Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12439


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Full Text
I
ANNO XLVII. NUMERO 163
i
**
t
?IA A CAPITAi E LUGAB2S ODE UO SE PAGA POHTI.
Por tres mezes ailiar.ttdos................. 6,5000
^r seis ditos item................... fSJOOO
J;oraaiiaoida..................... 4^000
+&.
QUINTA FEIRA 20 DE JULHO DE 1871.
PARA DIT10 E fOBA DA PBOVIfCIA.
Por tres mezes adianUdos .=,'....,.......,
Por seis ditos dem....................
Por nove ditos dem...................
Por nm anno dem
Propriedade de Manoel Fignipra de Paria & Filhos.
f7M
134800
soiaio
t7#0Q0

AO AOWS'ttW:
Os Sn. Gerardo Antonio Atas Filhos, no Pa. ; Gonfa'ves & Pinto, ao Maranh5o ; Joaqaim Jos de Olivuira & Filho, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracatj ; Joao Mara Jnlio Chaves, no Ass Antonio Margo* da Si1 w
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ;FeIippe Estrella & C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belannino dos Santos Bolclo, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga
em Nazareth ; Antonio Ferreira de A(?uiar, em Goyanna ; Francino Tavares da Costa, em AlagH; Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Leite, Serqoinho A C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Coverno da provincia.
SMtmts do mi 13 de jclsom i87!.
Al'(os :
O vica-presidentc da provincia, tomando om con-
sideracio o que expoi o inspector da thesouraria
de fajeada, em ufctem de 3 do corrale, n. M">, t
ttnodeni'i que iudspirasave! occorror-se s
iespezas '.om tu presos pebres di ca-a di deten-
;i* aceommeltido da nolstaberiberi, resol-
ve autorisar, sb a responsahiiidade da mesina
"residencia, nos termos do decreto u. 2.88't do Io
Jafevereiro da 1862 ain efeditn di 10:0003 para
^corro pblicos aos desval i"- do actual exer-
r.ieio, e ordena qae nesle sentid' sejam feitas as
necessarias commuoirsc/ts.
O vica-presidente da provincia, ati-mlendo
io iiue requereu Manoel Demente da Cosa Santos,
(iromsor publico di segunda cadeira da villa de
'esqaeira, e tendo em vista a informado do Dr.
director geral interino da imlra.vjo pblica, sob
o. SiO, de 23 de junho ultimo, resol ve, de confor-
midad com o ari. 23 da lei n. 598 de 13 de maio
de 18t, remove-lo d'aquella cadeira para a da po-
voscfa de Canhotinho.
-O vice-presidente da provincia, avista do
expttfto pelo juiz de dirtito da comarca do Bui-
tue, em offlcio de 10 do mez nado, resolve, de
rafiirrnidade com o disposlo ni art. 783 da lei n.
1237, de i4 ile seteiubro de 1861, e art. 7 2. do
decreto u. 3133 de 26 de abril de 1863, designar o
'abello pub'io da villa do Buique, Jos Cesar de
Vasconcelios, para servir de i IBcial de registro de
liypotheeas em dita comarca.
O vi ce presidente da provincia, atteodendo ao
|u.; requereu o lenle do batalhao n. 19 da
;uirda nacional do municipio de Nazareth, Anto-
iio de Hollanda de Albuqueroue Maranhao; e
a isla do que informou o respectivo commandante
uprior un offlcio de 20 do mez prximo passado,
resolte dispnsalo do lapso de lempo, afim de po-
der tirar a respectiva patente dentro de 45 das, a
-ootar d* O vice-pre>i lente da provincia, attendendo
ao que requereu o baro da Soledade, contratante
da (rada de farro do Kecife ao Limoeiro, em 12
da junho ultimo, e a informado do engeiheiro
befe da repartico das obras publicas em olTicio
Je 22 do mesmo mez, resolve, em vista da autori-
tario conferid > pela lei proviocial n. 971 de 24
le abril do correte anno, azer no respectivo con-
trate celebrado a 16 dejulho do anno passado, as
nodca$oes cooslantes dos artigos antes.
O vice presidente da provincia, tomando em
oasdera$io o que requereu o empreiteiro dos re-
paros Jo lazareto da ilhi do Pina, Rufino Manoel
Ja Groz Cousseiro, resolve conctder-lbe mais dons
mezes de prorogafio para a couclusio das obra-
do seu contrato a contar do dia em roe se findou
a ultima prorogacio que obteve.
O vice-presidente da provincia, aitendendo
<< que requereu Fernandioa Palatina da Silva,
'roiVssora publica da Boa-Vi gem, resolve conce-
ler-ihe tres mezes de (cenca com iodos os seos
encimemos para tratar de sua sade.Expedi-
rim-se as necessarias comraanijac<5es.
Otllcios;
Ao vice-provedor da Santa Ca-a de Misericordia,
-ecninmenilando que seja feitc em hasta publica o
lerendamente da leja n. 35 da roa do Daqne de
Uxtas, vt.to nao convir a approvaij'io que propoe
la innovajao do arrendaraento di mesma luja,
i^rtencente ao patrimonio dos orpbos.
Ao coronel commandante das armas, au'-
nsaado-o a contratar outro facultativo com M
iniagens inherentes ao posto de 2 cirurgiao do
"On de sade para o servido medico militar da
juarnicao da praca, visto nao convir ellectuar
p* contrate cora o Dr. Joo Bipti-U Casa-no y
! im a restriccao por elle propis'.a.Cemmanicou-
Ao cnsul de Franga nesta capital, remetten-
!o as primeiras vas de duas eontas, na importan-
ia le 27-'00, sen lo o300 proveniente da trata-
neote, e 12-5260 do enterramento do cidadao Irn-
vz fiuerin, um dos operarios vindos de Marseille
nra prepirar dua> dragas destinadas ao servio/) do
ion >, que fallecer na enfernnria do arsenal
ii nuriobs, afim de quemando ndmniar essa
mportaoeia ao ofermeiro da mencionada enter
(aria nir conta do espolio delxado pelo linado e
etregue nesse consulado. Communicou-si ao
aspeetor lo arsenal.
Ao inspector da thesouraria Ai fazenda, com-
nunicand) que a 10 do corrente assumio o ba-
:hrel Herraogenes Scrates Tavares de Vascon-
cellos o exercicu do cargo de ehefe de polica
l'esta provincia.Expedirara-se as oulra com-
nuuic35 Ao mesmo, nteirando-o de que a 22 de ju-
nho ultimo, deixou o bacharel Paulo Martins de
\lmeida o ejercicio de juiz de direito da comarca
de Flores, por haver sido nomealo chefe de po
ci.i da provincia do Rio Grande do Norte.
Ao mesmo, declarando que Joaquim Leonel
le Alee ir assumira no dia 9 de junho ultimo o
;xercioio do carg) de juiz municipal o de orphos
do ermo do Ouricury, por haver no dia antece-
i>' '.arlos Francisco Soares de Brilo.
Ao mesmo, prevenindo-o de que no dia 23
le junhf lindo fallecer o 2. tenante reformado
J i ecercito, Joaquim Francisco de Souza Navarro,
a ti do corrente o 2.* cirurgiao do corpo de sa-
de a'1, Dr. Joaquim da Silva ij-mao.
Por essa (hesouraria maodou-se pagar :
Ao chefe de polica nomeado para a provincia do
.to irande do Norte, bacharel Paulo Martins de
\lmeida, a ajada de casto que Ihe foi arbitrada,
na importancia de 7003.
A' Jerooymo Pereira Marios, ou Evarsto
lleudes da Cunha Azevedo, es vencimentos relati-
vos ao mez de janho ultimo, do offlcial e pravas da
guarda nacional destacados na villa do Bnjo.
'.omraaaieou-se ao commandaute superior.
A' M;aoel Antonio Teixeira a juantta de ISA
oroveniente do concerlos que fez na coburta do
loarte! da Soledade.
V Tbomaz de Carvalho Soires Branda) Sobri-
nU a de 3 380/, que se julga com direito por
naver (catado os concerlos de que preeisava o
.fcuposito da plvora no forte do Buraco.Commu-
iicou--o ao engenheiro encarregado das obras
. 'itare'.
Ao inspector da (hesouraria proviocial, man-
i indo entregar ao (hesonreiro da reparlico das
iliras publicas a quantia de 600 para a continua-
do dos estados grapbicos da e-trada de Una Ca-
;oeir.Gommnnicon se ao chefe.
Ao mesmo, auorisando-o a mandar restituir
/idoriuo Domingues Alves Maia a qnintia qae de
utus pagoa, como cessionario de D. Clara Teixeira
'raneo Goimsraes, na heraoca deixada por D.
Ju* Clemenlina Cariota de Brilo, de sello corres-
oondente ao respectivo qninhJo hereditario.
lo mesmo, para qoe, mediante flanea ido-
,';ea, mande entregar a Rufino Manoel da Crnz
ousseiro, depois de provar elle acbar?e encarre
>ado das obras da capella de Smto Amaro das
Mitins-, quantia de 1:088/ em deposite nessa
,'!i#oat*aria, e proveniente do beneficio da parte de
sutoria, extrabida ltimamente a favor d'aquellas
.'U/as.
Por esia ibesoararla mandou se pagar :
V Francisco de Assis Athelano de Sonza, oa ao
.rocurador, a qoaotla de 8i120 ris, prove-
/%mte de meicameatei forneeidos para o trata
ment d preso pobre Jo.- Constantino de Mello.
Communicou-e ao chefe de pulicia.
A' Agr A C. a de 'i, despendida com o en
(err tto cadver do soldado do corpo de polica,
Antonio Jo- Cabral da Silva.Inteirou se ao
ciinmandanlo do corpo.
A'Juo da Sil'a Salgado, ouao seu procurador,
Francisco Jos Leito a de 48 correspondente ao
alnguel de quatro mezes, vencidos em 20 de juuho
ultimo. O casa o,ue .erve de quartel ao destaca-
mento da villa do Cabo.Communicou se ao Dr.
befe do polica.
A' Ji s-do Horses Gomes Ferreira a de 523/630,
a que se (oiga com dreit", na qualidade dearre-
maiante da bra supplemmtar da reconstruccao
da bomba sobre o riacho denominadoMel de Ca-
vallo.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal d) municipio do Recife, devolve&do a peticSo
do alfares do 4. batalhao de infamara, Nicolao
Machado Freir, alim de que seja junta f de
offlcio desse offloial, de modo a vrrificar-ae os an-
uos de servico Ao nte&mo, declarando que, segundo informa
o Dr. chefe de polica, nao con?ta ter sido recruta-
do individuo algum de no me Antonio Jos de
Sant'Anna.
Ao do municipio de Santo Anto, dzendo
Hie a presidencia j lho offlcou no t.1 deate mez
.-espeito da revisao da qualiflcacao da guarda na-
cional sob sea commando superior, e por isso con-
''im que providencie a respeit) a reuniao do con-
sallio respectivo, fizando sentir ao presidente que
nao procedeu regularmente suspendendo os tra-
balhos, vista das disposiedes do lei que citou.
Ao commandante do corpo de polica, autori-
sando o engajamentodos paisanos Jucundino Gomes
da Silveira, Joao Marinho de Lima e Joaquim Luiz
Cesar de Andrade, se forem aptos.
Ao director do arsenal de guerra, para fazer
recolher a ese arsenal a padiola em mo estado,
que Ihe ser apresenlada de parle do comman-
dante do corpo de policia, e fornecar Ihe urna no-
va, cuja importancia ser paga pela thesouraria
provincial.Fizeram-se as necessarias communica-
roes.
Ao mesmo re:ommendando que, no caso de
anda existir nesse arsenal avnltada quantidade de
capsulas fulminantes das fabricadas em 1862, man-
de encaixota-las, aiLoi de serem remedidas para a
e'i;:.', all novamente preparadas de conformi-
dade c m a opinio da cominissao incumbida de
examinar o estado das referidas capsulas.
Ao mesmo autorisand >-o, dos termos de sua
infirmara), a mandar entregar a Panlioo Jos Ce
lestino seus lilhos educandos desse arsenal, Ma-
noel Paulino Ponciano da Silva e Jos Paulino de
Sant'Anna, depois de indemnisados os cofres pbli-
cos da quantia de 1:730/100, despendida com
alimento e vestuario desses educandos, desde mar
co de 1866, em que se alistaran). Communicou-
se a thesouraria de fazenda.
Ao juiz de direito da 1' tara desta capitel,
designando-o para fazer parte do conselho, que
devera ruunir-se em 22 do cerrente, ao meio dia,
para o exame das eontas do cofre das multas da
capitana do porto, relativas ao anno financeiro
de 1870 a 1671 Coramunicou-se ao capitao do
porto.
Ao jniz de direito da comarca do Cabo, acen-
sando Yecebllos os mappas estatislicos, que re-
menea, e devolveodo um delles para corrigir as
datas, visto haver duvda acerca do anno, em que
foram commelttdos os crimes nelle menciona-
dos.
Ao da comarca de Palmares devolvendo os
mappas estatislicos, ministrados pelo subdelegado
do 1 districto da villa de Barrer >. afim de que
sejam reoiettidos ao Dr. chefe de policia, a quem
compete a formacao da estalistica policial, e en-
viando um modello do mappa, sob n. 9, que o
mesmo subdelegado deve ministrar e:-ta presi-
dencia.
Ao engenheiro encarregado das obras mili-
tares, recommendando que providencie de modo
a serem concertados os bicos da illuminacio a
gaz da enfermara militar, os quaes. segundo in-
forma o commandante das arma?, ivo do a luz
preci-'a.Commuiiicou se a es'e.
Ao chefe da repartiese das obras publicas,
dzendo que mande proceder ao ornamente da
reconstruyo das obra? arrunalas do acude da
Victoria em consaquencia do arrorr.bamento qae
soiTreu p mencionado acude.
Ao juiz municipal do termo da E ckla, de-
volvendo o edital, que remeden por copia, afim
de que faca declarar nelle se esto vagos os luga-
res de partidor, ou soraente um, se estes e o de
depositario geral j foram prvidos vitaliciamente,
e no caso afirmativo por quem, e qual o motivo
das vagas; depois de feito isto eavie urna copia
para ser reproduzido uesta capital.
Ao commissario vaccinador para remetter
com urgencia algama? laminas com puz vaccnico,
afim de serem enviadas ao delegado Iliterario da
freguezia de Panellas.
Ao ihesoureiro das loteras remetiendo, para
os fins convenientes, urna copia do novo plano que
approvou para a extracao das loteras da provin-
cia.Igual copia remetleu-se a thesouraria pro
viocial.
Portaras :
cmara municipal do Recife, respondendo
com urna copia da informacao do chefe da repar-
ticao das obras publicas, ao ofcio em que pedia
providencias acerca da demolico do predio incen-
diado ra do Mrquez de linda, e de qae foi
eocarregada aquella repartico.
A de Olioda, c ncedendo autorisacao, que so
liciten para empregar no calmamente das ras des-
sa cidade as pedras, provenientes da demolico
do edificio qoe servia de cadeia. excepto as gran-
des, que deverio ser guardadas, para terem ap-
plicacao a outro mister, visto nao se prestaren)
quelle.
Ao conselho de compras do arsenal de guer-
ra, autorisando-o a promover a compra dos ob-
jectos, constantes do pedido junto, os quaes sao
necessarios para provimento do almoxarifado d'a-
quelle arsenal e companhia de aprendizes meno-
res.
Aos agentes da cempanhia Brasilein de pa-
qnetas, mandando dar transporte para a corte, no
vapor Arinos, por conta do ministerio da guerra
a menor Mara Amelia Campello Franei, fllha do
alferes Francisco Goocalves Rodrigues Franca,
que se refere a portara de 10 do corrate.
Dsspachos :
Commendador Antonio Joaquim de Mello.
Informe o Sr. inspector da thesouraria provin-
cial.
Aquilino Jos de Guimares Ferreira. Como
requer.
Anna Joaquina de Oliveira e D. Maria Isabel de
Oliveira.Informe o Sr. inspector da thesouraria
de fazenda.
Bartholomeu Melchia-'es Duarte. Nem o sup-
licante, e nem os deraais estao fujeilos ao servico
a qae se refere.
Dr. Caetauo Xavier Pereira de Bruto.Sim, em
termos.
Claudino Jos de Almeida Lisboa.-Informe o
Sr. regedor do gymnasio proviocial.
Candido Mximo Guedes da Fonceca. Fi
cam expedidas as ordens no sentido que requer o
supplicante.
Francisco de Souxa Ponte?.Informe o Sr. Dr,
chefe' de policia.
Gomes de Matlos & Irmao..-Sim. em termos.
Jos Antonio de Leio Joni^-^-informe o 8r,
inspector da tha>ouraria Ju raae'gdo,
Jos Pedro Ribero Informe o Sr. Dr. chefe de
polica.
Bacharel Joaqaim Jos de Carvalho Squeira Va-
rejao. Informe o Sr. inspector da thesouraria
provincial.
Jos Maria dos Aojos. Nao tem lugar.
Jacinlha Avelina da Cruz.Indeferido.
Juveniano Jo- SimSes.Prejudicado por j es-
tar prvida a cadeira que pede.
Jos Vicente Godinho.Informe o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Manoel Clemente da Costa-Sml. Passi^or-
taria removendo o supplicante para a cadeira que
requer.
Manoel Bernardo das Virgens.Autoriso o sup-
pilcante a depender com as obras de que trata o
producto da lotera depositado, que Ihe ser entre-
gue depois de prestar eontas.
Olavo Antonio Ferreira.Nao tem lugar por ora
o que requer o supplicanle.
Bacharel Paulo Muniz de Almeida. A the-
souraria de fazenda com offl-io desla date.
Gaulino Jos Celestino. Sim, Indemnisados os
cofres pblicos da qnan(ia despendida cora o ali-
mente e vestuarios dos educandos de que trata.
ttufino Manoel da Cruz Cousseiro. Dirija-se a
thesouraria provincial.
Vicente Ferreira da Paiva Simoes. Indefe-
rido.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Offlcio:
Ao iospeclor da thesouraria provincial, commu-
nic.aadi de ordem da presidencia, e para os fias
convenientes, qae no reqaermento do juiz da ir
mandado de Nossa Senhora do Livramento na ci-
dade do Rio Formoso, Manoel Bernardo das Vir
gens, lancou-se o despacho seguinte -.Autoriso o
supplicante a despender com as obras de que tra-
a, o producto da lotera depositado, que Ihe ser
entregue depois de prestar eontas.
lo commandaote superior da guarda nacio-
nal do municipio do Recite, dizendo que a presi-
dencia fica inteirada dos motivos, pelos quaes dei-
xou o commaodante do 1* batalhao de artlharia
de apresentar o orcamento dos livros e papis,
oecessarios, pan a qualiflcacao do mesmo bata-
lhao.
Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro do
Recife a S. Francisco, declarando de ordem da
presidencia, e em resposla ao seu offlcio, relativa-
mente a eutrega de telegramraas, expedidos s au-
toridades policies dos dtstrtclos a margem dessa
estrada, qae o Dr. chefe de policia vai oflciar as
referidas autoridades no sentido de iudharem
quem deva receber as eslaedes (elegrapbicas os
despachos ellas transmididas.
Ao subdelegado da freguezia de S. Pr. Pedro
Goncalves do ReciTe, remetiendo deorem da pre-
sidencia o modello que pedio do mappa n. 9.
Repartido da polica.
2.* seccao Secretaria da policia de Pernambu-
co, 19dejulho de 1871.
N. 98.Illm e Exra. Sr.Levo ao coobeei-
raento de V. Exc. que, segando consta das paruei-
paedes recebidas boje o'esta reparlico, foram
hontera recolhidos casa de detencao oe seguintes
individuos : __
A' mlnha ordem, Manoel oaqnlm do Nacime-
to, Joo Peixoto da Si Iva, Custodio Gimes de B*i-
to, Apolinario Vasques da Silva, Caetauo. eseravo
de Mtooel Cyriaco dos Santos. Manoel Travasso
Barbosa e Manoel Bezerra de Vasconcelios, vindos
do Bonito, o primeiro eomo sentenciado, o segun-
do como criminoso era Caruar, o terceiro como
desertor, e os de mai< como pronunciados; Jos
Manoel de Souza, Severino Nunes da Silva, Jos
Pereira da Costa e Florencio Alves de Carvalho,
criminosos vindos da Floresta.
A' ordem do subdelegado da Boa-Vista, Fran-
cisco Henriqaes dos Santos Moreira, por crime de
furto.
Por offlcio datado d hontem participou-me o
subdelegado dos Afogados, qae pronunciara a Jos
Lopes da Silva, como ocurso as penas do artigo
264 do cdigo criminal, combinado com o artigo
34 do mesmo cdigo.
Segundo communicou-rae o delgalo do termo
de Panellas, era offlcio de 9 do corrente, no dis-
tricte deQuipap era o da 9 de junho ultimo, An
dr Viciorioo dos Santos, assassnou com diversas
punhaladas a Antonio Menino ; o delinqnente ja se
acha preso e processado ; e no dia 5 do corrente
uo lugar denominado Pao Ferro do mesmo distrie
to, Candido Ladislao de Azevedo, acompaohado de
Joaquim de Lima, as^assinou a sua propria mulher
com tres tiros e seis faeadas ; deligeoca-se a cap-
tura dos criminosos, contra os quaes vai ser ins
taurado o competente processo.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. Dr
Manoel do Nascintento Machado Portella, vice-
presidente da provincia.O chefe de policia, Her-
mogenes Scrates Tacares de Vasconcelios.
INTERIOR.
Protesto do
episcopado brasl-
lelro.
CONTRA A INVASO DE ROMA.
Apresentado Sua Magestade o Imperador.
Seohor.Os bispos do Brasil abaixo assigna-
dos, em desempenbo do solemne juramento que
prestamos no dia de nossa sagrario episcopal, de
guardar fidelidade ao pontfice romano e Santa
S apostlica, nao s evitando toda connivencia e
cumplicidade as maehraacoes tendentes a desa-
po.-sa-lo de seus direites, regalas, posses e antori-
dade, mas anda oppnndo-nos cora todas as nossas
tercas aos damnos einjnrias que sob qualquer cor
Ihe sejam irrogados, vamos cheios de profunda
magua sem unio de sentimentos com todo o corpo
episcopal levantar um protesto na augusta presenca
de Vossa Mageslade Imperial e de todo o povo ca-
tholico do Brasil, contra a sacrilega invasio dos
restantes estados daigreja e da mesma cidade de
Roma pelo governo de Italia.
Senhor IPor esta invasao feita viva frca
sem previa declaracSo de guerra e sem a mnima
provocaeio da parte do governo pacifico do santo
padre, forera dilacerados face da Europa e do
mundo todos os principios da justira, todas as re-
gras do direito das gentes e da moral social, so-
bre que repousam a seguranca e a vida dos potos
civlisados.
Nada poder subsistir, flearo abaladas todas as
relaroes internaeonaes, nenbuma f, nenhuma
lealdade mais entre os homens, se for permittide
a ama naijo poderosa, depois de empregados mil
antes e manejos para pertubar a paz, fomentar
revoilas em um pequeo estado vizinho, e nao o
consegoindo, invadir de improviso as fronteiras
desse estado, bombardear-lhe os muros, apossar-
se della e no meio de toda casta de violencias e
atrocidades dar em trra com um tbrono dex ve-
zes secular, garantindo as so pelos tratados e
coavencoes raais solemnes, seno tambem e sobre
tudo, pelo respeitQ e amor dos povos que som-
bra-delle respira vam.
Senbor I -O mondo todo sabedor e nos mes-
mos pela maior pane somos le> tamaitas presen-
ciaos do mnlto que o povo romano quer e ama
a sea augurio monareba e pontfice, e pode-
mos asseverar diante de Deus e diante dos ho-
mens que nenhum soberano do mundo receben
nunca de seus povos mais ideantes e espontaneas
raanifeatacaes de altete e dedieacSo como 9 ira-
Bjortal Po IX.
Fui preciso que cahisse -obre a cidade eterna
aqueta nuvem de pertubadores de tola a Italia e
0 tert da 60>000 bayonetas para realizar-se a
crimiasaa farca do plebiscito, em que o summo
pontiiee contou apenas era san favor alguns
voto.
Mas nao sao somente os principios da moral e
da jusiici que sao aqui claramente violados ; sao
os di'eios mais sagrados do catholicismo que ve-
mos calcados aos ps do modo o mais flagraote.
Com efeito aquella capital invadida Rma;
aqueH**',berano lesaposjado o papa I Roma, a
meiropole do mundo catholco, a cidade escomida
por Deas para ser a cabera animada de seu rei-
no sobre a trra, a sdl indefectivel do vigarlo de
Jess Christo, o foco vivo e permaaente da luz, o
cinto hierarchico, o centro augusto donde se irra-
diara para toda a peripheria catholica os ralos da
doutrina e da adtninisiracao ecclesiastca, Roma
que os mesmos amigos por um mysteno o pre-
sentimento ehimaram divina : Terrurum Dea g*n-
Hunque Roma, ve-la rebaixada vulgar coudica
de capital da ura reino I Aquella iramenso relica-
rio, aquella trra teda embebida do saogue dos
martyres, coberta de Iheatros licenciosos, de lene-
broos clubs, de cafs cantantes, de livros limpos
e obscenos, de papis corruptores, de cadoiras de
pestilencia, da carie.tara' iramundas (em que o
mesmo chefe da igreja nao respeitado) e de pros-
tituicoes de todo o genero, como desgracame-
te ja i;i se est vendo, cora geral escndalo face
do sol, depois que os invasores a occooam pira,
em nome do progresso e da liberdade, tran-forma-
la em ama das Babilonias modernas, transbordan-
do de sensnalhmo e dissolucoas I Nao, o uuver-
so catholco oo o permidira jamis. Roma de
Dos que a deu ao papa ; enche-a o pontfice com
sua magestade incompalivel. Ja nao ha imis lu-
gar para os Cesares. Tanto o reconheceu o impe-
rador Constantino, que deixando Roma a sen des-
tino providencial, transferio a capital do imperio
para Bysancio. Tal a ordenacJa divina.
Roma com a nesga de trra qae a rodea forma
o qae tambem se chamava na amiga terminobgia
geographica os estados da igreja, denominarlo bo-
je adrede mudada pelos moderno reformistas na
menos propria de estados pontificios !
E o nosso patrimonio, o apanagio do catho-
licismo, de cuja tranquilla posse depende a lber-
dade de nosso augusto ebefe e por consaguntea
nossa. Aquella pequea mooarchia, na phrase de
um insigne eseriptor, como o appendice huma-
no, o involucro corpreo da Divina Esposa de
ChrstdL Despoja la desta monarebia mais qae
um crte, om sacnleeio.
O papa deve ser soberaoo na ordem temporal
para poder exercer livremenie o seu ministerio
oa ordem espiritual.
A beeea que basta ao universo, os orb sufli-
cien, aqaelle que tem sobre os labios o verbo in
sudador dollos os erros, o chafe, o guia infalli-
vel dos povj e dos res convm i todos que seja
e pareca odepsndente. Ora, para elle oo ha in-
dependencia possivel senao na soberana. Este
principio altamente proclamado pelo episcopado
4holico, admitdo como om axioma pelos mais
atsados publicistas e politicos deste sesule,
iiiiitos at iaditTerentes ou hostia s nossas eren
;a-, cono Thiers, Guisot, Villeroain, a Untes ou-
tro*, se a'cna hoje rodeado de ul f xplendor de
evidencia, que o mesmo governo italiano foiobri-
gado a reconhece-lo.
Por isso para socegar as inqoietaedes do mundo
catholco, nao cessa elle de prometter garantas
para que sejam mantidas a soberana, extrat-rri-
torialidade, a isenc83 e preeminencia do chefe da
catbolicidade no exercicio de sua raisso soberana,
tanto o mesmo governo de Italia reconhece e con-
fessa a oecessidade de unir-so a soberana ao sum-
mo pontificado para poder elle exercer livremenie
sua accao sobre o mundo.
Mas que valor pode dar a opinio catholica a
estas taes garantas estipuladas por um governo
que tem successivamente rasgado a pisado aos
pos os tratados de Zarich, de Villa Franca e a
convenci de setembro, a que zombando destas
terminantes estipnlaco;s a solemnes promessas
feitas Europa pelas quaes se obrgava a respei-
tar a autonoma dos estados italianos e dos esta-
dos da igreja, tem invadido e annexado um a um
lodos os astados italianos e os estados da igreja,
declarando por nltimo no discurso da corda que
fra serapre este o designio seu, em cuja realisa
cao trabalha com perseveran$a desde o reinado de
Carlos Alberto ? Que coofianca pode lar o mundo
catholco em um governo qoe proclamando a igre-
ja livre em estado livre, supprme as orlens reli-
giosas, confisca todos os bsns acelesisticos, sujei-
ta aos seminaristas ao exercicio mili'ar, oppnme
de mil modos os bispos e o clero, promulga leis
contrarias religao catholica, a faz onsinar as
suas universidades as monstruosas doutrinas do
materialismo e do alhesmo ?
Nao. As mais bellas e seductoras promessas tai-
tas por ura tal governo nao sao capases de nos
tranquilisar, o oque se tem passado era Roma des-
de o da 20 de setembro prximo passado, basla
para abrir os olhos a quem nao quizer de propo-
site fecha-Ios a luz.
De facte, depois de despojado de seos dominios
(emporaes, rabio logo o papa na condicao de om
capUvo. E que outro- nome convm melhor sua
po-ico actual, quando ouve em roda do Vaticano
vociferar ameacis e blasphamias; quando v as
pessoas que Ihe vm tributar homenagens, sujeitas
ioju-tas pesiaisicfc?; quando sao abertos ao cors
rete os despachos que Ihe sao destinados; quando
se arromba machado as portas do Palacio Qairinal
(propriedade dos papas) e se expolie de l ura
eardeal da santa igreja romana com varios prela-
dos que all residan); quando de outros palacios
arrancan) os archivos de soas secretarlas e con-
gregares, e quando se sopprime o seqnestra urna
encycilca solemne dirigida pelo summo pontifica
ao episcopado calbolico: quando abaten a golpes
de camartello o nona de Jess do frontispicio de
urna nniversidade catholica, para traas forma-la
em lyceu regio, dirigido por raestres de doutrinas
mais qae susoeitas, quando as congregacOas reli-
giosas sao on j perseguidas ou amoscadas de
levarem a mesma aorte das do resto da Italia,
quando urna horda de aventaremos revolacloaa-
rios, que penetraram em Roma sombra da ban-
deira mvasora, vo pratieando pelas ras da cidade
os materas alternados; quando se (azara raanifes-
lacoes a testas publicas em favor dos assassiuos
punidos pelos tribuoaes; quan lo se promulgam
cdigos cheios de disposiofts nostis liberdade da
relgii catholica ; quando se promette urna lei de
garantas cheias de restriecSes a escapatorias ma-
chiavelicas!
Oh I nao; qnaesquer qoe sejam a dssimnlacao
e a hypocrisia oom qae se procura 1 laquear a
opinio, niDFoem ha, tendo um pooco de criterio,
que nao reoonhaca hoje com amargura e indigna-
cao, viste da tactos authenticos, innegaves, evi-
dentissrco, que o chefe da grande familia huma-
na reunida pelo Christo gema no oaptivero.
,E5catemo5 a sua voz, essa voz quo seas inimi-
gos nao poderam abafar, e que ellas tentara em
vo contradier; a voz da verdade, a voz do
vigario de Jess Christo, que, suspeodeodo o con-
cilio, afflrma ao mundo inteiro que em conseqaen-
oia da sacrilega invasio da sua cidade da Roma,
de sua s apostlica a do que anda restava de
seus estados calle se acha enllocado dsbaixo do
dominio de ara poder iajrago, e entregue comple-
tamente discripcio d'elle. Sub hostili domina-
tfon et p'HMlatt... penitus constitu*.., Afflr-
ma qqe no deplora val astado de soasas, o vre
igreja
orando pelo livramento do seu
medito* hsh auctoritale Nobis dioinitus col-
latie iwUtis tutus impedhmar D nada valem
> vaas denegacoes dos inimgos da igreja. O
o, senhor, o ficto lamentavel que nos coore o
coracao ja |q1o e je [rS|8za c qae Pl0 jX> Boggo
augusto e querido pai, est gamendo uo captveiro
como 6. Pairo n)S das de Hernias, e a
toda em lagrimas,
venerando chefe.
Nestas doloro>as crcumstancias, impulsos de
nossa consciencia, para nao parecermos com nosso
silencio autorisar ou approvar to injusta e iniqua
viola (So do direito divino e humano, viemos, se-
nhor, todos juntos, retpoiteiamenie depr este
protesto as augustas raaos de vossa magestade
imperial, conjuraodo ao mesmo lempo o caiholico
governo de vossa magestada imperial de sa oppor
por ^M os meios s;u alcance ao nefand at-
teutado de que victima o summo pontifica vina-
rio de Jess Cristo.
Seohor I nesle- momento de tantas trevas e des-
a
imperial ter Usado fiel
a causa da justica e da verdade, dando ao menos o
seu apoio moral ao Ilustre Pi IX, em quem bri-
Iham com to puro esplendor as nobras virtudes
que consttuem um grande re a ura grande pon-
tfice.
Deus guarda a vossa magesteda imperial como
lodii os Brasileros havemos mistar.
Itihia, i de evareiro, Festa da Purificacao da
Sanlissima Virgera, de 1871.
f- Arcebispo, Conde di: S. Salvador.
f Antonio, bspo de Marianna, conde da
Conceicao.
j Luiz, bispo do Cear.
t Luiz. bispe do Maranhao.
t Antonio, bispo do Para.
7 Sebastiaov hispo da S. Pedro
Grande do Sul.
f Pedro, bispo de S. Sebastio do Rio de
Janeiro e eapellao-mr.
f Joao, bispo do Diamantina.
fallecimenios, ser a eterna honra do governo ca
jholco da vossa megestade imperial ter Usado fie
do Rio
PERNAMBUCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SE5SO ORDINARIA EM 17 DE MAIO.
presidencia do sr. on. aoiar.
Ao meio dia feita a chamada acham-sa presen
tes os Srs. : Ratis a Silva, H. Mamada, C. Caval-
cante, 7eira de Aranjo, Pedro Alfonso, Tolentino
de Carvalho, Corri do Aranjo, Barros Wander-
ley, Paes Barrete, Barros Reg, Ernesto Vieira,
Pinto Jnior, Felippe de Figueiroa, Aguiar, Firm-
no de Novaes, Rufino da Almeida, Antonio Pauli-
no, Oliveira Andrade, Pernambuco Filho, Hollan-
da Cavalcanle, Oliveira Fonseca, G. da Drummond,
Ges Cavalfpati, C e Figueiredo, J. de Mello Re-
g, Eduardo de Oliveira, a J >l) Cavalcanle.
Abre-e a sesso, lida e approvada a acta da
antecedente.
O Sr 1* secretario d coma do seguinte
expente :
Offlcios :
Do secretario do governo transmiltndo por co-
pia os documentos ministrados pelo inspector da
thesouraria provincial com referencia ao abono da
gratificacao que file ora percebe, por contar mais
da 30 anuos de servcos. A' quera fez a requi-
sicao.
Do mesmo remetiendo copias do offlcio do di-
rector geral interino da instruccao publica e do
resultado do exame eito na anla de primeiras
letras da povoaeao de Nazareth do Cabo, regida
pelo professor Francisco Bereugaer Cesar de Me-
nezes. A' quera fez a requisico.
Projeetos :
Sao julgados objecto de deliberarlo os seguin-
tes.
t A assembla legislativa provincial de Per-
nambuco resolve :
t Artigo nico. Fica concedido a Candido de
Souza Miranda Grato, amanuense aposentado da
cmara municipal desta cidade a gratificac.o an-
nual da 20O4U00 ris. Revogadas as disposicSes
em contrario. Sala das coramissoes, 16 de maio
de 1871. Paes Brrelo Ratis e Silva.*
< A assembla legislativa provincial de Per-
nambuco resolve :
Artigo nico. Fica o presidente da provin-
cia autorisado a aposentar com os seus vencimeu-
tos a Vicente Ferreira Paiva Simoes, servente da
repartico das obras publica?. Revogadas as
disposi(5esem contrario. Sala das comrai 13 de raaio de 1871. Paes Brrelo. Henri-
que Mamede.
O SR. F. DE FIGEIROA lei, justifica e manda
mesa um requerimento pedindo informar/
cmara municipal do Recife sobre urna represen-
tacao que Iba dirigirn) os ferreiros estabelecidos
nesta cidade contra a execueo de urna postura
do anno p. lindo.
Vai mesa e apoia-se o seguinte requerimento :
c Requeiro que, om a maior urgencia se soli-
cite da cmara municipal minuciosas informaedes
acerca de urna representacao que Ihe foi dirigida
pelos ferreiros estabelecidos nesta cidade a pro-
posito da postura municipal de 7 de noveraDro de
1870, e bem assim o que ella cmara resolveu
tal re.apeito, e que medidas propoe, caso nao le-
ona j tomado alguma deliberaco.Figueiroa.
Posto a votos o requerimento approvado.
O SR. RUFINO DE ALMEIDA : Acabo de re-
ceber alguns documentos que ped ba poucos dias
nesta casa, e, a vista delles, formolei o seguinte
requerimento qae subraetto deliberaco da as-
sembla : (l)
Vai mesa a apoia-se o sagninte requerimento :
< Constando, dos documentes juntes, que ao
actual inspector da thesouraria provincial o com-
mendador Jos Pedro da Silva, se mandou abonar
desde maio de 1866 a gratificacao da 31 parte dos
seus vencimentos nos termos da lei provincial n.
683, por contar mais de trinta annos de ser-
vicos.
Constando mais, que para o compito destes
trinta annos se incluio o esparo decorrido desde
a nomeaco daquelle erapregado para lente da
cadeira de geometra do oollegio das Artes era
26 da maio de 1832.
E sendo corto que por decreto de 22 de abril
de 1830 foi o dito inspector reformado no -posto
de tenente de artlharia, contando-se-lhe para
essa reforma o lempo decorrido desde maio de
1832 at aquella dala.
< Requeiro que sobre esta materia seja ouvtda
cora urgencia a commisslo de legislaco, para
que a-tadando a quasto d o seu parecer deca-
rando-se era vista do art. V da lei n. 683, de-
viam ser novamente contados os servcos j re-
munerados ao inspector (com a sua reforma no
posto de tenante da artlharia) nos trinta annos
de continuado servico que oxige a citada lei para
a gratificacao da 3* .'parle dos vencimentos do
ampregado provincial.' E no caso negativo, que
indique a oommisso qual a providencia a tomar-
se para ser indemniada a fazsnda publica das
quantias iodevidamsnte recebidas por aquella ins-
pector desde maio de 1866 at agosto de 1869.
Pa?o da assembla protiaotal de, Pernambucq,
exerajoio Ja suprerua aatoridadi) quo e le de. D.3QS t7 uo raaio dn 1871. Rufa rf Almeida.
urna offensa ao emoregado a quem ellas dizeci
respeiio : o meu ti. f0j examinar nrrf tacto, que
cnegara ao mea conheciment, que a ser real,
foi muito irregular, e deve ser, quanlo antes, re-
formado, po is delle resulta um prejuizo aos eo:
fres pblicos, rocaia sobra quera quer qae sej
a sua responsabildade.
O m*nectur da thesouraria provincial requeren
em 1866 a presidencia da provincia, para que Ihe
mandasse applicar a dispo-irao da lei n. 683/ que
marca a graiflcaco da 3" parte do3 veneimen-
tos aos empregados pblicos, que conlarem mais
de 30 aunos de continuados servcos : para qaa
Ihe tesse concedida a graca pedida jooton varios
documentos, dos quaes se evdenciava que exer-
cia elle empregos pblicos desde maio de 1832.
Realmente colados os anuos de maio de 1832 a
maio da 186G, o inspector da thesouraria (inha em
seu lavor 34 annos.
O docnmenlos apresentalos a presidencia fo-
ram aeompaohados de urna cerldao aothenlica
da contadura da thesouraria, e por tanto nada
mais liona o presideste a fazer, se nao mandar
applicar ao inspector a disposicao da lei ci-
tada.
Mas a questao nao esta : al ah o presidente
obrou regularmente, e de conformidade com a lei:
nao merece censuras. A questo se o inspec-
tor que j gozava de urna reforma, que Ihe tora-
concedida palo governo geral, contando-lhe este o
lempo de servico a 1839 poda novamente con-
tar aquelle lempo para gozar do favor da lei
n. 683. *
Provado, como est, o tacto da reforma pela,
disposicao do decreto de 22 de abril de 1839,
v se que contar daqnella data al maio d
1866 poca em que se mandou dar-lhe a gratiti-
caco, nao tinha anda o inspector da thesoura-
ria os 30 annos da lei, e sim apenas 27 annos in-
completos. A le clara, exprme-sa uestes ter-
mos : (l)
O inspector, como ja disse, tinha obtido urna re-
forma, contando-se por ella o tempo de servico
al 1839 : smente de 39 em diante se Ihe devia
contar o tempo para a gratificacao marcada por
esta lei.
Teria sido irregular, ou atlas Ilegal o acto quo
Ihe mandou dar a gratificacao I
Um Sr. Deputado : O presidente foi Iludido
era sua boa f.
O Sr- Rufino de Almeida .Nao sei sa o presi-
dente foi Iludido, e nem ocensurei.
, Procedeu regularmente o inspector incluindr
no pedido de gratificacao tempo j contado na>
sua reforma de tente ?
Poda em vista da ledra e espirito da lei citada
ser-Iba novamente contado o tempo u'aquella re-
forma ?
E' o que tenho em vitas ventilar.
Para provar qne nao quero molestar aquella-
enllagado apartei-me um pouco dos estylos da
casa, jaien'o preceder o meu requerimeulo da
corrswrandos eseripros deste modo : (l)
Bis i'questo, eis a minha idea : coosulle-se >
commissao da legislaran, se poda ser novamente
contado o tempo j contemplado na reforma para
a gratificacao concedida ao inspector. Sa ella en-
tender que sim, a este assembla approvar o seu
parecer, tolitur questio................*.......
OSr. Pedro Aftonso :Estou satisfeito, nao
(inba prestado bastante attenco ao reqaermento
do mbre deputado.
O Sr. Rufino de Almeida : 5e pela negativa
devem os cofres da provincia ser indemnisados
do que indevidaraente tiver sido pago, seja quera
for o prejndicado. (Apoiados.)
Encerrada a discusso, o requerimento posto
votos e approvado.
ordem no da.
3." discussao do projecto n. 85 deste apno, de-
clarando que na creaco da freguezia da San;,
gueda nao foi tirado ao vigario de Cimbres o
direito deopco.-E' approvado.
2.* discussao do projecto n. 12de3te anno, tr-n--
ferindo para a povoaeao de S. Jos a seda da villa
de Ingazeira.
Vo meza sao apoiados o seguinte requeri-
mento e projecto substitutivo :
Requeiro que seja ouvido o governador do
bi3pado sobre o prejeeto substitutivo sen* prejuizo
da 2.a discussao.Rufino diAlmeida.
c Substitutivo. Art. 1.* Fica creada urna fre-
guezia sob a invocaco de nova freguezia de S.
Jos de Ingazeira, tendo por limites os mesmos
dos districtos de S. Jos a S. Pedro do municipio
de Ingazeira.
< Art. 2. A sede da nova freguezia ser na po-
voaeao de S. Jos.
t Arl. 3. Ficam revogadas as disposirdes em
contrario.Oliveira Foncecn.Firmino de Novaes.
Rufino de Almeida.
O SR. OLIVEIRA FONCECA justifica o projtcto
substitutivo.
Encerrada a discussao, o substitutivo appro-
vado, bem como o requerimeMo.
1'discussao do projecto 118 deste anno, auto-
risando a encorporaco da orna companhia de
pesca, salga e secca depeixe.E' approvado e
dispensado o intersticio requerimento do Sr. F.
de Figueird.
nica discussao do projecto n. 113 deste anno
sobre posturas da cmara municipal do BrejV'.
E' approvado.
3.* discussao do projecto o. 97 deste anno, man-
dando admittir no gymnasio como alumnos gra-
tuitos, a diversos menores,
Vo mesa a sao apoiadas as seguiotes emen-
das:
c Igual favor a Antonio da Olinda Cavalcanle
de Almeida. fi'ho de Claudino Jos de Almeida
Lisboa.Ges Calateante.
< Igual favor a Phitada pho, filho de Joao Jos
Barroso da Silva Juvenis.Mamede. *
c Angmente-se Manoel, 11 ho da Francisco de
Paula Mella Barrete. J. de Meti Reg. >
c Igual favor a Antonio, filho de Antonio Cor-
rea Gomes d'Almeida, como alumno externo.
Mamede.
i Igual coocesso como externo a Angosto, fi-
lho de Leopoldino Augusto da Fonseca. Paes
Barreto.
t Igual favor a Pedro, filho de Jos Hilario Paes
Brrelo.Antonio Paulino. ...
t Fie* igualmente autorisada a presidencia a
conceder ao Dr. Augusto Carneiro Mooteiro da
Silva Santos, professor do gymnasio, um anno de
licenea com todos sna sade onde Ihe convier.J. vitira.
Encerrada a discussao, sao approvadas as emen-
das, fleando dependentes de nova discossao, na
forma do regiment.
Contina a I* dicusso do orcamento munici-
pal.
Art. 31. Continuara em vigor os arts. 34, 37,44.
45, 46 da lei n. 965 de 2-" de jnlho do anno pas-
sado,E' approvado.
Vio mesa a sao apoiados os segaintea arti-
gos addtivos.
Os impostes de que tratara os %% 32 a 37 do art.
30, s sarao cobrados seis mesas eepois da pmbti-
caclo desta lei.Rw^no de Mmia.-e. dt Aram-
ia, >
. A cmara muoielpal de Recile mtoriMd a
recebera, obstado de mil maneras, e que os;
Kgyy cooe>"'o nao teriam de nenhum modo-a Drft rf,nnBrm
Hberdade, a seguranca a tranquilidade necesarias | "J SnT a
para tratarem conveoeotemente, de accordo tsarL iLtll\m,T-, DS AI;Mb,A
elle, os negocios da igreja- Cum nos a libero- LfiSTS; {|Ue,aciba,m de m 9er entregues.
justitniuei convenientemente o meu requerimento.
| approvado por quasi unanimidade desta casa. Nao
Sve entao em vista, como nao tenbo agora, fazer
O SR. PEDRO AFFONSO pe> explicar-oes so-
re o requerimento.
O SR. RUFINO DS ALMEIDA :- Qaando ped



