Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12437


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Full Text
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<**
AMO XLVII. NUMERO 161
thMk A CAPITAl E LOGASES OIEE IAO SE PAGA POITL
aor tres mates adiant!u..........
Por seis djto'i'tom...........
t'orutn tumi Mmn.....
Cada miuueiu avalso .


60000
124000
24*000
320
--N
TERCA FEIRA 18 DE JULHO OE 1871.
---------------------------------------------------------------------------*-------I-----------V------------------------
i
PAJA DEITBO C F01A DA FlfTIICIA.

r tres mezei adiautadoa .,....*......,
Mis ditos idea................
bot ditos dem.............,
Tbr nm tono idem........^ ....,.,
6171*
4SH00
S0|0
17J000


Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Ftlhos.
iAO AniTB:
Os Srs. Gerardo Antonio Alvee d Filhos, no Para ; Gonjalves d Pinto, no Maranhio ; Joaqnim Jos de Oliveira Fbo, no Cear ; Antonio de Lemoi Braga, no Aracaij ; Joao Mara JoJio Chaves, no Aaio ; Antonio MarfBM da Silva, no Natal
Pereira d'Almeida, ern Mamangnape ;Felippe Estrella C, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bnlclo, em Santo Anta; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de ARoiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Leite, Serqoinbo A C. no Rio de Janeiro.
; Jos Joalia
PABTE OFFICIAL
Kcpartlfo da po lela.
t.' aeegao Secretaria di polica d> Pernamba-
co, 17 dejolho de 1871.
f. 959.Illm e Exm. Sr.Levo ao conheci-
mento de V. Exc. que, segando consta das partid-
Saques rec-bidas tioje uV.su repartida, (orara
ootem rechinidos casa de deteticio os seguinies
individuos :
No da 13 do eorrente, ord-ra 4) SihIalaga
'H) I) Recite, Albn> Barbosa dJ* Stuti-, por
iwsissMii
A* ordem do de Santo Atiloni'. Anc>l reir da Co, escra- de Joaqun)
Soveriaao, por disturbios.
A'orden do di S. Jos, Antn..), osiiavo de
1). Joaquina Cavalcante de Atbaqaerqae Li:erda,
oor anlar fuilo, e Maria. eserava de Francia
de Oliveira Mello, por desordeno.
A' ordein do da Boa-Vista, RicharJ, Hi.-rie,
^wr chine de armas defezas.
No da 16, oriem do subdeleglo de Santo
Antonio, Joaqun) Uomes Camello, por desordem;
Maooel Theodoro da Rocha e Manoel Reg dos
Santos, como recrutas; Joao Goman da Piedade
e alaria Rita da Conceicao, por disturbios.
A* rdein do da Boa-Vista, Joaquim Francisco
lonqueira, por desordem, Antonio Bandeira dos
Santos e Maria da Conceicao, por embriaguez e
insultos.
A' ordein do da Capanga, Francisco do Gir-
ino de Paiva, como inliciado em criine Je (orto ;
Marraba Izbel de Andrade, por Sttspeitas de ser
scrava e andar (agida ; Anna Francisca Meo-
moral publica. .
A' ordem do da Magdalena, Antonio Francisco
Xavier de Bosta, como suspito de ser desertor
Bwos. guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. Dr
Manel do Naseimento Mchalo Portella, vice-
or-si lente da provincia.O chefe de polica, Her-
-wtgenes Scrates Tavares de Vasconcellos.
< orreftpondencla do Diario de
IVruambaico.
PARAHYBA, 10 DE JULHO.
Sao lieongeiras as noticias de invern que le-
-iio* di interior da provincia.
As feiras de gado leem sido abundantes; os
lagrimes achara se qua.-i todos segaros, e a safra
l'algolio annuncia se avultada.
As plantacoVs de canas estao igualmente em
bas condieoes, prometiendo aos senhores de enge-
r i> boa remunerado do sea irabalh..
A salubridadepublica, eotretacto.no tera sido
. nio era para desejar : a eslacao invernosa traz
-orosigo ordinariamente certas en(er nidades que
h tio inherentes, e que so a entrada da prima-
vera consegae dissipar.
Esta boa perspectiva do centro Ja provincia
az-Doa assegurar urna sensivel melbora de sea
ciada flnanceiro que anda permanece bast nte
precrario, nio obstante a econmica adm'raistragio
do actual vice-presidente em exerelcio. o Exm.
Sr. Dr. Jos Evaristo da Cruz Gouva, que lem
demonstrado em sua curta gerencia, dotes apra-
ciaveis de governo, energa e lino administrativo
O emprestimu votado na sess-j extraordina-
ria da assemla provincial, que trabalhou em
jWembro do anuo passado, ra ter prompla solu -
o, deviso aos estur<; >s incessanies de S. Exc,
que prestou este importante assimpto a mais
iceurada atlenco.
Coadjuvado pelo digno senador Frederico de Al-
meida e Albaquerqae, conseguio o deligente Sr.
i ir. Jos Evaristo entalular e ta negociacio com
> banco do Brasil na Corte, em coota crreme, a
uro de 8 por cento ao anno, e com e prazo de 10
.noos para sua amorUsafio.
A operario sobremodo (avorave> ao ihesouro,
em eondic/es idnticas ontra igaal, que foi rea-
sada para o Para, na,administrar) do Sr. Dr.
loaqaim Portella.
Coa;ta-nos que as ordens pira a :onclusio d'esia
'.rausaeeae serio expedidas no pnmeiro vap,i.
'ieando d'este modo a provincia habilita la para
< .!:<(izer seas atrazos, provendo ao mesmo tempo
a cercos servidos de urgente necessdade.
Tveeraos nossos jastos eacumios a esses Ilustres
>;,rahy baos pelo patriotismo de qae deram pro vas
m semetbaate eonjanctura.
A IranquiHidade publica nio lem sido altera
la, o que # devido, em parte, ao espirito ordeirn
11 populacao, e mais que tu lo poltica moderada
jaseeira qae preside seus destino-.
A segurane individual e d propriedade,
entretanto, nio satisfaioria. A ac^io da polica
az-se sentir poneo nergicamente na repressio
dos -chines, e os altentados contra a propriedade
repeteu-se com escndalo e sera correctivo. O ac-
-.ual chefe de polica parece (aligado de sua longa
adniinistraeio, e os desgoslos laten.e-, qae existem
ontra a inercia e iodolencia de seus actos, faii-
*am j amigos e adversario'.
O desprestigio da segunda aatoridade da provin-
cia (em coegado aos ltimos extremos ; nada se ha
upado para ridienlarisa-la, empregando-se at
oeste proposito os roeios mais indecentes I Pesa-
i.i- ter de externar para (ora lio triste situacao,
at o (azaraos em comprimento do nosso dever de
orjnista, e no sentido de alcanzar melliras d'este
deploravel estado de cousas.
(*s negocios da repartido da polica :eem cha-
fado um ponto tal, qae reclama seria attencio
rto governo imperial. Nao queremos ser acredita-
los'sem exame : ouea o gabinete as o(orraacdes
do* dignos representantes da provincia no paria-
necio, e ficara certo da procedencia de nossas ob-
rvaede.
Chegon esta capital o Sr. 1.a lenene Fran-
^l*co Jeronyao G)Dcalves, que vera irear ama
ompanhia de aprendizes mariobeiros, conseguida
oara aqu a esforeps do nosso distincto compro-
vinciano, o Exm. Sr. conselheiro Diogo Velho Ca-
vaicanti de Albnqoerque, quando ministro do ga-
rtiwle de 1 de julho.
Consta-nos que ja se prepara a planta do
ditVco qae deve servir de qaartel mesma com-
.lanhia, cuja constraccio ter prompla realiacao.
Foi do nena capital com geral applauso o
scurso do nosso prest moso representante Exm.
-ir. Dr. Aniio Salathiel Carneiro da Cunha, pedio
do acerescjmo de depalacio da provincia, bem
C uno de outras, no parlamento nacional.
A materia, diz o lornal da Parahyba, qae acora
pinhamos, (oi perfeitamente bem exposta e des-
envolvida, amo era de eperar da reconhecida in-
tiiugeocue conheeimentos d'aqoelle noso amigo,
ssropra loso e solicito pelos interesses da provin-
cia^nedignaraeaie representa.
IVesU que as r zoes exhibidas pelo 11 lustre de-
latado aejam attendidas, aQm de qae seas esfor-
abam o resallado desejado.
: nomeado provedor da StnU Casa da Mi-
lia o Sr. commeodador padre Lindolpho
fia das Nevea, de cajo cargo tomoa posse
em exercicio no da 2 do correle, de-
soleranidades do estylo.
a-nos qae algaraas censaras urraieiras se
. o Exm. Sr. vieepresiSenle, por causa
tea acto, visto nio pertencer o nomeado
Ka dominante.
Mas, enireanto, nio teem a menor proceden-
c.io que foram consolt ido, como porqae, quanlo
a nos, entendemos que, para cerlos cargo, como
0 de que se trata, nao se deve olhar para a cor
poltica, e sim para as habilitares e capacidade do
individoo que vai desempenha-lo.
Neste ponto de vista, que esencial, a nomea-
i.'ao nao podia ser mais bem cabida e acertada,
pois notorio o zelo e dedicacio que exhibe o Sr.
commenlalor '.orri da< >eves no desempenho
de taes commis.-djs, como, por veze3, hi demons-
trailo.
Foi recehida com jubilo Basta capital a no-
ucia da remocao do Exm. Sr. Dr. Silvino Elvidio
Carneiro da Cunda, da presidencia do Rio Grande
do Norte, para igaal cargo, na provincia das Ala-
goas.
E' sabido o estad) d^sazradivel em que este
nosso distinelo comprovinciano eaconirou a pro-
vincia nossa visinba, e modo salivatorio por que
soob superar os obstculos e conduzi la na
senda de ordem e tranquillidade que vai tri-
1 bando.
Damos-lhe, pois, os puaben< por esta prova.de
considera^ao e apreco de tao relevantes servidos,
e temos conviccao de que ir em sua nova com
missao exhibir os maiores ttulos a estima e bene-
merencia publicas.
Felicitamos igualmente aoa alagoanos pelo Ilus-
trado e honesto administrador qa* Ihes destioou
o governo imperial, digno, por certo, de todo res-
peilo e a ".aumento, pelas nobres qaalidades que
ornam sea carcter moderado, enrgico e justi-
ce iro.
O Sr. Angelo de Fojos Corre i Cesar, antigo
empregado da secretaria da polica, e constante
amig da situacao, (oi com sorpreza geral deraitli-
do -i j cargo de amenuen^e da mesma secretaria I
Dizem-nos que deu causa semelhanle acto de
viritidade da chelatura ter, um fi!ho do demittido
que praca do exerc to, soltado buca-p de(ronta
da secretaria da repariicio I
Outros ditem qne o anhelo de aecommodar no
lugar um certo fllhote, protegido e acarinhado. (oi
origeni de tirarse o pao un servsntuario pobre,
teloso no enmprimento los seus deveres, e pai de
numerosa (amilia.
O aclo tera sido censurado as gatetai da trra,
era cajo numero con la-e o Jornal da Parahyba,
orgiodo partido conservador, olha redigida com
snmma discricao e criterio, e que, de longa data,
guarda sobre, a repartcao da polica um silencio
glacial.
E' que a medida j vai transbordando, e por
isso, j comee, i a fazer erupg)...
A censura da redacto da (olha ofBeial por esse
acto inesperado qae noticiamos tem causado gran-
de impressio, acabar por sem davida de tirar a
pmva real das nossas queixas, j consignadas an-
teriormente.
Teve lugar no da 7 do eorrente o levanta-
mento da baodeira da (esta de Nos.-a Seohora do
Monte do Carino, qae effectua-se na igreja do con-
vento respectivo diligencias do Rvm. Fr. Alberto,
o qual (ez celebrar nessa occasiao urna missa can-
tad ico n as devidas solemnidades.
As novenas eomecaram uo mesmo di, com
bastante conenrrencia de rleis.
Aqraalle obratro do Senhor digno de encomio
pela constancia que exhibe na realisac.o d'esta
(estividade, (eita sempre com a devida decencia e
apparato.
Nada uns leoho qae noliciar-ihe na presente
occasiao.
PERNAMBCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 13 DE MAIO.
PRESIDENCIA DO SR DR. AGUAR.
(Conclasio.)
Encerrada a discussio o artigo posto a votos
approvado.
Ari. .11. As fungas de contratos de arremata-
cues e utras de qualquer especie, serio prestadas
em numerario, apolices do thesouro e cumpa-
nhias, ou em bens de raz, podendo ser os inte-
riores a '-i rtontos prestados por abonacao dos fia-
dores, inlepeodsnte da especialisacao de bens, e
os relativos obras publicas na razio de 10 por
cento do valor do mesmo contrato.
O SH. GUSMAOLOBO justifica diversas emen-
das.
Vio mesa e apoiam-se as seguales emendas:
Onde se 14 bens de raiz lea-se situados na
provincia.G. Lobo.
t Onde se escreveu apolices do thesouro ; lea-
seltalos da divida publica, geral e provincial.
G. Lobo. s>
Art 31. Onde se le companhiasdg-se
e acedes de companhias qae tenham a sua sede
nesta p'rovincia, guardada a cotacao do mercado.
G. Lobo, i
i Accrescente-sesendo que as relativas a ar-
recadacao de rendas deverao ser em metade de
sea valor, pelo menos em bens sitos no municipio
da capital.Gusmao Lobo.
O SR. RUFINO DE ALMEIDA diz qae concor-
da com as ideas emittidas pelo nobre depalado,
qae acabava de (aliar, discordando apenas em um
ponto, o qual o das fungas inferiores a cinco con-
tos, que devem prestar os collectores do interior,
as quaes, entende o orador, qae podem rauilo re-
gularmente ser prestadas em bens situados nos
municipios das collectorlas, e que neste sentido ia
ofTerecer ama emenda.
O SR. OLIVEIRA FONCECA (az algumas consi-
deracoes em jnstilicacio do artigo.
A discussio Dea adiada pela hora.
O SR. PRESIDENTE designa para a coramissio
especial encarregada de estudar os negocios fl-
uanceiros da provincia os Srs. Alneida Pernam-
buco, Rufino de Almeida e G. Lobo.
O SB. A. PERNAMBCO pede dispensa da com-
missao, o que Ibe concedido, sendo designado
para subsluui-lo o Sr. Joio Vieira.
Dada a hora o Sr. presidente designa a ordem
do dia e levanta a sessao.
SESSAO ORDINARIA EM 15 DS MAIO
PRESIDENCIA DO SR. DR. AGUUR.
Ao meio dia acbam-se presentes os Srs. Ernes-
to Vieira, Paes Brrelo, Firmino de Novaes, Pedro
Alfonso, Crrela de Araojo, Barros Waaderiey,
Tolentino de Carvalho, Felippe de Figueira, Hen-
riqae Mamede, Agaiar, Ignacio Joaqaim, Hollan-
da Cavalcante, Rutluo de Almeida, Pernambaco
Filno, Oliveira Fooceca, Vieira de Aranjo, Cunha
Cavalcante. Ednardo de Oliveira, Pinto Jnior, G.
de Druramund, J. de Mello Reg.
Abre-se a sessio, lida e approvada a acia da
anterior.
O Sr. 1." secretario d eonla do segainte
' EXPEDIENTE.
Otucios :
Do secretario do governo da provincia, remet-
iendo am exemplar da falla com qae sua magos-
tado Imperador abri a 3.* sanio d 1 .* legislatura
da assembla geral.A' archivar.
Do Sr. depalado Pedro Giudiano de Ratis e Sil-
va, communicando estar anojalo pelo (allecimento
de um seu cunhado.-A' desanojar.
Peticio: .. m /
Do major Marcionillq da Silveira Lias, oftV.re-
cendo o lao?) da 93traia da villa da Esfada'at o
engenho Massuass, feilo a sua casta, sob coodl-
ijio de que pela provincia seja a mesm. conser-
vada.A' coramissio de ornamento provincial.
Parecer ;
F lido e approvado o seguinle :
As commssSes reunidas de fazenda e obras
publieas, as quaes foi sobmettida a represeniacao
que a esta assembl dirigi a Associacio Cora-
mercial Beneflcente desta cidatfe, solicitando pro-
videncias tendentes a promover e garantir o des-
eii volv ment da agricultura desta provincia, ap
plaudiado e conformando-se com os elevados in-
tuitos e generosas aspiracSss de que se acha po3-
sida aquella distincla associacio, de parecer,
que nos termos da referida representacao e sobre
os pontos que concernen) a medidas geraes, se re-
presente assembl legislativa geral.
S3la das commissoes, 13 de maio de 1871.
Pedio Affonso,-!. J. de Souza Leao.J. de Mello
Reg. Gaspar de Drummond >
Projectos :
Sao hdos e mandados imprimir os seguintes:
A assembl legislativa de Pernambaco re-
sol ve :
< Art. 1.* Fica o (residente da provincia auto-
rizado a man lar indemnisar a Francisco Ltn'z
Wanderley, arrematante das pootes e atorros da
cidade do Rio Formoso, ouvida a repartici) das
obras publicas, o excesso das despezas (eitas pelo
referido arrematante.
Art. 2. Fica a cmara municipal de Agaa-
Pret i autorisada a conceder ara abale, que ju'gar
procedente ao ex-arrematante das jangadas da
passagem dos MontesLuiz Jos da Silva Ramos.
Revogadas as disposicOes em contrario. Pedro
Alfonso.-Samtd'.-Pacs Barreto.-V. de Mello.
A assembl legislativa de Pernambaco re-
sol ve :
An. 1.* Fica o presidente da provincia auto-
risado c intratar, nos termos do decreto n. 876
de 10 de setembro de 1856, a incorporado de urna
companhia de pesca, salga e secca de peixe, con-
cedende os seguintes favores ;
1.* Privilegio por 25 annos, dorante os quaes
nenhuma outra companhia se poder organisar
para o mesmo nm, salvo o direito de continuarem
a pescar as pessoas que se empregam n'essa in-
dustria ;
vinciaes, quer municipaes para os edificios e de-
pendencias da empreza ;
< J 3. Obrigacio do contratante ou empreza da
vender p-ixe peso, orgaolsando-se para isso ama
tabella de precos.
Art. Revogam-se as disposicSes em con-
trario.
< Sala das sessoes, 13 de maio de 1871.Fe-
lippe de Ftgueira Faria.
ORDEM DO DIA.
Segunda diseassio do projecto substitutivo ao
de n. 99 do inno passado, tornando privativo o
offlcio de orpbios do termo de Cimbres.
Vai a mesa e apoia-se o segainte substitutivo :
< Art. nico.O escrivio de orphios do termo
de Cimbres servir .-rnente este offlcio e o escri-
vio eompanbelro todos os mais. J. Vieira de
Araujo.
O Sil. RUFINO DE ALMEIDA pede a retirada
do requerimento de adiamento que havia offereci-
do anteriormente, o que Iba conce lido.
Posto a votos o projecto approvado.
Tareeira *,"^nni"L do projecto a. 110 deste an-
no, Hetenninando qne metade da qnantia votada
para lioertacio de escravos, seja applicada a a-
nutencio de um asylo para as libertadas.
O SR. RUFINO DE ALMEIDA justifica a segain-
te emenda :
Accrescenle-sepodendo o presidente da pro-
vincia contratar cora a Sania Casa de Misericordia
ou com outra instiiuicao a creacio e educagao
das menores libertadas, em quaoto nio se esta
belecer um asylo permanente para ellas.S. R.
Rufino de Almeida. >
Encerrada a discussio, approvada a emenda.
2." discussio do projecto n. 93 deste anno,
creando no termo do Bonito mais um cartorio de
orphios.
O SR. PINTO JNIOR pede explicacoes sobre a
conveniencia e utilidade do projecto.
Procedeodo-se votacio, verifica-so empate na
votacao, pelo que tica o projecto adiado, na forma
do regiment.
3 -1 discusso do projecto n. 22 deste anno, ele-
vando a villa a povoacio de Agaas-Bellas.E"
approvado.
Contina a 1' diseassio do projecto n. 109 desle
anno, concdendo privilegio por 10 annos a Smotz
& C. para introdazirem na provincia um novo sys-
tema de tomainas para o fabrico do assucar.E'
approvado.
2." discussio do projecto o. 6 de 1859 revogan-
do a lei n. 723 de 1 de man de 1868. E' appro-
vado.
2.' diseassio do projecto n. 25 deste anno crean-
do districto de paz na povoacio Jnrema da f regu -
zia de Qaipap.
Vai a meza e apoia-se o segainte artigo addi-
tivo:
a O terreno do engenbo Tres Bracos compre
hendido na (reguezia de Serinhiem, passar a per-
tencer a (regaezia da Eseada.P. Alfonso.
O SR. G. DE DRUMMOND manifesta-se contra o
artigo additivo.
A diseassio fica adiada pela hora.
Contin i a 2' diseassio do art. 31 do orgament
provincial.
O SR. R. DE ALMEIDA pede a retirada da emen-
da qne olT-receu. o que Ibe concedido.
Encerrada a discussio, approvado o artigo com
a emenda da coramissio.
Sio successivamente approvados os artigos se-
guintes :
a Art. 32. A porcentagem do fiscal das loteras,
creada pelo art. 19 J 9 da lei n. 963, ser de 20
por % deduzidos do imposto eslabelecilo no art. 19
do i 22.
Art. 33. O empregado incumbido de rubricar
os bilbetes das loteras de outras provincias, per
cebera 60 rs. por cada bilhele, pago pelo possai
dor.
Art. 31. O presidente da provincia poder ele-1
var tres mil coatos o erodito votado pelo art 48
da tai n. 96), eraittindo apolices ou contrahindo
emprestimo proporgao qae forera necessari s, ao
jaro, mximo de 8 por %, amortisaveis no praso
estipulado e na razio de 10 por %. A applicagio
deste emprestimo ser especial ao pagamento das
dividas da provincia, melnoramenios pblicos
desta cidade, pontea, estradas e acodes da provin-
cia, comprehendidos os mencionados no artigo
cima citado.
f Art. 35. Os empregados, enearreg.dos da ir-
recadacio da divida activa anterior i 1850, perce
berio pela arrecadacio qae flzerem a porcentagem
de 20 por /,.
Vio a mesa e sio apoiados os seguintes artigos
additivo?:
Additivo.O presidente da provincia mandar
eliminar, do quadro dos devedores da faxeada pro-
vincial, a Francisco Antonio da Oliveira ex-the-
soureiro das loteras da provincia.P. Affonso,
J. de Mello Rtgo.
Artigo additivo.Fica o presidente da provin-
2:4005000
1:700*000
Sffiaat
1:400*000
2:600*000
800*000
2:000*000
1:300*000
6:011*477
Art. 2.' A cmara municipal da cidade do Re-
cite, no anno financeiro do de outubro do 1871
a 30 de setembro de 1872, autorisada a despen-
der a qnantia 178:010*000.
t 1. Ordenado do secretario,
sendo 1:602*000 de ordenado, e
800*000 de gratificado.........
t Iltm doofllcial-maior, 1:0005
de ordenado e 700*000 de gratifi-
ca cao.........................
c I lem do amanuense, ser vi nio
de porteiro, 800* de ordenado e
600* de gratifleaeoo............
< dem de dous amanuenses,per-
cebendo eada am. 800* de ordena-
do e 500* de gratilicacao........
f dem do continuo servindo de
correio........................
Contadoria.
2. Ordenado do contador
sendo 1:300* de ordenado, e 700*
de gratificacao'.................
t Uem de ura amanuense, 800*
de ordenado e 500* de gratifl-
cagao.........................
Ao procarador 4 per cento
das rendas que arrecadar.......
Dous cobradores da renda esta-
belecida de 300 rs. mensaes por
cada pavimento ou andar de casa
dentro da cidada do Recite, 4 /
das qaantias que arrecadarem___
Empregados externos.
< S 3.* Ordenado doadvogado..
< dem do solicitador..........
dem do official de joslica....
a dem dos fiscaes as fregne-
zias do Recife, Santo Antonio, S.
Jos e Ba-Vista, percebendo cada
um 800* de ordenado e 700/ de
gratifleacio...................
a dem dos fiscaes das fregue-
zias de Nossa Senhora da Graca,
Poco e Afogados, percebendo eada
am 600* de ordenado e 400* de
gratificacao....................
dem dos fisces das fregu-
zias da Varzea, S. Lonrenco da
Malta, Muribeca, Jaboatao, perce-
bendo cada nm 240* de ordena-
do e 240* de gratificacao........
c dem de Ireze guardas fiscaes
a 720* cada um...............
dem da medico............
i dem do eogenheiro cordeador
sendo 1:600* de ordenado e 600*
da gratirlcaci).................
i dem do administrador do ma-
tadouro publico, sendo 800*000
de ordenado e 400*000 de graliti-
cacio........................
dem do amanuense aposenta-
do Candido de Sonra Miranda
Cont.........................
I l-m do (acal aposentado Joa-
qnim Jos Bello...............
i Despezas geraes.
i i. Findieateo impressss.
500*000
400*000
200*000
6:OCO*000
3:000*000
1:920*000
9:360*000
1:800*000
2:200*000
1:200*000
1:000*000
700*000
1:800*000
coramissio c sea bom direito, ao pagamento pe-
dido.
Ainda offerece a comrossio mais ama emenda
consignando a verba de 4*8* para indemnisaeao
devida a Antonio Marques da Silva, arrematante
do imposto sobre cargas de farinha na (reguezia
de S. Jos desta cidade.
Ecta assembl em 186 determinou que se
dsse este abate, visto qae o arrematante provou
pente a cmara qne em consecuencia da gran-
de cheia do Capibanbe naquelle anno tinha soffri-
do grandes prejuizos; mas por (alta de quota uo
orjamento deixou a cmara decumprir esladeler-
minacao da lei.
Em 1870 as disposgues geraes do orgamento
municipal determinuu ainda esta casa que (osse
paga dita indetanisacio : ainda tambera por falta
de verba especial nio (oi cumprida esta disposl-
ci.
Para evitar a continaagao deste estado de coa-
sas, e habilitar a cmara a cumprir a lei, qne
autorisoa esta rudemnisagao, propia a emenda
raen :ionada.
Sio estas as emendas qae, em norae da enmmis-
sio, leoho a honra de olferecer a constderacao des-
ta illastrada asembla. os documentos que as
justificara sobre a mesa para serem examinadas,
por algum Sr. deputado, que tenha algaraa duvda
sobre ellas.
Tenho concluido.
Vai
das:
a mesa e sio apoiadas as seguintes emen-
Ao 4* do art. 2*.Accrescenle-se-com a
consirucco de um inauzulo no eeuiiteri pnblico
para nelle serem depositados os ossos do benem-
rito pernambucaao o Dr. Antonio Peregrino Ma-
ciel Monteiro. segando bario de Itamarac......
2:000*.-Rufino de Almeida.-C. dTAraujo. a
Ao 4 do art. 2\ accrescente-se : com o pa-
gamento de ordenados devidos ao ex-porteiro do
j ry Francisco Honorato Serra-Grande 60OA*
fino de Almeida.C. de Araujo.
a Ao g 4* do art. 2a, accrescenie-se : com a in-
demoisaco devida a Antonio Marques da Silva, da
5* parte do prego porqae (ora arrematado o imposto
de 100 rs. por carga de (arinha, como determina a lei
n. 906 de 25 de janbo de 1869, 448.-G. di Arau-
jo.Rufino de Almeida.
Ao art. 2 5.aOrdenado do administrador
em lagar de 2:080*dga-se-2:400*.-Pmto
Jnior, t
Ao art 2* J 5#, accrescente-semais 2W* de
gratificacio.Pinto Jnior.
Ao arl. 2* 5*, accrescente-se.Ordenado do
sachnstao em lugar de 400* diga-se 600*.Pinto
Jnior. >
Emenda ao do art. 2 em logar de 1:600
de ordenado, diga-se1:800* de ordenado.Per-
nambuco Fiho.Paes Brrelo.Joao Vi-ira.
Ao g 4* do art. 2*Sopprima-se a verba para
aluguel do paco municipal. Rufino d'Almei-
da. >
t Ao % 4 do arl. 2, accrescente-se: com a pin-
tura do pago municipal 8:000*. Rufino de Almei-
da.C.4e Araujo.
A diseassio rica adiada pela hora.
O SR. PRESIDENTE designa a ordem do dia e
tayast* sessao.
Jury e elaigSes".....
Cus-as em que decane ajusti-
ca publica.....................
Daspezas jadieiies..........
< Desappropriacdes.......:...
< Concert de predios munici-
paes..........................
Conservacio do matadouro...
Para acquisigaode instrumen-
tos para planlag de arvores
Dividas passivas.
4:000*000
1:000*000
6:000*000
1:000*000
2:000*000
5:000*000
4:000*000
Limpeza da cidade.......... 50:000*000
........... 1:000*000
a Eveotuaes ..,
t Obras novas, inclusive urna
pena d'agua para o matad ou n> pu-
blico..........................
< Cemiterio publico.
% 5.* Ordenado do administra-
dor...........................
f (dem do capelln...........
< dem do sacristao...........
a dem do porteiro............
< dem do jardineiro..........
t dem de dous guardas, pe ce-
hendo cada nm 800* de ordenado
e 200* de gratificacio...........
Vencimentos de nove trabaja-
dores a saber : tres coveiros a 2*
diarios, cinco serventes a 1*600
e ara pedreiro a 4*000..........
< Cemiterio do Pogo da Panella.
c 6.* Ordenado do adminis-
trador ........................
t Vencimeolos de nm servente
a 1* por dia...................
< Cemiterio de S. Lourengo.
c 7.* Ordenado do administra-
dor...........................
Diaria de um servente......
t Cemiterio da Varzea.
% 8.* Ordenado do administra-
i
dor
a
t
dor
Diarla de um servente.......
c Cemiterio de Jaboatao.
9.* Ordenado do administra-
Diaria de um servente.......
< 10. Eveotuaes para os cerui-
terios........................
40:000*00
2:000*0)0
1:000*000
400*000
720#OfO
480*000
2.-000*000
6:570*000
600*000
365*000
500*000
365*000
500*000
365*003
500*000
365*000
1:000*000
178:010*000
REVISTA DIABDL
Modficaooes> dependentes de approvagao da assem-
bta legislativa provincial.
O art. 5* do contrato comer assim. As loco-
motivas serio do sysleraa TanS Eugene ou.-.. (o
mais como este determinado no citado artigo).
Ao art. 7* depois das palavrastreos mixtos
accrescente-sepodendo aos domingos ser o1
traego feilo con um trem de passageiros ou mix-
tos, se houver carga.
< Na segunda parte do art. 25 do contrato, di-
ga-se em vez de ser o contraanle obligado pa-
gar urna multa de 3O:OC00O0, no caso de trans-
ferencia, fica obrigado apagar o imposto determi-
nado por lei.
Accrescenle-se no art. 29 do contrato o se-
grate : Fica o emprezario isento de diretos o
impostos provinciaes e rauncpaesA
Artigo additiv). Desde qae a estrada fr aber-
ta em toda ou em parte, a empreza contribuir an-
nualmenle com a qnantia de doas contos e qua-
trocentos mil ris para gratificaran ao engeuheiro
fiscal, creado pelo arl. 5* da citada lei de 24 de
abril uliim".
Estas foram as mcdllicagoes (Vitas pilo mes-
mo Exm. Sr. vce-pre com o bario da Soledade, o qual declarou qae a-
acelava em tedas as suas partes e por seu fiel
comprimento e execucio se obrigava.
o E para constar mandn o mesmo Exm Sr.
vice-presidente lavrar o presente lerm que, de-
pois de lido e senado cooorrae, vai por elle assig-
nado com o contratante bario da Suledade e duas
testemunhas indo presentes. O secretario do go-
verno Elias Frederico de Almeida e Albuquerque,
o fez SBBH9W Dr. Mantel do Nascimento Ma-
chado Portella, bario da Soledade, bacharel Luiz.
Jos da Silva, Ignacio Aceioli de Vasconcellos.
< Eslava sellado com ona-estampilha de 600 rs.
competentemente Inntlisada na raaneira seguinte :
Dr. Manoel do Nasciraenio Machado Portella, ba-
rio da Soledade.
PASSAMENTOS.Homem por volia de meio dia
em o engenho Frexeiras, da freguezia da Eseada,
faileceu, victima de nm ataque apopleclico, o Sr.
lente coronel Jos Rodrigues do Senua Santos,
abastado agricultor e proprietario.
O finado era homem tao atavel qoo dedicado
em suas afleiedes, e, i urna probidade modelo,
juntava um carcter de tempera aniiga, posto que
em pouco excedesse de 50 asnos de idade.
A' sua familia damos nossos pezames.
Deram hornera a alma ao-Creador nesta ci-
dade : D. Maria Jos Amalia de Miranda, na ida-
de de 70 annos, 40 dos quaes empregados no ma-
Sislario primario particular ; Honorato Joseph de-
'liveira Figueiredo, solicitador de causas; e Vic-
torino Jos de Souza Travassos, commercante.
NAVIO ENCONTRADO: A barca portugueza
Social procede o te do Porto falln no dia 9 do eor-
rente na lat. 4* 42" e long. 16* 00" do meridiano
de Lisboa, com o capitio do logar porluguez Lima-
da mesma procedencia e com destino ao Rio Gran-
de do Sul.que pedio aquella que partecipassa ao
seas propriatarios do referido logar, os Srs. Joio
do Reg Lima & Filho, nesta praca, qae Indo ia
bem a bordo.
RFCLAMACAO JUSTA.A, pessoa a qtteano mo-
que faz esquina para a roa do"R>go* t
THESOURARIA PROVINCIAL-Por portaria da
presidencia da provincia, de 15 do correte, foi
nomeado o Sr. Dr. Francisco de Assi* Pereira Ro
cha Jnior, para servir interinamente de ajadante
do procurador fiscal da thesourana provincial, du-
rante o impedimento do effectivo Dr. Miguel Per-
narabuco.
DESHUMANIDADE OU CRIMB.Hontem pelas
3 horas da madrugara foi accordado o Sr. Fran-
cisco Pacheco Soares, morador estrada de lin-
da prximo do cemiterio inglez, com o choro e va-
gidos de cnangas, na parte exterior de saa casa;
e, indo indagar qual a causa disso, eoconlrou 2
criangas, ama menina de dous annos de idade e 1
menino de 2 mezes, ambos brancos qaasi despi-
dos, exposlos s intemperies da nouie, que era
chuvosa.
Fazeudo-os recolher saa easa, apenas amanhe-
cea foi entrega-los ao digno subdelegado de poli-
ca, o Sr. Horacio de Gusmao Coelbo, que os guar-
oa em sea poder at que appareca alguem qae os
reclame.
Ser esse (acto resultado de algum crime oa
de deshumauidade ? ,
Aguardemos o (aturo.
ESTRADA DE FERRO DE LIMOEIRO.S. Exc.
o Sr. vice-presidente da provincia acaba de fazer
as alteracdss, consumes do termo infra, no con-
trato celebrado a 16 de jalho do anno passado,
com o Exm. Sr. Bario da Soledade para a eons-
truecan de ama estrada de ferro para a villa de
Limoeiro:
Aos 13 das do mez de jalho do anno do nas-
cia autoridado a receber o lanco de estrada da vil-
la da Eseada ao engenbo Massaasau, oflerecido
gratuita mente pelo major Marceooillo da Silveira
Los, mandando coose-var dito linca de estrada
quer por administraeio, quer eoocedendo um pe-
dagio a alguem paraeocserva-lp a saa cusa.G.
de Drummond.
Encerrada a discussio, sio approvados os arti-
gos additivos.
Entra em diseassio e approvado o art. 5*. qae,
havia ficado adiado.
V diseaato do orcaraento municipal,
O SB. RUFLNO DB ALMEIDA:A coramissio
do orcaraento municipal tem necessidade de offe
reeer algumas emendas ao projecto em discussio,
como complemento do sen trabalbo. Quando con
feccionou o orgamento ainda nao tinha em seu
poder os documentos em aa<) batea as emendas
qae vai olferecer; estes documentos foram-lhs
(ornecidos h* poueos das, o por isso somante ago-
ra pode corregir, como disse, o sea trabalho.
Ao % 4* do arl. 2, uffereco ama emenda sappri-
mlndo a verba consignada para o alugael do pago
mnnicipal. Fuaccionando boje a cmara munici-
pal desta cidade ana casa propria, desappareea a
necessidade de samethanta verba.
Ao mesmo paragrapbo offereep ama emenda,
consignando a quantia de oito contos para a com-
pra de mobilia, e para aceio, pintara e outros me-
Ihoraraenios do paeo municipal. A cmara pedio
anioiisaeo para esta despeza em officio, que, ha
poueos das, (oi ramellido a coramissio.
A mesma cmara pedio a esta assembl aoto-
risacao para despender a quaatia necessari i com
a eonsirueeio de um modesto maunlo no cemite-
rio publico, para nelle serem depositados os ossos
do benemrito pernambacano, o >r. Antonio Pere-
grino Maciel Montaro, segando bario de Itamara-
c. A commissio, applaudindo a idea da IHustris-
sima cmara, offerece a consideracio desta assem-
bl ama emenda, consignando a verba de doas
contos de ris, para este fim.
Offerece mais a commissio urna emenda mar-
eando a verba de 600* para o pagamento de orde-
nados devidos ao ex-porteiro do jary, Joio Fran-
cisco Honorato Serra-Grande.
Em despacho, laucado em petioo desse indivi-
duo, a cmara manieiptl desta cidade reonheceu
o direito que tera elle a este pagamento, declaran-
do mais nao ler meios para.o satisfazer. Compul
sando os documentos que jootoa O dito ex-parte-
I ro a petigio que diriga a asta isa, rewotwwi a
cimento de Nosso Seahor Jess Chrislo de 1871,
comparecen oeste palacio da presidencia, o Bario
da Soledade, contratante da estrada de ferro do
Limoeiro, o qual declarou que aceitava as modifi-
cagoes adianto declaradas feltas ao contrato cele-
brado com a presidencia desta provincia aos 16
de julho do anno prximo (Indo, para a constrac-
cio de urna estrada de tarro do Recife ao Limoei-
ro pelo Exm. Sr. vice-presidente, Dr. Manoel do
Nascimeoto Machado Portella, autorisado pela lei
provincial n^97i de 34 de abril do eorrente aano,
das quaes raoditicagoes, amas sio definitivas, e
desde j. comecam a prodnzir os devidos elimos,
e outras ficam dependentes de approvagao da as-
sembl legislativa provincial, todo oa forma do
disposto oa citada lei.
Modificares definitivas.
Ao art 6f do contrato aesrescenla-seSe,
concluidos os trabamos da estrada e coraecado o
servica, anda nao estiver completo o trem rodante,
ser este augmentado na razio de dnaa locomoti-
vas por anno, a na mesma proporgao se angraen
tara o numero da earros para passageiros. Antes
da estrada coocluida poder ser tranqueada ao
transita algara ou alguns Uncos, con tanto qaa
baja o material rodante proporcional distancia
qne for posta servico.
. Aru *. A priraeira parta d> art. 9 do con-
trato fica aasim alterada. As tarifas dos procos
de transporte de passageiros e de (retes das mer-
caderas serio reguladas pelas da estrada da ferro
do Recite a S. Francisco, com o augmento de 30
ata 40 por cento. Na primara e segunda parte
do mesmo artigo, era vez de dez por cento, dga-
se doae por cento, e snppriraa-se a teroeira parte,
ficando a empreza obrigada a fornecer ao gover-
no os baiancos e todas io(ormac8es exigidas.
Art 35. Ao art. 35 do contrato, na teroeira
parte, accrescente-seSe o resgate for antes de
Ando o privilegio, ser feito conforme for ac-
cordado entre as partes contratantes, em raoeda
eorrente oa apolices geraes oa provinciaes pelo
qae valeren) as cotacdss da praca, attendendo-se
na avtliaci ao termo medio da renda nos tras
ltimos annos, e ao estado de todo o material fixo
e rodante da empreza.
< Arl. 36. Elimina se do art. 36 do contrato
tudo quanto diz respailo renuncia do direito de
solicitar do governo oa da assembl provincial
favor ou modifioacio, e tambera a qae diz respetto
i perdas das obras (eitas e do material existente
no caso de reoisao, sendo o contratan! oeste caso
obrigado a entregar ao governo os trabalhos gra-
phicos e as respectivas plantas, sem quo possam
por isso exigir indemoisacao alguma.
. eomp
te mnlhou-'o com nma porcSo de agaa servida, pede
a quera de direito for que o Siga cohibir do sysle-
roa de langar agua ra por ama aberta qae tem-
na janella da mesma loja.
PRONUNCIA.Pela subdelegaeia da freguezia
da I! avista foi pronunciado, como incurso as pe-
nas do art. 193 combinado com o art. 34 do cdi-
go criminal, Martinho Francisco da Costa.
ELEMENTO SERVIL.-Chamamos a allengio
dos leitores para o trabalho qae comegamos hoje
a publicar, em nossa 8' pagina, acerca do elemen-
to servil, sobre o ltalo de Anayu e commenario
critico da proposta do governo imperial as cma-
ras legislativas, dada luz no Rio de Janeiro, por
ura magistrado.
LARGO DE S. PEDRO. Reraettem-no o se-
gainte, pelindo saa pabiicacio :
i Pede-se ao mu zeloso fiscal da freguezia de
Santo Antonio, qae lance suas vistas para o lama-
al existente junto a am sobrado do pateo de S.
> d eagoto as aguas da quina da ra do Fugo, nos
das de chava ficam preteridos os moradores de
entrarem para seas sobrados e igreja de S. Pedro
pela grande quantidade d'agua, pedindo anda, ao
Sr. fiscal o favor de fazer transferir o eotulh j exi*-
tente do meio do pateo, para oniro lugar mais con-
veniente : o qae esperamos ser atteodidos.n-
PROCLAMAS.Foram lidos no domingo 16, na
matriz da fregueaia de Santo Antonio os proclamas
seguintes:
l. denunciacao.
Jos Gomes Villai\ quer se mostrar llwe e des-
erapedido.
Cano-Noverlino, qner se mostrar livre a desem-
pedido.
Joio Francisco dos Santos Garca, com Mara
Cirvlla de Paula Carneiro.
Ilinoel da Gonceioio Santos, com Feliciana Ma-
ria da Conceicao.
Antonio Jacintho Pereira Jnior, com Mara do
Carino Pereira.
Claudino Felippe Cedrim, eem Carolina Leopol-
dina da Silva.
Ricarth de Carvalho Ramos, com Anua Paulina
Cardoso.
Liberato Pereira da Costa, com Emilia Herca-
lasa de Moraes.
V denunciagao.
Manoel Jos da Costa Pereira, quer se moslr.ir
livre e desempedado.
Antonio Teixeira dos Santos Jnior, com Rita de
Mallo Aceioli.
Jos Basilio de Faria, com Rosa da Canha Ma-
ciel.
Francisco Caetano Doarte, com Gailhermina
Leopoldina de Mello Albuqaerqne.
Antonio Manoel Constancio da Oliveira. cora
Agripina Candida Maria de Paula.
Francisco Bapsla dos Santos, cora Loiza Maria
da Conceicao.
Guilherme Patricio Bezerra Cavalcante, com,
Deolinda da Silva Madeira.
3." denunciacao.
Ciementino Lopes Gairaaries, cou Candida Ma-
ria da Conceloio.
Argemiro Joaqun Vieira, com Prima Maria da
Conceicao
Jos Maria da Cunha Dantas, com Francisca Isa-
bel de Jasas.
loaqaim Francisco Junqaeira, com Tharea Mara
de Jess.
Joio Bernardioo Ferreira, com Catharina Roan*
gaes Borroso.
LOTERA.A que se aetaa a veada a *
1
'
'.t-



