con-Mno di e*iabeiec!meo>>s 6 o Sr; ilanoel --Di
Coeihn.arrtrg,-honrad e-rnnf. intetlige'fawe'tjuari*. cwil,; ?'aaainv ennaagua n "tadsi>*-ial
do fa3lwd*affcnmi>ifider; a qemella-naani' la- garanta- para -suas-propwdade. B*ta< b*sileir*s,
Uhoenta havia entregue a gerencia noa- proprf
bens e das do asyl, o-a~poliia e^a-adtiMMttrafaa
dest.
&' o--lb ocavallo.
Porque o matou Porque qaaad sahoj
na* m qaaa* aoimpantar para aaseatir praae.
?em quia eairaaar o es val lo em quo eslava mon-
tado, e-como. disparou, corr- alta* dvliey z-iha
fogo e matei o.
y a*, nao cha vaca- engra?-' lo >iuaMaa" getw-
ral- brasileiro seja o- coveiro i de nnt. lente orien-
tal Muito-beni, mande se rauda', lem-muiu r*-
i o, eu .vau enterrar i-po lira- liabo..
B>le. curioso dii<)i^ nocareoo-de coram^n-
tirios. Tada a'bputabdada amanean*revela-, -ape
uas-umpallid retlia da-- saana realoieataa as- ,
sombroaas que tal xv os ias se rcuce*iaaiam>'eai
toda a eieoa(i.'es-t:i riaa-campanfta, espalban
do adesulaeai eo.pranto, oada- podara essiir a
felicida le e o socegow
Oieriofjia lugand*.sinistro, e-ainda Uve r.
fortnn da po-ler calvar o infeliz, nao b-taot o^
aumerojos e graves fsrimeatos que recebra.
Con outros-. bfaeileiros, qua raamaracem
coaaropweao do blanco* nem da. caloradas, aa
proraoacoas sao sen numero. Para o-io fuarem.
re'luziJas miseria, ellas sa vero na triste forcoaa naceasidaate do. se ermarem, e de tomaren*
partido po* un o.por outr i dasbellgeraates-, na
?ridia dticaaveQiMiaa lardan
_ a dosJJHi-iln sm r<-laa|riaiain>fna
oatMnpavia4n! pjlaica eayikMp, e qua,o .tetaba i s*6i4ib.iiip;Uem
oirvtjprartnnj er exacta>iapis qW'jeriafipwcisjpnans quaJuvi
nlade, i>italit>iO(lV'J0ra mat<-r;uru^egnjdiHdt-
estado n> caabe-Jorianai-i dd^^giBcoiMi1', etiauii'?
Urasileiroi aq^exjMnie,*ptpai,Oj*ultaHagn,
Ts estrangeiros, sobre coja direcca) nao se estovas-
te fguro.
i Eli* termina cora uma profonda apreciarlo
que tem feito mata impressa a que o S>gh, qup
tambem combale a idea de interveusao por insus;
lnuvel, reproduzem suas columnas,'declarando
so inteiraineuta de accordo com ella.
Nao ob-tante, o governo imperial ple ser ar-
rasudo.ao .paesa-tf-ia sd deuuiicia pela att tule do
Rio-Graade. Eu lamo muilo que essa provincia
puira-vea faca.uma Irva-rie bwquais a que-veaba
dirimir es-a olaasa na pinta da Unc. Itoalisan
abi'Sa a-toifacto q ib .'.tunde deva.tomar.uo vorna 1 PJe acaso elle impedi-lo ? Si) prqbla-
masampartautiasiiiiua.qua ou finnuin, mu nao
ouso resolver. E' meu Uevar despertar a aliene publica para esta emergeocia, a ti a da. quo na-)
seja..sorprendida quauda a crLe u'u Uuiu mais
remedio.
Chamem-me de visionario,,digio o que quize-
rem, eu oa ma arrepeaderri nunca do ter mos-
trado os perigps da actual siluaijo ; assim como
nao me arrependi quaoda, esiadjuJ) os acanteci
Ineotos e os nomacs destes naiies, vlicioci qae a
guerra co^ o Paraguay era iaeviuvel,. e ped qqe
0-paizia preparasta para ella. Pola se que i-
e, carao ento, ao mrojaui crdito miaba ap-
prahensaes; restar-me hi a conviccio, da que
irocare arredar de minlia patria grandes malos,
i qae para isso emprtguel os meios deque dis-
puafia.
Xi R o-Graoda Umbem hi um erro QOttiM*
do, que eoniiujara a ser a causa permmente de
aos. acaarios mais urda ou mais cedo envolv
dos na*Iuu civis do EsUJo-Orienta. Consiste
em tomarem parte os habitantes da campanha de
ongem brasileira neslas latas, ji por sy.npaihias
por um ou por oatro cnefe, ja para giraua d
sua propriedades,
Cans guipara mellior resultad i abslendo se
campteinente, a aniodo-se pira d-faza convnum.
Dslaque blancos a alorados al |u:nrerc a con-
viccao de que sei) rc.cebijo. mi prapriadide.*
brasileira -panu do bain-ta,. uns e nutras as
re.-peilara, e nossos e-tbeieciiiieotos om esta
garanta flarescero, ao pas.su que a miseria rei-
nar em rola dello=.
Cisr-nvse para mnlr um serviijo dca or-
dem; rcanim-se nao aautoridale das mais .espa-
les, ao mo:o di aaarcnli e da desarJ3.m que ain
reinam permanentemente, conslitua a uma confa-
deracao respoitavel; nao deixem impune um s
crima contra sua proprledide e contra a sua vida.
Respeilenvaviis >W paiz, xuas autoridades de fac-
i oa de direito, qaan lo sa apoisrem n-llas ma*
repillam com, bro loda a olTensa, ludia expolia-
Vi, lo.l- a violencia.
Organsala assim a resistencia; ?.o priaripio
activa, depals passiva, em poaco lempa a c mdic>
do brasileiro oa campanha ser a mais invejada.
Digam que um e-sfid) no estado ; pie usurpa-
mos attribairjdej que nao no* competam: Os fac-
as nos justim5ar.io O que ;,preciso s nenie para
coasegair este grande resaltado, que ser em be-
oelih) para o Brasil,' para o Estado Oriental o par
I comnircio do mondo, que os h'>men da in-
fliencia se ponhiu testa deste movimento, que
irvam>de Irreecio para elle, quo sa convertam no
eantri r|e lajas as delineraQoas.
Bh'tempo da guerra sa armaran para def-iza
propna; em tempo de pz, qaando fii- roubiiu
oa assassinal. um brasileiro, olligiro as pro-
vjs quasi sempr abitadis palas autoridides lo
caes, e as remellero a represntame do Brasil,
para fundamentar sua reerimaca S) o crime
licar impnne apezar de que:iio dplomaiica, ap-
pliiiuem ao delinqnenlo a le de Lynch'. iT o
malo de consegoir rospiio e justio. (Juandu um
brasileiro tambem fr crimino-o, nada de proi.ee-
cao, abandonem-o a sen jn>ln cisiig >.
, O governo daste paiz, que nao. pode garantir
Uer iniaresae'; n^a tera razio para-oppor-se a e'-
ta conduela, nem para qaeaar-se.
Snu- esforc is todos devem convergir enlA
para manter a or.iem, a tranquilidde e o respei
peila s leis, mesan di parte de seas caudiltm*.
a attiqgindo1 csu.alvn, a misao de proteecao mu-
tua-dq esaancieiros estar tambara (indi.
Gorrera boatos novamenie da os terem. reata-
de as negociaeps da paz, sendo mediadores o
mmtsim da reucoas exteriores, Hsrreras y Obes,
e o presidenta do club revolucionario euv ooanos
Ayre, qija -NirrReys.
. Pyriii-t) na rainhi anterior npinia de que :
paz as se faca : alear dos motivos que- tah >
para assi.u.peisar ha hoja outro que deve ter
augmentado a resistencia para t'di a ct-ncllra
cao no espirito do presidente Balde.
. E' um artigo daMrtre, na iVdcion Argentina,
fizan Jo consideratSas sobre os tratados que se
acabam de frustar, a diiendo qne o governo deve
proseguir na. guerra, sana-dar oavidos' s sugges-
toes o alvitres qae o desra iralisa/n, para obter o
ffld na lacia civil ero Eoire-lfos, por mam de um
riumpho csapleto ai mesma occasili era.qiie
Ihe acoaselhavam trsnsaccao com os rebeldes, e
ella pareca a nica srluco ppssivel.'
Mure, porm, esquece-se qpe l a guerra se
tcoaara locilisada em uma provincia separad! do
resta da Coafederaco, e qua aqu ella asela tila
a repblica e absarvn tola a seiva deste Estado.
Seja como fr, os aavgoj da paz nao desanimaran)
anda, e reconhecidos aos nobres intentos de Oso
rio, pensara dar-lh.2 um rico lbum para lembraa
ga-de-sua raissao,.
; OS belllcoso?, ao contrario, cuidam de* aug-
mentar o elementas de guerra e fallara .na-crea,-
?a) .le um exercila de reserva^ quo ser com-
iosip do l*~bata|no da gualdas nacionaes a de.
jiutros eorpos, sob o commando de G->yo. Soarez.
Para qaa ppssam,, porm, lar-todo-o deseo-1
crime se dea por
isa da referida Feli-
quwaodOs-oriiK'los do-ftGrande, team, all saur-
airMsreej sau- parelas, snaareloe N*aaudo
de daaeepec. q* jj lavados, saa- qtaaixasf
tOAiJni.trwtradM' do cB9alh, o,Sr.- Dr M*. nbai de amaagas- e-* veaes iapaatas eaiisuas
O C3di.v?r fj] aroortalha-lu no antr?p hahi de
traje Brnarld,,o;aao Haajo:*ardai.do3.imente coa
servara para ul'flmc
As litas da cania segoraram 6 a;ylados/ce-
go, dosroah p'iiVctosda fallecida, seguido* por
tod s os outcaj asyjaida
Tilas esperain que na nova dfreccl, viva o
lt) espino da primeira alfmni''trad'5r dO>asyl ua.osaaj'lado spela.suaIndelevol jaudaJa-sen--
rila '
f -1 t.v co sen amigo e.protectpr.
ACjUn;-jfl i,.caxga para Pernaraba
tpd; unta PJiueme, Relmpago.e Soberano, en
Lisboa, T'u-npm,,no. Porto.
1 CbjtaraiU4>s navios: LiJbol a WAdVfdf
i ors Para, a i Vencedora d' PBrnarobUM, .a 3
'Al/redo A M.ranho, a 8 ftafawraf'9 dePerlit'n:
buc:. a li GfUevadi'Ctotci ao PurlPf-aJZ T-
nmpno de FSrnimbiCopp, Vteo, e a 3'StpkfYa,
deoLldejat.
*Wlam-OSuVrbs: de Lisboa a 3 Mara
contra o. g*ve*a'rapeMat> repaacuianaidelorasa
mente na mato d'aquella varomfe pcnvuna
Osario- raooabaoeus>aaaigp-.da*ptoloogaeaa' da
giaorr*cit, v..o da anear o da-ata. eatnaaiti iatas:
.tmaja-dan- imitiara8.-la8a-.da iratupi ili'ladecdj-
sua- laara, natal lean u> esf rtj-i drg-)o piara
aquella fnebre jalatUc.- as corapjicaces- qae saapproximam, qtiia>
nos governo-- dillcilmenta Jo.maara. P-Jf.'isa*
vai va-Vsnievideo.
i)s- graadas ni-resa*., os n-abras iatera3sa4-
que-soligam -caooitaca-da-famai-oriealai, fJ-
rm oltoear^sa aa. servieo 4 ida.quaella ra-
preaaoniva- o na> o- abUadanaHim" u-n- s-ino*
(toentav Os- intaw-a ba-tanlos- qua- >? poleo
Erir nest srtuneia- tava5 qae- nella-coajiBi'|
ranas raraHXjaooas, dara>a o-.cmbate, e van-
nt.
I Pldrdi*.3egqi/itfl>ao dt victiri, qqando a. o*
rnia. publica manifestava sna indignao, seua
epresenuntes estreraeeraw,mas-nao euccunbr;
i|am. Anda rrootem, por assiaa dizer, represen1
iUtsa o sanguioolentv, drama que tero,'par. pro
'Broa desatinos dos blaocos cjmira o. Brasil, e
. para
puco, levou o segaiattj: Itti pipas,. 3'.'
arris e.41.o*ixs vinfio#.2 raeias pipa vlaagre,
O barra zeUs--*35>diV.t'iujlflltt), 33fliros cliou*
icis ybaa-ricaAi5iivada,,WMttMalpiste,P ditas
arvao anima!; SToifas a 8Wv'sW!o* UMllft 30.
ilas de accoa d&.pj, 103 lages 400'bJTr* cal,
SUcaixas cebollas, 45J ditas batatas jS>:dUJ
evada, o3 pa^a. de cabo-do Cuta, iXrdldttes
ragas..
, Pana conaftfir trinscredj^o aegulrlle t nu/u/aa anab de ebftgari
[ Uindfei.iS;s-fl horas da Manada,Na ai-
Mmbffia nacional 'deelaroo Me. Joles Simn qua a
ktaal a-semb'a era a man livremeait elita-4ua
lem exisdj^iftJ/raoa.-*
tile, iule^s FaWaJtonneidn qaaa c-fta-quea*
4eppape*mpprontcarccl. .
V
trro cnossn.
> Aleaneam a -de juoho as ultimas dala.
No dia 17 de mam tomara conla da adminis-
tracio da provincia o tegunJo vioe-presidale O
ronrl Aolonio de Sqieira LalJaf.
No tsesmo di o ex-preadenla conselneiro
Raposo pastara o eummando das armas ao coronal
Jet Flix llandfyr,
" Alg'ns baln nos resi leales em Cu yaba It-
n.h im resolvjr;o celebrar o dia 8 de jolho eonce-
(^M1ahlilier'lTia di!-se n*zSm~ac)si.
Par r-'n dpMz 0nicoaiam-se d,-ixado da
****&* a i"'Wo dajc praptpci, cujo numero
cc*a*|te dia npna-oia os.,re-e'o-nas:id(, e
cawaftimteme^Hria4ai!'Bi-sa, tornando o perigo
irwipe nos aoJjainos*. Btia fia, s<'ru lo (om is
okttaaa Jos, pre drtiap leaae reivbtdo da cor-
la^Jtte preservatat. ,.
i Amesma f Iba.nutioi 'eppln'.e :
- -Xo dinj-leVdo-correnta-dobli.il.r.o lugar de-
nonainaeoMia de P.l), distncto de Sioto Aotojjio
uo Rio ana xo, em rasa de Feliciana delal, fat is-
sassinado Pran.-isco Pessoa por seu propno fllbn
Aioano francisca los Pessoa, o qnal ol pr.so ero
tligraoie e acba-sa.recolha ua cadeia- dentavatv
pnal para ser procassado. O
oreasiai da una reza aa
ciana.
Em dala de 4 de jnnho corrate comrauni-
ra o subdelegado de po icia do Rosari >, qae em
roeiado de maio uiiimo os escravus do quilombo
do sio Mus >, em iiamen de qoioie, bateram no
sitio de Salvador do Almei Ja Lan, no I gar Porto
Alogre, e c admirara com duas niullieres e um
horneo) ie nenie Manoel Antonia, leudo asesina-
do esta no lugar dcnumin^lot Maiagau..t
S. PAULO.
Chegam.al3.do coxa-enle .ai-data dacapi-
lal :
A ociedJa.riedemptora c ntedera caria d
liberdada ao pardo Moyss, de 10 annos de idade
escravo .1. Sr. Ihnnqua Luiz.
Em Guaraunguel fallecer D Mar* Coa-
Uncade Vasooniielios.deixando livies 17 e-cravoa.
Da cidada de S. lo-- dos Campos lamben
noticiivana a m>rie da D. K -ra Mana da-Cooeef--
C-ao, deixanio liberus suas es.-ravas Mara e Se-
bastiana, o legando a essa ultima, que menor,
uma chcara.
O Sr. c.apitao Beato Paroira da atetan. rHeei-
danara Cacapava a 2S da passado, tambero deixa-
ra Bares dous e-cravo*
. O Curti PdM/i'i'ine-nolicia que em Soro-
caba reunra-sa a 2 do correte a issembla serai.
da Companhia Sorocabana, e que, procedeodd-sa
eleico, obiiveram maioria dos votos os Srs-:
Commendador Amonio loaqaim da II isa, coro-
nel Antoni > Lapes de Ohveira, Dr. Vicente Eolra-
zio da Silva Abreu, Luix Matheus Maylaski, Fran-
cisco Ferreira Leo. A directora nomeou seera-
LriooDr. (Ib'ddino do Amaral Fnloar.
. A 9 Jo currenie haviam come^ado os traha-
ilns para a eleicao dos editores especiaes, que Un
de.vutare.iiiuoiali.su triplica pa.-a pr*-urhimen-
Mil vagada.xada por fallecimenlo do senador-
Jo- Manoel da Foneeca.
A fatela de Campias refere c qne a 10
do correte, pelas-7 l|3 hora* da manda, se
Irabalhimla errada de ferro o na snlvempreiUda-
do Sr. W. Fraolf Shippey, deu-sa um grandedat-
raorooainenlo, em um corta, ao lado da rampa,
oocasonanlo a morte int.nian-a a un escuro
trabalhidor, p rtinceoie ac Sr. Baria da Llmeirav
Todos o* soccarros para salva-lo (orara prestada.
Em Itapaceric, diz o Diario de S. Paulo de
ISdo crrante, Igoacio V-x lili) i nnioo de Eme-
r.'ti.-iana Vaz, em dias d.;-ia semaui matou-a v
bordoadas, segundo averigoou a pabata ao ir o
cadver da vietima a sepultara. O reo aciiava-sa
prat o.
Em relacao ao assassinaie de nm escravo
que o Diario Je S. Paulo de 8 do rorrete dina
lar sido perpetrado era* S. Jas de Parbyba,-o
Gorrcio Pnu'istano de 14 (al a seguale i ccl'llca-
eaa : O facto d*u-se em S. Jx- do Parahytb-
a a 21 de junho, a imite, no sitio do cldado
(arciaao de Miranda Medio, de quera eram-ea-
cravos-o assa-sjuado o-c asaassinov-
ma 0< I K.NFUin.
JQ o resumo dos irahaMuis O scaado adoptou honlam (lo) em 3rdiaau-
8o a proposioao.mencionada no parecer da ineva
o. 381, sobro pen:de!; etrai' discas?ao a pro
posici que approva as pens concedida* a D.
Luiza da Cosa Fbrreira da bu* e a D. Flornnt
Caaaaios Lopes de Souza. -
Ivucii nn 2> discusso a-proposU do podar
exocutivo lixtu lo as f ireas de trra para o sarao
finaoceiro de 1872 a 1873. Oraram o-Sr. Para-
nagi e Jguaribe, a Ieau aliada para pasea*V
segno-la pirle da ordena do da.
Segnin-se em 3dicossao a--propositan-a-re*
peito do ajada de euoo aea presilsuirs de pre-
vi o.-n. Orramos Sr. Pompe e Savia /bato,
e ieou a discnssaa encerra la, ni'-se votando-
por falta da numero legal.
O senada adoptou hontem (17) em 3' diseua-
sao a proposioao sobra ojudas de casto ao presi-
dentes da provincia.
< Coniinur.u a 2* discusso da nmposta flxandu
as forws de ierra par o aooo 872 a 18J3; sen-
da approvado o art. I. Sobre o anfej 2 orra
os Srs. Parango e Jaguaribe, e foi approvada
o argo, nao paHnttda\ urna meada snppreeaia
pcopirtia palo- Sr. Paranagu. O a*l. 3 foi Um-
betu appFvadn, depoi de algumai- observaede
Jo* ar*. i'ompuu e Jagnariba.
a O Sr. Paranagna olferecoi o seguate artiga
addilivo,. que n.io fui appnva-io :
Art.g (qua tomar a nuoieracao da 2*): A
dispo-icao do ari. 3' da le de 20 da jniha de
1864 ohBervar<*e ha de conformidada cora a Jai
o. 1,471'do 2 de selembro da-187;an. 3..
Fasnaua pwposU. para- 3' discusso, seode
dispeasado o intersticio a pedido do Sr. lobio.
< Na 2* parta da ordeui do dia. foi adopUda
eo*3s diseuatio a proposeae sabr penroes,
mencionada no parecer da mesa o. 382, e ero $*
dMctrssoa propasicao aporovand as pense
concedidas a D. Carolina Francisca do Sodi-
oho e outros,
Ficout cuserrada a 2* discnssoo d-propoeieio
respaila da pagamentoido ordenados ao joiz de
direit* Jaoi.di,(iarvalha.Ftrnaaies Vieira.
Nu senado votou-serhontem (18) ofoi. rejei-
tadt a.pniposicaodi. cmara dos Sfs. depasados
sobae pagaawnto de ordenados ao jaiz de direito
Joode l^rwallia Fernanda ViVira.
Botana an 3" riiecnssa e foi ep pro va da a
proeoaioa silun penules raenoiaoadas no pari'-
cer-da< mena m< 389.-
Sdguio-se em 3* discussi oprajecloi da le
Volvimento aos saos gigantescoa projecW, falta-1 IiumkiJ as-foncae da-terra-para o aaaa de MM
Iha uma .coiwa
por epilrjgo a morte do tyranno per-ern Aqui
flabani PpIsbBtn; os hraens.d'-mladij acwae,-
s jrrralisus drrgovetv.seuj orrpb,?nsf emffm,
ao acnaro nenhiim exempto roartittr qvni segsjf
o que o qae proutio laTtlaestO-TsrolRdda.,
: sm qa o gjverno'imperul Tija!' pTJnuncts-
lo ama parakra, nem prrtl tt'alarmas, el-lo ICr cintra oStuit, eMosa-proJfamaTrtJuavamrn inv
JOTlf lm0f nnsae vonude ao governo' orfea*
un; arrebirar a e.te rmro~taffcn8da- saa'antB-'f
homia,-oar rfoordid*, sua iadepeodenctir; setr
territorio.
Qae.s5b o fdadatneirur destr arensfcio
oTrnurad pelo Debaist, orgji.0 reoorrtiBeids cotm
"jial, redegido nrpwitrri'en t"^ fjwerra- ei
r.vtv^irjeaeTO-pDria*' awiUff' CTSfTJTeei
ite' eongBfPA- h* de* lgwiartwe'trTttriM
r, como capitulo'dd pttieeW.^ae'saMllnllfiB"
,-os: meamos fctosTree^lf na>ararm'9e*tieT
oa11)1a"*qaBhtvlimde, ser eottytttrtfi^cdwir
irova ole sua completa abstencao oa qlWTflfo-
MmtiTir'e tma'ttKWt apfa^t&m^V J* co
PTiXvrje aparBTiW vtlft'l o'achaTtiWlBW'
B^^cttiS g|f ot^iegnjitl :
esseneial, quw e dinbeiro. O
llil empreatimo de- qnatro mhoe', caro o qual
'muita gents-sa hrllucinava, deu em completo flis-
0o. Abenas tres propostas que apaarceratm,
apenas eoaootrou-se a olMrta de 31000 pesos.
Ssseita: cootos de.ris para quero pedra oite-mil
Boatos.
GonsU qne i vista daste descalabra, o go-
verno pansa ouira vez propor s cmaras, qt
oovocoa exiraordioarameate para approvar al
guns traiaJos, a eraissao de papel moeda, que nao
seijp:e.-n.acceiur.
I a Foram julgados os assaesHWSida Da. Feliciao^
geli^e.pala priaieira vez nosu ierra..o jury inaai-
fisiou uma jaita. sev.-riJade, naturalmejUia purqu
tolo os rho eran eslraiigijiroa.
Trt-f.icim,. coodemnada joaitava-uro. a. qua,
tro aunada. prisa.).
Nos depoimantos riuraai. da.'J.-iroija's roa-
t-a.o ministro italiano, qua, o Sr. Ha"., apra-
entan lo-o como maadanla, mas niaguaiu aqu
8t.em.aeaaibanta. asieveiar-Va.
Eai,Jiaen.)* Ayi-.i.s. M caatura !a, oar-acasa
bindoa assa-stnos do infeliz gpaoral F.ora. Coas-
3il'iR te.mtf.'.ito rov#i.;ro i upoi i ites.-
j' -X i maio da todos estas faetaa vergonh.isosTju
irtslesf puaso ogorowiolicur um qua-dosa satikb-
zer, parque- urna pfrMta d-progress > a de baa
liOv*ara.a.po,iulaca da*u capital.
Nd.atiae 18 a lli-do cocraiita, env.qua.sa ca
e4waat-aa.fa-ua.de .jullio,..sofa'-inaiguada as
guai cuerala,. tiaaiJaa.da ru .SmuU .l*uaa ai
mibalto-cbaria de .mannora oollocado ao UrgnJ,
iJMaiai
Acaba de chegar o vapor'CitlaM,:di linb dr
jMw SrVrsao;-trpsaado dtftfs da cspttal'affl'MSro
BJBUeoojms'.'seaebita^mTir batxo-j. Iffl
p3qo>te"A')irtf'i d masmn amprns, b-d
umir.nco 1e arrare ou lp > que nld sa.
Hia e(oi.a piqaa. 0; pa-sigein- pissaram'para
p F/W tf'ir-iu. qo >e achara miis em balm, e
pBIM vreram ai-thnrmbl.-
E' umprejuiziJ3eii?rVErp3ra' essa Iittlr; qH
fcuno** cootfttempoa- tey'noonrra,Jo'd**a', qne
*M|tTr'io-o-aetr-se',viijo, ojeases val veiieentfo-
|arrr^eTaavefano^ e desperas.
-^lrtrMe*'ferw espesas1 aqulms empresa*.
H*i wtitrW-vaf<5r'pq eno dd-ao\ dd'loshtitifl'i
|lr catJrl pata t> afamares qtwJf d*4)atM<4
onrj-geTvtci'sdmeiiia-de-'raHa-wlwsmaWgile" .
Mb a-rrtoqiwyjat.vi^nfiJIJi JfnJI!trK>cWh '-.
a 1873. Otaram os Srs. Pompen. Jaguaribe e Sa-
raiv, ii liona a, discusso adiada para passar-aa
2* part: da niara do dio.
< Bitrou en 2' discuss oprojecm de le fi-
xuido asfore.aa d. raer para/o anuo-da- 1872 a
I87a\ aclminla-se. presante o Sr. raintsiro da ma-
i-iulis, e licou adiada,pala hora, i
A caraara dos deputa losoeeapou-aa caro o
sesiote::
Acjinnra do dapudo approvau .hontem
117,. i u '.-uca discusao, a eme ru a- d senado a
piaqiiisiea qua approva a peasau de 18*'janean
conced la ao alienes refrmalo da exercii' Olym-
pio Aurelio Je LimaCiraara.
< tpproveu ana seguida, succassivaaieBtfi, en
unta s-di-oiin-sae, os pr.ijaetn8-poroaado a patv
-ao d btXiv auno aes, eoneedida ao padtaJo Ro-
drigues M mea i. vigario collado da frguetia do
Rea-Pardo da dineese da Diamantina, ara Malas-Ga-
ra < ; a do 24* menaaes a D. Mana Aiaarta dos
Sanlos-fVraaral, vrava do alfen-s do exerarto a lo-
rente em commisso Falippe Marques do Santos;
e a de 30.3. tambara mensaus, a capilao rciorma,-
Ja doex^rtitlf1ifria,ui>-GbBiBtooo. BtenadietoOt-
t)IM.
i Apprwv.iu. dapois nvl* .liscosso- o pnoj-cto
i-ent nido di- imposto da-totaataui~n astabeleairoatuo
d) Monte pi dos Sarvidare* d**ittxh iaenniida
nMfal f,N'^t,
A[)PM*)a-i^unlra.=a'eral dr.-jao o pro-
lenw-prowgiade'o praao ^t^uraeMrMtotiuoee do
kaMMM
; AppM\fWnafe>af*ai- dtkjonnti o* prajaeaoer
autnrrsmd o pOTMWMan^oedacu^ea). da. di-
jeitos do i nporiaylnlMpaam Moaa matara) MfW
riw- ewpre'ii .paM*a-e.ipran,oasiU>-dan eatnlada
fla farro de CioUgallo, contrata** pnJo^-Dr'dJejn*
nH.yfiR!iatmilbeo Sibrwno< par caoaaa-
CSo daaagaa potiml aa B.aaiaBkaay a l-)Ufn.).(VM'WM(|a dH#'d^dn)iaaatal'.
Hygino Correia DaWw^aaa*' c)Un*n.pildav
0tita4Mot]raiB^ipa1npsMneta aaTapRwftMia,
dofi)..Gand'do''W**|rtl*,,WJ
Bormana e o Dr. Francisco Antn"
ftachav
'Appwiai^ig^'eaTinirtd^d
vatteasemai*), o P^^f??^f*^?*rn*
a iiatnida^aaaaW'a cuma**todaaM>~da **** -o" alnawa>utaa
OataapdmWmBn* Via*mit4*atommm*
I^Jniiol>Moaywa W*ttm<*v vltf aXt j*

i,
a&'d*ptntw'ea1aa>VtarrrW,C^ -' ]l^lW''<^*fc^HtoBlt>*t illni^l|>fei|


jJitrio de
- Seata (ir* 28 de
'V
c Goationou emtoibaia lagar a 3* disoassio IV
ft|eat),-na.parle relativa A Uspsfci
tto. Imperio. Otaran) os Srs. AlT-taso
* mlo/siro wywHx), fiMSflo jgajU-
CWMio aii^d* peta hora,
n offerecidas as segninies eraanJas :
teote se a verba-do $ ti co,m a qtfanlia
l.pir auxilio dasobrat da ma'trji da
:ii d> Ftussa Seaflora'daftlurta.de'ia.'corie.
jiuHftrddt Teixeira. tormritVianna.
t ..V

=?=3=
loiorddcs e pernos qoeaiim-l^drflftSaT, qoWlo fdr
* o- lysteon proposto.
335
s
tT^l.Era lagar da palatfi*t*-Ms
do, diga t&T-&l*a\i-rJleieira ia Sifn.Gama
Ceraueira.~fta*o*t tilemntino. +4emra Franco.
-i in|HpvlaaM (dotado da prlacea a
'nMaVljiniria, cr).
'^paaiinaas-ae-eyaij II ( alimento! do-nfvaeipe
p?e)
Suppriitt4kt-o.|.U(!nestrej da familia impe
...pftitfauatse.j verba do g 15 (cmara dis se-,
fiadores), supprimiodo-se a quota paca a ioo!>ilia
%ftW|) ,-rs-taeitrto.as-a metale -dal despezis
etffraoriinrias e evenluaei. (4.0JO1).
iaJtaluia--aflj wtu-do.| Jfi(camata .dos desn-
udes), coosigaaulMw.awuuIsnuta a qainlia de
*^01U para putflica'dJo .'dos "debates, conformara
IWo 'primitivo.
I^fednaa-M do8 ffl ffjctda<1 Os *m*l>)i.i
Qie ereandTrtaes T>erig*>s, eatretanio, a aa-
-IMff^tfW^r-TOw/ra.- fti-wr/TTiajiiia.- Mrtdaaa-Ho *m*b de melw ds prote**te Braca- gl(jM .,- Z, iniarTT, iLTn rnfo
rmjKiisio anu ra orlgsm de cime, de PM3r^, j^y****"
-iniaebXralamanawi5 ^vatlHajsj # neat> lfkmV
.J[9t^el:... Wte, e ^ *^llo lar*
< SM..acciooMtM. MMiMfe atbao*-i
*nn
* na t .i i w
'EL ^^>frlHliflyidM ^ cu>
ojo, tjaeem da tao.poflgiw > parecera
,d caito nao fotina tprompia a bma
a:

