Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12434


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Full Text
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**'

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ANNO XLVII. NUMERO 158

*a\*A A CAPITAl E ifiAK OISE IAQ SE r*ACA POWI.
Pur tru ames adUliuilna........ ......
MIS dito* tiUjiu............'.......
Cada uumu'u valso...........',....
:*-
.#000
344000
330
SEXTA FEM (4 DE JUUfO OE 87I.

n
PA1A DHTM I JOIA IA PBOVUCIA.
Por tm meies adu&Udoi
Por Mt ditos idea. .
Por nme ditos idem
Por os auno idem .

* 4
I* .*
I
6#7M
43H0O
SOSo
71000
Fropriedade de Manoel Figueifca de Faria & Pilhos.


AO ACHSTM:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves A Filbos, no Para ; Goncalvea 4 Pinto, no Maranhlo ; Joaqnim Jos de Oliveira < Filho, no Cear ; AqUbio de Lenos .Braga, no Aracaty ; Jlo Maria Julio Chaves, no Asea ; Antonio Marques da Silva no Natal' Jos JnUfa
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ;Felippe Estrella em Nazareth ; Antonio Ferreira de Ajjniar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoa j Dr. Jos Martina Alvos, na Babia ; e Leite, Serqainho C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
Repartlpe da pe ieia.
! seeco Secretaria da polica de Pernambu-
co, 13 iiHjulli de 1*71.
N. !ii.Illm e Bil. Sr. Levo a conbeci-
nienio de V. Exc. que, seguudo consta dan partici-
ii(6d- recibidas ttoje u'esta re.urticao, foraoi
Matera reo >llnJos i ja individuos :
A' ordPio do delegad" do dUtricto de JaboaiSo,
Autonio .1 >> dos Santos, com.. indiciad > em crim.
le resistencia e anuas prohibida", e coiu> suspeito
da ser cri.uin kw de marte no termo de S.ralu An-
uo, e Vctor, escravo do Dr. Carlos de Araujo
Costa sor fgido.
A' ordem flo da lloa-Vi^ta, Joaquina, escravo de
I )ijai:n 4d Mids.iro*, itpr lar .-ido on-.onir.id)
ihpM de !) liora> da no'e sera bilhete de seu
aenbor.
I5n dala de 2 de maio prximo pasado ooq)-
fnuoea-me u dcl>;gad no dia 26 iu niel oatcrtT f.^ram reeolliidos res-
(lectiva catfpia o escravo !i !ro e s a mulher. or-
iniQjOH d morte a capturados tu provincia do
Pianny.
Por ofIi:io de i.' de junho nliimo, psrlieipou-rne
.i delegado de aigueiro que foi alii captralo e
rseolnido a cadoia Jos Gomes da Costa, por se
*tbu pronunciado as penas do art. 192 do c-
digo.
Segando enmraunieou-mo o delegado de Ser-
aftaea) p f ollicio de i do correle na ooate de 3l)
lo plisado para o 1 esVi van, no riacho do en-
etibo Ca'lor du 2' distriew daqaelle termo, fra
QCoolrado > cadawr de urna preta de nomo
Ifaria Feliciana de na*, uiuloer de Pedro forr,
paveado u^peitas de le sido a morn o re-ul-
Udu de um erime perpetrado pelo referido Corre,
orojegue-se na.H precisas avarigaacjjes, aim do
-onheer-se da verdade jie11.i nos taraos d% lei.
))ea< guardo a V. Es:.Illm. e Exm. Sr. Dr
Mi noel di N.iscimento M.chalo Portel I a, vice-
(jresiiente da provincia.O cnefo de polica inte-
rino, Jod i lrcuno Alces Mnciel.
T
PEMAMBCO.
REVISTA DJABDL
MINISTERIO DAFAZKNDA Por e>te minis-
*no (oram expedidos, em o, 6 e 7 de junho, os
fHimie* avisas
SECRETARIO DO CEAR.- Segnio bontera ao
bordo do p 111 amencaoo S. Jacinllw, com des-
tino ao Oara, o Sr. Dr. Jos Bernardo aalvao Al-
coforado Jnior, que vai all oceupar o cargo de
secretario da presidencia daquella provincia.
H ms vento* conduzam o sr. Dr. Alcoforado J-
nior ao ponto do seu deRtino.
SECRETARIA DO GOVKRXO.Assjnmio bon
ten o ex-rcicio de secretario da presidencia da
provincia, renunciando ao resto da licen^a qae Ihe
foi concedida, o Sr. Dr. Elias Fredjrico de Alraei-
da e nlhuquerque.
TERMO DE SKRIMIEM. Por portara da
presidencia da provincia, de i do correte, foi no-
meado Chrpinlaoo Baarque de Micedo para ser,
vir interinamente o oFHeio* de e^crivo do jury
crime e exeencSes do termo de Serithaem.
CRIMINOSOS CAPTJRAD03.A' cadei^ila vil-
la da Boa-Visia foram recolhidos, a 26 de abril,
I de morte, os quaes oram cipturados na provincia
do Pianhy.
Pela delegada do termo do Salgueiro foi
capturado Jos Gomes da Costa, pronunciado as
penas do art. 1!)2 do cdigo criminal.
ASSASSINATi).Tendo si i) encontrado, no ria-
cho do engenlio Castor, do 2o districlo do termo de
Serinhaem. no dia 1* do correte mez, o cadver
da prea Maria Feluiana de Jess, mulher de Pe-
dro Corre j, procedeu a polica loe ti s devidas
pesquizas, das qu.ies resullou conhecer-se ser Pe-
dro Correa autor dessa mort-j, pelo que promo-
via-se a sua captura.
INSTITUTO ARCIIEOLOGICO. -Ilontem deixou
de Haver sesso por falta de numero Aeuaram se
gmente presents o Exm. Sr. coaselhe:rj monss-
nhor Muniz Tavares, Drs. Anrigio e Sampaio e
Sajor Salvador Henrique.
COMM INDO i)AS ARMAS.Assumo hontem o
exfrciciode coinm brigadeiro Luiz Jos Pereira de Carvalho.
CAPITANA DO PORTO.Tendo de segor para
a corte o Sr. capilao de fragaia Ignacio Accioli
de Vasconcellos, passou o exerjbicio do cargo de
capito do porto ao Sr. capiai-ieaeote Joo Joa-
qun) Rodrigues Pinti, nomeaflo interinamente p
ra esse cargo.
MONTE PI PORTUGUEZT-lia hoja sessao o
coaselho. desta sociedade, que dekou de ter lugar
na ter?a-feira por falta de numero.
COMPAMHIA PERNAMBUCANA. Em conse-
queucia da alterafao feita ; viagens dos paquetes
da corte para o norte do imperio, que agora deve
lio ser realisadas a 5 e 21 de cada mes, o Exm.
Sr. vice-presidente da provincia annuinlo ao que
expoz o gerente da companhia pernambucana, re-
ibesouniria 'de Peruambuce so communic. 0|",J transferir gualmsnte as sahidas dos vapo-
uReeimentO, por se icttar perempto, do recurso So
'raneisco do A9SS Albu^ueriue da Silva Brasil e
Jlo Joltqaim RiDeiro Campos, por teremrdo apre-
'entiios fra do prazi legnl, pa requerimentos em
l'ic reclamavam contra a multa imposta a ada
un dell'. pelo colleclor de Carnar. como inenr-
.< no ari. 51 d; regalamento de 17 de abril de
ifltK) ; e se ordena que, pira ev tar o vexame da>
oopulae5>s centraes, cujas coilectorias tm muni--
ypioa vastos, fa?.> publicar oo serlo da provin:ia
qae os vendedores particulares aalorisados se for-
ecero e>tauipilhas P'ir meio do compra, abonan-
do .-Ihes a couitnisao de 2 por cerno, deduzida
pj i valor das esfaaopflnas, no acto da entrega^ del--
a' ao comprador, conforme dispoe o art. 3-i do
ruliimento de !t de abril de 1870.
I lem se communca em reposta ao offlcio de 2^
U abril ultimo, que foi approvada a decisocon-
-. i erando isenta do imposto do iraosraissao do
:r ipriedade a compra de um terreno, feita pe ca
nara mooicipal da eidadedt Victoria, pira cemi-
eri publico, visto estar a referida eeao de ac~
jrd i eom os arts. 21 da le n. 719 de 28 de se-
1 i"mfiro de 1833, e. 'i0 do regularaento annexo ao
le r lo o. 1353 tle 17 de abril le l&i'.l.
A' do Rio Grande do Norte se emmanica
fii indeferido o requerlinento de Tass > Ir
4 C, p'edindo remisso dos direitos de ex-
^;aoque pa::iram por 200 fardos e 25 saece*
aigodo arrematados oo leilo dos salvados
i barca Glaumire, incendiada oo porto do^atal,
i..i alleg icii i de que os carreteadores do mesm>
. o ]a Inviam satisfeito os ilir-iloj devidos, ao-
je, te-Ios embarcado no navio incendiado, *
-. ..< a arromataram o > L-iaa dos salvados da meu-
tu iada barca, com a declarago feita pelo ieiloei-
: que erain isentos 4- direitos ; porquaoto, a
uidade que se poderla un nao ter, seria com os
oitivojJMfeoBS dognero.cooiribuintes dos direi-
0 nao com os supplkantes, que compraram
\iy leilo os salvados, productos na.;on.ies que,
..-.;J i sido transportados para ierra sem verifica-
i,. por parte da alfaodega z ^qualdade e peso,
;,iui benetii:iado3 pelos arrmpanles que, ac-
jentando-os sem neuhuma interyeneo dos
ates fiscaes, postenormeote os embarcara'u,
lia conla na quaotidaie que Ihes approuve.
IJSTRADA DE FEIU10 DO IBCIFB AO S. FRAtN
:o.-P)r vso dominisurio da agricultura, de
- do crreme, J| nomeada nma commissao, da
ir:.I chefe o Sr, engenli oro J ise. Gimes do Val,
i.aeslular o melhor trabado para o prolonga-
..,...., da estrada de ferro do Recife a) S. Fran-
:co.
LARRIS DE FERRO PARA A BOA-VIAGEU.-
(' ,i CDiur*tado pelo Exm. Sr. vise presidente da
,,r,wnciiTCSm o Sr. Jastin^ Jos de Soaza Cam
, h, o estabeleciraento de urna lioha de carris da
-ierro, que parlindo da respectiva esui;? da estra-
l. de ferro do Recife ao S. Francisco, v termi-
ii.ir naquella povoaco.
A Boa-Viagem vai ter esse imprtante raelho-
i: ento que Ibetrar sem duvida grande aug-
uieoto.
r, mcorrndo sftipre para all grande numero
A: UmjUas nao so pela festa do natal, com* du-
u.l' o anuo, para nsarem dos baob u salgados, e
i quaodp nao bavia transporte fac', claro*quo
a nova empreza vai animar a concurreBcia, tanto
liis quanto os banhos do mar, all sao preferivers
no 6 sabido 4etodo.
ri cotrataoie de.ve onclojras respectivas obras
.He o lin do pre-an: o anno.
u-. presos Je ta\nsport para nassageiros foi e=-
ubeSecido a razafe de 200 rs. pafaos de 1', e 100
p. mu i os de 2* claise.
A emprnza traosporta/ igoalnienie carga e eti-
coiaai mdas a precos rasoavew, e os carris poderlo
mt mividos a aniones oo a vapor apropriado. ha
i-iodo viagenf dlria^d^acordo ora as qne fo-
ren i'-oalielecid/j peta irada dsderro do Recife
a i S. FranciscoJ
A empreza em lempo fata publlear as tabellas
^uc orgaoisar para o servico a sea cargo.
A durai;3o do contrato de 20 aonos.
i Exc. o Sr. rice-presidente da provincia d'ig-
i<) de todo louvor por eoaelhaoie acto, ltenlo a
-sua utilidade, e sais ama prova qae acaba ele
dar de inleressef pialo* raelhjramsntos desta pro-
nome de vossos correligionarios polticos un
das qne devem mais lisoagear a quakjuer func-
cionario, por modesta que seja a sua aspiraco ao
bora conceito publico.
Nao se trata da homenagem de um partido
ao homem que partilha a sua f, nem do reconbe-
cimento expansivo a favores pessoaes qne as almas
generosas mostram maior empenho em coofessar
qnando j nao pode baver saspeita de intersie na
demonstrarlo.
O voto que signideaes neste momento a no-
bre expresso do adversario que considera valioso
estimulo a jnstica feita intencoes e aos esforcos
posto que debis, do antagonista em favor da cau-
ta publica.
Si uo juizo por vos proferido, acerca do mea
proced ment ha demasiada indulgencia, valha isto,
ao menos, como um protesto competeale, e mais
um passo edificante contra o systema lamenlavel
ue s prejudica os sens sectarios; que aipro;-
creve a coherencia e gratido; que oalraente con-
verte a religio poltica era pugna rancorosa, diffa
matoria e inesquioha, sem enxergar no arraul
contrario um s acto oa qualidade qne nao mere-
ca vituperios.
Algum beneflcique pule fazer provincia e
o carcter moderado de minha administrago, que
j est finda, lio de recordarme seraare a hon-
rosa e discreta animacao do lado a que perten-
ceis.
E', portanlo, duplo o motivo d) meu cordeai
agradecimento, que vos rogo a boodade de trans
mittir aos vossos araigos.com a protestac*11 do meu
sincero apreco.Jos Sent da Cunha Figueiredo
Junint: >
IlJm. e Exm. Sr.No dia em que V. Exc. est
prestes a deixar a proviociadbas Alagoas, qae a
urna Ilustrad e prudenteTidministra^o de 33
eiea deve os iuvejaveis melhoramentos que pos-
se; oo dia ein que o livro da posleridade oomect
a registrar os beneficios em que V. Exc. lauto se
empeohou, quanto distingui, fazendo realcar a
prosperidade social da familia alagoana e o pro-
gresso material desta provincia, justo qae se d
expanso ao recoohecimenlo que por differentes
modos se revele para coofessar a divida sagrada
que as Alagoas conirahio para com V. Exc.
Applaudindo sinceramente o empenho com
que V. Exc. procarou ei .neniar a paz e garantir a
justica, alguns dos dedicados amigos de V. Exc,
a qaem neste momento temos a honra de repre
sentar, possuidos do maior apreco p-ia pessoa de
V. Exc, deliberaran) por occasio de receberem a
noticia da ele vacio de V. Exc ao grao de eom*
mendador da imperial ordena da Rosa, manifestar
a V. Exc. o profundo respoilo que Ihes inspira o
desapego de paixoes partidarias e a nobreza de ca-
rcter con que V. Exc. presnche seus melindrosos
deveres.
Os abaixo assignados, fiis interpretes dos sen-
timanios de justica qne animara a todos os cava-
ihairos, cajos nomes constara da relacao joma, e
qne expontaneamente toraaram parte nesia iosig
nicaote, porra sincera demoostraro, pedem uer-
misso para depositar as mos de V. Exc. como
um ignal da raaaifestaco, a que temos alludido,
a insignia da referida orden..
t Certos de qne V. Exc. aeeitar Oenevolb esta
prova de dedieac/io dos seos numerosos amigos da
provincia das Alagoas, desejavamos qne se nao
inedisse pela ollera a grandeza e a elfuso dos
seniimento) qae a determinaran!.
t Pela prolonitaca) da preciosa sade e pela
prosperidade de V. Exc, fazemos os mais sinceros
votos, desejaado a mais feliz e prospera viagem
V. Exc, a quem Deus guarde.
o Macei, 2 de julbo de 1871.Iilra. e Exra. Sr.
cotnmendador Jos Bento da Cunha Figueiredo Ju
mor.Lucio Soarts de Albuqu'erque Eustaquio.
Leandro Ferreira Campos.Manoel de Vasconcel-
los. Felippe de Helio Vasconcellos.Manoel Har-
tis de 3i ir anda.
t Macao das pessoas que subscreveram para
offerecer se a commenda Ja imperial ordem da Rosa
ao Exm. Sr. Dr. Jos Dent da Cunta F/gueirio
JniorDr. Bernardo Antonio de Mendonca, Dr.
Rozendo Cesar de Ges, Dr. Floriauo Jos de Mi-
rauda, Dr. Oiympio Euzebio de Arr<'Xfella* Galvio,
Dr. Felippe de Mello Vasconcellos, Dr. Jo) Lopes
de Aguiar Silva Moritiba, rpita > Tiburcio Vale
riano de Araujo, vigario Jos de Maia Mello, najor
Manoel Martins le Miranda, vigario Antonio da Pa
Vasconcellos, Dr. Joqaiiu Jos de Arauj,
e os tra
sesso
goas,
e pron
insiall
fa-lonh
A.
res desta companhia paraiguaes diasaflm dercon-
tinnar assim a regulardade que se mantinha de
termos semanalmente viagens para o norte e sai
leitas par uns e outros vapores.
Hoje o ultimo dia em que receoem carga
os vapores Pirapama e Maniah para os portos
do nurie e sal cootorme o annuneio da mesma
comoaohia.
INSTITUTO HISTRICO E PILOSOPHICO.-
Reuoio-se hontem esta socedale, em sesso ordi-
naria sob a presidencia do Sr. Bandeira de Mello.
Foi hda e approvada acta da sesso anterior. Fo-
ram lidos diversos pareceres sobre propostas para
socios effectivos e approvados os Srs. Luiz Frede-
rico Codeceira, Raymundo Cirneiro de Souza
BanJeira, AibiuolGongalves Meira Vasconcellos,
Artbur Aones Jacoroe Pires, Joao da Silva Pires
Ferreira e Fredenco Augusto Borges, tomando lo-
go assento este ultimo. Foi prop isto e approva-
do sojj honorario o Sr. Floriatio Correia de
Brito.
Eutraodo se na ordem do dia, o Sr. Barros
emittio a sua opuiio sobre a tho-e O philoso-
phismo pode fazer parte do direilo ecclesiastico co-
mo sciencia ? (cando cora a palavr para fallar
sobre a mesma I hese na sesso seguate os Srs.
Bellerophon e e I'rederico Borges.
Nao se achanlo presente numero de socios suf-
fli'ien'.es, o Sr. presideate addiou a eleieo para a
sesso segninte.
MANIFESTACOSS.in grande numero de pes-
soas residentes na provincia da> Alagoas, e entre
as quaes se contam negociantes, proprietarios e ci-
urna pouimenda da imperial ordem da Rosa, a
insignia de ouro, e era vejada de brilhantes. Na
ente se aeha eootiada aos
NAY.Pessoa, que se-aebacooi-
airirsoafaos qae ji
es a afblragem qne Joi
lo D|si|ulo dos Enga-
d*le, endo o laudo dell-
itetvo dos estados preliminares feitos para a eoos-
er^coa- da projectada estrada torrea; de qae era
ou|eerea de 75:000.
)
vmea, que tao di
/seus cuidados.
QUESTO M'
Tietenlemeoie-a1
.irha resolvie
obmeitda so r.
lili ei ros Civil daq
caixa que a encerra l-se o seguinle distic) :Ao
Exm. Sr. Dr. Jos Bento di Cunha Figuilredo J-
nior, em sigual de apreco ao seu dutincto mereci-
raenio.
Abaixo publicamos a manifestarlo queacompa-
nli-iu a offerla, e que foi p'sspalmente apresentada
por ora i commissao em Mici.
Q'iatro bailes, ?eado um del es na villa do Pilar;
um numeroso acompanharaen'.o como nunca se
vio na capital; o tsle'munho dado pelo partido li-
berai bistorieo, e urna tocante poesa recitada no
lagar do embarque por um talentoso alagoaoo, fo-
ram as provas mais significativas do apreso que o
Sr. Dr. Jos Bento Jnior recebeu ao partir das
Alag metes.
Damos em seguida o manifest do partido li-
beral.
t Illm. e Exra. Sr. No momento em que V.
Exc. deix a administracao desta provincia, para
ir a administrar a provincia de S. Pedro do Rio
Grande do Sal, do nosso de ver apreseatar um
voto de recjohflcimento pela nunejra. justa esen-
sati com que V. Exc. administrou esta provincia ;
voto que sigoifica urna homenagem consagrada ao
merpcimenlo de V. Exc.
c Exm. Sr.: a co nradcgo, qae no rgimen
constitucional representativo expressa o principio
que equilibra a* opoi5as, s vexes injusta, e
muita vez intolerante; mas isto nao embaraza os
homens de bom senso, qua ha em todos os parti-
dos, para fazerem Justina quelles que, como V.
Exc. endahdo seriamente dos graves e momento-
sos interesses, deixam a poltica abtrata s frivoli-
dades de certos espirito}, que nao ss occupim das
cousas uteiS.
c Sectarios do principio liberal moderado, que
nesta provincia est identificado com o desenvoivi-
mento della, e qae preierio, na administracao de
V. Exc collocarse em opposico regular, de refli-
xo antes, do que de ardencia e injusticias sedijas,
e sempre repetidas pelos que fazera cousistir toda
opposicjo na systematica destroco,-ns faltaria-
raos ao dever de bons cilados si, esqaecendo este
reconheci ment, deixassemos V. Exc retirar-se
d'aqu sem ouvir a palavra, a opinio dos lberaes
ttWeraddS desu provincia era nome dos quaes
fallamos, e por amot de quem aqu estamos em
commissao para expresar este voto. E V. Exc,
que sabe ser jasto e reflselido, bio se esquecera
de conquistar a estima dos qne vai governar, como
cooseguio a estima nesta provincia, onde V. Exc
deixa planudos todos os elementes de desenvolv-
ment futuro eograndecimeoto.
Queira, pots, V. Exc aceitar esta exigua pro-
ra de recQnhecrnen'.o e alta eoniideracio que a V.
Exc dedicam adversarios justos.
Mteei. 2 de julho de 1871. Jos Angelo
Marcio da Silva.Miguel Felicto Bastos da Silva.
Padre QiMh V. A. da Costa.Antonio Jacin-
th$ di Sampago. >
< Senhores Entre as manifestaedes benvolas
que tenho recebtd detie qae eoaitoa a minha
prxima retirada) t qae acabis ds dar-me em
Perpetuo Felicito Martina, major Fran<-iseo de Vas
conc--llos Meodonc,a, commendador Manoel de Va--
coucello?, capito de fragata Franciscj Jo; de
Oliveira, Charles H. Perrier, Jos Manoel Baptista,
Manoel Joaqaira da Silva Leo, engenhairo Hugh
NVilson, Dr. Manoel Joaqnim dos Sanios Patury, co-
ronel Theolonio Ribeiro e Silva, Dr. Possodooio de
Mello Aeeiuly, Aat>>nio Mximo da Cunha Reg,
capito Joo Pedro Xavier, Dr. Jariutlio Jaraga
capito Antonio dos Santos Caria, agrimensor Ma-
noel de Souza Braga, Dr. Delfino Augusto Caval-
cante de Albuquerque, major Manoel Claudino d6
Arroxellas Jayme, capito Antonio Ulysses de Car
valho, alferes Antonio Seipio da Silva Juca, alfe
res Jos Alexandre Passos Jnior, bario'de Imbu-
ry, Paulino Salvador da liosa e Silva, major Jos
Lbano da Silva Monleiro, Dr. Lucio Soares de Al-
buqnerque Eustaquio, Dr. Jos Angelo Marcio da
Silva, Dr. Jos Aotooio Lopes, Dr. Joaquina Pontes
de Miranda, Adriano Augusto de Araujo Jorge, pa-
dre Getulio Vespagiano Angosto da Costa, Jos Co-
Iho d'Almeida Sampaio, Antonio Card >so Sobral, Si-
dronio Herculano cU Santa Mara. Irme a Alves Pe-
xoio, teueme Aoreliano Honorio Talentino da Costa,
alferes Gaidino de Aleantara Taveiros, Dr. Jos Igna-
cio de Albuquerque Xavier, capilo Pedro da Silva
Machado, capitn Manoel de Araujo Maraes Cahet,
lente Joa i Parizio da Silva Maia, alferes Ildefon-
so Caotidano da Silva, Hygrao Sergio Tiburtino de
Oliveira, capito Pau o Pereira de Moura, Joo
Francisco de Macdo Carapeba, major Jos Joa-
qun) Correa Barbosa, capito Jos Looguiuli > da
Casta Leite, capito Francisco Honorato de Cer-
queira Barbosa, capilo Daro Feliciano da Racha,
capito Manoel Soares de Albuquerque, capito
Manoel Sebastio da Rocha Los, tenente Justino
Pe-soa de Audrade, tenente Joaqnim Igoacio da
Silva G man, tenenle Joo Paulo M >;eira, tenente
Anlqnio de Soaza Araujo, alferes Mauoel Ferreira
Fonles, alferes Francisco Jos da Silva, alferes Ma-
noel Ferreira Guiraares, alferes Augusto Pereira
Ramalho, alferes Guilherme Jos da Triodade. al-
feres Demetrio Marns da Silva Murta, alferes
Floriano Vieira de Mello, alferes Manoel Gomes
Colno, Leandro Fdrreira Campo. Macei, 2 de
jalho de 1871. i
LIVRO DO POVO.Sob eisa denominacSo aca-
ba o Sr. advogado Romualdo Alves de Oliveira de
publicar um volunte de 130 paginas, no qaal se
occapa da aoalyse da civilisaco dos povos desde
Adao at o scalo presente.
ssse trabalbo expe o antof: a crea** do
muudo, o fratrecidio de Caim, as dontrinas de Ja-
sas Christo, o grao de civivilisaclo dos povos ami-
go e moderno, os dous systemas degoverno pepa-
lar e realista, o como servio-se a eivilisaco'Sa in-
quisige, a poltica universal, e laalmenta as guer-
ras, a civilisaeo e o Evangelbo.
E' trabalhoqae merece a pena ser lido, porque
oelle se encooiram algumas boas ideas aproveita-
veis pela soeiadade. Recomroeadamo-lo por iiaoi
aos leitore*.
NOVA PUBLIOACAO. Acaba de sahr a ioaj
da typographia do Jornal das Alagoas, um pam-|
phleto conloado os ootnes dos deputados e sup-
plentes das 1& legislaturas (1835-1871), as mesas;
ios e occarrencias principaes de cada
sembl* logistiva da provincia das Ala-
data de snas installacas, adiameutos
e os nomes dos presidentes que as
trabalbo esse devido paciencia e en -
W do dHtinoto esetiptor Dr Olympio
Euzebro'te Arroxellas Galvo. cojo zelo pelo es,-
clarecirneeto da historia de sua provincia nada lem
feilo artafceer.
Reeijjiendamos aos nossos leilores esse cario-
so trabaibe, do qual so conhece : qne a assemala
das Alagoas. i'.o anno de 1870, decretou 716 ac-
tos, sendo 120 de 1835 a I8i4, e- 587 de 18i3 a
1870 ; que neohum acto approvou no annos de
1810, 18il, 1867 e 186D; que en 1836 e 18ii
apeuas decretou dons em cada um ; e flnalmnie
qne bouveram sessoes extraordinarias em 1839,
18^2 e IK.'ii, que f4ram eoevocadas e p i se reu-
nirn) em ISiii, iSii e 1867, qiw foram adiadas
em 1840,1845, 1848, 1850, 1833, 183*. 1863 (dnas
vezes), 1867 (duas veze>), 1888 (tres vezes). e 1870,
o qae foram prorogadas em 1837. 1838,-1847,
1853, 1S59, 1862 e 18i0 (duas vezes). i
PORTO DE PERNAMBUCO.Sobre esteassump-
lo assim se exprime o Exm. Sr. ministro da agri-
cultura,'no seu relatorio assenbleageral no cor-
rente anno :
< 0 eo'genhei-1 Raphael Archanjo Galvo Filho
apresoot >n o relatorio final da commissao de que
o encarregou o (t de marco de 1869 reUtivaraeute aos melhoramen-
tos do-porto de Pernanibueo e igualmente os pla-
nos orcamento das obras que propoz :
' Dividio-as em tres eatbegoria* :
1.* Obras que se referen propnamente ao me-
Ihoramento do pono e tm por lim principal faci-
litar o accesso a barra a qnalquer hora do dia on
da noate e em quaesquer circumstancias da mar
aos nav.ps de roaior lotacan ; e dar ao ancoradoa-
ro a eapacidade, profundidade, abrigo e permanen-
cia necessarios.
2.a Obras concementes ao estabeleciment de
dcas do commercio onde os navios postam carre-
gar e descarregar fcilmente, debaixo de nm car-
io rgimen e son a Ihcalisaco dos direitos da al-
faodega.
< 3.a Obras tendentes a attenuar os damnos das
cheias extraordinarias dos rios Caplbaribe e Be
benbe, fazendo reverter em beneficio dos terrenos
margoaes parle do exeesso das agnas acarretadas
por quelles rios.
t As obras da Ia cathegoria devem, segundo o
projecto, licar a cargo da governo geral e ser rea -
Usadas qaer por administracao, qner por amprei-
ladas parciaes, sob a iraiediata nticalisaco do
mesmo governo.
Aa da 2a cathegoria devem ser entregues a
emprezis que s- proponham elTectua-las coraos
seus proprius recursos e oater pelos servicos que
prestarem a remooeraco correspondente dos ca-
pilaes empregados.
t As da 3a cathegoria, finalmente, devera ser
realizadas por conta dos cofres provinciaes.
Uoaa tal deslribuico dos encargos qne exi-
gen) osrabalhos de melhoramentos do porto de
Peruambuco, alera de fuodar-se as razo que
judietaeamante deaenvotvea e autor no projecto
I i ja To distribuido, lem a vantagem de offerecer
aos goveraos geral e provincial nm meio raioavel
e fcil de silisfazerem o auxilio com que devem
naturalmente concorrer para exeeueo daqneile
importantissimo melhoramento.
< A4 obras da Ia cathegoria, que devem ser fei-
tas administrativamente, ja por nao haverem ba-
ses seguras para a deierrainaco exacta do res-
pectivo custo, dependente em parte de escavanes
submarinas, cujos precos elementares sai por ora
desconhecidos, j por seren de natureza tal que
quasi irapossivel flsealisar a perfeita execugo, con-
sisten) :
a 1." Na construccao de um quebra-mar na
parte do recife submarina que se estende desde o
extremo oorte da barra do Picio at o extremo
sul da Barra Grande, para formar um porlo de
abrigo na enseaja denominada Poca
2. Na -remoc-a dos parceisque dividem a
Barra Grande, licaudo esta desembarazada em loda
a sua largura e om urna profundidade d'agua
nunca inferior a 7,50' da linha da baixa-mar do
equmoxM para baxo;
3.* No prolongamento do recife desde o pha-
rol al a tartaruga por meio de um quobr-uaar,
para evilar que a< ondas passem pelo intervallo
que existe entre o recife e aquella pe Ira, e mar-
car melhores limites da barra do Picio ;
< 4." Na excavaeo na parte do porto era que
liouver menos de 7" da inba na baixa-mar do
equiooxio, a comecar i!u> bancos fornudos no in-
tervallo das duas barras at a barreta das Jaoga-
das o daba at a ponte dos Afogados, coordeoando
a seccio do canal com a largura do rio na parle
em que est situada a referida ponte.
< l'odem ser executadas por empreiladas par-
ciaes :
< 1.* A reeonstruccao dos. caes do lado oriental
do bairro do Reeif< qae form armiados pela ex-
cavaeo, dando-s3-laes- urna -liiiha prximamente
paralela aos recf*s,-e prloogametilo do caes do
norte at a posico fronteira barra do Pico ;
i 2. A concluso do dique do Nogueira na
parte era frente Barreta, aterro e' plantaeo de
coqneiros em todo o esoaco comprehendido entre
o referido dique e os recifes-;
c 3." A eleva cao destes desde a Barreta at o
pharol por meio de duas muralhas parallelas, sen-
do sea spaco intermedio preenehido com ateiros
e as muralhas exteriores munidas de parapeitos,
de forma que a arrebentaco das ondas nao os
galgne daraote a preamar das mares vivas ;
< 4. Elevacio da parle do sul da ilhi de Santo
Antonio com o producto da esoataeio do porto,
devendo as teTfaaser espaJhaias nos terreno) con-
quistados ao rio ou nosdevolutos e conveniente-
mente apoiadas em muros de revestimanio que
circumlamesta p .na da Iba.
c As obras da 2a cMthpgBria comprehendem a
construccao de das eom armazens e telheiros,
munidos do material fixo e rodante indispensavel
e com,dqaes para jyjparacao de navios.
e as ds 3* cathegoria comprehendem se :
c 1.* A construccao de acudes nos principaes
aluentes do rio Caprbaribe ;
c 2. A constrenlo de reservaiorlcve barra-i
gens na garganta dos valles atravessidos pelo mes-'
mo rio ;
c 3.* A constracnio de badas de sedimento ao
lado de sed leito ; (
4. Aeonsiraecao dediques parallelos nos lu-
gares em que convier diminuir as corren leus do
rio ;
f 5. A coosolidaco da margen esquerda do
Beberibaraiaporc) correspondente ao lado occi-
dental do ttthmo de Olinda, estatnlecendo-se um
muro de faxini em luda* extensao em que tem
sido solapadas as apipa *JBaie..rjp por effalo da
erosao d*^#sL'v >ti -.!.
i Oor#n)to totsf IMas olrs ?le.........
12.916:m&tlO, jf aW f *F "
t Obras do porto (Ia cathsgom)-5,812:933#)0
Do (** dita) W9fc3e0jO0O
< Melhoramento Sos ros (3a dita) 2,004:300*00
Este projecto tende a saiiisfazer desde ja as
necessidad3S mais palpitantes, do porto de Per-
nambaco, j i
< O dysi na por elle adoptado, ai-nla- depois de.
completamente realindV, W prejadicar a exe-'
cucas de qrAHjner oTa m%is froportante qae no
futuro teoba da ser emprendida,
i Encarado por este ted leva, projecto deoi
dida vaatagem sobre o dos engeoheiros Neate
Lae. *.* "* *>
LX^*V^^!*ml! tros prestarem solemnemente o seu consenso, ,-
t s%Stredcbors u^ator eDheir Mw,j^^ direitos a mesma hypotbeca.'
- 4.a O propnetano qno pretender contratar
'y>m as obras cima especificadas nao se obs- cora o banco sobre hypotheca dever fazer-ibe a
true urna das barras ; nao se eorta o isthmo de proposta com designaco dos iromoveis que offere-
unnda ; nao se altera o rgimen dos rios ; nao se ce, declarando es seus rendimenlos, acomoanhaodu
torna obrigatonoa suppressao da ponte do Recife a proposta a avaliaeo especial de cada artigo, as-
e a perda de 480:1100* que nella se empregaram ; sim como os documentos e as informacSes qae a
nao se expde parte do bairro daBoa-Vis>a aos ns-, contente do banco e na forma das leis vigente-
eos de urna innandacao, guando coincidirera as justiflquera o seu dirao de propriedade.
cheias com as grandes maros das Sysgias ; nao 5.a Nenbum contrato sera firmado sem qne a
se intercepta a passagera a navegacao da peijueoa avaliaeo dos bens que tiverem de ser hypollwca-
e grande cabotagempela barra pequea ; nao so; dos ao banco se verifique por peritos designados
erabaraca a navegacao ote-ior de canoas entre o jera sesso da directora
Recife e a cidade de Olinda, e finalmente nao se cuidadosamente conhecer
emprehendem obras de xito duvidoso Ao con-' mesmos bens ; j exigindo dos respectivos pro-
trano, obtem-se um ante-porto para pnraeiro an-| prietanos documentos legaes que provem aimpor-
corad.uro dos navios que procurarera o refugio,; unca e pagamento da decima urbana e do imposto
i de deraorar-se poucas horas em pessoal do ultimo sewestre vencido, e inesrao do
os quaes diligenciar)
o valor vendavel o*
Pernambuco ; amplia-se eoosideravelmeole o ac-
tual aoooradourodoMosqueiro, dando-se-lhe maior
eapacidade, profundidade e abrigo, desde a entra-
da at o extremo sul do porto em urna superficie
total de mais de 100 nctares; regularisara-se as
correntezas neste ancoradouro, tornan lo prxima-
mente uniforme a sua sec^o de vaso desde o
norte at o sul do porto ; proporcooa-se nma ba-
ca tranquilla e com bastante profuudiJade ao p.
dos mlhes e caes, e para carga e descarga das
raercadorias em um local visiuho da estrada de
ferro ; evita-se a reprodueco das causas de obs*-
trnecao, nao s por effeito dantas obras, como tam-
ben) pela consolidacio das aras da ilha do No-
gueira e pelos melhorameolos que se realisarem
nos rios ; e finalmente, poupase ao coramercio o
accrescirau de aovo onas, distribuindo a despeza,
que a execujo completa deve irazer, ja encarre-
gando-ae o governo das obras de carcter e con-
outros se neceisario fi, bem com, qusesquer do-
cumentos e esclarecmeotos que provem qual a
renda lijujda por taes bens produzda ; j infor-
mando-se com outros proprietanos ou vi-inhos ;
e ja finalmente, comparan lo o seu valor aode ou-
tros bens anteriormente avahados.
6.a Todas as despezas feitas pelo banco oom
os exames e avaliacoes dos immoveis offereeidns
para hypotheca serio, anda que a kvpoibeea nao
se reahse, por conla de quem a houvt-r prupost-,
que para isso previamente depositar no bauco a
.-omma por esse exigida.
7a 0 mutuario licar obngado a segurar a parle
edificada da propriedade contra os riscos de figo.
sempre que isso for possivel. O seguro durar em-
quanto existir a hypotheca, e o banco radicar o
segursdo.
8.* O instrumento do contrato de tmpreslimo
importara cesso f-ita ao banco do direuo de haver
veniencia geral, por exemploj das di barra e do directamente do segurador, no caso de sioistro. a
fhirt lirnnri-lT-.ont. Ail\ i rinnrlt\-c porto propriamente dito, j daodo-se a urna em-
preza aquellas que forera de interesse immedialo
do commercio, como a doa e j lomando a si, a
provincia aquellas, que forem relativas aos melho-
ramelos dos nos.
O que coovrn agora dar prompta execucao
pelo meaos s obras da primeira categora,
A verdade que em parcellas tem se gasto
at o presente com escavarjues e obras accesorias
mais do que o capital primitivamente calculado
para as obras completas do porlo; e no enlamo
o sea ancoradouro est mais obstruido e o seu canal
mais estreito de que talvez nos lempos coloniaes.
E' o qae snecede sempre qae obras bydraulicas
sao executadas com demora e interrupcoes e sem
systema.
< A constracejio on melhoramento de nm porto
de coramercio como o de Pernambuco, servido
da competencia deste ministerio, para o qual re-
solvereis se deve passar a verba de 800:0005000
que j urna vez consignasles para esse melhora-
mento. .
t As-im, pego-vos que habilitis o'governo com
os meios necessarios na futura lei do orcamen-
to. >
BANCO DO MARAiSHAO.Na cmara dos de-
puu Jos foi lido e mandado imprimir o seguinte
parecer e projecto :.
O banco do MaranbS swjelton approvacao
do governo a reforma qne resolver lazar nos seus
estatutos em virtade da aumrisacao conferida aos
bracos de circularlo pela lei n. 4,083 de 22 de
agosto de 1860 art. i.' 2., 3." e 4..
O governo, ouvida a seecao de faienda do
coaselho de estado, entendeu que das alieracoes
s nao poda ser approvada a proposta no art. 1
o. 13 da dita reforma, na parte que autorisa o
mesmo banco, que j de cireulagao, a emitlir le-
tras tiypothecarias, na forma da lei o. 1,237 de
24 de setembro de 1864, art. 13, e que portanlo
devia ser negada essa autorisacao, devendo no
referido art. 7. supprirair?e a palavra13sen-
do concebido assim :arts. 2 a 12 ou 13 exclusi-
vaments do art. 7 das alteracoes propostas.
< O banco expoe agora cmara dos deputados
qual a iotengo que leve de reduego do queslio-
nado tpico coudo no citado art. 7." Diz aquelle
estabelecimento de crdito que nao solicitou do
governo especial autorisago para emitlir letras
uypoihecarias, mas sim a de fazer emprestimos de
seu capital, recebando em garanta, como se faz
geralmeute, bypoiheea do immoveis, abrindo para
e>se lira urna coma especial ;, sendo nicamente
devida a equivoco do banco a eitacio do art. 13 da
lei o. 1,237 de 24 de setembro de 1864.
< A commissao de fazenda, ailendendo a que a
perjiss: aspiro pedila pelo banco tem por lira o
desenvolvimento do crdito to necessario ao com
merco e lavoura ; e considerando que est ella
de accordo cam a informaco do governo e a con-
sulta do conselh) de estado, de parecer que seja
altendida a reforma que o banco do Maranbo so-
licita, para o que a commissao sujeita approva-
cao do corpo legislativo o seguinle projecto :
A asserabla geral resolve :
Art. 1. O banco que na capital da provincia
do Maranho se acha estabelecido sb a denorai-
nagao de Banco do Maranho, durar mais va-
te aunos, alm do prazo marcado nos seus esta
lutos.
c Art. 2. 0 sea fundo capital de l,000:000
lica elevado a 3,000:000*, sendo os 2,000:100,4
com que augmentado; divididos era 20,000 aegoes
da 1004 cada urna, as quaes sero emiltidas pela
directora proporgo que julgar conveniente
aos interesses do banco, mas dentro do prazo de
dez annos.
Art. 3. O mximo da quantia que pode ser
descontada no banco sob a garanta de cada fir-
ma, fixado era 40:0064, nao comprehendidos os
emprestimos sobre penbores, pelo art. 42 5."
dos estatutos, ser d'ora em diente de 80:0004,
inclusive os emprestimos por conlas correles
caucionadas, depois de feilo pela directora o com-
peteale cadaslro de firmas de accordo com os ac-
luaes estatutos do banco.
< Art. t. Haver no banco ama coma especial
para dinheiros emprestados sob hypotheca com os
auxiliares necessarios, e em cada relatorio semes-
tral a directora participar o estado da coma das
hypothecas, e os estorvos qae na pratica houver
encontrado, para serem removido:.
a Art. 5. A porcio do capital do banco exclu-
sivamente destinado s operagoes sob bxpolbeca
ser de mu contos tirados dos dons mil com qae
agora pelo art. 2.* augmentado o capital do mes-
mo banco.
t Art 6. Os fundos reservados Bhypothecas
nao sero desviados desse destino ; todava se al-
guma porco d'elles nao achar emprego, poder
temporariamente, isto emquanio nao for necta-
sario, ser applicada a oulraa operaeoes do banco.
Art. 7." as operacoes sobre bypoiheea sero
observados os arts. 2." a 12* da lei n. 1,237 de 14
de setembro de 186'i, e alm disso as segamtes
regra :
1.' A cireurascripcao territorial para as ditas
operagoes comprehender somonte o municipio da
capital do Maranbo. Todava poder o banco ad-
mitiir hypotheca de immoveis situados em quaes-
quer pontos da provincia e mesmo em outras, urna
vez que seja para reforjar as garantas de ttulos
de dividas existentes na sua carleira.
a 2.* A quantia emprestada sobre bypatbecas
nunca exceder melado do valor dos immoveis
ruraes, nem a dons tercos os immoveis urbanos
3.' Nao podero ser aoeilos para hypotheca
nem os immoveis de precario rendimeato, nem os
de valor vendavel de difflcil realisacao, nem os in-
divisos ou cajo usofraoto se echar separado do di-
reilo de propriedade, salvo so os donos dos indi-
visos oa se o ai propriedade usofruida por,ou
respectiva indemnisago. O banco tambera poder
estipular que o seguro seja feilo em seo nome e o
premio pago por elle, langando-o oa conta do mu-
tuario.
9.a Nenbum emprestmo sobre hvpolheca po-
der ser inferior a 2:000 nem superior a......
30:0004.
10. O prazo dos emprestimos ser de um a cu-
co annos. Elles sero panos por meio do presta-
gSes qne representen) os jaros do capital mulna-
do e a quanlia necessaria para sua inleira amorti-
sago dentro do prazo estipulado oo conrato. A
poca em que as prestagoes ho de ser pajas, e a
quota do capital que cada ama d'ellas na de amor-
tisar, serio convencionadas entre o banco e o mu-
tuario.
c 11. A taxa dos juros ser regulada pela di-
rectora na forma do art. 41 4." dos estatuios.
1. A falta de pagamento de qualqaer presia-
ea i. ilara ao banco o direito dereceber os jaros na
razan de mais de 2 por eento do que a taxa fixada
para as respectivas operagSes, podendo tambera
exigir o reembolso total da divida, sendo o mu-
tuario avisado para pagar dentro de trinta das.
13. A divida se torear do mesmo modo ex -
givel e o proprietario licar sujeito a pagar ao
banco a indemnisago de cinco por cento do capi-
tal rautuado, se aquelle nao denunciar a este no
prazo de trinta dias, a Hienago total ou parcial
que techa feilo do immovel hypo'.heeado, e bem
assim as deieriorages que o mesmo immovel
soffrer e quaesquer successos que Iba diminuam o
valor, ou perturben) a sua pose.
Art, 8. Tambem o banco, apezar do que (lea
ordenado no art. 7. j 10, na parte era que s per-
> emprestimos por am a cinco annos, poder
mitie
por excepgo aceitar hypothecas para garanta de
cuntas correles de dinheiros, successvamente em-
prestados para reembolsos futuros, com tanto que
o mutuario se obrigue a entrar c->m as sornmas
emprestadas dentro de seis mezes, contados desde
o dia do recebinoento, sob -pena de poder ser a
isso constraogido judicialmente, e de pagar a mul-
la de cinco por cento sobre o que estiver devendo.
Art. 9." Revogam-te as disposiges em con-
trario.
Sala das cnmraissoes, em 22 de junho de 1871.
Cantoso de Menezes. Araujo LimaPereira da
Silva .
LEILO.Hoje (14) effecta o agente Piolo o
leilo de mubdias, louga, crystaes, conforme est
annunciado para a casa da Ilha dos Rato- junto
estago dos Irilhos urbanos do Recite Oliada.
LOTERA.A que se acha a veDda a 200
a beneficio da irmandade de Deus, que corre na qaarla-feira (19) polo novo
plano publicado.
PASSAGE1ROS Sabidos para o sul no vapor
Afinos :
Jos Antonio Martins Siqueira, Manoel Antonio
Fernandos Guimares, Antonio Jos Rebollo, Do-
mingos Gongilves Machado, Antonio Ptreira de
Cairo, Dr. Henrique do Reg Barrse seu criado.
Igoacio Ferraz, Joa mira Bernardo dos Res, Olym-
pio Googalves Rosa, Antonio Morelra, Rv Fr. Fi-
delis, tenente graduado Felippe Bezerra Cava lean-
te. alferes Leoncio Luiz Pinto Ribeiro, Vicente Fer-
reira Chaves, Jos Joaquina da Silva e Jc> Dias
I Soaho, Ciar escrava de Andr Avelino riego, Domingos Rodrigues Soulo, Antonio Augus-
ta Guedes, Jos Cyrillo dos Anjos, Francisco Anto-
nio Borges de Faria sua senhora Olympia Luiza
Praheiro Borges, Joo da Silva, Narciso Henrique
Belera. Jos Ferreira Cardozo e seu criado, um
sargento e 3 pragas do batalbo naval escoliando
3 presos, Francisco Jos Doraingues, Manoel Seve-
rio Duarte, o preso Jos Pereira de Saot'Anna,
um sargento e quairo pragas de permanentes,
Henrigue Naegeli, Francisca e-erava de I>. There-
za de Jess Azevedo, escrava Eulalia do Dr. Al-
varo TaVares da Silva, Francisco Gomes de fran-
jo Ferraz, voluntario Manoel Pedro da Cunba. ca
bo Jos Baptista Bruno e sua senhora Apolinaria
Maria Rosa, Sabino Beoicio Saraiva Leo, escrava
Maooela de Jorge Jacome Tasso, Manoel Jos de
Araujo.
CEMITERIO PUBLICO.-Obituano do da 11 de
crreme :
Maria, Pernambuco, 45 annos, solteira, Boa-Vis-
ta ; gasiro interite.
Semiana, escrava, preta, Pernambuco, 47 annos*
solteira, S. Jos ; tubercnlos pulmonares.
Francisco Julio Machado, branco, Portugal. 20
annos, solleiro, Boa-Vista ; tubrculos pulmona-
res.
Aooa Mana dos Prazeres, preta, Pernambuco,
66 annos, viuva, Boa-Vista ; pbiysica pulmo-
nar.
Jos da Costa, branco, Portugal, 53 annos, sol-
teiro. Boa-Vista ; conge-to cerebral.
Mana Claudina da Conceicao, parda, Parahyba,
40 annos, solteira. Boa-Vista ; anaxaica.
Dr. Joaqnim da Silva Gnsmo, branco, Per-
nambuco, 36 annos, casado, mdico, S. Jos ; by-
petropbia. '
RESUMO DO BALANGETE DA REGEITA
E DESPEZA DA CMARA MUNICIPAL
DO RECIFE, NO MEZ DE MAIO
DE 1870.
EXERCtCK) DE 1869 1870. ,
Receita.
Saldo do mez de abril pro"
ximo fiado............. 4i:342820
Receita arrecadada no mes de
maio.................. 6:3844165
;
47:798(9985
i mm
-