w:


a beneficio da irmandade de Sant'Anaa da Madre
da Deas, qaa corre na quarta-teira (19) peto novo
plano publicado.
LEILAO.-Hoje efieetua o agente Martins o tei-
lio de movis do fallecido Joaqaim de Almeida
Pinto no 1* andar da roa Larga do Rosario n. 10,
amiga ra dos Qaartais, as 11 horas do dia.
PASSAGEIROS.-- Viudos do Porto na barca por-
tugueza Social :
-Amalia P. de Araujo Leio e 5 filhos Isabel, Jos,
Cbristina, Jalla e Erundino, Jos Leite da Sirva,
Joaqnim Teixeira de Magalhie?, Jos Joaqaim Va-
fete, 1 do da Costt Cardoso, Albino Morrra da
Suva, Joio Pereira de Meadonoa, Jtiao da Silva,
l
I



I
j^ari/ da Pafnambuco *- Ter;a eirn, 18 dt Julho de 1*71
IHrcolioo Amno, Antonio J>s Da Pna-iro,
Jc Caetano de Carvalhn, Manoel Vieira da Jilva,
Manoel Pmio Soares, Anlmio Vicenta Ferreira,
Joo Antonio Pereira, Antonio Emilio Pereira, Cae
Uno de Almeida Campos, Antonio Martins.
Saludo* no vapor Cruuiro '
de Janeiro e ec illas:
Jayme Romaguera, Joo Manoel Toro) >, J. Patn,
Antonio Fernandos Porto, E. Sietteur, Manoel boy
renco da Costa Pereira. Jacintha Emilia da Purifl-
cacio e i escrava, Jos Pedro de Almeida Roiveo-
tira de Castro, emiti de fragata Ifnicio Accioli
de Vascnocelloe, Francisco de Paula Mindello e,
Oliveira, Joo'Antonio Passos, Bemvenuio da SU*
Saldanha, Ignacia, Galdioo de Alcntara Taveiros,
Jos Mea-es de Frenas, Antonio de Mou.-a Rolim,
Jos FeruanJes Ribeiro Jnior, e su senhora,
Francisco Joaqun de Almeida L^ite, Joaq,nim lia-
phael de Mello Viga, Jos Manoel de Araojo, An-
tonio Jos de Araojo Oliveira e Vasconcellos, Joa-
quina Jos de Araojo Oliveira e Vaconeellos, Joao
Jos de Sioza Neves, Cezar Augusto Ztnot, Frao-
eiseo Fernn1s da Silva, Jaaquim Fraaotan Oia-<,
Jos Manuel Baptista. Pedre Nolasco Corre i, Joao
Alves de Garvalho, Manoel Francisco Bazerra.
HOSPITAL PEDRO II.O movimento de 4abelec!seno de 10 a (6 de julho de 1871 foi
de 9 existentes, entraran) i, saturam 2i, falle-
ceram 5, existein 27, sendo POhomtuise 10a mu-
Iheres.
Advertencia.
Forana visitadas as enfermaras estes das as
7 6 l/i, 6 1/2, 6 l/l 6 l/i. 6 I/i 6 1/2, p-*lo Dr.
Ramos, as II, li 10, 1 l/i, 1* I/i, I-* 1/2. M
l)r. Sarment.
Fallecidos.
Pedro Francisco < une* ; aueuiia.
Th -re* Maria de J nu<; tubrculo* pulmonares.
Mari Ciaudina da Cooceico ; hepito salearte.
TheT'ia Maria ; tuharculos pnlm mares.
Domingo* Cortn ; febre ainarella.
CEMITERIO PUBLICO.Obitoano do dia IV do
corren :
Thereta Maria, parda, Parah.ba, SO ann, vi uta1
Boavista, hospital Pedro II ; tubrculos pulmo-
nares.
Marcionilia d3 Qoa mirle, parla. Pernambuco,
22 ai>ns, casada, Graca ; aoazan*.
Jos Theroi.teo de Mallo,, branco, Pernambuco,
G annos, cas ido, S. J s ; gaslro eoterile.
Joanna Baptista do Espirito Santo, preta, Per-
namtraco, 38 annos, solteira, Boavisu ; tbysicj pul-
1D0Iur- I M
Pacifica Man da Cnceijao, pret, frica, 70
annos, solleir, R > aviria ; entente enromen.
Antonia Mana da Annnciacao, branca, Parahrba,
25 annos, solteira, Reeife; beriberi.
Flix, escrav.i, pardo, Pernambuco, 3 aanos.
Samo Antonio ; r.ierite.
Maria, parda, Pernambuco, 18 meces, &. Jos ;
dyarrhea.
- 15-
Paulino Juvencio da Stlva, branco, Pernambuco.
co, 22 annos, casado, Santo Antonio; febre ti-
_phiyde.
Manoella Marga rula de Tures Rangel, branca,
1'eroanibuco, 6o annos, viuva, S. Jos; dyar-
rhea.
Cornelio Angmte do Espirito Santo, preto^ Per-
namlrocn, 39 aaoos, cabalo, Santo Antonio; pnea
moni a.
Francisco M mteirn da sil, branco. Pernam
baco, 17 ann.is, solleiro, R-teife; tebre perni-
ciosa.
Recem-nascida Clara, bran;a, Pernambuco, Reei
fe,; espasmo an nascr
Reeem-nascido JoS-, branco, Pernatnbujn, Gra-
ca; ao nascer.
Joanna Mana da Paix-ao Ribeiro, parda, P^rnam-
bnco, 15 annos, solleira, B>avista; febre ma-
ligne.
Maximiann de Freilas Valente, bran;o, Ri > de
Janeiro, 27 anuos, solleiro; febre araarella.
puBCAcoEs k rom.
Srs redactores. liando no vossso Diario de II
d i correte uin piiblieacao peJidojle uin H-
guniio de cera pie b m ser mu-1 ni > se der-
rla, na qnal me oniregav ao ridiculo publi&) por
ter l'ornecido a > digno Ur. juic municipal do Cabo
mu intestado, que elle merece, na qoilidaife de
vereador, quesoa, devo diier qne,.anesar de f.i'li-
nao pcnli o br.io e a dignidade de hornen), n
bne, portant, nt'Qhu na considerado me faca
t. lar a virlado.
Sm Tana enoheddo, e se sou camarista devo-o
;m- i.iv.ira* ito. |i)'! sedignaram de. rondar- :n; tan
honrosa posic^ de qae uo sou digno, mas de que
nao devo.aer privado por von'.ade de quem quer
que seja.
Porianto etuu no meu direitc.
Cabo, 19 dejonho de 1871.
Sceitno Jos dos Sanios Ay*iar.
mimbre e terrlvel rto tmulo, ajenas interronpdf
pelobirbultur mmotoaid* larvas..,.
Aquelle qne anda onea apalpar aa- Oiranrus
teoebroai do grande mysierio no selo podre aa
o Martins. materia qua-se corrompe, venha senlr-se.j em
do SiU, para o Rio meditacSes profundas, barda do tmulo oesae
cadver, veona sjippriear-ltn revelaroes hor-
riveis ou sublimes da morte. Nio Ihe raneara
ora s gemido 1..........
Emqaoto oolros creles mais tristes, 6 t*ra
laprimas e dor em procura do um aepulchro, no
nao........*"/*
Inabalaveis na crenca da mmortalidade ?o ve-
mos no passamento do homem um adeus de irmao
para ama viagem bella e ultima na esperanca de
pdennos aiada impricoirmos-nos s sculos ar-
deotes da elernidade da vida. _
Cadavar, tua lei. saciares cem tua propna
seiba a fome roedora de leu ftlao o vermeee
rei lgubre do sepulehro, como disse Hilopoloctit,
o poeU dtvioo. Qde traos pois comtigo Ama-
nhaa o leu sangua guiado correr vital as veas
da arvore. Amauhaa tua porido se evaporara
em perfumes.... Al a propria morte incens o
creador! Quem creou a lea de morteT b. a
vida que se iraiishnna sempre mas bella, ni
segredo para sempre insondavel ao olho prescru-
tador do sabio I.,, ^ m
My.terio encantador, n te admiramos, nos w
queremos, porque tu s a vi?ao delirante da ion
Afon sim w ts coraprehendemos prolondo
Goethe. Deixem entrar a lo'.
. o Anj. que nos levantes
sjrrindo o veo escuro que ojs occnlU o clreuw lu-
uiiuoso da oulra vida; nao nos corvamos triste* e
abat los dame de li, como o vulgar cora a fronte
no p. humedecendo-a de lagrimas inutels
Ergueno-lo altivos e fortes, desafnnda^te. Po-
des quebrar diante de n* teu cuiell divo, oh I
morte, oh 1 raorte, nos le queremos, nos te alme-
james : e coran o justo, e como o nosso amigo,
auuuBoiaremos n'um suspiro suave e traaquilllo.
como o doce respiro da cruaoca adormeida, como o
dbil bafej i da manhia, disputando a natureca, e
que eaviou nos n'ura raio de loi, annunciareiooi
a Boms que vamos contempla lo, e ao mando que
uos despedimos dalle saudosos, ras consolados...
Mas... nao... valente, lo morresle... amigo,
tu nos abandonaste la<> cado T-u corno jai ah
fra a cadver.. Obi plulosophla, qw*nie 6
iliusoria 1 ...
E>perauca futif. crenca louca da ioimortalidade,
porque te uotres no eoraejb do noinem. fugmoo
depois, como a miragem, dianie do cadver, quan-
do sua mu convulsa quer agarra la, enconlra
o vacuo, o nada e o verme I
Sera duvida a priroeira victima M algum timo
querido___ Assim diz o Levlaihaa do* livros.
Abel foi o primero que encarou uta tremer fice
a face o mysterio.
A' uoiie a na) cborosa e impressionada con-
templou-o em sonhos e acorduu inconsolavel, em-
halaodoo ao seio enfebrecido.... Immorlah-
dade, lu i lillia dessa viso I Tj s um puro
espectro I.. -.
Hoineii), tu s o rei iniseravel da creafiao. leu
palacio a tumba solitaria e fiia, leu throno de
vermes, teu sceptro de dor. e tus cora de san -
gai e p !...
Ilesuiculitlo
O abaixo aa-ignado leudo lidu o anouocio que
publicou o Sr. Antonio Mendes de Souca Machado,
no Darto di Peinnmbuco de hnje, vera, nao por
cansa desse senhor, mas por difterenca da publi-
co, diter que em visia dos factos que vai reUiar
o publico ajuicar se aquello senhor receb'U ou
nao beoeci > do abaixo assigoado.
E os factos : sendo o Sr. Machado caix'iro de
escripia dos Srs. Carvaltn 4 Xogueira de 1807 a
ISi9 quii despedir-se da casa por cauta do Ihe
nao agradar a mesa, e commuuicando essa seria
resolnco ao abaixo asssi^naJo, este Ihe disse qne
uo sabase quo fallara ao Sr. Antonio Raptisia
N igneira gerente daquella firma para cousen'.ir
que: o Sf. Machado viesse para a casa do mesmo
.btixo assigoado comer e dormir, dando ao Sr.
Nogneira como raza > desta deliberado o ser mais
<-o4imodo para o abarlo assignada por que o Sr.
Maehido a es*e lempo tambem faca a escripia d)
estabalecimeotu i ra Direita, que gyrava sob a
firmado mesmo Sr. Nogueira, do qual estalielec-
melo era o abaixo assigoado grente e interessa-
do como mostra o documento abaixo trans -ripto.
Gaohava o Sr. Machado, em casa daquelles senbo-
r<-s om cooto de reis cora caa e comida, os Srs.
Carvalho & Nogueira lleran) -Ihe o ordenado a
razo de uro cont e quinhentos mil reis, cooii-
no indo a perceber na roa Direita o oaeemo r-le
nado qoe percebia anteriormente.
Perguntara ao Sr. Machado se este faeto foi ou
nao ara favor que Ihe fec e pelo qaal elle oferto
vaotagens qae at ali oo liaba 1
O publico sensato que aprecie o procedimento
o Sr. Machado e d a ratao a qoem a tiver li-
candoo Sr. Macha lo certo de que ser esta a uni
ca rasposta que dar, anda que elle volte a en
treter o poblico sobre este assuaiplo.
Reeife, 17 de jumo do 1871.
Jos .IhIoiho SaarM d Azevedo.
enrique Cicilio Birreto de Almeida, eavalheiro
das impenaes ordens da ll<*a e Christo, conde-
corado com a medalba do mrito militar, teoen-
te honorario do exercito e tabelbao publieo inte-
rino nejta cidade do Reeife e seu termo em vir
lude da lei ele.
Certifico em cumpri.nenio ao despacho relro,
qae me haveodo si lo apre-enladn um livro diario
da casa commerciat de amonio Baptista Nogueira,
numerado, sella lo e rubricado pelo deputa Jo Mi
randa Leal, d'elie extrahi por eeriidao em a pagi
na 9 declarado ped !a pelo supplicante, que
do theor egaint :
Declaro que o Sr. Jos Antonio Soares de A*e
Tedo foi ioteressado no negocio (festa casa desde
sea principio al hoj, em que se desligou da socie-
dade. Ocando nontantfl respimsavel na liquidacao
do acl vo e passivo existente na parle que I be
relativa ao inferesse que lve e qae foi metale e
para clareza a-sigoa o mesmo senhor a prsenle
declaracio.
Recif 31 de dez'rabro de !.Antonio Bap
tista Nogueira.! ir Antonio Soares de Azevel.
Certifteo mais que a drdaraeao de que s traa
em a pagina 89 rjo raesmo livro diario, e que se
acha cima copiada estav signada pelos pre-
citos socios, cada um de pee si, sendo qoe a de
ciaracao fora escripia pelo s.cio Antonio Baptista
Nogueira.
E por mais m? nao ser pedido, passo a presen
te eeriidao; a qual .roe reiwrto e dou f.
Cidade do Reeife de Pernambaco aos 2 das do>
mez de julho do anuo do 1870, sub.crevoe as-
signo.
Re:ife 2 de jolbo de 1870. e;n testomaobo de
verdade o tabal li&s iuteriao, Uenriqve Gicilio '
reto de Almeida.
Bar-
JIS POUCO ilkl OU M.KNOS AS PAI.AVRAS QUG
MOFBulOS SOBR: O CADVER) DO NOSSO
AMIGO' ACACRMICO DO QVAIVTO AiWO MA-
XIJMANO QC PnidZAS VALENTR.
Senbcres, a dor lacnica, p.-neas patarras
me cahlro do# labios iromuloa sobre o deso'v
corrnptlvel da urna bella alma___
Sujeita Iti mysteriosa da decomposiftao, a ma-
teria estpida cwoverte-s* em poeira no sunelo
Dor tu oos transvias... Pois amorte nao ;
urna bella transformjgao para, a vida eterna I
'Aojo da morle, tu s o anjo da existencia O
homem o jogo de duas forcas oppostas, que
latan un lula.de morle, o procurara harmoni
sar-M. Sssa li irmonia imposiivel na vida. So
tu, anjo da in,rle ou aojo da existencia podes rea-
lisa-la, quebrando o laco da ierro que os op-
prime.
Sublime mysterio, diante do ti qno val a reflo-
xa.? 3al,aiu-) do coi .c/w, sanlimento sagrado,
poles te derramar, polas te expandir...
Q terein >s chorar sobre a morie do amigo.....
U ii miem robe aos anj >s quao lo solTre, queremos
pois. sorert...
Eis aqu lodos que te virara com.igo no labor
do .-siudo t-sio* chorando tamoem-----
Ma-___senbores, chora/ p xque Sua alma
nos soni de la do ceu. Parece antes que ella
desusa e murmura em torno denos.... Elle
vive inesmu na morte, tra^fiurou-se apenas,
'esta,cantando coro os aojos. N> ouvis os frem
tos deliraue* da* harpas de nuro, estremecendo
sob o dedos dos anjos e dos justos ?.'.,.
E elle era um justo, aquelle coracao tinba a.
candidez di virlue.
Somos nns homens inconsequentes. A morte
a vida, a vida esi na mirle. A poeira das
lombas ossifica-se, as osssdas raagem-se e er-
guem org.misadas, moitos anda com os leus a es-
correr vermes, e todos coroados de fogos fainos,
vni retejar jubilosos as lyras da os*o, na hora
sublime a que os mortaei chamam mortuaria, o
re.com chegado s plaga- fecunda* da existencia!
Porque choramos pois, se- at esta-corpe inno-
rido o fro tran-fjrma-se para a vida I-----
Nao... n>... tamos-raxau. E' o p chorando
o p uno ie e estupiJo,
Amigos, retiremos os olhos dessa viso slnistra,
qiw vai invulver-se uos sou.bras do tmulo, e en
iremos as regioes da luc E' para laque
elle, foi sonhar!___ Ella era urna fl ir solitaria
e bella Um vento abrasador pissou queimando-a.
Kii.i cabio sobre a torrente azul que se queixava
perto. A torrente levau-a murmurando aos
campos da vida. La ella florece cheia de luz e
blsamos celestes. Luc sagrada, flor immorlal,
mais tarde nos encontraremos n'om oselo divino.
Al logo, al logo.
Recil'.-, 16 de julho de 1871.
i'minaz Francisco do Reg Mus.
^Kt.ijmmmtmmmsmmmmsmstsmsmmitmmmafmt,
FtYd Prlix PbMfOieL
Joaq'iim Felippe di G >Ma.
Aiiluio Goo^alves Netlo.
Lu c de Moraes G. Forreira.
Adriano Xavier Pereira de Bnto.
Teneaaa coraael Francisco Carneiro Machado
R. Janor.
Jnicas por devocao
As Ex mas Sras.:
ArraiuJa Brito de Si Pereira, coasorlc do Sr.
Dr. Oeme do S* Pereira.
sria Joaquina de Sanl'Anna.
Esmeoia Jenuma Das.
* Mara Villar P. Pmio. 1
Mara Magdalena de Moraes. .
Mara, ti toa do Sr. J.&o P. Rabullo Braga.
Julia, consone do Sr. Narciso M. Carneiro.
Maria, consorte do Sr. Lndgero Joaqun) de Fa-
ria Nevea.
Emilia, consone do Sr. Joai Machado Evan-
gelbo.
Carolina, consorte do Sr. Eduardo A. Burle.
Josepliina, consorte do Sr. commendador Laiz
da Cosa P. Carneiro.
Maria Adelaide I- do Carmo, (liba do Sr. Dr.
Ah-x mdre de S, Pereira do Carmo.
Riia, conforte do Sr. Joa inirn L. de Almeida.
Francisca G. Turres, cunsorte do Sr. capito Jo-
vino Epiphano da Cunha.
A ronsone do Rx n Sr. desembargador Fran-
cisco Domingo* s da Silva.
A contarle- do Sr. Dr. Manoelj da Fgueiroa
Paria.
A ceoserte do Sr. Antonio Jos da Costa Ri-
beiro.
A consorie do Sr-. Joaquira Francisco dos San-
tos Maia.
A consorte do Sr. Bernardina de Senaa Pon-
toa1.
A consorte do Sr. Paula Rodrigues da Silva.
A cousorte do Sr. tuiusu Frederico dos San-
ies Porto.
k. consorte do Sr. mjor Antouio Bernardo
Qain'ero. .
A onsorte do Sr. Fl ireucio Domingos da
Sil*.
A consorte do Sr. commendador Luii J >s P.
Sim oes.
A rji)-orie do Sr. Jiaquira Antooio Pereira.
A consorte do Sr. Virgilio J is da Malta
A consorte do Sr. Dr, Jorga D .mellas Ribeiro
Pessoa.
Eserivu.es por eleicao
Os Iil.ns. Srs. :
Antonio Jos dos Rais
Jo.io Walfrelo de Madeiros.
Escrivas.por eleicao
As Exmas Sras. :
A consort d) Sr, Jos Joaquim Pereira de Man-
doea.
t'. Maria Eugenia Rabilo, fllha do Sr. Dr. Ja-
cintbo Soares Ha bel lo.
Escrivaes por devoco
0< Films. Srs. ?
Cipi i Jos Hmrique da Silva.
Bernardina Du.irte Cnnpis.
Es rivas por devoci)
As Exmas Sras.:
D. Maria, consorte do Sr. Dr. Manoel Pereira
la Moraes Pmheiro.
D. Alexandrioa, c insoria do 3'. J wo Ignacio
Xavier.
Mordomos e mordimas
Tolos os devotos da Soiho.a Sanl'Anna
(Est asslgnado pelo R'vm. Guardiao.)
Resp sta necessarit
Cora surprez o arlmiracJo leinos boje
um avis) do ceUberrimo presid-nw interi-
no da sociedade Restauractr Pernambuca-
ta em qne pede que se suspenda- o jo zo
sobre o uiiniesto por nt publicado, que
em sua linguagem chaina celebrrimo folhe
lo Ulegalmente publicado contra a referida
sociedade por utgns socios que se* retira-
rain dtspeitados. Qoe satnica ousadia c-i-
fundir so4 importante individualidad^, co-
jos' abusos denunciamos, com a sociedad*
que Ilegal e despticamente administra,
como privamos evidentemente em nosso
loar.ifeiito.
O.le o nosso de-pe'te? Qaal a cansa
delle ? O- oniio despe)tlo a caruncboso
Jjpiter, que nao pode c nseguir, apezar
de sua baixa ckicana, qae apoias^cpos
suas c^nslaotes irregularidades orminosa8
N5o queremos,-a bera de nossadignila e,
ma ler disenssois pela iraprena>prnalisijca,
pqr sso paramos."aqui^limilauo/WU)* ape-
aos nofisos consocios, uiiicos para qnem
es<;revemos, que comparem a nr^sa vida
vida do pretencioso e grotesco Jpiter, que
jiier ser ifrado eal iiifaltivel,
u que digam deque lado e-l a moralidade.
Aindi est muito receot-v o facto incrivel
dado na sociedade Conciliaco, para qne
todos possam ajuizar de qnanto capaz o
ex-presidente da soacdaJe Restauraco,
para conservar o poder que por urna iefe-
licidade Ihe cabio as ma >s.
Reeife, 17 de julho de 1871.
Os signatarios do manifest
om geoerjs- 39^
ialiios com fazendas 44
com gneros 83
U8
li7
Descarregrara h je 17 de julho.
Brigiie hetpanhol Rosavinho.
Pa'acjio hespaoholThemoteo Ivnoos.
Patacho francez Alplwnsa & Maa mercalona;
Patacho portugu-zUichaelense pedras.
Barca ingleza SiU-re Si ranmercadoria.
Patacho inglesFreeidera.
Barca ioglexaHe/ir/e//iavarios gneros.
Barea americanaM. V. Hugg-tunbi de trigo.
Barca franeen Margaritavuibo.
Hrigoe ingles Wydeffe carvio.
Despachos de exportaco no dia 16 de.
julho.
Para os portos do exterior.
No patacho hollandez Willem, para Barcello-
na, carregou : P. M Maury i saccas com 1,71 i
l| kilos de algodao.
No patacho hespaohol Floresta, para Barcello-
na, carregou : P. M. Mauy 7t>l saccas com
50,4ii kilos de algodo.
No logar hespanhol Tliemoten III para Bar-
cellona, carregaram : Pereira Carneiro A C 372
saccas com 43,888 kilos de aigodao.
No navio inglez cante, para New Yo k,
carregaram : H-.ur.que Posier A C. 2.000 saceos
com 130,000 kiloa de assuc^r mascavado ; Bailar
Oliveira 4 C 1,000 sawo, om 75,000 ditos de
dito.
No patacho nacional JabaalHn, para New
York, carregaram : Heiri jo- P.ister A C. 1,600
saceos com 112,500 kihs de asiocar mascavado.
Secretaria do commando das armas dePernai)-
oucv, 17 de julbo de 1871.
Francisco C-tmMto PessJa de Lacei da,
____________t- nenie-coro a I secretario.
O inspector da aifauega faz publico que flca
transferido para o a do edital de 17 do mesmo mez. qae deixm d^ ser
arrematado por filia du licit.miis.
Alfaod'ga de Pernambuco 17 de julbo d- 1871.
Enilio Xtvier Sobreira de Mello.
DECLARAOOES.
ELEICAO
nOS DEVOTOS QUE TEM HE KESTEJAR A EXCEl.
SA SENUORA SaNT'ANNA NO CONVENTO DE
S Fra.ncsco em o corrente anno de
1871.
Juizes por eleicao
Os lllms. Srs. :
Commendador Jos da Silva Loyo.
Maooel Joa]uira da Costa Carvalho.
Juizas por eleicao
As Exmas. Sras. :
Karooeza de Vera Cruz.
Baroneza de Nazaretb.
Juizes protectores
0^ Mas. Srs. :
Commendador Joao do Reg Lima.
Cornuiendador Antonio Valennm da Silva Bar-
roca.
Commendador Antonio Jos L^al Reis.
Dr. Elias Frederico de Almeida e AlDuqaerqoe.
Ur. Bernardo Pereira do Cinuo.
M Capitn Trbureio Hilario di Silva Tavare?.
Tenente M:inoel Anlonio Vigas Jnior.
Hdonque Bernardo de Oliveira.
Juizas prulecturas
As Exmas. Sras. :
Id-lina Pereira Moutioho. *
Oympiade Castro Jess Gon?alves, entorte
do 8 capito Manoel Antonio Goncalves.
Thereza Maria D. HranJa", consorte do Sr. Dr.
Jos Vicente S>ares Brando.
Riymunda de Almeida, consorte do Sr. Fran-
cisco Bapisia de Almeida.
Corolina Ayrae Teard, consorte do Sr, Jos
Lopes de Sena.
Maria de Paula Correia de Araujo.
Anaa, consorte do Sr. raajor Antonio J. Silva
do Brasil.
A consorte do Sr. Dr. Lanriodo de Moraes Pi-
nheiro.
A consorte do Sr. Manoel Gmgilves Agr.
Joiz perpetuo
O lilra. Sr. Bario do Livrameoto.
Juiza perpetna
A Exma. Sra. D. Joaona Prancelina Pinto Por-
tilla, cousorte do Exra. Sr. Dr. Manoel'do as-
eimeolo Machad i Portella.
Juizes por devoco
O films. Srs. :
Dr. Ignacio Joaqaim de S. Leao.
Fraacisco Ignacio Pinto.
Dr. Miguel : da Almeida Pernambnco.
Bar.) de Campo-verde.
Commendador Anlonio Gomes de M. Leal,
Francisco Ignacio T. de Soma.
Jeronymo Pendra Villar.
Dr. Joo Jos Piolo Jooior.
Dr. Joaquim Correia de Aranjo.
Padre Flix Brrelo de Vasconcellos.
Padre Antonio de M. Albnq .erqne.
Padre Valeriano Correia da Allehiii.
Coronel Domingos Alvos Matheus-
Tenente-eoroaeT Aiexandre Augusto de Fra
Villar.
Francisco Gomes de Mallo* Jnior.
H -nrique Jos A. Ferraba.
Antonio JiaqotD de 7asconcellof.
Autonio Aognsto dos Santos Porto.
Actanio dasiWa Neves.
Bemeirio Aceaclo da A. Basto.
Djminfos Antones Gnfmaries.
RECBBEDORIA
GEUAES
Readlinento do da
dem de dia 17.
DE RENDAS INTERNAS
DE PKKNA.MI. CO
lili... MiHMIfi
..... 2:0:l9aVW
NtJN4tfMI
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo
dem d > dia
di dia I a 13.
17. .
121:622*008
5:92i390
126:84:3*488
MOVIMENTO 00 PORTO.
Navio entrado no dia fl.
Porto33 dia*, barca portugueza Social, de 231
toneladas, caiotao Augusto dj Carmo Borges,
equipasen) 13, carga varios gneros ; a Joaquim
Jo< Goncalves Beltrao.
iVaoio sahido no mesmo dia
Macei-Brigue inglez Bessie, capitn David Jjd.s
coiu lastro de areia.
Arremtapao
Quinta-feira 20 do correlo, d-qv.is da audien-
cia do Sr. Ur. juiz do* fetos da fazenda, ira a pra-
ca por venda a eaa n. 18 da ra do Passo da
Patria, com I porta e 2 janeilas, tendo de frente
29 palruoi e 07 de fundo, com 2 salas, 4 quartos,
eoihha, quinta1 murado, cacimba indeDendentc,
todo em ptimo estado, e avahada por i:000000.
A dita casa pertence heranca de Maria Antonia
da Lnz, e vai orac para pagamento de sello de
herao?i, em virtude de despacho do Sr. Dr. jeiz
dos fetos da fazenda com annueneia do Sr. Dr.
procurador fiscal e demais imeressados. acha-se
livre e desembarazada como se pode s-er dos autos
da aventario pelo cartorio do escrivio Cinir ; e
os pretendeuies que desejarem nbl-r ioformace^
p idero dirigir-se tambem ao Sr. Dr. Costa Ribei-
ro, ra k) Imperador n. 5i. ______
PAMA
BAHA
O brigae francez A/pkonu bontem de Antuerpia, recebe carga a frete com-
modo para > porto cima, o partir com moila
brevidade : a Iralar na ra da Cruz o. 55.______
~~ COMl*ANHL\ lWiAMBUCANA
DE
a vegada o eostelra por vapr.
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mnadah, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapama commaaan-
te Azevedo, seguir para os por-
tos cima no dia 21 do correal*
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ca at o dia 20, encommenda,
oassageiros e dinneiro a frete at as 2~ horas da
arde do dia da sahida : jscriptorio no Porta do
attos n. 12.
PARA'
EDITAES.
COMMERCIO.
THE ALLIANCE BRITISIT FOREIGN.
Life and Fire Assorance Compaiiy estabelecida
em {824. Capital a 5,000,000
Os agentea desla companhia tomam seguros
contra fogo sobre predios, geueros e fazendas e
pag un aqui prejuizos devidameute provados.
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Fundo de
.......20,000:OOOJWOQ
reserva .... 8,000:000*000
Agentas,
MilU Latkan A C.
RA DA CRUZ N. 38.
A Gaixa Filial do Banco do Brasil era
.liquidadlo paga o 35* dividendo de saas ac-
cas inscriptas nesta Caixa, a razio e oito
mil ris : roa do Mrquez de Oimda n.
?49.
fiiAC DO RBCIF8 17 DE JULHO
DE 1871.
AS 3 1/1 HORAS DA TABDt.
CotacSes officiaea.
Algodlo sarlar-653 rs. por kilo
ri. G. SteppJe.
Presjdeol*.
P. i. Fjnto,.
Secreurk).
ALFAOEGA
.Reniimenw i da 1 a MS. .
Jdwaadial7......
m835|099
9:>Ji*6J8
39;387<7J|I
mmwimtmmtm dU __
IVqlnnw entrado mm nuodu
O Dr. Sebastio do Reg Rarros de Lacerda, juzi
de direilo aspeeial do commercio n'esta cidade
do Reofe de Pernainbuco por S. M. I., que
Dos guarde, etc.
Faco saber pelo presente qno no da tres d
agisto do corrente anno se ha de arrematar por
venda a quero mais der em praca publica deste
juizo, depoisda audiencia respectiva, o sobrado de
i andares, suio. sobre snlo dentro, sitn a ra de
Livrameoto n. 6, sendo em cada andar e solea
sala adianto e airar, G qoartos cosinha fra, pe
queno quintal njarad", cncanamentu para gaz,
agua e aespejo, avahado por 60:000a, o qual vai
a prae por p-xecneao de J u Feruandes G mas
contra Joao Evangelista de S, e na. falta de lan-
cadoref ij^ue cuma o praca da avaiiacio ser a
arremataQao feiu pelo preco da adfnlieacao cora o
abatneme da ki.
E para coasiar manJei.pas^ar o nfe*en,e nue
ser aflixado no logar do cosiuii.e e publicado pela
imprmsa.
Dado e passado nesta cidade do Reeife de Per
oambuco, aos 11 das do mi-z de julho de
1871.
Eu, Ern-s'o Machado Freir Pereira da Silva,
acrivao o subscrevi.
Sebasito do Rtgo Barres de Lacer*\i.
0 Dr. Abilio Je Tavares da Silva, utUcial da Im-
perial ordem da Rosa, e juiz privativo dos feilos
da fazenda desla provincia por So Magestde
Imperial, quem Dens guarde.
Faco saber que em viriode de bgdeacn la f i-
zenla nacional contra Claudio 1) ibeux, sei) arr;-
maladosno da 27 do correle, ua sala das audien
cias,pelasll horas d. mauhaa. selle casas neuhora
das ao me>mo execuiado, a .-aber : um sobrado de
1 andar o. 10,n que mora o xucuiado, na travs-
sa Denguella em Apipucos, e seis casas terreas si
tas na mesma povoacao roa Nova, chamada
Doror de ns. 2 a 12, todas do lij.illoe cal, com
as diraens5s e compartimentos, constante do inan-
ado de avalian, e avalladas a piimeia em-----
6:000*000, e as outras em iOOOaOOO' cada urna.
E para que chegue ao couhociroenlo de todos,
raandei lavrar o oresent-, que ser allixado no
lugar do cosime e publicado pela mnrensa.
Dado e passado nesla cidade do Reeife de Per-
nambuco, aos 1S de julh> de 1871.
Eu Luiz Franosco Brrelo de Almeida,escrvao
oescrevi.
AliHio Jas Tavares ila Siloa.
Peraote a cmara rauolcipal desla cidade,
estar em praca nos das 17, 18 e 19 do corren-
te, para ser arrematada a obra de um telheiro
para servir de maladouro da fregneza do Poco
da Panella, avallada em 2:832*000
As pessoas que preteodeiem arremalar, coro-
partean) na pico municipal em os referidos das
munidos deliaufa.
Paco da cmara municipal do Reeife, 15 de julho
de 1871.
Iguacio Joaquim de Souza L- \
Pi-presidente.
Lourenco Becerra Carneiro da Oui.li,
Secretaria.
ioui.i Casa Keclfe.
Pela secretaria da saula casa da misericordia do
Reeife se faz scieole que m da 18 do correte
pelas 9 oras da manbaa, no salao da'casa dos
esporos o Min. Sr. ibeaoureiro inierinn majal
Laarent no Jos de Miranda tara pagamento do
irimes re veniido de abril a junho, s amas qne se
apre rain confiadas.
Secretaria da Santa Ca-a de Misericordia do Re
:ite, 10 de junho de 1871.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Manta Casa de Misericordia do
Keelfe.
A lllma. juola ailininislraliva da sania casa da
uii-erisordia do IWcifo leudo de fazer as obras de
que precisara os pradeas n. 37 da ra da Moeda e
2 e 13 da ra dos Burgos, perlencenles aos esla-
beleeimentos de caridade, contrata laes obra c m
qnem por menos prec> se quitar encarregar de
eCTectua-las mediante cenas condieftes, para o que
devero os preltmdentes dirigir suas prraoslas
mesma junta adra de seren preciadas.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
eife, 10 dejunho de 1871.
O ecrivo,
___________Pedro Rodrigues de Souza.
No da 17 dn coren e lida a audiencia do
Illm. Sr. Dr. juiz de (.rpris lem de ser arrema-
tados os domiois director ds terrenos, na ra
Nova freguezia de Sanio Anlonio, penencentes ao
casal do Bnado commendador Thomaz de Aquino
Fonceca, a requerui^nlo do iuvontaiiante com
anuencia d tolos os interesados ai pretenden-
tus dlrijam-se ao porteiro do juizo para verem as
avaiiacocs._________________________________
SANTA CASA UA MISERICORDIA O RECIPE.
A Illm. junta administraliva Ja Santa Casa du
Misericordia do Reeife manda fazer publico que
na sala de suas ses.-es, no dia 20 do mez de julho
pelas 3 horas da tarde, lem de ser ai i enlatados
a quera mais vaoiagms ollerecer, pelo lempo de
um a tres ano o-, as rendas dos predios em segui-
da declarados:
ESTABELECIMBNTOS DE CARIDADE.
Ra dn Du me de Caxias.
Uja do sobrado n. 77.....6004000
Ra do Prdre Floriannc.
<:4sa teifta n. 4o.......* 1805000
'Lasa trro? n. 63.......ID5J0
Ra das Calcadas.
Casa t-rroa u. 31 .. 0 a 132A00O
Itua do Calabouco.
dem n. 18........320*000
Ra ilo Amorira.
Sobrado de 2 andares n. 26 ... 302*000
Ra do Pilar.
Casa terrea o. 73......211*000
llua da Clona.
Casa terrean.61......2i0*000
Becco do Abreu.
Sobrado de 2 and .res d. l. 400*000
Ruado flon K.in em Olinda.
T^sa tarrea n 11...... 96*000
llera n. l........ 06*000
PATRIMONIO DOS.ORPHAOS.
liecco das Boias.
Sobrade de 2 andares o. 26 367*000
Ra ilo Encantamento.
Sobrado de i aodaiea u, li 1:200*000
Ra oa Sanzala velha.
C.sa terrea n. 18.....241*000
Idera n. 1. ft ....... 208*000
Ra.do Rilar.
Casa terrea n. 101 .... 20-r>5000
dem n. 110........20o*0ii0
dem n. 104.......201*000
dem n 99........360*000
Ra larga do Rosario
Loja do sobrado n. 24......1:807*000
Priraeiro an-lar do dit .o 402*000
Os pretendentes deverao presentar no acto da
orrematacao as suas tianc/is, ou compareceretr
icompanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
ile, 26 de junho de 1871.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Sama.
Para o indicado porto pretende seguir eom bre-
vidade o patacho porlnguez Gmibaldi por ler a
mainr paite de seo carregamenio, e para o reat
qae Ihe falla, que recebe a frKe cr-mmodo. trata-
se com o consignatario Jnaquim Jos Goncalves
Beltrao ra d- C->minri- n. ,'i
Segui para o indicado porto o hiale So'iralen-
., capitn Costa, ainda recebe alguma carga a
fre" : a iratar com S Lenau (rn-aos ra da
Madre de Dr-os n. 1.
Ollim. Sr. inspector 0a tljesuuaiia pruvmr-
cial, em catnprimenio da ordem Jo Bxm. Sr. vice-
presidente, de 10 do correnle, manda fazer publi-
co, que a mesma thesenraria vende 'i.'O apoliees
da divida provincial do valor de 100* cada urna,
venceudo oa juios de 8 A|0 ao acno, pa^os pot
semestres na 2 qo)nzena dos mezes de julbo o Ja-
neiro, e devendo ser regaladas na quincena deste
ultimo mez, observandu-se a namersgao segaida, o
tantas quaaias perinitiiren) os crditos notados
anoualmente, precedendo anooncios.
Os pretende lies comparecam na mesma theson-
raria no praso de 30 da--, a contar 11 data desle.
E para con-tar se mandn publicar o prsenle.
Secretaria da thesouraria. provincial de Per-
nambuco 14 de julho de 1871.
O oflkial-maior,
A. Ferreira da Anouncacao.
Commando das armas.
S. Exe. o Sr. brigidairo eommandanie Jas ar-
mas desla orovincia manda fazer publico, que os
sen llores okiaes honorarios do exercito oa oolros
quaesqaer qae se acharen) comprehendidos na
disposicao da circular ilo ministerio da guerra de
12 de fevereio de 1869 absixo transcripta, lujara
de comparacar quanto antes no quarlelgeneral
para se dar execoco ordem do guveroo expres-
sa, em aviso de 28 de junho ultimo, qae se refe-
re a presiJoocii, em seu nOicio, de 13 desle mez.
tambora abaixo transcripto..
Ciraalar.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da
gurera, em 12 de fevereiro -la 1869.
IMm. e Exm. Sr.-Declaro a V. Exc. para seo
conhecimeiiio e devidos effeito?, que os olUciaes
honorario do exorcito e qaaesquer cairos, que.
regremrera da companlia por inulilisados, por fo-
rimentos recebidos em combale, e nao possam
provar os iubos de sua subsistencia, deverao con-
tinuar reeeber o sold correspondente aos seuj
re-pectivos postos, al qua entrera elleclivamnnie
no goz) di oansio. que tiverem direito.Dan
guarde a V. Exc-^floro de Mwiliba.Sr. presi-
dente da pravincia da..,
Seccao 1."Palacio da presidencia da-Peroam-
buco, om i' dejujho de 1871-.Recomme.uo a V.
Exc, era obsarvaacia do aviso circular do ininisu-
teria ot negocios da guerra, da 28 de jax.1 i nltf-
mo>>qne Ici inspeccionar de sade. caso nao pos
saw aaguir psra.a corte, todos os olllciae honora
fio a quaosquer muiros que aqui se acbarem per
cehendo anido era. rirtude do aviso circular de 12
de fevereiro de 18B,*aflm de que possa, o enveran
cenbeeer qaaea os que se aoham as eondij5ei de
ur pensionados, e quses os qne nao esto mais
no ea*o-deigozar aquella vantatem.Deu> guard*
a V. Exc.,Dr. Manoel ufo Natcitnenlo Mockado
Po>1ella.-~St. brigadeiro co.imandante das armas.
1'eia, soereuna Ua Santa Casa de Mir-encor-
dia do Reeife se convida aos aquilinos dos pre-
dios abaixo mencinalos, para qae venham no
praso de 15 da- reuovar os seas rrendamentos,
porquo conforme reoluyo da I.ima. junta stro
despejados aquelles que o nao lizerem.
Ra do Calabouc u. 18. Antrao Pedro de Sour
za soares.
Ra do Amoriin o. 26, Jos Ricardo da Costa.
Itua da iloria n. 6-, R-.mjamim Viraes Dutf*-
Becco do Abreu u. I, Manoel AI ves de Oliveira.
Becco das Boias u. 16, Manuel Ferreira da
Cosa.
Ra da Senzala Velha n. 16, Flnrraiar Jcs
Duarle. .
Ra dp] Pilar u. 101, Joo Antonio Baplata.
Ra do Pilar u. 99, Allredo Alves da Silv-
Freir.
Ra d i Pilar n. 104, Antonio Soares de Pinto
Ra do Pilar n. 110, Jo dos Sanios Villaca.
Secretaria da Santa Cara da Misericordia do
Reeife, 14 de jolbo de 1871.
O aseriado,
Pedro Rodrigues de Sonta.
Correia gera,
ItelacSo do sol e norte du imperio, exisientes m
reparticao do correio desta cidade.
Antonio Francisco da f.ilva, Anna Rosa de Bar-
ros, Anna Olimpia de Campo., Fran-isco Oleran
Tovires Lima. Joaqoim Mureira de Barros, Olivei-
ra Lima, oaqui.n Guedes d Cosa, lelo Huiiz
Pereira Jnmor, Joo Vicoale Pereira, Jos Ribeiro
de Brilo. Jos Carlos Muyrii-k Pires Nabuco, Luiz
Florencio Honorato- Pereira Braga, Maiheos No-
gueira Brando, Antonio (>:rbin >, Felice Rranco,
Micbele Masullo.
Administrar.) do correio de Pernarobaco 17 de
Julho de 1871.
O encarregado do regiuro,
Amaro Gomes da Silva Ramo-.
AVISOS MARTIMOS.
Segne para o porto cima o brigoe poringuaa
Bimcindu, tem paite da carga, e o resio recebe
a irc coniraodo : Iratar m ma do Vigsrio n.
16, 1 anlar com Joaipnm G-rardn de Raslos.
COMPAINHIA PEKN.\MBUCANA
DI
Vavegaeio costeira por Tapo*.
Macei, escalas, Penedo e Aracaj.
O vapor Mundah, commao-
dante Julio, seguir para oe
port'is a>-ima no da 21 do cor-
rente as 5 horas da tarde.
Rcnbe carga ateo dia 30,
i-iic.monendas, passagens e di-
nheiro a frete ai as 2 h r sahida : nn escriolori. d-i F -ri-* -lo M ilt >s n l.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DB
Uavegaci coslelra por vapor.
Porto de Gallinbas, Rio Formoso t
TamaBilar.
O vapor Mamanguape, sagnir
pas is ii.ros cima no da
20 do crrante a meia noule.
Ri cebe carga oaconmast
dv passagaircar ordlaboiro >
/rete : no amnptorie d Porta do Mastaa-n, 12.
PAK A O
A<^
*T
IMIM.
O patacho norte-allemo Mnthild, segu para o
poriu cima, recebe carga a frete rommodo: a tra-
ar eom Joaquim Gerardo de Raslos. a ra do Vi-
ario a 16. primeiro andar, escrptorio.
LEUDES.
Uma inobilia do jacranda
com 18 cadeiras de guarni^ao. 'i dilas de bracos,
2 consolos, 1 mesa redonda com pdra marmreo
1 sT.f.. I bom piano, 30 quadrns, 3 candelabros da
metal, 1 cama (ranc-za de Jacaranda, I grande
gaarda-vesiidos de arnareilo, 1 aparador de dito, I
mea elstica cora i lato*, 1 apparelho de jantar,
I dito de porcelana para almoyo, 2 dozias de cli-
ces para cbampagde e 2 Iructeir de vidro
IIO.IK
1S do corrale
O ag- ii..- Martins fara leilao dos movis cima,
a rtquerimonto dos invenlariaotes do< ben* deixa-
dos ii.lo tallecido Joaquim de Almei la Pinto, e
p.r mandado do Illm. Sr. Dr. jul: de orpbos, cu-
ji' ii.iivii- cio vendidos a quein mais der, i lt.
hura- do dia cima dito, no primerro andar do so-
afdo u. 10 da ra larga do Rosario, amiga roa
dos Qnarttis.
LEILAO
DE
Urna tenda de serraiheiro ra do Bario
do Triumpo antiga do Brum ja. 56.
Hofe
U :igenie Pestaa far lr.il.io, competentemenib
autori.-ado, e-porcoot e risco de quem perien-
cer, dos objectos existeo'.es na serrar cima dita,
sendo a furias completas, 1 macnina de furar, 3
tanachas completas, diversas ferrarnentas da ser-
ralbeiro, diversas ferrageos ele. uuo inda se
achara palenie no dia cima segunda-feira If do
corrente, s 11 horas da manhaa, na mesma casa
n. '' a cima raeocionada.
,
Segu esm. brevidade > huta. !tow Invtntml :
para cargas < naasagens trata se roa do.Vigarto
a li, Indar, escriptorto de Jos Lopea Dvim,
HOJE
18 do corrente.
Augusto C de Abren far leilao, por interven*
gao do agente Pestaa, de completo sonnneolo da
lazeodas inglezas, todas propnas do mercado, hoja
18 do corrente, s ti horas da manhaa em ponto,
em seu armazem roa d TlLA
ns
dous bons engenhos
a *8 do cor reate.
Por ulterior descacho doI.im.Sr.Dr.juia.de
direilo e.-pecial do cooimercto d esta cidade, re-
qii'-rime&in dos adraioislradores da massa fallida
d Siqneira 4. Pereira, o agene Oliveira ejjpori
nr.varneole & leilao publico, os oeoo coi.hecidos en-
genhos deaoramados Junara e Afoiv** Onro,
ambos sitos no termo de Ip. juca d'esta provin-la.
ns quaes foram peohorados por execoco da ditos
administradores viuva e h+rdeitos do Dr. Igna-
cio -Vry da Itanscca, e adjudicados indicada
massa .-
Sesla-feira 28 de jnlho
ao meiodia era ponto, no escrptorio do relaiida
ageole, roa da Cruz n. 53, primeiro andar, onda,
se dar previas inrmticoes.
n
VISOS DIVERSOS
INSTITUTO AKCBEOLQGICO E HrWtAPfll-
go prnAUBiieio
llavera sessao or iia.iria qointa.fifa, H
do corrent,.jaliio pala 11 horas da mr
nlia.
OHPI'M do ma.
Pareseres e mais tracaJhos de comith
oes.
SecreVu-18 olastiluUi. 17' de ialbo; do-
1871.
J. Stnme ttmkki
SeereUrio peiylo.
A U A Prcaisa sa de uma m >IFa CtaiSa,
aJ*LOnaranaqaaaa faaailia,; nria^
' A uga-se orna preta oa ma i
Roa-vista : qne* tiver dirija! aram.Si-
i