=
**-

-**-
x
ladiTidaos libe*a*avtfWW efemeolb da su|,! ,
waad*a**B*te4infclaMbn1 prximo. tusimo que a directora ge orgall);***'
4*pjliennprer
ta tafpJK xht.dos
aapam a mais medioore das f^^mm^9m.
< Dj.niaadoj)or ssas app*eheosd83 o Club
voura e d> Dwnmaroio tMMWa com toda
energa do seudireiti cootra tatjatira lio rui-
nosa.
A dfr:eria de*H atsoc aj.) far publicar as
preteoles dalioera^Ss am lulas a> fulbas lia
ras Jtsia iMrie.
O Sr. De. Fur-iaim de -AUMMcfWauratts 1
jW*J*i dtlft&it d ordena*' egraiiftcijijes d8
^fa**1 rfe^ibljoibefarfoj, cuj >s' iogwes Dea tu
aqpprimiiiiH. ___
"* 'Oeloiase'dqjf 31 (AretiUro"PttBlteo) rlmpor-
laacia de 3;S0O'JI de aluyuel d* easi.
a mq-JJ/doilma-aeo hjidio de S.-4009 ao
kistituo iiifi^rio, relunda a arba a i:000, para
it'ica de-docmneiitos.o noticias qai "interna-
Vhi.-uria e gejgrajaia do Brasi1. A. W-
*iAo'J"Sf(.ii1io publico) jccaascame-a-fl-ja-
flfl fttovjja ^ 9iXU o. cuagrua dot parodio ve II a -
aV--i. fi*eti(i .
4 Aagaauie-8eo|l2.eomlO:903) paraaeoa
aMfcM*a-> 4a ootra'do sewMwrto o*eoiil 4o
Rio Graade do Sal, em Porto-Alfgre..'B.-C. Bil-
^mt.-J,. EoangilUta de R. S. i*hio.-SI--
4MM-itfta
t*^.C8 Qluvadjo YouirflantudcwprofejKvrej da-
yyja^1)aMioas d insuuofo pBauia .da crtf,
?ttf^l>1 ^talos darmwmas-ejeoia a man 60*/r
Qf*0 aotuae veoeiiuaiitos -T.AlfHr.ar Aran-
"pe. -fvriano de Godoy.Siqtuira Ulndes Ga/
Vo.Camdli) BuhUu.SuIuuI Pii'.. j
O vaaoiiaeot* Jos ainapaanMs da ccparii(2>
4* tsirucsi) uublica da cort Oeara lafados ^
mais SO /, ^T. lencar Aratipe. t
A cmara Jos daoutail>3 apprOToarnnteiu (18)
Vtil^d.siiiiro, ilfpw da a|gu 0.1 i ubervarJ-j-
oos Srs. Araujo GiAi}gu*loil0;i.'ra.o pio-
-jaoto qaoamr>ma.-gt>verft)*.*mHtf ^ftaetiv* as.
cnico .< iias clattsalas 8a e 16' amexis no d-i-
*ro n. 43UJ da9 Je ymtto da au, paloqaal
e-oao^dea a EMuarda Perttw WiIob piMi
por SO aooas pva lawar earvao da pedra, ^turfa
"oQtros mioaraai uas .nargens' io no Harah, oa
provincia da Baliia.
Approvrfu depon em 2'4ijctvs>ao,0 proje-*to
qua approva o dacreio o. 47J7 de 7 da }un'w do
ffeaia 1110, t'.vtain s. o anaH v pr*o do
riiii!i 1 con.irlo a J> Antonio iV) lartros a ft. para introduzirem no p .rt. di nu de
Janeiro barcas Je vala on wpor deilinjdos pisca
ou i cooilu 'i.'.w de p Approvou taiaoeui ein'3* di.-cu^so o prjjecto
que autorisa o goveroo a ficuitar an eia<^*jiona-
Tas d* farro-carril a cidade de Nubenjfcy e saus
aaknriioj uancao de direilos de imporaae^o para
ledo l nutarwl a ttem rodaala tmacjo e ouateio do meamo f--i-ro-carri.
Loniiauou cm seguida a 2' discuesab do arl. I"
pr<.posta .do Jfwwp sobre elemenlo ser-
declaracao do Sr. eonsetneiro Ouefti, * uoiBmaota approraia. En sega da o mumo ?a
, aliar ^gradada^aji nona 4 soeielade braleim
* aiiur.19 dos eida-laoi qu all ae rauoirara,
coovidou oj pira insr^verem sa caao-aottoa
\n*bqao-M eaeavJt-4e(ttader.
Conclio-ie-rwnrtloom a apprjvagio
am roto da 1 juor acopado palo Sr. D.-. Pdd
Luir opposicio,* aatwido Sr?. deputa*
pela maneira paauaitawdlnjjiido o projaeto
goerno sobre o eieuteolo aervili)
Grande foi a conearMoela que alfluio h)
um (161 ai braant^ coirMai orfwfeafes pe
Jnktj/ Club no ft-ado FlomineaM. Acearam
presantes S. A. I. a Sra-'princea Regenta e s
auguro esposa, e aa duas arcatbaxuadas *ira
' ae heiaa d passoas de todas --as lasses, ttnrt
cepluar rnesmoas mais levada, e familias
primeira ociedaie. Crescido numero de carr
e ovallelro?, e-umi raa coMNMwvtH e-po _
guarneca >a rata am grande *xtmsiiWJff*reea
4a,am aspetueote putorosco, fealaaMo Hfmimt^i-
negados tragas e liaadeiras maJiicore.
< Ao moio dia priniplaram as corridasTefflki
veoeedor n> primeira-o Ser/do, isWdIio, da-p^a-
lnta.de 6. Paulo, 8 aonosd.i iiadeieproprleda-
da do Sr. Antonio Rodrigue Jua^uetra.. gadb
o iuer.-.j avallo ven:oJjr na o' orriJa, qw
era ligaJa a eSia, dspenou-se a S"^qoe levia
servir de desempate.
A fui .gaoba pe 1 eja-Flor, do Rio 0>
Prala, 8 anaa1, prSo, propnedade do Sr. Padii)'
deOiiveira ates,* -3-pea fpw,4ab?ai-
do rtio da Pri*,fl4rino, oasianho, propredaofe
do inasBw aenbor,
A .4" f.ti Jo amadores, e ganlwuo Sr. F. 4e'
FreiLis, niooiaado < Sulto, do Paran. 12 anoos,
castaoo, propried*de do Sr. fiouiaieadador F. P.
da Fooceca Tfrilaa.
Api iatarvallo.do costumo, cm que ear-
renJoao de-aii', a rgna Gractfliu b iiau a pe qui-
ta Tyubira, aeuw a 5- corrida, de qae \k faU*
aios, e depeis a 6* de 16 quadraa, em que an-
cau o incQgMta,.o Rio da Prata, 8 anuos, ruso
queiraado, propriedade do Sr. Br. Guauvo So>
chow. A 7* e ultima f i gaucha era pello, e ga.
fliroa o Solitario do Rio da Prata, 8 amws, pre-
lo, psrloocente a ama sociedade inonyma. 1
a Arjte-hontem (16) foram exbu.nados do ce-
miterio da ci lada de PaKopolis os o Ihairo Luiz Aouoio Barbo-a, jegoiodo-se a este
acto de rehgtao ara offioio celebrado na praaeo^i
de alguas amigos do iliusire tinado.
U tnonsenhor Jos Angosto-Ferreira da-Silva,
quaat qnetta cidade com o flm expresso de f>ro-
eader a xbtma(ao, aootnpanhou lioolem os ex-
butnadus rautas do seu particular amigo ao Para-
hybaoa. e dalli i cidade do Sabara, para deposta-
los na igreja de Nossa Sanbora do Carmo, onde
tambam descansara os despojos moraos do pai de
raesrao consalhtnco, tao do arrebatado estima
publica e ao servido da natrla.
Parliram honiera (.17) do vapor S. Francisco
para o Paran os eogenberos Antonio .Reboagas e
meados oa seguintas raordouios
ea***4>js, alo aduwflto o pt4odo jeitfi.
nassa apredifao, m dos anteJVW, ea ead,,, n, ...".:. *T^n!*'*n*h'.^
<d
'*pcta! eotnmisgots d cons e>a 3-
**viMm*:0um datoorpathii 'ftfWaflfe..
Todos os'Srs. di rectores bem etsfiwaxn
**wm*msMtfo, qae ,eal proAfeiu, ga-
lirll ramsii.rl.
lida e respeiada.
,"^*at*BB
t.'
passir d) sa
reserva, qoao
sumiente pa
a
Hanoftl Jas dj* Sa
Dr. Maooel de Fi
orphaos; Dr. iaf,
caa dos eti
collegio da;
Dr. Joao Di
dicidada *rfi||iif|
I.NSTIT(|!OH|
nlo sa hodWifcliU ..
* ?"# nor'o llemefro
: Era sea
ao?-
para servirem ;
*o?piial P.-dro K
O legntoie, ^ nm premk) de honra tara 1
XrV2r*UK'- 1" *"* m sedalfca d onrt.
* Fe tanto, tnsen *.* eomiredae
i^r naqaeile- pafc aigwn artigo qn ptodut'aa-
nwHHottn 1 itrairnv e Taavajerai, Mr tttdua-
Wa da rjaeio .
" a1MaWi>MJ MWBtea en Metro, e ou
re taiMas modadas de prata, 3frffHi d.
io, Wmedalh de prata e 180 e browie.
a eompaahia, dona'egaSo avapor do-ftoittco
22*" ***ie eiM'Bo frete 4etedoe oa
B/eeT(rs co desfno *espwlco; -e c'fwrerDo
'paga o trsnspoMe de Callao tTma. |ocs
posifao. eiob^seto para a-evpea^io podemw
rBandHdoa>*waparM tfaqaeNa eampaobia que
laem de LivenpoHl tea fid* agoaio. 03r. Do
no
MUt,
i 1 iiiiv 11 ,,. |f -----i------ ^_ -_ ^,, vg-'<.>< v *J crup
collegio do "'Harria, .orador mli Anuiafuar, Lon-
iro Pessoa, na
cbaojo Mtndetlu, of
B- de aetadosi;
w> asylo- de menr
PMIfOjIfrHIOX-Reu.
ade. Tomarara assent
C>r*j*-i de Brito e Ray.
propniqr:
t 1 :*.ftafr-trjtiBn^^*** *otas r-
w yyuMitiJ'jrjg'fffW -t'tfT71.
Que qpvdi ntioria autorisada l
pira o fondo di
ortBDO, a qoantilr|
ao faado attinja
1 QOrOOOAi
'^wlNierliii it tmttl*
* aya^cttirtt4to e oDvor p\l'aoa!bfHuW-
1a4raiirrrflrtla.
Jdo HtcthMa Sttoa ,Co\ho Antonio
^BtnflHva-de 'Carmino 1KamH 1Uattbs-tie
Souza e SouloManoel Jonqim Ferreita
Jintra. *
c Procedendo-se eai-seguida el^o da
directora e supplentea, praclamou-^e o se-
guate resultado : directoras, os Srs, Mi<-
ooel di .Mi4.WeBje, **. Jos More r^J^j^^M'W i ^ di
Aotomo Jos de-time i -orar; Padro Auaus
4o V.eira
drtwc Lima uta dia comawMOJiiwaioaa'TU(ita
de lodos o? objpctos com destino exposifao.
GAPrADA.^+ip d*3 de Joutio hume em Quebec
no Canad, um fraude mediing, a que 01 joraaee
iagleaas aadicam algasias iinbas. Fallou o ae-
ralari aV astado da colonia, e refaitodo-se au
tfatadi de Walngton, dissi qoe o averno do
Ganada itsha prot>tade> enrgicamente eomra a
pane do convento t(u<> se refera as |pesariai. e
que o goveruo de fentatarra imha respondido ao
protesto dizeodo qae- os toasrcsses da mal patria
exigan qae es eoainmaarioe tivaseem aesifiiado
aqaelle can reato ; rna qne o* diretes que a co-
*"'i|a taiha dereajeitar aa claasDlaa qoe podeaeen)
aleeiar o seas iuteresees, ttaviam sido respeiia-
dos.
. O MTeriu do Ganad, aecreeeeaton o seerea-
no de estado, i(ni a mai cmatela iibardaJe da
fr^?0' e.assira deraooilroa' quando o asaumpl
fot irazidodiseassi do parlautealo do Ci nada
A Inglaterra apresula milhares de vees ae
rnoadu civJisado, exemplos de.-ta naloreza.
Assira demonstra que sabe Rspeitir a vootade
aos eUadaiw das colunias, e que nao atropella o
dos ses sabinos americanos, nem mes.
aj. rarara os fh. Lz Cartis Maoiawo de Cas-1 Hanriqus E luardo Hiireav<, .para raceirea
aroa Alencar Ararip, fleando a dis tonina Gehba.
fo paaximo paquete
ata hora.
Leos no Jornal do Commmcio :
* Por.ltalo de 14 do carrate eanle da recebe loria do Rio de Janeiro, Jos Er-
nesto de Faria Veiga. >
< No dia 12 do correte, as 4 i/2 horas da tar-
de, foram recebidos por S. A. Imperial a priuceca
regente, em audiencia aartieolar. no pico da cida-
de, os Sr?. D. Glinkae conde de Koskail.
< O prtmeiro seohar eotregou i mesma aaguaia
aenb'ra a carta revocatoria que->pfie missj de oaviado extraordinario e ministro pleni-
poteoeinrio de S. M. o Imperador de todas a3 Rus-
sias, e e segando a que o acredita com o mesmo
carcter diplomtico nesta curie. *
Effeciuou-se hontem (16) as 11 1/ notas da
raanba, ao Club Fuuainenae, ama namerosa rea-
nio de larradoce, commerciantes e pesseas de
oatras classes da oossa aoeiedade pan instruir
urna associacio, aojoe tina sarao a defaza de seus
intsresses e encamiabar a emaucipr;ao do elemen-
to servil.
Constituida a masa sob a presidencia do Sr.
commendador Joae da Souta Breves, o Sr. Dr. Fur-
anio d) Aluieida expdc o motivo da reuuiao e de-
pots de facer algumas considerada* sobre o esta-
do da laoerteaa em qae se achara para o futuro a
oasa lavoora com a proposia do goveroo, qae se
4iscate na caman, declarou que por essa motivo
ai .lavradoivs e commerciantes, representados pela
ommiasao que oceupava a mesa, tintura orgiai-
aad) os estara'os do club da lavoura e do cona-
mercio, do qual podiam faier parte as oidado* de
todas aa olase*.
Oepois de tidos os estatutos, foram nomeados
para a directora do club os Srs. coala do Bomftm
presidente,; barao do Rio-Negro. 1* vice-prasi
denle; bario da Parabyba, 2 dalo; Joaqoim da
Cosa Rarnalho Ortiga-), aecreUrio ; Jo; Feli-
ciano de MoraesCosta, 2* dito; bwi*de S. Cle-
mente, thesooreire.
A' esta dlreeloria sio dados como coosaltore'
40 tnembros da associa;!-!, dos quaes foram
eleitos por acclamaglo os Sra.: Dr. Caetana Fur-
Jaira de Almeida, Jeronymo Jos de Mesquita, Jos
e Soaza Breves, baro d j Ipiabas, J)s Pereira
de Faro, baro de Prado, b.\rai das Tres-Barras,
Manoel de Agniar Valltn, Antonio Cirios Teixeira
Lette e bario de Tremembe; devendo os 30 res
tantes ser eleiios por estes, afn de attender-se
melhir repras otajao das differentes l)ca!ila-
4es; mas, por proposia do Sr. Dr. Pedro Luz Pe-
reir ds S mzi, f,i inciu d> no amen dos 30 o
Sr. c raselheiro Gnrisiiano Benedicto Ottoni.
t Sobra a coastiluico da sociedade e os fias
que ella ttn em vista oraram os Srs. conselheiro
Ottoni, Dr, Urlos Antonio de Garralbo, Dr. Padro
Luiz Pareira de Souza e Dr. Galdino Emiliano das
Neve3.
OSr. eoosetheiro Ottoni aprasentoo a segra-
la declararlo de principios:
O club da Lvvour e docoramercio qae acaba
de ios'.a'lar-ae, randaado lum^nagem opiniao
pabliea, arapenhaio am que ella nao se extravia
na aprejiacij das iateoesjas vistas com que (oi
fndala esta assoefioSo, r.ssolv,da a empregar to-
dos 0.3 recursos lejaes a honestos, de que pader
dispr, em dafeza das direitoa e legtimos inters-
ees qierepresenta.
1 Ruolve, antes de eneatar a execagao de seas
e3Utat9<, fir nuir oats mm4s4taco explcita
das iraprjiiiia qua prasidiram a sua orgini-a-
4 Bta asa>cae>> nao oratenle crear difuialda-
4es na,a onirarur o priuiipia da libertacao da
es:raatara.
*' *M ma *lmm%hiT* ea>)aag) do ale-
meato servil le miaara a resguarlar os atreitos
4o; piopna'anot ds escravos, e em ordem a evi-
tar a ruin* u ri-tasH paMeaa particaftr (arl. 2
dios estnr.>).
< A lavoma e o aoaerai} esperaran a leocio-
8J3 a rec_si) J9 corp) legislativo ubre esta mag-'
na quiti)si3nl, si mratassa da medidas pre-i
paralonu d* tffnt>rvBAo radaat, de provi-
danoiaa qae obiervadis eaoaloeafaaala oa exe-
ntao nodasteei ser aag lttu, mjdirletda.. de-
Mvawtas pala proa sacia isa. etfadtii a qaem
meie tWagaa.e suxeBKvanaou os poderes cons
aaaMfeoaea.
'feo, porm, es enea m da ama aaedid a per
aatn), qoe altera a junaaraJenota, ate pala a Un
aatiieaeawsas ie**roM -irravogaval, e seguad^
aqaal a astdo, que eras o-nova doaiio, laruj m-
eaaaivaiaent* sobre nna atasaa da aaiedMds os!
e*ta os Barigis qaaaaaaw -akaaeoia.
1 O club da laxoura e do commercio aavadiu|
BaaaJanelQiameate :
*#* prmipij da librdada 4ea ven*ee, ea-
aaaaaai regalado nvarapjhla 4o f*noa 4npe.
eial, aetaalinanta era diejussio no pirlamana, hi|
anrpduzir nj exeenfiia, ai nxais desastrosa
Maaaaelui.
de i de
partir para os raasmos irabalhos es engenheiroi
Drs. Pauto Freitas de S e Joao Augusto Cesar de
Souza, que cora o eogeoheiro OJo Wiellaod, resi-
dente no Paran, eomptetarao a commiislo de es-
tados deste caminho de ferro.
O capital para os oslados forneeido, parta
pelo crdito de 3D:O00d, votado pala assembia
provincial do Paran, e igual quinlia palo Sr. ba>
rae de Mia, odocano dos emprez.irios brsile-
ros, seora prorapto a proteger eaaatfiar a.am-
prezas .destinadas a promover o engrandecimento
a a prespenaade deste paiz. >
t Reunirara-se hnntera (17) em assembl ge-
ral, sob a presidencia do Sr. Claudio Jos da Sil
va 36 aeciovHstas do Banco Rara! a Hynotrrseario,
representando 5,966 accoes. Servirn de secre-
tarios os Srs. commeoiador Albino le Freiaa-Cas
-tw a Bernardo de A raujo.
< Foi dispeosada a lattura do relatorio da di*
rectora, por se adiar ja publicad) nestafolha.
Sebmetiidos diseusso o relatorio e o parecer ds
e-mmissao de exame e consalta, foram unnime-
mente approvados, e en seguida procedeu-se
alai cao de um director, abteado maioria de votos
o Sr. Antonio Ubeihart Lemgraber. Para a com-
missao de exame e consulta foram eleitos 03 Srs.
eoraraendador Leonardo Caetano de Araujo (reelei
to) com 88 voto, J0J0 Antonio dos Santos L;mi
(dilo) 1: ni 51, i i- Nones Tetxeira com 51.
FaHeeeti hootem, de urna hemorragia cere-
bral, depois da alun- dias de grave padacimento
o 1 escripturario apneotado da alfandog Do-
nimgos Ignacio Tavaras, legando a seas Albos e ir-
mios am aome honrado. >
c Fallecea h-iaiem (18) as 5 1/2 horas da larde
dopois de prolongado soff/iraento, o Dr. Aoreliano
Ferreira de Cirvalbo, depuldo assembia geral
pela provincia do Piauhy.
A 9 do correte fallecea na sua fazeoda era
Santa Lazta do-Sabara, proviocia de Minas, o Dr.
Aotomo da Fonoeca Vianna.que par diversas ve
zes rapresentoa a sua provincia natal na cunara
temporaria, e anda na ultima legislatura exe-ceu
all o cargo de 1 secretario.
< Sob a presidencia do Sr. Pedro Augus-
to Vieira, servia) de secretarios os Srs.
Jo3o Antonio dos Santos Lima e FerjMujdo
Castigo, reunir-am-se honiom os accionistas
da companhia Fidelidade, que approvaram
unnimemente o seguinte parecer da res-
petiva commisso de contas:
< Srs. accionistas. A vossa commissSo
constituida em assmbla geral de 10 d)
correte, examinou caidadosamente < s li-
vros e todos os documentos justificativos
das operarles da companhia Fidelidade, do
Rio de Janeiro, durante o anno social de
1870 a 1871, eompraz-se em daclarar-
vos que de tal exame resulLou a irme con-
vcc3o de sua cearwa, niiidet e xaetidSo ;
i>elo que a digna directora e o Sr. Saa-
paio, chefe da esripturac5o, marecem os
mais alios encomios.
A commisSo applaude a acqoisicSe do
predio em que fjncciona a companhia, e
acba que as obras oolle effectuadas, c intri-
bflind para sua segaraoca, o lomam d-gao
do fin a qae se destina.
Va tambm a commisso com putar,
a ioiciacao das operaedes de segorot de
vid, dotes, heraocas e pensos, de que
deve a c -mpanbia colber graades resulta-
los, se, como de esperar e nos o aconse-
tbamos clor ament, a digna directora
nao desanimar na carreira encelada, e der
i este ramo de negocio o impulso de qae
capaz. Esta nossa opiniSo est sendo
coafirma-la pela instituig5o 4* una n sa
companoia da mesma especie, a quai oi
moi bem recebide oa pra?a, a ponto de
hiver pretndeme* para ss acc5es enm
grande premio, sea haver venaadorss. Re-i
petmos, poie, que direslprii por sua:
honra, a ompanbia per fea joteresser
cumpre dar deseovolvimenio i*yjj da
ies, ktratase penses.
A ooMdade dejoccorros mulus sobre
aviila, administra ia pela companhia, uqc-
t cioua desde marco, e trara tambemJoas
tereues nossa associacio. Mf dtgno ie
e Ernesto CrHvIo, os-qoaes O
JerJ0S -voBldo dfcleve 08 vaHac, fMndo-
e .o Sr. Jos fmi -da JOwa eea 478;
supplentes os -Srs. G*jail!o Alve Jfrsira,
Marwel Mottinho de Aile'Ctfi%, tfolo
Pinto 'Ferreira 'Lelte, Antonio 4o "ites
Guimares A'bine-te Freilas G*stro.
OSr. Jlo Sttverio Nirmo Pereira con-
cedeu ante-boolem (W) l*enade. gratui-
ftMnmte, ao awweiatrolitro ; 'icspec
liva.cirta Li registrada na cartolo dn S;
Jw ^naomeo d -Ardjvi ^*va,-WVa-
len-;a.
A alfairlt^lrwrle-rertiW de 1 a 18
do comU,v!;.t7Vifumm.
Arribou com avartas na nratfreajSo o
patacho brasrleiro Salsipuedes, que ia de
Pernambaco paje o Rio Grande do SuJ.
Bis as noticia* eommerdaes da ultima
data :
Eirictuaram-se lransac(es menos que
a^irqMro^>^feite.niJd(.: Aprsenla
seijs .reUtorjes. o S- a., pceei lente a 2 sa-
L llprm sobte a 1 bese d> dcuseao o
ofg&S Beileropnoale, Praa^re eSleira de
Contina era ducusja a msn
SIR iGI0.-.UjBm ao eseurecer encalhoe
ta 'l?* Jt,*l brotas iaglec tara, que,
teaalodMSieadi pela-miohia no lamarao oam car-
Tfamadlo da aacallio, prooaoaaw deT^rra >-
^jiMpaad-r* Jarda on dosaoo Banta-aa*
!wryan-''*B ate-a-aora am qne enea bou a tiurde
jar'iiu lamarai,-enrnm de cojos bordos fji-parai-
ao logar era que se aeba.
Apenas vio-se d ierra oainistro, seguio para o
logar o vayif,Aloied)M com os devidos 9)ccorro
.^i*Ja"k8i03.--H>jo o da anniver.-ano n em Tace do perigo de urna lerrivel lucta com
da lodea^oafca da provideia doMaranho.
- F-Jitnjialna 33 anuos S. A. I. a Sra. con-
d.ssa d"fc, vsfflrte do imperU. Por e.-semotivo
ma
o sea poderoso- rival.
^yrsnlJas interesses da metrople iogleza as-
das provincias altra
seBrar s-sagrados direilos
davera estarefbiiHWlrada as estacoss publicas, marloaj, _5q Ja^gas, tnnitos os comroeoiarios
le apresonta a irnpren3a coioniar e da metropo-
V2premie
regulares em cambe sobe Londres a 22
"1/2 e 22 "5/8 d. n ira o papel banearlo, 22
ft'a, ai 2/ e 23 d. para u oahctUir; pe-
quenas sobre Antaenpiadt 4/4-r$. por fr e
sobre Franga 480, SsH e jfeao rs. por fr.
< Negociaran*e Iota regulares de sobe
ranos tOJliUO para o fundo corrate ez
a t0)j09jwa 5 ds agosto.
As.apoleas gerbos de 6 70 tiveram pe-
queo movimento a 97.97 1/4 e 97 1/2 7,,
agosto devem a .diabaiTO. A's duas ultiniai cotaoes fi-
zeram-se vendas para at e flm do me*.
No mercado de aecss ti vera m movi-
ento regalar as da owmpaabia da l>oca
de P-ddro II a 1&, to e 5$ de premio, as
da companhia de (erxo-orril Nuherojjydase
a 8J e 81509 dem a preso, as da de Per-
aatubuc) a 430 fdem. e as da companhia
da Doca da Alfandega a 7$l dem, e peque-
o aso d Banco do -Brasil a 180 j para o fina
domezesa do Hural a4004a diaiasro.
BAHA
A directora da companhia do Qaei-
mado para o anno de 1871 a 1872 compite-
se dos Srs.: Paulo Peraira MoOteiro^ direc-
tor; Francisco de Sampayo Viaana, aecre-
Urio ;eaiz Jos Pereira da Rocha, the-
soureiro.
Uoaa das locomotivas dos Vehculos Eco-
n micos esmagoa 1 Paliba Aprgio da Ro-
cha, que morreo pouto de.iois do desastre.
Ambara, oem grandes avarias causa-
das pelo mo lempo, o brigoeescuaa de
guerra Tonelera, fuaodo ia em commisso
aos Abrolhos..
Tambem arribara, com agua aberla,
o palacho ioglez Richnwnd, que com 113
das de riagem ia de Glascow para Santos
com geoeros diversos.
No dia 24 eemmecou o concurso para
provimento da cadeira de pathologia interna
da facnldade de medicina, sendo nico con-
currente o Dr. Demetrio Cyriico Tonrioho.
Cslebraram-sesolemnes TeDeum pe-
lo 2o anniversario do pontificado de Pi
IX.no convento de S. Francisco e no se-
rum irio.
A alfandega rendeu de 1 i 24 io cor-
rete 587;2874350.
- O cambio regalava : obre Load>es
23 1/4, sobre Paris 412 res, e sobre Por-
tugal 136 7.
Lemo ni Jornala* Baha ;
No dia 19 do corrate, s 2 horas da
tarde, urna lancha baleeira, pertencente ao
africano Francisco da Brilla, morador ao
Mrogainao, da villa de Uaparica, tendo al-
poado urna baleia, na altara da Barra (sisa,
a conduzia c mo de costme, a reboque,
mas abaleia, iolroduzindo-se por baixo da
lancha, deu-Hae tio forte pancada no costa-
do, que arrancn ama laboa, pondo assira
em perigo de. vi la a Iripolaclo, qae tancoo
mSo do expediente de atravesar o mas'r
e panno, afim da oio sossobrar, e evanlea
urna bandeira branca pediodo otorro para
a laneba oadonal Paquete, qae pissirva en
Tiagem para o Prado.
COMPANHIA DOMJI^UUE -t N) dia 31 d
correattUJsvem eantKii.ra iissMb'u r- accio.
-oi.-tas d-'sia coaipinbia, iai de oprovareo
parecer da.caramiss'ao de contiis.
SABlXKTt: POliTEZ DK LE1THA.De-
vem rennir-se eoi assembia geral' ewaocianista
-deaia-assoeiegao, -ao dia Al do torrate, alim d
Jarem eawpumedto ae qaedispo) a ai. 4t dui
resperttrrrs- estaiuiny.
FU.VDOS IJfiASPI|Btant-^E)a**ssim colado
em Londres m m ctrauaj mme.;
/i*/, de ms., f, a*o.
5 e/J-di #7I>:.} ? Silgi/,-:
i V2 n/o e ttWU. a-8i.
F.WSAMBiVTO.-.FalTeceu, neMde*) Rm'Pot-
"mwo.aio-daTde-cotTeflltei >*t. 7de Aatenio
da hnflis, atwstado proprelario a tuclmade,
'vereaor e ereitdr, ha ida'de dadS armo. Onita-
do efs-hmem estimado por suas qMa1Uade3 des-
lindas, e recommendavel por mais de nmvlldta
A seuigfl filhu oSr. Dr.Jon Antn o de Al-
raeidaCadln Baftaisaos^oi smceros penm -.
DlJrl^rilf).O vapor rez "Dmiro inuxe d
Europa 5 $U em ouro, eudo : 2932 paju e
attk. .nntiB de faneise, D0 para o LofteVn
and BBifinao'Biuk, e 1003 "para os Sr*. Augste
F. -de-OtiveiraC.
Bn vanv lavon de Bssa IM para a-da
Babia 8:546*010, e paraba do tto de Jaaeiro. .
#2K)u0f66U,
BfiE0S DE ESTIVA.U trouxeo segrate : 27 caix^s cb a Souzi *aeto
5 C., 10 a ordera, 10 a J. XI irtio- deDarros; 19
caixai fructasaA. finaos Pires, 10 a Pogas & C,
40 a- J. C. raga dtC.; itil eaii*.iras albos a Sta-
res Ufanos, o a fitiados A Valste.; 6 oaixat
.ojaejj.is a J. J. Alvos, 20 a ti- -mes de Alattos & Ir-
man, 8 a A Gomes-Pires, i-i a J. S. Amaral, 88
a-Gnimaraes A Alcofortdo, 5^-a Bernardo -fos de
Araujn, 16 a a J. 1 da Costa, 30 a voo gbosteo, 20 a Snuza Bas-
to & C, 22 avF.tt. deCtTvalho, 12 a Tasso Ir-
raaos, 18 a J. C. firag 4 C. ; 7 voluntes manleiga
i. C Amaral, 30 a Seoza Bastos A C, 56 a or-
dem, 4,i a J. J. Al ves, e 200 a C A. S--dr da Hat.
la&C
COIACES CMMEROIAES.-Sio aasegaintei
as dos Srs. Hiato Lette A fioartnhos, de Londres
13 do corren te as 9 horas Oa manhla :
r Algodao. Mercado calmo. Preros firmes,
sobstituindo es da nossa circular do dia 8, por
este peqoete. Sfoc* 67*000 saeeas.
Aesacar.Mercado frouxo sustentando po-
rrn os preems do iae*rao dia 8. Ha 4 carrega-
mentos ao mar em ollera.
c Azeite de palma.Firme tambara aos precoe
do dia 8.
Berracha do Para. Murta firme.
Caf.Calmo, sera -modaoca uas eotaoSes. Of-
ferscem-se 2 earregameotos an mar.
Couros.-Cercado mu to firma.
Bisas eotocSas de 8 qoe se refere o telegram
ma:
t AlgodSoParnaosbaco refalar 8 /t 4.
,* Paralisina,..............,. 8 */i
c Baha...................... 8
M.icei..................... 8
Maranho.................. 8
le, aoVs eiterassilipio (ajo grave e teomporlan-
te.**roaj'-^lres "teoiem /sfgntfifear o respeto
que agovqrno da Gr Brelaoha tem pelos direito
que a legisMicfie do paiz e^taheieceu para cada
um dos pavos que conslitaem a monarebl.
MRXlC'.i.^-As noticias deala fazem prever o ter-
mo prox-imo da insurrtiieao. Era Guerrero fiocti.
nua ainda a retoluco, mas ja se nftfam stgnaei
da sos decaeocia. (Jma -rorle psimo qoe ocen-
pavara os insurganles foi tomada pelas forgas de
orerno, d*pi)i de ama renbida lucta.
Obombardeameaio do Tampico pela3 fjrcas do
goveroo, ainda conlauava com a maior actvi-
dade.
"< iosnrpeniaii en -.errados na cMa'te, omega-
vam a possuir-se do terror, -Toda a -sua artilhe-
lia iiulia sido desaxoatada, esperado se de u.n
momento para ou tro que proptlzesjem a capitu-
la (o.
Bitas noticias .traosroUtdas pelo telegrapho de
S. Filippe, no Mtxico.com dala dos primeiros dias
do mez passado, sao reprodmidas .por toda a ira-
prensa.
'LOTERA DO RIO.-AResiTmo do' premios da
>\f*rta 4" a benfico da biblioiheca Fluminense -
163.'
14
718
503
027 "
3121
Bffl
LOTERA.A qoe se
* 'immmllrm^S^^Si TV UZ>"
41*1- para e>m, nos, nem til ana anio*!
Qie a indaiaalsaeis pee un ra ni ofsrecilt hejaoais e pmsSbS.
Uriseria. Ma foa oahqma qoaatia da ioneiro < A directora
da scelo de
suggerio i commissio
c
<
< Sanios....................
Assucar.Baha e Marotm :
A ebegar
.Braneo..... 83/6-19/
Trigueiro ... 15/6-29/
c Mascavado .. 21/6-24/6
Naxarelh.... 18/ 20/
Pernambaco, Macelo e Parabyba:
t Braneo.....27/ 20/
Lonro......23/6-26/6
c Mascavado ..21/ 23/
Cacan:
Para....................
Em ser
27/6-29/16.
23/ 28/6
20/ 21/6
16/ 19/
28/6-30/
23/ 27/6
18/6-24/6
W/
a SqV
Babia.................... 38/6 a 44/
CASAMENTOS.Lomos no Jornal do Commer-
cio, de Lisboa :
c Esto contratados os eeguinles casamento?:
Da princeza a Sra. D. Mara Thereza de Bra-
gaoia, (ilha do Sr. D. Miguel, com o Sr. D. Nano,
41ho pr+mogeaito dos duques de Cada-val. Tem o
noivo 27 aooos e 16 a noiva. A casa de C-iiaval
a mais rica de Portugal. O sea rendimeolo
ania I em Portugal ess franca or(a por. .'.
loO:COOioO .1. O Sr, D. Nano tem am irmo.
Da Sr. viseaade de Vatmr com a Sra. vis1-
coadesea de Loures, viova, fittta do fallecida capi-
talista o Sr. Anionio ijaquim de Oliveira.
Do Sr. James Rasos, socio da arma II. Koo-
wia* A C, do Lisii>aa, a?m au anhiiah dodalle-
cido Sr. G. A. Hiacstk, negacaante britnico en)
Lisboa.
-Be Sr. Francisco Brando de Metro Gtredes, noi
to dos marqaeze.3 de Terena, da caaa da Torre da
Marca, do Porto, com ama das futas do Sr. Joa-
quina Pinto Leite, sobrino dos Srs. viscondes da
Gandarinha.
t O casamento do S. Jos Pereira Palha Blanco,
upico-nerdeiro d considej'vfl tartana de seu paii
nJt. Aot-miJ PdreJra Palha, ha pouco tallecido,
realisou-se ni dias com sua priui D. Magdalena
Palha.
TEHtTAS ADSTRUCaEste estabetecimenlo,
fondado em 1838 em Trieste, coto o flm de al-
eaooar ama exacta e Bel classiiicac.) par os ti
ras mercantes de todo o manflo, acaba de fatet
trudotir en portugoez o seu novo regaramemei
teehoveo, para eoolieeimento dos aossos arma-i
dores, eommereiaotes e coastruolores. O Ye\
rttai amtna, hoja universalmeoie aireditado
sa poda de.xar de eslsbslecer urna arenera en
Portugal. Atteasendo a esta necordale estabe
lecau-a e connou-a ao Sr. Podro Gomes da Silva
adjunto ao cansoUdo geral austraco em Lisboa.ha
alt e honrado emjir^gado da Tesaeitavel casa desi:
pesca, Krus & C. A agencia te ai os peritos mtri
comprteoles, sendo em Lisboa as Sw. Antonio Ki<
de Sarapaio e Alexandra Jos da C*"la, e no Poru
os Srs. Carlos JeBaoJm ato Azevedn Vareta e Cus
todio Martina da Silta-Sitoi. O Veritat auslria
co fai parte integrante da cmara do commercio 1
industria de Trieste. A toa gerencia no editiet
PJSdu. -Aaxposicio jnteroaciona!, q'je'devli
ter sido aberla ao -mes, da aauao no Per, flcoi
adiada para dazemb.-o, em vistas das muitas re
Era logares, s ser por Isso neceslsarlo
-oadHMo qae pira esseUn aOti lirmi N
A* aenlilji
trlmm
natn alo
riteft cH Mlva.
ttiifiA piaa sitti r.WmmXXQ.
Nao tan exprettaae o sooassBBnln)
ateo ooraf5o agradecido para lijjaatlir av
mteri^adeu^fn*ra Todo passa sobra a larra, sin, **-
-aumentt sos eoo/tn-taaiao ce naape
que a morte impiedosa aVaoifrajt *!
orna vida trae nos. drara e a qm non
erenjeai moUvos de eterno reoookeci-
nneaio.
96 a religiao > anii prM> ian>ii>ii
o conforto, sd a rcSgiao e as proptia -
'-grtoBaa. Ah! M a magoa na>s dJV
p wca.
D. Atorandrinn da fcf 1 ara datada 4\\
qoatioadj aaglicas, qn sd a Ai fe-
mesa, a eoworte oedicada rka (!*>
nho6ra (ir) ntT*.itaaa Bodatalor, a **
dar mi* a-itxjaenu medalo.
Nonca retoaoo o m sarfatar aoite av>
pobre, que ailas vejes eoigoij-ihe as la-
grimas- com a aaa beneficencia.
E a morte ve arrabal a* do seto dt soar
familia amante tao charo e digno, dta-
la consternada; aagia cm aquella a>
quem oe domadla suas viriodae,
de twneftekw I
Sirva ae menos edo prolesfp
oho golpe, a expresaao le um icorti|aiv
sabe ser graio e acadir a d6r que i
srvel remediar.
Ao digno esposo da fallecida I). Atesan*
drina aprsente nesUa p.sil:das-aalavraa >.
nha sincera manifibtae-ia de profundo e ina-
morre Recife,38dejuihp de IWl.
Amaao JtW io Amaral