n
Dma 6* 'Pmtnnmbw *~ Sexta feira 14 tU Julho da ifl7

=
.*&*

-4
:lportjmcMi ftcspendida no
nezdeuMio.............. I'l:776)|ir30
-Saldo qoe passa para o me
goifJU,......,........,,, 35:9520855
47:7i898*
Cmara
de 1871.
rnnnicipal o fcecifa, 3 da julo
O procurador,
Jos* Simpo de S Esteocs.
PBLiCAfiOES A PEDIDO.
Kwfl dM aflictas
Nada mais coinmodb do qu-t escrever nymu, como o W. patrono do concurrente mystifi-
cadt, que assumiodo ares (fe mi-stre-escota, era
pedantesco estyio de pedagogo, veio tomar lirdes au
B., que nao polia deix*r pa*ar sem raspista o
efundo artigo do concurrente mystificado, que tar-
de e a ms horas defende o seu direito, e aposte-
ma-se tao depressa
Ke-n-miemn- entao, ao dilemma do concurrente
mistificado, ou do W., que mostra ter mama pelas
formas dilemnalicas porque, repetiremos. Sr.
coaselbeiro Diugu Velho nao mxndmi eiebrar o
contrato em qaesto ex vi da lei n. 9W nao sane
craada, e sim em virtude da na n. "US att 9, que
ene dava anturisaca para fa-lo ; e por is-o lie n
o Sr. conselheiro rafngi" aquella lei. porque n.i
poda fundar svtactn ii'nma autnrisar/io fuiur.i,
a era lamhem erro porque n**> linha o arbitrio de
deiiar de sanecionar um.i resoloro da assembla,
sem molivn legal.
A lei n. 99J flear lettra morta sem prejuiz.
para a provincia ou p*ra o pub'.'co, a etcepcio d
cmrMireiUe mysti/icado, que tiuiia l sens planos
para (ruando houvesse conenrrencia: executada a
lei, ira ferir di renos adquiridos, a alisal de comas
a provincia indemnizara prejudieadiis.
A jurisprudencia do W. singular, qnande
afflrma que a le n. 980 revogou a de o. 518, o
que nada menos importa do que dixer-se qut
legal a annnllaca do contrato de 2i de abril, e de
parte do anterior com a empresa de Apipueos por
meio tao suuimario, quanlo absurdo e incompe
teste.
N> insistiremos miis so ir o assompt", Jpe-
jando que o tal dileimna leuha ficado sem resposta,
na opima i do W., porque de aossa parte nao repi-
saremos terreno.
13 de iolho.
N.
Ao Dr. Jo.quini Jos' de
Oliveira Aurade juiz de
direito da comarca dis
ir ras.
B
Dirigiram a cmara municipal e alguns dos dls-
tinctos cidados de Binaiieiras as nonrosw des-
pedidas que se vm abaixn.
Paco da cmara muoicipal de Bananeiras, aos
9 de tnaio de 1871.
Illm. Sr. A cmara municipal da lilla de Ba-
naoeiras sente-se na rig irosa ubrigacaii de vir
peratite V. S. prestar a ultima e por ventura a
mais solemne homenagem de sen profundo res-
pailo e acrisolado reconhejimento M magistrado
integro e recio, que acaba de perder a comarca
de uananeiras com a rentaco de V. S. para a
comarca das Barras na provincia d > Piauhy.
Os abaixo assignudos, represeiiiaijtes directos
do povo,da graude familia que lrma o munici-
pio de Bananeiras,a cuja confianza devem o
lucir (te (inora que OCCUpam, nao piJem appa-
rentar esquecim-nto on indilfereuc pelos servio, s
reaes e impereciveis, prestados por ''. S. no de-
curso de raais dn qualrn anoos, em que nella
exeneu as fono.oes de juiz de direito.
A cmara srni nao ter expressdes condignas
para farer realzar o grao de considerado e apre-
c,) que sempre lev as graudes virtude* cvicas e
privadas que ex-ornam a pess>a de V. S.; u s
lem plena consciencia de que cumpre um dever
sagrado lonvando em nome da vasia familia, que
representa, a imparcialidade, rectido e inteire-a
com que o Ilustrado espinto de V. S, em inti-
ma estndia'allianca con a mais nobre fineza de
eaoei.; scftitfe distribuir a justica nsia comarca,
ortdt- fnudos rf inapagaveis permanecero os ves-
tigios do' brifhante quatrienniu de V. S.
_A cmara admira e lonva a prudencia e recti-
do de V. S., tanto mais quanto, toroando-se su-
perior s consideraciies ou sngesiAis de urna mal
entendida pMitica, V. S. pode, sem sacrificio de
as idase crencas liberaes, inspirar sempre a
inai-- [ilena conlianca aos partidos pela mais com
pela imparcialidade ua administracao da jus-
to; a.
Saibam os altos poderes do estado galardoar
condignamente os merecimentos do magistrado
probo e honrado, tal o ultimo voto coiu que o
municipio e os abaixo assignados se despedem de
V.6.
O municipio, e com particularidade os abaixo
assigoados, assegurara a V. S. a mais entranhana
xratidao, d reiteram es protestos da alta tonsnle-
raeao o respeita que tem pela pessoa de V. 5., a
iptemDeas guardeIllm. Sr. Dr. Joannim Jos
de O iveira Audrade, D. juiz de direito da comar-
ca das Barras.
Adelioo Florentino Carneiro da Gunha,presi-
dente.
Oiiatho Pompilio de Mello.
Leooafdo Antonio da Conha.
Franoieeo de Paola Ferreira Grillo.
Amonio Pereira Cesar de Mello.
MaaoeJ Malinas da Cosa Civalcanli.
Manoel da Cosa Espioola.
Villa de Bananeiras, li de junho de 1871.
Illm. Sr. Dr. Joaqnim Jos de Oliveira Andra-
de. Os abaixo asignados faltanam ao ittdeclina-
vel dwer de render preito e homenagem ao re-
conbecido mrito de V. S., se na occasio mnilo
entida de sua sabida de*ta comarca para a da
illa das Barras no Piauhy nao demonstrassem,
de urna maneira Bao equivoca, quanto V. S nos
deixa a todos agradecidos e extremamente penno-
rados pelas maneirss sempre urbanas, graves >
cavalteirosas com que todos nos traton, on fos-
se no carcter particular, on> de homem publico ;
e principalmente porque oa adminrstraco da Jus-
tina sempre proenron, quanto Ibe foi pnssivel, f-
xer toa distribniQio fra do alcance das vendlctas
caprichos particulares odas paixoes pattida-
ras.
Assim qne em geral todos os habitantes desta
comarca, qnr gregps, qnr troyanos, seotem pro-
fundamente qne aciuas-cui no espirito de V. S.
motive particulares, que j forrjassem a pedir ao
governo imperial sna remojo para outra pa-
ragem.
E' orca confessa-lo V. S. deixa nesta co-
marca um nome muito honrado e distinelo, e que
fti sem,) e acompaonado por um numeroso cor
^ejo de honrosos precedentes, e que aqui ostentoo
em grande escala. Pelo que nos relimamos ms
piaohyenses da villa das Barras, pela preciosa a
nisicao que fizeram da pessoa de V. S. para juiz
e direito dessa comarca.
Receba pois V. S. nossos pezadumes p-la so
retirada, e creia, que muito sinceramente tazamos
ardentes votos pela sna prosp^ridade a da san'
ixma. familia ; e Iba pedimos que- sempre nos
cont no numero crescido da sens apreciadores :
De V. S. servos muito alTeijoados e leooBtac-
dos :

Jos AntotMe i\ Silva tml.
Manoel Taemoteo de dueir-ii, >
Alfere* f nao o H. de Aam#sia Neves. .
Pedro Therootto de Qheiroz.
Manoel Mathias da ola- Cavakaaft.
Anionjo Rodriguej de Assonjpcao wa.
'Lk Augusto Hermillo Chaves.
< Eueas Nemestao* da Rocha.
Emprenaoo tinWico- loaoeencio J. de Cana*fco.
(Jos Lopes Pessoa da Costa.
Joio Alves Fraio Barauna
< l'elumiiio Eustaquio de Afmeida.
Antoaio Beurra Cavalcanti.
- Manoel [lezerra Dantas.
< Jola Jos d Assnmpcao.
Roberto Jos Correa.
Delegado Antonio Jos da Cruz Marques.
< Joao Clementinn da Rocha.
Subdelegad F-*linto Florentino da Rocha.
laaoel Jaaaario B. Cavalcanti.
Negociante Manoel de AMvedo Belmonte.
Casciano Ocero Carneiro da Caotia.
Joao Marques Ferreira.
< Felmto Elysiu de Carvalho Brrto.
. Joo Alves de Salles.
Jos Francisco de Salles.
Antonio da Silva Barbosa.
J ao Carneiro da Coaba.
< Graciano Alves da Cnoha.
< Jos Alves da Cuela e Silva.
Joio Epaminondas P. la Silva.
i Siman pereira de Mello.
Porfirio Gimes Brrelo,
c Jos Kodriuos'- de Castro a Mello.
< Borges e Irmao.
Agricultor Jjo Soares de Albnqnerque.
< Joaqnim Rodiignes de Castro e Mello.
Jlo Silvino de Carva'ho Brito
Amro Joaqnim de Mallo.
Domingos da Costa Sentn.
i (i Maniniano L. de Araujo.
| Alexandre Affonso de Alboquerqfe.
Joo Affonso de Alboifo rqne.
Iitnaeio Gomes Pedros.
t Domingos Jos Ferreira.
Joaqnim do Reg To'eano e Brito.
Fazendeiro Silvestre de Azevedo Maia.
t Jacob Rodrigues das Neva.
Francisco R idrignes das Neves.
Targino Jos da Rocha.
Jos Perrera da Rocha.
Francisco Xavier C. da Canh*.
Antonio Xvier Carneiro da Cunha.
c Antouio Pereira Cezar de Mello.
Joo Firmioo da Rocha.
- Amonio Pereira Lima.
Deocleciano Bezerra Cavalcanti.
Joo Florentino Bezerra Cavalcanti.
Manoel Irmo da Cosa Palmeara.
< Paulino Jos Cordeiro.
Guilhermioo Olympio de Franca,
i Venceslao Gomes da Silva.
Mizael A gusto Dias Brrelo.
Ileauaiiu torg* de Mello Filb >.
> Rr. oaquim Correa de Arauj >.
Mordomas.
Exmas. Sra*. :
B. Marialfcsa de Souza Lima.'
D.^afoawt Francisca de Magalhaes e Hfa.
D. Banrioapta da Silva Cunha Miranda.
D. Artna 0J4 da Cosu Brito.
D. Jeauna Maria Pinho da Barros.
V. Maria da CoBceicao D.mrado da Foneeca.
U-GMciod^^gosta '
D. Miri%lMaa
D. Idali
D. Mar
D. la
I). iosapttt Ma Exal
. tiattta' Pomposo
f IpjMo toare Lsartras 90 d,*v U t\\ d. por
:
ELEI(?A0
DOS DRVOTOS QUE HO DE FESTEJAR A (JLO-
RIOS.V SANTA ANN.V ERECTA NA WRKJA DA
SANTA CHUZ DA FBEOCEZIA DA ROA-VISTA
' NO ANNO DE 1871
Juiz perpetuo.
Barao de Ararnna.
Yigario Jos Paulino de Borba Gri lo.
Manner Jacome Bfzerra Cavalcanti.
Bacbarel Aff toso Jos de Oliveira Filho.
Joo Ftoripes Dias Birreto.
Jos Ferreira de Novaes.
Prederiecr Peregrino Carneiro Momeiro.
Antonio Jos de Assumpf ao eves.
Padre Jos* do Oferacio de Maria Castro.
Jos Jannario PTerra Lima.
< Antonio Lniz dos Sanios Penha.
Teoente-eoronel Jos Joaqnim das .Neves Snior.
Antonio Galdido da Lux.
Capitlo Pedro Rodrigues das Neva?.
< Antonio Rodrigues do Castro Neves.
Fr.toclseo Bapii-ta de Agolar.
Nicolao Jos de Carvalho Brito.
< Ante ni o Candido Trraaaaiurgo de F.
< Adelino Candido Bewrra Cavalcanti.
Silo tao Candido B. Cavabanu.
< Jos Mana da Rocha.
Jas nrreif da Rocha.
tt Manuel Vicente Pendra de Mel.
Tenante Francisco de Paula Ferreira GriJo.
< Lonaf do Antonio da Cunb.
FraneNeo da Costa Cyrne.
FrasMn Americo Bezerra Cavalcanti.
Exm. e llvm. Sr. bispo diocesaua
Juizes protectores.
Exms. Srs.:
Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella.
Francisco Libanio Colas Filuo.
Ha-To de Morenos.
Majar Caetano Cyrlaco da fruta Moreira.
Dr. Prxedes Go nes de Souza Pitanga.
Coronel Agostmhn Bezerra da Silva Cavalcaote.
Coronel Joo do Regu Barros Falcao.
Coronel Jos Gomes Leal.
Jnizas protectoras.
Exmas. Sras.:
0. Lucili.i Arcelina de Caivallio Foneeca.
H. Aoounciada amella Alves ila Silva.
D. Josephiua Carulioa de Guimaraes Aguiar.
D. Bibiana Augasta Martina Siiveira
D Ahuu Jiaifuma do Sacramento.
D. Luiza de Barros de Men lm .
D. Anua Luis Accioly de Vascuncellos.
liaroneza da Soledade.
Juizes por devocao.
Os Sr?. :
Jos da ilva Loyo.
Mauoel Domiugues da Silva.
Jos Francisco de Figueiredn.
Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso.
f)r. Joao Maria Seve.
Frei Joaquiu) do E pirilo Santo.
Dr. Cypriano Feoeloo Goedes Alcoforado.
Joo Francisco Aaiuoes.
Jos Lniz Goiaco.
Dr. Manoel Figueiroa de Faria.
Jos Eleuteno de Azevedo.
TeueDte-corooel Francisco Caraeiro Machado Rios
Jnior.
Jos Antonio de Sonza.
Padre Leonardo Joo Grego.
Joo da Cunha Neves.
Augusto Fernaod- *<* Reg.
Rento dos Sant Ramos.
Padre Caadid Fe mira da Cunha.
Padre Ernesto Ferreira da Cunha.
Frei Jorge de Locio e Siblis.
Juveneo Augusto de Athayde.
Jos Gullherme de Moura.
Tihurcio Mylario da Silva Tavares.
Dr. Be nto Jos da Cosu.
Joaquim de Albnqnerque Mello._
Jnizas por devoco.
Exmas. Sras. :
D. Anna Cavalcante de Birros Brrelo.
D. Luiza Cavalcante de Albnquerqne Brrelo
D. Mara Luiza Amazonas Villas-Boas.
D. Leopoldina Carolina de Brito Foaceca.
D. Aostiberta Augusta Alves Ferreira.
I). Mara da Exaltaco Ventura.
D. Anna Zayras Xavier de Oliveira.
D Anna Mara Peris Continho.
D. Maria Peris da SiWa.
D. Anna dos Santos Virgas.
0. Isabel Poatnai Accioly de Vasconcelos.
D. Brasilina Antonia de Anotes Franco.
1). Maria Anglica Pinto de Brito.
'!>. Marianaa de Farias Hotelho.
D. Alexaudrina Rila do Amparo Costa.
D. Mana Felicia da Araojo e Silva.
D. Antonia Pereira dos Prazeres Porto.
D Hennqneta Amalia Bnrlamaqne Monteiro.
D. Marcolna Duarte de Oliveira Villas- Boas.
D. Anna Joaquina Cor rea Silveira.
D. Argemira Urciciua Duarte Ferreira.
D. Maria Isabel de Amorim Cordeiro.
D. Maria Felicia da Concen-ai Bastos.
D. Umbelina Leopoldiaa de Almeida Moraes
D. Isabel Maria da Costa Ferreira.
Eecrives.
Illa*. Srs.
Bernardioo Sonres Braneo.
Jos Narciso da Silva.
Dr. Francisco Leopoldino da Gasmo Loba
Dr. Miguel Jos de Almeida Pernambuco.
Florencio D .mingues da Srtva.
J.'o Pedro Jesns da Malla.
Daniel Tavares Coell.
Padre Tartaruga.
Candido Casirarro Goedes Alcoforado.
Dr. le.-umo Lopes de Mtraada.
EscriviBa.
Exmas. Sras. :
D. Aiwa Smolas Pomposo Alves Ferreira.
D. Francelina Brasilina Bastos.
D. Hemerentina de Oliveira Barro9 de Almeida.
D. Candida de Oliveira Foneeca.
D. Joanaa Edertrndes Romaoa Bastos.
D. Joaquina de FarlaaTeiteira.
I). Anglica dos Passos Antones.
D. Mana Paulina de Almeida Clao.
f>. Itervma Alves de Abraates.
D. Amanilla Brrelo da Costa Multa.
Mordomos.
Illm*. Sft. :
Marcelino Jo*> Pape,
anoet Olympio da Carvalho Mendoaca.
Joafoim Antonio Caraeiro.
Livm Lydio Perrem Pontea.
Antonio Josa Pereira de Otiveira.
Ernesto Vieira de Ar}i.
Herculano da Silveira Bessony.
leronymo Jas Ferreira.
Luiz de Si.-Dza da SvHreira.
Basilio Baptisu FnrUda.
Hennqae de SavLeio.
iJuilberme 'Augusto de Athaya*."
.hio Manoel Patto.
Jos Teixeira ito#.
Joo (ordeiro Lms- S-nTaao.
Jjo da Si$ ornarte.
Uelarmlno do Reg Barias.
i'eHnpa da Costa Delirado.
Dr. Maooel BaVbosa dM Araajo.
'rUeed-ro Jos Tavaresi.
Ij* Adfaoso dos Santos Bttltt.
DamMgos /M*es MalbedS
Heejsaaia Ernesto Pereira da Stfva.
4oa|*uito'de
^
V*
T";
eiaedo Catroi
mn.
alcaanfrle M|o.
D. Afcmaadnna Guiiaermm*do> Svuts Albuguer-
qac ^
D. Aletandrina Gnilhermina dos Suatos Alhoquer
qaTavares.
D. Isabel Emilia de Andrade >ired%rodes.
D. Soplua Cuilbetnioa de Mello.
D. Carolian Marta GaJavaltjuaresinay
U Mara Libania Slunteiro. "
D. Anglica Carolina de Miranda.
D. Theomira Bernardina de S>nna Das. *
D. Maria Candida de Senna Dias. 9-
D. Theieza Christina de Azsvedo Contipbo.
D. Silvana Januaria da Mtoa Agr*. T
D. Carolina da Gama Lobo.
D. Seradila Cardao AVaat.
Procuradorvs.
Illm-. Srs. :
Joaqnim Meleto Maris.
Joaquim de Gareia Cordeiro. ', '
Julio Cesar Catdiso Ayre-.
Angelo Hotelho Ferreira Chaves.
Themistacies Romio Pereira don Sanios,
Coadjutor pi-parocba. '
DO
O JUIZ MUNICIPAL DO TERJ
CAbO.
Na) obstante ter prevenido ao publico pelo Dia-
rio de li do correte inez. rae, como meu de
defeza minha honra aggredida por um anonymo,
no mesmii Diario d ir, passava a chamar a re-
punsabilidade o aator das olfensas, que me forain
eitas; e ja ter foito citar o editor do Diario par*
exhibir o authognpho e re*ponaoilidade, para
poder proceler criinmalm^nte contra o pea autor;
nao estou, e nem quiz. por isto, estar adstrioto
essa meio nico de defeca.
Z-lo-o de miaa reputacAo' qne muito presa, e
qne tantn eaf.ir?os tciiiio Jeito paro maule la sem-
pje iseuta das censuras dos homens, pense, n ue
nunca seria forjado a tratar dellte principalmen-
te pele imprensa porque a' minha conseeooia itih
attestava, a atiesta, nunca ter en m* desvindo
como homem, ou como juiz, da lioha de. conducta
tracada aos homens pelos principios da moral e
da justica.
Eutretaoto, alguem, qne anda no teoho a hon
ra de oonhecer, Hniendeu, que devia ferir a minha
reputarn le um modo lio iraicoeiro, quinto br-
baro : tracoeirn, por que pretenden ferir-me, dil-
cultando-iue os meios de prumpu deleza : tal M o
modo vago, por que elle me appellidoa depnwu
ricador.
Como quer, porm, que por entre o vago de
snag acensaco*s aponlasse elle os factos de ter eu,
como juiz, em minha conclusao por despachar, por
mais de dous annos. autos de interdictos possesso-
rios, e de ter mandado assignar pelo porteiro dos
auditorios actos judiciaes, aos quaes n presente, veubo pelir ao publico a sna benvola
attencao sobre os documentos inIr que eonlestam
essa calumniosa aecusacao.
Aos uniros (acto*, que se contm no artigo ca-
lumnioso,, ouaaprehendem todos, que por ora nao
posso dar a menor resposta. O processo crime o
meio de arranca-Ios do terreno vago, em que o-
ram de proposito sepultados, para iudica-los e es-
clarece-loa : e, romala depoi* disto, que pode-
re defeader-me.
Villa do Cabo, 12 de julho de 1871.
Joo lionzaga Baceilar.
DOCUMENTOS.
l.
Certifico, em cnmprimeuto da portara, supra,
qne V. s. nunca me mandou assignar acto algnm
judicial sem qoe estivesse presente, nem tal cansa
nunca praliquei.
O referido verdade e don f.
Villa do-Cabo, II de julho de 1871.
0 efflcial lie justica. servindn de porteiro,
Jos Ferreira Quintmo.
S.i.
Certifico qne por este mea ca-torio oio houve
interdicto po.sensorio algum, que eslivessa na con-
clu-ao do Sr. Dr. Joo Gonzag Baceilar, por mais
de qaarenta e um das, para ser diealdido :
doo l.
Villa do Cabo, II de julho de 1871.
O ercriviin interino,
Firmino Evaristo R. Varejo.
N.3.
Certifico que pelo meu cario rio nao leve autos
de interdicto posseseorio n conclusao do Dr. juiz
municipal Joao Gonzaga Baceilar, por dous annos,
e mais; e aos respectivos protocolos me repono e
Villa do Cabo, II de julho de 1871.
Oescrivao,
Mnnoel Jos de Sanl'Anna e Araujo.
Esiavam sellados e reconhecidos.
letras7 0/0 ao anno. '
ti. G. Siepple.
Prndente.
P. /. Pldto,
aacretario.
ALFANDEGA
Renliaenco da da 1 a 12. .
Vdam da da 13......
J71:389BI9
ffftMBS
M3:8JJM4 rl ote oto a alfaMalegai.
Volume* entrados com fazendas
com gneros 198
Voluntes