H,

(

LEyo /
D. r y^


ftri de Periiariifceo Te/4 eira 18 de Julfeo de i 8)1.

. -. -
f-'i -*----

)

0
J

I'
=3=
Luz
e progresso.
Com este UtQlo tahlr o mala brevemente pos-
livf a jornal, no Mualo do Cerre/'o ftrnow-
**Hko "e provlofiamente urna vea por semana,
Cujo Hm e promover especialmente os interesses
do comraercio e d'af rleultara, das industrias e das
artes, e lado qaaDto possa interesar ao raethdta-
ineoto do paii, meso a poltica que nao ter in-
gresso em suas colaanas.
A falla de jrn jornal desta ordem se tero torna-
do bstante seosivel proviucia, e presonimos
qoe, lodos aquolles que concurrerem coro o pres-
tigio de suas lores e de suas assignaturas p.-.ra
ua. stnlentacao e maior brilliantismo, prestar ao
relevante aervico ao paiz, as eireuinslaucias
em que elle se acha.
Subscreva-sa no* escnptoros das associac-Se:-
OajMaercial Beneticenle. Commercial Agrcola, da
Socedade Jos Artistas Mechaniccs e Liberaes, em
Utas as iivrarias desta cidade, as papelarias dos
Srs. Paula Monteiro e Cirdoso Ayre<, e na typo-
nhia Mercantil, ra do Turres n. 10, razao
i por trimestre, pagos a liantados a entrega
St frmwiro numero de cada trimestre
451 OA lORTUTU
A os 5:000$
Bilhetes garantidos.
k roa Primeiro de Marco (oatr'ora ru di
Crespo) n. 23 e casas do costme.
Qa*aixo assignado, temi vendido nos seos 1
lilaos bilhaies un tere. > n. 1993 com 5:0004000. uro
terco n. 181 com 9004000, um teieo n. 1 :J8 com
lOaOOl, um Inteiro n. 407 coro 100*000, e outras
sortea de 404 e 104 da lotera qae se acabou de
itratiir (199*), convide a<>s possnidores a vrete
reeeber ua con-formidade do cosame sera descon-
t algum.
Aetiam-ns a venda o* bilbets garaatido O
3.' parte das loteras, a beneficio da irmaudaJe
de Sal'A una da Madre de I) -os (J0O>) qae se ex-
trahir qaarla-feira 19 do crreme ir.cz, pelo no-
vo plano.
PR.EQOS.
Bilhete inteiro 6*001)
Mejo bilhete 31000
Qnarto ti 500
8ib poreau de 10O4PO0 para Cima
Bilhete inteiro 54500
Mo bilhete 475)
Quartu t*37o
Manoel Minios Hua.
Au gase na Soledade, Iregnezia da Boa vis
ta, urna c asa de carneo com Indas as con rm d;r)a
des arecisas para grande famil i, feudo #e prefe
lerenda estrangeiro. por ter eoeheira e est riparia
a untar na ra da Imperatriz n. 23.
Grande hotel central
A na larga do Rosarlo nume-
ro 39.
Ueste muilo cocheado hotel se encontrara ex-
cellentes quartos e salas para alugar, que offere-
cem commi dos para familias, onde se enconlra
nao s o maior asseiu e liropeza,ccmo bom servico,
haohos fros e quintes e todas as conunodidades
iodispeosaves vida' tudo por mdico preco. O
lugar central p.m qne este eslobeleeimento est
colloeadr< suficiente recommendaejio para ser
concorrillo.
MOFINA
Moga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, ,
crivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
aqnolle negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, tHa tereeira chamada deste jornal, em fin*
de dezembro prximo passado, e depois para ja-
uero, passou a fevereiro e abril, e nada cumpro,
e por este motivo de novo chamado para dito
Hm ; pois V. S. se deve lembrar crae este negocie
de roais de oit annos, e quanao o senbor sac
litio se achava no es nesta ridade
OS 5:000^000
imn vende os felizes bilhetes da lotera di
tfahia, na casa feliz do arco da Conceico, loja de
aurivH-i no Meeife.
Ouiflado
Sinh dfina voc est nogada cot o a anuncio
do macaco, agora tatnbpm voc nao repara quan
do no lempo que vor deixava sea marido A. P.
G. ir para E cada e dava o brsco a am Dr. Maca
co tambero, e ia onde '....... se. mas qaizer mais
se.0 o'.h > de vidro.
Gro^al i R'Irigass de Almera L^ite agradece
eoriahnm e a todu os seu amigos o favor de
aomoantnr ao cemiterio publico o reatos mor-
ue< .! -"j-i^piida roailzidoria A. de A'meida ; o
de novo os CT^ida para assfstirero a rniss^ do
seliro i da di sen falleeiinano, no da 19 do cor
reate, pelas 7 horas di raanhla, no coovento de
N. S do Carato, do que se confessa eternamente
agradei'ilo.
A MU AFAMADA
AGUA DE FLORIDA,
DE
HHIK1V A I,AX1I\X.
He o mais delicado e mimoso ao mes-
mo tempo o mais estavel de todos os per-
fumes, e encerra em si, no seu maior auge
de excellencia, o proprio aroma das verda-
deiras flores, quando ainda na sua flores^
cencia e fragancia natural. Comoummeio
seguro e rpido allivio contra as dores de
cabera, nervosidade, debilidade, desmaios,
flatos, assim como contra todas as formas
ordinarias decidenteca s hystericos; de
siunma efficacia e n3o tem oute queos
iguale. Igualmeme, quando destemperada
cora agua, torna-se um dentifricio o mais
agradavel e excelleute, dando aos dentes..
aquella alvurae aperolada apparencia tac
altamente apreciada e desejada pelas Se
nlioras.
orno um remedio contra o mau hlito
da boca, depois de diluida em agua,
summamente excellente, faz remover neu-
tralizar todas as materias imputas que se
criam roda des dentes e das gengivas,
tornando-as duras, sadias e d'uma linda cor
encarnada. Quinto a delicadeza, riqaeza
e permanencia do seu fragrant aroma, ella
por certo nao tem igual: e a sua supe-
rioridade sem rival. Ella igualmente tor-
na-se um meio mui excellente, para fazer
remover de sobre a pelle do rosto, toda a
qualidade de brotoejas, ebulicoes, sardas,
pannos, manchas, impigens e espinhas.
Quando se queira servir della como reme-
dio para fazer desaparecer qualquer um
destes disfiguramentos, e que tanto desfei-
am as lindas feif-oes do bello sexo; devera-
se usal-a n'um etedo de dilluic3o, destem-
perando-a n'uma pouca d'agua ; porm no
ratamente de qualquer espinha, usar-se-ha
della pura em toda a sua forca. Final-
mente como um admiravel meio de com-
municar as feifoes trigueiras e paludas,
urna pelle macia e d'uma transparente al-
vura, dando-lhe urna linda cor de rosa :
para um tal flm, ella leva a palma a todos
os perfumes que se teem inventado at ho-
je, e existe em plena soberana sem rival.
Bem entendido tudo isto se refere nica-
mente a Agua de Florida de Murhat 6
Laman.
As imitaces que se tem feito na Franca.
Allemanlia, assim como em outras partes ;
s5o inteiramente inuteis e invaliosas ; por-
tante recommenda-se mui especialmente
s senhoras, que tenham toda a precauefc
e cuidado, de quando comprarem. estejari'
certas que compram.
A Genuina
AGUA DE FLORIDA
DE
MlRRAY A LANMAN,
A qual preparada somonte pelos nicos
Proprietarios,
LANMANN & KEMP, DE OVA YJRK.
Acha-se venda nos estabelecimentes dt
P. Maurer & C, J. C Bravo C, A
Caors, B. M. Barboza, Bartholomeo & C
Offe/ece-se uto caixeiro brasileiro cora algu-
ma |>ratica de negocio, e sabe bem l.T e escrever,
para caixeiro de qualquer casa de negocio ; como
sendo : de fuenias, raolhados, na algum trapi-
che, ou mearan para obraoca? ; Polendo dar ara
fiador da sua conduJta : quim precisar do seu
prestiroo, ananncio por esta folha onde deve ser
proenrado.
"T
ivio
Geralda dos Sanios de Mendiin^a, cacada com
Luiz Eugeuio dos Santos, previne e pede que nia-
gaom faca negocio algiuro coro seu prediro marido
coro a casa terrea o. 'J, sita ra d-i D>miQgis
Theotonij, oatr'ora ra d.v Ciliadas, sob pena de
oalHdil-'. Recife 47 de junho de 1S71.
Evada-N de i Je o 1* de juatio proximjpis-
sido o escravj Q lirino, c.ibra escuro, muiti lali-
u>, nata ral do "ser.-o desta provincia, estar !
falar, c-nio di orpi. paris, grossas e cabellu-
das, un a; ci! sera aba, falura-lh; uns dente ua frente, tem o
cib-llo msio eitir.iij, a falla risoaha, idade 33
aano-, poma mais ou menos, lera coaita barba,
pur n tra-la rapada e g)?U de belur, ple ser
que se leaha alugado para servico intern pir sa-
ber eozlnhar, e tambem 6 sorvjnte depedreiro ou
de qailjuer inaiti I ing! por ter silo visto na Pa.Mgcm, Ci.i
Forte o Beberib8 : roga-se as autoridades pflli
ciiss e capitiei de campo ou a qualiuer pessoa
que o appreli-ndara e deein noticia na praca da
ladep-'n-lencia n. 39, que se gratifcala.
o admiahinhluf da uiassa de SefeasUio Jo-
da Silva cjnvdi aos Ofodorea da referida nif.?sa
a receberaro o dividen lo de 13 0,0 qae Ibes cabe
on Tg'.eio : ni ma d' Cruz n 26. armarpm.
nu
i,
A pssoa em cuja casi estiver o;julta a e-crava
Osnu, preta crioala, de ii a 2o au ios do i.laie,
mais oa menos, e.-latura baxa, tero nmi Dell de
no olli i direito cara bezigqsa, le u marcas de
ciu<1:cj nicjilued chaga na pern-i sarada,
team a imili lo de lava-I i casa n. 3 i d\ ra da
Sin/.ili n ivi, q i! sera, bem gratificada ; do con-
trario prr.est i-se proceder legalmente con'.ra
qui'q'r inivilu que a teulia em soa coropa-
nhia, a ltalo i* api lure, c-omi consta que-se
asn e a u ni enm ni freguezi-i da Boa vista deta
c-idai' -1: o Io de junh) lalo.
Declarapao.
Onstando a abixo assignada qae os proprieta-
rios da casa de dous andares o. 58, da ra daIn-
jiaMtfiz, e-'ao procedend) a ritacio de mea ma-
rido lancel Jut Goed-s do Magalbes, como aa-
eeote, em lu^ar incerto e nao sabido, pplo juizo
da pai do 1- diMricto da fregnpzia da Boa-vista
desta ci lado, vera diclarar aquellas propricn-
rios e 10 poWleo, que dtio seu marido acha se ac-
tua'nit'' na eldade de Braga, do reino de Porta-
gal, t'ondi; em breve tern de vallar ao seio ui
sua familia.
Recife, !i 'le julbo de 1871.
JoaBa M.ria d Sl'a Migdhaes.
Marcolina de Sraza Travassos. Cietaua de Soa
za Travassos Marques, Felicia de Sonta Travassos
Sette, Mara Margarida de Souza Travassos, Ge-
nuina de Souza Travassos Lios, Elisa Dulce Peres
Travassos, Eoedma Augusta Serrano Travasso,
Antonio Angosto d > Cmara Bodrigues Sette,
e Francisco DeoJalo Lius, irmo-.fl ha e cunhados,
agradecera a todas as pe^oas qae se digoaram
acompanhar ao ceratero publico o cadver de
seu presado irmao, pal e cunando Vict rio Jos
de Souza Travassos, Ibes rogam o cariloso obse
quio de assistirero a nn'--a do stimo dia que ter
lagar na matriz da Boa-vsta pelas 7 horas da ma
nhaa do dia it do corrente.________________
A PUBLICO
Tendo o abaixo as.-ignado mandidi notificar ao
Sr. Antonio Ai ves de Garvalh > Veras, para pa-
rante a integro]oli do c .mmercio declarar a or-
gem da traasaegio era qae se raostra oreiof do
abaixo assignado, leve esta spnbor o sms figra, de
provar quo traba dalo ao abi'X) assigaaio ero 21
de agosto de 1869 3:50930JO r. joro de um por
cento, e que voncida a letra reforman-a em daas,
urna a 10 mezes e outra a 12, pira facilitar o pa-
gamento, pgaiiJo o abaixo as ignado os juros
era separado, na mesma r;-zio de ura por cento ;
dclarou mais este senhir qne s primitivaa littra
fra elisia por um sen raixiro de nomc Marinho
Bom Trava-sos, e que ja fra para o Rio de jaupiro,
era tempo competente provarei por quero a cuja
lelira foi cheia
I'..ia que o publico dajui deduza alguma cu
za, preciso qae saibi que o Sr. Veras descon-
lou as leltras em casa dos Srs. Adriano Castro
& C a ( 1/2 O/o
N^sta roesm occasiao deram lamhem juramen-
to os Srs. comnercian'.es Mi noel Jos da Silva
Gairoaraes e An".or,io J.iaqoim Goncalves Fraga
jurando estes senhores que nada sabiaro que des-
te origem a tal (noneca >.
H je ao meii dii dario dapoiraento miis algu
mas testemunhas, entre ellas o Sr. Candido Aleo-
forado o que 6 provavrl tambero que nada saiba.
Becife, 17 dejulho de 1871.
JoSo Pedro de Mello.
Na praca da lodepeudeiiCia n. 33 se di-
nheiro sobre peuliores de ouro, prata e pedras
preciosas, seja qual tor a quanlia ; e na mesma
casa se compra e vende trajelos de ouro e prata ;
igualmente se t-z toda e qua'quer obra de eu-
cororoenda, todo c qualquer concert teniente a
mesma arte.
COMP ANUA
Phenix Pemambucana.
Os Srs. accionistas sao cotyid.idos a reeeber no
'escriptorio rta conipsDhia o primeiro d.vidcndo na
razio de 3S por acc.ao.
Pernamli'.i;o, 13 de julhn de 1871.
Pela companbia I'htraix Pernambucna
J IkTrindade.
F. F. B-orge.
L. A. Sqiipira.
Attenjao
Trocase ra'W di de cobre, qn-.ntia nunca infe-
rior de 50*000 : |-i '-u preMoJer dirija-fe i praca
rta lodepe deacia n. 33, l"ji d)S Srs. Porto &
Basts,
Espada- de farro de S\>
F ancisco.
Antonio' Duarte Machado acabando de -reeeber
urna reclamicao do Sr. AnteBio Fetippe de Souza,
morador'no lagar Corrate, de ter-lhe faltado as
fazenda qne aqa despachei sob ns. 481 e 483, 4
palelots de caseraira, 2 de brini pardo, 5 calca do
inemo e 3 pee is de chita nuraaradas com o n. 2
com 71 KfiV) todas, no valor lado de 84/960.
Pela presente protesta haver da companbia a im-
portancia de taes objeetos.
UITereoe-se am moyo ebegado ba pouco do
mato para caixeiro, o qual tem alguma prstiea de
padariae taberna, e da fiador a sua condneta :
quem de sen prestiroo se qaizer ulisar pode di-
rigir-se roa do Mrquez de Olinda, anlia ma
da Cadeia, n. b% A._________________
Precisa-se de irabalhadores e de ama am*
para coinhar : na reQnacao da ra Direita nu-
mero 22.______ ;____________
Um mulher de poro comporiaraoo'.o se o(Ta-
rece para tomar cout i de alguma criaac em casa
de familia : a tratar na roa Nova q. 32, 2* andar.
Quem precisir da ara meomo de 9 pira 10
annos de idade para tomar sentido em c ancas on
fazer algum servieo em casa de familia, dirjase
roa larga do Rosario o. 32, 2' andar.
Bartholomeu & C,
Desappareceu
No dia 6 vdo corrente roez desapparecen dt por-
do tramen.' do Sr. Berntrdno da Silva Cesta
niipo, na root do Imperador n 38, ama b.-sla
issa,' con) canga)k'. soja, randa aparada, ferio
i'ianga.'ar, e nma 'Kociora, pela qual bem co-
jMeida: qum apirenV'e-1" P*o> levarlo enge-
Oho Cordeiro qoe sert Pfe.ro recompen-adu.
O aDatxo atignado, so^w dali'rma de Maga-
Ihies Mendos & C, declara que nunca foi guarda-
livros do Sr Jo Antonio Soav de Azevedo, e
sraente o foi dos Sr?, Bernardina aproes de Car-
>valhu, Antonio Barttta ogaeira Carvalho &
Nogueira. Oatrosfro. ciira nao ler rtttebido d'a-
fuelle senhor 'beneQeio wn tempo attcoit e de
aiualqner natureza pMo qnal se eonsl'na' protec-
tor do mismo tbatio assifuado. E como o mes-
.rao :fnhor em sua'aefeza que aprsenla nos autos
' tansa qu Bend entie u Sr. Azevdu e a firma
JS que Ui pai o abaixo assignado, taxando-o de
Iflrtto, decala este que tal mgratidio nio pode
tjostlr. pdls nunca d'elle rucebeo favor.
Recfe, 15 de jnlho de 1871.
Antonio Mandes de Souza Machado.
Socio,
Urna pes-o cora pratica do comroereio, deseja
assocar-e em casa commer ;ial, entrando eom o
capital qiie se convenckraar : qaem pretender,
deixe carta nesta typographia com as inieiaes J.
G. Pfcfere-se trapiche, ou armazem de estiva.
VlNHO, PlLULAS, XAROPB B TlNTL'l^
D Jl!Rl)8a 81MPLE8 K PKRRUOINOeO
Oz.ro, Pomadae Kmplastr da mxsm<
planta Preparados por
BARTHOLOMEO & C
PHARMACEUTtC0B-*DR0aUI8TA*
1'MlVtHltl I O
a Jarataba : uu pltuu a huj( rtcoanao.
toma o mil p*drun tnico, eooiu o idS-
j>obstU8iite, comotal applicad* no pivciawi
Jo ligado bvo, bepatiloa, daraui, lamprea miv
tot t eapeeiatmeuto du staro, hfUrofaaiaa, ar-
pailaa, etc.; auociada ao farro 4 illl aaa paltia.
corea, cbtoroasa a falla da meoilrMcio, duirru
ua do ftomago, ate., o qaa diaamoa attatU
inuamaraa caras imparuntaa obtida aoa mmoi
praparadoa j* bam coobaeidoa taadoa pala* nu
diatiocloa nadieot do piii a Purtapl. Ea lodba m
aoaaoa dapoaitoa diairibaimoa rralia oatoa a-
b albor (a aaa aoakacar a Jar baba tasa raaalua
apaliaaato.