30:000*000
10:0004000
4:000*000
2:00fl)
1:00.1 ou;)
l:eQj000
acha a venda a (201.*,
de Nossa Senbora da
beneficio da nova igreja
Peaha, qne corre hoje 28.
LBILAi). O leifio de 300barricas cora fari-
-aba-dc -trigo aoBonciado para lioje, por interven-
cao do agente Prato. lica ti ansferido para quando
de novo se pnunciar.
PaSSAGEIROS.Vindos da Eutpa no paque-
te inglez Douro:
Anna Los de Barree, Joaquirn R. de Amorim,
J. J. da Conha Lago, Braito Prez, Custodio de
Azevado, Jos Mana Ferreira, Beroardo Augusto
A-, Antonio de Olivlra Mara, Emmannele S.,
Santo PeoMIa, L. Guiseppe, A. Pinto F., C. Bar-
josade Oliveira, F. Poo*i, F. Xavier'Ferreira.
Sahidos para os por-os do sul no mesmo pa-
quete :
P. Ponsy Escudero, Leone
celet, A. D. Srrifl, H. Bernet, Mtnoe deTascon
edllee e sua sentiora, L. Florinda Pedro-a e 6 crian
cas, M. Ignacio Cardse.
Willot, Mara Pon- 0o en8.enlm Cassa a de W-lo arrendado
Msnoe'l da Vascoo- e ,868' subsistilo assira o cootrato da
A tripohCJo. constate de nove pe8t)as,
w salva pela mesma Ubcu. monos o re
UMdor liomingoa, bmaeo, batoMbai. m-o-
Tdar.m Hapariea. BsaeQkvtelis, toce conheceno parigo, nao sanando nadar, des-
ammou, apatar da eo-tgem qua lbe incu-t
tiam os eos caupanheigos.
Loga fue heg m I lancAa Paquete,
altrou na arrevjej dos nufragos um cabo;
eoqual sasegoraram anjau-a raanJiaros
inclusive Domrogis, mas forpa era tal, e
a carreira to violenta, que os cunijMaheiros
veram da largar o can que ato podiam
suter, esperando a aaHa qae f mi a Laneba
para com mais faeflidade recebei-os; po-i
rnx Domingoj flcoa segoro ao cano, qoe
nao quiz largar, o qaJ aasbaracuado-se ao
lame, o levou ao Bar, da anda aa JaMI,
A lancha #flftni vokan ; este portd
para deixar a tripolaco salva qua oi con- '
2id paleta, e o Sr. Dr. chae laiatitr-
rogar a ada am de per ai, firmando a -,
etd.de do faato, a s easailidadn da Vb/^i^^&Z!^^
deplbrvel acootecimento. aaaaatJBrta aifatoeoifl atgniaadaKlns
i^nt^SmtS^' '.I mJStim m* fe
PBLICACOES A PEDIDO.
(Tama auMiflaale sbre o tanlo
de me prezado pal foSo Sa>
raiva de Aranjo nlvo. san
trlgeaslasin dia de seis passa-
meuto.
Acerbo o prentrj do fHho
Corvado ao tomlo do pe.
Revelando a dr suprema
Ma trate ioflexio de um ai !
E' a-vez do seio d'stvna,
Ds martyrio a negra palma,
Pungente veibo-de Jr :
Traduc;ao de um sentimeoio
Que mergurba o pensamento
as fundas eavas do horror.
(}j?broB-se a ultima cerda
Que o nome de pai vibrou,
Sooame a vez derradeira
Essa voz qoe me ereou ;
Esse vulto veneran lo
De sea amor me cercando
Sumio-se p'ra oo voliar;
Supprindo o vacuo delxado
Pela dftr do exilado
Sobre a trra a sanear.
Nem mais um sopro abatido
D'aquelle que deu-nie o ser !
A esseocia l oas altaras,
E a forma sem mais viver I
Ao p da looza funrea
Mandando mansao etherea
A3 preces do coraeao,
Vou cirpir a d5r primeira
Na morada derradeira
De mea pai habilaeao I
Recife, 28 dejulh) de 1871.
*aa
Ab/owo Saraiva.
Ao Illai, Sr. r. armenio Fllho
Srs. redactores.Peco Ibes nm pequeo
espaco em seu Diarto, afim de publicar o
seguinte:
Ad-ertdo pelo dever de gratdo, voa
cumprir, se bem que mal, a obrigaco
que me irapuz desde que recebi do Illm. Sr.
Dr. Luciano de Moraes Sarment, disiinctdi
medico Operador, o fa-or de prestar-se &
operar o meu coupa-lre amigo Antonio da
Costa Mello, natural da ilha de S. Miguel, t
qaal sa acliava na miaba c'aa, soffrendo dd
aaenriama ar asilar e coortemnado a orna
morte quasi certa e prxima, porqae tanto
era a desordera da crtatlacap, e padeciuien-
tos do coraba, orgo lia Bgenciai vidaj
qae por todos esses padecmentos pareca!
estar tocaada ao termo da vida.
*Em taeft eandivdes mrbidas do doente.
procedeoM^jr. RaTorJenth fttho a operacoj
da-iajeapo aa a6aioi;ea,com tanta]
pericia e soaneia, toa aneo aa maior. con4
sideraco a'trUmnto disB d,oeptev aq
qaal -tll^trequeateajBQta a cspeiSva
todo o cuidado e o maior desvelo, que hoja.
se acba peritamente curado e ja restitu
do a sua terca natal, levan lo o mais ioMi
OUBSTAo-coitaenaM; vr.yfK.-iit. ao HmBsnat-
mo TWBtai. no c.ommkucjo, eWiif. rmfnr
JOAQlM S. PESS0A.J1E fHQWIBA CAVAIXAf-
Tl E SALVAOOR DE .MOVER CAVALCAKU.
A seatenea abaixo iranscripu est em barmtni*.
em1 todas as suas partos eort posieri .res jatgaaaa
do meretissirao tribunal do commeren es anu
accao deteira idntica a qn* sj> pende do mee-
mo meretitBJo tribuail por .mba-gos alrtagaa
tes. Chamamos attenoo para esta jarrdioa'sea-
ten^i e aecordaos correkiitvas unanimmente pro-
feridos, os quaes vie.tamhem -pubeadoe.
Vistos os autos, jdlgo ne-'provados os enbar-
gos defli. 13 e 15, perqeanio allrgando o embar-
gante, qoe-as dnas letras de fti.4 a 7 rcpWBsi-
lam am cootrato Dulkypoirs<)rfi das aove acei-
tas por Maooel Igneio de Siqudrra Cavatcdti 0
Jos "Lias de Siqaeira Cevaleanii Jnior, gasaa-
lidss pelo embargaoie e scenlas pilo embar-
gado que sa c-bnervu p^K) doeumento de 0.99,
dessa data, a desistir da -*aao que mova a.
dito &faocel Igaacki-e a pat-sar novo recibo no ros-
to des amos, logo qoe devestem do meretissino
tribunal em que eetavam por appettacao, mas ane-
en) vez de cumprir a obnga-eo ontrahida no in-
tuito de lerminarae o pWt >, reensen-^e a Hta
inando os autns desceratn- eom aeeordo na 4S
de juouo de 1863, proseguio usile e embargou-sle-
baide, o aeeordo de t de otitubro desse anno,'eme
reeebendo os embargos de Manuel Igoaelo, *afJr-
mou a tenienca afpellada, e oi maodado cofltprir
Olo &A9 de mar^o deTnll 'oHoeeotos e sesierm a
oho,a*Trtlo objectodee'ecaoB etlraneadejreiiM
em ijnatro leirns aceitas por Manoel Ignacio, a
quem deHa eembargsdo -entreoa las em vtrtasV
da permuta do engeoho Mimsyba pelo engaafco
'lassn, perteneentea aqneHe, a'de qneeste, oa-
bargado, ficoo de posse, o de h*vr prosegoo a
iecae: se tornun de nenhem ereilo a cdmBUs(to
de 12 de abril, o que cor-irmado peto protesta
publicado peto Drarto efn ontubro tamben d
1865, e depois a qn nio hoove conlestagio, e>
pela crcnmstancia de ficar o embargado oa poese
emiaa?
permaan
anterior msma'eBmpos'e5o ; allegando ainda a
embargante qoe, e-amo garante, nao obrigade a
pagar a letra de fl i.que a de 07 nao est em origi-
nal, a que ambas nao exprimen) a causa certa da
contrato; reconhece se pele desericao e prova dos
autos a improcedencia de snas allegacSes.
1.* Porque nao consta dos amo?, qne o embar-
gado se recurasse a passar 00 rosto dos autos la
a:c!o intentada contra Manoel Ignacio o novo re-
cibo de qae trata, o de O 19, oem dos tejmos das-
te, que etfe embargtfdn, rn?se obrigtdo a isso sena
Ihe ser exigido, sim de qoe e.-se novo recibo nao
lena maior valor do que o j passsd > e existeate
em poder de Manoel Ignacio, qne nao s o nm
aprnentou, mas foi quem embargan o accordao de
16 dejuiilio, eassm. antes do embargado esquece*
o estipulad.
2.* Porque ainda qirndo recasa h uvesse, nn
importaria na nnllidads da eomposicio e nann-
teD^ao do anterior contrato, o de permuta, cono
fcilmente se deerehend-; da n:turza di referid 1
documento e recibo de Q 19, e do f .cto de bav.r o>
mesmo Manoel bjnncw cham"do a voncihafkt ew
agosto* setembro de 18$S, decnmetikos de fli. 73
e 76, B embargado para pagar-lht as bemleitoriat
{titas no engenho Muttaybm, e entregar-Uie o en-
gento Cassu, facto auB implica com a pbrmota,
JA DESFKITA, E QCE DIFFICILlTEirrK SER SUBTBII-
DIDA.
.1 Porque assim como do procediroento con-
tradiciorio de Maooel Ignacio, deacouhecendo e 00-
nhecendo a cmp-isica, nao resntta a nullifieacao
della, e consegolniemente das nove letras delta;
originadas, assira tambem se nao cooegne ena
resultado, aprestando, como fez o embargante, o>
rocediment contradictorio do embargado, qoe
acompanbando a discos sao dos embargos oppostos
ao accordao de 16 de janho, por sua vez embar-
geu o de 2 de oumbro, e se eoaservon oa pesie do
engenho Cissu, ao pisso qne, desde qne mten-
i-iu cobrar as quatro letras antigs, devia reoo-
nhecer qae sem direito o possaia, e no entretanto
nao nesies autos nem oeste juizo qae tem lagar
a discos-ao da lagitimidade de tal posee.
4.* Porqae destituida de valor jurdico a af-
legacao de falla te cootostaeao ao protesto publi-
cado nos joroaes ; inexacta a de-ser o embrgame
simples garante qaando das letras se v qae A
acensle, iasttieada pelos doeansntii ds ifc. 5 a
7, a falla do orgieal da letra de fl 7, e sem appli-
cacao a vista das asamas letras e tem do referido
recibo de fl 19, a dtsposieao do paragrapUo do art.
19 do cdigo comsnercial.
Pelo que e mais dos autos, conderono e embar-
gante ao pagamento da quanlia pedida de quatro
contos de res, cornos juros estipulados as letras
e cusas.
Recita, 28 de abril de 1871,
Assigoado0 Dr. juiz especial do commerci
desta cidadeSebastian do Rejo Barros de La-
cerda.
Pnmeiro accordao em tribunal, etc.
Que recebem e julgara provados os embargos0
fjliias para rejrmarem o accordao de fulbas a
com elle a setMeoga appellada de (oJlias, porqoan-
to sendo o embargante credor de Manoel Ignacio
de Siqueira Cavalcanli, de quatro letras ua impor-
tancia de 15,3634, celebrou com este nin contra-
to de permuta por escriptura privada do sea en-
genho Mussayba pelo engenho Cassbrt, proprieda-
de de Manoel Igoacio, obrig rado-Jd os oontratsa-
tes a faier livres e desembarazados de qaalqner
ooas oa Bypotheca ditos eogenhos, e o embargao-
te a entregar a Maorel Igoacio as referidas qua-
tro letras b mal a anadia d seis nonios em dona
pagamralos em razio da superiorida le do enge-
nho Cassaa ao Maaanyaa.
Por foros deste contrato tomarara posse dos ea-
geonos pwrautados, conservando 9 embargante aa
letras aliarte fosse levantado a hypolbeca do en-
aaDho Caesa.
Nao lesaounao Manoel Igoaeiodrta nypotheca.
de oenhnm efeito flooa a imMrata, sea* n
Manoel Ignacio chamau a aaxciliacie 0 imbmramm-
te, nao s para pagar sera no engenho itassafaa. amo lamben anm
deixar -o enfenho Cativa.
De.-feito o contrato por atoo accord.) das par-
ts aoMraaaWea, conopeasram aaos*>- poonaa-
te do doenraento de filaas e carias de fclhas e fo-
Ibas, com direito leon o embargante de cobraran
lettrai aobstitaidas nm vnote ia eeordala, co-
mo settidatra de masm? doeaneoto aaeI n-
aceite o q|Br>p|QPjrj|e>^a iofero reconbe-
cimenL), bou que penlioraaos nimiamente
fcftflaa quatiialnfi, aaenas nos* dado saB f-iWtvama ** que nr% pr
ImwifesUCO. j^^ praie^atan n per con^faiota
lo) ii 'Amado Ptmra, .1 or,' 1^ ranura nn aasatis aaa *m
(taldaa o embarga*} nn doi aceHaan Aiaiig'-a
.-
7
I



...--

JSL
Oiarisi \\e Vernniufcnic Se,fU feirt 28 da, Juihe \fe 1**1
tt, w pode dir'rwpoosabiltdade sea uudo 4 dts-
ssarlaiara patalea, visto mm e nentrato primor-
dial foi to bem celebrado par escritor privada.
Por ttalo e o mais que dos autos coosla, reforma-
do eotao reformara aceorao embargado de *>
1 WB lie a sentaoea appellada de feraa,
1 procedate a aooao proposu para con-
larem o eiibargado na frrna do pedido e oas
toda!
1'bar-I
>
____!i de mla de 187*. Assignado o Exm.
oraaitehte do trbon,--Rers e Silva.-Accioli.-
Mamada Leal.-Rosa,
Segando. Accordio em tribunal ele.:
Qae desprezam os embargos de tornas a vista
do ponderado oas raides de folhas, por quanto
costando do documento de folhas qae quando se
WTsftnntt a novacio de qae trata dno documento,
a antas tuaham sabido por appellaeio, e logo qae
doseeram cem accordio em favor do embargado,
Manoel Igscfo de Siqoeira Gavaleante entio ap-
peiianle, com quem o appellado, ora embargado,
baria lelto a diu novacio, em^oei de rtquerer ne
se mesas,fm a demanda por,(orea da mesma no-
vacio urna vez queetn seu poder achtate a fuel-
le thmtrtto, ourn vez t exigir do embargado
ampassutse noto recito no autos, como /ara
**riado no cato de que Ihe foue pedido o citado
documento, atsin nao precedeu, embargou o ac-
cordio, donde te ve que wanoel Ignacio fot gnenr
prdtmrou frustrar a nevacao e nao o embar-
gado.
O documento da (ulhas com o qual procura o
otorgante mostrar qae a permuta ficou subsis-
liado, nio tem a torca que Ihe di, porque te os
enfermes accord&os citados pelo embargante, nao
noieraram detfeHa a 'permuta dot enfenkos,
sem-nvida foi por nio ser conkecUa a nevacao
ansiante do recibo de folhis que Manoel Ignacio
o nio aprtsentou, e as;im nao davia o embargado
deixar de considerar como sen o engenho Cassu,
at qae appareeess em juizi a sobredita novacAo
o contraro fosee determinado como succedeu.
Quaoto ao (acto referido no accordao embarga-
ndo de ser Manoel Ignacio chamado ao juio conci-
liatorio o embargado para pagar-lhe as bemfeito
ras qae Hiera no engenho Massabyba e de
xa o engenbo Cassu, foi allegado pelo em-
bargado e cosnprovado com documentos sobre
su mesma questao, de ser ou Dio valida a
permuta dos ditos engeohos, e quanto ao argu-
mento do do poder prevalecer o distrato da per-
orata, por nao ter sido feito por eserptnra publica'
foi apresentaeo p r Manoel Ignacio, citando a or-
denado livro 4o, titulo 19, arts. 159 e 662, 2 e
390 do reeulimento n. 737 e lei de 15 de setem-
brodel8o.ari. 11.
Ora, na quesio sobre a validado do distrato de
permuta contina a discutir se, como se moa-
Ira dea proprias allegagoes do embargante e
embargado, razio certameole nio ten o em-
bargante para dizer que os (actos e arguraen
4o ex posto no accordao embargado, sao extra-
anos a qoestao. Porlanto, sem embargo dos eru-
bargos subsista e cumpra-se o accordao de folhas,
< pague o embargante as costas.
Becie W de julbo de 1870. Assigaados.0
Exm. presidente do tribunal.Res e Silva.Ac-
cioli.-atiranda.Leal.Rosa.
Depois de ler-se estas pecw lio jurdicamente
-elaboradas, nao tem razio de ser o argumento
com que consta, que a parte contraria pretende fa
iTum eavallo de bataiba, isto de ter passado
m jtilga 1o, o que nunca foi julgado, o qae anda
nio linha sido visto por juiz algum at a data
dos aeeordios anteriores de junbo e outuoro de
-dS, isto a novacio de 12 de abril desse auno,
feita por arbitrio e convenci das partes para dar
fim a exeeucio qne estava pendente do merelis
fimo tribunal por appellaeio do execolado Manoel
Ignacio.
Quando esta appellaeio deseen com o accordio
de 16 de jnnho de 1865, confirmando a senieoca
appellada da execoca contra o executado Manoel
Ignacio, j este a bavia pago desde 12 de abril da-
quelle anno, como se v do recibo de qoitacio qne
a propria novacio de 12 de abril, que assim se
exprime em um de seus trechos... i pelo que fl-
ea sem efleito algum dita exeeucio (das lettras ve
loas )de hoje para sempre___> Logo a eonclusao
lgica do expato : qne tudo quanto. se
eguio depois de feita a novacio de 12 de abril,
isto depois do pagamento assim feito por esta
npvaclo, fndo quanto depois se seguio, repetimos,
como se nao existase, porque a exeeucio das
lettras velbas eslava paga e receida com abat
ment desde 12.de abril de 1865, .data do recibo
de quitaca\
i) que foi que passoa em alzado ? Poi qae Ma-
noel Ignacio nio poda ser demandado pelo paga-
mento das lettras por elle aceitas e que Ihe furam
C rnuita nao loase anu la da por aeccio civel.
as quando este accordio foi proferido ja Manoel
Jgnacio imha fago aquellas lettras pela forma j
sita inuepeodente de accao.
.Nao ha porlanto, julgado algum nullilcaodo es-
te pagamento, ha sim um julnado prejudicado por
o,oe prdleria sobre urna demando j paga e (inda
entre as partes, e assim proQrira por nio ter conhe
cimeoto da novacao de 12 de abril, que estando
m poder de Manoel Ignacio elle a do apresenton
(vide a senteqca dos aeeordios aqu transcripto-
que ueste sentido se manifestara de modo positivo
c frizante.)
Srs. redactores.Ea qoiz-:ra condemn r
ao mais soberano despreso o artigo, qae
coDira mim f publicado em nm dos tibe-
raes do crreme mez ; mais Srs. redaclo-
9, nao pristo deixar de wr protestar con-
tra as calumnias e injtrias all inser las
uo p;"Sfo deis r de vir declaiar qne slo
faisas as accusafOes e doestos daqnella pu-
tlicaC/o, o que ressumbra, nio s da sua
mordacidade, com > de seren os seus mo-
tores e asignatarios pessoas demittidas do
nputi&o que rej", e por isso comigo de-
p-jiiadd-s, por me sttr;buir. m injustamente
as soasdemts 5es; pessoas que me des>-jam
ver desconsiderado, e tambera demittido
Ka, S^s. redactores, n3o deveodo eutrar
em disctiv-ao com esses Srs., limitarme
he i a promover o roeu direito, conforme
fr a conchado; esperando a publicado
das presentes linhas, como protesto e em
sati-facao ao respeitavel publico, quem
voto a mais subilla considerado.
Olinda, 2C de jolho de 1871.
Luiz do Reg Barras.
rtets-e 100 metas tas eean U.W6 krloa de
Ne patoebo aaaiotwl Onn'4 .para o Rio da,
Prata, carre|aram; I4*ar Ol.vnir. C. 300 b*r
Ticas o 35,860 kiUi de assocar bianco; Ma
noel Jos da Molla MO Tlu cora 11,453 ditos de
dito.
No patache portugus MkatUtw. ptn a
Ilha de 1 Miguel, carregaram : Jota Cario La-
rnach 2 barricas cora 137 kilos de aseuoar %ran-
co, 2 ditas cora 187 ditos de dito mascmto, 1
barrica com 46 ditos de farinhade maadioci.
No navio inglez Levante, para New-~York,
carregaram : Henrque Forster k C. 249 saceos
oom 18,679 kilos de aasucar anacarado.
Para os portoa do interior.
Na barcada Belfa Flor, para Moaser carre-
garam s Braga Gomes A C 8 barricas com 256
litras de cerveja, 8 dius com 590 kilos de asnear
bruce.
Na barcaca & Benedicto, para e Rio Grande
do Njrte.earregarra : Fraga k Rocha barra com
576 litros de agurdente, 14 barrieaa com 962
kilos de assucar branco ; Jlo Manoel da Cuaba
6 barricas com 192 litros de cerveja; Joio Mar-
tin de Barros, 2 ditas com 64 litros de cerveja ;
Domingos da Cunha Lages 8 meiaa barricas com
181 kilos de assaear reflaado -e 1 uceo com 75
ditos de dito em caroco.
Na barcaca Boa Vingcm, para Mamangnape,
carregou : loaquim Gerardo de Bastos 16 barrl-
eas com 928 kilos de assocar reflaado e 3 pipas
com 1,440 litros de agurdente.
ti webs
La mth
=m
mmeiifre Off<
Camarote* para amllfa grUs, r pagando a ea
Irada o befa o quem slas vews flier
"4Bfr^*
Cosnacatd fa afiras'do eottarae.
O regalamesto do thaatro asr rt(rietamah
observad
mes
*>, t sparadores cota gv*U i
di-
RECEBEDORIA DE KNDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 26. 41:926#227
dem do dia 27...... 3:615*114
48:M1*341
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia la S6. 138:449*538
dem do dia 27....., .. 1.783*188
140:232*726
JrlOVIMENTO DO PORTO.
COMMERCIO.
Navio entrado no dia 37.
Trieste02 das, brigue aorueguense Btr
gliot, de 263 toneladas, capitSo E S.
Meling, eqoipagem 10, carga 2,7(0 bar
ricas com farinha de trigo; Pbipps
Brothers C.
Triestre56 das, brigue inglez Belle of
Devon, de IOS tonela las, capitSo K. Broo
me, eqoipagem 9, carga 2,230 barricas
com farinha de-trigo ; 4 Sawnders Bro-
tbers 4 C.
Terra-Nova28 dias, brigne inglez Jurd
de 250 toneladas, capillo R. Searle, eqoi-
pagem 12, carga 3,650 barricas com ba-
calbo; Jobustou P. ter de C.
Soolbamptoo e porto? intermedios16
dios, va jor inglez Douro, de 1,875 tone
ladas, commandaole Tbeorits, eqoipagem
117, carga fazendas e ou tros gneros:
Adamson Howie & C.
Valencia24 dias, lugar hespanhol Camela
I de Tassa, de 163 toneladas, capitao
Jos Mestre, eqoipagem 13, carga vinho
e albos: P. Manrey. Seguio para
Buenos Ayres.
Bio de Janeiro e BabiaII dias do le por-
to, e 2 do ultimo, Uansporte de guerra
nacional Isabel, comraaodante capitao te
nenie Eduardo Fabio Pereira Franco.
Traz 115 sentenciados com destino
Ilha de Fernando de Norooha.
Navios sonidos no mesmo dia.
BarcelonaPolaca nespanhola Floresta, ca
pitao Eleonor Mellet, carga a'godao.
AracityHiate eacional Vodo Invensivel,
capitao Jos Antonio da Silva, carga va-
rios gneros.
Terra-N yvaBrigue ioglez Mara, capilSo
It'nken?, em lastro.
Delaware BreakwaterEscuna ingleza Le-
vant, capitao EJiott, carga assucar.
Rio da Prata e portos intermediosVapor
inglez Douro, commandante Theorits,
carga parte da que irooze da Europa.
OECLARACOES.
COMPANHIA
DO
BEBERIBE
San convidados os Srs. accionistas dtsta
companbia, a reunirem seem assembla ge-
ral extraordinaria no dia 31 do c< rrente mez
ao meio dia ooescriptoiio da referida com-
panbia ra do Cabug o. 16, para de con-
formiJade com o 3o do artigo 47 dos es-
tatutos deliberar-se sobre o parecer da com-
misso fiscal de coatas da mesma compa-
nhia.
Escriptorio da companhia do Beberibe,
27dejulho de 1871.
0 secretario.
Jos Honorio Bizerra de Menezes.
Pela secretaria da camare municipal desta
cidade se faz publico que a mesma cmara prin-
cipia a 3* sesso ordinaria deste auno em o dia 31
do correte, e continuar a dita sessao nos se-
gu ates.
Secretara da cmara municipal do Reiife 26 de
iuilu de 1871.
Lourenc Beierra Carneiro da Cunha.
Secretario.
AVISOS (MARTIMOS.
DE
Palletes Ioglezes a Yapor.
At o dia 29 do correte esperase do sol o va-
por la Plata, eomraaodaute A. o, o qual da-
pois da demera de costme segeir para Seu-
thampton, tocando nos portos de S. Vicente e
sba.
Par passafcna, etc., trata-ee em es agentes
Adamson Houvie i C : ra do Comercio n. 40.
N. B.Pede-se as eessAas qae lenbam de re
metter encommendas pelo reTerido vapor,fa-
vor de, depois de despacha- la, leva-las a agencia
na veipera da chegada do vnor. *
___~------__________
^H eadeiras de gaar
IQndonra' jamar,
garrafc, eompotelni'-, co-
pas t*cii de cao de
!M
os, o qual toca 42 pe-
----------------------------jpaokimenlo de rufo, 1
jogo baeatella com bolas de arflm, 1 mesa, bn-
caa para Jogo, afeites de esa e mallos outros
Ter

