Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12445


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Full Text


7

V

\
ANNO XLVII. KUMERC (69

?ABA A tA?!TAI E LDGA2ES Oi'D IAO SE 'A6A POBII.
.r?or tres mezas adiaaUdo*........... _,
Por seis dito ,w...........'..-.*'. '. '. '. .
Vorarnaantiiea.....................
Csds onwro tvolso, ,..........., .
6*000
120000
14*000
320
QUINTA FEIRA 27 OE JULHO DE 1871.

PABA DEinO E F01A DA PBOVIfCA.
Por tres nexo* adunUdM
Por mi ditos dem.
Per nove ditos idem
Por om anno idem

.
171000
MI DE P1MAMBIM
Propriedade de Hnoel Fi

.-i i ..
de Faria & Filhos.
t-

Gi Srs. Gerardo Antonio Alves d Filhos, no Para ; Gonfalvea Pinto, no Maraoso ; Joaqfflm Joe de Olivara R*o, no Caar* ;
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ;Feli'ppe Estrella d C, na Parahyba ; Antonio Jet* Gomes, o
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francioo lavaras 4a Costa, em
*e Lew Braja, no A/acatf ; Joio Maris Julio Chive, no Aas ; Antonio Marques da Silva, no NaUi; JoH Jum
i*; Beiarmino dos Sanies Boleto, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga,
Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Leite, Serqninbo & C. no Rio de Janeiro.

PARTE OmCIAL.
Ciovcriio da provincia.
KZPEVIENTK DO BU 19 DB JULHO DE 1871
Ae: s .-
O vicepresidente da proveca, tomando em
ousideracaoo que expoz o Inspector da thesoura-
ria de fazenda, era sua informara o de 17 do tor-
rente, a. 8, resolve aatorisar sob a responsabi-
iidadedi misma presidencia, nos termos do de-
creto n. 288i, do !. de feveroro de 1862, om
crdito de I3:6M*O:0 pira oecorrer-sa as des-
pez** de veueimeutos aa reparliea > da marinha
nesta provincia no actual ejercicio, at que di
gue a ordem do thesooro aaciorfal destribundo os
crdito* votados para lies despezas.
O vce-presidenta da provincia, attendendo
ao que expoz o inspector da thesouraria de fajea-
da, em oflliio de bootem, n. 450, rssolve autori
4ir cob a respon sabilidade da presidencia, nos ter-
mos do decreto n. 28Si do i." de fevereiro de
862, un crdito supplemeutar, ua importancia de
110001030, sendo 10 cont; para continuado dos
pagamentos de despezas feitas do exercicio era li-
xereito e 1:000*000 pela arsenaes do minis-
terio da guerra.
O vice-presdente da provincia, a vista da pro-
posta do tenente-coronel commandanle do 3.* ba-
alhode infamara da guarda nacional deste mu-
nicipio, 6 da informacao do respectivo comuiau-
dante superior, em offlcio n. 121, de 5 do corrente,
resolre, de conformidaae com o artig 48 da le n.
102, de 19 de setembro de 1850, nonvar para o
dito batalhao o offkiaes seguintes :
3.* eompauhia.Alteres o guarda Garlos da SI
va Araoj .
<$. eompanhiaAlferes o gaarda Eduardo Da-
aiel de Souza.
O viee-presidente da provincia, a vista do
ofHcio do eomrnandante superior da guarda nacio-
nal do municipio do Brejo de 23 do mez prximo
iludo, resolve,- de conforroidade com o artigo 05
da le o. 602, de 19 de seteinbro de 1850, privar
Jos Val-mira Cesar de Barros, do posto de alfe-
res do batalhao 3o Je infanUria do dilu municipio,
por nia ler tirado patente no prazo da le.
O vise-presidente da provincia, a vista da
prapoita do commandanle do batalhao 35 de iu
fantaria da guarda nacional do municipio do Bre-
o, a do que informou o coramandante superior
reepaetivo, em ofB:io de 5 do mez prximo pas-
cado, resolve nomear, de onformidade com o ar-
tigo 48 da lei n. O, de 19 do setembro de 1850,
para o dito batalhao os offlciaes seguiutes :
Eitado-maior. Teuenle-eirurgio Florencio Jo-
s Cavaleaote de Alboquerque.
1.* eompanhia.Alferes o 1.* sargento Francis-
co de Oliveira Travasso.
4.a eempanhia.Alferes o l. sargento Joo de
>eus Cesar de Barros.
O viee-presidente da provincia, atienden lo
ao i|ie rbquereu o capillo Jo- Francisco de Sal-
les do 55 batalhao de infamara da guarda nacio-
nal do municipio de Agua- Preta, resolve, avista
do parecer da junta de saude, que o julgon inca-
paz do servido activo, e do que informou o ecra-
ruan Jante superior da guarda ucional deste mu-
nicipio, para o qual leve paagScem, transferi-lo
para o da reserva, ficando agfrfgado ao 2.' bata-
lhao Mella.
O viee-presilente da provincia, attendendo
:io que requereu Jos Gomes de Oliveira Coutiabo,
comeado alferes da 3.a eompanhia do natalhao n.
18 da infantina da guarda nacional do municipio
de Nazareth, resolve di-pensa-lo do lapso do lem-
po, em que incorrido, aAm de poder tirar a sua
patente no prazo de 45 das, a contar deata data.
O vice-presidento da provincia, attendendo
ao que expoz o doutor director geral Interino da
:nstruceio pnhlica em offlcio de 13 de abril deste
anno, sob n. 124, resolve remover o professor n-
terin) dacadeira de S. Jos de logazeira, Galdino
Turiano Nogueira, para a de Afolados na fregue-
sa do mesmo norae.
O viee-presidente da provincia, tendo em
vista o offlcio do doutor director geral interino da
:iistrucro publica de 17 Jo corrente, sob n. 266,
resolve.de eonformidade com o disposto no artigo
7.* da lei n. 369, de 14 de maio de 1855, nomear
o tenente-coronel loaquim Loeio Monteiro da Fran-
ca para exercer o cargo de delega-Jo litlerario do
iHirieto de Trottbelas.Expediram-se as neces-
-anss eommuBieacdes.
i Hii-Mos :
Ao brigadeiro eomrnandante das armas, ap-
irvando o coatrato que celebrou com o cidadao
\ntonio Victor de S Barreto, para o tratamento
lo? cavalijs pasto, pertencentes ao deposito es
r.eml de instruccS).Cora mu ni ;ou-se a thesou-
. i: i de fazenda.
Ao doutor chefe de polica, declarando em
resposia aoseu offlcio, que em 5 do corrente, au-
?orisou-se o inspector da thesouraria provincial a
mandar adiantar ae delegado do termo do Onn-
curr, por intermedio do thesoureiro dessa repar-
ticio, a quantia de 600*000, para occorrer as des-
peja com o sustento dos presos pobres da cadea
Ao mesmo, traasmiltindo para os devidos tos,
topia do offlck. em que o juiz e direito da co-
marca do Limoeiro, participa ter julgado proce-
d-nte a denuncia dada pelo promotor publico da-
huella comarca, contra o segundo supplente do
-ubdelegalo do segando dislricto de Bom Jardim
por abuso praticado no exercicio de suas funecoss
.i jantamente a pronuncia do subdelegado de Ta-
liiarilinga, Manoel Joaquim da Silva Curvello, por
nio ter prendido, e se acompanbar com o crimi-
noso Fabrleio Correia de Albuquerqu;.
Ao in-pector da thesouraria de fazenda, pa-
ra que, de conormidade com a sua infonr.ac.ao,
mande salisfazer o pedido junto, de medicamentos
; objecto?, precisos para a pbarmacia e enferma-
ra do presidio de Fernando de Xoronha.
Ao mesmo, commuoicando: para os devidos
ins, que o engeuheiro encarregalo das obras ge-
raes enviou a presidencia, com destino ao minis-
terio da agricultura, o rotatorio das obras a sen
"argo.
Ao da thesouraria provincial, declarando em
resposta ao sea offlcio qae, por despacho de 17
deste mez, concedeu-se ao collector de rendas pro-
inciaesd* Iiamb, Antonio Goncilves de Oliveira,
iixis 30 dias d prazo em prorogaco do qae ob
leve era 9 de junho ultimo, aura de p-eslar a res
pectiva flanea.
Ao mesmo, mandando pagar ao professor da
adeira da Varzea. Francisco da Silva Miranda, os
*eus vencimenlos correspondentes aos dias decor-
ados de 10 de abril a 28 de maio deste anno, em
-|ue deixM. de dar aula por motivo jusfkavel.
A regelor do gymnasio provincial, recom-
i'.iadindo ase faca relacionar devidamente, afim
de-serem ndmitdos nesm estabelecimento, quan-
do boaver vagas, o menor Jos, Albo de Thereza
1 .oaandrina da Barios Mello, viuva de Jos Anto-
nio di 6Ua Mello, e Francisco, Albo de Frederico
?eu c immando, para fazeren o servieo das rondas
nolornas.Communicou-se ao chefe.
Ao erigenheiro enearregado das obra* mili-
tares, dizendo, em resposta ao seu ojffleio, que
aprsente u org.ment oos cablde, que
ncessarios as reservas do quirtel do 9.1
Ihao de infamara, oitendendo se para is^o
respetivo commandanle.Ioteiroa-ae ao
mandante das armas.
Ai director do arsenal de-guerr, reeom-
mendanto, em viriudede refSjrHfc ocnmman-
dante das armas, que aclire a setisfacio dos pedi-
dos de objpctos para as escolas do 2.* e 9. bata-
Ih5es de infantina.
Ao mesmo, declarando, em solucio ultima
parle do seu offlcio de 4 do corrente, sob n. 4,
relativamente ao procedimento lido pelo sargento
e pravas que guarnecan a bomba d'esse arsenal
por occasio do incendio havido na ra do Bario
da Victoria na noite de 23 de jonho ultimo, que
providencie, se j o nao liver feito, como se deter-
miuou em 27 do mez passado. i
Ao engf nheiro enearregado das obras garaes
recomrnendanlo que remetta presidencia, como
preceiia a circular do ministerio da agricultura
u. 211 de i\ de abril de 1869, copia do relatorio,
que com destino qurlle ministerio, confeccin m
no 1." do corrente, visto interessar provincia a
materia do mesmo relatorio.
Ao tenente reformado Braz Jos dos Res,
inteirando-o de ter sido nomeado para fazer parle
da commissao de exame de contas do cofre das
mollas da capitana do a >rto d'esta cidade, a qual
deve reunir-se no da 22 do corrente.Expediram-
se outras cotnraunicacoes.
Ao arrematante de impostos provinciaes no
Grauito, Ig-.iacio Caetano Alencar Rodovalho, res-
pondenJo, com urna copia da informacio do ins-
pector da thesouraria provincial e do parecer do
respectivo procurador fiscal, ao offlcio de 26 de
maio ultimo, em que consulta acerca dos bensdo
evento e cobranza do algodao, sola, cerreaes e
mais gneros-, que sahirem desse municipio com
destino outras provincias.
Portaras :
A' cmara municipal da villa da Eseada, de-
clarando, em solucio duvida comida em oflJcios
de 29 de maio ultimo e 7 do corrente, que pode
insudar etTectuar o pagamento do que estiver a
dever ao sea procarador, do modo por qae coslu-
ma faz-'o, e nos mesmos termos entro qual-
qner credor.
Ao gerente da eompanhia Pernambueana,
mandando dar duas passagens de estado r, al
a Parabyba, no pnmeiro vapor q'ie para alli se-
guir, Francisco Xavier Mathias da Silva e seu
filho Jos Augusto Cavalcanti Silva.
Despachos :
Antonio Carlos de Leraos-Daarte.Nao tem lu-
gar o que requer o supplicanJe, era vista da iu-
formacao.
Adolpho Cavalcanti de Oliveira Maciel.Nio
lera lugar o que requer o supplicanle.
Dedurdo Reg Iticiel.Informe o Sr. comman-
danle superior do municipio do Breo.
Major Emigdio Camello Pessca de Siqueira Ca-
valcauti,Aguarde o supplicaote que sejam postos
a concurso os offlcios de jostica que requer.
Frederico Augusto de eraos.Dirija-se ao Sr.
regedor do gymnasio.
Francisco da Silva Miranda.Offlcia-se nesta
dala thesouraria provincial, no sentido que re-
quer o supplicanle.
Ignacio Nery Ferreira da Silva Lopes.Informe
o Sr. commandanle superior da guarda nacional
do municipio do Recife.
Joaquim Marques da Porciuncula.Iaforme o
Sr. Dr. juiz de direito da comarca de Palmares,
AuMtsladeLemos.
-- Ao juit de direito da prinieira vara desta ca-
lijal, transmitlindo era additamenlo ao offlcio de de sade.
<7 do corrente, o conselho de utgamento do sol-
. tajo do eorpo de policia, Macano Joao Byangelis-
ouvindo o respectivo juiz muoicpal.
Joo Dias da Gunha Coutinho.Informe o Sr.
commandanle superior da guarda nacional do
municipio de Nazareth, quem voltani, ouvindo o
commandanle do batalhao n. 20, sobre o que re-
quer o supplicanle.
Jos Ignacio Avilla.Encaminhe-se.
Manoel Romao Correa de Araujo Jnior.Como
requer.
Mmcel Antonio Teixaira.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Osear Destibeaux.Informe o Sr. engenheiro
ebefe da reparticao das obras publicas.
Paulino Jos Celestino.Informe o Sr. director
interino do arsenal de guerra.
Thereza Alexandrina de Barros Mello.Dinja-se
a supplicanle ao regedor do gymnasio.
Vicente Ferreira de Paiva Simoas.Entregue-se
mediante recibo.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Offlcio :
Ao gerente da eempanhia Pernambueana,
inieirando-o de que a presidencia eoncedeu urna
passagem de estado proa, no primeiro vapor que
seguir para o presidio de Fernando de Noronha, a
Aotonia Mara do Nascimento, mulher do senten-
ciado de justca Antonio de Freitas Bzerra.
EXPEDIENTE DO DA 20 DE JULHO DE 1871.
Acii-8 :
O vice-presideute da provincia, attendendo a
proposta do tenente-coronel eomrnandante do 1
batalhao de reserva da guarda nacional do muni-
cipio do Recife, e a vista da informacao do respec-
tivo com naodaot) superior de 9 de junho prximo
passado n. 87, resolve de conf rraidade com o ds-
posto no art. 48 da lei n. 60! de 19 d^stferfibro
de 1850, nomear para o referido batalluo os offl-
ciaes segnintes :
Estado-roaior.lferiS-secr?tario o guarda Joa-
quim Moreira de Mendonca.
2.a eompanhia.Capilio o lente da 6a Manoel
Antonio de Jess, lente o alferes da raesma Capi-
talino Goncalves Ls'a, alferes o guarda Emilio
Pereira de Abreu, alferes o guarda Joao Jos da
Cuoha Lages.
3.a eompanhia Capitao o tenente aggregado
Geraido Correa Lima, lente o alfores da 6" Ro-
drigo Jacome Martins Pereira.
5.a eompanhia.Capitao o lente d mesma
Joa juim Jorge de Mello, tenente o alferes da raes-
ma Joio de Castro Olivaira Goimaraes, alferes os
guardas Jos Alfonso Monteiro e Jos Ildelfonso
de Mello.
6.a eompanhia.Tenente o alferes da 21 Joao
J a juim de Figueiredo, alferes os guardas Joo de
Lemos Leal Res e Djmingo Soria ao de Oliveira
Souza.
O vi ce-presidente da provincia, attendendo
ao que requereu a directora da sociedade soecor-
ros mutuosVinte e Oito de Julho, resolve de
conformidade com o 5 do art. 29 do decreto
n. 2711 de 19 de setembro de 1860, nomear o Dr.
Malaquias Antonio Goncalves pira oceupar o car-
go de pre idente da raesma socidade.Expedi-
ram-se as secessarias communlcacoes.
Offlcios:
Ao brigadeiro commandanle das armas, man-
dando por em liberdade o recruia Joao Ferreira
de Lacerda Jun or, que provou isensao legal.
Ao inspector da thesouraria de fazenda, com-
municando que o juiz municipal do termo de
Agua-Prela, bacharel Manoel Aunes Jacome Pires
reassumo no da 17 do/arrente o exercicio do
eu cargo, por terera ceSado os seas nconmodos
dre Clemente NegrL qae deixa em seo lugar o pa-
dre Joao Baptista Riuberti.
Ao mesmo, declarando em reposta ao seu
offlcio, que nao bouve contrajo propiamente dito
com tintino Manoel da Cruz Cousseiro para os re-
paros que esli sendo executados no lazareto da
ilba do Pina; apenas o engenheiro enearregado
das obras geraes antorison a execoeo desses re-
paros como obras sopplemenures. em vista do
aviso do ministerio do imperio de 12 de setembro
do aooe passado.
Por es a thesouraria mandou-se pagar :
Ao ex-soldado do 2* batathao de infantina-dw
linlia. Vicente Manoel Ferreira, a quantia di ....
63/353, que se Iha est a t>ver as peca' dd far-
damento, que nao receben.
Ao i. n -me Pedro Paulo d Santos a de 724981,
despendida cora o fornecimento de luz e agua ao
quartel do destacamento do temo de Cimbres des-
de setembro do anno passado a Janeiro ultimo.
Cmmoncou-se ao Dr. chefe depilica.
Pela thesouraria provincial tambera man-
dou-se pagar:
A' Fiavio Goncalves Lima a quantia di 35*800,
provenienie do sustento dos presos pobres da ca-
deia do termo da Boa-Vista. Antonio Thomaz de
Oliveira e Jos Francisco Feitosa, sendo 11*830
relativos ao pnmeiro, e 24# ao segundo Conimu-
nicou-se ao Dr. chefe de polica.
A' Francisco Ludgero Nunes Yianna a de 9G*
correspondente ao sustento dos presos pobres da
cadeia do termo de Olinda, durante os mezes de
fevereiro a maio deite anno.Inteiroa-se ao Dr.
;hefe de policia.
_ Ao capitn Dorinde da Caoba Lima a de......
359*360, despendida com o sastnlo d>s presos
pobres da cadeia do termo do Buique nos mezes
de abril a junho deste anno.Tambera communi- -j
con-se ao Dr. ebefe de polica.
A' Joaquim Silvero de Souza a de 43*, era que
importara os alogueres de duas casas, que servem
de cadeia e quartel ao destacamento, existente em
Papaeaca, sendo o da primeira de 3 mezes e meio
vencidos a 30 de junho ultimo, e o da segunda de
3 mezes (iodos a 29 de janho ja citado.Commu-
nicou-se ao Dr. chefe de policia.
Ao Dr. chefe de policia, dizendo qae para
poder resolver acerca da despeza, qne solicita em
sea officio de 18 do eorrenle sob n. 980, do servi-
eo activo para o gaarda mfcion.l Joo Ferreira de
Abren, faz-se preciso qne declare a que batalhao
pertence o menciooado guarda.
Ao coramandante superior da guarda nacio-
nal do municipio do Recife declarando para os fias
ccnvenienles, haver designado novamente o dia 24
do correle para a reunio da juata que em ulti-
ma instancia deve jalgar as pracas do carpo de
policia, Joo Correa de Oliveira, Leas Evangelista
de Souza e o cabo Constantino Antonio da Sil-
va Igual communicacao fez-se do Joto de direito
da Ia vara.
.4o do municipio de Carnar recommendan-
do, que expeca suas ordens ao commandanle do
batalhao n. 57 de infamara, para qae as reacti-
vas pracas se apresentem ao delegado d > districi
de Paoeilas, apenas forem notificados para qual-
quer deligencia policial.CommuniQBB*-se ao Dr.
chefe de polica.
Ao engenheiro enearregado das obras mili-
tares, para que sem demora mande fazer o rete-
Iharaento da casa do rancho e cosinha de quartel
do 2 b3talhao de infamara, na fortaleza das Cin-
co-Ponas o qual fo oreado em 61*980. Expel
ram-se as neeessarias commnnica6des.
Ao thesoureiro das ltena, dizendo em res-
posta ao seu oflfoio, que poda extrahir a parle da
lotera -concedida a favor das obras do hospital da
ordena terceira do Carino desta cidade, segurado a
elassificaco da lei n. 994 de 13 Me junho ulti-
mo.
Portaras :
Aogerent da eompanhia Pernambueana
mandando dar urna passagem de estado a r al a
provincia do Rio-Grande do Norte no primeiro va-
por que segu r para alli ao major Aff raso de Paulo
de Albuquerque Maranho, empregado na alfan-
dega daquella provincia.
Ao mesmo, para dar urna passagem de esta-
d i ar at Acarac, no primero vapor que seguir
para o norte, a Alexandre Luiz da Costa.
Despachos :
Anvelica Mara do Espirito Santo.Sej posta
em liberdade.
Padre Hercnlano Marques da Silva.Em vista
da informacao da thesouraria provincial, nao tem
lugar.
Padre Joaquim da Cunha Cavalcanle.A' vista
da informacao da thesouraria provincial, tndete-
riio.
Justino Jos de Souza Campos.Informe o Sr.
engenheiro chefe da reparticao das obras publi-
cas.
Joaquim Jos de Souza Rabello.=Inf >rme o Sr.
vice-provedor da Santa Casa da Misericordia.
Manoel Cavalcante de Albuquerque Lins.In
forme o Sr. inspector da thesouraria provin-
cial.
Rosalina Maria da Poriilcaco.Por ora nao ha
vajja para ser admittido o filho da supplicanle.
Vicente Manoel Ferreira.A' thesouraria de
fazenda com offlcio desta dala.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO. |
Offlcio:
Ao Inspector da thesouraria provincial decla-
rando, de ordem d i presidencia, e para os flns
conveniente?, qae o vigario capitular conceden ao
coadjutor da freguezia de Nossa Senhora da Gra-
ca daCapunga,padre Frederico Augusto Raposo da
Cmara, tres mezes de lcenca para traiar de sua
sade.
*>
ajua
>).L*iz Jet Perrira de Carrattoi bri-
t.Clemente brancilto Taares, tenente
de ordens enearregado do detalhe.
T
epartl$o da palela.
Secretaria da policia de Pernamba-
ulbo de 1871.
Bxra. Sr. Levo ao conhecmemo
d* V. fie. que, segundo consta das partiei-
paede* ffceViidas boje n'esta reparticao, foram
hntemliBioIridos casa de detenco os seguiotes
Individuas.
A' orem dosnbdelegado do Recife, Joaquim,
escravo de Fransco Rodrigues por disturbios.
A' ordem de n Santo Antonio, Joo Fructuoso
!-* e Tranquilina^scrava do convento do Carino,
por distnrbios.
A' ordem do 4 S. Jos, Seralim Valeriano
Francis da Cnnh'por embriaguez e desordem ;
e Joo Omaco dosassos a mioha dsposico.
A' orMem do da Boa-vista, Richard Vauve e
Joio Antonio de Olivlra, por desordem.
A' orem do da Chunga, Lniz Antonio dos San-
tos Pereira, como ind-iado era erime de furto.
A' ordem do da Mgdalena, Pedro Gomes de
Alcntara por desobeoencia.
Nesta data fiz reeolhr a casa de detenco a
Flix da Costa Barbalho qae na tarde de 21 de
junha ultimo assassoouia freguezia da Varzei a
Patricio Manoel de Jesn, de qoera tratou um
dos mesa antecessores ia parte diaria sob n.
856 de 17 do dito mez, -umprindo-me declarar
que o referido criramosoapresentou-se volunta-
riamente ao subdelegado daBoavagem, afn de
ser recomido a priso e rftponder pelo crime de
que acensado.
Deus guarde .V. ExcRm. e Exra. Sr. Dr.
Manoel do Naseimeoto Maculo Portella, viee-
presi lente da provincia.O elefe de policia, Her-
mogenes Scrates Tacares de Visconcellos.
aTafla de Sor snbmettdo a junta, qae tem
reumr-ee no da 22 deste mer-Commumeou-se
f> commandant superior do Recife.
Ao commanlante do eorpo de polica, para
Ao mesmo, para que de conformidade com a
soa Iniormaco, mande satisfazer o incluo pedido
de mil saceos com fannha de mandioca para pro-
vimt-nto do almoxarifado do presidio de Fernando
de Noronha.
Ao mesmo, mteirando-o de haver o vigario
capitular concedido donar4ae1e8de_licencaao.lt
aoe diariamente mande aprsenla? ao Dr. ebefe ,___-_------
Je omicia um offieiai e 12 pracas do corpo sob. I capellao do presidio de Fernando de 1\ jronha pa.
Commando das armas.
jUARTEL OENBdAI. DO COMMANDO DAS ARMAS
NA PROVINCIA. DE PERNAMBCO, 25 DE JO-
LHO DE 1871.
Ordem do da n. 566.
O brigadeiro commandanle das armas publica
para conhecimenlo da guarnicao, e flns convenien-
tes as segnintes di-posc8es :
1.a Que a presidencia em offlcio de 13 do cor-
rente remellen copia do aviso do ministerio da
guerra de 27 do mez passado que mandou abonar,
por excepcao, aos inferiores e cadetes dos corpos
do exercito gradalos no posto de alferes, o sold
deste posto.
2.a Qae a 20 deste mea mroeiou para servir in-
terinamente o lagar de seu ajudaote de ordens de
pessoa o Sr. major honorario do exercito Jos
Luiz Pereira.
'3.a Que a presidencia deferindo os reqnerimenlos
dos alferes honorario' do exercilo Damio Lopes
Ferreira Goimaraes e Amonio Rodrigues Brasilia-
no Carvalhaes, por offlcio de 21 lambiin do cor-
rente, autorsou a emprega-los no deposito espe-
cial de iosirucco para fazerem o servicn que Ihes
competir pelo que foram hontem incluidos no mes-
mo deposito na qualidade de adidos.
4.a Que por aviso do ministerio da guerra de
12 do corren*, fo approvado o contrato celebra-
do com o religioso Carmellita fre Jorge da santa
Anna Loeio, para servir temporariamente de ca-
pellao do 9a batalhao de infantara.
5.a Finalmente, que. esta data, em virtude de
autorisacao da preaidoacia era offlcio de 24, se
mandou incluir no deposito de recrutas para per-
ceber por alli seas vencimenlos, o alferes honora-
rio do exeroito Antonio Paes de S Barreto, aliento
a seu estado de completa eeguelra, e pauperismo,
A que q govorno imperial resolv fcre a penslq
por US p^ida.
SENADO. ,
DISCURSO B0 IXM. SR. CO.NSEI.HEIRO JOS BBNTO DA
CURRA E FIGLEIHEDO, NA SESSO PE 20 DB JONHO
ULTIMO.
O SR. CUNHA E FIGUEIREDO :Serei mui'.o
breve, Sr. presidente. Quandy se tritn desta ma-
teria em Ia discusso, nao quiz mu de proposito
lomar parte no dbate, nio so porque nao dese-
java de modo algum estorvar a passagem do cr-
dito qae o governo pedia para cuidar do prolon-
gameoto da estrada de ferro de Pedro II, como
tambera porque nos negocios de melhoramentos
materiaes reaes de man paiz soa quasi sempre
nota especie de cosmopolita ; acho-me por via de
regra disposto a dar em favor delles o meu voto.
Maa qaaado fallou o nebre ministro da agricultu-
ra, parteando eoncordar com o noore senador pela
provincia da Baha, que pugnava pela preferencia
quedeviaser didai estrada de farro daqaella
provincia em retaceo i de Pernanabuco, fiquei as-
susta*, (Rie.)
Entretanto nao qmz mesmo assim pedir a pala-
vra : conflava bastante no criterio do nobre mi-
nistro, que de mais a mais digno filho da pro-
vincia de Pernambaco. Tendo, porm, oavido
hontem ao nabre ministro da fazenda e presidente
do conselho dzer, qae se devia sobretodo attender
ao prolongaraento da estrada de ferro da Bahia,
fiquei sobre medo assustado (riso), e desde eoto,
reconhecique nao era possivel deixar de fazer al-
gumas observares que sirvam no presente en o fu-
turo, como de protesto, a que me julgo cora direi-
to, nao s como representante pela provincia de
Peroambueo, mas como sendo ura daquelles que
mais trabalharam, para que a estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco fosse inaugurada. Por tanto
ja v V. Exc. qne tenho indeclinavel obrigacio de
declarar ao senado : que com a minha fraca voz
hei de sempre clamar contra toda preferencia que
se quizer dar estrada de ferro da Babia em re-
laco estrada de Pernambuco. Tolerara antes
que se dsse esta pref rencia estrada de ferro
Pedro II^ e a razo que voo exhibir ao senado,
ma parece ser de primeira inluicao.
As duas estradas de ferro de Pernambaco e
Bahia foram decretadas com o flra expresso de
irem margem do rio S. Francisco. Encorpora-
ram-se as companhias respectivas, deram se sub-
vencSes Urgas : 3 0|0 por parte do cofre geral
e 2 OO por parte dos cofres provinciaes ; fize-
ram-se mesmo outras ct neessoes, e ludo com a
grande esperanca e determinado proposito de at-
tingir ao Eliorado. H i, pois, um direito fundado
para ambas as provincias. J v V. Exc. que
desde qu se dr preferencia estrada da Bahia
de modo que ella chegue primeiro ao S. Francisco,
roorta ficar a de Pernambaco ; essa a minha
couvicco, porque todo o comroerco, lodos os in-
teresses desse grande valle ficaro monopolisados
pela estrada de ferro da Baha, o que ser urna
Djustica, ama odiosidade e ara mallogro que nao
pode de modo algum ser justificado por motivo
plausivel quanto mais satisfactorio.
En disse que preferira que se prolongasse a
estrada de ferro de Pedro II al margem do S.
Francisco, antes do que a da Bahia, nao porque
en preste mais favor a Minas do que a Bahia,
nao, de maneira alguma, mas porque nao receio
jamis que a estrada de ferro de Pedro II venba
de futuro roubar s estradas de ferro-de Penam
bueo e da Babia a produefo e to6*03 os inters-
ses que forem creados nesse grande rio desde o
Joazeiro at S. Romio, e lalvez mesmo at o rio
das Velhis. Porque urna vez ailrontada a sober-
ba cachadla d Paulo Alfonso, e franqueada a
navegaclo, toda essa riqueza descera mu suave,
natural, e econmicamente, pelo rio abaixo, em
logar de subir ro acuna para ir procurar a es-
trda de Pedro II. E pois todo o roen intuito :
que as estradas de Pernambuco e Bahia corrara
de raaos dadas a receberem as grandes premelas
do rio S. Francisco, partilhando irraamente os
lucros e as glorias da industria nesse imraenso
plateau. .
E foipor esta razo, que quando rae acnava na
admintstraco da provincia de Pernambuco. en-
vdei todos os esforcos para que a estrada de fer-
ro da Babia nao se avantajasse de Pernambu-
co. E* P I c|ar. I"8 nad loaro do que, que
as duas airadas Uquem era leal e verdadero pe
de igoaldade.
Nan dlspnio portanto, preferencia. Se euquixes-
sa dispmar preferencia, eato poderia dizer ao no-
bre autor do Annuario hintrinl, que, politica-
mente fallando, sera rselhor que se prolongasse
a estrada de ferro de Pro II at o S. Francisco,
e bem assim a de Pevnambaco; porque, oom taes
prol. ugamentos, coaseglr-se-bia, por meio de
ama navegaco Huvial, unir-se o Norte ao Sul
do Imperio, aofarla tambera mostrar que, com-
mercial e eMoiftnieamente fallando, a preferencia
devia ser dad* estrada de ferro de Pernambu-
co, em.ralacio da Babia. Ejonomiparneute, di -
se eu porque se, como observou o nobre senador
o Sr Saraiva. a eurada de ferro da Bahia mais
curta e por conaeguinte de mais barata coustrnc-
co como tambera de menor custo o transporte
das-raereadrlae, tambera verdade que essa es-
trada lem d atravessar terrenos ridos, ou me-
nos fettee, Pobres de populaco.. .
O Sa. fafcHANOES da Ctm,A : Nao apolado,
--._ a9 pro.
O Sa. Fernaroes da Conha : Sira,senhior.
O Sr. Cunba Fkbkirbdo.....emquamto que a
estrada de ferio de Pernambuco tem de percor-
rer nao s terrenos- mais feriis como mais popu-
losos, qne ho de compensar largamente o exces-
so das despezas de eoneiriKco da estrada, e as
despezaa do custeio,
O Sr. Ferxandes d* Cimba :E'o contra'io
inteirameole.
O Sr. Cunba FraumEDo : Nao sei con pos-
sa ser o contrario : a prova do que acabei de di-
zer irrecusavel, atiendendo-se a que a estrada
de ferro da Bahia tem dficit, nao prodoz anda
com que salisfazer as snas despezas,entretanto que
a estrada de ferro de Pernambaco j satisfaz snas
despezas e tem tido ura saldo de mais a>...
300:000*000.
O Sn. Fernandes da Conha :E' pouca cousa.
O Sr. Cunha Fioueireiv. : E' alguma cousa
comparativamente fallando se de duas estradas da
raesma extenso de vinte leguas, subvencionadas
e construidas com os mesmos onus: isso bas|
lante para prova do que acabei de dizer.
Se eu quizesse, Sr. presidente, disputar prefe-
renc'a, dira anda que a estrada de ferro de Per-
nambuco deveria ser a preferve sob o pomo de
vista comraercial, porque lera ella de descarregar
as snas mercaduras no ponto mais oriental da
costa, mais prximo ao grande mercado da Eu-
ropa. De maneira que se a estrada terrestre da
Bahia vem a Mear mais curta que a de Pernam-
buco, a estrada marilima de Pernambaco mais
curta para o mercado earopeu do me a estrada
de ferro da Bahia. Se se tratasse smeote do
costeio de lnbas cartas, eu poderia dizer que a
proposi'co do nobre senador pela provincia das
Alagoas, o Sr. Sinimb, seria a mais atteadivel,,
porque em verdade fazer 15 a 20- leguas de estra-
da para, contornando a caehoera de Paulo Alfon-
so, unir o alto ao baixo S. Francisco, por onde
podem descer todas as mercalonas, para ganba-
rem o ocano,. fora melhor do qne gastar dinhei
ro cora o prolongaraento das dnas estradas de
ferro da Baha e Pernambuco.
Mas desejo ser bem comprehendido i eu nao
quero tratar da questo da preferencia, nao pre-
tendo apurar o egosmo-; o que maito almejo
qne s duas estradas Iiguem no mesmo p de
igualdade.
Voz es : J esli.
O Sr. Cunha Figubiredo : Pois bem : o que
ambiciono : mas, eomo j disse, estou com mens
receios de que se estabeleca a prafereocia, visto
como tem-se j aqu allegado qne a preferencia
leve caber estrada de ferro da Babia. O nobre
senador por S. Paulo j disse, e oSr. ministro da
agricultura j deixcu entrever essa possibilidade;
e como nao quero que tal idea passe em jolgado,
faco o meu protesto, para que ao depois se nao
appelle para os Annaes do senado, e se diga :
< Olheo, passou a preferencia da estrada da Ba-
hia sem opposicio, e antes com aonaencia de to-
dos que estiveram presentes discusso : e por
isso levaotei a voz. | ',
Nao quero, repetirei aiada, nao aero disputar
a preferencia; o que qnero igoaldade de cou-
dicbes para ambas as estradas, que de vem mar-
char conjuoctamenie ; e marchando assim, estou
certo que o imperio e todos nos ganbareraos.
O Imperio chega para todos nos ; nao temos
necessidade de andar aeolovelando-nos ; assim
tenhamos perseveraoca e boaa senso. (Apoiaio-).
Se nao qnizermos inocular as questdes de me-
lhoramentos moraes e materiaes do paiz o virus
da maldita poltica caprichosa, a Ierra de Santa
Cruz chegar de sobra para todos nos. i ApoiaJos).
Convencido disto j linba dito ao nobre presiden-
te do conselho qae em logar dos 20,000:000* que
S. Exc. pedia, deveria conservar o algansmo da
proposta dos 35,000:0005 e anda mais, comanlo
que com esta quantia se cuidasse logo do prolon-
garaento da estrada de ferro de Pedro II e do
profongamento e resgate das outras estradas sub-
vencionadas. Felizmente S. Exc. apresentou-nos
nma emenda que satisfaz o desejo de todos nos,
e pela qual votarei com a melhor vontade. Mas
quizera que o nobre presidente do conselho me
tranquillisasse a respeito da preferencia, al para
nao mandar emeuda alguma neste sentido. FVco
votos para que o nobre ministro mande progre-
dir com o mesmo interesse as duas estradas, afim
de que ambas cheguera ao mesmo terapo ao rio
de S. Francisco e*Saiem da longe a estrada de
ferro de Pedro II no ponto do Joazeiro, que on-
de tambem desejo que chage a estrada de ferro
de Pernambuco; ficar o J >aieiro servindo de
emporio commuin.
Estou persuadido, Sr. presidente, que lodo o
dinheiro que o nobre ministro da fazenda despen-
der com estas estradas nao ser improductivo,
pelo contrario, servir para fecundar todo o ca-
pital que j temos embregado nellas ; embora di-
ga o nobre senador pela provincia do Espirito San-
to, que no rio de S. Francisco s haja sezoes, es-
tou convencidissimo de qne em l chegando as
estradas, tero ellas lucros para sustentar-se, por
si mesmo, asim como ha de acontecer cora a es-
trada de ferro de Pedro il. O futuro no-lo mos-
trar
Um Sr. senador : ImmeJatamente ?
O Sr. Cunha Ficueibedo : Sira, senhor. V.
xc. sabe que o rio S. Francisco foi sempre o meu
duende ; atormente! o Sr. Monte Alegre para que
mandasse explora-lo, e quando elle o mandou fa-
zer, escreveu-me, dizendo : < Estou livre de vo-
c ; j l vai o engenheiro.
E fallo com esta seguraoca, Sr. presidente, por-
que sou Qlho da Villa da Barra, da trra aqu do
raen collega e amigo o Sr. Waoderley J nave-
guei no rio S. Francisco desde S.Romo at a
fuz, e achei que elle cootm omitas e mu las n-
quetas. Se o nobre senador pelo Espirito-Santo
anda nao o vio, eu pec> que ae menos lia a
obra do Sr Halfeld sabr a sua explora rao e que
est confirmada por outros viajantes, mesmo es-
trangeiros. E' um El-dorato aquella opinio.
O Sr. Jorim :J li e ret.
.^.Sn. Cunha Figubirebo: Ento V. Exc.
refractario a ludo quanto inelhoramento mate-
rial ; este respeito ha de sempre ver ludo sob
cor diversa da que todos enche.'gam.
O Sr Zacaras:Segundo elle, l s ha se-
zoes, metancias e jaboticabas.
O Sa. Cunha Ficueiredo : Sr. presidente, era
quanto quera dizer para fundamentar o raen vo-
to : peco ae nobre presidente do cooselh) que me
tranquillise para que en possa velar pela sua
eaienda cora a maior satisfaco.