\
A M A i car a rujd?Al'l;.'
eosinbar'
AVISO.
Pedo-se a lospn>40 de qua'qner ja'no acerca
de um celebrrimo folhetn qu.i acaba le ser i.le
galmente publicado (| 19' do ari. 407 e 417 da
Consij.-nntra a soiedad mif.o^icafli/auroco
Ptraam'iuC'ini, por aiguns dm | ifi dstla se
retira'rara despeilados. I)f.sde j ,'is^eguramos que
es.as vaga arguieis nelle cobtidos, fihas so-
lieuie di m4 vontaie e da inveja, 'erao ralical e
UM distradas.
Em tempos modernos nenhom descubr
ment operou maior revoluclo no modo d<
curar anteriormeflte em voga do que o
PEITIKYL DE \\\( 4IIHTA
TANTO NO TRATAMENTO DA
TOSSE, CROTO,
ASTHMA, THISICA,
ROUQUIDO, RESFRIAMENTOS.
BRONGHITES,
TOSSE CONVULSA,
DORES DE PEITO,
EXPECTURACO DE SANGUE.
Como em I oda a grande serie de enfermi-
dades da gafiganta, do peito e dos orgao
da RESPmAoAo, que. tanto atormentam e fa
zemsoffrera hmnanidade. A maneira an-
tiga de curar consista geralmente na appli-
cacao de vesicatorios, sangrias.sarjar ou ap-
plicar exteriormente ungentos fortissimos
compostos de substancias vesicantes, alm
de produzir empolhas; cujos differentes mo-
dos de curar, nao faziam seno enflaque-
cer e diminuir as forjas do pobre doente,
contribuindo por esta forma d'uma maneir;
mais fcil e certa para a enfermidade ain
trui?o inevitavel de sua victima Quem di!-
jerente poisto o effei admiravel do
PEITORAL DE ANAGAHITA !
VM E EZ DE IRRITAR, MORTIFICAR E CAUZAI
INAUDITOS SOFFRIMENTOS AO DOENTE,
CALMA, MODIFICA E SUAVIZA A DOR.
ALL VIA A IRRITACO
DESEMVOLVE 9 ENTENDIMENTO,
FOIIT1FICA O CORPO
e faz com que o systema
Desaloje d'uma maneira prompta e rpida
at o ultimo vestigio da enfermidade. O
mel liores votos em medicina da Europa (o
Lentes dos Collegios de Medicina de Berlim"
lestificam serem exactase verdadeiras esta?
leaces analgicas, ou al m disso)a experi-
encia de milhares de pessoas da Americi
Hespanhola, as quaes foram curadas coa
este maravillioso remedio, sao mais qut
sufficientes para sustentarem a opinio do
PEITORAL DE ANACAIIUITA1
Deve-se notar que este remedio se ach;
inteiramente izento de venenos, tanto mine
raes, como vegetaes, em quanto que porm
alguns d'estes ltimos, e particuIarmenU
aquelles que sao dados sob a forma de Opio
e Acido Hydrocianico, formam a base d;
maior parte dos Xaropes, com os quaes tac
fcilmente se engaa a credulidade do pu
buco. A Composico de Anacahuita Peito
a acha-se linda e curiosamente engarrafada;
m frascos da medida de cerca de meio
quartilho cada um, e como a dose que &e to-
ma s d'uma colher pequea: basta ge-
ralmente a applicacSo d'um ou dous frasco:
effectuacaopara a de qualquer cura.
A' venda nos eslabelecimenlos de A.
Caors, J. da C- Brave 4 C P, Mwrcr 4
C, A. A. Bjrboza, B irlholjmeo 4 e na de
Ferreir Mata 4 C. ra doQueimadon. 57
ESCRFULAS OU RHEUMATISMO
b todas aquellas cujadigesto se achi com-
pletamente desarranjada.devera tomar
O OLEO DE FIGADO DE BACALIIAC
DE
Lanman & Kemp,
AHENCAO
Na ra velln de Santa Rita n. 1? piimeiro an-
dar, enfeila-se riquissimas bandejas de armace.
modernas e com boluh qualidadr?, (az-se lum bocado, pastis de nata,
bolo io'glez, peito de anj, bolo fraqcez, podm, bo-
lo do e-o, alelria de ovos e outros matos artigos
oroprios pana presente ; tambem contrata-se jan-
tares pira assigoantes, tudo isto por preco mais
comraiidn de que era ouira qrialqer parte._____
P*rnambuco Street Kailwny
& Oonipanhia.
De or Jeiu da directora desta compaohia convi-
da se aos accionistas a realisarem orna entrada de
vioit por cetto (40 0,0) sonr o valer de suas ac
QCes, at o dia 4 de agosio prximo, no escripto-
rio roa do Cornmercio n. 8. Pernirnbuco 15 de
julbo de 1871.
H. H. Sal^.
A-sistant Tresaurier.
unha % Mauta, v^iid-ru a
ra do Mrquez de O in-
da n. 40, O Sfgii^ :
VIN'BO XEREZ pnoerior, em caixts.
COGNAC MARTEI.L dem.
VINHO 110REFAIIX. i era.
AZh;ITE DOCE IIEFI.N-AD), rtonv
VINAGRE KHAN.O, llera.
CAFE D:> CE ARA, seceos.
Companhia Allianpa
DE
eguros martimos estabelecida
na Bahiaem 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 8,000^00^000.
Toma seguro da mercaderas e dinneiro a risa
narilimo era navios de vella e vapores para den-
lo e fra do Imperio. Ageocii roa do Com-
oaercio n 5, escriptorio de Joaqaim Jos Gon
jaivas Beltrao.
Charutos de 8chnorDusch
Regala britnica.Regaba imperial,
Operas. Cenchas. Trabacgs, de um milh'irc
para cima.
CIGARROS DAS FABRICAS DD RIO DE NO-
VAE8 E LIZAUR, de diversas quadades, vnde-
se em barricas.
ADVOCADO
DR. JOAQIIM COHHA DE AlUl'JO
67Ra do Imperador67
mmm mmm mmm mmmmm
Na travessa da roa
das Croes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de o, prata e brilhan-
tes, seja qaal for a quan-
lia. ia mesma casa eom-
pram-se os mesraos me-
taes e pedras.
8
Cavallos fartados
Furtaram doe^genho Peoamdnba, fregaezia de
Maribeca, no dia 8 do corrate jalho, doas qaar-
tos, sendo o 1 rodado feirez, lando urna bellide
no olho direito, mos ovadas, e no p esquerdo
um talho de corda, inteiro, carregador baixo e um
pouco abalado, e de caogalhi ; e el' rodido
talhado, castrado, bom andador, qaas at meio,
de 8 anooj, pouco mais ou menos, tendo am sig-
na! bem visivel em ara dos olhos, que parte da
pestaa ruida de um lobinbo que Ihefu exirahido
ao uiesnoo olho. Consta que estes cavallos segui-
ram para Limoeiro ou Naza eth, e quem delles der
noticia certa ao abaix assignado, receber 100/
de gratiflescao, assim como duplicar a quantia
se bonver pesraa que Ihe declare o roubador de
ditos cavallos.
Manoel Barbosa da Silva.
Furtaram do engenha Tiuna, no dia 7 do
corrente, una burra e dous cavallos, sendo os ca-
vallos pertencenies a lavradores e a burra perten-
ceote ao rendeiro e consenhor di referido en?e-
nho, a qual tem os signaes seguintes : grande,
bem ferta e de cor arroxiada, com marcas de feri
da no espinbaco, e tem. dous ferros, sendo um no
quarto esquerd e ontro no quarlo d'.reito : quero
apprpherjd-r ou ddla der noticia certa ser bem
recompensado. ________
__ Quem precisar e um lavmoor, auiaucie
oar snr procurado
Eugomnid'ieira
Precisa-se de uit.a tng.mmadeira para casa de
familia e papo e bera : a tratar co priucipio da
estrada dos Aflictos siiio n. 33, ou roa da Ca-
deia do Recife, n. 10 arn.aztra.
Precisa-se de una ama pa-
ra todo H-iv.Q): na ra Di-
reita n. 112, Io andar.
- Precia su de una ama para lo-
iaiTJa.iM.do o servir;! de urna casa da fami-
lia : pa ra de Hirtas n. 120._______________
Precisa-se de uro mol:que de idad de 12 a
13 anaos, para ea-a de familia : na ra do Impe-
rador, n. 62, Ia andar, das W horas da nanba,
as 4 da urde.
__i ra do VVe de Goyanoa oatr'ora
Mond'go n. 14;i, pr-cisa-se de um renio de ida
de de 12 a li Minos, coas pratica de liberna, pre
kfP-se pnriujus.
Pitcisa-se d-i urna ama dt le le : ua ra de
S. Jorge n. 130, segundo andar, que se paga bem,
preferindn fe eprava.______________________
A pessoa que piccisa: do um cri.160 para
fai-r empras : erijvse ao pateo do Paraizi n.
6. que enj-onirar,. con, quem tratar. ________
Offi'ece-se a a uguel urna' mulata esersva
adostoroads ao servioij merno de-casa de famlia :
li iraiaf ra da Codeia n. 33.______________
. Piensa st: ue nina aun para coirahar, cora-
n'iar e eogouicia-. para cana de pou a f liaille
preferiodo^e oserav< : tratar neta iypgrapha.
D. W. UV TTII
Engenheiro com
FUND1CA0
5* RIJA 1IO HlUn 5*
, PASSAWDO 0 CHAFARIZ
Pede aos senhores de enenbo oatros agricultores, e empregadores de ma-
rinismo o favor de cma visita a seu estabelecimento, pan verem o novo sortimemo
ampielo que abi lem ; pois sendo tudo muito mais barato em preco do, que jamis to-
aba vendido, est ainda superior em qualidade e fortidao; o qoe coa a aspecc}) pe-
joal pode se verificar.
PEDE ESPECIAL ATTENgAO Ao NUMERO E LUGAR DE SITA fUNtHCO
\TflTWi1*PS A rnrlao rl'amiQ dos mais modernos sysiemas, eem
VttpUICb tJ roaaS Q agua UmahoS convenientes para as diver-
tas circumstancias dos senhores proprietarios.
QIoGiidas d.0 camia de-t0(,os os lamaitios as we,b(>re3 Que air
Rodas dentadas para anirDae8> agoa, >apor.
Taixas de ferro fundido batido e de eobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
MachitlSTTIOS para man,i'oca e a'godo,i Podeodo todos
lw e para serrar madeira fser movidos a m3o

Bombas 3 i0T *%09' vaPr-
v**w de patete garantidas...................foo aoiinaes.
rodas as machinas miS s qa* Wilommc]Sir.
Faz qualquer concert
de rnaehhismo a preco mui resnmido
Formas de ferro tem as me'uores e raa'9 barau exstentea m> w-
caie.
Pili r>nmtnAT1fifia____Incumbe-se de mandar vir qualquer machinismo i tob-
rauuuiuiiitjiiuas tade dos cliete8) l3mDranl0.,^e8 a vantagm de ^
terem soascorapras por intermedio de pessoa entendida e qae em qualquer necessid-
le pode ibes prestar auxilio.
A' AGUIA BRANCA
RA DTOE DE CAXIAS N. 50
(Outr'ora Queimado n. 8.)
acaba de reeeber de Inglaterra am bello sortimen-
to de objeetos, qae alora de sempre necessarios
boje se tornara essencialmente precisos vi .ta da
falta que delles ha do mercado, sendo :
Fitas de velado pretas, outras com relas bran-
cas, e outras de diversas e lindas cores, e todas
coro differentes larguras e superior qualidade. .
Franjas, trancas e galoes de seda de modernos
dosenbes e gostos, e igualmente sonidos em cores
e largaras.
Novas e bonitas trancas e galoes de laa, tam-
bero sonidos em largaras, cores e moldes, e tao
proprios para vestidos como para roupinbas de
enancas.
Trancas brancas de algodo com nova forma em
earaces angulares, modo nesse genero multas e
diversas larguras ; eulras nos mesmos gostos po-
rm mescladas ; outras trancinhas brancas de
carices miados e bonitas, as quaes por suas
eatreites; s teem constantemente merecido geral
agrado.
Babadinbos frisados e oatros- preparados para
Irisar-se a vontade.
Um bello sortimeuto de galoes pretos de la com
differeotes moldes e larguras, proprios para vesti-
dos de lato.
Botdes finos de madreperola para camisas, oa-
tros pretos e de cores para vestidos.
I-so alem do constante sortimemo de enfeiles de
seda, laa e algodao, de que sempre se acba provi-
da a loja da Again Branca.
brancas, bordadas e outras com
abados.
Na loja da aguia branca vende-se bonitas saias
brancas com largos e delicados bordaaos, e ou-
tras com bordados de pregas pospontadas, obras
modernas e de gostos.
Fil de seda, branco e preto com salpico.-.
D.'.j de algodo, liso com salpicos e flores mia-
das
LIVRINHOS COM DESENHOS
para crocbet, marca etc.
FOLHAS DE PAPEiS COM DESENHOS
em po ntoairmor paa os mesmos lias.
Annunciar boje bicos e rendas de labyrinlti,
objeetos esses que se acham em qualquer parte,
seria fastidioso, porm assim nao acontece porque
esses que a Aguia Branca acaba de reeeber sao
de ama nova e superior qualidade. A Agota Bran-
ca a ra Duque de Caxias n. 53 receben bicos a
rendas de lahyrintho, qoe por sua amostra vierana
perfeitamente emitaudo a tecidos de grades ebeios
e feitosno paiz, mostrando at o alto i elevo qoe
se coobece as outras, isso alem da novidade "
bom go.-i dos desenbos.
Tambero receben cairos bicos e rendas eetreita
proprias para roopas de senboras e meninas.
Recebeu igaalmejte am bello sortimento de
rendas e bicos de crochet de fina qualidade e agra-
dareis lavoures. Assim, pois, os pretendentes serao
bem servidos tanto nos presos come as qaa-
dades.
BARRETES EM PONTO DE
meia para recem-nascidos. -
PERFUMARAS 1NGLEZAS
A Aguia Branca tem recebido finas per-
fumaras inglezas, sendo extractos concen-
trados de agradaveis ebeiros, pomadas fi-
nas entre as quaes se nota a d'alpaca, agua
da colonia, dita de lavander etc. ete. assim
como finas escovas iig'czas, e opiata para
dentes. Tambetn receben variado sorti-
mento de sabonetes, que os est vendeado
baratamente.
Caixinhas com 3 sabonetes aromticos a
11, ditas com 3 ditos transparentes a id.
500 e 20000.
Enchovaes para baptisadop.
A loja d*Aguia Branca ra Duque de Caxiau
n. 52, acaba de reeeber lindos enchovaes de dife-
rentes gostos c precis para baptisados, assim co-
mo bonitos cbapeostubos de fosto primorosamen-
te enfeitadoi para o me.-mo fim, no mesmo pas-
seio. Tambem recebeu modernas e bonitas ca-
roisinhas bordadas coro panhos para seorjoras,
golinbas com puches e sera e les, tanto de renda
como de cambraia, bicos de seda brancos com
vid r! Ib os.
60
s.
3
P
P-
O '
w
o
!?SPS55T?7r.!
0;i3X-ro
Precisa se de um wiieiro ds 1S a 14 mnos qae
te'iha orMiea do toberi.a : na ra do Rangel d.
130 e 41
PHcf; ^RvtQASXlQUOHfcPARIS
; Mwn*o t P. MADTVER el C1*, em Pernam^eo; JOSt BELLO, r Pono Mc/n.j
SILVA LOPl'S tmBakia; I-EIU'.I.IRA et C-, tm ilarankmo.


OjarW
>
I
Mudanca
J. 0. C Doyle fax publtoo que mudou o sen r-
B>em de hiendas a a da Comme/reio d. 18,
para a roegma ru n. 38.
Jos Lehmann, socio da flrn>a Lebmaao fre-
re*,teooo dse retirar para Europa, avisa ao
eorpo do CMDrf ercio que deixa na gerencia da
casa o Sr. David Flach com todos os podere, e
por segundo procurador o Sr. Emilio Scbnaus
child. Recife 12 de )nlho de 1871.____________
R'UttENGOtffcDA. |
Na ra de S. Bom Jetas das Crloulas n. 39,
lava-se e engommi-se com, asseio e promplid&o, a
pessoa que faz este de conducta aoancada, pelo
que eapera que aquellas qme costumain pagar en-
gommado a procuren certo de que ero bem
ertldot.
CASA DA FORTUNA
RA 1* DE MARCO OTR'ORA DO
CRESPO N. 33.
Aos 20:000^000.
O abaixo assigoido tem sempre exposto a ven
a os feliies bilbetes do Rio de Janeiro, pagandc
nromDtamente, como costuma, qualquer premio.
W PREOOS.
Inteiro 24#000
Meio 124009.
Quarto 6*000-
Manoel Martina Finia.
Criado.
Precisase de um criado para todo scrvico de
nm estabelecimeoto e que d ador a so* conduc-
a : na ra 1* de Marco n. .
Botica popular
roa da Imperakriz n. 77, precisa-se contratar um
ofllcil de pharmacia. ___________
Ama de leite.
Preeisa-se de
Queimado d. 38
xias.
orna ama de leite : na ra do
andar, hoje Mrquez de Ca-
da Palma n. 34.
Precisa-se de urna ama li-
vre ou escrava, que cozinhe
bem e lave : tratar na tua
s
O prcessor publico Jo2o Lande-
lino Dome las Cmara contina as
horas vagas (tres da tarde em dian- ]
te) a reccionar particularmente pri- I
metras retiras, grammitica porta* ]
gueza, arilbmeiica, etc. etc.
Relativamente s senhoras, a cu-
jo ensiBo se tem dedicado, propoe-
se a habiltalas para o concurso
ao magisterio primario, prometten-
do-lbes empregar todo o lelo, es-
forz e assiduidade a sea alcance.
Os ioteressados podem entender-
se com o mesmo ra do Ranpel.
n- 40.
1
TMLHOS RBAWOS
DO
HECIFE A* OLINDA
Beberibe.
O presidente rTassemb'-a geral dos ac-
cionistas da. companhia dos trilhos urbaa>
do Recite ,i Oluida e Beberibe, em conse-
cuencia da communi a<,3o que acaba de re-
ceber da commissSo encarregada de redigir
o projecio de reforma dos estatutos da
mesma companhia, manda fazer constar aos
Srs. accionistas, que a sesso addiada para
a apreciado desse trabalbo continuar no
dia 21 do correnie mez pelas 10 boras da
manhaa. na estaeSo da ra d'Aorora; para
o que convida aos mesmos Srs. accionis-
tas.
Recife 13 de julho de 1871.
Luiz Lopes Castello Branco.
Io secretario.
Por ordena da directora convido aos Srs.
accioobtns para, no prazo de 8 das a con-
tar do dia 18 do correte, recolherem a 8a
prestaco de suasac.es, da 2* emisso, na
razSo de 10 %.
Para esse fim ser o Sr. thesooreiro en-
contrado no escriptorio da companhia, das
11 boras da manba s 2 da tarde de todos
os das u'els.
Escriptorio da companhia, 15 de julho
de 1871. .
Joo Joaquim Alces,
Io secretario.
II
r
i
A pessoa em enji casa estiver occulta a escra-
va Uarcellf, mula'.a clara, de 30 annos de idade,
mais cu menos, cabellos pretos e longos, alia ma-
gra e ncito gaga ; tenha a bondade de leva-la
a asa n. 8. ra do Conde da Boa-vista, amiga-
mente ra Formosa, que ser bem gratificada ; do
eootrarb protesta-ss proceder legalmeote, contra
.;.!;!(!:; inilividuo que a tenha em sua compa-
nhia a ti ulo iie ama livre, com consta que se
aeha em ama c.v na fregaezia de S. Jos, desta
e-Hade, esde o "dia 23 de junho prximamente
5ndo,_____________________
Koubo le reloglo
Roobaram hontem 10 do correte da casa na
ra do Carmo em Olinda nm relogio patente in-
glezLeverdo fabricante ]->eph Peniington de
Liverpool n. 128,787 o nome do fabricante est na
caixa e em urna das pegas da machina, e corren-
le de gosto inglez, com sinele tendo urna podra
com iniciaos, estes objectos sao de ouro de lei:
pede se aus Srs. orives ou a quem for offerecido
:r em aprehender e octregar ao sea dono
no Rreife a tua do Commercio n. 56 que se gra-
tificar.
A MR 1)0 VEUt
__ Cigarros espe- *
g ciaes e fumop- g
* do para cigarros m
| e cachimbos o me- f
glhor possivel, fa-g
^bricado no Para
g-Ror' Jos Julio2
m Sampaio Pires,
b nico deposito em
i Pernambupo, pra-
gijaddlndependen-
cia n. 39, loja de
5 Porto & Bastos.
8
SEGUROS
MARTIMOS
E
CONTRA FOGO.
A companbia Indemnisadora, establecid;
esta praca, toma seguros martimos sobn
aavios e seus carregamentos e contra 'ogc
em edificios, m.'rcadorirS e mobilias : n;
ua do Vicario n. 4, pavimento terreo.
Ainga-:e a inetade de um primeiro anoar
situado n'uma das principaes ras do bairro de
Santo Antonio, com commodos sufflcientes para
eoeriptorio de advocado e de casa de commissoes
pelo prego de 25*000 r-. menees. Para iofor-
ma.;oes a roa do Livramento nrt9, i andar.
Precisase de urna ama para o servico
de urna casa : na ra da Caleta do Re-
cit-* n. 51, Io andar.
Precisa se de urna ana
forra ou captiva para e ser-
vico de urna casa de pouca
ftnilit : a tratar na ruado Bario da Victoria nu-
tn*".! 13. -':. Ug
AMA
ATTENCAO
O Sr. Antonio Pedro de S Brrelo Jnior quei-
ra vir rua da Madre de Dos n. 7 liquidar aquel-
lo negocio ]ue nao ignora, isto a bem de sna se-
nhoria.
Alu;a-$e um sitio no lugar de Beberibe de
naixo com casa de vjvenda de laipa, caciur/ba com
fttfelleate agua, maitos arvoredos Vucuferos e
gr^n le fxienso de trras para plantar, iicando-
Ihe porta um dos pontos de parada da via frrea
e Olinda : tratar ni ra N'ova u. 43, segundo
pnlar.
os abanen asstgnados declarara ao respeita-
vel publico f. com e>pecilidade ao c. rpo do com-
tereio, qu. lissolveram amigavelmente a socieda-
de que tinham na taberna sita traveesa Duque
de Casias n. I, outr'ora do Qoeimado, que gyrava
soh a firma de Araujo & Pires, rlcaodo a cargo do
ex socio Jui Hanoel da Cunha Araujo todo o ac-
tivo e patfiv-i desde 29 de iunhi prximo passado.
Reeia la dejulhode 1871.
Manoel de Sooza Ar-ivedo Pire?,
Jeao Manoel da Cunha Araujo.
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltrao
Ra do Trapiche n, 5, Io andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco llinho, em Braga, e sobre os segointes lugares en
Jortugal :
Lisboa.
Porto.
Valenga.
Guimaraes.
Coirabra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Ver.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famecao.
Lamego.
Lanos.
Covilha.
Vascal fValpasso).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
BrtIlISH HOSPITAL,
l'be Treaurer would thank the merchants hol-
ding fees belongiog to this iustitution to send same
to n. 38, ra do Commercio.
Caixeiro
Pneiu-M de um caixeiro portuguez jne ienha
BTalice de taberna p afilan -e sua i5onda;ta : n?
pa: i da ribeira n. 13.
Piecisa-.se do mulberps para o servi-
<}o fabrica vapor de .Meuroo A C, na
r a do Visconde de Goianna n. 137,
AVISO
O ahaixo asignado dec'ara que eu :aixeiro
Lnciano Maaverne retirou-se de sua casa no dia
16 Jo mez prximo passado sem previo aviso e
*em ler prestado as devida- eoatar, pelo que nao o
considera mais seo caixeiro e nem se ropoosabi-
li oor qualquer debito ou transaccaa qae elle
por ventura tenha f"iio em mme do mesmo abai
xo assigr.ado, oqual pagava-llie mensalmente seus
ordenadus, >:ndo que eile recebeu rnlillijiAiiii
aomet uliimo mais do que havi veoiii^. B'f"
3dejilho de 1871.
Lnii Jos Pereira SimBet, -
AMA
Pre;isa-i Je nina ama pira rozi
nha em -asa di poU'M famlf}! n>
:J# Jap.nt.'.vflj! p Vantagem para os pais de
familia.
Urna senhora de boa moral propoe-fe a ensinar
a fazer flores com perfeico, e bordados de tape-
caria, bem como outros de todas as qulidades, a
fazer croch e todas as qnalidades de trabalhos de
lia, tudo com delicadeza e gosto pelo diminuto
prego de meusaes ; tambera recebe alguma
menina, moca ou mucama que quelra ticar pen-
sionista. Na mesma casa tambero ensina-se piano
a alguma dessas meninas que queira aprender
pois ha piano e hom mestre : trta-se no l andar
do sobrado do pateo do Paratzo por cima da loja
de alfaiate n. 29, tlcando a escada no neceo.
fii DO
Rna do Ba?'ao da
Victoria,
Outr'orarua Nova n. 63 ecasas
do costume.
Bllhetes garantidlos da pro-
vincia.
O abaixo assignado acaba de vender entre o;
seus muito felizce bilhetes a sorte de 5:0004000 em
um terco de n. 1998, alera de outras sortes me-
nores de 10*000 e 20^000 da lotera que se ac
bou de extrahir (199), podendo seas possuidores
virem receber, qu* prompiamente sero pagos.
O mesmo abano assignado convida ao respei-
tavel publico para virem ao seu estabelecimenti
comprar os feliies bilhetes garantidos, que n<
deixar de tirar qualquer premio como prova pelo>
mesmos annuneios.
Acham-se venda os muito felizes bilbetes ga
rantidos da 3' parte das loteras em beneficio da
irroandade de Sanl'AWM da Madre de DH>, qu<
3er extrahlda no dia qnarta-feira 19 do crreme.
PKECOS.
(Bteiro 64000
meio; 31000
Quarto l300
De lOOjJOOO para cimi.
Inteiro 5*500
Meios 24750
taarto 1*375
Joio Joaquim da Costa LeiU.
Ma&ga fallida
O depositario da mis-a fal.ida de Antonio Pe-
dro Gandolphi coovijaos ;red.>res habilitados da
referida massa pira que n>pra-ode oito das
apresentem seas ltalos qae 'stiverem nos termos
do art. 179 do Reg. comraercial d. 738, atioi de
receberem a quota ue Ihes cabo oo dividendo,vis-
to entar estb approvado e aitorisados os psa-
menos pelo lllm. Sr. Dr. juiz do commercio. Re-
cife dejalho i) l17l.--Como depositario,
A. '>"".
Prc''ij?-w j
Fetognfhia ^tri
tAI.KRIA Das l'l\T4KA
. DE
J. Farota VttMa
Desde o dia 7 de abrtl pa/stdo aotMKse aberto c
iovo esubeleTiimento phot^graphioo sHo i roa do
^abug n. IR. esquina o pateo .la-w#>riz. Ostraba-
Ihos qae edde entao, tom sabido *e * offlena
wm geralmente agradado, sendo recebidos por
ilgQD com admirado pelo exiraordinari o pro-
{re'sso -otra ultimaraente tera tide a phott graphia,
i 'por otros com alegra, por verem a provincia
otada cora ora estabeleeimento 4igi;o d ella, e in-
joatestavelmente o primeiro que nesse genero
Qojepossue : tambera nao nos ipoupamos era cousa
ilgtrma para monta-lo no .p m qne se acha, es-
pertado que o publico de Pernambaco saberi
preciar nossos esforcos e recompensar nossos sa-
snfcios.
Convidamos a todas aqaellas pessoas, nacionaet
i estrangeiras que fostam *as artes, oo tiverem
aecessidade de trabalhos de photographia a vist-
tarem o nosso estabeleotwetitu, qne estar sempre
iberio e i sua disposicao todos os das desde as 7
boras da manba at as da tarde.
Para os trabalhos de ifAotographia possniuonr aia
versas machinas dos niehores autores francezes-
aglezes e allmemae*, cno sejam : Lerebours el
secretan, Hermagn, Thuraai Uoss, Voigtlander el
>onh eWulf. Ultimarneole recebemos tres novas
machinas! sendo urna aellas propria para tomar
robre ojmesmo vidro 4 ou 8 imagens diversas
soladas, eoutr^ de ti a 12 imagens diversas a
gualraente soladas, de surte qae no caso de
rraude concurrencia poderemos retratar sobre
ima nica chapa at 8 pessoas diversas- e isoia-
tas para eartdes de vtita, e assim em merws de
ira qoarto da hora despachamos 8 difTeremes
pessoas qae peeam cada urna, urna duzia de eartdes
iiais oo meaos, com os seos retratos smente, on
im grupo com outras.
Encarregamos-nos exclusivamente "da direceo
i feitura dos trabattios de photographia dei-
tando pericia e talentos do distmeto pintor
Jlemo, o Sr.
Jorge A. Roth
>s trabalhos de pintara, a aquarela, a oleo, a
jasteL
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
urna escriptura publica, e at o presente tem-s
lesvellado na execuco de seas trabalhos.
No nosso estabelecimento acham-se exposlos ou-
tros trabalhos importanti s do Sr. Roth, tanto em
miniaturas aqnarella como oleo, reiratos i
oleo, qnadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
amnho natural, assim como de quadros sacros
para ornamentacio de igreias ou capellas. Tam-
bem aceitamos encommendas de quadros histri-
cos.
Assegnramos qae os precos dos diversos tra-
jinos da nossa casa sao mu rasoaveis.
1AKTOES DE VISITA NAO COLORIDOS 10)500 A
DCZIA
ARTOES DE VISITA COM O COLORDO AO NATU-
RAL 1 6,5000 A DUZIA
Retrates em miniatura oleo ou aqnarella de
16 20*000 cada um, indo convenientemente en-
:aixilhado em moldura dourada e regalando o
ousto da pessoa retratada de 3 i pollegadas e
odo o quadro palmo e meio de tamanho.
Jnlgamos qae bastarlo os precos cima para
iarmos idea da baratesa dos trabalhos do nosso
istablecimento, qaanto sua perfeico cada um
renha jnlgar por seus propros olhos.
As memores horas para se tirarem retratos no
aosso estabelecimento sao das 8 horas da manhaa
I da tarde; entretanto de urna hora s 5 da tarde
im casos especiaes pde-se tambem retratar qual-
juer pessoa.
Nos das de chava, ou por lempo sombro po-
temos retratar, e assegnramos qae esses das sao
)s mais favoraveis aos trabalhos de photographia
pela docura e persistencia da luz, e pt r termos o
iosso terraco construido com laes proporcSes
nelhoramentns, que anda chovendo jorros no-
ihum rao on veniente 'ha para fazer-se bellos re-
ratos.
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DE
ARRUDA IRMAOS.
ininimiit un!
41 NI DO BMO DA VICTORIA 41
Assim como tem ana grande
officina de alfaiate, montada com
todos os preparas qae ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptidao e perfeifio
nada deixam a desejar.
Ronpa de todos o*
amanbospara homena
meninos.
Por todos os paqtte
tes recebem-se as me-
lbores e mais moder-
nas casemiras qae ha
na Enropa.
RA
K
llaro ds t ietor li>
aatifa ru
NOVA
N. 41.
Neste aovo armarem tem nm
variado sertmeato de fazendas
franeexa i, inglesas, allemias e to-
das todas se veodem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
aovo armasesi.
Casemiras ioglezas,
rancezas, de todas as
qnalidades, brins de
:res e brsocos, colei-
rinhos moderaos, cha-
peos de sol de seda,
los.
RA
Mari* d* Victoria
aatifa ru
NOVA
N. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer orna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e em pontaalidade Das enconv
nendas, finalmente em tudo afim de melhor servir os seos numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as fazendas, para
aio se tornar massante
LIQUIDACAO
l>a mais importante fabrica de chapeos tle sol do imperio Ra do Barao da Victoria n. 23
O dono daquelle estabelecimento resolvense para acabar mais depressa em vender os productos Ja sua fabrica pelos pre-
cos segointes :
Chapeos de sol de seda para senhoras e meninas a...................... otfOOO em duzia descont de 15 %
Ditos de ditos a balo a............................................ 6fJ00O dem dem.
Ditos, ditos e ditos finos a.......................................... 85000 dem dem.
Ditos, ditos e ditos, de marSm...................................... lOfSOOO idem dem.
Ditos, ditos e ditos, para hornera................................... 100(T0 dem idem.
Ditos, ditose ditos............................................... HtJOOO idem idem.
Ditos, ditos e ditos de paragon..................................... 15000 idem idem. J
Ditos, ditos, ditos de ditos................... ........... ......... I6/J000 idem idem.
Ditos, ditos e ditos cabo de raarfim................................. 175000 idem idem.
Ditos, ditos, ditos editas...............;.......................... 48JOOO idem idem.
Ditos de alpaca muito superior...................................... 45000 idem idem.
Ditos de merino.................................................. 65000 idem idem.
Ditos d'esgoilo................................................... G^t 00 idem idem.
Ditos d'algodSo para homens e beohoras............................. 25000 idem 25 %
PEITORAL DE CEREJA
DO
DR. AYER
Para a cura radical e certa de todas as molestias da garganta e do petto, consltpa-
q5es, tosses, bronchites, defluxos, rouquido, coqueluche, angina, etc.
Este xarope peiloral o resultado de
longos annos de estado porum dos pri-
' tneiros mdicos da America do Norte e de
j experiencias minuciosas nos principaes bus-
1 pitaes do mundo; receitado pelos medi-
' eos mais distinctos do scalo actual, e >';
digno de toda a conflan?a : Io por ser efi-