sahidos
caja fazendas
coin generas
141
387
198
500
Desearregram h-je II de julho.
Patacho fraocezAtflwnsu & )tai iamercadorias
Patadio ItaiiaaoMai-gnritr -vinho.
Patacno hespaabol Themoteo /vinho*.
Brigtte inglezsteriolrnlia de trigo.
Barca franceza Margarita vinho.
Brigne iogtezBemcinaV)varios gneros.
Patacho luglez Free dem.
Brigue heipanholllosavmho.
arca nglezaHenr/ef/ia caaos de ferro.
Barca inglezaSdore Sfrtanvarios gneros.
Rrigna inglez WyiUffe cario.
P.rtacho ingiezCecirtefazendas.
Paiacho nacional JaliautCiatirau.
Patacho portugnez tiickieUme pe Iras.
Despachos de exportaco no dia 12 de
jtMfio.
Para os portas do exterior.
No brigu inglez .-luna J/aiitf, para o Canal,
carregaram Reliar di C 40 saccas com 2,837
kilos de algodao.
No vapor francez*G regoa : Augusto Caors I barrica com 28 kilos de
eaf; Nunes Fonaeca 1 oaixa contendo 3 queijo*
com 16 kilos.
Para 09 portos do interior.
Na barcaca Triumpho do Reeifi, para o Rio
Grande do Norte, carregaram : Fernandas rraaos
12 saceos com 730 kilos de assitcar e 20 caixas
com i60 kilos de sabio.
Na barcaca Ave Mana, para o Pilar das
Alagoa-, carrega : Francis;o Moreira da Cosa
18,000 kilos de carne secea.
Na narcaca Santa Candida, para a Parahy-
ba, carregaram : Seixas tt Borges 6 garrafoes com
90 litres de genehra ; Jos Duarte de Souza 40
saceos com 3,000 kilos de assucar braneo.
DECLARACOES.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GEHAES DE PERNAMBUCO.
Rendimeuto do da 1 a 12. 20: dem do dia 13. ...... I:918d9-i2
22:337*811
CONSULADO PROVINCIAL.
Reodimento
dem d 1 dia
do dia 1 a 12.
13. .
H2:46*>|.*)6.)
1:3234531
113:989*11 fi
N. 442.-A ARVORE DA S.VUDE.Com a mes-
ma certeza eosi que o veueao deupas da Batavia
ma. o balsmico sueco de urna arvore do Mxi-
co, chamada Anacahnta, cura. O muito afamado
Peitorat de Anncahnta, composio e elaborada-
mente preparad) por este maravilhoso especifico
vegetal. Nebboma tone, eatarrho, ou enfermtda-
de dos brochios, podein resistir a sna suave e be-
nfica influencia. Fortalece de tal nodo o< orgaos
da respiraeo, que em poucas horas desaparece
a mil imniacan, que impeda sua areno salniar. O
allivio ^ mfaliivel e immediato. A IrritacaD e in
tlammacao dos puhno.-s, que j pnncipiavam a
apresentar ama certa tendeada a ulceraco se
abate e modifica para desde logo, e sna operacio
uiaravilhosa os cura e Ihes restilas o seu vigor e
elasticida primitiva. a sna delicada e bem
elaborada eomposieo nao entra acido prussien.
antimonio, nem nenuin dos agentes deteterios que
de ordinario se encontram uesses zarapes e peito-
raee Jeitos de finetaa, e qne qnasi sempre prodn-
zera tao fataes e funestas conseqnencias.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios sahidt.s no dia 13.
Portos do norteVapor americano S. Jactntho,
commandante G. Alliou, carga dilTerentes g-
neros.
Terra-NovaEscuna ingleza WilUng, capitao Con-
ten, em lastro.
demBrigue iuglez Anna Maria, capitao I. Bal-
ter, em lastro.
Obseroacao.
Nao houve entradas.
EDITAES.

A cmara municipal de Recife achando-se au-
tensada pela le provincial n. 938 de 18 de joabo
de 1870, a eootrabir um emprestimo de 300:000g,
veocendo o juro convencional de 9 0|0, convida a
quem oonvier tazar dito emprestimo a apresentar
suas propostas, poaeooo o mesmo emprestimo ser
effeetnado em tres prestaepes com intervallo de
seis mezsa de urna a ostra ; devendo a annrtisa-
cii drrsie capital ser fetta na razo de 10 0,0 e
juros correspondentes, temi comeco seis mezes
depois que principiar a funcoonar o mercado
publico, para cuja constrnceo destinado o mes
mo emprestimo. Da 30 dias para a preciaeo das
pro pos tas.
Paco da amara municipal do Recife 7 de ju
nho e 1871.
Beoto Jos da Costa,
Pro-presidente.
Looreoco Bezerra Carneiro da Cunha,
Secretario.
COMMERCIO.
THE ALLIANCE BRITISH & FOREIGN.
Life and Pire Assorance Compaoy estabetecida
em 1824. Capital 5,000,000
Os agentes desta companha tomara seguros
contra logo sobre predios, gneros e fazendas e
pagam aqui prejnzos devidameote provados.
Raba Scbmeiiaa A C
Corno Santo a 13.
IMPERIAL
Companhia de seguros contra
to%o.
ASENTES
S. P. JOHX8TOH C;
Boa tfa Meazala-noT 11.
SEGURO CONTRA FOGO
Taa Liverpool Lornto^dt Giob
iBSoraoce Compaaj.
Agentes 4
Saonders Brotberf & C
f!-Cofpo SaotoH.
Seguros cinta-fofo
COMPANHU '
NORTHERN.
Capital.
Pande de
raaarva
8>100:0M00e
na i>jLlaibit* frUgA DO *gJJrK 13 DE JULBO
*U3B&sr K
Ataadao se anipiti 99i n. por'Uto (bon-J ta
' /Uiwda C serie-dW ra. por kilo
A cmara municipal do tteeite, ti-udu de cons-
truir um mercado publico, de eonformidade com
a planta e ornamento approvado, e para o qual
es autorisada a contrahr ara eraprestirao de
'"00:000^000, e nao sendo fcil a acqooigo desle
capital, convida a quera so quizar encarregar da
pita construcen, mediante as condices abaixo
edelaradas, a apresentar a sua proposta no perio-
do de trinta dias.
Condiccoes para a edilieaeo do mercado publico.
1.' O mercad > publico ser construido de cou-
lorraidade com a planta e ornamento approvado,
*ou a iospeceao do eogenheiro da iamara, e no
lugar para isto destinada.
1* Esta coustrucgo ser feita a custa do con-
tratante ar a entrega difflnitiva.
3* A cmara ser obrigada a fazer os paga-
ments na razo de dez por cenlo do contrato com
os juros competentes, tendo conaecolesies paga-
mentos no fin de primeiro semestre depois da en-
trega dilfiaiuva e de cosecar a fuoccionar o re-
ferido edificio, sendo taes pgame 1 los semestraes.
4.* O contratante lera direito aos juros de seo
capital na proporeo do -eu emprego, ou por urna
convenci nao excedendo elle de nove por cenlo
c-imo est estipulado na lei n. 938 do correle
exercicio.
5.* 0 contratante recebar coran garanta de seo
capital o edificio constru do e suas rendas at com-
pleto em boleo de seo contrato.
o\* O contratante ser onngado a urna multa de
20:000* se se &a.-tar da constrnceo do que hou-
ver contratado, assira como haverada cmara dita
quantia se por cansa della h.uver reciso do con
trato.
Paco da cmara municipal do Recife, 7 de ja-
alio ue 1871.
Bento Jos da Costa,
Pro-presidente.
Luurenco Bezerra Carneiro da Cnoha.
Secretano.
Coagulad provincial.
O abaixo assigaado lanzador do consulado pro-
vincial avisa aos Srs. proprieiarios de predios nr-
banos*, e donos de estabelecimentos das freguezias
dos AffogadM, Pago da Paoella,aec<6es da Vaazea
e Jaboatao, que tendo sido-nomeado por portara
do Sr. administrador do mesmo consulado datada
de 10 do correte mez, para proceder aos diffe-
renles lancamentos dos imposto* decretados pela
lei do orcameuto vigente, que d principio aos
sens (rabalbos no dia I i. pelo qne pede aos mes-
mos Srs. qne tennam prumptos os seus recibos e
mais documentos inherentes ao qoe diz respeito,
..lim deque possa proceder -eom regularidade e
sem vexarae das partes, dando principio aos seas
trabalhas pela fregutza dos Afogados.
0 lancador,
Iidorn Tlieoduio de Mallos Ferreira.
arrematante da afenco do municipio de
Olinda scientilica a quem interessar, que em o ul-
limo deste mez, finda-se o praso da revisao dos
pesos e raedMas, e de novo lembro a quem anda
ao aferin : assim como mudou-se para o Vara
donro n. 8 e 9.
CONSULADO PROVINCIAL
O abaixo assignado tendo sido nomeado por por-
tara do Sr. administrador de 10 do crrante para
l'azer o lancamento da dcima orhana e mais im-
posto* das freguezias de S. Fr. Pedro G" ni ves e
Saoto Antonio, par- o exercicio de 1871 a I87S
dar principio aos referidos lancamentos no dia 14
do corrente mez, pelo que faz saber aos proprieia-
rios que previnara aos seus ti|ulines para que
teuliam seus recibos un arreada mentes mo atia
da por elle.- se fazer o lancai-.iento, uo .-e altea-
deado aos que parecerem dolosos ou foreiros la-
zenda, Qxando-se neste caso o prego provavel do
aluguel que poderia reader em relaeo a capaci-
dade e localidade delles em aluguel pagos por nu-
tras semelhaiiies, dando principio ao sen irabalho
pelas ras seguintes; Imoerador, caes ii de No
vemhro, praca de Pedro II e Duque de Caxias.
1* eccj do consulado .roviucial 12 de julho
de 1871.
O Untador,
_________ Joao Pedro de Jess da Mofla.
COJSULaDO PROVINCIAL.
O abaixo a.-signad, tendo sido nomeado por
portara do Sr. administrador do 10 do correte
mez, para fazer o lancamento da deoma urbana e
raais impostos da fregn-zia de S. Jos, para o
exercicio de 1871 a 1872, dar principio aos re-
feridos lancamentos no dia I.) do mesmo mez. ne-
tas mas de Marcillu Dias (Direila) Lombas Va
lentinas (Aguas Verdes) Coronel Sua-suna (Hur-
tas) ; faz saber aos iuquilinos d is predios para
que teoham promptos seus recibos uu arrenda-
raentos a mit, anal de por ellas se faier o lanca-
mento, no se attendendo os que parecerem dole-
sos ou lesivos a fazenda, fixando neste caso o pre-
co provavel aluguel que poderia render em re-
ucao a capaciihde e localidade delles em aluguel
pagos p. r outros semelhanles.
Pnmeira seccao do consulado provincial, 11 de
julno de 1871.
Servmdo de lancador.
___________________Juo ftaplista do Reg.
SANTA GASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
Perante a ll>ma. junta admioislratva da santa
casa da misericordia do Recife, na sala das suas
tesado, pelas 3 horas da tarde do dia 13 do-cor-
reiiie. t"m de ser arrematado por quem por meos
preci fzer o forqecimento de medicamentos bo--
tica do hospital Pedro II. no trimestre de julho a
setemhro deste anno Os pretendemos podem pa-
ra isso consultar nesta secretaria o receiluario
com os respectivos presos.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cife 3 de julho de 1871.
* O escrivo,
Pdro rtodrienes de Sonza.
Quiuta-feira 13 de julho
RepreseoUtao extraordioara
BM BKNEPfClO DE
Mne, Zlia Logara.
*aauia t'Jt.ta de .n*ericor
Recife.
Pela secretaria da santa casa da misericordia do
Recife se faz Mienta que no da 18 do correte
pelas 9 oras da mautia, no salo da casa dos
expo-ior, o Illm. Sr. thesoureiro interino mai ir
Laurentrno Jos de Miranda far pagamento do
irmes.re vencido de abril a junho, s amas que se
apresentarera onduzudo as criancas que Ibes fo-
rain confiadas.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
cite, 10 de junho de 1871.
O escrivo,
Pedro Rodrigues le Snnza.
Manta Casa de Misericordia do
Recife.
A Mima, junta administrativa da santa casa da
mi-eri:ordia do Recife ton lo de fazer as obras de
qne precisara os predios n 37 da rna da Moeda e
2 e 13 da ra dos Burgos, perteoceotes aos esta-
belecqientos d earidade, contrata taes obras c m
quem por menos prec) se qoizer eocarregar de
effectua-las mediante certas comliciies, para o que
deverao os pretendentes dirigir snas pnpostas a
mesma juma afim de serem apreciadas.
Secretaria da Santa Casa d Misericordia do Re-
cife, 10 de junho de 1871.
0 escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
No uia 16 do crreme Anda- a audiencia do
Illm. Sr. Dr juiz de orphfns tem de ser arrema-
tados os dominios director dos terrenos, na ra
Nova freguezia de Saoto Antonio, perteocentes ao
casal do tinado commendador Thomaz de Aquino
Foneeca, a requerimento do inveotaiiaqte com
anuencia de todos os interessados, os pretenden-
tes dirijam-se ao porteiro do joixo para verera as
aviJiacoea.
PROGRAM-MA
Brilhaote intermedio de cant
e danqa
por Mr. Raynand, Mmes. Poneelet e Fuoco. ter-
minando com a saynette
Tenor et Directeur
desempenhada por Mrs. Hurbara e Maris.
! REPBESESTifiO DE .
ua *
Les deux timides
em 1 acto do theairo Gymaasio de
Comedia
Pars.
!Personagens.
Thibandier. Mr. Halbleib.

Pruiissin..
Garadoux..
Ceile.....
Annelle___
Mr. Hurbain.
Mr. Mari.
Mroe. ZHa.
Mme. Fuoco.
Terminar o espectculo eom o quadro popla?
em 1* acto
L'homme n'est pasparfait
Principiar as 8 1|2 hora*.
Depois do espectculo baver trem, como de
costume.
CAMPO DAS PR1HCEZAS
CIUII'AMIIA BRSILEIR.4
Kquestre. gytuaastlca, acrob-
tica e eqitillbrlatx
PROPRIETARUO
Primeiro artista eqnes*e.
Ant -nio Carlos do Carmo,
DIRECTOR
Augusto R. uarte.
AMANHAA
Sabbado 15 de juiho 4**871.
Decididamente o penltimo espectculo.
EM BENEFICIO.
Principiara as 7 h'-ras.
Os hhetes acham-se a venda em frente ao elrto.
a baudeira nacional no tope do masiro signa'
de haver e-pectaculii.
O programma do espectajub sera destrtboido
amaohaa.
Se o lempo nao der lugsr : este espeetacnlo ti-
ca de nenhum effeito, pois a c-annaohia retira-se
na teriji-feira 18 de julho de 1871.
Domingo lem lugar o ultimo espectacnlo as f>
horas da larde.
avisos martimos.
companha PERNAMBCANA
DR
\avegac5o cotelra por va
Macer, escalas. Penado e AracajC
O vapor Maniah, comman-
dante Julio, seguir para os
portos .-finia no m lodo cr-
reme as 5 horas da tarde.
Recibe carga <>to dia 14,
encom meadas, passageuna di-
nheiro a frete at as 2 h ras da tarde do dia da
.sabida : no escripiori, do Forte do Mallos n: 11.
COMPANHA PERNAMBCANA
oa
Navegado costeirapor vapor
Goyanna.
O vapor Mamanguape seguir
p< i a o porto acuna no dia 14 de
correle as 9 horas da noule.
Recebe carga, encommeadaa,
passageiros e dnheiro a frota n >
escriotnrio d. Forte do Mattos n. 12.
COMPANHA PERNAMBCANA '
DB
VaTegacSo eostelra por vapor.
Porto de Calimbas, Rio Formoso
Tamandar.
O vapor Mamanguape, seguir
para os portos cima no dia
20 do corrente a rreia nonte.
Recebe carga, encornmen-
das, passsgeiros e dinheiro a
no escnaiorio do Forte do Mallos ni li.
frete
O Dr. Sebastin do Kego Barros de Lcenla, juzi
de direito especial do eomraercio n'esta eidade
d> Reafe de Pernarabuco por S. M. f., qoe
aiVas guarda, ete.
FV.{o saber pelo presente ine nd da tres d
agosto ao corrente anno, se h* r*a arrematar per
venda a troena maia der em praca pibliea deste
jrrizo, depois da audiencia respectiva, o sobrado de,
i andares, Solea, soare sollo dentro, sito a ra do'
Livramento n. 6, sendo em cada andar e solea
sala adame e atrar, 6 qnartos eosmha fra, pe
qneno quintal morado, encaoamenio para gai,
agua e despejo, avadado por 60:0004, o qnal vai
a praga por etecucae de Jos Pernandes G^mes
contra Joao Evangelista de S, e na falta de lan-
{iorei que copra o preco da varia^So ser a
arrematacao feita pelo prero da adjudieat^o com o
abatimenio da lei.
B para coastar mande passar o presente qne
ser afflxado no logar do costurce.e publicado pela
imprensa.
Dado e pas-ado nesta eidade do Reeife de Per
nambnco, aos 11 alas do mez a jumo de
Eu, Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,
escrio o subserev.
Sebastian do Higo Barros de Lacnd i.
SANTA CASA UA MISEKICOIIDIA DO HEOPE.
A Illm. junta administrativa da Santa Casa do
Misericordia do Recife manda fazer publico qne
na sala de suas sesees, no dia 13 do mez de julho
pelas 3 horas da tarde, tem de ser ai remata Jos
a quem mais vauagjus offerecer, pelo tempo de
um a tres annos, as rendas dos predios era segui-
da declarados:
ESTABELECIMENTOS DE CAROADE.
Ra do Prdre Floriannr.
Casa terrea n. U.......1805000
Casa terre? n. 63.......205*000
Ra das Calcadas.
Casa terrea o. 31 9 a 132JO0O
Ra do Calabooco.
dem n. 18........ 3201000
Rna do Amorim.
Sobrado de 2 andares o. 2S 302OOO
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 73......2H|000
Roa da Gloria.
Casa terrean.'61 .'". 2i0#000
Becco do Abreu.
Sobrado de 2 andares n* i. 400JO0O
Rna do Bom Fin em Olinda.
Casa terrea n. II...... 96g000
dem n. 12........ 96*080
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Becco das Boias.
Sobrade de 2 andares n. 26 367*000
Ra do Encantamento.
Sobrado de 2* andares n, 1* 1:200*000
Roa na Sancla velha.
Casa tema n. 18.....941*000
dem n. 1. 6 ...:.. 208*000
Roa do Pifar,
n. 101 ... .
DE
Paquetes a Vapor
O vapor Cruzeiro do Sttl, eam-
mandante eapifo lente Pedro
Hyppol.to Dnarte, seguir para o
Rio de Janeiro com escala por
Macei e Bahia no dia 15 do cor-
rente as 5 horas da tarde.
Recebe carga al o dia li, encommendas di-
nheiro a frete at as 2 horas do dia da sna sa-
hida.
Nao se receben) como encommendas senao ob-
j8c:os de pequeo valor, e qoe nao r-.cedam a 2
arrobas de peso oa oito palmos cbicos de medt-
cao. Todo que passar (lestes limites dever saa
embarcado como carga.
Prevjae-se aos Srs. passageiros qne soas pasaa-
gens s se recebera na agencia, roa da Bem
Jesns n. 5*7, primeiro andar.
Casa terrea
dem n. 110
dem n. 104
dem n 99
205*000
203*0)10
201*000
360*000
I. saeaaa.Secretaria da presidencia do femara-
meo, 4 de jolito da 1971.
IDtTAL.
Par essa seenetarta se fas poWieo em observan-
cia do artigo 1* 3> da decreto- n. 1999 de 5 ji-
aetrn prjimo fiado e para conhecimento de qaem
mteressar aossa, qne por portarla desta data Coi
aoroeal* Chrispiniano Baarqna de Macado para
servir ioterinamente os offlcios de escrtvHi do jary
a axeeacdea cveis capaHaa a residaos do
fe Seriaaaaoa.
Adalaho Laaeaha Una,
Secretario interina.
Ra larga do Rosario
Loja do sobrado n. 24......1:807*000
Primeiro n-'ar do dit .a 402*000
Os pretendentes deverao apresentar no acto na
orremataco as snas naneas, ou eorapareceren
icompanhados dos respectivos nadares.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Be
:ife, 26 de jucho de 1871.
O escYivao,
Pedro Bodngmtt de Souta.
II W
Companha americana e brasilei-
ra de paquetes a vapor.
At o dia 13 do crranle esperado d Uro-
York por S. Thoaaaz a Para o apar ame-
ricano Aorta America o qual depeisda demora do
costuras seguir para .s portos do sal
Para frates e passagens, trata-se cota os agea-
tes Henry Porster u, rna da Como^rein,. i.
PARA.
. O patacho Dorte-allemo MatkiU, egna pira o
nortu cima, recebe carga a frete commodo: a tra-
ar com Joaqatm Gerardo de Bastos, a raa da f i-
ario n. 19. primeiro andar, eecriptorio.
THEATRO
Sociedade dos artistas
no je
PAK.1 O
ARACATY
Segu eom brevidade o biala Novo
para eargas e passagens tratase i roa do Viaano
n. 14. I* andar, eaeriptorio da Jas Lepas BaW.
PARV
Para o mdteado porto pretende aagair i
vidade o patacho prtanos Gl*Mi per lar a
jaiaior parte da sen car relajate, e para o rasto
qne Ihe falta, qoe recebe u frote commodo. aaat-
se com o consignatario fcaijaf Jos* Goneahas
Bel trio ra de Ooroasercia a. S
PA*A
briaae fraacas Ma** _________
oa Aatoarpia, rneska aaagaa frota
i para o aojta cima a partii
brevidade a tratar na ra da Craz 9aV
3
1
'i"


ttn de Feruaukutv Sexl tetra 14 de Jaldo de 1871.
J>
)
\
boa
^^ST p^SlC*5J:o,fi^>Pilio J-da eos,
* P1' 5 ravajadpir ter proferta a maior
#MK 4* oarg* par o. *tn que Itn falta ma-
se cora es consignatartps E. R. Rabfllo & C roa
4o Commercio n. 48, m nin o car.io.
U)MPANHUMn(NAMIfaA|I
Wavegaffto coatelra pr vapor.
Paratayba, Nata, Macao, Mossor, Ara-
eaty, Caart, Maudah, Acarac a
Granja.
O Tipor Pirapama commaBa
te Azevedu, seguir para os por-
to cima no da 13 Jo corren ti
as 5 horas da tarde. Recebe car
ga at o dia i i, eocommenda.-,
linhetro a (rete at as horas di
dia 4a sahida : iscriptorio no Forte d(
Hago* o. t>. ^_________
Para a Babia
Recebe carga at$ sabbadn, 15 do crrente, e a
'frote mdico o patacho iraliaoo Mnrgkerita ; quem
oelle quizer earregar pode enieooer-se com os
coaeignanrios E. A. Hurle & C ra da Croa nu-
mero 48
tan

acb
cr
a.
n diversas fetramemas de ser-
rrafeai ele, qne ludo se
o dia cima segunda-farra i? lo
rifte, u U hars da maphaa, naj masma nh
W j adjma meatipnatts.'
*
tarde
Freta-se.
cani'a> E. Henrsheim do navio norte alie
mi Cowii,r precisa fretar um navio de i' ciar-
se ou praca necesaria m' qualquer ootro ; aflm
de poder reembarcar 6'K)0 eourns seceos pouco
mais ou menos, 4000 chfres e 11 fardos com reta-
Iboa de conros, todo procedente do Rosario com
destinos Barcelloua em dirmura. Offertas em car-
tas feixdas srjfcseripiadaa a rapitao, davem ser
atreges at o dia 13 do crtente no consulado
alternan : para mais explicaques em ca-a dos con-
etgnaiarios. ,
AIMi
egniM para o indicado porto o hiate Sobralen-
se, cauitao C>sta, anda recebe alguma carga a
rete : a tratar com S Leilao Irmds ra da
Matfre Ll
Segu para o porto cima o brigoe portngu
>Bemvindo, tem parte da carga, a o resto recebe
a frete commodo : tratar ni rea do-Viga rio n.
4fl, 1* andar com Joaquim Gerardo de Bastos.
j
LEILOES.
LE10
DE MOVIS
LOOCA, CRYSTAES. OBHAS DE PRaTA, OBRAS
DE OURO E R ELOGIOS
A SABER:
Um piano forte, urna morulla a Luiz XV, ama
dita de Jacaranda com I sof, 2 contlos com pe-
dra.S cadeiras de bracos e 15 de guarnido, qua-
dros, cadeiras de balancp, i bancas de ogn; 5 -s-
pellios dourados, candieiroa a gaz, jarros para flo-
res, langas para cortinados, tapetes de salas, 1
cama fraoceza, 1 toilete de Jacaranda, i lavaterio
com pedra, 1 commoda, 1 lavaterio, i marquezas
e i eabides.
lima mesa elstica, 1 guarda-lenca, I aparador,
t sof, Iz cadeiras, 1 apparelbo de louca para
ctW aVaa para jauur. copo, clices, garrafas, 2
dazias de facas- cabo de marfirn, 2 relogioso r
mesa. 2 cadeiras de abrir, 12 ditas de Ruarnicao,
i mobilia de amarello e rouitos outros pbjectos
H0{6
LEIL4
DE
dous bons engenhos
"A tsid carrate.
Par ulterior dtspacho da 111. 8r. Dr.' Juu de
direito especial do commercio (Testa cidade, re-
querimento dos administradores da massa fallida
da Siqueira & Pereira, o agente Oliveira expor
nevarpente a leilao publico, os oem ronhecido eo-
genbos denominados Jussra e Monte tOaro.
ambos sitos do termo de lp> juca d'esta provincia,
os qnaes foram penborados por ezecucao de ditos
administradores viuva e berdeiros do Dr. Igna-
cio Nery da Fooseca, e adjudicados indicada
massa :
Sexta-feira 28 de julho
ao meio dia era ponto, no eseriptorlo do referido
agente, ra da Croa n. 83, primeiro andar, onde
se dar, previas informaedes.
visos diversos"8
Luz e progresso.
Cora este titnlo sahir o mais brevemente pos*
sivel um jornal, no formato do Correio Pemam-
bucc.no e provisoriamente urna vez por semana,
cojo Um promover especialmente os ioieresses
do commercio e d'agricultura, das industrias e das
artes, e tudo qnanto possa interessar ao melhora-
mento do paiz, meaos a poltica que nao lera in-
gresan em suas colua as.
A falta de am jornal desta ordem se tem torna-
Jo hablante sensivel provincia^ e presumimos
jue, todos aquellos que concorrerem com o pres-
agio de suas luzes e de suas assigoaturas para
oa sastentagao e maior brilhanlismo, predarao
am relevante servido ao paiz, as circumstancias
mu qne elle se acha.
Subscreve-se nos escriplorios das associacSes
Commercial Uenelicente. Cummercial Agrcola, da
Sociedad* Jos Artistas Mchameos e Liberaes, em
todas as livianas desta cidade, nat papeiarias dos
8r. Paula Monteiro e C'rdo*) Ayres, e na typo-
granhia Mercantil, ra do Tarrea o. 10, a razio
de 'M por trimestre, pagos aliantadus a entrega
do primeiro numero de cada trimestre.
oceaw crilMMfe
'lniil iiaaawl.Mii
inikllIiMi
annos de (dado, AA
ve de na> tranca, ora de toa-
V: a> qrjlarestio culpados, losu-
na sexta- ajira 7 de julho do cor-
1871. no irlio da estrada do Arraial,
a retirarwn sa o elto, d*wtr8o que
eslavam ladea livres. Bates eseravos sao eotrhe
dos na freguezia da B la-Vista estradas de Agua
Fria.at Beberibe. Rosariabrr, Joao de Barros. Ar-
raial, Ponte de Ueha e mais arrabaldesda cida-le,
priacipalraente no jugar da Tamarineira, e enera
zilhada das ditas estradas de Agua. Fra e Arraial
etc. Pede-se a protecQo da poicia. Qem os ap-
prehender poder lera-Ios ao dito tilia, ou rna
do Mandego olaria n. 63, que sera gratificado.
" C0MPANH1A
Phenix Pernambucana.
Os Sr--. acconMas sao convidados a raceker no
escrinloTio daaampaohia o primeiro dividendo oa
razio de 30| por accio.
Pernambucn, 13 de julho de 1371.
Pela companhia Phenix Pernambaeana
J. H. Trindade.
F. F. Borges.
L A. Siqaeira.
Escrava.
Precisase da urna escrava so para coznhar para
p mcaa pessoa, no caso que agrade paga-se 30 :
na ra d" Livramentn n. 34.
Aluga-se o segundo andar e soifo na ra
Direita n. 91: tratar na loja do mesmo.
CASA DA FORTIJIU
Aos 5:0001;
Bilhetes garantidos
V roa Primeiro de Margo (oatr'ora roa dt
Crespo) d. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos fe
mes bilhetes um lerco n. 1993 com 5:0004000, um
terco n. 181 coro90O4000, um terco n. 1380 com
180*000, um inteiro n. 407 com 100*01)0, e outras
surtes de 40* e 20* da lotera qae se acabou de
extrabir (199*), convida aos possuidores a virem
receber na conformidade do cosame sem descon-
t algum.
Acnam-se a venda os bilhetes garantidos
3.* parte das loteras, a beneficio da irmanda le
de Sant'Anna da Madre de Djo3 (200a) que se ex-
trabir quarta-feira f9 do corrate mez, pelo no-
vo plano.
PREQOS.
Blhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Qaarto 1*500
Em porcao de 100*900 para cima.
Bilhete inteiro 5*500
Mio bilhete 2*750
Qaarto 1*375
Manoel Marti ns Pinza.
Compra|p Jabyrhrftto
.Que Aw parafllaiaar JerJcos de labyrintno,
oalba para altar, grade para vestido, frooha etc
te, de fino o muitu bem fait i labyrinilw, diriia-se
n.ss.t>alarr
Vende-se ama casa m um do rrwltwres
lagaa^Waiada, naM-viafJL mi 3pu>alm >s
de frente e 80 aV Tundo.wia 4 quarlos < f saUs,
cotlaba fra, com l yuarto ao laia>, e*w Ira vejada
para as faaat aa grande sata > oa andar, em razo
da manla sr de oito a Jobr 1 >< fcem am terreoo
ao lado, asaim coa) tem am grande quiaial, a no
qul sejide edificar casas pelo mesmo dsHar
para ootra ri^a : %trat Alafa se oa dUedaaV, freguezia da Boa va-
ta, ama ca*a de campo ora todas aa coaamadat-
des >reciaas para affaa le ftotHia, tend > d prate-
feraneia estranfdrrr>. pir ter oochaira e etribaria ;
aa-Hiar na roa da lmn*r*tt SwB4e betel centS
* rata, larga dio HattarU unaae-
Neste muito conhecido hotel se encontrara ex-
eellentes quartos a alas para alagar, qne oftere-
cem eommrdes para familias, onde se eocontra
nao maior asMio e limpta,eotM bom servico,
haattos frios e qu -uins e todas as commodidades
indiapea*aeis vida' tudo por mdico preco. O
lugar central em qne este estobeleclmenlo est
collooado oficente recommeodacao para ser
coneoRido.