[res veas lio apoiao.
O Se, QtoHA PiquEiREDO :- \
Correspondencia do Diarlo de
Pernambuco.
PARAHYBA, 25 DB JULHO
PreparaVa-nje para escrevr-lhe pelo Parakyka%
que aq ii pisson no dia 19 do corrente ; mas ana
partida realisoa-se com Unta celeridade, que me
deixou in ois.
Agora, que vejo signa! no telegrapho de outro
vapor da eompanhia Pernambueana com destino
esse porto, assento-ma banca para dar-lhe noti-
cias d'este torrao, supprindo dVle modo aquella
lactina.
Comecarel por dizer-liie* que o Parahyba trouxe
sea bordo o Exm. Sf. Dr. Silvio Elvtdio Carneiro
da Cunha, digno, presidente das Alagdas, proce-
dente % Rj'Grande do Norte, cora sua llnslre
'mili.
tres nio apelados eu|** ]_K.. pao p6de vir no Jagmribe, apezar de
desojara QUvirls raiWde S. Ext, | tres vezes embarca^ miras tantas, desemhar-
cado, por desarranjos no machinlsmo do vapor,
qoe, entretanto, dizem ser revisto mensalmente
pela mestranca do arsenal de marioba f
Os incoramodos que S Exc. e sua Exma. fami-
lia passaram neste /a&omr, so-faceis de avahar
por lodos que sabem quanto irabalhoso o trans-
porte de urna familia nao pequea, acorapanbada
de pesada bagagen ; ^-no os desejo por certo,
era aos mens niuMgos. ._a_M
O desembarque do honrado administrador foi
aqu bastante festejado e eonconido por numero-
sos amigos, que o acompanharam al a casa de
sua residencia, prodigalisando-lhe as provas mais
exuberantes de estima e eonsideraeao, das quaes
digno por sea merecimento e illaslrae^o.
Consta-me que S. Exc. pretende demorar-se al-
gn* dia entre nos, para tratar de eerlos negocios
domesticas, segurado depois provincia das Ala-
goas, afim de tomar posse do honroso cargo com
que loi distinguido pelo gove'no imperial.
Continua o estado- deploravel da segnranca
individual e de propriedade por toda a provincia.
De toda a parte apprecem queixas e reclama-
coes contra os attentados que se commeltem, sem
que. da reparticao da policia, se prestla um mo-
vimento de repressao I
A propna capital nao tem estado iseala de pre-
senciar os tactos mais escandalosos, que a antori-
dade observa com a maior iodifferenea e placidez,
sem appliear-Jhe correctivo algum.
Ainda agora, em dias da semana passada, foi
espancado o Sr.Jos de Oliveira Diniz, tantas
pacifico e propnetario ;. e nao me eoaeta que at
boje a policia lenha dado o menor paseo para re-
conheeer o autor d'e-te attenlado.
Para s bandas do Ta rubia foi tambera esbor-
doado um pobre hornera que vive da pescara, a a
autori Jade nao deu o menor sigoal de vida I
J. nao trato da osubordinaciu de eapoeiras,o
ouira rale que se rene nos beecos e calcadas,
pralicando vozerias e immora idades, com grande
incommodo dos habitantes d'esta. pacifica capital;
nem igualmente faco mencSo dos furtos de cavallos
e outros animaos, que se do quotidanamente
mesmo as barbas da reparticao, porque isto
objeclo de nonada para a polica, e que ella con-
sidera tora de suas atlribuices.
Porlaolo, limilo-rae nesta occasio ao que levo
dito, accreseenlando sement que, para evitar a
repet gao da pintura pooco aromtica qae soffreu
o frontespicio da reparticao, recorreu-se foie>
pnblica, fasendo se dormir no corredor urna guar-
da para eonter os tiHufori* I...
Nao sopponha que se pos em campo todos os
sabujos- da palicia, para chegar-se ao cenhecimento
dos autores d'esie criminoso procedimento.
Doce illuso I
Nao se sabe de syndieancia alguma a tal respei-
to, nem me coma qu alguera fosse intimad
para as devidas averiguces.
Entretanto o circulo d'esta capital bastante li-
mitado, e sens moradores conhecides geralmenta !
Mas nao proeurou-se estabelecer o silencio,
como meio de esqueciraento, aflra de que a cousa
nao cheirasse petor
Triste expediente I
O Exm. Sr. Dr. Jos Evaristo, digno viee-presi-
dente da provincia, tem empregado os raaiores
esforcos para meiborar esta anmala siluaco :
mas seu trabalbo lem sido inutilisado completa-
mente pela inercia mais pronunciada.
Entretanto, todos reconhecem os bons desejos
que nutre S. Exc. para erguer a provincia do avil-
tamento a que tem ebegado ; e posso asseverar
que, sera distiuegao de partid.s, fazera-lhe a devi-
da justca; pois nao ignorara as constantes reela-
maces e perseverantes exigencias, que lem em
pregado para restituir autoridade o prestigio que
ella deve manter, para bem enmprir sens deverea.
Por acto de Exm. Sr. vice-piesdente de 10
do corrente mez, foi adiada a assembla provincial,
que devia reunir-se a 1 de agjsto, para o dia 1*
prximo futuro.
Dizera-rae que motivos de interesse publico de-
ram origera a semelhanle deliberaco do illustie
administrador, sendo um dos priocipaes d ostado
precario das financas da provincia, que ( podera
meiborar quando chegar da corte o producto do
emprestimo que S. Exc. mandn contratar no ban-
co do Brasil, por intermedio do Exm. sr. senador
Frederico de Almeida e Albuquerque.
Acho qne a resolucao da vicepresdencia foi
acertada na sita cao actual em que nos acbamos.
Foi nomeado o Dr. Abdon Felnto Milanez
para os lugares de commssario vaccinador, ins-
pector da sade publica e do porto desta pro-
vincia.
A nomeacao nao pode censurar se porque ella
recabio em um medico distincto, e mui conscien-
coso no cumprmento dos seus deveres.
Mas adlierin.ii o Dr. Abdon as ideas liberaos foi
cumprimenlado por dous jornaes do seu partido,
que Iha deram os devidos parabens, ao passo que
o Despertador, jornal chefe da mesraa poltica den
a noticia com o maior indifforentismo.
O Dr. Abdon, porm, que cavalheiro, emen-
den do seu dever agradecer aos doos jornaes re-
feridos as benvolas expressoes que Ihe dirigirn),
e o fez de modo asss digno, em um pequeo ar-
tigo bem elaborado.
O Despertador que tal vio, cossou as canellas,
curaou dos collegas, e ei lo na primeira occa-
sio depA_onomta contrafeita engalilhando por
sua vez felicitaras ao sobrpdilo doutor, que nelle
nao falln, nem Ihe encomraendou o sermio I
Esta descabida do velbo mazabute deu muito
que rir aos commentadores dos pasmatorios, qne
saborearam o tal caldo requentado pelas ridiculas
aprecac5ss a que se presta.
Est, pois, averiguado ainda nma vez que nem
sempre tem razo o adagio que dizmais val* lar- ,
de do que punca
OSr. Caetano Filgueras, que exercia aqui
cargo de capitao do porto, foi transferido para a*
provincia do Cear, sendo removido para esta o
Sr. Lacombe que ocenpava igual cargo na dita
provincia.
A exooeracao do Sr. Filgueras foi resebida cora:
indiferenga ; ba muito que S. S. poderia ler feito
ablativo de viagera ; desejo que venios galernos o
levem ao porto de sen deslino.
Concluiramse as novenas de Nossa Senncra .,
do Monte do Carmo no dia 15 do corrente, com o.
maior Dril bautismo e sempre com exposicSo di
Sanlissimo Sacramento.
Pregn ao evangelho o Rvra. Dr. Corre das
Neves, e noute, por occasio do Te-Deum, o
Rvd. padre Ayres de Mello.
As bandas da msica da guarda nacional e cor.-
pe de polica tocaram lindas pessa em loto de-^
curso da festividade.
O Rvra. Fr. Alberto fechou os actos reJIgiosos
com a benco papal, que fot outhorgadaporS. 5.
aos regalares do sea convento.
Renot) mens *toHv%res a este syrapathico re-
ligioso por seu nfitigivel ds vello, inexce Uval zefo
da realiszco desta magestosa festividade.
Houve na noute de 23 do cor rente, baile no
Club Paranyeano, para festejar o seu* 14* ani-
versario.
Consta-me que esleve bastante concorrido, sen-
do o servieo feito com deeencia.
E' a nica sociedade recreativa que existe ac-
tualmente nesta capital; porqno o auspicioso Cas-
sino lioou-se desde o mez passado de morte ma-
coca.
Continua o Invern alagando a ierra em
beneficio de toda sorte de lavourae.
As safras d'algodao e assucar cada vei apreierr-
tirO'Se mais prosperas, animando 6s agrteonore

:
/



i



5=
femtUyao dO-COAiai o. exlraorduuriaa pla*>
gSaa.
BU( bata precisa deste favor da providea
eia, para ergue tos do abatimento com qae
lita bmariMwdefte algn* anc
-t A novaairAa de rodagem, com o invern;
B* wa^^^^Kstad deplora fel; disem (ru:
baatol siros mmi-era distancia considera vei
apan de oguiV. csvallo e cargas !.
Coatta-rae que o Exm. Sr. Ur. Jos Evaristo,
x n Ja grita dos jornaes, pretende ajroerre la*
esta das, al] n da cjajmnKir po/i mesmo
pToeeOocia das acc
Deas o inspire nesje;
4a provincia lio i
talo.
Klietertea.
Philoeopbia.
6499Mtria.
Geograonm.'
Praacez.
Ingle*
Lativ-I.*.
i.\
Uona|ciuQil.
{
'7
n
8
9
o
______, t^Wta arraa, icio Ma da Rosa- los
J v>, Pranei.)liiii( de tlhvefrafecupira raaerceA raga/Ja|VMara eodr da Molla, Joan.
A matricula cuegaa T a-iulaaiat, Mpr-J iarrato, gaawtaie Goma* Pedros Neito el acra
1{'otando um pessoai de *7;-*uj em
zea, a *>era tatofrc**
a* s#mflhmaTra-
Corre que chegoa tJ*eso*r*)it geral np *r-
iito do nao sei quanto -eenie* para obrai jar'
e auxilio provincia*.
Cata ooiieia causn araaaje alorlo apare s
pranlas daa empreitadas a aerea os ojiar re-
fereai se as negociadas ais toepes 4*a pos-1
sivH imaginar, e que eu estou collegindo para
Vtnpo opporlaao.
Teaho, porm, coarlanca no actual yir3 jue
ae adu i frente dos negocios da provincia, e es-
pera 4w-oa aimtai public .< *jai da viJawcu-
te zelados co decurso de sua administrsrio.
Chtgou para o servir da enfermara, milita
o Dr. Joio Cancio Nunss de Mallo?, que j eairou
a tareiaio ih u logar.
Existe, nao obstante, contratado ha dou* an-
sa*, para o m?sm > err e i o Dr. Mola Frunc*
t, que protesta ni) abandonar o cargo, visto
que sea contrato nao foi rescindido.
Sea entrar na apreciaco da dimito que Ihe
poesa ssststlr para continuar na snpradita com
ijasio, devo entretanto, ni tar que a eofefarna
ao occupa dous midios, p ir filia de tnbaiu
pie a manuieneai de anuo* revela ujuoo telo
petoC6fre publico?.
Termino aqu a preseau-, por Ollar o vapor a
Urgir.
os
4:000*000
3:027|000
2.0004000
t.06l<)
l:00i0
80U/0 O
6!Wi00u
oojooo
100,1000
PERNMBCO.
REVISTA DIARIA.
GUARDA NACIONAL.--Por portaras da presi-
dencia da provincia, de 25 4o correte :
Ra transferido para o jerr 50 da re erra, (kan
aV aggregalo ao 1* batiluie, o alfares i > i* bata-
Ihau ae IuC-miaria, do inuuicipio do Re.-ife, Nicolao
Machado Freir.
Fia oomaado ,l(erj da Ia cooipihia de 10 ba-
lalaao de infntsri 1, 1o municipio di Iguaras-, o
argaato Jos "Marclino Ja Foaeeca MjigumH.
Pai dispen-ai'i u ap-o de temnp, ^ara poder ti-
rar aateate, ao alfe'rej da i' eompantua do II' ha-
uthao le iotintari, do municipio de Limoeiro,
Eloy Travasso S riho.
FftOPESSORES PBLICOS.-Por portaria da
preltaeia da provincia, de 23 do correuta, em
trala do concurso que respondaram, foram n >-
meados profeasore pohlios da in-iruccao prima-
ria : daeadeira de S. Vicen'*, Ant .mo Cao lid<
Ferreira ; da Florrj, Aatoato Baailu Ferreira Ra-
noa; da Dlbod'Agn ios Brades, Benedicto Uir-
qae Vieira ; e de Tacaraiii, Inaoceacio Mendej
liopea de Mandunc*.
NAUFRAGIO.C rrmaak nos o Sr. eomman-
daate do vap-w hgojuca qoe se perdwi, iws baixos
ale Maracaja, om navio americano, qae ia para
Baieaoa-Ayree com cirregamem de madeira de
pinb >, salvando-se a tnootacio e parte da carga.
DI.VHEIRO. O vapor Ipojitca trouxe para
Sn. :
Ltriz Antonio Siquaira.
A. Alberto de Sonzi Agniar.
Parate V7anoa & C.
Perdigan, Olivera di C.
Joaqun) dos Santos 3c ve.
S Leitio & InnaV*.
Francisco ht da Costa G-iimar-'S.
Jos R>drigues 4e Sorna,
Jos Fernandez dos Santos Bastj*.
P8BA0 VOLU.VTAIUA.Apreaentou-s^ IidI
ao Sr. Dr. chefe di policii, toi ecjihido Ca?a
de DeteacJb, Flix Ja Co-u Barbamo, }ue oa lar-
de de 2i de junhi ultimo frtAssinou- Patricio
Manoel de Jess, na freguezia da Vanea.
OOMMANDO D\S ARMAS.-P.r unijTl do
F,\ n. 8r. brigadera comoMnlaote da arma*
asilase exereendo nterin im-nte o lugar de aju-
dante de ordens de pe-sua o Sr.tiiajor honorario
Jj Laia Perw'ra.
ASSOCfACO COMMERCIVL BESEFICENTB.
No da i de airosto deve reunir e a assembl?
reral dos accionistas da Assoetar/fo Commercial
Bsneficenle, afim de procedir-se aeloigio da nova
directora.
SOfJEDADE DOS ARTISTAS MECHAICOS E
LIBEBA.No dia 28 do coi rente s 7 horas da
Boato deve haver urna se>so magna de irjiacao e
jaramente; senda para essa ses^ao coavij'ado'
lo Jos os socios, bem cotr.0 as possoas que se acham
approvadas para socios iirectivos.
DIRECTORA IJERAL DA I.VSTRUCCO PU-
BLICA.Hijo pWas |i> horas da manha, eome^a
a prova oral do emrorso para provimento daa ea-
deira* vagas do sexo faminiuo. em am dos se de
do palacete a raa de Pedio Altonsu (ootr*ora ra
da lYaiai, onde fincciona a Escota Nana al.
S0CIEDAD2 EVtWT.IPADORA.-HMe pelas 7
boras reune-se no sali do Club Pernan bucaao
essa aasociacSo.
MARECH.AL BARAO DE S. BORJA.-Este il-
Inr'tregenera) em caria de ,"i Jo mez prximo lin-
do, dfc do Rio CrauJo do Sol a um seu amigo dea*
u provincia.
Amanbaa sigo para a c;.;n;ia; ha (a fronk'ira)
e na a3inha volta farei o mcu rea torio sobre o e>-
tad > do exercilo, propondo os meios que jalear
mais adequatos para melb^raminto de su* disci-
plina e resUbeie-.-nnonlo de bons hbitos militares.
_ Espero que depiis da concluir esta commis-
aao.o governo se dignar aitender aos desejis que
teobo da volur i e-.-a provincia, a de per ah por mais alguna lampo conroa meua prenles
amigos e eomiirovincianos, dos quaes nao me e*
qi^3 ara f momento.
Agora nio posso escrever a todos, oa-
pr-e-i qae nao se esquQi do faier-me muito re-
coinmenlado a todos, dandn-loD' noticias miabas.
Dep< is da campanha do Paraguay o Barao de
S. orja coolava poder r^pousa das fa ligas da
guerra no meio dos - cera, e da qnal e aehava ausento a lo longos an-
os. Eulretaalo, dapois de aq >i aebar-ee com sna
exeaileotiasima limiia,eolaeu a govrno o en-
trara, a o valeato cbo de guerra foi mandado
para o Rio Graa le do Sol. onde, com diz elle,
procura transpor as fron'eiras do imperio no eum-
primeato dos reos deveres.
E-tes frvidos sera duvi la nao Jeixarao de aog-
meatar oe tiioloa do illastre barao a beoeiaerencu
eat!eoe5e8 do g)verno, quaodo este tratar J os
-recompensar.
Fajemos vt >s para qa $c% elle bem raesedi-
do no desempenno de sna mi-ao, e para qoe vo|
te breve ao seio de saa familia, que gaudosa por
culos coota os momeato de su a auaeacia.
CEAR A'.Recebemos hnerajornaidesta pro-
vincia ato 20 do frrente.
Prosfgmm os trabalbos th aneajbleT.pro'rin-
J se aebava ao ejercicio de secretario da pra-
dencia di provincia o Sr.Dr. to Bernardo Gal
vi Ale fon 11 Hio.
ao parlada Porta-
_r para a praspa*!
'2Ke'Wiat>.
efRaiftle ajama decade
.1 e v*ta* a feliz a-
l?u.
.. o mas difno aale-
cenar tHetM'iqae*4feit >** a *i o*
tuca Ao Jyej#, Kjue j^-po wffesaafldo pos
.neta a is ciigMoiM Aa pe'
.1
BDnilMUre.
Opina ello pela-uonversio da aotiga in-taigao
em ama casa de educacio e ensuto, regularmente
noniala, com iotornato ,e extrnalo, situado en
local i loneo e regido por nm director ao sesmo
lem;io iateJiiganta, en-rgico e cuidadoso.
< H1 muito quem crea que astabelecimantos
dessa orden nao irazera as vanlagen* que delles
e devera esperar.
Tundo seguido para a cortea lomar asenteaa
cmara temporaria o bihlinUeca/n Dr. Justino
Djimaguas da Suva, fot nomeadn para o >ot>U
luir ininrifiaineuie o Dr. Augu-io B.trboia deCiS
tro e Silva, que entrou n<> respectivo exereicio ni
data de 10 .te abril prximo lindo.
Segundo onsia i) re torio que me ti >pre-
eniado por eee fuocnonario os iwoh nistiite
na repartigao sao cargo estao divididos em aeis
e5oes, saber z
Tbaolofia. 277 Totumea.
Scieneias t arte. BS t .
t Jurisprudencia. tii
Easiclopedia. SSt *
HL-toria. 969 /
Litteratara. 1156
l'ouco tem id a eoncurrecia dos- visitaste',
devida ao local en que se aeha o cidiii.-io.
O meu digno antecessor pretco-teu mudar a
bibliutheca para a casa em que ftiaceiuna a eadei-
ra do 2' grao, ska na fwac .oanieipat, e esto sen-
tido offlcio 11 ao eogeaheir'o das ebras aublicas em
15 do citado m-z de abr para levantar a planta t-
laier o oretmento das obras precisas naqulte pre-
prio ore viucial
E do, oVvido aos grandes afazeres que pesam sobre o
en(r>nheiro.
MO GRANDE DO NORTE-Temos datas deeta
provincia at 21 do eorrente. Do Cotutreador
tranacrewraa o seguate:
No. lugar Piimbu cunseguio evadir-se do po-
der de dous guaras oacioqtes destacada o cri-
mioMo de mocie Francisco M*r|iies da Silva, qie
da cidadede 5. Jos vinha remettiJo para a cadi
Ja c-.p lii.
l' usa que focara man la bi pnveasar os con-
du.
Palleesu no di*5 deste inez na fazenda Car-
ral meo, da fr^guez da S4M Auna do Vlattos,
m uosso amigo lente Joio Franaoo da Cosa
Freir.
O tinado era vareador da cmara municipal e
eieitor especial e de paroebia.
Exerceu por matada w\ vez cora vintagem
par o servido publico o cargo de sub lele jad i de
polica do disiricto deSint'Aina.
No oa 16 do cirreate iniuirar;iu-se o jtrdm
da f mto publica desta capital.
pilao Naninguer, a foute |iihhca.esu hoja coavarti-
da em aprasivel jardioi, oade pode passar-se agra-
daves horas.
A fasta da inauguracao e A soeiedade Glnb Militar coaeorreu psawto
fui po-sivel para as galas da Testa, ten tosido anda
ora-lilao Naniuguer presidente della, qoera Boram
a iniciativa.
>f le a prat* d'Alegra at a fontc pib-
t, haorfeiras de diversas na -dea enfeitavam a*
ruatk
a A's qwatro e m.'ia horas da laria unti bin-l;
da maeica frente de muiio-a dusucijs do CI10
Militar, tendo sabido di casa es sua* raun as, di-
ngio-si!, ajoinoanhada par grawta emeurso da
povo ao jardn da S,nle, espleadidameuta erna.M
de bamteiras e Horas.
At s nove horas da n-rate re.non a mais
grata harmona, haveodo assist lo a eesa acto so-
lemne o Exm. Se. vice-presideoie a provincia e
rauitas pessoas gradas des la capital.
SEZS.Ajerea desta molestia eierevem o .ce-
guinta do Sobral ao Ceare*** :
< Reina actaalmenie qai m eidaoV, a r^hre in-
'eririittente (sezoes) qe astea kiva tira a cvvnarca
a Ipii, e anda agora aasali a de Granfa at sop
da serra Ibiapaba e de suas dependencias ao
norte.
O faci curioso; pirque ao menos m e-3a-
lo acta al ninguem da noticia deas mo'estia tiestas
paragens onde nao se eocoutra pantaoo* n?m alga
maoutra cm-Jiraophysica.'apropr ada ao de viraent dessa molestia. Ha, porm, noticia, tran<-
railliJa por pessoas qne j nao existem, da que a*
eezes na melado uRima ito secuto pa--a 11 reina
rara no valle comprehenJido entre a S-rra-Gran
le a saas dependencias r orte Carnotim, Serra
do R^sirie, M-rueca e M icurype, fe u n lado e de
outro as trras altas que marginam o Acaracu
direita. A cootir5as physi-a9 dasse valla, nade
se nSo conhece nenhura gran le deposito d'agua
siagna la, alm ^e poacns abades e p^eo* nos ros
lissnninalos a grandes distancias, parec'a }a>-ft-
car ain la a idea de que estaarnos ieeuloj das se-
aoea.
Assim, poten, nao 9u:cetlea e a febre palus-
tre, segurtelo marcha gradual e aseen lente des re
as raias do Piauhy (conlins das omarcas 4o lid e
Granji) vai aproxiiaodo-se di alto serto, pos
pelo lado do Ipil est a poucas leguas de Saata
Quiterra ; no lujar Iguar.
0 peior que os casos muito numerosos qu*
aqu se tem dado revostem-se de wn. aspecto gra-
ve. Posto que o lypo mais ordinario dessa qossm.
ncommola hospeaa spja o qowtidiano, preseuta-
se muitas vezes acompanbada da ari lentes gra-
ves par. o lado de orgaos importantes, e ontra<
vejes da exvgera5%.j n^tivel nos acerdeotes habi-
lu 103 da Tabre ihtermiitenta simple, faienio re-
eeiar pela vida d>s doeates, e constrtain lo-se em
ftbrn perniciosas.
E' curiosa ? explieacl dada e auceita pelo
pavo para a cxplicafjii J,) ph^nameno inorbiilo, a
que nos ref;rimos, desjonhaclo poroslis para-
g<>, dnraitetalwziHii saaulo, diz-se as seifl.s
vier-m do Piauhy as nuvens.
De ficto Jo armo,r>assa lo para c a direwjao
das chuvas, a n lugar de sar eomo era de oriente
para occidente e, s vezea, d > su para o norte, f ji
Aiexandria*. -da Corta Lima, tutouio J.B Alsaa,
Jostlaa Mafia da Coaaeieio, los Anionida SKva,!
|Wr%^>ip.^<{l|ta Mara, D.-Isabel J|,r, da a-i
Hllr^' f^*rt M*r'* dA Cimceicio"
r/fi^Miraala^K Clerencia, Miraada, l 1
eatrerfir.'iV (BP do Dr. los Ani&nio Botes
prayii.
portas do norte o ra
brai|eiro
H.
Bnedm
talo
oim-Sj;
cante OtHoHaoda e Albuqferqn, Jos Rodrigues
8*Ue, Mxifltiaao Antuoes Tavares Manoel Fer-
nandi's Rilieiro, Manoel Rdolpbo Surge*, Rapbael
:a lunqueira, D. Virginia Braga de
e Lopes da Costa, a #rt>el or
de 3. Pran*isco, e evantoVse a
erorra Carneiro da Cnnha cre-
a !T
JCO1
Priio
ereira de Ai
puLiqiiwOb.
Minio
Tip
rio i!
raneo. He;
ir"
)?fo Corra,
navoltaW
e<*fc
ia Mari in
fllhos e k
ettanio ;
Jq>o IH*r
BoasVJsl4j4<-'bre afcar
Beondfio de AMumpero Corroa, preto^ernarn
buco, iO annos, >olteiro, Boa-vala ; preuwaia.
R^iMpdo Qornga, kancij, Hespanha W aa-
nos, sotteiro, Rja-vfs:a rfcbre amaren*.
Guiltierrae, oseravn, preto, Pernamhucot8 an-
oo. olelro, S. Jjs"; bettfgi.
Fau-tino, e-cravo, pret.., Peraambut Juap-
aos, solteiro, S. ^; varila.
Joainim, s^ravo, ureo.^fcid, lOaao^aoU *
teiro, biiito Antonio ; hypetropbia.
Tooiikazia, aacra, pt#*, Parnambaec 5
o, silieira, s. Jos ; variula.
oaosa Jrl4 d> ^Uidao^, branca. IVaambu-
eo, casada, 69 annos, S. los; anszvea.
CdOirita, brinco. Pernamnaen, t meosv Saja
Antonio; iiuningite.
tAMliV WlMtlPAI,
de SoitmLea'
da Silca.w-B 'artjuinw filis-
l Dr. Pefarif
C-pre1rfenM.
e dJtffii/*.
?v- Jm JV'TKt
fMJ/oa-
BALANqiZV 04 IMCC1T4
A DA Ca,MARA MBItiPAL
E, NO HEZ 01 AQftSTt)
RESUM
E DES
"DO
DE!
ejercicio de 18G9 A 1870.
Saldo domer de juibo pro-
B*teeiL arretadada no mez de
^^nS: ustiSi mr Pott-ih--\-
earf provio I qaem ooder* livrar-ie do leu
44:193593
8:9IS4I43
53:110473.6
Dta/waa.
Importajida despeadidi no
mei de agosto........... 7:214J422
Saldo ijoe passa pira o aez
seguinle................ 45:89G>314
5ESSA0 BXWAfRWNAWA AOS li DB JUO
DE J7T.
pREit>r.3A do su. on soca.v l5o.
Presaates o* ic. Dr. Rtiata, Dr. VMli^ Ras,
Rento -osla, Gainfiro, Dr. Mo-coio, brm-seaies
sa-> o fot lita e nppruawda a aet) da aateuint*..
I.eu-se o seguala
ixpcastMTB:
Un oficio eia, remllenlo a cmara as clau-ul/s do cunta-
lo do pTiiiJsij de transporte d enrJ* rde*4 a
eel brar esto* o g> 1 verrw p Antonia a Cos Sa,
aflm da dar o sea parecer suba aso.estros dad*
sula-v .V comfrs.-nfci Matdoarc
Oilro 1*0 mesrao, ap:r>vand)u -x-esao de des
pozas eiUs com a deeoracl) dc?a en qse fuuc
cioo a cmara municipal na idfortaoei.t i*.,..
'i.+l'.'li, p* verlo aveniuaes, a aulorieaodo
mesma aunara a despender at Ha do eacrente
exereicio a quanta de 1:308*16' pl"a masaos eer-
b, o iruo prftz a qaaaua ea tO ,4)01 Ao
procurador.
Outro di mesrao, tutofisan* a despeaier pela
v^rhi expediente e irapraaOas a quanta de
WOjOOO, visto j ter sido expdMa a qu-Ha vota-
da para a mesan verba.A procurador.
O itro do inosm, aulonani" a despender a
quaotia de 300OJO, 0:11 o xaraa da escriplura -
ci das livros da rec-ita eiespeta da mesma c-
mara, cu jo pagamento aorad> antari iraii-n*e
per ten o ar exereicio j etcetrado. Ao pro
carador
Outro d) meanto, reuniendo a informaco de
"ng-nhiri chefe da rep/rtcao das obras pubkeas
acerca da demciiiao dt pre.tio incendiado a ra.
do Marque* de O.inda.-.-Inteirada.
O .tro do mesme, nmtiend a esta camera a
representacio lo pez ia pac do segundo imrict
de. .aiogaj is d nuu. paiaia juato* por cjia. que I
ir-tam do abuso coqaoatW-pac i1wm propri-
torios, moradores na .rilad une 4o largo ia Mag
dalena va i entr.me^o> *e qae- A Togados
.egiia para a Varza.AoH^cal respectivo.
Outro d> msni.i1 reprovando a posturas offe-
resios pela camari miureipaf em ofi;io de T>
jnoho ultimo, reftivsmente ur rernarJas, pada-
ia', caldeirarias 5 ferrara?.-i' commjisa o
polica coni a r^iia das postaras.
Outro do chefe de polica nirerino Joo Htreano
Alv.s Jfeiel, coriipariicindatcr assjnnloS) oeater
cicio dessa cjrgo no dia 4 #j eorfBrtte jei.Jo
teiraia.
Oatr-i d* mesmo, acca*
i"> que Ihe foiloderevssado pelo or presideoie d
cunara, comoiunicido-lhe. e coqtrato- no fe o
Dr. Emygdio tUing es Vi.iona, de *ifvogr gva-
i as cansas dos presos pobres n>ede a prrmera'
at a segn la lustanen. Meirad. '
utro do advogalo, particiriando as irregtrhtfi-
rlades do procedimento 0*0 ttseaf d* freguezia de
3. Fr. Pedro Gmcalves, ao qn- Irz rwpeito ao
termo de Infraago lavridp contra os herdeiros dv
Jos"Bprohinio DiirSo, e ttaado itostraec/ies para
a marcha regular da accjfo intenta ia.-i*n>er.
O.itro do tnesaio^ recusando se por'Jifet? moefvo
de impedimento de ncaminhar a'argio cmtra a
^ojinpnnhi' Recife Brainage, e iOilicattl ao Dr.
J i 1 Jo- F{rrelh to Aguiar, pira o substituir
nesse encargo.Ai advogalo indica*j para qaed
O seu parecer.
Outro di s.ibdelegao suppleote da freguazia de
S. Pr Pedro Goocalve, e-mmunicaodo ttr entra-
do em exereicio.Foteirado.
0-ttro do fiscal d freguezia de Stnto Antonio,
reiuittend) an terso de vistoria feito no sobrado
doCAy do.Ramos n. 3i, pertenente a vinva
herdeiros do l*o Meqailtao Sjuio tor.Ao pro-
carador.
Ootro j fiscal da Iregazis. da Mi-Vista, ro-
mettenlo unj termo de iafncfo, lavrado contra
Jos Mara Sodie* da M.tta e Felizmino Ferreir
das Chagas.Ao procarador.
Um parecer do c-ngeuheiro cordeador, t -bre a
peticj do biro di L vramento. Ciuceleu-se
de eoulorraidade cora as postura1.
Ootro do mesrao, f.viraval e pet'clo do Antonio
1 r icriiiiirarli D.itr* ^.-.n.,. j... *n
OMM|98
Cmara municipal do Iteoife, 3 de juLh
t 1871.
O procurador,
JosA Simplicio de S Estetc.
effeitos na #;bro aldeia ? I... e disse:
O rooUo feito na estrada
Com bacamartt-, ou faea\
E menos grave, que o urto
Peto uso dp/ovjso
e beozeu-se tres veaes.......
. tJm outro facfcji paeo mefca Paulo vcoara* '
Godherme (iMsey lava Ni un hav.r, te
se rabnla araan-aaeafolix > arwewjagSB- 4o
isperlivo iiqpa*), na raaao 4 Ijlota de eaoe-
iponugue,r ca4aa>*ea.e priMipiou o ta-
bella a comjraV"!oa eadjinlijlo caj:{.venAe a
Sse horaem.ofc aasim, M m;t*afldo, ,111o devedr4ile it* m;* de |:U<14*.
O pobre henMfi, pfiaapiaaak em atuvida.eem
Seo cap ia 1, fe s-ao* p.-reaM o man aanifi
le rbula, lov^aovee creor et+e da do eaonae
qnantia por venda fiada do carnes, quo elle nao
(aria a outro: e isto tem feito especie.....
Desea condescendencia de Gutlherme Cussey
para eom o rbula, encarregado da arrecadago
lo imposto da maiaoga, leu resultado ser a fa-
zenda prejoaljada ; arrecadando-se imposlos infe-
riores ao numero dos boij, que se malam.....
e o fisco e\i cun os olhos tapados I.... coitado
delte.....
Ainda nao averige! e Paolo, 9, por iseo, ne tomo a responsaliiRdade ;
mas accreteeota, que, em todo caso, um ex-
traordinario dover-o agente da arracadac* ao
raaior conlnbuinte do tal imposto, mais de 1:0004
deeeroe-verde, que me tem comprad' 11 E
moi a carne, que ue raioula tem cornid> fiado I
Sonca come assim Unto I I iu antes ao a pro-
vieao come aa aldeia taoU carne sein diuneuo I..
Calatear ao marchante.
Comer carne em lal poncio,
" Musa que nao se etplie,
PUBIIGACOES A PEDIDO.
Dicanl %tli [exim pairo-
avL rl doctores simium tt
atinuiH me contaminare
poete; cmando tine alia
rultone, mse rerbum mise
ri : frustra me volitnt ma-
culare t
de Figneiredo Paiva. "uucedeu-se.
Ootro do mesm>, cintrara a peiiao do Jos
Mari* Sadr da M.lla.-Addiado.
Ura re juerimeato de Os:r Desribeaux, propondo
contratar a llmpe-a da cidade.A urna eommissij
c-iaipo ia dos Srs. Drs. PUagie Villas-Bias.
Outro de Joo da Silveira orges Tavorit,r>ffe-
reeeodo gratuitamente os seui serv eos como so-
licitador em fator dos presos pjbies, bim como
para ludo quanto dser respailo a hberttfia dos
escravos da mesma forma porquu foram olTereci-
dos psio advogado Vianoa.Qae so commnnique
aceiiar-se agradecendo-sa os oi vicos, a convde-
se para assigaar adnjpeteote te.-rao.
Vn pirecer da e^oniasjo de edifleagao 'sobre
a policio de Jos Barbosa de Mello.
A cmara municipal nunca chegoa a aeeord)
con Jos llarbosa da UbJJj, por intermedio de sna
eommiss., nem 0^14 amor spu ao mesrao a: pra
tica de qnalquer ^bra no sbralo de saa proprie-
dada n. 27 a rna do Mrquez daOlinda,
* A couinissS) na inlsoco de raanter
aijo de raanter a planta
muirs vez-s Jo oeoi teniepwa o oViente e d j .r Krif.'Sft,,ao:,?rr;!fJr0U ea^^T~id com **? ^T
Upara o mi. Ralba mu,to o brocardo-pot*wc ?'"'n-6.^""J* *"mt *?f '"IT'Tl
O vapor S. Jacinllu chegoa
leca aoda 16 d)o crreme.
H dia 10 proceden a eompanb'a fniJo Cearen-
se i, aesenbra geral psra eleleo da nova directo-
ra, que ficou a-sirn compoeta : presidente bario
alo Afjnrraz; secretario Joaquira Feij de Mello:
Ibesoureiro Ricardo Higbes.
Pallooea, no dia U, o empregado da cathedral
-Eugenio Araancio da P.iixo o Silva, natural de
Peroamboco, eorn 60 anoos.
Jila cidade de S -bral f rain a!f rriadas : pala soi
ciedade Maoumissora tres :rianc.a, e pela Sra, D,
Loira Amella de Albuqaerqne Barrot orna rl-
Lemot no relatorio cara que o Sxm, $r. bario
> Tiqna-y recebeu a aJrnioistracfc da pruviaci-a
o Sr. coronel J. dk Cotha Prrre :
A provincia eonta actoafraenle 1 li eswotr* pa-
^", do naioo primario para sexo ma^eono
siM para o Asmmino, aa todo 174. Das primeiras
o prvida,,10! #4a, ,, 83e ^f^,.
mimt', de auibos os sexoI.
Toda ellas foram fraquentadasi ajar 7 i29
aoe no decurso do ann*flado, sendo5.07 do
1 aasrolmo 1.53* d frmiaios. '
Mairi:n.lara(n-s no-arrate anoo6,7M, 'dos
JMM I, do sexo matcoitao e 1,ID do ferai- millo ohares, Jos S.e
{?"T,0"*** *** **&AZ*&cw
4MMho qiia Catlaoo
fMwaal, ffaoasea, lajUt. geometra, poil-aonniA, 4a Silva e I saravo. J.
*!x2Vd^' ^ sa o 1 *' ftrt.a
O ptmm, dae. eatoras e*" ------
flalbedratk!0'<91 sabeiitiitoc
esao dos doas pbe-
Domeo s, tao ser mciivo para dedozir ura deoa
tro cara tero.emHha ja,
V|.\ NOVA EMr'UKZA.-Leaiosnj Ttlrgrapho.
do'Maranhio :
Os Srs. Fraocis G.Gjlick e Jos Maria Bern^,
eidain arner cauos, apreeaotaram A-ttseemoi
provincial urna prnposta para estabeleeorem urna
imha le tnlhos de ferro, que, paseando pela Rsti
va sobre ama ponie pensil de madeira o ferro, una
sla capital ron a vi U do osario. A linh deve
*tr divid la em ireeej njargem qaem do Mosquito; a relativa a-pon-
te sobro es-e braco da mar ; a 3* da marg
alm at o Vir'->. A poete Ve ter altura suffi
eienta para dar passagem ara mviee e vapores; a
a em;-r za pron>atte abstr a lioha ao tranvito pu-
blico 3 aanos dapois do assigaada o contrato com t.
governo da provincia.
Bata empreza a/Tacta o> ul modo nma da ne-
eeesida'-es mais palpitanreii da provincia, que "as-
ta a anuncia- la para merecer applaneo de iodos
aqueifes, qae desojara de eomcao o agraoJeci-
meutoe prosperidado do Maranhao. 1
LOTEIHA.a qfia se acha a venda a (101.-,
a beoefleio da nova igreja de N >ssa Ssnhora da
Panlu, qua eorre 00 dia 28 do corrente.
P.*4HAGEfROS.-VmJo do GNof portos
riiermedios no vapor areateiro /pn/nc 1 :
Dr.-Baravindo ditrgei do AmanU, Or. Antonio
Coolfte MaiHiado da ffeaoeea, son mj> c 1 nato,
eapitio Manuel Becerra de Aiuquerque Jantor c
'lasealvjra. Man>i Jaeiathoeuia, Aatoaiu Fran-
cisco da Silva, D. Jo-uina Tortes da Asl(ii|us*rque,
D. frasca Machado a-odrigue?, 1 Tlliu a 1 cra4a,
Joti Jiilverio Xavier, Aotoaia feria di Cnrmo,
Maaaai P^quaao d Carme, Antonio JaeiiMko Ps
rew, Gell.i Francisco Saaip.., Fri!).;ioo Ca-
Manoel Cjrreia So-
hio F/n-
e nesta oceasio apenas tea-lit ver as vantagens
que Ihe resultara se a saa casa fosse de esouina,
procurando para,o mesmo flm os con;enhores do
SOilo.
Beeonheceodo a irapossibiliilade id quo ae
.aehava a evitara na ausencia de roei^s necesaa-
rios para a deiappropriajao dos terreis em uraa
na commercial, e a pequea vautagem quespesol-
taria para o comintrcio desra via de eommunica-
Ca en relar,j ao transito, o auendendo as raides
aprsenla Jas pelos proprietaros, propoz a r> for-
ma da planta oes! parte, a esta deliberara') fui
approvaia pela presidencia e mandada ejecutar
pala enmara.
A visxa do exposto pansa a eommUso qae ae-
nhum direiio lera-a indamoisaco o peticionario
Jo Uirbasado Mallo,
Paco da amara municipal do Rcife, 14 de
Souta Pi-
iS,5,'L*J* !?** "i**-* te. l*# wjrav., Viviap aa Wva^Uus, ^ aMborc, paireo
ba, 1 er'ado teurava,SfO0roh Cwar Pae| f>J(la Fra
-------~.,1U. vlco-ptasi-
deule da primaca.
O uro da mesma ebrnnlissai, sobre a.#JlX0
j^-'tywlJ do\ mt*adure..e proprietaros *a r*
As obras que eaf tw^oo Sodr da Mofla,
por ora nada indica qjte paisa faier crer qoa elle
qner burlar a licen^a qua obtve; no enlaoto de-
eafi-cal o maior rftmerQ de vexes percorrer
aquella ort, afim de nao consentir que ella
esubclesja o qge se prejepLitfrmgiaJo aasim.
a posturas, e esto sega, aio SJ irA ffulaio, co-
ceo contra alie w aerar ioataurar o tw*pc4e
proecuo.
Pa(0 da cmara
manieipaj do Reejfe. de .
jutoa de 87i.-Dr. Prxedes Goajea de gouz ft'i, Basu, basta Sr. paator, trnoa-lhf, tofo, o
Li^-K*m~*-.___-.____[Jito: mT.ceagugejIl PKbe
desda Fnuei ^
ct-Uo, Antonio,
ia HarUe J
da Alnycida .panhia dos
oes eoir.
1, Fraa aa C!iga,
imrni f^
C'iO'
;us-
#