Diaria - .
%
despender das obras das differentes verbas dn
ornamento de 1870 a 1871 a quantia da 7:70)5
eom os raelhoramect is da estrala que parando
da estrada neta 4o Caxaoga vae ter no lugir di
Cape la da Torra, e d'ahi a ponte denominada de
Andr Porto.fia/1 no de Almeiia. >
< Pica a cansara municipal de Floresta aatori-
ada i transferir a (eir, que all se fax, para o em-
paco coraprehendido entre a raatrix e a igrej, que
se eti edificando, e appiiear as sobras da sua re-
eita obra do telheirqifl larraeao **T% m**1**
Ierra.Rufino de .4/mtli.--*. de Aranjo.
Fica aulorisada a ealiiar tnuniciiial de fio
d'Alho a restituir UrJkaao Qarfelao do aaat.is a
quantia de 1:10**. a tM teiVireito cm Ma do
art da le. o. 979 *l d*#fil de 17H.C. de
Aramjo.Rufino de Amtid.
t Pica a cmara itmieip! d* Guyana* atttort
cada pagar ao ex sewetarwl aaesma Francis-
co Americo Das Barrero o fas Ihe Aovar.0. An-
oVoar.
Poelo votos os addlvos sao approvados.
i discussao do projecto a 116 do auno passado
alterando os limite* da fregoetia de Nossa Ssnhors
da Conceici" da Pedra.
O SH. JOO VIERA justifica a seguinle emen-
da substitutiva :
Depois da palavra territorio accrescente-ce
da de Duique cora pretendido entre o sul daqaelia
refucila e o riacho denominado cordeiro coro
snas aguas al eucoatrar os limites da freguezia
de Aguas Bellas, peU divisio desta cora Gira-
abaos supprioiodo-sa o resto do artigo./. Viei
ra.-Mtllo Rego.E. A. de Oliveira.-V. de Mello.
A. Paulino.Cunha Cavakante.
Encerrada a discussao, appruvido o nrvjejto
oom a emenda.
3* discussao do projscto n. 23 deste anno, crean-
do districto de paz na povoacao Jurema ca fregu-
ala de Quipap.
O SH. PEDKO AFPOSSO justifica um requer-
fllAflIi)
SR G. DIUJIMOND fu largas eoosideraei-
contra o projecto.
Vai a masa e apoia se o seguinle reinen-
Beato:
Ite.jue'r > que se p;m informaco- acerca da
conveniencia da divisan a que se rrf-re n adHUto
s caara* muncipae* da Escada e Sarinh'm.
t. Alfonso. >
Eucerrada a diicussao o requer memo appro-
wdo.
Tenlo dad) a hora o Sr. presidente designa a
ordein do da e levanta a sesa".
REVISTA DIABLA.
PRONUNCIA.-Pel nhoVI-gaei da fregiieiia
dos Af'gados fi>i pronunciad'' Jos Lines da Silva,
como iueursonas penas do artigo 26* di cdigo
criminal combinado com o art. 34.
ASSASSIN'AT.).No dia 9 do crreme, nn dis-
Iriclo de Quipap, Andr Victorino dos Santos a;-
sassinoii cun diversas puohaladas Antonio Me
vino, sendo preso em fligrtnte.
N > lugar Pao Ferro, do distriet) de Q ipap.
Canudo Ladislao de Azevedo, acompaunado de
Joaqun* de Lima, assassinou 40 propm mu-
Iher eom tres tiros e seis .ieadas, p radu-se auno.i
cm fuga.
L BERDADE.O Exm. 5r. Dr. Manoel do Nas:
emento Machado Porialla, digno vice-presidente
da provincia, deu gratuitamente caria ile lbenla-
de ai seu escravo Joi arrelr-o, de idade de *0
anuos, no da anoiversirio do passamento da sen
pal, em atienen i aos servicia prstalos por uto es-
eravn.
FALLECIWENTU Deu hontem a alma ao Crea-
dor o Sr. Mau-el Francisco Duari, empregado
aposentado da ihesnorarta provincial.
VAPOR OLINDA.N'V.'-s doai dias espera-ss
da Europa o vapor ingl^z Olindi, da linha do Li-
verpool, o qual devia ttcar em Lwboa de 1 a i lo
correte mez, aliantando quitro ciaco dias s
noticias que recabemos pelo .lii j:./.'.'
INSTITUTO 1II3T0UIC0 E PHIL0S09HIC0. -
Deve reunir-se boje essa sociedale era sesso or-
dinaria as 10 horas do dia.
COMPAXH1A I>EIN*MBUCANA.-H j o ul-
pro Oh era que rerbem carga os vapores Pira.
Ij'im'i e Jequi para os portos do norte e sul con-
iorrae o annuncio LOTBRU-A que se "acha a venda a (iOL'J
heoefieio Ja nova igreja de Njssa Senhora da
IVnhi, qoe corre no 41a 28 do crrenle.
CEMITERIO PUBLICO.-Obituario do dia 17 do
crrente :
Juao Jos dos Sanios, parlo, Fernambuco, ii
anoos, solleiro, p >licia. Roa Vista ; varilas.
Libania, escrava, preta, Pernambuco, 19 anuos,
foieira, Grac; ph:ysica.
Vici'rtno Jo- nambuco, 37 anuos, viuvo, B -Vista ; luborea
los pulmonares.
COMMUNICADOS.
COiMalBOittC-iO
O CONTRATO DOS Tilll.HOS UMUNOS PARA OS
ArTUPTOa E ARRAIAI..
N* imprensa j irualistica desta capital abrio-se
u principio di crrente mez discussao sobre o
r aelaeiro Dtogo Velho, com a compauliia de trilhos
orhanos do Recifo Casanga, para a con-trucQio
de um ramal de iriih .s, que pan Maogui-
nh i e passan lo pelas estradas dos Afilelos e Ar
ra*l f se sar na povoaga>> do Montero.
U ii articulista do Jornal do Recife censurou o
|iiv-idi'iite, por |.t contratado o ramal, em prece-
der a concnirencia para a sua consirueco, esta-
kt-lrc'da pela loi provincial n. 98) de 28 do abril
do 'orrente auno.
Um ontr i nu mesmo jornal e neste Diario to-
mn a defeza do presidente da provincia, dizndo,
que aao fui por forca da lei provincial n. 980, que
se fea o contrato, e sim pela dispoMcao da lei
a. SM de 21 de jdoho de 1861, que autorisou o
presidente da provincia coucejer com iguaes
ceadtfSes e pelo mesrao lempo de privilegio
omaanhia dos trilhos nrbanos do Recife Caxan-
a, para outros pontos dos arrabaldes da cidade,
c aeereseeoloa o seguinle :
a B'entre as coodie?oes impostas es'., safio,
a de fazer-se o contrato cora quem melhores van
tafeas oTereeer, e porlaoto a necessidade da con-
currencia: mas essa era impossivel no caso do
ramal dos Afilelos.
t Effectivaraeate todo este ranal, qne parle do
Manguinho e Tai at o Montoiro passando pelo
Arraial, est dentro da zona privilegiada da
enmpanhia de Appucos, que vai anida mnilo
alera. >
Como, pois, polta o presidente da provincia
abrir c. ocurrencia para urna estrada,que sd poda
conceder a coapania de Apipueos?
c E* obvio que ai na qaanlo melhores vjn'a
feas oxTerecesse oatra empreza, irapoisivel ora a.i
governo fazer effectiva a eooeesso.
Assim ou a estrada do; A til ctos n "i > poderia
ser contratada, salvo a ser indemnizada a empreza
de Appucos, ou a asta eaberia a concessai) por
forca do sea privilegio. *
* O Sr. wusellieiru Diego aeceiloa o segundo
alvitre, atiendeodo assim o interesse da proviacM,
que contara por esta forma laais ura melhoraioen
lo. a
O artiealista do Jornnl daMecife voltou a carga,
ufe para contestar a procedencia da argamenta(io
do sea adversario, mas, siai, para censurar o pre-
sidente da provincia por ter saneeionado a lei pro-
vincial n 980 de 29 de abril ultimo, qae isexe
qoivel, j por furas do contrato anteriormento (rito
para o ranal Va AWictos, e ja p-la clausula da
contrato primitivo da eompanhta de Apipneos, que
Iha eoneedeauva tona privilegiada de ura inilna
contada da margem e-juerda do rio Capibarlbe,
dentro da qual se achatlo o traca Jo do ramal
contntade.
Em resposta a este arti.wli.-t, que se assigaa-
am concurrente y#*V;w>apparecen oulro
neate Diario, iae pela liuguagem e modo de argu-
aneajar, parece nao ser o amor do primaira defeza,
se fcera, que a lenha eoninua/lo com bcos fon la-
mentos e ton awderacaa
Tambera por mu vez no Jornal io Recife uta
utro ariicnista appareceu responden lo, sob o
psendonynoWaos argument nista, attribuiaio os sens artigo a um tercairo,
que na questio se a|o linha envolvido.
Afcstratrado desargameatos deitesdous oliiinos
aasptoes, vamos emltiir aossojuizo robra a le-
galidade do a:to do conselhero Diego Velho, com
retaejio atrcontrato do? trilhos urbanos para os
Aflictos e Arraial.
AeceBanda tx>.K> ik>M|s as ratSes jnstificativn
do artJensla da/ensai d> Recife llreoios que o.
eantralg do fnaial 1w kOkcto perfeito e aubad
cosbo est nao p-le ser rescindido per acto algum
da poder jatoen* e muito meaei pelo legislativa,
i quebra da b4 H dos contratos,
Fui .feth em virtnde de *ai em vigor, a/ie na
p >dia ser revogada nesta pnrte -xir ontra lei, por-
que a su revugaco Importam a aatmtlacao de
ama clausula essenaaf de am contrate, feito por
forca d dilposicia dessa tuesma lei. Eipli^ue-
mo-oos :
O contrato para a eenstraccio di estrada de
ferro (trilhos qrbanos) do Recife ao Caxang lui
feito em virtnde da lei n. 818 delldejuoho A)
18'il, e neste contrato seestipoloo, queanenhuma
outra compaohfs o parlIcilJwr seria permittid.
collona* carris de-fas* dsat da asoa de una
miltia a contar da raargem esqnerda do rio Ca
bartbe, exeptaadoa os que llveiei* eccSss
versa, ama-vea quo le nao utBworn dos trilitos da
empreca etc. tc. ete.
B< caro quo, em quinto darar o privilegio da
emanan de AppnW, nem o pdnf exe'.utiw e.
nem o igiaUj p dem alterara Strt' ss olaa-
solas do coiMfato, <|edeve fer maowdo por honra
e dignldade da provincia.
Nao ple o primeiro alterar por si < nenhnma
clausula do contrato, e nem ) segundo legislar
era sentido, que possa dar em resultado a annulla-
co dos privilegios o garantas concedidas aos con-
tratamos, si se quer religiosamente guardar a f
dos contratos, e a respetar os sais principios do
direit."
Era face da lei e dos principios de direito, era
quanto durar o privilegio da eompanhta de Apipa;
eos, nenhuma outra estrada de ferro se poder
contratar dentro da zooa priv.legiada, e nem com
direccio aos pontos eiu que toca aquella cumpa-
nina e se nenhuma nutra estrada se pele con
tratar com a inesraa direecao, mirto menos uto
rainal que, partindo de ara ponto da mesma eslra
da, v oea entroncar em nutro.
O ramal dos All ctos e Arraial sahira do tronco
letal, (que imha do llecife a Cisaag) no-
ponto do Mioguioho e nelle entrar ua povoaciu
do Mooteiro, formar) lo um semi-circalo, sobre a
linha gral do Mangaiiih) n Monteir .
Cmo, pjis, poleria o presid-nte da provincia
contratar este ramal com urna, outra ,cumpa-
oht ?
osb que direito a ompanhia de Olinda vin
i'iiar passageires no Manguinho e Mooteiro 1
C mi justo fun lamento, e seriamente se puder
contestar o direito da companhia do Apipneos
para (, e sem concurrencia contratar o rail
dos Afilelos f
Acreditamos que nao.
O qae p disse o pri-
.neiro articusta do Jornal do Reofet
Qje a iitunbfll voiou urna le inexeqiiivel, e
I ie o presidente di provincia ua> a devia ler sane
ci mido.
Quanto ao primeiro pinto concordaremos, que a
le vota la pela assernbli era desnecessaria, por-
que Jo bemlbio que ella tiulu em vistas j havia
curado o legi-laior era 18t5l: a' art 9* da le
n. ol8, e alt'ii disto era inexequivel o 2a artigo da
lei, porque a sui exeocao se i pputiha a clau-ula
do eontrat) co.n a companhii de Apiouco-", era
que-e Ihe coneedeu urna zma privilegiada^ dentro
da jual se coinpr. henda todo <) tracado do ramal
de que ira ti a citada lei n. 9 0.
Fui vetada e-ta lei j no flm da sessii da assem
bla provincial, sem discussao, e nao lando a
matara se le mirado de eot-j ir as disno'icSes da
le n. 318 com as do projecto da lei n. 980.
Disto, porui, neohum mal resattou aos inte
resses pnb|ios, e apenas den bem a couhjcer que
havia a Corpo legislativo provincial sotTregula
em atteoder aos meihoraraeutos da provincia.
Devia o conselheir.' Biogo ter devolvido a lei a
asserab .i cora a dj.elaraco de ser ella ioexequi
vel em face do contrato j feito. e nio sanccio
iia-l-i. diz o articulista do lornnl d> Recife.
Qianti a este ponto nao podara >s concordar
com o nosso antag mista, |>or.|ue leram duvilas a
rpeito da attiibni(;"io do presi lente da provincia
para devolver, nao sancek>na lo, am projeclo de
lei, s. b o fundamento de ser inexeqaivel p-ir 'acl"
stipeivenieuie, quando a coiulili o doimpjiio
especifica os casos nicos em que elle deve negar
siercao.
A lei era le visivel interesse pabliei, nio off-n
dia a conuuicio, uem os traUd >s, eslava as con
liccojs de ser saoeeionala, e nb-ira se tornasse
inexequivel por falta das conliccSes com que de-
va ser executada.
Concedamos, porra, que o conselheiro Diogo
nao dt va sanecionar a lei: que, -cm prestar alten
can an facto, que a lornava inexequivel, mandnu
dar-lhe publieidade : o que resultar disto? Un
errot
Mas cerumeate nao ser am orro, que possa
marcar o bom none, a illibadt representaci
dsunelie conselheiro.
Errare humaniun est:
Este supposto erro troaxa -algara prejnlzo eo
paiilico, e pole inair na qoestao da legitnnidade
do con rato do ranal dos Afl :io f
N', mi| vezes nao.
Conclu remos diiendo, qoe o contrat feito eom
a companhia de trilhos urbanos do Appucos para
a cons'.rnccSo do ramal doaAfilictts legal, e
cono tal deve ser recitado;
Com elle nao se pretorio direito de ningnem, e
pelo contraro respeitoa-se direitos adqnlridos por
forca de lei e de um contrato perfetto e acaba-
do.
Reeife, 19 de julho de 1871.
PUBUCACOES A PEDIDO.
P^mambucino'.
O abaixo assignado, artista da companhia eques-
ira Brasileira, faltarla ao tn.iis sagrado dos deveres
se, como hornera e anana anista nao dirigisse um
testemnnho de gratido ao hospitaleiro e benvolo
publico pernambncano.
Reconheeido corno son, lindo de retirar-me para
t yinna e ao depsis para fra de minha provin-
cia, all ou oode qur que esleja, tero os proteo
lores do hospitalisado e grato ao publico, os votos
e reeonhpciment*s sinceros de coracao humilde,
qae jamis poder olvidr-se do eneomios prodi
galisados pelo iliustrado e anido poro pernamba
cano.
Aproveito, portanto, esta oecasiai, para dar ao
publico generoso e ilustrado d'esta abenQiada i
fi ire^eente parte do Brasil, fazn lo as roinhas san
dosas despedidas que ignili -am um sincero adeas,
cunscio de qoe sern aceites os meus sinceros ve-
tos da eterna gratido pela sympathia qae os
raesmos particularmente dispensaram-rne.
Recifo, 18 de julho de 1871.
Joao Tertuliano Ferrara UagalhiUt.
S. 423.- INDIGESTO OU DYSPEPSlA.H*
ama eufermidade naseida e creada pelo luxo da
civilisaco. Ellas eonstituem a peoalidade imper-
t pela natureza em consequencia da demasiada
iadulgeacia. As regra* para o tratainenlu desta
rnilo'tia sao simples, e sao appliciveis para todos
os casos. Conserve-se o venire livre, renov se o
tom e vigor perdido do estomago, e rega'e-se
accao do ligado, e assim ter-se-na eonsegaiii a
cara. Porm agora segnera-se as perguntas an
ciosas do enfermo : como e de qae modo pJe
so ser feito f Oode existe oa poder se achar
urna medicina possaidora d'uma virtude e forc
itivestipaote, f irtaiecente e corree iva sobre estes
orgao* 1 A resposla achar-se-ha nos segaintes a;
tostados divulgados palos nossns medie >s os mais
rsspeitavels. O Dr. Wells, de Nova-Yoik, di : le-
nho ha mais de 18 mezes esta p rte feito censute
as das pilulas assucaradas deBnstil, como um
alterativo e tnico, e as considero como o reme-
dio mais eflleaz e eerto qne temos para eomoaier
a dyspepe'i iadigesiao, e assim como para todas
a< desorden. e de-maneaos do estnmag-i, fijado e
intestinos. O D.-. L Mills, de Nova York, o Dr
E ias Mott, de Brouk'ye, o Dr. Parker Nelsoo, de
Pbd-delphia, fazem meoc'e honrosa das raes mas e
ai recoTimendam com igual afliaeo. As plalas
aihara se mettidas dentro de vidrinbos da erystal,
e p>r ls*i se conservaran perfeilas em todos o-i
e i mis. En todos os cas s de impurezas do san
gue, a Saisapanlha de Bristol, deve-se osar con-
jiiaatamaie com as puna*.
COMMERCIO.
THE ALLIANGE BRITI9H A FOREIGN.
Life and Pire Assarance Company estabelecida
em 182*. Capital 8,009,000
Os agentes desta companhia lomam segaros
contra fogo sobre predios, gneros e fazeodas e
pugara aqnl prejuizos devidamente provados.
Rabe Schmeltaa A G
Corpa Santo n. 15.
SEGURO CONTRA FOGO
Ttw Liverpool & London A Glob
Insorance Company.
j K$tm .i
SiMders Brotkers C,
IICorpj Saato-lt.
IMPERIAL
Companhia de seguros contra
i b>
I AGJ
S. *. JOM
Hm ala -weaadja-*** 41.
ES
'O/VA O,
tmm cmiinTogo
cajteftniiiA
NORTHEUH.
Capital. .
Pando de reserva
.... 2O,O0O:JOO0
. 8,<*:(W#rjO0
Agentes,
.W7/ Lathm C.
fMACA DO RECIPE 19 DE JULHO
DE 1b71.
SS 3 I/? HORAS DA TARDI.
Nio nouv cotaedes.
t. G. Stepple.
Prea P. /. Piafo,
Secretario.
ALFANOEGA
Ren lmenlo do da 1 a 18. .
Id-im do da 19.......
375st6U7"i
**:7977o6
*01:264*03l
Morisnent da alfaudef.
Volnmes entrad >s cora fazendas
com gneros
IWaaaw; sahidos eom faznmlas
i com gneros
H
81
ioT,-
ii *?? -
------86.
29r;
Descarregam lujo JO de jolho.
Urigue inglezB<'dovarios gneros.
Itrigne mgleWydeff* carvq.
Ba'rca americana 1/. V. llugg-farioha di trigo.
Barca francezaMargaritavinlto.
Barca portagaeza.S*: Barca mgleza.S'Vd/ Si/-indem.
Patacho purtngu-z Michaelense pe Iras.
Despachos de exportacao no dia 18 de
julho.
Para os portos do esterlir
Ni lugar hesoanhol "Pum-tten III para Bar
cellona, earregaram Purera Caroeiro a C W
saccas com 1,911 kilos de aigodo.
Na sumaca hespannola Guadalupe, pira o
Rio da Prita, carrenaram : Ba Ihar Otivnra & C.
130 birrieas oro 29,126 kilos de assoear branco
e lot) diu< eom 17 336 ditos de dito masca vado.
No pitachi ingle Uenrielte pan Liverpool,
earregaram : J w da Silva Loyo & Firno 500 sac
eos com 37,300 kilos de assucar branca.
RECSBEOORIV DE RENDAS INTERNAS
GER\ES DE PKKNAMB'JGO.
Renlimento do dia I a 18. 30:3i292i
dem do dia 19...... i:9601108
32:303*032
CONSL\DO PROVINCIAL.
IWndimento di.lia 1 a 18. I27:7;i79l6
dem di dia 19...... 5314139
28::i0!fi075
MOVIMENTO 00 PORTO.
\arios sahidos no din 19.
Rio Grande do Sullliata americano Annie Teb
beles, c*|ii N. P Alien, carga assoear e ina-
dira.
Maceill'a'.e nacional S. Jmlo, capiSo Pranisco
de Azevedo, cuma varios genero*
Rio da PrAta-Logar h llandez Grielje Von Bo-
theut, capiao H. F. Bekkeringe, carga assncar
e outros gneros.
Ass?atacho pnriBgoez VHla Fhr, eapn) Ua
noel,F. do Carreo S>mpain-em lastro.
Obsdeoa$o~ i .
Nao h ni ve entradas.
EBITAES.
O Dr. Sibasliao do Reg Barros de Ltcerdo, juz;
de direito especial do earamercio nesta cidade
do Recife de Peroarabuco por S. M. I., que
Deus guarde, ate.
Fago saber pelo presente que no da tres i
agisio do correte anno se ha de arrematar por
venda a quem mais der em praca publica deste
jnizo, dspois da audiencia respectiva, o sobrado de
t andares, antea, soure sotao dentro, sito a rna do
Livramento o. 6, sendo em cada andar e sota
sala adiaute eairaz, 6 quartus cosinha fra, pe
queno quintal morado, encaoamenio para gaz,
agua e despejo, avahado por 60:0004, o qual vai
a praca por execuoao de Jos Pernandes G mes
contra Joao Evangelista de S, e na falta de lan-
zadores que cuera o preco da avaliacao ser a
arremataeao feita pelo prego da adjaiieaco cora o
abatimento da lei.
E para coasiar manlei passar o presente que
ser atflxado no lagar do eosturce e publicado pela
imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per
nambuco, aos' II dias do mez de julho de
1371.
Eu, Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,
escrivao o snbscrevi.
SeO'isfio do Reg Barros de Lacer r.
Ofllim. Sr. inspector da ihesouaria provinr
cial, em curaprimento da ordem lo Exm. Sr. vioe-
presidente, de 10 do corente, manda fazer publi-
co, qaa a mesma tbesonraria vende 500 apollees
da divida provincial do wor de 100J cada ama,
veceodo os jaios de 8 0|0 ao aono, papos por
semestres na 2* qoinzena dos metes de julho e Ja-
neiro, e devendo ser regatadas oa quiuteoa deste
ultimo mez, oBservaodo-9e a numeraco seguida, e
tantas qaantas permillirem os credilos nolados
aonaalmente, precedendo aaouncios.
Os pretndenos comparecaai na mesma thesou-
raria no praso de 30 di", a contar da da deste.
E para constar se mandn publicar o prsenle.
Secretara da thesouraria provincial de Pe-
uambuio li de julho de 1871.
O oITlcial-maior,
A. Ferreir.i da Annunciago.
O inspector da aifandega fazputilieo que fiel
transferido para o aia 20 do correle o constante
do edital de 17 do mesino mez, qoe deixou de ser
arrematado por Ma de licitantes.
Alfandfga de Pernamboco 17 de jolho de 187-1.
Enilio Xavier Sobreira de Mel.
i'. ;ecc).faiacio da presidencia de Pernaio-
bneo, 17 de julho de 1871.
Por esta secretaria so fat publico para conheei-
merato de quem interesiar possa, o edital abaixo
trao-cripto do juiz municipal e de orfhios do ter-
mo da Esjada, pondo em concurso a serventa
vitalicia dds olBius de partidor e deslrlbnidor, e
o e deposiUrio geral do dito termo. Os pretn-
deme! devem aprewntar as soas petigSes iBMrUl-
das devidaraenla no prin da lei. O secretarlo
Elias Prederleo de Almeida e Albuqaerqtie.
O doctor Alfredo Alfonso Perreirs, juiz munieipal
e de orphaos deste termo da Escada, comarca
de Sanio Antio desta prrvinaia de Pernambuso
por S. M. imperial ele. ata.
Paca > pel.n presente, a quem inleressar
possa, qae se sehim em coaearso neste termo
deas oficios de jastig, leodo asa oficio de par-
tidor e distribuidor, e otrd de depositar eral:
o primeiro criado prla lei provincial n. BW de
29 de malo de 1861,"vago em vlrtnde de ter1 ido
ea&ada a oomeagao a rhoraaz Rodrigues Pereks,
por nao ter lirado- fHalo tw pfase legal o se-
gundo, criad pela lei n. m de fl de joHio de
1881, a qtw fltMijt fot prvido: os pretndanles
devem no orno de sessenta dias, a eoatar desta
data, harnlrtarem-se na forma da lei, aflm de iqoe
es fH^^^ WfcMlw delermiOa o
E parr'roe eftW i natielai todos, maadei
passar o prtWW/d MV 6* logar mais BdMtM
dasu tU. Da* pausada nesla vWa da IsW
la,' conura Idfjintd An9 tes I dia de m>i *
jumo de \8i. a Joao Dunican. e Silva, el
crivao o, esereviiWfivif.1 A/font Ferreira. km
sello trotemos wis, valha s-m ello ex-canea.
Affonso FrretV.
Est cooforme com o origjail, qae nesta data
foi aflxado, don fe. Eu Joao Qamasceno e Silva,
e'erivioe escrevi.______
O inspector da alfandfga f-z publico, que
fxistindo na mesma os volumes abaixo declarados
atrsmtlagai pdf consumu, da
orno dispenso ni aa. 6- ta. 3 do
nrimove a compra sob av ondijSes do eslyto; dos
objectoi do material da armada seguiotes :
SO arrobas de estopa de jagodio para Ihupar
machinas, 2 resmas de papel ollanda, 4 foles com
fp pollegadas de compriraemo e 36 de largo, 400
caetas, 200 paes de brela, lf pares de chinel-
los, 50 corvas de sienpm para escaleras, 10 bal-
diadeiras de folha, 5d. descansos de metal, 20 fa-
niz de folha, 12 fechadaras de metal para cama-
rote, 100 lapis de cores, 200 lapis pretos. 6 iogos
de medidas de felha, 4 lilirw de obreM fraa*ez>
SKaS^ixffwd^em54 *****">**
(17 de 31 'de dezeMP <*4K. as
consignatarios1 daVio demacia-.
trinta dias.sapMa, do M*' eia>
porsnaeonta tdtta.ua Man OqM
egar coutra ot >\lmm dttshv^k.
Trapichei-Anlgelufc
Vmte b|Ma de dcimo da mafa S, eente
do vinho, Me no navia ^urttajn Setms /,-e
reeulhdos em 13 de janefrVao' frnie antt'o e
perlf-neentes a Soares Primos.
Alfandega de Pernambuco, 11 de Janeiro de
1871.
O inspector,
_______ Emilio Xavier Sobreira de IMIo.
O inspector da aifiudega faz publico qae
existiodo na mosma os volumes abaixo declarados
no caso de seren arrematados para consumo de
confurmidade com o dlspostn ni cap. 6* til. 3* do
regnlainento de 19 de setembro de 1860 e art. 18
do decreto o. 3217 de 31 de deze.nbro de 1863 os
sens doBOS ou consignatarios deverao despcha-
los no prazo de irinta dias, sob pena de liado
elle, seren vendidos por sua eool sem que Ihe (i
que corapetindo allegar contri os t(Lutos desta
venda, a declara aos inteiessalos, nos termo do
art. 209 4" do citado regulamento, qae os ditos
volumes forara embargados pelo juizo do Com-
mercli.
Armazem n. 6,
Marca T IDote Ciixi?, cantenln machina',
vindas.de Ntw Y.uk, no hrigo americano Bris-
que, entrados para o armazem em 5 de agosto de
1870, consignado a ordem.
Alfandega de Pernambuco, 18 de jolho de 1871
O Inspector,
Emilio Xavier S breira l M-'llo
Coatmandu nperlor.
Nao pedendo ter lugar a reuna do consellK*
de revista da guara nacional deste n-unicipi i na
terceira d.-minga do pr-seme mez, como determi-
na o art. 25 do regulamento o. 1130 de 12 de mar-
gi de 1833, manda o Illm. Sr. coronel eo.nman
dante superior fazer publico que, eom approvagac
do Exm. Sr. vice-presidente da provincia, fra
transferiJa para o dia 23 di crrante.
Secretaria do commando ^tiperio da guarda na-
cional do municipio do R-cife, 18 de julho de 1871
Salvadin- Henriqae de Albnquerque,
Mijorsecr-tariu ioterinj.
BECLARACOES.
Arrmtapao
Quinta-feira 20 do correntp, ifepois da audien-
cia do Sr. Dr. juiz doi feitis da fazends, ira pra-
Spir venda a ca-a n. 18 da ra di Pttsso da
tria, cora 1 porta e 2 j meMas, teodo de freate
29 palmos e 67 de fondo, cora 2 salas, 4 quartos,
cozioha, quinta! murado, cacimba indeoendente,
todo em ptimo estado, e avaliada por 4:0004000.
A dita casa perlenee & herarca de Mara Antonia
da Luz, e vai Draga para pagamento de sello de
heranca, em virtude de despacho do Sr. Dr. jeiz
dos fetos da fazenda com annueneia do Sr. Dr.
procurador fiscal e deraais interessados. Acha-se
livre e desembarazad* como se pode ver dos autos
de inventario pelo cartorio do escrivao Cintra ; e
o* prelendentes que tosejaren) obter ioformsgoes
p ideo dirigir-se tambeT ao Sr. Dr. Costa Ribei-
ro, rna lo rnrwvior n. 34.
Santa Casa de .Misericordia uo
Reeife.
A Mima, junta administrativa da santa casa da
mtserisordia do Reeife tenlo de fazer as obras de
que precisara os predios n. 37-da ra da Moeda e
2 e 13 da roa dos Burgos, portencenles aos est.i-
belecimeetos de candado, contrata taes obras c ra
qa-^m pi r menos prego se qatzer ene>rregr de
effectna-las modiante certas condigiies, para o que
deverao os pretrn lentes dirigir snas pr^postas
mesma junta illm de serem apreciadas.
Secretara da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 10 de ju ti lio de 1871.
O escrivao,
Pedro Bodrigues de Souza.
SANtA GASA DA MbEIIICOHDIA DO KECIPE.
A Illm. junta alnimislrativa da Santa l^asa do
Msericordls do Becife manda fazer publico que
a safa Oe saas sessSes, fio din 20 do mez de julho
pelas 3 horas da larde, tem de ser arrematados
a quem mais vantagras offerecer, pelo lempo de
um a tres annos, as rendas dos predios era segui-
da declarados:
BSTABBLECIMENT05 DE CABIDADE.
Ba de Santa Thereza.
Casa terrea n. 4.......1464000
Ra do Duque de Casias.
Loja do sobrado n. 77.....6004000
Ba do Prdre Florianno.
Casa terre? o. 63.......2O5#000
Ba das Calcadas.
Casa terrea o. 32. 0 a 1325000
Ba do Calabougo.
dem n. 18 ....... 320*000
Ra do Amorimt
Sobrado de 2 andares n. 26 ... 3024000
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 73......2H40O8
Ba da Gloria.
Casa terrean.'61......2401000
Bpcco do Abren.
Sobrado de 2 andares n. 1. 4004000
Ra do Ho n Fun am Olinda.
Casa terrea n II...... 96400)1
dem n. 12........ 96*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Beceo das Boias.
Sobrada de 2 andares n. 26 367*000
Boa do Encantamento.
Sobrado de 2 (andares n, 14 1:2004000
Ra ua Sanzala ve'na-
dem n. 1. 6 ...... 3081000
Roa do Pilar.
Casa terrea n. 101 2053000
dem n. 110........205*0K)
dem n. 104.......201*000
Ilem n. 99.......360*000
Hua larga do Rosario
pija do sobrado n. 24......1:8074000
Os prelendentes deverao apresentar no acto da
orrematacao as soaa flaneas, oa cotnpareceren
teompanhados dos respectivos tiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do H. -
elfe, 26 de junbo de 1871.
0 escrivao,
Pwfro Rodrigius d* fianza.
Pela secretaria om jaula (Jasa t; ai-encur-
dla do Reeife se convida ao inquilinos dos pre
dios abaixo mencionados, para que- venhaoi nu
praso de 15 das renovar n seos krrend amen tos,
porque conforme resolncao da Dlma. junta strao
despejados aqnelles qne o nao Oaerem.
Boa do Calaboog n. 18, Antonio Pedro de Sou-
za Soares.
Roa do Arnorim n. 26, Jos Ricarda da Cosa.
Boa da Gloria n. 61, Bamjamim Viraes Dolra.
Baeoo do Abren n. 1, Manoel Alves de Oliveira.
Becco das Boias n. 16, Manoel Ferreira da
Costa.
Roa da Seoxala VeHta n. 16, Florindo Jos
Duarte.
Ra do| Pilar n.
Rna do Pilar n.
Freir.
Roa do Pilar n. 104, Antonio Soares de Pinho
Ra do Pilar n. 110, Jos dos Santos Villaca.
Secretaria da Santa Gasa de Misericordia do
Recife, 14 de julho de 1871.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Sonta.
101, JoSo Antonio BaplisU.
99, Alfredo Alves da Silva
Jaiao de orpiaas
Na qalnla-feira (O do correal*, depois da au-
diencia do Dr. toiz de erphaos, e na casa que foi
residencia de Francisco Joao de- Barros, na illia
los Rato, if prrea por venda ama mobi-la de
rnogno e oatros aovis perteaetatM ao dito Pran
disco Joao de Barros, coja anda feita a reqoe-
rimeito de Francisco Joao da Barros Jnior, in-
ventarame dos neos qne flearam por fallaeimen-
W de sua ma D. Marta Lodovioa Marqaei de Bar-
ro.
de cops de na-
riRhi.
: O codserbtr no da 31 tfc aorrame aet, vta de
impostas receWdaa at al Jl hotaa da uaaMa,
. r?sr de
papel almacotBncataf, 20 fe?hadrm pw*ga-
veta, '.o cadlMas di papel t#ador, 4 baleas de
madeira pagn-aarregar-|u^, llltns datfrifiTeaeai.
*4 barras de fc*ro otares T dl 3,4 aVpoliteada,
10 duzias dafc*acha*-oftidi pira pintara, 4 dd
as dr brochas aortiats para cavar. 164 eantoMi-
ras de 2 i|2 BoH.-gadae e Ifras deseearonmente.
wtis ou menoi, 66 antorwhH t*e*polleg*hre
o mesmos ps de comprimento, 2i libras de cera
branca em pi, 25 vardes de ferro inglez de I
pollegada e 3,8 de grossura. 20 paos de gioipapo
de 10 a 12 palmos de comprimeoto, 100 liames de
sicupira de 10 a 14 palmos de comprmanlo, 20
milheiros de pregos rjpares, 120 arrobas de oleo
de linbaca, 30 duzias de ripas da emberiba, 150
t'joos ingiezes, 200 telhas galvanisadas >endo de
dimensSes 7-3, 40 arrobas de almagre, 30 vardes
de ac fundido quadrado de 4|8 a I n llegada, e
10 vardes de ac fnndido sextavado de 4,8 a I pji-
legada.
Tambera o-consefho no mencionado dia e por
igual forma contraa o forneeimento de .arvo de
pedra, prc.pro para forjas, pir lempo de tres
mezes.
Sala das sessoes do e mselho do compras de ma-
rrana de Pernambuco 19 de jnili i de 1871.
O seeraiario.
___________Alexandre Rodrigues dos Anios.
Pelo juizo de orphjs da etdade' de Olinda
e ha de arrematar por venda em praca publica,
no dia 20 do correte mez. por 1 hora da tarde,
na sala das and.en;ias, a quem mais der, os bns
que fazem objecio do espolio do finado Luz Cor-
roa de Gusano, isto a reqaerimen-.o de D. Galli-
na Amelia de iu-:nao, ioventariaate dos ditos
baos. _______.
Na audiencia do Dr. juiz de i rphos desta
cidade do dia 24 do correte mez tem dn ir a pra-
ca por venda os movis e e-tabelccimtnto de ima-
ginario pertencenles ao espolio do finado Luiz de
Praog Sonto.
Pelo juizo da provedona de capellas da ci-
dade de Olinda, se ha de arrematar, por aforamen
to perpetuo, em praga pnblica, em o dia 20 do
correte, pela urna hora da tarde, na sala das au-
diencias, os terrenos, enmprehenlidos entre o en-
penho Timb e a estrada do norte perteneente ao
patrimonio da rmandade de N >ssa Senh ra di Ro-
sario, avahado era 90 jOOO annuaes.
Gorreio gerai.
Heladio das carias registradas, procedenlet
do sul e norte do imperio, existentes n
repartirlo do correio desta ci lade.
Antonio Francisco da Silva, Anna Rosa de Bar-
ro?, Anoa Olimpia da (lampos, Kran Iseo Odelon
Tavires Lima. Ji aqnim Moreira de Barros, Ollvel-
ra Lima, Joaqnira Guedes da Costa, Jeio Ifuiiz
Pereira Jnior, Joan Vicente Perrira, Jos Ribeiro
de Brto. Jos Carlos M.iyrir k Pires Nabueo, Lniz
Florencio Honorato Pereira Braps, Mathetis No-
gueira Brandan, Aatooio Cerbin i, Felice Rranco,
Michale MasuHo.
Administrago do correio de Pernambuco 17 de
jolho de 1871.
O encarregado do registro,
Amaro Gomes da Silva Ramo?.
THEATRO
Sabbado 22 Representaco extraordinaria
EM BENEFICIO DE
H&< RA,YiXAD
PB.OGRAMMA
Brilhante interine lio de. canto
e danqa
no qu.ti o beneUciado contar a grande ana de
teuor da opera
Luca de Lanmiermoor.
Les deux timides
Vandevllle em 1 acto, renre-entado por Mrs,
Harbain, Halbleib e Maris a Mmes. Zlia e Faoco.
Terminar o espectculo eom a
1* .REPItESENTACO DE
Les cheveux de na femme
Pega em am aefo do theatro das variedades de
Pariz.
Distribaigao.
fcardenois.. Mr. Halbleib.
Bifolet..... Mr. Hurbain.
Galipoiuie.. Mr. Maris.
Eulalia..... Mrae. Zlia.
Gunle...... Mine. Fuoco.
Principiar s 8 1|2 horas.
THEATRO
SANTO ANTOMO.
mascaras
yo dias
9 K SO
Vspero e dia de Sant'Anna.
Conwcar s hora do cosime.
AVISOS MARTIMOS.
PIBA.
O patacho oorte-allemo Mathild, safat pan a
porlu cima, racebe carga a frete eomaodo: a tra-
ar com Joaquira Gerardo de Bastos, a rna do Vi-
arin n 16. primeiro andar, escrlptorio._________
Patacho N. B. das
Nev
DE 9
VetMe-s-e e>te- Me
de prniera ciarse
truecio, de rna *
do a'eiibre, ma
parelfro e si
djgfesa des;
de Janeiro
paw ser *
e bnvconhecido navio
i, ferft'em sua eons-
fall^fregado e forra-
__i are me** esudo e con-
sM recetf'#;agem do Rio
..te barco Arto neste porto
,-----... ~_~ .w-p-los *etvii preteodentes :
a tratar com sena propietarios llamos di Tempo-
ral, em su e:criptoru ra di Crut o. 27, pri-
raeiro andar.
Cear pelo Arqctty
Para o indicado porto segne com brevidade 0'
htate Adelina por ja ter parte do earregamento :
para o resto que Ihe falta e passagen*. pira o qae
tem exeellentes commodtddes, trata-se ron do
Vigario n, li, Ia andar, escriplorio de Jos Lopes
Davim.
PARA
BAHA
O brigue frnncez Alphonse Mario, ebfga*
hontem de Antuerpia, recebe carga a frete obb-
mudo para o porto aekna, e partir cora maita
hrevidade : a latar na rna da Crin n. SS.
lltliluu
Segui' para o indicado porto o hiate Soorulen-
st, capto Costa, anda recebe alguma carga a
frete : a tratar Madre de Dos n. I.
Segu para o porto cima o biigue porlogosi
Bemtindo, tem parte da carga, e o resto recebe
a frete commodo : tratar na roa do Vigario n.
16, Io andar com Joaquira 6-rardu de Rastos.
COMPANHIA PEKNAMUCANA.
DI
Vavegac costelra por vapar.
AJacei, escalas, l'enedo e Aracaj.
O vapor ihndah, comman
dante Julio, seguir para os
portos cima nn da Si do eor-
rente as 5 horas da larde.
Recebe rarga at o dia SO,
ene irr.mendus, passagens e di-
nheiro a frete a as S h >f*a dn turde do dia da
sahida : no pcriptori ido Forte do Mallos n. 19.
A escuna italiana Thelro aona-
i- quasi prompta e pretenda sa-
^ h:r em pnucus dias para Marselba
__P e enova : qoem ne'la quiwr
carregar ou ir de pasaagem para esses portos^en-
tenda-se eom o cipilo a bordo, ou no armasen
do Sr. Reltro, n i-praca do Corpo Santo.
POHT-
P..ra o indieado porto pretenda seguir eom pen-
ca demora a veleira e bem condecida barca pnr-
tuguera Socnf por ter parte da sen carregamealo
engajado, e para o resto que Ihe falla, que recebe
a frete commodo, traia-se c on u coBsigoalario
Joaquim Jos Goncalvos Beltro ra do t'.ommar-
cio n. 5.
LEILOES.
HOJE
O do corrnt&.
Augusto C. de Abren concluir o sen leilao
de nm completo sortmenlo de fazendas mgleas,
por intervencao do ageo:e Pesian, hoje O do
crreme, era seu armazem ma do Marques de
Olinda._____________________ _______________
DE
300 caixas coca massas gorlidas de sap
rinr qualidade.
HOJE
As' 10 horas da manhaa.
O agente Pestaua far leilao por conta e risco
de qaem periencer. de 300 caixas com massas sor-
tidas, di superior qnalidade. e sern vendidas em
um ou mais lotes, boje s lo horas e meia da naa-
nhaa em ponto, no trapiche do Moreira, na Fjrle
do Mattos.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DI
VavegacSo costeira por vapor.
Porto de Gallinhas, Rio Formoso e
Tamaudar.
O vapor Mamanguape,'seguir
para es pjrtos cima no dia
90 do corrate a meia noute.
II -cebe carga, encoremen-
das, passagetros e dinbeiro a
frete : no escnptario do Forte do Mayos n. 19.
wm
PAI1A O
ARACATY
Segu eom hrevidade o hiate Naco Inveneivet :
para carga? e passagens tratase ra do Vigario
o. U, I* au^ar, oscriptorio de Jos Lopes Davim.
COMPANHIA PERNAMHUCANA
VavegaeSo costclra por vapor.
Parahyba, Nr.U', Maco, Mossor, Ara*
caty, Cear, Mandaba, Acarac i
Groaja.
O fapor Pirapama commaaaa-
te Aievedo, seguir para os por-
tos cima no dia 21 do correal*
as ti horas da tarde. Recabe car
I ga at o ala 90, eoooouneada.>,
passagetros e diahelro a frete al as 9 haru di
larde do dia 4a anida : esoriptoro no Pana d<
Hartos n. 19. _______________
liba de. 3*J*ael
Segu para o indicado porto o patacho porlu-
deDeo a, 3, *
Diversos objectos de
mobilia.
Sexta-'eira 21 do corrate
O agente Pestaa far leilao por coala a meo
de imam p?rteneer, de diversos objectos de saoai-
lia, como M-jam : i mobilia de raogoo com pnirae
completa, guarda lonca, mesas, conotos, lvate-
nos, eadeiras, vidros, venenanas, sodas noaffaje-
zoes, cama franeeza, e mnitos outros objectos an*
se acharlo presentes, selta -feira 91 do corranta
s 12 horas em ponto, na roa do Vigario n id, 4
andar.
TRANSFKHliNlA
DO
lateada de aer/alhel.ro
PARA
SEXTA FElffA
91 do corrento
Por motivos jaitas, cao pode ter lagar o lelhv
dos objectos de serrslhairo, e fica pata extawfn
21 do correte, s 11 horas da manhaa, n* raea-
mi tenda. roa do Barao do Triumpho, oatr'fa'o
Brom n. 56.
Urna moijilia de Jacaranda a Luix XV, nasa 4M
de amarollo do ineimo svstema, urna mtsa alMti-
ca, urna carita fraaceta para casal, um gaaolfews-
tidos, urna comoicd, am margueiio, um piano a
jacareada uta a competente cadetra, nm bausa
Eira e-crevor, 19 eaoMrai americanas 2 (.taa.de
alaoco proprias para criaDcaa, 1 sob de amar}kir
2 contlos, 2 Mcooraat, 12 cadairas dejacaran
da, I poltrona, lmiaivs de ouro patente \
diversos pai us 4 Uowroaa,Jarros, copos I
oatros bujaotos, aisim con om eai^a
cobertas de crwdi par i e |L_
sexta feira 21 do crrente
O agente Pootoal (pea leilao dos oujpr
descrJpto?, por < d; ums familia j
aaro
o. W, Uitn m poete,
a
V