B
1.2S.3 0-S
laf MES
* a 55 a," s "*
" r3 q i _'/>
cas, a!can?ando com urna certeza infallivel
lo assemo da molestia; 2, por ser inno-
cenie e applicavel a qualquer pessoa deL% *U
qualquer idade ou sexos ao bomem robusta que sa
i ou cri-n;a da mais tenra idade, e nao ser
perigoso e for tomado,
grande quantilade ; o 3o por nao ser se-
creto, pois qualquer medico pode obter a
formuia de sua composicao, dirigindo se
pessoalmente, ou por carta, aos agentes
geraes, ra do Visconde de Inbauma n.
81, Rio de Janeiro.
A grande fama qae lem grangeado este
remedio, devido s admiraveis curas da
I Inysica pulmonar, molestia esta lo penosa
en stas coosequencias qae aqoelles
que sao atsc^dos dos primeiros symptoraas
devem su- tratados o mais cedo possivel. e
_. u> ja
X 2.
por aca.so, em o primeiro remedio que applique, dever
Peitoral de cereja do Dr. Ayer
ilevcr de todos combaleresta | mente, se peimittido acreditar em cousa
ser efficaz, pois nao ha tempo de fa; cre-u*
ye experiencias. As pessoas atacdds da-
phlysica geralmente fazem punco caso de
seu mal, at qne s ja tarde para cora-la;
nesta, mais do que em qualquer outra
Ciusa, tem sua origem o predominio exten-
so e fatal de urna molestia que mosto* o
seus estragos com innmeros e assombro-
sos casos na estalistica da mortandade.
Milbaies de asos de .molestias pulmonares
qae tinhara zombado de todos os recursos-
da sciencia, tm sido curados radicalmente
com o uso do ?
|M
c3 O-, o -o o
lillas?
I"! fel
ll"* 8,1*1
rjj
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3 2 3
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B. i. 2 =
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-, !D -O X
O
> r <
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C S
~ B i "
t
I Comtudo
: terrivel molestia no seu principio, bem
I como todos os males que podem conduzir
i a ella, como losses, resfrialdades, defluxos,
! dr de garganta e bronchites; qualquer
I rooqoid5o deve ser tratada immedialamm
I te. A experiencia mostra-nos que o Peito-
! ral de cereja de Ayer cura todos estes pa-
jdecmentos, quasi sem excepo, e raro
o lugar nos paizes onoe conhecido, que
nao tenha numerosos exemplos de curas
I feilas por elle. Se se pode prestar f ao
que liomens de todas as clssses affirmam
do que elle tem feito ; se podemos acredi-
tar em nossos propnos sentidos, quando
vemos as perigosas affeccoes do polmao
cederem a elle; se podemos crer no teste-
munho de iutelligentes facultativos, cuja
obrigacSo conservar os fados: e fioal-
al^uma, est incoatestavelmenie provado,
que este remedio cura todas as classes de
molestias cima designadas melhor do qae
tolos aqoefbs at boje conhecidos. tes-
tara obicatiieute as ; uas virtudes intrnsecas,
e o ktoontestsvel bem qne tem fnito mi-
niares de dot ntes; para que surgisse e se
sustentas.se a reputarlo de que goza. Em-
qu3ino que muitos outn s remedios inferio-
res a este, e que forara acolhidos pelo
viilo, btbaram e foram depois abandona-
dos ; este, tcu. ganho amigos pela expe-
riencia, e pelos beneficios que tem prodi-
galisado aos afflictos que a elle tem recor-
rido, o que nnnea podero esquecer as ma-
ravilhosas curas oblidas, porque s5o nume-
rosos de mais, para serem olvidadas. Ne-
nhuma casa do fami ia deve estar sem nm
vidro deste xarope mo ; pois nos ataques
repentinos de angina, de croup e nos pa-
roxismos da coquelucheqne est5o sujeilas
as criancas, nao ba tempo de chamar nm
medico, n m de fazer remedios, e este xa-
rope allivia inmediatamente, sentando a
enanca do perigo.
AVISO.As preparares do Dr. Ayer
sao preparadas com especial atten^o ao
clima dos trpicos, e tem modificacoes im-
portantes sobre as que sao fetas para ot-
tros pa zes.
Purt nto, o publico dever notar, e com
cuidado, para qae nao seja srdidamente
nganado, qne os remedios de Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil, traxein
rtulos e envoltorios com a descrip?5o mi-
nuciosa para a sua applicafo na lingos
portugueza.
Vende-se em todas as pharmacias e drogaras do imperio
Custodio Jos Alves Guimaraes, nico socio ge-
rente da casa comraercial de Guimaraes, Pontes
4 C, desta praca, previne quera interessar pos-1
sa, que est proraovendo a dissolucao Irma, e entrar em seguida sa reapecliva liqoi-
daco ; sendo qne nao ba letras pelas quaes esteja
a nrma re^onsavel, e nem o annnnciante a* pre"-
'.ende Armar durante a mesma dtssolaco e lirui-
lacio.
Na roa de S. Bom Jess das Ciioolas
D. 'i 2, la va-se e engomma-se com asseio e
perfeifSo ; mais barato do que em outra
qualquer parte.
RCftM
DYVETOT
nica ca^a neste genero
14Roa Estreita do Rosario-14
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudoqueperten-
Preclsu-w de una ama qae cozahe
com oerfeic^o e seja de boa conducta:
Lna ra do Vigario o. 5.
Farinha ds mandioca.
o grandei e de boa qualidad, e pre^o o
mala baravjpoMire para fechar contas: na ra
do Vilano t>. i?4 rer1pt ritile JmA JujqDim f.i-
jtb ww ro Pe'la yg-Jm' Btirfi; ? perj rrrm iwiffew -J> wmos-
reducpo de juros-
O abaixo assignado estabelecido Sj
com casa de penhores travessa
da roa das Cruzes n. % resolveu |
8 rf formar a tabella dos juros das
lrantac(os effectuadas em sua es*
m sa, desta data em diante, assegu-
rando a toias as pessoas que, alm
da garanta qae offerece seu esta-
belecimento, acredita qne todos
ScarSo contentes com o mdico pre-
mio que pagano, sem lerem em
risco sas preciosidades, dadas as
vezesa agiotas simulados, qae as
veodem no fim do prazo ajustado,
sem mais frrmalidade alguma.
Anda mais s pessoas que tive-
rem cautelas vencidas e quizerem
evitar qae seus objectos sejam ven-
didos em leilS o, venharo refrmalas
qoanto antes, que aproveitar3o lam-
i.em da redaeco dos joros da dala
da reforma em vant*>.
Re:le 10 de julho de 1871.
Julio Jsaac.
AVISO
Qs abaixo aseignados i-;ndo cmpralo
lio Jo fallecido subdito porlaguez Virginio Freir
O 6SBO-
lio Jo fallecido sbdito puriogaez
de Oliveira, estabelecido na prar^a de Santa Cruz
n. i, constan ua maiur Idlalida-
de de divid.is activas n;la praa e lora della,
vera pelo presente pedir a todos os devedores fio
dito espolio que qnanto antes venham aju-iar e
saldar as suas conas, afim de evitar incotnmodc
e despezas. Recife 10 de junho de 1871.
Gama 4 Silva Brito.
PAIilCETE
de utua
?la ra Augusta 43 precisa-se
ama de tneia idade para ir para o mato, em com-
panbia de nm hornera solteiro.
Aluga-se duas casas na ra do Lum era
Santo Amaro, junto da apella que se est fazeu-
do, com sotSo e commodos para grande familia : a
fallar all com o propietario das mesmas, Jos
Gon?alves Teixeira Cavcalcante:_____________
Precisarse de orna mulher de idade, para
tomar conta no portSo, e cuidar do servico
interno de duas pessoas : tratar na fabrica
de rap de Mearon d C, ra do Visconde
de G Marina n. 157.
CRIADO
Precisasi do adl bom :riailo copeiro e paga-
se bem : a tratar na ras Jo Mrquez de 01 i o da
n. 20.
Alug'o-se
a th da frente, alcova a tnain alguus quartos -o
er;eiro andar do sobradci n. 28. ra do Queimad
do : tratar na loja.
Alugam-sbos primeiros* anJarcs s suhra-
ioi da roa do Tange! n. i Ve H rna d? Santa II w
t 'ar ..." ''ijL 2
covrttEiftii
No paleo do Carmo, esquina di beco da Bom-
ba, solr.ido de nm fi'-.i* n. t" Cortm-Mll
ura-ocoi mi rtf'l^ iara se-
nhora._________________________________
A lugo ae
um sitio na Torre, com .r^llooio em de viven Ja
e oanho a frente ds'.a M rio, seo Dptmi mo
A' ra Direila dos Afogados, contiguo a ponto,
acba de ser construido um lindo predio todo a
moderna, ornado de figuras e a fr nte guarnecida
de azulejos est lodo murado, tendo nm grando
porlao de ferro ao lado e gradiamento por cima >
muro, tendo mais um porlao que d para a esta-
cao da linha frrea, alem de lem mais um grande terreno com 400 palmos df
compriraenlo e 100 de largo, todo murado para
um exteileo" jardn), e ao fundo um caes que
delta para a linda frrea As comraodidades in-
ternas do so Jar terreo, a era de ser toda analka-
il a gaz 'lo as segointes : 3 fraudes salas S
grandes alcovas e 1 qoarto, cosinha lora, sala para
engommar, qauto para criado, cocheira para nm
carro ; no 1* andar, alm do sotao, 2 salas, 1 ga-
binete, i alcovas, 1 quarto para dispensa e um
grande terraco com 80 palmos de comprimen-*),
todo cercado de grade de ferro que traz toda ci-
dade do Recifo e o mar de baixo da vista ; a casa
toda cercada de janellas e portas envidracaduj,
que contara-se 20 ao lodo, Beando o caes a borda
da camba que divide com a estrada de ferro, on-
de se toma baohis salgados e chegam canoas : a
trslar na leja de joias, Coraoio de Ooro, raa do
Cabngi.
Leonardo de Siqaeira
Cavalcante
chafliado i roa di Vlarqnes dnOlinda i, iS.
Os herJeiros do uado capitio Manoel Pero-
ra Monleiro, genro do finado Bernardo, proprieta-
rio do engenho l'indobal na fregueiiado Pao d'A
Iho. como possuidores da juana parte do dito en-
genho, tfndo psftesigoacsem indos os be^elelo,
fazetn sciente ao nubm*> qtw vendem a dita parto
por lO.-OOOt eonfirme as eool'cdes J) tMMlo,
visto quahsmui: i- oho< no inveoiario /h tfnado
rA\nTi e-iiraajjeir na ru &.} [\ liaJo n- l.WiOjl: a trau-
l :< Q. !
^



D -rio de "eruaiibiioo Trcja feirt ISi de Jullio de 1871.
'
VIGOR DO CABELLO
DO CELEBRE E FESTEJADO CI1IMICO
it. ayk:w.
GRE PRODIGIO E EMPEMO DA EPf'CA
Nao ha parto alguna do corpo de que mais depinda da so belleza, do que
uno cabello bonito. Sejam as nossa* leiges Huirs, mas lenhamos o cabello bonito,
eis-nos con una rico eccanto ; pele contrario, seja o cabe'lo roco e asnero, eis qut
toda nossa pr.yikmoraia, por raiis sympaihi a e expresiva que seja, por si so, esrao
rece, e assuroe um aspecto sen interawse.
Neste sentido desejamos mui respetosamente chamar a especial attencao oa*
senhoras e cavalneiros de boro gosto para a delicada preparagao cima mencionada.
O Vigor do Cabello o resoltado de urna longa sene de estados profundos,
emprebendidos pelo iocansavel chimico Dr. Ayer, auxiliado por notrna profesores emi-
nentes, com o fim de descobrirem .ama nova preparacao para os cabellos, que, sera
contar as propriedades nocivas que se eocootram nessas onlras, que mais tarde occa-
sionam a perda dos cabellos, fosse realmente efcaz para conseguir ontros e Helios de
ba muito desejados. .
O Vigor do Cabello, n3o urna tintara, nem contera substancia algnma luju-
riosa. Nao suja as m5os, nem a cabeca, e nem a cambraia mais tina. O Vigor pro-
meti :
Conservar, augmentar e aformosear os cabellos.
Impedir a formacSo da caspa. EviUr e durar a queda dos cabellos, e restau-
rar a cor natural. Torna os cabellos rnacioa. selosos e hrilbantes. perfumndoos
com um odor de rara delicadeza. D nova vida aos orgos vitaes de que depende o
cresciraento do cabello, faiendo-o crscer abundante e viroso. Com t uso quotid.ano
do Vigor, as calvices serao nentralisadas, caso as glandes capillares nao se achem cor-
rompidas.
Senhoras e homens que antes da dade so vem cheios de cabellos brancos, e
qoe tem perdido a esperanza de ver restituida a sua belleza natural, este bello orna-
mento physico, regosijar se-h"o quando viren os efleitos que pdem conseguir com o
aso do Vigor. Paraos toilettes em geral. n5o se poder encontrar perfume mais agr-
davel e delicioso do que o Vigor de ;Ateh.
Vende-se em tod; s as drogari s, pharmacias e
armariuhos do mundo.
W. R. CASSELS ft C.
DEPOSITARIOS E AGENTES GERAES PARA 0 IMPERIO DO BRASIIL.
Aro de Janeiro
PECHINCHA
Cbegoo para a toja do Papagaio nm grande e bonito sortimento de sedas avrada
de ama s cor; as cores f 5o as mais modernas, e mais delicadas que tem viudo i
ste ameredo, e vendem-se por prego muito barato : porque a porgan maito grande, na
oja do Papagaio, roa da Imperatriz n. 40, esquina do becco dos Ferreicos.
0 MARAVILHOSO REMEDIO DO
DR. CHAS. DE GRATH .
OLEO ELCTRICO
KIItfG OF PAX1V O RE DA DOR
PJLTtA. USO INTERNO E EXTERNO
CURA CHOLERA E CHOLERA MORBTTS,
CAFE PURGATIVO
A" ESCAMONEA
De B,N Banal
Pharmacentlco-CblMle*
A utilidade dos purgamos nao sofTre dentn
;ra;io alguma ; a prescripcio diaria que delle;
fazem os mdicos e o oso anda mais freqnent
feito pelo publico sao provas irrefragaveis unte
como a qnantidade innumeravel deste genero. S
falta aperfeicar cada ver mais o modo de admi
nistracao, de maneira qoe conservando a sua ac
cao, ellos possam ser. tomados sem repugnanc.
nem asco e sobretodo sem rece o nem perigo.
Muitos pur jantes afamados s devem este boa,
xito ao sea effelto intenso e excessivo. D'ahi c
perigo, porque irritacOes de estomago, inflamma-
edes de eutranhas sio inevitavelmente o resulta-
do do sea emprego. Nada disso tem-se de receai
com o caf purgativo.
Todos conhoeem por experiencia o aroma sua-
ve e o efieito ligeiramente Inico e excitante do
caf Elle a melhor auxiliar dos purgantes dot.
juaes distarla o cheiro o sabor e ajada a acc^c
sollicitando valerosamente os movimentos peria
talticos de intestino, e prevenindo o sen effeito
muito intenso sobre o estomago. Misturado com
escamonea, facilita as evacnacoes com promptide
e sera clicas, e tornase nm porgante brando,
eerto, fcil a tomar e preferivel a todos os ontros
alvo ama indicacao especial da qual o medico
o onico jnlz.
A innocoidade do caf purgativo permitte de
emprega-lo em todos es casos simples. Desper-
tando a atona do intestino e activando a secrs-
cao deste, destre a dureza de ventre, as vento-
sidades, as flatuosidades e excita o appetite. Era-
pregado mais a miudo, conveniente para era,
cnar com vagar a bihs e os humo, es viscosos t
e faz dessa maneira desapparecer a enxaqueca,
as dores de cabeca e prev os ataques de saugut
aas pessoas que a estes sao predispostas.
MODO DE EMPREGO.
' fio simples como fcil. O cat purgativo
leve ser tomado fri, poro oa misturado com nm
ponco de leite fri assucarado, ou asna assuca
rada. O vidro inteiro a dos ordinaria pan
um adulto ; duas colhres de caf bastam para
as senhoras e para toda e qualqoer pessoa que s>
par fcilmente.
. ara as enancas de 8 a 10 annos, a metade di
vidro suficiente ; de 5 a 8 annos, ama colbei
de caf, e a qnar parte do vidro smente abad-
xo desta idade contra a gosma.
E* por isso d'uma administrarlo muito mais
Tacil do que os biscoutos, chocolates oo bolo*
purgativos.
Da-se iramediatamente depois leite qoente as
sucarado ou caldo leve, e duas ou tres chavenas
de cha preto oo de tilia.
nico deposito na pharmacia e drogara de
gartholomeo A- C : roa larga do Rosario n. 34.
[Cortes de vestido de blonde
Acaba de ebegar a leja dos arcos ricos cortes
de vestido de Blood jira casameotos: i ma Pri-
meire de Marco n. SO A, antiga dn, Crespo._____
Borzegnir" de bezerro para hornera a 5J.
Ditos de phaotaria para senhora a 2
Ditos de dita para menina e crianea a 2!:
Vende-se na prici da Independencia n. 39, lojs
de Porto & Bastos.
Quem quizer muir te de movis por precos
commodos, nao tem mais que fazer urna visita ao
grande armazem de obras de marceneria, ma
do Imperador o. 47, cojo dono acaba de receber
do eslrangeiro, um completo sorti menta de mobi
lias de gosto, tendo tomado a se guate
Resolar5o :
Vender barato para vender mnito. ____
NOVIDADE.
Acaba de chegar o verdadeiro vinho verde de
ova pora em caixas de 12 garrafas e o acreditado
vinho especialissimo pasto em decimos de pipa ;
> vendedor onico recebedor destes vinhos acha-se
autorizado a garantir a especialidade des mesmos;
roa do Vigario n. U, andar, escriptorio de
Jos Lopes avirn ; onde sempre se encontrar
nm deposito de vinho do Porto ( o melhor qne
tem vindo a este mercado) em vigessimos d.> pipa
e em caixas de 12 garrafas, que se vende por me-
nos anco do qne em qnalquer notr arte.
OITerece-se urna portuguesa de boa condocta
para casa do pouca familia, cose e eogomma com
perfetco : a tratar na roa de Pedro Affjnso, an-
tiga roa d i Praia, n. 39, i andar.
Vinho Pavo
^Vende-se este superior vinho com a marca Pa-
vo, sendo puro e inuio fraqninbo, proprio para
asar s horas de comida, e vende-se por preco
muito em conta, em barris de 9* e de 10*: na ra
da Imperatriz n. 60, loja do PavSo. __________
Vende-se o deposito da ra Augusta, defron-
te da taberna do Sr. Varejo, proprio para prin-
cipiante, por ter poneos fondos : a tratar no
raesmo.
Attenpao
COMPRAS.
!Hmtbm, flux* 4* MngM, mn nm dit.
TJflr cb;, dores de OQTido
tr*i minntoi.
Sor de dente, id nm minuto.
WnTlgi, em cinco minntoi.
9dMifiM, em Tinto minatoi.
0*rg*nUi inchadn, em das minuto.
Colie MavoliAM, em cine minuto*.
hnmtiimo, em nm din.
V*tM febre intormitaMto, em nm di.
Dor ne coitai i not ladM, em da
uto.
Tomos perigo o refmdo, oh u
Pleureeia. em nm di.
8nrdex o as tama.
Hamorrhoida o bronehitto,
Inflammapao no ria
Dyspepsia, eryipolu.
Molestia de gado.
Palpitado tt coracia.

COMPRASE
frascos vasios da tintura japoneza, e paga se a 80
rs rada ni : ra Duque de Caxias n. 30, e
Mrquez de Ollnda n. 51.___________________
Poi tao
Compra-se um perto de teo, sendo j usado,
ten ti; 10 palmos de largura : a tratar na ra da
Imperatriz n. 60. _______________
Compra se lab^rhinto
@iKm tiver para vender lencos de laDyrinthot
soama para altar, rade para vestido, frodhas etc
ote, de fino e ramio bem feito labyrintbo, dirija-se
erua do Imo^rado^ n. 3, 2* andar.
Vndese o j acreditado medicamento contra os
calos : na roa Primeiro de Marco a 3 (antiga do
Crespo), e na roa do Mrquez de Olinda n. 50 A
)antiga da Cadeia),
Lencos com toque de avaria
A loja dos arcos vende lencos de esguiao com
toque de avaria a 34 a duzia, cassas de cores a
240 e 280 rs. o covado, chitas cretones com bar
ras a 400 rs. o covado, alpacas mnito finas e de
lindos padrees a 300 rs. o covado : na roa t* de
Mrro, ou'r'ora do Crespo, n. 20, etquina da roa
das Cruzes.________________________
CALCADOS
para crianzas
Grande sortimento de calcados para crianzas,
dos melhores qne tem vindo a esta praca : na
loja de calcado da roa do Bom Jesuj o, 21, loja do
sobrado amarello._________________________
Vende-se barato um piano de um dos mais
afamados fabricantes: a tratar na ra do Com-
mercio n. 38.
RIVAL SEM SEGUKD)
RA DUQUE DE CAXIAS N. 91.
Jos Bjgodinbo, cena lija de dii'cz*.
avjaa a todos es os teas fregaez^s qua ist
torrando todo ptlo rirffo, a vista da fzee-
i, para todoj, aiinirar, a saber:
Pecas de flus bordadas omito unas
Thesouras grandes e pequeas o
mais nao qne ba a t00e
Caixas com 20 quadernos de papel
liso, amisade a rs.
Pecas de tranca de 13a e algodu as
mais modernas a
Frascos com agua de colonia muita
fina a 400 e
Frascos can agua de colonia ver-
dadera a 800 rs. e
Chapeos btancos para baplisados o
melhor qoe ha a 3-jOOO e
Dozias de botes cobettos de seda
para vestidos por todo o preco
para acab r.
Libra de artia preta a
Grosas de bol5es de tonca branca a
Caixas com 100 envelopes fazenda
fina a oOO, 6(0e
spelhos de moldura dourada a
800 e
Pentes pretos volteados para me-
ninas a
Tinteiros com tinta prea a 80 e
Pecas de fita elstica muito fina a
Latas com superior fcanha 60, 100 e
Latas grandes com superior bauha a
Frascos com oleo de Phi locme a
500 e
Frasws cem macass ; Peruta a
Frascos eom agua de Colonia veida-
deiu a
Ditos com oleo de ba >bsa suderior a
Carriteis de retroz preto com 2
oitavas a
Caixas com agolbasfrancezas a ICO
160
Pecas de tiras borJadas a 500, 600
800 e
Garrafas com a verdadeire agua
florida a
C-rtilhas da Dootrioa ChristSa as
mais rxodernas a
Livro das miss5es abreviadas a
Copos grandes com superior bauha
Macos de pallitos para denles o
melhor qne ba a
Pacotes com 3 saboneles inglezes
fazenda fina a
Escotas muito finas para lim^ar os
denles a
1,5500
1.J500
500
16
*
500
I05CO
5,J000
160
120
800
I 000
240
10C
100
2(0
320
8C0
24o
1,5000
320
600
240
16000
16301
400
I 1500
1^500
160
C00
Rival sem
210
LOJA
DO
> efundo
Rn.i Duque de Caxias n. 91
Jo< de Azee.lu Maia o Silva, em sa lo-
j i-de niudza.- c niioua a uler lodo
ii'T ltalos | rec s que r Umo ^i'mira.:
Lbra de la par. bot-T a icehur
qtit h.'.
Cixas com snprriores gi ampos fra:i-
erei a
IJu.is de fa.as e garfs de um e
duus boi5es a
Tlheres pare meninos a 240 e
Libras de linba de novello, a melhor
prsMve'.
Duzia -le lencos de cas.a com baira.
Caixos de li- -has cora 0 ni,vellos a
Vara d- franja traica p*aia toalhas
Dozias de mc-at croas muito toas a
Dozias de miias finas (ara senho-
ras a
DuJas de facas e gaifos cravadas a
Duzia re palit.s at-guranfa a 120,
' 240, 3*0 e
Na-alnas muiio fit;s, para fazer a
bar! a a
Caixas com pennas de ac com to-
que a
Cixas c.im pennas de Perry 'azen-
da fina a
Ditas de dila dio vtrdadeira3 a
C zade a
Pecas de filas prra coz c m 10
varas a
Pecas de tranca lisa de todaa a>
cores a
Duziss de liuha friuxa para tordflf
a 400 e
Pares i'e tpalos de tranc a
Dalias de baralhos moito fines a
2400 e
Ditas de agu'has para machina a
Libra de pregos france es a
Eternas de papel alcnaco >o eri' r a
Ditas de di'.o patudo o mtlhor a
Caixas C' m tah>oetea f.uda a 720 e
"?rr.leis- de iotoa A txa-ndre a
Gravatas de i ores muito cas a
Ditas pn-tas p< ntas bordadas a
Grosas de botos de tdrv(trota
para camisa a
Novellf; Oelinha branca, iOP jardas
Duzia de car oes prcta e de eres a
Thesouras muito finas para oibas
e cj-iura a
Caixas redondas para botar rap" a
Caixas ci uj i para lim ar dt tiles
f. -/.i-tula fina a
64000
100
l,J0OO
400
1^500
1000
500
160
3500
40(0
3,5000
500
acoo
320
. 810
142C0
7(t
5C-0
40
500
1;?800
2800
25000
240
3600
4F00
ItfCCi
100
5C0
6(0
600
OC
120
500
00
Oin-pra-se ne armazera da Bolla Amarell* no
.i' da secretaria da polieia.
VNDAS.
Vende-se a taberna do pate.< do Te.co n. 68:
tratar o mesma.
RESERVE SEMPRE ESTE REMEDIO ^M SA FAMTLTA
18 D9ENCAS SE PRESENTIM, QUASBO MES OS SE ESPERAM.
OLSO ELCTRICO O K1NG OF FAIN (O re d dor) aqul-t.1 a posltrrameTite dlMlps mU do dlSaramt
iUfftln e jpMa effeotnar no mes rao tempo, com jaalquer outro remedio medeelnaL
Bate multo popular remedio est agora Bando-ae feralmente, pela raso que mllhtrw da panoa te tafll cvrwtt
trttfp eom o dito remedio pelo Dr. Orath e ontros mais.
Erte Importante remedio nao se oBerece para onrar toda as doen^as, j>orm tao (dmenta para aquella etlpuIaUa
feaa nopsaa dlra^oea.
Esta operando nos principios da anmica e da electrlcldade e por Isso, est appiv-ivl pura o juramento a paraj
vvttanra^o da ac^o natural dos orgos que soffrem da Irregular clrculago dos flujos dos principa* nerrea. Olal
-leetrlco O "KIng of Palo" opera dlreeumento nos abaorvantea, faiccdo desappaTeeer as lnchafet das gltidclaatil
w om tempo lneiivel, breve sem perigo do sen uso debalxo de qnalquer clrcumstanola.
O remedio, nma medeclna parao uso externo e Interno, composto Jos olemento9 curntlvos, ralles, herras. tlaJUlM
iaea, eomo ae tem usado dos nossoa antapaasados, e das quae tem grande existencia no mundo, para curar Isjajajaw
^aoleMlaa, aomente sahendo-se qnaes ellas sao.
KoJ nm grande a eepeclal desojo da fonuldade de mcdcilna durante muitos annos Oa azperlenala para aprendarjf
ralVra mo EM PERNAMBCO
:HA PHARMACIA E DROGARA DB
BABTHOLOMEO Se C
V.^94 Ra Larga do Rosario.JV,
Cuidado com as falsicapoes
Xarope sedativo
DE
Case i de liranjas am^r^s
COM
BBOftlCftETO DE POTASSlM
DE
liAROZE
E^'e nnvo preparado aprovado pela aeademia
imferialde medirina, muito se reinmmenda pila
oa^CQao sedativa c calmante, sobre o >ytema
nervoso, o bromurein Je p- tassinm, nao d-ixa de
dar-os mais ceos resultados uas diversas affec-
goes do organismo e urincipalmente nss molestias
do coracao, d9 vas digestivas ca respiraco, das
vaag<3Qiio uriuaria<; oa eplepia. as molestias
nervosas da preohei, na insomaia das crianzas
durante o perinao da deniifao ete. ele.
Vende-se na i.harmacia e drogara
da
_________ Barilioiomen & C.____________
Aproveitein a oucu^io
Talhers Bnu de cabo preto pjra o trfico de
caa a 20G0 a luza : na ma 00 Danue de Ca-
xias, aoiigadoOueiraado n. III.
Vende se urna mobilia de amarello a Luiz
XV, de bom gosto, e mais pertenees da mesma :
na loja do sobrado da roa de tipas n. 30.
Oerveja em harnl, de su-
perior quiilidade
Vende-se em casa de S. P. Johnstcn & C, ru
da Senzala-uova n. 41
Vende-se um ptimo terreno para se levan-
tar nm engenho, que poder safrejar dous mil
paee, o qual ccmpde-se de vargeos, ladeiras e inat-
tas virgen*; as pes.-as que o pretender,dirijam-
se ao engentio Meguahype de Cima, fregnezia de
Murrbeca, -qup acharan com quem traUr.
Seraphinas ou harmnicos
No armacem de Joaquim Antonio de Araujo k.
C.', ra do Mrquez de Olila o. ii, anda
exstem ptimas seraphinaj de Nogueira, com ex-
cellentes voaes JJa* vendem barato, para ac
bar.
Chegou.
A ptiarraacia americana de Ferreira Maia
& C acaba de receber a acreditad i tintura
ingleza de Desnoos p^ra Ungir de preto os
cabellos braceos : roa do Duque de Ci-
xias n 57, anlig* do Queiroado. _____
3
de Hamburgo ; ba para
quez de Olinda n. 15.
venler na ma do Mar

MJti
10.3HArCS AC3FZ
ItJOtKi OftOa. L'M
t !-> r.ibo* de Hia, sen-io os mwrton a-> a^o tou- r enyerbos : vende-se ra Nova n. J I.
Cadeiras americanas
-ira brirjos e assentos de pallinba: ma Novf armazetn n. 11.
Pregos americanos
.le 2 a 3 ptfegad, proprirs pa barricas, a 80 f?. a frbfa : i r:?. Ncv?. aiazea
l. H.
Taxas americanas
rabt^a redonda de :;/ft de-.ompriraent., proprias para ^nari-^iro*. oo mire -laalqner
rnister. coro toque de ferro^m, a 80 rs. o nuco de meia Kbra, >*i 8| a .ais* ;->m J^
matos: 1 raa Novj, armazem n. 11.
VELOCPEDOS
<:^>a doas rotS, proprios para hornero, a tO 'ada uro. r^de gn\QZ, roandando-o vir
ostarn J50- cM uro : Te:)dee ra Nova, armazem d. II.
Grampos de pao pii.a ifgtimr roupa
sendo ..Je made-r3.- proprios p^'a prenler roupi qu; < bHa a s-cear^m .'.;Nas, >
40rs. aduca m G5 a Mis* -i '^ 'fojias. E' Ur, 'jrtfl vn4.^: i m Nov
X). M.
PARA S^CE\IIO
nm re,:ebior e conductor 1^ bag"*--1 s mo-nd- Icr,rj? por i u baga?0 na .iistancu
'!"- .*? ;|Oizw. e''fnorrri-'V-i i.i o tritnii & ':1* ^ '"?. Q ft exi*
de fw> e de chumbo
Vende-so so escriptorio de Cunna A Manta
ma do Mrquez de Olinda n 40.
Vende-se a taberna sita roa do Rosario da
Boa-Vista, esquina dohe-co do Tarab n. 13, b*-m
afreguez da p ra :erra, leu poucjs fundse tem
bon9 omraodiwpir;! f.-milia : quem pretender di-
rija-se a, protegido d- 3. Pedro.
Veude-e a casa terrea u 11, sita no largo
do Pillar quem a pretender dirija-se ra Di
reita n. H!, qu la cbar com quem tratar.
GRANDE
LIQUIDA CAO
Cobertor?s escuros 21 2^000
Crandes cobertores de Oa c-cun-s im pequ-
lio defeilo a : na ra do Crespo n. 20, toja de
. i i. Ca metro da Cunha.
' srfo
\er,de-se om lequeno sitio com casi de taipa,
no loiar da estrada vea de Cebenbe, contigua a
eManu de^Agna Fra : no lereein andar do so-
brado n. .16 da ma la* Ctiuv.
(jon p uhiu iuaeiimiadora.
Em cumprinmn!o do disposto no artigo 19 dos
i'suiutis da m-sma a*MRp*nbi*, nro vendMas !0
J.; suas acoes em tren i >{", sendo :
1 lole do 3 a'-;Ms .i^ n-. il\ i J7
I dito de O daa d^ iu. '-O, S:) 6l 8 20.
} ilii.i de 5 ditas de n. 01-6 e IOoC.
Os iivtendente deveio derg r sua prodoUM
por iiiier.i;edio de <;)m:i -re* g-raes ai o dh J6
d Vigan'o n i.
I Chales de rendapir tos
a 2^000.
Ra do Crespo n, 25.