N l* andlf do obrado da praca do Con-
de d'Ba farHiga praca da Boa-sta)
n. 33.
O agente Pinto legaimeote ameritado, levar a
leilio os movis, looca, vldros e mais objectos ci-
ma meacwnadoj. existentes no 1 andar do sobra-
do da praca do Conde d'Eu, o. 32, ende se fbe-
tuari o leilio no dia ?npra dito.
O leiao prmeiBiar as 10 horas em ponto por
serem muitos os loles.
VISOS
m
'. .' !*i


A viuva e filbos do commtndador Manoel
Figueira de Faria mandara celebrar no da
1 de agosto, annivertario dd passamento do
mesmo finado, algunas missas no convento
de S. Francisco, das 7 s 8 horas da ma-
nbJa; e para esse acto coqvidam as pes-
soas de sua amisade.
Companhia americana e brasilei-
n de paqoetes a vapor.
At o dia 1 de agosto esperado dos portos do
sal o vapor americano Ifortk. America, o qual de-
pois da demora do costme, seguir para New-
York, tocando no Para e S. Tbemaz.
Para frotes e passagens, trata-s com os agen-
tes Henry Forster & t, ra do Commercio'i,. 8.

PORTO-
Para o indicado porto pretende seguir com pon*
ca demora a veleira e bem conhecida barca por-
tuguesa Social por ter parte de sen carregamento
engajado, e para o resto qae Ihe falta, qae recebe
a frote eommodo, trala-se com o consignatario
Joaqum Jos Goncalvos Bellro roa do Gommer-
ck>B. S.
ntMiu mm
DE
Paquetes a Vapor
A directorii da companbia no Rio de Janeiro
recebe propostas para a venda dos seos vapores
e do estrado oo afaranhao.
Para inforraacSe?, os preteodentes podem-se di-
rigir a agencia, ra do Bom Jess n. 57, prmeiro
andar._________________________________
PIHA.
0 patacho norie-allemo tlathild, segas para o
portu cima, recebe carga a frete eommodo: a tra-
ar com Joaqoim Gerardo de Bastos, a roa do Vi-
ir'9 a. 10. prmeiro andar, escriptorio.
Fl
Seguir para o indicado porto o hiate Sobralen-
se, capitao Costa, anda recebe alguma carga a
frete : a tratar com S Leilio Irmaos ra da
Madre de Dos n. I.
PARA O T~
ARACATY
Segu com brevidade o hiate Novo Inotneivel :
para cargas e passagens tratase roa do Vigario
n. 14,1* andar, escriptorio da Jos Lopes Davim.
Cear pelo Araca ty
Para o indicado porto segu .com brevidade o
hiate Adelina por ia ter parte do carregamento :
para o resto que Ihe falta e pasragens, para o que
tem excedentes commodidades, trata-se ra do
Vigario o, 14, 1' andar, escriptorio de Jos Lopes
Davim. __________
COMPA\H!V
DE
Navegapad Brasileira
At o dia 30' do crreme,
esperado dos portos do norte o
vapor S. Jacinilio, commandante
at Kiqs, o qual depois -da demo
rado costme seguir para os
portos do sol.
Desde J reeebem-se passageir, s e engaja-se i
carga que o vapor poder conduzn-, a qual deveri
ser embarcada no da de sua chegada, encom-
nendas e dinbeiro. frete at as 2 horas da tardf
de sua sabida.
Nao se recebera como encommendas senio ob-
j setos de pequeo valor, e que nao eacedam a 2
arrobas de pese ou oito palmos cbicos de raedi-
cao. Tudo que passar destes limites dever shi
embarcado como carga.
Previ se-se aos Srs. passageiros que uas passa-
gens s se recebem na agencia, roa do Cooj-
mercio n. 6.
memoria do finado
Figaeira de Faria,
Um amigo grato a
commeodador Manoel
manda celebrar na tercafeira i* de agosto
futuro anniversario do seu passamento,
ama missaa pelo eterno reponso de loa al-
ma, na igreja da veneravel ordem 3a de
S. Francisco as 8 horas da manhia, e para
assistencia da qoal convida a Exma. fami-
ia do mesmo finado,
Gabinete Portnguez
dd Leitura
(CONSELHO DELIBERATIVO)
De ordem do Sr. presdeme do cooselno delibe-
rativa, convido o Sr- coaselheiro para aessao or-
dinaria sabbado 29 do correte pelas 6 1/2 horas
da larde.
Secretaria do cooselno deliberativo do gabinete
portagoez de leitura em Pernambuco, 26 de julbo
de 1871.
Antonio J. Borges da Costa,
2* secretario.
Gabinete portuguez
de leitura.
(ASSEMBLA GERAL)
Pelo presente sao convidados os Srs. socios ef-
ectivos, para domingo 30 do correte as 11 horas
do dia, am de qae em 1' sesso ordinaria da as-
sembla geral possam tomar conhecimento do ex-
posto no art. 43 de nossos estatutos.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leitura
em Pernambuco 26 de julbo de 1871. .
A. J. Borges Costa,
2o secretaaio.
Mudanca
I-O.C. Doyle faz publico qae mudoa o sen a
maceas de fazendas da raa do Commerew a. 48,
paraa zneamara o, 38.
CASI. DA FORTUNA
ROA l DE MABCO WnrORA DO
CRESPtTN. 2J.
los 20:000*000. v
O abaixo usignado tem sempre exposto ven-
da os felizes bilbetee do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como eostoma, qualquer premio.
PRKCOS.
(nteiro 24*000
Hek) 12*009.
Quarto 6*000-
,, Manoel Martina Fina.
Botica popular
roa da Imperatriz o. 77, preeisa-se contratar um
offleial de pharmacia. ^^^____
la Palma n. 34.
Precisa-se de orna ama li
vre oa escrava, qne eozinke
bem e lave : tratar na toa
TRILHOS URBANOS
DO
l&ECIFE A\ OjLIMIIA
e Beberibe.
Por ordem da directora convido aos Srs.
accim {atas para mandarem procurar no es-
riptorio da companhia o exemplar do Jornal
do Re /i- n. 166 em que est publicado o
p. ujecto de reforma dos estatutos, afim de
estarem habilitados a discutir e propor o
qne mais convier.
Escriptorio da companhia 24 de julbo de
1871.
lodo Joaquim Alves.
i" secretario.
AVISO
0 abaixo assigoado declara qae sea caixero
Luciano Mauverne retiroo-se de sua casa no dia
16 do mez prximo passado sem previo aviso e
em ter prestado as devidas conlas, pelo qae nao o
considera mais tea caixeira e nem se responsabi-
lisa por qualquer debito ou transaccao que elle
por ventora tenha feito em mme do mesmo abai-
xo assignado, o qual pagava-lhe meosalmenle seos
ordenados, sendo qne elle receben relativamente
ao mes ultimo mais do qae bava vencido. Becife
3 de jolbo de 1871.
Luiz Jos Pereira Siuioes.
MOFIHA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, *
crvao na cidade de Nazareth desta provincia.
Favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
wjuelle negocio qne V. S. se compromettea reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fin*
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passoa a fevereiro e abril, e nada cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
Sm ; pois V. S. se deve lembrar qae este negocio
e de mais de oito annos, e quando o senhor seo
Bho se acbava no es nesta cidade____________
Offerece-se orna mnlher de boa conducta
para fazer companhia a urna familia, e tambera
prestar a'guns servicos : quem precisar dirija-se
a roa da Santa Crnz n. 72.
Harcellioo Jos Lopes, morador em sea sitio
estrada do Arraial; tem dous terrenos no mes-
mo sitio, qae concede licenca sem nenbum paga
memo a tinas pessoas casadas, para nelles resid
rem, em quanto procederem bem ; sendo os mea-
mos juntos de ara ribelro d-s boa agna em todo o
aono, eontendo bom barro, e algnraas madeiras
para ediflearera as suas casinhas; mas quero pes-
soas que sejam trabalhadores, e nao amigos.da
canoa.
Olaria
Aluga-se, oa arrenda-se urna na freguezia da
Boa-vista no estado logo de trabalhar, tambera tem
barreiro para tirar barro, caso agrade, contrata
se por preco cunmodo : quem pretender dirija
se a casa de escultura em marinare, ra do lm
perador n. 20.
ac-,1;. .
* P V.
Missa fnebre do 7.\ da: por alma de Hera-
clio ConftanUno de Paula Monleiro ff--- Convi
dase a familia e aos amigos -ffJ- para as 7 ho-
ras do dia 28 na igreja de N. S. do Livramento -*
t*.
N.802 tt-'-
Precisa-se de 300*000 rs. a joros, dando- se
em penbor 1 escrayo com lo annos de dad", para
todo servico, e Qcando os servicos delle em pa-
gamento dos juros da ref-rila qaantia : quem
quiter fazer esse negocio annuude para ser pro-
corado.
JftAgA DO RECIPE 27 DE JLHO.
DE 1871.
AS 3 1/1 ROBAS DA TAHJNE.
Gotacdes otficiaes.
Algiidao 1* sorte708 rs. por kilo. *
Algodo _e Macei sorte 714 rs. por kilo
poato a bordo a frete de 7,8 d. e 5 0(0 por 1 *
Cambio sobre Londres 90 d/v 22 3i4 d. e 23
d. por 1*000.
Cambio SQbr* o Porto 90 d|V 135 0|0 de premiad
r. G. Stepple.
"(Presidente.
P. J. Pinto,
Secretario.
Sabdelegacia de policio do Curato da S de
Olinda .6 de julbo de 1871.
Tendo sido presa e receihida eadea desta ci-
dade a preu Rila, que diz ser escrava de Prancis-
Jcode tal, morador no Brejo da Madre de Dos,
j previne-se a quem jolgar-se com direito a ella,
para exhibir os documentos comprobatorios de seu
dominio, ante este juizo, no praso improrogavel
de 30 das, contados da data da presente decla-
raeao.
O subdelegado.
Gandido Freir.
ALFANDEGA
Renliraeoio do dia i a 26. ,
Jdem do dia 27. .
497:271*231
19:873*484
BAHA
O palbabote nacional Giribaldi, capitao Custo-
dio Jos Vianna segu para o pono cima com a
maior brevidade possivel, recebe carga a frete : a
tratar com Tasso Irmaos & C, roa do Amorim
numero n. 37.
LEILOES.
THEATRO
517:144*688
to vi me i to la alfndega.
Vplttmes entrados
V.>lu:ns. sabidos
i
com
com
fazendas
gneros
com fazendas
com gneros
23)
867
83
40
1100
9*3
Dearregam hoje 8 dejnlh.
Vapor ingl.-z0/Jiidaraercadorias.
Barca ingleza -Magnoliamerca dorias.
arca iaglea-SKw Sinan-tnorcadorias.
rigue l4z-l'#diflir_eario.
ar'a portuguexaSocialvarios gneros.
ne-spaekot de exportafo no dia 26 de
julho.
Para os portos do exterior.
No patacho oollandez Wiliem, para Barcelln-
Mt, oarregoa : P. ti. Maory 167 saecas com 11,898
kUos da.plfodao. S
Na escuna italiana Febro, para o Rjo i* 9rt->\
to, oarr*pw\ Pereira. qajaeiro q> C. 11 har |
BAILES
DE
MASCARAS
Ms dias
* B 30
Sabbado e domingo
Yespera e dia de Sant'Anna.
Os saldes e jardim deste estabelecmento esta-
rlo preparados como de eoetame.
O artista Guimaries Peixoto alera de sen gran-
de repertorio locar oovts e lindas prodaeoSes,
como sejam, t novas qoadrilbas :
Le profete,
Jeanne qne pleurt pt Jeao
LEMO
dous bons engenbos
Ml 98 do corrate.
Por ulterior despacho do Bio. Sr. Dr. juiz de
direito especial do commercio d'esta cidade, re-
qoerimemo dos administradores da massa fallida
de Siqueira & Pereira, o agente CMiveira expor
novamente a leilio publico, os bem conhecidos en-
genbos denominados Jussra o Monte Ouro,
ambos sitos ao termo de Ipojuea d'esta provincia,
os quaes fbrara peohorados por execuco de ditos
administradores i viuva e berdeiros do Dr. Igna-
cio Nery da Fooseca, e adjudicados indicada
massa :
Sexu-feira 28 de jolho
ao meio dia em ponto, no escriptorio do referido
*t*pte, i roa da Crnz n.53, prmeiro andar, onde
se dar previas InformscSes.
lili
Precisa-se de urna ama livre ou
iM.IfJM.lS. e-crava, que saib cozinhar com
perfeicao : na fabrica a vapor de cigarros, roa
larga do Bosarin n. 21.
ATTENCAO
A empreza de illuminarao a gaz avisa res
peitosamente ao publico desta cidade qae
tem recebido um grande e explendido sor-
mrito de lustres, candieiros para corre-
dores, arandelas, e mais apparelbos para
gaz, lanto de bronze como de vidro, dos
mais modernos e lindos padres, es qoaes
vende pelo mais razoavel preco que pos-
sivel.
As amostras para se ver acbam-se no es-
criptorio da companhia, roa do Imperador
n. 31.
HDADE
occarros Mutuos 28
de Julbo.
De ordem do Sr. v:e-presidente da a=sembla
geral e de eonforrnidade com os artigo* 27 e 29
! dos estatutos, convido a todos os senhores to-
:ios a comparecerem no dia 28 do coTenle as 7
horas da noite no 2" andar do sobrado n. 21,
zamboa do Carmo.
Becife 21 de julho de 1871.
Ernesto de Carvalho Pires Lima,
1* secretario da assemblla geral.
(rule ole ceiilril
a ra hurga do Roaarl* naoae-
ro 91.
Hfsi malto eoahecido hote se eneotoam n-
eellenlea qoarlos a salas para alagar, cem commrdes para familias, ocd se eneoalr
nao s o mador asseio e limpeza,eerao bom serv,
banhs fros a qo sotes todas as coremodidadee
indispensaves vida'lado por modic preeo. O
logar central em qne este estobeleeitaento asta
colloeado snfflcienle recommeodaeo para ser
concorrido.__________________________-
Pernambuco Street Kailway
& Companhia.
De ordem da directora desta companhia eoovi-
da-se aos accionistas a walisarem urna Mitrada de
vinte por cento (20 0)0) sobre o valer de sua ac-
edes, at o dia 4 de agoato prximo, no escripto-
rio roa do Commercio a. 8. Peraantlraeo 15 de
julho de 1871.
H. H. Soifr.
_________________Aastount Tresaeriet.
Preeisa-se alugar nrn preio de meia idade :
nesta lypographia. _____
Aluga-se a casa n. 8 da ra do Jsmim: a
tratar na ra da Aurora n. 50.
Attengo.
Urna pesfAa bastante habilitada para fazer co-
branzas pelos sertdes deata provincia, por ter por
elles viajado e adqairido nelles moius relaroes ;
se offerecea quera precisar para o m'islsr cima :
raa do Pires n. 48.
Coznheiro
Na raa Mrquez de Olinda n, Vi precisa-se de
um bom coznheiro e de boa conducta.
Precisase alugar urna preta de meia idade,
qae saiba vender na roa : a pessoa qne tiver, di-
rija-se roa do Visconde de Albuquerqoe n. 119,
amiga raa da Gloria,______________
Preeisa-se de urna ama para cozinhar jmd
casa de pone familia, na roa das Crozes 38,
3* andar: tratar na mesma roa ao armasen de
movis n. 29._____________ _______^^^
Urna mulher de boa conducta eferece-se
para tomar coma d* casa de algam bornear de
idade sujeitando-se a engommar para o mesmo :
tratar na ma do Barao de S. B"rj a. 83.
Preeisa-se de urna ama do leite : na roa de
S. Jorge n. 139, seguodo andar, qae se paga bem,
prefenndo-se escrava.
Precisa-se do um feito r qae en ten da
de p!antac5es para casa eslraogeira. a tra-
tar na roa do commercio n. 38.
Aluga-se ora moleqae para casa de familia :
na roa do Rangel n, 7, taberna.______________
PRECISASE
alagar um preto ou ama preta para o servico in-
terno e externo de ama casa de familia : na roa
do Pillar em Fora de Porta? o. 131.1' andar.
C(^Dhira,
Precisa se de ama cosiobeira: na roa do Iin-
perador n. _6f_________________
Na praca da Independencia n. 1 e 3
precisa-se de orna ama para andar
AMA
com nm menino.
Prevengo
Na roa do General Victorino, em susencia do
dono da casa, entregaram um eavallo ac, diieo-
do o portador qae o ecodozia, vir de Jadoatao
para o abaixo assigoado, e por jalgar ser engao,
previne a saa legitimo dono a entender-se na mes-
ma roa n. 7.
mnibus de Jaboato,
O proprietario da linha de mnibus do Reeife
para Jiboaio participa ao respeitavel publico que
delerminou mandar no sabbado 29 do crrenle
dous mnibus para esse aprasivel logar, partindo
do Reeife um as 4 e outro as 4 1|2 horas da tar-
de, voltando de Jaboilao na segonda-feira nm as
6 1|2 e outro as 7 hras da manhia. Outro sim,
avisa que de i* de agosto vindonro su danta toro
deliberado modificar os precos da; pct do ida e volta para Jaboato por J, < pa'a 'J*
Afogados 500 rs.
Os abaixo assignado participam ao respeita-
vel publico e cora especialidade ao corpo do com-
mercio que datar de 30 de junho pretrito, dis-
solveram amigavelraenle a sociedade que nesta
praca gyrava sob a razo de Pont-s 4 C. Os
roesmos julgara nada dever por negocios tendeo*
tes a referida firma ; porn se al gera se jalgar
credor, aprsenle seus ttulos no praso de 3 das
contados desde a pubiicaco deste, para serem
pagos logo que sejam verificad* s.
Reeife, 26 de julho de 1871.
Manol Perreira Pontes.
Jos Gordeiro do Reg Pontes.
Angelo Raptisti do Nasciraento.
Botelbo Araujo & C.
DE
Frontispicio do Carmo
Os encarregados da festa de Nosa Senhora do
Carmo do Frontespicio, declarara qae nao pode
ter lugar a festa no dia 30 do correle mes, por
nio se ter tirado esmolas sufflcientes, e por esta
oceasio pedem aos Srs. procuradores qae era-
preguem todos os seas esforcos e aciivldade em
agenciar aa esmolas dos devotos, afim de qae se
possa marcar definitivamenn o dia da resta ; e ro-
gara a todos os devotos da mesma Senhora qne
os coadjuvem com a quota qae Ihes dictar o tea
magnnimo e religioso eoracao, como fazem todos
o sanos.
I
Movis, luca, ecrystaes
CONSTANDO DE
Um excedente piano francs, 1 mobila de nng-
oo, jirros e vasos para ores, serpeod>s deerys-
___? osodes e ricos espelhos, 1 dito ovt, i* ca-
deiras douradas, 4 ditas estafadas, tapete* epaar-
radairas flfnrss, 1 reiogio de mes, oadre de
bomtns illustrei.
Urna raobilia americana, i excellente secreurla
de Jacaranda, 1 ssate eartdraivads, i cadeirass-
prefutcadeira, I ms*a oval e l/uptti. r. M
Urna cama fraoceu. guard.rpBda ? iuarda- ,r,,a loJ^ ^
v*sM.o, tyK mnVM4wim^:Wm9* 9"$*':
meofnos, marquesas, cabidos.
ma.-. ^"'nie meas, taaUsa- f- fVirga-itaes
O abaixo assignado faz ciente ao respeitavel
publico e com especialidade ao respeitavel carpo
do commercio, que comproa aos Srs. Manoel Lo-
pes dos Santos 4 C, a ana taberna que linnam si-
ta na ra de Santa Rila n. 3. no da 23 do cor-
rete, livre e deaembaracada de todo o activo e
passivp, a caso alguera se aqhar com direito
aprsente suas coatas no praso de tres dias a con-;
tar da dala deste em diaofe, e na falta nao se res-
ponsabllisa p-ir debito algara.
Reeife, 27 de ialho de 1871
.. Jos Rodrigues da Silva.
Na ra de S. Bom Jess das & todas
a. li, lava-se e engomma-se com asseio e
perfeicJSo; miis barato do que em outra
qualquer parte.
PUBLIQUES
Fortuguezas
Processo e jalgamento de Jos Cardoso Vieira
de Castro, Lisboa 1870 8de 148 p. p.-br.
11600.
Salamalok
Os anonyms, opsculo era additamento ao pu-
chado de verdades Porto 1870-em 8obr.
liOOO.
Salamalek
Um punbado de verdades, o cnsul geral do
Brasil, os falsos moedeiros do Porto, a hospitalicia-
de brasileira e os admiradores de LpezPorto
1870-em 8"br. UOOO.
________4Llvrarln f r a aceza________
O abaixo assigoado tendo realisado o tras-
passo da casa da ra Imperial n. 146 com os ere-
dores d> Sr. Antonio Joaqoim Tertuliano de Mello,
Qcando este com plena qoitaco dos mesmos ere-
dores ; roga a quera por ventara se jalgar com
direito a oppor-se ao mesmo trapasso por qual-
qner titulo, se aprsenlo no praso de tres das,
para ser satisfeito o que est verbalmente tratado,
nao sendo atteodida qualquer reclamacao fiada a
referido praso. Reeife 25 de julho de 1871.
________Joaqnim Gome Ferreira de S Leilo.
Comedorias
Boa estrella do Rosario n. 33,
Na casa cima forneee-se eonedoriaa para fra
com asseio e promptido, chamndose a attencao
dos senbores acadmicos que quizerem ir cedo
para as suas aulas, visto que se dar almoco des
de 7 horas em ponto at s 9, oo al a hora pelos
mesmos marcada, e jamar a qnaiqaer hora, man-
dando-se levar em suas c*a*.
Sobre Lisboa e Poro
Saca Joaquim Rodrigues Tavares de Mello no
escriptorio no largo do Corpo Santo n. 17, pr-
meiro andar.
.., ~. t
Dr. Antonio da A-sumpcao Cabral, Manoel Bel-
larmino J. Cabral, Umbeliua Carolina das Nev-
Jos Bernardina Vaz da Silva, cordialmeote agra-
decera a todas as pessoas que se dignaram assistir
a encommendaco solemne e acompaobaram ao
ceraiterio os restos mortaes de sua muilu prezada
esposa ecuohada D. S-verna Leopoldina do Sa-
cramento Cabral ; e de novo as convidm para
assistirem as missas d > stimo dia, qae se cele-
braro na igreja do Carmo as 7 boma da da 2?
do correte. Esperara que nio fallera a esse acto
de cindade, protestando o seu eterno agradeci-
mento. __________________________
Agradecimento.
O abaixo assignado vera imprensa eomprir o
dever de dar um testemunho de seu reconhe^i-
raento ao Ilustrado e humanitario medico o IIja.
Sr. Dr. Santos Mello pelo donteresse com qne
prestuu-se a soccorre lo no dia 3 do proxim> pas-
sado mez por occasilo de ter o mesmo aba>xo as-
signado sido accommeltido de ama conge.-to ce-
lebra!, da qual leria suecurabido se a Divina Pro-
videncia Ibe nao houvesse deparado um facultati-
vo de lao elevada intelligencia.
Receba o Ilustrado e desinteressado medico esta
prova de reconheeimento e gratido desculpando,
se com esta mnifesiacao, nascida do Intimo d' 1-
ma, offende a modestia de S. S.
Torre 24 de julho de 1871.
__________Jos Delflno da Silva Carvallo.
THILHUS URBANOS
DO
Becife Olinda
Lembra-se aos senhores accionistas desta cuo-
panhia que a sesso adiada da assembla geral
'para a dlscussao do projecto de estatutos, que se
raaodoa imprimir, contina ne dia 1* de agosto
viodouro, pelas 11 horas da raanha, oa alacio
da ra da Aurora.
O secretario,
Luiz Lopes-Castello Branco
Attenqo
Perdeu se na noot* de sabbado, da estscao rfh
roa Pormosa ao Camioho Novo, ama palseira de
enanca : quem a achoa, qaerendo restituir a sea
dono dirija-sa ra da Imperatriz o. I, qne sera
generosamente recompensado.
Feter
j^
Quera precisar de um fitor portagoez para
noria oa jardim, vindo ha poacos das do Cear,
Sue d fiador a toa conducta, dirija-se roa do
rom o. 64 rara informucdes.
Rstalha-se, a vontade dos compradores, algnns
iiOa (IfifiaSllO Wtes de terreno, que resum. do sitio Aguaona,
?, 1 ..i~, i. 0 P'irt0 d4 B?Wr^ de Derribo, por preeoa ra-
~r e mfafmar-se tfa tenenta S Pjhjpto noi
logar; e pirA Q^liaor iveno a ^sa do.
, r> 19, {' nrji-
r.'-yrn liso, .
brsdo,
- A^unsJ *navnb|Wi|ts V^r* c sstti6 iotori nwstno
nif< liso
Koaa de Brlto vianna
Joio Macedo do Araaral, su mulher uanas
manos, to e lia,-primos e prima e padiiaho ala-
noel Jos de Sa Araujo, summameote gratos s
pessoas que acompaotaram ao ultimo rspoaso o
resto mortaes de Rosa de Brillo Vianna i dnse-
vo rogam aos amigos e prenles da fallecida o-es-
pecial e earidoso obsequio de assistirem as mi-
sas que pelo stimo dia ae team da oelesefer -n
matriz do corpo Santo, s 7 horas da manhia d>
da 31 do andante; e pelo qae desda j maar-
feslam cordealmente a gratdao de que a aohag
possnldoa .________
ititiiiii aaan iS--arsnaaaaaaaaa-aa
AMA
mitin.
Precisa-se de orna ama
Terco a SI, para casa
:" Maa#o do-
de
Precisa se de ama ama pan
zrohar : na rpa do Trapiche n,. "
AMA
vn; na mj