Digam aquellas rerstre* advogados e dootore,
se um mons e san leu pode-me des:i"reditar ;
procuraodo um raalnc, .em outro titulo, <|ue o
sen ditaOTTseraveie; (I) debalde me querem lis-
nar.
B' om dos pedaemhos de oaro, (Hsse mestre
Pauio e saa obratr.it. de peemato) ipie se con-
tm em nm artigo, 110 quai o fllawsioso rabel
proeuroo-se ds?fen ter do unta terrivel acausa^o,*
qne Ihe foi frita pela imprens.i, a qae transcrevo
tpsu cerbis (diz o eseriptr)- para se poder conhe-
eer perfeitamente a habilitl} da pe*-oa, a quem
se lemcoufiado o uso deuna provisio de advo-
galo 1
O que den lugar ao compacto daqaelrm pala
ras, cujj pemsamento reta oeculto nos jmysterto.s
da lingita rabuiesr, fii ama acc a saca 1 111 se
fea a essa rabota 4a doos eMeMioflatee, es em ou-
troe.termos, de dous industriosos actos no uso da
provisio.qne iba eonU.ram.
O" prtaeiro foi ter elle iiiudide a boa f de ura
agricultor, para conseguir dalle una ee-tta quanti,
afim de enir^ga-fa" a um dootor, para defender
ama eassa desse mesmo agricultor no e\r gi<
irilopaf 4 rea?ao de Lisbda, -ter por essa Ae-
ma, obri*) pora si a qua Mi* reeMa ; .V;xani.
ojie anea do pebre afvicoitor amase ittitfee
no alto tribunal.
] 0"segundo W lar o eemo raBofa recibido de
nm evedor desse f-ri'eltor outra utanli, sem
soieneia aotorisacao deste, so aposseio delta ;
osando para eese reoebisiietuo da um*. onenra
co, que defle. Mnha para tratar em priraeira ins-
rancia de urna cansa ; a qual, a'ra de iosnfllcien-
te par ese reeebiweok, ] estaa extiocta, des-
d qne a easw#*hf passado a segunda Instanaia,
Oipte opera a extincro do mandad) concedido
para a primefra instancia f
Aceusa* pov>, p>r faetos de lamanha gra^idade,
o HlanciAo rabota, resn-mlnn mth da jnelfe mo-
*;e por Ora exdmou :Frustra me wiutit
micita-iv 1
Passemos agirt feontioi mesfre Panlv) a nar-
rar diversos episodios, qne acerca d'sm desses
ractof liverara lagar.
abendo o agricultor, que a sna causa ttaha
srdo julgada mdefaza na relacao de Lisboa, e qoe
pot sua parte nao lioha ftlla-io advogado ,*Igom,
para o contrario do que rmha dado a rabuli, e
as suas insaocias, o iHsbeiro referido-, eonpre-4
rrealeu o rabuleseo callte, qae soffrea eescre-
ea Ihe loge a respeito,*liinBdo : o$e no a se-
gaime se eileoderia com elle, no sentido de re-
cebar o sea djnuetro.
Re-:ebea o ribnla a carta do agricultor, e. lea-
de-a, perdeu a cor de pimeata mureba, ou ames
de cobre aaiohavrado, que tinham ?s faces, e
urna pallidez seputchral se ap ssou derlas... e,
denot de poneos momentos da mais profunda
meditarao acendeu nm charol, sentn so em
ama nf Je. que tmha m nma especie do trra
53 de sua cas, o, baten Jo com mao pesada sobre
a testa, exclamou com a mais enternecida tu :
1 Oh f dos da chican, sale rao roso trance f Inspira -rae. Oh/ sania de tantos
ntilagres. ama dVfeza de esmagar fpalvfa favo-
rUa desse rbula; esse matulo qusnlo ma cha-
gr I... Segulo-se, depois di-lo, pouco lempo da
silencio, fiado o qual a p Iiidez foi pouco a pou
co sesuraindo do roslo do rbula, e f-i esle re
cobrando a cor natural de cobro asBhavrado,
semelhante acord)sfilbos de ura natural do
Algarve com algama africana... a que revela
ter elle sido ligo inspirado da mio da dnfeza de
esmagar o matujo...
Picaa mestre Paulo admirad! do estado calmo,
era que eom t3o pouco tempo, eslava o rbula e
disse : c varaos ver de que forma o hornera se
sabe am.anh.ia eom o matulo...
No da seguale, eom effiito chegoa o matado
casa do rbula, eacoDtrou-o, com brasas vivas
nos ofhos; mas, nao tendo medo, referio-lhe a
historia e ped i-lie o seu dnheiro.
O rabala/ontio, nao teve duvida, e rempea :
hornera, raonstro de malor iagralidio, que pe
lulaacia nao a tua era pretenderos manrhjjir a
reputarlo de am advogado cora 36 annos de exer-
eicio sera mancha, com attestam i'ti eximit pi
iraoi, et docJores, que habitara la naqueHas al-
ta rogiSes do foro de L'Sbia I .4 graudao, ss-
sen'.lmeoto santo maior do qae o corcel> do
hornera, j o dase M. Chernovis, o-priraeiro es*
criptor da 1 hlosopbia do direito : a ingratidlo
o maior deleito que pode ter o hornera : ou
ja mo homem ingrato....
Nada Ihe devo: os S0O4 ]ue recebj para dar ao
advogado aa sua causa na 5' instancia, iiuo trarei
33 priraeira, aplirfuei em sua defeca com a maior
vafltafecD, a mtlkur resultado, da tfae fe uvessa
dalo oatcem para optar a repetir o que eso j
liaha escripto na instancia. Vit>* ud rasli-
co; comprebenda, pirm, a verdad ; ea, depon
que recebi o seu diuheiro, fui a Lisboa, e abra -
ca, enlo, era sna causa a adroeaeia moderna, a
advoelcia do progesso, que est muito em mola,
e superior, por certo, a catonha e enliga alvo-
eacia. Sabis qnal T Vou dizer-vjs, ignorante
a ingrato :
La nio se amada nos autos : deixa se a cansa
correr sera raides; porque, digo Ihe iqui baixi-
oao, os jmaes na leem mais autos ; por isto a ad-
vocacia da progresso, em lugar de arrazAxr os au-
tos, faz memorial(sabis que merarrial t ra
zdas por fdra qos autos) que se manda imprimir
ou lithographar para se eslnbuir a nouw na oc-
eaaiao do cha, pelos jaitas, que lera de jolgar o
feito.
Ella lecm cora mais facilidade ; porque nmas
razoes impressa to lidss era toda a hora e ocea-
silo. Que vaotagem pao ten essa sobre a velo
Adrocacial I f...
Pqi, justaniopte, o me en flt na ana causa, dis-
je o rabota, e, eorp ta bom resultada, que a ven-
c e, ingrato.....

. que
Plfja^ 1? bomeai dp campo est muito lonjr de eompre-
bpoder essa refurma oraerpteiva de advocaci...
jfH0 de que o cura da fregu nada dissp aoj
seas freajnezas na occasiio da mi srAre ssa
V: miiagre da prov.aiiy!.
Basta por ora___ao ravoir.
Garaelleira, ti u joibo de 1871.
OPonia/mo.
(Continuarse-ka)
reformar, corao-ntii
lei mi, Pw-
gara, stjt, fr* fr
rae ij
pWT assim,
9 Sr. Icrouyu. de Souza Leo
o o l.arr.tl de O to carra-
te mez.
E' pla tmprensa qao fuocciooaria publico de-
vo recorrer ao supremo Iribuaal da opioio.
A imprensa como deve ser ; orgao da imparcia-
lidade e da justica, ocalinh) onde te devem
depurar os humen, maxi cargo de que se acbam iuvesdidos davem dar conla
da S'ii proceder e acedes.
Nao sao inleresses pouco cenf-ssaveis conlra-
rlados, nao do caprielns desarrasoadis repeildos,
uao a voz sempre aieotirosa, do despeito, quera
ostentando se com as galas magesiosas do jniz im-
parcial, do -ul, Ja tribuna, qae devera ser o es-
panlaibu da mentira, ha de proferir sentenca con-
tra aquelles, que h rra deste tribunal Ao tra-
tidos, e sem a* formalidades essenciaes do julga-
ment ah coadenmados.Miraeuloso coudao da
imprensa I
As sua teiu-meas nunca passara em ju'pado,
ah coucafcada e alropelada a verdade, la vera o
dia em que surge candida e pura como deve, e, s
pode je-lo.
Entretanto, esaes misionarios satnicos da men-
tira esses algozes da reputarn, har|iias execran
das e nefastas mal sabem qae esle mesmo pelou-
rinio era que hoja estrangularan! a honra e re-
palacio amela a troco da calumnia tornar-se-ha,
aoianha, necessariamente o dia da verdade, o al-
tar sauo onda todos os humen de crenca e ho-
nestidade ho de vir depositar e seu grlo de in-
CfOfo, dando assim compensa co .1 injusticia e aos
balddes. Repreioptam e!l?s o seu papel :. sao as
trevas quo nos vem tornar reai* apreeiavel a fut.
Nio sao inteiramanie inatei* estes eates: rasgara
muito veo tre modestia qne tncobre o merecimen-
to, do rzo de ser a e;;h bi^ai de mnitua ttulos.
V triste, porm. deplora vel a misso rio pro
ti:uidores rfesta Vestal santa, d-Macre'titaiu-o'a.
privam-u'a de preencher amissio a que desii-
a4>.
Dj -ito, quaudo a imprensa, longe de chafudsr-
se no Umag.l da injuria e da mentira, trrtiS o ca-
mi alio semevJo de tlires da verdade e da justica
sempre o seu verdict ceraado de veueracao e
respe no, sao o seus louvores ou censuras, esti-
inuios para os bons e ferrete <*e ignominia para
os roaos que airad 1 n3o :e.n descido a njtima es-
cada da mrgradacSo humana, buseam arripiar car-
rira o fngir assim da ja-ta sanef;ao da opinio.
Enire nos, porm, j de nada vale a censura do
jornalismo ; bordel imraundo, o- Ja se represen-
tara as sceuas mais- hediondas da maledicfncia e
da calumnia, por is?o hojo sua voz sem echo.
a, poim, no meio deste bom tenso social que
firnii a opinio publica, e.'piritos prevenidos e
dcacrentes, que esquecendo q uutsque centetur
bnniti doee prohetw centraras erigem em nor-
ma o principio opposto e esperam a refutacao das
injarias, embora dirigidas mn a mascara do ano-
ojaio, para desvanecer ocon*eito qae do enlo ri
caram lazendo ; dest'arte cabsodo a pobre victima
por demai--, o onus de provar a injuslii-a ds ac-
e4ar;ao que.Eolreo.
Isiu oos obriga a vir imprensa.
E' nm speciraen Jo (|ae -icibamos de dizer :
prava cabal ds que nao declamamos ama eories
pon lene a de Jaboato e inserida no Litoral, orglo
do parudo do mesmo nome, datado de 15 do cr-
reme mez, sob a epigraphe Jims partwtnes. mus.
Ah cora clfeito nao sei o que mais se deve ad-
mirar, se o eynismo com que se atavia a mentira,
se a audacia eom que se pretende manchar a re-
polaca) de ara luuecionario, joma o o Sr. ero-
nymo de Sonta Leo, digno a todos os re.-peltos d*
encomi e de lunvores pehs bons servaos que
lera prestado a causa publica, arcaodos compre-
cooccitos ja radicados e alTrontaodo at a mi Von-
ItdjB de aleaos dos seus amigos e correligiooarios.
fc' o qne u Sr. Jeronymo de Souta Lio, sabe
qae Hio dadoao funccionario publico fazer con-
eesoes a favores; que lodos gosam de iguaes ga-
rantan e s) dignos do raesiuo respeitoe aileut^oes
gregjs e (royanos.
Sun, o lelegado Je Jabona?, ahi est o archivo
da secretaria da polica para ilze-lo, compenetra-
se seriamente dos deveres inherente a seu cargo
e bem differenlemente do cemmum,nio srvese
delles para coiher proventos, sattsnaer vngaaas e
tomar desforraos, puis que nada dissa assenla n'a-
quede espirito reto e lanatieo pela juaucanao :
nao o cargo pora elle mar de rosas em que paa-
sa navegar trsn |iuilo o desassombrado, antes
ora mar posado de syrte onde elle se torna um
pirula-hbil e perito.
A ealumnia maltas vezis a retribuicio que
reeehe destes cai Jados.
Nada, p-rm, o tem feito demover da senda da,
justica qae ella bem reconbeca ser a onica qae
deve trilhar : dnrme tranquillo na sua coosoiaa-
cia e o seu zelo j lera (rcduzjdo fruelos de
grande utilidad.) ordem publica. Ea povorcio
do Jaboato, boje, podemos ti ze-to, cobre-o da ap-
plausos pelas ajustadas e sensatas providencias
que Km lomado no intuito ()-. proteger a hygiene,
afarmosear o povoado, garaniir a traaquidiiaJe
e manter a propriedade.
-ie o digam as medidas solicitadas oamara
muuioipal, a ditas pns -s iinpotianteaque ltima-
mente ffeouo'j : a do luAo Carlas, co-autor de
um assassiualo e ferimenlos 110 engeuho Santo
Amarinho, da freguezia da Varzea, qua t ragido
su apreseaira em Jaboato, oble inimeialaman-
ta chamad* a presanca daqaella autoridad,
pelo interrogatorio a que pruoedeu, reconhecea ser
elle um dos comprometidos no refer lo rime ;
a de Antoni Jo- dos Sanios, onJiecida por Auto
aio Giyaona, famigerado c: mimoso da mora em
Saoto Aollo, h 1 tanto lempa perseguido sempre
illuJiodo as mais vigilantes providencias das auto-
ridades d'aqnelle logar.
Saoi Antl>, theairo das faijaoha deste desal-
mado eoch de beojos a autoridad, que livrou-a
desie posadello horrivel, dtslruidor da honra,
vida e propriedade.
Quando se prodiga!isamlovminhas, quando
se reeommendam ao governo imperial, como ha
pouco se fez, o serviooc ptstad.is por urna auto-
'rfdade com a priso de um criminoso, qne muito
( qae h je pira de-fiterm as a impres-io por ven-
tara proJucida por censara injustas a urna aa
loriilado sd digna de luuvoreapreeeletnos ente
dous attesudoa em seu favor f
Quem que nao leoar louvores ama auloti
dado i(ua tamo te mera palo bem a eu jo~
ridl ianado ?
A fr*ruezi Ao JaBoatiln toda iatelra'^MHlBtf
o seu servife) a Ihe onde uratidao.
Orna nou
eve-se res-
peilar, le lateo JBstiea.
mfrepttt ie Jaboaldo.
N. 18. -UMA IMPORTANTE QUEiTAO PARA
OS DOBNTES Reta qoestio vital, que involvo
a saale bara esur da ratUiaras o milhare do
pessoas, vai nr submelUJa tod-* q.ieoflrem de
ypepsfa, pTi-lh > ventre,febn biliosas, debili-
dada geral, on qualijuer ama ooira eufermidade,
praeelM do eaMmmigo. d*1?a.J pu dos mtee-
Qot. 4)prr*is par ventara lertilir em asar da
purtmami draslacmirje- miacs fuem
anfrapamr. atrMotarde-ii*r o yslema in-
ielrj co qnerej aj)tae:tarum alivio certo,
segara e R<-r:na|at nal v!!z|ttrrr,edio das pi-
lulaaaasnca-adato l)rM, u: thartico vege-
tal, .aI sut ja mbmi sitredozir a torca
pl*rsiV, bsolMk*enj>.hraal|ssaavi-lmo}Da
s! e fa* actuamenio netipa a necessi-
aade O'uma natfeoada pttrgac; em quanto
ine a mesma proiuzida e agjr/Viida por meio
queris pois gosar da ventara t'em b appelile,
ma rliiistadigc-ij, ura ligado a\ tvacuaede
regulares, e a paz do espirito reu lu1 dttl rwti
nio d alutiferas condii.fas, es pllulas assucara-
dasde Brislol realisario o vosso de-ejo. Expenmen-
lai-as podei flear eerlo que rao vos aa veis de ar-
rrpesder. O excelleate aecendieioaamenlo da ai-
lulas de .tro de vidriuhos garante a sna durabllida-
de em tolos o climas. Bm toles "sos aggrtvados
ou provenieole de impureza do sang te.-a salsa-
parnlba de liri-lol devade ser usada onjoocta-
monte com as pilulas.
COMWRCW.
THE ALUVNCE BRITlSH & FOKEIGN.
Life and Fire Assuranee Comaeov -eslabelecida
em 18. Capital & 5,600,000
Os agentes desla corapaohia tomara segoros
ootra lego sobre, predios, genero e fazcodas e
pag*m aqu prejuizos de-vidameote provaie.
K.ibe Schineltau & C
Corso Santo n. 19.
SEGURO CONTRA
FOGO
Gob
Tbe Liverpool Lon ion &
lsuraace Compaoy.
Abante.-. 4
Saonders Brolhers d C.
ti Corpa Saaloti.

IMPERIAL
Compauhia de seguros contra
fogo.
AGB.VFES
S. P. JHUSTOy A C;
Rita 4a Wcnzala-noTa a. t.
COMPANHiA
NORTHERN.
Capital........2 l.XK): OOO4OOO
Fundo de reserva .... 8,0OQ;0OOajOOI>
Agentes,
tills Latkun t C.
mtACA DO RECIFS M DE JL'LTO.
DS tt7t.
AS 3 1/2 HORAS DA TAkTR.
CoacSes officiars.
Algodao- l* sor te G9\ rs. por kilo.
Algoao do se.rlao l" sorte681 rs. ;ior Icito.
Aieodio de lamaoguape 1' sarta 035 rs. por
le.
Cambio sobre Loiilrea 94 div M o,8 por l|00i>
(hontem e hoj-j,
. G. SteppU.
Praaidrnte.
P. I Pinto,
Secretario.
ALFANDEGA
Uenlinwinlo do da 1 a IS. .
dem do dia ti......
473:7a7l
l.oU*3O
4W7:17iA'.;i
Harinont da alfautlega.
Voluntes entrados
Volnmes sahidos
eom
com
tezendis
genero
com fazendas
com genero
3t2
lft)
169
M
------f7t
15S
Deseartvcam boje 7 dejulh.
Urigoe inglez--Wydr/feeorvo.
Barca ieglezaS>fore Slrioaraereailocia.
Barca ingiera -Magnolia merca dorias.
Barca por'ugoezaSarioJvario genero.
Bjroa IraneeiaBertbe dem.
tk
Despachos de exportare no da 2o
julho.
Para os por tos do ejtterior.
Jfo vapor i:i|lez Talismn, pan Liverfool,
carregaram: Johnston Paier i C I8i saccas cora
16,307 kilos de iJgoao.
No lugar hesoaohol Themoleo III para Bar
cellona, carregaram : Pereira Carn-nro A C. i7
saeea eom 3,730 1)3 kilos da algod >.
Na escuna it .liana f>#/, para o Rio da Pra-
ta, carregaram : Pereira Carneiro 4 C. 100 meias
barricas c >m ",7 kilos de ansueac branco.
Ni escuna norte-allemu Cut'ieriiw, para
o Canal, carregaram : S Leito Irmos 1,0C0
couros -al gados com li.000 ItHoe.
Na sumaca despatillla Guadalupe, para o
Rio da Praia, carregou : Dioaiaio Rodrigues 1,006
coeos eom casca.
Para os ortos do interior.
Na bareac S. Benedicto, para o Rio Qraade
do N'fie, earregarm : S'lva A. Irrraos 5 pipas
crm i.'iiio litros da agurdente, a.iar Oveira
A C. 1 saccas com 193 kilos da aasucar reSoadf.
Na hsrcaea S. Jo goa : Jo> Martina de Barros S barricas eom 191
litros de vi nafre.
Na barraca Tres rmeos, para Mcei, car-
regaram : Loureiro & Siraoes 2 barris com Ifti
litros de vinagro e 6 ditas com 181 litros de ccr-
veja.
IlGEBeOORIA DE RENDAS INTERNAS
GURAES DE PEHNAMUiCO.
ItenJUneulo do di 1 1 a S. 43:177*741
dem do dia 26...... I:3i8*i86
44:9?t7
CONSULADO PROVINCIAL.""
Ilendmetrta do dia I a 15. 137:0734010
dem da dia Jo...... 1:377*928
138 4WJ938
une reno
ltlilla mi meio des'.e accordo g-
ttr, exaudo app^rer tal deve passarilesupcreaida. e o pamsra,
y. IfWB cemat-----------
^e, loge o rbula) ma*
sytaEsrase:
lermmoa e 6*4 epuo o reme*.
CoMlrja o Sr. Jercoyitio de Sout* Lelo
l|ar a ardua rainhosa estrada da jusUca.
pariaJ*la-id MU. rtign.e ly
Ul uta saafue c aattasn o o Pw^perkTfl*-
MOVIMENTO 00 PORTO.
Vtp/o entrado no dia M.
Granja e portes intermedios8 das, vapor nacto-
nal tpnjaca, de 360 toneladas, eommanoante
Monr, ertoiiwgem 30, carga Tari gaoero* ; a
jompachia Pernambaean.
Navios sabidos m mesmo dia.
Rio da Janeiro-Bara inglez ejij^ V. Uva* M>-
pitao Monon Hof g, carga parte da uue trc
de Balnmore e assuear.
ParahyhaBarca ingina HnneUn, epfc*o M, M.
Brett, em hMio.
____, Obwvac*.
ratadaoa no lamaro um logar Uspaahol, mas
nao Meta communiciMSo com a trra. Atipare-a
leste watt mbareicao.
1
*
4 Ir

=5
ECITAES.
vares da 5 Iva, oJBdil da Ha-
.osa, e juiz prual.va do; (ettoe
viocia puf Jua MagesUrAa
" ard*.
rfiQl, na alabas aadjen-




V
\
inrtbiLxi
i

Iiorora de os.
u dlmensSes e
dado de avalla
6:0004000, _____
~le toos,
afflxado no
IU|W Ib oniune pibKeade peta taiprensa.
TT
i ftU
\**m>
_leTdo-.da amim Yiries Dutra.
Alve de Oliveira.
Manoel Ferreira da
Atil/o in^Uw ota Siloa.

p Reg U irros da Lacerda, jui)
al do commercio n'esta cidade
Hab ata Ptruambuco por i. M. L, fie
Etoni nardo., abl
Itapo saber pelo presente qoo i da tres d
ais da ornato asmo se b* 4 arrematar por
-jf^ueac aata dar era pne> publica desie
una, djep^ud' aotoancia reopoetiva, o sobrado de
I dnres, solea, SOOre sola doosro.
alto a ra do
Umreemo seodj ea oada andar e sol.
sala adtaata aatraa, qqMto ataba fra. pe
qaooo quintil morado, gpr'irr1- para gaz,
agni o ootaojo, arallado par ttAOQf, o qual vai
aprac por exeeuc,ao de Joa faroaades G mf
contra Joj Evangelista de 6a, a aa falla de lan-
adortw que cu ora e arene a wliaeto sera a
Wmu&Utoyiityt*+ &*& Cdm
E para epatar mandel paos* presente que
ser Mkado 6 lugar do costana publicado pela
imprensa.
Dado e passadp nesta cidade 4a lacife de Per-
JpaaofcofP, ao 11 u do aa de julho de
PJj* 4 ra,
despojados
U Sores.i TT
Roa da aorta n Jos I
na daTOna n.JLBemjan
Beeco do Abren n. i, Ha noel
Beeco das Bolas n. 16,
Costa.
Ra la Seala Velbt o. K, floraio Joa
Duerto
Rus doj Pilar n. 101; Joo Ao** .Baptftta.
Ra do Pilar n. 99, Alfredo Aires da Suva
Preire.
Ra do Pilar n. 104, Antonio Searea de Pinbo
Roa do Pilara. 110, Jos dos Sintoa ViUaeo.
Secretaria da SaoU Casa da Misericordia do
Recife, ti de julho de 1671.
Pedro
O Jateritav,
Rodriioes a
Sos
r8?l.
Etk
osen vio o subser
Eu, Ei nestoftlajfiao Freir
e*.
--
o do Btgo Burros de LneoraH
Fraacnae do irvaino oares Braooo, juix mu ni-
jais de orphios e ausenies da cidada do Recife
a sau tenso, por S-. M. I. Que Deas guarde
Ubaabarol Zafera- da Alnada Pinto, inventa-
ranle dos beus que Acarara pr fallecimeuta de
seo irmo Joaqun de Aluieida Pinto, requereu-
asa-para vodar em hasta publica disata juizo, o
somas Fabiana, preta, ereoula, de aau-s de
idade, servido d omesti
Angola, com 18 annos
tico, 800 ; Victoria, |
pila B.illiraa, com 14 a
de a coser, 1:003J ;
annjid" idade, lima de
fialt ua, preta, da
. de serrino domes-
o*U. lina da pre-
JasoY a ocal aproa-
rcoala, cos 12
1:8604 ; anu-
ale, billa da ree-
SANTA CASA DE M1SEK1COR1A Di)
RECIFE,
A lima, jur.ta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife precisa contratar a lor-
aeciiiiento dos gneros abano declarado que laai
de eousuiuir os eMabelecimento de candada, aa
coilegios de orondos e a aiylo 6o montaidido,
nos mezes de agosto a setenbro.
Recebe para Un ^ropostas na tala de anas ses-
fO.u, pelas 3 boru da tarde do da 17 do car
rente.
Alelria, kilof.
Arroi de Maranhao, idauo.
Azeite doce, litro.
Dito da earrapalo, ideo.
Agurdente, dem.
Baealnio, llog.
Batatas, idea. .
Chi hy^oa, dem.
Dito preio, ideas.
Caf em grao. dem.
Carne >eca, dem.
Cebolla?, ceoto.
Fariohade luaaiioca da Ierra, litro.
Afm
ia, a rearilreili'dtBtisi
otbi


da,cremla,, com 7 aunos de
riia Fab m.-,a. a quaLfoi sorteada or estupor,
1804 ; A-itwu'o. pird.i, caa 16 anuas de id d do
atrvujo donwiuco. n 0e rus, o qu>l aoflre de n >
leslia de pelir, 3004- E p'ols que aqu'e-c a sem?-
Ibajitc pietoo.;Aj pelo, prseme je fundido no que
dttpeV o d^Teto n. lb*5 de 16 de i*'^nib:o d-
1669, convido a iA-a quauios quieram laocar fo-
bre as mencunalas escravas, a-prefularom suas
proposias em cartas fecbda?, na casa dos aud -
lurios da prunein instancia des la caJe, nos dia
em que cocuma dar aodtfndi dos faltos a parle*,
O prazo para sooaeUkanie vreientaijio 4 de 30
das a contar de boje.
E para coast&r'maodel pssar o prejente qie
ser alixado iii lugares do cosiu.:ie e publicada
pela imprenta.
Recife 7 d; jnllio de 1S71-
Eu Floriano Coireia da Arito, e-crJvio o i, es-
crevi e subscrev.
_____Frinciscj de Carvatno S 'ares grandlo.
O inspector dji alftdega faz poblioo que ao
da 31 So correnu ser lasado b >.sia pob ica, li-
vre dd direitos ao arremataale, nra barril de 5*
com vinba seco, medindo 94 litros, avadados ena
44U0, o qual f ti apprenapdido a ordo da pola-
ca bespanhjla Fluala, pe guala desta repart-
jaoBentode Souza lira.
Alfandoga de Pc-rorabuco, 36. de julho de 1371
EmiBo Xavtor Sonrer de Mello.
Fumo do Rio, kilog.
Fr-ijao muUtinbo, ntro.
Fa relio, sacco.
Gai, lata.
Milho, sacca.
M.mteiga (ranceta, ksf.
Sabao, ideui.
Sal, litro.
Tapioca, idem.
T .uc.nhi, kilof.
Vella de carnauba, idea.
Vellas stearioas, idera.
Vinagre, litro.. .
Viiiho tinto de Lisboa, dem.
Olio branca dem dem. '
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 21 de julbo de 1871.
...... Oesorttio,
Pedro Rodrigues de Sonsa.
cpmp
ni exlraordmaria no cbiSl
^o xafy di qo criptor
pMhit'nra i& Cjrbtj(? n? i
formi jade com o S 3" do i
Ututos deliberar-86.HU6 o (6^6f *
missao fiscal de caatas aa qmsgm, caj^Mj)!"
nhia.
Escriptorio da companVu Jibpiibe,
7d6iibpdel87l
iM Bbnorio Bixerra Piala nacntaha da caraars municipal des^
etfadaan fas jn*hco que a mewa,cmara p
ate : a_tratar com SALartio >aos raa
ARCaTT
Xj
. 'WutL
6*|fcii
pa a J saala ordinaria dsste ntw en o da
6a oorranla, continuar a dita setsao nos av
tulatas. ^^aW-
lacratarta 6a man aiaaUipai 6a adr 16 ds
5 Besarra Carneiro da Conna,
Pajp tmMelagacia da S. Pedro Martyr 4*
Qlpada, aeka se depositado ara barro peqaeno,
pratsa Mein ajaw fu tma4a da ua lad tarto da nonte: queai se Julfax pan di
apareas.
MasM MMlatro,
Subdelegado.
t4
S
HnHVM t"PM 66 Vttartor4
rip^e*** *> J.ia* -taeo Datim. \
\ 30a pata-
asirttr?.
!*M*y.W*lltp
sapa* a bmsidade o
* ***** por ja ter parle do earrofHM(o :
tm "*?!* W psanapsos, pus o de
jssrrassssw.vs.s
las si a. ..aaVnaSnsnaanannB^Bi o -
^r
aia'^

onj
m
THEATRO'
- ?-

'