CASA DE PASTO
Ra da P mia ni 2!>
Francisco Tavares da Silva Guiroaries abri
esta nova casa de alimentacao, para onde chama
as peasoas qae se qaizerem servir econmicamen-
te na dita casa. Recebe-se assigoaturas men-aes,
e todos os domingos e das sanios de 4 horas da
manhaa em dianle baver a boa maode vacca,
tudo com muito aceio. Tarabem haver todos os
sahbados carne verde de carnefro especial paa
"eus antigos fregneze*. _______
Plano a>aa*a aa xtraefdea das
loteras, approvndo pelo Exm.
te la provincia.
15.000*000
m, commis-
. 4:800*000
oresl
3,000 bilhetes a 5
Imposto, sallo,
s.to, etc. J

Liquido.....10:200*000
Na ilha dos Ratos, casa junto estacao dos trillaos
Urbanos do Recife Olinda.
U agente Pinto Ib vara a leilao por conta e risco
de querrt pertencer, os objectos ocima menciona-
dos, os quaes sero transportados Dar a casajsu-
pra raenrionida, a qual est para alogar-*e. O
leilao lera lugar no di t sexta-era 14 do corrente
devendo ter comean s 10 horas.
da 180 saceos com milbo com toqae de
avaha, vindas no Pirapama
em 10 do correte
Aluga-se o 1* andar da roa Nova n. 46, re-
te cado de novo e o 2" andar da ra das Cruzes
n. 38. faliar com Jos Henriques da Silva, na
ra das Cruzes n. 38, i* andar, das 10 as 3 da
tarde : bem como se vende duas travs de 28
palmos cada ama.
HOJE
II do correnfe
fl agente Pestaa far leilao por conta e risco
rt quem pertencer, de 15u saceos com milho,
m toque de avaria. Os Srs. pretendeotes pdem
examina-las na cnmpaohia Pernambucana. e o
lefeo ter lugar sexta-feira 14 do corrente, s 11
horas da manha, no largo da alfandega, oode al-
gunas, se aeharo jonto ao armacem do Atraes.
DE
Urna grande badeja de prata. salvas e co-
laeres lamaem ao praia, relogics de ouro
e prata para bomens e senhoras, adere-
cns de coral, ditos de ouro com pedras
finas, perolas. cazoletas de ouro e mui-
tOS OUtroS objectOS
IIO.l E
Sexta-f-'ira 14 do corrente ao meio dia em ponto,
e em coo.tinuacao ao leilao de movis que deve
cao do agente Pinto,
R' 'UPA ENGOMMAA.
Na rna de S. Bom Jezus das Criouias n. 39,
lava-e e engomm?-se com asseio e promptido, a
piissoa que faz este de conducta adancada, pelo
que espera que aquellos qae costumam pagar en-
gommado a procurem certo de que eerao bem
servidos.
PAPA OVO DO BUIQUE.
Pergunta-se a essa alta pessoa qae anda oes-
tn cidade, e se nao tem tido saudades da Thereza
qae tirn do poder da cabo Baptlsta, v depressa
que seo oftlcial de justica, Jjao Alexaadre, esta
com a viola saa espera cpm sua resposta far-
llie-hei nutra pergunta.
Aluga-se duas casas na ra do Lima em
Santo Amaro, junto da capeila que se est fazen-
do, cora sotao e commodos para grande familia : a
fallar all cora o proprietario das mesmas, Jos
Gonealves Teixeira Cavacalcante.
LEILAO
DE
i1') saceos com excelleote feijo preto.
HOJE.
A's 1* horas era ponto.
O agente Pestaa far leilao por coota e risco
de <|iih n pertencer, di 20 saceos com feijo preto
emjerfeito estado, os qoaes sero vendidos era 1
ou mais lotes, hoje ao meio dia, no trapiche Fon-
les, ao Forte do Mallo.
Leilao
DE
iViibras de retroz de e&res e 3 grosas
de colarinbos d papel
Sabbado 15 do correte.
O agente Pestaa far leilao das mercadorias
cima, em liles, a vontade, tabbado 15 do corren-
te, i< 11 horas da manha, em sen escriptorio
ra do Vigario n. 15. ____
\UbVb\ata-
BS HIVKRPOS .
M07E1S
l'erteDcentes nina familia qae se retira
paaa a Eurot>i
SABBADO
i. do corrate
0 agente Pesua far leilao por conta e risco
de urna familia qne se raiira para a Europa, sen
do urna mobilia de migno, cadeiras, maquezas.r
guiada looca, urna bella mesa elstica, commodas,
mesas, urna machina, para cozer saceos, veoeza-
oas e muitos outros .objecios qae se aeharo pa-
teles, sabbado 15 di correte, s 11 hiras da
manira, na ra do Vigari^, esenptario do ageste
n. 15, primeiro anJar.
LEILAO
A viuva e Albos do Dr. Joaquim da Silva Gas-
mao agradece aos pareles e amigos do fallecido,
que acompanharam sea enterro ; e anda roga a
comparecerem s 7 horas ta manha do dia 17
do corrente, selimo dia do fallen meato, para as
sislirem a raissa e memento que se ha de cele-
brar por sua alma, oa igreja do coaveoto de N.
Seohora do Carmo.
Urna seuhora olTerecese para ama de leite:
quem a quizer annuncie por este Diario.
de
1 premie
1 dito de .
1 dito de .
2 ditos de 100000
4 ditos de 40*000
9 dilos de 20*. .
17 ditos de 10*000
565 ditos de 6*000 '
5:000*000
800000
3005000
200*000.
160*000
180*400
1705000
3:30*OOO
600 premios...... 10:200*000
N. B. 0 premio de 5:000*000 est sujeito ao
imposto de 15 010 por'le geral, e o de 800*000 e
maior ao d- 5 0,0 por le provincial, sendo tam-
ben) e-ies sajeitos ao de 3 0,0 do imposto addicio-
nal ao dito imposto provincial.
Thesouraria das loteras de Pernambuco 12 de
julho de 1871.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrignes ele Souza. -
Agradecimiento.
Eu abaixo assignado, tendo de retirar-me para
o Rio de Janeiro por motivo de molestia, ve-
iiliu cordeaimrut; agradecer a todo* os meas ami-
gos que se prestaran) a assigoar urna subscripeo
que em meo favor prGmoveu o meu ex-patro o
Sr. Manoel Jos da Fonceca Maris, que nao pou-
pon cousa alguma que eslivesse ao sea alcao:e,
alim de cansegur meios soffliiientes para me po-
der traasportar ao seio de mioba familia. Rece-
ba pois o-Sr. Maris e amigos, que de lao baa von-
tade concorreram com o ooolo da candade em
toeu favor, o meu eterno recoobecimeoto.
Narcizo II arique Belm.
' .ll-
Jeronyrao HUbeiro Rosado.
Jos Augusto Rosado deOliveira, Alipio Rosado
le Oliveira, georo e sobriohos do fallecido Jefo-
oymo Ribeiro Rosado, convidara aos amigos do
de sea fallecido sogro e to, a assistlrem urna mis-
al que por sua alma rn.raJam celebrar, sabbado
S do correte na igreja da Santa Cruz selimo
dia do seu passameuto pelas 6 horas da manha.
Os mesmos agradecen cordialmente a todas as
pessoas que se digaarara acompanhar ao cemita-
rio publico os restos mortaes de seu fallecido so-
gro e lio. ______. __________
aoMaazsaMoaBaaiaaaBaiBBnaaaBsavniBw
Preeisa-se de ama ama para
nhar e eosabor o diario de
casa de familia : na ra
Rna do Baro da
Victoria,
Outr'ora ruy Nova n. 63 e casas
do costume.
Bilhetes garantidos da pro-
vincia.
O abaixo assignado acaba de vender entra o;
en; muito felizes bilhetes a sorte de 5:000*000 em
um terco de n. 1998, alm de outras sones me-
nores de 40*000 e 20*000 da leteria qae se ac
boa de extrahir (199), podando seas possuidores
virem receber. qae prompumente sero pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para virem ao seo estabelecimentc
comprar os felizes bilhetes garantidos, qne nc
deixar de tirar qnalqaer premio coma prova pelo
mesmos annancios.
Acham-se venda os muito felizes bilhetes ga
rantidos da 3' parte das loteras em beneficio da
irmandade de Sant'Auoa da Madre de Dos, qae
sera extraaida ao dia quarta-feira 19 do corrente.
PRECOS.
Inteiro 6*000
meios 3*000
Qaarto 1*500
De.1000000para cima.
Inteiro 5*500
Meios 2*750
(.) jarlos 1*375
Joo Joaquim da Costa Leita.
i, bF. \
Joo da diDha Magalhes agradece cordialmea-
le a todos os seus amigos e pareles a prova de
con3ideracao e estima qae Ihe deram acompa-
nhando aocemiterio publico os restos mortaes de
sua prezada consorte Alxaodrina dos Sanios Mi-
randa Magalhles; e de novo os convida a assisti-
rem a missa,que pelo eterno repouso.da alma da
tinada, manda crlebrar lerca-feira 18 do corrente,
as 7 horas da manha, na igreja do Corpo Santo.
AO PUBLICO
Tendo-se extraviado o recibo n. 6 de dala de 4
de fevereiro de 1871 da primeira entrada de 10
0|0 de 103 acedes da Companhia Peraamboco
Street Railway oa importancia de 2:000* perteo-
ceote ao Sr. Rapli'ael Leite Pereira da Silva, as
signado por mim, previno ao publico qae cao fa-
ca transaego com este documento, pois fica sem
valor a'gum. Pemambueo 13 de julho de 1871.
H. S & Suift.
Assl Treashirer.
____________Pernambuco Streele Railway & C
Farinha ds mandioca.
Saceos grandes e de boa qualidade, e preco o
mais barato possivel para fechar cootas: na ra
do Vigario o. 27, escriplirio de Jos Joaquim Li-
ma H tiran, e para Ver nos trapiches, da compa-
nhia Fontes.
roa
pri-
s


s
s
Na ravessa da
das Cruzes n, 2,
meiro andar, da-se
nhelro sobre penhores
de ouro, prala e brilhan-
les, seja qnal for a qnan-
tia. Na mesina casa coi-
pram-se es mesaos me-
laes e pedras.
Alugam-.se duas casas, sendo urna casa ter-
rea atraz da matriz de Sanio Antonio n. 11, e am
segando andar na ra de Lombas Valentinas n.
86 : a tratar atraz da matriz de Sonto Antonio n.
28, sobrado.
Leonardo de Siqueira
Cavalcante
chamado rna do Mrquez de Olinda n. 45.
AREV4LESCIEUE DI1 B1KRV
K-ia farinha qae lio grande oso lera na Euro-
pa, rnailo se recommenda para as criancas e pes-
soas debis e eonvalescentes. Como medicamento,
lofallivel para os casos: prisao de veotre. he-
roorrhoidas, ms digestoe. azi, amargos de boc-
ea, dores de e-tomago, diarrha, pnxaqaecas, af
fec xiaa. lc., ete., eonteodo maito mais principios nu-
tnenies e restauradores para os mscalos, ervos
e cerebro, que, tres vezes o sea peso era carne,
e por consequencia, de conservar melhor as lar-
cal physicas e rouraes, rertabelecendo as funceoes
aigestivas estragadas, dar appetite e convir aos
estmagos anda dos mais eofraquecidos.
Sea aso io simles como fcil : a Revales-
ciere du Barry deve ser desfeila e cozida como a
farinha ordinaria, podeodo ser osada na agna
simples, com vmho braacu, no caldo sem gordura
e no rwiaj leiie, f.tzindo-.-* anda bolos com man-
teiga, hite oa assucar, etc., etc.
Uaicos depositarios em Pernambuco, pharraacia
e drogara de Suaiva A C. ; ra Direita u. 118,
anliga botica do Peixe.
O bacharel Jos Bernardo G. Alcoo-
rado Jnior, seguindo boje para o Cear, e
nao podendo despedir se pessoalmente de
seus amigos, vera fazel-o pelo presente, of-
ferecefid Ihesen diminuto presumo.
Reoife 18 de julho de 18.71.
DE
Una leoda de serralheiro roa do Barao
do Trinmpboaatig do Brom a. 56.
Segunda feira 17 do correle.
O agente Pestaa far leilao, competentemente
auic--;.,io, e por coota a risco de quem perten-
cer, do< objecKw existen!* na serrara cima dita,
sendo 1 forjas completas, 1 tt.actiina de furar, 3
lala^S
da Cadeia nova n, 15.
Precisa-se de um fachiua : na pallara da ra
do Rangel n. 9.__________' .
Amigo Macaco
Realisa loco saa partida a esta praija para o
que ja le disse pela -raxo de herd um escravo
e dez bracas de ierra e tambem vou passar a so-
cio na lerrge e ella t faz me airopellar e en nao
tenho remedio senao curar-rae pois que caja e
en. nao quero graoas com mea cajimealo pois qae
pr is>o ttnho talento.
Cnrrijv-OH.O olho de vidro.
\s1ia\a
Hospicio n- C9.
Precisa'-se de ama ama li-
vre ou escrava, umeameot
para lavar roapa : na ra do
Offirece-se,um moijo cha^adii ni pouco do
mato para caixeiro, o qual tem alfcuma pratica de
padana e taberna, e da fiador a sua conducta :
quera de seu presumo se quizer utilisar pode di-
rigir se ra d Mrquez de Olinda, aali/a roa
da Cadeia. n 50 A.
ATTENCA
O Sr. Antonio Pedro de S Barreto Jnior qaei-
ra vir rua da MaJre de D?os n. 7 liquidar aquel
le negocio iue nao ignora, isto a bem de sua se-
nhnria.
Os herdeiros do finado capitj Manoel Perei-
ra Monteiro, genro do finado Bernardo, proprieta-
rio do engenbo Pindobal na freguezia de Pao d'A-
Iho. como possuidores, da quarta parte do dito en-
genhn, tendo partes igaaes em todos os toeaeflcios,
fazem sciente ao publico que vendem a dita parle
por 10.000* conforme as conl coes do negocio,
visto que ha muitos annos no inventario do finado
Busardo fo avahado p>r 32:060* : a tratar cois
Claudio Dnbeux. caes i de Nov.'mhr.i n. 32.
Eocambole
Romance completo em 13 volumen, encaderoa-
Jos, por preco mdico : na roa do Mrquez de
Olinda n. 15.
- -
Precisa-se de una ama li-
vre ou escrava, que cozinhe
bem e lave : tratar oa tua
da Palma n, 34.
GAFE PURGATIVO
A' ESCAMONEA
De. BN Barral
Pharaaaceutleo-C blmlco
A ntilidade des purgantes nao soffre demons-
trado alguma; a prescripeo diaria que delle-
fazem os mdicos e o aso aiada mais freqaenu
feito pelo publico sao provas irrefragaveis lanic
como a quantidade innumeravel deste genero. Si
falta aperfeiQjar cada ver mais o modo de admi
nistracao, de maneira qae conservando a saa ac-
cao, elles possam ser tomados sem repugnancia
nem asco e sobretudo sem receio nem perigo.
Muitos porgantes afamados so devem este bom
xito ao sea effeito intenso e excessivo. D'abi c
perigo, porque irritacoes de estomago, inflamma-
Soes de entranhas sao raevitavelmenie o resulta-
o do sea emprego. Nada disso tera-se de recear
com o caf purgativo.
Todos conbecem pur experiencia o aroma sua-
ve e o efleito llgeiramente tnico e excitante de
eaf. Elle o melhor auxiliar dos porgantes dos
quaes diafarca o cheiro o sabor e ajada a accac
sollicitando vagarosamente os raovimentos peris-
tlticos de intestino, e prevenindo o sea effeitc
muilo intenso sobre o estomago. Misturado con
escamonea, facilita as evaeuacoes com promptidc
e sem clica, e toroa-se um purgante brando,
certo, fcil a tomar e prefervel a todos os outros
salvo urna indica cao especial da qual o medico
o uuico jais.
A ooocuidade do caf porgairvo permitte de
eraprega-lo em todos es casos simples. Desper-
tando a atona do intestino e activando a secre-
cao deste, deslre a dureza de ventre, as vento-
sidades, as flatnosidades e excita o appetite. Em-
pregado mais i miado, coa venante para eva-
cuar cora vagar a bilis e os humo.es viscosos e
e faz dessa raaneira desapparecer a enxaqueca.
as dores de cabeca e prev os ataques de sangue
as pessoas qae a estes sao predispostas.
MODO DE EMPREGO.
' to simples como fcil. O cat pnrgativc
deve ser tomado fro, pero oa misturado com ate
pouco de leita fri assucarado, oa agua assaca
rada. O vidro inteiro a dos ordmaria pan
um adalto ; dua3 colhjres de caf bastam para
as senhoras e para toda e qnalqaer pessoa que se
pnr fcilmente.
. ara as criancas de 8 10 annos, a meiade d.
vidro sufflcienie ; de 5 a 8 annos, orna colher
de caf, e a quarta parte do vidro somante abai-
xo desta idade contra a gosma.
B" po' isso d'nma adminHtraclo maito maii
fcil do que es biscoutos, caocolalea ou bolos
pur?avos.
-se immediatamenie depo ieite queme as-
sacarado oa caldo leve, e dua ou tres chvenos'
de cha preio ou de tilia."
nico deposito na pbarmacia e drogara de
gartholomen A C : roa larga do Rosario n. 34.
CuaJia -V Manta, vendeni a,
rira d> Mrquez de Olin-
da n. 40, o segninte :
VINHO XERIZ tuperior, era caixas.
COGNAC MARTELL idem.
VINHO BOREFAUX. i em.
AZKITK DOCE ReftNADO, idem.
VINAGRE BHAN O, dem.
CAF DO CEAR, saceos.
(Jharutus de 8ehnorbusch
Regala britnica.Regala Imperial,
Operas. Conchas. Trabucos, de am mhetro
para cima.
CIGARROS D4$,fAlRICAS DN RIO DE 80-
VAES E L'ZAUR, de diversas qaalidades, veade
se em barricas.
D. W. B0W1M
Engrenheiro com
FUNDIDO
* rija no inaui 4*
PASSAHDO 0 CHAFARIZ
r.
Pede am- enflores de eo$enho e omros agricurtores, e emprgarJores da ma-
bioismo o favor de urna visita a seu esta be leci manto, para verem o aove sortimento
completa que aa tem ; pois sendo tudo muito mais barato era arerii d qu jaraainic-
aha vendido, est anda superior em qualidade e fortklSo; o qua cata a inspecci. po-s
oal pode se verilear.
PEDE ESPECIA! ATTENCO ko NUMERO E LUGAR DE SUA fUNDICO
\Tnnnrpa o rridae H'gonia d08 BDai8 ">o V apure rOaaS Uagnd tamaohos caavaaiaMai para aa dwar-
as circunstancias dos senbores proprietarios.
lVnfiTlHag Ha i**anTlft de lodos tamauho3 as n^lbores qae aqni
OrUUtto Ut/litatlao para aorrjae8, agua e vapor.
Taixas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
jWanhYniftmnftpara maDdioca e ^eo^o,
U.1U/UXU51UUS e para serrar madeira
JjOmOaS ae patente garantdas................
Todas as machinas a
.wvamm a*w aiMavauuus e pg^g e qae se cosioma precisar.
Faz qualquer concert de miCDiBiSmo p\eCo mu remido.
FormaS dP fMTn tem as meltjre9 e mais baratas existentea no er-
P!fl POIWTWftWflna Incumbe-se de mandar vir qnalqaer macbinismo vob~
uuivuiuiuuuuag tade dos clientes, lembranlo-lhes a vaotagem de fa-
zerem anas compras por intermedio de pessoa entendida e qae em uoaJquer necessida-
de pode Ihes prestar auxilio.
Podeodo t'>do
ser movidos a mi
por agua, vapor,
oa aoimaes.
CHAPELLERIE DES DAMES
Acaba de ebegar a este estabele:iment um completo sormeDto de cbapoe para
Senhoras, de grande phantasia; toroam-se recommenda veis pelas bonitas formas e ea-
feites. Recebemos tambem cbapos de merino para lulo pesado, fazenda de morto-
nosto ; portanto recommendamos s excellentissimas senhoras que se dignem visitar
aosso establecimento, que actualmente o que se acba mais bem sonido deste
rtigos.
RA DO CARUG N. 12, Io ANDAR.
A AGIA BRANCA
RtIA DIQUE DE CAXIAS N. 50
(Outr'ora Queimado n. 8.)
acaba de receber de Inglaterra nm bello sortimen-
lo de objeclos, qae alem de sempre necessarios
hoje se tornam esaencialmente precisos vi.u da
falta qae delles ha no mercado, sendo :
Fitas de velado pretas, outras com relas bran-
cas, e outras de diversas e lindas cores, e todas
com differentes larguras e superior qoalidade.
Franjas, trancas e galoes de seda de modernos
dosenhes e gostos, e igualmente sonidos em cores
e largaras.
Novas e bonitas trancas e galoes de laa, tam-
bem surtidos em larguras, cores e moldes, e lo
proprios para vestidos como para roapinhas de
crianzas.
Trancas brancas de algodo com nova forma em
caraces angulares, teado nesse genero martas e
diversas largaras ; cairas nos mesmos gostos po-
rm mescladas ; outras trancinhas brancas de
caruces mind e bonitas, as qnaes por suas
estreitesas teem constantemente merecido geral
agrado.
Babadinhos frisados e outros preparados para
frisar se a vontade.
Um bello sortment de galoes pretos de la com
diffarentes moldes e larguras, proprios para vesti-
dos de lato.
Botes finos de madreperola para camisas, ca-
iros pretos e de cores para vestidos.
Isso alem do constante sonimento de enfeites de
seda, la e algodio, de que sempre se acha prvi-
da a loja da Aguia Branca.
brancas, bordada e outras com
babados.
Na loja da aguia branca vende-se bonitas saias
brancas com largos e delicados bordados, e ou-
tras com bordados de pregas pospootadas, obras
modernas e de gostos.
Fil de seda, branco e preto com salpicos.
Dito de algodio, liso com salpicos e flores mia-
das.
LIVR1NH0S COM DESENHOS
para crochet, marca etc.
FOLHAS DE PAPIS COM DESENHOS
em po ntoairmor paa os mesmos fins.
n.
Annunciar boje bicos e rendas de labyrratm>,
objectos esses que se acham em qaalquer parte,
seri fastidioso, porm assim nao acontece porque
esses qae a Agaia Branca acaba de receber sao
de urna nova e superior qualidade. A Agnia Bran-
ca a ra Duque de Caxias n. 52 receben bicos n
rendas de kbyrintbo, que por sua amostra vieran
perfeitamente emilando a tecidos de grades cntio
e feitos no paiz, mostrando at o alio relevo qu
se conbece as outra?, isso alem da novidade u
bom gosto dos desenbos.
Tambem receben outros bicos e rendas estrtita
proprias para rpupas de senhoras e meninas.
Becebeu ignalmeale am bello sonimento de
rendas e bicos de crochet de fina qualidade e agra-
daveis lavonres. Assira, pois, os pretendeotes sern
bem servidos tanto nos preces como as qaali-
dades.
BARRETES EM PONTO DE
meia para recem-nascidos.
PERFUMARAS inglezas
A Aguia Branca tem recebido finas per-
fumarias inglezas, sendo extractos concen-
trados de agradaseis ebeiros, pomadas fi-
nas entre as quaes se nota a d'alpaca, agna
da colonia, dita de lavander etc. etc. assim
como- finas escovas inglezas, e opiata para
dentes. Tambem recebeu variado sorti-
meoto d sabonetes, qne os est vendendu
baratamente.
Caixinhas com 3 sabonetes arorcacoa a
14. ditas com 3 ditos transparentes a Id.
55500 e 2)^000.
Ettchovaes para baptisados.
A loja d'Agnia Branca roa Duque de Caxias
n. 52, acaba de receber lindos enchovaes de diffe-
rentes gostos e prei;:)9 para baptisados, assim co-
mo bonitos chapeosinhos de fustao primorosamen-
te enfeitadoi para o mesmo flm, no mesmo paa-,
seio. Tambem recebeu modernas e bonitas ca-
misinhas bordadas com punbos para senhoras
golinhas com punbos e sem elles, tanto de renda
como de eambraia, bicos de seda brancos con.
vidrilhos.


i
V
:'.





i--------ir-
Diart* Mudauoa
J. 0. C Doyle fax B#%lic que mudou o se* r-
Batew de fixeadas Ja roa do Goramercto n. ML
gura mean ra 31.; ;________v '
Jos LebouD, socio da firma Lenmanu fre-
na, tendo de m retirar para Etropa, a vita -6
corpo do comrrercio que deixa na gerencia da
caaa o Sr. David Flaeh com todns os peder?, *
por segundo procurador o Sr. Emilio- Schaans-
cnild. Recife 12 deioMio de, 1871. ; i
Papa. Papa!
OlTerece se om paz para caixeiro ehagado
a pooco do mallo; a tratar na roa da Cruz n 36'
com Braga Goales A C. '_________^____
|f A Na roa do Mrquez de Olinda, outr'ora
JXm.\. da Cadeia, n. SO precisa-se de urna ama
para eosinhar._____________________________
"CASITA FORTUNA
RA I* DE MARCO OUTR'ORA DO
CR$SK$ N. .
Aos 20:000>000.
O abaixo asfignido tem sempre exposto ven
da os felizes bilbetes do Rio de Janeiro, pagando
promplamente, como costuma, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 2i*00O
Meio 124009.
Quarto 6*000..
Manoel Martins Finza.
No CafjCJiBez a ru lesa do Rssario n. 31,
encontra-s* las iftj) |t|Z horas da manhaa
trpapf "
ara*
a saborosa e oatthW-pap de leite. Recebem-se
asignatura* para ella. Chamamos a attencao da
elatM eaixeiral. Tambem se fornece comedorias,
bem como se acceitam assignaluras po; mdicos
prepoi.
*
Ftftographia imperial
- Pardpa-te *o respeiuvel publico com es-
pecildade ao corpo do Gommercio que se acba
josto e contratado o'hotel da,irua de Santa Rila
Nova n. 3, cora Manoel Domingos Freir, se al-
guera se jalgar com direito ao dito hotel aprsente
os seas documento* oo .praso de 3 dias a contar
da data desla e nao o fazendo perdero o direito a
qoalquer reclama$ao que appareca.
Recife U de jmbo de t87.
Manoel domingos Freir.
Precisa-se do ama ama para cosinhar : a
ra do Sebo n. 29.
Alga-se a casa terrea o.8 da ra do Jasmim:
a tratar roa da Aurora a. SO.
Farpas !
Chronica mensa! publicada em Lisboa, por
Ramalho Ortigao Eca de Queiroz.
O numero de maio acaba de chegar. Achare
venda por U000 rs. na Livraria Franoeza.
O abaixo assigutdo tein justo e contratado
com os Srs. Amara! & Filho a compra da armacao
da casa da rna da Imperalriz n. 68, livre e desem-
barace da de qualquer dnvida que possa appare-
eer ; mas se por ventura alguem se jalgar com
direito a mesma, tenha a bondade entender-se
com o abaixo assignado na ra Marques oe 01 in-
da, antiga Cadeia, n. SO A, isto so praso de tres
diai, a contar desta data em diante. Recife 11 d<3
julbo de 1871.
Bernardino de Azevedo Fereira Maia.
Criado.
Precisa-se de um criado para todo servico de
um estabeleeimento e que d fiador a sna conduc-
a : na rna de Marro n. 15. .
Botica popular
ra da Imperatriz n. 77, precisase contratar um
offlchl de pharmacia.________________________
Carta
Ha nma pera o Sr. Antonio Urbano Gomes Sam
paio, na roa das Cruzes n. 13.______________
Irmandade do Divino Espirito Santo do
Collegio,
Em virtude do artigo 68 do nosso compromisso
convoco o conreino fiscal para se reunir no dia 16
do corrento, pelas 10 horas da raaoha, aflm de
dar cumprimenl ao que dispde a artigo 83 do
mesmo compromisso.
Con?istono da irmandade 12 de julho de 1871.
Jos Azevedo de Andrade,
____________________Procurador geral.________
Pracisa-se da ama pira co-
zinhar e comprar : na ra do
Crespo n. 18, 2o andar.
V^V
4 VI A Precisa se de urna ama para o servir o
..M.A de urna casa : na ra da Cadeia do Re-
rile n. 51, ) andar.__________________________
Massa fallida
DE
Amorfa!, Fragoso, Sanios &C.
*e Paga-se o stimo dividendo razo de 2 OjO," to-
das a quintas-feiras das 11 horas da manhaa a 1
da-tarde, no escriptorio da ra do Vigario n. 13,
Io andar.
Ama de leite.
Preciase de nma ama de leite : na ra do
Queimado n. 28, andar, hoje Mrquez de Ca-
Aluga-se a metade de um primeiro aunar
situado n'uma das principaes ras do bairro de
Santo Antonio, com conminaos suficientes para
escriptorio de advogado e de casa de comniis?5es
pelo preco de 23*000 r.-. meneaes. Para infor-
ma toes ra do Livramem'o n. 19, 1 andar.
AMA
Precisa-se de ama ama
para andar com urna
manca e fazer algum
servico Interno : na roa
da Aurora n.-5, segan-
do andar.
Precisa-se de mu tneatre de uusteira:
ra da Guia n. 56.
Precisase de urna ami para cozinbar, com
prar e eogommar para casa de pouca l liai
preferindo-se escrava : i tratar nesta typ(iraoh
Precisa-se de urna ama na ra Bella uu-'
mero 31.
mmm mmmmmmmm eso
3

m
s
;
0 professor publico Jo5o Lande-
lico Dome las Cmara contina Das
horas vagas (tres da tarde em dian-
le) a leccionar particularmente pri-
raeiras lettras, grammatica porto-
goeza, arithmetica, etc. etc.
Relativamente s senhoras, a ca-
jo ensino se tem dedicado, prope-
se a habiltalas para o concurso
ao magisterio primario, prometten-
do-lbes empregar todo o zelo, es-
forco e assidoidade a sea alcance.
Os interessados podem entender-
se com o mesmo ra do Rangel.
d- 40.
I
OS*** BfcES3^a& BC>
xias.
ulfrece se utna prela escrava, muito fiei,
para tomar bolos de vendagem ; a tratar na ra
d Uaio n. 26, andar terreo. .
Vis*
Precisase de uma ama
forra ou captiva para e ser-
vico de uma casa de pooca
familia : a tratar na roa do Baro da Victoria nu
mfoj l'i.
"OlilET
Jos Rodrigues da Silva Rccha, socio da firma
Suva ll-K-ha & Machado que tem girado nesla
praca com negocio de ferragens e miudezas a ra
do Queimado n. 12 (boje Duque de Caxias) roga
a i: em ti ver ttulos da referida firma haja de os
presentar em dito estabelocimento para seren
pagos por Machada & Bran lao saccessores e res-
ponsaveis pelas obrigac5es daqaella firma.
TLHOS URBANOS
DO
RECIFE V Olil^BA
e Beberibe.
Este ramal de hora avante nos domin-
gos e vsperas de santificados a sua tabella
t- igoal a de Olinda, observando que s-
metiie partir depois da partida dos irens
de O inda.
Escriptorio da companhia o de julho de
1871.
O superintendente,
A. de Abren Porto.
iOFIKA
Roga-se ao Htm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, \
envo na cidade deNazareth desta provincia,
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a concluir
aqueile negocio que V. S. se comprometteu reali-
r. pela terceira chamada deste jornal, em fins
de dezembro prximo paseado, e depois para Ja-
neiro, passoo a Eevereiro e abril, e na 1a camprio,
t- por este motivo de novo chamado para dito
r.m pois V. S. se deve lembrar que este negocie
fihc se achava no es nesta cidade
Cigarros espe- *
* ciaes e fumop- *
* do para cigarros
e cachimbos o me-
glhor possivel, fa-|
^bricado no Paras
*por Jos Julio
! Sampaio Pires.
nico deposito em m
S Pernambupo, pra-1
| (ja d 3 Independen- *
a cia n. 39. loja de
Porto & Bastos.
MARTIMOS
E
CONTRA. FOCO*
A companhia Indemnisadora, estabelecid;
aesta praca, toma segaros martimos sobre
aavios e seos carregamentos e contra foge
em edificios, m 'rcadoris e mobilias : n
roa do Viaario n. 4, pavimento terreo.
AOS 5:0OO5OO0
stao a venda os felizes bilbetes da lotera dt
rian*. na casa feliz do areo da Conceico, loja de
i'DHVf"" no Recife.
A nmwoa em coja ca?a estiver ocenita a esira-
v< Uarcelli, culata clara, de 30 anuos de idade,
ij)*i* ou manos, cabellos pretos e longos, alta ma-
gn e ii uito gaga ; tenha a bondade de leva-ia
a ra-a n. 8. t ra do Cooie da Boa-vista, anliga-
innt>? ra Formosa, que ser bem graiiScada ; do
contrario protesta-se proceder legalmente, cnnira
qualquer individuo que a tenha em -ua compa-
nhia a titulo de ama livre, como consta i;ue se
arh i fin uma casa oa fregaezia de S. Jos, desta
n, desde o dia 23 de jonho prximamente
linio________________________
Koubo de relogio
Roabaram hontem 10 do corrate da casa na
ra '".armo eni Olinda nm relogio patente io-
t-r.L-rdA f-bricantrt Josepti Penlington de
Liverpool n. 128,787 o nome do fabricante esta na
aivi "in uma das pei;a< da machina, e eorren-
ik oe )!' iD|tlz, cjm sinete tendo uma pedra
ririi iuiciae<, este olijectos sao deoundelel:
|tfd-M aos >,-.. onrives ou a qoetn for oterecido
o favor em "rrehender f entregar ao sea d riao
no I: r4
Mleti.
Jcaquim Jos Gonpal-
ves Beltrao
. Roa do Trapiche n, 5, i andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco di
iuho, em Braga, e sobre os seguales lagares en
Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guimaraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
filia do Conde.
Arcos de Va! de Vea.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Fameticao.
Lamego.
Lanos.
Covilhaa.
Vascal fValpasso).
Mirandella.
Be ja.
Barcellos.
BrtJUSH HOSPITAL. -r~
l'be Treasurer would thank the merchanls hol-
ding fees belonging to this iastituiioo to sead same
to o. 38, ra do Commerco.
Vaatagem para os pais de
familia.
Urna seubora de boa moral propoe-se a ensinar
a fazer flores com perfecao, e bordados de tape-
caria, bem como outros de todas a< qn^lidades, a
fszer croch e tedas as qnalidades de trabalhos de
laa, tudo com delicadeza e rosto pelo diminuto
prfco de 3 mensaes ; tambem recebe alguma
menina, mne ou mucama que queira ficar pen-
sionista. Na mesma casa tambem ensfna-se piano
a alguma dessas meninas que queira aprender
pois ha piano e bom mestre : trta-se oo i' andar
do sobrado do paleo do Para;:. por cima da loja
de alfaiate n. 59, llcando a escada oo becco.
Monte-pio portuguez.
CONSELHO FISCAL
Nae se tendo bontem reunido numero legal pe-
ra baver sesso, sao por isso convidados novamen-
te os senhofes membros deste ;onse ha para ?ex-
u-feira li docorrente, as 6 I|2 horas da tarde,
no sali do Gabinete Porlngoez de Leitara.
Secretaria do Monte-pio-portugaez em Peroam-
bucoiJ de julho de 1871.
.A. E. Nojueira, ,
! se.'reiirii' d" 'ireiiiii fPciI.
CALERA Dfi PfTURA
OS
/. Ferrara Vlela
Oete 6 dia 7 de abril passado aeba-se iberio o
iovo eetatofeoimento phetographco sito roa do
:aw m. W,-esquina do pateo .la matriz. Oslraba-
Ihoe fue ese entle, tem saludo de nossa offleina
mu feralmente agradado, tendo receidos por
UfHacem admiracao palo extraordinario pro-
rrateo fue himamente tem tido a phok graphia,
i por outros com alegra, por verem a provincia
dotada com um estabeleeimento dig&o d ella, e in-
:ontestave1mente o primeiro que neae genero
neje poseo* : tambem nao Dos poupamot em cousa
ilguma para monta-lo no p em que sa acba, es-
perando qne o publieo de Peroambaco sabera
ipreciar nostos esforcoe e recompensar nossos sa-
MTOCtO.
Convidamos a todas aquellas pessoas,, nactonan
estrangeiras que gostain das artes, oa tiverem
aeceesidait de trabalhos de photographis a visi-
larem o noseo estabeleeimento, qae estar sempre
iberto e sua disposico todos os dias desde as 7
lloras da manbaa at as "da tarde.
Para os trbateos de photograpbia possuiaaoraia
versas machinas dos me Inores autores (raneles <
aglezes e allmemaes, como seiam : Lerebours el
Seeretan, fterroagis, Thomaz Ron. Voigflaoder el
sonh e Wulf. ltimamente recebemos tres novas
machinast sendo ama deltas propria par tomar
obre ojraeemo vidro 4 ou 8 imageos diTersas
isoladas, e outr- de 6 a 12 imagens diversas's
gualmente isoladas, de sorte que no caso de
jrande concurrencia poderemos retratar sobre
iraa nica chapa at 8 pessoas diversas e isola-
las para cartoes de visita, e assim em men^s de
un quarto de hora despacharmos 8 difireme
pessoas que pecan) cada urna, omaduzia de cartoes
nais ou menos, com os seas retratos smente, on
m grupo com outras.
Encarregamoe-nos exclusivamente da direccio
i feitura dos trabalhos de pbotograpbia dei-
lando pericia e talentos do distincto pintor
illemo, o Sr.
Jorge A. Roth
is trabalhos de pintara, a aquarela, a oleo, e a
pastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
ama escriptora publica, e at o prosete tem-se
lesvellado na execucao de seus trabalhos.
o nosso estabeleeimento acham-se exposlos oa-
uros trabalhos mportanti-s do Sr. Roth, tanto em
miniaturas aqoarella como oleo, retratos a
leo, qoadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos a olee at o
.amnno natural, assim como de qoadros sacros
para ornameotacao de igrejas oa capellas, Tam-
bem aceitamos encommendas de qoadros histor-
eos.
Asseguramos que os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sio mu rasoaveis.
CARTOES DE VISITA NAO COLORIDOS i i0JO0 A
mfk
CAJt5E8 DE VISITA COM O COLORDO AO NATU-
RAL A i6#)00 A D02JA
Retrates em miniatura oleo oa aqoarella de
(6 204000 cada um, indo convenientemente en-
saixilhado em moldura doarada e regalando o
aosto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
ledo o qoadro palmo e meio de tamaabo.
Jolgamos que bsstarao os precos cima para
iarmos idea da baratesa dos trabalhos do nosso
istablecimento, qoanto saa perfecao cada um
reoha jalgar por seos propros olhos.
As melhores horas para se tiraran retratos no
nosso estabeleeimento sao das 8 horas da manhaa
I da tarde; entretanto de ama hora s 5 da tarde
im casos especiaes pde-se tambem retratar qual-
|uer pessoa.
Nos dias de chava, oa por lempo sombro po-
temos retratar, e asseguramos qae esses dias sao
>s mais favoraveis aos trabalhos de photographia
pela docura e persistencia da luz, e por termos o
aosso terraco construido com taes proporgoes e
Delhoramentos, que alada choveodo jorros ne-
ihom inconveniente bs para fazer-se bellos re-
ratos.
i[ RIJA DO BARIO DA VICTORIA 41
irmutrn tom nri DE AJiaim CODM) 1
Neate novo armazam tem 001
variado sortiraenio de fazendn
francezaj, inglesas, alinalas e to-
das todas se vendetn por precos
mdicos, afim de acreditar a este
novo armaeea.
Casemiru inglezas,
francezas, de todas as
qnalidades, brins de
lores e brancoi, colei-
rinfaos modernos, cha-
pos de sol de seda,
nos.
ARRUDA IRMAOS.
Bario da victoria
Assim. como tem orna gru
oficina de alfaiate, montada com
todos os preparas qae ha de melbor,
dirigida por habis artistas, qoe
pela soa promptidio e perfeicao
nada deixam a desejar.
Ronpa de todos ee
amanhos para homeoc
meninos.
Por todos os paqnc
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras qae ba-
a Enropa.
RA
pk
Bar So da victoria
antiga rna
NOVA
S.41.
Este esUbelecimento acaba de soffrer orna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e m pontoalidade as encom-
mendas, finalmente em todo afim de melhor servir os seas numerosos freguezes deixa-se de annanciar todas as fazendas, par
alo se tornar massante