-r
a jPernaiuJaacp Se^i
eiru 28 de 4ullw 5
B
i urna noi|a i tem montada
a ra larga o
Rosaiib n. 24 A.
est elegante eslabelecimento tendo em vista os esforcos qoe
as eondlceSes de nma grande cllentella, filtariam ao mais
Os
, flzeratn para
rigoroso principio se nio viessem as collumnas do jornal seientificar ao respeitayel pu-
[ blico, que no me.mo eslabelecimento encontraras serapre o mais completo sortimeoto
de Jola, como sejam : 6rincos os mais moderno?, para adornaren as delicadas ore-
Ikat do odio sexo, e qae se vendem i8,te 101 o par, ditas para meninas a 4, 3 e 64,
das 4e ceral, obra de apnrido goto a 3 e 41, Voliiohas de coral com erntes de ooro
H, broches naoderaoe de 3 a 13 J, ditos com pedras e em sua devidas calimbas a
J>. I, Id e 20*, rosetas lisas, porm bem trabalnadas, de 2*500 a 9*. ditas com
pedras de 4 a 1S|, escoletas a 41. ditas rom Inscripces a 5J5O, anneis de diversos
gostos, e com bonitas pedras a % 3 e 4.1, ditas de perolaa, esmeraldas e robtns a 61,
ricas ernzes de esmeralda e ratJira a 11,14 e 164, ditas de ooro e coral comvistas phu- ,
lographieaa a 3, 4, 8, 6 e 74, gas de coral a 14, cadelas para relogios a 104, datas a W*
64500 a ottava, guarnieses com tres bot5es para abortaras a 44, ditos de pedrlnhaa a3*500 *
par, ditos para punnos os mais modernos a 7 e 84; alm de nm variadissimo sortimen- m
to de jolas de apurado gosto que reeebem por todos os vapores da Europa ; como
seiim : brincos, braceletes, alflnetei, adereeos completos, eruies, rotetas, anoeis de
briraantes, esmeraldas, perolas e rnbins. MedalbSes, Tollas, trancelins, anneis com let-
tras e de diversos modelos, ocnlos e pencinee de ooro e prata.dourada, relogioa de oo-
ro e prata de afamados fabricantes, salvas de prata de diversos lmannos, ricos palitei-
ros nqdelros, colheres para cha e sepa, maracas para criancas, e nma indnidade de
objectoe qae serla enfadonbo menelonar-se.
Os proprietartos da Flor de Oaro garantem vender mais barato qae em oalra
' qaalqner parte, para qae estar aOerto o estabeleeimeuto das 6 horas da manhi.as 8 da
noate. ^ ^ ____
aCroiQuizA
Vende barato os objeetos segnintes :
Basquinas muito bou a 154> 104 e 251.
Cerpiuhos de eambraia a 81. ,
Lieos de Utas para cinto a 34.
Chapeos de velludo para senhora a 14/-
Ditoi de palha da Italia a 164.
Mnssolinas, Taxenda fina a 440 ris o corado.
Cretooes a 360 res o covado.
Cassas de barra a 360 ris o dito.
Lias para todos os precos.
Vestidos de eambraia ricamente bordados.
Salas bordadas.
Camisas bordadas para senhora.
Enxoval para ba plisado.
Lencos de eambraia de l'nho bordados a 34.
Na toja da Torqneza roa do Bario da Victoria n. 9, (amiga na Nova).
AVISO
atteWao.
Os abaixo assignados tendo'cmpralo c espo-
lio do fallecido subdito pertuguez Virginio Freir
de Oliveira, estabelecido na praca de Santa Cruz
d. 4, constan io dito espolio na sua maior tetalida
de de dividas activas nesta praca e lera delta,
vem pelo presente pedir a todos os develores do
dito espolio que qaanto antes venham aju-tar
saldar as suas comas, afim de evitar incommodo
. e despezas, e previnem aos mesmos devedores tan
to do roatto como da praca, para que nio pa-
lmera conta algoma ao excaixeiro do dito Vir-
ginio, Antonia Manoel Machado Colbo (como al-
guus j o Azarara), sob pena de pagarem segunda
vez, visto que o dito Como, depois da morte do
referido Virginio, nao tern autorisacao algoma
para lalflm.
Recife 19 de junho de 4871.
Gama & Silva Brrto.
AMA DE LEITF,
Preewa-se de ma que tenha bastante- e bom
leite: saa roa do *angel n. 48, venda._________
Oompanhia
Santa Thereza.
Oe ordem da directora sao convidados os se-
nhores accionistas a fazer a stima entrada do
capital subscripto a raio de 10 0,0, no e-enpto <
rio do director caixa o Exm. Sr. Bario da Sol
dade at odia 31 do correte.
Recife 20 ce julbo de 1871.
O gerente,
Justino i. de S. Campos.
Marcelina-Joc da Gosta Valente, preme eatni-
fe do fallecido Joaquim Francisco Atees Monten,
Movida a todos os parete e amigos do mesmo
'finado para assitirera uma missa pelo repens
eterno de sua alma,que nrr.da celebrar na iftreja
do Livrament saboade 2*1 d i correte as 7 1/1 tia-
ra? da mannia; e desde ja agradece cordialmenle a
iod;s aquellas pessoas que se d gnarem asstir a
este acto de caridade prdpria das almas bem fer-
i-nadas e piedosas.
Na praca da Indepeudencia n 33 e da di-
nheiro sobre penbores de ouro, prata e pedras
preciosas, seja qual tur acuantia; e na raesma
casa se compra e vende enjectn< de ouro e prata ;
igualmente se f>z toda e qn.il iner obra de eo-
commenda, todo e .qualquer concert tendente a
raesma arte.
HOTEL
Roa das Laranjeiras n. 30.
Silvano Carneiro, participa ao seus freguezes
e a lodos que delles qulzerem fazer parte ; qoe
pretende dar comidas para asignantes, tanto i m
seu-estabelecimento, como para casas particulares
com toda a promptidlo e aceio. Encontrarn
oxcellente cerveja Bass, vinho do Porto e ftguei
ra.para lanche a quaiqaer hora ; expeliente man
de vaca, as noutes de sabbados para domingos,
tendo para sso um hbil cosinheiro.
ieelaraqan.
Annunciando-se por di<)rentes veaes
neste Dmrio a venda de porcia de trras,
a tratar no engento Megnnipe de Cima, d -
clara-s, que, se sao pertencentes a esta
proprjedade ns se podeto dispor sem que
primeiro se entendatn com OlweJra Filbos
.4C..I qoemesto bypotbecaiasaasim como
o referido ftgenbo.
Recife 22 de jiilho de 1871.
Precisa-fe de uma, ama para cosinbar e mais
erviijo de orna casa de pequea familia ; a tratar
praga do Conde d'Ku n. .30. segundo andar.
FARMHA
Caceas grandes de farinba de mandioca, a me
Ihor do mercado, a prec/i de 34300 a 54000,
barata em vista da qpalidade, os preteadentes ee-
dem examina-la nos trapiches da compannia,
Fontes ; e tratar no a^erii/torio de Jo' Joaquim
Lima Baio, ra do Vigaro n. 17, primeiro an-
dar.
(J arrematante de imposto de 60 rs
por [ de coqneiro do municipio do Recife
pelo p-e?eote faz icieal aos eontribuinles
deste imposto, qae do 1 d'agoeto em dian-
te priocipiarl a collectar, e multar o referi-
do imposto, o qoe faz sciente para nio ha*
?er ignorancia.
Recife 15 de jalho de 871.
Alug-se
O f andar da ra do Bario da Victoria o. 38
war_naJoja.

Desappareesu do ennho Cituaoza da fregoe-
zia de Jaboatio ha nm anno, pooeo mais nu me-
aos, o eseravo Jacmtbo, cabra, de fdade 17 annos,
oncp mais ou meaos, estatura regalar, sem bar
M, com nma be Mide no oH esqnerdo, consta ter
ido visto, logo que desapparecera, nos arrabaldes
esta cidade : roga se as autoridades ooHciaase
caplties de campo os a quatqoer pessoa o fwor
de o apprebender e Jeva-lo ao sea seahsr no re-
loriio ongenho Caozanza ou ra Oireita n. 36, 3*
ir, qne-wrt gonerognaente graneade.
kmtkto Conereial Bo
wenle.
i
A dii-scoio eonvida os sonons socios a coas-
tatairesi a aseWa gara), que deve ter lugar w
dia 1* ele agosto proxiajo, so nseio da, na oasi
aLd ter lido a relatorio aonaal a leus a nova
directora. r ^
AttMtqU Cetatieral l*DrffcoU >C de julbo
Secretar iu.
A vio va do lente coronel Jos Francisco Pires,
fallecido em'Lisboa, pede aos seus prenles e ami-
gos de :eu presado marido o obsequio de compa-
recerem sabbcdo 29 do oorrente, as 7 horas da
mwha, na nutriz da Bu-Vista, aira de assiKi-
rem a missa.por alma do mesmo fallecido.
Cixeiro
Quera precisar de un rapaz com pratiea de ne-
4pcio, dlrija-se ra Iaiperia. n. 2o andar.
. A professora interina da a* caeira de initruc-
cio primaria do sexo feminino da fregoezia de S,
Jos, luz sciente que a aula se acba aberta n<
da I" do mez prximo de Agosto.
Maria Florentina de-Gde Cavaleante.
Offereje-se uma pt-s o com habilitares,
para tomar eonta de qualquer eslabelecimento, 1
tamo de fazendas, c n > de in.>lhad:>s : (|uem pre-
tender annuncie por este Diario para ser procu-
rado.
Alnga-ie raelbur casa do lugar Coeilio (Arrombasos), a que tem frente de azule-
jos com excellentes commedos. 3 salas, 7 quarto-
eoskiha fra, quarto fra para prelo?, caeiraba
quintal murado e estribara etc. ete : tratar na
ra do Amorim n. 37.
Custodio Jos Alves Guimariies, nnico socio fd-
reote da casa commercial de Guimarae, PoMi
& a, dests praca, previne i quem interessar ped-
sa, qoe esta p romo venda a dissolajio da mesraa
flna, e eotrari em .egoida aa respectiva Hqni-
dacio ; sendo que nio ba letras pelas qnaei eslej
a arma rosponsavel, e nem o mnanciante as pre-
tende Armar durante a asesina dissoiOeiae liqui-
da ci.
inda eila por alugar-se o S* andar do so-
jqado da ra do Duque de Caxlas n. 9, e o I*
andar e a loja do sobrado da roa das Aguas -Ver-
des n. 85 : a tratar na roa dos Quartets n. 18.
BrtllISH HOSPITAL.
The Treasurer wonld thaok tbe merehants hol-
ding fees belongiog to tbis iustituon lo send same
to n. 38, rna do Comraereto., ...
PALACETE
A' rna Direita dos Afogados, contiguo a ponte,
acaba de ser construido nm lindo predio todo a
moderna, aado de figuras e a frente guarnecida
de atulefoi tt todo murado, tendo um grande
portio de ferro ao lado e gradianaeito por cuna do
maro, teodo mais um potlao qne di para a dsia-
cioda liaba, frrea, alen dessaa eommodidaoet
tea mais um grande terreno eoo 400 palmos de
comprimeoto e 100 de largo, todo murado para
m excellente jardim, e ao fundo un eses que
delta para a liona frrea. As commedldades in-
ternas do andar terreo, alm de ser teda canalisa-
da a gac sao as seguales : 3 grandes salas S
grandes alcovas a 1 quarto. cotioha fra, sala para
engomntar, quarto para criado, cocheira para um
carro ; no andar, alm do solio, S salas, 1 ga-
binete, t aicovas, 1 quarto para despensa e um
grande (erraos com 80 pakaos de comprimento,
lodo cercado de grade de Ierro que tras toda t-
dade do fteofe e o mar de baixo da vista ; a rasa
teda cercada de jaoelas e portas envidraoadis,
ene cootaa-se 30 ao loto, Acanto o caes a borda
da camb* que divide om a estrada de ferro, on-
de se toma baohos salgados e hegam canoas : a
tratar na leja de jolas, Coracao de Ooro, rna do
Gaboffi.
Preei>a-se de nma ama boa
engomaiadeira e de boa con-
_ ducta. forra oueserava : na
roa do Pire, sobrado n. 58. ._.
%tife
Cozimheiro
Preeisa-se e nm coainbeiro para asa deipcuca
familia : na rna do Duque de Canas W, boti-
a americana.
i -
Bolieiro e copeiro
Qaem precisar procure ma de Mrquez de
'Olinda o, *0. r
ata-
nor
Pulo Guim
O proprietario deste bejk' cnbecido-es-
ubeiecimento contina sempre seguindo sua
antiga forma de primeiro barateiro da Boa-
Visia e paramelhor prova admrem oa
prtcoa aegoiotea: v
Cuitas escoras e clara com fitas
o corado 160 200 li-
Cambraiasdecores *40, 280rs. e
Lias para vestido 280; 326 rs. e
Creps escocdiaf famodaoora a .
Alpacas lavrdar d'ntn a cor
Gambraia branca transparente pe-
400
320
400
610
790
Ditaa%tl>Urira4Wjt"
84O0C
$1000
I
Bramente com 10 palmos de lar
gtir, varan. 1 23000 e. 2*500
Madapollo srjperor pecas 5*000 e 6*000
Ago3oa4*000e.' .... 5*000
Briol pardo trancado pechincha
* corados....... 320
Dodito.liaomnitofiDoa. 320
Ootras tmitas mais fazendas qoe vende-
r por precos barasaimos como sejam :
pannos pretos, ditos aiaei, caiemiras pretas
o de cor, meriDs, brins brancoe de co-
res, seda para coUetes, camisas ingieras para
bomena, meias, chapeos de sol etc.
OtTicina d'alfaiate
Os dignos fregoeees eocontrarSo om gran-
de sortiBaeoto de ropas feitas desde p
mais inferior at ao mais superior qae se
ache m mercado, assim como se manda fa-
>er toda e qualqoer obra d'eocommenda
feitas a capricho, pois para este mister se
acba munido d'am perito mestre. Garante
se fazerem se menor 20% de qne em ontra
qaalqner parle pelo o motivo de o fregoez
s pagar o qae compra e nao o aspecto do]
estabeiechveoto.
48llBUa dlat haapcratrlz48
JUNTO A PAPARA FRANCPZA
OLEO WRO DE FIGADO DE BACALHAO
OA
TEWtA NOVA
t DE
. LACOMBE
Estreo qne lio boa acceiuco tem merecido,
muito se recommenda por ser o mais purificado
que dse boje tem rindo, e ainda pelo boa paladar,
tnperior a outro qualquer : venle-se no deposito
especial de Bartbolomeo & C.; rna Larga do Ro-
sara 34.
ADVOGADG
Da. Joaquim Correa de Armo jo
57'Roa do iMPenADOR'67
GAFE nESTAOaiWT
tt&& d Florentina n. 2
O baixo assigaado participa ao respeilavel pu-
blico qne teodo comprado o estabetecnnenlo de-
nominado Ca fe S. Isabel rna da Florentina n. 2,
e tente frito uma reforma completa tanto na casa
como no estabetedmento, nio poupanlo esTorco
e at Sfccrilicios para mootel-o no a era que se
acba eje, no intuito de podarffereeerao Ilustrado
publico nm estaibetecimento-oom todas as commodi-
dados e asseio-necessario, oroecendo boa comida,
bertidos mais nnes, charntee cigarros de todas as
quatdedes,etc. Acha-se 'tas condieoes de poder
de boje em diante offereoer o seu estaoelecimento
a cono6rrencia.pnbiica.
Acceitam se assignatoras.por pre^ornuito rasoa-
veis.
O afcsixo asoignado cosclne pediado ao Ilus-
trado pablico e esjgecialmenie ao digno carpo com-
mercial e aos seus amigos que se digoem dispeo-
sar-ibe a sua valiosa proteccao..
L. Vario.
Alnga-se nm prelo de 40 annos
Ransel-n. 67.
na ra do
Arrenda-se um grande terreno em parte
plantado de capiro, proprio fi:ra carroceiro, O
fundos da roa da Aarora em Santo Amaro : a
tratar n*ale lugar.u. 44, i* andar.
Precisa-se
Da nm menino brasileiro de idade de 13 a 14
annos, que tenha ou nao pratiea de taberna : i
ra dos Pescadores n. 43.
COVrUREIRA.
Faiem-ee vestidos bem feitos a ultima moda e s
gosto das donas, por barato proco : tratar na
ra Augusta e. 3, leja.
AMA,
Precisare de urna ama para comprar,
cocinhar e Ui^ os demais servicos de
uma pessoa olteira, d-se bom salario : aa ma
das Trincheiras n. 44, sobrado
Aluga-se o 1* e 1 aodar da casa n 6 da ra
1 de marco, outr'ora do Cre?po.
Precisa-se de uma ama li-
j rre ou esrrava : a tratar na
hsV rna 4o Vigaro n. 16, Io an
dar, escriptorio de loaqnim Gerardo de Bastos.
Offereee-se aiuguel uma mulata escrava
acostnmada ao servico interno de casa de famlia :
a tratar ra da Cadeia n. 33.
Evadio-se desde o dia 15 de Janeiro do c trente
anno o eseravo Antonio Ji, cor pre'.a, muslo la-
dino, natural de Angola, alto, seeco, pernas lina?,
tem atguns cabellos braceos, usa barba raspada e
conservando bigode, idade M anuos, pouco mais
ou menee, ps apalbelados, muito eperto, nao ttn-
do vicio seoo de tomar cachimbo, escoofa-se
estar em Umo'eiro ou Pao d'Alha por t-r conbeci-
dos nestes logares, o por j ter viudo de l, qoaa-
do estara em poder do Sr. Victorino de Castro
Honra, roga se as autoridades policiaes e aos ca-
pitSes de campe ou a qualquer pessoa que o ap-
prehender, de leva lo no eogenho Canzanza, ou no
Recife, na rna de Horts n. 114, que se dar a
qnantia de iOQi. ______
O Sr. Antonio Pereira da Hoeha queira en
tender-se com Tasso Irmoi em liqjidaco a ne-
gocio. Por gaorar-se a sua residencia, recorre-se
a este meio.
MARTIMOS
E
CONTRAFOOO* .
" A companbia Indemnisadora, estabelecid
jesta praca, toma seguros martimos eobrt
aarios flus carregameolos e contra foge
m edrfleioe, m ;i cadori^.8 e mobilias: n>
rfl do Vigaro n. 4, pavimento terreo.
tal
AOS 5*004000
4 vend os fees bilbetes da lotera
T>5*M^fB|'J?afc?'aa C^eeicfc,; lojads
Cunha -V Manta, veudem a
na do Mrquez de Olin-
da v.t 40., o seguite :,
VINHO 2LIREZ superior, era eaixas.
COGNAC MARTEI.L idem
VINHO ROREFAX. i .em.
AZKITB DOCE REFINADO, idem.-
VINAGRE 8KAV O, dem.
CAFE IW OEARA. secos.
Retalia britnica.Regala Imperial,
Operas. Coochas. Trabncos, de um miiheiro
para .cima.
CIGARROS DAS FABRICAS DO RIO DE NO-
VA ES I.7.AIJR, de diversas qualidades, vende
em hfrruvi,
Seraphinas oo harmnicos
"So armazem de Joaquim Antonio de Araujo &
Ct, a ra do Marones de Olinda n. 14, anda
nistem optimas-seraphinas de Nogueira, cora ex-
ceHenles vozes ;-e se vendem -barato, para aca-
bar.___________________________________
Contra a tosse
PASTILHAS PEITORAES.
de
"Gomma simples crystalisada.
Dita- de angtee *
Nafr d'Arabia.'
Seve de piano martimo de Lagasse/
E oulras moitas que muito se recomendara pe-
4as suas expelientes qualidades.
Vende na
PHAMIACIA E DROGARA
Dt
Bartbolomeo & C.
^4~RUA?LARGA DO BOSARIa-34
RIVAL SEM SEGUNDO
RA DUQUE DE CAXIAS N. 91.
ot Bifoflinho, eom ht de' miaizas,
avisa a todoss os*seus fregaezas qaa est
torraodo todo pelo preoo, a vista da fazeo-
dn, parartodoi admirar, a saber:
Pn?aa de fitas bordadas muito fin?3
Thesouras grandes e pequeas o
mais fino qoe ba a l000e
Caixaa com 20 quadernos de papel
liso, misado a rs.
Pecas de trinca de Ida e algodSo as
mais modernas a
Frascos com agua de colonia moita
Bna a 400 e
Frascos com agua de .colonia ver-
dadera a 800 rs. e
Cbapos brancos para baptisados o
: melbor qoe ba a 3#000 e
Dazias de botes cobettos de seda
par^a vestidos por todo o preco
para acabar.
Libra de areia preta a
Grosas de botSes de lonca branca a
Caixas com 100 envelopes fazenda
fina a 500, 600 e
spelbos de moldara donrada a
800 e
Pentes pretos volteados para me-
ninas a
Tinteiros eom tinta preta 80 o
Pecas de fita elstica muito fina a
Latas com superior banba 60,100 e
Latas grandes com superior banba a
Frascos com oleo de Pbilocome a
600 e
Frascos, com macass g Pertita a
Frascos eom agua de Colonia verda-
deiri a
Ditos com oleo de ba >osa suderior i
Garritels de retrox preto com a*
oitavas a
Caixas com agnlbas raocezas a 160
f0
Pecas de tiras bordadas a 500, 600
800 e
Garrafas com a verdadeire agua
florida a
C-rtilhis da Pootrioa Gbrisiia as
mais modernas a
Livro das missoes abreviadas a
Copos grandes com sapenor banba
Macos de pallitos para dente o
melbor qoe ba a
Pacotes com 3 sabonetes inglezes
fazenda fina a
Escovas muito finas para limpar os
denles a
fara acabar
Telhas de ferro.
Vende se i^lbas da ferro gaivanisado de 6,8,
ftt, 14 e (7 pilmes de comprido, com pregos tam-
beni galvaniudos, por menos 209 rs. do que eao
pnmeira mo, pur se querer liqnidar este nego-
cio ; ja roa f de Marco o. 6.
Vende se seis civallos todos com andares e
stante gordo, vndese barato.: a tratar oa ra
Marqnez de Olinda, antiga ra da Cadeia, n 50 A.
COMPRAS.
COMPRA-SE
fraseos vasios da tintura japonesa, e pagase a 80
rs cada um : ra Duque de Cavias n. 50, e
Mrquez oe Olinda n. 51.
VENDAS.
A' Ra de Duque de Caxias n. 60 outr'ora
rui do Queinrado acaba de ebegar um lindo sor-
timento de fivtllas de madreperola para puleeiras
qoe se acba h 'je muito em moda para o bello
sexo.
______Ra do Pugne ie Casia n. 60.
attenpo
Vende-se a taberna #ila rna dss Nympbas n.
18, e o motivo se dir ao comprad r
Vende-se uma casa terrea sita ra das
Carrocas n. 16 : a tratar na ra do ngel n. i,
1 andar.
Madapoln a 2$
9 a peca : da ra do Crespo n. J5.
9$ mmwm 000
g d tgquinas (te cr Jxet g
"^ lindos padrts a 31000 : na ra do Cres- S
Q po n 2o &
000 0006*0 0000
mm mmmmmmmmm-**
5 (j osaeuapit branco
alio covado: .na roa do Crespo n. 23.
Anda nma vez
*. O Cimpos da rna do Imperador n. 28, avisa
aos seus numerososrtreguezes e amigos que che-
gnu de sua eneoromenda o to desejado rap
amareilinoo de Estevo Gasse, assim como o pi
nbo do/Rio Grande, que to grande aprerj lea.
dalo os que sabem de sua utilidade.wimenlicia.
Alm disso1
O Campos tem coastanlemente em sea arma-
zem nm completo sortimento de viveras, todos ie
primeira qnahdade e como se tornara enfadonbr
um anauocio qne os deserevesse, limite-se a men
cionar os seguales :
Carne secca (de carnetro) a 40 re. .a- libra
60O0 a arroba.
Linguas escaladas.
Ditas eta salmoura.
Ditas alambradas todas ss auartas e> aibados.
Amendcw descalcadas e sem casca.
Sementes de bortaca.
Charutos famaveis a iSOO ateta caixa.
Ditos sopeSores em gro-so e a retalho.
Tinta purpurina a 1^000 rs. a garrafa.
Canardes seceos.
Ruji Paulo Cordeiro, viajado.
Mate em folha e em p.
Tabellas de redcelo, para o systema metriu
Pescadas escaladas.
1*800
1,5500
500
160
500
1*500
5*000
160
120
800
4*000
240
100
200
200
320
800
240
1*000
320
600
240
1*000
1*300
400
1*500
1*500
160
600
240
liOoJA
Cimento
Porthaade de primeira qcalidade, barriese cosa
'.3 14 arrobas por OJOGO, j no armazem de
Candido Alberto Sdr- da Mua & a travesa
da Madre de Dos o. 14.
Papis para ciga;ro
De todas as qnalidade?, e por menos preco' do
que em cutra qualquer parte, dinheiro a visto,
so no armazem de Candido Alberto Hodre da Mota
& C. Iravessa da Madre de Dens n. 14.
Papis prnprios para forros decaas, capnllas orato-
rios, c< m guarnieres para' os esuios e pelo me-
nos preco possivel, no armazem de Candido Alber-
10 Sodre da Muta & G. iravessa da Madre Dens
n. 14,
Joaquim Jos Goncalves Beltrao tem para
vender no seu escriptorio ra do Cimmer:io o.
5, os gneros abaixo notados, qoe vende ais ba-
rato do que em oulra qualquer parle :
Azeitonas em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Caf muido em massos da I libra.
Cnapeos do Chile de boa qualidade.
Coguac marca martel (reres.
Enxadas.
Farinha de mandirca de SaoU Calbarn, sac-
eos de 3 e 2 alqueires.
Dita da Baha em saceos braneos.
Dita de dita em barricas, proprlas para casas
particulares.
Fio de algodao da Baha em novellos.
Pon ees.
Maxados.
Nozes.
Obras de palhetas.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Palitos para denles.
Pregos sonidos.
Panno de algodao da fabrica de Todos os Santos
de Pedreso na Baha.
Rolhas.
Rap popular da Babia.
Botim em fardos.
Retroz dos melnores fabricantes do Porto- -
Tapioca do Maranhao.
Tabaco simme da Baha.
Verniz copal.
Vinbo do Porto engarrafado, caita de 12 gar-
rafas.
Dito de dito em barrs,proprio para engarrafar.
Dito musca le I, verdadeiro de Seto bal.
Dito Bordeaux em caixas de uma dutia.
Dito de caj em caixas de uma duzia. ______
WaO lia mais cholera nem
febre amarella
Em easa 4e J. O. C Doy le ba um sortimento de
filtradores palo melhor systema, pois quem osar
a agua passaa por elles Mear iivre de to terri-
veis molestias. Tambera receben o bem contieci
do e desejado vinbo sherry, e est tndo venda em
sen samuzem ma do Commereio o. 38.
Lencos com toque de avaria
A loja dos arcos venda lencos de esguiao eonr
toque de avaria a 3j a duzia, cascas de cores a
O e 280 rs. o covado, chitas crotones com bar
ras a 400 rs. o covado, alpacas muito Anas e de
lindos padrdes a 800 rs. o covado : na roa 1* de
Mareo, outr'ora do Crespo, u. 20, esquina da roa
dss Cruzes._________________
Vende-se rebollos muito bem feitos de pe-
dra de Amolar : no armazem da Compaobia Per-
nambacana n. 16.
DO
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo u. 9
Os proprietarios desle bem eonhecido eslabele-
cimento, alm dos muitos objeetos que linham ex-
postos a apreciadlo do respeitavel publico, man-
daram vir e acabam de receber pelo ultimo vapor
da Europa, um completo e variado sortimento de
Unas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
tn revolvidos a vender, como de sen costume,
por prtc/is muito baratinhos e commodos para lo-
dos, com tanto que o gallo...
Muito superiores luvas de pelica, pretas. brna-
cas e de mu lindas cores.
Muito boas e bonitas gollinhas e punhos para
senhora, neste genero o qoe ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riqusimos enfeites para cabeca das
Exmas. Sras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ibos e sem elies ; esta fazenda o que pode haver
de melhor e mais bonito.
superiores e bonitos Jeques de madreperola,
marlim, sndalo e sso, sendo aquelies brancos,
com lindos de.-enhos, e estes pretos.
Muito superiores meias lio de Escossia para se
nhoras, as quaes sempre se venderm por 30t 00
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 2c J.
alm desta?, temos lambem grande sortimento de
>utras qualidades, entre as quaes algumas muito
fijas.
Boas bengallas de superior canoa da India e
casto de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, nesle genero o que de melhor
se pode desejar;alm de-tas temos lambem gran-
de quantidade de nutras qualidades, como sejam,
uadeira, ba4eia, osso, borracha, etc. etc.
Finos, booitoe e airosos cbicolinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas o superiores ligas de seda e borracha
para seguraras rreias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de i a 12 annos de idade.
Na vainas cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba; sao muito noa, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por no.-sa vez tam-
ben) assegoramos eoa qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas apella. para uoiva.
Superiores agoJhas para machina e para cror*"^
Linha muito boa de peso, frouxa, para em. r
labyrintho.
fions baraihos de cartas para voJtarete, assim
como os lentos para o mesmo lim.
Grande e variado sortimento das melhores per-
fumaras, dos melhores e mais conbecdos fa-
bricantes.
COLABES DE BOYR.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
facilitara a denticao das innocentes crianzas. So-
mos desde muito reeebedores dtes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por tolo- os
vapore', afim de que nunca faltem no mercado
como j tem aeootecido,assim como pois, podero
aquelies que delies precisaren), vir ao deposito do
gallo vigilante, aonde serapre encontrarlo deMe.
verdadeiros e< llares, e os quaes attendendo-se ao
m para que sao applicados, se venderlo eom um
mui diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objeetos que deixa-
mos declarados, aos.nossos freguezes e amigos a
virem comprar por precos muito razoaveis lija
do gallo vigilante, roa do Crespo n 7.
' Kival spm segundo
Ra Duque de Caxlas a. .01
Jos de Aztelo Maia eSilva, em sua lo-
j ade triiude. as continua a vender lado
por baratos irrirs que; todos idmira :
Libra de 15a para bordar a melher
que ba.
Caixas com superiores grampos fran-
cezes a
Duzias de facas e garios de um e
dous botes a
Talheres pare meninos a 210 e
Libras de Iinba de novello, a melhor
possivel.
Duzia de loncos de casa com barra.
Caixas de li"-has com 30 re vellos a
Vara d1 franja brinca para fainas
Du?tas de me:as cruas muito roas a
Doz'as de meias fins para senbo-
ras a
Duzias de facas e garfos cravadas a
Duzia de palitos seguranca a 120,
HO, 320 e
Na alnas muito finas, para faier a
barba a
Caixas com per.nas de ac com to-
qr.ea
Caixaa c.iro perni de Perry fazen-
da fina a
Ditas do dita di'o vprrtadeiras a
Caixas roT'0 endern^s pif-l ?vn\-
zade a
Poc3s de fila; p?ra cj com 10
varas a
Pecas de traaca lisa de todas aa
cores a
Duzias de 'tuba fin uxa para bordar
a 4.00 e
Pares de sapatoi de tranca a
Duzias de baraihos muito finos a
2r$400 o
D.tas de agu'bas para machina a
Libra de.presos (ranee es a
Resmas de papel afo-acc sspofit r a
Ditas de dito palada o melhor a
Cs'hs c m >tVnttes frueta a 720e
'arriis .le liaba A exaudxe ia
Gravitas -de -ores ituilo uas a
Di'as priti pmtas bordada a
drusas de b tres de uuorv,erla
para camisa a
Novela- flflmhabrmca, $00 jarda?
Duzia do eanjta da liaba branca e
pela e de cores a
Tbesiuiras muito G; as para ur.has
e Costara a
Caixas redcBdas. p.^rs bollo tap a
Caixas com pos para limuar dfutes
f.zenda tina a
6(J000
160
4,5000
400
15500
1JG00
S00
160
34500
4t5000
3)J000
500
I
1/4000
320
800
I200
700
5C0
500
lf$8C0
2800
2(1000
240
W60C
iOOft
Hdoo
iOO
500
600
50:
60
120
500
lAOO
200
ttt**
ji
Vende-se
Quera quizer muir fe de movis por precos
commodos, nao tem mais que fazer uma visita ao
raode armazem de obras de marceoeria, ra
o Imperador n. 47, cojo dono acaba de recener
do estraageiro, um completo loriirneulo d- mobi
lias de gosto, tend tomado a segniote
ReioIocSo :
Vender barato para vender muito.
8
Vendtf-^e a taberna da roa da Concordia n
: qnem (antr derij.a-?e a megma.
Venfle-se o hotel da ra das Aguas-verdes bem
tratar no
montado, para quabjuer j>rr>eipsr)le
mesmo. ______._
, Veude-?e um.sitio no Sano, com ea-a e
rancho, o ruto Ihti 10 o< ie.emirteiros q mais
arv-redoi : triar na roa do ;..r*m d.
- No escriplojii '. Aotoojo Liuz e Olivetra
Azevedo di C^ ra d) J3.m /e.us p. 87. f an-
dar, vendem se iracnta- pa'4e9wo$ajralgo,
di", por preco "mm q i.
~ *'.<* sf.'fl Witj;4a tus Jai f?o> Vevdrt
b?m moaCaiifl fSfliO^iarr pBi*iit ira*
[r to mesrut1.
a easa terrea n. 13 rna dos Guararapes; a casa
mei-sgua n. J7 na inesma rna e defroule da esta
ci dos Bondes : tndo a trur aa rna do Mar-
quet-de Olinda n. 40._________
Veudem-se arreiros para om e oos
cavallo?, bem como todas as demais ierra
gens para carro ele, tanto de metal braceo
como de amareiio ; na roa de Jo9o do Reg
(outfora da F.orentiDa) n. 14.
Preto bom e barato
Veude-Ke om cavallo preto sellado e en-
freiado : a tratar oa ra da Roda, coxeira
n. 60.
NOVUMBE.
Acaba de chegar o verdadeiro vinho vr>e ca
uva pura era caixas de iz garrafas e o acreditado
vnho e>pecialissimo pasto em decimos de pipa ;
} vendedor nnico recebedor destes vinhos acha-se
autorizado a garantir a especialidade lis mesmos;
ra.do Vigano n. 14, 1* andar, escriptorio de
Jos Lopes Davim ; onde sempre se encontrara
um deposito de vinho do P rio ( o roelhur que
tem vmdda este mercado) em vigessimos i pipa
e em caias de li garrafas, que se vende por me-
pos preco do que em qualouer nutr* arte
VNDESE
Na bem condecida j>]a. de ca?cado6 fraitce
zea na roa (jo Baro da Victoria a. 8 de
Lyra & Yunna.verjdea-ae
Botinis frinceas p^rg 81 nhora a 3^000.
. PiUl ingleaas dM 4^000.
Pili* pirMaemms 26QOQ. ,.
S O batir.VWrr,'a rnai 8fo da Vreto
ra. (antiga roa Non) o. ( wnie <*;>*<* de
i^tj^fi^ mxi, par* #eah*, a M cida
um, ditosidyelludo,pwW ^ riws ec . As /casas terreas foreiras, no beeeo da Barrei
ras n. IG e 18, Boa-vista. -
As, casas terreas ou meiaguas na Iravessa do
Quarieis n; 32, dita na iravessa dos Patos n. 13.
As ow! terreas nos Arrombados em Santa Th<-
reta o. 15 e 18.
A tratar a-ua'da/C:do S'eclfe, azem d.