lnspeccjo do arsenal de
mariuha.
O Dr. Sebistiao do Reg BatTos de Lacer-
da, jeiz de direito especial do commer-
cio desta cidade do Recife de Per-
nambuco por S. M. a qaem Deus guar-
de etc.
F saber aos que o presente edilal virem que
por parla de Jos da Conceico de Oliveira e Fi-
Kueirc-d >, me f j dirigida a peticao do tbeor >e-
guints:
Illm. Sr. Dr. juiz do commercio. Dii Jos da
CoQCtiicio liveira e Figueiredo, que sendo pa-
suidar de dez letras quasi prestes a prescreverora-
se por i .p.-o de lempo, a sabor: 6 na quaniia de
62400G cala urna, scceiunle Ridolpbo Gomes
d Silva, I de 1:8764780 rs acceila par Jos An-
talo da Cosa, outra de 24642 aa. por Fran-
cisco Kogauio Muoiz, outra de 7174740 rs. por
Eu/razio da Fonceca Galvio, e finalmehte a de
184920 h, por Jos Ferreira Barros; vera pro-
testar pela seu direito para que este Ibe lique sal-
tro, de haver os respectivos pagamentos, v.-to Ihe
perteai^rem ditas letras das quaes fura saccadora
a firma Azevado & Flores, e reqner que lavrado
o termo de protesto sejam intimados os ditos ac-
ceilaQlJS por edilos, visto ignorar o supplicaole a
morad.a dos mesmos, sendo para tal ITeila dala
justiQcacao da auziucia.Pede a V. S. deferimen-
tOjE, R. M.
Bstava sella la com o sello de estampilha na im-
portancia da duzentos Paf legalraenta iuulisaJa
da forma segninta :
Recife, 6 de junbo de 1871 Pereira de Mello.
Na iu..l dei o despacho segniole : DesU-ibuida
juntan lo pro:ura(o tmese o protesto e justifi-
que-si! a auzencia
Recif', 6 de j mh de 1871. .arros deLuerda.
Era virto.de dasta meu de.-pacho (Ora a me i
ma pelicao destribaida ao escrivao deste juizo
Manoel alaria Rodrigues do Naseimento o qnal fez
lavrar o termo de protesto do tbeor segante: ter-
mo de protesto.
Aos 14 de junbo de 1871, em meu cartorio ap
pare&u o suppUcaute por seu bastante procura
dor o Solicitador Julo Candido Gomes da Silva e
di*>e pente mira e as leetemunbas wfra as.-ig-
uada- qua redatia a protesto o tonteado de sua
pelicao retro ; a qual oUraeia cano parte do pr-
senle que fi:a sendo, e de como assim o di*.-e e
proteslou lavrei este termo, no qual depois de lido
se firrnou com as ditas lestemuobas : eu Secundi-
ns Hclaodoro da Cucha esereventa juramentado o
escrevi, au Manoel Mara Rodrigues doNascimen-
te p&crivio o 9ub#crev, Joo Caacla Gomes da
Silva, Antonio Augusta da Frota Menez.es e Luz
Carlos Brando.
E icu j o supp'icanle produzido sua: lestemu-
nhas sllalos e preparados os aotos subiram a
mm conclusos, e nelles di a sen tenca seguote :
Procede a justifieacio, pelo que mando se inti-
me o protesto de fothas la aos supoeados au-
zenles, por meio de editaos cora 30 dwa de praso,
afliaad e publicados pelos j aan. Custas-ex-
causa.
Recife, 21 de junbo de 1871.-SebasUo do Re-
g Barros de Lacerda.
Por forga desta senteoca o escrlvio fez passar o
presente, pelo qual chamo, cito e hi por intima
dos os supplioados, para que comparecara neste
juizo d ntro do dito praso aflm de allegaren) o
. que f.r de nanea.
E para que ebegue ao conhaelmento de todos,
mandoi fazer o presente edilal, que ser afiliado
nos lugares do cosame e publicado pela lm-
prensa.
Recif-, 2Jde juubode 187L
El, Muioel Mita BadriWes do NajcitPtpio,
oacrivjj, sub-cievi.SebasJ do Reg Barros de
La:e,-Ja.
Ao sello. 300 res.V. S. S. -iausa.Barro
de Lactrdx
Faz-se publico que a commissao de peritos exa-
anando na forma determinada no rgulamento
nrtex ao decreto n. 132i de 5 de erereiro de
(854, os casco, machinas, caldeiras, appareUios,
nastre.n;otM. velames, amarras e ancoras dos va-
pores Molque e Camiragibt da companhia vigi-
lante de reboque, achou todos es'ses objectos em
estado do poerem os vapores continuar no ser-
vico era que se empregam.
lnspeccaa do arsenal de maroha de Pernamba-
JO 2i de jullio de 1871,.
Francisco Jeronymo Goncalves,
A?rematag&>
A da asa n. 18 da ra do Paaso da Patria, oo-
tr'era traves-a do Monteiro, frafoezia de S. Jos,
ja aonunciada por este jornal, de ver ter lugar
ojotata-farra 37 do conrate, na easa das auaen
cas depois da do Sr. Dr. juiz dos feilos da fazen-
da s 11 horas era ponto; a dita casa vai praca
pela quantia de 3:2004000, i.-to cora o abate da
le visto nao ter encontrado licitaste palo preco da
avaliaeio, que fui o de 4:0004000.
O pretendentes que desejarem Tfriflcar se a
casa de auo so trata est ou nao desembaracada
podem. examinar no cartorio do Sr. escrivao Cin-
tra os autos do inventario da finada Mario Anto-
nia da Luz, a cuja beranca partence.___________
Arrematac 5
Quintafeira 27 do corrente, depois da audien*
eia do Sr. Dr. juiz de erphos desta cidade, escri-
vao Brilo, teem de ir praca os predios se-
grate*. :
Um grande sitio na Passagem da Magdalena da
freguezia des Afogados, si b n. 13, eom viveiro,
horta, jardim, muitas frocteiras de primeira qua-
bdade, sendo elle ledo morado, com ora seguro'
caes para a carabda dos Remedios, e sobre todo o
recommenda urna encllente casa de sobrado, com
accoranodacoes para familia ; alera disto tem
casas ao lad para hosped-s, faitores, criados, etc.,
grande estribara o cocheira, lado de podra e cal,
avahado em 25:0004-
Um sobrado de quatro andares na freguezia de
S. Pedro Goncalves roa do Torras, sob o. 14,
eom 3 portas de frente, avahado em 14:0004000.
Os referidos predios sao em chaos propnos. Be
aclum livres e deseuibaracados, e vo praca a
requermeoto da vi iva do coramendador Joo
Pinto de I. ni >.. com annunensia de todos os in-
teressados. Os pretenlentes poderlo com anleci-
pCo ver os editaos que se achara em poder do
portdro Francisco Manoel de Almeida.
Nos din
*9 K 30
Vospera di de SM(iAmia.
OMjesw > iioras 6o aostume.
B4Ies de mascaras ao theafro
Manto Aufoalo.
Nos dias 29 e 30 do correte, sabbado e do-
mingo, ha ver no lne?tro Santo Antonio essa es
peste de divertinento que tanto agrada e deleita
o espirite da raoedade...
O iheatrb, lm das accororoodafl5es que offere-
ce aos cotworrentes, e que o de sobejo cocle-"
eidas, estar preparado, como sempre, de modo
a saplisfazar eonpletaaienu As exigencias das
amantes d folia. Uoi s>J5es cotiveiiienternenla
nibiliaJos, Ulu.'iiioal'S a decoradps, uraa banda
de msica possuidofa de un repertorio rico
das rasis lindis e m ademas, quadrilbas, walsas
e polkas sao as melhoni e nsais seguras garan-
tes do brlbaotismo da jetta.
Os apreciadores, pos dos bailes de mascaras
que concomo ao tbeatro Sanio Antonio nos dias
ann nuca ios, ama anda, urna vez encontrar ao oc-
casio para completo regozijo.
nan?
Na audiencia do Dr juiz de orpbos desta
cidade dodia 27 do corrente mez lera de ir pra-
ca por vjnda os movis e estabelecimento de ima-
ginario perlenceute ao espolio do finado Luiz de
Franca Soulo.
DECURCOCS.
SAaNTA CASA DA MISERI :OR0U DO
RECIFE.
A Illma. jaola a i uniste* .iva da anta asa de
itericoMia do Recife tend. de reeeoathUr o pre-
dio que pwsue o patrimonio dos astaoowomseolos
o> eardade roa da Noeda, eom do*a andaros a
sotfto, traosforaaodo a en otro do um a sodar
qoe-arateubi don arraazn, ora no patinante
larrea o outro no sobrado, o os predios oo. 2 o U
dorna, do Bario*, precisa oontratar ooloa obras
oaaa qooo por oao < preo>> se oniaer anjearroga
dooftiotaa la, psdeodo sorota I******** *
noataraos qne fi/reo Wraddo ow das
ejnlgilas em bora estado.
O*pretandeote doverS presoj
POAM om caria facaadas, com
lijoso arque fazea coda amo *
tajieiaria do sonta easa do
oj> do ralbo de 1871.
Podro aodrifooa'de Souio.
2054000
21)14000
1314000
mandilte Silv.
para o porto aelmo no
da 28 do correte as S
^raa da urde,
____________Maeobo carga, eocom-
*'* posOagaON o dosbeiro a ft. at as 2
bl?Hff,Ur* Vdo osr aoMto : osariptono
aSBrasileira
A' o dia'tW. fa corrente,
.{esperado dos porto do norteo
>' vapa*. S. Jddan*) eom man da rite
l J>javOr,Qjaaiodep<*a do den
' ra do costume seguir para os
Pwd# ja rcobaa)-se pasaofleiroa o engaja-se |.
carga,ao o oapor poder cooduiir, o qual daveri
barcada a* t de mx ebgoda, oncom-
# djnUairaa trote at s 2 horas da lardf
sabaJOK
i reo#b!io ooma ocoaMntnda senao ob-
ectBdpet|eio valor, a que nao codav a 2
erobaodope*, ou oito paUoos cbicos de medi-
- UlO 4U pwaaf. destaa hmUoa devota sei
mbareoirt tono carga.
Previoe-s aos Srs. passageiros que anas passa-
en se receben oa agencia, ra do Com-
raercio B. S.
4ff A 417 A, iW A 9 A7V A, 3S A;
fffl A, IB Bt tB, B. (*B, II b\ II
14 B, II I, 18 B. 17 B, 1B, *>B, 21 b\ 2*
B, B,a;Bva&,^3'B,B, W B,
Br^^Br^.-B.drB.B,66 .
b, 77 fr, WB.rsn;'W B&h W B, 9t*. t
B, 100 B^IW R.mjir106jr. hjb, 13 B, 114
B, 123 BjioVJJUJ: % &. 133 B, 134
B, 135J3J3B,.J3rB, 138 B, 138 B' 149 II, 147
b, mb i4b, 130 a> isab. mn. isab, ii
aVW B, iSg'76D B, fM B, I4 B, 167 B, 8 I.
!/, !7I &.-I77 B, 17 B, M 1W B, 18 I,
190 B, 193 B, 194 B, 195 B. 235 B, 230 B, que le
aebam vencidas a raas de 3> mase sera pagaren
os respectivos juro.
VISOS DIVERSOS
'aVAnrolC-ali,!
sajaos cabellos Ovaoeo, mb bar
raosofobod bigoile. rdtitfe 43aaa,
ou nino, psapalhetad, rauito esperiav |
o vicro seoo de tomar caettwoe, dea
osur em binaotf Ou Pao d'Aloo par l l_
dos nesis- logares, e por j tV todo da l, aasa-
do eslava em poder de Sr. Victorino do Ca*tr.
Monra, rogs-to as auiondadea paliciaes e aaso*-
pitaes de campe oa qaalqoer pessoa qo a>-
rr-hender, o> levo-l no nnav** Caanaaa, aar ao
Itecife, ua roa de Harta* 114, aao^odalb
qoaniia de iV. ^" -
A viuva e filho do coaiai'nador Manoel
Figueira de Faria mandara celebrar do dia
1* de bgosto, annpforario d > pasamenJ,o do
mesmo Dado, algomas missirs no coovento
'te S. Francisco, a 7 s 8 horas da ma
QtiS i ; e para es?c seto cunvidara a pes-
8038 d toa amiaade.
'
be-" ....
O palhabote oacnoai G*ibal4i, oapitlo Custo-
dio, Jos vianaa egoa para o pono cima cora a
raaior bratvidade possivel, recebe carga a frale : a
tratar com Tasso Iroios A C, ra do Amorlm
Bom*roD..J7.
AVISOS MARTIMOS.
REAL tlUPiSBIi
DE
Paquetes Ioglezes a Yapor.
Al o dia 29 do corrente espera.-* do snl o va-
por 7yi Pial a, com mandante A. H *, o qaal da-
poi da demira d costana seguir para Seu-
ihainpton, tocando aos porto de S. Vicente e
Lisboa.
Para pa-sagsns, etc., trata-so eom o agentes
Adamson H mvie h C.: roo do Comercio n. 40.
N. B. Pede-sa as pessoas que tetbam de re-
raetter encommen las peto referido vapor, o fa-
vor de, d-pois da despchalas, leva-las a agencia
na veipera da ebegada do vapor.

LEILOES.
90 caixas em qnartos com pjssas para fe-
char cuntas, o iicauas cora 15 groe as
de pbospboroa do gaz, cada ama
1IO JE
O afete Pesua (ara leilo por eoota e risco
de qaem perlncer do genero cima menciona-
dos, os qnaes serao vendidos para fechar contas
no da cima 27 do correte; em lotes a vootade,
00 armasen do Annea defronte da alfandega, s
1 i horas da manhaa.
SANTA CASA DA MISEUICOBDIA DO RECIFE.
A Illm. junta adraiuislraliva da Santa Caa do
Misericordis do Recita manda fazer publico que.
oa sala de suas sessdes, no dia 27 do mez de julho
pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrematados
a quera raail vantagras offerecer, pelo lempo de
um a tros annos, as rendas dos predios em segui-
da declarados: -
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Travessa de S. Pedro.
Sobrado o. 2. o......6034000
Beceo do Quiabo.
Casa terrea n. 8.......148,5000
Ra de Santa Thereza.
Ca5a terrea n. 4.......1464000
Ra do Duque de Caxias.
Loja do sobrado n. 77.....6004000
Ra do Prdre Florianao.
Casa torre n. 63......
Casa terrea n. 49......
Roa das Calcadas.
Casa terrea u. 3. 0 a .
Ra do Calabouco.
dem n. 18 ...... $204000
Ra do Amorim.
Sobrado de 2 andares a. 26 ... 3024000
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 73......2114000
Roa da Gloria.
Casa terrean.*61 ...... 2404000
.Beeco do Abroa
Sobrado de 2 andares o. 1. .
Roa do Bora Fim om Oliuda.
Casa tarrea n* 11......
dem a 12........
PATRIMONIO DOS ORPBAOS.
Rtia da Ponte Velha.
Casa terrea n. 32.......
Roa da Gola.
Casa torras n. 27......
dem i.B i.......
Ttua de S. Jorge.
Casa terrea n. 94.......'
Beeco da Bono,
Sobrade de 2 andares n. 26 .
Casa terrea n. 94. ". w. ... .
Boa do Eaooaatomoaia
Sobrado de S l andar* n, n .
Boa oa Sao* ala veiha.
dem n. 1. ......
Boa do Pilar.
Cosa ierro Ja.* 101 .
loro o. i 10 ........
dem n. lOfe........
Mam n. 99......'.
Roa Isrgs do Rosario
l3i do a-ibrad n. 24. ., .
pr- Os pretndeme dooajri apfeaeotar
wremaiacio as suas flanea, ota ajomparocorec
Mompaabado do respoeUvos Mam
loereuria da Santa Caso de Mojnrieordi do Re-
* S* da jonho do l7i.
Oooortooo,
Ptro MMnim aV Aso o
REAL COMPANHIA
BE
Paquetes Iaglezes a vapor.
At o dia 27 do corrente esper-%e da Europa o
vapor Domo, crpitai J. Thrraits, ou o Neva, qoe
depoj da demora do costume, seguir para Bue-
oos-Ayres, tocando aos parlo da Babia, Rio de
Janeiro e Montevideo.
Para passagens, etc., trata-se com os agentes
Aimson Honvie AC, roa do Commercio o. 40.
COMPANHIA PEaiNATtllJCANA.
DI
Navegando costetrapor vapor
Gayaos.
O vapor ilamangaape seguir
para o porto cima no dia 26 d(
corrente as 9 horas da nonte.
Recebe cargo ancommendas,
paasageiro o dinheiro a frete no
escriptorio do Forte do Matlos n. 12.
^k
ptoWM
4004P00
964000
964000
3604000
1464000
1934000
' 2404000
39*000
24W0*
1:2004000
i 2084000
towooo
. WI4#00
. wiiooe
3101000
DE
Urna olaria e2 canoas.
O agoote Marlios far leilo o raquerinentodo
nvanUrante dos beo deixado pelo fallecido Ma-
noel Daarte Pereira o por despacho do Illm. Sr.
Dr. jniz de orphoe, do orna olaria maito bem
mouda, sita nos Coelbi/s, e 2 canoas de carregar
barro, em bam esudo.
HOJE
Era seu escriplorio, i roa do Mrquez de Onnda
n. 15 andar as 11 horas do dia. ___.
a DE
Impe-
Uma casa terrea na raa
rial n. 213.
O agente Martina (ara leilo de orna easa terrea
bastante espacosa, e grande quintal murado, sita
oa raa Imperial n. 213.
no.ia:.
O leilo ter lagar no escriplorio do dito agente,
ra do Mrquez de Olinda n. 15, onde baver
leilo de urna olaria e 2 canoas ; s 11 horas do
dia cima. ______
Gabinete Portuguez
d Lsitura
(CON3KLHO DELIBERATIVO)
D ordem do Sr. presidenta do conselho d.Mre-
rativo, convido o Sr- conselheiro para ses.-o or-
drasria sabbado 29 do corrente pelas 6 I/) horas
da tarde.
Srcralaria do eonselno deliberativo do gabinete
portoaoe de lotora em Perrrambuco, 26 da iulbo
de 187 f.
Antonio J. Borges da Coala,
2* secretario.
Gabinete portuguez
de leitura.
(ASSEMBLEA GERAL)
Pelo presenta sao convidados os Srs. socios f-^
tactivos, para domingo 30 do corrente as It hora
do dia, afl'ra da que em 1" se.-.-ao ordinaria da as
sembli geral p s'ani. tumar conheeimenio do ex-
posto no art. 43 de nosaoa estatutos.
Secretaria do .'Gabinete Portuguet de Leitura
em Peruambuco 2 de jnlho de 1871.
' .A. 1: Borges Costa,
2* secreCraio.
MareeHmo Jj.- tiopes, raoiadur era seu sino
i estraoa do Arraral; tem doos terreos no mes-
mo sillo, que concede licenQa sera nenhum paga
maulo a duas pessoas casadas, para nelles resid
roa, en qnanto procedarem bem ; sondo es mes-
mos juolos da ura ribeiro de bu'agua em toda o
auno, contando bom barro, e algnmas madena
para edificaren) as suas casinhas ; mas quero pa-
soas qu sejam trabalhadores, e nao amigos da
eaeoa.
Olaria
Aloga-se, ou arrenda-se orna na fregnezia da
Boa-vista no estado logo de trabathar, tambera tem
barreiro para tirar barro, caso agrade, contrata-
se por preco ommodo : quera preleoder dinjs-
se a casa de escultura em mar more, ra do Im-
perador o. 20.
ES
' BC.V .
Missa fnebre do 7.-. dia : por alma de Hera-
dlo Con?tantioo de Panla Monteiro ff.\ Convi
da-e a firailia e aos amigos +ff para as 7 ho-
ras do dia 28 na greja da N. S. do Livramento f
N.802-H-.-.
Precisa-se de 9D0|O0O r. a foro, dando-se
em penhor 1 escravo com 15 annos de idad, para
lodo servic., e ficando os servi^os^delle em pa-
gamento dos juros da rrfsrila. qoontia : qaem
qaizer fazer esse negocio annanee para ber pro-
carado.
Companhia americana e brasile-
ra de paquetes a vapor.
Ateo dia 1 de agosto esperado dos porto do
sol o vapor amorieooo fhrtk Amerita, o qual de-
psis da demora do costume, seguir para Mew-
Vart, locando no Par a S. Tonos,
Paro frotes e passageos, traia-se eom o agen-
tes Henry Forster A O, roo do Conraercio i.. 8.
PORTO-
Para o indicado porto pratsode aoguir eom pou-
ca demora a veleira e bem coobaeida barca por-
Mgaeza Social par ler parto d "irtfirainiriili J
engajadoj o pota o resto qoe Iba aa, qoe recebe
a froto ojaootodo, trata-oa oona a consignatario
Joaquim Jos Goncaltos Beltrio roa do Commer-
cio n. $.
mmjmm
Paquetes a Vapor
i:0Wi
no acto
4000
to da
LEILO
DE
dons bons engenhos
A *8 do corrate.
Por ulterior despacho do Illm. Sr. Dr. joii de
direito especial *i commercio d'esia cidade, re-
querim-nto dos administradores da massa fallida
de Siqneira A Perelr, o agente Oliveira expor
Dcvarueme a leilo publico, os bem conhecidos en-
genhos denominados Justara e Jfof a"0fo,
ambo sitos no termo de lpujoca d'esta provincia,
os quaes forara peohorados por execneio de ditos
administradores vinva e herdeifos do Dr. Igna-
cio Nery da Fonseca, e adjudicados indicada
massa
Sexta-feira 28 do julho
ao meio dia oto ponto, no eseriptorio do referido
agente, i raa da Cruz n. 53, prmero andar, onde
se dar previas infbrmac,6"es.
CAFE RESTAURANT
So ISABEL
Ra d Florentina n. 2
O abaix assignado participa ao respelavel pu-
blico que tendo cmpralo o eslabelecimento de-
nominado Caf S. Isabel roa da Florentina n. 2,
e ten lo fclto urna reforma completa tanto na casa
como no enabelectaento, nao poopando esforg>
e at sacrificios par momal-o no p em que se
acha h je, nintoito de poder offerecer ao lustrado
publico ora estabeleeimento com toda as eommodi-
dades e asseio neeessario, fornecendo boa comida,
bebidas mas finas, charutos e cgirros de todas as
qaalidades, etc. Acha-se as condiroes de poder
de boje em diante offerecer o sea e*taoeltaimemo
a concurrencia publica.
Accettam se assignaturas por prec) muto rasoa-
veis.
O abaixo assigoado conclae pedindo ao Ilus-
trado publico a especialmente ao digno eorpo com-
mercial e nos seos amigos que se digoem dispon
sar-lhe a sua valiosa proteccao.
L. Porto.
"a~Ta|r a Precisa-se de urna ama livre ou
im.lvJl.lm. e'crava, que salb coznbar com
perfeicoo : na fabrica a vapor de cigarros, raa
larga do Rosario n. 21.
ceroa de 500 barricas com
fFnha de trigo.
SBita-feira 28 do correlata.
A ti horas em poni.
No armaxem do Caes do Apollo n. 47.
O afele Pioto, levar leilio pos eolia e rie-
eo do qoem perieneer, oet do CO barricas cota
farioha de trigo, descarregada do navio fraacea
Bf'rtha, nltimameoto chogado a asta pono. O Idi-
lio ser rftaeioado asII koas do dia cima ditio,
no manea "o Srs. Tasso Irmio A U no Cae
do Apollo n. 47. i
Oasappareceu do,engenbo Canzanza da
zia de Jaboaiao ha a aano, pooco raai
nos, o escravo limara, eaboo, dt idade 171
ponco mais ou aoato, aa^atf regular,
ba.cora ama Wo oo ona aquerdo, ooostotor
',** *'?'iD> esJPP'|. **mH**t*m
desta_c*foe> ; roga le a* aoiaridodoo fMfcaoo
capitaes de campo oa o ejdalqaar peaoa 6 tvvar
andar, qne aera awtar rsaaowtav gratificado.
D. Balbina Carolina "jP^da Lavra,. fljboj Jl-
Ihas, cimbados e cuabadas, maos e atoau, bito-
dos daifamllia-fDwlo aayadaeaar o taJki ao aoaoas
que assistraa ao enterro do finado capifa>Jj)a-
quim Fraacifco La,va ; a novamente rogaa ao
mesmaa passo** paia assislirem a mis; do satino
dia, qoe teri lagar no dia 29 na igreja mattii do.
B ,a-\ i.-ta, as I bisa da manhaa, por almo ato
fallecido, por cojo favr" dOs cualessareruoj i
mente gratos.
Munte pi popular .peratti-
buoaoo.
Toado esta sociedade da mandar celebrar asa
missa pelo repooso eterno do fallecido socio Har
cite Constantino de Paula tnieirojas 7 boira da
mjpha do dia 28 do correlo, na igreja matriz
de Santo Antonio, a dir.ci*ria manda convidar a.
todos oa seobores socios, prenles e amigo *>
fallecido, afira de asaitlirem aquella acto, peto qne
a mesma sociedade desde ja oonfessa-3e agrade-
cida.
Secretaria da sociedade monte po populai per-
narabucauo 26 de julho de W71.
0 1" secretario,
Urbano N Machado Anotaos.
- l'rea-.-e de una ama para cosmbar ai
servio > de ama caa da pequea familia ; tratar
a praca do Conde d'Eu n. 30 segundo andar.
Associai'lo (iiiiMiTcial fe-
nclicente.
A djreecao convida os senbores socios a cqau-
tituirem a assenbla geral, qne de ve ter lagar oo
dia i* de agosto prximo, ao meio da, na ejual
iem de ser lido o relatorio snuoal e elelt o aova.
directorio.
Jlssociacao Cannercial BaneAcente 16 de jaiba
de 1871.
J. H. Triudade,
Secretario.
Oiixeiro
Quera precisar de um rapaz com pratica do oa
gocio, diri)-se ru Iaiperial n. fl, 2 andar.
A prufeaoora interina da 2* cadeira de in?truc-
cao primaria do sexo faraioiao da freguezia do S".
Jos, faz sotante que a aula se acha aborto, no
da 1" do mez prximo de agosto.
______Maris Florentina de Ges Cavalcante.
OITereee-se uraa pes-oi com babilltac5es.
para tomar conta de qnalquer estabelecimeoto,
tanto de fasondas, como de molbados : qaem pro-
tender anouQcie por este Diario para ser proca-
rado. ______________________________
Aoga-se a melbor casa d, lugar Duarta
Coelho (trrombados), a que tam frente de aznle-
jos com excellentas commedos, 3 salas, 7 qnartos
cosinha fra, quarto fra para pretos, cacimba
quintal morado e estribara etc. ele : tratar na
ra do Amorim n. 37.
Precisase
Da nm menino brasilero da idade de 13 a IV
annos, que tenha ou nao pratica de taberna :
tenha ou
ra dos Pescadores n.
43.
COjTUREILU
Faz?ra-se vestidos bem feitos a ultima moda e av
goslo das donas, por barato preco: tratar na
ra Augusta n. 3, loja.
AMA,
Precisa-so de urna ama para comprar,
c. i-inhar o faz;r os demais servicos de
urna pessoa solteira, d-se bom salario : na rao
das Trlncheirag n. 44, sobrado
Aluga-se o 1* e 2* andar da casa n 6 da roa
I* de margo, outr'ora do Crespo._______________
Precisa-se de urna ano li-
vre ou escrava : a tratar na
ra da Vigario n. 16, 1* an-
dar, escriplorio de Joaqun Gerardo de Bastos.'
Offerece-se aluguel uraa mulata escrava
acoslumada ao servico interno de casa de faraha:
a tratar ra da Cadeia n. 33.
^%%
,
Qaer Pi ou chumbo
A celebrrima cavalgadora purtvaueza, eoohe
edo par posicao social, estabeUcido cora toja de
miudezaa > ra da Cadeia do Recife, leu ao da
24 do corrente tanta pancadaria em um pobre ra-
paa, sea oalxiiro, que e algoera qua preseceion
oslo acto de beroisnw do decantado Sr. PosicSa So-
cial, nao so condonase em acudir o pobre rapaz,
seria elle victima da pjaico social de suas *-
dV'-as patas I ficando o pobre dlabo mpito mal
iraiado e eom slgomas eonlusSe oo cara 1.0!
leaoor 1 Oh I mora i. Qual o nativo qoe obri-
gou o 8r. Peifoo, a protica r om acto de lio -
tupida aolvagaria f I Seria o ser o 8raddo br-
sileiro t.. nio o duvido, mas flqne S. S. ceno ana
nao estaraos na Parala, Rusia oo Paraguay e
vela qoe nos aossas manas tea koranheoa, qolriz
e sipo-pan, anUdoto paro b.mViaoAoara potica* bet-
iial social...... Aa revi i -.
O irabalbador dos B nis.
aarlicip
A dlnetoria da conaaonia oo Rio d Janeiro^
t^4touoodon.n
n. 57, prinato*
2S
agooaa.raodoBoaJoonoa.
P
O pataoto) larto tkimw UsiU, saga faja iM
o/'a % ttlmmn *iar, eouiftorto
AMA
Precisa-se de urna ama para cozi-
obar era casa de ponca familia : na
nao da Ponte-velha n. 28, sobrado.
Precisa se alngar um prelo para o servico
de padaria : na roa Imperial o. 183.________
Precisa-se de um nioleque do idada de 12 a
13 annos, para ca-a de familia : na ra do Impe-
rador, n. 63, i* andar, das 10 horas da manla,
aa 4 da tarde.
Oa abaixo assignado* participara ao respoita
el publico e eom espe laliaada ao eorpo do com-
mercio que datar de 30 de junbo pvotorito, flis-
aoLversa amigavetnooto a soeiedodo qoe oeota
praca gvrava sob a razio d Poot-> 4 C 0
raesmos julgam naa dever por negocios teaten-
tes a referida firma ; porl se algoem sejitoar
eredor, aprsente seos titoto no ptoso do 90 dios
contados desde a patonetto doto, para sorom
14 que soiaa vorittadnL
la, 26 de jaibo de 1871.
Mane-1 Porrolra Pootes.
Jisa&irdooooltototonie.
Anjele Baobata do #*
B^toooAC
Na Iravcssa da roa
Crazes n, 2, pri-
wir andar, da-se di-
nbelra sobre penhores
de va, prata e brilbaa-
tog, g$a qoal for a qflM-
lia. da mesma easa com-
prai-se os nesnos e-
toes ejiedras.
Porteneem a otoaooiedade o bilh laidtete-
ol
3W.4JS

Companhia Al lianpa
DK
**%,
seguros marimos esUbelecid
' na Babia em 15 de Janeiro
de 1870.
M Toa aogoro d aaorcadon e osbboro o rtooo
lotairo, data> aetes e dooil naritimo om novio do velta a^yaporo gog^gy-
laareio o o*1plnito"a>ljipto d^^
lajjtot Beitrio.
MoooMario,
imito a H



Qqtota (eir 27 d Julho da 1871.
_______t-v.-'--i;;-.-.^ 1 ,*p i nata_____
i
a,Wfi
.0*000.
-*o auigaado lera sempr posto 4 W
^M^tMsbilhee do Rio de Janeiro, pagando
fWMilimrnin. como costama, qualqaer premio.
Inteiro 24*005
Meio H*009.
Qaarte *000-
Maaoel Martin Boa-
Botica popular
ru daImearatris o. 77, precisa contrattr um
ttki do jphaftucia
4a Pahua n.. .
Precisa-te de orna ama II-
vre on escrava, que cozinbe
pea e lave tratar na rna
MARTIMOS
COSTRA FOOO.
A coMpaahii Indemnisadora, esUbtieaidt
tiesta praca, toma segaros martimos lobrt
navios e seas carregamentos e coatn fogc
mb edificios, urea dorias e mobiliaa: aa
roa do Vicario n. 4, pavimento tarreo.
i tipf
WH|rt|to hopcrial
PIMTITRA
lela
Basde-o
aovo embeskl
CatrafR.18,e*qiini
m DO BMti DI VICTORIA- 41
iriaaam tan'nm Di AS8m como
-Mt l
"I
l.'i"!
TKLHOTRBAHOS
RECIFE A. OIRDA
Beberibe.
"^TcrordenH da directora convido aos Srs.
accionistas paiMWndafeb procurar no es-
riptorio da compatrhia o exemplar do Jornal
do Red fe n. 1W n que, est publicado o
projecto de rgforau dos estatutos, afim de
estarem habilitados a dricntir e propor o
que mais convier.
Escriptorio fcompanhia 24 de julho de
Joo Joaqutm Alves.
_____________________*" ecreurio._____
Joaquim Jos Goiujal
ves Beltrao
Roa do Trapiche n, 5, i* indar.
Ss*ca por todas os paquetes aobre o kenee 4t
Itabo, em Braga, e sobre os seguales lfares n.
Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valonea.
GoMaries.
novo armaxem tem um
>rtimento de fazendaj
inglesas, alientas e to-
das toda* se venden por procos
modiots, afim, de acreditar a esto
aovearmazem.
sito i rotes
__________ pascada nutrii. Oeirato-
Ihos-qae desde eote, teas sabido>de am** orneara
tem *eralaoie aarwled^ asede rceeeUcs per
S? per ootros oom alegra, por Teres a BKWineis Ctaemiras ingleuf,
otada eoa nm eetabefeeaaento dlg&e d*a, e to- traneezas, de todas as
5?pSSTtoW^^ ***
a&mtpar wv^mrtw!^**!*- ** trinco, cota
aerando qae o pettioe de Pernasbbaoo satura nnhos modernos, cha-
ipreciar noeaes catorces e raeompeaw onfia- i pof de SOi de seda,
ARRUDA
criflcios.
aaeoaaei

AVISO
O abaixo assignado declara qae sea eaixeiro
fLaciano Mauveme retirou-se de soa casa no di'
16 do roez prximo pastado sem pTevio aviso e.
mtm Ur prestado as devidas coritas, pelo qae nao o
considera mas tea eaixeiro e nem se responsabi-
lis? por qualquer debito oa transaeeio que elle
por ventora teaba feito em nxne do meemobai-
xo assignado, o qnal pagava-lbe mensalmente seos
ordenados, seado que elle receben relativamente
ao mei ultime mais do que havia vencido. Recife
Goftabra.
Geaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos le Val de Ves.
Viannado Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real
Villa-Nova te Famelico.
Lamego. .;
Lanos. .
Covilhaa.
Vaseal (Valpass*.
Mirandella.
Beja.
Bareellos.
Grande holel central
* ra larga do ReMario
ro 31.
Neste muito conhecldo liotet e encontram ex-
cetlentes quartos e salas para dnfar, qoe offere-
eem commedes para tamiitas, ende se encontra
mao s o maior asseio e limpeia,como bora servico,
baobos fros e qu entes e todas as commodidades
indispeosaveis vida' todo por mdico preco. O
lagar central em que este eetobeleoimento esta
collocado sutiicienie recommendaeao para ser
concorrido.
3 de julho ie 1871.

Luir Jof Pereira Simoes.
MOFINa
Rofa-se ao lllm. Sr. Ignacio V.elra de Mello,
envo na eidade de Nazareth desta provincia.
favor de vira roa do Imperador n. 8 a cooewir
aqnelle negocio que V. S. se comprometteu reali-
aar, pela terceira chamada deste jornal, em fin*
et dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passoa a fevereiro e abril, e na la cumpno,
e por este motivo de novo chamado para dito
m ; pois V. S. se deve lembrar qoe este negocio
de mais de oito annos, e qnando o senhor sao
lino se aebava no es nesta eidade
Ofreee-se ama mnlher de boa conducta
para fazer -oompanhia a orna familia, e tambera
prestar algaas servicos : qaem precisar dirija-se
a roa da Sania Cnu a. 37.__________________
AHENCAO
A empreza de Iluminado a gaz avisa res
peitosamente ao poblico desta eidade que
tem recebido um graode e explendido sor-
timento de lustres, caodieiros para corre-
dores, arandelas, e mais apparelbos para
.gaz, tanto de brom como de vidro, dos
mais modernos e lindos padrSes, es quaes
vende pelo mais razoavel prefo que pos-
si vel.
As araosJras para se ver acham-se no es-
criptorio da companhia, roa do Imperador
"tta DO 0
Bna do Baro da
Victoria,
Outr'orarua Nova n. 63 e casos
do costume.
BllheCea garantidos da pro*
Tela.
O abis d assignado acaba de vender entre o
Ki! muito felizcs bilhetes a sorte de 5:000*000 em
on meio b lhete de n. 574, a sorte de 8001 em
meie bilbete de n. 1226, a sorte de 300j em meio
Dilbete de n. 2514, o um quarto de n. 04 com a
corte de 1004, alm de outras sorte* menores de
40/000 e 20G00 da lotera que se acabou de ex-
trafcir (200), podendo seus possnidores virem re-
cfber, qne promptamente serio pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para virem ao sen estabelecimentc
comprar os feliies bilhetes garantidos, que nac
dejar de tirar qualquer premio como prova pelos
' mesmos annuncio'.
t." Athara-se venda os muito falizes bilhetes ga-
rantidos da 8* parte das loteras em beneficio da
nova igreja de N S. da Penba, que ser extrahida
jeto dia sexta-feira 28 do corrente mei.
PRESOS.
Inteiro 6*000
meios 3*000
Quartos 1*500
De 1000000 para cima.
Inteiro 5*500
Meios 2*750
Qaartos 1*375
Joao Joaquim da Coala LeiW.
AOS 5:0004000
Sitio i venda os feliies bilhetes da lotera da
Sabia, na casa feliz do arco da Conceicio, loja di
jurives no Recife.
AMA
Precisa se de orna ama para cozinbar
para pequea familia : na ra Velha n.
28, sobrado.______________________^^^^^
Pernambuco Street Kailway
& Companhia.
De ordem da directora desta companhia con vi
dase aos accionistas a reali.-arem ama entrada de
vinte por cerno (20 OjO) sobre o valor de snas ac-
coes, at o dia 4 de agosto prximo, no escripto-
rio rna do Commercio n. 8. Pernambnco 15 de
julho de 1871.
H. IL Suift.
Assistant Tresanrier.
Precisa-se alugar um preio de meia idade :
nesta lypographia.________________________
Aluga-se a casa n. 8 da rna do Jasmim : a
tratar na ra da Aurora n. 50.
Attencdo.
Urna pessa bastante habilitada para fazer co-
branzas pelos ser'oes desta provincia, por ter por
elle* viajado o adquirido neles muitas relaedes;
se offerecea quera precisar para o mister cima :
rna do Pires n. 48.
Cozinheiro
Na ra Marqnez de Olinda n, 35 precisa-se
ura bom cozinheiro e de boa conducta.
de
Precisase alagar urna preta de meia idade,
que saiba vender na rna : a pessoa qne tiver, di-
rija-se ra do Visconde de Albuquerque n. 119,
amiga rna da Gloria,_________
Precisa-se de urna ama para cozinbar em
casa de peuca familia, na ra das Cruzes n. 38,
3' andar : tratar namesrn. ra no armazem de
mavei* o. 29.
Urna mulher de boa conducta oferece-se
para tomar conta da casa de algum hornero, de
idade sujeitande-se a engommar para o mesmo :
tratar na ra lo Bario de S. B rja n. 53.
Furtaram do engenb Tiuma, no dia 7 do
corrente, urna bnrra e dous cavado?, sendo os c-
vanos pertencentes a lavradores e a burra perlen-
cenle ao rendeiro e consenhor do referido enge-
nbo, a qual tem os sigoaes seguintes : grande,
bem feita da cor arroxiada, com marcas de fon-
da no espinbaco, e tem dous ferros, sendo um no
quarto esqnerdo e ontro no quarto direito : qaem
a ppreheoder ou dt lia der noticia certa ser bem
recompensado.
Convida-* tose qoellae .
# Mtrtofeh^ojeeW*it artes, *i Nfaa\
eceesidade deaniafce de photopaphta a vtst-
laremoaweao estabeleciment, qne stan *empr*
Para oeWaWboe-a pbotographto poMoinMll'
machinas dee Minores aotoro tameaes-
e Itoepee, como ejam : Cerebonrs et
Son* e^Wofl. OrTieiamento recebenc
madBaei eedo na dellas prepda
?obre o^aesow vJdro 4 ou 8 iotofen
soladas, e oertri 6 a 12 Ir
igoalmeoto isoladae, da torto .
jrande coocwree>ei pode/etoo
ira oetea dutea at Speesoas dven>a eisola-
da para earfeiee 4e vuHa, e sate eo mens de
am qoarto de ora despaebaraoo 8 dWereoie;
snapsffXa'ttS!:
m grano con -eotraa.
undo apnete e talentos o distincto pintor
illemao, oSr. ...
Jorge A. Rflth '
>s trabalhos de pintora, a apunte, a oteo, a
pastel.
O Sr. Ro* acoa-se ligado a nossa empresa por
ama eacrpiora publica, e ato o preeeato tem-M
lesveHado na eenca de eeae trba*ee.
No nosso eetabelecimentf aeham-ie expostos o-
tros trabalhos teportaoto de Sr. Roto, tanto em
miniaturas aquarelia como oleo, retratos i
oleo, qoadros sacros e verses outros frabalho.
Tomamos eoeommendas de retratos f oleo at o
uunnho natoral, assiai como de qoadros sacros
C ornamentado de igreias ou eapailas. Taav
aceitamos encemmenaas de qoadros histor-
eos.
Assegnramos qae os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mu rasoavois.
crt5is de tisra-nAo coawudos A 10000 k
DUZU
OAATSeS DE VISITA COM O OOLORDO AO NATO-
RAL A 16*000 A duzu
Retrates em miniatura oleo oa aqnareila de
16 a 20*000 eada um, indo convenientemente en-
aixilhado em moldura dourada e regalando o
basto da pessoa retratada de 3 i 4 pollegadas e
do o quadro palmo e meio de unianbo.
Jnlgamoe qoe bastaro os precos cima para
larmos idea da baratesa dos trabalhos do nosso
istablecimento, qoanto sua perfeicio cada om
renha jnlgar por sens proprios olhos.
As raelhores horas para se tirarem retratos no
nosso estabelecimento sao das 8 horas da manhia
I da tarde; entretanto de urna hora as 5 da tarde
tm casos especiaos pde-se tambero retratar qual-
luer pessoa.
Nos das de chava, oa por tempo sombro Do-
lemos retratar, e assegnramos qae esses di as sao
)s mais favoraveis aos trabalhos de photographia
pela docora e persistencia da lar, e por termos o
losso torraco construido com taes proporcSes a
melhoramentos, qae anda chovendo jorros ne-
hum inconveniente 'ha para faxer-se bellos re-
ratos.
Inot.
a^ c k
.mkj^
. rp
m>.b i i
'. UUI
Bario da Victoria
Custodio Jos Alves Guimaraes, nnco socio ge-
rente da casa commercial de Guimaraes, Pontea
& C, desta praca, previne i quero lnteres?ar pos-