de PermmrtaM* ***** fera 20 dr Jofco de l?l


da ar mielo e calcados existentes no es labe-"
aciment do calcados
sito travessa Jo Dui|oe d* CaxiM n. i.
O apatePosjiaal vender em leilo, p>r mana-
4* A Illip. Sr. Dr. juix de orphaos, a reqoerimeo-
W da Inventarame dos ben? deixaios por fallec-
uieMe de Amonto Joaqnim de Souza, a srmacao e
U'eieisls do sstahelecimenio cima, assim eomo
cteseos diverses, ti'a, Umaneos. cortes de tapete
para o caualaz, laxas,cal^adeiras, lormas e trilitos
outros objeetos existentes no dito eslabelecimenlo
Sabbado 32 do correte
Na Dunii luja decalcado?, as II hora?.
ovis, lou^a, crystaes e
vinhos
A SABER :
'Um piano forte d R Bord, I excellente secre-
taria de Jacaranda, I asanla envidraba, I rno-
bilia, eadeiras de balando, I mesa oval, quadroa
coa loas gravaras, 3 grandes espeltios dourdos,
?8 cadeira* de guarnico, 1 excellente relogia de
Urna urna francesa de Jacaranda, coixao de
mola, camas de ferro para meninos, i guarda-ves-
tolo con etpelho, 1 guarda-roupa, 1 toilette, 1
berco, 1 marqueza-s, commodaa, cabidos, 3 traus-
(ia reatas.
Urna, mesa elstica, i excellente guarJa-louc,
2 aparadores, 18 caderas. 1 r elogio americano,
cadeiras altas, para roeniuo, eandiairos a caz, I
licoreiro, copas, clices, compoieiras, garios e fa-
ca; (Ktbti de marura, eolheros da electro-nlite, i
apjiarelho para cha, I dito para jalptar, flinlres,
tramde eoziaha e vinhos. '
Usos selias, 1 silhdes, ferramenlas de jar! e
6 natos oulnis objetos
Terca.-(ira. 23 de-julho, no Caldeireiro.
Passagem gratis para os concarreutes, em trem
especial, is iO horas.
P. Laborean, lendo de retirar-se para a Europa,
(ara le II) por intervengo do agente Pinto, do
movis emais objetos acuna daacripio, existen
tes em casa de sua resitencia, primeiro sitie de-
pois da estadio do Cildeireito, pertencente ao Sr.
A. de Moura H lim.
Os concurrentes encontrarlo na eslacio da raa
de S. Francisco um trem, <|ue servir de condc-
elo (gratis) sos mesmns coacurreute>, sendo que
a hora da partida ser.
10 horas em ponto
paranda os esUcdes em que houverem pessoas
LEILAO
DE
dous bons eng-enhos
a tide cor reate.
Por ulterior despacho do Illm. Sr. Dr. jaiz de
direito especial do commercio d'esta roda le, re-
qnerimento dos administradores da masa fallida
da Siqneira & Pereir, o agente Oliveira expor
Dcvamente a leilo publico, os Dem conhecido* en.-
genhos denominados Jtusara e Mon'e d'Ouro,
ambos silos no termo de Jix juca d'esta provincia,
os quaes foram peuhsrados por exeeucao de ditos
administradores viuva e herdeims do Dr. Igna-
cio Nery da Fonseca, e adjudicados indicada
inassa :
Sexta-feira 28 de julho
ao meio dia em ponto, no escriptorin do referido
agente, a ra da Cruz n. 53, primeiro aular, onde
se dar previas roformaoes.
VISOS DIVERSOS
Tunate-coronel Jos Rodri-
gues de Mena Santos.
A v.nva, iVthas, genros e irmaos do flnado te-
nente-cor oel lote Rodrigues de Sena Sautis roga
a todos os seus parcates e amigos para que, na
seguoda-feira 2 di crrente is II 1,2 horas da
rnanhaa, se dignem assutir na capella do engenho
Freclieiras, missa e memento que mandam ce-
lebrar por alna do dito Tinado. Desde j agr-
decem a todos aquellos que comparecern! -
exequias fetas por occasiao de dar-se sepultura
ao seo cadver; assim orno aos que comparece-
reo] a este acto de religiao e earidade.
INSTITUTO ARCHEOLOGICU E GMAPHl-
Haver sessSo or linaria quinta-feira, 20
dn correte, julho pelas 11 horas da ma-
ohaa.
OnDEM DO DA.
Pareceres e mais trabalhos de commis:-
soes.
Secretea do Instituto, 17 de julho de
1871.
J. Soares d'Azevedo
____________Secretario perpetuo.
A M A Precisa se de urna ama pira cozunar
AilL/i. para pequea familia : na ra Velha D.
28, sohradi._____________________________
Precisa-se de urna ama para COT-
nli.ir em casa de pouca familia : na
ra da Ponte-velha n. 28, sohrado.
AMA
Attenqo
Troca-se moeda de cobre, quantia nnnc infe-
rior de 59^003 : quem pretenier dirija-se praca
da Indepe .dejeia n. 39, Rija dos Srs. Porto &
Basto*.
llU.ii..
Sociedade Uaiaa B-v
neficente Martima
ein Pernambuco.
De ordem do coDseHw da usesiaa alo convida-
dos oa Srs. soci >s a coapareeerem na sala da
anas sessdes no dia 21 do correte as 6 horas da
tarde em assembla geral, para tomar pos-e a no-
va directora.
Secretaria da sociedade Uaio BmeQoente Ma-
rtima em Pernambuco, 19 d& julbo da 1671.
O secretaria,
Romo" hn de FoMes F-arraz.
HOTEL
Roa da Laranjeira r>. 3.
Slvaoo GaroHrs, pireipi *> sen* firefiexei
e a toddi qne defles qolzetem fcttr pafle ;, qae
preteadt dar comidas para auigOMMes, tanto' em
se Mtaaetasimaoto, esa para casas oarticalares
co lida A prompjxda e aeelo. Kncontrario
esseHaote eerreja Basa, viooo do Porto e Figuei-
ra, para lanche a quatqsrr hora-; asceilente mu>
de vaca, as uoutei de sabbad>s para domingos,
lendo para isso um hbil cpsioheiro.
Coziaheira.
Precisa-se de urna : na roa Nova o. 43,
do andar.
seguu-

De ordem da mesa regadora da irrnaodade das
almas erecta na matriz do Santissimo Sacramento
da Boa-Vista, convido a todos os nossos irmios e
aos prenles e amigos do fallecido no
Joao Manoel Feres Maris, o caridoso obsequio da
assistirem urna missa que peta alma do mesmo
tinado se celebrar no dia segunda-tora 24 do
correte pelas 7 boras da manha na mesma ma-
Hil.
O e*crv'i,
Jos Arfjnso Monteiro.
\'