Luyw (fet pellica
Xifldas pelo laiimo piquete : na Inj. d* Tur-
qaez
'^/rd -' d rna-d'-
tan ti. t AT qcm pref*?Blr dinj*- .iu| uc
Ojqus de C*xia; n 95.
p Cigarros espe- g
| ciaes e fumop- |
do para cigarros m
g e cachimbos o me- jf
| lhor possivel, fa-1
brieado no Paras
Spor Jos Julio|
i Sampaio Pires,
m nnico deposito em i
| Pernambuco, pra-
| pa d 3 Independen- i
* cia n. 39, loja de
| Porto & Bastos.
71
Boa occa iaO
Por onde lem e p^ssar os bonds, rna Im-
perial, venle so um excellente terreno propm,
prompio para edificar, com 110 palmos de frente
e 300 le fundo, porto p-ilo para de;embarque de
aiateriae* : a tratar ua rcl Nova, loja do vap->r
fratcez o. 7.
f Uhsil- s de reud i pretos~-
m a 2* na ra Jo ".roDO n. 35. J
Ao65
RA

DUQC DE CAXIAS,
i de receber ir
:.rrbria braijM borda!
n 0.


Uiano 3e Perambuco 'fecxla eira 28 Je JutiO le 117.
VENDE-SE
Jeqai*e neo*, nu i Cru* i. 8, 1
andar, vende algodo auil aowricuos vwadeiro
e prega* iyytpt.no ij. 3 t i.
fto ha uials cabellu braucu
Tintura japone a.
So e nica. approvad* pelas aa academias d*
ciencia, recoahecid* superior a Una que lera ap-
pareciili al tioje. Deposito principal a ma d
iuteia do fteeife n. 51,1* ao*r, era todos as bo
cas .6 casa de cablieireu"o.
Nempre a Xe~* Esperan? 1
AO BLi L IgSKX.
Bata lojt bera cono*>:dj pela sna elegancia e
superioridad* de soos objoc! amitos rticos p*ra o que r'-speitosair.ente convida
ao bello sexo a tiU-, aflmdu compraren) aquil
lo que precisaren! para praparos de vestidos toi-
tele ou tocadores, e mesrao qualcjtier objeeto para
faaer algara prezi'.nie...fpois 1e siut Nova Espe
ranea ficario saii-fei'.os, j pola q lalidade e pre-
fos ratnave.s, e mesmo por que a Nova Esperan-
Va njaaa-*e em uo se impacientar era dar a es-
colner os objeotoj, p.*slando-se coin o agradp
c*n que costu a receber a todos, aura de que
laibaui cora o firme proposito de voltaren) ou
maudaren) a mesina lija, logo que precisem de
(ualquer artigo por ptqueno que seja.
LUVAS'DS PELLICA.
tta-ebou-as de Lisboa a Nova Esperanza pan
aomeus, senaora e meninos, sendo brancas e de
MOVIDA DE.
Dico de quipure preto,eora branco, a Nova Ks-
peranca so guem tom 111
Guisas para joias.
Nova E dalo para guardar joias.
Filas larcas para cintos.
Receben as de mullas qualidades a Nova Espe-
ranza.
Para extinguir panos ou sardas.
A Nova Esperanza tem leile do rosas brancas.
Para Ungir cabellos.
Tem a N)va Esperanza a verdadcira tinta in-
giera.
Para refrescar a peMe e aformozia-la.
A Nova Esperan; rua Ouue de Callas n. 63,
ende venladeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melhores, e do mais cunhecido fabricante,
anto franre ..-orno iugei, eslo xpote venda
i rua Duque de Camas a 63, a Mtt
Estrsctos, banha, oleo, abnete, agoas de co-
lonia, de l.'.ranja, florida e de lavande, etc., etc.,
tndo do superior quitidrde : venda-se na Nova
Bsoeraasa a na Duijao de Caxias n. 63.
t |
A Nova B*peranea, a rua Duque de Caxia n-
63, rocebou um limo soriimentu de para bor.
da', viudo as cores mais procuradas, branca, pre-
ta. escarfte etc. eta a Ha antes que se acabe I
L'bras &rrli as.
Vend.'-se normaifin de faK-aias de Aognsto
?. du Oliveica A C, rua lo Oimraercio n. 44.
Agora sim
es c,
LOJA E ttlMZEM
NA RUA DA IMERATBIZ 60-
DE
felix mmm da sm jhl fc
Os proprieta nos deste grande e.tateleeimaafc teod> em sar wsm vitad* p;#*p M
fazenda, e temi continuado a recebar por todita a#aw o iw'm m*m Wfo
hsmssmas, tem rejolvirto fjxeraoiaB^iB*WQUIDACAp, iflm totomuT*na-
de deposito e aparar MNHfltR. >'Wa feada|^|,^i^^|l|W< se, ,4e.
as amostras, ficando peaoor oa s$ majadm Um en capa das ^ mas. fami.r^ Mtm W
ai pe soas que oe^ctaa em mttoto escala, >'ste wtateleciiafateiMJBd^ mu W
r[M se tncmtgi 6t !fMWHtr ommm o-
' 'coahnera tfj-siw afie t totrfai do fra-
?**, t ?PoertettTifr IMib'lfffHM eta-
beleciaMtiir $$$&& vffiit^'im*
os fre|aeMk|aBrie btMMoasBa ca>a.
pequeas pcrcSes pelos mesnada
Bonitas fazendas
PAR as festas
GRAlfDE EEMCiO El PITOS
a w^inanu
DO 65
NA!TO AIVTOaIO
E' S. Mo
CBEliAMJ PARA 1 LOI\
00
COSTURA
Oaegaram ao Jasar Ujuivef salda na No,va
a. *i, om ss>rtiiDento do maehiQa para eos
hira, das melbores qualidades qoe m. a
America, vda.s gpa.es .pq?s # s5o J>em co-
fitt i riNli m sea anuteas; alrn de outros
rt'gs do sen nto io re|u!;.r, os seguintes.que
rttSem por procos oais cdices que em ou-
;/* Tualiuor p*le :
PSTAa de Jpinho aimofadadas.
PORTSIftAS de fcrro para cero;i?.
SALITRE iDBle;.
SSTE1RAS da I qo i a para cama e forrar salas.
CANOS de barro fraueer. para esgoto.
5SSS0 sunfrior cm porcSes e a contento.
CEMENTO de todas as qualidades.
H.%iTNAS de da^car^ar algod*o.
LONAS e br'mz5es da Russ.a.
,DOS americanos para forro de carros.
POGES americanos u;uito bons e econmico?.
?N:50 de Bordean.
C WNAC saperioT de Gantier Freres.
PABLLO era sacio grandes a 35500
A ''a 8oria lei-iraa.______________
FUNDAS
K harmacli rKena- de h'erreiri Uaia C.
acaba de receber p:!o ultimo vapor nm grande
sorton-iito defnodas, e entre ellas algumas de
omm'i clstica, as mais recommeodadas pelos
mateos para a eora ** hermias: rua Daque de
Ctxlai n. 57, eutrVr Qnelawdo.
RTAS
Americanas
V*nd-se portas araericnas al^cfadadas rnnito
bom fetas e lio baratas qne manando-?e fazer
aiui anda era mai^ > a inai'eira, no armaiem da
t, la ^uarflla, no oilao da secr.-tana de polica.
Cemento Port-land
Era barricas de 13 arrobas prico mais com-
modo do qne em outra qualquer parte, vende-se
nos armaren* PAVAO
ALSAGIANAS A iUO
Cbegaram as mais lindas abadanas sea-
do orna nova e elegante foztiDda.de la
cum brilhautes listas de seda e Justante
larga, para veatilos, senda ataste geftwo*
o qae este anno tem vind > de n is.^osto
so mercado, e veod^-se J2O0 o coado.
CRANADINAS JAPOEEZASA 800 R3. OGOVaDO
Gbegou para a luja de Pav3o esta aova
fa>enda cufio nome de granadinas Japones;
zas, sendo nma houi a fazenda de lia con.
bonitos qaadros de-seda, proaria, para ves-
tidos, tendo de todas as sores, e venderse
a 8'0rs o covado.
ATLANTAS LAVRADAS A 100 RS.^O CWADO
Cbegoo e ta nova fazeada c un o nome
de a lauta, sendo urna delicada fa:eada de
15a, pira vestidos, qae veade-8 pb-lo-ra-
lo prego de 80i>rs. o ovado.
NOVAS POPELINAS OE SE1A
Chcgou para aleja du Pavao om gpande
sortime to das mais liodas e modernas
iou: elinas de seda, coai os mais dtlicados
padroes e do mu to phaatasia, qae vende-se
por ipreco muito barato.
CAMBUAlAS BRANCAS L.tVRAD VS- A. W
Veade-sd cortdB para vottidos de-.cam-
brda branca latrada, sendo fazends nautio
lina, pJo barato prego de 4^ cada sarte,
assim como am grandeser tanlo de ditas
Usas, lapadas e transparentes, que veaWe-se
por mecos do que em outra qualquer parte.
CAMISAS PARA INVERN
Cbegoo para a loja do Pav5o um -grande
sortimento de camisas escoras encebadas,
a preva d'agoa, sendo prepjias.pMaaes-
tacSo do invern, e vende-8e,cppr precos
em conta.
TOALH AS ALCOCII ADAS- PAR A MESA A 3*80(1
O Favao vende toalbss brancas de feslao-
alcochoadas, propiias para ,mej8,,.serido
bastante grandes pele barato prego de
3^500, ditas encornadas muilo grandes 7&
CHALES DE MERINO'.A W500
0 l'avao vende chales de- marin moMo
grandes e encornados 2t*X), ditos a
imiuclo de chinezei 2^500^ ditos, pretos
de renda cem 4 ponas 4MX>.
CHALES PRE103 RORDADOS
O Pavo vende os maiores e jnela)res
chales de me in pretos rwamente borda-
dos com largas L aujas de retroz, e ende
A' rua Doqri ie (fcxias
(A-Btiga do Queimado)
Neste casa vende-se por preeos gi -todos admira; rfTOkevweawr^graBeS'tjoi.
dadeSj a6m de vender-se muito, onde na realidade est o grande lucro ; pede-se ao
respeilavel publico, em geral, venbam .visitar este estabeleciaanlo (sem igoil) ata de
bem poderem a*aliar os procos porque se vende lli ca e qoelqaKr liaeada este
esiabelecimento acaba de receber urna infinidad* de ariigos^ o ijee acto int*til descrever,
o que | apenas pego qae o bonrem viiitanlo este aslabeJecuMnlo, >flm de wrem
a realidade dos preces.
Uerveja em harril, de hu
porio quilidida
Vende-se em casa de S. P. Johnsten A CM ru*
da Semala-nova n. 42.__________^__
I0
AlUSAXEI
DI
,a Al
no oilSo da secretaria de polica rua
do Imperador,
-anaci boa qali29 jird a'a
Lptf. pelo nenia puteo dei50^ dito ut-
aq largo acotpWe- 4 W*** dito me-
ihoc ooe tem i-de wvomm^ otuie ,en-
torpado -.tengo-par* teacoea ptio eataig
(eco de $mo,,jk grwwte.pecnincba.
M,\O.WOUO A ttOfe RW500
i O P*fSe- vende pee? d* adape-5o ora'
24 jardas, sendo f -zeada nwrto eaperior
p*la ba*ate pne*o de; kaKmfM mes^ Jq^'MOW.'dAas- fletimas a
t#iJeO,ffiOQ, TfftQQe 800, peql^Qb*.
MAMPOOO^RAIWfeZ'A lojjf
O Pavo verifte^eoas.de'flnissimomada-
onlao verdadeirameote francez, tendo 22
metros ou- 20 varas, pe!o bratissimoprei;o
de iOjOOO apega,sendo faModaqoe sem-
pre ae-veodeu i.fittQQ,. pljqflij'a-^e por
este barajo pce^o por-aMaralgvne cousa
eoGbuvHiaaa na.paote.de fra^
AtGGDOSINHOEIWESTAftO A.t# .1^80
,0; Pa.vo venda WidaiJeKe- a lg. d^esinbo
^asaericanp, tendo T,paims de largase e
maito encorpado, proprio -para lencpes
7^000.a-vara, dii*ida.4nes*B de trancado e -martd-enwirpailo d^.
M&AOTfifcPABAJ^SgE3 Jtiilffl tms 3,5
O Pavao veede o vetadpjp^.b.rainaete de
liab teadfr 10 palmos de tesgrjra, qu-ape.
as preoispara u-teDCol ao vara e r tna
] asila, pete barato prego de- 40 vara.
lito melbor de 23* Q e WQkQ -tead* al
de melbor oe ve ao meicado i i$oOQ
e 44000, aasim coo cretoaes forte* .para
leeeoes, saado ujn^eftpojrpaidXajeAd^faA-
ceaa oom 10 palipoe^e largura 200 rs.
o.metro,. e>-a>aante dlaJgotao com a mes-
aa largaran 1480*
SA4AS aOfiDAO^S A J>j{Q0O- E ,.#003
QJiaJ4s~aatJfl> aaaaa* pecineba em saias
brancas ri^ineAtea>erdfilas, tendo cada urna
4 pannos, e vjendj&pelo bara/.c|fpre4> de...
4*500.e. iSOOO.^^pdo Jabeada o,oe sempre
vfnden-s por 8ke 10/1000.
Rends larasatefc-a i&W, !28d e-|50g
O. Pavjo vende, superior fazenda. bordada
ojeom pregasipreprias para saias, 444200,
1%80 o.M5C.Q a.vaca, sendo.praoso pa1
urna sata-apenas; 3 varas ou 3 tj2.
Aos 3000 nrtes. de taaibraia a 2,5500
O Pavao ve^de uosa grande Qorgao de
cortesdepamJirata, orga,ajs Jaaje. brancas
como, de gofas, sendo com lislrinhas de
cores, tesiidas e ^3o.estampada*, e liquidar
se pete barato, prego de 4500, cada corte,
fazenda que vale maito mais.
Jtes,3080 cortede-canaraias baaMis a 500(
O Pavo vende una.r'ande quanltdade
de cortes de cambraias brancas bodadaB
para vestidos, sendo com os desenbos mais
4ek*es, Weed e imprteos e otaras muitas
qae copj.a yiiu dererto agradar aos com
pradows^ ,
Estas machinas teema vautagem ddfaier
o tratrtbo goe 30 Gosioreiras pedem fax r
diariamente e epaem co.m tanta perfeigao
conao as ai^ pqseUs .casturejeas. Garan-
te se a suabja qualidadee ensioaseatra-
alhar com perfeigao em menos de urna
flH>ra, e os precossao.to reanmjjlfti que de-
veim agradar aos pretend^ntes.
Madapelioanfeatedofeca de jerias t
3)5600.
eroula* ranpwaa 1*100 ( paeain-
dw).
Popelioa de sM*. iJAdrw iolairaasaote
iwvea, Oatfo-^600.
4>mn nm*. f*m m***to
.da malbor.
Grande pfp3o de ates 'para sovaeras
e crian vas' por prego* conMHdps.
Grande sortimento de chapeos de sol
Cortes de casemira a 53, ty, e "SOQO o
corte,
t)ura de toalbas para rosto JFfiJOOu.
Ditas de Ruardaoapos deBSwa 2^500,
Grande sertiiiMW de camvsae.
Cobertores da 13a Bstrados fawnda supe-
rior a M.
Peces de algodaosinbo a 3(JOO0.
Ditas de dita marca T muito tee i
400.
Dites da madapolo a 3 3^00,4,5000,
45QO,IMlelMHiO0.
Dita i de dito muito fino a 0d e 7*500.
Ditas de dito (rancez muito ftoo .a 140000,
Ditas de cambraia transparente muito fi-
nas a 34500.
Ditas de alta topada moite fina a
i*000.
Atoalbadoj de diversas qoalidades a
1)5500, 10800 e 2*600 o metro.
ilrauiite com
linhp, pelo mdico
kgSJK
Brim braoco de linio aeito Jtee a l^GO
a Taja,
Popelinas de la covado 560 rs. o- sarpe-
rior a 700 rs.
Grande sortimento de brins diversos e
gangas propria para caiga ou palitot a 400
rs. o covado.
Brim da Uussia, fazenda maito superior
a 500 rs. o covado.
Dito pard trangado muilo bom, t corle
para calcatf50C0 e o covado 300 rs.
Coberlas defuslo de diversas cores fa-
zenda superior a 50000.
Cambraw m.rjrtolter(gas, Inpjlpratriz
lCOOa vara.
Cbatee de merio de 24800 para cima.
Lindo cbate flefl'f>-b<>rtJaos > 20000.
E moitos outros arlige que se deixa do
mencionar.
E' hiI, nao se cancem, em pregos ninguem pode competir com o
65 d! Rua Duque de Gaxias

BWo- 4figiaerd9 a^tortaado ^e appi.ovado
pelo cposelbo delude.
BJwce-.nRrosiTo
em
nmmsm
Pbacmacia. e drogara
de
BARTHOLOMEU ,dr CJ
34-11 ua larga do Rosario34.
________j~ _--" .,,,_. ...I.m, curta M**" OOVIUW6, SCIIUU COUJ U U9BUU uian
por ^!^" ^{^^f^^ e .mais.vistor qae S vindo ao
mercado, tanto em listras corridas cono ada-
l^ooaes, a com maita fazenda para am ves
O PavSo vende um grande sortimento. das
melhors camisas ioglezas e francezas cwm
peitos de bobo para todos o> pregse qua-
liiades, assim como ditas da dita de
aigodao para todos os pregos e tamanhos,
tendo tambera para criangas, e-no mesrao
estabelecimente tembem se vende ccrontas
de linho e algodeo, tendo para todos 08
pre os, assim como metas croas ioglezas
para horaens e meninos, que tudo se veade
por preco maito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavao tem ct nsiantemente um.grande
sortimento dos melbores cortinados Dorda-
dos para camas e jaaellas, qae vndelo de
80000 at ao mais nco.qoe -ostuma a vir
a'este genero, assim cernobonis cambraias
adamascadas, lano lapadas como iranspa-
reites, proprias para o mesmo fin, colcha
ditofran- de eroeott/danteico para cama* de noivai,
0 verddeiro Cimento Porlland e dito
cez, mais barajo qne em i\ alquer ontra parte.
xcellent-s vinhos verdes,
Vende-e na rua -la Crus do Recifc, armazem
Damero 12.
Cateai de duzia de garrafas.
Vige.inos de pipa.
Imi-..i..-- equiulos.
P^r barawimoa ji.'cccs.
GRANDE
LIUIDAC10
Cobertores escaros a 2^000
Gran'3 cobertores de iaa escoro om peque-
o dffei:o a if : d.i rua do Crespo n. 20, luja de
Guilhunue Cataelra da Cunha. ________
Para
saceos tognetelres.
PARA ASSUCA
CEAVEJA DE MABC V

VenJe-se por pra^u mdico um bom cabrio-
le! com iiuilio rodas e ura cavallo para o mesmo :
na coch-ira de Tb-maz Lins a rua de Santo Ama-
r-, esq ina de S Fran-'iseo____________
Vitih) de Collares
Vende-se o verdadeiro e superior vinhci de Gol-
lare, q; uiais a.ccitacao tem em Lii-bia, em
declinas de pipa : ua rua da Madro de Deus nu
e cortinas, e vende-re no Bazar oaPavJo.
LASINHAS BARATAS
0 PavSo tem om grande soitincento "das
mais bonitas laasinbas para vesti ios, tendo
de lodos os pregos cores e qaalidades.
principiando d3 200rs. para cuna; porm!
t3o grande a quantidade que seria edfa-
lonba especificar qoalidade por qoalidade,
s a vista do freguez e das amostras se lbe
venderao por pregos 15o cmodos que
engues deixar de fazer um vestido de
la por tao pooco dinheiro.
ALPACAS DE CORDiO A. 640 R8,
tid>, e liquida-se pelo bara ti ssimj prego de
55000, sendo fazenda de mtilto ntaior va-
lor, grande pechincba.
CAMBRAIAS
0 Pavao wode graBde quajrtidade dej)e
cas de cambraias brancas tapadas e trns
prenles, tendo de 3(5 a paca at i mus
fina qqe ven ao mercado.
CHITA A iGO RS.
0 Pavao vende chitas largas com bonitos
desenhos e cores fixas, pelo barato .p.ego
de 460, o covado, grande pechioeba.
LAASINQAA.160 RS. 0 COVADfti
0 Pavo vende bonitas laasinbas transpa-
rentes pelo b.rat i.prego de tbO rs. o cova-
do, 6 pa, hincha na rua da Im^eralriz n. .60.
CORTES DE GASSA A 2$3tH)
0 PavSo vende bonitos cortes de eassa
fraoeza vindo cada cm em sen papel, pelo
barato prego de 24500 i corte, ditos muito
4wdas- 3rJ080, -e-pecbintra.
GASSAS FRANEZ AS A 200RS. OG0YADO
O Pavao vende bonitas cassas de cores
para vestidos, pelo baralo prego de 20U r^
o covado ditas Qnissimascom os desenbos
muis modernos que'iom vmdo ao mercado,
pelo.b*rato prego de 900 rs.
CRETONES
OPafo vende flnissimoe cretones escu-
res matizados, proprios para vestidos e
hambres, hwo-barate-pe/e de640rs. o,
covado, ditos .d* roes, proprios para co-
Bngarrafada especTalinenie- para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras traiem as numero* estampidos
as pegas e nao as otiquetas.
Yndera-se
Em casa de
L JEFFEB1S & C.
4& Rua da Gommerci& 46
iBRJHS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazem em cada pe^a ana blhe-
DOS
nicos importadores
J. JEFFEMES & C.
0 PavSo vende as maii lindas alpacas de!Derta' wndo hienda muito encorpada pelo
cordo para vestidos e ronpas.de criancaa,,'110 n^o de 800 rs. o covado.
pelo barato prego de 6i0 rs. e ovado] *mmm.nmiMu a 104 254
ditas flnissimascomos mais lindos lavoreei' P*vo vende basgoiaas ooeasaqmnhos
imilagaode agracianasa 8t0 rs. o ewado,.^ eda#Ooa ncaaeaie enfeilados, pelo,
Terrenos em
ribe
Bebe-
Veodti-2e em grmlej i u pequooss porcSes o
grande cerrero que fi do Sr. Machado, sitio de-
nominado Jaqoeira. distante da osia<;.io do Fundi
100 paos, com freute para t estrada do mesmo
nome, com moUas arvnres de fructo (nojo terre-
no proprio) e por ser t-rreno de barro presta-
se para qualquer pluntagao, e multo se torna re-
commeadado por car perto do rio e da ettaijo.
O nreco muiia mdico : a tratar na roa N-'va
n:43 no armz-m da Norma, ou com o Sr. Tris-
to P. T)r-.>, tjue todos os domingos e das san
ttflcados o acharao ne=se logar.
Dita preta eos fl)r branca, o 500 rs. o o
bonitos glacs com alteadas crese las,!.baratiMWO.pw-.de804^51030, naoNado
trosas como seia 1,5000 o covado, a ao- W*^ W^ws, asumcomo ditas .de.tro-1
tras moitas azendas de gosto e lote para] 1&-*J^_wtjW_n_vende mwto
vestido, na roa da Icnperairiz n. 6o.
POPELLNAS ^ .___^ I
0 PavSo receben as mais delicadas A me-
Ibores poopelinis de seda $ ara vestidos,;
com os mais mojemos favores, e outaas li-
zas c m as cores mais novas que taso vn lo,
e vende-te 23u00 cada covado, assim
como del cadas tedas e snba, tanto
para ves ti los de en oras cono de aaenioas,
q vende-se 24000 cada covado.
ROUPAS PARA HOMtsNS
O Pavao tem c insta o te nenie om grande
sortimento de roopa, tuto d paapo como
de bri^s br neo a decores, de case-
mira, pan todos os pregas e qaalidades,
etsmbem se manda fazer qualquer pega e
obra om todo aceio e promptidiOj "pira o
qne se tan am perito
em conta, oa raa da imperatriz a. qQ.
Caitas eatrauead a para caberlas a 3*0 rs. ecavado
O P*ao jrtnla cbitaeenuaagadas con
delicados desenbos para cobertas op cili-
nas de cores fixas, sendo fazen la maito en-
corpada pelo-barato prego de 360 o cooadO.
ESPiRTILHOS A 4,5500
O favSO vende os mais modernos e me-
lbores espartilhos, tendo de todos os ta-
manbos, pelo barato prego de 44500
CASEM1RAS
O PavSo venda om alsgante sortimento
de delicadas casemiras ingiests, sendo to-
das de ttae mnao iev.esinhas. timo pro-
prtas para homens orno para critacas, e
ditas mais eocorpadas, tanto de orna e do'
tkras larguras, qne se vende o mais bara^
, possivel, ai rua da taperatru p, *%
Grande
LIUIDACA.
Na rua do crespo n. 20.
Loja de .ullberntr
Las de cores miadas a i80 rs o covado.
Bramante de linho com 10 palmos de largura a
25O0 vara.
Chitas claras eeseojras a 160, 200 e 240 o co-
vado,
Ditas riseados prossian^s 280 o covado.
Ditas chinexas para ooberta a 210 o covado.
Cambraias, organdys miudas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 320 o covado.
Ditas bispo lisas fioas a 3 a peca.
Ditas brancas cem 10 varas, a 3*000 e 3*500
a peca.
Dita Victoria, a 4* a pera.
Mussnlina branoa, a 400 rs. o covido.
MadapoIRo fraaeez, a 63 a peca.
Dito nglez de bom a especial, a 4*000, 5*, 6*
e 7i a pega.
Algooiosiaho a 32, 3*500 e 4* a pega.
Alpaca de cor com listas, fazenda superior a
380 rs. o covado.
Dita braosa, com flores miadas matizadas a
MO rs. o covado.
Ditas de cores padrdes miados e modreos a 360
rs. o covado.
Lencos de cusa, coa barra de cor, a 120 rs.
esdeom.
Ditos de linho embainhados 4* a duzia.
Cbila, hienda bem condecida pela soa fortidio,
mais larga qae chita para roopa de escravos, a
100 rs. o covado.
Casemira preta superior, a 1*800 o covado
Cortes de casemira de e&r, 3*500, 4* e 6*.
Cortes de meia casemira, a 1*100.
flaslneta preta e de car, a 500 rs. o covado.
Ganga ainarella lisa e de lista, a 360 rs. o co-
vado.
Algodo iargo marea T a 6* a peca.
Dase amostras com oenhor._______
Aproveitem a ocoasi&o
Talbdre fiaos de cabo preto p.ra o trafico de
casa a 2*000 a duna: na roa do Deque de Ca
xiaa, aalifra doQneimado o/Ul.____________
yeMfl-ae fiuqoeiros peqaeno Oara mudar
se: qoem o* quiur diriia-M ae Mo Cafando n>
grada de Panfilo CamsrS, oolr'or da Joa ae
Barres. ,

<
' DOS SANTOS 1V1S i MO
19 Rua Primeiro de Mw& W
Tendo renovado completamente a loja do predio, em qu9 teem o seo es-
tabelecimento, ,
19=A rua Primeiro de Manjo19
com aquello asseio e elegancia desejave', achaavse, agora prvidos do mais
esplendido sortimento de fazendas finas e modernas de M
SEDA, LAA, LINHO E ALGODAO
todos do ultimo gosto, e continuam a ter como sempre, diversos
AMIGOS ESPECIAES DE SOA CASA
Garantem com toda
a sin gtidade vender
por menos qne qual-
quer ootro, porque
recfbem rm direitora
a maior parle de sosa
f arendas.
19 RIJAI.'DE
(Antiga rua do
Crespo).
MO DE BOBDEMJX
da
Em barricas, legitimo,
Florentina a. 20.
e maito em conta: veoe*se na fabrica da osrva/s i a
' i 'W^'WM*'
Cal de Lisboa
okiiosmeote cbegsda, a are barato : veada se*
roa dq Apollo n. 30, armaxem de Antonio AL ft*
Irigues A C.
oso : a tratar na roa da Pal
reir fiampato.
alliaegveilp pon
alma coa Antonio P
Pa-
CeboJl aovas.
en leatoat, aa pena* a Ni4k, i
_ 4o
rudo Fa4M
i........a
.
ti.s>tnn|
Cbesoo |ra*la fwtiweto do Aracair, >-
Vada-se a taberai do pateo do Taree *: i criptorto da r s Ti|aiia'18 P**
triur aa mesma, I paspa i*.