LIQUIDACAO
*
la mais importante fabrica de chapeos de sol do imperio Ra do Baro da Victoria
0 dono daqaelle estabeleeimento resolvea-se para acabar mais depress em vender os productos da saa fabrica
eos segointes:
Chapeos de sol de seda para senhoras e meninas a...................... 55000
Ditos de ditos a bailo a............................................ 05000
Ditos, ditos e ditos finos a.......................................... 85000
Ditos, ditos e ditos, de marSm..................................... 105000
Ditos, ditos e ditos, para hornero................................... 105000
Ditos, ditos e ditos............................................... 115000
Ditos, ditos e ditos do paragoo...................................... 155000
Dtt03, ditos, ditos de ditos......................................... 1G50O0
Ditos, ditos e ditos cabo de marfim.................................. 175000
Ditos, ditos, ditos e ditos.......................................... 185000
Ditos de alpaca mnito superior............ ......................... 45000
Ditos de merino.................................................. 6|J000
Ditos d'esgniSo................................................... 60000
Ditos d'algodlo para homens e senhoras............ .... *............ 25000
d. 23
pelos pro-
em duzia descont de 15 /.
idem dem,
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem idem.
idem 25 %
5
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*> a. -= 3*
= S a.
S&f i---"
-1 m
T>
t,
O "
lila?
e c
5 8 -
Continua-se a fornecer comedona. para fora, na
ra estreita do Rosario n. 35, sobrade, mandndo-
se levar almor;o de 7 a 9 horas da manhaa. e jan-
tar de i a 3 horas da larde, conforme a vontade
do assignantg.___________________________^__
Tofiir
americana^ ra dos Pires n. 4o, contina a fazer
pi e bolacha de farinba especial de 1* sorte para
melbor agradar a aeus fregueses.________________ I
Precisa-se de nma ama oa de ama
eterava para cozlnhar e engommar pa-
ra ponca familia : na rna da Soledade
n. 33, oa rna da Cadeia do Recife na'
mero II, loja.
Desappareceu
No dia 6 do correte mez desapparecea da por-
ta do armazem do Sr. Rernardino da Silva Costa
Campos, na rna do Imperador n. 28, nma hesta
masa, com cangalha, soja, cauda aparada, ferro
triangular, e uma roclura, pela qual bem co-
nhecida: quem apprehen ie-la pode levar ao enge-
nho Cordeiro que ser bem recompensado.
ATTENCAO
Preciaa-se de l:200,s000, dando-sa por seguran-
za ama mulaticha com 17 annos, e uma cria,
como tambem uma safra de 403 pes de assucar,
dando o hvpothecario 5004000 logo ao pa.'sar a
escriptura, e o remaneeente se ira recehendo em
quantias pequeas conforme as precifoes, obri-
gando se a remetter todo o assucar : quem qui-
zer fazer esse nexocio, dinja-ae e;ta typographia
com a* iniciaes A. R.
Oixerro
Xo Caf Chinez rna larja do Rosario peces-
sita se de um meuino li a 18 annos, cun pratica
de cop^iro. i
I Aluga-se o primeiro andar do sobrado n. 5
I da rna Imperial : tratar no andar terreo, Ia an-
dar.d
COMPRAS.
Caixeiro
Precisase de um caixeiro portuguez que tenha
pratica de taberna e afflance sua conducta : iw
pateo da ribeira n. 13.
Aluga-se o 2 andar e so t.ido sobrado daa
roa das Gruies n. 9 : a tratar na ra atraz d
matriz de Santo Antonio n. 28, loja.
SITIO
a
Custodio Jos AWes GuimirSes, nico socio ge-
rente da e-.sa commerciai de Guimaraes, Pontes
4 C, desta praca, previne quem interessar pos-
sa, que est promovendo a dissoloclo da mesma
Brma, e entrara em seguida aa respectiva liqui-
dacao ; seudo que nao na letras pelas qnaes esteja
a nrma responsavel, e nem o annunciante as pre-
tende firmar durante a mesma dissolucio e lijui-
daco.
Na ra de S. Bom Jess das O tolas
n. 42, lava-se e engomma-se com asseio e
perfeicao ; mais barato do que em oura
qualquer parte.
JJlirna familia estrangeira deseja alogar uma ca-
sa de vivenda com sitio, nos arrabalde* da cida-
de : na rna da Cadeia o. 50, se dir quem precisa
Aluga se
um sitio na Torre, com expeliente casa de vivenda
e banbo frente desta no rio, sendo ptima mo-
rada para estrangeiro : a tratar na ra do Pires
n. 29.______________
Uma pessoa habilitada prnpde-se a faser al-
gumas escripias commerciaes. uromeitendo asseio.
exactido e pontualidade : quem de sen prestimo
se qaizr utilisar, queira se dirigir ao becco dos
Torres, 1* andar n. 14.
Permuta-s na fregutzia de Santo Amonio
uma excedente casa terrea com bons commodos,
quintal e agua do Prata, por um sobrado de um
SO andar, ou pelo 1* andar, com tanto que seja em
boa roa : a tratar na praca da Roa-Vista d. 5,
2 andar.
GRANDE i
k reduepo de juros i
jg 0 abaixo assignado estabelecido |
I com casa de penbores travessa 1
S da roa das Gruzes n. i, resolved |
a| rf formar a tabella dos juros das jgg
M transaecos effectuadas em sua ca- w
|S sa, desta data em diante, assegu- r
rando a todas as pessoas que, alm g*
8 1a garania qtte offerece seu esta- I
^ beiedmento, acredita qoe todos fl
SC Sarao comentes com o mdico pre- ||
I raio que pigarlo* sem terem em m
S risco suas preciosidades, dadas as
: ve::-:;i agiotas simulados, que as
S vendem no iim do prazo ajustado, i
@ sem mais formalidade alguma. j^
fi Ainda mai3 88 pessoas quetive- ^
S rem ;autelas vencidas e qnizerem tm
^ evitar que seus objectos sejam ven-
B didos em leilSo, venharo reformal-as 9
SB goanto aisles, qoe aproveitarlo tam-
91 <>em ge da reforma em vante.
Recite 10 de julho de 1871.
Julio Isaac.
*S-MKM Mffi
Officiil de barbeiro
Na ra Primeiro de Margo (antiga do Crespo)
n. 7 A, Io andar, precisa-se de um oflkial de bar-
beiro.
Precisa-se Ge muloeres para o servi-
go da fabrica a vapor de Meoroo ra do Visconde de Goianna n. 157,
AVISO
Prt-i-a-srt O* ll'lu l'M i]-lt IIJ! .')'!: *
; Pfcl D. 2", I" aadtf:
All
JKB1
DYVETOT
nica ca^a neste genera
I4--Rna Estreita do Rosario--14.
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosi n ha e de mesa, e
tudo que perten-
AMA
Precisa-se de ais a ama qae jazinhe
com oerfeicao e seja de boa sondada:
na ra do Vigario o. 5.
(Jozinheira
Preeu-se de uma co: nheira qae gjioa can-
pnr conr uas obriga;oes: na ra Duque de Ca-
xias n. 6.5.
M
Precfea-se de am e.-cra*tfwi :ap'ilir :
tratar na rna
|F
Os abaixo assignados tendo comprado o espo-
lio do fallecido subdito portuguez Virginio Freir
de Oliveira, estabelecido na praca de Santa Crui
n. 4, constan io dito espolio na sua maior totalida-
de de dividas activas nesta praca e fra delta,
vera pelo presente pedir a todos os devedores do
dito espolio que qoanto antes venham aju'tar e
saldar as suas contas, afim de evitar ioeommodcs
e dspezas. Recife 19 de junbo de 1871.
Gama & Silva Brito.
Na rna Augusta 43 precisa-se de uma
ama de meia idade para ir para o mato, em com-
panhia de um 'hornera solleiro.
Irmandade do SS. Sacramento do corpo
Santo.
De ordera do irmo juiz sao convidados pelo pre-
sente nossos irmos afim de coroparecerem no
consistorio d? irmandade Dlas 11 horas da ma-
nhaa do dia 10 do corrente para iratar-se da dis-
cusso do projecto do novo compromlsse. Contan-
do-se com o concurso do nossos irmao, a actual
mesa epera que de seu compartimento resolte o
ficar a iraisndiide di'sda d ama bn.i le, da qual
tanto carece, em .^ubsttuica) a que actualmente
nos rege.
Joao Jnaqaim Alve?,
E'crlvao._________
l'reci>a-e do um caiieiro cui bastante pri-
i;.i .le molhados, e i fiador a soa conducta, para
iim estabeljcimeiuo (3ra desla pra^a, a tratar na
r.i e'trctta do R ario n. 5.
Hi cisa-se de uma mulner da idade, para
tomar coma no port3o, e cuidar do servico
interno de deas pessoas: tratar na fabrica
de rap de Mearon de G)ianna b. 157._____________
Aluga-se
a sala da frente, alcova e mais algons quartos do
terceiro andar do sobrado n. 18. ra do Queima
do : tratar na loja.____________________
.Na praca da lndepeudeccla n. #33 se da di-
nheiro sobre penhores de ouro. prata e pedras
preciosas, seja qual for a quantia; e na mesma
casa se compra e vende objectos de ouro e prata;
igualmente se Uz toda e qualquer obra de en-
commenda, todo e qualquer concert tendente a
mesma arte.
COMPRASE
frascos vasios da tintura japoneza, e paga-se a 80
rs- cada um : roa Duque de Caxias n. 50, e
Mrquez de Olinda n. 51.____________________
Piche
Compra-se piche em barris : no escritorio da
companhia pernambocana nj Forte do afM Da-
mero 12.
Por tito
Compra-se um portao de ferro, sesdo ja osado,
tendo 10 palmos de largura : tratar na ,ma Ao.
Imperatriz n. 60.
Vende-se um terreno no principio da rim
Imperial junto a matriz nova, com a frente Ma >
um oitao para uma casa e cacimba, a timbal
vende so uma casa terrea com um sitio na roa da.
Casa Forte : dirijam-se ra Direita o, m, *
andar.
Vende-se a casa da travessa da roa da Pal-
ma n. 2 A qoem qoizer v roa do Marquen
de Caxias n. 22, leja.
Despensi econmica
No armazem de Marmore junto a typograpbw
d Diario, na antiga ra das Cruzes, tem para ven
dor o seguinte :
Queijos do ultimo vapor a 2J2CQ.
Doce de goiabade 800 rs. a liCO.
tanteiga ingkza muito fina.
Dita franceza a 800 rs.
Carni do tardo, o melhor que se pode d39f)ar.
Linguacas a mais saboro.'a possivel.
Queijos do serlo.
Dito prato.
Diversas massas para sopa.
Vinhos do Porto,,Figneira e Liiboa.
Cha o melbor qae vem ao mercido.
E outros rauitos gneros qae recommead a -
eespensa economia. ________
OfTerece-se a amguel uma mulata escrava
acostumada ao servico interno de casa de famlia :
a tratar a ra da Cadeia n. 33.
ADVQGADO
Dr. Joaqvjjn Correa de Arajo
67Ra do Imperador67
AVISO
O abaixo assignado dec'ara que seu caixeiro
Luciano Mauverpe retirou-so de sna casa no dia
16 i') ron proxlmi passado sem previo aviso e
sem tT prestado as devidas contas, pelo qoe nao o
considera raais sea caixeiro e nem se re^poosabi-
lis* por qoalquer debito oa transaccao que elle
por ventura tenha feito em mme do mesmo abai
xo assignado, oqnal paava-lhe mensalmente seus
ordenados, seodo rue eile recebeu relativamente
ao mei iiliimo maw do qoe havia vencido. Hecife
3 d-i; illio ao 1871.
'.ni:. Jn Pereira Si'uges.
.Ama de kile.
A" roa do rilar n t prei\a-e do nma am de
leite. er.igiuilo-se que eji sad;a 'uli
e *:: abundancia, p'^fe-e e wm libo.
Vende se uma morulla XV, de bom gosto, e mais pertences da mona
oa loja do sobrado da roa de Hartas 30.______
erveja em harnl, de n*-
perior qu lidade
Vende-se em casa de & P. Jchnsfn k C, twl
da Senzala-oova o. 42.
Vende-se a taberna do pateo do Tere m. $$ .
a 'ratar na mesm.
Aproveitem u occasiflo,
Talheres fios de cabo preto (ira o trafica
casa a 24000 a doza': na roa ou Dnojoa Ca-
xl.is, antiga do Queimado o. Ul._______________
.'CEBOLLAS NUVAS i
em restas, em porcao e a retaino, mais barato 4
que em nutra qoilqarr pane : na roa de Pedro
AlTonc/i h. I, antiga roa da Praia.
Urna armapao de
amarello.
Muito boa propria para qoalquer aegocio, para
informadles a roa do Duque de axias 13, ou-
tr'ora Cruzs) tambem se passa ana caaa coa
porp c3es para diflereotes misteres dn fabnco, pi-
den lo servir para reflnicio etc. ele.
Por presos muito commodcs,
es sega i ufes objectos:
A saber :
Formas novw moldadas para podio-t, topada*,
arlado', bollos etc. etc., ditas de estantm para or-
vta, nwMes pira fazer nougat; tamfm banana
de eobr* h pr;eoc-< p-.ra (A>n<-< de amen-
w d >i ri onMtaria,
-u 13 li>je Daqaeds Casias.
w
*-
I
ti


intio de Fernaiime*- Sexta fir* 14 de .Jullio ii 1831/1
J_____L.

i/
JV
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1 *
i
3l'LfMA
* i
a
jfc I
4 BIJA DA IVHATIIZ X U
DE
FIGEIREDO ft LOPES.
Os propietarios deste novo estabelecimento. cortos de qoe o meio de adqoenr
numerosa freguetii vender barato, servir era e haver sinceridadade nos tratos, n5o
nos afeitarnos deste cam'mbo para bera corresponder ao favor que nossos numerosos
fregoezes dos tem dispensado.
Como aioda temos algamas fazendas das primeiras compra, resolvemos fazer
redocao em allomas dellas, para o qae chamamos a attencao do respeitavel publico :
SETINS^E GROSDENAPLES DE CORES, i Capeilas muilo liadas, para ooivos, pelo
barato preco de 31 e 3500 rs.
Temos para todos os precos e qualidades.
Grosdenaple preto.'
Recebemos novo sortimento e vendemos
por meaos do qae entro qoalqaer.
Lias i Saboya.
Ainda temos om resto desta linda fazen-
da e para acabar vendemos por 900 rs.
Cortes a Minerva
Ainda temos alguns destes lindos curtes
com listras de seda, com 19 covados, par.i
acabar vendemos por 20$.
Cortinados.
Recebemos novo sortimento e vendemos
por 8|. 93, \U, W, W e 22*. cada
par.
Cambra a para cort nados a 40?> a peca
com 20 varas.
Dita Victoria de 4$ at 8,5000 a peca de
8 varas e me a.
Dita suissa transparente moito fina.
ORGANOYS BRANCO
Temos recebido novos organdys de
1)5500 rs., ditos de 6 e 80000, este ulti-
mo tem listras assetinadas.
Esparlilhos
Recebemos novo sortimento de espartilbos
inglezes muito grandes, *3o de bobo.
Foupelmas de cores e brancas muito
lindas.
Camisas de meia a 9-jiOOO a dozia, pe-
chincha.
Cambraias de cores.
Temos o melhor e mais lindo sortimento
de cambraia de cores a 500 e 560 rs. o
metro.
MEIAS.
Recebemos meias muito Gnas tanto para
senhoras como para horneas, meninos e
meninas.
Chapeas de sol.
Recebemos chapeos de sol com cabo de
marfim que vendemos por 135 180000, di-
tos de cabos de caima 9& il U0UOO.
Cortes de cambraia de cor muito lindos
e com babados com seu competente figori-
no, tem 18 covados por 8)5000.
BASQUINAS.
Recebemos basquinas de seda ricamente
enditadas que vendemos por baraiissimp
preco.
Vestuarios para meninos.
Recebemos vestuarios de fust3o muito
bem enfeitados qoe vendemos por ivJOO e
ii-y fil branco bordado muito tino, dito
Vestuarios para baptisados, bordados com salpicos dito preto com salpicos e liso,
moito lindos a 105000, barato. Cambraia abarla a imitarlo de croch de
Camisas francecas, inglezas e suissas de' cores e branca.
21 at 4)5500 rs., ditas bordadas moito finas
de 85 ate 10)5000.
mecejana:
' orna fazenda branca muito linda e fina
para vestidos de senhoras, tem a peca 30
jardas e costa 184 e 220000.
Panno abretanbado largo e bom. peca de
20 varas a lj.
TAPETES.
Recebemos novo sortimento e vendemos j
muito barato.
Temos grande sortimento de saias bor-
dadas e vendemos moito barato.
BRINS.
Recebemos o superior brim de Angola,
ditb pardo para todos os procos, gaBga fran-
ceza a 500 rs. o covado, superior.
Pannos finos.
Temos pannos pfetos fiaos de 3/5500 at
65500 rs.
Recebemos casemiras de cores para 35
at 35500 rs. o covado.
CHITAS-
O Cysne tem o mais lindo sortimento de
chitas para todos os preoos e quadidades.
Bareges com listras de setim com lindos
CORTES DE LA A SIMIRAMES. padroes e muit modernos.
E' urna linda fazenda com os enfeites Creones claros com lindos padrees e
correspondentes, goarnecida a saia com cores fixas pelo baratissirao preco 440 rs.
urna franja de seda na barra, ven de-se
por fopoe.
Cortes de cambraia branca aberta, bor-
dadas muito lindos, vendem-se por menos
do que em ootra paarte.
Ditos bordados na barra, de cambraia
transparente, por 85000, muito barato
covado.
Luvas frescas de pellica para homens e
senhoras do acreditado fabricante Jouvin.
Fazendas para luto vendemos por monos
que em Mitra qua'quer pane.
Alpacas, cantees, princezas, bombasioas
cambrai* prela, etc. etc.
Deixamos de annonciar moitas ontr^s fajeadas por nao se tornar extenso e en-
fdonbo aos nossos fregnezes.
Ba 'Ja Imperatriz u. 64.
F1GEIBED0 & LOPES.

LITH0TRIPT1C0
l
Ajrn riiei iu tTiro e ottoso
ESSENCIALMENTE EFFICAZ E 1NFALL1VEL EM DESTRUIR AS AREIAS E
EVITAR A SUA FORMjICAO
Guiados pelas indicacoes de mnitos abalisados chimicos, e mdicos distinctos, que
se deram ao estudo e averiguacao das causas qne prodozm Os padecimentos de rheu-
mutismo, gotla, arelas dos rkins, oexiga, figao, e d'outras viscera*; e aos ensaios dos
meios prcprios para curai-os, chocamos a obter um remedio, qoe nunca desdisse a soa
actividade contra os ditos padecimentos.
Nao nicamente baseado em tbeorias qoe tanto avancamos, mas sim ncs satis
facinos resultados obtidoa da soa apphcacSo, as innmeras experieoas, que com elle
fizemos ; e deste modo, seguros de seos beneficios effeitos, afootameote o recommenda-
moss pessoas qoe soflram alguazas das molestias cima dius, ou de alguns ootros pa-
decimentos do apparerbo urinario, taes como o diabtico, glycosorico albuminuria)
etc.
Escusado seria observar que se n5o pode designar om numero determinado de dses
de um medicamento para curar todos os individuos que padecam da mesma molestia;
pois que a cura est dependente de diversas circumstancias, inherentes dupoticSo na-
tural ou compleicio, de cada um dees ; mas comtudo, certo qne o hydroleo lutho-
triplico antirkeumatioo e gottoso. prodcz sempre a cura desejada, qundo se persista em
tona lo o tempo preciso para obte-la; devendo ter-se em vista qoe qoanto mais invete
rado est o mal mais se deve insistir na applicacao do remedio.
Podemos tambera aiangar qoe, por mais continuado que seja, o uso deste reme-
dio nao causa desarranjo algom as vas digestivas, mas antes, pela propriedade eminen-
temente tontea, que tambera possoe, fortifica o estomago, torna mais facis as digestoes
e, nao piucas vezes, tem feito desapparecer diarrfaea, qoe eram entretidas pela debili-
dade geral do apparelho digestivo,
. MODO DE USAR.
Tomam-fe do hydroleo lythotriptico, nos primeiros qoatro on cinco dias, duas co-
Hieres de sopa, em agua assucarada, leite, cha ou caf com leite, e mesmo sem mista-
ra jlgoma, na occasiao do almoco, e outras ao principiar a jaotar.
No quinto ou sex de cada vee.
Se as oorinas da-pessoa doeate depositara grande porcio de areias; se as dores
nephriticas, rbeumalicas ou gottosas sao constantes; em fim, se os padecimentos sao
fortes, tomar-se-nao qoatro coloeres de cada vez, ou tres vezes no dia, a tres colheres
de cada orna.
Quando-as areias, ou outros padecimentos, tem diminuido, torna-se s primeiras
dses.
Pelo oso do Hydroleo lithotriptico v5o sendo ais raros o apparecimento das areias,
as dores nephriticas, rheumaticas e goltosas at que de todo 4esapparecem: oeste ponto
pode dispensar-se o remedio : til, porm, como preventivo, tomar cada semana orna
ou duas dses delle.
Pelo qoe respeita alimentado, deve ella ser regalada de modo qoe n2o sobrecar-
rfgqe o estomago, e em quantidada tal que possa ser fcilmente digerida.
A melhor bebida sem dovida, a agua para, mas ta.mbem se pode osar de vicho
simples ou pouco alcoolico. De cerveja e vnbos.forte"s, poocas vezes.
Sobre todo o queffiuilo recommeodamos, grande exercicio, sem fadiga, pois qae
elle muito contribae para a rapidez i cara.
N. B. Depois de tirar-re do frasco a Dorc3o que se va i tomar, deve baver o mj(ior
cuidado em n arrolhar immediatamente.
nico deposito em Fernambnco
Poarmacia americana de Ferreira Maia A C, jcw do Daqae de Caxias u. -i7, (an-
tiga do Ooeimado.)
III FAZENDAS BARATAS
NA f
LOJA DO PAPAGAIO
A' ra da Imperatriz n. 40, esquina do becco
.dos Ferreiros
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MENDES a CARVaLHO
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Nanea e vio um prncwso raai* permito e que at-
:-oja de ral forma a MtMfazer as exigeocia9 mais
w da .irripinraco.
A *oa cor liodissima e nao prscia de cuida-
igum para se conservar no tiniei'o sempre
:om a mpma rr, sr m horra, crola bolr u sem
''das estas nait-lias inherf-ri:** todas as tintas
' agora ronhetidas, ainda mesmo lo* melheres
otores estraogHros.
Sobreludo, e>te estimavel producto nao atac as
;.idm* de s?o, antes pelo conirarin, a peona
qaire am esmalte dourado que, -ndo interes-
-ante, s^s pioveitoao.
Esta tinta, nu sendo eaper.wlmente p'ra copiar,
ia .'omtado du-->s, ires, on uiai-* copias om n
Jopoi* de escripia ; preciso, pnrm, deisar-lhe
v papel bem mo'hadn lem o enxugar eom o mata-
'orrlo, porqne nao ha o rico de horrar. Para se
irar mais de orna copia, Dio se augioroeram tan-
u folhas qurt'itJ-" copias se querem lirar. mas
ae se cero o < ritual Tirar um tautas quantas
re dejam, se.i ijua o original ffjue prejadieado
pt$t extracije*.
Occorre ia dizer qne, para cupiar importa
a*iiia nteiigOBia habihdaiJe, eem o qn a nw-
(bor lint. nao satisfar. e o defeito recae ^nrpre
obre a tiaia, ue ir.uius veies e juam meuos
(dift tem.
A iopla .joadada desu'iiau exlreroarodjite
iur-'ciavei. uo* qoe evita qae em qualqoer es-
mtu do que ama tinta para os di-
' >, ta i,'"
a mu >t ila -p>n -
cripta solre o choque 'Je acides fortissimos, sem
se decompor; ra, se os acM^s nso tem accin so-
bre ella, :nuil" menos a accSo d destruir; lo plansivel.
Nao j ao comroercio que este men producto
ve o ser uul ; o* profesares ilo* collegios, investi-
gando todos os meios para o adiaptxmento dos
seos di-cipulos, tem approveitado eta tinta que,
com rato a acharam ipla para desenvolver o
gosto ni'S educandos, em conseqneocia da heleta
da cor e fanlidade do correr Da pequea pela ua
liquidez. Ha exemplos de enancas que havia
muito tempo tinham lima re; usnancia extrem:i
para 'escripia, logo que Coi alfnif.ida esta tinta
no cflliegio, apo'l go' to, e panco teO'po depois o en adian:air,enio
i-ra manitesto.
Esta lint-, par de molas- vantagen?, lem um
nico inconveniente, deteriora te a o contacto de
outra qualquer; .--nvem pois te-1* em tinteiro
iseo'.os do nien-T vUlumbre de nutra tinta, e evj.
tar esefever com a lipona suja de urna preparacao
ililferenie e incompa'.ivel; verifleanrto isto, bao ba
raiao para se otai*de lintp qne nao seja a VIO-
LETA EXTRA-PI.MA DE MoNTEIRO.
Observa^o.
Diversa? falsirjesece* "smelhanois t-^tn ap?a-
recido, coja durabilidade a duvidosa. Os Srs.
compradores p^iem evitar o engino dirigndo-se
, e p* 1'mdo a tinta que *u
.
..i
Sao finalmente ebegadas a esta praca pela segunda vez as verdadeiras preparaceo^
do Dr. Radway & C. de New-York.
Depois de algnns aonos, em qae as falsitjcacoes de Hamburgo e mesmo de New-
York tiveram entrada neste mercado, aproveitando-se do bem merecido conceito qot
estes remedios baviam alcanzado por seos maravilhosos effeitos consegoiram introdozir
se, illadindo o publico ncaato, com urna redneco de preco, nnllificando o verdadeirc
mrito destas admiraveis preparacoes, imitando as verdadeiras; porm desacreditan-
do-as com seos nolios pleitos, lembroo-se o aotor de fazer a declaraco abano, e i
dar diplomas aos qne ven'erem os seus legtimos preparados.
Previna-se o respeitavel publico de que as verdadeiras preparacoes de Dr. Ra-
dway s se vtndem nos depsitos cima declarados e trazem um rotulo igual ao desU
annuncio.
Nos abair/o assignados, declaramos e certicamos, qae os Srs. RaymondoCarlos Lei-
te & Irmo. da cidade do Rio de Janeiro, no imperio do Brasil, sao os nossos agentef
geries, pela \enda de nossos remedios, tanto no dito imperio como no reino de Porto
gal.' Noticiamos ao publico, que nao se podem obter os remedios do Dr. RJLdway C
(e qne s3o preparados no laboratorio do mesmo doutor na cidade de New-York nof
Estados-Unidos). sen5< das pess'-as que podem prodnzir a presente certificado e ates
tai;o e quti a pn>duzem. subscripta assigxada do Dr. Radway 4 C e dos Srs. Ray
mundo Carlos Leite & InnSo como ao p. Todos e cada om dos remedios do Dr. Ra-
dway a C. lio acompanhados de cdulas smelbantes as que parecem ao p desta cer-
tificaoSo.
, Examiuo-se bem a assignatnra i)a firma do Dr. Radway & C. ao p da preseau
sertificacSo e compare-se cem o fac-smile as cdulas com todoa os frascos e caixmba.
RAOWAY r C.
Vende se na roa do Daro da Victoria, ou-
ir'ora rna .Nova n. 40, o amarzem de ouca fina e
ordinarw, a qualqusr ceswa que re quizr esla-
hllt-cer, a diniiei'c, en coro algoin prao ",om ga-
rante a vontade co pr nri taric ; un mesmo ar-
Murem. \>ndi-se a dinlieiro a v\<\, xpare:hos
para 'lia de porcelana, donrados a oe l.isos d->
cre--, ditos je porceisra branca, appareihos pa-
ra jaotar de p re lana branca, <].i. s para jamar
Ce friso verde azul i-*lez t, dit s para cb, va-
fl, copos pira agna, sauces oara v nho i cham-
poh, rte ch-ysul lapi.i,*... anos: e ontras
moitas pecas qne sera eofaiqsbo uiencioo por
extenen q>ie ?. vende "nr menos dn qoe tm 6a-
tra qualquer prrte de a-10 Di r cer o, unr i-r
o don de acbar <:. n u e tai el 'imenii.'
Bichas de famhurgo
Na pliaimacii i frineeicV. nn do H:noi
de Dunda (Cad>ia n. 01) re as venta
''ir.s saPB!iisuga ha'oborgn r F.a-
Pinta. )U" vpodi-u-'e '" g'u
llAMDE
Na ra do Crespo n. 20.
Chitas de urna* f cor ^ropria para a tirca, cor
de cia i cor de ganga, muito linda a 360 e tiiO
r. o covado': na loja de Guilherme Jarneiro da
vnba.
Cemento Po/Uand
Em barricas da t:] arrobas pre<;o mais coro-
nodo do que em mira qnalqner par:k, "ne-y.
i no" armatnns ile Tas so Irmaos tt C.
f Vciide-se un h.scell!*ote coie a pro va de
;fog) : na ra Dique Quemado.
Azeite de peixe
Vatidfe.M'azcife
ra da In>] oX), >>it,&- Pr
OU
*
Of eovos proprtciarins deste bem condecido estabelecimento, avisan aos eos
numeroso? figoezei e com especiadade s excellenlissimas familia*, que acabam de
ifeceber om aovo sortimento de fazendas modernas e de esmerado gootn, de sed;, !2a,
linho 9 algod8o, qoe venderSo mais barato que qualquer nutro estabelecimenio ; assim
come venderlo as J existentes pelo maior preco que encontrarem, para nSo accomula-
rera a antigs com as modernas. Portanto, ptevioem s excellentifsimas familias amigas
da economa domestica que aproveitem a occasiSo de, com pequeo dispendio, pode-
em rejazev-se de qualquer fazenda que precisen.
Declaramos es precos de algumas fazendas, para provar o que dizemos.
MadapolSes'de 4, 5, 6, 7 e al'iO^OOO a peca.
AlgodSozinho de 25500 a 8^000 a peca.
Chita a ICO rs. o covado.
Cortes de chita para vestidos a U600.
LSazinhsa de differentes qoalidades de 320 a 500 rs.o ce vade.
Cortes de percalas com 14 covados a 5(5000.
Ditqs de cassas, padroes miodinbos, a 20500. .
lpicas com flores de todas as cores a 400 rs.- o covado.
Chitas rxas cor de lyrio, de cor fixa, a 360 rs. o covado.
Cortes de cassss com salpicos de cor a 505CO.
Ditos de cambraia branca bordados e de salpicos a 60000.
Bales de lia de cores modernas a 40000.
Lencos chioezes brancos e de cores a 30 a dozia.
Ditos brancos de cassa a 20 a duzia. '
Chales de merm lisos e estampados de 20500 a 50OO!\ /
'i Coica* de tosto, grandes, brancas, a 2>8oO e 40000.
Bramante de linho de 20500 a 20000 o metro.
Algodao enftstado liso e trancado de 10 a 10400.
Colchas de fort5o de cor de 2^00 at 60000.
Br,iifs' de (inho de cor de 500 at 800 rs.
Cassafc de cores de padroes midos e grados.
Batas de todas as eflres a 600 rs. o covado.
Flaoellas de cores a 640 rs. o covado.
Para luto
Princetas pretas a 640. 800 e 10000.
, Liazinbas pretas a 440 e 500 rs. o covado.
Cassas (tretas a 640 rs. a vara.
Coilas pretas a 300 rs. o covado.
Alpacas pretas a 500, 000 e 800 rs. e covado.
Bombazioas, lisa e trancada, a 10200 e 10800 o covado.,
Meri. s tragados de cordo para differentes precos.
Outras muitas fazendas, como sejam : atoaihaiios de linho e algpdSo, goaniana
pos pardos e braacos, algodlo enfestado liso e trancado, bramantes de linho e algodao
para keoces, cortinados bordados para janellas, flane.llas e damascos de ndas as cores.
Officina de alfaiate na loja do Papagaio
Alm de baver um grande sortimento de ronpa feita de todas as qualidades, tantc
de briM como de casemiras, calcas, colletes e pahtots, ha um bonito sortimento mo-
derno de CASEAKRAS de cores, proprias para a estac3o, e cortes de gorgoro par,
coleto
Panos fines pretos e aeues.
Casemiras pretas moilu -tinas.
Bros brancos de linbo de todas as qualidades.
Ditos pardos trancados e lisos com listras.
Ditos de oSres de todas as qualidades.
Serootas (rancezas de linbo e algodSo.
Camisas francezas e 'inglezas, bordadas, com pregas, com collarinho e sem etle.
Ditas de meia de differentes precos.
Ditas de fianella, brancas e de cores, para usar por baixo.
Ditas inglezas para meninos.
Chapeos de sol de seda para 8, 10 at 180000.
Collarioho6 e punhos de linho.
Grande sorUmeato de gravatas, mantas de seda pretas e de cores, um espec*s
sortHBento de popelinas de cores, dos padr5es mais mudemos qne te.iji \,p.dj ao mer-
cado.
Fornecem-se amostras on mandam-se levar pelos
raixeiros.
ATTENQAO
I FLOR DE OUBO
i Forte mana de annuncar I vive n Diario Je Pcinambuco cheio de ttengi5e, ven- 3
Mj de-se isto, vende se aqaillo. e urna inlinidade de cousas s para massan-m a atiereo do .13
2 respeisvel publico! no enlamo, os proprietrips do novo e bem montado ebelecimento de ^
m joias, inlUulado-FLOlt DE OitO-sitn ra do Rosario larpa n. a ten Jo preparado com
n
-..... -.--------prepa
loaa a elegancia e gosto nao vem para o co-iceitu.ido Dinrio de Pemambuco apresar que
tem as melhores joias de ouro. prata, brilnantes e mais pedras preciosa-, ludo da ulnma
m_(Ja, e que vend9 mais barato que em qualquer outra prte, sa lies qniessem seguir esta
rotina de aonnnciar, diriam que esto completamente sonidos da bellos adereces, cadeia;
para relogios, anneis braceletes e urna oiiuiade. le artigus que snr.i eLi'adooho 'mencionar
e qne com vista poderia u re9peitavd publico e cora ejpeclalidadfl ai Exmas, Sus, re-
quentando dito estabelefimento, a ^oa von'ade apreciartrn.
in-i
BAZAR DA
. "::"rrr
m
JOS DE S0Z4 SOARES 4 G.
Grande exposi^q
Especial sortimento de fazendas de algodao, linho, Ta, 'e seda, de todas as quali-
dades.
Artigos da moda elegante, tanto para senhoras, como r^ra homeos e meninos.
Completo sortimento de miudezas finas.
Grande dep-sito de perfumaras dos n ais aflamados pe fumistas d-i Europa.
Variedade em objectos de phantasia para mimos.
Novaremessa de ricos fivro oara missa com encaderoacio de velludo, cha;o
esmaltado, e madreperola, tanto papi senhoras como para meninas
Bello sortimento de lindas e modernas joias de miro, como sejam : cadeias para
relogios, medalhoes, meios adereeos, brincos, broches, braceletes, collares, e abotoadn-
ras para camisa.
Bicose5pelfcos prande^com moldura dourzda a ouro fino.
BMIas panormicas ^rancas e de cores, proprias pan jardins e cornijas de casas.
Assim C'>mo temos a venda orna bella e perfeita embarcacao de guerra, symbolo
da corbeta Sd da Bideira, e urna caixa com rica msica de pente acorrpanhada de
timbres e rnlo, tocando com a maior perfeicao o hymno do Brasil. Vida Pansiecse,
Marco Espada, Flor do*Cha, F?sto, Fericholle, os Dragoes de Vlars, e Vige^'3
China.
!f. .>0-Riiit to Baro da vietoiia~.\. ..O
(Esqufaa l.i de llanto Amaro).
LOJA HA CONQUISTA
Ra do Cabuga' n. 6
DE
ANTONIO FEANCtSCO DOS SANTOS & C.
Este novo.estabelecimento acaba de receber uro grande sortimento de objtclos
de gosto inteiramenie novos, a saber :
de | Ricos cortinados bordados para cama e
fjanea
Um lindo sortiment) de popelinas
seda, desnh'os e cores especiaes s.
Nobrezd de seda preta e de. cores.
Alpacas de cores, de lindos gosto.
L5a e seda com listas aueliuadass pre
Cambraias brancas, para t dos o
fos.
Colchas de 13a e seda para cama.
Ditas de crochet para dita.
Panuos de crochet t ara czdeira's e so-
fs.
Ricus encovis para baptisado.
Saias e"camisas bordadas para senhorz.
Camisas bordadas e lisas para hornero..
Bramante de linho e algodSo.
liictanlias e esguian.
Caml-rsia de linas l.ircuras.
Lencos de cambraia de linln.
".loalhados do panno de quadros para
mesa.
j'.i i' toafbas de linho.
LiQ'os fus!o"s de core* para vest;do :
Ricos chapeos e chapelinas para senbora, a elles antes que s^ acaben, que o [Mtfi
o melhor a desejar. ."^ baraiissimc
Granadina branca, fazenda m>ito pro- Taueiesvrjndese paragnarnico
pria pan vestidos de phnasi.i. ;!a .
O proprietaiios da Conquista prestam-< a ir no m nar com
em goal-per mi qe pa