Acadmico, Maximiaoode
Freits Valente.
Fernandes A Irmo agr lecem ao Rastre cor-
po acadmico, e demais pessoas que aeompanba-
ram ao cemilerio publico o flnado Maximiano de
Freitas Valente ; e rogam que se dignem comp-
rate* missa que mandam cekbta pe* repets
etarno do mesmo, na igreja de S. Franci-co, as
6 horas da inanhaa de quima faira 2i) do correte.
CASA A FOITBM
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
\ roa Primeiro de Mr?o (ootr'ora roa dt
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assigoado, tendo vendido nos seos fe
lizes bilhetes dous meio* n. 18-20 cora 100*000, um
quarto n. t i com 100*090, e ootrassortes de
40* e 20* da lotera que se acaboa de extrahir
(200'), convida aos possuidores a virem recebar
na ccDormidade do costme sem descont algum.
Acham-se a venda os bilhetes garantidos da
3.a parte das loteras, a beneficio da nova igreja
de Nossa Sepbora da Peona (201*), que se extra-
bir sexta-feira 28 do crrente mez.
PREgos.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*300
Bm porco de 100*600 para cima.
Bilhete inteiro 5|50O
Meio bilhete 2*75)
Qoarto 1*375
________________Manoel Martins Pian.
A m*-sa a:tual da irmandadeem devocao de
Nossa Senhora da Saude erecta no convento de
Santo Antonio, coovida a todos os seos irmo?, pa-
reles e amigos para assistirem a missa do stimo
da, que mandam resar na mesma capella sexta-
feira 21 do correte as 5 horas da raanbaa por al-
ma de ;eu irmSo fundador Cornelio Augusto do
Espirito Santo.
Consistorio da devocao de Nosa Senhora da
saude 20 de julho de 1871.
O secretario,
Andr A. Ribeiro Lima.
Manoel Jorge de Sooza manda dizer urna missa
de stimo dia por sima de seo pai fallecido em
Portugal, e por isso pede aos seos prenles e ami-
gos, que obsequipm de a oovirem no dia 22 s 6
boras da manhaa na matriz da 1$ ja-Vista.
O abaixo.aviiinado julsa uaJa dover ne-ta,
pra;a nem lora della, pwm sa alguam se julgar
credor apresendr seus titulo- no prav.o de oio dia
a contar da dala deste. Recife. 20 de julho de 1871
assim eomo faz scienle que d'ora em diaote n se
respoosaintMa por debito aootrabido por qualqoer
pesaos .sem quenieve bilhete asignado por sea pro*
pr puobo. \
Antonio Jos Daarte Braga.
Precisa-se de um caxeiro de 12 a 16 annos
para taberna : na ra do Conde de Boa-Vista nu-
mero 67.
Na pra$a da Iudepender.cia n. 33 se d di-
oheiro sobre penhores de miro, prata e pedras
preciosas, seja qual for a quantia ; e na mesma
casa se compra e vende objoctos de onro e prata ;
igualmente se f.z toda e qualquer obra d en-
i'ommeEida, todo e qualquer conjerto teniente a
mesma arte.
Mareolino d? Soasi Travassns, Caetana de Sou-
za Travassos Marques, Felicia de Souza Travassos
Selle, Maria Mircri in de Sonza Travaeso, Ge-
rmina de So'iza Travassvs Los, Elisa Dulce Peres
Travassos, Eoedioa Augusta Serrano Trava?sos,
Antonio Augusto di Cmara B idrigues Sttie,
e Francisco CeolatoLin", irm.lo, fi;ha e conhados,
agradecem i todas a- pes:03S que se dignaran]
acompanhar ao cemlfrio publico o cadver de
seu presado iruio, ps e cuuhad) Victorino Jo;
de j iuza Travassos, ibes rogam o caridoso obse-
quio de assistirem a mis-'a di setmo dia q;;e ter
lugar na matriz di Boa-vista pelas 7 horas da ma
nha do di;> 22 do corren te.
COMPANHIA
Pheuix Pernambucana.
Os Srs. accionistas sao convidados a receber no
escriptorio da corapanhia o primeiro dividendo na
ragao de 30* por acclo.
Pernambuco, 13 de julho de 1871.
Pela companhia Phenix Pernambucana
). H. Trindade.
F. F. Borges.
L. A. Siqupira.
Otlerece-se um moco ebegado ha pouco do
mato para caixeiro, o qual tem alguma pratica de
padaria e taberna, e da fiador a sua conducta :
quera de seu presumo se quizer ulilisar ple di-
rigir se ra do Mrquez de Olinda, anti^a roa
da Cadeia, n. 50 A.
AVISO
Os
ATTEMCAO.
abaixo assignados tendo cmpralo o espo-
lio do fallecido subdito portuguez Virginio Freir
de Oliveira, estabelecido na praca de Santa Cruz
n. 4, constan lo dito espolio na sua maior totalida-
de de dividas activas nesta praca e lora della,
vem pelo presente pedir a todos os devedores do
dito espolio .que quanto antes venham aju-tar e
saldar as suas contas, aflm de evitar incommodoi
e despezas, e prevnem aos mesmos devedores tan-
to do iratto como da praga, para que nao pa-
guera conla algoma ao ex-caixeiro do dito Vir-
ginio, Antonio Manoel Machado Colho (como al-
unas j o fizeram), sob pona de pagarem segunda
vez, visto que o dito Olho, depois da morle do
referido Virgioio, nao tem autorisacao alguma
para tal lim.
Recife 19 de junho de 1871.
_________Gama A Silva Brito.
Precisa-se d.e urna que lave, engor-
me, cozinhe e comnre, escrava ou li-
na ma da CalJeireiro o. 68.
AMA
vre
FaraaaJiaa PaOusa da Suva, Ermelinia Cor-
sina da Albujierque Maraahao e Francisco de
Paula de A!b.it|ir.|ae laarannai agradecem a to-
das a? poetes*, eo ili.lade ao Sr. Fran-
cisco Lan.lelino di Stlvs, que ie itigoarain"aciim-
paoiUf a eeroitirio publico o-cadver .le seu
prendo m iriJ eoliad i Paulino Ja venci
da Silva ; e Ihus eonvidam pan que se dignem de
.i do stimo da quo devera ter lu-
gar s 6 12 horas da rcanha to dia 21 do cr-
reme.
l
dar, essriptorio
Precisa-se de urna ama li-
vre ou escrava : a tratar na
roa d i V.guio n. 16. 1" an
de Joaqun Gerardo de Bistre.
Companhia
Santa Thereza.
De ordem da directora sao convidados os se-
ntares accionistas a fazfr a stima entrada do
capital soo^cripto a razas de 10 0 0, no escripto
ro do director caixa o Exm. Sr. Bario da Sol
riada.
Reeife 20 de jalho.de 1871.
O gerente,
Justino J- da S. Campos.
Irmaoilade das alma erecta na matriz do
S. S. da Bu-Vista.
Tendo a mesa regadora d* tratar a capellana da mesma, convida aos Srs.
sacerdotes, que quizerem a aprresentarera suas
propostas at o dia 2 deste raez, afl.n de se de-
liberar a respeo.
Consistorio, 17 de jattio de 71.
O eterna),
J >s Af7ono Mrffn.
Precua-se de urna,ama pata coiiubar. Com-
prar e paoar alguma* ronpas a ferro : na roa de
Hortas n. U7. _____________^_^_^__
Alosa-se c- s obrado de um andar e sotao da
roa do Hospicio n. 35 : tratar oa toa do Sebo
o.._____________________
Precisa-se de urna ama de
laiie : na raa. do Raogel no-
mero 48.
vi*\*
%^^
Preci-a-se de urna ama da
leite n* roa do Rangel nu-
mero 48. venda.
Companhia Al lianza
i*
deguroa maritmos estabelecitl
i Sabia em 15 de Janeiro
de 1870. '
CAPITAL. .Hl. 2,000:000*000.
Tosaasetnro de mercadooM dinneiro a risa
inaritisw esa navios da vella e vapores para den-
tro S frs> do Imperio. Jtgmi i rus do Ora-
naercio 5) esertpiono de Joaqaun Jos Goo
calves Batirn.
pnni ssUswyaiM n
AOV06AD0
Or. Je*ouiv GoHstA Pt Ahai-jo
M. *i7Hoa IMt fahKMAttClM67
GASA 11)10
aa do Baiao da
Victoria,
Furtaram do eagenho Penamdbba, freguezia de
Lnurora na nova n. o> c tasn ^:ieio 0 ,. rodado pedrei teDdo nma belljde
4o costuran.
garantido da pro-
vincia.
O abaixo assignado acaba de vender entra o
>au: muito felizcs bilhetes a sorte de 5:000*000 em
um meio b lnete de n. 574, a sorte de 800* era
meio bilhete de n. 126, a sorle de 3001 em meio
nilhete de n. 2544, e um quarta de n. 64 com a
sorte de 100*, aleta de outras sorte* menores de
40*000 e 20*000 da leteria que se aeabou de ex-
trahir (200), podando sen* possuidores virem re-
ceber, qos promptameote serio pagos.
O mesma abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para virem ao sen estabelecimentc
comprar os felizes bilhetes garantido, qne nk
deixarde tirar qnalqner premio como prova peloi
mesmos annnneios.
Acham-se veuda os mnito falizes bilhetes ga
rantidos da 8* parte da* loterias ara beneficio da
nova igreja de N S. da Penha, que ser extrahida
no dia sexta-feira 28 do urente mez.
PREGOS.
Inteiro 6*000
meio* 31000
Quartos 1*500
De lOOilOOO para cima.
Inteiro 5*500
Meios 2*750
Qoarto. 1*375
Joao Joaqnim da Costa Leite.
.;
VENDE-SE
Cerveja preta do afamado autor Basclay de
Londres.
Cerveja branca de Basa. ....._ ....___
Cidra de ptima qualidade em'garrafas.
ViDho Xerez em barrs de oitavo.
Vinho do Porto idam idero.
no arrr.azera de Sduard Fenton, ra do Com-
mercio n. 2.
Vendem-se duas pipas de superior agur-
dente de canna e duas grades de ferro que do
para um famoso portao : no armazem n. 19, a
Ribeira do Peixe._________________________
PORTAS
Americanas
Vende-se portas americanas almofadadas muito
bem fetas e tao baratas que mandando-se fazer
aqai anda em mais v(t a madeira, no armazem da
bola amarella, no oitao da secretaria de polica.
A 5^500
Cortes de percal* da duas sai as com 15 cova-
dos; na luja da Tarqieza, ra do Bario da Vic-
toria n. 9, outr'ora ra Nova.
Luvas de pellica
Vindas pelo lalimo paquete : na loja da Tur-
queza.
Pracisa-se a lugar
nesta typographia.
un preio de meia idade
Pre.'.i:a i-e ne um fdiu-r que emenda de her-
a e jardim ; dando prova de sua conducta : ra
do Imperador n. %i.
Precisa-e de urna, am
em casa de peqasna familia
co Pmiis n. 132.
pira toao o servido
noJargo das Cin-
o
0T- pirtagtm pira to-
ac com da qualquer jornal tm-
pro no rm pri mo da ira-
i : qaom precisar do son
prest, 8S, venda.
de uini ama escrava ou forra,
para e aba* e fjter paqai sa* nomsraa, e ds um
feitor para um si:b : na ra daenzalla N va nu-
mero
An la e da ra do Duque de CX'.is n. 9, o o 2o
andar e a loja do sobrado da ro das Aguos-Ver-
B5 : tratar na ru dos Q-o.arieis a. 28.
Tumis
H* Imessai 4a m
to Graws i 2,
Beire mf a-se di-
nhelr sobre ^nkores
de m%, pata e britoan-
les, seja ^u! fera(]ian-
tia. I%a B^tta fattB-
w frmw m Besaos Be-
| im e petas.
Cavallos fmrtados
nt' olho direito, mos ovadas, e no p esquerdo
um lalho de corda, inteiro, carregador baixo e ucn
pouco abalado, e de cangalha ; e o 2* rod ido
ulhado, castrado, bom andador, qua-i at meio,
le 8 annos, pouco mais ou menos, tends nm sig-
na! bem visivel em nm dos olnos, que parte da
pestaa rujda de nm lobinho que Ihe (ci extrahido
a mesmo olbo. Consta qoe estes eavallos segai-
ram para Limoeiro ou aza.eth, e quem delles der
noticia certa ao abaixo assigoado, receber 100*
de gratBccio, assim como duplicar a quantia
se houver pessoa que Ibe declare o roubador de
ditos cavallos.
Mauoel Barbosa da Silva.
Furtaram do eiigeuli Tiuua, nu da 7 do
crrente, urna burra e dous cavallos, sendo os ca-
vallos pertencentes a lavradores e a burra perten-
cente ao rendeiro e consenhor d > referido enge-
nho, a qual tem os signaes seguinies : grabde,
bem feita e de cor arroxiada, com marcas de (en-
da so espinhago, e tem dous ferros, sendo nm no
quarto esquerdt e ontro no quarto direito : quem
appreheoder ou dt lia der noticia certa ser bem
recompensado.
aa iwsr a Precisa se di- urna ama para to-
iAlAdti o servio de urna casa de fami-
lia : na rna de Hurtas n. 120.
Na raa do Vlsconde de Goyanna outr'ora
Mondego n. 143, precisa-se de um "menino de ida
de de 12 a 14 annos. com pratica de taberna, pre-
fere-se portuguez.
Preosa-se de urna ama dt leite : na ra de
S. Jorge n. 139, segundo andar, que se paga bem,
preferindo-se escrava.
A pessoa que piecisar de um criado para
fazer compras : derija-se ao pateo do Paraizo n.
16,. qne encontrarn com quem trajar.
Oerece-se tuguel urna mulata escrava
acoquinada ao sexvico interno de casa de famlia :
a tratar a ra da Cadeia n. 33.
Missa funebie do 7.'. da.-, per alma de Cor-
nelio Augusto do Espirito Santo 7..... Convida se
a familia e aos amigos fff para as 7 horas do
dia 21 do correte, na igreja do Livramento+ff
N- 798 ft
sBWiHiaiati'sasaaisasaMi numian
BMarroni
AVISO
A pessoa a quem for offerecida nma caixa com
figos e urna lata com azeite doce por um ganhador
visiido de camisa de eopa e calca de brim lona
nao compre que elle evadio-se do dono, queira
apprehende-lo que o proprio dono pagar ai des-
pezas.
AVINO
" Geralda dos Santos de .'endones, ca-ada com
Luiz Eugenio dos Santos, previne e pede que nia-
gnem faca negocio alium com sen predito marido
com a easa terrea n. 52, sita ra de Domingos
Theotonio, ontr'ora ra das Calcadas, sob pena de
oulldaJe. Recife 17 de junho de 1871.
Nao teodo navido audiencia do lllm. Sr. Dr.
juiz de orphao3 no dia 17 do correte, per isso
tem lugar no da 20 a arrematacao dos solos da
raa Nova au.iunciados, pirlenceates ao casal do
8nado TVwaz de Aqnino Fondera.
Boa oec sio
Est para se esvasi;ir e 2* andar do sobrado da
ra Nova, b de Santo Amaro, muito fresco c saadavol : quem
pretender dirija-se ao Bazar da Moda, luja do
mesmo sobrado, que achara com quem tratar.
Pedido
Pede-se so zeloso correspondente da Ipojnca, no
Liberal de 3 do correnlp. que denuncie a autorida-
de respectiva, quem sao esses corurabas de seu
conhecimento ladioes de cavados, que se muda-
ram de Cacimbas para esta fregoealt.
Um inimigo de ladroes.
Prtcisa-se de uroe ama de leite
Corredor do Rispo n. 6.
na roa do
Aitenvdo.
Urna pest Instante habilitada para fazer co-
branza' pelos serios dpst.i provmcts, por ter por
elles viajado o Iqairido nel'es muifs reU(5*s ;
se offerecea qu-;m precisar para o misler acitua :
ra do Pires n. 48.
PROTESTO
Antonio Beato de Oliveira, morado! na roa de
Marcilto Das n. 6, com prneurarjio bistante de
XntbOi" Gircia de Brito morador no Riacho, ter-
mo de S. B:Mo. protesta contri a pes-oa que le-
i,ru em seu poder oa fttcravoa crioulos, Luiz t
sua n.u'.her Tbomizia iue d'aqaalla villa se au-
tentara.n para eala cid id*. Luii ti-r.i 50 annos de
idade, pouco mais cu menjs.. barbas branca?, gor-
do e com (alta de dentei na freu'e. muito regriita
e doenlede hernia, e ThomHta de 40 aono, seca,
principian Jo a binoquear-ihe os cabellos, regris
an seu mirido. ________' _
" O a'iministrjd.ir da masa fallida ds Sebas-
tiio los da Sd'.i cosvla ao eredorrt da referi-
da tnassa a rceeierem o divid n lo do 13 0/o_ que
ih'S c.be em rateio, ua-rua d Caz n. i6,>r-
matem.
Aiuja-' um mulevjle da SO aiiub.*, que en-
tender todo ser vico domestico de umacasa : no
V .-.nl-r do solo'ado n. 36 ^a ra de Cruzes'.
IMiDELETL
D. W. BOWMA^
Engeheiro cwn
FNDIQO
5* ria no imtH 59
PASSANDO 0 CHAFARIZ
~s v -. I
Nutrimento
MEDICINA!
^Preparados por
Lanman dKemp
para tsica e toda
qoalidanla dlo-
enr;as, quer seja
naparganta,-pei-
lo ou bofes.
Express a-
trente escolhido
dos melhores fi-
gados dos quaes
se extrae o
leo, no banco
da Terra Nova,
purificado cbi-
micalmente, e
suas
propriedades
conservadas
cora todo o-cui-
dado, em todo o
frasco, se garan-
te perfeitamen-
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a um esanie
amito severo, pelos chimicos de mais tale-r,
ot, do govorno- hespanhol em Cuba,foi de-
vulgado por elle e conten
MAIOR POROiO D'IODINA
do que oul.ro qualquer oleo, que elle tere
exanvaado
10DIN0 E'UM PODER SALVADOR
Em todo o oleo do ligado de b'acalao,
enaquelle no qual contera a maior por
d'esta invaluavel propriedade o nico
meio para jurar todas as doencas
GARGANTA, PEITO, BFES.F1GAJ50,
Vistea, bronebitos, asma, catarrbo, tosse,
resfriamentos.etc.
Uns pouoos frascos d carnes o muito
magro que seja, clarea a.uista.e todo o carpo, Nenhum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciancia, d t3
autrimento ao sy^ma e encommod^ L*$Z$ K a V?li.: WfflE
quasi nada o esto nago [taterna.
PerJe aor senhorea de eD^enhi) e outros agricultores, e empregadores de ma-
;biai8mo c favor da orna visiu a seu eslabelecimento, para verem o novo sortimento
completo que ah tem; pois sendo tuda muito mais barato em preco do que jamis te-
aba vendido, est anda superior em qualidade e fortidao; o que cota a iuapecco pe-a
loal pode se verificar.
PEDE ESPECIAL ATTENCO Ao NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDIC0
rapuiW O rUlia-S UH^U ,amannoscODveDenteparaat dher-
aa circumstancias dos senbores propietarios.
Moendas de canna 2 Uffiaab08 -^^
Rodas dentadas n animaes, agua, varr.
Taixas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fondos de alambiques.
BfTflCfalniSTtlQS para m;indos
UI,olt*wo e para serrar madeira f ser movidas a m3o
Bombas ii,r a?lia' vaP*r'
wvvas de patente garantida..................Joo auimaes.
Todas as machinas
- **?* *mmvmaum>0 fr peeas g q^ s> cos urna precisar.
Faa qualquer concert it McU3ta0 prtco ,,.
FomiaS de ferrO tem aS me,lK,re8 e mais l,araU ensteutea no mar-
ca lo.
EnSODiniQndaS____tocumbe-se de mandar vir qoalqoe^ maebinismo 1 wa-
u ujLujioia.ua>3 la(je dos clientes, Umbran lo-lbes a vantagem de fa-
wrem soascompras por intermedio de pesaba entendida e que em qnalqner necessida-
ie pode Ibes prestar auxilio.
A' AGUIA BRANCA
RA DIQUE DE CAXIAS N. 50
(Outr'ora Queimado n. 8.)
acaba de receber de inglaterra um bello sortirnen-
to da objeetos, que alera de seropre necessarios
hoje fe tornara essencialmente precisos vi ,ta da
falla que delles ha no mercado, sendo :
Fitas de veludo pretas, outras. com relas bran-
cas, e outras de diversas e liadas cores, e todas
cora dillerentes larguras e superior qualidade.
Franjas, trancas e galSes de sed* de modernos
dosenhos e gostos, e igualmente sorlidos em cores
e larguras.
Novas e bonitas trancas e ga'.de3 de la, tam-
bera sonidos em larguras, cores e moldes, e tao
proprios para vestidos como para roupinbas de
criancas.
Trancas brancas de algodo com nova forma em
caraces angulares, leudo nesse genero multas e
diversas largaras ; entras nos meemos gotos po-
rm mescladas ; outras traocinbas brancaa de
can ces turados e bonitas, as quaes por suas
estrelles s teem constantemente merecido geral
agrado.
Babadinbos frisados e outros preparados para
irisar-se a voolade.
fin bello sortimento de galdes pretos de laa com
dillerentes moldes e larguras, proprios para vesti-
dos de luto.
Botoes Unos de raadreperola para camisas, ou-
tros pretos e de cores para vestidos.
I-so alem do constante sortimento de enfeites de
seda, lia e algodo, de que sempre se acha provi-
da a loja da Agoia Branca.
brancas, bordadas e outras com
b abados.
Na loja da aguia branca vende-se bonitas saias
brancas com largos e delicados bordados, e ou-
tras com bordados de pregas pospontadas, obras
modernas e de gostos.
Fil de seda, branco t preto com salpico.*.
D.to de algodo, liso com salpicas e Qores mia-
das.
LIVRINHOS COM DESEMOS
para crochet, marca etc.
FOLHAS DE PAPE.S COM DESEMOS
em po ntoairmor paa os mesmos flus.
Anounciar hoje bicos e rendas de labyriotho,
objeetos esses que se achara era qualquer parte.
serii fastidioso, porra assim sao acontece porque
esses que a Aguia Branca acaba de receber sao
de nma nova e snperior qualidade. A Aguia Bran-
ca a ra Duque de Caxias n. 52 receben bicos e
rendas de labyrintbo, q >e por sua amostra vierais
perfeitamente emitando a tecidos de grades cheios
e feitos no pa'z, mosraa lo at o arto relevo que
se cor.heee as outra?, isso alera da novidade o
bom ro.'Io dos desechos.
Tambera receben ontros bicos e rendas estrtitas
proprias para ronpas de senhoras e meninas. *
Receben igualmejte um bello sortimento d
rendas e bicos de crochet de fina qualidade e agra-
daveis lavoures. Assim, pois, os pretendentes serae
bem servidos tanto nos pre coa come naa qoali-
dades.
BARRETES EM PONTO DE
meia para recem-nascidos.
PERFUMARAS INGLEZAS
A Aguia Branca tem recebido finas per-
fumaras inglezas, send > extractos concen-
trados de agradaveis charos, pomadas fi-
nas entre as quaes se nota a d'alpaca, agua
da colonia, dita de lavan der etc. etc. assim
como finas escovas ingYzas, e opiata para
deotes. Tambem recebeu variado sorti-
mento de sabonetes, que os est vendeado
baratamente.
Caixinhas com 3 sabonetes aromrcoa i
11, ditas com 3 ditos transparentes a i A,
MOO e 2,5(000.
Enehovaes para baptisados.
A loja d'Aguia Branca rna Duque de Caxiaa
n. 5t, acaba de receber lindos enehovaes de difTe
rentes gostos e presos para baptisados, assim eo-
mo bonitos chapeosinhos de rusti primorosamen-
te enfeitado) para o mesmo flm, no mesmo pas-
seio. Tambem recebeu modernas e bonitas ca-
misinhas bordadas com punho3 para senhoras,
golinhas com pannos e sem e les, tanto de renda-
como de cambraia, bicos ce soda braneos com
vidri'.hos.
?53
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en
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P/ecUa-se de urna tyx9 i^nlia bai, late
fmh -o-Pilir n. 40.
Da
DE FIGADOS FRESCOS
OE BACALHAO DE
PHC0 2 RuelCastGUONI Paris
[i)vouni : bV'MAURER t Cu, w Ptrnembuco; JOS BELLO, em Porta^A
MLVA J.OPES, mmmmmmkmwBmu
1
.
':',


4
Diviu d fwrntfftbic. (.&"*> !eira,20 de 4,ulho 'U, if.l
*
Mudanca
J. O. C. Duyta Isjrpubu'co que tundau o leu r-
mai-m do liieodll da ra do Commercio u. 48,
pa a mesma rna n. 38.
GASA DA FORTUNA
RA 1' DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N. 13.
Aos 20:000^000.
O abaixo asfignado tem serapre exposto veo
a os feliies bilhetes do Rio de Janeiro, pagandc
promptamente, como costuma, qualquer premio.
PRECOS.
Inieiro 14*000
Meio 12*009.
Qaarto #000-
Uanoel liartins Finia.
Bwm mmmvmmmm wpm
Botica popular
roa da Imperatrix n. 77, precisa-se contratar um
offlrial de ptwrmaeia.______________________
Precisa-se de orna ama li-
^vre oa eserava, qae coirobe
Vtbem e lave : i tratar na i na
da Palma n. 3%.
TRILHOS RBAWOS
DO
RECIFE A'. OlilA IH
e Beberibe.
O presidente d'asserob'a geral dos ac-
cionistas da companbia dos trufaos orbano
do Recife Olioda e Beberibe, em oouse-
qoencia da commnni a^o que acaba de re-
cebar da commissaoencarregada de redigir
o projecio de reforma dos estatatos da
mesma companbia, manda fazer constar aos
Srs. accionistas, que a sessio addiada para
a apreciarlo desse trabalho continuar do
dia 21 do correte mez pelas 10 boras da
manb3a. na estacjo da roa d'Aorora ; para
o que convida aos mesmos Srs. accionis-
tas.
Recife 13 de jolho de 1871.
Luiz Lopes Castello Branco.
Ia secretario.
Por ordem da directora convido aos Srs.
accionistas para, no prazo de 8 dias a con-
tar do dia 18 do corren te, recolberem a 8a
prestacao de suas acucies, da 2* emi razio de 10 %.
Para esse fim ser o Sr. thesooreiro en-
contrado no escriptorio da companbia, das
11 boras da manhaa s t da tarde de todos
os dias otis.
Escriptorio da companbia, 15 de jolho
de 1871.
Joo Joaquim Alves,
Io secretario.
A pessoa em coja casa estiver occulta a escra-
va Marcell, mulata clara, de 30 armo* de idade,
mais ou meno-, cabellos pretos e longos, alta ma-
gra e iiuiu gaga ; tenha a bondade de leva-la
a caa n. 8, ra do ConJe da Doa-vlsta, amiga-
mente ra Formla, que ser bem gratificada ; do
contrario protesta-sa proceder legalmeote, contra
qaalquer individuo que a lenha em sua compa-
nhia, a titulo de ama livre, como consta que se
acha em ama ca. na fregoezia de S. Jos, desta
cidade, desde o dia 23 do junho prximamente
Anda
familii
Precisa je de urna ana
forra ou captiva para e ser-
vico de urna casa de pouca
a tratar ca rna do Haro da Victoria na-
\>m
i.
AVISO
O abati asignado declara que seu caixeiro
Lodano Hanvrne rt'tiron-M d sua casa no dia
16 I > mez prjxim paseado sera previo avlio e
sem ter prestado as dvlda conta*. pilo qae cao o
i d idVra mais ten calxeiro e nem, se re.'ponsabi-
li:; p i : por veutura tenha fcito era n..:ie Jo inesmo abai-
xo siguad), o.jual pagj l'.tt mcnsalaienk! seus
ordenados, sendo que e:ie re&Aeu relativamente
aj mez oliino mais do que ha va vencido. Recife
3 de jolbo te 1871.
Lnlz Jo-i Pereira Si u5es.
Ouix-iro
Precisa ?e da nm eaisairo le 12 .-. li unos que
tenua prabea Je taberna : na i aa do Rangel n.
3l e 41.
Roga-se ao I!lm. Sr. Ignacio V.era de Mello, *
trivio ca cidade de N'aiarelb desta provincia.
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a oncuir
aq;fc!e o ocio qne V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terceira cbamada deste jornal, em os
de .Vzembro prozimo passado, e depois para ja-
weko, passon a (vereiro e abri!, e cala cumprio,
e pr.r este motivo de novo chamado para dito
flm ; pois V. S. se deve lembrar que esta negocie
t- de mais da oilo annos, e quanao o senhor eo
riho se achava no es nesta cidade
Prcisa-se de u:ii moltque da idade de l a
13 annos, para ca a do familia : na ra do Impe-
rador, n. 63, 1 andar, das 10 horas da manhaa,
as I da tarde.
Evadi-se dejde o 1* de juiMj prximo pas-
sado o escravo Quirino, cabra escuro, mano ladi-
no, natural do senao dasta provincia, estar re-
galar, cheio do corpo. pernas grossas e cabellu-
das, usa as eticas arrega?idas e gorro da palha,
sera aba.', faham-lhe uns denles na frente, tem o
cabello rasio estralo, a falla risooba, idade 33
annos pouco mais oa menos, tem maita barba,
porm (ra-la rapada e gosta de beber, pode ser
qae se tenha alugado para servico interno por sa-
ber cozinhar, e tambera sorvante depedreiro ou
de qaalqaer rbra, desconiia-se qae nao ande por
mnito longa por ter sido visto na Passagem, Casa
Forte e Beberibe : roga-se as autoridades poli-
ciaes e capites de campo ou a qaalqaer pessoa
Qae o apprehtndam e deem noticia na praea la
Independencia n. 39, qae se gratiucar.
ATTENCAO
A ojipreza de illaminacao a gaz avisa res-
pei(oanente ao publico desta cidade que
tem ftcebiilo* um grande e explendilo sor-
timento de lustres, candieiros para corre-
dotes, arandelas, e mais apparelhos para
gaz, tanto de bronze conn de vidro, dos
anais modernos e lindos padroes, es quaes
vende pelo mais razoavel pre>;o que pos-
ivel.
\< inolra para s ver a.'ii-iaj-ie no es-
eripiiio Ja companbia, roa do imperador
n. ai.___________________________
Cozinheiro
Na estrada Ja Ponte da UeWa, sasa o. 2, anles
de S. Jos, pr9ci*a-se de nm eoiinhe>ro, paga-se
*m.
O profes^oT publico Joij Lande-
lico Dorne las Cmara contina as
boras vagas (tres da tarde em dian-
te) a lecciooar particularmente pri-
meiras leitras, grammatica portu-
gueza, arivbmetici, etc. etc.
__ Rdlatrvamenle s senhoras, a cu-
~T jo ensioo se tem dedicado, propoe
| se a habilita-las para o concurso
I ao maajistei io primario, prometten-
| do-Ibes empregar todo o xelo, es-
^ forco e assiiuidade a sen alcance.
Os interessados podem entender-
se com o mesmo na do Rangel.
0iH-KBMHMtt*
SEGUROS
MARTIMOS
B
4JO\TKA FOO.
A companbia Indeanisadora, estabelecidi
aesta praca, toma segaros martimos sobre
aavios e seos carregamentos e contra fogo
em edificios, m arcador i; s e mobilias : ni
ra do Vicario n. 4, pavimento terreo.
Joaquim Jos Gon^al-
ves Beltrao
Rna do Trapiche n, 5, 1* andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco di
arabo, em Braga, obre os segnintes logare* ao
Portugal :
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Gaimaraes.
Coimbra.
Chaves.
Visco
Villa do Conde.
Arcos de Val de V.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelieao.
Lamego.
La nos.
Govilhaa.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
Vantagem para os pas de
familia.
Urna sanhora de boa moral propoe-se a ensinar
a fazer flores com perfeico, e bordados de tape-
caria, li. ni como ootros de todas as qnalidades, a
faier croch e todas as qnalidades de trabalhos de
la, tudo com delicadeza e gosto pelo diminuto
prfeo de ,') iLensaes ; tambem recebe alguma
menina, moc.i oa mucama que queira ticar pen-
sionista. Na mesma casa tambero enslna-se piano
a alguma dessas meninas que queira aprender
pois ha piano e bom mestre : trta-se no 1' andar
do sobrado do pateo do Paraizo por cima da toja
de a!raate n. 29, cando a escada no beceo
Grande hotel central
rn;i larga do Rosario nume-
ro 39.
Nesle mnito conhecido hotel se encontrara ex-
celentes quartos e salas para alugar, que otlere-
cem commnlos para familias, onde se encontra
nao so o maior asseio e limpeza.como bom servico,
banhos fros e quentes e todas as commodidades
indispensaveis vida' tudo por mdico prego. O
lugar central em que este estobelecimento est
collocadr stjficienle recommendacao para ser
concorrido.
AOS 5:000*5000
st5o venda os felizes bilhetes da lotera di
ahia. aa casa feliz do arco da Conceico, loja d
)arive.s no Recife.
Com muiti
urgencia
Precisa-se alagar urna casa terrea pequea ca
s-guintes ras : S. Francisce, Roda, Florentina.
Fiores, Cambia do Carmo : tratar ao Corredor
do B spo n. 31, sitio, na Boa-vista.
AVISO
O abaixo assignido previne ao publico de que
nesta d poderes qaelhe cooferio no substahelecimento que.
Ihe pas-ou em uma procuracao iasiau!e. rlcando
este, inhibido de fa'.er qnalqaer uso da mesma.
Quipap, 8 de jolho de 1871.
N'apoleo Marrjues Galvao.
AMA
Precisa-se de ama ama qae cozmhe
com oerfeico e seja de boa conducta:
na ra do Vigario a. 5.
CRIADO
Precisa-se de ara bom criado copem e paga-
se bem : a tratar na ra do Marque: de uiinda
n. JO.
CO>TUREIRA
No pateo do Carmo, esquina d) becco da Bom-
ba, sobrado de um andar n. 13. Coriame e fa-
zera-se com toda a perfen-ao, vestidos parase-
nhora. ________
ATTENCAO
Na nw velhi de Santa Rita n. 18 piimeiro an-
dar, enfita-?e riqnissiraas bandejas de armajoes
modernas e com bolithos fraucezes de ditferentes
qualdade?, faz-se hom bocado, pastis de au,
bolo inglez, pero da anjo, bolo france:, podim, bo-
lo do co, aletria de ovos e outros muitos anigos
proprios para presente ; tambera contrata-e jan-
tares para assigoante, todo isto por -preco mass
commodo de qne em outra qualqaer parte.
Pwrnambuco Street Kailway
& Oompanhia.
De ordem da directora desta companbia :onvi-
da se aos accionistas a realisaram ama entrada c'e
vinte por cento iO 0) sobre o valor de suas ac-
idas, ate o dia i de agosto prximo, no escripto-
rio ra do Conmereion. 8. Peroambaeo 15de
jalho de 1871.
H. H. Sait.
Aistaut Tresaurier.
A uga-se aaa preta na ra da Conceico da
Boa-vina : qoem tiver dirija-se a casa n. ti.
Imandade da Senbora da Conceico dos
Militares.
De ordem do irmio presidenta .'onviao os ir-
ji.V-? d-sta irmaadade para quo sa dignera com-
parar no respectivo consistorio no dia S3 do
eorrpole mez, pelas 10 horas d. manha, afirn de
dehbfrarera so 4 ou nao convenante conven-ao
em apoli;es da divida publica, d-s predios dos pa-
4rlmoni>s do N. Sanhora e de Sant'Aona, visto
ii i t?r reunido no 9tp 9 -lev.e me: D'jniero saf
.tVwHo d'JirmJos.
o di ii Darto /uoIt |on apprphewie-l wri bsni g/?-
#". nbrDp. 1.
Pergunta-se ao lerdo Papa Ovo
do Buique
Se ainda costuma fazer seus sambas nai noates
de :ada sabbsdo, e se ainda minda bascar presa
a.....para cantar no raesmo samba, faca lado,
porm, nao arrombe ma s i janella da casa vazia
pertencente ao tenettte Thom, pois, elle nao gos-
lou que o flze*se na noute de sabbado, 22 de ee-
tembro de 1870, se tornar a fazer, elle vnn eta
cidade,'Sompra um pente de oan, e nesta occa-
siao contar muita bravera que o Boda Cabelludo
l lera imito.
_________O oiHcial de jastia, uosador de viola
Eoupa roubada.
Do porto das canoas, jaato a ponte 4a Boa-vi.--
ta, ronbaram uma trouxa de nupa branca, qof
segua para a lavagem em Beberibe, pcrtncente
a familia doJoaqoim Goo^tlves Cascio e Pedro
GmsarMf Perelri C'co, toda mareada com o
appoL.d) <:a-,-5i ,uHm dar notiia Jese ronlo
nn rnr. de
FoUgraphia aj^ral
E
AJLERIA B n\rt IIA
DE
J. Ferrar* Vtela
Oeade o dia 7 de abril passado acha-se aberto o
aovo eetabeleciineBlo phoonptHco sito roa de
abag n. 18, esqama do piteo ik matriz. Ostraba-
hoa que desde esto, tan sabido de nos<* oficina
em feralmente fradado, sendo recebidos por
ligaos com dessrcin pelo extraordinario pro-
fresso que oWnamate tem tido a phot< graphia,
i por outros oom alegra, ver verem a provincia
dotada cosa nm estabeleenneMo digno i ella, e in-
aontesUveiiBeao o dvomm qne nesse genero
tiejepossoe : (ambeei nio es ponpamosem eonsa
lguma para onta-lo hbo ip em qae se acha, es-
perando qae o pnblico ae Peruambuco saberi
apreciar bosso estreos e recompensar nossos sa-
crificios.
CobvMmms a todas aqneUas pessoas, naeiooaet
estrangeiras que gostain das artes, oa tvereso
oeceesMUe de trjmslhos de photographia a visi-
tarem o soaso cstabeleottiento, que estar semjire
iberio e sua disposioio todos os dias desde as 7
toras da manhaa at as da tarde.
Para os trabalhos do i*otographia possalinofala
rersas aaachinaM dos ruelbores amores francezee-
Qgleses e allmemaes, cont sejam : Lerebour et
Secretan, Hermagis, Sbomaz Hoss, Voigtlander el
Sonh eWJtff. Utti mmente recebemos *es%dtaf
jjachinasi sendo uma deltas propra para tomar
obre ojtsesmo vidro 4 a 8 imagens diversas s
isoladas, eontu de* a 12 imagens diversas e
goalmente soladas, de surte que uo cas de
grande concurrencia poderemos retratar sobre
ama nica chapa at 8 pessoas diversas e isola-
las para cartSes de visita, e assim era mens de
un quarto de hora despacharaos 8 difTerenies
pessoas qae pecara cada vraa, nmaduzia de cartoes
sais oo aseos, com os seos retratos smente, oo
mu grupo com outras.
Eucar rogamos-nos exclneivamente da di recelo
i feitara dos trabalhos de photographia dei-
tando apnela e talentos do distincto pintor
Ulemio, o Sr.
Jorge A. Roth
trabalhos de pintora, a aqnarela, a oleo, s a
pastal
O Sr. Rom acha-se ligado a nossa empresa por
ama escripuira publica, e at o presente tem-se
lesvellado na execucao de seas trabalhos.
No nossoestabelecimento acham-se exposlos on-
;ros trabalhos imjiortanti s do Sr. Roth, tanto em
niniatnras i aquarella como i oleo, retratos i
)leo, quadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tomamos encommeudas de retratos oleo at o
lamnho natural, assim como de quadros sacros
ara ornamentado de igreias ou eapeltas. Tam-
am aceitamos encommendas de quadros histor-
eos.
Asseguramos que os preces dos diversos tra-
)alhos da nossa casa sao mnt rasoaveis.
urt5es de visita nao coloridos i 1 DUZIA
1ARTOHS >E VISITA COM 0 COLORDO AO NATO-
RAL A 16)9000 A DCZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
l 20*000 cada nm, indo convenientemente en-
caixilbado em moldura doarada e regalando o
insto da pessoa retratada de 3 & pollegadas e
odo o quadro palmo e meio de tamanho.
Jolgamos que bastarlo os precios cima para
iarmos idea da bai;.*,csa dos trabalhos do nosse
istablecimento, qoanto sua perfeico cada nm
renha jnlgar por seas proprios olhos.
As memores horas para se tirarem retratos no
aosso estabelecimento sao das 8 horas da manhaa
} da tarde; entretanto de uma hora s S da tarde
im casos especiaes pode-se tambem retratar qnal-
luer pessoa.
Nos dias de chnva, oa por lempo sombro po-
temos retratar, e asseguramos que esses das sac
>s mais favoraveis aos trabalhos de photographia
pela decora e persistencia da luz, e per termos o
iosso terrajo construido com taes proporeOes t
nelhoramentos, qne arada chovendo jorros ne-
hnm inconveniente "ha para fazer-se bellos re-
ratos.
41 BIJA DO BARIO DA VICTORIA 41
irmiTHi laan nm DE 4im r.ftnxn \
Neata novo armazean tem nm
variado sortimento de rateadas
ranceaj, inginas, alleaSas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
nova armazem.
Caaemtras inglexaa,
,'rancezas, de todas as
fualidades, brins de
edrea e brancos, colei-
riiibos modernos, cba-
peos de sol de seda,
bt.
ARRUDA IRMAOS.
KUA
Bar da Victoria
aalifa raa
NOVA
..
Assim como tem orna graDder
oficina de alfaiate, montad oom
todos os preparos qne ha da aaelbor,
dirigida por babeis artistas, qne
pela sea promptidlo e perfei?lo
nada deijam a desejar.
Ronp de todos os-
amachos para boment
meninos.
Por todos os paqot)
tes recebem-se u sne-
Ihores- e mais moder-
nas casemiras qne ba>
na Europa.
RA
Di
Har da vletforie
istifi rva
NOVA
N. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer nma reforma radical em acceio, artistas e commodos, e em pontnalidade as encenv
aendas, finalmente em tudo afim de melhor servir oa seas numerosos freguezes deia-se de annuociar todas as fazendas, par
lio se tornar massante
LIQUIDACAO
Da mais importante fabrica de ch pos deso o imperio Ra do Barao da Victoria d. 23
O dono daquelle estabelecimento resolvea-se para acabar mais depressa em vnder os productos da saa fabrica pelos pro-
cos segnintes:
Chapeos de sol de seda para senhoras e meninas a...................... yAQOO em duzia descont de 15 7
Ditos de ditos a balso a............................................ 6(X>00 dem idrm.
Ditos, ditos e ditos finos a......................................... 80OO dem idem.
Ditos, ditos e ditos, de marfim...................................... 100000 idem idem.
Ditos, ditos e ditos, para homem................................... 100000 idem idem. .
Ditos, ditos e ditos.'.............................................. 110000 idem idem.
Ditos, ditos e ditos de patagn...................................... 150000 idem idem.
D.toj, ditos, ditos de ditos................... .................... 160000 idem idem.
Ditos, ditos e ditos cabo de marfim.......i.............. ........... 170000 idem idem.
Ditos, ditos, ditjs e ditos......................................... 80000 idem idem.
Ditos de alpaca muito superior............ ......................... 40000 idem idem.
Ditos de merino.................................................. 60000 idem idem.
Ditos d'esgoilo................................................... 60.00 idem idem.
Ditos d'algodo para homens e senhoras............ ................. 0000 idem 25 %
RMEMO" INFALLIVEL
Para as gezOe*, febres intermitteritep, remitientes e biliosas
DESGOBERTO E PREPARADO PELO CELEBRE MEDICO E CHIM1CO