iba
- Sexta (ira 28

DO
CYSNE
64 IM U ATRIZ \ 64
DE
FIGUEIREDO ft LOPES.
Os proprietarios deste novo estabelecimento. certos de qae o raeio de adquern
onmsrosa freguesa vender barato, servir beta e haver sinceridadade no* tratos, n3o
nos afaslamos deste cammbo para bem corresponder ao favor que nossos namercaos
fregaezes nos tem dispensado.
Como anda temos algomas fazendas dai prhneiras compras, resolvemos fazer
redaeJo 'em algomas dellas.parao qae chamamos a atteocao do j-espeitavet publico :
setins;e grosdenaples de cores.
Temos para todos osprecos e qaaliJade.
Grosdenapla preto.
Iteeebeaaos novx> tortimeno e vendamos
por meaos do qae ontro qoalquer.
Laat i S a boya.
Aiodi temos nm resio desta linda faien-
dae para aeabar vendemos por 903 rs.
C.'rte6 a Minerva
Anda ternas siguas destes lindos curtes
com listras de teda, rom 19 covados, pan
acabar vendemos por 20.J.
Cortinados.
Recebemos novo sortimento e vendemos
por 8|, 9#, tU, W, t8 e 22$, cada
per.
Cambraia pan c ort nados a
ccm 20 varas.
Dita Victoria de 40 at 81JOOO a ppca
8 varas e meia.
Dita suissa transparente rooito fina.
ORQANDYS BRANCO
Temos receblo novos organdys de
4#500 rs., ditos de (55 e 85000, este ulti-
mo tem listras assetinadas.
Esparihos
Recebemos bo*o sortimento de esparttlhos
iDglezes muito grendf s, *!o de linho.
Capellas rfluito ludas para noivas, pelo
barato prego de 30 e 34500 rs.
Poupelnas de cores e brancas multo
lindas.
Camisas de meia a 95000 a dozia, pe-
cbincha.
Carobraias de cores.
Temos o raelhor e mais lindo sortimento
de cambraia de cores a 500 e 560 rs. o
metro.
MEIAS.
Recebemos meias muito finas tanto para
senhoras como para bomens, meninos e
meninas.
-Chapeos de sJ.
Recebemos chapeos de sol com cabo de
jnvrftm qae vendemos por 136 185000, di-
103 a pecait08 Cortes de cambraia de cor muito lindos
*e e com babados com seu competente figori-
no, tem 18 cavados por 85000,
CASQUINAS.
Recebemos basquinas de seda ricamente
eofeitadas que vendemos por baratissimp
preco.
Vestuarios para meninos.
Recebemos vestuarios de fusto mnito
bem enfeitados qoe vendemos por 45500 e
55., fil branco bordado muito fino, dito
Vestuarios para baptissdos, bordados com salpicos dito preto com salpicos e liso.
Blto lindos a 10; (.00, 4 barato. j Cambraia a berta a imitar 3o de croch de
Camisas francesas, inglesas e soissas de* cores e branca.
24 at 45500 rs., dras bordadas muito finas
de 85 ate 105006.
MECEJANA.
C ama fazenda branca muito linda e fina
para vestidos de senhoras, tem a peci 30
jardas e costa 185 -e 225000.
Panno abretanhado largo e bom. peca de 65500 rs.
BRINS.
Recebemos o superior brira (le Angola,
dilo pardo para todos os pregos, ganga frail-
ee za a 500 rs. o'covado. superior.
Pannos finos.
Temos pannos pret 8 finos de 35500 at
20 varat a 1(5.
TAPETES.
Recebemos novo sortimento e vendemos
muito bs rato.
Temo grande sortimento de saias bor-
dadas e vendemos ranilo barato.
CORTES DE LA A SIMIRAMES.
E' orna linda fazenda com os er.feiies
eorrespoodantes, guarnecida a saia com
orna franja de seda na barra, vende-se
por 405000.
Corles de cambraia branca aborta, bor-
dadas muito lindos, \eadem-se por menos
do qtw em ontra paarle.
Ditos bordados na barra, de cambraia
transparente, por 85000, muito barato
Recebemos casemiras de cores para 35
at 35500 rs. o covado.
CHITAS-
O Cysne lem o mais linio sortimento de
chita para lodos os precos e qualidades.
Bare ges eos listras de setim com lindos,
padrees e muito modernos.
Crotones claros com lindos padioes e
cores fizas pelo baralissimo prego 440 rs.
o covado.
Luvss frescas de pellica para bomens e
senhoras do acreditado fabri ante Juuvin.
Fazendas para luto andemos por monos
que em entra qualquer parte.
Alpacas, cambes, princezas, bombasinas
cambraii preta, te. etc.
COFRES DE FERRO
FAZENDAS EM LIQUIDADO
FOfiOES H FERRO
Estes argos acham-se a venda
tro casa dos importadores
SHAW, HAYvKES c C
ra da Cruz n. 4.
ROLEO UTHOTIIPTIGO
Deixamos de aononciar rauitas ootras fajeadas por do se tornar extenso e en-
fadonho aos nosaos fregueses.
Ra Ja Emperatriz n. 54.
FltiElREBO & LOPES.
IIVTI UHRVMATICO- E GOTTOSO
ESSENCIALMENTE EFFICAZ E 1NFALLIVEL EM DESTRUIR AS ARELAS E
EVITAR A SUA FORSIACO
Guiados pelas iodicag5es to moitos abalisados chimicos, e medico distinctos, que
se dentro ao estulo-e averiiac5.i das causas que prod'izem os pdecimentos de rheu-
malismo, gotla, ardas dos rhiris, oexiga, figado, e d'outras cjsceras ; e aos cnsaios d ..s
meios prrprios pra cural-os, clie^aaus.a obttr om remedio, que nunca desdisse a sua
aclividade contra os ditos paderimenlos.
Nao nicamente bascado em theorias qee tinto- avancamos, mas sim nes satis
facterios resultados oMidos da sua applica<5o, as innmeras experieoss, que com elle
fizemos; e deste modo, seguros de teus beneficiostffxitus, afoutameote o recommeada-
rnos, pessoas q e sofram algumas das mjlestias cima dts,ou de algons ootros pa-
decirantos do apparelho nrinario, taes orno o diabtico, glycosorico albuminnrico
ele.
Escnsado. seria observar que se n5 j pd^ designar um numero determindo de dses
de oix- medicameiit) p?/a curar lodos os individuos que padegam da mesma molestia ;
pois.que a cura est dependente de diversas circumstancias, inherentes difposigSo na-
tiiral ou compleicjo, de cada un dtlles ; mas comtado, cerle que o hydroleo lulho*
triplico anti theumalico e goltoso prodez sempre a cura desejada, qundo se persista em
toma lo o lempo preciso para obte-la; deveBdo ter-s em vista que quanlo mais invete
rado est o mal mais se deve insistir na appficagSo do remedia.
Podemos tambem alfimcar que, por mais continuado que seja, o uso deste reme-
dio n3o caua de-arr;njo aigem-nas vias digestivas, mas antes, pela, propriedade eminen-
temente tnica, que tambem possue, fortifica o estomago, torna mais facis as digesioes
e, nao piucas vezes, tem feito desapparecer diarrhea, que eram entrelidas pela debili-
dade geral do apparelho digestivo,
MODO DE USAR.
Tomam te do hydroleo lythotriptice, nos primeiros quatro ou cinco da, duas co-
Hieres de sopa, em agua assuc^rada, leite, cha ou cal c-im lelte, e mesmo se:n misto
ra algumi, oa occasiSo do almoco, e outras ao principiar a jantar.
No quinto ou sesto dia o seguinles, lomata-se do mesmo mododit), Ires coiheres
de cada mz.
Se as o.urinas da pessoa doenle depositan grande porco de areias; se as dores
nepbriticas, rbcumalicas ou gottosas sao constantes; em uva, se os padecimentos sao
fortes, iomar^seh5o quatro colhe.es de cada vez, oa tres vezes w> dia, a, tres coloeres.
de cada orna.
Quaudo as areias, ou outros pailecimeotod, tom diminuido, torna-se s primeiras
dses.
Pel uso do' Hydroleo UihoiripUco v3o sendo mais raros o apparecimento das areias,
s dores nepbiiticas,rheumaiicase goltosas al. que de lodo desapparecem: neste ponto
pode dispensar-se o remedio : ulil, poroi, coma preventivo, tomar cada semana urna
ou duas dses delle.
Pelo que respeita alimentado, ceve ella ser.rego'ada de modo qoe nao sobrecar-
rrgue o estomago, e em quaolidadd tal que possa ser fcilmente digerida.
A nvlhor bebida sem duvida, a agua,pura, mas tambem se. pode osar de nnho
simples ou punco alcoolico. De cerveja e vibos fortes* poucas vezes.
Sobre tudo o que muito recommendamos, gi ando exercicio, sem fadiga, pois que
elle muito conlribue para a rapidez da cura. r
N. R. Depois de tirar-se do frasco a porc3o q^ue se vai tomar, deve haver o maior
cuidado em o arruinar inmediatamente.
nico deposito em Pernambuco
Pharmacia americana de Ferreira Maia d C, ra do Duque de Caxias n. 5?, (an-
tiga do Queimado.)
LOJA
PAPAGA
A' rita da Imperatriz n. 40
Os propriet:r:os daloja do PSpagaio sciertilicnm ao repeitavtl pi buco de
proviocia, que es^iam mtrtt/i breve receber m aovo soriimeLto^e fzeodis m-er-
nas, e de bom g.sto, e por consegninte pem em liquidatib as abati especilicadus:
- Relalho de chita, de cassas e I3as.
Chitas de cores c rxas de 160, 200 e 240 rs.
L3:iz nlias tapadas e transparentes.
Alpa:s li*as e lavradas, de muitas e difTerentes qoaiiales e p-efos.
Cassas do c5res dd 2i a 3O rs. o covad).
Corles do cassa (hila a 2400 o corte ou a 240 r?. o covado.
Cimbraias brancas tatadas a 4J e 5^.
Bartics do 13a a 3O rs. o covado. Uj
irties
nlhaj
ToiHias do linho do Porto mnito grandes a O^OCO a duzia.
Metim da India a 603 rs. o covado.
Laaziuha rrtta de 320, 400 e 440 rs.
AIsacbMias a 10000 o colado,
Coilas p etas muito finas de iuO at 240 r,
Esp: rlilhos de linho e algodo de 3;50 t 5)$000
Camisas de meia, ditas francezas.
Cam'isaf de pe to bordado, iis ita j,'s de panno a 30O, dos mais modo: nos.
C-.llerinhos de papel com beira de cor ctcd)sbrncs. "f
Fustb s de cores parr. vestidos K.SO largos a 440. rs. o covado.
Uo'tes >e casimiras do 4^000 a' 7(500 ro.-n qoad os e li.-tras.
E ootra< muitjv fazendas quj pretendemos liquidar para nao ac:uiuilar
as q<"e esp-t?mo- re-eber.
ROPAS FEITAS EM L1QUIDCA0
Na \i>\h do Pito de oopa* eits de bnns e de
ca*imi;a?. pablis, calcas, colletes e fobrecasacos, que se liqndem por precos muilo
baratos.
Hedas lavraas de cores.
Liquida o na k.i do l'apagaio urna grande porco de se !a< Uvadas de c&rcs
qae re venden jor prc;o> baratsimos, na ruada luiperatri: n. 40, esquinado b^:codos
Fareiros
Mendes & Carvnlh^.
con
AZAR DA MODA
DE
JOS DE SOUZA SOARES k C.
Grande exposi Especial sortimento de fazen Jas de algodo, linho, ia, e seda, do todas as qnali-
dades,
Artigos da moda elegante, tanto para senhoras, como para homeos e meninos.
Completo sortimento de miudezas finas.
Grande dep'sito de perfumaras dos n ais r-ffa malos perfumistas di Europa.
Variedade em objeclos de phantasia para mimos.
Novaremessa de ricos livros para missa com encadernacSo de velludo, cbar3o
esmaltado, e madreperola, tanto para senhoras como para meninas
Bullo sortimento de lindas e modernas jolas de ooro, como sejam : cadeias para
.relogios, medaihScs, meios aderecos, brincos, broches, braceletes, col ares, e -Loioada-
ras para camisa.
R:coserpelios grandes com moldura dourada a ouro fino.
B-.ilss panormicas brancas e de cores, propiias para j-ardins e cornijas de cfsas.
Assim cio lemos a venda urna bella e perfeita embarc;cao do guerra, symbolo
da corveta Sd da Bandeira, e urna caixa com rica msica de penis acoupanhada de
timbres e rulo, locando com a maior perfeico o hymno do Brasil, Vida Pa'isiense,
Marco Espada, Flor do Cha, Fausto, Pericholle, os Dragues (Uj VU*ts, e V.'agem a
China,
% 50Ra do Baro da VictoriaX. ftO
_ (Es|iilna da de anto Amaro).
LOJA DA CUSTA
Ra do Cabuga' n. 6
DE
ANTONIO FRANCISCO DOS SANTOS & C.
sortiraenlo de objeetos






A' AGIA BRANCA
RHA DIQUE DE CAXIAS N. 50
(Outr'ora Queimado n. 8.)
Nunca se trie ora processo'rnii perfelo e que u-, cripta soffre o choque de cidos fortiasimos, serr
tiaja de tal forma a aiisfaier as exigencias mais se decom r; ora, se os cidos nao tem accSo so
as exigencias
veras da rtWptu>*f>J.
A ana er liodissio*' itfb predsa de cnida-
ealfam para se conservar so timeiro sempre
m a mema cr. s*m borra, crsta, tolr en sem
todas estas maieihts nhPrttiieS i todas astintis
S agora Petierti*, mk mma dos me Inores
olores esn'aus^lroex
obwtode, ee eM(sM*el fr4tto nao auca a*
us de ac, anles tg canTrrio. a Jenaa
lird nm rtinalte^Ootiraw q*e, tmS Ititei'W-
e,< ttofn ^tywvttf''
bu tinta, nao senda especialmente par* eoaiar,
toatade 4ua%treta, mais caias ara es
lepois de enripia ; i precise, porm, deixir-lbe
o papel bem mo'bada sem o enxoftar com o matt--
borrao, porgue om ba-^ti'eo de borrar. Para se
tirar fliala de ama cpia, nae m aulooieraQ*
bre ella, "multe meos a aceao do lompo a pode
destruir; isto plaasivel.
Nao so ao coramercio que este men producto
wie ser ulil ; os professores dos eollegios, iuvesli
gano tbdbs os meios par o adlantsmento do
eas disMpMM, lem approveitado eeta tinta, qae
ecWMlo tetiaram apta para desenrolrer c
gosto nos educando?, em conaequencia da belea
da rtr e fecilidade do correr na pequea pela sua
irajtBist Ha ttmptos de enancas que havta
ftdHo tempo tinrara orna reputnaaela extrema
para a;eseripu\ lego que foi adroilUda esta tinta
ne aolieiio, apoderoo-se deltas a toriocidade- e o
go- lo,irtonco tempo ^depois o seu adiantamento
%M traa, 1 par de tantas vaniapens, tem A
un- nnico ineonvenieote, detericra-se ao coniseto de
lifts fSai s q>Wa ra, oa oara qoalquer; w.nvm pois te-la em linteirr
* co* ) orifioatJlfrar MfeI tanlM quantlf t?en!o da aaenor vi.-inmbre -de oulra tinta, e evi-
Oqat prejodleado tares^er ff 3 trma preparc.ac
'iVIO-
san qae e rfgiaal
eripaorio ha,a

U. 'II1H 1
atas laav
pois que svns qae
a, a mais do qae ama
Tenca mistares.
aMi.!^. ji.:iia-j.
1 ttsu para os 4
W6ompatrDt;
Mr de t
FINA OE
bse
Drrams falsilklcBee I
do, coja durabiiidade
^yiodem etitar'
HHBaJleMas, e
rlgiBIo-se
flufl ea
Si C, yUSfSaWa.
acaba de receber de ioglaterra um bello sortimen-
to de objectos, que alera de sempre necessarios
boje se tomam e-sencialmeDte precisos vi ta da
[alta que delles ba no mercado, sendo :
Fitas de velado preta?, outras com relas bran-
cas, e outras de diver^s e lindas cores, e todas
com differenles larguras e superior qnalidade.
Franja?, treofas e galftes de seda de medernos
doseahes e gostos, e igualmente sonidos era cores
e larguras.
Novas e bonitas trancas e g.i'.oes de lia, tam-
bera soitidos em larguras, cores e moldes, e lio
proprins para vestidos como para ronpinbas de
crian cas.
Trancas brancas de algodio com nova forma em
caraces angulares, iendo nesse genero muitas e
diversas larguras ; entras nos meamos gestos po-
rm roescladas ; outras trancinbas brancas de
san ces miados e boniu?, as quaes por suas
estreiiesas teem constantemente merecido geral
agrado.
Babadlbhos frisados e outros preparados para
Irisar-se a vontade.
Vm bello sortimento da galoes prelos de lia com
differentes moldes e larguras, proprios para vesti-
dos de luto.
Boioes finos de madreperola para camisas, ou-
tros pretos e de cores para Tenidos.
I-so alem do constante sortimento de enfeitos de
seda, ISa e algodo, de qae sempre se acha provi-
da a lojs da Aguia Branca.
BONITAS SUS
brancas, bordadas e outras com
babados.
Na laja da aguia branca vende-se bonitas saias
braucas com largos e delicados bordaao?, e oa-:
tras com bordados d pregas posponiadas, obras1
modernas e de gostos.
Pil de seda, branco e preto com salpico-.
D.to de algodo, liso com salpiecs e flores mia-
das.
LIVR1NH0SC0M DESENHOS
para crochet, marca etc.
FOLHAS DE PAPE.S COM DESENHOS
sm po ntoairmor paa os mesraos fins.
Annunciar hoje bicos e rendas de labyrintho,
objectos esses que se achara em qualquer parte,
serii fastidioso, porm assim nao acontece porque
e-es qae a Aguia Branca acalla da receber sao
de uma novae .-uperior qnalidade. A Agoia Bran
ca a ra Duque de Caxias n. 52 receben bicos e
rendas de labyrintho, qoe por soa amostra vieram
perfeiumente eroitando a tecidos de grades cbeio
e feilosno paiz, mostrando at a alto relevo qae
te conbeee na* outrat, aso alem da novidade t
bom gosto dos desenhos.
Tambem receben outros bicos e rendas estreiUs
propriae para roupas de senhoras e meninas.
Receben igoalmejte nm bello sortimento de
renda e biaoa de crochet de fina qualidade e agr-
daveis lavoures. Assim, pois, os pretendeotes serie
bem servidos unto nos precos como as quali-
dades.
BARRETES EM PONTO DE
meia para recem-nascidos.
PERFUMARAS INGLEZAS
A Agota Branca tem recebido Anas per-
fumarias ioglezas, sendo extractos conoen-
traos de agradaveis cheiros, pomadas fi-
nas entre as quaes se nota a d'alpaca-, ag
da colonia, dita de lavander etc. etc. assin
ccm linas ese-ovas ingieras, e opiata pan
dentas. Tambem receben variado sorti-
mento de sabonetes, qoe os sst vsndesdr
baratamente.
Caixirfhas coro 3 sabonetes aronraticos ;
i I. dita sem 3 ditos transparentes a 4
5.J0O e pW.
Eiichofaes para baptisato,
A toja d'Aguia Branca. 4 roa- Duque de Caxiai
n. 59, acaba de receber lindes encbovtes de diffe
rentes gostos e precos para bapiisados, assim co-
mo bonitos chapeosinbos de fstio primoresamen-
Ss enfeitadm.para o mesmo Uro, n mesmo pas
seio. Tambem receben modernas e bonitas ea-
misinbas bardadas cora puebos para seuhoras,
golinhas com punbas e sem e las lama de rendt %*$
como de cambraia, bicos de seda braOcos cott wsag
vidrilbos. I ~"
11........... '
E?te novo estabelcimento acaba de receber om grande
de gosio inteirmenle novos, a saber:
Um lindo sortimento de popelinas de
seda, desenhos e cores especia es. s.
No'breza de seda preta e de cores.
, Alpacas de c6res, de lindos gosto.
L2a e seda com listas assetioadass pre
Cambraias brancas, para tcdds o
Cos.
, Colcbas de ISa e seda para cama.
Ditas de crochet para dita.
I Pannos de crochet para cadeiras e so-
f s.
R'cos enxovais para baptisado.
. Ricos chapeos e cbapelinas para senh ra.
o melhor a desejar.
Granadina branca, fazenda muilo pro-
pria para vestidos de phantasia.
Ricos cortinados bordados para c;'T,, o
janella.
Saias e camisas bordadas para senhera.
Camisas bordadas e lisas para hcmtm.
Bramante de linho e algoso.
Bretanhas e esgoiSo.
Cambraia de duas larguras.
Lencos de cambraia de linho.
Atoalhados de panno de quadros para
mesa.
Gmrdanapos e toalhas de linho.
Lindos fustOes do cores para vest dos:
a elles aotes qae se acabem, qoe o preco 6
baralissimo.
Tapetes randos e para guarnicSo de Sfas.
Chitas finas, claras e escura1..
1
Os proprtetarios da Conquista prestam-se a ir ou mandar com qualquer ol-jecto
em qualquer ca;a que para isso ihes maudem nicamente o norae da ni 1 e numer da
morada.

A TURQUEZA
N. 9 Ba do Barao da Victoria n. 9
(OUTR'ORA RA NOVA)
Este estabelec 5'euto aeha-se prvido de completo sortimento de pannos, casemiras, gorgoroe
e brlm, aim como para redmir estas farendas aos mais eleganteairaqaes, colletes e caigas, ten o
mesmo estabelcimento cm hbil alfaiale
Alem dae faiendt j mencionadas venia baratsimo o seguinte :
Camisa* de linho boa fazenda a 40
Casemiras a 6j o corte.
Chapeos de alpaoa forrados detSida a 31
>&*
Xarope sedativo
DE
Casca de laraias amargas
COM
BRQMURETO POTASSIUM
novo preparado agravada*peta academia
mpito 19 recoromend pela
.imh;
Imperial d mediana,
ma aeglo $efytlvk e rimWlt,
narvaso, e bremoretp de
dar os mais ceno* resal
crJes do orgaatano e principian
sefiye o s^stmi
Sodix. te
stffce-
, molestias
o coracao, das viis digestivas da
vias genito-nrmttla, na spHepjf!
rjervntai da preohet, na Insetoava
dar*** o perione o (kntigio te. etc.
Vcade-M aa (bafauMia t djaaatfa
Na na o Crespo a 20.
CbiUs de nma s cOr piopria para a praca, cor
Gara ^tj fatt oe
caitos
pela pomacW Qalapiu
f isa pernada qse rts ftens molales **m wl
yasfmaai one delta ita* hkQ so^taba de
chafar para a sea depoiito tfftem..
PharntaWi ato|lttB
BtrtiwfrBto G. nm M avRlrio
DROGARA espec
HOMEOPATHICA
DE
JOS' AL VES THENOBIO ft C.
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 3.
Jos Alves Tbenorio, professor em homeopaibia, tendo-se retirado (lo
laboratorio omeopathico consultorio de sea ilustre e finado ami^- o Dr
Sabino 0. L. Pinho, qae por amitos annos estiveram sob iaa diretco, 're-
se gstalJB'ecido sob a firma de Jos Alves Thenorio de C, i ra eilreiu do

Rosario n. 3, onde, anmalo pela con fia nca com que honrar.
da uMMopalhia, ibes oflerece e so resjeitevel publico um
ras** de todas uprapar*c5dt homeapaUncae conrkecidas,
acreditadas casas de L >ndrtt e Panrs, incligsnjs, beta
9k refpeito a bomeopaihia e soa pratica, esperto q
k) Wat a mesma confianca, par* o qae nao se poupari
PR8C0S--------
OLOBII.OS.
i botn d i% medicamot(M
4 M <
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t 48 c
amigo
SOiti*
mai"
a bonrt

*to
UA8 104 BOTICAS 4 botica da
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TINTURAS
11 medicaaaj itos 154
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36 40#
48 605
ta m
420 < lio*
tale ntsis esiM bo4ieas as Srs. mim'cos, seolKires.de eogermo, faz m-
t*efes le amilw, oapiHe* da navio.., e em geraj a todos quatai q*i-
re* ^edcar-se a pretica da hoaeop tbia. s
la db ufjvtiws k do siAftANo para uso dos doeates ea .Mfettoeato