-. Veude-se o pejueco sobrado de i andaras
ma aa M.-rda M, 2'k nsta-sena ru dn .rj-
> s (hoja Duque d- '"asa-) o. ;"! i' andar.
VEUDE-SE
As casas terrea rorilra*, ttf fce Darrai-
ras n. !' i> IS; |lo>fM.
AvcatM* lavraas W :oe:**ai travuM ti
Qianeii n. -il. dita r. ave^n l ,* p^i.,n. tX
A: cuas U?r .'"> :us.- rrou(w i *m tij.i'a Th< -
r.-i o. '.'> : 18
BASQUINAS, i
MANrELETES
e casaqoinbos de crocbet pretos de M
lindos gostos a ')& I.
Raa do G espo d, 25 m
*mmm mmmmm mwmm
mmmmmmmmmmmmmm
* Madapolao *
a 2J000 ris n peq.
Ra do Crespo n. i.
Mmmmm -
Contra a tosse
PASTXHAS PElTORAES.
de
Gomina simples crystalisada.
DiU' de augico s
Naff d'.Arabia.
Se ve de pinho martimo de Lagasse.
E onr.iS muitas ijue muito se recomendara pe
las anas expelientes cualidades.
Vende ni
PHARMACIA E DROGAHIO
orj
Bartbolomen & C.
3 RA LARGA DO HOSARI \-3l

da
c

It;'

on>
Sustento restaur^uvo
8?ude
PELV VEfiDADEr!\A FARINHA
A, Dh Barr (.'Arabia
O'.abaixu aSEigoadoi faiem sciente a seus fre-
gQta>, 'lUd P*'0 vaiwr iaglez IM-Pluta receberam
segunda remessa d'e-sa excellente rarieba, cujo
.io muito ee recoramenda para as criangas, tes-
sas debis e coavalcscentes, applieada com reco
uheciJa vantagem as constipare, dTarrbear,
nausea do estomago, loteo, i1.-carro do scgue,
phthysc etc etc. Preferida aioda pelo agradavel
ahvr, sutieriT a nutra qualqu-r.
Uoict-s anales em Peimuibujo
BARTHOLOIRD & C.
3t Una largn do Rosario 34
""__: Venta.e um cavalin rala l*. j--in1 e gor-
. :iaiu f:f*mp,; uro rb para jab.-iol.f. por
-.-ir as.'i'toiaJ i : mi? K': n 23.
GALLO VIGILANTE
Raa do Crespo n. 9
Os propietarios deste bem conhecido estabele-
cimento, alera dos muitos "Ojelos que tinham ex-
postos a apreciaba) do respeitavel publico, rnan
daram vir e aeabam de receber pelo ultimo vapor
da Europa, um completo e variado sortimooto de
finas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
tao resolvidos a vender, cerno e seu cuitme,
por primos muito baraiinhos e commodos parato
dos, eom tanto qae ^gallo...
Muito superiores tovas de pelica, pretas. brna-
cas e de mui lindas cores.
Muito boas e bonitas gollinbas e puchos par*
senhora, neste genero o qne ba de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para eoqnes.
Lindos e rquissimos enfeites para cabeca das
Exmas. Sras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ihos e sem elles; sta faienda o que ple ha ver
de melhor e mais bonito.
superiores e bonitos laques de madreperla,
marfim, sndalo e ;so, sendo aquellos "blancos,
com lindos deseohos, e estes pretos.
Muito superiores aitias Ib de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 3U'00
a doiia, entretanto qae n3 as vendimos por 2<\&
alm de-tas, temos umbem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengallas de superior canna da ludia e
casio de raai.Qi com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste gmero c o que de melhor
se ple desejar ; alm destas temos tanibem gran
de quautidade de outras qaalidades, como fejam
madera, baleia, sso, borracha, etc. ele.
Finos, bonitos e airosos chicotinbos de cadeia e
Jo outras qualidades.
Lindas e superiores liga? de seda e boftaeba
para segurar as rreias.
Bias meias de seda para senhora e para meai-
oas de 1 a 12 annos de dade.
Na vainas cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba ; sao mtiito boa, e da mais a nuis sao ga-
rantidas ptlo fabricante, e nos por nossa vez tam
bem assegurano sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas eapellas para uoiva.
Superiores aguas para cachica e para cree' -I
Lmha mu t boa de p*o, frouxa, para ent ar
labyrintbo.
Bons baralhos e artas para voltarcte, ajiu;
como os tent para o :nes:no lim.
Grande e variado sortimento das meUwrM per
fumarias, Job ciellwes b mais conhecidos fa
brlcar-tes.
COLARES DE RYR.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
ftfcilitam a denlicao das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e evnjinuamos a re:ebe-los por todo? os
vapores, afim de qua nunca falten no mercado
como j tem acontecido, assin cerno pois, podero
aquelit-s que delles precisarem, vir ao deposito do
gallo vigilante, aunde sempre encontrarlo de:in?
verdadeiros C' llares, e os quaes ittenlcndo-M a^
flm para que -5o applisado, se vtndero com um
mui diminuto luero.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixa-
mos declarados, aos dossos fregaezes e amigos a
virem comprar por precos muilo raznaveis a l- ja
do gallo vigilaste, roa d'e C-espo n 7.
Anda urna vez
6 Campos da ra do Imperador n. 28, avisa
aos seus numerosos lrcgu<:js e amigos qne che-
g> u do sua encoiDinenda o tao denejado r.ip
amarellhihu dc Estevo Gasse, assim como o pi-
nho do Rio Grande, que tao grande aprtci tem
dalo os que sabera do sua utililaJu zlimentici-.
Alm disso;
O Cimp.1? :era eonstanjemente em sea arma-
zem um completo sortimento de vivpres, todos Je
primeira qualiiade e como se tornara enfadmlio
um annunc i qne os de-crev-sse, limitarse a men-
cionar os seguales :
Carne suva fie aro(4r< s O i?, a libra e
6 000 a arrob?.
Lingnas e.-Culadas.
Ditas fni saltnonra.
Ditas i.tl.itr.1 rada* lo Amendois Jasca.-cadas o se;a case?.
Semenles de borlajica
Charutos ramareis a l500 meta caixa.
Ditos sup ; (tro-so e a r-uih".
Tima purpurina i5000 rs. a g.-rr.'fi.
CaRiaies se*co".
la Paulo Cordeiro, viajado.
Mate em bilis e em p.
Tabellas de redacciio, para a -ysteina raejico.
Pesiadas escalada.
Cimento
Nao ba mais cholera nem
. fabre amarella
Etn casa de 1. O. C. Ut-yle ha am s.irtiiento Je
filtradores pelo mellur syteira, pois qu-m usar
a agua passad; or elles licar i.vre de lia terri-
vel molestias. Tamb-m receb"i ilm **'
do e iesejado vnh > shen y, e est tnd> venda em
sen a a ti zm a ra do Ormr.f i i-- n. 38._______
Pechncha
Srt'n i! i!o h-'Hi!a cii-
res a j. q u.> l' i! rea# ;i -jt ,
Puilhande de primeira qcaiidsde. banicas C;rr,
13 a li arrobas por 10^000, ? no aru.a?.em de
Candido Alberto Sodr da Mota & C. i travesea
da M -.dio de Deus n. 14.
Papis para cigarro
De todas as qualidades, e por menos prej do
que cm onlra quilqner parte, dinlieiro a vista,
so no armazem de Candido Alberto S;dr da Mil
K. travesa da Multo de Deus n. 14.
Tapis l lirados e pintados
proprios .ara forros tic casa?, cabellas e orato-
rio, com juaroicoes para os aseam* e pelo me-
nos prer;.o poslvel, no armaiem d.- Candido Alber-
)0 Sodr da M la G. a iravetaa di Madre Deas
n. 14-_________________________________.
- Joaquim Jo.- Goncaives Beluo lera para
vender no seu escripiorm ru.i do Cimmercio E.
3, es g:uero> abalx* notadla, qjo-vende mais b-
rato do que em oultr. qualquer p.'rt-: :
Az-ilonss em auctrelas.
Amenduas em barricas.
Cate muido em masfos de 1 libra.
Chapeos Ao Chile de boa qualidade.
Cognac marca inartel frres.
Eaxadas.
Farioha Je mandil ca de Santa Cjiharina, .-.c-
eoa de 3 e 2 alqoeires.
Dila da Cabla em saceos brancos.
Dita de dita em b.-rrica?, proprias para :asae
particulares.
Fio de igodo da Baha em ncvellos.
Puace?,
liaxado,
Notas.
Obras ,1 palheta*.
Papel proprio para cigarros.
Dito azul para botica.
Paliaos para deoles.
Pi egoa sonidos.
Pauuo de aigodio da f.i-rii-.-, de Todos us 5..mos
de Podr'- x:< Baha.
Ilolha--.
''<' :-< i Bah.a.
It.itim iu fardoi.
Retr 7 ,'5 mclborcs fabricantes i Tapioca do Maranhlo.
Tabico sim nti da rt..ha.
Vercii copal.
Violto do Porta engarrafado, ca:.\a de 12 tu
rufas.
Do di. d'.'.o maWriis, proprio paravea^arnbr
Dito inu.-.c.ilel, vfrdaieiro de ttubaf.
Dito B-irdcaux em c.iixas de urna uuiia.
Dtto de caj em e.iixas il urna duzia.
3Indafol5es
Gran'e roducc5o em precos
N. 6o
ra Duque de Caxias.
V.nle-se a pin de madapilSo cora 20 varas a
:lOO 33500, 4 300 e o}, dito muilo no a
o*i00, 6t, 6:j(J0 e 73vO. dito iVanctz, Uenda
superior, com i muros a 9 pei;a.
ATALHADOS
Grande soitmento destas f^zend,? e cusa o me-
tro lOO, I 800 e fiOO. .
CHITAS
Grande sortimento. o avado a 00, 240, i60,
J80 e 300 rs.. ditas precaile, o que ha de mais
superior a 3G0 n if.
CH.iPEOS DE SOL
AO 63
roa Duque de Caxa?, acata de receber nt
grande sorii nenio de chapeos de sol de seda, }t.e
vend a 9j e H cada i:in.
AO 13,
ra Duque de Casias, a 2*. o metro de brmao-
le, poro Rnho. com 9 pa'mos >'e larttur?.
rOPELIXAS DE SEDA.
Ao63
a ra Duijue de C-xias. quo acaba de receber nm
iin 11 surtiaiei.t) d?tas liudissimas f?zenda, e ven-
de a:i.s.-imo, cu-la o covado lOOO e IJSDO,
valeio i'Xl.
A ?500
a du'ia de guarda apo- : m i'i.comparavel nja
65 i loa li'.i.ju: de l^axias.
Ao 03
ra Duqr.e de Caxias ; grande sorilmentc o
cambraia tian-pirentes mnito tinas a 3#'.(0 a
pi i, diti-ia|.ads muilo finas, p*j.i 4 e ma-*
pt ''OS.
A 3*000
um ccberlor 'le la li-trado, fazenda mnito f^a-
ri.r vrn le o 03. na Dnqoe de Caxias.______
Paul Chauviu
Prn?a do Conde tl'En n. *4
Vende-se uim muito boa machina Je coatorar,
propria |ra i urein, alfaiate e sapJteiro.
Miiiieiga filia lugleza
mu latas de I, -2. V, 7. 14 e 28 libras cada orne :
no : rsiaijm Tasso Litios & C, ra do Am-
fii n. 31.
UNTES
iti.'J.s a-noeU c m pedras de brill
i,



VNDESE
Joaqa*Ju* Hunos, na ra da Croz n. 8, 1'
a.udar, vende algodao atul americanos verdadeiro
rtrepri* mrir.an'> i. 3 < 4.
.'eir 1 de Julho le 1871.
UQUIDACAO
Ni
sao ata mate cabello* branco
Tiutura japona a.
S e nica auprovada nela as academias de
ciencia, reeouheeida superior a luda que tetn ;p-
parecido at hoje. Deposito principal roa d
3adeia do Hecife n. 51. I* aniar, ero todas as bo-
ticas e casa de cabelleireim.
Scinpre a Kova jHsueranca f!
AORKLWSESu.
Bsta loto bem culih^dj pela sua elegancia e
saperioriiiade de seus objac. acaba de recebcr
muilos arl.gos para o quen-speitosaniuote cornuda
*o bello sexo a vm-la.aflin de compraren! aquil
lo que preeisanm para preparo* de vestidos mi-
tote ou tocadores, e mosmo qualquer objeeto para
faier algum preinMle...|i>ois que sina Nova E?pe
ranea Dea rao satifeiU>9, j pela q lalidade e pre-
sts razoaveis, e mesmo por qae a Nova Esperan-
ca ufana-e era nao se impacientar em dar a es-
olher os objectos, prestaodo-se com o agrado
cm que costu a receber a todos, atim de que
ibaoi cora o llrme proposito de vollarem oa
mandarem a mesma loja, logo que precisem de
jualjuer artigo porp queno queseja.
LUVAS DE PELLICA.
Recebeuas de Li>boa a Nova Esperanca para
taaWM| seubora e meuiuos. sendo brancas e de
LOJA E MMIIZEM
DO
Bonitas fazendas
PARA AS FESTAS
DE
SANTO ANTONIO
E S. Mo
NO VI DA lE.
Bico de quipore preu) com brauco, a Nova Es-
wranca s quem tero I I
lianas para joias.
Nova Eiperan; recebeu boa3 caixas de sn-
dalo para guardar joias. -
Filas largas para cintos.
Recebeu as de mullas qualidades a Nova Espe-
ranza.
Para extinguir panos on sardas.
Nova Esperanza tem leite de rosas brancas.
Para lingir cabellos.
Tem a Nova Esperanca a verdadeira tinta in-
llea. ALSACIANAS A 1*2U0
Para refrescar a pene e aformoza-la. Chegaram as mais liadas alsacianas sen
A Nova Esperanca ra Duque de Ganas n. M, ipaantA famnrl A* U
ende verdadeira albina branca de Lais. d0 ma nova 6 elegante luentU W
l com bnlbantes hstis de seda e ba taate
C1EGARAM PAIA A LOJA
DO g^
PAVAO
Perfumaras
As melhores, e do mais conhecido fabricante,
anto frasea como inglu, esto expostas venda
i ra Duque de Caxias n. 63 na Nova E anga.
Extractos, bauha, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laraoja, florida e de lavande, etc., etc.,
tudo de superior qualid.-de : vende-se na Nova
Esperanza ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sim !
A Nova E 63, recebeu um liado sortimento de l para bor.
dar, viudo as cores mais procuradas, brauca, pre-
ta. escarlata etc. etc. a Ha antea ja* se acabe I
L'bras sr>rli as.
Veo le se ti aiiuazeni de bMBM de Augusto
. de Olivis 4 C, na lo Oimiiiercio u. 42.
)fli
Tota a veada em seus arniazens. alm de outros
.rtigos de seu r#uo io regular, os segointes, que
'ujera por procos mais mdicos que em ou-
-> q'.idrquer p^rte :
"ORTAS e pinito almofadadas.
rCHTIHAS de ferro para cercas.
SALITRE raglei. *
?TEIi;AS da ludia para cama e Torrar salas.
CANOS de barro francei para esgoto.
tjSX) superior em porgue* e a contento.
CEMENTO de todas a3 qualidades.
MACHINAS de descarocar algodao.
bONA!? s brinioes da Rnssia.
OLEADOS americano? para forro de carros.
IOES atneeaou muito Lona e economice.
Vi.i/iO le Bordeaux.
COGNAC superior d Gautier Preres.
?ELLO um saceos grandes a 36500.
\ 0A florida legi-'ira.i.
L
Calfi.*.^NOJB
TIM-n
H
Para seafcores de engeuho
i ereiu.
Coila, t*z-nda bom coattMt pela sua forlidao.
i lii largts que chito, para roupaa d escravos a
ii'O r*. o ovado : ua iu* do Ciespo o. 20, loja do
fiiilnerroe.
Joo de
Barros, com 1*0 pilmas de fenle e O a 450 de
fondo, com algumas arvorea de frncto, por mdico
reci : a tratar na ra do Vigario n. 14. n-
sar escriptono.
Graacle
Ps uuel i;s e seda
Poop'linas de seda e lindos pairSas o mais
mi tierno que ba chegado no ultinij vapor, a 1*KK)
o avado, n.. rut d Crespo n. 20, loja de Guither-
me Carttim da Cunha.
F
ILMJIW,
A pbarmacia imi rieana de Perrelri Maia & C.
aeaba de receber pelo ultimo vapor nm grandf
.'or n.cnli' de funds, e cnlre ellas algumas de
giman elaslea, as nuia recommea^artas pelo?
mdicos par a cura -as hermias : ra D;que dt
Cax as u. 7, outr'ori Queimado.
Ij IftIIJ
Urna armapao de
a mar ello.
Minio boa propria para qualquer negfrio. para
tabrmaedes a roa io Duque d* ,axias d. 13, oo-
tr'ora Cruin) timbera m pwM urna casa com
pon> (o'* para il.fT r n cuores de fibnco, pa
d-jnlo servir para rrftna(So fie. etc.
Cebollas
novas.
em resleas em > rc5o e .i rfWfbo, mais banto do
que cm outra (uajir p*r! : na ra de Pedro
Ail.pop p. 1. anliga ?ua di Pral.__________
Az*ite e pe?xe
Ver pelxc c;i: barr': a Halar na
ruada impnatril n. t'O. '"ia d" ***>.
bitio
flB
casa grandi
oo vi. n arr-i2tao para
taberua e mais cinco cas..s, sendo
""^"^^ qaella de i j '
da de Jfl rrf n >
I sej r
It de.
itboa, ao pdoAgr...
- O Bi-ar^Vi- Fus Si UrSo o"a Vic
. i ras iv) n. 2 ai
Kortituenlo de dcima, par senkTi e
^.l>&. -eubora e eolerinhos
tur Jados para b.mem.
larga, para vestidos, sendo n'esie gooero
o qae este anno tem vind de m is gosto
'O mercado, e vend^-se 14200 o coo.
GRANADINAS JAPOEEZAS A 800 RS. O COVAJftp
Chegou para a loja do Pava-) esta nova
fazenda cuno rime de granadinas Japone-
7.as, sendo nma boni a fazenda de lia com
bonitos qoadros de sedi, p opria para ves-
tidos, tendode todas as cores, e vende-se
a 8' Ors o coado k
ATLANTAS LAVRADAS A 800 RS. 0 COVADO
Gbegoo e.-ta nova ftzenda om o nome
de a lanta, sendo nma delicada legenda de
15a, pira vestidos, q :e vende-se pelo bara-
to preco de 800 rs. o covado.
NO rfAS P0UPEL1NAS DE SEDA
Chegou para a k ja do Pavo um ftrande
sortime to das mais lindas e modernas
poiii-elirias de s^da, cooi os mait delicados
jadmes e d: muito phantasia, qne vende-se
por precn muit" barato.
CAUBKAUS BRANCAS I.WIlAlUS A 4
Vende-se cortis para elidosde cam-
briia branca la rada, send fazenda muio
Una, pelo barato pretyu de 4$ cada corte,
astitn como nm grande sortimeoto de ditas
lisas, tapadas e transparentes que ven le-se
por meos do que em outra qualquer paite.
CAMISAS PARA INVERN
Cbegou para a loja do Pavo um grande
sjrttmenio de camisas escora> encorpadas,
a piova d'agua, sendo prop ias para a es-
taco do invern, e vende-se pjr pregos
em conla.
TOALHASALCOCHOADAS PARA ME8A A 3*300
O l'avao veude toalbss brancas de fustio
a'cochoadas, propias para mesas, sendo
batele grandes pelo barato preco de
3f$50, dias encorpadas muito grandes 7.
CHALES DE MERINO' A 20500
0 Patio vende chales de merino moito
grandes e encornados 25u0, ditos
tmiucSo de chinezei 2^500, ditos preos
de renda com 4 pomas 25C00.
CHALES PEIOS BOKDADOS
O l'awi' vende os maiores e melhores
chales de me in pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em outra qualquer parte.
CAMISAS PARA HO.MENS
0 Pavao vende um grande sortimento das
mellures camisas inglezas e (rancezas com
peitos de nbo para tudos o pregse qua-
lades, assim como ditas de ditoi de
algodao para todos os precos e tamaubos,
tendo tambem para criaugas, e no mesmo
estaheiecimente tambem se vende cerouias
de liaho e algod o, tendo para todos os
pre.os, assim orno meias cruas inglezas
para bomens e meninos, que ludo se ve.ide
por prego muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
O Pavo tem distantemente um grande
sortimento dos melhores cortinados borda-
dos para camas e ja ella.-, que vende-so de
S-j'ioO at ao rxais rao que ostuma a vir
n'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamascadas, tan o tapadas como vranspa-
ie ites, proprias para o mesmo fin, colchas
da crochet, damasco para cima de noivas,
e cortinas, e vende-'e no Bazar oo Pavo.
LASINHAS. BARATAS
O Pavo tem um grande soitiaento das
mais bonitas lasinbas para vsti os, tendo
de todos os pregos cores e qualidades.
irindpando di 200 rs. para cima; porm.
to grande a quanti iaie que seria enfa-
ion^a especicar qualidada por qualidale,
- a visia oo fregus e das amostras se lne
vend-iru por pregos to cmodos que
oeogoea deisir ne.fazer um vestido de
ia pjr to pouco dinbeiro.
ALPACAS DE CORDO A 6i0 R8,
PAVAO
NA RA DA IMERATRIZ 60-
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA ft C.
Os propietariosdeste grande eilaie^eciment tendo en ser urna avaltadaporgio de
fazenda, e tendo continuado a receber por 'todos os vaporea e navio imoeoia porco
las mismas, tem revolvido f.zer urna GRANDE LR}UIACO, afioide deminuir o gran-
de deposito e ap irar DINHEIK0. De todas as faze idas que sa vende bara.issim se d3o
as amostras, ficam'o penbor oa te mandad levar em cm dasEimis. famhi-s, assim como
i> pe soas que negocia aa em meoor escala, n'este esta e'ecimeoto se podarlo sor .ir em
jequen is perges pelos mesmos pregvs que compram as casas exportadora*.
ALFAIATK
que se encarreg de executar qualquer eu-'
commonda da eua arle vontade do fie j
gui, e o proorietario d'este grande su-
belecimeno e promelte servir bem a todos
os fregueses que Ibe bonrarem a aaa caa.
- ALGODOSINHO A 3 S A PEgA
O PavSo vende piceas d'aigodosinbo de
muito boi qualidale, tendo20 judia cada'
ptga, pelo barato prego de 3J50O. dito min-
io largo e eco.-pado 60000, dito o me-
Itior que tem xi-io ao mercado, muito en
Corpado e largo para lene es, pelo bara'.o
pief'- de 64500, grande psebiocba.
MADAPOLAO A 4(>OuX) E 45500
0 Pavo veude pecas de madapo 5) com
i jardas, sendo f.zeada ramto superior
pelo barato preg de 45500, di as com as
mesuas jardas a 45000, ditas finissimas a
5#00, 65000 75WO e 8000. pecbincba.
MADAPOLO FRANGEZ A 10#
. O Pavao vende legas de fiaissimomada-
poln verdadeirameote francez, tendo i
metros ou 10 varas, pelo baratissimo prego
de 100000 pega, sendo fazenda que sem-
pre se venden tiAOOO, e liquia-se por
este barato prego por estar alg ,ma cousa
enchuvalhada na poo'a de fra.
ALGODOSJNHO EN F ESTA DO A i 15280
O Pavao vende verdadeiro algidiosinlio
americano, tendo 7 palmos de largara e
muito encorpado, proprio para leugoes a
70000 a vara, dito da mesma ,'a gora sen-
do trancado e muio encornado i-o.
BRAMANTES PARA LENC0E3 A SaMIti 2aS(H)34
0 Pavo ve ide o verdadeiro bra nauta de
lindo'teudo 10 palmos de largura, qoe ape.
as precisa para umkngol urna vara erma
qo^rta, pelo barate prego de 25400 vara.
do melhor que vem ao mercado 30500
e 45000, assim como crotones fortes para
lengoas, sendo urna encorpada fazenda fran-
ceza com 10 pdmos de largura a Ot rs.
o metro, e bramante d'algodao com a mes-
ma largura 10800.
SAI AS BOHDAOAS A 40500 E 60003
O Pavo vende graade peciocba em saias
oraocas rica nenie bordadas, tendo cada urna
4 pannos, e vende pelo bara/o pwsco de...
40500 e 6>000, sendo fazenda qae lempre
v-ideii-Sri por 80 e 100000.
Faieadas para saias a 10200, 10280 e 1050o
O Pa 'o vende superior fazenda bordada
ojeom prfgai proprias para saias, i 10200,
15280e 105i'a vara, sendo preciso para
urna saia pe. as 3 varas oo 3 1|2.
ios 3000 corles de cmbrala a 20500
0 Puvo vende urna grande porgo de
cortes de cambraia orgakdys; tanto brancas
como de cores, sendo com listrinbas de
cores tessi Jas e nlo estampadas, e liquida-
se pelo baraio prego de 20500, cada corte,
fazenda que vale minio tas.
Aos 200 cortes de cambraias bordadas a 5000,
O Pavo vende urna g*ande quantidade
de cortes da cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os de.-enhos mais
lindos e mais vistosos que ten vi ido ao
mercado, tanlo em listras corridas como ada-
gonaes, e cm muia fazenda para um ves-
tido, e liquida-se pelo baratissimo prego t
55000, sendo fazenda de multo maior va-
lor, grandj pecbincba.
CAMBRAIAS
0 PavSo reade grande quantidade de pe-
gas de cambraias brancas lapadas e trans-
parentes, tendo de 30 a pega at mais
lina que vem ao mercado.
CHITA A 16u RS.
O Pavao vende chitas larsas com bonitos
desennos e c.-res fixas, pelo barato prego
de iriO, o covado, grande pecbicoa.
LAVSINHAA 160 115 0 CO/ADD
O Pavo vende bonitas lasinbas transpa-
rentes pelo birato prego de loO rs o cova-
do, pa mincha na ra da Im.eratriz % 60
cortes de cassa a 20500
0 Pavao vende bonitos c irles de cassa
franceza viudo cada um em seu papel, pelo
barato prego de 25500 i corte, dite3 muito
Indas 30000, Dechincha.
CASS*S FRANCEZ AS A 20 R5. 0 COVADO
O Pavo vende bonitas cissas de cores
para vestidos, pelo barato prego dp20iiJs.
o covado ditas fiaissimas com os desenhos
mois modernos que'tem v.ndo ao mercado,
palo barato prego de 500 rs.
CHETONES
O Pa 3o vendt finissimos crotones escu-
ros matizados, proprios para vestidos e
GRANDE ARMAZEM DE VARIEDADES
EMPORIO COMMEROAL
15 Rua da Imperatriz15
ULYSSES & IRMAO
Neste grande esjabelecimeolo encontrar o respeitavel publico um pouco de
ludo, que vendemos por pregos muito resumidos por ser o sjstema que adoptamos
vender barato para vender muito, e tirar-mos apenas 10 7 de lucro do descont que
temos das casas importad ras; e garantimos aos.nossos freguezes que podemos Uzer as
mesmas vaotagens que as casas acreditadas em vender barato. As pessoas que nos hen-
rarem com sua freguezia encontrado em oossos ratos sempre a lealdade e constancia
divisa deste estabelecimenlo. Chamamos attengSo do respeitavel publico para a grande
varitdade de artigos de que se compe este sumptuoso estabelecimenlo, como abaixo
u(M4s vm
"*
COSTURA
Chegaram ao Bazar Universal da rua N iva
a. 22, um s irtimento de machinas para ros-
tura, das melhores qualidades que existe ua
America, das quaes muitas j sao bem co-
ndecidas pelos seus amores, como sejam :
Weller & Wdseri, Grover 4 Boker Silen-
ciosas, Weed lnperiaes e ouirao muitas
que com a vista devero agradar aos com
pradores.
Estas machinas teem a vintagem de fazer
o tra'ialho que 30 costoreiras podem faz r
diariamente e cosem com tanti perfeigo
como as mais perfeilas coslureiras. Garan-
te se a sua boa qualidade e ensiaa-se a tra-
balhar com perfeigo em menos de orna
hora, e os pregos lio to resumidos que de-
vem agradar aos pretndante^.

se segu :
Crytaes e vi iros.Grande sorii-
meoto de lindas garrafas para viudo, de
viiro Bacarat a 60, 70 e 80000 par, bo-
nitas compoleiras de diversos gostos e pre-
gos, lagas da contal para cbmpag-ie ; c-
lices de vilro verde tino- para vinho do
Rbeno a 20300 r, a duzia, dilos dd dito
rouxo para vinho B rdeaux a 208 0 rs.
a dozia clices fidos para licor a 30500 rs.
a dozia, copos finos lapidados para agua
a 40500, 40300 e 50000 rs. a duzia, escar-
radeiras de vidro de cores a 30500 e 40 e
par, gande sortimento de globo* de" vidro
para candieiros, cbamins para candieiros a
200 e 240000 o cente, e a 240,^20 e 400
rs. cada orna, pralinhos de vidro para copos
a 400 e 500 rs. um.
Perfumarlas. Sabonetes finos e
grandes a 10500, 10800 e 20100 a duzia,
d los ingiezes o que ba de melhor a 20 a
duzia, ditos pequeos transparentes a 6.0
rs. a duzia, latioha de banda de familia a
80 e lO rs. urna, 900 e 1200 rs. a duzia,
frascos graudes com bauba a 640, S0A e
10000 rs. oleo de Pbilocome a 800 a 10000
rs. o f.asco, dito de babosa a 500 e 600 rs.
o faasco grande sotimento de agua de co-
ion<<, agua Divina, agua Florida, agua fian
^


nico iegalmente autorisado e approvado
pelo cooselho de sade.
CNICO DEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pbarmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU & C.J
34Rua larga do Rosario34.
FIO
l'ara aaccos e fogueteiros.
PAItA ASSl'CAIt
CERVEJA DE MARCA
%
chambres, pelo bardo pre;o de640rs. o
covaJo, ditos de fl ros, proprios pira co-
0 Pavo vende as nurii lidas alpacas de'berta, sendo fazmda muio encorpada pelo
corcho para vestidos e roupas de ciiaogas barato prego de 8:0 rs. u covado.
Mo barato prego de 6i0 rs. o covado.1 Basquina ou casaquiuios a 200 e 255
ditas !iissimas.com os mais lindos lavoree PdV ,u veato b *qimas ou casaqamhos
imilaeao de agr iaas 8(0 rs. o covado, de seda Pnti i^am^nte enfeitadcs, pelo
b mitos glacs com delicadas cores e lus
trosas como seda 1 000 o covado, e ou-
tras muitas fazendas de go.lo e luxo para
vestidQi na rua da Iaperairiz n. 60.
POUPELINAS
O Pavo recebea as mais delicadas e me-
lhores poupelmas de soda phra vestidos,
wat os mais modernos lowes, e outaas li-
zas c m as cores mais novas que tem v.n 'o,
e vemie-s. 25UOO cada c .vado, assim
cono del cadas sedas de lisiuuai, tanto
para vest ios de sennoras como de meninas,
q vende-se a 20000 cada covado.
HDUPAS PARA HOMisNS
O Pavo tem constante nenie um grande
ito de roepa, lano de panno como
i br neo e decores, i case-
mira*, p?ra todos 03 pregos e qualidades,
etambem se manda fazer qualquer peg de
obra c m tido aceio eproaptidSo, para o
que se tem om penio
baratis>imo preg > de 20 moito modelaos, assim cono ditos de cro-
chet e rendas pretas qne se vendem muito
em con'a, na rua da Imperatriz n. c-
Cuilas dirn;adas paracobertas a 3fi0 rs. covadu
O Pavo ven le chilas oni;angadas coto
delicados desenhos para cobeitas cu 6jfti
as de cc.es fixts, sendo fazenda muito en-
corpada pelo barato p;-tg >oe 360 o cooadO..
ESPaRULOS A 405OO
O PavSO vende os mais modernos e mt-
lh,ores espartilhos, ten 1o de todos os ta-
maotios, pelo barato prego de 40500
CASEMIUAS
0 Pavo ve lie um elegante so;tmente
de delicadas casimiras ingieztS, sendo to-
das de ISa e i uiio levesinbas, tamo pro-
prias para hoicens como para changas, n
uitas mais encorpadas, ten lo de urna e do
duas larguras, que se vnde o mais barato
possivel, na rua da Imperatriz n. J.
Engarrafada e.^pecialineute para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os nmeros estampados
uas pegas e nao as etiqaetas.
Vendem-se
Em casa d
T. JEFFERIES & C.
46 Rua do Gommercio 46
iBRINS DE ANGOLA
OS LEGTIMOS
Trazeui em cada pera um blihe-
te com o noaue
. D0S
nicos importadores
T. JEFFERIES & C.
Grmie
LIQUIDACAO.
Na rua do crespo n. 20.
Loja de Gnllherme.
Las de cores oiiuJas a 80 rs o covado.
Bramante de linho cora 10 palmos de largura a
1*500 vara.
Chitas claras e escuras a 160, 200 e 210 o co-
vado,
Ditas rucados prussianis a 280 o covado.
Ditas chinezas para cooeria s 210 o covado.
Cambraias, organdys iniudas a 240 e 280 o co-
vad).
Ditas borladas brancas e de cores para corti-
nados, a 320 o covado.
Dilas hispo lisas (loa* a 3* a pee*.
Duas brancas com 10 varas, a 3*000 e 3*500
a peca.
Dita Victoria, a 4* a peca.
Mussulioa branca, a 400*rs. o covaJo.
Madapolo franoez, a 6 a peca.
Dito inglez de bom a especial, a 4*000, 5*. 6*
e 7* a pega.
Algodosi ibo a 3*, 3*500 e 4* a pega.
Alpaca de cor com lisias, fizeuda superior a
360 w. o covado.
Dta braaca, com Qores iniudas mai3adas a
500 is. o colado.
D.ta preta coa fl ,r hran.-a, o 500 rs. o co-
vado.
Duas da cores padrdes miudos e modernos a 360
r*. o covado.
Lencos de cassa com barra de cor, a 120 rs.
caila Om.
Ditos du linho embainhados a 4* a duzia.
Cbila, fazenda bem coahecida pela sua foriido,
mais larga qie chita para reupj de eslavos, a
200 rs. o covado.
Cisamira preta superior, a 1*500 o covado
Cortes de caseiuira de cor, 3*500. 4* e 5*.
Cortes de meia casemira, a 1*100.
Casineta preta e de cor, a 500 rs. o covad*.
Ganga amarella lisa e de liata, a 360 rs. o co-
vado.
AJgodio iargo mor T a 5* a pega.
D-se ami Vende-se
A casa terrea d. 13 rua dos Guararapes.
A casa rr.eia-agua n. 27 i mesma Utfronte da
estacao dos Bonds.
A cisi n. 11 sita em Olinda junto ao sobrado do
commendado- Figue-ri, no oiti do Amparo.
Tud> tratar rua do Mrquez de Olinia no-
mero 40.
Gangas de linho para roupa de changas
a 420 rs. o covado, brim de linbo branco
trancado muito superior e a 1300 e
16700 rs. a vara, dito pardo de linbo a
320 e 500 rs. o covado, sernulUs france-
zs de cretone e de linho 16S00 e 2*500
r urna. E outras mnitas fazendas que
vendemos por pregos razoaveia.
Porcelanas e loucas.Delicadas
canecas de porcelana esmaltadas para caf
86 a duzia, ditas de ditas com frisos de
cor 06 a duzia, canecas de porcelana bran-
ca para creme a 36510 a duzia, copinhos
de porcelana branco para ovos 161C0
duzia, tigellas de porcelana branca para
caldo 500 rs. dilas grandes para farinba
a 16. Imites apirelbos de louga ingleza
com froiso de cor completos p constando de SOduzias de pratos diversos,
2 sopeiras, 1 saladeira, 8 pratos com lam-
pa, 4 molheiras, 16 pratos travessos por
1206, ditos completas para alinoro da mes-
ma leuga 11,6, grande sortimento de lou-
ga avolsa, constando de pratos com lampa
sopeiras, molheiras, pratos travessos, pra-
t'.-s avusos com frisos de diversos tama-
nhos, pratos com coras 26700 a duzia,
ga, tnico Oriental, extractos finos ingiezes dit0* pagode Cbinw, grande quantidade de
e francezes, pos para dentes, pomadas tx- tigellas pintadas de d.vtrsos lmannos.
pbsigo, copos grandes a 26500 rs. cosme
tico fino, pacotes de pos de arroz a 400,
600 rs. or, bonesas pan pos de arroz a
400 rs.
Chapeos.Chapeos de seda preta e
de castor branco forma Vctor, para bomen
a 116 e 126C00, ditos de patita v, [Hilado-
res a 36200 rs., dilos pretos de feltro copa
redonda a 36500 rs, ditos braocos a
362 0. ditos de merino e de seda preta de
>S a 76000 um, ditos de palba para chan-
ga de 26 a 26500 rs. um, bonets de panno
preto enfeitados para meninos a 33e 36530
rs. um, che peliuas du seda enfeiladas para
bajtsado de cfhnga a 35 e 35500 rs. um
bonitas cbapelinas- de Iilu de teda branca
enfeiladas para senhoras e meninas a 66
a 76000 orna, chap.s de sol de seda com
cabo de marm a 96500, 116. 146 e
17500) rs. um, ditos com cabo imitagao de
unic .rnio a 95 e muitas outras qualidades
tanto para bornees como para senhoras e
changas, sendo de percale 1|300,165^0
e 26000 rs.
Fazendas.Lindos e moderaos cortes
de percale de barra com igurinos a 76000
com 14 covados, bonitos cor.es de seda
com 21 covados por 286000, corles de cam
braia branca fina com babadinbos, borda-
dos proprios para partidas a 76UOO; tendo
8 varas de fazenda para o corpoe 15 varas
de babados, cortes de aa escosseza com
15 covados a 136000, finissimas e moder-
nas, cambraias brancas com listras a Impe-
ratriz peca de 10 jardas 96000 dilas mar
ca bispo e Victori 1 de 46 a 66600 rs. pega,
cambraia branca para forro pegas oe 1
jardas a 26100 rs., bonlos cortes de ISa
com 16 covados 4 56500 rs, dilos de
chaly a 56000, pegas de cambraia branca
de salpicos com 8 1[2 varas a 56500, bo-
nitas lias de listras a 560 rs. o covado,
grande pecbincba de las ps de bonitos
padres a 260 rs o covado, fazenda que
vale 400 rs., bonitas e linas chitas france-
za s de orna s cor a 300 o covad >, perca-
les Douito finas e de delicados padroes a
320 e 360 rs. o covado, finissima chita
franceza el ira a 340 rs o covado, chitas
escuras franceza filias a 260, 280 e 300 rs.
o covado, ditas para cobertas bonitos pa-
dres a 360 rs. o covado, bramante
de linho com 10 palmos de largura a
26400 rs. a \ara, esauio de linho finissi-
mo a 260.0 a vara, benitas alpacas de urna
s cor para vestidos a 5( 0 rs. o cova lo,
seli n de algodao de diversas cores, bonita
fazenda para vestido de senhora e^ronia
|de changa o tOO rs. o covado, riseadinbos
finos de cores a 280 rs. o covado, chita
preta fin.* 280 rs. o covad'.guardar'apos
de linho para almogo ou cha a 26600 e
36600 rs. a duzia, dit nos e grandes para jantar a >v6 a duzia,
servem-para loalbas de mos, toalhas de
linho grosso a 500rs. cada urna, ditas fel-
pudas a 800 ts., co'.xas brancas de algn-
dao com b*rra e franjas, grandes a 46900
rs., ditas brancas e de cores de 267UO a
46500 rs. cada urna, bonitos cobertores de
bules, Lacias, que se vende por mdicos
pregos.
Qninqullharlas Ricos candieiros
para gaz de vidro e porcelana, teitio de jar-
ro, 146 e 166 cada hu, ditos de vidro
de cores (>;, lamparinas, grande sorti-
mento de vidros de metal para de .endurar.
para cima de mesa e para parede. 16600
1680026 e 26500, eum grande sortimen-
to de jarrss de diversos tamaubos e gostos
de 56 206 o par.gsslKaede vidro de cor
para vela 36 o par, lindos praiihos de ten-
ga esmaltado com lampa para sardiuhas e
outras 26 26500 cada om, lindos bules de
louga da Cima 3500 36 a 36500 cada
om, sextuihas de vidro de cores com azas
para cartees 16500 26 cada urna, bonitas
qnartinbas bamburguezas de'46 56 o par,
copos de brro, bonitos temos de bandejas
ovaes 116, ditos quadrados 76, grande
sortimento de bandejas avurfs de 16300 l
26600 cada urna, dilas para farinba 16200
urna, talberes de facas com cabo de me -t
fino 126 a duzia, dilos de ditas cabo de
os-o finas de 55500 106 a duzia, ctbe-
res de metal fino para sopa 56 a duzia,
ditas de dito para cha 26400 a duzia,
conxas para sopa e para assucar, porl-braa
zas de latao 500 rs. um, lindo* palitei-
ros de porcelana branca fina 16200,
1650o, 26, 36 e 46 cada um, galheteiras
de 3 e 4 vidros.
Calcado Botinas de bezerro para
hornera 66 o par, ditas gaspiadas para
senhora 36 e 36200 o par, dilas de ditas
para changa a 26 o par, sapatos de tapete
e de iranga para bomem e senhora, de
16500 16800 o par, ditos de tapete a\e-
ludados para changas 16 o par.
f ludeaas.Duzia de carritei* de li-
nba de Alexandre 200 jardas 920 rs.
caixa com 50 nove'los de li ha branca
68 rs., 13a muito fina para bordar bonitas
cores 65400 a libra, duzias de caixinbas
de grampas 400 rs., dozia de caixinbas
de allinetes pretos e brancos 130j, le
ques de papel para o iheatro 200 rs., di-
tos do madeira emilagio de sndalo, muito
bonitos 26, thesouras finas de pona tor-
ta para unhas 66 a duzia, pentes irang
prenles finos para alizar 26 a duzia, ca-
li reo de linbo de diversas larguras branco
360 rs a duzia de pegas, tranga de Ua 9
fina de cores para debrom 240 e 400 rs.
a pega, tranga braaca de caracol 560 rss
a duzia de pegas, trancas de 13a de core-
de caracol 600 rs. a duzia de petas, su.
taxe branco de algodSo 280 rs. a duzia de
pegas, caixas deagnlhas fiancezas 4 papis
por2M24l)rs. o miihciro, agolbas pars
crochet, loucas de 13a francezas muito boa
nilinbas para changas 800 rs. umi, cai-
xas de 6uptrior pap 1 amizade 7C0 rs.,
ditas de dito de cores 800 rs., cabs de
100 envelopes 500 rs., papel almago
pautado dito de peso, dito para fo-ro de
casa, meias cruas para changas 36500 a
duzia, e inglfzas muito finas sem costura
de numero 2 8 de 46500 5 563t0 a du-
zia, meias pna meninas de todas as tdades
laa de lindos padiSes a 85 e 136O0O, ditos 36500 a duzia, ditas inglezas sem cd'tu-
camisinbas de c n.bvaia bordada e tnfei
tadas a 2650J e 35'JOO rs. caia nma, viril
d.nhos de cambraia bordados para baptisa-
dos de changa;- alije 126'JoO nm, cami-,
sas bordadas para stnboras a 55500 rs.
ra para bomem 56503, e muito nas
66500 a duzia, ditas c m p de cor &6 e
86500 a duzia. superiores meias inglezas
para scnbora 66. 86, 106 e lo5, kvas
de fio da Esc ssia finas brancas e de cores
pira scnhoD 36 a duzia, superiore lu-
uma, pentiadoros de nanzuk bordado para vas do pellicas brancas, pretas e de cores
senhoras 45500 rs, nm. caixinbas com urna para hornera e senhora. grande sortimento
d zia de lenges de linho unos abaraados de bengallas, espingardas para c iaagas,
por 66000, lengos de cassa fios com bo- brincos e alfinetes de borracha para loto, e
nas estampas a 36600 rs. a duzia., dit s eorrentes para relogios 800 rs., jogos de
grandes de cambraia com cercaduras a vispora 320 rs., gravatas de seda de 200
26100 rs. a dia, ditos pequeos de cassa rs. 26300 cada urna, grande sorttcato
com diversos deienhos a 15200 rs. a duzia.'de botes e goarniges para camisas do ho-
bonitos lengos.do cambraias bordadas a 16!mcm de 400 rs. a 26 cada orna, bolofti- de
um, coberias eiras grandes de chita fiau-jmajrepcrola grande e para colletes, grande
cuza a 26i00 urna, cobertores bran.os de sortimento de abotuaduras para coltetea, e
la coa barra a 26500 e 36000 rs, alpaca ditas de oso para palitets e colletes, groza
preta sarjada a SOOrs, o covado, dita bran- j de boioes de osso para caiga 240 rs.,
ca finas a 560 rs. e covado, dita preta'de pegas de fita de Bar ja de cores sem beir de
de 440 a 800 rs. o covado, seda p eta a n. 1 700, duas de dita de setim e|reita
500 rs. o covado. grosdenaples branco com e I rgas e 240 500 rs. pegas de fitas
toque de mofo a 640 rs. o covado, jap3ode veiudo estieita preta 640 rs. dilas
de seda encarnada 1 9.i rs o covado fins- largas, e muitas cutras miudezas que dei-
sima bhlbanina do listras brancas e par- xamos de mencionar por se tornar enfado
das a 640 rs. o covado. nbo. '
Este estabelecimento acha-se aborto desde as 6 horas da manbaa as 9danoite.
15*-Rua da Imperatriz15
EMPOIKO COMlflKHCIJJL
ULYSSES IRMAO.
V ,
I
1
\