Nesta poderosa e impagaVel preparado,
nao entra quina, arsnico e nem bisroutho.
, Este maravilloso remedio tnicamente
composto de um s producto vegetal, e
esse mesmo descoubecido at boje scien-
ca chimica.
As sez5es, febres intermitientes, remit-
ientes, biliosas e perniciosa inflammatoria,
Custodio Jos Alves Guimares, nico i-ocio ge-
rente da casa commercial de Guimares, Fontes
k C, desta praca, previne quem interessar pos-
a, que esta promovendo a dissolui-o da mesma ,
irma, e entrar era seguida aa respectiva liqni-, tod.aJs l?ndo sua or|gem Da mesma causa.e
dago ; sendo qae nao ha letras pelas quaes esteja produzindo OS mesmos effeitos, porm em
i arma re>ponsave!, e nm o annunciame as pre- grao differente de intensidade.Tiecessitam
(ende firmar durante a mesma d.ssolucao e limi- d mesmo lralamentO. A causa acha-se
' **__________________________________nos eflluvios contagiosos que se despren-
Na ra de S. Bom Jess das C loulas dem da vegetacati corrompida, dos panta-
gnndo esfrjo como nb primeiro. Depois
segu o desmaio e prostrafio que natural-
mente succede s grandes agitagoas e o
insiincto do nosso organismo o Lz abando-
nar a tentativa at que, recobradas as te-
cas, renova no ontro dia a lula desespera-
u. 42, lava-se e engomina-se cum assein e nos e das aguas encharcadas. E' um ve- da. Succede 1 pois o desassocego, grande
DR. J. C. AYER
da superficie do corpo ; eis a causa "o
periodo fri.
A febre cauada pela reacio, quiodo
o sangue abandona os excretorios internos
e arroja-se superficie, como n'um oairo
esforco vilenlo para expulsar o veneno
atravz do oalro excretorio chamado pelle;
tSo pouco consegue a natnreza neste se- j esta molestia, deve destruir este veneno uo
lestia, os accessos comino,! ) a repet- ^*-
com uma regularidade correspond ti;
seu typ', e com nma violencia p;oi>:iriii>-
nal inlensidade do veneno, a.:iih'* pela resistenciaconstitocional, ou metci ',
que se he opponha. E' evidente, p i-
que qualquer remedio destinado a cur i
perfei?3o ; mais barato do que
qualquer parte.
AU
Umca caa neste genero
H-.-Rea Esireila do Rosario-14
Compra e vende roupa fi'it;
tiova e velha, objeclos e
cosinha e de mesa, e
tudo que perteti-
BrtllISH HOSPITAL. 1
rbe Treasurer wonld thank the merchanls hol-
ding lees belongine to t'nis iastitulion to send ame
to n 38. ra do '"^mmercio.________________ I
Farinha ds mandioca
Saceos grandes e de boa qualidade, e preso o
mais barato pomtcI para fechar comas: na ra
do Vigario n. 27, escriptorio de Jos Joaquim'' Li-
ma EniriJ ; e para ver no> trapiches da compa-.
oh a Fonte.
<;m outra neno subli issirao e insidioso que se absur-
i ve pelos p..lines e penetra no sanguo, de
, sorle que a molestia s vezes accumula se
por muito tempo no syslema antes de fa-
zer sentir se.
Este veneno efluvial, que o sangne re-
: cebe pelos pulmoes, opera as sezo3s da
maneira seguinle : sua intensa irritagD no
systema faz encerrar todo o sangeo
cor^o nos excretarlos internos,o ligado,
os rins, o pncreas, o bafo, o estimago e
os pulmes,aiguns dos quaes ou todos
e'les sj amontoados do sangue retirado
calor na snpenicie do corpo, a pelle e o
semblante, iniiadps, terriveis dores de
cabera, oppressao a latidos as. foates,
pulso che'i ourina muito coradi e
s le iatensa: eis > periodo de alor. De-
pois da algn ;i :u)j (j ie varia g ral.nen-
te da ki : i '0 horas), uma trausprra
c3u copiosa ** por lodo o corpa.
Estas syipto;n::i violentos pissam e dei-
xam s>mr:nie ama sensar;5o da prostragSo
completa, se pa o ataque n5o tem fo-to
algum mal orgnico. Sanio se tonar al-
gum remedio deqoado pira curara mo-
Veiiik- e em t\\ ashuticase drogaras do imperio
W. R. Cassels C
Agentes geraes.
sangue, ou arroj-lo fura delle. Coro
grandes e pomposos anuuncios tem-se ofe-
reriJo muios remeilios para 3 cura oeste?
roolestiaf, porm ou nao tem sido bascante
ellicazes ou teem produzilo Vftitos preju-
diciaes a saAda em geral. A quina, ai./.
que sej;t o grande recurso, em que o povn
quasi em geral mabr confianga tem, pro-
da militas vezes elleitos desastrosos, e to-
mada em grande quantidadd semprepro
judicinsa sa 1a geral. preparafo qut
aqui olTereem-is a)publico, n3o conten,'
ora si n nhum t dassas substancias iojario-
sas, por -er nicamente ocgc'al. p omett-,
se f/ e.npregala segando as direcci na
lingnx pjrtugnesa, qa acompsnna cada
frasco: estimular 03 grandes excretorias
intimo?ofigado, o bago e os rins a.se-
parar do sangue o veneno oensivo e'ar-
roja-lo de- corpo.
A' ra Direta dos Afogados, contiguo a ponte,
asaba de ser construido um lindo predio todo a
moderna, ornado de figuras e a frente guarnecida
de azulejos est todo murado, tendo um grande
porto de ferro ao lado e gradiamento por cima do
muro, tendo mais nm portao que d para a esta-
cao da nha frrea, alem de?sa commodidades
tem mais uro grande terreno com 400 palmos de
<;omprimento e 100 de largo, todo murado para
um expeliente jardim, e a fundo um caes que
delta para a liona frrea As commodidades in-
ternas do andar terreo, aim de ser toda canalisa-
da a gaz .a > as segnintes: 3 grandes salas i
grandes alcovas e i quarto, cozioha fra, sala para
eogommar, qnarto para ciisdo, cocheira para um
carro ; no !" andar, alm do oao, 2 sala, 1 ga-
binete, 2 alcovas, 1 quarto para despensa eum
grande terrajo com 80 palmos de comprimen.o,
todo cercado de grade de ferro qaa traz toda ci-
dade do rteaife e o mar de baixo da vista ; a easa
toa cercada de .mellas e portas envidraeadas,
3ue contara se 20 ao todo, Miando o caes a borda
a camba que divide com a estrada de ferro, on-
da se "ma hanhos salgados e ebegara canoas : a
tratar na l<"ja de jilas, Corar) do Ouro, ra do
Cabog.
Os hirdeirui do finado capit) Manoel Pere-
fi Monteiro, genro do finado Bernardo, proprieta-
rio do enroad Podobal ua /"reguezia de Pao d'A-
Mota d.\ ^.1*1* narte do dito en-
r-nlio, ttndo palies iguaes t-m dn4 os beneficios,
faz -ai scirnte ao publico que v por t0000 jonforme as condeses id* negocio,
vU^i que ha muitos annos no inventario d Broardo oi avalia-Jo por 31.000/ : a tratar ob
\4i* I-benx, caes 58 le Wjvembr n. 32.
i GRANDE
S reducalo de juros
0 abaixo assignado estabelecido
I com casa de penbores travessa
SI da ra das Gruzes n. 2, resolveu
MI reformar a tabella dos juros das
i lran*acr,5os efectuadas em sua ca-
rg sa, desta data em dianle, assegu-
* rando a todas as pessoas que, alm
I da garanta qne offerece seu esta-
^ bePecimenlo, acredita qoe todos
i Qcar3o contentes com o mdico pre-
1 mi que pagaro, sem terem em
E risco suas preciosidades, dadas as
( vezesa agiotas simulados, que as
vendem no fim do prazo ajustado,
sem riais formalidade alguma.
Ainda mais as pessoas que ti ve-
rem cntelas vencidas e quizerem i
evitar que seos objectos sejam ven- S
didosemleilo,venhamrefrmalas
qoanto antes, qoe aproveilar3o lam- Mi
i-em da redcelo dos joros da data 0j|
da reforma em vant.
Recite 10 de jolbo de 1871.
Julio Isaac.
[mmm-mummmmmmmm
Al uga-se
a i'a da frente, alcova e mais alguns qnarlos o
; terceiro andar do sobrado n. 28. ma do Qaeimad
i do : tratar na loja.
Alugaoi-aoos pnmeiros auiares dos sobra-
das da ra do Rangel u. 4t eda ra da Santa Hita
v ?S: ir*'r n-> ra do Qnimad n 2 ^__^
Aluga-s .1 Io an *r do ronrado 11. i da ra
dos Martyrios : a tratar oa ru Seto de Sc;ombro
numero i.
COMPRAS.
1
Pechincha
Cmipra-se no armazem da
ito da seewtaria da pocia.
Bolla Amar-:.; no
S
I COMPRASE
frascos vasios da tintura japoneza, e paga se 80
rs cada um : i roa Duque de Caxias n. 50, e
Marqoez de O'ipda n. 31.__________________
!" Poi tO
'-,-Cempra-se am porio de ferro, sendo ja uado,
tendo 10 palmo* 39 largura : a tratar na roa da
Impera triz rr. 60._________________________
Compra-se Jabyrhinto
Quem tiver para vender lencos de labyrintbot
soalba para aliar, ^rade para vestido, frochas en
ote, de no t mcHd bem feito labynntbo, dirija-se
erua do Imptrad<>; n. 63, 2* andar.
VrNDAS.
Sedas do cores de lindos glos e de bonitas efe-
res a 2 o covado : na loja dos arco) raa Pri-
meiro de Marco n 2t A antiga do flrespo.
Derveja eui haml, de u-
perior Qm,Wdft
Vende-e em casa de S. V. ih-tcn A C, TW
da Senzala-nova n. %.
Veode-se a taberna do pate. do Te jj n. 68:
a tratar aa mesma. -
Aluga--! a jasa n. 8 da ra do Ja^mim
tratar na ra li Anrjra u. o0.
Seis lindos anntis com pedras de brilbao-
les, a precos .nodiecs; Vr-ndf m-se na raa do
Crespo n. 7. ioia d Ga lo Vigilante.______
V-rade-se um c? vallo rulaOu, grandn e gor-
do de bonita e etar aw-tnraad > na rna dn Cotnvello n. io.
--------------------a-,.------------------1 i ----------------
YVod-se o pejueso sobrado de 2 audares
a ma da H>km i-ce na ra d. Ira-
(h.- Di.iTip i- t;ia) n. 2 andar.
Wllld--
Cozinheiro-
Preisj'se' da nm eozinbetro : na ra do Livra- se ao eogent:) Begoahypa. de Ci
i u. 2?, lija -d fatendas. MoHbeci c.->m qaem tratar.
sa iiiii.ojtiaiu iBiieuu par sb luVall-
frejar djjw mil
lad^B^^^fl
;ae n pre
. lar um oujseniu, eafrejar
pes, o qu -vargeo
DE
maral Nabuoc ^C.
Neste esisbelerimentr vende-r- n*a? da sedo1
com borracha par pssttai a'eiadas de erysip. -
la, eamhraia tfctorii mnuo fina, *MW!t SMraaa .
cintos de rores muito nvwiiira, techis bardado*.,-
perfamapas de divi>rs^t fabricantes o ehararr rj^
Havana e da Babia de divejsas mareas : na ru-
do arao da Victoria n. a, amiga roa Nova. Vorv-
de-se umbem clheros de metal dn principe Rna
para eha, sopa e arroz, conchas para asmar ,
sopa, cartas para jogo douradas fiaaa.
INSIGNIAS
Vlaqonicas
No Bazar Victoria, ra do Sarao da Vkv
amiga ra Nova o. 2) vendo-s insignias macn*
oas Je diverso grao?, prinirrosanmaio bordH;r
a juro.
Para cftbfoa.
O uau l.i de meiho: oiitc genero ai-a'ja d. ro'
ceber o Bai-r Victir Uarao da Vck/r*
(antiga rna Nova n. 2). ai d nitim.i nula, pn-
parado-; eoe> g-> ipadt oltimam
Paris. s
Veoda so a txh rn,- da Cootji
0. i, proprl -os f\ir>-
em riio


b ..rio s
IX)
CYSH
64 RIJA DA MATRIZ \ 64
DE
FIGUEIREDO & LOPES.
Os proprietarios deste novo estabelecimento. certos de que o meio de adquenr
numerosa freguexia vender barato, servir bem e havar sincendadade nos tratos, nSo
nos afaslamos deste caminbo paru bem c>rresp>nder ao favor'que nossos numerosos
fregoezes dos tem dispensado.
Como ainda tem is algamas fazeodas das primeiras compras, resolvemos fazer
redoro em algamas deltas, para o que chamamos a altencSo do respeitavel publica:
Capeilas muri liadas para noivas, pelo
barato prego de 3J e 34500 rs.
roupelnas de eres e brancas multo
liodas.
Cimisas de meia a 93000 a dozia, pe-
chincha.
Gambraias de cores.
Temos o melhor e mais linio sortimeno
de cambraia de cores a 300 360 rs. o
metro.
MEIAS,
Recebemos meias tntiiio finas tanto para
senhnras orno para homens, meninos e
meninas.
Chapeos de *cl.
Recebemos chapeos de sol com -cabo de
par. raarfina que vendemos por 135 8#000, di-
Cambraia para -cort nados a 100 pe?al0, e caD8 de en,,, <$#, u$ e i44000.
cena 20 varas. Crtes de cambraia e cor imito lindos
Dita Victoria 9Etins;e grosdenaples de cores.
Temos para todos os precos e qualidades.
Grosdenaple preto.
Recebemos novo sortimeno e vendemos
por manos do qoeoutro qoalqaer.
L3as Saboy*.
Ainda temos nm resto desta linda faten-
da 0 para acabar vendemos por too rs.
C"res a Minerva
Ainda lemns alguns destes lindos cortes
coa listras de seda, com 19 oovados, par
cebar vendemos por 204.
' Cortinados.
Recebemos novo aortimento e vendeows
por J. 95, 124, 164, 184 224, c*8
* varas e meia.
Dita suissa transparente muito fina.
ORGANDYS BRANCO
Temos reoebido novos organd de
44900 rs., ditos de 64 e$4000, este ulti-
mo tem liseras assetioadas.
Es pa ilbos
no, tem 18 covados per 8#000.
BASQUINAS.
Recebemos basquinas de sea ricamente
enfeitadas que vendemos por baratissimp-
preco.
Vestiarios para mecios.
Recbeme vvesinarios de fust3o moito
Recebemos novo sortimeno de eapartilhos tem enfeitados qoe vendemos por 44500*
inglezea mailo grandes, s5o de Iuki. $ft.t fil braceo "bordado awito fino, dito
Vestuarios para beptisados, oordados -com salpicos dito preto com -lpicos liso,
maito lindos a 106000, barato. Cambraia absrt a imitado de crocit de
Camisas francezas, inglezas e uissas de cores e bravea.
BRINS.
Recebemos -o superior-irira de Angela,
dito pardo pura todos os precos, ganga fnn-
24 at 4SO0 rs., ditas bordadas-fuuito finas
de 84 ate 104000.
MECBJANA.
E' orna fazenda branca maitoiinda e fina cezaa 5u0 rs. o covado,- superior.
para vestidos de seotioras, tem a peca 30 Pannos finos.
jardas e custa 184 e 224000. | Temos pannos pret s-finos de 34oOOat
Panno abretanhart* largo e bom. peca e 64300 rs.
20 varas a 1(4
Recebemos casemiras de cores para 34
at 34500 *s. o covado.
CHITAS
O Cysne't-em o mais lindo surtimeato de
chitas para todos os precos e qualidades.
Baregescom lisiras de setim com lindos
padrees c .muito modernos.
Creones claros com lindos padrees e
. TAPETES.
Recebemos novo soriimenU o vemietoos
muito barato.
Temos grande sortimento de sai as bar-
dadas e vendem-s muito baraio.
GRTES DE LA A SIMIRAMES
E' nma linda fazenda com os enfekes
correspondentes, -guarnecida a saia com cores (isas pelo baralis-simo preco 440 rs.
jma franja de seda na barra, vende-se o covado.
por'404OOO. Luvas frescas de pellica para horneas e
Cortes de cantbraia branca aberta, -bor- senhoras do acreditado-fabrrante Jouvin.
dadas muito lindos, vendem-se por menos Faten.das para luto vendemos por monos
do qui tm outra paarte. que em 1 tra qua'quer par.e.
Dtos bordados na barra, de cambraia Apaeas, cnidos, priacezas, bombasinas
:ransp3rente, por 84000, muito barato cambraii prela, te. etc.
Deixarros de annunciar militas outras fazendas por nao se tornar extenso e-cn-
adonho aos nossos fregoezes.
Ra 'Ja Ioiperatriz u. 64.
H
COFRES DE FERRO
FOUS i FERRO
Estes artigoa acham-se a venda
em casa dos importadores
Shaw, Hawkbs A C,
ROA DA CRUZ N. 4.
HYDROLEO LITH0TR1PT1C0
AXTI KHKIJMATICtl E OTTOSO
ESSENCIALMGNTE EFF1CAZ E 1NFALLIVEL EM DESTRUIR AS AREIAS E
EVITAR A SA FORMACO
Guiados pelas indicacees de moitos abalisados chimicos, e mdicos distinclos, que
se (ieram ao estado e averigoac3o das cansas qne prodnzem os padecimentos de rhtu-
metiemn, goUa,>areia$ dusrhins, bexiga, figade, e d'outras visceras; e aos ensaios dos
meios propriospara cural-os, ebegamos a obler nm remedio, qoe nunca desdisse a sna
actividade contra os ditos padecimentos.
NSo nicamente baseado em tbeorias qne tanto avaarcamos, mas sim nes satis
factorios resoltados obtidos da sua applicacio, as innmeras experieoc'xas, qoe com elle
fraemos ; e desle modo, seguros de seos beneficios effeitos, afbotamente o recommenda-
nws s pesseas qne soBram algumas das molestias cima ditas, on de algons ootros pa-
decimentos do appareko urinario, taes cono o diabtico, glycosorico albominnrico
ele.
Escusado seria observar que se nao pode designar na numero determinado de dses
de um medicamento para corar todos os individuos qoe padecam da mesma molestia ;
pois que aura est dependente de diversas circumstancias, inherentes dispositjo na-
tr.ral ou compleii;3o, de cada nm deiles ; mas comtodo, certo qne o kgdroleo lyiho-
trptico (mu rheumatko e gottoso prodez-sempre acora desejada, qnndo se persista em
toma lo o lempo preciso para obte-la; devendo ler-se em vista qoe quanto mais invete
rado est o mal mais se deve insistir na applicaca'o do remedio.
Pdenos tambem affiancar qne, por tiais continuado qoe seja, o uso deste reme-
dio nao causa desarri-njo algem as vas digestivas, mas antes, pela propriedade eminen-
temente tnica, que lambem pos-sue, fortifica o estomago, torna mais facis as digesies
e, n3o poocas vezes, tem feito desapparecer diarrhea, que eram entretidas pela debili-
dade geral do apparelbo digestivo,
MODO DE USAR.
Tomam-5e do lheres de sopa, em agua assucarada, leke, cha ou caf com leite, e mesmo sen misto
ra algumi, na occasi3o do almoco, e outras ao principiar a jantar.
No quinto ou sexto dia e segnintes. tomam-se do mesmo mododit), Ires coiberes
de cada vez.
-Se as ourinas da pes-oa doente depositam grande porco de areias ; se as dores
nepbri4icas, rheumaticas ou gottosas siii* constantes-; em fim, se os padecimentos sao
fortes, tomar-se-bo quatro coloeres de cada vez, ou tres vezes no dia, a tres coiberes
de cada nma.
guando as areias, ou outres padecimentos, tem diminuido, torna-se as primeiras
dacs.
Pelo uso ioifydroleo Uikotriptdoc v3o sendo mais raros o appareciraenlo das areias,
s dores nepbrilicas, rhenmaticase gottosas at quede todo desapparecem : neste p mto
pode dispensar-seo remedio : til, porra, como preventivo, tomar cada semana nma
ou duas dses delle.
Pelo que respeita alimentacSo, deve ella ser regu'a'la de modo que nao sobrecar-
regoe o estomago, e em quantidade- tal que possa ser fcilmente digerida.
A aielbor bebida sem dnvida, a agua pura, mas tambem se pede usar de vicho
simple* ou pouco Icoolico. De ce/eja e vinhos fortes, poncas vezes.
Sobre ludo oque muito recoramendamos, grande extrcicio.em/ad/jj'fl, pois que
elle muito cootribue para a rapidez da cura.
N. B. Depoisde tirar-?e do frasco a oorcao^qne S3 vai tomar, deve baver o maior
cuidado em o arroliiar immediatamente.
Tnico deposito em Pernambuco
Pbarmacia americana de Ferreira llaia & C. ra do Doque de Caitas n. 57, Can-
tiga do Oaeimado.)
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?*aB;a e vio om proeso'maii permito < qoe ai-
mja e tal forma awisfazer pxfgeitdM mais
ert da wcriptoraao. 1
A na fldr ( fcndiisima e Dio prc-isa de coiiU-
do algara para e tooservar do ntei Kempre
jora a mnia rflr, tt m borr:t, erftU*. holr ra ?om
Wm eta mareltaj inherenies lod a lilas
t afora coshecidaf, ainda mimo d< mejore.-
autores eitraseeiro.
.^ntretado, cue Pmave' producto ui i'ua as
peonas d m, nn\>* p*|> eonirarin, a penaa
adqnire ara Ta: donrad.t ..-, n-aita jilerec-
sao'9, a5 r^HTTwtoM.
rta tinta, nao sondo especialmente para eopiar,
fomtojlo dns,tr, on mais copias um n i
Jepis de escripia ; e preciso, porni, .leixar-llw
o p!p*l bera molhado m o enxngar cnoi o mau-
ror.-So, porqoe nao hj ori't,) de borrar. Para m
lira- ma de P*r,a copia, nao se apj!f,merara lan-
taa routjn v*-9 com o originar tirar nma tanta* ,janus
idefej*m, ten que origina flrau9 preciado
h extra?M.
Dearra aqai dizer qa, para wpisr impati
fflai'3 in'.elligi?D?ia e hibilidade, sera aq04aia-
mor tinta nao lalnf*/, e > e.lelu> xe rm^ire
tntr a tinta, TaemalU fue \am aeos
CQlfSr tem.
A iupia coalidade desta tipts utUamaoMota
apriaveJ, pih qoe Tila qae en qaalquer es-
baja raals o qu urna Jim par os *
yer :-.g itere.
lo, ni) ha a
rr a i tinta t*noi< -
cripta eofTre o choque de cidos tbrtiwnvi, ??m
se decompr; ora, se os a cutos nao tem ac;o so-
bre ella, muito menos aac;ia d'i to-Jipo apode
destruir; Nao ? ao commereio que este meo. producto
veio s.->r ulil : os proesnores doi cotlegi', iovsll-
gaud) todos 0S4MM para o adiamantento das
HH di'eipulos, tni ,)';i"nvado -?3ta '.inta qne
com razio a acbaram apU ura desenvolver a
rosto nos edcand"?, aro conseqnencia dabeleza
da cor e facilidade de correr na peqn ma pe! *oi
llquidiz. Hi ev (i.; d. :.-iao.;.'- que tavia
muito tcmp'i tinharn ama repognan-i* firemjl
para 3 e#eri{:ta, logo -aa :"i admitiida esa tintv
no coliegio, apoiterou-ss deMai a inri Ito
gario, e ponco teiiipo dspoia d en adiali^anMotd
era manite8t>i.
E1I.1 tint.i, o par '.le Un US .amalen?, teco um
nnico ir.convenija! deteriora-e ao cania;ti, de
oatra iHilqo?r; c :" .ti pois ti- Ja "-m liDetno
iaanlM do menor rlslnmbre do nntra iin. eevjJ
tareaereTar coma peona soja de orna preparacao
diiTcrenm e meompativel; verificanijito, nSo ha
raro para ?e uar de lima que na.) r":;. '. VIO-
LETA FXTHA-FI.VA DE MliNTSIUO.
Observapao,
Diversas faUificjQoe? 1 aem^lhanjas ;*m apos-
recliio, coji durabilida-ie dovidosa. Os Sr.
comprichjref pilera evitar o engan dirigindo-se
a tM! .'Ir^iw ,40 a !nta q-io en
fabrico
A G, Afrnleirc.
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3o finalmente chegadas a-osla pra$a pela segunda vez as verdadoiras preparaceo.-
do Dr. Badwat & C. de New-York.
Depois de alguns anno?, em qoe ?8 falsificacoes de Haroborgo e mesmo de-New-
York liveram entrada neste mercado, aproveitando-se do bem merecido conceito qot
estes remedios haviam alcancado por seos maravillosos effeitos consegoiram ictroduzir
:-e, 'udindo o publico ocaoio, com nma redcelo de preco, nullificando o verdadein
mrito destas admiraveis preparaces, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
do-as com soos nolios effeitos, Iembrou-se o autor de fazer a declaraco abaixo, e ;
dar diplomas aos q ie ven 'erein os seos legtimos preparados.
Previnase o respeitavel poblico de qne aa verdadeiras preparaces do Dr. Ra-
o-wat s se vendem nos depsitos cima declaradps e trazem om rotulo igual ao dest<
Mfflohcio.
Nos abaiso assigoado?, declaramos e oertiQcataos, que os Srs. Raymnndo Carlos Lei-
te 4 IrmSo, da cidadedo Rio de Janeiro, no imperio dj Brasil, s3o os nossos agente*
geraes, pela \eoda de nossos remedios, taolono dito imperio como no reino de Porte
gal. Noticiamos ao publico, qne n3o se podem obter os remedios do Dr. Radway AC
(e qoe s3o preparados un laboratorio do mesmo doutor na cidade de New-York no
Estados-Unidos), sens-.i das pescas que podem produzir a presente cerlificfto e ;ltes
tacSo e que a produjera, subscripta e ass.g&ada do Dr. Radway & C. e dos Srs Ray
mundo Carlos Leite & IrmSo como ao p. Todos a cada nm dos remedios do Dr. Ra-
dway < C. aSo acompanbados de cdulas semelhantes as que parecem ao p desta cer-
tificado.
Examine-se bero a assignatura da firma "do Dr. Radway & C. ao p da present
gerAificacSoJe compare-se com o fac-simile as cdulas com todoa os frascos e caix'iil.as
RAnwAY A C.
ftRiXDE
gelad
rete,
acta
prfcjos muito commotUs
spguirltes objctos:
a saber :
.lada [Ma pudlns, eiupada",
! -' ditas de pi-tanha para wr-
tiQ- '. ; lambem ha ama
de tpre : pertences pira fabrico do araen-
s-**. cobro ;.r:-.pfi,H para conWta
na rua'JTrjr-.rtufs u. i:), iuje Daqne de fiaxiai
Em Y.rrka* Je j pr^n mi)n ,.om.
jue em.votr !pia|.jur p
qo armajens le Ta?; k C.
'atiaba
? i
rardi
anrjar,
si:
Na rua do Crespo n 20.
' Cilas do nma s cor propria para u prsp, ."Or
d :\?rrx o cor de ganga, muiui luidas a !G0 o 300
r?. o covalo : Batoja de Guilhras Lmelro da
i'.iinha. __________________
(jurii tapida e radical djfi
coi os
pila pomada Galopean
! Eja T>jma*'!" &> oona i
do as pesjoas qoe dlra km M50 uc, acabo de
|ph?gar pura o tea depisito espsci:
i A
1 Pharmacia e drogara
DE
mea d- C rui lrga
raer) 31-
FAZENDAS BARATAS
NA
LOJA DO PAPAGMO
A' rua da Imperatriz n. 40, esquina do becco
dos Ferreiros
DE
MENDES a CARVALHO
O oovos propritlari a deste bem couhecido estabelecimento, atwm aos tcvt
numerosos f>egnezes e com especialidade s excellenlissimas familia', que acaban de
receber um novo sortimeno de fazendas modernas e de esmerado gostn, de sed?, 6a,
linbo e algodao, que vender3o mais barato que qualqner outro estele cimento; a&si*
como veodero as J existeolea pelo maior preco que encontraren!, para n3o accownl-
reru as antigs com as modernas. Purtanto, previnem s excellenlissimas familias antpo-
da economa domestica que aproveitem a ocas5o de, com pequeno di.*pendi po<>;
rem.refizer->e de qualqner fazenda qne precisen.
Declaramos (S precos de algomas f?zendas, para prov^r o qne dizemo.*.
Madapoloes de i, 5, 8, 7 e at 100000 a peca.
Algod3ozinho de 20500 a 80000 a peca.
Chita a 160 rs. o covado.
Corles de chita para vestidos a 10600.
Uazinhas de diJI-rentes qnalidades de 320 a 300 ri o covadi.
Corles de percalas com 14 covados a 50000.
Dit)S de cassas, padrOes miodinbos, a 20500.
Alpacas com flores de todas as cores a 400 rs. o covado.
Chitas rxas cor de lyrio, de cor lixa, a 360 rs. o covado.
Cortes de cassas com salpicos de cor a 505CO.
Dilos de cambraia branca bordados e de salpicos a 60000.
Baldes de 13a de cores modernas a 40000.
Lencos chhizes brincos e de cores a 30 a dozia.
Ditos brancos de cassa a 20 a duzia.
Chales de oitm lisos e eslampados de 20500 a 5000",
Colchas de fostao, grandes, brancas, a 20800 e 40000.
Bramante de litili de 0500 a 20000 o metro.
Algodao enftstado liso e trancado de 40 a 10400.
Colchas de fustSo de cor de 20500 al 60000.
Brins de lioho de cor de 500 al 800 rs.
Cassas de cores do padres muidos e grados.
Baias de todas as cores a 600 rs. o covado.
Flanellas do cores a 640 rs. o covado.
Para luto
Princetas pretas a 640, 800 e 10000.
IJazinhas pretas a 440 e 500 rs. o covado. ^
Cassas pretas a 640 rs. a vara.
Chitas pretas a 300 rs. o covado.
Alpacas pretas a 5G0, 600 e 800 rs. e covado.
Bombazinas, lisa e trancada, a 10200 e I08i 0 o covado.
-Meri s tracados e de cordSo para dilferentes precos.
Outras moitas fazendas, como se jara : atoa'hados de linho e algodao, goardar^-
pos pardos e brancos, algodao enfestado li.-o trancado, bramantes de lioho e aJgod
para lences, cortinados bordados para jmilas, flanellas e damascos de t idas as crtf.
Offlcina de alfaiate na loja do Paoagaio
Almde baver nm grande sorlimento deronpa feita de ledas as qnalidades, tan:*
de brins como de casemiras, ca'cas, colletes e pahtots, ha um bonito sor tmenlo mo-
derno de CASEMIRAS de cores, proprias para a estac3o, e corles de grgnro par;
colletes.
Panos Onos pretos e azues.
Ca-emiras pretas muito finas.
Brins brancos de linho de todas as qualidades.
Ditos pardos trancados e lisos cotn listras.
Dilcs de cores de todas as qnalidades.
Seroulas francezas de linho e algodao.
Camisas francezas e inglezis, bordadas, ion p;gas, com collarinh) e m ef,
Dilas de meia de differenles precos.
Ditas de flauella, brancas e de cores, para osar por baixo.
Ditas inglezas pata meninos.
Chapeos deso de seda para 8, 10 at 190000.
Collarinhos e punhos de iiuho.
Grande sortimtnto de gravatas, mantas de seda pret e de cotes, e me "specii;
sortimento de p. pelinas de cores, dos padtoes mais modernos que km fftflo ao ma-
cado.
Fornecem-se amostras oumandam-se levar pe'os caiieiros,
^mmmmmmm-m'mmmmmmm^mmjtmmmm
ATTENCAO i

i Forte mama de nnnancarl viv o Diirio de Pcruim'-Mco cheio d. SWDCftef, vea*
: de-se uto, uniese 8(ii;!t.', e urna iuflnidade de causas t para Btaaiitfein a atticc'u dt)
reweilavel puli'ko! no entanto, os proprielrios do novo e b>'m montad j ei.bcleciineuto de
joia?, intitnladaFLOR DE OU.;!0-sito rua do Rosario larga n. 14 A tcnd.i preparado com
toda a elegancia e poMo na.> v^-m para o conceituado Dl'^o tcmasmelhoresjoiasdeouro, prata, brilhantes e mais pedraj preciosa', todo* da nHma
moda, e que vrtde mai? barato qae ero jualquer cifra pn?, se ees aaiMfsen segairesta
rotma de annunciar, diriam que esto eobipleumente sonidos de bellos adrelos, eadejaa
para relogios, arais braceletes e uoia inftiiiJade do artigas que e'.fidouho mencionar
e que roeom visia poderla o respeitawl publicoe com esnjciaJidade i-. Exaas, Sra's, 're-
quintando dito BfUbMecinaento, a =aa voniadn spreeiarem
~mmmm-m-mmmmm
BAZAR
JOS DE MU SOARES i C.
Grande exposipo
Especial sorlimento de fazendas de algodao, linho, 13a, e seda, de todj { qoali-
Jades.
Arligos da moda elegante, lano para senhor;s, een para homeos o inenin&s.
Completo scrlimento de miudezas unas.
Grande dep.silo de perfumaras dos nais afanados petfoaisias di Itarupa.
Varicdade em ohjectos de phantasia pata mimos.
Nova remesa de ricos I roa para misa cero enc.dern.;o:io de veftodo, cbara
esmaltado, e madreperola, tinto para s^rl!)oras como pora nnunas
Bello sortimtnto de lindas e modernas joias de nnrn, romo sejam': cadeits [ara
relogios, medalhSett, moios aderecos, brincos, broches, braceletes, cuitares, e Jtotoado-
ras para camisa.
R'cos e>pihos standes com moldura dourada a Miro fino.
B lias panormicas t,rncas e de cores, proprias para jvdins ecornij.3-, de C5S-
Ania c mo'temos a xen* urna belis o perfuita embarcaclki de guena, Mtttboi
da corveta S da Vandena, e urna eaixa con r a mostea de psnte scon pnnhada -;-
timbres e rulo, toonndo com a msior perfeicSo o hymio Marco Espada, Flor do CL, FnttO, l'ericlf lie, os Dragos de Vi lars. Viagec i
China.
IV. AO lina do llaro da X-'{torta \. AO
(Us><|iiina da de and Autaro).
LOJA 114 CONQUISTA
Rua do Cabusra'-n. 6
DE
ANTONIO FRANCISCO DOS SANTOS & C.
de
Este novo estabelecimento acaba de
de gosto inteiramenu novos, a saber:
n lindo soitimeiil) de popelinas
seda, 1enlios e cor.'* especia es t.
Nobreza de seda prrt e de cores.
Mftcas de core?, i!c lindos gos!'^.
Lia e seda com listas a:setic Cambra!* branca^ [.-ra t~dos o
.
mas de laa e sdn ^tracant.
. "tas (*e auci.ei pora diU.
pannos de crochet \ ara
'
Ir'cos enxfl bnp*te*du.
; chape.m echflmis para S-'t.hir,
O melhor a detejar
i m-jio prj-
i
$o-
recebor um grande sortimento is olj cio
U.:)s cortinaloi bordados para catr; e
janeii.i
Satas i o sas l>>niadas par.i sen:.
C misas bordadas am para o~.rceoi
Pr.manic do linho e algodo
l tanbag e si U i,
Cambraia de di rat.
Lencos Je canr! raia de lioli*
' '.o.ilhaios de p.inr.o de ti
baratsfim^.