v


.


,. ,^







r-v*SK*i*| I

Diauo
VNDESE
Joaquina Jos lUmos, ua ra da Cruz o. 8, i*
andar, vende algodao axffl americanos verdadeiro
* prego* amarinan" n. 3 p, &.
*o na
un cabella braaeo
Tintura jabone a.
So e anic approvad pelas as academia de
ciencia, reconhecida auperjor a pida que tem ap-
parecido al hoje. Deposito principal rpa da
adea do Hecife n. 51, anar, ero todas as bo-
tica" e caa de caMImreim.
UQI
1!
iUV
[l
cmpre a Xo** speranealf
AORfflX3SEXO.
Esta toja bern cunhseida pela- *ua elegancia e
superioriJade*de seus objectos. acaba de receber
muitos artigos para o que respetosamente convida
M bello sexo a vniU-la. afim deeomprarem aquil
lo que iirecisarem para preparo? de vestidos toi-
lete ou tocadores, e mesnao qualquer objecto para
fazer algum pren'nie...|oois que s>na Nova Espe-
ranca caro sati>feitos, j pela qualidade e pre-
sos razoaveis, e mesmo por que a Nova Esperan-
za ufana->u em nio se impacientar em dar a es-
eolher os objectos, pre>tando-se eom o agrado
C'.m que cosiu a receber a todos, aflra de que
saibaui cora o Arme proposito de voltarem ou
maudarem a mesma loja, logo que precisem de
uualmer arligo por pequeo queseja.
LUYAS DE PELLICA.
Recebeu-as de Lisboa a Nova Esperanca para
oouieu, seunora e meuiuos, sendo brancas e de
NOVIDADE.
Rico de qoipure prelo com branco, a Nova Es-
peranza s quem tein 11
Caixas para joias.
Nova E*peranca receben boas caixas de sn-
dalo para guardar joias.<
Fitas largas para cintos.
Recebeu as de muitas qualidades a Nova Espe-
ranca.
Para extinguir panos on sardas-
Nova Esperanca tem leite de rosas brancas.
Para tingir cabellos.
Tem a Nova Esperanca a verdadeira tinta in-
gleza.
Para refrescar a petle e aformozia-la.
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias n. 63,
ende verdadeira albina branca de Lais.
Perfumaras
As melhores, e do mais eonheeido fabricante,
auto francez como inglez, estao expostas venda
a ra Duque de Caxias n. 63, na Nova Espe-
anca.
Extractos, banha, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e de lavande, etc., etc.,
tildo de superior quald?de : vende-se na Nova
Esperanza ra Duque de Caxias n. 63.
Agora sm I !
A Nova Esperance, a ra Duque de Caxias n-
63, recebeu ura lindo sortimento de l para bor.
dar, viudo as cores mais procuradas, branca, pre-
ta. -carate etc.. eto. a Ha antes, une se acabe I
gband'
ARMAZEM DE IMPIEDADES
EMPORIO COMMERfJAL .
15 Ra da Impertrz15 \
Bonitas fazendas
PARAASFESTAS
DK
CEMENTO.
0 verdadeiro porlland. S se vende na
roa da Madre de Deas n. 22, armazem de
Ji' i Martios de Barros.
Labras st-vrlj as.
Vende-se uo armatem de fazenVJas de Angusto
F. de Oliveira 4 C.. na lo Cornmercio n. 41
milis i i
Tem venda em seus armazens, alm de outros
rtigos de seu neg io regular os seguintes, que
;ra qualquer parte :
PORTAS de pinto aimofadadas.
PORTEIRAS de ferru para cercas.
SALITRE ingle*.
SSTE1KAS da India para cama e forrar salas.
CANOS de barro francez para esgoto.
GGSSO superior em porcoes e a contento.
"EMENTO de todas as qualidades.
MACHINAS de desear*H-ar algudo.
LONAS e brinzSes da Rsala.
OLEADOS amencanus para forro de carros.
VOGQES americanos muito bons e econmico?.
VINHO de Bordeaux.
' CORNAC superior de (Jautier Freres.
PARELLO em saceos grandes a 3*500.
AGUA t^irida legitima.
PARA PADAH1A.
Vende-se cestos : na rua do Domingos
nMrtin* n. 84. (Senzala-Vellia).
Joi
GRANDE
Para os senbores de engenho
vercua.
Coila, fazendn bem conhecida pela sua fortidao,
mais largas que chitas, para roupas d escravosa
200 r?. o covado : na rua do Crespo n. 20, loja do
Juilherroe. ___________.__
TERRENOS
Vende-se em graude ou pequeas porcoes, o
grande terreno que foi do Sr. Machado, si'.io deno-
minad) Jaqueira, distante da estacao do Fundao
cem passu-, com fr.nte para a estrada do mesmo
neme, com muit3s arvores de frueto. Ete terreno
pr.iprio, e por ser de barro presta-s para qual-
quer plan'.acao, e moito se torna recomraendado
por (loar peno do rio e da estacao. O preco
milito mdico : a tratar na rna Nova n. 48, no ar-
mue.ii da Norma, ou com o Sr. Tristo F. Torres,
que todos os domingos e dias santificados o acha
rio nesse lugar. ______^^^_
nm terreno na rua da Hora, estrada de Joao do
Barros, eom IfO p..lrnos d freote e O a 450 de
fondo, com algnroas arvores de frueto, por mdico
sreq, : a tratar na roa do Vigario n. 14. au-
nar'eseriptono.
SANTO ANTONIO
E S. Mo
CBEflARAV PARA 4 LOJA
DO jy
PAVAO
ALSACIANAS A 1*00
Cbegaram as mais lindas alsacianas sen-
do urna nova e elegante fazeada- de lia
com brilhantes listas de seda e ba-tante
larga, para vestidos, sendo n'este genero
o qoe este anoo tem m:k3 i de m is gosto
ao mercado, e vende-sa 14200 o covado.
CRANADINAS JAPOEEZAS A 800 RS, O COVADO
Cbegoa para a loja do Pavo esta nova
fazenda com o nome d granadinas Japone-
sas, sendo nma boni a fazenda de lia com
bonitos qnadros de sed, p'opfia para ves-
tidos, tendo de todas as cores, e vende-se
a 8i0rs o covado.
ATLANTAS LAVRADAS A 800 RS. ,.0 OOVADO
Cbegoa esta nova fizenda oro o nonre
de a.tanta, sendo urna delicada faieada de
la, pira vestidos, q ie vende-se pel bara-
to preco de 800 rs. o covado.
NO AS POPEL1NAS DE SEDA
Cbegou para a lt ja do Pavao ntfi grande
sortime lo das mais lindas e modernas
ponpelioas de sda, com os mai< delicados
padr5es e d maito pbantasia, qne vende-se
por preco moito barato.
CAMBRAlAS BRANCAS LAVRADtS A 4*
Veode-se cortes para vestidos de cam-
bnia braoca labrada, sendo fazenda muilo
fina, pelo barato preco de 4jJ cada 'Cc-rte,
as>iui como am grande sortimento de ditas
lisas, tapadas e transparentes, qoe venie-se
por menos dy qne em nutra qualquer parte.
CAMISAS P-ARA INVERN
Cbegou para a loja do Pavio um grande
sortimento de camisas escoras encordadas,
a prova o'agua, sendo propias para a es-
taco do invern, e vende-se p^r precos
em conla.
TOALHiSALCOCHOADAS PARA MESA A 3*500
0 Patio vende toalhss brancas de fustio
alcochoadas, propiias para mesas, sendo
bastante grandes pelo barato preco de
.'!,>j(), ditas encorpada muito grandes T-
CHALES DE MERINO' A 25500
O Pavao vende chales de merino moito
grandes e encorpados 25o0, dilos
imiucao de cninezei 500, ditos pietos
de renda com 4 pontas 25*100.
CHALES* PRETOS RORDADOS
O Paxao vende os maiores e melbores
chales de me d pretos ricamente borda-
dos com largas franjas de retroz, e vende
por menos do que em ouira qnalquer parte.
CAMISAS PARA HOMENS
0 Pavao vende utn grande sortimento das
melhures camisas inglezas e francezas com
peitos da hnbo para todos os presos e qua-
lidades, assim como ditas de ditos de
algodao para todos os prefos e tamanhos,
tendo tambem para enancas, e no mesmo
estaBelecimente tambem se vende cerooias
de linbo e algodSo, tendo para todos os
pre;os, assim como meias croas inglezas
para bomens e meninos, que ludo se veade
por prego muito limitado.
CORTINADOS BORDADOS
0 Pavao tem c nstantemeote um grande
sortimento dos melhores cortinados Dorda-
dos para camas e jaoella;, que vende-so de
85U00 at ao mais rico que 'osturaa a vir
n'este genero, assim cerno bonitas cambraias
adamaicadas, tao tapadas como iranspa-
reates,^)ropras para o mesmo li n, colchas
da crocbet, damasco para camas de noivas,
e cortinas, e vende-fe no Bazar ao Pavo.
LASINHAS BARATAS
0 Pavo lem um grande sortinento das
mais bonitas lasinoas para vest .os, tendo
de todos os precos *res e qualidades.
principiando da 200/s. para cima; porm
to grande a quantilade que seria enfa-
donba especificar qualidade por qaadaie,
s a vista do freguez e das amostras se lbe
fenderao por precos t5o cmodos que
engue d deixar de fazer um vestido de
lia por to pooco dinbeiro.
ALPACAS DE COROO i 640 R8,
I 1/
NA EUA DA IBBBiTBlt
FLIX PEREIBOA SILVA ^
Os proprieurios deste grande etaoetecnito tendo e ar ama avultada porfi de
fazenda, e tendo continuado a receoor por.lods os vapores navios imaeoga portio
das masmas, tem remUMo f-zer urna GRANDB LIQUIDACAO, aiaidedemitoir gran-
de deposito eapirarDINHEIRO. De todasa*laxeadas que sa vendebariiisiiwr se dio
as amostras, ficando penbor oa te mandato levwaa casa das Exms. familias, assim como
as pe'soas qne nejociatn en meoor escala, o'este pequeas porcoes pelos mesmos preces que eompram as catas exportadoras.
AtFAfATI
que se ncarreg de exetotar qualquer "eo-
commenda da sua arte vootade do fie
guez, e o proorietrio d'esie graode esta-
belectojeo'0 e proaelte servk bem todne
os fregoeies que Uie bopraretn a ana caa.
ALGODOSINHO A 3 5500 A PECA
! O fava vende pecas d'algodosinuo de
uMtt bes qaalidale, tendo 20 jardu cada
ptC", pelo barato preco da 35500, ditomui-
(0 largo e encorpado 64000, dito o me-
Ibor que tem vi^do ao mercado, muito en
corpado e largo para lene es, pelo barato
precri de 65500, graode papbocha.
MADAPOLO A 4,5000 4*500
0 PavSo vende pecas de madapo ao com
24 jardas, sendo f-zeada moito superior
pel barato prec- de 45500, di as com as
mesnas jardas a 44000, ditas finissimas a
50500, 65000 75500 e 85000. peen i naba.
MADAPOLO FRANCEZ A 105
O Pavio vende tecas de finissimomada-
polio verdaderamente francez, tendo ti
metros oo 20 varas, pelo baratissimo preco
de IO50OO peca, sendo faxenda que sem-
pre se venden 145000, e liqui a-se por
este barato preco. por etfar alg jma cousa
encbuvalbada na pon'a de fra.
ALGODOSJNHO ENFESTADO A 15 15280
0 PavSo vende verdadeiro algodiosinbo
americano, tendo 7 palmos de largara e
muito encorpado, propriy para lencoes i
75000 a vara, dito da mesma !argnra sea-
do trancado e maito eoc<>rpado i i-0.
BRAMANTES PARA LENCOES A JI'iOO 2580035
O Pavio ve ule e verdadeiro bra nauta de
linbo tendo 10 palmos de largura, que ape.
as precisa para umlencol ama vara erma
qnarta, pelo barato preco de 25400 vara,
dito melhor de 258 Oe 35000, ten lo at
do melbor que vem ao mercado 35500
e 450OO, assim como crotones fortes para
lencoas, tendo urna encorpada fazenda fran-
ceza com 10 palmos de largura 0i> rs.
o metro, e bramante d'algodao com a mes-
ma largura 15800.
SAIAS BORDADAS A 45500 E 65000
O Povio vende grande pecincha em saias
brancas ricamente bordadas, tendo cada urna
4 pannos, e vende pelo barafo preco de...
45500 e 65000, sendo fazenda qne sempre
venden-se por 85 e IO500O.
Faiendis para saias a 45200, 15280 e 1550o
0 Pa /ao vende superior fazenda bordada
9com pregas proprias para saias, i 15200,
15280 e 155(0.a vara, sendo preciso para
urna saia a petas 3 varas ou 3 1|2.
Aos 3000 corles de cambraia a 2<5TiOO
O Pdvio vende orna grande porcio de
cs-tes de cambraia organdys; tanto brancas
como da* cores, sendo com listrinbas de
cores tapidas e nao estampadas, e liquida-
se pelo barato preco de 25900, cada corte,
fazenda qne vale muito mais.
As 2006 cortes de cambraias bardadas a o;S00C
O Pavao vende urna graode quanlidae
de cortes de cambraias brancas bordadas
para vestidos, sendo com os desenhos mais
lindos e mais vistosos que tem vindo 10
mercado, tanto em listras corridas como ada-
gooaes, e com muia fazenda para nm ves
Neste grande estabelecimento encontrar o respeitavel publico um pouco de
todo, qne vendemos por precos muito resumidos por ser o systtma qoe adoptamos
vender barato para vender rntuto- e tirar-mos apenas lo % temos das casas importad* ras; e garantimos aos nossos tregeles que podemos faxer as
mesmas vantagens qoe as casas acreditadas em vejider barato. As pessoas qoe nos qcb-
rarem com sua freguezia encontrarlo em nossos tratos sempre a lealdade e constancia
divisa deste estabelecimento. Chamamos aitencio do respeitavel publico para a grsnoe
variedade de artigos de que se compoe este somptuoso esUbeleeimentoj como abano
se segu :
?Iireoe.Grande sorti-
MACHINAS PARA
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Universal da rua N iva
0. 22, um .sortimento de machiuas para cos-
tura, das melbores qualidades qoe existe na
America, das quaes multas ji sio bem co-
ndecidas pelos seus autores, como sejain :
Weller A Wrfsoo, Grover A Boker Silen-
ciosas, Weed e Imperites e outras muitas
que com a vista deverio agradar aos com
pradores.
Estas machinas teem a vantagera de fazer
o trahalbo que 30 costureiras podem faz r
diariamente e cosem com tanti perfeicio
como as mais perfeitas costureiras. Garan-
te se a sua boa qualidade e eosida-se a tra-
balhar com perfeicio em-menos de orna
hora, e os precos sao lio resumidos que de-
vem agradar aos pretndante.
N.t7.
Grax-i em boioes.
Vend-so a verdadeira raxa ingleza em boifies
do fabricante Davand Martin : no arraaiem de J.
A. Mon ira Dias rua da Cmx n. 26.
Grande
LIQUIDACAO
Toupeiioas de seda
Poupflinas 'de seda de lindos palrds o mais
moderno (|ue ba ehegado no ultimo vapor, a 15 W
o covado, na rua <\ Crespo n. 20, loja de Guilher-
me Caraeiro da Cimha.____________________
. ATJEMQO
Vende-se a taberna da rua Impirial n. 49, mcr-
16 afregueuda e com commodos para familia :
quem pretender dirija -se a mesma.
Vend se urna vacca muito boa leiteira, e
tambem tem l--ite ao p da vaeca : no Chora-me-
iiiuo, sitio da Capclla.
tido, e liqnida-se pelo baratissimj preco de
55000, sendo fazenda de moito maior va-
lor, grandd pecbincha.
CAMBRAIAS
O Pav3o vende grande qoantidade de pe-
cas de cambraias brancas tapadas e trans-
parentes, teado de 35 a peca at mais
tina que vem ao mercado.
CHITA A 160 RS.
0 Pavo vende chitas lardas com bonitos
desenhos e cores 6xas, pelo bartto preco
de 160. o covado, grande pecbincha.
LAASINHAA 160 R3. O COVAD3
O Pav5o vende bonitas lasinbas transpa-
rentes pelo barato preco de 160 rs. o cova-
do, pa chincha na rua da Emperatriz 0. 60
CORTES DE CASSA A 25500
O Pava^ vende bonitos cortes de cassa
franceza viudo cada um em seu papel, pelo
barato preco de 25500 1 corte, ditos muito
lindas 35000, pechiocha.
CASSAS FRANCEZAS A 200 RS. 0 COVADO
O Pavo vende bonitas cssas de cores
para vestidos, pelo barato preco de 20U rs.
o covado ditas Boissimas com os desenhos
mois mode.-nos qae*iem vmdo ao mercado,
pelo barato preco de 500 rs.
CRETONES
O Pa5o vende fioissimos cretooes escu-
res matizados, proprios para vestidos e
chambres, pelo barto pre;o de640rs. o
covado, ditos de 1 roes, proprios pira co-
0 Pavo vende as mais lindas alpacas de' Jerta, sendo fazenda muito encorpada pelo
cordo para vestidos e roupas de criaocas baral PreC" da 8 r8- evado.
pelo barato preco de 6i0 rs. o covado,
ditas finissimas cornos mais lindos lavoree
imitaco de agr -anas a 8( O ra. o covado,
b nitus glacs com delicadas corese Ios-
trosas' como se la l<5<00 o covado, e ou-
tras muitas fazendas de gosto e luso para
vestido, na roa da Imperatriz n. 60..
POUPEUNAS
0 Pavao recebeu as mais delicadas e me-
lbores poupelinas de seda para vestidos,
com os mais modernos iovores, e outaas li-
zas cjm as cores mais novas que tem v.n to,
e vende-si 25000 cada covado, assim
como del cadas sedas de listinhas, tanto
para vest los de senioras como de meninas,
q vende-se 25000 cada ovado.
ROUPAS PARA HOMtNS
O Pavo tem constantemeofe um grande
sortimento de roupa, tanto de panno como
de bros br-nco e decores, da case-
mira*, para todos o precos e qualidades,
e tambem se manda fazer qualquer peca de
obra c im tjdo aceto e promptidio, para o
que.se tem nm perito \
Basquinas cu casaquinuos 205.e 255
O Pavio vende bisqaioas ou casaqainhos
de seda prttos ricamente enfeitades, pelo
baratissimo prtg 1 de 205 e550 0, sendo
muito modernos, assim co^o ditos de cro-
cbet e rendas pretas qae se vendem muito
em con'a, na rua da Imperatriz n. G-
Gkitas e:itraQfadas para cober tas a 340 rs. o r o vado
O Pavio ven le chitas entrangadas com
delicados desenhos para cobertas ou orti-
oasrie cftres flxas, sendo, fazen 1a muito en-
corpada pelo barato pre'code 360 o cooadO.
ESPiRTILHOS A 45500
0 Pavio vende os mais modernos e me-
lhores espariiihos, tenio de todos os l-
mannos, peto barato, preco de 45500
CASEMIRAS
O Pavio veade um elegante -sortimento
de delicadas casemiras inglez is, sendo to-
das de la e muito levesiobas, tinto pro-
prias para bomens como para criancas, e
ditas mais eocorpadas, ten lo de urna e da
doas larguras, que se vende o mais bara,tc
possivel, na rua da Imperatriz n. J.

Crytaes e
melo de lindas arralas para vioho, de
vidro'Bacarat a 65. 75 e 85000 par, bo-
nitas compoleiras de diversos gostos e pro-
cos, tacas de chrytal para cbmpagie ; c-
lices de vi>lro verde fino< para vinho do
Rheno a 25600 fu, a duzia, ditos d* dito
rouxo para vinbo B rdeaox a 258' 0 rs.
a duzia clices fidos para licor a 35500 rs.
a duzia, copos finos lapidados para agua
a 45500, 45&00 e 55009 rs. a dozia, escar-
radeiras de vidro de cores a 35500 e 45 e
par, gande sortimento de globos de vidro
para candieiros, cbamios para candieiros a
205 e 245000 o cento, e a 240,320 e 400
rs. cada urna, pratinhos de vidro para copos
a 400 e 500 rs. um.
Per fuarlas. Sabonetes finos e
grandes a 45500, 15800 e 25400 a duzia,
daos inglezes o que ba de melbor a 25 a
duzia, ditos pequeos transparentes a 6u0
rs. a duzia. latiohat de banha de familia a
80 e 120 re. urna, 900 e 1200 rs. a dozia,
frascos grandes com banha a 640, 80a e
15000 rs. oleo de Philocome a 800 a 15000
rs. o fi asco, dito de babosa a 500 e 600 rs.
o frasco grande sotimento de agoa de co-
lonia, agua Divina, agna Florida, agua fran-
ca, tnico Oriental, extractos 6nos inglezes
,*c> %

*V#1
nico legalment'? autorisado e approvarlo
pelo cooselho de sade.
NICO OEPOSITO
em
PERNAMBUCO
Pharmacia e drogara
de
BARTHOLOMEU 4 C.|
34Roa larga do Rosario34.
MT'JiO
Para saccoa e feguetelres.
PARA ASSl'CAR
CERVEJA DE MABCA
z
Engarra rada especialmente para o Brasil.
Charutos de Havana
Lona para velas
Cambraia Victoria
As verdadeiras trazem os nmeros estampados
as pecas e nao as etiquetas.
Vendem-se
Em casa de
T. JEFFERIES & C.
46 Rua do Commercio 46
iBRINS DE ANGOLA .
OS LEG1T4MOS
Trazem em eada peca nm bilhe-
te eom o nome
DOS
nicos importadores
T. JEFFERIES fe C.
Grande
LIQUIDACAO.
Na rua do crespo n. 20.
Loja de Gullherme.
Laas de cores miuda* a 80 rs o covado.
Bramante de linbo com 10 palmos de largora a
3O0 vara.
Chitas claras e escaras a 160, 200 e 2i0 o co-
vado,
Bitas rucados prussianos a 280 o covado.
Ditas chinezas para coberta a 210 o covado.
Cambraias, organdys miudas a 240 e 280 o co-
vado.
Ditas bordadas brancas e de cures para corti-
nados, a 320 o covado.
Ditas bispo lisas fioa* a 3| a pega.
Ditas brancas cora 10 varas, a 3*000 e 3o00
a peca. *
Dita Victoria, a 4/ a peca.
Mosolina branca, a 400 rs. o covado.
Madapol&o francez, a 62 a peca.
Dito inglez de bom a especial, a 4*000. 5, 6*
e li a peca.
Algodoshbo a 3,1, 3*30* e 4* a peca.
Alpaca de cor com listas, fazenda snpenor a
360 rs. o covado.
Dita braoca, com flores miadas matlsadasa
800 rs. o covado. '
Dita preta coa flir bran:a, o 500 rs. o co-
vado.
Ditas de cores padrees miados e modernos a 360
rs o covado.
Lencos de cassa com barra de cor, a 120 rs.
cada nm. 1
Ditos de linbo embainhados a 4* a duzia.
Cbila, fazenda bem coahecida pels sua fortidao,
mais larga qie caita para roupa de escravos, a
200 rs. o covado.
Casesiira preta superior, a 1*500 o covado
Cortes de casemira de cor, 3*500, 4* e 5*.
Cortes de meia casero ira, a 1*100.
Casineta preta e d cor, a 600 rs. o covado.
Ganga amarella lisa e de lista, a 360 rs. o co-
vado. *
algodao rargo merca T a a peca.
Da-se amostras C3m peobor.
I18II11IIII
a Chales de renda prtos i
a 2#000.
Rna do Crespo n, 25.
SltlMttKSMaffftl
Gangas de liobo para roopa de enanca
a 420 rs. o covado, brio de liobo braaco
trancado muito superior e a 15300 e
1670C rs. a vara, dito pardo de linbo a .
320 e 500 r. o covado. eroolUs france-
zas decretone e de liobo liSSOO e 2i&500
urna. E outras muila azeodu que
vendemos por precos razoaveis.
Poreelanaa e loneaa.Delicadas
canecas de porcelana esmaltadas para caf
86 a dozia, ditas de ditss com frisos de
cor W a dozia. Canecas de poreetaa bran-
ca para creme a 3*500 a duzia, copinos
de porcelana branco para ovos lj|iO0
dozia, tigellas de porcoUoa brinca para
caldu i 500 rs. ditas grandes para farinha
a U. bnitos aparelhos de louca iogleza
com froiso de cor completos para jamar,
constando de 20 duzias de pralos diversos,
2 sopeiras, 1 saladeira, 8 pratoa com lam-
pa, 4 molheiras, 16 prato travessos por
1206, dilos, completas para alaaoco da mes-
ma leuca lid, grande sortimento de lou-
ca avnlsa. constando de pratos eco tampa
sopeiras, molbeiraa, "pralos travessos, pra-
tos avolsos com frisos de diversos tama-
nhos, pratos com coras % 2700 a dozia,
ditos pagode Chioez, grande qnantidade de
XtSSZTi prTd^K.'^iSa'eT. ^ KP?tadas '^1^,^^'
posicao, copo? grandes a 2*500 rs. cosme- jbules. bac,a> 1M vaBie PDr modlcos
tico Goo, pacotts de pos de arroz a 400, PreC0S
liii0 rs. um, bone&as par) pos de arroz a
'00 S.
Chapees.Chapeos de seda preta e
de castor branco forma Vctor, para bomen
a ll e 120000, ditos de palba ventilado-
res a 3*200 rs., ditos pretos de feltro copa
redonda a 3*500 rs, ditos brancas a
3*2 O, ditos de merino e de seda preta de
55 a 76000 nm, ditos de palba para enan-
ca de 26 a 26500 rs. nm, bonets de panno
prelo enfeitados para meninos a 3-Je 305JO
rs. um, cbapelinasde seda enfeiladas para
baptisado de manga a 36 e 36500 rs. om
bonitas cbapelinas de fil de seda branca
enfeitadas para senboras e meninas a 66
a 7*000 orna, chapeos de sol de seda com
cabo de marfm a 96500. 11*. 146 e
17*00 j rs. um, ditos com cabo imitagao de
unicornio a 9* e muitas outras qualidades
tanto para bomens como para senboras e
mangas, sendo-de percale 1*300,1*5 e 2*000 rs.
Fazendas.Lindos e modernos cortes
de percale de barra com figarinos a 7*000
com 14 covados, bonitos corles de seda
com 21 covados por 28*000, cortes de cam
braia branca fina com babadinbos, borda-
dos proprios para partidas a 7*000; tendo
8 varas de fazenda para o corpoe 15 varas
de babados, cortes de 13a escosseza com
15 covados a (36000, finissimas e moder-
nas cambraias brancas com listras a Impe-
ratriz pega de 10 jardas 9*000 ditas mar
ca bispo e Victori 1 de 4* a 6*600 rs. pega,
cambraia braoca para forro pegas oe 1
jardas a 6100 rs., bonitos cortes de laa
com 16 covados a 5*500 rs., ditos de
chaly a 50000, pegas de cambraia branca
de salpicos com 8 1(2 varas a 50500, bo-
nitas las de listras a 560 rs. o covado,
grande pecbincba de las finas de boqitos
padres a 260 rs. o covado, fazenda que
vale 400 rs., bonitas e finas chitas france-
zas de urna s cor a 300 o covado, perca]
les muito finas e de delicados padres a
320 e 360 rs. o covado, finissima chita
franceza el ira a 340 rs, o covado, chitas
escuras franceza finas a 260, 280 e 300 rs.
o covado," ditas para cobertas bonitos pa*
dres a 360 rs. o covado, bramante
de linho com 10 palmos de largora a
2*400 rs. a vara, eseuiao de linho finissi-
mo a 2*0JO a vara, b mitas alpacas de urna
s cor para vestidos a 5(0 rs. o covado,
seti n de algodao de diversas cores, bonita
fazenda para vestido de senhora e roupa
de crianga o 500 rs. o covado, riscadinbos
finos de cores a 280 rs. o covado, cbita
preta fina a 280 rs. o covado, goardarapos
de linbo para almogo ou cb a 2*600 e
3*600 rs. a duzia, ditos de dito muito fi-
nos e grandes para jantar a t-'* a duzia,
servem para to'albas de mos, toalbas de.
linbo grosso a 500 rs. cada urna, ditas fel-
pudas a 800 rs., colxas brancas de algo-
dao com barra e franjas, grandes a 4*900
rs., ditas brancas e de cores de 2*700 a
4*500 rs. cada urna, bonitos cohenores de
13a de lindos padres a 86 e 13*000, ditos
de pello de lontra com duas vistas a 14*.
camisinhas de cambraia bordada enfei-
tadas a 2*500 e 3*000 rs. cada orna, visti
dinbos de cambraia bordados para baptisa-
dos de criangas a 63 e 12*01.0 om, cami-
sas bordadas para senboras a 5*500 rs.
urna, pentiadoros' de nanzuk bordado para
senhoras 4*500 rs, um. caixinhas com urna
duzia de lengos de linbo finos abainbados
por 6*000, lengos de cassa finos com bo-
nitas estampas a 3*600 rs. a duzia, dit> s
grandes de cambraia com cercaduras a
2*400 rs. a dzia, ditos pequeos de cassa
com diversos desenhos a 1*200 rs. a duzia.
bonitos lengos de cambraias bordadas a 1*
am, cobertas ferias grandes de cbila fran-
ceza a2*i00 urna, coberiores bramos de
la con barra a 2*500 e 30000 r,s., alpaca
preta sarjada a 500 rs. o covado, dita bran-
ca finas a 560 rs. o covado, dita preta de
de 440 a 800 rs. o covado, seda preta a
Quincalla arlas Ricos candieiros
para gaz de vidro e porcelana, toitio de jar-
ro, i 14* e 1* cada um, ditos de vidro
de cores 3 61, lamparinas, grande sorti-
mento de vidros d metal r)ara de^endurar,
para cima de mesa e para parede, 3 I06OO
1*8002* e 2*500, eum grande sortimen-
to de jarrss de diversos tamfnbos e gostos
de 5* 3 20* o par.cssticaesde vidro de cor
para vela 3* o par, lindos praiihos de loa -
ca esmaltado com tampa para sardiubas e
outras 3 20 2*500 cada um. liados boles de
louca da China 2/500 30 e 3*500 cada
om, sextinhas de vidro de cores com azas
para caribes 3 1*500 2* cada nma, bonitas
qnartitilias bamborguezas de-4* 3 5*o par,
copes de barro, bonitos temos de bandejas
ovaes 3 110, ditos quadrados 3 7*. grande
sortimento de bandejas avulsas de 1*300 31
2*600 cada orna, ditas para farinha 10200
urna, talberes de facas com cabo de me -t
fino 3 12* a duzia, ditos de, ditas cabo de
osso finas de 50500 3 10* a duzia, colbe-
res de metal fino para sopa 5* a duzia,
ditas de dito para cha 3 2*400 a duzia,
conxas para sopa e para assucar, port-braa
zas de lato 500 rs. um, lindos palitei-
ros de porcelana branca fina 3 10200.
1*500, 2*, 35 e 4* eada um, galheteiras
de 3 e 4 vidros.
Cales do.Botinas de bezerro para
bomem 3 6* o par, ditas gaspiadas para
senhora 3* e 3*200 o par, dilas de ditas
para crianga a 2* o par, sapatos de tapete
e de tranca para bomem e senhora, de
1*500 3 1*800 o par, ditos de tapete ata-
ludados para criangas 3 1* o par.
Nlndezas.Duzia de carriteis de li-
nba de Alexandre 200 jardas 920 rs.
caixa com 50 novellos de lioba branca i
680 rs., la muito fina para bordar bonitas
cores 3 66400 a libra, duzias de caixinhas
de gra'mpas i 400 rs., duzia de caixinhas
de alneles pretos e brancos 3 1630u, le
ques de papel para o tbeatro 200 rs., di-
tos de madeira emitago de sndalo, muilo
bonitos 2*. tbesooras finas de ponta tor-
ta para unhas 3 6* a dozia, pentes trans
parentes finos para alizar 2* a duzia, ca-
d 3 360 rs. a duzia de pegas, tranca de la o
fina de cores para debrum 240 e 400 rs.
a pega, tranga branca de caracol 560 rsa
a duzja de pegas, Irangas de la de cre-
de caracol 3 600 rs. a duzia de pecas, sn.
taxe branco de algdSo 3 280 rs. a duzh de
pegas, caixas de apulhas francezas 4 papis
por 2 O 240 rs. o miiheiro, agolbas pars
crochet, toocas de la francezas muito boa
oitinbas para criai.gas 3 800 rs. urna, cai-
xas de superior papel amizade 3 700 rs.,
ditas de dito de cores i 800 rs., caixas de
100 envelopes 3 500 rs., papel almago
pautado, dito de peso, dito para forro de
casa, meias cruas para criangas 3 3*500 a
duzia, e inglezas muito finas sem costura
de numero 2 3 8 de 40500 5*5.0 a du-
zia, meias para meninas de todas as idades
3 3*500 a duzia, ditas inglezas sem costu-
ra para bomem 3 50500, e muito finas i
66500 a duzia, ditas om p de cor 3 90 e
8*500 a duzia. superiores meias inglezas
para senbora 3 6*. $0, 10* e 16*. lsvas
de fio da Esc ssia finas brancas e de cores
para senborn 3* a dozia, superiores lo-
vas de pellicas brancas, pretas e de cores
para bomem e senbora, grande sortimento
de bengallas, espingardas para c iancas,
brincos e alfinetes( de borracha para loto, e
correntes para relgios 3 800 rs., jogos de
vispora 3 320 rs., gravatas de seda de 200
rs. a'2*500 cada um, graode sortimento
de botes e' guarniges para camisas de bo-
mem de 400 rs. a 2* cada orna, botes de
madreperola grande e para colletes, grande
sortimento de abotuaduras para cohetes, e
ditas de os-o para paliiots e colletes. groza
de botes de osso para calca 3 240 rs.,
pegas de fita de sarja d cores sem berra de
n. 1 3 700. ditas de di' de setirn estreita
500 rs. o covado. grosdeoaples branco com e 1 rgas e 240 3 50t w- pecas de fitas
toque de mofo a 640 rs. o covado, ja'po'de veludo estreita prvta 3 640 rs. dilas
de seda encarnada a 90o rs o covado, fins- j largas, e muitas eotm miudezas que dei-
sima brilbantna de listras brancas e par-|xamas de men'oieoar porse tornar enfado-
das a 640 rs. o covado. nbo.
Es estabelecimento acha-se aberto desde as 6 horas da munha as danoite.
15Rua da Imperatriz--lt>
EHPORIO C ULYSSES 4MRMA0.
N
>
V
I
i