de Pernambuco ~ Sexla (ira-"88 d Julhc de 1871

V.Eic. p4 ^b-M politico.a dizem a'
algaits 4O* os Ora veja V.
Eic. q
sni potilica a opima) '? quo V. ax gOTrni.. DiZ-se (o qie sena diz?)
aotes de sa cbcgar ao ferrar, se uso O
ineios mas br^ndosmeio3 suasorio?. D /.
se qae se off anacou a algaera u aa candida-
tura, q anda este alguera i-i moslroa ro-
solvtdo a fallar sobre um assumpto po :c i
paleianq... Gomo so este encontr de cir-
sMHUncias nio podesse ser filho de urna
aaturalissima coincidencia! Estes enre los
corruptores sSo so proprios dos poltico--
da escola di Machiavel o, hornera de genio
infornalfoeMa profundo, sublime quasi na
sna corrupajj, perverso mis grande O.m
nos temos toda aa&erteza de que V. Esc
nij p r f rj.a,gama Micbiavelo, nem
ba mjb de o tnnirmos por sea discpulo.
Decid ra siente V. Eic n3o o grande Mi-
cbiavelo.
O mundo das intenc5e3, quando e nao
contrito cbiHiili'tMBnte, sagrado pira
mim. Ora en n3oae de que cor o inte-
rior mora', que cobrem as veneras do p'a-
quet de V. Etc. Quera sabe l qual a
verdadeira cor de um grande poltico ? Por
emqnaato, Sr. marqaez, o nosso devar
supp-lo moral mente iocolor.
A opiui*o eslava indignada, dir V. Exc:
a opoio pedia, clamava, reclamava que se
punisse o a tentado Qae opinio? A do<
ulir-montanos, primeirc ; depois, como er*j
de e-perar, a do3 juieus. V. Etc. d z s
libera!. Diante de V. Exc. estavam, d'um
lado, alguna homens que se oceupavam se-
renamente, com respeito, com moderaclo
extrema, de tirar as ultimas conclusSes ios
principios libjraes : dooulro l ido, a opinio
dos u'tramontanos e dos judau*. V. Exc,
que liberal, o que fez? poz, como liberal,
o seu liberalismo ao servido dos ultramon-
tanos e do3 jodeus f Talve que V. Exc.
cubice aioda, para o musen que pendura
ao peto, duas condecorarles novas: a dos
jesutas e a do rabinosT O furor de col-
lecionar tem abysm >s !
Nos somos, ao que parece, os terroris-
tas, os horneas perdidis, os homens peri-
gosos. o que se colhe destas palavras
sioistras, com que se abriram as Conferen-
cias : t Nio pretendemos impr opnies ;
vimos simplemente expr as nossas: nio
> pedimos adheso, pedimos apenas discussao
Collocaroo-oos plcidamente no campo das
ideas: repugnam nos as revoluc3s violen-
tas, e exactamente porque nos repugnam
qne appellamos para a discussao serena. >
Bem se v que s o espirito infernal da
ana re bi a p'e inspirar estas palavras de
odio e exterminio! Opines destas nao se
escotara, esmagam-se I
Agora, a diatriba pessoal, a insinuarlo
prfida, a calumnia mamfesta dos jornaes
ultramontanos, que nos apresentam como
communistas, vendidos Iberia, agentes da
Internacional, e nos apontam assim des-
conli inca, ao desprezo publico, ao odia tai-
vez, isso legitimo, constitucional, le-
gal, justo e irrepreheosivel: ludo para
bem dos bons principios l Parece que os
bons principios do marqaez de Avila sSo
exactamente os bons principios da Nago
e do bem publico t Tocante confraternidade
da vrtude!
E todava. Sr. marquez, nao foi ora pen-
samento de odio, de anarebia, de revolta,
que presidio criacSo das Conferencias:
fui Dea pensamento de amor. Em face dos
problemas temerososproblemas sociaes,
polticos, religiosos que agitam o presente
e obscurecen) o futuro ; em face da irans-
formicio universal dos espiritos, que se
poso, em marcha para um horsonte des-
conh-icido ; em face d s enigmas faiaes.
que i RevoLcS-, precipitando-se, aprese:-
ta aos povos; qae tentou fazer aqael'a
meia duzia de homens desanudados ? Des-
unir ? revoltar ? nao : avisar o espirito pu-
blico da necessidade de considerar aquellos
problemas; convida-lo a reflectir, com se-
reniclade e imparcialmente, as soluces
que pensadores eminentes tem proposto ;
conjurar as tempestades pos si veis de ma-
nh3a, por tneio do estuco e da tolerancia
de hoja ; apoe lar para a concordia de tu-
das as vonlades leaes, n'um p nsamento de
libeidade, de con:i!iaco, de exame.
Foi isto o que tentamos fazer, na medida
limitada,das nossas forcas, cerlo, mas
com ura sentraeoto muro fraternal e muo
puro. Para V. Exc, que se diz conserva-
dor, era este ua perverso pensamento de
revoltosos. Mas o publico nio o entondeu
assim: o pub'ico, que nos ouvio com sym-
patbia, com tolerancia, com um alto espiri-
to do conciliac3o, que o honra, e que nos
faz crer que as esperances do futuro n3o
es 15 o interamente perdidas. E esse pu-
blico, Sr. marquez. pertencia principalmen
te s clas3es conservadoras', eram magistra-
dos, proprietarios, ofBciaes do exercito, de-
putados, funecionarios, capita istas: eram,
como V. Exc, conservadores : a differenca
que eram conservadores intjlligentes.
N3o o eateadeu tambem assim o jornalis-
mo liberal, que niojalgou conveniente dis-
cutir, verdade, mas qoe respeilou a leal-
dade das nossas inteoces, e o exercicio
de um direito anterior e superior a todo*
os cdigos. Nao entenderam Analmente
assim os ceios de pessoas, que na n ute
de 26 de juoho, espontneamente (e nao
por deferencia pessoal para com as nossas
individualidades, mas s pela sympathia da
cominom indignado) dos acompaobaram
quando levavamos o nosso protesto s re-
dactes dos jornaes de Lisboa.Esta sym-
pathia, S\ marquez, consola de muta coma,
porque tolos os votos se polem compra-,
s fiSo se compram os votos do coraco.
Qoantas minifestacres deste alcance moral
coqta V. Exc na sna carreira poltica ? Con-
quislon-lhe nm destes votos do coracSo a
ei das rolhas, por exemplo ?
M s i ffendeu-se a crenca e uinsti'.uices
do Estado, diz a portara. Vejamos como.
Verberoo se o oltramontanismo ; mas exal-
ton-e o sentimento chrisl3o. Accosoa-se
absolutismo; mas apontou-se atados a
terdade como a estrella do futuro. Indi-
ata-se como causa da decadencia da poldi-
ei e das lettrat a corropcSo dos costumes;
e appellou-se para a regenerado moral" O
que foi qae, nisto tudo, offendeu os homens
da orden ? Foi a exaltado do sentimento
ehrialijT foi a ap-Uheos berdade ?
foi o culto da moral ? OflflyKu cen
sora das doutrinas faoaticalPiflP^aclo
s 'tato que
petir
H rrs* e crSicato. Agora, jurar
ne parTMMOlo a rehgiSo e as iostituices
do Estado, desprezand was na fundo do co-
rado, i?so 6 respaila-lis I No casino a fran-
qocii. am erirae social: no parlamento a
'lypyrisii umi virtude polici. Qiepen
sarfam Scrates e Jasas das virtudes parla-
mentires do Sr. Amonio Jos d'Vvila ?
Ah, Sr. marquez I em presenca de cor-
tos fados (e est. ua dlles) sinlo urna
melmcolia prof-nli invilir-rai, envolver-
me a alma! assi;n qna no momento mas
solemne do seculo X!X, e n'um doi mo-
mentos raais crticos dnosla historia, com
os pericos visiveis e invisiveis que correoa
sobre nos de todos os lados do ti risonto,
assim que homens encanecidos ni arte, 13>
cbeii de' lcSas e experiencia, de governar
os outros bomens, do ao mando o espec-
tculo da incapacidada, da in'.oloranJa, e
da mais assusladora ignorancia das verda-
deras questSas do nosso lempo ? I S8o
estas as lifoes com qoe educam o sentimen-
to publico, a opinio? assim que prepa-
rara o futuro? Aonda vamo3 is por e^ti
carainho? ao absolutismo? nS>, que n3)
toem fu rea para tanto. Vamijs mais re-
pugi.ante dis dissolucOas sociaes, adissolu-
C3o dos pridc:pios, a gangrena dos espiri-
tos, a morle moral I
O assumpto serio e triste. J me nao
poss) rir, e a indignaco cadeu interamen-
te melancola que inspira o destino pro-
vavel de orna nac'lo, que os seus salvado-
res se esforfam cada vez mais por condena
nar irremissivelm Mite I J me n3o posso
rir, Sr. marquez, apezar de continuar a
ve-lo : que por detraz de V. Exc, em
redor de Vr Ex:., dentro de V. Exc, vejo
eu nma cousa bea po ico para riso : ura
mundo que apodrece !
Este estado de cousas, e o estado dos
espiritos que elle accasa, nao ser3o a jusli-
ficacao mais eloqueute do pensamento e do
fado das conferencias ? a prova luminosa
de que eram necessarias, de qoe eram pro-
ficuas ? deque eslava al,i, lana um exem-
plo a seguir, pelo menos urna tentativa lou-
vavel a res eitar, a animar ? Pois que I
quando os pensamentos sa abaixam, quando
os caracteres se degradara., quando os prin-
cipios se obscurecen), quando as intenses
se envenenam, qurado os actos pblicos
revelam a triste anarchia que vai as cons-
cieocias... pois qoe f nao ?er esse o mo-
mento proprio, conveniente, necessario, de
appellar para a regenerarlo das ideas, para
a propagado das estudos, para a dedict-
c3o das vontades, para a ressurreic3o mo-
ral ? N3o ser "sse o momento de dizer
cada ura a verdade que tera dentro do co-
racSo ?
V. Exc di? qae n5a. V. Exv tem 60
annos, marquez, ministro pela decima vez,
governa alguns mi.hOes d homens... e o
conseibo que nos dcom essas honras e
esses annosa nos, rapases, que minta-
mos 1
o qoe tena a dizer mocidade portu-
gueza um conselheiro da corda de Portugal I
Exm. Sr.: nem eu nem Y. Exc. pasea-
remos historia: e moito menos as inep-
tas portaras que V Exc faz assignar anm
rei sonambulo. Mas suppondo por um
momelo que a gomas de-tas coosas possa
passar ao seculo XX, folgo de de'xar aos
vindouros com este escripto a certeza de
urna cousa: que em 1871 houve em Por-
tugal um ministro que fez urna a:c3o m
e tola, e nm horaem que leve a franqueza
cariddsa de lh'o dizer.Anthero de Quental.
DOCUMENTO NOTAYEL O Indepen-
dente da Coostantina (Argelia) publica a se-
gninte caria assigoada por Hassen Ben Ali
Inglis Bey, que bem pode considerar-se
como um documento notavel:
< Sade ti. Rogo-te qae iosiras esta
resposta no teu peridico. Ouvi dizer qoe
o peridico o kkhbar publicara que os ara-
bes se sublevaram nos arredores de Argrl
em Cunsequencia dos jodeus terera sido na-
turahsados subditos francez9s.
Os motivos da soblevac5o s3o estes:
1. m consecuencia da guerra entre
a Prus>ia e a Franca, e de se ter estable-
c !o no paiz um governo republicano, o
bach agha e ou'.ros rabes julgaram que a
Franca est ex'iausia.
2 Os rabes querem a autoridade
militar, e nao querem a administracSo civil
(isto os que a desempenham, e nao sem
motivo).
3. Os rabes querem ac.commetter-se
uos aos outros, o pensaram qae a Franca,
enfraqoecida, n3o poderia intervir, impedin-
do-os de saciarem os seus antigos odios.
Se o govetno quer que reine a paz na
Argelia, nao tem mais do que mandar nu-
merosos colonos para todos os pontos do
territorio e conceder Ibes in tituifOfS civis.
, porm, um erro vet no decreto relativo
aos judeus a cansa das desordens.
Mil saudaces de parte do servidor de
Deus.
NO VOS IMP0ST03 EM FIUNQA.Se-
gundo refere a Opinin Nationele, o gover-
no daquella naco vai elevar o imposto so-
bre os ces.
No numero dos novos impostos qne o
mesmo governo trata de estabelecer conta-
se o seguinle:
Caictila-se que o numero dos pescadores
ao anzol era Franca de cerca de 1 milbSo
de individuos.
O governo estabelecer licencas para a
pesca, como esto establecidas para a
caca.
A licenca da pesia n3o custar mais do
que um ou dous francos por son.
Este pequeo imp slo prodozir para o
estado 2 ou 3 m Iboes, e a ningoem costa-
r paga-lp.
BANQUETE. L-se o segrate n'uma fo-
Iba franceza:
< No sabbado, Ia de jolho, verificou-se
na casa da prefeitura em Versalhes o ban-
quete offerecido pelo chefe do poder execu-
tivo aos quatro principes de familia de Or-
leans, que esta o presentemente em Franca,
o conde de Pars, o principe de Joinville, o
duque de Anale e o duque. de Coartres.
< O numero dos commensaes era d 29.
Madama Tbiera linha sua diretta o conde
de Paria e esquerda o principe de Join-
ville; a duqaeza de Chartres eslava eolio*
cada direita do Sr.- Tbiera, o qual linha
sua esqu?rda madama de Haassonville, es-
posa do historiador da annexac3o de Lorena
i Franca.
BosD
TJarinc, o
nacional^ M
gran
atuitidu
Sr. de Bartbel
avara osrai-
uthean a Vctor
da asamblea
^Bneral Vinoy.
Honra, o
oville, o
o duque e
a marqueza de Castellano, a dama Parquet,
qoe acompanha sempre a doqueza de Char-
tres o outros.
ooite houve grande recepcJo nos sa-
ldes da prefeitura, assistndo, entre outra;
pessoas, o Sr. Lambrecht, ministro do inte-
rior, e o Sr. Len Say, prefeto do Sena,
acorapanhado de sua esposa.
O FILHO DE BISMARK As folhas es-
trangeiras noticiara a morle do lho do
grande chancellar allemo, motivada pelos
feriraentos que r- cebeu m urna das gran-
des batalba* prximo de Metz.
A conflrraar-se esta noticia, lera o not>-
vel ministro soffrilo ura doloroso golpe, no
meio de todas as suas grandezas e felici-
dades.
HOMENAGEM AO VALOR.O governj
francez conferio ao Sr. Julio Ducatel, sim-
ples picador ao servico do munisipio da
cidade de Paria, a cruz de cavalleiro da Le-
gio de Hon-a. por ser a elle a quem se
dava que as tropas de Ver.albes podessera
entrar sem-abrir brecha nem dar assallo,
em cuja oxasio expz gravemente a sui
vida cora urna serenidade e valar que o
tornarara digno de urna recompensa es-
pecial.
ARMAS APPREHENDIOAS.Diz oSoir,
qae st agora o numero de armas lomadas
aos insurgentes de Pars e j entregues
artilharia, de 403,091 espingardas, 1,007
pecas de campanba e 1,610 carretas de ar-
tilharia.
Alm destas armas, ba anda grande no-
mero de rewolvers, que nao se teem podido
encontrar.
Tambem existe anda urna grande quanti
dade de canboes de campanba ao longo das
f rtificagoas entre o Sena e a porta de Saint
Ouen, o que eleva o numero de pecas a
1,100.
JULES ALLIX. L-se o seguinte na
Libert :
< Ha das qoe Joles Allix, ex membro
da communa. entroa para o hospital de
doudos de Cbarenton, de onde talvez jamis
sabir.
A sua loucura das mais singulares.
t Pretende obrigar, pela forca do mag-
netismo, os juizes do conselho de guerra a
absolverem os acensados da communa, e
forcar por esse mesmo meio o Sr. Tbiera f
demittir-se immediatamente.
< Depois, algumas vezes, recorda-se per
feitamente de todo o que se passou desde o
dia 22 de maio, e pede rara ver este ou
aquello seo co'lega, fusilado ou preso j ha
moito teropo. E' principalmente o Sr. Ba-.
bick qoe elle reclama.
c A sua loucura, segando dizem os m-
dicos, incuravel. O san eslado sempre
pacifico, e limita se geralmente a sobmetter
ao magnetismo todos os objectos que lbe
parece, e a fazer discursos grutescos que
recita aos seus guardas. >
AS ACCUSACOES DE ROCHEFORT.
Noticiam os jornaes franceses qoe o processo
instaurado contra Rochefort contm as se-
guintes accosaces :
1. Por ter excitado o odio dos cidadios
uns contra os outros.
2. Por ter excitado guerra civil e lo
saque.
3. Por ter poblicado no seu peridico
noticias e despachos falsos, tendo conheci-
mento da falsidade delles.
4. Por cumplicidade de assassinat e
por ter impeltido prisSo a execocSo Jts
refens.
Estes crimes sao previstos pelos arts.59,
60, 91, 437 e 440 do cdigo pena! 9 as
penas qae Ibes corresponden] s3o : mdtta,
prisco, reclns5o, trabalhos publico" e
morte.
ASPECTO DE PARS.Um correspon-
dente desta capital faz a seguinte descrip-
c5o do aspecto que ella actualmente repre-
senta :
c Grande afflueocia de estrangeiros em
Paris. As mas cheias de gente os theatros.
concurridissimos, os eslabelecimentos ras-
plandecenles, e os parisienses engenbosos e
scepticos como sempre. Querem saber
qual a grande novidade das vitrina ? As
granadas que os fabricantes de diversos ar-
tigos em Paris teera convertido emeandiei-
ros, guarda-joias, charuteiras, tioteiros, etc.,
etc., cobrindo-os de relevos, pintoras' e ou-
tros adornos.
c Agora todas as novidades procedem de
um objecto de guerra. Ha brincos repre-
sentando bombas, metralhadoras de choco-
late, obazes de assacar-cande e cuias pos-
ticas Congrove I
OQUE CUSTOU A COMMUNA..-A
Jlluslraco publica o seguinte balanco do
qne castou em Paris a communa :
Despezas da communa. 52 raihoes de fr.
Estragos na via publica 3 9
Casa da cmara e mai
ries destruidas...... 36 >
Igrejas.............. 1 > 1
Quarteis............. I >
Theatros............ 7 *
Outros edificios pblicos I 1 >
Palacios e monumentos
arruinados.........114 >
Pequeos prejuizos----- 1 >
Despezas de guerra... 260 >
Casas incendiadas..... 76 > >
Casas demolidas...... 34 >
Arredores de Paris.... 70 > >
Caminhos de ferro arrui-
nados............. 10 >
Gommercio e industria
paralysalos...-, 200
Total.......... 868 >
O EX-IMPERADOR DOS FRANCEZES.
Da Londres escrevem o seguinte a um
diario belga :
< O ex imperador dos francezes, qne se
dzia doente em Cbialehurst, vsitou na
quinta-fera passada a exposc3o de Londres.
Ao vis.tar a scelo das novas invencres, pa-
roa dianta de urna machina de imprimir
sem tinta. O expositor, para lbe dar me
liiof iJa daquella invento, imprimi um
Mnete de visita com as palavras o impe-
rador Nupolelo >, qae I he apresen tou ; ai
imperador, ao lelo, respondeu sorriado-ae:
t Nio est bem; 4eve ir oex-imperador.
Cump raentou o inventor e desos dirigi-
se para o annexo francez, onda se demorju
perto de urna hutf.
NOTICIAS DE^GUN^feOMMUNISTA.
N'uma MM^Beocia de Pars encon-
tramos 0 segflfliV' m
t Parece que Rochefort delira e que se
teme seriamente pela sua raz3o. O sea jul-
gamento n3o se aerificar seuSo para o dia
20 do corrente. Antes deiie ser3o julga-
dos Assi, Rossel, Billioray, llegerc e Ver-
dure.
t Rossel prepara urna mmoria, que ten
ciona publicar. E' o que se mostra raais
tranquillo d'entre toloa os prisioneros.
Courbet mostra grande apathia; Mourut, o
ec/otario de Rochefort, le livros religiosos
Groosset fez versos.
Contnuam a fazer se prses era Paris
e a recolher-so armas occolhs.
EXEMPLO DE MORALIDADE. L-se
n'ama folba estrangera:
E' curioso ura incidente occorrido no
dia 30 de junbo na cmara dos communs de
Inglaterra. Diversos deputadosqueixaram-
se de que o rauseu brilannico se negasse a
aceitar a cora e o calix que as tropas de
lord Napier trouxeram da Abyssinia.
O Sr. GlaJstone d clirou qua, no seu
pensar, o museo brilannico linha razo, e
que esses objectos roubados devam ser
restituidos aos abyssinios. O ministro ac-
crescentou que protesiava contra as presas
da guerra e que este assumpto dava lugar
a inaugurar-se principios mas dignos da ci-
vilisa\3o moderna.
NECROLOGA Os diarios americanos
annunciam a morte do Sr. Vallandigham,
um dos ebefes do partido democ tico,
que-succuinbio de ura mudo bem trgico.
Es como ura da^ses peridicos relata o
acontecraent :
t O Sr. Vallandigham defenda ora indi-
viduo chamado M'Gehan, que era acensado
do crime de assassinato, e sastentava peran-
te os juizes que a victima se ferira por si
masma accidentalmente ao tirar o revol-
ver do bolso. Oadvogade da acrasaQo
centrariou o, mostrando a impossib lidade
de semelbante systema de defeza ser accei
to pelos juizes. Alguna momelos depois,
encontrando-se a sos os dous advogados,
o Sr. Vallandigham pegou n'uma pistola
para mostrar como o accidente poderii ter-
se effectuado. A pistola eslava carregada,
e o Sr. Vallandigham, ao tira-la impruden-
temente do bolso, fez com que ella se dis-
par a sse, entrando-lbe a bala uo corpo. Pju-
cas horas depois falleca. >
JJIAS DA IMPERATRIZ EUGENIA.
Diz urna folba estrangeira qae a esposa
de Napoleao III vender por 750,000 fran
eos (120,000,51000 r s) nm lindissimo collar
de diamantes e esmeraldas. O comprador
dii'se qae fra lord Aylesford, persooagem
inglez. cujus rendiraentos se calculara, em
2 milhoes de libras sterlinas, e que adqui-
ri aquellas joias para as collocar, como
urna inscripto, no seu museu particular
de caridades.
__ i
A ESTATUA DE FREDERICO GU1LHER-
ME II. Um correspondente de Berlim d
a seguinle descripcao da estatua daquella
raonareba, inaugurada por occasiSu da en-
irtf trompbal das tropas na capital da
c A magnifica estatua do pai do actual
imperador da Allamanha, isto do rei
Fredorico Guilberme III da Prussia, tem a
al/ura, cora cavallo e ginete, de 20 ps ; o
actoal pedestal, que S provisorio, tem 13
ps. O verdadeiro pedestal, que ain la nio
est concluido, medir 21 ps de alto, de
forma que o todo do monumento ter urna
altura de 41 ps.
O peso da estatua de 190 quintaes ;
o do pedestal de 420 ; ao lodo, 61O quin-
taes. Todo o monumento de brooze e
foi projectado pelo esculptor Johann llud-
holzner ; foi fundido na grande fabrica de
Einsiedel, prximo de L mckhammer.
Segundo as ordens do imperalor, o
monumento dever estar de todo concluido,
isto no que diz respeito ao pedestal, al
ao anno de 1873.
ANDA AS FESTAS DE BEBLIM. Um
correspondente desta capital d mais os se-
grales pormenores sobre a entrada trium
phal do exercito victorioso era Barlim :
A cidade de Berlim recompensou cada
soldado do exercito com um e doas tha-
lors, o qae sommado, representa ama quan
tia de cerca de 50,003 tbalers. A> todo,
custaram os tres das de fesia com seus
preparativos e llominaces uns 200,000
tbalers.
f O numero de estrangeiros que estibe
ram nessa occasiao em Berlim nao foi de*
200,000, como se disse, mas sim perto de
meio milbo, segando dados exactos.
< Apezar da immensa mulidao que tran-
sita va pelas ruas.nit occom-u desgraca alga-
ma; apenas dvsabo'u urna pequea tribuna,
mas as pessoas que esfavam riel I a nada soflra-
ram. Os qae mais padeceram nesse dia
foram os infelizes soldados: suecumbiram
s.fadigas da marcha e ao grande calor que
fazia 16 delles.
t Estes, antes de ebegarem capital, ti-
veram de caminhar o e 6 leguas. Conta-
se que um soldado, ao pergonlar-lhe nm
official se tema mais os chassepots dos
francezes que as suas metralhadoras, res-
pondera : O qoe mais receio a entrada
triumphal em Berlim, por causa das fadi-
gas que teremos de passar. Recordava se
provavolmeote" da entrada de 1866.
E' taraoem original o terera alguns offi
ciaes francezes pedido bilhetes das tribunas
para verera a estrada. Diz se que Ibes
f a feila a vontade, mas qae se Ibes pro-
hibir o apresenlarem-se cota os seus uni-
formes. E' pouco veroairail esta noticia.
O PYRO-EXTINGUOOR. E' este o
nomo de urna materia liquida inventada
pelo Sr. Flix R >mmel, de Bruiellas, .par
extinguir os incendios. r
A Independencia Belga, lembrndo -os
frequentes incendios que nos ltimos annos
tem destruido valiosos .'edificios da Blgica
recommenda aos grandes industriaos a con-
veniencia de se munirera do uovo liquido,
que, segundo o mesmo jornal a fia ra, jfoi-
experimentado era Franca, na Allemanba,
na Suissa e em Inglaterra, obleado essas
experiencias um completo successo.
Jocundo um relalorioremeltido pelo ca-
da companba de sapaiores bombl-
ros o maire de Reims sobre o resultado
das experiencias fetas por elle com o pyro-
extajpdor, 20 litros desta oreparacl o lin-
eados em i hectolitros dayigua conliJosem
urna bomba fui o bastaste para extinguir em
dous minutos as immensas chamraw de urna
barraca de madira^|& de materiSjnjTC)
bnsliveis, que pag |tm fra eonSat^
da ; a barraca 1 Hkumprimento
4tn de altura, fl
Finalmente, o bombeiros,
pois de narnp algumis experencjR
i]ue fez, coaclue o seo reatorio como
quinte periodo :
Esta iuvenci, senhor maire, poder'
prestar, na cainfaa opiniio, grandes serv-
Cos, principalmente nos incendios Impor-
tantes, era que necesario ombater es
sencias ou materia- gordurentas o quando
a agua nao basta para atulbar os progresos
do fogo. >
CHANTILLY.-L-se o seguinle no 7cr-
nal dos Debates :
Quando o duj,ue de Auipale foi forva-
do a vender o cUtello de Chantil y, em
1851, leve o cuidado de Uvar comsigo os
magnficos quadros que adoroavara a sala
denominada das Batalbas.
Estas notaves obras de arte, poduc-
C5es de Lecomte, represenlavam segundo a
ordena'd> tempo, orna campanba do gran-
de Grad. Tinbam desaiiparecido por oc-
casiao da revoluco da. 1789, mas foram
depois encontradas no palacio dos luvalidos.
O duque de Aumale resolveu voltar,
segando se diz, para Cnantilly. e restaurar
e embelle:ar o esplendido dorainio d >s
Montmorency e dos Conda, se nao fr
exilado. As pinturas que e le tira era sea
poler voltaro anl3o para os lugares que
oceupavara ba 20 anus.
t A magnificencia da galera da Bata
Ibas era tal, qae Luz XIV, entbusiasmado
pala belleza daqaelies sitios, pidi a Cuid
para lbe ceder o castalio e o dorainio de
Chantilly.
Dar-vos-hci disse o rei tudo o
que quizerdes,
t Senhor,responden Condedesde
o momento que os desejardes, estar
disposic3o de V. M. e em troc* n3o vos
pego senao urna graca. a de mo fazerdes
porteiro dessa propriedade.
t Comprehendo-vos meo-primo
concluio Liiz XIV. Chaatilly nunca ma
perleocer.
< Isto passava-se, ba justamente 200 an-
nos, em 1671, e esta conversado verifi-
cava-se na propria galera, qua fra trans
formada em sala de jantar por occasiao
da banquete que o vencedor de Rocroy deu
em boara do soberano, banquate celebre
principalmente pelo triste incidente que o
perturban, a morte de Vatel, lio pltoresca-
raente narrada por Mal. de Svign.
< Entre as curiosidades do castalio de
Chantdly ba um gabinete de senbora co-
nhecido pelo nome de gabinete de Wat-
leau.
< Com a restaurado do dominio de Chan-
tilly voltario sem duvida as celebres corr
Lilas que lbe deram tao grande nomeada
desde a sua fundacio, em 4832.
A proposito deste dominio, encontra-se
nos archivos das cagadas do lempo do gran'
de Conde a seguinle estatistica :
Desde 1769 at 4789 cacaram-se-----
44,750 lebres. 597,470 coelbos, 446.654
perdizes, 80,496 raizos, 49,696 codoro:
zes, 49,944 javalis e 4,662 cabritos mon-
tezes.
PHENOMENO. Conta o Jornal de tan-
nion que fra ltimamente observado em
Perros um phenomeno muito raro naquel-
las regies.
Urna grande tromba marinba, que sahira
da baha daquella porto, f a rebeatar de
encontr s casas qae estao situadas no
caes, sem Ihes causar o menor estrag >.
Algumas pessoas que estavam no porto
presencearam, aterradas, aquello terrivel
pbenomono, que, como sabdo, occasiona
grandes desastres qaando apparece no mar.
Felizmente, a tromba marinba nao dei-
xou outros vestigios de si senao urna cho-
va torrencial, quando desappareceu.
GRANDE INCENDIO.-Escrevem deMaa
ebestef ura diario francez o seguinte :
No sabbado, 24 de juoho, rebentou um
pavoroso incendio na fabrica de algodo dos
Srs. Connell, perto' de Ancoals. O eslabe
lecimeoto, que tinha oito andares, dccupiva
urna rea de 100 metros de compnmento
por 30 de largo. Foi por volta das 7 horas
que se deu palo incendio, do iado de fra,
mas entiio j elle, lavrava com intensidade
no interior, e, quando ebegaram os soccor-
ros, v,-se logo que nao poderiam salvar-
se senao as paredes. Efectivamente as
cbammas, apezar dos estorbes embregados
para as extinguir, rebentaram pelas 140
janellas do inmenso edificio. Fizeram se
ainia algumas tentativas com o risco da
vida de multas pessoas. Tres bombeiros,
qae de um andar superior dirig un as man-
guearas, desappareceram repentinamente
no enorme brazido. Penetrou-se logo nos
baixos da casa para os salvar,4 e, por nm
acaso providencial, urna travo, que cabira
ao mesmo tempo qae ellos, perservoa-os
de serem alcanzad s pelas cbammas. Com
qaanto o seu estado nao fosse perigoso,
foi necessario conduzi-los para o hospital.!
Poucos momentos depois, o tecla abatou
cora ora ruido espantoso. S por volta da
meia noute que as bombas a vapor de
maor forca poderam dominar o fogo.
c Felizmente, nao morrea ninguem, mas
ha um grande numero de fondos. As per-
das materiaes sao calculadas em 2,500:000
francos. Um grande numaro de operarios
ficaram sem trabalho, mas trata-se de os
empregar em outras fabricas. >
UNIVERSIOADE PARA MULHERES-
Dizem de S. Petersbargo Gazeta do Bal
(icoqae depois de longas discussoes, o go-
verno approvou a fundago em Moscow de
urna especie de uoiversidade para mulheres.
A Iniciativa parti do reitor da oniversidade
de Moscow, o conhecdo historiador So-
lowieff. Paderio frequentaf a nova uoiver
sida de nio s s senboras solteiras, como
as casadas e vhvas, provaodo para isso
qpe posauem os necassanos conheciraenloa
preliminares.
A matricula ser de 50
como na universdade official. Por em
quanto s se abrir urna faculdade, a bisto
rico-filologica, qna lera por fim formar mes
iras de iostruccio secundaria. X>epo#abrir-
se-hSo outras facaldades.
=
O CANAL DE SUEZ.-L-se
n'uma folba estrangeira:
Annunciam de Constatin
gou aquella capital lord Darli
riqa. Bolwer) pin iifK>rinar a
impofaivel caniajar aberto por muito tem-
po o canal de Suez, sa elle continuar em
poder dos seus actuaes possuidores, e para
recommeudar.lhe qua o compre, porque o
vcer(i^a\r _Egypto nio esta disposto a
Mrling iccrescentou qua os re-
da companhi ala insnfficientas pira
r **wWlu|acio das areias, porque aio
necessii)1orTi^ capitaea e bracos. Final-
mente o envawiQglez advertio o governo
turco de qae otante empreheoder a
consiruccSo de um cnHaho de ferro pelo
valle do Eufrates, para coV, fim offerecea
por d.sposico da Porta engeubeiros bri-
tannicos.
*
PRISIONEIROS FRANCEZES -ExtrahtV
mos o seguinte do jornal francez Bien Public
Acaoam de entrar enkEranca os prisio-
oeros que foram condolidos para a Alle-
(uanha depois da batalbi de Bourget; ti-
nbam sido internados no Wurtemberg e a
raaior parto d'eiles resbam em Erfurt.
Na so queixim nem doa alimentos, nem*
das prvacoos, nem do trabalho a que ti-
n'oam sido sujeitados, mas sim da incom-
moda vigilancia que exerciam sabr elles:
acorai)anaava-os sempre um soldado nos
menores uoovimentos e as mais pequeas
jornadas que lobam a fazer. Estavam alo-
jados era barracas de madeira bem aqueri-
das : levaatavam-se s 7 horas e a sua prin-
cipal oceupacs 1 consista em tirar a nave
dos caminhos, neste paiz que est conti-
nuamente coierlo della. Esta occopacio
era para tiles a menos desagradavel.
O que Ihes repuznava mais era o con-
duzrem para o caminbo de ierro os tbu-
zes e as munices destinadas lo exercito
prussiano era Franca. Almocavam ?s 44
horas e jantavam s 5 i os alimentos eon-
sistiam era pur de cevada misturados com
batatas; o pi era triguearo, mas depois
de urna visita de Amecains fui raelborado.
O trabalho diario di-.id.a-se em doas par-
tes ; das 8 s 14 da manbia o das 2 s 4
da tarde ; no resto do lempo podan dor-
mir. Os prisioneiros tivetam sempre nani-
ta falla de dioheiro. >
PRISO DE UM ARCEBISPO.-Em urna
correspondencia de Italia dirigida a um
diario belga le se o seguiste;
< Foi ltimamente preso em aples
monsenbor Gallo, arcebispo de Ptraaso,
ebegado a pouco de Roma. O prelado fot
preso s 9 horas da noule na sua propria
babitacSo, na ra Pontenuove, e conduzido
priso da Concordia.
< Os jornaes de aples asseveram que
foram encoutra ios n casa de monsenbor
Gallo documentos importantes sobre orna
conspirafio contri a seguranca do Estado.
O arcebispo fra preceptor de Francisco
II, ex-rei de aples; foi elle qae minis-
Irou os ltimos sacrameotos 10 rei FeroiB-
do II e raioha Maria Tbereza de Aus-
tria. >
O tribunal confirmou alpruio do prelado
e o processo vai ter o devido andamento.
FALTA DE OPERARIOS.Diz um dia-
rio pariziense que se nota n'aquella capital
a falta de operarios, que diminuiram con
sideravelmente com os ltimos acontecimeo-
tos. Apenas se encontram ali em maior
numero os lapidarios de vidro ; os sapalei-
ros diminu ram em numero de 46,000.
CAO DENUNCIADOR.L-se o seguinte
na Patria, diario pariziense.
* A communa tinha maneado, para admi-
nistrar a miirie de Moulrouge, quatro in-
dividuos que adquirirn) ama triste cele-
bridade: foram Avoine pai e filho Billiory
e Martellet. sabido que os tres primei-
ros foram presos equto quarto tinha at
boje fgido vigilancia da autoridade. Aca-
bamos porm agora de saber, qu os agen-
tes da polica secreta descubrirn-, de um
modo original, o lugar em qae eile eslava
refugiado.
< O cidadS) Martellet traba um cao que
todos os das levava comsigo para a ma rie
e tanto isto era de costme, que logo que
o delegado eotrava, di liana os empregados:
t Chegou Martellet e o seu cao. >
Ora o animal, depois da decadencia
de seu dono, vinha de lempos a tempos vi-
sitar o palacio da mairie, o que fazia com
que os empregados exclamassem : Ah
est o co de Martellet. 1 ,
a Os agentes da polica., apercebendo
esta circumslancia, resolveran aule-bonleui
seguir o cao, que, depois de. dar algoma,
voltas em redor da praca da Mairie, diri
k>io se apressadatnente para a ra Alesie.
0> agentes toraaram nota da-casi onde ella
entrou, e hontem de manhfia, apresentan-
do-se ah, encontraras o anligo delegado da
communa ao fund do jardim, lendo soca-
gadamente um jornal, tendo o ci a seus
ps, Martellet entregou se pn$5o sem
opoor a menor resistencia, foi meltido dea-
iro de nma carruagem e condaso prt-
feitura, nio proferindo sequar orna palavra
durante o trajecto. *
ANDA NAO SOCEGARAM.Apesar das
innmeras prises que se razem aioda dia-
riamente, em Paris, e das ncessantes bus-
cas que se do em casas suspeitas, o que
tem foito cabir as raaos da autoridade al-
guns individuos ioailcados aos ltimos
acontecimentos daquella capital, apesar de
tudo isto, reptimos, rara o dia em que
por mai> de urna vez nt^fej^Birado de
urna janella ou de ama porta um tiro sobre
um soldado, que militasH4T'ha acorta
o outras vai empregar-se ens algnm vian-
dante pacifico I
Os jornaes de Paris trazo lados oa das
noticias destes alternados.
No dia 2 parece qoe se man festaram
symplomas de agitacao nos aairros de Bel-
leville, d) Menilmontant e da Villele, per
cujo motivo a autoridad! militar sa vio
obrigada a tomar de novo as iirecaocSes de
vigilancia qae ji tinba feito cessar. Isto
tambem deu causa "a effectuarem-se muitas
prsSes.
Qaando desappareparo as communistas
de Paris?I
D ESPERABAS. Diz. a Bpoca de
S,08lrikdrid,qaeoju..deAto"
rando um processo contra 1
chamad) Frederico Cerezo,
da escola da povoaco de Cana
ouciou parante os ootr
condiscipuloa ora discurso sa iv^s 1
dvnastia de Hesu-tc
-cedo I ^
x

pro-

)Ulllt^-ttA DO Dii
WfSUSI


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