imumm


J* IfcoMBDD* ~ QuiaU :eira 20 ii iuiho le Mftl.
VEIOE-SE
]Hi tus amos, ua ra da Cruz a. 8, 1*
anear, leni a * hmm* aawncawo n. 3 t *.
a mu cuben brauco
Tintura japone a.
3 uiei a?provada peta; as academias. de
i Biaatf*. t*xmh*teiit superior a toda que lem ap-
panaato M fcajfl. deposito principal ra da
Z*&* Ree o. 61. I* an lar, em
todas aa bo
A
il
LOJA E tRMIZf M
oo
PAYAO
a Nov* Eeranea!
AOBBLLOSeXO.
KsCa (aj (xwi coohcid. pela >na elegancia e
ipartiliiilii (Ir 'Tim r*"i***'* ** de receber
naaUaa *r*(?* para o qae repeilosamente*couvda
m tela stt a mita-la.aimde-comprarem aquil
io qae c*w*ai,eni para preparo? de vestidos toi-
let k (adores, e mesmo qnal<|uar objeclo para
few aVpta prieote...|poi> que SI na Nova E>pe-
raacA Reacio t/ertos, j pi-la q-wlidade e pre-
pw raaiwi, e mesmo per qne a Nova Esperan-
ce ufaii-e es nao se impacientar em dar a es-
coUkt s onecaos, prestando-se com o agrado
em i|bb c&an a receber a todos, aflm de qne
saibant cmt firme proposito de voltarem on
ima4ar a tesma luja, logo que preciseui di'
LUVAS BE PELLICA.
Atufas-as de Lisboa a Nova Esperanza para
i fa e wemn.is. sendo brancas e de
> de sa
1
NOVIO A DE.
Bwu fe qrwpare preto com branco, a Nova Ba-
ar mc> s qaem tem I 1l
Cautas para joias.
S*t G-tperMqa receben koe.3 oaixas
dalo pera guardar joias.
Filas largas para cintos.
Seca* ** de mu tas qualidades a Nova Espe-"
rasca-
Pira extinguir panos on sardas.
. !Uw. Esperance tem leite de rosas brancas.
Para Ungir cabello*.
Tfeai a !S*ra Esperanya a verdedeira tinta in-
glexi.
Par* refrescar a pefle e aformozia-la.
A Non. Esperanza ra Dnque de fox i as n. 63,
ce riadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As awtfcares, e do mais conhecido fabricante,
ma {rswet como inglez, estao exposlas venda
i rn 8a<{ae de Caxias n. 63, na Nova Espe-
nea-
Extractas, oantia, otee, sabonetes, agoas de co-
loma, ie laranja, florida e do lavande, etc., etc.,
nula saperior qcalid.-Je : vrndo-se na Nova
K ipeoaca i ra Duque de Casias n. 63.
Agora sim !.
A tova Esperanza, a ra nqne de folias n-
63, refcjfaa m lindo sortimento do iai para bor.
dar, nada aa cores mais procuradas, branca, pre-
ca, eai^rtaie etc. etc. a ta antes que se acabe 1
NA RA DA IMERATBIZ f*
FLIX PERETOAM SILVA ft C.
Os propietarios deste grande etlaalecisaeoto tend ea ser nata avu'tada porcia de
fazendj, e teado continuado a recocer por todos os vaprate navio inameosa porg3o
Jas unsmas, tem retnlvirio f.-zer orna GftAtt>E LIQUIDADO, adonde deminuir o gran-
de deposito e apirar DINHEIKO. De to*a as faxe idas qoe se vende barassimo se d3o
as amostras, ficando penhor oo ie mandam Ifcvar ea casa d-ts Ex roa. facnii'S, assim como
as pasoas que negnciaat em menor escala, o'ste esta e'ecimMto se poderSo sor.ir
pequems porgues pelos meamos preces qpe comprara as casas exportadoras.
GRANDE ARMAZEM BE VARIEDADES
EMPORIO OOMMERCIAL
16Una da Impemtriz_15
LYSSES & JRMO
Neste grande estabelecimenlo encontrar o respeitavel publico um pooco de
ludo, qo vendemos por precos muito resumidos por ser o sysiema qne adoptamos
vender barato para vender muito. e tirar-mos apenas tO 7, de locro do descont que
temos das casas importadoras; e garantimos aos nosso fregttezes qoe podemos fazeras
mesroas vantagens qoe as casas acreditadas em vender barato. As pesaoas qoe dos hon-
raren) com sua fregoezia enconirarao em nossos tratos sempre a lealdtde "e constancia
divisa deste estabeleciraenlo. Chamamos aitenfSo do respeitavel poblice para a grande
varkdade de artigos de qoe se comp5e este somptooso estabelecimento, como abaixo
se segne :
ea
Bonitas fazondas
PARA AS FESTAS
rE
iA\TO AJ1TOMI0
E 8. JoSo
CL'EGARIS PARA A L0I.1
DO -J
PAVAO
Lwt& st'-'rli as.
YaVBt-aa oe armatem de fa?endas de Anpusto
:' d Oiiwecra & C, ra lo ('.ommereio n. 42.
Uffi i t
Tasa rfada era ecos arrnawns, alm de outros
rtjos e sea nepo io regular, os seguintes, qne
>i*b ffor presos mis mdicos que em ou-
:--a cp$al WTAS de jiioho alraofadadas.
POBTSlftAS de ferro para cercas.
SAIJTttK inglei.
BSTStfijLS da India para cama e torrar salas.
CANOS de barro rancer. para esgoto.
lESStf sipemr em porcees e a contento.
GRMRSTO de todas as qualidades.
tf.CHINAS de dtiscaror alodao.
LOSAS e tn-inioes da Russia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
POfldS americanos muito bons e econmicos.
VfNfTO te Bordeaos.
(rGXA saperior de Oautier Freres.
f ARELIX) kc saeeaa granSes a 3300.
A'itA ftorida Icgirima.
vi'i;:'i-r. de eugenlio
i crean.
Cfefla, renda bam cmhecida pela sna fortidao,
rna* targts qne abitas, JMWa ronpas d escravos a
V r.<- anuo : na ras do Crespo n. 20, loja do
(k&bsrme.
Grande
Foupeilaas
CAO
de seda
rvapelioas de seda de lindos padroe o mais
modfeUM que ba chegado nn ulumo vapor, a IJSOO
o cavada, m ra d i Crespo n. 20, loja de Guilher-
raf Caroairo da Cnoha.
FUNDAS
A iharmacin americana de Fwrrciri Maia & C
jubi de rect'bi'r pelo ultimo vapor um grande
Mataaam aa raadlas, a eatn alna alaamai de
gommi dasea, as mais recommendadas pelos
rarA:<:< par* a cura das hermias: rna Daque de
Caxtai n. 7, outr'ora Queimado. ______
Una armapao
amarello.
M':i bia propria para qualqucr negocio, para
inf^raaac;: ra do Doqae de Caitas n. 13, ou-
tr'ora Crot-;i-) tambern se passa urna casa com
pacpflaa para .' (T-r.>nie-misteres de fabrico, po-
o**servir para refinacsn etc. err,___________
ALSACIANAS A i->uO
Cbegaram a9 mais liadas alsecianas sen-
do orna nova e elegaote fazenda de 15a
com bnlbantes listas de seda e ba tante
larga, para vestidos, sendo n'este genero]
o qoe esta anno tem vind de m is gosto
ao mercado, e vendase 41109 n corado
GRANADINAS JAPOEEZAS A 800 US. O COVaJK
Cbegou para a loja do Pavo esta nova
fazenda com o nome de granadinas Japobe-
zas, sendo nma booi a (azenda de la com
bonitos qnadros de seda, p opria para ves-
tidos, tendo de todas as cores, e venderse
a 8(-0 rs o covado.
ATLANTAS LAVRADAS A 800 RS. Ji COVADO
Cbegoo e-ta nova fizenda om o nome
de a'lana, sendo urna delicada faiendada
13a, pira vestidos, q ;e vende-se pelo bara-
to preco de 800 rs. o covado.
NOVAS POUPELIN.\S DE SEDA
Chegon para a U ja do Pavo om grande
sortime to das mais lindas e modernas
ponpelinas de seda, com os mais delicados
padres e -i muito pbantasia, qne vende-se
por preco mnito barato.
CAMBRAIAS BRANCAS LAVRADVSAiX
Vende-se cortas para vertidos de cam-
briii braoca labrada, sendo fazenda muio
fina, pelo barato preco de 4 cada corte,
asi-im como nm grande sortimento de ditas
lisas, lapadas e transparebtes. qne venle-se
por meos do que em outra qnalquer parte.
CAMISAS PARA INVERN
Cbegoo para a loja do Pav3o um grande
sirtimento de camisas escoras eacorpadas,
a prora d'agua, sendo propias paraaes-
taco do invern, e vende-se p>r precos
em conta.
TOALHAS ALCOCHOADAS PARA MESA A 3*500-
0 Pav3o ve; de toalbss brancas de fustso
alcochoadas, propias para mesas, sendo
bastante grandes pe'o barato pre?o de
345OO, ditas encorpadas muito grandes 7&
CHALES DE MERINO' A 2500
O Pavao vende chales de merino moito
grandes e encorpados 2>50. ditos
imiUfo de chinezei 2500, ditos preos
de renda com 4 pomas 2(500'.
CHALES PRETOS ROHDADOS
0 Pavo vende os maiores e melbores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em outra q,oalqner parte.
CAMISAS PARA HOMENS
0 Pavao vende nm grande sortimento das
melbores camisas ioglezas e francezas com
peitos da linbo para todos o presos e qua-
lidades, assim como ditas de ditos de
algodo para tedoa os precos e tamanhos,
tendo tambern para enancas, e no mesmo
estabelecimenle tambera se vende ceroulas
de linbo e algodso, tendo para ledos os
pre;os, assim como meias croas inglesa!
para homens e meninos, que lado se veade
por preco muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
0 Pavao lem c nstanternete um grande
sortimento dos melbores cortinados borda-
dos para camas e jarella, que vende-so de
s.)'.:(o at ao mais rico qne ostoma a vir
n'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, tan'.o lapadas como transpa-
rentes, proprias para o mesmo fin, eolebas
da cr.icht, damaaeo para cimas de noiva?,
e cortinas, e vender no Bazar do Pav3o.
LASINHAS BARATAS
0 Pavo tem um grande sortinento das
mais bonitas lasinbas para vest o, tendo
de todos os precos cores e qualidades.
orincip anlo da 200 rs. cara cima; porm
Cebollas novas.
em eaataa*. 'm Bordo e a retalho, mais barato do
<] Atr^o^ a I. Mtigl -rua da Praia.
GRANDE
LIQUIDACaO
ePCHTOS a ^000
Cobertores
GraaW atortorn de lia e?enroa cam peqoe-
no eVf a i : na ro do Crespo n. 20, toja 8c
GnuUenc* Cafiro da Cnnha.
VNDESE
As casas til ras, no lie eco das Barrei-
r* n. %f> e 18, l 2-vm i,
k* eaaa rnasna iravessa ds
Ob*o. n. ;i2, dita na Hav-tssn dot Patos n. t3.
A' eamsterr nosAri em Santa Tli:-
reran 13 ff 46.
A tratir oa rna da Cmt do l'ecife, arnaiem D.
Si.
Venle-s
ubnru sita ra
esaahud- le > !>'. uropna para
um priserfiante-. <\\v-m pretanJer dirjale
proteii'i d- S. P"dn'._____________________
!i0
Vende se c
: tncflR qaiaer dirija-!
eArala d
Barre*.
tan grande a quantilade que seria enfa-
que &e encarrega de execur qqalquer en-
commenda da sua arte vontade do fie
guei. e o proorielario d'este grande esta-
|oeleeaeoo e. promette servir bem a todo*
os fregoeie qoe- Ibe bonrare a soa casa.
ALGOOftOSlNHO A 3 <&*>. A.W&i.
O Pav5t> vende pecas d'ajgo45ointio de
tarto tes quaiida V ten peca, pelo barato prexo d* 3450O\ dito mui-
to largo e euro.-pado i 65000, dito o me-
Ihor qae tem vi .ido ao mercado, moito en
corpado e largo para lene es, pelo barato
preco de BSS'.K), grande pschiocba.
MADAPOLXO A 40000 E 44500
Ol\iv5o vende pecas de raadap) com
ti jardas, sendo f >zeada muito superior
pelo barato prep de 44500, dl'as com as
Otsijas jarda a 4*000, ditas fioissioaas 3
54500, 64000 74500 e 84000. pecbiocba.
MAUAPOLO FRANCEZ A 104
. O PavSo vende (ecas de finssimomada-
polo verdadeiramente francez, tendo 22
metros 00 20 varas, pelo baraiissimo preco
de 104000 peca, sendo fazenda qoe sem-
pre se veodeo 1VAOOO, e liqui la-se por
este barato preco por estar alg ^ma cousa
encbovalhada oa poe'a de fra.
ALGQDOSJRHOENFESTADO A K4 14280
O Pavao veode verdadeiro algidiosinbo
americano, tendo 7 palmos de largara e
muito encorpado, proprio para lencoes
74000 a vara, dito da mesma largura sen-
do trancado e muitoeocorpade l^O.
mAMANTES PAKA LENCOES A 2JA08 2^80034
OPavJ) veide o verdadeiro braDante de
iinho tendo 10 palmos de largura, que ape.
as precisa para tilenco! orna vara erma
quarta, pelo barato prego de 24400 vara,
dito melhor de 248 0 e 34000, tendo at
do melhor que veo ao mercado 34500
e 440OO, assim como crotones fortes para
leocoas, sendo urna encornada fazeurta fran-
ceza com 10 palmos de largara iOt- rs.
o metro, e bramante d'algodo com a mes-
ma largura 14800.
SAI AS BORDADAS A 44500 E. S4000
O Pavao vende graade pecineha em saias
brancas ricamente bordadas, tendo* cada urna
4 pannos, e vende pelo bara/o pres- 44500 e 64000, sendo fatend* qoe sempre
w n de a-se por 84 e 104000.
Eateaas para aaia 14200, 14280 1550o
O Pa>>ao vende superior fazenda- bordada
9?com prpgas proprias para saias, 514200,
14280 e 145(0 a vara, sendo preciso para
urna saia speoas 3 varas ou 3 1|2.
Jto 3000 corles de oamhraia a 20&W
0 Pjv5o vende urna grande porco de
cortes de cambraia organdys; tanto-brancas
como de cores, sendo com listrinbas de
cores t9ssidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo barato preco de 24503, cada corte,
fazenda qae vale muito mais.
Aos.2030 cortes-4b-cambraias bordadas-a 5400(
0 Pavo vende urna g-ande quanlidade
de corles de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenbos mais
lindos e mais vistosos qne ten viodo so
mercado, tanto em listras corridas como ada-
Konaes, e com muita fazenda para um ves-
tido, e liqaida-se pelo baratissimj preco de
54000, seodo fazenda de meto maior va-
lor, granda pechincba.
CAMBRAIAS
O Pavjo veade grande quanlidade de pe-
cas de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, teado de 34 a peca at- mais
tina qae vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
OPavJb vend8 cbitas largas com bonitos
desenbos e cores fixas, pelo barato preco
de 160, o covado, grande pecbincba.
LAASINHA A 160 RS. O COVADD
0 Pava a vende bonitas 13asinhas transpa-
rentes pelo birat i preco de ItiO rs. o cova-
do, pastincha na ra da ImDeratriz o. 60
CORTES DE CASSA 24500
O Pava vende bonitos cortes de cassa
franceza viudo cada um em sea papel, pelo
barato prego de 2-3500 o corte, ditos muito
lindas 35000, pecbiocba.
CASSAS FRANCEZAS A 20*S.O COVADO
O PavSo vende bonitas c para vestidos, pelo barato prego de 2!)U rs.
ocov?d-j ditas flaissimas com os desenhos
mois modernos que'iern vmdo ao mercado,
palo b>rato prego de 500 rs.
CBETONES
O Pa'So veadf finissimos crotones oscu-
ros matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barato pre;o de 640 rs. o
covao, dit03 de fl r5os, proprios pira c-
pelo
MiCHIMS PAR4
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da ra IJ va.
a. 22, nm sortimento de machinas para cos-
tura, das melbores qualidades que existe na
Amrica, das qr.aes moitas ji sae bem ce-
rtbecldae pelos seas autores, como, sejam :
Weller de Wdsoo, Grover A Buker'\ Silen-
ciosas, Weed elmperiaes e outras "\muitas
que com a vista de ver ao agradar aos com
pradores.
Estas machinas teem a vtrrtagem de fazer
o trabalbo que 30 costureiras podem faz r
diariamente e cosem com tan ti perfeicao
como as mais perfeitas costureiras. Garan-
te se a saab>a qoalidadee eusioa-se a tra-
balbar com perfeigo em menos de urna
hora, e os prego? sao tio resumidos que de-
vem agradar aos pretndanles.
lonha e s a vista oo fregacs e das amostras se Ibe
venderSo por pregos t3o cmodos que
onguen deixar de fazer um vestido de
13a por to pooco diabeiro.
ALPACAS DE CORDO A 640 R8.
O Pavo vende as mais lindas alpacas de >erta- Kendo fazen3a muito" encorpada
cord'o para vastidos e ronpas de criaogas 'nr3t0 PreC de 8"0 rs. o covado,
oelo barato trago de 6i0 rs. o covado,! B^l11'11" eneasaqnmhes a 204 25J
ditas ti'j.ssia,as coraos mais lindos lavoree a l'iv5j veade basquinas oa casaqainhos
imiacaode ara iar.as a 810 rs. o covado,.?8 seda. Prtlos ricamente enfeitados, pelo
b n:tos glaci com d-lcadas crese lus-.l,3T:'t,s-"nP PreC ,d *04 e2540?0, sendo
trosas como se la 15000 o covado, e ou- jOutlo-moleraos, assim cono ditos de ero-
tras muilas fazendas de go-to e luxo para chet e redas Pr9tas re.-ti lo, na rna da Imperairiz n. 6o.
POPELINAS
om costa, ra ra da Imperatriz n. 6-
Caitas enlranfadas paratobertas a 360 rs. corada
lores pnupelin'.s dsela para vestidos,
ma os miis molernos lovores, e outaas li-
zas com as cores mais novas qoe tem v.nio,
ven.ie-si 24''UO cada covado, assim
COITO fiel Cdas sedas de listinhas, lano
para vest los de lennoca como de meoinas,
n vende-se h 2'3U00ca^a evado.
KOPAS PAKA JiOMiNS
O Pavio t"mc"'niimlftente um grande
-: rtimento de roepa, tatito de panno como
.-i s br neo o is pn lodos o? pregos e qualidades,
i > latlqoer pega de
y |jroaipdao, para o
; ,ue se tem um perito
naade cores fixas, s?ndo fazenda moito en-
ebrpada pa'o barato prt-gofje 360 o cooadO.
E5PVRTILHOS A 4450O
0 Pavitl venda os mais modernos e mt-
Ibores. esoartilhos, tenio de lodosos ta-
manhos, pelo baralo prego de 44500
CASE&ilBAS
0 Pavie veode um elegante sortimento
do delicadas casemras ioR'ez.s, sendo to-
das de 15a e muito levesinhas, tn'o pro-
prias para homens como para criangas, e
o i tas mais encorpadas, ten lo de ama e da
duas largaras, qoe se vende o mais barato
possivol, na ra da Imperatriz n. ).

\>;-%-
Gangas de linbo para roupa de criaocas
a 420 rs. o covado, brim de linbo branco
trancado muito superior e a 14300 e
1470C rs. a vara, dito pardo de pbo a
320 e 500 rs. o covado, seroolbia rrance-
zs de eretone e de lio'bo. 148W e 24WO
r una. E ootras moitas fazendas qne
vendemos por pregos razoaveis.
Porcelanas e lencas.Delicadas
canecas de porcelana esmaltadas paco caf
84- a duzia, ditas do ditas com- frisos de
cor 64 a duzia, canecas di porcelana bran-
ca yara creme 345CO a uzia, coptohos
de porcelana branco para ovos 14200
duzia tigellas de porcelana branca para
caldo 500 rs. ditas grandes para farir.ha
a 14. buitos aparelhos de lotiga inaleza
coa froiso de cor completos para jantar,
constando de 20dsaias de pratos diversos,
2 sopeiras, 1 saladeira, 8 pratos com lam-
pa, 4. molheiras, 10 pratos travessos por
1204, ditos completas para almogo da mes-
ma lenga 114, grande sortimento de lou-
ga avotea, constando de pratos ecm lampa
sopeiras molheiras, pratos travessos pra-
t< s avelsos cOm frisos de diversos tama-
nhos, pratos com coras 24700 a duzia,
ditos pagode Chines, graBde quantidade de
tigellas pintadas de diversos tamanhos,
que se vende por mdicos
Unie iegsimenta autorisado e apsrovado
pelo conseibo de sade.
NICO DEPOSITO
em
PERNAMBCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU di C.|
34^Ra larga do Rosario34.
Crylaes e ?! ir es.Grande sorti-
mento de lindas garrafas para vioho, de
vi 1ro Bacarat a 64, 74 e 84000 par, bo-
nitas compoteiras de diversos gosloa e pre-
gos, tacas da chrytal para chrapagie ; c-
lices de vidro verde (ino> para vinbo do
Rheno a 24800 rs, a duzia, ditos d* dito
rooxo para vinbo B rdeanx a 248 O rs.
a duzia clices fidos para licor a 34500 rs.
a duzia, copos finos lapidados para agua
a 44500, *4300 e 54000 rs. a duzia, escar-
radeiras de vidro de cores a 34500 e 44 e
par, gande sortimento de globos de vidro
para candieiros, cbamins para c-ndieiros a
204 e 244000 o cento, e a 240, 320 e 400
rs cada urna, pratinbos de vidro para, copos
a 400 e 500 rs. om.
Per fumarlas. Sabonetes fiaos e
grandes a 14500, 14800 e 24400 a duzia,
Jilos ing!ezes o que ba de melhor a 24 *
duzia, ditos pequeos transparentes a 6 0
rs. a duzia, (atiaba de banba de familia a
80 e 1:0 rs. urna, 900 e 1200 rs. a. duzia,
frascos grandes com bauba a 640, SO" e
14000-rs. oleo de Pbilocome a 800 a 14000
rs. o fiasco, dita de babosa a 50 e 600 rs.
o frasco grande sotimento de agna de co-
lonia, agua Divina, agna Florida, agua fiau-
ca, tnico Oriental, extractos finos ingtezes'
e fraacezes, pos para dentes, pomadas ex-
pos:g3o, copos grandes a 24500 rs. cosme- bules, batas,
tico fino, pacotes de pos de arroz a 400, Precos-
600 rs. om, bonecas par pos de arroz al Qalne^illharlas Ricos eandieiros
too rs. Para gaz de vidro e porcelana, feKio de jar-
Chapeos.Chapeos de seda preta e ro, 144 e 164 cada nm, ditos de vidro
de castor branco forma Vctor, para horneo: de cores 61, lamparinas, graede sorti-
a 114 e 124COO, ditos de palha ventilado-1 nenio de vidros de melal paradependorar,
res a 34200 rs., ditos prele de feltro copa para cima de mesa e para pareder 1*600
redonda a 34500 rs, ditos brancos a 1480024 e 24500, eum grande sortimen-
342 0. ditos de merino e de seda preta de to de jarrss de diversos lamanbes e gostos
54 a 74000 nm, ditos de palha para crian-1 de 54 204 o par.casticaesde vidro de cor
ea de 24 a 245*10 rs. um, bonets de panno Pa vela 34 o par, lindos praiihos de Iou-
preto enfeitados para meninos a 34e 345)0 C* esmaltado com tampa p'ara sardmbas e
rs. um, chapelinasde seda enfeitadas para ostras 2L24500 cada um. lindos bules de
baptisado de crianga a 34 e 34500 rs. um loaca da Chna 25500 34 e 3i50O cada
bonitas chapelinas de fil de seda branca! nm, sextmhas de vidro de cores com azas
eHeitadas para senboras e meninas a 64 para cartes 44500 24 cada orna, bonitas
a 74000 urna, chapeta de sol da seda com quar-tmbas hamburguezas de':4AS54o par,
cabo de marfim a 94500, 414.144 e copos de barro, bonitos temos de bandejas
l7400Jrs. um, ditos com cabo imilagSo de'ovaes 114, ditos quadrados 24, grande
unicornio a 94 e moilas outras qualidades sortimento de bandejas avulsas de 1430O l
tanto para homens como para senboras e 24600 cada orna, ditas para farinha 14200
criangas, sendo de percale 1*300,145 JO "ma, talberes de facas com cabo de me-t
fino 124 a duzia, ditos de dita cabo de
osso finas de 54500 104 a duzia, colbe-
dozia,
duzia,
Par saceos e fogaetelros.
SJLCCOS
PARA ASSUCAK
GERVEJA DE MABCA
%
Engarrafada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Vitoria
As verdadeiras trazem o nmeros eslampados
as pecas-e nao as etiqueta?.
Vendem-se
Em casa de
T. JEFFERIES 4 C.
46Ra do Gummercio 46
iBRINS DE AUGOLfl
OS LEGTIMOS
Trazem em cada peca nm blihe-
te com o nome
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
Grande
LIQUIDACAO.
Na ra do crespo n. 20.
Loja de Gnllherme.
Laas de cores ojiuda3 a 80 rs *> covado.
Bramante de linbo com 10 palmos de largura a
25500 vara.
Chitas taras e escaras a 160, 200 e 2i0 a co-
vado,
Ditas riscados prassian-.s 280 o covado.
Ditas chineza* para cofterta a 210 o covado.
Cambraias, organdys miudas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cores para corti-
nados, a 320 o covado.
Ditas bispo lisas Anas a 35 a pe*.
Ditas brancas com 10 varis, a 3*000 e 3*500
a peca.
Dita Victoria, a 4* a peca.
Mussulina branca, a 400 rs. o covido.
Madapolao francez, a 6* a pe;a.
Dito inglez de bom a especial, a 4*000. p*, 6*
e 7* a peca.
Algodosi iho a 3*, 3*300 e 4* a peja.
Alpaca de cor com lisias, fazenda superior a
360 rs. o covado. s
Dita branca, com flores minias macadas a
300 is. o eovad). aT
Dita prela cosa fl r branca, o 500 rs. 6 co-
vado.
Ditas de cores padroes miados e modernos a 360
f. o covadr.
Lencos de cassa cora barra de efir, a 120 rs.
caria um.
Ditos de inho embaioh.idos a 4* a (tafia.
Chila, faicnda bem cot.hecida pe* sua fortidlo,
mais larga q.ie chita para roopa de escravos, a
200 rs. o covado. v, *
Caseeiira preta superior.,- a M ivado
Cortes de casemira de or, a 5*.
Cortes de meia casemira, a .
Casineta preta e de cor, a- ST cava b.
Ganga araarella lisa e de tiil3,"l 363 rs. o co-
vado. iV* / -
Algodao iargo merca T a SS^efta*-----
D-se amostras tuvo oenhir.
e 25000 rs.
Fazendas.Lindos e modernos cortes
de percale de barra com figarines a 700001 f d mJal fino para sopai a oj a
com \k covados, bonitos cne de seda!dlla9 de d,l ch 2*400 a ,
com 21 covados por 28*000-. cortes de cam conxa Pa" *fffl* mfT\ !*S2
braia branca fina com babadinbos, borda- ;zas { latao ^'s- ,,nd~ f
dos proprios para partidas a 70O<*> tendo j* JPSft*Jj" f,03 *g00'
S varas de fazenda^para o corpoo 15 varas J*5?0' ^ cada um ****"
de babados, cortes de 13a escosseza com ae e viaro&'
13 covados a 13*000, finissimas-e moder-j Calcado.Botinas de bezerro para
as cambraias braocas com listras a Irape- bomm 65 o par, ditas gaspiadaa para
raiiz peca de 10 jardas 9*000 ditas mar jseobora 3* e 3^200 o par, ditae de ditas
c> bispo e Victoria de 4* a 6*600- rs. pega,' para crianga a 2* o par, sapatos de tapete
cambraia branca para forro pegas ae 1 > e de tranea para bomem e seobora, de
jardas a 2*100 rs., bonitos (orles de la' 1*500 ;i l*80Oo par, ditos de tapete ave-
com 1.6 co.vados a 5*500 rs ditos de ludados para criancas i* o par.
chaiy a 5*000, pecas de cambraia branca Klndezas.Duzia de carriteis de li-
de salpicos com 8 \\t varas a 9*500, bo-' nha de Alexaodre 200 jardas a d20 rs.
oifeas laas de listras a 560- rs. o covado, caixa com 50 novellos de licba branca
grande pecbincba de laas fia s de bonitos 680 rs., la muito fina para bordar bonitas
padroes a 260 rs. o covado, fazenda que cores 6*400>a libra, duzias de caixinbas
vale 400 rs., bonitas e finas chitas france-
zas de urna s cor a 300 o OOvtdo, perca-
les muito finas e de delicados padres a
320 e 360 rs. o covado, finissima chita
franceza el ira a 340 rs, o .covado, chitas
escuras franceza finas a 260,. 280 e 300 rs.
de grampas 400 rs., duzia de caixinbas
de alfinetes pretos e brancos **30i, lo-
ques de papel para o tbeatro i 200 rs., di-
tos de madeira emitacSo de sndalo, moito
bonitos 2*, tbesouras finas de ponta tor-
ta para unhae 6* a duzia, pentes trans
o covado, ditas para coberlas bonitos pa-! parentes finos para alizar 2 a duzia, ca-
droes a 360 rs. o covado, bramante d;rco de linbo de diversas larguras branco
de linbo com 10 palmos de largura a' 360 rs. a duzia de pegas, tranca de 13a e
2&400 rs. a vara, esgui3o de Iinho finissi-' fina de cores para debruin 240 e 400 rs.
mo a jO a vara, bonitas alpacas de urna'a peca, tranca branca de caracol 560 rss
s cor para vestidos a 5f 0> rs. ocovalo, |a duzia de pegas, trancas de 13a de cre-
setim de algodo de diversas cores, bonita I de caracol 600 rs. a duzia de pegas, su.
fazenda para vestido de seabora e roa^ataxa branco de algodo '.180 rs. a duzia de
de crianga o 500 rs. o covado, riscadinhos I pegas, calas de agulbas francezas 4 papis
finos de cores a 280 rs. o covado. chita por 220 240 rs. o miihtiro, agulbas pars
preta fin a 280 rs. o covad<\ guardacapos
de linbo para almogo ou ch a 2*600 e
3*600 rs. a duzia, ditos de dito muito fi-
no e grandes para jantar a 8* a duzia,
servem para toalbas de mos, toalbas de
Iinho grosso a500rs. cada urna, ditas fel-
pudas a 800 rs., co'xas brancas de algo-
do com barra e franjas, grandes a 4*900
rs., ditas brancas e de cores de 2*700 a
4*500 rs. C3da urna, bonitos cobenores de
la de lindos p^des a 8* e 13*000, ditos
de pello de lont^a om duas vistas a 14*.
camisinhas de cambraia bordada e enfei-
tadas a 2*503 e 3*000 rs. ca.a orna, visti
dinhos de cambraia bordados para baptisa
dos
sas
cr. chet, toncas de la
nitinhas para criangas
xas de superior pap+1
ditas de dito de cores
francezas muito boa
800 rs. urna, cai-
amizade 700 rs.,
i 600 rs., caixas de
100 envelopes 5C0 rs., papel almago
pautado dito de peso, d.to para forro de
casa, metas cruas para enancas 3*500 a
dozia, e inglezas muito finas sem costura
de numero 2 8 de 4*500 5*5CO a du-
zia, meias pira meninas de todas as idades
3*500 a duzia, ditas ingli-zas sem costu-
ra para homem 5*500, e muo finas
6*500 a duzia, ditas c m p de cor S* e
8*501) a duzia. superiores meias inglezas
para senbora 6*. 80, 40* e 16*, lsvas
Esc* ssia finas brancas e de
de criangas a 6> e 42*010 om, cami-'de fio da Esc-ssia finas brancas e de cores
bordadas para senhoras a 5*500 rs.'para senhoin 3* a_duzia, superiores lo-
Vende-se
A casa terrea n. 13 a ni d js Goararapes.
A casa inda-agua n. 27 a mesma dtfronte da
eslacao dos ftndi.
A csa n. II fila em 0!;id;i junto ao sobrado do
commendador FigueirO, no oii do Amparo.
Tnd i tratar raa do Mrquez de Olila nu-
mero 40.
urna, pentiadoros de nanzuk bordado para vas de pellicas brancas, pret.is e de cores
senhoras 4*300 rs, om. caixinhas com urna para bomem e senhora, grande sortimento
duzia de lengos de Iinho finos abainhados'do bcngallas, espingardas para c iangas,
por 6*000, lengos de cassa finos cora bo-'brincos e alfinetes de borrada para luto, e
nitas estampas a 3*600 rs. a duzia, dit.sjcorrentes para relogios 800 rs., jogos de
grandes de cambraia com cercaduras a vispora 320 rs., gravatas de seda de 200
2*i00 rs. a d zia, ditos pequeos de cassa,rs. 2*500 cadunM, grande sortimento
com diversos desenhos a 1*200 r>. a duzia J de botes e goarnigSes para misas de ho-
^ooitos lengos de cambraias bordadas a 4* mem de 400 rs. a 2$ cada umo, botos de
um, cobertas feitas grandes de chita fian-1 maireperola grande e para coi te tes, grande
ceza a 2*'00 urna, cobertores bran la coa barra a 2*500 e 3*000 rs., alpa a ditas de os o para palitots e coltetes, groza
preta sarjada a 500 rs. o covado, dita brau- de botoes de osso para caiga 240 rs.,
ca finas a 560 rs. o corado, dita prela de pegas de fita do sarja de cores sem beira de
de 440 a 800 rs. o covado, seda peta a n. 4 700. ditas de dita de seiim estreita
500 rs. o covado, grosdenaples brsnco com e 1 rgas e 2iO 500 rs. peg.is de fitas
toque de mof a 640 rs. o covado, japao de veludo estreita prela -6if) rs. ditas
de seda encarnada a 900 rs o covado, finis- larpas, 'a muitas eutras miudezaB qie dei-
sima brilhant na de listras brancas e par-1 xamos de mencionar por se tomar enfado-
das a 640 rs. o covado. i nho.
Esle estabelecimento acha-se absrlo desde as 6 horas da manh3a as 9 da noite.
15Ra fia Imperatrizlo
ElIPIB>RfO COMMMRCIAI4
ULYSSES 4 IRMAO.