Diario d* PernaRibuc* T*i\* tetra 13 W Julb* U P
7
V-
DO
CYSNE
64 RA DA HMATRIZ N, 64
DE
FIGUEREDO 8; LOPES. t t
Os proprietarios deste. novo estabelecimento. certas de que o meio de adquerir
namarosa fregueiia vender barato, servir bem e haver sinceridadade nos tratos, nao
nos afaslamos deste camiouo pira bemorrespinder ao favor que no5S-s numeroso
reguezes dos ten dispensado.
C-imn anda tem >s algumas fazendas das primeiras compras, resolvemos fazer
reducto em alemas dellas, para o qae chamamos a atteocSo do respeitavel publiCD
Cepedas rouio lindas para noivas, pelo
barato preco de 33 e 3 $500 rs.
Poupel as de eres e brancas muito
lindas.
.Camisas de meia a 9#000 a dazia, pe-
chincha.
Cambraias de cores.
Temos o raelhor e mais iindo sortimenlo
de cambraia de cores a 500 e 500 rs. o
metro.
MEIAS.
Recebemos meias muito finas tanto para
serih-iras como para homeos, meninos e
meninas.
Chapeos de s.l.
Recebemos chapeos de sol com cab) de
martina que vendemos por 133 i8000, di-.
tos de cabjs de canoa 93. H0 e 143000.
(Vides de cambraia de cor mu'to liados
e com habados com seo competente iguri-
no, tem 18cuvados por 83000.
BASQUINAS.
Recebemos basquinas de seda ricamente
enfeudas que vendemos por baratissimp
preco.
Vestuarios para Meninos.
Receb-mos vestuarios de uslad maito
bem enfeitados que vendemos por 43500 e
53 ti' braoco bordado moito fino, dko
Vestuarios para bapusados, cordado com salpicos dito prelo com salpicos e liso,
maito linios a IOjOO, barato. Gambraia abert a imitaco de croch de
Camisas francezas, ingiexas e swssas de cores e branca.
23 at 43300 rs., ditas bordadas muito finas BIUNS.
de 8-$ ate 103000. Recebemos o superior brim de Angola,
MECEJANA. dito pardo para todos os precos, ganga frao-
E' orna fazenda branca nanita Jinda e fina [ ceea a 5U0 rs. o covado. superior,
para vestidos de senhoras. lem apee* 30 Pannos finos,
jardas e costa 183 e OOO. ^ Temos pannos pret s fios de 33500 at
Panno abretanbado largo e b<*ro. peca de 63500 rs.
20 varas a K 3
9ETINS.E GROSDENAPLES DE CORES.
Temos para todos os precos e qudidide.
Grosdenaple preto.
Recebemos novo sortimeato e vendamos
por menos do qae oatro qoalquer.
Laas Saboya.
Aiod temos am resio desta linda hien-
da e para acabar ven Jemos p>r 90) rs.
C res a Minerva
Anda tem s algans destes lindos cortes
com listras de seda, rom 19 covados, par.
acabar vendemos por 203.
Cortinados.
Recebemos novo sortimenlo e vendemos
por 83, 9', 123, 103, 183 e 23, cada
par.
Gambraia para cort nados a 103 a peca
com 20 varas.
Dita Victoria de i3 al 83000 a ppca de
8 varas e meia.
Dita suissa transparente muito fina.
ORGANOYS BRANCO
Temos recebido novos organdys de
43500 rs., ditos de 63 e 83000, este nlti-
mo tem listras assetinadas.
Espartilhos
Recebemos novo sortimento de espartilhos
inglezes muito grandes, >o de finteo.
DE FERRO
DE FERRO
Estes artigos acbam-se a venda
em casa dos importadores
Shaw, Hawkbb & C,
rca da Csdz y. 4.
TAPETES
Recebemos novo sortimento e vendemos
mtnto barato.
Temos grande sortimento de- saias bor-
dadas e vendemos moito barato.
CORTES D3 LA A SWIRAMES
E' urna linda fazenda com os enfeites
correspondentes, guarnecida a sais com cores fixas peto baraiissimo preco. 44Q rs.
urna franja de seda na barra, vndese o covado.
Recebemos casemiras de cores para 33
at 33500 rs o covado.
CHITAS-
O Cysne tem o mais lindo sortimento de
chitas para lodos os precos e qualkiades.
Rareges coniisiras ;ie setim. com lindos
padroes e muito modernos.
Cretones claros com lindos padioes e
por 403000.
Corles de cambraia branca abert, bor-
dadas moito liodos. vendem-se por menos
do qae em outra paarte.
Ditos bardados na barra, de cambraia
transparente, por 83000, moito barato.
Deixaicos de anuunciar umitas unir* fazendas por nao
fadocbo aos nossos freguis.
Ra ia Iuiperotriz n. 64.
Luv-s frescas de pell-:ca para bumens e
senhoras do acreditado fabri antejuuvin.
Fazendas para 'uto rndenos por monos
que em outra qoalquer par.e.
A pacas, canicies, princesas, bombasioas
cambraii prta, ftc. ele.
se tornar tteoso e en-
FKEIIEBQ & LOPES.
.
HYDIOLEO LITHOTRiPTIf O
.%WTI lIHRUJUjLTffCa E laJOTTttSO
ESSENCIALMENTE EFFICAZ E INFALLIYEL EM DESTRUIR AS AREIAS B
EVITARA SUAFORMACO
Guiados pelas indicacoesde moitos abalisados cbimicos, e medico distinclos, qne
se deram ao estado e averigoacSo das causas qae produem o p decimentos de reu-
matismo, gatra, areias dus rhitis, Oexiga, figado, e d'outras visceras ; e aos ensaioa d s
meios pr< prios para cural-os, chegam>8 a obter am remedio, qae nanea desdisse a soa
actividade contra os ditos padecimentos.
Nu nicamente bascado em theorias que twto vaneamos, mas m dcs- satis
factorios resultados ohtidos da sua applicacao, as intinmeras experiecas, qne com tVt
filemos; e deste modo, sfgorosde seos beneficios elidios* filamente o recommenda-
raosa\ pessoas qje soffram algumas das molestias cima ditas,ou de alguns ootros pa-
decimrntos do apparelho urinario, laes como o diabelico, glycosorico albumnurico
etc.
Escusado seria observar qoe se n5o pd degnar om numero determi->do d^ dses
de um medicament) para corar todos os individuos que padefam da mesma molestia;
pois qne a cura est dependente de diversas circumstancias, inherentes d*pvic3o na-
tural ou eomnleicSo, de cada om delles; mas comtudo, certo que o kifiroko hifio-
triplico anti rhmmalico e g-Mioso prodcs sempre acora desejada, qundo se persista em
toma lo o tempo preciso para obte-la; devendo ter-se em vista que qoaolo mais invete
rado est o mal mais se deve insistir na applicacSo do remedio.
Podemos tambera afliincar que, por mais continuado aue seja, o uso deste reme-
dio n3o causa de?arrnjo algem as vas digestivas, mas atW pela propriedade eminen-
temente tnica, que tambera pussue, fortific o estomago, toVna mais facis as di gestees
e, p3o pencas vezes, tem feito desapparecer diarrhea, qae eram entretidas pela debi-
dade geral do app.relho digestivo,
MODO D USAR.
Tomara e do kydroleo lythotriptico, nos primevos quatro ou cinco das, daas co-
Hieres de sdpa, em agua assucarada, leite, cha ou caf cm kite, e mesmo sem mista
ra algnm i, na occasilo do almofo, e ontras ao principiar a jantar.
No quinto ou sexto dia e seguintes, tomam-se do mesmo mododit), tres coineres
de cada wb.
Se as ourinas da pesfoa doente depositan! grande porclo de areias; se as dores
nephriticas, rheumaticas ou gottosas slo constantes; era fim, se os padecimentos s5o
fortes, tomar-sebSo quatro coin-es de cada wz,oa tres veies nodia, a tres comeres
de cada orna.
Quando as areias, ou outros padecimentos, tem diminuido, torna-se s primeiras
dses.
Pelo ose do Hydroleo Uthetriptica \5o sendo mais raros o apparacmenlo das areias,
s dores nephriticas, rhenmaticas e gottosas at quede todo desapparecem: neste ptnto
pode dispensar-se o remedio: ntil, porm, coma preventivo, tomar cada semana orna
ou duas dses delle.
Pelo qoe respeila amentaco, teve ella ser regu'ada de modo qn nao sobrecar-
regue o estomago, e em qaoudali ial qoe possa ser fcilmente digerida.
A sielhor bebida sem duvida, a agua pura, mas tambera se pode osar de vinbo
simples oh pouco alcnolteo. De cerveja e vtnhos fortes, poucas vezes.
Sobre lodj o que muito recommendamos, grande exercicio, sem fadiga, pois qae
elle moito contriboe para a rapidez da cora.
N. B. Depois de tirar-.e do frasco a porcia qae se vai lomar, deve baver o maior
cuidado em o arrolbar mediatamente.
nico deposito em Pernambuco
Pharmacia americana de Ferreira Maia A C, ra do Duque de Casias n. 57, (an-
tiga doQuenado.)
FAZENDAS MUTAS
NA
LOJA DO PAPAGAIO
A' ra da Imperatriz n. 40, esquina do becco
dos Ferreiros
DE
\ MENDES a CARVALHO
Os rovos prop i'iaii s deste bem conhecido estabelecimento, avisam aos seos
numerosos f.eguezes e com especialidade s excellentissiroiis familia', que acabim de
receber um novo sortimento de fazendas modernas o de esmralo go.01.0, de sed;, la,
iinho e aljiodao, qoe veorteiSo mais barato que qualqner oolro eslabebcimenlo ; assim
como ?endeio a< Ji existentes pelo maior preco que encontraren, yara n3o accamula-
rem as antigs com as modernas. Portanto, p:evinem s excellenli>simas familias amigas
da economa domestica que aproveitem a occasio de, com pequeo dispendio, pode-'
rtm refizer-se de qualqoer fazenda qne precisem.
Declaramos i s precos de algumas fazendas, para provar o que dizemos.
Madapcies de 4, 5, 6, 7 e at 103000 a peca.
Algoda filio de 23500 a 83OO0 a peca.
Chita a Hit) rs. o covado.
Coi les de hita para vestidos-a 13000.
L'aziiibis de dilf rentes qnalidades de 320 a 500 rs o cavado.
(Yute< de peicalas c< m 14 covados a 53000.
Dit s de casss, p;d;5es miudinhos, a 23500.
A'pacas coro flores de todas as cores a #U0 rs. n covado.
>, Chitas lxas cr de ljri, de cor lixa, a 360 rs o covado.
Coates de ca.c^as com salpicos de cor a 535 0.
D:ios de coob'bia branca bo dados e de salpicos a 0^000.
Ha oes de la de cores modernas a 43000.
Loncos cii zes braceos e de cores a 33 a dozia.
Dhus bruios de casta a 23 a duzia.
Cnales de nur no l8t*6 e estampados de 23500 a 5300^'.
Odchas i^e l'.isia>i, grnd-.s brancas, a 238oO e 43000.
Uian.iUe. de lu.li de 23-">00 a 23000 o metro.
Algndu enl-idrio liso e trancado de 13 a 13400.
.i kha de fu t.i(. de cor rie 23500 al 6#000.
Hrius oe lu lio de o de 500 at bOO rs.
i>R-as d (ores de padro s miados e grfidos.
B* Fkinellss ds c es a iO rs. o covado.
Para luto
Pilcelas prelas a 040. 800 e 13000.
Lazinbas prelas a 440 e 500 rs. o covado.
Casas pretas a 040 rs. a vara.
Chitas prelas a 300 rs. o covado.
Alpacas pretas a 5 0, 000 e 800 rs. e covad".
Bombazinas, lisa e trancada, a 13200 e 138i0 o covado.
Mm s iracados e de cordo para differentes precos.
Ontras muitas fazendas, como sejam : atoa'hados de linho e aigodo, gair :aru
pos pardos e brancos, algodo enfeslado ii-o e trancado, bramantes de linho e algodc
paralences, cortinados bordados para janellas, flanellas c damascos de tidas as cores.
Officina de alfaiate na loja do Pa >agaio
Alm de baver om gratde sortimento de ronpa feito de tedas as quadades, Unte
d* brms como de casemiras, cairas, colietes e pahtots, ha um \> nilo soitimento mo-
derno-de CASEMIRAS de cores, proprias para a eslacao, e corles do gorgur3o pa'j
colietes.
Panos finos pretos e azues.
Ca.-emiras pretas muito finas.
Hrins brancos de linho de todas as qualidades.
Ditos pardos trancados e lisos com listras.
Dil'S de cores de todas as qualidades.
Seroulas francezas de linho e algodao.
Camisas francezas e inglezts, bordadas, com pregas, com collarir.h) e sem elle.
Ditas de meia de differentes precos.
Ditas de fianella, brancas e de cores, para nsar por baixo.
Ditas inglezas para meninos.
Chapeos de sol de seda paia 8, 10 at 1*3000.
Collarinhos e punlios de inlio.
Grandn sortimento de grava tas, mantas de seta pretas e de cores, e um especia!
- sortimento de popelinas de cores, dos padioes mais modernos que tem vindy ao mer-
cado.
Fornecem-se amostras ou mandam -se levar peVs cax^iros.
mmum^mmmmmmmm- m-wm&xummm

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ATTEN(?AO
FLOR DE
Porte mana de anncnc'ar I vive o Diario de Pernnpibue') cheio 4,alteaMt ven-
4*-M4to, Tfode se aqnilln, e urna iofinidade de coasas ?0 para nias9arfn\,,a aiieuca' du
reefeiuvel pobiieo no eolanto, os proprietarios do novo e b^m montado e-t; belcimenl de _,
3 joia, intilulaJoFLOll S OUSOsito roa do Rosario larg' n. *\ A tonto"lirpparad com WL .
toda a elegancia e gosto nao tem para o conceitoado Diario de Pe>nnmb*eo 'apregoar qo ~
I tem as melbores joias de onro, prata, brilbantes e mais .pedras preci9<, tods> da ultima B [ ./
.nwda e qne vende mais barato qae ero qoalquer outra parle, se eJIei quiwijem seguir e^ta S |
1 rotiaa de annonciar, diriam que estao coriipletaroente sonidos de bellos aderefos, cadeias |
I para relogios, atinis braceletes e urna ioflnidade de artigos qne ser enfadooho mencionar II
e qae .' com vista poderia o respeitavel publico e com especialidade is-Exmas, Sras, fre- S
quentando dito estabelecimento, a soa voniade apreciarem. W
M-mmwmmmmmmmsmwm,
BAZ4R DA MODA
DE
JOS DE SOIM SARES & C.
Grande exposipo

Ifnnca ae vio on pr*ceaao;naipdr(eito e que ai-
toja de tal forma a aaliifazer a eiigycciai- mais
aevera? da (scriptoracao.
A soa er lindissima e nao precisa de cuida-
do aigum para se conservar no tiaiaiM.seicpre
eoo a mesma cr, u m burra er*U bolr onsem
todas estas mazellas inherentes todas as tintas
at agora condecidas, aloda mesmo dos melbores
autores eetrangeiros.
Sobretodo, este estimavei prodocio nao ataca as
peanas de ag.\ antes pelo contraria,, a. pnna
adquire am esmalte donrdo qae, sendo nteres-
sanie, as.s proveitoso.
Esta tinta, nao sendo especialnwnle rara copiar,
d contado duaa, tr*s, ou maia copia un .n ex
depois de escripia ; preciso, porm, dei tar-lhe
o papel bem nio'bado sem o enjugar cora.t mata-
borrao, porque nao "ha o risco de horrar. Para se
tirar mais de oou copia, ai s aggiomeram laa>
Ua olhas quantM copias m qmram trrar, mas
va-M como original tirar urna tautafc quanta
ideejam, sem qae o original fique prejudieada
pelas enrite*.
Oaeorre a motta iateUiftaattu e- hanidada, sem a bor linu nao sataa, e odeMt* rasan aempr
sobre a tinta, qae pjuus vezes. qaem menos
colpa tem.
A dupla qoalWda d* apreciaval, pata qM evrta qata ouqaaaqHar es-
iptorio bata mais do qua ama tinta para os di-
verso misteres.
Eujqoanto a sai durabilidade, nao ha a oppr
,n-M r . a njBOflr unvKU, pois (j9* eew.
cripta sofTre o choque de cidos foriissimos, sem
se decompor ; ora, se os cidos nao tem accao so-
bre ella, omita meos a accio do tompo a poda
destruir ; sto plaosiveL
Nao s ao commercio que este men producto
veio sor ul ; os profesmre dos collegi is, investi-
gando todos os meios para o adiantamento dos
seas discpulos, tem approveitadj e>ta tinta qoe
com.razio a acharam apta para desenvolver o
gosto nw edneando?, em consequencia da beleza
da ir e facilidade de correr na pequea pela soa
liquidez. Ha exemplos de maneas qne havta
mu to tempo tinham orna repugnancia extrema
para a escripia, logo que foi admittida esu tinta
no coliegio, apoderou-se dellas a coriosidade e o
go:i.o( e ponco tempo depois o tea adiantamento
era msniletlo.
Esta tinta, par de tantas vantagene, tem um
nico iocon veniente, deteriora-te ao contacto de
onlra qualqoer; envrn po9te-la em tnteiro
isenlos do menor vislumbre de ouira tinta, e evi-
tar serever coma peona suja de uipa preparafao
difireme e incompativel; vericanoo isto, nao ba
razao para se usar de tinta qne nao teja a VIO-
LETA EXTRA-PINA DB MoNTEIHO.
Observbaos
i Diversa falsifleacoes e semelhr.ncas tem appa-
raddo, coja darabilidade duvido^a. Os 9rs
r.ncas l
ividosa.
con pradore podem evitar o engao iMaifin.*
S5o finalmente ebegadas a esta praca pela segunda vez as verdadeiras preparaceos
do Dr. Radway & C. de New-York.
Depois de alguns anuos, em qae as falsificares de Hamburgo e mesmo de New-
Vork tiveram entrada neste mercado, aproveitando-se do bem merecido conceito qn(
estes remedios haviam alcancado por seus maravilbosos effeilos conseguirn introduzir
se, illudindo o publico incauto, com orna redcelo de preco, nollifjcando o verdadeirc
mrito destas admira veis preparacoes, imitando as verdadeiras; perm desacreditan-
do-as com seos nudos eeitos, lembrou-se o autor de fazer a declaracao abaixo, e
dar diplomas aos qne ven lerem os seus legtimos preparados.
Previna-se o respeitavel publico de qoe as verdadeiras preparacoes do Dr. Ra-
oway s se vendem nos depsitos cima declarados e trazem om rotulo igoal ao deatt
annoncio.
Nos abaiio assignados, declaramos e certificamos, que os Srs. Raymundo Carlos Lei-
te IrmSo, da cidadedo Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, s5o os nossos ageniet
geraes, pela venda de nossos remedios, tanto no dito imperio como no reino de Porto
gnl. Noticiamos ao publico, qoe nao se podem obter os remedios do Dr. Radwat d-C
(e qoe sao preparados no laboratorio do mesmo doutor na cidade de New-York no;
Estados-Unidos). senSo das pessoas que podem produzir a presente certifkacJo e attea
taco 6 qne a produzem, subscripta e assignada do Dr. Haowat & C. e dos Srs. Ray
mondo Carlos Leite & Irmio como ao pe. Todos e cada um dos remedio: do Dr. Ra-
dway d C s3o acompanbados de cdulas smelhaotes as que parecem ao p desla cer-
tificado.
Examine-se bem a assignatnra di; firma do Dr. Radwat & C. ao pe da present
sertifica(3o*e compare-se com o facsmile as cdulas com todos os frascos ecaiirabas,
Rapway eV> C.
Por
Ill-Si
preqos muito cora modos
os seguintes objectos:
A saber :
RFormas nova moldada para podro, empada,
gata dos, bollos etc.. etc., ditu de- eetanbo para ear>
vetv moldes para fazer nougai; taaobem ba una
baei de cobre e perlences para fabrico de amen-
doap, tachos de eobre proprios para confilaria,
na roa das Crete n. 13. hofa Doqae d Clxias.
demerito F^and
m
Na ra do Crespn, 20.
Chitas de orna s er propria para a praca,
de cinta e cor de ganga, muito lindas a JW.e
rs. o covaflo : oaloja de Guilherme Carneiro da
Caaba.

Bra barricas da 13 armba pree> mais com-1
Gura lapida a radical dos
callos
pela, pomada GUlopau
Basa pe nuda qo iai boas remita** tan alto-
Especial sortimento'de fazendas de algodo, linbo, 13a, e seda, de todas as qnali-
dades.
Artigos da moda elegante, tanto para senhoras, como para borneas e meninos.
% Completo sortimento de miudezas finas.
Grande deposito de perfumaras dos mais affamados perfumistas d< Europa.
Variedade em objectos de phantasia para mimos.
Nova remessa de ricos livros para roissa com encaderoacSo de veiiadei cbario
esmaltado, e madreperola, tanto para senhoras como pana meninas.
Bello sort'tnento de lindas e modernas joias de onro, como sejam : cadeias para
relogios, medalh5es, meios aderecos, brincos, broches, braceletes, co'ares, e abotoadu- '
ras para camisa.
Ricos expelaos grandes com moldura dourada a ouro fino.
B lias panormicas brancas e de cores, proprias para jardins e cornijas de casas. ''
Assim c >mo temos a venda orna bella e perfeita embarcaco de guerra, aymbolo
da corveta Sd da Bandeira, e orna caixa com rica msica de pente acn panbada de '
timbres e rolo, tocando com a maior perfei(3o o bymno do Brasil, Vida>Parisiense,
Marco Espada, Flor do Cha, Fausto, Perichulle, os Dragoes de Vlars, e Viagem a
Cbina.
N. ftO-Rna do BarSo da VictoriaX. 50
(Esquina da de tanto Amaro).
LOJA DA CONQUISTA
Sua do Cabuga' n. 6
DE <-.
ANTONIO FRANCISCO DOS SANTOS & C.
Ente novo estabelecimento acaba de receber um grande sortimento de objectos.
e|ge40iinteiramente ndVos, a saber:
Ricos cortinados bordados., paja cama e
de
Um-ihndo sortimento de popelinas m
*$dafdeeeho3 e cores especia es. 8.
Nobrea de seda preta e de cores.
Aippcas de cores, de lindos gosto.
Lia e seda com listas assetinadass pre
Cambraias brancas, paja todos o
Coicius de lia, e seda putaesuia.
Ditas desrochat para dita.
Pannos de-crochet para cadeiras e so-
emovais paca baptisado.
u Risos-chapeo e cbapelina* para seniora,
modo do qoe em ontr"qpalqnpr'pa*rte, vender a dp P^soa qpe detla.tem feitq.'flso, acaba de .paejafceradef ejar
aatV'Circnaspecla^
fabrica
A. C, Omim*. na*,
nesiarmaxans de Tasso Irmios C.
3a^p-6.WcttV.'
*V?0
te*- huiuiA
esa perfitoe
epediodo a tinta qj atj te 3Ka aea* : na. aaiaarMJttaqoini
'<:
chegar para o sea deposito especfau
NA
Pparattera ** regar*
DaV
jaaeila.
Saias e camisas bordadas para senbora.
CamUas bordadas e lisas para homeja.
Bramante de linbo e ''gftfop,
Bretanhas e esguio.
Capibrai de dri? lwura*.
nb,.
Atouidos de panno do qoadros para;
mesa,
Gujrdanapos e taalbas de linho.
Liados fustaj|df cA-n. para, vaaUdi:
las aoias Q%Ma acabem, qpe o c> .
Bfaratissd^^^
: Graoaiioa branca, fazenda muito pro-1 TapetW/randVne para goarticao de sa
gt* para vestidos de phantasia. Chitas filias, claras etsema .
Qj proprietarios da Conquista prestam-se a ir ou mandar co

rarto de BMovitraa i7w^ a i& Jtoitoo ^rlho1'mM *C,rmltfadol^otaiia Dtvfeinjwaiaer casa qua para.issolhe maadem uaicameote o nome
mm,^
aKWw
Ulqflfr objeto
diTW^niWWP %^