\
Diario <* Pfnambaco *-- Sexta letra U da Jalho da 1871
MU A
GALLO VIGILANTE
R*a d Crespo n. t
Os praprWttis |> Meoto, tit-m dos mom-* objettos que tlimaai fx-
Watos a apreciatia do re*,-.eliavel pcbru-o, nu-
win ir e acabam de receber peto ultimo w|iar
4a Eoropa, um oomteto e. variado sortimento de
finas mni delicadas especialidades, as juees es-
tio revolvidos vender, como de sea slame
por pr aos, cora uato (,ne o fallo...
Muito superiores lavas de pelica, pretas. brna-
cas e de mo lidw cures.
Muito boas e haeitas goHmhas pnntios-pari
Mnhora, nene genero o qm ba 4e maie moderno.
Superiores peases de tartaruga para coi|oes.
Lindos e r^oissimos eufeites para cabec, das
Exmas. Sras.
Superiores trancas preta* e de cores coro vidri*
Ibos e sen Mes ; esla (arenda o tac ple ha ver
da roeWior -e sais bonito.
fnperiores e bonitos leques de madreperola,
martim, sndalo e dsso, sendo aquelles brancos,
com Hados deseabos, e Mies pretos.
nito superiores meias fie de Kscossis para se-
ntaras, as unaes seaipre se veaderamr por 30*000
a dutia, entreunto.que nos as eadeAvs por 20*.
aWm desias, temos imberu (rrae aftimeoto de
ootras cualidades, entre as qoaes ligninas multo
Gnu.
Boas btnf-"*t de superior canoa da India e
castao de mailim cotn lindas e encantadcra? liga-
ras do mesmn, oeste genero o que de meloor
no pede desojar ; alm desia* temos tambm eran-
de qaautiaas de otitras qnalidade*, como tejam,
madeira, toaleia, osso, borracha, ele. eic
Vinos, bonitos e airosos ctoieotiuhos de cadera e
de ootras cualidades.
Lidas e superiores ligas de seda e borradla
para segurar as o eiae.
Boas meias de seda para seavora e para meni-
nas de i a 12 anuos de idade.
Navalhas cabo de maiifl e tartaruga para (aer
barba; sao muito boa*, e de hus a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e ns por o tam assegara'oos saa qnalidade e delieadeca.
Lindas e tallas eapella para uoiva.
Superiores agulhas para machina e para croe' !.
Linba rourto boa de peso, frouxa, para en*. laQyrinlno.
Bonstoaraihos de eartas para voltarete, assim
como os ten tos par -o oiesmo fim.
Grande aado seroroentn das melrtor+s per-
fuma ras, dos tnetbfjres e aaais contiendes (
tricarte.
GOLA RES DE ROYR.
Ejeotricos magnticos contra as convulses, e
(cilltam a denticao das innocentes criancas. So-
mos desde muito r-eoetadores destes prodigiosos
cellares, e continuamos a recebe-los por lodo? os
vapores, afltn de que nunca aliem no mercado
como ja tem acontecido, assim como pois, pedern j Macos de pollitos para
-aqaelles que delles ppeeisarem, ir ao deposito doi trjdhor qne ta a
gallo Igilame, aonde sempra encontrarlo deHes pacoies com 3 gabonetes iot-lezes
erdadeiros ci llares, e os quaes attemiendo-ee ao f.T^ Un
tm para que sao applieados, se vtndero com om
mu diminuto lucru.
Bogamos, pois, avista dos objetfos que deba-
mos declarados, aos nossos fregoer.es e amigos a
virem comprar por preeos muito raxoaveis a< do gallo vigilaste, ra do Crespo a 7.
RIVAL SEM SEGUNDO
RA DUQUE DE CAXIAS N. 91.
Jote tHgodinho, com ija oe aiaaeui,
aviM a iodos os os neus fregaeres qm es#
t rraodo tudo pelo urr^o, a vista da fateo-
Pepas de utas bordadas n)nriofln8 1^500
Thesouras grandes e pequeas o
mais fino que ba a 1,5000 e 1^500
Caixas com 20 qnaderaos de papel
liso, amisade a ra. ^00
Pecas de tranca de laa e algodo as
mais modernas a 160
Frascos com agoa de colonia muta
fina a 400 e 500
Frascos com agua de colonia ver-
dadeira a 800 rs. e 1*5.0
Cbapns braneos para baplisados o
meliior que ba a 3000 e SAOOO
Dazias d botoes cobeitos de si" Ja
para vestidos por todo o preco
para acabar.
Libra de arria preta a 160
(irosas Ve boioes de loarla branca a i20
Caixas com 100 eovelopes fatenda
fina a 500, 6(0 e 800
Espelhos de moldura doorada a
800 e lOOO
Pentes pretos volteados para me-
ninas a 240
Timeiros com tinta prria a 80 e 100
Pecas de Oa elstica muito fina a 200
Latas com superior hanha 60, lt'O e 2( 0
Latas grandes com superior banha a 320
Frascos com oleo de Pbiiocome a
500 e 800
Frasees com macass Pernta a 24o
Frascos com agua de Colonia verda-
dein a 1^000
Mii-8 '-"tu oleo de ha >nsa suderior a 320
Carritcis du retroi preto com *
oitavas a mO
Caixas com agu has francezas a tOO
160 240
Pecas de liras bor.iadas a 500, 600
800 e 100O
Garrafas com a verdadeire agua
florida a 15300
C-it Itnh da Dootrioa Christaa as
mais nndi'rn.is a 400
Livro das missoes abreviadas a 15500
Copos grandes com suoetior banba 15500
deotes o
Joaqami Jote Goncalves Bellrao tem M"
vender no seu escripiorio a fu do GwiBiertH) B.
8, os gneros abaixo notados, qne vende tuais b H
rato do qne era outra qualquer parle :
ArWtodss em sncdrews.
A mendosa era barricas.
Caf rutado em qusws de 1 libia.
Chapeo* 4o Chile de boa qualtdade.
Cogntc marca iiigriel /rere.
Buladas.
Cimento
" MKlildeelra qoaldade, barrteat om
13 a 14 arrobas por 10J00, > na armataa de
Caajljdo Attarlo Sodre da Mou & C. tr*vas>a
da Tlidrode Deus n. 11.
Pnpeift puj'd cigarro
Uatodas asqaalidadea, a por nseaui prata do
dinheiro a isla,
. jque ero outra qualquer parte, dinneiro a .-..,
Farlbra de roanmra de Santa Catbarlna, sac* f0 m mmB) candido Alberto Sodr da Mou
eo!4-* ? V '*>* &Ci travesa da Hadte de Deus n. 14.
Dita da Babia em saceos brancos. !,..- J. _a .. _i *.JJ -
Dita de dita era barricas, proprias para casas JfapeiS QOUradOS 6 piLiaQ08
particulares.
Fio de algodio da Baha em novellos.
Fouces.
Maxados.
Notes. ,
Obras de paltatas.
Pipel proprio para-cigarras.
Dito azul para Botica.
Palitos para dea'es.
Pregossortidos.
Panno de algodio da abriea de Todos os Santos
de Pedrsso na Babia.
Rotflas.
Rap popular da Baha.
Bolim em fardos.
Retroz dos melborrs'fabricantts do Porto-
Tapioca lo Marannao.
Tabaco siroont9 da Babia.
Verniz copal.
Vinho do Porto engarrafado, caixa de 15 gar
Anda ama vez
*>^ Campos da rna do Imperador n. 58, avisa
aos seus numerosos trepuezes e amibos que ehe-
g -u de sua eDComineuda o lio desejado rap
amareiu'nho de Estevao nhao do Rio Graode, qne lao grande apreso teai
dalo os que sabem de sua ulidade aioenucia.
Alm disso.
O Campos tem constanieaenio em sea arma-
aem um completo sortimento de vveres, todos Je
primeira qualidade e como se tornara ettfadonho
bu anauneio que os deserevesee, limita-se a men-
ciotiar os segnintes :
Carne seeca (de araetro) a 240 rs. a bra e
4W0 a arroba.
Linguas escaladas.
Otiae em ealmoura.
Ditas afiamhradas todas as quartas e sabaudos.
Aiueodoas ilescascadas e seiu casca.
Semeates de hortaliza.
Charutos fomaveis a USO meia caixa.
Ditos superiores em gro-so e a retalho.
Tinta purpurina a i 000 rs. a garrafa.
Camaraes seceos.
tia( Paulo Cordeiro, viajado.
Mate em folba e em p.
Tabellas de reducrao, para o systeiua mtrico.
Pescadas e*cii* fazenda fina a
Cscovas muito finas para limpar os
demes a
160
600
240
*~
Dito de dixo em barrts, proprio para engarrafar.
Dito moscatel, verdadeiro de Se tuba I.
Dito Bjtrdeaux em caixas de orna amia.
Dho te cj 111 caixas d nma dnt'ia.
x\ladaf:nloes
Onem quizer muir e de moeis por pre?os
couiinodos, nao tem mais que faeer urna Visita ao
f-graode armazern de obras de marceneria. rna
do Imperador n. ", cujo dono acaba de receher
do estr.ingeiro, nm completo sortimento de obi-
lias de gosto, tend-, lomado a seguale
ResolorSo :
Vender barato para vender muito.
NOVIliM:
Acaba de ebegar o verdadeiro vinbo verde de
uva pura em caixas de 12 garrafas e o acreditado
vinbo e-peoalissimo pasto em decimos de pipa ;
o vendedor nico recebedor destes vinhos acba-se
autorisado a garaolir a especialidade dos mesmos;
ra do Vigano c 14, Io andar, escripforio de
Jos Lopes Davjm ; onde sempre se eocoolrar
um deposito de visti do fono ( o melbor que
tem vindo a este mercado) em vigessimos da pipa
e em caixas de 12 garrafas, que e vende por me-
nos preco do que em qualquer nutra arte.
Grande redneca em precds
8.
rna Duque de Cania.
Vende se a peca de madapolao com 30 varas a
3j20Q, 3*300, i i, 43UO e -"i, dito muito fino a
0J0O, 6, fi*3 >uperior, com i nimo* a 9< pp^a.
AT'JALHADOS
Grande sortimento desias Lzend.s e custa o me-
tro 1*300, 1*800 e 600.
CHITAS
Graiid* ortimento. u eovado a 200, 240, 260,
280 e :ki rs.. ditas preeaiie, o que ba de mais
superior a 360 e 4*.
CHaPEOS PE SOL
A0 65
rna Duque de Caxias, acaba de receber nm
grande surimenm de chapeos de sol de seda, que
vende a 9* e li cada um.
ao es,
rna Duque de Caxias, a 24 o metro de braman-
te, puro linho. com 9 palmo de largura.
l'OL'l'hl.l.NAS DE SEDA.
A060
ra Duque de Caxlas. que acaba de reeeber nm
lindj sortimento de>tas lindissirnas fazendas, e ven-
de barataimo, casia d eovado U6O0 e 1*800,
valem 2*400.
A 2*900
a duria de guardanapos: na imcomparavel luja
do 45 ra' Duouc de Caxias.
Ao 63
rna Duque de Caxias; grande sortimento de
cambraias transparentes muito finas a 3*5(0 a
p< 1; 1. ditas tapadas muito finas, peca 4* e na.*
pi e0.
A 0*000
um cobertor de laa listrado, fazenda muito supe-
rior, vende o 6"i, a ra Duque de Caxias.
Ao* ienhvreg ele entjznho
Vonde-se a retalho'os utencilios e machinas da
da retinaran do dooteiro : a tratar na imperial
fabrica de nerveja des Srs. H. Leiden 4 C, pro-
prieUiros da dita fabr ca e retinacao.
AVISO ESPECIAL.
I';ri iiiarhinif ta perito eucarrega-se da eolloca-
co de t dos os ntencilios e machinas por preeos
commodos.
6,5000
160
45000''
4u0
M
L
proprios para- forros de caras, capailas e ralo
, ros, cera guaricoes para os mesmos e pelo me-
nos preco possivel, 00 amaaera de Candido Alber-
110 Sodre da Mota & G. travessa da Madre Deus
> Kival sem ^eKuado
Rut Duque de Caxias a. 91
Jos de Axp\ed0 Mala e Silva, em t>ua lo-
jade oudezas continua a vender todo
por baratea preco que z todos admira :
Libra de 13a para bordar a .melbor
a o* ba.
;aa com superiores grampos fran-
cezas a
Duiias de tacas e garios de nm e
dons boiSes a
Talberes pan meninos a 240 e
Libras rie liona de novello, a melbor
possivel. I 500
Duza de lencos de casaa.com barra. i000
laixas de lir-bas com 30 novellos a 500
Vara de franja branca, para toa I has 160
Oozas de rae-as croas moito boas a 3c55i>0
Uozas oe meias finas rara eoho-
ras a 40T0
Doiias de facas e garios cravadas a 3*3000
Dtizia de palitos seguranca a 120,
240r 3zi) e 500
Na albas minio finas, para fazer a
barba 1 1*000
Caixas com peonas de ac com to-
qnea 320
Caixas com pennas de Perry fazen-
da fina a 800
D'as de dila di'o verdadeiras a 10210
Caixas com 20 cadernos papel ami-
zadea 70
Pecas de fitas para coz com 10
varas a 500
Pecas de tranca lisa de todas as
cores a 40
Duzias de liana frooza para bordar
a 400 e 500
Pares de saltos de tranca a 1*5800
Doiias de baratos muito finos a
2440 e 2X800
Dita de ago>bas para machina a 2*000
Libra de pregos francezes a 240
Resmas de papel almaco soperk r a 3*600
Hitas de cito pautado o mtihor a 4*f00
Caixas ecm Fabonetes fiucla a 720e 1*000
''.arriis de 'loba A exandre a 100
Gravatas decores moito fioas a 500
Ditas pretas ponas bordadas a 600
Grosas de botoes de madrvperola
t para camwa a 500
So vellos de Imba branca, 400 jardas 60
uzia de cartdes de Unba branca e
preta e de cores a 120
Thesouras moito finas para onbas
e costara a 500
Caixas redondas para botar rap a 1*200
Caixas com pos para limpar deutes
fazenda fina a 200
.^^
%
Attenco
Vende*se o acreditado medicamento contra os
calos : na ra Primeiro de Marco o. 3 (antiga do
Crespo), e na rna do Maruez 'de Oliooa n. SO A
(autiga da Cadeia).
POR
Emtle Gaboriau
Tradacc3o do Correio Pernambucamo
i jimio o volme.
Vende-te na livraria francesa, roa 1 de Marco
Q. 9, e no escriptorio da redaccao do Correio Per'
uambiicnno, roa. do imperador n. VI, f andar.
Taiil htiuviu
lra
Vende-.-.- urna muito boa machina de costurar,
propria para cos.ureira, alfaiate e sapaleiro.
Orno barnto!
Betiaas enfeitadas para seoboras a i* o par :
vende-se na roa da Imperatm n. 32, luja do ba-
raaHwy
Lencos coi toque dt hvaria
A loja dos arcos vend lencos de esguiio com
toque de avaria a Z$ a duzia, cassas de cores a
240 e 480 rs. o eovado, chitas cretones com bar-
ras a 400 rs. o eovado. alpacas muito Anas e de
lindos padrees a 800 rs. o eovado : na< roa t* de '
Mareo, nir'ora do Crespo, n. 20, esquina da rna 1
1 das Crujes.
Em tempos modernos nenhum descubr-
mente operou maior revoluco no modo d*
curar anteriormente em voga do que o
PEITORVL DE AUCalDITl
TANTO NO*TRATAMENTO DA
TOSSE, CHOPO,
AST1I.MA, THISICA,
ROUQI'IOO, RESFHI AMENTOS.
BBONCHITES,
TOSSE CONVULSA,
OOIIF.S OE PEITO,
EXPr CTL'KACAO OE SANGDE.
Como em toda a grande serie de enfermi-
dades da gaiiganta. do peito e dos orgao
da hespihacAo, que tanto atormentam e fa-
zemsoffrera humanidade. A maneira an-
tiga de curar consista geralmente na appli-
cacao de^'esicatorios, sangras.sarjar ou ap-
plicar exteriormente ungentos fortissimos
compostos de substancias vesicantes, alm
de produzirempollias; cujos differentesmo-
dos de corar, nao laziam seno enfraque-
cer e diminuir as forras do pobre doente
contribtiindo por esla forma d'uma maneir?
mais fcil e certa para a enfermidade lili
iik-o4evitavcl de sua victima Quem dil-
jerente poistn o elei admiravel do
PEITORAL DE AN.VCAHU1TA !
V.M E Y//. OK IKIIITAl, MOHTIKICAIt E CAUZAI
INAt'OITOS SOI>lilMKi\TOS .\Q IKIENTE,
OAI.MA, MOOIKICA E SUAVIZA A DOH.
AI.I.IVIA A IHItlTACAO
DESEMVOLVE ENTENDIJIENTO,
FORTIFICA O CORPO
e faz com que 0 systema
'Desaloje d'uma maneira prompta e rapid.
at o ultimo vestigio da enfermidade. O
memores votos em medicina da Europa (os
Lentes dos Collegios de Medicina de Berlim)
testificam serem exactase verdadeiras estas
leacoes analgicas, ou al m disso^a experi-
encia de mimares de pessoas da America
Hespanhola, as quaes foram curadas com
este maravilhoso remedio, sao mais que
sulficientes para sustentarem a opiniao do
PEITORAL DE ANACAHITA!
Deve-se notar que este remedio se ach
inteiramente izento de venenos, tanto mine-
raes, como vegetaes, em quanto que porm:
alguns d'estes ltimos, e particularmente
aquelles que sao dados sob a forma de Opio
e Acido Hyilrociaui -o, formam a base il
maior parte dos Xaropes, com os quaes t5o
fcilmente se engaa a credulidade do pu-
blico. A Composic3o de Anacahuita Peito-
a acha-se linda e curiosamente engarrafadas
m frascos da medida de cerca de meios
quartilho cada um, e como a dose que se to- !
ma s d'uma colher pequea: basta ge-
ralmente a applicacap d'um ou dous frasco.
effectuacaopara a de qualquer cura.
A' venda nos estabe,lecimentos de A.
Caors, J. da C Brav 4 C, P. Maurer d?
C, A. A. Barboza, Bartbolomeo & e na de
Ferreira Maia 4 C. ra do Quemado n. 57
ESCRFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas cujadigesto se acha com-
pletamente desarranjada.devem tomar
O OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
M
, I.anmau dk fcemp,
Vende-ae nma car roca e boi : a tratar na I
ra Nova, |n|a n. 7. '
Vinho Pavo
Vende-se este sopariar nbn cora a marca Pa-
ab, sendo puro e mono fraquinho, proprio para
usar s horas de comida, e veHdese por prer;o
muito em conta, em narria do 3* e de fr>: Ha roa
da Imperatri n. 66, t.ja do -l'avo.
Vende se o deposito da ra Augusta, defrun-
te da taberna do Sr.VarejSo, proprio para prin-
cipiante, por ler poucu* fundos : a traur no
rue-mo.
INao im mais cholera nem
ft-bre aiiuireli
Em casa de J. O. C. Doyle ha um sortimento de
flllradores pelo melbor KYitsna, pois qu*in usar
a agna passada pnr elles rlcar livre de lio tern-
veis molestias. Tambero reeelwu o bem conbeci -
do c desejado vinho anerr-y, e esta iodo venda em
seu aam.zem ra do C"mmticio n. 38.
Vende-se a casa terria n. l7, >na a nu d .
Oito do Amparo, em Olinda : tratar ra do
Mrquez de Olinda n. 10.
FUNDAS
A pharmacia americana de Ferreira Maia aciba de receber pelo ultimo vapor nm grande
sortimento de fundas, e i-oire ellas algumas de
gomma clstica, as mais rt-cnmmendadas pelos
mdicos para a cura -las hermias : ra Duque de
Oxh n. 57, onir'nra Qortwadft
M^nrciica iiu ingieza
em latas de i, 2. i, 7. li e 28 libras cada urna :
no armazem de Tasso Irmos 4 (',., ra do Aavy
rim n, Jl.
CALQAOOS
para criatirHS
Grande sortimento de calcados para crianzas,
dos melhoies que lem vmdi. a esla praca-.'na
loja de calcado da ra do Bom Jesji n. 21, loja do
snbrado amarello.
Veniie-s i>ar ..m piauu de uiu Uus' n/ais
afamado fabricantes: a tratar na ra do Com-
iiti-o n. :w. gpj|
Vender tima boa casa ftnu mmmudos p*ra
grande familia por ler "i qnarios, i salas e 1 ga-
binete, c m quintal e c. intii fra no largo do t-a
raizo n. 4 : a tratar na rna Direia n. <0.
Seis lidas anneis com pedras de brilban-
tes, a preeos mdicos; v. ndem-se na ra do
CresDo n. 7. loja d 1 Galln Vigilante.
Vende-se
A casa terrea n. 13 rus dos Goararapes.
A casa meia-agua n. 27 a roesraa defrente d
eslacao dos Bonds.
A casa n. ti sita em Olinda junto ao sobrado do
commhdador Figueirda, no mio do Amparo.
Tudo tratar a roa do Mrquez de Olinda nu-
mero 40.
Vende-se um cabriolet americano de dous
a quatro assentos, e juntamente um nom cavallo
para cabriolet : a tratar na rna do Imperador na
cocheira do Baptista.
Vende-se a taberna da roa da Hora, -siraia
de Jeao de Barros: quem pretender dirija-s* -
mestna ra, na segunda tabern), qie achata com
quem possa tratar o negocio da dita taberna.
Calcado barato
Rorzeitnins de bezerro para hornera a 5.
Ditos de phntazia para senhora a i
Ditos de Jua para menina e enanca a ?:
Vende-se na praca da independencia n. 33, loja
de Porto & Bastos.
mm m mmmmm m
i MANTELETES i
H e casaquinbos de crochet preos de
lindos gostos a -2 e li '..
Rna^ do Crespo 11, 25
LISTA GERAL
199.
a

DOS PREMIOS DA
7.
PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 946, A BENEFICIO DA NOVA IGREJA DE NOSSA SENHORA DA PENHA DESTA CIDADE, EXTRAHIDA EM 13 DE JULHO DE 187]
KS. PREMS. >S. PREHS. iNS. PREMS. >S. PKEMS.
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Diario da Pernambuco -
______________________
Sexta feira 14 da Julhc