V


Diario dft Pwiiaiubuco QuiKu feru 20 de Juiho dt 1871
l
Flor da Boa-Vista
I DE
tal* Muris
{troprietario deste betn conhecido es-
tabelecimento contina sempre segaindo sua
antiga forma de prtineiro barateiro da Boa-
Vista e para melhor prova adm'rem os
presos seguiote:
01138 escoras e dars cores fixas
o covado 160 200 rs. a. .
Cambraias de cftres 240, 280 rs. e
Lias para vestido 280, 320 rs. e
Creps escocers fazenda nova a.
AlpacasUvradas d'nm s cor. .
Cambraia branca transparente pe-
tas 305 O -e.....80000
Ditas dita victoria a 40000 e. 80000
Bramente com 10 palmos de lar-
gara, varas, a 20000 e. 20KOO
Madapolo superior pecas 0OOO 0OtO
Algodio a 40OOOe......1000
Brim pardo trancado pechincba
covadoa. .".. 320
DHodito.liso muitofioe a. 320
Giras minias mais fazendas a^K vende-
r por presos baratsimos como sejam :
Dennos pretos, ditos atoes, caseams prelas
e de cr, meiines, bros brancas e de cd-1
res^-e la para colletes, camisas wgtezas pata
'bomens, eias, chapeos de sort etc.
Olicina d'al&uate
400
320
400
640
720
fazenda fina a 600
Cscovas omito Unas para limpar os
dentesa 240
Vende-so a taton illa i'roa 4o Roaario da
Boa-Vista, esquina do becco do Tambi n. 13, bem
afreguezada para a trra, tem poucos fundos e tem
bons commodos pira familia : quem pretender rf-
rija-se ae protejido da 8. Podro.
Seraphinas ou harmnicos
No armazefn /de Iotqit(m ^Antonia de Aranji &
C.% i ra do Marquei existem ptimas ferai hias de Nguira, eotn ex-
celentes voz ; e se veneni bara'o, para ac-
bar. _
Chegou,
A pharmacta americana de Ferreira Maia
& C acaba de recebar a acreditad* tintara
inglesa de Desnous para Ungir de preto os
cabellos brancos : roa do Duque de C
xias n 87, amiga do Qaeimado. .....
IiOJFA
to
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo 9
Oa proprieiarios desie bem conhecido estatele-
cimento, alm dos rauitos objeetos que lintiim ex-
postos a apreciadlo do. respeitavel publico, ran
daram vir e acabara de receber pelo ultimo vapor
da Europa, um completo e variado sortimento de
Unas e mui delicadas especialidades, as quees es-
tao resolvidos a vender, como de sea costme,
por prtcos muito baraiinbos e coromoos para to-
do*, com tanto que o gallo...
Muito superiores tovas de pelica, pretas. broa-
cas e de mui lidas pires.
Muilo boas bonitas goltinhas e puurios park
seuhora, ueste genero o qoe Da de mais moderno.
Superiores peutes de tartaruga para coques.
Sxmafsras!qai99ID0S ^^ P"* "*** d" e Hanibargo; t para
Superiores trabas pretas* de ceres com vidri- eJ2J['(
Ihos e sera elles:; esta fazenda '6 o tiie pie haver JSsfll HSHJWWi
da melhor e mais bonito. M
kmeriores bonitos teqnes de madrep?rola, H Phaloc \a rflmin nrHjtVlC
marfim, samhlo e sso, seudo aqaelles brancos, M Lit*l"o UO lUUt piTWO
cem lindos desenhos, e estes pretos. I Mi A 9A(|A()
Huito superiores mes fio de Escossia para se- ] fcfltvJVvN
karst, s qaaes sempre se venderam por^OiSCOO | Ra do Crespo n. 25.
-a duzia, ntrela uto que vos as vendemos por 204,
alm destts, temos tambera -grande sortimento d
notras'qoalidades, entre as qaaes algumas -multo
fluas.
Os digaos fregueses enconuerao um gran-
de sorttmento de mupas feitas One o
mais inferior at to roais superior que-ae
-acbe no mercado, assim como se naanda f-
zer toda e qiukjer obra ifencommenda
feitas a capricho, pois para ste mistar se
acba munido d'um perito webtre. Garante
ae fazerem se menor 0 % de qnalqaef parte pelo o motiva de o 'freguez
t pagar o que compra e nio o pacto do
esta bel c cimento.
48Raa 4a loBperatrte46
JUNTO A HADARA FRaNCECA
RIVAL SM SEGUADu
RA DUQUE DE CASIAS N. -91.
Jof Bigodinho, com l avisa a todos os os teus fregoezes -ti est
torrando tndo pelo irefo, a vi.sta an fazea-
da, para todos admirar, a saber:
Pecas de fitas bordadas muito finas 1 560
Thesonras grandes e pequeas o
mais fino que lia a 10OOOe 4300
Caixas com 20 qnadernos de papel.
liso, amisade a rs. 500
Pecas de tra*<;a de lia e algodo a
mais modernas a 160
Frascos com agua de colonia mnita
fina a 400 e 500
frascos com agua de colonia ver-
dadera a 800 rs. e I .'OU
Cbapos brancos para baplisadoso
melhor que b a 3*000 e 33000
Duzias de botoes cobeitos de seda
para vestidos por todo o pre<;o
para acabar.
Libra de artia preta a 160
Grons de botos de tonca branca a 120
Caixas com 100 envele pes faieuda
fina a 500, 6C0 e 8O0
spelhos de moldura donrada a
800 e 4.5001'
remes pretos volteados para me
ai as a 240
Tinteiros com tinta preta a 80 e 100
Pegas de fita elstica muilo fioa a 200
Latas com superior baaha 00, 100 e 200
Latas grandes com uperior banha a 320
Frascos com oleo de Pttoceme
500 e *oo
Frascos com macass i Peruia a 4u
'Bnas casiio *e maifim coto'lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, ueste agenere o que de menor
se pode desejar ;r$m dess leums tambem gran-
de qavntidade de oiitras qinlidades, como sc\am,
madera, baleia, dsso, 'borracha, ele. -ele.
Fiaos, bonitos e -eirosos chicotinhos e cudeia e
de otras qualidades. i
Liadas e saperiflres'ligas de seda-o'borracha !
para segurar as rreias.
Ikas meiasCo serta para seuhora -e'faM ineui-
nas ue t a 12 -annos deidade.
Ravalhas catn de rnafim e tariarin;iitra faier
barba ; sao imito'boas e de mais- iwis .ao ga-
NMMas pelo'abricanle, nos por no**a'v<>t tam-
bera asse^uramos sua 'Lindas e'Mitas cabella.- para uoiva.
Superiores agutbas para machina-e para cro(""*l.
Lraha mmt'.i boa de .peso, frou-xa, para en^ ir
Ic.hyrintho.
B ras bawltoos do canas para voitarete, assiiu
orno os tea to para o mesmo Uro.
Grande eT.iriadd sortimenli) das melhores per-
imaria-, >.U* mdtwres e mais oBbecidos -h-1
*rfcaote#.
COLARES DE RaYR.
Electrices fliagnelicos contra as c-anvulsoes, -c j
Ccit|tarn & -dentigan dts innoceole* crianzas. 'So- -j.
i BASQUINAS,
MANTELETES
gj casaqoinbas de crochet pretos de
lindas goslos a $$ 1.
Roa -do 0 fspo i,
a
Xadapolo
2^1000 Fis a pe$
ftua do Crcsjko o. 23.
Centra a tosso
(PASTILHASWBiTORiiBS.
do
G.imma-sKnpls crystatisaia.
t)itaj de angic.)
Naff '.irabia.
Seve de pitillo maritimo de Lagase.
os desde-uilo-rededores destes prodigiosos', E outr^s mnias 1Ue maiw >a re^wodam pe-;
collares, e-cunlinuaraos a recebe-los-por iodo*-na j|3as sua* entes juaMadea.
Vapores, atfcnv de que nunca faltem-uo mercado '
como j tea acontecido, a.-sim como.pois, poderao/
aqnelles 1*00 delles precisarem, vir ao deposito de a
gallo vigiiae'.e, aonde -sempre eBcoolrarao denles f
verdadeirea c< llares, e o quaes atieBiiendo-se ao >
m paw qoe sao appircados, se vendero com un 5
mu dinuauto lacro. }
Hdgamos, pois, aviste dos objectos que deixa-:-
mos declarados, aos nessos freguezes e amigos al
*irem comprar por pracos muito raioaveis a Mja|
4o gallo velante, roa Vende ni
'FHARUACIA'E DUOGAMA
BC
Bartholomeu & C.
:H-*RUA LARGA>B0 ROSARA-%
ftival sem segundo
Una Dmaine ale Caifa* a. 91
Jos de Are\edo Maia eSilva, em sua lo-
j ade niodezas continua a vender todo
or baratos presos que: lodos admira :
Libra de lia para bordar a me'bor
qoe ha.
Caias com superiores grampos frau-
ceaea a
Duzias de facas e garios de um e
dous botoes a
Talberes pare meninos a 240 e
Libras de iinba de novello, a otlbor
possivel.
Duzia de lencos de casza oom barra.
Cixas de lii-has com SO do vellos a
Vara de franja branca para toalbas
Dunas de metas croas muito boas a
Doziaa de meias finas para senho-
ras
Duiies da facas e garfos cravadaa a
Daiia de palitos aegoraflca a 120,
2*0, 320 e
NT'atoes muito finas, para fazer a
t arta a
taitas com peuMe de ac com to-
fNI
'Gaxaa com paonaa de Perry fazee-
da fina a
Ditas, de dfta di'o verdadeirasa
Caixaa com iW aderos papel mi-
ada a
Pe?as de Itat para varas a
Pecas de tranca lisa de todm as
cfijgia
Dnziat de lraha Tronza para bordar
a Oe
Pares de spate* de tranc* a
l)o' i&OQ e
Das de agu>ha& para mach'na a
Libra derpregos fraDce^es a
Resmas de papel alioaco soperii r a>
Ditas de dito $autado o melhor a
Caixas cem bonetes trocta a 720 *
'arriis de Hnba Aexandre *
Qravatas de corea muito finas
Diaa .preta* puntas bordadas a
irosas de'botoes de adrvpern4a
para camisa a
fovello* dehoha'branea, 400 jarda
feizia de candes de lieba branoa e
preta e decores a
Thesourasirauito finas para nobas
e costura a
j Caixas redosdas para otar rap a
'Guisas com pos para limpar dntes
fazenda ioa a
64000
j
160
4000
400
USOO
11000
00
100
34800
iaooo
3*)0O
500
1,1000
320
800
1^206
70%
60
Cimento
Porthande de primsira qoalidade, barricas com
13 a 14 arrobas por 10JOOO, s no armazem de
Candido Alberto Sodi da Mola & C. lra*ea
da Madre de Deas o. ti.
Papis para cigarro
De todas as qnalidadei, e por menos preco de
qne em ontra qualque' parte, dinheiro a visia,
so no armatem de Candido Alberto Sodr da Mota
& C travesea da Madre de Deus o. ii.
Papis acurados e pintados
proprkis para forros rt>-. ca-as, capellas e orato-
rios, cora guarnieses para us mesraos e pelo me-
nos preco possivel, iv arnuixeni de Candido Alber-
to Sodr da Mota A; G. a travessa da Madre Deus
n. ti.
10
500
10800
2*800
-jJOOO
0
3600
ijj-:oo
* 100
800
60:,
mi
m
00
, Joaqaan Jo>e Gon^jalves Beliriu tem para
vender no seu cscriptoito ra do Cimmercio d.
3, os leeros abaixo uetadls, que vende mais ti-
rata do qno em mili,-. qalquer parte :
Azeitonas em ancoetas.
Amendeas em tartveas.
Cat muido em nasvos de 1 libra.
Chapeos do Chfc de boa qaalidade,
Cognee marca, mertid frres.
matas,
Fartofea de anadirc de Sana Gatharina, sac-
eos d 3 a 1 anrin-s.
OHa da Baha ein snecos braeos-,
OH de dita n barricas, proprias para casas
Funiculares.
Vio de ak'iao da Sahia em novelkis:
Voncea.
Muxadujk
Ni'/esj '
Obras o>i pamelas.
'Papel ypeprio para dgarros.
l:to :ibsI para Mica.
'PalVos'para den"e-.
Trepes surtidos.
Pane de algodio 1a fobric-Mfe Todts os Ssntos
de Peareso na Babia.
ItoHia-,
It.^-i popular Baha..
firtjiii em fard'H.
twtria los lefiwrrs fdarivintfs- Tpica do Sraoh<)L
Tabaco *iim'ii-i da bc.hja..
*/emra corrit.
'/iifho Do ?rtt ?ofarrafado, caixa de 12 gar-
V#as.
'Dita d-i rtit< n barri, proorio para engarrafar.
DihJ'Miu-ca'.el, vnritaileipo de Setubal.
t)ilo''{or Oiio d>- <-ri"in caixas de nma dmia.
300
Cortes de vestido e bloudes

AftilO W
Cigarros espe-
Sustento restaurtirvo da
1>BLV VERDAraRA FARINHA
A, Dn Barn d'irii
I Os abaixo afssignsdos lazera scieoie a seoe fre-
nezes, que pelo vapor irigkz Im-PMu receberam
-^ ...-..-, ^,u..uo, Humn, iu m--*egunda remessa d'eriw cellente farinha, cujo on ^Zg,^^ alflaMAM
eieiro ile Mar^u n. 20 A. antiga do-Cre'po. I uso muito se rf-coramfnrfa para as crianzas, pos- j vJta^S IulIlO^*'
"jsoas debis.o convalesr^etes, applicada>eum reco- i**
} nbecida varrtagem as constiparo^s, diarrheas,
nosea do estomago, tosse, e-carro de sangue, i
,phthysio, etc. ele. Preferida ainda pelo gradavel
sabor, saperiur a outra qnjal^uer.
'Un-icos agentes em Pe nmbate
BAKTHOLOMfiO & C.
34 Ra larga rto Rosario 11
Frascos om a^ua de Colonia verda-
des a lOOO
Ditos com oleo de ba i osa suderior a .220
Carritels de retroz preto com 2
oiiavae a H30
Caitas com agulhas fraeeezae a 100
16Q 248
Peca* de tiras boraadasa 500, K)
800 e 15000
Garrafas com a verdadeire agua
florida a 1*300
Cartilbas da Doatrioa Cbrista aa
mais modernas a 400
L'tvro das missdea abreviadas a 13500
Copos grandes com supe-ior banba H6500
Aajos de pallitoa para dentee o
melbor qoe ha a 160
Facetes com 3 abneles inglezea
Horzegaifia 4e bezerro para homein a $f. '
Ditos de ptiaa'..i7i.i para-senhora a>
Ditos de dita para menina e crianca a i':
Vendc-se na^raca da InispendencMi .t 39, iQJaj Veode-se a proprwoade denurumada
de Porto & Bastos._____________________ J^ Fazenda m Barreta, com legua e meta
de cotnprimento de leste a oeste, -e rceia
legua de largura de norte a su!., a margem
rviA13fll.V'^a estrada de ierro do Recife a S. Fwncis-
$nem qnizer BMUttr se de movis por preco [. COfn &&* de vivencia, grande iicmero
commodo?, nao tem mais que fazer ama visita aojde ps de coqueiro, sendo toda a tenra de
grande armazem de otras de maroeneri*, ra 1 murta produecio. Quem .aoizer foaprar
do Imperador n. K7, cojo dono acaba de reeeber : .-... nrnnnpdarle nara eWnrlflr-.5fim
do e<*raogeiro, um completo soWimento de Obi- a'T
Imf^
lias f. gosto, tend tomado a seeuinle
Resolncao :
Vender tralo para vender moito.
WVIIIADF,
o dr. Joaqaim iCorra de Araojo ra dos
Piras o. 20, oa a na do Imperador n. 83,
Io aedar. das 10 horas da mata as 3 da
tarde._______________________
OLE PKO Dfi iPIGADO DE 8ACAIH-0
i)A
Acaba de hegar o erdadeiro vinho verde de "*jw
uva pora ero caJxas de ii garrafas e o acreditado j jTpy>.;,p
vinbo erpocialissimo pasto em decimos de pipn.i -"ACiMoc-
i vendedor tioteo recebedor desles vinbos acba-se' Este oteo que to boa acceitacao tem merecido,!
.autorisado a gatautir a esfecialidade dosmesmos; 'to se recorameada jjot ser o mais parificado
i roa da Vicario n. I i, i andar, ctcriptorio de *ue al N" ,em vindo, .e anda peto bom paladar,
os Lopes fkMSH ; onde empre se eneoulrar. ^P6"01" a ->,ro 'inalqner : vende-se no deposito
na deposito d vinho do Porto ( o melbor que'esP.ecisl de Earlholouieu & C. : ra Larga do Ro-
e om caixas de 12 garrafas, que se vende por me
nos preco do que aet qualquer ontra arle
Apioveiteni a occasiao
Tathers finos de cabo preto para o Irfleo da
Vende-se nm pequeo sitio com ca Je aipa,
no lugar da estrsda velha de Oeberibe, contiguo a
casa a 2^000 a doria : oa ra do Duque de Ca- estacao de Agua Fra : no tereeiro andar do o-
xias, a_tiga|do Qaeimado n. 111. brado u. 36 da ra das Cruzes.
do para eigarros
e caehimbos Ihor possvel, fa-g
bricado ao Taras
por Jos Julio
Sampaio P i x e a, *
aaieo deposito em
Pernaanbu^ pra-
^ad!bidepe-ie_-
ca n- 39, loja de i
| Porto & Bastos. I
'isims^siisas
M Pili
Vinho Pavo
_Vende-se este superior iaho eora a mar ca Pa-
ve, sendo poro e mnilo ftVfuinho, proprie para
osar s horas de comida, e ren Je- -e por proco
mnt'.o em conta, em barris de ir* e de 10*: na ra /
da knperatrir. n. fiO, loja do Pavo.
'Vende-se barato um piano de nm dos mais
afamados fabricantes: a tratar na rna Jo Cota-
mercio n. 38.
Madajioles
'conde
reduccSo era precos
.65
i ru. Duque de Caxias..
"V 3i6v). atmo. t, loOO e %9, diio mnilo fino a
5a.100, 4, 500 e 785CO. dito franeez, fazenda
superior, oom it metros a 9f peca.
ATOALHAOOS
Grande -sortimento destae fazendas e cusa o me-
tro l*WO, U800 e 600.
CHITAS
'QMale sortimento. o covado a 200, 240, 260,
60 e 468 re., ditas precaile, oque ba de mais
superior 3'iO e i.
CHAPEOS be sol
AO5
i\ rna Onqae do Caxias, acaba de receber um
grando sortimento de chapis de sol de seda, que
vende a~$4 e 1(4 cada um.
AOCJ5
-roaDuque de Caxla?, a 2 o metro de braman-
M, .paro (ioho. om9 palmos de largura.
POPELINAS DE SEDA..
Ao 63
4-ruaOoqoe de Caxias, que acaba de reeeber nm
liod) sortimento desias lindsimas fazendas, ven-
de baratisH-ro, justa o eovado U600 e 1JS00,
valem -3W0,
a du'ia de guardanapos: na tacomparavel loja
do>i -roa Duaue de Caxias.
Ao 63
ra Ctoqae de Caxias ; grande sortimento de
cambraias transparentes muito finas a 3cC0 a
pt ca, dita i Upadas muito finas, peoa \ e mais
piecoa.
A 5000
nm cobertor de lia listrado, fazenda muito rinr, vende o 43, rna Duqne d* Caxias.
Xarope sedativo
DE
Csea de laranjas amargas
COM
W3MRET0 DE POTASSOIt
DE
I-WOZK
Este novo preparado aprovado pela academia
imperial de medicina, muilo se recoramenda pela-
sna aci;o seiutita e calmante, gobre o systema
nervoso, o bromureto de potassium, nao deixa de
dar os mais certos resaltados as diversas sffto-
oes do organismo e principalmente as molestias
do coracao, das vas digestivas da respiraran, das
ta genlto-urinarias, na epilepsia, as molestias
Bervosas da preonez, na osomnia das criangas
durante o periodo da denlicSo etc. etc.
Vende-se na ibarmaciae drogara
de
Bartholomea & C.
3^-fiA LAR3A DO ROSAR10-3fc
nteiga fina in^leza
em latas de 1, % 1, 7.14 e 28 libras cada ama :
ao armazem de Tasso Irmos & C., roa do hwi*
rio n. 31.
M(bi|ia B9va.
Venu'e-se orna de jpsarandz- coa t
de goarnicao : a tratar na roa to &>* de 2nco o 4e ^bniaV
Vende-se no esrriplnrie de Cnnn .IrJhsla a
roa do Mhrqpez de Oltnda o \0l_______
Veude-SH a casa terrea n 11, )u >ir;o
do Pillar : quem a pretender d*t}a- a :u ih
reita n. 113, que l- ciai-com traen tyafcT.
^ompiiiliia iutiemniw tors.
Em eumpriinento do disrtnsto no arfy .dhw
eslaialcs da mtsma ci)iH,.aoma aera* vindH 20
de suas accoes cm tres lotes, sendo ;
1 lote de 3 ai-rflea da ai. 271 a 275.
1 dito de 20 ditas de ns. i*b( 4W e M6 1W.
1 dito de o ditas de w. 9'.d*e !**
Os pretndeme* deveiiio dengr soae, ftif3i*
por iniermedia de correctores g-raes lti b da zo
do corrente ao estiptetlo da-oompanAi *>
Vigario n. 4.____________________________
Vende-se um cabriolt au enea!','**"0 o
elegante, com 4 rodas e aircioe paia I S ovil-
los ; e bem asnm um exceltene aval'* yava.o
mesmo ; na cocheira de Tnomaz Lina : nu de
Santo Amaro, esquina de Pranciscp.
ATTENCftO
Veada-M a taberna da rarJa SaoU-Pvia o.
bem afregnezada para a ierra, fljav^aw >t.*::i-
pianie, com piucos fundos: trara r x> *
Vende-se a casa da traversa da w* a ^al-
ma n. i A : quim a pretender va a rna ?o Danso
de C'Xias o. 21
Vende-se urna excellente machina dar cwu-
ra. Vende-se xarope de ervas vin-lodo M-staoaara
mole ta do peito : no Corred' d*. Wag* O.
.Xa merma casa precisa-as s Boa nslitfr jadt>
idade que sirva de velar enanca?, dandi.-3e rj,
comida e alguina c-u*. Tambem b sw-aa ra4>
tomam-te meninas orphaas infelizss, se f^mit*,
e d>se educacio rellfteM e irafanwil, su
inuitas o iPin u'ilo j.i newm BVapa casa.
Vtintu-se o deiiositi) de-pao 6-OaiM'to
Luigoeis, muito proprio p.ra um priM^atn fvc
nio necessitar d BJcaBdes funius para liiar hw
bom resultado : a tratar no me-mo -daj-'cjto '
o seo proprimno Joao Francisco Manas-.
Ralogio impotanter
Vende-se nm rico relogio de curo, fiiara Sa
eez, descoberto,com vidr bato (maderii>i ff-
feilo regulador, lem apenas si 1- Riries $ ts9_, t V
o que se podo desejar de mais fino e mai.- tVjtast
em nm relogio de algibeira. O n olivo i iixta
dir-se ha ao orelendeD'e : a tratar dstu.b da i-
perairiz n. ;i8. loja.
Ultima met
Chegou de Pars pelo ultimo nnr, bettoj* fiar .
gantes chapt'Oinboscs-mai' lindes qa.* a?*'fepjR
tem vindo ao mercado, tanto para sti% ?as a
para meninas, assim amo veo* de gsze de tunr.
deAlopreti.se brancos: vende-se do Kisar i-
Moda de Jjsde Souza Soaies A R, ra Jlevi.
hu;e Bario da Victoria. eqnina da ro; d SM
Amaro,
Anda urna vez
'i 0 Campos da roa do Imperador RJM avia
aos seus numerse? freg'iizes e atrt^w %x W-
g n de sua encoirmendo j lao desejaiij nym-
amarellinlio de E-sttvao Gasse. is^ra-oa> t i-
nho do Rio Prand-', que rio grande aK-gfesc
dalo os que ssbem de sua ulida le alimeatk..
Alm fesof
O Campos lem constanieraenw em stn a?B|
zem um completo sortimento .(1 vveres, :'&* ti:
primeira qnalidade e cem-) so lomara enrad*atr<
um annuncio que os de:crevesse, limita-?* a afi-
cionar os seguale* : i
Came ateca M owafirnVa 240 rs. a fitr
6000 a arriba.
Lingnas escalada*
D;las em sa'moura.
Ditas atlamt radas todas atieras 4 s'atftoda*
Amendoas desca.-cadas e srm csea;
Semenies de hortaliza.
(iharntos fomaveis a 1*300 meiaj-faisu-
Ditos superiores em gro-so e a retalbci.
Tima purpurina a I 000 rs. a gajftfa,
Camardes seceos.
Raii Paulo Cordeiro, viajado*.
Male em folba e em p6.
Tabellas de reduenao, para o fystepiamdfc(
Pescadas escaladas.
mS ii;i niis choler^aiefc
f<-bre amrnella
Em casa de J. 0. C Doyfe ha um sortkiBtt.*^
filtradores pelo melhor syjterca, pvis ^mi* '
a agua pascada p>r elles licar iivre d ib\ts>-
veis molestias. Tambem receben o bf' fsajmf.
do o desejado vinho sberry, e est tndo vwa t*
sen aaroazem roa do Crr.meicio n. 3*
Lengos com toque de SSS&
A loja dos arcos v.:nJ-> lencos de esguii,- *ay.
toaue de avaria a 3* a dua eassas I r,t
240 e 280 rs. o ovado, chitas cretonas ?*l!r-
ras a 400 rs. o covado, alpacas mnilo- iras s <):
lindos padrees a 300 rs. o covado : na isa Ir*
Marco, onir'ora do Crespo, a. 20, e.co,aiaa i;oa
das Cruzes.
.

DOS. PREMIOS DA
3.
LISTA GERAL


200.
a


PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. O30, A BENEFICIO DA IRMANDADE DE S4NT*ANNA DA MADRE DE8, EXTRAHIDA EM 19 DE JULHO DE 1871
..
M. ARKafS. *Z. PREUS. NS. PREMS. M, PREMS.
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NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS PREMS. NS. PREMS. MS. PREMS. S.
826 6 1009 64 1193 204 1371 4 1338 4 1729 64 1888 '84' 2041
27 15 204 99 64 73 59 33 $1 50
31 14 64 1103 86 v 63 4 1 90 __ 54
33 i 17 16 89 68 43 l 93 __. 59
38 31 26 8C04* 90 404 , 70 r- 49 1983 ^. . 7
39 33 33 64 91 a 73 -\ 52 5 _ 70
47 34 34 . 96 tr- 80 . 54 104., 10 . 74
40 39 35 j 1403 4% 81 67 to 43 mmm' \ 78 86
57 43 42 . U 91 70 13
68 44 48 1 = 9i | 73 r~ j 18 M, ' 88
76 47 | 39 30 , M 93 745 . 13 M. 89
78 . 54 61 1 31 _ 1601 83 . 92
92 61 4 64 1 33 16 87 38 __ 97
96 64 64: 65 20J 41 23 -r 91 - riJ 44 _ . 1109
97 68 " 66 64 43 17 97 84 i 47
903 __ 77 71 44 _ 40 98 85 18
8 __ 96 404 74 46 M 46 1803 M 1 30
11 1107 64 77 54 ^ 56 6 60 304. 13
14 10/ 22 104 95 . 59 __ 59 i. : . '* 4 43
15 6* 23 4 99 65 -^ ff 18 SO .: 38
21 40 36 1303 74 - 7 404 20 1004 28 i 33
26 64 37 8 f n 89 64 83 64 84. . 35
33 34 41 53 13 .*76 79 *- 83 85 _ M 32 . :88 1 mmi ' 48 83
36 37 i0# 6* 54 53 ~"t rBVi 1 83 - 86 98 "" 33 34 i 84 98
46 20*. 56 * i 98 1304 98 35 > 98' 74
48 6* 57 ' , 1700 40 ^v < 8880' 75
50 58 104 v- rjJ' ' M 8 __ 8 104 41 , 1 77
57 59 4 2f 17 mmm 9 64 60 ^. .-- 7 104U 8|
68 64 ' 19 ^m_ 11 M _ i 43-, 8 98
75 104 71 31 10 11 _ 53 _ 18 . uia
76 6* i 73 3t ^t ^_ 16 - 9 _ ' , U __ 88
84 74 44 *36 ^^ W 71 . ' ' - | 11
90 77 48 ' tt _ 1 80 *_ ! ' n $ v M
94 1 M 1 5 : 47 ^^ ' ti 81 " n -1.-
95 i W. E 17 T 71 ' 50 x> a. ' 88 - ! <* - 1,!'5
1Q01 9 ~. i H ^ 1 i :
64
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NS. PREMS. ES. PHEMS. NS.
2261 64 3453 64 630
70 53 54
79 104 55 ^_ 56
85 64 59 ^^ 57
CO 10* 61 60
91 64- 69 - 68
3401 _ 76 M 80
4 M 80 _ 81
7 --- 83 85
13 86 ^^ 96
15 91 99
38 98 2701
39 2309 4
30 19 _ 5
33 --- 23 6
38 25 ^^ 7
46 39- ^^ 9
49 43 ^^ 13
58 104 44 3004 14
57 64 47 64 31
58 51 35
89 ' 64 _ 48
61 65 ^m 49
65 r-' 71 m 51
71 75 M 53
73 79 _ 61
79 99 . 81
83 2603 10* e
88' V. .6 64 96
87 8 98
98 10 99
97 14 _ 1811
-"~ 19 _ 13
3t<6 26 >M. 19
18 18 MM 14
m 35 M 16
49 48 37
NS. PREMS. NS. PREMS.
64
10*
64
2843 204
44 64
47
57 .-
60
61
63 __-
68 _
73 _^
74
75
78 _.
79 __
82
83 _
93
2901
1
10 -
13
13
13
31
33
41
42 30*
H 6-t
45 ^
47
64. .
86
67
75
81 m
84
88:
88