Assim como tem offit. ffranoo
officina de alaiate, montada coai
todos os prepare qne ha demelbor,
dirigida por bais artistas, que
pela sua promptidSo e perfeicao
nada debtam a desejar.
Roupa de todos oe
amanboapara heateiw
menino.
Per todo* o paque
tes TCcebem*ie>a#ie-
lhore e mai moder-
nas ttsemiraa qne b
na Europa.
Bario da.Tfetor !
tafi raa
NOVA
Ne 4i.
RA
estabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e m pontuadade na encom-
em Vado afea de melhor servir os seus numerosos fj-eguezes deixa-se de annnnciar todas a fazendas, par
t jr
LIQUIDACAO


lia mais importante fabrica de chpeos de sol do imperio Ra do Baro da Victoria n. 23
O dono daquelle estabelecimento resolveu-se para acabar mais depressa em vender os productos da soa fabrica pelos pr#-
Cos seguintes:
seguintes
Chapeos de sol de seda para senboras e meninas a...................... 5000
Ditos de ditos a balao a............................................ 6(J000
Ditos, ditos e ditos finos a.......................................... 8)5000
Ditos, ditos e ditos, de marGm....................................... 10)5000
Ditos, ditos e ditos, para hornera................................... 10)5000
Ditos, ditoseditos..................;............................ 1 i4000
Ditos, ditos e ditos de par agn...................................... 150000
Ditos, ditos, ditos de ditos......................................... 160000
Ditos, ditos e ditos cabo demarfim.................................. 170000
Ditos, ditos, ditjs editas.......................................... 8)5000
Ditos de alpaca muito superior...................................... 40000
Ditos de merino.................................................. 60000
Ditos d'esguiao.........................:......................... 6000
Ditos d'algodSo para homens e senhoras.............................. 0000

em dnzia descoDto de 15 /
dem idem.
dem dem,
dem idem.
dem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem 25 %
PECTORAL DE CEREJA
DO
-

DR. AYER
Para a cura radical e certa de todas as molestias da garganta edo peito, constipa
coes, tosses, bronchites, defluxos, rouquidSo, coqueluche, angina, etc.
Este xarope peitoral o resultado de
longos annos de estudo por um dos pri-
meros mdicos da America do Norte e de
experiencias minuciosas nos principaes hos<
, que est promovendo a dusoluco da mesma pjiaes do muri(j0 receitado pelos medi-
flrma, e entrara em segu.da na respectiva hqn.- ^ mas dstJDCtog do ^ ^^ A
dacao ; sendo qae nao ha letras celas quaes esteja
a lirma responsavel, e nem o annunciante as pre-
tende firmar durante a mesma dissoiucio e liqui-
da cao. i
i' andar do so-'
digno de toda a confianca: Io por ser efi-
caz, alcanzando com urna certeza infallvel
o assenio da molestia; 2, por ser inno-
cente e applicavel a qualquer pessoa de
Anda est por alugar-se
anu f. K o ,S Z A6y.K V*! 'SSSmmi a^mem^usto
ou a enanca da mais tenra id; de, e nao ser
andar e a loja do sobrado da ra das Aguas-Ver
des n. 85 : a tratar na ra dos Qnarteis n. 28.
Precisa-se de urna ama dt laite : na ra de
S. Jorge n. 139, segundo andar, qae se paga bem,
preferindo-se escrava.
Precisa-se do um feilor qae entenda
de p'antacoes para casa estraogeira. a tra-
tar na roa do commercio n. 38.
Alaga se um moleque para ca*a de familia :
na rna do Raogei o, 7, taberna.
SOCEDADE
Soecorros Mutuos 28
de Julho
Da crdem do Sr. vi:e-presidente da afsembla
geral e de conforraidade com os artigos 7 e 29
1* dos estatuto!1., convido a todos os senhores ro-
cos a :oroparecerem no dia 28 do eoTente a 7
hora da noite ne 2* andar do sobrado n. 21,
camba do Carmo,
Recife 21 de julho de 1871.
Ernesto de Carvalho Pires Lima,
____________1 j-eeretarlo da asnerobla geral.
Na ra de S. Bom Jess das Ci tolas
d. \i, lavase e engomma-se com asseio e
perfeicao ; mais barato do que em ootra
qualquer parte.
PRECISASE
aluear um preto ou urna preta para o servico in-
terno e externo de urna casa de familia : na rna
do Pillar em Fra de Porta? n. 131, 1 andar.
Csinheira.
Precisa se de urna cosinheira : na ruado Im-
perador n. 26._______
Na praca da ladepeodencia n. 1 e 3,
precisase de urna ama para audar
coro uro menino.
Prevengo
amado General Victorino, em ausencia do
dono da casa, entregaran) nm avallo ac, dizen-
do o portador que o conduzis; vir de Jadoaiao
para o abaiaa assignado, e por jnlgar ser engao,
previne a san legitimo dono a entenderse na mes-
ma raa n. 7.
AMA
BaliISH HOSPITAL.
TbeTreasurer would tbaok the merchants hol-
ding fees belongiog to tbis iastitution lo send same
to n. 38, ra do Coromerqjp.________________
PAIiACETE
perigoso se fr tomado, por acaso, em
grande quanlidade ; o 3o por nao ser se-
creto, pois qualquer medico pode obter a
formu a de sua composif5o, dirigindo-se
pessoalmente, ou por carta, aos agentes
geraes, ra do Visconde de Inbauma n.
81, Rio de Janeiro.
A grande fama que tem grangeado este
remedio, deudo s admirareis coras da
phtysica pulmonar, molestia esta 15o penosa
e fatal em soas consequencias que aqoelles
quo sao atacados dos primeiros symptomas
devem ser tratados o mais cedo possivel, e
ser efJQcaz, pois nao ba tempo de fazvrc-rxp
. ie experiencias. As pessoas atacado da
phtysica geralmente fazem pooco caso e
sea mal, al qae seja tarde para cura-la;
nesta, mais do que em qualquer outra
cusa, tem suaorigem o predominio exten-
so e fatal de urna molestia que mostra o
seus estragos com innmeros e assombro-
sos casos na estatistica da mortandade.
Milhares de casos de molestias pulmonares
que" tinham zombado de todos os recurso*
da sciencia, tem sido curados radicalmente
com o uso do
Comtudo deverde todos combateresta
terrivel molestia no seu principio, bem
como todos os males que podem conduzir
a ella, como tosses, resfrialdades, deflnxos,
dr de garganta e bronebites; qualquer
rouqoidSo deve ser tratada immediatamen
A' ra Direita dos Afogados. contiguo a ponte, ,e- / experiencia mostra-nos qne o Peito-
acaba de ser construido um lindo predio todo a, ra de cerqa de Ayer cura todos estes pa-
moderna, ornado de figuras e a frente guarnecida | decimenlos, quasi sem excepto, e raro
de azulejos est todo morado teodo um grande 0 lugar DOS paues onde coqhecido, que
portao de ferro ao lado e gradiamento por cima do I ^ pxemnlos da curas
muro, tendo mais um poito que 0a para a esla- dy ienna numerosos exempios ae turas
ioda Muha frrea, alem dessa commodidades 'eitas por elle. Se se pode prestar fe ao
tem mais nm grande terreno com 100 palmos de que homens de todas as classes aflirmam
comprimenlo .e 100 de largo todo murado para do qrje e]e tem feito se podemos scredN
^^^^^I^^^Z\^^^. Proprios sLidos. quando
ternas do andar terreo, a!m de ser teda caoalisa-1 vemos as pengosas aueccoes do polmao
da a gaz ao as seguintes : 3 grandes salas 2 cederem a elle ; se podemos crer no teste-
_5M^^V??ar!?t.^?DA*^"l*-p* munho de iutelligentes facultativos, cuja
obrigac5o conservar os fados; e final-
o primeiro remedio que appli]t.e, dever
Peitoral de cereja do Dr. Ayer
vidro deste xarope mao; pois nos ataquis
repentinos de angina, de croup e nos pa-
roxismos da coqueluche a que esto sujeitas
as criancas, nao ha tempo de chamar uro
medico, nem de fazer remedios, e este xa-
rope allivia immediatamente, sentando a
crianca do perigo.
AVISO.As preparaces do Dr. Ayfr
s5o preparadas com especial attenco ao
mente, se permitlido acreditar em coosa
al.urna, est incjutestavelmente provado,
que este remidi cura todas as classes de
molestias cima designadas melhor do qae
tolos aquellas al boje conhecidos. Bas-
tam nicamente as uas virtudes intrnsecas,
e o incontcstavel bem que tem feito mi-
lhares de doentes, para que surgisse e se
sustentasse a reputarlo de que goza. Em-
Attemjo
Trcei-se rroeda de cobre, quantia nunca
rior de 30/000 : qaem pretender, dirija-ie i pl
a laaepeadeDCia n. 39. loja dos Sr?. Porto '*
Basto.________________ ._______
pessoa, em cuja casa, estTd oecuftaodo
as eien.va' Henriqaeta, preta tala, de 20 asnos de
InaBe'.'criefa do corpe, altara regular, cara redoo-
i, t^hoj a oilof jirode" cpm urna cicatriz era
mebelfas-, ps chatos aojar piado, eestuma
irrodar de nome, f>i eterava da "sea. D. Therez ]
engetibo do Brum, natural desu- provincia.
mt, arta. W sanos de idade, aiiural da Pa-
rahyba, iragra, cara ecraprida, alta, testa e olhos
grande", queixo'liao, falta de a!gon; dentes, pp-
eos cabello braieo, p ciatps, roaos seeca, fal-
la branda, foi escra va dg Sr.Pedro de Oliveira,
peio d cmJ comrtirelal OfAHt C. e do Sr.
?lapr Pabrei?, qneiram entrea-fa.. sea seonpr-
taerajdo; en a em da Etncia ou Hemnqae Oft
V% tifia* W ,*"pr ""'f" ^*r a' mea*
i reduepo de juros
O abaixo assignado estabelecido
i com casa de peohores travessa
[ da ra das Cruzes n. % resolveu
I reformar a tabella dos juros das
i transaccSos effectoadas em soa ca-
Isa, desta data em diante, assegu-
f rando a todas as pessoas que, alm
da garanta que offerece seu esta-
[ belocimento, acredita qoe todos
[ ficarSo contentes com o mdico pre-
mi que pagar ao, sem terem em
risco suas preciosidades, dadas as
vezesa agiotas simulados, que as
venden no fim do prazo ajustado,
sem mais formalidade algoma.
Anda mais as pessoas quetive-
rem cautelas vencidas e qaizerem
evitar que seus objectos sejam ven-
didos emleill, venharo rformal-as
qoanto antes, que aproveitarSo tam-
t>em da redoeco dos jaros da data
da reforma em vant?.
fiedle 10 de julho de 1871.
Julio Isaac. J
ttt-ssaaiu saun
engommar, quarto para ciiado, coebeira para nm
earro ; no 1* andar, alm do sotao, 2 salas, 1 ga-
binete, 2 alcovas, 1 quarto para despensa e nm
grande terraco com 80 palmos de comprimenlo,
todo cercado de grade de ferro que traz toda ei-
dade do Recife e o mar de baixo da vista ; a casa
i toda cercada de janellas e portas envidracadas,
Iue contam-se 20 ao todo, fieando o caes a borda
a camba que divide com a estrada de ferro, on-
de se toma banbos salgados e chegam canoas : a
Iratar na leja de joias, Coracao de Ouro, raa do
Cabug.
Escrava.
Precisa-se alugar ama preta escrava ; na raa
eslreita do Rosario n. 28. ________-
Frecisa-se de um eaixeiro de 15 a 16 annos,
qne tenba ortica de taberna, dando flanea de saa
conducta : a tratar na ra da Concordia n. 9o.
quanto que muitos outros remedios inferio-
res a este, e que foram aculhidos pelo
vulgo, faluaram e foram depois abandona-
dos ; este, tem ganho amigos pela expe-
riencia, e pelos beneficios que tem prod-
galisado aos afflictos que a elle tem recor-
rido, e que nunca poderoesquecer as ma-
r vi! hosas curas oLtidas, porque sao nume-
rosos de mais-, para serem olvidadas. Ne-
nbuma casa do familia deve estar sem um
Vende-se em todas as pharmacias e drogaras do imperio
W. R. Cassels $ C.
Agentffgeraes.
clima dos trpicos, e tem modificacdes im-
pprtantes sobre as que sao feitas para ou-
tros pa.zes.
Portnto, o publico dever notar, e com
cuidado, para qoe n5o seja srdidamente
engaado, que os remedios de Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil, trazem
rtulos e envoltorios com a descripeo mi-
nuciosa para a sua applicagjo na lingo?
portugueza.
,
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
AO PUBLICO PUBLICARES

A rna Primeiro de Marco (outr'ora rna
. Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos fe
lizas bilhetes dous meios n. 1820 com 100*000, am
qoarto o. Si com lOOiOOO, e outras sortes de
Qaem precisar de algum diobeiro a premio 01 e 201 da lotera qae se acabou de extrahir
sobre bypotheca de predio?, pode dirigirse raa (joo-), convida aos possnidores a virem reeeber
da Aurora n. M>, 2 andar, que ah achara pessea mconformidade do costume sem descont algum.
encarregada para isso. ______| Acham-se a venda os bilhetes garantidos da
Preci.-a-se de urna ama boa 8.* parte das loteras, a beneficio da nova igreja
de Nossa Senhora da Penha (201"), qae se extra-
hir sexta-feira 28 do correte inez.
PRECOS,
Bilhete inteiro 61000
Meiobilbete 3J00O !
Quarto 1*500
Ba poreao de (09*000 para cima. m*
. BHhete inteiro 51500
Mfk>-bilhete 2*780
Qnarto 1*375
Maooel Martins Finia.
^^^
engommadeira e de boa con-
_ duela, forra ea escrava : aa
rea do Pires, sobrado a 28. v
Quem precisar de urna ama de ieite, dirja-
se i raa de 8. Jorge a. 94, qae chiva-ep qoeta
tr,t*r-________- _____ .
Bblieiro-. copis)
Qaetil preeisar procara ra d Marrfaei k*
Ol.uda n. 40. 1.1
aa
Na ra \elha de Santa Riu n. 18, 1* andar,
contrata-se jamares para assignantes com muito
asseio, variedade e promplidio ; tambero endita-
se riquissimas bandeijas com balichos fraucezes,
e faz-se toda, encommenda propria para presente,
todo isto por preco mais commodo do que em ou-
tra qualquer parte_____________________-_
O abaixo assignado tendo realisado o tras-
palo da-casa da ra Imperial n. 116 com os ere-
dores di Sr. Antonio Joaquim Tertuliano de Mello,
fieando este com plena quita*.o dos mesnjos ere-
dores ; roga a qaem por ventara se julgar com
direito a epper-se ae messo traspasso por qual-
quer titulo, se aprsente no praso de tres dias.
Portuguezas
Processo e julgamento de Jos Cardoso Viira
de Castro, Lisboa 1870 8-de 148 p. p.br.
11500.
Salamatok
Os anonymos, opsculo em additamento ao pa -
abado de verdades Porto 1870em 8 br.
uooo.
Salamalek
Um pnnhado de verdades, o consol geral de>
Brasil, os falsos moedeiros do Porto, a hospitalida-
' para ser tisfito o qae est verbalmente tratado, i }JArM|,r e a.d*d0rM de LoPei-p,"'>-
oio sendo atlendnla qualquer reclaroaclo fiada a Ie
referido praso. Recite 25 de julho de 1871.
Joaquim Gomes Perreira de S Leio.
-.-----
Uvrarla francesa
Cozflbeirt

Proeisa-se q*e uma ama para eozioha, prefere-se
escrava e paga-sa bem : a tratar na ra do Mar*
pjpa de Olinda o. 40.
C"
Comedorias
JMdsaHed8DTi
gJtO
j|ra:ies4BjW#<

:if \
i\
- A phifmaeia Cfntt) i+fa'"" *inro^^ami^l*,: aa rust) Darjj-.doGtamaifSJ, fbti
'l.e'ru#'Aoaji flnp"! It flntrftarui
Ra estrella do itoaario n 3a,
Na' casa cima forneoese conedoriaa para (era
com asseio e promptido, chamando-se a attenco
. dos' senhores. aoadamioos qne oaerera ir cedo
Convida, se araaMIii,'Mreofes e amigos do 6": aira as saasaalas, visto que se dw.i airo, ?o des-
Bffo cdmjgo aresWSgo Joto Jos Pereira. rigan di:foras em pootn al s 9, oa atea bor.i pelos
-t/'l(!s,i* Hltria;:;pl^ijmb9 mareada, e jantar a qaalaufr'hora, man
' b*ir|ra^ma mBtyW rar na ig/i dndose levaren uas ?.
1.- jade*.-S r^manhl(5i~rt---^-^
Ui lS ia ..Ifl. do cariante, trigsimo. da -Jo. sea fall cj {.
Hl Jil
i-serums
*tJ^!P*^:.:-m%- ceaialie/ .a eowef WTVi*,M H- que di fladorfsua condaftai jriia-se Aft
yr^j^wa,4AI4eirflrfo,m 'Br------'
PreejM-sCriieMiiraft.., njoi* ihorta.on jar
Te?tor
um qitof. porjgo.-
ljvin'Jo .s poucm^ da do',
w*-!**' ,v- tf .* ,r -m
rum n. ?>-ajra^rtirsBsco"
Cavallos furtaaos
Fartaraf do eogenho PenamdnbJ, fregaezia de
Munbeca, no dia 8 do corrente jnlho, dios qoar-
teo, sendo o 1 rodado pedrea, tendo nna bellido
i direito, mos ovadas, e no p esqacrdo-
un ulno de corda, inteiro, carree,ador bai^ce um
PojcaatoaUdo, e de cangalha ; e 2* rodado-
talhado, castrado, bom andador, qua$ aj meio.
de 8 arme, pooco mais ou manos lendoo*) ai-
nai bem visivel em um dos olbos, qoe 6 parte.da
pesua rohla de um lobiuho que Ibe fci exirahido
ao mesmo olbo. Consta qoe estes cavados ai-
rara para IiHpoeiraaa Nazwetn, e queiMeMea der
noticia certa ao abaixo assignade, reeehsr,4fl0a
dagratiricacae, assim como Suplicara a quaatta
?e bou ver pessoa que ibe deeiare o roubadcR.d*
ditos cavali v
Manoel Barhosa d,-, Silva.-
Alug9-s'e
Ha e msi aj|un-; quarto
fi. r*i de tBeiivjadr'
Ti tntaa.ae Ui*.
*
\
,



-
)
E1 esfero dtotro diurna iiava e beii tontada
. loja dejoiae, sita a ra larga do
X*r Retalio n. 24 A,
< Os prnprtetarloa deste el
zeraar para # ollocarara naa qp
esUMeclraenlo tendo era vlua 01 esfortos que
rSes.de urna grando clIeniella^hUarlatn ao mais
..:
principio W ni* vlesseio a eollumnas do jornal scieotificar o respeitavel pu-
le no memo estabelecimento encontrara
bfUML ^6e "WBftrno estabelecimento encontrarse sempre o mais completo sortimento
de Jola, como sejam : brincos os mais modernos, para adcrnatem as delicadas ore-
loas do bello sexo, e qae se vendetta a 8, 9 e 10* o par, ditas para meninas ai,oe 6i,
Attas de coral, obra de aparada go.-to a 3 e 4, Voliinhaa de ccrM com ernzes de oaro
a 5*/ broches modernos le 3 a 13>, ditos cora pedras e em anas devidas caixinhas a
10, 1, II e SO*, rosetas Usas, porm bem tr&balhadas, de 2*500 a 9, ditas com
pedras de 4 a 15 J, aclelas a \. ditas com Inscripcdes a oJoCO, anneis de diversos
gestos, a com bonitas pedras a 5, :! e 4#, ditas de perolas, esmeraldas e rubins a 6J,
ricas cruzas de esmeralda e rabim a it, U e 161, ditas de onro e coral com vistas pho-
lofraphicas a 3, 4, 8, 6 e ?*, figas de coral a I ndalas para relogios a 20J, dinas a
6#900 oitava, guarni{5es com Vea boldes para aberturas a 4|, ditos de pedrinhas a3 J500
o par, ditos para pannos os mais modernos a 7 a 8<; alm rte'um variadsimo sedimen-
to de jolas de aparado gosto que receben por todos os vapores da Europa ; como
ejuu : brincos. Braceletes, altieetes, aderecos completos, erases, nietas, anoeis de
brilnintes, esmeraldas, perolas e rubios, MedalhSes, yoltas, trancelins, anqeis com let-
tras e de diversos* modelos, ocolos e pendnet de oo.ro e prala dourada, relogios de ou-
to e prata de fanales fabricantes, salvas de prala de diversos tamaohos, rices palilet-
ros a faqueiros, colhares para cha sepa, maracas para criancas, e ama indoidade de
okjectos que seria enfad-abo manciooar-ae.
Oe proprieurios da Flor de Ouro garaatera vender mais barato qae era outra
aaa,rqtrer parte, pan fue suri aberro o estabelecimemo das 6 horas da mach as 8 di
onte.
5
IiOJTA
Flor da Boa-Vista
"DE
Paala Guimares
0 proprieUrio deite bem conbecido
tabeleclmeoto cootla sempre segoindo
Miga tormt de primeirojwriteiro da B-
,08
4O
3-0
400
8i0
720
80000
80000
amelhor prova admrem
presos seguintei:
Guitas escoras e ciars cores flus
o covado 160 200 re. a.
Cambraias de cores 240, 280 rs. t r
L5as para vestido 280, 320 fiv
Creps escocezas faienda aova a
Alpacas lavradas d'um s c6r.
Cambraia branca traospareole pe-
gas a 3a,0 e.....
Ditas dita victoria a 4*000 e. .
Bramente com 40 palmos de lar-
gara, varas, a 20000 e.
MadapolSo superior pecas 50000 e
Algod5o a 4)5000 e. '
Brim pardo trancado 6 pech'mcht
covadoa.......
Dito dito.liso omito floo a. .
Ootras martas maja fazendas ajwr^ende-
r por precos baratssimoa como lejano :
pannos pretoa, dito* wa,.casemras pretw
e de cor, merinos, brins brancos e de co-
5*000
RIVAL
RA DUyo _p sHB&a xxfr i.
Joc Bigodinho, conf lojjle toradezM,
avisa a todos o o seas fregaezes qae esta
torraodo todo pe preso, i vista da fazen-
Thesooraa grandes e pequeas o
mais Gno qae lia a IjOOOe i 800
d6 aW#
e algodao it
160
EGIKDO Oimento
N/9r,
Caixas com 20 qoa
liso, amiaade a
Pecas de tranca d
mais modernas
Frascos com agaa
Boa a 400 e
melba* quebaVam* C%m\
Dtzha 4*botte taFtaV de ttlI
tptra vestidos por lodo o proco
.- par* acabar. *
Libra de areia prela a iflOr
Grosaa do botos do louca branca a 120
Caixas com 100 eovetopea azenda
fiwaKOO, 600 o 800
spelbosde moldara oorada t
8001 14000
Ponto prets Voltedot para mt-
nioas a
Tinteiros com tinta preta a 80 e
res, seda para colletes, camisas ingloaas para ^^ de fltJ| eiMtit mB|t0 Qna
Ltat com superior bantaa 60,100 e
Latas grandes com superior baoha a
r

Vende barato os objectos seguintes:
Bssqalnas nraito boas a 15#, Kf, e 15*.
Ccrpiofios de cambraia a 8*.
Laces de tus para cinto a 34.
Chapeos de velludo para sennora a 14|.
Ditoi de Nina da Italia a 16*.
Mussulfnas, fmenda fina a 440 ris o covado.
Gretones 360 rts o eovado.
Cseas te barra a 360 res o dito.
Lisa para todos oe precos.
Vestidos de cambraia ricamente bordados.
Saia-s bordadas.
Camisas bordadas para senbera.
Entoval para baptisado.
Lescos de cambraia de lnho bordados a 3f.
iNa loja da Turquea 4 roa do Bario da Victoria n. 9, (antiga roa

.
i '
homen, meias, chapeos de sol etc.
Officina d'alfaiale
Os dignos fregaezes eacontraraa om gran-
de sortimento do roapas feitas deade o
mais inferior at ao mus superior que se
acn no mercado, assim como ao manda fa-
zer toda e qaalquor obra d'orcommend
feitas a capricho, pois para esto mister se
acha munido d'ura perito mostr. Garante
se faserem se menor 20 % de que em outra
qualqru'r parte pelo o motivo de o freguez yCataas com agulbaslaocexas a 1-60
pagar o que compra e 5o o aspecto do
estabeUcimeato.
1H Ru da laaajperat>l4
JUNTO A PAAMA FRANCEZA
00
200
200
320
Nova).
AVISO
E

espo-
Os abaizo assignados leo Jo comprado a
lio do fallecido subdito .portagnex Virginio 'Freir
de Oliveira, estabelecido na praca de Santa Cruz
n. 4, constanio dito espolio na sua mior totalida-
de de diviitas actrvas nesta pra^a e tora dellatl
vera peto presente pedir a todos os devedores do
dito espolio que quanto antes veabam aju-iar e
saldar as saas comas, aflm de evitar incommodos
e despecas, e previnem aos mesmos (levadores tae-
to do metto como la pra^a, para que nao pa-
guera coata alguraa ao ex-caixeiro do dito Vir-
gioie, Antonio Maooet Machado Coelho (com al-
gans ja oHteram), sob pena de pagarem secunla
vex, visto que o tile Colho, depuis da morte do
referido Virginio, &o lera autorisacao algama
para talSm.
Wecife 19 de ianho de 187t. .
Gama & Sirva Brlto.
Companhia
Santa Tbereza.
De ordem da directora sio onvidados os se-
-ahores accionistas a fazer a stima entrada do
capital sobscripto a raio de 40 0.0, no e?cripto
rio do director caira o Exm. Sr. Bario da Sole-
dade at o da 21 do eorrente.
Resife 90 ae jatbo de 1871.
O. gerente,
Justino J. de S. Campos.
Ka praca da lodepeuder.cia n. 33 se d di-
nbeiro sobre penbores de ouro, prata e pedras
preciosas, seja qual tor a qaantia ; e na mesma
casa-se compraa vende ohjeetos de oaro prata ;
igualmente se fu: toda e guaJquer obra de en-
corameoda, todo qualqaer coajerto teniente a
mesma arte.
Manoel Caelano de Siqnei"a previne ao pu-
blico que niogaem fac,a negocio ewi o Sr. Mo de
Alboqaerqae, morador em SaotAAnoa, qae se rali-
lula procurador de D. Camarn i de 'Sena Barbosa
de Carvalho, ar do anrraaciante, pois que lia ra-
tees particulares que inkbem o USr. Albuqaer-
qce de ser procurador da dita seahora, e para
qae ninguem ignore, tase a presente. Recife 24
he jaldo de IS74.__________________

A viava do teneute coronel Jos1*r-ancisco Pires,
fallecido em Lisboa, pede aos seusiparentes e ami-
gos de :eu prezao marido o obseqoio de compa-
recerem sabbado 29 do eorrente, as 7 horas da
mantisa, na matriz da Boa-Vista, adra de assteti
rem-a missa-por alma do mesmo fallecido.

Marcelino us da Gosta Valente, prente eami-
go do fallecido Joaquim Francisco AI vas Monieiro,
ioovida a todos os pirentes e amigos do mesmo
ficado pra assbtlrera ume missa pelo repongo
eterno de sua alma, que raaBdi celebrar na igreja
de Livramenio suboadoSH do correte a9 7 1^2 ho-
ras da maivfii; e desde Ja agradece cordilmeote a
lod; s aquellas pessoas que e dgnarera a-is'.ir a
oste acto decaridade propria dis almas bem for
madas a-pledosas.
Roa das Laraajdras n. 30.
Silvano Carneiro, participa aos seas r-eguezes
e a todo* que delies qalxeretn fazer parte ; que
pretende dar comidas para asignantes, tanto * sea estabalecimeot, como para casas particulares
eom toda a premptUao e areio. Encooyaro
excellenie cerveja Bass, vinho do Porto e Figuei-
ra, paraianche a qualqaer hora; excellote raao
de vaca, as ooates se sabbaos para domingos,
tendo para isso um hahil cosinheiro.__________
>eeiaraqo.
Anrjunciando-sa por iiffreutes vezes
neste Diario a venda t\e porcio de torras,
a tratar no eDgenfre Mrgnaipe de Cima, d -
clara-se, ue, se s5o perteoceates a esta
proori^dad n3o se podem dispor sea que
prirneiro se .eot^ndaia com <.itiveira,Flbos
.A C., a quena esto bjpotbecadaf assim como
jo referido eng' nho.
Recitej22 de julho de 1871. ^_
MiL-MIWII'IIM-IHillli'l '"! 'iP llli'ilBIMlllili '
OLEO Pi0 DE FI6AD0 DE BACALBAO
VA
TERRA NOVA
DE
H. lACOMBE^
Estableo que tae'boa acceitacae tem mareeido,
maito se rf comranda por ser o vntis purificado
qae at hoje tem superior a entroqualquer: voade-se no deposito
especial de Bartholomea A t; rna Larga do Ro
sria 34.
Frascoicom trtoo di Pbifdcomo a
800o ,80
Frascos com macassa I Perut a "-24
CW>A.k J. /1.U*n nrrls.
Frascos aorn agua de Colonia verda-
dera a "
Ditos com Oleo de ba )osa suderior a
CarriWs de retrox preto com 2
oitavas a
Serapirinas ou harmeaicos
No arrcaiem de Joaquim Antonio de Ara ufa-i,
C*, ra do Mrquez de Olio la m. 14, atada
existem ptimas seraphiuas de Nogoeira, cora ex-
cellentes votes ; e se ventera barato, para ac-
bar._________________________.
Chegou.
A pharraacia americana do Ferreira Maia
ingleza de Desnoos para ungir de preto os
cabellos brancos -: roa do Doque de Ca-
sias n -57, antiga do Queitnado.^____
Pecas de ttras bordadas a 500, 600
800 e
Garrafas com a verdadeirt agua
florida a
Cartithas Via Doctrina Chriatla as
mais modernas' s
Livro das missoes abreviadas a
Copes grandes com superior banha
Mateos dapaltoi pan dentes o
ioelhor qae bl t
Pacotes com 3 sabonetes inglezes
fazenda fioa t
Escovas maito fina? para limpar os
denles a
polfhiide de primaira qealldade, barricas eom
^3 ai probas ser^OfOOO, s no armazem de
Candido Alberto Sodr da Mola & C. travessa
da Madre de Deas n. 14.
u Papis para cigarro
Da teda* ai qualidades, e por menos preco do
que em outra qaalquer parte, dlnhelro a vista,
so no armazem de Candido Alberto bodr da Met
& C i travesea da Madre de Deas n. H.
is owados e pintados
proprios pata forros.' de casas, capellas e orato-
rioe, cora gaacnteOerpara os mesmos e pelo me-
nos preep possfveL oo armazem de Candido Alber-
Ukjed^a Mota 4 G. travessa da Madre Deus
aqufc" Jos Gonglvas" Belirao tem para
noaeu escriptorio rea do Cimmercio n.
5, os gneros abaizo notados, qae vende mais ba-
lo que era outra qaalqaer parle :
illqpas era ancoretas.
osena barricas.*
_did*o em niassos de 1 tibra.
Ipios do -Chile de boa qaalidade.
Cognac marca martel frrea.
' Mada*. u i
, Farinha da mandioca de Santa Catbarioa, sac-
eos de 3 e 2 alqueires.
Dita di Bahia em saceos branos.
lia da dita em barricas, proprlas para casas,
particulares.
Fio d algodio da Baha em novellos.
HSW
Ob'sasde'palhetas. I !-:
Pap>l frpri^ara dgarro.** '* *
Dito azul para botica.
Palia para dea-es. vav'
Elrega sortido?.
Panno de algodao da fabrir de Todos os Santos
Pedrosci na Bahia.
Rolpai. / *
Rap popular da Bp.'ma.,
Botim em fardos.
itetroc dos moltures fabricantes do Porto-
sioca do Ma/anhao. .
acosiroorite da Babia.
rraho do Porto engarrafado, caix de 12>gir-
Dito de, dito em barris, proprio para engarrafar.
Dito vuscatel, verdadeiro de SetrJial.
Dita Bordeaax em caixas de arca dnzra.
Dvto de caa em caixas de urna dazia. ______
de
400
1,5500
1*500
160
00
2*0
IOJA
DO
Cor.tra a tosse
PASTtLHAS PEiTOilAES.
de
Gemaa simples^rystalisada.
Dita* (*e angica
NaV d'Arabia.
Seve de pinteo maritimo deLagasse.
1E airas muflas que mnito se recomendara pe-
las euas excelle&tes ooaitdades.
Vende aa
PHAfistAClA E DROGARA
DB
Bartholomea Ot C.
34 RA LARGA D6 OSARI \- 34
GALLO VIGILANTE
Roa 4o Crespo ia. f
*6s proprietarios deste bem conhecido esubele-
cVmento, aleta dos muitos dbjeetos. que'titihara ex-
costos a apreciacio do respelttvH publico, man-
diram vir e acabara de receber pelo ultimo vapor
da Europa, raro completa e variado sortimento de
rfioas e moi-delicadas especialidades, -as nuaes es-
\ lio resolvimos a vender, orno 6 da sea costume,
Ipor prejees-fliaito baraitflbos e comanodoe paralo-
ios Montea
Joariulm Frajaclsco Alve Mor>
telro.
D. Senhorinba Mara .Ferreira Monteiro ordial-
inecte agradeee a todass penoaa qae se digna-
ram assi>tir as cequias do sea >prezado marido
Jos nim Francasco Alves Montairo, e de novo os
coavlda para asssstirem a raissa do stimo di, qae
lera lugar na qoiata-foira 27 do orreute, na
igreja matriz da Boa-VisU^ as 7 hora da man&a,
per cajo obsequio desde ja ae confeesa sumtna-
inerite grata.__________________
lM>gauaa_agaLya3?_waH. ww-fll'W-W
' -- O Sr. Antonio Pertira da Mocha ^ueira en
iender-se eom Tasso Irmios om liquidaeio a ne-
fecio. Por ignorarse a na residencia reeorre-se
x este meio. ________________________
FARLNHA
Saecas grandes de farinha de maudioca,aime-
Ihor do marado, a prac.i da 3*300 a 3000,
barata em vista daqualidade, os prefinientes po-
dem examina-la nos trapiches ca companhia,
Pontea : a tratar no escritorio de Jom> Joaquim
Lima Baiao, ra do Vigario n. 17, prtaeiro an-
tox._________ ^____,
Caixeiro
.i'reeiea'Se da um caixeiro que'tenha prlica d
palaria, de afianzada Conducta : na ra Imperial
D: 183.________: _________' '
~ O arrematante d imposto por p de coqneirO Jo municipio d Recafe
pelo p;fint,faz tcjnle aos contritrainles
Fovoaco
Com este-titulo publicou o Sr. escrivao do sub
delegada d'-aquelle lugar QB3 arrazoado no Jornai
ao ReofeiaS* do corrate, eir. que, refrindfc-se
ao Soaso annuucio relativo as (azendas rcubadas
da esiacao detUns, nos quali5:a de leviaii"s imp u-
denles, e.no nos lerabramos que mais aiatdaiHda-
des d'esto genero, qae, por nossa parte Ihe devol-
vemos, por nao nos asseouram, e, talvez raelhor,
oo Sr. escrivao.
Ene Sr. asrivo, que oo seo dizer, julga-se
maculado cora o que alarmamos na citado .innuu-
ci, sob #no8sa respoasabriidade, o mesmo
que afflr'ma no seu ascripto, que o trabilho
de arrumar, desarrumar e mostrar as f.zeudas
que, roUbadas na eslacao, alio depositaJas em
sua casa, tr*b*lho peiwso, manante, c que nao
ihe d iuhIium uUtresse.
Ora, se o Sr. esciivo se<".onfessa rcassado com
quelle trabilh porque d'af.i lbe nao vera inte
resse immedialo, claro e?i '|U", quando efte appa-
re^a, S. S. nao se jul-a-. .nais massado com o
traalbode moKtaar ditas fazadas aos_ negociantes
d'esta praga, prejadicados pela establo UeEna,
quem o digno Sr. ubuelegaio afsse povod, de
sejao niiiur.r ofrejuiza ifuc^ossam ter, chama
por um annancio, flu de que, -rilicandi^as, ve
jam se crio das suas.
Da o Sr. esaivo que as promptificou, obse
qukimenie, as*im como nos -restou de.^interes
sadss favores. F.' o que dSo dxaremos tasear
sem protesto, pois que o Sr. ebcnvao, como elle
mesmo aflirraa, oo seu arrazuado, nos poz obsta
calo,nao consen-o ftue examiBassemos s fa
zendas nubadas e d^pesitadas em casa de S. S-,
ama a au#, reconbecendo alguraa das noeas. e
nao mereeeodo talvtz coaflatia ao Sr. escriv\
podesseznoa reclamar o noso direito pelos canaes
competentes. Ora, sendo este o uraco obsequio
ue no caso /erlente, o r. eserivo nos pedia
prestar; mas tendo-su aerado a iito como ele
mesmo eonfssa, quaes os entro* obsequios que
nos prestou ? Taivez o ter .id S. S, leigo ama
teria, procurar.eulre diversas f,sendas araooloadas
em sua casa e sabtrahida9 deiversos fardis na
estaelo algumas que nos podessem nertencar, orno
s* i-lo de procurar fazeudas ne por indica' o seovwe incomplea, era visia das cir-
cumstania-, fosse afgnira burla.
Diz o fir. escrivao ijne na > jzanlis Rada cora tra
balhod'eata ordem; pois se us u-Kolamentos lo
Sr. escrivao Ihe nao marcara <-aoririo por traba-
Ibo d'aquella orJem, r<'fueira ao poderes compe-
tentes. Dasnais, para q..e nao depositoa as fazer.-
das convenientemente ?
Nao contiufl.-remos na analjse wascunh!) do
Sr. eaftrivo, pois que, pela poeo qae Mea dno, o
publico vera qua este senbor nao tem razio de es-
lar indijrnkdo contra nos, como se onfeesa, mas
sira cont-a o seo proceder penco era harmona
cora o cavaJheirisioo qne aprega.
lfeiiimeuie'para o Sr. eserivo somos nos bem
connecidos, por issonus dispbassr de c.ntinor
a responder-ibe, caso insista a wproduzir o as
sn rapto.
Recife, 6dejofhod* 1871.
Carneiro, lavares C.
t-
- Arreadla oia-graftda -ferrapo .
Saudo de capm, prop.no para
sdoa da
roa
tratar nesta Inga
Fresa-ta da nroi |ue I
Jalla: na roa do Range! n
t

COMPRAS.
COMPRASE
fraseo? vasios da tmttira jpone,' e p*ga e a 80
cada-om : i rna Daqne de Caxias d. 50;
rqoea-de Olinda a, 61.