8
D ario de Periiambnc ** Terca feira 18 de Juljit de IB71
OTTERATRA.
Amsilyne e com mentarlo erltle >
da iif opona do goveruo las pe-
rlnl A cantaras leglvlatlras o
hre o oleauen'o servil por iiui
*aa iSTi.onuccAo.
Le cri pour l'esclavaire es'.
I" cri iln luxe et de la v.tlnp-
l, el non pac celui de IV
inour de la felicit publi-
que.
Montesq. K J> cap. 9."
A esei.. 5o, oo a doraoaco do h m m
subas o hornera como cousa, ata -i
social qo< remonta aos lempos immernv
nacs ; o se na anu'guidade M defan 1iJ >
p r dous gi -andes pbil osophos, Arist .teles e
Plaiao, comeeou tidaria a ser reprovadi
pelos Mofeta, cujas doulrmas encontrando
sedaras no? jorisron utos romanos, fi-
raro admilti las com mais ou menos no
dilicacao esses imraortaes cdigos do iiu
pira lor istmiano, que boje forroam a so-
nda base de todo o d.reito das nacSes no
dems.
Desde porn que surgiram para esch-
recimeolo c guti da bumanidade as sub i-
raes doutiin s de Ciristo, do Mityr d/
Calvario, do Dous humando proclaman Id
(ue todis Oo homens descendan) do mes-
ato pji, ou erara fubos do raesmo Deus ;
que peanlo elle* lodas as suas ac;5s se-
nara pesadis na urtesma bilanca. sera no-
nhutna aecepfiia do pessoas, e segundo o
seu mrito moral, a escravdo. leve de
soffrer logo os prime i ros abalos, pelo geno-
roso, mo-alisador e cbrislo ensino da pa.
'.jvra sania pragada pelos apostlos e por
seis sucesores.
Ao principio a escmido leve de mitigar
os seus rigores : o? escravos foram mi-
Ibor tratados por seos senhores ; ssIs
rcconlnccraro aos prioetros certos direito*
inherentes bumanidde ; aos segund>s
tirararc.llie.o direito vita- el necis ; obriza
ram-no a responder crinioalmente pelas
sevicias eihs ao esoravo ; e reconmeodaa-
do a piedade, a caridade e o perdSo de um
lado, onsiujvara tarabem ao escravo a pa-
ciencia oo Irabalho, a resgnalo ao seu es
lado, o respailo 6.obediencia de ootro aos
seus sonuores.
O primero OtftCter da escravido a in
teira.sojeif.3o de om boraera a ootro, que
as le? divinas e nat'iraes proclammm
guaes a livres,, a deaegac3o oa obliteraba
de todos os direilos oatnraes, que nenhuraa
ei prj-e derirair era .corromper, como se
exprimirn, os jurisojnea'os, em urna pa-
la rao rebaixaalentodo homem condirTo
mais qoo muito aviltante do bruto, pela
qual neiili'jra direito se Ibc reconbecia, ou
antes pula qual se.lioha establee do orna
!ei espscial qoo tirava c -escravo do direito
eonmati? i hnmaaidade ;mas esse ca-
rcter i 1 modificado como vimos leve de
sodrer.uir.i..aova t iroportanlissima moli
ficac), o foi ella qoe o escravo n3o poiia
ser vendido sem a propriedade agrcola,
que elle periencia, que emquanto a culii-
vasss. poda ter o livre gozo de seo trabi-
!!io, pagando ao prprietario do solo orna
importsocij correspondente ao seu rend-
meato.
Goostitoida ficou a a servdSo da gleba,
ou de servos adscripticios da gleba, e a
condicie do escravo oi muito memorada.
Esta ospecia de escravidSo domiooa por
ramio lempo na Europa ; as acaba ag i
ra de ser abolida aa Russia onde pare:ia
ter-se acislellado, en consequencia das me-
didas oiciadoras,.que partirn do fallecido
imperador Nicolao, e I >ram afioal comple-
tadas pelo seu successor o imperador Ale
xandro, qua ainda oceupa o seo throao.
Por tsso raesmo qoe os servos da gle-
ba, n5o podan ser arrancados das trras,
ti tamben porque o servico dos indios na
Anerica ao era sofficiente para o trabalho
das toas, onde raorriam aos centenares
sob o peso de molestias num rosas, e da
prenio, a que nao estavam acostomados
por toa vida errante e descuidosa, lembra-
rara-ie os governos europeos de introdu-
zir os negros d frica em suas colonias para
supprir a fiila de bracos, qoe aellas se fazia
sentir, o obslava assim aos calclos do
mais desenfreado desejo de adquirir uro
e praU, qi3 as ideas do lempo eram con-
sideradas a mais solida riqueza. Sob a
tmpnUio desses governos, sob o favor de
soas respecwvas leis, sob os acleos da
ambicio e da avareza, milhares de negros
sabidos da costa d'Africa, onde tin'um sido
capturados p?los proprios indgenas, e on-
de embarcavam como fardos, milhares de
negros eelvagens e desmoralisados, amon-
toados em embarcacSes, que arvoravam o
pavilhlo de oacss cbristais e crvilisadas,
vinham aportar America para serem ap-
piteados agricultura, que os homens li-
vres en MU vatdade despresavan ; con-
sigo, irariam o germen de todos os vicios,
qoe sio lbos congeaitos da escravido. a
baiveza de 6entimentos. a devassidlo dos
costumes, e todos esses hbitos de indolen-
cia, de impreridencia e de croeldade, qoe
sao tanbera proprios aos qoe possoem es-
cravos, cono se Deus nSo tivesse declara-
do, que todos viveriam com o soor do seu
rosto.
A honamdade, que progride sempre, n3o
polia deixar de reconhecer, qoe o trafico
dos negros africanos era contrario ao espi
rito do cbrtsanismo, immoral e cruel aos
seos netos de execuco, prejudicial aos
costumes, industria e riqueza dos po
vos, qoe tiveran a desgrana de adnitti-lo,
e uessa coavrccJo todos o pbilosophos, a
datar do seclo 18 comegaran a reprova-
lo.
A Inglaterra, movida e conmovida pelas
vozes eloqoentes dos Wilberforce, dos Clark-
soas e ou'.ros, emprebendeu a ardua tarefa
de exlioguMo por ama vez. Para o con
seguir prohibi ella con penas efficazes o
trafico aos taglezes, e entabolou tratados
soccessws con todas as nacSe-, da Europa,
cojo pannercto liaba empregado grande
capilaas, no irafleo africano, cera o fin de
ora vedaba ..ieteiranente a sou exenplo,
ora de tajila-to sonente a certa zona do
coatiajBfe'^agreiro, accrescentando ao mes
no tafipjr providencias, que tornassem es
se badiaado conmercio compativel tanto
|otnW,,ra possivel con as leis da hana-
nidfcda e do christianismo, de accordo en-
tretanto con os proprios ioteresses do
egrelros.
Una poca emfim chegoo, em que tedo;
os eftados se obrigaram solemnemente ;
vedar o Irafico em seus territorios res
pectivos, e a poni-lo com severas penas.
Pelo i;u' respeta ao Brasil isjo se coa
seguio peh Iraiado di 23 n venbrn d-
lt>, em cujj art. I' se l, queacaba-
dos tres aun.)-- depjis da Iroca uas ratifi-
co.' d ) presento traalo o3> ser 'i;ito aos
subditos do imperio do Brasil tazer o com-
raercio deescravoi na cjsla d'Africa debai
xo ds qualquer pretexto ou maneira que
sep. E a continoaclo d ste coramercio fe-
to 4e,pos da diti pica por qualquer pes
soa subdita de S. M. I., ter considerado o
tratailj de piraHra.
O gobern aperul, e com elle lodos os
iio-nen?, que desde a menoridade dirigirn)
L. OS nagocios e distinosdo Brasil, para mais
vl'urcirein os principios do tratado supra
indicado bV.ram adoptar e san cionar a lei
de 7 de novembro d' 1831, pela qual se
declararan livres todos o* escravo3, qus en
iTissem no territorio ou portus do impe
rio. vinlos de fra. e se punirao os impor-
lad.'es <1e escravos com a pena corporal
di> rt. 170 di cdigo crimnal, imposta
aos que reduzem a escravido jessoas l*
vres, ,i diferentes mollas ti despeza, qoe
serian etpMes do oostar o infame trafico,
se a coMp desvair la, e o desejo de
amoioir/iquezas em D0M9lempo nSo ira
pellissem os negreiros a lorJ a classe de
Crimea, e de allantados, aftreolando as M
divinas e humanas Con dr d lodos os
bous cidadioe, apezar das constantes dilt-
senci is da autondade. coolra o reclamo >ia
impreoM livre e eootcieuciosa. & trafico
leve dd conlionar por algum tenpo, ao
passo que a opinifo pablics, rsMM das
oacfiss na p rase corsciaa de un esfttdfsla.
esclarecida por tristes t> deploraveis asonte-
meotos, guiada pela loz* Ao- evangelbe*, Br-
isada nos proprios inlerosses da geranio
presente e vindoura, leve dw reagir con a
maior forca contra os Irartcanles negvei-
ros.
Fortificado por ella, o governo conbeco
os promotores, os cmplice?, e lodos c
auxiliares desse comraercio iramoral ; vi-
gira con cruzeiros incensantes permanen-
tes os p jrtis as enseadas, as que desembarcavam sua malfadada carrega-
Clo ; devassou os depsitos, ea qoe ella
se guirdava, e d'onde se espalfewaro para
levar toda a parle o elemento' dfcleteriu
da po,.ula(:3o nacional e da riqnaaa do es
tado ; pun i toda essa recua de bandidos,
qve alfrontavam as leu e a moralidad; pu-
olica sera atenders suasriquezae-eposi-
C5es sociies : e conseguio finalroaaie- que
os poderes do estado adoptassem a lei de
i de seiembro de 1850, que Ihes fot> pro-
posta pelo tallecido miuislro da jatpi, <
consellieiro Eozebio de Queiroz CdtMtnbo
Maitoso (Jamara, cuja voz eloquenle-,.repas-
sada dos elevado senlimeolos qoe daalin-
gHana o verdadeiro estadista, n e# se-
n3o o eco da grande voz da nac/aa* que
iruava em todo< os angul -s do imperio.
Eu ouvi essa voa sympathica pelo Ion* no-
bre p lo estylo, grande pelos peusaaaaDlOs
quando em sessSo secreta se (ralo, pela
primeira vez da qoesti africana ; eu ouvi
essa voz, forte pela lgica da argunMalacao,
enunciada com o acento da mais eaofcanda
conviiTo, def -nder os grandes io'etreaaas do
impe io contra as argucias, e sopb'isnaa-dos
que enlio ioteressavam no trafico, e-des-
unir um por un todos os pretexto addu-
zidos para prolongar por mais algaos-dias
o commercio africano e facilitar a Uquida-
(3o de capitaes nelle criminosamente-empe-
nbados.
Alei adoptada n3o foi um espanlaloo
ioatil, nm brinco que se podia qpbrar im-
pnenente, urna auwaca de que se podi
zombar ; mas tornado se realidnda, os ne-
greiros recuaram, o paiz applado a legis-
latura que Ibes dera Rascente), e dedi-
cando sna actividade, soa ioteUigtncia^ e
seus capitaes a ontras industrias, vio re-
nascer bancos de circolato. e descont, es-
tradas de ferro, prodcelo mais abundante,
connercio mm prospero, e continuando
de progresso em progresso ebegou ao> pro-
prio estado, em qoe o vemos.
Ficaram considerados falsos prophe-
tas odos quantos valicinavam a decaden-
ia tapida dt estado, e o estado. p6d
responder guerra declarada pek temera-
rio dictador do Paragoay com esses exerci-
tos, com essa esquadra, que assigoalaram
rus paginas da historia os das gloriosos do
Passo da Patria, de Tuyuty de Humayta,
de Iloror, da Riachuelo, ele. E umquao-
lo assim se obrava no exierior, o estado co
mo se estivesse no meio de una paz octa-
iana prosegua ainda as mais gloriosas la-
ts da industria era tod >s os seus deseovoi-
vimentos, com assombro das naces, que
ignoravam a grandeza, e extensao da seus
nexhaurives recursos.
Duas fontes alimentavan ento a escravi-
d3o interna no inperio, o trafico e a pro
crea$3olda gente escrava.
A prineira lioha acabado; era miste
acabar con a segunda, ou antes con a nes-
na escravidlo, f nte de innoralidade. cau-
sa de perversSo do caraster nacional, mo-
tor do abastardanento da rar;a caucaseana,
origen da oppress3o de uns e do absolos-
no de ootros, desconh^cinento dos pre-
ceilos do cbnstianisno, que liga o genero
buraaBO pelo doce sentimento da fraterni-
dade, remora de lodo o progresso da in-
dustria nacional, que somante pode dtsen-
volver-se pela iolluencia de moderada l-
benla le, e pelo emprego de bracos li vres.
Antes porm de chegar a esse felfz re-
sultado, chamado pelo voto ardente de to-
dos os pensadores, de todos os patriotas,
de todos os estadistas, que entendem con-
sorciar os interesses e direilos legitnos,
con as n cessidades e circunstancias do
estado, o legislador jolgoo convt nieate pre
parar-lbe todos os netos nais ou menos
directos, que supprissen a falta de bracos,
de que a agricultura nacional devia carecer,
j'i pronovendo a emigraclo das rafas io-
telligentes e laboriosas do velho muado,
como o mais satisfatofio substituto da rafa
qoe dejia desapparecer, j facilitando
industria agrcola todos os raeios, que Ihe
diminuissem as despezas de prodcelo.
Para realisa o primeiro destes grandes
intuitos, o legislador brasileiro conceden i
emigrocco estrangeira todas as facilidades
de procuraren) as feriis e salubres plagas
do imperio, sentando de direitos de anco-
ragem a todos os navios, que coniuzissem
coionos; pagando depois om premio por
cada colono, que fosse importado pelos
emprezarios de in lustria; igualando ainda
as despezas de sua passagem s que eram
feitas pelos emigrantes para os listados-
Unidos, afin de qoe no fossera distrahidos
do imperio por percorrerem naior distan-
cia no seu trajecto narilino ; assegurando
e regalando os casamentos dos catbolicos,
que fazem a grande naioria de nossa po-
puUc3o, con os estrangeiros perlencenies | do.imperio repeliera unnimemente etsa in-
s religi5es christSes dissiden:es ; facilitan-
do as naturalisaoes dos estrangeiros que
quizessem fazer parte da coramuoho bra-
sileira ; regalando a condiQio poltica dos
descendentes dos que o nao quizessem ser,
lespenJend) con as.religioes protestantes
todos os soccorros, de qoe necessitavam os
seus se:t irios no seu inieresse religioso ;
e finalmente demarcando o dominio do es-
tado sobre as trras publicas, pa a que o
eslrangiro que aspir.tsse ter oma'proprie-
dade territorial, a polesse obter por pre-
eos nininos, mediante pagamentos espac-
dos.
Pelo que respeitt ao segundo intuito,
diminuir todas as despezas de producto,
que supprissem a falta ou diminuirlo de
bracos nel'a erapregados, o legislador bra-
sileiro applicojsea abrir todas as vas de
commuuicara i i remessa de gneros naci
naes para os gr ndes mercados, inaogaroo
desde 1832 as estradas de ferro, con gran-
des vantagens, garatias de juro etc., con-
cedeu privilegios aos inventores ou intro-
ductores de descoberlas ou raacbmismo
uleis, diminuto os direilos aduaweiros aobre
os roacbinismo destinados industria ; e
augaaeniou a tasa sobre ot escratos- daa ci-
dadea, para qae fossem procurar na agri-
cultura' til erap-ego, e detxassem espai'o
aos irabilhadores europeus^ que Irvessera-
algum olScio ou profisso, ou su quizessem
aplicar ao servido dome-tico.
Toles estesmeios, diversos & nomeroaos-,
erara ouiros- tantos avisos, de qse devia es-
tar nao mui< dislane a poca, em< quey a
escravido tea de acaar, e qiw a nac'io
devia prepara?-se para ess> grawle tranj-
formacSo Siciaf. almejade scopo de-todos
os pbilautropo naciouaes-00' estrangeiros
dmDsac3o como prejulici lissma ao seu fu
turo, e te aigurn ha que a reclame, pdese
desde j asiegurar que elle se ada oberado
de dividas, sen ora mor creditt, a que o
faz para sj&ir de um triste estado de cou-
sas, de que nao lira proveito. Manonitti-
dos lodos os escravos, en un certo dia e
hora, as plantac5es e todos os tu^is servaos
'ag icolas flea-ian immediatancnte abando-
nados, e as consaquencias fata;s de um tal
systena se farian sentir por dilatados ao
nos.
Assira, pelo lado fiuatueiro. social, e eco-
nmico, en que encararmos a emancipai;3e
total dos asemos, esta n5o poda deix r de
ser repellida comoprejudicialissima ; e se s
Inglaterra adoplou-a en 1838 para or
780,933 escravos de suas colonias, foi po-
que era (ao rea cono poderosa, para po-
der dspender com essa emtncipaco.....
20,000,000 de libras esterlioas. e ben de-
fender a orden publica ; foi porque afana*
trou na popoletjto escrava elementos qoe
Ibe facilitaran a uu benvola ioterveocu
para nanunittir.
O seguudo system, qual o da ematKipa-
Co succewiva ou progress/va pelo resgate
de certas elasses mie ou aaenos pre'erids,
o5o pode ser exclusivamente adoptado, por
que os seu resultado* serian inieiramunte
oullos, e pixtanto incapezea de consegaira
H-berUco de um i rapa' dentr* de corlo
prazo. Emqpanto por um'lad a pbiha-
tropia e a caridade d > Estado ou dos da
Jes fossem quebrando os- ferro de urna
parte da populajSo escrava-, e chwmando-a
soa prineira coudic3o. eus fi'bor, po
rra, qje n.iscessem de enlio por diant ,
divitn ficar a ltalo de criados oa com.ia-
nbii d)i seohtres de sut ra3, no estado
de New-Yo I, ate a idail-j de 28 annos
para os bonens, e de 25 pa.a as muibe-
res, e no de Nsw- Jersey at a de 25 para
os bonens, e de 21 para as nolhere*.
Pretndese jue a emancipac3od> ventre
perturba as regras de disciplina dos estabe
lecimenlos rnraes. porque os noyos entes,
que a lei libarla, psssam a nr u na posicio
excepcional a par dos outros, que tendo a
mesma procedencia se acliam era condcr)js
desigu-ies, o mar? desfavorecido; mt,pa1--
gnntaremos, naj isso o q te vemos todos
os das, quaodo alguiots da nesaai criase
liberta oa pa baptisiaal pel Jiberalidade de
seus senhores, ou Si t*rciros ? Rjpelli-
nos acaso essa emuiH.-ipa;.o, piorque ua fi-
railt al^uem vai teruuti po-i;3o ex'.epw
nal / e e o nao fizamos,- i)io.in-:o ella o
eleitj da cari lile iadvi tus!, porque pro-
cederemos no sentid oppoflte>, qoando a
demonslragij da caridiidu nioooal, oj da
le que a twgo adopto por set legili n a
represeatanrj!*? Diga-w & vardadU : o es-
cravo n3o #aum ciume a awiiuarsso de
seos parceiros \ pelo contrario miuia-se a
iuerecel-1 ura* da pela t'orta de seu iraballio.
a pela dedi;at;f)i a seus sniores ; o s pais
ijue vem seus filbos livre deven esultar
de aiegria, e eflcherem-se de'consolado
pacieaeia, no estado era que aftio coloca-
dos.
Por ventura o aspecto desses- entes liber-
tados pelo lei a p*?:da escravc*s a* lio dtOi-
aogwzo dos direito que a lei e a institu- rerite do* que os uhsidos escravos esto ven-
:C5o coocedem a todos os idados, os no-
vo neacidos viriaot ^reeneber o vaceo que
ella deixava as !-iras da escravidno, ou
A'freate seoipre-de todos-os melborameu-jantes taesmo v r fortificar estas li&iras,
tos n.icoonaes, o- mouarcby brasiie'-ro. do
alto do hroao. em urna occasio solemne,
qual a a-Vrlnr.i das ^amaras, cliam r> a at-
tenoo db pod r legislativo sbre a neces-
sidade da acabar com o elemento servil.
como que eonvidaado-o a estodar um as-
,'surapto por'dema complexo embarazo-
>. A' i prensa, *.. e j tinh aventado a
expresso de voto* conscienciosos, tort> o-
se cada vez.' mais exigente; c oidadaoe,
qus era ni animado b espirito aVocbrislia-
titsmo, molnpilicara as- manoaatssdes de
ses escravos, as veze-em>sua totalidaoV;
as* assemblas prortaes, ccaeigoaran
fundos para coacorreyank-ao-mesna fim ; ca-
pwidentes da provjBOtae. saneciooando es-
sa leis protectoras dO'eJeaaento servil,.en-
troja vara ao- eseravo manumitidos as-
suo cartas eliberdle- com uma>olenni-
dad,. qpe cta>nov de modificar profuBdHnMate as le*, que
rej*xiitavm. ae elemcnio servil, ei geral-
meM recookecida ; essa idea tinh* Jeito o
sea camiab iafiltrandose as inteligencias,
e se coracaea e corMegtttntementaprepa-
radoa opioiaa- a recebar urna soirjijo da
qaastu.- padi a .cor* cooa.razao dfexer aos
levadores, do imperio en. 1871 : K.ttm-
po i resobem usa jfHStm, e v&xaiesela-
raa, prttrftaoo sabrc&mciliar o-nsmi-
to> iproprmlade existente com esse mel-ko-
ramento sotial, que reqmrem nossa cnili-
seLfo, e at os-interesses ios propmttrm.^
Ora,.para resolver, esta que8l3a.com
prudencia iMconmecdada pela coria, tres-
systemas se offBreciam ao. pensaraanto hu-
manitario do legislador :. Ir* a emaocipacc
.total e iraanedata, como ftaaraaa a> mgle-
z-'S :. 2? a. emancipado. gradual oi sncees-
siva pelt> resgaet jle- corlas claeeea m oaJ
menos paeferidas ; e 3? aemancipa^io pelc*-
nascimtuios.
A adopQo do 1 systena. enaaocipacao
total, a iratnediata, nao podia ter logar, por
modo algam as. circunstancias actuaes do
imperio. Montando- a populado escaava
existente era 000,000 de individuos de
todo os sexos, e idades, conforme os cal-
culas de peBSoas- pralicas devendo a va-
lanse cada un en seiscantos mil re i o
mais ou menos, e devendo ser indem-
nizados todos oa senhores desses. escra-
vos previamente, como prescreve a. cons-
tituicao do.aperio para a desaprjiopriac"io
de teda a propriedade, a onde ira o Kstado
buscar un btfbi3o e duzentos mil conios,
para que satisfeito fosse o preceito coasti-
tuconal ? E se o tivesse conseguido por
meio de um emprest*mo extraordinario, os
juros respectivos, ainda quar^do. esse em
preslimo fosse contrahido as coodices
mais favoraveis, absorviriam toda a renda
nacional; e todos os servicos pblicos ne-
cessarios, urgentes, imprescindiveis de to-
da a boa admiriistra.cao, teriam de parar; o
progresso nacional icaria eslagnado, para-
lysado.
Gonceda-se porm por um momento,
ue tinhamos os meios para libertar toda
>sa massa enorme de escravos, poderiam
estes, depois de verem quebrados os lagos
de urna escravido, que os seculos tioham
sanceionado e coudo, conservarem-se que-
dos, respeitarema orden publica, amostra-
rem por sua conducta pacifica reconhecidos
m3o, que os arrancava de um estado ex-
cepcional, e os igualava a lodos os cidadaos
e a seas proprios ex-senhores ? Poderia-
mos esperar, que homens, em qoem n3o
dominavam os sentimentos moraes, baldos
de toda a inslrucgao religiosa, aioda a mais
vulgar, nio ioteressados na ordena publica
pelos dous grandes senlinentos sociaes, a
fam.lia e a propriedade, deixassem de se
tancar as vas perigosas da devasside, da
vagaboodagem, da indolencia, e doa mais
horrorosos crimea ? Seria possivel que nao
estando entre nos bem organizada a forca
publica, pudesse esta ser sofficiente para
I reprimir todas as desordens, que deviam
resaltar da falta de compressio sobre os
os seos autores f Seria para desojar, que
nenhona dessas bypotheses se verificasse;
as fundar sobre ana supposigo, sobre
una esperanga qoe nada justifica, orna
nadida extraordinaria, em que interessa a
orden publica, seria fundar edificios sobre
ara movediga; seria atirar-se e legislador
aos campos lbricos do desconhecido; e
dar motivo fondado para acensa lo de in-
ore videncia, qoe provavelnente devia ser
fatalissina.
Se porm a orden publica se conservas-
se, se a seguranga individual e de proprie-
dade nada tivesse a tener do elemento
ignorante, inmoral, e n3o religioso, que se
devia misturar com o anterior, e nd abita-
val que a prodcelo nacional teria de ficar
extremamente redozida, as rendas dosim os-
les de exportagSc e imporlacSo, qoe delta
resultam, ficariam insufficientes para as ne-
cessidades do Estado. A riquez i nacional
se amesquinbaria a proporedes indefinidas,
e teriamos a miseria geral.
Por ootro lado, os propietarios de escra-
vos nos grandes estabelecimentos agrcolas
porque ana lei provincial lazawiltar o* nas-
cimentoa- sobre o* bitos, sa- ircumetan-
cias especwes e exirtaordinarian) ccaoor
rem' par destru-la.
AsHio>rjoando is Sitados-Uredos da Avne-
rica'dclacaram-se mdependerils,.sua po-
pulaea escrava nato exceda a 50(>,d)0
individuos-;, e havuin-se destarado em
I8OS7 que- neohum africano tam seria im-
portado para o sert>t-agrcola*.ou <\v~
queroutrOr-aob pena de p isa o. nao coiiimh
a Un nesee lempo mais de 1,3fti,00 > de
escra'0S eaotretantoeaa 4865remque ro-
bentoa< a'grande seccaaaae dos Balados do
Sol |3 popaiaco escra*, seguicdi> as le*
Baturaes*de escimefie da raga, homar.)
linba-seelevado ao extraordinarto- compon
de 9
volveu na< creaco e tratamenlo Jas escra*-
v is a pontO'de fazer-sa: tiassa craa^So e tro-
lamento orna industria especial (Carer,
Di l'eseUhvaafians $n--mports awttV'Onhm
Ximricr.ru, til. 2o cap. 20), e de tornae-
rem-se iguae a mortalidide e a vittlidade
'da raca branca e esocava. Scpporiam o
grande boaaros qoe.paclanaraia.a. inde-
pendencia- americana, qoe a me escrava
So dimitu4a,.como eslava, poderia avallar
tant'j ?.' ou,antes nao-osperavanii acaso qoe
alia debahasae no nato-de cidadaos livres
ooma uta* planta extica, nao. cultiva la eea
terrene ag nanidada>-f'
Resta agota o tercetro sy.siemaa emaaei-
pa?o peto a a *ci metilos, o uaio> adra issi val,
porque arete dos iotMovenaenlas dos oos
primeira,
Se atar.vore da aecravidSossealimenUra e
cresci pelas duas-fon les c&checidas, o tra
fito e a. oascimeMo de enancas esclavas,
e se apezar de haer secad, aquella, esta
conttDuava a da Ibe seiva. sufficienla para
subsistir por scaolos, comt> vimos uos Es-
tadosrUnidos da America, e o demonstren
o Sr,. vsconde de Abaet- no seu parecer,
como conselhwro.de estado, sobra o ele-
mento servil,.evidente s; ojue se taabem foc
obstruida essa segunda fonte, daclarando-
se livres oa ingenuo os filbos da mulber
escrava naseido de certa data em dianlew a
arvore fatal, cojos efluvios ea^-enenan a
nossa po alago no> sangoe. oa moraliJade,
dividera-aa em deas parcialidades qnasi
inimtgas, e amistfitaham o taabalbo nacio-
nal, dever tambaos secar e atinar por fal-
ta de se iva.
As geracoes futuras nasceriam sob o sol
da liaerdade, aniadas por elle tortifica-
rians a naciooalidade do Imperio, fazendo um
s todo con a ontras rasas, porque todos
team por lei os mesno direilos e os raes-
mos de veres. Seria eniao urna realidad o.
principio proclamado pelos | 13 e 14 do
art. 17 da consti uicao, do inperioa lei
sera goal para todos quer proteja, quer
castigue. Todo o cidadao pode ser adnit-
tido ao cargos publico, civis, polticos ou
militares, sen outra differenga que nao seja
a dos seus talentos e virtudes.
Adoptando-se este grande principio, os se
nitores dessas eseravas nada perderiam de
soa propriedade existente, as 13o snente
a esperanga eventual, de que dellas Ihe po-
deriam vir alguns fructos, que pala maior
parte terian de desapparecer nos prmeiros
annos de sua infancia. A parda, se perla
hoovesee, smente poderia verificar-se nos
qoe sobrevivessem infancia, que fiada aos
sete annos; e como o espirito christ3o e
a generosidade dos senhores entre nos, des-
envolvidos e fortificados por outros senti-
mentos, teria por si mesmo forrado muitos
desses menores, essa perda ainda mais cir
cumscripta ficaria. Foi este o systema que
adoptaram varios dos Estados da Goufede-
ragao Americana, como se v do seguate
extracto que fizamos da obra de Carlier
Cap., 3. do TU. 2.Da l'esclavage dans
ses rapoets avec Panion Americano pag.
119.
f Na poca da declarado da independen-
< ca (1777) a escravidSo ainda era aceita e
< praticada por todas as colonias, porm
t bavia as do Norte tendencia muito pro-
nonciada para della se livrarem. Sem
< querer negar a existencia das ideas ge-
c nerosas, que presidiram a emancipagao
< dos seus escravos, somos todava levados
a crer, que a solictude para com os ne-
gros nao eslava isenta de liga.....
t Seja como fr, a era do libartamenlo
t ia abrirse. A Pensilvania teve a honra
< da iniciativa do movimeoto. Por acto de
1780 ella libertou os filhos nascituros dos
< escravos at enl3o possoidos pelos babi-
c tantes ; porm esta emancipagao teve ef-
f feito gradual, porqne os servicos desses
filhos at a idade de 28 anno3 foram re-
c servados aos senhores de seos pais. A
t c ondiclo destes, porm, n3o se altern ;
c Acaran escravos por toli a vida.....
New-York, e New-Jeraey em 1799, e
em 1801 decretaran tambera urna abo-
f lelo progressiva no sentido, de que os
f seus escravos, na data de soas resoloc5es,
i devino ser maqtidos por toda a vida oa,
ile-na sroaedade, eurque vivera tendo >m<
frente boraens livres-,-ao passo tjpe elies naoj
O'So? *j esse aspecto Ibe mostra, que
elle est privado do Ptordade awl e politi1-
ca,. e que a sociedade-nio Ihe garante o-
rawmos direitos; se dihi Ihe resolta ser
mi raigo nalnrol da soeiedade, derjpe nio f^z-
paite, e que^orebaiica-j-condigaode brntc^
claro'fieaqtjo a dispMifJs da propesta de-
^oveme. dirtu-raiido liare o naetidos de
ventve es&ravu'd'oja eas'diante. cea innova
a poe*c9 doseoerav. sna seciedade brasileira
e rauiae raenoe-qoe tolteeoae os proprietarios
de estira vos eeaicoadigces-ditliceis emelin-
drosae-para raler sua- autoridai. como
se pretende. A'-forga merai, que at agora
como o mais glorioso e magnifico prtico,
por ou Je ddvem entrar os filhos da molber
escrava ao templo di l.berdade, datando
urna nova era, pela qual se Ihe abriam ho-
rizontes novse risonhos.
Curando, po.m, da liberacao das gera-
C5es futuras, o governo n3o se esqueceo de
promover a da gera;3o vigente, creando um
fundo para a emancipacio do elemento ser-
vil, estabelecendo o peculio, facilitando as
alforrias, e de.larando-as at em certos ca-
sos, como mostraremos.
PRIME1RA PARTE.
MArtUHISSO PELO NASCfMEKTO
in. i. Os filbos da mulber escrava,
que nascerern no imperio desda a dala des
ta le serio considerados de condicSo livre
a havdos por ingenuos.
| 1." Os ditos menores ficarSo em poder
e sob a autordade dos senhores de soa
mus, os qoaes tero a obrigacio de cra-
los e Irata-los al a idade de 8 antro c ta-
peles.
Chagando o filbo da escrava a esta idade,
. senbr>r da rai teri a oppJo, ou de rece-
ber do Estado a indemnisagao de 6005090'.
ou de ulrlkcar-se dos servicos do menor at
a idade de 21 annos completos.
Ni primeiro caso o governo receber o
menor, e IUr dar destino, era cooformida-
de dj presen* lei.
A indemnisaii) pecuniaria acin fixada
ser pitgi era Muos de renda com o juro
annuaf de oyor os quaes se consiVar3o
extincte no1 hm e 30 annss.
Esta urea dispoeico diSere nos- termos
dopiojt-stu apreserXado pela eommissao da
cmara do Srs d"jpotad >s nsess3o Q>15
da ago3t de 1870', em que apenas coaei-
dera os liltoos los essravas nasodos depois
da lei c ni liberto a essa difibrenca pelo
jlade ra>ral e politice importinllssima.
porgue reconhecs o principio por seculor
Irsqeecido, fe qoe toda* os borneas-macere
Se daaem ner livres, e habilita os-filnos
das escrava a gozareta*no Estado- de todos-
os direitos potrcog, qo pela nossa consti -
tug3>era dotegado ao-libertos, inhibidos
de receberem e voto paasivo de seuscoo-
crdadaV para m cargoa eleitores, dpu--
lados, senadores, etc.
A propostt qoar que ue-Estado desappa
recam as distinc$5es odiosas de livres e li-
jbertos;.qur que se reslabeteca a donlrina
sera *menor medKicacso-, as leis watno ^ f pro{Mbido chimr iiberts aos.
para paj ioAh> atteol^.que smui-Em^ J se StSSoT'S
pioasam.probar coojn.seus senhores,-]wlles ficam hafcei. para
vos
seus &H93, serta adtniniairaderes aja feito-
res
Tralaada de demonstrar os perigos que
podetSkresultar da un gctmile uunaero de
es6ravoa nos nstados mottetados, ots.iranor-
tal atjjtj* lo h:;#rH im-l'ns{^. 15 cap.
10), aasevera, ,;.e a huakanidade, qne os
senhores iiverem para cenaos seus escravos,
poder obstar esees perigos. > Oa homens
a-luibm acosznmmi din elle,e aHa mas-
ma esenvidy, om tat.le que o se+hor nao
seja nmis duro do queetla. Os Ath>nien-
ses traiavam mttus eserams com pltaaVj
brandttra; em-Atiienns nunca este* pertur
baram* estad*, como o>/tzeramem Lacado,
moni. Os primsiros-bnanos Mtnca live
ram inquietacots. por cama dos seusescra<
vos-.-e somente depois. >fHe elle perderatm
para cem este os sentimentos dahumanid
de, i que nasceram estas guerrai, que se
conaasniraa. sgutnras punios. Ora os
oossos fazeadeiros a' distinguen) de todas
os proprietarios- de escravos aaa.ontras na-
coas por soa, hondada para cera os seus-es-
cravos, como testeoonbaram. setnpre todos
os viajantes. Con effeito, todos nos sabe-
nos, gue os.senhoses deescraos entra- os
se desvelan era taalal-os coat toda a. aran
dura tasto durante o lempo em que-se en-
trega m aos. trabamos, coma durante a< suas
molestias, curando-os conos mesaos cui-
dados, que-dispensara s pessoas livres de
suas familias. Parece que ellas ten.sempre
em seu espirito as palavras de G cero (de
O/fics. h Io cap. 41) Ser:D8.imyercun mo
derate lausesi; in matmipio tibcogtlandum
esty non. quantum illu impune pal i possit
sed quantum Ubi permtttat. apilas, quw
juJbet parceve etiam captis, Hipretio para
tis. Quera ignora, que os nossos fazendei
ros coneodem aos seu sesera vos um da n>
semana para que estes, possara cuidar de seus.
paqueaos negocios, oo tratar de sua lavou-
ra :' Que Ibes conceden) a formagao de tan
peculio, com qua conseguem comprar a li-
berdade ? que sao facis mesmo em alfor-
rial-os independente mesmo de paga, renu-
neraudo-lhes assin servicos que lhes pres-
tan afectuosamente ? Qae as suas rea-
C6es con os escravos se nostran clenentes
e benignos e nio doros, nen sobarbos e
orgulbosos ?
Portanto devenos supp6r imaginarios os
perigos altribuidos disposigio oardeal da
proposta, liberdade da rag i futura dos
escravos.
Se consultarmos a historia dos Estados
Unidos, conbe eremos, que desta medida
neobum inconveniente resultou *o socego
publico, e que tinto os libertos obrigados a
prestar servicos por certo tenpo, cono os
escravos, que Ibes tioban dado nascinento,
e devian permanecer na escravido p)r toda
a vida, nSo de.an motivos de inquetac3o
ao estado, ou as familias. A vida de ambas
estas classes de operarios se des sou tran-
quil lameute ; arabas c mentaran- se con a
sua sorto. Porque entre nos acontecer q
contrario, segundo as tenerosas apprehen:
ses de terroristas ?
Finalnente se todos reconhecenos que a
escravido un nal gravissino para o paiz ;
que conpre extirpal-o quanto antes por todos
os meios, qoe a prudencia aconselha para
a seguranga do estado, e dos proprietarios
de escravos, nao possivel suppor que esses
se recusem a concorrer para esse grande
nelhoranento social, fazendo algn pequeo
sacrificio en ben do paiz; mis se a isso
se recusaren, cunpre indennisal-os de seu
chaado direito aos fructos de suts esera-
vas : sen ir psrscrutar as regiOes de
abstracto ou do direito positivo, se nascendo
livres todos bonens, pela nuureza poiia
alguen sujeital-os escravido por scalos,
ou se sendo a escravidio o facto que a lei
consentio, nio podia a mesma leidestruil-o,
o pelo menos modidcal-o. Taes discnssSes
n3o serviran senio. para complicar as ques-
fes, e protellar. a adopgao de un nedida,
qoe de?e ser a regenerac3o de una raja al
boje desherdada, e aviltada; e portanto para
evilal as cunpre reconhecer a propriedade
dos senhores das eseravas sobre os fructos
que dellas proyieran, e iodemnisal-os con
venientemente.
Foi pois este o plano qae adoptoa o go
verno imperial na sua proposta apresentada
s cmaras legislativas no dia 12 de naio
4o correte anno, cojo primeiro artigo ,
ficavan babaja- para todos os offiio
e dignidades sem awepcio, (toma se nasci-
des fossem de ventre livre.
Considerados porm anbes esees projei-
tos pelo-- lado daiiademnisaca concedida,
aos senbesas das eseravas. v&se que ara-
bos elles-a recortheeem ou coneeden como
paga do eaas da r-iagan, as o prnjecto
do govdpnV>. sem predicar era nada ao'
interesses dos meneres, meito mais favo-
ravel aos^senhores. das respectas mts sob
estas tres faces :
1. A iademnisaof concedida pela Esta-
do foi elevada a 6000000 en vez de 5083/
que ou torga va o projecto da eeasmissSo da
cmara tccaporariau
i." t>onus de proporcioaspaos menores
a instrtaccao elementar, sempre qoe fosse-
possivel. fui retir ule-, c mo rJifflcil de enm-
prir-se, em lugares, onde os-proprios ho-
mens livres nao eocontram meios-para ad-
quir-la.
i. Os proprietarios pela proposta do go-
verno,. qoando paeferem recebar ura titulo,
de renda de 60O000, e nao qqerem uMi-
sar-se dos servicos dos menores at a idade
de 24a annos, entregan) o mesar ao gover-
no para, lhes dar. o conveaie&le destino.;
no projeeto da c mmissao da cmara dos
Srs.. deputados. o senhor qae recebia a in-
deraoisacie do. 5004000 traba o deven de
coniinuar a criar e tratar os- libertos A a.
dada de 15.annos, dos qpaes receberiaai)
os- servicos compativeis i om! essa idade, -
da-15,at b pagando Ibas retrbirieSo mo-
i'.'-ca, fixada pelos regolamenlos do gpvernt>.
A adopclc-pnm destes justos tempera-
mentos era* nada prejudicou aos menores,
como dasenos. A iaslrncQio elementar
nao a poderiam obter nos estabelscimento?
agrcolas,, aollocados ceno estaos, n das
povoacea em que passa ha ver escolas pu-
blicas. Por outro lado, os menores nada
lucraran* em ficar ao poder dos senhores
de suas mais, quaado, estes. Bepognas>em
te-Ios en soa companbia, ou oaV> o pudes-
sem mais en consequencia deterem mud..-
do de estado. E*sa tutela toreada seria uui
ineooamoda e talvez intolaravel para o se-
noer pela m voatade do seu espirito ; eu
intil em certos casos peto abandono do tu-
telado ; ou impossivel em outros pela mu
danga de circunstancias, que poden ser
nunerosas. Nestas bypotheses a proaosta
do governu nen quiz forear a liberdade dos
senhores das eseravas, nem qmz abandonar
os menores; inpoe ao governo o dever de
acolhe-los sob a proteccio nacional, e do
dar-Ibes destino na conforraidada das pres-
en pc&es da lei.
Aqu urna questao se levanta, a que com-
pre attender.
Se o governo liberalisa o sello da liber-
dade aos filhos nascidos da mulher escrava.
porque nSo os tomi no bergo, e u3o cura
delles em vez de enorregar esse ooqs ao3
donos dessas eseravas fA resposta fcil.
fContmuar-se ha.
VARIEDADE
GRDE PARA COLLAR A MADEUU CCM
MATERIAS DE OUTRA NATREZA. Moi
tas vezes tem-se necessidade de collar ob-
jectos de madeira com outros da metal, da
vidro, de podra, etc. Eia a receita de nm
grude que satisfaz perfeitamerte neste em-
prego.
Faz se ferver colla forte de marceneiro
com agua at qoe tome a consistencia neces-
saria pata gradar os oDjectos de madeira.
Ajonla-se-lhe depois cinzas ben penetradas,
a em qoant dada sufBcieote (tara praduzir
una nistura que tenha a consitencia de um
verniz grosso.
Con un pincel ou brocha es.palb.a-se este
grode aioda quente sobre as superficies qoe
se quer reunir e comprime-se urna sobre a
outra. Depois do resfrianento e de perfei-
ta secenra, essas superficies seacbam.de
tal modo adherentes que, para as separar,
necesario empregar grande esforcos.
p ou oAmoaos do uuytn ob gis aj


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