D.ario de PefiambCf- Quiita /erfl 20 de Julhc de 1671

LTTERATSRA,
. |a!j*c e c;uncn(ipIo crlt c >
4a | ropas ti di) guveruo Impe-
rial k cantara leglvlatlras so-
kre o ciernen o gcrvll, por iitu
.letrado .
StGUJNDA PAUTE.
. .VNIMISSO VIH INDKUNISACO.
(Co linu^ci)
Peculio.
Art. V 0 oserav> mi direito ao pocu'i >
proveniente do seu irahalho, economas,
doac.s, legao e herancas que bu con*
ecam. 0 goveruo providenciar em seas
regetamontoa sdiro a cooeacae a garantas
'Jo mesmo peculio.
i" Por nidio doescravo, seu peculio
se transmiti aos ascendentes e descen-
dentes, segundo a ordem hereditaria esta-
boleada pela lei; M fdia do berdeiros ne-
cewari-is. ao orijuge ; e na (alia de un* e
Giros, ser o peculio adjudicado ao fuu lo
d enaancipacao. de que traa o art 3o.
E' indobiiavel, que a accao do gevtraa
em promover a> nuimmias5jj dos escravs
por massas mais ou menos compactas nlo
poder deixar de r gran Jo influeion
para conseguirse ai-xtin-clo-da escravidao,
mas e?ses meios na. terina bastantes pira
que fosse ella completa dentro du certo nu-
mero de unos, : outros lambm nao con-
corresem para o ln. A propona p ,is
enteudeu acertado dar ao escravo direite ao
peculio, qno llie proviene de seu Irabalbo,
economa.-, doacoes, legados e herariM-,
nao lie aioiiteoiin, cnsMamdo-lbe asi :n
urna propned^dj legal, o deixando ao go-
verno as convenientes disposic.-s para q le
fosse culloca Ja c garantida.
Pelas leis romaais, para que se pude.-!
construir o peculio do escravo (peculiu-n
xrtlc) era mister, que precedesse autori-
saclo do sou respectivo senhor, e aco.ii-
oiisslo da cmara d.s Srs. depulados, adop.
tandoomosmo priacipij, daclarou quso
peculio do (agravien destilado amano-
laisside seudoao, ou de seu conjugo,
descernientes o aseen late.-, de
o peculio sentte poli.i macreos a
risaeo do sensor, e s >mnto p da ter
ta e especial 3,>p!icaclo.
Por esse projecto o peculio era ta
declarado inalienavel durante a vida
travo.
A proposta do governo tira a
sertil a qualidade de precario pa
muir propriedadi to legal cor
outras, que se formim pelos m
e qno poiem ser alienadas,
como convier a seu dono.
Esta dispos co de grar
porgue incita o essravo a f por s
c m razio que
estroro nadi icrij mais agradavel do que
deixar o fructo de acta economas aos entes,
queroram-I.es mais caros, ou que eom
ella aindi soffrera o stigma da escravidi,
coocorrcndo ao bem commum pelos sent-
mentes do reconbeciniento, da arniza.de, oo
Ja caridade.
nsgate.
G nooJiJo p peculio aos escravs como
DO direito pira cinstitair-lhes urna pro
prwdtl-j legal e garantida, era de necesi-
dad que sa Iba concedesse tambem o di-
reito de resg;/ar-se do captiveiro, oflere-
cen io ao senhor o justo valor. Eslabele-
6f o peculio sem dar ao escravo direite
a; rsgate (orcvh destruir o mais po-
deroso inceati o, qus pode dir-lhe origera,
e qoj pode sustentar o escravo a couserva-
!o. No l'io das privacis, de que se v
rojeado, o escravo que nao a.ntevisse o ftm
do sea captiva >o, quando pala lo-raacaX)
de seu peculio fleasse Intentado a offere;er
seu justo valor, dastruiria muilas vezes por
um capricho de momento o fructo de sua
economas, diurnamente accumulado po
trbateos incessantes, por vigilias uwsmo.
Para occorrer aos inconvenientes, qu po
deiinu resultar de sua desesperanza e des-
animo, para inicia- o mesmo aos gozo da
pr'priedade, un das mai solidas bases
yh sociedade, a ^topista do governo occor
reu om a c oveaiente providencia. Ella
leu-iba aluda, me&m i direito liberdad.
-e .juirein o lizer por elle, como se v d
1/nndo de emancifag3(\ nafaKa doconjuge, sua mannmissSo, e caliissesobonlra forma
suppondo c m raz3o ana ao coraclo do em novo c p'.iveiro.
Eis o que ella fez pelos tres paragra-
phos srtguinles sob o matero 3, 4* e 5o.
$ 3! O emirato do presi.if.lo de futuros
servicus, para o escravo onter soa liberda-
de, dependente da approvacJo do juiz de
orpblos, e nao poder esceder do mximo
de sete annos.
4 O escravo que pertencer a c ndo-
oi.nos, e fr libertado por um dosies, ter
direito sua alloma, indemnisando os ou-
tros seuliores da quola do valor que Ibes
perlencer. Esta indemniaaflo poder ser
paga cooi servido* prestados por prazo
oo maior de sete anuos, em conoimidade
do paragrapbo aotecedefe.
o" A al furria com a clausula de ser-
vico durante certo lempo nao fkar aaool-
lada pela /alte de implemento da mesi
clausula, mas o liberto sera conoetlido a
cumpri la, por ineio de trabalho nos- esia-
beteciiuentes publico; ou" por contrator de
servjcos a pari liare*.
Do exposto resida; *' que o cont?a presta^ao de servico deve ser approftdo
pe o >oiz de or; baos, coaao prolector le-
gal, air de que possa elle produzir seus
elfeitos, ese obsts-assim qae soja o liberto
victima oV algum claasula olllensiva dos
seus interesses, ao sanir de wna condica,
em que o direito o- equiparan a passoas
iniseraveij-;: ? que essa prestajiO' de sqf-
vi i;os nao poder exceder do* mximo do
sete nonos-, visto que o liberte ;>odia pres
sgointe disposicSo
Art. V.
O escravo que, por meio de seu
peculio oo por liberalidad da outrem, ^ju
p >r contrate, de presUCjao da futuros ser-
reos, obUwr muios para indemaisacio de
seu valof^tam direito alterna. So a in
dar/U'baclo n8) fortxadi por accordo, o
s'.' po<- arbitramento. as vendas judiciaes
no, iros aventarios o preco da alforria ser
o i i a< alselo.
lar servifout5o- importantes, qne eonvenha
dimiuir ewe prazo, e dar as-sin ao seu Uerlo ori^ilegio solwe os servico dos escr
libertador smente vanatgeDS-, qi fossam a [vos que libertaren^, para indetaoisaco *
j*sta iudemntsaeo do alor, qoe- dot elle ,'prefo d compra.
economas e Irabalbo um
gasta-lo imoroduclivameii
praaeres, mas para ci-
tando a riqueza naciona'
mente ao rsgate quer
ceudeotes ou descend
amigos, seuo tamben
trabaibo.
Ella ora igualmen
ja entre os acontf
escravs reconbe
estes direito a'
sertam mal coo
gneros ida de
deixado. Adr
>S BOSS09 a
msteria de ps
nar> lis UaL.
jde sa'oedorii,
ormar
' >ecul O, n5o pira
no gozo de \o
jserva-lo augraen-
, e applica-lo igual-
de sua pessoa, e as-
entes,, qaer de sens
(aa pcogrosso do seu
U zei-me agora, h.-mens de boa f. que
IJireitos doaenhor doescravo forara olTin-
,%m .,." uldidos por esta legislado?
Nenbum sem duvida, porque se volunta-
riamente, o senhor accedeu aos desejos do
escravo, conceden lo-lhe a liberdade, me-
diante a indemnisacao coiieocionida, sua
propriedade fui justamente cmprala o pa-
ga ; -:e porm acceiendo a esses desejos,
discorda no valor por effeito de ex gencia
drfsarranada, a lei intorvem, para fazer
desaparecer seu capricho, e aiudemnisa-
i;5o real se faz por meio de arbitramento,
determinado pelo juiz, e feito com tedas as
fonmiidides legaes. E porque n i empre-
gar este meio, em assumptos de liberdade,
em cajo favor tantas cousas slo permillidas
quando elle empregado em multiplicados
casos forenses?
Comparando se agora a proposta do go-
verno corn o projecto da commissao da c-
mara dos Srs. depulados, reconbecer-se-ha
.o
cer
mbim
do es-
i peenlio
ra o cois-
io tolas as
as mos meios
e applicadas,
mina para qualquer caso de alienaco ou
ou iraosmisso de escravs. Coa venc do,
e que este o pensamento da proposta.
parjc9*me q e para maior clarez'a devia o
8o deixJr de icr essa numeraco para fazer
amsote parle do 7.
A dispo'ic3-> do | 9 do art. 4o tambem
olo vem alterar o que a jurisprudencia j
tem consagrado geralmente, porque tem se
entendido, que urna vez'concedida a liber-
dade ao escravo, entro a elle no gozo dos
diretes do ciliada.) brasileiro, e este se-
ment pode sollrer parda ou su>pen9o aos
casjs marcados pelos arts. 7' e 8"'da cons-
liluii;o do imperio.
Embora se lenbi alhgarl<>. que a re'o
gaflo da liberdade s permiitida pela orde-
uaco do liv. 4 lit. &3, os trjuuaes tia
entendido que essa ordenaf5o eal impliei-
tamente rev.igada por lei superior cousii
uitiva' do Estado o medidora do dreiios
civis- o pofilicos do c dadSo, em cojo numu-
roe st o .liberto, cbamado por ella> a votar
aas eleicoss primarias, e apto pelas leis or-
d.Darias a todos ^i ernyregos da socieda
de com excepfS dos de- eloiter, depotado
geral e proviocol'. o senador do imperio
Esseparagrapbo-podia portento ser oailli-
do sem: in lonveoiente, .servlndo apenas- de
demoostrar que objectos atiende a solioi-
tude db legislador.
Art. 5. Sero-sojeitos ^rospeceo dos
juizos do-orphosassociedactes de emaaci-
pacSo ja organizadas-, e que de futuro se
'organisarem.
Paragrapho nico. As dit39- sociedades
fira- adianudo ;. e 3p fiaalmente qaie se o
liberto nao prestar os servieos, ;v que se
comproinetieu' oaniqueanullada .-h altor
ri, mas sjja. obrigado- eompri-lo-. traba
lhae.jp Do3 eslabelecimeatos, ou ao* parti-
culares par*fjoe se indesaoise o sao lber
tador.. st dispostcao, tfe nao viob no
projecto di com>i0issio dornara, fo con-
venientemeotu adopta la jeta proposta para
evitar futuras--qoesles e coa rato>, por
que a librdoda fui concedida ao liberto por
seu ex-senaor smicondif3e, urna vez que
recebeu sua-justa iniemaisa^-o. e coRtra
to de servicaa-, que o libectofez.coa.quem
IIh empresln-i.o. diDbeiro- para ellav.-acto
diverso, emque o-senhornda wve yarte, e
portante nr>prie ser cotuiderado coadi
cao da liberdade, cuj faJla anaulle a con-
cesso-respectiva.
Dada portento a falta,, ao emprestador
nao nesia otr*> meio, qv* o>de recorrer
ao> tribuoaes- para obrigar o escnivo por
elle liberto a> pagar-lbd* a importancia do
que loe deve,.. proporcional aos acoes, qo
anda tem de servir; e como a lei presofv
poe que o liberto nao tem para isao me**
soJcientes obriga-os irabalbar para in
demnisar seu libertaote pela raesm* ra-
zio, por qpe o fazem. o condenaiados-para
sattsfaff) da malta, em que incorreaaca.
I applicando-lhe
A disp&sifao da ^rimeira parle deste r-
l'go cot*ejuenci tejica do qa j se ha-
via deteraainado pelo |. 3o do artigo ante-
sedente, quanto a 3car depeodoale da p-t
provelo lo ju z deorphos o contrato de
>>restac5o de teluros aerviCOS par: o escra-
*oobter ua libenatfe; na segundo parte^.
pardm, paarece me qpe dase lacnm, quau-
ao iempoque deve servir o esenavo manto
wdemnisaf o-preco da compra. Com ellei
bre o hornera, como recocamenda o Evan-
gelho, ejtio to lavia obrigadas a vender os
esclavos que possuem, e a converter a im-
portancia de seu producto, oo prazo de 10
annos, em apoliees da divida publica, nter-
oa, ca forma da lei di orcamento o. 1704
de 28 de junbo de 1870 (art. 18); e por-
tante se no podiam deixar de vendel os,
salvo se Ibes quizessem conceder a liberda-
de sem clausula, ou com reserva de presta-
cao de sei vicos oo excedente de cinco an
nos, a iDerdade de tees escravs depende
da generosidade das wrdens regulares, e
para que s**jj conferida aos respectivos es-
cravs, sem desfalque de sua renda, mis-
ter qoe o goverm inicie com ellas algum
aecrdo, que as iivre de prejuizo.
Cjnstiiuem heranfas vayas os bena dos
fallecido a qoe oo adiado senhorio cor-
ito, ou cujo-dono morre intesfedo sem dei-
xar prenles at o dcimo-grao, contado se
guudu o direilo civil, ou morrendo cum te
lamento, ou sem elie es berdeiros n3o Os
q/merjin receber (reguiamento de 9 de
naio de ISi^ari. 3.0'eoulros subsequ^n-
tes)* Taes bens so devolvein fa/.enla
na ;:oual, e portante o estado legitimo dono
do* escravs, que pertence?em a taes berau-
cae, o a quem a lei concede liberdade.
Na opioio de algons deveria a proposta
dizer ^travos conmhrados bens do emito
em vez-de ttcraoofcn foranga vayas a lioi
de evitar qui se considerassflm libertes os
escravs de berangas jacentes, cujos bar
deiros eiao alsenlos, o tm direito a cuas
pelas ei* em vigor. Parece aos justa este
observ}1o para mlie clareza, embora o re
sudado fosse o mS3o na praca, por itse
o dir.-ilo dos herdeifoa ausente nao pode-
ria nunca ser contesiado.
Alamiuitios pelo rs<:onliecime::4t> dos se*
nltorrs;
A proposta declara livrea os escravs que
salvaren a vida aos seos seubore?,.ou aseas
ascendeows ou deseen, lentes, como premio
da sua boa aeco. Ed porm Bea faz mais
do que seguir o que >V- entre os se pratica-
com fre.j4incia lal, que aecusa bem a ^eoe
rosidade docaracter nacional, pois nao se
limitam ss-senliores a. alforriar seos escra-
sa
io os escravs comprados por estas socie- vos, quando Ibe prestara servicos, embor
^cado naa a-
dmamarqup;,
tanto ptrer
?"'foes, q,
Posta, de
^optada
^"S pr,jt),
Ue seria
Cao do |
;os; ar
roubo i
la expresslo do que
*e, porque os donos de
m sempre nos filhos
, pacolio de seua p i*, e
siderados, se por falla de
quizessem haver o pecu'io
alttindo piso um fado, que j
tomes tinbam admiltido em
solio, a proposta do governo
e>tenia mitir o que foi pra-
de ceato modo a reg:
e ella ~ainda preferivel Dlos seguimos \ $ui nou Mt in cereuhtat in, ptil
muivos : l t'-vof&s especiaet liberdade obli.
ilijps colonias hespanholas e
recia m
subir
os esr
os qi
Dizar
roub
os a
adq
e
le
, e at na anliguidade, o por
m Dio ter fundamento as ar-
ie frzsm alguus inimigos da pro-
que a conslituco do pe;u io
ela yroposla acoroc >aria o roubo
itarios. Se tal fado exssse,
, nao a consequencia da constit .i-
eculio servil, mas de outros m ii
s senhores conviria fazer prevenir o
or todos os meios ao seu alcance,
ir (s objectos que Ihe tivessem sido
idos, e fazer castgirno lar donestro
ravoa ladroes, e peraute os tribunaes
o foism cmplices dos seus furtos
que o peculio anima o escravo para o
(6 O assassinto, porque serlo esses
i03 fliais promptos e inmediatos para
jrri-io, o entrar no gozo da liberdade,
ailr urna proposirao infundada.
0-roolio e assassinto slo- punidos pelas
is, e i ela- esta sujeto, tanto o escravo
orno todo os outros habrtmtes di pa.z.
'or ventura dever-se-hiara a:abar com to-
des os gozos da civdisaco, porque
sajo de pon-los pode lovar
erime T
Alguns prelendem qu3 o peculio do es
paci, que urna gota no meio do ocano,
como se as economas annualmenlo aecu-
molaias pilos rnJlhares do escravo3 nlo
podessem monUr a milha*. conforme es
tamos v9nd) acontecer por cssas economns
de obr< iroa nos montes de sccorro3, caxas
econmicas, etc. instituidas dentro e 'ora
o de-
homem ao
A orimeira permita pela geoeralidade de
auas'palavras, que o peculio, doescravo
possa ser appltcado manumissao de qual-
qner pessoa, emquauto que o. segundo, so.
mente o permute para maaumjsslo do cou-
joge, descendentes o i ascendentes.
A primera faz eutrar na po:uha lodos
os objectos, que o escravo possa ter por
seu irabalbo e economas, por titulo one-
roso ou gratuito, omquanto que o segundo,
dando do peculio urna deftaicao peles objec-
tos que o compOem (definilo sempre pen-
gosa em direito), delle exclue os escravs,
sem haver para isso razio safficieate.
O projecto da coramiss) declara inalie-
navel o peculio do escravo, emqaanto que
a proposta, nao incl lindo tal disposicSo. o
igosla a qualquer outra propriedade, e d
ao respaciivo sjnhor o direito de usar e
abasar zam todos os outros senhores.
O projecto da commis3lo declara, que ao
conjugo livre licito remir o conjuga es*
cravo e os filhos, mediante equitativa ava-
liaco, e cxhibicSo inmediata da importan-
cia ; mas nlo declarando, que en taoacon-
dicoes os escravs lem direilo alforria,
a* acorescenta disposico nova legislaclo
e pratica adoptada, pela quil os senhores
de escravs no imperio concedsm a liber-
dade, offerecendo-se lhes o justo valer do
seu escravo: o sensor pirtenlo pode recu-
sar a liberdade.
Na proposta do governo a alloma con-
siderada um direito, urna vez que se ofiere-
Qa ao senhor o justo preco de soa lber
dade.
Como poim provavel, que -dlgumas
vezes alguem ossa favorecer a liberdade
da escravs no intento de tomar tma vin-
ganca de seu inimigo, ou d8 ob er nteres
ses especiaos com o aervici de es:ravos,
emb Ta limitados a prazo definido, parece-
nos, que um justo temperamento se deve-
ria aqoi admittir, determinaado se que a
alforna por contrato de prestaclo de ser-
vico nunca possa ter lugar sem a acqoies-
ceicia de senhor do escravo, e evitando-se
Regolados, como vimos, a cceafao do
peculio servil, o rsgate obligado dos es
cravo, e o contraste de swvicos- futir os
dados a comecar ai da data da Iti, ou
jaeuores deil anive, oo slo maiores.
Napriiaeira hypottese ella se con-
sndem com as soeiedade da tratam-
iento, e eotid-n.>pedem ter mais direito
do queja* ditas soeiadades, o devem por-
anio estar sojeitas. mesmas- obriga^oe*
na frmadeterminada pelo art-2? | lu da
Reposte ;; na segaada bypothese eslo igua-
ladas a> particular^ qae pelo aaeravo ole
ce a juste indemoi6acao de seo valor, e por
Hanto smente podem ter direito. aos servi-
dos da libertado, por espigo de-sete anne*.
Cuuapre prevenir esta lacuna para evitar
futuras questoes, e neste caso.baslaria lal-
vez referir-so no lim do oIImbo periodo do
arligp aos SI Io do art. 2o a-|; 3o do art,
4* como o razia ruis p.evidentemente o art.
2 |,20 do projecto da commissli da cma-
ra dos Srs depulados.
TE&CEHU PAUTE.
MUSafMiSSAO POR FA.V0R. DA LE.
Diepois de haver a proposta do gpveroo
sabiaraenie consoltado o melhor meio. de
para obter a liberdade, passafo projecto a (chamar liberdade as- gerac5es futuras,
estabelecer certas, favores, tendeles a exo f adoptando- o salutar principio de que de
uerar as alforrias.de alcavalas pecaniarias
do nosso paiz; como se essas wonom as
garantidas pela lei nlo pudessem ser aog- a:-sim que o homem P^J:aJa.for^
jentadas por instituicSes de crdito, em
que se Ihe pigasse um juro mdico, em vez
de estarem expostas depredadlo e ao
roobo, oo a consumos menos moraes, etc.
O peculio om nossa opinilo o grlo de
mostrada, de que falla o Evaogelho, e como
elle se multiplicar ao infinito ; a creaclo
de urna grande riqueza ; o trabalho ani-
mado pela lei, e premiado pela liberdade.
Levados ainda de snas tristes apprehea-
aes, filhas certaraente de cerebros enfer
mos e prevenidos, chegam at a dizer, que
com a institoiclo do peculio a ordem so-
cial rica abalad i ; o que os tribunaes dos
homens mo bastariam para reprimir o>
males, de qne elle seria origem II Temos
conviccas contrarias, e esperamos que
Deus nao consentir nos phantasiados hor-
rores, deixando de proteger urna santa ios-
titnicSo.
Podendo acontecer qae o escravo, dono
do pe:ulio, delle se nlo livesse servido,
para obter sua liberdade, a proposta refor-
ma a ant'ga legislaclo, pela qual o senhor
era o h Tdeiro do seu escravo. Assim se
pelo 3 til. 19 do Livro 2o das Instituas
de Justinianao se determinava, que vobis
adqwhtur, quod servi vestri extraditione
manciscunlur, siv quid stipulentur, mi ex
qualibet alia causa adquirant... ipse enim
servas qut in potestate alterius est, nihil
suum habere potesl, a proposta do governo
repelle eHi legislaclo anacbronica, dar e
capida, e d ao peculio o mais justo dst
ao ; concede o i' aos berdeiros necessa-
rios do escravo cuja familia reconhce ; Ia
ao seu coajuge, oa falta delles ; e 3 ao
e de embaracos de qua'iquec genero,- que
poderiam diiicnlta-la no seta principio, oo
na sua continuadlo, corr paragrapbos segointes ;
6. As alforrias. qu> gratuitas, qor
a titulo oaeaoso, serlo isentas de qaesquer
diroitos, emolumentos ou despezas.
7. Em qualqo/jr caso de alienaco
ou transmisslo de escravs b prohibido,
sob pena, de nullidade, separar os conjuges,
e '.s filhos mioores de 12 annos, do pai
ou mi.
18. Se a divisio do bens entre ber-
deiros oa socios nlo comportar a reooilo
de urna familia, e nenhivm delles preferir
conserva-la sob o seu dominio, mddiante
reposico da queta parte dos outros inte-
ressados. ser a masmi familia vendida e o
seu producto rateado.
9, Fie* derrogada a Ord.. liv. 4o.
tit. 63, na parte qae revoga as alforrias
por ingratidlo.
A serbio de diretos, emolumentos e
despezase um grande favor, que a lei coa-
cede s alforrias. A isenclo dos direitos
de transmisslo j tinhi sido concedido pela
lei de 28 de janho de 1870 para as alfor-
rias concedidas sem clausula reas corpora-
coas religiosas aos seas escravs, e j nlo
aqu mais do que urna ampliarlo desta dis-
p jsicao; mas se as suas palavras smen-
te se contm a coocesslo das qianlias, que
deveriam ser pagas aos cofres pblicos,
parece que tambem so deveria ordenar,
que nenhuns salarios recebessem os tabel-
liles pelas escriptoras por elles feitas em
favor da liberdade. Em assumpt", em
que o Estado faz sacrificios, atina do arran-
car o cancro di escravidlo que corroe as
entranhas da sociedade, justo que esses
f jnecionarios tambem entrera com o seu
bolo, dispensando os salarios que lhes
perten.com.
ora eaa dianto todos os cidadlos nasciam do
coodfl> livre ; depoii de haver facilitado
s geraefes presentes, escravas oa meios de
so avrarem da escravidlo :. 1" pelo esforco.
nacional, creando am fundo de emancipa
Co; 2." peloe esforoos dos proprios osera-
vos creando-lhe no.peculio nata propriedade,
ou de lerceiros que quizessem despender
seus capitaes por mora libaralidade, ou por
prestaclo de servicos; depois de haver em-
Qm sabiamente determinado nlo smente
f06 o resgate era um direito, quandi para
a liberdade do escravo se offerocia urna jasta
indemnisaclo ao seo dono, como tambem
garantido os contractos por prestarlo de
servicos, e a unilo da familia escrava exigi-
da pela propria natureza, podia talvez Q le-
gislador entender que esteva satisteita a
sua misslo; mas levado da necessidade de
dar o exemplo do sacrificio, ptimo meio
de fazer abracar por iodos a causa da eman-
cipaclo, o legislador declarou logo liberta
cria classe de escravs existentes, uns por
mero ellei lo de soa liberalidade, outras vela
le moral ao reconhecimento, e outros por
presuoapclo de que esto tantamente liber
lados por seus senhores. Tal o objecto do
arl. 6. desde o .9 a 7. da proposta do
ou actuado por interesses egostas possa
arruinar a oulrem, que tove oiafelicidade
de lesagradar-lhe, ou de ser o seu rival
na industria, e que smente dos seas es-
cravs tirava os meios de continoa-la pro-
ficuamente.
O projecto da commisslo da cmara dos
depulados Dio declara qual o procedimento
a ter, quando se nlo di accordo sobre o
quantum da indemnisaclo; a proposta
previne esta lacuna, autorisando o arbitra
ment, e fixaodo o proco dos escravs em
dous casos muito commuos no foro,inven-
tarios e vendas judiciaes.
N 'Ses dous casos, era desnecessario o
arbitramento, porque a avaliacio oa deter-
minaco do valor do escravo j tinha sido
fea po.- peritos judiciaes, em quem as
partes litigantes ou interessadas haviamcon
cordado, e que apresentavam por isso mes.
mo todas as garantas, da que baviam proco-
d do com inteira raparcialidade. segundo a<
regras de direito no dosempenbo de seus
deveres. O arbitramento portante nesles
casos era inteiramente intil e protela-
lorio.
Garantios liberdade por contrato de
prestaco de servicos.
Determinados os casos, em que a liber-
dade pode ser pedida como um direiti, a
proposta do governo se occopou de rodear
de cenas garantas o libertado no caso es-
pe .al, emqae essa liberdade se adquire por
contrato do prestaclo de futuros servicos,
afina de que ainda inexperto na carreira da
vid social, nlo fossa elle victima dos cal-
culos e interesses de quem concorrea para
A prohibilo de separar os conjuges, e
os filhos menores Ule 12 aaeos do pai ou
mli, quando se trata de alienaco ou trans-
misslo de escravs, e de suman juslica ; e
prra provar sobrar-nos-ha lembrar as pa-
lavras do parecer da commisslo de joslici
civil da cmara dos depulados de 18 de
junho de 1869 : A commisslo eotende
quo um triste e doloroso espectculo
ver... qae sojam separados entes que pe-
los tacos da natureza, das leis, da educa
cao e da gratidio deviam e queriam vi ver
juntos, desconhecendo se os senlimentos
mais ntimos do coraclo humano, que slo
os fundamentes naturaes e legaes di fa-
milia. >
Esta disposico tambem nlo aova, por
j estar consagrada pelo art, 2 da lei n.
1695 de 15 do setembro de 1869; os
7 e.8* da proposta do governo smente
vem alterar: Io a id de que essa lei eleva
va at 15 anuos, e es tender: 2 essa dispo-
sico de indissulubi idade da familia ao caso,
em que a divisio dos bens nos juizos fami-
lia erciscunde ou communi dividunio (ber-
deiros ou aocios) ni i comportar a reuniio
de urna familia, o nenhum desses interessa-
dos prefer r consrvala sob o sea dominio,
para determinar que a familia seja vendida,
e o seu producto rateado.
Consagrada assim a existencia da familia,
urna das grandes bases da sociedade, deve-
80 todava onteoderaque a venda ordenada
pelo 8' nlo ter lagar quando houver fi-
lhos maiores de 12 annos, porque smen
te os menores devem
seus pais, como pelo j
governo, que abaixo copiamos:
An. 6. Serlo declarados libertos :
1. Os escravs da naca, dando-lhes
o governo a oceupaelo que julgar conve-
niente.
2." Os escravs dados em uiofrudo
cora.
3. 03 esclavos das ordens regalares,
dentro de sete annos, mediante accordo do
governo com as mesmas ordens religio-
sas.
4. Os escravs das herancas vagas.
I 5. Os escravs qae salvarem a vida
de seus senhores, e dos ascendentes ou des-
cendentes destes.
6. s escravs abandonados por seus
senhores.
Se estes os abapdonarem por invlidos,
serlo obrigados a sustaptal-os, salvo caso
de penuria, sendo os alimentos laxados pelo
juiz de orphlis.
7. O escravo qae, por consentimento
expresso do senhor, se estabelecer por qual-
quer forma como livre.
Manumitidos por liberalidede do estado.
Segundo os dado?, que nos fornece o re-
laten o do Sr, ministro da fazenda, os es-
cravs da naglo, ou os que slo-lha dados
em usofructo montam a 1.161, de todo o
sexo e dade ; o portante, se o sea preco
individual fossa computado no termo medio
de 600l000 por cada um, segue-se qui o
seu valor total montara a 696:600/9000,
do qual devia o estado ter urna renda do
42:796tf03 se fo >se elle empregado em apo-
liees da divida publica de 6% ao aano.
Manumittindo pois o estad) os escravs,
de que tem a propriedade ou o usofructo,
fax sem duvida o mais generoso sacrificio,
que Ibe de re acarlar as s^Spathias o as beo-
dos do mondo civilisado.
No projecto da commisslo da cmara dos
Srs. depulados dava-se ao governo apenas
autorisaclo para conferir a liberdade; na
proposta do governo cooferese effectiva-
meote essa liberdade, para que nlo fique
em duvida o ponsa&tente humanitario do
legislador,
Com razio procura a proposta libertar
os .osera vos das ordens regulares, mediante
accordo que com ellas fizer o goverao, por-
seguir a sorte de [qae essas corporacSes, de vendo dar o exem-
T assim se deter- 'ph de repellirem o dominio do hoihem so
pequeos-, levam sempre comsigo-os siguana
de urna afleeteoM dedieaco.
Se o senhor porm fr de tal dnreza de
corac>, que disconheea a lei moral do re-
Conneciiaento e gratidao, a lei eotl subs-
titue-se era.seu lugar*, e pelos meios jur-
dicos faa proclamar a liberdade do escravo*
que o senhor levado de srdido egosmo
recusara conceder.
Pnsumpeo de IJwdade cmeedida.
A proposta com muila razio tambem co
sido a libertos os escravs abandonados por
seus senhores, seja qual fr o motivo, oo
que par. consent mente exprese delles se
estabolecerem como, livres ; porque sep-
poe-sa-que uestas h^polheses o senhor do-
minio, de si o poder, que sobre elles tinha.
A lei recoobece aqu, smente- o facto, e ga-
rant-o..
Ella.porm nao se limita a proclamar a
liberdade do escravo abandonado, mas tam-
bem a assegurar-lne a vida*, evitando assim
a justa censura, que Montesquieu faata ao
imperador Claudio. (Espir. das leis liv. 15
cap.. 17), de que smente aitendera a urna,
e esquecera d outra.-A\ le do imperador
Claudio referida peto.cdigo de Justiniano
liv. 7. tit. a.0, | 3. i e seu texto o se-
gointe:
Scimus... ex Eludo DiviClandiiintro-
ductum, quod si quis servum. suum gr-
tudine periclilaaiem sua domopnblico eje-
cent, use ipse um procarans, nec aUi eum
commeadans, eum eral ei libera facultas in
enonem eum miltere bujnsmodi ser-
vas in librtate latina antea morabatur...
talis itaque servus librtate necessaria, do-
mino etiam ajente, re- ipsa donatus, lia!
Illico civis romanos,
Entre a numeraco feta das pessoas, que
a lei declara liberto-, omitiiramse os es-
cravs, que por culpa dos intoressados nlo
foram dados matricula dentro do tempo,
determinado pelo 2. do art. 8; mas
essa lacuna, que bem se pode evitar, nlo
prejudica a materia, porque consagrada e-t
ella na indicada parle da proposta. A ques
to apenas do ordem e de redaeco.
No inleresse de augmentar o numero dos
individuos, qui a lei declara libertos, pre-
tende alguna que tivessem a raesma graga
os escravs d is individuos, que nlo tenbara
berdeiros necessarios (legtimos ou legitima-
dos) quer tellecam com testamento, qner
ab intestado. Admitir porm esta idea
seria o mesmo que desbordar os collateraes
ou osjnstitui los do defunto, se todo o monte
por este deixado se constituisseem escravs
ou desMcar extraordin.riamante a parte
que devia ser aqunhoada a cada herdeiro,
fazendo urna profunda alteraclo as leis, que
regulam as successes.
Declarar porm qae valor do quinal),
qae deve ser partilhado i fazenda nacional
em pagamento do sello de herancas e lega-
dos, fosse fazer pirte do fundo de emanci
paglo, ou que fossem libertados os osera
vos do monie partivel que Ihe correspon-
dessem, seria medida muito razoavel, por-
que nem desfalcava a parte dos berdeiros,
nem a naci se mostrara mesquinha, m-
xime quando esse imposto sobre herancas
legados reprovado pelos principios da
sciencia econmica.
O projecto da ommi-sai da cmara dos
Srs. depulados tambem dec'arava libertos
os filhos da escrava, que houver de ser livre
depois de certo tempo ou condicao, mas a
proposta rejeitou com razio semelhante de
itaraclo porque a jurisprudencia no reco-
nbece a liberdade nis filhos da malher es-
crava, que houvesse de ser livre depois de
certo tempo ou cndilo ; mas sim nos da
mulher que foi liberta com a condicio de
prestar servicos por corto tempo, chmala
em direito statu libera. No Io caso teriam
os filaos a condiclo do venlro confor-
ma a legislado existente, partus ventrem
sequitur; e no 2. era ellaconsid rada cmo
quasi livre, e portante seus filhos ficavam
livre.'.
Es ti disposiel) podia e devia ser suppri-
mida sem iaconvenonte ; a proposta deixou
aos tribunaes deciiir asquesies coaforme
as regras de direitos, se alguem duvidasse da
liberdade dos filhos. da mulher statu li-
bera.
Podia lemer-se quo os escravoi libertadas
pelo art. 6. desta lei viessem a formar urna
classe de proletarios e vali?, ltenla
natural indolencia da raca africana, e que
o beneficio da liberdade, que se Ihe conce-
da, fosse causa de desgrac i para ellos, e
de encommoda perturbado para a socie-
dade.
A osles inconvenientes, que nlo bavia
attendido o projeoto da co.nmissSo da c-
mara dos Srs. depulados, oeeorreo previ*
deotemenie a prop sta di gov.roo: 1."
pon Jo os libertado? sob a Insptccat* do go-
verno durante cinco auoos para evitar qae
o seu procedimento se desuse do respeito
que devdm s leis, e s autoridades; e 2.'
obrigando-os a contractar seos servicos aos
particulares, oo a trabalbsr nos estabeleci-
meatos pblicos, como se musir pelo se-
quinte | 8.9 do arl. 6.:
8." Em geral os escravo libertados
em virtud-e desta lei ficam durante cinco
annos sob a inspeccio do governo. Elles
sao obngad^s a contractar seos servicos
sob pena de serem conetrangidos, se vive-
rom radios, a trabilhar nos estalielecimeu-
tos pblicos.
Cwsar, porm, o coostraogimeao do*
trabaibo sempre que o liberto extrahr con-
tracto de servjfo.
A proposta entendeu coa-veniente initiar
as pessoas que fe libertar, na carreira do
irabaltm, em vez de iguala-Ios de chofre a
rodos os eidadiosy e ter de poai-los com>
vadios : a proposta nlo qiiz que o traba-
ibo nacional viesse a diminuir, e portante
a proiiueoio e riqueza, que sao delle con-
seqisencias.
l>i inspeccio porm do governo- podeio
ser Orad s os menores de 20 annos para
submite-los dos joizes de orpMos, c*no
acomete- a todos os outros menores- livres.
QUARTA PARTE.
PR0CHSS0;
Na qoarta parte da proposta dgoverroY
trata-s do ju'zo corapetento, e da-frnsa
do proM&so, que se deve seguir om todas-
as questes de lib>rinde, soppond assim
fazer allomas pnwtosas ifinovaceS; para
pie a i peseoas que demaadam por sua li-
berdade sejam melhor garantida esuas-
qnesioas si^decidam em processo mais r-
pido;
Eis pan- conseguir Mes fins a despost-
lo correspondente :
Art 1.a i primeira instancia em Jodas as
'juesioes civis de liberdade ser a J jaizo
de orphlo.
, 1." 0proeesso sei sommario.
2. I!av*i appel)ao5o.jr-(^cio>quando
as decisoos forem coutnarias liberdade.
3. O promotores pblicos poderlo-
promovur os direitos e- favores quo as lefe
)concedamao6 liberto ees*ravos, e repre-
sema-los em todas as causas de liberdade,
em que fore. partes.
A. diepc#i$o do arimenro periodo do
artigo-nlo nos parece oooveriiente, porque
as queste civis de liberdade, a que elle
se refeae, pudem ser- bem julgadas pelo
jui/.o comnaam, lio sujetro s regias de di-
reito, come os juizes- de orpblos,. e nlo lia.
necessidad, nem de-alterar a competencia
dos jui jes actuaos, dando a entender, qoe-
a lei descoefia de seta espirito de joslica,
nem dodistrahir os junes de orpblos d;.
espeeiahdade, de qee ella oa incumbir,
proragaede-lbes a jprisdicelo, maiime qoaor
do lab prorogaclo seaente se veriQca dos.
pouess- lugares, em, que ba juiz privativos.
para orpblos, eo>seo definitivo, efleito nao
sera mais do que- ffezer correr pelos car to-
rios, de orpblos. assomptos que Ihe eeaa
estnanhos.
Accresce que-os joizes es^eciaes teas aa-
bural tendencia para julgar sempre a favor
dos objectos oa pessoas, qae a lei ccefia
sua protecelo quando aks a masaa lei
smente delles exige imroarcial administra-
cao da justioa, dando a cada qual o sea
direito.
Quer a proposta do governo do Ia
deste artigo, que o ptocesso no questoes
civis de- bibtrdade seja stunmatsi, para que
nao fiquem os litigantes sujeitos ao proces-
so ordiaano, cojas solemnidades civis Oca
assim excluidas, e, portanto, maiores de
tengas e todas essas ambages, do que sa
alimenta o espirito da chicana.
Releva, porm, dizer que a propo^U
nlo introduz urna novidade no fio por-
inanto as causas de liberdade sao semina-
rias, on tem justamente processo sammario.
como diz o jurisconsulto Pereira e Suza
as suas Primeiras Linhas sobre o proces-
so civil not. 953, e com elle Correa Telles
na sua Doutrina das \ccoes not. 43, Lobiio,
e outros jurisconsultos.
semelhanca do que se tem feito em relr.-
Clo qor s causas civeis, em qno a fazenda
nacional se acha interessada, qur aos re-
cursos crimes nosprooes3ns incumbidos aos
jaizes de direito, determina-se no art 7.
3. da proposta, que haver appeilact
ex-oficio, quando as decisoes forem contra-
rias liberdade. Deu-se assim evidente
protecelo s pessoas, coja liberdade fr
contestada, levando a caus a tribunal su-
perior, mais independento. mais esclarecido
o talvez menos actoado das impresses Ic-
caes, o evitando-se qui possa haver con-
luio entro os qae defenda pro forma a
liberdade de um dos litigantes, e aquellas
que a impugnara, como por vezes tem te3-
temuhado os annies do foro.
Finalmente a proposta faz sabiamente io-
tervir os promotores pblicos autorizndo-
os a promover os direitos e favores, que as
leis concedem aos libertos, e escravs, e
represeaa-los em todas as causas de li
berdade. em que fonn pastes. Com essa
disposico nlo se altern ni rea'idade o
qae as leis j tem concedido aos escravs.
porque por ellas todo o cidadao pode pro-
mover a liberdade de um escravo, pedindo
sea deposite para que litigue sem o menor
constrangimeoto, reqoorendo que se Ihe d
um curador ad litem, e segoindo com este
todos os termos do processo aj a senten-
ca definitiva.
as qaestes criminaes o promotor pu-
blico, representante da sociedade, tem o
direito de acensar os seohoros, que com-
motterem sevicias na pessoa dos respectivos
escravs ou se tornarem reos de crimes em
que tenba lugar a accusaglo por parte da
justica. Sa o promotor publico esquecer
o seu dever, as autoridades podem intervir
ex oficio na frmf das leis, e Pereira e
Souza ensina na citada nota 95S, que se o
senhor trata com severidade o escravo rde
sobre isso prover-se por aotoridade do juiz.
Pelo que pertance aos direitos e favores
que as leis concedem aos libertos, a nter-
venci do promotor nos parece convenien-
te afim de que tenham aquellos individuos
ha* pouco retirados do caliveiro quem of-
cialmente advogne teus direitos e inte-
resses.
Do que acaba deespr-se resulta para nos
a convicio, de que todo este art. 7. da
proposta do goveroo pode sem inconvenien-
te ser sapprimido, a excepelo do % 2., e
do 3., eliminan lo-se neste a palavr-a es-
crotxw.
f'Coatmaar-w ha.
TVf. 00 DUR1C-RUA DO bOQUK DSCilA


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