VNDAS.
,1
A'Ra
da Baque de Uaxus
acaba da.cbyiar
jfrt(fr
fe multo em -ro-ja
ra
n. (K) oulr'dr-
um lindo sir-j-,
para polceiar#i "
pira o bello
Diijuc ie CcXla' o. 60.
Sustento restaurativo da
snnd
PELA VERDADEIRA PAMMIA
A, Da Barrj -d'Ai'sibia
Osabaixo asssignados faaem scieote a seos fre
guesfs, que^o vapor iagtez La-Plata receberam
eguada remessa d'ersa expeliente farinha, -cajo
jko Kuito se recorameuda ipara as crianzas, pes-
^aas elebeis e coavalesceotes, applicaaa-com tica-
sfaeeifia v.ntag-ra as conslipaeoes, diarrheas,
nausea do estomago, tosse, escarra de sangue,
|i4>tliy*ic?, etc. etc. Pretenda ainda pelo agradavel
saber, superior a-outr qualqaer.
(Jaleos afales em Pemamba:o
BAftTH .LOMEU A C
3V Rna larga do Rosario 34
Aproveitem
Ta1n?res fiaos Je cabo
casa a 5JO0O a dazia : na roa do DtMjue ele Ga-
xtaf, iotiizaoOueirnado n.Jlll.
a occas-iao .
pr<-to p ra o trGco de
Cebollas novas.
era resteevem poroso e a rettlho, mais barato do,
que em outra quai^uer parte : na ra de Pedro
Affcfaco a. I. antiga ra da Prti.____________
K^ndcis e feicos
Cbecoa grande roftimaoto do
cripterio la ra do Vicario n. *5,
preoa dei. ^__^_
Aracaty, no es-
e vende se pelo
Vende-a
esquina Azete de pexe:
de peixe
constantemente azeite
rna das Plores n. 37.
na
Fara acabar
Telhas de farro.
V-n I' -> telh da ferro .galvanisado de 6, 8,
li e 17 palmos de comprido, cora pregos tam-
bera jalvanisados, pur menos OO rs. do que em
prirueira rrao. pur se querer liquidar este nego-
cio .: aa ra i* de Hwe/> e. 6. Ja%t-
dos. eom lauto qoa o gallo...
Muito superiores lavas de peUca,,pretas. brna
cas e de mu i Iradas crea.
Muito boas e bonitas gollinhas e punhos pari
senbofa, oeste geaero e qne ha-de mais moderno.
Superieres penses de tartaruga .para coques.
Landos riqutwimes enfeites para cabeQa das
Exaaae.>Sra8.
Sameriores trancas pretas a Oe>c6tes com vidri-
Ihos e seca elles; esta fazenda da vnethor e mate bniit.
Superiores a benitos leques -de madreparola,
marfim, sndalo a sso, seodo aquelles brancos,
bm-Irados desesfhes, e estes pretos.
' 'Muiia superioreseias fie de Eseossia para se-
nherts, as a dutia, entri:iato -que nos as 'vendemos por 20,
alm aestas, teanea lambeoa grande sortimento de
"istras qualidades, -entre as quaes aljamas cuito
fuas.
Cees bengaHas de superior canoa da India e
casie de raar&ra-cora-lindas a-encantadoras figu-
ras de mesmo, neste genere o qae de melbor
se poso desejat; riera destas temos tambera gran-
de>qoantidade de outras qualidades, como sejam,
made-a, baleia, -Osso, berranba, etc. etc.
Fieos, bonitos-e airosos obrcotinbode cadeia e
-de outras quaiidaJes.
Liadas e superiores ligas de seda e bonracha
para segurar as treias.
Boa& meias de-seda para -seobora e para meni-
tuis.de 1 a 12 ancos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaraga para fazer
barba; sao mnilo boas e do sais a ra ais sao ga-
rantidas pelo fabrican le, e oes por nossa ves tam-
bera asegura aos-sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas apellas para uoiva.
Superiores aguJfcas para machina e para ercrM
Ltoba muito toa de peso, frauxa, paraeob r
labyriolko.
Bous arralos e carias pava voltarele, assim
como os lentos paca o mesmo lim.
Grande a variado sorticnesto das melnores per-
fumarias, dos aadhores a mais conhecides fa-
bricantes.
COLAES DE VOYR.
E|ectrioas magnticos canica as convolsdes, e
"facilitara a dentico das Innocentes criancas. So-
mos desde maito Mcebedores lestes prodigiosos
collares, e-continuamos a reoebe-los por todo> os
vapore?, ato de fae nunca faitem no mercado
como i tesa acontecido, assim corno pois, podero
aquelles que deltas pnscisarem, va* ao deposito do
gallo -vigilante, aonde sempre eoeonlrarao deties
verdadeiros t llares, e os quaes aKendendo-se ao
lira paca qae o appteados, se eadero com un
mui ajmrauto lucro.
Rogamos, sois, avista dos objectos qae depa-
raos declarados, aos dosms fregueses e amigos a
irem comprar por preooa muito razoavais l< ja
do gallo vigiUate, roa de Crespo n 7.________
11
Kival sem cegundo
rr Vaque de Caxltn n. 91
Jos de Awveio Maia. e Silva, em sua lo-
j ade niodocaa cr.tit.taua a vander todo
por baratos prer/1* que a lodo* admira :
Libra de lia fara bordar -a teelhor
qee ha.
Gaixas couatupervores grampos fran-
ezes a
&uzias e facas, e garfas 'de om e
dous botoea a
Talberes pare meninos 240 e
! Libras de linlja de DOveto, a melbor
posjivel.
Dazia. de taracos de cansa com barra.
Caixas da rlubats com 30 oovellos a
Vara de rranja braOBi para toalbas
Donas de metas croas maito boas a
Dazias, de raetas'fi_as para seoho-
ras a
ftuaias de lacas^e'garfo* cravadas a
Oazia 4e palitos-segui;ajiQa a 120,'
240 320 e
Naalfl3s muito Qoas, para fazer a
barba a
Caixas com peonas de ac com to-
que a
Ca zas com penoas. de Perry bzen-
i Ja fina a
Di s de dita d'/io verdadeiras a
Cjxas com20 cabernos papel ami-
zade a
Piezas de '5tas [era coz cem 10
varas a
l?o;as de tranca lisa de todas aa
crese
Duzi'.s de uria i'rouxa para bordar
; a 400 e
; Pares de sapa'ios de (ranga a
' Ouztas -de baralbos muito finos a
2M0O e
D tas de ago'bas para machina a
Libra de pregos france7es a
|ftesmas d papel aiaiago sopen' r a
Ditas de dito paulado o melbor a
Caixas ctm sabouetes fructa a 720 e
Carrieis de ioba Aesandre a
Gravatas de cores mnito fiaas a
Ditas gretas pontas bordadas a
Grosas de bolees de madrvperol
para camisa a
Novela dellnha branca, 400 jardas
Duzia de canees de liaba branca e
preta e de cores a
Thesotiras muito finas para unhas
e cus ara a
Cairas' redondas para botar rap a
Caixas com pos para limpar denles
fazenda fina a
hilas assucaradas de 'Bristl.
nAo CONTEM NEM CULOMBIANO*! nem nenhem
OTRO ULNEllAL.
A grande necessidad-'. c f;ilta de m ca-
thartico on de urna medicina purgativa, ha
muito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faeuldade
medica; e por isso, infinito o gostoe
prazer que sentimos, ejn podermos com
toda a MDancaesegnivlaite,recflmmendaT
as pilulas vegetuts assucaradas de Bristol,
como urna excellente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes emais
ingredientes essenciaes, tornando-se em uin
perfito, seguro e agradavel cathartieo de
familia. Este remedio nao 6 comoosto
dessas drogas ordinariameiUc usadas na
composigSo dessas pululas, que por ahi se
vendem, mas sim, s5o preparadas cora as
mais finas e superiores quahdades de raizes
medicinaes, hervas e plantas, dapois de se
haver'cliimicamente extrahuio e .^epatado,
os principios activos, ou aquellas partes
que tontem o verdadeiro \ tlor medicinal,
daquellas porges fibrosas inertee e agres-
te^ inteiramente destituidas la menor virtu-
rle. Entre esses agentes activos u ingre-
dientes especficos, podemos nomear a po-
iophgtiin, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
"taravilhoso possivel sobre as regtes do
ligado, assim como sobre todas.as secre-
ces biliosas. Isto de combinago. com o
leptandrin, e mais,alguna extractos vege-
3_____ ..n..m,->..!.-i .alwMas 'nnstl
tor-


60000
160
40000
400
1|500
10000
500
160
30500
40000
30000
500
10000
320
800
10200
70f
500
40
500
10800
280
20OUO
240
3J6O0
40COO
10000
100
rJOO
6iX>
50
60
120
500
102CO
taes e drogas allamcnle v.dosas, consti-
tuem e formam urna pilula purgativa
nando-se por isso muitiss:mo superior
qualquer urna outra medicina da mesma
natureza, que jamis fora apresentado ao
publico. As pilulas t*&tw* assucaradas
ie Bristol, achar-se-lo sempre um reme-
dio prompto, seguro e eraiivntcmente era-
caz, para a cura de molestias, taes come
sejam as seguintes
Dspepsia
gesto,
dAstringencia, ou..
prisSo do ventre
habitual,
Azia do estomago e
flatulencia,
Perda do apetite,
Edtomago sujo
ou indi- Hydropesia dos mern-
bros ou do corpo,
Aflecgoes do ligado,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores decabega.
Em todas as molestias que' derivam a
sua origem da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse mtlhor de todo
os puriicadores deve ser tomado conjun
lamente com as pilulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido wpreBsamente
preparadas para obrarem de harmona urna
com a outra,.quando fielmente assim se faz,
o5o nos resta a menor Arvida em flizer,
que nomaior oanero dos casos podemos
affiangar nao s-u-grande alivio, como
tamhem urna cura nromnta e radical, isto
est bem' visto, quando o &*** n3 :
ache n'um estado ravtito aln dos recvi
humanos.
"03
200
-*-.
Viuho de Collares
Veode-e a verdadeiro e uperior vinho de Col-
lares, que mai? ateeitaeo lem era Lisbo?, ero
decimos de jjipa : na rna da Madre de Deus nu-
mero 28.
Vende-se coijueiros jrerjuenos para mudai-
ae : ijuem o qaizer dirija-fe ao lio Cafando na
eatrada de l'auliao Cmara, qutr'ora de Jlo de
Barro*. '
Terrenos em Bebe-
ribe
- Vande-sa em grande r;pequeas porfes o
grande terreno que fi do 6r. Maah'ado, *i'io de-
nominado Ja iocira. distante da estadio do Fundi
100 pasaos, cum frente para a eetraHa di neimo
njme, cem ii'.aitaa arvorea de.ftodto- (ujd terre-
oo prcprioi e poner terreno da^Bairo^feiUn,^?,,^^^
se para qiuqoer planta co, e reniW lornt re- ., -.,-------- .. ->...---
con-.oiendailo por llcar perlo db-rla e da eMa^V \e?lers* baraio^im piaoo
preco e rcaita rcodiso : a tratar na rna Nn>
a. 43 co yrcaieirf da Norma, on !o F- TorT.>rque todoa os domtegw >'- iLStados-o y:aarfc oe se ir.gar.
Qaem qaizer muir fe de movis por precos
commodos, nao ten maia qne fazer urna visita ao
grande armazem da otras de marceneria, i roa
do Imperador n. 47, cajo dono acaba de receber
4o eslrangeiro, nm completo aortnento de icobi-
lias de gosto, tendo tomada* aegukite b
l Reiotof 5o:
Vender barato para vender raao. ____'
-.' *! '
jobia
..'/
j,>
Vend-' ma de Jafii.-and^iqm 18 cade;
guamick ; a lrUr na f,u di> wapo f>-
fl deUtim1
reir Sampao.
m\ium.
Acaba de etiegar o verdadeiro traho verde de
ova pnra em caixas de lfarrafas e o aereditada-
vinho espeeialiaeimo paa|o em deeimos da pipa ;
l vendedor unu rec)edor dettas vinhos atsba-se
atitofisado a garantir a espeeialidade dos mesmos;
rna do Vigario c. li, 1* andar, escriptorio de>|
Jos* Bopea Davim ; onde aeaipre ae encootra,r
um depoiito da vicho do Porta A melbor que
tem vindaa e&le mercado) en vigeaaimoa da pipa
e em caijs de ii garrafas, que se vende por pe-
* art^.
A FLOR DO Mi
Cigarros espe-
g ciaes e fomop-
m do para cigarros m
e cachimbos o me-
I lhor possivel, fa-1
bricado no Paras
|por Jos Julio|
Sampaio Pires,
m nico deposito em si
| Pernambiipo, pra-1
?a di Independen-1
i ca n. 39, loja de i
5 Porto & Bastos,
Ainda ama vez
O Campos da na do Imperador n. 18, avisa
aos seus Bdraeoscs Iregnfzs e ^mifoa i|'.mj cfc;-
gu do sua eccorriiiecda o ln desejaJo rapj
-unarellinho de Estevo Gasse, as.-i-n como o i
oblo do Rio Grando, que lio gr. ude spreco ierr.
dalo ds qne sabem de .-ua Ql'lidad; aii.irentiels.
Alera dssw
O CMTipos Wem costani'emente em i\j arms-
zem um completo sortimento de virerea, tpdos li
primeira qualidaJe e com) se torn.tria 'enfadonir
um annuncio que os de.-crevesse, lir-ita-se a men
cionar os seguales :
Carne steca (!e caroriro) a 240 r?. a libra
6#0O0 a arroba.
Linguas escaladas.
D tas em acfninira.
D.tas afiamlradas toda? aS nmr: s e sbba!:;.
Amendoaa Jescaf'c'.ihs e sem ca-ca.
Semenies Be boriatica.
(.harot-s rbmaves a I500 meia cai\.j.
Dit'is superiores em groso o a retalrio.
Tin'a puifurina i 1*000 rs. a ttrrafa.
Camaroes.seccn-.
lla Paulo Cordeiro, viajado.
Mate e:t 1'jHia o emp.
Tabellas de redurca.', para o -y;:en;a isc.
Pescadas escaladas.
Nao ii.i ms cholei-a nem
febre amnrelia
En ca?a de J. 0. C. Ocyle ha un sortimfoto Je
filtradores pelo melhor -vsterra, p..j quem usar
a agua passada por elles tlcar livr-i de to terri-
veis molestias. Tambero receben o twm Ci.nheci-
do o desejado vinho sberjy, e est u lo venda era
seu aam-y-m ra do C"mmt-tcio t). 38.
scoMi roqiiH deuvaria
A loja dos arcos vende lencos de esguiao cox
loquo de avaria a :i a duzia, cassat de cores a
O e 280 rs. o ovado, chitas cretcnes com bar-
ras a 400 rs. o covado, alpacas muitu linas e de
lidos padroes a 51)0 rs. o covado : na ra [> de
Marco, ouirVra do Crespo, n. 20, equina da r ja
las Cruzes.
Len^o
~ Vende-se. r.b .II-.s n.uito nem tVif-os de pe-
ora de Amolar : no armazem la Cv.paohia Pc-
nambucana n. 16.
^y
de um ds aa,w
afemaio fabriamtes : a tratar na ru Ja Com.
aairion. 38.
-T7

VEHDE-5E
A^aaastwisaenoaArarnbadoaparta 1 *l M
* mlW^f^^M^^
m^^^b^W^^^r-y^^^^^ **HVfa%!to,HP'm |*palM81i>erro,0aeripar.t|eoo
lurl.
iJ-
lil
, 'Barato para ac^bat
- elles antes que se acahem
' \?ti#h fa'prasa 'da fndepenileQcia r. 39, loja
de dscr-adyde Porto Bastos.
1 a.
Vende-se
a casa terrea n. 13 ra dos Guaranpes; a cafa
mei-agua n. 27 na meMiia ra e d-er ce da esla-
gao dos Bondfs : udo a trr na ra do Mr-
quez de Olmda n. 40.
Vei.drm-se arteiros para t-m e deus
cavallo?, bem como lod as s dimais f gens para rano ele, Linio como Je arnareo ; na ra de Joifo do Reg
(ouir'ora da Florentina) 0. li. _______
Preto bom e barato
Vndese .un cavallo prelo seliado e en-
freiado : a tratar oa ra da Hoda, coxeira
n. 60.
areifan1r^o d^Ba+eh Borangama da Benrro a eordavao para
^^uA^Uaves^Jl- ~-
* na' frffeaaa doi Patos p. 1 .
S draias de-c&r -e
leadkira-ab .
ai baM-^jerd-'-s
no ao^ '
,da iravoaTda; r BTptT
reanJer dinji-aoj ruado
a fritar na mesm?.
O b.izar Vicioria. ua rna d) fiaro da Victc-
ria Cantiga 'u Siv) vtnde chapeos de
seda preu e de c^ns para senhora a it cada
um, dilos.de relindo tireto e de cores, ricos enfei-
;es part e-btci, capellaj braacas para noivas e
luyas de pi I-'.-h, tu lo por an-cos commodos.
VenJe se s:is CaVailu! tuJos
bastante go|do, veuJdso barato
Ifrfcez Je-Oilhla, antiga ra da
ii
- VeBrt,.
Cmo^ ft lo
Io an lar.
casa terrea
'r.tar oa ra
5a. be id ccrnriecida hqj de calcados fiaj.ee-
es na ua do liarlo da Viilork d. 8 de
Lyra A Vunna v-, >
Botinas tuacem par. seiv *
DiVf'tltimf dHis'tmt.
Ditas jMrVmVn'n^ _^rXW.


.1
IHini de-FrnH^bo Quinta /eir 27 Je Julho k 1871.
VNDESE
Joaqun Jo tumos, na ra da Gru n. 8, Ia
andar, veode algodio aial americano* verdadeiro
e presos americano o. 3 e 4.
fb'io fea Mal cabelles braucoa
Tintura japooe a.
S o nica apfimvai pelas m academias de
eciencia, recjohecida superior a toda que tem ap-
parecido al hoje-. Deposito principal i ra d>
adeia do Recite n. 81, f aoiar, ero todas as bo
iras e casa de eabelleireiro.
A
n
1!
Ll
JSV|8
LOJA E AlUWUEffl
.
Scmpre a Nova Kaperanca! f
AO BEUT/JgSEXO.
Esta loja bem conhbetdi peta toa efefrMcia
l uperioriclade de vs objact *, acaba 4 raoaber
oitos arhgo* para o qnartapeUosanMive convida
ao bello sexo a vizaa-la.afl.nds compraran) aquil
lo que precisaren) para preparo de vestidos tl-
lete ou tocadores, e aesmo qiialqner objeeto para
faxer ulgara prezrab~|poii qtw s>iia No a E.-pe
ranea ficarao sati^feitos, j pela qulidaie e pre-
sos raioaveis, e mestno por que a Nova Esperan-
la ufana->e em no se impacientar em dar a es-
coltar os objeclo?, pre*tan4o-se com o agrado
em que ewtu a raeeber a lodoa, afira de que
laibaui com o firme proposito de voU*rem ou
maudarem a mesma loja, logo que precisis de
qualquer artigo por pequeo que seia.
LOVA* VE PELUCA.
Rscebau as e Lisboa a Nova Esperaooa para
aomeiu, saaiiora e meninos, seudo brancas e de
NOVIDADE.
Bieo de qaipure preto cora braceo, a Noa Es-
potaaya s quem tem I I I
Caixas para joiae.
Nova Esperanza recebeu boas caixas de sn-
dalo para guardar joias.
Fitas largas para cintos.
Receben as de maltas quatidades a Soia.Espe-
rance.
Para extmgair panos ou sardas.
Nova Esperaaca tero leila de rasa brancas.
Faca tiogjr cabellos.
Tem a Nova Esperanza a ver Ja Jeira Unta in-
gleza.
Para refrescar a pefle e afnrmoziayla.
A NovnJsperanca ra Duque de Caxias n. 63,
ende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melhores, e do mais eouheuido fabricante,
antn fraureis como luglui, eslo expastas a venda
a ra Duque da Caxias a. 63, na Nova Espe-
anga.
Extractos, baolia, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e de lavande, etc., etc.,
tufo de superior qualid.-de : vende-se na Nova
Epdraoca ra Duque de Caxias n. 63.'
Agora sim !
A N-"'va E^peranca, a ra Duque da Caxias n-
63, receheu um lindo soriimento de. lita para bor.
dar, rindo as cores mais p'ocuradas, branca, pre-
la, escarate etc. etc. a ella antes que se acabe I
l/bras sterli as.
Vndese no arraazem de fajenJas de Augusto
F. de O.ivera & C, roa lo Cooimercio n. 42.
NA EM DA IMB8ATIZ #
FLIX
Os propietarios daste grjmft a^eneatoteoo am mt ai avuUeda p^ttio de
fazenda, e tendo continuado a recetar ppr todos os vaprese navio mmtt pw-eje.
das mssmas, tem revolvido tmtmmi Gf**NE LIQU1DACAO, aflajedetniwir o grao-
de deposito e ap-irar DiNHgnK?. P* toda as lazasen WM*de*mtiein< se jio'
as amostras, ficando peunor e*i rnaadam levar 9mum4m9mmi aatiw, aa*a como
as pe-soas que naiueuHB ata aaaf tseft, *'eite esta'jeleciaieat m pequeas porces pelos mesaos erep* |ue compre a rasas aportaderas.
Mira

que se eocarreg* de executar qua^per aa-
commeoda da.tua arla a onude do U*
guez. e opraorjata/io d'ea grgd u-
belecuaeflto a f>wmWs *erw Jfcm ^tadot
os fcegawfla W Ite gefew1 uArkkDm iojoiio*/ t 'jab
'Tem veni:i em seus armazens. alrri de ootros
iigoi de seu nero iu regular, os seguintes, que
rnden. por preeos mai mdicos que em ou-
:ra qualquer parta :
PORTAS de pinna almnfadadas.
POP.TIRAS Ifi ferro para cercas.
-SAUTilE ingle?..
ESTEiRAS da IuJia para cama e lorrar salas.
GANOS de barro francer para esgoto.
SfSSO snperior em porcoes e a contento.
GESENTO de todas as qualidades.
- -AC1NAS de descar^gar algodo.
LONAS e brinzoas da Russia.
LEAl/OS americanos para turro de carros.
POGOES americanos tnuito bons e econmico?.
VIN't.O deBordeaux.
COGNAC superior de Gautier Freres.
FARBLLO em sacos grandes a 3f>500.
A' \ florida le/idma.
Parn os seuiiores de engenbo
rercin.
Chih, fazends bem conhecida pela sua fortidao,
man i-rgis qoacli'tas, para roapss d e?cravosa
510 rt. o covado : i.'i tui do Crespo n. 20, loja do
Guilnerme. _______*
A pharmaeia americana de Ferreir Haia & C
a:aba de receber pelo ultimo vapor um grande
gortimento de fuudas, e entre ellas algnmas de
|omma elstica, as mais recommendadas pelos
mdicos para a cura dis hermias : ra Duque de
Caxias c. 57, enlr'ora Queimado. ____
POETAS
Americanas
Vend-se portas americinas almofadadas muito
bem fe:tas e tao baratas que mandaodo-se fazer
aqu anda era mais t a madeira, no armaiem da
bola amar -Ha, no oitao da secretaria de polica.
Cemento Portad
Era barricas de 13 arrobas preoo mais com-
modo de que em ontra qualquer parte, vende-e
nos armazens de Tasso Irmaos A C
Ultima moda
Cliegott de Parij pelo ultimo vapor, bollse elle
gantes chapeosiuhos os mais lindos que at boje
tem vmdo ao mercado, tanto para senboraa como
para meninas, assim como veos de gato de cores e
de Ci* pretos e brancos: vende-se no Bazar da
Modi de J.sde Siuza Soares & C, ra Nova,
bo.e Baro da Vitoria, esquina da raa de Santo
Amaro,
Oerveja em liarr, de tu
perior quilWada
Vende-se em casa de S. P. Jjhn-ton & C, rav
da Senzald-novs n.42.
MO AUSIAZEM
Di.
HUi
Bonitas
PARA ASJESTAS
CMEdARAU PAflA A wa ^t ^.fy&pw^m-ti**
44 largo e escarpado i BffOOt), dito ne-
Ihor flue 4m ^9 #> jroawdq, njuito R
corpajo .IwgopyaJen^es^jaJftijw-iiM
precn de 6*500, grande pacuiocha.
O PavSo vende pecas e madapa:j Cpao
AL^AGI-ANAS A .^p A ^ ^D (i^ rwto wperior
do orna nota e elegapte ,UmM .a Tesma jardas i iiOOQ, dwas termas a
c[im brabantes lista* da sedare bastante KAt^4SnSn7aM \ T^k2!u.
larga, para vestrios, se4o ir*te
o que esta anno teao vipd > de aa.3 gpsto
ao mercado, e vend-se a' iB8i> covado.
CHANAUIN AS JAP0EE2AS -A.800 RS. O COLADO
Cbegou paca, a loja do l'avlo esta nova
fazenda com o nome de granadina J^pone
zas, sendo nma bont a fazenda da la-a cora
bonitos qaadros de seda, p.opria.par.a ves-
tidos, tendo de todas as coros, venderse
a 8u0 rs. o cafado.
ATLANTAS LAVRDAS A W tip.J) Gbegpa e ta nova fazenda com o aome
Je a laata, sendo orna delicada fa;nda de
la, pira vestidos, q te vesde-sepelo bara-
to preco de 800 rs. o covado.
NOVAS POUPELtfUS, DE Sl^DA
Cbegou para a lija Jo Pavao uia graade
soriime to das mais lindas e modernas
pOQpelinas de seda, com e mais delicados
padrdes e de muito phantasia, que vede-se
[ior preco mtiito barato.
CAUBRATS BRANCAS LWIUDiS A 4>
Veodese cortes para veafdos^e fj-
briia branca la >rada, sendo fazenda moMo
lina, pslo barato preco de 4 asiiin como am grande sortiineoto de dit'
iss, lapadas e transparentes, que venierpe
por meuos do que em ontra qualquer parl.
CAMISAS PARA INVERN
Cbegou para a loia do Pavao um grande
sortimento de camisas escoras encordadas.
a pr&va d'agua, sendo propiias parases
tagao do invern, e veade-se por presos-
em coota. r
TOALHAS ALCOCHOADAS PARA MESA A ^ASOO-
0 Pavio veude toalbss brancas de fuslo
alcoebuadas, propias para mesas, sendo
bastante grandes pelo barato preco de
3(5>500, ditas encorpadas muilo grandes 70>
CHALES DE MEBINO'A 2*9500
O PavSo vende chales de merio moito
grandes e encorpaJos 2b00. ditos
imitvco de chioeze> 2^300, ditos pretos
de renda com 4 ponas t&QOQ.
CHALES PRETOS BORDADOS
O Pavao vende os maiores e meihoras
chales de me in pretos ricamente borda
dos com largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em ontra qnalquer parte.
CAMISAS PARA HOMENS
0 Pavao vende um grande soriimento das
melhores camisas iDglezas e francezas com
peitoi de linbo para todos 01 precos e.qua-
li iades, assim como ditas de ditas de
algodo para todos os precos e taojauliOB,
tendo tambem para enancas, e no mesrao
estabelecimente tambom se vende ceronlas
de linho e algodo, tendo para todos os
presos, assim como metas croas inglezas
para bomens e meninos, que ludo se vende
por p:e;o muito limitado.
CORTLNAOS BORDADOS
O Pavao 'tem & nstantemente una grande
sortimento dos melhores cortinados borda-
dos para camas e ja celias, qne vende-so de
.80000 at ao mais rico que ostuma a vir
u este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, tanto tapadas como transpa-
ie jics, proprias para o mesmo fin, coleta-
de crochet, damasco para camas de noivas,
e cortinas, e vende-re no Bazar do Pavao.
LASLNHAS BARATAS
0 Tav3o tem um grande sortimeato da
mais bonitas laasinbas para vest ios, tendo
de todos os precos cores e qualidades.
principiando da 200 rs. para.cima ; porm
) tao grande, a quantiiade que seria enfa-
Jonba epecilicr qualidade .por pualida je,
s a vista au froga z e das amostras se Ibe
vender3o por precos tao cmodos qne
engue 11 deixar oe fazer um vestido de
13a por to pooco diobeiro.
ALPACAS DE CORDAO A 640 8,
GRANDE ARMAZEM DE VARIEDADES
EMPORIO COMMEROAL
15Ra da Imperatriz15
os
Chegaram ao 9z\r Universal da roa Nova
o. tp, um s jrtimento de machinas para eos-
tura^ das melbpres qualidades que existe na
Ametiea,-asquees uitas jsobenuco-
nlieeias pilos seus autores, orno sejam :
WelerA Wiaaa, Grover 6 ftoker Silen-
ciosas, W*ed el per i aes e outras muiuu
qoe Boa a vala devero agradar aos coa
aradoras.
Estas machinas team a vantagem de fazer
aarabarbe que 30costureiras poden faz r
ajariaaMnte e cosem com tanta perfeic3o
como aa mais perfiettas costureiras. Garan-
ta se a suab qualHadee ansia a-se a tra-
balhar com perfeico em meaos da urna
f-liofa, a os precos s j to resuuidos que de-
veaa agpadar aas pretegdftBtea.
PAR
RA
ULYSSES &
Neste grande estabelecrmenlo encontrar o respeitavel publico om pea de
todo, qne vendemos por precos muito resumidos por ser e sjstema qoe adoptamos
vender barato para vender muito, a tirar-moa apena lo / a laue do ifeacoata que
temos das casas importad-ras; e garaotimea aos nosao Iregoeats qoa podemos aaar as
mesmas vantagens que as casas acreditadas em vender barato. As pessoas que < ben-
rarem com sua freguezia encontrario em notaos tratos aempre a ealdade a coaHancia
divisa desle esl-belecimenlo. Chamamos attencao da respehavej pobco para a"grande
tariedade de artigos de qoe se eompSe este aompIpMO estabelscimaBte, como ifeaixo
se segoe :
no oa") da secretaria de polica ra
do Imperador,
VNDESE
O verdadeiro ctmeato I'ortiand e dito dilo fran-
cez, roai* barat) qae em qialquer ontra parte. I
Exeellent-s vinhos verdes,
Vende-se oa ra da Cras do Recife, armazem
niimero 12.
Caixi a duzia de garrafas.
Viges.mo de pipa.
Dacimes e qaiDtos.
Pur baiatistiam prfgos.
GRANDE
LIQUIDADO
Cobertores escuros a 2^000
. 30, luja de
QrauJes cibartor* de lia efcaro era
do defeitc a 2* : na ra do Crespo o
Gailtwrma Carnelro da Cooha.
Attencao
Vende-se a tiborna (lia roa ds Nyaapbas p.
18, e o motivo as dir ao com orada.
0 Pavo vende as maii lindas alpacas de
cordio para vestidos e roupas de enancas
pelo barato preco de GiO rs. o covado,
di las finissimas com os mais liodoa lavoree
imitado de agracianas 810 n. o covado,
MAt>AP0i0 FRANCSZ A W
O Pav3o vende pecas deftaissiaiomada-
polo verdadeira mete f/aocez, tendo- 22
metroi oa 20 ara;, pelo baraiissimo prejo
de 104000 pea, sendo fazenda que aem-
pre se venden 11,5000, e liqui .la-se per
este barato prego por estar algama coirsa
enchavaihada na poma de fra-.
ALjsmpS^B8CIF*STAD'A i& J^280
O Pavo vende verdadeiro aig 'diosinho
americano, teodo- 7palmos de largura
muito- encarpador proprio para-lencoes
75(jOO,a- vara, dito da mesma largura sen-
do traacado e-maiio-eocorpado i*sO.
.BRAMAOTES PABA BM.0ES A ifSS *a03
Ofwlo ven o verdadeiro-brauante de
linbo teodo 10 palmos de largor^ que a pe.
|;pj| preetea para ut>hi.nfOl urna vara e rma
M. aajetbaraonwso de 2WW 4 *ara
dit j matoor de 2H.0 o duCO, ieado aU
do methop e^qe vea- ao mercadea 900Q&
e .ifOOC, assim como crotones fctes para
lencos, sendo oata aacorpada taModa ran-
ceza com -10. palmo de largura Oi rs.
o metro, bramaop) d'agodao com a mes-
SAlAS-B0aDAAS>A m00 E-81001)
O Povao vende grande pecincha em saias
:brancasricamente bordadas, tendo-cada orna
l4 JfcajMWr e 'flde peio bara'o preco de...
Mjm.fi ftirOOO, Aend fazenda qm aempre
vendeu-se por 8 e HMKKK).
Vaiendis Rara saia* #200, 1^280 el50(>
0 Pa^ao vende su^etior fazenda bordada
Sjcom presas aroprias para saias, 1<&200,
13280 e *^6(0 a vara, sendo preciso par
-urna saia spe a3 3 varas ou 3 i|2.
Ao 3#W oarles 0> oambraia a 2S0O
O P.ivo vende orna grande porco da
fortes de cambra ia organdys; taato brancas
como de cores, seado com listrinbas da
c6res lssd|8 e nJo estampadas e liquida-
se pelo .barato preco de 2)5500, cada cor,
fazenda qoe vale muito mais.
Ao 200* cortes dr eaalnaias horarias- a 5,)CO(
O PavSo vende urna grande qaantidade
de cortes da cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os djennos mais
todos e mais vistosos* que tem viada ao
mercado, tauto em listras corridas como ada-
gonaes, e cun maita fazenda- para um ves-
tido, e liquida-se pelo barahssimj prego de
55000, sendo fezenda.de muito makr >a-
lor, grande pecbinclia.
CAMBHAI.iS .
O Pava vende grande quantidade de pe-
vas de cambraias brancas tapadas a trans-
parentes, teado de 3(J a peca al i oais
hna que vem ao mercado.
CHITA A m R.
O Pavo vende chibas largas Qom baoites
desenbos e cores, fizas, pelo barato prato
de < 60, o covado, grande peohiooba.
LAAS1NHA it t0 RS. O COVApOl
0 PavSo vende bonitas ISasjnbas raiappa-
reotes palo barato preco da lO rs o cova-
do, paohinoba na ra da lanjeratriz o. 60
CORTES DE CASSA A 2f>>0
0 Pavj vende bonitos ortes.de cassa
franceza viudo cada um em seu papel, pelo
barato preco de 25500 a corta, ditos muito
lindas 30000, pechiaca.
CASSAS FRANEZAS A 200 RS. O COVADO
0 Pavao vende bonitas cssas de cores
para ve6tidos, pelo-barato paco de200rs.
o covado ditas nissimas com os dbsenhos
mois mode.*nos gue'tem vmdo aoiaercado,
pelo barato prepo de 800 rs.
CRETONES
O Pa'a~o vende finissimos crotones esca-
ros matizado*, proprios para vestidos e
chambres, jjjeio baMo prego de 840 r^.
covaio, ditos de fl roas, proprios para eo-
beria, sendo fazenda muito eacorpSda pelo
barato preco de 800rs, o cavado.
Basquina w ea^quinliM a 20o e 255
O favaoiveode basquinas oa casaqainhos
de seda prt tos ricamente enfeitados, pelo
nieo* lagaimeoie antorisado e approvado
pelo conseibo de sade.
NICO DEPOSITO
* em
PBRNAMBCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU dr C.J
34Ra .larga do Rosario34.
bonitos glaci com d-lica,das c^esa lw baratlsWPj'de 20(J e25fi000, leBdo-
tross comosela 14000 o covado, e a-;wto W0(W*QS, assim como Om'M ero-
tro' inoitas azendas de gouo e laza para ;*** ** Pr^f P vaadmn meito
vestido, na ra da Imperatriz a. 6o.
POUPEUNAS
.0 Pave receben as mais delicadaj"e-
ibores poupelinas de seda pasa vestidos,
cornos mais modernos lo?ores, e.outaaj li-
zas com as cores mais novas qqe tem v e vende-sa 2 tomo del cadas sedas de listiohai, tanto
para vest los de seonoraa como de sMoinas,
q vende-se 24000 cada eovadq.
ROUPAS PARA MMtiNS
0 Pavo tem coauaute mele om griqde
ortimeoto de roopa, tanto da panao como
de bria br-nco e decrtl, d* |
iras, para todos os precos e qoakd
e tambem se manda fazer qualqner.peca
obra c-jm todo aceio e promptidiO/
queae tem om perito '
!**%
em coota, aa roa da Imperatriz a. aO.
Ctlaa eatrsaeaas para toarlas a WO rs. casado
Q pa?|p \mk cbN enting-das cas
deheedof desenbos para cobertai oo eara-
cas de cores te, temi aeo lamaite. eo-
corpada pelo barato preQo de 860 o caoadO.
iSP.iRTILH^ A 44800
0 PavO vende es mais modernos e Hu-
mores espartilhos, tenlo de todas os U-
0 Pava vende ora elegante soriimento
de delicadas catemirai inglesa, sendo lo-
da* e dta e mailo nvesinhas. tint pto-
J*qmt3u?9an ^*M Biei3ae o aaU barato
fcaperatruo, )A
VTMMB
Para seeoa e fogueteirca.
PARA ASSl'CAK
CERNEJA DE MABC4
Eag**raad espetakaeote para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Vietori^,
A verdadeiras trazem os nuoseros estampados
aas pegas e nao cas etiquetas.
Veadem-se
Era casa de
7, JEFFERIES & C.
^*Ra do Gummercio 46
iBRINS DE ANGOLA:
OS LEGTIMOS
Ta-azeai em cada peca um Mine-
te com o uuuie
. m DOS
Unios importadores
T. JEFFERIES k C.
Grande
LIQUIDACA.
Na raa do crespo n. 20.
Loja de Oiiilherme.
Lias de cores miiidas a 80 rs covado.
BramaDte de linbo com 10 palmus de largura a
2*300 vara. -
Chitad claras e escaras a i60, 200 e 2i0 o co-
vado,
Bitas riscados prossianjs' 280 o covado.
Ditas cbiaeaas para coberta a 240 o covado.
Cambraias, organdys mlodas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas braoeas e de cures para corti-
nados, a 320 o covado.
Ditas bispo lisas finas a 31 a pega.
DiUs brancas com 10 varas, a 3*000 e 3*500
a pe$a.
Dita Victoria, a 4A a peca.
Hussulina branca, a 400 rs. o covado.
Madapolao fraoQez, a 62 a peca.
Dito inglez de bom a especial, a 4*000, 5*. 6*
e 7* a peca.
Algdosiabo a 3*, 3*500 e 4* a pee.*.
Alpaca de cor com listas, fazeuda superior a
360 rs. o aovado.
Dita braosa, com flores miadas naiisadas a
500 rs. o covado.
Dita preta coa Ajt branca, o 500 rs. o >
vado.
Ditas de core padrSes miados e modernos a 360
rs. o covado.
Lucos da cassa com barra ds cor, a 120 rs.
cada um.
Ditos d lineo embainhados i 4* a duzia.
Cfcila, hunda bem oonhecida pela sua fortidao,
maU larga que chita para roopa di travos, a
200 rs. o ovado.
Casemira pma superior, a 1*500 o covado
Cortes da oasemira de cfr, 3*500, 4* e 5*.
Corta/ 4* meia casemira, a 1*100.
Gasiaeu preta e de cor, a 500 rs. o covalo.
Ganga amarella Usa e do tista, a 380 rs. o co-
vado. ^*
Algodo largo merca T a 5* a peca.
Di-sa a,mostra^ com nenhor. _
Crytae e viiroa.Grande sorii-
mento de lindas garrafas par vinho, de!
vidra Bacart a 6#. 7d e 000 par, bo-
nitas compoleiras dj diversos gostos e pre-
(os, ta?as da chrytai para chmpagie ; c-
lices de vi-iro verde fino? para vinbo do
ftbeno a 2i$S00 rs, a duzia, ditos de dito
rouxo para vinbo B rdeaux a Z68 0 rs,
a duzia clices fidoe para licor a 30500 rs.
a duzia, copos finos lapidados para agua
a 4m ^oo a 54900 radeiraa de vidro da coae* a 30500 e 41 e
par, graade soriimento de gtoboe de vie>o,
em caaaieiros, cbaaainas para ceaiieinea a
*We *4i!KKK) e canto, e UO, 3^#4rOO
rs. cada urna, pratinhos de vidro para copos
a 400 e 500 rs. um.
Pe fumarlas. Sabonetes finos e
grandes a i$500, i800 e 2400 a duzia,
d>los inglezes o qoe ba de melbor a 20 a
duzia, ditos peqnenos transparentes a 0i4)
rs. a duzia, laiinhas de banba de familia a
80 e IzO rs. orna, 900 e 1200 rs. a dnzia,
frascos grandes com bauba a 640, SO" e
1^000 rs. oleo de Pbilocome a 800 a 1*000
rs. o fiasco, dito do babosa a 50 e 600 rs.
o fjaseo grande solimento de agua de co-
lonia, agua Divina, agua Florida, agua fran-
ca, tnico Oriental, extractos finos inglezas
e francezas, pos para denles, pomadas, ex-
nos;ta.i, copos grandes a 20500 rs. asme-
tico fino, pacotes de pos de arroz a 400,
600 rs. am, bonecas pan pos de arroz a
400 re.
Ckape.Cliapus de seda preta e
de castor branco forma Victor, para hornea
a 110 e 120COO, ditos de palha.ttntilado-
res a 30200 rs., ditos pretos de feltro copa
redonda a 305M) rs, ditos brancos a
302 0, ditos de merino e de seda prets de
50 a 70000 um, ditos de palba para crian-
ca de 20 a 20500 rs. um, bonets de panno
preto cnfeiadoi para meninos a 3-3 e 305 JO
rs. um, cbapeboas de seda entalladas para
baptisado de enanca a 30 e 30500 rs. um
benitas chapelinas de tilo de seda brinca
enditadas para senhoras e meninas a 60
a 70000 orna, chap.s de sol da eeda com
cabo de marfim a 00500, 110. 140 e
170OOJ rs. um, ditos com cabo imitado de
unicornio a 90 e muilas ootras qualidades
tanto para bornees como para senhoras e
crian cas, sendo de parale 10300,105 JO
e 20000 rs.
Fazendas.Lindos e modernos corles
de percate de barra c m figurinos a 70000
com 14 covados, bonitos corles de seda
com 21 covados por 280000, corles de cam
braia branca fina com babadinbos, borda-
dos proprios para pai lidas a 70uOO; tendo
8 varas de fazenda para o cerpo e 15 varas
de babados, cortes de laa escosseza com
15 covados a 130000, finissimas e moder-
nas cambraias brascas com listras a impe-
ratriz peca de 10 jardas 90000 ditas mar
ca bispo e Victoria de 40 a 60600 rs. peca,
cambraia branca para forro pecas ue f o
jardas a 20100 rs., bon'tos cortes de ISa
com 16 covados a 50500 rs, ditos de
cbaly a 50000^ pecas de cambraia branca
de salpicos com 8 1|2 varas a 50500, bo-
nitas laas de listras a 560 rs. o covado,
Gangas de linbo para roopa de nocas
a 420 n, o covado. brim da linho aaence
trancado raujte *ape*tw i 1078C n. a vaaa, dita pardo da Iba a
3iO e 500 re. o covado, saroaHn Jrjnee-
zii decretone e de liaba iltfQ e *500
r urna. E ootras muias fazandas que
vendemos pr precos raioaveia.
rorcelaaa loneaa.Delicadas
aaaca* da pwifliii apaaltadai^eja caf
l4i aasia, AtM M d*as cop Ifcos de
etv I #0adua, canaaas de MijKi^raa-
Si pata eme a 30|Ct a duzia.phos
s ajarceliaa arance>Jkara ove^f fflftK)
duzia, tigellas de porcelana branca para
caldo i 600 rs. ditas grandes para farinba
a 10, bitos aparerhus d> loca inglexa
com froise de cajr eoreplelos para jan lar,
constando de SOduzaas e pratos diversos,
2 soj^Ks, f afa>ira, 8 pratos com lam-
pa, 4 molbeiras, 10 pratos ijaVessos por
1200, divos (vaapU:laf pa aliceo da mes-
ma louca l<0,flraad aorsinwulo de lou-
ca abolsa, constando de pTatoe'(cm tampa
sopeira. molh&iras, pralas Iravaesos, pra-
tos avulsos com Crjio* de diversos tama-
abes, pratos com eoroas a 20700 a duzia,
ditos pagode Chine?, grande geaotidade de
tigellas pintadas de diversos lmannos,
bules, fcaciai, que se ende por mdicos
precos.
Qulaqnllbarlas Ricos candieiros
para gaz de vidro e pwcelana, leitio de jar-
ro a 140 160 cada sm, ditos de vidro
de cores a 6i, lamparinas, grande sorii-
mento de vidros de metal para At, endurar,
par, cima de mesa e para parede, 10600
1080020 e 20500, eum grande soriimen-
to de jarrss de diversos tamanhos e goslos
de 50 200 o par, castices e vidro de cor
para vela a 30 o par, lindos pralihos de loti-
ce esmaltado eom lampa para sardiubas e
ooirae 20 20500 cada um, lindos bules de
looea da China 20500 30 e tyW cada
om, sextiiih.is de vidro de cores com, azas
para carines 10500 20 cada urna, bonitas
quartinhas hamburgnezas de;40 i 50o par,
copos de barro, bonitos temos de bandejas
ovaes i 110, ditos qnadrados a 70, grande
soriimento de bandejas avahas de 10300 l
20600 cada uma, ditas para farinha a 10200
urna, talheres de facas coa cabo de me -t
fino i 120 a duzia, ditos de ditas cabo de
os-o finas de 50500 i 100 a duzia, colhe-
res de metal fino para sopa 50 a duzia,
ditas de dilo para ha a 20400 a duzia,
conxas para sopa e para assucar, port-braa
zas de l.itao 509 rs. um, lindos palitei-
ros de porcelana branca fina 10200,
10500, 20, 30 e 40 cada um, gameteiras
de 3 e 4 vidros.
Calca do.-'Botinas de bezerro para
bomem 60 o par, dilas gas piadas para
senhora 30 e 30200 o par, dilas de ditas
para crianca a 20 o par, sapalos de tapete
e de tranca para bomem e senhora, de
10500 10800o par, ditos de tapete ase-
luda dos para criancas 10 o par.
Ititidezas.Buzia de carrjteis de li-
uha de Alexandre 200 jardas a 920 rs.
caixa com 50 nove'los de lii.ba branca a
grande pecbincha de las finaa. de bonitos! 680 rs., 13a muito fina para bordar bonitas
padrees a 260- rs. o covado, fazenda que cores 64400 a libra, duzias de caiinhas
vale 400 rs., bonitas e finas chitas france- de grampas i 409 rs., duzia de cainhas
aas de urna s cor a 300 o covado, perca- de alfinetes pretos e brancos 10300, le
les muito finas e de delicados padres a ques de papel para o tbeatro 200 "re., di-
320 e 360 rs. o covado, finissima chita tos de madeira emitacao de sndalo, muito
franceza chra a 340 rs, o covado, chitas, bonitos 20, thesouras finaa de ponta tor-
escuras france7a finas a 260,280 e 300 rs. ta para unbas 60 a duzia, pentes trans
o covado, ditas para coberlas bonitos pa- prenles finos para alizar 20 a duzia,' ca-
droes a 360 rs. o covado, bramante dirco de linbo de diversas larguras branco
de linbo com 10 palmos de largura a 360 rs. a duzia de pecas, tranca de fea e
20400 rs. a vara, esgoiSo de linho finissi-; fina de cores para debrura 240 e 400 rs.
a pe^a, tranca branca de caracol 560; rsa
SO OSA
aba de mi
Veale-e farmn de mandioca em perfeito esta-
do a 3* o moco > bo eseripiorio de Joaquim Qe-
rarda de Batios, i rea 4o Vigario a ii, nrlajefro
Veode-se por prsco mdico a bata ukno-
mo a 200.0 a vara, benitas alpacas de urna
s cor para vestidos a 510 rs. o covado,
setin de algodo de diversas cores, bonita
fazenda para vestido de senhora e roqi a
de crianca o 500 rs. o covado, riscadinbos
finos de cores a 289 rs. o covado, chila
preta fina a 280 rs. o covado, guardaoapos
de linho para almoco ou cha a 20600 e
30600 rs. a duzia, ditos de dilo muilo fi-
nos e grandes para jantar a 80 a duzia,
servem para toalbas de mos, toalbas de
linho grosso a 500 rs. cada urna, ditas fel-
pudas a 800 rs., eolias brancas de algo-
do com barra e franjas, grandes a 40900
rs., ditas braBcas e de cores de 20700 a
40500 rs. cada urna, bonilos cobertores de
19a de lindos padr5e& a 80 e 130000, ditos
de pello de I ontra com duas vistas a 140,
camisinbas de cambraia bordada e enfei-
tadas a 30500 e 30000 rs. cada urna, visti
dinhos de cambraia bordados para baptisa-
dos de criancas a 6j e 120000 om, cami-
sas bordadas para snhoras a 50500 rs.
a duzia de pecas, ti angas de la de core-
de caracol 600 rs. a duzia de pecas, so.
tase branco de algodo a 280 rs. a duzia de
pecas, caixai de agolbaa francezas 4 papis
por 220 240 rs. o mheiro, agolhas pars
crochet, toncas de 13a francesas muilo boa
nitinbas para criancas 800 rs. urna, ca-
xas de superior papel amiade 700/3.,
ditas de dito de cores i 800 rs., caius de
100 eavelopes 500 rs., papel alnaco
pautado, dito de peco, dito para forra de
casa, meias cruas para criancas, 30800 a
dnzia, e inglezas maito finas sem costura
de numero 2 8 de 40500 50500 a da-
lia, meias pira meninas de todas as idodes
34500 a duzia, ditas ingieras seae tintu-
ra para bomem 50509, e mutto finas
00500 a duzia, dilas c m pe de cOr'4 80 e
80500 a duzia. superiores meias inglezas
para senhora 60, 80, 100, e 160, liivaa
de fio da Escjasia finas brancas e de cores
para senboro 3-i a duzia, superiores la-
urna, pentiadores de nanzuk bordado para | vas de pellicas braoeas, pretas e de cores
senhoras 40500 rs, um. caixinhas com urna
duzia de lencos de linbo finos abainhados
por 60000, lencos de cassa finos com-bo-
nitas eslampas a 30600 rs. a duzia, dit. s
grandes de cambraia com cercaduras a
20400 rs. a d zia, ditos pequeos de cassa
com diversos desenbos a 10200 rs. a duzia,
bonitos lencos de cambraias bordadas a 10
am, eohertas ferias grandes de chita fran-
ceza a 20:500 urna, cobertores branros de
lia coa barra a 20500 e 30000 re. alpaca
preta sarjada a 500 rs. o covado, dita bran^
ca finas a 560 rs. o covado, dita prea de
de 440 a 800 rs. o covado, seda p.eti i
500 rs. o covado. grosdenaples branco com
loque de mou a 640 rs. o covado, jajjSa
de teda encarnada a 900 rs o covado, 4Vda-
sia* arilhaniaa da lstrae bfacaa i p|r
das a 640 r. e ovado.
para hoiiem e senhora, grande sortime&to
de bengallas, espingardas para criancas,
brincos e alfinetes de borracha para loto, e
correles para relogios 800 rs., jogoa de
vispofa 320 rs., grvalas de seda de 200
rs. 20500 cada urna, grande soriimento
de botoes e guarmeoes para camisas de bo-
mem de 400 rs. a 20 cada urna, botes de
majreperola grande e para colletes, grande,
sortimeoto de abotuaduras para coijetss, e
ditas de os^o para paleta a coUetoe. groza
de boirjes de osso para calca a 240 rs.,
pecas de fita de sarjad* cores sem aelra de
H. 1 700, ditas de dita de aenn astreiu
a 1 rgas e 24e>4500r8. pafasjl JUa
de velado estreita preta 40 rs, -da'taa
larga, !e moltaa entras mrodwas o^e dei-
xamos de nwottonar por ee laraar fjndo%
abo.
Eato eatabelacianento acka-ae;a4>rto desde as 6 horas da naa# a?*da npito.
}
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k