de 1871
-----k----------
*
ASSEffllEA GERAL
. i i, .......-
CAM\BA DOS RPT.OOS
PAKECEK DA COh.WSSAO MOMEAD* PELA CMA-
RA DOS DEPOTADOS PARA ESTODAR O PtO-
' JECTO DO POOER EXSCUTIVO S08RE O ESTA-
DO SERVIL.
Primeira parlo.
(C'inliouaco).
Por oatro lado, que- ?e hav.a de fazer,
nos estabelecimeotos agrcolas e outro s
escravas libertadas ? Consrvalas? To-
riamos amalgama da grapos, coiu ires con
dices diversas: boraens scravos. mullie-
res.libertas,lilhos livres. Espelli-las ? Sur-
giran males nao meno^raves: violar-sj-
raam as leis divinas e humanas, qoe tal Su
a separaclo dos eoojuges ; rasgar-se-hi un
afleices, qoe adoco o niesquinbo vver no
escravo, assim levado ao desespero ; ce>
toplicar-se-hiam o^elemeotos de insubordi-
nado ; coroar-se-bia o espectculo com a
mmoralidade repugnante de apenas se pv
voarem as fazendis de individuos do mesxo
sexo. |
Nao pode a commisso adherir a tal pro-
jecto.
XVI
Meios indirectos.
Vaga a prase, e importa determinar-
Ihe o alcance, al porque indirectos sao os
meios qoe a commisso prope, visto como
in I ir cela toda a soluco que nao asseniar
na simples iocuclo :
A escravidao fica abAida.
Ha quem opine pela prolongarlo do
mal, coniada a sua exliocclo, nao a saje-
doria do legislador, mas acelo diutn na
do tempo. ao influxo deleterio'da oaturrza;
querem regular a suppressao do captiveiro.
nao pela pena o pela le do homem, sim
#oii pena i.- pela lei da morte. M legisia,-
dora essa I Selvsgem crue dade fra per
petuar urna inslitoiro homicida, que er
seu proprio seio tra# o progressivo definria-
meato. para oesse meino delinbamenio \r
a estabelecer esperanca de destrnico !
Fra horroroso esperar indefinidamente
para extraguir a servidlo, qoe fizasse a
morte seu natural ollicio ; e nao menos o
fra tolerar tal estado um dia alm daqoelle
em que seja praticavel a sua exlirpaclo. F,
que iyo.ee antev o praso, o se cu lo. em que
portal meio possa uenomioar-se de humeas
livres este torrao americano ? O alvitre,
alias sem expmplo em paiz algum, elenii-
saria o caucro, quo uosso dever extir-
par.
Ha quem erga i altura de meio indi
recto a simples fixaclo de um prazo remoto
para extioeco do estado servil, provdeucia
nica, desacompanhada de oulrau conco-
mitantes, ou faitifieada pela creacb de um
fondo de amortizarlo mais ou menos coo-
sideravel.
Antes de todo observaremos que o de-
terminar urna poca para a exlinccao geral
da escravidao crear nm grande perico
para a sociedade. Os pbilantropos, qual-
qoer que o praso fosse, oacuanam lo >go ;
os inleressaclos o proclamariam corto. 0<
escravos, cujas esperanzas (oran animadas,
vendo nao ser em pro*eii seu que revene*
ria o beneficio, seriam levados ao desespe-
ro com todas as suas consequencias, que
mutil descrever.
A simples fixaclo de praso remoto signi-
licaria o egosmo da geracao actual, legan-
do as futuras o que ella coosiderasse um
mal ; seria a actualida.de bradaudo : Aps
mim, o diluvio I
A designadlo de nm da certo em que
trepis de escravos conquistassem libera-
. ae, seria (anear desde j os acerces de
tenebroso periodo.
O adiameuto d soluclo para looginquas
eras rotera a oossa sociedade com a mu
cha, o aggravando perigos, de que urge
ueiapressa-la.
'. qoe sabemos os o que ser, e pen-
sar a sociedade futura ? quaes suas ne-
cess dades, ,e como as encarar ? Quaes e
ralo oiuras nao serlo soas conveniencias ?
ijus direilo nos assiste de bypolbecar a pos-
ten dade. e (se propria a palavra sacrificio)
de sacrifica la aos presentes ? Se ordena-
mos a nossos netos que descaptivem, por
que nao dcseaptivaremos nos ?
Pensa. porlanto, a commisso, que nao
bastara, solado, esse denominado meio in-
directo.
Nao rneais repugna aquella fixacSo,
acompanhada do estabelewmenlo da nmicn-
'io de emanci paci, por pie a to ios os apun-
tados terriveis inconvenientes aotrescenam
anda outros.
Fondo de eraancipaco, j a proposta do
governo caulelos.mente creou. Se nao sao
su estas as verbas de que elle houVesso de
compor-se, seria mister recorrer em larga
escala a novos tributos, ou para satisfazr
esta nova necessi Jade, ou para encher a
iaenna deixada no orcamento por esl'outra
applicico dada a'irihutos j existentes.
E enlloque succeder ? Ou, cortando
na carie, a imaginada alcavala produzir
somma allissima ; ou, por se nio poder
tributar convenientemente, o producto desse
fundo avultar pouco.
['icaria em ambos os casos ilusoria a fi-
xacao do praso, visto respeitar-se o prin-
cipio da indemoisaclo, e depender esta d
valor -pecuniario dos libertandos, imposii-
vel de, era approximadameute, se deter-
minar desde ji.
Por outro lado, sendo enorme o algaris-
mo annual do fundo, representara enorme
grvame dos contribuintes ; provocara Os
grandes perigos de baDdos e acervos d
escravos anaaalmente entregues encestado
Jivre, e sem preparo, sociedade; levara
a imprudentes, demasiadas manumisses;
tornara imnossivel a extineco do captivei-
ro em escala gradual, pois estas scenas de
ms de servos diariamente libertados tor-
nariam impraticavel a conservarlo da ins-
tituido, contra coja desigoaldade mais qoe
nunca se insurgiram ento os miseros qae
a sorte despretegesse. Se, ao contrario, o
fondo fosse diminuto, aextioccSo da escra-
vatora nunca ebegaria, oa, se so preten-
desse leva-la \ effeito n'om dia determina-
do, isso se nao poderia alcaocar, seoao
defraudando os entrares da indemnisaco,
que de justica conceder-Ibes.
Parece todo isto inadmissivel.
Tmbeos foi lembrado o expediente de
conservar a escravidao do veotre, e sen tracto
ob a condicSo da emancipado deste no
dia em qoe completasse a idade d; 21
aonos. Parts este conseibo do ponto op
posto ao qoe a commisso deseja conside-
rar iocontrovertive!, e duplamente repelle
a ideaporque a belleza do systema actual-
mente proposto consiste sobre todo em es-
etbelecer qae ningoem mais nasca escravo,
era qoanto aquello alvitre censagraria o mais
nedioudii tos horrores da servidlo, a sua
hereditariedade ; e stjynKliwria o bimeqo,
desuado a oiladSo. c vo at aos 21 aonw, e de libertn., depoi,
ao pa veja a laz do sol j em seo n)bre carcter
de ingenuo.
Para por esse meio di-pensar lbenla
de do ve ;tr, repiHimo-lo como'contrario,
aaoti nts es'forcarem,s por pro-
var, 803 prin;ipai, e s conveniencias. Se
para assim compensar os ones do sus-
tento, e criar,3o do4menor, j o nossi pro^
[icio o admituo da mais elevada forma,
que nao Uzondo comprar a merc cus-
a da deshonra.
Qoe outros meios indirectos se ima-
ginam, qien3o teoham sido aproveliados
no projecto ? Regiitn) de esfera vos ? ma-
nutuisso3s facilitadas ? impostos e multas
appJicaveis ao resgate ? tributo ou laxa mais
pesada no servico dos das cidades ? des-
concorso de associaces e de b-^neiicencia
panicclar ? Tudo isso proposto.
O governo. por seus legtimos ojgos,
repetio francamente commisso qu acei-
tara grato quaesquer melnoramentos que
no projecto se iniroduzis fblgara poisdeter qesubmetter-vos quaes
qcer outros meios indirectos, e apressar-
so-ha, na discnsso, a abracar (juant^s fo-
rera sosciladiis, com tanto qoe nao ata-
qoera os j expostos. e que ella considera
saos principios porane se guia.
XVII
Parece porlanto a commisso qoe, me-
diante leves alteracoes, o projecto do go-
v-rno merece a vossa approvaco. Basta-
se elle principalmente no que a illustra la
commisso especial formulon no aaoo trans-
ado, e qoe nao menos o traqsumpto das
opmies dos nossos estadistas, qna deste
ohjecto mais se tem ocenpado.
Koi muit i raeloor posico estimos nos
do que estiveram os paizes, que se aca-
ra m m igoaldade de circumsuncias ; ma-
res lo estes, enjos escolhos j f ram no-
tados em alheios raappas por alheia expe-
riencia. Esta nos ensioa que a transido
se operou espontanea, e suavemente, onde
a li;isl c^m prudencia, como succedeu na Ingla-
terra, na S^ecia, ua Dinamarca, as repu
blicas de lingua espaohola. na Hussia. na
Hollanda. em Portugal. Onde a libflrtago
foi subiu, acomoanhou-a ura ortejo de
desastres : assim succedeu ni Franca.'On-
de finalmente resistencia auachrnica tenwiu
anlepor he dique, como nos Estados-Uni-
dos,* derrubou-o um occeaoo de saogue e
de calamidades.
Aceitemos estas lices e resolvamos a
qoesio em ijuanto nos dado resolve-la,
oom animo asserjie com a possivel equi-
dad.1 para todos os interesses, nem dando
golpe instantneo, nem gustando a cor-
rente que nos leva qu fata vocant.
Decrete-se o que melhor fr, mas nao se
dilite mais a determinado com fnteis pre-
textos. Adia-la para perodo mais ou me-
nos afaslado, em lempos que tudo exigera
a vapor, e em materia j tao descurada,
fra matar esperanza, crear desespero, a:
nscar futuro qae das maos nao pode esca-
par. S ibcolor degnardar cadastros. dados
seguros em ludo o vasto Imperio, que aps
anuos largos subsiiluam, com mais ou me-
nos probabilidades, as a:tuaes estilsticas
conjecturaes, condemnar o litigio a iudefi
nido adiamento, inadmissivel. Nada tan-
to commove a sociedade era circumstancias
destas como a incerteza, o arcano, .o pnico.
Cada um espera, mas cada um teme ; este
um desfecbo, aquello o opposto ; e lodos
ficam descontentes. ->-*
Nem se ac inn de prematuro este dba-
te. N3o se qnalifique esta modanca de ra-
dical-, prompta, violenta, inopinada, 18 bru-
mario abolicionista.
Nenhnm assumpto social tem sido to
estillado corno este, nao s em todas as
ootras naces, como no BraziL Tem elle
entre nos apresentado ha mais de meio
seclo as diversas phasjs que o deviam for-
eosanicnte trazer a esta aclualdade. O
tratado de 1817 constilue o primeiro acto
do glande drama. Foi segundo o tratado
de 1826 A lei de 7 de novembro de 1831,
importando exlinccao geral, e dispondo O-
carera livres quantos escravos eutraremem
nossos portos, foi o terceiro. A "lei'de 4
de setembro de i 8-iO deu novo e mortal
go'pe na institoico, adoptando as.nicas
providencias de ellkaeia iocontestavel, qoe
forain as internas.
Aps esse qoarlo acto, s para admi
rar que 21 aanos decprressem anles.de se
erguer o panno para o derradeiro, aquel e
que defioilivamente extirpa a raz do mal,
decretando o termo da escravidao. ..
E ainda se pretendera espacar por, mais
tem do Alea jacta est. Todos bao po-
dido emittir opioiao. Que riamos pedir mais
a iniciativa individual ? E' da natureza das
os senhores (U escravoi) custam btm pon-
o fazeuda fWWica, par quinto as maao-
mis>&es propiUs, ou natcwa deditposi-
vea e direito^oa de concorso da aaaocia-
COs, ou de particulares, oa finalmente de
um fundo de em para qoafc(fo*a m lotarias) aconcorrem
capitaes provetentea do oitado atado ser-
vil, taes como a laxa, o imposto sobre
transmis?5o, as multas crammadas por
es'.a lei, e oulras semelbao|es orgens, em
nsnhuma'?das quaes ha o minlroo concwso
do thesoaro.
Tambera nenhum terror podem infundir
as disposicds refrenles nova geraco,
em prei-enca do sysiema proposto. Nte-
se que a hberdade do veotre nlo oeera a
nacao, durante os priraeiros ojto annos da
data da lei. que confii aosenllor da tni> o
encargo da manotengio da crianci. Por
tan o depois do annn de. 1880 qoe o
ibesooro ter a fazer algons sacrificios ;
mas esses mesmos nao serSo avalados
tinos de subscripfes, doagis ou leg ura trintaonario titulo de renda de 600$
correspoodeoie aos nlhos- das servas nas-
cidos nos 12 mezes corelativos que debor
re rara oito annos antes, mas esse algarismo
nunca ser alto, pois nao abranger se nao
os nascimentos naquelles 12 mezes, e nem
mesmo comprenender talvez um terco
desse numero, -visto como a ciridade par-
ticular, os bitos em idade tenra, ea pre-
lerencia que os snhores um aos servidos
do menor al os 21 ann >s, tudo conver-
gir jiara reduzir a uiuilo pouco o encargo
da fazenda.
E em todo o caso, que nos aproveitaria a
estaiistic3, por mais exacta, prophetita que
fo.-se ? lodo. conbecm as soas g andas
difliculdades, e lta nos en to a e-ta especialidade, o algarism < bruto
da oossa gente escrava, a sua clasiricac3o
por sexos e idades, sua morlalidade e nas-
cimentos ; e com todo isso nao nos (aria
dar mais um'passo ni questS >. nem der-
ramara coyas Inzes no animo do legislador.
Nao po'i dira quantos dos recem-nscidos
Ho de icar pela caridado particular, exi-
midos de todos os compromissos ; quintos
ho da, segundo a esooloa dos snhores,
pagar a sua edocac primeira com servidos.
Para tal soluco, seriam precisas as regras,
nao da estatistca nem da hermeneutici,
mas da arte divinatoria. ^
Kersuade-se oortaato a commisso que o
projecto oem deve aterrar a fazenda publica
nem ser adiado, para o fim de se colherem
dados estatwiieos, perfectamente dispensa-
veis ; que essa orocraslraaco desrRcessa-
rias traria em resultado urna inac5> peri-
gosa, em qa**tosta augusta cmara certa-
mente nao cencordar
XIX
A proposta do governo, r*petitno-lo, pa-
rece-oos a mais aceitavel bnse para a le
que tem de promalgar-se. Nlo arca san-
ta, em que seja deeso tocar. O gov*nio
por um alto e patritico impulso, repetimu-
lo tarabem, longe de insistir por mais $tie
a tres ideas capitaes," convidoa os repre-
sentantes da naci a modificar o projecto
em tudo o qoe julgassem attineote ao seu
aperfeicoamenio. A commisso iotrodozio,
com acquiesceoda do mesmo governo, al-
leracis de que adiaote vos daremos co
nbecimenlo ; e mais que lodo os vossos
supprimeotos tornarlo o projecto digno do
gravissimo assumpto e da assembla au-
gusta.
Por elle se aflanca o grande prin-.ipio :
extin:co do captiveiro. A este resultado
se chega por um systema de emancipadlo
lento e gradual, e que a lodos os inleresses
provrj ai onde factivel, como cumpre s
reformas meditadas, sabase prudentes.
Pelo que respeita ao escravo, decreta-se
que de ora avante o nascimento sera livre;
facilitam-se as manumisses ; cercam-se-lbe
de seguranzas a pessoa e os bens.
Pelo que Oca ao soabor, resaeila-se -t baptisterio,
ue, bem ou" mal, secaama
considerados livres, da data da presente lei
era diante ; projecto q > ainda cora ad-
dicTte* reapresenton em 1851.
O Sr. depata do Ta vares BasIoi, no addi-
tivo que propoz lei do orcimento em 29
de juuo de 1800, ledigio asaim o seu art.
2o J Io: Os Albos daescrava* possnidas
pelas ditas associacoes qoe nascerem depois
da data dosta lei serio reputados livres ;
e na soa carta ao secretario da Anti-Slavery
$ocieiy, fallando das ideas que mais gras-
sam no Brasil era tal materia, affiruiou que
um dos dous systemas que dispuiam a pre-
ferencia o da liberdade do ventre, ou
reconbecimenlo da liberdade de cada re-
eern-nascido. >
O art. Io do projecto apresentado ao
conseibo de estado pelo Sr. visconde de S.
Vicenta este : t Os filbos de mulheres
escravas que nascerem decois da publica-
cao desta lei serlo considerados de condiclo
livre.
Sobre este assumpto a Sr. vlsconle de
Abaet opioou que esta disposico devia ser
adoptada logo que as circumstancias o por-
mittissem
O Sr. visconde de Jequtinhonha disse
ento o seguinle: A liberlaclo, depois da
lei promulgada, medida directa e franca
que nos far dar um grande passo no cami
nho dessa reforma social: .adopto, pos,
esse meio que parece reunir mais votos
seu favor.
O Se. viscon le de Itaboraby: Pens
que o meio que temos de abolir a escravi-
dao no Brasil decretar a liberdade do ven-
tre. a contar de um prazo qoe de ao gover-
no lempo de provr ao modo de executar
esta mediia. Accrescenlou em ootra
sesslo : i Nos termos em que se acha hoje
collocda a qoestfio, julgo convenients a
medida di emm.ipaco do ventre.
O S-. Eozebio de Queiroz: Entendo
que i'onviria lirar 'Um dia bem prximo,
passado o qual, tridos os que na-cessetn de
escravas foss*em livres.
O Sr. visconde do Rio-Hranco : t Entendo
que se deve declarar a liberdade do ventre,
ricandj os ilhos das escravas obrigados a
servir aos snhores dos pas al cerla idade,
seos mesmos snhores tverem do edca-
los e sustenta-los durante esse tempo.
O Sr. cooselheiro S raza Franco : Pro-
ponho que... se decrete a liberdade do
ventre. t
O Sr. conselheiro Nabuco: Completarei
a resposla que devoaste quesim, dizendo
at onde deve ir a attOlicSo: Que sejam
considerados de condiclo livre os filhps da
mulber escrava que nascerem deptiis da
lei.
O Sr. bario de Muriliba imongnou com o
argumento de que esta medida nlo satis-
faz aos impacientes da abbelo, e importa
votar ao exterminio aquellos innocentes
O Sr. consriceiro Torres-Homem : A
medida menos perigosa a liberlaclo dos
que nascerem depois da lei.
O Sr. visconde de Sapucahy prooe se
decrete: c Os filh js de mulber escrava. que
nascerem do dia seguime data desta lei
em diante, serio considerados de condiglo
livre, e huidos por ingenuo?.
Fioalmeott o Io artigo do projecto olfe-
recido pela commisso; especial do conseibo
de estado, nraeada pelo Sr. cunselbero
Zacaras de Ges e Vascoocellos, exprime-se
uestes termos: Os furtos de mulber es-
crava que nes:erem no imperio desde a
data desta lei serlo considerados de condiclo
livre e bavidos por ingenuos
Nlo multiplicaremos cilaces.
Parece ficar assaz justificado que a opi-
nio da grande maioria dos nossos estada-.
tas pugna pela liberlaclo do ventre.
Nebre exemplo den j neste sentido a
ordem Benedictina, a quem desde-ha cinco
annos'nlo nasce um s escravo ; exemplo
que tem sido imitado por muitos cidadaos,
j na mesma forma, j na da fibertaco no
que, bem uu" aL, sa cliama a 9a,propne
dade, stobre a-nnica cousa em que ella, pp.de
exerer*e, iaer'vico doa'iaacravos existen-
tes,-e estabelece^e que a I"ibexli?o'dell;S
depende de iudemnisaclo,
Fina.m-ote o lisiado d.minu os encargos,
que o assoberbam, dando liberdade a gera-
Co' futura.
Descendo especajidade. qoatro slo as
deis capitaes do projecto : Ia Liberdade
do veiure ; 2a Direilq de redem,pc! 5 3*
Peculio ; 4a Juizo especial. Sobre cada um
dos pontos expender a commis^o franca-
mente o. seu aviso.
XX
Liberdade do ventre.
!" esta.verdadeiramenle a disposir;lo nova
do projecto; mas, n i o negamos, a fon
damental, a efficaz, a decisiva, aquella que
a'commisso presta a sua maisJnteira-ad
heslo. i
Desde que seriamente se qoer por termo
escravidao, o meio mais seguro eslan-
car-lne ,a fonte., Formoso dia ser o da
ggomulgaco da le, em cujo Io artigo se
cousas que esta geralinenie peque por JnleJ raicreve^ com letras de.ouro : Nesta ter-
resseira ou por apaxooada. nvolve-nos
o circulo de Popilio ; urge a soluco. J
o pndulo bat'eu as segundas doze boras
ao da da sympathia platnica ; d'ora jan-
te, realidades I Nada mais obsta a que a
vossa sabedora arranque est questjjo in
candescente ao espirito agitadq do publico,
para que. ruins rastrados nao meueiem la-
chos por sobre barris de plvora.
XVIII
Com quanlo incdotemebte este se nos
augura o lugar proprio para tratar um pon-1
to que os impognadores deste projecto, e;
de quaesquer providencias immediatas, con-
sideram digno de particular alinelo.'' Di-
zem ser indispensavel o adiamento para se
diligenciares! seguros dados"' estatisticos
sobre o estado servil do Imperio, afim de
se antever o alcance da lei sob o aspecto
nariceiro, e calcular quaes os encargos que
del I a possam porvir ao t esouro nacional.
- Podiam levar-nos lnge as coosidera-
?oes qae a esta exigencia se ligara ; mas
continuaremos com o sysletia de s tocar
nos assumptos pela face qae inieressa
questlo.
Podamos tambera ponderar que em ma-
teria desta ordem os proprio tegistadores
que se nao guiassem pelas normas cbristas
devenam inspirar-se na sabedora da |fris-
prudencia romana do tempo- do imperio,
que a Ulpiano dtctou a (orraosa regra : e-
que httmanum fuerit,i:ob rei pecuniaria;
quatstioncm libertati nuram fieri.
Mas, diremos mais. O projecto est to
providentemente elaborado, que, primeiro,
alo preciso tai estatiitica, egpado, s3o
pequeos os sacrificios pecuaiarioa que ra-
pos ao tbesouro nacional.
As providencias relativas actual escra-
varia (sem gravar,ntesebam,sem gravar
u, que tomn p.nome da SaiUQ,Cruz, da
Cruz-Siota. onde.-o Divino Sesvp consum-
mou a radempclp dos .servds, nlo ba-um
s ente pumano, que na,sca escravo I
...No meditado projecto.. qae a vossa il-
luslrada commisso especial vos submelteu
em 1870, lia-se igualmente no art. 7 :'
Os filhos das escravas, nascfdos depois
da publicado desta le, serlo considerados
livres. *
Tambera o projecto de !8oz\' da socie-
dade contra o trauco de^afreanos, se ex-
prima assim, no Seu art'. 36 :
_ Depois da pblicacai) da lei, todos os
que nascerem de"Ventre escravo serlo con-
siderados livres. rr*
O Sr. Dr. Perdigio Malheiros em seu
discurso associaclo dos advogad js, em
fw3 : Declarasse o nosso legislador qoe
nldguem mais naaceria escravo, e o Braztl...
teria avadfadq deseclos na vereda da ci
vttlsacio. E na sua excellenle obra A
escravidao no Brttzil: Para se obter a
eitincco Completa da escravidao, preciso
ataca-la no seo reducto, qae entre nos nlo
boje senlo o nascimento.
-1) art. r do projecto de lei do Sr. Dr.
Luiz Francisco da Cmara eil, redigido
em. 1865, exprime-se dtest'arte : i Sio li-
vres todas-as cras de escravas
rom da data dest* lei en diante.
que nasce-
0 Sr. Dt. A^Ioimo da Suva Netto noa seas
Estados sobre k tinancipafc^os escravos
mlrazil aprsenla entra os matos conde-
cidbs e aconselhados a liberdade do ven-
tre. ou reconhecimenlo da liberdade *de
cada recem-naajcio. *
O art. f dq projecto *lpreientado Mo
Sr. deputado Silva Gomarles cmara a
qae perteoeia em 18oO,dizJa : -Todos o
Ve s, pois, por este e outros exemplos,
qae a preseripcio do actual projecto j ia
cemefando, a receber em nossos coslumes a
o)ais honrasa dassanecu-s.
E esta obposico a que mata a institu-
Cao. Pela lei de I85U licoa prooibida a in
trodueco de escravos no impecio ; por esta
se estabelece que no Brasil nao nascein es-
cravos ; faltando, pois, ambas as orgens da
escravidao, sublatd causa, tollitur ef'ectus.
Esta salutar determinaco assegora o xi-
to p da s outras do projecto, faz com que esse
coajuncto, sem desrcspeilar inleresses atten-
diteis, approxime muito o dia da completa
exlinccao. E' sabido qua geralmente na
raca escrava os nascimeotos nao compen-
sam os bitos, e que estabebelece ama lei
de progressivo e rpido* deCreeeimento.
Grande cresta levou o estado Servil com o
systema adoptado por occasio da guerra
com o Paraguay. Nos ltimos lempos tem-
se espantosamente desenvolvido a tendencia
para lioertar ; para isso tudo serve de pre-\
texto : solemnidades religiosas, festas pu-
blicas, anniversarics, funecoes domesticas,
nao menos que verbas de orpameutos pro-
vinciaes ; o que tudo conspira para ir con-
sideravelraente attenuando o algarismo da
gente escrava. Se a tantos elementos con-
vergentes juntarmos as futuras alfornas
concedidas pelos snhores, em vida ou por
testamento, e as manumisses que esta lei
facilita por meio das remisses, do peculio,
das associacoes, do fund> especial, etc.,
bem pode ser que mudo antes do prazo
antecipado nem um p servil .pise o solo
brasileiro.
XXI
Antes, porm, de deixar este ponto car-
deal, convem apreciar duas refiexes que
tem sido antepostas: urna de direiio, oulra
de faci.
Qoanto ao drreito. ponderara que os fruc-
tos pertence a qnem dono da propriedade ;
I 'go nlo 1 c lo ao Eslado dispftr do que
Ihe nlo perteoej. Assenta este sophisaa
na flsidade da proposico menor do syllo-
Bsmo; na'j dembostrada impropriedade
do termo com que costnraam quaficar as
relaces eritfe o senhor e o escravo. A ver
dad qui, por mais qae concedamos ap
po8smdor do escravo, nem Ibe reconhece-
mos jos de plena dominio, nem bereditarie-
dade de oppressli ou direito sobre os as
citaros. Em prova de que a actual institu-
co-no iguala esta s outras propriedades,
abi esto todas as res e praxes at contra
rpgras-geraes de direito ; abi est a probi-
bjefo de sevicias e panas crueis ; a equip-
rmelo dos servoi a menores ; a totelU li-
galratc.
Accresce que ] nlo sendo essa instituidlo
(andada em direito natural, mas s creada
artificialmente pela ra, pode a todo o lempo
ser modificada pela mesma lei. A emanci
do direito de prtipredade ; ao contrario,
a negaclo delle. "Todo* os ndaimes da
eonsiruccio pbantastica eram fteces; nen
huma p irm mais atroz, que o torpe legado
di miseria imposto de geracl" em geraclo
& nunca ae perca de vista qae todas as con-
ceses assentam em equidade simples e
nada mais.
O qde a nossa cnnstitoico assegora em
toda a sua plemlade o direito de proprie-
daJe, oas da real, da verdadeira, da natu-
ral, da que recah-) sobre crasas, pois nlo
propriedade o que recabe sobre pessoa.
Instituirlo puramente de direito civil, mrai
['stameiite viciosa, privilegio qne tem ama
raca de conservar ouira no captiveiro, nlo
se chama propriedade, ou tem pelo menos
de admitiir numorosas excepces do rgi-
men do dominio, entre as quaes figura a de
se nlo pagar nerss pobres geraces o
peceado de Ado a Deus, oatr peccado de
Ado aos bomens.
XXII
Besta apreciar as refiexes que a emanci-
paci do ventre ha suscitado em anterla de
mticipacao de laclo.
Diz-se : Esses nasciluros serlo victimas
do odio das mais, palas desigualdades da-
condices; da mdevolencia dos Snhores,
pela leso dos seus interesses.
S gamrs os argumentadores nesta invasao
da transcienda humana, nestes clenlos hy-
polbeticos de norrores, barateados a ndoles
brandas (e nislo, tamo alludjmos aos nossos
concidadlos, como mansa classe dos nos-
sus escravos) que nunca deram' lugar a sus-
pedas medanles.
As misQue idea formara da mais santa
das affeices !
A mulher, feliz e orgalhosa de ler dado
luz um ser igual ao seu ser, enamorada
da soa obra, que prefere a todas-as obras
da criaclo, herona de alTecto capaz de de-
dic cao sem termo, de eoragem, de sacrifi-
cios, a que o homem com tido o seu orgu-
Iho se nlo balancaria, mu'her-raiii, iovejosa,
inim'gi de, seu filho Por raas que exage
leis o.embrutecimento da escrava, poderes
dispuiar-lhe a instrueco, mas nao denegar
ihe os instindns qoe a natureza amante der-
ramon no seio de todas as ndulheres, qoe
dizemos ? entre os proprios irracionais, a
eguia ou o pinbo, o lelo oa a serpmte !
Sa jilo assim por todo o universo, pre-
tendis acaso converler aqnelles prodigios
de materno am ir em transportes de odioso
ciume, quando se trata da mnlner liberta ou
escrava ? porque tanto deprims al a sua
propria natureza ? Que dados tendes para
sopp-la urna nfamecida, nlo por ver seu
fibo nascer na escravidao, mas por oveja
de soa mesma prole f O qoe a pbservaclo
entre nos vos diz exactamente o coutra'io:
ne sa classe, e por causa mesmo da triste
instituico, o desvairado excesso de amor
materno que tem produzido innmeros nfan-
tecidios: a escrava mata o filho, antes de
uascor, ao nascer ou no barco, para o poupar
surte miseranda que o aguarda; mata o
escravo querido, para Ihe dar a nica alfria
a que vjde aspirar.
Mas com qoe alegra nlo encarar ella a
liberdade humana, conferida ao fructo de
suas entranhas Ob desde ento, aurora
de gozos e esperanzas, amar ella mais a
vid.propria. ua vida de seus filbos; traba-
Ihar satisfeita, e mais e melhor, revendose
no ente que mais ama sobre a tena. .
Sa coocedeis serva inteligencia precisa
para sentir a difierenca que a lei estabele-
ce entre o seo estado e o da sua prole, nlo
podis recusar-lhe o seniimento correlativo,
oriundo, nao s dessa callara intelledoal, se
nao tambera da intima inspiracao qne ha de
tornar os filhos livres ufana do seus proge
nitores.
A sociedade iofera assenta na familia; i
familia no amor materno ; se deste arreas
gais, cautela, que arrenegais da sociedade
Nlo ; nlo receeis perigos originados do mais
sagrad i dos affedos; contai eoin a gratido
das mis, que,- em vez de maldit, vos
cobriro de benclOS, e que n > ho de mal-
querer a sem h'ihos, antas pir ellesdopia-
mente se estremecerlo.
O INTBRESSG DOS SINHORES.-r- Fo DO pro-
jecto contemplado ne mximo grao possivel.
Dada a fogosa anomala transitoria de nas-
cer um ente livre de um seio escravo,
c'aro q: a rali natural tem de ser, por cer-
to lapso de tempo, ma civil. Se na infancia
se nao deve arrancar o recem-naseido a quem
o gerou, se a mai pertence ao senbor, nlo
pode este novo ente deixar da ficar m po'
der e sob a autondada desse mesmo senbor
A este incumbe a sociedade do cuidado de
o crear e tratar nos anuos tenros; mas (se
para pag Ihe na"j bast a recompensa com
qne a caridade premeia ao proprio que a
prat/ca) eonsente o Estado era remunera-lo
da tutela material, e largamente, dexando-
Ihe a opeio entre receber 600(5, prego supe-
rior, ao valor usual do escravo de 8 annos,
ou uti isar-se dos seus servicos at prefazer'
osjl. Eisah como se respeita o direito
d senhor, nlo pessoa qae est fra de
causa, retribuidlo pelo tratamento nos pri-
meiros annos ; eis-ahi com6 se conciliam.
quanto possivel, os interesses do bomem li-
vre, da mai escrava, e do dono desta, tutor
daquelle.
sta disposicao e na essencia a mesma
que suggerio a Ilustrada commisso, no-
meada por esta assembla em 1870, a qual
motivou com a s iperioridade com que ira-
lou todas as materias ligadas com o as-
sumpto.
VistJ deixar a opelo de ama gratificaclo
em numerario, ainda mais favoravel aos
senboxes de escravos do que o alias impor-
tantissimo projecto redigido pelos Srs. con-
selheiros Nabuco, Sapucahy, Torres-Homem
da concpssao do peculio, da manomissao
obrigada a de todas as medidas precisas
nara que o reeem nasados sejam criados e
educad, e pao entregues morte pelo
abandono e deileixo.
Suspendamos as copias, pois est najmeote
de todos ser este o meio complementar da
emaoopaco do ventre, qoe menos obstcu-
los offerece.
XXIII
Direito de redempcio.
Como principio, j, aps o qoe deixamos
dito, nos parece qua tal providencia nem
pode ser objeelo ae debate. Se est as-
sentado qoe o direito absoluto a libefds-
da e que servido s se conserva ainda
tem porariamente, em attenclo, a razio
poltica, e ao interesse particular ; obvise
torna qae, apenas aquella interesse fr al-'
tendido, lotUtur queesti, e liberdade fulgu-
ra com lodo o sea brilh sem o eeiypse das
utilidades particalarap.
J Qcaram perpetuamente esguardadas as
geraces futuras pela liberdade do veotre ;
pois qoe, oonsideracoes de ordem elevada
tmpedem igoal jastica para a actual escra-
vana, coBcedam-se-lhe todos os meios pru-
dentes de Ihe ir rareando as fi'eiras. Re-
cooiieCa-se que a mxima cmcess-i possi-
vel. era materia de dominio do bomem pelo
homiu, a de que os servicos desse servo
representera ao senbor nm algarismo. Coa-
mem-lhe embora propriedade ; porm mes-
mo nesse caso Uiam a constituidlo:
Sj o bem publico, legalraeott) verilea-
do, exigir o uso, e emprego da propriedade
do cidado, ser elle previamente indemni-
sado do valor della: a lei marcar os casos
em qae ter lugar esta nica excepelo, e
dar as regras para se determinar a indem-
nisaco. >
Duvidase de que, nesta hyputhese. o bem
publico exija o sacrificio dessa propriedade
do cidado? Duvida se de que essa neces-
sidade esteja legalmente verificada? Nao ;
pois entao, s resta que a lei marque ser
este um dos caso previstos pelo paito fun-
damental, e do as regras para a ndemoisa-
co. E' o qde se acha implcito nos respec-
tivos artigos do piojecto : avaaclo de ser-
vicos ; anioiaclo de associacoes; creaclo
de fundos, especia luiente desliando.- eman-
cipaco; favores s alforrias; liberdade aos
escravos pertencentes nago, coia, s
berancas vagas, ou que seus senbores des-
amparara, e aos nlo matriculadas em lempo
competente.
Accresce que este nm dos pontos em
que o sucesivo adocamenlo dos cstumes
tem j convertido em consuetudinario o di-
reito -;ue ora se inscreve na le. Segundo
o espirito das regras religiosas ephilosophi-
cas, que lera irresistveliaente calado no
animo das modernas sodedades, a alforria
ou reraisslo forcada faci umversalmente
aceito; nao ha seobor qne a recuse; e
quando o faca, l esto as autoridades e
juizes para impedirem o acto de barb inda-
de qae os lempos nlo comportara, e que
contrara ao principio eterno de direito civil
acerca das obrigacfs de fazer, que se re
solvem era perdas e interesses.
Neste ponto a proposta s erige em lei
o que j o uso consagrara.
XXIV.
Peculio.
N j mesmo caso est o peculio, conse-
quencia da persooalidade do escravo, que
nenbuma lei formalmente prohiba, e que
por isso nanea toi Ilegal. O direilo romano
o reconbecia ; nossos usos oconsagiavam
j.
e S. Vicente, e cujo art- Io Io se exprima
nacidos da veitre escravo no Brizil serfof paci, como diz am aator. nlo a privacio
assim: < Os. ditos filbos (j ingenuos) dos
escravos slo obfigados a servir gratuitamen-
te at a hade de 21 annos aos senbores de
suas ralis, os quaes terlo obrigaclo de
cra-Ios e trata-Ios durante o tempo que ser-
virem.
Qual fosse, pois, a opinlo daquelles es-
tadistas ica demonstrado por esta transen-
pQlo.lSobre o mesmo ponto se pronuncia-
ram do seguate modo :
O Sr. Ensebio de Queiroz: Todos os
qae nascessem de escravos fossem livres,
mas com o onus de prestarem servicos at
certa idade, como, por exmplo, at 21 an-
nos, para indemnisar as desptzas da cria-
cao. *
O Sr. Visconde do Bio-Branco: Emen-
de qua se deve declarar a liberdade do
veotre, ficando os filhos dos escravos obrk
gados a sentir aos senbores dos pais at
certa*W*derle os mesmos senbores tiverem
de educa-tos e sustenta-los dorante esse
tempo.
O Sr. conselheiro Soaza Franco : A
liberdade do ventre deve ser acompanhada
O projecto de tantas vezes citada commis-
so, permittia ao escravo, com autorsaco
do senhor, a formaclo de am peculio, inde-
clinavel, destinad soa manumisso, ou
de seu conjugo, descendentes oa ascen-
dentes.
O Ilustre merabro desta casa, o Sr Dr.
Perdiglo Malheiro. cujas lucubra .os t na
luz teem laucado era tae- materi-s, esta be-
ceu cora) prora assa dos mais effici/.e> nllos
indirectos de emaucipaclo o c.^tantir ao
escravo a pmprieda le e disposic o do.seu
pecolio, isto daqoillo que el'.e adquirir
4goira.mente pira si por beneficio do se-
nhor, ou (mesmo independenij do coas u-
timeoto deste) por seti tribalho, industria.
beneficio de terceiro, ou aioda fortnil mea-
te: e reunir-se por este meio, e facultar,
em termos habis, aos escravo o resgae di
sua liberdade.
Este humanitario qso actual j d.1 longe
vera acou-e.bado. JjS Bonifacio de And ra-
da redigio assim o art. 42 ck> projecto Su-
bre os escravos. incorporado, na sua repre-
sentadlo assembla constitainte :
O escravo seahur legal, d) s-ra pecu-
lio, e poder por heranca oa.doaco, di-
xa-lo a quera quizer no caso de nlo ter
herdeiros forcades. >
Na importante Memoria do, Dr. Caetano
Alberto Soares sobre o melhpramento da
sorte dos escravos n> Brazl,fl-se E
porque nlo ha de a nossa lejislaco occo-
par*se tambera com o peculi ^ dos esenvos,
que merecer aos Romanos um titulo es-
pecial no Digesto ( L. XV T. 1) ? E-ta
justa compjnsacio da perda^a liberdade,
nao s nerece todas as sympa^bias dos bo
mens generosos, se nao que e,digna de ser
garantida pela lei, emquanto esta permitir
a escravidao. 4
O Sr. visconde de S. Vicente, no seu
primitivo projecto n. 2, corjnmecou assim
o seu art. 8o : O escravo que, por seu
proprio peculio, qae poder, possair, ou
por esmola, ou por favor de' outrem (gra-
tuito, ou com tracto de prstelo de ser-
vicos, qae nao excedam de 7 anoos) ob.t-
ver meios de pagar o seu vafrjr, poder...
etei 4
O Sr. conselbeiro Sooza Franco pronun-
ciou-se pela argencia de se aottorisar o es-
cravo a ter pecolio, e obrigar^o senhor a
liberta-lo, pago que seja o sed prego.
O projecto do Sr. conselWiro Nabuco
(art. T'% Io); 'Ser manlide o peculio
do escravo, proveniente de soas economas,
ou de doacoa, heraocas e leiados qoe Ibe
acontec-m. > *A
Este artigo1 e paragrapbo' xaclamerile,
com um additamenlo sobre osv regelamen-
tos do governo foi inserido otf projecto da
commisso do^tooselbo da esttdo, compos-
ta dos Srs. Naoaco, Ssitocattf e Torres-
Homem.
E' pois esta a bo* 'doatra, a recom-
meadada pelos bomans de estelo, a estaba-
lecida pelo ose.
XXV
- Juiso especial
Nesle pwe- pesadas atieniarnente as
opposta* coosideraces, nio ae c nveaceu
a coBUBissJo da conveniencia- desta dispo-
sico do projecto do govereajt
^______ Y

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P DODlAttlO-HUA Ou OUQUS OB ClXlAs


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