i


Diario ri Fwoawburjo Quiola. etra 43* *k* alio Ue tUA.
i,
A-
:
99

CYSNE
64 BIJA DA (MATRIZ \, 64
DE
n FIGUEIREDO & LOPES.
Oj proprietarios deite novo esubelec manto, certo da que o meio de adqaerir
nomerosa freguezia 6 vender barato, servir beta e baver sinceridadade nos tratos, nao
dos afastamos deste camiobo para bem c mspnder ao favor que nossos numerosos
Iregaeres nos tem dispensado.
Como anda temos a Ig urnas fazendas das prime iras compras, resolvemos fazer
redagSo em alpumas deltas, para o quo chamamos a altelo do respeilavel publico :
SETINS.E GROSDEtfAPLES DE CORES, i Capellas muito lindas para noivas, pelo
TeiaoFartodQ3o8precoseqo3iidade5.:bar,t0PreC0(leW e 3*5 ] rs'
Grosdiaaplj preto.
Recbenos novo sortimento e vendemos
por manos do qoe oulro qoalquer.
Laas Saboya.
Atada temos ora resto desta linda (alea-
da a par* acabar vendemos por 909 rs.
C res a Minerva
.Viada ternas alguos destes lindos sirtes
com (tetras de seda, roto 19 covados, par.
acabar vendemos por ato*1.
Cortinados.
Recebemos novo so ni ment e vendemos
por 80. 9, l, W, iU e S2|, cada
par.
Cambraia para cort nados a
cero 20 varas.
Di Victoria de y at 80000 a peca do
8 varas e meia.
Dita suissa transparente muito fina.
ORGANDYS BRANCO
Poupednas de cores e brancas muito
(Inflas.
Omisas de meia a 95000 a dozii, pe-
chincha.
Carabraias de cores.
Temo o raelftor e mais lindo sortioaento
de cambraia de cores a 500 e 500 rs. o
metro.
MEIAS.
Recebemos meia muito Haas tanto para
se; horas como para homens, meninos e
meninas.
Chapeos de J.
iecebemos chapeos de sol com cabo de
lmrfim qua vendemos por IH 185000, di-
100 a peca ^e cabos de canoa 9$, 1(5 e 145000.
Certas de cambraia a cor mwto lindos
e con babados com sen competente figari-
ao, tem 18 cavados por 85000.
BASQUINAS,
Recebemos basquinas de seda ricamente
Tamos racebido novo' organdys de, enditadas qua vendemos por barassimp
45900 re., tos de 65 e 8$t 00, este triti- preco.
mo tem listras ssselioadas. Vestuarios pare meninos.
Espariiibos Recebemos vestuarios de fustotnuito
Recebemos novo sortimenlo de esearti-lhos t#m enfcita* qoe veademo por 45500 e
mgtezes okiio graoues, eao de linaa. *$, fiNi braneo bordado mnito fino, dito
Vestuarios para baptisadoe, twrdadas com salpico* dito preto com salpicos e liso.
mnito linJos a 10C08. barato. | Cambraia abena a vmitacao da croch de
Camisas francezas, inglesas saesas ae eores tjranca.
25 at i#SO rs., ditas bordadas nuito fats
de 85 ate 105000.
MEQEJANA.
E* orna farenda branca mnito *irtla e fina
para vestidos de seahoras, tem a peca 30
jarda -e custa 180 e 225000.
Panno abretanhado largo e bao, -peca de 65506 rs.
20 varas a h 5
ffltTNS.
Recebemos o superior brim de Angola,
dito pardo para todas os precos, ganga frati-
ceza a4K)0 rs. o oovado, superior.
Paoaos finos.
Temos pannos ipret s finos de 35500 t
Recebemos
mnito barato.
Temos grande eortimento
TAPETES,
nove soriimenU) e vendemos
Recebemos casemiras de cres para 35
at 38500 rs. o covado.
CUITAS'
O Cysne tem e mais linde ortimente de
e saias tjor- chitas para lodosos preces: e quaMdades.
dadas e vendems muito barato. Bacfges con lustras de setim com latios
CORTES DEiXV ASISBRAMES- padrees e mul* modernos.
E' urna linda -fazenda com os -eaeite|.. Crotones claros com (indos padrees e
correspondente, guarnecida a sai a com coree xas pelo baratissimo preco 44t rs.
orna franja de eda na narra, -veede-se o loe-vado.
por 405000. 1 L-u\vs frescas de pedio para homens e
Corles de cambraia bra,nca abert.a, bur-'senhoras do acwdilado fabri aule Jouvio.
dadas muMo lindos. veudem-ee por menos i Fazendas para luto \eudetnos por iflaonos
doaaa m outra aparle. quaem dutra qoalquer pane.
Ditos bordados a barra,~de cambraia! Aiparas, cantees; princeas, bombasinas
transparente, por 85000, muito barato. canabraU preta, rtc. ele.
Detxamos -de annonciar multas ootras faaendas por nao so tornar exteose fadoobo aos bo^s fregu*.
Ba 'Ia Imper-atriz n. 64.
FiGEIREDO & LOPES.
FIZENDAS EM LIQUIlMCiO
Nune ia to um proeev raaii perfrilv e que ai'
lioja de til Corma asa'.isfaztr as tyjgeneias mais
teveras da A ina er todissima e d3 precisa de cuida-
do algam para leooe^.rvar no taeitaaempre
com nema cor, i-ra horra cro-la, bolflr oh te^i
todas eitae maullas ioherepte i toda a tipias
at agorsi coahecida^, alada mesmo dos- nmherea
atores (straageiros.
Sefcretoo, cale etUmaval producto nao aUe as
HQ9M e * adqoire um malte dourad qne, seodo ioleres-
saate, s=as proveitos.
BMi tinta, lia' se* esf^elatmeat pare copiar,
d coa tale aas^ *et, oo mej efXM an,n.ei
Jepoie do eecripu; 4 * o papel tem nwhaJo en o emuf^r eom o maU-
borro, porane nao ha o riieo de barrar. Para se
tirar mata da casa epi.i, u se airfbmerana laa-
tae folhaf, (mantas capias a ueereq) tirar, mas
vaese me wigiiui tirar una tanta* guantas
ffdetejam, sem croe 9 ortf^ii ^a* prejodieado
pelas extiace*.
Ooeorraai dicer qoe, pe* eopiav importa
mnita iMllifMei aatiMMstf} aan aaneame-
Ibo Uus mo uutUt, MHWto-W*"***
sobria a tiot, c^ aauiaa. v* |ueo meaos
eotaa tem.
anta qtuNdsae alsfls Unte d Mtramanteate
apraetaaeL Mis aocavMa qe eeaaualfper -
eriptorio bala mais do que ama Uflloarte vanos mi Keree. -w we^jssear^ ^
Emqnanln i o 4ir?btday niV ha a noar bf>**
% amor oTidvpot agesta uw viVn- '
eripta soflfre o chuqoe de ridos fortissimos, sem
se decoroj.6r; 'ra, se os acidns p5o tem accio so
breeN*, muite roeooe a or,io dctoupo a yoda
destruir; istp pplaasivel.
Nao f ao er mmercio que este men producto
Tioser mil; os profesKorps dos collpgi s, invest
gando lodos os meio para o adiaBtsmento dos
seos diseipolos, tem appro*ifado esta tinta, que
eom raso a aciiaram apta para deaeoToker o
gusto no* educande?, em copseqnencia da beleza
da cor e l^jilidade de correr na pequea pela srj
MiaMes, Ha ejemplos de enancas ane havii
mnito cempo tinnam ama rpafnaecja' eite>
pira esepipta, logo que f*i aamitiida eta tinta
>df
COFRES DE FE8 L0JA D0 pAPAGAI0
HAItlIll niHl laltflsflll) A' ra da Imoeratriz n. 40
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RCA DA Cb N. 4.
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IIIBROIEO L1TH0TR1PTIC0
1HTI U1IRUVIATICO E OOTTOSO
ESSENCIALMENTE EFFICAZ E'INFA'LCI-VEt EM bE9TRIR AS ARE1AS E
EVITAR A SA FORMACO
Guiados nefas indicarles de moitos abalisados cbimicos, e mdicos dislinctos, qne
se deram ao estodo e averiRa?cao das c'aasas que prod'izem os padecimentos de rhru-
matsmo, gotia, antas dos rhins, tiexiga, fiyndo, e d'outras visceras; e aos pnsaius dos
meios preprios pra cural-os, chegamjs a obttr um remedio, que nonxa desdisse a sua
aclividade contra as ditos padecimentos.
Nao nicamente baseado em tbeorias que tanto avanzamos, mas sim nes satis
factorios resultados ohtidos da sua app(icav5o, as itmemeras experienws, qoe com tile
fizemos; e desto modo, seguros de seus beoeficios effeitos, afoutamente o recommenda-
moss pessoas q e solfram atgumas das molestias rcima dita, ou de algons ootros pa-
decimentos do apparelho urinario, laes como o diabtico, glycosorico albeminorico
etc.
Escosado seria observar qne se n3o pode deaignar tira numero determinido de dses
de um medicaasento para curar todos os individuos me padecam da mesma molestia ;
pofs que a curatst depeadente de diversas ciroumstatrcias, inherentes difpoicao na-
tural ou com pteicao, d cada muelles; mas i comtao,' certo qne o hydroleo Utko-
{triplico anit fbctimatico gottos* prodez sempre acura. desejada, qoando se persista em
krma lo o teapo preciso para (*te-ra; deveado ter-se/m vista.qoa quaoto mais invete
rado esl o al mais se deve insistir na appi.'cacio do remedio..
Podemos tambem' fflancar qoe, por mais coatinoado que seja, o oso deste reme-
dio nao caesa desarrcoijo lgcen as vas digestivas, mas antes, pela propriedade emineo'
temente tonca, que *ambem possue, fortifica o estomago, torna ais facis as digesies
e, nao poocas Vezes, tem fetto desapparecer diarrhea, que eram entretidaa pela debrli-
dade gera do apptrelho digestivo,
MOOO DE DB^AR. '
Tomtuie oftydroko Ujthotriptico, nos primeiros qtiatro ou cinco das, duas co-
Iberes de sopa, em agua azucarada, leite, >ch ou caf com (te, e mesmo sem misto
ra algurai, r a occasi3o de (moco, e outras ao principiar a j-antar.
No quinto o sexto ia e segoietes, tomam-se do mesmo modo dit), tres coiberes
de cada vez.
Se as ourinas da peesoa doente depositam grande porcio de arate* ; se a dore
nepbrittsas, rbeamalicas u gottosas so constantes; en* lira, se os padecimentos s9o
fortes, iomar-se-bao quatro colberes de cada vtz, ou tres vetes no dia, a-tres -colheres
de cada urna. '
Qeando as areias, ou outros padecimertos, tem diminuido, toroa-se as priraeiras
dses.
Pelo oso o Hydrdko lithmiptico v3o sendo mais raros o appapecrmeirtd -das areias,v
as dores nepbriticas, rheum.aticas pode dispensar-seo remedio: til, por, como pceveofrv.Jomar cada ^emanar nmal
oudtns dses delle.
Pelo que respeita alimentado, deve regne o estomago. e A melbor bebida, sem d;wida,.a agoa pura, ma4ambem se pode osar de vinbo
simples ou peuco alcoolico. De cerveja e*inhos fortes, poog veces.
Sobretodo o qoe muito recommehdaiijps, grande''^xercicio.aem^aoV^a, j)cs qutf
elle muito contribn'e para a rapidez da cura.
N. B. Depois de tirar-te de frasco a pqrcSo, cm.Me va i tomar, dse b a ver o maior
cuidado em o arrolbar immadiaumente.
nico deposita em Pernambueo
na da Imperatriz n. 40
Q proprietarios daloja do Papagaio scientificam ao refpeitanl roblico desta
provincia, qoe esperam muito breve receber um novo sorrimento de fazendas moder-
nas e debom gosto, e por conseguirte p5em em liquidaba) s baixo especiQcadas :
Relalhos de chita, de cassas e 13a?.
Chitas de'cdres e Kixas de 460, 200 e 2iO rs.
l^az'nlias tapadas e tr. nsparentes.
A(pa:s lisas e lavradas, de rauitas e differentes quali-Iades e precos. .
Cassas de odres de 2iO a 3O rs. o covado.
Cotes de cassa ihia a 2)5400 o corte ou a 240 rs. o covado.
Cimbraias brancas ta, ada a 40 e 5|J.
Bartjes de (3a a 3O ra. o covado.
To3llias de oho do Porto muito grandes a (00C0 a duiia*.
Metim da India a 600 rs. o covado.
Laazinha pnta de 320, 400 e 440 rs.
Alsxiar:nas a 4#000 o covado,
Cnias p tas muito finas de ioO al 240 r',
Espartilhos de linbo*e algodo de 3500 at 50000.'
Cimisas de meia, ditas rraneeta.
jamisas de pe w bordado, 'isas, e de pregas cem colleiinbo e stmeile.
Baioes de panno a 3000, dos mais modernos.
CoHerinhos de papel com beira de cor e todos branecs.
Fusib -s de cores para vestidos rcoito largos a 4iO rs. o covado.
Cartes re casimiras de 40000 a' 7000!) com qnad'os e listrag.
E o.jtras muitis fazendaj qua pretendemos liquidar para nao aecumuiar com-
as sp:e asp ramos receber.
ROPS FEITAS EM LIQUIDACiO
Na }if\ do P^(ag.i(o hi um granie deporto de .oopas fenas de brins e de
casimira, palitot, cale?*, clletes e obrecasiicos, qoe se lpjidam fo-r prrgos muiio
baratos.
Kcilaa lavradas de crea.
Liquida-fe na 'oja do i'apagaio urna grande poiclode seJa< lafmdas de vres
que f^viudem por pncos baraiissjmos, na ruada Imperairi o..40, esquinado beccodos
Firreiros

Mendes & Carvi-lho.
BAZAR DA MODA
DE
JOS DE SOUZA. SOARES k C.
Grande exposipo
Especial sortimento de fazendas de algodo, linho, 13a, e aeda, de todas as qnali-
dade.
Artigos da moda elegante, tanto para senhoras, como para hr.mei.s e meninos.
Completo sortimento de miudezas finas.
Variedade em objectos de pbantasia para mimos.
. ,Nova remessa de ricos livros para missa com cncadernacSo de velludo,, charao
etaMWo. e madreperola, tanto para senhoras emo para meninas
Be4)e sortimento de lindas e modernas joias de ooro, como- sepm : cadeias para
relogws, medaibSes, meios adere eos, brincos, broches, bracelete, collares, e abotoadn-
raspara camisa.
Ricos etpitos grandes erm moldura dourada a ouro fino.
O' lias panormicas trancas e de cores, propiias para jar din e cornijas de casas.
Assim c mo temos a venda nma bella e perfeita embarcar,fio de guerra, ymbolo
da orveta.JM[da Bandeira, e urna caixa com rica msica de pente scoii panhada de
tiqbres e rno, tocando cm a maior perfei^o o hytnno do Brasil, Vida Parisiense,
Marco Espada, Flor do Cha, Fansto, Perichulle, os Dragoes de Vi tare, e Viagem a
09 cotlegio, apdderou-se df-ilas a ecriosidade eo
gQ..to, e penco lempo ^depois o.en adiantamento
era maniteito.
Kta dnta, .par detentas vsntaew, tes am
oaiWiMflSaMfente, deteriurase ao contacto d<
oqlra qaajqoer; efnvm pots te-la em tinteiro
intoe do menor vi-lun.br^ de ouira linla.e evi-
tar eserevar iom a penna soja do orna preparaelo u Wa7Z'1 TTmdr
differeata (aaompalivel; wilicaBeotaVnlol--STc* a35& SSZS
raj.i parM*.oar d Una que nao saja a VIO-
.UTA. a^B>F(NA DE MuNTEIRO.
t
Observado.
aaatrpoeMpatta*, s\m
tero ppv
i Srs.
inwlhan
J. dovid"o*a. Os
W'V engao dirigiado-se
pedJnda tinta que eo
A. G, Honkira.
fharmacia americana de erreira .Maia & C, roa kaiado.)
tipa do Qoeknade
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IV. 50Rna do Baro da VictoriaM.
(E8|nloa da tie tanto Amaro).
asi
11
LOJA DA CONQUISTA
Rna do Cabuga' n. 6
"* "" : DE
ANTONIO FRANCISCO DOS SANTOS & C.
soriimenlo de objecto
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lili-
2 w *i
*, T B S
Este novo estabefecimenie acaba de receber um grande
J0 inteitamente novos, a saber :
93o finalmente chegadas a esta praca pela segunda vez as vardadeira preparace
do Dr. RADWAt (L de New-York.
Depois de alguns aunos, em que as falsiflcacSea de Hamburgo e mesmo de New-
Yorktiveram entrada neste mercado, appoveitando-s* do bem merecido cooceitoqn*
estes remedios baviam aleancado por eus maraviihosos efieitos cooseguir-am iotroduzir
ae, illudindo o publico incauto, cora orna redqcc3o de preco, nullificande o verdadeiro
mrito destas admiraveis preparares, imitando as verdadeiraaj porm desacreditan-
do-as com seos- nodos effeilos, lembrou-se o autor de tazer a declarac^io abati, e
dar diplomas aos qoe veo-ferem os seos legtimos preparados.
Previoa-se q respeitavel publico de qoe as verdadeiras preparac^es do Dr. Ra-
owat s se vendem nos depsitos cima declarados e trazem um rotulo igual ao destt
annoneio.
Nos abafxo assignados. declaramos e certifieamo, que os Sre. Raymundo Carka Lei-
te & Irmao, da cidade do Rio da Janeiro, no imperio do Brasil, sao os boso agente*
geraea, pela Venda de nossos remedios, tanto no dito imperio como no reino de Porto
gal. Noticiamos ao publica, qoe nao se podem ofeter os rememt ao Dr. Radwat &C
(e qoe sSo preparados no laboratorio do mesmo doutor na cidade- de Ne.w-York no.
Estados-Unidos), seno das pess/as qoe podem proaozir i praseato cextificscSo o >tt,es
t. cao a qne a prodnzem, subscripta e assigsada do Dr. BaawA-ji C e dos Srs. Raj
mondo Carlos Leite A Irmo como ao pe. Todos e cada ma 4|feiMme4ioa do Dr. Ra-
dwat A C. sao acompanbados de cdula smelbaita a qae pirecem ao pe desta cer-
Uficacao.
Examine-se bem a aasigaatura da firma do Dr. madwat C. o p da preaenW
lertijcago'e comprense eom o faosime na cdulaoom todo* o frascos e.oaixinha.
Hadwv 6 C. j
a
Um linifo sortimento de popelinas de
seda, desenos e cores especia es. s.
i Nobreza de seda preta e de cores.
lpicas de cores, de lindos gosto.
. L5 e seda com listas assetioadass pre
. Cambraias brancas, para l dos o
Cfs- .
1 Colebas de 15a e seda para cania.
Ditas'de crochet para dita.
' Pannos de crochet para cadeiras e so-
f*.
tVcos estovis para baplisado.
Ricos chapeos e chapetonas para serh -ra,
o,melhor a desejar.
Granadioa branca, fazenda muilo pro-
pria para vestidos de pbantasia.
para ctra.e.
picos cortinados bonlados
janeiia.
Saias e camisas bordadas para senhora.
Camisas bordadas e lisas para hcmtm.
Bramante de linho e.algooo..
Brelanhas e esgoiSo.
Cambraia,de duas larguras.
Lencos de cambraia de linho.
Atoalhados de panno de quadros para-
mesa.
Guardanapos e toalbas de linbo.
Lindos fostSes do cftres para vestdos:
a elles antes que seacabem, qoe o preco e-
baratissimo.
Tapetes ,-randcs e para guarnido de Sflas.
Chitas finas, claras e escora*.
Os proprietarios da Conquista prestam-se a ir ou mandar com quarraer cbjecto
em qoalqcer casa que para isso Ibes mandem nicamente o nome da ra e numero da
morada.
A TURQUBZA

Xarope sedativo
DB
Casca de laranjas amargas
COM
BROMURETO DE POTASSIUM
DE
I4IROZE
of
qoM
Esta povo preparado aprovado peta academia
recoramenda pete
sobra o jMsraa
oervzso, o bromurelo de pr-tasetaos, ai dtixp te
fo' offta* eerw rsoliados na divert *r*
coes do organismo e principalmente qas molestias
do corelo, das vite Agesfiras d rrpirecio, das
vi geetto-armerta) na epilepsia, as molestias
nerveea d pranhe, a (oeenota Ut rianaas 1
durante a ptriooo da drntlcio stc. etc.
Vne-se na 1 harmae! e tfforarla
V
Barthotimea dr 0.
<,havii;
NajmioQrcspoia.20.
i. tpaHo lindas a,
m Gilhrme Carnero da
asnM iicflr de tm,
tt4 o eovata : a loia
i*
Om rapl> radical do^
callo?
pek pomada. Galopea u
Esm aofudaqoa i|o ^oi retMu tip elai
1$$$-
PbamaeiaiaJroierla
Bwbokmw aw-iirga-do Roaario m
N. 9 Ra do Barao da Victoria n. 9
(OUTR'ORA RA OVA >
Este estabeleegento acba-se prvido de completo sortiraen,to de pmios, caseiniras, gorgnr8cs
e )rin?, ssim como para reinair esbft fasendas aos mais elegantes fraques, colleles e calcas, tem e
meeme eaiabelecimento c m babil aifaiate
Alm das fazendt j mencionadas, vende baratsimo o segamte :
. Gamias de linho boa.fazenda a Wt
Casemiras a 5 o corte.
Qbapes de alpaca forrados de seda a 3J .
drogara especial
HOMEOPATHICA
DE
JOS' AL VES THENORIO & C.
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 3.
*>* Alves Tbeoorto, profeasor em homeopalbia, ttodo-se retirado do
sab.oratorio bumoopaibico a consultorio de seu illustre e finado amigo o Dr.
Safeito o. L. Pinbo, aae por muitos anuos estiveram sob sua directo, iem-
a eUbe:setdo sob a firma de Jos Alves Tbenorio di C, a roa eMreit* do
Bosvw o 3, ende, animado pela oonfianca com que honrar-m-no os amigos
d bojmeopathM, Ibes oflerece o ao resjeiavel publico um completo sorti.
ment de twda as prejiaracoe homeopathjcas conhecidas, recebidas iu mais
acrediUdas cacas de Ladres e Par, e indigeqaa, bem, como todo qaanto
diareapeita a henKopaJbia e sua pratica, eapero^o aae conttaeio a boars-
Io com a meima conflaoca, para o que nio se poapata i sfurcos.
PRESOS DAS BOTICAS
GiOBl'J.OS.
f botica d <2 medicamentos 104
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U medicamentos
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S3o otsii essas botieis aosSr. m-idico?, senhores de engento, fazen-
diica, efaetes da familia, eapHae de navio, n geraitodos qw+.i qi-
\ wm WWWe a pratica da homeop thia.
j, ^anicamento awl.vs pelos preeo das ootras drogaras, bem como
Rk ocoukTK na tONonKi k no mabaniiAo para uo dos doeotes em trajaioenio
3 *-plp'iflwaaaawaa'*c^
tmsmm

r


I
JMriovde Pertiambocc i~+ Quinta feini <*7- dfc Juho de \M
LHURATUBA.
Recordaos 3 e sanrlnde.
KO LBUM DE MK IRMAO E AMIGO J. -
Seec i 11 vena de tusato ingegno,
B ht colera ma ti volha in pranto.
(PeTRAUCA).
Vem, doce lyra, n ntro t>.ii0|Hv.ra'
Quauio di pieria n asptra^ a niela ;
Vem, doce lyva. e>;:ip:.rv>n uaica
Da triste vida Antes que exhale a dorrldoira corda,
Vibra os soas rr.flsl >s a feral cacf u,
Vibra Irislocha que relenribro agora
"Oj ureos das, tjie bem louge vo.
Era no campo, di cidade excntrico,
Eoi sitio escaso, em tolidj remota,
Do almo lt>ojuja t5o seren e lmpido
A' fljrea margen) piloresca, igiaola :
Era no campo...na doorada quad/a,
Da vida minha Da vernal sano...
Eo, nao cuido-o do porvir, gosava
O ureos dias que bem louge vo.
Ora, em passeio*. na planicie intermina,
No invio e3pioh:i, r.) euvnaranuado boaque,
Ora, entre qs meu;>, em confileocias intimas,
A' fouibra amiga de frondoso kiesque :
No lar paterno, aera sat>r do mundo,
Nos passa-lempos do gentil serlo...
A O ureos dias, que bcm tange vo.
Qae auroras lindas! Q N msnlm* esplendidas!
Que amenas tardes, do vapores nuis I
Qje n ule; calmas, aprativei, diaphauas I
Que s?s lirilbanies 1 Ojie foruio?a< las I
Qae almo rerelo! Qae innocentes brincos,
Como j'g^ra nao euconiro, nao t
Oh t que fcoavea e rifooboi loram
Os aureo3 dias, que bem longe vo I
la-me leda o fortunosa e placida
A lenua Vela da exilela minha...
Ai! qnania esp'raiaca, a me sornr beneO;a !
Ai 1 quanta esp'raoca, qoe mioh'alma tinha !
E em devjneio', e a' souhar chimras,
Qae ventoruso que tu jalguei-me ento I
Mera utop'a...que fugio,passando
Os ureos dias quo bem longe vo I

Foram-se es sonlios da passado lepido,
Quaes folhas seccas, ou subtis escamas,
Hoje, entre duliio, cubicoso e avide...
Por toda a parte s deparo brumas :
Idas nestas magoas do cruel presante,
Qae lenla morie no pungir me dao,
E' grato ao meaos recordar ura pouco
Os ureos dias, que bem longe vao.
Ai, quem me dra que, allendendo s supplicas
Dest'alma triste, desta sombra errante,
O lempo, o tempo voador, alpede,
Retrogradasse sua marcha ovante!
Ai, quem m* dera minha loira infancia,
Minha Agoa-Pria, meu natal torro I
Ai, qaem ni- dera desfruclar de novo
Os ureos dias que bem longe vo I
Pormj ludo descamboa no vrtice
Do nada informe do paisa*) escuro;
Este o presente d) sentidas lagrimas...
Alm, alm -o vegetar futuro...
Em vo queixoso, vaeillante, incerto,
Gamo e prantcio, suspirando em vo -
Ai, que nao vollam nunca roaas, oh nanea,
Os ureos dias, que bem longe vao.
Csse, emlim, csse o lamentoso e fnebre
Canto I .\a mais, desgranada lyra !
J minba mente, combalida e trbida,
Desvair estro, e sem saber delira.
Vaga leinbranr,as, agri-dces peoas,_
Fundas saudades, quo a ralar-me eslo :
Eis o que ao pobre sonhador illuso
Resta j03 dias, que Iwm longe vo !
-
toda a vari
vasto inqoerilo
tergonra so com nlgoint tillo se os
meo de acclo do J-ilio Favre sio lio visto
como os di Internacional.


1870.
PAMCOfO ClSMNTANO.
VARIEAE
FURACO. Um telegramma de Bom-
baira, de 21 dejunho, para Londres an-
noneia que leve lugar em Banda um ter-
rivel forado, qae deslruio toda a colheiu.
As perdas sao calculadas em meio milhab
sterliuo, e por alguus anuos nao se recopc-
rar a colheita.
Datnak, urna cidade de Java, ao p de
Samarang, (oi destruida por. um incendio.
Os d'jus vapores inglezes o Sqanghai c
Mars, raufragados na sua viagem de Hong-
Kong para Araoy.
Um oulrc vapor a hlice o Callingivond
que tinba sabido de Liverpool para Boa
aim em 5 de abril, tambem se julga ter
naufragado no ocano Iodico, em conse
qnencia de algura cyclone. Tinhi passado
Suez era 24 de abril, e deu'a ter chegado a
Bombaim em 40 de maio. Desde ijn
passou o Isthmo at a aclualidade nunca
mais se soubi d lie.
PRAGA O imperio de Marrocos tem
sido victima da praga do* gafanhoto.
Os jardios ao tedor da cidade daqoe'.le
norae elao completamente devastados, naj
tendo escapado urna noica flor- on planta.
Mogador e Casablanca lem solrido mais
do que quaesqueroutros pontos ;.e teme-se
que, se a praga se estender al provincia
de Fez, a raai? frtil daqaelle imperio,^ que
al agora tem escapado, haver fopae igual
a que oizimou aquel e imperio em 1867.
MOEDA. A casa di raoeda de Pars,
diz o jornal inglez Standart, cunhouem
quanto durou a oceupaco da Communa, e
qoe era dirigida polo cidado Cahelioat-ouro
e prala na importancia de 1,500:000 fran
eos. Dista quanlia s se salvou 75.000
que foram encontrados pelas tropas e
Versailles.
O differentes objectos de oaro e prala
encentrados na casa da moeda representa-
vam o peso do 1,186 arrateis inglezes, con
fiistinlo em pe;as roubadas das igrejis,
casas ndigiosas, secretarias do estado e do
palacio das Tulberias. Todos estes objec-
tos se achiro depositados do Domaioe, para
serum restituidos a quem de direilo fr.
POLO ARTIGO. Diz um jirnal inglez
que um ofbial dos Estados-Unidos foi no-
meado para acompanhar Captaim Hall, na
sua paox'ma excorslo ao Polo Ani;o, e
encarregado espacialmenle de observacoes
meteorolgicas. Leva entre outros instru-
mentos adhoc, m thermometro constru;
do de maneira a marcar 88 gre abaixo
de zero.
CAR VAO.Diz se que a commissao real
e car*'5o em Inglaterra, calculou qae o
car vao existente as minas de Gra-Bretanha
Irlanda, assomindo um certo augmenta
annual no consumo, dura- anda de 800 a
1,000 annos.
JUUO FAVRE DNDOSE AO RIDICULO.
Lseno Fgaro de 23 de janho :
O. governos fazemos sempre rir I
Dspois do saccesso que obteve Mr.
Jalio Fivre com a sua circular ao corpo
diploa tico relatira insurreicSo de Paris,
homsm de estado de Ferrires diz por
JORNAES QUE SE PUBLICAVAM EM PA-
RS DUDANTE A COMMUNV.
Por crd;m de NapoMio IH compraram'
se em Paris todas as colIaccSe' dos perio-
dos que se publicaran! em Parii desde
18 de marco at ao d*a em que entraran)
na dita capital as tropas de Versailles.
CONCESSO.O Diario OfficM, de Pa-
ri>", publica a promulgac-o de urna lei que
'istabolece a concess3j gratuita de 100,000
nctares dos melhores terrenos que o esta-
do pos ) na Argelia, aos habitantes da Al-
sacia e da Lorena, que queram conse'var a
nacin lidade fraocez-' e se comproaettam
i ir all para cultivar os terrenos conce-
didos.
CONGKESSO DE SOBERANOS.L-se
no Soir :
Ha grandes probabilidades de qas a ci-
dade de Ems ser cm breve tbeatro de um
verdadeiro congresso de soberanos.
Ems offeiecer neste caso hospitalidade,
n3o s aos imperadores da Allemanba o
ussia, mas .ttmbom a muitos principas
allema^s, ao rei da Grecia e ao imperador
da Austria, o que d motivo aos peridicos
fcsirangeirus a fazerea diferentes commen
tirios sobre este successo.
Un fazem perig.^r a dynastia de Francis-
co Jos, oulros a inlegridade do seo.terri-
torio ; pirm de todos os modos se er
que a menci mada reuni5o de monarchas
obedece a um ftm determinado e de gr^nie
transcendencia.
A COMMUNA DE PARS E O GOVERM)
DE VERSAILLES ()
Nesta hora grande e sinistra, em que a
maldicSo dos vencedores se junta ao sangue
dos vencidas; e a colera iaplacavel dos
senhores triumphanles-. persegue at a rae
moria daquelles de quem s restam os ct-
daveres mulilados pela metralha ; nesta
ora, nica nos annaes das catastrophes
humanas, que se ouca- ao ro9nos urna voz
pedindo respeito para os morios, maldico
para os verdugos, e o pelourinho da c >ns-
ciencia bomma indignada contra os cambaes
quo, na embriaguez da sua selvageri, nem
s mulberes deram quarlel.
Sim 1 Nos defendemos a Commwa de
raris.
Mis esta cansa santa qua abracamos,
sagrada para dos, nao pela piedade que a
todas as almas nobres inspirara os grandes
mformnios; mas porque a causa do di-
reito e da justica.
Para o provar, basta examinar sem gran-
de esfurco de critica as peripecias caracte-
rsticas da assombrosa tragedia; e, sobre
tudo, o esado da conscieacia e do espirito
publico em Franca naquellas classes, cuja
aecao mais proeminenle na evoiuao do
drama humano.
Nj estnio actual da sociedade franceza
dous grandes problemas occopam o espirito
publitoo problema poltico, e o problema
econmico. Exaftiaemos um e onlro des-
tes problemas.
Que o problema poltico? Definir a es-
rencia e fins do govwno, e, como corolla-
sio, determinar a ma's'prfeito e justo sys-
tema de relaces entre governaotes e go-
vernados. Por oolras palavras, buscar a
melhor forma de goterno.
A solocSo deste problema diversa nos
diversos partidos.
Quaes s5o, pois, os partidos polticos em
Franca, que buscara a solucis do problema
nos elementos constitutivos dos seus res-
pectivos organismos ? Podemos reduzi-los
a tres ; e talvez mais um quarto, que s de
um modo ind.recto busca a solocSo do pro-
blema. Este quarto o partido da com-
muna.
Os tres pfimeiros s5oo partido legili-
misla, ou do direilo divino. O partido or-
leauisla, oa partido das classes medias, ten-
do. por credo as garantas dos interesses
materiaes, isto a garanta do feudalismo
capitalista, proprielario e industrial, contra
o dirito do trabalno. nica origem de toda
a riqueza humana. E, finalmente, o parti-
do Jacobino, que se vangloria de represen
lar a democracia, e que se quer justificar
no direito sobre-humano do sufragio uni-
versal ; mas que s sabe governar com gol-
pes de estado e dictaduras ; e que boje
jura por Robespierre, e amanba pelo Ce-
sar Napj|e3o; grande on pequeo pouso
importa.
O partido da communa, isto a demo-
cracia-socialista, s 89 interessa no proble-
ma polilico debaixo de um ponto de vista
meramente negativo. Todos os seus esfor-
Cos convergata d8 preferencia para a solu-
ao do problema econmico.
O partido Jacobino tem doos ramos ca-
ractiristicos urna esquerda, e- orna di-
reita.
O partido da direita ficou sepultado na
lama eosanguentada de Sedan. Era o im-
perio.
O da esquerda est envolvido na lama das
botas do Sr. Thiers. E' a esquerda repu-
blicana de Versailles, que tem por chefe
Luiz Blan:, e que licou coberto de ignomi-
nia diante da historia, desde a bora em que
applaudio em Versailles a noticia das car-
oificinas de Paris. Este partido, hi muito
condemnado pela sciencia, revolta boje a
consejen ;a. E' a cobarda igora.
O partido legitimista, lgico, sincero,
grandioso como a id? que Ihe den vida
duraule secuios e seiulos a idea religiosa;
este partido, boje o mais mpossivel, por-
que present ment nada vale orna genealo-
ga divua dianteda consciencia humana, que
perdeu a esperanza de encontrar o direito e
a justica fura da bumaoidade; este panido
anda assaz forte em Franja.
O partido orleanist), que pretende go-
vernar com a classe media, d3o tem ideas.
N8o affirma, nem nega. Transige, qo'ando
nao p i corromper. N3o pela rehgiio,
nem pe'.o pensamento. Tem a pretenglo
de garantir os legtimos ioteresses, istb ,
todjs os monopolios. Os ses principes
atraicoam e conspiran). Os sus estadistas
corrompem e traficam. Este partido a
pstula da consciencia poJilica'. O seu ideal
Luiz Felippe ou Montpnsier. '
Finalmente, exi>te a democracia-socialis-
ta. Este partido considera o problema po-
ltico coo mera coosequefixia dpproblema
econmico; isto enteode que bnmani.
i que se est occopandj de um jdade (con excipco de algass minaras *J epbemeras glorias napolenicas; negam-lne
lo sobre a 1 teracwnsj. Pirawas imprfiaoc'.ivo) s alcancar a fe- o direilo de capital, consag-ado po; tres
, quando ajroducclo. reparticJ) ja dynaslias e.tres ravoluges"!
BO posjr|dto 40 4rbilliesti ^ t a'gtnrdi -nlcbal devia on^ejar os
Hfldd molo, que J producto pulsos as algems Ja lyranaia. quebrar
Bxclasivarjfteoleaos qu as armas aoj pos dos seos eternos inimi-
fisto, e nlo a ama nM fos ?l Oa que nao: rail
rrz
s dexa ao^s^ravj que a enriquece o
solliient- para elle nao m'orrer de trisil
de fome, e-poder prodazir de novo no di<
seguinfe; quando ni o lea a carrdade evan-
glica a metPelQar incenla mil de urna
vez, como ac iba de fazer o bom do Sr.
Thiers, com applanso de todas as bjatas.e
de iodos os sacripaatas.
s vezes larabarb cposolam o pobre pro*
etirio servindo de imparo is filaas."..
mas s durante a mocidlde, .qae idade
cheia de perigos.
Este partido, que o partido do futuro,
em quanto a metralba nao consente que seja
o partido do preseate, tem. todava o seu
ideal poltico a repblica federal, u
leude que nao esl no espirito da sociedade
humana supprmir a individualidad, e toda
a existencia collectva intermedia, para s
deixar subsistir urna grande existencia ge
ral, em que se absorvam todas as outras,
aspbyxando a lib.'rdad* nesta violenta con-
ceniraco. O pa'rtido da communa enlende,
que se ha cousas que devem ser feilas pola
grande unidade social ou nacional, h i outras,
e em muito maior nomero, que'devem fa-
zer-se por meio de unidades collectivas de
ordem inferior, pe* unidade depmamen
lal, communal. ou das associacSes indns-
iriaes e oinmerciaes, pelas numerosas uni-
dades de familias, e, sobre tudo, pelas uni-
dades individuaos.
Foi este o programma da communa; por
elle derramon o seu generoso sangue ; e
oxal que ao lado da liberdade. que sem-
pre florece no sangue dos marlyres, naoj
cresca tambera a *rvore da vinganca, para
cobrir os nossos filhos om a sua sombra
fatal,
Feito este rpido esboco, examinemos o-
motivos que provocaran! a insurreico de
18 de marco.
A Franca, motilada pea metralba prus
siana; humilbada no sangue do seu sangue
a saa vailade guerreira ; com os seos
exercitos vencios, destrocados e prsionei-
ros; com as snas aguias esmagadas sob as
patas dos esquadres germnicos; a Fran-
ca, exhausta e quasi agonisaate, na pertur-
bacio mental da sui agona, nomeou orna
assembla cora o tira exclusivo de fazer a
paz. A este motivo que a condozio urna
s associoo om outro senlimento um /an-
cor cheio de iadignacao contra todos os que,
de longe oa de porto, serviram a bacbanal
napolenica.
No entanto Paris, pllida de fome. de
miseria e de herosmo, impanba respeilo
ao mundo. Paris a grande. A Paris do
trabalho, do peosamento e da revolugo.
Nao a Paris da moda, do baile, do melo-
drama, dos cesares e dos prelorianos.
Porque na grande cidade havia duas ci-
dades.
De um lado, a caoalba, a espnma social,
a protervia, a desmoralisaco e o deboche.
Do outro, o trabalhi, 9 miseria, a escra-
vidlo, a familia, e a consciencia da dignida-
de humana ultrajada.
Sim, distemos o deboche. Qjem vio a
descripcio de um baile das Torneras, que
nao sentisse o paddr humano infamemente
ultrajado ? As mulheres, decotadas at
cinta, em trajos que s podam ser inventa
dos pelo demonio da luxuria, eram as ba-
cbaDles de urna orgia infame, que affasta
vam do seio os proprios filhos, para melhor
avassallarem os conquistadores!
Tulberias,antro fatal! as tuas colnmnatis
e os tesas prticos n5 3 podan absolver te
das tuas torpezas, e dos tens crimes. Ha
oitenta annos que a colera popalar quebroo
os gonzbs das loas portas, para arrancar do
ten seio um rei perjuro, e ama realeza
maldita. E nao tivste emenda I
A caverna do crime poda fhar, para ai-
lestar s geraces a justica do-iwvo. Mas
o antro da prostituyo, esse, s poda ser
purificado pelas labaredas do incendio.
Ao lado da Paris ofcial havia a Paris
offioiosa. Esta era o caravanserralho de
todos os vadi03 dj oniverso-- Era a Paris
jos perfumes, do melodrama :pulrid>, da
quinquilbaria, do romance delelerio, do
canea e 'Ha Dama das Camelias. E' p >r
esta Paris aphrodiziaca qoe boje chora o
sentimentalismo su opea. A Bibylonia faz
falta aos strapas do deboebe.
A ootra Pars, essa, ninguem a v, seno
para a amaldicoar I Restos motilados, dis-
persos, carboneados, do povo venc lo e
.ssassinado, recebei as lagrimas da minba
pedade. IrmSos, deixai-me chorar com
as vossas esposas voladas miseria, e com
as vossas Gibas destinadas... talvez a se-
rena prostituidas pelos vossos veiced res I..
Com a serenidade compativel com a nossa
consternado, examinemos 1 os poderosos
motivos que provocaram a iasurreico.
A Assembla de Bordens, logo no prin-
cipio, mostroo os mais ineqoivos intnitos
de acabir com a repblica. O modo gros-
seiroe infame como traton Garibaldi, qoe
generosamente offerecera i Franca, aban-
donada de todos, o seo sangue e o de seus
filhos, seria bastante para jalgar sera ap-
pellacao do espirito daqoella assembla.
Mas muitos outros factos positivo! vieram
mostrar al |a uU ma evidencia aquillo que
ninguem boje contesta qae a assembla
s esperava occasiio para chamar om rei.
Mas orno impor i Franc* republicana, e
republicana socialista as grandes ci ladea,
um governo monarchico ? S havia um
meioa forca. Mas a forca s poda ser
bem succedida, quebrando as ritas as
mos de duzentos mil guardas nacioaaes
qae havia em Pars; e como isso n5o era
possivel, recorreram astucia.
O plano era simples : tirar .Jfqatda na-
cional o direito de eleger os seos ebefes, e
perianto paraljsir-lhe toda a acfSo, desar-
mando-a depois. Vinoy, seide napolenico
um dos execrados prelorianos do golpe de
es*ado, foto escolhido para ser 0 executor
d alia justica. O janizaro comedn por
sqpprimir diversos joroaes, por. declarar
Paris em estado de sil'ioy'e, floalmente, por
ver se insidiosamente se apederava da arr-
ibana da guarda nacional. Alm disto,
Tiers e a assembla de Bordeas, joota-
rata o iosalio traicio. A Paris, que jal-
voju ajionra da Franca,- resistindo aos pllis-
sijnos, em quanto le re*ou om bocado
de p5o negro para engaar a fome,.' P*"
rij, que supprtou virUe annos o jugo do
imperio, fr a da lei e do direilo commnm.
e que ba perlo do viole annos condemnava
oq escrutinio a torpe tyrania Imperial
()JEste o folheto de qae fallou oos
so correspondente de Lisboa.
(A fetotoefo.) Pars, que nunca venden 'consciencia s
cia, e dos rn les combatesdo Cancaso, e el-
lo cabido, exange e renciio, no ultimo
campo de batalba, onde o destino o n5o
deixou morrer com a patria. Depois, l
vai caminho da Sioeria, daquelle calvario
eia lo de urna naci inteira, para tambem
bar n'ama longa agonia. Mas nlo I
noria exploradora, parsita e desptica, q J qoe s Ibe restava a insnrreicjo in.-. a torte negra cubicoa-lhe aindi o pouco
Xn (1ai9 Srt e/rav 1 flllfl a ADrinnarA t\ aurnln n (uno .-. > ik nnimi k.. _.,.. r. 1,
surgi se.
9 resto sabem-no iodos ; bdavia rjcor<
demo-lo.
Os fastos legislativoi da Cimmuna sao a
revinflicaclo do direito e da dignidade bu-
mana. Os seus fastos miiitires, esses, hao
de ser o ass imbro da historia.
Que decreloo a Comm'.ma ? O seu prr-
meiro acto foi a exempclo concedida aos
locattrios pobres de pjgarem a renda das
casas durante o terap do cerco. Este acto
i.i.vido diespoliico, foi da mais absoluta
juslici. Pois que l quaado melad i da
Franca eslava sem trabalho, e porlaolo sem
pao ; quando o trabalbador largava a sua
ferramenta, entregando os filhos prolec-
Cao da fome, para dar a patria o sangue
das veias, depois d* Ihe ter offerecido o
pao e a vida dos filhos ; quando todos,
lodos! gemiam no lucio e na penuria, havia
de o proprietrio ter o direito de ser o
onicoqae nala perdesse na grande catas-
irophe que divorava seqs irmtos O' vos
todos que"gfites contra o rosbo, quanjo
nlo podis maiar a ie as lagrimas e uo
sangue dos vossos escravos, camella I que
vos espera urna t>xpiacao raaionba.
Mas que mais fez a Communa ? Aboli >
o recruta'mento, e o exercito perman nte ;
islo rffsliluij ao trabalho, e portanto
riqueza publica, om railho de bracos, que
servjam s para prolnzir catastrophes,
como aquella qua acaba de abysmir a
Franca; 00 enlo, para segurar no throae
lodas as crueis e igoobeis tyrannias, como
as de Napoleo I e III; e para conservar
sempre a transbordar de angustia o cora
Co das mis, a quem o mioolaoro da
guerra todos os annos devora os ilbis das
suas entraobas e do seu amor. Alm disso
a melhor parte da riqueza pobca todos
os anuos sugada pelo imposto, para ali-
mentar um mlihaj ue parsitas, quando n"n
para comprar caohes e metralnadoras,
que servera para ensinar aos escravos os
mandamentos do Senhor.
Esta medida da Communa tinha apenas
o alcance de poupar a humanidade alguos
secuios de miseria e escravi'di.
E o decreto que mandou dcraolir a co-
lumna V ndome ? Palavras daquellas j
se nlo ouviam desde que se tiahara apa-
gado os fogos do S.nai. Mas os Jadeos
fuzilaram a Prophetiza, e coolinuam a
adorar o bezerro de ouro.
Mas para que havemos de continuar. Os
morios estSa morios, e as ras lancaram
Ibes os restos carboneados ao rio fatdico
das revoluces.
O morticinio foi longo, cruel, selvagem,
infame I
Primeiro Duval.
Quem se nlo lembra
daquella nobre victima,
se como parlamentario
mimigo. Pergunlado quem
quer, responde que Duva
da morte b iroica
Duval apresenta-
dinte do general
, e o qoe
, general da
Commonaj e qoe "pretende... Que fuzi-
lem o general Duval, responde o feroz
Vinoy. E elle, o hera de vraie annos. s
pede para dar a voz defogo ao pelotlo
qoe o vai fuzilar! Cabio como bere,
dando nm viva repblica Marecbaes de
Franca, qoe nlo.. soubesteis vencer nem
morrer, vede como morre um chefe de
claque l um republicano.
E tu, nobre Floureas, rico, sabio, affavel,
estimado, fuste cruelmente assassinad,
quando, depois de vencido e prisioneiro
asordivas do desniaio era que te linham
lancado dous dias de combale, exhausto de
sde e de fome.
E como vos, ceios e ceios, fuzilados
sem misericordia, depois de vencidos e
desarmados. -
Mas o dies ira approxima-se. A gran-
de hecatombe esti perlo.
E vos, entretanto, usaveis porventara do
direito de represalias ? nao! generosos
sempre, gnardaveis os pision-iros e os
refens, contentando-vos em amoscar as fras
raixosas, que nlo davam quarlel !
Mas nlo fallemos s dos vencidos ; duas
palavras lambem sobre os algozes.
Thiers, Fabre, Picard,' Simn, qQ vos
pedia Paris ; que exigencias eram as suas,
que transacclo preferistes o exterminio ?
Paris quera s o direito de administrar os
seus interesses, eleger o seu municipio e
os seus maires, e escolher os chefes da
sua guarda cvica. Vos men.is, cotK vi-
loes, quando dzeis que ellos roubavam a
propriedade e dissolviam a familia. Elles
davam, a vos parsitas ociosos, a melade
do seo trabalbo em troca de urna pouca de
liberdade. Nao vos lembra j de que pe-
distes viole annos ao imperio, aqnillo mes-
rao que vs pedia agora Paris ? Cyoicos!
NSo vos lembraes j de que anda b mi tem
chamaveis a colera do c e da !err con-
tra os prussiaoos, que s bombardearam
Pars por alguns das, e vos, cora a vossa
metralba, pedra por pedra,nlo fizeis ba
dous mezes sanio demolir o qse era bon-
tem a cidade santa, e a que chamis hoja
o antro do crime 1 *
Nlo sei o que mais espanta: se o vosso
cynismo ; se I vossa cobarda; se a vossa
ferocidade. Vosss. e de vossa c.te, que
vos applaude em Versailles. Onde ba abi
coraclo de bronze, que nlo sentisse a febre
da ndigoaclo, ao ver os applausos dessa
horda chamada assembla nacional, quando
Thiers descrevia os horrores da carnificina
da guarda nacionil I Thiers, pequeo
monstro, la parecas Satauaz subido ao
monie da transfiguraco, possuido do espi-
rito de Ezequiel, de Dante e Miguel Ange-
lo, ao descreveres os assimbros daqaelle
d>ats ira os honrares daqpelle inferno :
lorros de sangue sttgam as ra*, arrastan-
do os cadveres mutilados dos rebeldes
(aplausos). Membros, palpitantes anda,
se agitam como a testemunhar a oltima ago-
nia da iosurreicao (redrobam os applausos).
Cadveres de mulheres, polas baionetas dos
nossoSHieroicos soldados, abracados anda
aos restos inanimados dos vencidos (accla
maces delirantes em todos os bancos: e
Tbiera, con o valoroso exercito e o invicto
MiC-MaQon, sao declarados benemenlos da
patria I) H>rrorl
E tu, generosa victima, cabeca loira e
anglica: orphl> de pai, de mli e de pa-
tria, tu excelso fiiho da Polonia martyr:
tu, paladino da liorna e da desgraca nobre
Dombrowski, acceila, cima de todos, a
piedade dos que choram os g andes infor-
tunios. Qnem quvo a saa leada, que o
nao chonel Apr obtdo 4 'adolesceo-
Hr&gne que Ihe restava as veias. D* l
Bam as baionetas francezas buscar a'pur
pira que ha detingir o .-manto real, que,
Tujs acaba de tecer para o futuro rei de
Francf
Nobre guerreiro do Norte, viste a Fran-
ca no pjiro da agmia, trahida pelos filhos,
e abandonada pelos alliados, e s tu nao
fjgisie nem tremeste. E ella, a cavalleiro
sa franes, paga va como se paga^ao cobar-
de, qm no campo de baiaiha foge deante
do iuimigol
Basta I Parece que onvmos o estertor
das victimas, ujs vascas da ultima agoda,
e cai-nos a penoa da mo.
Ah vo as ultimas noticias. Ag?ra s
falla o verdugo. A bocea dos vencidos
cerrou-a pira sempre a ralo da inorie.
Os insurgentes ainda se defendem
com desesperaco. Calcula-se que seis
mil j estao morios.
ntreos hefes da iosurreicao fuzila-
dos citamse Valles, Ainouroux. Brunel,
Rigaul, Parisel, Dombrowski, Lefrancais e
Bousquet.
Assevera-sa que Mac-Mahon intimou
pela n tima vez os insurgentes a rende-
rom-se : serlo fuzilados daqui em diante
todos aquellos que forem apanhados com as
armas na mo
O governo da .Blgica annuncia que
sua iutenclo tratar os communistas emo
criminosos e nlo como refagiados poli-
ticos,
Calcula-se em cincoenla mil morios
em casas e adegas.
- Em Paris tora havido execuc5es sum-
marias de prsioneiros em numero consi-
deravel.
Crcula-se que durante a saman pas-
sada foram morios quarenta mil insur-
gentes.
Tentaran fagir de Beleville novecen-
los insurgentes, atravessando as linhas prus-
siams, mas os prussian ps tnataram cem
delles e prenderam os mais, enlregando-os
logo ao governo de Versailles.
Quasi lodos os meaabros da commu-
na foram presos e immedialamenie fuzi-
lados.
A defeza do ministerio da marinha
foi obra de um batalblo de mulheres que
se bateram como hyenas. O almirante de
Pothuau mandou fuzilar as setenta e quatro
amazonas, que foram aprisionadas depois
do combate, sobre as ruinas fumegan
tes.
Os garibaldinos e balalhes estran-
geiros bal am-se como lebes, sendo fuzila-
dos aos ceatos, no mesm) sitio em que ca-
biara extenuados
Ele, etc. I
Agora a canalha j poda applaudir o ex-
terminio dos socialistas.
Duas palavras ainda ultima hora
Vo ebegando mais pormenores. A tra
gedia espantosa : mas o cynismo dos que
applaudem para fazer enlouquecer a es-
pecie humana.
Os philosophos da imprensa e dos par-
lamentos vio tornando lgicos os acontec-
tnenlos. Dizem que o socialismo tinba o
sangue corrompido pela inveja do luxo: a
tberapeulica eslava pois indicada-baione-
tas e metralha, nobres defensores da buma-
oidade I
Veem-se as ras muitos cadiveres.
S as margens do Sena ha seis mil cada-
ueres insepu tos. Bem se v, apostlos de
Christo, que nlo esqueceste o sinite parvu
los do Meslre-
A maioria dos membros da communa
fuzilados morreram cora valor : pareciam
todos possuidos de orna especie de illumi-
nisino..
Alguns, como Millire, que nlo era mem
bro da communa. mas que leve a leaidade
de nao revogar as suas opinioes, no mo-
mento do perigo, morrerem gritando : Vtva
a humanidade I
Por c ba irabeceis qae se riem disto
tudo.
CARTA DO SR. ANTONIO JOS D'AVILLA MRQUEZ
D'AVILLA, PRESIDENTE DO CONSELIIO DE MI-
NISTROS POR ANTHERO DE QUENTAL.
Sr.Pego na peana, mais pesaroso do qoe
irritado. As miserias moraes da qualquer
homem con ristam mi', porque vejo nclhs
o abaixam -uto da alma humana, que devia
pairar serena e sem macula. As miserias
moraes dos homens, que pela posiclo, pela
autoridade, pelos annos, teem misside
dar o exemplo da justica inc rruptivcl, e
ser como apostlos entre as na5es, es as
compungem-rae dobradamenie, porqievejo
felas a der?dacao d'ama cousa augusta, a
lei, e o enviUcimento d'uma cousa vene-
randa, os cabellos brancos. Nada disto, po-
rm, exclue a indignacSo: somante, urna
indignacao entristecida. Porque havia V.
Ex;., velho que eu nlo conheco, ministro
que eu quizera respeitar, fazer calar em mim
o respailo que devido ios annos e po-
sicio, e obrigar-me a fallar-lbe n'um tom,
que nlo o da colera, mas que o da in-
dignacb, e que pode ser o do desprezo ?
Sa o, cabellos brancos, que passam diante
de mim, em vez de terem a compostura
placida das cabecas dos'santos, trazem-nos
saus anneis eramaranhados as palbaa da lou-
cura, posso eu deixar de sornr dos^e^gares
do louco, e en.\jtal-o do meu camno, se
m'o embaraca f
Voa ser descaridoso com V. Exc, porqae
V. Exc. deixou de merecer a minba cari-
dade.
Dirigindo-me a V. Exc. dirijo-me sobre
tudo ao publico : por-isso escrevo pela im-
prensa Particularmente nlo lbe escreve-
ria, porque me prezo de nlo ler por cor-
respondentes senlo pessoas intelligentes,
pouco condecoradas, e de provala orlbodo-
xia em grammatica portugueza. V. Exc.
nlo esl neste caso. Alm disso, a questo
nlo pessal. Para mim o marquez d'Aviila
apenas mais um titular: isto orna cou-
sa hirta qoe passa, e que dois tnerceeiros
mostrapa um ao outro. Ji v V. Exc. qae
era impossivel incommodar-me, e menos
inda offender-me. A queslAo com nm
ministro, cujo nome me ndiferes0e com
a opinil) publica, que tem de julg#03 ac-
tos dessa ministro.
Ora, a portara com que V. Exc. mandou
fechar a sala das Conferencias Democrticas,
um acto Dio s contrario lei e ao espi-
rito da poca, mas sol)r, todo atlentatqrio
da liberdade do pensamiento, da liberdade
da palavra, e da liberdi.de de reanilo, isto
, d'aqoelles sagrados direlos sem os qoaes
olo ba sociedade humana, verdadeira socie-
dade bumaoa, no sentido ideal, /oslo eterno
da palavra. Pode baversem elles agglome-
ftclo de .corpos inertes, qoe a forca da gra;
vidade social sostena juxiapostos: nao ba
associaclo de c jnscietrcaa livres. Alm
disso um acto tolo.
Ora, se fosse smente om acto, tel-o-bia
commettido V, Exc. reflectida e consciencio-
samenla. Como -muito mais; como qaa-
si urna grande cousa, como quasi om cri-
me conira a dignidade humana, tenho boas
lazbes para suppr que V. Exc. nlo soobe
o que fez V. Exc. contemplava cuidadosa-
mente o seu moteu de veneras; ontre a
contmpiaclo exttica da ordem do Elephan-
le e a contemplacip seraphica da ordem do
Camello, teve urna d3traclo, e fez urna por-
tara. Obrou como um verdadeiro minis-
tro constitucional. Simplesmerite, nSo se
lembrou Vi Exc. que as pessoas iqua salpi-
cava com a sua proza, apasar denaoleremv
0 peito coberto de veneras','* ou antes, por
isso mesmo, sentiam nesse peito coraclo,
dignidade, independencia. Um ministro
cousuiucional nao poda prever eslas excen-
tricidades. V. Exc. obron como quem :
nada mais. Quasi que sinto desojo de o
applaudir.
Resta o acto. E' Ilegal, disse eu. E'-o.
Ninguem pode ser jolgado sem processo,
diz a lei fundamental. V. Exc. nao s jnl-
gou sem processo, como tambem condem-
nou : porque impedir-nos de fallar j urna
condemnaco, e urna condemnado maior
ainda attrabir sobre as nossas eabe?as, apon-
lando nos indignaclo da paij como ini-
migos da ordem e das crencas publicas,
reprovaclo universal. Fazer "sio, Cintra
homens indefesos, cora lodo o peso da au-
toridade, do logar, da reputaco, alm de
tudo cobarde.
D z tambem a carta constitucional: To-
dos podem commmuiiicar os seusnensamen-
tos por palavras e escriplos, ou publcalos
pela imprensa, sem depealencia de censara,
comtanio que hajatnde responder pelos abu-
sos que commetterem, no exerei ;io desse
direito. > Pois l esiavamos, para respon-
der pelas nossas palavras perante os tribu-
naes. Havia l logar, para que a aotorida-
de competente podesse tonr3r nula dessas
palavras. Neuhum de nos fallava a&ODymo,
creio eu I Quebra-se acaso os prelos d'um
jornal, porque esse jornal publicou uro., dez,
mil artigos reprebensiveis ? Processa-se
cada um dos anigos, e a imprensa continua
trabalhando. Alm daresponsabilidade pes-
sal de cada conerenle, havia dois homens
que perante a autoridade se tinba compro-
metido a responder porquanto aili se dis-
sesse. Um desses homens soueu. Ira.aos
tribunaes, e sujeilar-me-hia condemnaclo
legal se roe condemnassem. Nao pedamos
impunidade ; pedamos justica, e s isto era
justo. Fechar brutalmente a porta orna
consa muito indierenle. Sabe V. Exc. o
que ? nlo sabe. Pois para os qae j
tinham fallado, a condemnco sem proces-
so .- e a censura precia para todos os que
ainda olo tinham fallado, nem tinham por
consegointe dado elementos para serem jal-
gados. Suppoz-se qoe diriam cousas feias :
censurou-se previamente: fecbou-se a por-
ta. Um inquisidor nlo raciocina va melbor,
V. Exc. nm inquisidor... da cache-nez
E' om acto contrario ao espirito da po-
ca, disse eu. A poca liberal, e o acto
desptico. A poca tolerante, e o arto
inquisitorial. A poca ioielligente, e o
acto estopido. A poca, que peosamen-
to, diz poltica, que acelo: compreben-
de, interpreta e appliea a minba idea ; a
portara de V. Exc. diz ao espirito da po-
ca : sobmelte-te letra da lei, que nlo com
prebendo, nem sei, nem quero interpretar.
Interpretar a lei o proprio da indiligen-
cia, que a razio popular coiioca aonde a
lei tem de se execular : impar a lei, qua se
olo allende, o proprio da incapacidade
em cojas mos poz o acaso, por irrislo, o
poder durante alguns instantes. V. Exc. j
onvio fallar em Pin, era Giadslone, em Peel.
era Bright, em Russell, em Palmerslon ?
Nao ouvio. Pois foram ou sio grandes es-
ladi-tas, n'um paiz entre todos de liberdade
e lejalidade. E sabe V. Exc. o que fizeram
e o que fazem estes estadistas ? Eocontra-
vain d'um lado, le s velhas, coolrao"ktorias.
oppfessiva, mas leis : leas da idade me-
dia, dos Tudor, dos Stuart, catboicas, pro-
testantes, de varias lempos, de espiritos a-
riadissimos... mas sempre leis: do outro
lado eocontravam a opioilo do seculo, o
pensamanto e o sen tmenlo di sociedade
contemporan.-a : encontravam urna opiniao
liberal, tolerante, inlelligente, civilisada,
mas s opiniao. Qoe fizeram os estadistas
inglezes ? Deixaram a letra e seguiram o
espirito: interprelaram, condescendern),
d arara, razio opinilo. O que a lai ?
a opinilo armada, nada mais. O qu a
opinilo ? o espirito da sociedade em qoe
vivemos. Os estadistas inglezes sio philo-
sophos : a Inglaterra um grande povo.
V. Exc. nlo om estadista inglez. E' An-
tonio Jos da Avila, das Ilhas4e biixo.
Portugal, dizia-se ha annos, o paiz nu\>
liberal da Europa! A Europa, diziam os
correspondentes dos jornaes provincianos,
inveja a nossa surte, e acba-a nnica! A Eu-
ropa, diziam no Greoiio os jugadores ue
biluar, estuda com afinco aMtj|ttg||sti-
tu'coes, e duvida sa chegar a[Pta-las '
A Europa quasi que nlo compfenende *
nossa phenomenal liberdade de peosamento!
Smente, meus senhores, ninguem se lera-
brava de pensar. Um dia decidio-se alguem
a pensar livremente. O Sr. marquez de
Avila poz logo o seu cbapau ensebado em
cima da liberdade do peosamento t
A poltica, Sr. marqu z, sabe V. Exc.
que urna sciencia ? Sabe qae a (ciencia,
lilha castissima do Espirito, s tend a ele-
var, a instruir, a moralisar, a santificar a
vida humana ? A poltica o instrumento
da justica social. Revestida, pela autorida-
de, da um carcter quasi religioso, urna
voz de grande* echos, que diz verdade
falta que da consciencia revela-te que
diz s almas emancipai-vos! que sobre ludo
diz aos cosamos moralisai-vos t Para ter
o direilo de diaer isto, a poltica tem mais
que tudo de ser moral. preciso qoe to-
dos a jurgueat mais que Ipdo moral.
/Cmtnvar-teka.

-


. Anionio Jos da Villa o nome verda-
deiro do illurtre naWstro : sea pai, o bon-
radi) plebeo, cbamavawse simplesmenle mos-
tr Jos da Villa. Avil|a apenas a mascara
aristocrtica dopartn. Quem diz o qoe
pansa criminoso : qaismrenega,. o nome
de seu pai mioislro. C'est la moralU de
cette commdie...
XTP, DOlMARIO-ttU* DO 1 Vii UU DBCaXJA.
*
-
v



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